Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19066


This item is only available as the following downloads:


Full Text
'ti i

*
*
i
i



l
<
!'
I
PAMA
Poajres meaos adiantadcxt
ditoa dem. .
uui (amo aeai......
numero avulso, do nipsmo da.
oauu mkm *fi pa*a porte
. 6 . 120000
....... 240000
....... 0100
.--M
STl
PARA DBNTHO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adianWidos.....
Por nove ditos dem.......
Por um armo dem.......
Cada numero avulso, do das anteriores.
130500
200000
27*001?
0100
DE
NAMBCO
|)r0prieirai>.e %t JHaiuet^kqptrfa be Jara 4 Silbos
0< Sea. *iu de 'ra, m* as ta.ws as^nte-
veln i os le annun los e pu*
hlio <.,* da Franca o Ingla-
terra.
----------------------^wqqigj----------------------
Os *lrs. Wa*burne II manos-
I \cw-Viirk. Hroxd Way o.
3M>. ,*> os do*sos ; ni ex.
cltiaivo* Je annu cics nos 10-
tailos-l 'nidos
Aviso
4.08 Srs. Assig'nan-
tes que se acharen, ein
atrazo, scientificamos
qu^ devem mandar
abonar suasassignatu-
ras ate o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soff ram nterrup^o na
remessa do Diario do
1 de Outubro.
TELEGRAMAS
sssv:;; iasks^las ss das::
RIO DE JANEIRO, 22 de Setembro, s
3 horas e 45 minutos da tarde. (Recebi-
do s 5 horas, pelo cabo sub.oarino).
Fol exonerado a rn ped Jo do car-
go de director do presidio de Fernan-
do de Kuronbi.o nin jor Hunoi-I Con
alve Perelra Luna.
Foi iiiiini'udu Juiz de dlrcllo da co
atarea de (.raja n. de 1. entrela,
da priivinc* do Maraonao. o Dr> Se
kaxiia doae le Magalbe* Brasa.
Fol rciuuiiciu para Valparaso o
conwnl ceral do rasil em l-iuiu. An-
tonio Augunio de t(iho.
se.V.(0 U UfrA aaV*.
(Especial para o Diario)
VIENNA, 1 de Setembro, tarde.
O Belcbarata rol convocado para o
da 99 do correte mes.
LONDRES, 22 de Setembro.
F. o Sr. D. Lula I. re de Par-
acaba de cneaar a eata capl-
U. I
ta
tal.
a Cmara doa Commun rejelton
par 991 voto* contra e esa ae-
gioda leltu/a a propona de le re-
lativa a reforma agraria en Irlan-
da, apreaeatuda pelo Sr. Parnell.
Agencia, Havaa, filial en P: mam-buco,
22 de S-tembro e 1**6.
INSTRUCC!) POPULAR
e a sua fibrin\, Por isso se diz vulearmente, e
con rasa", que ai hortaMasa refreseam o sangoe.
Resulta da swa edulposico que ellas niop>dem
reparar, seno n'uma proporcao mu pequea, o
sangue,e que o seu uso exclusivo forree aos te-
cidos orgnicos urna alimentario insufficiene.
Bala laCemparada coai as hortalizas, a ba-
tata -lbes superior en valor nutritivo e em fac-
lidade da digest^, porque os seus principios con
atitu'nfea ao mais soluveis que os daquellas e
tambem porque contem mais albmina do que ellas;
mas, comparada com carne, com os cereaes e com
is legumes, ve-se que inferior anda aos mais
pobres daquelles alimentos. 0 arroz e o milho,
por exemplo. nao s teem mais materia azotada
mas tambem mais substancia feculenta. E' ntil
para se associar carne e ao leite.
Frnctua-Pelo lado nutritivo, as fnietas nao
sao muito abundantes em materiaes anlogos aos
do sangue ; mas sao de muito fcil digest >, o que
permitte come! as no fim ds refeices. 0 lcali
que conteem auxilia a desassimilaco dos mate-
riaes azotados, gordos, e sacebarinos ; e d'abi pro-
vm a vantagem do sea usu nos cases de gota, de
diabete de obesidade.
Os tratamentos pelas uvas dio em mu tos casos
excellenfes resultados. Nos climas quentes as fru-
ctas fo muito convenientes na alimentario das
pessnaa de vida sedentaria enasplethoricas porqne
ao alimentos respiratorios leves ; tambem ao atis
sos individuos que soffrem de affece s do figaJo,
de gota, de dyspepsia e de prisio de ventre.
Bebida* alcoolicasMuito se tem dito e
escripto sobre o uso e abuso das bebi las alcoolicas,
hivendo quem condemne absolutamente o seu aso
anda mesmo o moderado.
Eis o que a obaervaco e a scienca a tal respei-
to nos dio como certo. Em todas as opochas e em
toda parte tem o hornera usado das bebibas fer-
mentadas, as quaes existe o alcool ; tal uso di've,
pois, corresponder a urna necessidade instinctiva
e orgnica.
E' que o homem encontra nestej alimentos um
meio de manter a sua actividade, a energa neces-
sana para a concurrencia vital, materiaes produ-
ctores de calore de reparacio, forca indisoensavel
rara a execucao de trabalbos penosos e, maitas
vezes, o esquecimento passageiro do soffrimento e
da miseria. Um erudito escriptor francez, n'um
estido f-ito sobre documentas e estatistcas offi-
ciaes publicados em Franca e n'outros paizes, che-
i_'ou s conclusoes seguintes aerea do rgimen
alimenticio das classes pobres : E' insignificante
n'ellas o consumo da carne ; a proporcao d'este
alimento muito fraca, e elle falta mesmo mu1, as
vezes no rgimen quotidiano dos trabalhadores e
dos soldados : ha um grande consamo de al rentos
feculentas e gordos ; o consumo das bebidas espi-
rituosas e fermentadas i por toda a parte muito
avultado, e est em relaco com a insuficiencia de
egimen alimenticio, e com a quantidade de forca
que cada operario se v obrigado a dispender no
seu trabalho.
(Contina.]
Thesonro Provincial
DESPACHOS BO DA 22 SETEMBRO DE 1886
Jos Fauat-'no Marinho Falcio, Jos Rodrigues
de Moura e Jesuina Candida Savedra e outros.
Informe o Sr. contador.
Gaspar Jos de Mello e Antonio Jos Coimbra
Guimaracs.Entregue-ee pela porta.
Jacintho de Almeida. -Informe o Sr. Dr. admi-
nistrador do Consulado.
Jos Alves de Paul* Hornera, Laarectino Pi-
mentel Angelm, Caraar* Municipal de Flores,
Joiquim Lopes Machado, cantas dos collectores
de I tamb e Gamelleira, Francisco Antonio da
Natividade Saldanba e vigario Martinho Cordero y
Martnez.H fiscal.
Manoel Deiphino de Medeiros Favilla.Ao Sr.
pagador para enmprir o despacho do Exm. Sr.
residente.
Francisco Jos de Sant'Anna, Joaquios Domin-
gnes Pocas, JoSo Landelino de Almeida Andrade
eJoi Marcelin) Alves da Fonseca-'Jcrtifi
que-se.
Consulado provincial
DESPACHO DO DIA 22 DE SETEMBRO DE
4886
Ezequiel Jos Ganes, Antonio Bello Plmentel,
Magalhie Soares, 2 petises e Manoel Francisco
Regueira Duarte, 2 idem.Certifique se.
JoB Lina Cavalcante, 2 peticoes.Certifi-
que-se
Manoel da Motta Bastos Domingos Manoel Mar-
tina, Agostinho Irmaos, Mathias Gomes Fernan-
d s A C, Ignacio da Silva F.rreira, Aflonso Oli-
ve;ra & C, Gomes Miia & C, Couto Santos ce C,
Antraio Luiz da Costa & C Decio Augusto Ro-
drigues; Joao Ansberto Lopes, Diogo Augusto dos
Res & O Francisco Jos da Cunha Sampaio,
Couto Santos Jt C, Mara Leopoldina Rodrigues
da Silva, M. A. S iarcs L?ito c Emilio Ruberte.
Informe a 1 seceo.
Alberto Res Ferreira de 01 iv-ira, Francolino
Barbosa de Oliveira e Antonio Ferreira da Cu-
nha Lago.A' 1* seeeo para os devidos flus.
Instrncco Publica de Pernam
buco
DESPACHOS DO DIA 22 DE SETEMBRO DE
1886
Pacifico Paulino Malaquias. Selle o re-
querimento e venha por intermedio do de-
legado litterario.
Mara Cavalcanti de Albuquerque Ro-
cha Justifico em virtude de autorisaeo
da presidencia de 21 do corrente.
Secretaria da instraccao publi -a de Per-
nambuco, 22 do S teiubro de 1886.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
xa:"5rGrasr>rB
( h.,trahido)
DA BIBLIOTMECA DO POVO B DAb ESCOLA
CAPITULO V
AIJHU.Vr.ti.'AO
(Vunftuuo^oo
ameiin. Aseite. Outrao ordo
raaEstas diver .o Bunnianci^B sao consiiiuidaa
por misturas de cidos g .rd<, era pr >porco--8 va-
riaveM. Sao de dige-'a diffio.l ; c .in'udo ha urna
observaba r-cente que pro 'a a un idade particu
lar da manteiga e do as~ite na alm.e.:iacao :
que an fculas, quandu inisturadas C m na corpas
gordos, Convertein-a- muito otis faei'njente em
gorduraestado em qa -e--in de i b-oivid8
2o que qu^ndo ;-ii'. ing ndxs isi.Udas. O p" com
manteiga uu alimento inui'o racional. A sala-
da sem azeitea pud. i ser ngerid-, pelos aiiiraaes
herbvoros.
fje(nnieNO* legnmes conteeui un:a giiritan-
cia albuminosa souito atMtiidaaW, a Ugumina,,
alem d'isso, urna gian-ie qu i la hi assucar, da maor parte do miib el singue, .
A leguinina soluv I na (ua a ferv-r; mas co-
mo a agua de que *e tal nao una cosiubaa c.mtra
empre urna certa quantidad* dp c. 1, ei-tnru-
ne-te i leguuina e forma com ella um ctjo ba
tante d'.ro. I>is 8>- emo qoe os legunes Bcain
iucruadoi. Na gua da clmva, oa na destil.iU,
eosem-se estes minio ax h-r. E' omito til i nart
os legomes na f-rma ir 80,11, porque aa |mr!
mais nutriliviB dell- s i-s que bh ih 1 se digereui.
ficam dissolvidas no a*Mo.
Para se preparar urna b a opa de legum> t,
devem estes ser eosMoS 11 agua que esteju tria
quaudo nella forera laseiios, p rqne, e '
deitados em agua ferv.ute, tuna grande parte da
legumina coagulara 1 el ealor e ficaria i etiva. A raelh 1 f .01 <>< so .dea quena fian-
eezes chamam jmrie "I'k'hi. p-aleui cLasiti-
ear-se entre a carne so -a >, no tocante a facilida-
4e cora que u&o ,ii*eii I ,
orlalicaM K r eeera ao nn.na mu:to
pouca materia nut. mv ; m> b auxiliara, pe s sa.'B
que c nteui, a di8 logio dos corpas a bummosos
da carna e podem, de.>u de misturados com o
sangoe, manter no estado liquido a sua albmina
?ABTE OFFICiai,
Coveruo da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 21 DE
SETEMBRO DE 1886.
Baeharel Affonso Viriato de Medeiros.
Deferido com o officio de boje The
souraria de Faz nda.
Bjnicio Jos da Costa. Iutorme o Sr.
inspector da TheBouraria de Fazenda.
Delmiro Sergio de Farias. Remettido
junta medica provincial, a quem o sup-
plicante se apresentar para ser inspeccio-
nado.
Francisco Alcedo da Silva Marrocos.
Sim.
Joao Rodrigues de Moura. Informe o
Sr. director do Arsenal de Guerra.
Jos Paulino da Silva Filho. Remetti-
do junta medica provincial, a quem o
supplicante se apresentar para ser ins-
peccionado.
Joao Maria de Medeiros. Concorra o
supplicante praca nesta data autorisada.
Pedro Velloso do Reg Barros. Infor-
me o Sr. inspector da Tbesouraria de Fa-
zenda.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 22 de Setembro de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonio F. da Silveira Qarvalko.
Kepartico da Polica
Scelo 2.* N 926. Secretara da Poli-
ca de Pernambuco, 21 de Setembro de 1886.
Illm. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que bontem fnrara recolbidos na Casa de
Detenuao os seguintes individuos:
A' ordem do sub 'elegado do Recife, An-
tonio Silvino de Freitas. como vagabundo ;
e Josa Rodrigues, por disturbios.
A' oriem do de Santo Antonio, Cypria-
no Antonio M rtins dos Santos, Antonio
de Lima e Leocadia Maria da Oonceicao,
por embriaguez e disturbios ; Maria Fran-
celina Brandao, por disturbios.
A' ordem do do 2. districto de S. Jos,
An'onio Felippe Marianno, por disturbios
No da 14 lo corrente 1 no lugar Serra
Grudej do termo ie Bom Conselho, sen-
do o individua de nome Podro Flix f>ri
do uu>rt-imente, com uiua fa -ada, por Pe-
dro Torres, este por sua vez disparou um
uro de espingarda sobre, seu aggressor,
"uja carga nao o a'tiugio, indo eutretanto
eiupr-:gar-e dous bag>>s di cliu nbo oobre
o p-ito de Antonio Torres, que se appru-
xiiuava na occasiSo e ticou l.-rida leve-
UjClite.
Pedro Flix morr-'U duas h ir-s depois e
ntra o d"|inquente, que evaaio-ae, proce-
d u ^e nos termos do inqu-rito poli -ial.
Pelo sublelg.do. do \\." districto da
Boa-Vista, forma remettidos ao juizo com-
petente os inque.ritos policiaes que pio-
ce l< u Mmtra o eacr.'.vo Tho-naz, perteocen-
t>; D. La uriana de Moura Acioli e Ma-
no 1 F n.e d roubo e o segando pelo d tentativa
di morte.
Cominunicou-me ocidadSo EsperidiAo
Pinto Corroa, que no dia 18 do mez ulti
assumira na qm lidade de l.4 aupplente o
xercicio da ddegauia do termo de Corren-
tes.
Disus guardo a V. Exo.-Illm. e Exra.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Sonsa Le&o,
muito digno vico-presidente da provincia.
-O chefe de pofi-a, Antonio Domingoi
Pinto.
DlAitlU 0E FtKWA^Dt
RECIFE, 23 Dt SETEMBRO DE 1^86
Noticias da ISuropa
Com aa seguintes c-oncluicu a a resenha das no-
ticias de que foi portador o vapor francez Ville de
Pernambuco:
a^ llemanba
AHRela da AV*man* Jp- forte dU qu a Al-
lemaoba nada pode f.z>r,ifavur do principe da
Bulgaria ; porque nao qner guerra com a Ruasia,
a quai seria interminav I.
Diseu de Berlim ao Standard que o principe de
d' ciarou que tein absoluta contianca na manuu-a
cao da pai e que a Russia nao intervir na Bul
garia, se l fdr maniida a oriem publica.
A Gazcta da Alhmanha do Norte, resp indendo
ao Marning Pott, diz q..e a questao da Bulgaria
nao affecta em nada a Allemanha, u> m motiva.
o armamento de um t soldado a llemo, e afiirma
que os armamentoa franc dos armameoioa allemes, e que o a Franca,
respousavel pela situaco da Europa central.
I hegou a Berlim a 4 de Setembro, o Sr. de
Giers, que te ve logo urna conferencia com o prin-
cipe de Bismark.
Parece que o imperador Guilherme tem feito
muitas diligencias para levar o czar a reconciliar
se com o priucio" Alex-tndre.
Consta a Gazeta da Allemanha do Norte, que
est assignado o tratado de coinraercio com a Het-
panba e que para o rectificar ser em breve con-
vocado o parlamento imperial.
Santa Se
Segundo annuncia um telegramma de Roma
para a Djense o Papa, aceitando as pn postas da
Franca, d. ciaio enviar a China, em misso tem
poraria, um legado, incumbido de eatudar, de ac-
cordo com o governo chinez e a legac&o franeza
em Pekim, aa condices da organiaacao ulterio- de
urna repreaentaco permanente di Santa S na China
Parece que este legado temporario ser Mr.
Agliardi.
Rasmia
A situaco do principe Alexandre parece inaus-
tentavrl depois de teu regresso Bulgaria.
Anda mesmo que a resta^raco do principe
f ase i.colbida com applauso quasi unnime do
pas, as difficuldadea exteriores toroar-lhe*hiam
imposaivel a sua permanencia no throno.
Aa potencias mais ioturessadas na conservaco
do principe Alexandre como soberam da Bulgaria
taea col o a Inglaterra e a Austria, nao se atre-
vern) a tomar aberlamente o seu partido em vista
da attituie hostil da Russia. Os que juigavum que
esta potencia aceitara urna reconciiiaca > como
principe de Battenberg engaaran).se completa-
mente.
A Russia pretera romper desde j aa hostilida-
des cintra o principe Alexandre, a ra- ver Ihe de
pois ditficuldadea que o oUngasaem a abjicar. Ao
menos franca e lenl a r-aposti da Russia ao-
protestos de aub.niaso do principe.
O governo do csar diz-lbe abertamente que com
elle nao ha p"ssib idad- de traubigeucia.
Nao julgamov por isto qu seja p ior a solucao
para a p.z da Eur pa, porque evidente que a
Allemanha e a Aiia'ria nao mmpero langas pelo
principe Alexandre.
O propno snb rano da Bulgaria nao se illudio
com a sua situac i.
Um correapon lente, reterindo-ae convers;>c5o
que tvera com o principe em Bucharest, diz quo o
pr.acipe no tinba o ar satisfeito de um soberano
chamado p. loa seus subditos e p-lo seu exercito,
depoia de ter escapado de um t emboscada.
O principe pareca caneado e desanimado e 80
pelas Buggentoes da Inglaterra teria retrogradado
no caminbo do exilio.
As difliculdadi s internas nSo so inferiores s
qu dizem respeito s rdacSes poltica* exteriores.
As impreaboes do mi manto pa sarara e oa pro-
f nos correspondentes, que esperando a reconcilia
co do priucipe da Rusta, noticiaram os entbu-
oaom-s do regr. sso do principe, j vao confessan-
uo que elle fora rect bido framente em um outro
ponto.
Meui poda ser de outro modo, depois de se te-
reco comprometti lo na revoluco grande numero
do officiaes superiores, mais de 5,000 soldados e
ujit.B paisano que depois de consumada a depo
hic&j do principe a proteccao da Russia ao cnsul
d'aquella naci.
Alm d'isso a facidade com que a revolatio
triuuiphou prova que o principe nao Cootava mui-
tos amigos a seu lado ; os camaristas, os ajudau-
tes de campo, os soldados da guarda e at os pro-
prios criados o abandonaran!.
E' taires o primerro exemplo aa historia de se ir
siTan-'J^P'''n principe ao'njj propno quartj'paia o
>brigsr a partir para 3 enlio, sem que um soldad >
fiel ou um servidor amigo perdesse a vida em I
feaa de seu soberano.
Nao de crer que em vista da attitude da
Russia o principe insista cm ni j abiiear, mas se
o fizer nao tardar que rebente na Bulgaria a
guerra civil, forn cendo Russia mttivos para
intervenfo, o que de certo nenhuma dos grandsa
potencias se opp ir pelas armas.
O Times considera do mo agouro para o prin-
cipe Ali-xandre q ie o Sr. de Giers seja recibido
em Berlim com attencoca excepcionaes.
A Gazeta de Moscou exhorta o principe le
xandre a abdicar inmediatamente.
As ultimas noticias de Sofia representan! a si-
tuaco di Bulgaria muito turva. A carta do czar
ao princp reafriou os enthusiasmos.
Na circular dirigida aos representantes da Rus-
sia por M Giers, manifesta a intencio do go-
V' ru de S. Petersburgo em nao consentir no thro-
no da Bulgaria o principe expulso.
Diz o docun.eutu :
Pronunciando a expulsao do principe Alexan-
dre, o povo blgaro obedecendo sem duvida a um
sentiuiento natural ; desviou as im o obtacul i
que, durante algum tempo, perturbou a intima
nnio da m cao blgara, libertada a custa de Dno-
sos e desintereasadoa sacrificios cora a naci rusaa,
que da sua meama raca.
Depois de lamentar oa acontecimentoa que se
deram, e de louvar o povo blgaro por ter procla-
mado de novo o principe Alexandre, M. Giers ter
mina com estas palavras a sua circular:
O que a m.cio bulgar fez n'um momento de
al.'ucinaco, e reparou-o em seguida, gracas
nossa influencia, nao deve ser objecto d'om regu-
lamen'o definitivo operado d'um modo legal e leal?
Ous mi-sino esperar que o principe, cujas altas
?ualidd*e profunda nente reconhecemos, mas que
d dev*^aC'idlhi'nte a victima de influencias a que
nao pode resistir, compreh ndendo o catado real
das caixaa e apreciando com calma a stuaci ,
renovar por propris iniciativa, sera ser forcade
por ninguem, o acto da sua abdicaco, que foi
obrigado a aceitar em circunstancias que f imo-
os pnmeros a lamentar, e que a nos conseguimos
applacar.
Ora ah est o que o governo da Russia conta
iraar. Na sua opiniio, o povo blgaro, expulsan-
do o princip-i Alexandre, procedeu conloante oa
seus propnes interessrs; e o principe deathronado
deve recolher-se ao remanso da familia, consolada
com sb lamentaces do Sr. Giers.
A Independencia komana deelara hoje, fundan-
do-se em informacoes do origem perfeitamente au-
torisada e verdica, que, na conferencia que teve
o principe de Beunarck o chanceller russo Giers
propuz' ra Henrique da Oldeinburgo para o thronj
da Bulgaria.
Diz-sh que o czar deaiatio de se faz r coroar em
Samaikau de imperador da Asa ceutral, tomando
este titulo em virtude de um simp'eB uka-s.
Os jornaes ruasos affirmam que a Russia ad-
diou a sua intervenco na Bulgaria, mas nao de-
sisti de a effec uar quando a entender indiapen
savel. Int'oruiacea particularea dizem que se re
ceiam disirdns na Bnlgaiia.
A impreusa ruasa pmta a seu modo a situaco
da Bullira. D z que exiatem all dous g.veruoa
e dous exercitos distinctos. D. clara que tal si
tuacio insustentavel, e que a questao da Bulira
ria aff. cta os mt- reoses das potencias ruiopas.
Deapach .8 ofiiciaea rcci-bidoa de Tehern, c m
data de 1 Je Agosto, deanreutem um ro i pun n'o
de br>atili.iades entre ruasos e afgbaus. O ara r
m i.mia de com o goverao do ciar.
Constanao na Corea que os ruasos se propoem a
estab' lecer all um p otectoradD, o ministro chines
telegraphoo para Pt km, a pedir tropas. *
O governo chines enviou logo nove navios de
guerra, que j eato ancorados em Cbemulpa.
Grande numero de soldados cbinezea entraram
em Scaul, diafarcados em raercadores,
Reina grande tferveacncia e a multido sgglo-
mera-se as ras as ras e as pracas, em atti-
tude hostil as tropas.
Os jornaes ingleses noticiam a morte de Ale-
xandre Krespethnne, exilado na Siberia, irmio do
principe Kiepeihrine couhecido anarehiata. Ale
xandre Krespethrine suicidou-se em Tonsk, tendo
45 annos.
Era um sabio, traduzio para russo diferentes
obras philosi phicas e scientificas inglesas.
Pub icn em diversos jornaes e revistas russaa
artlgos vuito notaveis acerca doa progreasos da
astreuomia phyaica.
Durante os ltimos tempes do seu exilio, em-
quanto eateve em Miucke em Tonsk, trabalbou
aasiduamente n'uma ohra astronmica, em que
submetteu a urna critica cerrada todas os actuaes
conhecimentos acerca da eatractura dos differen-
te8 systemas eslettarea.
A impossibilidade de encontrar na -iberia os
rscursoa necesiarios para levar cabo essa obra
raagiafral constitua urna das principaes causaa
dos seas aoffrimeutss maraes.
E esperva cora impaciencia o termo do seu
exilio que Ihe tinham deixado entrever para o
mez de Setembro.
Orela
O terramofo, que no da 23 de Agosto, se sentio
na Grecia, dnrou doze segundos e destruio vidas
e aldeas do lado occidental do Peloponeso. Filia-
tra ficou completamente destruida.
O numero de pesaoas sepultadas nos escombros
anda se nao pode precisar, mas suppe-ae que so-
be a mais de 4l)0; o numero de pessoaa feridas
mui'o mais elevado.
Segundo informacoes officnes, o numero d a Vic
timas dos tremores de trra de 186 mortos e 50
feridos.
As vilUs de Moratbonopnlis e a missio Garga-
liani, ficaram rompletameote deatru'd a; nesta
ultima eleva-se a 2l> o numero dos mortos.
Na aldeia de L >gi ndiata j tinham sido desen-
terrados 16 cadveres.
As viU> 8 de Modona, Halum* ta e Megalonpol'8
soff. era ni grandes per.-las ; em KataColoutra as
casas ficaram iuhabtavea ; em todos os pontos
onde o phenouieno se f. z sentir com mais violen
cia ha morios e teridos.
Quasi todas as povoajoea do Peloponeso soffre-
rm graod'S pr.juizos, e, uas quo aiuda esti. era
p, os habitantes, receiando o desabami uto com-
pleto das casas, se por ventura se repetir qual
quer aba o, passam as noites lora dos seus aomi-
ClIlO.
Attribue-se a conaervacSo dos edficios que es
to i m p 4 reguUridade das ondulaco nos aba-
los tubti-rraneus.
Em Zate e Cospi tambem fei sentido o terra-
moto, ras nao causou estragos.
Os Sos telegrpbicos, que ligam Zante e Creta,
ficaram curiados, cahindo tambem alguna postes
Para soecorrer os iufelizes habitantes das re
gioea to fl.gellaaas pelo terrarooto, fnna partido
0 transporte Bobolina, levando barracas de cam-
panha e pessoal do bombeiros, mdicos e phareeu-
tuoa.
Os conaeihoa de ministros teem sido muito fre
quentes, sendo nell. a adoptadas quantas m didas
se podem aproveilar com a inaior urgencia.
Oa ahalos continuavam em Creta e no continen-
te ouviam se rumorea subterrneos.
Em Na lea houve pelo mesmo tempo dous aba-
1 ,i. Foi immenso o pnico dos habitantes.
As familias passaratn noites ao ar livre e as
mais remediadas em carruagens.
O Vesuvio, depois de ter tido duas erupcoes
formidavea, coutmuava n'uma ebulicao terrivel.
Oriente
No da 29 de Agosto o principe Alexandre des-
embarcou cm Bucharest, do meio do enthusissm
geral.
A contra-revo'ucao i fdqminud >, nos ltimos
diaa de Agosto, proporc&es cada vez rraiores na
Bulgaria.
Em S)fia, capital do principado, havia'grande
agi'aciV) e outra os factores de deathronamento do
principe Alexandre.
Croncff, Bendereff e outros demas importantes
influentes de moviui-*nto revolucionario, qu- ti -
nham conseguido evadirse foram presos en Wi-
den quando tentavam fugir.
Zancoff e principal ch-fe da insurreico, foi to
mal tratado p-lo povo, que o deixaram quad morto.
O coronel Kesain ff, e outro que o acorapanha-
va, fugiram conseguindo chegar a Buchareft.
Das pesaoas, que toraaram parte na revolucio
centra o principe Al> xandre, s serio executadaa
as que tem carcter militar.
Aa outras serio amnistiadas.
A 30 o principe Alexandre chegoua noite aTir-
novr, cuja ponurac,io o recebcu enlbusiastica-
mente.
Encontramos nos ltimos jornaes estrangeiros a
noticia da entrad i triumpbal do principe Alexan
dre nos seus estados.
O principe foi de Giutgevo para Boustchouk era
um vapor blgaro, onde foram muitas deputacoes
prestar-lhe homenagem.
N'est ultima cidide o principe foi recebido en-
thuaiaaticawente ; todoa oa cnsules foram espe-
ral-o, inclusive oda Russia.
O Sr. tambuloff, presidente do governo provi
sorio estabelecido em Tirnova, saudou o principe
Alexandre em nome do povo, declarando lhe que o
povo todo estava, uuido e que coodemna os trabi-
dorea. Em aeguida declarou que de novo entre-
ga va o poder ao principe.
Reapondeu o principe que acreditava em que o
povo blgaro continuara a coufiar nelle e que es-
tava pro:nufo a sacrificar a sua vida pela felici-
dade da Bulgtria. O principe no caminbo para
Sofla, atravessara Sistove, Tirnova e Pbihp
popoli.
Em Sist >va o prncipe Alexandre teve urna re-
cepcao anda mais enthusiastica que em Bust-
chk.
O povo desatrellou os cavallos da carru..gem e a
forca de bracas levou o principe at a pona do
templo, onde se cantn um solemne Te-Deum.
0 principe demorou-se apenas urna hora e se-
guio para Tirnca.
Um despacho de Giurgevo da que depois da
contrs-revoluco ficaram existiudo na Bulgaria
dous governoa provisorios ; um em Sofia, dirigido
pelo Sr. Karanelof e o outro que comprehende o
resto da Bulgaria e da Romelia sob a preaideacia
de Stamboulof.
Este ultimo separa se de Karav 1 f pirque esto
anuuira a que um enviado russo proceda aae a iu-
querito acerca das circumata icias que deram
causa aos ac .ntecimeutoj da Bulgaria.
O Sr. Stamboulof, pelo contrario, queria res-.a-
belecer o principe no throno sera que para isso
contribuase a influencia da Russ.a.
Pirece que o governo nomeado pelo Sr. Stam
b mlof durante a ausencia do principe sena con-
firmad j por "de depois da sua entr.da em S tu .
De (Jonstantinupla dizem que dep is de resta-
bel ciaa a oracm na Bulgaria, o principe Alexan-
dre tencioiia abdicar voiuutariameute.
Nao admirar que aaaim aucceda, porque as dif-
ficuidades que cercara o principe Alexandre sao
mais numerosas iue nunca.
Bstala que no nr-iu doa eothuaiasmos e fcsiaa
com que o principe for recebido, seja pratiicado
qu-ilquer acto aggreasivo ou injurioso contra al-
bura subdito russo para que o governo do czai
.tome pretexto para sabir da neutralidade que tem
proinettid .
O |orual official do imperio ruaao do dia 2 de Se-
tembro pub icou o telegramma do principe Ale-
xandre com a data de 1 de Agosto, em raaposta
ao czar.
O principe fez acto de aubmiss o completa, afir-
mar a sua dedicaco, e declara-se prompto a en
tregar a sua coroa ao czar.
A resposta lo czar censura a volta do principe
a Bulgaria, preveudo-lhe resultados siniatr >8, e
declara que se abster de toda a mediacao na
Bulgaria, emquanto o principa Alexandre l es
tiver ;
Conclue dizendo : O prncioe julgar o que
deve faser ; eu reservo-me julgar o que de mira
exigcm a memoria de meu pai, o intereas da Rus-
sia e a paz do Oriente.
Depois da resposta do czar parece nevitavel a
abaicacao do priucipe Alexandre.
No da 2 o coronel Mu Kor ff, generalissimo do
exercito blgaro, prendeu os Sra. Zaukoff, Hara-
veloff e outr ia ; mas o principe raandou soltar.
Nao tem fundamento o boato de huver guerra
civil na Bulgaria.
Reina perfeita tranquildade. O principe Ale-
xandre devla chegar a Sofia na tarde de 3.
Apesar d'estas affirmaiivas tranquillissdoras
vindas de Sofia, corra em Lonur>s que houvera
um combate em Radomir, entre as tropas coin-
raandadas pelo coronel Mut Kuroff. general era
chefe do exercito blgaro, fiel ao principe Alexan
dro, e o regiment de Kusteudj.
O boato accrescenta que ha numerosos mertos e
feridos.
Noticias de Philippop< lis confirmam que o aco-
lhimer.to que a p ipulacio fez ao principe Alexan-
dre quando por alli pasaou do a u regreaso fui
bastante fri. Na passagem do combuiu que le-
vava o principe, foram enllocadas travessas sobre
os carris ; o machimsta mal teve teuspo de parar
para evitar um descarrilhamento.
O certo que representa ama sorpresa cada no-
ticia que nos vem da Bulgaria. Dir-se hia que
estamos leudo um romance. A pr pna figura do
principe, depoiB do jelebre golpe de estao, lera
asaumidu proporcH8 d'ura he.e de phautaaia.
Unas v- zea, denunciamn'u ua 8--us act.> um h -
mera corajo.o, desieraido e audas, continuando a
-ua fi/ura de soldado valente. qne, no anuo pao
gado, frente d'um exercito diirmutu. comparado
cora o do adversan, consegum sahir triuiupbante
da lucta renhida, que trav-.u com a Servia Ou
tras vezes, app-rece-uo h-sitauf-iHe, receb-n n.
do p 'VO buljrar 0 aeolhiraenU) raaig liaongeiro,
quese ple faser, afugent-udo o h.iueu que o
trairam, victonado p-l s seua alliadns e al peiu
re, que elle venceu; e, no calor daquell.ap.-
theo-e volve inquieto e r ceioso os olhog para a
Ruaai e para a All-inanha, e promette bed.cer
,mpoaic4 d'aquellas poteucias, declarando se vas
sallo subuvsso, e prompto a abdicar dos seus di-
reitos ao tbrono !
Se asaim o fz, paree- que mais lhe valena ni-
tor retras-dido a meio de cuimh.. Poda, e
lonee, d-ciarar a sua .olunUria abdicacao, e ni.
ser obngido a ab.ndouar o p.vo, que .. reclamou
com tan'o amor, depoia de t- r -ecbo d lie t.,das
as provas de dedieacio e vassaliaKem, de que toi
alvo. M.lhor lhe f. uio ter recebido a ineu
era honrosa, que lhe dirigi u gov. iu. br.t meo
r interu.ediu do seu repreaent-nte em Ba^bareai
geui n' nrusa, que
por interu.edio du
Ver m..s mais para dame no que d a aubraio-
sao do priucipe s impos eo,-a do zar, qual, Oe
pois de o ver rendido a. aeus pe*, aiuda p r mm*
teve a inclemenei- de o repr hender o-in dure e
sobrancena. como se reprehend. ura m-umo tur
bulento.
Os jornaes finc zes, os allemes e os ital. no,
consid r.m todos ioevitavel a abdicacio do pnu
cipe Alexandre. .
^s jornaes ingleses reconhecem que a situaco
muito diflici!.
Ainda se nio sabe qual a resolucao do principe
ao serio.
Batados Lnldoa
A polica de Chicago pr udeu tres anarcbaUa,
em casa dos quaes appreheudeu um dep.sito u
armas.
0 presidente da .-publica doMexi-orecoas
end'.u a aut ridad-s m-xieanas que s*jmos nsas
circuraspectas nos piocessos contra os egtraoj-
geiroa.
9
INTERIOR
C'anwr? dos Drputados
DI^CBSO PEON'USCIAIK) SA SESSAO D 4 DB
SKTEMBRO DE Itti
(Vonclusio)
O Sr. F. BjlisarioPois bem ; a minha argu-
mentaca> e a s- guinte, nao a quero modificar :
toda a materia primt, que a iaduatii* no Brasil
empriga, paga imposto, embora mdico. Por
consequencia, o argumento do nobre deputad., de
que nao se poda imoor sobre o sal por ser materia
prima, cabe, e com tanto m. >rra io, quanto essa
materia prima existe no paiz e sua produccio po-
de tomar grande deaenvolvimento. (Oontesta-
S5es).
Perraitram-me que entre na analyae destaques-
tSo, e que a ucompmh i era tolo- os ponina. P.'jo
aos nobres depuudoa paciencia para ouvirem urna
deuionstracio to enf .J nha, ora > esta.
Nos temos duas provincas que lazem opposicab
a este imposto, a do Ri > Graoie do Sal e a de
Minas Geraes, e porque cada urna toma um ponto
diflerente para a opp s co, cu considerar' : o i la
urna de per si : comecare pela do Ro Gran Je lo
Sul.
Sr. presidente, a provincia do Rio Grande em-
prega sal como materia pruna para a salga (tas
carnes e tu rabera para austento do gado, mas so
bretudo para salga Na Europa avahado o que
de sal consoin um n em 25 kil 'gr a ramas yat
anuo, um cavall 3>) e urna oveiha 1 kil gramssa :
uiaa no Brasil na- .sb'io d.-st-ts Cousas, tufa
aqu avalla se por p iu o mais ou m-noa, quaalo
l .-ai qiiantid es coobecidas. D sculpeos-iac
fallar asaira, porque tamb -ra sou agr.cultor de-
vo cjnhecer destes neg cos.
No meu pruneiro oiscurso eu liase que, se
Hiigra- utannos ara paio o valor do sal, e ao mes-
mo tempo impuzeaaeraos sobre as carnes salgadaa
eotraug iras ..
O Sr. Seve NavarroMas note V. Exe. qu- o
sal nao a para salga da carne.
O Sr. F. BdiaarioE' tamb ra para o coara,
O Sr. S-ve NavirroPara o couro e para oa-
trog product-s.
O Sr F. BelisarioHavemos de discutir isto
tud i com calma.
Nio conheco esta industria genio p ir inforsta-
edes e, como i.cab i de dizer, tudo no Brasil ; or
pouco mis ou ti, uoa : u ha as ooasas inlas-
iriaa, como nag i'urop g, cguranja e precisao da
apreciacao. Mas, supponho qu- nao eatou longe
d verdade dizendo que uraa rez exige pra a sua
salga um aiqueire de sal e que produs de carne
ex.iortavcl quatro arrobas
Ora, 8'- ate imposto pasaar no mximo que est
pedido, 10 ra. pr litro, o que est ainda p-r drd-
dir, terein ai augmenta lo o valor d > xarque na ra-
zio ile 1"0 ra. ; raaa, como tu augmento o imposto
sobre o xarque eatrangeir n'uma pr.por.io
mi ior, o xarqU'- do Rio Gianle aua suffre Coa
este accreacimo era OU Valor lelalivo.
O sr. R-beno da Cuubt -Esta compensado.
Sr. F B.lisario Fica pe fritamente eon-
psaaasVi,
O ar. Seve NavarroNio ha corapensacao.
O Sr. F bel sariAcredite o oobre deputada
que o xarq ie ficar mais Caro luO rs.: queta vsi
pagal o ?
Na o Rio de Janeiro, que importa quasi tola
0 xarque Uas republi-as platinas, sao as provincias
do norte, sao que ha.- que lucrara c> m o imposto
s .Ote o sal ; d. m-du que aquellas pruvinci .s, qaa
vio ser ppjU'i'Cadaa, sao justamente as qoe vs>
aer b m tic adas pela uuustna que ..ellas se ir
desenvolver.
O Sr. Seve NavarroPrejudicados sao oa pra-
ductores.
O Sr. F. BelisarioPermitta o nobre deontada
que u talle cora franqueza. S. Ese sabe quaafo
eu przo a ana provincia, mas justamente porqat
r coibe? i que uraa das pmviuciaa mais adi.Jt-
taaa do Imperio, de excedente clima, onde sse-
Iboi a; ile-env vem a ludustria e a agrieuliura
em todas us suaa maufeBlaco* s, onde prospera a
cooiiiaavo, com t .uto iisp udio promovida pel3
Estad ., q>'e eulendo que ella pode uielhnr satigfa-
zer eate e-Cargos geraes, qu.udoo Estado tata
ai Jo a.diciio em pr .mover os seus m-lboramentea.
(Apuiadn.-) Nao SRto aa provincias menos taro-
re.i'idnB uao a pila n.tur, za, c uio meaos aqai-
uli a'las na r. pailicio doa ben-ficiog publieoa
aquellas que devem ser mais sobre arregadaM.
se ucaie ra amo orcam oto ^u- discutimos.
cedemos aukili para c nstrucco de estradas de
Ic.ro uo Ri i Giaude do Sul, se p gara s garanta
de juro ; se os ie brea de^uiadoa dea jara, como
eu v. r completada a sos rede de viacio frrea, O
que exigua anda maiuiea sacrificios, se querrs
qu. a< uiilbore o aeu purto, nalural que poner r-
ram tamoera para augm- otar a renda do Estado,
de modo a faser w a taes melhoramentos.
E uio fica b-ra a uraa provincia ti., rica (o coa-
t an > deven a abater nos uobri's d puta.los o sea
1 gitimo uigulbo pur S' r. ra representantes daque.la
pr.vn.cia Uo aliauaoa) o calar ou raudo oa co-
iret geraca, como se toas- urna das pr,viucias sse-
u^B iinp rlaut-a do liniiei io.
A Lamaia abe como eu Je, jo ver melborada
a barr ileona provine a ; poia tvuj, eig aqu sa
fre b que pagara o Ri* G.aodr- e o Rio da Piala,
coucui rente ua industria ue que tratamos.
Kr. t> s de carne revea :
Uo R.o Ja r*ia a :4 1/2 pegos por to-
n aila...........................
Uo Rio l auUe:
Com.iMiillla n.gi i.-----7.V Tz. Dur Ullla de
6-1 kn ap r i.ieuJ............
Cuuipauhia Brasi i irr.7^ r-. p r mia
d 60 kiko ,-r iu.nl i..........
Ouirua pr c- .-idO r p > .-' M.49
kilos----p 1 "I" "la...........
A grBcl (pr c; a ii 'g-/-) 3. O |MB
nliolln-----.....U'l'il...........
(Ha ap.lt -)
..el e a allUacaj acl ii >l ni
fjri. ra par ka di i rao' >. c.wi '
iir^nllirilt i ii un. v ...-_ c n ea.. iKKt-
raa.enl Con, I mi l,ei.soa-
goa, o que tai aml e r r. leaa
ro. i> c r.
Ai ni Mal .leu i v, -ai- i p ovineia
,l, i(n. Gr ni i i o .K'iadsa
de terrn, di. a p p.raaa
xaiqu-d..B .Mai -o .uta a
Oe -rucio da I" i i.a t Ir..-, qaa
uaSHill -J OI v uci ae p. ve n, o i*
aer al.ivi. u I '
le faz r lo- n n
Eala laza
Ma r. e a .lala pr v ii. i
a provine, a
trallaS ue Ir i
rallllda p- lu 1'.- a
ini-i ior : ,. da
irada, e t. 11 l
O ar. Atl
pal p evi-o
12*000
I2A500
uttoo
uta
2 4000
s coa-
..roprie
h ni arovia *< Ae
, b id ;,iu' .ai
eq-
A
tea boi ss>
i da e as < ati ^a-
\r< >*
. io. ,'c,.. .1. ea-
-y
il _y u e ^-. ''i
Icriitoiiu un te
"-r r. -.1 un. ramal que raa-
lido ,.el pr i ., p.itmai. iuVorta.it
.na.a estrada c ,. gov iu i geoal, aia-
h uie-iii i in i i mlneiro. (Apoia<-
ro.t,,.t ,o io. o." i Es I. val e brw
para ailiviai a situacao penosa do Thesouro, naa
IllfitVU


mano de Pernamhwetjuinta-feira 23 it Setembro 46
nade d- ixar errcshr tombem sobre nm prodneto
ase tem de usuiruir grandes vantagen.por effeito
antis obras resilladas pelo Estado, o que ae tra-
*ex era baixa considera vel de frute, e portento de
usto do genero.
M os uobres deputados, sobretodo o raeu no-
tare a.i igo epatado pelo 8 distrido de Minas,
eaj'iiv< c<>u-se, se mo permit assim expi imir-me,
obre a quautidade de sal entrado em sua pro-
vincia.
Lt mbrei-me da taetifiesr ssafano a prtpotit>
4a d.scurso cosa que nio brdbnnteaaenta erreou
-bie debutaste q* me p-eet* a saa etteaco
8. Exc d- clases que eat)raa anneaftajent ao Ri>
ale Janeiro a sassnia st5u mrlhoe V kstgraot-
asa de sal e nni^wb sua provbtcia coaeuuiie
* maior parte. Teusu aqui urna nota da luda a
aaped'co de sai pela saa-ade de fetro de IX Pedro -
II e fiz o calcula e.>ui ImiU aactidio, qv eonai- lugaasetra 12KS!:(2KiS?
rifo me preocupa neete momento ; en comidero
ama industria, qoe em toda h parte tributada, e
qne nlo tem motivos para fiear iseuto de toda a
imposico. O tributo que ee propde poder* fazea
diminuir os lucros desta industria em algnma sa, ou p< der o fabricante vender nm pouco mais
caro, mas ba de continuar a coinuierciar do mes-
mo modo. Os receios du nobre deputado Bao in
fundados Cumprehendo que oa fabricantes pru-
curer por todas os meios evitar o imposto ; aos
plantadores de cano* a aos senhorea de engenbo
arada ieaportara* a impoato.
Pea licenca para demonstrar que o impasto
obre Bebidas alcoolieas nos diversos paiMVfltVi-
Ksadsa e o que elle no Brasil:
hodos en pseos s se tiiesos e Bear** *.-
ooomoj*
Bussia......278080:000*000
4ereicoino e^ahmiviiaanaite tfeetinadb e Matee Ga-
ra' s o sal recebad ees algutaaeestaee. que taaa-
bem aervem ao K1o de Janeiro, como, por exem-
al. a do Porto-Novo. Dos 50 milhSes de kilo-
srrammas entrados no Kio de Janeiro foram par..
Minas 2c) milboes, isto 30 milhca ficram aqui.
Uui Sr. D.-putadoE o que entra pea Ms
giana?
t. P. BelisarioBa nio digo que nao enfr
sal pela M >gyaua, pela Victoria e pela Babia;
sea* aqu taca a pnucip apn-seiitar urna prova de que isto exacto. Urna
regulo coiisom tantos maia productos qoauto mais
sleusa e mais rica a ana populacho. Os nobres
al, ntad a podam ver islo da uuu maueira palpa-
eet oa Europa, onde aa estatiaticaa sao perfeitas,e
jaatawciite em relacao ao sal, artigo de que nos
ocupamos, e cujo consumo por habitante parece
ae cawr ser o meecao em toda a parte :
} a] a o o a. ^ 23 3-3 s
a, bs 11 3 5.3
aw^w ,
2,80 1,230 80
820 800 50 .
750 930 39
515 500 25
630 700 19
240 240 18
al 420 160 17
260 220 14
540 910 9
1. Reino Unido
S. Franca
3. Estados Unitoa
4. Alemanba
5. Busaia
C Italia
7. H.-epanhae Portugal 420
8. Austria
3L ludia
JatM ea'atistica refere se ao anuo de 1880.
E porque, como ficoa dito, onde a populacao e
nii ii> usa e mais abastada, ooda se cuasome
sais sal, nao o rnente sobre a provincia de Mi-
ama, m .8 sobre a provincia do Rio, que o impotto
*ai rtcabir.
O Sr. Joo Penido d im aparte.
O Sr. P. Belisano O que V. Exc. toma como
rar a pula quer dicer o esturlo e a attencA>
far impr um sacrificio a urna provincia que prezo e
>at uio apeza.' do que dizem oa nobres d--putados.
Ea nada propria som estud >, sem examinar a
oeatio em todas as partes.
Uina ultima razao levo i inda apreaentar. Oa
obres diputad os que reclamam contra o imposto
do saJ pert-ncein justamente uuica provincia do
imperi que at b'je tem tributado este producto
Orn, nao poseivel que 19 provincias do imperio
fiquetn isentas de um imposto para a renda geral
a porque urna provincia j o lancou. Incumbe
esaa provincia modificar a 8Uu Irgislacao no semi-
do da legislacao geral, e por iaso que o nobre
deputad.. pelo municip-o neutro, que disrute cun
tanto asserto estas questoes, mostrea aos uobr s
deput-tdos por Mi as, que a sua provincia neste
ponfo leva vantag-'in s outras, porque supprimin
do o eeu imposto provincial ficar mais ailiviada
cosa a sohr. carga qu.- vi soffrer as outras.
O Sr C'ndido de O'iV' iraBonita theoria para
q*in quer a descentrtilisacao.
O t>r P. Belisario\ proviacia da Minas cobra
o imposto, calculado p >r litr a, de 4 ri-, se nao
fcoavr a!t- raco recente. Suppnmido este impos-
to, jue sejfir.ido o ultimo b-laueo provincial, ren-
den S0:0l 0f, firar ella e com o imposto geral, e
port-nito cuui uin aecrescimo de 6 ris, quando to-
das as provincias devem pagar 10, caao este ma-
xrtao aeja adoptado definiivamente.
O Hr. Cesarlo AlvnnPagar li.
O Hr. P. BelliaarioEst naa suaa mos nao pa-
O Sr. Candido de Oliveira0 argumento es-
plendido.
O Sr. Ceaario AlvimQuer nos ver como a Ba-
lda, e P. riiambuco.
O Sr F. B llisarioVou tratar do ultima ponto
rae me propuz discutir e smto nao ver presente o
nobre diputado pelo Rio de Janeiro, que falln so-
bre bebidas alcuolicas.
O Sr. Cesario AlvimEu desejava ouvir a opi-
nxj de V. Exc. sobre as emendas relativas a apo-
aatr^dos e ao transp rte dos viobos nacionaae.
O br. F. BeilisarioQuanto aos aposeotadns
aeho razoavel. Quanto ao transporte gratuito dos
visaos nacionaes nao aefao conveniente; nao adop-
to este eystema de pruteceo. Nao querendo t j-
aaar oais tempo casa, peco liceoc^ para oceu-
par-me do ultimo ponto a que tenbo de referir-me
de que se ccuoou o nobre deputado pela pro-
TtiCiM do Rio de Jaueiro
Diase o nobre deputado que ui buscar a idea
deete impnsto na bagagem do Ministerio 6 de Ja
bu. E' enguuo seu. O imposto foi lembrado pelo
8c eouaelbeiro Lafayefe e repr duzido pelo Sr.
oaMelh iro Dantas. Justamente tiro deste facto,
boBroao para mim, argumento favoravel, pois
adopto o que outros mais competentes lembrarau.
e assim o in poBto traz o cuuhj da reflexo e do
eoeaenso de ambos os partidos.
O nobre deputado combatou este impost recor-
dando em primeiro lugar que elle era representan-
te de um d stricto ond>- a prodoccao da canoa de
aaeucar constitue a principal indusiria e bem as-
aba a produeco da agurdente.
Sr. presid nte, eu represento um districto as
VBMnaa condices, embora nao to productivo e
neo como o de Campos, e represente! p ir muitos
amaos, ant- 8 de formarem-se os districtos de um
depatedo, o que o nobre deputado representa, e fui
KM eompanbeiro nrsta casa, eleito pelo 2o distric-
to, que c mpreheudia o actual 6 districto. Mae,
o prec'sava que o districto do nobre deputado
pradasisse assucar e aguardante e que igual io-
dastria existisse no disiricro que repre-ent; para
qoe eu prestasse atti-nco a urna industria que e
de todo o imperio e de toda a miuha provincia.
O nobre deputado, que agora tenbo o prazer de
ver pres-nte, permuta que Ihe diga, deiron-se
levar, au me animo a dizer, a urna exageracio,
asas d'ixou-se dominar por um temor excessivo,
ea r;laca> a influencia deste imposto sobre a in-
dautria de assucar tanto que proferio aa seguintes
palavras :
Aiuda mesmo reduzida c->mo foi, a taxa de
SO rs. por litro, ha de svffocar a industria nado-
mal, com irrepa>avd prejuizo da lavoura do assu-
car, a qual foruece a uatei ia pruna a eaia industria.
Nio temos 'o* rcados para a n-ssa p.oduccao : n
aem fallar as provincias do norte, o imposto, que
impugno, ir gravar, maia do que a nenbuin nu-
tro, alguna municipios da provincia do Ra de Ja
oers, como val demonstrar em relaco a'ia que
eoastituem o districto do orador.
Tomemos em primeiro lugar o assucar.
Sr. presidente, o preco do assucar n i Brasil nao
determinado por oenhuma circunstancia local;
elle se forma no mercado universal; toda vez que
O preco do assucar augmenta no Rio de Janeiro,
oa purtos do norte que tazem grande erportaco
para o exterior, o firnewin para aqu e vein a
igualar o valor do mercado no Rio de Janeiro, se-
gando o valor no mercado do mundo inteiro. Que
ro dizer que ba um nivel de preco que na < di-peo
de do consumo local um pouco maior, uu menor
A vantagem que a provincia do Rio de Janeiro
tem sobre as do norte consiste na maior proximi-
4ade do grande mercado desta cidade, mas nao
a aua pro uccao que establete o preco aqu. Re
salta elle das coi.dic.o--s geraeB da mercado aniver-
Du que exponho, ae conclae que o em prego do
macar na industria ou na fabricaco da vinbos
art ficiaes om urna certa quantidade, nio pode in-
fluir no pr- c, i do assucar, porgue a quantidade
mpregada mnima.
Um negociante pouco culto pode suppor que o
freguez que Ibe toma urna certa qaantidadV de
asaucar, algumas centenas de sarcos vai influir
obre > mercado se d.ixasse de consumir a mtama
qoautidad-. Esta illusao do negociante qoe toma
o eiri alo dos aeas fregueses cerno oa limites do
osando & mmercial, nio pode ser partilbada pelo
nobre deputado, cujus bonsontes s. mais Vastos.
H, pnrm, verdadeiro engaa da parte do n'-
bre deputado, em err que o imposto que se pro
p5e matar a industria das bebidas alead cas.
Nao trato de expor a miaba opinio, a miaba
sym-paibia no aatipatbia p-la fabricacio du be-
bidas alcoolieas; se aso d-llas conv, ou nj, a>-
Cstadw-UabiM I7f:(10r*j00
Franca.....lt*1*) V0m
AHemanha..... ST28:000*0(X)
Ausrria...... 44.230:0. i0*o00
Escossia..... 40.920:0 0*000
Irlanda...... 31 56 :00oJ00
H. llanda..... 18 270:000*000
B. Igica...... 180 0:000 000
Italia...... 11.160:000 000
Suecia...... 8.130:OO0000
Brasil (oreado) 563*000*000
Noruega..... 2.460:00*000
Dinamarca .... 2010:0)*0o0
Sao suj- itos a direitos cm toda u Franca, excep-
to Paria :
1. O vinbo, a cidra e bebidas anlogas. ri
Q2. A agurdente, espiritos e licores.
1 3. A cerveja.
Os da primeira categora pagam direitos de cir
eidagao, de retalho e de entrada, nao iucidindo cu-
mulativamente, mas dous deHee ou um s, a po-
pulacao da communa.
Os direitos de circularlo sao :
1.20 fr., 1,60 fr., 2 trs. e 2,40 frs. por bectolitro
de vinho, segando o departamento.
Igual a 4,8 rs. 6,8 ra. por litro, 9,6 is. por li-
ro, ou desde 12 at 1/2 % dj valor do genero.
Os direitos de retalho sao de 18 "/ od valorem,
aujeitoa os eatabelecimeutos de venda ao exercicio,
isto fiscalieaco diaria dos em pregados do
fisco. Estes direitos pedem ser pagos por asigna-
tura de trimestres
Os direitos de entrada sao :
30 cntimos a 2,40 frs por hectolitro de vinho,
25 cntimos a 1 fr. p r bectolitro d- cidra, isto ,
1,2 de real a 9,6 rs. por litro de vinbo e 1 rea
a 4 rs. p'.r litro dr cidra.
Os aa 2" cateeoria pagam direitos de consumo
que erara at 1871 de 75 frs. (principal) por hec
tolitro de alono! puro, accreseeodo s decimos ad-
diei- naea que elev vaaa a taxa a 90 frs. oa cerca
de 360 rs. por litro de alcool, e sendo a produe-
co feita sob a vigil .neta da rigie.
Depoisde 1871 .levou-se at-xaa 125 trs. (prin-
cipal), de maneira que juntando se-ihe os deci-
mos dr guerra o imposto ebegou a 150 frs. por
hectolitro, loto. 600 rs. pi>r ii'ro.
\ c-rveja, qoe forma a t-reeira categora, paga
imposto de fabriencao : 3,60 frs por hectoWtro dt-
eerveja farte, 1,20 fr. por hectolitro da deno ni-
ada Petite-biri-, isto 14,4 ra. e 4,8 r. por
litro, rpspecivauenfe.
Xas cidades de mais de 30,030 habitantes os
fabricantes p >d< m mr matar o imposto e pagal-o
por aasigaatura d- pma d>- rafeal o entre si.
Rgimen espedid de Parts
8,50 frs. por hectolitro de vinho em barris, 34
rs. por litro, 15 frs. p >r b ctolitr > de vinho em
garrafas, 90 rs. por litro, 131 trs. (principal) hec-
tolitro de alcool, 564 rs. por lilr.
Accrescem anda os decimos de guerra.
E' prohibida a distillacao de rspiriUs e aguar-
dentrs dentro da cidade.
E' permittido o fabrico de cerveja com a iuspec
c> da regie.
Em nenhuma dVstas taxas ae comprehendem os
direitos locaes, chamados de octroi. que se arreca-
dam para as cidades.
AjpSaa
O imposto de consumo sobre aeuardent> s e es-
pritus cobrado na ras&o de 464 fr., a 10 frs
por hectolitro de capacidade dos vas s tributad s,
que servem para a fabrica cao < conforme a sub-
stancia de que se eztrahe n ale >al.
Le-i de 15 de Main de 1869 :
0 drawback 65 trancos por hectolitro de espi-
rito de 50a na temperatura 15
As taxas sobre cerveja e vinagre recahein tum
b ao sobre a capaoidade do* vasos em que sao
fabricados.
mWm*
Vinbee viaagre em barra, por hectolitro 3,5 a
7 -liras, conforme a cotnronaa, 14 a 28 ra. por li-
tro.
Vinho e vinagre em garrafas, ama 6 a 15 cn-
timos, de 20 a 60 rs.
Vinho doce, hectolitro, 2,5 a 5,5 l'ras, 10 a 22
ra. por litro.
Alcool e agurdente abaixo de 59a, 9 a 24 lima
por -bectolitro, 36 a 96 ris por litro.
Dito dita cima de 50, 16 a 40 liras por hecto-
litro, 64 a 160 rs. por litro.
Dito dita em garrafas, urna 0 30 60 centesi-
mos 120 a 240 rs.
1 crveja, por hectolitro, 7 liras oa 28 n. por
litro.
Aguas gazosaa, por hectolitro, 6 liras a 16 rs.
por litro.
Aa coiumunaa cnbram mais 50 % d'estaa taxas
como taxaa addieiouaes.
No Brasil rende as alfandegaa o imposto sobre
vinhoe 5,000:0068000.
0 Sr. Coelbo de AlmeidaV. Exc. nao incloio
oa impostie ptovinciaes e moniciones.
O Sr. F BelisarioComa naa mclui os addicic-
naes em Franca e oatros paizes.
Somi nte o octroi t m Pana igual ao direito qoe
pagara os vinhos que entrara as nossas alfande
gas, sena i um poueo mais elevado. E' sobre a
bebidaa PBpiritUosas que n'aqaitle p os tribatoa mais pesados, tanto oa de consumo par*
aa rendas geraes, como os addicionaes* para os de-
partamentos e cominuna E preciso notar que
a Franca taxa urna industria nacional, tal qual
agora se propde entre nos, urna das que n'aquelte
paiz maia se estima e a que ee d mais atten-
cio.
Na Inglaterra o imposto recahe tambem sobre
produeco nacional da cerveja c a fatirirac i de
bebidas espirituosas e nao somonte sobre os vinhos
importados.
Dos 157,000:000* 06 qu- a Franca arracada
eomi pro lucto deate im^oato, 150.000:0 ()*0 0 sao
pagos pelos proiuctore* de vuokis nueiouw, e
apenas 7,0u0:00)000, q lantia- relativamente in-
significante, pagam os viubos ostraugeiroa, segua-
do j4 deelurei.
Na Inglaterra, dos 1^4.000:000*000 que ete
impusto produz, 148,000:000*000 sao tiradas na
industria indige ia. O nobu: imputado Sabe quan-
to a pnodmecao da c-rvej< notavel na Inglaieira
e que importancia tem -su industria, nao r na
economa comoteruial. com at na poltica do Es-
tado ; sabe que a coroorago do faJiri -antes de
cerveja das maia importantes- na Inglaterra e
nao obstante imposta rudrmeute como acabamos
de ver.
Em geral, como o nobre d-potad i sabe, os pai-
zes europeas a in dos vinhos pro luz m en irme-
mente bebidas espirituosas, extra' id s de varios
graos, da cevada e t imbem do inilho |ue vai da
A'aeriva do Sal e do Norte-. E*, pois, urna pro-
dueco nacional que se tributa foi lemeute, e que
pretende ficar iseuta no Biasil 1
Eu pedera expor aqui o uio lo da cobfanca des-
te impisto nos pases eurtp-us; mas acbo que o
debat- nao comporta esta exposioao, e a cmara
qoe to lida n*-stes asauaptos, me dispensar
d entrar eia mais pormenores.
Portaoto, resuma lo, direi que o imposto nio
vai prjudiear i prodaceio nacional, nem do as-
Mear, nent da agurdenle.
A'guna eatend-m prefe.-iv 1 impor sbre a
agmrdi nte entrada nos trapuh-s do Rio de Ja-
neiro, comoj se pratiooa e foi abolido; mas
justamente o que acbo pernicioso, p .rqu- melhor
taxar um producto >eeuudario, maia aperficoado
e mais caro do que o producto primario e de pre-
co menor.
Eu nao poderla deisnr d> dar mnita attenclo a
Qunnti qnestlo em si, eu a considero sob o
ponto de vista fiscal e uada mais.
Tem sido este o mod i por que tenbo procedido
como ministro da tazenda em relacao a qaesiSes
que se agitam na A'faadega. Quando a junta de
hygieuedeseja examinaros productos, examina-os
com (oda liberdade ; se os condeinna, nio alo des-
pachados para o consum; mas ni pisso estabe-
lecer nm meio de nao se importar tal ou tal pro
ducto. Falta-mo direito p.ra assim preceder, es
taoelecendo principios difficeia du serem observa-
dos.
Se eu eoeVaae, Sr. presidente, se hoavesse am
ro-io de** esVnfceleeer nal Aifan legas do imperio
labMMoriee, de modo que c< nbeceasemos o vinbo
artraVM^ para sobre elie impir maiores direitos, e
o Vtabfr verdbd' iro para impor mema, ea o ta-
ris.
01 F. C >'Hk> RodriguesNao eenvirlaV porque
.impa* sobre o-vinbo arnflcial e nocivo Mb lega-
||luS*. K
O Sr. Cesario Alvim Apoiado, devia prohi-
bir.
0 8r F BelisarioEntilo devia tambtm prohi
br as falaificc6--a no Brasil. _
O 8r. Coelho de Almeida-rA falaifica(J^ deve
ser coudemnida, *
0>8r. P. B-ltsr-io- <. ~ tv^'yfa+Jbtam M-
lami como se nao a oeasemos do caaA. Ma sa-
bemos perfeit'.meut* que d a viobos' que eutram
pelas n is.-as A'fauaegas, urna quantidade numero
sa falsificada, u verdadeira, nao vinbo de
uvaB O nobre deputado sabe que a Franca ex-
porta a eoeama quantidade de vinhos, anda' de
pii8 qne o phyl .xera estragn a maior parte dos
si us vinhediH; p ir c nsequeueia illusao uppjr
qu-- todo o vinho importado verdadeiro.
O -r. Coelho de AlmeidaNove deeimas alo
artificiaos.
O Sr F. BelisarioMaa que meios tem a A1-
fandega para conhecer e oa vinbos slo falsa ou
I-gitimos? Desculpem me os nobres deputudoa
que I es diga; proearei examinar isto c attenclo, convidei a profissionaes cbimios para
ver ae o consegua, para ver se era poasivel esta
belecer as Alfandegaa laboratorios para esse
fim ; e ae nada riz, porque anda n<> cheguei a
um resultado que fosse praticavel para repani
oes fiseaes, cojos intuitos sao diversos das jun-
tas de hygiene.
si o estas as qnestes que me devia eccupar e
parece me ter respondido aos nobres deputados.
(Muito bem). Creio que nao v Itaremos mais a
eeta 2 iisc-msao, mas icm a 3a a nao Ihe
rt.spoiidi satistactoriaineute, eatoa prompto a to-
mar de n >vu a palavra
Ea q nz pruvar, quando me referi s despezas
do Estado, |Ual era a SltOaCi'lo do orCainentn.
qual eia a vutaeio da cmara, que nio tniHamos
outro reiedio senAo uugm irtar a cmitribuicio,
porque, Senheres, nao est pr nade <)ue pu mos fazer maiores crt s. Eu des j,r, sem du
vida, muito m-i8, mas ao vej que esiejamos to-
dos diste cuuveu'-idos : v-joante-, que, d-ade que
se falla ii'uma economa, n'uui ertr no orcimento
sao iinnnieroa aquelli a i|ue clama n contra.
G Sr. Candi lo d* Olivei a :Os seus coilegas
o contrariaram ; nao t-'m nreit a iin msto.
O Sr. F. Belisario :Nao Contrariar...^.
0 Sr. Caiidid.i de O iv ira :Enormemente.
O Sr. F. B-li-ario : 0 uobie deputado est
(ni.-,nado Rebro-me ki camar s, a > p .iz inteiro
que na o coneent^riam em c rtoa .rtes
\ssira Me qma- ssem -s cortar nos oc un -ntos da
marinha -da guerra, iinmu .jatameute as reclama
i;oii8 appirecei'iam.
O Brasil ee deleita cum a idea de que relativa
mente repr ^ellt um gran le papel militar.
O Sr. ''andido de Oliveir. : M.s precisamos
reagir contra esaa teiwle .ca
O Sr. F. Belisario : v'i -ariinam ia saber atie
un Vaso de guerra, construido em n eos estalei-
ros, psaaima -teiie ii.nit a Am-riea. e all faz
tiinulrr o pavillia biazilem ; aaja entrar n s
p..-tos da culfa Europa e se sr nt^r garboso no
ateio da poderosas esqua Iras ; que temos fl ti-
llias no Amazonas, no Paraguay, no Ako-Uru
gu-y ; que dos estaleiroa da Europa csh' m por
Uossa cunta eucourac-ados que po I m valiaar cO n
s maiores do mundo e pivviuo* de mi hoii-m s
tacs. que 'ousti'ue serla difiluuldade man'j l-os .
que einfim realisam-se na armada no exereito
taatos melnoramentos, que de ueahum mais%e
preeisa cogitar. Ao use oa emo lato uus embnl-
lainos.
Esta nina idea geral, que as e-tcn le a oatros
mmtos serv.cos qae no ext-nor, quer em nosao
paiz, sem pnoporco o-m o sosa s fracm r. cursue
de uan nova, sem capitxee, em pm ulacio de
riqu aa medesta O me dever xpor as eoiis.-
como as entend, de m >do a po Wt convencer
todos qne se a srtUicVida faaend publia n6
uielhorar, .roo j i eu dase uina vez. para o auno
seremos forjado a reducir aijii'lo qu pr ora nft-
|wci'etmiiiriii r nvicco gciral reducir.
O Sr. andido de Oliveira : Des ie que ped" o
ionp -sto d>- ia r duzir
O Sr. F. Be4ieario :Rduziin"B nao tanto
quanto esj deSej4na, mal tanto quanto toi pos
proal.
O Sr. Candido de OJiveira d um parte.
O Sr. F. Bel i sari' :D "laro que com o mam-
pesar qvt- en que sempre comb ti pelaj eeo-io-
ii is, e qn nao me acenso de ter votado muitaj
asapsona publteas, vej >-uae na contingencia de
auj mentar os encargos los conti ibumtes.
' O Sr. C'iidido de Ouveira :Sim, senhor ;
psrqoe nao teve col legas.
. O Sr F. Belisario;O nobre deportado insiste
em rrazer a qu-e'ao para este ponto, quando eu
fallo de rodos nos !
Aie que me acensantes de pretender impoatos
impopulares, direi que ae conh-eeia imponas po
pillares e agrada vein, nio deizem de c iminuiiioar
me (Riso). He alguem resolvesse este pr blema
seria o mais feliz dos hom s. (Apoiadoi) Qo.nio
a uiim me contento em a't' miar os inos tfeit
e os rigores de urna siftu cao p.ra a qual nao c n-
corri. (Muito b > I nnito b*m I O orador cont-
primentado e felicitado por muitos Srs. Dept-
Untos)
de ro as ; nao
lata, bastantes vece, amparaste. em Vosso8 braco.
A !/ '^de publica, salvando a honra'
loZ?,6 ^ P"tri' *"**.. no estrangeir
lo deap Misino de nm ivnnna
ele
leap.tismo de um tyrarmo.
Depoia de reuhidos combares, dep ,i8 de luas
immorredouras do pr.gre.so pelo futuro, da liber-
dade pela confraiernisaco americana, a patria
correo junto a vos, e coreando o. esfocos Cum
oM.do bravo, diste : rWridade. e^-vei as
elf. H ? V"B"1 h8fe,fa' *" d""* lettra, os
feto do teaente cor nel Roberto Ferreus f
Uepo.s rec.lhea*fs.vo ao doce e,Mbd
v.d* .articular, e ah aioda oontinoaates atVab*-
Ibareaseraueustenlaeolo do Bawio. ama ga-
nrnttiT da ordem, dastranodo o crime, amparando
o frajo a sustentandO-ds rsMpioa polrtic**, que a
vataV escola vos iuodWou Am*.
'ito breve 'MpAlb MUfe d- e trancos, que nos enebia de jubilo em meio de
votsa rlorioea carreira ; l encontraos dos vrg-
soa eompanbeiro d'arma o coraco e bracos aber-
tos : poia bem, permitais que na ,.a cadetes e
inferiores da corporaco que sempre segui os
vosBoa conselhos e exemploa, prestemos o uo.so
culto aO soldado valrite, Saneando vos, noasa
prot.mda syinpathia, sincero respr-ito e imm-iusa
gratidao.
E' glorioso e muito glorioso, caro comman-
ante o q.,anto pode traduzir igto qoe vedes em
derredor.
Quando a sociedade moderna pelos seas ope-
rarins infatigaveis, trabalha para se f .zer guerra
a guerra, quando o soldada nSo mais h je
aquello a'iange terrivel qne despeda^ava a bau-
deira de nossas liberdades e dos nossos direitos, e
sim braco poderoso da lai que rege um povo, re
pito-vos glorioso o que se vos fac, porque nao
inaia do que a ncentuaco de urna idea civiliaa-
dora no exereito; o engrandecimen-o ao soldad,
pela le, obediencia, respeito e cumprimento de
dever.
Sim, se o governo veio colloear maia um ga-
lao, sobre 08 biioes douradoa de voasa farda, dia-
tinctivo de aua gratidao, permitti tambem que
boje, os v.ss s subordinados signifiquem a aaa,
diz-nd i vos em singelag phrases, mas verdadeiras
e albas do aentime.nto, entre puohados de florea.
Curo commandanie, aeeid esta pequea lem-
brauca, como urna cierna memoria, se a nao qu-
zeries aceitar pelo neabum valor material, att.n
dei que ella exprime n m mais n.-m menos, que um
prettb" stncero que vos presta a voasa honra, a
voeao carcter, o inferiores e cadetes do 14 ba-
lalhSo di infantari*.
Que ella vos dispert- sempre a idea do quinto
valis e do quanto merecis; e nos aeremos coa
temes, porque, jamis se ap.gai da vossa me-
moria, os cadtes e infe lores do 14' ba'ath-lo de
infanrana, que durante 8 annos, vos amiram como
pai o respeitaram como superior.
T-nho dito.
Gremio Re ere i o FamiliarA directo-
ra -lete a s-gniote:
PresidenteMano I Dantas Basto.'
Vice-dito Andr A. dos Sanios R-al.
1" S"OrerarinA'exandr- dos Santos f'erVa.
2* Dito \. Raphael \. da C sta.
OralorFrancisco Lnciu de Almeid* Lipes.
ThesoureiroMtn iel (Jomes de Oliveira.
ProcuradorManoel Monfeiro.
FiscalA. C. 3arromeu da Saitoa.
As c mmiSKoea 6-aram assim constitu las :
De syndicancia : Mnnoet Danta. Bastos, Ilen-
rique da C. Carvalho Francia'o Fouseca.
De estatutos: Dantas B.stos, B rroineu dos
Santos, Alxandre Selv, Anthino Carvalho, A.
Rapha-1 e Filade.lpho.
De emits : Francisco Lacio de Oliveira Lpfa,
Jos de Az vedo La es e Mao>e! da Silva Maia
Directores de moz van iel Dantas Bastos, A.
C. Barromeu doa Santos, A d'S S.ntoa Selva, V.
Raphael A. da Costa, Fi'aderpho da O. Vascon-
celos. Jo- Vlana d A "Vanea, Anthino ieCir-
valho, J t. de Az 'Vedo Lagea, Hcurique da C
Carvalho, Anscleto A. da Coata, Francisco Lucio
de Oliveira Lopes e M y..g A. Vlllela.
Comit liltlerarlo trademlro- N .
prximo d ming', 26 do correle, reil.sar cssa
Soci.'dade Acad-mica a qunta conferencia da
arie que t > regularmente maulm.
Sera c mferenetaOar o acadmico do 3o anno o
Sr. Joy Antonio de M-llo que diasertar sobre
Honogenismo e Polyaenismo.
Ser facultada .palavra aquellas pessoaa qne
ae tiverein inscripto.
i>i.crae*o nr*m**rttrmf> Familiar
Esta snitfdoie dar h'ge o'sea espectculo o
aiea-, It-vando se na o drama em 3 actoe Urna
victima d'i dedicac&o e a ci media -etn'1 attij Oin
Sinos de CornewMe.
Hrun#-f- -*-"> fia hoje a seguin-
tes :
Da confraria de Nosea Seobra da Soledade da
Boa Vista, s 6 e meia boi-as da tarde, em mesa
gorah
Do Club Carlos Gomes, s 6 horas da tarde, em
sua l!--, em se.sao de assembla geral:
Amarina ha a seguate :
Da Irmandade do Sr. Kom Jess dos Pseos do
Corp Santo, s 5 horas da tarde, em sua sed-,
par., eleioao dos novoa funecionarios para 1886 a
1887.
Joio Jos do Vaacime..
do Nascimento, etf-rem, pronanc. 09
do cdigo criminal. Tiveram por advogado o Dr.
Antonio Peixoto Jnior. Absolvidos.
Francuoo Jos Guimares, conbeeido por Chi-
co Andr pronunciado no art. 192 do citado cdigo.
I ve por advogado a Sr Bellarroino da Costo
Uourado. Condemnalo no medio do art 193,
Saiyro (Jomes da Silva, pronunciado no art.
05 do mesinoodigi. Foi defeudido pelo alferes
i aqunn Correi- Brazil Juuior. Abs Ivido e ap-
pella lo pelo Or. presidente do tribunal
Agostnrboa Damaau de Oliveira, conbeeido
por B.ca, pronunciado no art. 269 do sitado co
digo. Paxrocinou a canta o Sr. Brasn Junior,
sendo o rj Coudemnade oe mximo do art. 257.
Anda Contiu^jta a sesteo que ser amanb en-
cerrada
Frikmiilto Xfh.1 da. tiot&a,, acasaino de Ba
infeliz cuobado Ltriz Jote Menees Battto, ilo qWz
ser julgado na- presente sesW., provavetmerite pVra
para denar apagar mais a doiorosa mpresso qae
tal facto causou n'eata cidade.
Estamos em pleao verio, a poca mais apra-
slvel d'esta boa trra.
Com 80 annos de idad falleceu no dia 28 de
Agosto D. Felicia Paul* de Jeaur Souto, mSe do
Sr. major Antonio da Silva Souto.
E' aqui esperado ao dia 28 S. Exs. o Sr. D.
Jos, bispo diocesano, que em visita pastoral de-
ver per mauecer n'eata cidade alguna das.
Prepara se-1 he urna esplendida recepcao.
S. Exc. d'aqui seguir para a prouma villa
de Bsm Couselho, de onde regressar capital.
Hoje d o sea espectculo de despedida a pe-
queoa companhia do Sr Modesto Celio.
Por motivos que nos sao extrauhos, sabemos
que retirou se da companhia o artista Anastack
Borge, engulidor de espada de quem j se oceu-
pou o Ilustre collega do Jornal do Red/e.
Os trabalhos aqu executudoa agradaram re-
gularmente.
Realisou-se do da 8 do correte com o cere-
monial do costume a festa da gloriosa Santa Qui
teria, que se venera em sua capelliuha de Fre-
ch ir;.a.
i Foi grande a concurrencia, apeaar da chuva
que nao cessou noa trea ltimos das.
No dia 25 de Agosto rezou-sc uina missa com
/i'6era pelo discanco eterno do lapito Manoel Ja-
ciutho da Silva Barros, pai de S Exc. o Sr. D.
Jos.
Aqui csteve com sua Exma. senbora, em via-
gem de nereio, o Sr. Dr. Jos Joaqn m Rodri-
guesSaldanha Jnior; recebru muitas provas de
aiirecu a CuasiJeracii de qao justamente goaii
u'csta cidade.
' Consta uos que mnito3 cnmmercanles d'ejta
cidade, representaram ao Sr. Dr. B zerra de Mello,
digno director interino do r'rolongamento, sobre a
neceasidade de quanto antea ser aberto ao publico
a estacan tolegraphiea d'esta cidade.
E' de graud ; unlidade publica tal uvlhera-
meuto, ao qual de.-e ligar o eeu nomeoilluttru en
genheiro, nosso distinco comproim-ian0, qu" di-
rige actualmente os negocios do Prlongamento,
Dr. Hez. ira de Mello, attendendo-sc s grande.
transaccoes comincrciaes in : temos cmn a capital.
e m amo p=la posicae topugraphica d'esta cidade
qu o centro p.ra onde couvergem as comarcas
visiubas.
A linha telegrnphica acha-ac prompta e fcil
ser, p n tanto, -stabelecer-se urna esta^ telegr*.
phica insta cidade e de que tanto precisamos.
Qaaud funecionou o teleph ine en qaasi que
exclusivamente destinado ao srvico da linha, c
succedend qu brar-se o apparelho fu retirado
para concertar-se e ainda nao voltou, fallando-se I ^''^.^."t'" oc f8 Pereiia ^""'ja Junijr. Rio de
pata qae seria immediatamentc substituido pr
ipport present aa Qouvernemea
Bresill#p p. Claad, etc. Rio ae Janeiro, 1886,
1 fo.beto,
Regulamento oo servico sanitario do Imperio a
1Ue.SLrefer, decret n. 9554 de 3 de Fevereiro
de 1886. Rio de Janeiro, 1886, 1 f.dheto.
Discurso pronunciado por ocaeaio do col lacio
do grao dos doutorandua de 1885 pelo ccoselheiro
j v- Torres Homem. Rio de Janeiro, 1886,1
Aos bont filhos. Pequea colleccao de poeaiaa
? f/il8.""" Limi1 JnDOr R'o de Janeiro
loob, I tolheto.
Exp aico Universal de Antuerpia. Relatorio
presentado a S. Exc o 8r. conselheiro A. da
"'.f. ^i pf? ,conde de Villeneuve. Rio Ida
Janeiro, 1886, 1 folbeto.
Commando geral d'artilharia. Relatorio doa
exweicios praticos geraes, do. alumnos da escola
iniMnr, e vano, contingentea da guarmcao da
corte que se realisaram de 16 a 26 de Agosto de
1885. No Realengo ao Campo Grande e na Impe-
rial facenda de Santa Cruz. Rio de Janeiro 1886
1 vol. "
Revisto dos cursoa praticos e theoncos da Fa-
culbada de Mediciua do Rio de Jaueiro. 2 anno
2.u,nero' Dmbro do 1885. R.o de Janeiro,
1886, 1 vol.
Eatudo deacritivo das estrada, de ferro do
Bracil precedida da respectiva l.gi|acao por
Cyro Diocleciano Ribeiro Peata Jnior. Rio de
Janeiro, 1886, 1 vol.
O penhor segundo a legULcio civil e commea-
cial comprehendendo a reforma das execuco a ja-
diciaea e sea regaamento por um c illobrador da
mesma reforma Rb de Jaheiro 1886 1 vol br
.Aamin8ck do m'nis'en>da guerra do anuo de
1886 Rio de Janeiro 1886, 1 vol.
Oamara dos deputades. Relatorio e synopse dos
trabalhos da cmara dos Srs deputados na sessao
do anno de 1885. Rio de Janeiro .886,1 vol.
Grammatica theorica e pratica da lingua fran-
cezu por Jos Frsnciacos Halbout, 5- ediccao. Rio
de Janeiro 1886 2 vol.
Eatrada de terrro D. Pedro IJ. Regulamento
P,r!,*carregsdures da bagagem Rio de Janei-
ro 1886, 1 folheto.
Propjajnma do ensino do Imperial Collegio de
Pedro II. Rio de Janeiro 1886.
Expoaico de oojectoa escolare8. Parecer. Rio de
Jau iro .886 1 folheto.
Modificacoea proviaorias feitaa s instruevoes re-
gulamenurss tarifas em vigor no pro'ongaman-
to da eatrada d. ferio da Baha. R.o de Janeir*
1886,1 toltieto. Jaueira
Retgate das estradas de ferro da Babia a S.
Fi ,mi,co e lecife a S. Francisco. Ru de Janei-
ro 1886 1 folbeto.
Proposta apres -otada Assemblea Geral Legis-
lativa tix.nd aa f reas de trra p.ra j auno de
lSo7a 1888. Rio de Janeiro 1886. 1 folheto.
nyuopse da reecita e despesa do imperio do Bra-
sil no exercicio de 1884 a 18^5. R, de Janeiro
1886, 1 folheto.
Cosios lirierair recoel internacional de frag-
mente p tiqu s, extiait, traductinns etimitotions
p.i Drau u I 1 liviaison. Rio de Janeiro 1886, 1
folheto.
.Manual do empregado de Faz-nda etc. etc. Pa-
bl. caca' auiuia por Augusto Fredericu Coln. Tonn
20 Rio de Janeiro 1886, 1 vol.
lleperi iriu das lea, docretOB, cusultaa, portaras,
iiii'ruee;S avInOi c circulares relativos 4 concea-
sio aduimi-tr.cci e fiacalisacl das estradas de
f-rr i, pub:icva. feita p .r ordem de S. Exc. o Sr.
conselheiro Antonio da Silva Prado, e orgmisado
um apnarelho talcgrapbico.
T me, pois, o diirno Sr. Dr Becerra de M lio
em cousideraeao o pedido do comtnercio de Gara -
nbuns, que jamis esqneeer o beneficio receid.'.
Antes de concluir esta, que j vai bastante
I inga, nao nos licit) deixar de agradecer as fi
uazas com que em saa ultima carta, nos obse-
qui u o coheg. do Jornal do Redfe
Que venha ajudur-nos na grande e peno
aa tarefa a qu- nos impuzemos ba dez mima ; com
suaa luzes, era os sena vistos c niheclm. n" i. nas
grandes luas da imprensa, em cujas pugnas con-
quistott outr'ora um briloante renome na capital,
pode muito facer pelos interejsea mat-riaea deata
boa t'rra.
Que veuha tomar o lagar que ainda nao ti-
hamos plido conquistar, apeaar dos grandes '
aatr.^.ni, a ....:e.,'.. -^. v..._f-. ______i^j. ___
J.lleiro 1886 1 vol.
These apresentade Faculdad- de Medicina do
Rio de Jaueiro e p ranf ella defendida por Joa-
quim Ciiiniuho, Di. em medicina. Rio do Janeiro
188G, i vol.
pela typographia industrial.
Appellagao civil. Appeilante Eduardo A. Burle.
Appcllalo J .s Antonio Pinto ioventariante do as-
polio de D. Clementina Theudora da Silva. Raaoes
do appellado. Recife I88'i l f .Ihet.
Marques de Carvalho. Osonho do monarca. Poe-
meto abolieiometa. Recife 18S6 1 folheto.
RefraccS-s, versos d J. Fciicio Bu arque de Ma-
cedo. Recife 1886, 1 folheto.
Manual Rhetoricw e potico crapilado de diver-
sos autores p-lo padre Dr. Jerouymo Thom da
da Silva. Recife 1886 1 vol.
Ao superior tribunal da re lacio. Contestacao s
eaforcoe e sacrificios "qae bavemog empregado era I 8f8 aPre9entadaa por Jos Antonio Pinto nos au-
prol o"a causa publica," que nao aeremos nos ana I 8 dri *SP ^^'JJ'c^ P inventa"0 de D.
Ibehavemos dercnsSl-jastoscomprmcntoa'los ^entina. Rec.felgfc* 1 fo,h,to.
seus esforeoe e bem iuUeoeiorJado esoirito, a par
de su primoroso e.t/lo e tateQto lucido, qae Ihe
rrcoubeoemos e acenta, por assim dieer, a sua
paraonalidade.
Vio continuando progresivamente og traba-
hos do prolongam-nto.
(*> Sendo 148.000:0004 de imposto de consumo
interno
{) Mais de 150:000*003 de impoatos de coa-
sumo interno.
KtiViSTA DIARIA
_---------w_ ,--------- ..------~*?. uj, s- qaant., a0, gentim-ntos, reio aaa oa
nociva, ou nio ; e.toa for. desto qaestio, e la I conbeeido., esto fnTadavid.
este asumpto, perqu elle intereaaa muito ao oo.
so p*jc. Eu nao oderia, p.rtanto, prop ir um
imposto que f >sse prejudicar industria nacional,
e sobretodo lavo ara, que merece me especial at-
tencSo.
O Sr. Coelho de AlmeidaSon o primeiro a fe
aer-lhe esta justica.
O Sr. F. B liaarioBem o m ; isto spenas
urna discassao.
O Hr. Coelho de AlmeidaV. Ele., en j o di.-
se, represeutaute de um districto aasacarei-
ro.
-?_.*:F: B^.'?Mno Tratamos de opiniocs;
nosao. sao
Afente. de Coi reioPor portaras de
18 e 20 lo coi rente, foram uoioeados agentes do'
crrelo :
Riacho DoceD. Mana Etica Correia de S.
^erinhe n D. Mara das Mercis Rocna.
Gl na de GotaJote de Barros Correia.
E facao de Sauta RitaManoel Ignacio de
Souza.
iquerlto policial ola subdelegada da
-gu-ci. da Boa-Vista, foram reuwtidos para o
Dr. juis de direito ao 4o districto criminal es lo-
quemos policiaes i onira : Maooel Ferreira da Sil
va, por tentar asgassinar com tres tiros de revol
v r a Aiexindriiio Manuel do Nascimento, Tho
mas, eacravo de D1 L uriana Accioiy, por enma
de roubo e Feruaodi Jos da -ilva. por ter e^pau
cado gravemente o Francisco Lais de Franca Car-
valho.
O Kslailo-Recebemos o n. 8 deate quinz-
nario. i rgao do Club Liit.-r rio Diegoea Jnior,
tuud.d i peles alumnos do Instituto 19 oe Abril.
Cana de Carislarie le Camplna-
(irandeAcham-se uesta capital a esmolar em
tv,.r da casa de caridade de Campia Grande
Francisco Mana da Aasumpco cem Tbeod-ra
Mara de Jess e R.chel Mana de Jess, estabe-
|. cimento que luta cm falta de recursos.
Com a devida auturi.acao do Exm. Sr. B sp-i
Diocesano qae sao pedida, esmola. para tV>
til instituicao. Quem quuer S'ecorrel-a pode
remetter as esmolau ao Rvd. Sr. Dr. G verua lor
do Bispado, d< signando os dita esmolriros.
Aqu tambem recebemos aa que nos enviarem
e aun tero iminediatatneoto o devido destino.
Eoi nutro luar publicamos o pedido que po-
puUcao uesta capital dirigem os referidos esmu-
! ir e.
Pu>ka p-ra planaA casa Vctor Preale
Succcsoor, acaba dereober urna polka pra piano
cuiiiunt" pelo Sr, Misael Domingues.
E-tapokide grande efi ito senda o seu au-
tor o da ccl.-bie polka dos caluuros.que teve muita
aceitaco na Corte, Rio Grande do Sal, Ifaoeie,
Piir e Recife.
a ai um b< lio presente paraos pianistas.
DtwetirEi. o que, pelo Sr. Arsenio do.
Pan*.s Boiges Filbii, cadete do 14.* >talh>de
infamara, foi pronunciado na sexta-feira ultima,
17 ao crrente, tarde, por occasiio d-' oaferto
rem os cadeti-s e iotenores do dito baulb > ama
Gona e a neto de oaro ao Sr. teen tc-c .rouel Ro
rt.. Ferreira, exm. jor du rvf rido batalho .
* Cnv.ro commandaiite.Nao s o coraco da
1 patria agradecida, qe tem direito de depor aos
tlaranliiin.Em 19 do correte esere
vem nos deata cidade o nosao correspondente o se-
guate :
Aa prealable. Como sempre, pa?aon aqai com
pletainente desspercebido o glorioso anniversano
da nosaa emaneipac i olitica.
O Sete de Setembro, qae deveria fazer e8tre
mecer de patritico enthusaamn ao povo braaileiro.
porque em igual data, nas margena do Ipyranga,
se erideu o m<-m.>rafel grito d independencia ou
wrfe,cojo orado, eeboando por todo este vasto im
peno, firiWiu a noass, in lependeocia, aqui nm
tacto digno de nenbuma attencao, qae na la val?...
Parece que os seutimentos cvicos, esees aery-
s dados sentimentos le amor da patna, vo pro-
gressivaraonte desapparecendo do c*rsl$o do pove,
qn-, abatido diante do syatema enervante e aspbi-
xiador d,a? nossos governoa, j nenbuma impirtan-
cra parece ligar aos neg,ci-a pblicos do paiz.
E. a faJlaria < pimo publica cende a desappa-
rwcer completamente.
Em verdade, triste diael -o, o aspecto que o
paiz uos aposenta nao lisongeiro.
Por todos os engenbne do imperio nota-se nm
mo estar ;erl, um-i d> cadencia precoce.
O csmmereio e a agricultura, sem o benfico
baf jo dos goveruos, definham prugreasivamente.
E tu lo assim vai...
< Entretanto temos tantos reformas anonncia-
das, projectos e programmas cada qual mais pom
Gaidmo fj-jieto. Devaneio. litterario. (diverso,
icriptes Recife 1886 1 folbeto.
Pelo Exm. Br. desembargador provedor da Santo
Casa de Misericordia :
Relatorio apresentado a junta administrativa da
Santa Casa de Misericordia do Recife pla prove-
Acbam-se ompi- tomento concluidos os tra- t'r de8n>b'irtf'1or Francisco de Aasia de Oliveira
balboa de morinjeato de trras. Maciel na aesaao de poaso da actual junto, no lo da
As obras da estico desta cidade esto mai- Julb da 18 folbeto.
tisaimo adi.ntadag, bem como aa das estar/oes de Pela presidencia desta provincia:
S. Joo c Aogetim. I 'O Janap. ry. Pacificacao dos Crichans por
Ostrilhos passaram a oonte do Canhoto e, i Jo^' B,irD'"a 'd-'ro. Rio de Jan-iro 1885 1 vol.
por co.isegaiote, j est dentro da comarca de *. .co? 9ue_ Exm- Sr. conselheiro Jos Fer-
Graranbuns.
Vamos muito bem.
a Xio vira longe o dia em que tenhamoa de
ouvir o silvo da locomotiva.
Basta que esta ji vai muito axtenaa.
HlbltMibeca Proviarial.Relacao das
obrad ufferecfdas Bibliotheca Provincial durante
o trimestre de Abril a Junbo do correte anno:
Pelo Sr. director da secretaria da cmara dos
deputados :
Anoaes da camaia dos deputados do anno de
1899. Rio de laneiro, 1884, 3 vol.
Relat ro e synopse dos trabalhos da cmara dos
Srs. deputado. do anno de 1835. Rio de Janeiro.
1886, 1 vol.
Pela Imprensa Nacional: Progamma para oa
et rnes de preparatorios em 1886. Rio de Janeiro,
1886, 1 f.lheto.
Aasooiac) humanitaria Parense. Sesso so-
lemne em 19 de Dezembiode 1885. Rio de Ja-
neiro 188^, 1 folheto.
Eseo a Polytechnica. Programma das diversas
cadeir, do curso. Rio de Janeiro, 1886, 19 fo-
lbetoa.
Eata+utos da sociedade The Campos Syndicante
Limited a que se retere o decreto n. 952.9 de 12 de
Dezembro de 1885. Rio de Janeiro, 1886,1 folhe-
to.
Estatutos da companhia Lavoura, industria e
Col'inisaco. Rio de Janeiro, 1886, 1 folheto.
Eatrada de ferro de Porto Alegre a Uruguaya-
a. Modificarles provisorias feit-s s iotrucco-8
regulamentares e tarifas em vig-.r na mesma ea
poso, qn infelizmente nio passam de papeiino de | trada de f-rro. Rio de Janeiro, 1886, 1 folheto.
verOiagem...
No di t 14 do correte foi deaeobert. um ne-
fando crime commettldo no dia 1 no eitio Ange-
l deste termo.
Joo M ximino da Silva, levado, :o qoe pare
ee, por cioiuea, couvid.u sua mnlner Anua do Es
pinto para dar um passeio em urna laga que
existe nas proximidades de sua Casa.
Ah ebegando e sem -mais prembulos, aB.as-
siuou-a com urna fcad* que atravessoa-lhe oc ra
cao, e na margena mesmo da lago i s-pa'toa-a,
plantando em seguida batata sobre a cova.
No da seguate, sob o pretexto de sua mulher
o h> ver abaudonado, fez um grande samba eu, m,
casa, onde ao som da viola e saboreaudo a branca
danaaram at ao amanb'Cer.
Cansando, entretanto, eate fact) serias appre
hensdes aos Srs. Augusto P Tralla Filho e fran-
cisco de Fariaa Barbosa, dirigiram-ae estes casa
de Joo Maximino e o ene ntra ido preoleram n'o
e logo abi ello cenfeesou t alo o facto, indo mos
trar on le sua victima se aehava enterrada.
Apreseiitando o preso autoridad* eimpe-
tente f,a elle interrogado, melificando tudo quanto
bavia j dito ant. s.
C< mparecendo o Sr. delgado de p lie a e os
peritos por elle nomeados para pmcederein au-
topsia no cadver de Auna do Espirito Santo, no
tilio Ani-elim, venfiuou o Sr. pharmaceutico Gm-
falu Braz doa Santos, ter sido a mue occasionado
por urna facada que atraveas u o coraco da vie-
tima
A xilicia prosegue noa t rm. da le*.
E'. pois, divido aos esf.rcoo d.. Sr. Au/uato
Portella Filb i, aa- se d>-ve a deseoberta desle
brbaro crime e captura do asaasaino; prestan
do-ae anda mais a f 'mecer gratuitamente tod s
os medie montos e o mais imiisp nsavel i.ara pro-
c- d'-r-oe autopsia ao Cadver da infeliz Anua d i
Espnto Santo.
IiistaHou se no dia 13 a 3 sesso judiciana
do correte anno.
Foi presidida pelo Dr. Jo juim Cordeiro Coe-
lho Cintra, oCeupaodo a cadeir.. d < joatioa publica
o Or. Lyi'o Mariaoiio Je Aibuqu runa, promotor
publico da comal ca.
Fjram suomettid-s a julgamento ot reos te-
gaintes :
Instiuccoes regulamentares e tarifas da estrada
de ferro de Porto Alegre a Uruguavana. Rio de
Janeiro, 1886, 1 folheto.
Estrada de ferro D. Pedro II, Regula meatos
da companhia da mesma, estrada. Ri* de Janeiro,
1886, 1 folheto.
Listo alphabetica dos navios de guerra e mer-
cantes do Imperio do Brasil, publicada pelo Sr.
ministro da mannba, pelo capitn trnente Jos
Mara di Nasotminto. Rio de Janeiro, 1886, 1
vol.
Ministerio da Agricultura. Trras. Compila-
cao para eatudo, feita p ir ordem do Sr, cun-
seibeiro Antonio da Silvi. Pr.do, por M. A., chefe
da seccao. Rio de Janeiro, 1896. 1 vol.
Anoaes da cmara dos Srs. deputado. de 20 de
Agosto a 26 de Stembro Je 1885 4." vol Rio de
Janeir-, 1886, 1 vol.
Conselhos ao pov >. A Junto Central de Hy-
giene publica populaco da corte. Rio de Ja-
neiro, 1886, 1 tolhe o-
Contiuu.icao da relacao dos signatarios das
notas ao governo ao a lor de 50!) rs da 2.* estam-
pa, 43. ; das de 1080 da 6* estampa, sene 42. s
das de 20 m3 da (M estampa ; das de 640U0 da 8*
estompa Rio d. Janeiro, 18S6, 4 fia-tos.
Es'atutos da c mpannia .efi.cao e tecido., Al-
lianga. Riode Jaueiro, 1886. 1 folbeto.
Estatutos da companhia i ngenho central Santa
R>za. Rio de Janeiro, I8j6, 1 folheto.
Estatuto, da companhia agrie la e colonizadora
de Vasa uras. Rio de Janeiro, 1886, 1 f Iheto
Pmgrammas para o ensino das mat- ras das
diversas cad>irasda FaCuldade de Medicina do
Rio de Jaueiro. Rio de Janeiro, 1886. 1 f Iheto.
Kegulaineuto para a praiicagem da fot e curso
do Kio de S. Francisco at a cida de Penado, na
provincia das Aiagoas, etc. etc. Rio de Janeiro,
1886, 1 folheto.
rtens dotaes byp theearn. Appellac i civil n
5289, embargantes o Or Francin.cn Lene Bettoi-
court Sampaio e sua mulher, embargado o Banco
Rural e Hypm becario Relat-.r o Sr. desem-
bargador Fraocisc Mariaui. Revit >res oe >r.
;embargador-s J s Noberto do. Santos, e Joio
Jun de Aodrade Piulo. Rio de Jaueiro, 1886, 1
folhtto.
A mlioratioo de la Barre do Rio Grande do Sul.
nandes da Costa Pereira Junisr, presidente da pro-
yiucia, abri a Assemblea Provincial oodiade sua
ioullacc, a 6 de Marco de 1886. Recife 1886 1
volme.
Pelo Sr. Samuel Martina :
Lyrica Amuletos por Samuel Martina. Pernam-
buco 1886 1 folbeto.
Pela Secretaria da Instrucc.a" Publica:
Provincia de Pernambuco. Iiistrucco Publica,
Regiment das eseolas de instraeco primaria Rp-
cife 1885, 1 vol. K
Pela Typographia de G. Leuznger & Filhos.
Di-cuiso pronunciado em deteza ao Sr. Dr. Pir-
mino de Souza Martins pelo advogado Franklia
Doria perante o S'upremo Truhunal de Juatica na
sea.io de 17 dd Abril de 1886 Rio de Janeiro de
1886, 11 .Iheto.
Pela typographia da ra daa Flores :
Di Barroso. EmbrySes. Versos. Recife, 1886
1 tolheto. '
Pela secretoria do Tbesouro Provincial :
Relatnos apresentadoa Preaid' ncia delta
provincia nos annos de 1865, 1867, 1873, 188 la
1886, pelo inspector do Tbesouro Provincial. Re-
cite, 18851886, 6 folhetos.
Pela secretaria do Ministerio da Guerra :
Relatorio apresentado Assemblea Geral Le-
gislativa do anno de 1886 pelo Ministerio da Guer-
ra. Rio de Janeiro, 1886, I vol.
Pelo Sr. Dr. Alfredo Pinto Vieira de Mello:
Conferencia pronunciada no Gabinete Portu-
guez de Leitura em 2 de Junho de 1886, 5o ani-
versario do fallecimento do eminente positivista
francez Emilio Littr. Recife, 1886, 1 folheto.
Pelo Sr. Dr. J. J. Al ves de Albuqaerque :
Phrases francezas com a tradaccao portagueza
colleccionadas por nm professor do Collegio Onze
de Agosto. Pernambuco, 1884, 1 folbeto.
Regulamento de signaos de prolongamento da
eatrada de ferro ae Pernambuco. Recife, 1886, 1
folheto.
Poaturaa da Cmara Municipal de Nazareth.
Le n. 1,224. Recife, 1885, 1 folheto.
Queato judiciaria, aeco executiva, recorre nte
o Dr Joo Vieira de Araujo, recorrida a compa-
nhia The Central Sugar Factores of Brasil Limi-
ted. Recife, 1885, 1 folheto.
Relatorio apresentado pelo irmo ex-mioistro
procurador geral Antonio Augusto dos Santo.
Porto, em sesso de poaae da mesa regedora da
Veneranda Ordem Terceira do S. P. S. Francisco,
na cidade do Recife. Ana 27 de Setembro de
1885. Pernambuco, 1885, 1 folheto.
Desaggravo. O Sr. Joo de 8 Cavakaitte de
Aibuqnerque e o Dr. Hermogenes Scrates Tara-
res os Vascuueello8. Recife, 1885, 1 folheto.
Fr da cidade de 8. Agostmb do Cabo. Ae-
biqueira Cavaleante e capitao Antonio de Siqaei-
ra Cava'caute, rw o Baro e a Baroneza de Ara-
ripe. Recife, 1886, l toibeto.
Regra da Ordem Terceira de S. Francisco de
Assis, segundo as recentes diaposicoea do Summo
Pontfice Leo XIII. Recife, 1885. I vol.
R.zoes do appella^o apreseutadas pela compa-
nhia The Central Sugar Factores uf Brasil Limi-
ted, nos auto, em que com ella litiga o Dr. Joo
Vi ira de Araujo. Recife, 1884, 1 toibeto.
Joo Alfredo de Freitas. Excurao pelos domi-
oioa da entomologa. (Eatudos e observace. so-
bre as formgas). Recife, 1886, 1 vol.
istatatos da Sociedade Humanitaria de Socoor-
ros e Beneficencia fundada na povoaco dos Re-
medios em 1883. Recife, 1883. 1 folheto.
Questo seguro martimo. Contestacao e raco
diiaea do Dr. A. Clodoaldo de Souza, advogado de
Moreira, Irmo & C. na aeco que estes movem
contra a companhia Iudemnisadora. Recife, 1886,
1 vol
Breve noticia da admin:straco do. ben. de D.
ClemeotJoa Theodora da silva, dorante o tempo

I I

!
\


***

-teira 23 de Setembro de INK6
que foi seu procurador o commendador Jos An
tonio Pinto. Recito, 188ti, 1 frlheta,
Justificado de fallencia de J. C. Levy & C.
Petico de a(r(ravo palo advogado Jos Joaquim
de Oliveira Fonseca. Recife, 1886, 1 iolbeta.
Ao Publico. (Trata sobre o folheto que o in-
ventronte do espolio da finada D. Clementina
Theodora da Silva, acaba de publicar era contes-
taclo ao que allegm o berdero Edaardo Alejan-
dre Burle, etc., etc.) Recife, 1*86, 1 folheto.
Relacao das obras compradas durante o tri-
mestre de Abril a Junho do correuto auno e da
revistas e jornaes assignados durante o ineanio
periodo :
Escrich. Formoaura d'alma. Lisboa, 1885, 1
vol.
Almanaek de lembrancas e supplemento para o
anno de 1886, 2 vol.
Aunuaire de Lgislatioa trangre, do anno de
1882. Paria, 1883, 1 vol.
Avant. Project de Revisin du codo civil rdi-
g par F. Laurent, 4-, 5 o 6 vol. Bruxelle, 1884
e 1885, 3 vol.
lionographia jurdica e pratica daa eiecucoes
de senteu.i3 i m processo civil por Bernardo Tei-
xeira de. Moraes Velho. Rio de Janeiro, 1885, 1
vol.
D poaafl o daa aec s possisaoriaa sogund) o
direito patrio comparado coin o dimito rumano e
cannico, pelo Dr. Antonio Joaquim Ribas. Rio
de Janeiro, 1883,1 vol.
Projecto do coigo cvil brasileiro o commenta-
rio por Joaquim F-licio dos Santos, 2 e '!" vol.
Rio de Janeiro, 1885, 2 vol.
Almun.k de Guimares para o anno de 1886.
Porto, 1885, 1 vol.
Traite de la sc-ience dea finances, par Paul Ler-
vy. Beaulien 3 id. Paria, 1883, 2 vol.
Deus ua natureza por Gamillo Flammarion. Rio
de Janeiro, 1878. 2 vol.
Leitura Popular sobra a Sagrada Paixo de N.
S. Jesos Christo e Dores de Mara Santissima.
Per uir. padre Janeiro, 1877, 1 vol.
Combate espiritaos, eacripto no idioma itali.ino
pelo padre D. Lourenco Scupol. Traducido pelo
padre D Tb amas Bequeman. LiaLi. 1864, 1 vo!
Almauak de Laemmert para o anno de 1836.
Rio de Janeiro, 1886, l vol.
Vida do grande eida ao brasileiro Luis Alvea
de Limae Silva, Bar>, Conde, Marques e Duque
de Caxias deade o seu nascimento em 1803 at
1878. p'lo pajr< Joaquim Piuto de Campos. Lis
boa, 1878, 1 vo'.
Revistas assi<;nada8 :
Reaue des Dettx Mondes ; Polyblibion revue bi-
bliographique univeaselle ; Revux Po itique el Lit
teraire; Revue scienlifique ; Revue Genrale; Al-
ales C'itholiques; Revue historique du Droit
Francais et frangir.
Jomaos assignados : Jornal do Com-nercio, Ga-
zeta de Noticias e o Paiz.
Frequeutaruin eata repartlco durante o tri-
mestre de Abril a Junho do correte anno 3,082
leitorea, que cansultaram 3,485 obras em 3,762 vo-
luntes distribuidaa pelas materias seguintea :
Obras Volumes
altei-
Loterla ao loA 2 parte da lotera
n. 365, do nsvo plano, do premio de 100:000*000.
ser extrahida amanba 24 de S-tembro.
Os bilhetea acham se venia na Cata da Fo.
tuna i ra Primeiro de Marco.
Tambera acham se venda na praca da Indo-
lencia iia. 37 e 39. m
Lotera da rre-A 1 parte da 2 0 o-
teria da corte, cujo premio grande de 100:000*,
ser extrahida no dia .. de Setembro.
Os bilhetes ach m-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marvo n. 23.
Tambem acham-se venda na praci da Inde
pendencia ns. 37 e 39. ... .
CemiK-rlo putoHco. Obituario do da i)
de Setembro :
Manoel bop"8 doa 8antos, Pernambuce, 19 an-
noa, solteiro, B.ia-Vista; brr-neho pneumona
Etelvinada .onceic), Baha, .5 annos, s
ra, Boa-Vista ; tebre perniciosa.
Francisca de Paula Guimares Soares, Per-
nambuco, 46 annoa, casada, Boa Vista ; tubrcu-
los pulmonares.
Marcos, Pernambuco, 6 meses, Santo Antonio ;
enterite.
Carlos, Pernambuco. 2 meses, S. Jos ; espasmo.
Joaquim Leocadio Viegas, Peruambuco, 5b an-
noa, solteiro, Poco ; febre palustre.
Um recemuascido, mandado pelo subdelegado
de S. Jos.
- 21
Carlota Amelia de Moraes, Pernambuco, 72 an-
nos, viuva, S. Jos ; eneephaltte.
Francisco, Pernambuco, 5 das, Boa-Vista;
convulses.
Lejcadio da Silva Santa Clara, Pernambuco,
36 annoa, casado, Jos ; tub-rculoa pulmonares.
Maris Felippa das Neves, Pernambuco, 40 an-
nos, solteira, Bia-Vista ; tubrculos pulmonares.
Quintno Joa Cyrillo Dantas, Pernambuco, 74
aon"S, vi'ivo, Boa-Vista ; dyarr i.
Urna cranla do sexo femenino, Santo Antonio ;
ao nascer.
INDICARES OTIS
Joiin.es e revistas 1,254 1254
Litteratura 1.043 1,047
Direito 539 648
Historia 229 307
Lingistica O'J 136
Philosophia 88 91
Mathematicaa 43 48
Historia natural 37 42
Poltica e adninistracao 35 4
Enciclopedia 31 38
Reli.'iY; j 24 28
Geograpbia 18 22
Medicina 16 26
Economa poltica 16 23
Cbnica s pbyaica 3 3
Total ------- -------
3,485
3,762
Proclama de canameoto Foram
lidos, ua ni,ti iz da Boa Vitta, no dia 19 do cor-
rente, 08 seguintea :
Luiz de Franca Oliveira cora Antonia Abdulia
de Sant'Anna.
Bonifacio de Arngo Faria Rocha com Mara
Thomasia Montenegro.
Joo do Amoral eom Rita R'musida da Silva.
Albino de Souza Azevedo com Sophia da Silva
Figneiredo.
Jos Francisco Moutero Freir com Sara Maria
da Conceiclo.
Joo Joaquim de Azevedo com Maria da Con-
cedi Luz.
L,r>l Hoje :
Pelo agente Sveira, is 11 horas, ra estreita
do Rosario n. 24, de predios.
ido agente Brito, as 10 1(2 horas, na ra de
Pedro Aft'ons: n. 43, de fasendas, mudezas etc.
Amanha :
Pelo agente Burlamaqui, s 11 horas, de joiase
movis.
MiMas fnuehrex.-Srio celebradas :
Hoje :
A'e 6 horas, na capella do eeraiteno publico, por
alma de Antonio Martina Tortea Cames.
Amacha :
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonie, por
alma do protessor Andr Jos de Almeida Cata-
nho.
Sabbado :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma
de D Joaquina Eiaia da Silva e Albuquerque ;
s 8 horas, na menina matriz, por alma do maj ,i
Ignacio Vieira de Mili.
Hstsdiiuro PublicaForam abatidas ao
Matadouro da Cabanga 88 rezes para o consume
do dia 23 de Setembro.
Seado: 70 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
& C, e 18 a diversos.
Mercado Municipal de 9. JomO
movimento deste Mercado uo da 22 do corrate,
foi o seguate :
Entraram :
331/2 bus pesando 4,571 kilos.
911 kilos de peixe h 20 res 18*220
63 cargas de farinha a 200 ris 124-00
27 ditas de fructaa diversas a 300 rs. 8JUK)
6 taboleiros a 200 ris l**'
12 Sum s a 200 ris 2*4' 0
Foram oecuoados :
23 1/2 columnas a 600 ris 14*100
24 compartimentos de farinba a
500 ris. 12*0 >0
'2 ditos dfl comida a 500 ris 11*U00
77 1/2 ditos de legurae 400 ris 31 #000
6 ditos de suinoa 700 i 11/20
10 dito de treseuraa a 600 ria HJiMMJ
Kt.hoea2* SOsOiMi
S ditos a U 3#iXJ0
A Oliveira Castro &C:
54 talh* a 1J ris 54*000
2 talaos a 50U ris 1*00
Medico*
Consaiiorlo medico clrarglco do Dr.
Pedro de Attabyde Lofca Moscoio *
roa da loria n. 39.
0 doutor Moscozo d consultas todos os
as uteis, das 7 s l horas da manbA'
Este consultorio oiferece a commodida
de de poder cada doente ser ouvldo e ex
ainado, sem ser presenciado por
d ineio dia s 3 hor^s da Urde ser
Dr. Moscozo encontrado no torreio pn
.a. do Commercio, onde t'uncciona a ins
pec^So de sade do porto. Para qualquer
i'estes Jous pontos podero ser dirigidos
w chamados por carta as indicadas horaB.
O Dr. Arthur Imboasahy, medico occu
lista, recentemente chegado, esta cid de,
d consultas tod>s os dias, das 8 s 10
horas da maDha, sendo gratis aos pobres,
no 1. andar do predio n. 8, largo da
Santa Cruz.
Dr. Gama Lobo, medico operador e par-
teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado qualquer hora do dia
ou da noite. Consultas : de 1 s 3 horas
da tarde. E^pecialidade : molestias e ope-
raeSes dos orgaos genito-urinarios do ho-
mem e da mulher.
Dr. Brrelo ampaio mudou 8eu consul-
torio do 2. andar da casa n. 45, a ra do
Barao da Victoria, para o 1 andar, da
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu annuncio inserto na secyao compe-
tente. Residencia a ra Seta de Setam
bro n. 34.
O Dr. Juo Paulo mudou sua residen-
cia e consultorio para a ra do BarSo da
Victoria n 18, 1. andar.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
soorado.
Advocado
O bacharel Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. andar.
O Dr. Henrique Mittet tem o seu ea-
riptorio de advog-.cia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
Tabelli&o
O Bacharel Amaro Fonseca dt Albuquer-
que, tabellio do notas interino neata capi-
tal, comrautiica %o respeitavel publico qu
abri sen es.riptorio no pavimento terreo
do predio n. 4, sito a ra do Coronel Fraa
cisco Jscintho, outr'ora dn S. Francisco,
onde, com solicitado e mxima lealdade,
est prompto para desempenhar as func-
y5e8 do eu cargo. Reside na freguezi i
da B5'-Vista, ra do Coronel Lamenha n.
30 (ontr'ora dos Prazeres) para ond, fra
das horas do expediente de seu oscriptorio,
devero derigir-se os chamados, para fac-
tura apprjvuc&o de testamentos.
Coiirl allnpatics duslmelrlr.u
Dr. Miguel Themudo d coosultaa d^s
12 s 3 da tarde em s -u consultorio ra
do Barao da Vict-ria n. 7, 1. andar.
Dev f-r sido arre ;ad-da ueste di*
a quantia de
Rendimento dos da* 1 s SI de Setem-
bro
205*82ti
4:28^*680
4:134*500
Foi arrsesdado liquido at hoje
Prego* do din :
GsJtW verd. a * Carneiro d- 64o >-0l ris dem.
Su.oj i 560e 640 rtit ideui.
r'arinha de 24" a HH) ris a euia.
Milbo de 240 a 3^' .., id^m.
F- i)i. di- 5t)0 a 61u ilem
lioleria iln pun niQuinta-fera, 3
doi'irrea'e, su extrihii a 3* parir da 1 iot-ri*
em beneficio da rwnra Casi de Misericordia do
Reeife, pe" n ivo plano aDpr<>vad.
No consiatiirio da itfreln rte s>a Senh->ra *
Conceicao d># Mifarr r teia a extiacca
peln systpma da machina Pich.
Ijoieria Hilraitrillnri* da Vplran
KM O 4." e. illniuo rieio ilas 4. O 5 r...
d-'a inprl.nle i-reria, cuj m,i r preuolo t I.
150:000*000, ser exlrabida brevem nte.
Acliiiu e expisUM > venda ..a reatos dos ti-
tea na Casa da K.itiina A ra PriuMirn de Marc
n 23.
L.oieria de Mnrei de *M04
__ A 9* parte la 1 l.ilrria, Cju r. o.l
i le de 2(O:0t)t(*. pelo il.vo plan-', sera ex
tr.hida iroprct. n*- imeuie uo lia 28 d Setembro,
: 1 h-ir.is 'i>i inanhi.
I a V- ma na Cita Feliz da prnca da 1 i
ndt.ntia nn 37 < 39
Tambem auhaia- venda aa Reda da For
tuui. & rua Uarg. d Koanrio n. 36.
Pies-is resumid.m.
lOerlaV 3 parte da 1* lotera da proviu
BB heaeie o da S..ut, Casa de Missricsrili^
do Reeif pela nov pian >, sujo preino grande
100:000*000, s-r extr^bida no da 30 do corren-
te, principiando a --xiraco o ao ineio da
Os bilhetes acaain-ss cada ua Casa da for
una, rua Primeiro de Marco n. 28.
Chanadas por esuripto a qualquer hora.
Especialidades partos, teores, sypbilia,
molestias do pulmAo o do corac&o.
Dr. Lopes Pessoa Mlico.Residen
ia a rua de D. Podro I n. 9, onde pode
ser procurado at s 9 horas da manb.
Consultorio rua do Bom-Jesus n. 37 1."
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Qraiis aos pobres.
Uruaaria
Francisco Manuel d/i Silu 4t C
itariea de todos as especialidades phann
jeuticA, tintas, drogas, productos chimi-^
a .Medicamentos botmaou Ltictts, rua do **
quas de Olinda n 8.
errarla a Yapar
Serrara a vapor e ojjicina de caraptnu
de Francisco doa autos Ma ;e.do, caed do
Capibarine o. 28. N'este ^rni I -si Ih
cimento, o primeiro da provincia a'i'Ste ge-
nero, ciAiiipni-sts fc vende se madeiTM o
todas as quididades,, surra-se madeiras d-
conta alh-ia, asio ciitmi ae pf param obn
de carapira por machina e por preyoa M9
urrn"*-'-!
I rcar la
Faria Sobrinko & C, droguistas por M-
tatadi, rua du Manju i de Ohi '- u. 41.
ITKIJi tCOtS 4 El.1)0
N
Jr..
publiu
(marfil de Ciarautaaii
a prim ira serie i i ..rtigoa oSi Sr
nyu.o M-.terno
Di
Per ir i i" (.'.r/ltio,
is no Diario de Pernambuco t-
27 e 29 de Julti), 5, lie 15 1 .-..rr.-nt-
o.ez, t> '-ncontra ae publi o um t'a io,
qu t'oi bem apr -ciado p >r Scrates, em
um aitg) que l-aa no Diario de 19 ul
ti iin .
T atando se ds fa ti eun- n e de nm
procesa > pin lente, nao ac it i u m admit-
a diacussao.
Nko Mitro na ju-ntic 'Q'io do desp.c'to
que pofri i-em perf na bsa^ao s na pi-
na convi.-can de t r nnapr lo u u 'ev. r.
rU.il ueu o, quein f llar 'i-si ii r >s d a
desap-.ix inadamenta. 6 pala ver em nM
oVspacko escrpulos, ali l .uvaveis, de um
julgadur que quer ajustica e a lei
Despachos i antio s leuhs d lo era ou
tro suaamarios e passam sem reparo, por
nao offenier interesaos da fa nilia o dos
i Provincia
O 3r. Dr. Jos Maria a&o me quiz cora-
pri-hender ; e r-u n&o poseo nm devo -u-
trar em u'"a polmica estril.
Raspn lo, porm, a perguata de S. S.
Os artigos por mira ass>gaado sao pagos
por mim ; porque, gragas a Deus, ain la
i\&o ach;i quem quizesse f..zer as miuhas
despesas.
Qnanto aos outros, nao passam da trans-
ripyo de alguna curtos artigos da im-
precisa consi-rvaiora.
De.vem tL-r custado muito barato, a quem
os arrhivou, o mijo os reprodu.
Re. ife, 22 de S-tembro de 1886.
Olympio Marques.
Previsftes Alada o Sr Kduirdo de Marro*
V..|tu imprenea, pa a oeeu ar se ain la de
nSd, o 8r. thesoureiro da Theonraria de Fa.
zunda.
Gst-uaado diser qn o noss apgressor no mo-
ditieoii a liiiKUagem iinmund de qU'se servir o i
primeiro arii(-i, e que obrigou nos a infligir Iho o
o- r-'i-ido castigo.
Maii'endo-ae ein um t no ridiculo e eondeinna-
velin- uta- declamatorio, arr .ncuu da en terina naa-
gina^a-i um in allut-o s vagas a offena'Va, c-imo M
^.-t.iv. s.-, t-e r fua lo a i, e d llaa enebeu a sua
nova verrina, all ip5 s que por ea nao encontra
rain app .eacao, e meio a que cobarde e caviloa
ni ute reo rieu, tendo de dingir-ae a ama eutida
do e-illeeliva.
Q.iisfMeimis nos preceder do mesmo modo, e
e.iiulieria.-iM8 este jornal d prim-ir* ultima p i-
<>ii, ta'ves a noaaa un .iriii-jao podesse imt
"inpenho ser vantajonain nte auxiliado por lauto*
VIH da ii-iroa.
Ea^ qualidade de gente, esses lypos asqoer.-
e repu^nautea que a iingn.>cao do S.-. E iuar-
do de Barr.iaandou avocan lo taiVri das pmpnS
rai-ordacSea e c nvive ciaa, uo os omfcsuaans
,>.it ea, e del -a nao eitMSua exftip'es, nao s p .r-
I ,: ms qHer im.s maia uos wupar da ues*oa do
8r E'n.nl.i de Barro, a qu-m ja demos a re
u -ta que noaaa dignidad* eliga, Oomo porqu-
1,4o ahir dapess-ado theaoureiro da
tlie- lUrarl gura).
(j .oto 4 poaico de coitado e de aggredWo qne
r. duardo de Bain* 4a-r aaaunir para tor-
nar ..liona a uossa r-ap ita, e oara rxpliear o rom
inaon'ute e deauommedidn de h iovetiva, nio
pol. in >s deixar de qonlioal a de ridicula, urna
ves que eom tal ardil pretende o Sr. E luardo oV
Rarros lancar po ir mu oihos do publico, que vio
p -riait- e ularainente de que la lo pardo a aggra
Ao e auspeita, taires, quaes foram os movis q*e
a determinaran!.
amigos do Hr. Dr. Mat-rno, que tem plir
siooomicos que Ihe informan) do meu es-
tado, quando Ibes fallo, e traduzcan o que
tenho em mente.
E' que o meu despacho transtoroou o
calculo do informante, que tudo facilita
pela sua leviandade.
Nao posso deixar sem reparo o IV srti
go do Sr. Dr. Materno, que l-se no Dia
rio de 11 do corrente mez. S. S. disse
urna verdad--, quaudo escrev-n qno ou
iao mostraoa a maia leve ofensa pessoal
que delle e dos seus tivesse recebiio.
Sendo a8sim, muito mi admirou a posi-
clo contraria do S. S. o dos seus, quando
em outros tempos procedern) da forma
que S. S. oonfessa em seu referido artigo.
Nao posso admittir que o Sr. Dr. Ma-
terno diga ter ou romp lo com S. S. e os
seus, pelo motivo que expoa em seu fallado
artigo.
Nao conhego dous grupos de conserva
dores neste termo, e menos dous chefes.
S conhego um chefe do partido conserva-
dor neste termo, que o Illm. Sr. tenen-
te-coronel Antonio Victor Correia, que tem
influencia legitima e benfica.
Os chefes nao se impSe !
Com a subida dos conservadores, deu
se, neste termo, um pequeo choque de
inter-sies, entre o partido, e o tenente-co-
ronel Antonio Victor, que u2o fei incluido
na ahapa para membros da Assembla
Provincial; dando lugar a divisao, aceitan-
do uns a chapa do partido o outros a apre-
sentac2o do tenente-ooronel Vistor ; sendo
que eu fui um dos que no primeiro escru-
tinio votaram de accordo com a chapa do
parti io, como outros fizeram. Assim pro-
cedendo tive em vista a deliberaci do
centro do partido, nao tomando na comar-
ca attitude hostil ao Sr. tennte coronel
Antonio Victor, que o pode informar, que-
rendo.
Nao havendo os dous chefes conserva-
dores e nao sendo eu pretencioso, dse java
que o Sr. Dr. Materno declarasse quem lhe
disse ter eu desputado a chetia suprema,
de que.n a solicit-i e quem me negoa tal
obesa.
O Exm. Sr. Dr. Bento Ramos e o elei-
torado conservador, que bem sabera o mo-
vimento poltico da comarca, que declarem
qual tem sido a minlia norma du conducta
n'esti comarca; sej entervm em algura
pleito 3 sa solicitc-i a chetia suprema do meu
partido n'esta comarca!
Se eu fosse partidario e nao poltico, e
se tivease pretenco extravagante de que-
rer impr-me, nao teria tido o procedimen-
to que tenho tido, e nito estara tao re-
tirado do movimento poltico ; sendo que,
aepois da subila do im-u paitdo ao po-
der, ainda nao tive occasiao de ir a esssa
cidade, conversar com os amigos.
Concluo devolven o ao Sr. Dr. Mater-
no os adjectivos que dignou-se emprestar-
me cm su* serio de artigos, e pedia m aos
raeus leitores descalpa de qualquer expres-
so meaos digna de tao Ilustra -o publico.
De-daro formalmente que, nao gustando
de entreter polmicas, quer por meio da
imprensa, quer por outro modo, deixarei de
responder as demais series, com as quaes
promette vir o Sr. Dr. Materno, sendo
erto que o tompo mostrar quem andou
em melbor estrada, e quem soubo conhe
cer a emboscada.
Graranhuns, 31 de Agosto de 1886.
Joaqui .i Cordeiro Qovlho Cintra.
O sr. itr. ri-ninuibuto te o ieo dis-
fumo
Li hoje um artigo que, co n este titulo, foi pu-
b'icado no Jornal do Recife de honte.s, e assigna
do por diveraoa empregados da secretaria do go
verno.
CsnfesBO que tal publicacao cansou-me verda-
deira sorpresa, porquanto as breves palavras que,
na qualidade de presidente da Aesociac&n dos
Punceionarioa Pblicos Provinctaes, prouuncie
por occasiao de ser dada a sepultura ao cadver
do consocio Joaqnim Leocadio Viegaa, jamis se
poderla deseobrir a menor offeusa ao melindre e
carcter dos funecionarios que d2 perteacem
As-'iciacio.
Effectvamente s o desejo de molestar-me e de
fazer espirita, invert ndo as minhas palavras, senr
qoe em lempo algum tivease dado motivo para isto,
godera ter occaaionado tao acodado e infoodado
protesto, ao qual deizo de respood r.
No entretanto aoa a-ua aigntarios fica amis
ampia liberdade para que, desv.rtuaudo as minhi
palavras e pensamento, possain agir, corno euten-
derem, antea ou depois de observarem o meu ulte-
rior proced ment.
Recife, 32 de Setembro de 1886.
Antonio Jet de Almeida Pernambuco.
com neoeasarias reserva, noticia de
oatos qo* effoeiivaaeoto eorreram, mas qos nao
se verificaram tio completamente como nos refe-
riram.
No da soguiote, por n&o querer comprometur a
reputacao alheia, como declaramos, asemos urna
re< tificacao nos termos os roas oortezes e coanrae-
didos, rectilicacao de qae te ve conhecimento o Sr.
Eduarda de Barros a tempo de retirar da imprensa
o acervo de insultos que para ella tinha levado
contra nos.
Publicado o insolento artigo do Sr. Eduardo de
Barros, poda sirven pretender que neassoaos
cabisbaixos e calados, o sJJmeotou o Sr. thesou-
reiro da thesourara -eral a pretenco de flear s
no terreno cantando de gallo ?
Pira tanto nao chegou a uossa evanglica resi-
gnacSo, tanto mais qu into, se assim procedesseraos,
0 Sr. Eluardo de Barros, com a sua habitual fi-
1 lucia, longe de apreciar a grandeza e generosi-
dade de um tal procedimento, se poria a blasonar
de triamphante vencedor.
Prosiga o Sr. Eduardo de Barros no empenho de
dar^arrhasde sua adbeso e de sen rfconhecimen-
to aos bemfetoi- ^ agetaram a sua collocacao
e a da sum filh^ j4,^ eom laso ; mas o que
nunca conai-utiremos \jH.o faca a casta de nos-
sos crditos e reputar'
0 que hoje nao temo] rebuco em discr que ja
nos tardava a alteraco dos humores do Sr. Eduar-
do de Barros a nosso respeito, a mudanca daa blan-
dicias e emprmenlos em diatribas e insultos.
O Sr. Eduardo do Barros, foi dos ltimos, ver-
dade, maa nSo poda deixar de, por fim, evar-se
dessa m vontade e odios em que temos incorrido
nos, os constantes e desinteressados batalhadores
de urna idea, nos os herocoa allinentadores do fo-
go sagrado da impreusa de nosso partido, e que
enm a mais constante firmesa e irrecusavel abne
gaco, resistindo a todas as diflicalda Jes e en-
frentando sem cobarda com todos os sacrificios,
nunca desertamos nosso posto de honra.
_ Baivem quanto quiserem uoasoa desaffectos, ou
riee.u de espinhos o mais que poderem o caminho
que temos a percorrer, nao se eutibiar nunca o
nosso animo e proseguiremos seuipre emquanto nos
restaren, enthusiasmos e atentos e nao nos faltar a
coufianca de nosso partido.
E cabe aqu rebater a b soficia com que o Sr.
Eluarno de Barros pretende quo o nosso procedi-
mento a seu r^ peito foi at condena ado por aos
eos proprios correligionarios. Nao exacto, nj
duvidaraos affirmal-o, acrescentando que, ou o Sr.
.duardo de Barros faltou verdaie, ou nao sao
nossos correligionarios as pessoas a quem se re-
ferio.
Concluindo, scieutificaaos ao Sr. thesoureiro da
thesourara geral, quo con'ouamos a afirmar o
seguinte, que ficon sem resposca :
O Sr. Eduardo de Barr s dea eff divamente
resalva ou recibo de dinheiros recebidos sem con-
tar, nos quaes havia um desfalque, talvea casual,
mas que s mais tarde foi verificado, sendo neces-
sario resgatar o tn smo reeib).
(Do Tempo da 8 de Julho da 1886).
Contina.
Preion^amenlo da estrada de Fer-
ro do Recife ao S. Francisco
Ao Publico
Manoel Felippe de 8ouia, Chaneeller interino
do Consulado de Franca m Pernambuco, declara,
ao reapeiuv.l publico, qae visto existir^m tres ou
mais pisadas com nome igual ao seu, de hje em
diante assinar-ee-ba : Manoel "'eodrippe de Soasa.
Recife, 2i de Betoabro de 1886.
Manoel Feodrippe de Souia.
rrogr anima
Da
Fcsta do Glorioso Principe S. Miguel em
Afogados.
Triduo solemne
No sabbado ib do corrente das 6 para
as 7 horas da tarde, ser basteada a rica
bandeira que offertou a juiza por devocao,
D. Clotilde, digna filha do Sr. Manoel dos
Santos Araujo, em cuja casa se aoha depo-
sitada a referida bandeira. Aps a respec-
tiva bnucao desfilarlo lalli com demsnda da
linda o modesta capella de S. Miguel cer-
ca de 60 meoinas decentemente traja das
do branco e, formando alas, conduzirao
em um andor primorosamente oruado o pre-
cioso estandarte, percorrendo t5os smente
a rua de S. Miguel, acompanhada das
msica militar e dos fiis, tudo na me'hor
ordem possivel e de modo a edificar. Nos
dias 26, 27 e 28 ter lugar o triduo, s
mesmas horas, e no dia 29 a imponente
solemnidade qu-' se promove com geral sa-
tisfa^ao ao grande Principe das Potesta
des Anglicas, cuja capella ostentar gar-
bosa o esp'endor dos seus adornos, confia-
dos reconhecida pereciado armador Agos-
tinho, o qual procurar exceder em pri
mor as urmnedes dos annos anteriores.
D-pois do triduo cantario um hyrano aco.n-
panhalo serafina pelo intelligente pro-
fessor Joao Polycarpo Soares Rusas, alguns
meninos previamente preparados. A cr-
chestra est confiada direcco do mesmo
professor Soares Rosas, e comecar a mis-
sa solemne s 10 e meia horas da manh
pregando ao evangelbo o Rvd. vigario de
S. Antonio, eommeodador Manoel Moreira
da Gama e ao Te Deu-n o Rvd. Carmelita
Frei Pedro da Purificafao P. Paiva, arabos
j vantajosamente conhecidos na tribuna
sagrada. Toda a rua de S. Miguel estar
embandeirada, juncada de flores, Ilumina-
da a capri.'ho pelos respectivos habitantes,
de accordo com a digna cotnmisso para
isso eocarregada e finalmente depois do
Oa ahaxo assignados, coinmerciantes desta c- '< Te-Deura ser arreada a bandeira e depo-
dade, vm por meio da imprensa pedir ao illus- sitada em casa da juiza perpetua, a Exm.
trado engenheiro Dr. Bezerra de Mello, director
das obras do prolongamento, que se digne envidar
os seus egforpos ptra que seja ab na ao publico a
estacao telegraphica desta cidade.
E' um grande e importante melhoramento do
que muito se resente esta cidade, digna de melhor
sorte.
Esperamos qae S. 8., ti mando na devida consi
aeraeio o justo pedido que viemos de tazer, atten-
dera a justa reclamaco do commercio d.ata im-
portante cidad'.
Garanhuns, 15 do Setembro de 1886.
NapoleJo M. GalvSo.
Antonio C da Silva Brasileiro.
Pedro Ivo d i Silva.
Jos Ivo da Silva.
# Joa Ovidio Muniz FalcSo.
Joaqun Ai vea B Co Iho.
t Beliarmino da Costa Dourado.
Ferreira L"al & Irmo.
Franc-is ;o Ferreira Cbaves.
Paschoal Lopes V eir de Almeida.
Joaquim Gualberto da Costa.
JiiSj B. ih Silva Vianna.
Julio Tavares de Miranda.
Gratido
Venho render um preito de reconheci-
mento ao Dr. Joao Paulo da >ilva Brito,
distincto clnico desta cidade, pelo servido
inmenso que acaba de prestar-me, com o
roaior desinteresse, conservando es dias de
minha presada cons irte.
Depois de um trabalho extraordinario, o
que exige sempre um parto prematuro se-
guido das maiures coinplicagoes, e le ha-
ver com toda a sulii.-tude e desvello, por
espaco de mais de 2 mezjs, cuidado da
(loeuto, o Dr. Joao Paul > nao quiz outra
recompensa senSo a satisfcelo de conser-
var a 8 pequeas creaturas as caricias e
cuidados maternaes
Em reconhecimento a tamanho beneficio
nada posso fazer, senSo assegurar-lhe a
irinha mais sin jera amisado, que sern du-
vida cimentada com a mais solida garan-
tid, que a gratiiSo, e ensinar aos benefi-
ciados o bemdizerem o nome de tao gene-
roso bemfeitor.
Recife, 20 de S temhro de I88*i-
Benjamn Aristide Ferreira Bandeira
Viva Jesus, Mara, fos, o sa
grvde c raco de Jcsiis
Francisco Maria it'-Yssurap^ao com Ttieo-
dora Maiia de J sus a iiaquel Maria de
Jess, esiuoleiros da santa casa de carida-
de i cidade de Campia Grande, na Pa-
rahyba do Norte, p-la f ilta da recursos
occasionados pelo grande fl gdlo dag sec-
cas, recorrem piedaile dos bons pernara-
bucanoa para con orrer-oi com suas esuio-
las e donativos em favor ment, o qual se acba por a<-aoar pelas
raz3;s acim- declaradas^ cootendo entre-
tanto vinte e urna rebolludas aja algumas
educaudas desvalidas qtn a casa enaina
gratuitamente; vivendo pur u tola esta
gentu de ordinario oceupada na fgri'uhu-
n, cnsino, t i.io e mais trsbilhns de in-
dustria, de sorto que, esto a .vo o pequen-
nstabeecim- uto promette bons resulta-loa de
grande utilidad nossa Saut eligo,
boa moral e so-iedale.
Concorrei porta to ill'Jstres pernambu-
janos enm o vosso obuli pelo amor d>-
Deus t Vos b- ra sab s que a esmol
apaga 0 pec;ai e nos faz um Deus propi-
cio e (demente para nosso auxilio.
A Santa Cus ora, u os sacrificios sa-
r>mentaes que recebe oflvreo* pelos seus
bciiifcitores.
Com a devida aut >risa^So do Sr. bsp<>
que so peil-i. estas amlas, e quem qui-
zi-.r soccorrer con alguna, p le re-mettel-.-
ao governa lur du bispado, d-signando oa
.itos esiuol- ir is,Franis o Maria o'Assump-
Cao, Theodora M ria de. JcSUS e Raquel
Maria de Josus.
E' faoto p istivo que a nuica agua florida que
neoto mercado se cnomtra preparada cstr.-tamen
te conforme a verdadeira formula orifriual s
Ixua Floritfa de rry. cuja nceita foi
deacoberta h- 50 anuos. Seu perfume tai supe*
rior ao do todas as outras :ombinai,oes at hoje
deseo bertas, que quem urna vea a u<>. nao volta a
usar neuhuAa oatra. A Afaa Florida de
Unl-ry o nnico perfume ao mundo que tem re-
cebido a approvaco offiuial do um goveruo. No
final do pequen.) folbeto em que vai envolta oada
garrafa, v se o certificado do governo dos Esta-
d s-Uudoa, assignado por seus ofiiciacs o authen-
ticado par tabellio publico.
Sra. D. Francisca Thereza do8 Santos
Araujo; qujiuando-sa ento, das 8 para as
9 horas da noite, um lindissimo e moderno
fogo de vista para diversao do respeitavel
publico, de quem espero todo o acolhimen-
to.
Afogados, 19 de Setembro do 1886.
Vigario Pedrosa.
Dr. Carlos Bettencourt
Entreftiasaenie da arelara curados
radicalmente pla electrolyse, sem dor. Todas as
opease de pequea e alta crurgia. Rua do
Mrquez de Olinda n. 34, das 12 as 3 horas da
tarde. Residencia, Pas*irm da Magdalena.
Agua Florida de Murray L,annnu
19
Se o simples pcefB de um gennro qualquer fosse
sempre reputado como a medida de seu exacto va-
l r ; nos supporamos que este exquisito e delicado
perfumes e cosmtico era inferior a algunas per-
fumaras estrangeiras, as qcaes sao vendidas por
a n prego quatro vesea mais d'aquelle oatro, em
quanto que, sua quantidade nio chepa a pref ner
uma quai la parte contida n'uma oVs garrafas da
agua de Fmrida. Porm feliznente, com possui-
mjs uma maneira livre o indepeadente de formar
juisos produndos das evidencias dos nossos pro-
prios sentidos; a uossa cooelusao pois ueste par-
ticular, uma inteiramente mu diflerente.
Temos por varias formas examinado esta rara
preparaco, e sem o mais leve escrpulo ou besi-
taco, prenunciamos a saa fragrancia nao s in-
extingnivel, c mu tambem fresca o suave como a
das proprias fl res, e em todos os respeitos to
a^radavel em seu delicado aroma como qualquer
outra essencia este jainais nos tenba sido forueci-
do, quer da Col nia, Pars ou Londres. Esta ,
pos, a seutencu passada por toda America Hea-
panbola, e nos de todo o bom grada i confirma-
mos.
Como oabaktia contra as falaifieagoes, obsrve-
se bem que oa uomes de Lanman t Kemp venham
estampados em lettras transparentes no papel do
iivrinbo que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas e lujas de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C ,
roa do Commercio n. 9.
Nociedade Au&HIadoia da Agrl
cullura de rcroambuco
Sessao solemne do dia 28 de Setembro
D- erdem do Illm. Sr. gerente, faj
publico pelo presente, que a sessao annual,
proscripta p-l.is estatutos desta sociedade,
tara lugar esti anno fra da sua sede, em
lugar designado tres dias antes; que para
esta sessao des leja sao convidados todos
os socios tff-ctivos, b-inoraeritos e honora-
rios, incluidos nestes os Exms. Srs. depu-
talos graes e provmeiaes, presidentes das
cmaras e membros das directoras das As-
seca^SrtS ("ommerci. es ; que ahi nSo se
addmitiirao deliberares, mas nicamente
iiscus-5 s sobre os assumptos connepnen-
tos ai r.-1-itorio do mesmo Sr. gerente, que
ilevc oc.cupar se laooni ament cora as ma-
terias mais attinentes agricultura da pro-
vincia.
R-cife, 16 de Setembro de I8H6.
O secretario g-ral,
Henrique Augusto MiUt.
Duas rs.pf.las curas (2J
Illm. Sr Jo- Alvar s d" Souza Soa-
roa Pelotas, de Nove obr-> de 18^4
Te n esta por um si i ntifical-o de mais
uaa i*ul 'i i as curas "1 VI i i3 a Seu pre
i>0 peit'nti de Camb -r,
p ,r nei ...-i.-'.o d f cuar-se o ultnn
BAZtR em bnericio da Biblintheca Publica
Pelotese, fui atcalo te una forte bron
uhi'e qu- me l-vou ao l<-ito.
Ven lo-me pr trado e d^s jando o :ueu
restab leci-ii-nto o mais pro-opto poasivel,
dehb-rei usar o Peitoral de Camktr, e o
fia com tauta felicida ;e qu-, nu terceiro
du da luolcati, pin: r >assuimr a minhas
f\in<^5-8 de bibliotliecario uaqu lio estabe-
lecini-nt i. _
Na mesma po.a foi a minha filhinha
Julie.U atacada de u ..a toas^ impertinen-
te, com carcter aathmatioo. e applicando-
lhe eu o mesmo tflL-a raedicam nt>, vi a
rcstabelocida en poucos dias. Subscrevo
me, etc.
Francisco de Paula Pires
nicos agentes e depositarios geraes em
Pernambuco
Francisco M. da Silva dk C.
Ba Mrquez de Olinda n. 23.
Cajorubka
Este efficaz e inoffensivo preparado, qaa
nao coatm menurio era arsnico apa-
as uma dose tao diminuta de io toreto da
potaasio, que bem se pode qualiftVar !
'oornoeopathica (menos de meio grao em ma
colber de sopa do vphiculo), deve someaB)
sua maravilbosa virtode depurativa aos v-
getaes que entrara em sua composicSo.
Outros preparados que nio contm ab-
solutamente um tomo do merrio oa sesat
eompostos, tm tal dse de iodoreto de pe-
taasio, que esta, dissolvda em agua para.
curara os doentes quo tm sido curados
pelos taes apregoados depurativos vege
taes.
A eficacia do cajurubeba prova-se:
4o Pelos innmeros attestados de mdi-
cos e de doentes por elles curados de ma-
les reputados incuraveis.
2o Pela procura quo tem ; de modo a'at-
zer desapparecer os preparados congne-
res, que antes d'elle dominavam a thera-
peutica das molestias sypbiliticas do rbea-
matismo e das affeccoes herpeticas.
3o Pela lealdade com que seus a olores
tm fallado ao pyblioo, fazendo-lbe conbe-
cer a cotnposiclo do seu preparado, o qae
nenhum outro se anitnou anda a fazer.
N. 9. A Ernulsao de Scott fortifica e
dcsenvolve o systema osseo e nervoso daa
enancas debis e rachiticas, o nao ha ad
que possa se comparar este remedio Ht
agr-.davel i reconstituinte para a cura das
doengaa devidas a m condijto de sangne
e debilidade do corpo.
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio rua do Bom Jeaua n. 30.
Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia rua da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Aviso
O Dr. K. OMlan lonnel Medico pela
Faculdade de Medicina de Pars.
Condecorado com a meJalha dos hoapitar-s.
Socio corresponilent- : das Academias de Medi-
cina do Rio se Jnneiro o Ua Barcelona ; da b-
ciedade de Medicina p-atica de Paris e da Scat*-
dade Franceza de Hygiene, ex-director do Masen
AnatomoPatolgico da Faculdade de Medida
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevtnir o ps>-
blico que durante a sua estada em Pernambsea
fie i a disposicao dos doentes que desejarem boa-
ral-o com a sua confianca.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tarde
at novo aviso: na hospedara de D. Anteas
(Uaranbo Novo).
Especialidades : molestias das vas respirato-
rias coraeao, estomago, ligado, etc., imlati
nervas, e syphilitcas.
Recife, 6 de Agosto del886.
Dr. E. Ossian-Boiinet
Medico
Consnltorio : 51- ua do Mar
quez de OlindaReeife
RESIDENCIA : HOSPEDARA DE D.
ANl'ONIO-CAMINHO-NOVO
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveirai
ff
i!
dai
pa
ora da capital.
Especialidadesfebres, molestias
crianzas, dos orgaos respiratorio das
enhoras.
i i Presta-se a qualquer chamado
ii
Todos es chamadas devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, rua da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicara
a sua residencia.
AVISO
!
i
{
Dr. CoelUo Leitt
Medico, parleiro e operador
Residencia rua da Imperatriz n. 48, 2.- o
Consultorio rua Duque de Cazias n. 59.
D consultas das 11 horas da manna s %
tarde.
Atiende para es chamados a qualqner
telephone n. 449.
Consultorio medico-
eirurgieo
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 soasa
de escrupulosa observacao, reabre consultorio aco-
ta cidade. ma do Bom Jess (aotiga da Cras}
n. 23, 1. andar.
Hora de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
as demais horas da noite ser encontrarlo ao
pitio travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
tio esquerda, alm do porio do Dr. Cosme.^^
U Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ooo-
liita, ex-chefo de clnica do Dr. de
Wei-ker, mu lou seu coneultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 roa do Barao do
Victoria, para o 1. andar da eeae a
51 d moi-ma rua. Consultas do noi
dia s 3 horas da tarde. Residencia
rua Sute de Setembro o. 3 A.
Ao publico
O Dr. Cerqueira mudou o seu consulto-
rio para a rua Duqo de Caxias n. 14
antiga do Queiraado.
Oculista U
Dr. Ferreira
sultan das 9 ao meio dia. Resi-
deocia e consultorio, n. 20 rua
Larga do Rosario.
Di. Cerpira Lei
de
e
TIKIlM O
Tem o seu escriptorio a rua Duque
zias n. 74, das 12 as 2 horas da tarde,
iora em (liante em sua residencia rua da
ta Crui n. 10. Especialidades, molestias do
nhoras e .-naneas, telephone n. 326.
Ca.-
Medico

0 Dr. Domingos J. B. de Almeids, antigo-i
nieo no Ro de .uueirj (i ,855 s 1882) en<> l|*
(do 1882 a 1886), de passagem por esta ca jita^
d consultas no hotel do Europa, Reoe, das 11 tm
2 horas da tarda

MOTILAN)


Diario de PeroambocoQuinta-fcira i
Licor depurativo vegetal ooVo
DO
Medio Quintclla
Kate Dotabiliseimo deprame que vem precedi-
do de tio grande faina infalliv I na cura de todas
M doen^as syphilitieas, escrofulosas, rheumatica
de pelle, cun- tumores, ulceras, dores roeumati
e*s, osteocopas e uevralgicas, blenrjorrhagias airu
dos o chronicas, cancros syphiliticos, inflamma
o5es visceraes, d'olhos, ouvid a, garganta, intes
tinos, etc., em todas hb molestias de p-lle, simple'
od diathericos, assim como na alopecia ou qn dx
do cabciin e as duendas determinadas por eatu
racSn mercuria'. Dio-se gratis folhetos onde se
encentrara numerosas experiencias teitas com est>
especifico no bospitaes pblicos e muiros atiesta-
dos de mdicos e documentos articulares. Fas s
descont par revend- r.
Deposito em casa de Paria Sobrinhs & C.
Kua do Marques de Olinda n. 4!.
c,
Usinas de cobre, iatao e bronze ee d
Golitzer Ufer n. 9 Berm S. O.
Kspeeialldade:
Constrtio de machi-
nas e apparelhos
para f abi icas de assucar, destillacfles e re-
finaydes com todos os aperiecoamentos
modernos.
DSTALLAgAO DE:
Engenhos de assucar completos
Estabelecimonto filial na Havana sob a
mearos firma de C. Heckmann
C. e San Ipnacio n. 17.
nicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informales dijijamse ai
Pohlman &C
Una do GoDienio o. 10
Clnica
DE
Parto, molestias de senhoras e
de erlaneas
Dr. Joao i'aul, medico aggregado do
Hospital Pedro II, desta cidade, com pra-
tica e estados espeeiaes as prin :ipaes ma-
ternidades e hospitaes de mulberes e de
criancas de Paria e de Vicua d'Austri.-i,
taz tudas as operayoes obsttricas e ci
rurgicas conceruentes s suas especiali-
dades.
Residencia e consultorio ra do BarSo
da Victoria n. 18, i. andar.
Comsultas das 12 as 3 horas da tarde.
Telepbonc n. 467.
O espillo Jos Di.is da Silva, juis docom-
mercio supplente era exeroicio da cida-
de da Victoria de Pernambuco em vir
tude da le, etc.
Paco saber aos que o presente edital virem que
no da 24 do correte as 2 horas da Urde na praca
Duque de Casias n. 1 tin de ser arremata-
dos em nm s lote ss mercaduras abaixo peuho-
radas a viuva e berdoiroe do finado Manuel Gomes
Siiverio a requerimento de Andrade Lopes & C ,
sendo 26 peca de algodao de lista por 248*400 ;
4 ditas de lista americano por 70*400 ; 10 pecas
.le slgodo de lista larpa por 11140''" ; 4 pecas
de altfouo do Rio por 43*500 ; 1 peca de algodo
.le lista por 104610 ; 2 peas de oiford de la por
3*540 ;34 pecas de Oxford sortid.* por 394*680;
9 pevs oo m'.lesquins pr 119*750 ; 5 pecas de
ganga para calcas por 80*280 ; 5 pecas de brim
de linlio por 151* 0 I ; 7 pecas de brim sortidas
escuras por 1334000 ; 2 pecas dr brim de a'godio
de cor Dor 38*750; 5 pecas de brim pardo por
49*280 ; 13 p cas de bnm paido liso, e trancado
por 24u*6>0 ; 11 pccs rie Hambargo diver
sas qua ii 'les por X2*350 ; 1 peca de ere
guella per lOj^'O ; 2 pecas de brim preto da li-
bo pir 32*00 ; 1 p ca de brim de cor por
46*4i 0; 5 peya de bnm amarello por 72*60'l;
182 pecas de algodosinho sortidas por 728*000 ;
70 pecas de algodinsiubo bom por 336*iH)0; 7
p- cas de madapolao volta viagem por 33*6U0 ; 8
pecas de madapolao fino per 41*600 ; 11 pecas
de madapolao francs por 63*800; 24 cha-
peos de sol p_ra senbora sendo de chita, merino e
seda pur M*000 \ 43 chapeos de sol para noroem
Zaaea e chiu par 43*0'0; 100 calcas de brim
pardo por 150*000 ; 4 caicas de molesquins e
brim de hnh i por 108*000 ; 34 palitots de brim
pardo por 61*200 ; 30 palitots de casen, ira estra-
gada por 16*000 ; 78 chapeos do Chile por
por 117*000 ; 20 pares de botinas para homem
estragadas por 10*000 ; 34 pares de botinas e
focos para senhora por 76*500 ; 11 pares de boli-
nas de ponto para homem por 22*000 ; 16 pares
de sapatos de borracha e boti :as para menino por
40*000 ; 9 pares de botinas de dursque pretas
para senhora or 27*000 ; 52 pecas de chita sor-
tidas por 396*900 ; 18 pecas de chita finas por
209*340 ; 400 chapeos sendo 288 de massa, 96
de castsr e 16 de Manilha por 9:>0i000 ; e b cha-
les de merino sortidas por 142*800.
E para que chegue a noticia ao conheci ment
de todos mande i este passar que ser affixado no
lugar do coatume e publicado pela imprensa.
Estava urna esiampilha de 400 ris.
Dado e passado tiesta comarca da Victoria aos
18 de Setembro de 1886.
Eu, Rcllarmino dos Santos Bulcao Filho, escri
vio interino, o escrevi.
Jos Dios da Silva.
EDITAES
Edital n. 8
De ordem d i Illin. Sr. Dr inspector faco pu-
blico que ir a praca na dia 23 do crrenle, con
forme a ordem do Exin. Sr presidente da provin-
cia, de 3 do mesmo mes, o forneciuiento de alimen-
tario pira os pretos p bies da Cas de Detenga ,
relativo ao trimestre prnxiui i vindooro, de Outu -
bro a Dexembro, de accordo com a tabella n. 2,
abaixo transcripta, do Reg. de 18d- Mareo de
188'. servindo ds aue a mr-a oe 4-0 ris.
Secretaria do Thesonro Provincial de Pernam-
buco, em 14 de Seteu bro de 1886.
Si rv indo sV secretario,
Lindo'pho Compeli.
Tabella n 2
A'moco para todos os das da semana
160 grammas de pao.
55 d'tas de assucar refinado de 3a sorte.
20 ditas de caf m p.
Ceia para todos os dias di semana
120 grammas de pao.
55 ditas de assucar refinado de 3* soite.
20 ditas de caf em p.
Jantar para domingos, tercas e quintas-feiras
400 g- ammas de carne verde.
5decilitros de t-rinha.
10 grammas de toucinho.
Jantar para segundas e quartas-feiras
229 grammas de carne secc.
4 decilitros de farinba.
2 ditos de feijao.
1U grammas de toucinho.
Jantar para i extas-fe-ras e sabbados
180 erammis de bcalho.
4 deci itros de fariuha.
2 ditos de feijao.
1 c atilitro de >z> ite de oliveira.
1 dito de vinagre.
Lenha e sal, o uecet-sario para todos os dias.
Os geueos serio de ) qnalid.de.
Lindolpho Compeli.
DECLARACES
Club de Reg-atas Per-
nambucano
Tendo este club de lar na noite d< 9 de Outu-
b o vindouro, um si.ro dansante, convido s se -
nhores socios que estiverem quites, a apreienta
n m al* o fim deste mes a lista de seos convida-
dos, afim de faser-se os respectivos convites.
Outrosim, pr. vino, que t se expedir convite
s petsoa8 que tivercm familia, nio seudo admis-
sivel aggregados.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano,
em 22 de Setembro de 1886.O 1- Sfldetaiio,
Ose-ar C. Mo teiro.
Irmancfade de Mrssa Neahora
da Luz
Substituindo-se o compromisso que regia esta
irtnandade pelo o approvado em assembla geral
de 5 de Janeiro de 1885, de orderr. do irmio juis
convido aos irmios a virem buscar os exemplares
do mesmo ra do Rangei u. 16, lythngraphia.
Consistorio, 22 de Setemhro de 1886.
Jur Ramos de Oliveira Jnior.
Obras Publicas
De ordem do iHm Sr. engenbeiro chefe da re-
pariica.j das oKrag publicas, f te publico que cm
virtude da autorisacio d Exm. Sr. vice-presiden
te da provincia, no dia 2H do crtente, ao meio
dia, reit-b -se na secretaria desta repartic.o pro-
postas em cartas fechadas e convenieitemetite
selladas, para a execucio da obra de reconslruc-
c i de 750 metros corrents de empeilramento da
ebtmda da Vi'-teria, na cidade de Jaboatio, orea-
da em 3877*li0.
O orfarneuto e mais condices r ac um a disposivid dossenhor'S pretendent"8.
Secretaria da rep rtico das obras publicas de
Prruanibuco, 22 de setembro de 1886.
O secretario,
Joao Joaquim de Siqueira VarejSo.
Alfandega de Pernam-
buco
Le ordem di Illm. Sr inspector da Alfandega,
scieutifico a qaem iu'ere Sur possa, que a partir
do dia 1' de Setembro prximo vindouro, fica
inaugurado o 1 posto fiscal no antigo Porte do
Pico entrada da barra, onde d vero at-acur
tanto na ida como lia volta Untos os vehculos que
tui' ir. ou vi- tem do lamario, ficanio uo untante a
cargo a barca de vii ectaciunada ao lado do
caes da LiojM! ta que servir de 2' posto fiscal
todo nciviuieiito de pequea cab>tngem, que c m-
preben'ie a entrada e sabnla das Uuchas, baica-
Vs e anuos que navegam entre portos da pro-
vincia.
Ouaroamoria da Alfaudega de Pernambuco, 24
je Agcmtr "o le^i O guarda mor,
lo-^ \ i^ust.. de Asevtdo Marques.
tenfr..ra de Nossa Senhora da
Soiedade da Boa-Vista
Por delibemcae da mesa esnjuncta, sio convi-
dados os irmios desta contraria reunirem-se em
mesa geral no da 23 do corrente. pelas 6 1/2 h<-
ras da tarde, em seu consistorio, para tratar de
diverso* assnmptos. Consistorio, 20 de Sctembr,
de 1886.-0 secreUrio,
Cardoso Gaimaries.
Santa Casa da Misericordia do
Reelfe
Por esta secret ria sio chamados os prenles
on protectores das menores constantes da relacAo
infra, para que as vj recolhcr ao ollegio das
orphas
Reluci das orphis a que se refere o edital
Supra
1 D mina, fi'ha de Paulina Maria Ferreira.
2 Maria, filba de Joanna Baptista de Jesug.
3 Amelia, filba de Anna Amelia Becerra de Al-
buquerque. .
4 Olindiua, filba da-nMUS'
5 Rosa, filba da mesma. /*'
6 Emilia, filha ..e Feliciana Vieira da Rocha
ralcio.
7 Maria, filha de Joaquina Mirandolioa da
Sil va.
8 Gt-novevs, filha de Hermina Correia de Lyra.
9 Carolina, fi ha de Antonia Dinis Baud. ira
de M lio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 13 de Setembro de 1886.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Soasa.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engenheirt chefe,
afeo publico que no dia 25 do corrente, ao meio
dia, recebe-se nes'a reparticio propoptas para a
exeeucio dos repares da cadea de Serinhiem,
oreados em 400*000.
O oroamento e mais condices do contrato se
acbam nesta secretaria para seiein examinados
pelos senhores pretendentes.
Secretaria da reparticio das obras publicas de
Pernambuco, em 11 de Setembro de 1886.
O secretario,
Joio Joaquim de S. Vsrejio.
Santa casa
Na secretaria da santa casa de misericordia do
Recife arrendam-se per es naco de um tres an-
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n 45, p r 20* mensaes.
Idi-m idem n. 49, 20* idem.
Dita da Iiogueta n. 14 1 andar, 16*660 idem.
dem idem 2 dito. 15* idem.
Ra do Burgos n. 'S* idem.
Dita da Madre de Dcus n. 10 A, armasem,
15*, idem.
Idea idem n. 12, 40* idem.
Ra da Guia n. 16, 16*660 idem.
Dita da Senzalla-velha n. 132, 2- andar, 15*
idem.
Dita da Detencio n. 3 (dentro do qaadro) 10*
idem.
Hem idem, 8f000 dem.
Dita'.do Visconde de Itaparica, n... 2* andar
e sotio, 35* idem.
Dita do Mrquez de Olinda n. 53, 2- andar
40* idem.
Caes da .llf ndega n. i
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, si con-
vidados os negociantes abaixo, para virem assig-
nar no praso de tres dias, os sens contratos, sob
as penas do 4 do art. 64 do regulamento de 19
de Ojtubro de 1872 :
Joio Rodrigues de Moura.
Rodrigo Carva'ho & C.
P. Neves & Cordeiro.
Bastos & C.
Jos Antonio da Motta Guimaries.
Jos Jo quim de Aseved >.
Dominips Jos Ferreira & C.
Muoel Rodrigues aaSilva.
Maia e Silva & C.
os de Souza Al'Uht & C.
Viuva Azevedo & C.
S.icretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
co, 20 d* Setembro de 1886.0 secretario,
Jos Francisco Ribeiro Machad.
Assembla geral
Nio se tendo reunido em 19 do corrente numero
bastante de socios para constituirem assembla
g"rul, sio de novo convidados os senhores sucios
para esto fim, a reunir, m se s 6 huras da Urdt
de quinta-f ira 23 do crtente, devenao a atsem
bla funeciunur com o numero que comparece!,
conforme preceituam os estatutos.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 20 de
Setembro de 1886.O secretario,
P C. Catanotn.
OteHUl
Bola Miuiut-r-Ml
(neo
de fernaB
RECIPE 22 DE SETEMBRO \)E 18b.
As tres tiras da mide
AccoVs du banco de crdito re^l de Pernambuco
do valor realisado de 40*0 i) a 42*0(K)
cada urna.
Apolices da divida publica, de 6 I'/O, do va'.or de
l-Ui*0K) ao par.
Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v. com 1 3,8 0/0 de
de* cont.
Descont ae letras, 8 o/U ao anno, hontem.
lo-...
Ka i >l-th
te 'I
1
21
30:378*150
1:321 636
31:6*9*786
l\a llura da -olaa
Veu le am-8" :
25 accoes do banco de ere lito real de Pernam-
buc*
18 apoiiees da divida oublica
O presidente,
r'edro los Puno.
O seer-'tar),
Candido C. G. Alcuforaac.
Mi .ie Sctembrj de 886
ALFANDEGA
Ruda sihil De 1 a 21 dem i 583:457*710 44:cH.7u4 628:281*414

Ruda raovisciaL De 1 *1 dem a. 'J 59.520J7J7 4:117.914 63:638*611
Total 691:9ju*05u
HaciBauosiA t>- 1 o u i a 21 25:391*128 l;li7*tc
26:519*030
JoMStTLai' eHovlBCIAt-Itteio de 2 O- la 24 r 21:215*812 622 672
21:338*484
DESPACHOS DE IMPORTACO
Barca ain ricaua E la, mrada de Bucnus-Ay-
ies no da 18 do corrente e consignada a Pereira
C'-rueir-. & i:., inanif.-stuu :
Pernio -,Ur tardos ordem.
H ate n--c o >al Corra, de Maco, entrado de
M .ca.. no .lia 22 da corrente e couoign ido or
di m. inaiiitt stou :
A goda 97 suca a Gomes de M.ttos Irmios.
sal 19,0 Iitr s ordem.
- r-.i IHI> m tX,0,.iAl>."
im il de i>etembro .le 1836
Psir o eilenur
N i vapor inglez Orator, carregaram :
Para Lie rp,ol, Borsleiioaii & C 3 fardos com
2.6 ki'os de al^Hiao ; M J da Rocha 8u0 saceos
cjm 60,'KaJ k'los d.- assucar inastavado.
No patacho portugus Tentativa, carrega
rain :
Para N.w-Y.ik. P. Casca, & Filho 1.000 sac
eos rom 7-i OUU kilos de assuca msseavado ; J. S
L / Filho r)7i saceos com 65,!l;'5 kilos de as-
sucar masi ava o.
Ni barca portugu-za Allianja Carrejaran :
i-ai-. P. rto, f. K. Ain. nui o C. 60 Bucear
e in 4,526 kilos de a'g ia<>.
Para I, s ua, B. Oliveira & C. 70 couroi espi-
chados cun 490 kilos ; S. G. Brito 300 couros sal
gad<8 com 3,60 *strsi o tme.-ior
No vapor francs Ville de Pernambuco, c&r-
re P-ra S,nt.s. Baltar Irmios & C. 260 saceos
com I5,li<>' kilos de ai.su *r biauc e 450 ditos
o. 27.000 k los de assucrar masca vado ; P. Car-
neir 4 C. l4 pipas com 6,7i0 litros de agur-
dente.
Para o Rio de Janeiro, H Burle k C. 330 sic-
cs coui 24,731 \/>. klo8 de algodo ; R Valeute
I0< saceos com 111,000 kilos de Uta.
r.o vapor nacional ifatirito Sanio, carre-
gou :
Para o Rio de Janeiro, M. do Nascimento 2,900
COCs. fiUCta.
No rapur nacional 'acuhype, carregara
Par Mu9s-.ro. H rorrter C. 2 barricas
216 kilos de assucar branco.
Par (Jamos.m, Femaudts & Irmio 1 barrica
cun IOS) kdus de assucar refinada e 1 dita com
110 ditos de dito brauco.
IRMANDADE
DO
Senttor Bom J>u dost" Psssos da
muirir. do Cstrpo Santo
ELEIQO
Pelo pretente convido a todos os nossos irmios
para se reuuirem em nossa con-istorio stxta-feira
24 do corrente, pelas 5 horas da tarde, afim de
em mesa geral elegere.u os novos funecionarios
para o anno comprumissal de 18.6 a 1887.
Consistoria da irmandaJe, aos 21 de Setembro
de 1886.O escrivo,
Francisco Antonio Correia Cardoso.
MVIM LNT ^O "1>RTO
Navios entrados no dia 22
Wilmington (America) 48 dias, pata-ho
arnei icario Atalanta, de 352 toneladas,
capitao H. S. Aldrid, nquipagem 8, car-
ga mad' ira de pinho; a Mathens Aus-
tin & C.
Londres23 dias, vapor inglez Norseman.
O procurador dos feitos da fasenda provin-
cial, tendo recebido do Thesouro Provincia, a re
; lacio abtixo transcrip-a dos coutribuintes do im-
posto de classe n. 29, taverna, rmaseos de Keoe
ros de estiva a retalho, do exeicici. de 188185,
que deixaram de pagar o mesmo imposto no t-u.p i
comp. wnte, declara aos mesinos er.utribuimes un
Ihe taca marcado o praz de 3U dias, a coutar ds
publicavio do presente ediul, na coof .rmidade d
disposto no art. 53 da le n 891, para nc Ihe.em
a i portaola de seus dbitos ao Consulado Pr
vincial, certos de que, findo o refe-ido prszi 8.
proceder a cobrauca execuiivain-nt'.
Recite, 17 de S.-tembro .te 1886
Miguel Jos de Almetda Pernambuco
Kelatodos d.-vedres do luipearude ciasse u. 29
taverna, armas m le gneros de stiva a r.-ia-
Iho, exercicio de 1884 85
Ca-^po-Alegre. Amui Pereira Soares
Imperatriz n 78. Autouio Jos da Cos-
ta Rodrigues
Santa Tneresa n 34 Antonio R ,dri-
gues Ferii.n i.-s
Vidal de Negreiros n 21. Antonio Fran
cisco Corr-ia Lima
Imierial n. 7. Antonio Alvea F man-
des
Dita n. 76. Antonio L os dos Sat-tos
Ponte Velha n 27. Adolpho Augusto
A Seve
Poiubal n. 2. Augusto Ricardo Caval-
caute
Ribeira d. 2. Anglica P. Bastos
Assumpcio n. 44. Alexandre dos M-
r/Ueis
Domingos Theotonio n. 15. Antonio
Francisco da CoBfa
Amorim n. 9. Al ves & O
Travessa doPocmho n. 24. Albino Lo-
pes Ferreirp.
Vidal de Negreiros d. 49. Az vedo Lo-
pes & C
Dita n. 1 Augusto Gomes & C.
Imperatriz n. 34. Antonio Jos de Le-
mos
Paz n. 2. Antonio Tdeodoeo de Albu-
querque ce C.
Iu.penal n. 107. Augusto Gomes da
Silva
Largo da Penha n. 8. Albino Jos dos
Santos
Bario do Triumpho n. 2. Antonio Can-
dido de Almeida
Mjeda n. 29. Alrm ida & C.
Largo do Carmu n. )3. Antonio Joa
quim Correia dos Santos
Largo do Paraso n. 31. Antonio Ber-
nardo Ramos
Luis do Reg n. 40 F. Antonio Lopes
da Silva Campos
Traves* do Ara nal n. 5. Antonio Jo-
s G'ncalves dos R is
Lar.'o do Mercado n.25. Antonio Pau-
lo Botelbo
Cruzes n. 8. Alfredo & Ferreira
Imperador n. 77 Azevedo & Maia
Largo do Mercado n. 10. Alberto Silva
&C.
Vidal de Negreiros n.23. Aufcnio Men
d -s Pereia da Costa
Imperatriz n. 42. Alheiros, Oliveira
4C
Lu.s do Reg n. 6. Bernanlino Cesar
de Mello
Belm n. 3. Bento J s de Miran I >
Coronel Apoliuanu n. 2. U. lie littu Au-
nio de Almeida
Torres n. 18. Marros de Maodo & C.
Moeda n. 23. Botelbo & C
Praca do Corp -Santo u. 2. Bellarmino
Carneiro It O
Palman. 4. Bemo Brandan
Bum Jess n. 13 B-ii'rao c C.
Coronel Sua*suua n, 119. Bellarmino
Lourenco da Silva
Nova de Santa Rita n. 1. Barbosa Ir-
mio & C.
Marques de Olinda n. 50. Biaga, Go-
mes & C.
Santo Amaro n. 8. Bcllaiurna Maria
do Nascimcnto
Coelbus n. 17 Carlos Jos dos Res
Gomes
Visconde de Goyanna n. 215. Carpin-
teiro & Souza
Larga do Rosario n. 18. Custodio Arau
j/&C.
B .m Jess n. 59. Caii.p >s & Mouteiro
Paulo Afionso n. 34 Carva ho Souza
a O.
Amorim n. 16. Doming'8 Rodrigues
Vine uile de Itaparn-a n 3.Y Domin-
gos Ferreira ue Arev d
Estri ita do Rosario u. 47. Dionisio
DiaB Moreira L ite
P. Jro Atlni-o o.b Domingos Manuel
RuOrigues Praca
Aurora u. 151. Eulalia Maria da Costa
D Maria C-.-sar n. 23. Eduardo Mend. s
da Silva 85*180
Estrada de Ponte d'Ucha o. 23 Eduar
do Beltrio 113*971
Luiz do Reg n. 40 D. Fr mc-lina Ma-
ria dos Santos 42*741
Birii doTriamphon.il. Francisco
Ant mo da Costa Moreira 85480
42*741
28* 13
85*480
84480
*5* 8''
8o*4K)
85*480
42*740
113*974
113*974
113. 974
142*467
142*467
142*487
142*467
99*7*8
59**36
170*961
199*454
199*454
13.62I
208*916
227*94*
227*948
89*755
*
219*400
34l*9_'3
170*962
370*4:7
79*823
284492
42*741
43*741
85*48< i
85*480
142*467
f5*lf>4
227*918
313*429
455*898
64*096
42*741
199*4.4
7a*783
341924
5s8*i68
85*480
227* )48
156*714
341*923
M*964
equipagein O, carga
Carlos Antonio de
d 826 toneladas, cominandante W
Luey, equipiigem 69, carga fios telegra-
pliios; a mesma Campanhia.
Maco15 dias, hyate nacional Aurora
II, de 70 toneladas, mestre Manoel
Duarte da Silva, equipagem 5
varios gneros
Araujo.
Navios sahidos no mesmo dia
Hambargo por escala Vapor aUemao
Valparaizo, com mandante I. Riedel,
carga varios gneros.
Nova Orleans Vapor inglez Altee, com-
ir. an I ante R. Linigston em lastro,
VAPORES ESPERADOS
O Dr. Manoil da Silva Rgo, offiuial da
da ordem da Rosa e juiz de direito da
proveduria de ^apellas e residuos marea do Ri-cifo e seu termo em Peroam
bu'-o, por S. M. o imperador o Sr. D.
Pedro n.
Faco saber que estando em juico D. Maria Pran
cisca dos Alijos Curado par provar o direito, que
tem pjs.-e e domiuio do vinculo S. Sebastian, <>u
Curado, instituido por Salvaior Curado Vidal ;
pelo presente sio chamados s iuteresssdos, para,
na forma lei a'legarein o ku direico.
E para constar maudei passar este edital, qu>
ser publicado pela imprensa, e affixado no lugar
do costme.
Jado e passado nesta cidade do Recife aoi 3 de
Setembro de 181-6.
Eu, Fianclsco de Siqueira Cavalcanti, esciivio
subscrevi.
Manoel da Silva Rgeo.
com
h^piriio Sanio do norte boje
M rtemann de Londres boje
Pirapama do norte amanbi
tieva da Europa amanfci
Congo do bu.1 a 25
Aconcagua da Europa a 26
Aduane* do sol a 27
t'ar do Bill a 27
Editor de Liverpool a28
Maranhense de New-York a 28
lomar dj sal a 2
Outubro
Finme de New-Port News a 1
Ceat do norte a 3
Ville de Rio de Ja-
neiro do sul a 2
Martoi do sal a 7
Trent da Europa a 10
E'J , do sul a 14
Pernambuco de Hambargo a 17
Britannia da Europa a 23
Lo Plata da Europa a 23
Neva do sol a89 >
Im. erial n. 115. Preitas & C. 113*974
S. Joio n. 5. rrancisco Se. C. 142*467
Roda n 47. Francisco de Paula e Al-
buquc.o,ue 119*672
Travessa de Joio do Reg n. 4. Fian-
cisco de Souza Duarte 99*727
Soeego o. 31. Ferreira t C 199*454
Marcilio Dias n. 81. Ferreira Cruz
te c. *
Marques de Olinda n. 2. Fontes &
I. mi 341*923
Maicillo Dias n. 106. Ferreira de Oli-
veira & C. 37'*417
Soeego n 4. Goncalves Lessa & C. 56*984
'amp i Grande. Gomes Augusto Gaio
de Miranda 42*741
Forte n. 9. Jerimias Mendonca de S-
qu-ira 56*984
Largo do Mercado n. 14. Gomes & C. 142*467
Pedro Affon o n 43. Genuino Jos da
K.za 239*346
Roda n. 48. Gcncatves Vi MI & C. 313*429
Largo da Santa Cruz n. 16. Heuriquc
Luiz Ferreira Leal 179*511
Conde da Boa-Vista n. 143. Ignacio
Pimentel or. Teizeira 139*718
Largo da Gruca n. 2 A Joio Jos dos
Santos Costa 28*492
Campo Alegre. Jo Pereir* 42*741
Imperial n. 334. Joanna de Miranda 42*13
Travessa do Pombal n. 5. Joaquim da
Silva Vilar 42*123
Largo da Santa Crus n. 4. Jos Anto-
nio G'mcalves da Siiveira 42*123
Baixa- Verde n. 8. Jos Pereira de Al-
cantara Brandio 85*480
Estrada de Belm n. 10 C. Joio Licio
da Silva 85*480
Domiog s Jos Martins n 46. Joaquim
Nunes Padilha 85*480
Imperial n. 279. Jos da Silva Pe-
reira 85*480
Gamelleira. .'Jo Salgado 85*480
Travessa o* Villaca. Joaquim Mauri-
cio Wanderley 85*480
TrsTessa de S. Jos n. 2 Joio Ese-
quiei Borges 85*480
Marques do Herval n. 68. Jos Anto-
nio do Monte 25*480
Visconde de Albuquerque n. 2. Jos
Martins da Cunha e Jos Antonio Ja-
come 42*740
Luis do Reg n. 24. Joio Francisco
de Oliveira 85*480
Pombal n. 16. Jas Tavares Carneiro 85*480
Njinphas n 2?. Jos de Souza Perei-
ra de Bruto 85*480
Cooseicio n. 6. Joaquim Colho Netto
& Sobrinb > 118*974
Vise nd d Gi-janna n. 24. Jos Do-
minieue.- Das 113*974
1.* travessa d- Santa Ritan. 1. Joio
C ronel Suassuna n. 143. Jos Pereira
Duarte 113*974
Oeoulas n. 39 A. Jos Rod-ieues Bu-
nio 56*986
Bom Jess u. 27. Jos Martins do E-
radu 142*467
M nze Barros n 8. Joio da Silva Mo-
teira 99*728
AiDur.m n. 1. Juf S. ares Lapa 14'*467
Palm, ti. 37. .1 ,4nun i.'lh. Netto 1424467
Corone Ou->-suna u. 56. Jos Per ira
do VI.,raes i 4-'4467
Vidal de NegieiriB n. 155. Joio Bap-
tista Ruirigues de A incida 14*41)7
Grvasio Pire n. 25. Joige da Paz
Ferrara Luna 1424467
L*rg da Sania Cruz n. 11. Justino
Gimes de Aiineida 142*467
L io Cordado ii. 2. Jos Moreira Gui-
itmra s 142*467
liila-ira u. 3. Joau Joaquim da Costa
Leite 71*.'33
Santa Th r.zl u. 30. J i Virics 199*454
Praga lo onde d'Eu u. 8. J s Anto-
nio Ferr, ira Porto 199*454
Conde >a li .Vista n. 113. Joio Pi-
mentel Pereira 199*454
Mrquez do Herval n. 170. Joio Jos
Malaquias 170*961
Dita n. 116. Juventine dos Santcs
Serr 170*961
Pan i no Cmara n. 2. Jos Miguel Bar-
boza Ramos 227*948
Imperial 158. Jeronvmo da Silva
N tto 227*948
Dita n. 299. J<.aqaim Gimes Ferreira
de S Leitio 227*948
Marcilio Dias n 4. Juio Baptista Bar-
b.a 176*991
Viscnn le de Iuhuma n. 37. Jos Jea-
quim Pereira da Luz 128* 21
Estreita do Rosario n. 18. Joaquim
Lopes Teixnra 128*221
O cJ, ute u. 13. J s Pinto da Costa
Sibrmho 142*467
Livraniento n. 21. Joaquim Ribeiro da
Gama 284*236
Vi.ial de Negreiros n. 156. Joa Lopas
Ferreira Maia 370*417
Mrquez de Olinda n. 51. Jos de
Azevedo Brsg & C. 455*898
Amorim u. 9. Joaquitn da Silva Mo-
r na 59436:>
Vig. 8 ccgi n. 70 Luis Mor ira da Silva 11467 I
I.npeiial u. 286. Luis M da Costa 199*404
.; m Jama a. 63 Lapas S & C 19v*154
Luga do Ru ano n. 31 L-p s Alh- i-
ro 6r C. 598*368
Santa Cruz u 5. -Mano-I Jos de A-
raujo 42*741
\melia u. 9. Mano I Pereira de Mi-
laiila 564984
Pini .inbiic nas ii. 4S M.u'iii Cava!-
eante Cuftho 85*480
Vigari) 1" u ino ii. 6. Vlano' 1 Gjd-
valvcs Ferr ira 85*480
Aoi irisa u. 20 Man el Pereira Bar-
bosa 85*480
Dua n. 11 Manoel Azevedo 85*4r0
lu,1 nal 11. 254. Manoel Tavares de
Med 85*180
E t a la de Joio re Barros D. 11. Ma-
in I tirliuiomi F. Goimar s 42*74'
Foadieao u. 4 Manoel da Silva R is 454480
Visesndu de Pdeas n. 4. Martiubo
J s de .Santa Auna 113*974
Peale Velha n 82. Martins Irmio 113*974
Imperial u 269 Man el Francisco
Guimaries & C *
Gu>rarapes ni 59. Marques da Fon-
eea 4 U. 142* 166
O-cidente n. 2. Manuel Aives da Cos-
ta Lima 99*728
Impeatr z n. 13. Miguel Francisco
do Santos 142*467
Pombal u. 11. Manoel Antonio Pe-
reira 142*467
Marcilio Dias n. 55. Macedj Lopes
*<:. 170*961
V dal de Negreiros n. 1. Manoel Mi-
KU.I Moriteiro 170*961
Dita 11. 18. Manoel C. de Albuquer-
que L as 170* 161
TnaVeasa de S. Pedro n. 8. Miguel Ar-
cbanj de Senua Santos 79*783
Dua da ra Bella 11. 8. Manoel Go
mes da Cuaba & C 199*454
Lo Gomes 170*961
Nov de Santa Rita n. 30 Medeiros
Barbosa & Bruno 170*961
Vidal de Negreiros n. 151. Manoel An-
tonio da Silva Moreira 199*154
Goararapes u. 78. Manoel Jote Perei-
ra de Castro 1994451
I mperiai n. 231. Manoel Fiasa ce C. 227*948
Kova de Santa Rita n. 3. Manoel
Rodrigues de Auiurim 227*948
Gervasio Pues n. 53. Matbeus Lou-
r.o.co & C. 227*918
Cor -uel .Suassuna n. 2. Manoel Af-
fonso & Filho 284*936
Largo do Paraso n. 31. Marques &
Auneida 71*233
Travessa do Feitosa n. 6. Olympio
Luis Rabello 42*741
Imperial u. 321 Olympio de Carva-
Iho Var.jio 42*741
Di-.a n. 318. Oliveira Azevedo C. 142*466
B. eco Largo n. 1. Pedriza & Henii-
qne 7:*2-3
Uniio n. 56 Pereira Duarte O 199*151
C-rouei Suassuna n. 258. R cha &. C. 142*467
Imperatriz n. 51. Sebastiiu H nriqaes
da Siiva 56*984
Vidal de Nogreirog n. 143. Silveira
Piuto & C. 85*984
Imperial n. 261. Sigismundo Lopes da
Silva a5*984
Soeego n. 3. Silva Dias & C. 85*984
Travessa do Peixsto n. 17. Santos *
Baptista 142*467
Mrquez do Herval n. 36. Santos So-
bnuho C. 139*6 0
Coronel Suassuna n. 220. -'antos C. 119*672
Largo da Praceta n. 1. Soasa Travas-
sos fe C. 256*442
Vise, nd d Inhama n. 63. Sigis-
mundo Lupe* da Silva 284*936
Larg, do Carino n. 1. SouzaPinheiro
& C. 341*93
Iss,ieriul u. 150 Theodosio do Espiri-
to Santn. 42. 42*741
Diia u. 267 Toomaz Alves Ferreira 85*984
Pernambucanas n. 25 A. Thomaz de
Souza 142*467
M-.riz e Barros n. 2. Telles Goncal-
ves fe C. 170*961
Imperial n. 94. Viuva de Thomaz An-
tonio Coimbra 29*918
Dita n. 166. Detta Mal'er & O 148*467
Pbarol n. 10. Vicente Ferreira dos
Santos 14*246
P.teo do Onde d'Eu n. 18. Z ferino
Martins & C. 313*429
Classe n. 43. Casa de pasto botequim,
restaurantes e confeitarias
mun'm n. 21. Antonio Soares 49*108
Tbom de Souza n. 10. Alexandre Gib-
bert 49*108
R t aura cao n. 42. O mesmo 49*108
Largo da Penha n. B. Adolpho Sym-
pluouio de Paria 49*408
Pedro Affonso n. 31. Antonio Jos
Soares O. 49*4C8
Penba n. 33 A. Antonio J. Flix dos
Santos 49*408
Larga do Rosario n. 42. Andr Villa
Verde & C. 98*845
Dita n. 25. Angosto Marcal Vac Cer-
quinh 1 148*22 I
Ca s 22 de Novembro n. 42 A. Anto-
nio Jos F. Sautiago 74*110
D. Mana Cesar n. 14. Belmiro Fran-
cisco da Rocha 49*406
Bom Jess n. 31. Belchior dos Reis
e Silva 51*889
Largo do Rosario n. 29. Campo* Oar-
1. 98*846
Largo da Penha n. Q. Pelix Jos de
Mello 49**08
Visconde de Pelotas n. 1. Francisco
Panto da Silva 49*408
Vigario Tenorio n.,25. Francisco Viei-
ra Perdigio 74*125
Larangeiras n. 4. Francisco Barbosa
& C. 98*846
Estrena do Rosario n. 11. Farias Sal-
gado & C. 128*643
Pedro Affonso o. 38 Francisco Correia
dos S ntos 49*406
Larg) da Penba n. C. Guilhermina
B irbosa de Lima 49*408
Es'reita do Rosario n. 41. Germano
Legatt 148*220
Cui.mereio n. 2. Guisep e;Lini 217*047
J ..ai do R g- n. 28 H ora-o J. An-
uel > Pereira 74*125
Th m de Sousa n 1 Lidio Alves
Corovil'e 37*062
Dita n. 5. J' ao da Silva Nunes 49*406
M eda n 3. J aqunn Jo> C nipos 49*4^8
Largo da Pfuhi 11. F. Jjs Tiieodoro
dos Santos 49*408
Marci io Dias n 33. Jos Pedro dos
Sainos 98 825
LaraUK iras 11 29 Jorge Mattoso 1401'220
I i.pe-ad. r n. 12 L p b C. 247*047
D. Mana Cesar n. 24. Mana Ricarda
da Silva 49<;08
l)"miniror Jos Mirtina 11 126 Maria
da Dores 49*408
Assumpco n. 6 M.n .el Francisco B
de Carv-lho 49*408
Largo do Paraso n. 31. Manoel Jos
(a Silva Puneiitel 49*406
Estrena do R,aa:io n. 21. Manoel
L-bo 74*125
Ut(, do Rosario n. 33. Martina & C 98*825
Laraugeiraa ns. 21 e 23. Magaihiea &
C. 249*047
Dita n 10. Osea Destibeaux 49*408
Trincheiras n. 8. Pedro Fernn
des 49*408
Assuinpcio n. 4. Raymundo Correia de
Almeida 49*048
Domingos Jos Martins n. 52. Silva
Pires & C. 24*704
Joio do Reg n. 86. Souza Pereira k
C. 49*408
Madre de Deus n. 36 Silva Dias & C. 98*825
Scccio do Contencioso. 14 de Setembro de 1886.
O 1 oficial,
Manoel do Nascimento SiZva Bailo.
"LyceiloTrts e Offlcios "
A Iiuperi-1 Siciedade dos Artistas ile-
chanifos e Liberaes de Pernambuco, que
tem a seu cargo o Lycea de Artes e Ofi-
cios, no Intuito da illuRtrar as classes arts-
ticas e manufacture-iras, mantera como j
bem conlmcido em seu palacete nn Cam-
po da Primez 8, aulas de diversas linguss
e s -iencias. as quaes, fun-.- jionam em todos
ns dina uteis, das li s 9 horas da nuite.
Com o mesmo intuito m ntm ella urna
pequea o modesta bibliotheca que, com
uairiottiros donativos, -ugmeuta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
g.-r 1 diaiament, as mesmss horas cima
Assim, po'"s, com o mu applaudido in-
tento de t mar bem conhecido o progres-
so das unes e ufB -ios entre nos, a perfei-
ei<> e utilidade de seus productos, fazer
conbefido seus autores, bem como os lu-
g-.r-s de seus estabelecimentos, afim de
taeilitar a sabida e o consumo delles, pro-
move ella todos os annos p--ra o dia <>e seu
nniversario, segundo dispSe o | 6o do
art. 2 dos seus estat tes, urna t-xposicito
dos trabalhos d'arti-s offi.ios e manufactu-
ras. E' pira a consecuclo de to aper-
feigoado quao vant-joso tira, que a directo-
ra da i-ociedade vem pelo presente, soli-
citar de tuoas aqu lias p<>880as que pos-
sueno por pergaujiiibo o trabalho, sua effi-
oai ron urrencia Exposii^o que, em 21
de Novembro deste anuo se eff* -t.uar em
sua s-le, Ly eu de Artes e Ofl ios.
I'.uiupre taii'beiu a ella fazer conhecedo-
r-s o* Ilustre seubores e senhoras, que
a quizi r-m honrar com seus productos, os
seus direitos e
Deveres
1. Drtverai- at 15 do dito mea envia-
ren! as amostras de seu* vendaveis pro-
ductos para o dito Ly-rii.
2o Eu todos os uuj -ctos deverSo acom-
panbar o nima do autor, ou proprieuro
dos roes os.
3. Ser impres-indivl em todo e qual-
quer obj- cto a declar-yao do prego, e lu-
?ar d- su- fabrica nu deposito.
4. Que os 1 bj tus para a Ezposiylo
d'vetn ser tai qual os costuma faa<-r e
vender.
Direito
Art. 8o do r gula ment da ExposiySo
Artistico-Industrui:
Somante aos exp.^itores p-rmitti'lo
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tautes < A directora cons a de que muito se es-
forjarSo pira o faustas) resultado deste
citan.en tao prn/eitoso e lisongeiro a to-
das as classes in ius'ria-8, autecipa s-us
devidos ugradei iiiient8.
Secretaria da Iajpri>l Societale ios
Artistas Merhani- s e Liberaes, em 18 do
Setembro de 1**6.
Jos Castor d? A. Souzm,
l* sei-nt rio.
r Lisboa
AGENTE
Mij^fl Jos Alves
N. 7 RA I>1 BOM JESS -N.
eiuro mnrlllmiiN e> lerreslres
Ne ie ltimos t ooica companhia nema urata
i)ue concede aos Sra seg n rd s isa nipcio de patra
ment ae premio em cada stimo mino, o qne
equivale a< -"outo de cerca de 15 por cento em
tav ,r dos w.e A"t.
ohia\iiiv
ORtlIKILV
de LOmires lTrt>'n
Poatc~ floHiirt-rH (ile/.iniiiro I 885)
Capital oub^clipto
Fundos afcunilllados
RereilH annusl 1
Dj pre uios contra fugo
Dei premios sobre vidas
De juros

3000,000
o\lo4,34
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John H- Boxwell
BA COHMEHIKM-IO Ti. 1 t >l> B
COMPANHIADB SERBOS""
CONTRA FOCO
Norlb British k Acrcantile
CAPITAL
t.-ooo.ooo de libras sterlinaf
A O EN ES
idomson Howie &C.
SBGSRC5
CONTRA FUGO
Fhe Liverpool & London Glob
I\SIKI{4\CE COMFAW
kl
MUTILADO


Diario de PernambucoUiiinta-tcir 23 de Setembro de I8S6
i

11

IrMHMOR
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Satabelclda eui 1 *
CAPITAL 1,000:0003
SINISTROS PAGOS
At 31 de deiembro de I8*4
Marilimos..... I,.I0:IMSMS
Terrestres,. 3U:MMM
41-Hua do n omuierelo
(OMPANH1A
jMPERIAL
NEGl'RON contra FOCiO
_ EST: 1803
Edificios e mereadoria
Taxa baixat
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agente
BROWNS & C.
N. *Ra do C&mmercioN 5.
I.ondoo and Brasil tan Ba
Umitei!
Ra do Commercia n. 32
rucea por todos os vapores sobre as ca
do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Ingleze.
SEGUROS
martimos contra fogo
Companhia Phenlx Per
nambncana
Ruado Commercio n. 8
hesounria de Fazenda
De ordem do Illin. Sr. inspector sao pelo pre-
sente intimada sa pesaoaa, cujoa nomea vio abai-
xo mencionados, para no praso de. triaca das, que
lhea rie.i marcado, solicitaren ueata Tbeaoorana
os ttulos de aforaneofcj dos terreuoa de mariuha
de que se acbam de posse.
Ru* de S. Jorge, terreno n. 284 C. Herdeiros
do ba harel Joaquim Elviro Moraes Carvalbo, casa
n. 115.
Travesa do Goocal'ea, dito n. 196 e 196 A.
Viuva e filtao de Mauoel Luir Ooncalves Jnior,
armazens nmeros.
Forte do Matios, nacional. Visccnde de Cam-
po Aleare, armazem n. 8.
Dito," dito. Herdeiros de Manoel da Silva San-
toe, > i masen n. 10
Dito, dito. Idom de Manoel Goncalvea da Sil-
va, srmaiem n. 12. .
Dito, dito. Companhia de Bebenbe, cbafariz.
Dito, dito. Joo Valente da Cruz.
Ra Larga do Rosario, idem. Santa Casa de
Misericordia, casa de anas sessoes.
Dita do Sol, terreno n. 44. A mearn*, casas na.
!>, 11 o 13. ,
Dita, dita, idem u. 61 B. Viaconde de Campo
Alegre, caaa n. 61.
Dita das Laraugeiras, nacional, mesmo, caaa
n. 18.
Dita do Livramento, idem. Herdeiro8 de Anto-
nio Jos Ennea Braira, aobrado u. 10.
Dita, dita, idem. Dito de Francisco Fernandea
Duarte, sobrado n. 9.
Travesea do Carmo, idem. Ditoa de Manoel An-
tonio da Silva Rioa, catas na. 15 e 17.
Pateo do Carmo, idem. Ditos de Joa.5 Felician
Port lia, sobrado n. 3.
Ra di Aurora, terreuon. 69. Ditos do Barao
de Beberibe, sobrados na. 41, 43 e 45.
Dita, idem n. 66 Juatiuo EpamiuonJas da A.
Neves, aoHrado n. 8'."
Dita da Uniao, idem n. 12 E. Joaquim Correa
de Araujj e irmao aobrado n. 19.
Dita, idem, n. 11 G. Dr. Jos Joaquim Urrea
de Arau o, sobrado n. 17.
Dita, idem n. 66 E. Justino L. da Assumpcao
Neves, casa n 58. ..
Dita, dem n. % C. Clotildes Ignei da Siiveira
Bastos, casa n. 69. _
Dita da Saudade, idem n. 69. Herdeiros do Ba-
rao di Beberibe, car-a n. 2.
Dita, idem n. 72. Santa Casa de Misericordia
caaa- na. 1, 3 e 5.
Dita Sete de Setembro n. 72. A meama, casas
ns. 22 e 24.
Dir, idem n. 10. A meama.
Dita do Oonde da Boa-viste, idem n. 69. Her-
deiros do Barao de Beberibe, casas as. 4, 6, 10,
12 e 14.
Dita da Uniao, idem n. 69. Oa meamos, casas
ns. 6, 8 e 10.
Di-a da Princeza Isabel, idem n. 92 C. Barone-
ze de G.yanna, sobrado n.l.
Dita de Luis do Reg, id-m n. 62 N Manoel
Franciaco do Paula, caaa n. 23.
Dita do Caea do Capibaribe, dem n. 25 e 25 A.
Bario de Limoeiro, armaiem n 12.
Dita, i lem 28 e 28 A. Herdeiroa de Theodoro
Joaquim Gotl'b Rampak. ...
D.ta dj Coronel Suaaauna, n. 61. Antonio de
Souza Oliveira, olaria.
Pimbal, nacional. Herdeiros do visconde de buas-
Coosistorio da irmanlade do Senhcr Bom
Jess dos Aflictos, erecta na Jgreja de
S. Son de Riba-nur.
De ordem da o.ea regedora, communico a todos
os no8soa irmaos que se a-ba.n concluid., as ca-
tacumbas da nosa irm.udade, e pemudo a t"do.
aque.les que anda nlo concorrerain c m os seua
excusaos tenua-n a bondade de o fas.r, afim deter
ir., aa reamas pelo aeu tallecim- ..to e*odc
fi.boa menores at a idade de aete annoa,
como M deliberado peU m.aa geral de 22 de No-
vembro d.i ann i prximo pass'in...
2(1 >l* S'tembro de looo.
O eilT'",
M- S. Costa Jnior
dir
seua
Consistorio em ui'-sa,
S. K. J
Soci daile Recreativa Juventude
Soir bi-mensal em 17 de Oatubro
prximo futuro
Cnmmunico a todoa os *ra c nv.dad.s*' aos eo-
coa que a ioire principiar s 7 horas d% noite.
Os ingr.'ssos f roeeem-se em casa do hr. tne
sonreiro e os convites na do Sr presidente.
R,.ga-8' aimpl'Cidade naa toilettes e prevmeae
que nao sao admisaiveis aggregadoa.
Recife 21 de Setembro de 1886.
L Guedes de Amorui,
1 secretario.
Companhia Santa Tlior u
Etupresaria lo abaatecimento
d'acuu e las llnila
Dividendo
Por deliberaco da directora fica marcado o
dia 13 do coi reate pra nelie se conrear o paga
ment do 15" divide .do da companhia, a razao de
6 0/0 O pagamento, como de coatume, 83 efec-
tuar pelo S-. tbeaoureiro no 2 andar da cssa n
73 ra do Imperador, das 8 hnras da manhS a
2 da Urde at o dia 18, e dahi em todoa ca diaa
utea das 8 a lt da manbS,
Escriotorio do gerente, 6 de Setembro de 188b
A. Pereira Sim5es_________
PWILHO
EMPREZA H. & B.
:a
DIRIGIDA PELOS HABIS A TISTA8
wm i palacio:
Hije! 23 de Setembui Hoje!
Explenflifla 8 magniflea fanecao
PROGRAMMA NOVOE VaKIA-
DISSIMO
!)SS'X' J. jB ^V-
FAMILIA PALACIOS
COM OS SEUS
JOGO JE4R10S
PIUCOS
Camarotea com 5 entradas 104000
Cadeiras 2*J00
Geraes J000
AVISO
Sabbado grande espectacolo
Domingo haver dois, am de tarde e outro de
noite.
MARTIMOS
Pacic Sleaui ria\i^ation Companj
^TKAITS OF MAQELLAN LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da Euro
pa at o dia 26 de Se-
tembro, e seguir de-
pnia da demora do cos-
iune para a
Baha, Hio de lanelro, Monte
-Ideo e Valparaso
Para carga, passage,na, .tiicouiineudas, tracta
e com os
AGENTES
%% ilsoii Moas dk C, Limited
1 14 RIlADorilMMERCn N 44
COMP>UI HBHHH'CAA
DK
Navegaeo coNteira por vapor
PORTOS L'M) SUL
Tamandar e Rio Furnioso
0 vapor Giqui
|~^~---^^ Segu no dia 29 de
Setembro, pelas 5 ho-
ras da manhS.
Recebe carga at o
Idia28.
Encjmmendas, passagens e dinbeir.s frete at
as 4 horas da tar ESCRIPTORIO
C*B9 da Companhia Perataba
cana n. l *
Hoaston Lina f
vapor Helia des
Este vapor segui-
r para Liverp >ol
no da 25 de cor-
ente.
Tem ptimas accommodaces para p8sageiroa
de Ia e 2a cl8ee.
Para carga e paasagens preco mdico diri-
ja-se ao
Consignatario
N. I. LIDSTONE
Roa do Commercio <
Com|t:..; a Ora? lleira de Saxe
acoa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Ccrmmandante o Io tenente Carlos An-
tonio Qomea
E' esperado dos portoa do bui
o dia 26 de Setembro, e
guir depois da demora in-
4 4.
cr*>ni4 PKaiMBi.r
DE
Vavegaco Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Babia
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 28 de
Setembro, s 5 horaa
da tarde.
Recebe carga at o
dia 27.
EncommendaB, passag^ .a dinheiro a frete at
as 3 horas da taHe do dia da partida.
ESCRD7TORIO
Ao Cae da Companhia Pwvumbucana
n. 12
dispenaavei, para os porto
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommends* valores
racta-ee na agencia ___
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mara Pessoa
E' esperado dos rtos do
norte at dia23 de Setem
bro e depois da demora in-
y dispenaavei, seguir para
os p'-toa do sol.
Recebe tambem ci.rga para Santoa, Pelotas
e Grande di Sal, frete modic .
Para carga, pasagens, encommendaa valores e
trata-se na acrene,
PRAQA DO OORPQ SANTO N. 9
HOYAL MAIL STEAI PACKET
COIPAHV
0 paquete Neva
Leilo
De ferragens e movis
Hoje, 23, em cnliiiiia^ao an leilftn .le Imn-
tera, no nrmazeni da ra dos Guarura
pes, em frente estagao da eutraia de
ferro de Limoeiro
Coaslando
de earteirae. mezas, cvahetea o taboaa, um srlim
e um su han.
Carros de duas rodas, ditos ie 4 dits, pregne,
parafuzna, l.vs, mol .s e |risncae para W'g'ns,
Can '8, 1 inicien f guindaste, sna ls mancaba,
eii'S de trolies, barria ci.m cal e cun nto, pieare-
t' macbdo, portas e niiiros arturi,-
Hiye. 23 de Setembro
COMECAK A'S HU|2 HORAS
r JgitB PiOlfl
No armaz-m, deposito da ra dos Guara-
rapes, junto fabrica da sabao
dos Srs. Fonseca & Irmao
Leilo
De
fazend is, miadesaa, 23 bolsas para
senoras, > joias
idem. Ditos de
suua.
Estiadade Joo de Barros,
Franciaco Jos de Arau jo.
Ra do Coronel Lamenta* n. bl B Flora Umbe-
lina de AlmeiJa X*vier, casa n. 33.
Dita da Ponte V.lha n. 22 G. Olympia de
Abreu Marques Baealhau, casa 3.
Dita do Hospicio n. 90 G. Juo, representado
or aeu pai P. J. Kibeir,. Biitt.., caaa n. 70.
O ta Iuperial n. 227 M. Antonio de Miranda
Castello Branco. .
Dita, dita, n. 227 K. Francisca Mana Rodri-
T.ta, d^ta n. 227 S. A meama.
Dita, dito n. 227. Antonio de Mirand i Vare-
iio Caatelle Branco
U.i, dita n. 21. Juvencio de l.arvalho Uaval-
CaD,tH, dita n. 230. Candido Alberto Sodr da
Mott, caaa n. 299.
Dita, dita, n. 318. Bar de JaboatiO, cosa n.
240. T. .
Dita, dita n. 308 E. Barao do Limoeim, casas
ns. 2, 4, 6, 8, 10. 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24, 26
Dita, dito n. 312 G. Jos Francisco de Sauaa
Lima.
D.ta da Via-Ferrea, n 308 R. Candida Mana
da C nceica., casa n. 24 E
Dita de 24 de Maio n. 1 6 I. H-rdeiroa de Dio
niaio Uia8 Moreira L -it', casa n 52.
Dita da Palma n. 107 D. Mara Francisca do
Reg Baptiata casas ns. 98 e 100.
Dita dj Mrquez do H rval u 105 F A mesma,
can.' n. 111-
Dis, dita n. 105 E. Pedro Alexandrino de Sou-
za, casa n. 109.
Dita de S. Jeao n. 2092 B. Majar Leopoldo
Borgea Galvo Ucha, casa n. 75.
Traveaa do P. ixoto n 231 Herdeiros do ba-
charel Joaquim Elviro de M. Carvalho casa, n.
25
" Dita do Gozometro n. 2092 Z. Ditos de Jos
Joaquim da Silva Mia, casa n 12.
M. rcado Publico n. 275 e 275 A. Vctor Neeaen,
armazens ns. 9 e 11.
Thesooraria de Fazenda de Purnambuco, 27 de
Ag-=tode 1886. ,. .
J. H de Oliveira Amara!.
E' esperado da Europa no dia
24 do corrente, seguiads
depois da demora necesaa
apara
Companhia Pernambucana
A companhia pernambucana de navegacio coa-
teira por vapor, feudo de reagatar 263 ebrigacoea
6.,:vntida8, na importancia de 52:600/, convida
pelo presente aos senhorea subscriptores desie
empreuimo para a8aUtrem ao sorteio que se
it-m de proceder s 12 h-iras da manhS do dia 29
4u corrente, nc escriptorio dt meama companh'a
Ibecifa, 8!
CO PAXHII-. EN HENSAVE-
RIE nAIIITIHEM
LINHA MENSAL
*0 paquete Congo
Commandante Ciron
E' esperado dos portos do
sul no dit 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeau,
tocando m
Dakar e Usboa
Lembra-se sos senhores paasageiroa de todas
as claaaes que ha lugares reaervados para esta
agencia, que pdem tomar em qualquer lempo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa
garem 4 pasragens intriras.
Por excepejo os criados de familias que toma-
ren) bilhetes de proa, gosam tambem d'eate abat-
ment.
Oa vales postaes s ae dito at a dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendaa e dinheir i
afrete: tracU-secomo
AGENTE
Angoste Lab He
9 RA DO COMMKRCIO-9
tnued SUtes & Brasil Mail S. S. C.
O vapor Advanee
E' esperado do sul no dia
27 iiccrrente, segaiado de-
pois da demora necessaria
para
flaranho. Para, Barbados, *.
Thomaz e New York
Para carga, passagens, C encommendas tracta-
jc com os
AGENTES
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port
News, at o dia 1 de Ou-
tubro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Ro de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheir)
frete, tracta-se com oa
AGENTES
Henry Forsler 4 C.
J N. 8 RUADO OOMA1..KC10 N. 8.
' i' mudar
Baha, Ro de Janeiro, Monte-
video e Buenos-Ayres
Este vapor traz simplesmente
passageiros e mala*, e inmedia-
tamente segnr* depois do desem-
barque dos mesmos.
0 paquete Tamar
esperado
do sal no dia 29 de
corrente aeguin lo
lepois da demora
neceasaria para
Lisboa e Sonlhampton
passagens, fretes, etc., tract t
CONSIGNATARIOS
Adamsi*nHwic&^.
No armazem ra de. Pedro Affonso n. 45
Agente Britto
Vender maia :
Urna mobilia de junco com encost do palha, 1
secretaria, 1 toillet, 2 guarda8-lou(a, 2 comodaa, 2
catantes com mesas, 3 mesas elsticas, 2 lavatorios
com pedra, 1 aparador de caita, 1 cama francesa
nova, 2 marquezoea, 2 carnohos para crianca, 1
berco, 2 bancas para jogo, 1 mesa redonda, 1 jar-
oineira com pedra, 2 cadeiras d. balando, junco,
2 de faia, 2 de amarello, 12 cadeiras de brac >, 6
cadeiras de junco, 1 carteira, 1 c fre, metas f e-
iju :ii-.s e grandes, 1 quartiubeira, 1 cabid-' de
columna, quadroa, jarres, candieiroa e outros ob-
jectoa.
Quinta reir. 3 do corrente
______________A'b 10 1.2 horas_______________
Agente Bm lanniqui
Leilo
De movis, espplhos, jarros, tapetes para aof, e
grande si,rtimeuto de joias e de aunis com
ricos brilhantea e aderemos, etc., etc.
Nexta-llra. lado eorrente
A'd 10 1/2 huas
No armazem do largo do Collegio, junto a
camiaaria franceza.
O agn te cima levar a leilo. por mandado e
asslstencia do Illm. e Ezm. Sr. Dr. juiz de direito
deurphos, a requerim.-ito du Dr. Augusto Vas,
curador do interdicto Narciso da Vidal, 1 par
de bot5es de ouro, 1 colar, 1 cruc e cummenda, 1
cadea e rel.gio, 5 bctOes, 1 annel. Em conti-
uuac2o vend' r urna saiva de prata, 1 tigella, 1
paliteiro, I caiza de rap, 1 par de espora, 26
coiharea para cha e sopa, e outra8 obras de prata
com po'ico nao, 1 importante mesa elstica, 1 com-
moda 1 armario ou guarda roupa, 1 estante de
ferro par* garrafas, 1 dita de amarello para livroa,
tola envidracada, obra prima, 1 aof, 1 cama para
caaal, lavatorios, cadeiras de junco, ditas de faia,
e outr. s inultos moveia e juias que eataro patentes
no acto do leil.o
leilo
D5 FAZENDAS
limpas e av. riadas
de urna caiza cm chapeos de senhoras e outros
artigos
Sabbado 25 do corrente
Agente Pinto
9Ja ra do Bom Jess n. 43
Agente Silveira
Terceiro ib
Sabbado 25 do corrente
A's 11 horaa
.V ra estrelta do osario n. J
O agente hi.veira, por mandado e com assisten-
ca do Ezm. Sr. Dr. juiz di urpbVs, levar a lei
lio o tngenhn Penedo de Baix <, freguesia de S.
Louren^o da Matta, enmarca do E efe. e, polio de
D. Anna Maria da Rocha Palca sendo o enge
nho edificado marg'm do Capibaribe, moi-nte,
com bom cercado de pastogem e ezcellentes mal-
tas.
Os Sra. pretenden tea p.idem examinar o r terl
do engenho.
Precisa-ae de um menino de 14 a 15 anuos,
de boi conducta, pira veu le bolas ; a tratar aa
casa n. 18 es'rada dos Aflictos, defronte da
igreja. ___________________________
Aiuga-ce o sobrado de um a idar n. 81 ra
de Marcho Das ; o 1 andar do acbraoo n. 22
ra eatreita do Roa-ario, e a vasa terrea n. 79 ra
do UunsH Suatsuua ; a fallar com o Pinbeiro,
ra Duque de Casias, I. ja de mindezas n 66.
Pr-ciaa-se de um can iro coa pratica de
molhados, de 10 a 12 annos de idade, que d fia-
dor de ba con >ucta ; a tratar na Torre, confron-
to a olaria avap-r. ____________^^
A uga se o sobrado da traveasa do Livra-
meuto n. 10 ; a tratar na ra do Apollo n. 4, ao-
brado. __________________^^^
Ven
N"rte, ra Tbom deSonz n. 8. O proprietorii
ileste hotel t-'iido de retirar se para Europa por
incommodo de s le, vende por preco couimodo
ou aduiitte um socio.
Cahriolet e victoria
Vende-ae um cabriolet e urna victora em per-
frito eatado de conaervaco e por pr'c/j modice :
na cocheira n. 16 ra do Duque de Cazias.
Cocheira a yenda
Vende-se urna cocheira com b ma carros de pas-
seio, bem localisada e afreguezada, por preco mui-
to mdico em razao de sea dono nao poder admi-
nistrar por ter de faaer ama viagem : os preten-
dentes acharo com quem tratar ra do Duque
da Cazias n. 47.
Al na igreja
E' bom saber-se que os desordeiros da irmanda-
de de N. S do Bom Parto foram alguna meaarioa,
inclusive o difiuidor Joo Luiz Peres de Carva-
lbo, que foi o hrcules da taca, embora saltasse
pelo muro.
Alguna ir>nao8j___________
PdIio de Riga
Acaba de ebegar pelo brigue Atalanta um com
pleto aortimento de pinho de Riga da melhor qaa-
lidade e de diversas dimenaoes, como sejam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2 X 12
e tabeas da meema madeira de 1 e 1 1/2 polle-
gadas.
Vendem MATHE-< AUiJTIN A O.. 4 rna do
Commercio n. 18, 1 andar, ou no caea do Apollo
n. 51, por presos commodoa.__________________
luie de p%z da fregnzla de
Manto Antonio
Acha-ae transferido o cartorio deate juizo para
s aobrado n. 24 da ra do Imperador, sala de
detrs. ____
AOS
100:000$008
na do Baro da Victoria n. 4
e casas do eoatine
n niDiumiti
Su!
O abaixo asaignado acaba ie vender
1 vig-simo de n. 20,913, eom a sorte
de 1:000^000 e l dito de n. 16,933 com
a surte d<- 5UO0OOO, da 2.a parte da 1.a
lotera que ae extrabio a 22 do torrente.
O mesmo abaixo assignado convida ao
pjssuidor vir receber na conformi-
1-de do costme, sera descont algum.
Acham-se venda oa afortunados bi-
hetes garantidos da o.a parte da 1.a lote-
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se exrahir a 30
do oorrente.
Presos
1 vig-'ssimo ,1(5000
Km quantldade malor de loo*
1 vigessimo #900
Joo Joaquim da Costa L'eite
Vende-se
um estabelecimento de molhados 5 a tratar na ra
do Coronel Suaasuna n. 220.
Ama
Preeiaa-se de urna ama para todos os servcos
de caaa de familia : a tratar na ra do Bario da
Victoria n. 7, 2- andar.________________________
Alu?;a-se
por 35*000 o 2- andar da praca de Conde d'Eu
n. 2, enm grandes accommodaces para familia :
a tratar no pavimento terreo do meamo._______
Leilao
E' assim mesmo
Na nova Ma de miudeaas da ra da Imperatriz
n. 76, contina a ter um completo sortimeuto de
a'tiifos da moda, e que se venae p^r precos lesu-
midissimns assim, poia", oa proprieUnos 1
estabel. ciment"! cjinvidam aos a
aUILII
. s 100:000*000
KILHETE IBiMIOOi
^raija da Independen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado venden da 2a parte
da 1' lotera extrabida hoje, 22 do eorren-
te, os segnintes prembs ; de 4:000$ em o
n. 8637, de 2:0000 emosns. 5011 e
13589, de 1:000(5 n. 8489, de 500(5 n-
1719, 2122, 3004 e 23248.
Acham-se venda ob feliees bilhetoa
garantidos da 3* parte da 1" lotera &
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Re ife, que se extrhhir a 30 do cor-
rente.
Preco
De oada vigessimo 1^00
Em porcSo de 100(5 para cima 900
Antonio Augusto dos .Sinr- Porto
aos 100:000S0oo
Para
ra 6 Porto por Lis
Segu com brevidade para oa portoa cima a
barca portuguesa Alianca : para o resto da carga
e paasageiroa, trata se eom oa consignatarios Jos
da Silva Loyo & Filho.
LEILOES
__Hoje, 23, dev con tinuar o lei lio ie fen agens e
mofis, comecado bontem pelo agente Pinto, na
ra dos Guararapes __^^^
Terca-faira 28. o leilio de movis, louca, vidroa,
e el. ctr\jlate, eziatentea no 1 andar do sobra-
do da ra do Marqu* z de Olinda n. 24.
Lilao
D roobilias/'amas.guarda vestidos, malas
para viagens, panno tino, ditos para capo-
tes, balancas, grades grandea e pequenaa,
grande e varia.lo s>rlnuent parfumarias, e rouit. outrorobj-ctoa.
auiotafeira:J do corrente
Noarinasem da ma do Marques de Olinda u. 19
A's 11 horas
Por intervenvo do agente
GllMOaO
de urna mobilia de junco branco, 1 consol, 1 ca-
bid-porta -chapeos, 4 pares de cortinados, 1
cama de ferro c ti. laatro d-* rame, uolchito,
cortinados, 1 arrei > uu kelado para mu cavado
de cabriolet, 2 InnternsB e uutius muitos objec
tos.
TERCA-FEIRA 2i DO ( ORRENTE
Agente Pin'o
No sobrado da esquina da ra do Mrquez de
Olmda n 24 entra ta i>el > b Por occasio do leilo d- nulas vidroa, electri
nlate movis e oulroe objectos' cont rme um outro
aununcic n-ita c-lUinna.
de um variado sortimento de vidro-, crys
taes, louyae, porcelanas, obj- tos d le-
tro plato de T- rra cota e inuitoa outros
artigos de apurado goato.
Terca fel ra t d c rreote
RA D(> MAUQUbZ DE <>LINL>\ N 4
kichardo Hull te .lo d- fazer urna viajrem far
leila ., po.- mb-rveiici-i d.i agente Piuto, d tolos
os cbjeet's rziat' ntea em seu depoaito da ra do
Mrquez de Olinda n 24.
Em i'onl nuaro
Duas carteiras, ireaaa en' rosadas, armario-
para papeia, cadeiras e mai. |>er'encaa de escrip-
torio.
Bi m como:
Armario forrado de panno para amostras, me-
sas para fazeudas e miudezas, praMeiras e mais
acces8or.ua para xposic&o de amostras.
barato a f aerem urna visitinha ao meamo, certo
de que ni" Be arroia-nderan.
Ra da luaperwlrta n. f_______
Cosinheira
Precisa-se de urna coainheira : na ra da Au-
rora n^ 109^_____________________
Casa terrea para ven-
der
Urna peasoaque tem urgente neceaaidade de s
retirar para fra da provincia, vende p>r l:300
a c8h terrea n. 22 da ra de Luis de Mendonca,
freg zi de S. Jos, edificad a moderna, em
brui estad., chine proprioa, 2 janellaa e 1 porta
de frente, 3 quaitoe, quintal, cacimba e cosinha
fra e duas grandes aaUs, livre e deaembaracads :
a tratar ns roa do Caldeiteim n. 50, at aa 9 bo
ras da inai.h, ou dep..is da- 3 h rae da tarde, e
fra destas horas no carr-ri.i dj Porto Carreiro.
16-E.na do Cabug-16
O abaixo assignado venden nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios 80-
guinte : 1 vigsimo 3om a sorto 1:000000
no n. 445, e 2 dezenas com a sorte inme-
diata da 2 parte da Ia lotera.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
manta'oo bom'e^tes garantidos da 3a p.rte da 1* lotera da
Leilao
De quatro mei'sguas a ra do Socego ns
61, 63, 65 e 65- A
Quinta afeira 23 do corrente
A's 11 horaa
Na ra estreita do Rosario n. 24
O agente Silvea, por mandado e &-m aaaiaten-
cia do Ezm. Sr. Dr. juiz da pr..vedoria e reque
rimento do inventanante de D Joaepha de Parias
Raposo, levar a leilo as m.i'aguas cima referi-
das.
O* grs. pretcnd'iitcs podein desdeja exami-
1 nal-aa.
_
_ AVISOS DIVERSOS
__ Precisa-ae de nina auia pa: a audar com uro
menino de 5 mezea ra Augusta n 20___
Aluga-ae caaas a 8i(>0(l uo hecco dos Ce
hos, junto de i Goucaiio : a tratar n ra dr.
Imperatriz n. .%.______________________________
Aluga-ae O 2- amt-r da ma ilaPeuha n 29
e a casa terrea da ra Vidal d- Negreiroe n. 140:
a trrrar com o Piub-im. ru Duque de Cazias
n. 6t>, loja de roiinleza^___________________^__
-ndd-se ai'8 aba izo n -talo, > favor de vir
uo mandan m ra do Vlarqu. z de Olinda u. 51.
Pedro Siqueira, Alfaudega.
Frederico Vieira.
Mauoel, do Bao._________________
A'uga-se a caaa t.-rrea c in so a em bom
eatauo, do pateo do Terco u. 8 : a traiar em
Fra le Portas, ra d S. i rge u. 56, ttverua
depoia da 4 horaa da tarde. ________^^^^
__ Aluga ae os aii 51 ra do linp radnr, com ei.eilei.teH aecommo-
dacd-s para familia : a traUr c .m N. I. Lidstone,
roa do Con. merco u. 10^______________________
__ Preeiaa ae de um c-ixeiro d^ 12 a 14 annos,
com pratiea de tav-rna e qnu fi1-T ana cou-
duuta : tratar na ra do Vise jude de G yannu
numero 72.
Alnga se a casa terrea em IVberibe de cima,
terrene de Stepple ; r. tratar bo beeco das Carva
' Ihaa n. 1.
los iniiiiiMSiiim _
23-na Priir de larpo3
O baix asignado, t^ndo vendido nos
s ua af-rtunados bilhet-s garant ios os ns.
1993 co.n a sort de 10:000,5, 19,93*
.ou 10:'005 22 421 com 2: 22,235, com 2:O00, 1,118
10H98, .om 1:000*. 1680
5,7_-5 com 1:0 hia, 8.318
18,16 com 1:00> i5 20,279
lO.iX) ...n MX)*, 4,041 oi-
5005 2.203 c..... 5005, 23.784 M 5"05,
11,:.03 mu c.m5O05. 9 02'. ou 5005, 2H,2.') eom
5005, d* 2.a part" 'ta 1 a lotera que Be
a.tahou d.- .xtiahir, .-onviila o< possui-lores
vr-m re-i ber integral-jeniH.
Achtin-seexp -atos v-ndaos afortunados
bilhet.8 g rantid. s i 3 a parte da Ia lo-
tera a b n'tioio da 8 ta (Jasa aoHia do Ri'citV, que se extr.hirA quint*
feia 30 do crreme.
1 vig ssiii.o loOOO
poreaat le tOO# | cima
1 vigessimo 5900
Muitael Marrtns 'i'tsa
com 2:-'005.
com 1:0005.
,-..m 1:(K)<5
imiiii 1.0005,
com 1:0 HiO.
provincia era b-neficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrahiri
quinta feira 30 do corrente.
Pre$os
1 Vigsimo 15000
Sendo qnantldade superior
a 1jO:000
A dezena 95000
Joaquim Pires da Silva-
Este remedio precioso tem gozado da aecetta
t&o publica durante cincoenta e sete annos. com-
ecando-se a sua manufactura e venda em iSaf.
Sua popularidade e venda nunca forao tao esten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua eficacia marav-
hosa.
Nao hesitamos a dizer que nao tem dewadc
em caso algum de extirpar os vermes, quer era
creancas quer em adukos, que se acharo afflic-
tos destes mimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
attestaces de mdicos em favor da sua efl. icia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificacSes, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ter
Veraifteo de B. A. FAHNESTOCK.
GRANDE
K
Maj >r Ignacio Vieira de Mello
Theohn lo Augusto 'o Kf g e pa tm.l a man-
dan celebrar um* mi^aa no d.a 25 do corrente,
4, 8 h raa, ..a m .t-,z .la Boa-V.^ta, jor a ma de
ae. amigo. Igna-io Vi* d-M. Uo. e coi.vi lam
o toa" >''" '"** -s-"r-
Fcllpie Ciunalv-s u.biiro
D. Juaima J aq.in.a Alv. a Kibe.ro, 8Ua8 filhas
e irmas ag. -de- em t laa aa pessoaa que ee dig
uai.... acompanhar u cem ferio publico os rest-a
mortaea de ae aempre I. mbrado eap>o, pai e cu
nhado F, lippe G .uvlvea Uiieiro, de nvo oa con-
vida par. a.Bi.itir aa mn-aas que por sua alna tem
de ser celebrada* no convento de 8. Pranciaco
sexU-f ira 24 do corrente, seti.no dia de aeu Cal-
I eim-'n
Expsito central rna larga do
Rosario n.'8
DamiSo Lima & C, chamam a attencao das
Exmaa. familia8 para os precos seguintes :
Oarreteie de 200 jardas 80 rs.
HeVa d-' bordados de 200 a 600 re.
Ditas de um palmo a 2*5 Pita n. 8it para faxa a 2*500.
Leqves .4 regatas e D. Joanuita a 1 JOCO.
Frascoa e extractoa de Lubin, grandes, a 2*000.
L quee D. Lucinda Colho a 6MK)0.
Toalhas felpudas a 500 600, e l/'OO.
Dusia de meias para h bi> m a 3^000.
Ditas para senhoras a 3*000.
Lo vas de Ma a 2*000.
Meias de fio de a.la para menina a 1*000.
Colanuhos de linho a O O ra.
Ditos de algodao a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 2u rs.
PtcaB de cordo para vea'ido a JO rs.
visiv is grandea a 320 rs.
Grampos inviaiveie a 60 re.
Um leque de etim (novidade) a 6f5O0.
K.cas bolcinhas de madreperola de 1*500 i 6*.
L para bordar 2*800. ^^
Urna c-pelia e veo do 15*000, por 12*000.
Um espelhn de mol Inra p .r 5*500.
Uma pula- ira de fita por 1*200
Hliat a 400 r 600 ra.
Uma boucca grande le cera por 2*500 e 3*UUU.
NA EXHOSigAO CENTRAL
38-Rua Larp do Rosario38
HiflVHTl



Diario < t> JVriifii'iM< --ftaiiitv-fefr 23 de Setembro de 188fi
B=a
> CUIDADO COm
AS FALSIFICACOES!
-v
V .^
PARA
-ENCO O TOUCAOOB
E O BAS'HO.
Extracto Composto
ftBBILHA
oe Ayer
SALSAPARR'LHA
:
TARA A CM I.WKU Di
tsciwul&s e todas.
provenientes d ellas e para
Dar Vigor ao Corpo
Purificarlo Sangue.
P..1..I- ptlo Di JC1C1A l..l MmElUt
Alujase
predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
iaelecimento fabril : a tratar na ra do Coaimer-
:o u. 34, com J. I. de Medeiros Reg-
luga-se barato
cilla Visconde de Goyanna N. 79
Ra do Calabjuco X 4. lija
) armasen) da ra do Coronel Suassuna n. 141
Rna do Calabjuco n. 4, 1." andar.
Ra de S. los u. 74.
-!na da Baixa Verde n. 5.
Caca lenca Un liavcooa do t- Jooc u. -U.
Trata-se na ra do Cooimcrco n. 5, Io andar
ecrptorio de Silva Guimaiies & C.
A luga-se
. casa n 1 ra Lembranca do Gomes, em Santo
imaro, tem agua : a tratar na rna da Imperatriz
a. 32, 1. andar.
Aluga-se
a sala de detrax do 1 andar ra Primeiro de
Marco n. 18, muito propri para eseziptono de
qnalquer naturas : a tratar na loja do mesmo
predio.
urna excellente casa pintada de novo, com agua e
gas, e bastantes commodi 8, para passar a festa,
na travesaa da ua de S. Bcnto n. 4, ou S. Pedro,
em liud i ; a tratar na ra do Commercio nume-
ro 26-A, Reeife.
A\ug
a-se
os dous pr'meiros andares ns. 36 i 32, sites ra
do Apoo ; a tratar na misma ra n. 3*3, arma
zem dos Srs Carlos Lojrmco Gomes & C.
Alu^a-se
a casi terrea da ra do Visconde de Albuquerq ie
n. 170, eaiada e pintada de novo ; a tratar t
largo do Corpo Santo n 4, 1' anda.'.
Aluga-se
por preco commodo o grande sobrado do caes do
Ap lio n. 75, s ndo dous tuiarrs, cada qual coin
bastantes coauno ios para familia: a tratar na
ra larga do Rosario n. 34, pbarmacia.
Aluga sr barato
es 1' 6 3- andares da casa n 84 da ra do Brum,
com muitos cmu dos para ti mi lia : a tratar na
ra larga doRusario n. 34, pbarmacia.
Casa para alugar-se
Aluga-se a casa terrea da ra do Coronel Suas-
suna n. 240, com b n= commodo < boro quint .. :
a tratar na ra Primeiro de Mar^i n. 17, primrirc
andar.
Para lugar
O 1* andar ra d Rodn ? 17, coso mito
bons commissos : a tratar uj largo k> arcado
numero 12
Ama
Piecisa-se de urna ana uara comprar e eosi-
nbar ; a ra Vidvl de Nagreirus n. 131.
Ama
Precis- se de urna ama para cosinhar : a ta
jar no largo do Paraso n. '8, 1- aaHar._________
Ama
Precisa-se de urna ama para ena' mn ar e faxer
mais alguna servidos d.- casa de familia, que dar-
ma em casa do patru ; na ra de Riachuello n.
57, portao de ferio.
:^k wl
Precisa se de urna ama que -nenmme com per
feico ; na ra do Maiqu- z do Hvrval n. 10.
kmn
Precisa-se de una sata para cosinhar e srrii para casa d. f nl>a : na ra do Visconde de
Goyanoa, autiga do Col vello u 139.
A
ma
Precisa se d" moa ama pura > sinhar e eng.. ro
mar : n ru-> de t odru Aff sr. n 58, amiga d
Praia.
luz brilhante,sem Fumo
01^0 AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
VsBtB* BASTOS
pernant buco
NUMERO TEL6PHONICO; *'38
Agua florida.Ex tr h i da de flores bra-
aileiras pelo seu delicado perfume, suavida-
de e 6U3 propiedades benficas, excede
a tudo que ueste genero tem eppt.recido de
mais relebre.
Tnico americano.- E' a primeira daB
prepararles para a tcnservj.tlo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias capillareg, faz nascer 01 cabellos,
impede que ernbranquecarn e tem a grande
vantagem de tornar livres de habitantes as
caberas dos que os usam.
Oleo vegetal- Compcsto com vegetal
innocente, preparado para sm atiar, for-
tificar e dar brilbo sos cabellos.
Agua dentifricia. Excellente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o nao balito.
Vendase nas prineipaes casas dttim ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N33
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas
cer ecresccr o cabello ainda
aos mais calvos, enra a
tinha o a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de emblanque-
cer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
['*&$>
f /
'S/4UU&'
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao official de
nm Goverao. Taiu chas vezes
mais fragrancia que qoalqu. r outra
eduraodobro do tewpo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. E' dos vezas mais rafres-
oart.) no baiil e ao quarto 4o
doente. 9 E' especifico crmtra a
fronsido e debilidade. #0111 as
dores de cabera, os cansneos e os
desmoios.
Xarope Je Yiia Je Reiter No. I
ANTES DE SAIi-O. DBPOJS DE SAL-A.
Cura positiva e radioal de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Ferelas Escrofulosas,
AfbcQdes, Cutneas e aa do Couro Cabel-
lado oom perdado Cabello, e de todas aa do-
encas do tiangue, Figado, e Bins. Uarante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Reuter
I
Pape o Banho, Toilotla, Ciirv
es e para a cura das moles-
s da pee da todas as eapeciM
em todos os periodos.
Drpneitu hiu P. rrunnbii'K) caa de
Fnn iacu I1hdoI da Silvn & C
Ama de l Precisa-s-- de ucua mu !! I ir-. paga-te bem :
h informar-te. ma Duque d CaSMia ii. S4), pri
meiro andar, sc-ript-
Serrara a vapor
Caes do l';ipih;ir!be o. S*i
: Herrara i a- nhons fre/rjM-
ees, um giaude auveiCH-aM d.- oi> b de resina **
'inco a dez metros de eompniMMa de 0,08 a
24 de esquaiiros Garanta .- re que em u'.r:> qua!.|ii. r fiarte
Francia o d i >..nus Macedo.
^Assuear especia
Joaquim Balgueiral 4 C pro netaiins da mais
montada reliiac;l> .-te, scientificam
o publico .- ialmeute an commer
(|ue tim Mmpre um empkttn sortimento de
isiueares, tanto eu Car .co e< mo refinados, de 1*,
' e 3' a.irte, e ea| ibor que se encentra Be mercado, e podem de
prompto satisfazer qnalquer p- dido que lea aeia
teito, f oi para itao tem eetnpre ua grande depo-
sito. Garntese a boa execuco iunpea de seus
productos.Telt-pbone n. 445 -
Hm Dlrelta n *
di de J:iuaribe
Ai n a iu;> do K. ii J^sus n. 23,
un. rn zein i.de W vende constnrifemen-
te a 8>iii r .' I < i-^.-m de Jaguaribe,
Hcoofli ion barrt'Hs preprfaa pura o
tfcbrii o do --H i.r
K8i i I em nail- iiiferi-r que nos
a ir.., .etidiia p1 lo prejo
I r oh i. r C"i-tr.ido que
c N. iiiiento roto o Sr.
.i prirt riii do eng'-nho
i H Ike i' o nomn
i .i \-x\i\h uni-amfnte
* >-b-8ti.o Bczerr?,
il ti-ia Jeaua n.
V- 111 ci'l II
rix ||l 1
i Y
.1 -c i
J gi
rata

'6.


Prs in< ni
Ni II
) |


aquiseo

i'i KonitHr dinlieiro
u
' n. l un 3 pe i la|>Qaa t^ em
lidiu das plantas
b
Pi< t a>. i: o-i I) < i M ykr.tas que eif.
n. v ii i. n -h oe txputiaetri*
oauti : e dai.d.i frtici. a 20u0 l-n
P !r"3 '' 6()00
duz.w, .' tepotueiroa mais ^tqueucs per barato
preco.
Seihcnic de carrapal
Compra te tabnea Apollo : na ra do Hospi-
cio a. ia.
CaxaDg
ESPLENDIDO RESTARANT
Este acredtalo estabeleeimento, ltimamente wi-lhondo, est em condicBe;
de servir ao maia exigente hoapede, para o que tem magnificas xalas, quartos, "
e restaurant, encontrando-se n'este, alm das mais exquisitas iguarias, a gri
dade
banheirri'
grande nov>
Ostras ebeias [orluguoza
(nica casa que as prepara) em todas as quartas e sextas-feiras, de 11 i ir e da ma
nhSl em diantc.
PRESOS RESUM DISS MOS
A actual gerencia do Sr. IZIDORO ALVES PITC^.
Ra da ladrrd^Dens n. 3, junto Alfandega
VERDADEIR01 "P TI A V LIQUIDO
PURGATIVO *.
LE ROY
PILULAS
ANCIERRI
fiENMB UE LB OT
Pl'RGATIF LE
TII.VTLI PllATIVI DI C0D8I KDILCRU

Os Purgativos Le Roy justifican!
sua reputacao secular e sua superio-
ridude por milhares de curas; hoje sao
'adoptados por toda a parte, de preferencia
quaiquer outro para cura rpida e pouco
Rae de
R O Y^"onerosa da?
MOLESTIAS CHRONICA8
conbecidas, mal curadas, e consideradas sem
razao como incuraveis. Nao existe medicar ao mais
fflcaz contra os humores, pituitas ou biles alterada
3 provocam ou entreteem estas longas affecces; nao
reconslituinte mais enrgico contra as reincidencias.
Aflu de vitar as Contraia$oes:
i deut recusar como inefficaz ou perigoso qnalquer Purgativo
: Roy liquido ou em pilulas que ndo sahis da l si
fPMarvtada C'ottin, genro do Cirurgiao JLe Roy l Rae de Seine
nao troteado a amgnrtura ao lado sobre o rotulo. PARS
Sm CEE1IIQ NEM GOSTO DOS LEOS ORDINARIOS
OLEO
O TtRflA-NOV
de FIGAOCS Frsacos
DE
ACALHA-
iLiUcuciclao certa contra a Molestias de Feto. a Tisicn. *
Bronquitis, PrisSes de Ventra, Toases obromloas, AtfeccSes escrofulosas.
AIH'KU l Vt'I.-. Xtu rotulo o sallo-Azu do Estado trato
^OCO. Pharmaceutico, Jfc ma Castialioce. PABI.Z, e pi-incinaes Phsj
SADE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As PHula purlficao o Sanue, corrigem todas as desordems de Estomago t>
dos intestinos.
Fortalecem a saut das constitucoes delicadas, e sao d'um valor incrivei para todas as enfermidades !
peculiares ao sexo feniinino em todas as edades. Para rs meninos assim como tambera pao as
pessoas de dade a vaneada a sua emeacia e incontestaveL
Cuas mrdirint sao preparadas rnenle no stobelecimenlo do Professor Hollowav,
18, N SW 0XF0BB 8TSKET (antes 533, Oxford Street), L0HDSES,
E vendernse em todas as pharmacias do universo.
Os compradores sao convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cade caixa e Pote se nto
direcsao, 533, Oxford Sireet, sao falsincasoes.
^..OAPBRAS PILUU
Petacas preparado tarrugioosoa podem tprasaatsr-as :cafit..ica des 8SmtaK3
I Ootoa uftoiao mm eJeuainia< to *uibstiia cono es se?r ifi*
> mpcenada* **? r> meiror pio. h Ella p i. ttm, --, j.a.or par.a mil MU* j !
ira e%>>sr Ax illa. C>Urai> llB4sremoti a o/ nica cltaoan. r tiu :
*e>m> '* sjoro ou axereo a ai?6.e'na,a:z .ue.r-ecwrjni-i-i ns ^?a3r-s txisjusj
maOsuj-nta tacoiitesttiTols ^obre s catiro forractlxtMOB, aa etjsjfisti cuej |
O- DOUlkl
Ij-Pwsa t tc'Tmim a !< M *a<*.
ftx uoighi OIHPHE DESCONFA DA *1.rA#0S
fiats -bj Piyeno. .- ^Pei.larr.Di'CO : ril" ita *' ,>ussiomim'
m
(R
W*f Mecsr ar.exolvs, ciiWresr (Cort 1 ti'laMK e facilitar juea ofercao tesUis pnu.as nc novo Cafas <-anw iIm Usfuae ce at'ttgio. j
ui^ n-umwAu>gjBw
CAPSULAS
IYIATHEY- CAYLUS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey.Caylus com Envolucro delgado de Gluten nao fatigo nunca
o estomago e sao reeommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Pars, Londres e New-Ycrlc, para a cura rpida dos :
Gorrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgos genito urinario*.
n Urna axplioacao- detalhada atompanha cada Frasco.
Exigir a* Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & CiB, de PARS,
que te acko em casa dos Droguistas e Pharmaceuticoi.
^ooe^ pastilm^ *>->\
As Dore3 de Estomago
Digeatea di/ficeis, Conniipa^oen, Acide
SlO a.\PH)\MF.NTF. CURADAS COM (1 KMI'REGO DO
Quer em PASTILHAS, quer em P.
Lpurovado xsela Academia de ^Aeciioina de Paurliej
I A 41 PASTILHAB POR OA
8e fiid'ni etn totlma aa F'h.imuaetma.
FABRICACaO
Em FARIZ, om Casa de L. FRf.RE
"?OOgLODEPASTlL^*"'
C
C9
Ct
J
(Al
a.
v

0 mais Simples o matt 0apdo e o mais ficaz .a HvZ^-'tOS
i WS1BP778AV~B USADO NO MUNDO INTEIRO
\ ajatnt BtG*HjLf> T pede aoe Saras. Medios e oonuvad eres
VERDADEIRO PAPEL RIGOUOT
3>
xas
tatu Mil
$ mm rada piba,
trtvt asenpta
em Puta incarsui
Alugam-ae quartos raubi hados a 154 menavea'
ac antigo hotel de Galanga, aaaim ci mu t'ob.m
commodos com cosinha e d< prudencias para fami-
lia : a tratar na rna Primeiro de Marco n. 25 loja
de joiaa.
Aziso aos cade, icos do
!> uni
Os acadmicos que tiverem de fazer parte do
quadro do quinto auno tenham a bondade de se
apresentar at o fim.deste mes ; rs que nSo com-
pareceris dentro deete praso nao podero figurar
no mesno quadro.
alerie Dncaeble
Aluga se a casa terrea n. 22 da ra doNas-
cente, prxima matriz de S. Jos, erm 3 quar-
tos, quintal e cacimba, e concertada de novo a
tratar em Fora de Portas, ra do Pilar n. 50, ta-
verna. at as 11 horas da raanb, ou depois das 4
horas di. tarde.
Aos (lasles ios ios
Cura certa em 48 horas das infla-nacScs
recentes dos olhoa, pelo colyrio prepara-
do por Jos Pedro Rodrigues da Silvein*.
Emprega e este poderoso colyrio sempre com
grandes vantageus, nas seguintes molestias :
Ophtalmiaa agudas, purulentas e chronicas, con-
unctivites, etc., etc.
Deposito eral, na drogara de Faria Sobrinbo
& C, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Para informacrs, sedirijam livraria Indus-
trial ra do Barao da Victoria n. 7, ou resi-
dencia do autor, ra da Saudade n. 4.
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios geraes ii^sts. provincia
FRANCISCO M. DA SILVA & G.
erm aimazetr. de drogas ra do Mrquez de
Olinda n. 23. Precos : Frasco 2*500, 1/2 duzia
13*000 e duzia 24000.____________________^_
1HULSA0
DB
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de baealho
COM
Hypophosphitos de cal e soda
tpjuovada pela Sunla de lly-
glene e antoriada pelo
soverno
E' o melhor remedio at hoje deoccbeito para a
Huir lironclillesi. escropbulas. ra
ettitiH. anemia. 4 ebilltiado em (eral.
defloios, lose cbronlca c aiTec^des
E' muito superior ao oleo simples de figado de
Dacalho, porque, alm de ter chairo e sabur agra-
laveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu -
tnfivas do olea, alm das propr -iladee tnicas
reconstituinti s dos hypophoaphitoa. A' venda na
drogaras e boticas.
Deposito ein Pcrnambueo
Fumo Para
Para a fabrica Veidome chegon fumo fresco
desfiado, um latas de 15C e 250 grammas.
Boa do Baro da Victoria >. 30
Fabrica Caxias
Marca Registrada
Para previnir a ignorancia Je alguns Sre. fabri-
cantes de cigarros que fraudulentamente esuao
tizando do emblema de nosaa fabrica, abaixo pu-
blicamoso theor do registrado do referido emblema
feito na meretissinta Junta Commercial d'osta
cidade, protestando proceder criminalmente contra
quemquer que procure o'elle fazer uso.
nale
N. 1^7. A presente marca por miin rubricada,
enntendo a denominacao Caciaa, composta de duas
naos apertando-se, de que usam Azevedo & C ,
firma ccmmercial d'esta prHC", compoBta dos com
meiciantee Marcelino Goncxlved de Azevedo e
Antonio Luiz da Silva Branilao, domiciliados
n'esta praca, para distinguir os cigarros de seu
commercio a ra do Forte ns. 3, 5 e 7 e deposito a
ra Duque de Caxias n. 68, foi apresetada a
egistro as 11 horas da maoba do dia 2 do corrente
registrada n'esta dacta em enmprimento dos
despachos de 9 e 16 do crrente. E para cum-
pls pieceito da l.-i fiz esta v regristro n. 197. Pagou 2(M) de cois pareceres
iacaes.
Secretaria da Junta Commercial da cijade do
Reeife, 16 de Set mbro <<- 18>6.
O Secretario Jtrfco Guimore*.
Reeife, 20 e Selembio du 1886.
slset-edo &\C.
A ultima iiriftaoB aincaia
Retratos niatad* a leo
Cora linda mokiura e cor3es especiaes
Desde 2540110
Con vi da m s o respeitavel publico a ir a expo-
co di s meamos retratos que se acbam nas prin-
cipaba livrarias desta cidade.
Pillas purgativas e deporativas
de (ampanha
Estas pilulas, cuj. (.repas icao puramente ve-
getal, teem sid por mais de 20annos a| com os melhoreu resultados nas seguintes moles-
tias : affeccoes du eile e do figado, syptiilis, bou-
bes, escrfulas, ihagas iuvi-teradaa, eryaipelas e
gonorrhas.
Modo de unal-ae
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
O-ndo-se ap's cada 4ee um pouco d'agua aaoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladeo :is : tome-se um pilula ao jantar.
Estas pilulas, de iovenco dos pbarmaceuticoi
Almeida Andrade Fdbos, tecm veridictum do
rs. mdicos para sua melhor g.iTantia, toruando-
se mais recc-mmendavt :s, por serein um scuro
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
usadas em viapein.
ACHAM-SE A' VENDA
'a drosarla de Faria Sobriiibo C.
4l RA DO MABQUEZ DE LIMDA 41
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
afamada ha mais do um seclo excede todas
asontraspeloma perfume ddirtrioeexquisito.
IM MKDALHAft III OURO
PARIZ [87a CALCUTTA 1RR4
pela i.'xira-iina excell^nriadesiuqualiilaiJe.
Afamada
iGA DE COLOH DE ATIWSOI
inroniparaTel p- lo tm nerfume e sua
coneenirt;o. Excede toaos os pr
imil r". vendido; oh o ni"*mo p
SABOHETt OU (ilWN WIMSIR >E ATUISSON
csw saoon'-i'' minora todos
oioutrospeaHiii.,'o hmp.iri pelje
easVtsoDadoqaolbecouimunicaJeexceUeate
perfume e pf()li>riffado uso.
eoitri- -d fss df Uin \Uat\itu-t eFisrieuta
I. 8t E. ATKINSON
24, Od Boad Street, Londres.
k Marca de Fabrica Urna R..sa l,rac "
sobre urna Lyra de Ouro. '
predios
i^omprain-se
O agente de ltiloes Pestaa est.'i encarregado
de comprar alguns predios era b ias ras, e iccebe
propostas na ra do Vigario n. 12. Reeife.
lie tts
Na ua da Imperatriz n. 76, precisa se de ven-
dedorus de bolof, pagndose por vendagem.
Monteiro
Aluga-se ou vnd-se duas casas nc arrabalde
cima, ct-ndo urna a ir.arg> ni do rio e outra da
povoacSo : a tratar-se em J.jo do Marros n. 24.

UM
elte-'a! dqutrlu urna rcpulaco mais nicrlcida
do qua a da M'asia e do Xarope de Saf de
Delanyreitier.
Sua vean univereal, fataata-at:
1o Sobre sua superloridade cpoderosa efflcacla
veri ido todos os hospitaes
de Parlz e mnmDros oa Academia de medicina de
Frailea Contra 08 efluxoa, Eronchites, Irrir
tafa do Peito c da Garganta.
2o Suaoomposicao,cuja uasecofructo do sTai
da Arabia Hibscus esculentus de LinnJi
que rela.-ao alguma tem cornos outros peitoraes.
3o Sobre as attalyaea dos Srs Barruel *
GOTTBBBsU, i-hiniJcos da Faculdade de Panz.
que deiuoustio nao conter ncm Opio, nem Mor-
p/iiiiu, nem codeina pelo que podem ser dados as
crianoas com xito e sejuranca quando atacadas
d lusso oa Tosse convulsa.
sao os tituli is aullientlcos que recom-
lo a Paata e o Xarope da
. _js mdicos e do publico, titulo
que nunca fora concedldosa peitoral algum anllgo
ou moderno.
DlELASGRESiER, 53, ra Viiienne, PARMM
na tou u Jiiacifatl tUrasu O rNtlgal e Jo BrulL
TAES
SUSPENSORIO IVIILLERET
Elstico, sem ligaduras debaiio das nas.
Pora evitar as falsiftcaciet,
exigir afirma do inventor, estampada
em euda suspensoric.
FKDAS DE TODOS OS SISTEMAS
MEIAS PARA VAR1ZES
MULERET. LE 60SBEI. f'asar, Pars. 49. r. i. m
REGISTRADO
D. JonqiMiia Eoallla da Silva
J Albuquerque
O padre Dr. .leronyuo Thom da HIvk, sua
eunhada D. Argentina Aranpe Silva e s-'^is 80-
brinbos, mandara celebrar sabbado 25 do c frente,
s 8 horas da inauh, i.a matriz da 11 a-Vista,
algumas mismas por nlma di* sna presada irma,
eunhada e tia, D. Jo.iquma Emilia da Silva Al-
buquerque, fallecida no dia 19 deste, na cidade de
Sobral, provincia do Ceara, e convidara teus pa-
rentes e amiges a assistirem a esse acto de reli-
gio p earittarM.________________________^^_^^^
ibaL
Caixeiro
Precisa-se dv um c-.ixeiro com pratica de mo-
lbadon, de 14 a 16 aunos de idade i na ra de O
Mara O. s.r a. 9.
O Dr. errer mudou seu eaerip'orio para a ra
do Imperador u 52, Io aud^r, nde pode ter prj-
t-urado das 9 h^ra- dn manh As 3 da tarde.
Engenho Morojo da comarca de
,\aza elli
Furtaram deste engenho na nite de 16 para 17
de c rrenfe, 2 aoimae-.. semlo, "ma eeua castanha,
grande veiha. mHii^a, de crg, uo tem marca
iie peitoral, c alm d fcrfo d.i engenho tem ou
tras
A outra ilaza, frente aberta, ps calcados,
nao uic lembra e t'd"e, pequ- na, bem f>-ita, umi o
n va, e nao me leubrn-m. s- j igualhou ou nao
as mudas, ni" era mnca de carg- e sim d>- roda,
corta'ia de p. ti ral, ferradas na anea, e a alax t
t' in o f rro di. engeuh .
O propnft-rio do mesmo engenho pede as pes-
soas que eucontrniem ditos animaes, ou d elle
t'vepin ni-ticia, que aprehendendo-08, leVrm ao
Biesmo engeuh" que serio leeouipi usados
Os Iadi5> leVaiKn tau.bem com os dous ani
maec uiiih ean^alha com M n BttrtlsS co". rtas com
erp, rabiiboila e s< Da e eunsM -ie cra'-i.
Eiig<-iihi. M rojf^. i 8 de Se-eu.bro de 1886.
Ju Antonio Pess^a Guerra.
D. Franciaca das f haaraa Poriella
!' Cari alna
O tenente-ecroii' I Mam el de Azevedo do Nas-
cimento, profundamente compungido com o passa-
ments de sua pretadi^siraa tia e comadre, O.
Francisca das Cha gas Portclla de Car val ho, mi
do finado Visconde- de Souza Carvalhc, manda re-
Sar urna mista pe > descanso eterno de sua alma
no dia 27 do corrente, trigsimo de seu falleci-
mento, s 8 horas (!.. manh, na igreja da Concei-
cao dos VI.litares ; e p-.ra csse acto de religiao p
caridade, convida iuj seus parent- s, i.ung a 8
companheiros, agrad- Cendo anteeipadamente.
Pranciae Harelra Alvea da *!a
Fructuoso Das Alve8 da Silva e sua familia,
mandara cel-brar uiiss a, s 8 horas, na Ordem
Terccira de S. Francisco, por alma de seu filbo,
em 24 do crtente, din do 7" annivera'io de reu
pa8eamento, nara dijo acto de rehuii", eonvidam
os seus patente e amigos, anticipando o ^eu
agradeciu.eiito
Compra-se
um lustre da vidro par gas e taraoem um resisto,
ambo.-- un b m estado ; tratar na ra do Vis-
conde de (Jo.yan'ia n. 1, riV'iui.
Estopa para lioip.tr machinas
\ ende mi a 500 li > k lo, no d- psito da fa-
brica de Fiacilo, ra do ti m Jess n. 54.
^ ara passar a festa
Aluga se barato urna casa no povoado Bca
Vi gem, com grande sitio, muito fresca e commo-
dos para familia : trati-se ra larga do Roa
ru n. 34, pbarmacia.
loaquint Looradlo Viegn
*g irmoa d tinado Joaquira Leoearti.. Vicgas
agradecem de todo toraco aos prente*, amigos
e ii-mandades qu>- aseistiram dar se fepilfuia ae
ref.-rido fio-lo, a eonvidaBS para as masas que
mandara celebrar na ordein tereeira do Carme
(8nnta Tberez), s 8 horas da manhi do dia 25
do corrent<-, saojado, cando elles ainda urna vez
gratos por esce acto de csridale christi.
BaBffisttBljaBSB4MsTBBaaBSSWBKSW
rrareimiir tndr da talaiilio
O coneelho dir t r do Gremio dos Professores
Primario?, profundamente sentido pelo fillcci-
m nto de sen p ns ci, profesa Andn
J.t de Aleri'-a Catanho, icanda celebrar
missa pelortiruii repouto destiaa'm, na igreja
matriz d- Santo Ant uio, ) 8 horas da manLi de
s xta-frira -J4 ro corrente, trigsimo da de seu
pasaamento. Para assistir a esse caridoso seto o
conseiho convida a Exm. familia, parcutes eami-
eos do finado e bem ateim a todos os collegas e
cons< cios.
Secretariado remio dos Professores Primarios
de Pernambuco, 21 de Setembro da 1886.
O l- secretario,
Antonio Candido Forrcir.
m


Mario de PernambucoUuinta-feira 23 de Setem
lS8(

j
i
i
pixoIe rig\
de 3X9. 4X9 e 3X'2 ; veoJe-.e na serrara a va-
por do Cimaco da Silva, caes Vinte Dous de So
*ebro n. t. ______
"(> PASTILHAS
i* De A^GELIM & MENTRUZ
as
o
Ir
e
es

^
0 femedio mais efficaz e
Seguro que se tem descoberto ate
hoje fiare epe:lir ai on trigas.
I0QRUV0L HIEREN
Casa filial ra do Ca-
bug n. 12
Recebaran) novaraente uid esplendido
sortimento de chapeos de sol de todas as
qusdades, para senhnra, lisos e bordados,
grande vtirierade em cores ; e para homem
grande variedade en cabos nteiratnente
noves, uoapcos para criaD^as, chegar no-
vo Boriimento.
N. L. Fabricam-se e concertaro-se cha-
peos de todas as qualidadcs, -oro perfei
e rapi \*z i roai'T aoiMvel ; pois co
e-se um chapeo en menes He urna hora.
Amostras levara sp era qu*lquer parte.
Vende -se en gross e a retalho
Laporle i C.
Con* cana fio ronraxmllr & rna do
Imperador n. 46. 1" andar
VENDh.U
Elixir (U'iii Trelo
nona cenlirriria
dos reverendos padres benedictinos 'le Soulac, o
melh r dentifricio que tem viudo para o Ulerea-
do (f iii iluzas)
Aiii-moti.tif|ne Query para matar ae
noria*oras. maiuina, efe (s duras).
Visillo de Chamiiuine da afamada mar
ca M el Chaiidon em garrafa e nietas (r ca
zas).
ti lio Ufe C li Mpaertiiiiai Marquis de
La Tonr Byr ii (35 45 a chis. ) (lo cairas).
Cufiar. marca Htldeb- rt (- canas)
Vinniiri' aromatice, para a meen, eapeciali-
dade para f milias, garantido puro de vinbo brac-
eo ( (jarraras).
*al*a Iiarrllbafre-ci doPat*.,
rmi te milnae de* Carne, a preco
de facutra p>.ra liquidar 10' dusias vtndas por
engann (as dunas).
Rob LPcbRQX. grande depurativo .egetal.
(gmente os eiiDorea droguistas e pharroaceu-
ticoe)
Papel almauo duplo, liso, proprio para
impr'-bt-ao de obras, etc., ele.
Papel para caria, grande e vsrlado
ortifflento, a pn-eos nunca vistos n't-te mercado
(em pircan) i -dos os formatos, e os competente
Enteloppes tambero a preco sem compe-
tencia.
Canden de llalla de todos os formatos
brane s e de phantafcia, cartdes para o commer-
G^eui Crift .1, framlm etc.
Tima Biue-Blark. verdadeira de 8te-
phens it, receoida por rem- ssag peridicas do pro-
prio t'tbricante : precos Inexcedivei de baratera
ArtiicoM de eacripiorlo t"s corno livros
a branca, copiadores, tintas, caetas, tapis, tin-
taron e todb os utais seuipre vi uilidos a pre9os
mnito barato* para negocio.
domina arbica de Adriano Maurin tras
eos gr*noea e p 'quenos, etn e-tx-i de duria.
Tinta de marcar a roupa, do mesmo fa-
bricante.
A roa do Imperador n. 40
~~ Instrncfo publica
O delegado litterario de Vivencia, conteste, se
pide, rom doeuuientos serios, a publicacao inser-
ta do Diario de houtem, sob a pigraphe cima.
Recite, 6 de Setembro de 1886.
A voz du moral.
iO
Tomen ola
Trilhos para engenhos
WaGONS para canna
Locomotivas
Marh'i'l)>nif rompleio para eu
gento de tdoa o lmannos
Systema aperfeica Especificares e presos no escriptorto dos
agentes
Browns & C.
N. 5 ll iia do Connercio
N. H Wm do cima B t C ten. i-ai hilugos de
bd'i .mpleuieulosnecessarios agricultura, com
ante m ntHchuiMS para desear. er Igodao, met
ahOB p-rn cat, trigo, arros e milbo; crea d fer-
ro ga.vniisado ezcellente e mdico em preco, pe
soa nenhuma pode trepa!-a, tem animal qoe-
arml-a._______________________________
ftisa para alujar
O segundo andar da roa tarea d<> R .sario n. 37
quina defrsnte da igreja ; a tratar no pavimen-
te terreo.
Elixir carminativo e tnico do
pharmacentico Ye as
Remedio que cura dyspepfiaa, gastralgias e to-
das as perturbad-oes ligad* desarranjos de e-
tomado e intestinos. Aconselbado por varios cli
nicos dos maia conceituados desta cidade, acna-st
venda exclnetv. mente na pbarmaci americana
de A. i eras & C, ra uque de Gaxias nu-
*-
VENDAS
-1 Vende ae um grande rancho as barreiras
do Caxang : a tratar com Job6 de Asevedo bra-
ga A C. ra do Marquee de Olmda n. 61.
A lievoluQo
A' ra Duque de Casias, resolveu a vender
os seguinte8 artigos com 25 % de me-
nos do que em outra qualquer parte.
8etina daotaas a 360 rs. o ovado.
Gorgonnas de liatrinhaa a 360 r. o covsdo.
Las com listrinhas a 640 ra. o covado.
Fustes de corea a 320 rs. o cevado.
Merinos de cores a 9U0ra-, 1*000 e 1*200 o co-
V*Merina pretoa a 1200. 1400, 1*600, 1*800 e
2*('00 o covado.
Velludilhos lisos c aviados a 1*000e 1*200 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Cachemira bordada de leM a 1*500 o co-
vado.
Las escossezas a 500 rs. o covado.
Cambraia <( m salp:ees a 6* rs. a peca.
Chitas escuras e clara a 240 rs. 0 covado.
Linhos eaeosseres a 240 ra. o covado.
Las com bolinhas a 640 e 500 rs. o cavado.
Qaze com bonbas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Linn com salpicos a 500 rs. o covado.
G.osdcnuples pretos a 1*800, 2*000 e J*500 o
covado.
Zephiros Hstrados a 200 ra. o covado.
Cretones finos a 320, 360, 400 e 440 rs. o co-
vado. m
Setinetes modernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
VaKuato branca a 320, 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o covado.
Setinetas liste a 4O0 rs. o covsdo.
Ditas lavradas a 500 rs. o eovado.
Flanella de cor a 40 ra o covadj.
Flanella branca a 400 e 1*000 o covada.
Chapeos de aol de cSrea para aenhors a 7500
um.
Chale de casimira finos a 9*000 um.
Fechs de l a 8*000, 3*000, 4*000, 5*000
e 6*000 um.
Tapete- para janella. piano, sof e cama a 4*,
6*0. 0, 7*000, 8*000 e 24*000 um.
Er-guio aniareilo r pardo a 500 rs. o covado.
Casacos de laia a 1 '* 00 um.
Lencoes hrancos a 1*80(1 um.
Urim prateado a 60C rs. o covado.
Tim.-B para meninos de 4 a 5 annos a 5*000
um.
Lencos a 2*000 ib a duzia.
Colchas brancas a 1*800 urna.
Setins ma;o de cote 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o covado.
betinetaa bramas a 500 e 560 rB. o covado.
Cortinaooa borrUdos a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Capellas e veos a 10*000 e 14*000 urna.
Coichaa bordadas a 5*000, 6*000, 7*000 e 8*0<0
urna.
Espartilhos de ciuraga a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um
Cortes de la para vestido a 20*0 0 um.
AlgodSo com duas largaras a 800 rs. o me-
tre.
Cortes de caseinira para calca a 3*000 um.
Braman te de linb a 1*800 o matro.
Dito de algod. a l^tUO o m' tro.
Toalhas lelpurks a 4*000 e 6*000 a duzia.
Cabrio let
Vende se nm ero perieito estado e por preco
eommodo; tratar na ra Onnne de CaxiaS n. 47
Agaa ni fim
m qaarto e netas gurratan, vendem Faria
isbrinhj & C. i rna do Mariiuex de Olios a. 41
DE.'08ITa Kl. )S
Pinho resina
d> 3X7 al 3X12.
1'inbo branco (da Soecia)
de 8X7 .t 3X12.
Cimento inglez
VENDEM
F"*ase<-a Irnoa k. C
Cosinheira
Preella-* d Urna cosinheira que B'j perita e
Brma em casa do patrio ; na .ua d Ri.chuello
d. 67, puraVbdrfeno.
VAPOR
e moenda
Vende-e um bom vapor e moenda com ponco
BBo ; a ver no engenho Timb ase. mito perto
da estacao do metmo uume ; a tratar na roa da
mperador n. 48, 1 andar.______________________
lmauack da provincia
1886
i na Tolnne con 4e paginas
2^000
A' venda na casa editora. Livraria Parisiense
n. 7 A, ra Primelro de Marco n. 7 A, Industrial
Econmica de Q. Lapurt & C. e Cardoso Arres.
Saipicdes e vinlio verde tranco e
tino
Recebeu Aptonio Dnarte ra da Uniio n. 54,
confronte a eBtar;i : tornau-te recemmendateis
estes artigos por ter recebico de casa particular
de Portugal, raro por que garante ser especia
dade ; aasim como tem carne e queijos do serto
por preco muito mdico ; o mesmo vinho tambem
ge vende em cusa de B -rnardino Duarte 4 ra da
Florentina us. 2 s 3, em retalbo e ancoras. Na
mesma comprs-Be urna balanca decimal, grande.
Li uidaco
Vndese portoa de ferro, gradeamento para
cima de muro, jardim e terraco, bandeiras d fer-
ro para porta exteriores e interiores, de todas as
qualidadee, galiinh- iro de ferro, carroca pa a bois
e cavallos, carrinhos de mo e rodas para carro-
cas, por preco eommodo l no largo do Forte n. 4,
defronte do quartel das Cinco Puntas, oficina de
ferreiro.
\oivos e noiviis
Encontrarlo sempre Ba Graciosa, ra do Crs
po n. 7, urna vanada colleccao de objectos pro-
p'rios par casamento, como jam :
Capellas coi v- s, de 5* a 25*000.
Grirjkld8 de fl.jreg de larangeira a 5* e 6*.
aligas de seda bra ca a 1 j e 2*' 00.
Luvas de pellica branca para senhora a 2*500
o par.
Ditas de dita para homem a 3* o par.
Meias ab rtaa de fio de Escossia para senhora a
2*000 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 8 000.
Disas de fio de Eacossi*, brancas, para homem
a 1*500.
Leiuea bra neos de setim. de 6*, 10* e 15*000.
Grava! brn Dita dita cum la(o a 1*000.
Ditas de aetim bmneo a I i.ajl).
Duarte tft C.
Viuvs eviuvas
Podorio ir a Graciosa, rna do Crespo n. 7,
que acharo sempre artigos pmprios para lato,
tae C'm :
Leques preto da jap I, setineta e tim.
Vol'a, brincuB, psist-tras e hroi'he pretns.
Mrias pretaa, fitas, bicos de linho, 11 e seds
pretos
(juarrnvoes para camis- de hom >o.
Cadeas de fiu, retr<>z e me'-.I. pretas.
Meia pretas paia arisBeaa.
liarle di C<
Camisas nacionaes
a taaoo. aaooo c a*soo
32=-- Lija rna da Imperatrir = 82
Vende-se neste novo estahelecimento um gran
de sorum-nto de camiaas brancas, tanto de aber
toras e pjnfcto de linho como de algodo, pelo
barato precos de 2*500, 3* o 4*, sendo lar nd
muito melhor muito mai bem feitas, por aerem cortada pui
um bom artista, especialmente camiseiru, tamben
e manda faser por encommvndas, a v ntade det
fregueses : na nova luja da rna da Imperatris n
31, de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazr as
- Roa da Inpe = t:
DE
FERREIRA DA S^VA
Neste novo estabelecimento encontrar e re
p ;itavel publico um variado sortitnento de fasen-
das de todas as qaalidades, que se vendem poi
precos baratisBimos, assim como um bom surti
ment de roupa para bouiens, e tambem se man
da taser por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos tino*
caaemiraa e brins, etc.
ftt
I
Roup
aHa* da imperairls-M
Loja de Perdra da Silva
Neste estabelecimento vende-se as mapas aba
xu mencionadas, que slo ba* i -.i.as.
Palitota pretos de gtp*. aiagonaes e
acolchoados, senao taserraas muito en-
corpadas, e forrados 7*001
Ditos de casemira preta, de cerdao mnito,
bem teitos e forrados 10*001
Ditos de dita, fasenda muito melhor 12*00i
Ditos de flanella acal sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados 12*00)
Calcas de gorgorito preio, acolehoado,
sendo fnzenda muitr encornada 5*50
Dito de casemia de cores, sendo muito
bem feitas 6*5G>
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas 8*0O
Ditas de brim de Angola, de muleakim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*00)
Ceronlas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 14300 e 1*601
ColleUnira de greguelia mnito Lem feitos 1*UU
Assim como um bom sortimento de leos d>
linho e de algodlo, meias cruaa e collarinhus, eu
lato na loja aa ma da Imperatris n. 8*4
e. ellneia e lasinba m SO
r. e eovado
Na loja da rna da Imp'ratris n. 32, vende-
um grande sortimento de rustSes brancos a 50
rs. o covado, lazinhas lavradas de turta-coret,
fV senda bonita para vestidos a 600 r. o euvadi
e setioetas lisas muito largas, tendo de todas a>
core, a 500 rs. i eovado. pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
algodads-lnbo francs para lencde
a OOOra.. I* e I too
Na loja da raa da Imperatris n. 32, vende-
superiores algodaozinhos franceses com 8, 9 e 1-
palmos de largura, proprioa para lencoes de nu
b panno pelo barat preco de "HK) rs e 1*000
metro, e dito trancado pa a toalbas a 1*281), at
sim como superior bramante de qnatro largura
para lencoes, a 1*500 o metro, barato na kyi
da Pereira da Silva.
a para meninos
A 4*. 4*o e e*
Na nova loja da ra da Impeatris ti. 32, a
vende um variado sortimento de vestuarios prt
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
nha curta, feiloe de brim pardu, a 4<(1i0, dita
de molesquim a 4506 e ditos de gorgorito prett
emitando casemira, a 6*, sao mnito baratea ; o
oa do Pereira di Silva.
Fazendas brancas
80' AO NMEaO
4 o rna da Inperatrlz = 4o
Loja dos baraeirot
Alheiro & C, 4 ra da Imperatris n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estis fazendaa
abaixo mencionadas, eem cmpatencia de preco,
A 8ABER:
AlgodSoPac*- de lgodoainho com 20
jardas, pel'- barato preco de 3*800,
4, 400O, 4 C, 6*, 64500 e
MadapolSoPecas de saadapollo com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at
C-unisas de mei com hstras, pelo barato
pre^o de
Ditas branc s e cruas, de 1* at
Creguella francesa, faaenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
emula, vara 400 rs. e
Ceronlas da mesma, mnito bem feitas,
a 1*200 e
Colletinhos ra meema
Bramante fraoces de algodlo, maito ea-
corpada com 10 palmos de largura,
metro
Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 2*500e
Atoathado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largara, metro
Crotones e chitas, claras e escaras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at
Baptista, o que ha de mais delicado uc
mercado, rs.
Todas estas fazendas baratissimas, na conheeida
loja de Alheiro & C, esquina do becco
dos Perreiros
Algodo entestado pa-
ra envocs
A OOo ra. e 1*000 o mero
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
:odo para lencoes de um B panno, coro 9 pal-
B de .arpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos s
00 o metro, assim com dito trancado para
malhaa de m< Ba, com 9 palmos oe largura a i*20o
i. otro, lato na leja de Alheiro & C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*800, 1*400, 1*0, 1*800 e 2* o covado
A beiro & C, 4 roa da Imperatris n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pelo preco aeirai
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co de b Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da rna da Imperatris n. 40 vcude-ae
mnito bons espartilhos para senhora*, pelo preco
de 5*o00, assim como um Bortiiaentu de roupa
de casimira, briua, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 'i o covado
Alheiro C, 4 ra da Imperatris n. 40, ven
dem um elegante sortimento de cHaemira ingle-
sas, de duas larguras, com os padrdes roaia deli
vados para costume, e vendem pelo barato preot
de 2*800 e 31 o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar faser costumes de casemira s
30", sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pechincha i na loja dos barateiros da Boa
VisU.
BRIM PARDO LONA
A 320 is. o covado
Os barateiros da Boa-VisU vendem urna grande
porcao de brun pardo lona, por estar con priuci
po de toque de utofo, pelo barato pr co de 3*
rs o covado, graude pechincha na loja da e
qu na do becc dos Perreiros.
horuado* a IOO ra. a peca
A ra da Imperatris o. 40. vede-^ peca J
borda >o, dous metros cada prca, pelo brato pro
C.i de IOO rs., ou en carteo eom 50 pe^aa, orfi-
las, por 5|, aproveitem a peehincha ; na k)a da
Boato do bneco di* Frroir 6|50>
12*000
800
1*800
600
1*60U
800
1*2
2,5801
lf800
4U.
200
Copadlos .ersparto
Pintado, de diversos tamanltoa, vendem p.r
preco m coinp'ti'cia M-riin Capito armasein de mulhados 4 ra estreita do Rosario
numero 1.
Boa acquisivao
Vende-se a armacA" e bemfett..rias da loja de
fas-nda roa du Livraraenio n. 10, com (rn-
DI da casa, por |M o proprietano d i rsUbeleci-
tnento de rstirar-se para fra da cioad ; a tratar
na mesma loja.
Para ngenhos
Cal nova de Lisboa.
Potassa da Ruasia.
Oleo de moc t.
Az> i te de carra pato.
Graxa em bexigas.
Vendem Abraotes & C, 4 ra do Bom Jess
umero 48.
WHISKY
ROYAL BLEND jiarea VlADO
Ete excellente Whisky Escesecs preferiv.
*e cognac ou aguarden^ de canna, para fortifica
> eorpo.
Vende-se a retalho nos w iheres armasen
nolhadoa.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cajo at-
ine e emblema sao registrados para todo o Brasd
BROWNS C, agentes
Novas lsinhas
A StOe 400 res o covado
AcaVam de chegar para a loja da roa da Im-
peratrir n 32, um grande e bonito sortimento de
lsinhas de Cores pa.a vestidos, sendo fazenda de
muita phantasia, com cores claras e escaras, e li-
quidam se a 320 e 400 eis o covado, por haver
grande porcao na loja de Pereira da Silva.
Obras de Time
I Mimo ajoalo
Modelo aperfeicoado em cestas para compras,
afafates, costureira, cadeiras para crianeas, etc.,
etc., vendem por precos commodos Martina Capi-
to & O, em sea armazem de molhades 4 rui
estreita de Rosario n. 1.
Malvasia
Vinho proprio para senhoras
Em barris e a retalho : Puosa Mendes & C, 4
roa estreita do Rosaiio n. 9.
Aos 1.000.000^000
200:0 ClOOO
100:000$00(
Em fav r dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA PROVI1NCIA DE PERNAMBUCO
1:10 dia 15 ie
0 thesoureiro, Francisco Gon^alves Tortkts
Tecidos de linho
A 5OO rs. o corado
Na loja da ra da Imp. ratnz n. 32, vndese
um bonito sortimento de tasenda de linho para
vestidos, tendo largura de chita frtneera, eom
muito bonitas cores e palrainhas bordadas, pe-
chincha a 500 reis o covado, na loja oe Pereira da
Silva.
JerusaiMii
Venle se ama pane do engenho Jerusalem, sito
na fregaeeia de Seriobl>m, perto da estavlo de
Aripib, limita com o engenho Vicente Campello ;
a tratar na ra do Bom Jess n. 1.
Maduro j
Vinho puro da uva
O que pode haver de melhor para mesa, em
narria e a r. talho : Pocb Mendes C, 4 rna
estreita do Itusario n. 9.
J u m V 1 rM"
JOSEPH KRAUSE : C.
Acabam de augmentar o sen j bem conhecid
-portante estabelecimento rna Io
de margo n. 6 con mais
am saldo no 1 andar luxuosamente prepa-
rado e prvido de urna exposi-
{i* i* m de pratt do PorU eeledn-plate
dos mais afamados fabrctites do
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Gxmas. familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitare)
o seu estabelecimento, afirn de
apreciaren] a grandeza bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
i AKBHTO DAS 1 O DI ME
91 99 X m~ T B^

i

'
Da V parte da 1.a lotera em beneficio 4a Santa Casa 4a
Hiserior4ia 4o Reoife
EXTRAHIDA EM 22 DE SETEMBRO DE 1886
>
4455
19934
8637
1187
5011
6093
7282
13589
22235
22421
445
1118
1680
5725
8318
84S9
10098
18165
PREMIOS
00:000&000
20279 1:000^
20913 1:009$
853 500$
1719 500H
2122 5001
2203 500$
3004 500$
4041 500
6209 500$
9529 5004
10310 500$
10390 500$
11503 500$
16933 500$
23246 500$
23248 500$
23784 500$
23825 500$
30:000$
10:000$
4:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:0110*
1:000$
1:000$
1:000$
Os nmeros de 19901 i 20:000 (exeepto o da sorle grande) eslo oremiadoi eom 200*-
Os nmeros de 4101 i 4500 (excepto o premio de 30:0008) eslo premiadns com IOO?.
Os nmeros de 19901 20:1)00 (excepto o premio de 10:000$) eslo premiados com 60J.
Td.* os nmeros terminados em e feslao premiados cum 20$. (Vejase o plano n*
verso dos b.heles) t ,. .
N: B. i exiracco da 3' parle da I" lotera, em beneficio da Sania Casa, ser
ua uniula-feira 30 do correnle. *_, .,
0 ihesolfCiroAugusto Oclaviano de Souza.


Diario de Pcrnfiihn^ ^uinta-fel
ASSEHBLEA GERAL
caara dos ih:imnaos
SESSO EM 5 DE SKTEMBRO DE 1886
"RESIDENCIA DO sH. GOMES DE CASTRO
1." VICE-PRESIDENTE
(Continuado)
O Wr I.onreneo de Albiiqiier
qil6 diz que a aprcaencso deste crdito
mais uraa pro va de qu o g'iveroo olo
quer attender aos auteee lentas: recorda
o que se pasaou era r.-ia^o ao Muadoro,
que o senado seno rj- stituido que a isso equivale.
O governo, porem, as tera por fin com-
prometter os aeus amigos da maioria, s-
crificaodo-lhea a torca moral, l'ondera que
algaraas medidas ardeotement-i defendidaa
na cmara pelos miniatroa, foram no or9
ment para o senado ahi < s ministros ee-
dero, parecendo que o fim do governo
mostrar a sua prepotencia sobre a maioria
ou provar que ella capaz de todos os sa-
crificios.
A' vista disto deveria o nobre ministro
adiar o pedido deste crdito, porque o se-
nado provavelmente o cnndemnar, Jes ie
que de i que tera sabido as economas.
Nota que ha desaccordo entre as razSes
porque pedio o ministro o crdito e aqu-I
las pelas quaos lb'o conceden a coaraiaso
do orcamento, que poz do parte as razSes
da proposta dando a do ter sido supprimi-
da no orcamento de 1886 a 1881 a verba
para melnorauento do estado sanitario. O
que quer dizer que o nobre ministro arre-
pendeu-se da concessao que dera a sup-
opresso dais-a verba, o qne prova que no
principio quiz S. Exc. dar arrhas de suas
id ts de economa mais que arripi u car-
reira.
Quando foi lida a proposta do crdito,
foi tarabem distribuido o relat>rio da ins-
pectora da hygiene propondo os melhora
mentos para essa capital, que nao podem
ser feitos cora quantia menor de .. .....
30,000:0000. E como o crdito pedido
seria para isso mais que escasso, o Sr. mi-
uistro applicao para estudos, o que
oxcessivo. Nao er que a co-nraisso no-
meada aprsente uielhores trabalhos do
que os da inspectora, e se o crdito pedido
para elles iosufiiciente deve ser eleva
do; sendo excessivo para estudos, deve
ser reduzido, salvo se a quantia se desti
na a outros servidos. Mearao que a cora-
missao aprsente estudos completos, nada
se poder fazer diante do triste estado das
nossas fioancas des*ripto com cores tao
carregaas pelo nobre ministro da fazenda,
que nao pode aceitar crditos como o que
seria preciso para realisar as obras neces-
sarias.
Diz que se por um lado o nobre rainis
tro da f izenda pro lama a neeessidade do
maior economa por outro os Sra. ministros
da agricultura e do imperio pedem ere utos
que destroeru esse pe lido o sent que o
nobre minia ro da fazenda esteja Iludido
com a esp r-ing i de fazer para o anno
maiores economas porque S. Exc. nao os
conseguio gora que tem toda a forca no
governo, mais tarde nao encontrar na ca
mar a m>'Sina benevolencia que tem nella
agora achado.
Para o anno o nobre ministro apresen
tara os resultados dos estudos da coramis-
so e pe i chefe que ella tem, 08 ornamentos
para saneameoto sero superiores aos da
inspectoiia de hygiene, e donde tirar os
meios para realisar o raelhoraraentos ?
Fet- crdito foi apresentado p .ra honrar
a palavra do nobre ministro, que a isso se
comprometteu e nao pudendo conseguir tu-
do, resignou-se, pdenlo S. Exc. fi-.r
certo, de que, se para o t>nno quizer maior
somma nao a obt-r do h jralo ministro
da fazenda ; alto de que, se se tiver de
executar algum melhoramento haver ne-
eessidade de novos estudos e novos orna-
mentos. Sabe que o nobre ministro conse-
guir o crdito, a cmara o votar, que-
rendo dar assim toia a responsabdi lade ao
ministro, mas isto nao a livrar da que lbe
toca.
Se nao acreditasse na sinceridaie do no-
bre ministro da fazenda, votaria pelo cr-
dito, porque neeesaario fazer algu na eou-
sa em beneficio da nossa capital, mas dian-
te do sudario de miserias que foi desenro-
lado nao o pode fazer.
Pergunta ao Sr. ministro do imperio se
foi concedida nova licenca ao Sr. Duque
de Saxe- Estima a resposta do nobre mi-
nistro, porque ter de accrescentar mais
eesa economa ao rol das que apres-ntiu
FOLHETIM
DE
EMMA KOSA
POR
zavieb de mnn
coii!H*(a se si&qlo
( Continuacfro do n. 218*
VIH
Nease caeo, meu senhor, nao me
p08sivel respon'ler-lhe.
Difficd, sim. Impossivel, nao. Pos-
so ajud> la a com alguna indicios. .
Que indicios ?
Esses dous homens deven: ter vindo
de carro, pelo menos isso muito prova-
vsl.
Espere... espere. Tal vez. Duran-
te o da um coup parou em frente loja.
Um coup particular....
Que tal era esse coup ? Tinha algu-
ma cousa de notavel ?
A sua cor... Nao se vera muitos as-
sim, era cor de canario-
Urna expresado de triumpho illuminou o
rosto de Osear.
A pastcieira continuou:
Apeou-se um homem que pareca ter
una trinta anuos.... entrou aqu e com
prou-me nos psesinhoa e uua pastis.
Estova s ?
cmara, fi.-i.ndo o nobre ministro certo de
rae foi essa negaco de liceoya um dos me-
lhores sericos prestados por S. Exc.
O Sr. Bario de lf ar (minis
tro do imperio) principia musirn lo que se
nao a contra iieeo notada pelo Sr Lou-
renco de AJbujuerque, entre a proposta do
governo e o pare:er da commisso do oroa-
meuto. Le o que dizem urna e outra, cora
para-as p las, p-rt'-ita harmona de vistas. A oom-
missilo d os 30:0005000 para estudos e
outros servidos.
Nao tm raaso o mesmo nobre deputi-
do quaudo diz qu< o ministro cooeordou Da
suppressao da verba para melhoramento sa-
nitario, tal s>- no deu, porque noorcaiuento
.preientilo nao tgurou tal verba, p ir
isso nao polia ser suppri uida.
Tainbem nao sa deu d^saecor lo entre o
ministro do imperio e o da f.zenda, e para
ci MU>nstral-o baita dizer que a proposta
nao daqu lie ministro e ana do govi-rno,
portanto uo havia motivo para tal deaao
corilo que a; sj dsse traria a retirada d
um dos doua.
R feriado se ao adiament> dos melhora-
mentos da capital do Imperio diz que nao
er queh ponsabilidade de adiar obras urgentes e
iraprea -odveis.
o Sr. Lonrenco de Albaquer-
que volti tribuna para respiuler ao
nobre minstrj do imperio que ni d na
justificacao do crdito as inesmis razo qua a commisso do ornamento, qua decla-
ra conceder o crdito porque ha falta de
verba para melhoramento aaoittrio.
Quanto suppressao da verba no orna-
mento, que o nobre ministro disse que com
ella nao polia eoucoidar, porque nao exis
tia, pondera que a de n. 55 do orgamento
que 8tr.io de base para a confjceao das
outraa, consigna 206UOO)JX)0.
Sustenta que o nore ministro da fazen
da foi vencido, porque o do imperio conse-
guio pe lir crdito, sendo tambeor vencido
por sua vez, porque nao pedio quanto que-
ra. O nobre miuiatro tanto reaooheceo a
necessida-Je da verba supprimi la que a
aubstituio por um crdito que dispensavel,
porque os servidos de que se trata da-
qu lies para os quaes o ministro pode abrir
crditos supplementares. Na discusso do
ornamento do Imperio fallou se em 100 mil
ontos, a repugnanjia da samara fez redu-
zir a so.n na a 30 mil; dep lis inainuou-ae
qu i o Sr. ministro da fiznida nilo adiuit-
tiria ere lito i.lgum, masv afinal o Sr. miuia-
tro do imperio consigui 300 eontos; por-
tanto, repete, arabos foram vencidos.
Disse o nobre ministro que ninguem as-
suma a reaponsabitidade de adiar os rae
lhoramentos, mas o estado sanitario da ca-
pital nao hoje peior que aat-s e rauitoa
ministros os tra adiado. Faz justica s in-
tenyrjes do Sr. B .rilo de Maraor. S. Ex;,
tem urna idi fix-i, dar oreditoa ao Brasil
pelo janoamnto la capital e a esta falta
attribu; todos os nosaos males ; infelizman-
te aos desejos de S. Exc. ppoVse o esta-
do precario do thesouro.
Trata do dficit que augmenta cada dia
o pondera que o uobre ministro do imperio
quer s aear capital do Imprio, reoor-
r-ndo ao -rdito como se o crdito nao 8'
aoabiss*. E' preciso, como diz o Sr. An-
draie F"igueira, fechar com sete sellos o
livro da divida publica, e na se faZmdo
economas tentanlo ra-lhoramentos que s
podom aliar. Ou ha hjrpoerisia no pitido
de economias ou nao ha direc^o no g ver-
no.
Protest i contra a con lesc-nl-^ncia do no
bre ministro da 'izea lo que constte em
taes crditos; protesta contra taja ga vista do estado precario do thesouro, pro
t'-s a em nome do contribuinte j tao so-
brecarregado e pele ao nobre ministro que
confie mais na Providencia Divina do que
em si.
O Sr. Hattoso Cmara diz que
que nSo ha a contradice) notada pelo Sr.
Lourenco de AlbtMUkrque entre o ministro
e a commieaS de ornamento.
A commiaaao coocedeu o credido para
eatudos e s-rvijoa porque a verba foi aup
primida; e se o crdito p dido foi maior,
nasccu isso da faltu de estu los completos
que juatificassdm a necessida le dos melho-
ramentos e nao poda a cmara avaliar a
importan a. E' natural que sendo maior o
crdito o ministro da fazenda ae oppuzess-,
mas a commissa > acharia raeio de cori'-e
del-o sem aggravar as rendas do estado,
porque as acharia as contribuimos para
pagar os juros e amortisayao do empreati
mo que se cootrahisse.
O estado do thesouro p'ssimo, e nao
Sim... Naturalmente, nilo fallo do
cocheiro, que ficou na sua almofada.
A senhora vio eaae cavalheiro hon-
tem pela primeira vez ?
Creio que sim. Em todo o caso nao
era dos meus freguezes e uem deve mor-r
no bairro.
Lensbra-se do Beu rosto ?
Pouco mais ou menos.
Pode descrevel-o ?
Nao tinba nada de particular. En
tretanto, as palpebras pareceram-me ver-
melhaS.
Que ar tinha elle ?
Tinha i-ntes ar de operario do que de
burguez. At parecou me singular vl-o
apear se de um carro particular. As sua
naos eram grandes e um pouco callosas,
em xlguns liigres tinha mauchas pretas,
Notei isto nelle quando entr co I
Elle tinha barba ?
Pareee-ine que sim e que easa bar
ba era preta. Entretanto, nao estou oer
ta.
Ose r Rigault anda formulou algums
perguntas, mas nao pode obt--r da p >deira
ou'raa ioformacSes, e as que tiooa de pou
io podiam servir.
Sahio da padaria.
Muito perto havia a loja de um vende-
dor de carnes fras e a de um marcador
de vinho.
t' alli qu ell-s devem ter comprado
as carnes e os liquid >s, diese de si para si
o mas ate e entrou nos dous esubeleci-
meutos para obt r ioformayS s.
Nada conseguio.
O vendedor de carnes frias nao sabia na
da absolutamente.
O mercdor de vinho reconhecia bnna co
mo teodo sabi lo da aua adega a garrafa
que Osear Ihe apresentou, mas nao tioha
examinado o comprador que com certeza
tinba visto na vespera pela primeira vea.
se podem teit>r gr>u'es melhoramentos
quando ba dficit, mas nao se trata de
um grande qumtia e aun da que neces-
saria par* estos atm le cuahecer-se a
imporiaacia das ebras.
O Mr. Sebasto Hasearea
has principia leudo um trecho de um
dia-urso do Sr. ministro do impe-
rio, pronunciado no anno de 1882, relati-
vos ao governo absoluto c convenie cia
de diep nsar se amara e sealo, e p.-r-
gu da se nao oucasi&o de applical-oa,
quando se pedem cr. ditos p.ra obras do
nata loiro quan lo j? comeyadas e qu>ndo
se nomeiam .-o nmis.-o" -s j remuneradas,
que tem ohi f -a como o que servio na dos
ayo iea do Ce r
Trata o Sr. tiuvy e censura a su- no-
ai-- -(\o. Vio o reiatorio da inspectora e
enten le qui aa obras nelle propostas nao
se posa mi levar a eff-ito pelo estado do
thes uiro.
Falla Ja neeessidade da poli ia medica
para i-ombater molestias fataes nossa po-
pulaCSO.
Faz o logio das molestias propostas
pela inspectora e refere-ae especialmente
aos esgotos que considera o quartel-general
da febre amarella.
Trata da agua cuja falta sensivel do
canal do Mangue em que tanto se tem
gasto.
Trata lo matadouro, no pessimo servico
que .lii se faz e da neeessidade de crear
outro.
L-mbraa neeessidade de augmentar o
hospicio de Pedro II para nelle entrarem
como prop3e a inspectora de hygione os
lou -os do Aaylo de M n I i :id ide.
Nao nega s.u veto ao crdito, mas re-
ceia que se querendo fazer muito, nao so
faca n->da.
O Sr. OlynpJo Campos diz qu
o nobre ministro do imp rio em vez de
c-nsuras merece elogios, porque no gover-
no sustenta as ideas pelas quaes corabateu
seuprc :ia opposic >. Fallou-se em ada-
meato de crdito, p-lo esta lo do thesouro,
mas isso se '"!iz ha muito t-mpo e os rne-
Ihoramentoa vo se fazendo, porque para
a j i-llca que se nao quer nao ha.
Sustenta a neeessidade dos m-lhoramen-
toa d.i capital do imperio nao s vantaje-
s>s p >ra aa proviucias como para a immi-
gracao. Nao coulie -e o Sr. Revy, mas o
seu desempenho na commisso do Cear o
f->z re wiar pelo resultado deata, se de-
p-mdesae do aeu voto a noiue& dara, mas como corre ella por centa do
governo, estima que a. ja feliz.
Em seguida trata do faeto da priaao de
que foi victima na aua provincia v.ra ten-
te, acouaado d-. furto de escravos j le di-
versos documentos a reapeito e pede para
elle a proteccao do partido liberal e prin-
cipalmente dos chefes abolicionistas, que
nao devem olhar s oara os escravos, mas
para os que por causa delles BofFrem.
O Sr. Pe a ido diz que o crdito nao
p ie ser aceito -oa estu tos estilo feitos e
as obras precisam ter execucSo e para ca-
aos de epidemias o governo pie abrir
ere iitos. Nem em mil cootoa chegam
para o saneameoto da <-5rte.
Trata da falta d'agm, do aterro doa
panttuos, da drainage que. julga indapen
aave|, ooas reconhecendo a neeessidade des-
tas obras, niu sab d'onde ha de vir o
liniieiro. R.-fe.re-se lagoa de Rodrigo
de Fretas e recorda o desaccordo que re-
8uliou/-mre o enverno e as companhias de
blinda, constan lo-lhe que urna se ofFerece
para t'aZer urna uecropolo fra da cidade,
o que ore :so para reraocao do cemiterio
de S. Jlo B -ptiata.
Geusura o oe/vieo da City Improvemett
e be n asaim o das aguas ptuviaes.
Pede ao governo que ollie tambem para
as provincias e nao cuide s na capital do
impero, e 1-mbra ao nobre ministro que
nao s a febre amarella que deve mere
oer-lne cuid-do -a tuberculoBe, as febr a
palustres e aa gartro-interites sao um gran-
de fl'gello pira a p 'puLeao, nao se de-
vendo descuidar do exame dos gneros ali-
menticios e das beb las deterioradas s fal
siticadas que -avenen ira a pnpulc3o.
Trata do arrazamento dos morroi que
nao julga de pri u-ira neeessidade para
que nao siffram os que moma) em baixo
. lm de Aquello que tu io criou be n sabe o
f-z .o n a collocayo desses morros.
R fere se d-struigao das matas que fas
um grande mal o que devem ser replanta
las, coademnando a ooncesso da estr da
de ferro do Corcovado que faz um grande
mal p ira o san -amento da Uorioca.
Trata da -oloniaago e falla do abando-
no dos ,-elvag-na. verladeiros donoa do
afie de
Osear achou-se na ra da eabeca baxa
e muito confundido.
s indicios com que esperava poder
guiar-se no labyrintho nao lhe serviam ab-
solutamente de Dada.
Pergunta va a si mesmo o que ia faaer e
se nao era melhor renunciar urna empreza
que nao esUva cm estado de levar a ca-
bo, quando cguendo os olhoa vio-se face a
fa ;e com oa doua agentes da seguraaca Va-
galume e Phosphoru.
Ao vSI o, Caseneuve fez um gesto de
sorpresa.
Oa -ar en-.olheu oa hombros e foi direito
a elle.
v'nfao que isso, mea caro senhor ?
disse lli como portas-cu heiraa ? Parece que se ad
mira de en. 01 trar-me anda as rus de
Ptnz. tntr t.ni, t.-vi. supui-, aa ten
u poico de juizo, que depois do qu* se
passou eu nao liavia de crear bolr as
anas caixetas de tratantes.
Eu nabia qu esta va solt, respondeu
Casen- uv.-.
E ito porqu parece alirirado?
Ei-tou admirado de o encontrar net.-
baii r<>
Q: uto me propr i nlo assim r
E' O que quer diz r ll 111 ?
Por \lt\r:i resoo t-, Vig.dllo- SurrO.
Oa ar untiiiu u :
Q i ni io a gnte lem a c!..us iencia
limp., po'; -. .~.t r em qualqu r p-rte.
ni sm > a rasa i i uis de ma ru yao. Eo
beu. Una lis-- qui nao d .lia la muito
lemp i, devem est-T leu'brhdoa itaas. D--
mais s- estoa lora nSo por culpa sua !
En-'-dacr ra......i at > p"OOCS cotu a aua
hirtoria di iivi.ltu, nao se lembrando que
o cuiel ir > nnlia vendido, no mesmo dia,
duasiguaes.
A g-nte pode se engaar urna vs
por ..cas i, replicou Vagalume com urna ca-
reta sigDi.ativa,porque a observayao mui
que
, opinando que si-ja
o Ministerio da Fazenda sobro a
Pis ; faz loes a a
vicos de Barbosa
em ves de certas qual
tes que vg.D p(4ra o paiz, seria melhor re-
correr catechese, vindo para isso dez
mil capuchiuhos, qua fossem, para os ser-
t3es.
Protesta contra a prohibicao que ha en-
?iu3.dI 8e8er 4 libeiJade, pois deve dexar-se a cada um
o direito de seguir a carreira para que ti-
ver vocaylo.
Sustenta a neeessidade da separaco da
Igreja do Estado e a grande naturaliaacao,
sentindo que tiveaee ido para o senado o
o Sr. Taunay, que tanto por ella traba-
Iha.
Conclue declarando que vota contra o
'rdito, pedindo ao ministre que o retire
da discusso.
A dscussSo fiea adiada pela hora.
O Sr. Presidente d a ordem do da
para 4.
SESSAO EM 9 DE~SSTEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO SR. GOMES DE CASTRO 1.*
VICE PRESIDENTE
Ao meio-da coraeea a mamada,
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abre-se a sessao.
K' lida e approvada a acta da sesso au-
terior.
O Sr. l.o Secretario d conta do
diente.
E' lida e approvada a redaco do pro-
jecto sobre aponsentadoria de magistrados,
sendo devolvido ao Senado.
E' lido e approvado o parocer das com-
missoea reunidas de fazenda e de coramer-
aio, industria e artes,
ouvido
pretencao de Antonio Borges de Oliveira.
Vai a imprimir para entrar na ordem
dos trabalhos o parecer das coramissBcs
reunidas de fazenda e de pr-nsSes e orde-
nados, autorisando o governo a conceder
um anno de licenca com ordenado ao ba
ckarel Manoel do Nasciinento Teixeira.
Vum mesa, lido, apoiado e approva-
do sem discussSo o segrate requ< rimento:
Requeiro que por intermedio do Mi-
nisterio da Justica se obtenha o segrate
1." Copia da petizo de queixa apre
sentada ao juizo municipal do .trino de Bu-
quira, na provincia de Sergpe, contra o
tenente Francisco Jos Alves o Jos ds
Santos, conhecidos por Joo Velho, pelos
crimes de furto de escravos e calumnias
impressas.
2. Copia dos despachos de pronuncia
e sustentacao deata e do acrdo da rea
{o do districto. mandando submetter a
causa a novo jury.
f 3. Copia da acta da sessao do julga-
mento, em 1884.
4. Iforraac3es sobre quaes os raoti
voa que determinaram nao ser julgada a
referida causa na sessao do jury designada
para o dia 17 dd Maio do corrente anno,
em prejuizo dos aecusados, que tstao pre
aos ha mais le 6 mezes.
Sala das sesaSes, 9 de Setembro de
18S6.Padre Olympio de Campos.
Vem mesa, lido, apoiado, entra em
diacussao e ada lo por pedir a palavra o
Sr. Carlos Peixoto o seguate requer
ment :
Requeiro que, por intermedio do Mi
nisterio da Justica informe o governo se
tem conhaeimeato dos disturbios oceorridos
na cidade do Calho, na provincia de Mi-
ias-OreiMS.
Sala das sessSes, 9 de Setembro de
1886 -Affonso Celso Jnior.
O Sr. Lacerda Verneek diz que
como relator da deputaco nomeada para
f-licitar, S. M. o Imperador no dia 7 do
correte, sendo a commisso introduzida
com as formalidades do esiylo, o orador
lea o seguate discursa :
< S-abor A Cmara dos Deputadus,
assoei-.ndo-ae s alegras que desperta o
anniversario de um dia to memora vel, nos
envia augusta presenca de V. M. Impe
rial para saudar em V. M. Imperial o rilho
do principe magnnimo que proclamou a 7
le Seteraoro de 1822 a nossa liberdada e
independencia publica, fundando n'esta tr-
ra americana, e por entre unnimes accla
magSes, urna dynastia na qual se acham
com substanciados todos os affejtos da na
jao.
Ha das, Senhor, que jamis se apa-
gara da memoria potilica, e quaes phares
erguidos em solitario, rochedo conservam-se
sempro resplendentes, anda mesmo us
epochas escuras pelas quaes as nacoea pos-
sam atravessar.
to juata de Osear magoava profundamente
o sen amor propro.
- A gente pode se engaar, verdade,
toraou o ex-mscate rindo, mas muito
amollador para aquellos custa de quera
se engaa. Entretanto, como bou bom ca
arada e mais disposto a rir do que a ge-
raer, nao lhe quero mal por isso, e a prova
que oa convido pira entrarem commigo
lli na taverna e offerece lhes urna garrafa
do tino.. Qu-r?
- Mas., coraecou Oaaencuve muito
embarazado. .
Mas que ? interrompeu Osear. Se re-
i'im beber commigo, fi^arei penaando que
anda l n duvi la a meu reapeito e que an-
da pensara que eu sou um trataate.
Oh I quanto a isso, nao uisse vi-
vamente o policial.
- Eutio i eita ?
- Puis beu, sim... Com urna cond-
co.. .
Qu .1 ?
- E' que a cousa ha de se fazer em
d.ras en pos e tres moviinenios. Estamos
'e S'rviyo por qui.
.S o lempo de euener o copo e esva-
aiar, tornar a en'-her e tornar a esvasiar.
Kats iir it> | Vamos I !
Mmt i i>eo*i I Vocea sao uns queras.
Da '-ib ipso, Os.ar Rigault abri a por
ta do ni r aoor ih vinho e vendo um ga-
toiiiei- p rto i b -I o, entrou.
Que guutou pu:o
lima g i rafa de Borgonha velho. .
Do b"m, sabe, (lo tino. Tire l do fondo
da -d ga e tres cops.
Os tres ho-nens rastalUram-se no gabine-
te s i lliea levaram urna garrafa do pseu
d-> Pomard. fabricado em la Villette com
passa8 s agurdente de graos.
huto esto de servico por aqui ?
tornou o 'x-raascate, enchendo os copos.
' Estamos de alcateia ao bairro.
O dia qua hoje coinraeraoraraos foi
para o Brasil data gloriosa que agitando a
aonsciencia nacional trmsformou o colono
em ciladSo de urna patria feliz, da qual
V. M. Imperial o primeiro magistrado, e
tem sido na realidade, segundo a versfto
constitucional, o mais extrenuo defensor
por oxemplos nunca interrompidos de um
patriotismo que nlo arrefece, de urna acti-
vidade que nao canga, de urna bondade
que se nSo esgota, o de ama deJicasao pela
proaperidale commura, que a Ca nara dos
Deputados, dominada pela maia patritica
emoco, sent se orgulhosa em reeonhe :er
as resp-itosas aauli.jSea qu3 envia a V.
M. Imperial por tao popular e festivo an-
niversario.
O Brasil, Senhor, a quera o inclyto
Pai de V. M. Imperial outorgou com a rao-
narchia as mais livres e generosas institui-
eSes, tem sabido guardar, gracaa ao bom
senso nacional, to precioso thesouro, e a
Cmara dos Deputados espera firmemente
que elle ser transmitido intacto s gera-
c3es vindouraa, como o mais solido penhor
de nosao futura grandeza.
Felizes ao as nac.d'es, senhor quando
seus principes a ellas se adiara pelos lacos
do coracao e se mpoera sua admiraco
pelos exemplos do mais acryssolado pa
triotismo e das mais eminentes virtudes
o Curvados ante o tmulo do sempre
leinbrado raonarcha na aaudaraos em V.
M. Imprial o herdeiro do principe magn-
nimo, que legando a V. M. Imperial o scep-
tro e a gloria transmittio a V. M. Impe-
rial a suprema missao de reinar sobre um
povo em que unsonos eao os votos de amor
e adioirayo dyranaatia do fundador do
Imperio.
Sao estes, senhor, os sentimentos da
Cmara dos Deputados, que nos honramos
de representar n'esta dia das grandes re-
miuiscencias nacionaes.
S. M. o Imperador dignou-se de res
psnder:
Associo-mo cora o maior jubilo a
congratulajSes que me dirige a Cmara dos
Deputa loa pelo anniveraario de um dia t5o
glorioso para a naci biasileira. a
O Sr. Presidente diz que a resposta de
S. M. o Imperador, recebida com muito
especial agrado.
O Sr. Affonso Penna pergunta por dous
requerimentos, seus pedindo informales
ao governo e que forara approvados as
sessSes dns das 10 e 12 do raez pasaado.
Anda nao recebeu as inforraacS -s pedidas.
O Sr. Affonso Celso Jnior faz a mes-
ma pergunta com relayo a um pedido do
inforraacoes que, com sorpresa sua, tam-
bera foi approvado.
O Sr. Paulino Chaves pede e a Cmara
concede dez minutos de urgencia para nos
tres qu>rtos de hora da sesso de araanha,
defedder as autori iades de Porto Alegre
das accusac5es que lhe foram feitas.
O Sr. Alvaro Caminha reapoade ao
discurso do Sr. Ratiaboaa pronunciado em
outra sesso sobre os negocies elcitoraes da
provincia do Cear.
ORDEM DO DIA
Entra em dscuss3o nica o projecto n
52, -este anno, sobre l.-ena ao desembar-
gader Marcos Antonio Rotrigu;8 de Sou
za, da ReUcao de S. Paulo.
Vem mesa, s3o lidas, ap iadas e en-
trara em lis'-usso, conjunctamente com o
projecto, ai seguint-s emendas :
Off-*reopino8 como emenda ao pr.-jec-
to n. 52 d^ate auno, o seguime projecto
das coiumissS -s e tazenda e de peusoes e
fazenda :
ao Dr. Alfredo da Graca Couto, merabro
da inspectora de hygiene da provincia do
Vtaranho, um nnno de licenca com o res
pectivo ordenad, para tratar de sua sade
on le lhe convier. Ribeiro da Curaba.
Doiningues da Silva. Elias de Albuqu r-
que. daro da Villa da Barra. Baro
do Oiamantiuo.
Vem mesa, sao lidas e remettidas
commissZo de fazonda as seguales emen-
das :
Igual favor se conceda ao bacharel
Igaaein Accioli de Vasconcellos, juiz de
direito da comarca de Campos na provincia
do Rio Grande do Sul, o qual se acha en-
fermo.
c Sala das sessSes, 6 de Agosto de 1886-
Accioli e Franco.Seve Navarro.Pe-
dro Carnero. Silva Tavares. Torres
Portugal.
Off "-reco como emenda o projecto n.
62 de 1885 :
i Ei o governo autorisado a conceder
logo
lugar
Anda por causa do negocio da estra-
da da ferro de Lyon ?
Anda.
Oh Ha alguma cousa de novo ?
Ha sim.
Descobriram o canalha por quem me
tora a rara ?
InWiz oente aiada nao, mas creio
que nilo tardaremos a por lhe a mSo na
golla, porque o tratante ainda est fazendo
das SU-.8.
- NSo possivel exclamou Osear,
prestan lo ouvidos.
Entretanto, como lhe digo.
(mote-rae isso...
Sbe que Angela Bernier tem urna
?Iba..
Sei, sim A menina que tarabem me
aecusarara de ter querido matar.
Pois bem, essa menina desappare
ceu
Rigault fingi, perfeitamente, grande ad-
mirado.
O litor estar lembrale, do que elle,
nao t-ndo neohuma confianca na polica,
e^tava resolvido a nao dizer nada do que
sabia e a continuar, elle a, as suas pea-
quiz's.
O que, entretanto, nao impeda que elle
desejaase saber o que se passava na pre-
feitura do deaapparecimeato de Emma Ro-
sa, e elle resolveu aproveitar a excedente
oceasiao que se lhe off'recia para aterro
gar homens que podiam responder.
Ella desappareceu I repetio elle.
D sde ante montera.
Foi o assaaaino de Jayme Bernier
quem fes desapparecer ?
Sim, justamente.
lato vocea auppoem.
Te moa a prov : e tambem temos a
prova de que ellj o fez do accordo com
Angla Brnier.
~ Oh I isso nSo pode ser.
Entlo, porque T
ao ajudante do corrector da Cm'xa ds
Amortiaagao, Ernesto de Azevedo Couti-
nbo de Duque Estrada, ura anno de licen-
ca com o respectivo ordenado.
Sala das sesees, 9 de Setembro de
1886. L-tao da Cunha.
Sr, tinao Peni do nSo pedio a
pslavra para impugnar o parecer, mas para
manifestar uma queixu contra os seas
corapanheiroa de commiaaao, que nunca o
convidaran! para uma co iferencia neo
lhe apresenUram o parecer em diacuasllo,
limitando a mandar-lhe papis para assig-
aar.
O atteatado dizia apenas, que o peticio-
nario soffria do rheumatisrao, molestia que
pode ser seria e pode nSo ser nada.
A proposito lembra que apparecem muitos
atteatadoa graciosos, sendo que o anno pas-
sado um desembargador pedio e obteve li-
ceuja, allegando molestia grave, e
que seu partido subi foi occupr o
de chete de polica da corte.
Acredita que o peticionario ueste caso
est r alente doente, porque um nobra
deputado por S. Paulo o asseverou ao ora-
dor.
Como v que demais na commisso de
que f.z paite pedo dispensa de membro
la mesma.
O Sr. imerico de Sonza nSo
vem Buateutar o parecer porque o nobre
deputado Sr. Joo Penido nao o ra(>ug-
nou, Nao acha, porem, convenientemente
fundado o reparo }ue fez S. Exe. de n3o
ter sido consultado sobre o parecer em dis-
OOssSo. N3o foi porqu j a queato nao tem
grande importancia. Pensa que n > ne-
cessario ruuair se a commisso, porque
Cada um dos %seu3 raembros, examiaando
os papeia, pode formar o aeu juizo.
Pedio a palavra para mandar mesa
uma emenda concedendo licena a um ma-
gistrado que infelizmente e8t doente.
Vem mesa, lida, apoiada e entra em
diacussao, conjuntamente com o projecto,
u seguinte emenda :
Ao art.Depois das palavras -sua
saude acorescente-see bem asaim ao
juiz de direito da comarca de Ilhos, Ma-
noel do Nascimento Teixeira, um anno de
licenja, com ordenado, para igual tira.
Sala das sessSea, 9 de Setembro ds
1886. Americo de Souza.
O Sr. finarle de Azeredo nao
tem neeessidade de defender o projecto,
s lhe resta agradecer o Sr. Penido ter
confiado na sua palavra para nao impugnar
o parecer. O desembargador Rodrigues de
Souza est ;om effeto gravemente doento
e precisa tratar de sua s .ule.
Explica que o Sr. Penido nao tem mo-
tivo de queixar-se dos outros raembros da
commisso de pensSea e ordenados.
Ninguem maia pedindo a palavra en-
cerrad a diacussao e reservada a votacSo
p ra a seguinte sesso.
Enira em 3adiacuaaSo o projeto orean-
do a roceita geral do imperio no exercicio
de 1886 -1887.
O Sr. Alfonso Celso Jnior
diz que, no deaerapenho de i.npreacia |7a
dever, vem trazer o modesto contiDgeate
das sus uliservaco s p. ra O projecto em
debate, na elaborado do qual, desdd qUa
se trata de onerar o coutribuinte, wj0 0
eu une pou -o, e neobuma voz demais.
A' incompetencia de t es obaervacSej ser-
vira de escusa a sua sobrie lade.
Depois da aacensao do part do conserva-
dor ao pader decorrido apenas um anno
periodo que na vida das iucoe8 nao cor-
r-sponde talvez a um minuto da huma-
na ; e todava esto j bem accentuados
os traeos que ho de aasign dar esta phase
da poltica brasileira. E' que neste secuto
os homens e es acontecimentos obedecer
ao vertiginoso impulso de dous grandes
propulsores da materia e do pensamento:
o vapor e a electricidade ; a Tjda na0 ei.
lisa, corre v loz, precipita-se.
O capitulo em que o futuro historiador
ocenpar-se dos surjessos que estaraos pre-
senciando, poder ter por epigrapbe uma
palavra triste : retrataeo.
A marcha da administracao publica n#
anno findo outra nlo tem sido seno do-
lorosa peniteacia : que a salve e conduza
a feliz destino a contrieco que a est pun-
gindo.
(Continua.)
}
Porque Angela Bernier est debairs
de chave.
- No postigo de S. Lzaro apanbarara
uma correspondencia ida de fra. Cousa
muito engenhosa. Ardil interamente no-
vo. Mas desconfiaran]. Os guardas esta-
cara alerta e descobriram o ar l.
Osear Rigault deu na mesa um murro
violento.
Oh I com os diabos, fui bem feito,
disse elle depoia. E voces esto na pista
do sujeitinho ?
Esperamos descobrilo brevemente.
Hacemos de nos arraojar da modo a nao
voltar de raaos abanando e sobretudo s nao
agarrar um innocente era lugai do colpa-
do.
No dia era que vocea apanharem 0
bandido que quaai me fez guilbotinar em
seu lugar, eu lhes pagarei um balthazar
do pr -co que quizerera ; e nao hei de auhar
caro.
Mas, observou Flogoy sorrindo, vo-
c disse que vo mesmo que baria de
apanbar esse bandido.
Eu o disse e repito...
En to, vot por hcaso estar cacando
por aqui, como nos?
E' verdade 1 Nao tenho neeessidade
de o negar a vo es, nao assira ? Eatou
resolvido a examinar Batignolies, casa por
casa, se for preciso ; a indagar e ha de ser
o diabo se eu nao acabar por descobrir al-
guma cousa...
Nesse caso, nSo por aqui que deve
operar, meu eamarada, dase Caseneuve.
Porque ?
Por nos aqui estamos e nos encarre-
gamos dessa tareta. Nos nSo saturemos do
bairro senSo depois de o ter explorado da
alio a baixo. Somos oito ds brigada a ex-
plorar Batignolies.
(Confcinuar-ts-a.)

.i
\
Tjp. do Diario riu Uoqao do| Caximi b. 4S.
s^


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHKP2CGV1_5CVH7Z INGEST_TIME 2014-05-19T17:38:02Z PACKAGE AA00011611_19066
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES