Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19070


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Full Text

AHHO Lili OMEBO 222
PAl V A CAPITAL ti Lt'bARKM OXUK SAO ME PACiA PORTE
< J
1/
Por tres mezes adiantadoa
Por seis ditos idem......
Por um auno idem......
Cada numero avulso, do mesmo da.
6^000
12^000
244000
4100
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantadoa.....
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
184600
204000
27400?
4100
DIARIO DE
RNAMBUGO
Jtoprietafte ir* JHaiwel itguctra *t Jara i til)**
O* Srs. Amede Prinoe HC,
de Paria, slo os domos agente-
exclusivo de annum-ioi e pu*
Mo terra.
Os Sr. Waaburne ll-rmanos-
de lew-York, Bread Way n.
O, sfto os nossoa agentes ex.
elusivo* de annu cios nos Es-
tados-ITnidos
Aviso
AosSrs. Assignan-
tes que se adiaren* em
atrazo, scientificamos
qu^ devem mandar
abonar suasassignatu-
ras at o da 30 do cor-
rente, para que nao
soffram interrupc, o na
remessa do Diario do
1 de Outubro.
ELEGRAMMAS
SESVIC3 7ABT:C7LAB so siabzo
RIO DE JANEIRO, 27 de Setembro, s
3 horas e 45 minutos da tarde. (Recebi
do s 5 horas e 10 minutos, pelo cabo
submarino).
, O Senado iipprovon boje eos 3. die-
casaAo o orcamento do HlnUterlo
do Fn/endu.
A (nmnra dos Depatadoa appro-
foa Ininbim li je ns emenda* de Se -
oadO ao pro|ecio de lei aobre os cri-
ase* de daino e incendios, e esa >.*
diacassao a le de (erra*.
Foi coaeedlto o lllnlo de conselho
ao Dr. Banoei do Kasclmento Macha-
do Portella.
Foi nomeado Baro de Hurlo rom
grandeza o Dr. Jaclntko Paes Morel-
ra de Slendonea.
Foi nomeado Jala municipal e de
rpnao* do termo de SerinnfteiB. o
bacbarel Manuel Henrlqaca Wan-
derley. nendo declarada nena effelio
a saa anterior nomearo.
Foi nomeado lente catbedratlco da
Facaldade de Dlreito do Re-rife o Dr.
Jos Joaquina Seabra.
IIIW S -MIC... SAVAS
(Especial para o Diario)
LONDRES, 2b de Setembro.
Realiou-e boje o encerranaento
da sesao do parianaeoto Ingles.
A aensaffean real agradece aos
aaembroa do parlamento o concurao
sfcie preataranaao governoj mencio-
nas aa boas relarftes ealerloren e (ra-
ta de queatee* de Interesse exclual-
itmcnie nacional, aena comer ne-
buma declaraco notavel quer, ge-
ral, quer particularmente fallando.
O parlamento foi adiado para 11
de Novenanro.
PARS, 25 de Setembro.
A abertura da prxima aessao daa
amaran en*ectuar>ae-ba em 14 de
Outubro.
LISBOA, 25 de Setembro.
S. M. F. o Sr. D. Lula I. acaba de
Segar a esla cldade, de volts de sua
vi age m ao norte da Europa.
PARS, 26 de Setembro.
Balate urna certa ladlapoaleao naa
relacOea diplomticas entre a Fran
ca e o governo de Hadagaacar.
Agencia Havas, filial em Pernambueo,
27 de Setembro de I8r<6.
IHSTRDCCAO POPULAR
(xtrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
VESTIARIO
CAPITULO VI
iComtumafSO)
Forma do vea tu rioNao podemos neste
kvrinho airar ao eatuoo de cada parte do ves-
uario em especial nem discutirse, no modo de
vestir-se nos climas temperados o homem prefere
obedecer aos caprichos da moda a andar vestido
racionalmente. J. quando tratamosdos climas,
distemos com relacito a vestuario algums. coisa,
que nao rep tiremos agora.
As ingratas condices da temperatura nos clima
extremos tm ensinado o homem as precauces des
que deve servir-se, para poder luctar contra aquel-
la imptacavel iuimigo. Nao o empirismo, mas
gim a pura expreaso da necessidade, o resultado
de umitas tentativas observacoea e experiencias
que tem instruido o homem oeste ponto, como
n'outros. Nada mais racional qne o vestuario do
rabe nos climas quentes e o do groenlands nos.
putares, rabe tem fato ampio e largo : urna
vasta camisa e por cima um albornoz,eis os prin-
cipara artigoa do seu vestuario, que de tecids
branco e leve, e se deixa penetrar fcilmente pelo
ar que vai refrescar a pelle, sem lago algum que
o aperte no corpa ou dificulte a circulaco. 0
homem do norte poe-se ao abrigo do fri par meio
de fntus de 13, e de pelles, de forma eatreitae con.
ehegadoa ao corpo.
Canta-A cama pode considerar-se como o
vestuario da noite. Passamos nella metade da
nossa existencia, aso justifica a attencao que Ihe
teem votado os higienistas. 0 quarto de dormir
deve ser vasto, e bem Iluminado durante o da.
Sendo o fita da cama proteger-nos contra o res-
friamento nocturno, durante o repouso, iods-
pensavel evitar que se converta a'um meio mias
matieo e intectuoso, onde se aecumuiem e germi-
nen! os productos mrbidos que o bomem transpor-
ta comsigo. Dahi resulta a necessidade do maior
aceio e da renovaco frequente da roopa. Nao
devem usar-se os eoleboes de peonas, cuja limpe-
sa difficil e o aceio apenas appare.nte A crina
prefervel la e sumauma. O uiais convenien-
te a pxlba, mas esta de ?e aer renovada com fre-
quencia.
As almofadas de peonas, dd l e de sumaumt
sai prejudiciaea, pelo grande calor queaccumulam
junto da cabeca e pelas c mg.sto a que podem
pr- duzir. Muitas apoplexias e ataques de astbma
e de epilepsia, occorridos durante a noite, teem
nellas a sua causa. Couveem as almofadas de ar,
de crina ou de palba. Os leitos de ferro sao pre-
fer veis aos de madeira. Sao prejudiciaes as cor-
tinas e as armacoes, que embaracam a livre cir-
culaco do ar.
(Contina.]
?ARTE 0FF1C1JM,
Ministerio do Imperio
Outorgon-se beneplcito ao breve, da nunciatu-
ra ap stolica de 15 de Agosto do corrente, anno,
pelo qual o conego Jos Mara Ferreira Velbo
foi nomeado protonotario titular de Sua Santi-
dade.
O Sr. conselhairo de estad i Jeronymo Jos Tei-
xeira Jnior foi nomeado presidente da conmis-
so centra], incumbida de promover a realisacao
o momumento do Ipymaga em subbtituico do fi-
nado Visconde de t m-Retiro.
Ministerio da lustca
Par decreto do 18 do co. rente foi exonerado, a
pedido, do lugar de director do presidio de Fer-
nando de Noronha, Manoel Goncalves Pereira
Liaa.
Do cargo de chefe de polica da provincia de
Sergipe foi tambero exonerado o juis de direito
Jo&o Baptista da Costa Carvalho, sendo nomeado
para o mesmo cargo o juiz de direito Jos
Ignacio Fernandes de Barros.
Foi nomeado juis de direito da comarca de
Grajab, de Ia ubo, o bacharel Sebastiao Jos de Magalhaes
Braga.
Foram nomeados juizea municipaes e de or-
phaos :
Do termo de D. Pedrito, na provincia do Rio-
Qrande do Sul, o bacharel Luiz Candido da
Bocha.
Do termo de Campos, na provincia de 8ergipe,
o bacharel Abdiaa de Oiiveiru, ficando sem effeito
a anterior uomeaco para igual cargo no de Pom
bal, na provincia da Babia
Foi designada a comarca de Maroim, de 2* en-
trancia, na pr.vuicia de Sergipe, para nella ter
exercicio o juiz de direito Ju3o Baptista da
Costa Cal valho.
Foi removido a pedido o juic municipal e de
orphos, hachare. Gemiuiano da Costa Barbosa,
do termo da Januaria p, a a de S. Francisco,
ambos na provincia de Minni-Oeraes.
Foi recuudutiuo o bacharel Alexandre Ribeiro
da Silvano lugar de juiz municipal e de orphao-
do termo de S. Jos do B.rreiro na provincia de
S. Paula
Mimisterio de Estraagelros
Por decreto de l do corrente, Antonio Augusto
de Castilho, cnsul geral do Imperio no Per, foi
removido para a repblica do Chile.
f=*S. Ministerio da Guerra
Por decretos de 18 de corrente:
Foram promovidos :
CORPO DE E8TADO-MAIOB 1' DE CLASSE
A coronel : o coronel graduado Franciaco Ra-
phael de Mello Reg, por antiguidade.
A teen te coronel: o tenente coronel graduado
Firmino Herculano de Moraea Ancora, por anti-
guidade.
CORPO 08 ESTADF MAIOR DE 2> CLASSE
A coronel : o teueute-coronel Eugenio Luiz
Franco, por merecimento.
A tenerte- coronel : o major Paulino Paes Ri-
beiro, por merecimento.
_ A major : o capitao Alexandre Augusto Igoa-
eio-da Silveira, por antiguidade.
A capitio : o tenente Antonio Faustino da
Silva.
A tenente : o alteres Manoel Jos de Fre tas.
CORPO OE SAODE
A Io cirurgito : o 2" cirurgiSo Dr. Joo Cl-
maco de Araujo.
ARMA DE ARTILHARIA
A 20S tenenti-a : os alterca alumnos Benjamim
Liblalo Barroso, Alvaro Marques Martios.
ARMA DE CAVALLARIA
Etquadro da provincia de Qoyat
A capuo : o tenente Jos Hermenegildo Mon-
teiro de Albuquerque, para a 1* companhia, por
antiguidade.
A tenente da arma : o alferes Marnolino Ame-
rico de Olive. Netto, por aatiguidade.
ABRA DE 1SAHTABIA
3 batalho
A capito : o tenente Luis Vieira Machado,
para a 1* companhia, por antiguidade.
18* oatalhao
A capito : o tenente Uabriel Pereira de Souza
dotJ fogo. para a 8' companhia, por estndos.
A teuenies da aru>a : us alteres Francisco de
Paula Moreira, por antiguidade, a contar de 15
de Maio do corrente anno ; Juaquim de Faria,
por antiguidade ; Antonio Paes de Barros, idera;
Pedro Manoel Gomes Carneiro, por estudoe.
Fui nomeado 2" cirurgio do Corpo de Saude
do exercito o douior em medicina liurtencio Leo
vigildo de Mendouca Ucbda.
Foram transferidos :
Do eaquadru de cavallaria da provineia de
Guyaz para a 4 companhia do Io corpo da mes-
uia arma o capiao Tbomae Augusto de Vascon-
celos Culmbia. ji |_a
Da cumpanbia de infanUria da provincia das
AUguas para a companhia da mesma arma da ao
Rio-Grande do Norw o capitio Capitalino Cesar
Loureiro e desta para aquella companhia o capi-
tio Claudino Mariano de Oliveira Cruz.
Para a 2' classe do exereito :
De conformidade com a immediata e imperial
resoluclo de 1 de Abril de 1871, tomada sobre
consultado Coos'lho Supremo Militar, os capi-
taes Antonio Jos da Silva Viveiros e Antonio
Francisco de Mello, este do 2 e aquelle do 18
batalho de infantaria, ficando aggregado arma
a que pertence, visto terem sido julgados ncapa-
zes do servico do mesmo exereito em nspeccio de
saude a que foram submettidds.
De conformidade com o disposto no art. 2o, Ia
do decreto n 260 de 1 de Desembro de 1811, o
alteres do 20a batalho de infantaria Salvador Ig-
nac'o da Silveira, ficando tambem aggregado
arma a que pertence, visto achar-se doente a
mais de um anno.
O ministerio da guerra determinou ao
conselheiro ajudante general qu9 providen-
cie para que, publicada em ordena do diaa
reforma de qualquer offijial do exereito, o
respectivo oorpo remetta immediatamente
em duas vi as, a f de officio do mesmo
offi-ial, afim de ser urna envala, depois
do competente processo, ao conseibo supre-
mo militar, para a expedicSo da patente, e
ficar a outra archivis na repartilo a s-u
cargo, recommendando se que no preparo
deste documento se observe o que se acha
publicado a tal respeito na ordem do dia
n. 1262 de 30 de Oezembro de 1876.
Apresentaram-Be repartilo do quartel
general : o tenente coronel do corpo de en-
genbeiros Catito Augusto dos Santos Koxo,
vindo do Kio Grande do Sol a chamado
do ministerio da guerra; o 1." tenente do
i. batalho de artilharia Manoel Nogueira
Borges, vindo do Cear disposico do
presidente desta provincia ; e os alteres do
4 regiment de cavallaria Antonio Bor
ges de Atbayde Jnior, vindo do Sul e
mandado addir ao bhtalhSo de engenheiros,
e do 1. batalho de infantaria Manoel Ma-
chado de Souza Pinto, vindo de Sergipe
para recolher-se ao seu corpo.
O alferes do 3. regiment de cavallaria
Jos de Andrade Neves Meirelles, teve or-
dem para ficar disposicle do M*. minia-
tro da guerra.
Determinou-se que d'ora em diante, o
commandante do Io batalho de artilharia
faca Substituir de tres em tres dias o infe-
rior que serve de Almoxarife da fortaleza
da Lige.
Foi dispensado de embarcar para o or
te o 2. tenente do 3. batalho de arti-
lharia Victor Hugo de Paula.
Teve ordem de reaasumir o commando
do 3 regiment de artilharia, na provin-
cia do Paran, onde aguardar deliberacSo
do governo, o teceote-coronel Manoel Jva
Pereira Jnior.
Apiesentou-se ao quartel general o bri-
gadeiro Jo Clarando de Queiroz, com-
mandante das armas da provincia do Para,
de onde veio por doente.
PermittH>-se que o alferes alumno, addi
do ao 13. batalho de infantaria, Paulino
das Chagas Pereira, pres'e exame vaga em
Janeiro prximo, na escola militar da pro-
vincia do Rio Grande do >ul, das materias
que constituem o 3 anno do curso supe-
rior da referida escola.
Foi transferido para a guarnilo do Rio
Grndo do Sul o furriel Manoel lysio
Jandiroba, do 7. de infantaria.
Conuedcu-ae permisslo por mais tres
mezes, para usar dos distinctivos de 2 1
classe, ao soldado do !. regiment de ca
Vicaria, Americo Fres Firme.
P..88-ram a em pregados na repartilo
do Quartel General, os cadetes Abilio da
Siiva Pereira e Luiz Narciso de Barros
Cavalcante, este do 1." batalho de infan-
t ria e aquelle do 2 regiment de arti-
lh ria.
Declarou-se que o forriel Joaquim Jos
da-Silva, que serve de mestre na escola de
apren iizes marinheiros da provincia e de
S. Paulo, tem direito a perceber o sold de
sua classe e a gratificaclo de guardio.
Ministerio da Marfnha
Foi nomeado o capitio-teen te Eduardo
de Barros Gonda para exercer interina-
mente o lugar de cap t2o do porto do Rio
Grande do Norte.
Foram passadas cartas de macbinistas
de vapores ae commercio a Francisco Jos
Travaesoa, Antonio Sampaio Guimares e
Alexandre Anderson, os quaes foram ap-
provados em exame.
Governo da provincia
DESPACHOS DA I-BE81DENCIA DO DA 24 DE
SETEMBRO DE 1886.
Francolina Murina da Silva e Albu-
querque. Nlo estando suspenco o paga-
mento da gr tificaclo concedida por poi ta-
ris de 28 iie Setembro de 1885 e nem ca-
bendo a peticionaria percebel-a como pre-
tende, nao ha o que deferir.
Araesma Teve hoje despacho um re-
quer ment sobre assumpto idntico.
Dr. Manoel Arvellos Bottas. Passe
poitana concedendo ao supplicante lirenca,
por dous mezes e 20 dias, na forma da lei
para gosala tiesta provincia.
Manuel Nunes do Valle. Encaminhe-
86 pagando o respectivo porte na reparti-
eres dos cor eios.
Prente Vianna C Informe o Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda.
Alferes Quintino Alves da Silva. In-
forme o Sr. commandante superior daguar
da nacional da comarca do c'abo.
25 -
Companhia The Great WeBtern of Bra-
sil Railway Ooaipany Limitted.Informe
o Sr: inspector do Thesouro Provincial.
Francolino Luiz de Seuza. Indeferido,
avista da informaclo do Dr. juiz de direito
das txecuyoes criminaes.
Joaquim Domingos de Lima. Informe
o br. Dr. juiz de direito da comarcad*
Victoria.
Jos Villa Verde Cruz.-Passe porta-
ra e a respectiva carta de naturalisaco.
Joaquim Jos Bezerra.Informe o Sr.
Brigadeiro commandante das armas.
Man"al Adriano de Souza. Pague-se.
Monta Po dos Voluntarios da Patria.
Sim, m liante recibo.
Sacre aria da Presidencia de Pernambu-
eo, em 5 de Setembro de 1886.
O ajudante do porteiro,
.' \onio F. da_Silveira Carualho.
iii'.u.inrio das Armas
qoabtetv qeheeal do commando das ar-
mas m persambcco, em 27 de setembro
de 1886
Ordem do dia n. 122
F .fo publico para conhe.-imento da guar
njao que, o Exm. Sr. viee-presidente da
provincia, por portara de 24 do corrente
conceden ao Sr. 2o crurgio do corpo de
saude do exereito r. Manoel de Arvellos
Bottos, dous mezes e vinte dias de ltenca
na forma da lei, para tratar de sua saude
nesta provincia.
Outro sim; que apresentou-se hoje vindo
da provincia da Parahyba, onde se achava
com 3 mezes de lbeny t. o, Sr: Alfares do
14" batalhlo de infantaria Be!lancino Au-
gusto di Atbayde.
( Assignado ) O brigadeiro Agostinh
Marques de S, commandante das armas.
(Conforme) O tente Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordeas inte-
rino e encarregado do detalhe.
Repartlco da Polica
Scelo 2.* N. 939. Secretara da Poli-
ca de Pernambueo, 27 de Setembro de 1886.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que nos dous ltimos dias foram racolhidos
na Casa de Detenyao os seguate indivi-
duos:
A' minha ordem, Manoel Joaquim do Nascimeu-
to, por disturbios ; Antonio Joaquim da Silva e
Luiz Francisco da Silva, vindos do termo de Se-
rio haem como sentenciad s; Tertuliano de Al
meida e Francisco Pereira de Barros, vindos do
presidio de Fernando como criminemos.
A' ordem do subdelegado do Recite, anoel
Jos de Oliveira, por off-nsas moral pnbblica ;
e Uesulino Pereira da Silva Mata, coma vagtbuu
da.
A' ordem do de Santo Antonio, Manoel Joaquim
Antonio da Nascimcnto, como desertor da arma-
da ; Luiz* Mari> da Conceico, Leocadia Mana
da Conceicao, Manoel Antonio das Chagas e .tita
Mara da Conceicao, por embriaguez e ofFensas
morai publica.
Em 23 do corrente, s 7 horas da noite rc-
cebi um offieio do vigario da freguezia de Aff >ga
doa en qae me* commonicara que tendo, naquelle
dia, s 10 horas da manhS, urna pessoa pedido
urna guia para sepultar o cadver de urna eacra-
va, pertencente a Nicanni Bandeira de Mello,
proprietario do engenho Ibura, pirm, queja al
gueni Ihe tendo denunciado que essa escrava ha-
via fallecido em coasequencia de castigos immo-
derados, declrelo portador s daria a guia em
vista do attestado oa autoridade policial que to-
mase conbecimento do facto; e como at aquel-
la bora mnguem Ihe houvease mais apparecioo,
ttazir. o facto ao meu conhecimenf) para que eu
providenciasse como entendesse melbor.
Immediatamente remetti essa cominunicacao ao
Dr. del gado do t districto para que syndicasse
do facto e procedesse s necessarias diligencias.
Essa autoridad' me communica em data de hoje
que diritrio-sc a Imberibei. a e abi procedendo i
averiguaces acube que se havia dado a morte da
escrava Cxtharina, como tambem qne se achavauo
engenho Ibura a espirar o escravo J S >.
Acompanhado dos Dr*. Jos Joaquim de Souza
e Jos de Miranda Curio, dirigi se ao cemiteno
da Hoa-Vi gem onde havia sido inhumada, no re-
ferido di 23, ao meio da, a infeliz escrava, e pro-
eedend.j s exhumaclje a competente autopsia, ve-
rificou se a existencia do cadver ds urna mulher
de cor preta, representando 40 ai.nos de nade.
com os olboB salientes das rbitas, a lingua com
aaliencia de 4 centimetors fra da bocea, e excea-
sivan.eute tumefacto o peecoco do lado esquerdo,
uina eolueo de continuidade em sentido transver
so, nao se notando nelle nenhuma altrnelo a nao
ser a tumefaeco e ausencia de epiderme ; em toda
a regilo lombar, nadegas e parte posterior da cxa
fortes e profundas contuses, notando-se as na-
degas esmigalhamento dos tecidoa mollea e focos
purulentos que extravasavam menor inciso em
qualqner direccao.
Desse exame concluio-se qne houve a morte da-
tando de quatro diaa, a qual nao foi devida con
geato cerebral, porquanto de exame que se tez no
cerebro nada se Ihe achou de notavel, asaim que
as feridas das nadegas nao medicadas foram a
causa da morte.
Conclnindo ease exame dirigio-se o Dr. Dele-
gado ao engenho Ibura, acom]N>nhado do Dr. Cu-
rio e ontras pessoas e encontrn em um quarto
do pavimento terreo da casa de vivenda, escon-
didos, os eacravos Antonio, maior de 50 anoos,
marido d- Catharina, e Benedita, maior de 60
annos, doentes e tambem seviciados.
O escravo Jo9o qne deve estar, segundo mfor-
macoes, tambem aevi<:iado, e gravemente doente,
nao foi encontrado pelo Dr. Delegado, sabendo-se
entretant que poucas horaa antes da chegada
jeasa autondade, fra o mesmo escravo, por
ordem de sin senbor, mandado ocsaltar em on-
tro lugar, que anda nao toi dcscoberto.
Verificou-se mais qne den causa aos castigos
dos eacravos Ju&u e Benedicta, suspeita que tere
seu seuhur de que esses eacravos linham conuor
rido para a fuga das escravas Luisa e Lusia e
que sabiam o lugar em que esUvam elles oc-
cultos.
Mandn tambem proceder a vistoria na es
crava Benedita, declarando os Drs. Loureiro e
Curio, que serviram de peritos, tersa eucootrado
na n giao gltea direta e esquerda contuses ci-
catrisadas rt cernemente.
O mesmo Dr. Delegado contini as demais di-
ligencias do i'jqutrito.
Deus guarde a V. Exo. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leo,
umito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de polLsia, Antonio Domingo
Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 25 SETEMBRO DE 1886
Amelia Fredorinda de Souza. Regs
tre-se e ftcamae as notas.
Antonio Henrique Kodrignea, Jos Ca-
mello do Reg Barros e contas do cilletor
da Escada. Hja vista o Dr. procurador
riscal.
Antonio da Silva Azevedo e outros.
Entregue-se pela porta.
Jote da Motta Cardiin, Henry Forster
& C, Gleodon Augusto de Albuquerque

Chaves, Jos Antonio Babia da Cunba,
Luiz Felippe dos Santos Porto, Dr. chefe
de polica, e Antonio Botelho P. d Mes-
quita. Informe o Sr. contador.
Francisco Antonio da Natividade Salda-
nha. Jante-se copia das informacSas.
Joaquina Maria da Conceiclo e Dr. pro-
cttrador dos feitos. Informe o Sr. De.
administrador de Consulado.
Francisco Januario Nunes da Silva.
Certifiqese.
27 -
Carlos Alves Barbosa e Jos Rodrigues
de Moura. Informe o contencioso.
Dr. Antonio Bruno da ilva Maia.
Entregue-se pela porta.
Ignacio Fernandes Eiras, Izidon Miri-
nho Cesar, Alfredo Ferreira Guimares,
contas do collector de Caruaru' e thesou
reiro das obras publicas. Haj,j vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Maria Mathlde Lopes. -Volte ao Sr.
aootador para fazer-se a competente nota
com a deilaraclo requerida.
Pedro Bastos da Mallo Albuquerque, F-
lix Ferreira da Silva, Dr. procurador fis-
cal, Jos Ignacio de S>uza Filbo, Mara
Annuociada Duarte Maia, Joli Baptista de
Souza, Jos Luiz de Franca Torres, Fran-
cisco Alves da Albuquerque Lima e Fran
cisco Januario Nunes da Silva. Cartit
que-se.
Petronilla Aurora de Mello e JoSo Ro
drigues de Moura. -Pague-se.
Francelina da Jess Cardoso, Manoel
Adriano de Souza, Joanna Maria da Cos-
ta, JoSo Luiz Bada, Laopoldno Teixeira
Jacobina, collectora de SerinhSem, Joan-
na Dalphina Nunes Ferreira, Lucinda
Quintiliana Moutinho e Jacintha Candida
do Alencar. Iatorrae o Sr. contador.
Galdino Antouio Maravilha. Declare a
collectoria a que refere-se.
Dr. procurador fiscal. -Ao Sr. Dr. ad
m'nistrador do Consulado para mandar
passar a certidao.
Consulado provincial
DESPACHO DO DIA 25 DE SETEMBRO DE
1886
Manoel Dias Pimentei, Divino dos San-
tos Pontual, Thoraaz de Aquino Silva,
Jos Raphael Soares de Azevedo, Jos
Corroa de Amorim, o mesmo, Vicente
Fernandos da Costa Lima, Floriano O. da
Triodade, Firmino dos Santos Lassa, Ka
bino Olegario Assis BalhSas, Francisco
Roberto da hura, Joaquim Jos da Silva
Guitnaraes, Dao^leciano de Assis Mg.i-
Ihaes e Jos Maria da Costa Carvalho. -
Certifique-se.
Francisco Goncalves O., Manoel Fe
lix de S, Jos Maria Pereira, Manoel de
Torres Galludo, Hygino Antonio Ferraz,
Manoel fiburenco de Magalhes Soares.
Certifique-se.
Manoel Jeronymo Vieira. -Deferido de
accordo com as iiiforraagdes.
Lenidas Tito Loureiro, Manoel da Cu-
nba Brandlo, S -b.ist'ao de Barros Birrete,
J. Bastos & C, Jos Maria Soares e Ja-
cintha Claudina de Almeida. Informe a
1* scelo.
Francisco Jos Feroandes Marcos, Fran-
cisco Affonso Ferreira e Julio Ferreira da
C. Porto. Certifique se
InstruccSo Publica de Pernam
buco
DESPACHOS DO DIA 23 DE SETEMBRO DE
1886
Aquilino Gomes Porto.=Cumpra-se e
gistre s*.
- 25
Adelaide Rosalina Bettencourt Barbosa.
Justifico em virtude da autorisa^o da
presidencia da provinoia de 22 do cor-
rete.
Minervina Francisca Cardoso. -Enca-
minhe-se.
Secretaria da instrucclo publica de Per-
nambueo, 25 de Setembro de 1886.
0 porteiro,
J. Augusto de Mello.
DIARIO DE PERSABIBCO
REC1FE, 27 De, SETEMBKO DE l-86
noticias da Europa
O paquete inglez Aconcagua, chegado ante-hon-
tem da Europa, foi portador das seguint'S noticias,
que adiantam dous das s recebidas pelo Ncva. j
, Portugal]
Datas de Lisboa at 15 d Setembro :
Sob a rubr ca Exterior publicamos a carta do
nosso enrresponaente de Lisboa,na qual se acham
relatados os mais importantes factos occorndoi
ueste reino.
Hewpanlia .
Belativamento a este reino escreveu-nos o se-
guinte o supracitado correspondente:
As des rdeus que tem havido na Cornnha pa-
rece que i.o teem tomado maior incremento, gra-
cas a urna ropresao enrgica por parte das auto
ndades civis e militares
Entretanto nota-ge urna pronunciada resistencia
passiva e o estado da cidade, longe de ser tran-
quillis-tdor, parece denotar que o germen da des
ordem existe, e prompto a mamfestar-se de novo,
ao mais leve affrouxaineuto de represso.
Os amotiuadoa tinbam destruido a canalidaco
da agua e iuutilisaJo a maioria das fontes, sendo
uecessario sabir o arubitecto munieipal, acompa
uhado por um troco de pedreiros e d'um grosso pi-
quete de infantaria, a fzer os reparos indispon-
a veis. .4i - As prisoes continuam. Um dos presos o di-
rector do jornal satyrico El Duende
Esta priso e a d'uui cidad aiguo e pacifico
chamado Gabriel Bios, priaea que toda a gen-
te considera injustificadas, produziram grande ex-
citacao. .MiSf .
A agitaclo continuava s uitimai noticias. Os
mercados estio completamente desertes, sendo di-
miuutissima a quantidade de carne que se encou-
tia enda. A administra cao militar teve que
mandar matar dnaa viteilas para alimentacio dos
doenies do hospital militar e maudju tambem bus-
car leite para gasto dos meamos, a urna alacia pr-
xima, ao exhorbitante preco de duas pasatas e
quartilho.
O telegrapho nio funeciona; a p ilic* saoraU
percorre as tavernas, catj e outros locis; ad-
tas tojas parmanecem techadas e os pescadores
ontinuam emoreoe foreada. Ai tropas, infanta-
ria e cavallaria, oceupam posiedes em volta da -
dade.
Ao passar pela rna da Amargura um olfioial d
artilharia, disptraram-lhe un iir> que I be ale
acertou, e que se na> pie av-rigur pjr quera fjt
dado nem d'unie parti.
No alto de Ebria estacionava bu numeroso gra-
po de gente arm ida, que imp-tdia a entrada de
vveres na cidade. Da um destes grupas foraa
presos 43 hoinens, a maior parto rapases e velhaa,
e conducidos a uui quartel de infantaria; o povo
que se approiim iu para saber o que era foi repet-
lid > p ir cargas de cavadana.
Tambem foram presos algias officaes de dili-
gencias por terem afiliado o e lital da Cmara SI
uicipal, cono deudo urna relucco no imposto sa-
br alguna gneros de consum, biseando-se a a-
toridade militar euj que, estando a cidaae em es-
tado de sitio, s ella tiuln direito para fazer afi-
lar editaes.
Assegura-se que, aproveitando se dos seos destre
qos feitos as delegaodes da Alfandoga de coasa
mo e do abandono em que estas se acham, varias
commerciantes haviam introduzido grandes par-
tidas de contrabando, provenientes de depsitos
seus, estabelecidos fra da cidade. E fiaaimeate.
diz se que foi incendiado o palacio municipal f
que por Villa Boa passaram varios grupos de gan-
te armada, levantando gritos de abaixo o impos-
to de consum! e viva a repblica!
E apezar de tu lo isto nos circu os officaes le
Madrid, corre que a Corunha esta em plena pac c
que os leves disturbios qu9 all tiveram logar f-
ram immediatameute reprimidos.
Ao cabo de prolongados e injortaatissimos trn-
balbos, as aguas do Douro toram trazidas at Va-
ladold, dando entrada no deposito de >. Izidro.
Este ac intecim 'nto, na opinio de muita gente,
pide e deve transformar as condices da capital
castcibana e abrir uina nova era de prosperidad*
e de progresso aos campos que gozm de benefi-
cio da rega.
Inglaterra
Nao poude a Gran Bretanha rbstar aabdicaolf
do principe Alexandre, mas eimula estar persua-
dida de que poder oppor o seu veto eleicSo 4s
novo principe da Bulgaria.
Na cmara dos depuudos havia sido dirigic
urna perguota a Sir J. Pergusson acerca dos sus-
tos de abdicacao do principe Alexandre.
Na ana resposta, Sir Fergusson deu a entender
que o governo inglez est disposto a usar deste 4t-
reito, se o novo eleito paree -r que vira a tomar-
se dcil instrumento da poltica moscovita.
Lembrou o Sr. Fergusson que nos termos do tra-
tado de Berlim a elcico do principe da Bulg.ir
s valida quando tiver a adhesao unnime **
pot.-ncias signatarias do mesmo tra ado.
Isto Lo passa, porventura, de illuso que a In-
glaterra vai nutrindo a respeito da poltica ii
Oriento.
A Gran-Bretanha ter de se conformar con tn-
do o que as outras nacoes quizsrem ha de recsMK
semprc diante das Hspimcoes da Russia, porqaea
qaeoto da Irlanda por urna parte e a da Asia pm
outra a ameacam a todo o momento como espe-
ctros implacaveis.
Ao ccar nao-sena difficil com a mesma sem ac-
rimonia com que desthrouou o principe Atezante
de Battenberg, incitar revolta os principes in-
dios, para se emancipareis da oppresso inglesa-
E quando a revolta da India contra a Inglater-
ra nao fosse sufficiente para crear embaracos grtv
vijsimos ao poder britnico, nao deixaria a Irtasv
da d s aproveitar o ensejo para erguer o Coln par-
que, cortamente, o astuto Parnell agitara, nesa*.
opp irtunidade tavorave), as inassas iran leas tit
irrequietas e anciosas pela suspirada indepeudea-
cia.
Diga-se o que se disser, a Inglatera nao se si
capaz de impor o seu candidato ao throuo da Bsfl-
garia, nem de combater com efficacia a canC-
datura moscovita.
Os jornaes in^leiea oceupam se muito de asa
curioso debate levantado na cmara dos commnsn
sobre a marioba de guerra ingleza comparada cast
as marinbas estrangeiras.
O deputado Reed sustentou que as armada* ale
varia potencias reun las davam urna forca aa-
perior a esquadra ingleza.
Failou tambem dos progressos que se notavaan
as torcas uavaes russas, e indicou a necessidaft
de se dar maior impulso e desenvolvimento ms>-
rinba ingleza.
O Sr. DurfFsu6tentou que eram exaggeradan a
cifras relativas s foress das esquadras estraa-
geiras, e qu portan"o, a comparaci) que sefas
entre estas e a ingleza nao era exacta.
Alguna jornaes, entretanto, -nst ntam a aouai
sid ule de se dar m-inr impulso s coostruco2sa
navaes, afim de que a Inglaterra nao perca nunm
a sua preponderancia martima.
O arsenal de Chatham recebeu ordem para apsas
sar os trabalhos de armamento dos navios, trans-
lbando-se mesmo de noite. lato faz receiar (pe
baja complicacao no continente.
4ilemnha 3 'X
Para 16 de Setembro foi convocado o reichstsflj
allemo, por um decreto, ha pouco publicado nst
Reichsameiger.
Eat preoecupando vivamente a opinio pubis
na Allemanha essa convocaco inesperada.
Affirmam os jornaes officiusos que motivafis
nicamente pela questo do tratado de comme
com a Hespanha.
Esse tratado, concluido em Junho de 1883,
posto em vigor antea da sua ratiticaclo pelo
lamento. +
Em seguida foi ractificado e o governo obten
um bil de indemnidade, mas somente depois Si
tormentosos debates em qne o partido progresstk
atacou violentissimamente o procedimeoto do
verno, como contrario ao disposto na constituir,
a I lema.
D que se trata agora simplesmente da JKS>-
longaco do tratado.
A imprensa officiosa relembrando o que se psa-
sou quando se discutio o tratado, faz notar que
governo nao quer expir-se outra vez ceusurada
ter procedido incoustitucioaalmente e que lo: ja
isso que o parlamento foi convocado. ^^^
Tal explicaco, porem. nao convence o esjstsi
publico, pois toda a gente se recusa a acredenr
que nao baja outro assumpto qne demande 'piusa
pta resoluco. tam
Estando anda em vigor at Junbo de 18r*i
traciado com a Hespauha, observa um do ajsaa
ripaes orgos da imprensa allem, nioera orxssft-
te apressar a reunio do parlamennto ; as ooBsa
quesioes da ordem do dia, taes como n reaov^pk
do septenado militar e o imposto sobre o alcai
t,mbem nao im um carcter de urgencia acentuado que explique essa determinaclo do Jp>
veruo.
Deve ser outro o motivo, a o mesmo jornal pa-
rece tel o entrado no desejo que deve seutir n m.
de Bismark de explicar-se acerca ds situaciexa
Europa e de expr, perante oa representautanasn
nacao, a sua atiituoe ti calorosameute ceusana-
a, nos ltimos acoli-ciinento8.
Nao de presumir que o grande chancellar fte-
nha agora mais deferencias com o parlamento,*
que tem sido at boje ; mas eerto que a expsaV
co da sua poltica he permittir, u'um aentilr
u n'outro, na opiuio ouonca d Europa aum
energic ment do que pela aceio discreta -da *-
plumacia. & ese ra mentu a vrdndeira otwa
ue ser agora convocado o parlamento aUeano.



s
Eiin
nnnVnnnnnnnnnnVsannl


B-fT- H enV.
V WiHin nk f.c- aigura liacurso contra Prnc.
Dtl'C r'.. li-inp > eia p*rt- h m^h aHo-
anta k iu urna campanil, nena aenti 1 i de uncian-
U jr.ijicto U atajajajaoeio militar prip *> p-1-
aj-s-enl Bm'angir o a. un iedi I" nn*o*ea '-ra
aaouaanJo aalf.ici- pOOltO* pr* aealu-O-a
|,,,r f iiis pelo ref-rili gmerai > baar
ale siento do P.ris pe t granula* prusaiauaa.
T -Ua oa '.rgioa .lo naos -lia m que a chave
*ioi que d ve fsier ir a Europa tutu* re* as-
ta *.n P-ria
12' evidente que aain.-aso de touna** prei-
fjnnle aterrar s sao c natad-j coi m >am
ana.$< lora 'i* de-Kan 4* rVaaca.
___ E' > c>u 1 Herawa* d-. >U-i.(k qieaVen-
inri no p.rame.uo .e asi trtalo V orn-
cu bispano-alleaoW
mch| anaa-at-
I anatb-r a pro
Jo a-a ?, a inex-
01-no all-uiio; as in-xpli
iirtv ** 'rrnitiuti.........Ter^A-frra 28 iti- Setembro de -SHA
~
"^^?>"
ili fias di a -
um que*H de f,r,n
p a
i m'> o
i l>g*4 > ru w i Bulgaria.
Qm..t. & reol-oA. 'o ..rmcipe Al x.nlre arria
acto -Ira -te U.n verdad-ir aero de loUcura, 8a-
Irarto ,Uevttavelraaute guerra civil e a interven
i. URis.ia. ...
Un toi.-gr.ma pablado p* &Wr
ra .na*, grave a s.tu^A. 4nH.ig.ria, por-
que em Ph.l.p p i 8- d scobrira
.o taa.raio ro-a para derribar a
nju ap aar 4* ** <
ir ou deixar d ir
A Ruisia triu np
2,0 d um pnucipc qu
i* ais el.iquente d
eavel frq i'ud
.4*1 iud-ciodis da I ig aterra, a natural puail
aaaiUle d* Turqu*, a erunin isa ludiffer-nca
)- ultras nae3>*, auxiliarara o n Jimm ra-.se iVits
na ea* obra. 0 tteuta le eonsuin iu a .
A M-lrfie *m** tna-ph-a *i* U-h*. Oa
je-*-.o8 d Bugtrit, de i mnito nnpirUita
^4 i qiM se refer- a est- p-i., ** iop-ri. orna
a|,i .u I* p lo que sinifii: in n > pa'r .so pr.ible-
9B a*.tal e p'1% traiw.-eleiiv.-i q" **J tr
m sal* a Gurop-t. B -atea sueeeas.. em co)
V'.rulvimeut h.ae-naa de *" V ra
M. ae*!*), segurameute em aeptera*e# tn-
er*nH enagala.
,' caro que 2o n''il-s os prim-iroa pasaos pa
X nMrtrth il iletia'tiTa da Turqua -n*re a
BeM e Austria, ei ogo prent.t e evitavel,
<) eed i eu o us t^rte, da qtteat !> Orlen;
a ttituJe da AU. inanh-i o a s ia eiiopia-
ecsciai c-m a Rusia, par e outn. dado !.>-
rtt.Msim t, in l;ain qan alifuuia e tion
prxima sw pr-pan. contra u Prnoa, algu
aa eonaa que iigm que quiaar-Mn spr< ee-
gw .aa de ref i r emtr todas a* nw^Se oeetdea-
-* au i -'
S* a mea* i
fac*. |o titaM) i
Z*-^*Sm4b1i5|>"* ctojif-it..-.*. -a-.
iT_ .____a.. -,>. n Kiease orw^tuto intern ex-ron
1aCO
aiucc-da o que nnee er,
jaropa do s-eoJo XIX. a f .re* eo lida a r-r, eo-
*<'' tempj bnroar.a, a le actala earal>
Pnoeipiars-n } as intrigas rasst para bridar
ai aiTaaleasse.ilb i et -grr para pnnclj^ da B
(na m principe Ai-xndr- d" Olaembarifi.
r inat gavaod cnsul da Kussia iuiuiarasjr se
Xm Ho* a* didS.:u.fvles mi materia -a.
9 gvrno rusa pr--ten-le qo< o m .riat-rio re
mu, qe o priu'.-ipe Al-x.n liv de-f U .-tahle-
4 ., uau duba oo'ra misaio a o*> f.cilitar a a
iaafa a', que, le prineipe, -queso l-b.:n il'saie
i de i0 o ileroo R M*i ; a* que* coa -
la ewaa mise l-m qee banfoaar oi poder e
(al-a oajtra ari* eonform- eou a poli tic. tri
a ib .ate, qaer drser, a um arin^teno- r-getB
sto exclusivuiene dV) partido revofaeieua-
c fWSI .
Se a Kiusia teim.r n'e$ta preteocao. e possirel
jpe reeemean gravee d-orckia na Bulgaria, an-
ta le se reuuir a grande ssaemMa.
Di o ourreep..nd ofr de d. fVier bergo pn o
MUKiard. que r-tna atti a maior snrpresa eefo
fateto d priitwipe AlHXandre ter aftmado, qoa-o
Ga>ar pr-no-tterit reep tar a independen** '-
Krdal da B i'nr.na.
( CSa.rMbh de S. P-lereburgo o ari-
dOr* o*i prDKt-u nanea ae Da Hungri-, afirma nutro correap >nd ntr, fnn-
I em iuf .rmac -s inen*petiae, tw ae tratada
attianc;* sur. a rVaaeas ttaa^, preparada
enfie ara ia antea Joa acontecan-uro da
luana.
A Hos-.ii pripoe a* divulgar o heto n um f-
nr arnto pr -xi.no para exercer preaano sobre m
AVM-aa'raa, qu- ma lifaeta Skfla con ti ..a a iuqnieta-
peraute a arrogancia eiweeeaaa *> girerna do-
A Barata rsp-ra assim ter enjeito All-mana
aj proceder desembai'aeHd^uientu n- Balaran
42-tas i.fornjieS-, conclue o oorrespondentr, sao
Brfertam-nt- p artivaa.
Ou curreepoi.dentv eapeimi dV *6eraj, dte f^t-
a, d>a que o que prona que a Bojss.a nio tvenarin,
r ee vase torca* a .-ecapar a Hufgria, que- h
cime dina n-repres-nfante i< Lkyt -ft traaou- -
oh. sido eonsuitodo obr a posibilidad.* d- rraoe
faartar de Rast .f-sobre-o-Dou a Gala 6,U0 no-
arn-DB de ea-vallaria.
X i di segu nte, o agente era afru-raado de q
jnwrn. nruso no ciutia ueeesaidad dos servcaa1
WJJeeii.
O 5tonir asaca -'ata > boa u *" m memo na Baaei
O loneuri jornal da, q>ie e o caaidi h.f a
gfj! iint wag. o -raqil* ie OidVutbtTg n a pr.a-
a* Valdeaard- l>namare nto haver uuani-
aailaa*'da potencia* em frw.r de-um aem eatM
Teste principes. A Tirquia, eul particular, pa
atace n">. s boa il a est-a candi I toa, mas diap sfa
ai ai-, aceitar a uni-i da Bularan e Rometia,
aada qrw esta aniiu -ja ap iada pela ttnwaia.
ajfaafeWaal
Ao wesmo ^'mp^ q-i t seeo" se f-m r->-
^il i todas as noticia.leeutbui .n a cim q-ie
tes vcsbi regreaso -lo prinfeipe V xau-lre e aa
vaiteataces ia e-tfituda paiti la para o exilio, naV>- tea dei
t4n de nota.- que s revoliei nano- -jue rr jos.
fra do tbr.no c-ouatimiram um partid im-
Ertaata, que peto nmi'* tuina < ap->io moral du
*ssi. Bempr- io p.receu po.>n que h-via ta*
M nal exag>-rac4o na noticia .iVatea ethuii-
m o. V m .8 c-nlirmada -asa ..pinia i p-ruian cor
ponden.ia le S lia p -.a ma d > joru-.es mais
faaportaiit-s e m.iB senos de Para.
Transcr-vem > d'ed* alttuua u-n-do*, qoe dad
lea do estado dos mun 'S na Bulgaria
Sempre ihe diese que a pnne-pe Al-xandre
aB* vietim- do erro p> itici d ae lauc.r ns
traeos da Iii^at rra. E ni fui s por ter silo
igs.a tunado pas pot uciaa que > principe A1--
a,a Gax reunlli-i t& < pr pria Bulirana, senta lug-r-lhe cha- Mso do {s, asesar do outbusiasmo uaa prim-i-
aaa h raa db aen reae sao Aa idaa de in 1 p n
akinn n--t tora f-no camiub na Bu'g-.r-*,
aaaa, es S-as mais d diead-a a-l-pto sti b-nneas
ajee o-HO-.m onncipalaienJe n ..bter p .-tas e -m
Eg. publico Bate grup i mono Haaafja e a
,,i-., -d-hi- Jo -rroa qu- tem ..raMcado .f
XUie ra, aiuda ahi tem -.p.-i< de b-a'a -lea h 'nena
aMasiraloH. a>m ni f u pr .vou a oltim. rcvolu
.ca i cojo aeutiuiHu'o par. com a Rnssia p.rri
t..n 'la grati I i. e do medo.
ai Ma Uir-ae-ba que o cx.-r -ito em grande
parte Ue-lica lo a.i pr u ip- AleXa.i ir. o venced -r
V Llivaisa. K >>n nio ae .is que aim j-.lg O -i rcito bnla-ro teoj duaa earb>-gorMs n in ll-.
ajMi;t o fina s-lxa oleiaea. \ pnme.ra coa. d; se
f*q'i- lies que t o lo f-itoes-a lo milit.rea imp >r-
tap.1-8 ua Ris-. t rara turante a gu rra os luga-
a*-t--ue it--a intr-p.dos e int -ll'ne .iea di pnne pe
Al x n ir e co >q Ust .rattJ os Seua p st -s a campo
ato t>,,ibt A faa la .-a'h-g na rn.al -s- .lo*
gfc qoe ni. leo i gul ina'ruccil mu r -le-
r tVa. .%asim oe eipli-a pre?*a c in -jue os orfi-
a-S superiores Mia..I >ir f, Sicol -r t e -s i tfi-
aa-e -tibvteruos lt aunga milicia ris-rain c*usa
aun pn c>m pr neipe A -x ana .
- rie e l-abaulju -aa- o ihro .o. nav-ria peki
rm-m revisi. oo- sus puaiin u. IMaan re.rg.ir-
I ex- ruine f > afa .-ueio que ->s reaolven
> are. a contri r-Vo'iiCio,
O- ti.-i-.-a niai, liai ii--ios e Panot, pert.-acem
A pr.ia.-ira eaUOr^una 4 que por paHoiisno aa
ataaft na qtiis por prine pe Al .-xau-lre tura do po>
4) Tisior IjVueu f- OOBI on .ara a artilharia dn-
aau e a guerra bulgir, servia o mjir Kaaaa era
-l-f. J ata I -n.i-r Bi le. f co i luxo i-
a^etnna h-talh. i- L.ivoiiia a ala dir U do
an. r-ito Wnlitaro
. O xi-r.-u > -n mu t > I"vil lo aoerca -lo pro
SK1' n*"r" 'i"" '' *" rrT P'r* oon R*""*-
P>r-<-e.a i.iipj't nt'* stas m o-'iw(;^a. priuei-
y. i aa qu-- s r f -r-ra -o sjereito
um o-iitrn I-
reg. -ten. mas
c npiand .rea,
ver.rta*i 4 f i' a*>
u.... Baaaaa- '"- *'** i**i-V~
d'AaMaw -!*> a-ioBr aire iiii.ieia de qaj
n-utoM petama-g-a 0101-1 a f aprimer-
iar.
rVaaaeeaaaBBtaai
M taticar
rasas p.ta m > pnnetpe V xaudr- qne p
ser lesagra Uv I a g -verno do ciar.
Nacapita -JaHingriao pnaeipe toi recebiiio
eom Vm lo-dracd s le entnua aao .
Os eaTudant.;: lenes dapr,.da da principe
t,ram gritar: ab.ix. a Kisa.a '**"' *"
,-rl2l-- sal Iit -1^ tonj^a
tar violn.nenre ni psten.
A n-ii.cia preud -n o-* unto esta lanttw.
jloin 12 hoive -10 r-hx iopm-tta algaas tu-
multo, ma e-m gaaidad-.
<>s partmartoa da R.**t* e a do pr.ueipe Ale
xamire r-uoiraat se-n aa .tea .*stis, maa lorara
g.dipers*d->* pe'* poHeta ___
D- um m *-*. par* o mtro dtogara a Bucha
restdeeanarnhioar. A**, um eom a-saar.. ex-
'nn^diBHri.. do ear, auviado eom tl* urgau-
ci i Bulgaria.______.
B.-secomniasar.0 leva petee. nh-miad, -
Kata-lo s- dtx e fo-am aostas Aa asa oral-w f-
cas con-id-raceia q-ie se achara a bortoda-a
ooadra rusaa que ha das -ahio de Odessa co.n
arto de pre*., qu *e suppSe -.Ur prt*adj
ord-na em qoalqn-r enseada prxima da Batga-
' O e lili -P *l da Osar OHtVi T*da-
y cert. qn-, n' ata tmn principe *a Bulgaria at que aeja eleito
overd.idirot.il lar. j^_ a.
Pareeeque o priniipe Ar-r.ndre trlegrapHm
para BeHislr a aain.atao da gn rra pnws.aa. p -r
.aa-l se Ihe aera a,5ra.4li4i vukar a s-rv.r ao
-xercU.ail-mA.wc-o ante* aa aaa ele rac/loao
thr no da Bulgaria. ^^
A. qoe parece, o princt .e rsetama am posto de
general no *.? at. da g-iardaa a> orn.
Abril, ae no dalo.* aamb.** .iajioaL W
III 1 d Sr. 8'ambukjff rec.a-1 o .na... eab. d -
pnneipn Alexan-lre. d.1 n I er- reuuac. m a
hr m para reataba ee-r a* boa* reNed-* entre a
ttulgari* e o n-ia, aaa laoerta-tora uaawieat.
, -auvnevf/) da aa ta* tomearoa, ae.a *-
ftaooi. Jaaait -.o oani i., oreatara, o w en
carao do f/iv rn. para man r a o. .fea a ira.,
qni.lidad.', -a de que o p*' cma-rve mtact .s
o, aeua.lirvit.,; a aanoe-i oe rm Brera praaj
convoear a graaV man.
Antea de a- p oc-der A -I .ci. la m-aa, um de-
pirt i 1 dase qae o priraetro p uiarneuto la a-a*
nla devia aer para 1 prrneip a.raente.
ia>, levant.B ae todW a aa moia. gra
o ptmsipa.
Eataxl.* t'itl.ia
Bm Suebea eaii ras n 10 u > g .da ama d-mnea
COiiiagiOfl
TJ-ea ai *oa eanteoare* da aatmaaa ao
rala de 300K T-ssiio ti.fro tifera-i as pescara n-ts coetoii
de L .brador o da T rra JJ Ta.
B-t i offl nent- grande miseria n proala*-a
O- opjrari8 greoi$t L.h shore t em teit varia tea-aiivaa pata dea
enrailarem o c -mb >y w.
Aja tpj.ias f-dVraea m-X-ewra hareram nr r*
11, ama guerrilha de IV) homena aja. Estado di
T-.aaul.paa. da uual fiseram prisioueiroa
matando e faciad asuit.* -miroa.
,b > pan a owsa lo -u.' i.ur.. jue g v--. .
na. ier. urgiste. Iumi O" estranb Ur
aU'-riaiOaU g Vern j ri |'Hui. -a'e atK
r.... a (J.mara acnir.n r um mprei'im. ,ara
asi fin Aen iu.-i ciirrect- nojeler l*recta-
menf a (Junara a aU'H-n.ol- d- qu. -II caro-a.
O u.utr.ina aena um I i ay l Dp.a lt f>
tras c m< ler itjftea. I -ci mu q 1 vouva contra.
X II aaa al 1 ta-m ?ala
P ,..4111 i-s a oriom 11 d>. e pma-nte o Sr mi
atatro I* faae 1 l.,eo*r u--a I a -ii* o ircam-n
t.ia d <- lo r jaetiv aioinen 1 e Co iju te
PS>n i.t aasa eeai .ue i ao *i-.'a.
Orou *. to.r., a>< 'O* e-n Maail-r.-
ejlo os piajaaaaasaei^.-s A*-li.oars. -lo Hr. Di 1-
,
>la>haiajai>aaaaEtem pedissea paUvr., Se a
a a xsuss'BB aaa raato.
i ,a.V J4 B*a
rananto i*atraa>a poda
pre.max) intenio sr-'
O Sr. pr *id -nto d 1 c mselho d-8-.e qu* o 8r mi-
-linrj da taaen-ii ja -I clarouo que p da tr.aer ao
ooahecim nt" do Vaantux
t* sto a votos rw.oer.ineut.1 foi rejeitad >.
Proeegunl. a -liacuasi. adiad do requ-rtm.n-
.1* S. T.ua-y patos4.ii toradaquiiia c -in. ua p vincia do R > -i- Ji
.etro, o ir. presi lente i conse'ho d -sisti-i d 1 p.-
I .vra e seado pnn a v.it .a o 'equerimento, foi .o
or--v ..do.
Proccd -n lo ae 4 v rfaolo d. pr-ipaaU do p > ie
xe.-utiv 1, orean I de*p a dj. A> nateri. da Pi-
aeudt para o -xercieio e IS86"1687. fui a m un.
sp r-vada cimjuuctimcnte c >-a aigum.s omendae
e addmv is.
initi.iuaudo a diseuatso dacedUo para aa braa
do m itadour.., o Sr mimstr lo imp-n-> resp-m leu
a. discurso do 8r. Mor* le Vaiconc-llo* proferid,
anto b -nt--m.
K.-ati a votoe fii appr-.v.li i suhiri*ntir da
c.iora.aaao de rcament., fi.taudo pwjaiiaado o
art. Io d. propiafa. Pe. ara igualme it- pju
aica-los oa art*. 2 3 e 4 l. meama pr .posta.
,\siio -.n -nda. pase 10 a 3 diacttasao.
O Sr. Q I -y r.-que.-.-u v e.na-ate disperta a
iai rst.c- ., s u I o o reqierim nto approvado.
.4. t.i m,i,, sen lo i las w-t,ri de inarnih..
O Se al J- <4n.u f li -Sr.e.na-lheirp Affma
v.l fflcii-ae.itep.ra a r-aliiae*r- d.a impor-
tautes in.ii-laa qua tant. dutingaea anda boie
afli.Ua i 1 11 ainni afr CJs.
\p.*eut,d. n. erg, dechef.ide secos 1 d
secre.ar,* d> m*ri..ha aajntgia o r8sr0 da
aeliv-dtde o '*>.|^eci ne
ia
8Ua
1 -it-u p (tieaj ia iniirpira-
v,-A. da .impanhia N.cion.l aj M.vaar^lo por Ta-
laaiaoiortd 1 este servia y
evi li,q>i-r >i-st. >rta, dirig .'
loiilgejr.l
->n Jl aate
Euaea*.. Aataim,
a !rci m -I ssa c > np.saa* c aia*
*-i:"t>J.S",,') ^"li,,,,, P-raaa prmiaefca aV
*. it C.aaorin,, Rm (Jr*-. U a VT ^r *-Qr -.
Subanooso 8r v,4C aaoa de a-Cu-.i'H
nr.ai le .aaaalasss cimp obaa eat*vei
aoa in.rtajaa*eivou *- n
p,-t-tigiaja- eom gnu a-ay^a>aa <
p tico rean gran le ctrcumspeccao e aioc-ri-
-Ude.
Foi eleito d-pntad-i 4 aascmSis gd'al pata pro-
na-ia -le M.tt-tirosao 1877 e 1886.
Bracavalneirodsordem 1- \v., offi-i da
la K..a, co. neudiiur dad- Chuat-e cii-l-cora
- aa m o**.Mr* aaapnatisde Paraga^T edo
Esta U Or ntal. ^
S n cad.ver aer4 dado 4 rpaltara boj-, aa 9
h ra- -)a m mh*.
A -l.r-.it t\ -1. referi la cuajo india, enarl l-m
M -ra r-gat t para tomarem lut > por 8 lisa r
in -n lou p.r e-a f-niersl -eoa natl 1.
& aa -oti i. cammerci*-a U ultiaa data:
R. >. 21 de S tem aro de 18S8.
O a-rc*do 4 cambio atea- h .je qnaai paraly-
sads a sna alter^ea/i nao Uta baaenri.i
As t.b-haa ao Cunm-reia1 no 4 < do O-mmer-
1, e as raxaa no L m Ion Bank e Eaglish Biiik,
aS-i 00 setrni .r-a :
L.ulr- 31 H/16 'IIW i.
P-ri-*40ra p .r fr., a 9t) d/a.
H .m^ur."..^.! ra. p-w ra, a 90 d/v.
Lean* 416 443 a. pe* lira, a 3 d/V.
Vt.ie-.l2ol 2V) /, a 3 d/v.
Nov Ynk i SU* ...r dd. Avisto.
A tosa I 21 11, 6 1-, vigora so nente no Lna-
Eutran lo -m 4* lico-ao o art. 1." da pr ip is doil g ^j p,r1 ia-50eg cnrrH ^j* matria.
A > -.-nvir
loVira
ta -I-i p >-|er ex-cutivo conC') ie-.do ao afloMleito da
M.irinba Oan cr dito pira aa despeina -oa > corpn
da armada e elasap aoV xme mouieo-a nuvaea
d-i-xerci-uo de 1881188. f-i appn.vad > art
l da prp^ata e o -rt. '.* d- aubsiitutivo, filan-
do preiuioalo o an. 2 U prop ista, que, aasim
emeoU-la, p-aanu 3' discussAo.
E iirarin e-o diomie-a-i aa e a-tt-toa da Cmara
li O wt'alai ao pr ^o d. S-as.lo relativs-
m-ite 4 .pnenti-lotia .In ra.gistraloa.
O Sr. O ut.s Jisae qu- deaej .va ouvir a opiui 1
as g -verao a r-an-ito
J *.r. mimat.-i da juatic* d-elar .0 > a lo por
qae exejutaria a toa usan I > Je .-quidUde aom
-nagistrad ia, a a quae* falraSa ia u trae aa-
nos para aeren, 'uc u-doa ni su -tisp -s'c >.
Nest- ae iti-lo e a nre pe ig d- a -o**r so go-
verao oan arbitrio de qu he po le abasar para
tina p-artie a. fallarla .1 Sr*. Ojtovi.m, Per-
nanlea da Cunta, Vier d. 8iv e -Silv ir
Martirw, eust-ntaad-i sa emeal.a <>a 8ra. pr-al
tenre #> con f*. e ministro -la jnstaj.
O Sr Vieira da Suva re|iruea meo dk.
.18-osso, losadla a diiroaas-i d-ate requ-ri
m nto -uceeaaU a aitaoao 4i-d>* por to to d--
iroia ro ...
_,ibiaa> p-lr)odi*"rio proeesao #t eH-
te> f -i rmVetai ia*
er*< ac.Mnuia.ih lo Je asa reil nuc* > da Sr. D.-. |
SO,
Xotiefaft ti en I
IX paquet s OQiail "!rr> > .-te-am-ncan-i
if-duanee tranour baata-a aw segaiateonoriov,,.
seta dooaici>3a,.a*a.li.--*W oa -h e da oarta to n ".an. coreap-iud -na1 da >t-, mi
sertn a-.b a aatnrie- Interior.
m. oaoito-aa al*- N.s runde ato Jal
li.ia a** as-rr *He4a>v*:
< f-a ud-ir.1 Peda. P.Jtov et WvU ? pvas-ia .o,
'qo>- par m.tto cera k> re, li na Crac A.l.,.t.i n-
. currada mort- .'aiar* entrada, sao,io.fo a qn o
cavar) emq.w urnaiava. tenri-. nk.d., Uv-aoe-itae
oc--ai->.a-aa ----------
Palleee-..: i"t vHlao Eet-e'la, Inrm- Tlih.n-; -m n,'m satonia BoJn
gties Ahr-il ; em Pelota-, o aUti^O >yp .gravito
.Jos Lira Epfito l>.fi buii Oooeo
O p>- >p- i" .'" iC p- Al -X ndre as e uiaOM i qu an-
A* em luapaota ao- "IB '* q'ie in-.iav.rn para
aaa- san 1-1000 e-o a Ris-.a, po qu- o -xnroua
Jn .r.-i p-1. si-o id >, o pr nc.pi. Ib.-s liea- ;
_ f na >a melnor a .tfi-iae* o.ilg.ru que ae
n 1 ff -nte da .ev..'iicj*i.
Oirrn ur ae imhaui U-vaatado difficul-Ud-a
lie a Austria a Kussia por nio querer aqu lia
mo'-u i que fiase u-n-lelegs-l res A llu > qne>*>-ria p>*aive que o principe Aiexanlre fsa-
a r et. lt> p la ass-'tnbi. n-icional.
i, 1 .nto a prtaeira noticia sao s aappsuisa var-
4av>- iva.
O ea niaha ds Rueois est traeado ka moiu
eanpoo'.m aoom-d.i dos dooo gra-dse uaperaao.;
aa aoaafcaal
Hattaa a*21 de MaOajasto*M
E.o 8- Praucacoda P Alta fot aaaaaeiuadi
.1 f.mi ralo \l iu.e I Toeobaldo da Silva, grand
deaor-ler-., aut -r de duaa nortea querr*o>*- a
,palaci VqNfda arraial ein ounDiiU *-*rea-*iO.
Igura-se qu- m f 1 o *Haain.fc
l>.Sr Cnd de.Tr-* K -a perneo, no ineen I
.i o que inaiilesiou-se ua fisen L.ranj. Ase-la,
OD. ,rr b. dv eai*, qu- eatavam no dvp-.aito.
A- 1 d> eorr-nte, uta. plano da, toi aa*aiiui
na.lo na. faaioa, na *os pr pri* ca**, o iialiau^
e'aaehjal aV*aH O aas.aBiii cb.maae Jos
P-.I-M. e uhi egu-i) -Va lii-ae.
D-ii-k- h -lia, em Porto rretra, um cn-i-
|-to -utr- malherese i auno Ritou-I., do qual
r.-auiteu a m rte .1- Esc .'asfie* le tai.
Pi enC-m'raUi iij Ujat.18 lo a-ti-< d- Ai'tn-
uio A've* de Onv-ir* o cadver de urna aaa ea
crava qn- ear-va fug:-U.
Pallecerain: -m Piraeeaoia P iro E-ler, em
8. Jone I a tMop, IX Joaama, Mari de X a
.a*auo I T ivarea, em !* Uioo-.hana ia, B-l aano
.le Moura, e uo Rio-Claro, AntonioSaturuiuo da
Paila...
Mii.it-. 4lerea
Daataa at 21 de -:te-i.bro 1
Na taieiidado* \lecaiiurmni-ip o daBapagen,
foi aa-iual > Vn-eut. I
B^'4- ear gyaM. na
grande qu.ntid .d. de imb iru falao.
Aguas ra'u-raeeA proposi'-o dad-stab rt
d>.s ag a- au.-rae da- Abbadia doB-ml Suceea -.
d-- qu .1 u n ticia a ,'agogem, temos a a -creacen
Vr a aegumie particularilsle, communicada-em-
carta- p.ili. 11 ar :
H-ije ven4a-.lkr te uuw neticH inv-roa aquel
la que h* ^ inpo.. maadei A Bagagm* so'.re se
Mltuai. miner.-e*.
D-s*iipreovu aqn-lla eoa e o grande d-po
Uo de aalitr- qu- -lata na gruta donde (llama-
uaV.
Ai eav- da pao,igt*aa> agta,18al*' mlon
fuma le bMm ioaa>p>rta4, squMUe-nco- asaa>-
aiall
Om fogo l-ntn devora a trra que emini
gr--ie qunii'0a.re-ltr*
II .> lalnairi rt.dii.ju d-.s Saut** enca.iii-
a!.'" h nt-m (28 de Jnlbo) um reg-i d'agn. para
O pae. s)a figo uua* ni e p--ranea de rewt'Ud...
.1101. j t-m qn-iinado gr-n-U ext. nso de t> rren.s
o qu a ri une..te l*-n~ntaa.^
i-'allce 11 em Uro Pret. .sebt Ao A*tgiwt> Piu-
lo de S-.ua-, que aiii era g.-riiavut-- etim.-lo e
fu ,.-.r mallo- ,mioa a-cr-tari-i dav luap-oioria. d>-
nstin -ea. punln'-
Kia ile Ja-rlro
D t-8ate2J la -> te>nr<:
Mo na 20. -o S nain, o air. Vivalo duM'Ji-i.
ro r-qne-eu verba'ia- ut 1 a pub ic-oi > aoa -loi-u
m moa qah. 1 h- f-r ni enva 1 s p-i-> <"*-rjo, uuto
r Uc*.' a ri|tMriin m ia- -'.i- t a soore aa-.- mi-
p. 1,111 d -a-r Ihs U- t'rr, lo prio*-ip- da tvA
Panl e Ln-.p>l-liu pr-I .M-ine.it -le ana* ie-
peei-va* Imh -, e i-s >-. t iu> palaa admtnis
iraviV s la- I 1 1 ataa.8.1 8>.ot>>e a i.iuilahy Babia
ao Jo a-tr > e B-.lto -.0 -S Prancisc '.
(J '^^.i-rnn olof-.i a-m aVaoaa apon-vado.
O "i Ignacio M*niaa el .-ihjo .v.-lra a d-mo-a
do p p cr > ir pr-.j u< 1 U o receu aOoliu 1 1
, peo* le x^-ite n Mea-raVoa.
U tir. 'rus Ha -lia-l toii.Uinei'tou aa prnj.-eio
d- le sobra oa- d-.-i--s da rol oA. e padio qu
toa*-- -mvi .do A u -Hiim-aao de l.-gi-lacso.
O 8r Tan 1 y juaiiau -u um r-q i-rim-nto, par*
jue, p r int-v.ae.Uo l> mi nacerlo da xgriuoltura
ae pe liaae inform ,gM* soar-a cul'urs la quin
sijaaia ao faa oda d* B u-reira n* provmaia du
li' ia Janalo.
O 8r. Unocao asotana a vaasagena da aoclima-
cao da pUaia, que aerA ama nova fute de r ola
para a p tr-.iaoo da ana amatorio de 186o, que U oaoto epo-
cba- ao avia occao-ido de ti leaporoaate aaoaap-
to, para t sjbhI oa* aoa a iiieunuon do goveraa.
A In ataj" swa adiad* por aar pedido a pala-
O Hw. ataha aa TasaaaaaaiaHallan wbn a
-los Jo-quii Te-x-ir* le Oarvahs Uitor e en
ti l*to dessas eleic-a.
A' ** -Uaoo r els.a.0*. nSf >. r.pwi.a
Moa z Bratn, aiaaidriaaiah oai nlo el-do m
prim-iro eacrorm.-. ? cu h !*-> Ji Carlos do Pa-
t'ooiai vamiuilouo pc-icoa* d^ aeg/ina esevut'
irr ,e aa qoe e1 priee-to-se nova eieio*1,
n qua tea de -oaoarrrr > 36 eittida-M im>oe-
-!* em v t .3 a-M vrreador lettos -ua proanro
scrutimo, Srs. 9 n ira Nobre, A.-ea do- Carva-
Ih-i e- Torquto C-oto.
*.> d reuvi do co'BiouUnte g-ral lule-
rino o l" t-n^nt- Ma.-eoCouonrs. hcove no da 20
x-rcieio da torpeder n. I, a sargal do 1 i-neu-
te (4-..K},les, sen I a-itiaUeteno > rean ta.lo
rVruorreu > I r.ie lo eus aaafaaWaal hatia r
.-ta .ijaiau.-ia. la 50i> inetr .*. c .fregado eoa r>l
atai i-pheraa e reglalo para 1 .tro* de pcoluu-
iaale.
O a u regolaroeiirn fo' feito p-lo in-truct. r V
teuent Sovlo. A u.-aii ust da divisAo du tur
p-nviiraa ae-ialio SO eseraci 1.
I.Mtugurou ae n dia- 2-r n 1 malfciiViura de
-tum a .la a safermaria. da rtoiv a TJher-sa. erea-
c.lil> Perira L.-p-s, p-aai.te ue ila ca.n.ra
nuuicip a,-lHaui ite aux.uado pir div-r.aa e-
nhfr-s e oaValb iros.
Afa 9 h-.raa em tr a especial, partir) da. ourte
o a-re*.!*-- e m-ii de duaento eooVi-lad-M qu-
--aeg-.r. m o m ilaMoaaai A* tu b w* c m-ia, mo
mi lanam-i trem a aju 1 .ote lo chafe le trateg Dr.
llar JI .re.ra.
Va 10; 1 M. .imperador, aoompaha.iopelo Sr
Vise od-- te T.m.ii-lar, lirecior d. eatrU d-
ferro e ch-fes U i-c iuiuBao e da liaba, parti
Ja rt.-iac.io uup nl ch-gaudo so matadouro 4a 11
n rn.
RV-ceb ha pelo cam .ra munieipal encorporada,
- ao amo 1I0 uy.nu nocional .-x--eutad-i pela m-
sica -li c-rp.. policial la provincia me liuba ido
ai pr metro ire-n dirig --a- a nova eutV-riaaria qa-
f .i ii 1 .usurad*, lepoia de b inzido pelo padre Da
iiaro do R go Barro.
Ai ll Vi enfermara, coll :ad jauto de u na das
aui las rasas l.s op Tan -8,, tem duaa salas, urna
malar i-om oit. e nutra menor c-m qu-.tr.) l<-ito
- 11 veo-en---mente prup -ra los alein le urna ph ir
mana urna sal 1 da cunautaa. Eai -uearreg do
lo oerviei clnico o L>r. alvaro Aib-rta da Silva
I-yie real le no I igar.
D-joi da inauguraQao d-ngio a su. raagesta
de p>ra a -aoa pr.ucip.l lo -uaiadour-i e ah na
-sala da esco a de Suita Isabel, O Ur. Pr ira dv
; vmarsl, r-la'ur la c >.nini sao d maradnurn pro
nun-'iau um discurro, lavraudo-ae dop-ue um bov-
ino que f 1 aaigi-"la p- r u*- angostado, pelo ve-
real nm e mal pesa a prca- otea.
aaaaaaoaje dt- Bagagirm, I' '">' mogHa-to oata sala ea.
que tu va preparada drliuada isea de don-- <
liguou ae aceitar urna cbiear oe c ., sahiud
lepis de pequea d-ra -ra a pe correa se diaetaoa
1. pr deiio.-. do matadonru.
X' l buts t ra u a inmeatad- o trem para) a
ort--, o.le h.-g-.u. A. 2..- MI aiuuto.
&u reguida t 1 serrt lo aoa convidados um pro-
f.a lunch, a qial ae trocrau di9-r t sauda-
K6 a especiplu ente ao Dr. Pereirs Lopes, imoia-
1-r de laoutil.meln.M-aava*".
A'- 6 ho.-a v .raui s co -vadadoa para a c.-te
ale i-h -g-ram Aa 7 1,. Uuoit-
O Sr. coueg Dr. E loar i .Silva, na- que-i-
t .de le visitador daj*d-m csiaaalitaaa fl.imm- nse,
aaigni'U no da 24 a* carta le liberd -de d-.e alti
m-a -aera vos ( -9) que a aeaina nr-Wm p saua. oa
qn Uiento
Segundo consta c un este-, elevou-se a cerca d
60 1 -> numero dos esoravoa libertado pala adun-
uiatrccao da ur lem
O' Jomal du Coiniaenso de W dA aasim no-
ticia d. tal-- cin-eiito uo oom eudador Bus-bio
lo- A -tune :
Padecen, h iiti"n, Aa 8 Ifi da inanbA, O eoa-
-n-i U-lnr E.1S. bio Jo Antun-9, d-putH-lo ae-
s-mhlagoral pela pr..vin-ia -le M.tt -tir isa-.
Nm-i-i lo na BhiH a 11 de Ago-to -le 18-JT,
aaa-nt-.u pr.c* na eom ja bi de aspirantes .1 as.
r-inb quao lo ti.iha I? aii.Mai -le ijade e eio- I85:J
fui plana -vid-- s 'i lente.
P-r o-talento e-u t ap- oae toi- aem-
rre c ni-iderado aa *Ua O .r c rpo-ae OB-le por
oraea aervio d eecrrtano de direraia di-iricio
amaaeai o aas-aaaaaj de 18*o 18*1 deaempenh-e.
-> earg- de a d-t-rio dj eliefs Barroa-, oommau-
danle la divinii unVal Ui Rio da Prala-.
a DwoUrado a guerra u-m > E-tado-Orien al do
Uru^u y o atoado com.n->daute da eaqua Irae u
..p rhed-s n. Prata almirante Viaconle o> Taioau-
Ur. t-i p-.r eate e mvi-Udo Euaebio Aotoueapara
eeu fieo re tarto.
Duraut o oorabardeio do .-'ayasn foi d. aig-
u-iln pira asaomir o coiumandoda. caau-.uair Pur-
nahyba, uo impe lmente do coBmau u efectivo
-i'sae iiavn e mus tarde qoandoj4 estova tfasia-
ra.ia a gu-rra cora- o Paragu .y, SO lado dea ck -Ra
Tam.nl r Barroso foi incansa el auxiliar aa
orifainaaca-i-lsesquadra que de vis up.-r.r contra
|ii II. repubhea.
Em Bu-uoa- Ayres organisoa a r-partJe*o fia-
cil. b.apitaaadep.iitnB, e auxiliado por 34 I oT.ia
bonm, eutii 1 teueote ajudaute de orden i doal-
aoraute, orgauiaju t >mo ui o aorviap -le tran-p..r-
teg reoebimenio da tr .pa e forneoiaeotoe pora.
a*torosa braoileira.
Aeoaapaara o latir ate Taaamdar para
eato aorta, aqas abteva drnaitiao
O in-ivun nfododiafo ini-ignaflcanUe iot*e Lin
drea, a 2! 9/8 h*e>-a'r, 0 21 11/18 l.ditn, caix*
autria.e a 21 3/4-. papel particular, e sobro Praooa
o 610 rg.. b.ncari'i.i.
Na B -laa o m ivnn Bat foi regular.
asoniat
Datas ar 31 de R-t.-inhro.
A. f ilbaa nada rrf ri-ra nV importante.
%l
Datas at 20 Jf Setembre.
S odo toaos l'd .. por *cn le 23 do correnfe, a
-x.a-T-.o4o qu ptii.i a etda t*i Jttcaiidrtri de
PaH a L hi -I lagtr -le th a >iKire do c-meatarlo
pr .viuci I, resolv -u a presi len'H nom-ar pera-x-
ere r dit lugar emuregad-i addHo an meam
consolada O al tajan da STtva fuct, qoe devia sf
*nr.>nt*d-^ a vl'to do dt^onstone art. f da le* a.
897' te 14 d- Abr.l d- 1888.
O-i accerta lo acto de Etc. resulta ama eco
uomis o-, o c.fr--a privinciaea de-qaantia aune
rior 2:00f}JI an-milra -Ble quanto percebia o refe-
r io e. p eg-i a Id*-*.
PaH-o-a na villa de Ass*>inblen, onoe resala
eom > V'g.rin daqu 'a vi lis, o tivm. podre Fiaai
cisoo Mui-ieJ U Silva.
ts sttta qu.fi.lad s o tofnartm muili eatintad"
1-isqu-o -onhvciim; e sita mirle f-i nw.te san
tHli rarm.---.
e .*.- a-i lia 24 krenrrente, aavendotmor
r lo n i lia 23 o ci ia- Ao frase s Ant -ni > Jul
L->v|(tn que ha I >ng.a ana m re-idis n* capital
x rceii-lo a aua pr aVuV. de artista.
rorrrjaaeadeieM da Uha o +*
reratfe
PWFQAL Ut-. t *a Sogetntevo
aVMN
Pouc ha que ae re-ceuiar 4 miuhi de 13, aai
fu pela mal do era.
Ei r-i D. Ls>a p.s*oi era Sigminngon a
testa do" 25 ainuverrano d caa-i.n -oIj de ua ir-
iow a pn n-ez. I) Arfeo..
A ooektoVfsraa fr- ertetosd* ea fatak* oa
gratid* rea j, ii.u.t. ox-.kir aioda pela- oreaenea
Id r-i de r rtugal.qu-, a- b*m me reo. rd nonca
m-ia rom ra a ver ,o- rr.n* lesde qu* a aympa-
tbie* aa-mo- aa *ira d at- letne-. miaaa.o'dl-
neg ci.ai eatrangeir-.a oe "ortog 1 diriginy eaa asa
ma n io iodo o mmsi-rio, um tetegr*t-m-
-ie feicit.coes cwr-tiaea e resp-itoaa, t legr-luma
e.e qu foi logo re-p md'do p-r n -sao pte-u'p .
IwociaTio, -,e r eeeiftai*' qae a o-ind >aa princesa
o qnneri guardar d-p na -la o tea bd- aorta eoaa>-
lOMVI-la
A li* du oorreute o Sr. D. Loial parto i" Sig-
ustringeu s .tisfeitigaiin pe o non aa > biraeuto qu
all rocrboVa-. oV H, pe* 11 k-.roa oSi m -
M, ekrguu A ttruoolUs.
.So .eu r.-gresa > a P rtugal el-rei ileaembir-
carA ua ah de Cacaos, tud> im neiiat.mente
para a cidadetfa.oode ae d-ni.r r4 eom a real f -
m>li- al io melado de Outobro O cruzador
AQiO'it datanjusaaaarr-c^rA- sil. As -irdeu de s.
M ".itiphmia s -guirA p-.ra Li-boo,
Om grupo de jorualiataa do i'orto foi a H-a-
paona m xcuras-i de r-crei i. Na troileirn to
1-r-m recobiaM. pele delega-tos da joapanhi. do
cainmhi de ferro de oVauaa-a e paio-viee-ciusu-
No aseso de -.slam inca aguar lavain oa re
pta-a-otautea da im .renos d> Porto ai priacipaea
aatordsde u na banda de raasica. Chega-I -a A
riospeiton, P*am cumpnmeutad a pelo governa
d.a- e p-l-i reitsr i*s,ljuivera.dade e por auilas
ou- ras pessoaa de distme-to.
rVgum-ae o almoc-i que fui de 40 tulherea Do
ai moco f -rain para na t.iir a U-n i das surtes, a
ujuat do qor.it* toteo, ff reci la 4 im-reaaa
pelo p im uro capada Currito A' uoite esti verana
o tlie-uro do layo u A-' l* visiuraa. a- oae
dral e as-isiiram a un grande banquete que ln--s
foa fferecido peioa/'Mtoaieato, bavendu alfectuoa >a
brto-les ttseurs ai eiiqu- uie.
| ~ O o- libara Pnri* qie sef-all an coa
loeuto do priiiuipa D. AS uso, k-h mate no-o do
ato d.- Por-ugal, coma priucesa Luzi, fiha do
principe de (ialles.
- O priucip t.-m 21 annna e a aua nniva 191 A
geieia xaavaaa, ea tnlegnimm de Paria, d'atodi
ue Id io correte, uaa, aevr nd^oa o a'Vaaar
qa>. o rasuitodo da visgem di. mi do Portugal aera
lo-essameuto do Duque do Porto oom o- prmceza
;Luna, fiba m.ia v.-lna do principe le Gail-a.
O Si. Onde do V-lb tn, n -aso mima'ro em
Pamavoafereeaso 8. utout- efe A-guato, dvpae-
agem u.q,ie-l ci-iade, U.n eapl- udido aianfii.
'Eutre os convidad-, c mtava n-se os Sra Con.le
d'Au-ved i, 1 a cretsr.o da embatxada, Viac-inde
(de P-.r a, cnsul geral, Viacoude de Pernea e B<-
ra-- d- Aic .choto.
A's 2 n -ras reumraa se no saiAa di anaao>ai-
nisL.. os pnne p e* memoro ds> colonial porta-
gi-aa teaident-'S em Paria.
i H -j s .he araignatur. do pnocipe rJg-iitc
o ducret mm ando bibil..-tneo.ri<>-mr o Sr. An-
tonio nemes, d-putado progreaoHita o escriptor
mullo -JistliiCto..
- Por alma de Alexandre H rcul- no reaeu se
ue Plaga urna mis> u da 13, anuiv-raario ds
ua a -rt i
No meatoo da s rt a oatra na igreja de
!*>. Se bor. dos Martyr s, p-r alma de uoto-
u-o R.-lriguea Sarapaio, pjr aer o 3- aoniver-sario
Uo eu pa*ameDti.
E -i qua q ler oeste acto fu ir ores foi grande a
aoncuiT nt-a.
Ac-ba de aer el-ito depntalo p.r Angola o
;8r. Augosto C-aar Oardi.B'i de Carvalh >. CapitAo
.1- Ir.g-t. e co u-oand .te do cruaador Aff Abujoerqm*.
__ Eia siiHuncia.ia orKaialm nte a vi. ta qoe o
re O-c .r oa aiuecia e nu\ esposa t icioumu rax-r
em Ma-vo --u Aoril p oxim i 4 i-oate ue Li-bd
oS >1 d. s-eeas d-a ja-il agr lei-er -0T es'-. lS' a
S t.mllia real poriUg.iea aa pr.v.a de c -iisCasH
alfoot.. que te trioaiail 4 familia r al da Sueeia,
e que leve alud ha p nuj moa cinfiiiMcA ir-
.aiali-sima na visita que o Sr. D Lua I, f-x t
coi-te de Stvtk la.
Ea'A a etiegar a Lisbis a c>rv-ta hrsul- -ir.
dlmi* qialidade de guar-la-m-rinha, o piiocipe lk Au-
gusto Leopoldo, neto de S. M o imperador d i Ui .*-
sil. E' ciinmaiidajto da c .rVei... oSr. Lina P -
lip-al Saldaob da O.m i, Capi'Ao -le fragata ; -
laaad.ato u 8r Ak xa.idre de Par** Al oaa*, ca
plUO too ate. No di 8 dea'a m-a .chsva-ae a
oorv ta fjol-ad.. n* baha dis.r hIh.i.a a i-t otH.ial feita p lo o.mm.n-
te da .^ohhOj flhrroaa *o* gjvero. dore a-n
at rilar da .do*.rs.
c.innan lanle er acompauh li -le "*. K. o
principe O An.ru.-ito L-opil-l i e d- m.ia lou-> oiu
Ciaea. AgOardaram no p-lacil de S. L i ir--in; os
givrnaior-s civil e militar, command .nte de
cae Ira n. 12 e a maior ptrte da olfiei .Idade
qn faa parte -U guarmcAo, dsqu Ha iib. L)--p -ia
da rosepole ii'uma las salas du palacio de S. L >u-
renc-i. o giveru.-d)r civil dmgio ao c'ram.nJao e
da corveta 'lina breve aliocucao, congratulaudo-ae
c un a aua i-hegala e a de aua altean.
A eata alio 'njlo roapun lo i o co.nmaniisi.te da
eorv-ti, agradquentea
pslavroa.
Dar -te eate ana. s-do-aae teta a bao-la do r-
fnn nto de cifatorea to 1 kymao nsctmal e
si. nu'raa psaoodi tm t porto,!(.
D pois d- sagoaa lasas* .a do .nena aravivoo-
aS i, -. t.o priaap- Laojai-l o smiaondanao da
veta e oa ootaae ffioaa lematoraaaa, t-noaat-
a pai .vra o ltouaj aonmaaj toalla ala eo-voto,
ote, nos termos asa Naageirae o affaooi, uoqaa
rrsnslo.is a mais esmerada -docac&7, ae .Irsp-dio
d.a pnmetras i uton udes da Mi leira, dao lo, em
a gu-la, priacip- L opoldo, o cinim.n lsute da
c a-veta a ua officise* que o acomp ubaVain, ara
cor-ied ap rto de nj a todos os efficiaes que ae
achavam preaent-a 4qu-ll- acto.
N-i rfU 11 funde -a em Ten-riffe a fragata bra
aiieira A'mirante Barnm
Era L-an-U ful auhnadisaimo O baile que a
10 dV Jul i ifferece j o overo* I o geral da pro
v ocia d i Augo*. eons-llteiro Ou lh-nn- Capello,
para f-atejir o onaorctu de S. A. principe r-*l.
Escrev-o-ae ha das no Tbne* qoe o gov-rao
pirtogoex ae cimproaBettea cunos contratadorea
Ao ultimo emprestimo, a casa Ephraasi, a que nao
recorr* ao W irhto' u i pras i de -loas amos
A futnao da oppiflica tom.racn a,ora 4 aaa
canta p -rgOntar todo* o dlaa ao Sr. Mariano de
Carva>b->, ministro di f.zend., s- V-rdade h.-
v- r o givenw tomado aquello comproa sao a que
ae rofcrt e Vae*
O Diario Popn/or, pesa ae limita diaer qu-
esos noticia errado, o que faz replicar 4 opp-iai
Vi* que- tal reaposta u na ev*. i va enigmtica
pois o no'icia pode ser errada quaoto ao praso,
maa Sr verdadeira comru i >.
O Hr. yioeunde dfl 8. Janu.no, ministro d*
gnerrn, no banquete que ba poao-i das Ib foi
ff.-reddb en Coimbra deel.no, como h.via de-
eiarado no jnntar qoe a iffi-ialidade da goaruu-ao
do Porto Ibe traba offerecido, que nao quer fater
dictadora e que aguarda a eXpneneia das f. for-
maa mt'tn~ de (884.
O Pr'totiro 4e Janeiro, do Torto, censaron >
nobre rainiatm U guerra eatta tupp.sta ostenti^Ao
de dea .ci-oril j eom oa tls c di gas uo ministerio ;
e tamos Sr Tbaraat B-istos, amigo collab ira lor
d .qu-lia fdfh* e o in ngi'ad > succesa-ir do meamo
Vise nrdo na pasta da guerra, procura a imoreuaa
da oppVTaTOao mfrfgSf estes dou- ca val he'roa.
E-te* iVues eSt cnultocidoa. Aa oppistcoes.
c ao lia. que desgasta p-rtinasm-nte o ferro,
nd dVscanrjara eia gastai1 p ir tolos oa mud >a os
s-u* adveraarr.a, A tentsttvus delntrig sao ..
ree'irao faVtn-it faaoppoaicoes em ferias.
ds-gtr do su* nerva le n qd rae l-eferi na minha
-le 18. ha aeranovng Ing.rea de inapeetnres civis
aduan iros, que aerao provi loa pircmeurso Eu-
frethatiy a rmprema da o jposic inamu. que. an-
res de se d*r-m aa prova^, j se aabe qu.-m hit-i d
or o preferido.
E' aiiria o mearan proceHomao s deats, mas
d- t*!* a* oppiaivde*-
- Ha D.nrra tfev- ser grande eate ano a co
beit* -fe tabaco
Derpe Itram-aa h -ntem oa cef-b*ea lml i on-
Leoa, n-i Oily a.c-m an jicareaco epectaculo d-
farcod- cabriolas
O.puhlieo Sen gnafa loe oa artistas fax-ra rir, que
* o eoa-nicia K--abr-.-se agora > tb.-atro da Tnu-
dade. J4 ae pubiic -u o elenco d-a anistas para a
pruXim* epocna lyrica em S. Carlos Veo a ce-
labradaThe .* n, oa do. oelbjrov aoeranoa da
acruali.ia.la N. t-vda rogr- saitr doRn c.ra-
pa bu de IX Mora ht )la-r dtoer todo ialolqu-
emoa o invern A porta. Eotietaalo anda Ua
calor e corre um tempe aagurfico.
O g-.v roo provocar* a fu to e a qu-atid ht
de de-i iir-a- pelo v t> da maioria da saaemoiea
gerai. E' isso qu nos queremos .
A Im tta-se, porm, qua a eraen la a-ja aepara-
da e dqne >- aa -,d<> Has o qoe ae t-rA ganha
cora isa para o adiantaaeuto da -maneipucs f
O qu a que vale eisa aen la sepa-a is, qoe
t- m de li :ar mort, eom ae r-j itada f-ase, v.*t
c ia> ni i p i- aer -bvm U 4 cmara, em Idrraa fe
pr Ucto, ou rea. lucaV. V
U oa eanen U ..o artig de qn.lqoer rea .lucia,
v -taita em urna dsa eam ira em qoe a m lena tl-
ver sido animada e -le ligada ua oatra, para for-
ra, r pr j-cto -tn sepralo o aesao carcter tro
lev-do salame HO, e mpr-bead -aO e estA o oa ter-
mo do regira nto. Mas a eio-n la A* prop .staa da
out.s oaioara e seoaradaa d p -is d a..pr val*a
ad* vsl .a, llenan como aatava a parte que 9
qaa etn n lar, pudea ler oeaoo u an Umel-
t.;a a no qoe aaa-overt.a ea prujeeto suj.-ito
a todoa na tnru -a de m.ter* nova.
A.aun. p -rtanr -, -epiraclo la emenda do Sr.
Jo- tiou-f tciu o pro^uz rA o effjito d d-icar re-
giatrsU m.ia u-na o usura, m.ia u na mea o para
o g.varan. E.mb.raeaae resultado deaveole o
pian i hyp .crita de f-rir ae o govern >, coa a ap
parea-ta dte dvten.ler se o dtreito d-i eseravo a-
critcalo,4 o qu segiiu-i > o optaii de atgua
mais cmive.n i opp.iaicAo nb ral do aeua-lo, e coa
i80 pare-e jA ae e> neutarem pir* o qu- traOa-
ibam. euco.ii r .ud -, a 'aa, r-p naaeia d i para- da
Kitros qd- achara que s coua p.r oaae ut di fies
auito calva.
Os cuse va-1-irea que v .tarara pela separactd,
-onh.-c-m agora que entrarsa ea am boceo de
dffi:il sabida.
Por seu lado o gnv--rno qae coa oa a-oa amigo
neis ha qii stao ro'aram contra s 8epsr-,c4av
inantfao-s- u> pnipoeiio de pr >v.*af a fas maa
ne tea aln U certeas de que u 3' dacuaa* a-
nht votos sufB -lente, para rejeitar eepo aoo.
>-m tu lo ua tora qu -n-lo entrar em tntna .c4o :
a a rej i*o das e-n-ud-aa do Hr Jos Booifa-ie,
na a fusilo. Basta, p -r.n, qu- Ih-i fal em oa Votos
lioeraes que t-ve ni liacassiri pora q-.efi.ue
derrotado, como tatOoeut 39 llhenieg nadacuae-
g lira i rera s vot -a eom rradorea que li j.-r iq.
A coila* -stA iieate p Cabe aqu diaer q>- no
fmiz -i- Mije reelain* o Sr. Ca-tr i Carr jira contra
a incluaAo do seu uorae no num -ro ios que v ta-
rara re .tra s em-nda do Sr. Jos BeoificioquauV
o s-u voto foi a f tvur detla.
Sao ra ncioo-i ua paasada om iocideat-jaccor-
rM.i eiare oa Sis. Amerieo de 8 -usa e 19 na
C-iso J mi ir, per causa dos negocios de Ilh -s, de
qoe- segundo t-rn se consra.it -a-nt- occopa io>
defenden io o c-.iMnel diz S'-rera victima da icais atroz persera aatoda.109 iuca-s, por espirito p ,rn Uno; ae
paseo que o primer-', acnrapaiab 11 > pelo Sr. Pe-
drm Cavueiro} defen ie m onteri la I-a e arhandb
-pie -liaa" t ra cnmpri-lo o aeu dever e precedido
ma toda a mod racio.
D nKiaia vea qoe Sr. Huerico de Sitfza te-
re de tratar leaaa caneada q i otilo, a que a ca-
ar* rato presta a-inor stte go, lea e-rto ed-
-n-ro d- dicuioensne oaia ou ra-uos longia. ou
ranaran l-u pnte oV-Hee smeute, faz -.ido ao -
blic r tod is-c im &eu dtacurao. Cora i de cata-
n--. em satisfaeso ao ainig >a la localil*i -.
Entre t .es d -cum-nt-a acba*/am-se s raao>-a de
app-ilucA-i do iu.s de direilo que presidio >try.
qae e*a*ie\e" egorede trecio :
INTERIOR
*)6wT9svfm*em*tra a lhvrl> de
i'eruimbnc*
R10 D E J A N K rii J Ooatnt, l de Setena -
bffo.de ihtH
ocao-viu :A dj sosalo do- .-roameato da faaenda
an aVoadjnooieMarnt* inesperad-^
Aa is-teriss orcaanestsriaaqae avndrea-
taraO que ae presume da terceir. di*
cu- do i.rosine.i'o do ,1tiniat-rio da'
Agricullu. a. O que p le resultar d -a
ea- ndoo do Sr. J. BoaifWoio -+ hV cla-
raaeAo du Sr Castro Carreir Um laci-
J nte na C'ra.r d a D puados sobre
negpci s aa Iibeoo Iuterv- ncaV da Sr.
Perreira Vioaua -in o-m -Je t-dos.
Po h-Hitem, contra a g,-rol eapect tivo^ eneer
rado no Sen.d i diacoaaso a > ore uneut-i do Mi-
aiati rio d Pazen-tw. *pa ua dracov i do reapec-
tiv raiuistm, em resoosta ao Sr Dantas.
Qj i r fosee p rqne ua materia ad; b-Hive-.se mui-
to que reapig.r e o Sr. Danta a anaWaaaJ esgo-
rd ; quer f-wse p-1 -8 termo claros, preciaos O
delirados con qn se txpr aaoa o Sr. Helia rio,
ex.ifccamlo eju.nftuaiido oa acios -la aaa adioiai-
aav3 aiane ira o piso u,u- tea adoptado ,
quer fosse, fioaiineute, p r c iiabniacao e calculo
d> ojip Sioio p.ra qu* s-use .- ntinuasse a aup
p-r que Ito estova priipoaitlmeute prncraatinan-
lo e iucIus i d--a traba.b a do Saaodo ; of-et A
qu- o g-iV-Tno uo apera v por ia i pompa.* ter-
mo a disi-usaa-i. Haitem m amo ter ae-hta vo-
tado o uroaioen'o e as eraeadaa da c-mmis-Ao, qv
4o de o-'Uca iinp.rtaneia e torm apr-seaoias
di' laccord-i eom o Sr. ministro da Uzeo 1, ae boo-
v-ase uuuier i.
U-.j.i deve ter lu ;ar a vntoeaVi.
Camur- aqu observar, ipi asa da oreeadoo
-la onm n'ss sUppr me n-i or-ditn destinado, ao
p garaeuto -I -8 c -nce.sio-iari. ds estrada d- ter- f,x de jAcaoaia, qae- ui
ro da Violara- 4 M .tivuladV ( s-tmau^Ai a> W.r-
riug Bro'Mer) a palavraa em artude d<> de-
creto de 18^ le Abril de 1885 con lor-o votara
C-m ra, e contra aa qu-ies a- b-va pr noncia-Ki o
Sr. D-o'as, por ut ud-r que ellas nao expnmUtn
a ver-la le.
Sa essa ahaaeriofii -taoppoeif! no orcaa-nt-ida
fa&enl* lulicio .1 quero' lebaft-, que anda en
de aar sujeit.s as materias p nieiues d> Sen .do,
ser!, a-l.ipt .dtoreo-i a promundA > que a e-treireza
Id-, temp reoUtn., fie or p'to pie 'er. If a
.aueaU, que anida nao rae d**da para or lera d di.,
o eris Ht-'-ai. qa sin-la nA- t v>- parecer dave-.m-
'misaAof A de snpp d-.biie seja mais larg -.
MUs, arada meam qu- aa-ira nao aContega, <>
iqtae ja ee e-pon* 4* qn n > rerceira -IhicussAo d->
.nrj uo-intn da agrii-uliira, alera deoatr.a qu --to.-.-,
ha de aer novamente debatida da -m n ia a i li
tivo-doi-r. J rto.nfacio, c ifa aonv -ata i -a i -
nilrvo d cogitacao rana da pro,.na n.ip isiqo d*
Seu .do qn d-i g -v-rno, qw JA estA co n a 8Ua re-
^-talucAo tomada.
>s > 9 it->, ao qae agora p*r-c.', nem o autor
-d'-aaaa e-iieolaa, nem oa qie p-ir II v .tarara e
n. na uo quv se prona iciarain ocla mu aeparacai.
dopois d-approya U, m dira-n bi-m. na -c'-a-io.
as c.uaequ ucias a q-e enriara dte cheg.r e quai a
aiiuaco ra qui pitenam ..-har-se.
Se a ueuda toa p ir Bra, reannentn, diminuir
de um ano. o praa)" da eseravrlAi Uaoii lo re--
licitar o direitj alquindi d'-a -sor-vo qu- o re-
guiamento do g .nent-. anerrll-oa coa' dase em
taparte u S-. t O* Cata-, p rqir- i* apr aent -
rarai um- pr } om n*Mia- sen'i n, desde que fu oo-
biic do u r-gulaio ut t O r-ceio de que a Caro,-
ra P j i -aa ua sen ra tivo, por iu- sse ra-a-
m reoeio i i-se c-m ae nenia. Pa -ee ca la uu
o .eu -lever e carregasee eom a rep>iuoili la le
Joa >eus actos
Mas, a o fira d em-nda dar mus ua eaAro
--ng-v-rn., d-.-u M-al-siokro regu-a.u -ul-> p-M- -lie
pebtica I i, con.lea -n-lo a imeil ge n-i tal. aa* -
-i pa ijj 4 le le 18i5."ha *epa aura/ doo-Ut
d> i'oaad e>.n-i ji se tmhi tal ao'tanwa
r-s,...at. llalla -1 tha-a-, -r* be-n le vV qn-.
-.por v.du e-neu U ereouiU ao orc-m ni o d
agrieultuia, a C .ora a r-j- tan i, qu-d,.la a
fnao^ue nao onaMoa aar nal p-ra .otaca
-1. l-i du oto.-ii oto, g'verun foialecerse m
u ivaa-*>a o apOM U aas rabii g-rol, era
lprv|aaa -to ^r**rtgi -1 Sea.d vna.icio, cuj v -
i.., d-ixar o de ter a gran-ie f^C'. moral de qu
falln o r. Saraive, liante do pronuniaineut> d^
ramo te npor -ri .
Por i^oo a tosao nlo pdte oonvir ana qaerea
la einoqdu lo Sr. J- -> B.mUcio f aer ara de
-*> ir> e ara < manto* no, e nem cre, qae o Sr.
Aff -nao Ceiao saprei.aas- aiocerameote o qoe a-ra
IM qosud., ub* rvaa-1 a Sr. i>*-,oti qa a Cama
a* ra bou saa>aatiraa aa aseada, roapondoa et
I aporta i
i:
a Eta, seuhnr, a qie -e reditan a d-f-za dos
oa Seas iur o adv-.g.d-ia, o-n tettea o cnse-
ith-iro Dr. Antonio Carueiro d Rochi c ou'ro o
tepnta-1. geral Aff uiso C.-Iao luu-or, -sq-i-roado
alta pornco que oceoptra pregaram am-i* per-
niciosas e subversivas d -atrraas contra a orden
s -cial e m -ra ida.le pubii a, apezar doa repetidos
proteatoe l-stejorzo.
a A sessA-i toi non se eutao tjo tnmulttwri*. for
c< se*a eoiifcsaal- i, qoe irapisaive! foi manter-aeo
preeligi da le >,
Ma a adianto acrescenta o juia :
Vnda mais r-v-d'ante f-u o procedimento dos
a lvogad >s doa ro, que maocummuoados coa o
pr-ai I'-ut e Becrcti.no da ornara, proraov ra
eom antecedlWTci a oubstraccA > das cdulas da-
urna suppleraeusr d* jurado, agm dte quw a.- ajf-
gaaiaasse um c-.iiae hi s de auigos e pr-s-ota-
res dos criminosos, co i.o se ve d* acti de la...
ApU't de tilos este eav-aaUtos, talv- x ani-
coa na historia judicial do Bi.enl, a p->o>raaa op
adV >g d-.s dos r-.s conseguir a abaoivicio pelo
vnlo de .Vfl'-rva-} o*>. oMeud", entretanto, paar
JiS p-rtilae inaiiiuaofres, que a reapOstooal-aqWe-
rue-i n. infriiigisaem oe .uro-,, ele etc. a
Public do o discurso, acadio A tribuna o Sr.
Celan Jal- or pro'eat-n t. caras a inseredo 1 a*>
nralhante trocho q-ie lt- A lidjir.oeo s siOini'ieaa
n-* d'OHfea da' Cam .ra, c-nn abu-o da tribuna,
f para dar ae circulacl ao que diasera fa/sa-m-nte
um juiz dneote, meuteciiptk>eseia imput.bi id de;
estrm ria' qir- ae nomeasa- om jury de b nra
eiiaiuosio Ja adot-raarine aeu* para jalg.r d'. aen
prawdim-nto; e se di laquerit.reaalt^aseaiguaa
c -usa e-mira a aua h nra, bavia de retirar ae da
Villa- pnoliOa-. a
O Sr. Aiaerico de Soasa diaao qor admiraoa-ac
qae o Sr. Uelso Jaui-ir, ju'gaud i-s ff adido em oaa
honra, -i-cup.sso a atrencA.da Cmara A re-p to
do ducanBButo qae foi ndo; ndo te ve intento dte
"dten-ler o mor depuUd>, m leado ua d n-
atento que e 1-feza db juiz nAo se julgm eom
direto de aupprioM nada do qu ae artnaOM aeaaa.
deftza.
O Sr. Celso Juni-ir reclama eoteudendo qae o
pr-sidente da casa ni > d r<, c.n.etrrir los-rsAa
d documento nos dnoae*. O Sr. O .mea d- Cas-
tro dic que sempre ae t-m penana lo docu-nentoa
q-ra se apr. a utadoa ua tribuna e qu iiente nio pele eviUr que 8-j u publicad O
Sr. (Jes i Jumo.- d-clara que S|i--lls inaeraAo
aa acto ndigo; o -r Q >mia de'Jaatroprai-
dentepede ao orador que r-tire a pitsvra se ae
refere A Cmara, e o Sr. lela; da que nAo retira.
Ua vanos ap A ac-na causa a -nsacA-i, e fie* urna certa preoe
ca ac -ble o que e darla -lepoia.
O Sr. Perreira vesana, qne em oceaaioea taa
e.ms-iite brigae e lar-
retro -in jue se acha, Coa diffi.e.icu que o jsci-
moa a-iae-ee- -r> blc-i para aeparar e couter o bri-
^aihu-.-s, e 8r Porr-ra v*iaouH a eraprega a
parauafi e o Bvauge no; o Sr. Peones** V- una,
ineCt-u se log -fe p-rraeio, l.rigmdo se a e .da
u.n lUua deputadbs e laeiid. c-.m jue /'ta-
rto Ofied- n" publicaso o acdenle, e inter-
via i., cora aa nutras foibaa pa- q ie uo Ibe car-
reg isaea a* f-ftt.
N aeaaAi a guaira, t-mao* pal-vra A hora
d> xpedient. viratn do a -arar qa* n-i poua-aa
tir uo nun i do Sr. Ara-rico de Soux* tora.r a
re*i.oaMbiteld da- yxa- winer-rioe dw jui db
lireit i d-- I be -a. e qae Unto nao -piia nVa-t-'t
Sr. Celso J u -i -r ; que aqoelle loeamentu. secret*
cnt -i ors-lir, p-lena er7ir par. entreter o lfco
e paiid s da locanda-lej maa ouooa para perur-
b.r o j lito ser.no da Caa.ra d >s depata i -a a
aoopaaOB da oapneiadoro o-nori-b. idadte-doa-.tooa
-illuatres dp itadoa; nao tea. p -rtuiao a iapor-
(saaai* que pmoeira mpressAo Ihspida* lar.
T .l*V'a pira melnor br Iho a lustro da Cinara
ru gi q ie ae -leve firra >r o uni.Cpio, qu uAo i
a-i uissive- q ie um represa itant d n.;A.|.iuto-
*o <* dj-aareo < f.ih. ffi -iai ou oa dwana de>
.-u nent .a que f icam nafaaa iia injuriosa ao .tope-
tad rea o ..Mp.ih-n"i; -, toa* cert esa #-que a
S>- Auv-rn; d S-ooa oan fas ios-ai ooo Jaaitaosa,
le-se I curaeot ,, a iiari- que directa oa in i rec-
ia n nte se ref na ao Sr. Aff ma C Uo Jumor;
,n eat- uAo te ve a mteaoAo de uoVnder a q.ial-
q a de a--na e-diegaa.
> leg ala-l r ni re nda confliu auito do* tem-
Lt-ii o' a de tina educ.gAo a<-a repr-aentaub-s da
p.ia, p r iaao .ao deu o- uhonai aut ri-U-l-. ao pre-
st le-it-- to Ga-ii ra A gsranii* -ajta uo* rae abro-
is Cara.rs. O hneu ua-ia kvre o que aabo
I .11 ii -r a- a si ine-in
NA- s- jilg< aut.riaa'o, nestaa circumstsa-
ia. pr .pd-- ii-uk-ia* prov d-uem.
Q ie > Sr An.r-co le Soua oo teve i-.teo*
ca ie ndender -i ^r. Aff.na Celso Juaur. d elh
* io. lor pro aotir.n io o oVa^aiOento loa A'mnet;
a.-i -a "O > o Sr. AaTuoso olau J uin-.r u.i teva
uiihiov i.itaivA i- talUr a alta cuoad r*gae
ju levil* a- primeiro m.giarralo d C.mim,
-i-izan lo le retirar a palavra que par ca xces-
si.a assno cora i iA. pretootoa prejadicar ra-
,iu'aea> di Sr Ara-rico de Suuza
N-io manda 4 mea* u.o requerimento, porque
nio uecsiidade ue nenhuraa (.rovidencia por
p.rie d Caaars.
O Sr. Celso Jonior agradsoendj a nobasza coa
qu o sea resp.itavrl meetraiaaaravw msque.tAo,
lea a'guinie explicos; o Sr. Amerieo de S .uaa.
fea -miro tanto, declaiaudo aaod ea att.-nc. ae
Sr. Perreira Vi*no*. que o osa fia nao foi offen-
I


*


der so Sr C-No, maa <$.nente defender uin s.niga.
0,0* sa|a .rootileas* tere de ler o uestionad
li.jaaalt-; oaartoaooi, ato dttvids, aa a Cmara


JBBB^S... _
Diario le PrriiamhuiwTerpi-feira 28 4
Hig o eeamader. em
taraI-o do avu discurso.
o ducumento e re-
F.fou moi todo acabado, com geral 8tifaca ',
aaTaOtada a Kl4 de urna iea*rv*j de oam na
IlbH d'Agua.
FLS^AbiBiiCO
&<
K
Bi-oatoa c urna "Buida i.-. BaivacA' qn hit- p m
ser adiada c que se im, o- j.cla m ia u genie i
necesida *'
Q mi.do a Franca No IHrU m d.ficvU <-J^<-at-
tributariu bre m pr. llanas do Ml r, im> !"
do-o pe" que Tlg >r na Abra leb"., afn, de na..
er esuia^a.la pe' em ur.. ucl. daa taaTHBO a -
lan-er, a situaco nican-rol ra lu i ,.r... pe .,
6 un al' racl prjUHH Urna C ii..nkiaT i d'la.-
nnicAo O* icceiia E-tr rcccita air rd
aa ,.ie\i5^a or^-a>eiii-iia imv -- um-. Ca wuiw --o cerca ato s mi.ho-- e fi ir aa
hp II lll.bam aUg" lil .11 1110 .. |B> ,IH
fla e la.teiam as .1 nV-uldades par* se encn 6
4 t-qmlibn da reoeit e mu a. deape/a qu a au-
isa.) de utcaarsato a leal ira u pie u< hiowwt. i.
tioo/ fio a bypitbetiea iuilema>*acd.. Bal si a
jo a Chin* de va pajto rVaofa.
Ni-> embarca, poav a .ituarjio da Uar^aV ,.
btoe-, a un-Olda peto a.rooa iemp.r-.na. qne -a di-
aecLriaa .
Orp-ctea Cria, d"B ja.i. a r cUiaoa aaa re .
I .t ora, aariaw u. dei Aua-ua iiaan n
E tan tu aa iiaasaa >f'reclu las cona < W|i
fciorismo ilioairaoM akesa Augusta Mi ai n oo
tmtt-JD ser sltadiUatao.
M*ttrat^naua,P.avt rimentoE. U. M
Am-BnloM e aMaelaaloaata ira. rrpre
aealaale da oa.**
aVa directoras da a-* ac- Corouiercial B ne
trente, d Assucii;ao \ xilia lora da AisricuHura, de Purnambuc confi
Va no palnnt.s no desia Au.ta Causara ua .vi
Va pela cnae, qua pesa a br a pri ,cipal pnalue-
4ao deata proviuc. o ai-aicar, dr in >d) a itau er
OB rio o cuato da ..rodu'5*o pe b-'X" pravo d
renda di productu, vea p-ur i eata Auguata (Ja-
>ra HSU.^penail' di ui.p.>atoa aduane ittt) d ex
fortacio, que uor-velireui! *Kgr"> m a airuaci.
da lavuura, pelo m noa c-o fia e de nccaaiao.
A direc' ra tas Atsociao-ii ib ocinnadaa nao
pt-cisaui por em evid-aci a e ta A"g >U Cma-
ra a c-.ncui renoia tatal, que nua graul s ujercadm
onsumid lea faa a< assuuar de o.nn o atsuc>r
X'r.hido da beterrao*. A' .,rop tvho qoe se tem
api-rf- i^.iado na Eur >pa, qu,r p la iniciativa ladi-
fiou-l, q'i<-r pela iuterv-uc-l> irecta e indirecta
d< a K .vernos o pr ic-aa < do fabrico do assucar d-
fceierraba, e eo alguon lug.re- produeinrra da can-
sa a xtraevaa da uiateria s-charina Cjutida nessa
ramiuea, em nuaao paia lul.lixui ntn os processoa
atrasado de fabrico eo culti. quasi lu.limeuta-
lie das Ierras continala a it p .atoa em pratica :
ar dufindo tudo a inferm qiialidade do prjdujtn
o ap.>uc-ado d.-&e:iv..|vnn-uio da producco.
He o xcessiV auginentn da producco do assu
aar na Europa, que u-l" tem corresp .uiido ao aug
ama*- do coiivuui >, teta prodaxido una tal bm.
te (arcsjna, que meomo para as grandes fabrica.
eatadas ci m lodos os aiacbniamus aperi--icadoe
alies aao sao muita Vrs cnaoensadorea do capital
pregado e do cuato da prodcelo, em n >aao p.iiz
os precos actoaes, qu sao c insequeniia de causas
ermanentes, constituem a ruina certa e prxima
aaaaaii ramo lnport>nte da lav-ura nacional.
As directoras das AssociacS- s, que esta Au
Cita ('amara se dirigem, nao desconbrcem que o
vru i Imperial e o p acto* cuidado de levantar a laVoora da o un* do
fraa le ab-tinaenta. qu- ba aigum lempo toi re-
donda. Iufriixmente ua i-x.-cuca >, e por terem si-
do incompletos esses actos, nao pndusiram elles
resultados esperados. U' ial a simaeioda la-
yoara da canna, que ou ella se transforma ou pe
recera.
A rransformacao nio poendo deixarde ser len-
ta, ama vex qoe para eda itevi-m concorrer eiemen-
oa cuuipl- x s, ssi' p no lo de iranaico ser do-
fcroeo. Srui macbimainos melh iad. s, que x'raiam
da ca na maior poreeniaiteui d materia sachar-
as, seo o emprego de procesaos aperfei?"a-loa de
altivo da trra, sem a definitiva oiframsaeio d.
tabalbo, sem a derramarnt-nt do eus uo protosi' -
al e a lacilidade de ont ncao de capitaea e sem a
reforma do noaao tjr-t- in, tribuan-', que c .ntra
todas as leis da scieueia ec noinica, fas pesar im-
aostoa de exportacio sobre productos, que encon
araaa aimtlarea nca merc-tdos c .nsumidorea, qu<* os
abatem e vemein p la qualidade e infenoridade
o cuato de orodueco, em resumo, s -m que com o
trab-lho acmal de cultura e de Lonco e
igual quantidade d caima extraa o pnaluctr
uautidad de aaaucur, para que com eese
aimfnlo de qu ntidadr c c >m u aliivio de taxas
jsesadas p>.ssa ter a compeusavao da diminoieo do
Teco, que tem cura a permanentes nos mercado
importadores, a lavoun da caima aei 4 urna lavou
ra aorta e a asea caoip-s, que anda boje r. ver
Ve m con a productiva er "i *** poder ser ap-
plicado o verso do poeta :gqualent abductis arra
nkntH
Easa trnaif .rmacio completa, porm, ser a
ora do lempo, se yt a .a rea o Governo Imperial
o parlaui- ato furem au.pariido a lavoura da
anua para que ella poasa atravesaar o peno lo d .
trsDaicc^o. !m auxili-.a, s-sa a iaiervencio direc-
ta do Estado para irem a- ndi re vidos os emba-
raona We oc -asiao, o 8. g nulo ramo por quamilade
valor da produccao nacional ter ae drsappa-
racer.
E' easa inteivencSo. augoatoae digwiaeirnoa Sis.
representa ni es da uaca-i, que na directoras dao
Ass'ciacdea menciouadaa, ven) solicitar, em vista
da crise aterradora, que pesa sobre o assucar pela
a ix < do n spertivo prec que faz com que a pr -
tarca i e o e-imavre-o Vs-e ge.iero j estejaai pn
rtlaanl. nta -pr.^a-Mi-
Em bons temp >s, quandn o fabrico do assucar
fferecia c> rupenaaco ao pr'dnct>>r, o sy?teina de
tributar a exportacio sera,>re f i condem-.ado perno
b.oiena d'Eat do, que -6 ritas exig- neias do ur^ meato. H j -, potm, nao
wiineuie a ciencia ec aomu-a q ae reclama a ce
a^ao deases impost< s de exporta, a eess> v*w
do impost. s bre o as-"car, pelo uien s tmpora
aissai nti reclamada pela umb p'eosiva necea-
aidade : el inri* urgen in rtbut egerlusl
Q laudo <ze9 pr "luce rs d assucar me -
Iboiam proessos de cultura e de fabrico e os go
veril- a couferem premi s i-xportacSo, mauter en
are i.-, que aiada nao na rmancipainos da roti
aa, taxas de exportacA uma talla (travisaima,
jue por mais lempo nao poder ser coatraiettida
elo parUuiento brasileiro S antigamente com
precos rasoaveis a lavoura da canna eslava com-
arninettida por debito ava'taiiok e gravada eui
BTpoib ca, c.mo fea ceito o inquetit" a que pro
aaiieu o actual presidente do t-oiiselho tros. cun a baixa actual dos precoa ella nao pode-
r iiiantrr-s e.
E easa baixa de precos tao sensivel, que
atern
T aaBdo enmo base de comparacio o anno de
1881, \ oe que o prec" u-dio d .nucir umsca-
va" regu-ou de S|.UO a 2^5"0 e i pr-C" medio
do Hssucar branco reguli-o n- 4l7(l0 a 54300 por
15 kil'-a. Entretanto, actualto- ule o pr. eo do as-
SUcar masenvado, Seifn "1 aa un a Venda, tem
ido de Lf, lM'1*) 8- 0 ris p r 15 kn'-a, o que
da a mrd'a d- 14333, a nd.. o pr>co do assucar
br no., de W& a 34800 p-,r 15 kil .
kVaa dffei etica para ueuuo n-< pretto de um ge
ero, que couStitQe a principal se nao nica pro
dui-cao Testa provm ia, nao i- a ruina da la
Toara e d i-oiniavrcui, ui) a raina da riquez.
puh itst i.'eaia pri viuc* I
Esla kituntSo, augu t a e dicoissimos 8ra. re
preo> inanl-8 ua n-c na pd- ser Dimitida ; e
ae alto poderes do bsiado nao pdeu> trauatur
Bal-a pela imp ssvbii dad de alterar a leis eco-
liuiic pasmadoras e regu ador- dos prec p
dem iliininar Ihe as pro(. r-voe e < l>ir e ha que a e sav&" pe i uienos leinp r ia
dos itip B'ib sobre o aei-ucar alterar preV.s a
da na publica, que j lUauficit-iWa para co
brir deap-'Baa decretr.la
E* ce to que a CeSaacao il'esae iuip-Bt'S <1e>-fal
carA r> celta ; mas ea -liminuic*-. p I.- *r
apparen'e, e, quaudo w sasu v r "ad ira, iuaplVB
cii.livel, podeudo ser I i- aul.s tnidoo por outr-s,
que f rein eJgg-TlduS pelo nluatrado cri'eriu d"
pailamento e o goV'rno.
loie a r ppsrcuie, p>rqa>-, -e pela b
r co, iof rior a d-,- im d- prc iw^-iu, loieni
deil-o-ae no campo as c una-, -i.-ix -i -i. o to-
Te. i" de pi-rceber o iu.p -t aib'e a .-p-rlavi-'do
a'Uc-r. c.mo lainb ui falt^ .le jrpnCH o'e-
e pi*ducto diiiuuu i4 rm mente a imp riac4->,
? ini|. 'o- qued'eda iM lam, i.rodinHido,
Baia, |.r funda altera, lio na b-.li. ca d uoss imiii-
bj. r'l n-ti ril'Ci-0,1, e I..-I a o ffeH -8, que .l'-ace
cu une .ineuie iec rr.-in.
iiiipreseimlivi I, ,o.uue a cea-aia-i i|' ,>
Rec.fe, n da e^t^easjoro de 18*6.
Pela SKsajdaata Auiiliadur. da Agricultura:
Preai lente, Ignaajro de Barrea B*rrU>
ieeretano. Uearajue AafSatto Mitat
ffela AiaaeiaeioCamamroial Agrcola:
Presidente, Bira' d- Nitareili.
Ka^retaiHO, Sasbastii" Van- el do Reg Barros.
Tbesoureiro, i arios Laarenuo Oooaee.
Pe^a Aa"<-aeaoCoii.nercial Benefi.-ent*.
e*.-. idente, C abra.iai.o de Aqumo K>n e.
Vu-e-p-esidenle, .l.a, Mara ae Au Ira la
Secretario, .loaquitn A1"TS da Foi.Seca
rbeaour.-iru, rr-nci-ec Gurg I Uo Ama. al.
Director, s, D. P- W.ld, W.diam IMI.daj, Do
BBing Alvos Matk-o* e Hcarjr Sulaet.
ULviSTA DIARIi
4*no'<
4* K)'
44000
4400o
44000
iaai-mbla prutinnalUavendo silo
eoavoc^da xiraordiuariam ote, para O din 1 da
mea de Outubro pr ximo e em aessd-i extraordma
na, por 15 .lias, a As-embla L gisialiva Provm
cial, c .mvar amauhil as sesaSes preparatonae.
F.ciuM horror...* O f>r. Dr. delegad.,
d 1 districto seguio uo .lia 24 do c trente, para
B .a V'ag. m, emcujs c miten fo inhumado don
daxa) ant. s o cadver da preU C'biriia, es.-rava
de Nicanor B.nieira de Mello, rwider* do enc-
ubo Ibr., talleea de castigos iiam derad-a que
rerebera por ordem do s U seuh -ruo dia 20 do
curente.
Aquella antoridade ord>no qne ae pn eedesae
i'xhum .cao do cadver, O que se realisou pioceden-
do-se em s.-gaida a autopsia, atudo pintos oa Srs.
Urs S na e Miranda Curio.
Euconiraram estes facuiiatiToe o cadver coro
i s oihos rra das rbitas, a lingua com sali.-ncia d
4 centmetros fra ua bocea e exoesaivainente tu-
aiefacta ; no escco, do lado esquerdo, urna olu
cao de coutiuuidad- em eeuti lo transvers ., noe
notando mlle nenbuma ontra alteraco a nao ser
a tuujefaccfto e ausencia de epider-ae ; en toda a
egiio lombar, nadegal e parte posterior da coi >
f.a-les e protundas coutuaoes, notando-ae as na-
degas esmigalbamentos dos tecid is mulles e f os
purulentos que extravasavam menor ineisaV em
quslquer Jirecca.., verincados pelos golpea do bis-
tur, de cujas averiguacoe coocluio-se que houve
a m-rte, da'.ando de quatro das, a qaal nio foi
devida a congestao cerebral, po quauto, do exame
1o cerebro, nada se Ihe achou de notav.-l e sim
que as feridas das nadegas nao medicadas, foram
a causa da aaorte.
Depois da exbumacao e autopsia, foi o Sr. Dr.
delegado, ao engenh i Ibra, onde eneontrou dous
troncos em um immundo qaarto destinado a cas-
tigos de egcraVoa, e nelle escandidos os escrav s
Antonio, marido da infelil aasassinada e. Beuedieta,
inaioi'g de 50 aun 8, sendo esla ultima d<*3uie e
tambem =cviciada, os quaesforam conduzdos para
est- cHade.
Deu origem a este facto horr roso, a fuga de
duasescravas, attribuida a .Iuo e Beneurco, s- nd..
que Ji-ao. qu tamnem fra castigado e se achava
uo tr.'UCo, puncas horas aut-8 da ida, ao eng-uhu,
do Dr. delegado, deap jaree u,ou o fixeram desap-
parecer, sem duvida para occuitarem o aeu estado.
Vis oriaram Benedicto, oa Srs Drs. Louretro e
Curio.
ProegiiH o Dr. delegado no inqu rito.
Emnlas-A Enna. 8ra. D M. C. envin-
nos h mtein 204000 para distribuir com pobrea ne-
cessitados
Cumprimos tao agrada vel de ver, dando aa se
guiutes ornlas :
IJ. Maria Candida Wand'rley Autran,
viuva (ra Marqu a do He. val n. 137)
D. Laura, viuva (ra d-.s Mangues n. 26)
A' viuva de Jos Bernardo Wutura
D. Thereaa de Jess Barros Accioly,
viuva (Olinda, ra de Mutuas Fer-
reira n 14)
D. Mana da Annunciacao Bello e maia
um* fi ba, ambas viuvas, (oecco do
Taubi D. 4)
Jury do Bnlque Escrevemnoa:
Teudo sid convocada a s -sso d jury deate
termo para o dia 13 do correte sfi no dia 14 ,-6de
ser installada com o n"m-ro d 48 jurad-a pr -
sentes, sob a pre-id.-ncia do Dr. ju' de direit .
Joao (Jarlos de Mendouca e Vas ioncelI >B, ocen-
pando a cadeira da pr molona o b-.haie Jos-la
'8ta Dourado, servmdo de eacrivio o respectivo
s.-rventuario J 3o Alv -rea da Cunba.
Or. jtria municipal Paulo Ctetaoo de Al-
buquerque apreaent-.u quatro procesaos devida-
iiiOute preparad 1, seudo uease meama da snb
metlido a julgamento o i> Honorio An ir de
M ara, pronunciad > como uicu.sa as pena d
arl Ia do oonlig" wui""l| p r n noiie du
dia 18 de Novembro Je lttf2, na lugar Sal as,
lesean egado roo o couoe de am clavi ot aobre
a regia', frontal esqu rda de Manuel Bill um*
fue pan :ada, de que Ihe resultou a tnorte u> dia
eguuite.
Depois de sorteado o conselho de seateaca, o
advogado do reo o Sr icajor Antonio Marques de
A.bi querque C-valcanti requ-reu a obteve, cuiao
j< bavia requ-rido na anterior sesso, o addia-
id- uto do julgaueuto para outra seaso, deelar u>
do cao po-ier preaeindir do compareci- mo das
test.-muuhas 1a accu-avi'io, ,|u- apeaar de citadas,
nao St apr-aenlararn naquelle dia.
a No mesura da 14 vru 4 barra do tribuual o
reo Joo Maitins de liveira, pronunciado como
in-urso no a t 193 comb.nado com o art 34 do
cdigo criminal p..r baver na uorte do da 3 de
\gosti. de 1S83 dest chado um tiro sobre Jos
Flix Barb.-sa, causan lo ihe um rave fermento
naa nadegas, quando este a- achava dormalo so-
bre um banco no .pendre da casa de um a.-u cu-
chado, onde pern litara. 00 logar Cabo do Campo.
K01 c.-nd-innado a 4 auno e 8 .nesea oe pr-
aao simples, grio mi ninio do referido artigo 193
com tunado com oe 34 e 49 do cdigo criminal. An
r que daclarou nao ter ad rogado, foi dado para
curador o tabeliio Francisco Joaquixa Hadilha;
qoe app.-llouda d<.cisao de jury para o Superior
Tribunal da R- laca...
N > aia I5f .1 s-ibmettido a julgamen'o Frau-
cic-. Barb-aa d- Alinrida. acensad-, de hav. r no
da 10 de D. a- mbro de 1883 no sitio Guaridas,
d-do duas tacadas na regia, ablomn-.! eoa Ti-
burtmo Barbosa dos Santos, d-n.io Ibe d p is
11.n tas pancadas cem a espingarda do proprio of -
tendido, de andoa afear eHa ea d o pedxco-.
huecumbindo o paciente no d.a seguiute, pelo q ie
fra pronunciado com incurao na peualidi de do
art. 193 ao c..-'igo crimiual.
F-i a>n advogadoo hr maj >r Antonio Mar
quea, qoa, lep ia de sortearte o cous-lho de -n
ene reqoereu o addiam- uto, como j4 ha vi-, teilo
ua tu-ssao passada, d J ligamento, ail- gando nao
poder pn-sciU'lii de uma .eet. mnnha ali4a iut >.
ante, qne deix que foi d f rolo pe> preaidente du tribuual.
Kinaim- lite do m- auin dia 15 reauoinieu ao
juiy o io Au ii'o .I.H Ferr.ra, coi.h-culo por
.A Ionio F-ne-'a Bai boaa da Mv, arcusado de
b.Ver n<. dia 23 de Aunl le 1871. no lugar L<-
gda do Carral, assaaaiaado c in um tiro a Pai x
IS.ibi8>i. ai 11.lo por SSo pioliuuciado com> lucurao
ni ait 193 .10 C'-riia-o criminal.
0 i 1 t di aidw ahh Ivi-io por unanimidade
em 19 de >eirii.br 1 ae 1876, loi uhm- tt d a a--
iibdo iulCaue i.t. esr lina rime, lo -lo aec-rd 1
do Superior T'ihunal da IUl..ca -,uj. dan l<> pr..
vui.ento -i app llacao qu>- hav a wd interpnala da
piiiueira d.caa d jury qne o absolveu, inan-oa
>> leo a B-V. 1'ilgam. oto
Patrociuju a cana. o prof asnr publico teiieu-
U Leouirdo Be erra P"so C-valc-uti que ap-
,w. u da sent nca qu-, oe c ..I imid-oe e>a a
mu u o r4o a 7 iin..a de
pr ao sii^pl. a, ii4 mioiin' do u t-ncion do art.
193-10 coiii--cnaiiiial, pi.cerrando-s aa me
1 da a B'-aai-. por uio ha eiein Mal pr ce..
jog.r. .
Tr nar-ilm da ate ti*e Ueste bullo ro
...-,.,, .1 1 lr l'->..iro Vni. a datribuio-ac
b o.ieiu a |..iba n 19
i-M/. Im fJert' ta Baha Orara pu-
l -..ao i-ceueiuoa koiii- o o. 2 O Hl-i aum
. I eetr :
I H apnal de caridaite Clnica .1" Dr. P.
un a An- u*aaa*a .a mi 'h. ,.- ,.ii-. : ligad-i-
r .i f mora* ir- a>. i* d sal.; aasasV,
II laBuoiugia rn-.l-N la M.bie a r gmera-
u j i| .i'ii.ela -Ja" cuuiiie alie, n.-lat d mi
rob..... febre aBaieila. Pe Dr. Dasmigue
Pie re.
111. Kfvieu de fh>ni c> bi.a-Bji'a P*4BVisB
e a viaanma, 01 aic |.-e r.l.v rico- e arfiy-
logie 1- lia- M AriaaiMl UalRiei. (t a*, oa
.a-/5h8)
IV ropkylaxia wteraa eoaira o rb itera.-
*arcer o-<*..lo 4 .M-da.te -'aa leiMji Ba!
.lie .|^ Ci<5 ,, p,-la C asiaisaao do eb-le'.
V. ba visi ia iiupr. na ana 11-a.I.
ala o,a-cuir. 3 Oper-^4 d- 1 u-om 4 Sape-i4aa oWm-teaBi.* eutanemi.
VI B.oiiographulb.a>a de d utoraaaeBto,
\aa-aibe-
su.leauda na Paculdade de Medcala da Babia,
no anuo de 1885.
VII. N-cjoiogio.Bario de .laceo.
VIII Nit'ciano.I. Vicailedo B*m Bebiro.
3 Aaaociacao interuacional auti-epidemica. 3. u-
bUeaco-s reenbsda.
Bnvenenamento-0 Sr. Henrique Brenil
conaui fr-.uc.-s, uuui au* familia, paaaarsm duraut.
a nmte de domingo para > gunda-f ira baatant"
ioc .uua dados, oou> dores uo estomago e Tumi
na
Chamada o Hr Dr. R-ymjnJo Bandeira, medi-
co da Casa, bontem p-l ui.uhi, deelarou que ha-
viaua sido enveu- nad >s os doeirtes por arsi-uiro.
Levado o !* ao couhei-imeiilo do Sr. ch fe de
polica, pi-ovid. nciou este m ordem d> acobrir se
quam ja o cianinoso, mandando taub m ex.iai-
ui-.r ua doautes pelo Sr. Dr. Jo de Miranda Cu
rio.
D- sconfia-ae que ama cnainheira, qae ae retir
ra
poi de aervir o
j.ntar, nae estrauba no enme
(Jua 111 uma eat em perigi de vida,
^ocie.laale auxillw luraMoje, 1 h .ra da t-r le a no e oficio da
Associacao 0 .mmercial B.-n. ficente, re .lioar-ae-
ha a aeaao sulemuc da Socie lade Auxiliadora da
Agricultura.
Ao couvi.tado, al 'm doa socios de qual^acr ca-
th-goria, ser permntido tomar parte as discos
ooea que fore.n stiscitaiias petos asaumpro? do re-
Uiorio. sendo o pr ncipal lestes o que dia respec-
to naixa do asaucar.
KaliibrleriineBlo (le bnnlioa de mar
noa arrecifef'ooios aiite-bmtein visitar a
casa Je baotiis ai'a nos arre>iffia deatacid.de ner
t ncenle ao Sr. Carlos J is de Med- iros, egt.ab- le
rim-ut. eiii generti que acaba de s ff.er grandea
trausf irmace-, e cba-se melhorado e ampliad..
eiMiauler. velmcnt -.
E' lividi lo em parta era dous pavimentos, do
pavimento superior tem m r--dor uin t-rraco com
varauda de f rro, em todo circuito, para p-aseio e
recreio dos concurrentes.
Do lado do mar e bauhadas psr este eziatem 4
bacas ou banbeiras principis, cavadas na roch ..
acc.mmodando algum ai maia de cem b.nhistas d-
uma ves, sendo todas guarnec las de gradea de
t rro, cabos e curdas para segranos dos meemos
b-nhistas.
Eitas bacas prop rcionara banhos adaptados
4s uecessidades de cada um, isto ondas forte,
menos f rtea e fr.cas.
Ao lado do es'abelecimento ba usa grande tao-
que para nataco, rodeado de urna tolida lado de
ferro.
A cacada que d ingreaso 4 caaa de banhos do
asar tem duas rampas de desembarque, que offcra
c m loda segurauc* e commodidade aoa concur-
renrea.
T m o estabeleciment 18S palmos de compri
m.oto e 65 de largo e ji se ncbam f-itoa ospi-
meiroa trab.'noa p.ra aer augmentado c-.m ouuo
edificio de 150 palmos de coinprim- uto s-.bre 96 de
largara, hsae ..utro edificio avr d. sUuadna
penaes, exercicios,jog ia e eutretenmienioa.
O commo ios do eatabeleciin-nto acham-se divi-
didos assiin :
1 sala particular.
1 s-abinete, id m.
4 quartos, dem.
1 aalo geral.
3 saletas
46 c impart meatos ou quartos para familias ba
ub.atas
44 ditos. dem para humen b.nhistas.
10 espaciaos quartos speciaes, m .biliados para
p- ns.oniot-8 de Ia classe.
b dito* para ,cnsioiu8'as de 2* clasae.
2 C 'Sillh'iB.
4 I trinas.
t aricas, m para mteriaea e dependencia*.
Do 1' de Outubro pr .ximo em lian e o traus-
p rte de pasa geiroa para o eatabe eciment de
tiauhi.a do mar, n.a arr eifea, ser ferto em m
ond uiatimo 4 vapor.
11 bond partir dr 10 em 10 miuutos do caes 22
de Novembro e do estaVle imeiit. de banhos com
os paesageiroa qu estiverem prnee tes ua occasio
te ad- paruda d- de s 5 aa *? horas da manna
e d-s 4 4s 6 la tarde.
0 r- fendo tond, que tem c nome d-/miro, fe
aut.--h ntrui urna viagemde xp riencia, p-io C-
pibaribe aoima, da q isl a.- sabio wm, nao pota -
do, porm, pa-sar alem de Saut'Auna por eataT
baixa a n.a .
O Sr. Cari -a Jos de M'-de r<*J que, cim a'guus
convidado ia a bord' do Iiaura, buquiou os na
P xsagein da Vlagda ena com uin pr .f.i.> e anima
jo lunch, rvi 10 na esa do Sr. cotnroendador
1 a- Kiauae, que a lodos tratou coji a mxima
am a.ii.lal-.
O e.stabeleci nento d banh'is nos rrecif-s cadu-
vs se torua mai- digno da prou-ccao do publico
desta cidade, ao qual pr ata relevantes serv coa.
VI ai te a- Olio fe ele mbro F sein
boje 15 aune-que f .i primulgada a le n. 2 040
libeit-cao d .8 ua'lluros, e 1 auno a de 3.270,
-Itiuci gradual do ele nent 1 Bervil
asurar ale belcrraba O Dr H.
August.. Milet dirigio-nos a acgosoaja inteaessanre
carta :
hueiedade Auxiliadora da Agricultura, 1 m 27
de Sel mbr d- 1886.
Sr* Reaiture Nao ign ram Vv. "* qoe,
na u.llm-. qui.iaena do iuea de \g isto, as pesaOna
que ua E ir pa Central dedi am-.- esp ciaimente
ie dados estatislicos Ac- rea da IU
IDU1.0 saiirlact .rio. inuiiun-ine a Coneideral as
iBc"r"','W p^u**r> I"" rsjaulUdo da safra de
18861887 ni 1 aer4 omito auperiur ao da de lr<85
188 i. Entief .nt o commerc-. parece nao par-
t b ir ete uieu m -uo de ver, poia aa cnrrepiB-
aVstata mmujeiciai d. Jomnl d- Pabrieanli de
Sucre, II-se com a dala d> L ludias 28 le Aguato.
" Bala a. inaua 11 m redo rslava mu to fri.
Sa na. fajsr a perap CtiVadeuina safra abundan-
te, a poaico est .tiatica do assucer pedira aer tida
asar aatiitaitarin, pa os dep sitos vis-veis es-
ta diniui'ii lo x o consanii parece reanimar-se ;
m.s, em pr> seuca de um t> sapa fav vera M. M. 9. Gen h 4 C) e tic uma safra Je be-
terriba. que aprea uta-se como rteveuJo ser a
paiT at b je ruiihecida, e de urna safra de can-
oa qu- .In ia taui m rp ser abundante, ci ae ge-
ra'uirnt-, que prudus r s.- ba muito maior quanti
dada .t as-ucar que a rxigida pelo consum dus
12 meses fuiuron ; e por cons- unre aguarda-se
11 .va baix., apeaar da actual d. preciacao do a;e-
aero. Aa Comoras da semana tem ae limitado as
exigidas pelaa prcvisSes diarias, tendeada para
a tiaixa.
Sane a, por noticias posteriores a 1 de 8e-
t< mbro, qu- a diminoieo dosdep.iaitoa suscitounma
perar ae que a nada tara de augmentar, por aer
frtil e hem paveada gian ie parte da anna, sendo
reconmi-ndavrI a ultima aeecota pela excedencia
do cli na. Pelo contraria a estrada da Babia, coas
o su ponto termiaal m Villa-Nova da Rajaba,
difficiiinente ba.tar ao sea cust.-io, ao paaao que,
ebegaudo margom do 8. Franciccu, absorrer to-
dos os transportes dos genero de exp*tac4o,e im-
purtacAo, nao das s mas marginara a rio e de
seus affiuente na vega veis, ra-s tambem daa reifio-a
visinhas do Cear, Pemainbuon, Piauby, Mmaa e
(J yaa, onde populauio superior de F>00000
altaaa.
> Coaclae o relatono que o nico aieio de tirar
proveit > do grande ,ca*Hi.l eco pregado na es-
trada da B.bia lval-a, qoanto aalea ao ri
S. Fraaeaco. Para este cnVito possne o Ea
lado na Babia os triib <* n cea-arios ao trecho de
ViHa-Nova da Rainba para o Jo s iro, sendo opi
u o do rneenbeiro chefe do pr.-longanaeuto que,
or nao 1 fferec r terreno difficuldadea, pouco ei-
c der de 2.000:0804 a desposa com a preparacao
do ). ito, suneisi. uctura, e dependeucia.
tirada Conde d'EurVaaa o autor do rea
torio que o prol'.ugaueuro deala linba at o p .rto
do l'ao.d- lio, na t s do riuP rahy ia, n-cessidade
subida de 6 a 9 diuh. iros por quintal ; nao tarrcel recmhrcida por tod.s que aeat a ultim i.oroi, que a tendencia revelada por stin. Ihsule su
bida poasa drsd. jisertida cmio prenuncio de me-
Iborainento definitivo ; pas a dimuiuioao dos de-
p..sitos toi p u.-o imp.rtante, como vA-se domappa
seguinte Je M F. O Lictit, que abrange, aJm da
Kuropa, os Estados Uuidos, cuba e oscarregamea
t s ainda n.. 111 r.
Stock Geral {f. 0. Lokl) i
J OMOr*aitt1,J*'> t }f..... 2 2. S 5. 1...... sr a m ^......
Ots f O a* 06 w O"'^ a. m a.o.a.Q.g.aa.a.0, itssasii 9c88?a*? VttTXIsajnjoi SS 3SSo'53 r? i m
CO w S as) ^- ro e. ^1 Aa>uSixie|xa ic^ ao^tpbsoo SlltgSlSaS las
B
-1-1 C i: X
00 at t^ aa 55 3> *.
a procura
duatria do asaucar de betrrab., coarumain pu-
blicar, com resultado da ua ulirmts satras,
as anas previsdes acerca da que aiuda esta aca-
bando de crearse.
Taeti pr vir5-s, bascadas autes de tildo sobre
o Calcul das supeificies plantadas e sobre expe -
renciaa re'ativas ao peso da rata e prop-.rcao d-
assucar uella COutido, anda sao sujeita a Vanas
c.ui-a- de rr/o, poia o re.-ultado d.-riiiitiv 1 da sa-
fra, qaerao paito de vita do teoaim uto cultu-
ral, quer d > industrial, d-p -nd* sobre tud. da tem-
peratura das ansa seinau-s a decorare n at qu-
pnocia do Uuiubm : com ludo, aa-> ellas
basea.Us em iuf ru-c6a tao numeroaaa, que p u
LO differem da re Ji lade e o mappa publicado pela
Casa Dudi'k de W11. C, e Aasateralaan. qu-
mandei a Vv. Sa. e -hio na Revit'a Diaria uo
dia 22 ie S t.-mhro do a mu prximo p asado, v.
nava na tnilhOes de t aelad-s a safra de 188
IMrsS, qne Vw-i de nlkiaa. da apea, aaaa dat
ft'i'HBBi pata mais de 95 mil ton. ladas (meuos de
5 0/)-
a Por sao, julgo que a, resentar algnm inte-
resal, na quadra aciu-.l, quando bbI4 ua ordem dn
dia 11 naixo pref-9 O 1 asaucar, CaawadO pelo abai-
r lam.-iito dos mercados, 0 inapi-a -eguinte, qu.
spr. s uta as previsS s d.. Mr Li ht de M-gd rar
g o rea da actual safra de assucar de beteira-
ba, comparadas fia oa resanadas daa tree Safras
pn cedentra.
B
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r-i r a
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atetSi
2*111
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. Em aawraea d-a deposito qe raaa raade-
j -aa asa sniikdo de toneladas, U<0 provwdaa aaa
.cr.Ud. ir aa-tofr- af aHa.lara* ; -a aada, OuaS -
jando-. coa afaBs*M reWtiTa* ***
Ua* aaaSral-vSwa esa asa 1 loa pOB da I".,*'
r-via. BJieu. a r-? a M, taelaMtre t-rao-
cs, onde nau K ta Cosa rtadttatwito CBilarai
Fai p .r tanto a diminuicio apenas de 73,715
t >Uc|dflg, isto p uro maia de 7 /
P.lo Ihes Srs redactares sediguem deacolher,
a presente ua Heuietu d Diariodr amaubie agra-
d co Ibes desde ja o b... 4uio.
S-.u c-m estinia de Vs .18. arenlo venerador '
.brig.do. Henrique Augusto Milet, secretario
geral.
Ipprehrna Isas porta aa tePelo res-
p-ctvo subdelegado du 2- dial rielo de S. Jos fo-
ram apnreheadidos ante houteaa 4a 8 h .ras da ma-
ulla 37 barra com p iv ra, tt-nde caa um o peso
de 25 libras.
0 facto e deu ni aruiasem do Bal o. 277 4 ra
I penal je cojo e>-t-beiecmento dono o Sr.
E luardo Jos de Mello.
A autoridade cump tente proceden nos term-s
da le, e tendo maulado os nenc -nados barra
p.ia .. paiol da olvora da Imbrribeiia im orna
.-ano sucC'-di-u que esta lomaudo agua, fot so
fuml rom toda a carga
IgrejM da MolededeHj. fas. m lTOan-
.1 s (.o-tul C ll cola a primeira pe.lra da Igr-ja
da S rec|de da f.-guesm d Boa Vista e por isru
h .v.r missas pelo rep iuso eterno do doadur e
tuidadador da mesma igreja Eus bio de Oliveir-
M nttiro e pad e Antonio Maiioel. EUtar a
Igrej em expoi-ici'. feudo 4 11 utr iluminad- in
t Illa e ext> nomelli para a-r aor ciada a pul
tura do dertor Enz bi de Oliv.ira Mi.nt.i".
Kia lUnaliaO p.uueie ingles Aooncagua
coo.luz para .s p rt b do siil e do Pacitic 4 '2
pasaaeeir.-. 4 .1 a quaes embi rcaram oste porto,
ttlatseiroU p.quete icii.n-l Purn ui'
i.- p rtos d.< Mil as voniffias scguintes p 1 '
M .uoel Martina Piusa 2:
P.mandes da Costa P. I:2d9*l(l '
r. rreira 3nimira s 01 C. 15)1410 0
Eugeni O Gao he 1(ni4iMX)
P"ain.-iiltt Je laapoatoaNa quinta
te ra desta aemana, 30 deste 111. z, termina -, itn-
iir .rgavel nenie, uo Cousul-do Provincial a c -
nrauca dos impostos e o da dcima, sendo aqael-
rea m a mulla de 10 /. e o u timo com a d-
6/.-
Oepois daqoelle dia aero c bra los con-, a ..ult>
.le 2li /. os pr mu"" e de 9 / u segund >.
iiririlkde PlillOBMallee Eata curpo-
ravSo, fun-iad. eutr. oa ait.uin.ni do Ion 1 tuto Phi-
lu 1.tico, tunec, uou no da 25 em seaaao ordiua
na.
Poi lida e aem debate apprjvad a acia da ses-
aio ant. cede..te.
Em argida te ve lugar a disser'acio da t ese
(j iaes os principa ea plan, tas p lo consocio
Man.I Arauj -.
P.i sortea 1 ehronista o Sr. Martina Ribeiro
! i-nlunlaa purluiuriaa |lr Liab -
recebetBOH e aura lecem.. o a. 6 dest 1 clcei|. nle
revista illustiada, qu-- est4 no 4 auno dr xiaten
ca.
oi-ledail.- Vsale tata airo le M-lem-
B>ro i^uua iiioc .- fuiniaram uma a. ci- oa o.-
. aunante en ja diieclona fie u a-eim orgausada:
1 rcsi.iei.iiDr iaii-l (Jareta.
Vi(--(r a-duleAt'c.d- Andrade.
! mar sari"'TJ iph k. Cav .Icaute.
* aecp-tari =Ag pil-j Maciel
lli .0- rVlarciouiil Pt ir. Ba.
Vic-'.rador*'ar nho Palean.
Ihes uieiro L.cerda de S. usa.
l'iOrnrad.rJay.n e Barroa.
Nlaaia eaiiiMila-N. quarta f.ira, 29, a
111 a iege.10 a da iru an'lade 01:8 alllla^ eiecia na
niafiiz do Corp- balito du Recife, manda c-lebiar
Aa 9 boa do na, un.a lii'rsa ca ada a* u Pa
dr. e-i S. Miguel Ai. b. ojo, e 4 7 laaraa Ja uoite
bavei4 lailaiiirm i-a tdru a do entume.
l.e >uii\ru MimarD< Paria re.rb moa
.. 11 7* de,i. h Un u a-iario, p.litrci., lnlerario, in-
duatriai e c n u-cri-iai.
liara., terree alo norle-O Jornal do
Cumtmrcio da 61 'e o4 esta a..'K- a :
1'-11.10 aceitado do B.iiiisi'li da agricultura a
incumbencia gratuita de .studar as e> nnico s
I. clm'Caa e ecou- aica da viacao frrea de ln.it',
v d. indicar a providencias qu poe.am cncirer
para o augmento da renda daa ir> daa pela coi
V-111 nle ni lisacAo d s rea do 8- I" e da p pola-
ai acaba o tSi Di. JiiS" Marlma da Silva Coiiti
o Oe dar > ata aa u.rima mcuuib ncia m rela-
t. rio preiiniinar, que nos paiece di^no de mspi
iui vivo iuier-88P. A aba iapirlbiicia da mate
ra, JA eui r< >av4 < a..8 n.teiess. 00 Estado, j4 m
retardo ao denenv. viliien'o de exteu-aa zona,
1 ai 11 biu digna de ati nc4o a- ubaeivavOea une o
ulurtrr pn firsi. ual dedusio da aeu exaiae. Indi
car im s a stiu.ina de lava obse vscoes.
O pr. long. meuto daa estrada oe ferro do Re-
cite e Babia ao M Franciaeo, o ta estrada Conde
u'Eu para < p-rto a- CabdeHo r a romiliracaoda
.irada d- Nial 4 N. ra Cia pelo valle d.. Ceari
Vlinu, d. viam tumstituir 1 bjecto de eap-cial ea
tu Jo, u< a term.a da recimmendacio do mmiatcrio
da ag> cultura.
Qu .uto au protoag a agento daa doaa pr meiraa
lii.bai., r. t. Iv. a .. g vemo imperial que o da es
liada pro.-ed. me da capial de HorBaBboeo tr-
aain em Gari.i.ama e o da estrada procedente da
.apilaI da liaba, en. Villa Nova da Hadaba. Na
lo.ka de Peman.bueo c- ntam ae. do kV ei a Oa-
rusMun, 269k.7S9, .ead.. 124k 739 da estrada ia-
gleSa e 14f)k do pri'roOgau*nto qaje ea'4 arado
cun4ymiVi pelo Eat alo. Na da Babia de 455k,H40
a das* oviajeut9 I. tal, aeaoo lMk,ld0d rtrd
lUgNSSa e 8at2k do prolougameiit.' EslSu coostra i
I. ua de Peruaubuco attx%.a9 e Ba da bVhia
455k 3*1, leudo alada V veaeajr, a ptiieira 473k
e a seganda a pana a 182k pama aduaBaasniB O rio
eV. FraBMa.>.
Eucende o Sr. Silva C atiabo qoe a liaba de
ie.n visitado a provincia. A despesa precisa a
este prolongamento, cumurehendido o cuato de
um m Iho de madeira uo Cabedello, ser4 de
618:5n04U00
Olir. -ilva Coutinbo considera urgente esta
obra, 1 atendeudo que. alm de suas incoarestaveia
vanlageas, l traf-go d.. proiougamcuto dar.4 r nda
rufficiente 4 remuneracao do peqieno capital que
11 lie ter de ser empr- rdo. O casto da c.mstruc-
cao ser muito menor do que o doa melhorameutoe
do ni.
Estrada para Cear MirimA juiao do Dr
Silva outiuh ser pr- fenvel c nstruu- uma es
trada direct. da cpitai do Ri > Grande d Norte
ao valle do ear Mirim, do que o ramal proj cta-
do na liuha do Natal 4 Nada Crus. Ao paaso
que o ramal dever4 ter 42k360, filado o s- u
capital m 1,417:5 04. a estrada directa ter4 ape-
nas 35 kd m tea), nio devendo o aeu costo exce
oer de l,f93.70t'40KJ.
O valle d<. Crr4-Miria., diz relatorio, a
regiu mata rica e pioduetom da provincia. xis-
tem all 46 enuenhos, sendo 25 movidos por vapor
e 21 por animaea, com a produccao aiinual de
lOz.OOd saceos de assucar, ou 7,650,0(;0 kilos. Sem
cultura aclia-se anda uma vasta superficie que
pode ser 1 proveitada c m a plantacao da canna, al -
?odo e cereaes. As trras sao muito f.-rteis, como
sabido, desenvslveadu-se sobretudo a canna de
mo lo adunrav I. Os inai res engenhos fabricum
450 a 61.0,000 kilos por anno.
Iosistiudo na necessidade deste melhorsmento,
pondera ainda o Dr >Hva C .atinho :
Por falta de estrada de ferro na > foi ainda
fundado o engenho central projectado m-sta lucali-
da.'o (C'-arA Mirim), e 08 lavradores luram com
grandes difiiuuldadea pura o transporte de appa
relbos e machinas pesadas, sendo qu por este mo-
tivo uo em ido maior o deeenvoivmento da in-
dustria, tirando-se man.r proveito das bd condi-
i s de zona tao pr -xima do mercado exportador-
Todos os Valles que lemoram ao sul da capital,
cortad is p. la estrada de ferro N->va Cruz, isto ,
r'itiuili, Cajupiranga, Trabiry, Baldum, G..yau-
niuha, Oat, Curymata, orodus- in 96 50J sacc is
de assucar, 1111 7,v37,501 k los; isto mrnos de
que prudus r por ri vall>- do Cear Mirm.
Sem r. zo deu-se preferencia 4 li iba d 1 sul
para o rstabelecimeuto da estrada de ferro .la pro-
vincia, considera nd--se em segundo lugar a do
CearA-Miriin, que tem s-.bre aquella a er-nde van
tagrm de produzr maia e ter uieu 8 86 kilmetros
de perciirso.
a C- m estes predicados, a linha do Cear
Mirim aar4 renda sufficieate para mauter-- e
pag r os jures do cap tal, pouco tempo i. p .is de
c .uolruida. O aaitmento da pr..duccad e do com-
mercio pela conatruccao da estrada comp nawr
l-rgainente e pegueno sacrificio que fizer o Estado
com ate roe drame-.to. 0
liM-omnaliliiliilade.A> presidente da
pri.viuria d.- Piauny expedio a ministerio de jas
tica o a. g-iiute aviso, Com data de 17 do Correte
ii.cz:
Em t-olucVi 4 duvida suscitada pelo juis maai
cip- I e de orphos d>s capital no .ffi jo que por
copia aeojipaiihouo dessa presidencia a> 5!) d .n-
ludo, declaro a V. Exu, que 4 vala da duutrina'
dos vis s 11. 180 de 3 de Juuho de 1867 e n 6 de
3 de Juuho de 1873. man fes ta a incanpatibili
dade na accumulaco dos car os de juis municipal
e de 01 phci.s o leute de ge .graphia e bist..ria de
Ly .
Conulta.-A' s.-ceo dos negocios do impe-
rio d-. cooselho de estado, snrvinlo de rela>> r o
Sr. c.n.-e'heiro JoSo t'n Vieira C>aaauad> de
.ai 11 i robu, determin.'U-ae que Consulte c.rns- a pare-
cer, vista d s papis que se ih enviam, sobre a
seguinte qnestao :Seo vereal r .1 q atrienmo
iu'- find- p ra o iiuatrii nuio que c ro ca a 7 de Janeiro de
1887.
iiia.-ipllmi militar.Pelo ministerio da
-nai inha fot expedid 1 a 10 do correute o a .guite
aviS'-:
Il 111. e Cxro. Sr.Couvind unif irmisar as Ma
gi aa ie iliacip-ina militar, d termina o govern >
iu penal que se ubserv m na armada os avisos
j4 rp.-didos para o ex-rcid sibre puhliu coas
t-ilaa pr milil-res na unpreoea, at que eata
materia, -ij. d fi.ittiv me-ite julita la Deiis tuar-
d etc. Samuel WaUaot M'to-DoweU8r aju lau-
ie s-eiier >l o.. -. m 1 .
Naai alaci eras asoaee da arma,
ilaa.A>< Sr. .aju.lai.te general da arma-la foi
ezp dido pelo mimaterio a marnba o seguiute
aya >a 10 do crrente :
I lai. e Exai. Sr.Faga V. Exc. coastar em
ur 1 ai J" da desse quai'el general que a 11-11 hitan
1 fl i-I ou pr-.Cas, -eja qual lr sua gradbaco,
ilciio promjver, singular oa collecttvamertt m-ni
f'atac rom qaalqoer naiuresaepor qualqu- rurdu
1 m 11 me da aras .la uaci >aat e ian,#rial seta previa
aut risacao do g v- ru, uoorreodo em uevera
r.-prerB-nao qu II ana pr .ceder itiversataeure
:>--gua Mac Ituwell.
rsxa aildlrlanal ale S "/.Do miaist. rio
da fa end aulicituu oda agricultura eacUr Ci-
ujeui s quauto ao modo de ser. flP croada a a> bran
ea da laxa ad-iieional da / sobre a do trae.-
P itc, que nec d-d- n viaa f rreus.
Exi-rcino de medlrlna no Imperto. |
C ni- deu si lie nca a K.-uben Ce ry, d ut
em medicina pela uuiversidade d.- Geo.gai. wn. no
Estados Uuidos da Am. rica, para exeicer sua |
profiaso no imperio, imiepeiideule de quaiqu r
(Utia tormalidade, visto ter provado as condied-s
lgula no arr. 41 n. S do regulameuto a;.nexo
au decieto D 9,564 de 3 de Fevereiro do correte
iM
temado braallelra. No archivo do sena-
do e sobre a d.receA-i d>. Sr. conde de Baapenly
foi ergaotsad um trab..ili- de imootesuv. I intr-
resse para e udu da oossa hitona parlamentar
e com apecialidaue da do s- n-do.
E-ie -raba.ho qoe acaba d ser imnress" uro
Noticia dos senadores do Imperio do Br-ai' desde
1826 e dai o. currencia c-neernenteH 4a respecti
vas eo 11,-5 s. asaimcum. d pr Bidentes e vi es
presid nte d" sead detde 1826, das reg.-ucias
reg'ntes do imperm; dos ministro.- e secretarios
d. estad" d.de 18 2, d a eonae beim de .alado
de.-d* 182ia 1834 e d. 1841 en. di-ute.
En. iilra..e u ata utila grai.de copia de
inl.ouihco s i-oll tfidaa mediante paciente ir.baih .
e que o atuuem valioso aoxdio para o hist riad r
pul lien do pBIS.
Ferro la de KiibralDe> larou-ae au
diiec or Ui 8t ferr-. va qu tendo mi" ch m ato a
rala 6rte, por I.J-cto de rvico. o eug. -b iro
Jos de Crvalh Almeida ataread eageuheiro
residente d8. uip-miar cuu ulaii .amoit a luu
dauu. lie m.diaute accreac'mo da veuci
Foi juis aauuiciBal doa ermne da Pronta
Analia, na provincia daa Alago. 1. juis aV- Ji
daa coma re a de Porto Calvo e do f warar a
asi'sssi provincia e da roawaroa da Cark-e
da Babia, e cieaeaibargad.ar da eta^aVa Oc aVI
cargo em qoe toi Bposrutano a sea p-nido,
Na pilitica de aoa prcviiotia natal
de Aaadia oeeup- u piaici" aali. ni ; irado al
eleito para reptes. iiTS.-a oa iko.-ra
nados as i.gija taras da 185U a 1885. c< a
as inlernipcoea e i pa qae tul di
Setembru do aan pasea lo.
Aifro altor Mctiv.., lutetlic-ntee eaapieVa
d.'ix> nooe co ih cid r x tapie o-n.bia.iu aa 1
cultora de sua proviu.-ia a. ua. eug.uk a
di .-y-teina coiiimuin. Bao i.uaid. lad aau4
a prov acia, pela boa erV w ao ti abala,
peif aco n fabrico.
Ni iltnaoe diaa de aoa vida, a. as a|
vinciau a aartaaB) de ram Ihe por 1. d. a ao
as mais sigmficativaa proVt d. misada, aaatimms,
e gratiil....
Era cfficial da ordem da Rosa, a
Kepubllra de Bllala Na daa C
Agoatn abrio-se o roKgrr*! b liviano na ada
d- Sacre, capital offical da re, uhlica O
ejote Pai-h CO, a falla C D que abri a
parlam- ntar deelarou qne a oiaem | ul.'.ca a
vou-se sem alteraco e acha se a. ndaa.en:.- gal
tida maniendo a Uolivia suaa retaque de ai
e cuiiim.-rcio com as naco- s ettrangeiras em f*
feta hannonia.
Chamou a a Menean do congreaso para os se]
mis n taveis da tus ailminirti-ci e asa-edad
que CO' vem adoptar para garan'ir o pr. p.r.-aa 1
-epubiica, e esp. ciaimente para o deseavolvii
tu da ana Tiscio:
O ministro dos negocios estrangeiros, lata o I
Carrillo, no relatorio que spn sea ton, 0.11 evad
circunstanciada dos actos do miniatino in
go e participoo o estahelecimeuio de Irga^r ai
todos oa estados vizinh-.s, o Brazil, f'ti, Cbiso,
K.-poWica Agentiua e Paraguay.
R ferind -se ao Brasil, disse qne, em eajaao-
qu'ocia da cadueidade lo ti atad., o lebrado em XaT
le Marco de 1867, incombio o Dr. lasa Fran.aaa
Velard de representar o givino da RepubltB
peraate 8. M o imperad-r do Brasil, mi-ai regata-
do o especialmente da n< gtciacao de uin novo rrav
tado deamisade, ci owrcio e navegara txjaa bas-
ar o w-eaano niaistro j leve uccasiab de aprasaanaj-
t.r.
Trataadi da airo-jada conatruccao da eatrasta
de ferro do Madeira e Mamoi, ictatou o sf- rasas
empregadoa por parte do Brasil para a. u criad
tuvoravel dispoaicao qae rxiale para 10a exate
c3o. R. alisada esta grande ea.pr.sa, d-s o ara>
pectivo relatorio, anann.-ia se uin lunin. pr. r
para is intenases Commerciaes do Biasil e da
livia e ficar resolvido c problema rln aea
eneraudeennenfo, e em aitigo editorial,;
..fficial, Los Debates, r.con.mendou ao eongm
mramo asaumpto, cmaideraudo iav-ratita
urna proposa, apresentada ao g.verno da Botiasm,
para o estabeleeia>eaito da viucae fluvinl e tu
tie em esaorauait-acao em a via terrea br
Madeira e Mam-ir.
liaana ebegado o r-preseataale do gavera* b
z'leiro, Gurue do Amaral Valente, geialm- ato 1
timado na Bnlivia.
Celioea.Etf ctuar-ae-bad:
Hoie :
Pefe agen-e Pestaa, s 11 bcras, no rae
Vigario u. 12, de predios.
fe o agente into, ao meio dia, na rus do M
qnes de Olinda n. 24, de instrameutoB de
nharia
Pro agente finio, ao meio dia, 4 ra d" Marqsaa
de Olinda n. 24, de faza-ndaa e geaerua V a>
tiva.
Velo agente Modesto fopiisla, 4a 10 e aasaa ata
ras, 4 ro- da l'euba n. 2>, 2* atetar, oe novele
Pel> agente Brko. 4s 1 e 1/tboras, aa raa.dk
Praia D. 43, de iu..veis e tasenoas.
Amaubi :
Peto agente Bmrlamaqui, i a 11 horas ao lasaj
do Col egio junto cau.isaria, de movis.
reto agente Brito, 4s 10 1,2 horas, na ra W
rota n. 104, da arma ciu e geaerua all ejtmaoa
'es
Hiaaaa fanebrea.Serio celebrados t
Hoie :
A's 6 horas, na mstiix da Cabo, por alma de W
Joanna Mara Caanpello.
PaBaxelroCbegadoe dos porto fe ai
no vap r nacmnal Par:
D. Anna d s Rei-, 4 fi boa e 1 criada, A. Cas
rea do Amaral, J. Corma do Amaral, Ciiaseesaa
de Soasa. Joaquim Jos Kam-i Flbn, Anhar
Mattos. Risalina Maria da Cuuceicn, Ignao
Prancisco Aro-no. E. liuimarlr. Ag ai ti abo Jar
quim da Siiva, Ji-s Luu, Joaquim Pereaa Hat
us, Jos. phe Lattan, Oreti T- mingle. fr
co Costa, Mano I Prarciero Cavsqiiinbi, Pr
co Je H Oavalcanle, Domingo* Laura. Di
To-res, Manuel S. Oliveira J.a- An umi
uien o, Francisco de Paalo Albnqaerque, Jo
Duart- Pendra e I ex praca do exercito.
Chee los dos mesm.'S portes no vapor bb
ncan 1 ^dtiotice:
Jo- C -ilaco, sua mulber e Antonio Paria.
Ch.g.dos da Europa no vapor ingles Ada
eagua:
Jaymes Jh nsnn, Miss Mary A. Jb son, '.
Ponnan A'tre lo Giiimarea. .-au.nel J-n-a,
.S. Jone. Willie Jon.s. Manoe' P. da F
J .hns t K n, Gaiseppe J.-ueiii, Pedr. Cas.
fani. B ruardino C ata, J P. Fidel Daniel Pusi, P. Beneddo.
Sabido para o sal no mesa vapor:
E J Reirn, J. n Alvaro.
Eioterla de edrle Ea a lista doa aaa
roa mais premiados oa 4.a parte da 43.a tote
199* ,ar. .. hospital da Santa Casa de Masera
dia da 1 i-re.extrabida 4 17 d, cor-sote :
najaos os l0u:0uO4U0 a l:OUd4000
ccoes daqu. lie
ajieiit...
Maro Je Anadie -Sobre fallciiro mt-i do
Bar4.. de /n-dia d.a o JmmtsX to Commercio da
. orte e 8- guinte :
Segunda O telegrama recebido da pr. vi ocia
da Alag*.a, fallec. uoseo tiav'iho di 81.010-
Ayiesna comarca 1.- CaB .ng-He, o Dr. Man- I
J .qniu.de Mendouea C to-Braue Bardo de
Anadia. ,.,_.
Nascido em 1820 na pmviaea de Alago-"i
estad aefr o corsa de bumaiidadeana cida-.r Or
Olinda e taatrieolou-ee em 183^ oa academia d
direito da B MW cidade, a {I *e Cou.-rio em
1839 o grao de backarei eso BetasKtaa aociaea ;
jnndica.
. Apenas ftirmado eoostaa a carretra diplo
mati-a, aerrinilo em Lisboa oa qua idado de
memoro do corpo diptoamtico, eme do 'rea naos
e dorauta eaae tasepo gr.og.ae a e.'iasa o ccaai.
d. racio da a.U aaeiedade liab i>w pelos
elevadla de aeu espirito e de eeo co-c4o
4773 10li:*4
9t44) 2O:0aV
3318 6HHW4I
743 2:(aafnfA
18245 . 2:is5at
39.TII 1:0QMI
t867 l:taa.
6'6 v.vmm
6878 IztUOM
7962 l:i*3esV
Ii50 AfTBOxniaoBas l:U6aav
4772 1:(004>
4774 .-ooor
9i39 004
9i41 rasmioa oa 5004 6U04
2013 44 728 l(M>0 12*61
fciM 6284 9439 11'07 13270
35-y 7234 1(1063 llr-24 PKBMIOS OB 2OO4I W 4
20 4.Viri 7-il2 92i"i 12
8174 4934 8o47 1(43 12847 /
ol 53S0 S637 11x52 IZM91 '
ktae] 5414 *> 11563 13095
3665 6221) 8H61 11>75
r anioa oa 10O4UU0
7 254 67IH 9*U 119-15
179 H276 57*) 9358 1 .309
5<9 3621 6147 9761 12342
2721) 3677 67.* H'IS 1*347
lt). 3 .1779 6K49 1(1467 12371
11 US 4.>i 7"l '0718 I2M68
1 -y 46M7 824 10989 UM 9
MU 5U3 K3l7 II76H l3l:'>7
17 t 5281 s7| 1775 I37:>4
23 1 5336 S8.'i9 1I8i6 13I2
la prOBlBi.ie-Qi"Oto-aWa
11.e O di. Se OllatlHi l'|
R greaaaudoao Bnm.l nedio demiaasoamoajetie tffKtUu^M)f ^^4 exirabsaa brov
Peruanibucodavei. arar emtaranhuo, podendo e-' cargue de-iicou-se a oarreira do asagtotratara
Caaa le ll.l.-..aoMovimeuto doo t
SOS d d.a 6 de Sel. II lili
Exista.. pr.aoa 317, entranB 3, aak.
.1.1 m 18 I
A Balas.
N.ciouara, 283. n.uheiee i. aiiaageiro* t
cea vos eiii..in lados 5, (.r cs-sd.. I, dno do
rc-ca 11 Iota 1 31o. _
Ana-..a toa 278. ende.: bre tan, d aaotaa 1
T lal 27S.
Nao b uve ali-r-cs" ua enf imaria.
...la- la di
do rren e, ao 1
da 1 ota-ru braa ra-io Oa eao'a Casa
Wiaerie rdia do Keciaj. pete O .va piano Bf
No c-.iisisli.rio da miela de > aaa earntada
(Jnnre.a- d.a. Milita.- a.ra taila OXtri
pelo aV-t.-uia da machina Picho
Lotera v 8 p 1 te da I* erne do pn
cia, e.n beuetcio da aai.t- de MaaBaat
du rleeit pelo 110T psau -. cnj.< pr. o apa*
IrWrOitKrOOA). -* -' h"' H* ***
to, nliuCipiando a eiiiacv o al aael 01a.
Os ..lbete aebau-'s. a venda aa Sd
ana, 4 rua "rio larca i*. _
Lotera ftalreerdtearse J.
mm Q 4 rUln.no Tliaii daa 4
d. ata imp n-ne r.-ria, coi
msu
j aya


m
vmiiu w reruaii.hHco---Tcrgn-feira 8 de Setembro de 13S6


Aabam se expoetos venda os reatos do* fci-
IM na Casa da Fortuna roa Primeiro de Marco
a, 28.
osera do miA 8* parte da lotera
A 886, do novo plano, do premio de 100:000^000,
era extrahida no dia .. de Setembro.
Oi bilbetea acbam-ae & venda "na Casa da Por-
Ssma i roa Primeiro de Marco.
Tambem acham se venda na praca da Inde-
aendencia na. 37 e 39.
botera da corteA 1 parte da 2 0 lo-
tera da corte, cojo premio grande de 100:0004,
era extrahida no dia 1 de Outubro.
O bilbetea acbam-ae venda na Casa da For-
tuna roa Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acbam-ae venda na praca da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
botera de Haeet de OOiOOOMOO
A 9* partea da l'! lotera, cojo premio
grande de 290:0004, pelo novo plano, aera ez
Sabida impreterivelmente no dia 28 de Setembro,
ia 11 boraa da maub.
Bilbetea venda na Caaa Folia da praca da la-
dependencia na. 37 e 39.
Tambem acbam-ae venda na Rada da For-
tuna roa Larga do Rosario n. 36.
Preooa resumidos.
Vaiadoaro PublicoForarc abatidas no
atatadouro da Cabanga 85 retes para o consame
4o dia 27 de Setembro.
Sendo: 68 reaea pertencentaa Oliveira Castro,
4 C., e 17 a diveraoa.
No meamo estabelecimeato foram tambem
abatidas para o consumo do dia 28 do corrente 88
reaea.
Sendo : 72 pertencentea a Ohvei -a Castro & C-,
el6dversoe.
Ceaaiterio publico.Obituario do dia 24
t Setembro:
Mara, Pernambuco, Boa-Vista ; fraques* con-
genita.
Ooame Jos de Paula Lopes Neves, Pernambu-
ao, 53 annos, viuvo, Boa-Viata; ictericia.
Capito Miguel da Fooaeca Soarea e Silva, Cea-
ra, 74 annos, solteiro, Boa-Vista; gaatro inte-
nte.
Arnaldo, Pernambuco, 32 diaa, Santo Antonia ;
sateralgia.
Coame Alves Beserra, Pernambuco, 46 annos,
tiuvo, Boa-Vista; hcmopfyse.
Joaquim Feit >sa de Mello, Pernambuco, 19 an-
nos, aolteiro. Boa-Viata; tuberculoa pulmonares.
Isabel, Pernambuco, 7 dias, Varsea; oonvul-
Ses.
Edberto Bollo, Pernambuco, 20 annos, solteiro,
3raca; tuberculoa pulmonares.
Cathanna Maria da Conceicao, frica, 54 annos,
soltelra, 8. Jos; tuberculosa.
Maria, Pernambuco, 1/2 hora, Varsea: invia-
Mlidade.
Maria, Pernambuco, Boa-Vista; aspbyxia do
ftrto.
CHROHICA JUDICIARIA
Yanta ( ommercial da cldade do
Reelfe
ACTA DA SESSAO EM 23 DE SETEMBRO
DE 1886
raaaiDEKciA no oxa. sa. coiubhdasob astowo
SOnSS DB MIBANDA LBAL
Secretario, Dr. Julio Guimarat
A's 10 horas da manh, declarou-se aberta a
sessao, estando presentes os Srs. : deputados
Olinto Bastos, commendador Lopes Machado e
inpplente Hermino de Figueiredo, faltando com
participacSo verbal o Sr. ieputado Beltro J-
nior.
Lida, foi approvada a acta da precedente sessao
fea-se a leitura do seguinte
nan
Oficios :
De 18 do correte, da junta dos correctores
testa praca, envianda o boletn) das cotacVa of-
ficiaes de 13 a 18 du correteSeja archivado.
De 6 do correnta, da Junta Commercial da ca-
pital do imperio, acompanhando a relaco doa
sommerciantea que ae matricularan) em dita junta
no decuiao do mt-z de Agosto ultimo.Acense-se a
secepeo e archive-so.
De 20 do corrente, de Joo Ramoa e Adolpho
Suedes Alcoforado, declarando que nao podem
aceitar o cargo da commit sao de fiscal de contaa
da companhia de trilhoa urbanos do Recite a Olio-
ja e Beberibe para o qual foram nomeados pelo
ii. eommendador presidente. A' secretaria, para
36 fina convenientes.
Foram distribuidos rubrica oa seguintes li-
nos :
Diario de Gomes de Mattos Irmos, dito de An-
tonio Rodrigues de Sooaa dt C, dito de Carlos
Lourneo G mes & C, copiador de Nones Ponse-
ea A O, dito de Silvrira A C, dito do London and
Braailian Bank, Limited.
DESPACHOS
Peticoes :
De Joao Christisni e Thomai Ferreira de Car-
atibo, tendo cumprido o despacho pref rido na
precedente sessao, pedindo que seja archivado o
intrato da firma Thomas de Carvalho & C, fican-
te ex-socio Thomas de posee do estabelecimento
de calcad.s eatrangnros ra do Baro da Victo-
ria n. 10, e do activo, e obrigado pt-lo passivo da
estineta sociedade. Archive-se, na ftma da le -
Do Visconde de Itaqui do Norte, para que se
iacam notas no registro da nomeaco de sena cai-
xeiroa e na propria nomeaco que presenta, que
radon o seu esenptoro de commissfes da ra do
Coaunercio n. 11 para a praca do Corpo Santo n.
9.Na forma requerida.
De Jos Theotonio Domingues, subdito portu-
gus, de 30 annos de idade, domiciliado e estabe- j Q
Keido com sua caaa de c-immercio de molhadoa,
sor grosao e a retalho, ra de Santa Crus n. 9,
'eata cidade. para que se lhe conceda carta de
eosamerciante matriculado. E sao atteatantei do
aredito commercial do impetrante Jos Manoel da
Veiga Seixaa Fiiho, Joaquim Mauricio Goucalvea
Sosa e Joo Jos Soarea do Amara!.Adiado, a
seqaerimento do Sr. depuUdo commerciante Lo-
pes Machado.
De Autonio Jos d Siqueira Prazeres e Jos
Marianno da Fonaeca, para que se archive o con
tracto de aociedade de capital e industria, que ce
lebraram aob a finta de Siqueira Praaerea & C
Oum o capital de 22:2924655 para o commercio de
fasendaa e ootros gneros a villa da lmperatris
da provincia das Alag6*s.Seja archivado.
De Saltar Irmos 4 U., para que se registre o
crdito martimo que apresentam do custeio do pa-
tacho Urano. R gistre-se.
Do Bario de Prtrolina, para que se registre a
nomeaco de um caixeiro, e ae lhe d por certido
o theor do registro da nomeaco de outros seus
esixeiros.Regietre-se e certifique se, depois do
satisfeito o parecer fiscal.
Dos meamos, para que ae d baiza no registro
da nomeaco do sena ez-caizeiroa Joss Luis Gon-
calves Fe reir, Jos Carlos Marinho e Jos Joa
quim Fernandos. -DAjfca baiza pedida.
De Eustorgio acedas C, para que se regis-
tre a nomeaco que apresentam, e se d baiza no
registro da do seu ez-caizeiro Jos Luis de Si*
queira.Na fima requerida.
De Manoel de Carvalho, baiza no registro de
seus ez-caixeiros Antonio Felisardo de Amorim
Jnior e Trujano Carneiro Rodrigues Campello.
Deferid*.
De Vicente Ferreira de Albaquerque Nasci-
mentu, com arroasem praca da Concordia ns. 11
e 13. tendo contratado com Jas da Costa Pereira
o fabrico de cal branca, das ceirss a este per-
tencentea denominadaJaguaribedo termo e
comarca de Iguarass, da qual ser o supplicante
o nico recebed ir ; pede que se registre a marca
3ue aprsente com a qual distinguir esse pro-
neto de seu commercio. A marca em forma de
circulo, contendo a seguinte inscripco :Mtrca
das barricas.Calvirgem de JaguaribeV. N.
Becife.Rrigistre-se.
De Thomas Comber, para que ae registre a es-
criptura ante nupcial e de dote que celebrara D.
Catbarina Editb Comber com Thomaz Robert Fen-
ton Regstrele e pubiigue-ae.
De Fonse^a Irmos, para c,ue se registre a no-
meaco de seus ctiieirofl.
De Antonio Pereira da Cunha, idem de seus tres
estabel -jcimentos.
De Carneiro da Cunha & C, idem dos calxeiros
de sea estebelecimeoto.Deferida, depois de sa-
turVito o parecer fiscal.
Pr.iferio-se o despachocomo pede na se-
guintes peticoes, solicitando registros de nomea-
c5es de caileiro--, de :
Joo Gregorio Goncalvcs.
Miguel Arcbanjo de Senna Santos.
Joaquim Antonio Pereira Bastos.
Bernardino Ferreira Praca.
Martin ano Jo Ribeiro Pessoa.
Antonio e Suuza Bras.
Francisco Cyprino da Silva Santas
Jos Mana Sobres.
Francisco Gabriel das Chagas.
Moreira & C.
Martina Viegas & C
Gaspar da Cuoha & C.
Braga & C.
Figu-iredo St C.
Zeterido Valente & C.
Barbosa & Santos.
Joo Joaquim da Costa Leite.
Costa, Hamos .v C.
Antonio Goocalves dos Santos & C.
Guarqo de Sousa Peixe.
Fonseca 4C.
Pedro Manoel daTriadade.
J'o Beaerr de Albuquerque Carvalho.
Antonio Jos Alves Ribeiro.
Guilbermino Rodrigues do Monte Lima.
Joo Joaquim Alves de Albuquerque.
Maia Ruzende.
Joo Duarte Simoes 4 O,, ra da Madre de Deus
d. 6.
Os meamos travessa da Madre de Deus n. 1.
Manoel dos Santos Araujo.
Julio Fuerstemberg.
Carvalho Jnior & Leite.
Antonio Juvencio & Siqueira.
Jos Pedro R.diigu-s da Silva.
Major Antonio Bernardo Quinteiro.
Jote Duarte Pereira.
D mugos Jos Ferreira & C.
Emilio Roberto.
Valente Ir.no & C.
Jos Vctor Alves Matheos k C.
M^rtmi Viegas A C.
Figueiredo Alves.
Guncalves Dias & C.
R de Drusina & C.
Silva i Alvaro.
Rodrigues .Saraiva A C.
Ferr-ira Monteiro & C.
Ferreira 6t C successores.
Bailar Irmos &.C.
Amo, im & Cardoso.
D. Herraiua Costa At C.
R. ia Loureiro.
Antonio Luis Baptista.
Oliveira Goucalves.
Frauciac i Botelbo de Andrade.
Joaquim G mes Fernira de S Leito.
Viuva Asevedo ft C.
Laurindo de Moraeo Pinbeiro.
Arcelino Lima & C.
Eugenio & Vieira.
Heverino Antonio da Rocha & C.
Joo Machado Evangelho.
Silva Marques & '.
Jos Tavares Carreiro.
Bernardino da Silva Ramos.
Viuva Cunb, Genroci C.
Nada maia havendo a despachar, o Illm. Sr. com-
mendador presidente encerrou a se sao s 11 e
3|4 da manh.
serie C, n. 072623, a qual, apenar d ter aido can-
cel lada, entrn de novo em circulaco. O cancel-
lamento um pouco fraco e passaria desapereebi-
do em um grande masso de ondulas.
E' fra de questo que esta ceduU nao poda,
por meios honestos, ter entrado em cir^ulaco. *
Acbo o facto to grave, que son obrigado a pe-
dir sobre elle as informaeoes de que falla o reque-
rimento que vou apresentar ; e telves esse facto se
prenda ao roubo que ltimamente as dea na Tbe
souraria da provincia de Pernambaoo. Qa-m sabe
quantas centenas de contos de ris nao teriam sido
emittidaa por esta Theaouraria de ladrdes (
O r. Luis FelippeProtesto contra a genera-
lidad.-.
O Sr. Viriato de MedeirosO nabre senador
deve entender o sentido em que fallo. Digo per-
fetemeote Theaouraria de ladrdes, purm nao
poasivel que succedesse esse facto aem que nin-
guem tivesse del le conhecimento, e se se aessem os
batneos que se deviam dar, constantemente. Urna
Tbe Morara que tem empregadoa dessa especie,
pde-se diser que os tem da p<-ior especie. (Apar-
t.-s dos Srs. Luiz Felipoe e Fernandes da Cunha).
Nao quero diser que nao ezistem all alguna em-
pregados honestos ; mas a Thes uraria que tem
empregedos que praticam factoa t> eacaudaloaoa
urna repartilo composte em parte de gente da
peior especie.
O Sr. Fernandes da Cunha Os empregadoa da
fasenda ezecutam fielmente aa erdens do The-
souro.
O Sr. Viriato de MedeirosMas como eu disia,
Sr. presidente, nSo se comprebende cerno se man-
dara retirar da circulaco aa cedulaa de certa se-
rie a depois essas cdalas apparecem outra vei em
giro.
Preciso accrescentar que o jornal a que me re-
feri, o Rio Newt, ama folha muito seria, muito
b-rn escripia, com muito criterio e illuatraco. E'
um jornal desaa importancia que relate e facto, que
urna verdadeira ladroeira, um abuse que est
fra de todas as n-gras, at meamo fra das re-
gras da ladroeira.
O Sr. Fernandes da CunhaV. Eze. dave refe-
rir se a Theaouraria na qual se dea o facto e nao
inculpar urna classe inteira.
O Sr. Vu ato de MedeirosV. Exc. nao ae
iuer entender, e e j nao me posso lser entender a
urca.
Mando a mesa o n>eu requerimenlo.
Foi lido, apoiado, posto em diseasso e sem de-
bate approvado o seguinte requerimento :
Requeir.' que pelo Ministerio da Fasenda, seja
o Cenado informado dos meios empregadoa para
cancellar as cedulaa do Theaonro que sao manda-
das retirar da circulaco.
Paco do Senado, 18 de Setembro de 1886.
Ft'rao de Medeiros.
(Do Jornal do Commercio de 19 de Setembro de
1886).
PIBLIMCOES A PEDIDO
COMMERCIO
i
i
Bolsa commercial de
buco
Pernam-
RECIFE, 27 DE SETEMBRO VE 188o.
As tres horas da tarde
''oiavoe* otficiaet
&etras hypothecariaa do banco de crdito real de
Pernambuco do valer de 100$(K0 a
90/5UO com juros ada urna.
Na hora da bolsa
Vendei aro-se :
46 letras hyp ithecarias do banco de crdito
eal de Pernambuco.
* U presidente,
Pedro Jos" fiuto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
senador Viriato de Medeiros
e a The o tirarla de Fazeoda
de Peraambueo.
PEDIDO DE INFORMALES
O Sr. V ralo de Medeiros- Sr. pre-
sidente, minha atteuco foi chamada para um ar-
tigo pubiicaao em um jornal que tem sua redac-
cO na lingua inglesa, o Rio News, artigo cuja
tradueco a siguite :
f Na occasio em que iamos para a imprensa,
foi posta em nossas inos urna cdula do Thesouro,
das que tinham sido recoihidas, do valor do lUa
\rtit* i'a*vN*QK -.el a 25
dem de 27
3l:3b*tb0l
510*310
32:169cl4
.-LTKRAGA0 da pauta
Para a semana de 27 de Setembro a 2 de
Outubao de 188o
Algudo om rama, 3i<3 rs. o kilo.
Mfanovga de Pernambuco, 27 de Setembre de
1886.
Os conferentea,
Salvador A. A. de Freitas.
Antonio L. M. Aniorim.
Consas polticas
Entristece e 'leaanima o pensar nos repetidos
desfalques que sofFre a fortuna publica, por abuso
criminoso dos depositarios, e por desidia doa go-
v -mants.
O deaamor ao pais o sentimeoto commum, tanto
dos funecionarios que do o desfalque directo aoa
cofres, c >mo dos que firman levianamente con-
tractos on> rosos ; aquellea revelam, a.'m d'isao,
um fermento de desmoralisac >, um abaizamento
de nivel moral us claaaea altas da sociedade, que
causam S'.rias apprehensoes aos qr u dearjam ver
prosperar o pais.
De pouco valer* o esforoo dos hons, qne nao
:o muitos, p neo conseguirlo os que trabaiham e
luctam, e se dedicam causa publica, se a impu-
nidade acorocoar o mos, que faiem desviar em
provefo proprio, em proveto de seus vicios, a
gua repr.'S-tda para ser dirigida aos pontos em
que pode servir ao bem geral.
N'estes ltimos annos, oa factoa criminosos tm-
se repetido, causando serio prejuizo ao erario, e
causando um prejuso maior anda moralidade
do funct'ionalismo.
Ha bem pouco tempo nos jaetavamos, e pode-
mos jactar-nos anda com orgulbo, do facto de se -
rein as altas po^icoes do pais postoa de aacrifi-
cios oecunisrios para os cidadios que as ereroem.
A grande maioria, bem se pode diser a totalidade
dos ossds ninistros de Estado, sae dos conselhos
da corea com aa moe limpaa, volra vida parti-
cular maja pobre do que entrara para a vida pu-
blica. Ctr nomea e ezi-mploa e> nhecidos siria
i fF-ad r indirectamente quel'es de quem ae jSo
f iIImbs" ; dizenao que a regra geral, nao ficamua
longe d, v. rdade.
Nu emtanto, esses meamos homens, reaonbeci-
da e pravadmente honestos, se ten, s coosciencia
Uinpn do crim-t de terem auteposto intens-ee p.is-
aoaes pecuniarios aos do Estado, nao est lien-
tos de p*rt aa respmsabilidade pelos prcjniaaa
que oatn'B tem causado.
A aua honi-atida e poltica, oa seos escrpulos
como inembros da grande familia nacional, nao se
tm eempre conservado ao nivel da sua henestida-
de pi-saoal.
Peccam primeiro por desidia. O mt-Ihor do
temp de noss >a ministros perdido em futilida-
des. A audiencia publica a todos s pretenden-
tes, as interminaveia conferencias iinperiaes que
roubam urna noite inteira de trabalho e mpO a
inactiyidade no dia seguinte, a bem do descanco ;
a audiencia aos amigos polticos, para curar da
pequenes in'eresses pessoaes dos eleitores; absor-
vem qiiHM completamente o ministro, que s por
um supremo eefurco de vonUde consegu ver al-
guns dos negocios de sua repartico ; a fn queme
audanca le ministerios aggrava o mal, deizando
a cada ministro quasi nicamente o tempo neces-
sario para iniciar a aua aprendisagem.
D'abi resulta nao ter o ministro conhecimento
do que se passa as repirtico s a sen cargo, e
nao poder prevenir os males que nos vo moles-
tando.
Ha, porm um m 1 maior. Verificado o delicto
a engrenagem da pequea poltica ata as mos do
goveruo, e o deliquente nio punido com a seve-
ridad'- que servira de ex-mplo ana tracoa que ti-
ves-em de futuro a teataco de lhej seguir as pe-
gadas.
E aspira o mal vai lavrando, e todo o organismo
social fi ara cobi rto de lepra desmoralisad-a.
Nao taremos applicaco ao cato ree-iite de Fer-
nambuco, que anda esta sendo averiguado; t ma
mus, porm, nota da circumstancia singnlar deja
ihom
suhtraceo de urna grande quantia de urna a ve-
nias sim desfalques saccessivos de longa data.
fode ser urna calumnia, e nao aeria a prmeira
ves que esta se levantaaae contra caracteres puros
mas o que certo, que, pelo menos, tees boatos
tnaicam que a confianca do publico na moralidade
ao runccionalismo uo completa, e nio o perqu
inteiismente, mais de um facto o tem autoriaado
a nao confiar.
Osprejuios materiaes soffridos nestes ltimos
tempos sobem a sommas respeitaveis, que aggra-
vam a penuria ja de ai cnnaideraveldoa cofres pn-
dijcos; o prejuieo moral maior anda, e rrflue
aobre aquelle, pela ameaca constantede o augmen-
tar pelo pernicioso conta/ic do ezemplo.
Sommem-ae a estes prejuizos os que provm da
simples faclidade com que se firmam contractos em
que o erario leaado, e veremos ae ha riqueaa pu-
1 B,ha.Produc.?*0, por maia frtil que seja o
wo, se ha industria, por mais ativos que sejam os
bomens que resistem a tees desfalques.
Foram de certo bem intencionados os ministros
que firmaran) esses contractas ruinosos, e aeredita-
ram que preparavam o futf o, fazendo sacrificios
de momento; mas nao foram cautelosos, e pelo
menos urna censura se Ihes pode fazer, tirada eem-
pre do machinismo de pequea poltica em que
todos elles se envolvem.
Na historia de todas as concesso s tanto aquel-
las que noa absorvem todos os annos o melhor daB
rendas, como das que tm -sido rescindidas para
evitar despera maior; o elemento principal nao
avabra eiecutar> n&oi oenl publico.
Nao se poz em concurrencia urna estrada de fer
ro oa om engeogo central, porque o reclamavam os
interesaos das localidades ; nao se fes o bem pelo
bem, a bra pela obra em si, o melhoramento por
amor do progresso.
O que si fes, foi attender a pedidos de influen-
tes, e em tal escala, que sombra dessa norma de
proceder, nascen, medrou e desenvolveu-se a plant
te damninha da advocacia administrativa.
Muitas deseas concesses eram relativas a em-
presas bypothetc ament remuneradoraa, cujaa
financia eram anda aggravadaa, logoem principie
pelos Bogadores do que sb obtinham. O que os
concessionarioB nao tinham de dar honradez do
ministro, que pensava servir o pais, ia ter aa mos
de patrono, que bem sabia que esta va cuidando de
si.
O erario era para esses advogados especiaes,
justamente como para oa funecionarios que esban-1
jam o que Ibes confiad-, fonto perenne em que a
ccndesitendtncia e a fraquera os deizam beber a
tarter.
Agora que estavamos vendo os fructos de
tees semen tes.
As recis s euccedem-se, es desfalques repetem -
se; e ata parece um escarneo que o nico protesto
com apparencias de enerKia, contra tees descala-
bros, seja urna denuncia, feita ao parlamento, con-
tra uin ministro que rescindi um desses contractos
sto que procuruu minorar o mal que esteva
feito.
Se estes abusos nao forem reprimidos, se estes
enmes nao forem severamente puoidon, se conti
nuar a h ver a p-asibihdade de se repetirem, com
que direito pedir o governo novns sacrificio!
naco? Precisamos tentar um grande esforco
para acabar com a escravido, qae nos despresti-
gia e us entorpece; precisamos lutar para aca-
bar cora o papel, que nos arruina ; precisamos
destruir reputaco de iusalubridade, que tem a
capitel do imperio, e que n flue sebre todo o paiz ;
para isso indispensavel fazer sacrificios de toda
a ordem.
Has como ha de o povo submetter-se s exigen-
cias dos poderes pblicos, emquanto assistir a este
esp ctaculo, emquanto nao tiver a certeza de que
o diuheir.i que ae tira aos seus gozos, realmente
rmpregado em pro nover o bem geral ?
Corles por um lado, por outro fraqui-ra em re
primil-na ; especolaces e condescendencias bao
de forcoaament-- levar o espirito publico a urna
suspeita generalisada a todo o funccionalismo, em
todos os seus graos, tirando ao* poderes pblicos
o prestigio de que precisato para governar.
E lavrando a di-amoraliaaco no funcconahsmo,
perdido o prestigio das classes dirigentes, arrai-
gada a descrunca no espirito do povo, nao ha na
cicualidade que subsista, e terem is de chegar, oa
revulucao que um protesto natural e legtimo,
ou a diet dura, qu- a revoiuco de cima, reme-
dio supremo, mas perigoso, de difEcilimo manejo
para o bem, e com ensanchas larguissimas para o
mal.
Os factos que ltimamente teem oceupado a at-
co do publico, pieparaui o terreno para iimi
dVssaa extreinid des dolorosas, aioda tempo,
paim, de as evitar, se houver na represis a'el
les a precisa energa, e se este se inspirar na ver
ddeira, boueatidade, no verdadeiro patriotismo,
que iiSo S nestes casos, nem bomens, nem part -
dos; v unicmi'iite o inte esse da moralidade e o
futuro do p"ii. que est s<-ndo compromettido.
(Da Gaceta de Noticias de 13 de Setembro de
1*86.)
tramas o segainte telegramma, publicado na Ga-
teta de Noticias de 13 do corrente :
Telecrosa satas
Pernambuco, 12 de Setembro.
Parece bem averiguado que nao houve roubo na
Theaouraria, e sim ama apparencia de roubo, para
encobrir desfalques.
Nos exames re i tos de tempos em tempos, nos co
fres, a ae coatevam oa mac >s, aem venficaco n
terna, que continbam um ou maia contoa de ris;
Buppondo se agora, que esses macos tinham notas
grandes por fra e pequeas por dentro, represen-
tanto quantias insignificantes.
' certo ter o ministro da fasenda pedido o
saldo em cofre, no mez passado, e que o inspector
da Thesouraria respond-u ser necessario para pa-
gamentos a effectuar.
Todas as suspeitas sao de que se trata simples-
mente de um roubo simulado.
Alean do inspector da T^souraria, foi tambem
suspenso o procurador fi*cal da mesma Thesou-
raria.
O thesoureiro, Eduardo de Barros Falco de
Lacerda, foi preso por ordem do ministro da fa-
senda.
A fianca do thesoureiro do valor de quarenta
contos, em predios.
Fumo RioBranco
INDUSTRIA NACIONAL
Prmeira a este genero
Este fumo, j to vantajosamente conhe-
cido, tem era si qualida es muito especiaos,
e alias recommendaveis de preferencia,
sobretudo porque elle encerra para o fu
manto a superioridade sobre outro qualquer
no seu uso constante. Alm de um paladar
brando o saboroso, este preparado em nada
se privou da essseocia qualiuativa de fumo
puro, superior e esoolbido propriamentn,
reunindo-lhe propriedades especiaos, que
forraam um oonjuncto apreciavel no seu
gosto e no aroma que espargo sua fumaca.
Nao esta ainda a sua uaica recowmea-
dacAo; a mais importante a sua accao
hygieuica, a que nem se.upre se attende
.esses preparos de fumo entiegues ao con-
ouisidor, e que nao offorecem garanta pa-
thologica ao fumante, nem raesmo as
causas locaes que muito interessam, como
sejam : as irritabas das mucosas, suscep-
tibilidades ioflammatorias, as Iaryngitos e
as affeccSns da bocea, etc., a que sao su-
jitos muitos fumantes, obrigando-sos apri
varem-80 do fumo, forcados pelo seu esta-
do mrbido.
Attendendo a todas estai circumstancias,
o seu manutactor depois de muitas czperi
eacias e de ter ouvido a opinio de muitos
senhores fumantes, submetteu estii prodnet
de industria nacional apreciago da Ex-
ma Junta Central de Hygiene, e esta Ilus-
trada corporaco, depois de ter mandado
proceler aos eximes convenientes, pa-
recer favoravel que o re joinmemla, parecer
este nico que existe em productos dest
aSNtMMSNTS PBLICOS
atea de Setembro de 1886
ALFANDEGA
3anu>A usas.
Do 1 a 25
dem da 21
ttasmi rsoviaciu.
De 1 a -b
ten d 21
Total
738:057*573
30.G14.22J
76.32U633
4;377*15
ICmBKX)SJA -
u. \ de 'I

UJfc-LXADO PaOVlKCIAL
l.iem do 27
t 1 a 25
'G8;671*7yG
80:698*954
8i'J:370,i75u
32:309097
1:100.1118
33:409*215
24:1854239
4:C06 0o8
28:191*297
DESPACHOS DEIMPORTAQO
V*por nacional Para, entrado dos portos
do sul, no dia 27 do cerrente e consignado
ao Visconde da Itaqui do Norte, manifes-
tou :
Carga do Rio Je Janeiro
Caf 2 saceos a Joo da Canha Vascon-
celos.
Chapeos 1 caixa a Carvalho lrmao & C,
1 Affonso Oliveira & C.
Colla 13 barricas a JoSo Vctor Alves
Mathcus & C.
Cilcado 1 caixao a Mendes & Oliveira.
Couro 1 volume a Domingos Jos Fer-
reira, 1 a Marcelino Cruz & C.
Drogas 1 voluuo a Rouquayrol Freres.
FaZ'ndas 5 caixas i ordem.
Fumo 60 volumes or Jem, 32 a Sodr da
BMte & Filho, 35 a Antonio Campos & C ,
5 a JufiO V. Alvos Matheus & C, 1 a Cas-
tro & C.
Livros 3 caixas a Jo2o W.' de Mcdai-
ros, 1 a Frei Cae tan 3 de Messina.
ilercadorias diversas 4 volames a Do-
mingos de Souza Barros, 1 a Jos Pereira,
6 a Francisco Manoel da Silva & C, 7
ordciu, G Presidencia.
Massas alimenticias 50 caixas a Arauio
Castro & C '
Panno de algodo 2U fardos a Machado
& Pereira, 6 a Albino Amorim & C, 5 a
Luiz Autonio Siqueira.
Sola 3 rolos a Marcelino Cruz A C-
Sebo 10 barricas a Jos da Silva Loyo
& Filho.
Sabo.-tes 2 caixas a fialtar Oliveira
& :.
Vinho 10 barris ordem.
Carga da Babia
Chapeos 1 caixao a Andrade Lopes
& C. ^
Charutos 5 caixSes a Jos Antonio dos
Santos, lia Alraeida Machado & O, 1 a
Sulzer Kauffman & C.
Fio de algodo 25 saceos a JoSo Fran-
cisco Leite, 8 a Gomes de Mattos Irmos.
Pellos 52 amarrados ordem.
Prenca t caixa a Esnaty Rodrigues & C.
Piassava 50 molhos a C. C. da Costa
Moreira.
Panno de algodao 16 fardos a Andrade
Lopes & C, 6 a Olinto Jardn & C, 10
a Rodriguis Lea & C. 30 a Luiz Anto-
nio Siqu- ir:i, 10 a Machado Pereira, 35 a
Ferreira & lrmao, 10 a Cramer Frey
& C, 5 a Albino Amorim & O.
Saceos vazios 2 fardos a Ferreira & lr-
mao.
A' Eum. Sra. D Hara Amelia
de fcueiroz Sodr da tloita
Nio necessita i a'ma onde a virtude
Exultara de achar digno alt \r.
Para doce fvor ante ella achar,
Ter um nome feliz qu*> noa escud?.
Tenho apenas na mo um alaie,
Que mal ouso-lbe aacordaa dndilhar ;
Ms ventlo de vos, boje, aqu invocar,
Embora em verso humilde e metro rude,
D> vos,cuja alma nobre e generosa
Tanto se eleva em actos de^randeza,
Doce favor e poderoso auxilio.
Venho pedir-vos proteccao bondoaa,
Prote -cao ao trabalho que a dureza
Sojien'e produsio d'aspero exilio.
Gustavo Adolpho.
gnnero.
Tambem tem a venda Fumo Caporal
Prognssista, Buarque de Macedo, fabrica
do pelo mesmo. Vm las no Rio le Janeiro,
Deposito Geral na Fabrioa ao Manufaetor,
a ra de Goncalves Dias 20, e em Per-
nambuco na Fabrica Vendme, a ra do
Baro di Victoria 39, D. J. Seve d C.
Proprietario e nico agente.
Despedida
Evaristo Rodrigues Vianni. e aua familia, tendo
de embarcar no vapor Congo, para Lisboa, e nao
se podendo despedir pess .smente, o fszem por este
jornal. Offerecem aeus prestimos em qualquer
parte onde se ache.
Recife, 25 de Setembro de 1886.
Evaristo Rodrigues Vianna.
N. 1E' maravilhosa a rapidez com que
os liseos, os anmicos, os esorofu osos, os de-
bis a os qu padooem do paito o da gar-
ganta rastnbelecem-se depois de terem to-
mado a EmuUcto de Scott.
Bandos de mar
Do 1* de Outubro prximo em diante o
porte doa paaaageiros para o Estsbele -intento
de Banhos fe Mar, noa arrecifes, ser feito ea
am bood martimo vapor.
O b-md partir de 10 em 10 minutos do caes
22 de Novembro e do Estabalecimento de Banhos
com os paasageiroa qne estiverem presentes na
occasio de cada partida, desde s* 5 at as 9
h .ras da inania e das 4 s 6 da tarde.
Acha-se em vigor do 1 de Outubro em diante
a seguinte tabella de precoa de assignatura de
banhos, passag-ns, etc., approvada pelo Exm. Pre-
sidente da provincia :
TABELLA
Urna pessea menor ou adulta. 12*\000
gaM........... 241000
res...........30*009
Q"". .......36*000
L*e quatro em diante cada urna perten-
cente a mesma familia.....840M
Um banho avulso com roupa do baoh:sta #600
Um avulso com roupa, calcado e leo col
do estabelecimento......14009
Urna paasagem de ida e volta para oa
que n> forem banhistas. #200
Por qualquer pessoa que fr indispensa-
vel acompanhar o banhista doente,
Pr me......... 3#00i
As assignaturas s scro contadas de 1* a 30
e de 15 a 14 de cada mez, e pagos adiautadamen-
te no ecriptorio do estabelecimento, devrn 'o os
banhistas tomar suas assignaturas na vespera
dos dias marcados para que pjsiam ser bem ser-
vidos desde o primeiro dia de seus binos.
Os passageiros que nao forem banhistas deve -
rao pagar a nportsncia du passagem durante o
trajecto da viagem.
Noa precos da tabella se comprebende a obriga-
co de foroecer o estabelecimento ao banhista um
compartimento decente, passagem de ida e volta,
pessoa habilitada para acompnhr dorante o ba-
uho aa criancaa, doentes e peasuas debuia e inex-
perientes, e enchugar as roupas dos banhistas,
que deverao marcai-aa com as letras iniciaos dos
seus nomes antes de apresental-as no esUbele-
c i ment.
Recite, Setembro de 1836.
C. de Medeiros,
Nao ha melhor remedio para aa
noleaillaM du pelto, que rvito
ral de (nmtisr de S. toaren, de
Pelotan. (4).
Thesouraria Te Fazenda de Per
nanibnco
Sobre o facto occorridn n'esta repariico, encon
Cadeiras 2 eaix3;s a Sampaio Coelho
dC.
Drogas 32 volumes a Francisco Manoel
da Silva & C, I ordem.
Fio de ulgodo 94 saceos a Joao Fran-
cisco L-ite.
Masaas alimenticias 70 caixas a Fernan-
des & lrmao.
Panno de algodao SO fardos a Olinto
Jardim & C, 71 a Ferreira Ir mo, 15
a Rodrigues Lima & C, 10 a Cramer Frey
4C.
Saceos 151 fardos a H. Burle & C.
Vinho 24 barris a Augusto Figueiredo
Xarque 100 fardos ordem.
rus Florida de Murray A Lanmsu
195
Esta aquella exoellente e original agua de
cbeiro para o toucador, que to altamente tem sido
exhibida e exhortada por todos os jorn es pblicos
da America do Sul, e da qual ae tem vendido tan-
tas imitacoes neste paiz. Lotendenus que foi para
guardar o publico contra semelhantes imposicoes,
que os proprietarios do artigo genuino, depois de
o baverem introdusido ha mais de 20 annos uat
Repblicas Hespanholas, Cuba e Brasil; comeca-
ram nao suiente a manufacturaba para este mer-
cado, como tambem para os maia j cima mencio-
nados.
Este excellente e impaga vel artigo j coroccou
aer popular, e de esperar, que aqu em breve
veoha a supplantsr e leve a palma, como j o fez
na America do Sol, a todos os perfumea e es sen-
das mais custosas que nos cestuma vir da Europa.
Ella igual a todos os respeitos, quando nao su
perior aos mais finoi extractos qua nos vera do es-
trangeiro.
Cono obntia contra as falsificaces, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman A Kemp venbam
estampados em lettrss transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Forster 4 C,
ra do Commercio n 9.
Para O interior
DESPACHOS m KXPORTACAO
Em 25 de jetembro de 1886
Para o exterior
Oleo 40 caixas a Jos da Silva Loyo &
Filho. '
Vapor americ..r.o Advance, entrado dos
portos do sul, no dia 27 do corrente e con-
signado a H. Forster & C, manifestou :
Caf 698 saceos a Do.niogos Cruz &
O, 386 a Joaquim Ferreira de Carvalho
& C-, 474 a Souza Bastos, Amorim A C,
100 i ordem, 146 a Soares do Amaral lr-
mao, 190 Fernandes da Costa & O., 157
a Augusto Figueiredo & C, 194 a Joaquim
Duarte Simoes 4 C, 154 a Paiva Valente
& C, 30 a Jos Joaquim Alves & C, 40
a Araujo, 47 a Farrcira Rodrigues i: "C.
Cognac 5 caixi8 a Z-iferino Martina
&C.
o vapor iuglez H'Hades, earrpgaram :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 631 Barcas com
45,880 kilos d* algodao ; P. Carneiro & C 210
saceos om 15,750 kilos de assucrar masca vado.
No vapor allemSo Cari W., carregaram :
Para Hamburgo. H Nuesch & C. 325 couros
salgados com 3,9(0 kilos ; Borstelman C. 183
fardoa com 36,376 kilos de algodao ; Pohlmann &
C. 380 cou os salgados com 4,560 kilos ; P. Stu-
hlmaa 1,389 euros salgados com 16 668 kilos.
Para Br. mera, H. Nuesch & C. 161 couros sal-
gados com 1,932 kilos.
No vapor americano Advance, carregaram :
Para New York, rL. S.tolzenbach 31,200 pelles
de cabra e 63 barricas com 3,780 kilos de borra-
cha ; Julio & Irma) 9 barrica? com 772 kilos de
borracha.
No brgue ingles Lucille, oarregaram :
Para New-Yrk, Julio i Irmo 1,000 saceos
com 75000 kilos de assucar mascavado ; M. J.
da Rocht 2,000 caceos com 150,000 kilos de assu-
car mascavade.
Na barca portuguesa Allianea, carrega-
r-im:
Para o Porto, S. B. Amorim & C. 51 saccas
oom 3 933 kilos de algodao ; Amorim Irmos & C.
60 couros espichados com 420 kilos.
Psra Lisboa, P. Carneiro ib C 169 conros sal
1 gados com 2,028 kilos. '
No patacho hollandez Zurdich, carrega-
ram:
Para Pelotas, H. Lundgrio & C. 37,600 litros
de sal.
No vapor americano Advance, carregaram :
Para o Para, Amorim Inros 4 C. 38 pipas
com 18,240 litros de agurdente.
No vapor nacional Para, carregaram :
Para o Har, J. L. da Silva Oliveira 10 barricas
com 270 kilos de assucar refinado ; F. A. de Aze-
vedo 300 barricas com 20,127 kilos de assucar
branco; V. da ilveira 50 barricas com 4 050 kilos
de assucar branco ; J. Pater & O 50 barris com
4,800 litros de agurdente.
Para|Manos, P. Pinto & C. 45 barris com 4.050
litres de aguxrdente ; P. A. de Asevedo 100 bar-
ricas com 5,620 kos de assucar br. neo.
Pata Maranbao, J. M. Das 1 caixa com 108 1|2
kilos de rap.
Tratando de am caso de tystca pulmo-
nar, diz em urna carta o Sr. Delfim F. de
Vasconcellus, acreditado fazndeiro em D.
Pe Irit., (Rio Grande do Sul).
< Desanimado, e sem saber mais o que
fazer, fui instado por um amigo a dar
minha doente o elogiado Peitoral de Cam-
bar e confesso que nunca vi remedio
to maravilhoso, pois toi o que salvou mi-
nha tilha de urna morte certa.
- O Sr. J. Soares Gomes, respeitavel
cnsul de Portugal em Paranagu, refe-
rodo-se a urna bronchite de mo carcter,
tiz tambem em carta :
< Minha mulher acha-se perfeitamente
restabelecida de sua grave enfermMade
oom o uso de quatro vidros de Peitoral de
Cambar tendo antes experimentado, sem
pre intilmente, talvez oincoenta remedios
diversos.
O Sr. D 'Ifira Jos Rodrigues, fazendei-
ro em Santa Victoria, attesta o seguinte :
i Eu abaixo assignado nttesto, a bem da
humenidade, que ama filha miaba, que
soffria por mais de quatro annos de athma
e outras molestias do peito foi ralica'm :nte
curada pelo maravilhoso Petoral de Cam-
bar doS'. Alvares de S. Soares,de
Pelotas.
- O acreditado fazeudeiro, residente
em Itaqui, Sr. Blizario Pereira de Atha-/
de, em carta dirigida ao Sr. Antonio Dias
de F. Valle, diz :
Sendo V. S. o sob-agente nesta ci-
dade do Peitoral de Cambar, dirijo Iba a
presonto, afltu do attcalar que, Boffrendo
minha mulher ha muitos annos de aathmt,
a agora, e com o uso do referido medica-
mento, ficou radicalmente turada.
Eis o que tambem attesta o Sr. Do-
min -os de Jess Braz, negociante em Ja
guarilo :
< Eu abaixo assignado atiesto que, aof-
frendo dous filhos meus de bronebites, fi-
caram completamente curados cora o co
nhecido Peitoral de Cambar, deacoberta
e preparaco do Sr. Alvares de S. Soarea,
de Pelotas.
Muitissimoa outros attestados e declara-
cSes encontram-se no folheto que acompa
aba cada frasco.
Unios agentes e depositarios geraes em
Pernambuco, Francisco M. da Silva d C.
Ra do Mrquez de Olinda na. 23.
xito oaaravilkoao
Pbiladelphia, 7 Julbo.
Professor Bsrry.
Presado Sr.Tendo perdido o cabello durante o
tempo que estive servindo na China, era eu com-
pletamente calvo no alte da cabsca. No meu r r-
grosso Philadelphia foi-me aconselbado que ss-
perimentasse o seu Trlcofero de Barrr, u
eip'nmentando-o julguei me communicava i. ca-
beca urna sensacode frescura agradavel. Isto in
duzio-me a comprar maisl dous frascos, e antes de
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 26
Liverpool por escala-18 dias, vapor in-
gli z Ac ncagua, de 2,643 toneladas,
coramandant' Park, eq'iioagera 93, car-
ga varios gneros; a Wilson Sons & C.
Navios sahidos no meamo dia
Valparaizo por escalaVapor inglez .4con-
cagua, commandante Park. carga varios
gneros.
LiverpoolVapor inglez Heliaider, com-
mandante J. G. Cavey, carga varios
gen r,s.
Navios entrados no dia 27
Rio de Janeiro por escala7 dias, vapor
nacional Para, de 1,999 toneladas, com-
mandante Carlos Gomes, equipagem 60,
carga varios gneros; ao Visconde de
Itaqui do Nort**.
Rio de Janeiro por escala5 dias vapor
americano Adwnce, de 1,902 toneladas,
commandante Jas Lord, equipagem 63,
carga varios gneros; a Henry Forster
& C.
Pprt Natal (frica)39 dias, barca norue- ,
guense Ptunas, do 435 toneladas, capi-'-9'e,'a
tao B. Ruraethoff, equipagem 11, em
lastro; a Hermann Lundgrin A C.
Rio Grande do Norte-3 dias, hyate nacio-
nal Santo Ambrozio, de 50 toneladas,
mestre Manoel Francisco de Mello, equi-
pagem 4, carga varios gneros; a Ma-
noel Joaquim da Rocha.
Aracaty -13 dias, palhabote nacional S.
Lourenqo, de 101 toneladas, mestre Vi-
cente Ferreira da Costa, equipagem 6,
carga varios gneros; a Bartbolomea
Loarenco.
Navios sahidos no meamo dia
New.York Patacho portuguez Tentativa,
capito Miguel Vieira, c.rga assucar.
Halifarse Patacho inglez Tiber, capito
Cbaris Town, em lastro.
Guano Lugar sueco taithoid, capito Otto
Wahlgsen, em lastro.
New YorkVapor inglez S. Mark,
mandante Charls Hronssn, carg
com.
caf
VAPORES ESPERADOS
Tomar do sul a 30
Editor de Liverpool a 30
Maranhense de New-York a 30
Outubro
Pinance de New-Port News a 1
Vle de Rio de Ja-
neiro do sul a 2
Cear do norte a 3
Niger da Europa a 4
Principe do Grao
Para da Babia a 4
Manos do sul a 7
Trent da Europa a 10
Toe do sui a 14
Pernambuco de Hamburgo a 17
Brtannia da Europa a 23
Lo Plata da Europa a 23
Equateur Nena do sul do sul a 25 a 29
jr
I
ac


Diario de PernambocoTcrfa-fcira 28 de Setembro

otncluir o tetceiro comecou-me
oer.
o cabello a cres-
Tenbo desde entio continuado a nsal-o e eoeon-
tro-me hoje com o cabello tao bom e abundante
como na minha juventude. Autonso V.a near esta
carta como loe aprouver.
Son, etc.
Chleles Lee.
EDITAES
Edita! 11. 10
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, fsco pu-
blico que no da 30 do correte, ir de novo
pract o fornecimento de alimentaco e dietas para
os pregos pobres da Casa de Detenco, rela'.ivo ao
trimestre protima viodouro de Outubro a Deseos
bro, de aecordo com a tabella abaixo trascripta
do Regulamento de 18 de Marco de 1885 e bem
atsim com as do Hospital Pedro II, tainbem tians
criptas, conforme o disposto no art 75 do citado
Regulamento, servindo de base a diaria de
42 ris.
Secretaria do Thesouro Provincial, 25 de Se-
tembro de 1886.
Servindo de secretario,
Lindolphi Compeli.
TABELLA N. 2 f
llmoru para todo* o <*'& s a se
mana !
160 grammas de pao. m
55 ditas de assucar refinado de 3" 0 orte.
20 ditas de caf em p.
Ceta para ledos oa lia da semana
120 grammas de rao.
56 ditas de assucar refinado de 3* sorte.
e linaria*
e sjab
20 ditas de cfc -in p.
afamar para duminiion, ereun e qnln
taa felra
400 grammas de carne verde.
5 decilitros de f rinba.
10 grammas de toucinho.
Jamar para secundas
felra*
229 grammas de carne secos.
4 decilitros de farinha.
2 ditoa de fuij.i.
10 grammas de toucinho.
Jamar para sextas felras
toados
150 grammas de bacalbao.
4 decilitros de farinha.
2 ditos de ieijao.
1 centilitro de azeite de oliveira.
1 dito de vinagre.
Lenhae sai necessario para tedoa os dias.
Os gneros serao de Ia qualidade.
Raj5es e dieta dos doentes do Hospital
Pedro II
1* dietaCaldos de gallinha.
2a ditaCaldos de carne.
3 ditaCanja de arroz ou sopa.
4a dita/ilmoco. Cbou caf, 115 grammas de
pao ou papas.
Dita ditaJantar. Gallinha com arroz e pao.
Dita ditaCeia. Cha cum bolachas de 58 gram-
mas ou papas.
5* dita -Almoco. Cha ou caf, manteiga e 115
grammas de pao.
Dita ditaJaotao. Carne com arros e piro on
pao.
Dita ditaCeia. Cha com duas bolachas de 58
grammas.
Tabella das dietas dos doentes dos Hospi-
tal Pedio II
1 gallinha para 8 caldos com 250 grammas
cada um.
1 kilo de carne pata 10 caldos.
i canja de arroz com 32 grammas de assucar e
250 grammas d'agua.
1 papa com 32 grammas de araruta, 32 ditas de
assucar c 250 d'agua.
O cha ou caf na proporco de 4 gramu as para
250 d'agua a 32 de asaucar.
Um quaito de gallinha ou 250 grammas de car-
ne para cada doente.
N. B.O a eaicc pode esneeder extraordina-
riamente 64 grammas de vinbo, 54 de goiabada
on marmeiada, alelria ou papa.
Lindoipho Compeli
O Dr. Adtlino Antonio de Luna Freir,
ofjicial da Imperial ordem da Rosa, com-
mandador do Ral ordvm militar portu
gueza de Nosso Senhor Jess Christo, e
juiz de direito privativo de orphSos e au-
sen'es nesta comarca do Recife, por S.
M. Imperial e (Constitucional o Sr. D.
Pedro II, a quem Deus Guarde, etc.
FaC' saber aos que o presante edita! virem, oa
d'elle tiverem conhecimento, que no da 28 do cor-
rentV, dep >s da audiencia dente juizo, i rao a pra-
va pan serrn arrematadas per quem mais der, as
meias aguas ns. 1, 2, 3 e 4 do becco do Aquino, c n
do n. 1, da travesea das Bar re-a tendu Ctda
urna 1 porta e 2 janellas de frente, 2 salas el quar
to, mediado de largura 7 metros e 20 centmetros,
c do fuude 3 metro e 39 centmetros ; tendo todas
as uiesmas dimentes, em solo proprio, avaliadas
cm 5'X'J5< 0 J cada nma, que servir de base ao
precu da aircmataco.
E vio a praca a requerimento de D. Hermelinda
Tiivar -s de Aquino, inventariante dos bens deixa
dos por seu marido Mano-1 Tavares de Aquin >,
para pagamento de custas e outras despesas do
meeino inventario.
para que chegue ao couhecim.'nto de todos
mandei passar o pres nte que ser publicado pela
imprensa, e afiliado uo lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife capital
da p ovmcia de Pernambuco, aos 22 do Setembro
de 1886.
Eu. Manoel do Nascimento Pontes, escrivao, o
snbscievi. .
Adclino Antonio de Luna Freir.
mandei passar o presente que ser* pob.icado pela
impisnsa e affixado no logar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recite, capital
da provincia de Pernaoibuco, aos 22 de Setembro
de 1886. .
Eu, Manoel do Nascimento Pontea, escrivao o
subecrevi. .
Adelina Antonio de Luna rexre.
Edital n. 9
De ordem io Illm. Sr. Dr. inspector, convido
os 8rs. Simjlicio da Silva Coelho. Jos Cordeiro
dos Santos, Rodrigo Carvalho C e Diogo Au-
gusto dos Re* para aesignarem os contratos de-
finitivos das i rrematacoes que fie.-am para for-
necimento de artigos de fardamenti ao corpa de
polieia, ficaodo pata sso marcada o praso de qua-
tro dias, a contar deata data.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
baco, 25 de Setembro de 1 i86. Servindo de
secretario,
Lindolpho Campello.________
Edital n. i i
De ordesh do Ilim. Sr. Dr. iosiector, faco pu-
blico que no dia 30 do correte ir de novo pra-
S* o servico da illuminacao pub ica de Iguarass,
arante o corrente exercicio, servindo de base o
preco de 200 rs. por cada lampeao.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
uco, em 25 de Setembro de 1886. Servisdo He
secretario,
Lindolpho Campello.
Inspectora de n y I ene publica
De ordem do I'lm. Sr. Dr. inspector de bygitne
e em cumprimento do ait. 83 do Reg. do servico
sanitario que baixon com o Dec. de 3 de Fevereiro
do eorrente anno, sao convidados os leufaorea fa-
bricantes de licores, vinhos artificiaos, aguas mi-
neraes, gorduras comestiveis, conservas alimen-
tares outros gneros de igoal n turea, a apre-
sentarem nesta inspectoria as formulas dos sens
preparados, afim de serem examinadas, para o
que Ibes sao concedidos 15 dias, a contar desta
data.
Inspectora de hygene publica de Pernambuco,
26 de Setembro de 1886- secretario,
-iuilherme Duarte.
DECLARACOES
Companhia Pernambncana
A cempanhia pernambncana de navegaco eos-
teira por vapjr, tendo de resgatar 263 brigacoes
garantidas, na importancia de 52:000*, convida
pelo presente aos senhores subscriptores desee
emprestimo para assii-tirem ao snrteio que se
tero de proceder s 12 hars da manb do dia 29
do corrente, no escriptorio da roesma companhia.
Recife, 22 de Setembro de 1886.____________
Correio geral
Malas a expedir-te hoje
Pelo vapor tara, esta a ministra e,ao expede
malas para os porros do norte, recebendo impres-
tos e objtct r a registrar at 2 horas da tarde,
e caitas ordinarias at 3 horas ou 312 com porte
duplo.
Pelo vapor Adcance, para o Maranho, Para,
Barbados, S. Tramas e New York,. recebe-se im-
pressos e objectos at 12 boras do dia, e cartas
ordinarias at 1 hora da tarde ou 1 1/2 com porte
duplo.
Administracao dos correios de Pernambn :o, 28
de Setembro de 1886. O administrador,
Affonto do Reg Barro*.
Inspectora de hyglen publica
De ordem do I.lm. Sr. Dr. inspector de bygiene
e em cumprimento do art. 90 do rogulamento a
que se refere o decreto n. 95o4 de 3 Je Fevereiro
de 1886 communico, a quem interossar pissa, que
nenbum eatabelecimento, excepto as pharmacias
e drogaras, podei vender medicamentos o dro-
gas, sob qualquer pretexto que seja, iocorrendo os
infractores na multa do 100^ do dobro na rein-
cidencia.
Inspectora de bygieue do Pernambuco, 26 de
Setembro de 1886.-0 seentaro,
Guilherme Dunrte.
PW1LIIA0
COHPANsUA PBBNAIbTVCAMA
DE
^avegacSo coste Ira or vapor
PORTOS DO SL
Tamandar e Rio Formse
0 vapor Giqui
Segu no dia 29 de
Setembro, pelas 5 ho-
ras da manb.
Recebe carga at o
_ tia28.
Encjmmendas, passagens e dinbeiros frete at
as 4 horas da tarde do dia 28.
ESCRIPTORIO
cana n. 1*
EHPREZA H. & B.
HOJE
Terfa-feira 28 de Setembro!
Grande Coipmt Epstre
DIRIGIDA PELOS HABIS AKTISTAS
AL1IE1DA E PALACIOS
Surprezas ao publico
Serio spresenfados os intelligentes
CACMOS AMAESTRADOS
O espectculo ser todo variado
Os artistas
publico
todos promettem enthasiasmar
10O0O
2*000
1*000
O Dr. Manoel da Silva Reg, oficial da
Imperial Ordem d* Rosa e juiz oe direi-
to da provedoria de capellas e residuos
nesta cidado do Recito de Pernambuco,
por Sua Magestade o Imperador a quem
Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que depos da audiencia do
dia 29 do corrente mez e anuo, e preenebidas as
formalidades legaes, ir a prego quem mais der
o arrendamento do predio n. 9 sito ra Duque
de Caxias, freguezia de Santo Antonio, com doua
andares o pavimento terreo, pjr espafo de tres an-
uos, s> rvindo de base o arrendamento actual de
1:200*000 por anno e vai praca a requerimento
de Mana Jos Prac, legrtaria de Jos da Costa
Dcurado, de qu< m testamenteira Anna Paulina
da Cunceico Dourado, afim do que a me.-ma seja
indemnisada dos rendimentos vencidos e que ven-
cerera de confurmidade com o que foi requerido a
. 155 e deferido pelos despachos de fls. 158 e
fls. 170 dos respectivos autos.
D-ido e passado nebta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 20 dias do mez de Setembro do an
no do Nascimento do Nosso Senhor Jess Christo
de 1886.
Recife, 20 de Setembro de 18:6.
Eu, Luiz da Vciga Pusaoa, escrivao, subscrevo
Manoel da (Hpa Reg.
O Dr. Adelino Autooio da Luna Fr< ir, of-
ficial da Imperial Ordeui d. Rosa, com-
mendador da Real Ordem Milit r Por-
tuguesa do Nosbj Senhor Jess Christo,
e juiz de direito privativo da ;-rsfcc-3 c
ausentes na coi. ;& da Ssc;::";,UpS 3.
M. Imperia e OcnltifaJOl Si
Pedro 11, a quE Deae guste es,
Faco saber aos qae o prew=te **' rtr-, -x
d'elle tiverem conhecirceuto q.-.e no da 28 do cor-
rente mee, depcisda audiencia deste juico, na res
pectva sala, ir a praya para ser arrematada por
quem mais der urna cata terrea, sita roa Impe-
rial n. 200 D, cm 1 porta c 1 jauella de freute,
com 2 salas, 2 quartos, osnha externa, 1 quarto
contiguo a cll.-i, quintal murado e caciuib, medin-
do 4 m.tros e 80 ccnti.netivs de frente e de fundo
11 metros e 50 centiuntrce, avaliada pr.
1:000*000, que servir de base ao preco da arre-
mataco.
E vai a praca a requerimento de Joao Manoel
do Nascimento e Silva, iaventaiiati!? des brnB
deixados por D. Rosalma Maiia da Paxo, para
pagamento das despcz:.s do recamo inviata-
rianti.
E para que cheque ac c uLccimenD de tedos
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. engenbeiro ebefe da re-
partilo das obras publicas, fien publico que em
virtude da autonsaclo do Eim. Sr. vice-presiden
te da provincia, no dia 29 do corrente, ao meio
dia, recebe-se na secretaria desta repartirlo pro-
postas em cartas fechadas e convente, temeate
selladas, para a execucSo da obra de reconstruc-
cao d 750 metros correntes de empedramento da
estrada da Victoria, na cidade de Jaboato, orea-
da em 3:877*500.
O oroamento e mais condices rio contrato se
ac am a disposica dos senbort-s pretendentes.
Secretaria da repartco das obras publicas de
Pernambuco, 22 de Setembro de 1886.
O aecratario,
_____Joao Joayarn ate flMpMs> FsryA.
Juiz dos citos da fa-
zenda nacional
Escrivao Reg Barros
Faco saber a todos que o presente virem e del e
tivf p-m noticia, que no da 1 do vindouro mez
de Outubro, pMas 11 horas da manbS, aepois da
audiencia e petante o Dr. juiz substituto dos feitos
da fasenda se vender em praca publica os bens
segnintea :
Soorado de um andar com rs dependencias da
casa grande das barraras da cidade de OHnda,
freguezia de S. Fr. Pedro Martyr, pertencente a
Henrique Ferreira Pontes, avalladj p.-r 800*.
O domini. til do terreno de marinha n. 247,
ra de Santa Rita, freguezia de S. Jos, com
alicoree de fijlo e cal, olhundo i ara a ra doB
Pescadores, junto s casa n. 101, pertencente aos
herderos de Antones da Costa Reg Medeiroa.
av hado por80*0il0
Urna casa terrea de tij< lo e cal n. 32, sita r'ia
do Visconde de Pelotas, fregnezia da Boa Vista,
com 1 porta e 2 janellas na fn nte, em muito bom
estado, pertencente a Manoel Paulo de Albuquer
que, avaliada por 2:500* ; cujns bens sao vendi-
dos para pagamento da fazenda nacional e custas.
Recife, 21 de Set-mbre de 1886.
Eu, Jos Fran cis.o do Reg Barros, escrivao
escrevi.
CousuL.do provincia)
Se faz publico a quem interesaar possa, qne no
dia 30 do crrante terminar mprorogavclmente
a cobrincados impustus e da decima, sendo aquel-
les com a multa de 1<> 0|0, c e>sc otr. a de 6 0(0,
os quaes depois do dito dia passaro a serem co-
brado- com a multa de 20 0(0 para os primeiroe e
de 9 0(0 para o segundo.
Sarao cm 2 de Outubro
Sao convidados os sen h res socios a procura rem
os seos ingresaos na sedo do club, todas as noitus,
a contar do dia 28 do corrente, das 7 s 8 1(2 ho
ras da noite, em mi do Sr. thesoureiro.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 27 de
Setembro de 1886.O secretario,
P. C. Casanoua.
Cmara ccclesiaslica
De ordem do Illa e Revm. Fr. Dr. provisor e
juiz dos casa entos, faco publico aos reverendos
pirochts e a quem mais interersir pose, que
Narciso Augusto Pcreira dos Santos se acha im-
pedido nesta cmara eccleeiastica, por s<-uteuca
passaia em jolgado d ) inesmo I.lm. e Revm. Se-
nhor, no proeesso, que contra o dito Narciso Au
insto Pereira dss Shuos promoveu no foro i ecle-
sistico D. Mara .' Vieira Biag, de casar-so
com outra o nao ser a mencionada D. Mara Jos
Vieira Braga, se'c r parar o damno causado
mesma, com promessa de casamento.
Palacio da Soledade, 27 de Setembro de 1886.
O escrivao,
Jaira Valeriano de AlUluia C rreia.
' c^s 9 pas 3a I egaezla da
Ba- Vista
Arrematacao
Depois da audiencia q'ie se effectaara no dia 5
de Outubro, i rao *m hasta publica para seren
arrematados, com ss f.irm.ilidndcs c pregues do
estylo, os bem seguintes
Q'iatro milheiios de telhus osidas, novas, ava-
liudks cm 32*0J0 o mlh iro e djns inilheiroa de
tijo'os de nlvenaiia batida, avallado <> ni her.< em
25*0CO, c quo fudo p-tfaz a quimtiu de 173*,
cojos bens vao praca por execiifao que move l>.
Auna Paulina da Cooccica" Dourado contra Ma-
noel dos Santos tarros ; estes bens ae ^cham de
positados na olaria do executado, ra do Viscon-
de do Goyanna, onde podeai str examinado pelos
preleu'untes.
Freguezia da Boa-Vista, 2C de Setembro do
1886 O ejcivSo,
Alfredo Francisco de Souza.
puncos
Camarotes com 5 entradas
Cadeiras
Geraes
AVISO
O espectculo entrar s boras do cos-
tume.
Haver bonds especiaes paraMagdalena, Afe-
gados e Fernandos Vieira.
MARTIMOS
C9HPAXHIA rUBIlMiltllA
DE
Varegaeio Costelra por Vapor
PORTOS DO SL
Macei, Penedo, Aracaju' e Baha
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 28 de
Setembro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
dia 27.
Encomtnendas, passag<, s dinbeiro a frete at
as 3 horas da tarde do da da partida,
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
imied Stoics 4 Brasil lail S. S. C.
0 paquete Finalice
Espera-se de New-Port-
News, at o dia 1 de Oa-
tubro o qnal seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinbeiro
frete, tracta-se com oa
AGENTES
Henry Forsier i C.
N. 8 RUADO OOMMKClO N.-8.
1' andar
(jIARI.1I RS REUNS
Companhia Franceza de navega-
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis*
00a, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
ste amer Ville de Baha
E' esperado da Europa
ni dia 6 de Ouubre, se-
guindo depois da indispen-
gavel demora para a Ba-
bia. Blo de lae Iro
e Mantos.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pMos
vapores desta linha,aueiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng. j*J-
quer rcclamacSo concernente a volnmes, que po-
ventura tenham seguido para os portos do sul,afm
de se poderem dar a tempo aa previdencias neces-
sariao.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e pnssagei** par a
es quaes tem excellentes accomodaedes.
Augusto F. de Oliveira & ,
AGENTEN
42 RA DO COMMEROIQ -4^
CoBtpafubia lira. Ileira de Xtc
saeioa Vapor
PORTOS DO SL
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Ouilherme Pa-
checo
E' esperado dos ..rtosdo
norte at o dia 3 de Outu-
bro e depois da demora in-
dispensavel, seguir para-
os f'-'is do buI.
ROYAL HAIL STEAM PACMET
C01PANV
0 paquete Tamar
esperado
do sol no dia 80 de
corrente seguin lo
lepois da demora
necessaria para
Lisboa e Southamplon
Para passagens, fretes, etc., tract <-- m
CONSIGNATARIOS
Adanison Howie & t.
ni o Porto pr Lis&oa
Segu com brevidade para os portos cima a
barca portuguesa Al ianca '. para o reato da carga
e pasaageiros, trata se com os consignatarios Jos
da Silva Loyo A Filho.
Agente Brillo
Leilo
de faiendas, miudexas, johs, 28 bolsas para senbo
ras, 13 cadeias de plaqu, 1 aderece- de ouro com
8 bnlhantes, reiogios, jarros, candieiroa, 1 Instre
de crvstal para gas carbnico, auadros, espelhos,
urna importante serapfins, 1 armnica, urna mobi-
lia de junco com encost de paiba, nma dita de
amarelio, uuarda-vestidos, guarda-toacas, comino
das, secretarias, lavatorio com podra, estantes,
toilettes, cadeiras de balance ditas de braco, ditas
de guarnicn, ditas de junco, ditas de pao-carga,
camas, marquesas, mesas elsticas, pratos, copos,
colberes, 1 cofre prova de fbgo e outros artigos.
No armasen) n. 43 ra de Pedro Affonso
T<.~cp-feira 28 do cerrante
A's 19 e 1(2 horas
1 eilao
De Restauran! Francez
A' ra do Barao da Victoria n. 28
Terea-felra, l A's 11 horas
O agente Alfredo Guimarivs, autorisado pelo Sr.
Js A. Francs, com annu neia de seus credores,
levar a leilo o referido Restaurant, para paga
ment dss mesmos.
Em lotea ou a vontade dos compradores.
Garntese a chave do mesme, podendo enten-
der-Be acerca da mesma com o Sr. J. Cbristiani.
I portante eatabelecimento de molb*dos e predio,
com ocmmodos para grande familia, sito i rea
Imperial n. 299 A.
Urna casa terrea sita 4 mesma roa n. 298, tesos
grandes commodos para familia, agua encanada
gas carbnico. Urna sita mesma roa n. 29S
com os mesmos commodos para familia. Duas
ditas sitas roa dos seos ns. 5 e 7, finalmente
ama dita sita ao Becco do Macedo n. 7, todos es-
tes predios acham-se livres c desemberacadoa de
todo e qoalqoer onus.
Serio vendidos ao correr do martelio.
Agente Bnrlamaqai
Leilo
De casas terreas na cidade de Onda. todas esa
bom estado de conservare, aa qcaes achaas-se
todas arrendadas.
Sena felras de Omabro
a's 11 horas
Ra do Imperador n. 22
O agente cima autorisado levar a leile
as seguintos casas: 2 casas terreas roa do
Amoaro job ns. 6 e 26, em solo proprio, 1 dita
ra Nova sob n. 6, em solo proprio, e mais nm
terreno ao laoo, todas estas casas sao com bastan-
tes commodos.
Os Srs. pretendentes desde j psderio ir exmi-
nar as ditas casas.
LLILUES
Hoje, SS, deve ter lugar o leilo de electro-pla-
ta, vidros, loca, movis, candieiros, um arreio
para cabriolet, sardinhas e fazendas avariadas.
Terca- faira 28, o leilo de movis, louca, vidros
e shctro-pate, existentes no 1. andar, do sobra-
do da roa do Mrquez da Olinda n. 24.
Sexta.feir, 1 de Ontubro, deve ter lugar o
leilo dos botes, velas, phares e mais salvados da
barca italiana Luisia V, vinda ltimamente de
Fernando e existentes no trapiche alfandegado da
Companhia Pernambncana.
Lrilo
De 48 colxas de algodo de cores, parte da caixa
marca FA 4C, contra-marea P, n. 4.5, dea-
carregada de bordo do vapor trances Ville de
Rio de Janeiro, eom avaria d'agua do mar.
Hoje silo corrente
Ao meio dia
Agente Pinto
Ka raa 4o Marques de Olinda
Por occasio de um outro leilo.
n. 94
Leilo
De 654 latas com sardinhas e 100 ditas
core bonbons para limonadas
Hoje, do correte
Ao meio dia
Agente Pinto
Per occasio do leilo de crystans, Iones, objec-
tos de electro-plata, movis, mesas para fasendas
e objectos do escriptorio do Sr. Re Hall, raa do
Marques de Olinda n. 24 ___________
Leilo
Recebe tamoem carga para
e Grande d i Sul, frete modic
Para carga, pass^ens,
tratasp na apenoii
PRACA DO CORPO SANTO
Santos, Pelotas
encommendas valores e
N9.
'O
Pi\HH. DE BENNAfVG-
KIES MAliSTIME*
LINIIA MENSA L
0 paquete Niger
C'omuiandanfe Baule
Espera-se da Eu-
ropa no dia 4 de
Outubro, seguin
do depois da de-
samora do costume.
^^SssJssBsssWssWs'^para Buenos-Ay-
r?s, tocando na
Uahia, Ro de Janeiro e Monte
tevldco
L^mbra-se ros senhores passageiros de todas
as classea que ha lugares reservados para esta
agonca, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se ao ssenhores recebedores_ de merca-
duras que s se attonder as reclamaces por fal
tas nos rolumes que forero reconhacidas na occa
siao da descarga. .
Para carga, passagens, encommendas eambou-o
a frete: tracta-se com o
AGENTE
Augusle
RUADO
Lab lie
COMMERUTO-9
Hoje 28 do corrente
A's 10 e tj2 horas
xm raa da Penba n. to, andar
De 1 mobilia de amarelio, 1 commoda, 2 mar-
SueeSes, 1 marquesa, 1 ber^o, 2 mesas, 2 appara-
ores, 1 mesa redonda, 2 consolos, 12 cadeiras, 4
quadroa, 4 pares de jarros, 2 candieiros, 1 lavato-
rio, 1 quartinhea, 1 cabide, 12 copes, 12 clices,
12 talberes, 24 coloeres, e trem de cosinba.
Agente Modesto Baptisla
Leilo
de urna mobilia de junco branco, 1 consol, 1 ea-
bide-porta chapeos, 4 pares de cortinados, 1
cama de ferro com lastro de arome, colcho,
cortinados, 1 arreio nickelado para om cavallo
de cabriolet, 2 lanternas e outros mnitos objec-
tos.
TERCA-FEIRA 23 DO CORRN TE
Agente Pinto
No sobrado da esquina da raa do Marques
Olinda n 24 ntrala pelo becc3 da Senzala de
Por occasio do leilo de toncas vidros, electro
oste moveic e outros objectos confirme nm outro
annnoco ueste c-iumna. __________________
Agente Pestaa
Leilo
De pequeas casas terreas, sobrados e um
de um variado sortimento de vidros, crys
taes, loucas, porcelanas, obje tos de ele-
tro pate de Terra cota e mnitos outros
artigos de apurado gosto.
Terea-felra do correte
RA DO MRQUEZ DE OLINDA. N.24
Richardo Hull leodo de fazer urna viagem far
leilo, por iutervencao do agente Pinto, de todos
os objectos existentes em seu deposito da ra do
Mrquez de Olinda n. 24.
Em continuado
Duas carteiras, mesas en 7eruisadas, armarios
para papis, cadeiras e mais pertencas de escrip-
torio.
Bem como:
Armario forrado de panno para amostras, me-
sas para fazendas e miudesas, prateleiras e mais
accessorioa para exposico de. amostras.
2 leilo
D eatabelecimento de molhados, sito ra
Direita n. 104
Agente Brito
O agente cima, vender a armaco e gneros
da referido eatabelecimento, em um s loie ou re-
talbadairente, vontade dos licitantes.
Irarta felra, 99 do corrente
__________A's 10 1/2 horas__________
Leilo em continn^o
De movis, 1 piano, miudesas, faseudas, perfu-
maras, copjs, eolheres, facas e mnitos outros ar-
tigos qne serao vendidos sem reserva de preco.
Quarta-feira 29 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra 10 Mrquez de
Olinda n. 19.
Por iutervencao do agente Gnsmo
Agente Burla maqui
Leilo
De espelbos, jarros, movis, tapetes para
sof e diversas pecas de prata de lei e sor-
rentes para relogio.
Quartafeira 29 do corrente
A's hora
Na casa do Largo do Collegio, junto
da camiaaria franceza
O agente cima autorisado, levar a leilo para
liquidaco, salvas de prata de lei, paliteire, au-
nis de brilhantes, aderecos, maracaes, espelhos,
guarda-lonca, sofs, camas, jardineiras, mesa els-
tica, carteira, commoda. quartiuheira, urna estan-
te de amarelio envidracada, lavatorios, lanternas,
mangas de vidro, machina de costura de p, e ou-
tros mvitos movis e joias que estaro patentes no
neto do leilo.
_ AVISOS DIVERSOS __
Aluga-se casas a 8J0C0 no becco dos Coe-
Ihos, junto de Qoncallo : a tratar na raa da
Imperatris n. 56.
Kede-se aos abaixo notados, o favor de vir
on mandaren) ra do Marques de Olinda n. 51.
Pedro Siqneira, Alfandega.
Frederico Vieira.
Manoel, do Banco.
Aluga se oe andares superiores do predio n
51 ra do Imperador, com excellente* accommo-
daedes para familia : a tratar com N. I. Lidatone.
ra do Commercio n. 10.
Alnga-se a casa terrea em Beberibe de cima,
terreno de Stepple ; a tratar no becco daa Carva-
lhas n. 1.
Aluga-se o sobrado da travessa do Livrs-
g ento n. 10 ; a tratar na ra do Apollo n. 4, so-
brado.
Precisa-ae de um caiieiro com bastante or-
tica de fasendas ; a tratar na raa Duque de Ca-
xias n 43.
O barateiro vende no pateo do Carmo n. 13
copos finos a 24800 a dusia.
Precisa-se de urna mulher que seja de con
ducta sena, para morar com urna senhora e pres-
tar alguns servicos, dando-se casa, comida e al-
guma cusa ; > tratar na ra do Mrquez do Her-
val n. 23. Na aesma casa vende-se tres malas de
viagem, em bom estado e por preco em conta.
Precisa se de vendedores de boles e doce.
tambera fas-se para enc< mmenda, com toda a per-
feico, assim como tsmbem vestidos : quem oniser
dinja-se ao pateo do Carmo, esquina de Santa
Theresa n. 39.
AMA Precisa-se de nma para cotiohar e
comprar para duas peesoas ; a tratar na roa da
Roda n. 52, 2- andar.
Na roa do Rangel n. 9, padaria, se indicar
quem tem nm bom cameiro e carraca para pada-
ria ou enebimento.
Precisa-se de um menino
ticante de loja de sapatos :
Livramento n. 15.
para caixeiro pra-
a tratai na roa io
O abaixo assignado perdeu na cidade de
Goyanna dous vigsimos de ns. 33314 da nona
parte da 13 lotera de Alsgons ; pede aos com-
miisarios desta lo eria que nao pguem qualqsrr
premio que por acaso sai, se o ao mesme abiio
assignado.
Manoel Gomes de Albuqut rque.
Precisa-se de um hornera que entenda de
pl otaeoes, para tomar conta de nm sitio : a tra-
tar na Torre, no litio, junto de enjo porto, fina-
lisa a linha dos bonds.
Precisa-se de um menino para criado ; a
tratar na raa do Bario da Victoria n. 54, V ja de
movis. __
Criado oa feitor, precisa-se de usa : a tra-
ter na raa do Cabug n. 12.
Canoa
3 leilo
Da metade da casa terrea u. 15, n d duas quin-
tas partes da easa terrea n. 11, ambas na ra do
Camal o, e pert .-ncentes ai accervo de Antonio
Martina de Carvalbo Azevedo.
Agente Brito
O agente cima, mandado do Exm, Sr. Dr.
juiz de direito e da provedoria, levar a leilo as
referidas partes das duas casas.
Quinta fera, JO do corrente
A's 11 horas
Leilo
Da loja de cabellereiro da raa larga do Rosario
n 22 constando :
De eapelhos grandes, cadeiras de barbear, ditas
de junco, bancas, carteires, arandellas, quadros,
Vende urna canda cm bom estado de eonserra-
co : a tratar no escriptorio da companhia do
Beberibe, ra do Imperador n. 71.
Burros
Vende-se burros ; a tratar no escriptorio da
compauhia do Beberibe, ra do Impera ior nu
mero 71.
Lisboa e Porto
Para os portos cima recebe carga a frete o pa-
tacho portoguez Commercio : a tratar eom Perei-
ra Carneiro A O, ra do Commercio u. 6.
terreno cujas casas pelo seu bom esUdo,Mndi r08 a S8*e a"'8 pertences.
de conservac3o excellentes rendimen
tos chamam a attenyo dos Srs. compra-
dores.
LIvtks e desembarazadas
TERgA-FEIRA, *8 DO CORRENTE
. A's 11 horas em ponto
Na agencia ra do Vigario n 12
Um sobrado de 2 andares sito ra da Compa-
nhia Peraamriucana n. 12, rendendo 756000 au-
nuaes. Um dito de 1 andar ra Nova de Santa
Rita o. 56, rendendo 480u00 annuaes. Urna casa
terrea mesma ru. n. 58, rendendo. 267^000 an-
ni'aes. Urna dita terrea mesma raa n. 6'.), ren-
dendo 192*000 annuaes. Urna dita terrea ra
dos Patas n 3, rendendo 144000 annuaes. Um
clialet em construccao com bom sitio arborisadu
sito travessa da cap lia de Joo de Barros. Um
terrena com 100 palmos de frenre e 600 de fundo,
juoto cstacao do Porto da Madeira em Beberibe,
Urna casa terrea sita ra de S. Jorge 11 5, ren-
dendo 240J0J0 annuaes. Urna dita sita 4 raa dj
Marques do Heiv! u. 139, rendendo 30O0OO an-
nunes. Umo dita dida ra d 1 Viscunde de
Goyanna n. 79, rendendo 360^000 annuaes. Urna
dita mesma ra n. 107, re.deudo 30OJ000. Urna
dita sita ao Corredor do Bispo n. 18, le deudo
30000 annuaes. Urna dita sita ao bceo do
TambiA n. 5, rende do 300000 anuuats. Urna dita
sita ra dn R sario da Boa-Vista, taverna n. 11,
rendtnd. 3'K)4000 annuaes. Urna dita sita a tra-
vessa de S. Jos n. 23, rendendu 300*000 annuses.
Urna dita ra da Palma n. 11, rendendo 264*000
annuaee. Urna dita ra ic L >uias Valentinas
n 1, c->m doia sotos, rendendo 300*000. Urna
dita una Aff >gadns travessa de Mutoculombd n. ',
tenuo 3 salas, 1 salera, 4 quarios, eoainba. frente
murada o m portan de t--rro, rom 385 palmos de
frente c 480 do fundo, cum rauitus coqueiros e
grande quantidade de arvores fruenferas e 2 gran-
des viveiros. Duas casas terreas, sitas no Foco
da Panella ra do Quiobo ns. 1 e 3, com bas-
tante terr. n ao lado e fond >.
Todos estes predios ser vendidos livies _e
d sembarajados de todo e qu-lqu r onus, e mais
inturma^oes com o agente acuna.
Leilao
De 3 iustrumentos para eng. nneiros sendo 1 nivel
e 2 tbeodol tos
Terca felra do correte
Ao meio dia
Agente Pinto
Na raa do Mrquez &e Olinda n. 24, por occa-
sio do leilo de m->v. is, louca, crystaes, objectos
de electro pate, 1 siiho e arreios para 1 cavallo
de cabrio et.
No
(Em um ou mais lotes)
tilinta felra, SO de Setentbro
A's 11 horas em ponto
Ag-ente Pinto
Na referida lija ra do Rosario n. 22
Leilo
Do casco, mastros reaes e mais objectos da
barca italiana Luizia V, naufragado na
ilba Rata, (porto da ilha no Fernando de
Noronba) em um s lote, tal qual sj acha
naquelle lugir.
Sexta/eir Io de Outubro
A's f O e 1* horas em ponto
armazem alfandegado da Companhia
Pernambu^ana
Em cunliniiado
na lancha, 2 botes, 8 remus, 1 chronometro, 1
cabrestante, velas novas e usadas, cabos, vergas,
raastaros, retranca, cabos de linho em pecas, co-
lumnas de ferro, moitoes, cadernaes, phares, lan-
ternas, agulbas de marear, baudeiras e signaes, 1
guincho e outros objectos para manobra e ferra-
mentas necessarias a bordo, salvados no mesmo
navio e vndos dall no vapor da Companhia Per-
nambuesna e existentes
No armazem alfandegado da Companhia
Pernambucana
O agente Pinto, autorisado pelo Sr. cnsul ita-
liano, levar a leilo, com licenca de Sr. inspect. r
d'Altandega, em presenca do empregado da mes-
mesma repartico para esse fim n meado, e por
conta o risco de quem pertencer, os salvados da
barca italiana Luizia V, naufragada na ilha Rata
na sua ultima viagem de Cardiff para o Rio da
Prata. .
O referido leilo principiar s 10 e meia boras
ejnrouta. _______^^^^__^___
Ag-ente Pestaa
o
1
Cord:
*s para piano
Cbegararn para casa de Vctor rrrslle, sita i
raa do Imperador n. 55, grande sortimento de
cordas para piano e mais materiaes para ccaeer-
tos ao. mtsmos.
Gratiflea-se
i quem entregar no 2- andar do predio n. 19 i
raa ias Trinchi iras, tres chaves de cofre, sendo
duas menores e urna maior, as quaes foram perdi-
das na mesma raa na noite de 25 do corrente.
Barbeiro
Precisa-se de um official de barbeiro
do Livramento n. 17.
Aluga-se
a loja do predio n. 24 ra da Imperatris, por
30*000 mensaes, tem eomi-.ados para f.tmilia ; a
tratar na raa do Coronel Suassuna n. 201.
Sexta-feira 1 de Outubro
Do importante eatabelecimento de molhados e
do predio onde funce ona o mesmo, sito i raa Im-
perial n. 299, pertencente ao Sr. Joaquim de S
L ito e ontros predios do mesma senhor, abaixo
declarados.
O agente Gusroo competentemente autorisado
pelo Sr. Joaqun de S Lento qae se retira pasa
fra desta cidade vender a quem mais der o un-
Eii Precisn-se de urna mulher q*e tenba boa con-
ducta e engomme bem ; a tratar no Manguinbo.
em casa do Visconde da Silva Loyo.
Phosphoro.s quodlibel
Saos os meihores qne tem vindo a este merca-
do, que se tornam recommendaveis, tanto pela
boa qualidade, como por virem colorados em cai-
xichas de phactasia e com eremos variados. Veo-
de-se por precoa mdicos.
nicos depositarios:
Francisco Lauria fe O, ra do Bem Jeus n. 61.
Costa Lima & C, raa do Amcrim n. 17.
Pulseira enconlada
Quem perdeu nma pulseira no dia da festa de
Hospital Portugus, dirija ee ao regente do mes-
mo hospital, que dando os signaes e pagando este
annuncio, receber dita pulseira.
Quem preeisar
de meia mobilia de amarelio, sm bom estado, on-
tros objectos e nm marqueso, dirija-se Praca
da Independencia n. 40, qne achara con qa
tratar.
Attenpao
Permutase o sitio de Sant'Anna de Dentro,
6, com 4 quartos, duas salas, comba e quarto^t-
ra, quintal morado com grande terreno em
gamento ao muro do fnodo; com nma ca
cercanas deta cidade : quem pretender drr
ae ra das Nympbas n. 5 que achsri cesa q
tratar.

]
1


f
llian ftwmwtorm- -Tenp.
Tnico
Oriental.
>!LULAS
* f0D4S OS USOS ~
Purganie as Familias.
> Dt J.CJNttaf*UailBniiiaa
Alujase
radio n. 140 4 ra Imperial, proprio para ea-
amlecimento fabril : a Tab- as roa do Couimer-
40 d. 34, com J. I- de Mpdeiros Kego-
Aluga-sc barato
Saa Viseonde de 6< yanna N. 79
Ra de 8nto Amaro n. 14, lujo.
Ba do Clao.u?o N 4 I ja
9 armasen) da ra do Coronel Susseuna n. 141
Ba do Clab< uc" n 4, 1." andar.
Ra de & los ii. 74.
Ra do Coronel Suauna n. 50, 1 andar.
Casa terrea da travessa de 8 Jos n. S3.
Ra da Bniza Vtrde n. 5, sitio c< m viveiro.
Trau-se na ra do Coiiim- rcio n. o, 1 andar
aicriptorio de Hilva Guimarie C
Aluga-se
. asa n 1 roa L- mbranca do Gomes, en Santo
amaro, tero agua : a tratar na na da Imperatriz
i Si, 1. andar.
AlDgS-il
ata excellente casa pintada de novo, com agua p
gai, e bastantes commi.di a, para paasar a (esta,
MI travm-a da ma de 8 Beato n 4, oU 8. I' dr.>,
eB> Oliiidi ; a tratar na ra do Commercio nume-
ro 26-A, Recifr.
Aluga-se
por preso commodo o graoae sobrado do caes do
II.. ii. 75.
Ap
n'o dous indares, cada qual com
otes coturno ios para familia : a tratar na
larga do R ario n 34. phrmacia.
a casa sita
i fairili
ra Direit
AI liga-se
Luz blhantejem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES

ra D.r it. n. 73, com cossmodos
, quintal grande e cacimba ; a tratar
10*5.
A luga
-he
a C~sa terrea si'a a ir-v- s^a da Punte de Ueb*.
asairg. ni d" Ca piba libe, com < u mod. o para
arranii. familia, lAi com arvons fructferas, to morad. a^oa potavel minto b a, deposito e ba
*BB tro ; nUein ur t Dder dir-j se ao ain.-d-. Arco
gSDii R>cf ra Duque ra, que achara com queui tratar.
Alugn sr barato
00 1 F 3' auoaie* da casa n 84 da ra do Brum,
oom inultos C' inm d> a para t> milia : a tratar na
na larga d K sm n. 34, pbarinacia.
Para a lugar
O* andar ra da Roda u 17, com moit
boas cooiiiiiMlos : a tratar no largo do Mercad,
numero 12.
Ama
Precio* ae de nina ama para c trinhur 'n casa
B familia : na ra d> Imperador n. 73, terceim
% %* *
Quea precisar de urna
sb+ihu s : dirija se ra
15
ao para andar com
de Mane e Barros uu
Precisa-se
>omcriiln que eiitpmia dej.iriim
Amaieila, i-hac-r do agente Petlaiia,
do Vigari.. ii. 12
1 na Casa
OU Da ra
t aixriro
QlleUl prifinar (! mi i-aij
anll>~ -, rixe calta U'*a
inic-iaeo F E. S
ni c i pratica d
yr.ograpbta. Ct m as
A V M
Prev nimos que o Sr. Virgulo Au'oniode Lian
dtixnn d- i- r n.ii-o c.bia.i.ir d s Julbu p .avado
Joaqun) liim T' i>eira A C
Viii
Preciva se H" tuna aun i" r cuoinKar p engnnv
jar na roa d Pedro AlTn. u 58 mitiga da
Praia
Ama de MU
MAETlNS* BASTOS
pernamhmeo
NUMERO TELEPhONICO i Mr 38
Agua fl.-rida. Extrabida de flores bra-
sileiras pelo sen delicada perfume, suatiri
de e 8DM8 propriedades benefit-as, excede
a todo que oeste genero teta appareeido de
mais celebre.
Tnico aroerioano. E' a priroeira das
prepararas pa*a a ct-nservs580 dos ca-
bellos. Extingue as caspas e nutras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que embraiiquec.aiD e tem a grande
vantagem de tornar livres de habitantes as
cabeyas dos que os usara.
01*0 vegetal Compcato coro vegetal
innocente, pr-parado para am aciar, for-
tificar e dar brilho aoe c^bell.
Agua denfricia. Ext-lienta remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen
gives e fax deaappan-cer o a o balito.
Vend se as principaes casas dista ci
dade e Da f.brica de leos vegeUes ra
da Aurora n. 161. tfe.
TFLEPBOKE N33_________
Tricofero de Barry
Garntese que faz as-
car ecrescerocabello*inda
aos mais calvas, cura a
tinha e a aspa e semove
todas as imparezas Ao eos.
eo a eabe9a. Positivo-
asento impede o cabello
de cahir onde embranque-
cer, e iufillliTelmente o
torna eapeaso, macio, lus-
troso e abundante.
Arua Florida de Barry
Prpparada segunda a formula
original naad* peto inventor em
\iSU9. o anieo perfume no mun-
do que tem a approvacao offlcial de
um Governo. Tem duas rezes
lunis fragranciaqueqnalqner outra
eiluraodobrodotempo. E'muito
maia rica, suave e deliciosa. E'
umito mais fina e delicada. E'
naia parraanente e agrarlarrel no
len^o. E' duaa vezas mais refres-
cante rir. lianbo o no quarto do
doeate 0 E' agpecifico entra a
frouxidao e debilidatle. 9 'ura as
dores de cabeca, os cansacos e 01
dflsmn'iw
Xarope ie Tiia e Reiter No. I
Airras i>b csal-o. dbtois de obal-o
Cura positi va e radical de todas as formas da
escrofnlas, byphilis, Feridas Eaorofuloaaa,
AS'eccoes, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo oom perdado Cabella, e de todas as do-
enoas do Sangoe, Pigado, Biua. Garante-as
que purifica, enriquece e vitulisa o Sangus
e restaura e renova o sjrstema inteiro.
Sabao Curativo de Reuter
Papa o Banho, Toilette, Crian
as e para a cura das moiea-
as da pella de tudas as especias
a em todos os periodos.
Drp>e t>
K.ev.
1 I'' rilan tlll- 11
M liio-l da Sil i 11
asa de
temhro de iss
ESPLENDIDO RESTAUKANT
tste a.redi 10 .gub. |..ment, ltimamente m- ll.orado, est em condice;
de servir ai. maia exiceme l.o.pedc, para ,. qUc t.m .. ngnifics -alas, quarto
e restauraot, encuntraud. -se srV ate, alm das mais exquisitas iguanas, a g
dade
*, baulciru
grande nov>
dslravv rhcias | ertir^nrza
(nica casa qoe as prepara) em todas as qu-rtas e eextas-teiraa, de ll ir
nbft em diente.
PRF. gOS RESUM D I S S MOS
A actual g-ren. ia do Sr. IZIDORO ALVES PIT.^.^.
Kii dladre de I), ns n. 3. junto ilfondfp
da
m*
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARTS 207, Ra Saint-Honor, 107 PARS
S PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA L.LEGRAND
ferem en tK-eeasb e fmvor publico i
'J*!*** ****** "** i "* Vito** ataltaiva i
MO lairh'SM. \ i trldi* it sea iwlssie.
AS SE IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA
sem Ungir ao leu grau d deliuade* pTfliSa
^\ A anarenciaextertor testas imittuOH unda kntica eos VerOm-
VA Otiro ProOuttoa Oitma, a, coiuim*ii.9res ievtro se
4. precaver contra este commercio Muslo e a-nsidemr como
JFV contra/accao quUquer producto de quaHaade inferior >s%
Uto por casas pouco honradas. %?*
SAVON- ORIZA-VL0UTE
' Hlustrodo 4 peotio franqoeado.
BPPRESSrO
UTiali)**FJLIM
ASTKMA
NEVRJLGIAS
Pales C1GABB0S ESP1C
upUa-ae a (uanaes qoe penetra uo peiiu acaiuia o syinptoma nervoso, facilita
s axpeetorv^aoe la*orlsa as ruoccoos dos orgas resulratorloa.
Wsaes isa asa aaaaaaa> J. Srit f sa>, ra H> .1 are.ea Parta
CMorose, Anemia, Cntharro pulmonar,Bronchtte chronica,
Catnarro ta Bexiga, PMislca, Tosse convulsa, Dyspepsia, Palidez,
Perdas semlnaes, Catharros ateos b complicados, etc.
Boulevard Petu, V, em PAJUZ, e ou principaes Pnarmaclaa.
MEDALHA DE HONRA
DIPLOMA DE BOmA]
0 OLEO CHETRIER
I dslultaao Ma AlotrSo,
tnico 4 oaaumioo. o ou muiH
ugmwU ai troprlsdadu de
mE
0 OLEI m FIGDI
DE lCl0 FERRIGINOSO
t a unir artaaraoto out mfmtu
tdm" ttrir o Parro um pro.
diatr Priaio a Vaatre, aaat
Inoommodo.
DIPOSm (ral a PiWS
21, n Fni'-iontmartr, 21
EFERRUGINOS
i0 ALCaT^5
^
Mmw
.. '' jCBuUeo ie
t&y
'*
HaoeiTADo roa toda aa
Oolobrldadw Medicas |
DA rBASC BABJBOrA
molestis"do hto,
^FFE?0ES escrofulosas
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBiLIDADE,
TSICA PULMONAR,
WON.HITES^RACHITISMO
Vinho de Coca
DBP0SITO6 EM TODAS AS PMNOIPARS PHARUACIaS DO BRAZIL.
GOTTA, E.HEUMATISMO, DORES
Solqo do Doutor Clin
Launtdo d* Facilidad de Medicina de Paria. Premio Montjon.
A Verdadeira Solu^Bo CLIN ao Salicylato de Soua emprega-se para curar:
Aa Aifeccdes Rheumatismaea ogudoa e ehronieoa, o Rhenmatismo gottoao,
as Doras articular e muaeulare&, e todas as vezes que neoessario calmar os
sorTrimentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira SolupAo CLIN o melhor remedio contra o Rheumatlsmo,
a Gotta e as Dores
tin Urna tmplicaco dttalhada aoompanha cada frasco.
Exigir a Verdadeira Solucfto de CLIN & Cie, de PARS, que se eneontra em
._______ caso dot Droguistas e Pharmiieeuticot. M
16,600 RECOMPENSA NACIONAL 16,600
^7137
ELIXIR VINOSO
A Quina-Laroohe conten todos os
principio- da qu na. tem um posto umita
agradael e superior aos outros mitins
e xaropes de quina; contra o descei-
mento dan torca e 'Ut tnrrfra, as a/t~ecc6cs
do tttomago, as (tbret uve eradas, etc.
Paria, 22, ra Drouot, a > prisicipsss Pfcsrmaetas do Muas.
JlSa0 FERRUGINOSO
a feliz combinaco de um sal de Trro
eo ii a quina. ET recommendado contra
a pobreta do tongue a chloro-+neM*m, aa
onteguencias do parte, ele.
rUNDA-HERNIARIA ELECTRO-MEDICAL
INVCMCAO COM PRIVILEGIO POR IS aNNOt
Oss lilaos MARIE, mstiiea* isenlorea para curar radteaiausts as rTsraru, auia os avnos earae-
kfnaaaoa. Ais asar* as (snda>-bersisnat leen sis pesas um imples meio pan coalar a* barsisa. Os
(saus M^MHtt ssuilvario u oniWems da eonii-r s curar par meio da Fwido-herniarui ettttrn aaaSMSMj
fas cosiMlie M asr>a*. lurtinca-ns m salo seis iMre* r L-aram-- a cara railu J em pnaeo t'aape.
, PAP1S. '.. m a HK L'AHUHK-'i-r. I-iiito nm Pernamhqpo : A. CAQR9.___/
O^
(I
pr
.1.
i
iV P *Saa
yll (ll h lli
rln ViuniH> ii
pre
Jios
-"i Piicarrepadu
* ni s, iecbi
\> U.ife
!iii;i an|iiisi;io
Prik qui i qu m' itiilii*r l-nheiro
N uu ,'t i. pn p ii p ii ? MtMie, i- .
BlM-av** l'|l> *l I*. I- ||1 l OMf r LH-rf.fI.<,& fD'
pfrKif ,.h .| j- ii fi\MVH : ir Inr un pTH*;*
i- C> '' "i' i.. **
tSEii CHEIfO NEM GOSTO DOS LEOS OBDibAtlOS
iWi
aa TtnRA-aOVA
da FIGADCS Fraaooa
* .ACALHAk
_jv-.lu.. >.oit- ciiotra a Molestias de eito. a Tlatca,
BruuquiUa. Pi isaes de Ventra. Toaaea obronicas, Alieccdes escrofoloa
ati> I KN J.ACJ.I. xi0-a no rotulo o *alto-Azu to Sttt&o /iaLC.
HOUG. HharDiacautiuo. 3. na Castiaiiona. PABjZ. c pnipefwis riumur
i-o
A Si a I. Man* Ari-hi.nj
MU' i 4' i II :i ll i alllK. fIH.
C'l" 'I ll ti < llt'Hlh., Mi
i> imi ii ut anudar pas>> |^; ^J.rdiui ds plaas
r-i.i ..
di V.f. -
II lllll. fc
fifi** i
llUIx,
.MiM H
.- ... h
M' i ule Prei-s*-**- ii** uioh mu ate i it-. pa^a-He bn :
aintixiii r-ie. a n.H Duque d- (2axiaa u 06 pn-
asen > andar, -gi-riptuiiu
.o coiiiinercio
Eo abxiZ'i hi-kiihiIo di-i-imii o (iiihir.i e au
OO'po ci'mm^rtiHl ijue te h j"-'u v euutratadi
aos o r Mn da l.'uat Rmdi.b oa>n CBt-iit" d.- ni Ihadiis situ ru- I ip> dn Kos-n.i
a. l. Kvrf f da mb re d' i1e qualq'er onoa.
oiin '- itiguttu se ju'e> i c m dir- itn <.o nn--ui .,
af -e- aa* Si- no panas re tree da-. R. cife, 25 ae
Seleaii.o 0e 18*46
Au'oiim Martiiis Jnior.
U ciiiiiivrrio
En aria tm *mgott.. uMait-lp ao saetea1 que- ui-'a dxta te. h vqudido ae >r. Aa-
too>u iMaitina Jnior o bi u t-stnlieieciueoto aitu
A roa lai^> dn R..BMI u. 13 Joiicand* nala de
Vl-r na prae irui t a oVila, P^C para qSKBl
C j'jlftar urritor, aprmeiit a> US litulua Ba m. sma
r a ii. II, pr<*i de tres dias, a c ntar desta
skU. R. ci e, att de Sei aakro de lf-8fi
Maraal ,ia C U Ramos.
Para passiir a festa
A*aara er ka r>.to asaa oaau. bu pnviaHaa 'B esa, cr. iibW aiie. auifci frasea e 001 sao- %
. rat-Ml- a*- i nalHva aSaaa- ZSVJ. ZZ? '
A a. 84, paarsaasia. -^k.(
141 N
S> J
V- Ifl M -
i b-aar
ni iiji
nal- i|
i.i que est
|i ilasaraa
Vl' 1 I-I.,
r. ;. 6i< n ll. iai>
Hn|iai
Nal mi.
H ii li r-
<.....MU
q.n mi ?
que tii- na v r
lai l i > !'.. ni-
CHh t y i I- ntl
til.' i ii a x
Ca, i -.
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n- > i- li
i n i
i >-
(":iv le-nie ile A'rni-
I*i neaa da V. r
nj ,i q i.a fr a
J Ki ie*"' <*e
-qne
.1. i-
qnai.i a .i- 3:Uli a 6 tant S < .". p ra : I ii.. uihch iie bU~
li I', ni lu.p il F mea, a'ir diaao
h li i .l..a C v li-uiti f i p r l'i pa
I" nina un dt-
lli S IHICJI.H, II
i-Mi n i.,. (-. ri i-
i rea i a am
V *
fr(tt*
Rp^slrada
2 OOa
f .. tllH
;tl rilara de J;iuaril)e
* n.eui. ii.. i., h H,
S.Ilr.ii, H | i, ,
"i" M M ~al> t-M
SpIaaaB i | ila iraaaj
trlia 29 .! i. !,!< 7 Iba 0
as 7 a- i .ia a* na asi c o*-
para aa a i.. i| r- va eai
r tiije
rin ii p>
Ain.lu
nhaua a
i v'vea e
pi tnnil--
'' ii Bfa
*<-auiSS" Ur-
a i 1 i
.. .i a n gBxll .
~ ii pa-f amail. .
Su ( aia. ; .-

,.,
f
ti
UH
f
"t
f*H i ur aupanii u i-ns !>-i
I n rlaa, UU> ailn* l> je
i | ii. i- i,ni Bar ii"Pitar
- m bjii p iqui ni.. >e
K i -i lie par i-e
ll -iA Un li Mu pa a he
i|i.* iir>Mli i ni a ia'H*
; .Ipiii iIibIh > ."m ltnr -
n n hlliuB, ini i S"S*-
ll .il na ii i e> oc
paia lh' ili i i h-
ii ili ini p i n a vi.l>
|-.ia aliiii-iii sjd Ma
tii aa un a .j. u V.
A' ri" se
liin al lli. ecill ii
te sup rior
Ji'mih n. 2.^,
iMtnat titetln-n
i de J.guaiiiip,
prn(iras para o
Ksta ral, em m il
Vtu d'i PPIT' i'f' ir...
se
ra dn rt. ii
ilp ai vi nilH
al vi.jr.ii.
i n-tili lima ii liai r|.;i.
I. hri. ii iln iihmi :.r
inferior que na*
pn-'i a p- lo prevu
fin.i ae *i(5< P> l< I r ici p r Cmtrii-n que
f *. Sr Vi i n'e NaBciun-il i-om o Sr.
.1 c C '.. pi|iii;i iirrpii i rio do eng< ntni
..' |rni rib", li > r' nin.rr g !. n.. nir
ti-uta riluiie i. Sr >eu.Bti" B-aein
"Mi pflrtipt ro A oh H. Rom Jess n. '
knmm ios. \m
i-i ii.^
m uipoi.hi-ir- g>a-
ii
<
i d .
I r, ? N
p .1 ,
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Mi
...- i v
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ii. ni
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(,ur
I 8
fl. ..&.
i
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i e *.
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.rl-l l|
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Unaa. pe'1 i lyrn pr-p. r
'p.tro Ro 'r'gu a smi Silveira
Bt-iiiprt-
Bl
I
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<> i- aV
I
qat r aa v.
\i
a UU
PaBJta PWi
ie i'aat u i'o
il" p ir Jiia I
raaiSarifa a* ealp p-.ii*ni>'. ivi
.-i uil a i Hiitajip-ia, iaaaa>'Lrni. t iimiealias*:
* Inainiiaa aiiiilas, ournlMi.i b i-hr ii.cua. cmi-
..ii. ii\ iaaa, e'e efi-
h-p.ii.. f TH< na itrnrila Kan .Snhrinbo
,y l!, ra di Marqin s 0 lU'ia n. 41
a# mi rmcA ', ppiii an ivrria I ruin
i'alAiua sai RaiA.i da > ie'uria ii 7, u Ares
-i'la do nt-.r. roa 1a Mnodade n 4.
rrntCMioni
leccinnar
ili-AL. Ba .-
m-
l'ieoiaa-pp de us-a pn.t saora pura
,.. i.gu.i.. saa- p traha no da >(u ha, pr
.. Bula, pr mu,i A via t-rrva de tt. FraBCiseo
na ai Ou Itta a>ni.a B. ll 6.
(xftii^
Alagara-as quaiio* as.-hi hados a 15f niensaes'
10 BUtiaTO bnfel de CaSangA, uaeim o. um t nibi ID
-oinmofl.-s Com i-oaiulia p ti p. odeini para fami-
lia : a tratar ou ra Priuieiro de Maryu u. X5 luja
le joias.
\ziso m mk icos do
Sa nio
Os academiciis que f ver tn de fazer parte do
qoadro do qiiiiitn ai.no t. uham a b >uddp dse
uprrseniar at n fiui deete mes ; i s v^ue u on-
pan rerein .liniru d te praso uiio pod' rao figurar
do memo qnadro
Mierle Daable
O Dr. i errer rrudi.u >ru pserip'orio para a roa
dn Imperador B 52, I andar, ote p le rer pr.i-
uradi da* 9 h. ra da manliS Aa 8 da tarde.
fiMULSAO
SCOTT
1>E OLEO FURO DE
Fisrado ile !>a(albo
COM
Hypojihasphilos de cal e soda
i'pprova gieoe e aiilori-aada peto
governo
E' o melhor rem eu at h ilalrn ItronrhlieN. eurroptinlaa. rs-
i'hiiia. ineoilBi elill<'l- i m eral,
ileflutiia, loe clirosaira e alTec-^oea
le pello e daa lmanla.
E' uiuito siipi-rii.r ao olO sioiples de figade de
lacalho, porque, Hlm de ter eb iro e sabur agra-
Isveis, possue todas as virtudes medicinaes e au
"ntiVHg ao ole, alm das propriedades tnicas
ocnnBtituinti s di. hypophusphitos. A1 venda nai
:rogarias e boticas.
Deposito ero Peroambuco
Serrar i i a vapor
Caes do Cap!barloe o. t
(festa serrara encoutrarSo os si nhoras frejtue-
ics, oni giaodo snrtimento de pirh > de. resina de
inco a des metros de compnmento e d* 0,(18 a
',24 di- esquaitros Garante-pe preco mais como
o do que en narra qnakrutr parte
Fraaeisi-o d.r Saat- s Maeedo.
E'aosim mesmo
Na nova luja de miudezas da ra d.i Imperatriz
n. 76, continua a t. r um c.inpl- lo a. rlnu- iitn di-
artiaos da moda, e qoe a.- venae p_r pn eos lesu-
midissimos ; assim, pois, os proprietarios deste
stabel cimpnto convidan) aoe amantes ao boin e
batato S f ziri'in urna visitinha ao metala, Cirto
de que n sp rr-i in'lirn.
Boa, da Imperalriz u. 1*1
Pinito de Kiga
Acaba de ebegar palo bri^u-- Atalanta um com
pi t.i sortimento de pinbo dn Riga ra melbur qua-
lidade e de diversas dim-ua. s, cumo sejam :
4 X li
4X9
3 X 12
3 X 11
a X 9
2 X 12
e tabeas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle-
Vender MATHDE- ASTIN & C, ra dn
G mmeri-io 18, andar, on uo caes do Apollo
u. 5i, por prpeos cimoiodos.
Ptntura domestica
PHAWA 1A DK
Heniles de Snuza Pen'ira & C,
Socc'ssorcs
Rpci bi'U grsnde sortim-nto d'egta excelleat-
tinta de todas as edres e eui latas de 1 a 5 lioras,
qui- r-ontinuui a vender poi enmm uln prie.
Qualqoer pessoa (menino un criado) piuta com
pertp.cao.
Com es'a tinta pr dem todos com p neo dispen
dio Coiisi-rvar nua- casas u.pie lunpsa.
BjMpI 1.IJ.S1
(o>iiiheira
Precisa re de ama para etapintaur e f-zer mais
alguna seivics d. hbh de p.-i)Ueu.i fau ilia ; na
ra do Arng n. 14.
Alte ii ^o
Aloga-fp dos boa casa tprr-a com agua p gas,
caiada e ain'ada de uoVn, e com bstantus c-m-
uwdoa para familia, .erto d s hnhus aalgadtip *
atac, s. rita em Oiim'a. ru 21 de aueiro ; a
tratar ao lurgo d Cr. Monte! ni
Alaga-se eu vpi.oV-p duaa casas nc arrabalde
SCiuia. sendo nina mnig m dn rio e outra da
p ivnacilo : a tratar-se em J .so d>- Karros u. 21
Estopa para lioipar machinas
V i'iuip sp a 5n0 ria
brica Fiaco. a iu sV
k lo, no d puaitn da fa-
B so Jpbus u. 54.
ViiiIcjiiion!?
Dnram trat.. p te Pana, 7^000 a duiia
na ra da Impera tris u 78.
Oampras por ataraza
O l*-llnriii ii- Camltiti A
tem prev ? pw p pa a u I es MB| compra-
teui grandes p n-o.-a Diatiihii m se nnnresBOs a
qu. ui es ppiin, loineoilii aa i-i.inl'iom de vendas:
na r ad<> Marques o. Olio u o -_'3. dr garla do-
UBIloS gPIlfp p d pilri'arlOB (Tpii-pb
Krancise- R. da Mli (\ C.
FAR1NII LAiTKA
NESTLE
Precia-sp
na ra do Hi
Caixeiro
de '4
de um Cb seira
pi -ij a *4.
a 14* anaos :
6SaHHKr!ie iS&i.
CORACAO
Asma, Catarro
CTJI^. CEBTA
COM O EMFKCOO DOS
Granulos Antimoaiai
D PAPILLAO
lrlalsd* bvsrml U Kaltalj st aWMsa ai rara.
isprnisM pila luu lifiaa t sraa.
Vs-*a ai/|ir soOre cada f ruco oa asaass aa
B. MOUSVTIEE L. PAPIIXAaTS
PkiraucK GICOI. 25, na
Km Peniambvco : lkt~
vruaHrv
i liara. P1IB
ll san i r
CONTRA
Deflozoa Orippe, Broncbitaa,
rri.U98es do Palto, o XAROPE a a PASTA peitoral
da N AF de DELANGBENIER -So A' raa rfflcacia anta
e TariHoada por Membroa da Aoidnui.. de Mpl .-djiU Piaaca.
Sam Opio, Jrarjaaaa aam Oa**at SaVss ana mas* aa
eraucaa iJTectadaa de Tosas "U Coquelucba.
FAHIS, r-m Isriesaise, M, i AH*
a ek todas as PHaaaiACta!
ATKINSON
PERFUMARA IN6LEZA1
fcfimmlt ha bam do u> tcmlo; excede toda
u oulrupelo tea piiaBe d Lealo c ezqniaiaO.
Tr.w.z Mfdalpias dc Oimo
PARIZ 187S. CALCUTTA 1M4
jpelAfxtn-rtnaexfell-Pcia^.BU qvtutdaslo.
Perfume* mouernoe *> A Jim
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m rro per dIiat prlora oe qua* ttmo mty
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de- eos Inreatoresou Ag"-nte lti.
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can'ea de riftarros que frodul.|it u.pnie esuas
usando do pmblema o. nossa fabiiea, almijo pa-
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t-iii. na mcretiBsimh Junta CnnuiiPn lal d'osta
ciddp, protestandi. prneedi-r erionrm mente contra
u,ueniu,Ui'r que pr.curp n'.lie tspr us..
B;B'Mlro
N. 197 A prP8rnti- mana p..r mirn rubricada
ennt. mi i. liPiii'Uiinav. Cu tas. n mi la ilp dual
iriAiiH apprtando-at, d*.' que lbnB Aspvedo Se (^
firma ci nmi-iriil d'esta pr>.ci, conpo.-ta dos COtD-
men-iuuies Mru.lni Oouelves oe Aip-.-do
Antonio Luis da Silva Bnu iso, ii. mieiliadot
n'es'a praca, para distinguir ou SSjbii al de sea
CuiiiDipreio a ra do Pnrte ns. 3. & e 7 e depoajato a
ra Duque de iJim n. 68, fm apreaofaaJa a
e gi.-tr. ..o 11 bo.aa da rpgitrda i.Vaia dai-ta em enmpr,0,,'n*o dol
despa> h. a de 9 e 16 do c. rrente. E para caro
prir pi i-eit.i Oh I i fir eata V- rba igol do
repi'etro o. '97. Pagou 2a0X) de oois pareceres
fiel-aea.
,s, cre-na da Junta Commercial da ci^ade do
Kei 'fe, 16 de Sel. mbio le 18*6.
O r.e.-rririo Jn/io GMimardw
Recifi, 20 de heinubio da 1S86.
Atrvrdo ttlC.
-!''
eW^-^r
Jimnna Hara Campa-lo
Of. filli. .-. geurua etos da ftasalaB Juaana Mt-
ria Caupellii, agr leeeui Aa peaaoaa de tan, SOM*
ra'ie que a dgn lam Heompnh r al o ceosata*
ri oa laatos m r-r aogia e \ ; i de novo as c .uvidam para ouvireat
aigniDne unaaaa, ii/ie Serio oirbiadas par SOA
alai-, teica f ira 'S do torrente, As 6 buras da
un.nba. na in- >ns desta cidade, a. tuna di de saja
tallei multo. Cnlaile ie auto Agustiuhu do Cabe,
'o de fveteu.bio de 1^6.
MAR" A RKGISiKvA
5 SS35 D! SCCSsSO.
SI lee mpa-io. a, daa qui 8 8 diplomas de honra
- 8 me1lhae d- i uro.
Cerl fieadns num r. sus das ) rim< iras sutorida
de H.edwas
liMfnin rirtiple a para, crlanel-
lia ate ajurllas
Supre a inrutriv u> ia do iSp materno, facilita
dPainaraeiiUc*i' a dijrpi.*.. fcil.
Ealpriga-se-. amBa, v> majusampute para adc-
PmI lOap- alim Uto |ra eat.....Uot ilfhi lt"i S
UiriCO DBHMliTO aUPBt LAL DA FABRICA
PARA TODO i> IafPEMO
81 C-RA E 8. PKDRO-81 C
Hlo de Jaaeiro
Ro
Csrsl-
Preltas
rsate
I. So Fianeisto T n--ira Marques e saa mu I bar,
mandum res rpcraluta de so pr sarta enanca
e;qii., ida sogra e mii, Rosa d (,'onna Piritas
Cflvleante, urna miasa aa matris da Boa-Vista,
i 8 h ras da manb do da SO do correte mea,
trigi-rimo d. ful ecimento; e desde jA agradeces!
a s- us prenles e pessoas de saa anisada, asa
Coinpireciraenti a este acto de cartdade.
Oa m- tona agradecem iadiTidoaaratiate 4 todas
as pessi as qoe par s o con t te, aasistirass o
ral da failecid., no di 2 do correis i
Bui.
Antonia da Costa Campos, trapaasada aa i
dolorosu seiitimento pelo pssssasf to i
pre ehnrado i-ni, Bernardino da Cesta
ra siden te em Portngal, vesa respeitosaaaei
vidar a tod.'s i* pareutes e aanigis a
m's>as qua por saa alma ataai
tris de Manto Antonio, l 8horas da satado aba
|3ti do c<-rrenr.p, trigsimo da sen T HrriosBi ln, em,
j teeipatid -Ibes oaseus sinceros >i isiii imantaa.
MUTILADO


(Mari de Pcraana....-- Tifra-frir 28 de Srtembro dr IHM
*
i riMio ue mu
de 8X9. 4X r ; ve..-.- a* na "
por .te (Mu aco%d- O.lva, m Vmte 1>ub de 1o-
TtobM*.
.
4
I-
I
/
v
Casa filial ra da Ca-
linga n. 12
f Recebaran vania-nte m esplendido
Hr:m-lt 4* chap-s de al de i tas as
quaialaaies, par sen ha ira, lieos e bordados,
grande v-riedade em corea ; e par hornero
uwit var-da ie em c*bs int--ir*niente
Bo'ob, o..apeos para crinnc-a, ih. gar bo-
to nirtimeas.
M. L. Fabrioam-ee o eaarertani-Re eh-
pe..* de t'de aa quali'levi's, a-osa pertei
ca e rapi !-z a t*s> r p*eeive| ; pais e
bre-ae um chapen ro mi das ama hora.
AnioetrHS levan a- em quiqirer par.
?cade se em groas e a retalho
&oj sunlioi es de eDgen&o u oatros
Tomen mu a
Trullas para engrullos
WaGONS p*ra canna
LiiciiiDolvas
aeh'rlum* cmple< para eo
^inhi de I dw tM liimauhAs
Syaiema np rlRiv"''"
Etpccifica&es e prep* nu eteriptorio dut
mata
lrowns & C.
N. Miia do Commereio
W. a MtJidoaeima K A C ten. raih-lo|fnsde
Rr BtBaWenl.a menear-aj i asrrrcuHava, ero
an.b. m oiMi'hnma para desor car ala/odio, mi
bo* p*ra cate, rig". airo milh..; cerca d* fer
ro .raavaniaado ezcell-are e nidico em ptt"Co, P*1
toa Den ha uia pode trena-, nen animal que-
A Hevoluco
Insmr i*n piiMn
O deW-naiu luterano dr Vbtuci, <'oaC*are, S'
d-, eon. d nnuniip leti.-B, a riihlicueAo inser-
ta mi Man de tuautem, oh h i'nrraphe Mcinia.
fe-erre, 6 de -*-*-n,faro de 188*.
A v ra moral.
Atea ie TH\
En qatirti.s r metas garrafas, venrtem Partii
Soavihj A _______ l'E.OHIT. RMH __________
Pinho reslnn
d 8X7 '* 3X12.
fmhn branen (ia Suecia)
de 3X7 at 3X1*.
Cimento nilez
F"bp a IrmioH & C
(Vsin b^ira
Precio-e de ama cuainheira que ja perita -
dsrin- ni eaas d>> pati*. ; na na d Bi-ehoefto
a. 57, p-.n*.' de Rrro. ^__^____
AS
mioades Secretas]
OON?P.HEA8
ORES BRANCAS
CORQ.MEKrTOS
cu nUgaa afta curado* mi
iooe liaa sm aeorel, aam r gl-|
um tisanas, sem caosar jmi]
ji argaiiv- dipesti/os. o
9 lnjecgo de
iW DOTOR FOWWtti
*- "* & J!f* ^a*" <>^^l.
SALLES
Acabaro-sd as Cis
tMMwnaias o Vn*U< a a Bmrb
a Ctor awir>rl
i: en i w ii > ocia tu uwrram r euraote1
3S UNO* OC EXiTO
a. SALLES fila: J. MONEGRETTL
M^atMHMataa, n. m t.tw. phii
hUMH iitu Wnw MXknariM e Ongtriit
VENDAS
;
Ven d<> hotel e *oape>tri Ear- II du
Jorte A ra Th n. S H azi n 8. <> proprietAri.'
djes*e a il nd> de r**irr ae pnr Boropn por
Rae mi-l" de B4iie, vende por pr- ea> COmBndo
a aWitre ai auoio. ____________
iXuivos e, naivas
Knpnntrarao B''mpre sa Oraci'>a>, re do Cr'B-
o a 7. urna variada c iliecea ite hject>a pr.i -
Vioe pHm eirawtneato, anan-. asa :
r|K-i|a o m ves, de hi a 25i(KK.
"Gru 11 de fl.irea de lrng-'ir 54 e fi#.
i>raa >le eda hra ex x 1 < 21 "O
Lavas de pe ica branca para BeaRoM a 'til**
jbm
a^Diat de diu para h m. rr a 34 a par.
i Meiaa -b rtas de fio de Kar t^OO.. pr.
I>itaa eeda branea par a-nh->rn a 8'000.
rpi'H* de fi-j de Ebci.fbi-, biaaraa, para h-rniem
a lase)
L. ,oe brancoa le aetim. Hp fii, IO ^ 15l(i00.
G-arat-a ar>tniaa de eambaia a 8tlO ra.
D.t-o ditas som laco a 1 A Ditaa de aetim bramo iMt.
Dfiarie k C.

Casan Varzea
' Tendle-ae a eaaa retn arm cA e utensilios para
Terne, Sita roa d-> Sol n 21, a qti .1 fies de-
uu> ua esueio ; a tratar na p>'oa<,o da Var-
s, roa de 8. Joto n 9, tavernu.
Vende-s om tecladu modo
Na prafjR dj GorjO Santo n. 2, anaateaa de
A' ra Du.,us de axias, reaolveu a Tender
us aegui..t s artiges om 26 % ie me-
noe lo que em ..utra qu^lquer p.rte.
S. tina dani 360 rs. o e-aadj.
GorgTinas de liatnnhas a 868 rs o covado.
L4 coin liairinhaa t>40 ib. u ceado.
Puaides d eor a a 320 f. a e-vad..
Merinos de v6ne 9"0 rs, laUK e 1*200 o co-
'"Merino, pre.0. a 1*30. ***>, 1**"> '*W '
V'vSnbosdhso. a Uvrsdo. s l#000e 1*200 o
eovado. ^
Paiba de seda s 800 rs. o eoaaSte.
Cachemira bordada de aeda a i*600 i. co-
vadi.
Lia escoasesas a 600 rs. o ovado.
Cambraia c m saipicos a 6* ra a P*"08-
Chitas s uras e claras a 240 rs. o covado.
Linb.N) ^acaaeres a 240 ra o covado.
Las <*.m holii.ha a 640 e 600 rs. o cavada
Gaze com bolrohas de velludo a 81 ra. o en-
Linea ctn ampie.* a 000 rs. 117"4--1Rm
Gioadcnaplea pretos a 1*800, SfU80 e 1*500 o
aovada .
Z. pairos Hstnid''B a 200 rs.
CreUmes finos a 820, 30,
**>ettaetaa modernas a 80, 400 e 440 rs. o co-
V*KusOo branca a 328, 360, 400, 440, 600, 510,
tJOO e 800 rs. o eovado.
Setinetaa lisas a 400 rs. o cavado.
Ditas lavradas a 500 rs. o evado.
Flanelia de cor a40-r rs o o>vai>.
Flanetla branaa a 400 e 1*000 o eovada.
Chapeos de so de crea parav eaaRera a 7*590
Chales de caseaiira finos 9|000 am.
Fechas de la a 2*00(1, 3*000, 4*000, 5*000
e 6*000 um.
Tanete- para janella. piano sof e cama a 1#,
*(AJ0, 7*000, 8*000 e 24*0>O na
Eagaio asoareMo e prd.. a 500 rs. o aovado.
Casacosde Isla! W
Lene.#a brancas a t*8>-J a
400 e 440 rs. oco-
liamisas ttotaet
a aaaoo. aasMMi a5sx>
3S-- l' Ja S ra da Im peratna aa 89
Vende se ueste novo eataoe a.-inK*nto uui gran
de aomn>-nto de caiuBaa bramas, tanto de ahet
tuina e pjuhoe de Itnbn couio. de altrudao, pelot
airat.* pr. eos .le 9.VSW, H A Bando ftis< tMU.
amito saelbor -lo qu hb que veeni do estrantreiro .
luuito maia heni f-itaa, por aerean Cortada poi
iui bom ariieta. eap> atalm-jite camiaeiM, tambeu.
sa manda lser p>r eiicomm. ndxa, a t ntade din
fregueses : ata nova luja da ana da hayeratria o
3 de Ferreira da Silva.
Nova WyAvkLr'w
Bftasa da loape .
DE
FKRRBIRA Da N^VA
Neste novo estabel' cimenta encontrar a rea
p litavel publico ubi variada sortintenS da tasen
das de toJ s as qualidedea, que as venden) p.n
iirecos baratissinvis, assinj cuino an> bom a >rti
menta de r opas para h-aiiens, e tamben se mar
da taaer p>r amwiiaaidna, p r fer um boa asee
*.re aMBiate e cnapiea surtioaento de peanos
caseairaa e brins, etc.
KDim tara maiis
aaa a lss.pera.irtn a*
Obras de y me
l'lllmu konIu
Modeki speifeief-ado m ceatas para compras,
acafctee, oosiareira, t adeir^a para i-riuacHS, eso ,
etc., venden por piecos comnxalfB Martina Capi-
tAo A C, >m fleo armasem de aaoihados ra.
estrena do Rosario
Unas prateade a >. ra. o evado.
Timl. s para meniuoa de 4 a 5 annat
um
Lenyvg a 2*080 re a dniva
Coienas brauaas a 1*8H> asna. t
Sctina ma-sodecoies 8U0, 1*200, 1*400, 1*600
e 2*000 o ovado. '
terfaetas brn. as a M e 560 '8. 'yio.
Cortmaoos bord. dos a 7*OUU, 9*000 e 16*000 o
ata laaprrairla
Luja de Ptreira da Silva
Neste eaubelecimentu vndese as mapas aba>
ro BsonsKinadas, qe ato be"' .as.
Paiitots presos de oasgonaas a
acolchiatdoa, aen cordadas, e forrados 7*(IU
Ditos de catsemira preta, de cerdo multo,
bem faltos e forrados 10#IR
Ditos de dita, fksenda moito melbor 18*0
Ditos de flanella acal sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados 12*<*>
Calcas de gorgorio preto, sceichoado,
sendo liaaysjda maitr encorpaaa *6t
Diana de caiassira, de cores, seude aaoit*
bem fritas 6**'
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
mmto bem feitas 8#0T
Ditas de bnm de Angola, de muleekim e
de br. pardo a *, 2*600 e 3*0 EOaronlas de gregunllas para homens,
eendo mmto oem feitas a 1*200 e lMfc
5*000 Colletinhoa de freguella muito bem feitos ldaa>
Assim como nm bou sortimento de lencos d>
l'aao e de algndao, meiaa croas e coflarinbas. ea
t a lojn aa -aa da Isnperatvia a. *
fl
C-prtUa e v.a a ItwOnO <> 14*00 urna.
oluaas bordana a 5*000.6*000, *0 e 8*0 O
r^partilhos de rmrao a 4*000, 8*000, 6*00O
e 7*(KK) i.m.
Cortes de ni para vestido a 20*0 0 om.
Atgedio eom doaa larguras a 800 ra. o aa-
ik>.
Cortes d.- ca mira pr eal^a a 0*000 am.
Bramaute de liuh a 1*800 o metro.
Dito rte aig-^t a lfl< o avtro
T. ama telpndas a 4.H0O e 6*-3 a dnxa.
\liiwiiiid 4a iinnineia
1886
l Un rolnme rom J8 paglaas
2000
A'evada na
.i 7 A, ran Pra
coiiomna de O
ertitora. LivrariaParisieBse
de Maro., a 7 A, lados* ial
L^port 4 C. e CaroBu Ayres.
Saifi-drs c fin! verde tanete
tino
ceben Ant aio Dnarte ras da Un0o n. M,
i-rtufV' B'e a snnr* : 'ornaia- e reewiaaeinaa". ei
eates arlig a p-"r ter r-i-ebiuo de cea particular
de Portueal, raslo por qe gr-mte ser eapeeiaH
dade ; assim como rem carne queij' s do serta
per Bree;', imnu. n> >, a aanai *> taaaai
e vende ni enea de B rnamin Ibiaras i raa da
FWeut'na ub. 5 3 .', em retaibe e anearas Na
mesiua i-ompra-ae urna balanca decimal, gr Li uilaCrio
V. nde-se pendas de fea, gtadeaeento para
cRi>a de muro, j rdiui e terrao. nandeiraa d fer-
ro paia porta exterior-8 e iul- noren, de todaa aa
aaatidntb s, ifaliinh iro de brra carroca pa a Uoib
e canallahj, carru.bo de nrio e mdna para carro
cae, p>r prec-i coannoda : no Ihtbo do Porte a. 4.
lefroi.le do quaitel da Cinco Pontea, i>fik-iava dV
ferreiro. ______ _
Vmvo> eviuvas
Poderao ir Graciosa. A rna do Crespo a. 7,
que achatan sempre artigos proprios para lata
tees o-sn
Leqees pr-tos de aep I, aetinnta e aftioj.
V .1 s, brincia, pe. se aras a hrarbes aretoe.
M ias pretaa, fi'ae, bicoa de liuho, 14 e aeda
ipteos
DuarmcOee para onmiB- de aOB'm.
Cadema ate fia, retr<> e metal, protas.
Mci i" preas pala crianca.
narlt- Coehcira a venda
Vcnde-se um corHeita com b'nB cama depar-
i... b m Le lianda afr. (raeaadav per oree* nw-
te moilic em rasio de sen dono nao poder a>*nii-
niaSrsv p- r rer dv 4.ser orna iagem : os prea-n-
denres achraoC0m qoem tratar A roa do TOnqoe
ds Cara-a n. 47.
GRAJNDK
LlftiPi
ExposiflH renirstt a rna larga h
Kosario n. 8
D-m'io Lima A C, chauram a attencia das
Esmas. familias para ne peeeos segnintea :
Carretela de 20O jardas a 80 ra
PeaB] de bairdadoa de 200 a 60<) ra.
Di-as de um palmo a 2*6 Fita n para faza a iH*\.
LequeB A regatas e D. Joaiimta a l*r*a.
Fraseos ella actos de Labio, )fr-nd. a, a 2*000.
L que A D Lacind. C "ho 6a'Mi.
T ".IhaS felpudas a f>(Ml 64N, e 1* 00.
llnlia de u>el> a para h m m a 3000.
Dirs para seahairas a 3*1 K>l.
Lava aV *bU a V*00 Meis de fio de a-la para menina a 1*000.
'^larmh'aH ate Kiah rt Si i ra.
D>tna de alirav 4. a 8V0 a 400 ra.
Maa^a. de aramuoa a 2" re.
Pe^HB de martas paa-a va-a'ido a 20 rs
aviaiv ia grnde h .120 rs.
Griaiiii aa. inviiivelB a S) rs.
Um laque de tim (iiovila )e) a 6|S0I!.
K'caa hnkonh.s UV aaaidiaaor> .ie IS.VM i %
LA para b.irdar A 2*800.
Urna c.p-l'a e veo ,i, |5*0< 0. pur 12*ihio.
Um espelh di mol inra p m ft*Sa*>.
Baa pul", ira da- fita p-r 1*201'
Pliar a 400 <> .
Uma bonwa fraaMBe le a- pr 2*faJU e 3*0aaj.
NA EX^lMgAO ENTRAL
58Kiia Larga ilw ll.,jirii.-.)8
Aen. netlaartaa aa Assaml
r. rttsstdrt
Na loja da raa da Imp-ratri n. 32 vende-
um grande sortimento de ftaatoea brancoa a bt
ra o eovaA), atasaian tavradae de turtsveore*
fiaenda bonita para vestidos a 500 ra. o covaA
e setiuetas lisas muito largas, tende de todas a>
caeea, a B<)0 ra. cavado, pechincha : aa lo>
do Pareira ata Silva.
aajaaanwaaa trmmmm* nars toifOg
a*ao ra ile aaoo
Na laja da raa da Imporatns n. -12, veade-s
snoeriores a>g daoBinlm trancenea cota 8. 9 e 1
palios de largura, prupriOB para lenofies de m
o panno pelo barato pre^o de "00 rs e I*la3f
metas e drV trancado pa a teelbas a lOOBH, a>
aia como superior bramante de qaatro aegavs
para lemjoes, a 1*501! o metro, barato na Iqi.
1 Pereira da Silva.
Italia par mefiins
a 4B. *a*M ad
Na nova toja da na da laasaiiiaeai n. 88, *
venda can vanado serasenso de vestoarins pn
prioB para meninosv sendo de aaiitaambo e oaM
ka corta, feitos de bnm pardo, a 4*4>o0, dita
de moieequim a 4*5il0 e ditos de gargorSe pret-
emitam*. casaBarivaa a *, se anria barat. a ; n
o|a do Pereira di Silva.
Vatendus branca
s


12*001
fita
1*8W
501
1*601
8
1*2
SJbV
IfSft
a
8
S<>' AD NUMERO
da Imperatrlz
Lufa dw aVuiaRfJres
ASheira A C A raa ala Itaper-sria a 4,
dem ota bonito s> rtnaentai de todas eatna faaendar
baixo mencionadas rmta eamuetenea de prOjoa,
A SABER :
Alg.KlAoP_-r de kjrodObaint eanK
jardas p- or barato am ale 8#>aa,
atvX0, 4* Of*r!> m
MadapavISoPer^s de madapotio eom 24
jardas a 4*600, 5* 6* at
('minas de meia com 'i a tras, peto barate
ffitaabraae
t>eimellH francesa, taaeada mmto eneor-
pa ia, propria para lenones, toalhas e
cruulas, vara 400 re* e
Orouias da mesma, muito bem fetai,
IMHOe
ColavtitihaiB a measaa
rtramaiite francs de algndio, mmto ea-
corpada eom 10 palmos de largara,
a -tr>
Dito de l-ebo ingles, de 4 largaras, ate
tro a 2*500 e
\toa halo adamascado para toaIhaa de
mesa, enn 9 palmos de larmira. metro
Creta mea e chitas, e leras e escaria, pa-
afroeB delK-ado, d 24 rs ai
"Paprtsta, o qae ba de mais deliea Jo no
aMareadrs re.
Talas estas faaendas baratisBMras, aa om-becidi-
bj de Alneiro A C, eaonin do oasco
des Perrairos
VlgiHla** entestad** pa-
ra lenves
A 4)oo m. l*MMs* A aneara
Vende-e ua luja Asta barateir. oa, ifOa-VnOa
odio para |.'iici?s de nm a panno, eom 9 pal
s de arrnra. 9(8> rs., e dito eom 10 palmos a
(8i o iauaii/j assim eom- dko traskeado par
owlfiaa a o), sa, com 9 pa>mos .e largura a IM*
. otro, htb a* 1^> aie Artielro t^ eaBOn
da eow> dos Y erreiros
MERINOS PKETOS
A 1*200, 1*400,1*6< 0. I 8iMi 2* o eovado
A b. iro ,\ C, A r<* da InspvratrtB n. 441, vea
A- m muito ba-ns mennaSa pretos pelo pre^jo au-a
dito. E' p--a-bincha : na loja da esq .toa do bec
e A a Farreirua.
Gspartllhos
Na bija da rna da Imperama n. 40 veude-ae
muito baiira mpart>lhos para seoboras, pelo pra-c
ie 6V s0-, anana ermo aa irtiasnataa db reOpaa
ic i a sin.....a brins, etc. r isto m 'ot da eaquin
d ba-caeu da. Perreiroa.
CAhKWIKAS INOLEZAS
A acMH) e 3 o eovada.
Arheiro A C, rus ata Tmaeratris a 40, v
w-m um efegant. aorttmenRi dV easerntraa inirle-
tW, de duas l..rruraa. eom a padidea mais del"
itdoe para costum*, e venden pelo i>aratii pree
ie 2*800 e 3| eovado ; asaim enmn se enrarre
^ain de mandar taaer .stumes de casemira >
ai', sendo de (.ai.>t"t saa-aa>f e 36* de nraque,
n-nde pecha nena
t
Vi
tut saa-cu, e 36* de iraune,
oh loja dos barateiroa da Bu.
Carro depasseia
Vende se um carro en bm eata.lo ; aa raa do
Imperador n. 11.
BKI.V PARDO LONA
A 3fl) 18. a eovado
(>s bsrab ir da Roa-Vala v-ndea. ama graade
parcAo ie bnm ardo lona, p..r estar cas. princ
pie de u.ue de isarfU, iaeta harau. pr-flo d. 0
s u ea.Vaii... e trod- ea-raiua-ha os loja da es
iu;na do ha-ce.. i n.ar.iaai.ia e i A ru, la lll.per-tnt a. *?. VehaJ- pa-ajas 0>
amida O. datos BJ- rv a aaad oea}. ,etai harata. ptv
aj. A l'8i ra, chi en a-art- m^r, Sil pees*, a
laa. p..rft, ipr v !t-m a pe.-hincha : os loja da
ajiiiaiK do K. a-,- d-a> F rrsareS
Capaelics e- sparto
PuttMiloa.de uv. r-s lau.aul.o., ve. dem pr
i-r ;. a-in .-mu ,ietei>cia M ni o. CafWtio A C c> in
arai i ii. .ie aaoibados roa. eetieita do Rosan<.
u.iiiicr<. I.
w\ a
Voiadu-ae ->. macan e re-nfef.iriss d8 loja d-
fas-naias a n.a <. Li.r-ne.ia n II, aen (Taran
ta di caa, p .r '.. r o prprii-rario do estabeleei-
aaV.l oe retirar se para Idra da Ctdade ; a tratar
aa mesma ioja.
WHWMV
*')YAL BLEMD marea Vialhi
Saca*". A preteriv
Sste eiveln-ote Whigkj
a. eugnoc >u aRUarden^ de canua, para bartiOba
.arpo.
Vende-se a retalbo mas a. Ih-re armasen
anolhadna.
Pede RDYAL HL.END mare. VlAlXicujoe
ae e mbleuia sA.. registradla para iodo n BraS)
BKOWNR v C., vais.
Novas ls.nhas
A IlOe 400 rea o eovado
Ac-bam da- ch.g,r para a loj. da ru da lta-
pera tris n. 32, um grande e bunio sortim- nto de
AsinhaB de c res pa.a vestid, s, sendo t senda de
>um phaBlasia, coi rwrcs ciar. e escoras, e li-
quidan sa a 890 r 400 eis o eovado. p r aaver
P-r-
Malvasa
Vlnhf) proprin para senfafiras
Em harrB e a retalbo : P cas Mendes A C, A
rna estreita do Bobbio n. 9.
I Teeidos de linho
A 400 ra. o eovado
Na rnj, Aa ra da linp rn ib u. t, veAs ae
om bonito sortimento de tairndua de linhj para
vestido, >endn largura de ebita fr ano ta, com
nuito bonitas c6r- s e paharobas bordadas, A pe
-hincha a 600 reta o aovado, na loja aa P reir da
-Mfcra.
L'afriolet e victoria
Vede-se un eabriolet e ana vict wa en
feito estada de aouservaa^a e por pr ajo ra-
na eocbeira n. 16 A roa do Duque de Casias.
Maduro
Vuiho puro da uva
0 que pone hav.-r de melbor para meaja, era
harria e a r ralba : Pasosa Meaden C., A rna
estreita A R Baria o. 0.
A' Horida
Roa Dnque de raxla* n IOS
Chama re a i.frejeu atas Ezmas. familias para
os pr fos seaui.tes :
Lavas d. aeda preta a 1*500 o par.
Cutos a 1*600.
Pannos e collarinhos de cores para homernt
1*K>|.
lases para senbora a 1 *5u0.
OrampuB iovisiveis a 60 ra. o maasa.
Loase de seda eOr granada a 2*, 2*500 e X*
o par.
tMapeaaorioa p ra menina) a 500 rs.
Iden ataer.eanos par bon-n a SA
Martas e> Eacossra paraeriaata a 40 re. o par.
Lequi-s d- papel asm Brrente a I *
Pitas de velludo n. 9 a 600 rs n 6 a 400 rs. o
metro.
L-tacas je esmiiA" a 1*500 a doria.
AAanade 1*600, 2*, 3* am 8*.
kam a de flores finas a l*5(ki.
Luvsb d- E'cobs para menina, lisas e borda-
das, a 800e 1* o par.
Por a-retrato a 500 ri, I*. 1*600 e t*
Pontea de aihel a 000 rs.. 700 r 8 Ora. na.
llanosas dv brAbanso. chimeon 200 re. o pao.
Guarnicd--8 de ida* i.iam a WJ u.
AnquinbaB de 1*V0, 2*. 2*tK) e 8* urna.
Pliass de 2 a 8 ordena a 40(1, 600 e 6tM is.
an. a de enres con 12 jaroas e 2 1/2 oedos de
ORta^saa M r s
laa an A.taaka. a A600 a_pea.
Espartilho Boa Figura 4#9O0.
1 ie La F gurnie a 5*000
Bieos ae ah-ni^w com 4 e 5 dedos de largara a
2*5(10 a prtti.
dem eearcittoboa coa 10 notaos a 800 e 1*008
a peva
Boia5eo de phantaaia a 800 re. a dusia.
Para toilet
Sabio d areia a 32A ra. nra
dem pbaanieado a 600 rs. um.
Id*m ala alri a 600 ra.
dem de amando a 800 rs.
Mira d. alface a l*.(W.
Agaa o- leste a 2O00H.
Aptia drvma a 1*548.
Agua Fl rida a l*O0.
Mac cus da pena a UM1 re.
Metas baaaeaR p ra aenhnra a 3* a dnsla.
BARBOSA A SA > TOS
Loja Ca macan
MiudeAas
F-rreira de Sousa A C tendo resolvido vender
todos os stO* artigos de miu iea-as poi men.is qne
eah ontro qn- iqu- r eat> belea-iment", aviaam Ae
EkanM. eeanaaraa me appar. aa.rn na-ate ieambeieei
mt-iit.. pant awim se eonveiageien dos preaee oae
as\n>.m de f:.er :
(Heooiia Verdadeiro s 90'' rs., linba para na*
a-Aina a 900 rs. a dosia bru ba finas a 60 rs,
pac tes mili freo sat> neic 40 > rs om pAo ne
s.b nete Bao 7"0 ra meiaa finas p*n aen* ara s
7i*> rr. o par.
Ludo si.it'meiito de bicos finos a 1*20<\ l*6> 0
1**0 e 2*r-00a paa>iOAS fiaos a 8r>00, b*.
546.0 e6*.
Eap-rtiih. s fino a 405.0; 5*MT e T/fiCO
l.uvas fiuas de a*ia a 1*800. i4, 2*100, C
SAfaaJ
('ramp -s para chap a nque ba de mata barato.
Bien pret a enn vnlriiho.
Aafip-ie a riO r- a caria, firas mode-nsa liaa
e b..rbM q be de bohis fin...
raboii* lea de Rente., que ha de melbor para
a pelte. > fdo-r un., tibia fin- pa.a marcar r u
aa a 800 "- > fr seo, b hasta) 11 anca-a finos a
1*60) a aiusra, li.o.. .rtiseiib. de broche pa.a
aanl.ra
Alrm dete am unci t.-m rouitaas artigos de
nada qn aali- va i.alel lo baral -.
Una) nuera*. aala*. a.
Aos i.ooo:ooo$ooo
200:0 r|ooo
ll)0:000S0
LOTERA
En Iw r dos inmunos da Colonia Orphannlo^ira Isabel
DA PROVINCIA DE PKRNAdIBUCO
Eitffcjtt: fin 15 tiDezeiro fle 1886.
Othesoumro, Francisco Gonyalves Torre
Grande e bem mnnlada oflieina h alfaiale
DE
PEDROZA & C.
No 41 Ra do Bario da Victoria N. 41
Neate bem conhecido estab-tet-imeato, e erj'-ontrar uro lindo variado I
tinento de pannos, oaaeniirae, brins, camisas, pnnhos, collarrrrhoe, meiaa, gra
tildo importado das melhores fabricas de Pars, Londres e AHetoanha; e para
ervirem aos seos amigos e fregueses,, os nropriataroa deste grande estabeJed
(Ora na direcelo dos tmbathns da offleina habis artistas, e qae no corto espayo
horas, preparara um tfsid roopa de qnalqu r tarend.
Kua do Baria da Viciara n. 41
(PRhyOS SEH CMPETtNClA)

FUNDICAO GERAL
ALLAN rATEKSON li C
N. 44-Bn i do Brum-N. 44
!NT0 A E> t\VM DOS BIINDS
Tam para vender, por pre mdicos, as segusntes rerrageaa:
Tacbas fnndidas, batidas e caldeadas.
CrTavcSeb de diversos tamanhoa.
Bodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, dem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos atodeloe
Portead fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
QradeameBto para iardim.
Vapores de torca d* 3, 4, 5, 6 e 8 cavallo
Moendaa de 10 a W poOogadas de paadora
Bodas d'agu. systema Leandro.
Encarregam-se de con arMu, e aaaenteaaento ae maofainiemo o exeoauaa q
trabadlo com perfciv^U e presteaa.

QA
SA
Chapees c chapelinas
c
38 A flPBAa* DA HBS. EMDEi-
36 A 40 s
a
ri|iiniii a (].
I \$-\ 03 r9 Clll-s 18
G*t2
^a

Ge
B. 8. CARVALH0 & G.
Proprietarios dest bem couheeido eatabeli-cimeato paitecipam
as Exmaa familias e ao publico em geral, que meosalmente rece bem
das principaes casas em Pars e Hanchester o qae de melhor e de
aparado gosto ba em rhap linas e chapeos para senboraa e meninas
e das prim<>Fft8 fabricas de H mburg o qae ha de n-eihor em cha-
peos para hamens e criancag, e mub-a oatros artigo coocernentes
chanelara.
FlSri-s artificiaes para ornameBto de salas.

^a
1 em
cA-.
i-amurca, aeda fi.
IA.
/C c/p
Lllva de pellli-. p le A
a('aeuao.a eraeeii.ua.
VaToa fin .la rnc-.l r, deH-ny
S. b oa l- dava r*"- cura iv de K' OK r
C-.inlii laa lie a, bordajes ate .1 e.
anisas e irion'' d II um la e iiaa-ia d.-
Caiin-8- B.-n. ruHanub. e i-eni lUiiIiub
a/c afta.
Collaiiaih s pniih s, meia, plastrn*, mantaa,
iri..vatMu o- Mten.
Lenv-H, espaataihoii. i en' -ador-e i-in e-mbr-ia,
Vestid a 'i i-ii-lnaia b'idad b. h Icb la. a-t-a, 6
js d -o ia e de IA, ea*aeas etsatn-a.., c aaa-as de
.S;eUiira ^re'ia.iii.e oe hi da kud s ale. seda.
Al,abena .le seda a 6-aU rs .. oaSBjnt.
VAPOR
e nien da
Vende-Be mn b.n vapor e naneada enm ponco
aso ; a vi no enp>nho Timb assn. moito perlo
da estaa^co ao meno nome ; a tratar aa raa d*
parador o. 48, 1* andar.
-
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0
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8
JlISKI'll KIIALSE ttC. (4
Acabam dr an^nirniar b spi ja bfm ronlvecid k. 1
Biporlanle 'Mahrloriiiicnlo ra Io A
de marro n. H rom mais Q
I .sala Bo < aiHlar liixnosamenlf prepa- ^
rado e |irH\i4 de ama *\f*- ^J
fi*U *m V firau U furto ttMn^Ui PJ
dos mm afamados (ahricmies do
mundo inteirn. 0
ionvida. pois. as limtn familias, srns nume- \^
rosos amibos e frneles a \isilaroo.
o seu eslaMeriiiH'nio. ilim de
apreciarem a grandera Ihuh goslo com qne j
nao olisianle a grande {
despeza, o adoriiaratn. eia honra -*
tiesta provincia. (
iCHA-SE iBEBTO DAS U'S DA HOITB H
1
3h


i
r^E
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nutri de fernaiiib
ASSEIBLEA GERAL
CMARA DO DE PUTA DOS
DISCURSO PRONUNCIADO NA SfcS-
SAO DE 9 DE SETEMBRO DE 1886
Sr- Theoder* da Silva:-
Aprai-me, Sr. presidente, suceder na tri-
buna ao Ilustre deputado pelo 20 distric
to da provincia de Minas Geraes, cuja ele-
vaclo de espirito o habilita, sera duvida, a
aoompanhar o auoceder ao su Ilustre pro-
genitor, a quem estimo e de quera record-
me desde o totopo em que juntos trabalha-
J08 e con vi v eraos nesta casa do parla-
mento.
O Sr. Affonso Celso Jnior : -Agradeco
sordialmente a expresslo de V. Ex,:.
O Sr. Theodoro da Silva : O que las-
timo que, no Brasil, por urna fatalidade,
as gerac3es dos homens politi ios e dos es-
tadistas nlo se fortalecam pela transraisslo
dos talentos e dos servicos de pas a tilhos.
Notei boje, cora prazer, o que me tera
acontecido de outras vezes, que o Ilustre
deputado pelo 20 dUtricto de Minas Ge-
raes tende a despenderse das questes
incandes ient"8, por serem pessoaes, de noi-
ga pe 1 tica interna, dirigindo, pelo contra
rio, o seu talento para o estudo, que tanto
interessa ao paiz. de assumptos econo mi
C08 e financeiros.
Quem se der ao exame da historia par-
lamentar de iosso paiz observar, cora
tristeza, que sraente em 189 oocupou se
o espirito publico, occnparara se os hoiiens
polticos e os estadistas, cora ques Ses da-
quella natureza, como a do crdito, levan-
tada naqnee anno ; mas, depois da lei de
1860, o paiz, os S'-us homens raais disiin
ct03, os seus estadistas coctinuararo n
estreita senda da poltica interna, s des-
pertando se afinal quando a situacao unan
ceira do Imperio a que .
Mas, si dou testemunho do prazer que
tive ouviudo ao Ilustre deputado por Mi
as, sinto que S Exc nao obstante a
neutralidade cora que protestou haver t )-
mado parte neste debate, bem pelo contra-
rio nSo deixaise de influent-iar-se ura pou-
co por preoonceitos polticos e mcsmo pelas
excitad-oes de sua iromnginaclo viva, sen
do por aso mais imaginoso que justo, o que
nao me succeder porque j nlo tenho a
fortuna do possuir a verde iraagiuaco do
Ilustre deputado.
Senhores, complicada, difficiliraa,
grav8sima, porra, nao sei si incmcirta-
vel, creio que nlo a situaclo do Imperio.
De que m a culpa, eu mesmo tilo sei dizel
o. Creio que d< todos nos: dos partidos,
das cmaras, dos que gnvernam.
O Sr. Affonso Celso Jnior: -Apoiado.
O Sr. Theodoro da Silva: Ser oppor-
tuno, quando sao xfflictivas e angustiosas
as circurastancia do Thesouro, que entre
guemo-nos a retaliacSes esteris? S?r
conveniente que, era vi-z de concorrermos
todos cora os nossos avisos e concelhos (e
proveito a opportunidade para declarar
que ouco serapre com nteresse a Ilustre
opposiyao liberal em assumptos como os que
ora se discuten), porque ella destinada a
exercer a raais legitima e a raais proveito-
sa das fisc*lisaco s, fiscalisaclo de que ca-
rece nao s n governn, como a maioria da
cmara); s r conveniente, pergunto, que,
em situlo tal e quando o espirito da ca
mar, maioria e minora, deve ser justo na
serenidade, com a qual smente poder
ser u.il o apoio e a fiscalisaclo, desvia mo-
nos em ntaliaySas, muitas vezcs mais par
tidarias que patriticas ?
O Sr. Jlo Penido : -As retaliacScs tra
partido da maioria.
O Sr. Theodoro da Silva : Hoje eu
nSo ouvi re'aliacSea, verdade; mas o
Ilustre deputado por Minas fez nos'um in-
ventario de tantaa retratares; quer do
meu honrado amigo, o Sr. ministro da
fazenda, quer de todo a gabinete era geral,
que eu mesmo espantei-me do grande nu-
mero dellas Entretanto observo ao illus
deputado pela provincia de Minas que, em
assumptos econmicos e financeiros como
em tudo mais, nlo o mais seguro crite-
rio estar catando retractares daquelh*
que se oceupam dos negocios pblicos ; por
que em assumptos que iuteressara cama
publica a mudenca muitas vezes effeit"
de melhor parecer, de melhor aviso, de
mais detido exame e conhecimento dos
factos, de diversidade de circumstancias.
A mudanza que censuravel a determi-
nada por interesse proprio, mas nlo a que
provm do nteresse publico.
Quera nlo muda?.. Peel, em urna si
tutelo grave, dizia que s nlo mudava
quem tivesse espirito de obstinaclo.
Que importa qne o honrado Sr. ministro
da fazenda bonvesse, urna e tantas vezes,
manifestado a sua opposclo tendencia
que era irresistivel para o uso e abuso de
de operacoes de crdito, si S. Exc. ao as-
sumir a administraclo da fazenda publica,
que to dignamente dirige, encontreu-se
com a tr8t8B:ma realidade de urna divida
fiuctuante de 100.000:0000000.
Em tal situocSo, c .m o decrescimento
das rendas que havia em dous exercicios,
cerca de 15.000j0Q0$ em cada um delles,
com o dficit de trinta e dous mil e tantos
oontos que acaba de verificarse no exer-
ciciode 1H85 1886, o que podia fazer o
honrado ministro da fazenda, por mais vi-
va que seja a sua repugnancia ao uso de
opera,Sea de crdito, senlo submetter-se a
effectuar oemprestimo externo que real-
zou?
Este e outro einprestimo, que contrahiu
para a converslo das apolices, operaclo
que serapre considerou necessaria, embora
nao achasse opportuna a autorisaclo na oc-
casiio em que foi votada, tel-os-ia realisa-
do em coodicSes desvantajosas ? Teria des-
servido ao paiz, sacrificando os interesses
da fazenda publica ?
Bem pelo contrario; at boje, s tenho
ouvido elogios a S. Exc mesmo da Ilus-
tre opposclo liberal, pelo acert, criterio
o integridade com que o nobre ministro da
fazenda se bouve naquellas duas operacoes,
realizadas no paiz e no estrangeiro.
Que retractadlo houve, si a necessidade
O compellio a usar do nico meio que lhe
restava- operacoes de crditopara, alm
da conversao, de que resultou a economa
de mais de 3 000:0000 no servico de juros,
occorrer ao pagamento de 10U 000:0000
de divida fiuctuante, isto prora jtamente
exigivel ? Tanto quanto opprimia ao The-
souro, nSo pesava sobre a praca, sobre o
tommercio, pelo desvio de capitaes que de-
veram estar na eirculaclo do commercio ?
O Sr. Affouso Culto : Em iguaes con-
dic5 s acharara os seu* antecessores,
que foram acremente censurados.
O Sr. F. Belisario (ministro da f* sen-
do) : Eu o que censurei to que se fizes-
sem as dividas, mas nao posso censurar
que se queira pgalas.
O Sr. Theodoro da Silva: NSo mais
teropo de iraitarmos as rctaliacc*., censu-
ras e praticas que tiznram u u e outro par-
tido (spoiados); urgente, urgentsimo
que, atienta a situaclo da fazenda publica,
esforcerao-nos por salval-a. (Apoiados;
muito bem.)
E n'esta8 circumstancias, quando vejo os
nossos homens polticas retaliando-se reci-
procamente ou x avando estaris, mas ex-
plicaveis retractaco" s, lerabro-rae di urna
caricatura que, era situaclo sem-lhante
do Imperio, appareceu era Franc.. Figu-
rava-se o Thesouro a bra lar, quasi afo
gaodo-se: meus amigos, talvai me, e de-
pois arengai. (Riso.)
Snhores, bast attender qual tem sido
o movimento da divida fluctuant", prove-
niente da eraisslo He bilhetes do Thesouro,
para que se coraprehenda qual a situaclo
en que e acham as financas de nosso paiz.
Ti venus a guerra do Paraguaz; o parti-
do a que pertence o Ilustre deputado por
Minas-Geraes, a emprehondeu e executou
cora lustre, honra e. gloria para a patria
(poiados); mas evidente que nlo se
efftctuou commettiraento seraelhaate sera
recursos, que nao tnhamos, e que fomos
pedir ao crdito.
Seguio se a liquidaclo dos encargos da
guerra ; esta misslo coube ao partido con-
servador.
Avultava enormemente a insufla iencia
dos corapromisso da guerra Basta dizer
que a divida publica fundada du^licara-se.
A liquidaclo fizamo la nos conservadores ;
e. de .erto n5o a pod-riamos ter feito com
palavras, mas cora diuheiro de contado, e
uSlo o tinhamos. O que fazer ? Cruzar
raos ob bracos, esp> ra da que a nuss
receita que nao se elevaba ento mais de
80.000:0000 podesae dar-nos recursos paia
liquidar os encargos da guerra, acudir aos
servidos do juro da divida fundada e a sua
ainoriizacfto, assira como s exigencia da
divida fiuctuante, que crescia, e crescia por
que nao tinhamos receitas oriinariad suffi-
cientes ?
Seria impraticavel.
Ass-ntara-se em 1871 a primeira pedra
angular para a extioccao do estado servil
A reforma dividi o partido conservador.

Nao ha nada que estranhar nisto; pelo
contraro um facto que honra a serie'iade
e vitalidade do partido conservador. Dian
te de to grand" qu-stao so al nao era pos-
sivel obtt-r unifor nidade claustral no seio
do grande partido.
A dissi leucia de entSo provou que ella
era patritica, porque, resolv la a questao,
e adoptada a lei, todos a t n respeitado, e
o part lo unio-se. Nem ha vantagm de
que os partidos se convertam em faccS'ts.
Mas, feita a reforma do estado servil,
era evidente que, alm dos encargos da di-
vida, tinhamos de cuidar em preparar me-
lhor futuro para que a riqueza privada nao
se perturbasse e a receita augraentasse.
D'ahi a necessidade indeclinavel da poli
tica dos melhoramentss materiaes, sensata
poltica no seu terapo.
Nossaa condi^Ses nlo eram idnticas s
dos Estados Unidos Onerado aquello paiz
ora urna divida tilo gigantesca, como gi-
gantesca fora a guerra de que ella previe-
ra, mas j tndo o bou desenvolsi-nento
agrii-ola e industrial adiantadissimo, pelas
facilidades de sua extensa r le de carai-
nhos de ferro, do grande curso de suas
aguas navegaseis, os Estados-Unidos que,
sob muitos de seus aspectos, nao pode ser
comparado ao Brasil, concentraram, sim,
os seus esforcos na araortisac&o da divi U,
mas sera (carera parados, com impassibili
dado mulsumana.
As con Iic3 -s do nosso paiz eram outras,
o por 880 mesmo nao podamos ficar para-
dos- Tinhamos construido 20 leguas de
estrada de ferro em S. Paulo e outras tan-
tas em cada urna das provincias da Babia
e Pernambuco, assira como a estrada de
ferro D. Pedro II, na provincia do Rio de
Janeiro. Quero dizer que tinhamos en-
saiadj os priraeiros passos em melhora-
raentos materiaes, e paramos. Pergunto
i conviria que o paiz casse estacionario,
joas assoberbado com a enormidade de
compro-nisaos da guerra, para s cuidar do
servico de juros e amortisacao da divida
fundada, das exigencias da divida fluctan-
je, com receitas alias insuficientes, para os
serviyos ordinarios, aero preparar novos ele-
mentos da riqueza publica.
Houve arestamentoB houve profusSes;
o governo nem sempre acertou na decreta-
c2o de obras publicas que determinou ;
incontestavel, e eu nlo o neg. Nem ha
nada raais difficil do que s vezes conven-
cer o governo de que procede com desa-
cert, porque elle proprio est convencido
do acert que vai praticar. >3s
Houve, incontestavelmente, erros e pro-
fusSes ; mas o que tambera verdade, o
que incontestavel que, a par d'elles, a
riqueza publica hoje muito maior do que
era em 1871.
Em 1868 a estrada de ferro D. Pedro
II media 203k e hojo mede 724,kiK)8"i; a
sua renua era n'aquelle anno de.....
2.808:3420250, agora de 12.260:6850756.
Todas as estradas construidas pelo Estado
e por emprezas paajiculares, medindo na
primeira data 65lk, elevara-se no presente
a 7,062^175" e mais2,267k,628m em cons-
truccio adiantada. Em 1868 o telegrapho
tinba a extensSo de 1,500*, presentemente
prolongase do Prata ao Amazonas com o
percurso do 17,997*,576m, sendo a sua
renda de 1.345:2020633. O mesmo des-
envolvimiento no servico dos correios, cuja
renda monta a 1.999:1350390; o mesmo
desenvolvimento no servico da navegago;
o mesmo desenvolvimiento em outros ramos
do servico publico. Por consequencia, nao
ha justica em lancar-se em rosto qu.-lles
que, como eu, collaborarara para a iniciaco
da politica de melhoramentos materiaes, a
respousabilidade de sua iniciativa; porque
esses melhoramentos augraentaram o capi
tol na riqueza publica, e estilo fomentando
o desenvolviineoto da prodcelo, a maior
circalacao do productos, a facilidade no
gyro do commercio e das relacSes privadas
e publicas.
S a estrada de ferro Leopoldina que fa-
cilidades e riquezas tem desenvolvido na
provincia de minas, na zona que ella per
corre, ras gadasas suas mattas e arrotea-
dos os seus terrenos 1
Mas desviei-me, Sr. presidente, do pon-
to de que quera tratar. Eu me refina a
divida fiuctuante proveniente de bilhites
do thesouro, e dizia que bastava exarai ar
o quadro dessa divida, durante o periodo
dos ltimos annos, e attender para os suc-
cessivos emprestimoa e emissSes de apol-
ces e de papel-moeda a que ella deu lugar,
para convencermo-nos, sera neoessi lade de
mais demonstraQSo alguma, de que o es
tado fioanceiro do paiz afll: ;tivo, an-
gustioso ; nlo ha novilade alguma em di-
zel-o.
Eu tenho aqui um quado organisado ie
1867 a 1877. A divida fiuctuante preve-
niente de bilhetes do thesouro no Io anno
deste decenio elevou sa a 65,9S5:4OJ0 e
no ultimo anno dejretceu 20,102:6000.
Pareen que estes algarisraos, assira das-
aompanhados das correspondentes t pera-
cSes de crdito, em vez de provarem
aquillo que eu asseverava, demonstram o
decrescimento da divida. Mera apparen
ca, Sr. presidente ; esse decrescimento
s proveniente das repetidas op-rac5es de
'rdito, iperacSes que elevaram-se -de
1867 a 1883 somma de mais de ......
4;K),0j0:' 000, com que augraentou-se a
divida consolidada por emprestnos, papel-
noeda e emisso de apoli :es, substituin lo
seupre a inextinguivel divida de bilhetes
do thesouro.
De sorte que a divida fiuctuaato pro
veniente delles, divida que nlo deve ul-
trapassar cortos limites, pois, exedendo-os,
pesa sobre os bancos e desvia os recursos
d > commercio, e opprirae o thesouro, por
q ie divida promptatnenta exigivel, tor-
nou-se o recurso or linario da administra-
ole, para supprir os d.;fi ;its orcamentarios
e acudir s despezas extraordidarias do
orcamento extraordinario de obras publi
> as, em vez de ser siraplesraente recurso
para anticiplo da receita; o que nao po-
da d-ixar de preocupar o nobra Ministro
da Fazenda, achando S. Exc, ao tomar
conta da pasta que r"ge, bilhates do the
souro na i oportancia de 7-1,795:5000, e
toda a divida fiuctuante elevada .......
lOO,OuO:OJO0OOO.
Nlo podia succeder seolo o que succe-
deu. Desde que ha divida fiuctuante pro-
veniente de bilhetes do thesouro, alera le
urna certa proporclo, conraho-se empres-
timo para consdidal-a; mas, se ella torna
a augmentar, repratica se nova opnra^lode
empresti.no, e aps este outre e mais ou-
0 calculo far-se-ha cora seguranja, conhe-
oido o movraento das alfandegas em um
oerto periodo, pois, verifijado o valor dos
diremos correspondentes a oada anno, ti-
rarse-ha a mtia do valor da importaclo
e dos diretos.
Alera deste methodo, pode ser emprega-
do outro de estimagio. Basta attender
que a taxa actual de 30 "[ compre hende
cerm de dous t-reos do movimento ge-
ral de importaclo, a que produz maior
renta, recahindo sobre mercad orias de
maior valor e consumo, mercadoras sobro
as quaea anda recahem 60 [0 ad lcio-
naes
a8-
que as onera era mais 5 "[<,, e
sim elova-ae a taxa de 30 [0 a 35 [..
Mas seja a taxa media de 35, 34, ou
mesmo menor, porra excedente de 30 |#,
pergunto : ser supportavel ou gravosa ?
Nos Estados-Unidos, de 184 i a 1843,
vigoraram tarifas to protectoras que to-
rara quasi prohibitivas ; depois modfica-
rara sa, sendo mais liberaes. Verificadas
aquellas tarifas mais restrictivas, a sua m
dia foi de 33 r
ldia
[ menor do qui a
aue suponho ser a de nossas tarifas.
Prescindinto, porm, deste methodo ex-
perimental, fundo-me no juizo de econo-
mistas e fioanceiros, que cousideram como
mximo suffioiente, para protocolo de mer-
cadoras que devam ser favorecidas, a ta-
xa do 30 [0. E nlo obstante deverem, as
as nossas tarifas ser puramente fiscaes,
como j disse, a sua taxa roe lia maior
que a taxa rae lia proteccionista, como ac
bai de demonstrar.
Por conseguinte, o nobre ministro da fa-
zenda, por maiores qua sejam os apuros do
thesouro, procedeu cora o eos turnado acer-
t, nlo propondo a aggravaglo das taxas
de importaclo as alfandegas.
a
8
o,
*
a.
^.
S
a.
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000800X00"-!J-J-J-J
lt^cw^^?-Occ>co--^o;'
I I
OSr.
gravar.
Cesario Alvim : Nlo deve ag-
ZT
assemelha-se a nra tonel
a vazar, mas sempre
tros, se r'na8ce a divida, o que quer di-
em outros termos, que esta successao
furado, a vazar,
i encher se.
O que certo que a situacao do no-
bre ministro da fazenda, a quem suppoz
contradictorio o nobre deputado pele 20
d8tricto da proviccia de Minas, porque
contrahiu ura einprestimo para pagar aquillo
que nlo se podia adiar, nem se pode pa-
gar divida fiuctuante senao com dinheiro,
e dinheiro nlo o tinba S. Exc. ; o que
certo que a situacao do S. Exc.
de quem, ao abrir a pasta a seu
eocontrava se cora lOJ,000:000;$ de divida
fiuctuante I
O Sr. Tneodoro da Silva : Si as ag-
gravasse, teriaraos resultados negativos.
Exeraplos : J tivernos impostos elevados
a 80 [, sobre raadeiras tinas, depois des-
aggravou-se a taxa, e hoje de 40 [0 ; e
o resultado foi que diminuto tanto a impor-
taclo, que redusio-sa o imposto taxa
actual.
J tivernos taxa maior que a actual de
2 [0 sobra pedras preciosas; mas dimit
ouio tanto a importaclo de pedras precio
sas que, nos annos da 1870 a 1871, em
todas as alfandegas ds imperio, a renda
desse imposto foi da 2:7500.
O Sr. Jlo Ponido
contrabando.
-Mas entravam por
era a
cargo:
O Sr. Affonso Celso Jnior :Eu nlo
contesto. Apenas mostrei que a posiclo de
S. Exc era idntica de outros ministros,
cujos actos foram to profligados.
O Sr. Theodoro da Silva : Se, porem,
natei qua o illuatre deputado pala provin-
cia de Minas assignalaaaa uppoti reira-
taco-s do nobro raidutro da fazenda, nlo
deixei de aoompanhar com a devida atten-
clo quanto S. Exc. expendeu, relativa-
mente ao modo porque pretende o filustre
ministro occorrer aos embaracos era que se
acha o thesouro.
Senhores, eu entro aqui no exame de
urna questao I fli :1, acerca de tarifas. E'
assurapto rido e deque raros oempam-se.
Pens que o nobre ministro da fazedda
procedeu com criterio e com o conheci-
mento que tem da situacao do imperio, re-
correndo, aira, revislo das tarifas, mas
nlo aggravando as respectivas taxas.
As' tarifas no Brasil slo prohibitivas ?
Slo protectoras ou meraraenta fisca-JS ?
Precisa conhecel-o para bem poder ha-
ver-se quem est frente do thesouro pu-
blico, e carece de apurar recursos.
En pens que as tarifas das alfandegas
no Brasil nlo alo, nlo podara, nem de-
vora ser proctoras e menos prohibitivas.
(Apoiados.) __________________________
Prescindo da discussao acadmica sobre
liberdade do commercio. Seria mera dis-
cussao especulativa ; e agora nlo podemos
discutir theologia.
Sr. Coellio Rodrigues:-'Primo vi-
O
ver.
O Sr. Theodoro da Silva: Nlo temos
o que proteger e menos prohibir.
Nlo ha no paiz industrias quo por ora
merecara protecelo senao raras e que ago-
ra se vio formando.
A nlo ser a de tecidos de algodlo, e de
11 e alguma banha do Rio Grande do Sul,
nlo vejo outras que possam determinar
excepyoes.
Falla-se na industria vinhateira; mas
como ella nlo se confunde com a da tabri
celo de vinhos artificiaos, em que nlo
entra o sueco da uva, supponho que tal in-
dustria nlo passa de espetaclo.
Vivemos das alfandegas.
Quanto importamos do estrangeiro, quan-
to coosumido no Brasil; e tanto basta
para determinar o caracterstico das tari-
fas.
Protectoras nlo podera ser; menos pro-
hibitivas ; nlo devera ser teno fiscaes.
Mas nlo basta determinar que o sej *m,
preciso conhecer se as suas taxas slo
realmente fiscaes, protectoras ou prohibi-
tivas.
O Sr. Cesario
E' ura mal.
Alrim : Apoiadiasirao.
O Sr. Theodoro da Silva : -Basta at-
tender diatribuiclo das t >xas : sendo de
2\, 5>, 10V 2oou, 30"{oat 40"|o,
alm dos addicionaes de 60*[0, segue-se
que, conhecida a totalidade do valor da
exp rtac&o, conhecida a toralidado do va-
dos direitos, o resultado que a metida
da taxa das altan legas superior a 34 "(,.
Esta demonstradlo p >der-se ha fazer por
meio de calculo ari:hmetico; mas isto seria
converter esta cmara em aula de calculo,
e eu nlo quero cancar os Ilustres deput<-
dos que me honrara com a sua attenclo.
O Sr. Theodoro da Silva : J tivernos
t .xas maiores sobre os vinhos ; elevaram-
se a 50 p|0, resultando a diminuidlo da
respectiva importaclo. E aqui cabe res-
ponder s obsarvacSes que ouvi ao Ilustra
deputado pela provin ia de Minas.
S. Exc. oppo:-sQ ao imposto indicado
pela comraisso de fazenda sjbre vinhos
fabrcalos no paiz.
O Sr. Jlo Penido : -Que
nhos.
nlo slo vi-
O Sr. Theodoro da Silva :Tivernos j
occasiao de dimiuuir o imposto sobre vi-
nhos estrangeiros, j o disse, de 50 [0 pa
gam hoje 40 |.; mas, senhores, a respeto
do imposto e da importaclo de vinhos ob-
servam-se phonomenos que atordoam a
quem reflecte S)bre elles.
Outr'or foram de 50 (0, e a importa-
clo diminuio ac usando assira que o im-
posto era pesado. Era consequencia dis-
so, resolveu-se desaggravar o imposto,
e agora est reduzido a 40 [0, sendo para
crer que a importaclo se restabelecesse ou
pelo menos nlo coatinuasse o decresci-
mento.
O Sr. Affonso Celso Jnior:A dmi-
nuiylo trouxe o augmento da importaclo
oas no anuo seguiuta, quanto rcstabele-
ceu-ae o mesmo estado de cousas, tornou a
haver decrescimento.
O Sr. Theodoro da Silva:Eu tenho o
boletim da altan lega, de Junho deste an-
no ; nelle menciona-se o movimento da im
portaclo de vinhos estrangeiros no paiz
com indicaclo da sua quantidade, de s-uo
valores, direitos de consumo, etc. ; indica-
res completas. Este boletim comprehen-
de ao decenio de 1875, j diminuido o
imposto de 50 [0, at 1884. Parece que
da desaggravaclo do imposto para 40 [0,
de 50 [0 que pagara, devera resultar, pelo
menos, augmento da importaclo em
tidade.
quan-
0 Sr. Affonso Celso Jnior:O nobre
deputado deve considerar a importaclo no
pequeo periodo em qne os direitos foram
diminuidos.
O Sr. Theodoro da Silva: -Eu
derei.
respon-
Quando em 1874 foi desaggravado pela
primeira vez o imposto sobre vinhos, que
deixou de ser de 50 (0, aucce leu que,
nlo obstante a diminuidlo do imposto, i
importaclo continuou a decrescer. Esta
diminuidlo da importadlo, succedendo
diminuidlo do imposto, phenomeno que
nlo explica-se pelo post hoer, ergo p'optc
hoer ; modo inconclu lente, irracional e
emprico, nunca empregado para expli-
car causas e effeitos de factos econmi-
cos. | ,
A explicarlo outra. E' que a indus-
tria de v'nbos artificiaos, nascida e desen-
uolvida no rgimen da maior pggravaclo
do imposto, tinha se tortalecido tanto du-
rante elle que, nlo obstante a desaggrava-
clo do imposto, pie competir com a im-
portaclo de vinhos estrangeiros e fazel a
decrescer de anno para anno; de sorte
que, era vez de augmentar a importacli
da vinhos cora a r-du -co 'los 50 [0) pelo
contrario accentuou-se e continua a ac-
centuar se de dia em dia a sua diminu-
cao.
Tomando, por exemplo, os vinhas cora-
muns, que slo, como notorio, os mais
usuaes, aquellas que slo em maior quanti-
dade introduzidos no mrcalo e consumi-
dos, observa-se que de 1875 ea diante,
nlo obstante a destggravacio do imposto
em 1874, foi a importaclo de vinhos cora-
rauns d crescendo em quantidade, sendo a
auccessiva dirainuiclo anda mais accentua
da de 18S0-1881, na razio de um milhlo
de litros annualmente, como se verifica do
quadro que se segu :
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ooccoococcco^j-i-j-a
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CUOO'-J-OWOOQOl
CO -2 O 00 ~J ft CO JLJ *-
oocowoteoooojocn
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o) os o o1 co i^ -< tecocj*
?-catoopoo-Jtiac?
osooif^ooooai-jceos
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ce "- o -jhjki Coi
..' (O O i
teos-oasootNiQoo
O) O *> ~i O) 'C

costeos ci'cO'o^'
;5a0.tta:Co!3nrr5l,5i^tt:Co
teos*Q< os v v -i- i
4>-OS ote OOCOOOCT.
f'ocoosi*-teooy<
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'."ti os "t c o & "
o^asytecc^jteoco
>->&*j i^o'j1 teJ
y coios^tecoos
*.~ia'ooosasrfkyioote
-J CO CO #> ^O-lit^
I
T3
o
3
S
I
B
O Sr. Affouso Celso Jnior : De quan-
to foi a importaclo era 187'J, quando hou-
ve a diminuicao do imposto.
O Sr. Theodoro da Silva -.Era 1879 foi
de cerca da 19 milhSe.s, mas em 1875, lo-
go depois da primeira desaggravaclo do
imposto, a importaclo fora de mais de 20
milti5es Do que resulta que, apezar da
dirainuiclo do imposto, continua a deficien-
cia da importadlo.
O Sr. Affonso Celso Jnior : Porque
im mediatamente se restabeleceu a taxa de
50 por cento.
O Sr. Theodoro Silva: Perds-me V.
Exc. ; es&a taxa nlo foi mais restabeleci-
da ; a actual de 40 por cento ; creio que
ha equivoco ; ser meu. Verifiquemos.
At 1874 foram os direitos sobre vinhos
de 50 por cento, conforme a tarifa de 1869 ;
em 1874 houve a primeira e maior modi
ficaclo, raantendo-se de 1878 at o presen-
te sob a taxa de 40 por cento, inferior
primeira de 50 por cento, durante cujo r-
gimen foi que a industria de vinhos artifi
ciaes creou-se e fortaleceu-se.
P.m viitude da autoriaa^Jt em 1877, por lei, o Sr. conselheiro Gaspar
Martina, ministro da fazenda, projectou a
a revislo das tarifas, com desaggravac3 -s
e MggravacS-s de impostos, proj-cto real-
sailo em 16*79 pelo honrado senador que o
substituio na pasta da fazenda, mas con
servando a taxa de 40 por cento que ha-
via.
Pois nlo obstante manter-se a desaggra-
vaclo do imposto, reduzi lo de 50 por c;n-
to a 40 por cento, o decrescimento da i u-
portaclo de vinhos continuou e continua a
dar se.
O Sr. Affonso Celso Jnior :Perdi ;
em 1880 houve aggravaylo lo imposto,
pois que o orcamento do Sr. conselheiro Sa-
raiva restabeleot-u a antiga taxa.
O Sr. Theodoro da Silva:O Sr. conse-
lheiro Saraiva revio as tarifas das alfaade
gas, mas nlo alterou o imposto sobre vi-
nhos, que continua a ser de 40 por cento.
Nlo sei se me fiz comprehender.
O Sr. Cesario Alvim : Perfeitamente.
O Sr. Theodoro da Silva: -E este um
assurapto ingrato. Pejo toda a benevolen-
cia dos nobres deputados, porque receio es-
tar abusando da sua paciencia (nlo apoia-
dos) ; mas nlo posso discutir assumptos
desta ordem sera certa 'aridez e sem cau-
sar enfado. ^g ^ j_______
urna transadlo : concorram os Ilustres
deputados pela provincia de Mioas pan
que a assembla provincial acabe com o
imposto que langa sobra o ial,'e dtpeis
conversaremos; mas, emquanto oto, ale-
O Sr. Jlo Penido : f\ra i aso traba-
jamos muito ; mas, se a assembla pro-
vincial onera o sal e a geral tambera one-
ral-o, serlo dous males, dous couces M
mesmo tempo. (Riso).
O Sr. Theodoro da Silva : Voto pelo
imposto sobre o sal. ..
O Sr. Jlo Penido : Isto bem mottra
qne V. Exc. nlo mineiro natural, mi-
nei'0 naturalisado.
O Sr. Theodoro da Silva: ... porque
conbeco o que slo as salinas do norte.
O Sr. Candido de Oli veira : O imposto
nlo meio de protegel-ss.
O Sr. Theodoro da Silva : -Oh! Senho-
res I Pois quem conhece a importaclo
erescente, de dia em dia, do sal estrangei-
ro na alfandega do Rio de Janeiro e as
outras do imperio, pode duvidar de que
essa concurrencia um obstculo a que en-
tre nos se desenvolva a fabricaclo do sal
as provincias do norte ?
O Sr. Candido de Oliveira :O impos-
to nlo mata a concurren ia.
O Sr. Theodoro da Silva : Quem nlo
conhece a abundancia das salinas do Assu,
no Rio Grande do Norte T Quem nlo sabe
quanto slo naturaes e facis as dispoaic&es
do lttoral que se enteode desde o Rio
Grande do Norte at o Cear
paraclo do sal T
O Sr. Jlo Penido: Mas nlo slo ex-
ploradas.
O Sr. Theodoro da Silva : Quem ig-
nora quanto superior em qualidade o sal
brazileiro ao sal estrangeiro ? ^Nlo apoia-
dos.)
O Sr. Cesario Alvim:Nem nos serve
para alimentaclo.
O Sr. Miranda Ribeiro : Neste ponto
V. Exc. est engaado.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Theodoro da Silva :Seja, mas
eu estava persuadido de que o sal do Assu'
superior ao estrangeiro.
O Sr. Miranda Ribeiro ; E' muito in
f rior.
O Sr. Theodoro da Silva : Seja ; mas,
b inferior, porque nlo ha vantagem,
nem compensaglo em prepar.-.l-o melhor,
porque a concurrencia estrangeira desani-
ma o esforjo no preparo.
Eu, porm, perguntava si convrn que
deizemos aquella riqueza quasi inexplora-
da, porque o est, por eff:ito da importa-
clo do sal estrangeiro, com o qual nlo p
de competir, vindo ao mercadj livre de di-
reitos, muitas vezes como lastro de navios T
O Sr. Jlo Fenido : V. Exc. por ahi
nlo vai bem.
O Sr. Theodoro da Silva: O que pe-
direi ao nobre Ministro da Fazenda que,
sendo facultativa a iraposiclo sobre o sal
at 10 ris por litro, S. Exc. nlo attinja
ao mximo que lhe d a autorisaclo e as
sent o imposto em menor taxa. (Apar-
tes.)
E acredito que, nlo elevando o imposto
ao mximo e a provincia de Minas desa-
gravando o sal do imposto provincial (apar-
tes), nlo tiria maia razio de ser a queixa
ora levantara os Ilustres deputados
Do que fica dito com relaclo a vinhos,
eu concluo que o imposto que S. Exc. o
Sr. ministro da fazenda, lanca sobre vi-
nhas artificiaos perfeitamente justifica-
vel (apoiados), assenta na realidade da
existencia ie urna industria consolidada e
to possante que afugenta, nlo obstante a
desaggravaclo do imposto sobre vinhos es-
trangeiros, a entrada dalles no mercado.
O Sr. Jlo Penido : E tanto assira
que eu votei por elle.
O Sr. Theodoro da Silva: Supponho que
a demonstradlo concludente. (Apoia
dos).
O Sr. Jlo Peaido : Eu j estava con-
vencido disso, mas o imposto do sal ape-
nas urna ferocidade do Sr. ministro da fa
zenda contra as provincias de Minas e Rio
Grande do Sul.
(Ha outros apartes).
O Sr. Theodoro da Silva: Quanto ao im-
posto sobre o sal, eu, nlo obstante ser
quaei mineiro adoptivo...
O Sr. Jlo Penido : Os mineiros se
honrara muito com o concurso de V. "xc.
O Sr. Th-odoro Silva : ____ havendo
concorrido para o prolongamento da Estra-
da de Ferro D. Pedro II pelo interior de
Minas, tendo autorisado a construcclo da
estrada de ferro da Leopoldina, na obscu-
riale da rainha vida particular, a fuslo
de duas companhias de estradas de ferro
que se hostilisavam, ambas pesando sobre
os cofres orovinciaes, mas com duas admi-
nistrares distinctas, etc.
O Sr. Cesario Alvim : Essa fuslo foi
feita com grande vantagem para a provin-
cia. 4
O Sr. Theodoro da Silva : ... nlo posso
deixar de votar pelo imposto sobre o sal.
O Sr. Jlo Peni lo : Pois entao fica ura
mineiro degenera oo. (Riso.)
O Sr. Tneodoro da Silva : Fagamos
que
mineiros.
Esta transaclo me parece praticavel,
mxime convindo que os impostos sejant
laucados do modo menos vexat ros.
Nlo se desconhece qu a situadlo do
Thesouro a que todos denunciara.
O Sr. Candido de Oliveira : a da
provincia de Minas que boa 1
O Sr. Tneodoro da Silva :Prucura-se
occorrer s exigencias de compromissos de
honra, restauraclo da faz?nda publica e
isto nlo se ple conseguir com palavras,
mas por meio de impostos, pois qu'i nlo
bastarlo economas, (Apoiados e apartes.)
Tenho para mira, talvez esteja em erro,
que os recursos provenientes da revislo da
tarifa darlo muito mais do que se snppb
ge rlmente.
Ouvi ao Ilustre deputado pela provincia
de Minas censurar que sejam to movedi-
cas as novas tarifas.
O Sr. Affonso Celso Jnior :Nlo eu.
O Sr. Julo Penido : Foi o nobre de-
putado pelo '!" distrhto de Minas.
O Sr. Affonso Celso Jnior :En disse
que a tarifa de 1879 era urna das que me-
lhor oonsultavam os interesses pblicos.
O Sr. Tneodoro da Silva : -Rectifico o
meu engao ; mas aquello reparo foi feito
pelo filustre deputado pelo 2* districto de
Minas.
II sponderei que nlo tem S. Exc. razio
para admirar-se de que, havendo sido re-
vistas as tarifas das alfandegas em 1879,
e j depois o foram em 1882, si ni me
engao, agora, com poneos annos deorri-
dos, nova revislo se baja de fazer.
Senhores, as tarifas das alfandegas sao
verdaderos instrumentos de produ:clo de
riqueza; mas para isao preciso que nlo
sejam fixas nem in varia veis.
As modas variara, de dia em dia: a fa-
bricaclo ora se faz com mais economa,
ora com maia dispendio; os impostos tam-
bem criam mcios de impedir a fiscalisajlo,
por meio de alteraclo, modifioaclo ou do
falsificarlo as materias primas da merca-
doria ; de sorte que a fixidade na tarifa
das alfandegas seria simplesmente um er-
ro a sua permanencia ou immutabildade
por annos dilatados, sendo pelo contrario
til a sua revislo em periodos certos, para
poderera as tarifas acorapanhar as flucta-
0,5-s que refer.
O Sr. Affonso Celso Jnior d um
aparte. |
"O Sr? Theodoro da Silva : Acredito
que os valores otficiaes das tarifas tem si-
do sempre e slo ainda hoje inferiores aos
valores reaes do mercado. S cora esta
correcclo de valores ter o nobre mi-
nistro da fazenda augmento de receita.
Igualmente supponho que das quilifica-
c3us das mercadoras ou modificac&es as
razesdos direitos resultar figuras receita,
assira como estou de accordo em qne S.
Exc. reveja tambera a tabella do expe-
diento, dos gneros livres de direito, ui
para que lance sobre estes gneros qu
slo livres e nem para isto est autorisado,
mas para que sej ara melhor classmcsdos
os que slo sujeitos a desposas do expe-
diente. (Apartes.)
(Continuar se-ha.)
i
;
\

u
Typ. do Diario raaOu^ae t Carias a.
\
I WIRAW [


Full Text
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