Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19069


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Full Text
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f or tres mezcs aantadot
Por seis ditos dem.
r*or um anno ideai......
Jada numero avulso, do mesan da.
tdOOO
124000
244000
4100
DIARIO DE
Por seis meses adiajBUdo.
Por nove ditos idea.
Por am auno dem.......
Cada numero aviil'Bo, de dias anteriores.
m IVHl OA PAOVUCIA
2U|U0
27400G
4100
NAMBCO
Proprtebabe be Jttanoel Jiqpcixik >e Jara JtUps

O* Sr. Imedpr Priace (& C,
de Paris, silo os nossos agnie-
exelusivos de annuir im pu
blie >edes da Franca e Ingla-
terra.
Ossrs. Haohurne II ranos-
de %t-%v-l'ork. Broad Way n.
91tO, sao os nossos a^^otes ex.
elusivo 4 de annu eios nos Es-
tados-Unidos ssaasasw
Aviso
A.osSrs. Assignan-
tes que se a-charemem
atrazo, scienlificamos
qu^ devem mandar
abonar suasassignatu-
ras at o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soffram interrup^o na
remessa do Diario do
Io de Outubro.
TELEGRAHMAS
ssavigo mm:ui do siasi:
RIO DE JANEIRO, 2 de Setembro, s
6 horas e 2b minutos da tarde. (Recebi-
do s 8 horas da noite, pola linha terres-
tre).
O Senado approtn boje en 3.a dla-
cnxMo o orcameolo do Ministerio da
Agricultura, sendo rejettada urna
emenda do Sr. Bario de Coteglpe
Mopprlmindo aa duaa. do Sr. alos
Bonifacio, que liuviaoa aldo appro-
TAdas na *. dlscaasao do menino
orcamenio.
Sr. presidente do eonselno deca -
roa em ciiuida que recorrer fu
lo das cmaras.
ssbvi;o s MMik 2-:::
(Especial para o Diario)
MADRID, 24 de Setembro.
O seneral vina-Campo acaba de
ser preao como Insurgente.
CAIR>, 24 de Setembro.
governo ingles acaba de propor
a Nabar Pacba am conwenlo que
equivale a continaaco do protecto-
rado da Inglaterra sobre o Egynuo,
eom a manatcneao de exercito de
ce parao.
Agencia Ha vas, filial em Pernambuco,
2j de Setembro de 1886.
(3o chiimca. A prinii ira devida nnturz da
sua superficie, cujas desigualdades mais ou menos
speras rocam constantemente a epiderm-" extrah m
a transpirado, e activam a cireu'aeo. D'ahi re-
sultara : excitaco nerr >sa, picadas e prurido.
T<.es efteites tem sentido que.n usa cimisas ou
meiaa de la. O algodio menos aspiro. A rou
pa teita d< s tecidos de liubo de contacto agrada-
vel. O ist-smo pode diser se a respeito da seda.
A segunda accao, ou accao cbimica, provm d s
productos cutneos. a"id s ou alcalinos, de que a
roupa se impregna, que a falta de acrio deiza
mui'as vezes accumular se n'ella e que determi-
nan) s vezes inc mmodos e doencas de pelle.
8e na a asa epocha estas doencas nao assiimem
eragiral a rebelda-e s gravidade observadas na
idade-m lia, deve-so isso em grande parte- ao uso
mais geral da roupa b anca junto ao corp >.
Os recidos impermeaveis, para que ni prejudi-
quem a saude, nao devem ser obstculo ao livre
exercicio das tunecoes da pelle. Sao principal-
mente fabr eados de cutcbuc, que embaraca a res
piraco cutnea, d sensacao de mal estar e nao
deve ser usado por milita teinpo. O tecido de que
teito o water proof das seuburas Ibe muito pre
ferivel, por nao ter aqu lies inenveoientes, mas
uao deve estar por milito tempo t-xposto agua.
(Coniina.]
INSTRDCqO PQPDLAR
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DA8 ESCOLAS
VESTUARIO
CAPITULO VI
I ContinuacSo)
Propriedadee hygrometicas0 fato pode absor-
ber ama ce ta quautidade de agua proveniente,
ou do involucro cataueo pelo suer, oa do exterior,
do vapor da agua que, em maior ou menor quauti-
dade, existe sempre na atmosphera. Esta agua,
evaporando se ou codificando a conductilidade doa
tecidos do fato para o calor, mudar as condico s
deste arfo protector de que estamos tratando.
A agua que penetra n'um tecido divide se em
uaa pfrc.-B distinctas. Urna a agua hygrome
trica, que pode ser abaorvid* em quantidade c n
aideravel, sem que o tacto possa reconhecer altera
cao pbysiea no tecido.
A outra a agua interposta que, retida n'um
tecido, loe muda todaln-.nte as propriedades pby-
iicae, ubsuuindo-lhe os poros, e fazendoquea mi
perceba a aensaco de bumidade e que a presso
faro, sabir urna certa quantidade de agua.
agua bygrometricaabsorvida pelos diferentes
tecidos varia com a na-ureza delles. Assim, as
fibras do a godo sao formadas por urna substan
ca nao hygromi trica, e que nao augmenta de puso
Sila abaorpcao do vapor de agua contido no ar.
a planta, as fibras do linbo estao sem; re satura-
das de agua. Quano la, sem perder a sua flexi
bilidade, poro-idade e c animal das ebuvas mais abundantes. V se, poia,
ne relativamente agua hygrometrica, o algo-
djio que absorie menos, seguinda-se-lhu olinhi, e
endo a 15 que maia absorve.
Tambem a agua interposta varia com a natu-
reza do tecidos. Como nao sao elsticas, ss fibras
de algodau e,de linbo assim que ao njolhadas, jus
tapem-se urnas s outraa por capillaridade ; os
intersticios uo variam, e ficam retendo mais agua.
Mecbaqicamente o tecido de l absorve maior quan-
tidade de agua de nterposico do que os ou tros.
Por isso deve ser preferido por todos oa individuos
qnese entregan) a exercicios violentos e, cujo corpo
se cobre fcilmente de suor.
TaUurqA. roupa, ea contacto com a pelle,
seres sobre lia urna accio mecbanica e urna ac-
?ABTE UFFlCrii
Ministerio do Imperio
Foi cuuf rida ao teoente-coronel ecmraandante
do 7o batalbo de infantaria, Jlo Baptisla do Re-
g Barros Cavaleante de Albuquerque, a medalba
de ment militar, creadi pelo decreto n. 4,131 de
28 de Marco de 1868, em attencao aos bons -ervi-
cos que, na qualidade de major em c immisso do
16 b italha i da referid i arma, prestu nos com
bates e na batalha de Dezembro daquelle anno,
te. do sido ferido, segundo consta da informaco
prestada pelo general commandante em ebefe das
forcas em operacoes contra o governo da repbli-
ca do Paraguay
Fez se merc do ludio de conselbo ao bacbare!
Jos 15 -inardo GalvSo Alcoforado.
Foi nomeado o Dr. Augusto Freir Maia Bit-
tencourt lente da cadeira de clnica psychiHtrica
da facuidade de medicina da Baha.
Foram agraciados com o grao de cavalleiro da
crdem da Rosa, Benjamn de Salles Piuheiro e o
engenheiro Kraft de la Saulx, da Sociedade John
Cock-nll, em Seraing.
Foi nom-ado Gustavo Collaco Fernandes Veras
para o cargo de secretario da provincia do Cear,
e exonerado o bicharol Manoel Alvaro de Souza
S Viaoua do de secretario da provincia de Santa
Catbarina.
Concedeu-se dispensa de lapso de tempo a An-
tonio Mancio Ribeiro pira tirar o alvar do toro
de dalgo cavalleiro da casa imperial.
Ministerio da drstica
Foi reconduz.do O desembargad or conselheiro
Joaquim Tibarcio Ferrr-ira Gomes no lugar de pre-
sidente da relacao da Fortaleza.
Por decntoi de 11 do correte foi exonerado, a
pedido, o juic de direilo Joo Polycarpo dos San-
tos do cargo de chafe de polica da provincia do
Para.
Foi aposentad, conforme requereu, o juia de di-
reito Domingo Jos G n'calves Fonce de Ijetto,
com ordenado que lhe competir, nos termos do
art. 29 10 da lei n. 2,033 de 20 de Setembro
de 1871.
Foi declarado avulso, a pedido, o jais'de direito
da comarca de Christioa, na provincia de Mi-
nas Geiaes, bscharel A lolpho de Burgos Pouce
de Len.
Foram designadas :
A vara dos teitos da fazenda da capital da pro
vincia do Para, de 3a entrancia, para sella ter
exercicio o juiz de direito J ao Polycarpo des San-
tos Campos.
A comarca do Cbristina, do 1 entrancia, na pro-
vincia de Minas Geraes, para nella ter exercicio,
ojuiz de dir ito Francisco Jos Moateiro.
Fo' rrcoaduzido o bacbard Jos Maria Correia
das Neves, no lugar de juiz municipal e de or-
pbios do termo de Paulo Affonso, na provincia das
Alados*.
Foram removidos, a ped do, os juizes manici-
paes e de orphos : bachsrel Antonio Joaquim da
v.'osta Jnior, do termo de Prado para a de Jagua-
ripe, na provincia da Babia, e o bacharel Fran-
cisco Xavier da Silva, deste termo para aquelle.
Foram nomeados :
O bacharel Joaquim Eduardo de Avellar Bran
dio, para o lugar dejis municipal e de orphioj
de termo de Iiabira, na provincia de Minia Ge-
raes.
Foi designada a 3* seceao de batalhio da reserva
da guarda nacional da comarca de Guimares, na
provincia do Maranho, para a ella ser aggregado
o major commandante da antiga 2* seceao de ba-
talhio da mesma guarda, Antonio Bricio ce
Araujo.
Fez-sc merc da serventa vitalicia dos officios
de 2 tabelliio de notas e eacrivao do civel e cri-
me, de orphaos e da provedoria de capellas e e
siduos do termo de Assar, na provincia do Cear,
a Tbeophilo Amarante Filgu-ira.
Paasou-se ao bachsrel Celso Florentino H nri-
ques de Souza diploma de habilitaco para o car-
go de juiz de direito.
Ministerio da tierra
Foram promovidos:
Estado-jiaior de 1.a classeA coronel
o coronel graduado Francisco R iphael de
Mello Reg; a tenente-corond o tenente-
coronel graduado Firmino Heruulano de
Moraes Ancora ; ambos por antiguidade.
Estado-maior de 2.1 classeA coronel o
tenente-coronel Eugenio Luiz Franco; a
tenente-coronel o major Paulino Paes Ri-
beiro; ambos por merec.imrtiito ; a major o
capito Alex^ndre Augusto Ignacio da'Sil-
veira, e a capito ojtenente Antonio Faus-
tino da Silva ; a tente o alfcrea Manoel
Jos de Froitas, todos tres por antigui-
dade.
Co po de sa le A ,1- cirurgio o 2.
dito Dr. Jos Climaoo de Araujo ; por an-
tiguidade.
Foi transferido do 10.* para o 12. de
infantaria o alferes Joaquim de Albuquar-
que Bello.
Foi classifcado no 10. de infantaria o
alferes Leopoldo Jos Ortiz da Silva.
Foram'nomeados o alferes Joao de Souza
Franco o os 2.0 tenentes Antonio Feliz de
Souza Ainoriin e Eduardo Qoocalves Ri-
beiro, para os lugares da subalternos da
3.*, 4.1 e 2.a coropanhiaa do corpo de alum-
nos da escolar militar da cSrte.
Foram promovidos, di arma de infanta-
ria : a capitaes, os tenentes Luis Vieira Ma-
chado, por antiguidade, e Gabriel Pereira
de Souza Botafogo, por estudos ; a tenen-
tes, os alferes Francisco de Paula Moreira,
Joaquim de Faria e Antonio Paes oVBsr-
ro, por antiguidade, e Pedro Manoel Gomes
Carneiro, por estados.
Transfer-'os p ra, a 2.* classe do -xer
cito, fi an lo aggregado8 ar.oa de infanta
ria a an* pertencm, os capitSea do 'J. ba-
talh&o Antonio Francisco de Mello, e do
18. Antonio Jos da Silva Viveiros a o al-
feres du 20. batalho Salvador Ignacio da
Sil'eira ; e nom*ado s'-gundo cirurgio do
corpo do s' le do *xerito o Dr. Horton-
cio L'OvegiMu de M [idnea Uclioi.
Foraa transfer 1os os alfares sguintea :
do 17 b talh i de infantaria Carlos Fer-
reira da Fontoura Cunha para o 6.; d
4. Guilh-ritio Marques dd Sauza Soares
para o 13 e do 6 Brasiliano Alves do
Nas<'iinento p >ra o 17
M -n Ion su que fossem desligados o 2."
tenente do 2. batalbo de artilharia Vctor
Hugo de Pitilla, para reunirse ao seu
corpo.
Teve baixa do v^rviyo militar, por inca-
pacidad1) pliysica, o 3. sargento ad lido ao
10. de inf.ntar a Rosendo Carneiro de
Albuqu-rque Mura.
Dedarou s que o offi al do 1." batalho
de artilharia a p, que comraaoda a f >rta-
leza la Praia de Fra, perceb-r, alen
das vantagens do corpo, a gratificajo d-)
exercicio, marcada na tabella do l de
M .io de 1853 para as fortalezas do 3.* or-
den).
Foi exonerado, a su pedido, do lugar
de ajulant-; de 21. batalho de infanta-
ria o alfi-r-8 Jos M ria Silveira.
Foram transferidos: para o 6. batalho
de infantaria o tenste do 13. Jos vlo-
reira de Queiroz, e para este batalbo o
tenente d'aquelle Francisco de Paula Ro-
drigues B.rcellos Filho; e para o 3. ba-
talho de artilharia o 2 tenente do 2 o re-
giment da mesma arma Tuomaz Caval
cante de Albuquerque.
Man lou te qne fi asse sem eff-ito a bai-
xa do servido do 2." cadete 1. sargento do
7." batalho de infantaria Luiz Ildefonso
Benevides Galvo, que foi mandado incluir
em um dos corpos do sul e ad-lir ao mes-
rto 7. at seguir ao seu destino.
Mandou-se qun tossem desligados dos
corpos, onde esto ad li los, para se reuni-
rem aos a que per'encem, o capito do i.
regiment de artilharia Pedro Guilherme
Alves da Silva eo alferes do 5. de caval
laria Marcos Antonio T lies Ferreira.
Foi transferido para a guarniyo do sul
o 2. cadete do 7. de infantaria Clovia Ce-
lestino Alves.
Permittio-se que o capito do corpo de
engcnhi-iros Antonio Ernesto Gomes Car-
neiro, continu a usar da espad de ajo,
oue lhe fbl concedida, como premio, pelo
conseiho do iastrucco da escola g^ral da
tiro do Campo Grande, 'por virtude do
respectivo regula ment, quando alumno da
referida escola.
~Iandou-se contar ao alferes do 3 re-
giment de cavallaria Raphael Theophilo
Zaburau e ao alferes alumno, addido ao
13. batalho de infantaria, Cypriano Cos-
ta Ferreira, a antiguidade do posto desde
12 de Janeiro de 1884, epocha em que fo-
ram nomeados alferes alumnos pela escola
militar da corte.
Foi nomeado para ir servir na ala es
quera do batalho de engenheiros o alfe-
res do 1. regiment de cavallaria, Epi-
phanio Alves Pequeo.
M-indou-se addir ao 1. de infantaria o
2. cadete 2. sargento da companhia da
mesma arma, de S. Paulo, Luiz Rodrigues
de Albuquerqua, que se apresentou por ter
finalisado a lijenca com que se achava
n'esta corte.
Ficou dispensado do servico de que es-
tava encarr-g.do no quartel general o al-
fares do 7. do infantaria Arthur Neptuno
Boulevard.
Vai submetter-se a conselho de investi-
gaco, conforme requereu, o 1. cirurgio
do corpo de sade do esercito Dr. Ataba-
lipa Americo Franco, enoarregado do ser-
vijo medico da fabrica de plvora da Es-
trella.
Foi mndalo contar ao alferes alumno
addido ao 13. batalho de infantaria, Ral
Germano da Silva, a sua antiguidade de
posto, de 11 de Abril da 1885, data em que
foi nomeado Alfares alumno o soldado Jos
Carlos Teixeira.
Concedeu-se reforma, de conformidade
com o disposto na primeira parte do J 1-
do art. 9. da lei n. 648 de 18 de Agosto
de 1852, ao major Joo Gonjalves de
Moura e ao capito Demetrio Mara de
Mello e Oliveira, este do lO.* batalho de
infantaria e aquelle agsrregado ref rida
ama, visto tarem sido julgados injapaz's
do serviyo do exercito em inspeceo de
sade a que foram submettidos.
Mandou-se averbir nos assentaTientos
do tenente do 1. regiment de cavallaria
Carlos Delphim de Jarvalho, o que cousu
do attestado da rep..rtiy) g'-ral dos Tele
gr,.phos sobre o aproveitamento, auplica-
yo e comportarueuto do dito >iffi-ial du-
rante o teuipo que este pratioou na mesma
repartico.
Foi contratado o pharmaceuti"O cwil
Carno Pinho para servir na pharmacia
militar em S. Borja, provincia do Rio
Grande do Sul.
Foi dispensado do lugar de ent-arr gado
das obras militares na provincia da Para-
hyba, o capito do corpo de engenheiro
Caetano Mauoel Faria Albuquerque.
Foram promovidos:
A capito de fragata, o capito-tenente
Augusto Mximo Baptista, por antiguida-
de ; a capites-tenentea, os primeiros te-
nentes Antonio Curios Freir de Carvalho,
por antiguidade, e Luiz Pedro Tavares,
por merecimento j a primeiros-tenentes os
segundos ditos Edmundo Leopoldo Miller,
Henrique Alves Pinto Bastos e Francisco
Xavii-r Tkxt.ro Jnior, por antigedad-, e
Eduardo firnesto Mi.'osi, por mereci-
mento.
Corpo de sade. -A primeiro phamiir
couti o, o aegundo Jito Manoel Jorgv 7
Paixo, per ant'guidade.
Foi remov lo do lugar de oapjt > do
porto da provin ia do Rio Grande do Nor-
te para o isegmo lugar na provin i ile Pa-
ran, o capito-tenente Joo Jos Lisboa.
Foram nomeados guardies do corpo uV
nfficiaes msrinhoiros es extranumerarios
Lo'-pol lo Jos Maria, Jos de S. Thom e
Joiquim Fabiano da Cruz.
Foi msrVij o dia 27 p ira o concurso
entre oa pr.ticantes da coutaioria de mari-
nha par.i puS^nchimento de vagas da quar-
tos es riptu'raries da mesma rep.trtiyo.
Por terem completado qoatro anuos de
liccnca para dudar embaroados em navios
de coiniiiercio-,tioaram sem sold e nocoa-
tam tempo de antiguidade os primeiroa te-
nentes Affonso Augusto Rodrigues de Vas-
concellos e Joo Clio Pereira Arouca.
Foi nomeado Soln Constan-i Gallo pa-
ra exercer o lugar de eseravente das offi ri-
as do arsenal de marinha da provincia do
Para.
Por aviso de 13, de accordo com o pa-
recer do conseibo naval, mandou-se con-
tar, para os devidos ffeitoa, ao 1" tenente
Raymundo Jos de Scuza Lobo, como de
campanlia, o tempo em qui esteve embar-
cado no transporte Apa, om servido da es-
quadra em peracSes contra o governo do
ParAguay.
Foi nomeado Antonio Luiz de Carvallio
Pinto para Tercer o lugar de escrevent-
las offi ina8 deste arsenal, em subs'.ituico
de Jos R-ytS'indo de Brito Mcirellea, que
pedio exoneri.^o.
Foi publica a no Diario OJicial de hon-
ti'w-, a seguate ordem sob n. 170 e data
de 12 do paseado :
DeclaroU-sa Thesourara de Pernam-
buco,* em resnosta ao offi.-io de 22 de Maio
uIlimo,\que nao p le ser approvado o seu
acto susbendendo Fabio Bino do exercicio
le commandante do cruzador Meduza, ao
servico da alf.indega da mesma provin ia.
Io, porque tendo sido o antecessor do
nomeado demittido pelo seu irregular pro
cedimento, e sendo da exclusiva compoten
cia doa inspector-8 das alfandegus e mesas
de rendas, a nomaaco e demisso dos
oommandaotes dos cruzadores, como o de
que se trata, nao caba thesourara sus
pender o nomeado do respectivo exercicio,
mas aomente suggerir a conveniencia des
si medida^jsu-^g^c par !! hnupOJg-.
tivo ;
2, porque nao procede a raza i de ser
elle estratfgeiro, visto estar provada a sua
qualidade da cidadSo brazilciro, desde que
acha-se qualifi ado eleitor ;
3, porque n ordem n. 463 de 24 de
Setembro de 1880, nao exige que taes
coramardantes tenham carta de piloto, co-
mo entendeu a thesourara, mas qua o pi
loto seja pratico da costa ; nem applica-
vel espacie sujeita o aviso n 472 de 13
de Outubro de 1862, que refere-se a mate-
ria diversa ;
4o porque o nomeado j exerceu identi
co lugar no cutter Parnahyba ao servijo
da Altan lega do Rio de Janeiro, e j com
mandou outros navios importantes as
aguas d Rio da Prata e as do norte e sul
do I 11 p rio.
Cumprindo, portanto, seja o dito Fabio
Rio restituido ao exercicio do seu empre-
go, se ainda estiver fra delle, e receba os
veacimentos que tenham deixaio de ser lbe
abonados uurante o tempo da suspenso.
Repart?** da Foch
Secco 2*N. 938.Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 25 de Setembro de
1886. Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Exc. que foram bontem re '.olhidos na Casa
de D tenco os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado do Io districto de 8.
Jos, Jacob, escravo de Manoel Joo de Araujo
Coutinho, requiaico de gen senbor.
A' ordem do de Afogados, Franciaco e Leonar-
do, eacravos de Francisdo da Rocha Puntual, por
disturbios.
A' oraem do do Io districto da Boa Vista, Elias
Cunha, nflt embriaguez e diturbios.
A' ordem do do Puco da Pan-lia, Joaepba, es-
crava de Gabrifi de tal, por disturbios.
D.-U8 guarda a V. Exc Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Jo quira da Souza Leo
milite digno vioe presidente da provincia.
-O chefe de polica, .Antonio Domingos
Pinto.
tllAKIU DE PEfinacuCO
Malicias da sui
O paquete fi aucez Congo, eoegaiio hontem dos
portu8 do sul, foi portador das aegniatea noticias,
aim das officiais, que publicamos na seceao res
peci iva, e da certe, cana do n su coirespondente,
que inserimos na rubrica Interior.
a< itli-o e Rio da Prata
Datas de Montevideo ai 9 dr setembro :
O ministerio do novo presideute do Chile, Bal
maceda, fii-i.n asain? coustituido ; interi.r, Kuse
bio L1II0 ; ta senda, Ag.'Btinho K. Edyardo ; jus-
tic, Pedro M U t ; guerra, Car tu* Autunes ; ne-
gocios estrangeTos, Joaquin Go.iri
O sruado da repblica Argentina approvou aa
treneralidade o pr jecto ue le n imprensa para a
capital e t- rrftorio federaes.
Continua va o t-'mporal io porto de Buenos
Ayres, causando damnos c .nsiaeraveis. Receia-
va- te que, nao cest-ando a chova, que cahia abun-
dantemente, as aguas do Rrachuelo transbordaa-
sem. piodnzmdo inundacJo desastrosa.
A brdo da vapi-r trauces Bio taran manifes-
ton-seam inceudio, que foi suffocado mmediata-
mente. '
Nj da 4, o Dr. Dovel, eom assistecia dos Drs.
Pirovano e Herrera Vegas, praticou; na ca .-a de
ana residencia, a iuoculayo da vajeina antira
bica, segundo o metbodo pastoriano, em doas ov-
amos. Jose BsaHio Pinedo, mordidos em Moute-
vido, por nm eso ra voso. '
A iapresM oficial de Montevideo deimentio
;athegoneamaotn oa (Matos de revoluti) poltica,
accreecentando que o partido colorado nao peosou
em mudanca, tendo, como tera, o seu chefe na d-
receo doB negoci s da patria.
0 gen-iral Saatos restibjlecia-3 rpidamente,
segundo as noticias de origam oficial, e continua
Va a oceupar-se diariamente com o despacho dos
aeg .eios di estado.
0 senado uruguayo concedeu ao poder executivo
a autonsaco qua solicitou para que o Asylo del
Buen Pastor continu no exercicio de bu as func-
fOea.
Em Montevideo causn m impressSo a noticia
doaufM'iitn da divida consolidada.
t. Pedro do Rio Grande do Mu
Datas at 14 de Setembro :
Hulero o Conservador de 1 :
Foi ho.iem ausp -ns > do exercicio de lente da
escola normal Joio Mauriciu von Franekcnberg, e
mandado prooesaar pelos motivos, e matante* do
acto que abis o 8 segU'' :
O vic. -presidente da provincia, vista de
urna publicacao feita no jor'ial allem) desta ci-
d >de sob o nome Deutsche Zeitung no qual Be ir
rogam offensas ao paz, comprometiendo assi n a
mutua cordialidaae e interesses que devem persis
tir entre nt.coes amigas, resol ve suspender, pjr
esse motivo b^staute forte p ira perturbar a ordem
publica, a Joao Mauricio von Franek->nbeig do
exercicio de lente cathe Iractico da quarta cadeira
da escola normal, visto ser o redactor do referido
jornal, eomo tal, responsavel pelo cs-ripto inju-
rioso a naco que adoptou par segunda patria.
Resolve, outrosim, que se remeta o mesmo
jornal e papis que lhe torem referentes ao pro-
motor publico da comarca da capital para instau-
rar o competente procesao. Facam se as devidas
communicacoes.
R fere o Independenle, da Big, que aleaos sol-
dados orientaos, que all audavam passeiau-lo com
o seu chefe, o major Escobar, preoderain d us emi-
grados orientaos, que levaran) amarrados para
aquella repblica, allegando ^ue sao des-rtores.
No dia a guinte disse a m-'smt iolna que o Sr.
J. Bonifacio Tavares, delegado de polica, abri >
inqiiarito a respeito des'as pritas.
Refere o Diario do Bio Grande, ia ultima data,
que desde a ante-vesp -ra estavam cahindo n'a-
quella cidade copiosas chuvas acompanhadas de
forte trovoada.
A alfan-'.ega da capital rend'U no mes passado
24(1:203*076, i=to mais 18:742*122 [do que no
mesmo mes do auno passado.
L se no Correio Mercantil, de Pelotas :
< Na Allemanha, para onde tinha partido ha
pouco tempo, eom o fim de tratar da saude, talle-
ceu o distincto cavalheiro Sr. Guilherme Pietsi k r.
conceituido n-gociante desta e da praca visinba.
O Sr. Pietsck-r era de origem allema, mas
tendo estabelecido nesta provincia o s-;u domici-
lio, aqu constituio familia e entrou na activa e
agitada vida coininercial.
N-iB empresas, que se constituan) em prol di
pmgresso da provincia, estava o 8r. Pieta ker
sea pre na vangu .ra.
ltimamente o finado era chefe da casa Piots-
ck-r te C, suecaasora da dos Srs. Holtzweissig
Breyer 4t C, e nessa qu^lidada esforcou se sem
pre por prestar os maiores servicos 4 sociedade
rio-graudeuse.
Dis n Diario, de Bag, que aquella cidade
fui invadida por um bando num-roao da individuos
de auib ^a oa sexos, sujo*, maitrapilh-is, de aspecto
repeliente, vindos nisesabe de que parte, indo
ig-----r- r*"t ""*". faUaudd uina gyria moi-
prehensivel e acompauhadoB Je ca vatios estrega-
dos, de caes e da alguna enormes ursos.
.S miseraveiB sem patria conh"0Ja, mas que
povo desigua pelo nome de bohemios.
Em Jaguaro f i assaltada uos Lages, a casa
em que reside Vrgilioo Bapiista Gomes, por qoa-
tro individuos, que drsfecbaram oito tiros sobre a
porta; Virgilino, vondo-ae atacado, fugio com sua
uiiiiher, e foi a.-ylar-'C em casa de um vismh)
O canal da Feitoria, cuja excavacSo foi enea
tada em 20 d-' Fevereiro do corrente anno, acha
va-se abe'to em 31 de Agosto prximo findo na
ext*nsaode 598.60, elevando-se o cabo excavado
a 38837,35tK(.
At a epocha cima citada este servico era feito
cm a draga Bio Qrande, qua trabalhou 91 dias.
ha vendo grandes iuterrupco s motivadas pelo m&o
estado do material da dragag- m, cujas reparacoes
exigiram cerca da 50 das.
Acha-se j inKiallado no m-smi canal o servico
de draga Estrella do Sul com hatelSes peque ios
de f.-rro e cabo de vai-veui.
Com o auxilio destas d-ias dragas est se
dando maior impulso a est; servido, de que se
acha encarregado o engenheiro Alberto Ferrei-
ra Pinto, da commiasai de melhoramentos da
barra.
Em Bag, na noite do 5 do corrente, seriam
mais ou menos 11 horas, varias praca do 5 regi-
nv-nto d'rign-am se ao lugar denominado Bica, o
mesmo on le ha p >uco mais de um mes toi assassi-
nada urna mulher e ferida urna crianca, invadi-
ram a casa de nm p-o do Sr. Manoel Torres e
pretendern! all organisar um baila
Oppoudo-sa a isto o infeliz hemem travou-se
entre ellea e os aggressores um conflicto, do qual
reBulton vibrarem-lhe urna punbalada no paito que
o prostrou sem vida.
Dis u Correio que o Sr. Vixcoude da Craca
trata de taser dividir em lotes eoloniaes, em nu-
mero superior a cem, urna parte das imp irtantes
datas que p saue no Santo Amor, estrada de Can-
gus.-, a 7 leguas daqueila villa o a 6 da cidade
visinha.
Na cidade de Pelotas, n< dia 7, morreo victima
de um raio o joven Benjamn) Rodrigues Barcel-
los, filho da viuva D. Aagalica de Lima Barcel
loa. O facto d-u-se na Costa de Pelotas. O po-
bre moc foi fulminado na occaai em que se
achava entre duas uessoas, que apauas s. ffreram
os effeitos 1o ch -que
Es:a gn "ement- enfermo o Sr. conselb iro
Francisco C-rloa de Arujo Bruiqae.
__ Durante o mez rindo aa alfandegas da pro-
vincia arrbcadaratn 524:'*tl*40l.
Falleceram : em S. Gabriel, o estimado con-
merciante francs Ismael W.-yer all estabel cido
com casa de j oas ; na capital, D. Lyaia io Valle
Ainonm, posa do eominendador Joo Affonso de
Frailas Amorim, e a jove.i D Frsneisca Pessoa
de Andrad fiba do maj r Joio s de Audrade ; em Jaguara, D. H anqueta Tata
res Peres e Feipo Garm-odia ; em Arroio Gran
de, Joao de D-us Xavier e D. Adelina da Costa
Doar-8 ; cm Baa, a sexagenaria D. Maria da Lus
astro ; no Rio Grande, o typograph Ag >atinho
Antuues ; em Pelotas. M.inobl Jos T-ixeira e
Fraucisco Sampaio ; em Bag, Bento Jos Bar-
bosa ; em S. Gabriel, o tenente-coronel Jos Ro-
drigues Vergu -iro ; em Bag, Jos Augusto Tei-
xeira da Sbusa, e no Rio Graude, D. Adelaida Je
Asevedo Salcedo e O. Joaquina Leopoldina Pe-
reira.
Santa Catbarina
Datas at 16 de Setembro :
No dia 14 do corrente, o italiano Luis A'exau-
dre Marcotti, Praia de Fra, como urna faca
ferio gravemente urna mulher, Adelina'de taf,
parda, cm quem vivia ha annos o que dellc tirina
ndhos.
Laiz Marcotti, frreiro, reaidenta n aquella ca-
pital ha tempos fb estabetcido cotn ferrara *
rus da Fonte Graode. Casado, Marcotti, a pr>u-
cipio, vivia-alli com sua mulber; mas disaeosdes
repetidas estabeloceram a separacio do casal
irimarr-ente,. Marctti, parece que devido a
contranvidade da vida, eutregoa-se ao uso e abuso
doalcool, promovia desordeas e andava pelas nas
a diaer a a faser asaetras, faseudo hontem urna
ttaspetorts.
A offendida toi recolhida ao hospital de cas>
dade, e o delinquente cadia publica. 4
Pala lei provincial n. 1,115 de 4 do cortett
foi autorisado o presidente da provincia a ras-,
trata:- a extraco de lotera* dorante d-s sataas
com o capital de 600:0001000 (300,000 b Ihatasfe
20* cada um), dando premios na importaseis*
44'':00 '* e podando ser extrabidas semaualmcst
em vigsimas, dcimas ou quintas partes
Por acto de 6 foi coacedid ao c Tonel Jos Fifi
ciano Alves de Brito a exoneraco que ped.-4*
cargo de inspector do Tbesouro Provincial.
Para servir interinamente o cargo de secretan
da presidencia da provincia, foi, por aoto da as-
ma data, designado o chefe de seocao da seos
taria do goTjrno, Joaquim Firm> de Oliveira.
Falieceram ua capital D dara D dore Car-
men, D. Maria das Dores Dutra de Sonsa, easaa
-1) Se Joa A de S >uz 1, inmediato do vap ir Mt-
mayth, Vicente Fraucco da Silveua, portees
da cmara municipal.
Paran
Datas at 15 de Seteinoro :
Fallecen na capital D. Virginia Marqnet la
Santos.
9. Paulo
Datas at 19 de Setenbro :
No dia 13 chngou capital o Sr. Dr. Luis S-
verio Alves Cruz, e no dia mmedlato assioxa
administraco da provincia.
Sib o titulo Desastre, refere o DiaruA
Campias, de 17 Jo corrate: Aita hurtes, a
troly qu3 faz carreira entre a estaca > de Sasta
Barbara e a villa do mesmo nome, a um ki's aitra
mais ou menos da cstacSo, foi despedazado pdns-
auiina"s que o puxavam
No troly lam alm do cocheira, um :ua\ala
do Sr. Hanri I5lo :h, o Sr. Arthur Santos, rejss-
s-iitante da casa da Nobre & Araaba, da ca/Cat,
e outro pa88ageiro.
Este ultimo ficou bastante maltratado p* las
passar o troly sobro o corpo. O Sr. Arthur Sss-
t ..sescapou inclume; mas o coebeiro e o cu litada
do Sr. Bloch foram tambem levemente off u titjs.
O desastre foi originado pelss animaos {na
erain bravos e dispararan) pdo matto rcduzisAss
troly a estilhas. o
Em Campias, D. Carolina de Camargo esaa-
i-a libsrJade plena sua escrava Aog-ilies, *
40 annos de idaie ; e em tfogy mirim, o cjrtoat
Jos Joaquim da Silv-dra Ciutra, tambam Bssr-
tou, sem coniieoes, a seu escravo Eduardo, dV33
aun is de i iade.
Em S. Joao da Bi-Vi-'ta, um filh) da fasaa-
deiro Joaquim Francisco Guimares ass.ssinssa
facadas um individuo de neme M ssias de tal.
O criminoso foi preso em flagrante.
Violento incendio r.-duzio a cinzas e predios a
maebiasmo de beneficiar caf, e bem assim jsr
cao eousideravel do precioso grio em dep*saa>
propriedade do Barao de Tremeinb.
Os prejuizos s .bem a 20:0 K)O M).
No mez passado o reudim-nto da adntal-
irar-a dos correio* foi de 9:909*160, e o aa
agencias de 25:073*8S0. Vales postaes emitsiao.
3:235*680, pagos 8:737*380.
No m"3mo m-z do auuo trazado renleraar a
administraco 7:609*, as agencias 21:592J2Ss s
no do anno passado : a aduiioistraco8:857*6H.a
as agencias 23:110*120.
Foram proou ciados no dia 10, ana S- idst
dos Cam os, no art. 103 do cdigo criminal, aas-
ebre cnmineso Cayara e sea c reo Martina. fsDs
aasasamato praticado ua pessoa da escrava aasv
Fallecen, u* capital, D Ondid de Qi-ssa
Santos; D. Francise* de Toledo Loakeil,
da Jac b L ibkieil e Ulna do finado consell
Manoel Dias de Toledo; em Campias, JossV
nitacia de Paula, D. .toanna Laiza da Conceieii c
Beato Manoel de Camargo Barros, e na Baaasa\
D Laudecina Maria de Jess; em Mjgy isa
Cruzas, o neg asante Saturnino Baptista aa Ga-
uha e em Villa da Princesa o tabelliio do tensa
Manoel Jos do Nascimento
Minas Cieraes
Datas at 19 do Setembro :
rtealisara se no dia 12, s 2 horas da tarea* a
exposicao na cidade de Juiz de Fra, ha venda ase
tal motivo grandes fastas, a que asistirn r*
aistro da agricultura e o presidente da provi
Relativamente a ella diz o seguiote um o"
pondeu'e do Jornal do Commercio da corte.
No pavimento terreo, direita e quem
est a sala que tem os nomes dos vareadores l
nel Marcelliuo de Andrade e Dr. Nezecio Taas
res Aeham se nella expostas cento e cineisd
am istrao de caf de diversas sortes, todas del
zeu ieir.-s do municipio de Juiz de Fra, ssa
este producto o uuieo para cuja exposico Beata
outro municipio concorreu.
Nao somos competeote para avaliar a qualiia1
e o preparo desse caf; mas os eoteodid o empenho que tea os agricultores daqui en*
neficiar o seu rodueto.
En frente desta est a sala com o nomes a
verea-lires padre Baptista Roussin o Dr. Ai
Lage. Nella se encontrara : am istras de si_
da fabrica de Naphta, do Sr. Gomes, desta
de, amostras de m .deiras e diversas obras, fa
nesta cidade, utensilios de farro de urna fa
de I'abira, am lindo punh il e urna faca de os
raarfim feitos no Mar de Hespanha, cera, asssnr
mel de ab 'his, charutos, cigarros, p de ea
sola preparada, aguas do Lambary, imagens '
nesta cidade e em Barbacana, pelles prepar
por Camill > Legar, tij 1 >s e telhas da f.bncai
Jlo Wiudt, d v rsas amostras do engeaho de r1
aucar d*> \racaty, bem acabadoB e variados trs!
Ihos da industria cermica da fabrica da Csrats
da Silva, d> Chador, e escovas expostas por id-
gusto Die es desta cidade.
Mer cem especial menea os trabalhos desta fa-
brica pela variadade e qualidade de escova sal -
apres-ntou, s-ndo para lonvar a perdeaosa
que trabalua em urna industria qua deseuvolsMS
poda dar ran les resultados, abastecen lo moaai
dos uussoa m-reados
Junto desta, est a sala coa o nonn do vereasBr
Dr. Francisco Barnardiuo, onle esto expostsrr
50 j rn.es qu; se pubncam na provincia, pa
deelifiei.se oufras oirs para saneamanta i
cidade, e diversos enhilis de typ .grapbia
Em seguida esta a s ta com u me do ver
Pereira da Silva, na qual devem ser expostas t-
bilias f iras no lu^ar.
Do lado pp >sto, em seguida sala d > ess\
v se a sala cun o nome do vereador Dr. Quid-
li,uo Nery, cuja exp .aican C nsta de ^aervej 4
f .brcas da J.i-i W-isa, Ha-it x Irma-, Augs>
Kiemer e Fies te Irmo desta cidade, viaa%
licores, cerveja, cognac- vermouth tairicalo* S. Joo de El-Rei Barbaeena e Mar da Heaja-
nna, 'juegos e inanteiga f-breados emJaisa
Pora. Barbaeena e Entre U .3, uotanln se et
aqucllee, as de M inte M .ria do Sr Carlos de i
tro e aguas gasosas tabricadaa u sta aidade.
Ha mais urna Sala ieatiua.la a productos da Sa-
bara e Santa Luza, cuja descripoao faremas fcJ
pois.
Subin lo, ertf frente *cada central, baaat
graude quadro repraaeatasdo a figura da I.lu-
tria, pintada p;>f um amalor, o Sr. Alfredo Ans-
ral, que revela' aa io dho.es diaposicoes para &
ero a que se dedicou.
No pavimento upenor ha um sali como asad
do conseiheiro Antonio Prado.
O mais importante da exposicio este salases
variedade dr ahf idOes da tabrica de M jrrit SrC^
desta cidade." As amostras expista honnoia'
irfdastria nacional. Ha chapeos bem acabadss^s
fabrica da Gustavo Popp- e bnts aa patos das sf-'
ficinas de Antunes Rosa, ambas desta cidade? a-1
simrra ntineira exposta pelo Bario de Santa as-
lena, chapeos de cipo timb f. itos no Rio Wa.
grande quantidada de bordattos, flores e pintaoa.
r

u i
IM



^^^^^^^^^^

de PernamhiirsiiDomingo 26 Ae Setembro de

obr.h".l'entnreBtm *5-rlVcw^wrnr do-lfsia-
Satth.ra das Dores desta eidal trabalttoade mar-
taore, de cairo e da ma i-ir.
Falta, p.ria, oejuj.r diversis vaos caro ob-
ject..qu- "'ii iili pii-uas -.or.ieaeiCiiX'Udjs,
orqu ehegaram iuUuiw tur*.
Junto .ate aal*. tu -* sala de mineraloga e
mol tgia, de q le depon tallaremos.
H .je .leva tic ir. M ni i de i o 1 >, pal > meos qua
i e> ap eta s-er-ii do na-nuns, que impor-
tante, e beta aaaim uWKw a.
o-ilis e di eipSSsetVd* anril*OC1W
Boa na seguinte 0M1, eSBUti>'d*reojan.>ti*8sdo
ais que uccorresc- ^. _
Pela estrada o*sf%roiiisain'tiBnte*iil< pa-
getros, e do Piiao-lK
O amo cirrepwndea*eo dia egltfWfr, 1* aC-
ereseentou: .,_ ^_
Vimos cootiM awHfei>|e aiui*Jiiia"PJ'-
ser completa da t>siofta-p ""-r*"1 el** *">".
Ao-st: antes, piiaEaij iramas u ""I**'"
t-uto eutra os trabsl&is expjstoa na ala Antonio
Pradostao alguna lesenhos muito bem acaba-
dos de Hy polito Coroo, Sino do lugar, que est
eaiudaudo oa Europa e |U "a fe eapeeialmeote
para esta eiposicao.
Na sala do oavnn-nto terreo con onomedo
Tfea-P!rpim d Silva, exwrra- fabrTe-dn
reis d-sta cidade, aliruaa diales artig s e de eol-
cboaria, entre aquilea diversas pecas para sala
de jaotar, fi-as da canalla c n orna'OJ apret
tatu e urna- m tbtlia de gabm -te, de madeira de
taaba Vob'ra delicada e bom acabada. Ern col-
ea laria-bomfeitoscolcbe de capiu, cabello e
etina. ,
Ni sala dc'ao niada Di-. Ar>st.tnbb Corroa es
tao expoatu pelo cjmmeud>dor Se 'temo de Pauta
Bocha, que tomou eaaa encargo, oa- aeguintes pro
dacCoa dos municipios de Sobar e Santa Eiuia,
Iu renta e cines-espjci-s d- fazendas d* fabrica
a tecidbs da cotnpanhia Industrial Sabarense :
pedras aurfera-, podras verdea, eristaes, fibras
?egetaes, extrah las de um cipo abundante no Ro
0 boticaria a laranja, aguard-rnte, charutos, assucar,
tinta rxa mineral, 3 amostras de madiras, limo
prtprio para limpar ouro prata, ouro virgem, mar-
ra rs outros objectoa que attestam o desenvol
Ttuje.uto da industria desaas localidades.
A seccSo de mineral .gia e i--ologia importio-
tsitn i, teudo para ella conoorrido con grande
eo.ttiugeute a escolada minas d i Ouro -Preto, que
expiz os principaes typoi de minerio de ferro,
chumbo e manganez, a-niantb, criataea, rochas
onie ae encontraouio. objectos de fern fabrica-
dos na oficina da es-ola ; ha tamoem lida cul-
lecetto de conchas, coraes ormeos e diversos mi
neraea do Sr. J. J. Raposo: ouro e diamantes,
Marmrea, pedra-sabo, podras apparelhadaa e
cal la t ibrica de araudihy.
Sao essa as salas do edificio do Fbram, ponto
central la exp isicao. Vuito ficiu a descrever,' n5o
por culpa nossa, mas porque, hav ndo grande nu-
mero de objetos destinado ja eaaas salas, esto
anda encaixotadus.
Ein frente ao Forum no centro d um jardun
fi levantado um pavil o destinado secca i
agrcola, qde relativamente inferior as outraa,
pena ha nella apeuaa de notavel, extraordinarias
raizes de mandioca, algumas canoas muitb des-
e*volvidaa, eoutras plantas de pouca importan-
do
A* ladbeata aeipoaico de animaea, onde se
Bofa Q alguraas rez -a de>euvolvidas e gordas, d >u>
cavalloa pampas, duaa b mitaa beatas tul) pro-
duetja do lugar e bem aaaim tres immensos capa-
dos.
Sgue'se a importante scelo de machinas de
ti-, f orgaoiaaior, cioatructor e dirige o Sr.
Mauricio Anarde, que em sete dias cobstruio um
elegante vastibmo uom sala de frente e laturaea
de bonito aspecto.
HSoeipj8iti>res os Srs.: 6 F. G.-aude, Juiz de
fair-i, om os seguines objectos, bomba' de pres-
is machina coin'pedra d esmeril, eigsnhile
canil <-.om esmagador, engeoh > de canua mao,
etevadores, debulhaior de milh, ventilador de
caf com penetras, cevadeira de mauiusa, trans-
fliaaao, deacaaea lorea de caf e prensa de man-
dioca; Antonio Praacisc d- L-moa, Jui d'F6
ra, brauidor simples, c tdor simples, ventilador
simales, dsoaseador, ventilador dobradj, cortadjr
coi* peneiras ^bramlor aimpi'-a.
Senubert Irmaoa, Eliaa 06-C. Jui2 de'Pora
Machina para pie r fumo, ceVaJeira para maud -
ea, prensas, ventilador a?pirante em funecj, ven-
tl.Kior duplo idem, ventilador sujo dem, catador
idem, traos niss5 s idem.
Au tr Alfeld, Balthaiar We'ydt,' H. Sureras &
rtfcl., Jiz le Pora l troly, 1 sem-cr jly, i car-
rj-para cnnduco2o.de leite e 1 par de arelas.
MHrlin Kiscner 4 ^itho, Juta de t*dra'1 phae-
tfti.
Os tfolys da Juiz de Pora sao muito procura-
dos na provincia pela perieicSo d solides'do tra-
4i4dftou L.ncaster, Rio de JaneiroMa-
china' a vapor de (jrippeawlc, descasCador d- Gjr-
dbn ayatema de rib-s, bruidor continQo, ventila
dr s'inpi -t, catador Aspirador, separa Ijr d caf
Cftrdon. elevador de correute, dspotpador Br'axil.
desc iscador de arro non plua ultra, bruidor do
arro* r-il, veutilador de arroz, moinho ie fub,
en;euho de canua pan ser toca li por correia,
roda d'agua de ferro batido, com 6 ps de dia-
meio.
Vctor VanHeputte, Rio de Jaaero Descasca-
dr para caf em coco ; bruidor de caf descas-
cad ', c >m a*piratur; djscaacador de cat des
po'pado, com dito; vent lador, elevadores.
Lidg.-rwei Mauuficmring G Rio de Janeiro
-^Ifit-r d vapor de 10 cavallos tocandJ os ou-
tro-, uiHchiua em fuueco.
W ik-s o, K.o de JaueirbDecacador de
cv d-scascadir d arroz e ventilador de dito.
Julrs Artru, Ri de Jan iro.Amostras de te-
cid* eJgradea d<- aram^ e pen iras de rame.
Pi. Dehne, Hlberatadt (Allcmanha), cortador
de capnn, corta jor de maudioca, arados de diver
toa t-yatemas, pi.naa para arados, chai ra, picador
d canua, eamagador d I Tti i, macbluaa para 8e-
nnmar, gradea par eudtreitar a trra, lebre e
paoil*. Rio d.- Janeiro, cania para agua de novo
ajou-ina de junti, reguamo para machinas.
tftupi Gbruler Kio i' Jau-iro. Separador do
cat de Mayer & G, em Ki k Allemanh, moinhe
Excelaior ae H. (ruaou. Buehan, Ailemanh1- ap
pare.ho da d-atdlac> (\lambijue) de C. He.-k-
XBanii, B rlliD, eate ap.arelbo est arranjado para
fojro aberto, trabalhan lo 7*litros por hora, de'es
prito puro e fino, de 5>697 traillas igual a 41
4t#, i krlier.
Aren IrmSos, Ri' de Janeiro e Campias. I jco
mv. I de 81 caballos de cr Marahall Sona & C, In-
glaterra moenda de canua com luva pira ro la
d'oifua, cevadeira para mandioca, prensa para
mandioca, momho par fub, eixo, mancara, cen-
tros pira rodi d'agua, eugreu-gein para transmia
sao interine liara, eixo de trauamiaaJo, mancaes,
puliaa de f-rro batido e centroa de ferro fundido,
p-iras francesas para m-unho, arado americano,
arado injlez, gradis para tauqu 8, es'eiras, cha-
giis e cad iras para deacascailores. Despulpador
Tteiad i. Areus privilegiad. Brumdor de cal,
deseaacador comeo n. 2 privilegiado, veutilador
dapJo, v. ntilador em coco, catador de cat. Krivi-
lgiado.
Tra terminar o que temos a dixer sobre a ex
pjsiclo, meoci^narem i8 poruit'mo um jardim cujo
ppn^iarlo, conseutio qu- fir-sae parte da Xposi
cao. 'erteuce elle ao Sr. Man el Pranciaco d'Aa-
si> e eat uom tal guato arranjado, ha uell tanta
eon-a b uita que n > ple s r m>ia agradavel a
impr--ao. Alio da" Cascaras, pontea, cxraman
Cti i, la'alas n ootroa eiobllezamentoa que conta
aja d m chein de fl ir-'s rriin sis rarae; hft uell
,n i- v.v.iros c .iu pasaarus le exquisita qu.li
Ir e b.-m anaiu- urna aguia e urna ouct em tai >-
las de ferro Em um carainau.-ho v^i-se cobrirr1
dB os a-entis diversas p-lies ilc tica e serviudo
de" i ete urna raud-- pe e de cobra ; ha de um
la i i um gabinete -ov liacido, adornado e ma
mai' r eli-guncia, tendu na par de do tundo o re-
trato de Mariano Proeopio Tu lo quanto r >b
Serva ii aae. ^arJim Oiiutu e maitu abona o bo u
gOBt.i .prieh do neo p'oiinetario.
1^-se na Gateta de beraba:
r,-. i i-vfin-uoa Ja vid de J-.taliy, proviucia de
Cfuyii. q ie no da 1 Jome p.osada is indios
le 'a lo, uta margeno d i Araguaya asaasaia^raj
O" luip it-n'e t*eud ir i J j.juiui Pranri eo Vil-
e. <- fi bos do mesmo e dous enmaradas
i)> 0KtVa;en8 pozemn -in p^dacos a e irpo do
d'i .- tazende-iro, com que.u de ha muito tiuhain
lix.
:__ C oublelegalo (Je p licia de 8 Pranciaco da
P-Cu'e a It eu> oficio datad de 5 do correute,
eoni .1 niicou aa r -pectiv oVlegado que lora >.a
fgko>.,aio Maiioe Tli'-ob. da da Silva, pronuncia-
do- -n vezea neote tero p >r crime dr h oiiciJio.
tp ui irt i era urna tera, que trasia a paVottcao
d'ue-i arraial em continuo Sobresalto
i ra-se o mu ir riVi criine.
Da o Correio do N tfrra-, d*^liWetWHlMwrtaT-rtWM-
p.ode iroM.g.1, trati-^ de eatabelecer urna
rmp.rtaUie fabrica dfrr abundando *-<;
do nos iuf.rmam, o mnnr.o de o>a quali iaia, e
r,c. dw til inital; aaaim como ha, p-oxynamen-
ta, tti. poneos .natos para aoaatecer a* forjas do
preciso combuativel.
sao bas
As obras J f .br.ca, que dista 12 lagaai, mais
muoa, da eidade d^ tirio 3 .g .1. ja a'
tanta adi.ntad.s, acban io-a, prvnp .a a gumas
r*mpw prepaSHdaNs^rrag "J"^
dia^d* MfcHsy.DJ^heueasa d Agua VM
l-r4lb,, n*r notMaio d*u-u.ivaJ**e ees c
Z* a riu la-d* Au*- Ureim*da Snv*,^W
^ '^SortVrfau^r* l^emeotmo-f h .(NM* *-
XftA na- fa, a- 9 -Mfcria do *fci*- *"?**>+ .
tfis das
uSfo^^d'Benajaic.. r*wW da Silva
vwdolno-doUBdaute*e=<*a*gerigiva: di
dfaini* de uturorrdlllb ^isoaV a^ehega*
d*.dito I6mbmto, de^o*n de^ylverr
MMe 0-vw-tli'i-^Na.a^v-^^Maa^rfJoa^
quim dos Aojos, chefa de numerosa familia, eva-
dinio-se em oeguida para o municipio viainho da
Victoria (BUa). sendo diguo de notar-se que, em
pleno noiv-do, nao tiveasem eff-ctuado a pns3o ao
delinqueute ; e anda na meara i fregu zia, na iioi
te de 6 para 7, tambem de A^osU^noel sau-
cWwnvBS drflcageiatawicfcrumi iammrt*r>m
vid, deafeehara soora Them'*o Joa fere
ra um Uro de garrucha, empregaado no mesm.
16 baga* de chumbo.- Manoel Joaquim fallecer-2
diaa depoia, e oa demai acbaia-ae --.n fatomento.
L-sa no Arauto de S JVao d'E-Bsi:
Em lias do-prxima u*= paSado, o capitn
Jos Maximiaao Pereira da Cuoh* escapou prov
denciaimeute de cahir morto, quando desaniden
na su casa commercial lia atteutamente, depjis'
da ohagsda do correio, astta corr^spondanoia.
Antonio Evaristo, que ha^muito aoffre dsseon
sequencias do alcooliaino, na id. fija de ter tcao-
saedes o coutas cm o capita Jos Maximiauo, com
quem nenhuma cunta tinha a saldar mais do que a
counseie Uos-faoreae drlib*ralidade com que
por inuitas vezes aquella humanitario eidado o ti-
nha socorrido, aprvseatbu-se na casa de negocio
e impertinente dizia que quera naquelle morneuto
liquidar aeus u"eg cios.
. (^aanto mais proaurava- o capito Jos M-.X-
miano fugir a impenmentes exigencias de Eva-
risto, m 8trnd->-se aiheio ao qu elle diaia, d.a-
cuidoao ua leitura de jorUaes, m lis este se altera-
va, chegand < a qaereiSialtafo baleao par* dentro
com a ma. por baix* do casaca, cjmo qaem guar-
dava segura alguma cousa.
Ooatado pelo irmao do capitb Jos Maxi-
mi ino, que iuterveio iotinwnd ,*> a retirar ae,
Evanato ao sabir a porta false m na deacida do
liuiiar e cabio de- costas, ouviudo-se nfesta oeea-
aiao o forte estampido de um tiro:
< E'ariato levantou-se lugo e sahio correndo,
com o paletot inceudiario pelaS costas.
A'> incideure grande numero de pessoas acud >
ao tugar, reanudo todos se hauvesse dado um fa
to Umeutavel.
Car rendo o povo ao eucaloe de Evaristo, so-
mente o pJe apanhar em sen aposento, sendo re-
cib jo cadea, teadosa j insauVado o pro-
cesa...
Do auto a>que se proced^u verificoa-se que a
atma que Evaristo traaia engatilhada para rea
lizar o siniotro plano .-stava carregada eoa chum
bo a pequenos prego, teodo-Be todo o pr .jecttl
aneravado na poda de urna casa vrsinha, juuto da
qual cahira Evaristo..
Ao Jornal do- Cenmercio da Corte essrsvc-
ram de Uu >raua noticiando o seguinte :
Sob a pigrapheIXisaeato aojuu-de direit"
da omirca, L)r. Zeforiuo de Almeida- Pinto, a
Gazetinha Mineira le ante hantem deu notieia de
um feio grave pratic-ado contr a p-asoaxi'qu -lie-
magistrado, urna o meta hora da taida de 2 doi
correte, na popxia -asa do aggredid", pelo- pro-
motor publico Saraiva Juuior.
Eia c*oo eaaa folha, alheia as qu-atsa poli-
ticaa locaes, expue as ci-rcumataooias d'es.e atten-
tado :
Este iiit.'gerritno magistrado, na dia 2 do cor-
reute, foi alvo de por parte do Dr. Saraiva, proaotor publico da co-
marca.
O facto deu se, sem mata nem ui> noa,.dJ modo
segujute :
O referido promotor publico remetteu por um
uwuiuo ao Dr. Zfenao,.jua de direito da comar-
ca, um-atteistado de exercicio para eate a aignar.
O Dr. Zefenuo devslvtu pelo mesmu partadar o
attestad aem asaiguar, e maud u dtser au pro
motor que nao o assignaria, sem que esta Iba fu -
ueeaase, segajod-i a lev, uta inappa dos actos pxati-
cadi.s por aqueje faoeevotmarto duraute o mea pro-'
xnio lindo ; pote que par mais de urna vez j o ci-
nta prevenid' sobe a neceisidede e a iudisuan-
sabilidade da dito raappa, eu-ste j Ihe ha va o
faectdo um modela, Casto elle, o promotor, o nao
tivesse.
Kecebendo o recado, veio o promotor em pe
soa casa do jai de Oireito e-engio qas este as
Sigitasse o attpatado, apieeeutanJo-lhe um avis >
do Ministerio da Fax oda
O juu de dire.to, que j o couheeia, reapon
deu a promotor que o mesm > aviao veraava aabr
hypotaese diversa, e que, portant, elle u. estava
iseuto de forncet-lhe o mappa. A- isto repli
coa o pr-in-.tor com o einsoleute qu -
ae o jai' da dw.it aii aaaignasse o att-atad,
tiuba-de arrepeuder-se > ; e d.seiido olo at/ita
va o chip de sol, como quer.-n lo. aggrlir com
elle o reapeitav*! magistrad. Eaaa insolencia o
Dr Z terino T-pellio oomtoda a e-i. r^ia e digni-
dade de que capaz, da .do estulta ameaoa
despreso que ella mereca.
C ntinuou a altereacao rom vos tao alterada,
que despertou a attenvo da visinhanca d .s
iraoseuotea, assim como dfamilia do Ui. Z-fci
no, que acudi pressurosa porta que- fica pr..xi
ma,.defronte da da ra, uude se ptissava esta
soeca.
O promotor, que na deu logo p-la approc
inUcau da t intha-d Di. Z feriu ., contiuu -u aiuda
a vociferar, profennd, de euvolta cornos lusultas,
pslavras ffeiistVHS au pudor.
A '-xssa. esposa e fi.h >a do Dr. Z -feriu tam-
be u> eta trrmoa enrgicos, porat e.unpativea c on
a sita diguidada e educaba, exprobravam Dr
Saraiva pela audacia de ter viudo casa do di $it
inag a'ra>! t d senv-.lver to bruaca pr .celia e tie-
menda saraivada a descomposturas Dan lo ti-
ta cun a preaeuoa Ja diatineta familia, O Dr. Sa
ratva prdiu-ihr' algum.a daacuipa-, deu-lhe as cos-
tas, desoeu a -escada e tsauapiz a porta da ra,
sem c mtudo interromper nem abraudar a fer-za
e impu 'Minia d->s epithetoa que o mesmo retiran-
do-s-, ia dtriiriu lo ao D' Z I rilo.
Latneittamos de ver .a esae fa.to, tanto mais
quanto certo que o Dr. Z termo um inagiotra -
da exempiariSsiiuo e incapaz de dar cau .a a ae-
melh .nte d-aaeato e desrespeit aua pessoa. Co-
ithecemui o ba muitos anuos e sabinos qa.; elle
superior e iiacceietvel questiuuculaa. Mora ba
10 aunos u'< sta cidade c un j jtiz d- direito da C
ma'ca, em cajo i-xercicto t-m mostrado setnpre,
alm de aua r-conh cida proficieuota. irreprehen-
stvel bMnbridade, independencia e nubresa de c~-
ra.-ter. Qianlo a cidade se agita ao impulsn do
tutao empeatatio das intrigas polticas e outtia,
elle, eucerral) uo aeu aiylo inv>olavel, deixa bra-
mtr por fsra a procella. N .Ja o preoccUua u
Jisfrahe ua escrupulosa disttibuioao da justic*
recta a i nparcial.
A ella, pois, e & aaa Etma. familia manir"-s-
tam >a o n .aso p zar pe' maalita desataenoaa de
^ue foi vietiaua in Sua propria residencia, a
Ester facto, alias proaeuciado p.r tgumas pes-
soas do lado da ra,' cano era natural, causou
grande conareraaeio'entre as'ptoseHS sans-taa do
iu oeutirein uu vuleo a tazer erOpyo de mouMutu
a u*ja-nio.
II i poucoo dias, dentro da casa do te.tente-
cor niel S-inpaio, p t uin triz nao se fiz -rm trea
cadveres em tneuoa de ciueo oegu.doa ; ant -
hontem ch g u a ves de, tambem dentro da sua
reai l-ucia, em prea-itca de ua familia, ser dea-
autad'', com auieaOaa de offeuaaa phyoicas a iu-
sultna, o primet-o magiatrado da con-arca, que,
alm de puntual e se ver i no cumprimeitto Jos a ua
JeVeres, ui oua -aaa de urna extrema atnabilida
de, au puito de turnar e prodigo da au-nc^s e
de obsequios E', po.m, tnaia doloroso ver ae
que a aggrcssao parti do orgo da justica pu-
ica. a
Registrarei mais outro facto ta ubem de gra-
vi la.le Dep us das 9 horas da noite de ante-hon-
t.-in, capito Luiz da Silva e Oliv. ira, ton.it de
tt aun is, i-befe de numerosa familia e escnvi de
oipuaoi do letm i, vio o interior da sua casa in-
vadido pot tres uu qUatro soldados da polica, qn>t
.jiii-lt'- uora, sem autonsaco legal da autoridad"
ju lieiaria, foraui lli pr u.ier um preto a^ptuage
uario, a pr te.io de ostar embriagado, maa qu
paeifioaaaauta all tiuna entrado. Os incorrigi -
veis suida los tsauapueram o corredsf e p.-uetra-
ram a' ala de jautar com grande maUiadaj,
occasionando considera vel alarma na familia.
r U amiini,' de 8. Pianeiseo d- Asis da Pont'a
Alta, o subdalegado de pilicia daquelle distnoto,
remetteu hmtem aojuiz mu ticipal deate termo, o
aut do co-po de delicti feito no cadver de Ma-
nuel Theoballo d Suva, j4 pronuuoiadl duaa
vesos na art. 193 da cdigo penal.
Era o terror dos povos daquelle Inirar, onde
resida des le annoa, ap sard< pro luuci. lo. sem
jer incimmodado pela polic a, que fe auppo ', re-
eeiava-se de teutar prendel-1. Iniormtu o por-
tador- das papis para o delegado de po icia, que
na noiw* de #para 5 d -sto, o to pessoas armadas
se dr*Sra>SB> rMlibitav de Mano-1 Thsjt>alda e
o js- sWSii ~a com asta tiros, igmrndo se at
sem oa
FalWiWWwai :'- em Ubaraba, o tenente Hyppolito
..isa dia Cjunh' c lavrador Mau.e Q^iafes da
lva*llMMih i/ to*** Jtaiaa* Vers*ai, qu axoiajSjta- dvsajVs ,s
_ g*d# elt#(s*n> 'P****- eKuWMtafBJrsto &rrtrm,.
Itio ile Janeiro
Datas at 20 ie Setembro :
No dia 13, noSetiado, o Sr Vniaio de Medeiros
j%8tificoa um fequerimento par que, per inter.nedin
d miniaterio doa ne^oci >s da juatica, s ja o Senado
infirmado ae j foratn empreados oa recursos,em
IrrfiTfr- roeessaffinr* pa**- rf>utMWrtr g? owTaosvj
-eutfenca da relacio da corte, da qual fram juizes
os desamtargadores Bandeira Duarte, Oouveae-1
Anira le Pinto, sencido, cond.-ra .an lo a l'aznnda
aaeiooal a pa^ar a quautia d- ,0)0:1H>>s5 So-.iet
Konoetle le' Forges t. Chanlief (L la Aediterra-
fte- ....
O Sr. ministro da justica informou quo o proco--
tadjr da coroa j rec irreu do aecordao da R-iacao-
e que o governo tor- auito em vista esta qo' stao1
e empregar taos os mei.te' legaesyafim d que
ella tenha a solueA qu de v ter.
O requenmeuto foi approvado
O Sr. Viriato agradeceu a informacao presta la
pelo Sr. ininistr da juafi^a, e juatific >u o .tro re -
,|Urimento pedftido informayOes ao'gSverno sobre'
aa quantiaa g tatas at a present- daea, com as ex)
posices de cat na Europa a antros paizea do
mundo.
Sondo ap liad i B p >-to em diteus.^o o raqueri-
tnento, foi approVa-l J sedl debate.
Tendu a palavra Sr Lima Daarte, justificou
um requerimento para que por lotarmelio do mi-
niaterio' da juattea, o ^uve.uo riforin : 1, se no
municipio- d.1 Cubo-Verde exist" um templo, pro-
testante, construido o mauDid''pilas ant Tidud'S'
poticiaea ; 2, quaes os m .ti/o*1 p,.r.|U sin la n)
foram ju'gados oa pres a da .-a lea de C .bo-Verde
-m virtu le de asaasauatos p-rp tradus nafre^ue-
zia do Bitelhos
.poiado e petb em discsaSd o requerimento,
foi aem debate approvado.
O Sr. miuis'r da justiQa fallousobre o requer;-
tneto do Sr. Luiz P-lippe, que ticra altado. e:
disse que, como era d.- a tf*deV r, rWPgra h u ,.ara^
couhecer o que h.via de rea' as aceus .(,0 S"f -tt-a
ao delegado de polica de Bom-Jardim, rec bando
em resposta o t> legramma que leu peraute o Se-
nado.
Sobre o n>ubo da Tn-wtorarift di- P?rnatnbC0,
declarou que os- ladrees detx raid qitatni. supe
rior a 80;000 nos cofres da tneotna, que ha in-
dicios veh' u ut.-s que turnam iasi certa a d'S-
coberta doa crimiu .sis, tmdap ieiid aci-rasuenlar
mata s bM1 o asMmplo, afi>b de uo embsracaTa
accao da polica.
O requ.rtmeuto do Sr. Luis-Peltppe t'i a)apro
vado.
'aasndo-s" .rlm do diae pres nte Sr. u,i
nitro d agr'Cu'tura pros- guio a 2 Jio.'usaao 11
pruposta1 do pidos executiv ., fWPlVd eth prb-
j cto de l.-i pela tiamira nos Deptttadoi-, 01 Cai.J .
a d-'sp'-zs do uiiuiateili da agricul til, i" >mm-reto
e obras joblic-as, para n futur, ex recio.
Oraram o .irs. ministro da agti!Oltu a e Di g.
Velbo.
A diseuss&j fioau ad.ada p.-U h *a.
lio da 14, no ineam Senado, o Sr. Lu P. ltppe
pedio a re*etlflcaeao de alguna pArteo que h to
rato tt.ribuiJos iu discurso p.uteri 1 pv i >r mi-
nistro da jus Os Srs.i Lima Duarte Saraiva xrdicamu o
seu proceltmeuto no gabiuet,' ri- .5 'e Marco,
qiiandu a compai-hia Forjes'e Sanlicrt, aprea ntaii
pr.posta para a coustrucc tu de uu. catetsrac*du ;
queatio que- fui I. ratit da Hnte^oontem'u'um r*
qu i tinento do Sr. VirtatO de MeJ.-iroa.
O Sr. Avila juatiliciu um reqn run-nto para
que s.jam pedi las as inlotmAC's ao grver-
V' paf intermedio do' urrniat.no la inartuha,
aobre oa'Mottvoa de oftseta publica, ou d disci-
plina do < xereito e armada, qn d tenainaram a
exiwdicao doa avisos de 1 do .tunate mz ao aia-
dint g-beral da atibada, sobre maufesaco s i-'-
taS-eufiinfe d armarla; e nraiidando app car
arm .da a J**'**do aWski dSrasa^t,TU da gu. r
ra que prohibi aos militares Idis.-ussio pela in-
prensa.
Fallido, apotado e posto ehi discussR.
OSr B.ro de C.t'gipe, preai.tente do couse-
tho, declarou que na. poaaivel pe.- uftir que .'
guita ofli l "-a da armada' e dn'exeVrlt te,,rnm
ababan lib'-rtlaie de itscitir os om d1, s uo
superior- 8 e tazer uiantf staCO .-10 IIOUI 'lo ex r-
cil. brasilein on da armada. Qi isto ulo se d
em paiz algiiin.
Tteud'o 8i-. Avila p-^lidb a p.vavrj oara M-
pnnd'-r, 'ficuu a discUssAo-adiad i prla-b.ra
Paasaadn-Be orietn do dia, e r senre o Sr. mi-
nistro da ag cultura, prjaega.o a 2 Jis.-u-oo da
prop ista tii u iV- ra, c *V>-rtida e.n projeero I l'-i
pela cmara Jos deputados, urcandu a-uVsp xa d-.
lu.uistur o da .gri'-u tm i, c tnm rl eobtaspu
t)fras para exat-ciuiu d- 18S6 1887
tlraratn os rs. S .ares B'anli, ni.ii .tr la
agricultura Metra de Vaaebnceltoa'e. Eser -gnuil
I'aun .y, que 'man iu A m aa um-i> einendH'
A diacuaet ficoU'H liada.
No dia 15, bu to amo Seuad ., oWs, Vinaru de
Medeiros jualific u Uin requerim-nto, p ra que
pBlO duniat.-ri di tuari'.ha a ja o oeu idn nifnu.i-
le das providencias' que fortn fornidas por occa-
si ale um dueila que ae rualiann neeta capital,
ii ii i I-..-.I diae o uralor qu" iaterviera com
testcmuiih-ts offi -laes da inaritiha uaC mal.
Apotad i e p .oto em discuss O req'-nmeut ,
u Sr. presidente docnse'hi di-.se qt oduell
pr >h'b>i o-pet t8*n3*-.s le.,- n -m < nh c n ca
ag tma que tio pr.'hibi. Anti^tameiite at ara
puiiitocotn a pena Je mrte; actaatm tt'e, u s
paizes ein que elia XI t ha urna certa t-lerauea,
mas nuil a se d-ii de procesa.r us lijeltlaCaa
etnbora u jury qtie oa ju'ga de ordiuano ae mostr
benvolo
Acer-fceutni' que leu nos jornias a noticia do
facto, mus u bavia cert-Xa, nem m suio paava
a'gutwa de qu- o dueflo ae tivisoc real8tle
nem das peosoas que a elle boavesaem c-iucor
rido.
O laettl de terem alguns-jornses dado nt eia de
um duello nao po va que- lie se eff-etuasee ; o go-
verno, poataut >, nte'deu qu nao- bavta razo
para intervir tf-ase negocio.
O req.ienm ii'o foi rejeiado, d^p0i*> um pe
dido de rectificHCH ', (eito pe Sr etaviano, quan-
to ptim-ira v.itaca', que parei a duvi-losa.
OSr. Avi. pros uft nasisuas oba-rvavOes so-
bre ad'Ut'ipt c ntida nos dous avisos do minia
tros da inariuh,, de 10 do correte.
Tendo p dido a palavra o Sr. Jaguaribe, ficou
a diacu-s a liada pala h ira
l'asaand ordem do dia, cont-nu >u a 2 lia-
cusso da pr.posta do poder .-xeetivo, convertida
e.m pr..ject d I l pela cmara dos d- pillad >o. or
cando a despeta do ministerio dos negocios da
agricultura, eniasn-r-sr i e ob ts'pjablio.s para
exer.iciu de 18861887.
Oraram os Srs. Joa Bonifacio, Luis Pelippe e
vil.
A diseassao uv-ou adiada pla h ira.
No mesmo Sead i, n> da 16, f4 apprnyado um
oareepr sobre a rerjrpseataca dconaelfieiro J.n
Baptlsta Gon}aIv^S Campos, impagoaudo O artigo
rio projecto que decreta- a aposentarjilnobr'gato
rj* d ts inaiiotrados que aUingirein 75 aunas Je
i lade. Couctue a parecur pela impr. ssa em vulso
da t< pr--seutacao afin de ser .-ubmetiida com o
projecto deliberso d> Senado.
U- lber 'U-se qu fosee imores-o i parecer con
eluiiido queseja archivada uuia representaba* d'
Dr. Maximiano Marques de GarValhu, rcativa
creac de um curso de cbimica complementar d
Facul iade de Medicina.
O Sr. Dantas justineou um requerimento, para
que, por interm-di do Mmisterii d J latica, s^ja
informado u S'-nado sobre a pna-i, na cidade do
Baaaaal, de S Paulo, d capitio Z roa.tr de Ma-
cedo, a pretexto de contar eacritv .s futidos, e se
proedeu aa basca ua sua reaideucu a 8 1/2
horas da n ite.
O requerimento foi apoiado e posto emdiscua-
a- ,. -
O Sr,. ministro da jusfica dase q*e so eotao ti-
nha canee ment d\> tacto, e que is exaudir.ur-
dem ao jpresid>-uta da, ti. Pauto, jnara que tufosme
e provideucie de proinpto, afim de que cess* qual
proced nento ilegal da autoridade contra
aquella cidadao.
O Sr. Silveira Martins ckamon a atencao do
governo para tres eidvl.s brasJeiros, qje por
causa da qu stao dos Mukers foram recruU los para
a m.nuha, pirecendo Ibe j ser tempo de se Ihes
dar baixa do servir; i.
O Sr. Dantas declarou que vista da prcmesaa
do -r. miuistro da justica, julgava dever pedir a
re^iradu do sea rtquerim ato, uo que o Senado con-
aen'io.
Continaando a disctelo aebf o requerimento
lo Sr. Avila a proposito dos aWBoa do MmistWi
da Maritiba de 10 do corteanw, reelamoro Sr.
J*uaTUe centra a p.opjsioao do Sr A\i!a dVquc
o cearens s procura o exereito batido-p>la>ftoe.
L)eiBons*ou que o cearenK, pausada a>secfc foi
e uua-oldatio com i quiq.'iosjsio, e qpe O'Oea-
ra en' nata cele a ouereh prVfWlias rfl>' ntUfree
P"it* slsWseu amor dV **M*e aV-sAlPpMW-
tis'
Acrescentou que est em' dcsaccordo com as
ideas d Sr. Avila sobre a disciplina do exerot, e
que tanto o ministib da guerra, como o da mari-
nba, est no aeu oSrtito e cutupriram o aeu dever
taseudo baixar os aviaos a que se retere.
O requerimeuto foi approvado.
rssand&'se-a ordern' do da, e" presento o Sr.
mint-.tr.) da agricultura, prose^uio a 2a dieOisso
Jo ore amanto do ministerio da agricultuRi para
1888 a 1887.
O Sr Aff luso Celao prouunciou-ae contra o que-
oramento da bitula na estrada de ferro D. ;*edro
II, considerando erro gruye o leviniameto dos
trilhos at Jui de Fura, pirque inutiliaa-ao tra-
ba Iho feito e grava-se o thesouro sem vautagem
publica.
O'S. Franco de S, observou qu o movimento
da tntnigraeu tem diminuido senstvelin. nte na ad-
miiiiatraccio actual, e tratou de justificar o- syste-
ma-adoptado para este servio peloex-iainBtrj Sr.
Carnetro da ocha.
_Arguio o Sr. ministro da agricultura por ter ap
p'icado diversas quantnaS pot cOnta da verba de
col .nisaoio a servicoj qu nao tem intima ligaco
com este Hssumpto.
Hedi que o governo expuzeaae de m.do franc^
e pontivo quaes as auas iutenc-8 relativamente
asurada le forro D. PedrA II e fiialin-ntc ndtou
que na n imeaoSo c exn>Tucao de empreados db
ui n s rio da agricultura ievela-sc demasiadoes-
pirito partidario.
O -r. Silveir Martina depois de responder a
observi-r^jeo ti'i'as e ,t a-sso a antefiores pelo !"'r
Virta'ode M deiros, nechp .u se arBaaneute da
eatradas de ferro da Rio Orande do Sul, justificou
euicii las r. lativas ao serv c > da barra do Ri-
Gran lo e uiii'ifeatuu-ae contrario subven.,-o
.'ncediJa suciedade de colonia 15S", de H.urhur
g. asim como in l'-uinisHc') exclusivamente aos
xpisit ica-allema -a preju tica loo no incendio da
cas. da expisic'-i d Porto-Alegre.
A'discasodi ticod adiad i pela hora.
N i lia 17, no mermo senado, o SK ''orrcia miri
d"U mesa, pedio e toram remettidas commissa-
de re incnto duaa r.-preaentaco-a das cmaras
m'iicip.es d M rretea a d^ Porto de Cima da
pruvinci:. Jo Harn- requeredo que no orgam-i-itu
da agricultura1 seja-o goVerno auforfsadJ a garan'
,tir o j.irn de'6 por cento fobr a qoantia de.....
5-<0:i) U para a coustrucuao do ramal de Morrelea
Autoiuua, ni estrada de ferro daquella provin-
cia.
O Sr. Dl'.go Velh-i justlflc u nttr rt'querimcntn
p.ru-qHe, por iu'ei medio do ministerio da'agricQl
tur ae pega a g .v ni copia i art. 62 do regu
lamento n. 8;820 de 30 le Dez mbr. de 1882, ae
gundu original que d.ve"estar archivado na secre*
aria de estad.
Ki.mu adiado, por ter pedido a paUvra o Sr
Avila
Na ord'-m do dia coutnuou a segunda discusen
dd'ortamntb d agricultura.
ki Sr. us- Bonif.-'cio cilsura o grfvernd'pflc mi-
do como tem entendido e e* catado a lei dd' 188o
sobro n elemeutu ser. il.
l) -p is do urna questo de ordem o Sr Jos Bo-
nifacio ap eaentou 3 adlitivis, uin mandando con
tar'a dt'luecn anaUtal1 lovalurd eseravo dadta
da lei (1- 28 de Setembro d-" 1885; OUtr fazend i
d municipio neutro di /i-ao administrativa tepa
rada. outro fiualtneut-, dando aos collectores o
direito de iinpug-i.tr valor do eseravo antes da
matricula encerrada.
i) Sr. ministro da .giicoltora declarou' nio p>-
deTugpverno acceitr os' additivat offerecSdos
>elo -vr J o Bonifacio.
Ii spondeudo ao r AtFmso Celso, procurju jua
tifi ar a medida do qltebr .ment d bitola na'es-
tr.tai m ferrt D. fedr.. H; cuua'qual nOeudib
uniente n'-cessidace de acabar cunt o dficit- per-
iianpli o ur^ .moi.t de deeposae daq'.clU ftoa...
O Sr. Currla disse que adoptara as emendas
pr *'otada peht 8r. B'nadjr pif S P.ulo, se ellas
.....istituissem pmjecto separado', mas asam*'com6'o
for ni, nao.
Tratou d justificar a verba de 8:000* para o
aiixiu.r te-hinco di miniaterio Ja a.rieultura e a
qu.- 'r t re A eotra la de ferro Madeira a Maffiur
OSr Straiva accitou us dous primeiros addl-
ti s .1 Sr Jo B tirfacio, como interpretando
Ui de 28 le S tembr, sobre o aasumpto que o re
gul lui'nr.) detta ac tar, mis esquec-U.
Man feSr.U sOc nfra a 3*'emenda por leal and',
e p .rque ella envulve iniituTiu que ni) est na lei,
.iiit> ni rec inh. ca que d^via estar.
Ti-ruim 'U envan lo a mesa urna emenda na caso
de s rein approva ios u alditiv s do Sr. Joa B .-
intacto, p .ra que t'MOWtl p'-OJVcto separado.
Ni^ h .vnd mais quetn pedisae a pa avra, fioou
a .tneu-.-ii 'tic- ira la.
r ni Sio senado, no dia 18, o Sr. Viriat
Je vlel ii.a justificou um requerimento, que f.i
aj.pr .vatio, pa-diiidn iiitorincaes sebrv oa meios
u.pie ad >8 ara cancellar as cdulas do thesoUt'u
qu i u an la-las r tir.r da circulacu.
O Sr. Avila rei-p Indeudo ao Sr. Diogo Velb su
be ,-irr > I c ic3- quV disse teV h-tviio em alguma-
oi-p isices d i re_ul .m-nto de 30 de Dezem ro d^
1882 J'fetitluu os aeus actos como ministro da
a^i'cul'ura.
Dnpota Je alguinasobservaces, o Sr. D.tiro Ve-
Iho p^dio e o senado coacedeu a retira-ia do seu
tvqa.ujiO- uto.
l'r c leu I -se votacao em setruuda discUseau
Ii proiiosta du po I rexecutivo, ore.u lo a deop za
do ni ni t rio da agricultura para o ex rei o dr
'888 188T. foi a mesma pruposta appr.vala cnu-
j niel ni ote c ..o agum is stofuilu da jamara oWs
depiir-Joa e do atojado.
E itran lo em discuss o orcament da despeza
d ministrio d t fazenda, preaeute o res .ectivu
ministro, d- ciaron o Sr Dantas que a re.-pmsab
lid.Je do rstttdo finaneeiro em que se aeha o paiz
cabe r.aut'i aos libera is, com ao' c ms-rvadore,
qe tO'-ut estada frente d s n"g co- Dublieos.
Aiialy-.nu as causas p-o luctoras iodficit que ha
2'kuu o tigra us o caincut's, defeujeu u gab
uet.-'de ftde Ju'.b di* qtw norador fuicbf e. tra-
tou atin.i do coutracto da ferro via da Victoria a
Nativi lade.
A discuss ficou adi*da.
Nuticiou e Mercantil de Potropilis de 18 ;
Na tarde de ante hontem deu se, na Donte
Paix estrada de t'-rro, um triste st-Cideute, devi-
do a iiiob'r'aileiade regra eatabcl-eidas pars a
seeur^uea publtc.
Virrbain 2 lulividuis pela hnh > -, aoD-oxma
c > do trem >p esoo, avisados prud.mtetnente p- le
gualda, que a. tu lmente e-taciona a ra do V'ia-
ews l de S'.uza Prauco pir cecasiO da p'-sag m
d s tr na parram ant..-a Je atravesaar a pou'e.
Paaaado o c tnboi >, C n'Sava ma p-tsaagem
da punte, resistidd S b- rv cao Jo g'.rd~-
quati 1j, iiepoia de p.uc s pasa.s, per leu o eouill-
litirtu cahind em eheio 8"bre as pellas que aili
ubatru mo canal, uude ficou h rriv Im uUj muti-
lada'.
O infeliz suecumbi unaiMu ament aem que
ihe pu I stC aer prestad i o m ti u i I e-or p-u-
pt-ssoaa que promptauente c rrer.m ao lug r d
desastre, ,or teretn a guiu ts silo lell- test, no
ub .s.
A victima era de itaeioiialidadc italiana
chunav. se Pranciseo' lev.-lte.
ta ieeeu, im dm i9du cuireut ni su. f.z nda
no luonleloio da Le p I lili i, l>. Mana do Camio
Mouteiro Nigueira d. Gama.
Dita Ja Je tolas as virtu I o. > ub.- djcrasua
uuin rusa proie no, prlnc pi -s do dever, e morreii
aos Ib a tiu-a de i dada estima l. e ra>p*itada po.
qu.itto' a conheciau.
Tambera n.- lia 10 falleceu, w Nirher y. 11).
Auna rt isa X.vier Po.ci da S' v i, eapoca di
Sr. Garlos Pogaca d. Silva.
Fadecea e s'pult..ii-a-n i dia l'J/D. Atina Mi
cbaela d Uad'ro- Ja Ga.ua UHMh, aitrra du 8
couaelh'-iro Mac-Diiv. l, uiiiiai ro ji. d.nuba.
Succuinb.o ti" da i3 a 9 n, .. h > is 11 ma
uha, na idaUe de '.) anuo-, uui filh Iu IH. \ nut
MartfiMd* Costa jun., i*e n ne -Alo rt i Moi-ira-
da Gostn Laioai
Muco d*.talan to rpbnatwsiirM) i mu>ti ai|ilai'ai
ci, appr .vado sempre com distiui oo n m qiatr .
primeiros anuos do curso medico, foi a infelis sub-
tamente accommettido em 1880 de urna ternvel en-
ferm'dade, que o lavou anual ao tmulo, depois de
6 annos de crueis ooftrimeut s .
Eis as noticias commerciaea da ultima data:
Rio, 18 de Setembro de 1886.
0 mercado de cambio continua firme e s-m alte
raco saccand os bancos a 21 5/8 d. sobre Lmores,
contra banqueiros, a a 21 11/16 d. caita matriz.
As tabellas uo Cotnra Tcial n no do do Cunner
ci, e as tasas no Loudon Bank e fiuglih Buuk,
sao as aeguintes :
Lonires 21 U/16 e 21 5/8 d.
Pars 440 r por fr., a 90 d/v.
Hamburgo 54o rs. par m, a 90 d/v.
Italia 415 e 448 s. por linaj a-3 d/v.
Portugal 2 a*250 /., a 3 d^.
Nova-York-aiH40 pefdol., visa;
0 movimente do dia fo regular sobre Londres,
a 21 5/8 d. baneariti; e-21 11/19-1; dito, flaixa omri
e a 21 3/4, 21 IS^Wd. o 'A 7/ papel partlcdiar,
Realisaram se no correr do da operacoes sibre
Londres a 21 U/16 e 21 3/4 d., bancano contra
banqeiros.
Na Bolsa o movimeuto toi regalar.
Enpirlto *nntu
!>** at* W' deSsterirbro;
A Provincia do Espirito-Santo, publica,
rece'bida'de Nova lineida,a seguint-a oarta :
c Muito soffr'tnos aesta pobre povoaySu !
a fe bre te ve aqu sua poca, pobres e ri
oos talleceraui e n quando a autoridade
competente quiz que appareceu uta me
dico para o arar j bem tarde oa que er&m
ataunlos da epilemia.
As febrea doraram pouco, e a ppala
cjio nao estava impresbioaada'; por.n, a
varila ha muito que se falla nos estragos
que tem acarrotadj para muitas familias e
a providencia tomada cit'rou-sa era ordenar
s? um curd&'u sanitario, apenas em nonse,
p.irque as pracas s vivam collocadas na
porta do deiegido ieste termo, sem que
vilo para o cord&o sanitario.
< Entretanto, nos serJos a varila de
vastou grande numero de pessoas, e con
tinua a ser o nosso terror.
a Dia a dia, a varila mais se approxraa
dt'nos e o pequmo teraiterio qua f.i ul'i
mmenlo btnto pela Sr. vigirio, j limi-
tada sua rea para reoeber os cadveres
que sao para alli enviados.
b Ai de nos, o mal si avizinha o como
os nossos infeliz s ir naos cruzamos os bra-
cos, esprdurb v.-r o mom-nt) euf'que nos
surSo roubalos os nossos mais caros pe-
nhores. >
F.lldcerain : D. Emilia libeiro A^lol
pho, D. iVfartitiha' de OarValno Oliveira e
J ia Alfredo do Niscimunto.
. Itahia
Datas a' 23 de Si-temb'. o.
Sob1 o titulo Grande conftelo : 16 se
na' &tzetn d Nttlcias da B'.hia.
a Houvo a. noite de domingo ultimo,
12 do c irrente mea um hdrrivul conflicto no
the.atro da Gacho* ira
Tribalhava' nessa noite a companhia da'
Sra. Marin ndre
Dois grupos, u u dos quaes partidario d<*
moa daa actriz s, transformaram a pl t .
do theairo en campo de batalha, t)oa'tito
o ataque propor^Ses atterradoras, quun lo
mu dos taesgrupi', no meio de urna furio-
sa pateaday atiroo referida actriz um l'i-
x .* do capim.
O rew dver, o punbal, o caceto, e at
as cadeiras ou bancos da platea; sahiram
ento do seu serio, dando ao espectculo
urna fercl'dPHr}<>li"a
i Ha qjvem diga que foram, pelo menos,
'4 os tirbs dd resolver a bastantes os ferl-
tmentos.
Uu moco cbamddo- Jbs R bello qoe
ftigia /faria de* umtal -tgata' Mlaittbo,
pre ipitou-sa da aaccada do predio ra,
ti.ndo beaUntocontuso.
A coufuzao era- enorm e os gritos sa-
Durou cr -a de moia hora o c6ilflhjfo,
nio tendo mais graves cona-quaneias, gra-
tas BtefVem;:V) do- subdelegado e |.
suppleate e do chefe do destacamento, quel
coitsguiram serenar os nimos, depoiB de,
ff -t'irein as pri*3 ^s de um actor por nome
Viltela-e do \a\'Fragata Mulambo.
No fira da dansa uotou se que, espalhan-
do-ser logo o fact'-. por toda a cidade, nao
tivesse comparecio no theatro o Sr. dele-
giado de polnia, a quem, demais a mais,
Ompfia assistir ao espe'ctaculn.
A's 9 horas da n ite de 14 de Setem-
bro na ra da Frisca um individuo de
uoraa Al-xaodre Piuto Rtmoa ferio no pea
.ico erra urna canivetada a outro de nome
J-So Mmoel, se.nd. ambos presos, por um
.iffi-ial do 16. batalh&b de linha.
Ub dia 19 do corr-nte, s 9 horas'da
noitP, na ra dos Barris, o individuo de
no.ne Torquato invada a casa do Sr. An
tonio Pereira Gjiw-s, como qual tinha rixa
amiga, e armado de um ccate o feriu no
oltio-esq-uerio.
O off-ndiio apr sentou se ao Sr. dele
gado de polit-ia, que maudou proceder ao
competente c irpo do delinto.
Na ed e d 41 annos e victima de
molestia interna, falleceu na dia l9 do cr-
rante a Sr*. D. Maria Augusta de Cer-
ii. irla D-rmunl, digo a esposa do Sr. For-
tunato D TiDUtld.
.No dia 17 desta mez, falleceu victima
le benb-ri, o Sr. Gau-ienuio Car-tlias que
-ra pripri-tario de urna taberna ao largo
i- Sant > Ant mi da Mouraria.
lava se o Senado quixesse encerrar o debate, coma
declarou iisc .rr-u Imigamento sobr o noss i sys-
tcma du viaca ferr., p.rticularisa ido as .aira-
das da ParahytM a Rt i Grran le 1 > M irte, e final-
mente. 8 i bre i nniigr ici i e eolouisacil); terceiro,
n uitimo da, tai i ni, principalmente, para pedir
expicaio-8 sobre o molo pirqiM deviam ser inca-
m uhadas tres eseodss que .pr.....atara Sr. Jos
B nifaeio, e dar a sua .piuuio sobre clias, vista
da declaracao feta pe. Sr. Piad em nome de
givern", de que uio s poiia aceitar, declaracio
que d- u queat. urna irrav;dad.', que a.in la mais
ae aoeu'uou com a votac > do S nado, que ficou
adiada para a sessaj da boatem, p >r falta de nu -
mero.
P r ser de importancia este incidente, oceupar-
me bei d'elle em'pnmeiro lugar
Esta id i assenta.l por parte dos sead ires libe-
ifc'-s, qe o Sr. .los Bonifacio sena o ora 'or que
Hfevia-depor termo ao debata, apreaentou eile, ao
nin do seu longo discurso, que era o segundo, as 80-
guintes e ueudas addittvas :
1." A. dedcelo animal do valor primitivo do
eseravo, n s termes do 1 art. 3 da le n. 3,270
de 28 de Setembro de 1885, coutar-se ha da data
da mesma lei.
2 Na prohibieao di | 4." do art. 39 da lei
n. 3,270 de 28 de Setembro da 1885, empr-bende-
se o muni tpio neutro como diviso aduiiutstratirs
sepa* ada.
3." 0 alnr do eseravo declarado pelo senbor,
fouforine o 3.0 do ait. 1." da lei de 28 de Satea-
bro de 1885, sutes de encerrada a matrcula, pode
ser impugnado pelo c.Hctor; e, se nao b >uver
accordo, proceder-se-b a nos termos do 7. do art
0 Sr. Antonia Prado, tomando em segmds a pa-
lavra e mostrando'que o sOVerno, qu-r na sua*
diversas decisoes a jne alladio o Sr. Jn Bonifa-
cio, qu.-r no regulamento expedido para a xecucio
da le de 28 de Setembro de 1885, tem procurado
ciogir-se fielmente mesma lei, pasin a enunciar
o t p -nsamento do governo res-eito desaas
emendas, obs rvando antea da-tudo que estava
Luge de impugnar a iniciativa das cam-ins para
a revogaca i de una le; mas* quo o governo nio
poda ih modo algum aceitar taes emeu las as
acta s circumstaueias parlament.res, jugando
d*si abidas em' um* lei do orcmento medidas le-
gislativas que teudam a alterar o ponsamenti da
citada lei de 28 de Setembrrrde 1885, que provea
de urna tranaaevao entre dous partidos polticos
para resolve urna grande qneso social; e desc-
jando ogovero) m.ntel-a, nSb pode ac-itar, cm
uto le aunua, a a> ter.icio d'e'la em pontos impor-
tantes, s
O Sr. Corris, pedindo ao senado qu atienda
ao alcance das ineJidas contidas nis em -ndas,
.HserVa que o assumpto dos mais rraves, e por
i.-so mesm i nao ras .avel que por d'-liberacao do
senado se|a a onda cmara coagula a pronunciar-
se em urna ( discusso e cuujuiictameut com
uuuttas mitras emendas, sobre mat'Ta de tanta
poflddi9.11 e grkvidade. 0 orador favtiravel
nS id-.s que se contm as duaa primeiras emen-
das, ni.s- u*o adsai te que taes! tu. dulas se apre-
...-utein na catn-.ra nos ltimos das de aesaao e
iniiui loa 'ii nina le amua ; e a declarado do
isiViiiito dSgi.y rno, feito p-r este, e.-tii ia-
INTERIOR
Correspon leucii d< UiarO de
reriiambuco
RIO DE JANKIRO Corte, 19 de Seteu
br.. de 1886
-dumbio :Trabalhjs do Senado. Discussao
v ti-cA"' dv orcam-nto do Muustert"
la A incultura. E acedas alluava*
do Sr. Jos Botiitaei'i. Opinio d
gyW 'rn i a respe.ito d'eiUs. U.osi-
d rites d- Sr C irreia. U ano o -r.
Saraiva se manifstou.Apprvaco
das emenda-P .bibilid idi- de fasao
tus OKUiaras 0. camento do NlniMa>
rio di f'aeu'a. Discurso lo ir Dm-
t*s. O ir. V.riat.i da Medeiros e o rou-
b.i da Tbe-oUr^ria do l*eriiambiic \
ititerp.-ll ulor na C.-iiiaTH dos Uepnt.dosKes
po,u, i ,>r. II.ra. d" ot gioe.Du
. nr-.i do Sr C. lh t. ig'i-s.
T lo <> i .-reas, dds nal) -h 8 da expirantegi
i i e p e Hhe*ai>itlerai' tiusaiw : m estado obu-
rontaail.....afcoia i -ii-i "n.-ntH hmt-m, depo.
m 3"> Ulrvusat-m fd volada em
ii-i-ii,-o o rcuneu'. de liuiatee'o da Agncui -
ura, \ i, .....n .ib idud-. s't. o da l* do ntrente.
rt.il.' f i -v-n id h T I |'t- nao tuinoil pon-
n > dit.u*- pi.'H- 'eu.'i'> o.aior nuin.ro, iS.js
r#o !
|>, ii l* .leu iu iniuiat.ru ruipecu-
v,j ,, I r qos- qie'tiri.
tu.itt-: i mi i- ; i Mi eiM dirii(ls>, t
<- j., alatli .1' r.to,y, Dlig Velh.e
i : oprime" p.t i v -, tr"nl'i -S
1 i, .iitr i|e q.tea nv. a iininigrar-HO
eia .laJ soor- alitu.rs peat-nt aeu -U-^5 Cttt de.MC-
cirdo com o jie-usaiii at > do k-.-vi o-, atimlsad/
peio ar frado; o segundo-ue di-sistiria dip*-
iia i i
dicaado, que se ,-assar m taes emendas, najpo-
d n.u o governo faier questao de gabimete no
,-eiiad', ter de Mgital a peraute as cmaras
leuuidaa, in'diaut fusao : seria a pnmeia ves
q:- assim 8.- di.cuttri urna qaes'i d- c nfi inca;
e a up mao do orador que quest s desta
ordem nao podetn levantar-sa pe ahte u a-sem-
biaa geril reunida, desde que tr.mbcm uao se po-
detn levantar uo senado.
O Sr. orrcia accr. sc-nta que chega i is a ei -
tas c'rcuinataiict a, dar o sed voto ai governc,
sem que isto i np irte o sacrificio das nt .a que
com franqueza tem manif.-stado sobre as duas pri-
ra tras emendas do Sr. Joa Bonitacio, a quaes
n o negara seu apoio, se opportuna e conven ea1-
tein -iit- viessem discussao, e tanto que so pro-
pozeretn que'ellas vio para a cmara cm projec-
to s -parado, d. r-.h -Im seu voto, e at ueste sen-
tido tu .tidura a mesa urna emenda.
T in u, por fim, a palavra o Sr. Saraiva de-
"laran le q-ie, depms do discurso do Sr Correia
seiitio nec'-ssidade de maniietar-ac sobre as emen-
das em qu- stao, das quaes a primeira e a segun-
da, traduziriam peiiSatrjento ja por elle tnnifes-
(ado, quaudo apreciou o procedim nto do governo,
observando quanto a primeira, que poda ser jui-
tifi'-aia como se qu'tzesse, mas que uo era cohe-
rente coto a cmfereaoias haVidas entre o oraddr
e Ss. xcs.
Convm aqu fixar bem que o Sr. Saraiva as
desconb'ce que a lei dispondo que a depreciacs
seja regulada segundo o- valor do eseravo estabe-
lccido na matricula, d lugar a admiltir-se qua
aqd-lla'com ?a" a efi etuafr se dcp'oiS desta.
Nao fui, p rm, este o pensament i do autor di
lei, srgundo tem declarado, e deve crer se.
Quanto a segunda emenda, disse o Sr. Saraiva
que tambem vota va por alia, pirque nunca tere
idea da ligar o muircipio neutra provincia,
ni is j declarou qne isto nao tem grande impor-
tancia.
A t"rceira emenda nao poda por forma a'guma
aceitar, por jue ser reformar a le.
Dadas estas razoes com o devilo desenvolv-
ment, passuu a tratar d separaeao das emendas,
abundando as ideas do Sr. Correia, de qie no
senado nao se p le fazir questo de contauca.
* A vitalicielade, observa o orador, 6 nm obst-
culo in venc vel s qestSes dese geusm. Si a
s.-oado qutzer derribar ministerios, eut-o mister
que vote antes a tetnp rariedade do seu mania-
to, porque preciso que o governo tenba recursos
para lvrar-se de urna cjrporaco sistemtica, de
urna npp.isieo que quera embaracal-o invenci-
velineute. >
Coutiuuando, pondera, entretanto, qae o s.na-
do braztleiro, qae, com i todos re ronhecem, urna'
eornoracau em que se renen todas as intclligaa*
cas U'.taveis que apparecetn ua poltica, tem-M
na ferca moral immensa ; talvez a maior forfa
moral do paiz, porque ah ss acham as melhores"
intcliiif.ucias, cap.cidades b reputacoes.
< Sendo assim, i> 'guato, que f ..ca moral nao
ter o senado quaoio impugna um acto e o im-
pugna sem espirito de partido 7 E' o qae ac
tec u nesta questao.
Apreciando o modo por que o Sr. Correia pro-
nuncios se, em relacio as emendas, e tradusinda
uas paiavraB, acb que m'tnbros impertantes da
partid > conservador, que votram coutra sup-
presso de um tpico da falla do thron >, entea-
deiii que o ministerio sahio fra de suaS attribui-
coes pela man ira p.rquc fez o regulrmento.
0 Sr. Correia protesta dizendo que vota pelas
emeudas como materia nova e por isso quer a se-
paraeao d'elias.
Em c ncluso o Sr. Saraiva declara que acka
que a questo de vera ser collocada em terreno nea
tro e votar-se as emeudas com animo de fazer a
I-i tirar qual sabio da Cmara, eorrigindo-se os
deleitos do regul .inepto ; mas desde que o oobre
ministro colloca a questao n'outro terreuo e julga
qu- o S jndo j qu : qu r 'derratar o gorerno ; vota-
ra pela emenda do Sr. Correia qae cun^uistou a
sua adheoo.
Fes nais o Sr. Saraiva; assignou com o Sr.
Correia a menaa, concebida n'estes termos : Se
f.rpm appmvadas s emendas do Sr. Jos Boni-
acin, fonnem pr. j-eto em separado.
Encerrada a discussao, e nio havendo
tetnp nem numero para a votaco, ficou esta, i
ji nse, para a sessi seguinte, hontem.
O Mr Correia, considerando as emendas materia
n 'Vi. como declarou, aceitou as com dous finey
<-uiis..ant"S ao seu modo de pensar na materia,
iftitro d s lioiitea da libertacao gradual i 1*, ro-
dii*ir de um ann<- o praso da extidecao da eseravi-
lio ; 2, desembaraQar o mua'cipio neutro afim da
que a e naiictuacao u'.-lle seja levada a i-fteito sem
l.-p-iideuca da provincia e muito antes d'ells,
pelos esf icos e phil .ntropia dos seos h.nitan-
t a. Do mesmo p nr foram os Srs. Taanaj, Tei-
xeir i tis ir e Jacuanbe, conservadores amigof
lo trov. ron. e "8 .->rs. Vieira da Silva e Cruz Ma-
chado, tensidentes. E assim qae o pr un-iros
v tata," pelas duas emendas com a idea de aepa-
rai-s do orcam-nto. Os dous ltimos tkihata oa
tros m nvoB regul .dores do seu voto.
U '- libernas, quatro votaram contra as emendas:
os twsjOa.tsausa", tlartinho Campos, Castro Car.
re ra e Nuties (J ucalvea.
O rwuMad.. f.i que os duas pnmeiras emendas
f,.rin approsad por 23 votos contra 21, e a
f i leue.tiala t grande numero de Vita. Tass-
,em to. regettad a emenda dos Sra. Correia e Sa-
r iva, votan lo entra ella O governo, que, muito
e o.trariad.. cm a approvavao dss duas do Sr. J ,s*
rionitaci mostra |uo oao reosia ante a aeuaasi-
dale de r c-rr-r-sa a fusb, qua agora eile paraca
.1 suost i a pr -vocr, caso na 3 diseusafte aio baja
q ,aiqi>er .tra saUdn, que nao sei qaal po~t ser,
M .. Hipno gaveino, segundo te rflrma, ni<-M
c.tou.oomaitipasaoapfopstaplo h>. Cor-
reia.
(
1
I

JK
MH


Diario d* wwhhIwm !>ta:K< 26 de Setembr* de HHR6
Eis ah, como ta,h .r .ia as ru.nhas prewd a de
que Imvinin iltaappnr ''" *""'"* ai.finte das
sainaras ua actual e*o E' que un poli
que A poltica,
.om na guerra,,nao licito aveaiurar previodee,
porque qiiasi winpr^ iiu,jrevi*to que e*be *
ultima palavra E o que at ae vendo que cada
diasurgem novas difliuuldadtts. Eapereuns, p W,
os aconie, un i,
Depois ta vutago, qae foi 1 .borioaa, pois alera
das iiind.s da amara ln .ulraa p estilladas
pela i-oin iaso do Senado e por vitrina senadores,
entniu ein discantan o orcamento dn niuiisierio de
tarada. Foi ii Sr. Itufcj quera imciou u debute
pronunciando uin bera elaborado dia.-urso o raui;o
moderado, ein que, apreci nd i o estado de n .asas
financas, prucurou mostrar que esse estado o re-
ulia io d a ei ros de amo-a <>s partidos, de vinte
inu'ia a esta parte, e que o ministerio ata 6 de Ju-
Iho, pr llr preaidido na- foi eaoai.ja lor. Trat-u
dos n v a iiiin st is, nao ppr saiiiiu a alvitre de
&ppncr-a" ulimpgato do ai no rngate do papel
moeda. a.-haiidu. eutretan'o, que o Sr. ministro da
fasi'niia r nade amito b.-ui pr curando iii.barac, .r
as fln -ruiec.s do caiabiu. l'or fim tiatou da quea-
t' Waruinic, notan .lo d-fu>to na redaeg. da
em. lula que aut irisa O pagamento dae 70,1,1 0,
pelo que nao loe dar o ai u voto.
H j d mingo ; amanh proseguir a dscu-1-
so, que prvavel na" sej* to demoraiu como
a do oryam uto da agricultura.
N.. pr ncipio da resao, o Sr. Viiiato de Medei-
ros. justificando um p-dido de ntermacees aobre
faci revcllado pelo jornal Rio News. d. t>r ap-
parecido ein circulaco urna nota de 10$ ja reeo-
ibiia e din cariubo, teve opportuuidade de rife
rir ae ao desgranado aeonteeiineuto uccorrido ua
Tbea tirana de Fasenda d aaa provincia, que eau-
80U qui a maia pe osa iuipre.-.
O bonr.do aenador acha que taran* aqu-lle fac
to ae prenda ao roub i que ae deu nessa th 8u-
rari.. Quein sabe, diese elle, quautaa centenas
de co.too o tero silo emttidas por esa i the
aourari de ladro -a '.
O Sr. Luiz Felip,HjProtesto contra a gene-
raI id ule.
O Sr. Vi na (o de MedeirosO nobre senador
deve entender o aentido em que fallo. Duro pr-
feitameule thesoorana de ladie, puqu nao
poasivel que auccei ase case l.icto sera que im-
guem iiveaa-- delle c >uh -cimento, e se se. deasein
oa balances que ae deviam dar, constautem ufe.
Urna thes -iraria que tcm empregadoa dessa es-
pecie, peJe-se dizer que oa tem da peior especie.
(Apari.a d .s Sra. Lua Felippe e Feruandea da
Cunha). Nao quero dizer que nao exiatam all al-
guna em.ireg dos honeatos; maa a thesourajia
que ti ni empr. gadosque praticam facus taoes-
candalusoa una reparticao c^mpiata, em paite,
de gente da peior gente .
Na ha duvida de que o Sr. Viriato summa-
anente injusto u'aqutlle modo de qualificar oa era-
prega ios re urna reparticao que oa tem inuito d -
gnos, catea nao podem ficar maculadla pelaa fa'taa
ou enoni a de ilgum ou alguna dos seus compa-
aheir a.
Esae ecuador, que em aeu trato particolar
sutnmamen'r attencieao e delicado, perde ein c r.
tas nccnHej issaa qualidades quando ae ach na
tribuna, t irnaudi.-se aggresaivo e vi lent Ainda
em urna daa lOsaM pasaadaa la feudo uina outra
pend ucia cun o Sr. Dantas, i qual mautendo en-
to toda a aua calmaque infelizmente perdeu no
incidente de que j dei n dictafel o explicar -se
e declarar pur titn, que nao Lavia alluao em urnas
tantas palavraa que proferir, fallando no cambio
3ue de-cia e cm um bauco que creacia e em capa
ocada da Babia tocadores de violao e violiao abo
Helenistas, at que voio o Sr. Saraiva c pox termo
a fur'o.
Nao me aendo posjivel dar noticia circumstan-
ciada do mais que tem occorrido no seo .do e dos
debates da cmara, apeuaa r.-f^iir-me-bei hoj.-,
quanto a esta, a iuterpellacau do Sr. A- Celso Ju
ni >r, cuja diaciiaao t> ve lugar na tesuao de 15.
O leitor contece os termoa di sea int^rpellacio.
O a u i utor deenvoive i-a lougamente em um
discurso hem preparado, abundante d-- citucoes do
dircitu romauo aeompaulutdas de mn hiitorido in-
tessante. Ki-correndo a legialaco a de nutros pai
aee un qu. tem bavido escravioo, procur u mos-
trar que actualmente, cm v-sta da le de 1885,
outra a condiccao d9 eacravoa, que tornou ae sta-
tn liberi
Nao pudendo no estreito espaco de que disponho
extractar esse discurso, limito-ine a fazel-o ao do
.Sr. pin-id intere.- ar a questo, como opiniio do governu, na
execucao da leL
O He Cotegipe, respoudeudo, disae. qu mto ao
frimeiro ponto, iato qual na opiaiao do g iver-
no a verdadeiru uondiccao dos escraviadus exia-
tenteE pn imperio, desde-que pela le ultima fi li-
jado da i-erin nara entrarem no .,oao de aaa li
berdade *, que as ju ssaa leis nao ha a paUvra
eacravisadoe sim eBeravos ; pelo qu- a cuu'iieyo
leati s, segundo o art. o" da lei citada, a de ea-
cravoa, e iiw n nobsa legiaUeao reconaeie outra
condiccao intermediaria como pr.-tendeu o nter
pellaiiK- Hppliar ao caso, ciland o direit.i romano,
que alia nao consagra tal difiFeren5a.-Entretauto,
deixava a dcieza de aua opim&o ao Sr. Ciedlo Ko
drlguee, leutede direito ruinan >, que ja haviacon-
tratadea ptniao do honrado deputado.
Ao segundo quealtose per nneara rigorosa-
wtevguruvrstu tonoiu-e statu Ziieri-^reapou-
deu que pi-rcanrcem rigoroaaiueme esoravoe.
Ao terceiros subsist m eui pleno vigor o art
(iO dn Col. Crim. (pina de ar;oit>a) e a lei de 10
de Junhn de 1835, depois da nova aituagaj para
tiles creada pela referida lei,que subnistem, pois
jaemenhuma lei revoguu anas diapnaicoas peo tea
emem.se podm considerar impliciuiui-ite reho-
gadas pi-ioa beneficios que para a cxtiiiecfio da
Mcravidao foram conaiguadoa uas le>s de ^8 de
Setembro de 1871 e 1885; e que, quanto ao ap
pello feto pelo intcrpcllaule para a magistratura,
&o pode tar lagar, porque a magistratura nao
pode julgar senaode aceoedocom I as lea existen-
ea, dlaaa ou ia.
Ci ni que dtaeito, interroaou o Sr. C*tegipe, um
juiz, decidindo o j"ry que o reo eseravo cujan- c
tea enme, que o eujeitaui as penas to (Aid Crim.
ou da Jui.de 1/335, moda a .ajjnlu:acao.da jpiJia.? O
juiz que julga scicnte e conscientemente contra a
le,-prevarica .
Quanto ao quarto, se o governo penaa em pro
mover algumamedida quejio instuito de acaotelaf
a sorte dus ingenuosrespendeu que a surte dn
ing nuua-aat acxatatada no que <6 easem-ial pela
lei de 1871, que proaaette.u ania bwficios fmtoa
por ataiciaca, .pelo guverno eve., m> a que afta
tem sido possivel levar jt eflfeito; de tal modo qu*
se n foeeeia hamanidade -dos proprietarins dos
cravi-s, :drr-e -hia >qneia^efMoo dns jngenu
era a maia desgranada deate imperio. .Entretantn,
a ver lade .que i atea proprietari<>a, c uiaiilerad s
como barbaros, como ca tnaior* a tyrauns, deram J
niaior prova de huraanidade, reo-b-ndo os inge-
DUi.s, srjn aigir do guver.no cmiaa algJita : \
jMimcrii doa iqgenuos deve talvez exuud-r du 40i)
.mil. v o.catado nao tem meioa de enearregar-seaJe
sua criacao, separando-os da auaa mes < dn imio
m fau vivm. Tem bavido pmp-wt a pn i
-eBt bi-iecerum fase me a p- r tJuctcacau e por tra-
balii' deateB ingeuuos, maa n in o-4niuistru actual,
nem ua.aatenores aa tem .actuado p-ivque vem
aiatn esp'culac&o.
Quaut i a quinto p u'tim pinto de interpelaba
I saber qual o alcance da cir umstancia d
uatuialidade do lacravisado, a qual deve ser oon-i-
jsdn aa u va marrieul, n que tem refefeurii
itps i-fti -an i, obsersou ua a lei de 1871 muud .
matrieular todos oa eacravoa c m a duuiaraca dn
auas naiuialniudes, cunatituindo se Hseim para ij
proprietario odir ito de proprirdad-, p inundando a
a le de 1885 que se vi-rifi iue a n v laatliiipla a
vista da autenor, como deixar de manicular os,
escrav-is quocatao cuma natural dude ne afnca
queotSr Celao Jnior cousidera li>re^? m- qiii-iiau
qa ussim foaae, declaraaaem an le; e m aehaui
que i.-Bn nieta preciso que num indivnlu is
sao livrea, promovara urna MfaVu ordinaria, ^u.- o
iaent'- ua matricula, e .nao Bdmiiistri.'iv.meiit
c rao tem precedido !gin9 joiava de urpbus qna
rao dando liberdadea.
Deixo de parte cutras ainsideraco s feit.:;
car4< r
Ap z urna pequeni replica dn Sr. Celso .luniur,
teve.a palavra o Sr. Coelho Rudrigaea, de cuj >
discurn, interesaante oojBO era du reparar d ata
illqbtrndo prufeesor familiansadu cu. o dir.-itu
romano e com o patrio, oo potao ag >ra dur re
sumni cmveniitvte.
ADeaaa menciouei o eeguinte trecho, relativo
ao patuliberi: I
t E' prician, diste o honrado deputado, vr*>ni,
tmente o texto da le ,e futiceienami ntn do p-p-l
de >)terp e.te para atiaer qae por le teinoa um ocia-
do intermedio, se s 'ha faom-oa livres eescravos
porifue nao estarlo -efltea augeitos as penas de.
acmtte* 1 Porqae -oto aao cousas
juia^o Recite.
"Uto onde vio elleapplicar acontes a oohm?
Pelo AHvanct, que parte a 22, arese ntare
alguma c,Ua, que hnje. ommitto.
I>ISCUBS(> iRONUN-UiOO NA SEvSAO DE
10 JE SfcTMKUO OE 1886
DI6CS8AO DO 0B9AMBNTO DA KBCB1TA
O r. ..* eM*ar. preaideuta, ain-
to ter d.- abuaar da att- ncao de V. Exc e doa il
laatrua culi gas tnao-apoiadoa), preaaotea tn h ra
to adianto*. Li.niUr-mrt bei, por esw niit.vo
s coneideracoea que m tmuxeram tribuna,
tanto quanto pussivel renmidam-nte.
Direi, .-ntretant., em reposta .10 nobre depu-
t-do por Mina que acaba de f.4ar a c .j palavra
autorwada ouco aempre c m prazer, que .nos, per
nambucanos, tanto quanto 8. txc, d-ploramos o
roubo pratioado na theaonrana de fasenda de
lirn.mbuc). Infelizmente crimes identi oa -tem
silo c mm ttido3 durante o dominio de todas aa
siiuaco. (apnad a), e nao podem aer objecto de
censura administraeao.
O Sr J aa Penido Nem toi.
0 Sr. Rosa e SilvaAecrescentarei quo as au
toridadea superiores da provincia de Pernambuco
inspirara a maiur coi:fianca e certam-ntr nao pou-
parao esforc.s para a deacoberta e punico dos
'riininnaoa (Apoiadoa.) .
Q inr o 1 vice presidente em exercicio, quer o
ch te de polica, ao cida iaos multo digaoa, zelu-
soa e ene gicoa; acham se perteitamente na al-
tura doa cargos (ap.iadns) e terao o maior empe-
nho em fazer Cahir a a-cao da jutifa aobre oa
cu padus. (Apnadns.)
Isto posto, Sr. presidente, eu paaso a oceupar-
me d >s asauraptos que d-terminarara- me a usar
da palavra neste debate.
Au.ea, po.m, de ^n:rar na apreciacao dos ad-
ditivos 9, loo e 150. qUe Pgp,icialin-nte desperU-
ram a rainba altenca, peco liceo-. acamara paru
insistir anida em urna questo que, sei, levanta
preveucoes, maa que, para ni pernarabueanoa,
tem a ra xima importancia :a queato daa fiuan-
9a pioviuciaes. (Apoiados.)
De8culpe-m- a (amara a tonaaidade com que
vulto a este aasumpfo. E' justameute porque co
nh-co aa difficuldad-s qun elle encontra e a in-
iliffi-renca com que tratado, que eu julga do meu
dever cuntiuu.r a p dir a attenco doa poderes
publicja para a situ.cao affiictiva em que se
acham aa provincias.
Sr. preji lente, aa condivoes financeiras do Es-
taco gio realm-nte dilficeia, basta considerar que,
desde 1815, excepeo feita do quatro ou cinco
exercicioa, vivemos aob o redimen o dficit, e
Lque o empreatimo, recurao por sua naturez ex-
traoidinai'io, paaaou entre uj a ser meio ordina
rio de governo.
Pob bem, nao obstante e3sa triate verdade que
recouheeo, eu nao me arrece>aria do futuro do
Brazil, ai porventura nao visao o elemento pro-
vincial tambera se anniquilando. Tivi-ssem vida
aa provincias, lossem prosperas aa auaa fnaocaa.
e abi ae ac umulariam elementos do reaiatencia,
para auxiliar o Eatado a suporar aa criaea, nos
momentos difficeis.
Actualim.'iite, porm, que nos embarac-is econ-
micos do Estado corresponde a deaorganiaaco, a
miseria fnauceira daa provincias, eu confi-aao-me
recei 18O, e isto oque priucipalraentd me iinurea-
aiona e.assuaia-me.
Senhorea, eu nao confio em urna reorganiaaco
real daa tinancaa do Eatado, emquanto as provin
cas, que sao aa diversas partes in'egrautes deaae
todo, coutinuarem 110 estado de anuiquilamento
em que se acham. (Apoiadoa )
Diz-ae : -.\a provincias que tenh.m juizo, nao
por fal'a de renda que ellas tem 03 seua orca-
mentoa desequilbralos.
Aqui acontece o meamo que com qualquer pro
gramma geral de economas : muito fcil pre-
gal-as em abstracto, porm difficilimo, si nao im-
poaaivel, realisal-a8, s bretuau em a'ta escala.
Nada maia commodo do que lizer-se :A poca
de ecunoraiaa, aa provincias que reduzara si-us
orc.mrnti a; maa quauto e em que verbas ?
Examinemoa si semelbantes cortes ao p aaiveia
no orcamento de uiuha provincia, que tenho pro
Mota.
Senhorea, a provinc-a de Pernambuco despende
com a aeguranca publica 700:00J#, com a instruc-
cu publica 900 0O0, c>in o auatento e cirat;vo
dos presos pobre 94:i'00, e com os juros das ap 1-
lices emittidas 536;0j0. S ^ataa quatro ver-
baa sninujam mais d.^ 2,200:1 003- Perguato :
Qual dellas pode soffrer crt-a profundes ?
A verba com a seguranca publica ? Para res-
ponder-se nffinu .tivameutc, aena preciso desco-
nhi-cer comp'etament a importancia e >xt--n>ito
da pr.iviuc a de Peruambuco. A verdade que a
f ;rca all existente nuda c lusuificieutu para ga
rantia da vid 1 e da propriedade do cidaaao, quer
no interior, qur na prnpna ciJade do Recife. E
note a Caraira que a forca policial de ininht pro-
vincia inciiuteatavelmente mal retribuida, tant >
que at admiro que h*ja tunera queira aer soldado
de pnlicia em ta--a condico-8.
Poder *e-ba ->zer ecodonia aa verba deatinada
instriiccao publica? Itecjuhec 1, Sr. presidente,
que a iustruccao puniica n* ininba pmviucia pre-
cisa de ser reorganisada ; .;cuiih-co que a diatri -
buicao das cadeiras nao toi, em algunas localida-
des, a mais conveniente ; assim como que tambe n
e ne.ceasano elevar o nivel do pmt-ssorato; ad
uiitto mesmo apuseibilidade da suppresaao de al-
gumaa escolas ; mas aerao essea cortes relativa-
mente ina'gu fie.aiiteg, easas migalhas ariaiicalaa
instruevao publica, que bao de equilibrar.o or-
camento da proviucia de ernambiui. ? Mingela
o dir.
Asoutras duaiv erbas, sustento e curativo dos
presos pobres, e juros Jas apolices e.mittidas pres
tum-ae ainda m nos a redm-co s.
A priuieira pidia e devia ser supprim'da, po-
rm para aer feita a despeja pelo Estado, a quein
compete ; maa lato h ter lugar por occasi 1 da
ducruainac 1 das.deapezas. Al la, a, provincia
de Peruambuco ha de ir carregsudo, imlevida-
meate,:COuia,'8aa verba, para niu deixar morrer
ioine oa preaos pobres.
A segunda, isto a verba destinada ao paga
ment ios joros das ap'lic-a, constitue divid de
honra, e de.certo nao auacepfiv.d de redcelo,
salvo a hyp-tfheae, presentemente ir'ea'Iisiivdl, ia
onversao doa juros.
Agora accri scent' m 19 qu- a provincia, de Per,
-Bambuco tem e nao p le deixar de ter peaaoal ad-
ministrativo ; arrecada rendas, o que nao se fas
sera gastar ; precisa de verba para couservacoj
reparos e coiistruccao de obran publicas ; e ver-
s--ba. oaa qu- j iudiqaei, por maior que a-j^.o espirito
de ei-on' mi, ulevam o aeu uicainuutu, Dlo uk-nos)
a3:000:00' Quiea, entretanto, oa recursos d
qu. eu .in|,ii jr tz r iac a t avulta la
despez ? Qnaes as tontea de receita prnpiia-
maute provinuia ?
-enhorea, basta abrir o orcamento gerai e.exa
minar qualqi; r .doa m c.-tiuouUia provinci-es, p-ra
do confronto dos irapostua geraes com os impostas'
provincia-a chearmoa conviccao de que, raro
o imposto proviucial que nao e tambe.n imp a'o
g ral.
O imposto de itup.-rtavo, qu- a principal fon-
te de receita para a Estado, iiif-lizmente tamb-in
C metitue tonte de receita paca as-provine as, c m
grave pr juizo da linerJade de comuie.reio nter-
provincia ; o iimpust" e-exportacao, c n.ieinu.'io
.em l'aue doa prmotpi a da acieucia ecua nnic-i,
UHubem uti-e ni imposto eral e ao 111 *in lem-
po iinpo.-to priv.uciai ; o uopaito de iudustris
pr.ituno.-s wuaiiueu e imposto g al e.pipviii-
ciai. Ein suinina oa inipo tu.- maia reii-io-iis s
ao inesBio t-inp > ger.iC pmvmcivei, o que querj
diz-r que. Uo dia cm que o Estad ..eiiteu.mr dn
ver a^gravar as .auaa t xas. tic.ua 1 M provincia-;
quasi s in reu la, anda em maior miseria d qu
ja esto.
i;Ei8, Sr. presidente,, porque reclamo instunt
mame peta diaciiuiiuavao us rendas. Qu r qae
a pr viucia que adun istrar mal aeua m-gocio e.
melar Oema.iadam nte oa coutriiiuinti aoja para
.- m eires dilectamente reapousavel pela aggrv-
co doa impostase m appltcacio tas rendas ; iaa
que a pro\*ncia lenlia r-i-Uiaos prnprios e-uina es-
hera dentro da qual gyre indep-nd'-nte, ipura
que tiu f- .-aa di: um-m uiwuto.p ra oil'ro ver auaa
huancaa perturbadas, c.uio aeoirieueu Mtomiuh >
provincia uo rxercicio de 1882. Q 'ero que, tra-
tan lo ae de impoatoa ou trataado-sa de despezase
a provincia de Peniambtico, 00100 todas as auaa
irins, saiba perfeit .mente o que tem para-gastar
e quaes aa faites -de rvuda liuin que pde-ajuntar.
Nao qa>ro que, a^wnWa de iinptus- r-odoao,
deoret-m-se d-apozas, pira raesperadaiuaute di-a
apfmrec rita os imposto*, e ser a provincia af irada
misera naueeira. A questo, em mat-ria le,
eae, a Cmara o aabe, raal-ata ; urna ta
decr. tadap, rara, muito raras, *V> aa qae ae ou-
segae raduair. Ifertafeto, &o ppallenias para
rtepratri:ameate n^oaaivoia, uoutjtituiius cimoj
.-Hiihures, oiabaiidiiui. d^s pr .vin.-ia p aler-nus-
ha ser fatal Eu, que souicouai rvador e nao que-
ro a f-deraco, repito boje da tribuna o que hon-
item diese m apa U: Si quateia auxiliar a fade-
intvi', coniinuai a poltica do abtndono daa pro-
ivinciaa. Nao ha nada que mais pr-jodioue, a
unta do que o seatiai 1110 de mal,estar, qu se
mita-por toda a parte. Discriminemos aa rendas,
aescentialiaemas o paiz aminiatrativaraente, e aa
recriminaca-s pwrdero a ralo de.ser. Esta, por
eons-guiute, no interesse deitodos, que o Estado
irewlva aaa imprtame quaato provincial, por
muitoa ainda considerada urna ut forc das cireumstanoiaa ha de im/r attenco
do corpo l-gislativo. ^pniado*). P.r iaao me
Ihor que cogitemos, logo dos me ios pra ticos de re-
sol el a. (Apiiiadiia).
Quanto a raun, j o tenho dito e repetido, a ver-
dad.ira aolucao a diacriminaco daa rendas, maa
si a ella npn")-m-ae aa ditiiculdndea financeiras do
Theaouro venham oa palliativua, at qua melh .re
o estado g-tral daa finanzas ; purm, taca-ae tam-
bera alguma cousa para melhorar a sorte das pro-
vincias.
Si eu nao conh-cesso, Sr. presidente, aa difficul
dad--a com que iutam entre nos os ministros, por
que, torca confetaar, o tempo nao lh-8 cb-gu
pira estu Urero aa diversas questoes submettida
a sen ex iine, eu pedira ao honrado ministro da
faz 11 la que dedicasse algumaa horas ao eatudo da
qiii-atao dos impnatoa provinciaes
O Sr F. Relisano (ministro da fasenda)Nao
tem que.pedir-me ; pase o meu dever.
O Sr. Kosa e SilvaMas, ai s. Rxc. o;no pudor
faz>-r pessoalmente,ao menos pide ncumoir a aua
secretaria ou a miliares de confianza o estudu
doa orcam ntoa provinciaes...
O Sr. C itnlido de OliveiraHa j muito traba
Iho. muito bem f.-ito, da cmmiasoespecial.
O ar. R aa e Silva... e eu confio que, u-na vea
couheeedor do estad 1 real daa proviucia, o honra-
d > ministro reconheiter a uecaaaidade de propdr a
discrnninaco das rendas, ou, caso considere isn.
presentemente irapoaaivel, alguma s-lucao prov-
saria que faca dea ipparoccr a titu.icao vexatoria
em que ollas ao aobam, principalmente aa pmviu-
ciaa do norte do imperio.
0 Sr. Ale forado JniorApoiado ; preciso
faz r alguma cuua e urgentemente.
0 Sr. R>aa e SilvaE, souhres, quando outra
sol ncao nao s ja possivel, paree--nn- que podere-
mos ce ier-lh-s na impiat-a de exportavSo g-raes,
em troca dos de importaoao provinuiaea, to jua-
tameute condemnad-ia. Pa ae*o w-nua a ser &m-
plesmente priiviueial esse imposto, que mantera a
contra tudas as regeas econmicas, e actualmen-
te geral e provincial, ao mesmo tempo. Ap ua
da#.
A a lira eu vejo que a questo pode aer reaolvida,
ou de um modo definitivo pela discriminado daa
rentas, ou provisoriamente, j per meio de impa
toa addicionaes, ) pela cesso doa impostes' de
i-xportaco. Qualquer destaa aelucoea eu aceito,
comtaoto quemelbore o estado econmico das pro-
vincias. (Ap.iados).
Contar. 1.e date h >ntem o meu illuatrado cora-
provineiauo, que tambem discutio este aasumpto,
a qu-sto daa fiuancaa provineiaes para i.s urna
qu-ato muilo seria. Compieheudeuioa que, na
presente eesso, nada de proficuo podi-raoa tentar,
porm appellainoa para a prxima ec8.o, e cciitn-
ieos que o honrado ministro da fazeuda, estudando
a materia, nos auxiliar n-s.-e pariolico einp nti o,
pota a iniciativa particular ipouco vale em taes as
aumptos.
Paaso, Sr. presidente, a oceupar-me doB additi-
vos 9o, 10 e 15 do i.rojecto em diacusao.
Relativamente ao art. 9a, fui precedido, as
c naideraces que pretenda oppr Ihe, pelo nobre
deputado por Minas, cuja emenda aceito e p-
plaudo.
Son, como o honrado ministro da Fazcnda, ioi
migo do jog 1 lotrico, que, alm de immoral, u
sorvedouro da economa dos pu-bre (apuiados) e
tem acarretado malea a todos 08 paizea onde mais
se ha Jpsei.Volvid 1.
Reeui h"vj tambem que, na impoasibilidado de
anppriinil-o, c-.nvm a sua limitacao; porm o art.
9o, r-digido camo est, nao satisfaz, vato o mn
urobibuido a venda, na corte, doa biihetea das In-
fer is proviuciaea, nao prolnbe igualmente que ie
billiatea das l tenas da lurte possmn ser vendidoe
naa provincias.
O Sr. Joo Penidolato utna deaigualdade
mqualificavel. (Apoiadoa).
O Sr. Roaa e SilvaA deaigualdade manifea-
ta, diz bem o nobre deputado, e portante deve ser
corngida, limitando-se o jogo lotrico s circums-
cnDcoes onda forem extrahidas a* luteriaa. (Apoia-
doa). Assim cada provincia colber as vantage ib
e d avautagens ie suas loteras, e diminuir em
todo o caso esse jogo pernicioso. (Ap dados)
0 Sr. Jio PeniduMande a emenda e cont
com o rr.eu v to.
O Sr. Rosa e SilvaFeito eate ligeiro reparo
sobre o art 9', entro na apreciacao do art. 10, que
retere-se ao resgate do papel-morda.
Ouvi can a maior attenco a. impugnsco le-
vantada por parte da imposten, aesim cuuio a de
tez- urilhaute feita an trtigo em Questo, e pee 1
Cmara que me to'ere a uuaadia de deelarar que
uviijo, quer da l uatre opposicu, quer daqnel'es
que dep sitam elevadas esperanzas ua execucau
desaa aul-naaco.
Nao poaao concordar rom a rapugnacSo levan-
tada pelos nobres depntadoa qae coueiderain im-
pru.ienfe e perigoaa esaa ajtoribaca porque, dea
de qa- o givnio, conforme perfeitamente oase o
honrado ministro da tazenda, c ntiua armdo
com a vlvula de seguranc, qae a lei de 1885,
n-nhum pengo ha no recoihiineuto annual de cin-
co mil Motea de papel raneo* ; e, quando nutra
vantagem nao traga, tem iucontestavebnrnte n de
affinnar qurf o governo do Braail quer faaer de-
apprei-er o rgimen fatal da moeda papel.
l>ig 1, poim, que nao rsp ro, conforme 03 hon
raitos dofensorea da autorisaco em questo, es:
pleudidos resultados de ana execuc porque a
considero inefficaz para o duplo fim que ae tem
em vate, Uto a elvaco do cambio e o eetabetc-
cimento da oiicuiag m-tailica.
Senhorea, qualquer que aeja a -qnadtdade de
papel -mo-da em circolaco, havemos de ter o cam
bio deafavoravel, emquanto no jugo de eonus coia
os paiz a straiii:eiros Nao a maior ou menor quantidade de.sMaM-l
moeda, que determina a ile jrt-ia 1 cuustaut- do
uobso cambio; ella mflue certameote, maa a razad
principal -ata em Boa ser. m conlrarioa os saldos,
11 o jogo de cuntas com es paizes estrangeims.
O Sr. Franeieeo ttelitari o (oiniarro da faeeada)
Mas os anu.is ao a noaao favor.
lugar de der, oamo prudeateinante fea. o pro-
duoto doeiuprestimo tn Londres, o h mrado minis-
tro o mandaaae vir para o Braail. Neste caso a
alta,do cambio seria maior, porm tanos dura-
dour.
latonevula que, embora o papel una ti* iaflua
para a baixa do cambio, e sejt,iim Dtait circulan
te juitainente eondtwinado, nao onvia, a sua
maior quaotidada a cansa principal da depreasn
constante do cambio, nem. daa rpidas eicilUcdea
que proeencinniD.,. Logo a retirada de orna peque-
a quauttdadu de papt i ituaeda, nao pode determi
aar pur ai a elevacao alo oatnbio e o estabelnci-
meuto da circnlucu metallica.
Sr. presidente, este asauai,.to Uo importante
quant toolindroio, e tem ado obj cto de larga con-
trovis;* ^cu, portante oao leuh a pretenco de
elucida! o. Penao, porm, que o nobre miniatroda
tazenda, competente eomo, proutro meio muito
maia de faaer praticamente, na direccao da sua
paste, nara melhorar a situaco do uoaao meio cir-
culante e rlamm cambio
As8im,eu acredito que urna melbor politiea eom
mercial, pur ex mpo o deeenvolviineuto.de nosaaa
relacoes comm. reines c m o E-t idos-Unidos e
outroa paisas, piale e deve iufluir lavoravelineuie
sobre o noaao .cambio.
Senhorea, lambrarei ainda urna outra idea, que
me pareas tambera muito til e j foi aconselbada
por um ditin-to estediaia ; a segnin e : procu-
rar o governo, quando tiver necessidade de cam-
biaos, pracas intermediarias, as que offerecerem
maia vantegens, para por meio d'el/aa incoar, em
ugar de comprar todas as amolis em tira s
praoa, fazendu.desto modo pr-aso sobre o m-r-
cado e pr judicando o Cummercio. Ainda oa Es-
tedos-UuiJos podiam perfei'ameote, servir-nos de
intermediario para eaaaa operacoea financ-iras.
Os Estados Unidos exportara para a Inglaterra
mais do que imp rtam, e. nos exportamos para es
Estados Unidos cinco a seis vezes maia do que im-
portauos Logo oreio qae po lera ser-nos de van-
tagem dJWstiUiir t praca d- Nova Y ik interme-
diara para militas das cambiaes que aecesaita-
tamos comprar aobre a praea de Londres, obteudo
por esaa f.rma oambiaes mais favoraveis do que
aqui puliremos ter.
Cousidero, 8- nbores, easas e nutras medidas pra-
ticas prc-^ntemente maia ifficazea que o recoihi-
mi nto an ual da 5,Q0O:00u| d- pspel moeda Eu-
tret.auto votei e coutiuo a votar pur eosa aatori-
saco, pirque, j disse e repito, qu n lo na traga
aa vant igcas esperadas, uenhum p-ngo uffiri ce, e
t-m iiicoutestavemente a de affinnar o prop sito etn
que estamos de substituir a cond-woa la moeda pa-
pel pela mo-da metaldca. Na muha opi.nio,
porm, easa aspiraco, que de tido nos e tra-
duz urna 11 cessidade publica, nao podar reali-
aar-ae. emquanto nao cnuseguirmos dar maior des-
euvolvimeuto s -uossaa f.irgas productoras.
E' preciso qae a differenca.entre a expirtaco e
a importara augmente pela iv-.ultiplicu da prduc-
cio, p ira que obteubamua saldos reaea a nosso fa-
vor e desaa forma possamos tentar e realisar a aub-
sfituico do meio circulante.
Obtido easa grande desidertum, os saldos reaes,
eu opinara, nao pela aubatituico grada', ma
pela retirada em raaata do papel moeda, iiouforme
tez a Italia, tantas vezes citada, organisando se
ao mesmo tempo um b..nc 1 nico de emisso, pelo
systema do Janeo de Franca uu di Banco de Iu-
giaterra, c utorme trjulgado mais conveniente.
Emquanto, porm, vvennos aob o rgimen fatal
<1 .- d'jlci's; emfuauto a pr.iducco nacional cou
tinuar no eatado de pan-lyaaco, seno defiuha-
raento, qu? todos lamentamos, eu nao oreio que
pos -arana substituir vant J .sanente o nosso m-10
circulante pela rao da mcialliea. E' urna qu stao
de opportunidade, o que nao impede que desde j
nos preparemos para realisal-a, apeuaa mclhorem
aa nossas coudicoes econmicas.
De accordo coai estes principios, Sr. presidente,
que eu nao poaao acompanbar aquullea que cen-
auram s governos que decretaram a inicn.ram os
m. Ihorameut s niateriaes. Ao contrario, opino
com quelles qpo sustntalo que, si di-pois da guer-
ra do Paraguay, doa enorm-a aacrifijius que ella
nos cuatou. nao tivcaa-nios adp'?d 1 essa poltica,
larga, anda pinar Seria a eituaco fin muera I
imperio, porque, paiz novo, eas>-ncialmeute agri-
cola, t da aumaco >. des-iivulviuientu daa frc is
pruducturat, podamos ent, e poderemoa anda
por algun8 ann< s, esperar recursos com que fazer
face as serias ddficnldades qued'ah nos provieram.
(Apoiadoa.) Portante, eu nao ,- a^pruvo, .com
tambera applaudo issa poltica patriutiea e pn vi
d-n'e
Filizn- n'e, as despegas fe i tas com as estrada
as
de terry ubi egto repreguntadas pur melhoramcu-
tus, que s3o nutro tantos facor-a da Tiquea* -f
bliea, e, si o presente pode coademnal-ae pelo que
piaam no nrf mtu do Estado, o futuro tar-ihes
ha imeira jusrca, p.-los muitos beneficios que tem
a co'hor, e liu de ser a melh >r resposta aos aecu-
aadori.a dn presente.
O Sr. F. Beliearo (ministro da fazenda)Ain
da nnguem cou.bateu a vautai em das ostra las de
ferro 0 que ae diz que em urna eituaco como
esta o Estado nao p I. fazeloas por ai.
U Sr. Ri.sa e Sil v.Eu c nerdo com o nobre
miniutro que.no estado actual daa uossaa fiuancaa
pn ciso aer prudeute. Concordo com S. Exc. que
nao dev moa iniciar u-'vaa estradas de ferro aera
cong'guirmos o equilibrio orcara-nterm...
O Sr. F. Belsario (ministro da f.zenda)Sem
bem examinar o que ae ai fazer.
O Sr. Rosa e Siilva... poique facto obser-
vado om todoa oa paizes. urna ou nutra excepeo
podo dar se, que.as es radas de ferro, no sen c
mego, nao do juros correspondentes 8 degpezas
leitas.
Concordo, portante, com o nobre ministro que
nao deremos*iniciar estradas de ferro naa crcum-
staneiaa actunea ; mas iato nao quer dizer que nao
devainoa c nuluir e desenvolver ag estradas xia-
t' nti a, prolongando aquellas que do ou dev. ra
j r r-ecita que c mp nse oa sacrificios do Es ndo
Neste ponto, 8r. presidente, aa provincias do
norte tcm sido, alen de desfavorecidas, injusta-
mente apreciadas.
Ainda heje-o honrado diputado- pilo Rio de Ja-
neiro, digno relator dacummiseo de orcamento,
diste qne, a excepeo da estrada de f rro O. Pe
dvo -e 4e aaau aaliadaad.-. >Pirlo, t-m a(
nutras nao do para a drapeza que fuz^m; nao
tm renda -quivnlente ao cuatio.
Sao estas .ffirmat-vaa p .rtidas de bomens oom-
petentes, quecstudam e acompanham oa actos da
administiHQao publica, que determinara af fala s
noyes e prejudicam a decretar) dos melhora
\ memos utcia. (Apoiadoa)
Nao exacto, Sr. presidente, que s a estrada
0 Sr. Rosa e SJva-O honrado r. .mittiatrp da i Je ["<> D P-^olf. Oiduasaatrad. de S. Paulo
f.zenda reaponde-me que o. .Uoa .So a noaaq w*"1 recmta 8Uuer,or *" de*pe,M de 8,a CU-
aso Penaa 1 -saldos appareat e.
a
'"" "^ -to oa maos poaerea ; eaiinntainos -o 'problema,
-tal qual lie e presenta -e raelvnl 0 do me-
Ibor modo posaive!. (Apoiado),
tavor.
O Sr.
O ."ir. Aa e Silva Ri-speito mnt.i auwrjta-j
de de 6. x, em tnauc >8 ; mas estas eatioa,* un 1
b in da o noore d>pnUtdo por Sliuaa, ao.appa-
re,!ti-s.
E' eerto que quein fizer m confronto oaaosea-ex
portaco com-a mp-rtacolba de eiusontrar mn
grande sallo a fav .r da nosaa expovuoo.
Mas. aim ie que aest.itisca da alfnudegainoj
spri.ne o Valoi ret daa ma cadoriaa importada.
aMNWa que na t ra -a de raaiiaar no oalroiigEira
avultadoa pag meatos : jaro aaor.tw.i$> da
uo-aadiaida, ijur donca^it -ea.qaei aqu teaBsde
brasiciros e estrang-'iroa alli reaideat.iii,garaBtis
de jnroa-ft meltiiraiaeutwa pubiieaa, e-rp d*plina I
11:0, material encorara miado, tic-, ate, eoifi'n,!
tanta as u iHaa d pezaa-n oxt'-.aior que o al j
do ein d, limti'.a coiitj 1 nos.
Sr Fraiiuieco fi-a-trio (ministro da. fazen la).
ita ha poaibili ladc lie urna naci fictr cou-
atauteineute devendo a outra.
i) Sr Rosa e S IvaPermitta-me o honaado mi-!
nistro insistir. Si 01 aaldoa foasem era noeao favor
a cotia qu-ncia avra a vinl* da m ieda m. tallica,
c m 1 j 1 por vesea t m aconre.eido. E' aaoido qu^
o cip rtad >r nao deixa na Europa a imp rtanciaj
d venia ; logo, t.da a vez que a aotmna das mer-
cad irias xp .riadas tor superior a a rama de todo
oa 11088OS pagmiuto8 no estrangeiro, certo que,
a ndo o ezeed alo em monda metailoa, eala h. de
ni-casariaiiiente vir para o p iz, elevwnd) o cam-
bio, qualquer que-aeja a quantid ide depup-1 moe-
da em circulayo. IsM actualmente nao ae d p r
que, repito, oa sal'ios ao outra nos.
0 Sr. Frauciaeo Bdisaro (ministro da fazeuda)
.Vas cono que o cambio tem ebegalo ao par?
Sr. Rosa e SilvaPor meio doa empreatuaua ;
,uin iprova recente o empr-stira udimumente
contraliido.
cana o honrado ministro contrahio esa" ex-i
uno o cambio subi; e emqu*nto ello nao ae,
ea-'otar, eaaa elevaca ha de permanecer, princi -I
Lpalnteute porque o gorern nao preeiaa de t in .r
cambiaea p ira os pagamentos que tem a fazer noi
xtenor. Assim eatbelece-se o equilibrio e at
oao temporaria do cambio. Eate faeto ohaerva-ae
aempre qae se contrahe um einprestimo no eatran-,
gelK0,-e aaaor seria a elevaco si por ventura, em
tea.
A estrada de ferro io Recife a S Francisco V m
renda sup rior s deapezaa do aeu cust. io ; d urna
renda liquida de 3 a 5% (apoiadoa), n nbstente
os enormes d-sperdici ,c qu- f.-m Imvido, na ob-|
staut. n3 c .netaoosa uijuatifi.'avc afilas com
pnhia ugleza que a explora.
At BOtavel.o raotemerito jub tem tHo a re-l
celta di-aaa atvada d-'ferr 1, a p-nto de ser 'm
185r> .1 118:U0J, em 1862 e 1868 de 356rt>K)J e
33:' Oi, eliegau lo ltimamente a ser de sais de
l;)0:it) >i lato qer dizer quo a estrada d Re-
cite a .-i. Franeieeo, alm de correepou ter a 'dea-
paxaa feitns pelo Estado, tem ccotribuido para o
uginento da Ttiida publica, porque evileateque
eao aiigmeiifn devueita determinado pe >ug
ment da produc i ( poiaioa a qu-il, s-ndo na
sua maior parte de uasarxir destinado exportucau,
produz para o estad, al n d 1 augmen o dn re-
colta dastrada de*firr ', o augm -oto da renda da
alfandega, resultante da cobr .nca dos impostos
de exportado. (Apoiadoa.)
Poaso, poie, diaer ao nobre deputid) po Rio,
de Janeiro que, entre ae estradas de f.:rro que lin
da lo resultados vantaj >8 templada a do R cife a S. Francisco. (Ap'iafos )
E' nina estrada que em realidadn nao pea ao
Estado, e cujo r>-nd m.-mto ha de ir aempre ng>
in litando, ciHnpnudu-ine notar, finalm-nt'', que h
ilifiFnreuCH entre renJinento liquido d 1 eatra la
de ferro do 1 eif-a S Franciaco e o r-niim-nto
liquido da atraa def-rro 1). Pedro II nao aitm
ge a 3 /0 do Capital erop egado.
Eu,rotante esta npuntada como a c-tnda ua-
dtl > eilis-ae qae aque.Ua nem ao menos d para
o fien custeio !
ti ii'ibra de .Hitado .p'lo 2'diateieto de Hioas,
cujo talento admiro, discutindo o oreamento Ua
.Vhiiieterio pennitta-me S. Exc. diaer-lfce, tazer-nos tde .tic
injuatica.
Coutiderou aa provincias do norte larr.amentr
dotadac. de eatlalias de ferro, o que niixae
0 Sr. Candido de Olive r 1 : -.lajnaii emtraaaa
de ferro.
0 Sr. Rosa e Silva : 0 nobre deputado nao
enidatvao taabatho -de x-nninar o quadro daa
uoaaaa estradas pata Jalar .ap-lhaate affirasa-
Hva.
Senhorea, da* prjariaoiavde prianita. ordem,a
de Peruambuco a qae t.m meaos kdatae'r 46
aatradas de ferro m trafegn S a eatvada de
(erro Pedro II t-m de eat^aso, em trafogo,.o
dobru daa ettradaa de ferro de P-rnamaue. E.
reunida aa esrrada le ferro do nvt-, a 1 sommam
t-rca parte da visea 1 ferroa d Imp-lio. Es-a
a vsrdade que aa estatislicaa demoustram, eu
eutendo KV.-r restebeleeer para que ao menos
nos fioa justioa.
A propoatt-i da estrada Art ferro, d. i Recite a 8.
Franeiaeo, ouja receita tanda a angmentar inmt :
em virtu le d 1 prolmigamenlo ji diantado...
O Sr. F. Benaario (uiiiMatru da faseada) : O
trunco ha de reder laais. poi-u toda ella, tron.'
epro'onganonto, ha de rndemenos.
0 Sr. Rosa e Silva :De corlo, nos prmeiros
aonos aaaim auonteeeri ; maa id'V'-moa dep lis es-
perar o contrario, pois a regra qae tantu mais
favnravel a retaca 1 entre a daapeza e a receita,
q lauto maiur a extensii da estrada de forre,
salido Bar teta na z mas que el.a percorre. 1
C ino quar que s-ja, poim, dizia eu : A pro
psito da estr la de ferro d R-cife a s. H'r
cisco, cuja receita leude a augmentar eooaid-ra-
v-lmente, em virtude do pr iloogamento, julgo
urgente que o goveran, attentendo -a aaa cir
junta jeia, ttete quanto antee de realizar o aeu
rugate.
E' de tal orden), Sr. presidente, a conveniencia
desse rescate, q ie nao poasivel ter-se a rea
peito opimo diversa, eetudando-ae devidametite a
questo ; ello ;mpoe-8e como medida administra
uva e eeonomioa. Coufjnne diz e demonstra o
L)r. Arn tilles Galv ', o i'sgite da cefrada de
ferro do Recife ao >. Erancisco importa exone
rtor se o pait inteirameiUe do untu qae Ihe custa
esta estrada de ferro.
S-i que easa a i.itencodo governo, tanto que
est reproduzida n art 15 a respectiva utoiisa-
cA ; porm, nao obstante, insiste, porque a ao-
torisacao j figura no oreanento vigeute, e, en-
tretanto, o resgate nao se f-a
O Sr. F. Beliearo (ministro da fasenda) :
Poseo infirmar a V. Exc que o honrado Ministro
da Agricultura mandn eatudar beta ata ques-
to.
O Sr. R a e Silva :Agradeco o aparte do
honrad 1 ministro.
O Sr. F. Beliearo (ministro da fazenda):Eu
ach que o resgate, quer da estrada de fa ro de
Peruambuco, quer da da Baha, importar eui
grande economa para 09 c-fres piibiieoa.
O Sr. Rusa c Silva :Folgo muito do mivi
easa declaraeo ai nohre ministro, e confi 1 que a
qu-stc aera reaolvida com a presteza que as cir-
uiiiu tanciaa reclamam.
Senhorea, a demora de um anno, no rsgate,
pode prejudicar o Estado em quautia tnlvez u
ptrior a 1,080:0004. Eat estipulado, no contra
to feito cora a compaiihia ingleza cessionaria desea
estrada, que o preco do resgate ser calculad
pea media do rendimente liquido dos cinco
annos mais rendosos doa Itiraos sete. J fiz ver
Cmara a notavel progrcswo da reeeifa dessa
estrada, queja eleva-se a mais i'e 1,(XK):00OS, e
tenlea augmentar moito mais, em virtu lo d
prulungamento, que videntemente beneficia o
tr.cho primitivo, p-rteneente corapinhia in-
g eza. Por c-nseguinte, quanto mais ae dmiun
o resgate daquolla estra la, maior ser a amm
que o vetado ti r de pagar, por ie-o qu 1 o calcul 1
feito, segando a m la dos cinco anuos maia re-
dosos ; dabi a urgencia na solucn da questo.
Sei que o governo ha de encontrar dirculdad-3
em reaulvel a. Na j conhecemos a forca das
companhias uglesas, mus omiti que, di-sta vez
aoinenos, aerem a vencedores, e por iaeo regesi
j 1 rae cora a declaraeo que acaba de fazer o no-
bre ministro da Faae.nda, certo de que o reagate
ae ba de effectuar ein -breve prazo.
Sr. presidente, n a em base quo digo qu 1
difficuldadiB muito erias bao de apparecer na
cx-cuco desta aiiloriaacan ; ja tve uecaaia declarar aqu que, na qualidade de representao-
tanfe da provincia de Pernambuco, recebi da
c mp-inhia ingleza conc 'ssionana do trecho pri-
mitivo uin memorial em que ella defeude a prc-
teuco que tem de ficar com o prulungamento ca
c nslrucco.
O Sr. Alcoforndo Jnior d um aparte.
O Sr. Rosa e Silva !Por coneeguinte a com
paubia ingleza, que c abec a grande vantagem
qn- tem em conminar a explorar aquella linha,
nao deixar de oppor ao reagate as maiorea diffi-
culdades...
O Sr. Theodoro da Silva :Sem duvida.
O Sr. Rosa e Silva...ni de xar de, pjr todos
s meios, procurar ao inrns demorar a sua reali-
saco, e pur isao 6 miater que o g irerno csti ja de
Bcrbretrvh,", para apresaar tant maia enrgicamen-
te o reagate, quauto inainr for insisten :ia da
da compasin, o aeu empenho om retardal o.
Senhuna, alm de outras vantageus econmica
e administrativas que esto enumeradas n traba-
Ib 1 do Dr. Aristidua Galvo, e que deixar. i de
mencionar para nao alongar o debate, o reagat
p rtnittir ao governo reduzir aa tarifaa desaa es-
trada de ferro para os gneros de expnrtago, o que
ser de grande vantagem para a mnha provincia
Quer o aasucar, quer o a g do, que sao os uossie
principaes productos, precisara que lhea dirainua
mu as di'sp' zas de transp irte, para que poeeam
resistir competencia que lheg fazera os eimilare
e;Tangen-os. Continuando oneradoa cm na ira
poatos de exportafoe com aa tarifas relativam-n
te eieva las, vista da baixa do preco, compreben
de-8fl que muito precaria a sorte deaaeg noaaos ge-
neroade exportaco, e, como j diese, eutendo que
mi san principal objeetivo,actualmente, dt ve ser a
inimaeo e deseuv Ivimento daa forcas prodneto-
rasdopaz. (Apados.) Apr veitemoa, poia tndo
quinto lhea p..aea aer til, c nease caso eat tam-
bem o r-gate da estrada de ferro do Recife a S-
Frauciaeo. (Apoiadoa.)
Sr. presidente, sao estas, em resumo, as refl xoea,
que julguei dever aubmetter Ilustrada conaide-
raao da Cmara, agradeco a V. Exc. e aos de
mais oullegas a attenco e benevolencia, eom qne
dignaram 86 ouvir-me em hora to adiantada.
(Muito bm ; muito nem. O orador felicitado
pelos Sis. deputadoe presentes.)
r^AfWtl)
wocicdailc Aaxtliadora da Agrl
cultura
1
C0N9ELU0 ADMINISTRATIVO
Acta provisoria da *esao extraordinaria
havda em 13de Juko de 1886
PBESIDNCIA 00 SXM. 1IARAO DE SCBaBlBH
A' 1 hora da tardo do da 13 de Julho de 188o,
achando se presentes ua sede so al, ra estreifil
do Rosario n. 29, a Srs. metnbros do conaelh 1 Drs,
(guaci de Barr a Brrelo Paulo ue Amori n
a Ig.do.'Baro de Kerinhft ra e engenheiros Hen-
riiue Augaato Milet c Antonio Preira Simo,
eora o fim de 'tomwreui parte na aesao extraerdi '
nana, convocada para o in-em da com as forma-
lidades exigidas ndo art. 3il dos estatutos, i Sr
Karo de S rinh'-Ti. pres d nte eff ctivo d 1 con
-Iho. declara ah- rt- a seasio, e depois d expr
oa motivos especia-a da couv cacao, diapt)
lavra ao Sr. a.cietano geri para a le^nra da
acta da ses-o preee l-nie, (15 de Fev67m>) .1
ual appr vala tal qual tr. publicad, proviso :
ri iiiieuie no Otario del>erwmbuo de 13 le Maio^
npreeentav.i 10 expo liante eap isie dos Mtot
1 vida iatera > e xt ma I. socicdade, p Steno
rea a eeso de 15 d- F-v reiro.
Nesta OOrtf rmid .d o Sr. e cretano geral apn-
sen: a 1 c-na. iho s auuae do C rl .ment Brazi-
leiro (Cmara loa Ueputai..). reatw .s a 3 auu-..-
d" 1831 e 1839, remetilos p-10 ei eone-p -
deute o Sr. Dr. .1. UHsw rih, inuim thsrna dn-e-
tor da S'-retana da Cmara doa .">rs O pata*;
om tH io la Assiajiao 1 Co mnercial Agncma le-
ra provincia, cnmiiiumcaii lo a el i(fii"P'* *"
sm nova dir. ct.ria, vari.s uiMi-iOa d. Agrario.
iMMbVi da hociedaie IgriC-.la iFaradilae, d .s qu es
evideacia-se o o rap 11 m .1 .gro do en-ai. de 00-
louisaco eslan,'eir, pr m ivi lo pelo cii.-h iri
Trieio de Aleaaar Araripo. outn 1 dos G'oaaai de
Hrlim, Uin couvite da dir-ciona .1-. G '' "
Lavoura e Com nercio da CA te. para qu^ esta ao
oiotadc euvide aeua of reos-en o-dein de ser a
ur.vin-.-ia du PernaniDUi; dignameiite reares-11 1
ia ua Etposicao -ui- Ain .neana, pr.nnovi.l. pN
Socielol- o- (i o;iapiai;.mu r.iial de bWrlim,
finalmente, un otticio do Exu. vice-,.r|sidii
da provincia e ouiro d* cima citad. dre.t. la
do C ntro da Lav.ura e Corara roio da Co. t.-,_ hr
;nada, aate.eu. 25 de Juuho e aquelle eaa o 1
Julho, insistinl' ambos aceren da conveui nc.a
oaa pedidas remeaaaa d- praiiuotns da pr.,viuci.
para ctua- Bxtja..cio de rteriira, Uuulundo.*
exuedico direcia das mesmas para H.mburgo.
Paseando a trater 4ab.acta da apperuite.iJen-
cia, assim como dos negocioa internos da a cieda-
de,o meajnosecretario,geral .prooade. Jeitara da
reprca-ntaco dirigida aogavatno imperial.sobre j
SHinnpl 1 da c .1 1
0 iplib rado pelo con elho na ae-< d f. .1 Fs>>
verer sej-ntificaudo o mesmo t>-r ido ita r>
preaeiitac dirigida a M Impela '-m da' da
28 de Abril e enviada a Eim. pr*s.d-nre do e> -
selho de minitroa. Quant o negocio da (
aico de Ber im, diz, que end o fim pn ieip
tal eiposn,o toi n ir couliecnl-s na AUeunneii aej
productia d nus .lo e iniu-tria qoe, aptoa a
aerem utiliaad 8 p l8 mdu. tria<-8 daqu-'ll-- para
cuino materia prima, pojaain cocrrer para g-
meute de re.o a i-nnunerciaos, naa qoa s 1 atoo)
-s piizes stjam ao mesmo fi-mpo importad r 8
exportador-, e famli. m as rotidivoes qae aqu na
contraria a uunigrac > Allema, ruten 1 n a aapo-
rinfendencia, que nao precisando eate pr-vi
de brace 'sirang-iroe, e quando prepiia*a
oerem oe imm'nrai.te vin 1 das reg 5V a"a-
trionaee da Europa ap'oe a colnrar o n-aso tr-
nferio, cujo clim r' nede-n, d> eneceas ra era a
r. s-enca de P ui.inhu'O em Beilim na qiialidVtda
de pret'-iid. nii 1 o.mi-r c.io; que, *..> p-ata
le vala das tr ca- 111'erna.i n..i 8, Oa.li ha ti- qag)
jusliticnsse qualqui r 1 rl ico ou sacrificio fei?.. rm
ordeiu de alli .' mpareieimoe, pois nmiiaiulo I
noesa pro luccao quaai que exelusivam* nte dV aa-
sucar, agurdente e algodu, e eendu a Hl-ir.a-
nha o maiur proiucinr de aesnear e de escritas)
if. inuu I 1 iiteir s temo par St c r-lte rm
tr .ca de a- ua art tacta o n-o alg- .ii > e te naa
pie-isa de reclame, por "r nem i-onbecido e apre-
ciado p.'.OS 111 luotl i-.es allemaoi.
Accresi-c qne, anda quandn se rncaraaae r aa>-
goi io nicamente a. b n |iont. de vista da eoava-
ui'-ncia de tornar cada vez inaie ronhvcltaa aa
uoaaaa forca produet r .s, a cxondicao de ae m-ka-
rem oa pro iucto d. atinados rpusiei entrega1
na crt- antes do dia 10 ie Jo Bu, torna va imo-a-
8'vel reunir cm lu p uro lemp> a el-ment a
urna repr s< ntacao condigna daa noaiaa nqo zaa
iiafura- a iuduatriaes : peiu qu- d.riuna a aapc-
nntendeneia deintere.-rar-e c- mpletsm nte da
expiiBco de Berlim ; e si ge reaolveu a n bwertrr
a questo ao con-elh f i per ter recebido os -
cios da directora dn Ce* tro da Lavonra r Oaa-
racrcio e do Exm. Sr. presliente (la prov-atns, fc-
madus em 2~.i de Julho e 5 de Julho r de que j
deu cunta no expediente.
Paseando 1 m seguida aos neg icios intera< a ala
I ci lade, O mesmo Sr. secretario geral apr-- nt
ao conseihi, copiada e prompta para c r dada
impre.-s. a lista d- 78 socm, qae ar tm d ape-
llido si m pagar a qm tas frimeatraea de .9 aa-
signaturas, ou forain coneideradi s teres p dfla
edminaco, d- acc-rdo c> m a dec -ao d. np rias-
tindcncia temada '-m 15 de Juiho d- 18B6 ap-
provada p lo cunsclbo ni 4 t a vembrr do 1
mo anuo, por nao terem respondido a carta soureiro da sociedade. dz que dita liata. qa
do organtsou-se, ciuiun henda 86 nnmes, r 1
se re tuzlla a 78, pir terem fal.'eeido dona o 1
esos Sra. Drg. Anti nio Francisco Cora
de Araujo e tenente coronel Francisco M<*1 de
S.iiza Olveira, e terem satisfeito aa ienp rtaari^a
de aua divida e ach.rem quitea com a a> ti da
de os Srs. Baro de Araripe, capitn Ign c.. Xa-
vier Carneiro de Albuqueique, tem nte eoroi el lo-
s Henriqu de Salle Abnu. maj r Flrinoa Marques Lina, Manoel de Bairoa WanArlaya
Jos Aleudes Carneiro de S uza Bandeira.
Diz que, em conaeqnencia da rliminacaa pawvi-
soria de rue cima tratou, ficara redaaidoo aaaaav
ri doa encii s actives para o segundo asesare a
188586, nJo a 44, como pnr engao diaaera a
sesso precedente, mas a 47, cojos neases sao a
segointea :
1 Dr. Antonio Enaminon las de Barroa Correan.
2 Dr. An-ouio Venancio Cavalcante de A*-
querqne.
3 Alian Patereon & C.
4 Antonio J .aquira Cavaleante de Albaqu-rq*-.
Dr. A. Vctor ie S Barreta.
6 Engenh iru A. Pereira rtund-e.
7 Dr. Ambroaie Macha Jo da Cunha Cavareaafle.
8 Baro de Arariba.
9 B ir 1 de Ser .ha tu.
10 Caaitniro Lucio Jorge.
II Dr. Clm- ntino de Mesquita WaadV-rley.
12 Cnri ao Se Irmao
3 Cap to Domingos Thfod >ro Regneira.
11 M jor Fructuoso Da Alvea da Silva.
15 Tenente coronel Felippe B. Alvea Fertvira.
16 Franciaco Antonio de Soasa L io
17 Dr, Francisco do Reg Harrea do Laerrda
18 Dr Gaspir Drnmm-nd.
19 (Joneaio Cava cante de Alonqueroiie U
2U Eng-nheiro H uriqne Augusto Slilt.
21 Dr. Ignacio de Barroa B.rreto.
2i Dr. Ignacio de Barr a Barrete Jnaiav.
2d Capilo Ildefonso H. do Reg B jraa.
24 C mmen alor Joo Fernandea Lipes.
25 Jiivn Bandeira do Mello.
26
27
28
29
30
31
32
33
Ccminendador Jos Pereira de Aranjo.
Dr. J s Manoel de Barroa Wanderli-v.
Commendador Jos da Silva Lry.
Maj ir .Joo da Cunha W.mderlr.
loan Alvea da Silva.
Jos Franciaco Cordero de Ai 1 ada
Dr. J a Vienta Duarte Brandio.
Senador Luiz Felippe de S. asa Leo.
34 Major Laurent no Jos de Miranda.
H5 Eiie< nheir Laurind Feij de Mella.
36 L.ia Cavaleante de Aibuquerqn- U ada.
37 Luiz Francisco de Paula Ca vasca..te de Afta-
qu-rque Lcerda.
38 Majur Leocadio Alves Poiitnal.
39 Dr Manuel d Naaeimeato Machado PaataaV.
40 Oironel Marciomlo da Silveira Lu.
41 Man .el H raclito de nlbuqu-rqu -.
42 Ma..oel Antonio doa Sautoa Ferraira.
48 T-nenie-eoronel Pompan d> C. Soarea 1
44 Major Pedro Vliliano da Silveira Lasan
45 r. Paulo de Amorim asljrado.
46 Thora Jacintho de Oau ei.
47 Visconde de Guararapea.
Dia, qu 1 d'eetee 47 te nacern % oaSaa. I
Gaspar de Druinaaond e Jnai Vienta
ctraudo : desp"diram-ec 3 ; s-nao 2, a Dr.
nio Venancio Cavaleante d- Alboqaeraae i
ronel Marcionilo da Silveira Lana
oeiedade, e o 3*, qne o Sr. Manoel
Santos Ferreira, em preencaar rata
qu.es, visto deverem maia de dona annes
terem dado eigual algum de qnerrreaa
com os ee deveres de aoc-iot, propoe aeja
cada a deliberac femada em 15 de Jauto to nea-
na prximo pateado, desudo tiles eoat*djnefen
como tendo pedido eliminacau em 16 de Maia tan
correte anno; .ccreec-nte qne, deiuadn eslea
de 16 de Novemer cm diante de flgarar natal
do 80ci.ib activo, flear rednaid o naeaarw daaaat)
a 34, repreententea de57eanraata.a; e porana-
S'gumte de tala neceeaidade reatonerrae a
quita de 5i por trimestre e or ataigaatara, >-
tn>f declarara na a<-asao p.Mida a-je
era nome la eup'rintendeaei 1.
Appr.-vadaa por naammi I id-i ambas ae
tea, o Sr Baio de Seri.iha.-in preaidente. a:
achu-se ein disvuaao o pr cednnenfo da aap
ten l.n a em relaeo a pr jactada Expiaica. at
Ameicaui le Berlim. e nio havendo aa^m aam\
-. p.lavra diz, qu eaatwrdn rom enperint-aieei-
ia na luutilidade de nossa p eaon aa> B ilan,
ua qu .lidad- de prora it.r a, qaer de nana euHaiaa
i*ao. de que na / preta-m esta iimi, jarela
um moviin-ntJie trona enenm-reinen eoaa a Afla-
,nh., visto ao terraje, pir ora, prudacfoaejaa
pissam servir de bae ao mesiao raovuaenaa, par
aer com effnto h Al'-manna o maia trrrvd dan
etaal concurrentes, no que d.z re-peifo a prinaae
gao d mino (Tacip-il artiit > de cap .rtactln a\aa>
aaaar.
farec -le tolavia, qne par coi 1 eaaaa lar a
pataas d. G-verno I ..perial e ato C-mtra*
L'V naM e C'Oimeraio do Ra de Jaman ro.
1 ia lora d-' prop silo coucorrer ent* Sacirdp
ipnejtai ir em Ucilim. ota'i alias j fea e
e 10 as nutras .'tpoaiCPea, uhistraa Vis
pro luc'S da provincia: d-a, qae
huiro botante ud acha imp eaivel
mi. 1 ue- s mura os el inentos dernnta!
ga de que r*. ruainbueo n lena ajaa.aia
niir-s e se uo ae jronuuoi* no a-a
a l.de p.r lanada j mi'.' a obra, aotp>a
i .nsci-ncia da completa iinpo*eaei fiaaaetatji
,u oaa* cha ae reduaida, pal faeto laaa ato
m.iui niuiero de nana aasios teeeen de
-aist .z r m compromiaaoa firmadoa por eejten-
O Sr. H A. Milet da c mprohader
ni nte que as uusas irmis d anl.do iaal
lina nao teuham, alm no sen cada, ht-ja ,
uient 11b ci lo, producto >guaa aja
cu pisi dar lug-r jio inovtiaaata de
nej d 1 o- la Sociciiade do Ue^rapata I
te i-r|im, caprich m 4
t .ill- u.
0 dkasil Aastral, coej.chaeaa
a pai te do impe.rio ao aul do
c .uno, p ireeo peetar-*e at cartaipate
aaeao all ma, e a remessa para B
frnotas, vtahas, togaanta
coioniaa la provincias do Rio (

r
mWawm
Ol


Diario de PcrnainbHi*Dominga .6 de Setembro de Io 6
V Santa Catharina, mostrando aos allemiei que
coeric entregar-se com proveito naquellas pro
M i ni is culturas que Ibes sao familiares, ser
pkdnroso incoativo para o aoneato immigrato-
m do qual tanto precisara
XMa, que da mesma forma as proviucias atra-
liiilii pelo Amasnos e s us afluentes, e ser-
adas por aquella iacomparavel via fluvial, tra
aeootcstave! oteresse em apreseotar em Benim
amostras dos abundantes productos oaturaes de
jsms florestas, cojo possivel aproveitamento pela
iadustra europea, na qualidade de materia prima,
reencberia completamente o fim almejado pelos
pon.oto res da Exposicio de Berlim, ao pisso que
tata provincia, e suas visiubas do norte e sal, es-
So visivelm"nte desinteresadas na questio, j
jor sobrarem Ihe os bracos nac.onas e por isso
alo precisarem oe bracos estraogeiros, ji porque,
fiando precisasscm, nao devam pedil os a Alie
aanha, nem a paiz alguna situado alm do 40"
yurallelo, cujas p.pulacoes nao se podem acl.mar
aas regides visiuhasd >s trpicos ecom maioria de
aaaio as inter;r>>picaes, como acaba de procla
aal-o em Strasburfro o sabio Virch-iw, ji porque
s>assucar e a agurdente, nossos m-iis valiosos ele-
atentos de trocas, os que mais avultim as nossas
sjportaco-8, nao podem servir para pagar os arte-
factos allemies, visto ser a AHeraanha o maior
productor daquelles gneros e produail-os por taes
jrecos, que se nao fossem repelados de nossas al-
andegas por direitos excesivos de importacao,
wiam aqu mesmo fas-r concurrencia aos simi-
lares de produccio nacional.
Dia, que s temos para trocar com ella o nossso
algodio, que ella bem couh-'oe e este em quanti-
Jada muito limitada ; quu as fibras textis, resinas,
sateras tino toriles, madeiras proprias a maree-
lariae substancias medicinaba, ae que mandamos
fsnostras para varias exposieoes, nao podem for-
ecer elementos para urna exportacSo de alguma
aportancis, poi nao as termos em abundancia e
Mus precos serem elevados : accrescendo, que no
tocante is materias tinctoriaes de origem vegetal,
stas boje vio sendo substituidas na industria
aropea por outras, fabricadas nos laboratorios e
em geral extrahidas dos productos da distllacio
do carvio de pedia, o que ja dea lugar, com a
trnthese da Alizarina ao abandono da cultura da
Bisiva e far experimentar a mesma sorte a d >
Aiiil com a da Indigotina.
Dis que, visto nio teimos productos que sirvam,
samo quer a Sooiedade de Geographia Commer-
ial de Berlim, para alimentar transaccoes, as
ajases ambas as partes sejam ao nesmo tempo im -
portadoras e expsrtad- ras, oenhum inieresse te-
saos em comparecer aquella Exposicio, sendo isto
devdo propria Allemanba, que deseovolvendo
artificialmente e fra de toda a propircao em seu
solo o fabrico do assocar d bettrab, nos tirou
a possibiiidade de mandar lbe em troca dos seos
artefactos o unic j producto, cuja abundancia per-
aitiira a realizagio do sonbo da Sociedade pro-
motora da Exposicio de Berlim.
O Sr. Ignacio de B -rros diz que, comquaut i ji
de ha muito os seus afaseres o t.-uham obrigado a
delegar temporariamente o exercicio de suas fuoc-
i de gerente ao seu collega o Dr. Paulo de
orisn Salgado, que achando-se m--oos atarefado
a mais prximo da capital, eatava no caso de des-
tmpen bal-as melbor, com de feito as tem desem-
penbado, contado, tem acompaabado de loojje os
trabalbos da Superintendencia e concorda utei-
xa"wute com o procedmento que teve em relacio
i Exposicio de Berlim, ji pelos motivos aprsen-
la is pelo t. secretario getal, js, e antes de tud i,
porque na sido a Allemanba a iniciadora da politi-
sa de proteccio exagerada ao assucar de bettera
ba, que abracada pela Auatio Hungra, Russia, e
altanamente pela Franca, 'em f-ito deseer os pre-
cie do assucar a baixo do custo da producco ; e
S> ella qu m, pela enorme q .autidade de assncar
premiad (800,000 T.) que tem a tirado nos mer
eadoe consumidores na safra de 18841885, occa
oaou a pletbora e estupenda baxa de preco, que
am ac os nossos produectores do assucar com
ama ruina completa.
Asain, entende ^ue, ainda quando nio exists-
sen) outros motivos de abstencio, seria obrigacio
aossa protestar pela nossa auseuca contra um
procedmento tio offenaivo dos nossos interesses
eemo dos da Allemanba, productora de tazendas,
ferag ns e outroi quaesquer anetactos.
O Sr. i'ereira -imea diz que, se nao fossem
ss obstculos resultantes da taita de tempo e so-
bretodo de meios, nao se opporia a que a Soeicda-
t- promsvesse a remessa de productos nossos rara
Berlim ; nao tanto pelo motivo a presentado p- lo
Exm. Bario de Serinhacm, de corresponder a ex-
pectativa do Qoverno e do Centro da Lavoura e
ominereio da C6rte ; mas porque a Expoaioio le
Berlim nio ha de ser fr'quentada tio smeiite por
all- mies, e tambf m porque, verificado o facto que
algainas das nossas fibras textis ood m tervir de
materia prima i industria al ein, embora nio a'
tenbam< s, par ora, em quantidade usceptivel d.
alimentar a pxporracio, taive preco pelo qual
os indnstriaea europeus consentissem a pagal-as,
joese incentivo para promover a cultura da vege
taes d'oude proveem.
O Sr. Paulo de Amorun Salgado da, que est
t ir imente de accordn com o pensamento que o
seu digno collega de Sup-riuteud-ncia acaba de
expreaaar e propde a seguiute n solncio :
O Couselh. administranv >, considerando a
Jaita de intereaae que apresenta pira est provin-
cia urna -xposicio, dostiaada a promover um mov
ment d trocas internacionaes para o qual falta-
nos completamente o elemento indisp pr ductos ; (por ser a All- man ha o o ai r produc-
tor do nesso principal genero d i xpoi taca > o
assucar e seus dirivadns) e determinar urna cor-
rente iumigratoria de que nio precisarais ; con
siderando que, na acto ti po*icao finaaceira da So-
eiedade, o prazo de daas ou tres semanas, qnand
muito, nao suffiei ute para reunir os elemento-
de urna exposicio qu- r- presente as torcas pro-
ductoras da provincia e suas riquezas naturaes.
approva a dectso tomada pela Superintendencia
de oesinteressar se e maletamente da Exposico
de Heriim, e resol ve que oeste sentido s- responda
ao Centro da Lavoura e Coinmercio da Corte e ao
Exm vice -presidente da provincia.
wm^mmmBimmB^mm9^mmmmmm
Submetti Ja i votacio a oroposta do Sr. Panto
de Amorim, a,ip'OVada sem alteraoio alguma.
Em seguida, o 8r. H. A. Milet pede lcenca para
chamar a attencio do Conselho sobre o pr. cedi-
mento illogico das naedes manufacture i ras da Eu
ropa (com excepcio apenas da Ioglaterra) que,
querendo forneeer aos mais paiaes. e especialmen-
te aos iatertrepicaes, todos os artefa"tos de sua
industria fabril, e ecquecendo-se de que os pro
ductos pagam-se com pro metos, carregam os nos-
sos priocipaes gneros com exorbitantes direitos
fiscaee, que agorentam o consumo ; procuram-lbe
succedanoos, eomo bem a chicorea para o caf e o
assucar de betten.ba pira o da canoa, que anda
remava em todos os merca os, sem rival algum,
at fiudar o primeiro terco do seculo andante.
Acerca desta questio do assucar, qiia,pra Per
uamiuco e questio de vida ou morttf, diz que gre-
cas aos premios internos o externos inventados
pela Allemanba, a producto terrab-i t-m prugredido de 1850 para c com tal
rapidez, que desde o anno de 1S62 os precos di a
assucare oos grandes mercados coosum dores,
calculados ao cambi de 27, bi > sido inferiores
quasi sempre mo custo de proluccao oos nossos
engeubos ; e hije, em consequencia do abarrota-
m -uto de todos os murc> dos pelos assueares alle-
m'-s, nio sio mais remunerados nem com o cam-
oio de '.
Diz que esse abarrotamento, occaaionado pelas
exportacoes da Aiiamanha, que passaram succes-
sivamente de 134 milbo s de kilogrammas na
satra de 187980 para 2>3,3i4 472 m.lboes,
as de J88 i81. 1881H2 188233 e subiram a
6 18848, ba sido tal, que apesar de um'rfejcide
mais de 500 mil toneladas na satra de 188586,
nio soffreram os mesmos depsitos diminuicio al -
guia, conservando-se as proximidades de.....
1:200,000 toneladas; e como, por outro lado, o
cousumo tem diminuido em cerca de 200 mil tone-
ladas e as plantacoes d beterraba f.-itas em Abril
e .Vlaio sio mais extensas do que as do anno pas-
eado, devemos coatar, para a safra actual, com
precos mais nfimos talvez que os de 188485.
Diz que, emquanto as naces da Europa central
nio abandonaren! o systema dos premios, e oio
de crer-ss que tio cedo se realise tal abandono,
nio possivel qoe os piceos subam de tal forma
que. se tornean remuaeradores pira os nossos pro-
ductores no grande mercado da concurrencia, ain-
da quando os nossos go vernos, tanto o geral cera n o
provincial, sapprin issem os anachronicos impo-tos
de eipjrtacio com que sobrecarregado o ooeso
genero; le precisamos com urgencia coUocar-
nos, sob o ponto de vista da ateosilagem indus-
trial, no mearao p que os nossas concurrentes, o
que pre-uppo.? o desenvolvimeuto do endito; e para
lutar com os assucar s premiados por poucos mar-
cados que podem coasumir os nossos, assegurar-
Ihes ahi urna posicio privilegiada, por meio d-1
concessoes reciprocas eitipuladas cm tratados de
commercio.
Diz que os americanos do norte talvez cons n-
tissera a receber os noss..s assueares as mesm-s
condices que o das ilhas Hawai, se as suas fari-
nbas e conservas entrasnein no nosso consumo
livres de direitos, e poderiam as repblicas Orien-
tal e Argentina, que boje importara de 20 a 25
mil toneladas de assucar purgado, quasi todo lle-
mio. conceder ao nosje entrada livre, em troca de
igual Concessio em faver de seu xarque.
Diz que precisamos sobrerudo que o govern
nio mauteuha, como tsti fazendo boj-, o cambio
cima da sua taza natural; e que par i cous-eucM)
de a- melhauteo desiderata, lodispeusaveis a salva-
cao (ia lavoura 4a caima e manutencit i deata pro
viucia ao 'ugar que oecupa entre suas irmia, nio
seria demasiada urna pressio enrgica exercitada
sobre os pe.l voura da provincia, reunidos n'utn pensamento
commam : que confia bastante na im, l'g nca de
seus ioteresses que avulta na classn comrnreiaute,
para crer que acudira a qualquer app-.llo oa S"
fizesse oeste smtido; mas quanto a claaae agr-
cola, a experiencia Ihe a tem felto cjnsid -rar tio
inconsciente, desuui Ja o ignorante de seus mais
vitaes ioteresses, que nio se anima a propor a
coiivocaeij de oovo eongresso, nem inestno a reu
oiio ein assombla geral dos meiobros da so -ie-
dde, convencido coma est4, que nio so aprsenla-
riam em ouio-to suficiente paradeliberarem, como
ji se tem verificado repetidas veis.
Nio hav> ndo mais quera peca a palavra, n ni
mais asaumpto a i or lena do da, o Sr. presdate
icvaatou a sessio ia 3 hiras e3 miuu'os da tar-
de, depois de marcado o da terea-feira, 10 d-
Agosto, para a sessio ordinaria do m ama mee.
HtvSTA DIARI/
G0MMKRC10
Kua tummeri'ial de *ernani-
ECIPE, 25 DE SETEMBRO \>E 18e.
As tres Dorna rte tarde
Cambio sobre Londres, 90 d|V 21 3/4 d. por lf,
do bsneo.
O presidente,
?*edro los ato.
O SKeretHno,
Candido C (1 Alcuforade.
iii<:viwT.m < ontii:iuni.
Da setaiana de SO at-kde telera
bro de 1-aStj.
Cambio sobre o Rio de Janeiro 30 d/v 5/8 %,
de desennt' e 0 d/v ao par.
' Ca bio sobre a Bah a a vista 1/2 / de des-
cont.
Cambio sobre S. Paulo, a 60 d/v 1 3/8 0 de
deseonto.
Cambio sobre o Rio Grande do Pul e Porto
Alegie a 90 d/v 2 / de descont.
Cambio sobre Londres 90 d/v 21 11/16, 21 13/16
21 3/4 d. p.r U000.
Cambio sobre Pelotas 99 rf/v 2 / de descont..
' Cambio sobr Portugal e Lisboa, 90 d// 144 /,
de premio particular.
A "hces da divida publica de 6 % do valor le
l:0iK>J ao par.
Dua provincial 7 /, dorvalor de 100,1 ao par
Acve do Banco de crodito real de Pernambuco
do valor ealisado de 10J ao pr- 50 de 424 cada
obre o i all ui<> preco do sacsr
Em (tguida publicamos a petieio honteui re
mettida no paquete ingles tfeva e dirigi-'a ao o-
vernoimpeiLI pelas lirectonas das Assanae -
C >m Sociedade Auxiliadora da Agricultura de Pernan-
buco.
E' um documento importante para o qual cha
mamo* a attencio dos nos-os leitores.
Oxali sejn tomado na cousideracio devida.
Eis a peticio :
Senhor'. As directoras da Assoclacio'Com
mercial Beueficente, da Associacio Agrcola e da
.-iH-iedade Auxil adora de Agricultura, de Per
confiadas narabueo, no esclarecido patriotismo do
gviVeroo de V. M I, e movidas pela crise, que
pesa sobre o asquear, qu a prinuipal prodiu-ca
deata roviocia, vem pedir a Vossa Magevtade
Imperial urna redcelo razoavel das tarifas das
estradas de ferro desta provincia, qoc sio
construidas e administradas pelo Estado ou que
:eem garantas de jur >s, pelo menos cun 1 medida
temporaria e le salvacio para o aasacar, assim
como pedirem ao pailam- nto a suspeupio dos im
pistos sobre a exp->rtacio d-sse pro l:.cto.
S-nhor! As directoras da* Associaco's aci
ma mencionadas nio tecm necessidade de demons-
trar largamente i V.issa Magestade Imperial qu--
se a producco do asucr ni 1 for qnanto antes
effieazineote protei; da ella dec.ippare.-era, urna
pipa
fi <-o5es da Oompanhia do Beb^ibe do val jr de
100', ao preco de 150 cida urna.
N b lea venderam-se :
1' accoea da Companhia do Beberibe.
9>-t ap 1 ees proviociaes.
25 acedes do Banco de Crdito Real.
15 apo ices gerae-.
Descont d lettr.is 7 e 8 % ao anno.
UeaeroH aaclonaes
Assucar. Eutranun 8257 saceos, vendas aos
precos seguintes:
O branco de 3.' sorte, superior, de 44300 a
44400 os 15 kilos.
O dito de 3. sorte, boa. de 44200 a 44300 os
T5 kilos.
O dlt de 3. sorte, regalar, de 44100 a 442o0
*9 15"kilos.
O dito de 4. sorte, d.. 34603 a 34700 os 15 kilos.
O dito somenis, de 34000 a 34100.
O dito mascavado, purgado, bom, a 24000
e 24100 os 15 kilos.
O dito regular a 240 X) .-.s 15 kilos.
O dito americano, a 14400 os 15 kilos.
Di'0 bruto regular a 1)2 t os 15 kilos.
O dito do Canal, a 800 os 15 kilos.
Agurdente Ultima venda a 704000
de 48' litros:
Alcool Ultima venda a 135*00 a pipad
480 litros.
Algodio. Eotraram 7682 saccas, vendas de
64800 a 64900 os 15 kilos
Arroz em casca Retalho de 2g500 a 24700
o sacco, liquido.
Cat K- tallia-se de 54 a 9(000 os 15 kilos,
ebolas do Rio Grande do Sul. O mercado Coa
tina 8--m existencia.
cera de earu-b;..CoUroos de 44000 a 64000
a 15 kilos, mercado suopndu.
Oour salgados seceos. Ultimas vendas 540
ria o kil com garanta de pe-o.
Couros secc -s refrescados Nio consta venda.
Ce vja nacioual Retnlho d 54 a 640J0 por
luzia de inieiras ou meias.
F:-rinha de mandioca. Nominal de 24800
a 34400 o sacco de 80 litros. ,
Fumo Ketaiho de 154 a 254000 os 15 kilos,
enntorme a qualidade.
U rama de mandioca. Retalho de 24700 a
2490 l .-s 15 kuos.
Graxa do Rio Grande do Sul. Cotamos nomi-
nalmente de 54000 a 64000 os 15 kilos.
l >r lura do Rio da Fruta. Go amjs a 54500
os 15 kilos.
Gen-bra oacionalReialho de 3460) a 44000
por duzia de girrafas.
Mel Nominal a 454000 a pipa de 480 litros.
Mlbo. Retalho a 50 rs. o kilo conforme, o
estado e procedencia.
Pelles crtalasufamos de ;04 a 804 0 cento.
Sal do Ass e Mossor. Veudas a 50J res os
100 1-tros.
Tapi -caRetalho de 34800 a 40oM) os 15 kilos.
Velas stearnas do Rio de Janeiro. Retalho
a 300 res o uiasso de 6 vella>.
Ditas ditas da provincia. Retalho a 280
ris o masso, dem.
Vinagre do Rio. Retalho de 704 a 804000
a pipa oe 480 litros.
Viubo do Ro. Retalho de 1204 a 130*000 a
pipa de 480 litros.
Xarque do Rio Grande do Sul. Deposito de
10.OU0 arrobas. Retalho de 34500 a 54200 os 15
kilos.
fiesteros estraogeiros
Alfazema Retalho a'84000 os. 15 kilos com
10 por ceoto de aesconto.
vez que os precos actuaes de ven la, que te a cau-
sas permajeotes, nio cobremas d.s oezas de pro-
duccio.
A prcJuecio do assucar atravessa urna crise
aterradora. Ni huropa pelo nnp >sto >>obre a b -
torraba apertecd>-se e o seu cultivo, pelo auxilio
da scieneia adaptam-se aos terreaoa,pe|o d. svnv >l-
vimenio da industria melbora se os procesa fabrico do assucar pelos premios de expertaeii
arap ia-se a proluccao. A iniciativa individual,
a sci-ncia, a industria e o governo colligain se e
eoncorrein para a exhubraucia da prodcelo do
assucar, que abarrota os mercados c usura dores.
uto Cuba, na Soriauia, e em uutroa paites prxiue
torea da canoa tein-se opralo igualmente urna
tranaf >nnaci > g-ral na producco desie gene.-o
Dabi o aucesso de producci- q-ie uiq eonespoo I
ho d-'senvolviinento do coas 101 ouiversai, o me
-rigiua a baila exeessiva do prec >.
Entr-tanto, (liaut- dessa traoaformacio e
ral, nos maotemoa, com poucaseieepeo--?, os anti-
gos e rotiueiros procesaos le cultura e de fabrica
do assucar o qual, a era de ser gravado ue pesa-
dos impistos le ex porta ci, supp.sto elevados 're
tes as estradas de ferro cinstru.das polo Estad 1
ou que teem juros por elle gran'i I ih !
Eisa baixa ue prec >, Senhor l tio sensivel,
que desanima a lavoura e o c inin-Teio!
T'-mand > como base de comparacio o a n
regulou de 24100 i '4500, e o prve- me lio d as-
sucar branco regulou de 44700 543' por 15
kdos. Hoje o preco do assncar marcavado, a -
gunio as ultimas vendas, tem sido de 14, 14100
e 80'- ris o que di a media le.... sendo o preco
do assucar branco de 34166 a 34800 por IS ki-
los.
> Essa diffjrenca para meos no preco de um
genero, que com-titu1 a principal, senio nica
produccio desta provincia, nio t a ruina da
lavoura e do commercio, como a ruina da riqueza
publica oesta proviocia !
Eita situacio, Senhor nio po o ser manti
da, e se ao goveroo imperial nio dado trauetor-
raal a pela imp issibilidade de alterar as leis eco
oomicas reguladoras dos precos pode e deve di-
rainuir be na proporcio u os effeitos por medidas
urgentes.
Urna dessas medidas incout"stsvelmente a
reducco das tarifas das estradas de ferro 8 o
assucar mascavado tem bailado at 800 res por
15 kilos, mais de 50 por cento consumido p>r
frates).
Tomando como base, por exemplo, a estacan
de Palmares, e ha assucar que C tranap rtado
pelo prolongara- uto da estrada de ferro do R-eife
i tfc Francisco, o que produs augmento c-oiisi-ie-
rav-l d- frete, e um engeuho distante daqmdaes-
tacio 5 i 6 leguas, \ se que o custo do trefe do
engeuho para a estacio, da estucio para esta ci -
dade e do pinte terminal da estrada aos armz ns
abaorve mais de 50 por cento do valer do pr--duc
to.
E se isto se di na estrada de ferro d Recite
a S. Francisco, e naa estiadas construidas direc-
tamente nesta pr vincia pelo goveruo imperial,
nai'ir grvame se vt-rifi a na estrala do Recite a
Limoiiro, que tem garant t de juros, e que a 11 la
nio p le vencer pela concurrencia o tr.uup.rt
de gneros no dorso de tnimaes'
< As associacods cima .mencionadas nio se
propem a faz-ir a eritiea da base em que -.asen-
tara aa tarifas das novas es:radas de erro. Es-sa
O se tem sido censurada pelas co.nuitsses de pr 1-
fissiooaes ora -ad.s p logovern de VossaMag s
tade e pelo enn^ressu de engeobeiros r-unido na
corte em 1882.
Solicitando a reduecio das tarifas eomo me
dda extraordinaria, nrg-ute, iuadiav I, como au-
xilia prompto i crise, que atrav- asa a produce-
do assucar, confiam que urna revisio gerai, na
qua', im de reducci-1, sejam adoptad. S aa tari-
fa ditl^reuciaes, preocc-pari o governo imp-nal
A diminuicio possivel de receita das eatradxs
de ierro, cujas tarifas sejam reduzidaa, ni deve
embargar a reduecio silieitada. Essa re'ucciu
-le receita mais appareote do que real, a quando
inestno fiase verd.id.-ira, ella se impoe futaimeute
como urna neeessidade,
No c>>ngre.s89 dos eogenh'-ir.-s de 1882. i
proposito da d-scussi > daa tanfns das strada
de ierro d Imperio, disse seguiute um d-s u<>8
sos mais illustr-1 rofissi maes : Euteo le o 1 r-
lor de t ida iustica que as mercdorias destinadas
4 exportacio, e que ieem de ir lutar com g eros
similares nos m-rca ios estraugeiros, sej cidas u s transportes; p-ro,uan'o, o augmeoto
-la exportacio ira >lioa augraeoro d riqueza pu-
blica e particular e propned* le geral i.i piz, o
no-, p ir sua vez determina o deseiypilvneuto d-
tr^togn das viaa de transporte, pivp re nand-i-
bes iiB-im coirp-nsacio i qualquer reducci feta
a f-ifor de *aes g--ueroa!
k 8 pis, em coiii'co-a normaes, a rednevio
das tarifas favorece o augmento da exportacio e
deteriniut o des-uvolviuieuro de trafego, impli-
clo augmento la riqueza psrti ular e publica,
diante ''e um-i catastropbe, ci*i para o assucar
a actual baxa d-- pr- eos, a necrssidi.de dessa re-
lucciio nio p-Je ser contestada.
Quando (resino dimi'iu'sse a receita das es
tridas de f- rro. e f sse mais pesado para o Eswdo
o ciist-'.) das iue tossem ennatruidas p>r elle i
r clmente e gravasse o orcamento a garanta de
juros ao capital empreg d > em outras estradas,
esse au/ment de encargo com a garanta re ju-
ros ou com o disten das estradas de ferro seria
compensado com a pn>duccio de um genero, cuj
preco real ni-> di actualmeute para asdeapezas da
produccio, a qual na 1 pode deixar de ser abaiido
nada, ou pelo menos eonsideravelmente diminuida
A lavoura do assucar, S-i.hor sgonisa e o
governo de V. M. Imperial nio pode consentir qu-
ella perca os ultimes a lentos. Se p-rdel-aa, ni -
.-rnente o presente que fica comprometido; i>
futuro, porqm nio teri forcas para atravessar
p -rindo de transiccio e de transtormacio, que t
talineote se ha de operar na fabricacio db aseucar
em nosso paie.
As indusrias que uraa vez fenec-m difBcil
raciit- resaurgem, e e preferivtl sempre dar fnic e
alent a a fracos do que tentar o impossivel: a
ressurreicio dos raoi tos !
a 24300 os 15 klot
1
os 15 kilos idem,
Arroz da ludia Retal ho
idi-m idem.
Alpi.ta.Retalho a 44400
dem.
Aseite de oliveira em barris. Retalho a 34
o galio, idi-m dem
Dito em latas. Retalho a 15450o a lata, idem
idem.
Bacalbio. Deposito 12000 barucas, retalha s<
le 164 a 174000 a barrica.
Banha de pnreo.-- Retalho a 420 ris a libra,
eom 10 /o de descont.
Batatas portuguezasRetalho a 44000 a caixa,
idem idem.
Ditas inglesas. Nio ha no mercado.
Dua francesaReta Iba-se de 44 a 94 com 10
/o de descanto
Brr-u C tamos de 134000 a 144000 a bar-
r, a, couforn-e o peso e qualidade.
Carvio de pedra Cotamos de 154 a 204000 a
touelada.
Cnella. Retalho de 1S450 a 14500o kilo, com
10 % de descont.
Cbllas p-rtuguezas. Retalho de 94000 a
114000 a eaxa, com 10 /0 de descont.
Cervejas Retalho de 74000 a 114508 por 12
garrafas ou bo'ijaa.
CimentoKeUibo de 740C0 a 84500 a barriea,
conforme o fabricante e peso.
Cominhos. Retalao a 184 os 15 kilos, com
10 %de desc nto.
Cravo da India.Retalho de 24300 a 24360 o
kilo, com 10 p r ce.ito de descont.
Furiiiha de trigo Deposito 13,000 barricas
Retaiha-ie aos precos seguiuses :
A americana, de 184000 a 194000 a barrica.
A de. Triestre e Hungra, de 234000 a 254000
a barrica.
Feijio. Retalho de 94 a 100<>0 o sacco
Garrafoes vastos Retalho de 600 ris a
14500 p r cada um, erno 10 por ci nto de descont.
Doces em calda Nio ha no mercado.
Farello do Rio da Prata Retalho a 342O0
o sacco.
Dito de Lisboa-Retalho de34600 a 34800 o
sacco.
Gen -ora.Retalho de 154 a duzia, com 10 0/0
d-- descont.
BEierva doce.Retalho de 174 a 184000 os 15 ki
core 10 /0 de descont.
Keroseue Retalho de 31400 a lata de 5 gales
(liquido).
Louca ingleza ordinaria. Retalho de 904000
a 1304000 a gga.
Madei.-as de piuho. O mercado contina sup
prido e sem attencio.
Masan de tomates.Retalho de 520 a 600 res
a libra, com 10 */ de d. scont.
Mauteiga em barril ReUlho de 770 a 780
ris a libra, com 10 % d descont.
Dita em lata, Retalho de 900 a 14300 a
libra, idem dem.
Massas italianas.Retalho de 84500 a 94 00
a caixa, com 10 % de descont.
Oleo de Iinhac* Retalho de 14500 a 14600
c galii.
Pasaas couimans Nio ha no mercado.
Ditas fioas.Retalho de 134 a 144000 a ca
xa, com 10 % de descont.
Papel de embrulbo Retalho de 640 a 14450
a reama, idem, dem
P1 menta da ludia.Retalho de 14300 a 1435C
o k lo, idem, idem.
oivur ingleza. Retalho a 204 o barril.
Queijos. Retalho a 34300 um, com 10 /
le descont.
Sal Nio tem bavido entrada para o mercado.
Sardinhas.Retalho de 300 a 340 res a lata
de 1/4 com 10 /o de descont.
Toucinho de Lisboa.R-talho a 124500 os 15
k los com 10 / de descont.
Dito amenean Retalho a 10J500 os 15 kilos
com 10 % de descont.
Velas stearinas Retalho de 540 a 900 ris o
masso idm idem.
Vinagre de Lisboa Retalho de 1304 a 1604
a pipa de 480 litros.
Vinho de Lisboa ReUlho de 2304 a 2404000
idem, dem.
Dito francs.Nio ba no mercado.
Dito da Figueira. Retalho de 2354 a 2504000
a pipa de 480 litros.
Xarque do Rio da Prata. Deposito 35,000
arrobas, retalho de 34500 a 54600 os 15 kilos.
ahMDIMKM HUBLIW5S
Upa oe Setembro de 1886
ALFANiiEGA
Um natural esta lista e fin .11-eiro da Franca,
0 Sr. Leen L*y, disse urna ves :
O governo tem necea.ida le de estender a mi
A lavoura nos momentos crticos. Ni p le
s--r mais critico o momento actual para a prodm
ci do assuc-ir, e as directoras daa assoeaco 3
cima m uci nad.s, interpretes fi-ie i> commerci -
edalavmra nesta provincia, feudo s lieit ,. d>
Parlamento a suspensio dos imposfos de .xporta-
cio, est-nl-'m a mii a V. M. Imperial p lindo
reducci) das tarifas das -8ir^das de ferro
Nest, a termos pedem a V. M Lope lal defer
.oto. E R. VI
Recife, 24 de Setembro de 1886.
Pela Asso-jaci. Auxilia lora d- Agricu'tura :
O renteI_'oacio ,Je Barros Barreto.
Secretnro H nriqne a iirusto Milet.
Pela Associacio Agrie-,la:
Pi-esideute Bui-i de Nazareth
S Cre-JirioSebistiio ,u el do Reg Barros.
Thes iur-ro(Jarlos LjorenQO S.-.r.
Pala Associaci < Umm icial Ben- fie n'- :
Presd ntU-rbin: uo d Ao, iiio F -na ca
Viee presidenteJos Mara de A .dride
S eretarinJnaquiiD Alves da F.ios.-ea.
Tn-soureiro Franci-c. 'iurfel I- A naral
Direct-rea-D. P. Wi'd, W H.Mi i,y, U m n-
gos Alves Ma'hens- Henry >ulser
CiiiivenoSo entre 0% eadeilore l
KO l.i-O- ven l'dor-H de ..igoio d- aoSMa
praea resolveraio, na reamsw que teve Ingu 11.
Vssociaci Comni-reial, no da l d- e rreu'e,
q-e a partir lo di-i Io de Omubro, a d S reue^t (I
preco entre 1 sort- me liana, entre 1 ete a ''
s -rte sej 1 de 500 rs. p -r 15 kuos, em lugar de 14
que t agora estava estabelecido.
Esta resilucio paree -11 li muito justa, atien-
den lo que a difierenca de 14000 t -i -stsb. eeida
quando o al* dio de 1 sorte vana 124 a 154000,
d tT renca que h je nio se 'dia explicar, i vista
do twiixo preco a Sjae eb g--u esse oeu--ro
Medida* nyarie lea* O Dr Ifattbmss
Vas de Oliveira, luspect r d hygieue puolic-
d'esta cida le, em cumprnnenf > do disp-rnto un-
arts. 83 e 90 do regulainento do serv-co sanitario,
tninou algumas medidas 11 c-'psarias, cunf rme n
v do respectiv-)- editaes publicados ua seceo
Competente de'sta f Iba.
Para ellea cbam-ui"8 a alfei.cio d-- I- itor. a.
Corpo de policlMTomn h -nfein is.sse,
iepois de liaver prestado jurain-uto do Caraju de
c 'iiiinaiidaute do e o p de poli.-ia, o uiaj -r VI noel
G'OCalves Pereira Lim -, ulfim m nt- nom-a lo.
Povaiskdo da Torre Comuiuinca-n-uos
seguate :
< Pe Jim i-lh'-s q'.e ch .m- m a tiene 10 da -u
toridade compet ot, afi de ae.b-.r-se c-u, as
cacadas que cnotinnam a faz-r-se n'est-- povoa lo,
OIV. runenlo est tio prrjudlcial. que, ha p >U<- -.-
das, ia sendo victima da spiugarda de am -
1 es cacad ires urna m< niii., na ra da Coaeniaji
d'est-- povoad -.
E' preciso que os amigos d'- s-e divertimenio
saiha-n que m permiftido cac-r tora d -a pnv-i--
lo, asa liccnca previa da auti-ridade p Ucial
(ft. 206 -las poaturxs muuiei;" s],e queoa iiifrc-
t res sotfreii. a multa de 3"4 e uto das de pri-
sio e o 'lupl > ua reiuel lencia
Parece me prestar itrand- s-rvic 1 A s^g-irau
ca iu liVidual a autori'ad- que t-.m-.r pit.ii
qu-- ahi fiea ; sabemos que pr-eiso t-r c r-.gem,
p-rq.ie .-s cacadores qussi toi -a sio fih s .1
gran es da nnss t*rra.
Uisilerlmento hoarono0< Sra. Eu-
Clldes QllUte'O, Jos H'lgll Goncaives, .) -e
Manta, n.muel Mmtiu;, Jor Ferreira li -rth .1 > Jnior, que omp 1 ih.no a >-<>-)-
mis.-o eucarrei;ada de um j -rual 0 OUSWUi >rat V.)
do fallecimeuto de Vctor Hug>, ac.b.in de rece
ber do e.nsul francs oesia cida.le, o segumt-
otfieio de agra-1- ciio-'iifo :
Peroaunouc, 1-' 23 de Septerabre 86.
M ssieu-aCst avec la plus vive Bafisf .c -
ti-.u que je viens p>rt-r i v-tre connaissaiiee qu
>lr. Iu minis're des Caires strangers i farin
s'est e pr- as de transnetrre snn excelieuce Mr.
le pr.sident de la R pabque F. aneis le bel
xemplai.e de la publici .n f ite par v-.us i
i'occ.aiou du dees de Vietor Hug) et qn- vou
m'avi-'s d mand de lu faire parv-11 ir.
Mr. I- presi le it rae, charg" de v..us dir qu'il
1 luce voluioeavec beau coup d'interc e. m^pri-
le vous rxprun r ses rem rea- nt*.
Veuiflez agrer, mesal ura, lea assuranc s de ma
consideatou tres riistiniriie.
(Asagoa.li J Henri Breuil.
M- ssu-urs :
" Eoclidea Q linteiro.
Jos Hngo Giocalves.
Jos SfSMStn.
ai. uel Martina.
c Jor^e Vctor F L >pes N "tto.
Manoel F. Bartholo Jnior.
Etudiaiits en druit de la Facult de Pernara
boue. *
HnrnrtjtnnK-nto Ante h-in'em o trem da
t.-rro Via d-i S. Fiauciseo, que sabe da estaca- de
Una 1 hora e 10 mmut 8 da tarde, a- p^ssar
inda curva que fiea en re .18 estaede* d Oliuda-
loojuca, eamagou um bomem de cor brau-a cuja
-iitidade nii pole ser reconbecida, em virtude
-le t-r elle morrido ur.m diatxmente.
lleNMNlre sto toarNo vapor agios S.
Mark que se acna arribado desde hontem em oosso
pirt-, veio a seu bordo gravemeote enfermo, m
virtude d urna grand- qunJa Je que fui victima,
o s--u commandaoie, Charles John. Deu entrada
h nitein 00 hospital Pedro II, onde se acha em
tratamento.
Ka trannttn O paquete fr.ncez Congo
ieva para ua porto do sul 2J8 passageiroa, seudj
24 s nb-rcados neste porto.
DtntoelroO paquete nacional Espirito.San-
to ievou d'aqui as soramas a-guiutes para :
Mngna 4:750*000
Babia 4:' 0 -40 U
RiodeJaueiro 14:89-'4lTo
O vapor nacional Pirapama trouxe dos por-
t s do m.rte :
Para diversos 8: 924470
Pedido Juato Recebemos hontem o se-
guate :
Peen !bi p. ra chara-rem a atcencio de qu m
c-mpenr par man lai f.-char um terreno einsber-
to ua ra do B.rio d -S Borja, o qual serv^ de
Coito de la li-i de aceuas lojunosas
Ht ia}uco urna familia, qu3 pasaaVa de vo'ta
do th atr f-i assaitada p--r tres in-lividons que
sahiram do tal terreno s.-ria rucada se nio api-
tassem, refu.'iao I -se os Urapios para o infer -r
do r (eri-lo te, reno.
Imuiiaiii del .rtunlrli e prallMe
Si Ke-ebe-loria est -e Mr c d.-u lo .-ubruuc*.
em mulla. Jo 1* ein--.tr du imposto sobre iu (us-
ina .- profioo s lo c ti 'nte xercicio Je 1886
18S7.
On rrimi-M do B*nfe Diatriboi i-se hon
fem o 4* tasi:i--ul r manee dest- titulo, do Sr.
Dr. I 13. Pinta iro ( t>- R -1.
Pabuiao de ba PonCisineD sta ra-
-eli-nt.- pah Inatjjiii n-usfrii, p-r Gustavo Do-
r, ein aerea de 6'K) finissim -s gravuras, recebe
in .a h -ufem os fas.-icul s 9 10
Agr lee--mis.
ileunler "..(, |it hoje as seguu-
tea:
Do lostnuto Lit'erario O'ind-use, is 1! horas
la inanhi. no lagar do costme, ein sessio ex
r Minara d < os-lho a.lmioistrafivo.
Da S-.cilad- Recr.-ativa 24 -le Setembro, A 10
hnr.s, p ra po-sc -la nuVa -lire-f ra.
Caqaele l--Kles TmsrEste qaqu-1-
iugle ia R-'-l Mala, *uie..t<- humera rabio dn
Rio -le Janeiro, pelo que estar aqu no ultimo
-lia de-r inez.
i:i>Ii iu ularno experloseolstl D.
S. P.iUi-i r c-bemos e ag al cen-a uina i unica-
ci- rreiis >l, s b -i fiiiln ..cima, rgi 1 c nsagrad-
a todos os rain -a de couhecimentos e es,i--cialiiien
te "'i nem p-ri'a.
Retala ilo UlmeiTatorlntteeebemos
nnut-'iii -I Rio de Jan-iro o n. 9 de.-ta r'-via'a
mensil cojo BUniin.no esto :
A tr>iiiatur--iei' do Ooiervaion .O.-cultacoes
e eclipses. Coiab iraca ).
R vista das publica.oes.A-ueeto do c> da
rau;- o nw. de luiub-o.Revi-ta elim.t -li-e a
dos m--z- a .1- Ag towPvlto do Maranbio N -
ti... s vria
O Sti nula t<-c-be n >e e agradecemos o
n. 37 i---te mi .rensunt- heb l-ina lario que s>' pu
ol:, j.i h 6 tunos iie-'a ap -I, litteraii ., h-i
ni nal leu- u -uci so.
K-iaerilioN renlraeiL-a no Jornal d,
Ounmrreio da corte d- IS lo c.rrent- :
Ja tiv m-)-. -ic asiao de r-f rir-n-s ao ac
pe|. qu-ii o ministerio -la Airneuitur. ruso u i u
por OU I U.- Colll^d-IS 2l le AtJ** i g-.raiina de jur--* con-edi-i-. C-mpiubia -I
Eogeulios U- urraca -la P.rahyba d-> Norte e de
S'-rgpe u >r ni-i haner a empresa c-i-.elu lo na*
P'as fin lo- aa obria di- -Inaa fabncis de que
cune sal u ra, .1- v-ndo urna ser silu ida no ui i
cipi. d< e-pit-il I. Parnliybi e -uira no ra-inicipi
laa Lrra-.gi-iris, .la pro.nni. de S riipe.
A r.-f- i 11 o-- iiiei ..;i consta do -e-reto u
9610 de II i. ,-ruie, a-oii le 1 20-):H H4 .
api I garantido i einjrem pir. coi-lriiei < a
loas iiien-.-i ma Ins fiorie-ia DVniro do pravo I
ni... uie-.'-s d- ve. a i .inp.iin i r uliim.i s
obras, suti peu i ie -be r i- ca la cu luc a .iii-
e ss-i .
Clioler-H-initrlIUM -l'el "Inii-i lio o I o
periot 1-nii np i' i-i .* ae^il-'i'.-s iV-sn- a. in-
peet -r feral -i -- le -loa joros :
iaaQslnidii olli -. -l-ii-'iii'
cb o'-rn m ,i u. no porto d-
goipho i S.p-ie... r s ov 4
do c on o que V. S. pr p z
inez :
1.' Q i.; eji eousi-ler .-lo infeccionado refer
I i ,1 -ri de Torre tnintusiada, a contar do dia 2
de S i-u.b > corr.-nt- ;
2.* Q-ie >') iSS u-id rados ausp-it S'.s deinai-
p i-1 s logil.-ho .le N-ipoles ;
3 Q-ie ss emn ,rcHc5-<* proeedntea do porto in-
t cci iiih lo s N-j-im r cehi laa u a porto-, do I n-
peri" dep ns i|ii.- tiverem t-"o quar- ntena de rigoi
ii Imz i-et o da I di Grande.
4. Qile neja ii aub neftid-ia a ines-na quarei|t..-ua
is emb -rcaeoea que, emb.ru pr ced nte* de par
t s sliu.-lesm ute snspjfos, chegaretn enm Cas s
de ch lera i.u os tivcr- m tilo durunte u viag- ra,
ou Ir uterem cargas susreptiveis de transuiittir
contagio.
O q-i- communico a V. S. para seu couhecim -ti-
to e fiii> r -iveiiieutes. Dens guar le a V S Ba-
rdo de Memor
A' h.u na- extincto o choleta-morbiis na H -a
paiiha, segundo inf rmou a I-gacin imperial cm
vlulril, rea d 'eu o i;overu, de accor-lo eom O qu
V. S pr -p z em ntficio de 4 do c.rrenfo raez, que
i.oih.n. livre pr-,tiu.. mm por.as d > mperin os na-
vios roe- delitos daquelle paiz, ,-u-peusas as rae li-
las coiisruof.es dos .i vis is d 9 e 11 de Jdiibo e 8
de Agosto d > aun passado
O que comanme. a V. S. para ns fina come
nieiit s. Deus guirdea V SBari'i de Ma-
mar *
fc.roiia do R i-c-i fe o H. Frunris-
cuDiz o Jornal do .i-mmercio la corte :
A Recife and S. Francisco Kailway Company
concessiooaria da linha que, com o d--seuVolvi-
rapufu de 124 kilo'iietr .s, vai da ciiade do Recife
iP Imares, ba vendo o g vern.i tomado a s a
constru-can do prolongamento da mesma liaba,
b--m como a sua ra oificacio du Reeife a Ciruai
e custeao-lo por sua cuta o trafego da parte ji
construida.
leudo a directora daqu-lla empreza propost
encarregar se do custeio d.. prolongara- nto, foi
declarada inaceita v--l a proposta por se acbar au
ti-risado o governo pira resgatar a estrada per-
tenc-nte i ref-rida comp.nhia
< A linha ingleza produzo no ultimo anno o
saldo de 264 593442I importando na quantia de
697:922413) a d-speza do Estadj motivada pela
gar-.n'i- d>- jur..s durante o mesmo periodo.
VInn frrea do eatado*A.>s directores
das vas frreas de ctalo rec-mmend a o minis-
terio da agricultura, por aviso cireular de 4 do
crrente, a maior economa oas obras comecaias,
devendo aq icllea fuuccionarios remetcer ao m-'Smo
ministerio s or^ameutos e plantas das refe-il .s
o (.pp.ieciincnto Torre A'iuiil'at", )
) g -V r.i ., le >cc-ir-
m Ificlo de 13 I- tte
? ^.iCa .ItAVNAUa
dem d 25
-uel a 24
3l:b7l40lO
88 491
31:9594504
i8kd*. onaaL
i)- 1 a 24
I n M 25
Iustda paoviac'.aL
UelZl
lera de 25
709 0764472
8.930*101
72.2524743
4;068^896
Tota!
.HCKaBDOKIA -l>t
'o. u de 25
1 a 24
JoysuLAoo provincial
Idem de 25
Da 1 a 24
738.0574573
76:3214639
811:3794312
29:439.717
2.h6#3oO
32:3094067
22:4694901
1:715 33o
24:185423918ucar bran<
DKSPAOHOS DE IMPORTAgAO
Barca nnruesruens* Anna, entrada de Liverpool
no dia 24 do correte e coasignada a Corapanhia
do Gas, manif-'Stou:
Barro prova de fogo 3 toneladas e 38 barri-
cas
Carvio de pedra 317 tooeladas e 12 quio-
taes.
Tijollos prova de fogo 14,729 os consignata-
rios.
iKsPACHOS Hb iSXPURTAt^iO
Em 24 de betembro de 1886
Para o citerior
No vapor ingles H'liadea, carregaram :
Para Liverpool, J. H B.uwell 638 sa :cas com
44.244 anos d algo-lio ; P. Carneiro & C. 1,800
saceos c im I35.UOO kdos de assucar br.nco.
No patacho portoguez Tentativa, carrega-
ram :
Para New-Y.rk. J. S Loyo & Plho 328 saceos
cora 21,600 kilos de assuca msecavado
So vapor francez Congo, carregaram :
Para Par, A Rego&C 3,400 gramas de ouro
veiho e 3,300 ditas de prata el ia ; E. Goets he
3000 gramas de ouro velho e 4,00o ditas de piat.
v.lbu; J. Krause & C. 20,000 gamas de ouro
velho.
Para Lisboa, S. B. Amorim & C. 409 saccaa
com 30,259 kilos de algodio ; P. da Costa c* C
173 suecas com 12,278 kilos de algodio.
Na barca portuguesa AUianca, carrega-
r m:
Para o Porto, M. Lima & C. 172 saccas com
14,836 kilos de algodio.
Para o Interior
No vapor nacional Rupirito Santo, carre-
garam :
Para o Rio de Janeiro, C. Burle & C. 30 saceos
com 1.810 kilos de assucar mas vado ; H. Burle
& C 166 saccas com 11,310 kilos de algodio ;
Balrar Irmios & C. 129 saces com 7 740 kilos de
mdho ; V. de Itauui do Norte 234 saceos com
14,400 kilos de mdho ; F. M. da Silva & C. 53
canas oleo de ricino.
No vapor nacional Para, carregaram :
Para o Para, S. G. Brto 640 barricas com
45. ques v Pubji 113 barricas com 5,853 kilos de as-
ido.
obras, com inf.-rmacio quanto ao sen estado.
quauti*s despendidas e por despmd-r do actual
ezereicio e at a concluaao dos trabulb-a.
Foi Ibes tambera ordenado que nio c>m coca eco
a obras n -vas sem que as pl'utas e os i-rcamentos
s. jiu previument approvadns pelo goveroo.
A utdidade desta providencia foi d- n nstrads,
ha poucos das, no senado, patent -and > a di i iDsdn
s desseerlos provenientes da taita de appr .rac.*0
pvia, pr parte do ttoverno, dts prnjei-tua de
Oras. Em uplo das sua* ob*ervacO*s, mdicoa
Sr. ministro da agricultur*. u facto de elfTr-s*) a
1. 00:0004 o custo d-. estacio inicial do terro-via
I* Recife a Caruata.
As estradas de trro do estado nio oontitoesa
empresa* in-rcantis ua, dig-n uim, ezcuoiva-
mente m re,.nta. Aot-s destinabas a promove-
icn a uuliaacio das solas que atraves- ra, do CSM
a f .cilif irein ao trabalbo ji organisado o trans-
porte dos s-ua productos, nio f -ram as c*n lieces
ie traf go que principalmente infljirain na cons-
truccin de taes liabas, e daqai resui.nu que
ii.-uhuma tem bastado ao sea castei, salva de
U .turn, .pie, entretanto, foi adquir i-, ni > coa-
s'ruila p-1- estado, e Bem fellar da D Pedro II.
Se a* coiistriicc s hoovesaemsidori ee)-i'iinicas
quanto fra para desejar, o mal seria m- or Nio
Be afend u, porm, a esta circumitancia, e o re-
suliado s-t qu-, em razio do alto .;ust > das li-
ihaS, conlin ario ellas u p 8*r no i.rcam- nto do
Est-do, aiuda mesmo quaudo, m-1horadas aa coo-
ligoes do trafego, possam as roesmas lmhus, nio
> bastar ao seu custeie, mas produrr algosa
suido.
Qii-n'o is estradas de propriedade do Estado,
prevalecea -sta raza i do alto custo para tmalas
inaia son-r sas do que poderia e*per>.r-s--. as de
i-pital garant lo notorio qaeas d-sp- z -s prelimi-
nares e outras, augraeutaudo ficiicinm-*iit: aqoelle
pital, acarreturam para o estad oeneargo pesa-
.liss'in qu ora lamentamos estrilmente. Afumas
.1 .-tas linhaa hi-i de impor-nos aaenfie o rnde,
anda quaudo o sea trafego se boa ver deseo volvido
do ra -lo mais satis!-dorio.
RracitelroN aa Earoaa."Jiz o Corren
Pamiuno de 12 do corr. nte :
Acal de f.rmar-seem medicina, defendendo
sua th- se per-nte u academia de Par, o no*ae
> inp tnota, Dr. Ant nio de Campos Salles.
O Courrier de* GauUi, de 7 do m-.r p .asado,
iiie tesaos i vista, refere-se nos seguintes termos
au n -aso tal< ntOJO conterrneo :
. Um j .vem brutileiro p alista, o Sr. A. do
J.inp .8 Salles, acaba de sustentar brilhsut-mente
peraire a faculdale de Pars a sua ibe*e in dica.
< > ilustrado candidato est-.-lhra o seguinte thema :
Do ozena e lis rh'nitu ftidas.
Completa ate anno o curs < das ciencias
ii.tur.es ua uii-versidade de Bruzellas o nosso
u.'ot.oBO compatriota Sr. Franco de Lacerda.
Na uiesiiia univeraidude passa de anno, Sm
medein >> Sr. Nardy, desta proviocia.
En Brux-ll is, Gaod, Liuvain e L ge estu-
11 n actualui. nt- e com assiduidade 39 >brasleiros
-.ndo a maiona de S. Paulo.
!,,- ..en. -Ktt.-cuar-se-hio :
Amauhi :
i'rlo agente Qnsmao, is 11 horas, na roa do
d-qu-s .le 1)11 o i a n. 19, de eucjra 1 -s para mesa,
in v.-is "Utr artigoa.
Pelo avente Hritto, is 10 1/2 horas ua ra Direita
ii. 1H4. ia a'in.-i;ao e quadros da taberna ahi sita.
Tucu-fer* :
>v/r. agtn'e Pestaa, is 11 huras, na ra do
'Zigano u. 12, de predios.
'' o agente into, uo meio di, a rua d > Mar-
qu-z de Oliuda u. 24, de instrumeotis de enge-
nhaiiu
NIm ruoebrex. Sera cel-'hraiss :
Ani.uihi :
A's 8 h rus. n igrej de Santa Rita de Cassia,
. .r alma do cap tio joaquim Le.cadi. Vegas ;
is 8 huras, ua matrz da Boa-Vista, p .r alma de
.lo- G.briel C.rupiro da Conha.
Terca-teira :
A's 6 horas, na maths d* Cabo, p r alma de D.
Joauna Usria Oampello.
Pamncelr.i------CheasAdos d Fernando de
N r-inha no vai-.ir nacional 'iiqui:
Jol .1 s da Fonseca, I). Antonio B en. I far-
n I e 17 oracas le linha, 11 8-nteicid.s, 4 mu-
Ih res 3 tillios.
Chegidoi -lo sul no vapor francs Conao :
O Mana Lmza G. da Silva -ant s e 1 ti laa,
D. M.ria Ther st F. Sampum Joaz P Ribeiro,
.1 -az Portella. A'thur Curtiues, Hiehel Constan-
fine R AHard Felise.
siahidos p.ra a Europa no raesrao vinr :
Evarisf. R idngues e s ia seohora, pa ir Pran-
cisen, J. d S:'Va Castro, Haaoel \l.irtin-s, D.
Mana Mirtina da Silva Figueiredo e4 filos,
Prancieco S. A. dos Santos, Julin P. B .tallan,
t'r-d-- nerafira te Catania, Sipienza Guiai-pp-*. saa
-euhora e 3 fihos, Pilomen i Amare iras filha,
Mara Pilom-aa Uolombo e 1 filho, M.irtorelli Bia-
gi.e Eduardo Monteiro.
Cana de OeteacaoMovimento dos po-
s is d da 24 de Setembro :
Exista n presos 306, entraran) 5, sahiram 19,
- i'st- ra 66.
A saber :
Naciouuea, 273. mu'iheres 2, estraugeiros 9, es-
cravos seaienriados 5, procesiado 1, dito de cor-
reccio 11.Total 301.
Arracoados 271, sendo : bs 860, doentes 11
T-tul 271.
.Movirae to da enfermara :
Ti/erain baxa :
Francisco Zetenno Gomes.
e-netrio Accaeio de Soasa.
Lotera da provinciaQuinta f- ira, Si
do corren'e, ao meio dia, se extrabiri a 3.* parte
da 1* lotera em beneficio da Santa Cas* de
Misericordia do Recife, pelo novo plauo appro-
vado.
No consistorio da igreja de Nr>asa denhura da
i.'nnceicio dos Militares s pelo systema da machina Pich.
botera Extraordlarta sio Vals-ast-
ea O 4.a e ultimo sorteio das 4.a e 5 series
d- sta importante lotera, cujo maior premio de
l.uoNMUOO, seri extrabida brevem-nte.
Para Mauios, Amorim Irmios & C 4(1 barris
cum 3,840 litros de agurdente.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 25
Buenos-Ayres por escala 13 das, vapor
francez Congo, de 2,444 toneladas,
commandante Qt. Groa, eqaipagem \1,
carga varios gneros; a Augusto La-
bille & C.
F -mando de Noronha48 horas, vapor
na.-ioDal Oiqui, do 222 toneladas, cont-
mandaote Souza Lobo, eqaipagem i%,
em lastro; Companbia Pernunbncan^
Santos por escala 6 das, vapor ingle
S. Mark, de 1,097 toneladas, coimnaa-
dante Charls John, equipagem 23, car-
ga cuf; ordern.
Navios sakidos no mesmo dia
Bordeaux por escalaVapor francez Con-
go, nominan lante G. Grou, carga varios
gneros.
Babia por escalaVapor inglez Wikinj,
ootnmandante Waldroper, carga fio tek-
grphico.
MinatilanBarca sueca Mara, capitao J.
J. Carlss >n, em lastro.
Liverpool -Vapor inglez Orator, commaa-
dante J. G. Jones, carga vaina gc-neroa.
Terra-Nova -Lugar inglez Florence, espi-
tao Saiiiuel F-acy, em lastro.
VAPOH S ESPE'iADOS
Aconcagua da Europa hoje
Advance do sul amanka
Para do sul siria nial
Tamar do sul a 0
Editor de Liverpool a 30
Maranhense de New-York Outubro a 30
Pinance de New-Port Ncwe a 1
VOU de Bio de Ja-
neiro do sul a t
Cear do norte a 3
Niger Mandos da Europa a 4
do sul a 7
Trent da Europa a 1*
Klbe do sul a 14
Pernambuco de Hamburgo a 17
Britannia da Europa a 23
Lo Plata da Europa a 23
Equateur do sul a *
1

s^^ssBtsfsBBsffataBatB


lingo
26 de

Acbm se expostos venda resto* doa ti-
tea na Casa da Fortuna a roa Primeiro de Mar**
"' Solera, de .eel de OOtOOOOOOO
_ A partea da 1 lotera, culo pr.-mi
grau.ie de 2VO:00Of, pelo novo otan, sera as
trabida .uipreterivelmeote no di 28 do Setembro,
i 11 b tus da manhS.
liilhetes a vyuda na Cata Poli da praca da la-
dependencia ns 37 e 39.
T .rabero aebam-se venda na Bada da ror
tuo- a ra Leirg do Rosario n. 36
Pr \j"s rumiilo8.
IiOlerl V 3 parte da 1" lotera da provin-
cia, bu bt-n-BCio da Santa Casa de .Yisericoriii"
do K-i-if i-'io iiovj plano, cujo prem o gmele
100:0 ftlIXX), a-r4 extr-tbida na di 30 do corren
te, .*rin.*ip hiio extiacc O ao meii da ^
O* ji (heles acliain-se 4 venda na Ca*a da t<*
um, .' ra Primero de Marco n 23.
Ller. uo Olo-A 3 parte da lotera.
n. 846, d> ii vo plano, do premio d 100:U0UVM.
era extra Inda no dia .. de Sombro.
Os bdbetea a.-ham se 4 venia na Cata da ro
tuna ra Pnuuiro de Marco.
Tambera aehara se 4 venda na praca da Inde-
pen leuci ns 37 e 39.
Lotera l cdrseA 1 parte da 2 0 lo-
tera .la crte, Jo premio grande de 100:000*,
lera extrabida uo dia .. de Setembro.
Ob bilbetes ach m-se 4 venda na Casa da For
tuna 4 ra Crimeito de Marco n. 23.
Tambera aeh*m-se 4 venda na prac* da Inde
pendencia ns. 37 e 39.
aiadraro PublicoF.ram abatida* n.
Matd..uro d. Cabanga 102 reses para o consume
do dia ij de Setembro.
Sendo: 84 rexes pertencentsa Oliveira Castro,
, C, e 18 a diversos.
Herrado Municipal de *os-U
movunento deste Mercado uo dia 25 do corrente,
foi o se Eniriiniin ;
38 1/2 bus pesando 5,538 kilos.
1128 kilos de pexe a 20 ris
10"i cargas de farinha a 200 ris
36 litas defructas diversas a 300 rs.
6 taboleiroa a 200 ris
23 S.im.saaO0ris
P 231/2 columnas a 600 ris
26 c mpartimentos de farinba a
5(K) r.s.
23 dito* de comida a 500 ris
681/2 ditos de lee-uraes a 400 ris
ij ditoade aiiinoa 700 lia
11 ditos de treaeuras a 600 ris
10 t. ho? a 2f
3 A O'iveira Castro & C.:
54 tala) a a 1 j ris
> ulhos 500 ris
JDeve ter sido arrecadada neate di
a >)iuiitia de
Rendim.-uto dos dias 1 a 24 deSetem-
brj
22*560
21*1-00
l'#8n0
4*6 0
14*100
13*01 K)
11*500
27*4.0
ll*2 K*600
20 *>'!
3JUO0
54*000
1*000
Foi arrecadado liquido at boje
Precoa do ilia :
Car...- vetd a 280 e 400 ria o kilo.
Crueiro d-* 720 a 800 ris idem.
8 i a 560 e 640 ris ideui.
Farinha de -J40 a 320 ris a cuia.
Millio de 240 a 320 ris idem.
Fejao de 500 a 640 idem.
221*960
4:862*680
5:084*64'>
ITBLIUCOES A PEDIDO
o es-
cora elle sobre a
dinheiroco.no coa p*rfe os venc ..entos
da mesVhas pr 9 .
IrnpHh'i aquella que obrig os pobre
v,.lutit..r.* a omur.r-.o en certa cd" p
en de f .r U.nent.. que d-v. im rede- *r .-
,is e que por a oh fosa* operaos econo
meas d qaa u.u cert. sotd ido <* *b p-s
aado il.-p.iit !> qu'rt'l p*ra a -* a
iir- me r> tiro
TrapUho aqueUw que t Mataaranilla tei praM do esento,
anata pr.'Tn-ia.
TrnpUho aq** q>ia obnga o 8 W.
d..s Servir ]h- e cr.alo, a a uacon-
hina, i.Ao obsi.niH ru-eber do estado------
l.">,5000 p ra ato.
T.apVho aqu lile que toma dinh iro
emprentado as m zas .le j .g> e que *!-
potan* gi > d. i.
Trapi/ho aaoolle me procura calotear
a tudo e a t..ds, cam a liaf V'tez do bo-
luem sembri) s-m digmda ie.
Eis Sr. capillo Ma M o qu' ser tra-
pilh.., e os que asd fjftMdaoi evem aer
atiradoa s tsterqutiras, co.uo urna pstu-
la 8"<*ial.
Natal, 23 de Ag't* de 1^6.
J%* Estevclode Mello
O promotor publico de Igna-
rass
De accord > eom o parecer do Exm. Sr. desem
bargidor cuii-lheiro Araojo Jor^e, determinou o
Eim. ^r. de*embargador Toacano Barreto que
voltasse o ineu processo esta comHrca, para
nelle sor preenjbida uin* formalidade legal.
Sobre o caso, d. vo dinr algumas palavras.
Ao eutr* gar, no dia 2 do mex prximo paaaado,
no carfc.rio di eacrivio Bandeir as miuhaa ra-
zca *ie ap^ellacao, lembrei ao mesmo eacnvo a
necessid .d.- de faaer os autoa com vista ao pro-
motor ijter.no, alim de contrariar ditas ralos.
Elle , e, sem
querer abrir exufficio o respectivo termo, dia e me-
que *g<> -rd -v* ^ ebegada do intelligentissimo Te-
le ac Salles pir dar cumprimentu m preeano
legal.
lD,isti n qa fiea dito, accresentand 1 qa' se-
ria b-ui p saivel que o deaaoso Sr. T^leBco. para
retarlar a J.-ciaa > Jo mou processo, tsquectBse tal
medida, s-m duvida indispenaavel
Dou dias dep os chegju o fidalgo yvz e
crivo Ban-ler foi enteuder-sc
nosskcunverai
Requ. b >Jo na movimentos e corrido no tallar
(estao hab tu .1) e anm que eoubesse a plvra ao
eserivao, o g Jante Tel -seo ordenon-lhe que fosse
buscar os hU'. uo cirtorio.afimdeencamiuhal-os.
sem perda de tempo, para o Superior Tnouual da
Relsca... .
Object u-ibe o allulido eacrivao que o promotor
deviaf.Har, >,p ntando-lbecasos julgad.s, em au*-
tenUc*) do seu parecer ; mas 4 nada o Bruto se
noven! .._
Aper*eguica. devia esteuder-se 4 cousa to
ftil e iiii*r..ifienta 1 O mea proce.3 ha de
aer juina )-, queatao de mais ou menos tempo.
O Sr T-leac-i na- ha deengulil-o. Elle (o pro-
cesso) nao c nstitue patrimonio de N >asa Senhora
do S cerr", e ne.n .-s destinado para ser con-
vertido em apMtcea da divida publica.
Pr-metto. em t-mpo opportun>, ajuaUr contaa
com .. Sr. T-leco Salles. Hei de desenterrar os
morot d caifori.s desta villa e apreaencaxei ao
mund niteir 1 um Lzaro apardavaaeado.
Divirta-s- 1. S. com o meu processo, sirva-lh*-
elle d- bom ..roveit**; mas convenc i-se de que
nada tan ptoral comoum dia atraz do oatro.
E .te autis para mi.iha compleU vingnca bas-
ta-me deaejar a S. S. muitoa e prolongadoa annoa
de vida- V J IOOC
Igu.raas, 23 de Setembro de 1>-
Francisco Xavier Paet Barreto.
Rit Grande do Norte
Resposta breve
Na qualidada de official de justiga, fui.
no ca 19 do corrente, casa de reaid-n-
cia do Sr. capitao Joao Severiano Mai.-I
da Costa, cital o, p ira comparecer peran
tea (.udiancia do juiz de paz, afim de s-
concili-r com o negociante desta praca, An
gelo Rosoli, a quem o mesmo capitio pr-
tend.-o calotear, negando-se ao pagamento
da Baignifi aate quaatia de 2l6dJ0.
O eaptllo Maoiel tecebeo a contra-f
que bou obngado a dar na forma da jei.
No dia 21, porra, dia da audien-ia, nao
co.npr-ce.o o Sr Maciel o dirigi um offi
ci ao Sr. juiz de paz, negando a coinpe
tencia desf. pra matidal-o citar, quando
todo mualo sab que ninguem se pod-; re-
cusar o juizo conciliatorio, podendo at
mesmo o Lnp-ra lor ser citado na pessoa
de seu mor lomo.
Po's he ni ; n-ste offi-io, procurou o Sr.
Maciel re.licularisar-oae e depoia de roui
tos outros epithetos cliamou-mo trapi
Iho.
Saiba o Sr. capito Maciel que os trapos
da p.-brezA honrada no s3o os que depSdin
de um ho.nem.
Mis dignos dj. lastima ano os miseram.
nidade. O Sr. cupitao Macie est ncsie

Tropilko, Sr. Maciel, aquelle que abu
sando do m cargo, rocebeo em Uruguya
ma a importancia do pret das pra9g d.
saa c-impanbia e foi perdel a na mesa do
|aw.
IVapilho aquella que illegalmente se
incumbe di direegao le obras, para falsiti
car documentos cora o fim de roubar du
atado a quantia de 265(31000.
iZhtpilho aquelle que recebe pir cau
tallas da Thesouraria de Fazenda, impu-
oia superior a doi prets das pravas sob
sea co-amando, noundo-se nao so com este
A' Provla-la
N5o teaho temo p.tra dar heoos de jonanru-
dencia ao juri0ta d-. meia HfU que e_ creveu um
am-ntealo de t.dices na Promana de hoje.
Outros e m.i.tc arduos dev.res pre.ccupam-me
o espirito. Q ian lo mesmo preeisasse de d. ten-
der me, nao o p d ria haef agora, tanto ma.a
quanto o meu crime eat4 prescriptK, como reco-
StMS 0 e8criptr do artiga, nio obstante a aua
lg^riaue*PHra orei. d partido liberal, todos
os meuscrimes, pres.riot-s e p r prese re ver. ua.i
Uo ieuaes a., que c m.netti ul'i.n .nH.ita, aceiu.i-
do o lugar de procurador fiscal da Th-s.uraria de
F s-nd ; e que n meu tieneno Ji-ca est4 prejudi-
enn lo muir. h a'mi e h oda do orgo do partido
liberal de uiinha pr.vinca
Quanto .i-utro. que tambe-n occuoou-se de
m m na SeocSo livrt, emquanto nSo tornar a estu
dar alguma b .a gra.nmat.ea, nao p .der4 anaivsar
e a. mprehender o que acrevi.
Amboa estee senhores o que querem distrair-
rm e obrig^r-me a dizer algum% cousa que apro-
vcite ao s*-u partido.
Poia esto perd ndo o seu tempo.
J diaae tslves in^ia do qu** devia.
A aeu tempo dar-lhes-hei com que en-eter a
sciencia jurdica d..s redactores do orgao do par-
tido.
Recite, 24 de Setembro de 1886
Ohjmpio Marque.
Barbacena
Poesa recitada no festim Iliterario com que os pro-
Jessores e alumnos do Collegio Abilio de Barba-
cena, solemnisaiam o dia 9 do corrente, anniver-
sario natilicio do Exm. Sr- Barao de Maca-
hubas.
Veuho render, senhir, em trousas expresadas,
H .menagem sincera ai vosso natalicio,
Vea, qu- tendes o d..m de It nos corscoes,
Cclhido do viver n spero exercicio^
Lele o bvro do meu, veris que sontimento
O nobilita, o invade em ta > feliz momento.
De ha muito cultivis grato jardim de flores,
Onde amena e vc*>sa e leda juven'uda
Vegeta exuberante, em piieraas multicores,
Perfumes ida**s da candida virtude.
E vos a submetteia a sol que a f rtalece,
A' trra que a alimenta, ao ar que a reverdece.
Vos sois da idade tenra o providente amigo,
O pai que Ih- guiis os passs vaci lantes ;
Que ihe aponais na estrada xs aombras do perigo,
A la que lhe espancais as trevas circurastantes.
N'.-ssa uobre miss&n, de victoria em victoria.
Conquistador du bem, colbeia immensa gloria.
Solicito estendeis o brco poderoso
Di geracjlo que passa 4 oova geracio,
Contenta, liberal, TBtol o*>i>i .o
N. greda da ign<>ran.-ia as g.'inmaa da instruccao.
Que faotasia ha ahi que invente e que decante
Assumpto que em valor mais alto se alevante ?
O repiuso, a side, a calma independencia,
Os lucros capitaes com grava sacrificios,
As honras trivi-es, os ocios da existencia
Impvido empenhais em prol dos beneficioa
Atlante valor-o, o p so ingrato e ruda
Risonho sustentis da mxima virtude.
Segu, sennor, segu o esplendido fadario !
A historia vos aguarda em pagina domada,
E h je, que attingis mais um anniversario
Depsa vida exemplar, augusta, aVncoada,
Deixai que um vosso alumno o singelo coracSo
Vos d como peohor de eterna gratido.
Aktokio Auosio de Sebpa Pinto.
9 de Setembro de 1886.
Dea pedida
Evaristo Rodrigues Viannt. e sua familia, tendo
de embarcar no vapor Congo, para Lisboa, e nao
si podendo despedir p-ss smente, o fszsra por este
jornal. Offerecem seus prestimos em qualquer
parte onde ae acbe.
Recife, 25 de Setembro de 1886.
Evaristo Rodrigues Vianna.
su erro Fatal oa America!
No peridico OI"v Un l,s publica 10 em
Ohi >, u-<- KstadosUuiios 10 N ort-, lemos
a de* ripcAo de urna op-ra^o rirurgi -a,
ouj -a f>in s'os resultados s bresalt r un uro-
un 1 uueot.- tyd ib os f.i.-ultativo* da Rapo
.-I A-igl -S >x >ui >.. No eht-.i-l r -lo .-i
rurgiil 111 i-* -o.i sote le. Cl*ve!an I, o Dr.
Th ver, semelhnte i-peraco foi quasi um
rime I
H.vi. -iiitos annos que u ua aenh-ira
haiiio Ki"g padaeit de u oa enfer-oid-i
le *lc -^t-inag, e u-ohu.n dos r.yste.naa
da tratamento eoprg.dos por varios me
lloea pul'-ran ali. viar lli-i oa aoffri.o-nujs.
I doenv tinha prin-ipia '. "1'U um leve
leaarranj > d >s -.rga-.s lig.'sM/oa, do taja
tur < o n un grn le f 8ti o. A est-8 sy-up-
to u is a gui .--e u n malest-r in leseriptiv I
n> estooiago (mal star qu fii to-u "i<> por
u o a n:i_o do v-sio intnor) a>!CO nul.n
iio ae .o 'oro i d-ia lot-*a u na mat--ria
p.'g'j .sa, ac-i npinliada de u.n gos'o -I'S-
agradav I, e pe i .1 u-n'e le m inli-i Lm
ge de -zer d-sap-jare.-er a sma^ao do
v izi-i, -i alioieri'O pareca aug n-'otal-1. t.n
tre -luiros sy nptom as, notava se a or a oa
rell*Mit dos ollios. P.uo dapois, as .11% >s
1 os pea esfriaram e Mruaram-s' P'-g--j >-
sos, cobritido-3-< de un mor fri. A oufr
ma padeca da um cansoso constante, s -
tindo -se nervosa, irritada e ebeia de la-
groa pr>' sentimentos.
Ao levautar se de rep-nte, a pobre se-
nhora senta niiat tinturas. Com o tempo,
oa intestinos ch garam a estar estreidos
at o pmto de tornar ae necessario. empre-
gar quasi todos os dias algum medicamen-
to catarti o, nao tardando a enfrma a sen-
tir nauseas e laucando fra os alimentos
nouco aepoia de tel os engulido, algu-nas
-ezes era um estado de azedmue o oe fer
mentaco.
D'ests desarranjos pnjveio urna palpi-
laco -le coracao tito violenta que a inf* liz
quasi que 080 poda respirar. Finalmente,
en ontr m-se na imposaibilidade de reter os
aliment -s atormentando a sem cessar do
rea de vt-ntro atroz-s.
Atten.len lo ao facto de que todos os re'
medios at ento emprega los nao haviatn
pro-luzido resultado algum satisfactorio,
r*-uni se urna junta medica, cujo parecer
foi que a Sra. King padeca da u-n cancro I
no estomago, tornando se nacessaria un'
op*Tago.
Em resultado d'esa deiisio, no dia 22
d- Jan-iro de 1882 fez o Dr. Vanee a
operacan em presenca .ios Drs. Tu kr-
mann, Perier, Arras, Qorlon, Lupier a
Halliwll
A op-ragao consisti esa abrir a cavila-
da do abdomen at descobrir o estomago,
os int-8tin )8, o figado e o pncreas. Ve-
rifica lo isto, os mdicos eximin-ram os
ditos orgaos, e, cheios de assombro e de
horro., viram que nao exista cancro al
gura.Orraram e fizeram opoesivel para cu
rara ferida que haviam feito; mas a pobre
senhora morreu dentro de pomas horas
Que triste a sorte do viuvo qu*i sabe que
a esposa pareceu por causa de urna opera-
gao errada Se a Sra King tiv.-sse em
pregado o vrrdadeiro remedio contra a dis-
pepsia (sendo este o nome da doenja) esta-
ra hoj-- em sua cas t vi -a em lugar de es-
tar na cova.
Pir meio do uso do Xarope Curativo d
Seige.l, remedio propri- para a dispepsia e
para a indi .'estao, inutas pessoas se rest*-
bclionram dep lia de terera onsaiado outros
remedios aera proveito. As provas d'este
facto slo to numerosas que nao nos pos-
sivel reproduzil as aqui, mas oa qua leram
os certificados publcalos em favor d'este
frande remedio tonsideram-08 como irre-
itaveia e convincent'S.
A venda do remedio Ilimitada.
O Xarope de Seigel vende-se em todas
as pharraucia a do .runda, assira como no es
tabule .m*'nto dos proprietarios, A. J. Whi-
t,(Limited) 35, Furringdon Road, Loa-
dres, K. C.
Depostanos na provincia de Pemambu
co: Bartholomeu & C, J. ^. Levy d C-,
Francisco M. da Silva & C, Antonio Mr-
tiniano Veras & C Rouquayrol & Ir naos
e Faria Sobrinho & C. ; em Bello-Jar-lim,
y[ .noel do Siqueira Caval.-ante Arco-Ver ,
do e Manoel Cordeiro dos Santos Filho :
em Independencia, Antonio Gomes Bar-
bosa Jnior; cm Palmares, Aotonio Car-
doso deAguiar; e em Tac.irat, Jis Lou-
renco da Silva.
e pr- par-oAo do Sr. Alvares de S. Soarea,
de Pelo as. *
Muitissi nos outros att-stad.-s e declara-
(5-a oncontr.m-83 no folheto que acompa-
ntia c* la frasco.
nicos agentes e Pernaiubuto, Francisco M. da Silva & C
Hua do Marqu-z do Oliud na. 23.
rrogranima
Da
Fcsta do Glorioso Principe S. Miguel em
Afogadns.
Triduo solemne
No sabbado i5 do correte das 6 para
a-. 7 I oras da tarde, ser haateada a ri.-a
bandeira qua offertou a juiza por devogao,
D. Clotilde, digna filha do Sr. Mai.oel doa
dantos Araiijo, em cuja casa a- acha depo
itida a r ferida baudeira. Aps a respec-
tiva benjaodesfilarlo d'alli onn doraanda da
linda e modesta -apella de S. Miguel cer-
a de 60 meninas decentemente traja las
lo bran-o e, forman lo alas, conduziro
em um andor primorosa.uonte ornado o pr *-
oso estandarte, perc-rrendo tao smente
a ra le S. Miguel, acompanhada das
o.usica milt.r e dos fi*:B, tudo na me'hor
orde.m possivel e de modo a edificar. Nos
diaa 26, 27 e 28 ter lugar o triduo, s
mesmas horas, e no dia 29 a imponente
solemnidaie qu" se promove cora geral sa-
tisfacao ao grande Principe das Potesta
les Anglicas, cuja capella ostenwr gar-
bosa o esp'endor dos Beus adornos, confia-
dos reconhecida perecido armador Agos
tinho, o qual pro-urar exceder em pri-
mor as i.rinnc3e8 dos annos anteriores-
D-pois do triduo cantarlo um hyranoaco 11-
panh'tlo serafina pelo intelligente pro-
f ssor Joao Polycarpo Soares Rosas, slguns
meninos previamente preparados. A cr
cheatra est confiada direcelo do mesmo
profeaor Soarea Rosas, e comecar a mis-
sa solemne a 10 a meia horas da manhl
pregando ao evangelho o Rvd. vigario de
S. Antonio, commndador Manoel Moreira
da Gama e ao TeDeeuno o Rvd. Carmelita
Fre Pe-lro da Purificaclo P. Paiva, ambos
j va ntaj osa mente onhecidos na tribuna
sagrada Toda a ra de S. Miguel estar
embandeirada, juncada de flores, Ilumina-
da a capri- ho pelos respectivos habitantes,
d.a accordo com a digna commisslo para
isso encarrega la e finalmente depois do
iJTe Deura ser rreada a bandeira e depo-
sitada era casa da juiza perpetua, a Exrat.
Sra. D. Francisca TVreza dos Santos
\raujo; qjin* ndo-se entlo, das 8 para as
9 horas da noite, um lindissimo e moderno
fugo de vista para diverslo do respeitavel
publico, de quem espero todo o acolbimen-
to.
Afogados, 19 de Setembro de 1836.
Vigario PedroM.
Ao publico
E' digna de lastima a s >rte dos infelizes empre-
ados no Prolongainento di Estrada de Ferro de
S. Francisco ob quaes at o presente (4 de 8u
tembroi anda nao receberam os seus ordenados,
par assm o ter en'endido o Sr pagador.
Consta-nos qun este senhor cata de posse do di
nheiro "desde o dia 2 do mes corrente, e j fea pa-
gamento nos empregados da Estrada de Jaruat,
desde o dia 10.
Os deste Pn.lon tui aos seus ordenados, esperam debalde rece-
bel 03 po- estar ao arbitrio do Sr. pagador I
l* asemos sei nte ao Sr Dr. eng*-nheiro chefe
para que obste a cnntinuicao d'este abuso.
Q papa, 24 de Setembro de 188o.
Os abaizo assignad.is, vendedores de algodao
d sta praca, resolv ram veuder, a partir do da 1"
de Outubro do c Trente aun >, esse genero cm a
diflerenca de 5110 riB por 15 kilos, da l" srt"
para o mediano, e de .5 X) ria por 15 kilos deste
p*ra o d-- 2 Surte.
R-cife, 21 de Setembro de 1886.
Francisco Antonio de Albuqueiqae Mello.
Manoel Joaquim da clocha.
Audrade, L>pee ft C.
Mendes Lima C
R lrigues Lima & C.
(i mes de Mattos & IrmSo.
Julio & Inniio.
C rneiro da Uunhii 4 C
l-Vrr ira Lascli -t Filh).
Augusto Oi-taviano de ouza.
rVreira Carneiro fit U.
H. Nuescb & C.
Luiz Ant-mio du Siqueira.
J.is de Macedo.
'aiva, Valenie & C.
l'or pr-cu relo. Gon^alves Irmlo & C.
Aa'onio Aguto Fereira da Silva.
.j.. J-aquim R.dngues da Costa.
Machado & Perelra.
Narciso Maia 4 C.
P-rente Vianna & C.
Maia & Uezende.
Aid .ritn lrmais & C.
Souza Nogueira & C
\iit- nio d Oiiveira Maia-
C-ioba Irmaos $ C.
O .mingos Alvis Matheua.
1 Rio Grande do Norte
Por telegramma particular de 17 do a-irente di-
rigido para o Natal consta ter sido abs Ivido pe. o
couselbo supremo militar, o distinuto alferes Fran-
cisco de Paula M reir.
Triumpb>u ssima cansa da juatici.
Farabens ao bravo militar.
(7m rio grandense.
*A ba mellior retaiedlo para
molfHlax du pello, que o Pell-
ratl de Canillar de H. aoarea. de
Pelosas. (4).
Tratando de um caso de tysica pulmo-
nar, diz era urna carta o Sr Delfim F. de
Vasconcell >s, acreditado fazandeiro em D.
Pelrit, (Ro Grande do Sul).
D' satiimado, e sem saber mais o que
fazer, fui instado por uro amigo a dar
mioha doente o elogiado Pe toral de Cam-
bar -e confesso que -nunca vi remedio
tao mrtvilhoso, po3 toi o que salvou mi
nha tilha de urna morte certa.
- O Sr. J Soares Gomes, respeitavel
cnsul do Portugal era Paranagu, refe-
rnd.'-8 a urna brunchite de mo carcter,
diz tambora em carta :
Minha mulher acha-se perfeitament--
restabelecda da su* grave enf-r ui tad*
com <) uso I qu.tr. vilr.s do Peitoral de
Cambar tendo antes eXperim- nt do, sera-
pre inutil-uente, talvez iooosnta reme los
diverso.
OSr. D Ifim Jos Rodrigues, fnzendei-
ro em S^.nta Victoria, aitesta o segointe :
< Eu abiao af.signado i.tt-sto, a bera d>.
hu n-ni-la-le, que ma tillit minha, que
snffria p-ir nais d-: qu-tro anuos de athma
e nutras molesti.s do paito f.i racammt-
.vilhoso Petoral de Cam
t sua Florida de Murraj t L-anma
18S
A verdadeir prova da genuidade e purea* de
qualquer um perfu e extrabido das fl res consiste
na su duradoiira existencia quando expisto in-
fleniia do ar. O aroma derivado de nleoa chimi-
c -a deavanece em breve e deix apa de si um
cheiro por eerto mui pouco agradavel, poi m aquel-
le que obtido mediante a destillacao de frescas e
odorferas fl .res, se apura e aperfeica pelo con-
taeto do ar, e por conseguinte a sua duracao d
irtie* espaco de tempo. Eie por isso que. a Agua
Florida d*- Murray & Lanmau, tormando urna con-
centrada pr-'duccao das mais raras flores do sul,
apandadas durante o aenith da sua florescencia e
mior fragrancia, ni s possue a fresqnidlo de
um fr-sco ramalhete, mas tamb* e inextingui.el, a nao ser n -aoepy** da lavage
do lenc> anterioraun:e bumadeeido n- mesnia.
Como oabantia coutra aa falsificaces, observe-
4 bem que ..s uomes de Lanman & Kemp venbam
estampados em ledras traneparentea no papel do
livrinh que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se i venda em todae as boticas e lojas de
perfumaras
Alientes em Pernambuco, Henry Forater l,
ra do Commercio u. 9.
A Agua Florida ife Barry. Esta es
p'eadida agua flirida tao superior a todos 08 ou
tf.ia artigos da aua elaaae hoje no mercado, que
quando urna pessoa a usa urna vea, nao pode c.-u-
firmir se com neuhum outro oerfume. E feta pe-
la for nula original empregada pelo inveutor ha
mais de 50 annos. Tein urna fragrancia opuleu ta,
forte, suave, deliciosa, sem igual a que na la se
pproxima em m-nhuma outra, e tanto mais re-
frescante e fortalceme que m*a garrafa della no
banho tem mais acci e maia agradavel do que
urna garrafa inteira de qualquer outra.
N. 1% Attesto ter empreg-i-lo com van
.ijosos resultados era doentes de tubercu-
loso pulmonar, em minha casa de saude, a
Kmufsao de Scott oleo da figado de baca-
Iho com hypophosphitos de cal e soda.
O referido e veadado e o juro m fide me-
dici.
Rio do Janeiro, 15 de outubro de 1384-
Dr. J. Tavano.
Edital n. 9
De orden ""o Ubn. Sr. Dr. inspector, convido
os Sra. Sim Jeio da Silva Coelho Jos Cordeiro
dos Santos, Rodrigo Carvalh C e Diego Au-
gusto doa Reis para assignarem os contratos de-
finitivos das 1 rrematavoes que fize-am para tor-
necimento de artigoa de firdameuti ao corp> de
polica ficando pata isso marcado o praso de qaa-
tro das, a c-atar desta data.
Secr.tana do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 25 de Stteinbro de 1386. Servlndo de
secretario,
Lindolpbo Campello.
Edital u. It
De ordem do II m. Sr. Dr. inspector, faco pu-
blico que no dia 30 du corrente ir de novo pra
Ca o servico da illumiua(ao pub ica de Iguarase,
durante o corrente exercici, servindo de base o
precio de 2 Secretar-a do Thesouro Provincial de Pfmam-
ueo, em 25 do Setembro de 1886. Serviado de
secretario,
Lindolpho Campello.
O Dr. M-noel da Silva Reg, omcial da
Imperial Ordem da Rosa e juiz ce direi-
to da provedoria de capellas e residuos
tiesta cidade do Recife de Pernambuco,
por Sua Mngestade o Imperador a quem
Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que depois da audiencia do
dia 29 do corrente mea e anuo, e preenchidas as
formalidades legaes, ir a prego quem maia der
o arrendamento do predio n. 9 sito ra Duque
de Caxias, freguezia de Sauto Autooio, com dous
andares e pavimento terreo, porespaco de tres an-
nos, 8' rvindo do base o arrendamento actual de
1:2002000 por anno e vai praca a requerimento
de Mana Jos Prac*, leg^taria de Jos da Costa
D.urado, de quem testamenteira Anna Paulina
da Conceic&o Dourado, afim de que a mesma seja
indemnisada dos rendimentos veucidos e que ven-
cerem de conformidade com o que foi requerido a
fls. 155 e deferido pelos despachos de fls. 158 e
fls. 170 dos respectivos autos.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 20 dias do mea de Setembro do an-
no do Naacimento do Nosso Senhor Jess Christo
de 1886.
Recife, 20 de Setembro de 1886.
Eu, Luis da Veiga Pessoa, eserivao, subscrevo.
Manoel da Silva Reg.________
O Dr. Adelino Antooio de Luna Freir, of-
ficial da Imperial Ordem di Rosa, com-
mendador da Real Ordem Milit- r l'or-
tugueza de Nosso Seohor Jess Christo,
e juiz de direito privativo de orpbSos e
ausentes na comarca do Recife, por S.
M. Imperial e Constitucional o Sr. D.
Pedro II, a quem L)eus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem, ou
d'elle tiverem conhecimento que no dia 28 do car-
rente mea, depois da audiencia deste juiso, na res-
pectiva sala, ir a praca para ser arrematada por
quem mais der urna casa terrea, sita ra Impe-
rial n. 200 D, com 1 porta e 1 janella de frente,
com 2 salas, 2 quartos, cosinha externa, 1 quarto
contiguo a ella, quintal murado e cacimba, medin-
do 4 metros e 80 centmetros de frente e de fundo
11 metma e 50 centmetros, avahada por....
1.000*000, que servir de base ao preco da arre-
mata cao.
E vai a praca a requerimento de Joao Manoel
do Naacimento e Silva, inventariante dos bens
deixadoa por D. Rosalina Mara da Paixo, para
pagamento das des peas do mesmo in venta-
riaut.
E para que cheque ao conhecimento de todos
mandei passar o preaente que ser* publicado pela
mprensa e afiliado no lugar do costume.
Dado s passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 22 de Setembro
de .886.
Eu, Manoel do Naacimento Pontea, eserivao o
subscrevi.
Adelino Antonio de Luna Freir.
Inspectora de aygieae publica
De ordem do I'lm. Sr. Dr. iospeetor de hygMae
e em cumplimento do ai.. 83 do Meg. do aerry
sanitario que baixoo com o Dec. de 3 de Fevereiro
do correte anno, sao eonvidadoa oa ambn a fa-
bricantes de licores, viuhos artifician, sgu*a n-
neraes, gorduras com* stiveis, coos* rvs alimea-
tarea e outroa gneros de igual n tureaa, a apre-
sentarem netta iu.poc'oria as formulas ds seos
preparados, afim de erem examinadas, para e
que Ibes sao concedidos 15 diaa, a coatar dessa
data. #
Inspectora de hygiVne publica de Pernambaeo,
26 de Setembro de 1886. o secretario,
uilherme Duarte.
Ini>ectorla de aygica pnMIca
De ordem do I lm. Sr. Dr. inspector de bygiena
e em cumprimento do art. 90 do rogalaawiato a
qu*- se refere o decreto n. 95.-4 de 3 le Fevereiro
de 1886 communico, a quem uten-asar p saa, qaa
nenhum etabe lee .meato, ix.epto as pharsuaciaa
e drogariaa, podea vender medicamentos dro-
ga, sob qualquer piet-xt-> que seja, iucorrendo os
infractores ua multa de 100> do dobro na rein-
cidencia.
Inspectora de bygieue de Peruambuco, 26 de
Setembro de 1886.-0 secr.tario,
Ouilherme Duarte._________
Sub ii legaca de polica do diatricto de Ma-
neota, 23 de Setembro de 1886
Por esta subdelegada ae tas publico achar-n
cm deposito um cavallo russo preto, gordo, appra-
bendido de um individuo desconbecido, qie diaae
vir da eidade de Itamb, para entregar a oa
deutor medico de nome Baptista, vindo o meaaao
montado em oseo, nao trasendo document > algosa,
nem guia da autoridade competente : quem for
seu dono, ompareca nesta subdelegada munido
da competente justificacao, que dando oa signas
certoa e pagando as despesas do trato lhe ser en-
tregue.
MARTIMOS
1X4 AA
Vapor
DECLARftf.CES
SOCIEDADE
Auxiliadora da Agricultura de
Pernambuco
Sesso solemne de 28 de Setembro
De ordem do Illo;. f r. gerente, faco publico que
a sesea ^ solemne deque trata o snnuncio de 16
do corrente, verificarse ha no salo da Associa-
co Co.nmercial Beneficite a 1 hora oa tarde do
da 28, e depois da leitura do relatorio do mesmo
Sr. gerente peder ser concedida a palavra a
qualquer um dos senhores convidados no supraci-
fado annaucio, que embora nao pertenca socie
dade, quiaer discorrer acerca do lamentavel es
tado da industria assucareira e dos meiosd evi
tar o catacly.-ma com que nos amescatn os nfi-
mos presos do nosso principal genero de expor-
taca. Recife. 25 do Setembro de 1886.
Hennqne Augusto Milet,
Secretorio geral.
Companhia Pernambiicana
((iSPAVIMA PKB1I
DE
%aTegac5o Costelra por
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracsju' e Baha
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 2S dt
Setembro, a 5 hora*
da tarde.
Recebe carga. U
'dia 37.
Encommendaa, passagw .-s dinheiro a frete at
as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pemambucana
n. 12____________________
tnued Sutes & Brasil Mail S. S. G.
O vapor Advance
' esperado do aul ao da
27 dc< cerrenhe, segando de-
pois da demora neeaaaaria
para
tf aranho, Para, Barbado, H
Thotuaz eXew York
Para carga, passagens, e encommendaa tracta-
secom oa
AGENTES
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port-
News. at o dia 1 de Ou-
tubro o qual seguir depoia
da demora neceaaaria para a
Baha e Rio de Jaaelro
Para carga, paasageus, encommendaa e dinbeiro
a frete, tracto-ae com os
AGENTES
Hnq Forstcr I C
_ RA DO UUMAit.K0lO N. 8.
1- andar
Pacific Me a ai' Navigalion Company
STRAITS OP MAGELLAN UNE
Paquete Aconcagua
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 26 de Se-
tembro, e seguir da-
pois da demora do coa-
turne para a
Baha, Rio de Janeiro, Hasta
video e Valparaso
Para carga, passagena, e encommendaa, traeta-
AGENTES
Wllsoa moni dk C'., Llaalted
S. 14 RITA DO COMMERCIO N. 44
N. 8
EDITAES
A companhia pernambueana de navegaco eos-
teira por vap ir, tendo de resgatar 263 ebrigacoes
^aruntdas, na importancia de 52:U0f, couvida
pelo presente aos senhores subscriptores desse
emprestimo para assUtirem ao aorteio que se
t*m de proceder s 12 b .ras da maubS do da 29
do corrente, nc eacnptorio dn mesma companhia.
Recife, 22 de Setembro de 1886.
A Cmara Moaicipal da cidade de Olinda e
seu termo, em virtude aa le, fas constar a quem
convier e iut. r* ssar possa, que a arrematacao dos
impostoa pertencentes a sta municipalidade, foi
transferida para o dia 29 do corrente, pelas 10
bras da manh, no paco desta mesma cmara.
Secretaria da Cmara Municipal de Olinda, 22
de Settmbro de 1886. O secreta! 10,
Jos Figueira Curado.
romp..
eamda pelo mar.vunoao c u~ .-J nt, que 8ei p,jb,C8do ^
har -l.iS'. Alvares ae >. ooares, ae jfnpr(.n8Hi e, &SHO u0 lusar do costume.
Pelotas.
O acredita'o fazen leiro, residente
em I aqui, Sr. B Irio P reir do Atha-i
de, cu catt drigi la ao Sr. Anomo Das
do F. Vll na :
S tito V. S. o sub agente nesta ci-
dade do Ptitoral de Cambar, dirijo lhe a
presente, afn da estar que, s.-ffrdndo
minha oiuliier ha inuitos anuos l asthin <,
s ago-a, e com o uso do r trido medica-
mento, ficou radicalmente rorada.
Lis o que tamb-m attesta o &r Du-
min-os de J-sus Brz, n.go.iante em Ja-
guarAo: -
Eu abaixo assign.ido atesto qup/ 80;'
frendo dous tlhos W us de bronchites, b-
caram compl* tainente -urad-s com o co-
nhecido Peitoral de Cambar, descoberta
0 Dr. Adelino Antonio de Luna Freir,
official da Imperial ordem da Rosa, o,m-
mendadar da Ral ordem militar portu
queza de Nosso Senhor Jess Christo, e
juiz de direito privativo de orphclos e au-
sentes nesta comarca di Recije, por S.
Af. Impenal e Constitucional o Sr. D.
Pedro II, a quem Deus Guarde, etc.
FaQ" 8*b-r aos que o prea nt' edital virem, na
IM e tiverem conhecimento, qu- no da 28 do cor-
rent-, dep is da audiencia deste .-uiro, i rao a pra
ja par-i serena arrematadas por quem mais der, as
indias aguas ns. 1, 2, 3 e 4 do b.-eo do Aquino, e s
.le n 1. da trav-aaa das Banei-a tendo oda
uma 1 porto e 2 ja-ellaa de fr-nte, 2 salan e 1 quar
to, mediado de ar .r. 7 metros e '0 centimetroB,
e do fuud- 3 etroa 39 centmetros ; tendo todas
as meswi- imen o-s, em solo pr->pro, avaliadas
-in W 00 ca urna, que servir de base ao
!>rec" arrem avo.
E v*c a p eaa requerimento de D. Herme.linda
Tavar o. Aquino, inventariante d >s bens deixa
d .a por seu marido Mano-i Tavares de Aquin,
para pag-mentj de custa3 e outras despesaa du
mesmo inventario.
E pira que chegue ao conhecimento de todos.
Dadu e paseado nesta cdde d.. Recife capital
da p "vmciade Pernambuco, aos 22 de Stteoibro
.te 1886
Eu. Mam 1 do Nasciinento Pontea, eserivao, o
Bubacievi.
Adelino Antonio de Luna Freir.
Edital ri.30
4* praca
De ordem do Illm. Sr inspector ae faa publicj
qu-* aa 11 h -ras do dia '8 do corrente mes a rao
v ndiaos em praca no trapiche J.inceico, 12 ki-
l.'Krammas e 70" gramolas de coral m raiaes e
em obras, e 750 grammaa de fitas de seda lisa,
nao especifiOHiln, appreh*-udi Jos n-i da 20 de Ju-
ho do corrente anno, a Achules Giomo, passa-
geir. do VHpor fVaneea ViUe de Victoria.
3a seccio da Alfaudega de Pernambuco, 24 de
Setembro de 1886. O chea,
Cicero B. de Mello.

PWILHAO
EMPRE2A H. & 0.
:i
DIRIGIDA PELOS H.XBEIS A TISTAS
lMUD.. E FUCIQ3
Hoje! domingo 20 Hoje!
Iloiis grandes especlacnlas!
Sendo um as 4 horas da tardo e o outro as 8 1/2
da noiie. ^
DA
TRRRIVELEFEltOZ
HYENA
Ser "pr sentada ao publico dentro de urra es-
p^cosa jaula, onde entrara n.rabera o Sr. Hilar o
afim de taael- trabalh^r saltanrf brrelri,
arcos linn eforrali. arcos de fst-
aaa ese. ele.
10*000
24000
11000
Camarotes com 5 entradas
Cade i ras
Geraes
AVISO
Haver bonds especiaea paraMagdalena, Afe-
gadoa e Feruande Vieira.
a lira llelra de *a*e-
fio a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Quilhenu P+
checo
E' esperado doa .rtoa da
norte ate dia 3 de Outa-
bro e depois da demora a-
dispenaavel, seguir* para
os p'-ria do sul.
Recebe taino-m carga para ilantoe, Pe latas
8 Grande d *ul, frete modic .
Para carga, paasitens. eDCommeDdaa valorea 9
trat-e na ag*-ii'-i' _
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante o Io tenen'e Cario An-
tonio Qome*
E' esperado doa porto* do atas
at o dia 26 de Setembro, a
seguir depois da demora a-
diepensavel, para oa por*~
do norte at Manioa-
Fara carga, pasaageaa, t*ncommdaa valaca
racta-se na agencia ___
PRA CA DO CORPO SANTO N. 9
(O
rvMii, k% wnumAtm
KIE HAHITIME
LINHA MENSA .
0 paquete Niger
Commandaole Bassle
Eapera-se da Ea-
n.pa no dia 4e
Ou'ubrn, segaa-
do depois da db>-
inora do cuataaat
"^^JP^ ^^Ona^^^para Buenua-Afi-
res, tocando ua
Baha, Rio de Janeiro e
terldo
Lembra-ae i os seulmr* K~8sag*iroe de
as classes que ha lugares reservado* para
agencia, que podem ^lmar em Previne se ao ssenhores reccbed*re*_ de *
doriaa que a se attender aa reclmcoea por M
tas n*>s vnlumea que forem reeoahecidaa aa
s!i! da deaairga.
Para carga, passagena, encomnanaMas
afrete: tracta-ae com o_____
AGENTE
4ugusle Lab He
9 RA DO COMMEKCIO-
linihasti


f Perl*--. Dflujigo 2fi de Setembro de IWifi
COK I* t-MI i PEM4MICAN4
E
^?emico eostelra por vapor
PORTOS DO SUL
Tamandar e ftio Formse
0 vapor Giqui
Segu no dia 29 de
Setembro, pelas 5 ho
ras ila inanh.
Recebe carga at o
lia 28
Enommeudas, passagens diabeiros frete ati
as 4 horas da tare rlnrli* 28.
ESCRIPTORIO
C-sm 4a Csnapanhia Pensab&
cana o. ls
loLMAlLSrM P4CB1
CMPAM
O paquete Tamar
esperad(
do al no di 80 d>-
c.rrente segua fc
lepois da denn s*
uecessaria
piara
Lisboa 't Soiilhamnlon
Para paasagens, fretes, etc., trace Ul
CONSIGNATARIOS
Idamson llowie &t.
ra 6 Parto por Lisn
Segu eombrevidade para os portos cima a
barca portuguesa Al ian$a : pura o reato da carga
e passageiros, trata se cum os consignatarios Jos
da Silva Loyo & Fiiho.
Ll.li.uK.
lerca feiim J8-o l.ilao-d-m 'veis, tonca, vidroe
e eli clro- pate, existentes no 1 o ailar, do sobra
ais da ra do Mrquez d- Oliuda n. 24.
Icilo
sH armacjaoe gneros d > stabelccimento de rao
lbados a ra Di eita n. 104
Agente Brito
Vender a r forida armaco e g eros em 18
lotes on retalhifism-nte no correr do martello.
Siegaada feir, 9 do correte
A's 10 huras e meia
Leilao
De 4 pecas de encerados para mesa. 1 cau ielabro
de metal branco com t mangas, nwbilias, ea-
maa, marqurzoe<, c-ulxoes novas, 25 cortes de
casineta, 30 duzias de meias braacas para se-
nhoras, macas para viagem, miudesas, perfu
Diarias, balancas e muitos ostros objectos.
eguada leira, 7 do carrete
A's 11 horas
No armazem da ra tlo'Mirquez do Olin-
da n. 49
Por inlervenro do agente
(usuio
/Clo
De 3 instrumentos para eng nboiros sendo 1 nivel
e 2 thei.di.l t'is
Terca felra 9 do correte
Ao mo dia
\ ge ate Pinto
Na ma do Mrquez e Olinda n. 24, poroeca-
ai&o dj leilao de mov-is, louca, crystues, objectos
de electro pate, 1 silba e srreros para 1 cu val
de cabrio et.
Leilao
de urna mibilia de junco branco, 1 consol, i ca-
bide-porta chaa, 4 pares de cortinados, 1
Cama de ferro c n, .lastro d* rame, caaichao,
ICinadns, 1 .arreiouii ketedo.ppr ni cavado
de dfcbriolet, 2 laiiternaa e uutros muios objec
toe.
TERCA-FEIRA 2s DO ( ORRN TE
Agente Pino
No sobrado da esqwoa da roa do Marqu: z
Gatada Qtl^l a ie*ca da Sr*'n*rU* <
Por ocea*io4loleilio d- nticas vidros, electro
alfto mnvei- e ontros objectos cof rie um oulro
aunuocic uetta C'iuiiinu.
leilao
Do fe8tsHir*int Fiancez
A' ra do B.rao da Wt'.ria n. 28
Te ees A's 11 horas
Osgeaie AlfreilinGuiuvtr-s, autortsado pelo Si
Jos A Francis, com anou naia de seus creder.-,
levar a leilao o referido R sraurant, para paga
' omento dua meamos.
Ein loteg on a vontade d s c mpiadorss.
Garante se a chave do mesmo, p alendo eDten-,
'dr-e acerca da mesma eom o Sr J. Ghrtiani.
Agente Pestaa
Ufltt
De ppquenns rasas tarreas, sobrados e um
trr'Do tujas casas p* l> a bom i atado
de irooflrrvacAo exc H-nts-s rendimen-
t8 cham.iti a att-n3o di s Srs. compra-
dores.
l,hr <> <>.< ni!;> nrailata
TROA-FKIKA, DO CillikENTE
A's i hor.is em poulo
Na agencia ra do Vi-gario n 12
Um obrado iie 2 andt-s sito na rta U-nipa
hia Per.imrucaiia n. 12. rpiinVwtii 756^100 i:
unes. Um itit' Bita n 56, rendt nd ..48n <0 nmiai-a. U.n c
terre mesma en p. 5 mmii ndo 261AUQ0 an-
oae- Una dita t. rrea A m ama ru.^i. 6 l-n
4enilo ltt^.'OOO aunua< 8. Uma ,dita tt-riea m
dos Catn 3, r nd'.ndo I4)ju0' annnae*. Um
cbalet em consfnn can rom b m sMm a:b i;.-ai
itO travesa da cap lia ite J fio terreoj com 4y0.| aloo s de frr- e e 600>> fundo
junto-A stigo o I' rt oa*.y^rt-i... .ni ISi-lurib-,
Uma casa i rn a Sita i i na rieiS. Ji i^r u 5. rm
dendo 24UdO 0 anana*a -Um- .iii' j> a 4 ru- d '
Mrquez d H.-i v i i.. 139. n n u h> 31KI0U0 mi
Uses. Um dita diila Ja o Vico Utle de
Griy-nna n. 79, rendei do .'JtOiOtK) ..< mi-u. Urna
dita a mesma rita n. 1()7, re o ,oi U<4iV Urna
ata sita ao (,' n.-il i lo Bi.-,o n. l, deno-
OWW000 anniia-s. Ulna ri-tji ir, a.. Maieo-do
jfmnia n. 6, lemte .1 3'K>i'n)i ^ii.u.es \Juia dii-
sita ra d R aarin da B.-V sta, kww u. 11
rtndi nd OiOIH! innoves iDmH < M Ir-
sea ^Bja dita ra da I i.lina u II. nn.liuilo 6400
annUftee. Ulna dita ma le Lionas Valentinas
n 4, com dois sotan?, rendendo 31H1*'"'!'. Lina
dita nos Aft-igadur ttavessaite Motoi- mb<5 n ,
tend' 3 Balas, 1 >a, 4 quanns, <---- inlm, fr nt-
murada ci m pona o de f rm, < om 385 pa-m s de
frente e 480 tfe fundo, coin muiti a i^pqueims e
grande quantidadi- de arvr. s frucnfiras e $jgsan-
aea viveiros. Duas rasas terreas, sitas no 1 co
da Panella ra do /^aiibo m. I e 3, cum bas
taote terr n so lado e'fand .
Todo* estM -preuios tirio vadidos livies e
desembarazados de todo e qualqo r onus, e maia
informacea eom o agente cila.
de um variado aortimento de vidros, crya
taea, louras, pon-i-lanas, obje tos de le-
,tro pate de Terra cota e muitos outroa
srtigos de apurado guato.
Terca feira do erreote
RA DO MARQUtZ DE OLIN\ N 24
Richardo Hull leudo d" faaer urna vmgem fars
leilao, po. mt. rveuvio do ageute Pinto, de lodos
.bjeet s pxistentea ero seu deposito da ra di
Mrquez deOlinda n 24.
Em ciil:niwC'o
Duas carteiras, mesas en /emisadas, armario;
para papis, cadein-s e maia perteucas de eacrip-
rorio.
B m como :
Armario frrado d-panno para amostras, me-
sas |i.ra fazendas e mindezas, prateleiras e mais
accessor c8 cara i xposn;So d-' amostras^______^^
I-eilao
IJaij de cabellereiro da ra largado Rosario
n 22 constando :
De eapHhos grandes, edeiras de barbear, ditas
de junen, baneas, esrteiree, arandellae, quadros,
candi iroa a gaa e inais pertennee.
(Em um ou mais lotes)
luiota felra, SO de Setembro
A's 11 horas em ponto
Agente Pinto
Na refetius hja ra do Rosario n. 22
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe
boa, junto de S. Goneatlo : a tratar na ra d*
Imperatriz n. 56.
___ -de-se aos abaixo notados, o favor de vir
ou mandan m ra do Mrquez de Olinda n. 51.
P. dio Siqueira, Alfandega.
Prederieo Vieira.
Manuel, do Banco.
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com ezcellentes accommo-
da(5es para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
ra do Coitmercio n. 10.
Precian se de um c.ixeiro de 12 a 14 anaoi,
com pratica de taverna e que ri fiador sua con-
dueta : a tratar na ra do Visconde de;6oyanna
ramrro 12.
Ainga se a casa terrea em Beberibe de cima,
r-rreno de Stepple ; a tratar no becco das Carva-
llos n. 1.
Aluga-se o sobrado de um aodar u. 81 i ra
de Marciho Das ; o Ia.andar do sebraao n. 22 i
ra estreita do Ros:.rio, e a casa terrea n. 79 ra
do Coronel Suatsuna ; a fallar com o Pinheiro,
ra Duque de Caxias, lija de mixdezas n. 66.
A'iiga ae o sobrado da travessa do Livra-
meiito n. 10 ; a tratar na ra do Apollo n. 4, so-
brado.
Precisa ae de um caixeiro com bastante pra
tica de fazendas ; a tratar na ra Duque de Ca
lias n 43
O barateiro vende no pateo do (.'armo n. 13
copos finos a 24800 a dnsia.
Preciaa-ae de urna mulh r que seja de.con
dacta tena, para morar tem urna sen hora e pres
tar alguns servidos, dndose casa, comida e al-
guna c usa ; i ta tur na ra do Mrquez de Her
val n. '.-3. Na uetma casa vende-se tres malas de
viagem, em tom estado e por pre$o m couta.
Precisa se de vendedores de bolos e doce,
tan beiti fs-s-ae paraenC' mmenda, com toda a per-
fecao, assim como tambem vestidos : quem nuizer
dinja-ae ao pateo do Carmo, esquina de Santa
Therrza n 39.
AMA Precisa-se de urna para counbar e
eofrprar'p^ra-rttww pefaoaw ; -a 'trafar -b& tvm da
Ruda u. 52, 2- andar.
Na ra do Rangel.o. 9, padaria, se indicar
qu-in t. m um bnm cameiro e carreja para p-ida-
ria ou eiichiutento.
l-ri.o den u.. nio ,|wu aixcira,pi i -
tica:.te- "desoja d.- .snp-.tos : a tiatat na ra :-.u
Livr. ment n. 15.
Preeis.i se.de r;ma ama para cocinhar em casa
de faioilia. : na ra do Imperador n. 73, .terceiro
airtiar.
Q ien. precisar de urna aun para-andar com
menino* : dirija-se ra de Mariz e Barros nu
mero IB
Precisa-se
de um cri ilo que entenda de jai dim ; na Casa.
Amarella, chucara do agente Pestaa, ou na ra
do Vraario n. !_'.
Quem pr<< uar d- um caixeiro coin pratica de
B*JtM i o-, lise eatta aesia lypographia com as
- V K. S.
Aviso
Previ, irnos que o Sr. Virgilio Antonio de Lima
deixou de s r nosso cobrador d-ade odia 30de
Jolh p lasado.
Joaqnim Lniz Teixeira & C-
Ama
Prec8a-se-deuma ama para cosinhar e engom
mar na ra de Pedro Affon8o n. 58, antiga dn
Praia.
Aivm de Inte
Prec8a-ae de urna ama de leite, paga-se bem :
a iiitozmar-ie,i arta Duque dVaxias/i. 56, pri-
meir.i andar, iii-rjutorio.
k% roiimimio
En Ojiio aati.'iiaiio .di'diaro -.o publico.eia:-
eo'po eommereial une te h justo e contratad,
eom u r Ma'ioel da Uoata Raoina o sru i*ti b-le-
eiun"de m loados aitu ra Urga do.'RosiriU|
ii ro\ Hvre-e dea-rfibiraf do de qualq ler onu
poiin ae algueui.se julg i c m din ito ao nn\'in ,
ap'eaente se no praao v tres diar. R. cife, 25 de
Seiemnro de 'I8*G
An'miiii Maitina .lunior.
------------p.-^-----------------------------------.----------,_____.______________.^^
Eiualiaao aaei(ioirii paOripo o corpn eom
in- rcial que n.i.fa d la t. h v mli.lo ao Sr. n f.uno Martina .lunior um II stal loeciiiento Mtil
ra laiga dn Ros ii H \H .lelf-ndo i,a la de
v. r ii- 8 *'{ rm .la. .ft>-< praijlieui
ai jolgar er^o,,-apr-ri-nt a- ni. litulm- ua m sina
r a n. II, no pr-ia>i de tres i'i. a, i, e nlar desta
rtata. R. ei e, 85 de !W mino -lel>-86
VMau i-I o. C fta Ramos.
frwHie^
Luiz d" Barros C valca i--, uat ai < como tutor
de i-aua nuia a ni- mir- a. pieria a uaem iul> ret--
ar pon-a, qae o viiKinho Kmm.i, i-ito no ermo do
l'abo. nao t iaadJMuWM-i nal Mloaac leideir aoorfina-.'e |iai, Mawa-I de B .na N- lt-- Cavile. n.
te, esm taot-nta parre aepar.d. .pata pag neo.'o
dos meamos, que foi adju-n- ada viuva luvi-nra
rante ; o que ae -imi 'uubu-ii por constar que os
ciedoies o querem n/focai- no todo. Villa do
Cabo, 24 de Setenar t- 1 >(i.
Lniz de Barres Cavaleante.
Carro le^wisseio
Vende-ae um carroem bum.atao ; na ra-do
Imperador n. 11.
o**
S^l
APPROVAAO DA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS
V
O quinium Labarraque 6 um Vinho eminentemente tnico et feb ifueo destinado ubstituir toda* a
ootraa prepararrues de quina.
O quinium Labarraque rofltem todos os principios activus dos vinhos mais generosos.
U quinium Labarraque prescripto com vantajem aos co:ivalescentes de doencas graves, as parturiente e
a todas as Des.oas tracas ou debilitadas por urna fc-bre lenca.
Tomado com as verdadeiits'paulas de Vallet, sao rpidos effeitos que produz nos casos de chlorost. lu-
mia, cores p .-..l idas.
Em razao da effieccia do Quinium Labarraque. preferivel
tomal o em copo de licor, no fim da refec;o e as pilulas de Vallet antes. *y*
Vende-se na mor parce das pharmacias sobe a assipnatura :
Atten^o
Aluga-re urna boa casa terrea com ngua a gao,
caiada e am'ada de novo, e rom b.imita e. n-
inodos para familia, ; etfo d >s bnbus salgidoe
estacoes. aita em O io 'a, rn 27 de ane>ro ; a
tratar no largo do C'ijo Santo n. 17, 3- andar.
M Aluga-se ou vt de-se dnaa casas nc arrabalJc
cima, sendo urna inarg-m do rio e o'iira da
povoaco : a tratai-se em Jao de Barros n. 24.
Fumo Para
Fabrica9ao e atacado : Ca3a L. PRERE
19, ru Jacob, Paria.
j____
ESPLENDIDO RESTAURANT
Kste acredita de sorvir ao mais exigente hosppde, para o que tem it'gnficns >alas^-quartns, banh-irof
o rest.iiirant, encontr nd- -so n'- ate, alm daa roais exquisitas igu:,ria*, fa grande nov>
dade
(lslra cbias [orugocza
(unina easa que ss prepara) em todas as quartas e sextbS-teiras, de l i > s da mj
nba em dttDte.
PRESOS RESUM O IS? OS
A n.ttwl gerencia do Sr. IZIDORO ALVES PIT(.^.
Ilua da Madre de Dt-usn. 3, junto Alfanricga
C
xanga
MARCA DE FABRICA

VID MI OMUMESINNA UUlUlAU UkCTOfHOSPaATf CE CHAUX
ET OEFER AU OUINA TITRE ET A LTCORCEITORANGES A M ERES
iaWhntaSl EXPORTATION fcfS!.^5ar^a![
'
NOTA. Para evitar at contrafacfOes, s se den
teceitar ae garrafas qui tiverem incrustadas no ridro
as patarras : Vinho do D' Cabanes, Paria, e
ltre o rtulos, tiras de papel que envoltem
gargalo a a marca ii fabrica,
a assignatura io'T)' Ca-
banas o m/kj le garanta
do governo francez.
_______________________B.fH.f.
re papel que envotvem o
VINHO
DO
DrCabanes
KINA-CABANES
0 Vino do Sr Cabanes, submettido
approva.io da Academia de Medicina de
Paris, li reconlieoido como um tnico
enrgico (por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue c da Carne), que d ao
sanguc forra, vigor e energa.
Os Sni* D" Trousseau, Ourard e Vel-
peau, professores da Faculdade dCMediclna
de Paris, o re eara todos os das com o
melhor xito r MUlheres enfraquectdas por
excessos de toda especie, trabaibo,prazeres,
meatiruaco, etlaie critica e amainentacOo
prolonoada. ET extremamente elllcaz contra
o Fastio, Ms digestoes, fi/spepsias, aatlrUis,
Tonteras e Vertigens.

Ua resultados mfenvilbosM nos casos de Anemia, Chlorose, Pauperismo do sangue, l'r-'eri-
Utdedas muiheres, Flores brancas, Perdas stniiiiaes. Impotenciapreuiulunt, umagrtcmento
geral. Tsica pulmonar, Febres tercas, Intermitientes, Palustres, Endmicas e
Xpldemicas.
0 Vinho do Cabanes, pela energa de-sua aceao cordial, desencove as /oreas, activa a
circuUicaodo swigue a e millo recouimondavel para as convalescerea.
Faz cessar os vmitos tao treqnent durante a gravidez, augmenta a secrecao do leiio nos
nulnzes e d extraonliiiario vigor as enaiieinlias de mama; gracas a nlluencia dos sens prin-
cipios tnicos, sol rano nos casos de Ui-ibctes, AITecc&o ia" medulla, Hvsteria. Epilepsia,
Rachitistno e um geral, em todos i m que preciso recorrer um tonteo poderoso, que
vtgoffrtximre as fiirritlos doentet.
Como aieritivo BUbstltue co^i grande vantagemos lquidos perniciosas como absinlho,
veruiouth, etc B uui prefiorvalho eetado pelos viajantes e mannheiros, como aaU-epide-
mjco e antidoto da feUre uiuaivlla, Vomito c oulras Molestias troplcaes.
Deposito geral : TROETTE-PERRET. 2S4. boulefard Vokaire. PARS
Depsitos em FeriiatiibHco: FB&N" M. da SILVA t O*, i nal priaelpass Pbarmaclis.
Hura certa em 3 das sem unto medicamento
JPAMIS 7. BauUrarti ItoMoM. 9 VAUJM
cioms mmRADJIm
^si
do Doutor SAMUEL. THOMPSON
As Co-a raafl inrsiwr.ula* .Icv.da a pst,- PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, iCjiai. Jor rtor i-xc-l iMicia de lo-las a [H,rd^^ i-i|i>rinieaiwlM
p.-lo org.inismo con Estas Oott >s ,lo rigor aos urfos -aioart ,los dous scjo.. : cnrfui ni..II .e^ienlc Waa < atrecfirs
d.'BeiBiflaU ESGOTAJENTO. Laos cono Impotencia, Eipormalorrlia. Pedas seminaes, ele.
O Frasco : 8 (Francos enri. Franca ) y7 ...
Todo frasco que nao trouter a Marca de Fabrica registrada e a aiittnaforio^KC*. MftrtcaM
deve ser rigorosamente recasado. _j^i-^ (,!'e
PAJtIS, Pbarmada CEUK, rea &ocbocnouart. SS. ^S Producto.
Depo&itarioe eoi Pernambaco : FRAN= M, da SI UVA 4c C.
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Fraqustaf.gerai, claVNam:, CMhvsis, risica, Cachexa, s rofalat,
ds owru. Crescimento diflUil aos criangas, rosti, yspt,a.uu.
dm recontltulnte Mdupl *lo |r tinlij> as Mdicos da Es
RachUUmo,
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Hri, COLRR; rV, TI, niraa C4Mch-aiili. Dsimus aai princiiuj Fbanutlu.
VINHO DEFRESEl
TNICO-NUTRITIVO
COM PEPTONA
(Carm aisimilavelj
FEBR0 E LACTO-PHOSPHATO DE CAL NATURAES
Sendo o Vinho Defresne d'um gosto delicioso, tam-
bem o uuico reconstiluinte ntilurui e completo.
E o mais precioso de todos os tnicos; sob a sua
inuencia, desvauecetn-se os accidentes lbrs, rptuisce
i|i|ioiti',f'orial<:cem-se os musculos e vollarii as forras.
,.ii'"a-seconi xito contra ainappetencia.ns cres-
cimento^.rpidos, convalescencas, molestias do
estoma debilidad^, a anemia e consumpeo.
DErfiSNE : Foedcr dc3 flospitaea, Pars, Antor da.Pancreatina
^ tedas es ghumauas
if
rana
M. da SILVA & O.
DOMI5STIC
Sao -ri'i-ouli'-. i'.as Mr s m:>i*
ele gantes, m iafs 4nravels
em todos os sentidos.
iS M5LH0RBS
Para pn-yoa, o cir ulana com
i]Iu8lroi;3e8 de todos os estyloB, dir
J'uj se
-Domestie Sewing Machine & (
NEW^OE, U. JL .A
Alugnm-ae quartos ui'bi hados a 15 uipuslcs'
jo autijfo hotel de Czang, asfim c- mu t "ib- rn
cooimodoa cum coeinha e d. pinden<-HB para fami-
lia : a tratar na ra Primeiro d Marco n. 25 loja
te joiaa,
Aziso aos acaile icos do
Para a fabrica VctI-me i'n-e o fumo freses
d sfi-do, rm I 'hh d 15' e 't'J' irr- iras
i ai do llwriiu !i' mo
Os acadmieoa que t'ver- m do faaer parte do
quadro do quinto auno ti-nham a bundadc de ae
spresentar at o fim dcst-- mez ; ( a que ni com-
puri oerem dentro di-ste praao nao poJcrSo figurar
no rnesao quadro
ftialerle Hurauble
Alu^a-se
oredio n. 140 ra Imperial, proprio para rs-
belecimento fabril : a tratar na ra do Commrr-
o u. 34, com J. I. de Medciroa Kego-
AlHga-se barato
iua Viaconde de Giyanna N. 79
Ra de 8anfo Amaro n. 14, loja.
3na do Ciilabnuco N 4. I ja
) armazem da ra do Corone! Suassuna n. 141
Ra do Calabnico n. 4, 1. andar.
Ra de 8. los B. 74.
Ra do Coronel Suagjiina n. 50, 1" andar,
'aaa terrea da travesa di- S. Jos n. 23.
Ra da Baiza Verde n. 5, sitio c m viveiro.
Prat*.-ae na ra do Comm-'rcio n. 5, 1* andar
oriptorio de Silva Guimaia- & C.
AIu
iiu^a-se
. casa n 1 ra Li mbraiii;a do Gomes, em Santo
imaro, tem agua : n tratar na ra da Imperatriz
' 32, 1. andar.
I
una encllente caaa pintada de novo, com agua e
$az, e bastantes enmmi de s, para passar a festa,
oa travesoa da iuh de S Bento n. 4, ou S. Pi-dro,
m Olinda ; a tratar na ra do Commercio nume-
ro 26-A, Reife.
Alujase
i casi terrea da na d Viaoonde dr Albuquerque
o. 170, caiada e pintada de novn ; a tratar o
argo do Corpo Santo n 4, 1- anda.'.
Aluga-se
por prego eommodo o grande sobrado do caes do
Ap lio n. 75, s n<*o dous andares, cad^ qual com
b.atantes commo ios para familia: a tratar na
! ra larga do R>s>irio n. 34, pharmacia.
Aluga-se
a ca8n sita run Dir- it. o. 73, com coaimodos
; para familia, quintal grande e cacimba ; a datar
na ra Direifa n I OH.
AJug*a -*e
a c en terrea el'a A tr-v<85a da Punte de UchOa,
margem do Capibaiibe, com cir.modiia para
grande familia, sitio com arvon s fructferas, todu
murado, agua potavel milito b a, deposito e ba-
nh, iro ; quem prrtmder dirija se ao sitio dj Arco
ou no Recife. ra Duque de C-.xias n. 30, pada-
ria, que aehftrA com quem tratar.
Aluga se barato
38 I- e 3- andares da casa n 84 da ra do Brum,
com inultos o mu d. s pira t milia : a tratar na
ra larga do Rosario n. 34, pharmacia.
Casa para alugar-se
Alnga-se a casa terrea da ra do (Coronel Suas-
suna n. "'40, eom b no commodos e bmn quintal :
i tratar na ra Prtm' iro de Margo n. 17, primeiro
andar. ____
Para alugar
0 1- andar ra da Roda u 17, com muito
bous commodos : a tratar dj largo do Mercado
numero 12.
Esliiju para limpar marliinas
Vende se a 500 iis o k-lo, no d psate da fa-
brica de Fincao, a. ra do B m Jess o. 54.
Caixeiro
Preci'i-ae de um c< :ieiro de '4 a l anaos :
na ra do Hospi :i u. 34.
ViDleLHios!?
Duram < s n trat ,s p re Uaaa, T j 0' a duiia :
ua ra da Imperatrix a. 78.
Falsifj acOes
Para evitar fil-ifio :"i> ,; ^ e>-
nhecido iEIToRAL DE 'A. ,!i ve exi-
gir M csti preparado W B i aur r Al-
var s de v Snares rm i i i rsstasji i a ro
Iha do frasco e a u arta da f -.bi no enr .Iton'o,
circulada p'lo nnine dos saaatsa dep,*itarioa
(ternes em Pernai-hni-o rraariacj Mai.iel da
Silva it C, rua do Marqn, z de inda u .23.
Pinito de Rig:i
Acaba de chegar p--lo bri,'U"' Atalanta nm cota-
pliti aortimento de pinho de Riga da ine'hor qa-
lidade e de diversas riimennj s, t rno sejam'.
4 X \
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
8 X 12
c taboas da ir,c;ma madt ira de 1 e 1 1 poile
Veudem MATHE-^ AUSTIN C, k roa da
Commercio .Ib, I- andar, ou no caes d.- Apoib
n 5', por prec/w c immodos.
(Untura domestica
PHARMACIA DE
lennos de Simza Percira & C,
Snccessores
Rcc beu grande sortimento dV lente
tinta de todas as cores e eui latas de 1 a dlatraa,
que continuam a vender por comm.'do \,i
Qu.lquer peesoa (ineniao ou criado) pinta cos
perteicao.
Com esta tinta p..dem todos com p uc i dispen-
dio conservar sua casas aimpre limpas.
Bimoltriiiia le Quilla 1.21
Cosinheira
Precisa fe di- urna para sssi ihar I ( icr maia)
alguns seivi'c rua do A1..ira n. 14.
Jn-*' Saltrlel Carne iro lia ( lina
Candida de D uirmuud da Cunlia, s- m tllhcs
genr mandnm c-lebrar mis p r Una de sea
querido esposo, p-i e sr.gro, Jos Gabriel Carnei-
ro la Cunha, a.- 8 horts da n.anha do lia 27 do
e. rrente, 1 anni versario de seu fall> oiu.ento.
Par case acto que teri louar na oatra da
Boa-Vista, convidan a todos oa pan ntcs e ai i-
po* dn Hasatii. ___________^^ ___________
O Dr. i errer mudou neu cscriptorio para a rua
do Imperador n 52, Io aodar, uhde pode eer pro-
curado das 9 b' ra da mailia As 3 da tarde.
Compra-se
um lustre de vidro para gaz e tambem um resisto,
ambos em b m estado ; u tratar na rua do Vis-
conde de Gi'TMtma n. 1, taverna.
rara passar a festa
Aluga se b>ri-t" urna casa povoado Bi a
Vi pem, cum gr-nde sitio, muito fresca e onmmo-
doa para f milia : trat -8e rua larga do Rosa
ri n. 34, pharmacia.
Pastilhag vermitgas
de Bering
o mollior asax-ifie i coate* ti> nasa : deposito cen-
tral un cas:. '< F na S biinh 4 C. rua do Mr-
quez de linda i. 41.
M
Joiinna Mara Compel*
Oa filhor, geuroa e netos da Baas Jo.ana Ma
ria Can pello, aura lecem s peaaoas de tus a mi*
zade que a dignaram acompanh-r at-, cemita
rio oe restos m-rtaes de sua sempre cloradama,
sogra e av ; de novo as cjnvidam paraoavireai
algumas u.issas, que scro olebialas por isa
alma, terca-feim 28 do correte, a 6 horas da
manti, na nutriz desta cidade, sitimodi de sai
falleciraento. Cidade de -anto A^ostiuho do Cabs,
25 de Setembro de 18>6.
*icvLtoik-M&MSMBr
Pfufcsifora
Rosa a < anisa Freitas Caval-
eanle
.InSo Francisco T- ixrira #arqiie c sua mulbcr,
mandam rea-r per alma de su pr nada c nunca
etqnecida togra e mi, Rosa da Cuaba Freita
Cavaleante, urna missa na matriz da Boa-Vista,
- 8 h> ra da manha do dia 30 do corren te ma,
trigeiimo do faliecimeDto ; desde jA aialeceai
a seus prenles < pessoas de .sua i.mzide, sai
c-.ipp-iiecimento a este acto de car4>-.ie.
Os m-amos agradecem individualmente todas
as pessoas que por s-u convite, arsistirci o toas-
rada failecid no din 2 Jo correte mi. ^^^
. riwm
Precita-?e le no> prnf gsora para leccionar
por'npuez, pian-i < traba ho de Ku'bs, para um
engenlio pr um i A va f-ir'-a de S. Francisco : a
traiar na rua Dirt-hn n. H 6.
P 8
dio ao nor.to
a bella al vera Vapo-
rosa que *ez a repuiaco
das stollezas da Antiguidafe.
PANAFIEU
Paria, rua Rocnechouart, 70.
Deposita ios 'm Pernar.,bw,o : fnnr Bt- l S-VA C"
asa teri'Ca para ven-
der
Urna pessoa que (ero urgente necessidade de s
retirar para fra da provincia, vende por 1 300J
a cas i tertea o. 22 da rus de I^aiz de Mendonca
fregu- zia de S. Jos, edificada a moderna, en
bem estado, chaos proprios, 2 jauellas e 1 porta
de irenie, 3 quaitos, quintal, cacimba e cusinha
fra eduas grandes salas, livre e/lesembaracida :
a tratar na roa do Caldeireir-i n.*50, at as 9 ho-
ras da manha, ou depois das 3 h >ras da tarde, e
fra destas boros no cartorio d> Porto Carreiro.
V'iienivcl conf aria dft Sania Rila
de Cassia
Jii.iqulni I.eatraiilw Vlt-aam
O cona Iho ailn.ii.istrativo desta c-)fri u saaa-
da i-eiebrai urna mivsa de reqnii m p--r alma ds
peu canssimo iiinilo ex-iubreged-r Joaqnn Lss-
c-idio Vi gas, segunda-feira 27 dj crrente, s*8
boras da irm.ha, i m sua igreja ; palo qne < nrisa
uso s a fi.mi la e i.migos do finado, como tamisa
os carissnnoa iruios di sta coufrari.', fian de as-
sisnr, m ao r- ferido acto.
Cousist -rio da venerael contraria de Santa
Ri/.i de Causia, 24 de Setembro ec 1886.
O secretario,
Dcodtto Pinto iloa Santos.
; Sssf
D Edeltrudcs J. de Pousa Magalbes manda
retar un mista na matriz de Santo Ani, i io. ss
8 1|2 h"rs di setriinila- feia 27 do e- msiie,, an-
i.iversario do f..ll> cimento de.seu iiaV> o c ronel
Ja Auto de Souza MagalhSeB ; cmv.l i pa-
reata s e am'gos do finado para issistirem a este
act d- en idade. _^_ .
Amonio da Costa Campos, tia^assaii doloroao seutimentc pelo passaiiento de seu sotn-
pre chorado pai, Bernardino da Cesta Campos,
residente em Portugal, vem r-speiosiiBiiiie cin-
vidar a todos os paresias e asnig s a astist-icutjat
m'ssas que por sua alma manas, ossbtar na ma-
triz de Santo Antonio, s 8baras da sa-nua d sa
29 do eorrente, trigsimo de .seu falh-aStBent-Vaa-
tecipando-lhi a os seus siaeeros sitisdsesass'los.


/
(Mario de Pernambuw- Domingo 26 rte Srtembro de I8N6
Timbro p- 6.
co-
Casa filial ra do Ca-
bag n. 12
Ruceberam novamente um esplendido
ortimento de chapeos de sol d to las as
Dualidades, para senhora, lisos e bordados,
grande vri-d*d em cores ; e para hornero
grande vari, dale em cabos inteirarnente
no vos, chapeos para crianzas-, chegarno-
TO aortimento.
N. L. Fabricano-s'e-concertatn-se- cha-
peos de toda as cualidades, com perfei
580 e rapiza a mai< r possivel; pois co
bre-se um chapeo em menea de urua hora.
Amo'tri'S levaras? em quslquer parte.
Vende -se em groa e a retalho
*.o i Bboros d nBgenliB b ontrus
Tomeui nota
Trilitos para engenhos
wagons para canna
Locomotivas
Mach'rlsm^ complef para e
ge 11 ho. de (dos os lmannos
Sysu-ina api-rfec;oado
Especificares e preeos no escriptorio dot
agentes
Brown & C.
W. A lina do C'ommercfo
N. h Mein do a.-ima B & C feu cathaloijosde
bu dspsso entosueceBS.-iri'-s agricultura, com<
^unbim m-n-hnias para desear, car algodo, mi
nhos pra cat, trigo, srros e uiilbo; cerca d* fer-
ro ga.vaiiiaadu excellinte e mdico em preco, pes
toa nenhuma pode trepai-a, neto animal que-
bral-a.______________________________________________
Inslrucf io publica
O delegado iliterario de Viceneia, conteste, se
pode, con. dn-unn-ntos serios, a publicsco inser-
te do Diario de hontetn, sob a'pigrapbe cima.
( Recite, 6 de .St-tembro de 1886.
A vz du moral.
CO-
Em quart s
Bobrinhj k C.
Apa" i Wn
. raeias garrafas, veodem Fari
rna do Marques de Olmua n. 41
DBVOSlTa BIUH____________
Finito resina
aV 3X7 at 3X12.
Picho branco (da Suecia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VEHDM
Fonse a Irnlo & C.
Cosinheira
Precisa-'se A> una cosrrlhlra que sej perita
urma edi caa do parrad ; na vua A* Rehoetle
a. 67, porta de f. fro.
^"
CURA CERTA
de todas as AffecQes pulmonares
CAPSULAS
^CREOSOTADAS^
doDr.POUENIERl
nicas Premiadas
Na tK)V3o de Panz en 1874
BJ'UB A BA5DA DE
iaHAKTU ttUUADi
Todos aquclles que soffrem
[ Jo peito, devem experimentar
las Gpsulas do Dr. Fournier.)
Depositarlas em Pernamouce :
FRANCISCO M. di SILVA C
A Hevolueao
A' roa Duuue Je J*i*a, resolta Tender
os seguint-s artigos om 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Setins dau.ass a 360 rs. o covado.
Gorgonnas oe listr.nbas a 360 rs. o covado.
Las coa, listrinhas a 640 rs. o covado.
"Merinos preto. a 1*200. 1*400, 1*600, 1*800 e
*^SEta e lacado, a l*000e 1*900 o
covado. .
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Cachemira bordada de seda a 1*500 .
Lia escossesas a 500 rs. o covado.
Cambraia com salpicos a 6* rs a peca.
Cb.tas -s.-uras e claras a 240 rs. o covado.
Linhos escosserea a 240 rs o corado.
Las com bolmbas a 640 e 500 rs o cavada
Gase com bolinhas de velludo a 800 ra. o
^Linon com salpicos a 500 rs. ?vd%xfin0 _
G.osacnaples pretos a 1*800, 2*000 e 2*600 o
COVado. ,
Zephiros listeados a 200 rs. o covado.
Snes finos a 320, 360, 400 e 440 rs. o co-
VaSetinetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o CO-
'^.tao branca a 32, 360, 400, 440, 500, 580,
600 e 800 rs. o covado.
Setimtas lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
Flanella de cor a 40 rs o covadj.
Planella branc a 400 e 1*000 o covado.
Chapeos de sol de cores para senhors a 7*DOU
UD3
Chales de casemira finos a 9*000 um.
Pechas de la a 2*000, 3*000, 4*000, 5*000
e6*000 um. .,
! Tapete* para janella. piano, sof e cama a 4*
6*0 0, 7*000, 8*000 e 24*0 <0 um.
Esguifo aroarello e pardo a 500 rs. o covado.
Casacos de lalaa i;* 00'nm.
Lencoe brancos a l*8iK) um.
Briai prateado a 600 rs. o c-vado.
Timos para meninos de 4 a 5 annos a 5*000
um. .
Leacos a 2*000 is a dnzia
Colchas brancas a 1*800 un.
Setins iaa,decoies 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o covado.
Setiuetas bran. as a 500 e 560 rs.o covado-
Cortinaaos bord. dos a 7*000, 9*000 e r6*000 o
^CHpeilw e veos a 10*000 e 14*000 urna.
cThas bordadas a 5*U00, 6*000, 7*0U0 e 8*0 0
Espartilhos de ooraca a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Cortes de la para vestidos a 20*0 0 um.
Algodo eoni duas larguras a 800 rs. o me-
tro
Cortes d* cas-mira para catea a 3*000 um,
Bramante de liuh a 1 *800 o metro.
Uno de lgida- a IJStl" o m tro.
Toalh.8 lelpudas a 4*000 e 6#Ot)0 a duna.
Aliiiinack da provincia
1888
paginas
Camisas nacionales
a *soo. no a*5ao
32^ L'ja a ra d Imperatrix 32
' Vndese ueste novo estabelacimeoto um gran
de sonim-n de camisas braucas, tanto de aber
tumsepjnbos de linbb como de algodao, pelo
bamttx preeos de 2*500, 3* e 4*, sendo raanda
muito melbor >to qu<- as que veem do estraageiro *
muito mais bem-tVitas, por serem eurtada por
um bnm artista, especialmente camiseiro, tntnb.ii
se manda faier p > encoujmendas, a i .ntade do
fregueses : na nova loja'da ra da Imperatris n
3 ., de Ferreira da bu va,
Ao32
WHISKY
OYAL BLEND Jiarca VtAOO
Este exeelleute Whisky Sscess;' pretenv
o cognac ounkriiardeu.e-de canna, para tnrttfic
> eorpo.
Vende-s<- a retalho no i Ibures armaaeos
nolhados.
Pide KOYAL BLEN) marca VIADO cujo o
ne e emblema sao registrados para todo o Brasi
HKOWN8 C, agenee
Nova loja de faze" Jas
3
7*00)
10*001
12*0
12*0Oi
5*50*
6*5-
8*0
3*00>
1*601
l*UO>
Notas tts.nhas
Um voSume com 4tt
2^000
A'venda na casa editora. Livraria Parisiense
a. 7 A, rna Prim.lro de MarCt. n. 7 A, Industial
Econmica de G. L-prt & C. e Carooso Ayres.
SaipfOes e vinii verde branco e
tino
Reoebeu Antonio Duarte ra da Uniao n. 54,
confrnbte a Hgtac : toruam-ie rec*in?menda\eis
estes artlg s pr ter n-cebico de casa particular
de Partuval, rasSo por qne garante ser especia*!
dade ; aasiu como tem carne e queij do sertao
por preco muito medico ; o mesmo viuho tambera
se vende em cosa de B-rnrdin Duarte a ra da
Floreotma us. 2 S, em retnlbo e ancoras-. Na
mesma compra-se urna balanua decimal, grande.
Li iiidacio
NA EXPOSJICAO UNIVERSAL DE '.b/
VINH0 de CATILL0N
de GLYCERINA e QUINA
1 dos cato- Je Dores d'estomago, Langor, Anemia
D.abeUs. Consumpcfio, Febres, ,--
Convalescenpa, Rezultados dos partos, etc. J
i 0 mesmo Tinho com fe ro. ViNHO FERRUGINOSO 0
1 CT LL S renieratlor no e I s decorado. Este linho fai tolerar o ferro pr todof
I os estomago e uo oecaiiuaa prisa d vntre.
[PARS. 23, rvi SubtYinufit dt-Pi ti. Em Parntrnbuoor
Froc-'.dabTaeCJ,OMP"ncij]Ma FbArmacia '
Vende-se porras de ferro, gradearoento para
cima d muro, j-rdim e terraeo, bandeiras d fer-
ro para portas exierion-s H ot< ores, de todas as
qualidades, gaflioh- iro de h-rro, orroca pa a bois
e caVallos, carrinhos de mao e rodas para carro-
cae. p>r prec'i coinindd no largo do Forte n. 4,
defronte do qu.ilel das Orneo Pintas, oScma de
ferreiro. ^____________________
Vuvon eviuvas
PoderSo ir 4 Graeiota, a roa do Crespo n. 7,
que acbarao sempre artigoa pmprios para luto,
taes C"ib i :
Leques pr- tos de oap I, seti/-a e Sttim.
Vol as, fenac .f, pcsi-iraB e broches pretos.
M. ias pretas, fitas, bicos de liubo, li e seda
pietos
Ouarnices para cam'S' de kom' m.
Otdeiae defitv. retros e Dfet.nl, preUs.
Meias pretas para criaucan.
1 nsrl. A C.
BLIlI'i
iNAC DLL BTtVl ESiA
VENDAS
- Vt-nde se um grande ranch > as barrriras
do Caxang : a tratar com Jos de Aievedo ra-
ga & C ron do Marqtuz deOlinda n. 51.
__ Ven a do hotel e hospedara Estrelli do
Hofte, 4 ra Th.me de8ons* n. 8. O proprietari i
deste h-te| tendo de retirar se para Europa por
ibeommodo de sade, Vende por preao eomtoodo
u admitte um socio. ___________
Noivos e noivas
Encotitrarao sempe ua Graciosa, ra do Cr-s
io b. 7, urna Variada coiiecejso de objectos pro-
Hos pp'r cssa ment, como sejsm :
Cbpellase.m v a, de 5* a 25*000.
OriB..MHS de Aires de larnngeira a 5* e 6*.
laigas de seda bra ca a 10 e 2*000.
Lavas de pe ica branca para scnbora a 2>5 Ditas de dirn para bometn a 3* o par.
Heias nb rtas de fio de Escossia para senh-ra a
1*000 o par.
Ditas de seda branca para seribora a 8I00).
i Ditas de fi i de Escossia, brancas, para honvm
tkBM
Leques brancos d. setisa, de 6*, 10* e 16*<>00.
ravat-s br-maa de cambraia a 808 rs.
s dita com laco a 1*000.
as d. a. tlm branco a I *500.
Uarte C.
Cas na Varzca
W" Vde fe a casa resaarmico e utensilios para
laverna, sitH a ra do 8ol n. 21, aqn.lfi e
fronte da estaca > ; a tratar na poToav*-0 da Va'r
ea, ra d-- S Joau n. 9, tsverna.
Veridcftenfl teclado modo
armazem de
Cocheira a venda
Vende-se Dira coebera com bous cunos de pas-
m io, bem lucalisada e afr-gui*da, por preco mui-
to ui"dic eui rn" de s>u dono uo podar admi-
nistrar pfr ler Oe farer urna \iagem : os preten-
dentPs acba'rs'-c-oni quem tratar 4 ra do Duque
ds CaiiVs n. 47. ________^_____
GRaNdE
LKIIIIIICII)
txposii'n central ra larga do
Rosario n.-8
Dam ao Lima 4 C, i-haioau a attenco das
Exmas. familias para os prevs seguintes :
CarreteiB de 20 jardas 80 rs.
Pecas de bordad-* de 200 a tlKI rs.
Ditas de Mn palian a 25 Fita n. 8<1 para faxa a *00.
Leqi-es a regatas e D. J umita a 1*000.
Frascos e extiact<> de Luhin, grand.-a. a 2*000.
L.qiws i D. Lucinda C-^lh.. a 6* Toalhas felpudas a 5(10 imi, e 1* (J.
i)utia de o>ei>p para h m m a 3*000.
Ditas para Benhorns a 3*'MJO.
Lavas de seda a jMXMV
Meias de fio de seda para meoiua a 1*000.
ijulannbos de linb a 5" ll rs
Ditos de algo.io a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 2" rs.
Heeaa'e corrllo para ve ido a 10 rs.
aviar is granoVa a 320 r*.
GrMuipo iuvioive's a 60 rs.
tque
holc--
M para bordar i a*88l>.
Uraa calila e v- l> l5*t-0, por 12*tHO.
Un espelhn CV moltura p 5*50.
Uma pul' ira de fita par l*2O0
filar a *O0 601' re
Uma boinca graird- le i-^ p>r 2*N"0 e 8*0 0.
NA EX4^)>igO EUTKAL
>8-"Jton Larga do R virio58
Um Iftque de setim (n.-vi la le) a b|500.
K cas holcuihas d-- madreperola de 1*500 i 6*.
ai Rna da Inipe
DE
FERREIRA DA Sx^.VA
Neste novo estabeleclntento encontrar o res-
p itavel publico nm variado sortimento de bxaen-
das de tod..s as'qualidades, qae se venaem poi
presos baratissimos, assim- como um bom sorti
ment de re.upas para homens, e tambem se man1
da tarer por encommendas, p r ter um bom mes-
re altaiate e completo sortimento de pannos finos
caeemiraa e brins, etc.
Mpas liara Homens
3*Hnst la tmiterstirla -a*
Loja de Pereira da tiva
Neste estabelecimento vende-se aa roanas abar
ro meacionadas, que sao ba- i u.aa.
Pal i tota pretos de ->r ^. aiagonaes e
acolchoados, sen.io tazenaas muivo en-
corpadas, e forrados
Ditos de oasemira preta, de cerdo muito,
bem teitos e forrados
Ditos de dita, fasenda muito melhor
Ditos de flanella aaul sendo inglesa ver-
dadera, e forrados
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fasfnda muitr encorpada
Ditos de easemia de cores, sendo mnito
bem fritas
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de bnm pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulas de greguelbis para homens,
sendo muito bem feitas a l*'J0O e
ColletinhoB de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos d<
t'iiho e de algodSo, meias cruas e collarinhas, efc
Isto na loja aa ma da Imperatris n. 3'j
dea, aeslssetsus e laasHsas m *
r. O co*ado
Na loja da rus da Imperatris n. 32, vende-
um grande sertimento de nrtes brancos a flC
rs. o covado, laainhas lavradas de hirta-core
fi-senda bwwta para vestidos a 500 m. o covadi
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 rs. covado. pechincha : na loj
do Pereira dH Sirva.
4l(odaoxlnfeo (ranees para lencas
m MO ra>.. i* i**oo
Na loja da ra da Imp-ratris n. 32, vende-s
superiores algiidosinhos franceses com 8. 9 e 1-
pal-nos de largura, proprios para lencOes de ul
A panno pelo barato preco de 900 rs e 1*000
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*281, a*
sim como superior bramante de quatro largura
para lenCoes, a 1*500 o metro, barato na loj
dj Pereira da Silvau
apara meninos
A "**. 4teon e *
Na nova loja da ra da Imperatris u. 32, s
vende nm vanado sortimento de vestuarios^ pn.
prios para meninos, sendo de pafitosiDbo e Calc
una curta, feilos de brim pardo, a 4*000, dito-
de molesqum a 4*500 e ditos de gorgoro preU
emitando casemira, a 6*, sao muito barata ; n>
oja do Pereira da Silva. _
Fazendas brancas
SO' AO NUMERO
40 ra da Imperalrlz = -to
Loja dos baraleitos
Alheiro t C, ra da Imperatris n. 40, veo-
dem um bonito sortimento de todas estns fisaendat
abaixo mencionadas, eem oompetenea de preoos,
A SABER:
Algodab Pee*' de Igodftosinho com 20
lardas pe'o* barato preco de 8*809,
4j, 4../IO, 4* >,b, 6*500 e
MadapolaoPecas de madapolao com 24
jardas a 4*600, 5*. 6* at
Camisas de meia com listraa, pelo barato
prece de
Ditas branc is e cruas, de 1* at
Greguella francesa, fasenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
ceroulas, vara 400 rs. e
Ceroulas da mesma, muito bem feitas,
a 1*200 e
ColletinhoB '"a mesma
Bramante, francs de algodZo, muito en-
corpada com 10 palmos de largura,
sVssM
Dito de aho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
Atoaihado adamascado para toalhas de
mesa, com 9' palmos de largura, metro
Crotones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at
Raptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs.
Toilas estas fasendas baratisstmas, na corJecida
loj* de Albeiro & C, esquin do neceo
dos cVrreiros
Algoda entestado pa-
ra ienfofjs
A ttoo r*. e laooo o naetro
Vende-.e na loja das barateiros da lioa-Vista
n odio para lencoes de um s panno, oom 9 pal-
1 s de art-uraa K) rs., e dito com 10 palmos a
WoinetT-, assim com- dito trancado para
malhaa di m. sa, na H palmos na largura a 1*20"
, eteu. Isto na lej de Alheifo t C, esquina
do ecco dos Kerreiros
MKRINSPKETOS
A 1*200, 1*400, I *-0. I -800 e 2* o eovado
A h. iro A C, k ni* da Imprfratrit n. 40, ven
d-m muito kns munnii pretos pelp pree* aoim
dito. E' peebiucha : na loja da esqoina do bec
co d- s Ferreiros.
EMparilInos
Nk loja da ra da Inipeistris n. 40 vcude-se
muito bons espartilhos para seDhora*, pelo pre*;'
de 5*"<0, assim ent tm aortuneitt" de roupa*
de casimiras, briiis, ele isto na laja da esqum.
de b. eco dos Ferreiros.
CASKMIKAS INOLEZA
A a**MI e 3 o eovadi,
Alheiro & C, A n. da Imperatria n. 40, veu
dem Uia elegante orlmienti. de maiaairaa riif'e-
sas, d> duas l-rguraa, com u padrea mal del
vad.w para coBtine, e vendem pelo Ha rato pnv
le 2*rt0(> e 3f o covado i aonim Orto se stn^rre
ohun 0> saiadar taaei millsUS de casemira a
30, atidv de s/*pv cc, e 35* de traque,
raiide pecb.n.ha : na loja -l-.s barateiros da Bo*
BKIM PAK1X) LONA
A ai/ .o e covado
Os barateiros d Una-Vista venden orna graod.
p.,rcio ''e '"-U" '"> lu4'i Por estar cwo. prini-i
p,,. de toque deioof.. el. ',rt- pr co d.- 3
ovad", graiid- e.-t.....h- ,.a luja da e
.ni na di. brea !"* f'-rr.
Rorilaiio* r lM. p**>
A na da li..,*rarr.t W. ^d- -a- p- V*- !
h,,.ia o. d.iia o. ti .a.i
Cu d- l 1aa. p.*-5g, "pr v n
aqillliS do b-1- 1
A 3tO e too res o eovado
Acabam de chegnr para a loj i da ra da Im
peratris n 32, um grande e bonito sortimento de
lsinhas de c.res pa.a vestidos, sendo fasenda de
muita pbantssia, com cores claras e escaras, e li-
quidam se a 320 e 400 eis o covsdo. por haver
grande porco na loja de Pereira du Silva.
Obras de yime
lliimo goaio
Modelo apeifeic.iado em cestas para compras,
acafates, costnreiras, cadeir-s para enancas, etc.,
etc., vendem por piecos commodos Martina Capi-
tao & C, em seu armasem de molhados rui
estreita do Rosario
Aos iooo:ooo^eoo
200:0 c$m
100:000$00r
LOTERA
Mal
vasia
6|6&
13*86a
800
1*800
800
1*500
800
1*2
S80<
1|800
40U
20o
TbS.
iaca du Carpo Santo n. 2,
ust.
H finida

Vendo-se uma refina^*" bem mnt*da. n'un*
das prineipaea ra da fr gu-iia Ue Santo Auio
ni ; a tr.-'ar n ra dj Rosario da Boa Vwts
reflnactd.
Yinho proprio para senboras
Em barris e a retalho : P oas alendes & C,
ra estreita do Rosario n. 9.
Tecidos de linho
A oo r. o eovado
Na loja da ra da Iuip ratris n. 3C, vende se
um bonita sortimento de tasendas de linbo para
vestidos, tendo largura de chita francesa, com
muito bonitas cores e palminhas bordadas, 'pe-
chincha a 500 reis o covado, na loja oe Pt-reira da
Silva.
Calirialet e victoria
Vende-se um cabriolet e uma victora em per-
feito estado de conservuedo e por pr co mdico :
na cocheira n. 16 ra do Duque de Caxias.
Maduro
Tinho puro da uva
O que pode haver de melhor para mesa, em
barris e a r- talbo : Poces MVade & C, a ra
estreita do R-sario n. 9.
A' Florida
Rna Duque de Caxias n t03
Chama te a atteoco das Exmas. familias para
os pr. (os seguintes :
Luvas de seda prcta a 1*500 o par.
Cintos a 1*500.
Punhos e collarinhos de cores para homem a
l*00o.
dem para senhora a l*6o0.
Grampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Lavas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amei.canoe para homem a 8#.
Metas de Escossia para enanca a 240 rs. O par.
Leques de papel com correte al*.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. o
tac taro.
Lencos de eseiiio a 1*500 a duci*.
Albuus de 1*500, 2*, 8*. at.8*.
Rain s de flores finas a l*50u.
Luvas de Escossia para meaina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
P..r:a-retrato a 500 n., 1*. 1*600 e 2*.
Pentes de nikeI a 60o rs., 700 e 8 0 rs. um.
RosetaB de bnlhantes chimicos a 200 rs. o par.
Guaruioes de idem ideen a 506* rs.
Anquinha de l*5t-0, 2*, 2*500 r 8* urna.
Pliass de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Bicis de odre coa 12 jardas e 2 1/2 aedos de
largara a 3* a peca
dem coOi 4dedos -46O0 a peca.
Espartilho Boa Figura 4*600.
Ide_ La Figurina a 5*000-
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largara a
2*500 a peca,
dem esireitinbos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Botes de phantasia a 200 rs. a duzia.
Para toilet
Sabao de areia a 320 rs. nm.
dem phenicado a 500 rs. um.
Id.-m ali-arra a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealface al*o*J0.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mac eos de aeda a 100 rs.
Meias braaras para senhora a 3* duaia.
BARBOSA & SA \TOS
Loja Camacan
Miudezas
Ferreira de Souza 4 C, tendo resolvido vender
todos os seu* artigos de miu-lesas poi menos que
em outro qualquer est*>belecimenti., avisam s
Exmas. senboras que spparecam neste estabeleci
meuto para assim ae couvencerein dos preeos que
acabam de fater:
Oleo mira verdadeiro a 90> rs., linba para rna-
.-biua a 900 rs. a duiia agulaos fio as a 60 rs,
pactes eoin tres sab. netes 4t>'rs., nm pao de
sa bonete fino 700 rs., meias finas para senhora a
71M) re. o par.
L'ndo sortimeuto debios finos a 1*200,1*5<>0.
1*8"0 e 2*600 a peca, leiues finos a 3*500, 5*,
6*5t 0 6*.
Bspnrtiihos finos a 4*5- 0. 6*500 e 7*600
Luvas finas de seda a 1*800, 2*, 2*600, e
3*600
Gramp'-s para chap .8 o que ba de mais barato.
Bicos pret. s com vidrilho.
Alfip'te a 60 rs. a carta, fitas mode-nas lisas
e bollada o que ha de mais fin .
Kabui te de Reuter, u que ba de melbor pura
a pelle. a 90o ra um, tinta fiua pa/a marcar rou
na a 800 re. o frsco, ) neos i raocos finos a
l*500adusia, liado sortimento de broche para
siul-ora
Aleui derte annuncio teem muitos srtigos de
moda, qi mil" \.iidenlo barato.
la Duque de taxis n. G
-
-ca -m
; na1 I-Ha d
Ta pacho?
Pintailoo. d
or ?' ni com '-
ih -le IO-..I'
1.
s <*
sprtu
. o. in p i
L! "lio 4S i'. E
i lio r'
pk; ipiisirto
i i-.^.
V> sV ae
fi .a...a roa I
oa, p-i
retirar-ae p 'i
ma loja
l 1
Em fav r dos ingenuos da Colonia Orpbiinologita Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Eitrsp'jo i 15 e taLto de 16.
0 thesourHro, Francisco Gon^alvcs Torres
lotera
ALAGOAS
CORRENO DA 28 DE SETEMBRO
rTRANSFEBIfEL! IffiiBuTJm!.
O portador que possuir um
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar
10:0061,000.
Os bilhetes acham-sea' ven-
da na Casa Feliz, praca d In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 28 de Setem-
bro 1886, sein Ialta
Palmilla & 0.
N. lrr-i n f 0 ftlmt-118
lem
l.ov-s de pHli.a. pnle de c4>, camurca, seda fio
d'Ea*ii*a
At'na finla e rricotro deRarry.
S, b i^t .liv. i.-...-. i-nra'ivo de Ruter.
Cunin i Ii~ f. bordadas -aberras.
n.- e ieioira* d *.< Ha e mvia de 12.
l'niin-H- s.m loiUrinbos e sem nuuhos s/c c/p
.-/c ./o.
oli.iiii.hs .iinh s, metas, ptastrons, mantas,
({ra Valar .1 l^B).
Le* -, ^i-pinh.i, ,eat.ad.in* em cambraia,
Vttwl -- o-ol.iai- b .riad. s, b lvs ta(>etes, fi-
XU- d r di- la, 1-ai.aeaa elaaliioa, casacas de
.f.rn.ii t"e .atine oe arda ? toda de seda.
-.-o., m 6.1*1 ra o i-i.viidii.
Al


VAPOR
!5 IMOClU
0 1*0
ll.l II
u. meaoi

a *-
, ciuad
h o. va,<*r e tu oda enn pnoeo
.U-oh Tinlai aai. muito lrto
i U U
j ..i-- nm n me
, I andar.
a tra'ar na ra d-
es
>
ce
T3
18*HB0M EaH4^
o
JV-.-^5*4*U)0 0o pyjOUal
EUGEHIQ MARQUESDEHOLJLAH

^.
-.., .(houmatiami ( aicros.Bsbss br*Heruj
eloi.i^as molentiae que U-nho eua orugem
na impureza do uarigue devida a Byphdi*
VM MsfUI IsBtHTOt
V**vjxifUtatf c4V&cc oi-.tn* c . <---------------------------------------------------------------------- ".
to&o&y*uio JtAtiA. a ctu<*zla.eu. luto*.
ce
O
Q
f-------- T r***~--------^ --------fe
ABORATOBIO^ENTRAl DCf R50UCT0Sll|DICIIA
di OAflORABRASILEIRA g
t Ba do Visoonde do Rio Br-aaoo Wp,
._________llllllll' .1 1 Vli'llfO-----------------i
JAXK1KO
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Grande e bem ipnl;nl;i Hiciiia v alfaiale
DE
PEDROZA & C.N 4i
N. 41Kui ilo llrai (Ih V iri-oria JN. 41
Neate bem -.nli-i'i eat.b I.- i.....ot s- en on-r r U" lindo variado t
timento de pannos, c-H-.-i.ira,, brins, .-an-iasa, u....b>. -H >+.*. metas, gniTaaft
tudoitnpvirrldodas ui.lh -es iHbri'.sc- P-r.a. L-.-ra Alln.nh; e para be*
aervirenTaos sous a.-.g -a e trepu wt. >* pro.-i- .-n*a* u r*J esta>lecimento.
t.u na directo dos tr^ll.os -ja orri-t... hbria, -rn,ta~, ,..... curto esparto
UoraB, ppparam um ti/ raM de qnaluii r taa-
Ra d Kara da Virtortn 41

b^bbbbbbbbbbbbbbbbbbbVsbbbbI^bbIbbbIbbbVbbVbsbVbI


do
ASSEHBLEA GERAL
CAMAMA DOs* DBPCTADO*
SESSO EM 10 DE SilEMB&O DE
1886
' PRESIDENCIA DO 8B. GOMES DE CASTRO
I. VICE PRESIDENTE
(Continuadlo)
Onde est pqui a retractadlo do ministro
do i uporio, o i-n i l<> e o vencedor ? Pois,
scnhor-a, qu ilquer que s. j i a opinio d*
um ministro inivi iu I n ot-, nao est elle
na obrigagao de con anJ -r coro a maioria
o conselho, d^sie qu', discutido o as
su noto, llie parecer h opinio da maiona
a mais eousutiii i som >s nteu-sses p-
blicos? (Apoi.dos) Poder-se-ha di-r
nesU hypothese que o ministro foi venci-
do? r'oia a opinio do ministro imroutt-
vel? Aind al mutilo, por argumentar,
que. eu estiv. sa e" persuadido de que desde
j se deviam p -dir os 30 mil contos apun-
tados, nao por mim, repito, mas pe* ins-
pectora gral de hygiene ; ni na que eu
estiv-'sse disso convencido, nao poderla,
perante as razo"es adduzidas pelos meus
coilegts de ministerio, mudr de opinio e
conveueer-roe de qm era tnais razotvel
pedir apenas estes 30C:000# p*ra estudos
detalhidos e pira orgaraeutos 1 Onde es
t aqui o vencido e o vencedor ? repet-
rei.
Nao insisterai, portaato, neste ponto. O
que o gov-rnuu resolveu f i pelir ao par-
lamento 300:000^ ; e estes 300!OJO(5 sao
em parte para et-tudos detalhados dos me-
lhoramentos apouta los pela inspectora g
ral de hygiene e para os orc-mentos res-
peoti os, com ndtcHco das obras qu* pa-
recereu mais urgentes o pelas quaes so
deve principiar este grande commettimen
to, e em parte pira s>rvi<8 ordinarios
mellioraro.nto snitario-
O honrado deputado, porro, conse.quon-
te e lgico com as suas opiniSes, chegou ao
pont>, como esta augusta cmara ouvio,
de acon8-lhar que eu abrase mo deste
proposito. Disse raesmo que eu nlo era o
ministro do imperio talhado para esta si-
tuayo : que pr- feria o Sr. conselheiro Jo-
s B nto, o qual se contentiva com os dic
taes da Divina Provilenjit, e por fin,
senhores, .disse que ihi pareca quj. no es
tauo fiuanceiro aotuil do paiz nada pode
riamos f<.zpr a este respeito.
Pey Icenca a esta augusta c.am-.ra para
r^spmler ao honrado deputado, nao com
a minht opinio, que sei que n ida vale, e
nada vale por que o honrado deputa lo at-
tribue a urna idea fixa.
S. Exc. insisti neste ponto. Disse qu*
eu tinha essa idea juca a ponto de nao cui-
dar de censa alguma mais do ministerio do
imperio. Que eu a abandonasse, pois ti-
nha outros aervigos de q e me oe -upar.
O Sr L-crda Werneck : D.za o roes-
mo ss V. Exc. adoptasse urna outra idea
O Sr. Baro do Mamor (ministro do
imperio): Fago justiga ao honrado depu-
tado em orer que quando S. Ex'. insisti
neste ponto e asrignalou por mais de urna
vez que me domina va a tal idea fixa, nao
e B'fcbru de c'ito da opinio dos ali.-nis
tas que nos ensinam que as i ias txas
deve.nos muitas vezes encontrar a etiolo-
ga da lou'-ura.
O Sr. Henriquo Salles : -Nao foi essa
a intenco.
O Sr. B.ro de Mamor (ministro do
imperio). Bm. Se ma persuadiese tona
0 boro senso nao 80 de desistir de tl idea
fixa, como at de deixar de ser ininiBtro
do imperio.
Entretanto dir i que nao ha tal idea fi-
za, : o que tern havido e o qu ha em tal
assuropto, de minha parte, ioswteocia e
ieraci lade, de que preciso tancar roo
em un p.iz comow nosso, em oue cert >s
melhoramentos, p-la sua novidade e im
tporaucia, encontram a maior resisten 11.
Nio ha intuigo d certos se.r)go8 : e,
por-jconseguinte, aquelles que tm a res-
pousabilidade do goveruo, comj eu t-mbo
actualmente, nao poden presodir de em-
pregar certa tenacidad, cer'.a energia,
cerja teima, se quiz-rem, pin faz^r con
yenepr da importancia do servigo que se
propSe.
Disse ainda S. Exc. que eu doainado
por essa ili, no tnhr descuitado de ou-.
tros ra nos dos servidos que correm pelo
ministerio do imperio.
Seria decessario n&o ter lido e acompa-
nhdo o expediente da pasta do impe
rio jura avanjar semelhante psoposijSo.
(Apiados.)
Direi a esta augusta cmara que no ha
crditos
uo
neste momento um papel por despachar
no meu gabinete.
O expedi-mte do ministerio do imperio
est em dia, e a canara sabe o que o
expedienta deste ministerio. (Apoiados)
Como pois o honrado deputado roe fez
a injustica de avancur n'esta oasa a propo-
sito de que eu, aitendo me idea fixa dos
melhoram- ntos sanitarios da capital do Im-
perio, tinha abandonado outros serricos do
ministerio a meu carg ?
Cono lizia, Sr. presidente, nao quero
responder o honrado deputido, pr vale-
cendo me da minha opinijo. Vou r'spon-
d r Ihe com urna opniio, que, alm de ser
por si mesma milito valiosa, p
de que g,za o su ;.u.or, qiianto vale
conceito 'lo honrado deputado.
A (Jamara me permittir que eu leia o
que disse ha omito pouco tempo o Dr.
Jos Liurenjo de Magalhaea, cuja autori-
dade com muita raalo j foi aqui citada
pelo honrado deputa io.
O Sr. Jos Loureneo de Mgalhaes, ero
seu exoellente opsculo, que toro por titulo
A febre a m arel] a e o regulamento de 3
da Fevereirodisso o seguinte :
Enunciando-rae nestes termos, sem a
menor intenco de of ;iid'r ou de lisong-'ar,
8go apenas os dictamos de minha eon-
scineia, que manda-n.e recouhe er que no
e upenho do roelhorar as conaid"rac8-:s B-
Bauitara8 do paiz e desta capital, o Sr. mi
nistro do imperio excedeu, e muito, aos
seus antecessores.
< No trabalho que ora apresento, liroi
tar me-hei a expender o resultado dos meus
apresentados em reLtorio de '1 de Abul
de 1876
O da 3. foraro ou'.ro relatorio, de 17
de Junho do misino auno.
6) Do r-1-itorio qu^ junta central de
hygiene publica, hoje extiucta, apresentou
a 5 de Junho de 1878, em desempenho da
incumbencia que ti vera por av80 do 15 de
Maio antecedente;
c) Da memoria apresentada em 4 de Fe
reiro de 1884 p 11 Bngenheire das obras -o
Ministerio do Imperio, Dr. A. de Paula
Fre'as ;
d) Finalmente, do pr -jo to piesontado
pfla inspee.toria goral le hygiene, < m 23
He Jullio do v.orrente aano.
O qu; sao porm este;.-' r-datorio ? Todos
ellca iiizimi a m-'B-ua cousi.
Um Sr. Deput.do : -P.ip-lirio.
O Sr. Bario de Mara.i (ministro do
imperio):Todos elles dizem que, sem
grandes obras de melhoramentos matoriaes
na cidade do Rio de Janeiro, uiLo se po-
der conseguir o cUsiderutum, que, se tem
em vista; mas de nenlium cousta qu iiito
rustam estas obras por mcio do orj.ment
detlh*do8. Esta a questao.
Tem-se dito aqui, e j se disse no Se
nado, que os cry*mentos esto feitos, roas
teuho pedido e coutiuuarei a podir que me
apontem onde estao esses orcamentos.
Protesto, que se me aponiarem os orc/-
mentos dess-s obras feitas em qualquer
poca, eu nao direi mais nada a tal rei
reito.
Pergunto, porero, cmara : polere-
mos continuar a contentarmo-nos com re-
deputa
un mi-
estudos e r> fl x6es, fizendo entritanto vo- Utorios? Nao, de certo. R latono enero
tis, como brasil ir.', para que. os suocesso
res do Sr. Birito dd Vlaoi.o na .flfrou-
xe.m na caoipanh.i por elle resolutamente
iniciada e m >nti la com energia.
A febre amarella nao caso para ser
tratado intermit entrnente, como at aqu
tero acontecido, grave e nao resolvida
questSo que imp3e-se socitude ininter-
rupta e reclama sabia previsao do governo
imperial.
Mas adianto no mesuro opsculo se le:
f Effectivainente verosmil a explica
co, r.for$ada com o facto entre nos obser-
vado da recrudescencia da febre amarella
no caso de oioviment de torra, o que taro-
bem se d com a febre typhoide.
Devo aqui diaer que ha j postura mu
oicipal que promov instintcment i-durante
tres anuos.
Deve-se igualmente presumir que os
contenka' em grande parte a carnada liqui-
da do sub solo.
Isto d imonstra a necessidade da drana
gem da rilade, do que pretendo cuidar
quanto antes, tanto qu faz parte das ins
tiuc558 que tave o engjnhciro Rvy.
Em outro lugar, o Dr. Jis Lourenco
se exprime assim:
Esperemos, pois, que as circumstan
cia a pouoo e pou;o se modifiquem em
ben 'ti io do futuro, sendo, nao direi pe-
nhor, mas indi io auspicioso a pxe.epcao
em quo se collocou o actual ministro, que
reveluu com effeito grande detejo de. saniji-
car esta capital, desenvolvendo rara e des-
conhecida energia.
Consoaiite attitude assumida no be-
nado, S. Exc enviaou grandes esforcos,
sobtetu lo para impedir o desenvolvimento
da febre amarella ; se o nao conseguio,
foi de certo por gn< reci al*m de mais tempo de governo, de
muitas outras providencias.
Sao as que ora peco.
Ora," Sr. presidente, nao servir ao no-
bre deputado esta autoridade para o faaer
rer que eu nao posso aceitar conselho do
honrado deputaio de ;abiir mSo ao propo
sito em que estou de erapregar todos os
sforcos de que for c paz para que "sta
qu-sto tenhu final co icluso, nao, porque
nao bou louo para eif que este grande
com mettiment se possa realizar no nter
vallo da sesso legislativa, roas para ter
priutipio de exeeueo que ainda nao teve ?
Senhores, o qu- se tem fcito a respeito
dos melhorameutos materiaes n'esta capi-
td ?
Pego licenca Cmara, pafa referir o
que t'-ro havido a este respeito :
Os planos e estudos para o saneamento
da cida te do Rio de J neira eonstam :
a) Dos trabaluos elaborados pelas tres
cero nis85e8 que o Ministerio do rmperio no-
meou em 27 de Maio de 1874, 31 de Mar-
50 e 23 de Junho de 1876.
Os trabalhos da 1.a commissao fazem
obj-cto de lous relatorios apresentados, um
a i2 de Janeiro de 1875 e outros a 29 de
Fevereiro de 1876.
Os trabalhos dtt 2.a commissao foraro
outra cousa aquelle que a inspectora de
hygiene acaba de apresentar ao g iverno,
mas iiesse itlatorio nao cousta, como dos
anteriores, quaes os orjamentos daa obras
respectivas ; port roto, de bom conselho
foi p ra o governo, ao envez de vir pedir
ao parlamento qualpi:r soroma que fosse
necessaria para as obras, viesse pedir urna
ex.gua quantia para man lar faz-r'o orna-
mento dessas obras.
Ora, Sr. presidente, eu j disse, e
exacto, que o governo entende que nem
to las essas obras annu 'ciadas no plano da
inspectora geral de hygiene serSo neces
sari.is para que consigamos o firo que temos
em vista ; d'entre essas obna algumas ha
que se impSero como mais urgentes, porque
mais immediatamente tem relayao caro o
fiudt: roelhorar seo estado sanitario da cor-
te, por exeroplo : o melhoramento do Canal
do Mangue, o melhoramento da Lngoa de
Rodrigo d Freitas, a drenigem de parte
do solo desta capital, a reforma dos esgo
tos.
Naturalmente o governo, Sr. presidente,
munido do crdito que pedio ao parlaroen
to, coroecar por manear orear essas obras
que acabei de mencionar, principiando,
est claro, por urna dellas.
Assim, Sr. presidente, que o plano do
melhurameuto do Canal do Mangue e o
respectivo orcamento j esto em anda-
mento, e logo direi cmara, quando ti-
ver de responder ao honrado deputado por
Minas, qual a verba por oudo Be est
fazendo a despeza. J esto em andamen-
to, e em breves dias pretendo ter prorop
t>s o plano de melhoramento do Canal do
Mangue e os respectivos orcamentos.
Munido de crdito que o governo pedio
ao parlamento, paasarei a mandar estudar
alguna dos planos de melhoramento da
L igoa Rodrigo de Freitas, que, como a
amara sabe, outro foco de infeccSto que
existe n-'Sta corte. Depois mandarei orear
0 servico da drenagero do solo desta ci
dade, c assim por diante.
O Sr. Duarte de Azevedo: A raaor
aecessidade d'agua.
O Sr. Baro de Mamor (ministro do
imperio) : Frei de modo que, quan-
do se abrir o parlamento, na sessao
vindoura, o governo estar habilitado para
dizer que essas obras estao oreadas, quan-
to preciso para as realisar, e o parla-
mento resolver entSo se as circumstan-
cas fiuanceiras do paiz permittem conce-
der maior crdito para taes obras.
O Sr. Joao Ponido :V. Exc. est se
afanando com aquillo que da competen-
cia da cmara municipal.
1 O Sr. Baro de Mamor (ministro do
iipbrio): -PWreie-rae, portanto, haver de-
monstrado que, nao s ainda nao ped cou
sa alguma para o melboramonto do estado
sanitario da corte, alm destes 300 cootos
contra o que enunciou o honrado deputa-
do pelas Alagoas, como que nao fui ven-
cido nem vencedor no conselho de minis-
tros. O crdito pedido deliberarlo toma-
da pelo gabinete, e pelo qual tao respon-
F0LHET1M
DE
EMMA ROSA
PUR
2A7ISH M_1HWBKS
SOlTin^: SE BI&0L0
:ontinuac3o do n. 221 )
IX
0 crime do P. L. M. ? repetio elle.
Sim, a enscenacao desse assassina-
tj comroettido ltimamente em um vago
na pessoa de uro vi jante que vinha de
Marselba e que se chamava Jayme Br-
nier, oreio eu.
O italiano sentio um calafrio arripiar-lhe
a .ptlle.
A futura estrella continuou :
E iropossivel que o senhor nao tenba
ouvido fallar ness criroe. Uro dos auto-
res, o actor, um rapaz bonito e ao qual
o falta, certo talento, Paulo Darnala, pa-
rece que estove secreta e indirectamente
mettido nesse negocio mysterioso.. Elle
sabe mais a esse respeito do que a Justi-
na, que nHo pode vea, claro nesse nego-
Dizem os actores que elle ha de en
caixar a historia de urna carta encontrada
por elle na estacSo de Dijon e urna scena
de t ro dos chamari-
Bes da p
Cada palavra de Joanna Dortil produ-
c vel S'.u eu quanto o mu ha ir., lo ool-
l-g minioir > da fazeu la; p.rqua a cma-
ra coioprehende que eu uo teria a cor*
ge u de vir ao p .rlamento padir llie um
cr-dto de 3 X) romos de ris, uonira o
voto do hinr.do ministro da fazonda.
(Apuiatos.) O h.arado ministro di. faz-n-
1-. eoncorlou no pedido de .rdito, como
eu con ordei e como concordaran) os ou-
tros cinco colleg.s no-aos.
M.s, Sr. presidolte, o honrado
do disse mais, que eu t-nho silo
nistro perdulario.
O or. Liiireoco de Albonuerqne : Eu
n.\o disse iss > ; disse jue nao tinli 1 f.-ilo
C,c0>loinia8 110 seu oi'yanenio.
O Sr Brii de tlamoi (miuis'ro do
imperio^: M.s, senhores, uo se fz (per-
mitt'i-me S. Exu. que o liga) urna we u-
saco dstas, tio grave, seiu adauzir im
mediatamente aprova. Qual u prov, ? As
provas que o honrado diputado encoutrar
na minha vida m nisterial sern, ao contra-
rio, da mais severa economi.,.
Assim, exced, Sr. presiden'e, urna ver
ba, sequer, das desigualas no oryam-nto
do imperio; nSo ha u ua exeedid* por mim;
pelo conir.rio, ha muita eoonoroia feiti as
differeutus verbas.
Apresjntei ao parlamento um or9mn
to com a relucj.lo de trezen.os e tantos
contos o coucordei com as emendes da
commissao da cmara dos Srs. dnputad >s,
urna das quaes economisou 54:000)9, aa-
bando com as chamadas mesas de exames
de prep iratorios desta cort-.
Prohib a inscripcao que se ia abrir, por
que. vi que esta provideu ia tea Ha, nao s
h urna u onoiuia, para os cofr-s publi :os,
de )4: 00)J, como tambem a um gran le
melhoramento no serwico >o en-ino publ'eo
do imperio, porque os examea de prepara-
torios, como eram feitos, nao podiam coa-
tinuar (Apoiados.)
O Sr. Joo Ponido:M s n> os substi-
tu. 1 por outra cousa.
O Sr. Biro de Mamor (mD:stro do
imp'r): -Aln do dispendio de 5i:0J0
pura os cofres publijos representavam-se
n-ssas mesas de preparatorios actos do ver-
dadeira iinmoralidade ; porque, senhores,
cercava-se o ministro com empmhos, por
exemplo, para os lagares de examina lores;
e depois pro!ongavam-8e os exames de prepa
ratorios, nfim de que os examinadores con-
tinuaseem a ter a diaria, que percebiam,
de 10.-); aduit'i tmso nessas mesas verd 1-
deiros analphabetos para faz t exame de
preparatorios, que nao podiam ter luga
sem que houvessem sido preceiidos de ou-
tros. Tudo isto, senhores, foi por assim
dizer, reformado por mim ; porque, mano
dando suspender a inscripcao e acab.nl-
com as mesas de preparatorios, de confor-
midade com a ementa e com o pirecer da
honrada commissao de orcamento desta ca
ra.ra, devolvi esta tarefa ao externato de
Pedro II, onde os exames se hJo de fazer
em poca propria, e as facullade de direito
e de medicina, onde elles se faziam dantes
coro maior proveito.
Senhores, o lugar mais proprio para fa-
fazer os seus exames de preparat >ri ia o
estudante qu < se de lica, por exeroplo,
catrera da jurisprudencia, nao era nessas
mesas espalha las pelo Rio de Janeiro, era
perante as aulas de preparatorios annexas
a es-ias faculdades. E isto responde ao
aparte do honrado deputado por Minas, Sr.
Penido. Pois eu havia de prohibir a ins-
cripcao, aoabar com as mesas de prepara-
torios, aero providenciar 1 Nao era possi
vel. As provi lencias esto tomadas, e ero
breve os honrados deputa los vero publi-
cados, quer os decretos, as qu-r portaras,
conforme fr o objecto, concernentes a
este assuropto.
Nao tenho, portanto sido, Sr. prosident',
como o honrado deputado disse, um minis-
tro perdulario...
O Sr. Liurenco de Albuquerque :Nao
pronunciei essa palavra.
O Sr. Baro de Mamor (ministro do
imperio)... pelo contrario, tenho consuien-
cia de tur sido um ministro muito econo
mho.
O Sr. L->uren$o de Albuquerque d um
aparte.
O Sr. Baro de Mamor (ministro do
imperio) : O honrado deputado me pare-
ce que de hoje em diante nao continuar a
insistir como tem insistido nosta divergen-
cia que S. Exc. e outros figuram entre mim
e o meu honrado collega ministro da fa-
zenda...
O Sr. L^ur6nco de Albuquerque :Eu
sei que ebegaro a uro modis vivendi.
O Sr. Baro do Mamor (ministro do
imperio). porque se chsgamos a uro mo
dus vivendi como diz o honr .d 1 deputado,
isso uo pod,e deixar de t -r sido uuit 1 hon-
roso, quer para mim, querpira o meu hon-
rado cjllega. (ApoiadOB).
M.s, o que ex teto que eu nunoa ti
ve de e8caudlisar-me cun o espirito de
economa lo me-j honrado collega, nem S.
Exe. com o meu espirito per lu .rio.
N-ste assuropto, como em tolos os de
m-18, repito, temos maroh ido le p-rfeito
a-.ioilo. Se o Sr. .-ouselh-iro B-lis rio
te.u f-ito o sacrificio de a gamas opiaiSes
suas, se t.iDO-ii o t nh > t'eito, isto deve
r-nos muito h oros >. (Apdaios.)
pou -o uul pira o pus.
U Sr. li.ri) de Al.mir (ministro do
imperio: li tas esquenlo d'Z-r que
ouaudo o governo rosulv.-u maudar pr
Ocr a> oroameu o das obras a que acabo
le, allulir t'-ve tiobnn em vista I i I-
II de outubro de 183/ que dispoe no seu
..rt. 17 o segmut 1 :
t Todos os pedidos de dinhairo para no-
. as ubras publicas serj justi.-a los coro
oryimeoios e pUntis das mes.ms obras >
Pjrtanto, a.u das consi Ierac5 :s que
acabo de al luar ha uro preceito express
de lei que determina qua o governj n>
peca c. usa algu na ao p irla u ntj para
obras publicas sem unme li na uejte .pre-
sentar lhe o oretmeuto dellas.
O honrado deputado pa provincia de
Minas, que tamuoro t i.nou parte no de-
bite no dia 6 revivuu infeliz ucute umi ac.
cus^go d-i que eu aqui j ouvira e creio
que se r.-produzio tambein no sonad).
Porque, seja. ditj de passagem, as acou
sac3-s principalmente ao ministro do impe-
rio tem se revesado: ora sao fetas nesta
cmara, ora repercuten! no senado, e vol-
tam cmara, de mo lo que ubrigam-me a
urna t trufa enf adonha co u a da repetir a
def sa.
O honrado deputad >, pois, permitame
que lhe diga, r.produzio una aocusac-
que j foi por mim respondida, e que me
vejo agora na necessidade de repetir.
O Sr. AU'juso Celso Jnior :E' porque
nao foraro t > satisfactorias as explicares
que d-ixaruu o ponto obscuro.
O Sr. Baro de Mamor (ministro do
imperio) : -Vejamos agora se o honrado
deputado se 8atisfaz coro as que vou dar.
O Sr. Affou8o Celso Jnior: Ou;> com
to la a atteuyo V. bxc.
O Sr. ti;&} de Mamor (ministro do
imperio) : Consta de do jumemos offl ;iaes,
cuja authenticidade ninguero peder pdr
em duvida.
E s ja dito de passagem, quando em
urna das s 's.-o :s passaias o honrado depu-
tado pelas Alagoas, alludiudo a alguna do-
cumentos otficiaes dtsae qu indo ellea nao
sao forjados convenci-me de que S. Exc.
por modo algum quiz fazer-me a offensa
de suppor que eu tiuha mandado arranjar
do jumentos offijiaes.
O dr. Atfiuso Celso Juniar : Nao es-
teve isso na intenco e no espirito das pa-
livras do uojre deputado.
O Sr. Liurenco de Albuquerque con-
firma.
O Sr. Baro de Mamor (ministro do
imperio) :Portanto, vou ver se posso con-
veucer aos hourados deputado* do que a
aecusayo que se me tero Lito inteira-
iU'-ntc aero fundamento.
O honra 10 deputado por Miaas fez me a
honra de lr o tpico de um discurso que
profer no senado em 188, e comparan
do-o coro o pro je limeut) ajtml do miis*
tro do imperio acnou S. Exc. urna perfei-
ta cout adigo.
Pois vou mostrar ao honrado deputtdo
que longo de haver essa contradico, man-
leuno hoje a mesma opiuio que enunciei
nessa occasio, e os meus actos esto p r
fcitamente de accordo com esta opinio.
Tenho a veleidade de suppor que vou
convencer d'isto a S. Exc. e para isto pego
liceoca a V. Exj. e cmara para recor
dar o acto a que ailudia o meu discurso.
O ministerio de ento resolver comprar
Santa Casa de Misericordia desta cidade
uro terreno e predio comecado na praia da
Sai'da le para editicaco da Faculdade de
Medicina. Vena jou a compra pela impor-
tante soinma de 6OO.OO0i)OOO sem o mini-
mo acto do parlamento que a isso o autor
sasse e depois do lavradas todas as escrip-
turas, depois de concluido o contrato, veio
ao parlamento pedir que lhe dsaem oa
t00:0vX).-) para pagar a compra que tinha
feito. Foi por esta occasio que eu profe-
r no senado as palavras a que alludio o
nobre deputado. Vejamos, porro, o que
tem feito o actual ministro do imperio coro
relaco a este assuropto. O nobre deputa-
do adduzio dous factos :
ter eu man-
sia em Proli a sensaco de um ferimento
doloroso.
P..r que foi esse drama concebido e es-
cripto ?
Qual foi o pensamento secreto do actor
Daruala ?
Que significa es?a s'ena de carta e de
tutor, quu devia ser a reprodueco-exacta
da scena a que os nosSs leitpres assisti
rain om casa de Cecilia Bernier ?
Proli teve medo.
Eolio os nomes de Jayme Bernier e
dus outros persooagens reaes sao pronun-
ciados na peca ? peiguntou elle em voz
commovida.
A futura estrella no e replicou : \
Quinto a isso, nao. A censura nao
o perroittiria. Mularm os nomes ; mas,
croo o crime est fazendo um barulho
enorme, todos ho de reconhecer os pjrso
nagens. Oh 1 o publico ha de acudir.
Nao lhe parece boa a idea ?
Sem duvida disse o italiano esfor
rjando-se por oceultar a sua perturbarlo.
Quando ser representada essa peja ? ac-
creseentou elle.
D'aqui a uro roez ou cinco semanas,
quando menos. Ainda ha tres actos a es-
crever, e depois que eases estiverem prorop-
tos, ser pr ciso ensaial-os.
E isso ha de obstar que a se o hora
d a sua 1 epresentsco ?
Obstar por que I Pelo contrario, or-
ganisando o meu espe -taculo, eu preatarei
um grande servico direceo. que nao tm
mda prompto.
Ento a sua pega est montada T
-- Sim... E' tierge Panine. J a re-
presentaran) em Batignolles, e Darttaia, que
p r certo nao se recusara a prestar-mu um
aervijo, aab; o papel.
Ah I em Serqe Panine que a se-
nhora quer ser vista ? disse Angelo, cujo
rosto illuminou-se.
Sem duvida. Como lhe disse ha
pouco, fui muito applaudida nesta pega em
proviu :ia, e confio em mim.
Pois bem prepare depressa a sua
pega. Podemos precisar da sunhora de uro
momento para outro em um dos theatros
em que tenho a esperanga de fazel-a en
trar.
Nao ha de haver demora; amanh
tornarei a ver a directora antea da hora do
ensaio, e estou certa de que ella ha de es-
timar. .. mas.. .
Joanna Dortil interrompeu se*.
Mas que? disse Proli.
Ella ha de querer que, para a pri
meira representago, eu pa8se parte da
casa.
Diabo 1 .. Isso urna exigencia I
No tundo justo. Ella quer que,
antes de tudo, a despeza seja pga.
A quanto moutaro essas despezas ?
Ella, geralmente, exige quiahents
francos.
Eu, tomo um camarote, pelo qual pa-
garei duzentos francoa e obrigo-me a ps-
sar outrod pelo mesino prego.
A cousa ento ha de correr perfeita-
mente, exclamou coro alegra a filha da
poiteira. H;i de conseguir nao sraente
qtte se represente a pega, mas que se con-
trato D.trnala para urna serie de represen-
t igSes que lbe sero pigas por noite, por-
que elle nao ha de representar de graya.
Eu nao gosto de Darnala. E' um bello
rapaz, mas presumido demais e amola-
dor com as suas conquistas e as suas mu-
lheres da alta sociedade. Pelo que elle
diz, uo ha nenhuma, a quem ;no tenba
virado ro^haca i;Misj eain, qu/quor, o
publico o a:eita. .
Fiz conta dos amigos com quem pos-
so contar, interrompeu Proli. Tomo cin-
co camarotes a duzentos francos cada um.
Mil francos exclamou Joanna estu-
pefacta.
Sim, e posso pgalos j, se quizor,
mas com urna condiyo..
jst aceita de antemo. Qual ?
E' que a senhora nao dir urna p tla-
vra do mo vo que a faz montar essa pega.
Expliquei lhe ba peuco a necessidade ab-
soluta desaa discrigo.
Ficarei mud como urna carpa. Tra-
ta-so do meu futuro, e eu nao o quero
contprometter.
Quer roceber j o prego dos cinco
camarotes ?
. Quero ; tanto mais que a directora,
mulher que nao perde vasa, ha de querer
receber adiantado.
Abri a carteira, tirou della urna nota de
mil francos e off receu a a Joanna Dortil,
que nao so fez de rogada para aceital-a e
que'preparav-.-sj para provar a sua gi 'ti-
do langando-8e nos bragos do seu genero-
so donatario.
Este nao lhe deu tempo para iaso.
Sou obrigado a deixal a, minha se
nbora, disse elle levantando se ; muito bre-
ve volltarei para saber qual o resultado
das su.'S neg'iaco s com a directora do
theatro de Batignolles.
X
Oh I pode ficar tranquillo, responde
a futura estrella, como consegu arranjar
dinheiro, a cousa vai por si.
A' logo, minha senhora.
At breve, Sr. doutor.
A filha da porteira apertou a mlb do seu
futuro protecor e sahio muito contente
com a sua nota de mil francos, mas singu
larav nte huroilhada por ver desdenhadas
as suas provocagSeS e repellidos os tetemu-
nhos mais eloquentes da sua grajido.^
Nao fcil de domar esse sujeiti-
nbo l raurmurou ella indo procurar a mi.
Eu bem Babia que havia homens assim,
mas at agora nao tinha encontrado no-
nhum.
dado fazer obras no m-t tdoaro de Santa
Cruz, antes de ter dinheiro ou crdito para
0 ftzer; 2, ter nomeado a commissao Re-
vy, aem creaito para a manter. Eu vou
uostrar ao nobre deputado a injustig* das
suas acousagSes. Ja tive occasio de nes-
ta cmara me referir s obras do matadou-
ro, j disse que nio tinha silo neste em-
praliendimeato neno dominado pela tal
i iaa ta sau le U.-sta grande capital exigiam
perempturiameute a'cnstrueco da.(u -lias
oras, retro-me ao augmento de I a lal
para resiriaroento das earnss e reconstru-
,c'ii do curral. E.itendi-mo uo a caara
muaioip.l a este resp'o. Acamara lecla-
1 iu-roe qu) reco .hocendo a necessidade
das obras nao tiuha meioa disp.nivis pira
as realizar. Eu dirig cmara municipal
m 4 de Junho de 188b' o segmute aviso,
para o qual pego a attengo dos nobres
1 opinados :
c Ministerio dos negocoa do imperio.
Rio de Janeiro, 4 de Junho de 1886.
c Teudo se allegado na discusiao ha vida
ai sesso extraordinaria cel brada pela
Illraa. caera municipal, em 29 de Margo
ultimo, para tratar dos negocios do roata-
louro publico de anta Crua, que a caroa-
ri lutuva com diffitTuldades para reformar
o B.-rviyo da malanga do gado, de -onfor
nidhde com as recoromendagS-8 da porta-
ra de 16 do mesmo mez, por falta de re-
cursos no seu orgamento para a ex -cugo
das obr.is que a organisacao do servigo
exig., o por nao ter o governo indicado o
mero pelo qual poderiam ser feitaa as res-
pectivas d.-sp-zis, recommen lou este mi-
uisteno, por p jrtaria de 31 daquelle mea,
que a Lima, cmara apresentisse com ur-
gencia o orgamento das despezas necessa-
iias para o augmento do3 tendaes e quaes-
quer outras obras ou melhoramentos que
lulgasse imprescindiveis para a realisago
da reforma, declarando os recursos com
que contava no orgamento muuiip.1, afim
te que o governo lhe facultasse os meios
de leval-a effeito, conforme o pensamen-
to anteriormente manifestado.
< Como se evidencia dos termos desta
ultima portara, a resolucao definitiva do
toveruo fijara dependente do conheci-
ui'-nto da d-speza que se teria de fazer
coro as obras, segundo o respe-ti*o orga-
mento -, e da informago exigida acer-
ca tos recursos que para a sua realizago
ofterecia o orcamento municipal.
o Entretanto, em offijio de 14 do mez
findo, coromunicou a este ministerio a
Illroa. cmara municipal que, tendo ub-rto
concurrencia para a exesugo das obras e
que necessita o dito estab deeiment >, orga-
das na quantia de 138:592^708, appare-
ceram quatro propostas, deutre as quaes,
exclu'.las Juas por falta do deposi'.o prrio
exigido pelo edital de concurrencia, tora
preferida como ma8 vaatajosa, de auouri'J
coro o parecer das commisaS-a rennilas de
obras e do matalouro, a de R>ssi, IrroSos
A Moseoao, na importancia de 125:000|),
e pedio que o governo a habililaase com
os recursos indispensaveis para dar-se exe-
cugo a r-f ridas obras.
u Constando, porm, que j foi celebra-
do contrato coro os proponentes proferidos,
na por bem Sua Magostado o Imperador
que a lilroa. cmara municipal mande sobre-
estar na exevucao das obra* at que este
ministerio, s agora informado lo referido
custo, resolva sobre o roeio pratico do
oceorrer despeza ; o que opportunamea-
t ser coromunicado Illroa. cmara. >
J esta augusta cmara que a muni-
cipal, ero vez de mandar ao governo o or-
gamento das obras que eram necessarias,
chamou concurrencia, fez inmediatamente
o contrato das obras, e communicou-o.
No da em que o contrato se assiguou ap-
pareceu me uro destes contratantes e ex-
poz roe o seguinte : Acabo de contra-
tar com a cmara municipal as obras do
roatadour > ; roas como a cmara ao declv
rou que nao tinha m ios e que o governo
que Ih'os dalia, eu venho entenier-me
com V. Exc. para saber se posso comegar
as obras. D clarei terminantemente ao
socio da firma com quem a cmara muni-
cipal contratou, o Sr. Moscoso, que nao
comegass' as obras, porque o governo ia
pedir ao parlamento meios para realizal-as.
Fiquei e-itSo tranquillo com a minha con
sciencia, isto de nao ter mandado come-
gar obras para pagal-as, nao tendo meios
para o fazer. J v o honrado depu-
do por Minas, que este meu procedimento
foi muito conforme com aquelle que eu ti-
nha enunciado no senado, na sesso de
1882. Repito, fiquei tranquilh .
Ora! tanto peior para elle I qoe roe im-
porta O principal que elle me arranje
o contrato, e o far, porque j largou o
cobre. Mas, porque diabo me honra elle
coro a sua protecgo, se nao quer nada ero
troca ?...
Vendo Joanna entrar so seu quarto, a
Sra. Litrod soltou um grito de espinto.
Jal disse ella depois. Voltas de-
pressa. Nao contava comtigo seoo ama-
nh de manh. Ento a cousa nao vai
bem ?
A cousa vai muito bem. O teu lo-
catario ha de levar os seus amigos directo-
res para ver-me no theatro de B.tignol
les.
- Ests certa disso ?
Sim, sem duvida, estou certa. r\u
disse que quera representar em Serge Pa
nine, mas que era preciso tomar a casa e
elle deu-roe o dinheiro.
lato de uro horoem estiroavel 1 Por
que nao ticas 13 7
Ora por que ? repetio a futura estre
la em toro aeoco ero que se percebia mu
pouco de amargor. Comprehendes que eu
bem o desij-i, mas parece que o Sr. dou-
tor tinha outra cousa a fazer esta noite.
Depois que Joanna Dortil sabio, Proli
dura ate alguns minutos ficou como abatido
por urna preo-cupago, que o abaorvia com-
pletamente.
De repente, levantou <. eabega.
Sinipre suppuz que ess hornero era
mra inpirar reeeio ; mas nunca pensei
que foaae to perigoso dase elle quasi em
voz alta. Felizmente, muito breve nesga-
r de a!-o. A bregeira que suhio daqui,
j fez, sem o saber, metade da minha ta-
refa. Gragas a ella, a mina est prompta,
e eu nao estou metti lo nisso. Agora bas-
tar langar-lhe fugo para Paulo Darnala
desapparecer
Angelo tornou a vestir o sobretodo guar-
necido do pellos, apageu as velas dos can
delabros e toraou o camnao da ra da
Saude.
Osear Rigault tinha entrado tarde para
a casa da irm.
Sopbia eeperava o para jantir.
Depois, ambos pretendiam levar Emma
Rosa par* o pequeo aposento que ella de-
via oceupar por alguna das, no qual o ex-
inascate lhe servira do cao de guarda.
A menina sentia-se um pouco menos fa-
tigada do que na vespera, mas tomada de
urna angustia crescente.
A uuvem que se estendia entre os seus
olhos e os objeutos exteriores, cada vez se
torn.va mais espessa.
A luz viva do dia nolheapparocia mais
seuo como uro crepsculo. ,
O reeeio de perder completamente a vis-
ta a preoecupava, a tortor*va, roas ella
nao cotnmunicava a ninguem os seus ter-
rores secretos, que guardava para si.
Sophia tinha ido com a criada Marietta
arranjar o aposento mobiliado da ra Gu-
noaud e mandoa para l diversas cousas
ia.iispensaveis.
Ella resolveu que todas as manhs, at
nova ordeip, Marietta ira preparar a ali-
mentago do aia.
Osear contou irm os passos que tinha
dado.
a| Nao avisou a minha pobre Camari-
na ? perguntou lhe Emma Rosa.
Ainda nao, respondeu elle, mas to-
que certa de que hei de fazel-o. Hoje,
estive muito oceupado, e depois...
O ex mscate interrompeu-se.
_ E depois o que ? perguntou a meni-
na em voz ineiga.
E' preciso que ea digs a verdad*
verdadeira ?
Cortamente.
(Continuar se-ha.)
f
\
Typ. do Diario roa Duque de^ Gaxias ***!
CM


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