Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19063


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Full Text
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PARA DENTRO E PORA DA PRO VIS CA
for seis mezes adianudos...... ....
Por nove ditos idem................
Por um anuo dem................
Cada nume.ro ivulso, de das anteriores..........
DE
130500
20^000
270006
0100
NAMBUGO
|)rapric>a>e fr Jflaiwel Xt^udra fce ikrta & Mijos
O* Srs. I medr Prince fr C ',
le Psrs, A n* tfsmam agentes
exclusivos i!e nnuni-ios e pu-
blic ofles da Franca e Ingla-
terra.
Os Srs. Wasbuvne H -rmaoos.
de ew-Vork. tiros d Way n.
SOO, silo os nossos agentes ex-
clusivo i de nnrm. cicr* nos Es-
tedos-IJaidos.
Aviso
A.OS Srs. Assig*nan-
tes que se acharem em
atrazo, scientificamos
qu^ devem mandar
abonar suasassignatu-
ras at o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soffram interrup^o na
remessa do Diario do
1 de Outubro.
TELEGRAMMAS
UBVZgO PABTICULAB so diabio
RIO DE JANEIRO, 18 de Setembro, s
3 horas e 40 minutos da tarde. (Recebi-
do s 4 horas e 50 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Senado approvou boje emi1 dla-
cannao o ortanenio do Ministerio da
Agricultura. Commerclo e Obran Pu-
ailcaft. endo lamben approvada*
aa emendas do conaelbeiro los Bo-
saJ faci sobre o regolamenio da le
de *8 de Setembro de 18SS. relativa
ao elemento servil.
E* esperada ama rumio d* cma-
ra. A obaervaglo de tojos o das inostra mesmo
qne, quando fe quer preparar utn bom e saboro o
cosida, deve desistir-ae de ae obter coa a mesma
carne um caldo raaoavel. i
O caldo um til excitante do estomago ; mas a
gelatina, que elle conten, pouco alimenta. Um
litro da bom caldo fornece nutridlo 8 grammas
daa materias crganicaa da carne. Nao como
muitos ioixginam, o que de maia rico e reparador
ba em alimentagio. Estmala o estomago e dis-
poe n'o bem para a digeato dos outros alimentos,
fcilmente absorvido, um reparador prompto na
sua acgo e d aos msculos os saes de que elles
precisam.
A fibrina e as materias albuminosas da carne di-
gerem-se no eatomago ; as gorduras, no intestino.
E' por iaao que quanto maia abundante em gordu-
ra urna carne, mais difficil a sua digestao.
As substaneiasexcitantes queaa carnea conteem
tornam-n'as mais digerive8. Quanto mtia aromar
ticas estas sao, melhor ae digerem, como observa
na carne da caca brava. Tamben se d^piem mf-
Ibor as carnes tenras e pouco cosidas, 4a que as
que esto em condigoe. oppostas. A carde, por si
b, um alimento incompleto, mas torna-se um ali-
mento completo e excelente, quando associada ao
pao e aoa feculentos. E' esta alimentado a que
convm aoa hamens de trabalho.
O uso das carnea em quantidade exaggerada
produz tnmbem doengas, como o exceaao contrario
E, tambem nocivo o uso immoderado de alimentos
gordos.
(Contina].
The
IHSTRDCClO POPDLAR
3C"srG0CDe3NrK "
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
CAPITULO V
ALIMENTICIO
(Continuando)
D'entre as aves, nsam-se principalmente na ali-
stnUv'J a galliuha, o p>-r e o pato. A carne daa
aves de sabor agradavi-l e de digestlo fcil
.principalmente a da gallinba menos nutritiva
pie as que enumerara* a cima.
A carne dos peixes muito m"nos nutritiva do
que a doa animaea de a-tugue vermelbo. Quatro
quintos do sen pezo sao cons:ituidos por agua.
ata sarne, orlinariam-n e branca, eontm pouco
tangup, pouca fibrina, mui'o tecni > gelatinoso e
principalmente urna g rJura phosphorada, muito
abundante.
Preparacao I* raraei-A preparado
culinaria dos alimentos imaea deve ter em vis'a
quatro fina : 1, coagular a albmina e o aangne
dos teciJoa, de modo que a carne fique eom appa-
ttnci* agradavel avista ;^, desenvolver n'elles
bom sabor a tornar o tecid >s ten ros e diviaiveis, e
sor wai h iiintf, de mais fcil maatigagio e diies-
t2p \ 3, elevar-lhes a temperatura, para que poa-
ssim foruecer calor ao organismo ; 4", matar os pa-
rsitas que p ssam estar nos tecidos da carne.
A carne erua, dividida cu pequeos fragmento'
snisturada com asaucar, de fcil digeato e mui-
to til aos diapepaicoa. E' fcilmente absorvida e
altamente reparadora; mas tetn o me >nveniente de
poder introduzir no organismo parsitas microapi-
eoe vivos, ou os aeus >vulos-
A carne assada de preparacao difficil, e muitaa
Teses desigual o seu estado de coccao.
A carne gaiada bastante nutritiva, mas, em
feral, de U gesto difficil, por causa doa corpoa gos-
dos que entram na c unposicao do seu molho.
A carne casida a que perdeu, pela ebulliglo,
grande parte dos aeus principios nu-.ririvoa ; quan-
to mais tenues sao os seua fragmentos, mais desses
principios tem perdido e meaos aaboroaa .
Quando ae mette ama poreao de carne em agua
a ferver e ae deixa estar nella por algum tempo,
coagulam aa substancias albuminosas e a fibrina
trans -rma-se em duas novas combinagoea, urna
aolnvel e a outra inaoluvel. As partes que teem a
Pparencia de calla transformam-ae em gelatina ;
St gorduras derretem-se ; e os saes aoluveis, bem
sobo u accido lctico,ao qual o sueco da carne
deve as anas propriedadea accidasdisaolve se na
aga.
Aaaim ae forma o caldo. Como em presenta da
elevada temperatura da agua a albmina coagula
promptamente as carnadas exteriores da carne, re-
salta d'ahique forma all um involucro difficilmen-
tspermeavel. Por isao a maior parte dos princi-
pios soluveiB ficam na cama que cede aaaim
aga* muito pouco dos seus alimentos nutritivos e
soaserva o sea valer alimenticio eo aeu aroma es-
pacial. Quando, poia, se quer bter nm cosid auc
atiente, saboroso e nutriente, deve eaperar-se que
a agua ferva, para e to se deitar nella a carne
Quando o que Be pretende um caldo forte e re-
parador, deve deitar-se esta em agua fra, a qual,
Muecendo lentamente, ir dissoveudo oa prin-
cipios alimenticios aoluveis, antea que a albumin.
coagule. Esta ultima passa meamo i guaaoba
faraa de um extracto aolnvel que, reunido ao da
fibrina daa fibras musculares, ao accido lcti-
co, aoa saes e materia corante do sangue, e a gor
dars nao diaaolvidaaas quaeaformara o que vul-
garmente ae chama os olhoi do caldocenatitue
ca compoeto reparador e saborjo. Em geial, o
caldo tanto maia aaboroao e a carne tanto mais
dar e maia pobre de sueco nutritivo, quanto maia
tantamente abniatnra aqueee, e quanto maia ae pro-
longa a accao da agua depoia de entrar em ferva
____?ARTE OFFICIAL
Ooveruo da provincia
2XPEDIESTE DO DI1 6 DE SETEMBRO DE 1886
Acto:
O vicc-presidecte da provincia, atteadendo
ao que por seu procurador requereu Alfonso de
Albuquerque Maranho, arrematante da obra de
reparos da ponte do Porto de Pedras, em Seri-
nhcm, resolve relevar a multa que lhe foi imposta
em 2 de Agosto ul'imo, por occaaiao da reaciaao
do respectivo contracto. Remetteu-se copia ao
inspector do Tbesouro Provincial e communicou-
8e ao engenheiro chefe da repartidlo das Obras
Publicas.
Officios :
Ao inspector da Thesouraria de Fasenda.
Com a inform-ico junta por copia, prestada pelo
juiz municipal e de orpbos do termo de Villa
Bella, em 13 de Agosto ultimo, respondo ao offieio
de 3 de Julho, sob n. 465, em que V. 8. trouxe ao
coohecimento d'esta presidencia o qne lhe repre-
sentou o colector eral interiuo do mesmo termo,
quanto ao facto de Laver aquelle juia devolvido,
em 18 de Junho, a relacao dos eacravoa que ento
haviam attingido a idade de 6U annos, afina de ser
organizada regularmente.
Ao mesmo.Conformando-me com o que V.
S. intormou-me em seu offieio de 2 de Agosto ulti-
mo, aob n. 554, e o inspector do Tbcaouro Provin-
cial no dia 23 de Junho, so o n. 730, n'esta data
resolv que os trilhos importados para o prolon-
gamento da estrada de ferro do rio de S. Francis
eo, e estrada de ferro do Recite a Caiuar. nao
estao isentos do pagamento do imposto de gyro,
visto qu nao esto comprehendidos na tabella
A do decreto n. 8,360 de 31 Deaemhro de 1881.
Mulata mutandis ao inspector do Thesouro
Provincial.
-- Ao engenheiro chefe da reoartico daa Obras
Publicas Providencie Vrac, afim de serem illa-
minados, as noites de hdc e de amanha, o p. la-
cio d'esta presidencia e o jardiui do Campo daa
Princesas.
Ao engenheiro director do prolangamento.
C nformando-me com os pareceres dos inspectores
da Thesouraria d-- Faz-nda e do Thesouro Pro-
vincial, declaro a Vmc. qne nao podem ser dispen-
sados do pagamento do imposto do gyro oa tnlhos
a q"e ae referem oa aeua officios de 8 e 9 de Ja
nho ultimo, aob na. 578 e 580, visto que nao esto
comprehendidos na tabella A do decret) n. 8,360
de 31 de Dezembro de 186*1.
A' junta classificadora de escravos do muni-
cipio de Goyanna.Approvo, por estar de accor-
do com o que esta presidencia recommendou em
16 de Agosto ultimo, a nova classificacao de es
era vos que Vmc remetteram com o offieio de 30
do mesmo mez, para applicacao da stima quota
do fundo de emaucipaco.
Outroaim, determino muito terminantemente
que o collector geral, memoro deesa junta, promova
depoia da praso do art. 34 do regnlamento 4e 13
de Novembro de 1872 o arbitramento do valor dos
libertandos na forma do artigo 37 e aegumtea do
meamo regulauento, de accordo com o 6 do art.
3 o da lei n. 3270 de 20 de Setembro do anno pas-
aado e circular do ministerio da agricultura, com-
mercio, e obras publicas de 6 de Abril deate anno,
tende em considerado a o dem circular do The
aouro Nacional de 16 de Julho de 1883 e que se
r fere a circular do inapector da Theaonraria de
Pazenda de 22 de Julho ultimo, sob n. 20, no in-
teresse de libertar-se o maior numero possivel de
escravos, visto que os precos mximos da tabella
do 3 do art. 1. da dita lei sao simplesmente os
perinittidos pata a nova matricula, mas nao ex-
cluem easaa providencias, quo os agentes fiscaes
devem observar rigorosamente afim de que nao
seja o fundo de emaucipaco prejudicado com
libertaces de valores superior s aos rasoav is,
attendendo-ac idade, defeitos pbysicos outros.
Remmetteu-se copia ao respectivo juiz muni-
cipal do termo de Goyanna.
A'junta classificadora de escravos do muni-
cioio de Gamelleiras-O ministerio da agricul-
eultura, commercio e obras publicas decidi no
aviso circular de 31 de Maio di de 1884, do qual
esta pnsidencia dea coohecimento a Vmcs. na
circular de 26 c*e Junho, o aeguinte : que naa claa-
ses de escravos casados cm livres, preferem os
que tiverem maior numero de filhos hvres, u enures
de 8 anuos, e, na falta destes, maior numero dos
que forera .seores de 21 anaos, estabelecendo
amda a preferencia ea cada urna classe o maior
pteulio realisado.
Tem tambem o referido ministro decidido, em
diversos avisos que a escravacoojuge de ivre
prefre ao escravo, e na circular de 19 de
Janeiro de 1883, de que eata presid.ncia lhes deu
sciencia na de 1 de Fevereiro seguiiite, que esco-
tada em um municipio qualquer ciass-j de familia,
deve asa circamstancia ser meuciouada as claa-
sificacoea.
Nao tendo sido qualquer deatas condicea obser-
vada na classiflcicA'', que, por copia, Vmca.
remetteram com o -ffi io de 3 do corrate, recotn-
mend'i-lhes que procedam a uovos trabalhos,
affixndo editaes, examinando cuidadosamente a
antiga matricula e acc-itando Jeclaracoes que Ibes
foreui fetaa, na forma do rcgulatneuto, de vida-
mente comprovsdas Reine: t -u-se copia ao respec-
tivo juiz mun cipai de Gamifleira.
A' junta classificadora de escravos do mu-
nicipio da Victo, ia. luteirado do que Vmcs. in-
formarais em offieio de 31 de Agosto ultimo, ap-
provo a nova clasaificaco annexa, por copia, ao
de 17 do mesmo mez, por estar de accordo com o
que eata Presidencia determinou no de 23 de Ju-
lho, para applicacao da 7* quota do fundo de
emancipacao.
Outroaim, determino muito terminantemente qne
o collector geral membro dessa junta, promova,
depoia do praso do art 34 do rearo lamento de 13
de Novembro de 1872, o arbitramento do valor doa
libertandos, na forma do art. 37 e seguintes do
mesmo regulauento, de accordo com o 7 do art.
3* da lei n. 3,270 de 28 de Setembro do anno paa-
aado e circular do Ministerio da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas de 6 de Abril deate
anno, tendo em maior cousideracao a ordem cir-
cular do Thesoar Nacional de 16 da Juli
1883, a que ae refere- a circu r do inspector da
Thesouraria de 22 de Julho ultimo, sob n. 20, no
interesse de libertar-se maior numero possivel de
escravos, visto que os preces mximos da tabella
do 3 do art. 1 da dit i lei, sao simplesmente os
permittidoa para a nova matricula, mas, nao ex
cluem easas providencias que os agentea fiscaes
devem observar rigorosamente, afim de que nao
seja o lando de emancipacao prejudicado em liber-
taces de valores superiores aos rasoaveis, atten-
dendo-ae a idade, defeitos pbysicos e outroa.
Remetteu-se copia ao respectivo juiz municipal
da Victoria.
A' junta classificadora de escravos do muni-
cipio de Cimbres. Nao pode ser approvada a
classificacao, que, por copia, Vmcs. enviaram com
o offieio de 28 de Agosto ultimo, porquanto, se-
ndo o aviso circular do Ministerio da Agricul-
ra, Commercio e Obras Publicas de 31 de Maio
de 1884, allulido na circular desta Presidencia de
26 de Junho aeguinte, preferem os conj uges de li-
vres, que tiverem maior numero de filhos Hvres,
menores de 8 annos, e na falta destes, menores de
21 annos, estabelecida anda em cada classe a pre-
ferencia pelo maior peculio realisado.
Assim, existin'lo nesae numero apenas urna es-
crava casada com homem livre, a qual eccupa na
classificacao, com os seus dous filhos escravos, me
ores do 2l annos, os tres primeir s lugares, e
passando pasa junta classe immediata ; os escra-
vos Lucas, Joaquim e Manoel, por ter cada um
dona filhus Hvres, menores de 8 annos, preferem
na ordem cima, vista do peculio com que cada
um concorre, a Quintino, o qual, igualmente pre-
fere a Joao, pois que aquelle tem 220 de peculio,
este tem o de 200/ e nenhum dos dous tem fi-
lhos. Pela razio exposta, procedam Vmcs. no-
va classificacao.Remetteu-se copia ao respectivo
juiz municipal do Cimbres.
A' junta claaaiticdora de escravos do munici-
pio de Tacarat.Nao pode ser por ora approvada
a nova classificacao, que por copia Vmcs. remette-
ram com o offieio de 16 de Agosto ultimo, recebido
a 2 do corrente, para applicaclo da 7-' quota do
fundo de emancipacao :
Io por nao constar qual o escravo j libertado
por conta do fundo de emancipacao. pai do menor
Manoel, que eccupa o pri neiro lugar na qualifica-
cao e a quota pela qual foi elle alforriado.
2* porque, tendo sido em seguida classificados
os coujuges de Hvres, Joao e Liborio, nao consta,
nao s que no haja no municipio escravas casa-
das com homens Hvres, mas anda se esses dous
conjuges teem filhos Hvres as condicoes da circu-
lar desta presidencia, de 26 de Junho de 1884, ex-
pedida em virtude do aviso circular do Minist rio
da Agricultura, Commarcio e Obras Publicas, de
31 de Maio dO mesmo anno, e se est esgotaia
tambem essa classe de conjuges, visto que passa-
ram Vmcs. a clasificar o escravo Antonio, casado
com escrava, pertencente a outro senhor.
Compre, portanto, que informem sobre esses
pontos, orgauisaodo logo nova classificacao, se ha
anda no municipio escravos das tres claaaes ante-
riormente referidas.Remetteu se copia ao res-
pectivo juiz municipal de Tacarat.
DESPACHOS DA PBESn>EKCIA DO DIA 17 DE
SETEMBRO DE 1886.
Amaba Mara da Conceicao Ramos.
Informe o Sr. Inspector Geral da Instruc-
c&o Publica.
Bellaraina Francisca Loso Barros.
Remettido Junta Medica Provincial, a
queni a peticionaria bo apresentar, para
ser inspeccionada.
. Corapanhia da Estrada de Ferro do Re-
cife a Casanga* Nao tendo a supplicante
aproveitado o tempo para conclusao das
obras, porque somonte tarde deu a ellas
comeco. nao tem lugar o que requ'-r.
Coropanhia The Central Sugar Faetones
of Brasil, Limited.Attendendo razio
que determiuou a iaeocao de impostes pro-
vinciaes, conforme a lei n. 1588 de 21 de
Junho de 4881, fica dispensado o paga-
mento, como requer a supplicante.
Damiao Pereira da Silva. A presiden-
cia nao dispSe de psssagens.
Bacharel Eduardo da Barros Falcao de
Laaerda. Opportunamente ser attendido.
Francisco de Paula Albuquerque Mara-
nho.Passe portara concedende quatro
raezes de licenc* com vencimuntos na for-
ma da lei, a contar de 20 de Julho ultimo,
para tratar de sua saudn onde lhe eoa-
vier.
Jos Torres Leite.Remettido ao Ryd.
Sr. Director da Colonia Orphanologica
Isabel, para attender, em vista da sua in-
formacSo de 15 do cerrente mez
Tenente-coronel Manoel de Azevedo do
Nascimento. Forneja-se.
O mesmo.dem.
Maa Joaquina de Albuquerque Lima.
Informe o Revd. Sr. Regedor do Gym-
nasio Pernambucano.
Bacharel Miguel Nun?8 Vianna.En-
caminhe-se, devenio ser pago o porte na
reparticSo dos correios.
Manoel Francisco de Paula. Informe o
Sr. Inspector da Thesouraria de Fazenda.
Paulina Marcelina de Almeda. D-se,
nao havendo inconveniente.
Rita Mara de Souza. Informe o Sr
Inspector da Thesouraria de Faz-nda.
Ro lolpho M-tnteiro Paiva. O contracto
foi approvado boje.
Secretaria da Presidencia de Permunbu-
co, em 18 de S triinbro de 1886.
O judaotn do porteiro,
Antonio F. da Silveira Carvalko-
lieparticao da Palela
Seccao 2*-N. 912. -Secretaria Ha Po
licia de Pernambu o, 18 de Setembro d<-
1886. Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Exc. que forain hontem re tolbidoa na Casa
de D tencSo os seguintes individuos :
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 18 SETEMBEO DE 1886
' Contas do Dr. Procurador dos Feitos e
Jos Elias de Oliveira.Haja vista o Sr.
Dr. Procurador Fiscal.
Archmedes Cavalcante de Albuquer-
que. Cumpra se, registre-se e fagam-se
oa aHsent amentos.
Francisco de Mello Cavalcante de Albu
querque, Antonio Francisco Bittencourt,
Francisco Iglesias Lopes e Jos l'aulo
Botelho. -Entregue-se pela port;-..
Isidoro Marinho Cessar. Pague-se.
Adelino Celestino de Mendonga, Fran-
cisco Pedro Botreau, Manoel Martina
Fiuza, Joaquim Anselmo de Hollanda Ca-
valcante de Albuquerque, Antonio Gomes
de Miranda Leal, Maria Euphrosina de
Freitas, Gaspar Jos de Mello, Antonio
Joaquim Cascao e Antonio de Souza Aze-
vedo e outros. Ao Contencioso para cum-
prir o despacho da Junta.
Confraria da Soledade.Ao Sr. The-
aoureiro para os devidos fins.
Francisco de Araujo Lima, Manoel Car-
neiro e JoSo Augusto de Souza. Certifi-
que-se.
Maia & Rezende. Ao Sr. Dr. Adminis-
trador do Consulado para cumprir o despa-
cho da Junta.
Maria Mathik>e Lopes, officios do Dr.
Pr$Cur; or dos Feitosj L. Baptista No-
gueira, Jos Antonio de Moraes, Silva &
Brandao e Joo Baptista da Conccigao.
Informe o Sr. Contador.
Administrador da Casa de Detengao e
Antonio Herminio de Senna. Satisfaga a
exigencia.
Gustavo Mermond. Junte se copia das
informagoes.
Consulado Provincial
DESPACHO DO DIA 17 DE SETEMBBO DE
1886
Fernandes Braga & C, Vasconcellos
& C, Agostinho Jos da Costa, Paulina
Maria do Espirito-Santo, Affonso Perreira
Baltar, Antonio da Silva Ramos, Barbosa
Lima & C, Jos de Souza Aguiar o C,
Capitulino Candido Uchoa, Manoel Vieira
Neves, Papoula IrmSo & C, Viuva Her-
mino Ferreira da Silva, Fabricio Gomes
de Andrade Lima, Almeida Duarte & C,
s mesmos, Duarte & C, Manoel Luiz de
O i reir, Jos Clementino H. da Silva,
'apoula & C, Rodrigues & C, J. A.
Maia e Silva Jnior, Antonio M. da Cruz
Braga, Antonio Sampaio da Nascimento,
JoB Antonio de Mattos, Thomaz de Car-
valho & C, Torres & Irmao, Wanderley
& C, Santos <6 Irmao, Flix Venancio de
Cantalice, Joao Rodrigues de Moura Ir-
mSo, Francisco Jos dos Pasaos Guiraa
raes, M. A Soares Leite, Joo Gongalves
de Souza Beirao e Moreira Reis & Filbo.
- Informe a Ia secgAo.
Moreira & CA' Ia seccSo para os de-
vidos fins
Procurador dos feitos.A' 1* seccao
para os devidos fins.
Nunes & C, Jos Bernardino Ferreira,
Viuva M. F. Marques Filho, Pinto Al-
ves & C, Francisco Kibeiro Pinto Guima-
ries, Joao Christiani & C e Maia & Silva
4C.- Informe a Ia seccSo.
Seis pet^8es de Antonio Pinto Sobral.
Certifiqese.
Domingos Gongalves da Silva, Austre-
cliano Carneiro Leao, A. Almeida, Joao
Pereira Brandao, Jos Pedro Vaz de Oli-
veira e Augusto Nery Carneiro Monteiro.
- Certifique-se.
PERNAMBDCO
Asseoibl' Provincial
DISCDB80 DO 8B. DE POTADO COELHO DE
SiOBAES, PRONUNCIADO NA SESSAO DE 17
DE jnNHO DE 1886.
OBr. Coelbode oraes-Sr. presidente,
c m grande pesar que fago minhas as considera-
coes do nobre depntado, pelo 1- districto, que aca-
ba do si ntar-ae, com reacao ao projecto de orca-
nvmto qne ae discate.
Devo dizer a V. Exc. e casa que o plano da
coinmisso acba se boje completamente tranator-
nadu. Nos, que nos impuzemos s trela pesada
odiosa, como comprrbeude a caaa, de eatabelecer
economa, cortando despesas e feriado iateresses,
nao directos e individuaes, mas interesaos de cer
taa classes da noaaa sociedado, nao poderiam de
modo algum autoriaar o descalabro qne se deu
uesta assembla na vot cao de emendas creando
de-pesasqui. a provinciana' pode supportar.
A c< mioissau nao precisa declarar que nao foi
ou.'ida e U'm combinou para que fossein approva-
daa taea emendas.
(Trocam-se diversos apartes).
Herd'-em-me os nobrea deputados, u hei de 1er
a (Apart.s).
H. embudas mandando faser agudes em toda
a p.rfc; ba ontras mandando fazer obras d-'sne-
o maran, quaud as obrus pablicas oesta cidade
estao cahindo por falta de concert e reparos.
tiaioa o nobre deputado a caaa qn- nao foi de
accordo c-m a commissao que forana apresentadas
e approvadas -ssaa eu>endas, e tonto queja man
dt-i mesa sub. mtndas pedindo a auppressao de
todas esaas emendas que foram votadaa em pri-
in. ira diacassio, e declaro casa que a commisai
A' minha ordem, Antonio Vinagre, remettido | c,ti(,a maiit< r o sen plano de eeonomias-
pelo subdelegado do Ia districto de S. Jos, un
nba diapi.aicao.
A' ordem do do 2 districto da Graga, TibHrcio
Valeriano Baptista e Jos Joaquim de vleleir-B,
conhecido por Zuza, por disturbios.
Communicou me o d- legado do tormo de Pal-
marea, que fra preso all e remettido o delegado
de Agua Preta, onde se acha pronunciado no
art. -25T do cdigo criminal, o individuo de n me
Jos Raymundo de 8' usa.
Em data de 16 do corrente reaasumo o cida
dio Manoel Francisco dos Reis o ejercicio do
cargo de subdelegado de 2" districto de Beben be.
Deua guarde a V. Exc.IUra. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao
muito digno vicepresidente da provincia
-O chefe de polica, Antonio Domingo
Pinto.
O Sr. Viavoode de Tabatmga Nao parece.
O Sr. Coclbo de MoraraNao pode dizer isto
poi que, se a canniseao nao vida, a falta nio
ua; aera porque a mar ra desta caaa nao d>-p >
pila U'lia a mais pleiia confianga; mas que ella
ja eo.iviveate nease dieperdicios, e o qne Y. Exc
i. > p>le dizer.
He o bre deputado tivesse prestado attengao
quando se notarain essas emendas, havia de ver
que desta ca-leira nao me levantei, votando assim
c >ntra todas ellas e oeato sentido mandei emendas
buppreesivas como j dase.
Eu, portanto, sr. presidente, fago minbas as coa-
sideragors do nobre deputado, o Sr. Costa Ribeiro
coa relelo ao projecto, de orgamento, tal como
se acha h'je, completamente desfigurado pela alia-
vo de emendas, a que me refer: Agora que
lhe cabe perfeitarneute a qualificacio de moostro
qne lhe deram em principio.
Desceodo o nobre deputado a outras cunsidera-
coes relativamente a impostos, projurou mostrar
que o imposto de repartigo, o qual foi creado para
substituir o imposto de consumo, devia ser riacado
do orgamento; mas convem notar que ha um e \m
voco da parte do nobre deputado; o imposto de re-
partigo nao foi creado para substituir o de consu
mo, mas para substituir o imposto de &> 0/q qu
pagavain oa estabeleciment-s comm rciaes e in-
duatriaes.
(Ha um aparte do Sr Costa Ribeiro).
0 nobre deputado acaba de dizer que que o im-
posto de conaumo noe recabe sobre a casa que a
paga, mas sobre o consumidor ; e urna verdade
que est ao alcance de todos.
O que se paasou com relacao ao imposto de ex
portaco foi o aeguinte:
Tendo decreacido as rendas da provincia com a
suppresaao do imposto de conaumo, houve eata idea
de crear o imposta de repartico; isto aggravar
maia o impoeto de profisaao.
A commiasao que alias fez alteragao nessas quo-
tas ou verbas do imposto de repartigo dmiuuin-
do as, nao podia nem devia supprimil-o, porquan-
to sendo reatabelecido o imposto de co sumo a
razo de 10 0/q. sobre os direitos geraes pagos na
alfandega nao foi naquella fofga e proporcao que
existia outr'ora; aquelle imposto.
Portanto preciso era que subsistase o imposto
de repartigo, embora menos gravoso, para fazer
faca a eata diminuigo que se d no imposto de
consamo, tal como se acha no projecto, porque o
nobre deputado comprehende que actualmente 10
/o como est no projecto sobre os direitos pagos
na alfandega nao podem produzir a mesma renda,
que produzia outr'ora o imposto do consumo c .-m
suas tazas variareis e mais elevadas.
Tratando anda do imposto de repartico, o no-
bre deputado oceupon-se da quota distribuida aas
bancos) ^z^nde que esaa quota f6ra primitiva-
mente de dez contos quando havia nosta provin-
cia cinco bancos.
O Sr. Costa Ribeiro d um aparte.
O Sr. Cocho de MoraesE' verdade que exis-
tiam aqui, nao bancos, mas duaa agencias de ban-
cos que nao f *z provaram perante eata Aaaembla, aendo por isao
'lispensadss do pagamento da respectiva quota.
Ora, sendo a quota destinada primitivamente para
ser distribuida por todos de dez contos de ris,
parece que a commissao reduzindo-a a oito con-
tos de ri> nao foi injusta, tendo guardado a de-
vida pioporgao atienta a importancia das opera-
res de crdito realiaadaa neata praga pelos dous
bancos inglezjsp oa quaes por esta forma conti-
nuarlo a pagar o mesmo que pagavam outr'ora.
O Sr. Costa RibeireEm 1884 pagaram menos.
O Sr. Coelho de MaraesEu desde j declaro
que se aaaim ae deu, nao teremos duvida em acei-
tar qualquer emenda que restabelega a quota an-
tiga, porque o nosso intuito nao fazer economas
a todo o transe, nem to pouco augmentar as ren-
das da provincia custa de sacrificios e prejuizoa
de quem quer que seja.
Nos queremos fazer o que tr possivel, de ma-
neira a equilibrar o orgamento. Se de outro mo-
do tem sido apreciado o nosso procedimento, o tem
sido injustamente.
Quanto ao impasto de 40 ris por litro de vinho
que o nobre deputado declarou ser o mesmo im-
posto de contumo, estou rerfeitamente de accordo
e assim qu-ilquer emenda que o nobre deputado
apreaentar, aupprimindo eaae imposto, nao t-rei
duvida em votar por ella. Nao o aupprimimoa
desde logo para nao se dizer que, ao paeso que a
commissao augmenta va alguna impostos creados e
crcMva-novos, diminua e aiipprunia oatros exis-
tentes.
A commissao receiou ser tachada <>e incoheren-
te e injusta. Hoje, porm, que um Ilustre mem-
bro desta caaa, o nobre deputado pelo 1 districto,
cujas opinioes muito acato, acaba de proclamar
que aquelle imposto, isto o de 40 ris por litro
de vinho, perfeitameote o mesmo imposto de con-
sumo de que trata o 13 do art. 7 do projecto,
no que me acho de perfeito ccordo, como j4 dis-
se, nao hesitarei em votar pela sua suppresslo.
Creio ter respondido a> nobre deputado, pedin-
do permissao para sentar-me.
O Sr. Costa KibeiroAgradego muito a atten-
gao de V. Exc.
aMiSTA DIARIA
Inspectora de byalene publica
Foi ante-hontem estallada em urna das salas do
palacio da presidencia a inspectora de hjgieue
publica d'eata provincia, creada por decreto de g
do Fevereiro do corrente anno.
A inspectora ficen cempesta da seguinte for-
ma :
InspectorDr. Matheus Vas de Oliveira.
Membros da inspectora Drs. Augusto Se-
rafim da Silva e Celchior da Gama Lobo.
Secretario Cap to Jos Guilherme da Silva
Duarte.
.Presidente do CearaSeguio, hontem,
a bordo do vapor Baha com destino provincia
do Maranho, onde pretende demorar-ae algum
tempo, o Dr uas de Araujo Trrelo, presidente
ltimamente n >m-ado para a provincia do Cear
Desejamos-lhe prospera viagem.
CbgadaA1 bordo do mimo paquete, che-
gou ante-hontem, da corte, o nosso amigo Dr. Al -
fredo Correia de Oliveira, deputado geral pelo 13
districto desta provincia.
Cumprinvntamol-o p nxiiiuto Arcbeoloalco e Geogra-
pbico Pernambucano Quinta teir, 16
do correte, 1 hora da tarde, reuuio-se o Ins-
tituto em aesslo ordinaria, sob a presid-ncia do
Sr. conselbeiro Pinto Jnior, com aaaisteiicia dos
Srs. consi-Iheiro Quin'.iao de Miranda, Dra. Luna
Freir, Cicero Peregrino., Lopes Machado e Jos
Hymo, Augusto Cesar, Augusto osta, serviudo
de secretario, n majnr Codeceira subatituindo
1 que alo compareceu
L. Ja, foi approvada a acta da sesslo anteceden-
te, e o Sr 1 8 'cretario menciona o aeguinte expe-
diente e off- tas:
Do Sr. J.|Hingmau o seguinte :
La Hayo 16 Aout 1886. A' Meaeieura lea
Directeurs de l'Iustitut Archeologique et G-ogra
phique dePeruambuco. Messieurs : Je me tronye
bautement honimr par votro lettre du 13J uil-
let 1886 laquelle etait joint 1" diplome comme
aasoci honoralre de l'Insutut.
Je mets cette distinctioa grand p-ix et vous
prie de bien voaloir accepter l'assurance de ma
sincere gratitud".
J'ai cependant encor a m'acquiter d'autrea
actes de reconuaissance envera vous. Je sais
que c'cat vous que je su's redevable de la gran-
de distin .-tion qae le gjovernem*nt m'a decern,
en me nemmant ebevalier de l'ordre -mperial de
la Rcse, et ce sont encor vous, qai m'oot si gra
cieusement ff rte la decoration.
II m'est diificile d'eipnmer combien j sois lon-
ch de ees marques d gratitud* poar le service
qae j'ai pu prter votre confrre, le Dr. Duarte
Pereira.
Je vous prie de croire que ce aerait pour^ moi nn
ver-table bonheur, si je poarraia encor m'acquit
ter queique peu envera vous, en contribuant de
nauveaa au travail historique, qae voas ave en-
trepris.
Veuille* largement disposer de mes services, si
quelquea recherches (tana noe archives pourraient
encor fre necesaaire.
Agr-es, Messieurs,, l'assurance de ma baute
eoneiJration, aveo laquelle j'ai l'honneur d'tre-
Votre devou serviteui,J. Hmgman.
Do Sr. general Nettcher, o seguinte :
. La Hayc (Hollande) la 16 Aont 1886.Aj
Monsieur Jos Domingues Codeceira, Si
le l'Iostitut Arcbeologque et Geographique
Pernambuco.Monsieur! ,
Par votre intermeliaire j'ai roen le diploma
d'associ honoraire, que l'Iustitut adaigu me d-
cerner et jo m'empresse de vous en aecuser la re-
ception. Je vous prie en mme temps, de voul jir
bien me servir d'interprte auprs de cet'e socit
de savants, pour lui exprimer ma gratitude paur
la distinction dont elle m'a honore.
Veuillez dir en mon nom, je vous en prie, que
j'ai apreci vivement cette favear inattendue de
la part d'un Institu, qui comprend s> bien sa
haute misaion scientifique et qui eutl'heur'use
idee et l'energie d'euvoyer un de sea membrea en
commiaaion spec ale pourexplorer nos archivos.
Je profite de cette occasion, mmsieur le secre-
taire, pour vous repeter ce que j'i deja dit 1 Mr.
Duarte Pereira lui mme : que j'ai suivi avie le
plus grand intrt ses laborieuses et intelligentes
recherches aur l'bistoira de votre paya pendan: li
dumination Hollandaise.
II y a bien longtemps deja, que j'ai publi me
tra/ail sur cette priode de votre histoire, mais je
vous assure que ma aympathe et encor toujours
acquise d'avance tous les Brsiliens, qui s'en oc-
cupont, et il m'a t tres agrable d'avoir pa ren-
dre quelques f tibies services votre env^y et
confrre Mr. Pereira, qui a su trouver et utiliaer
plus de trsors daa nos Archives, qu'aucun his-
torien avant lui.
Veuillez agrer, Mr. secrtaire, l'assurance de
ma consideration et croyez-moi votre tres humble
8erviteur.P. .VI. Netscher genrale maj.
Do Sr. P. Ph. C. Vanden Bergh., o seguinte :
Monsieur le secrtaire !
Je viens de recevor avec votre lettre le diplo-
me d'associ honoraire de 'Institu Archeologique
et Geographique de Pernambuco. Senaible l'bon-
ue.uf d'appartenir dsormaia a cette societ de sa-
vants distingues, je vous prie, Monsieur le secr-
taire, de vouloir bien transmettre l'Instifut les
aentimenta de r connaisaance avec (esquela j'ac-
cepte cette distinction.
Agrez galeincnt, Monsieur le secrtaire, las-
surance de ma baute consideration La Hayc 19
Aout 1886.Monsieur Joe Dorainguea Codeceira,
secrtaire de l'Instituto Archeologico e Geogra-
phico PernambucanoP. Ph. C. Vanden Bergh.
Um dito do coasocio Dr. Vicente Ferrer, de 13
do corrente, coir-muiucando que rmetter breve-
mente ao Instituto a copia do memorial qne diri-
gi ao governo imperial acerca do convento de
Nazareth do Cabo e offertando urna collecglo da
Tezoura jornal publicado no Rio Grande do Nor-
te.
Um dito do mesmo consocio, remetiendo para o
Instituto, a pedido do Sr. uclides de Aquino
Fonseca, urna bandeira, ricamente preparada, que
pelos oficiaos do batalbo da guarda nacional,
commandado pelo coronel Decio d'Aquino Fonse-
ca, lhe fra ofiertada.
Off-rtas:
Pelo mesmo Dr. Vicente Ferrer, 1 volueae en-
cadernado do Flos Sanctorum.
Pelo engenheiro Gustavo Mermond, urna impor-
tante CJllecco de mappas da Suissa.
Pelo Sr. Tbomaz Carneiro, ama mappa geral do
globo-
Pelo consocio commendador Miranda Leal, um
catbalogo doa objectoa remettidos pela commisslo
de Pernambuco a Exposiglo Sul Americana de
Berlim.
Pelo consocio D. Juan Buaaon, 1 volume. AI-
manakGuia dos forasteros da Hespanba para o
anno de 1H67.
Pelo coua ci Augusto Costa, um relatorio dos
livros encontrados nos conventos desta provin-
cia.
Pelo Dr. J. Joaquim Alves de Albuquerque, 3
voluntes.Viagem ao interior da Nova Hollanda,
publicados em Liaboa no anno de 1841, por V.
J. A.
P*lo Sr. C. J. Uasch, nm impreaao da carta pa-
tente da companhia daa Indias Occidentaes.
Pelas respectivas redaccoes diversos jornaes
desta e de outras provincias.
Findo o expediente, o Sr. Dr. Jos Hygino par-
ticipou que recebeu da Hollanda as cartas geraes
do supremo conseiho do Brasil, dos annos de 1652
a 1653, as quaes apreseatou ao Instituto; bem
como os notulos de 22 de Setembro de 1641 to ul-
timo de Dezembro de '.642, e de 6 de Janeiro a
10 de Margo de 1652 e 19 de Janeiro a 9 de Abril
de 1654.
O Sr. Dr. Lopes Machado apresent u e lea a
respoata que foi incumbido de orgauisar com re-
ferencia ao que no Senado, em se&sao de 20 de
Agosto, diaae o Exm. ministro do imperio, a qoal
respoata, depoia de diacutida, foi approvada, inan-
dando-ae tranecrever na respectiva acta e dar pu-
blicidade, e a qus vai abaixo transcripto)
Foram approvados para socios honorarios e
Exm. conselbeiro senador do imperio Antonio
Vieira da Silva e deputado da nagao portuguesa
Dr. Jlo Chryaastomo Milicio e para socios cor-
respoudentea os Srs. Corr lis J Wasck, J. J. Feyl-
bri. f, Fredenco Calmon e Dr. Luiz Ferreira Ma-
ciel Pioheiro, todos propostos pelos S's. Dr. Joe
Hy^ino e major Codece ra.
Nada mais havendo a tratar-se foi levantada a
sesso.
< As informagoes dadas no Senado pelo minis-
tro do imperio, o Sr. Bario de Mamor, em 20 de
Agosto, ao Sr. conselht-iro Soares Brandao, rela-
tivamente suapenalo doa vencimentoa do Sr. Dr.
los Hygin i Duarte Pereira, lente da Facu dade
em couiniss!o da provincia na Europa, nao po-
dem aer apregoadaa e repetidas sein rectificaclo
do Instituto Archeologico e Geograpbico Pernam-
bucano.
S. Exc julgando necessario esclarecer o Se
nado, tanto mais quanto aqui, como dase, se le-
vantara grande celeuma acerca daquelle acto, de-
clarou nao proceder de outro modo em virtude de
lei expressa, e por isso esperava ficar justificado
da imputago de qut-rer ioterromper a commissao,
que elle era o primi.iro a reconbecer muito impr-
tente, em que aquelle lente se achava na Euro-
pa.
Passando depois a ler a correspondencia of-
ficial sobre o asa impto, concluio mostrando ao Se-
nado que o aeu procedimento fi correcto.
Quanto 41-i dase S. Exc :
< Pela disposigo do 2 do artigo 20 da de n.
3,229, de 23 de Setembro de 1884 prohibido m-
putar-se a qualquer rubrica d > orgamento deape -
za qae nella nlo esteja comprebendida, s-guudo
as tabellas explicativas da p'opoata do governc
t E realmente era urna imputaglo de dep a
tal verba, pagar se por ella os vrncimeotos de um
leute que su achava fora do exercicio em aorvigo
completamente eatranho ao ensino da Faculda-
de.
Para voltar ao regimea da legalidade. sus-
penden o pagamento dos vencimeutos do lente
desde i de Dezembro de 1885.
Quanto correspondencia offic.al, declaiou S
Exc.:
Que nlo mandou retirar da Europa ao Sr Dr.
Jos Hygino o qual poda ahi continuar dando lhe
a licrnga qus precisasse, contanto que os seo ven-
cimentos corressem por conta desta provincia.
Apezar, porm destas ras-a com que procu-
rou juatificar-se o Sr. ministro, ellas nlo lhe apro-
veitam.
> O argumenti da Ilegal dade imoroeedeDte;
porquanto, se o aervigo que o Sr. Dr. Jos Hygino
estava prestando no estrangeiro, era eatranho ao
ensino da Faculdade, nio o era creamente ins-
trucglo publica, e pela pasta de que S. Exc est
encarregado correm todas os negocios que lhe sao
referentes. Conseguintemente se o pagamento do
ordenado ao lento nlo podia ser feito pela verba
Pessoal docente da Faculdade, nada obstava



L
M


o
-roamlitMw.Domingo 19 aqu Evenue, do qual S.
Exc. dispe como miuistro do imperio e da ins-
tracc .
Legalisar esa* insignificante despea era con-
sa fcil c que S. Exc. poleria ter feito, attenta a
importancia que tigiu coramisso.
i; i o Sr ministr > dj imperio nao so
gaspeaJ--u o pagamento dos veneimeutos daquelle
lente, c lao tambern deixou de inteiral-o aos mo-
tivos que determinara! o governo a mudar de re-
soluco e marcar he.pasa razoaael pura voltar
provincia, fisto dinro aviso de 6 de agosto de
1835 pie de.noMr-se a Ho llanda o tan po ne-
cesario para o de*Ma;nar> de ana cosraMo o
goso de seos veneaaatoa. *
O acto de s. Ese., pananto, nao fbi eorreoto,
como disse elle momo foraaoeu a prova, que alias
retiroa da correspjndeus afficial que lea ao Se-
nado.
O Instituto As*baologico, iotarmado d'aqualla
resoluco, requer^u iinmediataroente a S. Exc. pra
considerar sern endito o aviso de 28 de Novembro
a assignar um praso dentro do qual podess; aquelle
doutor concluir o traba'ho de que estava encar-
regado.
I S. Ei'.. cdanlo a o polilo do Instituto, man-
dou p*gar ao referi lo doutor os seas vencraeatos
atrsalos e os que fosse venceudo at ser intimi-
di i roaalQi co.itid no mencionado aviso
c Oreqaernentodo lostituto Archeologico teve
por despacho o seguinte de 30 di Janeiro de 1886,
dirigido ao prei lente iesta provincia :
Ministerio dos Negocios do Imperio.3.' di-
rectora.N. 464.tto Je Janeiro, 30 de Janeiro
de.1836.-Ii!m. e Exm Sr.om ofE-do de 18 de
Dezeinbro ultimo, V. Exc. me traasmttio o reque-
r meato aa que o Instituto Arene algico e Geo-
grapbico Pernambucan pede que seja deca-ado
sem effeito o aviso de 28 de Novembro anterior, que
mandou aspead-T o pag .ment dos vencimentoa
do late da Facultada de Direito do Recife, Dr.
Jos Hygin Duarte l'erera, em comtnissu pro -
vmcial na Europa e se Ihe marque praso rasoavel
dentro do quil possa coocluir o traOalhode que est
enoarrogado. Em raspoata ao citado oficio declaro a
V.Ex;- que compre providenciar afim de que vol-
te 4 sede da Vacuidad* o lente de quem se tracta
cujo veneiment ser pago at a data emq'te receber
communicacao official da resolucio do primeiro, a
qual nao pie ser revigada pelas razes ex postas
Bdrnea^ooido aviso, o que V. Exc. far constar
a> instituto Archeologico e Geograpnieo Per.iam-
buoauo. D u guarde a V. ExcBardo de Ma-
marSr. presidente da provincia de Peruam-
baoo.
cr D-'aqni se v qu8 o Sr. ministro reconhece,
cootra a sua propria afirmativa, que a autorisa-
oo nao estava fra do rgimen da legalidade, por
que mandou continuar o pagamento, sem dnvida
por outra verba, at oommuuicaco oficial da re-
solaca> do primeiro avi o.
Por consegainte, nao procede o argumento
fundado na disposieao do 2." do art. 23 da M de
3 de Setembro de 1834 i que S. Exc. se aoccoireu
quando teve de esclarecer o Senado p r oeeasao
das iofjraaaces podidas pe o Sr. coiaelneiro Soa-
res Brando.
Q i into 4 aoalyse e conceitos da correspon
deacia offijial, dos quaas servio-se S. Exc. para
mostrar q\ia nao revogou a lieenoa concedida pelo
ministro seu antecessor, nfeliameate essss con-
ceitos nao sao verdadeiros.
Antes de tul) o Sr. Dr. Jos Hygiao naa pe-
dia liceoca ac govern para ir 4 Europa, este oi
quarn contir.nou, por proposta do Instituto, a no-
m-a?o di presidente da provincia, eoncidendo-
lhe permissao para demorar-se na Hollaadas tem-
po-n pira o desempenho da commisso,
sem pr -juiSO ios s-us veocim-ntos. O que houve,
por tanto, foi perm'ssao do governo para aquelle
doutor uusanar-se do imperio sem praso certo a
DOffosj dos seus venci.nentos.
Mis q> aoavesse lie^aoi d'sda que este3 o-
ra^i su3>^ni>s, fi:.r4 enteulid qaa a lic?n?i es-
tar r&vocada. lato mesmo S. Exc. confirma na*
s"gUntos palavraa : declaro a V. Exs. que cum-
pre. providenciar afim d que volta sede da Fa
culdade o lente de quem se trata. Nao obstante
porm, diz que nao ravogoa a liceoc e antes Ihe
daria a de que precisasae Mas, em vista das pa-
lavras de S. Ex:. o que fica claro que a licenca
sem praso, concedida pelo Sr. c mselhdiro Franco
de S, efectivamente caduaara.
o E sendo Main u;Ia era passivel qne o com-
missario do Instituto pennanecesse na Hollanda
sem lioanci, nem inxsno esperar que S. Ex:. Ihe
concedesse niva, o que de cjrto nao o faria em
vista d'aqaellas palavras d > citado aviso, que S.
Esc. nao leu no Senado.
Quinto a correrem os vencimentos de lente
comraissionado por conta da provincia, isto m>>eftra
simplesmente que S. Exc. nao se .informon antes
de providenciar, qnando alias tinha todos os nieles
de mformacoes na sua secretaria.
O -r. Dr. Jos Hygino nao teve subsidia al-
som da proviw;i;\. Os sete contos votados pela
As=emb'i Provincial eram destinados para com-
pra de livros e esaraagajo d,> copias. So e to
p-quena iinantia conrideravelmente reducida pela
baixa do caoibio se deduzisse o nocessario para
desposas pe3so>tes, evidentemente o desempenho ou
commissao sena impossivel.
< J se v i)ue apesar da graude importancia da
coaimi>s,">o, qu 8 l o primeiro a reconnacer,
el'a nao p d a continuar desde que ordeneu prc-
aidancia que o lente valtass 4 sede da Faculdade
e susp 'n.i.-u os svus ordenados
Portanto, se o Sr. ministuo nao poda proceder
de outro nvdo, como atrmon ao Senado, e toda-
via.anodific)u o seu acto, ordenando o pagamento
dos venciuicotos do lente at communicacao oficial,
Besando consta do aviso cita Jo de 30 de Janeiro,
que nao 'oi lide no Senado, S. Exc. deixa ver que
nao fai completo nos S"US esclirecimentos.
Tu< s sao os fuatos que se deram e o Instituto
tem todo o interesse, e at mesmo dever, em resta-
beleeer a verdade do qne se passou.
BxpoAie n Vyc&a de ArCeai e a>r
ScIohNo" da 21 de N>vem>>ro deste anno rea
lisar-se-h estabeleciineato perteocente
Impera' dos Artistas Meehauejs B
Lber .es, 5 igoado o dispoato no t) 6 da art. 2o
dos aeus estatato-, urna ezposics de trabalh03 de
artes, olfi IB e m nnfacturas. ,
Os exp'Jitores dev-ro at o dia 15 de N-vem-
bronviar as amostras deseos vendaveis produc-
tos paia o d'to Lyc
A todos oa object >s dever acompanhar o nnme
do auto", ou lo- mes nos.
Ser imjraeindivel em 'oloe qualquer objecto
* deelaravio d'Paoo, e logar de sua fabrica ou
deposite.
Os obj-ictos po s ezposicto devera ser tal
quaJ 03 e, tu n* fsSMC e vender.
Mioeie ate tsll ls Arial-
tara <1c HarBa4uc--A sessao auuutl
desta soc- i le rf e.ajr-se-na este anno fra da
sua sede, em ln ;aado tres das antes. Para
ella sao co iv,d tdoa todos os e icioseffectivos, hene-
mir.tos a h mor.ros, incluidos oestes os Exms.
Srs. depatados geraese provinciaes, presidentes
d);s cmaras e membros das direetori '.s das asso-
eiaces com'nereaeB. Na> s admitro delibe-
rac s, m tos eoncernentea aorelatorio do Sr. gerente, qu-
deve oceupar se_ lacnica ment- com as materias
roais rieultura da provincia.
Feata do Cajuelro -E' hoja o da da so-
> 31' ao'i.v -i-sano dafuudaciodo
r. d Beneficeocia, sito ao Ca-
J
ae j noic tara a testa de urna
Hitada na capell* do dito hospital, pelas
lis da manha, Udainha s 1 horas da tarda,
do eaablecim "or. > de .le as 3 horas da
basar de proadas.
ara executaro as melhores
i e urna esplendida illumi-
sb' dfeantar toda o sitio do Cajueiro.
ra'iva uao tem ponpado esfor-
.'.-r cora que a festa em nada
aa dos outros anuos.
ro)e*to de < titaro Civil Braatlet-
m neniarloOs Srs. Lae nrnert a
de Janeiro, editores propcietarioa da
o titulo cima, do Sr. Dr. Joa-
i"tos, acabam de publicar o 4*
qne exclusivamente e com a maior
trata dos contratos.
una Econmica, 4 ra Primeiro de Mar-
xiste 4 venda a eoHeccao completa deste
de Cdigo i'ivil, indisoensavel aos ma-
, e aos advogadoa.
i torea agradecemos a offerta que nos fi-
luj de uuj ezempUr.
eptesiarle1 vgario da freguasia de San-
., celebra boje, aa.5 horas da tarde, na
activa m itriz, o septenario da Nossa Sen hora
i Dores,.para a que solicita de Mus parochiaoes
oap*reerwut.
Tinte de eaeBilaro-Bealiaa-ae amaaaa,
i 7 horas da norte, no tbeatro Saato Antonio,
i asasao sotemoe promovida pelo Centro Repn-
o, para commemorar o dia vinle de 8etom-
bro de 1835, em que se proclaimu ao Ri> Grande
do Snl a publica pela voz do presidente Beoto
Gonealves. -
E' orador oficial da festa o Dr. Martina J-
nior. ,
Os camareta do tbeatro estaro reservados para
as familias que comparecerem, at 7 1/2 horas da
noite.
. Ber4 livre a inscripcao para os oradores que se
quizorem '.ecuoar do assumpto da festa.
PttlioorXioa O Mr. Dr. Anbar Orlando
asaba de pnboar nm Itto com o titulo cima,!
com nmvmirodascao do Sr. Dr. Martins Jnior,
lirro, dB.aste, moderno, ortgmal, nervoso _^__|
iDivide-ae ao aeis aapitulos, os qnaes tl'**'Bl1
daa ae^uintas -aaaamptoe : 1 a alm> da mlh-rr
masa 2* theosisa littermrias no Brasil ; 3" a poe
ssa acicntifcia ; 4-> menores e loncos; 5o pbysro-
philia praaasauaJ; 6 um rai philosopho.
E' um livro digno de aar lid.
Ao seu autor agradecemos a offetfta que nos f>z
de um ezemplar.
Boa da Alegra Communicam-noa o se-
guinte :
Chamem a attenca'. ^ qu-m competir para
um grande mooturo que existe na campia da ra
da Alegra, e que diariamente augmenra, sendo
que olguns moradores de um cartic depositam o
lixo nos portoes ds casas d* rui da Gloria.
Este lugar de moito transito, e o monturo,
alm de aasar m:il sade, um ornamento escu-
sado. *
O BinoeulaDistribuid se houtem o n. ob
deste semanario, littarario, humorstico e noticioso,
propriedade io Sr. Olympio de Seizas Borges, que
sen principal redactar.
O Binculo est no 6 anno de existencia.
Retrato americano Na Livrana
Franceza 4 ra Primeiro de MarQo, est expasto
um retrato reproduzid a oleo, nos Eat idos-Uni-
dos, de um berafeitor da entrara de Nossa Se-
nhora do Rosario da freguezia de 'ante Antonio,
nadado tinr pela mesma confraria para ser inau
guradj no sen consistorio no dia da festa de sua
Padroeira.
A linda moldura que traz o retrato e este sao
diirnos de ser apreciados.
E' fcil a qualquer sociedada ort particulares
possuir retratos seroelhantea com peqoena de?pe-
zi, enriando urna phot graphia ao gente Krwl,
Sr. Jos Augusto Di as, ra Duque de Caxi is
n. 'i'.
Bennlor- f(4lae Ha hoje as seguio-
tea :
Do Olub Carlc-^ Gq&m, As 11 horas da manha,
em sua sede, para Imitara do relatorio da directo-
ra e eleicao de novos funecionarios.
Da nova Tbalia, s 11 horas da manhi, em sua
sie, para eleger a su* directora.
Do Centro Republicano, ao meio dia, em soa se-
de, para delberacoes de interesse.
Amanha ha as seguintes :
Da Irmandad de S. Jos de Riba- Mar, sob a
presidencia do Dr. juiz de capella, para ataca
da mesa regedora paia o anno de 1886 a 1887.
Ufa daello lerrtvel A proposito do
dudlo entre o general ii langer e o Bario de La-
rentz, lembra Matin um espantoso desafio leva-
do a effeito nos comeos da restauracao de 1815.
Verificou-se o duello entre o coronel bonapor-
tista reformado BarVier Dufa f um joven capito
de guarda real, a quem o primeiro tinar. arrancado
as insignias ara p'ena p-aca publica.
Goireordoii-se que 03 dous adversarios se trKtes-
sem era um coche, amarrados um ootro, de tal
sorte, que s lhes fieassem lirr^s os braoo3 direi
tos arma los de punhacs para se des^rocarem a
voutade.
Tinbam de se fechar com a chave as portinho-
"as, e dado o signa!, a carruagera se poria em mar
aha para dar tres voltas praca Carrortsel. Hou-
ve dous h >mens que se prestaraen a servir d- pa-
drinhos, e qae eceuparain o assento do carro em
lunar do coeheiro.
Dadas as tres voltas, ospadrinhos apearam-se
com a emoeo propria de to terrivel c^so.
O capitao escava morto e crivado de feridas.
Ao coronel Dufai Ihe fi'tava pouco, pois tinha re-
cebMe no peito tres tremendas panhal idos. D(-
miis. achava-se mordido de tal forma, que nio ti-
nha senao urna maxilli.
Nao morrea por isso ; antes-ae curoa e p le ma-
tar em novos desafos a nutro oficial de guardas
renes, o coronel de Saint-Morys, eferir gravemen-
te o gsaeral Muntlegrier.
orirae-do republlraao no Bra*tl
Diz o Globo, Madrid.-> A agitacao republion-
na, fomentada por urna larga e sa propaganda an-
terior, coaseca a preoceupar os nimos n'aquclle
vasto imperio.
Na capital, aaaim como as provincias de Cam-
pia e Rio Grande, pode diser-ee que o partido re-'
pubuano influe raais qne o goreruo, pelo manos
nao dispoe de grandes meios activos.
Deve-ss este movimento, ta> notavel que or-
denado e progresiivo, s campanhas renhidas des-
de ha tres annos na tribuna e na imprensa.
Tres depntndos somonte, terrveis por seas ta-
lentos e seus z^los, teem realisado est> obra, cujo'
ponto e feliz remate sem esforco se adivinha. Sato
os Srs. Bezerra, Carlos e Cnrvalho, qae secnndam
com per8everanca e brio, mais de viote peridicos.
Para demonstmr o que vamos dizsndo, bastar
copiBr o que a tai proposito escreve ura diario mi-
nisterial brasileiro, que se conforma dos creseen-
tea temores da opiniao monarchica:
O imperador quem parece preoecuoar-se me-
nos com essa propaganda tenivel. Nao shberrws
se ser por optimista coninca no amor do povo,
a sua personalidade, ou porque o deizar de reinar
pouco Ihe importa.
A Italia e o Horning Pot". Tr i
d n 7, irnos do Morning Post :
A Italia aeaba de completar nma das maiore
sempresada ara moderna. Apez>>r de enormes
ditficuldadcf, ella conquistou aufilnade e indepen-
dencia e realiaou os antigua sonhos dos seus poetas
; dos seus philosophos.
O mundo civilisado acha se tocado de um senti-
mento de profunda admiracio da obra ezecutada
pelo valor tradiccional da sua antiga dyoastia, da
rara sabedoria dos eeus h meas d'Estads e do
oatrior.ismo heroico de todos os seus filhos.
Os italianos teem hoje diante de si urna tarefa,
a qual se oaoparece uutro Unto gloriosa, nao toda-
va m-n >s imoortante, de consolidar a sua adminis
traco, de desenvolver os seus recursos econmicos
deaugnn'ar i sua for a militar.
O grande progrosso, qne ellea teem feito nos
ullim s annos nestas direeces, sao causa de
conteutamento a todos os eeus amigos e co:;vem
esperar que o trabalho til nao aeja para 'lies
iaterroiDpido.
P. la pnmeira vez depois da creaco da Italia
os furi'l"s italianos foram cotados ao par sobre o
mercado continental e isto divido nao s sabia
administiS'o&o finan eir, do Sr. Magliina como
tainbi-m alta coasideracao e ympjthia dte
naco 's estr .ngeiras e polioiua do conde de Robi-
lauc.
Siga a Italia o cea nobre caminho e pense duas
v<"zes untes de embarcarse em aventaras perigo-
SS8, as quaes podem comprometter o seu porvir,
sem otf recer a perspectiva de vsntugens reaes.
Lhe sirvam de saiutar ensmo as ezpeaicoes de
Hik-pacha, do geaeml Bach-r, de Lord Woisoley
e pensem duas vezes nos seus resultados inuteis
de lanc r-m-se em desertos descouhecidos a pro-
curar ioimigos, barbaros, que jamis alcanoaro.
Opera aova.A Revista Musical de Berlim
annuncia que o celebre compositor Rubinihin est
couidonda urna grande opera bblica, na qual en-
trarlo como personagens Cbrieto, Magdalema e S.
Jos, e;outroe| antos.
O quinto acto ae destn vo!ve sobre o monte Cal-
vario. /
aselacae eatre acolado e a Icreja
Ezt ahitaos de urna correspondencia ao Times
par-i R ma :
A racoociliacao nao longe entre o Estado e a
lgrej-t vira, nao p>r abdicaco da Italia a sua so-
beranidacie ; mas pelo reouhecimenfo necessario
da oarte das autoridades ccclesiaticas, da sabedo-
ria e da vantagem de conservar a uoidade italia-
na : a meima prosperidade de Roma e o seu es-
aovolvimeuto quasi sem exemplo, tem enriquecido
as velha claases e os mesmos adherentea 4 Igreja
e tornado impossivel a resUuraco do rgimen an-
tigo.
< A remocao da capital de Roma seria a ruina
de urna populaco inteirs, na qual o interesse
commum reuni os antigos sjtagoaismos.
Ente afgnmento dos interesses nao ser ez-
clusivo ; mas indubitavet- fHe todo aquelle que
tive um bom senso (e uo Vaticano de aenso nao
ha peuuru) devero imiasl
tea de provoear, tambera
que hoje nao teem, nma restai
poral, que arrastaria comsi[
cundii/5es econmicas de Ro
Italia.
O jornal inglez commenta cosa rauita sabedo-
ria as paavras do seu correspondente.
> 0 Estado italiano tem sede em Roma e todo
'alian >, ecclesiastico ou leigo, conhece que a idea
de Roma caoital ser at que a Italia fr nm
reiuo.
Muitos annos ha, um escriptor inglez quir
sustentar, n'uma re"ista de thse, que a nnidade
italiana poda alcanzar Be sem Rama ser a capi-
tal. Elle vio a Italia e visitn Cavoar, a quem
ezpos s suas ideas ; e aquelle grande homem de
Estado Ihe supplicou que nao uzease Italia nma
to cruel injuria e nem tratasse de desviar a opi-
niao issjleza de uoa materia to importante.
E Cav Roma aapital que m^ ajade, eu nao poderei com-
I plctar a miiaajtl1 da Italia.
0 rrtiro.vi in luz, porm modificado, e nao
Ihoove saakt.NtgurMntos cantra Roma capital.
Cctto flue todas aa-questoes orgnicas eon-
aarnentas A irctade e 4 sstabilidadc do reino da
'Italia oafiVi an diaaolvidtw ou am bom camina de
Oluv"i As ddfctlduasa actaaas rio gayara :tta-
lasro i'.an hoj > muit > div*r. s e i mu i lo sasaas gra-
ves d'aquellas com as quaes tiveram de com
bter Cavonr e os seus immediatos successores ;
sao somanto dificuldades communs a cada g ver-
no n'esta idade inquieta, democrtica, e anhelante
ao progresso. Mas os homens de Esttdo italia-
uos teera demonstrado que sao di 'nos compatrio-
tas de'Cavoor e de Machiavelli, e s~ a. eir^jfcrUia
do passido pode ser tomada a criterio lo futuro,
nenhum i duvida ha que o porvir da Italia pro-
mettedor quanto aquelle de toda octra naco eu-
ropea.
Lidiare.E.fiectuar-ge-h3o:
Ter^a-feira :
PeZo agente Gitsmao, s 11 horas, na roa do
Mrquez de 01 inda n. 19 de tumo do Para e mo-
vis.
Pelo agente Pestao., s 11 horas, no armazem
do Anaes, de ceblas e sardinhaa.
Pe'o agente Modesto Bap'.ista, ao meio dia, i
ra estreita do Rosario u. 24, de dous cavadas
para carro.
Pelo agente Silveira, ao meio da, ru.i estreita
do Rosario n. 24. de predios.|
Quar'a-feira:
Pelo agente Siloeira, s 10 1(2 horas, 4 ra de
Santa Thereza n 25, do estabeleciraento ahi aito.
Pelo agen'e Pestaa, s 11 horas, no trapiche
da Cimpinhis, de viaasjra e ssrdinhas.
MUiaa Caneare.Serio celebradas :
Amanha :
As 3 horas, no Convento do Carmo, par alma de
Walfrido da Silve-ra Tav,.ra ; 4s8 horas, na igre-
ja di Sauta Cruz, por aUa de D. Mara Joaquina
de Carvalhu Abranches.
Terca-feira :
^A's 7 or s, na matriz da Boa-Vista, por alma
do Baro de Anadia.
Qaarta-feira i
A's 7 horas, aa igreja da Santa Cruz, por aima
de D. R isalina Ptres Pontes ; 4s 7 e nuia horas,
no convento de S. Francisco, por alma de Autanio
di Costa e Silva Maduro.
Casa de Oeteacw Movimento do3 p-e- <
sos do dia 17 de Setembro :
Existam presos 318, entraram 3, sahram 8,
exist ui >13.
A saber :
Nacionaes, 287, mulheree 6, esuvjngeiro3 6, es-
cravos sentenciados 5, procesiado 1, dito de cor-
reccao 9.-Total 313.
Arracoados 274, aendo : bons 263, dientes 11
baal 274.
Movirae to da enfermara :
Tiveram alca :
Jo:.quii Jos de Sant'Anna.
Manoel Rufino de Carvalbo.
liOterla da provaaclaQuarta^feira, 22
do correte, so eztrahr a 2.' parte da 1.a lotera
< m beneficia da Santa Casa de 'Misericordia do
Recite, pelo novo plano approvado.
No consistorio da igreja de Nossa enhora Ha
no duaf vezes an-
do a possibilidsdc,
sco do poder tem-
uma revolucao aas
e de quasi toda a
ConceicJo dos Militares ser teita a extraccao
pelo systema da machina Fich.
Uoterla Extraordiura do Yairau-
ica O 4." e ultimo sorteio das 4. e 5. sanes
desta importante lotera, cujo mai.tr premio de
l5o:00tKX), ser eztrahida brevemente.
ActMtra-se ezpostos vendaos restos'dos hi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
Lotera de Hacela de SOOtOOOftOOO
A 8, partes da l'J lotera, cujo premio
grande de 21/0:0004, pelo novo plano, ser ez
trahida inipn-terivelinente no di* 21 do Setembro,
s 11 horas da manha.
Bilhetes a venda na Casa Feliz da praca da la-
dependeucia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda aa Rada da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Procos resumidos.
Loteraa 2 parte da 1* lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recrf-, pelo novo plano, cajo premio grande
100:000*000, ser extrabid no da 22 do corren-
te, principiando a extraccio aomeio dia.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera do RioA 2a parte da lotera
n .365, do novo plano, do premio *) 100:000^000.
ser extrabid no dia .. de Setembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Prim.'iro de Marco.
Tambem acbam se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Latera da rdrteA 1 parte da 2 0 1o-
terii da cont, cujo premio grande de 1BO:000,
ser eztrahida no dia ... de Setembro.
Os bilhetes aeh rn-se venda na Casa da For-
tuna rua 'rimeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se 4 veuda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Matadoaro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 84 rezes para o consume
do dia 18 de Setembro.
Sendo: 68 rezes pertenceutesa Oliveira Castro,
i C, e 16 a diversos.
Herrado funlripa! de S. 4o-O
movimento deste Mercado uo dia 18 do corrate,
fci o seguinte:
Entraram ;
3 71/2 b na pesando 5,690 'tilos.
94 kilos de peize a 20 res 1SJ800
114 cargas de ftrinha a 209 ris 22*800
40 ditas de fructas di versas a 800 rs. 12000
6 taboleiros a 200 ris 1*200
20 Su.nwHaoOris 4*0:0
Foram occuoados :
231/2 co'nmnas a 600 ris 2410)
26 compartimentos a farinha a
500 ris. 13*000
24 ditos d- comida a 500 ris 12\i0O
771/2 ditos de legume-s-alOO ris 3UU00
16 ditos de suinoa 700 ris 11*20
10 ditos de tressaras a 600 ris 6 SO 10
10 taihos a 2* 20A0OO
3 ditos a H 3*000
A Oliveira Castro & C.: .
54 talhos a 1 res 54*000
2 tainos a 500 ris 1*000-
leve ter sido arrecadada neste dia
a quaotia de
Kendiraento dos das 1 a 17 de Setem-
bro
224*100
3:409*240
3:633*340
Foi arrecadado lquido at hoje
Preces do dia :
Carne verde a 320 e 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 e 8" 0 ris dem.
S :i -o- a 560 e 64) re dem.
rancha de 240 a 320 ris a cuia
Milho de 240 a 320 ris dem.
Feijo de 500 a 640 dem.
Cemitcrlo pul I ira.Obituario do dia 17
do Setembro :
Mara, Pernambuco, 1 mvz, Santo Antonio ; in-
tente.
Mara Joaquina do Sacramento, Pernambuco,
29 annos, viova, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Manoel D. do Nascimeato, Pernambuco, 42 an-
nos, casado, Boa-Vista ; anemia.
Tranquilino F. laa Chagas, Pernambuco, 40 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; hemorrbagia.
Marcelino M. dn Coneeico, Pernambuco, 2o an-
nos, casado, Boa Vista; tubrculos pulmonares.
Luza, Pernambuco, mezas, casada, Boa-Vis-
ta ; convulso.s.
cadver de urna mulber. cujo nome se ignora,
remettido pelo subdelegado de S. Jos.
INDICARES TEIS
Medico
Conni torio ttsedleo-clrarsrlco do lar.
reara de Attatiyde Loba Hoseoio A
rasa da diaria a. a.
O doutor Moscozo d consultas todos os
lias atis, das 7 s 10 horas da manha*
Esto consultorio offerece commodida
3 de^poder cada lente ser ouvido e
ainado, sem ser preseaciado por outro
De meio dia s 3. horas da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no trrelo pra
a do Commorcio, onde funcciona a ms
peccao de sade do porto. Para qualquoi
Testes dous pontos podero ser dirigidos
>s chamados por carta aas iudicadas horas.
O Dr. Arihur Imbfutahy, medico occu
lista, receuteroente chugado, esta cidade,
d coraultas todis os dias, das 8 s 10
teas <* manhS, sendo gratie aos pobres,
no l.o andar do predio n. 8, largo da
Santa Qruz.
Dr. 'Suma Lobo, rasdicoameradore par-
te.,|iQ>m,tle rua doiHaapid n. 20, onde
pode er -procurado qadFqtreT hora do dia
ou da ooite. Consultas: de 1 s 3 horas
da tarde. Espeeialidade : molestias e ope-
racoes dos orgtos genito-nrinarios do ho-
ujern e da mulber.
Dr. Barrtto ftmpaio madou seu consul-
torio do 2. andar da casa n. 45, a rua do
BarSo da Victoria, para o 1. andar, da
casa n. ol, mesma rua, como consta do
seu aaiuocio inserto na seccao compe-
tente. Residencia a rua Seta de Setem-
bro n. 34.
O Dr. JoSo Paulo mudou sua residen-
cia e consultorio para a rua do Baro da
Victoria n. 18, 1. andar.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, rua do Bom-Jesus n. 23,
soorado.
Advocado
O baeharel Benjanim Bandaira, rua do
Imp O Dr. Ilenrique Millet tom o sou es-
rip;oro de advogioia rua do I upsrarlor
n. 22, L* andar.
Tabel lia
O B'ichard Amaro Fonseca de Albuquer-
que, tab.dlio do notus interino nesta capi-
tal, cora, o nica io rospeitavel publi.o qu
abri s<-u es-riptorio no pavimento torreo
do predio n. 4, sito a rua do Coronel Fran-
cisco Jacintho, outr'ora de S. Francisco,
onde, com solicitarle e mxima lealJadc,
est pro opto para desempentiar as fono-
e5es de seu cargo. Reside na freguezia
da Ba-Vista, rua do Coronel Lamenha n.
"50 (outr'ora dos Praz^res) pura onda, fra
das horas do expediente de seu oscriptorio,
ieverao derigir-s'j os chamados, para fac-
tura n Kpprovac de testamentos.
Consultorio ailo>atico do^iasotrlco
Dr. Miguel Themud-j d sOassaaM das
12 s 3 dh tarde em s i consultorio ron
do Baro da Victiria n. 7, 1. aflcUr.
Chamados por esnripto a qualquer hor.i.
Ewpaniatiriii I partos, feores, syphiiis,
inolestias do pulrao o do coraco.
Dr. Lop",t Pessoa -Meico.Resilun
iia a rua e D. P;dro I n. 9, onde pode
sor procurado at s 9 horas da raanh.
Gonsultorio rua do Bom-Jess n. 37 1.
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
asrosajria
francisco Manoel, da Silba & C \S0Of
ios de todas aB especialid.iaes piarmw
ceuticas, tintas, drogas, productos chimic)
medicamentos homoiopatioo3, rua do Mr-
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e djftcina de carapino
ie Francisco dos antos Ma.;edo, caCa do
Capibarie n. 28. N'este grande estaba o
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-se e vene-se madeiras de
todas as qulidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obras
de carapira por machina o por precos cai^
i3omnA*in'>-,a-
Drnzarla
Faria Sbrnho & C, droguistas por at-
tacado, rua do Mrquez de Olinda n. 41.
HiMJCACOES A 'EDIDO
PreTise* da mpm&
Sob esta epigraphe p-ibliiou o Diario
de Pernambuco de 17 do corrente um arti-
go sem assignatura, no qual se trata do
ruubo ltimamente praticado na Thasoura-
ria de Fazen la desta provincia.
O autor, quem quer que seja, chama
defalque a esse crime audacioso, que im-
pressi' nou a populaco desta cidade pelas
cir- umstancias em que foi coinmettide.
Nao lhe quero dar urna ligao de lexico-
loga, mas a miro que se mostr mais p r-
f<:um"nte informado do qu as a torida-
d-8 policiaes crcade tj grave deli.to,
e que a pulida se nao lembrasse ainda de
ind'gar da ins3pefta redaego do Diario
quem s *ja o subido articulista para obrigal-o
a r^p'tirde vfm voz o que com tamanho
desassombro assevera escrevendo j para
coagil-o a firmar com & seu nome a rase-
nha dos factos que conhece, e que parece
haverem-n'o levado convicfo positiva do
que afSr.u*. anouymameute e en letra re-
donda.
E essa medida policial tanto mais ne-
cessaria, quanto as auroriiades encarrega-
das de descobrir os ladr5es, segundo ge-
rilmente se er, nada conseguirn! at
este momento.
A priso do thesoureiro, apezar de ad-
ministrativamente ordenada, nao destre
essa creoca, e antes cadi vez mais pro-
fundamente a radica no animo publico.
Com eff ito, o art. 2 do Dcr. n. 657
i?. 5 de D>-zembro de l849 autorisa a pri-
so dos thesoureiros, recebedores, collec-
tores, almoxarife8, contratadores e rendei
ros qnando forera re r.issos ou omissos em
fazer entradas dos dinheiros a seu cargo
nos prazos que pelas leis e regulamentos
Ihes estioerem marcados. Verificada a pri
sao, diupSe o art. do mesmo Deer., se
marcar aos presos um pruzo razoaoel para
dentro delle effectuarem as entradas dos
ditos dinheiros pblicos a seu cargo e dos
respe ti vos juroej
Ora, alm de que na consta que se
maroasse prazo algum ao Dr. Eduardo,
d-sf-o {seto caracterstico de estar elle in-
communicavel na priso, o que nao per-
mitido por lei alguma em cso ordinario
e conheuido de alcaace por parte de quaes-
quer enoarregados da guarda de dinheiros
pblicos.
De sorte que a propria anormalidade
dessa priso e, sobretudo, o facto loque-
te da incommunicabilidade do thesoureiro,
provam evidentemente que a polica pro-
segi'.e m averiguacoes rigorosas, e que
tanto ella como a administraco do paiz,
mais infelizes que o articulista do Diario,
nao sabem, por emquanto, a quem a ttribuir
o desapparaci ment do dinheiro existente no
cofre da Thesouraria.
Mas, ao menos por agora, nao tenho que
discutir o procedimento de auctoridade al-
guna em rolaco ao facto que indirecta-
mente me interessa.
O mea nm presentemente dizer ao re-
ferido articulista que elle mantio com um
descaramento sem nome, quando escondido
por traz de um diz se toanony.no e covarde
como quem o inventm, declara que recebi
do meu afianzado o valor da fianga que
lhe prestei, mediante hypotbeca especiali-
zada n'uma propriedade minha, que, seja
dito de passagem, foi competentemente
avahada e aoui jastica considerada suf-
ficiente para garantir a importancia da
mesma flanea. "-""*^3M| jH
Se o Dr. Eduardo tivesse podido prati-
eor tal acto, antes de haver entrado no
exercicio do lugar de thesoureiro, para que
lhe seria a minha fianga necessaria ? Bas-
tara que elle depositasso como garanda
da Fazenda a quantia que eu de Ib exigs
se para minha seguraaca. Se o pratuoa
depois de haver entrado e.n exercicio,
como < enenosamente insina o articulista,
como pie oceultar at hoje, e antes repe-
tidas e inesperadas tomaia3 de contas, o
desfalque de quantia to consideravel ?
A iuvencao do articulista de urna inep-
cia iguala sua infamia. Desso misero inven-
to tiveram nato de nao louibrar se os re-
dactores do Tempo, cujos artigos sobre a
nomeagSo do Dr. Eduardo, qual tanto
os molcstou, o articulista est reeditando
com urna solHtule digna de melhor ea:-
prego.
Nao: deeididamsnte o thesmroiro m^u
jjiaagado nao rae deu o valor da fianga
que prestei, no'ra delle exig em tempo al-
gum^seuilhante cousa.
O articulista talvez rw. confun'ia con
alguem de sen mais intimo conheciment).
Esse alguem, pessoa consideravel no
partido conservador, sim : propoz ao Dr.
Eduardo offsMeer Fazenda urna proprie
dade importante como garanta da flanea
xigida do mesmo Dr., coiuianio que esse
lhe adiantasse cim cootos de ris, de qua
dizii precisar para a solugiio de cert)3
compromissos I
Esta mascaao nao se funda n'um si^n-
ples diz se mentiroso e ooVaa ic 'orno o ar-
ticulista : tma verdad-i :-. que o praprio
Dr. Eduardo em tempo au lio, rju i
ser amplament; pTovada, i ; -u priva-
tanto fi)r r ibi-
li'lade moral de escriptoros sem criteri
Bonsaiea
Recite 18 toet n i v.3.
Joao Xavier de Siqueira Bruto.
l*i3as corpas no caso de prisa
^^^ adininstrativa____
A UalaeSo do Recite, na sessli de terei-teira
ultima, l do correte mez, julgm-se con ptenle
p^r: couhecer di- moa petiuslo de habcas-corpiu
que lhe foi dingidaei f*v ir do lo-icharel Edu ir ; i
de Barros Faleao de Ltserda, dflthto iidmiuistra-
tivameote na fortaleza di Bruui, e:n conseiii'.:u lia
do desfalque encontrado n% Tliosouraria iie Fa-
zenda de que elle tli -sourero.
Aquelle Tribunal, s-: bion que nao concedase a
ordem impetrada, nao pro i i i '.uUumoata, por-
que nio pode conheuir da bagaUdade das priso'-s
aduiinirativas, mxime sendo estas determinadas
por autoridad* superior.
O Tribunal, porm. nao sr pronunciou todo pela
mesma manidra : o tlim. Sr. consulbeiro Quntno
de Miranda, seu respoitavel presidente o que tanto
tem de hun.'sto como de llustrado, aoartou se da
opiniodos seas col I'gas ed<-oions,~rou de um modo
jurdico e convincente que a Relacao ora inc >m-
petsDte para tomar eaonecasoto de semedunte
questao.
E Quintino de Miranda nao um retrogrado,
liberal, mas um liberal que nao ueompaaha a
moleeagem d'-sordeira, nem paotuacom os que que-
rcn se cobrir com a bandoira do sen partido para
buscar a impunidade.
Nao, nao retrogrado, porque n'esta materia
elle pensa como o coosslheiro Silveira Martina, e
ningueui poder diser qun este Ilustre senador do
iu.periu seja ubi retrogrado, nem to pouco se po-
der por cm duvida a suas arencas poticas.
O Sr. conselbciro Silveira Martins, quando mi-
nistro da fazen 4a em 1878, dirigi ao procurador
da cor-i, na corte, o seguinte aviso :
Ministerio dos Negocios da Fazvnds.Rio de
Janeiro, em 8 de Agosto de 1878. Iilm. 8
Exm Sr.Elaveudo-se r^conhecido o supremo
tribunal de justica competente para tomar co-
iheciini'nto do recurso de habeos-corpas que o
ez-tbesour^ro das loteras, Saturnino Ferreira
i da Veiga, requereu da pnsao administrativa, ef-
fectuada por ordem deste ministerio; sendo
essa priso, na forma do decreto n. 657 de 5 de
Dezemhro de 1819, acto puramente adiniuistru-
uva e da exclusiva competencia do presidente
do tribunal do thesouro, nao podendo, nos ter
< mos do decreto n. 2548 de 10 de Marco de 1860,
< art. 39, canheeer d'elle quaesquer autoridades
< ou tribunaes judiciarios; e constando que o
mesmo e^-thesoureiro tanta repetir esse recurso
< na prxima sesso: sirva se V- Exc, se o facto
se verificar e aquelle tribunal iusistir ein tomar
d'elle conhecimeuto, levantar o respectivo eon-
rliato, coino o prescrevem o citado decreto n.
. 254S de 10 de Marco de 1869 e o do n. 124 de
5 de Favrero de 1S12. Deus guarde a V*. Exe.
G. Silveira Martins. A' S. Exc. o Sr. coose-
lh-iro procurador da cora, fazenda a soberana
nacional. >
Um ilustrado magistrado nosso, sustentando
tambern a incompetencia do poder judiciano para
tomar conhecimento de um /tabeas-corpas por pri-
so administrativa, fel o usando dos seguiotes ar-
gumentos, contra os quaes nao ha reaposta possi-
vel :
Io A Constituicao Poltica do Imperio, ao
passo que nos 5 8, 9o e 10 do art. 179 resguarda
a liberdade in livid .al de qualquer vexama ou ar-
bitrio por priso antes da culpa formada e a
ampara depois da formaco da culpa, atten-
dendo aecessdade publica e -alvaguarda
de interesseB de nao Dequen* pooderaco, por ex
presss disposieao na 2* e ultima parte do 10 do
citado art. 179, excaptuou os casos pertinentes
disciplina ao exerct, integrid .de da justica, e a
inviolabilidade da fazenda publica, comprenea-
dendo u'llcs a priso administrativa usada e pra-
ticada sem interrupeo t-m observancia de leis an
tiquissimas, cuja disposices foram compaudiadas
no decreto n. 657 de 5 de Dezenibro de 1849 e
mandadas obs-rvar e gasrdar como lei peio art.
36 di le n. 628 de 17 de Setembro do 1851, at
h )i nao revogada.
2 No cdigo criminal art. 310) se acha actu-
almente repro luzid-i a mencionada "xcepco da
tml disposieao do 10 do art. 179 da Coasiitui-
co do Imperio.
3.* A coBstante pratica de julgar, a melhor
interprete das leis, nunca piz em duv-ia a c mpe
tenuia e conseguinte legalidade da priso admi-
nistrativa nos termos e pira os exclusivos effeitoa
declarados no art. 4o do referida decreto, boje le
n. 657 de 5 de Dezembn do 1849.
1 Os detidos por esta especie de priso, ou qoi-
tavam-ss com a fazenda publica para della serena
relaxados, ou persistiam 1 detenfo sem que;
invocassem ou podessem conseguir soltura por
habeas-corpus.
4.0 O art. 18 da lei n. 2033 de 20 de Setembro
de 1871, que veio d*r cansa, seno pretexto, ao
desenvolvimento Jo habeas-corpus em materia es-
traah da competencia do poder judicial, por cer-
to nao extensivo a priso ad ninistrat.va, eonsa-'
grada e salva pela Constituicao,Cdigo Crimi-
nal e leis citadas ; porquanto :
5. E' princi. io fundamental para a intelli-
gencia da leque a disposieao excepcional, salvo
revogacao expressa, persiste em ioreiro vigor,
apezardfe qualquer disposieao que lbe pareca con-
traria em lei destinada a regular materia geral.
Eis porque o citado art. 18 da lei n. 2033 de 20
de Setembro de 1871 expresssamente neluio nos
casos de habeat-corpm, o do recrutamento nao es-
tando os detidos aiada alistados com prsQa no
exercito ou armada; d'onde se segu que os ou-
tros assignalados casos da excepcao feta pela
Constituico e leis citadas, nlo eato incluidos no
favor de habeos corpas pela regra de direito.
Qitod si tamen aliqun depositi nominatim ad
certas catus restritw in Itge invenur concluendum
est, reliquos casus sa non contineri.
6. O art. 4" do dcret-> ( hoje lei ) n. 657 de
5 de Dezembro de 1849 declara meramente admi-
nistrativas as prisoes dos pr-pistos e responsaveis
aa fazenda publica, sem effeitos jurdicos, e nlo
obrigatoria a qualquer procedimento judicial ulte-
rior.. Nestes termos evidente que ao poler
judicial falta a competencia para conhecer da
tas prisoes ; porq ututo :
a) Ao poder judicial, na especie sujeita, nao
foi delegada ou conferida jursdiccao administra-
tiva. Os prepostos e responsaveis da fazenda
publica aato directa e exclus 'ament sujeisos no
que pertsneer preataoao de anas contas, ao tri-
banal do tbesouro e ao ministro da fazenda na
corte e s thesouraria? nasprovincias.
b) Um dos meios para compellr os prepostos a
responsaveis da fazenda prestacao de cootas e a
entrega de dinheiros emquo tenham a priso ad-
ministrativa, nica eflicHZ, promptn e segara sal-
vaguarda dos cofres pblicos, eomo b.-m o reconhe-
ceu a Constituico do Estado, estab decendo a es-
nepeo consignada da disposieao final do precita-
do 10 do seu art. 179.
c; O fim da priso administrativa no caso ver-
tente, como expressamente declara o art 4 do
oaencionado decreto (hoje le) n. 657 de 5 de De-
zembro de 1819, simplesmen'e assecuratono dos
dinheiros pblicos e nao r< pressivo ou criuvnal.
oi de tal priso, qne persiste (art. 4" do referi-
do decreto de 1879, h-.je Id), emquanto nao .fe-
ta a entrega ou restituicao dos dinheiros puilicos,
so podesse recorrer para o poder judicial por ha-
beas-corpus, seria preciso admittir tambem, o que
a le obsta, a eompetoncia do juiz do habeos cor-
pus para conhecer da legalidade deum acto exclu-
sivamente pertenecnte jursdiccao administrati-
va, exign-io esclarecimentop, intormaces e docu-
mentas da autoridade que ord-nra a priso, ain-
da que, como no caso presente, fosse essa autori-
dade ministro da fazenda, presidente do Tribunal
do Tbesouro Nacional;
d) Ainda pela ordem hierarchica, na especie
sujetta, caree- de competencia o T.ibunal da Re-
iacao ; nao s porque as graduaco 's hierarchicas
nicamente te estiman) dentro da esphera da ju-
risdicfo do poder a que pertencem e por ella se
fixain as competencisae aleadas, mas tambem por-
que na claseific'ico geral nao se pode reputar a
ordem emanada do ministro da fazenda, no effee-
tivo exercicio de attribuic.to confrida por Isi ex-
pressa, ci mo de urna autoridade inferior ao Tri-
bunal da R -laeo, o qual per certo nao tem sobre
0 ministro da fazenda a sop'ri Tdade exigida na
(i tal disposieao do art. 18 da 1 i n. 2,033 de 29
ote tSsterabro le 1S71, nico invocado fundi:ncnto
nqMee baaeou a bWlaeao para arrogir 82 a
i i, ojos nao tem de tnn.-.r conhecimento
d; 11 :-i petcao d- habeos corpui, tratando-se ds
urna priso adiainiatBMHta.
t) S o p> -i Henil fsssa eBarpetmta para eon-
beeor deita especie du prisSas p>r habeos corpus,
r-aE'hra, no ra, u lefuiate : a per 1 as oratorio, e,
.1 irt ito, o fim da Misa 1 ad oiaiaa- itiva, o esean-
i-do do confl cto real entre dou lo estado,
:urtu:iando i:;n o acto do outi-.. e naasado o prepoe-
1 pblicos couserval-
: *i, gaaal-o*, dissfpal-os cat faglr com
ellos.
Si a inte l.p'ncia dada ao art. 18 di lei n. 2033
iel 1 Tribu irevaleeer cou-
1 i-a as a-spi-'rV-s di '...' astitoi(i i lea citadas,
contnt a pcatiea secular, somente alterada jjor o" -
basiao da priso do ex-thesoureiro das loteras ge-
raes, Saturnino Ferreira di Veiga, o uso prever um
futuro poueo iisonireivo necessaria ordem, disci-
plina e regularidade na fisealisaco, ee^uranca a
suprem direec-i do principal ramo do estado.
Eis urnas consideiaeSes chaiat de omito crite-
rio e bom senso : tambem nao se pode dizer mais
uem melhor sobre aquesta) do dia, por isso termi-
ramos iqui este artigo, que j vai longo.
Um advogado.
Prevtn&e* da Imprema
O 8B. EOAlDO DE BARROS
Apesar da rectideac-to qui hoatem fizrmos rela-
tivamente noticia que haviamos dado no dia an-
terior de boatos que correram de desfalque verifi-
cado na thesouraria de fazenda, somos obritrados
a voltar ao assumpto, provocados por um artigo
hontem publicado n Jornal do Recife pelo Sr.
Eduardo d9 Barros, e que parece ter sido por elle
escripto depois de jantar ou ao sabir de algum
prostbulo, o que nao teria o direito de estranhar
quem conhece o actual thesoureiro da thesouraria
de fazenda.
Temos sido tantas vezes ameicados pilos dentes
de caes afanados de raiva, que nao estrauhamos
hoje a nesassidade de raais urna vez nos servirmos
do taco de nossas botas.
Temos ji juizo to feito a respeito de certas
pstulas, qua, jor urna condemoarrel condescen-
dencia, audam mettdas e sao suppirtadas no meio
de nossa socieiaie seria, qu n> estranhaaios
que o tempo, que tudo modifica, nao as tenha mo-
dificado porque j sao cbronlcas e sem rem idia
possivel.
Quando, por nossa uif-.dicidade, urna das taes se
nos pe por diante, em nosso caminho, s com a
saliva de que se noa enohe a bocea, tra luziaios as
demoof tragues de nossa nausea repugnancia.
Enjoados, pois, nao temos nenhum desejo neai
disposici para discutir com o arreeiro que hontem
aggredio-nos pelo Jornal do Reolfe, eatretanto,
antea de voltar ao assumpto especial dos boatos
de que demos noticia, e da rectuicaco que fiz-.-
mos, nao podemos deixar de dizer ao Sr. Eduardo
da Barros qae :
Averttnreiros polticos, pescadores de aguas tur-
vas e gaiatos da praca publica,sao os asp-aula-
dores que sabem se agachar diante da todos os
partidos para viver bem em t-tdas as situaces a
man ter empregis.
Sao os devi'ssos que, arrastados por nstinctos
libidinosos, figuram sem brio e s :m pejo as sa-
turnaes em une se convertera certo < presepes.
Qae probidade nao quer dizer srnente nao ter
sido apanbado, como qualquer gat.in \ om o turto
ou roubo na mi, mas a posse I quaiidades
que recomraen iara o homem na socie 1. iyja lbe
constitiiem nma reputaco honesta e limpa, come
nlo teem certos devassos de nosso conhecimento,
que assustam u:na familia, qnaudo panstram cm
seu seio e escaudalisam urna sal, quando nella
apparecem.
Q-ie as trancas com que reforcou a thesouraria
de fazenda ho de servir, se servirem, para garan-
tir os dinheiros piblicos contra 03 pstoteiros com
quem convive,contra algum devasso, que senda
capaz at de asscciar-secom o oroorio lho as
scenas da mais repugnante pro;faco, nao dufi-
dar assoeiar-se tan bem fortuna do esta io.
Entretanto o Sr Eduardo de Barros, com urna
indignacao ridicula, porque parte de si, e com as
DaSas cheias de p lUvradas aprendidas nos alcor-
ces, cuspio-nos injurias, porque demos noticias de
una boatos que correram de desfalque de dinaeiros
pblicos, e que se dizia verificado nos cofres con-
fiados sua gerencia e gaaria.
Nao temos interesse em comprometer a repu-
taco alheia, j o diseemos hontem, fazendo ama
rectificaelo, am que entrou, hoje nos aecusamoa,
mais condescendencia do qae verdide.
O Sr. Eduardo de Barros efFectivamente deu
cantella ou recibo de d-nheiro que lhe foi entregue
sera contar. r
Temos motivos para nao disentir j esse neg-,
oi-i, mas fal-o-hemos opportuuaiH ute, si forisos
provocados, citando testemanhos que nao podem
ser recusad >s pelo Sr. ihesoureuo da Thesouraria
ae Fazeuda.
Cumprio, sonbe cumprir o seu dever o Sr.
Eduardo de Barros, recbenlo sem contar avul-
tada somma de dinheicos pblicos, com risco eoti-
neute da fortuna do Estado ? ^^
E' quem assim procede que vem blasonar de em-
pregado zeloso e irreprehensivef?
Quanto s basofias de flaneas offerecidas a torta
e a direito, o Sr. Eduardo de Barros mesmo,
quem se incumbo de tirar-lhes .lo o raerecimento,
quando a (firma que com ellas oa ofertantes queran
especular com os dinheiros do Estado e fazer pres-
so sobre sua altivez o independencia.
Nao nossa a culpa, sao provavelmente conse-
qaencias dos bons crditos do Sr. Eduardo de Bar-
ros, eases oflerecimentos que se arrojavam a pla-
nejar arranjos casta do aeu carcter.
Quanto a censuras feitas por ter o Sr. Eduardo
de Barros entrado em exercicio do cargo de the-
soureiro da Thesoararia de Fazenda sem haver
especialiaado a flanea, nao ho defesa possivel para
o cto escandalosamente partidario do Sr. Dantas,
a nos as mantemos.
Houvesse mais escrpulo, mais cuidado e raais
interesse pelos dinheiros pblicos e nao estara
\
r
JL
luMitL
^k
irTilBaiirT 1 1i



Diario de PenMHhui'
hoie o Sr. Eduardo de Rarros aiiaugado para ama i
resp-insabiliaade avahad n 80:000*000 por urna
propriedadp, que, tendo sido ha empo, quando
guas trra eatavam i nos gasta e cansadas, e
suas obrna em i oin estado, avadada cm 45:000,
boje dev ter muito menoe valor porque d'.Ua se
tiraratn dcpoia trras para outro eugoiiho.
Si o goveroo geral cuidaste seriamente nesses
sasomptos, tu! Sanea ni se teria r-asado, e ape-
lar de j prestad*, nao eussaremo de deuunciar
o escndalo a queso oomm-tir ramediai-o.
Cumprireuoi ass>m o momo dever-, uumpra cada
um b-u.
(Da Tempo da 4 de Julho de 1885)
(Contina).
Ao publico
Ferido, em miuba reputarn por espiritas mor-
dazes, nao me era piseiveJ demorar por mais
tempo a meu con.parecimento perante o publico,
i.fiui de que o pcssnm. corrosiva veneno da male-
dicencia se nuliifiq'e e p asa o ir.eu neme ser man
tido no grao de diguidade, eui que at h je mr
:euh<> podido conservar, :.pi-*r das m .clin.: coca
contra mim levantadas por aieus gratruitos adver-
sarios.
O facto de ter-me sido dada exoneraajM do mo
de ato emprego, que eu occupava, na casa coinmer-
cial do Sr. Antonio da Sdva Loyo, na praca de
Goynuna, ficana na verda.ie de prorrpto entregue,
ao perfeito raqnecim. uto ; por que alm da s~r-
preza que a mdn pr. prio eau-ou este aoonteei-
mento, s<-m que p.-rt =se de mim a maia eve pro-
vocaco que 0 determiuasse, como ibaixo provan-i,
nenbuma outra importancia tiuha para que viesse
a loa da giaude publicidade.
Portento o que teuho em vista simplesmente
rar ao publico rcspeita\el que me couhece
aqni < no-lugar de meu berco, onde reside grande
parte de micha familia que: nao commetti falta
alguma que desabon asa a m>u crdito e sempre
fui solicito, no cumpniu'iit) de m.us devt-res.
O que t.iih.. cm vista facilitar aos investiga-
dorea da rep.itaco a b a a que me julgucm pelas
provas e me facain jastico.
Documento
Goyanna, 6 de Setru:bru de 1886.
Illro. Sr. Antonio da Siiva Luyo.Tendo sido
exonerado do lugar que ocenpata no escriptono
coamereial de V. S., \ei.bo pedir a V. S. o obse-
quio de (teclaa M pe. dest quid o motivo de mi-
nha exonoracao ; se tai olla per taita por mim com-
mettida, no cuuiprimento de mous deveres, irre-
gulsridade de conducta ou desfalque.
A b m de mir.ba re; utaciu preciso deesa de
claraco, c espero que V S. nao se ni gara a pres
tar-mi- csse obs.quio, permittiudo qnc faca da res-
posta o uso oue me uv r.
Sou com estima de V. 8 afrento venerador c
criado obrigado.Pedro Celestino de Helia Lit>s.
Ii!m. Sr. Pedro Cetestir.o de Mello LinaEm

E's urna esseoci divina
Q,ie Dt-us extrahi i d. ario,
Urna eattella jequenina
^}ue do cc 4 trra veio.
TVna Unta gr-.ga, e poezia,
T*oto arf tanta caudura
Teu* labios tanta harm .na,
Teu olhar, tanta ternura.
Tea rosto tanta belle,
Tanta eloqueouia e primor,
Parece que a uatoreza,
Te fez nu-sino para o amor.
Tua voz, pasma de g T m graca, tea todo cmfin,
Nao falles, anj i formoso
Q.;e pjJes matar me a mim.
Tua easencia me embriaga
Ti u sorriso provoca mor,
Tua candara me esmaga
U .mo a I riza, esmaga a flor.
Setembro de 1886.
A. A. V. L-
AttenQo
abaixo Resignado, previne ao Dr. pro-
motor publico e maia autoridades, que ae
tom procurado qualinYar fleitorea liberaes,
com recibos falsos de suaB casas ns. b, 7
c ), silas.das no Arraial dos Coqueiros,
fregutzia do Poo da Panella.
Rciife, 16 de Setembro de 1886.
Joaquim Jos de Sant''AnnaCosta.
A raii.ha de todas as eu.s para o lunador
a Atina Florida de Barry.iodeliciosamen-
te exquisita, de fragrancia to suave e aromtica e
todava tao refrescante e fortalecente que reanima
o ctrpo debilitfdo e Cimuiunica vig ao espirito sobrecarregado e enfraquecido. E' u
umea agua fl >ial propria para usar se nu banho e
no toucador ; tudas as outras >&< passam de iracas
imifacoi-B diste grande perfume. A Agua Flo-
rida de Bwrry tao superior a toaas os outros
artigos sob o nome de FK.rida jamis ofierecidos
venda, que urna vex corhecida vence e extir-
para sempre a todos os outros. Leitor, deixe-se
cunvencei, experimente-a E' s o que pedimos.
Agua Florida de Hurray Lanman
194
Qii<= os Poetas emborn fallem dosare oaori
algurna que des ne o em eredittemprefoi
solicito no cumprim. vcr.s, podendo
poif fazer o uto a'esta minba nspotU bbo Uw
convitr.
Suoscriv -m-' ei m patio de V. S, attento ve-
nerador triada Atemo da Silva Loyo.
Setembro71886.
Fi'liclia<;o
S< ndo o dia 26 de Agosta o anniv rsarin nata-
licio d- S. Exc. v Sr. Mselbara Freitas Henri-
ques, del:b rnram a i fliei lidade do corpo de po-
lica e ts mpregad' b da tecr't>.ria; oarem-Ihe
publico teeimui.bo da a la consideracao que vo-
tam A n* pessja e du re.'peno e v^ueravo que
tributnm a sua adm-'uiairaco, prcluudamente cn-
teriosa e b in'i.a.
ranjatt pn duziram ou deiramaram incens e per-
fume maie refrigerante e deleita vel, do que aquello
delicioso e delicado aroma que ixhala e dimana
d Ha hdmiravel esse c;a, coihida dos campos vir-
gin.es de Floia. A Mirospbera. a qual rouha e
diveste a fragrancia a quasi tdas as mais aguas
cheirosns, paiece pro.luzir bi ni pouco tfeito sobie
a exquisita raiidade d'esle aroma, o qual peitenee
por txcflleuda ista preparar" sublime e refri-
gerante.
Eil* enceira i m si por assim dizer. o condensado
respiro e vida di.s flores as mais exquisitas e odu-
riterus to reino veg>tal, e sua fragrancia paree-'
imxbaumel, inogotavel, mesiro oepois de ter sido
rxposta urna pr tongada evap. racao u diffuso
Neate re*pciteHa te assimdha original Agua
da Colknia de Faria, e e preferida por toda Ame-
E, nebte nitrito, se prefcnti u perante S. Exc i rit.B d(1 S(], I)[B ^Ilti||,aSi ao balante o valor e
depoi= do : p< diente, i D rporada, a seereti.na. e cug,0 ^rado daquelle c utro pe fume.
pero orgo Sr. Kib. -ro d Sv.i. actual ene'-- CoMO GABASTIA coutra as ale.firacoes, obserce-
detia repartic aigaifieea a 8. Exc. o apreso que ten. sua peaaoa e z vaM para que o solqui e8,B11.pac|0g eui le tras trantpaniiti s lio pane! do
lbe illumii ou 0 b'rco pr multes anuos aiuda |VrlljLl| qUe serVe de tnvolturio cada garr.
aquica DBM existeneia tao til tua respeitavel ; Aeha-se vmda em todas as boticas e lujas de
familia, como votMia ao wrviee do estado, rmcujo perfulDltrllll,,
pro\eito nanaa nejrateoo aacrtfeio. A_ente >m Pernambuco, Henry Forster & C,
E ccneluio, .ff-retenoo-ih. um louquet de fl rea
naturaes, atado crm-unia fi'a laiga de gorgorao,
contend m lettras de ouro txpressiva dedica
toria.
8. Exc. iteiranif i te M rprrndido com esta ma-
nifestaco, ainda mal* pi rque nao suspeitava que
data tao grate, si.a ii milla fotse aqu conbecida,
ra do Commercio n. 9.
Carinado
Habitantes de Pemaiubuco !
A'e> portas do vosso p'edoso corar;ao bate
signiflcou a gratula m que esteva para com os j 0 pv-,ocador pedinrto vos uma es.no-
emnieeadcs da scntaiiatm razao da lealdaile .6 [f i i* i
co^qle serv.m ao teu governo e do auxilio im- la para amparo de n..l e tanta- orpliasitibaa
portante que lbe pre.tam.
Emquanto porem n tp ndia aos bons e leaes em-
pregaflos de sua a-entaaaa, femava em frente do tarijem para ula |T08pita<-8, pr-faZ-ndo
- fazia um passeio r -,_.* ;-4 i
vinte casas do candarte, instituidas pelo
desvalidas, abrgalas em 18 recolhimentce
nesta e em ma8 tres provincias do Norte
palacio o co-po de polica, que tazia
militar, submr'o cici o ii e.-mo intuito a officiali
dade, que pelo orf:S" de seu c mmanaante lbe
spresentou um tinelo bovquet, com urna rica dedi-
catoria em lettras de our j gravadas em larga fita
de soda
4|uatro iliii.ttres mealicos braal
leiros resaienes na Impor-
tiatj cldade de Pelotas
Dr. Miguel Rodrigue Baretllo, vioe
presidente 6a provin ia, me.dicr. da Santa
Csa de Vfisori oniia, condeeorado pelos
governos da Aileuiaalia, de Portugal e da
Italia.
Dr. Vicente Cypriano da Maia, medico
da Cmara Muui ip .1, commissario vacei-
nador da mesma, uapitaj eirurgiao-mr do
commndo superior da guarda nacin >! do
munieipii, delegado da aa-ie pubiioa, ete,
Dr. Serafim i os Eodrigtus de Araujj,
c-x-ii.eiico da Cmara Municipal, ex-
gado da sau'de qubliea, cavalleiro da im-
perial ordena da Rosa, ete.
Dr. Octaclio Artidea Cmara, medico
bomeopatba, cirurgio honorario da .ima-
da nacionol, tte.
Attesto que o xaropo Peitora de
Cambar, preparado pelo Sr Jas Alvares
Soasa S ares, estabelecido nesta cida^
de, goza de propriedudes emolientes e fa-
cilita a despectoracSo, e o considero como
um excellents meio para alliviar e curar a
tosse quando convenientemonte pres-
orpto.
O referido verdade e o affirmo sob f
de meu grao.
Pelotas, 21 de Fevereiro de 1884.- Dr.
Miguel Rodrigues Barcellos.
Attesto que o Peiloral de Cambar
do Sr. Jos Alvares de Souza ttoares, pre-
parado de uma arvorc aromatice deuomi-
nada CAMBARA' que vegeta na Serra
dos Tapes, desta provincia, um excel
lente balsmico e expectorante, e como tal
o tenho expregado sempre eoai bom resul-
tado nos affoccSes pulmonares.
O o referido verdade e o juro sob a f
de meu gto.
Pelotas, 28 de Feven iro de 1884.
Dr. Vicente Cyprirno da Maia.
Att-Bto que o Peitoral de Cambar,
preparado pe- Sr. Jos Alvares de Souza
So re?, um expeliente medicamento era-
progado com muito bons resultados n s
molestias broDcho pulmonares.
E por ser verdade passei o presente que
assigoo em f de meu grao.
Pelotas, 38 de Fevereiro de 18S4.
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Araujo.
Attesto que o Peilorul de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soscos, tero uma p.cc&o especial sobre a
mu isa das vias respiratorias, curando ou
limando mu tas molestias tiestas mesmas
vias, o que prova cabalmente a sua crescen-
t procura e aceitadlo, que ainda nao teve
producto algum tffi inal nesta provincia.
O referido verdade, o que affirmo em
f do racu grao.
Pdotaa, 98 de Fevereiro de 1884.- Dr
Octaclio A Cmara.
nicos agentes e dep sitos geraes em
Pernambuco
u'RANCISCu MANOLL DA SILUA & C.
Ra Mrquez de Ollnda n. 23
*7*
0 Cijurubeba na armada brasileira
Copia Illm. e Exm. Sr. cooselh. iro ministro
a seentarie de oaeaoio da murini-.Antonio
Perer da Cuuba e Firmino Candido d Figuei.e-
do veem requerer a V. Exc. qu dign mandar
dar por oirtidao os termoa do aviso pelo qoal V.
Exc. autoria.m ao Exin. eoutelbeiru cirurgo-mr
da armada a mandar inscrever o quaro dos ex-
traordinarios o preparado de eua coafceeo, den -
minado-Cajurantba,bem como os termos da
infoim.vao dada pelo remo Exui. oirurgir.T-mr,
que arado faverav ie na ^mcuta pn*
que V. Exc. expedase tal eataamaj
Os tupplicautes eqieram defer jientu. E. E.
Mc.
Kio de Janeiro, 28 o de 1885.
(Asignados, iaatiiieaaila urna eaiampilh-i de.
400 ris )Antonio I'ere;r.i da Canha. Firmiuo
Candid-i ce Figueiredo.
Passe-se. 301085. (Ass'.gnado).Alfredo
Chaves.
2* aeefao.-Ootubro 29 de ISt. Em cumprim
uieuto ao despacho supra, certifico que o aviso n.
4;52>, ie 9 de Outubro de 1885, que autorisou o
8r. conu-lhuiro cirurgiao-mr a incluir como ex-
traordinario no foriLulaiij iiu boapila! de marinba
o medieamento denomiuivduCaj irubeba, do
tbeor seguale :
De accordo com a iufoimagao por V. Exc. pres-
tada, em officio n. 200, de 6 do crreme taei, tuto
riso-o a incluir, como extraordinario, no formulario
do hospital de marinh e enfermaras, o medica-
mento denominadoQkjurabuba prepara de pnr
Antonio Pereira da Cunba e Firminc Candido de
i iueiredo.
(Asbignado). Alfredo Rjdrigucs Fernandes
Chaves.
tiendo a informado prestada pelo Sr. conse-
lheiro cirurgio-mr a eeguinte:
Tenho a honra de passar as mos de V. Exc. o
requerimento de Artonio Pereira da Cuuba e Fir-
miuo Candido de Figueirado, fabricantes do pre
parado denominadoCajuruoi ba, que p.-d. m
ser incluido no formulario do hospital e interina-
ra de marinba.
Informando, comj cumpre-me, tenho a ponderar
a V. Exc. que nao ha duvida alguma em ser in-
cluido este medicamento no formulario, como ex-
traordinario, a exeirplo do oue se eoncelcu por
iviso ao pbi.rmaceutico Eugenio Marques de Hol-
le.nda, em pedido idntico, s.)bre outros medica-
mentos. Este prepxrar.t('ijurubeba tem prj-
d izido excel!' ntes resultados no hospital e na cl-
nica civil e luje medicamento aceito por todos n
cura de diversas modalidades mrbidas.
Secretaria do Cor; o de Sande da Armada, 6 de
Ootubro de 1885Illm. e Exm. Sr. eoueelbeiro
Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves, ministro e
secretario ae estado dos negocias damaiiuha.
(Assignado).Dt. Carlos Frederico dos Santos
Xavier e Azevcdo, cirurgiao-mr da armada.
Est conforme. Secretaria d> Corpo de Saude
de Aunada, iji de Novernbro de 1885. (Assignadn,
inutilizando uma estampiiba de'2000.)Antonio
de Alba Crrela de Carvalho, secretario.
Una easlennldatle (aaiadu par
oatVar!
Equivoco dos lacultat
O fallecimento de algum amiga ou p-
rente a quem amamos teruamente sem-
pre urna-desgrana l.unentavel : mas a oa-
lmidadr verJadeiraraente terrivel qu.-un-
do os fajt.'S nos nutnifcsU:u que a pobre
victima suocumbio por so ter empregado!
um fy^tema de tr.ttumi nto que no,
apropriado para a sua doe::ya. Comtudo,
casos ba em que o erro dos mdicos se
descobre antea te desupparecer a ultima
eapTaoc, e oestes oaaos, algumas vezes
ae- t.-uuBwgue salvar s vida do doente.
Para ejBBplo do que deixamos dito, va
nos referir certos fados que estabelecem a
ade da nossa affirma^ao.
Ha cerca de dous annos, urna das se-
oras mais bellas de New-York, abando-
nada peles facultativos em um caso deses-
o de tisiea (pois era este o nome que
os medico davam molestia) julgava-se
condetnnada a morrer. Os pais da doente
resolveram leval a a Pars, esperanzados
em que, na capital de Franca, a Faculda-
de desoobriria algum remedio contra o mi.l
que a.ue g;kva a vi ia da joven senhora.
Esta esp ranea nao se realisou, mas feliz-
mente em Paris os amigos da moribunda
ouviram fallar de um novo systoma de tra-
tamento adoptado primitivamentj pelos
Shi.kres do Monte Lobanon, no Estado
de New-York e empregado depois par ou-
tras pessoas com um xito extraordinario
em muios casos de Dispepsia. Aos pas
da inc'iz pareeeu qne era paseivel que a
doenya que j.tfligia sua tlha poderia talvez
denominar se Dispepsia ou Indigestao, e
nao a Tisr.a que tanto temiain, o abriga-
; Dr. Fer-aces Barros
Met ico
Consultorio ra do Bom Jesaa n. 30,
CoMultas ras.
rfatdnocia
Telepboae n. 450
sempre chorado padre mestre Dr. Jos An-
tonio d< Maria Ibiapina.
Quantas serras, quantos sertoes, quan-
"Se mostrou-se muito penborado, aindamis tos br*- jos, agrestes e maltas atravessou
elle, para arrebanhar aquellas mil e tantas
orpbasiniias Quintas ta igas, tribulazS'-s,
contrariedades e sacrificios, para livral-as
das amarguras da miseria, e do abysmo da
prostituiyo I
Affirmo a todos vos que ellas sofr^m
muito, e mais soffrerao ainda, se nao me
attenderdes. E' por isso que vos importu-
no, pe.'iiido-vos urna esuuda pelo amor de
Deus e de Maria Santissima, para que se
mantenha tao til e caridosa instituido.
Lembrai vos, ebristos, que a esmola
apaga o peccado e faz encontrar misericor-
dia na preaeircB de Deus I
Os donativos dirigidos aos eseriptorios
do Diario,de Pernambuco e Jornal do Reci-
Je, casa commercial dos Srs. Braga, Go-
mes & (-., ra do Mrquez de Olinda n.
50, aoRvm. Sr. padre Augusto, vigario
da Boa-Vista, e eiu Olinda ao Rvrn. Sr.
cenego Dr. Maia, serlo recompensadas por
D.as e Maria Santissima.
Recife, lo de Setembro de 1886.
lrm&o Ignacio.
porque em urna e ou ira corjcrigao predemina o
espirito conservador, que e memo < m qne se
tem inspirado em toda a sua vida publica.
O corpo de poiic tez garbo da sua confianca
cm S. Exc. e pra?a d apn cu >m que tinhal sua
mdminiatracao, em maSo prmcipalminte do per-
fume de moralj^ade que a envolva.
S. Exe. mostrou-" grai,demente commovido
cum taes dtmonstracoe de a privo soa adminii-
traco e senta se ielia em dar por na vez pub.ico
tesiemunho da franca e leal vooperacio que tmha
encontrado em ditinctos auxiliares.
As duas corporaves ae fiziram acompanba de
mna banda de mutica, que mais realce imprimi
aquella festa, verdadeirammfc-do corn^io, e qne
muito c n.uito penhorou a '. Exc.
O Diario e Helem abe aquilatar o valor to-
tas mau'festav-s, e-ngraiula se cum 8. Exc.
pela espontaie idade dele apr-vo e vnelle O pn-
meiro testemunho da opiuio em favor de sua ad-
ministraeSo.
(Dicrio de Belim)
'
Honra ao mrito
O abaixo sssignado, estando ha tr*8 me-
zes, quasi que con pletamente inutilisado,
aofirendo dies hoiriveis, tolhido de sens
movimentos, ein razao de uma t hemorra-
gia cerebral e iMnipbgia consecutiva e
vendo asssim irr. mifesivelra-nte perdida
sua existencia, eicontrou no Rlm. Sr. Dr.
Barr38 Carneo au s mu verdadeiro
apost lo da scien-ia, que p ofewa, como
mm verdadeiro e esforyos, t lento e aben-ga<;ao, deve o ter
scapad de su'-eumbir.
Fallecendo-lhe unos os m-i s para que
ssa condignam nte manifestar a S. S.
sua eterna gratidao de piofundo reconhe
cimento, veiu do alt<> da imp ^naa, fazer
essa manifestaba de seua a^ntinentoa, pe
dindo esculpas ao Illm. Sr. Dr. Barn s
Carneiro, se asaun off.-n le a sua reconlie
oid" modestia.
Recife, 18 d Setembro ** 1886.
Marcelino Santiago V. Leitdo Albuquerque.
Agratl 'cimento
Priseiano de H .rr a Ai-iy Lins, p.ir si
n s'us ternes tiln s, J amia i B. A. Lina.
Gertrudes de B. \- Lina, Sebattiio de B.
A Lins e Anna de A. Lint, agradeeem
aos aeus amigos o n oso obaetjuio, qu-
M^ignaram prest-r acompanliando o es-
d ver de aua re pre |embr-da esposa e
i Rosa de Barma Aci-ly Lins, sua
ul'ira^ morada.
Conf ssando-se per ef sa forra recanhe
cidoa, penborain a todos sua gratidao.
N. 6. Em eaa-ia de tisiea no primeiro e
segundo grao o p'xicr curativo da Emulsao
de Ocott surpreli-ndenf.
As suas propried-des sanativas e fortifi-
cantes e as suas virtudes balsmicas e cal
mantas fazem-se sentir iinmediatamente ao
principiar a tomar o remedio.

ftocledade Auxiliadoia da Agri
cultura de fernambuco
Sessao solemne do dia 2ti de Sttrmbro
D* ordem do Illm. Sr. gerente, fac.j
publico p> lo presente. qu<> a sesso annual,
ptescripta pelos estatu'os desta sociedade,
ter lugar '-ete. auno fra ra sua sede, em
lugar designado tres lias antee; que pira
esta sesso desde j sao onviiiados tolos
os socios i ff-ctivos, b-ncmeritos e honor
rios, incluidos uestes os Exms. Srs. depu-
ta ms ge raes e provirjeiaes, presidentes iia
CMBaraa e metiibros das directoras das As-
soriaij^es Cominer es ; que ah nao ae
addinitiirSo d-liberavocs, mas nicamente
oiscusr5o8 sobre os assumptos cono men-
tes a<> nlatorio do mesmo 8r. gerente, que
deve oceupar se laeoni-ament com as ma-
teri is mais altiueutcs agricultura da pro-
vincia.
Reife, 16 de S'-tembro de 18S6.
O secretario g- ral,
Htnrique Augusto MiUt.
Cliniea
H
Partos, nolesltas de senhoras e
de criaava
Dr. J ao aul medico aggregado do
({lpit.il Pedro II, desta ciilade, com pra
tica e studos eepe iaes "as prin ;ipa>8 ina
teruidades e hospitaes de mulher- s e de
naneas de Pars e de Vicua d'Auatria,
I z tudas aa op ruigicas conceracutea 's anas eapeciali-
laies.
R idericia e consultorio ra da Bario
d Victoria a. 18, i. anda.
Telebbonc n. 467.
Huslca
Declaro que tendo comprado a proprie-
dade das musitas, missas : Dogma da Im-
mamlada ConceicSo, Livramento o Natal;
misses nmeros 2 e 3 ; solo o Quitollis,
dito do Qui s des e Quoniam ; Ave Maria,
Te-euns : t>pirito-5anto, e N. S. da
Vi itoria ; noverj-rios menores i, 2 e 3;
la.i:.ii has do S S. Ohristo e nmeros 1, 2
e 3 ; bymno d i Santa Thcr za; Salves
Kegiuas nmeros 1 e 2 ; V. S. Espirito e
Librame, pertencentes Francis-o Liba-
nio Colas, como se ? da declara^So que
abaixo traoscrevo, ussignadn pela viuva do
mesmo maestro ; r.inguem poder execu-
tar nenhuma das ditas mus-cas, sem pi-
via Baan$s roinha.
Recife, 10 d etembeo de 1886.
Lydio P. Santiago de Oliveira
"^ nuslca
Declaro que traspassei o direito que ti
nha s musn as, missas : Drjgmsada Imma-
culada Concei^So, Livramento, Natal;
missas nmeros 2 e 3; solos. Quitolles,
Quisedes e Quoniam ; Ave Maiia ; Te-
Deuns : ESspito-banta e N. henhora da
Victoria ; novenarios nmeros 1, 2, e 3 :
ladanbias : do Senhor Santo Christo, e n-
meros 1, 2 e 3 ; hymno de Santa Thereza,
Calves Reginas nmeros 1 e 2 ; V, S.
Espirito e Librame, de propriedade de
meu fallecido marido. Francisco Libanio
oles, ao Sr. Lydio Purpurario Santiago
de Oliveira, que podera exclusivamente
usar dos mesmos direitos como lhe pare-
cer,
Recife, 9 de Setembro de 1886.
_ Rufina de Oliveira Colas.
Hospital Portuguez de Bene-
cencia
31. anoiversarlo
FESTA DOCAJUEIRO
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez de B'ret encia, confiando nos ge
neroaos senlimentos de caridade, que ani-
man! a colonia portugueza tiesta cidade, e
muito mais na inmensa synpailiia, que
merece a to-ia sua popnlaclo o estabele,
cimento que dirige, ten a honra de con i
dar todos 'S Seus concidada s e todos os
hi-biiaatt-a do Ree.fe abrilhantarem com
a uh preseiica a testa lomiuemorativa do
il anniversario da abertura do Hospital,
que ter lg->r no sitio do C*jueiro no oa
1J do cutiente.
A festa uoiistar, como de tradioc&<>,
de urna missa c. n ada na -apella do d to
Hospitil, polaa 10 horas la manha, .
d..ii.lia s 7 lior.s da t rde, expsito estab- le' imenio desda as 3 hora da tarde
em diante, leilao e basar de prendas.
Dus muaicaa marcias exeuUrio as
laelhor s pecas de feos r-p'rtonos u aa
aapJendi a illumiriav" abrilb-ntar todo o
sitio do C jo-irn.
A junta adii.ii.i-trativa espera linda um
v.z que o favor publico prot-gi os po-
bres desvalido* a que diatrioue Boci-orroa
e qne lbe n o (altar a pr teean f ayiBp*-
rbi de todos os c .r..<5 -8 b m formados .pie
tanto e Unto le .. protegido o eslabel i-
..eato; .re qu- resta dos pobres nao f I
tara >. anin av> de lodoa aqueliea qu
tm. pl..s -lona agracaa da hu'.a.ii
..Ijr.iioacous- mais do que urna aater
paisa .
.Se.rt.iria do H.spit-1 Portogu
B ucti ilicl 1(
bro Je 1886.
Feliciano de Aztvtdo Oornet,
l.' acere torio.
S' ten
Cajumbba
Este eBc8z e inoffensivo preparado, que
nao contm mer< urio nem arsnico e ape-
nas un-a dose tao diminuta de iodoreto de
potassio, que bem se pode qualificar di
honceopatbica (menos de meio grao em uma
colher de sopa do vehculo), deve somente
sua ruaravilbosa virtude depurativa aos ve-
getaes que entram em sua coropositSo.
Outros preparados que n&o contm ab
solutamente um tomo de mer:ur;o ou seus
comprstos, tem tal dse de iodoreto de po-
tatsio, que esta, dissolvida em agua pura,
curara os doemes que tem sido curados
pelos taes apregeados depurativos v ege
taes.
A efficacia do cajurubeba prova-se :
4o Pelos innmeros attestados de medi
eos e de doentes por elles turados de ma-
les reputados incur.v Pela procura que tero ; de modo a fa-
zer desapparecer os preparados congene-
res, que antes d'elle douiinavam a thera-
peutica das molestias syphiliticas do rheu-
matisrao e das affcceScs herpeticas.
3' pela k-aldade com quo seus autores
tm fallado ao publico, fazendo-lhe conbe-
cer a composico do seu preparado, o que
nenhum outro se animou anda a fazer.
Dr. E. Ossiaii-Bounet
Medico
Consultorio : 51- Roa do Mar
quez de Olioda- Reelfe
RESIDENCIA : HOSPEDARLA DE D.
AN i ONIO- CAMINHO-NOVO
Oculista
Dr. Barrero Sampaio, medien ocu-
liita, ex-chefe de cliniea do Dr. de
Weeker, modou seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 ra do BarSo da
Victoria, para o 1. andar da casa n.
51 da metma roa. Consultas de meio
dia s 3 horas da tarde. Residencia
ra Sctc de Setembro n. 3 A.
Ao publico
O Dr. Cerqueira mudou o seu consulto-
rio para a ra Duque de Caxias n. 74
antiga do Queimado.
CT
Oculista
Dr. Ferreira ^.a Silva, con-
sultan das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Di. Girpra Lei
o aeu aau'iptoaiu a ra
Ti m o seu escriptorio ama Duqne de Ca-
rias n. 71, das V as hora*, da tarde, e desia
< ni (liante em sua residencia ra da Nau-
ta Ciuz n. 10. Espeeiiilidade, molestias de se-
nlii ras e enancas, teleiitune u. 326.
v.im a esperi-nga de que, ein tal oaso, sj-
ria fcil salvar a desditosa joven.
Apressaram-se, pois, a alcanzar ama
quantidade de uin medicamento intitulido
Xarope Curativo de Seigel, e preparado
com o fim espe' ial de curar a Dispepsia,
A doente tomou algumas d zes leste re-
medio, e o resultad do novo tratarr.ento
oi maravilhoso. Hoje, aquella senliora, j
restabelecida, vive reliz e goza de uma
sade p-rfeita. Certo que, neste ca3o
os mdicos tinham tomado uma doenca por
outra, e quando se descobrio a origem do
mal, e se explicou o verdadeiro remed'*,
os syroptomas da Tsica desappareceram
inmediatamente..
O caso que acahamos de citar nao o
nico neste genero. Ha niilhares de infe-
lizeB que actualmente stSo tomando re,
medios para curar entermidades do figftdo-
dos rins o dos pulu.3es, doengas prove-
nientes dos vapores miasmticos, etc., ao
passo que realmente nao existem em roui-
tos casos taes a'ffcc^Ses, sendo a indiges-
t3o a verdadeira causa dos symptomas que
tanto terror iuspiram aos doentes; e sa
estes appILassem o verdadeiro systema de
tratamente, nao tardariam a curar se.
Nao ser por demais o recordartnos ao
leitor que o xarope curativo de Seigel se
vende em todas as pharroa.-ias do mundo
inteiro, assim como na casa dos proprieta-
rios, A. J. Wbite, (Limited), 36, Farring-
don Road. Londres, C
Depositarios na provincia de Pernambu-
co : Bartholomeu O, J. C. Levy & C,
francisco M. da Silva & C, Antonio Mar-
tiniano Varas & C Rouquayrol Ir-nSos e
Faria Sobrinhe & C.; em Bello Jardim.:
Manoel de Siqueira Cavalcante Arco Ver-
de Manoel Cordeiro dos Santos Fillio ;
em Independencia. Antonio Gomes Bar-
bosa Jnior; em Palmares : Antonio Cer-
doso de Agniar; e em Tacurat, Jos
Lourenco da Silva.
MEDICO
O abaixo aasignado, que at agora assignava-se
Dr. Silva Britto,previne a seus collegas e ao
Eublco, que, para evitar confusoes, que j teeu.
vido, por exercer nesta cidade, onde bastante
cmihecido com o ultimo termo d'aquelle apellido,
um outro collega mais antigo, previne diz, que
d'ora em dianie assignar-se-haOr. Joo Paulo.
Kecife, 1 de AgosU. de 1886.
Dr. Joao Paulo da Silva Britto.

MEDICO HOMEOPATHA
,'|)r. Ballbazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
crianfas, dos orgos respiratorio s das
en hora.
Presta-te a qualquer chamado par
'ri da capital.
II
ATUSO
Todos es chamad-'B devem ser dirigi-
dos phannacia do Dr. Sabino, ra
Baro da Victoria n. 43, onde so indicara
a sua residencia.
I
}{
fi
irigi- 11
na do II
H
Aviso
C, lierkniiinD
Usinas de cobre, iau\n e bronze ee d
Golitzer Uf.-r n. 9 Berlim S. O.
Kwpeealidade:
^"onstruc^ilo -fe maclii-
Mns e apparellws
para tatmcaa de aasucar, destillayS^s e re
,rt.-s exim tO'los os aperle^oamentue
ipodernus.
INSTALLACA DE:
Iin^nhos -le assucar completos
nt.i filial na Havana sob a
venus tirina de ('. Heek uann
0. e Si,n I^na.-io n. 17.
(niciis rcjirescnlantes
Haupt Uebru'Jer
EIU PE JANEIRO
Para informadlos duijamsa ai
Pohlnian A C
ma o Coninio 110
O l>r. E. Omitan Bonnet Medico pela
Facul.iade de Med.ciua de Pars.
Condecorado cun a tneialha dos hospitaes.
Socio correspondente : das Academias d<- Medi-
cina do Ri'i de Janeiro e de Barcelona; da So-
ciedade de Mefieina p-atica de Paris e da Saore-
.1ade Kranetza de Hygienp, ex-d.rector do Muaeu
Anat..n>Patologic- ia Facul.iade de Medicina
do Rio de Janeiro, tern a h.>nra de previ nir o pu-
blico que durante a sua estada em Pernambuco
6c? a'disp isi'vu dos doentes que desejarem hun-
ral-o c.im a sua confianza.
Cbainadiise c-.nsuitas de 1 s 3 horas da tarde
at novo vUo: na hospedara de D. Aatoni.
(Cainiihc Novo).
Especialidades : molestias das vias respirato
rias eoraeao, estomago, ligado
nervas, e fyphil.tieas.
Recife, 6ae Agosto del886.
etc., melettias
Dr. Ci Leite
Medie, paneiro e operador
Residencia na de Imperatrit n 48,2- andar
I ..i.aulti.rio a ra Duqu de Caxias ... 59.
D consulta das 11 horas da manh s 2 da
tarde.
Aitend- para as chamados a qualquer bor*
telepboiie n. 449.
oiisultnr medico-
cirurgic
O Dr Castro Jesu,,Jaint-nlo mais de 12 ani'
de escrpulo obacrv*tto, r-abre co.isiltono n^s-
la cid-de. ra do Bo^ Jess (antiga da Crus)
n. ->, 1 andar.
Horas d coosuliaf
D>- dia : da 11 s 2 4a tarde.
De noite : das 7 s 8
Ns demais horis da n.-ite s-r encontrado ao
riti i travess dos tt-m -dios n. 7, pri.neiro por-
Uo i esquerda, alm do poni da Dr. Cuame.
Licor depurativo vegetal looi^a
DO
Medio Quintilla
Este antablisi. mo depurante que vm precedi-
do de tao grande fama ii.fit lliv-1 ua cuca de rodas
as doenciie syphii itica.fr, ctcrufulosae. rleunatica
e de p tumores, utreras, dons rh.umati-
eas, otrt-ocop.iS e Devralgwas, btennornaagias-agu-
das c chronicas, eaBcros sypbiliticct, iuflamma-
Ves visceraes, d'olbcs, ouvides, f: .tea-
unos, etc., em todas as molestias de p. lie, timple -
ou diathei icos, a sse como na alopecia ou qu. da
illo, e as rioenc,s" c'eterniinadas ncr actu-
racAn mercurial. gratis foll dse
ene. ntram numen cas exjieriencias feitas cen este
especifico nos hospilii.s pblicos e muito .itesta-
dos da mdicos dccuu.entns aaiticuiaies. Fas-ae
descont para reventlir.
Depusitj em casa de Faria babrinh* & C.
Ra do Mrquez de Olinda 4.
Factos e nao pala.ras
ior q>'t se desejam tratar tem oomprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta rypographia e na ru. Direita n. g6, 1.
andar v-nde-se tinturas buBjeopathicas para ino-
fensiva cura das seguiutes mo!ts:as : astlin.aticc,
ainda mesmo bronchitico ; erysipela, enxaqoccas;
internitentes (sem o em prego do fetcl cfoinino) ;
tosse cciivutsa, falta de menstruacao ; cau-;uas de
sangue : esterjeos en metrite ; dores oe dei.tes ou
^ias, metrorragiu ; veimifngos, dintiv-Soe
convulsoes das crianzas ; tudc manipulado de her-
vas do paiz.
:m como tratam se escrofulosos eaa qualquer
grao e gon.:
Dr.Carlos Biftcicoiat
IOxIreili mi iilom da urelbra curado
radicalmente pla electrolyse, tem dor. Todes as
.oc de pequea e alta cirurgia. I ua do
Mrquez de Olinda n. 34, das 12 as 3 hmas da
tarde. Residencia, Pas.-agim a Magdalena.
ConuSlorioDiedio-eliirgico
O Dr. Esteva uii de Ail uquerque eon-
:inua a dar consulta uiedico-cirurgicus, na roa
do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras? demais consulta o visi-
tas era sua residencia provisoria, ra da Aurtra
n. 53, 1 andar.
s. eephoiiicos : do ccnsaltcrie 95 e lesiciincia
126.
Especiaidades Partes, molestias de cr:acas
Nd'nltt tjseus anuexos.
Medico
O Dr. Domingos J. B. de A'meds, antigo 1-
uieo no Rio de Janeiro (de 1855 a lt82) eno Pari .
(de 1882 a 1886), de passegem per esta ca tal, '
da consultas no hotel de Europa, Reeife, isa 11 as
2 hjras da tarde.
EDIT1ES
n. 747
Abandono de radeira
De ordem do Dr. inspector peral, fago taber ao
orofessor Maniel Soares Albergara, da endeira
de Olho d'Agua da On;a, que fjca-lhc mareado*
praso de 15 oas para responder sobre o abandono
de sua cadeira, visto ti r deixadc de reassuml-a
dcpois de finda a liceica btida, e haver decorri
do mais de ssis mezes fra rio exercicio della.
Secretaria da Instruccio Publica de Pernambu-
co, 11 de Setembro de 186.
0 secretario. I ir<,iii!htG S. de Aravjo Galvao
Editiil n. 746
Caixas econmicas escolares
De ordem do inspector geral da instrnecao pu-
blica cbama-te a MSBDffto aos professeres que
tendo im suas escolas canas econmicas escalares,
ho deixado de ci mpnr o disposto no art. 104 5
do regiment as escolas publicas para o disposto
no final do referido p rigrapho relativamente
rcmessa da lista de inscripcoes mensaes esta
secretaria.
Secretaria da instruccao publica de Pernam-
buco, 21 de Setembro de 1886.=0 secretario,
Pergen'ino S. de Araujo Galvao.
Edita n. 8
De ordem d> Illm. Sr. Dr. inpector feco pu-
blico que ir a praca no dia 23 do corrente, con-
forme a ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, de 3 do mesmo mez, o fornecimento de alimen-
tacao para os presos p bus da Casa de Detencio,
relativo ao trimestre prximo vindooro, de Ootu-
bro a Dezembro, de accordo com a tabella a. 2,
abaixo transcripta, do Reg. de 18de Marco de
1885. servindo de base a diaria de 420 ris.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 14 de Setembro de 1886.
Servindo de secretario,
Lindolptto Canptilu.
Tabella n. 2
AlmoQo para todos oa das da semana
160 grammas de pao.
55 d'tas de assucar refinado de 3 serte.
20 ditas de caf em p.
Ceia para todos os das da semana
120 grammas de pi.
55 ditas de assucar r< finado de 3 soite.
20 ditas de caf <-m p
Jantar para domingos. ter<^s e qnintas-feiraa
400 g. aminas de carne verde.
5 decilitros de trinba.
10 grammas de toncinhe.
Jantar para jeguudas e qoartas-feiraa
229 grammas de carne cecea.
4 decilitro d.* farinha.
2 ditos de fejo.
U grammas de toucinho.
Jantar para lextat-teiras e sabbadoi
180 fframmas de bacalho.
4 decilitros de farinha.
2 ditos d>- f eijao.
1 centilitro de azeite de oliveira.
1 dito de vinagre.
L' nba e sal, o uecf sari para todes oa dias.
Os gneros serSo de 1" quaiidnde.
Livdolpho CampeU.
Editstl n. Vi%
tulam nuriiirnam residas grnlulta
renle imr I' nifemni rem poSliro*
D- or-lem d. intp ci r g. ral se las saber aos
scnbor.s professoics pubdeo que regem gratuita-
mente i u las noc urna de adnltoe, que cjnviuda
coi star nesta repart, o movimentodessas aulas
qu^r no intuito d fi cali.-aco gvral d ensiae
quer para que t respective profesaores pos fazer ui..is tarde pr.\a dos servas presrados
com esse en3ao ep ntaoeamente por elles minis-
trado, d T m ser remetidos no tempo propria a
esta re^anicA". por iitermedio dos delegados Ht*
tnrarios, a i-ia e mapiade qae trata oart 136
do rcgiinei.t das e^c l*J.
Secretaria da iostrocoio publica de Pernambu-
co 18 ue S. timbro de lfc86O secretario,
Pcigautino 8. de Araujo Galvao.
_ JJECLARAC ^ GUI Callos Gomes
De ordem d,. Sr. presidente, convido aos asta-
ciad >s dcste club p^ra, reuu.do em asaemWa
geral, no di.ming.. 19 do correnta, pelas 11 noraa
do di, apreciarcm a leitnrn do relatono da direc-
tora finda. e leg. rem-.e oa novoa fanccicsariss
que eem de dirigir este club.
Recite, 15 de Setembro de 1886.
O secretar'
Pompeo C. Casanova.


UN
... fe--.:- "c~. '-Ei'^'-
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m
-xm


Diario de PenuunbucoDomingo 19 de Setembro de 1 <>
IR1ANOADE
DE
8. Jos de Riba-mar
Nao tendo se procedido oo dia 27 do mes pas-
tado a eleicao da nova mesa regidora deesa ir-
standade, em consequencia de nao ter sido intima
da a ex-commisso administran?, o que frito,
appellaram da sentenca que eionerou os membros
da mesma coramisso, caja appf llaco ioi recebida
esa nm s effeito, e tendo alguna irmos requerido
de novo para se proceder a eleico, foi esta mar-
eada para o dia 20 do corrente, as 5 horas da tar-
de, para o que convide todos os irmos da referida
irmandade, de conformidade com o despacha do
Dr. jais provedor. Recite, 18 de Setembro de
1886.O escrivo,
Luis da Vei&a Peasoa.
Santa Casa da Misericordia do
Reelfe
Por esta secret ria sao chamados os parentes
ou protectores das menores constantes da relaco
infra, para que as vae recolher ao collegio da
rpbas
Relaco das orphs a que se refere o edital
Supra
1 Donina, flha de Paulina Maria Ferreira.
2 Maria, filha de Joanna Baptista de Jesug.
3 Ameli, filha de Anna Amelia Becerra de Al-
buquerque.
4 Olindiua, filha da mesma.
5 Rosa, filha da mesma.
6 Emilia, filha Ce Feliciana Vieira da Rocha
Falcio.
7 Mara, filha de Joaquina Mirandolina da
Silva.
8 Genoveva, filha de Hermina Correia de Lyra.
9 Carolina, filha de Antonia Diuiz Bandeira
de Mello.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 13 de Setembro de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sonsa.
Arsenal de larinba
Hasta poblica para a venda de todo o vasilhame
que tem sido remettido da corte para esta pro-
vincia com oleo de colea.
De ordem do Exm. Sr. chefe de divisSo Jos
Manoel Picaneo da Costa, inspector deste arsenal
e capito do porto desta provincia, faco publico
que no dia 25 do cnente, s 11 horas da manhi,
e no porto do almozarifado deste arsenal, ser
vendido em basta publica todo o vasilhame que
tem conduzido para esta provincia o oleo de colza
destinado ao consumo dos phares.
Secretaria da inspecco do Arsenal de Marinha
de rernambuco, 17 de Setembo de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Atewdo.
S. R. J.
n
ganta Casa de Misericordia do
Reelfe
A Illma. junta administrativa desta Santa Casa
contracta com quem melhores vantagena offerecer,
O fbrnecimento dos gneros abaixo declarados, pa-
ra o consumo dos estabelecimentos seguintes, du-
rante o trimestre de Outubro a Dezembro do cor-
rente anuo : Hospital Pedro II, dito dos Lazaros,
dito de Santa gueda, hospicio de alienados, casa
dos ezpostos, Asylo de Mendicidade e collegio de
orphas.
Aletria, kilos.
Arroz, idem.
Agurdente, litros.
Azeitedoce, idem.
Araruta, kilos.
Assucar de 1*, 2'e3 sorte e turbinado, kilos.
Bacalho, idem.
Banha de porco, idem.
Batatas, idem.
Cha, idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebla, cento.
Farinha de mandioca da provincia, litro.
Feijo, idem.
Fumo do Rio, kilo.
Oas, lata.
Dito inezplosivel, idem.
Milho, kilo.
Manteiga francesa, idem.
Potassa, idem.
Pao e bolacha, idem.
Dita dem para o collegio das orphas (em Olinda)
idem.
Rap, idem.
Sabio, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilos.
Touciuhe idem.
Yellas de carnauba, idem.
Ditas stearinas, maco.
Vmho branco, litro.
Dito tinto (figueira), idem.
Vinagre, idem.
As propostas deverao ser apresentadas na sala
de suas sessd 's, em cartas fechadas, devidamante
selladas, at s 3 horas da tarde do dia 21 do cor-
rente, declarando os proponentes sujeitarem-se a
urna multa de 5 % sobre o valor total do forneci-
mento, se no praso de 3 dias nao comparecerem
secretaria da mesma Santa Casa para aetignar os
respectivos contratos.
f Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 14 de Setembro de 1886.
O escrivSo
Pedro Rodrigueb de Souza.
Cento Republicano
SoIemnlMacxo do 51.a Anralveraarlo
da Repblica Rio Cirandensje
Na prosima, segunda-feira, 20 do cor-
rente, ter lugar no Tkeatro Santo Anto-
io, s 7 horas da noite, urna sessao mag-
na com memorativa do 51. anniversario da
Repblica Rio Grandense, para a qual alo
convidados todos os republicanos d'esta
cidade, o publico, em geral, e com especia
Iidade as Exroas, lamillas.
Ser orador offieial da festa o Dr. Mar
tins Jnior, que conferenciar sobre o ob
jecto da sess&o, podendo em seguida to-
mar a palavra os oradores que se inscre-
rerem antecipadamente.
Os camarotes serao reservados s fa-
mibas.
O secretario,
M. Codho dos Reis
Ministerio da Marinlut
bepabtiqIo dos phaboes
AVISO AO NAVEGANTES
PA ROL. OO ROM BRH.O
PROVINCIA DE 8. PAULO
BBASIL
(3o de 1886)
Com referencia ao Aviso aos Nave-
gantesj publicado, taz se saber que a
nnguracao do pharol da Una do Abrigo, em frente barra de Canana,
ter lugar no dia 20 do corrente ii_ez.
Reparticao dos Phares, Kio de Janeiro,
10 de Agosto de 1886.
Pedro Benjamn datLerqueira Lima,
Capito de fragata, director geral.
Est conforme. Capitana do Porto de
Pernambuso, 1*5 de Setembro de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
LycG He Artes e rnelos
A Imperial S jciedade dis Artistas M-
chameos e Liberaes e Pernambuco, que
I tom a seu cargo o Lyceu de Artes e Ofi-
cios, no intuito de Ilustrar as classes arts-
ticas e manufactureras, mantm como j
bem conhecido em seu palacete no Cam-
po das Procezas, aulas de diversas liaguas
e sciencias, as quaes, funecionam em todos
os dias uteis, das 6 s 9 horas da noite.
Com o mesmo intuito mantm ella urna
pequea e modesta bibliotheca que, com
patriticos donativos, i. ugmenta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as mesmas horas cima
Assim, pois, com o mu applaudido in-
tento de temar bem conhecido o progres-
so das artes e offi .'ios entre nos, a perfei-
co e utilidade de seus productos, fazer
conheciio seus autores, bem como os lu-
gares de seus estabelecimentos, afim de
facilitar a sabida e o consumo delles, pro-
move ella todos os annos para o dia de seu
anniversario, segundo dispute o 6o do
art. 2 dos seus estatutos,
dos trabalhos d'artes officios e manufactu-
ras. E' para a consecucao de to aper-
feigoado quSo vantajoso fim, que a directo-
ra da sociedade vem pelo presente, soli-
citar de todas aquellas pessoas que pos-
suem por pergaminho o trabalbo, sua efi-
caz concurrencia ExposicZo que, em 21
de Novembro deste anno se effeotuar em
sua sede, Lyceu de Artes e Oficios.
Cumpre tambem a ella fazer conbecedo
res os Ilustre seahores e senboras, qu-
a quizerem honrar com seus productos, os
seus direitos e
Deveres
1. Deverao at 15 do dito mez envia-
rem as amostras de seus vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceu.
2.* Em todos os objeetos deverao acom-
panhar o nomo do autor, ou proprietario
dos mes .nos.
3." Ser irapresoindivl em todo e qiial-
quer objecto a declaroslo do prego, e lu-
gar do sua fabrica ou deposito.
4. Que os objectos para a ExposicSo
davem ser tal qual os costuma fazer e
vender.
Direito
Art. 8e do regula ment da Exposicjlo
Artstico-Industria l :
Somente aos expositores permittido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tantes os seus produ tos
A directora conscia de que muito se es -
forcarau para o faustaso resultado deste
certamen to proveitoso e lisongeiro a to-
das as classes industriaes, aotecipa seus
devidos sgradecimentos.
Secretaria da Imperial Sociedade 'ios
Artistas Mechanicos e Liberaes, em 18 de
Setembro de 186.
Jos Castor de A. Souza,
1* secretario.
PROPESSOR DE DANCA.
A presidencia desra sociedade identifica aos
interessados, que n- sta aggremiaco se precisa de
um profrssor de danca para enstnar os associados
nos domingos e dias santificados. Aquellos que
oe julgarem aptos para eiercer tal mister, quei-
ram-se entender com o presidente na sede social,
todos os domingos, das 5 s 9 boras da noite.
Recife. 15 de Setembro de 1886.
O l" secretario,
L. Quede t de Amor i m.
Obras publicas
De ordem do Ilim. dr. Dr. engenbeiro chffe,
faco publico que no da 25 do crrante, ao me o
dia, recbese neaa reparticao propoetas para a
execucao dos rapares da cadea de Serinhem,
oreados em 400^000.
O orcammto e tnais condicoes do contrato se
acbam Desta secretaria para seiem examinados
pelos senbores pretendentes.
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Pernambuco, em 11 de Setembro de 1886.
O secretario,
Joo Joaquim de S. Varejo.
Companliia Sania Ther za
Emprestarla do abaateelmento
d'ntua e las a Olinda
Dividendo
Por deliberaco da directora fiea marcado o
dia 13 do corrente para nelle se comrcar o paga
ment do 15 divide ido da cempanbia, a razo de
6 0/0. O pagamento, como de costume, sa effec-
tuar pelo Sr. thesoareiro no 2 andar da casa n
73 ra do Imperador, das 8 horas da manh s
2 da tarde at o dia 18, e dahi em todos os dias
uteis das 8 s 10 da manh,
Escriotorio do gerente, 6 de Setembro de 1886
A. Pereira Simos.
Alfandega de Pernam-
buco
De ordem d} Illm. Sr. inspector da Alfandega,
scientifico a qaem interedsar possa, que a partir
do dia 1 de Setembro prximo viudouro, fica
inaugurado o 1 posto fiscal no antigo Forte de
Picao entrada da barra, onde deverao at-acar
tanto na ida como na volta todos os vehculos que
forem ou vierem do lamaro, ficando no ctante u
cargo da barca de viga estacionada ao lado do
caes da Liogoeta e que servir de 2- posto fiscal
todo movimento de pequea cabotagem, que c m-
prubende a entrada e sahida das lanchas, barca-
cas e canoas que navegam entre portos da pro-
vincia.
Guardamoria da Alfandega de Pernambuco, 24
de Agosto de 1886.O guarda mor,
Jos Augusto de Azevedo Marques.
Santa casa
Na secretara da santa casa de misericordia do
R*cife arrendam-se per estaco de um tres au-
uma exposicao n0s, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n 45, p r 20/ mensaes.
dem idem n. 49, 20/ idem.
Dita da Lingueta n. 14 1- andar, 16/660 idem.
dem idem 2- dito. 15/ idem.
Rui do Burgos n. 'S/ idem.
Dita da Madre de Deus n. 10 A, armazem,
15J, idem.
dem idem n. 12, 40/ idem.
Ra da Guia n. 25, 16/660 idem.
Dita da Seuzalla-velha n. 132, 2- andar, 15/
idem.
Dita da Detencao n. 3 (dentro do qaadro) 10/
idem.
dem idem, 8(000 dem.
Dita ido Viaconde de Itaparica, n... 2' andar
e sotan, 35/ idem.
Dita do Marques de Olinda n. 53, 2- andar
40/ idem.
Caes da \lf ndecra n. '
oiidGu and II rabilan lia
Umlted
Ra do Commercio n. 32
^acca por todos os vapores sobre as ca
do mesmo anco em Portugal, sendo
-ni Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglezea.
INDBMNS&DORA
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Eatabelcida em 1 -55
CAPITAL 1.000:000*
SINISTROS PAGOS
A 81 de dezembro de I AS 1
Martimos..... 1,110:000^000
Terrestres,. .116:000^000
44-Rna do < omiucreio -
Companhia
IMPERIAL
MARTIMOS
NBtilROS contra FOftiO
EST: 1803
Edificios e meroadorias
Taxas baixat
Prompto pagamento de prejuitos
CAPITAL
fis. 16,000:000/000
Agentes
BROWNS & C.
N. 5Ra do CommercioN 5.
CoM Jp Seguros Filitt,
De Lira
AQENTl
Miguel Jos Alies
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
Segaros martimos) e (erreatreai
Ne.-res ltimos a nica, cuuipanhia nesta praca
que concede aos Srs. segurad' s iscmpciode paga
ment de premio em cada stimo anno, o qne'
equivale ao d^-wonto de cerca de 15 por cento em
fa?or dos segurados.
C OniMMIl A D NEGURO
N0RTHERX
de Uiniin-N e tberdeen
PoMlca*flnancelra (eienbro IN85)
Capital oubsciipto 3.000.OU
Fundos accumulado3 3.134,34f<
Becella aanual i
Da premios contra fego 577,380
De premios sobre vidas 191/100
De juros 132.000
O AGENTE,
John H- Huxwell
Bl'A COMMEROOflO N. O 1 t > I % H
TIIEATIIO
Ouartii-feiri. 22 de Selcmbr
1MPRKTEHI VELM'r-NTE
Ultima funeco que d o
COVIRA FOCIO
\ortIi Britsh k Mercanlile
CAPITAL
:OOO.OOo de libras Merlina
A O E N 1 E S
Adomson Howie &C.
GOHMERCIO
Na eommerelal
nuco
de Perpsam-
RECIFE, 18 DE SETEMBEO VE 1886.
As tres boras da tarde
'0'Oi.e* oi/jri" Algodo de Mossor, 1 serte, 6/800 por 15 kilos,
hontem.
Dito de dito mediano, 5J8" 0 por 15 kilos, hontem.
Dito de dito 2 sorte, 4/800 por 15 kilos, hontem.
Cambio soire hantos e S. Paulo, 60 d/v. com 1 1|2
0/0 de descont, hontt-m.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. (i. Aicoforade.
REVISTA COHMERCIAL
Da semana de i 3 a I *< de elcm
bro de l*8e.
sobre o Para a 60 d/v com 1 3/8 / de
1/2 % de
Cambio
descosto.
' Chuioic sobre Santos, a 60 d/v com 1
esclito.
Cambio sobre Londres, 90 d/v 21 5/8 e 21 1/2
. por 1/000 do Banco.
Cambio sobre Paris a vista 447 rs. o franco do
Banco.
Cambio sobre Porlngal e Lisboa1, a vista 151 /0
prenio do Banco.
Letras bypothecanas do Banco de Crdito Re.l
de P^rnambjco do valor de 100/ 00 ao preco de
97/000 cada urna.
A "liees da divida publica de 6 /. do valor ie
1:000/, o preco de 99 / 00 cada urna.
Diih provincial 7 / do valor de 100/ ao pre-
co d'- 97/ cada nm.
Atoo s preferenciaes da componbia
rba"- do R cife On'nda e Beberib
e 2i 0/ e jur.-i9 de 7 % ao par.
Nh blg \en'erain i>e :
30 Iftrms h7,'0thecarias.
16 ap lices provinciaes.
9 ditas da divida publica.
10 accoes pr> ferenciaes.
Descont d lttras 8 /o ao anno.
enero naclonaes
Assucar. Entraram 2450 saceos, vendas aos
precoa seguiotes :
O branco de 3. sorte, superior, de 4/300 a
4/400 os 15 kilos.
O dita de S. sorte, boa. de 4/200 a 4/300 os
15 kilos.
O ditT de 3. sorte, regular, de 4/100 a 4/2oO
M 15 kilos.
de tnlhoo
I do valor
O dito de 4. sorte, d- 4/ a 4/100 os 15 kilos.
O dito somenos, de 3/000 a 3/100.
O dito mascavado, purgado, bom, a 2/000
os 15 kilos.
O dito regular a 1/900 os 15 kilos-
O dito americano, a 1/300 os 15 kilos.
Dito bruto regular a 1S250 os 15 kilos.
O dito do Canal, a 800 os 15 kilos.
Agurdente Ultima venda a 70/000 a pipa
de 48'i litros.
Alcool Ultima venda a 130/<<00 a DDa do
480 litros.
Algodao. Entraram 4543 ssccas, vendas a
6/800 os 15 kilos.
Arros em casca. Retalho de 2J0O a 9
o sacco, liquido.
Cat Entraram 883 saceos. Retalha-se de
5/ a 9*000 os 15 kilos.
ebolas do Rio Grande do Sul. O mercado con
tina e-m existencia.
Cera de carnauba.Colamos de 4/000 a 6/000
os 15 kilos, mercado supprido.
Couros salgados seceos. Ultimas vendas 5i5
ris o kilo, com garanta de peo.
Couroi secc >s refrescadosNao consta venda.
Ce vi ja nacional Retalho do 5 a 6/000 por
dutia de inteiras ou meias.
Farinha de mandioca. Nominal de 2/800
a 3/400 o sacco de 80 litros.
Pnmo Retalho de 15/ a 25/000 os 15 kilos,
confirme a qnalidade.
G"mma de mandioca. Retalho de 2/700 a
2/900 os 15 kilos
Graxa do Rio Grande do Sul. Cotamos nomi-
nalmente de 5/000 a 6/000 os 15 kilos.
Gordura do Rio da Prata. Cotamos a 5/500
os 15 kilos.
Gen-bra nacionalReialho de 3/60J a 4/000
por duzia de garrafas.
Mal Nominal a 45/000 a pipa de 480 litros.
Milho. Retalho a 50 rs. o kilo conforme o
estado.
Sal do Ass e Mossor.Vendas de 500 a 600
ris por 100 litros.
TipiocaRetalho de 3/800 a 4/000 os 15 kilos.
Velas stearinas do Rio de Janeiro. Retalho
a 800 ris o inasBO de 6 vellas.
Ditas ditas da provincia. Retalho a 280
ris o masso, idem.
Vinagre do Ro. Retalho de 70/ a 80/000
a pipa Vinho do Rio. Retalho de 120/ a 130/000 a
pipa de 480 litros.
Xarque do Rio Grande do Sal. Deposito de
11400 arrobas. R.-talho da 3/500 a 5/0)0 os 15
kilos.
Cieaeros estrangeiros
Alfarema Retalho a 8/000 os 15 kilos com
10 por cento de aesconto.
Arroz da India Retalho a 2/300 os 15 kilot
idem idem.
Alpista.Retalho de 4/400 a 4/500 os 15 kilos
SEGUROS
V1ARITIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenix Per-
nambueana
Ruado Commercio n. 6
CHARMTRS REUNS
Companhia Franeeza de Mavega
eo a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
otean. Tille le Macelo
Espera-se des mirtos do
sul at o dia 19 do corrente
aeguindo depois da indis
pmsavel demora para o lis
re.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecem excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pasfagens poderJo ser tomada d> autetni.
Recebe carga eucommendas e passageiros para
os quaes tem excellentes accommodacoes.
Steamer Tille ~flB Pernambuco
E' esperado da Europa
n dia 20 de Se'embre, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba
hia. Blo fl Janeiro
e Hanin.
Roga-se aoe Srs. importadores de carga p -los
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng:
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
ventura tenham seguido para os portos do aul.afio
de se poderem dar a tempo as previdencias neces-
saras.
Expirado o referido praso a companhia alo se
responsabilisa por extravio.
Recebe carga, encommendas e passageir? par
is quaes tem excellentes accomodacSes.
npsteF.deOiveiraH
42 RIJA DOCOMMERHIO -4
CO PA.IHII. E* newwAUB
RE HARITIHKN
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
C o ni ni untlan le Cirou
E' esperado dos portos di.
sul no dic 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux.
tocando em
Dakar e Lisboa
L- mbra-s- ios eenhiires passageiros de tudas
is claaaes que ha lugares reservados para esta
agencia, que pndem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias emposta de 4 p>-ssoas ao menos e que pa
iT>tr. m 4 pas p. r "xcpcilo os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosain tambem d'este abat-
ment.
s vales postaes s se do at e dia 23 pagos
de contado.
Para earga, passagens, encommendas e. dinheir >
frete: tracta-e com o
AGENTE
4upsle Lab He
9 RA DO COMMERCIO -9
i snales i Brasil MailS.S.C.
O vapor A.dvanc;e
Hoaston Lina o
vapor Helia des
Este magnifico
vapor, de 3,00
toneladas, espe-
rado de sul at o
dia 20 do crrante
e seguir depois
de pequea demora vara
Liverpool
Tem ptimas accommodacoes para psssageiroi
de Ia e 2* classe.
Para carga e passagens i preijo nndieo dri-
jam-se
N. I. LIDSTONE
Roa do Commercio lO
Companhia lia hia na de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
E' esperado do sul no dia
21 de cerrente, scgahidode-
pois da demora necessaria
para
MaranhSo, Para, Barbados, 9.
Thomaz e \e lork
Para carga, passagens, encommendas tracta-
4e com os
AGENTES
0 paquete Finance
Aceite de olivera em barra. Retalho a 3/
o galo, idem idem
Dito em latas. Retalho a 15/500 a lata, idem
idem.
BacalhoDeposito 7,000 banieas, retalha se
de 16/ a 17/000 a barrica.
Banha de porco.-- Retalho a 440 ris a libra,
com 10 '/o de descont.
Batatas portuguesasRetalho a 4/200 a caixa,
idem idem.
Ditas inglezas. Nao ha ao mercado.
Bren Ctamos de 13/000 a 14/000 a bar-
rica, conforiLe o peso e qualidade.
Carvao de pedra Cotamos de 15/ a 20/000 a
tonelada.
Canella.Retamo d. lJ450a 1/500 o kilo, com
10 % de descont.
Cebollas portuguesas. Retalho de 8/000 a
11Z000 a caixa, com 10 /0 de descont.
Cervejas Retalho de 7/000 a 11/000 por 12
garrafas ou bo .ijas.
CimentoRetalho de 7/000 a 8/500 a barriea,
conforme o fabricante e peso.
Comiuhos. Retalno a 18/ os 15 kilos, com
10 /.de descunto.
Gravo da India.Retalho de 2/300 a 2/360 o
kilo, com 10 por ceato de descont.
Farinha de trigo Deposito 14,000 barricas.
Retalha-se aos precos aeguinces :
A americana, de 18/000 a 19/000 a barrica.
A de Triestre e Hungra, de 23/000 a 25/000
a barrica.
Feijo. Retalho de 8/ a 10J000 o saces
Garrafoes vasios Retalho de 600 ris o
1/500 p r cada um, cun 10 por cento de descont.
Doces em calda Nao ha no mercado.
Farello do Rio da Prata Retalho a 3/200
o sacco.
Dito de Lisboa-Retalho de 3/600 a 3/800 o
sacco.
Grandioso espectculo
Precoa os do costume.
Ultima funeco
Por ter de se retirar quin'a feira 23do corrpnte.
Papel de embrulho Retalho de 640 a 1/(50
a resma, idem, id. m.
Pimenta da India. Rjtalho de 1/300 a 1/350
o kilo, idem, idem.
Plvora inglesa. Retalho a 20/ o barril.
Queijos. Retalho a 3/200 um, com 10 %
de descont.
Sal.Nao tem havdo entrada para o mercado.
Sardinhas. Retalho de 300 a 340 res late
com 10 % de descont.
Toucinho de Lisboa.Retalho a 12/500 os 15
kilos com 10 / de descont.
Dito american'. Retalho a 10J500 os 15 kiloa
com 10 /o de descont.
Velas stearinas Retalho de 540 a 900 ris o
masso idem idem
Vinagre de Lisboa Retalho de 130/ a 160/
a pipa de 480 litros.
Vinho de Lisboa Reta.ho de 230/ a 240/000
idem, idem.
Dito francez. Retalho a 250/000 a pipa, de
48 litros.
Dito da Figueira. Retalho de 235/ a 250/000
a pipa de 480 litros.
Xarque do Rio da Prata. Deposito 48,00J
arrobas, retalho de 3/000 a 5/508 os 15 kilos.
Espera-se de NewiPort
News, at o dia 1 de Ou-
tubro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheir.
a frete, trete-se com os
AGENTES
Hnry Forster & C.
N. 8 RUADOCOMAi.KClO N. 8.
! andar
ra Parto per Li
Seeu cum brevidade para os portos cima a
barca p-rtuguesa Alianea : pira o resto da carga
e passageiros, trata se com os consignatarios Jos
da Silva L>yn & Filho.
..i/KA<0
Psra a semana
A PAUTA
LMM.MEMOS PCBLHXiS
Mes de Setembro de 1886
ALFANDEGA
idem, idem.
Geneora.Retalho de 3/ a 15/ por duzia.
Herva doce.Retalho de 17/ a 18/000 os 15 ki
los com 10 "/o de descont.
Kerosene Retalho de 3f 400 a lata de 5 galoes
(liquido).
Louca ingleza ordinaria.Retalho de 90/000
a 130/000 a giga.
Madeiiaj de pinho. O mercada contina sup-
prido.
Massa de tomates.Retalho de 520 a 600 ris
a libra, com 10 '/0 de d. aconta.
Manteiga em barril Retalho de 770 a 780
ris a libra, com 10 / de descont.
Dita em lata. Retalho de 900 a 1/300 a
libra, idem idem.
Massas italianas. -Retalho de 8/500 a 9/100
a caixa, com 10 % de descont.
Oleo de linhaca Retalho de 1/500 a 1/600
O galio.
Passas coiumuns Nao ba no mercad.
Ditas finas. Retalho a 14/000 s caixa, coas
10 / de descont.
I).
dem
* amua
1 a 17
18
(SUDA PBOVIICIAL
De 1 a 17
dem de 18
Total
464:122/163
43:386*813
46.398/448
5:780/017
507:508/976
52:176/465
tSCBBEDOaiA Dr
>oi ig de 18
1 a 17
55 20:132/117
1:913*605
22:346/022
J .INSOLADO PBOVTJICIAL
dem de 18
De 1 a 17
tucira DaAiHAQ "< 1 a 17
dem dt 18
17:172/895
388 113
17:561/008
23:52/101
945.878
de 20 a 25 de Setembro
de 188t>
Aleudan Assucar mascava lo 86 rs. o kilo.
\ltana>s;& de Pernambuco, 18 de Setembrs de
1886.
Os conterentes,
Raymundo F. de O Mello
Vasco d Gama Lobo.
DESPACHOS DE IMPORTAgO
Lugar ingl z Voyager, entrado de Car-
diff oo di i 17 do correte e consignado a
Jobnston P.iter & C., m nifeston :
CarvSo de pedra 397 toneladas or-
dem.
Lugar norueguenae Patmos, entrado de
Cardiff no dia 17 do corrente e consignado
a Samuel P. Johnston & C, manifestou :
Carvao de pedra 50? toneladas aos con
signatarios.
Patacho nacional Urano, entrado de Ma-
c-o no dia 17 do corrente e consignado
ordem, raapifestou :
Sal 128,800 litros ordem.
;>f AGUOS DE KXPWVI'ACO
Ex 17 de Setembro de 1886
Para o exterior
No vapor ingles Orator, carregaram :
Para Liverpool, Julio 4 Irino 50VI saceos C3m
37,500 kilos de assucar mascavado ; J. J Gonoal-
ves Basto 3 barricas com 600 kilos de cobre
velbo.
Na barca portuguesa Alianga, carregsr m :
Para o Porto, 8 Brito Amoiiin at C. 146 saccas
uim 10 592 kilos de algodao ; Amorim Irmos &
C. 118 couros salgados com 826 kilos.
Para o Interior
Commandante Nova
Segu impreterivel-
mente para os portos
cima no dia 19 do cor-
rente, ai 2 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at o 1/2
dia do dia 18.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheirt
a frete tracte-se na agencia
7iua do Vigario7
HOYALIAIL STEAM PACkET
COMPANY
0 paquete Neva
E' esperado da Europa no dia
24 do corrente, seguinds
depois da demora necessa
ria para
llahla, Ro de Janeiro, Monte-
video e Bueuos Ayrcs
Este vapor traz sin.plesoiei.le
passageiros emala^ e immedia-
tamcnle segura depois do desem-
barque dos mesmos.
0 paquete Tamar
esperado
do sul no dia 29 de
cerrente seguin Jo
depois da demora
necessaria para
Lisboa e Southampion
passagens, fretes, etc., tract com
CONSIGNATARIOS
Adamsoii Howie &\j.
fmp;ui i liraileira de %z?e
aeo a Vapor
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado dos rtos do
norte at e dia 23 de Setem-
bro e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
os pi-tn do sul.
Recebe tamoem curga para Santos, Pelotas
e Grande d > Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas valores e
trate-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
t'OHP,l\IIM PEBKAMBIJCAKA
DE
Mavegaco Costeira or Vapor
PORTOS DO NORT
Parahyba, Natal, Macdu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Jacuhype
..A^r-^^*^ Segu no dia 21 de
Setembro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 20,
Encommendas passagens e dinbeiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambuwma
n. 12
Para
No vapor nacional M. de Caxias, carrega-
ram :
Para Babia, A. Lopes & C. 50 ssccas com 3,790
kilos de algodo.
Para Pened-, J. A. Coste Medeiros 10 barricas
com 600 kilos de assucar branco.
No va >or nacional Bahia, carregaram :
Para o Para, A. R. da Costa 10 barricas com
900 kilos de assucar refinado e 50 saceos com
3,750 ditos de dito mascavado ; P. Alvcs & C.
125 barricas com 6,998 kilos de assucar branco;
E. A. Barbosa 42 barricas com 2,344 kilos de as-
sucar branco ; Balter Irmos & C. 250 voluntes
eom 14.922 kilos de assucar branco.
N hiato nacional Ctrreie de Natal, carre-
garam :
Para o Natal, P. Rocha & C. 2 barricas com
120 kilos de assucar branco ; P. Alves C. 14
barricas com 1,108 kilos de assucar mascavado.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 18
Rosario de Santa F31 dias, barca ame-
ricana Ella, de 622 toneladas, capitSo
E. A. Rui, carga ferro; ordem.
Rio Grande do Norte 4 dias, hyata nacio-
nal Qiriquity II, de 45 toneladas, mes-
tre Joaquim H. da Silveira, equipagem
4, carga varios gneros ; a Manoel Joa-
quim Pesso i.
Navios sahidos no mesmo dia
Manos por escalaVapor nacional Bahia,
commandante Silverio A. da Silva, car-
ga varios gneros.
Rio Grande do NorteHyate nacional
Crrelo do Natal, mestre Joo G. de
Moura, carga varios gneros.
VAPORES ESPERADOS
No vapor allemao Rosario, carregaram :
Para Santos, S. Guimares & C. 100 saceos eom
6,000 .kilos de assucar branco, 200 ditos com
12,000 ditos de dito mascavado e 101 suecas com
7,8)1 kilos de algodr'.u ; F. A. de Azevedo 100
saceos com 6.000 kilos de assucar branco a 100
ditos com 6,000 ditos de dito mascavado.
Para o Bio de Janeiro, H. Burle & C. 400 sac-
------ cas com 29,814 kilos de algodo ; Vicente G. Per
24:527^9791 nandts 5,000 cocos, fineta.
i
Valparaso do sul hoje > ii
Ville de Maoei do sul hoja
Vitle de Pernambuco da Europa amanhi
hapirito Santo do norte a 23
Neva da Europa a 24
Congo do sul a 25
Aconcagua da Europa a 26
Advanoe do sul a 27
Para do sul a 27
Editor de Liverpool a 28
Maranhentc de New-York a 28
Tamar do sul a 29
Outubro
Finance de New-Port News a 1
Cear do norte a 2
Manot do sul a 1
TraU da Europa a 10

^^^b


Diario de PernambneoDomingo 19 de Setembro de 1886


Pacific Steam NavigaonCompan}
STKAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Aconcagua
E' esperado da Euro
pa at o dia 26 d* Be-
-tembrn, e seguir de-
|p.iie da iemorado cos-
Ptiim? para a
Baha, Rio le Janeiro. Monte
video e Valparaso
Para carga, passagens, a encominendas, traeca
se com os
AGENTES
Wllson Son fc C, Umlieti
N. 14- RA DO OOMMERCIO N. 14
uilob
Amanh effecta o agente Alfredo Guimar- s
o leilo de fazendas limpas e avariadas. Em su
agencia ra do Bom Jess n 45.
Conformo o annuncio na columna d.is leiloes,
deve ter lugar no dia 22 do corrate um grande e
variado sortimento de ferragens, ferrataentss e
muitos cutros artigos novos e usados.
"ITSegunda-feira, 20, haver um trem extraor-
dinario s 10 e 15 minutos para a Casa Forte com
os concurrentes ao leilo d<; movis, louca e crys-
taes da casa de residencia do Sr. Hall.
Agente Silveira
Leilo definitivo
Segunda feira, *<5 do correte
a's 11 horas
A' ra estreita do Rosario n. 24
O agete Silveira, por alvara e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz da prove loria de capellas e resi
dos, levar & leilo a metade da casa terrea
ra da Alegra n. 2, e o tolo roa do Bario da
Victoria ande esto edificidos o sobrado perten-
cente a Joaquim Antonio dos Santos Andrade, e o
da casa terrea n. 8, do Io becco da. Camba do
Carmo, o solo onde asenta as casas terreas ns
14, 46 e 48 da ra d* Gloria, o solo onde assentam
a9 casas terreas ns. 73, 75 e 78, roa Velha, bens
pertencentes ao accervo de Antonio Martins de
Carvalbn Azevedo. ___________________
Agente Pestaa
Leilo
Segunda-fetra 20 do corrate
A's 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Armes
de divernas caixas com cebulaB e diversas ditas
com sardinha.
1 cilio
De bons movis, finos crystaes, objectos de
electro pate, lindos quadros, vasos para
flores e espelhos.
A saber:
Um piano, urna mobilia de fantazia com 1 sof,
2 censlos, 2 odeiras de braecs e 12 de guarmeo
2 cadeiras de batneos, 1 mesa oval, 1 Porta-fl -
res, 1 lindo espelbo oval, 2 ettagers, 6 lancas e
cortinados, 1 candieiro gaz com 2 bicos, 1 es
tante para msica, ebrochets, tapete forro de sala,
enfeites de mesa, 5 tapetes de coco e 1 estante
para msica.
Gabinete
Urna eetanto para livros, 1 carteira, secretaria,
1 perta-cbapos de sol, radeiras de bataneo, 1
mesa redonda, 2 mesas de trabalho, 1 candieiro
luz-dupla, tapetes e capachos, 1 mesa para jogo e
6 cadeiras, e 1 estante para livros.
Sala de Jamar
Urna mesa elstica, 16 cadeiras de guarnicao, 1
guarda-louca envidracado, 1 apparador, 2 cadeiras
do balanco, 1 sof, 3 mesas, 2 consolos com mar-
more, 1 relogio de parede, 1 candieiro, 3 lampeoes
e 1 filtro.
Porcellana, cryataea eeleelro piale
Um apparelho duplo para jantar, 1 dito para
cha, 1 do para alinoco. guamicoes para lavatorio
copos, clices, compoteiras, garrafas, porta-quei-
jos, galh tetros, salvas, paliteiros, talhere outros
tros objectos de electro-plate.
Prlmelro qoarlo.
Urna linda cama, cortinados, culzZes e traves-
seiro, 1 guarda-roupa, 1 comr_oda. 1 mesa de
cama, 1 lavatorio. 2 cadeiras, 2 cabides, 2 toilet-
tes, 1 commoda e tapetes.
Si'L'uuiiii qnarlo
Urna cama com colxo, travesseiros e cortina-
dos, 1 mesa, toilette, 2 cabiles, 1 lavatorio, 2 ca
deiras, e 6 cadrirns.
Tercelru quarto
Duas camas com colxes e travesteiros, 2 me-
sas, 1 guarda roupa, 4 cadeiras, 1 cabide, 1 com-
moda, tapetes e 2 lampeoes.
Diapenaa ele. costaba
Flandres, potes, t.irmas para b .los, trens de coei-
nha e trens de iardun.
SEGN DA-FEIRA, 20 DO CORRENTE
No Poco da Panella, casa pouco odiante
da casa do Sr. Oeorge Gatis
Ricardo Hall, tendo de fas** urna viagem cora
sua familia, faz leilo por intervenco do agente
Pinto, dos movis, crystat-s, espelhos. quadros, vi
dros, electro pate e mais objectos da casa de sua
residencia ao Poco da panella, perto da estaco do
Chacn.
Todos os object. s sao de aparado gesto e achara-
se em ptimo estado de conservaco, por ter sido
montada dita casa ha pouco tempo.
A's 10 h j'as e 15 minutos, partir um trem ex-
traordinario que dar passagem gratis aos concur-
rentes ao leitao parando em todas as estaces at
Ponte de Ucha, e d'alli em diaute ser expresso
at a Casa Forte.
Leilo
De 1 mobilia de Jacaranda antiga, 2 espelhos de
moldura dourada, 6 quadros de moldura dourada,
3 lanternas e c.ticaes, 2 jarros, 2 cadeiras de jun-
co de balance, l lavatorio de ferro com pedra, 1
mesa elstica() 3 tabeas, 1 cuarda-louca pequen",
p;rce. cenes inassa tullida de Francisco leixei-
ra Baibosa.
Terca _elra ti da correte
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olin
da n. 19
O agente Gi^mo, antorisado por mandado do
Exm Sr. Dr j z de direito da eoSMBercio a re-
uuerimento do adu inistradur d massa fallida de
Francisco Teix.ii a Barbosa, far IriiuO om .
tencia domesui i juiz, dos movis cima atad in-
dos, pertenceutes a referida mases.______________
Agente Sveira
1
Terca/eir 21 do corrente
A's 11 horas
A' rna estreita do Rosarlo n. *
O agente Si veira, por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz d* orphos, levar a lei-
lo o engenho Penedo de Baixi, freguezia de S>.
Lourenco da M.tta, comarca do R-cife. epolio de
D. Anna Mara da Rocha Falco, sendo o enge
nbe edificado margem do Capibaribe, moente,
com bom cercado de pastagem e excellentes mat-
t, 88
Os Srs. pretendentes podem examinar o refer
do engenho.___________________________
>ilao definitivo
De quatro tnei'aguas ra do Socego ns
61, 63, 65 e 65-A
Terca feira, i de Setenbro
Ao meio dia
Na ra estreit-t do Rosario n. 24
O agente Silveira, por mandado e assistencia
do Exm. Sr. Dr juiz da provedona, e a requer
ment do inventariare de D. Josepha de Farias
Rajoso, levar a leilo 4 mei'aguas ra do So-
cego ns. 61, 63, 65 e 65-A.
Os Sr. pretendentes podem desde ja exami-
nal as.
Em eontinnacao
O mesmo agente levar a leilao um sitio com
boa casa e bastantes commodos, n. 2, em Apipu-
cos, m terreno proprio; urna casa no mesmo lu-
gar, n. 2.
Os Srs. pretendentes podem exsminal as.______
Leilo
de 2 bonitos cavallos alaz5>-8, proprios para carro
Tcrca-flra, II do corrente
Ao meio dia em ponto
Na ra estr-ita do Rosario n. _4
Agente Moflesto BaDtsta
Leilo
De 2 barris com plvora
(Com toque de avaria)
Quarta-feira 22 do corrente
AO MEIO DIA
No armazem da ra do Brura, junto fa-
brica de sabo, e pur oecMto
do leilao de ferragens
O gente Pinto levar a leilo, por au'orisaco
da Transalautsene Handelsge sellschaft e por
eonte da Companhia de Seguros de Hambargo, 27
barris com plvora, de 25 libras cada um, marca
Leo, com avaria d'agua do mar, e depositados na
Imberibeira, onde podem ser desde j examinados
pelos pretendentes.____________________
Leilo
De gneros, armacSo e utensilios do estabe-
lecimento sito ra de Santa Thereza
n. 2
QARTAFEIRA 22 DO CORRENTE
A's 10 1[2 horas
O agente Silveira, por autorisaciodcs Srs. Joa-
quim Antonio & C-, levar a leilo os gneros, ar-
maco e utensilios do referido estabelecimento
paa pagameato dos credores.
Garante-se as chaves.
Leilo
de 271 ancoretas com vinho do Porto, 151 quintos
com vinagre, 81 dito com dito hranco e 30 cai-
xas com sardinhas de Nantes.
Quirta feira 22 do corrente
A's 11 horas em ponto
No trapiche da Coropanhia Pernambucana
em frente ao Corpo Santo e ao correr do
martello.
Leilo
de 1 silhSo, 2 sellins e um arreio nicklado
para nm cavsllo de cabriolet
Segunda-teira 20 do orrente
NO POQO DA PANELLA
Por oceasilo do leilo de m iv. is, louca e vidros
da casa que morou o Sr Hall.__________________
Leilao
De bons movis e loop
Sendo : Urna solida mobilia de Jacaranda, com
tampo de pedra, 2 lanteraas com pingentes, cau-
dieiros de gaz, tapetes para portas. 1 importante
cama francesa de .imarello, 1 lavatorio de ama-
relio com esplho, 1 guarda vestidos de amarello,
1 cabide de amarello, 1 mesa redonda de ferro, 2
cadeiras de balanco de jucarn.ul e 1 colxo.
Um mesa elstica de amarello de tres taboas,
1 guarda-louca, 1 aparador de amare.lo eutalba
do, 6 cadeiras de junco com ponto uso, 2 mesas
de louro, 1 Uboa e cavalet^s para engommado,
louca de jantar, dita de al moco e muitos outros
movis.
Seganda feira, do corrente
A's 11 horas
Na ra da Conceicao, da Ba- Vista,
casa a. 91
O agente Martins, autorisado pelo lllm. Sr.
Jos de Aasompcao Macedo, que se retira com sua
familia para o Rio de Janeiro, far leilo de todos
os movis existentes na referida casa, ao a rrer d
martello.
Entrega e recebimento em actto coninoo.______
Grande e variado
leilo
Sortimento de ferragens, trilhos, ferraraen-
ta. bulaocas e muitos outros artigos no-
vos e usados '
Constando
de varoes de tqn < de f Tro, chapas de ferro, bar-
ris com pregos. ferr > da Suessia, canos para bom-
bas, ditos de barro para engoto, guindastes, ma-
caca, pedras para afiar e ditas para calcadas
trilhos patente?, cabos, grades, portas, taboletas
alavancas, ps in:.chados.
Rodas para trilbos, ditos para carrosas, ditas
para carrinhus de ma trilhos provisorios, levas
patentes, barris com cimento, porteiras de ferro,
machina de mialurar cimento, phar-s, lampeoes,
vidros, serra circular, (patente) balancas de bra-
co, dita d. cini-1 e urna dita inglesa patente, cha-
ves inpiezas, tornos, grainuos, eixos e lima-.
Serras, serrotes, pureas, parafuzoe, (grande e
vanado s rtiinento) trinques, plainas, galopas,
trinchas, goivas, furaderes, martellcs, picaretas,
enxJ, ps, ferrolhos, carriteis, machados, trados,
fouces, cadeados, mancaes, biteis de ferro, pmceis,
macetas, barricas com estupim, grades para ja-
neila e muitos outros artigos nov. s e usaios, que
estaro ptente ao ixanie dos concurrentes.
tu i tu feira. i do corrente
No armazem, deposito da ra dos Guara-
rapes, junto fabrica de sabo
dos Sis. Fonsec & Irrao
Wilson Sons & C. fas-n lelo, por intervenco
do agente Pinto, las ferragens, ferrame-.tes :
mais objectos, ex stenWa n i armazem, depo-ilo da
ra dos ttuararapes, junto fabrica de sabo.
A entrega effectuar se-ha era 48 horas, pir ter-
se de effectuira eutrega da chave do inesm > ar-
maz' m.
O leilo principiar s 10 horas fm ponto por
seren muitos c Leilo
De 20 encapados com fumo do Para
Terca feira 11 do correte
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez dan. 49
Por inlervenro do agente
Gusnio
oate de fcoccorro de l'ernam
buco
lbilXo DE JOU8
Este estab corrente, pur intervenco do agente Martins, ra
do Bom Jess u 32. s 11 horas d m.uh. du-
objectos que uio fjrem r das s guint-s cautellas, a dloheiro de contado.
11.123Seis casticaes prata baixa.
11.388Um corda", um par de rozetas c urna
eruz, uuro de I i-
11.610Umac.rrente e m.-Jalha para relogio,
orno de le.
11.611Uma polseira, um par de bri eos, duas
pecas de ditu, um par de rozetas, dous
aunis e urna mednlha, ouro de le.
11.617Um broche, dous pares de brincos, urna
loneta, um tranceiim, urna vulta de dito,
d"U aunis e um ca&to, ouro de lei.
11.618Um par de rozetas de ouro e um anoel
cun brilhante*. *
11.620Urna pnlsiira e um broche, curo de lei.
11.620Urna corrente e mdalas. p:ira relogio e
um rehigio, ouro de lei
11.632Um aunel de ouro com brilhante, urna
pulseira, urna corrente e medalha para
relogio, ouro do lei.
11.633Um par de rosetas e um ainel de ouro
com brilhantes.
11 634Uin par de rozetas de ouro com brilhan-
tes.
11.646Urna palseira, urna corrente para relogio
e dous b toes, uro de le.
11.649Um jarro e bacia, urna tijella e umatam
pa de assucareiro, prata de lei.
11.654__Um annel de >uro com brilhantes.
116 5__Um par de brincos cravejados de brilhan-
t.-a.
11.659Urna corrente para relogio, ouro de lei.
11.666Um tranceiim. urna medalha, um par de
brincos, um dito de rozetas e tres anneis,
ouro de lei.
11.67-1Um tranceiim, dous pares de rosetas,
nina medalha, seis botes 3 quatro aunis
ouro d lei, e um relogio de ouro.
11.687Urna salva, um paliteiro, triuta e duas
colheres e urna concha para sopa, prata
de lei; um copo, prata baixa.
11 702 Hez anneis e un a eruz, ouro de lei.
11.705Um relogio de ouro.
11.715Um trtncelim ouro de lei.
11.729Urna corrente para relogio, ouro de le.
11.734Um annel de ouro com brilhante.
11.746 Urna corrente para relogio, um annel com
nm brilhante e um relogio, ouro de lei.
11.747Una corrente para relogio e dous anneis
ouro de lei; um annol com um brilhante
pequeo e duas moedas de ouro, de ll'f
cada urna, em botes.
11.761Tres trancelins e um relogio, ouro de lei.
11.763Umi pulseira, um alfinete, um par de ro-
zetas, um dito dito contendo brilhantes
peqaenos, ouro de lei; urna salva peque-
a, um paliteiro e nove colheres para
cha, prata de lei; onze colheres para so-
pa, prata baixa.
11.764Urna corrente e medalha para relogio e
um relogio, ouro de lei.
11.769Urna volta de cordo, uma_ dita de tran-
ceiim, tres pares de argoloes, dous ditos
de rozetas, urna cruz e urna teteia, ouro
de lei.
11.784Urna pulseira, um alunte, ouro de lei.
11.790Um annel de ouro com brilhante.
11.795Urna volta de ouro com medalha e um
cordo, ouro de lei, urna cruz, ouro
baixo. .
11.796Um par de rosetas de ouro com bri-
lhantes.
11.197 -Urna corrente e medalha para relogio, e
um relogio, ouro de lei.
11.798Um annel de ouro com brilhantes, um
par de esporas de prata.
11.803-Urna corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.805Urna volta de tranceiim, deus emblemas
da Conceicao e Espirito Santo e urna
cruz, ouro de lei.
11.823Urna medalha e um par de rosetas com'
'brilhantes.
11.8z5=Uai annel de ouro com um brilhante e
urna volta, ouro de lei.
11.832Dous pires de brincos, dous alfiuetes,
um i ordo e tres teteias, ouro de lei.
11.842U i..-i corrente e in-dalha pan relogio,
Mili i de lei.
11.852=U,M corrente e medalha para relogio,
di, i de lei
11.871Um tranceiim e um par de brincos (in-
c. i ileto) ouro de lei.
11.873U o oceulo de ouro.
11.874Uu annel de ouro com brilhantes, um
p^r de rosetas com ditos, urna cruz eom
d.ios, um fio de perolas, urna cerrente
de ouroe um relogio, ouro de lei.
11.883D.iua casticaos, prata de lei.
11.884Um alfinete, uina pulseira pequea, um
par de brincos e urna medalha, ourj de
le.
11.885Urna volta de tranceiim. ouro de lei.
11.901Urna pulseira, um broche e um par de
brincos de ouro de lei, com brilhantes.
11.910Um relegio, ouro de lei.
11.927Urna corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.938Um par de rosetas de ouro com bri
loantes e um annel com ditos, urna cor-
rente para relogio, e um relegio, ouro
de iei.
11.946Urna corrente dupla com medalha para
re tgio, ouro de lei.
11.950Um ordo, ouro de lei.
11.951Um alfinete pequeo, um par de rosetas,
duas voltas Je tranceiim, um replendor e
duas cruces, ouro de lei.
11.954-Urna volca de ouro, urna medalha, um
trancilim, um alfinete, nma chave para
relogio e urna cruz, ouro de lei.
Urna corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
Dous alfiuetes, um par de brincos, nma
medalha, um crucifixo, um cordo, um
dedal e um annel, ouro de lei.
11.974Urna corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.975 -Um annel de ouro com brilhante e um al-
finete com ditos.
11.976Uma corrente para relogio e um relogio
pequeo, ouro de lei, um paliteiro, prata
de lei.
11.981 Urna pulseira, ouro de lei.
11.987Dous alfinetes, um ponteiro, dous e meio
pares de bot-s para punho e quatro bo-
tes para abertura, ouro de lei.
11.988-Um aniel de ooro com brilhantes, tres
b .t-'s com ditos, uma volta de curo c.-in
duas m-daihas para relogio, um par de
brincos ouro de lei, seis ra > dinhas de ouro
com boto a.
11.990Um annel de ouro com um brilhante.
11.951 Dous alfinete, tendo em um nm brilhan-
te, uma volta de ouro, dous pares ae ro-
setas e uma cruz, ouro de lei.
11.992__Uma pulsara de ouio com um brilhante,
e uma volta, ouru de lei.
11.994Um pa: de rosetas de ouro cravejadas de
brilhantes, um annel com dito; uma salva
e. um paiteiro prata de lei.
11.995-Urna corrente e medalha para relogio,
uma dita cm broebe e pequea medalha,
um tranceiim, um loneto, um dedal e um
relogio, pequeo, ouro de lei.
11.997 Um emblema da Conceicao, um coido,
uma grgantilha ouio de lei.
11.998Um corrento para relogio, ouro de lei.
11.999Um tranceiim, uma medalha e nm annel
ouro de lei; cinco moedinhas de ouro em
tntes.
12.000Um psr de rosetas de ouro com brilhan-
tes, um annel cim um dito, um annel com
uma esmeralda e circulo de brilhantes,
uma pulseira, uma volta de ouro com me-
dalha, e quatro anneis ; oor > de lei.
12.001Um cordo com dous bentinhos, ouro de
lei.
12.004^Um alfinete de ouro com brilhante, um
par de t- setas com ditus, um abito com
pequeos d.tos, nma corrente para relo-
gio, d us dedaes, e dous reiogios ouro de
loi; nm trane- lim e uma redoma ouro
biiixo; uui paliteiro, um par de casticaes,
prata de lei; vinte oiaeo colheres e dous
maracaes, pr ta baixa.
12.008 Uuia pulseira e um alfinete, ouro de lei ;
uma cruz de ou.-o e um annel com pique-
nos brilhaut-3.
12.009 Um par de rosetas de ouro cm brilhan-
tes, e uma salva, prata de lei.
12.018Dous annes de ouro com brilhantes. tres
medaihas, uma corrente para relegio,
cinco auneia, nma luneta, e um rciogio,
pequen", iuro de lei.
12.024Um altiii'te, um par de br nets, um dito
ie rosetas, um cordo, uma raed Iba pe-
que'a, quatro boto.a, tres anneis, um
dedal e uma miedinba ouro di 1< l.
12.025Um annel de ouro com brilhantes, uma
pulseira, um alfinete, um par de brincos,
e um dedal ouro de lei; uma pulseira, uro
aluete e um par de brincos, ouro bsno.
12.028Uma pulseira, uma volt de cordo, um
medalb e uma cruz ouro de li i; nina
ou'seira ouro baixo; e uma cruz crave-
ia'U de diamantes.
12.036Um par de brincos, um cordo, ouro de
le!; dezoito eolb'-rea, prata baixa.
12.055- Um relogio de ouro.
12.061Uu.a corrente pra velorio, dous pares
de brin.'OS, dous dit-s de rosetas, d<-ns
alfiuetes, um cordiio, duas voltas de tran
e.hm, onze Stelas, tres botes, um ann 1
roes, ouro de |ai; doze moedi-
nh de ro em botes e un relogio ouro
de lei, um paliteiro e trese colheres para
cha, prat* de lei.
12.065Um par de rosetas da ouro com pequeos
brilhantes
12.067Um truceln, nma medalha, um pur de
11.961
11.971
bricos, nm dito de rosetas e um annel de
ouro.
12.079Vinte tres colheres, prata de lei.
12 082Uma pulseira, ouro de lei.
12.083-Uma pulseira, um alfinete, um par de
brincos, ouro de lei.
12 084Um relgio, ourj de leu
12.089Uma crrente para rtlogio, cinco teteias
e um relogio, ouro de lei.
12.090- Um broche do ouro cim brilhantes, orna
crrante para relogio, um cordo, ouro de
loi.
12.091Um par de briners e uma crus de ouro
com brilhantes e uma pulseira, ouro de
lei.
12.093-Um alfinete, um par de brincos, um dito
de rosetas e om annel, ouro de lei.
12.094Um par de rosetas de ouro com brilhante
e um annel com ditos e diamantes.
12.098Daas pulseiras, um tranceiim, orna volta
de ouro, um medalho, um alfinete, um
par de brincos e dona anneis, ouro de
le.
12.099Um alfinete de ouro e um par de brincos
onre de lei.
12.101D.ms alfinetes e dous pares de brincos,
ouro de lei.
12.102Uma pulseira, ouro de lei.
12.103Uma pulseira ie ouro com perolas e tur-
quesas.
12.1^4Um relogio de ouro de lei.
12.105Um alfinete para senhora e um relogio,
ouro de lei.
12.106Uma cruz de ouro com brilhantes, um fio
de perolas, um tranceiim, (um dedal, ouro
de lei ; um paliteiro, uma concha para
sopa, vinte e quatro colheres, prata baixa.
12.107Uma pulseira de ouro com brilhantes,
quatro anneis com dito., um corrento e
uma corrente com medalha para relogio,
uma gargantilha, uma pulseira, dous alfi-
netes, dous pares de brincos e um relo-
gio, ouro de le.
12.108-Urna corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
12.109Uma volta de tranceiim, dous pares de
rosetas, dous alfinetes, tres botes, um
coraco de cornalina em ouro de lei.
12.110Uma pulseira, ouro de lei.
12.118Um annel de ouro e uma pulseira com
brilhantes.
13.121Um par de brincos, uma chave, um par
de botes, um annel, nma argolla, ouro de
lei.
12.123Uma corrente para senhora e um relogio,
ouro de lei.
12.127Uma corrente para relogio, ouro de lei.
12 129Um relogio, ouro de lei.
12.132 -Uma pulseira, um broche e um par de
brincos de ouro com brilhantes, duas pul-
seiras cravejadas de diamantes, fios de
perolas, um alfinete, nm par de rosetas
.com diamantes, um fio de perolas, uma
corrente e um relogio, ouro de lei.
12 133Um botao de ouro com brilhante.
12.140 Uma cruz de ouro com brilhantes.
12.145Um correte de uro para relogio.
12.152Um cordo, um par de brincos, um dito
de rosetas, um alfinete e duas medaihas,
ouro de lei.
12.163Duas correntes para relogio, ouro de lei.
12.168Uma cruz de ouro com brilhantes.
12.178Um par de brincos, um laco de ouro para
gargantilha, um par de argoloes, uma
peca de brinco, ouro de lei; dous relica-
rios, um par de argolas, nma cruz e uma
peca de brinco, ouro baixo.
12.186Uma corrente c medalha, ouro de lei.
12.187Uma corrente para relogio, urna medalha
pequea e um annel, ouro de lei.
12.188Uma pulsera, um alfinete e um par de
rosetas, ouro de lei.
12.190Duas pulseiras de ouro e uin par de rose-
tas com brilhantes.
12.191Um tranceiim e uma medalha, ouro de
lei.
12.201Dous anneis de ouro com brilhantes
grandes.
12.202 -Um annel de ouro com um brilhante e
um tranceiim, ouro de/ lei.
12.203Duas pulseiras e um broche, ouro de lei.
12.207Um par de rosetas com brilhantes, um
pulseira, tete pecas de ouro para cinteiro,
ouro de lei; um assucareiro, um pali-
teiro, um garfo, 13 colheres de prata.
12.208Uma salva, urc bule e uma colher de
pra'a.
12 212Uma corrente e medalha (com diamante)
e um relogio, ouro de lei.
12.216Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, 6 botoe- do moedinhas.
12.217 -Um relogio, ouro de lei.
12.220Uma gargantilha e uma medalha, ouro
de lei.
12.229Uma moeda de ouro de valor de vinte
mil iis com laco de ouro.
12.230-Uma corrente e sinete para relogio, um
par de argoloes, um broche, uma meda-
lha e dous reiogios, ouro de lei.
12 231 -Uma corrente e medalha e um relogio,
ouro de lei.
12.235Uma pulseira, dous alfiVtes, um par de
brincos e um annel, ouro de lei.
12.239Uma volta de tranceiim, uma cruz, um
dedal, uma medalha e um annel, ouro de
lei.
12.249Uma corrente com medalha para relogio,
um relogio, ouro de lei.
12.250Duas pulseiras, duas iredalhas e um par
de rosetas, ouro de lei.
12.252Tres anneij de ouro, dous pares de rose-
tas, com brilhantes, uma pulseira, um
porta-relogio, uma corrente para relogio,
dous reiogios, uin dito com perolas e qua-
tro moedas de ouro de valor ie cinco mil
ris.
12.256 -Um annel de ouro com brilhante.
12.257Um paliteiro, prata de lei.
12.273Uma crrante e medalha para relogio,
miro de lei.
12 296Uioa pulseira, uma medalha e uma cor-
rente para relogio, ouro de lei.
12.299Uma pulseira, um alfinete, um par de
brincos e nm annel, euro de !ei.
12.300Urna corrente e sinete para relogic, ouro
de lei.
Recife, 16 de Sfterabro de 1886.
O gereote e guarda -livros,
Felino D. Ferreir Codho.
AVISOS DIVERSOS
Cocheira venda
Vende-se uma cocheira com bons carros de
passeio, bein locilisada e afreguezada, por preco
mdico, em razo de seu dono nao poder adminis-
tiar por ter de fazer uma viagem : os pretenden-
tes achara o com quem tratar ra Duque de Ca-
las n. 47.
ABRIOLET E VICTORIA
Vende-se um cabriolet e orna victoria, em per-
feito estado de conservaco, e por preco mdico :
na cocheira n. 16 ra Duque de Caxias.
4ziso aos acadmicos do
!r anuo
Os acadmicos que tiverem de fazer parte do
quadro do quinto anno tenbam a bondade de se
apresentar at o fim deste mes ; os que nao com-
parecerem dentro deste praso nao podero figurar
no rnesao qnadro
iialerle Bucanble____________
0 capricho da moda
Prnra da Independencia na. Me *
Recebes pelo ultimo vapor da Europa um va-
riado sortimento de chapeos para meninas e se-
uhoras, o que ha de melbor e mais moderno. Pre-
sos muito reduzidos.
Aloia-se
uma excellente casa pintida de novo, com agua e
gaz, e bastantes commodos, para paasar a festa,
na travessa da ua de S. Bento n. 4, ou S. Pedro,
em O indi ; a tratar na ra do Commercio nume-
ro 26-A, Recife.
Ama
Precisa se de uma ama para cosinhar, livre ou
escrava : a tratar na ra do Vigario n. 12.
Refinado
Venda- se uma refinacSo bem montada n'uma
das principaes ras da freguezia de Santo Anto-
nio ; a tratar na ra do Rosario da Boa-Vista
refinacSo.
Casa para alugar
Aluga-se a casa n. 6, sita em Sant'Anna de
dentro, com 2 salas, 4 quartos, cosinha e quartos
fra, quintal murado e grande terreno em seguida
ao muro do fondo : quem pretender dirija-se ao
sitio do Sr. Jorge Tasso, no Manguinho, estra-
da da Ponto de Ucha, que achara com quem
tratar.______________________________________'
Aos negociantes de al-
godo
Os abaixe assigoados, vendedores de algode
nesta praca, juigando de interesse geral estabe-
lecer se uma difirenos mais rasoavel do que. a
que actualmente existe entre os precoe de algodo
de primeira sorte para mediano, e deste para se-
gunda sorte, convidara a todos os interseselos a
reunirem-se no -difiri da AasociacSo Commercial
Beneficente no dia 21 do corrente, 1 hora da
tarde, afim de se deliberar sobre este assumpto.
Recife, 18 de Setembro de 1886.
Perreira Casco c* C.
Mend s Lima & C.
Prancisco A. de Albuquerque Mello.
Julio Irmo.
Andrade Lopes & C.
Maia & Rezende.
f*1LLArV
IPeriru.o-ia3.osa9
JURUBEBA1
BARTHOLOMEO & C*
Pharm. Pernambuco.
Curio a Anemia, Flores branca*,
. Falta de Menitruapio,
*\. labilidades e Pobreaa de anr> i
*V, "FlTrigir a asslgnatura/'
mnm
t
AOS
-
:
gjfti-4
Q o
Hoaallna Pire Ponle
Jacintho Manoel Pontee, sua sogra, filhas, gen-
ros e ennbados agradecem a tortas a- pes;oas que
se dignaran) de coropanbar so cemiterio publico
os restos mortaes de sua presada esposa filh ,
mi, sogra e irm, Rosalina Piree Ponte ; i!e
novo convidam a todos os seus prente* migo
para assistirem as raisas que serio dlebr >das
na iereja da Santa Cruz, pelas 7 horas di uianh
de quarta-feira 22 do c^rreute, s timo da d> seu
fallecimento, pelo que desde j se confessam -ter-
nemente agradecidos por esse acto de religio o
caridade, proprio dos carac5es bem formados
t
Aluga-se casas a 8000 no becco dos Coe
ihoe, junto de s. Qoncallo : a tratar na ra da
Emperatriz n. 56
Precis-se de uma engimmadeira : na ra
do Rangel n. 9._________________
Aluga-se o 2- andar da ra da Penba n. 29
e a casa terrea da ra Vidal de Negreiros n. 140:
a trf tar com o Piuhriro, ra Duque de Caxias
H. 66, loja rrecis-Be de am caixeiro com pratica de
calcados ; a tratar n< pateo da Santt Cruz n. 2.
_ O abaixo asrignado, para evitar dnvioas fu-
turas e contestacoes, declara que o nico re-
presentante da firma de Moraes 4 Marques, e
tamb m o nico habilitado a fazer cobrancas de
dividas activas e pagar as passivas ; e taz eta
leelaraCaV) paia que uinguem se chame igno-
rancia.
Itreife, 16 do Setembro de 1886,
komoo Sot da Silva Marques._
__ yede-se aos abaixo notados, o favor de vir
ou maudarem ra do Marques de Olinda n. 51.
Pe ilro Siqueira, Alfandega.
Frederico Vieira.
Manuel, do Banco.
__ Vende se um grande rancho tta* barreiras
do Caxaug : a tratar com Jos de Aaevedo tra-
ga a C ra do Mrquez de Olinda n. 51.
Aluga-se o 2- andar ra das Larangeiras
n. 12, por cuinmodd preco, e casa terrea n. 9
ra do Calabouc : a tratar na ra das Trinchei-
ras n. 17. ^^_____________
Precisa -i-e de uma ama para ajudar outra
na cosinha : na ra le S Joo n. 35.
"__ Lauro Cast II B.anco e Silva, bao arel em
direto pela faculdade do Recife, faz publico que
desta data em diante cbaroar-se ha apenas Lauro
de Castello Branco. Recife, 17 de Setembro de
1886.___________________________________
Aluga-se a casa terrea eom sora em bom
estado, do pateo do Terco n. 82 : a tratar em
Fra te Portas, ra de S. Jorge n. 56, averna, j
dej'ois das 4 horas da tarde.
tnmnio da Coata Silva Hadare
Francelina Cardoso da Silva Maduro e suas fi-
lhas agradecem s pessoas que acompanharam ao
cemiterio publico o cadver de seu presadissimo
mando e pai, Antonio da Costa Silva Maduro ; e
de novo convidam a todos os parentea e mais pes-
soas de amizade, para assistirem as missas do
stimo dia de seu passamento, ^ue ter lugar no
convento de 8. Franciso, pelas 7 1/2 hornada
manh de 22 do corrente mez. Anteripam seus
agradecimentos.
Ha ro de Anadia
D. Oympia de Mondones e D. Emilia de Men-
doea, sobriuhas do fallecido Bario de Anadia,
c invidam aos amigos e parantes do finado para as-
sistirem inissa, que pjlo repouso eterno de sua
alma, mandam rezar s 7 1/2 horas da manh do
dia 21 do corrente, na matriz da Boa-Vista, pelo
qne desde j consideram-se eternamente agrade-
cidos. ___________i
Walfrld ta Slvclra Tavora
Luis Antonio da Silveira Tavora convida aos
seus amigos para asria'irem a missa que temde
mandar celebrar por alma de seu filho Walfrido
da Silveira Tnora, no dia 20 do corrente mes,
trigsimo do -eu passamento, pelas 8 horas da
maoh. ni convente ''' Carino_____________
i. Mara Joaqulun de caralbo
ibraoches
Pelo descanso eterno de L) Maria Joaquina de
Carvalho Abranches, fallecida a 13 do corrente,
mandam seus irmos, Dr. Jos Zacaras de Car-
valho (ausente), Lourenco Jos de Carvalho, D.
Candida, de Carvalho leseoni e seu aobriobo Ali
pi Z de Carvalho, resar uma missa na igreja da
Sarta Cruz, no dia 20 do corrente, s 8 horas da
manh.
100:8001000
Boa do Baro da Victoria a. *
e casa.* do costaaae
BUHETL mm\m
O abaixo assignado acaba de vender
os vigsimos de ns. 8,190, 21,092 e
22,264 com o premio de 2:0005000 e os de
ns. 3,500, 7,780, l5,611 e 21,060 com o
premio de 5035000 da 1* parte da 1.
lotera que se extrabio a 16 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida ao
possoidor vir receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se venda os afortunados bi-
hetes garantidos da 2.a parte da 1.a lote-
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se excrahir a 22
do corrente.
1 vigessimo 1(5000
Km quantidade malor de 1004
1 vigessimo 1900
Joao Joaquim da Costa Leite.
AOS
100:000^000
SILS2TES VAHDOS
23roa Primeiro de Marco-23
O abaixo assignado, tendo vendido nos
seus afortunados bilbetes garantidos 08 ns.
16,642 com a sorte de 1OJ:OOO0, 13,757
com 30:0004, 22,944 com 10:0000, 10,854
com 4:000*. 12,789, 10,666 com 2:0005,
18,098, 11,854, 5,425, 5,658, 6,353 com
1:0005, 5,227, 4,649, 11,577, 22,388,
3,294 e 21,358 com 5005000, da 1.a parte
da 1.' lotera extrahida em 16 do corrente,
convida os possuidores virem receber in-
tegralmente.
Acham-se venda os seus afortunados
bilhetes garantidos da 2.a parte da 1.a lo-
tera a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrabir quarta-
feira 22 do corrente.
PREv0S
K;
1 vigessimo 15000
poreo de loo* par cima
1 vigessimo 5900
Manoel Martins Finta.
1
6|50C
124008
800
1*800
500
1J00
800
1*2
2*800
400
200
Fazendas brancas
SO" AO NUMERO
- roa da Imperatriz = 4
Loja dos baraeirot
Alheiro & C, a roa da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fasendas
abaixo mencionadas. cem competencia de precos,
A SABER:
AlgodoP-t de lgodosinho com 20
jardas ff'or barato preco de 3*800,
4, liirtO, 4*j-.0, 6J, 5*500 e
MadapoloPecas de madapolo com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at
Cnmisas de meia com listras, pelo barato
preco de
Ditas branc is e cruas, de 1* at
Creguella francesa, fasenda muito encor-
pada, propria para lencoes, tealhaa e
c-roulaa, vara 400 rs. e
Ceioulas da mpsma, muito bem fetas,
a 1*200 e
Colletinhos c*.a mesma
Bramante ranees de algodo, multo en-
corpads com 10 palmos de largura,
m -tro
Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
droca delicados, d>- 240 rs. at
Baptlsta, o que ha de mais delicado uc
a creado, rs.
[Vas estas fazendas baratissimas, na eonhecida
loja de Alheiro & C, esquina do becco
dos Ferreiros
Algodo entestado pa-
ra lencoes
A OOo ra. e laOOO o aneara
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
rodo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
s de larpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
t<0 o metro, assim come dito trancado para
malhas de mesa, com 9 palmos de largura a 1*200
i etw. l'.to na leja de Alheiro ci C, esquina
d.. ceco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e 2* o covado
A heiro & C., i roa da Imperatris n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pelo preco acim
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co de b Ferreiros.
Espartllhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vcude-se
muito bons espartilhos para senhora, pelo preco
de 5*1)00, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3i o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
zas, de duas l^j-guras, com o- padrdes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3f o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar faser costumes de casemira.
01?, sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pechincha .- na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
poreo de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato pr--co de 320
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOOr. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
eo de 100 rs., ou em carto eom 50 pecas, sorti-
das, por 5f, aproveitem a pechincha : na loja da
esquina do becco dos Frreiros. _^___^^_.
Fumo Para
Para a fabrica Vendme chegou fama fresco
desfindo, em latas d? 15C e 250 grammas.
Ra do Baro tfa Victoria O
PILLAS
JURUBEBA
BARTHOLOMEO *C
Phtrm. Pernambuco
\ Curio as Sen&ea. e todas as
Intermitiente.
II ANNOS DE SUCCE8S01
.SnB5-x aaaiit>***y



-. -V
aaaai
Diario de PeriuiB^^^Doiuinso i 9 de
Tnico
Oriental.
Luz brillm^sm Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
?KU UMPARINftS
peitora|
> de Ayer
iCherryPcriara!)
(HITE,
;;h.cuTossi Convulsiva
niar.
::fEHaClAlore.M.i:3iv
ESPLENDIDO RESTAURAN?
Este acredita io esUb"l-ciinento, ltimamente r-lucrado, est em eondiroe
de servir ao mais exigente hospede, para o que tem |uarto, banheirot
e restaurant, encontrando-ge n'
dade
(tetras ebeias [oriiigneza
Alujase
- oredio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
*faeleemento fabril : a 'ratar na ra do Commer-
o ti. 34, cm J. I. de M'-deiros Reg.__________
Aluga-se barato
Sua Visconde de G' yanna N. 79
Sua do Calaboueo K. 4. I ) anuaiem da ra do Coronel Snassuna n. 141
Ra do Cakbongo n. 4, 1." andar.
Ra de S. los u. 74.
(na da Baixa Verde n. 5.
lasa terrea da travessa de S. Jos n. 23.
Trata-se n* ra do Comnvrcio n. 5, 1 aadar
criptorio de Silva Guimare & C.____
Aluga-sc
casa n 1 ra Lembranca do Gomes, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na rea da Imperatnz
a. 32, 1. andar. ____________________
A luga-se
u casas da ra do Visconde de Goyanna ns. 159
e 167, com anua e gaz : a tratar no largo do Cor-
p Santo n. 19, esc iptono.________________
Aluga-se
a sala de detraz do 1 andar ra Primeiro de
Marco n. 18, muito propria para .seriptono de
analquer natureza : a tratar na loja do mesmo
predio. ______ _______________________
MARTTS* BASTOS
Pernairibuco
NUMERO TELPHONICO i N* 38
Agua florida Extr; hida de flores bra-
sileras pelo seu delicado perfume, suavida-
deosucs propr;<>ri;des benficas, excede
a tudo que neste geuero t< m ippareeido de
mais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
prepara^oes para a (cnservpcao dos ca-
bellos. Extigue as caspas e outras mo-
lestias cepillare*, faz nascer es cabellos,
impede que embranquecam o tem a grande
vantageni do tornad livnr de habitantes as
cabegas dos que es usarr.
Oleo vegetal- Corrpcsto com vegetal
innocente, preparado pira umatiar, for-
tificar e dar brilho a Agua den'il'ricia. Ext'lierjte remedio
contra a carie dos tientes, fortifica 88 gen-
gives e bal desappsrecer o n o balito.
Vend-se ras principies cssss dista ci-
dade e na fabrica de oleoa vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEFPOKE N 33
(nica ca*>a que as prepara) em todas as qurtas e s xt s teiras, d'i i>
nha em diant -
PRF^OS RESUM I) IS? MOS
A a toa] gerencia do Sr. IZIDORO ALVES PIT< ,^.
fina d; Madre de D E aa mi-
Ama
Prf cisa-se d? urna ama para ensarno ar e fazer
ais alguna servidos da casa de familia, que dur-
ul em casa do patrio ; na ra de Riacbuallo n.
|t, porto de ferro. ________^^__^^^__
Ama
Precisa-se de urna ama que lave e cosinhe : na
raga do Conde ri'Eu u. 10.___________________
Ama de leite
Precisa-te de urna ama de leite com urgencia,
ri Olinda, no Varad.mro : a tratar em casa do
Detnocrito Ovalcaiit.'. __________
Aiil para engommar
No largo do Corno fanto n. 19, 2- andar, se
recita de urna ama para engoremar e tratar de
enancas. ______________
Serrara a vapor
Caes do Cnpiharlbe n. *"
N'esta serrara encontrarao os snhores trege-
les, db giande sortimento de pirhj de resina de
cinco a dez metros de eomprimento e de 0,08 a
0,24 de esquadros Garants-se preco mais cmo-
da do que em outra qualquer parte.
Francisco dor Santos Macedo.
ssucar especia
Joaquim Salgueiral & C, propietarios da mais
bem montada reflwacao desta cidade, scientifieam
ao pnblico < m geral e espe -alnente ao commer
Co, que tem sempre um completo sortimento de
assueares, tanto eua enroco como refinados, de 1*.
S e 3* sorte, e especial refina o com ovos, o me
Ihor que se encontra no mercado, e i odem de
rompto satisfacer qualquer pedido que Ibes seja
feito, pi'is pra isso tem sempre um grande depo-
sito. Garautem a boa ezerucao e limpeza de seut
productos.Tel. pbone n.445-
itna Dlrelta n. *__
Bluita atten^o
Aluga-se oa veude se urna boa casa toda caiada
e pintada, com um agradavel si ioambo arborisa-
o, no lugar do Espinbeiro, arrabalde escolhido
ara a sade ; trata S'- na ra do Bario da Vic-
toria n. 14, collegio de Snta Luzia.
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa c remove
todas as impurezas do cas-
co Ja cabeea. Positi.n
mente impede o cabello
de cahir ou Je embranquo-
cer, e infallivclmente o
torna espesso, macio, lus
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Treparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
E'ounicoperfumenomun-
do que tem n approvagao official de
um Governo. Tem dnas vezes
iuxs bacaaada que qualquer outra
clnm odobrodotempo. E'mnito
mais rica, suave o o E'
> mais fina e E'
uto o ajandavel no
lonfo. E'duasTeziu mai*efres-
no banho e no qnarto do
iloonte E' especifico nonra a
frousido e debilidncV. *0ura as
dores V cabega, os cansagoe o oe
desi.
Xarope Je Tila ie Eenter No. 2.
Caxang
Alugam-se quaito m^bi hados a 154 mensues,
ao antigo hotel de CazangA, asbim ctmo tsnibem
eomroodi.s com co^illha e. d. pi ndencias para fami-
lia : a tratar na ra Primeiro de Margo n. 25 loja
de joias.
Do respeilavrl conselho I Horario
Convidar!) s a precn-o tinglo para o artigo
estampd<> do Diari > d- domi g> ultimo, epigra
phado : Ioi-tru gao Hub ira.
Recif--. 7 d Set inbrii de 1886.
AMTES E VBilr-O. DMPOZS DE USAL-O.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affecgoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
engas do Sangue^'gado, e Kins. Garante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian.
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especias
ero todos os periodos. ___
Deposito em Pernambu'io casa de
Fianeisco Manoel da Silva & C.
Caixeiro
Quf m precisar de um caixeiro com pratica de
olb...io, d. ixe carta com as iuieiaes F. S. E. M.
i ra de Gervasio Pires n. 49, taverua, des Srs
Hagalbieb & Santos
o dia 16 do c nvnte, 3 b"ra da tarde, fur
taram do tirado ra de h. Frn"isco n. 8, um
apag-iio ta I dor em gaiola cum Correte. Gra
tlfi.-a Se a quem d r noticia.
Cap dios essparto
Pintados, de div r.-i s tamaohos, vendem p r
png.o s-m con *' mus Capitao db C. cuta
arm. z in de molbados ai 'a do Rosario
uniere 1.
Cal ?rgem k J?t;uaribe
Abri ? ra d< 3om Jess n. 23,
uro arm zem onde s<- men-
te .- buu or tal ewgfiu de ..'-'guaribe,
a em barrieas pr i para o
fabn. (i do assucar.
Eal < al, em nada nferi'ir que nc3
vein (1 i-trr.ngeiro, irn i a p lo pre^o
fixo 0 a b: nica |, r c : tracto que
f z Sr Vilmente Knoeimei i on o 8r.
Jos (] s'a Pereira pruprii i rio do engenho
Jagiii r.li-, cajas o nome
n .rregado da veifta i:niamente
nesti .iij.de o Sr Seb attao Bezerr'i,
e 23.
Cae .'He
N
C< sinheira
Precisa-se de nina o.-ioln ira que "ja perita e
crma em cata o p>ua, ; na .ua d- Ru.chueilo
n. 57, purtao de l no.
Se. enle t carrapato
Compra se i tbnca Apollo : na ra do Hoopi
alo a. 7a____________________________
Vlfifaii lio (.anches
CV gnu nova r meas, de vinho puto : venham
otea que se cabras, i ra da Lafntriz n. 26.
'jso m ki<>
da Guia n 11, -.!- qnubdada
j5oa acquis'c:i
ucdi qu^/.i'i iihr (tiiibeirtt
as principa, s n .? >l r* i' le, neg
[iidaria I .- ei.gas e eu.
ado de oneervug i : h rr.t ir ua praga
TBao. H.
ardini das plaas
MONDEGO N ^
Pteti iidi-udo-ae ax-ab r c ui ar plantas qae esti
m v.....r u'este jsriim, v. uA- o.-b/ i aap.iiseiriit.
ujoit.. t'r.-ndei, e daiwl. frucw a 2V)iiO, Un
peiras muito grandes, par sti.efiar, a VlOd >,
duza, d sapotineiros mais ,.. queu por barato
praiaj
faixeiro
Precisa se de um caix-iro de conducta amanea-
da : na ra da C'ucordia n. 165.
*

n
ORIZA LACTE\ CREME ORIZA ORIZA VELOT-E
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARS 207. Ra Saint-Honor, 207 PARS
OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA L.LEGRANO
terem ite.it aurceaso e favor publico :
! A cBito Mirapulcso cem que < a a sia ntlHoh aaitemo! e
sao fakriCudos. J i snavidade do :ec p irltime.
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA
sero auinjir ao seu gra-a de dellcadesa e perlcio.
C. A apparencin exterior destas imitardes sendo Mentid aos I'erda-
Pjk deirox Productos Oriza. < res deveno se
4jO precaver contra este commercio iilicto e ct.usttlerar como
^#. contra/aceda outlquer producto de qualiiade inferior >
*
y-s
SAVON- ORIZA.- VELOUTE
O
Remessa do Catalogo lllustrado pedido tranqueado.
SEM CHElfO NEM G0ST0 DOS 0LE0S ORDMiiWS
OLEO
OK TERRA-NOVA
IdoFIGADCSFrsacos:. '':'*' <
|0EBAGALHA-
iij ceru conlra a Molestias de "elto, a Xiad
Bronquitis, PrisCes do Vcatro. Tosses cfaronlcas, Afta aaaa.
AJtYElt EXCMA. Sjciga-se no rotulo o aello-Azm
HOGG. Pharmaceutico, 2. ra Castialiona, PAP
pricinaes l'hnrmaritff

V
5 .plVERem^r^l
Nova PEBFUMARIA Extra-fina ^
Precisa se de urna ama que Migorrme com per-
fefgfto ; na ra do Marqu. z do 11- rval n. 10.
^oiiai 11 u "i acunaste
A PEPT0MA
Sab9ttn^>rio'inaOcPP9.'G.NA |
prj*indo rjgr ^ojreaa de Ftb, utu
', msaicamen'o que mano satrbs f ara fac-.
, litar as faosos osstcmsgo, e regatera. .<
digesti.o, tinicr a i-ia^k .'avwocor i antnro
do domto.
Scn^.sero a eipor^eacias fodari peao
3tis afaacdo. ta slLco < Pavi o Titrof
iSahos demtnatrara-. a efb.na:iaiio'l(rUrS i
OB jeETJOHA DBFRESSrS; ref
yesfibiltdade eraquecsU^-os de eprodotir|
Una, as Esas cartas, limatanM->">o a aprc-y
P itxctr asroi aarta diriti'io o Sur Dcfr,
pur u;^ j, ctijo ..'.-ino o *.3>a s&>
fcefa oaulisusas pslc mundo z:c1.
Diz o P 2aOet ao sfcr Oofi esa:
conlis, a i te Ha-oo do 1S3. ,
( labio o rosto de lbe nmifoster a aa-
.tiaatfio qnc uve com i ttt r.r4oaa, sorW
i;w resultatS'. cup ceas ella atcanesj ao.
'C nos grsTes m q-e tcob-) en pregado.
t a Seirvre quando tive as ttati am dato*]
riiga carisai!"., dcoate cu cen: \JI difo-
[to.. a sos preparav*: ailwuw o
La'je.'to.*TiI!5ioru-Jo-lhe as funcede. digesti-*
^vaa, jauita. cflbures idesaa. oatria-
f snicas t meninos raoflitteo. dovtm *
sando Ar- <, do Pcptona. ?.ir iso. ioa/
^ considero coramendal-o. ca me v. dooffes n'o n grand" -
[ nuirero de ces^- -
r TAoprat;ai3ocer.iraedieo|rat3eoda-<
\nxo os bmm> o* 1891 i 1860, periodo oml
raie a eisidadv1 de digerir oa" jlimentoe,"
l ur.iedia'.arcsnte unJoaaXos era menos im-
1 sorioaa de que hoja; ea'io constitiicdos
at/tc mais vigorosas, anguinaas, ea-gicas
J ictada: <*'urr. robusto spoettafc favor* ridaa
9 or urna priadt. sbundarerL. !* surcos gas"
~ ttioK '&.- ovocava' a prorapta transfonna-
dk dos a'mr.emos sasis refractarios.
I Hoje, porm. i* qoe os estomago, dobili-,
U los rocem de eir-jia, 4 conrnnioat.
Ucfa.- cala de todas ar substancias :/uo fa-'
cilitam a digestao, como, '--ar 9iam4 iva Poscre-na.
i Opreceitode h;giene mtis importrate,
i orm re ai. despreai'o este : G&stmr
mu So rara redorar nati. F oste o .<
grsdo aa saude", e dnrnt; rr.uito temp= os-
mrrt.' estados tiverara este a>*mipto iior
? prsMpf ohjoto; alrn d'issn. s -mnhi si >
* toogao de medico na Rac-ai l60 de Benefl-
coccia "esta cidade, em'qac os .scrofuloso^
e lymphrs? abnndam ora de edid mo*.
SurmitteAJ fatr muitij fel"es ippvacoo. *
b seosexr2)i>?ti?esnroductos.
Aclia-se o deposito do t?o valiew niedi- *.
calent a* Pharrracias e Orogarttt ^'asaaj
cidade E'^rtto oifdar en recoiAecel-*^
oio treitw .3 irr-itsjfes. -iiginio qy>v
. *iiiT7-'JBHC fSETWet* *
VISO
O abaixo afsignado participa que mudou o ee
escriptono de ugrncinr cirgiis p.ra saas erabar-
cncors, pura a tur do Tuyuti u. 12, < u'r'ora da
Lapa. Eccife. 13 d. SeMnbro de 1
Brtrtbulineu Lourenjo.
Caixeiro
Precisa-se de um caisriro de 14 a 16 annos,
que d finder de sua c uduct. ; no largo do Mer-
cado n. 13.
Ui'l.
Precisa-se ale duxs amus, urna para eugommar
e < uir par., cosinh. r ; ua ra Imperial u. 42.
Peitora 1 de Camba
REQOS
as aer-ncias : fras.o 2$500, 12 iluzia 13* e
duzia 40OO.
Nhs sub gencias : frattO 2^t0, 1(2 duzia
150U<) e doja
Agente? toa am toda a pro-
vine. Francisco M. ila Silva t C, ra dt
Mrquez de Odnda n. 83. ________________
insli ui'i'io publica
O delegado Iliterario de Vicencia, conteste, se
pode, com documentos serios, a publieaco inser-
ta no Diario de houtem, sob a epigraphe cima.
Eecifo, 6 de ctei,bro de 1886.
A vez da moral.
Agrad
. CORYIOPSIS do JAPr At* ma... C0R7I0PSIS U JiPil
men..... CORYIOPSIS do-'.rlO j BiiLiurtdiA.. o CORYLOPSIS do JAP8
4ii4.r4i!ClBn ao CORYIOPSIS Si JAPO | ou........ CORYLOPSIS do JAPlO
UTiaj.......HCORYLOPblSiaJAPO{pouii......u CORYLOPSIS oJAPAB
CURA CERTA
de todas as A ffeccoes pulmonares
f*
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutica
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
AsVerdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recom mor dadas nos casos de
Chlorose Anemia, Pulidas Cores, Corrimentos, Debilidad', Esgotamonto, Convalescencia,
Fraqueta das criancas, Uepauperamento e Alteracao do saugue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 & 6 prageas dor da.
xVem Constipucao nem Diarrhea, Assimilaro com/iieta.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
njj Urna explicado detalhada acompanha cada frasco.
Exigir o
Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Gia, de PARS,
encontra em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
que
se
1 HIGINICOS para TCUCADOR da PELLE e para'FAZER a BARBA
gstts .Sabcnetes ^ follar geriamadoz, |
os mais Idob do ASundo sao excellentes contra as Affsccoss sa
ca pe ile e as fjcadas j
DB MOSQUITOS. E
Oppondo-se a accio dos Miasmas e Microbios do ar e das aguas fe
sio nocessarios conira as molestias contagiosas e epidmicas. g
\EIA-SE A BR0CHURA EXPLICATIVA ?'
Exije-se a Marca de Fabrica &.' mollasd
VENDE-SE EK TODA A PARTE HAS DROGUERAS, PHARIACIAS E PERFUMARAS "
A. JOUBERT, Succesor. Pharmaceutico de 1 Classe g
8, Ra des Lombarda em PARIZ. I
2 MEDICINAOS grme d. barges m friccoes bamhos i
Todos aquelles que sofreml
Ao peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Fournier.
Depostanos cm Pernambuco .-
FRANCISCO M. da SILVA C.
a^t< ' PILOUS do B' mW'
2 de tOBURETO de FERRO e dt 0UIMM 1
l nmi lHN08l|ljoniExltotDdeino^ i*>
W ftcaoaeUlieon'. -are d'otu Plalas,qousccm
loiot m Mam j/nriJi-l poro a -wr*-ol U I l^If-
Pelas f nifl proprledfcdea tnica* miallfcii,
O XOBXTRETO I VMOMfrt JsU.T*
o mudlaimQty, jh vttivo cot M
Crw di tttoKwo mnorm* iMtnl
Perua fe poef/ta
Cjjjc! cEmf^ibrectirsan'.o fo Sanflfa
aricpdet esc-ofa/oaaa, eti
| ai Sl'al: 9. rw v 6-saaIto-S.!ij:*tbX ** _
avcl c ut?l festa
lio hospital portu-
guez
Prdro Antunes & C. apresentam mais urna rea
a sua humilde chapa para nao esqui-c r, e peden.
em reserVH s Esmus. Sras. pitra laucare- sua.
vistas ao toilette reai rvado, p> is ultima hora ua.
baver mais terop- pura comprar um par de 'uvsa
de seda de cor ao pie';, iiunho alto ou baixo, uta
bonito e elegant- leque de sida ou qualquer outra
qualidxde. Ah! y. m>- lembro K 01 bieaa de
cores que pnetao rtformnr aos braucos, b mbera
o. pentes cora vidrilhos, as trangai com vidrilho.
de cotes, e as indispensnv. is fitas largas e i-strai-
tes para os laeoa da ultima hora, bonitas ineias
arrendadas, brancas e re cires. Em resumo ura
frasquinho com eptrato Gucrlatn, e muitas -'.tras
cousas, que por falta ie espaco e tempe, confia-
mos aos buns cuidados das amavei le toras. N
esqu-cendo que i Pedro Antuut-s & C. do 63 i
ra Duque de C.xias
\ov<, Euperanr.
inmn
os 100.0OSOOO
>Jraa da Independen-
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu ca 1* parte
Ap. 2* lotera extr&faida hoje, 15 Jo corren-
le, os segriiutes premi b : do 2:000j$ cm
n. 10101, de IrOO* em os ns. 12434 e
17757, de 500^ ns. 7602, 7901 e 156U.
Acflam-8e venda os feiizes bilhetes
garantidos da 2 parte da I lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Re:ife, que se estreir a 22 do cor-
rente.
Presos
De cada vigessimo 1J000
Em porco de 100 para cima 900
AutoKto Augusto dos Hant** Porto
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CREME de VOGEOT
Bspecialidade de Cassis
C JSTIN DEVILLEBICHOT
SXJOtf (Cfie-dDr) FrancA.
1M Mcdmlhas nu E^otlgty dt :
tUa 1855, 1160, 1BS7 (Exposlco DulTersal)
DIJOI 1855 (Medalla LOIRES, MACO! 1858 BORDE.'.DX 1851, !8S5
BODIS 1858 BESANCOS, TROTES 1863
DtposlliriosfB Pernambuco : PTanc"M. da SILVA C?'_
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C3
-Sr ^^ADo DO PHARM'
skiq Marques deHolianm
iheumatismo CaneroeBobas Impi^ens
eludan as moleHtiftH que lenho eua uitgem
na impureza do tiangue drvida a syphdis.
Uto MUM MN.T99
^VCtrv f>e.cfu^*vc ooJac* oc tn* com aaoo.,dmxo oy*
t-t*o \>e*eo pv >oo dontoJ.
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tr/uo ,**4io

/JOMO, Lulots
EWTftAl Ot fRO0UCT
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{^flBORATORIO^EKTftAl O f RO0UCTOS|l0ICIHAES
j OAFtORABRASItEIRA e
ftuado Visemete do Rio Brartoo lt'

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09
3
DO ENCASdo ESTOMAGO
DIOESTCS D1FFICIIS
Dyspepsivs, Gastralgias, Anemia,
Perda de Appetite, Vmitos, Diarrhea,
Debilioade das Giiancas
CUR SEGURA. B HAPIi'A PBLO
EOXIBGREZ
TONICO-CIGESTIVO
com Quina, Cosa t Pepsina
Adoptado ora todos os Hospitaes
MEDALHAS AS EXPOS:Q0Fe
PARS, r U Bruv'8.34-, e em todus u Pkarauciai.
tor.
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d.O M RODftO
a bella al vi ra vupo- i
rosa < das Bellezas da inUguidar'6.
U PANAFDEU A C"
Parin, rut Rociiechouart. 70.
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O
CONTR
DeUoxcB. Gripp
rrttsc5os do Pelto.n XAROPE eaP ASTA peitoral
deNAIlcDELANGRENir:
,i.. por Siembros iln .'.
Srai Opio, lorphtaa c .co *
oriam-as srfectadas dt T(
PARS, ra Hr:
u l.v. T

SUSPENSORIO SRILLERET
tOaslico, sta lfgadans debaix* u aiai.
r Para evtiar as faltificavoea,
exigirafirma do inventor, estampada
em e>ida suspensorio.
FUHDS DE TODOS OS SISTEMAS
MIEIAS PARA VARIZES
minn.tE60mDEC.inr -s.w.Pw. W. r. J-J. I'IMM.
KCG1-S1KADO
Aos 100:0008000
BILHETES 6AHAKTID0S
16-Ena do Cabng-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos hilbete8 garantido as dezenas de
13,741 13,750 com 604, e 22,388 cor
500(5000 daia parte da lotera.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos o'a 2* pirte da 1* lotera da
provincia em bfnefieio da Santa Csa de
Misericordia do Recite que se extrahir*
quarta feira 20 do corrento.
Presos
i Vigsimo 1,5000
Mendo qnantldade superior
a lt>:000
A dezena 9!000
Joaquim Pires da Silva'
Pinho resina
de 3X7 at 3X12.
Pinho branco (da Suecia)
t 3X12.
Cimento inglez
de 3X7 at 3X12.
VENDEM
l>nsc a Irmo dk C
B.!rbeiro
Precisa-se de um official de barbeiro : na ra
do Livrmnento n. 17.
AO:
5 DUlitJlf
Teniem nota
Trilhos para en^enhos
WAGONS PARA CANNA
LocoD)otivas
tlaeh'i'Uinr complelo para en
genhes le i dt os lamanhos
Sysiema ap' rtei^oado
KspecificaqZes e presos no escriptorto dot
agentes
Browns & C.
IV. d itua do commercio
N. b MmduanuiaB C Wir. caiii I tfOsde
MJ .mpleareiitosiiiceasariii8 agricultura, com.
,inb'm mKi-hiiiiis para desean car algodar. mai-
,hos para cat, trigo, xrroz e aiilho; crea de fer-
ro a.vanisado ezcell< nte e mdico em preco, pef-
KM inMihuma pode trepal-a, nem animal qae-
>rl a.
Casa para alujar
O segundo andar da roa larga do Rosario n. 37
esquina defwnte da i^reja ; a tratar no pavimen-
to terr-o.
Angnel 16$880
Aluga casa terrea n. 22 da ru do Nas-
eente, prxima matriz de S- Jos, com 3 qaar-
loe, quintal e cacimba, e concertada de n^vo ; a
tratar em Fora de Poitas, ra do Pilar n. 5S, te-
\-rua. at a. 11 hura, da manad, oa depois das 4
I bra. di. tarde.


Mario de PcrnambiicDomingo 19 de Setembro de J886

>

IBS iBtttBS SOS ii
Cura certa era 48 huras das infla r-acSes
recentes cios olbos, p-lo colyrio prepara
do por Jos Pedro rVirgu.-s da Silveira.
Emprega e este poderoso colyrio sempre cohb
nod'-s vantagens, nas seguales molestias :
Ophtalmias agudas, purulentas e chron.cas, con-
onctivites, etc., etc. .
Deposito eral, na drogara de Paria hobnnbo
Ai C, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Para informacoos, sedirijam livrana Indus-
trial 4 ra do Bario da Victoria u. 7, ou a resi-
dencia do autor, rna da Saudade n. 4.________
Filulas purgativas e divas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparacao puramente ve
tal, teem sid.i por mais de 20 annos sproreitadas
com os melbores resultados as segurares moles-
tias : affeccoos da pelle e do figado, sypbilis, bou
boes, escrfulas, chagss inveteradas, erysipelaa e
gonorrhas.
Mudo le o*al-a
O roo purgativas: timt-m de 3 a C por da, ;c-
hend.>-se aps eada des* un poneod'agua acloca-
da, cha ou c.ildo.
Como reguladori'.s : tome-se um pilula aojantar.
Estas pilu'as, de invencio dos pharmaeeuticos
Almeida Andrade & F'lbos, teem veridietum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, tomndo-
le mais recommendaveis, por scxeui um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
atadas em viagem.
ACHAM-SE A' VESDA
i droKaria de Faria Sobrlnbo C.
-11 EA DO MRQUEZ DE OLINDA 41^
Famo desfiad do Ro-Aovo
|
DE
Freites Silva &
O melhor < o mnU pnro que lem
Inda h 'la prara #
NICOS IMPORTADORAS
Costa lina & C. Ra do Amorimn. 37.
Almeida Machado & G. Ruada Madre de
D:.-ns n.
J, Antonio dos 81 titos Rus do MaTquez
de Olinda n. :"> e ra Prirneiro de Margo
D. 34
m fie Vlm
Em quartfs
8obrinh.i Ss C.
e meias garrafas, vendem Faria
!i rna do Haronee d Ohooa n. 41
OSITaRI
r
Scm dieta esem raodifi-
cales de costantes
Laboratorio central, ra do Vicondo do
Rio-Braneo n. 14
da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Esquina
Especficos prepirados pelo phar
macentico Eugenio Marques
de Hollando
pprovados pelas juntas de hygicne da Crte.
Bspabeai do Prata e academia de industria de
Pariz
Elixir de imbiribina
Restabelerc os dyspepticos, facilita as diges-
*6es e promove as ejeccoes difficies.
Vinlio de atianaz ferruginoso e quinado
Pura os chloro-anemicos, debella a bjpocmia
intertropical, rtconstitue os bydropicue e beribe-
ricos.
Xarope de flor do arueira e mutamba
Muito recomn miado na bronchife, na hemop-
trse e Das tosses agudas ou chronicas.
culeo de testudos ferruginoso e cascas de
laracjas amarga*
E' o prirneiro reparador da fraqneaa do orga
nisrao, na fysica.
Pilub .8 ante peridicas, preparadas oom a
pererina, quina c jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vitibo de jurubeba simples e tambem fer-
ruginosi, pr parados ji vinho de caj
Efficazes as inflammacoes do figado e bacc
gudss ou chronicas.
Vinho tnico de capuana e quina
Applicsdo usa eoavaleseencas das parturientes
Urtico intefebril.
Deposito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva i C.
33RA MRQUEZ DE OLINDA-23
Caixeiro
Precisa-se de uro caixeiro coin multa pratica de
molhados : a tratar na roa da Aurora n. 113-
Sio
Aluea-se o sitio da travessa de Joao de Barros
n. 6, cora boa casa da morada, bastantes froetei
ras e baixa pra c.p'm ; trat-se na r A da Im-
peratriz n. 14, o.misar.
nMMMTDflGF
de 3X9, 4X9 e 3X12 ; veuJe-se na serrara a va-
por de Cliroaco da Silva, caes Vate Doua da So-
vembro*. <3.____ _^______^_
l- PAST1LHAS
mi
Oe ANGEL! & MENTRUZ
ss
es
i
m
as
55
s
fys
0 Remedio mais effiett
Seguro que se lew descoberto ate
hoje fiara e'pe'lir as Ion trigas.
ROPIAYOL FRERES
5
5C
9S
i
I
i
Este remedio precioso tem goiado da accelta
{3o publica durante cincoenta e sete annos, coov
eyando-sc .-. sua manufactura e venda em 1827
Sua popularldadc c venda nunca forSo tio exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo
offerece a melhor prova da sua eficacia mararil-
hosa.
N3o hesitamos a dizer que nao tem dewado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creaneas quer em adukos, que se acharo afflic-
tos destes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
attesta^es de mdicos em favor da sua eficacia
admirave!. A causa do successo obtido por esf-
remedio, tem app^.recido varias falsificascs, de
sor.e qtle den o comprador ter muito cu.dado,
do o nome inteiro, que devia ser
vmfflp ite t A FAMB8MCL
G Laportc k C.
Com cana de commlfttide rna do
Imperador n. l. Io andar
VEN0AM
Elixir dentifricio
Haosa aentifrlcia
dos reverendos pudres benedictinos de Soulac, o
meihor dentifricio que tem vindo para o merca-
do (so s dajias).
,tnli-mouNiique iierv para matar as
morissocas, maiuina, etc. (s duzias).
Vinho de Champagne da afamada mar-
ca Moet db Chandjn em garrafas e metas ('cai-
xas).
Vinho de CU"' mpasne,marea Marquis de
La Tour Byron (35 45 a caixa) (s caixas).
Cognac, marca Hilriebert ( caixas)
Vinagre aromatice, para a mess^especiali-
dade para familias, garantida pnro de vinho bran-
co (s garrafas).
Salaa-parrlinafreNca do Para.,
Kau de mSt;*ie dea Carme, a preco
de faeoura para liquidar 11X) duzias vindas por
engao (4s duzias).
Bob Leeliaux. grande depurativo regetal.
(-rnente aos denhores droguistas e pharmaceu-
ticos).
Papel lmn impressao de obras, no., etc.
Papel para carian, grande e variado
sortimento, a precos utiaca vistos ueste mercado
(em porcAo) todos os formatos, e os competentes
Bnveloppe tambero a preco sem compe-
tencia.
Cartoew de wiaita de toJos os formatos
brancos e de phantacna, caroes para o commer-
cio, em Cri.stol, framlim etc.
Tinta Bine Black, verdadeira de Ste-
pbenson, 1 por rein- sss peridicas do pro-
prio fabricunto : precos nexcediveis de baratez.
Artlgost de eacriplorlo tus como livro
em branca, copiadores, tinta, caeta, fapi, tin-
tetTOs e tados os mais sempre vendidos a precos
muito baratos pora wgoo.
efiomma arahica de Adriano Maurin fras-
cos grandes e p quenos, epii cix is de duzia.
Tinta de marcar a roupa, do mesmo fa-
bricante.
A' rna do Imperador n. 46
Casa filial ra do Ca-
bug n. 12
Receb"ram novamente ura esplendido
fortimento de chapeos de sol de todas as
quali'ndes, para senhora, lisos e bordados,
graL; e variedade em cores ; e para bornem
frando. variodane em cabos inteiramente
no.it, clip*M para crianjas, chegar no-
vo sortimento.
N. >-. F;.bri tam-se e concertaro-so cha-
peos de todas as qualidades, com perfei
ao p rapi tea a roai^r possivel; pois eo-
bre-se um chapeo em ra>-nos de urna hora.
AiuoBtras levatn s" em qudquer parte.
Vende -se em gross- e a retalho
fiMULS0
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de acalhao
CVf
lypophosphitos de cal e soda
Appovada pela Junta de Hy
giene e aiHoa'Iaada pele
overa*
E' o melhor reroi dio at lije deacoberto para a
Malea uroncbUei. encropbulaa. ra-
chii'H. anemia, enllldade em geral.
lennxnM. umw cter>nlc e affecee
d perito e da garganta.
E' milito superior ao olo simples de figado de
bacslho, porque, alm de ter ch'iro e sabor agra-
aveis, iossue todas as virtudes medicinis enm-
tntivas do oleo, alm da prttpriedades tnicas
ncenstituintes dos hypophosphitos. A' venda na*
drogaras e boticas.
Deposito em Pemambuco

VENDAS
A lievoluco
A' ra Duque de Laxias, tesolveu a vender
os seguintes artigas rom 25 o/0 de me-
nos do que em butra qualquer parte.
Setius damass a 36() rs. o btMOl
Gorgonnas de listnnbas a 360 rs. o cov&do.
L9 coin listriuhas a 640 rs. o c-jvado.
Fustoes de c6r.-s a 320 rs. o esvado.
Merinos de cores a 900 rs., 1*000 e 1*200 o co-
vado
Merino* pretos a 1*200, 1*400, 1*600, 1*900 e
2*000 o covado.
Velludilbos lisos e lavrados a 1*000 e 1*800 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Cachemira bordada de seda s 1*500 o co-
vado.
Las escossezas a 500 rs. o covade.
Cambraia com salpiccs a 6* rs. a peca.
Chitas c-s.'uras e claras a 240 rs. o covado.
Linbos escoeseres a 240 rs. o covado.
Lis com bolinhas u 640 e 500 rs. o cavada
Qaze com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Linn com sa'picos a 500 rs. o covado.
Giosdenaples pretos a 1*800, 2*000 e 2*500 o
covado.
Zepbiros listrados a 200 rs. o cevado.
Crotones finos a 320, i!60, 400 o 440 rs. o co-
vado.
Setmetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o ca-
vado.
Pnatao brancj a 320, 360, 400, 410, 500, 560,
600 e 800 rs. o covadu.
Setinetas lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
Flanella de cor a 40 I rs o covadj.
Flanella branca a 400 e 1*000 o covada.
Chapeos de sol de cores para aenhoms a 7500
um.
Chales de easemira finos n 9*000 um.
Fechs de la a 2*000, 3*000, 4*000, 5*000
e 6*000 um.
Tapetes para janella, piano, sof e cama a 4*,
6*0(0, 7*000, 8*1 KX> e 24*0lO um.
Esgnio amarello e pardo a 500 rs. o covado.
Casacos de laia a lu* 00 um.
Lencoes brancos a 1*800 um.
Brim prateado a 60C rs. o covado.
TunSes para meninos de 4 a 5 annos a 5*000
um.
Lencos a 2*000 rs. a duzia.
Cclchas brancas a 1*800 urna.
Setins ma?o de cores 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o covado.
Setinetas bramas a 500 e 560 rs. o covado.
Cortinaoos bord.doe a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Capellas e veos a 105000 e 14*000 urna.
Coicb-s bordadas a 5*000, 6*000, 7*000 e 8*0 JO
urna.
Espartilboe de cmraca a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Cortes de lii pa vestidos a 20*0'0 um.
Algodfio com duas largaras a 800 rs. o me-
tro.
Cortes de caspmira para calca a 3*000 um.
Bramante de linh" a 1*800 o metro.
Dito de algodo a 12(K) o mi'tro.
Toalhas felpudas a 4000 e 6*000 a dnzia.
^Loja Camacan
Miudexas
Perreira de Souza 4 C, tendo resol vido vender
todos os seua artigo de miudezas por menos que
em outro qualquer esUbelecimento, avisam s
Exmas. sen horas que apparecam neste estabeleci-
mento para assfm se convencerem dos precos que
acabara de fazer :
Oleo orisa verdadeiro a 90r> rs., linha para ma-
china a 900 rs. a duzia. agulbas finas a 60 rs,
paectes com tres sabonetes 400 rs., um pao de
sabonete-fino 700 rs., meias finas para senhora a
700 rs. o par.
Lindo sortimento debieos finos a 1*200,1*500,
1*800 e 2*500 a peca, le mes finos a 3*500, 5*,
5*500 e6*.
Espartlihos finos a 4*500. 5*500 e 7*500
Lnvae finas de seda a 1*800, 2*, 2*500, 8* e
3*500
Orampcs para chapeos oque ha de mais barato.
Bicos pret> s com vidrilho.
A)finete a 60 rs. a carta, fitas modernas lisas
e bordada;, o qae ha de mais fin..
Sabonetes de Reuter, o que ha de melhor para
a pelle. a 900 rs. um, tinta fina para marcar rou-
800 rs. o frasco, leucos trancos fiuos a
1*500 u duiia, liado sortimento de broche para
senhora.
Alem deste annuocio teem muitos artigos de
moda, que estio vndenlo barato.
Ba Dnqne de Caxlaat n. 66
Para ngenhth
Cal nova de Lisboa.
Potassa da Russia.
Oleo de moe t.
Aseite de carrapato.
Grasa em bexigas.
Vendem Abrantes & C,
omero 48.
ra do Bom Jess
Predio
B
Ha irm sortimento variado de
Azulejos franeezes
de padroes novas e muito solaos a
80*000 o inilheiro
Na loja de Louca de
J. DE A. VEIGA & C.
Rit larga do Rosario
Maduro
Vinho puro da ura
O que pode baver de m6bor para mesa, em
barris e a r.taHio : P05S8 Mendes & C, ra
estreita do Rosario n. 9.
Cabrmiet
Vende-se nm ero perteito estado e por preeo
eommodo; 4 tratar na rila Onaue de Curian n. 47
Pone o capital
Vende-se o estahelecimento de moibadas ra
de S. Joao n. 5, de pouco capital, bm local, alu-
guel de casa barato, negocio proprio para prin-
cipiante, d-ee livre e desembarazado, conforme
o ajuste : a tratar no mesmo.
VAPOR
e mocada
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver no engenho Timb-ass. muito perto
da estacao do mesmo nome ; a tratar na ra da
mperador n. 48, 1 andar._________________
Almanack da provincia
1888
l ni volunie com -Itttt paginas
2^000
A' venda na casa editora. Livraria Parisiense
n. 7 A, rea Primelro de Marco n. 7 A, Industrial
Econmica de G. Lport & C. e Cardoso Ayres.
__ Vende-se diversas taboas de pinha e louro e
um compart ro uto o ra scnptorio eom duas por-
tinhas, eneaiwm' nt j eas co candiiro simples :
* tratar na ra das Flores, osa de gaialas.
Vende-se um sobrarlo s-to ra de Mathias
Ferreira, na cidde d.' Olinda: a tratar na mesma
cidade com o >r. Diogo Viann- ladeica da S.
Vende se o hotei da ra da AssumpcSo n. 8
beni afreg'iessdo, p spsW para principiante, e o
motivo da venda se dir ao comprador ; a tratar
no mesmo.
e ora
Encontrarlo sempre na Graciosa, ra do Cres
po n. 7, urna variada c illeecio de objectos pro-
prios para cssam.-nto, coi<>
Capellas eom vi s. do 5* a 25*000.
Grintldas xjigas de seda ora ea 1 s 2*' 00.
Luvas de peldca branca para senhora a 2*500
o par.
Ditas de dita para hornero a 3* o par.
Meias ab-Ttas de fio de Escossia para senhora a
2*000 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 8*000.
Ditas de fi > de Escossta, brancas, para homem
a 1*500.
Legues brancos l s. tim. de 6*, 10* e 15*000.
Gravatas bmn as de cambra i a 800 rs.
Ditas ditas com Ih;o a 1*000.
Ditas ds setim branco a 1*;">00.
Duarle t C.
SalpkSes e vintio verde branca e
lino
Receben Antonio Duarte ra da UniSo n. 54,
confronte a estaca : tornain-:e recontmendaveis
estes artigis por ter recebiclo de oasa particular
de Portugal, raxao por que garante ser espetia^
dade ; assim como tem carne e queijos do sertao
por pre^o muito mdico ; o mesmo vinho tambem
se veude em casa de B?rnsrdin.i Doarte roa da
Florentina os. 2 e 3, em retalho e ancoras. Na
mesma compra-se urna palanca decimal, grande.
Seraphina
Vende-se urna feraphma novumeate remontada,
propria para igreja ; a tratar c. m 1 eoncio & Mu-
s ra da Imperatriz n. 43.
Boa acquisicao
Vende-se a armaco e bemfeitorias da loja de
tasendas ra do Livrampnto n. 10, eom garan-
ta da ch88, por ter o propietario do estabelec-i-
mento ae retirar-ee para fra da cidade ; a tratar
na mesma loja.
Monleiro
e vnivas
Poderao ir Graciola, rtia do Crespo n. 7,
que acharo sempre artigos proprios para luto,
taes cjm i :
Leques pri *os do aap-l, setineta e setim.
Val'as, bri .t, e broches pretos.
Meias pretas, ii-u3, bieos de Hubo, 15 e seda
pretos.
Gunmicoes para camiss de bomem.
Cadeias de fita, retros e metal, pretas.
Meias pretas para enancas.
Uarte le C.
Vende-se ou arrenda-se annualmente urna boa
casa com bastantes commodos para familia, tendo
agua e gz encanados, com um bom quintal todo
murado, com algumss arvores fructferas e com
sabida para o rio, por preco muito raaoavel:
quem precisar oirija-se ra Duque de Caxias n.
117, que achara cm quem tratar._____________
Venda do hotel o hospedarla
Esrelia do .\ irte, roa Tho-
n de Sonxa n. S
O proprirt.rio deste hotel, tendo de retirar-se
part a Europa por ineomtnodo de saude, vende-o
por preci eommodo ou admite nm socio._________
CARNEIRODACTJNHAa-C.
GRANDES N0VIDADES
Esplendido sortimento dos melhores tecidos em la para vestidos, desde 400.
500 rs. st 1,5000 e 1I00 o covado!
Cachemiras de urna s cor, duas larguras, a 1)9000, 15400 e 15800.
Lindos desenbos em failes, a 460 e 500 rs., o covado !
Bonita escolha em setins de edres, desde 800 rs. a 20000 o dito !
Merinos de todas as corea e preto, sortimento sem competencia, desde 900 ri. a
1)J000; do melhor que, se possa desejar.
Esguiao pardo e amarello para vestido a 460, 500 e 600 rs. o covado I
Riquissimos cortinados, todos bordados, para cama ci casal a 95000, para ja-
nella a 65500.
Velludilbos de todas as cores a 15000, 15200 e 15500, o covado 1
Guarnicoes de crochets para cadeiras e sof a 85000.
Meias arrendadas para senhoras a 85000, a duzia 1
Camisas inglezas para homem a 365000, a duzia I
Cheviots pretos superiores a 35500 e 45000, o covado !
Lindes chapos para senhoras a 65000 o 85000 e para enancas a 35500 e 45000.
Luvas de seda, leques, eolarinhos, fichs, lencos de seda e muitos artigos qae
sarao lembrados presenca das Exmas. leitoras.
WHISKY
HOYAL BLEND marea V1ADO
Este excediente Whisky Escosses preteriv
no cognac ou guardenx de canna, para fortines
1 onrpo.
Vende-so a retalho Boa tu Iheres armsxens
oolhados.
J'cde ROY AL BLEND marca VIADO cujo n-
I me e emblema so registrados para todo o Braai
1 BROWNS C, agentes
Novas luS.nhas
A sao e 400 res o covado
Acabam de chegar para a loja da ra da Ira-
peratriz n 32, um grande e bonito sortimento de
lsinhas de cores pa:a vestidos, sendo fazenda de
'umita phantasa, com cores claras e escaras, e li-
qnidsm se a 320 e 400 reis o covado, por ha ver
grande porcao na loja de Pereira da Silva.
Fapoula k G.
i 18fina rfl fthH-l 18
Tem
Luvns de pellica, pelle de cao, camur^a, seda fio
d'Escossia e easemira.
Agua florida e Tri-ofero de Barry.
Sabonete diversos e curativo de Reuter.
Cambraias lisas, bordadas eabertas.
(JamisaB e ceroulas de flanella e meia de 15.
Camisas sem collarinhos e sem pnnhos s/c c/p
c/c e c/p.
Collarinhos punhos, meias, plastrons, mantas,
gravatas de laco.
Lencos, espartilhos, penteadores em cambraia,
vestidos de cambraia bordados, boleas tapetes, fi-
xs de seda e de la, casacas elsticos, casacas de
easemira greoadine de seda e todas de seda.
Alpacas de seda a 600 rs o covado. ___
A' Florida
Ra Duqne de Caxias n. 103
Chamase a attenco das Exmas. familias para
os pr.cos seguintes :
Luv-cu Ur ao protu a 1*500 o pr.
Cintos a 1*500.
Punhos e collarinhos de cores para homem a
1*000.
dem para senhora a 1*500.
Grampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 600 rs.
dem americanos para hornera a 3*.
Metas de Eseossia para crianca a 240 rs. o par.
Leques de papel com correte al*.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de esguiao a 1*500 a dusia.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Raines de flores finas a 1*500.
Luvas de Eseossia para menina, lisas e borda-
das, a800el*o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e Sl:0 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos 200 rs. o par.
Guarnicoes de idem idem a 500 rs.
Anquinhas de 1*51 0. 2*, 2*600 e 3* urna.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
Bieos de cores com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 3* a peca.
dem com 4 dedos a 4*500 a peca.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
Ide- La Figurine a 5*000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
2*500 a peca.
dem e8treitichos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Botijas de phantasia a 200 rs. a dusia.
Para toilet
" KarJao de aris a 320 rs. um.
dem pbenicado a 500 rs. ota.
dem alcatro a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem de alface a 1 *<00.
Agua celeste a 2*000.
Agua diviua a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mc eos de seda a 100 rs.
Meias brancos para senhora a 3* a dusia.
BARBOSA & SA\TOS
Taveraa
Vende-se urna
Camarao n. 17.
tiverna : a tratar na ra do
Vende-se
Li uidacio
Vende-se porteas de ferro, gradeamento psrs
cana de muro, jardim e terraco, bandeiras d fer-
ro para portas exteriores c interiores, de todas as
qualidades, gallinhsiro de f-rro, carroga paiabois
e eavallos, carrinhos de mao e rodas para carro-
cas, por preco eommodo : uo largo do Forte n. 4,
defronte do qoartei das Cinco Puntas, otBcina de
ferreiro.
um moinho grande com poueo uso, para moer ca-
f: na ma larga do Rosario n. 12.____________
Obras de vime
Ultimo powlo
Modelo apetfeicoad.. m cestas para compras,
acaf'ates, cosiureiras, cader s para enancas, etc.,
etc.. vendem por piecos commodos Martins Capr-
to&C,em seu ..nnuzern de molhados rui
estreita do Kosario n. 1. _________
Malvasia
Vinho proprio para senhoras
Era barris e a retalho : P cas Mendes & C,
roa estrei'a do Rosaiio n. 9.
Tecidos de linlio
A so rs. o covado
Na loja da ra da Imp' rtris o. 32, vende-se
um bonte sortimento de tascadas de linho para
vestidos, tendo largura de chita fnnceza, com
miut bonitas cores e palminhas bordadas, pe-
chincha a 500 reis o covado, na loja oe P. reir da
.Silva.
Jertisahm
CARNE! n\ c\]^n\ & c.
59 Ra Buque de Cadas
59
Aos 1.00K0II0S000
Venie se urna parte do engenho Jerusalem, sito
na freguesia de Serio h m, perto da estaco de
Aripib, limita com o engenb Vicente Campello ;
a tratar na ra do Bom Jess n. 1.
200:0
000
l(!0:000S0O:
TI1U
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabei
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Extracijao: no i 1S de Dentro el886.
0 thesoureiro, Francisco Goncalvcs Torre*
Ge

C>2
cT^
jx:
&
Q
f

Chapees e chapelinas
36 40--PA(JA DA INDErENDEIA---36 A 40
B. S. CAEVALH0 & C.
Proprietarios deste bem conhecido ^estabelecimento paatecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principaes casas em Paris e Manchester o que de melhor e de
apurado gosto ba em chapelinas e chapeos para senhoras e meninas
e das primeiras fabricas de Hamburgo o que ba de melhor em cha-
peos para homens e criancas, o nuitu outroa artigos concementes
chapelaria.
Flores artificiaos para ornamento de salas.
^J
3uO
as
oc
ea
9S
oq"
oe
Sr.
oe
es
OTERIA
DOI.A.S
LAO0S
CORRE NG DA 2 DE SETEMBRO
IMTRANSFERIYEL! INTfiAnuZIVEL! #
O portador qae possuir un
vigsimo desta importante io
teria est habilitado a tirar
10:006$>000,
Os bilbetes acham-sea ven-
da na Casa Feliz, pracad; In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre nodiaMde Setem-
bro 1886, sem alta


liario de PcrnambucwDomingo 19 de Setembro de 1886
iSSEHBLEA GERAL
AMARA DOS DEPITiDOi
SESSAO EM 2 DE SETEMBRO DE 1886
PRESIDENCIA DO SE. GOMES DE (JASTBO 1.
VICE-PKESIDEMTE
(Continuadlo)
O Sr. Coelho Rodrigue*
que a denun -.a decl irou nao ajuatar docu-
mentos porqu- os f-iotjs erara coahecidos
da cmara dos deputados. Teve razan
em dizer qu^ os docun-ratos erara conheci
dos porque fora u enviados cmara e pu-
blicados no Diario Offieial de 28 de M-io
de 1885 ; tem razio a eoramissao porque
quer saber o quo so passou depois de
nao tea razio o Sr. Affonso Pen_
tactos sao conhe .idos. O
ar se o contrato feito
'runioo-
1885;
na porque os
que emupre exarain
to pelo ex-ranistro fji lesivo elle
so, se nao foi entao o denunciante n3o tem
rato.
O Sr. Cesarlo Alvina como mem-
bro do partido liberal cora exarcicio da
commissao especial que tem de nterpor
parecer sobre s denuncia dada contra o
conselbeiro Garnciro da Rjjha, sed co-re-
ligioTiario, membro do gabinete de 6 de
Junho, n5o pode deixar d acudir cono
urna explicacao p.'ssoal suur.; a sua attitu-
de na comni3s3o.
Ouvindo a seus honrados collegas de
commisaSo sobre a conveniencia, mesmo
O projecto aBsitn adoptado passa
disi-ussao.
. O Sr. Rodrigues Silva requer e a c-
mara approva dispensa do intersticio para
que o projecto entre amanha em 3 dis-
cuss3o. ,.
O Sr. Affonso Celso Jnior dis que o
Dtario Offieial n3o publioou na ordena do
dia os additivos e pergunta quaes os ad;
ditivos qae se discutera, se entrara tam-
bera os aprsentelo* na despea*, porque
a ser assim ter3o estes mais una discus-
sao.
O Sr. Presidente diz qu-i deu-se a taita
Da public*cao da ordem do dia e qu em
3 discussao eutram todos os aiditivoa
aposentados pela coraraissai o por div.r-
sos deputados
O Sr. Affonso Penna pede que a com-
missao d parecer sobre eraend.s que
presentou. .
Entram em 2 discussSo os artigos ad-
diti/os receita geral di imperio.
O Sr. Ilenrique alies vai tra-
Ur do impSto do sal e do quanto concor-
re a provincia de Minas para as rendas
geraes, respondendo assim ao Sr. ministr
da fazenda. Estranhou S. Exc. que
mineiros que tra imposto provincial
sal, oonibatessem o actual, esquecendo-s
de qne isto oais urna razo para comba-
ter o que se propon na receita.
Faz o historico.dest imposto na provin-
cia de Minas, que rcduzido a tres foi ago-
ra elevado a quatro reaes por litro
Com este imposto pode-se
os
do
arrecadar
para o lluslre denunciado, de serem pre- Q,ai8 algumas centenas de contos, mas as
sentes todos os documentes relativos ao provincias ficarSo desfalcadas, especialmen-
te Minas e Rio-Grande do Sul,
sentes .
Waring Brothers,, annuio requisito ieita
de taes documentos, assignando o parecer.
Est convneido da Jizura e integridade
do de 6 de Junho e pois tem como ce.to que
exaroe de seu actr, salvo provas em con
trario, s poder aproveital-o. Depois,
cabera commissao tarobem o dever de
examinar os fundamentos em que se estri-
bou o actual gabinete para solicitar paga-
mento de urna indemnisagao que sua
sombra foi pelo parlamento julgada carece-
dora de base.
Em um paiz como o nosso de habitual
e damnos condescendencia, acha conve-
niente que se d carcter de s-riedade a
negocios como o de que se trata.
A disrassao fi-a adiada pela hora.
ORDEM DO DIA
Procedendo-se a votag3o do parecer da
1 commissao de inquerito, sobre a eleigao
do 6o districto do Para, approvado e re
conhecido deputado o Sr. Somuel Mac
Dowell, que achando-se na ante sala in-
troduzido com as formalidades do estylo,
presta juramento e toma assento.
Procede-se votago dos seguintes arti-
gos do orgamento da receita geral do im-
perio, cuja discussao ficou encerrada na
sessao anterior. Forara approvados com
urna emerda da comnvssao :
a Art. L." O governo fica autorisado a
emittir bilhetes do thesouro at a somma
de 16,000:0000, como ante-ipag3o da re-
ceita no exercicio desta lei.
Paragrapho nico. Continuam a vi-
gorar a autorisagSo, conferida ao governo
o art. 2o, paragrapho nico da lei n.
3 018 de 5 de Novembro de 1880, relati-
vamente eenversao da divida fluctuante
em consolidada, interna ou externa, no to-
do ou em parte.
Se no uso dessa autorisagao forem
emitiidas plices a juros de 5 V poder
o g..veruo destinar I [8 para a amoriiza-
elo.
Emenda da commissao do orgamento :
c O paragrapho nico (como na propos-
ta), supprimida, porm, a ultima phrase
Se no uso, etc.
< Art. 3. E' concedida ao governo a
faculdade de receber e restituir os dinhei-
ros das seguintes origens :
< Eroprestimcs do cofre do orphSos.
ausentes,
as quaes
industria,
e
do
Bens de defuntos
evento.
Premios de loteras.
< Depsitos das caixas econmicas.
t Depsitos dos montes de soccorro.
i Depsitos de diversas origens.
c O saldo, que produzirem esses deposi-
tas, ser erapregado as despezas do Es-
tado e se as sommas restituidas excede
ram as entraas pagarse hea differenga
oom a renda ordinaria.
i O saldo oa excesso das restituigSes
ser contemplado no baL.r.go sob o titulo
respetivo, conforme o disposto no art. 41
da lei n. 628 de 17 de Setembro de 1851.
c Art. 5/ Ficam revogadas as disposi-
rifs em contrario.
muito soffrer a sua pnunpa
com a circumstancia de que com essa co
branga nao se cobrir o dficit. O gover
no nao tem direito de pedir impostos sen3o
depois de convencer que nao pode absoluta-
mente diminuir as despezas. Foi isto o
que fez o governo italiano e por isso o po-
vo sujeitou se ; no emtanto, entre nos sa-
be o povo que estes impostos s8o para pa-
gamento de despezas que se vio crear.
Recorda quanto ao imposto do fumo fez
definhar essa industria e pondera que
aecusam os liberaes de esbanjadores de-
viam ter programma diametralmente op-
posto, pois do contrario n3o haveria neces
sidade de mudanga poltica.
Vota nao s contra o imposto do sal
como contra o de bebidas alcoolicas.
Respondendo aos diputados do Rio-Gran-
de do Norte e Ccar aue dizem ser o im
posto sobre carnes salgadas estrangeiras
urna proteegao industria dessas provin-
cias, diz que nao justo que para prote-
ger urna industria se mate outra.
Pede ao nobre ministro que se nao pu-
der prescindir desse imposto, ao menos o
diranua na proporg3o do prego do genero
e conclue declarando que vota contra todos
os impostos porque nao tem direito de pe-
dil-os o governo que nao soube ou nao po
de diminuir as despezas, o que estava nos
planos do Sr. ministro da fazenda e que
forara contrariados.
O Sr. Ferrelra Vlanna vai justi-
ficar urna emenda que apresentou eu be-
neficio d* urna sociedade do beneficencia e
se j nao fosse questao vencida tratara dos
5 o addicionaes. Pondara que ha muito
t-mpo os homens maisattentos aos negocios,
publicas consideravam muito na importancia
do cr^scimento da nossa divida e no perigo
do recurso ao crdito, e no entanto a divi-
da cresce e na proporgao do seu cresci-
m-nto vera a difl&culdade d diminuir o de
ficit.
Falla se em emprestimos; mas estes nao
sao mais do que impostos, pois pelo me-
noe os trazem Das entranhas porque aug-
mentam a verba para pagamento de ju-
ros.
A proposito do crdito lembra a opiniao
de ura escriptor inglez que diz que este ma-
tar o estado ou estado o crdito. Recordan-
do pocas anteriores do afn embora genero-
so de melhoramentos, lembra que teveocca-
siao de dizer que reparassem n8o ter o car
neiro duas. mas urna s pelle.
O actual presidente da cmara, infeliz-
Tente ausente, oi o mais implacavel ini-
migo desta poltica de audacia, no entanto
quanto mais vehemente era a opposigao,
mas nella se prosegua.
Referindo-se sicuago actual diz que
ern-juanto outros a julgam horrorosa elle a
julga salutar, porque nao ha nada que me-
lhor cure o mal que a dor, pois quem asen-
te trata de combatel-a.
Diz que nao estamos diante de um mal
a prevenir mas do urna situagao diffieil de
e embora se ja contrario a Qtodos
reparar,
os impostos ha casos em que se os nSo pode
dispensar.
Trata do imposto do sal, diz que as theo-
rias era regra muito boas nem serapre sao
applicaveis e procura demonstrar que
provincia do Rio de Janeiro cabera a matar
somma no pagamento do imposto.
O meio nico de vencer o dficit o im-
posto ; preciso tirar do imposto o que
nao se pode arrancar da industria.
Vera mesa, lida e vai commissao
de orgamento a seguinte emenda :
< Fica o governo autorisado a despender
da verba -Obras publicasdo ministerio
da agaicultura, a quantia de 800:0000 com
os estudos definitivos co melhnramento da
barra da Liguna e cora a constnugao de
u na estrada para cargueiros entre o ponto
terminal da estrada de ferro D. Thereza
Cliristina, no Tuoaro, e o municipio de
Lagas, na provincia de Santa Catahrina.
< Sala das sessdes, i de Setembro de
1886. -Pinto Lima.
A discussao fica ada la pela hora.
Entra em discussao a seguate interpel-
lagao do Sr. Matta Machado ao Sr. minis-
tro dos negocios estrangeiros :
c Io O governo de 8. M. Britnica in-
fluenciou perante o governo imperial para
promover as comaras a votagao de um
crdito de 70,000 para indemnisagao a
Waring Brotheri, c racessionarios da estra
da de ferro da Victoria Nativida le ?
t 2 Em que termos foi a reclamacSo
sustentada por via diplomtica ?
a 3o O governo imperial, depois da lei
de 26 de Setembro de 1385, que no art.
Io 7 reuogou o decreto de 18 de Abril
de 1885, julga anda perfeito o direito de
Waring Brothers indemnisagao reclama-
da e neste sentido comprometteu se com o
governo iogl- z a obtor do parlamento os
fundos necessarios ?
O Sr. Matta Machado diz que
adversario poltico, intransigente, do Sr.
presidente do conselho e da situagao; mas
nao foi por isso que apresentou o interpel-
lagao. Deseja que o nobre presidente do
conselho demonstre que os foros da nagSo
brasileira permanecerara illesos nesta ques
tao.
Como merabro do partido liberal, julgou
dever offire-er ao governo urna occasiao
para dissipar os resceios de que est pos-
suido o paiz, em virtude dos factos que ->
tem publicado, receios que o orador dese-
que sejam infundados.
O ministro da agricultura do gabinete
te de 6 dt Junho, usando de urna autori-
sagao legislativa, entradeu-se com os con
cea8on.rios da estrada de ferro da Victoria
Natividade, comprometiendo se a indem-
nisal os pela recisao do contrato. Nao es
ta a occasiao, diz o orador, de discutir se o
decreto de 18 de Abril foi conveniente.
Reserva-se para fazel-o quando for discu-
tida a denuncia aposentada.
Na prorogativa do orgamen'.o foi votado
depois ura artigo additvo annullando o
contrato de 18 de Abril e mandando paga-
se mente o estudos O autor dessa emendar
tiuha por fira conseguir mais tarde do seu
partido a construego dessa estrada. A
cmara entao julgou nao s poder negar
os fundos para a indemnisagao como an-
nullar o contrato. Assim negados os fun-
dos e annullado o contrato os concession-
ros que se julgaram preju licados reclaraa-
ram do ministro da agricul uta, que decla-
rou que elles s tinhatn direito importan-
cia dos estudos.
O orador diz, que a cmara tinha o di
re>to de negar fundos o annullar o contrato
de Id do Abril; roa rxborbiiou, uio po-
da annuliar o contrato de 1878, que devia
prevalecer, annullado o de 18 de Abril de
1875, e Waring Brothers estavam no seu
direito de exigir urna indemusagao.
Sorprendeu o a emenda apresentad a
ultima hora e votada de afdilho man-
dando pagar as 70,000 a Waring Bro-
thers, restabelecendo o acto de 18 de
Abril.
Hontem para combater o ministerio de
6 de Junho votaram a emenda do or-
gamento revogando o contrato feito pelo
Sr. Carneiro da Rocha, e que elle julgava
ser o melhor meio de liquidar a questao.
Hje votam a indemnisagao marcada nesse
contrat Con vera que esta questfco seja
julgda de urna vez, para que todos u3o
p^regara actores de urna comedia.
Apres-ntada na cmara a emenda con-
signando 70,000 para o pagamento da
indemnisngao, espalhou-se que tinha ha-
vido presso da legagao iogleza, e no se-
nodo o nobre ministro de estrangeiros de-
clarou que tinha havido reclamac5o. O
orador er que o governo tinha resolvido
pagar antes da reclamagao offieial.
Disse o nobre ministro de estrangeiros
que nao era necessario haver reclamagao
offieial para pagar; o orador diz que S.
Exc. nao devia pagar nem antes nem depois,
devia ter dito ao ministro inglez que acn-
selhasse Waring a recorrer aos tribunaes.
Se Waring Brothers tivesse esgotado
todos os recursos das nossas leis, seria en-
tao occasiao de recorrer aos canhoes.
Termina, perguntando em que termos
foi feita a reclamagao e em que termos foi
aceita a ntervengao, esperando que o no-
bre ministro demonstre que manteve illeza
a dignidade do Imperio.
O Sr. Baro de Coteglpe-[J
publicado no n. 213.)
O Sr. Hatto Machado obtendo
urna prorogagfto da sessao pur dez minutos,
diz que o nobre ministro de estrangeiros
soube manter, como dissera, a dignidade
da nagao.
Na defesa do contrato de 18 de Abril
S. Exc. apresentou as roesmas razdes que
o orador, estando porm era contradi gao
com o Sr. ministro da agricultura que disse
n3o ter palavras com que qualificar esse
contrato.
O nobre ministro de estrangeiros reco-
nheceu tambera que o corpo legislativo ti'
nha exhorbitado. O orador nao esperava
que o acto do ministro de 6 de Junho fosse
tao bem defendido pelo nobre presidente
do conselho, cuja resposta o satisfez per-
feitamente.
A discussao. fica addiada pela hora.
O Sr. Presidente d a ordem do dia
para 3.
SESSAO EM 3 DE SETEMBRO DE
1886
PBESIDENCIA DO SB. GOMES DECASTEO 1.
VICE PRESIDENTE
Ao meio da comega a mamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abre-se a 8ess3o.
E' lida e approvada a acta da sessao an-
terior.
O Sr. 1. Secretario d conta do expe-
diente.
E' julgado objecto de deliberagao e vai
a imprimir a segrate indieagSo:
A Assembla Legislativa resolve :
c Art. 1. Fica autorsada a irmandade
do Santissimo Sacramento da cidade da
Leopoldina, provincia de Minas-Geraes, a
possuir bens de raiz e apolices geraes e
provinciae8, at o valor de 200:0000000.
Art. 2. Ficam revogadas as disposi-
goL-s em contrario.
Sala das sessoes, 2 *de Setembro de
1886. Baro da Leopoldina.
Vem mesa, s3o liaos, apoiados, e en
tram em discussao os seguintes requeri-
me ritos.
b Requeiro que por intermedio do Mi-
nisterio da Fazenda, informe o governo
qual a data precisa em que se iniciram
em Londres as negociagoes para o empres-
tirao de 6,000,000, e qual a em que se
expediram ao delegado do thesouro os ne-
cessarios poderes para assignar o contrato
preliminar.
f Sala das sessoes, 3 de Setembro de
1886. Affonso Celso Jnior.
Adiado, por pedir a palavra o Sr. Ro-
drigo Silva.
Requeiro que por intermedio do Mi-
nisterio da estrangeiros informe o governo
seguiote :
t Obrigou-se effectvamente o governo
do Paraguay a pagar no devido vencimen-
to as dea letras passadas por Travassos,
Patr d C", que tomarara a si a divida d'-
quelia repblica,
F0LHET1M
DE
EMMA SOSA
POR
ZA7IEB DE XaSIEO
CQSTIVBAgAQ 23 B1G-QL0
( Oo.n t inuag o
VI
de a.
213*)
mediante a sessao da
empresa ferro-carril de Assumpgao ao Pa-
raguay ?
Qual a data do vencimento dessas
letras.
J se recolheu ao Thesouro o valor
de ama d'ellas que consta ter sido depo-
sitado n'um banco do Paraguay.
< Sala das sessSes, 3 de Setembro de
1886 -Affonso Celso Jnior. *
Adiado, por pedir a palavra o Sr. Ro-
drigo Silva.
Requeiro que por intermedido do Mi-
nisterio da Agricultura se requisite do go-
verno copia de todos e quaesquer docu-
mentos que serviram de fundamento ao pe-
dido especial de 186:234^000 para indem-
disago ae terrenos desappropriados no
morro do Senado.
c Sala das sessoes 3 Setembro de 1886.
Affonso t.'eio Jnior.
Adiado por pedir a palavra o Sr. Chris-
tiano Luz.
c Requeiro que por intermedio do Mi-
nisterio da Justiga, informe o governo se
j terraiDOU na cidade da Parahyba do Sul
o inquerito, procedido sobre a
Osear poz-se de novo a procurar um
aposento Jisponivel.
Nao tardaremos a e'ncontral-o.
Voltemos aos Srs. de RoJyl e Leao Le-
royer.
Na cas", do Sr. de Gevrey o criado res-
pondeu ao substituto que o sea patrSo tinha
ido ao Palacio da ustica.
Os dous horneo/ tornaran a entrar no
carro que t'moa o caminho do palacio e
Fernando de Rodyl, acompanhado de Leao,
chegou a urna das galeras para as quaes
aiKem oa gabinetes dos magistrados ins-
tructores.
Ricardo de Gevrey, sobrecarregado de
traWtho, tinha ido cedo, afim de por em
ordem os trabalhos atrasados, antea de
ualquer inqurigao de testemunhas.
Esta va s, porque a assistencia do sea
rivlo n&o Ibe poda ser da menor utili-
nease momento.
I substituto nSo ten do necesaidade de
se faaer annunciar, entiou diFOctamente,
levando consigo Leao.
Vendo o amigo, o juiz de instrucg5o le-
vantou-se, estendeu-lhe a mao e disse :
Como 1 J de volta ? Pensei que a
sua viagera se prolougasse mais, porm es-
timo muito vel-o...
O Sr. de Rodyl respondeu como devia a
ess a olhimento.
Ricardo de Gevrey replicou :
Sabe que durante a sua ausencia pas-
sou-se muita consa T
Se ailu le ao negocio de A gela Ber-
nier, sei ; sei ; e sobre esse negocio que
venho conversar.
O juiz de instruegao langou um olhar
investigador a Leao Leroyer o disse :
__ Pa'ece-me que conhego O senhor. Se
me nao engao filho do tabelliao de Di
jon.
__ Ro salvador de Emma Rosa, de mi-
nba filha, sira, respondeu o substituto, su-
blinhando as duas palavras : Minha filha.
O Sr. de Gevrey olhou mais attenta-
mente para o amigo.
Notou a sua emogao.
Ficou impressonado pela sua pallidez,
porm nSo disse cada, esperando ama ex-
plicagio.
Pode, pois, fallar na sua presenga,
continuoa o substituto, elle nSo tem menos
interesse do qae ea em conhecer nao s
o qae se passou, mas o qae se est pas-
sando.
Angela Bernier est presa.
Sabemos. Devo, sem duvida, con-
cluir dessa prisao que o aenhor tem as
maos pravas materiaes, esmagadoras, da
culpabilidade dessa mulher.
Com effeito, tenho essas provas....
-' Devem aer mentirosas exclamou
Lslo.
Sao indisoutives replicou o juiz de
inatruccio.
morte dos
escravos de Domiciano da Valle; e, no
caso, afirmativo que se envi com presteza
cmara copia do mesmo inquerito.
Sala d.s sesse*, 3 de Setembro de
1886. Affonso Celso Jnior.
Vai a imprimir para entrar na ordem
dos trabalhos o parecer da commissao de
fazenda autorisando a irmandade e capella
de Nossa Senhora das Mercs, padroeira
da villa da Imperatriz, no Cear, a incor-
porar io seu patrimomo um terreno.
Vai a imprimir a redaega^ do project >
n. 34, de 1886, abrindo ura crdito de...
186:234)$ ao ministerio da agricultura.
O Sr. Chrlstiano Luz pede ao
Sr. presidente que inclua na ordem do dia
o projecto n. 109 de 1883, mandando pa-
gar a quantia de 89:30(5179 a Antonio
de Alcntara Fonseca Guimaraes, ex fur-
necedor da ixpedigao que em 1865 seguio
de Uberaba para Matto-Grosso.
O Sr. Kudrlgo Silva pede e a
cmara a pro va a inversao da ordera do
dia de amanha, sem prejuizo da primeira
bora, para que sejam discutidas as materias
que estao na ordera do dia de hoje.
O Sr. Alfonso Celso Jnior
pede noticias de urna representagao que
raand u mesa ha dous mezes, julgando
ser esse tempo mais que suficiente para a
commissao dar parecer.
Contina a discussao uuica do parecer
da commissao especial, pedindo documen
tos para instruir a denuncia contra o Sr.
Carneiro da Rocha.
O Sr Coelho Rodrigues (Io secretario)
requer e a cmara approva o encerramen-
to da discussao.
Posto a votos o parecer, approvado.
O Sr. Coelho Rodrigues volta
tribuna muito contrariado para tratar de
negocios de sua provincia, respondendo a
um discurso pronunciado no senado pelo
Sr. Visconde de Paranagu.
ORDEM DO DIA
Continua a 3.a discussao do projecto so-
bre aposentadoria de magistrados.
O Sr. Ararlpe vem justificar as
emendas que apresentou, mas antes diz
que o nobre mii.istro da justiga proraove
um* beneficio magistratura, convertendo
em lei esse projecto, que envolve um gran
de melhoramento para a administracao da
justiga.
O projecto urna garanta para a ma-
gistratura e para a adininistragao da jus-
tiga.
Cita exemplos para mostrar que o supre-
mo tribunal de justiga tem sido urna ga-
ranta de liberJade individual e tem pres-
tado grandes servigos com relagao po-
ltica.
Pede ao nobre ministro da justiga que
promova a reforma judi-iaria, afim de que
sejam regularisadas, as leis do processo e
as leis criminaes. Espera que o governo
cumpra a promessa qui fez ao paiz.
Passa a justificar as e aendas que apre-
sentou, das quaes a primeira refere-se
aposentadoria forgada aos 75 annos. Julga
que isto urna violencia feita ao magistra-
do, urna inconstitucionalidade e urna inu-
tilidade depois da hgislacao que tamos ;
nem seropre a idade presuppSa ncapac
dade physica ou moral. No supremo tribu-
nal de justiga o seu presidente, Sr. Valde-
taro, com talvez 80 annos, ainda desempe-
nha as suas um-gSes com perfeita profici-
enria. Com a aposentadoria forgada d um
juiz valido, ainda de idade avangada, nada
ganha a administragao da justig e perde
o thesouro.
A segunda emenda ao l., que dis-
p3e que o magistrado, que passa de urna
instancia para outra, se aposente cora o
venmento do lugar anterior, quando nao
tiver no novo lugar tres annos pelo menos ;
considera-o urna ioiquidade.
A funegae de julgar a mesma em to-
das as instancias: como, pois, remunerar
o magistrado diversamente ? O que acon-
tece que para a aposentadoria ura ma
gistrado que j tem 75 annos de ilade e
nao pode ter os tres annos de servigo na
relagao aposentado cora menos vencimen-
to do que aquelle que teve a fortuna de
mais ceao entrar nesse lugar. Ainda faz
urna concess3o ao projecto nessa parte
quando o magistrado for aposentado antes
dos tres annos, porque o pedio por motivo
da sua conveniencia.
Conc'uindo, diz que os actos pblicos
denunciara que os nossos estadistas nao se
convencern! ainda da necessidade de con-
fiar magistratura inteira a sua missao
constitucional. Dahi tem resultado as res-
tricg3es que lbe cortara a independencia.
N3o fcil atinar com a causa desse
phenomeno.
Em sumis, perguntou o Sr. e Ifc-
dyl, indiscutiveis ou nao, quaes sao ellas ?
VII |
Como as minhas desconfiangas cres-
cessem serapre, disse o Sr. de Gevrey,
mandei proceder minha vista a ama bus-
ca em casa de Angela Bernier.
Qual foi o resultado ? perguntou Fer-
nando de Rodyl.
__ Un achudo de grande importancia,
que prova a cumplicidade da hervanaria no
assassino do pai.
E esse acbado ?
Eil-o.
O Sr. de Gevrey, dizendo essas pala-
vras, abri um dos escaninhos da sua so-
cretria e tirou delle um canhenbo de capa
de raarfim, queja deserapenhou papel ira
portante nesta narrativa.
Que isso ? perguntou o substituto,
agitado por um tremor nervoso.
E' sirapleamente o canhenho de ma-
demoiselle Cecilia Bernier, que continha a
carta escripia de M*rselba su filha pelo
ex armador, carta em que este dav todos
os pormenores do seu itinerario, o que ha-
bllitou o cumplice da parricida a seguir
passo a passo a victima indicada... Ora,
at o ultimo momento a hervanaria aast-u-
tou que nanea tinha visto esse canhenho, e
at que ignora va a sua existencia I
Leo Leroyer .baixou a cabega.
O que acabava de ouvir despertou pela
primeira vez no sea espirito duviuaa quan-
to innocencia de Angela.
Fernando de Rodyl tornou :
A carta em quesi&o ainda estava no
canhenho ?
Nao, mas est em mea poder.
Como assim ? Quera lh'a entregou T
Um dos medios maia honrados de
Pariz. Esse medico, paseando pela ra do
Templo, apanhou ama carteira quo perten-
o*a a-tfayme Bernier e qae cootinha, alna
de um recibo de um milhao e duzentos mil
francos, aasignado por um banqueiro de
Marselha, esta carta... As phrases subli-
nbadas a lapis azul indicara do modo mais
claro qual o uso que della fizeram. Isso
nao Ihus parece, como a mira, sem replica ?
O substituto leu as phrases sublinhadas,
e, completamente acabrunbado pelo que
lnes pareca a evidencia, deixou cabir os
bragos, desanimado, murmurando :
De modo que ella culpada...
Est ven.io qu seria urna insensatez
ter duvi.la a esse respeito.
E o seu cumplice era Osear Ri-
gault ?
O Sr. de Gevrey abanon a cabega.
. Na, replicou elle. Osear Rigault foi
preso, epois solt, t.-ndo a sua innocencia
sido provea p>los depoimeutos das teste-
muniias, entr ouiras, da joven Eraraa Ro-
sa, que se es ontiava que elle quera ma
tar. .. Entretanto o cu rapuce exi-te, tenho
a priva disso, e espero apanhal o breve-
mente.
Depois de ura momento de refl-ixao o
Sr. de Ro iyl t..rnou :
P..r eroquaoto deixeraos Angela Ber-
nier de l-*i>. Se Un culpada, eu a aban-
dono. M* no foi smente para lhe fal-
lar u-lli que viemos. Trata-se da filha
della, da minha filha.
Entao ? perguntou por sua vez o juiz
de iobtm gao.
Ento 1 depois da prisao de Angela,
Emioa Rjsh teve de sahir da casa mater-
na.
Obede' lei, mandando fechar a lo
ja da hervanaria na ausencia da proprieta
ria.
Ter-se ha porventurs a classe da magis-
tratura mostrado ou revelado falta de ha-
bilitagoVs a ponto do despertar justos re-
ceios de se lhe confiar o importante encar-
go, para que o destinou o legislador cous-
titucional ?
Cr o orador n3o haver motivo para fun-
damentar opiniao de sua incapacid de.
Com effeito, do seo da magistratura tem
sahido grande parte das glorias e illuatra-
g3es do paiz- Magistrados foram Jos Bo-
nitcio e Jos Clemente, gloriosos promo-
tores da indi-pendencia n icional
Magistrados foram Maci-1 da Costa, Car-
valho Mello, Clemente Franga, Pereira da
Cunha, membros conspicuos do conselho
radactor do nosso pacto social.
Magistrados toram Antonio Carlos, Pe-
reira de Vasconcellos, Alvea Branco, Costa
Carvalho, Aureliano Coutnho, Soares de
Souza, Eusebio de Quciroz e Angelo Fer-
raz, oradores brilhants e notaveis esta-
distas.
E nao temos hoje (para nao fallar dos
que anda servem na judicatura) conhecidas
illustragoVs, como Lirapo d : Abreu, S^yo
Libato, Nabuco de Araujo, Viera Tosta,
Piraenta Bueno e Souza Franco, que servi-
ram na magistratura com lustre da sua
classe ?
De urna classe, pois, de onde desde o
bergo do imperio at hoje contamos longa
serie de homens distinctos por suas luzea,
e por seu amor patria, nao podemos di-
zer que refugio da ignorancia e da igna-
via.
J urna voz autorisada de um advogado
pernambucano no parlamento braziltiro
apreciou a nossa magistratura e julgando-a
cora franqueza dizia :
a Eu nao tenho receios da magistratura.
A magistratura urna das classes mais
honest .s do paiz, assim como em todas
as nagSes : o cstuio do direito, a pratica
de applical-o aos factos, o exame e a apre-
ciagS i das variadas questoes que lhe s3o
submettidas, impriraem no magistrado um
certo carcter, urna certa educagao, certos
hbbitos que custa encontrar-se em outras
classes: o magistrado em regra ura typo
de honestidade e de rectido : o hornera.
da lei. a
A magistratura brazileira, portanto, nao
se ha manifestado incapaz do seu destino,
entretanto ainda nao se consummou a sua
organisagao.
O Sr. candido de Olivelra diz
que o elogio fnebre do projecto acaba de
aer pronunciado por autoridade competen-
te ; evidente que a magistratura nao est
satisfeita com o projecto era discussao.
Em segunda disenssao apres' ntou o ora-
dor um requerimento de adiamento, que
entao n3o pode ser votado por falta de nu-
mero. Suppunha que ouvindo a cmara
nobre ministro da fazenda desdobrar o es-
tado triste do thesouro, este projecto ira
dormir na pasta da commissao por algum
tempo ; e tinha razao para acreditar que o
nobre presidente da cmara n3o se apres-
saria era dal-o para a discussao; tem f,
porm, de que ser rejeitado pela cmara,
cedendo esta argumentag3o do Sr. Ara-
tripe, msmbro da alta magistratura, que
vem dizer que esta n3o pode aceitar o pro-
jecto como favor.
Pergunta cmara e ao nobre ministro
da fazenda se, na situag3o critica em que
se acha o thesouro, quaudo S. Exc. vem
propor impostos impopularsimos, e nem
assira pode debellar o dficit occasiao
para se votar um projecto que vai trazer
novos encargos ao thesouro.
O orador sempre sustentou que a eleva-
gao dos seus vencimentos, era a maior ne-
cessidade da magistratura, mas o projecto
nao cogita da magistrntura activa, s coa-
cede favores aos aposentados, assim faltan-
do sinceridade do programma de econo-
mas.
O nobre ministro da justiga, no tpico
da falla do throno que tem referencia 4
sua pasta, disse que a reforma judiciaria
era urna aspiragao que n3o poda ser adia-
da, e, mais de urna vez interpellado, disse
que ia conferenciar cora a commissao do
senado e que o proje:to seria apresentado ;
entretanto, a sessao est a findar e ainda
n3o appareceu.
Pergunta ao Sr. presilente da cmara,
que est muito iniciado nos segredos de
parlamentarismo, porque est-se apressaa-
do a passagem deste projecto, quando
nobre ministro da justiga n3o pedio crdi-
to para prover as comarcas novas.
{Continua.)
D-mie, a menina foi reoolhid por
ama mulher em quem ana mli pareca ter
toda a coofianga.
A nossa amizade bastante intima,
bastante profunda, Ricardo, para que ea
me julgue autorisado a diaer qae procedeu
de modo demasiadamente rigoroso, quasi
cruel para com essa menina fraca e adoen-
tada. Devia velar por ella, protegel-a,
mandal-a para urna casa de saude, onde
ella fosse tratada cora os cuidados que o
seu estado exiga, e teria ficado ao abrig)
de qualquer empreza culpada.
O Sr. de Gevrey estremeceu.
Terians tentado alguma cousa contra
ella ? exclamou elle.
Em vez de respoader, Fernando de Ro
dyl fez esta pergunta :
- Mandou hont'-m buscar Erama Rosa
para o sen gabinete ?
- Nao. Ella s veio aqui urna vez, no
dia em que eu a acareei com Osear Ri-
gault.
Meu Deus meu Deus exclamou
L-ao. Os mius pres^ntiraeotos nSo me
enganavam 1 Ha alguma desgraca 1
Urna desgraga 1 repetio o juiz deins-
truegao muito nciuso. Explique se! Qual
a degraga que o senhor p .rece receiar ?
L"3o respoudeu ao juiz :
Hontem, ch- gando a Pariz, quiz vi-
sitar a Sra. Angela, oomegou o albo do ta-
belliao de Dijon. Meu pai tinha me dito
que desjonfi.vam dea, mas eu n3o quiz
arredilar que essas deacontangas fossera
bm fundadas. Indo casa della em Ba-
tignolles, eu desejava principalmente ver a
menina Eraras Rosa, a m menina que sal-
vei. Encoutroi fechada a loja da hervana-
ria. Indagando, soubi que a ra3i estava
presa e a menina re olhida por uraa cria-
da fiel, cuja morada na casa contigua, in-
ilicaram-me.
Sub offegante at o seu qu-rto e l a
vi derramando lagrimas. J havia mais
de tres horas que Emma Rosa tinha des
apparecido...
Desapparecido !
Gevrey.
Sim, senhor. Fraca e doente, a pon-
marmurou o Sr. de
tode n3o poder terse em p, nao estar
mais l.
Esperei, mas em v3o, a sua volta at
depois de meia noite.
Esta manha ella nao tinha apparecido (
Houve alguma desgraga I
Pois bem exclamou o juiz de ias-
trucgSo, se o senhor nao est engaado, ae
realmente aconteceu alguma desgraga i
menina que o senhor salvou, s a m5 p5do
ser aecusada dessa.desgraga. Foi por sua
ordera que Erama Rosa desappareceu I E
Deus sabo o que fiVram della I
Le3o Leroyer e Fernando de Rodyl sol-
tar.im ao mesmo tempo urna exclamacSode
espan'o e incr^dulidade.
Accusir essa mulher que vi chorar
todas as Ugrimas do seu corag3o cabe-
ceira da filha ferida I Ah senhor, isso
cruel 1 disse o estudante.
E' insensato, apoiou Fernando de Ro-
dyl.
N3o sou eu quera acensa replicou
o juiz de insirucc3o.
Eat3o quem ?
Os factos consumraados! innegaveis I
E disso, como de tudo o mais, comprehen-
uam bem, tenho a prova 1
Ah balbociou o substituto com dea-
espero, apertando a fronte 3om as maos,
isso horrivel 1 Se eu tivesse desempe-
nhado o m-u dever de pai, se tivesae ve-
lado pela rainba filha, nada podenam ter
tentado contra ella I
Accrescentouem voz alta:
_ Dme essa prova de que acaba de
fallar.
O Sr. de Gevrey respondeu :
N8o sei que instincto me aviaava qae
o cumplice descenhecida tentara commu-
nioar com Angela Bernier, e ea dei ordem
qae tudo quanto entraaae de fr* para ess
mulher foaae cuidadosamente examinado^
.
ii
Typ. do Diario roaDoqu de. Gaxiaa a. t.
:|


Full Text
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