Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19065


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ASNO Lili
PAttA A tAfl'AL t LI.AHN OSMUK SAO SU PACA FORTE
Por tres mezes adiantado.
Por seis ditos dem.....
Por um anno dem......
Cada numero avulso, do mesmo da.
DB SEiMtJO DE
PARA DKNTBO E PORA OA PROVINCIA
64000
124000
244000
4100
Por mis meses adianiados. .
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
134500
204000
27400P
4100
DIARIO DE
NAMDUGO
Pxoyxittfaht *t Jttaiwel gnetria fce Jara & Jt)os
Oa Srs. Imndc Priace A .',
df Paria, sSa os nossos agente-
exclusivos de aaaun iot e pus
blic cOes 4a Franca e Ingla-
terra.

O0 *irs. Waoburae II rmanos-
le %en-lork. Bread IVay n.
999, sito os notsos agentes ex.
elusivos de annu cios nos Es-
sados-Unidos
^ Aviso
osSrs. Assig'nan-
tes que se achremem
atrazo, scien tincamos
qu^ devem mandar
abonar suasassignatu-
ras at o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soffram interrupc, o na
remessa do Diario do
1 de Outubro.
ELEGKAMMAS
SSBVIC PABTIC7LAB SO SZASZ0
RIO DE JANEIRO, 21 de Setembro, s
2 horas e 15 minutos da tarde. (Recebi-
do s 3 horas e 30 minutos, polo cabo sub-
marino).
A Cmara doa Depuladoa dellbe-
rou boje oupondcr a ...o. lia ion
do lombem deliberado nomear ama
rommltmao para aaltlr aoi rue-
raea e consignar nm wolo de profan
do petar pelo failecimento do com-
enilador Ensebio Jas lnlunrn.de
potado pelo 1.' distrlclo da pro T-
ela de Hallo Grossu.
Foram reciprocamente transferi-
dos dox commandon el a compaahla
xa* da provincias das Alagan e
do Rio Grande do Norte oa capllaes
Capitalino Cesar Lourelro e Claudl-
BO Mirlnmi de Ol*-ira Cruz.
e Jais de dlrelto competente an-
nniiou a elelcao procedida no mnnl-
elplo neutro, em 9. escrutinio, par*
vereadore* da tilma. Cmara Muni-
cipal mandando nelle entrar ao Sr.
Io do Patrocinio.
SE87I53 DA A&2SGIA 2 A VAS
(Especial para o Diario)
MADRID, 21 de Setembro.
a Insurreieao. que rebentoa en-
tre as tropas da guarniendo, fasena
parte treaentoa miniares.
A referida Insurrelcao rol sufTuca-
da. mas, aoeaar lisio, a cldade de
Madrid fot declarada em estado de
sitio,
LONDRES, 21 de Setembro.
Novas perturbaste e de summa
imporiancia acabaa de manifestar-
se em Belfas!.
as autoridades nao podem conse-
guir comprlmll as geralmeate.
Ageuuia Havas, hlial m Pernambuoo,
21 de Setembro *e 1**6.
INSTRCClO POPULAR
O pao cntra, termo medio, metade das substan-
cias alba tinosas que conten a carne do boi. '
portant--, menos nutritivo do que lia ; e o indivi-
duo que se alimeutasse exclusivamente com pao
nao tardara em sei.tir o eff ito desastroso de uno i
alimentacao naufficiente. Ascresee que o pao e
a carne nao sao digeriveis em igual grao, porque
a substancia azotad* do primeiro o (gluten) dissol
ve se com maior difficuldadc nos suceos digestivos
do que a fibrina da segunda, e menos anloga
do que ella s substancias albuminosas do angue.
Gasts, pois, mais tempo para transirmar-se
nesas ; produz pouca fibrina, e tal o motivo pelo
qual os trabalhadores do campo teem a fibra mus-
cular menos enrgica e menos resistente do que os
das ciriades, os queaes consomem mais carne na
sua alimentacao.
MllboE' menos nutritivo do que o trigo, por
ter menos substancia azotada, e por ser de menos
fcil digi-sto. E' mais abundante em gordura do
que Be, Em grilo nao ua>do na Europa pelo
horneo), como alimento. Em farinha emprega-se
em caldo (papas), ouconstituiado pao. Nos paizes
em que o mi ho substitue o trigo, preparam-se de
diflvrentes modos as papas, que sao diversamente
adubadas.
ArrozFoi em tempos considerados o arroz
cerno sendo de urna notavel forca nutritiva, pelo
facto de constituir o alimento qnasi exclusivo das
populachos indianas e chinezas.
Mas havia um doplo erro nesta apreciaco : o
arroz alliquasi eempre associado a outros alimen-
tos ricos de materia gordas e azotadas ;e, quando
usado qasi puro, os individuas que assim se
alimentam consomem quantidades enormes d'elle.
Comparando se a compos (So do arroz com a dos
outros cereaes, verifica-se que el e o mais p >bre
de todos, tanto em materia azotada como em prin-
cipios gordos e em saes mineraes. Pode, dem du-
vida, f.tz r parte de ama boa alimentacao; mas
preciso para isso que seja associado a ou.rosa 1-
mentos, abundantes dos principios alimenticios que
Iba faltan'.
(Contina.)
IARTE OFFICU,
(ExtruAido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO K DAb K8OOLA8
CAPITULO V
ALIMENTACAO
(Curt *fiuuv"o
PaoO pao om aiim nto excellente- poia que
contem elementos nutritivos inorgnicos, orgam-
oos nao asoladas e orgnicos azulad s. Com 100
kilogrammas de farinha fabricam-se 130 kilogram-
nas de \&o ; encerra este, poia, em combinaco
om a farinha, mais de 23 por cento de agua juu-
tando-se lhe a que propria da farinha, resulta
que a terca parte do peso do pi comtttuida pela
apa.
ia oa requisitos a que deve satisf.zer o pi,
para poder considerar-se de boa qualidade E'
aecessario que esteja betp le veda, isto prvido de
iAof em todas as toas partea, que exbale um cheiro
agradavel especial ; que o milo seja homogneo
e elstico, que o* olhos reapparecam depois de ter
ido moderadamente comprimido ; finalmente, que
a codea seja sonora e bem adhereate ao milo.
Deve o pao ser reputado de m qualidade, ou mal
preparado, quando cheire a bolor, quando sej
amito escoro ou tenha cor desigual, qaando c> ute-
ha gramos de farinha, e Umb.-m quando o mi-
lo nlo re-adquiraa ana forma primitiva, dep da de
haver sido comprimido, oa seja difluente emCassn
o,ou finalm nte, qaando a codea sej* branca,
nolle oa qaeimsda, e nao adbira ao milo.
Comquanto, como diisemoa, seja o pao om bom
alimento, carece, comtudo, de ser asa .ciado & car
M, para oonstitair am alimento comp eto erop ara
dar. A reumio atate deas elemento* nutritivos
tve o typo da alimentacao do trabalhador.
enverno da Provlnela
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 20 DE
SETEMBRO DE 1886.
Engenbeiro Antonio Pereir* Simes.D-se.
Antonia do Monte Bezerra de Mello.Em 28 de
Agosto lindo officiei ao director da Colonia Isabel,
mandando admittir os menores Jos Carmino e
Joo Angosto, quando houver vaga. Quanto a
menor Mana, nao pode ser att ndida, vista da
disposico do art. 2a do regulamento'de 8 de Ja-
neiro de 1878.
Abaixo as-ignado de moradores e negociantes
dos povoados Fro e Sertozmho Nesta data so-
licito da Presidencia daa Alagis as necessariad
providencias, afim de nao continuar o procedimen-
tu irregular do agente fiscal de que se trata.
Antonio Vasconcelos dos Santos Foutee. O
eupf licante nao pode ser attendido, por nao ter a
idade leiral.
Adolpho Astolpho Lina de Albuquerque, Jos
Duarte de Almeida, Marianna Cava toante de Al-
buquerque Costa e Thom .x Antouio Maciel Mon-
teiro.Sim.
Antonio Lelles de Souza PintesNesta data
exonerado o euppliuaute de que. se trata polo fun-
damentos constantes da respectiva portara.
Bernet & CEm vista das informacoes, nao ha
o que deferir.
Compaohia da estrada de ferro do Recite a Ca-
zang.Concedo a prorogaco de 3 mezea, a con
tar do limitado praso do contrata, para concluso
da estrada da Varze*, comtanto qu comece o ser-
vivo dos trena at o dia 24 de Outubro, como as-
signara a supplicante.
Companbia Norte Braailian Sugar Factores, Li-
mited.Indeferido.
Francisco Patriarcha de Oliveira. Sim, satis-
feito os direitos fiscal.
Feliz Percira e Souza.Passe portara, negan-
do ir jvimento ao presente recurso.
Padre Franciaco Versaimo Bandeira.Em vis-
ta do que diap i o art. 86 do regulamento do The -
souro Provincial de 2 de Julbo de 1879, nao tem
lugar o que requer o supplicante.
Francisco Tavares da Silva Cavalcante. Nio
pode ser atteodido.
Gustavo M-rmond. O pagamento requerido
pelo supplicante, foi autorisado em 15 do cor-
rente.
Gerente da eetrada de ferro do Recite a Cazan-
g.sim, nos termos da portara desta data.
Dr. Israel Cyaneiro. Informe o Sr. Dr. jais
municipal do termo de Gaiaohuns.
Juvino de Carvalho Varejao. Passe portara,
negando provimento ao presente recurao.
Joa Monteiro Peasoa. Sim, com vencimentoa
na forma da le.
Jos Faustino Marinho Faleao e Joo Rodri
guea de Moura.Iutorme o Sr. inspector do The-
aouro Provincial.
JoSo Pitta VirSes.Informe a Cmara Munici-
pal do Recife.
Libanio Presidio de Carvalho. Sim, na forma
da lei.
Maaoel Mara Seixas Borges.Complete o sello.
Manoel Oelphino de Medeiros Favillo Remet
tido ao Sr. inspector do Thesouro Provincial para
mandar effectuar o pagamento solicitado.
Pedro Cesar Pessoa Cavalcante. Indeferido,
em vista da informacao.
Vicente de Asis Tavarcs. Remettido ao Sr.
Dr. chefe de polica, para atfeader.
Secretaria da Presidencia de Pernamba-
co, em 21 de Setembro de 1886.
O xjudaate do porteiro,
Antonio F. da Silveira Carvalho.
milito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poh-iia, Antonio Domingos
Pinto.
Thesonro Provincial
de3pacuos do dia 21 de srtembro
de 1886
Pret do corpo de polica.Examine se.
Jos Canello do R^go Barros, Carlos
Alves Barbosa, Jos Nicolao Ferreira Go-
mes e offijij do Dr. procurdor dos Fri-
tos. -Informe o Sr. contador.
Henrique Olympio Tavares da Rocha,
Mauri'-ia Mariada Conceicao Alncar, Al
fredo Ferreira GuimarSes, Joilo da Silva
Ara ral e Antonio Rodrigues Tavares.
Gertifique-se.
OfBjio do Dr. procurador dis Feitos.
Informe o Sr. Dr. administrador do Con-
sulado.
Eloy Porphirio do Lima Ribeiro.Fa
cam-se as notas de portara de licenca.
Petronillu Aurora de Mello. Ao Sr.
contador para cumprir-se o despacho do
Extn. Sr. presidente.
Padre M.noel Ferreira da Rocha.Ha-
ja vista o Sr. Dr. procurador tical.
Juao da Costa Ribeiro e Souza, pret
do corpo de polica, Joaquim Pires da
Silva e Gustavo M-rmond. Pague-se.
Igna-io Baptista Fundador. Ao conten
cioso para attender.
Repartlco da Polica
Secya.. 2.' N 922. Secretara da Poli-
ca de Pernambucn, i de Setembro de 1886.
Illin. e santa. Sr. Participo a V. Exc.
bontem foram recomidos na Casa de De-
teuc&o apenas os indiviluos de nomes Jos
da Costa K is e Jos da Costa, presos por
disturbio, de onlem do subdelegado uo
2*. distri to da Boa-Vists.
Communicou me o delegado do termo de n- Jos
da Egypt.i, que no da 4 d> corrate tora captura-
do pelo cadet Marcal de Siqdeira Caiuaos ; o cri-
minoso de morte Pedro Vieira da Silva Moreno.
Tamb m no da 28 do mez ultimo foi capturado
na termo de Florea, em virtude dd au.n lado eipe
dido pelo juiz municipal respectivo, o individo de
nome Jeo L-ite Pereira pronunciado no art. 192
do cdigo criminal.
Pelo subJelegado da fregueziade 8. Fre Pedro
Goncalvea, foi remettido ao Dr.juis de direito do
1' districto criminal o inqoerito policial a que
proceden contra Manoel Francisco Arthur como
meurso as penca do art. 205 do cdigo crimmi-
nal.
Communicou-me o cidadio Demetrio de Gurm j
Coelho, subdelegado di 1 dutricto da Gra^a, ter
neitadaiap asado o respectivo ezrercicio ao Io
upplente capitio Antonio Bezerr* de Menezea
Lyra.
Tambem communicou-me o cidadio Jos Fer-
reira de Albuquerque Mello ter no dia 11 do cor-
lente awamido o zercicio d carga de delegado
de termo do Bonito.
Deas guarde a V. Exo.Il'm. e Exm,
Sr, Dr. Ignacio Joaquim de Soasa Lelo.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 21 DE SETEMBRO
Jos Antonio de Siqueira. Certifi-
que-pe.
Marianno Emiliano Cavalcante de Albu-
querque, Carlos Augusto da Veiga Fguei-
edo, Manoel Lamenha da Rocha Los,
Eduardo Goncalves Carneiro LeSo, Eleu-
terio Alexandre Carneiro L-ao e Franco
das Ghagas Pimentel. CTtifique-se.
Affonso Augusto de Brito Tborda, Cae-
tano Ceriaco da Costa Moreira, J. Sabino
L. Pinho, Ferreira de Souza <4 C. Jos
Lopes Alheiro Sobrinho, Joaquim Goncal-
v-s Caacao, Costa & Medeiros, Manoel
Franeicco de Almeida, Ayres de Souza
Baptista, Pohlmann & G., Balbina Mana
do Nascimento, Joo Nepomoceno Coelho
da Silva, Jos da Costa Rabello e Tho
maz Times. Informe a 1.a scccSo.
Maia & Rezenle. Cu npra-se.
C >8ta Silva & C. A' 1." scelo para os
devid-s fins.
Mara Pires Campello.Certifiqese.
Dez petic5s de JoSo Pereira Brandan.
CertlfiqU'-Se.
Duaa de JoSo Francisco de Araujo
Mello, tres de Manoel Amando da Silva,
se te de Manoel Augusto Freir.Certifi-
qUe-86.
Quinze petigSes de Jos Amancio dos
Santos. Cai-ti fique-se.
Instrucco Publica de Pernam
buco
DESPACHOS DO DIA 17 DE SETEMBRO DE
1886
Jos da Vera Cruz Campos. Compra-
se, regstrese e marco o prazo de 45 dias
para entrar no gozo da licenca.
Cordolina Amelia da Paz. Em vista da
niormacjlo do delegado litterario de 22 de
Agosto, da qual consta nao serem as faltas
de exercicio da supplicante das que sSo
consideradas justifiuxveis pelo regulamento
vigente, indefiro a presente petico.
- 20 -
Francisco Deodato Lins. Encaminhe-
se.
SebastiSo Antonio de Albuquerque Mel-
lo.Encaminhe-se.
- 21
SebastiSo Antonio de Albuquerque Mel-
lo. Justifico.
Secretaria da instruccSo publica de Per-
nambuco, 21 de Setembro de 1886.
0 porteiro,
J. Augusto de Mello.
Depois de uina larga e acalorada liscusso con
cordiiam nSo ceder as pretencoes em grve. De
cidiram que ot trabalbos durariam 9 horas como
at entilo. Meia hora depois os patro s principia-
ran) a firmar as co idicoes do aecordo. Qumdo j
oitenta pairoes tiuham assignado, rebeutou com
fo'miiiavel strondo, por baix da mesa situada a
entrada xla, um tubo de ferro de tres centi-
aetrus, que continha plvora comprimida.
A diapersio foi g. ral e instantnea.
Ein consequencia da exploso, resultaram alguns
contusos e seis feridos, tres dos qnaes com muita
gravidade. A um torna-Ee necessario ampatar-
Ibe as per is.
A sala ficou abalada no pavimento e as pare-
des.
A autoridade judicial reunise immediatamente
no local do successo, tomando d>-claracdes a qua-
tro pessoas, que foram presas. Os feridos sao pa
to 8.
Durante todo o dia 1 de Setembro estiveram
reunidos no salao da ra de Canud os revistas,
enviando commisrd^s s obras e impedindo os tra-
balbos. A sua attitude muito intransigente.
Em 15 ir. eloua foi surpreheudida urna reuuio in-
titulada Centro de caridade espinlual sendo pre
sos tres opotUilos e mais urnas tres pessoas que
faziam de mediue.
As outras pessoas, urnas sessenta que alli se
achavam foram postos em liberdaie.
*
A urna hora da tarde de 31 de Agosto ebegaram
a Madrid os jornaiistas italianos ; a estaclo e o
passvio do Piado estavam vistosamente decorados
com eseudns de Italia e do H- spanh; o arco de
triumpbo levantado na ntiga pota de Atocha es-
tava esplendido. A' chegada do aomboio levanta-
rain- -ntbusiasticoa vivas Italia.
A eommiseo de recepcao era presidida por Nu-
nee de Arco, e entre o numeroso publico que es-
pera va oa distinctos viajantes acbava-ae tudo
quantc ha de mais escolhido em Madrid em lettras,
armas e sciencias.
Mais de quatrocentaa carruagena seguiam as que
conduzam es jornalistas italianos e a commisso,
at no hotel da Carreira de S. Jeronymo, ondo- se
hospedaran).
Fizersm seas devidas apresentnco -.-s e Nunea de
Arco fez sos hospedes um notave1 discurso, ao
qual respondeu o eminente oradoi Cavailotti com
outro el' qu ntissimo ; que terminou c iva um viva
Hespsnha.
A' noite assistiram ao espectculo do Circo Hip-
podromo e no dia seguinte ao alm co, dado em sua
honra nos jardins do Retiro.
Lozaga foi encarregado de organisar e concert
que deve rea'iaar-se no Jardim do Ajuntamento
em a noite do jantar aos jornalistas italianos, que
se mostram profundamente agradecidos s finezas e
deferencias que tem recebido.
O sumptaoso banquete offerecido pelo municipio
de Madrid foi no Buen Retiro, no recinto coberto,
onde o publico assiste s representafes lyii-
cas.
O aspecto eia deslumbrante.
O scena cheia de plantas e arbustos, que pare-
cim trepar para enroscar-se as bandriras italia-
nas e hespanholas que por todos os lados se viam
em fraternal convivio.
Um magnifico escudo bipartido de I'alia e Hes-
panha, ten Jo a cruz branca de Saboy e a Lr de
lia da caca de Bourbon, com aa bandeiraa daa
duaa i'acCoD encima va o prosoeaio.
Enormes quantidades de Tazos com fl res e ser-
pentinas, embalsamavam o ambiente, dando a
mesas onde em largas linhas transversaes brilha
vam lindos ramalhetes, tons hormoniosos e pers-
pectivas encantadoras.
Do treto pendiam bandeiras dos dous paizes, e
grinaldas perfumadas que quas beijavam os con-
viva?.
A cabeceira da meza sentavam so o presidente
da sociedade de eacriptorea e artistas, Sr. Nunez
de Arce, tendo sua diteita, o jornalista Caval-
latti e esquerda o cnsul da Italia, Sr. Pigue-
ti.
Levantaram-se varios brindes imprenaa dos
dous paizes, unio da raca portuguesa, etc., f->-
zendo nm eloquente discurso e Sr. Nunez de Arce
a que respond. u o Sr. Cavallatti.
Foi, em aumma, um banquete onde os membroa
da imprensa ds dous paizes amigo confraterni-
saram na maia leal camaradagem.
A d. putncao provincial de Madrid mandn
Sociedade de Escriptores e Artistas mil pesetas, e
daaa mil e quinientas o banqueiro, marq iez de
Campos para ajuda das despezas da sociedad fei-
tas com os sena collegas de Italia.
A's 4 da tarde, partiram para Barcelona os jor-
nalistas italianos, udo despedir-se delles a im-
pr- nsa, sociedade e centros da capital do princi-
pada
Fall. ceu em Saragoca, de ama clica, o general
Delatre.
A' 1 hora da tarde chegaram os Ilustres jorna-
listas.
Em Barcelona tambem oa jornalistas italianos
haviam sido muito festejados.
O presidente do > comit da imprensa italia-
na Banghi telegraphou a Nunez de Arce, agrade-
cendo as manit. ataco- s de sympathia dos escrip
torea heapanhoes para com oa formalistas italia
nos.
Tambem o ministro o Sr. Grinuldi em am jan-
tar que se realieoa no Tivoli (Roma) assentou
sua direifa o nosso embaixador heapaBhol no Qui-
rinal, conde de Raacou, felicitando-o peo cordeal
acolhimeoto dos jornalistas italianos em Hespa
nba.
O discurso pronunciado ha poneos dias pelo de
putado Portu..ndo ao apresentar os candidatos da
c, al sao dos eleitorea do diatricto do Hospital,
teve grande injportaneia, poia em contrario do que
tt-u. dno alguns joruaea ltimamente atfirmou, que
> a coaliso contina no seu cammhi aem fraque
jar, ni m ae arrepender, aecteecentando, que o
proieoimenio revolucionario cmplela o de lucta
Hgal.
C- nf rme noticias ie Valencia a coromisso no-
meada pwra estudar a chamada quest&o de arroz,
parece que influida peloa pr prietanoa e inclina
ho hugmeut bobre a importaco do arroz estran-
lm Ti-riagona tem se distribuido com grande
picti.f pioclaroaiSes carlistas, at raesmo nos
quaiieis, tui varias esquinas tem apparecido le-
trciros Oiztndo:
V va i ai los VII e abaixo o famoso programma
ifl. ni. id. as feras Catalunla.. -
i> dtwern paia ^alhn anca do capit&o Colombo,
> lo fe da et-colta oa raiuba r> gente, contina sendo
oihiuia i1. ti daa aa envetaacoea tanto om Ma-
i r i u nat- pn vuicias
(i |>V'ii'i' iih o-no aceiii u ofEcialmente me
o eao da Hesianha as quectoea entre a Italia e
.-i o. Colombia. O gi)erno receia um le-
i ii il ni Aiagao, e mi* ti a-se muito preoc-
. i I d. < m c. rus di rpachos em cifra, qu rece-
V ret
' i ideal Paya 11 nomeado vigario geral do
. Xi Rilo ila ajun'dii.
i or i que nm *o ministro da fatenda desiste do
pr'jeciado cn-prt^nno de quinheutos milb5aa de
>. d" mo fl. ito que a noticia tem
i hu ni euj t do o piiz.
U z'> que i( gi que abrir m as cortes ; prenta-
i seul prij eios s< tire tabacos, consnmos e
en ,) i iro os novosorcamnlos nivela-
B) i sub rniuario para a marinha, gner-
i.aia o qual cunta com recursos ex-
trai rdiiutrios.
|' i i. volts.- de novo ac proscenio da poltics a
qu. ftao da Carolina, qu- toda a gente julgava
lu u. na nuito bem morta.
DIARIO DE PERAMBUCO
RECIFE, 22 Dt SETEMBRO DE 1886
Modelas da Europa
O vapor nacional Ville de Pernambuco, chegado
hjutem da Europa, foi portador das aeguintes no-
ticia :
Pormaai
Datas de L'en. at 6 de Setembro, 9 das maia
adiautadaa do que as tr-zidas pelo Botario
As noticias deste reino acham e na carta do
nosso corresp-nd< nt gob a rubrica Exterior.
Hepaiiha
Sobre este paiz e.eievem-nos o supracitado cor-
respondente o seguale :
E' tura d- duvida que o g>n>ral Lopes Do
mmgues reprova or en quanto, qoncrquer uii'Ai
com a tos o, sustentando as ideas fl. moerativus
aa esquerda Co..tra S .gaata que -e mnntra p< uc>
affecto a ell 8 ; e liara prnva que i gen. ral n.
raza", 0 que diz E< Imparciell t-i.j d'r. eu.r
d putado nnoibt^i ai, que ni.nna i ergu aa.eiile
Sa^asta porque nao cnin,,ie o scei rd e u pn gram
ma rediifio por Mi ntniu Ra Alarro Maitines.
na occaaian em que a man i psrte la esqueir en-
trou no tuei niisuio.
Sao ezageiadas as BOtieiaS ie ftivaa siieda
raiuhn regente Er-t curri, lean ente itidabruc
da, devendo regreesar a Madrid no ma 12 i H
rente, para d. poit pat-ear i u seu- augt >t I tiihi ?
o resto do mes em aigum pon do t antabt a
O ministro d* governva nsndeai.u t tem
ooHeaab d> eabirnte, quino i gi moq i< W i
nz, que ei nsid. rava infundados o ree*io ktatei
ordem publica, psxacendo-lbe cjccsf vfca I
medidas de prei^nucne adoptad':)- ii"'n i n ati
0 S*. Mnr:t sabio para OS b.i.lios de Eseo
r ara.
Um telegramma de Madrid para o p ri- dieo La
Concordia de Vigo disse ter coirid S7 i Al" '
i imite, all, que alenne ifcia nham ido presos por buapeit. s, u.B que i a u iuis
teriaes desmentiram esses boat< a. <> u.enuu (< le-
giamma da que se acentuavam oa biaUs de pr-
ximo tranaUrnt da ordem em Barcelona, e qoe aa
autoridades redobravam alli de vigilancia.
A'a 8 hiras da t-rde de 81 de Agosto reunir am .
se no Fomento da Producco Nacional em Baice- Tem s.oo mu.to comn-ntada a conferencia en-
tona 96 patross de pedreixoi.
tre o ninitro dos negocios estrangeiros e o repre-
sentante da Allemanha em Madrid. Duia-se des-
ta conferencia que o ministro allemo havia pro-
curado o Sr. Moret para lhe entregar certo protes-
to, f irmulado pelos negociantes establecidos as
Carolinas, por causa de lhes terco) sido tiradas
pelas autoridades hespanhilas attribuices oa
franquas, que disfructuiram.
Accrescenta-se que os allemaea residentes em
Jap denunciaram ao governn hespanhol excessos
que elles cmarderam comm^ttidoa pelas autorida
des beepanholaS em beneficio dos subditos da ma-
tropole.
A Gaceta publicava o protocolo entre a Hespa-
nha as ilhaa Carolinas e Palaes, concedendo-se
aoa subditos inglozea as mesmae vantagens e pri-
vilegios gozados pelos allemaes as mesmas ilhas
Falla se de urna viagem da rainha regente a S.
Sebaatio, e talvez mesmo Austria. Se tal cou-
84 se realisar ficar encarregada da regencia de
Hespanha a rainha D. Isabel de Bourbon.
A rainha regente de H'spanh aeaba de encom-
mendar ao sapateiro da corte de Madrid o primei-
ro par de botinas para o rei Aff 'nao XIII. Estas
botinas sero de couro. Seguudo um autigo cos-
tume, antea que um principe hospanhol calce as
suas primeiras botinas, ellas teem de ser benzidas
afim de que a proteceo divina proteja os primei-
roa pasaos do principe.
A rainha Cbristina mandou ao mesmo fazer 300
purs de botinas, que sero distribuidas, em nome
do rei, peloa filhos dos pobres de Madrid.
Franca
Os trabalbos para a formacao do urna direita
republicana em que venham a entrar elem -ritos
m "narchicos ou nao avancam ou a diacutem vaga-
rosamente.
Haver bons desejoa, mas fallecem os recursos
valiosos.
Da questo que ao havia suscitado entre a re-
publica e a c-te de Roma, do que ao' diz, parece
que se chegou a urna intelligencia que ni) se sa-
ben) o que seja, e que ae o que alguna annun-
ciam, j encontrara reluctancia da parte de ou-
tros.
Em quanlo, porm, nao forem auffioientemente
coubecidos oa termos da negociaco, parece in-
tempestiva.
A fusta com que foi celebrado em P.ria o cente-
..ario do eminente chimico francez foi realmente
explendida.
A inajguracb da estatua n'ama sala do Mus u
efif^otaou-ae s 2 horas e meia. Chevreul, acorn-
panbado por seu filho e pelo seu neto, (o qual con
la j 32 anuos e tem muitos filhos) entr >u na sala
s 2 horas em ponto, dirigio-se para tribuna, fi
cando ao seu lado Mr Goblet, ministro da in-
strueco publica, Mr. Fremy, director do Mua-u
e outras pessoas e directores do varios institutos
acientificos, luteranos e industnaes.
A sala retrorgitava de assiateutee, d'eatre os
quaea se viam mu'toa senadores, d -putados, diplo
matas, hom o do lettras, jornalistas, estando em
fan representada alli a poltica, a aristocracia, a
sciencia, a litteratura e a industria franceza e es-
trangeira.
Qiiando Chevreul entrn no Museu, a orchestra
too-ou a marcha do Propheta, e quando elle subi
os degrus do estrado, fel-o ao s m da liarse-
Iheza.
A'a 2 horas e meia foi deacoberta a eatatua, no
meio d'uma salva prolongada de pilmas e br*voa
A obrada Guilh-rme a-tiniravelinmute exeoultda
e ca extreaa aiiapcidade.
Em seguida comecou a deifillar diante de Che-
vreul o enorme cortejo, comp >ato de todas as cor
por-covs scientrficas, Iliterarias e inJustriaea, que
uomproceram ao centenario.
F ram pronunciados varios discursos, entre os
quaea um de Mr. Fremy, outro de Mr. Z U-r, em
nome da instituto, um de Mr. Vitu, representante
da imprenaa, um di Mr. Goblet, em nome do go-
veruo e varias poesas.
A' 6 horas da tarde relisou -se no salo de hon-
ra do H >tel de V le o grande banquete. A mo-
aica da guarda republicana, no principio do jantar
rompen com a Marse'heza.
Foram feit Quando se p-tasou para a sala, em que hav' de
realisar-ae a festival, Clones Hugaea recitou urna
exp cndida poeaia.
O festival principiou s 10 horas. Foi dsa maia
bnlhauti'3 gracas ao concurso dos artistas miis
notaveis, que nelle tomaran parte.
Durante o banquete. tend< bavido entre um de-
putado e um offio-ial urna discueaao violenta a pro-
posito de Thiers, deu em resultado desafiarem-se
para urna reparaco pelas armas.
A feata terminou com a grande marcha aux-
fianbeaux, a qual partiodo da praca do Hotel de
Ville, percorreu aa ras principa.-a de P.ns, no
meio de acclaroacoea enthuaiasticaa a Franca a
repblica e ao exercito.
O governo francs acaba de expulsar do ter-
ritorio da repblica um sacerdote inglez que viva
em l h-.ntiliy e era capello de urna ermida, para
cuja fuudaco concorrera o duque Anmale.
Quando appareceu o decr-to da .-xpulao da-
qni lie principe, o padre Drought manifestou por
escripto ao Duque de Aumale os aeua a ntimentoa
de aympaihia e de pesar, e proraov.-u na colonia
inglesa um abaixo assignado em que ae co'tfessa
vain o ri-speito e a estima pelas qualidades do
Duque de Aumale. Nao foi preciso maia do qu.
esta manifeatacao, de carcter puramente panicu
lar, para ser intimada ao padre Drought a orde u
de expulso.
O Rvd. sacerdote obed^ceu immediatamente
intiinaci do g iverno francez e parti para Ljn-
dres.
N da mmedato ao da sua ebegada, escreveu
ao Time* a siguime carta :
Sr. redactor Ao entrar bontem em Inglater-
ra t ucontre o meu nome em todos oB joma, s, fi-
gurando sob o titulo :Um clrigo ingle aspis*
de Franca
Em vista da irrande publicidad quj se tea)
dado a este malaventurado asuiupto, julgi do
meu dever declarar que durante maia de 6 anuoa
u_u.' reaidi em Franca, ex-ro-en lo aa funecdo* de
capello em Ch utilly, em nenhuma circuinatao-
cia me intrometti na p.litiea do paiz e nunca disse
nem pratiquei qualquer cousa que, com apparen
ca de fundamento, podeaae aer o-onailerada como
maofeataco hostil contra a forma actual de go
v.-rno e Franca.
Foi nicamente por ter presentado urna breve
alKiCuco de reapeitosa sympathia ao Duque d
Aumale, a proposito do seu exilio, para lhe agra-
decer a benevoloucia com que tratara sempre oa
subditos ingleses res-dentee em Chautilly e a ge-
ii. rosidade com que aubscr^vera para a eu-tenta-
cSo da capella a meu cargo; foi nicamente por
iato repito-o, que fui expulso do territorio francez
por modo iueeperado e ignominioso
Nao de uenhum motivo de fundamento, ag-
gravo ao governo francez, que ap-aar diaao me
iofliugio um castigo severo, obrigando-me a aahir
ir cuitadamente do mea lar.Drought, ex-ca-
pelio de Chautiiiy.
Oa joma- s miniteriaea franceses atErmam ser
infundado o boato da transferencia do Sr. Labou-
laye, embaixador em Madrid, para Berlim.
No prnximc anno realisa-se no Havre urna ex-
posicu martima internacional. Ser inaugurada
no dia l ae Maio e encerrada no dia O de setem-
bro, podendo ser prorogad at 15 de Outubro.
Affirma-ae nos circuios mais autorisado, que
a diplomacia inglesa e francesa e preoecupam
eriamente em iniciar alliancas entre as nacoe
occi l.-ntaes.
Suptoe- e que ha muito tempo que o or. ae
Fr.ycinet nutre as mesmas idea.
tt alli-uca dariam como resnjMtlo reol-
v r-se firmemente e para emprs a ditficil questao
do Oriente, mantendo se a aupremacia.da racas
latina e inglesa 4 trente dos imperio do* aerte.
Insrlaterra
A situ cao interior da Inglaterra predomina por
tal forma, que nem aa noticias da Bulgari i, nea
aa da Birmama, nem aa da India sao suaceptiveia
de levar Ihea a palmi. O g-ivern' d) marquez de
Sabiscury tem maioria parlamentar que jt so mi
nifeatou de um modo incootestivel; mas como esaa
miioria nao himogenea, como detorminada
sobretudo pelas di viso js do partido liberal cota-
prehend;-se bem que o governo sej* demasiado
cauteloao e prefira urna posifZo reservada a quies-
quer arroj s
Por sua parte o partido lib.ral, qne tem aoa
frente o Sr. Gladatone, nao tem immediato inte-
reaae em provocar o governo a que.rar um silen-
cio com o qual este o primeiro a soffrer.
Feitaa as n'cessanas doclaraco's, o partido li-
beral espera, poia com o ir eaperando tem tudo a
ganhar.
O Sr. Parnell, por a 'U lado, acompanha o par-
tido liberal com aincera dedicaco e admiravel
bom senao.
Em vez de trovejar ameacas, accentua a sua
esperanca com muita confianca no futuro. Nao
carece de fazer imposico a, que mais e maiore as
faz a gravidade da c lusa que defend.
E registrando as conquistas feitaa, o progresa.,
operado, espera, peloa meios pacficos, chegar i
realiaaco dos seus desejo.
E' esse o emp uh i do Sr. Gladatone, que, antes
de partir para o continente, deu lu da pub ici -
iade um trabalho em que ao expe oa sen eafor-
c a com reapeito queato irlandesa, anaiysaado
os trabalhos feitos e tirando dos factoa a licio que
el lea podem dar.
Nao ae gente quebrantado aquelle nobre ei-
uirito, e a sua palavra, sempre nobre e generosa,
leva a consolaba > e o ceuforto aos animo m 'nos
preparados ; ara supportar ta contrariedad'.
Sir Charles Dik', considerando completa-
mente perdido a sua carreira poltica, de o* do
desastre s'ffrido no seu escandaloso procesao,diri-
gio-se ao Canad, aonde acab i de chegar. Vai
com elle sua esposo.
O ex ministro radical permanecer alli algosa
tempo, empreh.'ndendo, em segjida, urna longa
viagem de alguna anuos rod do globo.
A cmara dos cimmuna, c mtinuando adra-
cutir o projecto de resp >sta ao discurso da corSi.
rejeitou por 201 voto8 con-ra 125 urna emenda con^
t-ana aanexaco da Bum-inia.
Tambem a cmara dos commun rejeitou por
304 v .tos contra 181 a emenda do Sr. Parnell ao
projecto de resposta ao discurso da corfi.
O Times affi.-nviva, ba dias, q'ie, quando eae-
gou a Buuhareat o pi incipe Alexandre da B Igaria,
lhe foi entreuue p-lo ministro infles WiHim
Wbite urna mensa^em que para elle acaba da re-
ceber d i governo britnico.
A menaagem produzo no principe vivissiraa
impreaao Era redigida em termos explcitos
terminante, animando o principe na eua empresa
de regreaa ir e oceupar o aeu throno de maa-
ter-ae n'elle valentemenie.
A menaagem d > governo inglez ao princiqe Ale-
zand.e a confa prova do acto do czar enviando
a Sofi* o principe D .Igorouki. Etfectivameate
principe Dolijrouki, aecreHrio de estado do czar
grao mestre de cerimonias do imperio russo, sakio
de S. Peteraburgo para S-.fia.
O principe levava para Sofa urna miaso do
csar, cujo alcance nao anida bem conhecido, e
qual ae attnbue extrai rdi iaria imi-ortancia
As potencia consentem, pelo menos ludo o fas
praaumir, ua r.atauraci) do prineipe Alexandre.
Asfim declaroU no parlamento inglez o secretario
dos negocios estrangeir .s, acerescentando que nao
dnve mortificar o principe de Batteuberg por ter
um insignificante grupo de conspiradores abusado
da sua confiarle e da confianza do exercito e do
povo.
Insisti o secretario declarando que o principe
deve a estaa horas estar convencido de qne a
eua poltica interpreta va fielmente os desejo e
tendencias d iminenaa maioria dos seus ufe-
dito a. *
N'etas pl^vraa, que cauaaram grande imprea-
ao, transpira urna usmuaco ao governo de S.
Peteraburgo.
EXTERIOR
Correspondeac'a do Diarlo de
Pernambuco
PORTUGAL Lisboa, 6 de Setembro
de 1886
Espera se que el-rei cheque aLisbi antes do
dia 28, que o 23 anniversario natalicio de S.
A. R. o pri.cipe D. Carlos e o 21* de sua or a
princeza D. Amella. Falla-se em que a recepta
seja bnlhante, indi vanas corporacoes artistieas,
scientificas e comme: cises eap -rar S. M. fra da
barra em vaporea c m bandas- de muaica e a cor-
veta A/fonso de Albuquerque
O ac buneuto que o Sr. D. Luis I teve esa
Berlim f .i muito nouvel Foi a 26 do mes ps-
sado que S. M. alli ch gao pela 1 hora da taris.
Na estacan do caminho de ferro, que estava nea-
m nte adornada com bandeira portugueza, slle-
uoa e pru-cmiras, e8per^vam O rei de Portugal o
iinp-rad rGnilherme, o principe impetial e optia-
upe Guilhrine, o pnne-pes d l- Meinin Leopoldo de Hh-nzoilern e muito geueraes ds
xercito allemo.
Fazia a guarda d honra urna comnanhia da
iruarla pruaoiana. Qu.ndochegm o c mboi >, o
imperad >r aporox'nn .u-a da carruag-m real*
aoracou tr-a vzea a ei-r-i D Lu. O principa
imperial e o prineipe Guilhenoe abra^aram t*a-
bein el-rei, qne fie u vraiv- lm nt c .nnovi lo CjOI
este acolhiinento c.rdial. O Sr. D Lu.s ap-rtoa
depois Uli> to los oa outr priot-ioes e SOS
gcner-.es. Ein seguida p .ssou por diante .la tro-
,., cuja bnda rocou o byn.n nac mal portUa;a-z.
El-rei U Luis eutrou, eino, con o imperador no
coche de gal ., tirido por quatro c*val|.s, e por
entre as colainacoes d multido dirigi se O
paco rea', onde f rec bid i p-la imp -ratri cosa
toda a C .rdiali.lade.
Ea aegui la alm -cou no pal .cif eom o impera-
dor, e foi depois visitar .w in-mbr.ada familia real
o,ne lhe pag.ram uninadiatamente a visita.
Pla 5 oras da urde bouve um j.uUr de fa-
milia ao qual assistiram t.)doa ., inenbros d* rU
tamilia presentes em Berl'm.
El-rei e o imper-. If -saistiram noite, si
Opera, a recita d > Lohengrtn n da s guite fo-
ram a Teuip-dbof presenciar as manobra, da guar-
da pru8siua. ,.11.
No dia 30 Sr. D- Luiz I parti aa S ho-
ras d-s Berlim para On-ade em um comboio espe-
cial, com todas as honras, que Ih foram tributa-
das aua chegada. Durant- o tempo qnu 8 *L
se deuiorou eui B-rlim, nao po na er m.is afec-
tuoso o acolhimento da f.milia imperial, neia
mai repeitoo o da popuUcSo. Foi acompanba-
do etaci< pe o principe imperial.
A' 6 da Urde de 30 chegou a Dresde. Foi re-
cebido na e.Uco pelo re Alb-rto a pela familia
real da Saxonia. Da eataco foi a M. em coche
real para o cagtello de Piluitz
' Autea de pagsar adiante, cumpre-me uour qs
el-rei escreveu ao Sr. conselheiro Jo Lu-
ciano de Castro, preaidente do conseibo de (mi-
nistros, ama carta dauda ie 28 de Agosto, ds
Berlim, na qual S. M se mostrava safeitisanao
pelo modo como tem ido aeolhido no aifferentes
paizes que tem vwitado. El-rei ecreve patavras
de maiu amabil.dade e do ma or affecto para esa
o Sr. Jos Luciano. ____
Reforndo-Be is fasta, mostra-e 7'vaH",to/f
conh cido pela, demunstracoe qne lhe '**:
tas e dis que esse amigavel s*wlhimento aso fi



j

wm
j


H^ltuarta-feira 22 c Setembro de 1886
**-49* v-%-3r ->**& -a1
brig-tn a si proprio, mas pelo paiz, como porta-
Ces befe de Estado. Fechando eeta mu a. va
8 esa txpa-eesoes de sincera amisade para com o 8r.
ceas Ih-iro Jos Lucisno, di* que probeta re-
grres-r a LitloK no da 86 u 27 do c nenie.
De Dreade parti o Sr. D Lu la I no da
is 8 horas, por Ootha, para o palacio de K-iem-
kar ihbruuo, residencia do Duque d Saxe Lobur
ga-U-.tha, que all recbeui 8. M offerec ndo Ihe
a di seguate urna cagada.
O principe J>rg Mt nlbataanesn loeeta-
ciado camiuho lfeas pira otea, despeear se
> r.-i de Portugal.
Teuciona o S. O. Leis I .star no da 12 cor-
mate eui B.-uras* para asistir saUseai lato dan
toda* de prala ae aua iras* a princesa D Aatunia,
cap:.-' do principe Le palio d- Hobeoaillern.
Nj da 2 8 M. ce*giu ao cistrtto de Kbeiu-
fcardsbrunn. O -Baque de &a Ciboago apera
Taa na ultima saeJU cesatosio ft M. lo seu
squito as suas imwmm,eai ai palaen, onde lo-
dos foran alojados. O duque e o prinoi je e prin
eeza Felippe de Sax.' Ce-bureo eaperavam al re a
atraa do palaci.. A recepvio nao poda >er maia
aft-ctu .sa.
__ Ja foi publicado no Diario do Governo (1 do
eorr ote) o programan da Ceremonia do juramen-
to que o prineip- regoste dev prestar peraot as
cmaras legislativas. '9 deste mes s 5 huras
da tarde.
l)s pares e deputados torain convocados para
tspurmt~m un ora antes, secundo o coatume.
L go que 8. A B. s asseatar ni cadera collo-
ead* pa*a esse fin sobre o throno prximo a de
OS-rei torear i ass. nto em sous respectivos luga-
asaos diga-a pares do reuo, os diputados da na
u portmjuexa,o conselho de uiiuiatroi e o conae-
kod'Eaiado ,
O presidente da Cmara dos Pares, coadjuvado
entao p>r dous mocos fidalgua apresentar a S. A
pemeip: real os Sagrad '8 Evang-lhos, Cob-rtos
Cata urna cruz e o meainj principe, pind sobre
ates a mi) di reta, ha de presta! em conformidad
da* leis, o juramento consignado nos termos se-
jwint'S:
Juro manter a relgii oitbolica aposto.ic
romana, a integridade do rei>. observar e faaer
acervar a c rastituigt J poltica da naci portu-
osa e maia leis do reino, e prover ao bem geral
oacilo, quanto em ir.im couber.
Juro igualmente guardar ndelidade a el-re o
8c. D. Lnis I, entregar lh; o goverui logo que
Jtegrefse ao r.-ino.
t. A. B. o principe regente, havend) concluid
seu juramento, far a leitura de um diseura >
adeqoaJo mUiresa d'eate ct-, pr.fenndo o pre
dente da Cmara dos d g-i m pares, l.>go em se-
jraida, umi br ve resposta an discuiso d<> prinoip
das inais ferows, S que o ptrbr-oo responde nega-
livmente com suprein* indifferenca ou grauoe
"^A Nccoo, folha legitimist, publicou a 28 do
mes passado.no lugar de hmn
8r. coad*
uir..in
pelas
r. D M-Ruclde Brganca dirigi ao br
de Azambuja. Todos os j .rna-s a reprntt
como documento anmyrao e muto curioso
atirmacoes polticas n'elle contidas.
Eis a carta :
Vieniw, 19 de A**-
iseu charo primo :
De ste da aiinha loaga ig a Indias, tive
aaa,t..aataaw;"pr>sMJ*lh possiag*-
Sa'.T a sata **U. .____
Ni-. Misto nlir-lhe os maas -entissst<,
enegand c-rfte pan, cuja vista anche o erco
ae todo o p-xtiuuez, ai s se uxavs "coa a^aiuMUcemawglomm le**rei das glorio"
as coiiqinstoa, que ** *iai4Jats*. '-
gir na histeria, que neuhum nutro paz he p.dera
disputar. A lembranca, porm d'aquelle passado,
quando o comparei cjm a actualidadr, eutris'.cccu-
iii. protundamente-
Dasej^i visitar o tmulo do nnsao b. francisco
Xavier, iinnlorand- I he que ouvisse as s'ipplicat,
que t.ntoB portogueaes loe dirreem mi favor <*a
sasaa p-.tria, ta. desgravada h,.j ; o meu primo
eouhece, porm, os motivos que me imp^diram de
o f. ser, e me privarain de ti., gran le cnisulaca;.
H. iKHiea, voltei para aqu, e uve a felieldade
de vor'em Bronubach a miuhaini os meus lhos.
Notei coinimm.'iisu altana os gran les pmgr-ssi.s,
qu-, grac.s a Deus, e.-.tes faasm em t.d-. o senti-
do, desfnvolveado-se physioa e nv ramente, que
faz a>sro vel-oe. EsiuJam cosa usa faOilidade
estrema, e teem mu>to precave int-lligencia. Estao
nlegres, vig liosa-, gertam muito de anda* a caval
lo, e tzeu)-o com bro e dextteza.
S depois do m-u r.-Hres^. pude 1er as ^ucoe
atr zadas, e vi o qu- disia o Nord e outr .s joruaes
indicando qu aialv z no caa-j de abdicacao de
meu primo Luz le Cabjurgo.o filho ab .liria a le
de proscripto.
Duvilo, com) muita outragtnte, de tal apoiici):
entretanto, amia que a abdicacao as ralisassoe
que a lei de proscripco tosse derogada, eases actos
ficariain sem eonsiqui-ncia-, com relacao a miin
minha familia, porque a osa poMeao^ poltica
nerm MSESMBa comn dnt-s, visto que eu nao possi>,
n m levo, aem quero renunciar aos meus direito;-.
D umitas lemorancaa miohas a toda sua fami-
lia e a todos oa meus amigos
Bajo a Dan h*ja o conde da Azambuja em su
a ana guarda.Seu primo mfr-ieoii.,10.D. Miguel
de tiraganca.
V m oortauto esta carta dar-nos a novidad
era aan lei qasi fatal a progresso das despesas
publicas, e sssim quando cons. gunn s. j ua dig >
retrograda, mas nao exc der o que tora vi
para exercicio anterior, temos f.-ito a um cous i
em beneficio das finanCaS.
Sendo cerlo que a receita deve naturalmente
reassumir a sua marcha ascendente, nos lerem s
deb.'laiio u defieit, se pudermos con-eguir parar
na progresso das d- apozas. Eu mermo c nt'.-saei
que isto nao me satsf.zia : desej rn qne au s
parausemos, como coriassem-.s d- spezas adiav-os
Nia deixo, porio, d>- H'su' qu" pacaf j
um graoda sBBeficio. Peeojiuvnc. Cmara p .r.,
mosVorr casao aa deesetacao das deap.-sas temjs
segissao esto asagressi c>.m glande rapidez.
\" tse. ahari>i-. pr-si.lente, que ntre o vota
do dasptaslidu aa-es ata se s-'inpro, iut'.-Hz-
menf, aja gsside afferouca na liqniia^io dus
Lexersassa gtotama arare muito maw ao qu
e votodo.
VmiumbMr'CmBmw* um** um que
os nossus orcamentus da despeza se avolumam,
sem guardar pn.porcao com a recei'a.
N .8 10 ltimos orcamentos o resultado o se-
guintc :
de
Woote fin la a quaf S. A B. dar por terminado que o Nord, ou taivez outras MkMfl estranguenva
*ehjf.cU> para qu* joi convocada a reunilo actru Is oceup-m da poseiMiade da abdicacao do Or.
mrdifria da cortes qeraes da nacXo portugueza. | D. Luiz I ... _
^utl.uh satas ultiiaas palavras do programma Por c nao so falla em tal, nem tem ..do objeto
oflL-ial porqu' vieram tirar todas as duvidas >
quasquer orglos da oppoaicao que p rventura se
loabrassem, como pjr ves-a o d-ram a euteu le,
de que a occosiao era asada pira em seguida
aquelle acto solemne se fazerem recriminacd-s ao
governo ou a justar sontas com elle pelo uso que
tosa feto de urna dictadora que, de accorlo com o
ehf do Estado, o gabinete jul,'avaiiiJiapousave.
exerecr. ,
As polmicas dos j iruaes muso amia sobre as-
aumptos exhaustos. A. celeore questao dos ttulos
iaUos, levantada pela carta do Sr. conselhir..
Fontis Pereira d^ M-lio ai Diario de Noticias,
qca transcrevi oppjrtuu un oite e-i uort, sobre
tud com a resoluoo em conferencia d. procura
dor garal da coii e tasendt em su. consulta, oa
qual so renie serlegtl que um ministerio us
am saas atmiasS -s subsidiarias d chancella e cha
pa do (rabiaste que autorisou e cbauccllou a ems
sao primitiva.
Outt-a qu -stao se ergjeu e chegou a tomar cor-
po Vem a ser a da dein ra qu; tem havlo m
publc*r-se o decreto qm leve autonsar os pare.
do eieoo proporem as auas candidaturas pe m
circuios eleitoraes quo Ibes oaavierem Una fjlha
aist rial canfsasm quo effectivam -me se perd--
ca ou d.-s'.Mi.;aminhara o autograph i respectivo.
mis qia so lnvia de privar p .r in>io que s. ni procederia Aa el ico la f iaes yutea de publicado o
decreto em que to, nao hcand i assim p'sso al-
guna prejudicata em seua legtimos iuter-sses.
Esquecia-ixe dizer Ibes que os orgaos do gabi-
nate, por sua pirte, ainda mil deixaram d- instar
pola publicavio de urna carta dirigida pelo Sr.
Fontes Pe.eira de Mello direcc do Banco de
Portugal e que procedeu por ordem d- dat-s a que
o oseasao estad sia enviou ao Diario de Noticias
JTal oarta nao pie ser publcala sem ur naici
do seu Ilustre signatario; mas, parece qu- a i -
preusa goveru unental a quererla publicada, b -m
como a resp >sta da dre-vo do Banco de Portu-
gal, para demonstrar do^"in -ntalm nt- qu qi-.n
do o 8r. Puntes escreveu p-.ra < Diario do Noti-
cias acerca ds emisso d-s ttulos subsidiarios,
que estranhou serem chancellad .scoma sua chnii-
mlla, ji devia rer a certeza de que o gove-n> or
denara terminantemente que eases ttulos se nao
pozesaem em crcu'acao at nova ordem, sendo
portanto intil e at m-nos patritico laoearo p-
nico um mercados nacionaes e abalar o crdito d-
paiz nos estrang irr-s c m a publicacao da sarta
que dirigi ao actual pre-idenie do conselho e que
S. Exc. fez publicar no Diario de Noticias
Os desbragameutos le lin^uageui, da imprensa
eis ainda outro assnmpto sobre o qual se tem ulti
mmente moralisado com urna profuso tal que os
leitores habituaes dos peridicos indgenas ja sal-
tam aos ps juntos qualquer artigo doutnual co.n
essa rubrica. .
E' o caso que na typographia do Diario da Ma
nha, folha r generadora de que director poltico
o S' cunselheiro Pinlieiro Ch..gas sahio ha poucas
semanas am folhet->, pamphlet ., ou o qnerqu s-ja
com o ttulo de Trovas ao Mariano, Ba^le d
noda, etc., para ser cantada i guitarra e nao sei
que mais.
As quadras, diga-se a verdade, sao o qae ha de
a iguoliil nogeneo. Nao sei se se averigua que
ie discussao na imDr-nsa aqueli imprevista byp
ih.-s., sssoalhada.'m Portugal pelo ..rimo exilado
da i'i I)- Luiz I por nterin -d o da .tfaoao.
O resultado que deu a adjudieacao por con-
curso da divida fl ictuante toi o mais lisongeiro
As pvopnstas am-veota l.s f.raoi ai c sommavam
s) 5 976:50 K)0.
Sen lo > pedido apon d 2,300 contos (fortes)
f rasa sqiaiHilS propostas assun ciaBSficadas para
a pref rnca que Ibes resultava nos termos que
foruin anuancia.los:
am d.s collab >r .d ires do Sr. tjbagas que ven-
flcou esse apoatuado 1^ d-scomposturaa baixas ao
actual mius'ro da fazenda.
D'aqui trint. mil objurgatorias deacabelladis
em que se attnbuia ao Sr. Pinheiro Chavas toda
a resjousabilidaie daqueMa veri; mho-a publica
CO. apregoada as ruaa da cid idu e vendi la ,)e
los garotos a patat-'J nos logares mais fiequenta-
dos.
Com effeito, das depois de se ter clamado enr-
gicamente teatral esse panttihleto, apoarec-ram
guatos aprego.u^ as Trovas ao Fotes, mura
pasquinada d.. melmo jai c to con lomuavcl
como a primeira.
Se algum affocoado do Sr cons lheiro Marian.
ce Cirvalho pretendei um tal d sf.rca prestar-
Ih om servico ou liaong-al-o, nmc-deu com le-
vianiade incriv-l, porque desde lo^o se mular un
as s-ttas m gi h.s e a copisigo teve pretexto
para attribuir as segn las trovas ai ministro da
faaeuda.
Ambos os folhetos, iguaes no preco e na sordi-
dez 8M> indecorosos.
O Secuto, folha republicana, tem procurado tirsr
partido dessas i-vinli tas avilta .tea com que _os
iu .irchieos ae minivi iam, chimand)-se ladro-s
e patifes uns aos nitros -m v-rsis de p quibralo
para aso dos cantadores fadistas as espeluncas
do Biirrj Alto.
Entretanto auauocia que vai sahir ainda i utro
folb-to onde sarao cilhgidas, sobo titulo le Brin-
de a> nupcias o1a-> as varroaa que em rempo ap
paree-r-im nas folhas progressstas, ffeudendo a
p-ss-a do re.
Fjrarn estes trechos pungentes que o Scalo pu -
blicou por occasi o do cas.ment do principe her-
doir e de -jue vai reprodazindn todos os das uio
pedac cora as >.ssignaiuris dos Srs. Emy lio Na
varr > e Mariano lie C^ivalho, actu.es ministros
das abras puolicas e da fazeo la.
Argumenam assun as folhas republicanas : por
ess brinde de nupcias nunca foi apprehendido <
SeaJ'i n.m loram presos ou perseguidos pe p>-
lica i os vendedores daqu. lie jori. I. Pelss inju-
ria eoi.tidaa na- Trovas ao Mariano sao perse-
ga> los plos acuites p .liciaes os garotos que aa
off lec.-m e m pregan ao publico, lg as pessuns
des Srs. raimstros i3o as uuieas iuviolaveis e nao
a do chafe do estado.
Be-iargnio-lhe un papel progressista qne a po-
lici. nao ten que proceder contra as puDcacSes
an Micas devdass ata habilitadas ; que iss > com-
pet-ao poiter | i licial ; uo as.-iio en ra qua 8-
sjaer uanlieavo-'s d.tf matorias oao peridicas,
par i as quw- nao h. lea especiaos susto ae que
bw-iiIhib m litunUde de impr osa.
U i a bulha seja tudn ito, hh aabaas ?
Usa eoill'f d Va dar lht canta do que vai ap-
rir i-ado a Ui da pubiieidade agradavel oa nao,
el.ro que nao podia .miitir a referencia a an
su )''<> snea.H yinpalbico, guardands como
ps* .- t.|i -a pret'RUi'es oratnriais e sapurgandu
^%-repnrtaife <1 B. acervo de epitbetos al soao-
tes, de libellos viperinos, de insidias jonulisticas
N^mea dos prop i-neut I'iiportaneia Juro indicado
lote-Po Ge al... 1,200:(WO#000 3 5/8 0 ! ine i Lisboa & Ac .
200:000*000 4 0,0
Binario Perry Vt-
d.l........... 2o:000,OuO
J-aquimIgnacio B -
sanes........... 20:000000 s
Kduardo "erry V-
d.l............. 12:0()00i0 o
Dito.............. lii (j)OOOO
3 ury Buroay C. 2,30j:O0j*000 4 1/8 0/0
Londo'i B ra zi lian
Bank........... 540:00j000 4 1/4 0/o
B.ne Lisboa & Ac
300;000000 a
Ju-i Eduardo da
silva...........j 2-1:000 000 a
Viuva Manoel Jos
Gomes e Filhos. . 50:500*000 A 4,40 O/o
Banco Lisboa S Av -
res.......... 500:OOOJOOO 4 1/2 O/o
Banco Com. de Lw-
b.. ............ 200.-OO05O00 a
Men-k e Marse ot
C.............. 200:000*000 *
C. Filial do IS. d
100:0005000 o
Banco Portuguez.. 100:000 0"0 a
Banou Uili-...... 100:000.000 s
Juao Nuues R beiro
M.uitaiiha..... 54:0005(00 "
Viscoude da Pcitosa 26.000500J
Ji.ao Eluardo da
Silva.......... U: 000.4000 n
E iuardo Perry Vi-
5:0005000

5:975:5005000
V-.e deste inapp que o juro ^rop ato uiais
baaata que a divi U fl i-tuaute toes em Portugal.
Uu.a folha m mst.'.rial ainda unta mus :
Pi imeiro, que a prop-ista m.is favuravel foi a
Mi nte Pi Grasas, que ti m l.00 uontus ao juro de
i! 5/8 O'Q e c iminiraau de 3/8 0/q ao anuo.
O eneargo total d prupoat do Monte-Po,
pois de 4 0/o.
Quani'.em t-mp houve quem emprestas
diub-uo a 4 0/o d juro, aoommissao era de 1 0/o
ao anuo.
Mas que fosse de 1/2 0/q o encargo era de 4 1/2
O/o o que dava mais de 1/2 0,0 do que da propoe
tu o i Moute Pi
Vai muito longa esta
E-treiou-sn houtem no ""aoiyseu urna tmup de
acrobataa no genero pinauda que repreaeutain um
veaildevili. ntreinent lo atl saltos msica do cau-
to, cabriolas e inuit- forc a
Km Madrid agradou enormemente.
Acotoveiavain-se os curiosos do genero ao gui-
che do bilhmtero.
L.
INTERIOR
famar? Aos l>t*putados
DIsCUKSO PKOMUSCIAIO NA SESSAO DK 4 DE
SBTEMBKO DE l8it
O Sr. Fraiiriaro UcliMiario (ministro da
iasendi) Des jara lunitar-ine, no discurso que
Viu proferir, a considerar au questo.:s que se agi-
tarain a respeito dos dous unpo.tos, cuja cceafio
propo i a commissao de ercauinro, p is reem elloe
sido o principal a asmpto do debate. Nao p isa>,
porm, deixar de atteoder ao que diss.-ram is Bu-
brt-s deputa los que me pre.cederi.in, pedinlo-lh-.-.,
entratanv. desculp. p .r uo ser bastaule miuu-
c os na r spj-ia que me pro^onho a dar-lhes.
O nobre deputa iO pelas Alaais, que com tanta
^r. ticieuea discute estas quesloes, e que um
dos me.obro ui.us labiriosos da commissa d-or-
lanento, uot ni faltas n<8 aldiees que apregentai
para comparar a desp-sn vutada or esta Cmara
em segunda dis u-so para o ex rcici" d* 188b h
1887 cm Votado no uramnto de 1884 a 188 >
A.sun. dase que deixaram de ser iucloi la.-, uina
veri) i de 30 :0i>>5 ua despeza do Ministerio la
Agricultura e outras importancias na tabella d-.s
crditos esiiecn es.
Sr presidente, eu quiz provar de ama maueira
geral. que a C>mara ac.b.va d vota menos para
o ei rcicio de 1886 a 1 '87, d > que foi votado, na
dous anuos, pa a o de 1884 a 1085.
O nobre depurad i sabe que, t nlo silo a >m
misoao do qne f a parte l&> dlig ntemente auxi-
liada por am dos mais sel-sos einpr galos da r--
particao de contabilidad do Thes iur./, en u pi
da drizar de meu abil-o da orgaus.cao ditra
balho que aorea u'ei, tal como ha vi* f Uo a coui-
aiiosao. Rameme d-ixoj elle de iat-luir a par-
celias inlieaias pe > n-bre depucJ.>, p,,r ter sido
a v-itacao d'essas verbas tena ou iltiini diada
diacusaa, -n prquaiqu r outr motivo ; mas, 8.-
presideule, uto nao altara o facto geral que aqu
BfireaeuUii, porque, sn n- .re. n-nto da agricultura
dau*se a na falla de 300u'KK)5 na deapusa, o Se-
nado cortou. a pedido do .Ir. ministro da guerra,
urna quantia que reduza essa despeza a puco
mais de 100.IHHJ5. Portaot., a co.clua> a que
eu havia cb-gal.:, dq que tinbamos Votado no or-
eaioeoto ordiuano urna economa de mil setpcas-
tus. e tantos contos, pouca a .difiuaclo aoffreu, o eu
notai, nao tanto para desculpar-qae, cuno acuel-
les que exerecram o governo antes de miin, que
Despeza
18841835. Leis de 3 de Se-
ferobro de 1884 l3H.r'.*r>:734*3o
1882 1H83 18831884 Leis
le ID de Outubro de 1882 129.823:825*044
18811882. Le de 5deNo-
vaabrn de 1W"0 114,280:073*000
1879-1880 18-0-1881. Lis
d- 31 de Outnb-u d 1879 115.458:243*689
18771878 e 18781879. I, i
de 20 de Outab o de 1877 105 831:716*077
1876 1877. L-i de 20 de Oe-
tubrodel875 106 911:011*588
18751876 Lei de 22 de Sc-
tunbrode 1875 10\(W1:317*6.'5
H73 -1874 e 18741875 L -
de 25 de Agosto d- 1873 93,250:1685140
18711872. Lei de 27 de Se-
tembrn de 1870 85,741:262*158
1870-1871. Le de 28 de Ju
nho de 1870 83,326:71
Nao entro na annlyee destas qnsntias, B*
trare por que se d urna to grande -nff-renca-en-
tre um orcamento e s -"gu atea, e dev- c uifessar
que no exareiei i de 1884 1835 passou para o or-
camento .-.Imario moa quanta inuit. considera-
vel de juros d estrad is d- fsn, que a' euto fi
gur iva na il-speza por crditos topen .es
Eu nao quiz ajr-ciar esles porm or-s, piqu-,
como ao nobre J iiutaoo, esta dtacuaso u astean
sa, tata chicaua fiuuic-.ri (ie aeann BM p .sao ex
pressar), me inspira algum repugo .u-ia. Pr.-
curo tomar as qu.-to 3 uom i altas w uireseiram
se uffiguraiu, sein entrar na analyse iniuda l'-i -
qu, senhores, -II po lu r-s> Ir aa o obre .lepo
tado, qunu lo qu z arbar tainb-m em f I' i a aoa
liacAo iloi juros da divids puboca, qoe S Ex-, r .
tnuu sme te o lixi.l > na t .beds, d- c iurau o a
lirt'iein;! r -sjlt inte da conv.-r-a. d-s }UaM d -
ap-diew, quo '" consnierei di) us E devo lean-
brar cmara que no ori;tin-nio qu- s discute
esta diffeienc figura Bniaaraent* pala m t d
porque a c irei.jio di-1 apaUaea foi f.-ua m .ii' o
do-se mesuio juro 'le 6 % a' an ti u lo aun i
ne; Ir s .rt qu no .injun nt c| i eooipie-
bende este semeat e que j i c >rr -, appir.-ce
diffnraaea sn aMtode, qu. aesvaepaade i =eis ma
asa lo iiii i tutu.-..
Bate foi o espirito com qu discut estes nego-
ei -: f' i v li la l-, a qoe a referi o n.br d pu
tado, d- ver n quem per once a reap BsabI la le.
i-i t- iv..la p te sr, na foi i.bjec-- d miiili.
pr---ceupaci'. Kallei d-s ueg eioi provini
c. ni a ines-ii i espint SOl indagar m que pr i
vineia estava a obra, ou eslr.da le f-rr <, qu
u c .nlemuava, (U inad. c.i'tuu, quem a c nstruio,
OU prOUloVell.
Ni pret-n lo oflfen ler 'n livi lu .., ni ataeo par-
tidos; eunbato Uin syslema. Quer.; tornar <>s
err.'S b m videntes, para ver se BMKbtiBOS de ys
tem., poique p.r.-c- -BW qu- u o I i -lu-
da bem convencidos da vedad Itt ltOa^Ba d* fa
senda publ ca (Mut s apo d >s)
Eu uo p. So vir .-am p-liro qoe s n.V) es-
t ni sua c .nscieii-ia n -in na eaosoeucia i p 11
aa-ae; ato p ees exigir m siifie .<;o m aeqoilto qu
sei ant ipadsavote que BstOU qttas 'iu unidad
O Sr. J. I'ealdoDevi. c-vitar q i i ssem aqu
. 8 cr-ditus gr.vaudo o thesouro com esp-zaesu-
p rfl las.
O Sr. Candido d Oiiveira9 senado felizmente
ha de corrig r a mao ao govrno.
O Sr. f. Belisano Lembrarei, Br presientr,
que ki anum, qu rendo dwui marrar rrs qae me
p.reKUtm prejuaniaos na itoer ilasV> de esti ai la*
de ferr >, t mol p-r --ampio a de ti e Minas, e
m por isso o iilu.-fralo d-pomd i que conlmt u
essa estrada a-- JJlgou off adido cun aa iniulii-
oaeervacoes; elle 8<-gUio o que iodos t.Eain ate
cutio
Eu quiz demonstrar nessa oo -.asia >, e repfltire
em br-ves termos, que o systema adopta io nos
contratos de estradas cinc dnl .s a c nnp.nhie.s es-
trangoiras augmeutava o capital aa avaliap-io, n.
propicio c-irrespondento d preeia^io da nos-a
m -da ; e que-baviain-s adaptado um .-yslema pelo
qual s tomavauns possiv I contrato c >m co-npa-
i.hiau eolraugeiras. r.-p lnudo as uaci innfs.
Assim, por ex. m,il>: urna estrada de feno
avallada em 10, 15 ou 20.oo0.-0 mi*. Estasotnma
forma .-e em vista da api e.-Leao das deapezas a
f.scr, j i na SBanCBO de t-rras, avahadas segundo
o preso do jornal dos nperari a, j nas ibras d'.r-
t, alten.ti-n io-se ao WlSt i dos inaluriaes enlloca
dos no lugar em que tem de ser em -regad is ; as-
sim a pedra, O tij do. a cal, o ciio-nto, o ferro, etc
Tomando s p .r base este Calculo, fixa-ac a soinin i,
digamos, de 10,O00:"005; mas .se g.rantnmos so-
bre eate capital o juro a- 6 ou de 7 /, ein ouro, a
SRin na gaiaotj ia na mais 1 10,00 l.OoO* ; mas
de 12 ou 14 0 0 000* Eotretauo, quando se
apreseutv.im -mprezas naciuuae para contrat .r
tacs esTadus, sendo os juros girautiloe pagos em
papel ni eda, nao podiam illas couip-1ir uom as
estrangeiras, cujo capital tornava-se ffuciivaiueu-
ti maiur pela garanta em our >, grande prejuizo
psra e Estado. (Muit-s apoiad s).
Citei o exeinplo e ningu -m julgou-se off ndid >,
porque, como j diese, u > trato de off-ud-r o indi
viduo, nao quero t.rnar aaquesto. s partidaria-,
niio pirque seja eu superior a qualquer outro; afio
p sso ter eeinclhaute preU-ucao, uem me ju g
alheio aos inteiesses p.rtdanos, p os 8oU h meu:
de partido; iiihs nesuts qu-s-oes abstenho-me com
pl> lamente d. as-s int. leeses.
Qo -ro c uib.f-r n sy.tema e procuro exeinpls
onde os HCho molhones, sem att-uder a individuos
e a proviuoias. (Ap nados.)
O Sr. Aureliano Mouro9 systema detesta-
vel.
O Sr. P. Belsar >Qoanto me deria en ineoip-
nodar vendos nobre depntado por Muas-Qeraes,
que falln ui'iinxmente nest d-bate, ttnbuii-in-
seutun. utos de boetilidade i sua provincia, 1 m-
braud -. entretanto, que eu dsrendia de urna fa-
milia mineira, e qu.- nessa provincia tmha um -
ci liento ag -e la, onde tanto me apr^z h.bi
tar J qu o nobre deput.do f. lou nieto, re
cordare que devo aquella provnola, ni- por mim,
mas p r meu pai. eterna grata la., pus elle r-pre-
aeut u-s qu.ai dur.iite 3d aun -s u ata Cmara, e
quatro V0BM fes p.rte dan I i las apr-s uiad.s a
cor, pira a escolha de senadores. (Apoiad -8 )
V o nobre deputado qu en n"n p lia lar Mar
ini;5 -s o- lacuospr zar a provincia de Mmas-
Geraes, que tanto b-mr i a p ssoa a 'nim ti i cara.
A D'ovincia. Cijas faltas SSgmloi, tu a d Bi-
d Janeiro; e se faliei d Bio de Janeiro e de Mi
na- tierae-, fu ju.ta nent por serem aquel as que
m^ia in-ri cein a miuha y.npathia, se pDaso lis
tinguir aigum .s n is sy.npath a. que devo a 'Odas.
Kallei de-isas pr Viueias, justam lite p ir,jue pre-
so uiuUo os seus interese e, uina que repr sent e
a nutra em que rueid >. stand. a ambas mis es
ireilimeute ligad i do que a qoaiquer uutra. Sai
lud > o caso, p-'im. fique bem asaentad-> que fal-
le-eon > tiin de piev. nir eiros, .- uioican o tiin d-.
mol atar. ( \poiadoj e aparre^.)
Pauso, Sr. preside-te, a t"in-.r era cons deraci
algunas das dWp-sico einUti las pelo meus u -
bies cullegas, e con.-yo p la qu t-s o meu aini-
g representa oto do 6 diatr do da mi nha provin-
cia.
O n-bre deputado, com qu m'o me prom*ta o
SeU Valioso ruui-ufrO p.ra a in Illa pr..p isla pea
oommisaio de or^am -uto pira m Ib .rar o m oo cu-
cu'an'.e, condemna o syst-ana escolbid--.
O ii,.br- d putadi ueclarou iju aceitan i' ta
prop .ata eu m- alastava das d-rntrinaa d i iilustr
Viscoud-de I ab.irahy. V Ex-, s.b-, Sr. presi
dme, que na siluavo em qu uie acho btfi ol
r.-eajjllul.r atrasados ; mas Couf -S8 qU uve gTB-
depr.ier, ouviu lo o uobre d potad' ie' as opi-
OIO s antigs di Vlaconl de I .boraby. de rec -
iibec r mais urna v. t qu? o qoe a c m nis4o pr--
pos, e eu approVei, est ue aceordo c-*m opluii
'aquello eminente estadista.
O u >bre deputad eituu esta miuha ooiniio:
< Be durante ama serie de anuos o valor da tnoe
da conservar-se como est, nio haver remedio
senio alterar o pauro ip n-tario, reconhecende
como logal o que r-al. .
se o nobre deputado que ato Ihe causou es-
tranhezi. Eutretaiit ., Sr. presid-nte, o que o
Viscoud d- Itah.rahy nas palavras citadas p r
O. Exc. applaude; aquil-. qu f z a I. i de 1816,
lo, Sr. pr sid< te, tn -)ue o ministro da f.zenda,
o Sr. Bollanda C-.vacan'e, citado p.-.'o nubr de
DBtado, u ohuma p.rte teve. Esta I-i f i Hpre-
ia m senado e sustentada por Bernardo Pe-
r -ra de Vate ucell is.
O nobre deputad ., ldo com nestos asauaaptos,
alie ajae os ministros aia tuuuvain eatil oaio
aoje, a>fni'iativs de tudas as medidas. A le so
ore padrao monetari. de U de S-teasbro e a lei
de 19 .- Agosto sobre el-ig-s, ambas d-sse aaao,
d 1846 f uam da inteira iaiati-va das costaras,
sena iattorfej-cucia algaasa do jg^serno, .ojaer bu ra
apc-iinab gao, quer aa-awa dia-iaa-io e votaisiso.
*-* 19 de A^patln aafare a-lciye.e, a osis
importante antes de estabe'ec r-s- a eleicao di-
recta, foi apresentada absr-Iutamento sem i.enhu-
ma audiencia d-> governo; os ministros v.rarem
contra multas d- suas principaes presid-nte do conselho, o Vsenle de Macah
deilar-u que neahuma opiniao tinha governo
4' emirfir sobre o proj.-et. i-m iiseasaao nesfs
cmara, pus a esia competa -leliberar e nao ao
governo, que s poda reseivar-a dsrvrt) de
i.eonaelh ir a coia aaaeeii na naosa icv io.
O Sr. Candi lo d OliveiraB ms t.-mp >s !
O Sr. K B-lis.ri iNao >ei 8-eram bous ou se
eratn ioo8, mas eram Hssun (R.-o.)
V.Jtaado qu stao, que u disso, Sr. presi-
deute, foi o seguale; se &or muito teinpo o cam-
bio se ccnseivar b-iixo, a taza em que ae ucha
man ou menos, a g-iverno e o p.rlameuto nao te-
riam outr rem- Ha a nao estafe lee r c .m i I-gal
aqiiiiloque p ir urna scr-e de ann a real. E' isto
joataneute o qu toi approvado pelo hmrado Vs-
n le de It ib iraby, nas palavras que o n ibre de
potad* citou dando-m a huir de confirmar as-
sim i que h ije ta.; i c >m ettooOBS tfto va'ioaas.
C intesso qu -lui-o v raw n.a tircal .3 a ro-
corer a empr.-atimoa e a imp is' >s para r tirar pi-
[i'-moeda, e qu- melhor seria pjdernri eootar
c.m sobras do oroam-nt-i paia es e fim. como p>r
duas v z s contou o Viscoo 1; de It ibo afey; m is
em vai, jos us seus .-.ucceaaoiej u.io coutiuu iram
a ua p ie.i preaaJ
S > n .s, pois, obi:ga ios a consagrar a este fim
urna parte do imposto; mas .lv m .s, a despeilo
. l.is a3 dilfijiild>rd..-. tratar I retirar p
111 I-i par 1 ii s- r-3'bel-C 1 o pilri m un;'1
na; parqaaulu, se |>,r m.*s t--m,) 1 o papal aaaeda
lU.'i-.var c-in 0 3e.u Valor lo ni pro-
p.ic.o om qu- boj se acln, nao poder m s mais
va r ir a.i padrao legal de 1846.
O n-bre deputado lia de i- .ule c r 0 fo he'
um h .hilante do MantaJiao, nio ao, seaaecidu
oaqu-lla provincia que tanto se di.tintine pe 1 Ci-
i.aii la.',- e .-ul'uia itter.iria de seus filli ".lint-
ua H ye'-. j i f le-c.'l), qn demonstran qu-,
-.eli -iidu-se O piiHBl WIIUIlls di S I-- uoofo- :: .11
v .1 r inferior ao valor I. g .1 de 1816, n i I -vri 1-
m ,3 roiis valtar ao padrao de 4* por oitava de
ouro. mas estabotecer outro padi ., qn--o r 1-
po-li-ss- ao cinibiode 4 dinh iros p 1 15000
ln de*; r.ulo c 1 -]*- Sr pie.-idn ta-'o
r.-cinh ci lo -io moulo -im:i
Duro fen augmentado. I'.nt.n'., s- v.iti.oi s ai
p ir.i> de 1 iiinheiroo p .r 15, *1 '"'-11'
1 le de f ser o papel- m da sabir, < 1
pr 11.11 .'.jiistraiigun il'o. cil-.'11 ui
l.o ai par, a d .r Ine. um val -r ex l-.it -, 11 .
e.l'.lad iu Valo titilo ocla l.-i d- 1816 porque,
cono disM-, opima, ger.l de t .los oa KcoitOixia-
taa qu 1 0 Valor do MN tem i.Ug OOlM I -.
liis o ponto da qo stB : s- demorar-
lo .8 p W ma 111 esta pac i-da,s.- o cambio con-
tinisr in 20 oc nas r .1 mi ladea de 20 u g 1-'
v-nn nio p.dera mus fazel-o SMbir a 27. e ter--
in aeeeas dad -, o qo 11 > me 1 en-n le.- s.-r i inm
t...-suno desagr.-idav-I, de auerar aiula ama voz >
. 1 legal da u asa in .e-la.
') Sr. C "iho de AiineuliS -r.l a b .oca rota
Sr. F. B lieari .E' por isso, Sr. prs>dnt.-,
pe 1 qu n uobre lega.' .do diz, para evitar un
llanca 10 a parcial, que governo precisa t.o.-ir
me lulas des le j-i p ira ret r g. i leatmente o pa-
p -i-.noe la evitar, pe c nitinuac* > 111 lefinida d'
um situacdo aiiorm.l, 11 o mal que se tornar ir
r -m-diavel.
O "Obre deputad" diss qn- nao uo-lia joaipre
hender como o g .ver.10 pr-t 11 lia reiirar papel
moeda, quando o pip-d-moeda era o dffi -it, de mo-
do que pr tenda 1 u c *nbaer .. d-ficit ooe o m--a
uio defieit. Pico pennissao ao m br dptado,
justam nte pirque respeit > muito os sene taleati-,
para, por miuha vez, ruamf-siar a muhi estra-
nhZa e d.verga .ci..
Senhores, tdefioit o papel-'nueda. porque o pa
pe moe Is um leeurs 1 das iiayes <-uj is orcsin n
'es aproa-ntam d'pn'ts ; mas atv inevita/el que.
pamur-.' que haja dficits, h.ja papei-mieda.
T.MBarei paTa 'Xemplo o qu ooc-irr em uina
uaclo. cuja hi jt ma n ih mmto eooh cid 1Por-
tug il. Ha grand num-r de anuos q ie all o or-
O>snaato apreuta dficits, mas uem pir iae-o a
sua m >eda se tem aiter^l >.
O Sr. Coelho de AlmeidaMas eu fallava do
Bi .-ol.
O Sr. P. BelisarioPerianto, na 1 inevilavel a
emiseab) de papel-mueda, havendo dficit A illu
sio pnvn d qu s as nac-s en dficit recoi -
rem ao papel moeda; e, eoin effeito, as naco-a
prosperas, cujoa orcamenros spresentam saldos,
ni. atacan mi, s m precie-r, do recurso perni
ci .s 1 d papel-moeda ; e dficit qu-- forca os go-
vo n >s a usar- m d sse meio, mas nio eon-i^nen-
cia f ircada do dficit a existencia do papel noeda
8nhore8, depreciado como 8 achn e papel-m .e-
da, ino-o.-n ell- ama desp-za ordinaria de mais
de 10:000: 00 i por auno, a cmara eab prfei-
tament que a verbadiff rencas docambi.ni-
representa todo o sacrificio que o estado faz.
Bata verba destina se nicamente ao pagain n"o
das despejas com o corpodipl-matico, com a nosa
divida externa e com aa plices d >s emprestnnos
i 68 79, garantidos i-m ..uro; mas as outras
ie.pesas que fazemos na Europa sio pigis, sal-
dan. 1 .-se plo ca nbio do da, segundo s: acha,
entrando a difT-renca us propriaa verb-s ordina-
rias da despesa, sem figurar como verba solada
no rcmeoto, ou reunida epgrsphediflvrencas
de raiiibi .
Tomando-se, porm, a qnantidade de cambiaes
r-mett ida s pai a o exterior e as taxas do cambio,
p-rqiie sao negociadas, chegimos t-clmeate a
apreciar quanto isto importa nas despezas publi-
cas.
No exercicio que acabou em Janbo do auno
passado, essa diff renga le cambio andou mais ou
m-no? pir 11 mil e tantos c.nt.s. Ora, Sr. pre-
sident, alliviar o orenm-nto de "ose mil e tnnt-.s
eont m, ou de mais d- 10.000:000* tomando urna
media, facilitar a reorganisaco de nossas fi-
nanoas.
Por .ntro lado, o nobre deputado sabe perfaita-
ment- que a haixa (io cainbi um esforvo para
as i nportaco s, p s qa igara como um bsta-
i-ul" A entrada de productos, que bu terso d ven-
i r mm < c to restringi io-s-: o consumo. As-im.
ools a baixa d > cambio influe confidaravelinenre
par a pequeas importares e, port-tnto para o
menor rendimeutoidas alfandega3
Este facto, senhores, to intuitivo qn ni
qu-ro tomar t-mpo i cama a leudo documento ;
poleria eotretant-, m strar lh cartas dirigidas a
in-m u t alguna dos nossos c uisules, dss qu.- se
evi I" n.-ia que a ,ubida do cambio, s-.bierud, a
e-peranva de q-- elle se m nt.-ri com t n 1 ncias
pira subir mais, p oque o governo esta n 8 Ivi.l .
a t -mar medidas c-un este intuito, muito n.fl 1 .
os neg ci 8 para o B azil, toro 11 lo mais imp r
'an'es as operar;oes para ajiii feitas em p-ue
.neiea, do que rn muit. ma h t-mp 1 de na perij-
I-. anteri-r. Est facto e^ti ii.fl uiid- eom uina
das principaes caus .3 para a aug.n nt 1 da renda
em qi .si tadas as alf.n leg.s do I np-rio.
P..itauio, |,.rs er o rie/ieit. f .eintar ao m sino t m,i s r-
ig nisagi'd.s fin-ncas; diminuir a ilesp z.
aug.n-ntar a renda. D vein .a fsz-.- a des-
n no de todas as d f5 uldad-a. par qu na 1 s d
e.sa -intig neii, qu- Boare d poial. pn Vio, da
It-raruios ninda U'na v.-s noss.. paln.o m ue-
t-ili, cons-quencia, a'ii. t resda da Cootiuuagi .
lo -stado actual p..r m is tempo.
S uhor.-s, foi d tal ma eir d acenr lo c. m as
.pin oes do Vise n I d I-ab.r.by o qu x,ni*.
ua- o meu uobre amig d putalo p- 1 Espir.r-.
1.11'.., deu uatur hueiite um ap.r. ao 11 -br d-.
pii'al-, liz-ndo qu-era'-se me,mi u plano do
awutatro la f.z'ui A.iiseu oi. pr.cur-,1 W{u r
fi-liueu'e opiui'M an'iga, uem fu agor -
,-liinmar, porque 11 inca me pr -pux iu-.g lir as
opiiiic-. 'li pea a gu ua em abaolut >.
Pa-sO. p >r u 1. < qi- .e-p'il- 1 o..;,. O loas*
ci U. la ti. iistiue.-o que a mi m t.uti gtarwaa,
-f.s'ar ne d-II em alguna p ut.-. O nb'e q
putado veio deinouatr .r-in, q.uni. me afastei de
I
suas ju 1 ciosas doutrioas ; agradeco-lbe a satisfa-
cio que me causou.
Sr pesidenle, concluinlo sobre eate assnmpt.
que ji me parece sufficientem-ut d-scutido e de
qu e me occupe agora em homeoagein aos ta-
1. nt os do nobre d- pura lo.
O Sr. Joeiho de Aim-ida -Muito obrigado.
O Sr. F. Biiisariu... passarei a apreciar
rpidamente es p mos de que se oecuparain os
nub/es d-putados, para chegarmos a final aos
assnmpt is mais importuites, que auuuuciei no
principio do meu discurso.
O nobre depilado pe.o 2 distrito da provincia
de Min.s Geraes, que me honra com a sua atien-
oio, esp -., -ialmente se ..c:upou c im a qneatao d.s
5 */. addieionaes, esperando, que o miuiatro da
fazenda propuzesse a sua suppressio.
Sr. presideute, no senado fui muito franco a
rcspeito d-ste imposto. Nao t-nho qae alterar em
couaa a goma o modada pensar que enwuciei o ana
pas8 -d 1, quand > se discario a le 8-br o estado
s-rvil ; nio mudo ama virgula do que ent-io disse
porque urna das uceusayues que eu fazia a este
imposto, a difficuldade da sui cobranc-i, esta eu a
sioto mais boje do que naquelle tempo. (Apoiad 1
do Sr Candido de Oliveira). Mas j dei a raza,
porque uao prop 1 nho a suppressao deste imposto,
porq-ie nao votarui por ella e porque perjo aos
meus ainigia que o mantenham.
O 8r. Colio de Oliv ir.Eu penaei que a
emenda do Sr. Ferreira Viaana vinha com muito
b O Sr- F. BelisarioSr. presiden', oimoostod-s
5 "a addieio:iaa nio f .1 creado para augmcu'.ar a
renda do Estado.
Se fosse um imposto para eate fim, eu deveria
pedir a sin revogacao uu aubstituico, mas elle
foi cread tendo ae 9 sx vista alcancar um resul
tado s -cial.
Bem ou ma', f iz parte da le d> estado servil,
se u a aceit -i tal qual eat.-l, ni 1 tenho o dircito,
como govcrm, de pedir a revogacio de qualqu -r
le suas partes, pois aceiiei eom 1 a 1 i urna tran-
a .c.-a ijque nao devo boje repudiar ou infligir.
O nobre deputado pelo 3" diatrieto da Miun-
Grer.ies cenanroa a proposta para a cevis* i .la pae-
s allaiidcgai, e mostrou o inc inveniente da
instabilidad, d >s lreicae, o qu tr ira prejuizo as
indus^ri 18, ult-'ando as suas condicojs.
Devo da r, entretanto, ao nobre d-putaio que,
em miaba opiaao, a revisaa d.is iarifus devia ser
obra de tod- s -8 anu-s.
Ni)"hi possibiiida le de manter urna tarifa de
alfaadi ga p ir mu 11 t-unp 1. E' semprc um 1 lei c 1-
saistica, c o cominersio I-go qu 1 coub c
systema achameios Jo fraudar o que esl 13
lecilo.
C nsiderad 1, p-rin, a qncstaa p.routra fu--,
tem saaao o nobre dpuudo. t.'ora affto, di03
eertoa impost .s udumeir- a eom a li p da j-ramover
.u de pr-'t.-g.-r in lusirius naciooaes, so foi
ilirettos mo lineados fr q : ura em um
sentido, oa n'ouu-o, provi dtil iastab inl-l-. e
ii.o-.i-zii nocivas as i.: lii'ruj .li p.iz. Fique,
1 tcauqtull -. |ue bS i o
esta falta.
O 11 obr. d-putal .f.lloj ainda de un
d nv 1 referente a loteri is.
Sr. presidente, ui. iosistirei sobre 03 iuaonve-
O Sr. 'l'li olor. Hacb.duSinguem diese tanto
m Hu- a esta respeito com V. Exc. no a u re
latina.
O Sr. F. BelisarioProeurei d m ;istrr n> re-
11 o. il que i-3t- j-igo 11 w
O Sr Tueol-r. MachadoE'exaoto
O Sr. F. 15-lia irloE pi iaso, bago que I mi-i
eonta d. p.tsta que oceupo, dirtol um. ui col ir *
- os presiden! s de proviujia ati.u de q :e m -
t irne--ssem oa d .i .3 pira cli.-g 1 a cniheeer
qual o uioviin nto geral das 1 tenas do imp
(iial a iin n usa ao um 1 de capt .es qu nel as s--
li.iva, e ra assim distr .hidi de empr gos
utcis, sein f.i!a- dos males de outra ordem, alHte
muito mais gravea.
O Sr. Caadfel de O iveiri\> CearA'j
fiza:, lo nov-03 contratos uioubstant-' o descrdito
m que cah 1 aqtiell hiti ri 1.
O Sr. B luatiuenbiras, preciso att-n 1 r
que. a p-.-i iIhCoO 8C lllbtu II tSUt B este j .go,
que se el! fiase suppriinido repentinamente, iiia
j gir nas loteras es'rmg-ras, ou era rifas pirti-
euian-8 (apartes) ; p ir outro lado, ha cot.ibeleei
mentns pios, que precisara deata renda piravivcr,
e que-nao p dem ficar subitameute privados dclla
(Apartes).
E' preciso, portanto, ir moderando o jogo, rea
tringindo-o quanto posiivel, at que consigamos
ac bar com elfe completamente. (Apoiad s).
O que pr .ponho 6 um paaso para chegar a etrte
fim (apartes), ni 1 a porque a populacio teri m-
1103 occasio's para comprar bilh tes, e nio aera
sodcltad, m nnt-8, imp .rtu-iaia para compral-oa,
e un 1 a deminuicao progresstva da renda d ia es-
tabeleoimentos, qae vivetn dos lucros dste jogo
peruici so, ir htbilitando-os oara aupoortar afi-
nal a supp essio total. (Apaiados. Ha alguus
apartes)
(Jomo V. Exe. hade reconh-ccr, para isto era
ueccasari" que o governo chimaase a si a extriic-
cio daa lotortto E cab aqu diz-r que um n'.s
males do actual systema serem eucarregadoa des
sea servicos th-soureiios particulares, que se tor-
naiao umi especie de empresarios de lot rias ; e,
c iii'i gauhaiu tanto mais quanto -uia loteras se
extrab m, sio iutereasados em promover a eitrac-
(lodomaior numero p asivel de loteras, recor-
rendo para isto a todos os meios de excitar o pu
blieo.
O nobre deputado f.llou ainda no additivoque
eatab-lece n-vas regras para o recolhimento das
notas do governo. Disse o nobre deputado que
pre eriria que aa notas seguas-ra a lei commura
da preacrpcao e que o governo apenas declaras-
so que nio fossein recebidas nai eatacoes pu-
bleaS.
Esta questao (era sido objecto de cogtaces
constantes da Caixa da Amortisaci", e eu m.-smn
estudei o n*joclo tanto quanto pude. Desde mu;t 1
estou convencido que, a ja qual fr o pras 1 dado
para recolhimento das notas do*governo, emquan-
to nao ha um <:omecia de depreciacao, ellas nao
v o eo troco.
O Sr. Affmao Penna O proprio thesorto as
torna a por em circo laca-.
O Sr. F. B'-lisarioE" preciso que o prsso seja
long e que baj a depois ura comeco de dpreciacio
para que as cdulas v>-nhain ao troco. E' por isso
que a commissao cstab.-lecu a depreciscao, de-
pois de esgotado todo o praao, de 2 % em fre8
mezes, de 4 % m 8e'8 meze c assim por diante,
de modo que no fira de dous aunes tem a nota
apenas a depr.icUr.io da 10 %. D'ah entio pre-
cipita-se a depreciacio n'ama proporcao m ii Ach 1 que.est oystema resol ve as diificuidades e
frca a nota a vir ao troco sem causar gran-
a- p-rda ao publico, e urna cousa fcil de re-
raediar-se, se, por acaso, apparecerem novos iu-
conve.iientes.
Outro aasumpto de que se oceuparam os nobres
deputados o especialmente o nobre deputado p -
ias Alagas, toi o imposto sobre os ttulos de ore-
laccao.
Est- s ttulos pagara um insignificante imposto
de sello, e u na vez cmittidos, circu un de mi
em uio, piis sao ao portador, de molo que ao
pa-s 1 qoe todos os ttulos estio sujeitos ao .mpos-
to. ctes esca, am.
O Sr. Affmso Penna Mas pagam acorreta-
gem.
O Sr. F. B lsarioA corretag'nn nio obri
gatoria, urna questi 1 de c -inmeieio, cada um
pa^a o s- raifo que rec-b urna desp-za parti-
cular que nada tem con o Estado. Mas nio fu
e-te o obj cto do reparo. O reparo oo nibtea de-
.u'ad-b versous.br a applie*oio do impo-t >.
Entretanto, devo diaer aos uobres deputaiioa que
este syst.-ma m p.iece digno de ser adoptad
Acredito, para dar um exempl>, quo toda a qoes-
i> s.bre o ere 1ro para o aaueainenr.. do Rio le
laueiro estarla acabada se crea-seinos um impos
loeapecuu para ser pag > peK pqaoJaoao que vai
g-.irdo b-11 tacita. ( Vp-ad >s.) No acta, or
I) iBMIBtil da grinaltur* vo'amoa uma obra impor-
laute para u pono d tteetoa c gitaiaus logo do
imputo u censarlo para essa obra e-brasel ex-
clusivamente ni pon -, qu vai ser beutifi -iad...
O M. Candido de O.iveiraO senado aao acei-
tou.
O Sr F Bdisario^ regra do nobre deputad.
iev..r-1108-hia tamb m a aprovedar esse iropoto
destnalo hii m Ihoram nt> do porto d Sautis.
para a rud i geral dj Estado.
P praca do Ru de *Hiiir>nio pode ter not
imp.-'O .-special o. traiisacvOea que U-Ha se. ef-
I, -iihio, par. b-neflcio 1 1.I1 oa que dda fa-
z ra p.rt e concoman nas suas operaco.? Apoia-
i.S .- aparte.)
O noi.r d potad > diz qu estes ttulos sao de
lodo o impon ; mai s pagar o imp to os qu.
torem n. g a-i dos na pia^i i Bi. d J-neiro, e
utjraa .ai*, vantag.-m qae >. praC* ^O cra-
me 10. deaU eldale Ibes la.
E' um imposto insig .ific ite, que nio .eria lem-
brado se oio fosse esta circumstancia, notando-sa
que o menos qu. o gov rao pie faser a Aaao-
ial do Rio d Janeiro, quem en
i- nm a-.-rvic mais valioso do que
ete ; se nio o tac p >r ui> ter meios.
Deixaulo estas questo-.-s, vou tratar de dous
pontos priu<>ipies das discursos dos nobres depu-
tado-, i n ,v-s unpjstos sobre o sal e sobre as
bebidas alcoolicas.
O imp sio sobre o sal exia'io no Brasil e foi re-
vigadoem 185t; existi .m todos oa pases e
sitada h j eiibte na maior prt dellcs, tanto na
Europa como na Americ 1, como paeso a demona-
tru-
Conservo a nta que-tenho em porque f-
cil fazer a reduccao
Eis a r nia em alguna estados :
Franca 642.000
Allein-iuha 1.805.000
Rusasa a.Ui.OoO
Au-tria 3.360.000
Italia 3.2S0 U00
ludia (inglesa) 6.7o0.00)
O unpisto pr habitante rende 4pcnce ru Fran-
ca e 8 na ludia at 28 n Italia, tfeot) deaculpa
pir nao ter feto a reduccao para a uosaa muela;
faltou-me o tempo.
A Iuglat -rra o supprimo, mas ceta imposto toi
de gajde importancia naqa fie piiz.
Se t (apo guerra da Am-nca o imposto do
3.1 era de ah. por alqueira de 36 1/3 d 1 li-
tros.
Era 1798 esta taxa foi elevad 1 ai dobra.
Eate augmento suscitju enormes quexaa, nao
obstante em IjOj Pitt eiev u o a 11 sh.llings por
alqueire ou ceaaa da 2iX) ris p .r litro, cobrada
aii que era 1823 foi a taxa reduzida a i i ru por
kilogrammi.
En \&b f i suoprimijo o imposto, pela grande
prosperidad da I igiaterra, que o podia dispen-
sar, como inuitos outros imp Btoa.
E 11 Fr-nca eate imposto anda cx'ste, feudo ti-
do as seguutes ataWaVSes :
Foi suppriraido (a jabee) pela revolneo, como
uma record.ci odiusa di despotismo anterior,
quo se niniif.-stou muito nos vexaraes tributa-
rios.
Em 180o foi resrab-leci lo por uoa decreto fi-
lando a (aaa em 10 ris por kilngramma ; meses
depois toi elevado a U0 ris.
Ejei 1813 f .i raxa mxima.
Em 1814 foi reduzdi a 120 is. e assim couser-
vou-ac ate l!8. cui que f o ru inzida a 40 ra. por
klj'iamm:, M4 qu.- exist-i at 1870, auno em
que teve o aug u- t. u es de guerra, que
e ..var.m a usa a 12 1/2 c- ntiu.03 ou 5'J ra. psi
klogrj.ra.na (cambij par), qu existe at hoj.
Na l'.alia, |U- o n j.ir d,iutado peia provincia
de Minas tanto tm ertado, o sal monopolio do
Estado, o que taute irrita e que tintas reclama-
voea pro luz. p rque existe, sm estado 11 itoral em
oiiiit is lugares d'aquelle reino, nos q : oode
ser itis.i., poiqu- c otonopobe u E-t;ido.
Antes d. uu'.'i 11 na Sicili e
n 1 11 ui da Barden l.o monopolio doe go-
- mi- -.uti.-u proviiiciis.
liaseno i'.cnnit-, Lombtrdia, Emilia e
C cana -. ;l I 1 ras p u- uuiu'.-il m trie-, em >ario-
28 1/2 e n.s Marcnas Olnbria a -_'l i ras.
R-gulava, portaot o preco de 12<>o9i> is. pjr
k logramma ao cambi de -J4.
E a 1S-' leer ou .- t.n uniforme para todo o
lem, c 1 ..-nente o monopo-
lio.
Em 1363 .-3 o prim- i. 1 augmento da
11- s ele- iu :. 1 0 10,00 1 .n 1861 i M de
Novo ubro) eloVaO s- o pi la 40 liras=
:90 per kileg mm <-m I8'> (2S de Junho)
.1 v iu se o pr .,- 55 liras=220 rs p.rk-lo-
-r,.in na, pr eo qne eXIBt ..t li .]-.
cust da f lUric.icio d 8 a 9 cea tira s, isto
e 32 36 rs. e o nr-qo do m ui pilo d> Estile
eorresp>>iide a 22) rs. por kilogramma era ti.lo o
i i. da [ta ia.
A [..li-, im te o feto o moaopilio, catabeleee
preoos difierentes confirme as qualidad^e, isto ,
sal ordinario, o sil i lio i i -. das elasses ricas, o
sal applicado iudastria o Bppltcado ao nlia-n-
to loguio. N. Urisil seria sai iri pois
nao podemos estab -leeer taxas difforentea. (Apoia-
do-.) Na Iiaha, p rtiinto, o pr-ci do sal ordinario
ou comino n le UO rj. p r k gramms, e pro-
luz, ao cambio par, 30,000 contos para o thesouro
publico.
Em 1 ranea o prego varia de 80 a 100 rs. con-
orn as regio s, compieh u-lido o imposto, que
de 50 rs. p.r k logramma.
Na Ailem.anlia 6 o preco de 100 a 120 rs.
O Sr Candido de OliveiraE' o preco da mer-
cadura.
O Sr. F. B.-lsarioO nobre deputado observou
que no sal o imp isto nio guardara proporcio com
sea preco, pois este era muito baian c o imp sto o
augmeutava muit i; ach que o uobre d putado.
assim expriraiudo se, deu a razio para erear-se o
imposto (ap.,iados); p-rqn-, se o prego fosse ji
elevado, nao se deveria ira, 6- sobre elle : tanto
assim, qu o nobre depuia lo pelo 3o dtstrcto de
Minas alleg-m a caresta d'elle, no c-ntro de Mi-
li .3, para impugnar o imp sto.
O Sr. C'iididj de Oliveira No interior.
O Sr. F. Belisario Assim n'um caso nao se
deve tributar o sal porque c birato de maia, em
outro caso porque .r-, tambera de in-ais !
O -r. Candido de OliveiraPego a palavra para
responder.
O Sr Penido di um aparte'
O Sr. F. Bel i sari O nobre deputado me per-
mi tta que ihe obaerve que se o prego do sal cm
Mii.s, n'uma ou n'outra localidade remota e cm
occasiao dada, pie custar 10 aegundo ds, este facto depender de circumsta-
cas especaes, nas quaes nao influir o irapoato,
porquanto hoj, qu neuhum imposto existe, eate
preco da caresta j existe e tera por causa coudi-
cea estranhas importancia do imposto, a qual,
sendo mdica, nio concorr. ra para precos tao ex-
cepcionaes.
O Sr. andido de Oliveira d um aparte.
O Sr. F. BelisarioA proporcao do imposto
tao pequea, que ni la altera, e sobre mercadera
barata que cabe ra dhor o imposto.
O nobre deputado parece nao dar bastante at-
t-'iico ao f .cto de que quando ee trata de tributar
qualquer g nro, o qut mais preoecupa o legislador
a justica ou posaibilidade de supportar elle o im-
posto.
Todos aabera que na Europa o caf paga, por
exeinplo. era Franca 1 franco a 56 cenciiu -s por
kdogramraa; p rtaiito rauiti mais, quasi o dobro
do valor. Na Italia toi este anuo aug-mentado o
imposto ; o cal paga 140 liras por 100 kdogram-
raaa, isto paga de imposto tambera quasi o do-
bro do sen valor e considerado ua Italia come
aliir.euto das elasses necessitadas. (Apartes.)
Tomare, outro exemplo, j que este se conside-
ra enerando o geneio estraogeiro, o que alias se
d eom e imp .sto que se propoe para o sai ; o as-
sucar em Franca de prodaccio indgena, consti-
tue parte muito importante tanto da agricultura
como da industria desso p.is.
At ha puuco. tempo, 1880, paga va o asaacar em
Frauga de im potito exactamente o seu valor de cas-
to, sen io alias u.n producto do pas muito prote-
gido consumido por todas as c-lass. e 8 .eiaes.
O Sr. Affoosi Pauna E quando exportado?
O Sr. Joo PenidoT-in r caf e aasucar
luxo ; o sal que nio se dispensa.
O Sr. F. BelisarioPerdo ; o aasucar gene-
ro de primeira uec-ssidade. (Apoiados).
Responder, i ao aparte do uobre deputado pelo
30 d stricto de Minas O asancar estraogeiro,
quando entra em Franga, nio 80 paga o imposto
de consumo que era e.itao de 70 cntimos por ki-
lograrnaa, como tambem uma sobre-taxade entra-
da, isto paga ainda mais que o assucar produ-
sid> no paiz. Quando se exporta assucar nacio-
nal, restitue se o imposto do consumo, poia em
Franga, nio ha imposto de exportagio, como, in-
felizm nte, qui.
Ouservar.-i aoa nobres deputados que discatiram
este assurapto, que a lerabranga deate imposto nao
miuh ; vu procurar uma autoridade, de muito
valor para mim e que deve ser ainda maior para
os nobres depntadus.
No r- latorio apreaenfado s Cmaras em 1879,
o entio ministro d fasenda, Sr. conselheiro A)n-
so Celso, escreveu, pag. 4i) : (L)
N > interease de prestar-voa aa informacocs ae
m u alcnce para o deaempenho da ardua miaeo
jue oonstuue ao uiearao teiup a vossa mais impor-
tante prerogativa, c ns-nti que voa lembre, como
materia uo s facilra-nt tributavel, mas fonte
en que o th s uro poder* haurir largos recaxsos :
1*. o uo*io ; 2o. o sai ; 3o. o uiovimento du paasa-
geirus e cargas pelas uosaa- estradas de f rro e
arcos de navegacao interi .r ; 4, os phospboro ;
5, os tn-dicameutos eatrangeiros, j manipulados,
urp ra los em tio larga escala ; 6", finalmente, 0
K-l.-
O Sr. Joio Penido Por maior que seja a ao-
t ,r-dade do Sr. Affkmso Celso, nao aoeitoessopi-
uli( .

BMBVlBlBlBBB\^BmBlBHBBlBB1


Diario lie WwwWmiwi
u-
>
O 8r. P. B*-)i -chores, eu sei qu-' neste
mom-ntu os nobres d- plalas nao a aceiUro.. .
O Sr. Candido de Oliveira Nens aceitamos na
OCCaeio.
O 8r. F. Belisario mas isto prOva qH*
lembrauoa deste impoto nao parte de quem nao
d atteatj&o pr nocla de Minas Geracg, eouio os
nobres d-putaJus me aappoieraai, e sim de um fi-
lho d'aqaella provincia, siu representante na c-
mara vitalicia e um dos Seus hninens polticos mais
distmctos e Ilustrados
Vou acoDjpanbtndo a argumentacao dos un brea
diputados tant > quaato me pose vcl. Outra ob
jeccao que oppuxeram a este imposto, foi dcduzida
lia considerac.o de que o sal materia prima de
urna industria.
Sr. presidenf, eu mesmo fia uio> distinccio a
este respeito. O sal tem duas applicacoVs : ou en-
tra pra o consumo individuil, ou serve de mate-
ria prima industria. Em relaco ao primeiro
caso, nenhuina oojecc3> se jle laz.-r ao imposto :
o consumo individual to limitado e o producto
ti) barato, que a taxa nao ser absolutamente
sensivel. A ques'io quando o sal se emprega
com materia prima, e neste p sito firmon-se a ar-
gumentaeo dos nobres deputados por Minas Ge-
raes e pelo Rio Grande do bul.
Mas os nobres deputad<>s partiram de um pre
suppjsto que PO verdadero. Senhores, a ver-
dade etti : tolas as mat rias primas qoeentram
para a industria n> Brasil paguro, imposto. Os
nobres deputados argumentara suppondo que en-
tre nos materia prima dae industrias era livre,
quando a rerdade jostatseut* o contraro.
D vera es nobres deputad s, pois, convir que
tratando se de u na materia prima que possuimos,
que podamos pn dczir em larga escala, porque te-
mos salinas abundantes e iacilidade de Ihes dar
incremento, que essa materia prima pode muito
bem pagar o imposto, quando importada do exte
rior.
O Sr. Alvaro CauninhaAp-ado ; o que dmira
que s agora seja hincado este iinpusto-
Sr Joao PenidoMas essa industria nao est
explorada entre nos.
O Sr. P. Belisnrio Est, mesmo na provincia
do nubre deputad' se distingue o sal de origen es-
tnmgi ira do sal do paiz.
O br. Candido de Oliveira Mas este n.uito
pouco; ua i se pode argumentar com isto.
(Continuar se-lta).
REVISTA DIARIA
Snppl'iili' de Juix municipal de
lliuii Jardn! Foi aute-hout m expedida o se-
gumte cto :
Palacio di Presidencia di Pprnambuco, em
20 de Setembro de 1886.2." seccSo.O vicepre-
sidente da provine!*), tendo em vista o qne repre-
sentou o advogado Antonio Lellis de Suuza Pon-
tee, e
Considerando que o 2 supplente do juiz mu- Jjjjjgy
nicipal e de orphcs do termo de Bom Jardim,
Carlos Cesar C.utinho casad-j com utr.a sjbrinhh
da mulher do rscriv&o vitalicio du orphaos, resi-
duos, capel las e ausentes do mesmo termo, Joa-
quim Pacifico de Arruda e M.Ilo ;
Considerando que a ordenacii do livro 1."
titulo 79 45 iuclue na fu prohibico ts paren-
tes pur atiiuidade dentro d s graos corresponden-
tes aos e.e consanguinidade ;
firmada pelo decreto n. G,841 de 16 de Fevereiro
de 1S78, art. 1. e pelo aviso do Micisterio dos
Neg cios da Justica n. 603 de 12 de Set' mbro do
mesmo anno, resolve exonerar o referido Carlos
Cesar Coutinno do cargo de 2." supplente do juiz '
municipal o de orpbos do termo de Bom Jardim.
Ignacio de Souxa Ledo.
Veneruvcl Ordem Terccira do Se
apilleo P. m. Frauclwco. A eleicSo da
nova mesa, effectuada boniem, dea o seguinte re-
sultado :
Ministro, Francisco Jos dos Passss Guimaraes.
Vice-ministro, Arthur de Souza Carvalho.
Secretario, Aithur Augusto de Almeida.
SynJico, Joao Carde so Ayres.
Vigario do culto, Torquato Jos di Silva Gui-
maraes.
Mestre, Man. el Jos Bastos e Mello.
Visitador do R- cite, Manoel Jos do Nascirncn-
to Santos.
Dito de Santo Antoni Jo ia Cruz Santos.
Dito de S. J.s, Jote Gomes Neves.
Dito da Boa-Vistx, Jos Carlos do Reg Va-
lenca.
Procurador dj Recifo, Joaquim Ramos da Costa.
Dito de Santo Antonio, Manotl Vieira Nev-s.
Dito de S. Jos, Ant Dito da Boa-Vista, Zeferino da Costa Martas.
Dito do hospital, Leopoldo Marques d'Assum-
pcao.
Procurador geral, Jos Clementioo Henrique da
Silva.
Definidores discretos : Antonio Augusto dos
Santos Porto, Antonio Quedes Valente, Joaqnim
Jos da Costa Valente. Luiz Pereira de Faria,
Manoel J-s da Silva Guimaraes e Antonio Joao
de Amor i ai.
Definidores novoe : Clemcntino de Paria Tava-
res, Delphim Lopes da Cruz, Carlos Pinto de Le-
os, Jos Luiz de Seisa*, Benjamn Amos Jos
da Fonseca e Joaquim AI ves da Fonseca.
Ministra, D. Idalina de Abreu Cardoso.
Vice-mn'*, D. Anna Maciel Vieira Neves.
Mestra, Theresa de Jess Leinos Gomes.
unidoresJos Aufonio Soares R s Ber-
i Luiz ferreira, Adolph > Lufs de S >az, Joa-
quim Francisco dos Santos Rocha, Jo&o herafim
da Penha Lyra, Poiycarpo Nunes Pacheco daCos
ta, Luiz de Franca Prxedes, Juio Flix de Al-
buquerque, J-ao Carneiro Correia de -iqu ir>,
utMino Lins da Pa e Adel no do Nasciment
C sta.
Morledade Recretiv 18 de e-
(>rubroAlguns micos fundaram nesta capital
urna suci.dade com o titulo cima, fican Jo aesim
organisada a sua directora :
PresidenteFrancisco Vieira.
Vice presidenteManoel MagaMes.
Io SecretarioCarnetro Mo-iteiro.
2 DitoOztavumo Carvalho.
OradorPaixSo Vieira.
ThesooreiroAntonio Vital.
Fsmoln Da Eima. Sra. D. V recebemos
hont ra a quantia de 2 para ser entregue o ir-
mo Ignacio.
O PalancaDis'.ribuo se hontem o n, 3 d es-
te peridico llu-frado e humoristieo.
\orei PedagogleaiiO Sr. Amancio
Ramos, do Bahis, acaba de publicar all, com o
t fulo cima, urna int>reisante obra de educacao,
que ser lida com aprovetamento, e aa qual se
contera, as prinepaes questes do ensino e ena
cvoluco histrica, conforme as dispjsicoes do
curro de pedagoga, as Escolas Normae*.
Aeradecemos-he a ofFerta que us fez de um
e mplar.
Tln-souro ProvincialN'esta repartico
pai ate boje o ordenado do mez de Julbo aos pro-
fetsores de 1 a entrancia.
agua*-Meliaa Em 16 do corrate cscre-
vim-nos desta villa o nosso correspondente o se
gninte;
Em terceira sessSo deste anno funceionou o
jury durante os dias 14 e 15 do crente.
No dia 14 foram julgados os rus appellados :
Estacio J. Correia e Kayinjndo J. da Silva, pro-
nunciados as penas do art. 192 do cdigo crimi-
nal, sendo a sesso do tribunal presidida pelo Sr.
Dr. J. A. de Medeiros. Os reos foram absolvidos
per unanimidade de votos.
No da 15 foram julgados Telemaco de Lima
e Si e H nrique P. da Cunha, raigo Peba, (art.
257 do edigo criminal) Foram absolvidos por
unanimida :e de votos,
De todos os reos foi advogado o capitao Ma-
naba Falco.
Acha-se nesta villa'desde 3 do corrate, de
passagem para Buique, o Dr. Israel Cysneiro, me-
dico resiJente e:n Garanhuns. S. S. tem tido inu
meras occasioes de applicar a sua arte c deconhe-
cer muitas molestias de que nao fallam os trata-
dos de pastbolosataes como sejam r arcas cm-
borcadas, ar de fora, sol na cabeca e oulrns.
NodiH 7 o Dr. Cysneiro praticoa em Lulge-
ro, preso na cadeia desta villa, urna operac&o de
extr ccao de chumbo, buches e estilh -eos, que se
achavam situados us regioes peitoraes, olecranea-
nas, gastro chyuemicos e ymbicos. A ODera<;5o
urna hora e o paciente supportoa a corajo
T*inbeui acham-oe i vena aa rtaaa da Par
tan raa Larga do Rosara a. 96.
Preei* resamtdos.
LoteraA 2 parte da 1 lotera da provn
eia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
rio Reeif pelo novo plano, eujo premio graade
100:0O.000, ser extr.hida heje 22 do crran-
te, jriiieipando a extrae^ o ao meto da.
Os oilhetes aebam-se venda na Casa da For-
ana, ra Primeiro de Mareo a. 28.
boiorlt ao RioA 2 parte da lotera
ii. 365, do nove fttii. do premio d UXhOOOfOU.
ser extrafcida no da 4 de SVtembro.
Os bilhetes acham-se Venia na Casa da Por
tmt rua Prnn' iro de Maro.
Tainh'-ai aehaia se 6. venda na praua da Inde-
pen lenei.i na. 37 e 39.
Lotera da -- OrleA 1 parte da 2 0 le-
teria da erte, enjo premio grande de 1U0:IXWJ,
ser extrahida no dia .. de Setembro.
Os bilhetes ach m-se veada na Casa da For-
tuna roa Primeiro de Mareo n. 23.
Tambem acham-se veada na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Hatadoara PaallcaForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 79 retes para o consume
d < dia 22 de Setnnbrd.
Sendo : 62 reaes pertenceotsa Olivtifa Castro
J; C-, e 17 a diversi.s.
Mercado Municipal de H. Jot-
movimento deste Mercado uo da 21 do corrate,
foi o seguate:
En'raram :
41 bois pesando 5,786 kilos.
768 kilos de peixe a 20 ris 15*3 0
160 cargas de f iriuha a 200 ris 32(X)0
48 ditas de fructas diversas a 300 rs. 14/4(k)
]MAMrniC*velb'^Ap^rH",,fe jU,' P*'- I APC"" ^' *>' wt- ^ poic.
1 Antonio VlHIra du* Virtren. ___i n r
smente. Hoje acha se livre de perigo e em com
pleta convslcscenca.
o Esta vai muito exigua e s a escrevi para dar
conta dos trabalhos do jary Nao me sinto com
humor para cacetear > Diario.
O estalo sanitario da comarca bornea cr-
J' m nao tem sido alterada.
DinbelroO vapor Jacuhype levou para os
partos c!o norte a quantia de 32:0o0.
fl'.wpital Porlugaei-O movimento das
enfermaras deste hospital durante a semana finda
foi o seguinte :
Existiam em tratamento...... 20
Entraram................... 7
Sahiram curades......
Ficam em tratamento.
27
2
25
27
.'os Maria
C>utinua da semana o Sr. mordomo
da Silva Fernandes.
LellAeaEnvernar-se-nSo:
Hoje :
Peto agente Silveira, s 10 1(2 horas, roa de
Santa Thereza n 25, do estabelecimeuto hi oito.
Peto agen'e Palana, s 11 horas, no trapiche
da Companhia, de vinagre e ssrdinhas.
Amanha :
Pelo agente ilvra, s 11 horas, rua.estreita
do Rosario n. 24, de predios.
Sexta-fe ira :
Peto agente Burlamaqui, i a 11 horas, de joias e
movis.
MiMMa* ranebres.Serio celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, na igreja d Santa O, por alma
de D. Risalina Pires Pontes ; s 7 e meia he ras,
no convento de S. Francisco, por alma de Antonio
da Costa e Silva Maduro.
A's 7 hora?, na igreja da Santa Cru, por alma
de Joj Cbrysostomo do Nascimento.
Amaulii :
A's 6 horas, na capella do eeraiterio publico, por
alma de Antonio Martins Tones Camoes.
Sexta fea-a :
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonio, por
alma do professor Andr Jos de Almeida Cata-
nho.
Proclamas de caaaanenloNa matriz
de Afogadof, foram lidos no dia 19 do corrente, os
seguiutes :
Antonio Izaias Fernandes da Silva, com Ignez
AndadorfMVreelirVsaatiag^L". d ^ .
Joaquim M. Moreira Jnior, com Juventioa
Guilliermina de Freitas.
Casa de Dctenc&oMovimento dos p e-
que.
O Conde PatrizloEste jJistiucto presti-
mano e illusionista dar hoje o seu ultimo esp> c-
tscirle, em despedida, exbtbindo novas sortes e ex-
periencias, conforme se v do progiamma ioserto
a secvao compnteute.
(entro Mepabllcano de Pcrnana-
buroRcalizou se nte-h>atero, eomo eetava
aanunuiada, a seeso solemne promovida pelo Cen-
tro R publeaao em cemeoemoracao revolu .So de
1835
A's 7 horas da noite o theatro Manto Antonio,
eheio de esclbi ia gente da noasa sociedade, onde
se encontrava um avultado numero de senhoras,
abfio se a sess&o, que, por wchar se impedido p.r
motivo de molestia o Dr. Morra de Vasconcellos,
foi presidida pelo Dr. Coelho ds R^is, secretario
do Ceutro.
O Dr. Martius Jnior, j bastante coubecido do
nosso publico, foi o rador oficial, c agradou, as-
az, uos euvmtes.
'Paaram, depois, o Dr Antonio de Preitus, re-
K: S litando os estudanfes do Rio Grande ; o Dr
irro3Caseal, o Sr. Ovidio Pilh", qire recireo urna
poesa, e mais os Srs. N:lo Pecanha, Btnjamim
Rubim e um moco, eujo nomc nao nos soaberam
dft! '.
(.n/ets d oyanna Ho dia 18 do jt-
rente mes c.mecou a publicar se na importaute
cidade de Goyanna wu>a foiba eom o tirulo cima.
E' unparcia' e s&o reus fins e sua ssissao ser
coiilr-itiuir tanto quanto puder para o melhora-
tcento c bem ostar das classes laboriosas e iarius-
triae?, expondo-lhis com irald^de e franqnt-ta as
eattwis do* males que M i.pprimem a iudntand
Hsbs oa m os de remov-r as tiifficuldades que toi-
nam o seu presente afflietir e nio Ikes permit-
tem antiver um melhor futuro ; auxiliar a que
trabalbain, vo*r i.o despreao os qoe nio traba-
Hwm a tazer .tretm sem trega aos opfre8,"te c
eipoli;dorcs de toda a eepecie, cj nuinerv enor-
me >.
I) zejamos lhe vida long e cheia de prospe-
nfrades.
PallcclmontoHont m s 2 1(2 hacas d..
tarde fulleceu em contequeueia de um ataque de
asthma o autigo r ista carpina, Francisco Men
d' s Martins, conh'-eidissmo pelo num* de Ado.
ContaVS o fin ido, que era pertianrhaevrno, qu
76 nmos de iv)ad pon naaeera in 4 dr O itobro
de 1KI0- Era libeal extrema;1o, e o seu aome,
dun.iite o I ngo d 'inmio da eleiclo inin cta f i
semprc considerado ua chapa il- e eitores da pa-
rochia da soa residencia, Boa-\'i=ia.
H mi-in de bus coatuincs, honrado e s'sulo,
todosquantos o c-o.h am o estimavam.
O seu cor>o est p-sitado na casa da sua re-
sidencia, rua ia Santa Cruz n 52, donde h :
10 horas da manh, <> pois de eticon,inenddu, ae-
ra c .nduzulo ao a miterio pub ico de Saato Ama-
ro, ufim de ser all dado sepultura.
Aos dignos fi'.hos do tallecido apresentamos as
lloaras condolencias
sos do dia 20 de Setembro
Existiain presos 315, entrar: m 2, sabir imo 6,
existen) 11.
A saber :
Naeionaes, 285, muihereo 5, estrangeiros 8, es-
cravos sentenciados 5, preces tado 1, dito de cor
recco 7.Total 811.
Arracoados 27, sendo : boas 266, doentes 10
T..tal 276.
NSo houve alters3^ na enfermara.
IiOlerfa c laeeM-Por teregeamma re
cebido pela Casa Feliz, sabe so ou-, na 8.
parte da 13* lotera extrahida era 21 de Setembro
tora a premalos os seguintes nmeros :
Irmsnilaue de sao Jni (Te silba
MarAnte-h ntein, sob pr>sideneia do Dr.
jon de capel a twe lugar a ele ca i da irmanlade
de S. Js da Riba Mar, sahindj eleitosos ss
nh-ios:
Jais-Joao Jos das Prazeres.
UacTtarioHenrique Antn o Francisco Dor-
aeliaa.
TbesoureroJoo Perreira Braga.
Procuradores AagOsto Jo&o Simplicio BttTolhB
Agostioho Vieira de Mello.
13.594 200:ii00*000
6.673 40:00(l<000
38.028 20:(00*-KDO
4.936 10:0(10*000
29.761 5:0004000
4.613 2:000*000
4 735 2:0ixi#0i0
5.634 2:00*000
8.044 2:000*000
19. tli 2:1X10*000
21.7*6 2:000*000
31.422 2:00*000
^5.128 2:000*000
36 684 2:0005000
Premio de IumioS
2 926 3.069 4.%3 7.069 7.203 7.957
9.570 96 7 10.564 iP.643 11.860 13.213
17.8* 21.231 2.287 -<2.4i5 5.01& 32.818
32.942 33.0.14 31.169 34.396 38.845
/pproxlaaacae
13.593 4-000*000
13.55 4:000*000
6 72 2:000*0iK)
6.674 2: 00*000
38.027 1:800* 00
38.029 1:800*000
Os nmeros de 13.501 a 13.600, excepto o que
sabio o premio grande, esto premiados com.....
400*.
Osnumensd- 6.601a 6.700, excepto o qu.
aahio o premio da 40:000*000, vatio premiados
com 200*.
Todas as cnitaas cujns dous algai sinos termi-
nar mem 114, estao premiadas com 100*, rnclus
vu a da sorte grande.
Todos os nmeros que terminarem em -I e S
Cfltao premiados, com 20*
boteila da praalnrlaHoje 4 feira, 22
doeirren e, S" extrahir a 2.* parte da 1" lotera
in beoelicio da Santa Cas de Misericerdia do
Kecrfe, pelo novo plano approvado.
No cnusistort d igreja de >.-8sa Aenhmra .la
Conceielo dos Militares s-r teita a extraecao
pelo eyatema da machina Pich.
Lotera Katraordlarla do Vplran
Ka O 4.* e ultimo eorteio das 4. e 5." asrieb
desta iinp.rtinte lotera, eujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida brevemente.
Acham-se expistos a venda os restos dos ti-
les na Cusa da Fortuna rua Primeiro de Mare,
n 23.
Le* test a de Mcete de aKHOO>a0
A 9* partes da 1 j lotera, cajo premi*
grande de 290:000*, pela doto psaao, ser ex
Irahida impreterivelmeate no dia 27 de Batembro,
is 11 horas da maaaa.
rrhetas veada aa Can Folia da piuca da la
dependencia ns. 37 e 39.
6 taboleiros a 200 ris
12 Sums a 200 ris
Foram ocen jados :
23 co'umnaB a 600 res
25 compartimentos de fariuba a
500 ris.
22 ditos da comida a 500 ris
73 1/2 ditos de legumes a 400 ris
16 ditos de saino a 700 ris
11 ditos de treaearas a 600 ris
10 taihos a 2*
3 ditos a 1*
A Oliveira Castro & C.:
54 taihos a 10 ris
2 taihos a 500 ris
De ve ter sido arrecadnda neste dr
a quantia de
Rendimento dos dias 1 a 20 deSttem-
bro
Poi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde a 240 e 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 e 8t 0 ris dem.
Sums a 520 e 56) ris dem,
rarmha de 240 a 320 ris a euia.
Milbo de 240 a 320 ris dem.
b\ ijo de 500 a 640 dem.
1*200
2*4'0
13*800
12*500
11*000
29*400
11*20
6*600
30*000
3*000
54*000
1*000
227*860
4:000*620
4:228*680
nansa
CHR0N1CA JUBICIARU
Tribnual da tela?o
SESSO ORDINARIA EM 21 DE SETE-yErtO"
DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
QUnJTINO DE MIRANDA
Steretario interino Dr. Alberto Coelho
As horas do eostume, presentes os Srs. desem-
bargadores em nutne o legal, foi aberta a sessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fetos deram-se os
seguiutes
JOLGAMENTOS
Habeas corpus
Pacientes .
Amaro Gomes Correia Cesar.Concedeu-8" a
ordem para se ordenar a cessacSo do constrangi-
mento corporal, remetiendo se o paciente para o
juizo a qu.
Recursos crimes
De Palmares Recurrente o juizo, recorrido
Ai minio Jos Correia. Relator o Sr. conselheiro
Queiroz Barros. Adjuntos os Srs. desembarga-
dores Oliveira Maciel e Tosenno Barreto.Njgou-
se provimento ao recurso, unnimemente.
De PalmaresRecorrreuto o juizo, recorrido
Manoel Pereira da Silva. Relator o Sr. desem-
bargador Buarque Lima. Adjuntos os Srs. des-
embargadores Tuscano Barreto e Oliveira Maciel.
Negou-se providente, unnimemente.
Do CaboRecorrente o juizo, rec rrido Dr.
Joaquim Jos Coimbra. Relator o Sr. desembar-
gador Tcscano Barreto. Adjuntos os Srs. con-
selheiro Queiroz Barros e desembargador Buarque
Lina.Neg u se provimento, unnimemente.
De PalmaresRecorreute o juizo, recorridos
Joo Soares da Costa e outro. Relatar e Sr.
desembargador fires Gonealves. Adjuntos os
Srs. desembarg*dores Buarque Lima e Oliveira
Maciel.Negou-se provimento, unnimemente.
De talmaiesR coi rente o joiso, recorrido Ma-
jimiano. p r seu curador. Relator o Sr. desem-
bargador Alves Ribeiro. Adjuntoa os Srs. des-
embargadores Piivs Gonealves e ooselheito
Q icir z Barros.Negou se provimento, unnime-
mente.
De Bom JardimRecorrente o juizo, recorrido
Joo Francisco Xavier da Fonseca Filho. Rela-
tor o Si. desembargador Alves Ribeiro. Adjuntos
os Srs. dcstmbarghoores Tosca no Barrito e Pi-
res Ferreira.De.u se provimento ao recurso, una
nimemeute.
Afgravos de peticdo
De IpojucaAggravante Miguel Tolentino Pi-
res Falco, r.g gavado o Bario de < ampo Alegre.
Relator o Sr. desembargador Tosoa.no Barrato.
Adjaatos o- Srs. desembargadoies Alves Bibeiro
e Fires Goi.calves. Negou-se provimento ao ag-
gravo, unnimemente.
Do RecifeAggravante Eduardo Martines, ag-
embargaior Pires Ferreira. Adjuntos os Srs.
d' seuicargadores Alves Ribi-iro e Pires Gonealves.
No e tom.u ciuhecimenio do aggmvo, unau-
memente.
Apocllace8 crimes
Do R cite Appeliante o promotor publica, ap-
pellado Antonio Franciscfl do Albuquerqae. &
iator o tic. desembarga or Boarqae Lima.Ne-
gou se provimei to a appellaco, unnimemente.
Da ParahybaA|-p- llaute o jtt'SO, appelfado
Fraucisco Jos do Naseimento, Contiecldo por Ba-
a Relator o Sr. d*maarga.or Buarque Lima.
Mand u-si a novo juiy, unanimetaente.
De Oiinda Appetlauui ojui., appadado Fir-
mioo Manoel Forr ira do Naacmauto. Relator o
Sr. desembargador Buarque Lira...Mauddu-se a
novo jury, un .nimeinente.
De Olinda App> liante ojuizo, appellado Pran-
oiacu das Chaga. Relator o Sr. d. moargador
Buarque Lima. Joufirmou-ae a senten^a, unani-
minente.
De lezetros Appellaote Jos Alves Barbisa,'
ap,iellad a jastica. Relator o Sr. duSembirg-
d .r Tosoauo Barreto. Maud ,u-se a novo jury,
unanimem ute.
Appellaces cives
Do R'dfeAppeila'at s Aut-iiiio os de Le-
iNg e outr i, appellado AugOsto Curhis de Miran-
da H nnqnes KcUtur o ftr. conselheiro Araujo
Jorge. R-. Barros e des-'inb rga ior Buarque Lima. Foram
des.r z.dos >s imbireoa, unjii'mein-ote.
D far.hybaAppelln.ite I). Juveatina Gra-
ciada dos Siutoa Mdauez, app-ilado o vice-consul
porlUgUez. R' lator o Sr de.Jibargador Bu .r
que Lima. R visores o- Srs. deseinbargadorcs
Tofcano Barreto e Oliveira Maciel.Foram des-
prezados os embargi-s, on-uiiiiemente.
De GjyanuaAppellaot-' Henrique Oiympio
Tavares de .Vlello, ap.iellndo Dr. Deudora Uipisuo
Co. iho Caianh. R N or o Sr. desembargador
l'ires Gonealves Revisores os Srs. desembar
gadores Aves Ribeiro e conelheiro Araujo Jorge.
Deu-se provimento a appellacao, unanimeineut.!.
PASSAGEN8
O Sr. ooneeiro Araujo Jorge, como prdcura
or da ca** e pr anisar <*" justica, dau parecer
uos seguintes fe i tos :
Appi llacSo civel
Do RecifeAppe Untes o curador de Jouauin e
utro, appellado o juizo.
AppellncVs erimas
De S. J. oA.pedaHte o juizo, appellado Ma-
no.! Freir da S.lva.
De Agua PretaAppellante o pronotor pab-
co, appellado Manoel Jos dr Lama.
Do pr. conselheiro Queiros Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Liina :
Appelluces crimes
Do CaboAppellaate Antonic fJos de San t'An-
na, appe liada a justioa
lad Antonio Vieira das Virgens.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toicano Barr- to :
Appellacio crime
De Alsga d.i Baix Arlpellaote o juizo, ap-
pellado Prxedes Jo-Romeu.
Do Sr. desembargador Oliveira Maciel ao Sr.
desembargador Pins Perreira :
App4lacoes erimes
Da VictoriaApnellnnte Francisco Antonio de
Oliveira, appellada ajustic.
I): T..quretDgaAppellante o r pu-
blico, anpetUao Francisco P-reira dn Silva.
De MnricyAppellants Atthar do S queir, ap-
pelhida a jusuca.
Do Sr. desemb irgador Alves Ribeiro ao Sr.
conselheiro Queiros Barros :
Appellacao crimo
Do Catle do R ich i Appellante Antonw Fer-
reira Lima, oonhecido por Antoaio Cabocls, ap-
pellada a justica.
DILIGENCIAS
Ordenou-se diligencias nos seguiutes feitos
Appellaeoes crimes
t De AnadiaAppellante Joaqaim J w de Saa-
t Anua. appaHada a justioa.
De Campia Grande \ppellaute o juizo, a,.-
pellado Joaquim V. ira de Araujo Correia.
Da Gloria ds G .itAA apellante Jlo Goneal-
ves Pereir, apjellada a justica.
Com vista s partes :
Appellacio civel
Da Mamangnape-Appellante o capillo Jas
PeHx do Reg Barras, appellado Dr. Jo= Elias
de Avila L'as.
Embargos infringentcs
Do JaboataoEmbargante o Bario de Limo :.
ro, embargado Luiz Cesar Pinto de Farias.
DISTRD3DI98E8
Aggravo de peticio
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
D comiaerelo do ReeifeAggravante J. N.
Brindson, sggravados Amorim & Irmos.
Appellaeoes crimes
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do RecifeAppellante Jos Candido de Olivei-
ra, appellada a justica.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Do RecifeAppellantes Mauoel Albino de Bar-
ros e oulro, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De Pedias de PagoAppuilanta Justino Jos
de Oliveira, appellada a justios.
Ao Sr. desembugadcr Toscano Barreto :
De Pedras de P->goAppellante. o juizo, appel-
lado Francisco Jos de Vasconcellos.
EBCcrron-scR sessio s 2 horas e 15 minutos
da t&rde.
Hospital
Poruguez
ficeuela
de Beoe-
ItlBLIC4C0ES A PEDIDO
itoubo na Theswnrarla
Os que ne conhecem snbem que tenho aastante
grandeza d'alma para arrostar a adversidad? e
at mesmo as injusiijas humanas. Ellas nao me
abatem moralmeute porque encontr refugia em
minha consciencia vasia de remorsos e apoio na
minha honra sem manchas. Urna o outra do-rno
bastante coragem para ergucr a fronte, como seji-
pre, entre os ineus concidadaos, e proclamar e de-
fender a minha innocencia ante o roabo praticado
na Thesourana Geral de Fazenda.
O facto material do roubo cenhecido, estando
ainda em segredo as diligencias praticadas pelo
sr. chfe de polica para a descoberta dos au-
tores.
No se i com que habilidade ou felieidade essas
diligencias tem sido effectuadas : o que sei que
houve utn rsubo na Thesoarariu e seus autores de-
vem ser descobertoseapoliaia nao tomou prio-
ri e desde logo urna falsa orieutayio e se em vista
do facto material do delicto nao se julgou feliz por
achar mi um innocente quem de ha muito
se desej-a ferir, para fazer delle um criminoso e
urna vietims.
Nio conhrco as investigacoes sebre o crime
Deltas fui exc'uido principio pelo segredo poli-
cial; depois pela prisao administrativa e incom
muiiicabilidade, que contra mini foram ordenadas
pelo Sr. ministro da fazenda
O que me Jif, porm, respeito o seguinte :
Na seguuda-trira (6 do corrente) por volta de
duas horas e meia da tarde, e depois de encerrado
por mim e pelo eacrivo da ruceita, o Sr. Oliveira
e Silva, o expediente do pugatr.ento, dirig me aos
meus fiis i.ara ie qne um dellea oarregasse a mi
uha caixa c os saceos de nickel e cobre para a ca
sa-forie, pois quera retirar me por sudar doen
te, como sabido pelo honrado Sr. inspector e por
todis os emp regados da Thesonraria.
Levantou se o Sr. Francisco de Siqueira Car-
neiro du Cunha para fsatr, como fez, esse serviao,
visto estar o Sr. Fialho concluinlo um trabnlho d(
esenpta.
O Sr. Carneiro da Cunha depositon a caixa so-
bre urna lata, qne encerra estampilhas, eu fechei
o cofre em soa presenca e mandei fechar por elle
a jaiii lia da casa-forte, a porta de ferro da mesma
e a do repartimento, que lhe fica contiguo e d
para a sala, (ou gabinvie) em que trabalhava com
os ticis ; o que tambem foi feito em minha presen-
es, como era eostume, qualquer que fosse delles o
encairegado de semelhnnte servier.
Nao b'tante a grande confanya que nse inspi
ravam e anda me ins, iram ambos os fiis, fis en-
tilo o que fazi 4 srmpre, mesmo no interesse del-
les, isto verifiqnti se as pirtas estavam bem fe-
chadas, calcando sobre ellas, e, obtida a certeza
e o estarem iffectivamente, ri'cebi as daas cha-
ves das rnaos do Sr. Carneiro da Cunha, collo-
quei as dentro do saeco de camurca, que era o
meimo de qne ae servia o n.au anteoess pedi-me do Sr. Oliv. ira e Silva e dos dous ser-
ventes enenrregados do carimbo das notas, ,ue
sao rematadas caixa de smortisicio, re'irando-
me em seguida com o Sr. Fialho, o qnal, por cau-
sa do meo mo estado de sande, acompanhon nie
vagarosa e paeteatvitiente at o principio da rua
da Aurora, onde uos separamos, eolio ji aawaca
d da asa atusar de rawsnssa.
O Sr. Carneiro da C-nha, que baria ficado com
os encarregados do carimbo por ter sido esse tra-
balho prorogado at s 4 horas da tarde, em vir-
tu ie de poitaria do Ka. iaspector, que procurava
assim remediar o atraso em quo ftava tal serv
co, retirou-se algum tempo depois de mim, ficando
apenas no aecciu o servente Silva, visto j ter o
seu c mpanheiro se retirado, gando dectarou
me, no dia 9 do correte, o m sino Sr. Carneiro da
Cunha, que asseversu m>- ter, ao retirar-se, entre-
gue a chave no gabinete Silva, a quem dissera,
ieitando a sibre a mez< : Aqai est a cha-
ve
Eis o que sa den no dia 6 do ebrrente.
O* dias 7 e 8 paesei-os de cama conm ateqB^
de erysipeta, c un i foi observado pela &f- i apee-
tor da Thesourria, pelo Dr. Pedro Alfanas de
Mefto e por alguna outros cavaihems, que se di^;-
nam eatreter coinmigo reracSes de amisade.
N'> di i 9. c ultra o arecer d > Dr. Pedro Affon-
so que r^ ceiaVa f^grovacie do meu inc<.mmodo,
se nao c iitinuasse a guaruar o leto, tomei um
carro, e fui para a Tbesourara alim de f^Zor V -
rio* pagamentos, que n) tinbamvido feitos nnte-
riai'mente, em virtuie de portara d Sr. inspe--
tor, a quil pr'se'e>ii |tw '< pi^mentis de divi-
lis- tossem effdetuadjs do 8- da til de cada
mez em diante. ___
L-igo que cheguei Thesonraria, depiis de Son
versar cun o r. inspector, dirig m- para o ga-
binete, on le eiiconlr o Sr. F'alh achau lo-se na
sala inmediata, j entregue au seu trabalho, o
Sr. Oliveira e Silva, a sentadas junto mesa do
carimbo os e rventes Silva e Candido
Apaas penetre no gabinete, pedio-me o Sr
Fi .iho acha>e do repart ment ontigui casa
forte para litar i din eiro que tinha d ser ca
rimando, B a d.i mesma casa f irte para abril a
afin de poderm 'a enrrar e condusir elie a miuba
caixa pura a baaca do trabalho.
Tire ambas na ohves do sacco de camurca,
om ^ue as g.iirdava c entreguei as ao Sr Piaiho,
que no eoll .car urna dellas na techadura da pri
m-ira porta, aehou-a ibera apenas ene ;t*la.
Se^m polcnnos esplicar u fact >, que nos surjire
beadia, certo, mas cuja g-avilad- aiada gua-
rimos, recusan is, quando em aciu continuo e sal!
eta la de novo a miaba aitenejio pe i Sr. rlalbo,
no encontrar igualmente ab rta a pita da l.'n-.i
Forte, vi na respectiva fechadur i am instruiaealo
de Lulo ou coin, parecido con chave.
IiiHiiediat.mente ntandci ohamar o S< ios eutor,
e lembro-me que nessa oceasiio se achava na sala
o Sr. Antonio ffomo Ferreira, amanuense d^
secretara da polioia, que tudo presencou, e que
jo'ga\a nao ser provavel cacoutrar se o chefe de
polica, caja presenca exig para os devidos fins,
temblando ao Sr. inspector o telephone como ocio
mais prorapta deporte coa elle em communi-
cacao.
par do oooorrido, peaetiou na Cas* Forte acomja
nhado d i Sr inspector e da quantos all eslava
na oceasiio e comecou a fazer minuciosas investi-
gves emquanto a/uardava a ebegada dos pe-
ritos, que mandara chamar.
Chegados os peritos, comecaram os exames e a-
vestigavoes, que a Loje ai a la nio terminaram.
E1 tudo quan'o sei tudo quanto tenho decla-
rado nos autos de perguntas, que pelo Dr. chefe
il- p iUci me teesn sido feitos.
Fui prese adninistrativsmente pelo Sr. ministro
la Pazend ., e pelo inspector interino da Theiou-
raria me foi marcado o praso de 15 dias, pira nos
termos do dceieto d ; 5 de Dezembro do 1849, en-
trar com a impirtaaoia do aleamos verificidv.
O roubo tomou outra denosninuci, e chama-s
alcance do funecionario honrado.
Nao me applicdvel o decreto de 5 de Dezem-
bro, e consequeiiterneate nio aceitei o praso, qae
me fj designado, declarando aa Sr. inspector in-
terino da Tliesouraria, que no caso de se querer
com violencia do direito tornar-se-me applicavel
o d-creta de 5 de Dezembro, houvesse desde j
de considerar extiucto o praso marcado para todos
03 eff;itoe, qne dessa extinocao podessem occor
rer.
Soffro urna violencia em minha liberdade c pre-
temle-se mnu-.-hur a minha reputacio ae bamem e
de funecionario publico.
Espero, porm, que rrcapararei a liberd*de,
coma sakre com a minha honra, que herdei pura
de meus pas u preteu o deizar aos meas filhos
limpa, c intacta.
Para rOadqaerir a minha liberdade, c id fia na
jnst'ca do m u Paiz, o pira defnaa e apoio de
minha honra, tenha Deus a minha conscien-
cia.
Recife. 20 de Setembro de 1886.
Eduardo de Burro Falc&o de Lacerda.
Prcvisoes da imprensa
DAS REVERENDI8SIMAS MENTIRAS
Em uic discurso proferido na Cmara dos Srs.
Deputados, sessio de 31 de Julho, pelo nosso hon-
rado e Ilustrado amigo dr Dr. Correia de Araujo,
ba um aparte do Sr. Jos Marianno e outr. do Sr.
S-gimundo Gonealves, embora sobre assumptos
diversos, que conteem duas graadissimas menti-
ras, que nao dovemes dcixar correr sem o nosso
protesto.
O distincto representante do 3o dis ricto d'esta
provincia, voltaudo a oceup >r-6e da fiauga pres-
tada pelo tbesoureiro da Thesouiaria de Fazenda,
tornou saliente o facto de ter sido avaliado o en-
genho Fernandas p r 100:00j000, quando nio
poda valer mais de iO, porque, embora sacrifican-
do o interesse publico, era preciso proteger o no-
meado, que nao tinha cutro recurso para cuuiprir a
presenpcao legal.
N'essa occasiie o Sr. Jos Vfarianno, eom a co-
ragem que o distingue, e para neutralisar o ff to
produzido pelas paiavras do Dr. Correia de Araujo,
que mostrav.i com argumentos irrecuaaveis o p meo
val r da propriedade em questo, nio trepidou em
aifinnar que o engenho Fernandas tinba utima-
mente recebido grandes mclhor.imentos, o que
de todo ponto falso.
Es3e ingenho, por moite de seu proprieV.iio,
quando as suas obras estavam em perfeito estudo p-icrs sedenta'ias, o tarop de IKa
de conservaco e quando as propriedades ag ico
las tinham grande valor, foi avatudo pola qn/in'.ia
de 45:000*000.
Depuis, d'elle se tirou o engunho Castollo, as
obras se tem deteriorada e lhe do o valor de
lOO.OOOOOO!
Aleiburameirtos elle nao tem recebido nuibuns;
os seus apparelhos sao os que existiain autr'ora, as
obras sao as mesmas, contando tal ve- 20 aaaoa de
mais ; as trras esto caneadas e diminuidas.
Esta a verd**>,-. seis ^o as digan qi
aloes melbortnafrbss ds qw fallou o
tanto do 2o dutrieto de P. roambuco.
A sua affirmativa c us'itue a primeira m> atira
a que nos rrferimos.
rsf senvis agora segunda.
O nosso amigo o Dr. Correia da Arauy> lefena-
se s facto de se ter, como jamis suocedera, de-
morado por 5 mezes os tr> balboa da AssemHa
d'esta proviuein, qu indo i n da rolhe,quit foi ia-
tnidusida prl* acasoa adversaria, o qae tama
impossivel o tyste aa obstraeoa's), era peaueaaa
minora conservadera, quando o Sr. Segicmofidaa
inttrrompeu com o seguinte aparte :
A opposicio conservado: a est augmentada
com alrnma dissidencia libera1.
E' falso. Nio houve na Asamblea Provinaial
nenhuma dissideneia liberal que fosse augmentar
a phalangj conservadora.
O Sr. Segkmuudo sabe-op-rfeitamente e rimpon
mo do sua mentira emo nica taboa de saivacaa
que se lhe deparou para de ender a maioria libe-
ral, como se ella podesse ter alguma defesa.
Mas como triste ver dous d-putaoos gei
assim em guerra aberta com a verdade !
(Do Tempo de 19 de Agost- de 1885.)
URAi-Et.'IMENTO
A Junta Administrativa do Hospital PnrfajarT
de Beneficencia, vi v; mente recenhteida a todos as
que se digiiaraiu aceitar o seu convite pira a Ksa-
ta que pronnven no dm 19 do corrente, ven, pos-
suiaa intimamente do ecntsiento de gratidio,
tributar a todo os seus couvidados, os seos pss-
testas demuitissmo reconbeciaiento pela subida
prova de symptha que todos deratn institoicSe
que ella tem a honra d repieser-tar.
A' Junta Administrativa corre o rigorosa daar
de agradecer ao Exm Sr. presidente d'esta xsnv
vincia e mais autoiidades d'esta cidade o benevo-
1) acolhimento qoe lhe foi feito e a modo eavalaei-
roso por que Toism attendides os teus pedidos.
A todas ai Exm as. sr choras qne tio generosa-
mente concorreram com prendas para o basar,
a que de tio boa vontade e tio encantadoras ate
se prestaram a es nolar para os pobres aesvaltdoa
reeolbidos n'esta casa, toda a nosea gr&tidao e a
affirmativa de qae aos seus desvelados esuserrs
foi deviio o maior brilhautmo da nessa festa.
A todos os cavalheiros que de tio benmcBlc
ram o pesado encargo da direecao e dietri-
^ prendas no bazar, es msaos vivos pn>-
:'<; muita gratida-j e reoonh jeim^oto ^elo
servioo quo nos prestnram.
A todos mil protestos de gratidao e ao geaeroao
publico^d'esta cidade muitos e muitos agradeei-
mentos por le* ainda d'esta vez tio gene rom raen
te correspondiio ao appello que lhe usemos.
Recife, 21 de Setembro de 1886.
Pela Junta Adminitrotiva,
Feliciano de Azevedo Maim,
1." secretario
Para os ecelesiasticos, advegitdos, negociantes,
empregados de escriptorios, e em geral tedas aa
p'ssoas de ambos os sexos, empregadas em c<
teuterr. .^i. inesgotavel fe ni e de a lisio
contra essa oppreasiva sen sacio de cxhausUcaode
que tio frequeu'.emeBte padecem. Abre os pnn
da pello, purifica o sangue, hmpa o ligado, o bao>
e todos os orgios secretorios e excretorios, tac par-
teitameute que a doenca nao ncontra ekkaemk
algum sobre que opere. Faz desapparecer a me-
lancola e o desanimo, aclara as nubladas idesn, c
c iinmumca nova vida e vigor s forc>s phj
gastas e exhaustas.
Iteperloiio de mnaicas sacras lo profeMHr i.yiiii le Oliveira. mestre sie
rapellua ta Cmara iiin>i< Ipal da cidade do lit-rife.
qUALID BM AUTORCS N0ME8 DAS PECAS KATURE2A Obseriaiia
Hymno Costal S. Thereza Grande
Ve-peras J. Jordani N. Senhora 0
dem Mercadante, Vaca, P.Ge-neralli. Massuccato e
Alexandro Nini. * a
Magnifica) J. Jordani
Glorias J. Casemiro Jnior Deuoaiiuariada Matriz Extraordinaria
dem Delengao
dem Guiseppe Sivori Graca- Grande
Idi'm Conti S. MDB
dem Golas Dogma da Conceigio o
dem Correia Guimaraes S. Christo Orclieslrada m F. L. Cdto.
dem Colas Livramenio >
dem V. Bellini S. Rita n
dem |T. Orestes S. C. de Jess m N.2
dem Felice Rcssi Alexandria u
dem T. Orestes 0 N.l
dem S. Pinto N. S do Bom-Conselho
dem A. J. Nunes Fonniga a
dem Battaglia Espirito-Santo. Sofedade
dem J. B. Rabeli Media
dem S. Pinto
dem Colas Natal i
dem F. L. Rossi B. Jess Passos 0
Mena J. Casemiro
dem J. Jordani
dem Badoni O
dem S. Pinto Em La Pequea
dem * a
dem S. Mercadante 9
dem Joaquim Bernardo F Eduardo da Costa 0
dem O
dem M A Gaspar
dem J. Casemiro Jnior
dem J. Casemiro Orcii. e jnbem)
dem Santos Pinto a A' orgaa
dem a
Mera M. J Orternald m
Mein Colas N. 1 Sabatina 1
dem i
dem . 3 n
Solo Qtiitollis Grande
dem dem Goncla Laudaimt 1 Flauta^Soic-
Ave-Muria C. Gounod PequeiKi
dem Colas
dem de L. Luzzi
Credo Canessa Extraordinario
dem J. Casemiro Denominado da matriz f
dem Mercadante Grande
dem Bispo
dem Rossi 1
dem Menaibjnte 0
Iaem Alexandrino de Souea
dem Santos Pinto Pequeo
dem M. J. Osternald o
ildem Sanios Pinto
Ditera v Era La
dem Ketro -Generali
fTe-DOBm ,1. Orestes Santa Bita Grande **^
dem Colas Espirito-Santo
Idea . S. a Victoria m
dem Joaquim Bernardo San V A una >
dem S Cecilia
Idein Jos de Lima Em D Pequeo
dem Jos Candido S. Joao O
f. Ergo L. Rossi Duelto
dem A- S. Leite Flauta Soto
dem Jos Candido Barytono Sol
dem Jo; Coelho Tener Solo eCat
dem P. Estanislao Tenor eBarTtmar Coro.
dem A. Catelaoi.
Novenarios Colas N 1 Orch. c piao
dem 2
Mein Espirito- Santo
Mein G. A. Aievexlo
dem Manoel Pereira
dem M. F Chaves
dem T Orestes
Ladainlias Colas K.- i Srande Orclt. epHOB
na a S Christo
hlciu Joaquim Bernardo Maria e Jess m
filem Jolas N i Pequea Orch. e nrrati
btem * N 3 o
dem Em Fa 0
dem i. C- de Araujo Era Sol
niem S. Cerilla S
lile'lll G. A. de Azevedo
Iilem Manoel Pereira Alternada
dem M. F Cha O _
dem T Orales B>
Aul iph anis
S. Regina Colas S.o I
dem N *
s. Hater L. Laflbiaole
V. S. Es- Colas
pirito
3 Santa I. Casemiro Jnior
Qflicio klissa de David Peres Extraordinaria
Morsart Srande
Requiera
Libera-ni Cosl

VJaffasfi

>


ernamhmwQuarta-feira 2 de Setembro de
13^6
A' Provincia (*)
O PBOCDBAOOB FISCAL IHTBBnrO DA THB
SOKAKIA DE PAZENDA
Grave orime commetti em aceitar o car-
go de procurador fiscal da Fazeada Geral,
cora que me honrou o actual presidente da
provincia, depois do roubo do cofre daThe-
souraria, para que o orgo do partido libe-
ral, de raSos dadas com um jornal porno-
graphico, n&o cesse de invectivar-me e
malsinar-rae diariamente !
Poia saiba a Provincia que, quando o
honrado presidente entrou na administra-
dlo da provincia, convidou me para aceitar
o lugar de procurador fiscal; e ou recusei
formalmente.
Talvez fizesse mal em recusarme aesse
convite.
Quero, sale se a minba perversidade n&o
descubrira alguraa traca para frustrar o
plano dos ladros ? 3 Deus e os meamos
kdroes o sabem.
Como quer que seja, andava cu muito
ocupado com a apuracfto da eleicJto muni-
cipal, e com o meu espirito tSo distante
d'aquella Thesouraria que nem ao menos
tire a curiosidade de verificar as dimea-
Sea dos buracos das fechaduras, por onde
passaram os ladrSes com aquelles 793 con-
tos, cujo volurae e peso eram apenas bas-
tantes para a carga de urna carraca, quan-
do a 4 horas da tarde de 11 do crrante,
ao acabar de fazer o testamento de um
amigo, que tinha de embarcar para a Eu-
ropa ao dia seguinte, e ao approximar-me
do meu escriptjrio, soube que havia sido
nomeado para exercer interinamente o lu-
gar de procurador fiscal, por ter sido dis-
pensado o Sr. Dr. Duarte de Oliv ira.
ie attendesse aos meus interesses parti-
culares e a certas conveniencias pessoaes,
heno desojara que passasse este calix de
amargura; mas, quer como cidadSo, quer
como amigo particular e poltico do presi-
dente da provincia, nSo poda, nao devia
recusar-me a prestar-lbe o meu fraco au-
xilio em situaco tSo critica.
Nem h >via motivo de suspeicSo entre a
minha pessoa e as dos responsaveis legaes
pela guarda do cofre da Thesouraria.
Pelo contrario. O thesoureiro, Dr. Edu-
ardo, sempre teve para commigo palavras
de muito affecto e estima. NSo ha amitos
mezes que, encontrando-me porta de su
reparticSo, deu-me os mais affectuosos pa-
rabens pela minha r roxima nomeac&o para
Facam-no como eu estou prorapto a fa-
zer o meu; e veremos depois que que,
sem ter cabras, cabritos vende.
Em caaos taes iodipensavel que cada
um varra a sua tsta da ; o um depositario
de dinbeiros pblicos bem sabe que elle o
nico reaponsavel legal pela boa guarda do
deposito.
Auxilie-nos a Provincia neste empenho ;
diganos, ao monos, alguraa cousa do que
sabe, ou suspeita.
Por exeraplo : indague quem gasta tan
to dinbeiro com a ira prensa par injuriar
e calumniar os funcionarios pblicos, qu-
esto cumprindo o su dever ; que talvez
por ease caminho possamos descobrir a pis
ta 'ios ladros.
Bem sabe a Provincia que taes publica-
c8-;8 custam caro ; e s as po le pag quem tera muito dinbeiro fresco e ganho
i-o-o pouco trabalko
Estiva no proposito de soffrer com re-
sigQHcao christ os ataques da Provincia
tanto mais quanto os de veres, que boje
pesara sobre mim, irapoem-me c -rtas re-
servas, e se dou-lhe este cavaco, porque
tenho necessidade da explicar, ainda urna
vez, a historia do despacho de pronuncia,
publicado pela Provincia em sua edicSo de
boj 4.
Em 1862 residia eu na cidade de Rio
Formoso e principiava a minha vida de
advogado, quando procurou-me o capitSo
Francisco Dorotheu Rodrigues di Silva,
abastado proprietario e hoje chefe ou sub
chele do partido liberal di freguezia de
Gamelleira, que entao constitua o districto
de paz de Duas Barras, distante 7 leguas
de Rio Formoso, dizendo-me que trazia
urna procuracSo passada pelo escrvo de
paz daquelle districto, na qual o Sr. Car-
los LeitSo de Albuquerque, seu visinho,
compadre e amigo, me constitua procura-
dor para assigoar urna escrptura de hypo-
theca do engenho, ou antes engenboca,
Resgatn, em garanta de urna divida de
10:000$ XX), constante de urna letra que
me foi apresentada pelo mesmo oapitSo
Dorotheu, que tambem loi portador de urna
carta que, nos termos da procuracSo, di-
rig-me o Sr. LeitSo.
Nao conhecia a este senhor pessoalmen-
te ; sabendo apena i que era homem abas-
tado, e que administrara mal os seus bens;
mas conhecia o Sr. CapitSo Doroth u, do
terapo em que era eu estudante e elle vi
procurador fiscal, dando crdito a urna ba- zinho de meu pa; e confiava em sua pro-
la que por aqui corred ; e eu respondi-
Ihe sem deter-me, porque tinha pressa,
que nao era pretndante a semelhante lu-
gar.
O seu honrado e velho pai era, e nao
sei se ainda meu amigo ; do que lhe te-
nho dado provas.
Sou amigo de um seu digno genro.
Os seus filhos, sempre que me encontra-
rais, tratavam-me com singular attencSo.
Como poltico, e liberal que diz ser,
nunca teve prestigio ; nem me consta que
se oc upasse activamente das qucstSes de
seu partido; antes, sempre viveu muito
bem entre ambos os partidos, como sa
bido.
Quanto aos seus fiis, basta dizer que
um genro de um meu amigo, e dos mais
dedicados ; e os dous outros pertencem
nma familia a quem m prendera lacos de
antiga e sincera amisade ; e s3o filhos de
um homem a quem muito estimei em sua
vida, e a quem preatei alguna officios de
amisade.
Que suspeicSo, pois, era essa, para dizer
a Provincia que eu fui nomeado para se
aproveitar o governo da minha pervtr> ida-
de contra o seu distincto e honrado correli-
gionario, Dr. Eduardo ? 1
Qual foi a perversidade queja commetti
na minha vida ?
A quem j fiz eu algum mal ?
Aponte-o a Pro incia.
Ese a minha perversidade dss< para
descobrir o verdaleiro ladrSo, era caso da
Provincia agradecer-me, em lugar de andar
a malsinar-me.
Se me fosse permttido dar um conselho
ao orgao do partido liberal, dir-lue-ha que
pedase e aoonselhasse ao seu correligiona-
rio e aos respectivos protectores que pro
jurassem por todos os raeios auxiliar as
autoridades, sujeitando se todos at urna
especie de inventario ; que d'ahi nSo Ibes
resultara nenhum desar.
bidade.
NSo sabia que negocios havia entre elle
e L itSo : mas no auno antecedente, quan-
do cursava o meu ultimo anno na Facul-
dade de Direto, recebi urna carta do ca-
pitSo Dorotheu, pedindo me para promover
a baixa do saldado Jos Carlos LeitSo, fi
Iho daquelle Carlos LeitSo, o qual, tendo
andado desertado por muito terapo, e con
trahido casamento, achava se preso no quar-
tel do 4o batalhS-) ^e ruinara ; e nutori-
sando-me a receber do seu correspondente,
o comraendador Albino Jos Ferreira da
Cunba, a quantia de 1:000U00, necessaria
para o resgate do soldado.
Satisfiz o seu pedido ; o lerabro-me que,
quando me pro -urou o capitSo Dorotheu,
fez referencia a este facto e a outros ; pelos I
(?) Repete-se esta publcacSo por tersa
bido hontem com alguns erro* e ou.issd'es.
A Redaccao
CMMERCIO
quaes se havia constituido credor de Car-
los LeitSo.
Achando-se todos os papis em devida
forma, fiz a minuta da escrptura de hypo-
theca, que foi 1: vrad pelo ubulliSo Kutino
de Almeida, do Rio Formoso, e mais tarde
por mim assignada ; por que quando dei a
minuta ?.o capitn Dorotheu, achava me na
prxima villa de SerinhSem, onde foi elle
procurarme, e s tarde voltei para o Kio
Formoso.
Era juiz muni pal e delegado de Seri-
nhSeio o Ur. Guliherme Cintra, que com-
qu mto do mesmo partido do capito Doro-
theu, era su inimigo rancoroso; e mu
ainda o era mais, tanto por motivos parti-
dos como potiticos. Estavaraoa em plena
reaecSo partidaria, com a bscencSo e orga
nisac&o do p irtdo ligaeiro ; e tinha huvi-
do no districto du-s tleieo's de muito em-
penho para este, em ambas as quaes fora
derrotado o sea candidato, conselheiro S
e Albuquerque.
Eu estava empeuhado nessa luta, e o
juiz municipal era o mais forte agente do
governo.
Aproveitou-se elle da occasiSo para to-
mar urna vingaoca do capitSo Dorotheu,
que, se era criminoso, o juiz que o proces-
sava tambera o era ; porque, ponaos me-
zrs antes, fizera iguaes negocios cora Car
los LeitSo, ee pelo mesmo syatema (procu-
racSo falsa).
Fui, com os meus coll-gis e amigos Dra.
Gaspar Druraraond 0 Katis e Sil va, advo-
gado do oapito Dorotheu ; mas foi o pro-
cesso tSo mal organisedo (pois nSo se tra-
tou de verificar a fali ade da letra e da
procuracSo) que at entSo nSo pude forra ir
um juizo exacto ao procedimento do capi-
tSo Dorotheu.
Post riormente, poro n, por occasiSo do
processo de resp lusabilidadn, instaurado
p-.lo juiz de direito ao escrivSo de paz de
Duas Barras, que havia p-tssado a pro u-
racSn, convenci-ine de que esta era falsa ;
e entSo cortei aa rainhas relacoes cora o
capitSo Doretheu, de quem nunca mais me
approximei.
Qul o advogado que s possa livrar de
receber urna procur->cao falsa T
Durante o processo inatiurado ao capi-
tSo Doiotheu, no qual alias furam procura
daB testemunhas adrede, nSo houve um s
indicio de, que eu tivesse conh cimento de
semelhante trapaca. Isto mesmo consta
do tal despacho. E com que vantagem ?
Pergunta a Provincia ao seu correligio-
nario, o Sr. CapitSo Dorotheu, se algum
dia me pagou, ao menos, o meu honorario,
como seu advogado nesse processo.
* J tenho urna vida um pouco longa ;
ha vinte annos que exerco nesta cidade a
minha profissSo. E se sou, como pubiieo
e notorio, o advogado que neste foro mais
trabalbo gratuitamente ; se nunca deixei-
rae levar pela ganancia do dinheiro, e pres-
cindo at de lucros lcitos de minha banca ;
se vivo modesta e parcamente ; se, cmfim,
a minha vida publica e particular bem
conhecida nesta cidade, onde nunca pr diquei a quera quer que seja, e nunca foi,
se quer, suspeitada a minha honeetidade,
que valor pode ter o tal despacho publica
lo pela Provincia, o qual foi immediatamen-
te reformado por um juiz insuspeito, como
o Dr. Mandil Nicolao Kegueira Pinto de
Souza, que era entSo, como hoje, meu ad-
v rsaro poltico ; mas que nSo me fez ne-
nhum favor, nem ou lh'o pedera ?
Em urna vida como t;m sido a minha,
de tanta actividade poltica e no exercicio
de varas fuuccSes publicas, este o facto
uuico que a Provincia acha contra mim, e
sem o mrito da invencSo ; porque j o te-
nho explicado diversas vezas na imprensa,
e at na tribuna parlamentar.
Mas, como nSo encontra outra cousa, nSo
duvida fazer do seu correligionario, cap
tSo Dorotheu, um gato morto para jogal-o
contra mim.
O seu corregilonario que lhe agradeca.
Para concluir ; pergunte a Provincia aos
Rrs. BarSo de SetinhS^m, coronel Frangs
co Manoel Wanderley, major Fruetoso,
Manoel Peres Campello J. da Gama, se-
nador Alvaro Barb.lho e Drs. Ri'is e Sil-
va, Maoel Ni -.olo e Aquilino Porto, se o
juiz municipal, que me fez esta pirraca,
nao julgou me por $i.
O Sr. B .rao de SerinhSem,liberal oistinc
to e que nSo pode ser suspeito Provincia,
ainda deve t r em seu poder um do. umen
to authentico, que fez me a fineza de man
dar mostrar era confianct e ple informar
bem a Provincia acerca deste e de outros
110Isa comiaercial de *emam-
l>UVO
BECIFE, 21 DE SETEMBRO E 18t>.
As tres oras ua tarde
' cuto** uituaet
Cambio sobre Londres, 9() d|V. 21 5,8 d. por 1*000,
do banco, hontem e boje.
O presidente,
Pedro Jos" Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
3&NDJM&SU* PBLK.OS
Me -e Setembro de 886
ALFANl-EGA
Ruda oxhl
De 1 20
dem u 21
Rbhda raoviaciu.
DeUifl
Vdeui a21
553:029*986
30:427.724
56.080160
3:44U*567

Total
583:457710
59:i'0727
64:978*47
Nova em 20 do correte e consignado a
Saunders Brothers 4 C manifest a :
Bacalho 2,486 barr as e 352 meias
ditas aos cons'gnatarios.
Vapor francez Vine de Pernambuco, en-
trado do Havre e Lieboa na misma data
f consignado a Augusto F. de Olivara &
C, luanitestou :
Carga do Havre
Amostras 4 volumes a diversos.
Agua mineral 15 a Rouquayrol Freres
Bata as 200 meias caixas a Augusto
Labille, 25 a Jos Joaquim Al ves 4 C,
80 e 150 gigas a H. Nucsch & C, 25 e
60 a Carvalho & C, 50 a J0S0 B. deCar-
valho.
(.harapanha 15 caixas a Sulzer Kauf-
nv n 4 0.
Crystaes 2 caixas a Wm. Hallday
4 C. y
Cognac 10 caixas a Domingos Ferreira
da >ilva 4 C.
fact.s que se deram naquetla epocba.
J 13 vSo 24 ann> s ; e eu sabia dos ban-
cos da Fuuldade, muito moro e sera a ne-
cesaria experiencia. Foi urna li.So muito
proficua ; e desde, entilo aprend ter rani
to cuidado comigo. P.irecia-rae que o meu
procedimento anterior e posterior, e o con-
eito de que goso. puahara-me a salvo de
certas invectivas ; mas que quer a Pro
vincia ?
Vj a. minha si na : ser m Untada pelo-
liidrS-s, at mesmo qnando os procuro ami-
gavelmente e Ibes peco que restituam o di-
uheiro roubado ao thesouro publico.
E a Provincia, lor.ge deaniraar-rae, pen-
sa que estfazenlo um oom'o papel, prev
nindo os de que devera fugir de. mim, como
da espantosa cabeca de urna nova Medu
sa, quando s procuro approxiiiar-mc
d'illes.
Ora, sso nSo tem geito : nem honra o
orgSo de um partido.
Recife, 19 de Setembro de 1886.
Olympio Marque.
O Sr. los Jfariauno
Abaixo o Impuadob I
Viva o Ihfuaimm I
VII
Nao sei era o comprebendo, mil vezei digo, a
razo porque os Uzaroui e os hora ns grados du
pn-tido livre a- exasperara e ca a dia me odemm
Chapeos 1 caxSo a Salazar 4 0., la
B. da Silva Carvalho 4 IrmSo, 1 a Au-
gusto Fernandes, l a Carvalho 4 C, la
Antonio Jos Maia 4 C,
Capsulas 1 caixa a Miranda 4 O
Dita e vidros 4 volumes a Manoel Joa-
quim Pereira.
L ina 2 fardos a Wia. Hallday 4 C.
Movis 1 caixa a Manoel Joaquim Pe-
nira.
Materiaes para navios 2 caixas a B*t
ti ao 4 Costa.
Mauteiga 160 b&rris o 315 raeios ditos
a ordem, 30 e 40 a Joaquim F de Car-
valho 4 0., 20 e 2i> a Domingos Cruz 4
C 30 e 60 a F< mandes da Costa 4 C,
20 e 5 2 a Rosa 4 Queroz, 35 e 45 a
Souza Bastos, Araorira & (J., ]q 20 a J.
B. de 1 larvalho, '20 e 30 a Augusto La-
bille, 45 caixas ordera, 13 a J*io F. de
Almeida, 9 a Paiva Valent* 8 O, 24 a Au
gusto Labillo, 10 a Sulzer Kauffoan & i',.,
10 a J. B. de Carvalho, 36 a Souza Bas-
tos, Amorim 4 C, 10 a Domingos Cruz
4 C.
Mercaduras diversas 9 volume- a Jos
Pi to da Silva, 1 a Maia 4 Silva, 1 Pa-
poula Ir.nao 4 O, 1 a Sulzer Kmffman
4 <:., 3 a Salazar 4 O, 3 companhia de
edificacSo, 4 a Oliveira Bastos & O., 5 a
Prente Vianna 4 O, 1 a Samuel P. Joh
nston 4 C, 3 a A. D. Carneiro Vianna, i
a F. da Azevedo 4 C, 2 a Wm. Hd-
mais, porqne eu me oecupo do corio, sublime
verbo, de nosso fntnro ; e peior ainda porque re-
lembro oa glorioso* fetos que tem merecido deste
mesmo povo e pjr tautas veses tantos suffra-
gioa 1
Em outro temp, quando eu o acensa va por
essea tactos, estando o povo de seas amigos em
grande parte tS. mal com elle, me respoodemn
dan lome um couee e ao re futuro maioria im-
mensa sobre o contrario conservador.
Se pois taes fritos lh?a do taes glorias, porque
se morJem porque os e mmemore ?
Se elle liv-sse outros feitos de feicdes contra-
rias, poderam os eren tea se env.-rg nhodo de una
j resgatadog p,;| ,8 seguales, nao gastar que arada
ae failasse allea 5 mas ss tolos lies sao 10 mes-
m genero, re nenhum vem resgatar os outros, se
por toiios riles tem o noaso h-ra aleancado as
maiores gloriaa, at mesmo quaodo apreseutou sua
familia caudidato nova dyuastia que d-ve r i
nar, se s eatet feitos de que accusei-o qu- Ih^g
do triumpbos to grandes, s a inv. ja e o ciume
de mim explieam o odio qu me votam lantos de
seus amigus interesseiros.
Mordm-ae, p\>is, ijue m.irder-me nao podem, que
vou meu camiubo o-l.brando o homem e aqu Mea
fetoa queja conJemnei outr'ora e pelos quaes lases
mes-nos que ora me querem morder, Ibe dando a
gloria, me cooverterain a elle.
Tendo pois de entrar no estudo do novo verbo
d^-ste fim de aeeulo, esse coro que tantas veses
tenho estaniji, lo, vou com>-car cmnmemorando
neus grndes t, itos, em quanto outra peona mais
bem aparada vtuba melbor fazel o.
E' assim que se pratica sempre com as grandes
obras Jos grapd.-s hooieua : comecaudo pelo que
na vida de seus autores ha de mais briihante.
Comeco pois como pouco digno biographo de to
alto quanto glorioso vulto deste seculo de tantas
luzes.
Faca mol-o porm em traeos largos como um
muitc ligeiro esboco, qne oque basta para con-
servar a memoria de seu to alto, quasi divinisado
mrito.
E' bem claro que as cousas sSo conforme aos
lugares e aos tempos, s opinio s da trra as
diffirentes p>chas. Em cada pocha domina
principalmente urna idea, s veieo em muitos pa-
ses, s vezes em algum isoladamente.
E' o que de presente d se entre na, com a
nossa trra, com o nosso pov> que passou a perna
i.csta mirado todo, na mesma Franca a qu.-m no-
bou o foco do grande luseiro, para colloal-o do
Corcovado, ou antes na escola da gloria, 'alli
se irrsdi'i aquella flamma luminosa, immensa, por
todo o Brasil, com a pretenco de se p> ojectar
pelo mondo inteiro.
E' a idea predominante desta pocha em nossa
trra e que ba de constitu! urna nova e ultima
era para o mando todoo baqnca ausencia da
divindade.
Deus nSo mais nem objecto de questi ni ge-
neralidad* de noaao povo, d'aquelles que i-' n,
ainda mal soletrando, letra impre.-s. O bisbaque
que com seriedade pronuncia sen nome, s aco-
Ibido com risora e esc^rneo. A religio so se con-
serva para as mulheres, e para o povo ignaro, para
o analpbabsto. Toda maia gente, com exc- oca"
de i.lguns pap nvos, e dos hypocritas, e mxime
dos ultranontranos que. pelo extremooppost>, pre-
tndela um governo universal e temporal do papa,
toda a mais gente positivista.
Bem se v como vai a ii-ratado o nosso povo,
como tjmou o posto Franca poudo-se na Van-
guarda da civil
interrump ios tryunphos que tem alcanca lo deste
povo, o htmem fut-iro. D'ahi vem a simpleza a
facilidad- com que elle apresenta a sua familia
para succeder dynastis Orag .n'iua orleansque
ha de cahir brevemente, p..r causa da inslita 111-
justca c 'in que annullaram seu po.mlar mainl t. ;
u'abi vem o applauso com que fui acolhi lo su-.
apresentaco para re ou imperador e fundador da
dyuastia nova de sna familia, que apreaentou com
a modesia rxpressio de lonja de cata, nao pode ni
didxar de lerabrar-se que de casa t temos louc.
grossa.
E' d'ahi, desse grande progresso do positivismo,
da ausencia de Deas, aue vem todos os prodigiosos
tryumphos do nosso futuro.
Era toda parte ha, como se-npre, houve positi-
vismo, agora com este nme, n'<>ara* eras com
outrob varios; mas em toda a par** ha tamb-iu
muita r. ligia-, muito sentimento piedoso. t< mor dr
Deus, amor do prximo, seulimentos estes em que
para todas as pocas e esses povos ainda to atra-
sad .s, se asseutam os sent mentes da bonra, de
ordem, do respeito aiheia liberdade.
Eu era desees, e muito custei a m*dar de accor-
do e de sentir, e s > fix convenc.10 pelos r yuinphi s
esplendidos do futuro imperador; pois deejaui>-
subir alto polos sufragios populares pelos carai -
nh s ditos j de todo desusados entre n-, este
povo respoudeu me com o sorriso do dpgpreso, B
dando tantas glorias ao futuro.
E' por isto que vou com este o o celebro nao s
propagando o seu prximo futuro to almejai) de
tO'! ~s os brasileiros, como decantando es seus feitos
donde lhe a 'vem tantas glo ias.
Vtu com elle, digo, e nao com o n< sso povo em
b.a por amor d-lle convertido as mesmas idea
de positivismo; por que de qualquer modo que eu
me porte ou pense, u com o Deus do c->, ou -o n
o d. os moderno, o deus da trra, esse povo sempr
vota-uie, b ictera o despr-so, e b"j 1 o odio. V u
pois com elle, com o futuro, que sabe ser ami^o
recompensar as dedicacoes, que ha de me pir
cima de todos os cutros quando ebegar ao aline-
jado throno.
Por isto, e pars que em denhum iustante possa
esfriar a propaganda, guardando para outra v z o
decantar as facanhas glorii sas que tem engran-
decida o grande 'mim os presente, gritemos sem-
pre chelos de enthusiasmo memo e qu' nte :
V va o fuioador da nava dyuastia de louc
gr ossa I
Viva Joc I, ou Jos o grosso.
Kecife, 20 de Setembro de 1886.
Affonto de Albuquerque Mello.
P. S.
Ia-me esqueeendo al coro.
V ainda em tempe para quem o qmzer ler.
O rador foi interprllado, no meetinq anterior,
por nm amigo, porqne nao se declarava pela re-
publica I
E' porqne mais amante da repblica do que
esse amig ; e porque coiro disse ao raen Ilustre
companheiro Jos do Patricinio,deve querer a
repuolica e nao republicanos; o orador, liberal
enmo coneorre mais para a propagaco das
id* d-mocraticas, afim de habilitar o povo as-
sumir a direcco de si mesmo, do que os idelogos
qne s pregara a repblica, como idea abstracta,
quando se d-vem lembrar de que i precito antes
de tudo destruir as instituicSe* anachronieas e im
morats qu srveos de ponto de apoi au despotis-
mo constitucional, de qne a farca da Ypirauga in-
vestio a b siardia da casa de Braganca.
O orador nao tem as lluto -s do sea Ilustre
amigo Joaquim Nabuco, que inda acredita p .der
a mooaichia no Brasil ser o ideal de um bom go
verno.
Para qne a monarebia no Brasil podess ser
mediador plstico que se stabelerja entro as lutas
desencontrad .8 dos partidos, era preciso que mu
dassemos a familia de Braganca, qae h je ainda
mais perigosa do que hontem, por estar ntrela
cala cora a avarenta familia dos Orleaos. (Ap
plausos reqetidos).
> Ora, quando tivermos de f zr essa substitu
cao que cada dia mais se nos impoe, deveams estar
pr. parados para nos servir com a lonca da casa e
nao precisa importar do estraugeiio re paia nos
governar. (Muito bem).
vlilita o orador no jartido liberal, porque o
mais adianta lo dos partidos constituciooaes e o
mais apio para levar a ncelo ao governo que o
ideal de todos os p/vos livres. E cura rasas ideas
puusa o orador nao poder ser aecusado de trahir a
causa da democracia, nem n,esun se algum da
t-begasse a ser ministro.cousa que klias nunca
ambicionou, pois nunca seria ministro do re, mas
da nacao. (Muito bem).
Gratulan
Venho render um preito de reconhecimento ao
Dr. Joo Paulo da Silva Bnto, distincto clnico
d'esta cidade, pelo servico immenso que acaba de
prestar-me, cim o maior desinteresse, conservan-
do os das de minba prezada c nsorte.
Depois de um trabalbo extraordinario, o que
exige sempra um parto prematuro seguido das
maiores complicacdes. e de haver com toda a so-
lici'u le e diV-llo, por mais do dous m sea, cuida-
do da doeute, o Dr. Joan Pauo nao quiz outra re-
compensa seno a satisfaco de conserva a oito
pequeuiuas creataras as caricias e cuidados ma-
t rnaes
Em reconhecimento s tamaito ben-fi rij nad
posso fazer, seno assegarar- b' a ramha maia
sinc' ra aiuizade, qae sem duvida cirauutada com
a mais solida garanta, que a gratidao. ensiuar
aos beaeficiados o bemaizerem o unas de to ge-
neroso beinfeit >r.
Recite, JO de Seteabro de 1886.
Benevides Aristides Ferreira Bandeira.
o Publico
Man 1 Ft-.lippe de S ,uza, Cb.ncell-T interino
io C nruiado de Frauca m Pernambiic i, declara.
ao recpeitav-l publico, que visto existir ,in trez ou
mais p-ai-.-i c m n mi- igual ao seu, -e h je em
diante asslnar-se-h : VanI ''enirippede 6 -uza.
Becife, 22 de S f-mbro i- M86.
Manoel Feodr ppe de Suiza
agua PlurldA de Marrar & L,iin.iiti
1
A.m da sua avaotajada superioridade como un
perfume sobre as mais valiosas composicceg es
Tangmras ; esta deliciosa quo deleitavoi essenca
flar>i firaa urna agradavel lavagem nara <>s den
tes e gengivas, a-rvinde de conservativo para os
int'suius, e orno apphcaco suave e inodificaute
para a pel'e d > rost depois de se haVer feto a
barba, diluida em agua.
Um lenc/o molhado c m algumttas da mes-
ma e app ic ido s testas e f nte-, promptamrnte
dissipa u faz desappaii-cer as ores ae cab Qa as
iniis violentas; e as s-uboras que p-esam s bre-
tud > uioa Cumpeico clara e transparente, acoio-
pauhada de utna peile maeia avel ud da, .cha-
ro que ella extremamente til, em remover ebu-
ivo o, espinhis, sardas sapiuhos, maculas, assim
Como todas s mais erupvea ext ra e deacolori-
1 m libuiil ide da pelle
Como qakntia contra as fals-fi-acoes, obsrve-
se bem que < uomea oe Lanman db Ketnp veuhauj
estampados em lettras transparentes uo papel do
uvrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se Venda em todas as boticas e lujas de
perfumaras
Aleutas em Pernambuco, Heury Forster 4 C,
ra do Cummercio n. 9.
a ra de S. Miguel, acompanhadas da
msica roiltir e dos fiis, tudo na rae'hor
ordem possivel e de modo a edificar. Nos
dias 26, 27 e 28 tera lugar o triduo, s
mesmas horas, e no dia 29 a imponente
solemnidade qa se proraove com geral sa-
tisfaco ao grande Principe das Potesta-
des Anglicas, cuja capella ostentar gar-
bosa o esp'endor dos seas adornos, confia-
dos reconbecida pereciado armador Agos-
tinho, o qual procurar exceder em pri-
mor as i.rraacSes dos annos anteriores.
D pois do triduo cantaro nm bymno ac a-
panhado serafina pelo intellgente pro-
fessor Joio Polynarpo Soares Rosas, alguna
meninos previamente preparados. A or-
chestra est confiada direccao do mesmo
profestior Soares Rosas, e comecar a mis-
sa solemne s 10 e meia horas da raanhS
pregando ao evangelho o Rvd. vigario de
S. Antonio, coramendador Manoel Moreira
da Cama e ao Te Deu n o Rvd. Carmelita
Fre Pedro da Purifi tcito P. Paiva, ambos
j vantajo8amente conhecidos na tribuna
sagrada. Toda a ra de S. Miguel estar
embandeirada, juncada de dores, Ilumina-
da a capri-ho pelos respectivos habitantes,
de accordo com a digna commissSo para
sao < ncarregala e finalmente depois do
Te-Deura ser arreada a bandeira e depo-
sitada em casa da juiza perpetua, a Exraa.
Sra. D. Francisca Thereza dos Santos
Araujo; qujim^ndo-se entilo, das 8 para as
9 horas da noite, um lindissirao e moderno
fogo de vista para diversio do respeitavel
publico, de quem espero todo o acolhiinen-
to.
Afogados, 19 de Setembro de 1886.
Vigario Pedrosa.
Hospital Kortugucz de
Beneficencia
Saturnamente grato s nobres attencfcs das
Exmas. ;rs., adiaute mencionadas, que aece 1-q-
do aos meas pedidos, antorisados p-la Ilima. jun-
ta administrativa do Hospital Portugus nesta
ida le, me enviaram d-licadas fferias, que abri-
Iha- tarara o basar de 19 dg corrate e furam con-
correr para o fim de a'iviar os soffrimeutos de
doentea iufelizes, curvo mu to respeitosj como
ag ad. eido.
A' senh ras de tilo elevados seniiroentos. qae
por di ver-as vezes teem me acolhdo e auxiliado
neste eacargo. r-novo Ih's os pr iteatos de meu
constante pnito as suas reconhecidas virtudes.
Recite, 20 de Setembro de 1886.
Miguel Jos Alves.
Exmas. senhoras :
0 Anna Marques de Ainirim.
Visc>nd'8sa do Ijivra nento.
I). Natalia Benedicta Karaos e Silva e suas filhas.
D. .1.launa aptista da Silva Amorim.
D. Mara S are de Amorun
D. Guibermiua M >reira de Moraes Pinbeiro.
I). Anna Soares de Amorim.
D. Vli-ri .una de Araujo (uimares.
O. Adnlaide Soare' de Amorim e suas filbas.
I). Francisca Arabella .Moreira Marques.
1 >. Mana Leopoldina Macha lo Quntella.
I>. Amalia de Moraes Pinheiro.
D Isab -1 de Figueired i Et'is e Silva.
D. Joaquina de Figueiredo Silva Cavaloante da
Albuquerque
D Anna de M-ieirog Reg.
D. Marianna de M-deros Reg Peretti.
D. Ermelrada Amalia da Cunha.
O. Candida Martina Cesar de Araorim.
D. Joanna rsula Moreira Alves.
rrogramma
Da
Fcsta do Glorioso Pnucipe S. Miguel em
Afogados.
Triduo eolemne
No sabbado -5 do corrente das 6 para
as 7 horas da tarde, ser basteada a ri -a
bandeira que ofifertnu a juiza por devoeao,
N 8. Na tisica pulmonar a potencia
da E nuUao Scott como remedio mar-
vilhosa. R ataura o sangue ao sen esta-
do normal. Sana as inflaramaco.-s de gar-
ganta e dos puluiS'-a. Calma a toase e a
rouquidSo. D cor s faces o aumenta a
carne e as forjas.
EDITAES
O capitSo Jo- Dios da Silva, juiz docom-
un-r in supplente em exercicio aa cida-
de da Victoria de Pernambuco em vir-
tude da le, etc.
Faco saber aos qu o presente edital virem que
no da 24 du corrente as 2 horas da tarde na praca
Duque de Caxias n. 1 tm de ser arremata-
dos em nm lote as mercaduras abaixo p nho-
radas a viuva e herdeirog do finado Manoel Gomes
Silverio a lequerimento de Andrade Lopes & C,
sendo 26 pecas de algodo de lista por 24S44U0 ;
4 ditas de lista americano por 701400 ; 10 peca
de algodo de lista larga por 111 020 ; 4 pecas
de algodo do Rio por 434500 ; 1 peca di- algodo
de liara por lOfblO; i pecas de oxford de l por
D. Clotilde, digna filha do 8r. \|ai oel dos 3.'540 ;34 pecas de oxf.rd sortdos por 394*6d0;
dantos Araujo, em sitada a referida bandeira. Aps a resp-c- g"g para calcas por 80*280 ; 5 pecas de bros
u ci -t > II. .,. A .. i., a ae 'rabo por 151* O >; 7 pecas de brim sortidag
iva ben5aodesfilaro all. .v.ra d^iraan. a da ,, ,33^^ .'2 ^ de brm d a
'imia e modesta apella de 9. Miguel cer
ade 60 meninas decentemente traja las
lo bran o e, forman lo alas, conduzirn
jm um andor primorosamente ornado o pre-
cioso estandarte, perc rrendo t5o sement
Calyadua 4 caixiSes a H Nues.-h & C dar/ & C.,,6 ordem, 6 a E. C. VauM-
Sbobbdoru 1>-
\u u, a< 21
1 a 20
CoasotADO PsoviacuL De lia 20
dem de 21
3cin Dunu- 'e 1 a 20
dem di 91
24:394*328
996*8U0
25:391*138
20:773*323
412*489
21:215*812
27:029*205
3:348,945
30:378*150
DESPACHOS DE IMPORTACAO
I/igre iofci StMa, entrado de Terra
2 a P. R da Silva, 2 a Prente V.anna
d C, 3 a Thomaz d Carvalho & C, 1
a Francisco Lauria & C, 3 a Jos Anto-
nio Pilrao Irraao, I a Cezar Lopes &
ll, 3 a Albino Cruz C, la Netto Cam-
pos & C, l a Coraos do Mattos Irmaos.
1 a P-,iva Oliveira A C.
Drogas 7 volumes a Rouquayrol Freres
2 a Faria Sobrit.ho & C, ta Bartholo'
meu & C, 8 a Francisco Mnnoel da Silva
Estatuetas 1 caixa ordem.
Espelhos 1 caixa a Gr. Shieler.
Feltro 1 caixa a Braga & S.
Fumo 1 caxa a Joaquim Bernardo dos
Res d C
Fitas 1 caixa a Nunes Fonseca d C.
Joas 1 caixa a A. Reg d C.
Louca 6 barricas a J. A. VViga & C
& C. 2 a Guimaraes Ir.nSo d C, 2 a
Caetano Ramos, 2 a Joo B zerra d C, 1
a i rvlho d Mirtins, 2 a Guimaraes Jar
doso d C, 1 a Albino Cruz d C, la
Manoel CoIIhco d C, 1 Ferreira d Ir-
mfto, 2 a E. G. CascSlo, 2 a A. D. Lima
d C, 3 a R. de Drusinn d C, la Netto
Campos d C, 1 a Ribeiro d Almeida, 1 a! J. A."d. Val-, 1 a Mart'ins Viegas'd C.
Piano I caixo a Jos M. da Silva.
Pertenies para machinas 2 volumes e
pegas a Companhia d; Fiacao e Toiios.
Perfumara 3 caixas a F. Lauria & C,
1 a Prente Vianna d C.
Porcelana 2 caixis u G. Laport d C.
Queijos 7 C da Jos Joaquim Alves d C, 15 a
Saundrcs Brothers d C, 2 Ctto Bohr -
Successor, 10 a S C, lia Joaquim Ferreira de Carvalho d
C, 16 a F. Quedes de Ar.-ujo, 12 a Rosa
d Queiroz, 10 a Fernn les da Costa
d C.
Teci los diverso* 4 volumes a Bernet d
C, i ordem, 2 a Andrade Lopes & l,
4 a Rodrigues Lima d C, 6 a Ridrigus
d: Carvalho d C, l a T. de Azevedo
rjfeC, II a Luiz Antonio de Siqu'ira, 8 s
D. P. Wild d C, 2 a A. Vieir d C, 1
a Silveira & C, 9 a Guimaraes Irmog &
0.j 3 a A. Santos A G., la Machado d
Pereira, 3 a Olioto Jar 1uu d C, la A.
C. de Vasc-oncellos.
Vinho 3 barris a H. Burle d C.
Vi iros 1 caixa a A. R" lo d C
VeUs 10 caixas a Jote Joaquim Alves
& C, 7 a Carvalho d C.
Carga de Lisboa
Amostra 1 volume ordem.
Azeite de oliv* ira 30 caixas a Domin
gus Alves Matheus.
Anen loas 1 barrica a Joaquim Felippe
A Agniar.
Bagas 2 barrios a Baptista d C, i a
Eugenio d Viei.a, 1 a Antonio Jos Maia
d ;., 1 a H. Nuesch d C.
Objectos pura chapeos de sol 3 caixas
a F. X Ferreira & U. Ditos para escrip-
!orio l caixa a J. W. de Medeiros.
Meias l caixa a L Antonio Siqueira.
Papel 2 caixas a Maia d Silva, 2 P-
rente Vianna d C, 2 a t. G Cselo, 2
ordem, t a Joaquim B-rnardo dos Res &
C, la Netto Campos d C, 2 a Manool
Car doso Avrr-s.
Bufat a S)[ chitas a Domingos F. da
Silva d O.
Ceblas 20 caixas a Rosa d QueiroZj
25 a Paiva Valente d C, 15 a Araujo
Castro d C. 20 a Fernandes d Irmo,
30 a Guimaraes Rocha d C.
Ca tma 8 volumes a Manoel N. da
Fonseca.
Cal 50 barricas a L-al d IrmSos, 30 a
T. Antonio de Britto & Filbo, 50 a Souza
Lopes d Arujo, 10 a More.r d traga,
25 a Pinto Alves d C.
C;.rne 3 aix3-s a Cunha IrmSos d C.
Cevadu 5 barricas a Guimaraes Rocha
dC
Drogas 3 volumes a Faria Sobrinho
&C.
Figos 3 caixas a J. Felippe d Aguiar,
5 a Carvalho d C.
Fruct: s 20 -aixaB a Domingos Ferreira
la Silva d C, 20 a Silva GuimarSes d C,
2 J -s A- Pinto de Sousa.
Jai i 1 aixa a Luiz Jos da Silva Gui-
maiaes.
M.caes 2 caixas a Esoaty Rodrigues
dC
Papel 2 caixas Manoel Cardoso Ayres,
4 a Prente Viaaoa d C.
Passas 13 caixas a Carvalho d C, 70
a >orangos Ferreira da Sil'a d C, 10 a
JoSo F-ruan les de Alm ida, 140 a Silva
GaiuiarVs d C, 90 i ordem.
P.11190 2 saceos a Guimaraes Rocha
dC.
Rolhas 3 saceos a Soares do Atnaral Ir-
mSos 4 ordem.
Uvas 7 caixas a Cunha IrmSos & C,
20 a Carvalho d C, a Esnaty, Rodri
fues d C-, 20 a Domingos Ferreira ds
Silva d C, 10 a Silva GuimarSes d C,
15 a Joo Fernandes de Almeida.
Vinho 12 pipas e 50 barris a Domingos
Cruz d C 10 ditos a Francisco R. Pinto
Guimaraes, 4 e 10 ditos a Joaquim Felip-
pe d Aguiar, 30 barris a Souza Basto,
Auioriiu d C, 10 a Rosa d Queiroz.
algodo
de cr or 38*750 ; 5 pecas de brim pardo por
49*80 ; 13 p vas de bnm paido liso, e trancado
por 24O*6.-0 ; 11 peca de Hamburgo diver-
sas quaudades por 82*350; 1 peca de ere-
guilla por lOjWO ; 2 pee8 di brim preto d 1-
ho por 32*200; 1 p c< de brim de cor por
Na barca portugu. z* Alianza, carregar m :
Para Lisboa, P. Carneiro t 0. 149 couros sal-
gados com 1,788 kilos.
Para o Interior
No vapor nacional lacuhype, carregsra :
Para Paroahyba, P. Alves & C. 20 barricas
com 698 kilos de assncar mascavado, 10 diUs com
379 ditos de dito brauco e 10 ditas com 350 ditos
de dito refinado.
No hiate nacional lres, carregaram :
Para Yiossor, C Beltro & Irmo 10 barri-
cas com 401 kilos de assucar mascavado.
DISPACHOS DE EXP0RTAC0
Ex 20 do Setembro de 1886
Para exterior
No vapor alientan Valparaso, carregaram :
Para H mburge, Borstelman 6 C- 156 fardos
com 30,938 kilos de algodo e 63 couros verdes
com 1,323 kilos.
No vapor ingles Oralor, carregaram :
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 21
Havre por escala 18 dias, vapor francs
Ville de Ptrnambuco, de 1,495 toneladas,
commandaote Cbanccreld, equipagem
40, carga varios gneros ; a Augusto
K. de Oliveira d C.
Cabo da Boa Esperanc 21 dias, barca in-
gleza Jessie Marris, de 318 toneladas,
capitSo G. W. Jones, equipagem 14,
em lastro j ordem.
Buenos Ayres 7 dias, vapor inglez He-
liades, de 1,921 toneladas, commandao-
te Jobn Cava, equip.gem 37, carga mi-
neraes; a N. J. Linlstone d C,
Navios sahidos no mesmo dia
Camossim por escalaVapor nacional Ja-
cuhype, com mandante Joaquim Jos Es-
te res Jnior, carga varios genos.
LisbSa e Porto -Patacho nacional Osear,
capitSo Jos dos Reis, carga v. ros g-
neros.
Guam Brigue allemSo Marte, oapitSo L.
Schuraercher, em lastro.
Barbados Barca ingl- zaMarries, capitSo
G. W. Jones, em lastro.
x. UM. uu oouxa pHr, Lltt,p00|I-A. Lope, 4 C. 397 saceos Cm ~a
B- rtw -A.T.or::-j d C, 70 cHm, oO a'<*>.400 kos de algodSo. I Tamar
Espirito Santo
Neva
Congo
Aconcagua
Advanoc
Para
Editor
Maranhense
S ESPERADOS
do norte smanbi
da Europa u24
do sui a 25
da Europa a 20
do sol a 27
do sol a 27
de Liverpool a 28
de New-York a 28
di sul a 29
/




Setembro de
i
46#4f0; 5peoaadebr.cn a.narello por '"^i ,
18.' pec.*a de aigodioaiab. aortidaa por J*** <
70 pecas de algodi-siutio bom por SSbfOp; T
p cas de m-dapolao volta viagem p-.r 3*b00 ;
eca de m.dapolo fino p. r 416<>0 ; 11 P^
Se w d.p.lio fraucez por 63*aoO ; 24 cha
peo de ">' P r* "iib-ra sendo de cliit*, toer' e
eda p r 54*000 i 43 chr>os de sol par* ..oinein
Zauela e chita o-r 43*0 0 ; 100 caichi de bnm
i.rdo por 150OJO ; 4 "'cas de miletquii.se
urim de ln.h p-.r 108*000 ; *4 palitots de bnai
pardo por 61J200 i 30 palitots de eaaennra estra-
gad s por 16*000 ; 78 chapeos do Chile p-r
por 117*000; -0 oirs .1.- b..t.nas par* hoa-ui
estrag-dns por 10x000 ; 34 pares de h-tio-a e
foco* p*ra 8-i.hor poi 76*300 ; 11 nr.8 de bou
Qas de pinto para him-in p r it'JOO ; 16 prea
d*- otoa de. borracha e b .ti pr-. in-nin.i por
40*000 ; 9 parea de ratinas de duraque pretna
pa. avaho or 27*000 ; 52 pecas de chira sur-
tidas p.r 3 '6*900 ; 18 pecas d chita fina p..r
20J*340 ; 400 chapeos sendo 283 de m .asa, 96
de c*tr e 16 le Mauilh* p >r 9 0 000 ; e 5. cha
le de merino surtid a por 142*800
E para que ohegue a noticia ao conhecimeutu
de t..doi mandei este passar qae ser ffixado no
logar do costutne e publicad" pla imprenta.
Esta va urna estatnp.lha de 400 ris.
Dado e passado neata comarca da Victoria aos
18 de Setembro de 1886.
En, H llarmino dos Santos Bulco Filho, escri
vo interino, oescrevi.
Jos Dias da Silva.
O Dr^Feliciaoo do Reg Barros Araujo,
juis municipal do termo de Ipojuca da
comarca do Cabo, por Sua Magestade o
Imperador a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aoa que o presente editl virem e
d'elle noticia tiverem, que, depois dos preges e
pracas do eatylo, no dia 22 de setembro vindouro,
as 11 horas da maulla, na salla das audiencias
i, H horas da mauha, na salla das audienc.aa ^^ovapo r fraW. V*e de Victoria.
deate juizo, se vender em praca publica a quem &"0 P" Alfandega de Pernambu
Secreuri do Tbeaouro Provincial de Pernam-
buco, em 14 de Seteu.bro de 1886.
Bervindo d- aocretano,
Lindo'pko Compeli.
Tabellan 2
Almor.0 pxra todos 08 dias da semana
160 gramraas de pao.
55 il'Ui de asaucar refinado de 3 60rte.
20 ditas de caf em p
Cea para todos oe dias di. semana
120 grainm*s de pi.
55 ditas de asaucar refinado de 3 soite.
20 ditas de cf em p ...
Jantar para domingos, tercas e quintas-feiras
400 g aminas de carne verde.
5 decilitros de r-rinba.
10 grammas de touciuho.
Jniifar para aegundas quartasfeiras
229 graumaa de carne necea.
4 decilitros d- fariuha.
2 ditos de fe>jio.
lJ grammas de touciuho.
Jantar para extaa-feiros e sabbados
180 srrammis de bacalho.
4 deci .tros de farinha.
2 ditos de f. iju.
1 centilitro de azeite de oliveira.
1 dito de vinagre.
Lenha e sal, o necessario para todos os aias.
Oa gneros serio de 1 qualidade.
Lindolpho Compeli.________
Edital ~n729
3> praca
De ordem do Illm. 8r. inspector se faz publico
que as 11 horas do dia 24 do corrente me* s-to
v.-ndidos em praca no trapiche Oonceicio, l ki-
logrammas e 700 grammas de coral i m raizes e
em obrns, e 750 grammas de fitas de seda lisa,
nio especificada, apprehoudi dos no da 20 de Jn
Iho do corrente anno, a Achules Giomo, passa-
THEATR0
Quarta-feira, 22 de Setembro
IMPRCTErUVELM1-NTE
I I tima f unovo qae da o
muer linee offerecer, os bens seguintes:
O engenho Tapera, com suas obras e Demfei-
torias, moente e ct>rrente animaee, com diveraa8
casas de moradorfs, limitando se ao norte com os
engenbos Dourado e Darangonza, ao sul com o
engenho Pindoba, leBte com o engenho 8ac-o e
no poente com os engenhos Daranguuza e Aiimby,
avtliado por 45:000*; a safra pendente a fuice,
ivaliada por 7:600*000.
Urna mobilia de amarello, composti de 1 sof,
1 mesa redonda, 2 eonsolos, 2 cadeiraa de baU.iC',
2 de bracos e 12 de gU:.rnicao, avaliada por 0*
U.n r-1 gio de parede em bom estado, avahado
por 10*000.
Urna mesa de jantar, do amarello, avallado por
10*000.
lious carros avahados por 80*000; e os bois :
Delic-do, de cambio por 40*; B Fama, idem,
por 40*. Guariba, idem, por 35*. Cafanga, idem,
por 50*, Veneno, idem, idem, por 25*000. Caite,
idem, por 304, Moleque, idem, por 40*, Cordavao,
idem, por 40*. Bnlbante, decoice, por 40*, Ifalan
guh.ho, de coico, por 25*000, Diputado, idem, por
40*, Sebii, idem, por 40*(XI(>, Marujo, dem, por
50*. Paixola, idem, por 45*, Desafio, idem, por
45*. ] nuho bfalo, lavrado, por 80*, 1 vacca
de n* me Menina, por 40*, outra de utme Cxifa,
por 35*, outra de nome Coudessa, avaliada por
22*, outra de nome Pintadinha, por 35*000; e o
gado cavallar eeguinte : EguasBacura, com
urna erta, p r 40*. Medalha, por 50*, Pintadinha,
por 30*. Carrasnana, cora urna cria da rae* muar,
por 704, Andonnha, por 30*, Alegra, com urna
cria a raca rauar,por 50*, Moutuiiha, por 50*000,
Cigarra, por 30*. Pintasilgo por 30*, Cambraia
por 30*, Rolinha por 40*, Courana por 30* e Te-
legrapho por 30*000; e os cavallos : Macaco, cas-
trado, por 30*. Caseoiett, atoro, por 304, Caxito,
basUnte velho e castrado por 15*, e sebola, cas-
trado por 40*000; e as dividas activas seguin-
tes :
Urna letra da quantia de 700*000, vencida em
13 de Marco de 1883, aceita por Geraldo de Souza
Cabr 1.
Ou.ra da quantia de 567*0 0, vencida em igual
data, e ac-ira por Jos de Souz* Cabral.
Gutra de 2<04000, vencida em 20 de Dezembro
de 1881 e aceita po> Antonio Francisco X*vier
Xim>nes.
Outra d 1(.7*000, vencida em 1 de Janeiro de
1884 c aceita por Antinio Joaq-.im FimenteL
E taea bens pertencentes ao espolio de Jos Ca-
valcaute de Souza Leio, vio a praca a requeri-
mento do inventariaote Domingos Cavalcaute de
de Souza Leio para pagam-nto oe dividae.
Quem quizer tancar sobre taea bens, po lera diri-
gir-se ao inventariante, no eng-nho Cachoeira,
afino de que Ihe os mostr p-.ra aerem vistos.
E para que chegue au conhecimento de todos,
mandei passar o presente que ser affixado no lu-
gar do costme
Ipojuca, 24 de Agosto de 1886.
Eu, Porfirio Alves da Suva escrivio, o escrevi.
Feliciano do Reg Barro Araujo.
Estava pellado com urna estampilha de 400 res
e legalmente inutilisada.
Conforme com o original; dou f.
Escrevi e assigno.
Vdla de N"ssa Senhora d O' da Ipojuca, 24 de
Agosto de 1886.
O escrivio, Porfirio Alves da Silva.
Feliciano do Reg Barros Aravjo.
O Dr. Feliano do Reg Barros Araujo,
juiz municipal do termo de Ipojuca da
comarca do Cabo, por S. M. o Impe-
rador a quera Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
dalle noticia tiverem, que de conformidade com o
decreto 1695 de 15 de Setembro de 1869, se rece
bei ne-te juizo propostas em carta techada para
a venda dos escravos seguintes ; a qual ter lugar
n dia 22 de Setembro vindoun, n sala das au-
diencias :
Jos, solteiro, parde, de 17 annos, por 600*.
Herraogenes, preto, solteiro, de 44 annos, por
3C0*
Feippe, pardo, solteiro, de 24 annos, por
600*.
Cu=ma, preta, solteira, de 49 annos, por 100*.
Maria, preta, solteira de 44 annos, por 200*.
Tieotonio, preto, solteiro, de 42 annos, por
5004.
Mara do Carm-i, preta, solteira, de 04 ann)S
por :'0*.
Rita, preta, salteira de 44 annos, por 300*.
Antonia, parda, soiteira, de 36 annos, por
150*.
Pedro, preto, solteiro, de 37 annos, por 400*.
F-rnnJes, preto, solteiro de 36 annos, por
600*'
Jo*, pardo, solteiro, de 20 annos, por 3004.
Cypnano, pardo, solteiro, de 42 aunua, por
lOuf.
Viente, preto, solteiro, de 44 annos, por
3004.
Eufrosina, parda, solteira, de 23 annos, por
15 4.
Olympia, preta, solteira, de 15 nnos, por
30! 4
Elias, preto, solteiro, de 22 annos, por 4004.
Antonio,
4004.
Euzebio,
3' seccio da Alfandega de Pernambuco, 21 de
Setembro de 1886. O chefe,
Cicero B. de Mello.
DECLARACOES
Canfina de Nossa Senhora da
Soiedade da Boa-Vista
Por deliber-icis da mesa enjuncta, sio convi-
dados os irmaos desta contraria reunirem-se em
mesa geral no da 23 do corrente, pelas 6 1/2 h-
ras da Urde, em seu consistorio, para tratar de
diveraoB assumptos. Consistorio, 20 de Siembro
de 1886.-0 secretario,
Cardoso Guimaraes.
Thsuro^Piovincial
De ordem do Ulna. Sr. inspector desta repart -
ci, fajo publico que ao da 22 do corrente mez
paga-se a classe de l" en'ranca de professoraB,
relativamente ao raez de Julho prximo paseado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, cm 21 de Setembro de 1886.
O escrivio da despeta,
Sil vino A. Rodrigues.
IRMANDADE
DO
Senlior Bom Jea* doi Punnom da
malrl/ do turpo Santo
ELEIQO
Pelo presente convido a todos os nossos irmaos
para se reunirem em nosss con-istorio sxta-feira
24 do corrente, pelas 5 hars da tarde, afim de
em mesa geral elegeren os novos foneconarios
para o annj comprumissal de 18.6 a 1887.
Conaiatoris da irmandade, aos 21 de Setembro
de 1886.O escrivio,
Franciseo Antonio Correia Cardoso.
preto,
preto,
.3004
l'Vlippa, parda,
200*.
solteiro,
solteiro,
solteira,
de 17 annos, por
de 24 annos, por
de 40
annos, por
Quem pretender em tses escravo, poder vel-os
e examinal-os no engenho Tap-ra, entendeudu-se
com o capitio Domingos Cavalcante de Souza
L V>, inventariante dos bens de Jos Cavalcanto
de Souza Leao, a cojo espolio taes escravos per-
trncem.
E tic elles vendidos a requerimento duqaelle
ntiriante para prgamento de dividas.
invent
ser afix^do no lugar do costame.
r athx-ido no lugar ao cosame. (Ja nigressos t.rnecem-ae em cm uo o
Villa de ossa Senhora do O' de Ipojuca, 22 sonreiro e os convites na do Sr presidente.
, \ ia Aa 1KR.; i},--.!,. ci,nnhpidudp nii> tniletti's e. nre'
de Asosto de 1886,
.A.'osroae ooo. U7ga-B simjiutimuc u tuiwtu-s
Eu, Porfirio Alves da Silva, escrivio o es- que nio sio admissiveis aggregados.
.... I> ...f 01 Aa Siota.nhrit A,. 1 HSfi
ere vi.
Feliciano do Uego Barros Araujo.
Eatava S' Hado com urna estampilha de 400 rs.
a qual a-, achava legalmenre inutilisada. Con-
forme com o original ; dou f.
Eicrevi e assiguo.
Villa de Nossa Senhora do O' do Ipojuca, 24 de
Acost d" 18860 escrivio, Porfirio Alves da
Silva"_____________________________
... Edital n. 8
De ordem j Illm. Sr. Dr. inspector faco pu-
blico que ir a praca na dia 23 do corrente, con-
forme a ordem do Exin. Sr. presidente da provin-
le 3 do mesmo mez, o fbrnecimento de alimen-
i p rvlativo ao trimestre prximo vindouro, de Ontu
bro a Dezombro, de accordo com a tabella n. 2,
-iixo fr-'-'er '
fl
Asaembla geral
Nio se tendo reunido em 19 do corrente numero
bastante de socios para constitnirem assembla
geral, sio de novo convidados os senhores socios
para esto fim, a reunirem se s 6 horas da tarde
de quinta-i'-ira 23 do corrente, detendo a assem-
bla funecionar com o numero que comparecer,
conforme preceituam os estatutos.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 20 de
Setembro de 1886.O secrrtario,
P C. Casanova.
Banco Mercantil do Recite
Sio convidado8 a reunirem-se na Associacio
Commercal Beneficente, qnarta-feira, 22 do cor
rente, ao meio dia, todos os membres da c .tnmissio
encarregada da fundacio deste Banco, afim de ser
discutido o pnjecto de estatutos, organisado pela
respectiva cmmissio.
Recife, 20 de Setembro de 1886.
Jos A. de Oiiveira Lima,
Presidente.
Joaqnim Lopes Machado,
1 secretario.
Antonio Ferrara Baltar Sobrinho.
2 secretario.
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. 9r. mxjor director, si. con-
vidados os negociantes abaixo, para virem ass.g-
nr ai praso de tres uias, os seus contratos, sob
as penas do 4* do art. 64 do regulamento de 19
de Outubro de 1872 :
Joio Rodrig-ies de Moura.
Rodrigo Carva ho & C.
F. Neves & Cordeiro.
Bastos & C.
Jos Antonio da Motta Gumurles.
Jos Jo quim de Azevedo.
Domingos Jos Ferreira & C.
Manoel Rodrigues da Silva.
Maia e Silva & C.
tose de Souza AguUr & C.
Viuva Azevedo S C.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
co, 20 de Sct-mbro de 1886.0 secretario,
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Consistorio da irmarrlaie do Senhor Bom
Je*u8 dos Aflictos, erecta na igreja de
S. Sot de Riba-ra-.r.
De ordem da mesa regedora, communico a todis
os nossos irmios que se acbam concluidas as ca-
tacumbas da nossa irmandade, e pedindo a todos
aquelles que anda nio concorreram &>m os seua
excusaos tenham a bondade de o faz. r, afim de ter
direito s mesmas pelo seu fallee.uv uto e e o de
seus filhos menores at a idade de se te annos,
como fui deliberado pe* mi sa geral de 22 de No-
vembro do anno prximo pasando.
Consistorio em mesa, 20 de Setembro de 1886.
O escrivio,
M S Costa Jnior.
S. II. J
Soci dade Recreativa Jiivenlude
Soire bi-roensal em 17 de Outubro
prximo futuro
Ccmmunco a todos os Qrs c-nvidados e aos so-
ventinante para prgamento de dividas. Ccmmunco a toaoB os -rs c-nvmauos e aoa oo-
E para -onstar mandei passnr o presente que oos que a soire principiar 7 horss Ja noite.
.A ..Kr^An nn turrar Hn rnafamp. Ca i..rrroaann f rnci'fin-flc. em casa do Sr. the-
Os ingressos f.rnecera-ae em casa do Sr. tbe-
Riga-8 simplicidade as toilettes e previne-se
Recife 21 de Setembro 3c 1886
L. Guedea de A.nnriai,
Io secretario.
Companhia Sania Tlier u
Empreznrin do abaaterlmeiito
d'aijua e los fc Oltada
Dividendo
Por deliberucio da directora fica mareado o
dia 13 do coirente pira nelle se ccm'Car o paga
mentj do 15 divide do da cempanhia, a razi" de
6 0/0 O pagamento, como de costume, bj effec-
tuar plo 8?. tbesour^iro no 2 andar da casa n
73 ra do Imperador, das 8 h ras da manh a
2 da tarde at o dia 18, e dahi em todos os di:ia
uteis das 8 s 10 da manhi.
Grandioso espectculo
Precoa os do costurae.
Ultima fuiic(o
Por ter de se retirar quinta feira, 23 do corrente
Havcr bonds para todas os linha trem at
Apipueos 8 n
THEATRO
SANTO T0II0
iMIXIlt
QUARTA-FEIRA, 2 DO CORRENTE
Espectculo extraordinario '
EM BENEFICIO DA ACTRIZ
Amelia de Barros
cem a gentil concurrencia das actrizes R. Durand,
Apolonia e os artistas Srs. Fernando Lima e
Souza.
PBORA4
Depois que a orebestra ex. curar urna das suas
maia lindas symphonias, subir acea o interes-
sante e magnifico drama em 3 setos, traduccio do
hespanhol, intitulada
Fugo do co
No qual tomam parte a BENEFICIADA, a MRA.
APOLONIA e os artistas F. LIMA E SOUZA.
Em um dos intervallos a actriz italiana R. Du-
rand cuntar a cansoneta francesa
COMPA\HlA PEBNAMbIUCANA
DE
Xavega^fio costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Tamandar e Rio Formse
0 vapor Giqui
Segu no dia 29 de
Setembro, pelas 5 ho-
ras da manhi.
Recebe carga at o
a 28.
Encjnnmendas, passagens e dinbeiros frete at
s 4 horas da tarde do da 28.
ESCRIPTORIO
cana o. lt
l n.ied States & Brasil M\ S. S. i.
O vapor Advance
E' esperado do sul no dia
27 de cerrente, seguiado de-
pois da demora necessara
para
Maranho, Para, Barbados, S.
Thomaz e lew York
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
ae com os
AGENTES
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port-
News, at o dia 1 de Ou-
tubro o qual seguir depois
da demora neeessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, pasBagens, encommendas e dinheira
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Benry Forster i C.
N. 8 RUADO OlOuiHGlO N.-8.
1' andar
Houston Lina o
vapor Heliades
onittando
de va roes de co e de ferro, chapas de ferro, har-
ria com pregos, ferro da Sueaaia, canon para bom-
bas, ditoa de barro para eagoto, guinda.le, ma-
cacoa, pedraa para fiar e ditaa para calcadas
trilhoa patentes, cabos, grades, portas, taboletas
alavancaa, pa e machados.
Rodaa para tiilhua, dit"B para carrocas, ,\mu
para carrinhos de maV, trilhoa provisorios, levas
patentes, barra com cimeut, porteiras de ferro.
machinas de misturar cimento, phares, lampe' s,
vidros, serra circular, (patente) balaucas de bra-
co, dita decioi-l e urna dita inglesa patente, cha-
ves inglesas, tornos, grampoe, eixog e lima .
Berras, serrotes, pureas, parafusos, (grande e
vanado sortunentu) trinques, plainas, galopas,
trinchas, goivas, furad'.rea, martrllca, picarrtaa,
enxs, pas, ferrolbus, carriteis, machados, Irados,
fr-ucea, cadeadua, mancara, bite>a de ferro, pinceis,
macetas, barricas com eatupim, gradea para ja-
nela e muitos ou'roa arti eatario patente ao t-xame dos concurrentes.
Quarta feira, 2t do corrate
No armazum, deposito da ra dos Guara-
rapes, junto fabrica de sabio
dos Sr. Fonaeca & Irruao
Wilson 8 ns & C. fas n le lio, por intervencio
do agente Pinto, das terrageos, ferramentas o
maia objectos, existentes no armazem, deposito da
ra dos Guararapes, junto fabrica de sabio.
A entrega effectuir se-ha em 48 horas, por ter-
se de effeutuara entrega da chave do mesmo ar-
mas, m.
O leilio principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos e diff. rentes lotes.
Leilo
De ti barrls com plvora
(Com toque de avaria)
Quarta-feira 22 do corrente
AO MEIO DIA
armazem da ra do Brum, jauto fa-
brica de sabio, e por occasiao
do leilao de ferragens
O agente Pinto levar a leilao, por autorisacio
da Transatlantische Handelsge sellscbaft e por
conta da Companhia de Seguros de Hamburgo, 27
barris com plvora, de 25 libras cada um, marca
Leio, com avaria d'agna do mar, e depositados na
Imberibeira, onde podem ser desde j examinados
pelos pretendente3.
de um variado sortimento de vidrop, crya-
taes, louyas, porcelanas, obje tos de ele-
"tr p!*te de Terra cota e muitos outros
artigos de apurado gosto.
Terca felra do crrente
ra do Mrquez de olinda n. 24
Richardo Hull leudo d.- fazer urna viagem far
leilio, po.- intervencio do agente Pinto, de todos
os objei:t< 8 existentes em seu deposito da ra do
Mrquez de Olinda n 24.
Em conlimiagao
Durs carteinis, uieaaa eu /inusadas, armarios
para papis, cadeiras e mais pertencaa de escrip-
torio.
B- m como:
Armario forrado de panno para amostras, me-
aas para fazendas e miudezas, pratelnras e mais
accessor.os para .xposicao de amostras.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 80l>0 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.
Aluga-se o 2- andar da ra da Penha n. 29
e a casa terrea da ra Vidal de Negreiros n. 140:
a trrtar com o Pinhairo, ra Duque de Casias
n. 66, loja de miudezac.
No
Leilao
Este vapor segui-
r para Liverpool
no dia 25 do cor-
rete.
Tem ptimas accommodaces para pissageiros
de l1 e 2a classe.
Para carga e passagens prego mdico diri-
ja-se ao
Consignatario
N. I. LIDSTONE
Ra do (ommerelo lO
e pela BENEFICIADA a scena cmica
Para *".era do San ti s-
simo
Terminar o espectculo com a interessante co-
media ornada de msica
Os cornevilles em casa
Sendo esta a prmeira feata que a beneficiada
fas em sus trra natal, dedica-a populacio eu>
geral, de quem espera aditamento, o desde j an-
tecipa seus agradecimientos.
O espectculo principiar s 8 12 horas.
MARTIMOS
PaeiBc steam iavigation Companj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 26 de Se-
tembro, e seguir de-
pois da demora do eos-
tome para a
Baha, Rio de Janeiro. Monte
video e Valparalzo
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
se com os
AGENTES
Wilson Sons fc C, Limited
S. 14- RIJA DO OOMMERCIO N. 14
1UP4MIH PKHV4HI C %A
DE "
\"aTegaco rowteira por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Balda
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 28 de
Settu.bro, s 5 horas
1a tnrde.
Recebe carga at o
Idia 27.
Encommendas, pasaag. s duiheiro a frete at
as 3 horas da tar w lo dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Can da Companhia Perrambucana
n. 12
iro, ae aeeorao com a taoeua n. z, nteig das 8 a 10 da manhj.
i-.fa. do Rer. de 18de Marco de E!>cri^tcrio do c'rente, 6 de Setembro de 1886
" A. [Vrcra braso s.
CO PASHII. E MBAVE-
RIE n.tiUTiHKN
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
C'ommandante Broa
E' esperado dos portos do
sul no dic 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando rm
Dakar e Lisboa
Lembra-se ?oa senhoree passageirosde tudas
ia clnsses que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer teinpo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias compoeta de 4 p< ssoas ao menos e que pa
garem 4 pas'agens intriras.
Pr excepcao os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, goaam tambem d'oste abat-
ment. a
Os vales postaes e se dSe at da 3 pagos
de contado. .
Para carga, passagens, encommendas e dinheir j
afrete: tracta-se com o
AGENTE
4ngnste Lab lie
9 RTTA DO i'-:':":') -9
Companhia Rra. Ileira le Wave
2&co a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante o Io tenenf Carlos An-
tonio Qomes
E' esperado dos portos do sui
at o dia 26 de Setembro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at Mandos.
Para carga, passagens, encommendas valoree
racta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante JoSo Marta Pessoa
E' esperado dos ,rtoB do
norte at a dia 23 de Setem-
bro e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
os p'-'is do sul.
De gneros, arinayao e utensilios do estabe-
leuimento sito ra de Santa Thereza
n. 25
QUARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
A's 10 1[2 horas
O agente Silveira, por autonsacao des Srs. Joa-
qun) Antonio & C, levar a leilao os eeneros, ar-
maco e utensilios do referido estahelecimento
pa'a pagameato dos credores.
Garante-se as chaves.
Santos, Pelotas
encommendas valores i
Recebe tamoem carga para
e Grande d > Sul, frete modic
Para carga, passgens,
tratase na apenen
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
BOYAL MAILSTEAM PACkET
COMPASY
0 paquete Neva
E' esperado daEnropa no dia
24 do corrente, seguinda
depois da demora necessa
ria para
Rahla, Rio de Janeiro. Monte-
video e Buenos Ayres
Este vapor traz siinplesiuentc
passageiros e malat e immedia-
tamentc cegar depois do deseni-
barqao dos mesmos.
0 paquete Tamar
esperado
do sul no dia 29 de
enrrente seguin lo
iepois da demora
neeessaria para
Lisboa e Soulhamplon
passagens, fretes, etc^ tract m
CONSIGNATARIOS
IdainsonHowic&t.
fara
ra o Pjrto por Lsjoa
Seeue cum brevidade para os portos cima a
barca p'.rtuguea Al ianca : pra o resto da carga
e passageirns, trata ee com os consignatarios Jos
da Silva Loyo ft Filho.
UILOES
Conforme o annuncio na columna dos leiloes
deve ter lugar no dia 22 do eorrente um grande e
variado surtimento de ferragens, ferramentas e
muitos euti-09 artigos ivos e usados.
H"je, 22 deve ter lugar o leilao das ferragens
e mais obj> ctosjdo deposito da ra doa Guararapes
junti a fabrica de sabo.
Terca-faira 28, o leilao de movis, louca, vidros,
e el. ctro-pate, existentes no 1 andar, do sobra-
do da ra do Marques da Olinda n. 24.________
Grande e variado
leilo
Sortimento de ferragens, trilhss, ferramen-
?a bilao-"s o muitos outros artigos no-
vot e nei >n
Agente Maia
Leilo
de 271 ancoretas com vinho do Porto, 151 quintos
com vinagre, 81 ditos cm dito bronco e 30 cai-
zas com sardinbas de Nanfes.
Quirta feira 22 do corrente
A's 11 horas em ponto
No trapiche da Companhia, em frente ao
Corpo Santo e ao correr martello.
Leilao
D raobilias,camas,guarda vestidos, malas
para viagens, panno fino, ditos para capo-
tes, balaacas, grades grandes e pequeas,
grande e variado sortimento de miudezas,
perfumaras, e rauito outros objectos.j
Quinta feira do corrente
No armazem da rna do Mrquez de Olinda n. 19
A's 11 horas
Por intervencio do agente
______________GuSDlaO_____________
Leilo
De quatro mei'aguaa ra do Socego ns
61, 63, 65 e 65-A
Quinta afeir 23 do corrente
A's 11 horas
Na ra estreita do Rosario n. 24
O agente Silveia, por maudado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz da provedoria e a reque-
rimento do inventariante de D. Josepha de Farias
Raposo, levar a leilao as mei'aguas cima referi-
das.
Os Srs. pretendentes podem desde j exami-
nabas. ______________^_______________________
Agente Burlamaqui
Leilo
De movis, espelhos, jarros, tapetes para sof, e
grande sortimento de joias e de anneis com
ricos brilbantes e ad-recos, etc., etc.
Sexta feira, 4 do corrente
A'a 10 1/2 hoiaa
Oagonte cima levar a leilio, por mandado e
aaslsteocia do Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito
de orphos, a requerimito do Dr. Augusto Vaz,
curador do interdicto D. Narciso de Vidal, 1 par
debotes de ouro, 1 colar, 1 cruz e commenda, 1
cadea e relogio, 5 botoes, 1 annel. Em eonti
uuacio vend.r urna saiva de prata, 1 tigella, 1
paliteiro, 1 caixa de rap, 1 par de espura, 26
colhares para cha e epa, e outras obras de prata
com potico uso, 1 importante mesa elstica, l com-
moda. 1 armario ou guarda roupa, 1 estante de
ferro para garrafas, 1 dita de amarello para livros,
toda envidracada, obra prima, 1 eof, 1 cama para
casal, lavatorios, c*de'raa dr junco, ditas de fais,
e outros muitos movis e joias que estaro patentes
no acto do l.-il.o___________^^^^^^^
LiIo
DF< FAZENDAS
limpas e av. riadas
de urna caixa com cbapoa de senhorss e outros
artigos
Sexta-feira 24 do corrente
Agente Pinto
Xa rna do Bom > sus n. 43
fade-se ao8 abaixo notadoa, o favor de vr
ou inandarem ra do Marques de Olinda n. 51.
Pedro Siqueira, Alfandega.
Frederico Vieira.
Manoel, do Banco.
Vende-ae um grande rancho naa barreiraa
do Caxang : a tratar com Jos de Azeveao tra-
ga & C., ra do Marqutz de Olinda n. 51.
Aluga-se o 2' andar ra das Larangeiras
n. 12, por commodo preco, e a. casa terrea n. 9
ra do Calabouco : a tratar na ra das Trinchei-
ras n. 17.
Lauro Castelh Bk-anco e Silva, bad arel em
direito pela Faculdade do Recife, faz publico que
desta data em diante chamar-se-ha apenas Lauro
de Castello Bronco. Recife, 17 de Setembro de
1886.
Aluga-se a casa terrea com sota, em bom
estado, do pateo do Terco n. 82 : a tratar em
Fra de Portas, ra de S. Jorge n. 56, taverna
depois das 4 horas da tarde.
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com excedente* accommo-
daces para familia : a tratar com N. I. Lidstone.
ra do Commercio n. 10.
Precisase de um caixeiro de 12 a 14 anuos,
com pratica de taverna e que ci fiador sua con-
ducta : a tratar ua ra do Visconde de Guyanns
numero 72.
Precisa-ae de um menino de 14 a 15 annos,
de boa conducta, para ven le boles ; a tratar aa
casa n. 18 estrada dsa Aflictos, defronte da
igreja._______________________________________
Aluga-se o sobrado de um andar n. 81 ra
de Marctho Dias ; o 1 andar do sobrado n. 22
ra estreita do Rosario, e a casa terrea n. 79 ra
do Coronel Suassuna ; a fallar com o Pinheiro, i
ra Duque de Caxias, loja de miudezas n. 66.
A Inga se a casa terrea em Be.beribe de cima,
terrene de Stepple ; a tratar no becco das Carra-
cas n. 1^_______________________________________
Precisa-se de um caixiro com pratica de
molhados, de 10 a 12 annos de idade, que d fia-
dor de sua conducta ; a tratar na Torre, confron-
te a olara a vapor.
Aiuga-se o sobrado da trovessa do Livra-
mento n. 10 ; a tratar na ra do Apollo n. 4, so-
brado.
Deeappareceu hontem nm vigsimo da lote-
ra da provincia, que corre h je, tendo o n, 22711;
previne-se ao Sr. thesoureiro e casa de bilhetaria
que So pague se sabir alguma sorte, senSo ao
abaixo assiguado.
coinedes de Carvalho Pinto.
Venia do hotel e hospedara Estrella do
Norte, na Thom de Sonza n. 8. O proprietarW
deste hotel tendo de retirar se para Europa por
incommodo de sn&de, vende por preco commodo
on admitte um socio.
Compram-se predios
O gente de leiloes Pestaa est encarregado
de comprar alguna predios em boas mas, a tecebe
propostas na ra do Vicario n. 12. Recife.
Ka tua da Imperatriz n. 76, precisa ee de ven >
dedora* de helor, pagando-se por vendagem.
Montciro
Aluga-se eu vende-se duas casas no arrabalde
cima, sendo urna margrm do rio e outra da
pjvoacao : a trotar-se em Joao de Barros n. 24.
Para passar a festa
Alnga se barato urna casa no povoado Boa-
Vi 'gem, com grande sitio, muito fresca e comino-
dos p-ra familia : trata-se ra larga do Rosa-
rU n. 34, pharmacia.
Aviso
O dentista Jos Basilisco achando-se restable-
cido, contii a no teu gabinete ra da Impera-
tris n I, das 10 horas, s 4 da ta-de, nos dias
uteis.
Lotera
Pede se ao Sr. thesoureiro das loteras da pro-
vincia, para o pagar qualquer premio que saia
o vigsimo n. 17213, da 2a parte da Ia lo ria
que corre em 24 destp, visto ter sido perdido pela
abaixo assignada, rm um bond.
Mara Claudina do Espirito Santo.
Agente Silveira
Terceiro leilao
Sabbado 25 do corrente
A's 11 horas
A' rna estreita do osario n. 94
O agente Silveira, por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz d<. orpb&.s, levar a lei-
lao o engenho Penedo de Baix>, freguezia de S.
Lourenco da Matta, comarca d.> R- cife. espolio de
D. Anua Maria da Rocha Falcan, sendo o enge
nha edificado margen do Capibaribe, moente,
com bom cercado de pastagem e excelentes mat-
tas.
Os Srs. pretendentes podem examinar o refer
do engenho. ^^^^^^^____
Leilo
de urna mobilia de janeo branco, 1 consol, 1 ea-
bide-porta-cbapos, 4 pares 4e cortinados, 1
cama de ferro en. lastro Je rame, oolehao,
cortinados, 1 arreio nk helado para um cavallo
de cabrolet, 2 lanternas e outros muitos objec-
tos.
TER^A-FEIRA 28 DO CORRENTE
Agente Pino
No sobrado da esquin da rna do Marques de
Olinda n 24 entrata pelo becco da Sensata
Por occasiao do leilao d loucas vidros, electro
nlate movis e outros objectos ce'* rme um outro
mubi' c: ii !*'< c-_-Bsnna.
FianriNca Morelra Alteada Silva
Fructuo80 Diaa A-Tes d Silva e eua familia,
mandam cel"brar inias .s, s 8 horas, na Ordem
Terceira de S. Francisco, por alma de seu filho,
em 24 do corrente, dia do 7o anniversao de seu
passamento, Dar cujo acto de religio, convidam
na seus patentes amigos, anticipando o eu
agradetimento
loaqnlm Looradlo lieaa
Oe irmaos di finado J.mquim Leocadio Viegas
agradecem de lodo coraco ao parenrea, am g.s
o i.-mandades que assistiram dar se sepiltura ao
referido filiado, e convidam para ae Diasas que
mnndam celebrar na ordem terceira^ do Ca.rno
(Saot Thereza), s 8 huraS da manha do d.a 25
do corrente, sabaado, ficando elles anda urna ves
gratos por esse acto de cari O i^^a>^iiiBrrl*^nBmifa^kS^^nnVtfflflfls^sl
Xp'rfe?!ijr Aaslr Sim de alta.. 1-
da Catanho
O conselho dir t>r d.. Gr.-mio dos Professores
Primario, profundamente sentido pelo fll<-c'-
mento de seu presado cons.cio, profess>r Audr
J t de Aludida Catanho, manda celebrar urna
missa pelo'terno repouso de eua alma, na igrj
matriz de Santo Ant nio, a 8 horas da maohi de
s 'xta-f ira 24 do corrente, trigsimo da de sea
passamento. Para assistir a esse cando* neto o
conaeiho convida a Exma. familia, pareutea e am.
eos do finado e bem assim a todos os collegas
cuns. cios. ..
Secretaria do remo doe Professores Primarios
de Pernambuco, 21 de ?etembro de 1886.
O I- secretario,
Antonio C.ii.tido ^rr^ira
ESsSBM
wmKmmtm
1 IfEftB I
!ti *



Diario e INermuHiniri..- Uiiaria-feira 22 de Setewbrw de lsSf>

'
#
O Vigor Cabello
Ayer
:ECflawMUd
tmutit
PtM 0 CABEUO,
TOR.VANDO-0
KACIO. FLEXIVEL E LUSTROSO
rtwjtSo Mh 0rJCAvBUO.'.i*l*fitU
Alujase
> predio u. 140 ra Imperial, proprio para cs-
abelecimento fabril : a tratar na rua do Commer-
io n. 34, com J. I. de Mcdeiros Reg._________
Aluga-sc barato
Sua Visconde de Gfyanna N. 79
Ra do Calabonco N. 4. luja
) armazem da ra do Coronel Suassuna n. 141
Kua do Calabouco n. 4, 1." andar.
Ra de S. los n. 74.
iiiH da Raixa Verde n. 5.
Casa terrea da travesea de S. Jos n. 23.
Trata-se na ra do Commrcio n. 5, 1 andar
.eriptorio de Silva Guimarik-s & C._________
Aluga-se
i casa n 1 ra Lcmbranca do Gomes, em Santo
lmaro, tem agua : a tratar na raa da Impcratriz
. 32, 1. andar. _____ __
Alngj
ja-se
sala de detraz do 1 andar roa Primeiro de
Marco n. 18, muito propria para escriptono de
qnalquer natnreza : a tratar na loja de sresmo
predio._____________________
Ain-
urna cxcellente casa pintada de novo, com agua e
gas, e bastantes commodos, para passar a festa,
na travessa da ua de S. Bento n. 4, ou S. Pedro,
em Olind t ; a tratar na ra do Commercio nume-
ro 26-A, Recife.
Alug
a-se
os dous primeiros andares ns. 36 > 32, sitos ra
do Apollo ; a tratar na mesma ra n. 36, arma-
zem dos Srs. Carlos Loronlo Gomes & C.______
Aluga-se
a cas terrea da ra do Visconde de Albuqucrque
n. 170, caiada e pintada de novo ; a tratar r o
Inrgo do Corpo Santo n 4, 1- andar. ______
"Gasa para alugar-sc
Aluga-se a casa terrea da ra do Coronel Suas-
suna n. 240, com brns commodos e bom quintal
a-tratar na rUa Primeiro de Mure/) n. 17, primeiro
andar.
Para aliigar
0 1- andar ra da Rodan 17, com muito
bons commodos : a tratar ni largo do Mercado
numero 12.
Casa para alagar
Aluga-se a casa n. 6, sita em Snt'A ma de
dentro, c-m 2 salas, 4 qnartos, cosinha e qnartos
tra, quint il murado e grande terreno cm leguida
ao moro do fundo : Quem pretender dirija-se ao
sitio do Sr. Jorg Tasso, no Maneuinho, estra-
da da Ponto de Ucha, que achara com quem
tratar.
Luz brtlhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MARTIETS* BASTOS
Pernamhttco
NUMERO TELEPHONICO : N- 33
Agua florida.- Extrabida de flores bra-
sileras pelo seu delicado perfume, suavida-
deesu:>g prcprird&des benficas, excedo
a tudo que nesie genero ttm pppf.recido de
ma8 celebre.
Tnico americano.- E' r< primeira das
propneles psra a unservscSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias ci piilarec, faz nascer os cabellos,
impede que t ubrarquecam e tem agrande
vantigeni de tornar livree de habitantes as
caber;; s (|cs que os usam.
01.--0 vegetal- Coropcsto com vegetal
innocente, preparad* pira rm aciar, for-
tificar e rnr brilho aos cabellos.
Agua den'ifricia. Exc liento remedio
contra a carie dos drntes, fortifica as gen-
gives e fei o'esapparecer o n o balito.
Vend'-se ras principaes casas deeta ci-
dade e na fabrica de olees vegetacs ra
dn, Aurora n. 161.
TFLEPHOSE N 33_________
Tricofero de Barry
Qarantc-se que faz nas-
cer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a cnspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabillo
de cahir ou de embranqnc-
cer, e infallivehnente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
'"AiUS*
Arna Florida de Barry
Pv parada segunda a formula
original asada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume nomnn-
do qrre tem a npprovacao official de
nm Govemo. Tem duns vezes
milis fragrancia qne qnalqner ontra
edurnoflobrodotempo. E'mnito
mais rica, suave e deliciosa. E'
mnrto mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
I lenco. E' duas vezas mais refres-
cante no banho e no qnnrto lo
E' especifico contra a
frouxidao e debilidi'.'le. Oura as
I dores de cabera, os cansaijos e os
desinaios.
Xarope Je Tila Je Renter No. 2.
AHTIS Di T/8AL-0. BKPOI8 DE USAIi-6,
Cora positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AffeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com jierda do Cabello, e de todas as do-
eneas do 8angne,.Figado, e Rins. Garantes*
que purifica, enriquece e vitalisa o Songa*
restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Reuer
\ ma
Precisa se de urna ama para cosinhar, livre ou
escrava : a tratar na ra do Vigario n. 12.
Ama
Precisa-Be de urna ama para eneran ar e fazer
mais alguns servicos de casa de familia, que dar-
ma em casado patro ; na ra de Riacbuello n.
57, portao de ferro._________________________
Precisa se de urna ama que Bgomme com per-
fei^So ; na ra do Marqut-x do Hervsl n. 10.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e comprar
para casa de familia : na ra do Visconde de
Oeyanna, mitiga fio Coto-^elJo n. 139.
Ama
Para o Banho, Toilette, Crian-
Ss B para a cura das moles-
is da pelle de todas as especia
em todos os periodos.
Deposito em Pemambuco casa de
Fian cisco Manoel da Silva & C-
Precisa se de urna ama para josinhar e engr.m
mar : na ra de Pedro Aff .i so n 58, antiga ift
Praia. _____
Ama de Me
Prccisa-se de urna ama de Irife. pga-e bein :
a informar-te, ra Duque de Caxiati n. 56, pri-
meiro andar, i scriptorio.
Serrar! a vapor
Caes do C'apSbaribe n. ts
N'eBta serrara i'iii-i.nrrarilo oa nhor> s fregue-
ea, um giandc sortimento de pirh ) de resina de
cinco dez metros de comprimenO) e de 0,08 a
),24 de esquaiiros Oarwrta m pre^o mais como
lo do que em Mtra qualqnir parte.
Francisco di Santi s M acedo.
\ssucar especia1
Joaquim S'.lgui'iral &C pro nefarios da mi
bem montada relluacan dista edaie, teieairCMiB
ao fb'ii-i i'm p;pral e espe -ialmeute to eiiignM
co. qu? t'in renrpro um coaiJ<-t'> s rtinwiito -de
assueares, tanto en ctir-^o c ! e 8' sorte, e papeeM retina w com ovos, o me
Hior que se ene 'iitra no mercado, e i odea di
prompto satisfaser qnalquer -dido que Ihe >'j
fcito, pis pira issn tem sempre urn giMB'le depo-
sito. G*rantem a b-ia execuvao < litn eza de seut
prnuctoBTel.pbotie o. 44
______Rm lrci Milita atten^o
Aluga-se
e pintada, con nm agradavel si ioaiuno arbjriea
do, no lugar do Espinbeiro, arrabalde escolbido
para a sade ; trata se na ra do Bario da Vic
toria n. 14, coilegio de Santa Luzia.
&tl tirgeni k Jagnaribe
Al-rio se ra dn B> m Jcsus n. 23,
um hrm zem ir de A *ewf oonHn teman-
te n superior l vig.-n; He jguaribe,
Bconrii idea ';> '! bartViA ptcfnitrs pura o
fi.brii-0 do .su ;ir.
Est.i cal, em nada inferior que nos
vein do pstr-ti-'rn, im'i p-le prego
fix" '<' CjSOt'U : b r 'i-. |i r cu tracto que
f/. Sr. Vi ente N-situeMo com o Sr.
Ji s Costa I' refra >ropri< i- r" do engenho
Ji.gn; rib', j i-dr-ir. s rfw r'. o nomo
r.' enesmg Ha ';> vi ii b nicamente
nestn ridarle H Sr .1. stiao BeBeii-,
'.ni rsi ript ro ru-i rl ilmi Jesus n.
3.
h\ aefrisicSI
Para qnrm iu a-'i>l>r he:ni
N >i i r.
OWm p 0 : t ni t -h perteD^M e i ir
ptTt-M r r i: i Miipi
i. Conde i'Ku i.. !i
Ik^"" hrim das plantas
MONDEQU N "0
Pr>ti,l. o-t-N b i e n ,!> pliintas qae e-stfii
1 m v ni. vi ud H -:- un piiputiseiri
muito ji ... friiet" a 2A<> 0, l-..,.,
geiras ttn irlet, par i ni-r'i.r. 6J(lO(i .
duza, e mip tingres maia .... qneui S pc-r barate
P^eco.____ ______
Vinho do (.anches
Chegou n antes qne acab m, i roa du I r.pi rutr'a n. ?6.
ESPLENDIDO RESTAUKANT
Este aereditado < stabeledrnento^ ltimamente m, lhorado, est em eondiyoe;
de servir ao mais exipente hospede, para o que tem Magnificas sala, quartos, banhoirot
e restaurant, cncontr.nd-se n'este, alm das mais exquisitas igur.rias, a grande nov
dade
Ostras eheias [orlugueza
(uDica casa que afl prepara) em todas as quartas e sextas-reirs, de ll'iip t da m:,
nh3 em dinnte.
PRESOS RESUM I) I S ? MOS
A aetua! gerencia do Sr. IZIDORO ALVES PIT(,^.
Ra da Madre de Dc-nsn. 3, junto Alfandega
'MiiniiiiiinTrn
tosr i
^T7;iiiiTiiii ANEMIA AS VERDADEIRAS CHLOROSE
PILULAS DE VALLET
NAO SAO PRATEADAS
O nome VALLET impreaso em preto sobrC oada pilla.
A maior parte dos mdicos concord3o con a Academia de medecina em que,
ellas rnerccem a preferencia que se Ihes d sobre os outro ferrng^o^os.
^SSSZ^s. F.xistem numerosas imitacoes das
"11.1'l.lS DE Vtl.lll
Liiiz-t M
cubMesqu- ^\ Exigir em cada exlremidtide do fras-
cL"jS"t. il\ co um sillo impresso em qatbo cSbks.
d'origioe
da produit.
abi^ DEVB-4E
uan assignatda _/ Ju/s^^ 19, rae Jacob, Par.
Venda na maior parte das pharmacias
jfttmiiii|iiiiiiiiiiMiiiiitinliin|||l|lllllllHIIIIIIIIII'"IIIIIIBlMllrlllllMIWf'""'"'"""
ADM1SISTRAQO :
PARIZ, 8, Boulevard Montmartr, PARIZ
pastilhas digestivas fabricadas ern I
I V i shy com os Saes ext.-ahidos as Fon les. Sao
de gosto agradavel e a sua aecAo ,: certa con-
i tra a Azia e as Dtgestdes dir/ices.
| SES DE VICHY PAR BANHOS. Um rolo para um banho, para as pessoas qne nao pclemlraVlcb*.'
Para evitar as imitacSes exigir em todos os productos a
MARCA r>-A. COMP. DE VICHY
i Pernambaco. o Producto teim <-li5o-se em <->. de HARISMENDT le LABILLE, ro do comira;
o SUUZER 4 KOECHLIN. 5 rus ill Cnu.
1 HYGiEHICOS para I0CADOH h PELLE e para FAZER a BARBA
dfstes Sabcnetes <" follar gerfamados,
os mais lios do Mundo sao encellantes contra ss Affeccoea
da pella e as Picadas
DE MOSQUITOS.
Oppondo-se a aceSo dos Mialmas o Microbios do ar o das aguas
sio nocessarios contra as molestias contagiosas c epidmicas.
SI/ASE A BROCHURA EXPLICATIVA
Exije-se a Marca de Fabrica A- moiiasd
TESDE-SE El TODA A PARTE AS DROGUERAS, PHARIACIAS E PERrOIAilUS
A. JOUBERT, S::::escr. Pharmaceutico de 1* Glasse
8, Ra des Lombarda em PARIZ.
2 MEDICINAES. crme -. barges p- frigcoes o banhos
I
\*
CD
O
S
ELIXIR
de
T.CaRA
(ingestivo
i / eprina, Ditutte e CM*ruretom alcalino)
CONTRA A
molestias do estomago e dos intestinos
Dh mos de sceesso (femfcltnflo n supertorldade deste medio ment tara excitar o appetite e fazer digerir- CURA ;
DYSPEPSIA t VMITOS DYSENTERIA
CLICAS T ACIDEZ DO ESTOMAGO DIARRHEA
^jfEU^^Har recinmtiiiiiiitr tara as 1'ptauiun >->i'iiiqneiilag. pfr-
PAKK, Ph". 9, ra Le PIoticr. |peitviOs o Pernambuco FRAN" M. daSIXVASiC".
i^Mm^*^^mm>^v^^>^mm^m>^^ ELIXIR & VINHO
I3S stivo s
TROUETTE-PERRET
de PAPAINA (Pepsina vegetal)
sio o mais poderosos digestivos conliecidos at agosa, para combater as
AFFECQESDO ESTOMAGO: 6A8TRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PESO NO ESTOMAGO, MA OIGESTO. ETC., ETC.
OM CAUCE LOGO DKPOB W. COMIDA BASTA PARA CURAR OS CASOS MAIS REBBLDBS
venda as principaes Pharmacias e Drogaras.
Venda em grosso em Pars :TROUETTE-PERRET, boulevard Voltaire, 264
Deve-se exllr Sello do Ooverno Prancea sobre os Frascos para evitar as ralsiflcaeSea.
Otooiitos m Pernambueo:PRAJT- W. da siiva 4 0>,in prlctpawPUrBaein.
PERFUMARA
PARIZ
Segredo da Juventud
LAFEHRIERE
PARIZ
Segredo da Juventud
OLEO LAFERR1RE
Para os Cabello".
ESSENCIAS DIVERSAS
AGUA LAFERRItRE
Para o Toucarfor.
POS LAFERflIRE _______
Para o losto. ^^H ^^^ I''*i-a o t-enpo.
PRODUCTOS HYGIENICOS para conservar a BeBera do Rosto e do Corpo.
s Perfumarla e CaMIiTeiro.
DepodtariMe^A22SSfiS5^^I^^^^^^^ML
3-fefr*^' >4>a^>>X>>*>>Cs
.INMENTO QNIAU
Para os Gavallo3
I E/pi'Jn^tto ootn i njlor sxtte nss Wlharipas reaes de SS. HM. o T-npera '.or do Bradl, o P.el aa '
Belgija, o Rei dos Paizej-Baixjs e o Roi da Saxonn. j
35 (Ar.xcs de $xita j
tfpfs9lD do (gogo
jE DA QUEDA : 'O PELLO
% S6 este precioso Top.co o nico quo
* sustituoocantice ecraraJicalmeiite
n em vioucos das as uMUMfUeti'us, hot.is
o anlkra-s, as Torcednru, ContucBes,
Tumorcj c Xncbacda? rtas nemas,
" Eiparavoo, Sobre-Caaaos, Praqueza o Eo-
ji Gva-fitKBftKo das prKms Oo- ]K)tr',s. etc., sem
"* occasi^rtr ncuhuiria chagn. rrtn -ineda do peilo
"jmesmo uuranto o tralanunli .
MASCA
DR riBKICA
Os rcsul'.adns i'Xfrrordlnarios rjiie t?'.n H
obtio Das diversas iUYe.?3eR do {V
Peito OS Oui-.-.rznom rsroaotoilj,*
PZoIeetlar la Garsrant'.. Cpliial-
mia. te., :.:.' lo lOar., CoiiCUfOllCia.
A aura ffit-U com a ;.rfo em 3 miftittoG, sem
wir e sem cortar, nem >' spir o pello.
t
Deositoea Paria: Piarnwcia GNEAXT. F aa St-Honor. ^71>.c en t 'k a ruar.nacia.
iposito si. _
j*2JbaBBR*
do
rK
faacus prapu-c'dfis farraginoso* podesa urasentar-em cc"3/v.2p do* tlealr -~ 5
i Dfasrtas ortoistfo* am doeutatntos io anttenlicos copio o B*?' :Dt9s
Sfio emprearli i.m O met&jr eslo, lia ma'j, "e nui<, ;. .:.o' gr*. jfts liao+aos.
l*rs f. -ar innatii, Ctjlorsse ton i ''S). e tajamar c ,'or<;fd-> Uu raparigas. ^^ '
ti. t.olT ;uea Insecto fiestas Pnu.as n. novo CuUx panv* utM disrenae de loao rOflo. |
aos HJulUjert* tu* i:nlca o.iuou K"10
aVKaB |ni< ve Merco a aseo.c"ui,oi2 ene. reconn^> ptfxlfS3r;* Hmn*i
Ki/r-asiv 1aciiat>'>wrsl 'obre -* oatvos t+migtosanoa, aa CBi^idero conso
i aotfMV aattctilorottoa. cr OOUCLI
li.vw.iw ti ir-ttlf 1 BlatfWM Jl "ir*
hartos (rsua-a* qe o f> nomeMieiapravaoo sobre oada Pliuia coaso airargeni
UaSiPRE DESCOMFlAn OA* **31TACE9
fitlS Miraveflus. %. 'e.-..arri'co : ^MB'" Ti)Mmwi> !kf JB* i"at****u*L--"*!lr""
V csndM i *
D ARTROS, CRAVCS
Virus, Ulceras
PELO
DEPURATIVO CEABLE.
Ea todas x Pharmacia! tfo OiTeno
Onde se encentra iritis a
lolkla Ci2!'.e.
36
CHABLE
9AR/S
i0,000 Do6Jlf
& nrriM i> <&
Gohoppheh, Flores brancas,
PERDmS SEMIHtES,
ESGOTAWEHTO, etc., etc.
CITRATO DE FERRO CABLE
Em toda* a boas
u Pharmaciaa
"e o adre*** a
J?\
OsGRAiLC:
^SSESS-doITPAPILLAUD
:onstitum o preparado farrlnaa
loah afflosa ame fundo pln summidadw medical com i*3 na ihm a,
20 ANNOB
Contra a Anemia, Chlorome [Pales couleurs), Verralaias, Aff R* '.AtOmO TAVORAVEL POR PARTE OA ACADEMIA DE MEGICINA DE PARDJ
ExIJa-u obre cid fruteo o nome ae E. Jtonsnier b X-. PUpiUnntl.
Dromo bul : Z=marmav rita. <3-lC3M=>r t, fRAil U. da SILVA 4 C.
A'ngim s qnxi'OH m bi liadua a l mensues,
ni antiro hutel de Csxang, ii->irn 0 DM ti"ibeni
oniraocliB eum eopinba e d pendeneiaa pira fami-
lia : a tratar na ra l'riineiiode Marfo n. 25 loja
le joias.
C^sinheira
PrecieH-ee de nina cosinheir: que si ja perita e
derma em casa do patrio ; na -ua d Rt chuello
n. 57, porto de f'i rro.
Se enlc decarrapato
Compra-s a fabnca Apollo : na ra do Hospi-
cio n. 79.
0 capricho da moda
Prnra da Independencia na. *4 e *C
Recebea pilo ultimo vap r da Europa um va-
luado 8ortimnto de chapeos para meninas e se-
fhoras, o qu^ h:i de melbor e mais moderno. Pre-
ros muito reduzidos.
Aoh negociantes de al-
godo
Os abaixo asfignados, vi nJe lores de al^odao
mata praca, jnipando de intrnese geral estabe-
lecrr se urna difffre ca m^is rsaoarel do que. a
que a;tualmer.te existe entre oh precos de algodo
de primeira serte para mediano, e deste para se-
cunda sorte, eonvi i.m a todra s intcresSHfos a
reunir- m-se no difi-i i d Asaocla^So Commercial
Beneficente no din 21 do correte, 1 hora da
tarde, afi n de se deliberar sobre < ste s6snmpto.
Recife, i8 de Seteinbro de 1886.
'erreira Ca:cai & C.
Mend s Lima & C.
Prancisco A. de Vbuquerque Mello.
Julio Irmao.
Andrade L->}es & C.
Maia & Rezeod' .
Aziso aos acade icos do
5' auno
Caixeiro
Prpcia-^ de um cixeiro com pratiea de mo-
Ihadof, de 14 a 16 aunos de idade ; na ra de D
Maria C si.r o 9.
O Dr. i irrcr rrudm f,u eserip'orio para a nra
do Imperador n 52, Io andar, i.ule pie fer pro-
carado das bora* di mu lia s 3 da tarde.
Engenho Morojo da comarca de
Nazaelh
Furtaram deste engenho na noite de 16 para 1T
do c rrente, 2 animaei, sendo, tima cuna eastanha,
grande o 7c!ha. manca, de carg, nao tem marea
de peiloral, e alm de f rro do engenho tem oa-
tras.
A outra ala 2a, frente aberts, jis calcados,
n2o me lembra ae todos, pequea, bein frita, muito
nova, e nao me lembia-me se j igu-ilbou on nSo
as mudas, nSo era mana de carg. e sim de roda,
crtala de putera!, ferradas na anea, e a alaz si
tem o f rro do engenh .
O propnetario do mesmo engenho pede as pes-
soas que encontrarem iitos animaes, ou d'elles
t'verem noticia, que aprehendendo-os. levem ao
mesmo engenho que serjo recompensados.
Os ladrot-s levaram tambem com os dous ani-
maes urna causralha com as albardas cobertai coa
estopa, rabicholla de sulla e cordas le crau.
Engenho Morojo. 18 de Setembro de 1886.
Joo-Antonio Pessoa Guerra.
Estopa para limpar machinas
Vende se a 500 ris o kilo, no d psito da fa-
brica de FiacSo, a ra do Bom Jesus n. 54.
Os acadmicos que tiverem de fazer parte do
quadro do quinto auno trnham a bondade de se
presentar at o fim deste mez ; < s que n2o coui-
parreerem dentro deste praso nao podcri figurar
no mesaio quadro.
ttnlerle Dncaaltle
Alogoel IWdO
Aluga a casa terrea n. 22 da ra doNaa-
cente, pn xima a matriz de S. Jos, erm 3 quar-
tos, quintal e cacimba, c concertada de novo ; a
tratar em Fora de Poitus, tua do Pilar n. 56, ta-
verna. at aa 11 horas da manb, en depois das 4
horas du tarde.
Pinho resina
de 3X7 at 3X12.
Pinho branco (da Sucia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VENDE \I
F <- n s e i a Irmio t C .
Pcitoral de cambara
Aeeutes e depositarios geraes n"st. provincia
FRANCISCO M. DA SILVA & C.
cm armazee de drogas rua do Mrquez de
Olinda n. 23. Precos : Frasco 9500, 1/2 duzia
13^000 e dnzia 241000. __________________
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro de ccn'ucn affian^a-
da : na rua da Concordia n. 165.
AOS
100:000S000
2ISTSS USASIIDQS
23-raa Primeiro de MarcE-23
O p.baixo assignado, tendo vendido noS
seu3 afortunados bilhetes garantidos os ns.
16,642 com a sorte de 10J:000#, 13,757
cora 30:0005, 2,944 com 10:1,005, 10,854
cora 4:0000. 12,769, 10,666 com i:000|J,
18,098, 11.S54, 5,425, 5,658, 6.353 com
1:0005, 5,227, 4,649, 11,577, 3,294 e
21,358 com "005000, da 1.a parto da 1.
lotera rxtrahida era 16 do corrente, con-
vida o possuidores virara receber inte
gralrsente.
Ach.im-sc vi nda os srus afortunados
bilhetes gprantides da 2.a parte da 1." lo-
tera a bentfi^io da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se cztraliir quarta-
feira 22 do c: rrente.
PBECOS
1 vigP88mo I5OOO
Baa prc de 100 par cima
1 vigessimo 59OO
Manoel Mar'his Finza.
Fumo Para
Para a fabrica Ve-Heme ehegou fumo fresco
desliado, um Islas di" 15C e 250 gramniaa.
Ba do II11 rao dn Victoria n. S9
Elixir carminativo c tnico do
pbarmacentico V as
Remedio qne cura dyspepsias, gastralgias e to-
das as perturbacoes ligadas desarranjos de es-
tomago e intestinos. Aconselhado por varios cli
nicos dos mais coneeitosdes deata cidade, ncha-se
venda exclusivunmte na ptiarirmcia americana
de A. M. eras & C, rua Duque de Caxias nu-
mi <* -'7.
FARINH\ LAlTEA
DE -
NESTLE
MAROA| REGS IRADA
15 AMOS IISCCSO
21 recompensas, das quui s 8 diplomas de honra
e 8 medalhas de i uro.
Certificados numerosos das rrimeiras autorida-
des medicas.
Alimento mnplrie para crinnri-
nhaM tlt' pello
Supre a in ufBciencia do leiTe materno, facilita
desamamentucSo e a diges'So fcil.
Emprega-se tambem ventajosamente para adbl-
tos como alimento para cstomapoe debilitados
CHICO DEPOSITO ESPECIAL DA FABRICA
PABA TODO O IMPERIO
31 C-RUA DE S. PEDRO-31 C
Rio te Janeiro________
Fabrica Rutas
Marea Uegistrnda
Para ftevim a ignornli JS M'gnns Srf.fabri
cantes de cigyrm que r-ndul nr>mente esno
nzando do emhli mu de ASM* i>-lrica, nbaixo pu-
blicamoso theor ii" r--gistradn do referid.1 < mbleuia
f. ito na meretissima Junt:i Cnminercial a'osta
cidade, protestando proceder crimnia'mentc centra
quemquor que prufcure u*< I e t..rer use.
ReS'Mtro
N. 197. A presente marca pnr mim rubricada,
eniitmd.1 a denuminaca- Caxias. vi mpMtkde iIiib
mos apertando-si, de que Ltutn Aievedo &C,
firma cemmercial d'esta or> c comfosU dos com
mcrciantes Marcelina OoM tveu ile Azevedo e
Antonio Luiz da Silva Braniao, dcmiciliados
nVsfa praca, para distinguir M mfpme d>- .eu
con mcreio a ma do Porta ns. 3. 5 t 7 e depo$'t<> 1
roa Duque de Oxias n. 68, fui preeetad
gistru ns 11 hornada nrnh^ da clia 2 d. eorrente
1 rogUtr>ida n'is' i.' fa < m cumplimento dos
Irspachos de 9 e 16 di. c ir. me. E para < un-
prir pineito da |. i fiz aV v ib< igual do
regristro n. :97. Pagou 20 0 de 1 os pareceres
fi caes.
S. eretaria da Junta Commercial da ci .ade d<>
llecife, 16 de Setembro df 18-6.
O Secretario Mil Gnimares.
RecifV, 20 de Setembro de 1886.
Azevedo tfcjc.'.
1\
Precisa-se de urna ama para cosinhar em casa
de familia ; na rnt do Imperador n. 73, terceiro
andar.
Ama
Piecisa-se de urna ama para comprar e cosi-
nhar ; na ruaVidxl de Negreiros n. 13*.________
Ama
Preeis. se de urna ama para cosinhar : a tra-
tar no largo do Paraiao n. 18, 1- andar._______
Alnga se barato
os 1- f 3- andares da casa n- 84 da rua doBrum,
com muitos ccmtn dos para familia : a tratar na
rua larga du Rosario n. 34, pharmacia. __
Aluga-se
por preco commodo o grande sobrado de caes do
Ap lio o. 75, s-ndo dous andares, cada qual com
b.atantes commo ios para familia : a tratar na
rua larga do R-.sario n. 34, pharmacia.
Conr
pra- se
um lustre de vidro para gax e tambem um lesisfo,
*mbos em bom estado ; 11 tratar na rua do Vis-
conde de Ooyanna n. 1, t .venia.
Dt FILLIOL Dt FILLIOT.
IHSTANTANEApn. n.rb. i ROSADAr-t dir>o 84 ? Yir>. hb prapuni > | .-nc
em livigem. sua C6r primitiTa
Isptstt ftral ( Paria 1 FIX.LIOZ., 47, ma liv eaie, PiflB
I*. Ptrtaotb .co FBAM" M. da 8ILVA aC.,.
Antonio dn Coala ilvn Nadnro
Francelina Cardoso da tilva Maduro e suas fi-
Ihas Rgradecem s pessoas que aci mpanharam ao
cemiterio piblico o cadver de seu presadissimo
marido e pai, Antonio da Costa Silva Maduro ; e
de novo convidara a todos os parentes e mais pes-
soas de Mtn'zade, para assistircm as raissas do
stimo dia de seu passsmento, ;ne ter lugar no
convmto de S. Franciso, pelas 7 1/2 hoiaa da
manha oe 22 do correte mez. Ante-.'ipain seas
agradecimentos. ..^_^_
Antonio Hnriiiis Torre* Cnuiow
Joaima Franctca da Silveira Torres, sene fi-
IhoS, Maria Severina d'Assump<;ao Silveirn, Ma-
ria Paulina da Silveira Solano c Antonio Luizda
-lveira, feridos pela mais pung> nte dor, man-
festam o seu eterno agradeciroento a todas as
pe-soas qae se digm.ram aeompanhar os restos
ni rtes de seu esposo, pai, genro e confiado, Ar-
tonio Siartins Torri Cames, ao seu ultimo jazi-
gn, no cemiterio publico de Olinda, 8 rogam-lhes
anda o earidoso obsrquio de assistircm a missa
que cm safFragio de sua alma, mandam celebrar
na igreja de S Sebastiao da m^sma cilade, quin-
ta f. ira 23 do corrate, pelas 6 horas da mnnha.

A
,0!!l
HflraioN piolado a oleo
linda moldura e i-ori'oes rspeciacs
Desde 25 4(MI0
Convidamos o respeitavel publico a itjo dos meamos eirafos que se achum as prin-
cipaes livrari8 desta cidade.

n. Fnnclsra da f nnsroa Porlell
de C*r-iillio
O tencnte-ccronel Manoel de Azevedo do Xag-
ciirento. profandamente compungido eoin o passa-
ments de su* preadifsim tia e comadre, D.
Francisca das Chs gas Portclla de Car val ho, n Si
do finado Visconde de Souza Carvalhv, manda re-
sar urna missa pelo descanso eterno de sua alma
no dia 27 do corente, trigo-imo de seu falleci-
mento, a 8 horas da manha, na igreja da Concei-
cio dos H litares ; e para esse acto de reli3o 0
caridaie, convida aos seus parentes, amigos e
copipanbeiros. Bgradecendo antecipadamente.
m
wk\m
1 um ]
P^iHBllBft^BVBBll


<
* ^
r
x
Marn de PwimmhunUuarta -fcira 22 At Scti
OS Mil llOS bllR
Cura certa om 48 huras das infla nac;oea
recentes doa olbus, pelo coiyno prepara
do por Jos Pedro Rodrgui-B da Silveira.
Eu 'te poderoo c.lyrto sempre coa
rrand s vautagens, i.aa segiuuto a molestias :
Opbtalmias agudas, purulentas e ehron-.cee, con-
vnctivites, etc., etc. .
Deposito 4- ral, na drogara de Far. Sobrinbc
& C. ra do Mrquez de Ouda n. 41.
Pa inf raiacoe., sedirii-m livraria Iudus-
triiil rua do Bario da Victoria n. 7, ou a real
eacia do autor, aran la Saudade n 4.
Filas purgativas e depurativas
de tuiupanha
Eataa pilulas, cuj. preparacio puramente ve
aetal, tem sid i por unis de 0 anuos aproreitadaa
eom o melhorea resultados as seguintes moka-
tias : affeccca da pelle e do figado, aypbilis, b ,u
boes, escrfulas, tbagaa iuv -teradas, erysipelaa e
eonorrhae.
Ututo de aal-aa
Como purgativas: toine-ae de 3 a G por da, i e-
kendo-se aps cu da dac um pjuco a agua aaoca
da, cha ou osldo.
Como regaladoras i tome-se um pilula so jantar.
Eetas pu'us, di iuveneio dos pharmac ticos
Almeida Andradc & Fdtaoa, leen veridictum doa
gra. mdicos para sua melbcr garanta, toroaudo-
ge mais recomiLcndaveis, por serein uro seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
aaadaa cm viafeu. -..___
ACHAM-SE A' VEVDA
W drogara de Farla Stitirinho A C.
41 ECA DO MAKQEZ DE OLISDA 41
BMULSO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de hacalho
Bjpophosphilos de cal e soda
Apr gienc o autorizada pelo
governo
E' o melho rerm dio ate h je de-cnbe'to para a
IInc iti-oiM-nite. eciopHola, rn-
cbltr. anemia., eblllnadc eni at-ral.
defliain. loaste clironlea o alTrecde
do pello e da taruanin.
E' muito sapera* ao oleo simples de figade oV
hacalbo, porque, alm de 1er cb iro e aab r agr-
daveis, poseue todas as virtudes medicinaea e nu
tritiv8 ao ole*, lem das proaiedades Uaiail
recinstituot.s di a byjiojhoaplios. A' venda _*
drogaiias e boticas.
Deposito em IVnnirobno.o
:.:: --.;.;
ial fmm&t 4 (Pasa*
MYPOPHCSPHiTO
& O ;' Cuta,.3ill, aator da iescc-hc.?*gyf
groiri ladea anradv. dos 0j.Tiopr.os-l
ahitos no traiiracuto o tiaca polmoi.r.-.j
tem a honra ito participar aos seus conejas
medico, (ice os ricos Hyp"phcspi.ttos
Teciiia-.-oo e reeoitme-.la.'o* por eile
6o os |ue repar* o Br. bwann, nhai-
Imacu ;o. U. rua Cusiigiione, P-...
O Xi-ropes de Hyp'pbaaphltoa de
\HodB. UU u Ferro vendeai-je em frascos
fidra-ioatoud >fl o Ja< vi^ro rat aM*f)i*t'ra ao envoltorio e*
IfMMradc patiewic xnado^uecobrerolka
Cada f-aact vamaa.......'^ alera Q 'st0 *
ctirc" .i, fabrica di Vhanaaila hwaii.j
W^^^'-i
:'_
Vaadnit-M en lodie >a /*** -
EXP0SIT10N ^ UN,1* 1878
leiaillf Or^^CroinaCheTalier
LS PLUS HAUTES RECOMPENSES
AGUA DIVINA
E. COUDRAY
DITA AGUA OE SAUOE
Preconistda para o loucador, como conservanao
consunt.iaenle as cores da mocidade,
e preserrando da peste e do cholera morbos.
ART!GR3~RC0MEN D# DOS
PERFUMARA DE LACTEINA
accommouduU pelu c-'4rld>ai lidlcu.
60TAS CONCENTRADAS par o lenco.
OLEOCOME para a belleza dos cabellos.
ESTES ARTIGOS ACHAM-SE NA FABRICA
pars 13. rae 'Engkiei. 13 pars
l Depsitos em todas as farfimarias, Pharmaeias
e Cabillereiroa da America,
ia tta icrniDlnoio e de Cascas, de Laranjas amafias.
TNICO RECONSTITUINTE
Remedio sofceraao
CONTKA A
chloboe, anemia. carie dos 05s0s.
affe:c6zs das vas dioesi/as,
DIARN E4" CHBOaiCAS, BACHITISMC.
ESC' OFULAS, DEP1LIDA0E,
COM' | S DE FEf REC TYPOIDEi.S
: -c.
); J. i. !>9ar*n
pe-Zed
(De CODEINA. s TOLU)
O Xtvrope Ced emprega-se contra as
Jrrildfes do 'Pato, Tosse dos Tsicos, Tos
0wuhd iCoqueluche),'Br (jltdiiboi t InsomHhS txrsisUntes.
MUL'S, ra* Brouot, J. e ero f hmMdi
mAMAm\ Ii 11 tita^atatehlaiJlBl
IWORSONsPEPSINA
RtifiHe lBlaWwl e airada*!
UU, con' a
INDIGESTAO
So a forma, do
rsAscos, poa
o oosnos.
VNDESE n HUNDO IHfEMNOf

Pr/mlna .WoraoN
pelos pnn,.Die Hedioot.
m 3T8N A SON
lkwtliai>iM Ka*. SaM^taan
LONDON
PIMO HE RIGi
de 8X9. 4X9 HX'2 ; veno a-- na rrark a va
por de Cima -o da Silva, ei. Vu.re Doua de .No
vembro p. t>.
PASTILHAS

as
Dfi ANGELl & MENTRUZ
Q
as
JQ
c"a
r>a
se
e-i
c
5
es
99
O

o
-e '
es
O Remedio mais efficaz e
eguro que se t/n deacobnrto ata
hoje para tupe lir as Lon trigas.
.OQKIAOL FUERES
E
Casa filial rua doCa-
hug n. 12
Receb-r-m nv-mente um esplendido
sorliiiiento de chapeos de s -1 de telas as
qoafidadea, para seobora, lisos e bordados,
grandevanedt.de em core ; e para bomero
grande varfedade e;n cabos intiraraente
no.os, cnipos para oriaooat, chtgar no-
vo 8ortimentn.
N. L. Pahrio 10 coneertam-se cha-
peos de t.dis as qualida-lfs, i-oiD perfei
i^o e rapiez a oaai r paaiva] ; pois c
bre-se urr. iliapo ara m. n> s de urna hora.
Amos-tras l.vams- em qudquer fMt.
Vende -se eiu groas c a retalho
(i Lapnrle ('.
tiim rana d' ronjnim"6e & rna do
Imperador > 4G, 1 andar
vi;\'i)i-..u
Elixir ueni frleio
nnxsu oentlfriela
doa reverindos p drea I" n i'n-tinoa ile Soulac,
inclh r denlifririo c|U.- tem viudj para o merca-
do (.- n duzia>.)
anli-mou-lique tiarry gara matar as
m"ri-".a*. maini.is. etc (aa -luz as).
Ylnho d' hampHBne da af mada mar
c;t M.d & Chtiid .o i'iii garr*t.m e indas (s<5 cal-
<)
Vilio de Ch mpasae.marea Marquia de
L, Tour Byr.m (35 d 45* a can .) (s eaixas).
Cognac, maica Hildeb. rt (- caiaa)
Vinaure aromtica, para a mean, eapeeiali-
da le para familia, garantido puro de vinho brau-
co (Aa jrarrata).
Silln puirll infroira d>Pa>.,
Bau Carme*, a preco
de fac-ura pra liquidar 10 duzias vindaa por
engao (is du'ias)
Bob LeebaUI. grande d-pnratirn regetal.
( rnente aos o- uboiea dr.guwiaa e pharmaceu-
ticos)
Papel almaaho duplo, hso, proprio para
ilBPreaaao de obras, ele., eie.
Papel aaiacaria*. grande e variado
sortiuiento, a pr. eos BOaea vistos n<-ste m. rcado
(em porc'") I dos os f rmatos, e os competente*
Emeloppra laubcm a prejo sem compe-
tencia.
Cartoeade ilMita de todos os formatoe
braneos e de pn.-.ntaaia, cartoes para o commer-
cio, em Crist. I, fiamliui efe.
Tinta Blue Blaeli. verdadeira de ^te-
pht-ua n, recebida por n m s*e periodieas do pro-
prie fabricanle : preco* iuexeediveis de barateza
Artisoa le ewenplorlo ta-a Como livros
em bronco, copiadores, titilas, caetas, lapis, tin-
taros e todos os mal- wu.pre v.-iidblos a precoa
muito baratos para negado.
Goman arbica le Adriano Maurin fras
coa grnueH e p quems, em c-ixs de duaia.
Tinta de marear a roupa
bncaiit
do meamo la-
A' rua d Imperador n. 46
Inslrurf o publica
O delegado litterarw de Vieeneia, conteste, 8f
pode, eom docunn nfos serioa, a publica^o inser-
ta no Diario de houtem, sob a epigraphe cima.
Recite, 6 de Si-tembro de 1886.
A voz ca moral.
A Uevoiuco
A'rua Duque ie t^axius, ri-solveu vender
os seguintes artigue om 'b /0 de me-
nos do que em uutra qualqiter parte.
Krtiiis damass 360 ra. o covado.
Gorgonnas de listnubaa a 360 ra. o cuvado.
Lis eom lislrinbas a 640 ra o Covado.
KusiO'B de cor. s a 320 ra. o cevado.
Merinos de torea a 9J0ra., 1*000 e 1200 o co-
vado
Merinos preloa a 1*200, 1*400, l*6v.0, 1*800 .
2*1 00 o c. vado.
Velludilboa liaoa e lavrados a 1*000 e 1*200 o
eovado.
Palha de seda a 800 ra o eovado.
Cachemira bordada de seda a i*500 o co-
vadi.
Lia escossezas a 500 ra. o eovado.
Cambraia ivm aalpicoa a 6* ra a pega.
Chitas -s.'uras e claras a 240 ra. o eovado.
Lmhoa escoaserea a 240 ra. o covaJo.
La8 eom bolinbas a 640 e 500 re. o cavado.
Gaze eom bolinhas de velludo a 800 ra. o eo-
vado.
Linn eom aa'picos a 500 re, o eovado.
Gioedcuaples pretoa a 1*800, 2*000 e 2*500 o
eovado.
Z phiroa liatrados a 200 ra. o eovado.
Cretonea finca a 320, 360, 400 e 440 re. o eo-
vado.
Setinetaa modernaa a 360, 400 e 440 re. o eo-
vado.
Fuatio branca a 320, 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 ra. o covadu.
Setinetaa lisas a 400 ra. o eovado.
Ditaa lavradaa a 500 ra. o eovado.
Flanella de cor a 40 ra o covad).
Flaneila branca a 400 1*000 o eovado.
Cbapoe de boI de corea para aenhor'6 a 7500
o.
Chulea de case mira finos a 9*000 um.
Fecha de a 2*000, 3*000, 4*000, 5*000
e 6*000 um.
Tarjetei para janella. piano, sof e cama a 4*,
6*01.0, 7*1 KK>, 8*000 e 24*ii0 um.
E-guio aoiarello e pardo a 500 rs. o eovado.
Caaacoa de laia a 1* 00 um.
Leyoea brancoa a I*8d0 um.
Brim prateado a 600 ra. o c vado.
Tundee para meuinoe de. 4 a 5 anuos a 5*000
um
Lencos a 2*000 is a duzia-
Colchas braucaa a 1*800 urna.
Setina ma.o de coica 800, 1*200, 1*400, 1*600
e 2*000 o ovado.
Setinotus braoeas a 5Q0 e 560 re. o eovado.
CortiuaooB bord- doa a 7*0UU, 9*000 e 16*000 o
PMCapellaa e voa a lOOOO e 14*00! urna.
Coichaa bordadaa a 5*000, 6*000, 7*000 e 8*0K)
ama.
Esnartilhoe de ouraga a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Cortes de para veatido3 a 20*0 0 um.
Algodo eom duaa larguras a 800 ra. o me-
ti. ^^
Cortea d.^ cas.mira p*r calca a 3*000 um.
Bramante de linh a 1*800 o metro.
Dito de algoda. a 1S2'H o m. tro.
Toalh.iB lelpudaa a 4*000 e 6*iaiQ a duzia.
Cabrio let
Vende-ae um ero perteito eatado e por prevc
onimodo; 4 tratar na rua Mooue de Caxiaa n. 4'i
e mociida
Vende-ae um bom vapor e moenda eom pouco
ubo ; a ver no engeiibo Timb asa. muito perto
da estacao 00 meMuo uome ; a tratar na rua d
mperador n. 48, Io andar. ____________________
Aliiiiiiiack da provincia
1886
Um voliiiiie eom 4B paginas
Ao sbhHoi bs de engeibo b ontros
Tomen) oota
rrilhos para engciihos
WaGONS para uanna
l.iiniioliVJiS
flachrrlsmn completo para en
gento met-du os lamanhos
Sjaii'ina amrgfaifvmto
Especifica fita e preco no escriptorio dos
mente*
Browns & C.
\. Roa do C omine i-fio
N. b AJrmduHeiina H Ct C, |CM eaih.logoade
uui' ,mpleuieul"BU'C. se::rio8 x^rieullura, ("nu
.inb. m machinas para desean c*r algoclio, moi
ihoa pura e^t, Irigo, arroz e inilh' ; cerca d* fer-
io a.vaniBado ezci II- nte e moduo em preco, f*8
.mi uenbuuia jo.ie tiepai-a, nem animal que
oral a.
Cusa liara alugar
O 8' gundo kndar da ma larea do Rosario n. 37
esquina defronte da unja ; a tratar no pavi'mn
to terreo.
2#000
A' venda na chb editor. Livraria Parisiense
ii. 7 A, rna Primelro de Marco n. 7 A, Indust ial
Econmica de G. L^p.rt & C. e Cardoso Ayres.
Saipeues e vinho verde liranco e
lino
Receben Antonio Duarte rna da Uniao n. 54,
confronte a estaca : tornain-.e reeou>meoda\eis
estea artigia por ter n-cebido de caea particular
de Portugal, razio por q'ie garante aer eapecia'i
dade ; aaaim como tem carne e queij a do eertio
por preco muito mjdieo ; o mcemo vinho tambem
ae veude em cusa de B-rnarrtin i Duarte rna da
Florentina ua. 1 3, em retalho e ancoraa. Na
meama compra-ae urna balanca decimal, grande.
Ba acquisicao
Vende-se aarmacao e bemfeitoriaa da loja d-
fazendas rua do Livramento n. 10, eom garan-
ta da casa, por ter o proprietano do stabeleci-
inento oe retirar-ae para fra da cidade ; a tratar
na meama loja._________________
Li uidacao
Vndese port5a de ferro, gradeamento para
cima de muro, j^rdim e terrajo, bandeiras d fer-
ro para portas exterior, a e interiores, de todas aa
quaiidadea, galunh- iro de f. tro, earreca pa.a boia
e cavalloa, carrinhoe de mao e rodas para carro-
cas, por preso cominodo : no largo do Forte n. 4,
defronte do quaitel das Cinco P.utaa, ofEcina de
ferreiro.
Loja Camacan
Miude/as
Ferreira de Souza & C tendo resol vido vender
todoa oa a.-Ui artigo8 de miu tezna poi menos que
em oufro qu>.lquer eBtsbeleeiment, avisam aa
Eimas. senboiaa que appar.cam neate estabeleci
ment para asaim se couveucurem dos precoa que
acabara de fuer ;
Oleo oriza verdadeiro a 90 rs., linba para ma-
china a 900 ra. a duzia agulhas finaa a 60 ra,
pac..tes eom tres sabe netes 40 I ra., um pi de
abnete fino 700 rs., meiaa finas para senhora a
7(X) rs. o par.
Lindo sortimento debicos finoa a 1*200,1*500,
1*80 e 2*500 a peca, le mes finos a 3*500, 5*,
5*5(0 e 6*.
Espartiiboa finos a 4*5(0 5*500 o 7*500
Luvae finas de seda a 1*800, 2*, 2*508, 3* e
3*5(0
Grainp s para chap ia o que ha de maia barato.
Bieoa pret'-s eom vidrilho.
Alfipne a 60 rs. a carta, fitas modernaa lisas
e bordada o que ha de maia Bao.
Sabonetes de Reute., o que ha de melhor para
a pelle. a 900 ra um, tinta fina para marcar rou
oh a 800 rs. o fmsco, lencos trancos finos a
I *500 a duzia, lido sortimento de broche para
seniora.
Alem deate anuuncio teem muitoa artigoa de
moda, qu- estio vndenlo barat".
Kua Duque de (avia* n. OO
Para .Dgenlios
Cal nova de Lisboa.
Potaaaa da Russia.
Oleo de moc (.
Azeite de carrapato.
Grasa em bexigae.
Vendem Abrantea & C,
umero 48.
ru.. do Bom Je8us
WHISKY
HOYAL BLEND marca VADO
Este excellcte Whisky Escoese* preferiv
t cognac ou aguarden^ do eanna, para ortific^
i corpo.
Vende-ae a retalho noe t. Iberee armazena
oolbados.
Pede ROY AL BLEND marc VlADOcujou
goe e emblema sao registrados para todo n Brasi
BROWNS t C, agentes
Novas lasabas
Aos i.ooo:ooo$ooo
Noivos e noivas
Encontrario aempre na Graciosa, rua do Crea
po n. 7, urna variada colieccio de objectoa pro-
prios para eaBamento, soino ^. j;im :
CapeHascm v.B.de.5*a25*OO0.
Grin^U-s de flir.-a de lar-ng-ira a 5* e b*.
igas de seda bra ca a lj > 2* 00. ._,.,
Luvaa de pel.ica branca para senhora a #Wo
o par. '
Ditas de dita para homem a 3* o par.
Meias ab. rtae de fo de Escoaoia para senhora a
2*000 o par.
Ditas de aeda branda pura sei.hor a WK.
Duas de fio de EacoBen, brancas, para bomem
* Ll^ue'a braneos I aetim. de 6*, 10* 15*000.
Giavataa brsnias de ean.bi ia a 800 rs.
D*tae ditas cm laco a 1*0"O-
Ditaa de eetim braaeo a 1*500.
Iii n le ** '
A 3*o c 400 res o eovado
Acabam de chegar para a loja da rua da Im-
per-triz n 32, um grande e bonito 8ortimento de
lis'.nbas de crea pa'.a vestidos, sendo fizenda de
umita pbautaaia, eom corea claraa e escuras, e li-
quidara ae a 320 e 400 'cia o covadu. por haver
grande porcio na loja de Pereira da Silva.
Papoula & G.
N. 18-KM rifl CaMEtt-N
Tem
Luvaa de pellica, pelle de ci, camurca, aeda fio
d'Eseoaaia e caaemiru.
Agua florida e Trieofero de Barry.
Sabonete diveraou e curativo de R. uter.
Cambraiaa lisas, bordadas eabertas.
Camisas e ceroulaa de flanella e meia de li.
Camisas aem collarinhus e aera punhoa s/c c/p
C/C c f/p.
Collarinhos punhoa, meias, plaatrons, mantas,
gravatas de laco.
Lencos, eapai tilhos, penteadorea em cambraia,
vestidos de cambraia bordados, b deas tapetes, fi-
xs da aeda e de li, casacas elsticos, casacas de
casemira greoadine de aeda e todas de seda.
Alpacaa de seda a 6(0 ra o eovado. _________
A'Florida
Rna Duque de Caxias n. 103
Chama te n utlencio das Exmae. familias para
oa pr eos seguintes :
Lavas de seda preta a 1*500 o par.
Cintos a 1*500.
Punhos e collarinhoa de corea para homem a
1*000.
dem para senhora a 1*5(0.
Grampoa invisiveis a 60 ra. o maaao.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos-para bomem a 3*.
Meias oe Eacoaaia para crianca a .40 ra. o par.
Leques d papel eom correte a 1*.
Titas de velludo n. 9 a 600 ra n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de eaeuiio a 1*500 a duaia.
Albaus de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
knm.s de flores finaa a 1*500.
Luvaa de Encosaia para menina, lia is e borda-
daa, a 800 e 1* o par.
P. r.a-retrat. a 500 rs., 1*. 1/500 e 2*.
Pentea de nikrl a 600 ra., 700 e 8.0 ra. um.
Roaetaa de brilhautes chimicos 200 ra. o par.
Guariiico'a de rdem idem a 500 ra.
Anquinhaa de ljS5< 0, 2*, 2*5(0 c 3* urna.
Plieaa de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 ra.
Bies de cures coro 12 jardas e 2 1/2 aedos de
largura a 3* a peca.
dem eom 4 dedos a 4*500 a peca.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
Ide. La Pigurine a 5*000.
Bicoe de akncou eom 4 e 5 dedos de largura a
2*500 a peca.
dem estreitiobos eom 10 metioa a 800 e 1*000
a peca.
Bofes de phantasia a 200 rs. a duzia.
Para toilet
Sabio de areia a 320 re. um.
dem phemeado a 500 ra. um.
Id.m al.atri> a 500 rs.
dem de amendoa a 300 r8.
dem de alface aJ*(00.
Agua C. late a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a I*u00.
Mac coa d ena a 100 ra.
Meias brane-a p-r* aenhora a 3* a dusia.
BARBOSA & SA\TOS
200:0
r
000
100:000$00v
mu
Em favt r dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabe!
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
BxtTHCc&o: no ia IS i Deate fie 1886.
0 thesoumro, Francisco Gonfalvcs Torres
(iraoiie e bem miada oflicina
DE
e
PEDROZA & C.
N. 41Rua do Barao da \ictoriaN. 41
Neste bem conhecido estab lueimeoto, se encontrar um lindo variado s t
timento de pannos, caeeiniras, britiB, camisas^ puahos, collarinhos, meias, gravataa.
tudo importado das melliores (Wbrica Je Paris, Loadres e Allemanh; e para kan*
servirem aos seus amigos e fregu-zes, os proprietarios deste grande estabelecimenk'
tra na directo dos trabalhos da officiua habis artistas, c que no curto espaco
horas, proparatn um lllre raspa de qualqu'r fazenda.
Rua do Kara o da Victoria n. 41
ORr.008 SEM COMPETENCIA)
ia de i^ii
II II lifliMV
OalUrlMeaPiriiimSiiao rrac-1LUSILVA*C"
Em quart. a
. im*imb garrafas, vendem Paria
rea do Harqui z de Oillioa n. 41
LE'. OtilT KI ih
VENDAS
Coclicira fenda
Vende-ae uu a e>ctiira b na canos d*
ass^io, hem I c.liada e fie_-ii- r.art.., p r pteejo
mdico, ero ra?i rlc sen odio nao poder adminii
i ar por f r de nter um^ vig' m : s in-tenden
les achare o c. m quem tratar rUn Duque de Ca-
xias n. 4 7
C IBMIAI.I.T K VHIOKIi
V<. lid.- se uo hl'ii ..-I e nun viei ra.ea. oer-
frit estada d-- t^nai-rv^i.., e p. r bj C modieo
na Cocheira n. 16 A rua Duque de Caxiaa.
Vimos e viuvas
1n Crespo n. 7,
prios p^ra luto.
Poderio ir A Graciosa. A
que Mch-rao euipre artigoa
raes o--n.
Leques pretoe de oap I, seiioe'a e a. t.m
V.,1 a8, brinca, pe seiraa e hro.h-a pretoa
M- ias prelaa, filaa, bicoa de liuho,
preos
Cuarmeoes para cam.s. .le om m,
C~deia de fir-. retr z metal, pret-is
Mii.spreas pni iTim : -.
uarl- di CJ.
li e sed*
Rftiiiii?a<>
Obras de vime
I i limo ohlo
Modelo apeifeiv-ad.. .u. ceetaa para compras
acafates. eos'iireiras, tadeiraS para enancas, ete
etc., vendem oor p.ecos ommodoa Martina Capi-
tio&C,.ui seu -rmazem de moihados ru
estrei'a do Koaark) n. 1._______ j____________
Malvasia
Vinlio |ro;iri' para senhoras
Er barra e a retalh : P ca Heudea & C,
rua estrei'a do Koaaiio u. 9.
Tecidtts de linlio
A OO rs. o eovado
Na I. j da rua da In.p r-n.z u. 32, vende se
un bouife aoriimenf.. de thCiid^a de llnhj para
..Hlidoa, 'en.ln largura de chita fr mecza, coai
i uito bonitas cor- a e palimuhas bordadas, p-
hincha a 500 res o eovado, na l.ja oe P. reir da
ilva.
Jeruza I* m
Vendj se i.ui >clin cu
das p inepaea roas d tr.t uril
.no ; a C atar ii 'O,
rehnacai..
o cu m"iit>da n'oma
de Saiit- Auto
li, r .. da B.H-Virtt
^
Capachos c s|Mrto
PinUilos. 'A- iiv ve.de,n p r
pr co s. iu eouiV' t. .-ca VI i i ,e Capiiao ann-a m de molba.i*. ru- evii.it Jai Rosariu
numero 1.
Ven le se ua. par..- n tieguez.a .le >e.i Va '. p Ar.p'i. limita eom u i't' irho Vicente Campello ;
tratar na roa do Uno. ao n 1
Mad
uro
Vinho |>iirn da uva
Oque ii6 .e h V r lenlhor pira mesa, em
barra e a > aln : !'.#- M.-ndt* 4. C, iras
t-atieita do K sari. o. '.<.
DOMESTIC
Sao r'-conhecioas ser as mala
plegantes, nials diiraveis i
cm todos os sentidos.
AS ILHW
cir ulares como
os estylos, diri-
Para preveis, e
LHustraeoefl de todos
jato SO
Dowesc Snvng Machine i .
NEW YOR,
u.
S. A.
P4RIS
16 Ru d. 1'EchiqnLer.
For.i jeedor
privilegiado da Casa Real da Espanha
e de S. jI- a Rainha de Italia.
Ozea P6.
Ozea Sachet.
Ozea Cssencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para es dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Oleo.
Ozea Sabio.
Ozea Pomada.
Ozea Fixalivo.
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantma.
Ozea Cold Cream.
Estas exquisitas preparacoes sio muito apre-
ciadas na mais distincta sociedade pela deli-
cadeza do seu perfume.
W M R E C E R '
TRANSPARENT CRYSTALSBAP
(Sabf, > transparente cristalino)
reconhecido como o mais perfeito le todos os sabaos de toilette pelas suas
propiedades hygienicas, pelo ecu aror~ e pela su.i larga duraeiio.
ftcisito n_9 prlnclpw3 Per'umarias, Farmacias, dea.
THES0URAR1A
DAS
Acha-se venda a 2a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Tasa de M-erieord a do
Recifequ*- se extrahir quarta -feir.i, 22 do eor-
rente pelo se^uinte
24,000 bilhtr-s a 164000
Beneficio, sello e comme-
s2o......
;-4:0(JO000
69.0600000
314:9400000
'>
100:.K)0 30:0000' H A
1O:OOO0OUD
4:00 jfOtM) 2,400 pre i
14:01X101X10 fut* tod.aj
1O:O(K)0(KH) ioe tina.e
8:0000000 (nenio
2,41(0 l'r.-.nior,
para lodoi
19:9(00000 m. s tinas
pr.mi" .
i enl n efl (Jlic 8:ihir
o terceiri premio
Apiironioi y Sea do
2:000000 0 para o pri-
iii. ir p r0tiii
Ditas de l:i 00 OO0
|. ra o pnii i" '"
Ditos H (i.i"0OOO .ara
t. ier> eiro i
.1. 200000
a a'g i is
do .n n iro
5:9400000
.4:0000000
2:0000000
1:3000000
de 2 '000"
io |o .ris-
iiu (i guudo
1 Premio de.
1 Dito de '. .
1 Dito de ... .
1 Dito de ... .
7 Ditos de 2:0000(100 .
10 Ditos de 1:00001 00 .
16 Dito de 5 00 ("i .
99 Ditos de 2>>( 0iOOpara
acenteoa em que sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 100000(1 para
a centena em qu>- sa-
hir 0 segn o pr mi
99PDitoB de 600000 para
Caso a t. rinu c,aii do segundo premio si ja igii 1 a do pimeiro patssr^ao BO-
mero iromediatsmeiii'- pup-riir
Esta loteria divide se em 20 partes e os buhe s em i io; sai.nos de 80 res
cada um,
Os premios rbaiorea de 2OD0OOO em r-ada p.n ataO |mj is ao imposto pi
vincialde li'*!. 5% "'d ci.^l s.-t.re .. refer lo m.| s-...
I. e^tra ^0 pELA MA, mNA KI(|IFT
Thesour..iia das loteri.s, 17 de SeMi.br u |Stfd.
Auowto Octiivinno de S Thesoiirelro.
9:9000000 5,1-10 Pre
io I -a
48^)00*(
48:0000000
314:910.000


mano de
ASSEHBLEA GERAL
CAI.4A1 DttS DBPUTiOOS
SESSAO EM 4 DE SETEMBRO DE 1886
PRESIDESCIA DO sE. GOMES DE UA8TEO
1. VICE PRESIDENTE
(Continuado)
Lavrador, responde o orader, a lut que
levain sua classe, que nlo resiste, alias,
con o luto ceutralisaclo administrativa
que multiplica proaelytos no pessoal nume-
roso e suoeifluo era grande parte, de que
se ceria.
Silo duas conchas da raesraa balanza e
qui- precisara gu .nlar o mearao nivel, sob
pena de trana.cmos intuitivas.
Desoeutralisado o poder rural em nome
do bem coraraura e de principios de moral
e iustica >e ordem elevada, cumpre que o
governo abra ralo, em nome 'los mesnos
Sriniipios uos elementos superabundantes
e furca 'e qu.) se aoha investido.
Os opposioionistas, principalmente os mi-
noiros nao fazein a opposiclo ardente que
se observa a imposto de sal, por amor,
principalmente, do valor em que se o tr-
bulo, mas, pida consideracao de que nSo
licito a nenhum governo pedir tributos
i populadlo emquanto ha despezas super-
flu-s a ci nterera-se no orcaraento do es-
tado.
Pedio a parcella constanto da sua emen
da regeitada ao funccionalismo publico e
aos membros do parlamento, mesmo no
interesse dos tributandos, porque, a per-
gistirmos nessa marcha desordenada das
despezas publicas, nSo vivera muito qu-m
nao vir o Estado carecando, nao do mais
8 (0 sobre os ordenados, mas de 20 ou
25> j -a
No geral das provincias no norte, ja os
empregvlos pblicos passam lougos raezes
com atrzos nos seus venciraentos.
As provincias alo partas componentes
do imperio que a todo. Depauperados os
orglos principaes deste grande corpo, a
atona e a morte chegar tambera ao cen-
tro regulador da vida e do movimento.
Permitta o nobre ministro que lhe diga
ru nao melhor e mis conve niente a
orienteclo a que obedece.
E' assim qme com irameaso desprazT
ouvio-lha a desconsola lora declarado d<
que nao concordava com a emenda formu-
lada pelo orador tendente a crear e desen-
volver a vinicatura entre ni.
O Estado nao comporta os favores pe-
didos !
Po8 que tratase porveotura de algu
ma industria agri -ola creada e de onde o
thesouro publico tiro parte dos seus ac-
tuaes recursos ? Nao, evidentemente. Nem
na receita das nossas estradas de ferro,
nem as da altandega figuram ainda mes-
mo ininguados rendimientos relativos a esa
ndusiria.
Pedio o orador dous annos de protocolo
para ella quanio nos paizes que a manu
seam mil causas concorrem para o seu de
Sollmente, abrindo-nos campo para a
luta.
Fallou-nos o nobre ministro que um mi-
nistro da fazenda da situaclo liberal tem
brara o tributo sobre o sal. Quid indel
Esse ministro porera, encoutrou tal re-
sistencia am cmara unnime de amigos,
que desisti em boa hora Jo seu intento.
E' por iDkl se estudar a nossa marcha
tributivel e por se querer de improviso
anniquilUr dficits accumulados durante
muitos annos, qui se vio o que o nobre
ministro tambem observou, isto que o
imposto sobre fumo laceado naqu-lla oo
casilo quasi esta cou a fonte da renda re
lativa e teve de ser revogado, assim como
o imposto territorial que custou ao thesou
ro centenas de contos em vez
lhe um ceitil do seu producto.
O orador alarga-se neste assumpto, es-
tudando-o luz dos principios e son imicos.
Diz que quando se votam crditos, re-
jeitodos mais tarde pelo senado, nlo pode
& cmara, annuir com facilidade a novas
imposic5es sobre o contribuinte de quem
mandatario e que defender a todo
transe.
Discute depoia a questao da imraigracSo,
mostrando a vaotagam de melhorar as cou-
dicSes do immigrante i estabelecido no
Imperio e que, quando se sent bem, o
mais efficaz pregoeiro da excellencia do
no iso paiz.
O dinheiro gasto na Europa com agen-
tes officiaes e com artigos sem opportu-
nida te na imprensa, em pura per-la.
Nao l a rhetorica encomraentada dos agen-
tes massada populaglo de qu>- mais Be oa*
race para a qual de mais effeito, as mais
das vezas, urna carta de prente ou conhe-
cido satisteito, erobr em detastavel orto-
graphia e peior redaccao.
Alongando-se era oonsideraco^s desta or-
dem, o ora tor latneuta e que observa o Sr.
presidente, isto o abandono da Cmara
pelos seus membros, qualquer. que s-ja o
orador, sempre que se nlo trata de as-
sumptos pessoaes ou partidarios e que po-
dem ser condimentados pelo escndalo.
O orador mesmo tem por habito s re-
tirarse, depoia de acaba ios os trabalhos,
menos por virtude, talv<*z de que pela ne-
cessi lade que sent de aprender na palavra
dos mais aut irisados.
Depois de outras considerac3es, senta se
para ouvir o orador que se segu, a quem
pede desculpa par lhe haver tomado parte
do te rapo que lhe era deatinado.
Attenda o governo que urgente econo-
misar e alargar as fontes da nossa renda.
O sangue do corpo anmico a ninguem
fortifica.
O Sr. PortelU principia a agrade-
cendo ao Sr. Cosario Alvim a benevolencia
com que o tratou.
Raftrindo-se ao modo porque esse Sr
deputodo e o Sr. Alfonso Penna apreeia-
rara o prooediraento da Cmara, nota a
contradicho em que estilo ; este censurou o
governo porque muita discusslo devido
nao estarem ainda votados os orcamentos
na Cmara; e aquelle porque nao se dis-
cute.
Diz o Sr. Cosario Alvim que refere se
de trazer
ao abandono e preguic.a, mas isto nlo e
facto novo, ha muitos annos que se d.
Mostra se o Sr. Cosario Alvim raeeioso
de que o Sr. minittro da faz nda, que nao
aceitou o cargo d- ministro por vangloria,
peio pr.izer de vestir a farda, deixe o lu
gar pelas aifficuldades que encontra; mas
eleve lerabrar-se o nobre diputado que o
governo tem grande responsabilidade per
ante o paiz, p-rante o partido conservador ;
e as diffi mldades, longe da faxrl o recuar,
bao de inst'gal o a procurar vencel-a para
assim conquistar a estima e consideraclo
do paiz.
Diz que o fim que teve em vista o no-
bre ministro da fazenda, apresentan-lo o
estado financeiro do paiz que tem sido jul-
gado lgubre, ioi despertar a attencSo do
parlamento para acompanhar o programma
do governo e auxiliar as vistas do mesmo
nbro ministro.
Foi esse quadro que obrigou a aprsen-
telo de novos impostes, cuja defesa nSo
far depois da que to brilhantemente fez
o nobre ministro da fazenda.
Tratando de impostes ref-re-se ao do
sal, que nao combate, e ao das carnes es
trangeiras, receiando que este produza
mo resultado.
O imposto sobre bebidas alcoolicas foi
justificado polo nobre ministro da fazmda
de modo que nao se deve por elle receiar
o menor detrimento para a industria ssu
car-ira.
Tratando do estado precario das pr >vin
cas, attribue-o o nobre ministro s ms
administrares que t n ellas tido.
E'ii parte isso verdade, mas com isto
coincidem outras causas, sendo a principal
a ceotralisaclo que eraOaraca o deseuvol-
vimento das provincias, as quaes se tira os
elementos de vi-la.
Pon-iera que, se muitos servigos fsitos
as provincias por conta dos cofres geraes,
no tem pruduzido resultados, prov n, em
gran le parte de contratos celebrados, em
que na > tem havido fisc-lisaco, tanto mais
que presidentes e assemblas provinciaes
nS i l u nessas obras a menor interferencia,
nao tendo tambera responsabilidade.
Era relagao aos eogeohos centraes de
Pcrnambu :o nao tem a provincia a menur
responsabilidade, porque nos contratos ce-
lebrados nao se estipulou fiscalisagao pro-
vineial ; e tendo corrido as obras por conta
dos contratantes, os dessas tres correm por
conta de quem fez toes contratos.
Trata em seguida do melhoramnto do
porto de Pernarabuco, ref-re-se o que tem
a raspeito occirrido, e diz qu3 urna obra
studada e de grande vantagem para o
desenvolviraento da provincia.
Concorda cora o Sr. Costa Pereira no
que disse com relajo s estradas de terro,
que nao devera ser julgaias pelos dividen-
dos, mas pul augmento da prosperi lade
dos pontos que atravessam.
Em r--la;ao agricultura, sustenta a ne.
ces8ade de cre-litu e trata da li de 1875
se tem defeitos necessario emendar,
gricola vive sob o piso de
grandes juros, tem toda a esperanza de
rOLHETIH
DE
EMMA 'OSA
POR
ZA7I&S ds jhibp:h
costis?a;4Q ss si&olo
ir.ontinuaco do n. 216)
VU
E' corto que, nao conhecendo o in-
acceaso da sua priraeira tentativa, o mise
ravel far segunda, continuou o Sr. de Qe-
vrey. Ora, dei ordem para que se pren
desse te lo o entregador que tosse en tarre-
gado de um erobrulho para a hervanaria.
Por sse entregador anegaremos ao cum-
pli-.
E Jayrae Bernier ser vingado dis-
se o italiano.
Hei de ser bem succedido, meu caro
doutor, tenho esse presentimento.
En o dsejo, priraeira mente por
amor da jostica, e depois porque, devendo
eo oaar com a filha de Jayme Bernier,
trata-se quasi de meu pai.
D-poU de uta cordial aporto de mao,
Angelo retirou se.
Indo da carro mair do kou districto,
para tratar da publicaco dos banbos, elle
rflectia oo que acabava de ouvir e dizia
de si pra ti :
Duraste alguna segundos o Sr. de
que,
A industria
aohar no crdito os ineos de desenvol
verse.
Justifica o procedimento do gabinete que
nos melhoramentos materiaes que projectou
ao desenvolviraento do paiz, n&o queren lo
descancar uns com a victoria depois da
guerra, uns com os applauaos lei de 28
de Setembro.
Diz que o mo estado em que se achara
as finanzas da provincia de Pernarabuco
devi lo suspensSo dos impostes votados
pela Assembl> Provincial, suspensao que
irouxe o desequilibrio do orcainento pro-
vincial.
A discussao fi -a adiada pela hora.
O Sr. Presidente d a ordem do dia
para 4.
SESSAO EM 4 DE SETEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO SR. GOMES DE CASTRO 1.'
VICE PRESIDENTE
Ao meio-dia coraeca a mamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abre-se a sesso.
t lida e approvada a acta da sessSo an-
terior.
O Sr. 1. Secretario d conta do expe-
diente.
K' lido e vai imprimir para entrar na
ordera dos trabalhoa o parecer da corarais
silo do orgameuto conformndose cora as
emendas do senado ao ornamento da
guerra.
O Sr. Domloglies da Silva re-
clama contra alguns erros que saturara no
seu discurso, publicado no Diario Offi
cial.
O Sr. Bario do Diamantino
presenta urna li.-t* das causas julgadas
pela rel.icio de Matto Grosso, que pede
8eja publicada n i Diario Official.
O Sr. Presidente diz que ser remettido
a respectiva commisaao que dar o deatino
conveniente.
O Sr. Xavier da Silva trata de
negocios politijos de Goyaz, e da catechese
dos indios e defende o vicepresidente des-
sa provincia.
O Sr. Candido de oliveira con-
tinua a sua tarefa de mostrar ao nobre mi-
nistra da juatica, que a sua polioia nao
das melhores.
L ura artigo do Pharl, jornal que se
publica em Juiz de Fra, que diz que em
Suassuhy urna fjrca policial, comraandada
pelo subdelegado Isi-loro Antonio do Nas-
cimento, assassinou brbaramente a baca-
marte dous cidadaos, cortou-lhea as orelhas
e enterrou-as no lugar do crime.
O orador vio nos jornaes que a policia
no Rio Grande erapregou a tortura para
assa8sinar. E n M as a policia inventa cri-
raes para prathar asaassinatos. E' preci-
so que o governo olhe para essa serie de
crimes praticados pelos seus agentes.
A norma do governo tem sido nomear
em toda a parte co religionarios seus para
earg 13 policiaes, embora nao haj a nenhum
as locahda tes no caso de ex-Tcr esaas
fuoc3-s. A despeito d term sido denun
ciados muitos crimes praticados por ell-s,
n^o consta que nenhum tenha sido demet-
tido.
Est certo de que o nobre ministro da
jusuca ha de fie ir contristado com a serie
te crimes praticados na provincia de Mi-
nas, mas a culpa de S. Esc, que con
seiva como chefe de policia dessa provincia
ura funecionario perfe>tamente incapaz
de exercer esse <;argo.
Des'-ja que o governo procedo a urna
syndicancia e nesses termos vai apreseutar
um r-iqiierimeato.
Vftm ra-sa, lido, apoiada, entra em
discusso e adiado por pedir a palavra o
Sr. Garlos Peixoto, o seguinte requeri-
raento;
Requairo que o governo, por interme-
dio do ministerio da justiga, informe se tem
noticia dos assaasinatos commettidos no
termo de Suassuhy, pela forc i publica com-
mandada pelo subdelegado Izidoro Anto-
nio do Nascimento.
a Sa a da aessoaj, 6 de Setembro de
1886.Candido de Oliveira.
Vem mesa, sao lid os, apoiados. e en
tram era discusaSo os seguintes raqueri-
mentos :
Requeiro que por intermedio do Mi-
nisterio da Aricultura, informe o governo
se pretende mandar quebrar a bitola da
estrada de ferro D Pedro II da cidade de
Juiz de Fra em disute.
c Sala das sessSes, 6 de Setembro de
1886 Affon8o Celso Jnior.
Adiado, por pedir a palavra os Srs. Soa-
res e Vallado.
c Roqu-iro se solicite do ministerio da
Gevrey, realmente, metteu-me raedo. Se
disaesse mais urna palava sobre aquella
carteira, eu teria acreditado que ella des-
contiava de mim I D-sconti-r de mira !
EfS i nao m Que loucura I Pois isso
possivr-1 ? Todas as minbas medidas forara
iiiuito bara tomadas e eu chego ao meu
fim. Angela Bernier deixou de ser ura
obstculo, os Srs. jurados ho de en-arre
g^r-se de deaeiubara^ar-ms della. Kmnn
rtosa dorme no fundo do rio. ) milho e
duzentos mil t'ran -os de Jayrae Bernier Be-
rilo raeus, sem neohuma d*-ducco. Resta
-886 Osear Rig..ult; mas, dizeudo elle que
ha de reconheoer o homem de Marselha,
engana-sa, e eu nSo creio que ella saja pa
ra temer.
Urna nica cousa me preocuupa, porque
desde o coraeco deete negocio eu s com
raetti um acto desasado. Eu dovia ter
quuimado a i-arta entregue por Paulo Dar
oala a Cecilia e nao deixar o juiz de ins-
trucc2<> auppor que essa carta estava cora
o recibo do banqueiro e o projecto de tes-
tamento na carteira de Jayrae Bernier.
Bastara uma palavra do cmico para per-
der me. E' preciso que elle nae posaa di-
zer uma palavra. Elle nlo a dir.
Assim monologando, Proli chegou
mairie.
Subi seocSo dos casamentes e entre-
gju todos os p.peis necesadrijs para a pu-
blicacao dos banbos do casamento projec-
tado entre elle e Cecilia Bernier.
Emquanlo o italiano fazia assim os seus
negocios, Osear Rigault alo tinha ficado
inactivo.
Sabemos que elle tnba tomado a si pro-
curar um aposento onde installar, com a
possivel brevidade, Emma Rosa, cuja pre-
senta no aposento da ra Dauphine podia
constranger singularmente S ipbia.
Elle estava resolvido a velar pela meni-
na jomo o guarda mais dedicado, como o
Terra-Nova o mais fiel.
Ao pasear pela roa Gungaud para ir
justica, informa93es sobre os motivos que
deram lugar pri9ao de dous cidados por-
tuguezes, violantomeote realiaada palo de-
legado de polica da ci lade de Aotonina,
que se refere o telegramma publicado
ao Paiz de boje.
t Sala das sesaSes, 6 de Setembro de
1886 Alves de Aroujo. >
Adiado, por pedir a palavra' o Sr. Ro-
drigo Silva.
ORDEM DO DIA
AUDITIVOS
Continua a 2a d8cu88o do8 additivos a
receita g-ral do Imperio, no exntete de
18*618S7.
O Sr. Rodrigo Silva (pela ordem) re-
quere a cmara approva o encerramento
da discusso.
Procedendo-se votacao sSo approvadas
as seguintes:
t Que o art. 6, conforme a proposta,
pasae numeracao da \2
A disposicSo do art. 3 da lei n. 3,271
de 28 de Setembro de 1883, fica exteosi-
va s dividas de oxercicios findos origina-
das de contratos e as que provierera do
veocimentos deerapregados civis eff-ctivos,
aposentados ou jubilados, sold da ofiteiaes
e pracas do exercito e armada, pensSes,
monte-pios e meio sold:
Fica revogala a disposijao do art
10 da loi n. 3,229, de 3 de setembro de
1884, que mandou sujeitar a porte do cr-
relo a correspondencia offi ial;
Fica o governj autorisado para : i,
anoexar a qualquar reparticSo publica, as
Caixas Econmicas que nao tiverem renda
suficiente para se manter, e extiguir os.
respectivos montes de soccorrj, liquidando
e pagando os seus dbitos, para o -jue far
as ueces3ana8 operacSas de crdito ; 2o,
fixar a taxa de juro abonado pelas Caixas
Econmicas aos depositantes, de modo que
se reserve para oocorrer s suas desp >zas
pelo menos l[2 [0 do juro pago pelo Esta-
do aos depsitos testa origem recolhidos
aos seus cofres ;
Fica o governo autorisado para refor-
mar as repartidas de fazenda, no sentido
de diminuir lhes op-ssoal e as despezas.
Nao poderlo ser van idos na cidade
do Rio de Janeiro bilhetes de loterias pro-
vinciaes cujo plano for diverso do das lo-
terias decretadas pela lei geral. Ninguem
podar apresentar bilhetes de loteras
venda publica por preco superior ao ins-
cripto no mesmo bilhete, sob pena de ap-
prehen*3o e multa igual ao valor do bi-
lhete ;
4 O governo retirar da circuladlo an-
nualmente a somma le 5,000:000(5 era no-
tas do thesouro, at que o valor do papel-
moedit se eleve ao tixado no art. Io da lei
n. 401 de 11 de Seterabra de 1846, ficando
autorisado neste exercicio para fazer as
operafOas de crdito nejesaarias para este
fim. as futuras propostas de orcamentos,
o pro lu to do imposto de sello ser escri-
turado como renda; com applicaclo espe-
cial ao molhorainento do meio circulante,
sendo o meamo producto elevado por opa
racoma de crdito, sempre que nlo attin-
gir a reterida importancia. Esta disposi-
clo cessar logo que o valor do papel-moe-
da se mantiver no padrlo legal da citada
lei de 184'i. As cdulas assim retiradas
da circuladlo serlo entregues junta ad-
ministrativa la caixa de amortisaclo, que
as mandar queimar.
< Sala das s ssdts, em 10 de Agosto d-
188 i. Mattoso Cmara. Rodrigue Al
ves. Luc-na. L ourenco de Albuquer
que. Hnrique8. Gualiy.
A isenylo de direito de iraportacao
concedida a quaaaquer empr-za por lei ou
contrato, entende-se restricta aos artigos
especialcente proprios para realisa.'lo das
mesmas eraprezas. Nlo serlo coraprahan
didos na isencao de direitos os artigos ne-
cesarios ao eusteio de emprezas que nlo
gozarera deste favor, em virtu te da diapo-
siclo expressa por lei ou contrato.
< N.s concessS s qua ainda se fizerem,
o governo determinar o praso de dura-
cao da isenclo de direites e especifijar
os artigos favorecidos, com declaradlo dos
que continuaren! a gozar do mesme favor
depois de completo o capital de construc
co e inatallado o servico da empreza. >
c E' o governo autorisado :
Para rever a tarifa das alfandegas, le-
formando ou alterando as respectivas clas-
8fi aco-8, podendo para esse fim :
1. Corrigiro8 valoras officiaes que dif-
feram do3 precos correspondentes das mer-
cadorias na actualidale.
* 2. Modificar as raz3es dos direitos
que pagara alguns gin^ros, cuja Bituaclo
coraraeraial tera variado nos ltimos annos
com o desenvolvimento da pro luoylo na-
cional, dirainuiodo se as razSes dos mes-
mos lireitos sobte as materias primas in
dispensaveis a industrias que estejam mui
to tributadas.
t 3. Linear direites de iuaportaclo so-
bre o sl coramum nlo excedentes da 10
rs. por litro.
c 4." Consolidar as taxas a tarifa o
imposto a adicional da 60 0(,, no intuito de
facilitar o projesso do desotctio das raer
ca lorias e implicar a eacripturacao a car
go das alfandegas, reduziudo-se annual
ment as referidas taxas, co uo f'r deter-
minado pe > le8 do ornamento.
5." Rsver a tabella dos gen-ros livres
de direitos de consumo que o slo tambem
dos de expediente, ex luindo-se os que es-
tejara era condicSes de prescindir desse
favor.
c Fica o governo autorisado para rever
o regularaento do sello dx i e proporcional,
afim de corrigir os defeitos ou oidso5js
que se tera re onh icido na pratica, e bem
assim para fazer um augmento razoavel
as taxas dos diplomas, apostillas e outris
titulos mencianados na tabella B, ficvndo
approvadas as tabellas annexas aos de Te-
tos n, 9,311 da 25 de Outubro de 1884 e
n. 9,3tj de 17 da Janeiro de 1885.
Fica o governo autorisado para cobrar
o imposto de 1 [0 sobre o valor das obri
gacS-ss ou titulos da preiaclo, qualquer
que seja a sua denorainaclj, omittidos por
companhias e sociedades anonymas no acto
da emisslo.
| 1." Os titulos destas especies j
emittiJos pagarlo a metade do irapoato
por occasio de serem resgatedos ou amor
tisados.
< 2. Esto imposto ser cobrado uni
caraeute na cidade do Rio da Janeiro e
applicado concluslo das obras do edifi-
cio da praya do commercio da mesma ci-
dade. >
Fica o gaverno autorisado para crear
um 'mpoato at 50 rs. por litro, sobro as
bebidas alcoolicas fabricadas no paiz e
destinadas ao consumo, ex:eptuadas s
mente as fabricas existentes nos estabele-
cimentos ruraes e que aproveitem os pro-
ductos da sua lavoura.
s Fija o governo autorisado para rever
o regularaento do imposto de industria e
protisso -s e barmonisal o com a disposiclo
do artigo antecedente no que lhe for appli-
cavel.
< O imposto sobre patente de privilegios
pasaar a ser cobrado como sello, sendo
eliminado do ornamento de receica o res-
pectivo titulo.
a Formarlo um s titulo do capitulo ex
portelo as reas de 2 l\' (0 de plvora,
de 1 i [2 [0 de ouro em barra e de 1 [
dos diamantes.
c Os orcamentos da receita e despeza
do imperio para o exercicio de 1886-1887
r-gerao tambera o prira-iro semestre de
1887-1888. as futuras propostas o anoo
financeiro dever coincidir cora o anno ci-
vil. >
< ontinua em vigor a autorisaclo do
lo art. 7o da lei n. 3,230 de 3 de Setem-
bro de 1884, relativamente ao resgate das
estradas le ferr da Bahia a Alagoinhas,
e a do Recife a S. Francisco incluindo o
ramal de Timb.
c O abatiineoto de que trata o art. 5* da
lei de 6 de Outubro de 1835 f ir so-ha da
ora em diante na seguinte proporclo :
< 2 *[0 nos tres primeiros mezes que de-
correreui depois do prazo marcado pela
junta administrativa da caixa de amortisa-
clo para a substituiclo sera descont ;
c 4|, nos outros tres mezes ;
t 6 |0 nos tres mezes seguintes ;

k ra do Sena, onde desejava fazer pes-
quizas, o ex mscate, de ventas para o ar,
-leacobrio do lado esquerdo da ra um es-
cripto cora estas palavras :
APOSENTO PEQEN6, MOBUJADO
para alugarj
Mobiliado I aisse elle em voz alta.
Ah I justamente o qua queremos. Mi-
uha mna nlo ter que despender um nio
naco cora a mobilia. Bastar pagar to-
dos os mezes um alugu-l um pouco mais
alto, e poteriaojos tomar posse i, agora
cou vn aber o que esse pequeo local e
ae ba meio ue fazer a mudanya boje mes-
mo.
Osear pntrou no corredor da casa.
O quarto do porteiro era no primeiro an-
dar, como o indteava uma ins^ripclo laoo-
nica pintada na parede, por baixo da es-
cada.
O ex-mascate subi a escada abno a
porta do quarto, entrou e disse ao proprie-
tario, no mera muito velho e de cabe9a tr-
mula
O sanbor tem um aposento mobiliado
para alugar nesta casa ?
Sim, senhor.
Quantas peis ?
Sala de jantar, quarto de dormir, ga-
binete para criada, cora cama e cozinha
pequea.
Est vago ?
Sim, senhor.
Vago boje mesmo ?
O ultimo locatario sahio ante-hon-
tem.
Em que andar
No terceiro.
D para a ra ?
Sim e nlo. Coraquanto a entrada
da casa saja oa roa Guugaud, as janel
las dio para a rus de Nevera.
vni
Ah I ah I a roa de Noven I repetio I
metro e meio de largura Ao meio dia nlo
se ve nada, respiras > alli por uma greta e
alo cheira a rosas, oh I isso nlo 1 Mas isso
nlo importa, comante que o aluguel seja
barato.
Oitenta francra por mez, responden
o porteiro. Nlo se amgapor menos de ura
mez, e o aluguel adiantado.
O preco pode servir, e quanto a pa-
gar adiantado, iiso o menos... Vivu do
meu rendimento. Deixe ver a caixeta, e
se me servir, virei inorar aqu com minha
irml. U na menina que est muito doente-
- Vou lhe mostrar...
O porteiro tomou uma das chaves, que
esteva pendurada era ura quadro no seu
quarto e levou Osear no teroeiro andar.
O aposento era pequ-no, mas es'a'a
muito regular nente mobiliado eom mobilia
d** nogu-ira.
O ir nlo de Sophia approximou se di-
urna das jan-lias, abrio-a, olliou para fr-
e veri ti cou que o tecto da easa em frente
pareca tocar o daquella em qua elle e
uchava.
- AmigoB pudera dar-se as mos de um
lado da ra ao outro, disse elle rindo.
Isso verdade, replicn o porteiro
rindo tambera. Seria muito comraodo pa-
ra Um nainori -o.
Onda tica o gabinete que serve de
quarto >la criada?
Ae lado da entrada. Olhe.
O gabinete em questao era uma peca do
tamanho de duas ralos, muito escura e con
tendo, alen de uma oama de farro e ura .
cadeira da pinbo.
.MinhairmS oceupar o quarto dador
mir, disse Osear. Eu t are aqu, por-
ta, como um do de guarda, e ffianco lhe
que tenho boa* presas. Decididamente uon-
vra-me sus caixeta.
Entlo o senbor a alaga f
Sim.
8 |0 nos outros tres mezes
< 5 [o mensaea depois de lindo o pri-
meiro anno da resgate com abatimento.
c A junta administrativa da caixa po-
der, se fr necessario, prorogar o prazo
da substituidlo sem descont nos termos
da legislaclo vigente.
s Contina a co branca do imposto so-
bre subsi ios e vencimentos.
a Sala das comraissSes, 4 de Agosto de
1886.Pereira da Silva. -Carlos PeixotJ,
com restrL-clo quanto ao art. 6 3.
Mattoso Cmara. Henriquas. Silva Ta-
vares.Guahy. Rodrigues Alves. Lou-
renco de Albuquerque, vencido qua i to
applicaclo do imposto sobre os titulos de
prelaclo. >
c Fica o governo autorisado a sentar o
material necessario para o encana ment
de agua potavel da cidade da Leopoldina'
na provincia de Minas-Gerses.
Sala das seuoes, em 18 de Agosto
de 1886. Bario da Leopoldina, s
Fica autorisado o governo a sentar
de direitos de importaclo os materiaes que
forem importados para as obras de cana-
lis icio d'agua as cidades de Taubat e
Piraci aba.
Sala das sess3es, 17 de Agosto de
1886 Al.neida Nogueira. -- Co-brane
Uuarte da Azevado. Rodrigues Alves.
Geral lo de Kezende. *
Fioa o governo aut -risa lo a conceder
isenclo de direitos aos materiaes qua vie-
rm para a construcelo do porto do Cea-
r.
Sala das sessSes, 10 de Agoste de
1886. Jaguaribe.Alvaro Caminba.__T.
Alencr Aranpe
Fica o govrno autorisado a sentar
de direitos do importad-So os materiaes des-
tinados a eonstrucylo do hospital, capella
e gradil do cemiterio de Santa Isabel, a
cargo da Santa Casa da Misericordia do
Para.
t Sala das sess5-s. 18 de Agosto de
1886. Costa Aguir.
Fica o governo autorisado a rever os
regulamentos do correio geral e do tele-
gr .pao do Estado, poJendo reduzr :
1.* As taxas dos telegramraas rece-
bidos ou expedidos pelas folhas diarias
excusivameta destnalas publicidade.
t 2. As taxas de trans porte dos jor-
naes dentro do imperio.
Sala das sessSes, 27 de Julho de
1886. -Rolrigo Silva. s>
t Entende-se que reuunciarlo o benefi-
cio da aposentadoria ou jubilaclo, os func-
ionarios pblicos que, aposeatados ou ju-
bilados, exerjem cargos remunerados, quer
de nomeaclo do govern i geral ou provin-
cial, durante o terapo em que se mantm
em exercicio dos mesmos, ainda licencia-
dos.
t Sala das sessSes, 37 de Agosto de
1886. Cesarte Alvim.
O empregado addi lo a qualqner re-
partilo de fazenda s tera direito ao or-
denado Je seu emprego e nlo s vaata-
gens do exercicio.Araujo Gea.
i Fica o governo autorisado a ceder,
para servicos da adminia relo proviucial e
municiqal, os prevlios urbanos que o Es-
tado posBue na cidade da Camptnha da
Princeza da provincia de Mioas-Geraes.
< ?Sala das sessoes, 1 de S;tembro de
1886. Olympio Valladlo.
A contribuidlo de earidade por litro
de bebi las para consumo na alfandega da
corte fica elevada a 5 rs., destinado o aug-
mento raanutenclo do imperial hospital
dos Lazaros e a sobra, se houver, ao pa-
trimonio della e do da Saota Casa da Mi-
sericordia da corta, fi .ando annull -da a
verba de despeza com o referido hospital,
abonada ao ministerio do imperio. Farrei-
ra Vianna. t
As mais emendas slo rejeitadas ou pre-
judie.Jas, sendo negada p4a cmara a
votarlo nominal requorida pelo Sr. Candi-
do de Oliveira para o artigo relativo ao im-
posto do sal.
O projecto assim emendado passa 3'
discusslo.
Cont na a 2a discusslo do projecto n.
56, deste anno, regulando a aposentadoria
de magistrado-, preceoeodo a dis ussId
do r -quenmento de adiamanto apresentado
pelo Sr. Candido de Oliveira na sessSo
antecedente.
O Sr. Rodrigo Silva (pela ordem) requer
e a cmara approva o encerramento da
discusslo do requerimento de adiamanto.
Posto a votos o requerimento rejeitado.
Continu'a a dis :u>-so do projecto.
Voz"s : Votos. Votos.
O Sr. Rodrigo Silva (pela ordem) diz
que em vista da manifestarlo da cmara
requer a encerramento da discusslo do pro-
jecto.
A cmara approva.
Entra em 2a discusso o projecto n. 36,
deste anno, abrindo ao ministerio do im-
perio um crdito de 2O0:OO0<5 para sanea-
mento da cidade do Rio de Janeiro.
Entra no sallo e oceupa a sua cadeira o
Sr. ministro do imperio.
Osear Rigaalt. Coaboco, am caado de Por quanto tempo T
Primeiramente por um mez, e se me
agradar, continuarei
Para isso bastar avisar com oito dias
de antecedencia.
O porteiro fechou a porta e entregou a
chave a Osear, que cinco minutos depois,
munido do seu recibo, sahio da casa, foi
ter com a irml ra Dauphine e contou-
Ihe o que tinha feito.
H de custar a descobrir a pequerru-
cha l! accrescentou elle em fr-na de con-
clualo.
.Sophia nlo lhe regateou a sua appro va-
cao.
Eu vou ver isso cora Marietta, disse
ella, porq-ja l -tevem faltar rauius cousas
u-n-asrias pobre menina. Ella ha de
precisar de leuha, oarvli, velas, roupa.
D pois nlo ters mais que te incommo-iar.
Eu cuiterei da nossa protegida... Ella
int-resea rae a ponto de arrancar me lagri
m 8, queridinha I Como a gente infe-
liz s v--z< s I E quando a gente v as
d sgracas alheias qua se julga feliz, a des-
peno ue cert >s pequ-nos aborrecimt-ntos.
- Qua ido I-varas a menina pira o sen
novo d md ilio ?
Esta tarde.
Sabes que nlo sou apaz de aozi-
nli .r \> r \ ella, porque nunca aprend essa
offi I J
Nlo te ineorainoles cora isso. Eu pro
videnciarei.
Boii entlo faae o que entenderos a
eu Safb-me.
Ou le vais Y
A Hat ginil-s.
A B -tig-i dina I fazer o que ')
Com- e -r as minhaa p-qiiz -a, ma-
na I Vou entrar para a polnw, <>-i antes,
vuti eu sozmho ser a polica I Su o mu
chefe e o meu grata. Obedeco ao meu
mnnor scceno, ao piscado de olho, e quan-
do digo a mira mesmo : i A ara nho, mea
velho Rigolo I preciso descobrir o ass .s -
tino de Jayme Bernier, o rerdadeiro I >
(Confuida.)
>-^
Eu olo hesite, tomo logo o mnibus das
minhas pernas, vamos, cocheiro, e de-
preasa.
Tens dinheiro ?
Por ora chega o que tenho.
Vans jantar ?
Sem duvida I
O ex-mascate erabrulhon em diversos
jornaes a garrafa que tinha trazido de la
Pie, metteu-a no bolso do paletot, deu um
grande b -ijo na irml e parti.
En vez de tomar, como tinha dito, 0
mnibus das suas pernas, Osear Rigault en-
trou era un carro da praca na estaclo
mais prxima da Ponto Nova e mandn
que o levasse avenida de Clichy.
Alli deu or lera que purasse na casa do
pa leiro pasteleiro, cujo nome e morada
lia-ae do carimbo lo papel que servia de
envolu-ro ais pastis.
Enirou resolutamente na loja.
A dona do estabelecimento estava no
balclo.
Mmha 8enhora, disse 'lie sem prem-
bulo, vou pedir-lhe uma iuformaeSo a res-
peito de nina cousa da qual provavelmente
Iha ST radit- diffi ;il larabrar se, porque,
cora a sua dupla freguezia de po e pas-
tis, a s-nhora v rauita gente... Mas tra-
ta se de u n facto to iraport rato, nlo para
a ser hora, m -s para mira que lhe peco
que faca um esforco de memoria.
Eu o farei... O senhor est me en-
redando muito? Da que 8- trata?
Lembra-se de ter vendido hontorn *
dous hoineos certa quantidade do pastele-
ra ?
- Ven ii muita pastelaria a varios ca-
valheiros____Seo senhor dissesse como
erara esses de que falla.
Ol! minha querida senhora, mtar-
rompeu Osear, justamente isso qne.ea
desejaria saber.
(Continuar t-ha.)
9 t

ATvp. doiWorwroauqoadejCaxias a.
.
'
wumtmmmm
MUTHADO
BHBHBmBI

P


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EAPI4O85K_22LF43 INGEST_TIME 2014-05-19T20:29:55Z PACKAGE AA00011611_19065
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES