Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19062


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Full Text
ANNO
LAll
NMEBO M

i
PARA A CAPITAL Lt'CAHtf* OMK NAO B PACA PORTE
Por tres mezea adiantadea ... ........
Por seis ditos idem...... .........
Por um auno idem.................
Oada numero avulso, do mesmo di............
60000
12*000
24*000
4100
ABBDO 18 1 SETE1
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezea adiantadoa.....
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
13*500
20*000
27*ooe
*ioa
DIARIO DE
|)r0prtc>al> be JHaiwel tgurira *t Jara & Jllj* /yc^ <*i ([/<
.
Aviso
A.OS Srs. Assigaan-
tes que se acharemera
atrazo, scientificamos
que devem mandar
abonar suasassi^natu-
ras ate o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soffrain interrup^o na
remessa do Diario do
1 de Outubro.
TELEGRAMAS
17IC0 FABTICULAS 23 SUBI
RIO DE JANEIRO, 17 4 Siembro, s
3 horas e 55 minutos d tarde. (Recebi-
do s 5 horas, pelo <;;ibo submarino).
A Cmara do* Deputadon, em ssea-
*o de boje, e ob pronosia do Sr.
Br. Lata Antonio Moreira de Hen-
donca. consiano na acta am veto
de pesar pelo falleclmento do Ba-
rio de Anadia.
Forana conalderados cadne! ea
contracto para aconaf raccaode en
Sentios centraes da provincia da Pa-
ran jbn.
::st::: da assici imi
(Especial para o Diario)
BERLIM, 16 de Setembro.
H. M. o imperador da Alternancia
ewta seriamente ineommodado,
BUCHAREST, 16 de Setembro, tarde.
Acaba de commetter se anta tenta-
tiva de assasslnsto contra o Sr. J. C.
Bratiano. presidente do conseibo e
ministro do Interior.
O aaaanalno dlsparoa am tiro de
pistola contra a victima, qae. feliz-
mente, mo fol Httingida.
Foi preso o assasslno.
BERLIM, 17 de Setembro.
s. M. o Imperador da allemanba
val melho'i
RIO DE JANEIRO, 17 de Setembro, s
4 hora* da tarde.
Kealison-se boje a abertura da ex-
posico da Socledade Cooperativa
Universal.
Innnmeravel quantldade de pro-
ducto franrete* esto representa-
dos ".i exposirio e >eem provocado
ailmiraro dos bomens proeml-
nentes. qae assisiiram a Inaatnra-
co della.
E* grande o e.viio obttdo.
Agencia Ha a, filial ta Pernambuco,
17 de S -tatabro e 1886.
Ministerio da f.uerra
Foi apreseutado ao qaartel-general o Dr.
Censtancio Carlos de Souza Uzel, Io ci-
rurgiao do corpo da saude do exercito, por
ter vindo da Baha soffrendo das faculda-
des menta es.
Apresentaram se : o Io cirurgiSo do mes-
mo corpo Dr. Antonio Jos de Souza Gou-
veia, vindo da Bahia transferido para a
guarnicao de Gajaz ; o capitao do 16 Ja-
cintho Carneiro. de Oliveira, vindo da Ba-
hia em servico : os alferes do 2 batalhao
de infantaria Jiigu-I Goncalves de Castro
Masc>renhas e do 5o batalhao de cavalla-
ria Marios Antonio Telles Ferreira, e o
2o tente de arlilharia Antonio Fres de
Castro Menezes; que fica addido ao 2" re-
giment da mesma arma.
Passou a sealisar o Asylo de Invlidos
o capitao honorario Jos Moraira de Me-
nezcs Jnior, em substituicSo do capitao
Belisario Augusto de Senna, que vai cooi-
mandar compaubi*.
Mandou-se que fosse adiado o embarque
do tenente do 15', Malaquias Jos Netto,
para o fim do corrente mez, pelo que pas-
sou a addido ao 10.
O alferes aggregado arma de infanta-
ria Joaquim Garrocho de Brito, em inspec-
cao da junta militar de ssudo, foi julgado
incapaz do servico do exercito.
D.t^rminou se que passasse a addido
fortaleza da Lag o 2 cadete Antonio Au-
gusto Pacheco JordSo, do Io de infanta-
ria.
NSTRCCO POPULAR
?ARTE OFFlfilAl
Ministerio da Marinha
Tiveram ordem de embarcar : no encou-
rasadoiSee de Setembro o capitao de fraga-
ta Jos da Cunba Moreira ; no encouraca-
do Aqaidaban, o serralbeiro de Ia clasae
Paulo DamiSo do Nascimento ;' no reboca-
dor Lima Duarte, o guardiJo Anaclete Ce-
cilio Anastacio Florencio ; no vapor Ma-
deira o mestrc Baptista; e n oanfaoneira Mandos, o Io
enfermeiro Innooencio Bacellar.
Ministerio da Pazenda
Por ttulos de, 10 do corrento foram no-
meados :
Ter tiro escriturario da alfandega da
Bahia o praticante da receb^doria da raes-
ma provincia, Ernesto Diniz Gongalves.
Praticante da recebedoria, Antonio Jos
da Costa Netto.
Praticante da theaouraria de Pernambu-
co, Antero Campello Wanderley.
DA
( Kxtrahido)
BIBLIOTHBCA DO POyO K DAS BSCOLA8
CAPITULO V
ALIMENTACAO
Continuatao, >
Carne de bolA carne deboi compoe-se
de orna misr.ura de corp 8 albua>ino08, de gordura
e de sat-s abundaotemeote aasociadoB agua; isto
, enCfrra a maiur parte dus elementos do sa gue
e pode bastar por si s, durante muito tempo, para
a reparoslo das perdas do organinio e para a ma
sotenco da vida. A materia nutritiva da carne
esta principalmente na ibra vcrmelha, que a
arte da cmi>u8iito que.quasi anloga do an
fne. Oa tendoei e aa membranas que envolvem aa
bras convertem-se em ge I atina.
Suppunha-se erradamente, d'antes, que a mJ"
de vacca era furtt-mente nutritiva e, como tal, se
aeonselhava aos individuos debilitados, convnlt-s-
centee, etc. Hoj sabe-se que das partes menos
nutritivas do corpo animal, e que tem aim d'isso
jnconvenie te de ser de difficil destilo.
A carne de vacca nao essencialmente inferior
do boi; mas, quandu o animal tem paseado grande
lempo da sua vida aproduar leite, teinp-rdidu em
carne e em gordura o qne naquelle liquido Ni for.
aeeido ; e d'abi provin que a sua carne, nao se
tendo meihorado pelo d^scaoco da vacca e pelo em-
prego de certos cuidados, mais dura e menos nu-
tritiva do que a do boi. Tambera menos rica do
que urna e ontra a carne de vitella, na qual dimi
mu relativamente a quantidade de fibrina e em
maior grao a substancia gelatinosa.
A Ciirue de carneiro muito anloga, sob o ponto
de vista dos principios nutritivos, do boi ; mas
tais dura secca, e contm m >is gordura
A carne de parco mais abundante em gordura
que as antecedeules; porm mais pobre em substan-
cias albuminosas e de umi. dig-sto iphs difficil.
A carne d.' cavallo n >vo tao nutritiva e de to
fcil digcstao, como a'do gado vaccum. D'elli se
fxz boj" um consumo importante em Franca.
(Continua}.
Cioverno da Provincia
DESPACHOS DA PRE8IDENCU DO DIA 16 DE
SETEMBRO DE 1886.
D'lmro Sergio de Parias e Jos Antonio Bap-
tista de Sonsa.Informe o Sr. inspector geral da
Instruccao Publica.
Jos Muuiz Teiieira Guimares.Em vista das
allegacoes do suppiicante, remetta-se a p"tic4o
junta m dica provincial, a quem e peticionario se
apresentar para ser de novo inspeccionado.
Jos Ferrrira da Silva Brandao.Sia.
Joaquim Manoel de Oliveira e Silva.Sim.
Jos Avelino de Abreu Cardogo.Remettido ao
Sr. inspector da Thesouraria de Pasenda para at-
tender ao pedido i os termos de sua iuformsco de
boje, n. 652.
Jovquin Rodrigues Pimenteira.Dirija-se
Thesouraria de Fazenda, que se acha autorisada
a efectuar o pagamento reclamado.
Leontine Pimentel Angelim e Pedro Antouio dos
> mtos.Informe o Sr. inspector do Thesouio
Provincial.
Pedro Alexandnno Ferroira.Informe o Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda.
Secretaria da Presidencia de Pernarabu-
co, em 17 de Setembro de 1886.
O ajudaote do porteiro,
Antonio F. da Silveira Qarvalho.
Repartlco da Polica
SeccSo 2.* N. 906. Secretaria da Poli-
ca de Pernambuco, 17 de Setembro de 1886.
Illm. e Exra. Sr. Participo a V. Exc.
que fotam honte-n recolhidos Casa de
Detenyao os seguintes individuos:
A' ordem do subdelegado do Recite, Manoel
Francisco Arthur, por crime de f-rimentos gra-
ves ; Hermina Mara da ConceicSo, por disturbios ;
e Jos Joaquim de Souza, como vagananda.
A' ordem do de Santo Antonio, Mazimiano Pe-
reira da Cunba, Florencio Jos dos S.ntos, Libe-
rata de tal e Jos, escravo de D. Osminda do Nas-
ciuiento, por disturbios.
A' ordem do do Io districto de S. Jos, Jovino
Netto de Meiidonca, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da B a-Vista, Fran-
cisco Ferreira da Cunba, p >r disturbios
Commuuicou-nv. o delegado do termo de Bom
Conseiho, que no dia 11 do corrente, A ireliano de
Souza Barros, praca do destacamento stacionado
'aquella villa, estando emonagido, esp brbaramente a Cat tana Mana iio Nascim- uto,
cora quem vivia araai-iato ht in is de dous aun .
Fez-8'' co.po de d>-licto ua i Hendida, cuj >s fe-
rimentos, foram considerados gravea e contra o de-
linqueute, que foi pres, pructdeu-se n s 'erraos
da lei
Pelo subdelegado do 1* districto de Afoua
dos, foi remettido ao juiso cora pe t ute o iiique
rito policial a que pr ced u coutr.i A ito.no Trau
quilino Marques e Alexandre tiom<-s da Silva, o
prim-iro por crime de tnorte e o segundo como
cumpliee no mesma crime.
Dus guarde a V. Exc.-Illm. e Exra.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito diguo vice-presidente da provn
O chefe de poli a, Antonio Dtr/ainyo*
Pinto.
e tenente-coronel Francisco Goocalves Torres.
Certifique-se.
Antonio Lopes de Carvalho, Dr. Antonio Bruno
da Silva Maia, administrador da Casa de Deten-
cao, Jos Gomes Ferreira Maia e contas do com-
isando do corpo de polica e das collectorias de
Buique e Serinhaem.Haja vista o Sr. Dr. procu-
rador fiscal.
Bal bina Mara do Ni aciment e officios do Dr.
procurador dos fritos.Informe o Sr. Di. admi-
nistrador do Consulado.
Consulado Provincial
DE
DESPACHO DO DIA 17 DE SETEMBRO
4886
Tres peticSes de JoSo Ferreira dos San-
tos. -Certifiqese.
JoSo da Silva Villa-Nova, Moraes & H-
nheiro, Fernandes di Primo, Antonio Soa;
res Pinto, Bento Gomes de Pinhc, Teixei-
ra & Miranda, JoSo Pereira Lima, Anto-
nio Francisco da Cruz. Manoel Clementino
Ribeiro, Wolf & C, Joseph Krause & C,
Bedel & David, Joaquim Albino & C,
JoSo da Fonseca, Adolpho Jacintho Perei-
ra, Costa & Irmaos, Dr. procurador dos
feitos. Informe a Ia seccio.
Cnsul de Portugal.Certifique-se.
Tres peticSes de Rufino da Silva Ramos.
Certifique-se.
Nove peticSes de Jos A. Moreira
Cont. Certifique se.
Seis peticSes do Bento Castao Viei
Certitique-se.
Oito p<'tico3s de Antonio da Silva
reir. Certifique-se.
Souza Nogueira & C. e Cardoso & Ir
m2o. -Informe a Ia seccSo.
Dez peticoes de Antonio Andrade Costa
Certifique-se.
Dez peticSes de Pedro de Castro e Sil-
va Certifique se.
Dez pet'cois de Joaquim de Amal Mon-
teiro Certifique-se.
>love peti$3es de Miguel Rodrigues de
Campos Meira. Certifique-se.
Azevedo & Maia.Certifique-se.
Luiz Jos da F* Vieira Sobrinho. Cer-
tifique-se.
Francisco Gomes da Silva.Certifi-
qese.
Manoel Jos de Lima. Certifique-se.
Jos Ricardo da Costa.Deferido de ac-
cordo coto a informaco.
Dez peticSes de Antonio Paulino da
Costa. Certifique se.
Dez peticSes de Jos Joaquim de Lima.
Certifique-se.
Dez peticSes de Alfredo Lindolpho dos
Reis Campello. Certifique-se.
Seis peticSes de Francisco Francelino
de Paiva. Certifique-se.
.Nove peticSes e Avelino Canteiro de
Mello. Certifique-se.
Instruccao Publica de Pernam
buco
DESPACHOS DO DIA 14 DE SETEMBRO DE
1886
Manoel Sezino de Albuquerque
nhio.Cumpra-se e registre se.
Mara Digna de Albuquerque
nha.Curopra se e registre se.
Francolina Maurina da Silva e
querque.Cumpra-se e registre-se.
Bcllarmina Francisca Lobo. Enea ui-
nhe-se.
15
Be llar Ji i no Ferreira Padilha.Justifico.
Joo Ferreira Vilella de Araujo.Jus-
tifico.
Francisco Lucio de Castro.Cumpra-se,
registre-se e marco o prazo de 40 das
para entrar no gozo da licenca.
Leontino Pimentel Angelim.Encami-
nhe se.
16
Candida H<*rraogenes de Mello Masca-
carenhas. Deferido com officio ao The-
souro.
Jos Paulino da Silva Filho. Encami-
nhe-se.
Mara Rita da Cruz Neves. Volte ao
delegado litterario, qua exigir da profes
sora de que se trata a apresentscSo dos
recibos que provem achar-se em dia o pa-
gamento dos alugueis da casa am que func-
uiona a escola.
Secretaria da instrucclo publica de Per-
nambuco, 16 de Setembro de 1886.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
Mara-
Mara
Albu-
Thesouro Provincial
DE8PACH08 DO DA 17 SETEMBRO DE 1886
Irmandade de S. P dro Apatelo, offieios do Dr.
procurador des feitos, Mano1 1 Antooo Leite, J. J
Almeida Alouqusrque, Pedro Antonio dos Santos
e Le>ntino Pimentel Ang lira lafursM 0 Sr. con
tador.
Confraria de Nossa S-nhora da S.Udale, Fran-
cisco G nflalves Torre-, Jos Feriiamli-.s Lopes.
Galmdo Goi cal vi a Guerra e ti .ymundo Magni
da SiK'a Pague-Be.
JoasArminio Alves, Jos d'AssumpcSo Olivei
DIARIO DE PERfiAglBCO
REOIFE. 18 DE SETEMBRO DE 1886
Noticias da Europa
Eis as nut cas d- que toi portad ,r o vapor alie
mao Rosario, entr do aote-bontem.
Horiusal
Datas d Lisboa a- 28 de Agosto.
Sob a rubrica Exterior puolicainos a carta do
iiosso cirrvpoiidioitr, na qual se acbam minu-
ciosamente relatados os tactos mais importantes,
oc.orrid a nestv- re-no.
Hespanba
Relativamente a este r.-m eBcreveu-nos o su-
pr-iri-ado correspondi-nte o seguiute :
0 gove.ino den unlt-m para se desmentirem
os bj it- s i tayao na Caialuutia, da desappanco do briga-
deiro Marin, e fiualmeute de certa! mudancas de
gaarniciV s.
Mas. se assiin porque se tem feito prisoes em
Barcelona e so mandara desfaaer pela fdafa os
grupos que lm appareci io as 8088 ras ? Por-
que nao K oiz "'i le i st o brigadeiro Marin?
Observa nin ern-sp^ndente de Madrid, todava
afiirma s-' que o brigadeiro Mario sabio de To-
l.aa era dir-eco a Pars a tratar do su indulto.
O Sr. Moret cujo aelo no ministerio do reino,
que oceupa int.rinam'nle, fa* suspeitar a muiUs
pessoas que espera conquistal O de proprii dade
p r este m^io, chamou os directores das agencias
telegraphicas, prohibindo Ihes que fallera naques
tao da ordem publica.
Teui-se fallado muito em Madrid da conferen-
cia entre o general Salamanca e o redactor do La
Matin, da qual o pnmeiro declarou ao segundo
que na U spanha tai grande falta um saldado
poltico que a regenere.
E' muito duvidoso que a Uespanha aceitusse
hoje tal dictadura.
Foi recebido pela rainha regente o embaxador
do. Brasil.
Parece que.fornra detidos alguna igentes revo-
lucionarios na fronteira.
O jornal ministerial El Correo declara que os
revolucionarios trabalhim com grande affince, mas
qne o governo est ao facto de toos os seos tra-
mas.
Tambera se falla de agita^ao era Vigo e no
Ferrol, e da demisso do governador militar desta
arimeira cidade.
Urna noticia do Imparcial, denunciando traba-
mos revolucionarios oa fronteira, contra o alar-
mado pelo correspondente do Tempo, provocou
orna forte respoBta do Progresso, receiandj-se que
seja anda cau^a de um desafio.
Em Valencia, dizem os jornues do visinho rei-
no, a polica prende a torto e a direito, vendo em
toda a parte conspiradores. Ha dias prendeu um
"sacerdote ie Vicb, o qual estove alguia tempo na
Cadeia, sendo depois solt, dizendo-lhe a polica
%ue desculpasse o engao. Tambera a duas fre-
tas, que se dispunham a entrar n'uma carruagem
de caminho de ferro na estacao de Zaragoza, Ibes
aconteceu o mesmo.
Referem os novelistas miuisteriaes que o novo
ministr > da fazenda tracta de elevar o reudimento
dos tabacos nada menos do que em vinte milboes
de pecetas.
ltimamente Murcia, por onde elle deputado,
pedio lhc que estabelecesse all urna fabrica de
tabacbs.
A rainha regente agraciou com a gran-cruz de
Carlos 111 o presidente do conselho e o ministro
da marinha da Suecia, assim como o intendente
de Arsenal de Horteo, pelo seu proceder nobilis-
simo com a guarnicao da fragata de guerra Blanca,
da marinha hespanbola.
Asseverava-se em Madrid que houvera, ha pou-
05s dias, larga conferencia entre os Srs. Sagasta
o Becerra, na qual julgam algumas pessoas que se
tratou da uniao dos esqperdistas fusao, para o
qne o Sr. Sagasta dara ao general Lpez Domn-
guez a pasta da guerra, e ao Sr. IJecerra a das
obras publicas, quando se crear este '-ministerio.
Contina a dizer se que o governo tracta de
etonerar, a pretexto de doenca, o capitao da Ca-
talunha, Riguelmc, substituindo o pelo general
Blanco.
Os jornaes de Madrid lamentara profundamente
a tnorte do ministro ae Portugal naquella corte, o
cooselheiro Jos da Silva Mendes Leal.
Franca
O presidente da repblica, Sr. Julio Grevy,
que viera a 26, de Mont-sous-VauJrey a Pars,
rfgressar aquella localidade logo depois do con-
selho do gabinete, sendo destituidos de fundamen-
to os commentarios que attribuiam certa gravi-
dade a esta vioda do Sr. Grevy a Pars.
A imperatriz Eugenia, segundo alguman fo-
ibas de Londres, fez testamento, d< ixando a maior
parte de sna fortuna princeza Beatriz, filha mais
nova e mais querida da rainha Victoria.
. A imperatriz, alm disso, poz ponto s subven-
coe que maudava aos agentes imperialistas de
Franca e que ascendiam grandes sommaa.
No dia 23 de - tempestade medunha. Nada a taza prever, pois
qne durante a manh, o eo se conservou sereno e
asui e a temperatura regular, a 20 graos.
A's 2 1/2 da tarde, inesperadamente, sera que o
barom. tro denunciasse a menor perturbacao, o co
C u esci'ro, e 40 minutos depois rebentou urna
Borrasca horrorosa.
O graniso, do tamanho de avelans, cabla cora
urna violencia extraordinaria. Felizmente, urna
tromba d'agua, qne se desfes, eonseguio derreter a
jaraiva, evitando os seus effeitos desastrosas. As
rnas e as pregas ficaram, n'um moraents, inun-
dadas. A euxurrada impedo o transito nao s
ds s pessoas, mas at das carruagens, que se viram
obrigudas a aguentar paradas a ebuva do graniso
qne cabla sobre os trjdlbos como se fosse me-
tralha.
Nos arredores da cidade os estragos causados
pela tempestade foram consideraves. Os campos,
as hortas e os pomares sofireram grandes damnos.
As p.dras de graniso, que em Pana erain da groa-
sura de avelans, n s arredores tmham o tamanho
de ovos de gallinha, pesando algumas de 50 a 70
grammas.
Os seus effeitos desastrosos fizeram-se sentir,
nao s as h-uetas e as hortalizas, que ficaram
completamente destruidas, ms anda em alguns
predios, cujos telhados de zinco ficaram completa-
mente crivadus em muitos pontos.
Succederan -ss varias iuundacoes, qne augmen-
taram consideraveln>ente os estragos da saraivada.
Durante toda a no te conservou-se o co muito es-
curo e sentio-se um calor asphyxiane.
Qnanto aos ltimos acontecimentos do Orien-
te, o XIX Siecle de opnio que a diplomacia
europea vai necessitar de rever o tratado de Ber-
lim e de dar urna vista de olbos sobre a integri-
dade do imperio ottomano.
Inulaterra
Noticias fidedignas dizem que a Inglaterra est
faxeudo os maiores esforcos a favor da paz. Como
o principal elemento da guerra o dinheiro e
esse o forte de Inglaterra, este paiz trata de conju-
rar a guorra do Oriente, negando diuheiro s po-
tencias qne podem ver-se envolvidas nella ou que
iotentem provocal-a. Com este intuito os capita-
listas ingleM negaram-se em Londres no dia 25 a
fazer reporl sobre luuduB russos earealisarqiaes
quer transacco-b com os fundos allemaes. J na
primavera s luglaterra conseguir evitar a guerra,
nao foruecendo pelo meaiuo systema.
Conforme um despacho recibido p--Io Times, pa-
rece que a revolucSo blgara causou pr funda sur -
preza < m Vienna e Berlim, e que a deposico do
principe Alexandre por forma aiguma resultado
da entrevista de Gastein. O Timts reconhece que
esta deposico um triumpbo da diplomacia russa ;
ma" resia saber como a All< manha e a Austria to-
marao a revoluco bu gara, qu a Russia provocou
seui o cuna ntimento dos dous imperios.
O Standard tem por impossivel que tal empresa
tenha io.i exteutsda 8' m connivencia da Austria
e da AHemnha.
O Daily Afir diz que da deposico do principe
Alexau.m- seui o constotiment da Tuiquia hode
resnltbr grav s difiS IdaOes iuternac uaes.
O Daily Chronide reputa grav. mente ameajada
a paz !> bu ropa.
Times de 24 dizla que est chegado e coi nie-
to d<>B mter. sse ingleies e russos
Outrss t'lbas ingl zs declarara oue o desthro
namento do principe Alexaudre de Battenb.rg im-
t-ressa mai directaueut Austria e Aderaa-
uha do que luglaterra.
E. accreseenta o Standard com a autordade d--
um jrgo simi-officiai, a Gr-Bretanba nao reco
hece a nec.ssidsde de salvar a poli'ica a diplo-
macia austracas das con equencias da sua m f,
cuiisequeucias que principiara a manifestar s^.
Na cmara dos commuus, o secretario dos nego-
cio estraug. iros declarou que a Inglaterra con -
templa com t,raude inquietacao i 8 aconieciinentos
da Bulgaria; e, iut. rr g>.Jo sobre o poni espe-
cial da parte que a Russia tinha naqu-illea succes-
os, dase; Que nao eetiraav^ que ihe f sse p r-
mitfido dizer se a Russia eslava compicada.
E' fra de ted a duvida, que o g-ipe de estado
fra manejado pela Russia ; mas o que resta saber
a intervencAo que n'tlle tiveram os gabiuetes
de Vienna e d.- Berlim.
Aa mysteriisas conversas dos monarebas e di
plmalas nos parques de Gaatein uio foram Je
certo alhema ao oebtbronami nto d principe Ale
xandre. Mas o que lar a luglaterra, que mos
trara tanta afteico pelo pnucipe desthrcnado e
to vivo mteresse pela proeperidadi da sua sorte ?
Asaeguram oa jornaes franceses, qoe os acuate-
cimentes da Bulgaria nao perturbaro a paz da
da Europa. O futuro decidir. Talve* lord Sa-
lisbury nao ache opportuno. no comveo da sua ad-
mistragao, dar-se pjr dorido ; mis a Inglaterra
recebeu o golpe muito certeiro, e nem as suas tra-
difoes, nem o seu brio lhe permittiro conservar-
Be por muito tempo sem mostrar o seu resent-
ment.
Poo outro lado, anda qne o governo do czar te-
nha procedido com o consentiraento dos gabinetes
de Vieona e do Berlim, nao surgiro brevemente
as naturaes rivalidades, puando a Russia assum r
no Crieute urna posico impetrante, que faga som-
bra s suas alhadas ?
E' to compl-xo o problema, estao em conflicto
tantos intercas 'S, que ser temerid.iie ass-'gurar
aue o golpe de estado da Bulgaria em nada in-
uir na paz europea. Talvez uo sejij ; mas
n'um futuro prximo.
No da 26 bouve em Belfast novos disturbios e
satina.
A cmara dos ccramuns approvou o projeeto de
lei que manda proceder a um inquerito sobre os
disturbios de Belfast.
0 Freemans Journal affirm que os libcraes uni
nistas mostram-ee j descontentes cou aa recen-
tes declaraces mimsteraes a respeito da Ir-
landa.
Foram aonaxadas Inglaterra, no dia 1. d'este
mez, as ilhas K-rmadec na Polynesia.
A iinguagem dos jornaes ingleses muito vehe-
mente contra a Russia.
Russia
Parece eminente a influencia da Russia na trans-
formado poltica da Bulgaria. O jorual Novoi
Vremia publica em urna correspondencia de So-
fia a relacao de urna revista ltimamente feita
pelos ministros blgaros Haranolof e Stamboulof
ao cnsul peral da Russia em Bagdanof. Por esta
correspon iencia se v qual era a disposicao hostil
do Russia para com o principe da Bulgaria e o
seu governo.
Os dous ministros blgaros, que foram procla-
mar o c nsul rasso, aconselhados por grande nu-
mero de deputados, dingiram-se nos seguintea
termos ao cnsul :
o Estamos convencidos de que a Bulgaria est
em situacao muito aflictiva e ptrigosa, pelo tacto
da interrupeo da oeucolencia da Russia a seu
respeito. Estamo promptos a abandonar o po-
der, se for necessario. Diga o governo russo o
que espera de nos, e estamos promptos a fater
tudo. '
O cnsul responden nos segnintes termos :
o Ninguem ignora o que a Russia espera da
Bulgaria. O imperio moscovita tem sempre mos-
trad symp'thias pelo blgaro ; desejava consti-
tuir urna grande Bulgaria, concorrer para o des-
tnvolvimento das prosperidades do seu povo sol
t dos os aspectos, principalmente o militar e o fi-
nanciero. Em troca suppunha a Russia que a
Bulgaria apreciara o valor da benevoUncia russa,
que preferira serapre esta amizade sincera fin-
gida amizade da gente slava ; mas em vez de
usar este procedimento, a Bulgaria uni-se com
08 inimigos da Russia.
Os dous ministros affiancaram ao cnsul que o
govarno blgaro mmtinba para com a Russia os
sentimentos mais amigaveis. O cnsul repiicou
com as seguintes palavras :
o O orgo do governo, a Conslituicao de Ti-
mana revelou claramente as disposico.-s bostis dos
actuaes governantes da Hulgaria. Este j irnal u-
juriava livremente a Russia na occasio em que
erara suppriraidos todos os outros jornaes coii-
trari s poltica do governo.
Documentos incertos no Livro verde provam que
a uniao da Bulgaria e da R mella, realisada tao
desastradamente, foi preparada com o fim de faZT
brecha na influencia da Russia na pennsula dos
Balkans.
Os ministros replicaram.
O governo blgaro teve apenas em vista os
nteresses do seu povo e nao prejudicar os nteres
ses da Russia.
< O governo deseja que os officiaes russos en-
treo de novo as fileras do exercito blgaro. Ro-
gamos-lhe que nos indique o meio de restabelecer
as antigs relacoes de imisade entre a Russia e a
Bulgaria.
O Sr Bagdanof responden :
Pertence ao governo blgaro deacobrir esse
modo.
A Russia nao se contentar com simples ex-
terioridades de amisade, exigem actos que provem
a sinceridad j d'essa reconsideracao do governo
blgaro. *
sta conferfncia realisou-se antes da mulanca
poltica da Bu'garia e port n'.o merece certa coa
flanea pela confirm .cao que lbe deram os factos
posteriores.
Referem de S. Petersburgo que a noticia da
revolncao da Bulgaria foi rebebida com euthu-
riasmo no acampamento de Krasnoe-Selo.
Os jornaes russos dizem que nada faz auppor
qne a Russia tome parte na pacideacio da Bul-
garia. O Nevoie Vremia prope que se mande
um funecicnario russo Bu.gana para restabele-
cer a ordam.
Os jornaes de S. DcterBburgo de 22 de
Agosto publicava urna nota communicada deamen-
tindo que estejam alteradas as relacoes com tal ou
tal potencia, e declarando que uada antorisa a re-
cear que essas relacoes sej im perturbadas, nem o
governo imperial modiflcou a sua podtca.
Ojoinsl de S. Petersburgo prev urna nter-
veuco russa na Bulgaria, se l rebentarem desor-
dens.
As potencias ainda nao enpenharam nenhuma
aeco deplomatica.
Suppoe-se que a qnesto blgara ser res'lvida
na prxima entrevis'a do principe de Bismaik e
do Sr de Giers tm Trauaeusbad, onde o primeiro
chegou a 26 de Agoal*.
Oriente
O principe Alexandre da Bulgaria < st destro-
nado e preso. Orgausou se urna regencia para
govemar o principado.
O d. stroiiamento do priniipe Alexandre, n8
circumstanci .8 em que se du, tem sobresaltado
os centns polticos da Europi. A imprensa d
preferencia a esie assumpto e tem /azao. P.le de
uui inonento pra outru atear-se o incendio e bom
prevenir.
Ete tacto s^r talvez o princuio da tremenda
confligracSo, que se tem andado formando na Eu-
ropa oriental.
principe Alexandre cunhade de urna das fi-
Ibas da rainba da Inglaterra P"8to pela Russia
frente do principado da Bulgaria, creado pelo
tratado de Benim, que fech-u a uitima guerra
tureo-russa, em breve se emaucpon da tutela do
czar.
Ambicioso, dotado de eminentes qualidades de
erra e de governo o principe Alexandre de
Bittenberg ligou se ntimam ute poltica ingleza
e ajuda lo por ella, fez o golpe de estado da jnc-
ea > da tiouraelia Bulgaria.
A Russia fie..u ardendoera furia com esse lance
arrui.do, que a sorpreheudeu.
A torraaco de um grande estado, eom solida
organisaco militar eutre w Turqua propriameute
dita e o Danubio, era urna fortissima barreira
opposto a ainbicomoacoviU, que nao desisti, uem
desiste, ue se apossar de Cousuntinopla, e de do
minar exclusivamente no Mar Negro.
Para chegar a oostautinopla e a Russia tena
de pa-sa primeiro soore a R.umania. naco qu.-
em Pluvia revelou poderosas faculdados de guer-
ra, e sobr a Bulgaria e Rjumelia, declaradas n-
dependentes e fortemect constituidas.
D'abi s iras da Russia, que levou as manifes-
tacoes da sua irnucao at o ponto de "Sar o
priucipe Al xandre dos quadros do exercito russp,
e de o degradar das condecoraces russas, que lbe
bavisni sido eoncedidas.
A Allemanha e a Austria que contrariam a
amb5ojs miscovitas, pjderj.ra evitar n> minjat
que a Russia interviesse militarmente ; mas, apa
zar de tuio nao poderam conseguir que a S ,' i
despeitada por ver surgir-lhe ao lado.um ooCal
preponderante, nao entrasse em guerra.
Sabe-se qual foi o resultado dessa carap inba.
Apezar da enorme superioridade di Servia em
recursos de toda a especie, era organisacao mi-
litar, e em quantidade de sol lados, os stvjs fo-
ram batidos, e o principe Alexandre assignou a
paz na mesma cidade, d'onde a guerra lhc tora
declarada.
Esta victoria levou at ao fanatismo o amor
dos vulgaros e roumeliatas pelo seu principe, deu-
Ihe um alto prestigio as cortes europeas, e fea
ainda mais convencer a Russia de que a cj i
dacao do principe Alexandre seria para ella, tal-
vez dentro do poucos annos, ura obstculo iuvea-
civel rcalisafo das suas ambicoes.
O principe Alexandre revelara-se hornera de
excepci nal arrojo as c ncepcas e de extraor-
dinaria fortaleza na realisacao dellas.
O desthronamento e a priso do principe Ale-
xandre, evidentemente obra da Russia.
E' a sua revanche. Ora sabe-se. que las rela-
co--3 diplomticas entre a Russia, de um lado, e a
Allemaoba e a Austria, do outro, sao excessiva-
mente melindrosas.
A guerra era j repatada por muitos como ine-
vitavel e eminente.
Este golpe da Russia parece dever precipitar
a eme.
A Austria, que est ligada com a Allemanha, e
que conta cora o apoio da Inglaterra, to inte-
ressada com ella em nao deixar alargar o predo-
minio da Russia no Oriente, nao podcrS consen-
tir, que a Turqua fique a descobi-rto, e que a Rus-
sia se Hssenhorcic da fronteira dos Balhans, ulti-
mo reducto do Constantinopla.
E, se consente, podemos ento dar como segura
a manutengo da paz, ou antes a anniquillaco da
Turqua e a sua absorbi p lo colosso moscovita ;
porqu, ento nada haver que leve as nacoea a
um rompimento armado cora a Russia.
Como qualquer que seja, a situacao extrema-
mente grave. Os relmpagos illumnam todo O
horisnte com claroes sinistros.
Noticias do Sophia refere que se deu assim
o gilpe de Estado :
Na noite de 20, a residencia do principe Ale-
xandre em Sophia na prafa de Wadin, foi sbita-
mente cercada pelas tropas reunidas com os cade-
tes da escola militar e o principe conduzido por
urna escolta a fronteira, sem todas as attences,
depois de haver dado a sua demisso por es-
cnpto.
Constituio-se immediatamente um governo pro-
visorio tendo a sua frente minsenhor Clemente,
delegado metrapolitano do exarca, na qualidade
do lugar tenente do principe.
^Os utros membros do giverno sao os Srs.Za-
nbaff, Stajanoff e Hrouii fi, todos conservadores e
partidarios da Russia.
A cidade de Sophia foi logo declarada em esta-
do de sitio.
A noticia da revoluco de Sofiia causa urnas
inquietacoes em Belgrado. E' certa a mobil-*a-
co do exercito servio. Parece qne o candidato
la Russia para substituir o principe Alexandre de
Battemnerg no throno blgaro o principe Ale-
xandre a'Oldemburgo.
LiOgo que teve noticia deste facto na Roumania,
o Sr. Bratiano, presidente do cons Iho, sabio de
Corjr.t, onde se achava, e parti para a Sinaia,
onde se verificar um importante conseibo de mi-
nistros, sob a presidencia do rei Carlos da Rou-
mania.
Despachos de Sofia annunciam que as guarni-
coes de Widdm, Selumla e Pl. wna recusam obe-
diencia ao novo governo blgaro.
O exercito e a populaco la Roumelia oriental
pronunciam-Re a favor co principe Alerandre.
Era Sofia reci-iavam-se conflictos entre os adver-
sarios e os partidarios do priucipe deposto, o que
se realisou.
Disp'jnban se a marchar sobre Sofia varias
guarnifes juntamente com as tropas romeliotas.
No da 24, o hiate que levava a prncipe Ale-
xandre da Bulgaria desde o Dauubi aporteu em
Giurgevo, mas centinuava a sua derrota.
Corneja va a acreditar se que o novo governo
blgaro dea ordem para o desembarcaren! em ter-
ritorio russo
Outros supoem que o desembarcara na Bessa-
rabia rossa; outros finalmente, asseveram que iria
para Severn.
Ao principio, disse-se que o principe esta va pre-
so em Lom Palanta, mas que dentro em pouco se-
ria posto em lberdade c conduzido para fora da
fronteira.
O governo provisorio blgaro publicou urna pro-
clamado no paiz, oizendo que o principe Alexan-
dre prestou grandes servicos militares Bulgaria,
mas as ques'es polticas nao toraou na devida
conta a situacao da Bulgaria como estado slavo e
as boas relay,oes com a Russia, e foi esta que tor-
nou indispensavel a sua deposico.
Em Tirnova estabeleceu-se um segundo gover-
no provisorio blgaro a favor do principe Alexan-
dre.
Noticias de Philippolis de 24 de Agosto ( tar-
de) referem que a contra-revo uco. apoada pelo
exercito, proclamou novamente princ pe das Bul-
ganas o principe Aljxandre de Battemberg.
__ A Nova Imprensa Livrt publicou ura des,
pacho de Kaiafat, cora dala de 24 de Agosto, an-
nuuciando ter silo derribado o governo provisono
blgaro, preso o delegad i metr 'P litano monse-
nhor Clemente, com os Srs. Gruieff e Zark.ff, e
reatabelecido o antigo ministerio KraveloF.
Partiram deoutacoes para dive.sos pontos afim
de procurarem reconduzir Sofia o principe Ale-
xaudre.
O comraan lante do iate que transportana O
principe da Buiaria, ao chegar a Reni, telegra-
phou p*ra Sofi? : Cheguri a Reui, onde aguar-
do uistrucc s ; e accreacenta-ae que de Sofia
lbe fii resp-ndido: Volte para L .m Palanka e
traga o principe.
O principe Alexandre, que tinha chegado (a 24
de Ag st.) a Rem, seguio cammbo para a Aus-
tria p. r V .lotchisk. Nao ia debaixo ie pneo.
De Durmtade, a*6, lelegraphar.m ao Standard
de Loudrea, que o principe da Bulgaria ia seguin-
do viagem para aquella cidade pas vas frreas
da Galicia.
De Sofia, a 25, communicavam p-lo telegrapho
que o coV' rn i provisorio havia dado a sna demis-
so. 0 Sr. Kiraveloff publicou urna proclam-co
declarando que assume a presidencia do governo
cora oSr. Stambuloff com. rgeme, e os ministros
seguintes: Stoil ff, dos neg.ici. s estranueiros;
RaudoslavofF, do interior; Ore. k ff, da tsenla;
OrochakofF, dajustic,; Man ff. da Guerra ; Jo-
vand. ff, da instruccao publica.
Reinava a 25 tranquil I idade completa em Sofia.
N'esse mesmo dia o Sr. St.il ff, ministro das
negocios estrangetros, diriuio urna circular aos
agentes das poteuciae, em que Ibes pa.ticpava a
constituico do governo e manifestando a e*pe-
ranca de qno as potencias lhe concedan conn.anca
e a polo.
Tambem o marechal palatino da Bulgaria par-
ti a encoutrar se com o priucipe Alelan Ir, com
a misso de convidal-o a v.ltar para a Bulgaria.
Confirmara .arios despachos de Vienua que
o principe Alexandre de Battemberg val para
Darmstadt, onde est a sua familia.
Eis os suceessos qne to rpidamente se preci-
pitaran!.
O Oriente, com estas mutacoes polticas ines-
peradas, prende aa attencoes daEuropa.
Realmente psrecem phantaetcas as peripecia*
p




1 MBTRADfl


rio de PeroambucoSabbado 18 de Setembro de 1886


relatadas pelo telegrapho no curto espav du urna
teunn.
Em um di conta-se o desthronatnento do ann-
cipe Alexandre; o > outro refere-as que a demis
sao durou pouco tempo e que o principe reassa-
a i de novo o p
Em unto lempo, como na representacao de ama
es* de grande e-p-ctaculo, foi poato fra do
tnrono e dalli a pouco novimente reposto nclle
um principe q e, aind ha pouco, asaombrara a
Europa eora as soae aveeturaa gn rreiras.
__ O Post o a iiazeta da Cnimia oonnnaado a
noticia da deoorieio e rajuisio do priacip* Ale
xandre da Bulgaria, praavra couitaao q*e nao
ser perturbada pn- di Eurooa.
Entretanto a verdad' que o estnronauoi'
s prisio do prineip* UtlM lt .la Baljftria p id
ser causa d'u na cjaflagraeo g-ral da Europ*, uu
motivar apenas urna guerra nutre 11nglaterra e a
Russia.
O verdadeiro^lcansj deste ficto ha de ver-se,
quandj-^a poteica trat-m de rescabelecer no
throno o nncipe Alexandre, oj de, eacolher o seu
saccessor,- \ Q
T ida a Europaconheeia o empe%n^a Kussja
em destruir o poder do principa, o qual, nt aatis
feito cora etnaucip rae da su perig.sa tfenla,
se eoiloeera sob a proteos** 4 Inglaterra.
A sitases) interna da Bullira nao passavatain
bein desapereebida s vistas dos gabinetes euro
Mm e o pail estiva sendo governado par h isirat
pouco eserupul *ee, que auteounham a ambicao
de dominar aos iuteresses leg.timos dn patria.
Assim, apouvain serapre o principe, quando e
achavain uo po ler; ion ves, p>r.n, fon del le,
hostilisavam-n'o implacavelineute, bandeaodi-se
com a Russia, excitando o pove, e fazendo-lhe
acreditar que s sob a influenc a desta grande na-
ci, se polia esperar a suppressSo di estatuto or-
gnico, que lig'i a Roumelia com aTurqaia.
A iatruia da Russia era, pois, manifesta.
E tito profundamente ella minou o poder do
principe, que co isegaio levantar contra elle os
roori m toldadla, hi piuco mais d'um auno seus
co nj ub-iros as viotirias que alcancoa, eqie
de fvan assorabrada t ida a Europa.
A coiisuirxcio contra o principe era tormada,
em parte pelos seus proprios ministros, em pirte
pelo exereito, que elle orgauisou.
K pugna ver a ingratido com que aquelles po-
vos corresponderam aos extraordinarios servicia
do principe Al-xandre, sendo elle quem lhes c m-
qmstuue consolidou a lib^rdadc, poudo-se ao abr
gn dos ataques da Russia, da Turqua e da Ser-
vi .:
Nein um uuico protesto !
Assiatiram iuipassiveis a> despojo exeeuiado
por meia duzia de moldados insoffridus e outios
taut 18 polticos ambiciosos.
Este ti iale espectculo ha de Estriar um pouco
o arJor dos sentimentalistas da Europa, qu-11-
eilmeiite s 1 deixavam comra iver com as generosas
asoiracioes e as aociae de liberd ide dos povos dos
Balkam?
O que gocceder da prito e destbrouinento ao
:.,e Al xandre?
Que attituie tomara* a Austria e a lagtaterra
antig.a riva'S di Russia?
Cnlligar-s-ha > A lemanha. retorcidas pola
It.lit, para s-invoorera Russia, a tazel-a d-s-
Tiar dos seus intentos nos Balkins?
R isfttfi a Russia, que de ha longo teoopo se
prepara p.ra um* Insta gigutesc*, e assistirein os
entu d'nma c mfligrac i geni, talves a i.rais tre-
menda dis uissia dias?
Be o priaeipe Alexmdre conseguir reconquistar
e throno, a R issia difficilmete resistir teuta-
a2o de ewiar Bulgaria as suas tropas.
Mas se tal nao suceder, aeeitarao as potencias
succesajr imp 'Sto pelo czar ?
S nd i outr i, contrario sua imposicao, ella
ter a influenza ea for?a para fomentar novas
aettHcdea, que justifiquem urna occupr;a< mosco-
vita?
Como se v. o assumpt i dos mais graves.
A 8 >lucao do problema diffiuillima.
A Porta exp dio urna circular s pot-ucins, na
qna! deelaia que proceder de acc ir lo com ellas
relati .ament aos negecios da Bulgaria.
__ G uno cmnmentario s noticias transmitti-
das pelo tele^rapho, relativamente ao desthrona
eato e 4 prisito do principa Alxiidr-, ei aqui
alguna pcatoooa de urna carta enviada da Roume-
iia para um peridico francas.
l)\ o c >rr --ajndente de Poilipp -lis, em dnta de
15 de Agostu:
A 8tuar;ao interna na Bulgaria uo das ma-
ihores. A incertesa tem causado um profundo
cbat ment em toda a gente oa espintos estao re-
Toltadoa coutra e ooTO estado de cousas, que nao
trouxe senao amurguras e penosas desilluaoes.
S a miseria progride, e o descontentamento naB
massas acc.-ntua-se de ummodo aterrador. O go-
terao, teceiando conflictos em Tatar-laz ,r ijik e
em Carlovo, acaba de enviar mais ropas p^ra
aquellas cidades.
H ..tem p n ti'> de Philiopopolis um esquadro
de cavtlla.ia. Ningaeni fique surpreh.ndido se
o tele.apli i annunciar um d'estes dias que r--
be.itou um coufl'Cto em algnma cidade da nossa
pr.vinc a.
qSM aur senta urna c^rta gravidade sao os
iueen lios Irequeutea, que todos os dias se mani
fiumnn l'ln j.kiiiIis, e s qua.-s a opinio pu-
Wici. utrnoue a act'.s de malvadez.
^ Xa ulrnna .emsna h-mve nada meu >s dii tres,
que. f Ksmrinn nao eausiram grande d tinno. O
q.. |:r va a existencia de nm biiido de incendia
r: i. hs b iiios incendiarias, laucadas em di
T. ,|U' a i lici.i. ou antes a popuia-
ea leu li'i a fortuna .le descubrir a tempo de
ei ,ir-- Atfir na-ae qu a iureucao dos
atores d'estes maletiooa er-> pd- fogo cidade e
aprovv.itarem de.ioiso ternir e a duMfliuul para
piad i luri'in i eem n'essas tenturiva de
iucou no inani mta-irecniaaentaes Sej.
oque lr, a p'juiacio paeitie.t acha se em transe^
to-rtaes, o a aut iridadf, ^ m agaotea de polica suf-
treienes, nao sabe 0 qae ha de f.iz r Ja eno li
os da opp > lyo apr m -a n '"'-ii-iir.- --ni tornos dkj excessiva se-
reridade o ministro Karavelof e o principa Ale-
Xau i. .
L)t-v i ass.-iriir r tamiieu) que o prestigio da
principe &lexendra ten prufuudam"ute i cihilo.
Obi* todo *SV"S que ell.- e rorn i no:aWl na p>-
liri. i in'ernu i ir u na oe-i de actos contr i
rios. Ha tr> a anuos ileciarava 8<.>leiou>-iO' nt.- (i
pr.ucipc, que a eenatkarf^o dev-ria ser absoluta
m. nte inooiti i la n > cap ul i relativo r.i
t<,) iiM-n.ii.l, lato e, a CreaeCo de um *-u*d era
p um elle uina C 01 diga i siiiequti notl N'-'S^a poca,
0 lumistr Z nkot ni iVea 0 o .i t-na para fa-
a ( cawara o pr j.-cro de I-i das m >di-
fie i i- e, i.isi'iiuieiouaea. d ---j di-, p-lo priucioe,
le IMtV nio dev.ria rer vi^ ir seuo 1-p lis da sanc-
faooeuun < i'atit-iinte a -.nvocar no p'raw uV
trea un s.
. A n'o dev ri:i fnE-r-an urna espeGie de
ensaio leal dad nstloieao existente Loiru qu-
2a..k f ..bieve da cmara uin voto fivorav.i, lio
anftpfeito m inosir. u u principe Al' xandre, que
Un- dirig i u na carta, que fu publicaoa, e aa qaal
ee...iava elle, que leudo um ministro oHldo
qu diguidade mp 'nh jia
d B> u sibenno. Ora, a cmara actual, em a r-
cenle sesso extraordinaria, v. tou uina 'i.ocao, pela
quii esaa le is inoditicaces constitucin, a foi
pura e si.np caintute aiiolida. O ministerio fez al-
to- esto gos para desviar o golpe, qu ameacava
u digBrdtd ido* nbaJa do principe Ai'xandre,
mas nada consegu rain. Dep os, julgava-se que ..
Ki e. usando da pr-rogativa que a constituiv-
mcede, recuaria a sua saneco lei da ab di-
>ls na O principe nao gasta de imita'
#-oirva ho iufl xival da faoula: torce-ae, mas nao
quabra.
O principe quer agora ensaiar o verdadeiro
eooii.i.i ionalism i. E' t.a poltica. B.tido na
br cha p-lo p rtido ru>-8 braneo um inimigo t.rrivel, o principe conheee q i*
a uinea taboa de salvar que Ibe resta' a c.m-
etituica, e a ella se agarra com a ancia instincu
va da pr.ipria cons-rvacao.
de mnjor general da Prussia, com o caajmando ho-
manto das guardas de corpo e do
Irages de Hesse. O imparador Alexandre
nom.'ou-o tambem honorficamente chefe do laSba-
Ulhao de atiradorae e d. 6 regiment de dragues
ruasos, eo imperador da Austria tambam conce
deu idnticas honras sobre o 6* regimanto de dra-
gos austracos. .
Durante o seu principado a sua carreira militar
limitase guerra, que sustentou ha um auno con-
tra o principe Milano da Servia, por eausa do mo-
rimeuto de auneXacao da Roumalia e ao modo Va-
ronil com que Mslem <* seu pov,
O valor e i*trtligeitei- que nWtfo no coi"
do das < aa direccio d* gWra lha
mm em toda a Bur p* a mais satistaeton*. rsp'
taoSo militar, se nao tora ennegrecida pelos acto*
da Russia.
~- O prtnotp AleaMVe > Oldtfcbu'ifo, can^
didato da cwfte d Bwost, ao tliMd da Bulgaria,
4 da autigaewa de Baisteid-riaaSsttfurgo. Bfl
lho do duque Constantino Frederico e neto pela
iiuha paterua do imperador Paulo, da Russia.
Tem 42 annos, *judante da imperador Alexan-
fVa% general edauandante do corpo da guarda
russa. x. i
Sua irm* a duqueiaVlexanira casada com o
duque Nicolau Nicolaievitch, e elle pioprio com a
duqueza Eugenia Maximiiianana, filha do duque
de Lenchtruberg, de quem tem um fiiho de 16 an-
uos, o duque Pedro Frederico, cadete do regimen-
t russo da guarda de Preotn.schaustry.
A situacao na Bulgaria incerta. A noticias
continuam a ser to contradictorias, e chegam de
tantos oontoo diversos, que se Ibes nao pode dar
credit i.
Ha todava doUs factoa compfovados.
O primairo que o exereito blgaro que estava
cancenti-ado em rfutsohuk na previso de urna no-
va guerra com a Servia, se po< em marcha e avan-
za para ~otia.
O segundo que o exereito rumeliata, que ti-
oha pir centro Philipopolis, marcha igualmente
para Sofa.
Tiruova, onde se tiriha constituido o goveruo fa-
voravel ao principe Alexandre, foi sitiada pelas
torcas revolucionarias.
Elail<> Unldon
Um tetegramma de >stou annuneia que um tal
Widiaui (iray. tbesoureiro da Companhia Sudian
rehard and Attantic Cotton Mili-, rugir, depois
de ter roubado companhi. 5'.<0,00 dollars, ou
perto de 4j<:000#O00 da nossa moeda. Paisousa
ordem de priso contra elle.
William Gray perteuce a urna excell nte fami-
lia de B .stou. Al.n dos 50,W dollars que le-
v.ni comsig, perteneentes compaohia de que era
thesoureiro, consta que tambem roubou igual
quautia a outras compauhias de que era agente
Esta fuga produzio grande seusa^ao em Boston o
at no mercado d-i Nova York.
O Sr. P-tter Rattingon, redactor e proprietario
do Herald, de Millerstown, condado de Butter (Es
tados-Unidos) e tambem director do correio, foi
victima ha pouco tempo de um i aventura desas-
trosa.
Umis quinze seuhoras da rn-lhor sociedade de
lutter e que f .zein parte da Wom -ns's Ohristi.n
Assiciatiou Temperaiice Qoioo, furiosas p ir taren
sido ridicularisadaa em nm articj do Herald, que
da va noticiada urna f'Sta de temperauea pr .movi
da por ellas, dirigiram se em carruagem a Mulera
tmv.i, ao eabir da u ote, c armada-, com ebicotds,
d'antee quebrar que torcer, emboscaram-se pert >
la casa do jomalista espera que elle sahisse.
Apenas o Sr. Rattingon poa o p fra de casa ca-
hiraia-lhe as quinze s-nhoras em erm como um
bando da yespas e deram Ihe para baixo como se
toase em aeuteio verde.
O Sr. Rattingon, apa.-ifaado desprecavido, n^ra
sequer poie defender-se eteve de apanhar a aova
inteira, sem perder urna nica chicotada. Pare
ca que as taes senh iras nunca tiubain feito outra
cousa na sua vida pelo bem que se desempeos-
rain da sua misao. S aeabram de vargastar o
jornalista quando ticarain esalfidaa, mas satis-
f.-itas, ao contrari> da herona romana que Canca-
va mas nao se saciava.
Parece que o Sr. liaitingjn tencioaa desafiar os
maridos da." quiuze furias.
As lunundaco-s d atruiram completamente a
aldeia de Varb, no Estado da Sonora.
Foi encerrado o cougreaso de Chicago. Todos
os concorreates estavain dominados por urna gran
de excitaco.
John Fits Gerald, fervoroso nartidano de Par-
nell, foi eleito presidente por 707 votos contra 244
que obteve o intransigente Huh Maclafercy.
Depois de terminado o escrutinio houve grande
Refere o Correio Pauiistano, de hoo-
tam :
Acha'-n-se quasi concluidos os trab.i-
lhos do rainal de Pirassinuoga, linha Pau-
lista, at o lugar denominadoCaohoeifa.
c Calcula-se que a zona atravesada par
este ramal do ve fornecer ao trafug mais
de dez mil arrobas de caf. Uizera que
intenoSo da Compacihia Paulista, prolongar
est-J WnMrl SU aquella povoagSo.
o de Janeiro
DMM M 11 do Setembro.
- f* veWp-.ra, u0 senado, o Sr. Daa-
tas, dapois de raolmaar contra algdmas
palafTas prifen las p lo Sr. Viriato de i
4eira, Oa sBao anterior, raqi-reH que,
por iuterrue-do do rainistefid d fa*eflda. o
governo iaforme qual a i up irtancia de to-
das as remessas feitas para Londres p 'lo
thesouro, oa precos das cambiaos e coto
quem os negaciou ao exsrcicio da 1884 a
I88i
O Sr. Viriato de Medeiros disse que nao
fez allusj alguma a nenhum dos se i a I i
res que team ocmpalo a pasta da fazan la
e. portaato, nao tiaha razilo de ser a real i
macao do Sr. Dantas.
O Sr. Dantas appeou para o juizo do
senado o assim termiuou o incideat .
O Sr Luiz Fepp.' pedio inforuiacSaB a
Sr. Ministro da fustiga sobre a roubo pra
ti mdo ni tiiesouraria do rteoife e justiri KM
um requ-rimonto, para que, por iaterme
dio daquelle luioistino, o giv.irna informe
que providencias t'orain ''adaa pira punir
as violencias praticadas pelo delegad.)
polica do Bom-Jardi.u, em Pernambuuo,
contra ojuiz luumcipd dv|ue! e term).
requeriiaento foi apoiado e adiado por
ter padido a palavra o Sr. ministra da jus-
tica.
Passanio orlem do da, proseguio a
2* i)8 usso da proposta rJa po ler aaac*1
tivo, convertida em pr>j;:tode i :i peta o*r
mar dos depttiadoS, orjMadd a despzi do
ministerio da agricultura, coiDUDercio e obras
publicas.
Orou o Sr. Viaooad> de Po*anaga, que
apresentou esta sub-inen a : A > u. 27 lo
urt. 1.' accrcscente-se : autorisaioo govr-
nj a renovar o contrato peora a navegac.ao
a vapor do rio i'arnahyb. com i riJjeoti-
7a -ompa iliia [0 intratar uma viagam por mea da por-
to de Tlieresina villa ata Santa Phij
na, mediante subv-n;.io proporcin ai,
taot.) que nao ex:; la as b ises do ootra'.o
prestes a firid ir.
Oraram ainda os Srs. ltM io Martias a
Tauaay, que inaadou masa a sgiint-
emenda: | 1." n. 4 das autorisagSes. O
prazo conced io socie lade colonisa for
de Hamburgo ser de 10 anuos.
| 25. Fica o governo antorisaio p ta
promover no primeiro exercicio a introdu i
yo de 500 a 1 000 inmigrantes na c no-
na do Grao-Para, zona do Tobara o, pro
vineia ;ia Santa (Jatbariua, daud i auxilio
d>! 205 Por Ca';l iminigraaCe lo..;a!isid> e
20:0J0I pira a feituia de camiahos indis-
pensavois s coramunieaeis daquelle nu
aleo, tudo dentr.) da v.-rb mareada para o
a.-rvii;. g-^ril da .uiuigracao Este bancti-
oio poler ser pror^gado e.u dous sub*j-
qu. nte exurcicios, un v vez verificada a
fiel execucao dos oompT.imissjs tomado
pela empreza.
A discussao ficou adiada pela hora.
- Na :amara dos diputados, entrando
no mcsino da a acta em disoussao, e Sr.
tumulto e nronunciaram se violeutissimos discur -
o" O Revd. Pepper, methodista de Faran Le- Alfonso Celso Juior notou algir.tfos inaxac-
S.Acabo de sber q^ e orna orden do
ninietiTio da guerra determina que as tropas se
achem promptHa para marchar at o dia 22 de
AgoHto. As 5) oas de artilharia, que exist.-m
na R .m-lia, esto pr mptas a partir a todo o mt-
n.iit.i para a S .fia
O princip' Alexandre que f>i agora depoato do
tkn'iio da Bniiraria em virtade de una conspira
ao e dep<'8io pela contra revuluefe, casita ap.nas
39 hWios. E' principa da ca de Bastenberg,
cuj s dar se aobit eut Durchmur, em Heenyed
elott > soberano da Bulgaria na aam-mbla naci
na. reuuida em Tarnova a 29 de Abril d 1899.
At- eaift" hav*a neeopado um gro inferior ao
exereito Sicoma, d- csjo sido tvmi pnisera pebre.
ajona 11 oceupou o prinuipado da Bulgaria. o> impe
xador Guilherme conceaeu-lhe o posto honorfico
nisuille, toi um dos que mais se distinguiram pelo
seu espirito hostil Gr-Bretaohs. Entre outras
cousas disse, que quundi a Irlanda enprehender
a iru rra contra a Inirl"terr.i, cara vacante um
pulpito em Louisville.
utro dos assistentes, Tinesty, deelarou que
quando ratalar a guerra na Asia central e a G.-
Bretanh lute por toda a parte com obstculos
quasi insuperaveis, ter chegado a occasio op-
portuna para o levantamento geriil da Irlanda.
Eu, disse elle, s"rei enio o primeiro a alis-
tar me para combater a Inglaterra.
noticias do Mu
O paquote na ion.l B-ihia, entrado hon-
tem dos portos lo sul foi portador das se
guint-s noticias, al u las offi:iaes, qu-<
publicamos na r.-sp -eti r secc;ao.
H. Paulo
Datas at 10 de Setembro.
No da 8, as 8 horas da noit>, Antn;
Bis.i), natural do r*iaahjr, regeessava a p
da Peuha para a capital, quando, ao cne-
g.r p rto d. lugar denominado Arican.lu
va, iicontrou-'o '-oin u:n italiano e pedio
I lie f'go p O it.liano disse-lhe : .. o fago quo cu
t-nh i este o disp.iuii sobre o seu in-
t rl icutor un tiro de revolver, continan
do o seu caiuinli i con a maior calma,
o.ni aa n; iiu u crine nouvesse pra-
ti :ado
A vi'tima, que nao vio ninguam a quem
pu lesse pedir aoei orro, foi para a casa de
sua resul -n 'la, sita 00 Ca upo da Bella
Vista e mandn u na p"asa participar o
.e.rrido ao Dr. 29 delegado (.a polica,
que im ne Hi'.tanieiite parti para all ae.oin
i .do pelo Sr. Dr. M-squita, que ex .-
niuou o "ffen iid i.
A bala penetrou na regiao Iliaca, onde
ii-ou en ravaia, nao tendo sido eXt ahil,.
t ho tem, n nte por a. iiar-se muito in
fl m nada a pr. Dr. M's-
quiti manden appliear um medicamento
para -.nnb^ter a infl iiimaco, de modo a
pod r-se '-xitahir Umit- n o pmj ctil.
A 'iciima d- -l iroo qu-1 n*V pudera re
lonheoer o aggre?sor por estar esmra a
noite.
Vlaria L)ilon, mulh-v de um pintor
da estr da de f-rro do Nirt', ao emb ircar
ante-honte.in noite, na .atiyao da Penh >,
cabio entre loua vago s, d qua resultou-
1b- grave t'erim-nti na cab-ca, fallecendo
instantneamente. Un filb de 12 anuos
que a acorapaahava tambem ti-.ou grave-
m uti ferido.
r^ntrou em segundo julgamento, na
Li neira_, Es olaatica la Aira -ida Barros,
mulber de Aut mo Jos de B irros, ac-u-
sada de ter mandado assasainar seu entea-
do Antonio M noel de Barros.
No piiioeiro julgamento a r foicodderoa-
nada a gdw perpetuas e agora abeolvida
por 11 votos. U promotor apellnu da sn-
,t;tiCH, por nao ter comparecido no tribunal
a tcstemnnba Brandma, cuja presenca re-
querera por juigar iodispenaaveli.
Durou dous dias a graed^ por rida de
Criket, organiaada naqueUa capital entre
um grupo da ingle s da cecea a outro
grupo da iagleaas aWS. Paulo..
Oaaharam atea a- pariHa, sobraodo
anda chico jugadores par tetar M. So-
bresabio entre os venae-dorea o Sr. BLaae-
dj, de Campias.
ti 3-s na publi:agSo que delta fez o Diario
Ofjicial. Nos tres quarios do bora o' Sr.
J,(i > l'euiio pedio e acamara conuedeu,
d'-pois de reiterado o pedido, dispeusa le
raembro da comraissao de peasSes e or 1
nados. O Sr. Rodrigo Silva requereu e a
cmara concedeu iuversaco da ordem do
dia para 11. O Sr. Alvos do Araujo p r
gnotou se ainia nao tiohara sido enviadas
mesa iuformacS-s que palio ao governo.
O Sr. Coelho Rodrigues (1. se retario)
responden que logo que infonnacoe-; pedi-
das sin remetticias mesa, e esta as enva
a qu-in fjz a requisic.o. O Sr. Affii-
Peana requereu ao Sr. presidente que rei-
trraaae o p-iido de inforraacS ;s ao minia
t'.iio da agricultura, que fez a commissao
especial quo tem de dar parecer sobra a
denuncia contra o r. G.raeiro da Rocha.
Forara em seguida approvadas, e .i escru
tinio secreto, li enjas a diversos tuneciona
rio. O Sr. Paulino Chaves defendeu as au
tori lades de Porto Alegre ia accusa9a> le
fer tortui-ado e assassinado um cidalo.
Na ordem do di*, s bre uin crdito io
tninisterio lo imperio, touiou b palavia b
Sr. baro de Mamoi (ministro do imperio),
que sustentou a necossi hi ie de se tratar
do 8an tendo pedido o crdito de 300:0000
ro
para mandar proceder aos estados neces-
sarios, afi.u de p>ier organisar um orea-
mente das obras.
A discusso ficou adiada.
rtobre o ornamento da r^ceita orou o Sr.
P reir da il"a, que fez ver quanto erara
graves as eondioo s do paiz quinto subi >
a situacao ciius-rvadora ; defen leu os era-
prestimos raalisados p lo Sr. ministro d
f izcida ; trat iu de mostrar que n8o po-
llera ser abo idos os dir-itos de exportacSo,
e qu o p ip'1-noivl, superabundante.
O Sr. Affonso Peona deu psames ao
Sr. ministro sjurara ie Pernaiubwo, que vera aug.n n
t.ir o dficit. Analys as np ric5 ?s nan-
eeiras do mesrao dr. ministro, achn In
que uraas es'o era contra I legan coia as ou-
tras. PronuoioU-se contra o impisto sobre
o sa!; e censuiMU o Sr. ministro da agri-
cultura por conceder transporte gratuito
p-l. .-atra-ia de ferro D. Pedro f a uus e
negar a uutros.
O Sr. Rosa e Silva cootestou que se pos-
so org'nisir as tinanc/ts do paia estando
as provincias na miseria H dosereveu O' es-
ta lo tnanceiro de P. rnamLu.o. Cuncordou
cora a retirada do p pe'-raoeda do que es-
pera vant->g 'iis e oceupou se cora as estra-
das de ferro e seus resu.t >doa.
Sr Candido do Oliv>ira censurou o-
additivo s>bre as lot ras que tira as pro
viut ius um raeio de crear renda ; e notou
que o governo. nao apraaentaase aenhomas
das reformas prornettidas falla do throno.
A discusso ticou a liada.
iob o titulo EmOfcinia Gtraes, lemas
no- Jornal k> Commefcte do t de Agosto:
t Para complemente da noticie; hornera
dad sobra o grande exercicio de batalba
devemoe aceres estar qna muito boas e
militar fossem providas de todo o neessa-
rio, a cargo dos respectivos mdicos, pri-
raeiros cirurg3es Er. Njaaor Gonyalves
e Dr. Liao de Andrade, constituiara ellas
a estacao central.
Mantou ostabelecer mais duas esta-
chas de saude, sendo a priraeira na enfer-
mara do hospicio de Pedro II, cora per-
missd do raspectivo administrador Ta -ito
da Cmara, e na qual nlrtl dos di stin t is
med'.'* e mais pesseal d atuie* do iWSaji
efe ai auxiliar o servico rtfedico da msa
la, 2* irurgiao Pedro de Al:antara Sau-
zaGrotvi; a segundarla pharei* do
Sr. Atgusto Cypr.ao dd (!/ in, na rut
da ftlaeagura, que ptUrtW-se de rauiti ba
vottade, oflFerecendo tudo quanto fosse pre-
ciso, menos ataduras que tirara remettidas
polo Escoli. Esta ostaclo ti :ou a cargo do
medico da m 'ama escola, 2. cirnrgiao Dr.
Affonso Lipes Machado.
A 2* divisa o mfSH ftt cora tras rfi
eos, P ..irurgiao Dr. Fia vi o Augusto Fal-
cao, s igedos airurgiSea Dr. Alfredo de
Paula Freitas e Dr. Martiuiano Arvellos
Soioola. O Io cirurgiilo, assistente do ci
rurgiao-rar do exereito Dr. Diogo Gafecz
falla de Almeida, aeorapanhon a S. A. o
Sr. inareohal do exereito Conde d'Eu.
Faram re.-olhidos eufennaria da es-
cola, e recoberam o devido tfirt .meato :
a 1." O sida lo Ifanoel Gomaa .i Sil
va, da 2o regira rato dd artilharia a '.'aval-
le, por apreseatar quenniiura io -u grao
no tronco.
d 2. O airspe.ada- do 7o baUlfiab de1
inf.ntaria Jos Agripinoda Silva, fjri i> ra-
to por qu-timadiir i pdi >r na da fog > na .;
grSo pilitiar da id i rB i r [u.
i :5.o O cabj M.nocl P r.-'ira d >s ''is
do 2' regiment le artifharia a ea vallo :
hypj-liiina ;
4." O 2" ndete1 2o sir,"nt> d. l re^
gtoreota de c.av,'liria Gruiliterrae L
lb iro ; luxi';a da artieulaeo meta -arpo
phalaogtuna do peiex da ma direla.
5 Por qae la de cavaRd sil l I i
nlauocl ''elix d. Al ouida, io n 'S no reg
ra-raio ; fftrlnae'ote por qui n idur* .i'! anua
de fogo fia regio auricul.r esju'i'ia e ex
terna.
G. Manoel Pereira Mar pus, Bolil
Ja efs:ola de ipieudiz iilh-Mros; feri-
mento por queiraadur. de arrila de fog-)
ii > p&vnAao d i / I i I i.
7. O paisano Miuael :'.\--ir da
Fonc va, tenia contusa n* rftgild o
tal, a contusas 111 .i p i. I i i i
EU reguo pdkaral esiju-.rda, po
c.'vallo.
t 8.a O sollado da ftprehdize'8
aitilheiros Autonio Jos Pe.feira, eootUsao
no lorso da p tfar nr una W
arui.il de artilharia. A' ex^ep.r.) dot itoue
priiueiros, qu-o e mtitiuara era tratara-nto
na referida-ntifer.nana, e eSttae W
eondieo;*, os outros depois de trat
oonveniente ocote, roeolliera o s aos seus
cprpoa e o patsan sui resileucia.
N> hosplt.l militar falleceft .ntvhon-
tera s 7 horas da noite o cabo do Io bata
de artilharia Benedicto Ferreira -.ii-
maraes, aue fora ferido por arma de' fogo
dnraots o exe.r.ieio na lortaleza da Lag".
L>go .jii s* deu o grave terim-nto
do soldado da aprc i fizeS artilh lros Alfre
do Amando de Souza Aguia, no acto de
arrogar uma bocea de fogo d# artilharia
L* Hyte no pjmtao n. 2 fei o ferido trans-
portado para aN enfernaria da eaota> na
fortaleza de S: Jd3io, e iinmedatamente
tiverara ordem de seguir para alli o Io ci-
rurgio Dr. Nicanor, c o 2" Dr. GrOva,
que acharara j o mesmo soldado op-ralo
pelo Dr. Lisboa, medico do estabeleei-
inento.
O soldado soffru uma fractura cora-
m i nativa cora grande esmaaraenlo e dila-
. oraco de teeidos cornprcheaden io o ant-
br'ajo direito. A operagao, que consisti
na araputar-ao p -lo terjj medio do braco,
eorreu bem, o o ferido acha se em boas
eondQoes.
a O generar comraanlauto da escola,
apenas teve noti.da de que a fortaleza da
Ligo fazia sigaal pe lindo sojuorro, orde-
nou que ramediataraente para alli se diri
gisse urna lancha a vapor e o escaler da
s 'ola, que pi estarara bons s;rvi.;,os Na
laucha foi conduzida para o hospital mili
tar uma praca do Io batalhao de artilharia
que fie-ra ferida por ter cabido das mura-
las sobre as pedras. Esta praca foi de-
vidaraonte medicada polo eirurgiao da for-
taleza de Santa Cruz, que acudir logo
quo vio os signaes de soccorro.
Todos estes siuistros, mais ou menos
grav-s, sao laraentaveis, mas parecem de-
monstrar nao s a necessidade de exercita-
reiu-se as nossas tropas em fogos com a
arma que lhes for confiada, mas tambem a
de ser con ieraoada, mesmo para exerci-
cios, a artilharia antiga.
t Involuntariamente, e s em cons -quen-
cia da pressa com que foi es Tipia a noti-
cia da hontera, oraittimos alguraas circuras-
tan ia8 occorridas no exer -i :io gral.
< Assim deixamos de mencionar a pre-
senta do Sr. HJudante-graTal, marechal
do exereito, Visconde da Gavea, que assis-
tio a todo o exercicio, acompanhato do
ojalante de pessoa, major do estado-raaior
d^ artilharia Antonio Joaquira da Costa
Quimares.
f llevemos tambera notar que a boa d-
reecao do s^rvico dos potuS-ss fr devidu
.o raajor di artilharia tt-.rri C ivaleante,
qua comm- r-spectvas guarniySes. Depois do desera
barqu: o major B z -rra toraou o coraraan-
do goral da artilharia nao s da fortitio .ca >
(construida eoraO> disemos sob sua direc-
ta i), roas tambera de todas as boceas de
fogo p rtencent.s 1* diviso.
t Af-oiupanhou todos os raoviraentos do
corpo de alumnos de infaotaria o raeuio
Qasto da Foneeea, tilho do tenente-aju-
dante do corpo e procurando serapre imi-
tar o garbo dea alumnos, principalmente
oaS marchas.
t O Sr. ministro da guerra, segando nos
informan), attendeu cora a maior prorapti-
d sobre Londres e as equivalentes sobre
a 8 outras pracas, cora poueos tomadores.
A tabellas no (Joohmeroial e no io Cora-
merci), e'as taxas no Lon Ion Bauk e En
glish Bank', sao as seguintes :
Londres 21 7(16 d.
Parz 445 rs. por franco, a 90 djv.
Himburgo 55 e 549 r. por m., a 90
d[v.
Italia 450 e 418 rs., por lira a 3 d|v.
Portugal 253 e 252 "[ a 3 djv.
Nova-York J&360 por dol., visfa.
O movirtrento do da foi menos que re-
gular sobre Lon res, a 21 7jl6 d., bin-
eario, 21 IJ2 d. esixa nlatni, e a 21 I [2,
21 9(16, 21 5| o 21 U|18 d., pepe. ptr>i
ticular, e sobre Franca 440 rs-, dito.
Na Bolsa o movimento foi regular
aula
Datas at 14 de S-tembro.
EocerraTam-se no dia 10 os traba-
1 i i -os di Asserabli Legislativa Provincial,
depois de cinco menee e nov: dias c tra-
ballto e de dez pi-on.gaco:s. Foram vota
.Ia> as leis annnas.
Alguns operifios da fabri ;a de chapeos
ao Xixi, dos Srs. Safflpftfo C, detAson-
tentes por uma ditniauigao de 240 rs. que
soffreram di.irisment: eitt virude do tra-
balu ds una nova majha* alli ass'iitida,
feiolverafa faz-r pafede, chegni io a araea-
<>\t os eorapaih ir,., (ja continuavam do
servieo aa f*br*i -a.
S'nlo intiraili.i a oro ir r na :e:rr;-
tarudi poli-ia, pu- .|'i'x.di Sr. Cbiappe,
all ap'e mi', ira o-fl ij t d ieUraraiu ao
Str. Dr. chafada pieia que ui mi:
i itencoes i os collegas io tra-
balho e raes no que deeejifvtm Bar read-
raittilos na lit i fabtfe i.
A rerd riaSasa da groe, soube-.'e
ilepui uma ii iva
lina que, a'aban lo cora mu determ-
. trabilo. .:; ii.!, proxlaz napcis ralis
apert-i; >a i mai ri na uer.
C >ra a aoqti nohina os ope-
rarioa empicados na rfepectiva se ia i
rumi n ua dirainuicao ligera, dirninuicao
que po r. i il -er, eXCedndo ;
diaria anfig, c;iu nuraeio maior do cha-
peos preparados.
Na ni..una do dia 12 do correte fui en-
eontra i o en''. >:, .
i.: i orw icao, o iu iiv: lu i, ;t 3U i, <: '
nora ; E luardo A.. 3 Alijas, qi i'1
1' :
L itistricfo i'.r. Sato Aatbnio, > ir
se en -
.... .: .. ,i i .- .
J.:rVrO-SU ti.: a a,i i : /. ro.l! panOO
daa ceroul.iu que vest
Datas at 16 dd Setefiabro.
N ida oeeorrert de imprtante.

i&o a ledos os pedidos que lhe forara fei
toa para o raellior exito do exer. icio.
* Hoje ao meio din reune-se em ama dis
ala da bibliotheea do exereito a com me1
sao io arbitros, aob a presidencia do Sr.
earechal de campo Visconde de Mareeaju',
para apreciar o exercicio de anta-hontem e
estabelecer aa? bases do relatorio qare tem
de ser spreseatado.
sabiae pro-videociaa ioraui tomadas- quanto Eis as u4limas nedoiae eommerciaes :
ao servir^) de ede. Kio, 10 de Setembro de 1886.
O Sr, couaeheieo geral Severianodeter- O mercado de cambio continua firme :
minou quo as -oaj enfermaras da escola os bancos mantiveram a taza de 21 7|16
Corrcrpoadeac^a do I;;io de
Perita enauco
PORTUGAL Lisboa, 28 do Ag
de 1886 '
No Diaria do Goetfwi de 2 d-t ste mez le-de o
seguate decreto :
i Tend eu asaun. io a rageneia dest.'s reinos,
oa conf rmidade do disp >sto n8 lela de 7 ae Abril
de l'84fi e d 12 de F.'v.rciro de 18821, para exer-
eer daraute a amencia actual do sua magosta le
el re o Sr. D. L.il I, mnu arito amado e presado
pi, prestando o devido juramento pela niinhapid-
clama^So d 2 do eorrete mez, cora a solrmn. p o-
mesaa de o r .tincar em cortes ; e desojando atit-
faer a este dever consignado na abtasCltareao poli
tica do paia : hei poi? bem, em nome de i-i-it'i,
umiudo da tauuldade c iiii'.e.iida pela carta eonsO-
tucional da inouarchia no art. 74 ^ 2", depoi de
ter ouvldo o oonselho de estado, noster'rtoa do art.
110 da mesilla curta, convocar extraordinariaoieute
as cortes gentes da naCao pottugu.-za pira o dia
9 do prximo mez de SeteUmro, afim de reiterar
p.-ranr.' i las, nesae mesmo dia, o meneionndo ju-
ra me n'o
O presidente de cons dlio de ministros, minis-
tro e secretario de estado dos negocio:: do reia i.
assim o feha eatendidd e fac executar. Pmco de
Belem.em 23 de Agosto d- 1886.Principe Regen-
ta.-----us Luciano de Castro
Effeetitrmente o couseibode estado tinba-se reu-
nido ha poueos dias pira deliherar sobre este as-
suinpt-.., cuja grvida le coastitueional se nao pode
recusar.
Deven lo o regresso de sua magestade el rei D.
Luiz eflctuar-se em n -lado de Setembro e fina-
lizando a regencia do pnucipe real com a ebega-
da de aeu augusto pai nao era possivel iridiando
iu lis o cumprimento dquella fjrmalidade sem se
cahir no ridiculo.
A uiorte inesperada do consdheiro Jos da
Si va Meudes Leal, de queja lhes fallava na mi
nba d 23, tem trazido a arena do nosso jorualis-
ino poit co, habitualineote spera i hospir.-., f.r
misos parenthesisdeseotidascommemor .cees. Ooiii
effeito era larga a tolha de servidos relevantes
que o fallecidu escriptor ediplOmata bavia presta |l
do s letiras patrias, e mu valiosas tambem as af
firrnacoes do seu meri o na imprensa peridica,
d'onde sahio e a quem devem grandes tnuinpb is,
no parlamento cuja tribuna bourou por multas
vezes nos coneelbos da corda, onda se illustro'.i
anda mais por algumas providencias de gran de al-
caniv na administracao coloiii.l principalmente,
uo theatio onde teve diasou antes u nte de ver-
d.ideira gloria como dramaturgo insigue e culi
uad.r extrelMO doiioioi tal penaaniento do Almei
da Grarrert, e filialmente na poesa onde teve lam-
pejos da asombrosa elevaeao e no romance m
que, sobre uin imaginativa fecunda, nos legn pa-
ginas inolvidaveis de atnenissima dictfoe supremo
gOst i litterario como prosador emrito.
Foi uina dem .nstr-cio imponente o sen funeral
Tud-j quant > em Lisboa p idia representar a activi-
dade intelectual alli se encontrava, b--m como os
altos Corpus do estado, os ministros da cora, quasi
todo o corpo diplomtico, o jornalismo da capital e
od8 provincias pelos seus correspondentes, muito.-
membros da aristocracia, representares das ese -
la superiores, da e.caderaia real das scienci.is di-
que era socio effeetiv) e especial da Soeiedade de
Geograpia de Lisboa, de que o finado estadista ba
via sido repreoeut.nte em varios congressos, o p*v
tudo em rim Oooeonva a pagar aquella ultima ho-
neua^em de respeto e veueraca> memiria do
graade escriptor por'u^uea, qae apezar dos seo
76 airaos quasi completos anda oecapava nobre-
mente o seu p 'Sto de honra c ano diplo.nata e Como
escriptor Versej .u Meudes Leal ate o penlti-
mo dia do aggravaruento sbito da sua enferma! <-
d -. eonservaudo > plena do seu grande espirito.
A divisao militar que f rma a guaruicao de Lis-
boa foi prestar ib_ ao cemit.-rio Occidental s hon-
ras tunebres, por ser o fallecido ministro de esta-
do honorario, consolh. iro de estado e par do reino.
O testamento incluindo a sua apprvacao no COil-
sulado de ('>rtii trasido de Madrid pelo Sr. D Juan Hortego, nos-
so 6 lOaul geral ,. fti aoerto em Cintra a 2e do cor-
rente, observando- se as formalidades legaett
Resa Htsim :
Eil-o :Em nome do Padre, do Filho e do Es-
pirito Sauto, tres p ssohs distioctas e um s Des
verdadeiro Amen.Esteo meu testameutoque
de mea'propfio'penho eaerew e asaigeo, no pledo
goso das miuhae faculdades, tendo ea vista- a mi
nba actual aituncao e residencia, confirme aos
ar. do redigo civil pougUe 1.920,1.96!, 1.94a
e 1.9&-*-pedind0 quo to wteira e pontualmei.te
e-cumpra eom.wai etaraduDe tollos oa meu
baos h vidas e por baver, mobiliarios a jaeentes,
ttulos, direitos e acyoes, compreheudendo dos di tos
dhreita* o montepo que me tocar, a propriedade
aiMOluc das miuhi eomp isicoas de qtiaiqoer or-
deft, Htterarias ou aowuwfieaB, qnev puilicadas
qner por publicar, e bem ae ira a da nunh lirra-
riey depeakada em graade parte aa> bielfetheea
nacional de Lisboa,instituo por nica e univer-
sal herdeii a minha muito presada esposa, D. Roa
d.' Atharde Biester Meodes Leal, em sigaal e me-
moria da rnniha profunda estima e co-istaute affecto.
E porm, mea dese.j i que vend 11 o espolio da
nossa n sideucia de apparato, onae quer que esteja
estnbclecida, quando se i ffsctne esaa venda, com
ex;epc i de quaesqanr objectos que a minha dita
esposa que ir* designar e reserv.r, do respectivo
producto, separadas as duus verbas seguales para
t-Tem o destino correspondente in iicado :
Um cont de ris que devo ao oanco de Portugal
sob minha responsabilidad e dein.-u cimbado Al-
varo Evangelista Gardoso, achando-se pagog os
regp*ciivos juros, e devendo o dito meu cunhado
c .usiderar-se qnite dn quantia de trezentos mil
ris i> quota parla nesta divida c.unmum.
amerarle preciso para comprar e prefazer
2:800|(Xkl en inseripcoes j.-or'nguezus de tres por
eeiito, que sero averbadas u meus sobrinhog Jos
d Srlva Meadas L al e Amalia de Macado Men-
rfpg Leal, filh'.s legtimos ae meu fallecido irmao
Autouio Saturnino da Silva M ndes Leal, eapual
egte superior equivalencia dm producto de urna
subscripcao que do Brasil me foi enviada na im-
portancia de l:35o tortee, eiu b n.-ficio dos ditos
m os soorinhos, pelos sanos de 1873 a 1874, tendo
entregue em cada auno, a minea emitala D. Flo-
riuda Amalia de \1 i des Leal, viuva do
referido meu irino Antonio e na qu 1 da le de
tutora de seus filboa menores, a somniu 81C00 de
inseripcoes, integral e sem nenaum genero de de-
i> derouta.
A' disp sn;ao de minha irm D. Mara Carlota
da Silva M.-ues L al coutinuar, como ata wH
depositado cano se acha. o cartorio de msica de
noaao fallecido pii, o r. Jos da Suva M u les
lj al, p-od. ndo lirrem uil-o, ou dar-lbe o
destino que de coinmum acord tenii..m por con-
veuiente.
Mais rogo se faca dizir por minha alma um
triutanario de m'ss.is, da esinola de OJO lis cada
A' u.inha qu rida mulher muito p.rlicularui n o
iia entregar de su- mi, como
,.r.-o la e l.-inb:anca de n- un ude a is-
.iiie
centra siJ'i
pessoaa : a sua trina o minha boa euuhada A... i.
vi cu e. de .:.-!. iu .. .'inio,
D. Mara da Grasas ]) Mara .. Las Bama
Ain dia*, j4 n .i i i .i ri da
t'ic i. le il "i is Leai Card is Felippe e Alvaro,
in a ..na i J. a Cari.-.
A meu eiini: ien irmao,
far a dita unidii mulher entregar igu
como testciuauho da uaiu ipreee, a
.. nb e ; i '. ouppli-
. q
. ilaa.
A .s incas pareatet lm. a e, e todos os
meus autig s e
lunillas,
dec r.' que viv e
... observe
nana.
.. em IU ue l5?oJote da 8t
-
i. a .' d 188 .u fe-
clarav'.o a) tt-^
er i
.
. Ii lu i i

.1 n i ijoiiauli
oiitiui ao testad;
O i.
ti 10 ea! S. 0 b '''::
tv fucilado t
., i. aa ti>tanual:o por i.
nho, escripto, ru ri i e a d do em lis
. >' do i.i. z .i Pevreiro de 1881.
da Silva Hiendes Leal.
Mondes L al i uto no ] isigo da familia
Bieater.
A raiiihi regente da Hespanba manda i um tele-
gramina de psames familia Mendos L !.
Outro iutansto acoulecimento, in. u'iuto coat-
tristou toda a gent foi o desgracado fim que
r.-ve a seuhora D. Mara da Piedade Alorcira
Freir lianel de Abonn, esp si Ho lio. ralo poeta
Ani uno X .vi.-r Ro.trigues Uor.deir hva ^o
na sua casa das Cortes, de ha nouea distancia da
eidude de Lerrar. N'um pateo, una (lis ere
estava eug.unnuiiO COTO, um t.v i a g., central,
ou a vapor com valgamente the cbamam aqui.
A.soprava o lume a uma faulha fu pegar as
rendas do vesridoda infeliz seafiora. Um afilhado
seu, creado da casa que u pelo fogo, mas em
vez de abafal o coBa o priinuiro estoto qU; se lhe
deparusse entrn a bradar em altos ciain. res sem
lhe approximar.
A desventurada seuhora tomoa-se de tal susta,
que deitiindo a correr p-'r um corredoV a tora, den-
iro em pouco todo a (acto lhe ardia em Libaredas.
O stu uiartyrin nao foi longo, p .is fa ceu Centra
ein pouco S o rosto lhe ficou inclume. Todb a
s u corpo fiesta n'uuia chuga os socorro- foram
tardos.
O seu cadver, trnusportado para Lisboa, foi
dado s pultura no cemiterio Oriental (Alto de
de S. Joo) no dia 25 do correte.
Foi numeroso e s> lecto o prestito.
T mpnssrvel descrevor o estado de consteina-
eao e a> timento em que ficou O dcsditoso viuvu.
O Sr. Thom^z Ribeiro, seu amigo intimo, i st as
Cortes para o acompauhar
Para o lugir de vogsl effrctivo do conseiho de
Estado, que vagou por morte do Sr. Mandes Leal,
nomeado o Sr. conselheiio Joo Chrysosi.mo da
Abren a S..uza, general do exercit. e ministro da
E-'ado honorario. S. Exe. lora ministro da guerra
no gab;uete presidido pelo falfecid i efiefe do par-
tid i progressista, Aus. Imo Brauncrnip
Esta ese nha tem merecido geral ipplmso.
Para a i-mbaixad-i de Madri, qu fieon Vaga
t.mb-m pelo mesmo f* ieoiaM nvidado a
Sr. conde de Casal Ribeiro, q ie exercioia iquelle
ilCd carge di il.m.r'eo durunte a g nuca pra-
gressisia d lS7y Maroo d 1881, t rodo pedida a
>ua exoneraco logo que esse ganiuete deixoa a
p ..ler.
O Sr. conde de Casal Ribeiro respondeu que su
aconselharia com os seus mdicos e faria o quo
elles lhe indieassein.
O c-rto que ante-h .ntem (26) p tirio para oa
''yrineus, ende vai tratar-se ; e parece ie no re-
gresan que ir para a legaca > de Madrid.
Anriniim, por ultimo, as folhas minist' riaes quo
o lugirde bibliothec trio-mr .i li.tiii.rlieea Pu-
blic, de Lisrii, que tambem vagn or morte de
Meudes Ler, fin offeiecioo ao Sr. Antonio Ennes,
i. putado progressista, escrintnr muito estimado a
teta! redactor do Correio da Noite H tbiiitacoea
litter.nias nao rkltain ao agraciado; in as alguns
j irnaeg, com toda a razo, teem estranhado muito
q ie nao fosse promovido agora quelle honrosa
eargo o Sr. Visconde de Castilho (Julio) que
um dos miis antigos empregh,dos da Bihliotheea
de Li boa e que tem publcalo livros de alto valor
htterarif, tanto cmptiisi cmi cin verso, sendo os
s em prosa a Lisboa antiga, Memorias de
Castilho e estados crticos socre o nosso quinheu-
cist.i Antonio Ferreira.
Julio de Casti ho modestissimo. Lio: u ape-
nas da talca poltica, p temendo que lh-' amargas
s m mai-.res tragos, afastoo-a de si. E' assim que
teud i servido, a contento g.-ral, o lng.tr ae gover-
iiH.ior civil da H >rt-, por uomeaco do duque Se
Avila, j fallecido, rejeitou a nfferta que o segu
te ministerio Ibe f-z de o conservar u'aquelie pjg-
to de eonfiaaca. Pedio a sua exoneraco, tornea
p ira a tul: bibliolhecu, para os srus livros, oara
as uas investigavoes predilectas, e na< ha vel-a
em parte ab urna. E por isso nao admira que, i
lentes mais ruidosas da p ditica hodierna quea
substituisse VIe .des Leal u'aquella Theb .ida de
estudiosos, u'aque'le ermo da medrac-io, do silen-
cio, da concentracao intellectu il, to meompativei
com as lutaa partidarias.
Par.ce, pois, ter tido pouco fundamento a caa-
didatura do Sr. Visconde de Benalcantr para esse
lugar,eandi 'atura a que me referia ua minha
ultima pir ser entSo aquella em que mais su fal-
Ihvh. mesmo qaaodo a deterirala salc de Mea-
de Le>.l anda uo inspirava serios cuidados.
Corren tambeai que o 8r. Dr. Arthur Pewrera,
chefe de uta das repartieors do ministerio da
reino serie transferido para a dos negosio esuraa-
geiros no lugar de director geral que ficou vaga
pela nomeaco do Sr. eonseiheiro "ogueira Soarea
para o Rio de Janeiro e de que o Sr. Di*. Vicate
Monteiro se exoneron poueos dias depois do-sea
despacho.
No tem fundamento a noticia d'essa tranafs-
r-ncia, ilem to pouco a da aposentaoio do Sr.
codselhBiro Aatonio Mana de Amorim, director
geral de instracco publica.
A proposito : o regulamento da nova le de ia-
otraecle searudaria vai apparecer dentro em
puuco. As propinas dd cada claasa sao aatisfeita

, '
s
^i


Diario de PernambncoSabbado 1
*
' u
em duas prestacoes, evitando se d'este modo que
x iminandos paguein ex4m.es que nao podein
r, e ficaudo validos o exames .le passagem.
A dtstrtbaicao das disciplinas soff las al-
assira, os cursos geogriphico e trances
-tunados eui qaatro annos, m
Os p ogramraas, que bao de ser apre
ao cous'lho superior de instrucco publica,
sero o resultado d modificacio dos acf uaes, que
n Hite sao dilVmjs extensos em demasa para
r >s.
Dar o ciraeter smplesmente elementar aos
eursca djs lyceus a idea fundamental da r -for
rna. Di progrmalas deverfto exprimir rigorosa-
mente esse pensainento do legislador.
Aute-hontem, houve um violento incendio
n'uin deposito de enxotie, petrol'O, cimento Port
land e outras mercaduras .-m Cacilhas (na outra
banda do Tejo), o qual pos em inminente risco
aquella p Alm doj soccenos e da ma
china da Alfandega de Li-ba e do Arsenal de
Marinba, acudiram offieiaes e mariuheiros da fl -
tfha italiana surta no Tejo, e miriiihagem da
nossa fragata /). Fernando, prestando ptimos
servias. O edificio era do Sr. Columbano Tei
xeira Leonil. Ardeu tudo. Prejuixoa COM
veis. Grande eongem e dedictco dos marnhei-
ros portugu T's 0 italianos. As mobilUs dis pre
dios da Iocalidade, no-acadas psla eonfisgrago.
Vo-se r.p'ni l os suicidios em prac.s di
gua da municipal de Lisboa, a ponto de terem j
omecudo a apa ir re-r na imprenta ulguns estudos
serios a tal respeito.
__ Na secre'aria do reino tem-s'! ultima rent-i
procurado eneontrr os expedientes mais ai
dos para impedir a emigraej&O clandestina, qu o
cancro da nossa agricultura.
Foi publicado na fulas official o decreto au
torisando a c.eaco e emissa p-do Thesouro, d -
1,430:558 obrigacoes de 90* (fortes) cada urna, de
m valor n niiii il total de ris fortes............
12.920:220*000 igual em tod s oa pontos as que
foram emittiilas em 1870 e 1881, amort
dentro do praso de 15 annos, a contar do 1.*
de abril du 1886, com 0 juro de cinco por cento
annual.
A amortizarlo e juros sao pagaveis em Portiig il
as capitaes dos districtos do reino, em Pars, em
Londres, em Au)3terdam e n.s outras praeas allv
mas que ulterior e opportuu*mente foccn indi-
cadas.
Segundo o mencionado decreto, o producto d'es-
tas obrigacoes destinado ao pagam-nto das des
aezas para a consf.rucejio da ponte sobre o D um,
o Porto ; para a conduelo dos caminhos de ferro
do Alemtejo e do Algarve : para a construcco do
porto de Leixoes (barra do Pcrto) ; para a illu
minseo e balisagcm das costas de Portugal e
finalmente, para os trabalhos de irngaco da liba
da Madi ira e compra de armamento.
Quanto t enmaso publica do emprestimo por
parte d s seus concesionarios, parece que se ha
de eff'ccuar entre os dias 10 e 15 de Setembro
prximo. Sobre o prego da eimsso, nada trans
pira anda.
As inscripcoes, que estavam a 43 quando o ac
tual gabinete subi ao poder, aeham-se aciaja de
SI, chesando durante esta semana, a alcancar as
ot eoes de 51,45 as d'assentaraento e de 51.04
as de cmipiiis. A divida externa t.vo a cotaco
de 51,90 ; 51.74 j 51,50 ; 51; e 50,75.
O Sr. rnmistr da marioba e ultramar rece-
leu uina m nsagem dirigida a el re pelos eatho-
licos de C"ylo, p-dindo a sua c mgervaco ua ju-
risdiccao ao arcebispo de Ga, patriarchado das
Indias. Vem coberto por uiilhares de a ignota
ras.
Como so eabe, Cylo era vista das termos da
oncnrdata, fica fra aa juristirco portugueza,
pt'7.ar dos graudes espiraos que se fiterara ptra a
eonservar oh Srs. ministros dos negocios estrangei-
ras Barr s Gomes e o emb*.ixador portuguez junto
ao Vaticano Vartens Ferro.
Ch gou j a Lisboa o Sr. Visconde de S.
Janua -o.
No Porto foi Ihe offerecdo um esplendido jun-
tar de cento e cincoenta talheres pela officialidade
da guarnicao. Houve caloroso brindes
Por tola a parte o Ilustre ministro da gnerr*
tem tido recejieoes aff-ctm sas.
O Sr. ceoselh-iro Henrique de Macedo, ministro
da marinha e ultramar, que se acha anda em
anteite, d'onde no dia 7 de Setembr i partir
para Pars atiin de visi:jir sua cunhada a Sra.
Uondessa d.- Valbom, efposa do nosso ministro em
Franca, d'alli reg-esar para Lirba. .
Foi aposentado o Sr. conselheiro -los Anto-
io G mes Lages, director geral da Thesiuraria
do Ministerio da Fasenda, sendojiromevido aquel
le alto ca. g 'bureiucratico, seu genro o Sr. Luiz
Angosto Perestrello de Vxsconcrllos, que era chefe
da primeira reoartiyao da masma direccao ge-
ral.
Fo agraciado com a gran-cruz da Torre e
Jfepada do Valor, Lealdade e Mrito, o sobrinho
de M. a rainha, o principe Luiz de Saboya qu--,
na qualidade He aspirante, taz parte da gurnicao
da fragata Victorio Emanueli, surta no porto de
Lisboa.
O principe e o seus camaradas da esquadrilh
italiana tm sido muito obsequiados p ir 8. M. a
rainha. t^nd> sido convidadas para jantarem fcui
Lisboa e em Cascaes, digresso s em Cintra, etc.
Em Madrid, onde o fallecido censelheiro Mendes
Leal ga-hou militas syinpatbias, quando este Ilus-
tre dipl mata all foi pela urimeira vez ministro de
Portugal, era o re .Amadeu, Duque de Aota,
sjuom occupava o throno de He m fi'b d'e*ie raonarcha em 1873 e o Sr. Mendcn
Leal tcou por padriuho do real menino em a.iat
do Sr. D. Luiz I e de sua augusta consorte.
Por urna singular coincidencia ai-hava-s- em
Lisboa este principe, quando o laureado escriptor
fallecen em Cintra.
Foi adiada por um acto de delicadeza o jantar
lie o Sr. Marques de Oldoini, ministro da Italia
'esta corte, < ff-rece ao prinoioe em Cintra, para
alguna dias depon d'aquelte qe primeiramente
fra indicado
Etqueeia-me dier-lhes que tamfcem corre o
boato de que para o lugar de embaix-dor portu-
guex em Madrid ir o Sr. conselheiro Hearique de
Barros G>unes. ministro d> negocios eslran^^iris,
dereado u'esse ciso sor substituido u'esaa pasta
pelo Sr. cuiselheiro Henrique de Macedo.
A rpida partida do Sr. Conde da Casal Bibeiro
para o estra geiro, sem ter declarado que aceita-
ra on nio convite do.g ver no, aut irisa at certo
ponw esta ultima vrrsao.
A Cmara Municipal de Poiita Delgada (Iba de
S. M gu I) em s ssii i so emie extraoi diara d li-
berou que na sua acta ficassern in-criptos ouun
enementos os nomes oa Sra. D. Margaiida Cha
ves, fnudadora do i.lbergue nocturno 'aquella ci-
dad>- e da Sra I). Felici-.uade Aginar, auxiliadora
d'esse instituto.
Em seguida a mesma cmara, sahiado em pro
iseo cvica, d sfrald ndo o seu estaudarte, fez a
inaugura;! i do ..ib rgue e d svendou a lamida
^ue mandara oollocxr na e^sa nSMv residir, a da-
tar d-- 1847, o eminente r>^ta Antonio Feliciano e
Casti'ho, apostjuco indefesso da ins'rveco po u
lar; E' na ra ento chimada do Luneiro, que
depoi. de li sbmmc C-Htilho rjiriem "ii eui Ra dae
Arle, ileuoiiiiiiKei que se M rost de algum.i
edices de obra- unas e alb oas, feus na typogra-
phi- qe lli estae ecea. Agor denomina se tima
CastiUto, pr d' lib-racAo municipnl.
En Liiiiii, prar lamente c un a' Avenida da
Ltforrddr, i-O're uina ra nova riada j de
alguna prniiot niagniBos. Q,Hiido se iimu aqu la zon da el lude por oeeaso a wiHmi
do mrqez de Pambal, <> me o nome de Kua
Casti'h a es- i a ejne mr retiro.
T ndo segu do -m mnhss missivas a ndi-
eag > lo i'in rano d'ei re .. Sr. I) Luiz em -u .
rpida dinri Minpol" aorte da Eur.i^a, cumpre me
aeoreaeenUr .|u- 21 do easrcute s vi. ^K an.a-
nhi.lo pe re O-e. r e pelo prineipe 0-rar vsi-
tou 'i musen iMCMiiai le fot ilion, e mu.en d
ac o iuih din easoriat dn Hm na O eor^o dipln-
atico fui em oeguida, apregentudo ao rei d t'or
tlg.i.
A'i 6 h ra< houve jantar de ga a no p.iar o de
Drofiiiim-t" em. ( re Ojear levantou um brinde
ao rei de PurtttgnL
N di 22 rexlisou se usa passeio martimo a>
iih-'s da c ta, aa iiuaes eu*aoi u ite brilhante-
uto illiiuiniadns com fi( i de artificio.
A 24 re; I siu-se um i k*teio pe1 > lago Ma h'iai
iodo oajnit a b ral' s, oa principes da casa real
sueca e altos ilig.'iatarMNi A" jintor de g-la,
dan <> em nra d'l-r- i O. Luiz, aoi3Urin '
memOros u f.iiiiii real, o torpe diplomtico c a.
pes -a da efiri- (ir n illuminaca lus e|. cfricn
fog s de arliti i (} u e JHOtaki por r. ida a parte
dis o le ;iaifiiMM. Q mndo el re fui p r O thea-
tro havia na ntrd urna itiaan.-iaca > surprenesj
dente e.pna tastiea
A 25, d p- is de ter as4i*dji> repre-en'aca. 4-
AfriotMB no tbetro ra "perada St k lujo, s riaJ
meia n ite. o Sr. D Lais I,a da Sueflw, principe, tatmatroa, rorpo dipli.laMlsea
e grnd. s digniatario, rwea*u na estacAo dtpl
jawapsisBBSiiisassisi--- i ^^
camiuho de ferro a ffectuosa despedida. O rei aots de tud para dissipat as Ulusoes d'aquees
d"Portugal estaa mun
Aerescenta o bolletim thelegraphico expedid.)
"de St'kdmo, pelo Sr. Visconle de Soufto Maior,
OOatO ministro, que tanto lli, como em Copenhage,
J-ixa S. M. as uiaiores sympatbias.
O nosso ministro em Berlio, o t. marques de
Pamfi'il, coro o general Rauehe e o cironel
Segaetem foram esperar D. Luis I em Traves-
mund, onde desembarcou a 26, s 7 horas da
manha.
Em Travesmund foi o Sr. D. Luiz recebido pelo
geueraes de Treschow e de Rauchetem, represen
taudo o imperador Guilberme. O rei de Portuga
parti em comboio expresso paia Berlim, onde
cb gou urna hora.
A' ehegada de 8. M. a Berlim foi reeebido
pelo imperador, p lo princip? imperial, principe
Guilberme e deuiais priucipes da casa imperial,
present s n'aquella capital. Foram prestadas a
el-re todas as honras devidas sua alta cate
goria.
S. M. entrn na carruagem do operador e foi
acompanhadopelos principes e pe is suas[comitivas
iram-.-e ao S.-lhoss ondo era esperado p I a
imperatriz, rodeada de suas d>mas e de outras
pe;.-a8 da corte. O Sr. D. Luiz ficou hospedado
no paco de Berlim.
No dia 2o houve jantar de gala no paco e repre-
senta o de g la na opera.
N i da 27, jantar offerecido pelo imperador em
BabeLberg e passseio em Potsdum. No da 28
hatera urna cassada 0 jantar no palacio do prin-
cipe imp nal.
A' noite baile no palacio da imperatriz.
L.
1 que, fiados na riqueza saccharina de nossas caimas
o oinando para o futuro atravesdo prisma nimia-
KEVSTA DIARIA
rao le Amadla*for telegrammas par
ticulares, recebidos hontem de Macei, sbese que
falleceu no dia antecedeato, 15, no seo engenh >
Buenis-Ayres, da provincia de Alagoas, o Baro
de Anadia, desembargador Manoel Joaqnim de
Mendonca Castello-Branco.
O finado, que em 1839 se formara em direito na
Academia de Olnda, era um hornera rapeitadj
ii .io por seu nobre carcter. Contava cerca
de 70 annos de dad'?.
Foi deputado geral, diversas vezes, pela pro-
vincia das Alagoas, era condecorado com o offi-
cialato da Imperial Urdem da Rjsa e desembarga-
dor aposentado.
Pertencia ao partido conservador, do.qual era
um dos mais salientes membrus na sua provincia.
A Cmara dos Deputados Mnsignou na acta da
ses-o de h mtem um voto de pesar pelo passamen-
to d- tao eonspicuo cidado.
A' Exma familia do finado ..presentamos nossas
condelenciss.
*JanireMl*tctlo de apreeoHontem, s
5 h iras da tarde, os cadetes e inferiores do 14
batalbao de infaataria de liuha, foram, incorpora-
dos, cumpnmentar ao Sr. teen te-coronel Roberto
Ferreira, ex major do. referido batalbao, felicitan-
do o por haver, tito alertadamente, sido norneado
para commaiidar o 1 batalho de iafiaataria de
linha, e agradecendo Ihe a diitincco coa v|iie,
duraute 8 annos, elle os tratara.
Km signal de gratidao off receram os reconhe
cidos cadetes e inferiores ae Sr. tenente coronel
Roberto Ferreira urna rica e elegante caeta e
p nna de ouro, havendo orado os Srs cadete Arse-
nio Gustavo Borges Filho, teneute Bonifacio An-
t mo Borba, alferes Pedro de Barros Falco, Jos
Ignacio He.-k-th e diversos inferiores.
O Sr. teuente-coronel Roberto Ferreira, em
phrases repassadas de gra'idie modestia, agra-
ieceu couimovido aquella prova inecuiivoca de
aproe, i, que Ihe dispensavam os seus companheiros
d armas, aos quaes abragou, reconhecido.
Em seguida obtequiou o Sr. tenente-coronel aos
seos amig 8 com um delicado e profuso cop id'agua,
durante o qual foram trocados muitos brinde.3, en-
thusiasticamente correspondidos.
As bandas de msica do 2* e 14 bata'haos de
infantara tocaram allernadam nte durante o acto
OutraFoi ante-hooiem alvo de urna honro
sa manifostaco de apreeo, consideracao e estima
o Sr. Dr. Joo Jos Dina de Parias, engenheiro
bafs do trafego e l.icomocaa da estrada de ferro
do Recfc a Caruai, sendo Ihe offerecdo pelo
ess.'al de que elle chefe o seu retrato a oleo,
em ponto grande.
Para semeihante fm ohteve o mesmo pessoal,
do Sr. Dr. director engenheiro chete, um trem ex-
presso, que parti da estagao do Recife s 9 1/2
horas da noite para a cidade de Jaboato, onde
reside o Sr. Dr. Fanas.
Foi escoltado o referido dia, 16 do correte,
por ser o do natalicio da Ex na. esposa do Sr. Dr.
Parias, qual fji igualmente offerecdo um lindo
ramalbete e um magnfico lbum. O pessoal foi
a Mmpanhadn das familias e de urna banda de mu-
sica marcial.
A hora escoltada foi para que podessem ir to-
dos sem soffrer o servico.
O Sr. Dr. Parias receben a honrosa manifesta-
cn extremameute commovido, a lodos dirigindo
palavras de gratidao.
D-ipois do acto da edtrega do retrato foi servi-
do um profuso cha, que termiuou com um sarao
dansaute s 5 horas da manha.
Na occasio da entrega do retrato foi lida por
urna linda menina, filha do Sr. Lemos, a dedicato-
ria, e na acc-isio daent.ega ci rama Ihe te, foi
recitada por outra linda joven, filha de Sr. Carva-
Iho, urna poesa.
i:*lu rameloNo da 11 do cerrente, na
villa do Bcm Uonselbo, a praca de polica Aurelia-
no de S.iiiza Barros, alli estacionada,espancou br-
baramente a muiher de nome Caetana Mara do
Nascimcnto, com quera yivia amasiado ha mais de
dois mezes.
Procedendo se a corpo de d^licto verificou ae
achar-se a offendida gravera' ate 'erida, em conse-
quenciA do massacre que soffi era do seu adonis.
Contra o delioquente, qae oi preso, proceder
nos term' s da le.
Pnvillio Coaraopolita Estia boje
nesia cidade a grande companha equestre. gyra-
nastica, acrobtica, equilibrista, mmica eom ag-
gregaoto zoolgica, ch gada hontem do sal no va-
por Hahia, e de euja vinda j haviamoa dado no-
ticia.
O circo, qae se denomina Catmopolila, est si
tuado no -.ampo das Princ-sas, ao lado do tbeatro
Santa babel.
Amanda eetrearo outros artistas.
Na respectiva seceo publicamos o programma
de ambos os espectculos.
SeptenarioA mesa regedora da rmanda-
ds do S*nh .r Bom Jess dos Afflctos, erecta na
igreja de S Jos de Riba-Mar, t ndo de festejar
o seu Divino Pa Iroriro no domingo 26 de corren-
te, dar c racimo ao septenario amanh, s 7 horas
da noite.
C arrllConmuta -
Ferro
(omsanbla
cam-uos :
O carro n. 38 da Companha Ferro Carril que
parte a eslacio para Af -gados, pela liuha do
Mrquez do Serval, s 10 horas da n..te, traz ha
inuit das uuia luz i^n- nao verde e que alm
d'isso teu uau grande estrella branca, de formas
qu. s parece da linha de Feraandes V'ieiru.
Essa irr> mardale tem dailo lugar a juetas
recbuoa(es de pao^a^eiroe, qu- ai Cinu.cein o en-
gnn quando v in o carro dirigir-se para a ra
do Marques, do Uerval e V. S. faria um grande
servico wreciammt .ore isso pesa su Nevita.
Dinbelra 0 paquete nacional Mandos le
vou daqui aa sommas oe_ uiutes para :
Ai.gaa 4:0fKl*VK
Rio de Jaueiro 8:000*00
O paquete nacional Bakia trouxe d s nonos oo
sal 2:000* para o Sr. Bt ruardiuo L

-a Alheiro.
tn .ui liUterarlo Pesaamaocaao
tueco uou u lio ament ea sooieJadc, aoo i
pieod^ucia d i r. Freita- BarO Foi lid e appruvada a acta da seseao autece
late.
Koram aceito* socios (ffeiiv js os Srs. Artitur
Ucli, A tredo Vas e Pasaos Li*s.
Ka occarno do einp a.iu uio tallaram todos os
Untos
A pr zima scsso foi marcada para 21 do cr-
rame.
Pannitsueut"Cartas viodas da Tartnat.a
trotixernui u, li.ta de ter aiu fatec*di> no da 14
do c-rreute o cida.fesi .1 ai PoSbulmiu 4a dio.*
hereira, c>aado c..m a profesaora publica da
dade
O fiande aenseuoia ao partan conservador, a<
qual i rwsltt" O m a>ivif Mwrrea pobre del
xa id .u tiiiiiuh a. |B_
Hrore.o d> rttsTssao applicada a
ana le aaaaear K.fr laiireuiiM oau-
Uu.'iwcaoa da carta ao 1*r. Dr H. *- MiK.
aoauB) ^asMeadM, aoraer n anido i.ieotwmt i
Julgo de algum interesa i dar publicidnaV af
f*o, uaoaanto para mostrar ue laeai ajiftt^i
*** ami>inapiiji.iaaSa*o aseaoiata, tio .
resalate .pra a#s, Ja4iHu(tria 4 i
mente optimista do Sr. conselheiro Thomaz Coe-
Ih, reputara iufallivel o nosso triumpho na Iota
oratravada entre a canna e a beterraba.
Os n. saos adversarios sao muito mais fortes e
temitfeis do que pensara os nossos agncui.ores e
o publico em geral. Para compensar alg-ima in-
f.rioridadc da materia prima empregada, teem
el les a seu favor elementos pod-rasos que at boje
nos teem faltado completamente ; a sciencia e o
capital; o crdito que p idena auppnl-o e alm de
tud. euergica proteceo por parte dos poderes
pblicos. Precisamos recorrer desde j aos mes-
mos elementos sob pena de tcarmos esraagados.
Certo que se dignarao d publicar a presenta
na Revista Diaria, agradeco-lbes o obsequio.
n Sou. cora estima de V. S.Venerador criado
obrigado.Renrique Augusto Milet
Club acaifemtro Wylvio Homero
Ao rneio dia de domingo ultimo, presente numero
legal de. socios, o Sr. 1 vicepresidente Oliveira
Leite decl.irou aberta a ~pssho.
Lida e appruvada a acta da sessao anterior, o
Sr. presidente declarou encerrada a l' parte da
ordem de dia.
Passando>se a segunda parte o Sr. Baptiata faz
urna censura ao Sr. Ferreira Pinto por nao apre-
sentar-se como advogado na deteza do persona
gem histrico Wellinglon, por isso que tres ses-
soes haviam passado sem que elle orador pudesse
fallir como promotor, indo assim de encontr aos
int resses do club.
Attendendo o Sr. presidente s justas allega-
Ses do Sr. Baptisia Filho, fez proceder o sorteio
para novo advogado recatando a sorte subre o
Sr. Dantas de Magalhaes.
Encerrada esta parte pedio a palavra (pela or-
dem) o Sr Cajado de Lima para fazer algumas
consideracoes sobre os estatutos ; convencendo se
:final pelas explicacoes dadas peio Sr. presidente
que nenhumt raiao tioham de ser.
Foi mesa e leu ae urna propoata do Sr. Oli-
veira Leite no 3ontido de offieiar-se ao Sr. Dr.
Sylvio Romero, pedindo lbe o seu valioso auxil'o
em bem da prosperidade do club, offerecendo-lhe
alguns dos livros de que autor.
0 Sr. presidente enc-rrou a sesso, marcando
ootra para amanha, s horas do cosaime.
ManireMtacftoCom o fm de protestar con-
tra rticos ltimamente publicados nesta cidade,
e nos quaes tem sido o Sr. Dr. Seabra aecusado
de cumplicidade no roubo da Thesouraria de Fa-
zenda, os acadmicos a- ub amigos, fizeram-lhe
hontem urna manifestago ao penetrar S. S. na
Faculdade de Direito. Foi orador dos acadmicos
o Sr. Amancio d Souza, respondendo-lhe o Sr.
Dr. Seabra e agradecendo.
aiaioreN de erm anosEm Itapcce-
rica. (S. Pauo) falleceram, no dia 5 do corrente,
Anacleta de Moraes, na idade de lOu annos, e
Anua Das Domingues, com 116 annos. Ambas
eram naturaes daquel e municipio e falleceram no
pleno gozo de suas faculdades, deixando numerosa
e robusta prole.
Bigamia e nielclioL-se no Nono Dis-
trido, da Franca :
No da 23 de Agosto, foi a cidade de S. Se-
bastin do Paraizo, Minas, tbeatro de urna scena
horrivel, que levou o pnico ao espirito da popu-
lacho.
Eil-a
Ha pouco chegra alli, de urna Iocalidade do
interi r da provincia de Muas, em companbia de
um filbinho de tenra i.lade, Fructuoso Jos Pi-
nheiro. natural da Franca, alfaiate, cutabcleceu-
se com a sua tfbeina. Pinheiro inculcava-se viu-
vo e como tal oesposou urna mocinha.
Estavam ainda na- delicias da hta de mel,
quando bornvel vulco veio perturbar os hori-
zontes da sua felicidade. Por uina carta do pa-
rocho de Qoatis, provincia do Rio de Janeiro,
soube-se que l'mheiro era casado e tinba a mu-
iher viva naquella Iocalidade. Ento o bigamo,
louco de desespero, degolou-se com umi na val ha,
? ido, antes, tentado fazer o mesmo no innocente
filbinho, que tugio horronsado ante o quadro san-
guinario do suicidio de s.-u pai.
< Esta noticia foi-nos enviada por pessoa digna
de todo criterio e soubemos mais que a viuva... bis,
se casara no dia 31. Que pressa!
Veneno do robraA imprenta de Campi-
as registra assim mais um caso de cura do vene-
no uphidico pelo permauganata de potassium :
O Sr. Florian Alvaro e Souza Camargo, fa-
zendeiro no municipio de Pirassiuunga, tazendo
transportar urna novilha para sua faz-uda, fel a
acompnnhar por um.individuo que, por sua vez,_le-
vou comsigo um grande cao de caca.
Em camnho foi este animal atacado por urna
enorme cobra jaracass, travando-se luta entre o
terrvel reptil e o cao. A cobra foi estracalhada
pelo cao, depois de o haver mordido em diversos
lugares. Chegado tazenda o conductor da no-
vilha referi o que succedera ao cachorro que ti-
nha o pescoco muito inchado e dava evidentes si-
gnaos do cu venen amento. Foram-lhe im'iie-
diatamente feitas diversas njeccocs de permanga-
nato de p jtassio que neutralis iu o veneno, salvando
o animal. O facto occorreu no dia l do crren-
te.
Lotera da pro%locla-Quart
do crrente, sn extrahir a 2.* parle da l. lotera
em beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recife, pelo novo plano aDprovado.
^ No cousistorio da igreja de Ncssa Senhora da
Conceico dos Militares s.r teita a extracoao
pelo systema da machina Pich.
Lotera da corte Por telegramma reeebi-
do pela Casa Feliz, sabe-se terem side estes
os nmeros premiados da 4 parte da lotera 199"
extrahida no dia 17 de Setem ro :
4-773 100:000,000
9 140 2O:(00JO0
Lotera Bxtraordlarla do Yplran
sa O 4. e ultimo sorteio das 4. e 5." series
j;at* impnrtante lotera, cujo maior premio de
15i):000(KX), ser extrahida brevemente.
Achara se expostos & venda os resto dos hi-
tes na Casa da Fortuua ra Primeiro de Marco
n. 23.
Lotera de Macelo de SOOsOOOftOOO
A 8, partes da li lotera, cujo premio
grande de 200:000*, pelo novo plano, ser ex
tratada mpreterivelraente no dia 21 de Betembro,
s 11 horas da manha.
Uiihetes venda na Casa Fcli da praca da la
dependencia ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venda na Reda da For
tun ra Larga do Rosario n. 36.
Precos resumidos.
LoteraA 2 parte da 1* lotera da provm
ca, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recif-, pelo novo plano, cujo premio grande
100:000000, ser extrahida no da 22 do corren-
te, principiando a extraccao ao meio dia.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For
tuna, ra Primeiro de M*rco u. 23.
Lotera do RioA 2 parte da lotera
n .365, do novo plano, do premio de 100:000*000.
ser extrahida no dia de Setembro.
Oa bilhetes aeham-se venda na Casa da Fo.
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem achara se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da corteA 1> parte da 2 0 lo-
tera da corte, cujo premio graude de 100.0,
ser extrahida no dia .. de Setembro.
Os bilhetes achim-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na pract da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Maladooro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 84 rezes para o consume
do dia 18 de Setembro.
Sendo : 68 rezes pertencentesa Oliveira Castro,
iS( C, e 16 a diversos.
Mercado Municipal de Jone -O
movimento deste Mercado uo dia 17 do corrente,
foi o seguinte :
Entraran! ;
29 1/2 bois pesando 4 093 kilos.
1452 kilos de peixe a 20 ris 29*100
48 cargas de firiohaa.200 ris 9eO0
21 ditas de fructas diversas a 300 rs. b3"0
6 taboieiros a 200 re s 1 20U
11 Sumjs a 200 ris 2J20U
Foram oceupados :
23 columnas a 600 ris 13J8IXI
36 compartimentos de farinha a
500 ris. 13i000
24 ditos de comida a 500 ris 12>>00
711/2 ditos de leguraes a 400 ris 28*600
16 ditos de su no a 700 ris 1112< I
10 ditos de treseuras a 600 ris 6*0 X)
10 talhos a 2* 20*0*10
3 ditos a 1* 3*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 15 res 54*000
2 talhos a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada peste dia
a quantia de
Rendimento dos dias 1 a 16 de Setem-
bro
210*940
3:198*3i'0
3:409*240
bargadores Toscano Brrelo e Monteiro de An-:
drade.Deu-se provirnenfo ao recurso, unnime-
mente.
Prorogaco de inventario
Inventaranfe I). Rita Eugenia de Albuquer-
que SarmentConeeieu-se o prizo pedido.
InveuUriante Francisco Agripino do Reg Bar-
ros. Concedeu-sc o prazo pedido.
AppcIlacVs crimes
De Palmares Appcllante o juizo, appellado
Francisco Victorino de Oliveira. Relator o Sr.
iouseheiro Queiroz Barros -^Deu-se .rotinjento
para se mpdr ao reo a pena do g: o mximo do
art. 192 do cdigo criminal.
De ItabaianaAppellant.' o promotor publico,
appellado Bellarmino Franeisco B-llote. Relator
o Sr. des-nobargador Toecano Barreto.-e-Co -tir-
mou-se a senteuca, unnimemente.
De Porto CalvoAppellante ojuizo. appellado
Joo G racalvea do Nascimento. Relator o Sr.
desembargador Pires Ferreira.Maodou-se a no-
vo jury, uoanim-mente.
Da E.cada Apptsllaute o juiao, appellado
Francisco de Salles de Sant'Anna. Relator o Sr.
desembargador Pires Ferreira.Mandou-se a no-
vo jury, unnimemente.
Appellacoea eiveis
De AfnlaiaAppellante Jos Paes do Bomfim,
appellaao Leonardo Soaae's de Castro. Relator o
Sr. conselheiro Araujo Jorge. R -visores os Sr3.
eoasatbeicoa Queiroz Barros edeserob-irgador Buar
que Lima.Foram despreza les os embargos, una-
nimvmente.
Da MamanguapeAppellante Salu3tia, por seu
curador, appellado Joo Maria da Souza Evange-
1-sia. Relator o Sr. conselheiro Queiroz Barros.
Revisores o Srs. destn bargadores Buarque Lima
e Pires Ferreira. Deu-se provimeato para se
considerar liberta a appellante, unnimemente, fa-
zendo se algumas observaefies ao juiz de direito
soore a marcha do processo.
De Mamauguape Appellante Jos Martina
Femaudes Nogneira, appellado Pedro de Aibu-
querque Maranao. Relator o Sr. desi raoargador
Pires Ferreira. Revisores os Srs. desembarga
dores Monteiro de Andrade e Pires Goncalves.
Deu-se proviineuto a appellaco para se refor-
mar a sentenca appellada, unnimemente.
PASSA6EN8
O Sr. conselheiro Araujo Jorge, como procura-
or da cora e promotor da juatica. den parecer
nos seguintes feiros :
Appellacoes crimes
De Agua Preta Appellante Joao Carlos dos
Santos, appcllada a jnutieji.
De OlndaAppellante o juizo, appellada Ma-
ria Joaquina, menor.
? De Atfuas BellasAppellants Luiz Gomes da
Silva, appellada a Justina.
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des -
embargador Buarque Lina :
Appollacao crime
De Cimbres Apocllante o juizo, appellado
Prxedes Jos R .id. u
Appellacao coramercial
Do ReciteAppellantes Ant.inio Jos de Le-
mos e outro, appellado Augusto Carlos de Miran-
da Henriques.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrde :
Appellacoes crimes
De JaboatoAppellante o tenente-coronel Je- !
rouyrno de Souza Lean, appellado Flix Jos da '
silva Gomes.
for feito, nSo ora meu nomo sorrente, mng
tamb-in no do Sr. Barbalho, Bala-
da neo te e eom o fm confeso de t
jus a uma commeada da Rosa, fferm eu-a*
m pan partilhar aa gao,
veu>- nte com o fra do f^z^r um re-
'lame extemporaueo, aecug r me de desleal
e frauoulento.
Aqu nSo ba comente urna calumnia, ha
tambem urna infamia.
Continu o Sr. rtii.-uiista na sua rxplo-
ra93o, o terreno s degoocupado, e no
sou eu qimm Ihe pora entrave.
f.6rte, 2H de Julho de 18a6.
O Vigario, ilanod Fernandas L. Limm.
>
Inda me lembro!
OFFEBECIDA A MIHA QUERIDA MAI A
EXMA. SRA. D. EMILIA B. TAVARE8
Era urna tarde Inda rae lembro !
Que junto de idiu cantavas
Junto de miro tu fullavas
Palavras de eoucaySo.
Passou tao rpido ease tempo
Tempo tao bello e saudoso,
Tempo tao lindo e mimdso
Gravado no corai;ao.
Inda me lembro t2o vivo,
Dos versos qu roe cantavas,
Junto ao meu berco choravas,
E e>u dentro i'elle tambera.
Nao sei que dr era aquella
Qu'eu com a innocencia sorria,
Comigo s, eu dizia -
Meu Deus que mainiti tem ?.. .
S du.i3 saudades me restam
Do tempo da juventude,
A estafo da virtud',
O passado encantador.
Uina, sao os brincos da infancia,
A outra, a prdadeura pai,
A s -enca diz-rnttpassai -
A Historia respondo oh, que <'6r !
Assim passou-se a infancia,
Lutando seropra com a sorte,
Zumbando sempre da raorte,
Z nnbando com o meu vier.
Que importa eom este mundo
Se de meu pai herdei o nome
Da minha patria o renorae
Como gloria ao m u soffret 1 1 !
Setembro1886.
Julio Soares de Azevedo.
lieiloea.Effectuar-se-bao:
Hoje :
Pelo agente Silveira,&a 11 horas, ra estre
ta do Rosario n. 24, de predios e solos.
Pelo agente Martins, s 11 horas, na ra da
Conceicao da Boa-Vista n. 31, de movis.
Terca-fera :
PeZo agente Gusmo, s 11 horas, na ra do
Marques de Olmda n. 19 de tumo do Para e mo-
vis.
Miwaa rnnebre*.Serio celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, na igreja da Soledade. por alma de
Pergentin dt. (usniio Fouseca.
8egunda-teira :
As *i horas, no Convento do Carmo, por alma de
Walfrido da Slve^ra Tavora ; a8 horas, na igre-
ja da Santa Cruz, por alma de D. Mara Joaquina
de Carvalbo Abranches.
peraeao clrursrtcaFoi praticada no
hospital fdro II, no dia 17 do corente, a se-
quinte ;
Celo Dr. Pontual :
Posthotoma a bistur indicada por phimnsis, e
cautensacai. de cancros e exc/escencias syphiliti-
cas.
Casa de DetenroMovimento dos p-e-
sos do da 16 de Setembro :
Existiam presos 313, entraram 10, tabiram 5,
exiatim 18.
A saber':
Nacionaea, 290, mnlheres 5, est sngeiros 7, es-
cravos sentenciados 5, pr cesia^ 1, dito de cor
recci liiTotal 3LB.
Arracoados 268. sendo : bons 258, doentes 19
Total 268.
Movate to da enfermara :
Te ve alta :
\1 >n .el Luiz Martina.
Lnleria Ua corle Eis a lista dos nme-
ros mus premiado na 3.* parte da 43. lotera
liO par>> o hospital da Santa Casa de Misericor-
dia ila (irte,extrahida 10 d corrente :
prbmios di 100:000*00(1 a 1:000*000
Foi arrecadado lquido at hoje
Precos do dia :
Carne verd- a 240 e 400 ris o kilo.
S ii .o- a 560 e 64 rm dem.
Carneiro de 720 8M) ris idem.
f'ariuha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 240 a 320 ris idem.
Peijo de 500 a 640 dem-
Cemtterio punllco.Obituario do dia 15
de Setemhro:
Marganda Dantas do Rosario, Pernambuco, 42
anims, solteira, Gracit; anemia.
Jaao de Deus Barros, ernambujo, 8 annos,
viuva, Boa-Vista ; cyjtte.
Jauuaria, Periambuco, 3 annos, Santo Antonio ;
COnvuUoes.
Antonio Diogo Vaz Correia, Portugal, 66 annos,
solteiro, Poco; anazarca.
Matheus, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vista;
athrepsia.
Honorio Joao do Espirito-Santo, Pernambuco,
22 annos, solteiro, Boa-Vista ; se pticeraia.
Josepha Maria da Conceicao, Pernambuco, 40
annos, viuva, rio a Vista ; diarrba.
Valdevno Alves de Souaa, Pernambuco, 34 an-
nos, casado, B ia-Vista; tubrculos pulmonares.
16
Joo Chrysostomo do Nascimento, Pernambu-
co, 32 annos, casado, Boa-Vista ; tubrculos pu
m<.ares.
Rosalina Pires Poutes, Pernambuco, 44 annos,
casada, Boa-Vitia: tubrculos pulmonares.
Antonio d> Costi Silva Maduro, Pernambuco,
50 annos, casado, Graca; paralya.
Antouia Luisa de Frauca, Pernambuco, 68 an-
nos, casada, S. J'is ; hemorrbagia cerebral.
Marcolino Pereira da Silva, Pernambuco, 37
annos, solt iro, Recife ; hernia.
Amaro, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista; e-
clampsia.
Um feto masculin ', Pernambuco, Santo Antonio.
R meltido pela subdfclegaci.
Maria Francisca des Santos, Pernambuco, 40
annos, solteira, Boa- Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Jos de Paulo Pernambuco, 36 annos, solteiro,
B a-Vista ; tubrculos pulmonares.
Maria Luiza de Sant'Anna, Pernambuco, 30 an-
nos, solteira, Boa-Vista; diarrba.
Maria, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Vista ; in-
tente.
Manoel, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Vista Re-
mettido pala subdelegada.
Mara Emilia de M lio, Pernambuco, 40 annos,
Boa-Vista. Remettida pela subdelegada.
Do RecifeAppellante Francisco Rsmos Cou-
tinho, appellada a iustica. > -. .. -. ,
D.Sr desembargador Pires Gonealves ao Sr E COIM Hr **r InspCCOr geral
desembargador Alves Kibeiro : Ui la trilC'OilO publica e presl-
Appeiiacoes crimes lente da provincia
Do tatole do B-chaAopellante Antonio Fer- I Perg uta-se ao Sr. L)r. inspector geral da in-
rera Lima, appellada a Justina. truccao publica se justo que a protessora de
De IiambApoellante Vicente Rodrigues de i instruccao primar a de Tabatioga, da fregueza
Lima, appellada a justica. | e y. Lonrenco, ba mais de um anno mor era
Do Sr. deserabirgador Alves Ribejro ao Sr. Barreir.is da fregueza da Varzea, rnde nao fre-
conselheiro Queiroz Barros : I qUenta Upa s menina d'aqnelle lugar ?
Appellacao crme E' urna senhora distim-tu e pode ser tudo, me-
Do CaboAppellante o promotor publico, ap- nos preceptora de enancas, visto com nao tem
pellado Antonio Jes de S ict'Anna. babiHt^coes prf cisas para ensinar.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr. : A Varzea tem seis cadeiras muito bem oceupa-
desembargador Oliveira Maciel : : das e nao precisa Haqneila cadeira nritra, que
Appellacoes orimes t no p;.de ser visitada pelo delegado litterario da
Do TraipAppellantes Manoel Jos de Fa- Varzea por ser ella de S. Lurenco, nem pelo do
ras e outro, appellada a justica. I S. Lounnco por se achar funecionando em distri-
Deltamb Appcilxnr, Vicente Rodrigues Li- cto aih>-io.
ma, appellada a Justina. a crecao dsqnella cadeira emprei/ada foi urna
DILIQRNCIAS I earidade felfa eom detrimento d provincia allm-
Mandou-se ouvir o Sr. conselheiro oromotor da i di la pr fe.<8ora pelo baro de Caiar, que melhor
5957 lO0:OH0*0ii0
4897 20:000 00i
24*4 5:0Oil*O00
7"fl 2^00*000
13657 2:i"K)*ltO0
2899 1:000*. MI
3T03 1:OIO*000
4264 1:000*00
9 71 l:OJ0*OI0
12316 l:l00*ilOO
I3TI3 irraoxiMipSas 1:000*08 >
556 1:000*000
5S l:0O)*0O)
4H6 600*,yKt
4399 PIIBMIOS DB 500* 601*000
1171 1565 6H4V 11438 12920
14X5 452^ 8475 11916 139J4
1520 6.'32 8499 12426
raaaios oa 200P>00
683 23*5 *767 H 767 12724
688 265 964 10845 12744
ll5 4135 9334 118W 12776
1908 7*29 11)136 1W1 18 45
1978 SeRI 106i4 12545
P KM IOS DB 100(000
H 475 7298 944a 11422
878 4*51 7456 10210 11828
954 4J158 7469 1"214 11865
2238 5320 7559 10391 12239
2380 5470 f Sita? AvKO HU H-5K tt
rfc4 472 0* Ktf&i 9621 8126 1U&3 Ifflit)
4018 lff*
4477 fW 96 11064 18T64
rttU U*> *M 11381 1WZ*
CHR0N1CA JODICIARIA
Tribunal da Melaen
6ESSO KDl.NAKl V tM 17 DE c-ETEMBSO
DE 1886
fKBSlDEN'CIA DO EXM. SR. COMSELHHIKO
(ITINT1NO UB KANDA
Seerearto intertno Dr. Alberto Coelhp
As hor-is do ciruine, prsenles os Srs. desem
bargaduree em uune o I gal. toi aberta a seaaao,
lepoia de lida e ip^rovad > a acta da antecedente.
Distribuidos e paeaados os fc.itos deraw-se os
leguiuces
JDLQAMENTOS
Uabeas corpus
Pacientes .
Fe'icio Joaquim do Reg e J 'o Jas de Arau-
jo Negou se a -oltura, unnimemente.
Luz de Priuca e Sjuza .-. Joo R que da An-
uuiiciavo .Vl.ui^ou-se ouvir o juiz de direito do
2" dUiricto.
Al inoel J aqum de Mello.Mandou-se ouvir o
juiz de direit i aa Vict-.na
Recurso eleitoral
De In^azeira ttec Trrnt- o juizo, recorrido
Feippc Pedro de Souza Leite. ReUtor o Sr.
.les inoargaor T-scauo B.rreto.Negou-se pro-
Vim-uto ao recu 8", unnime nente, e in>nlou--e
procesaar a mesa eleitoral d S. Jone do E^ypio.
Reeursoa crimes
D' RecifeRf-uorreute o juizo, recorrido Gui-
Ihermiii-i Pi' 3 liaireto. R Int ir o Sr. deeembtr
gador Prea Ferreira. A'ljuutos os Srs. desein-
birgad^r. s rires Goncalves c Buarque Lian
Nei Ue Taquxretinga -Recorr- nte Alexandre Ma
u iei licz.Tia, r cornd i o juizo. Relator o Sr.
desembargador Mouteirj de Andrade. Adjuntos
os Srs. des moargadores Toscano Barreto e c n-
oclhe.iro (*ueiros Barros. Negon se provmeuto
airecuisi, uuauuiemeute.
Di ParaiiyuaRecorreote o juiz de direito,
recorrido Ch.istovo de liollaada Chac-m Dias.
Kelater o Sr. desembargador Pires Goncalv-s.
Aiijuntos os Hrs. deeembargidores Buarque JLiuia
e AIV--8 Ribeiro. Neguu-seprovmeuto ao recur-
so, unnimemente.
Di RccifeRecorrmte Antonio da Silva Ase-
vedo, recorrido o juiu. B-.-lWr Sr. desembar-
gador Alves Ribeiro. Adjuntos os Sra. deaem-
justica nos seguintes feitos :
Appi'llacea crimes
De Bezerros App liante Jos Joaquim dos
Santos, appellada a justica.
De AugasAppellante o iuizo, appellado Ma-
noel Joaquim Pesa Do PanellasAppellante o juizo, appellaJo Ze-
feriuo do Espirito Santo.
disteibuicOes
Recurso crime
Ao 8r. eonse'hero Queiroz Birros :
De Palmares R-cureme o juizo, recorrido
Manoel Joaquim da Silva.
Aggravos de petico
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Do eom nercio do RecifeAggravante a com-
panbia Iudemnisaora, aggravado Adolpho Ri-
beiru Cuinare*.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do RecifeAggravantes Eduardo &
aggravada a f .senda llnC oual.
Appullacdes crimes
AoSr. desembargador Alves Ribeiro :
De GaranhunBAppellante o juizo, appellado
Francisco Alv- s aos l'assos.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Do Teixera Appellante o juizo, appellado Jos
Antonio Gomes de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do TeixeraAppellante ojuzo, appellado Ma-
noel Antonio de Oliveira.
Ai. 8r deserabtigador Toscano Barreto :
Do TeixeraAppellante o juio, appellados
Manoel Joaquim da 8i va e outro.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel ;
Do TeixeraAppellante o juizo, appellado Joo
Antonio do Nascimento.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do TeixeraAppedante o juizo, appellado Ma-
nuel Pedro do Nascimento.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do Cato do Rj--h i Appellante Francisco
Fructuoso da Silva, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
De Caruar Appellante Pedro Cipriano da
Silva, appellada a justica.
Appellacao commercial
Ao Sr. desembargador A ves Ribeiro :
Do Recite Appellantes Luis Goncalves da
Sila & Pinto, appellado L w Eucerruu se a sesso as 2 horas o 15 minutos
da tarde.
ti I-a hia feito se f.sse paga cr.m seus oobres.
R ,-ife, 15 de Setembro de 1886.
O viqilante.
Previsdes da imprensa
REUPE, 20 DE MAIO DE 185
tmicoEs 4 mwn
Hlo Grande do Hore
(Trans ripto dn Jornal do Commereio de
24 de Julh do corrent* anuo)
O autor do artigo do Diario de fernam-
nambuco de 4 Ue Juntio. tr^oa ripio uo
Jornal do Commereio 'e 11 do iii'smo
miz, r. fer ni ninhi biimiide indi vi la
lida ie, advogaiulo pro domo sua, antecipa
embargos p r.inte o s v f"" g r I qual
quer uuncfSsSo db gr>g.is liononnc*H, com
que, porventura, se me quizeaae destia-
guir. /
E pra isto, depois de afirmar, que nao
conhece s.-rv Cos n-us que .n Mr>itO
a taes honr >ria atira-me a pacha de des
leu1, aasiver. d i que oflf-reni ao gov>-rn.
.a proVIiiCi.i, '-ni ne'l n 'H1-' ex tusivo, para
a iusiru cao pubu a, u na cata que e quei na villa il. M i alijrba, (paste egaTu
tanto partilhado aa despezas de oonatruc-
cao o S-. Birbalho.
Qu.nto a pri ue ir* p irte nao aoa ou o
ajaia competeuie p-r* oon-auil-, t nio
alias eiu 16 anuos da la pulid i como
vigario, iuuit> bQis r-8'Hp>ia taz Uo.
C lauto a segunda, umpre-m oute^t-r
4izenlo, que ae h ut- d'-ale IU f-i
u-r ament da part que egtand. cunvi to, por ser causa notoria
e constar do mesmo re >tu* i do preai eu-
te daquella provincia presentado asa Ur-i
jla provincial, que a^v-ile oereeiawato
lima irrettiilni litarle
Do nefasto di mini do gabinete 6 de Junho. ha
de o paiz resentir-se aind pa muito tempo e a
analyse de todas as irregularidedes que commet-
teu, ainda esta por fazer, tantas e de tal quilate
foram ellas.
Um dos seus ltimos actos deque nao ns ti-
nhainos ncciipado j, poique s agora ebegou ao
nosso conhecimento, refere-se a aesumpto de tal
mp irtancia que nSo julgamos dt ver ficar em si-
I Icncio diante d. lie.
Trata-se de una grande iriegularidade esc
Martins, I qUe 8(. acba serianiente compromeitida a boa ad-
1 ministracan da fazenda publica.
E' por tod s sab do que Sr. Eduardo de Bar-
ros f.-i, ha seguramente mais de seis mezes, no-
meado th'soureiro da Thesouraria G< ral e que
at pouco tempo nao entiara tm exercicio por nao
ter apresentado a fianca exiga nos termes
legaes. SmWS
Para arredar as difficuldades que impedame
ex-ei cretario de piiicia de tomar pesse do carga
para que foi nemeado, o Sr. ex-mi istroda fazenda
nao dnvidou ccmmetter uma grave irregnladade,
ordenando, por trhgranma, que o theeoareirc
entraese em exercicio indi pendente do proaessa
de especialisacao da fianca prestada e marceada
para isto um praso de 60 das.
Tal procedimento do Sr. ex presidente do eos
seibo, altunnnte irr< guiar, fire de fr in
praxes sdmiitidas, nSo aiautella devidsBen le
interesses da fazenda pub ica e ctntribue ap era
para dar mais uma prova do cesa asombre com qu
proceda o Sr Dai.tas. simpre que se tratava
interetses partidarios, embora com eacrifeio d
interesis pblicos. (*- "i
Se nao nos edroirs este acto do chife do gaoi-
nete abo.ieii uisia, porque de S- Exc. esperavamos
todo dude que o vimob ccnsirciar secim a a Dar-
cha e agitar degordtnadininite todo o paiz, nem
por isso parec>u-no8 conveniente deixar patsar
sem reparo mais este arraDjo. que pode traaer
serios embarazos futnri s para a garautia e fissa
liseo ri guiar dos dinheiie j.ublicos.
E' por sei que uo duvid mos denunciar
fseto, chamando para ede a attt-Dcc do governa
central
Providencie quetn de direito deve fzel-o.
O iut<-resse >ub i -o etdA em causa
(Do Tetnpo, de 20 de Maio de l*1"',.
Hekfalqiie
II ui-ein eorreu pela ci lade a noticia de que se
haVla verifieaiio na tb' Si urri^ eeral um desfal-
que superior quao'ia de 10 009"O.
Cnsti-.o- que por isso, pio.-edu se na batan-
eo nos cofre da r< ferida repartir;* nao sabenda
nos, at a tura em que escreveuios, qual o resul-
tado.
. oiis'. no-, finalm nte, qu se proenrou obter
oV asniges 1 uuauia mdis^nsavel para cobrir o
desf .l.|H .
Ah e nio os factos justificando as criterios
p,i.ier..,o t"it..s ua Cain.r pelo m'SSO amiga
Dr. i).ii 1. de Araujo sobre a fianca do tbesoa-
rriro,. que nao toi c nvenieet mente especialisada.
Kunpenuo
Corr^ i^oio n que por tflegramma Veio ordeai
de su.'., o-. aoutra o Sr theS mreiro da thesoura-
r'n geral, i^iior.udo na ae o tacto se prende
falta de p em 8ivo d.. fi.u^a, se ao deafalqae
de q i i .-> oceupam is.
(Uj Trmpo le de Julho de 188 >)
fContnia).
AUeiiQo-
O ob-ixo asaignarlo, previne ao Dr. pro-
motor oobli o e inins autoridades, que sa
t in pro.un io qualitiear eleitores liberaes,
co i, r. cib i /als.s de suas casas ns. 5, 7
e 9, m a., las no ArraLd dos Coqueiros,
fregi u a lo Poyo da Panella.
R it'- tS ie Setembro de 1886.
JoaftUm Jos de Sant'AnnaCotta.


liario de PernambucoSabbado

Rio Grande do Norte
Tendo sido vilmente insultado n'este
Diario, de 21 do mez prximo passado,
por uid nojento e infame calumniador, tendo
concluido o seu acervo de mentiras, provo
candme, cynicamante, para urna luta em
terreno tSo baixo quanto o seu carcter;
venho solemnemente declarar, que nao des
90
hombrearme com um Cassandra,
que devido ao seu genio tretego e atrabi
lario, j foi publicamente espancado era
Goyanninha pelo Sr. Landelino ; no Traip,
esbofedeado pelo cabra Manoel Felippe ;
do Cear-mirim, sahio foragido para nao
soffrer o mesmo; e aqui onde infelizmente
reside, tem sido de tal forma o seu modo
de proceder, que depois de se ter consti-
tuido inimigo das principaes pessoas, paa-
sou para a rale de quem j tem soffrido os
maiores insultos, como ha pouco soffreu do
cabra Manoel Mello e a Anna Pret com
quem ainda est de luta aberta.
Exposto assim o motivo pelo qual nao
posso aceitar a luva que o rico mysterioso
me atirou, dir lbe-hei simplesmente, que
poder continuar a dirigir-me 03 maiores
insultos, formular contra mim as mais gra-
ves accusacSes, manejar com pericia as
armas proprias de seu carcter diffama-
jao e a calumnia, que eu, tendo o publico
sensato e justiceiro para julgar-me, sabe-
rei desprezar o miseravel Cassandra, como
se despresa o contacto de um reptil nojento
e ascoroso.
Macabyba, 5 de Setembro de 1886.
Joaquim Freir.
Caridade
Habitantes de Pernambuco !
A's portas do vosso piedoso coracao bate
Ignacio peccador, pedindo-vos urna esmo-
la para amparo de mil e tantas orphasiohas
desvalidas, abrigadas em 18 recolhimentos
nesta e em mais tres provincias do Norte ;
e tambem para dois hospitaes, prefazendo
vinte casas de caridade, instituidas pelo
sempre chorado padre mostr Dr. Jos An-
tonio de Mara Ibiapina.
Quantas serras, quantos sert*es, quan-
tos brejos, agrestes e mattas atravessou
elle, para arrebanhar aquellas mil e tantas
orphisinhas Quantas fagas, tribula93es,
contrariedades e sacrificios, para livral-as
das amarguras da miseria, e do abysmo da
prostituicao !
Affirmo a todos vos que ellas soffrem
muito, e mais soffrerSo ainda, se nao me
attenderdes. E' por isso que vos importu-
no, pedindo-vos urna esmola pelo amor de
Deus e de Maria Santissima, para que se
mantenha tao til e caridosa instituicao.
Lembrai vos, christaos, que a esmola
apaga o peccado e faz encontrar misericor-
dia na presenca de Deus I
Os donativos dirigidos aos escriptorios
do Diario de Pernambuco e Jornal do Red-
Je, casa commercial dos Srs. Braga, Go-
mes & C., ra do Mrquez de Olinda n.
50, aoRvm. Sr. padre Augusto, vigario
da Boa-Vista, e em Olida ao Rvm. Sr.
conego Dr. Maia, serao recompensadas por
Deus e Maria Santissima.
Recife, 16 de Setembro de 1886.
IrmcLo Ignacio.
Despedida
Archias Liodolph da Silva Matra, seguindo
com su senhora para a Europa, a tractar de su
saude, pede disculpa a todos os seus amigos, de
quem nao pode despedir-se pesaoalmente em vir-
tude de seus incommodos ; c.ffereceudo-Jhes all os
seus servicos.
Recife, 15 de Setembro de 1886.
Sociedade Auxiliado 1 a da Agrl
cultura de Pernambuco
Sessao solemne do dia 28 de Setembro
De ordem do Illm. Sr. gerente, faco
publico pelo presente, qae a sessSo annual,
prescripta pelos estatutos desta sociedade,
ter lugar este anno fra da sua sede, em
lugar designado tres dias antes; que para
esta sessao desde j sao convidados todos
os socios efectivos, benemritos e honora-
rios, incluidos nestes os Exms. Srs. depu-
tados geraes e provinciaes, presidentes das
cmaras e membros das directorias das As-
sociacoes Comroerci*es; que ahi nao se
addmittirao deliberacSes, roas nicamente
discusOBS sobre os assumptos concernen-
tes ao relatorio do mesmo Sr. gerente, que
deve occupar se lacnicamente com as ma-
terias mais attinentes agricultura da pro-
vincia.
Recife, 16 de Setembro de 1886.
O secretario geral,
Henrique Augusto Miltt.
COMERCIO
Holsa commercial de Pernam-
buco
RECIPE, 17 DE SETEMBRO 'E 18S.
As tres horas da tarde
t-o'acoes oficiae*
Algodode Mossor, 1 serte, 6J800 por 15 kilos.
Dito de dito mediano, 5J8 0 per 15 kilos.
Dito de dito 2 sorte, 4*800 por 15 kilos.
Pelo presidente,
Candido C. (x. Alectora e.
Pelo secretario,
Augusto P. de Lemos,
atNWMlNTS PGBLHHS
Um de Setembro de 1886
ALFANLEGA
Huaica
Declaro que tendo comprado a proprie-
dade das msicas, missas : Dogma da Im-
maculada Conceicao, Livramento o Natal;'
missas nmeros 2 e 3 ; solo <>e Quitollis,
dito de Qui s^des e Quoniam ; Ave Maria,
Te-Ueuns: Espirito-Santo, e N. S. da
Viitoria; novenarios menores 4, 2e3;
ladainkas do S. S. Christo e nmeros 1, 2
e 3; bymno de Santa Ther >za; Salves
Reginas nmeros 1 e 2 ; V. S. Espirito e
Librame, pertencentes Francisco Liba
nio Colas, como se v da declaracao que
abaixo transerevo, assignadn pela viuva do
mesmo maestro ; ninguem poder execu-
tar nenhuma das ditas mus:caa, sem pi-
via licenca minha.
Recife, 10 de l etembeo de 1886.
Lydio P. Santiago de Oliveira
Huslea
Declaro que traspassei o direito que ti
nha s msicas, missas : Dogma da Imma-
culada Conceicao, Livramento, Natal ;
missas nmeros 2 e 3; solos : Quitolles,
Quisedes e (uoniam ; Ave Maria ; Te-
Deuns : Espirito-Santo e N. Senhora da
Victoria ; novenarios nmeros 1, 2, e 3 :
ladanhias : do Senhor Santo Christo, e n-
meros 1, 2 e 3 ; hymno de Santa Thereza,
Salves Reginas nmeros 1 e 2 ; V, S.
Espiri'o e Librame, de propriedade de
meu fallecido marido Francisco Libanio
I-'olas, ao Sr. Lydio Purpurarlo Santiago
de Oliveira, que poder exclusivamente
usar dos mesmos direitos como lhe pare-
cer,
Recife, 9 de Setembro de 1886.
Rufina d Oliveira Colas.
Hospital Portugus de Benel-
cencia
31. aniversario
FESTA DO CAJEIRO
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez de Beneficencia, confiando nos ge
nerosos sentimentos de caridade, que ani-
ma m a colonia portugueza nesta cidade, e
muito mais na immensa syrapathia, que
merece a toda a sua populacho o estabele-
cimento que dirige, tem a honra de convi-
dar todos os seus concidadaos e todos os
habitantes do Recife abrilhantarera com
a sua presenca a testa commeroorativa do
31 anniversario da abertura do Hospital,
que ter lugar no sitio do Cajueiro no dia
19 do cor rente.
A festa constar, como de tradieco,
de urna inissa cantada na capella do dito
Hospital, pelas 10 horas da manhl, la-
dainba s 7 horas da tarde, exposicao do
estabelecimento desde as 3 horas da tarde
em diante, leilao e basar de prendas.
Duas msicas marciaes exeuutaro as
melhores pegas de Beus repertorios e una
esplendida illuminacao abrilhantar todo o
sitio do Cajueiro.
A junta administrativa espera ainda urna
vez que o favor publico proteger os po-
bres desvalidos a que diatribue soccorros
e que lhe nao faltar a proteco e sympa-
thia de todos os coracoes bem formados que
tanto e tanto tem protegido o estabeleci-
mento; er que festa dos pobres nao fal-
tar a animaco de todos aquelles que sen-
tem pelas dores e desgracas da humanidade
alguma cousa mais do que urna estril com-
paixao.
Secretaria do Hospital Portuguoz Je
Beneficencia em Pernambuco, 11 de Setem-
bro de 1886.
Feliciano de Aztvedo Gomes,
1. secretario.
0 caj urubeba na armada brasileira
Copia Illm. e Exm. Sr. conselheiro ministro
e secretario dos negocios da marinea.Antonio
Pereira da Cunha e Firmino Candido de Figuehe-
do veem requerer a V. Exc. qu- se digne mandar
dar por certdo os termos do aviso pelo qual V.
Exc. autorisou ao Exm. conselheiro cirurg ao mor
da armada a mandar inscrever ; o quadro dos ex
traordinarins o preparado de sua confeceo, deno-
minadoCajurubeba,ben> como os termos da
infjrnueao dada pelo mesmo Exm. cirurgo-mr,
que sendo faveravcl servio de fundamento pus
qav V. Exc expedase tal autorisaco.
Os supplicautes esperara defer necto. E. R.
Me*.
Rio de Janeiro, 28 de Outubro de 1885.
(Assignados, inutilisando urna estampilha de
400 ris )Antonio Pereira da Cunha.Firmino
Candid de Figaeiredo.
Passe-se. 301085. (Assignado).Alfredo
Chaves.
2 seccao.Outubro 29 de 1885. -Em cumpri-
m-nto ao despacho supra, certifico que o aviso n.
1,523, de 9 de Outubro de 1885, que autorisou o
Sr. conselheiro cirurgiao-mr a incluir como ex-
traordinario no formulario do hospital de marinha
o medicamento denominadoCaj urubeba, do
theor seguinte :
De accordo com a informaco por V. Exc pres-
tada, em officio n. 200, de 6 do corrente inez, auto-
riso-o a incluir, como extraordinario, no formulario
da qiula:.
De 1 a 16
dem da 17
DA PBOViaCIAL
;1 a 16
d< 17
426:567/732
37:216*780
41:363290
5:033*158
463:784*512
46:396*448
Total
k-D 1 a 16
lo.ui do 17
bulado Pbovticial De 1 a 16
dem de 17
pora niiruai- el a 16
ae 17
510:lt0*?60
19:286*006
1:146*411
20:132*417
15:104*400
2:063 ..790
17:168*190
22:574*221
1:012,585
"23:584*806
DESPACHO DE IMPORTAgAO
Vapor nacional Baha, entrado dos portjs do
sul no dia 17 do correte e consignado ao Vis-
conde de Itaqui do norte, mnnitestou :
Carga do Rio de Janeiro
Banha 100 barris a Paiva Valeote & C.
Chapis 1 Ciixao a B. da Silva Carvalho S C,
1 a Augusto Fernandes, 2 a A. Dias & C.
Caf 200 saceos a Femados da Costa C, 163
a Domingos Cruz & C., 105 a Mendos Lima < .,
100 a Joaquim Dua te Simoes it C, 84 a Ferrei-
ra Rodrigues i. C, 65 a J. So Fernandes do Ams-
ral Irmao, 58 a F.-rre a de Carvalho & C, 48
a Augusto Figueiredo & C.
Livros 1 caixa a Jos Nngueira de Sonza.
Mascas alimenticias 150caixas a Sousa Bastos
Amorim & C, 100 a Paiva Valente & C.
Mercaderas diversas 42 volumes a Pereira
Cameiro & C, 127 ordem, 1 a Sooza Nogueira
& C, 1 ao Viscoude de Itaqui do Norte, 6 a Julio
6 Irmao, 5 a Mua Sobriubo & C, 6 a Joaquim
Felippe Se. Aguiar, 2 a J. J. Axevedo, 1 a Luiz
Antonio Siqueira, 1 a Menies Jnior & C, 1 a J.
A. da Silva Santos, 1 a P*nlo Jos Al Jes 4C.,
1 a Mendes & Oliveira, 1 a M. M. H Cavalcante,
2 a Feinandea & Irmao.
Panno dr altfodo 10 fardos a Silveira & C, 10
a Goncalves Irmao & C.
Vinho 5 pipas e 53 barris ordem 3, 28 barris
e 10 caixas u Soares do Amoral Irmlo, 5,25 bar-
ra u 10 caixas a Alberto Rodrigues Branco.
Carga da Babia
Charutos 1 caixo a Joaquim Bernardo dos
Res & C.
Fizendae 3 volumes a Crarrer Frey & C.
Mercadorias diversas 1 volume a Rodrigues Li-
ma & C, 4 a R drigues de Faria & C, 2 a R. J.
da Silva Marques, 41 a Soares do Amara! Irmo,
59 ordem.
Panno de algodao 20 fardos a Ferreira & Ir-
mao, 27 a Luiz Antonio Siqueira, 10 a Machado
& Pere ra, 6 a Loureiro Maia & C, 5 a Olinto,
Jardim & C, 31 a Andrade Lopes & C.
Vapor allemo Rosario; entrado de Hamburgo
e Lisboa no da 16 do corrente e consignado a
Borsteimann & C, manifestou :
Carga de Hamburgo
Agua mineral 21 caixas a Francisco Manoel da
Silva 4 C
Alcatro 10 barris e 20 meios ditod a ordem.
Amostras 30 volumes a diversos.
Cevada 14 barricas a ordem.
Cerveja 12 barricas c 120 caixas a ordem, 30 a
do hospital de marinh e enfermaras, o medica-
mento denominadoCajurubeba preparado per
Antonio Pereira da Cunha e Firmino Candido de
Figueiredo.
(Assignado). Alfredo Rodrigues Fernandes
Chaves.
Sendo a informaco prestada pelo Sr. conse-
lheiro cirurgiao-mr a seguinte:
Tenbo a honra de passar s maos de V. Exc. o
requeriineoto de Antonio Pereira da Caoba e Fir-
mino Candido de Figaeiredo, fi.bficantes do pre-
parado denominadoCajururj'ba, qae pedem
ser incluido no formulario do hospital e interma-
ria de marinha.
Informando, como cumpre-me, tenho a ponderar
a V. Exc qae nao ha davida alguma em ser in-
cluido este medicamento no formulario, como ex-
traordinario, a exemplo do ejue se cuncedeu por
iviso ao pbarmaceutico Eugenio Marques de Hol-
landa, em pedido idntico, s*>bre outros mcrlica-
mentos. Este preparadoCajurubeba tem pro-
d zido excellentes resultados no hospital e na cl-
nica civil e boje medicamento aceito por todos n
cura de diversas modalidades mrbidas.
Secretaria do Cor.^o de Saude da Armada, 6 de
Outubro de 1885Illm. e Exm. Sr. conselbeiro
Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves, ministro e
secretario de estado dos negocios da marinha.
(Assignado).D-. Carlos Frederico dos Santos
Xavier e Azevedo, cirurgiao-mr da armada.
Est conforme. Secretaria do Corpo de Saude
da Armada, 6 de Novembro de 1885. (Assignado,
inutilisando urna estampilha de 2*000.)Antonio
de Alba Correia de Carvalho, secretario.
N 5 A Emulsao de Scott muito re-
commendada pelos mdicos como o melhor
remedio para a tigLa pulmonar e molestias
do peito e da garganta.
Restaura o organismo das pessoas pre
dispostas tsica e fortifica contra os ata-
ques da doenga.
Casa de coDimis soes
DE
&. LAPDEIE & C.
4tt. lina do Imperador, 1* andar
um excedente meio para alliviar e curar a
toase quando convenientemente pres-
cripto.
O referido verdade e o affirmo sob f
de meu grao.
Pelotas, 21 de Peverriro de 1884. Dr.
Miguel Rolriguet Bar cellos.
Atiesto que o Peiloral de Cambar
do Sr. J6s Alvares de Souza Soares, pre-
parado de urna arvore aromtica denomi-
nada CAMBARA' que vegeta na Serra
dos Tapes, desta provincia, um excel
lente balsmico e expectorante, e como tal
o tenho expregado sempre com bom resul-
tado nos affeccSes pulmonares.
O o referido verdade e o juro sob a f
de meu grao.
Pelotas, 28 de Fevereiro de 1884.
Dr. Vicente Cyprirno da Maia.
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelu Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, um excellente medicamento em-
pregado com muito bons resultados as
molestias broncho pulmonares.
E por ser verdaie passei o presente que
assiguo em f de meu grao.
Pelotas, 38 de Fevereiro de 1834.
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Araujo.
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, tem urna aeco especial sobre a
mucosa das vias respiratorias, curando ou
alliviando muitas molestias destas mesmas
vias, o que prova cabalmente a sua crescen-
t'j procura e aceitacao, que ainda nSo te ve
producto algum offi -mal nesta provincia.
O referido verdade, o que affirmo em
f do meu grao.
Pelotas, 28 de Fevereiro de 1884. Dr
Octaclio A Cmara.
nicos agentes e depsitos geraes em
Pernambuco
Mandam vir dos mercados estrangeiros qualqaer. FRANCISCO MANOEL DA SILUA & C.
genero de mercadorias em condicoes muito suaves,!
alrn de qce sao representantes de diversas casas !
productoras para as quaes recebem encommendas
em commiftftao nenhuma. rindo as
mercadorias, conhecimentos, facturas e corres-
pondencia directamente das fabricas para os Srs.
clientes, gosaudo estes das maiores vautagens,
descontos e prazos; entre essas fabricas noto-se:
A sociedade vincola de Bordeaos.
associaco de grandes propnetarios de vinhedos
para evitar a fraude e expor agenda vinhos
puros.
I.ouil Frere* di C, de Bordeaux. fabrica
de conservas alimenticias e do afamado chocolate
Louil.
I.corso* Segaln Se C, de Cognac; gran-
de < asa que se oceupa especialmente de co
gnac.
Pellsier fc Aragn, de Grasse; fabrica
de leos volateis, essencias, extractos, cheiros, para
drogaras, pharmacias e perfumistas, sucetssores de
E. Alziari.
Fourmalnlreaux. de Desvres, fabrica de
azulejos para casas.
Berln TiMStier, A C. de Pars; fabrica de
vidros, frascos e vasilhame para pbarmacias e dro-
garas; especialidade de frascos esmerilhados; ve-
commendamos os novos precos muito resumidos.
D. Hulinel. de Pars, forneuimentos para
photographia, como sejam: cartees brancos e lur-
pressos, drogas e aparelhos etc etc.
Belvalelte. de Boulogue s-Mer; fabrica de
formas para calcados.
A. Lecomle Sr C. de Pars: fabrica de
instrumento, de msica.
Sociedade do* fabricantes de por
ce lana, de Vieizon.
B. ParlN C. fabr.ca de placas de ferro
esmaltado para uomes de ras, numeracao de
casas, indica^oes de escriptorios, etc etc, fornece-
dores da cidade de Paria e outras.
C. Teisen 6 C. fabrica de ladrilhos mo-
saicos.
A compannia de Fives-Iiillei mate-
nal para engenh.is, machinas fixas e lccomoyeis,
mat.-riI rodante para estradi de ferro, poniese
outras construeces de ferro.
4 Sociedade Cooperativa Univer-
sal, de que fazem parte hoje mais de ciacoenta
das principaes fabricas fraocez>3 de que opportn-
namente annunciaremos os nomes.
leiros residentes na Impor
tanta cidade de Pelotas
Dr. Miguel Rodrigues Barcellos, vice
presidente da provin ia, medico da Santa
Casa de Miseri ordia, condecorado pelos
governos da Alleruanba, de Portugal e da
Italia.
Dr. Vicente Cypriano da Maia, medico
da Cmara Municip A, commissario vacci-
nador da mesma, capitao cirurgio-mr do
commando superior da guarda nacional do
municipio, delegado da saude publica, etc,
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Araujo,
ex-medico da Cmara Municipal, ex-dele
gado da sau'de qublica, cav&lleiro da im-
perial ordem da Rosa, etc.
Dr. Octaclio Aristides Cmara,
Edilal n. 747
Abandono de eadelra
De ordem do Dr. inspector garal, faco saber ao
orofessor Manoel Soares Albergara, da cadeira
de Olbo d'Agua daOnca, qae fica lhe marcado
praso de 15 dias para responder sobre o abandouo
de sua cadeira, visto ter deixado de reassumil a
depois de fiada a licenca obtida, e haver decorri
do mais de ssis mezes fra do exercicio d'-lla.
Secretaria da Instrucco Publica de Pernambu-
co, 11 de Setembro de 1886.
O secretario, Pergentino S. de Araujo Galvao
Edilal ii. 746
Caixas econmicas escolares
De ordem do inspector geral da instrucco pu-
blica chama-se a attencao aos protessores que
tendo no suas escolas caixas econmicas escalares,
hSo deixado de cumprir o diaposto do rt. 104 5
do regiment das escolas publicas para o disposte
no final do referido p ragrapho relativamente
r. mesan da lista de inscrpees mensaes i esta
secretaria.
Secretaria da instrucco publica de Pernam-
buco, 21 de Setembro de 1886.=0 secretario,
Pergentino 8. de Araujo Galvao.
Ra Mrquez de OUnda n. 23
Dr. E. Ossian-Bounet
Medico
Consultorio : 51- Ana do Mr-
quez de OlindaHeclfe
RESIDENCIA : HOSPEDARA DE D.
ANTONIO-CAMINHO-NOVO
ED1TES
medico
homeopatba, cirurgio honorario da arma-
da nacionol, etc.
Attesto que o xarope PeitorS de
Cambar, preparado pelo Sr. Jos Alvares
de Souza Stares, estabelecido nesta cida
de, goza de propriedades emolientes e fa-
cilita a despectorajSs, e o considero como
R. de Drasna & C, 14 a H. Nueseh & C, 15 a
Otto Bobera Suecessor.
Cachimbos de gesso 13 caixas a ordem.
Conservas 1 caixa a C. Pluym & C.
Chapeos 2 caixOes a Maia Irm 2o, 3 a Aff inso
Oliveira & C, 1 a Joo Christiani 4t C., 1 a Adol-
vh/ 4t Ferrao, 1 a ordem.
C uros 1 caixa a Otto 15 hers Suecessor.
Drogas 5 volumes a ordem, 4 a Francisco Ma-
no 1 da Sillva & C.
Encerado 1 caixa a Guimuraes lrmn c C.
Feltro 1 caixa a H. Nueseh & C.
Ferragens 1 volume a Albino Silva & C, 12 a
Otto Boh- tb tk C. Suecessor, 4 a Netto i ampos &
C, 1 a Oliveira Basto iC.,1 a Goncalves Irmo
& C, la Ferreira Gui maraes & C-, 1 Eugenio
& Vieira. 1 a Win. Halliday & C, 16 a Sulzer
Kautfmsnn & C.
(irnebra 30 caixa i a ordem, 3 a H. Nueseh
&C.
Licores 10 Caixas a T. Jaat.
Lona 4 tardos a Wm. Halliday & C.
Liuha 6 caixas a A. D. Cameiro Vianna.
Machinismo 4 volumes a ordem.
Machinas de costura 3 caixas a Prente Vian-
no & C, 12 a A. P. de Souza Soares.
Msicas 1 caixa a V. Prealle.
Meias 1 caixa a ordem.
Mercadorias diversas 2 volumes a Sulier Kiuff-
m n 4 C, 2 a Eugenio & Pere.ra, 1 a E. G. Cas
cao, 2 H Nueseh C, 1 a C. Pluym C, 2 a
Prente Vianna fc C, 3 a Otto Bobera Suc
cessor, 2 a Netto Campos & C. 2 a Oliveira Bas-
to.& C, 2 a Maia & Silva, 4 a Nunes Fons-ca &
C, 1 a Baphael Das C, 1 a J. A. Pottt Gui-
marSes, 8 a ordem, 4 a Gomes de Maltes Ir maos, 2
a Guimaraes Cardoso & O, 3 a Jos Antonio dos
Santos & C.
Objectos para escriptorio 1 caixa ordem.
Perfumara 1 caixa 4 ordem.
Farataa 10 caixas a C. F.-rnaudesA C, 6 a F-
Jos dus Pasaos Guimaraes, 1 ordem.
Papelo 3 fardos ordem.
Papel 96 fardos e 7 caixas ordem, 1 a H.
Nueseh o C 2 a Ferroira t Irmao,l a T. Just, 6
a Maia & Silva, 1 a Francisco Jos dos Passos
Guimaraes, 1 a J. A. Motta Gaimaraes, 1 a Sul-
zer Kauffmann & C.
Piano 3 caixes a Victor Prealle, 3 a Otto Bo-
h'es Succ> ss T.
Phosphoros 10 caixoes a Sonsa Bastos Amorim
& C, 5 ordem.
Rolhas 4 fardos ordem.
Rottm 1 fardo ordem.
Edital n. 8
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector faco pu-
blico que ir a praca no dia 23 do corrente, con-
forme a ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, de 3 do mesmo mez, o fornecimento de alimen-
taco para os preeos p>b:es da Cas de Detenca >,
relativo ao trimestre prximo vindouro, de Outu -
bro a Dezembro, de accordo com a tabella n. 2,
abaixo transcripta, do Reg. de 18 de Marco de
1885. servindo de base a diaria de 420 ris.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 14 de Setembro de 1886.
Servndo de secretario,
IAndolpho Compeli.'
Tabella n. 2
Almoco para todos os das da semana
160 grammas de pao.
55 ditas de assucxr refinado de 3* sorte.
20 ditas de caf em p.
Ceia para todos os dias de. semana
120 grammas de pao.
55 ditas de assucar refinado de 3a soite.
20 ditas de caf em p.
Jantar para domingos, tercas e quintas-feiras
400 gi amuias de carne verde.
5 decilitros de tarinha.
10 grammas de toueiuho.
Jantar para segundas e quartas-feiras
229 grammas de carne secca.
4 decilitros de farinha.
2 ditos de feijo.
ll grammas de touuinho.
Jantar para textas-feiras e sabbados
180 grammas de bacalho.
4 deci itros de farinha.
2 dit<>s da fi-ijo.
1 c ntilitro de azi-ite de oliveira.
1 dito de vinagre.
Le nha e sal, o necessario para todos os dias.
Os gneros sero de 1 qualidade.
Lindolpho Campello.
Edital u728
4' praca
De ordem do Illm. Sr. inspector, sfzs de ublieo
que s 11 horas do dia 21 do corrente mez sero
vendidas em praca no trapiche Conccico, as jier-
cadorias abxo declaradas :
Armazem n. 3
Marca FMS&C, 5 caixas ns. 55/59, vin las de
New-York no vapir inglez Porene. entrado em
28 de outubro de 1885, consignadas a francisco
M. da Silva & C, conrendo annuncios impr. ssob
de urna s c', pesaudj liquido 100 kilo^'ratnmas
Marca JCL&O, 1 caixa n. 22, idem idem, a J.
C. Levy & C, conteado annuncios iuipresios de
ama s cor, pesando liquido 40 kibgrammas.
Armazem n 7
Marca FMS&C, 1 barril n 42, idem dem, em
27 idem idem, a Francisco M. da Silva & 0-,ooa-
tendo vemii nao ebpecificado, pesando liquido
legal 11 kilogrammas.
Ter -eir seceo d Alfandega de Pernambuco,
em 17 de Setembro de 18860 chefe,
Cicero B de Mello.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, |jiz de
dir-ito do civel esta cidade do Reoife e
seu termo capital da provinc'a de Per
nambuco por Sua Magestade Imperial e
Constitucional o Sr. D. Pedro II a quem
Deus guarde, etc., etc.
Faco saber que, na erecuco que move Jos
Moreira da Silva contra Manoel do Amparo Caj,
pelo exequente me foi dirigida a petico seguinte:
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do civel Jos Mo-
reira da Silva, nos actos de execuco contra Ma-
noel do Amparo Caj, tendo o bem penhorado
ido praca e nao encontrando lancador, requer a
V. Exc. que se digne mandar citar o aupplicado
para remir ou dar lancador ao bem penhorado sob
pena de ser arrematado por quem maior prego
der ou de ser adjudicado ao supplicante, na forma
da lei, passando o escrivo o escriptt? de praca ao
porteiro, afim de ser apregoado na primeira pra-
ca d'este juizo com as formalidades legaes. Pede
deferimente. E. R. M Recife, 9 de Setembro
de 1886 Frederico Chaves. Esta7a inutilisada
urna estampilha de 200 rs.
Despacho. Sim. Recife, 6 de Setembro de
1886 -rRibeiro.
-Em virtud-AfSte meu despacho, tendo sido in-
timado o Supplicado Manoel do Amparo Caj, e
sendo a citaco aecusada em audiencia, ordene
quee expedase os respectivos editaes, afim de
ser arrematada na audiencia de 18 do corrente, o
flfesegu'nte: um gr nde sitio no lugar denomi
nado Bomgy, eonhecido pelo sitio do Cortume, na
Teguezia de Afogados, com casa de vivenda, ten-
do sobrado de um audar, 4 viveiros, para mais
de 2Q0 ps de coqneiros e outras fructas, cacimba,
sendo o sobrado cercado de jinellas e um terraco
ao lado, duas sabs e seis quartos, cosinha, medin-
do de frente oito metr s e oitenta ecioeocen-
tiuietros, de fundo dezo-to metros e qainze cent-
metros, dividindo o ditj sitio ao nascente com o
sitioPorto do Rosario, e ao poente cutio rio S.
Paulo, ao norte com a estrada e ao su I com trras
de Joo Duart'' Rangel e sitio de Audr de tal,
avaliado em 5:000. E assm ser dito bem ar-
rematado por quem mais der c maior lanco offere-
cer no dia cima indicado.
Dado e passado n'esta cidade do Recife aos 13
de setembro de 1886,
Eu, Antonia de Burgos Ponce de Len, escri-
vo, escrevi. .
Joaquim da Costa Ribeiro.
Editan.27
2 praca
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publica
que as 11 hjras do dia 21 do corrente moz sero
vendidos em praca no trapiche Jonceco, 12 ki-
l>'grammas e 70o gramolas de coral em raizes e
em obras, e 750 grammas de fit is de seda lisa,
nao especificada, appreheudidos no da 20 de Ju
Iho do corrente anno, a Achules Giomo, passa-
gero do vapor francez Ville de Victoria.
3" seccao da Alfandega de Pernambuco, 17 de
Setembro de 1886. O ebefe,
Cicero B. de Mello.
DECLARACOES
Thctonrarla de Paseada de Per
ambaro. 15 de St-teasbro de
': intador, servindo de inspector, trmsmitte
..( nhores collectores das rendas geraes desta
ji v icia, para os devidos fins, a circular do Mi-
Diste.itf da Fazeoda, abaixo transcripta :
Manoel Antonio Cardoso.
Cii calar n. 19.Ministerio dos Negocios da Fa-
z-nda Rio de Janei-o, em 26 de Agosto de 1886.
Francisco Belisario Soares de Souza, presidente
do Tribunal do Thesouro Nacional, tomando ea
cansideraco o que lhe tem sido representado so-
bre oa abasos praticados na venda das estampilha*
do sello, depois da circular n. 64 de 17 de Marco
de 1883, que equipaiou a p >rcenragem devida ao
exactores por egse servico, revogando nessa parte
a circular n. 127 de 6 de Marco de 1879, declara
aos senhores inspectores das thesoararias de fa-
zenda. para a devida execuco :
1 Que do 1 de Outubro prximo futuro em
dia: te a mesma poreentagem sei de 5 / naa
mesas de rendas geraes e eobectonas, qne a esti-
verem percebendo mais avultada, em virtude das
tabellas em vigor :
2o Que, no fornecina nto de estampilhas s es-
taques encarregadHs de aua venda, se dever ter
muito em vista o disposto na citada circular de 6
de Marco de 1879, quanto as regras que compre
observar no acto do mesmo fornecim-nto, 'e modo
que este fique sempre dentro das forcas das fian-
cas prestadas pelos exactores e corresponda as
necessidades do consumo de cada localidade :
3 Que, podendo acontecer que se reproduza o
facto occorrido quando vigora va a referida circu-
lar de 6 de Marco de 1879, de nao procuraren!
alguna exactor! s prover-se da quantidade neces-
saria de estampilhas, para assim substituil-as pelo
sello de verba, cuja porcentagem Ihes mais van-
tajosa, fica entendido que, de toda a cobrauca
realisada por verba de sello, que devesse ser pago
por estampilha na f -ma do regulamento vigente,
os exactores cao tero scoo a mesma porcenta-
gem de 5 0/0 agora fixada, se nao for menor a que
Ihes couber pelas demais rendas, cumprindo Ihes
fazer nos livros de receita e as guias de entrega
a competente diacriminacao da renda de que s
podein deduzir aquella porcentagem, quando a te-
nham maior per outras verbas da arrecadaso.
F, Belisario Soares de Souza._________________
Alfandega de Pernam-
buco
De ordem do Illm. Sr inspector da Alfandega,
scientifico a qaem interesas r possa, que a partir
do dia 1 de Setembro prximo vindouro, fica
inaugurado o 1 posto fiscal no antigo Forte de
Pico entrada da barra, onde devero atracar
tanto na ida como na volta todos os vehculos que
forem ou vierein do lamaro, ficando no entanU a
cargo da barca de vigia estacionada ao lado do
caes da Liogoeta e que servir de 2- posto fiscal
t'>do movimento de pequea cabotagem, que com-
prehende a entrada e sabida das lanchas, barca-
vas e canoas que navegam entre portos da pro-
vincia.
Guardamora da Alfandega de Pernambuco, 24
de Agosto de 18860 guardamr,
Jos Augusto de Azevedo Marqnes.
Ministerio da Marinha
REPARTigAO DOS PHAKOES
AVISO AOS XAVfGIXTBS
IMI IHOI. DO BOM .UBICO
PROVINCIA DE S. PAULO
BBASIL
(3o de 1886)
Com referencia ao Aviso aos Nave-
gantesj publicado, taz-se saber que a
inanguracSo do pharol da llha do Bom
Abrigo, era frente barra do Canana,
ter lugar no dia 20 do corrente itez.
KeparticaD dos Phares, Kio de Janeiro,
10 de Agosto de 1886.
Pedro Benjamn dmZerqueira Lima,
Capitao de fragata, director geral.
Est conforme. Capitana do Porto de
Pernambuco, l'i de Setemb o de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Tecidos diversos 4 volumes a Alipio Vieira*
C, 5 a Machado & Pereira, 2 a Alves de Bnto &
C 59 ordem, 2 a Narcizo Mam & C, 1 a Eo
dngo de Carvalho & C, 1 a Mano 1 da Cunha
Lobo, l a Ferreira 4 Irmo, 1 a Rodrigues Lima
& C, 5 a L Maia & C, 2 a A. Santos C, 3 a
Guerra & Fernandes, 9 a Beru.-t & C, 2 a Gon-
calves Irmo & C, 1 a Guimaraes Irmo & C, 6
a H. Burle & C., 8 a Luiz Antoni > Siquer*, 2
Antonio Correw de Vasconcellos, 5 a Sulzer Kauff-
mann, 7 a Olinlo, Jarlim & C.
Tintas 5 caixas ordem.
Vioro 1 c*ixa a Browns 4 C, 12 orlem, 1 a
Otto Bohers i-uccessor
Vermouth 10 caixas ordem.
Carga de Lisboa
Alhos 10 canastras a Domingos
Silva & C.
Ameodoas 9 volumes aos mesmos.
Azeite de oliveira 0 caixas a Joaquim Duarte
Simoes & C, 30 meias caixas a Jos Fernaudes
de Almeida, 1 a J. F. de Oliveira.
Bagas 2 barricas ordem.
Batatas 50 meias caixas a Domingos F. da Sil-
va s C.
Cevada 5 barricas a Joo F. de Almeida.
Ceblas 30 caixas a Domingos Ferreira da Sil-
va, 25 a Joaquim Duarte Simoes & C, 50 a Fer-
reira Rodrigues C.
Conservas 16 caixas a Joo Feroandes de Al-
meida.
Doces 1 caixa a Iz'doro Bastos -'e Oliveira.
Frnctas 60 caixas a Domingos Ferreira da Sil-
Cent' o Republicano
Soicmninac.o do 51. annivernarlo
da Bepblica Bio Cirandenwe
Na prxima segunda-feira, 2 do cor-
rente, ter lugar no Theatro Santo Anto-
nio, s 7 horas da noite, urna sessao raag
na commemorativa do 51." anniversario da
Repblica Rio Grandense, para a qual s3o
convidados todos oa republicanos d'esta
cidade, o publico, em geral, e com especia-
lidade as Exilias, tamilias.
Ser orador offieial da festa o Dr. Mar-
tins Jnior, que conferenciar sobre o ob
jecto da sessao, podendo era segdida to-
mar a palavra os oradores que se inscre-
verem antecipadamente.
Os camarotes serlo reservados s fa-
milias.
O secretario,
M. Coelho dos Reis
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta reparti-
co, fa^o publico que no dia 18 Jo corrente mez
p-ua-se a classe de 3* en'rancia de professoras,
.-dativamente ao mez de Julho prximo passado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, cm 17 de Setembro de 1886.
O escrivo da despeca,
Silvino A. Rodrigues.
t
"Dommunico aos senhores bocos que acha-se
suspenso o expediente deste club no dia 18 do cor-
rente em vista de ter-se cedido os saloes do mes-
mo, ao Club Internacional de Recata-
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 15 de
Setembro de 1886.O secretario,
P. C. Casanova.
Companhia Sania Ther za
Empreaaria do abasteclmento
d'usua e los a Olinda
Dividendo
Por deliberaco da directora fica marcado o
dia 13 do corrente pira nelie e eom-cir o paga-
mento do 15 divide ido da cempanhia, a razo de
6 0/0. O pagamento, como de costume, se effec-
tuar pelo Sr. thesoureiro no 2 andar da casa n
73 ra do Imperador, das 8 h iras da manh s
2 da tarde at o dia 18, e dahi em todos os dias
uteis das 8 s 10 da manh,
Escriotorio do gerente, 6 de Setembro de 1886.
A. Pereira Simoes
Correio geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor nacional Bahia, esta administraco
xpede malas para os portos do norte, recebendo
impressos e objectic a registrar at 2 horas da
tarde, e ca tas ordinarias at 3 horas ou 3 1/2
com porte duplo.
Administraco dos correios de Pernambu :o, 18
de Setembro de 1886. O administrador,
Affonso do Reg Barre*.
7,425 kilos de assucar mascavado ; C. P. de Le
mos 50,000 kilos de osios, 6,00J ditos de sement
de algodo, 9,000 ditos de raprn velhos e 1,000
ditos de cubre velho.
Para o interior
va.
Maces 30 caixas a J. G. Ganches, 2 a Jos
Fernaudes L>ma & C.
Papel 1 caixa a Maia & Silva.
Uvas 15 Ferreira Rodrigues & C, 1 a Jos
Rudrigus Macieira.
Vinbo 17 pipas e 15/5 a Francisco Ribeiro Pinto
Guimaraes, 14 pipas. 20/5 e 20/10 a Antonio Ma-
ria d Silva, 5/5 e 10/10 a C. da Silva Presado, 1
barril a J. F. de Oliveira.
KiFACUS Mi KXPORTACAO
Em 16 de Setembro de 1886
rara o extenor
No vapor allemo Valparaizo, carregaram :
Para H com 261,806 kilos de algodo.
- No vapor inglez Orator, carregaram :
Para Liverpool, M. J. da rWoha 99 saceos com |
- No vapor allemo Rosario, carregaram :
Para o Rio de Janeiro. P. Carneiro & C. 50
fardos com 7.733 kilos de algodo ; Baltar Irntos
dr O 400 saceos com 24 800 kilos de milho.
do va >or nacional Bahia, carregaram :
Para o Para, A. B. Correia 40 caixas cajuru-
beba ; N. M. do Eirado 150 barricas com 12,902
kilos de assucar branco ; T. de Azevedo Souza
473 barricas com 37,120 kilos de assucar branco ;
, I A d assucar branco e 40 barra com 4,800 litros de
agurdente ; Maia & Rezende 30 pipas com 14,400
litros de agurdente ; M. J. Alves 113 barricas
com 9,081 1(2 kilos de assu^r branco ; J. M. Dias
350 barricas c>m 36,240 kilos de assucar branco o
30 barris com 2,880 litms de agurdente
Kara Manis, Amorim Irmos & C. 60 barris
com 5,760 litros de agurdente e 25 barricas com
6,112 kilos de assucar" branco ; P. Pinto & C. 30
barris com 2,700 litros le agurdente.
Na barcaca Olivia Jorres, carregaram :
Paia Parahyha, M. A. S^nna & C. 10 barricas
com 600 kilos de assucar branco.
Na barcaca Pedro Amrica, carregaram :
Para o Natal, P. Alves & ':. 33 barricas com
1,983 kilos de assucar mascavado.
Na barcaca Aurora, carregaram :
Para Mossar, P. Alves & C. 10 barricas com
67 C. 10 barricas com 900 kilos de assucar branco.
8, carga sal; a
da Silva, equ'p'gem
Baltar Irmao & O.
Cardiff -39 dias, lugar norueguense Pat
mos, de 347 toneladas, capitao I. G.
Roth, equipagem 9, carga carv2o de po-
dra; ordem.
Santa Helena-11 dias, barca norueguense
Sebulon, de 327 toneladas, capitao Ole
Jensen, equipagem 10, em lastro; a H
Lundgrin & C
Navios sabidos no mesmo dia
Santos por escalaVapor inglez Dalton,
commandante J. Russell, carga varios
gneros.
Santos por escala Vapor allemSo Rosario,
commandante H. Schutheron, carga va-
rios gneros.
Penedo Patacho hollandez Reprise, capi-
tao Adelino Elpidio Pinho, em lastro.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 17
Rio de Janeiro por escala6 dias, vapor
nacional Babia, de 1,999 toneladas, com-
mandante Silverio A. da Silva, equipa-
gem 60, carga varios gneros ; ao Vis-
conde do Itaqui do Norte.
Cardiff -42 oias, lugar inglez Voyager, de
243 toneladas, capitao W. Geddes,
equipagem 8, carga carvSo de pedra;
ordem.
Maco68 dias, patasho nacional Uiano,
de 175 toneladas, capitao Paulino Jos
VAPORES ESPERADOS
Valparaso do sul
Ville de Maoei do sul
Ville de Pernambuco da Europa
Espirito Santo
Neva
Congo
Aconcagua
Advance
Para
Editor
Maranhense
Tomar
Finance
Cear
Mandos
Trent
EJbt
La Plata
Nem
do norte
da Europa
do sul
da Europa
do sul
do sul
de Liverpool
de New-York
d) sul
Outubro -r
de New-Port News
do norte
do sal
da Europa
do sm
da Europa
do sul
hoje
hoje
a 20
a 23
:: 24
a 25
a 26
a 27
a 27
a 28
28
29
1
2
7
10
14
24
29
3 ,

}


S. R. J.
PROFESSOR DE DA.SQA.
A presidencia des*a soeiedade scient'fica aos
interessados, que negta aggremiucao ee precisa de
um professur do danca para ensiuir os associados
nos domingos e dias santificados. Aqu-'lles que
se jalgarem aptos para exercer tal mister, quei-
ram-se entender com o presidente na sede social,
todos oa domingos, das 5 as 9 horas da noite.
Recife. 15 de Setentn d 1886.
O 1 secretario,
L Guede. de Amorim.
De ordem do Sr. presidente, convido aos nsso
eiados deste club para, reunidos em assembla
ral, no domingo 19 do corrente, pelas 11 horas
iia, apre.-iarem a ieiturn do relatono da direc-
tora finda. e eleg-rera-ie os novos funcciocarios
que eem de dirigir este clnb.
Recite, 15 de Setembro de 1886
secretario,
Pomp> C. Casanova.
Santa casa
Na seeietaria da santa casa de misericordia do
Recife arrendam-se pa* esoaco de um tres an-
uos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n 45, por 20f aaensaes.
Idv.m idem n. 49, 204 dem. M
DitadaLDguetan.14 1- andar, 16*660 dem.
dem idem 2 dito. 15* idem.
Ra do Burgos n. :' '^ idem
Dita da Madre de Dens n. 10 A, armazem,
154, :dem.
dem idem n. 12, 404 dem.
Ra da Guia n. 25, 16*660 idem.
Dita Dita da DetencSo n. 3 (dentro do quadro) 10*
idem.
dem idem, 8gC00 dem.
Dita^do Visconde de Itaparica, n. .. Z
e sotao,' 35* idem.
Dita do Mrquez de Olinda n. 5d, -
40* id> m.
Caes da Alf ndega n.
andar
andar
Obras publicas
Deordein do Illm. Sr. Dr. engenheirc chefe,
faco publico que no dia 25 do corrente, ao meio
dia, recebe se negra reparticao propoetag para a
execuco dos repares da cadea de Scrrahaem,
oreados em 400*000.
O orcamento e inais condicoea do contrato se
acbam nesta secretaria para seiem examinados
pelos aminores pretendentes.
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Pernambuco, em 11 de Setembro de 1886.
O secretario,
Joao Joaquim de S. Varejao.
' Lycfl fleTrtss e~ornclos
A Imperial Soeiedade dos Artistas Me-
chanicos e Liberaes ue Pernambuco, que
tcm a seu cargo o Lyccu de Artes e Offi-
c08, no intuito de Ilustrar as classes arts-
ticas e manufacturen-as, mantera como j
bem conhecido em seu pal&cete no Cam-
po das Priocezas, aulas de diuersas Dguas
e sciencias, as quaes, funcionara em todos
os dias uteis, das t s 9 horas da noite.
Com o mesrao intuito m.intut ella urna
pequea o modesta bibliotheca que, com
patriticos donativos, augmenta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as mesmas horas cima
Assim, po's, com o raeu applaudido in-
tento de tornar bem conhecido o progres-
so das artes e offiros entre nos, a pel-fei-
$3o e utiliiade de seus productos, fazer
conhe-.ilo seus autores, bem como os lu
gares de seus estabelecimentos, afiuri de
iacilitar a shida e o consumo delles, pro-
move ella todos os annos para o dia de seu
anniversario, segundo dispSe o 6o do
art. 2o dos seus estatutos, urna exposic3o
dos trabalhos d'artes offi i:s e manufactu-
ras. E' p.ra a consecucao de tao aper-
feicoado quao vantajoso tira, que a directo-
ra da aoeiedade vera pelo presente, soli
citar de todas aquellas pessoas que pos-
sueno por pergarainho o trabalho, sua effi-
caz con urrtncia Euposicao que, em 21
de Novcmbro deste anno se efectuar em
sua sede, Lyceu de Artes e Officios.
Curopre tambera a ella fazer conbecedo
res o* Ilustre senhores e seuhoras, que
a quizerem honrar com seu3 productos, os
seus direitos e
Deveres
1. Dverao at 15 do dito raez envia-
rem as amostras de seui vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceu.
2 E'ii todos os objectos deveriio acom-
oanbar o norae do autor, ou proprietario
dos mes.i os.
3. Ser impresoindiv*l em todo e qual-
quer objecto a declaracao do prego, e lu-
gar d'i sua fabrie* ou deposito.
4. Que os objectos para a Exposicao
ddvem sor tal qual os costuma fazer e
vender.
Direito
Art. 8o do r-'gularacnto da Exposigao
Artistico-Industrial :
Somonte aos expositores permittido
abrir as vitrinas pora mostrar aos visitan-
tantes os seus produ-.tos.
A directora cooscia de que rauito se es-
orgaraj p*ra o faustas resultado deste
c. rtaicen to pro/eitoso e lisongeiro a to-
fjas as classes indus'riaes, anlecipa seus
devidos agradeciraentos.
Secretaria da Imperial Sociedade ios
Artistas Mechanicos e Liberaes, em 18 de
Setembro de 18*6.
Jos Castor de A. Souza,
1* secretario.
MARTIMOS
CBARGEMS I1EIMS
Companhia Franeeza de navega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
Steauer illo
Arsenal de Marinha
Hasta publica para a venda de todo o vasilhame
que tem sido remettido da corte para esta pro-
vincia com oleo de colza.
De ordem do Esm. Sr chefe de diviso Jos
Manoel Picaneo da Costa, inspector deste arsenal
e capitu" do porto desta provincia, faco publico
que no dia 25 do cerrente, s U horas da manha,
e no portuo do almoxarifado deste arsenal, ser
vendido em hasta puhlica todo o vasilhame que
tem conduzido para esta provincia o oleo de colza
destinado ao c-rntumo dos phares.
Secretaria da mspeccao do Arsenal de Marinha
de rernambuco, 1T de Setembo de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Atetado.
PMIMO COSMOPOLITA
i(uado noCtHPO t* l'KIMI/AH
ao lado do
Tbeatru anta Inabel
EMPREM M. A B.
MOJE
Sbado 48 de Setembro
Clip*
UStiU, affl
Equilibrista, mmica tota aggregaco zoo'egica,
b a diriecn dos distintos artistas Hilario,
n-iiia e. Honorio Paiacias.
Projjramma Variadissi
PUNCOS
ob
de Alt!
Camarotes com
Cadeiras
Geraes
5 entradas
104000
2*<)00
14000
Espera-se dos Dortos do
sul at o dia 19 do corrente
seguindo depois da indis
pensavel daera para o Ha-
vre.
Conduzem medio a bordo, sao de marcha rapids
e offerecem excellentes comntodos e ptimo passa- J
dio- ^ *
As pasjagens podero ser tornada* de antemao.
Recebe carga encommendas e paesa^eiros para
os quaes tem excellentes accommodacSes.
Steamer Villa le PrniHo
E' esperado da Europa
no dia 20 de Seembro, se-
guindo depois d indispeu-
save) demora para a Ba-
ha. Rio de Janeiro
e Sanio.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p'los
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng.-. jhJ-
quer rechimaco concernente a volnmes, qu ventura tenham seguido para os partos do sul.afim
de se poderno dar a tempo aa providencias necee-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Uecebe carga, encommendas e passageir pars
ca quaes tem excellentes sccomodacoes.
Augusto F. de Oiveira k i
42 -RIJA DO COMMERfilO -42
CO .- PlNUlb ESMESSABE
RES MAKITIMES
LINILA. MENSAL
0 paquete Congo
c o ni m a 11 ti ante Gron
E' esperado dos portos do
sul no dic 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos senbores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 paseagens inteiras.
Por excepcSo os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se de at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir:
afrete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Lab lie
9-RA DO COMMERCIO-9
Pacific Sieam Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da Euro-
pa at o dia 26 de Se-
tembro, e seguir de-
pois da demora do cos-
tume para a
Baha, Rio de Janeiro, Monte
tIiIco e Valparalzo
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
ae com os
AGENTES
Wllson Sons A. C ., Limited
S. 14- RA DO COMMERCIO N. i4
COMPANHIA PEIlKAliaiCAN*
DE
*avegaeo Costelra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Jacuhype
Segu no dia 21 de
Setembro, s 5 horae
da tarde. Recebe
carga at o dia 20.
Encommendas passagens e dinheiros afrete at
s 3 horas da taide do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemamiw/ina
__________________n. 12_________________
Comp&ufaia Bra. gseSo a Vapor
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado dos .,rtos do
norte at o dia 23 de Setem-
bro e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
os ro-toa do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Pelotas
e Grande d > Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas valores e
trata-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N. 9
1 grade de ferro, 2 carteiras, 13 vidros para rslo-
gios de parrde, 2 cadeiras de balanco, de junco, 2
de taia, 2 de amarello, 1 de bracos, 6 de j-mco, 6
de amarello, 1 cabide, 1 quartinbeira, jarros, qiia-
droa, candieiros, copos, colberes, 23 bolsas paia
enlioras, 40 moringas e outros objectos.
Sabbado, 18 de Setembro
A's 10 12 horas
1 eilito
BOYAL MAIL STEA PACkET
COMPANY
0 paquete Neva
E' esperado da Europa no dia
24 do corrente, seguinds
depois da demora necessa
ria para
01
DampfschiHTahrts-GeselIschal
0 vapor Valparaizo
Baha, Rio de Janeiro, Monte-
video e Buenos Ayres
Este vapor traz simplesmente
passageiros emalii. e immedia-
tamentc segura depois do desem-
barque dos niesmos.
0 paquete Tamar
esperade
do sul no dia 29 de
corrente seguinlo
depois da demora
necessaria para
Lisboa e Southamplon
Jara passagens, fretes, etc., traer
CONSIGNATARIOS
Adamsoii Howc&l.
De bons movis, finos cryataes, objectos de
electro pate, lindos quadros, vasos para
flores e espelhos.
A saber:
Um piano, urna inobilia de fantazia cem 1 sof,
2 consolos, 2 c> deiras de bracos e 12 de guarnico
' cadeiras de balancos, 1 mesa oval, 1 corta fl -
res, 1 lindo espelho oval, 2 ettagers, 6 laucas e
cortinados, 1 candieiro gas com 2 bicos, J es
tante para msica, chrochets, tapete torro de sala,
enfeites de mesa, 5 tapetes de coco e 1 estante
para msica.
Cablnete
Urna estant" para livros, 1 carteira, secretaria,
1 pcrta-cbapos de sol, cadeiras de balanco, 1
mesa redonda, 2 mesas de trabalho, 1 candieiro
luz-dupla, tapetes e capachos, 1 mesa para jogo e
6 cadeiras, e 1 estante para livros.
Sala de Juntar
Urna mesa elstica, 16 cadeiras de guarnieao, 1
guarda-louca envidracado, 1 apparador, 2 cadeiras
de balando, 1 sof, 3 mesas, 2 consolos com mar-
more, 1 relogio de parede, 1 candieiro, 3 lampeoes
e 1 filtro.
Porcellana, cryataes e electro-plate
Um apparelho duplo para jantar, 1 dito para
cha, 1 do para almoco. guarnicoes para lavatorio
copos, clices, compoteiras, garrafas, porta-quei-
jos, galh< teiros, salvas, paliteiros, talhere outros
tros objectos de electro-plate.
I'rimetro quarlo.
Urna linda cama, cortinados, colxZes e traves-
seiro, 1 guarda-roupa, 1 commda. 1 mesa de
cama, 1 lavatorio. 2 cadeiras, 2 cabides, 2 toilet-
tes, 1 commoda e tapetes.
Seguudo quarlo
Urna cama com colxo, travesseiros e cortina-
dos, 1 mesa, toilette, 2 cabides, 1 lavatorio, 2 ca
deiras, e 6 cadeiras.
Terceiro qnarto
Duas camas com colxoes e travesseiros, 2 me-
sas, 1 guarda roupa, 4 cadeiras, 1 cabide, 1 com-
moda, tapetes e 2 lampeoes.
Dlapenaa ele* coMinha
Flandres, potes, formas para bolos, trens de cosi-
nha e trens de jardim.
SEGN DA-FEIRA, 20 DO CORRENTE
No Poqo da Panella, casa pouco adiante
da casa do Sr. Oeorge Gatis
Ricardo Hall, tendo de fazer urna viagem com
sua familia, faz leilao por intervenc&o do agente
Pinto, dos movis, crystaes, espelhos. quadros, vi-
dros, electro pate e mais objectos da casa de sua
residencia no Poco da panella, perto da estacao do
Chacn.
Todos os objectes sao de apurado gesto e achat-
se em ptimo estado de conservaco, por ter sido
montada dita casa ha pouco tempo.
A's 10 horas e 15 minutos, partir um trem ex-
traordinario que dar passagem gratis aos concur-
rentes ao leilao parando em todas as estacoes at
Ponte de Ucha, e d'alli em diante ser expresso
at a Casa Forte.
Grande e variado
leilao
Sortimonto de ferragens, trilhos, ferramen-
tas, bataneas e amitos outros artigos no-
vos e usados
Constando
de varoes de too e de ferro, chapas de ferro, bar-
ris com pregos, ferro da Suessia, canos para bom-
bas, ditos de barro para eagoto, guindastes, ma-
cacos, pedras para afiar e ditas para calcadas
trilhos patentes, cabos, grades, portas, tablelas'
alavancas, ps e machados.
Rodas para trilhos, ditos para carrocas, ditas
para carrinhos de mi, trilhos provisorios, levas
patentes, barra com cimento, porteiras de ferro,
machinas de misturar cimento, phares, lampeoes,
vidros, serra circular, (patente) balancas de bra-
co, dita decimal e urna dita inglesa patente, cha-
ves inglezas, tornos, grampos, eixos e lima-.
Senas, serrotes, porcas, parsfuzos, (grande e
vanado sortimento) trinques, plainas, galopas,
trinchas, goivas, furaderes, marttllcs, picaretas,
enxs, ps, ferrolbos, carriteis, machados, trados,
fouces, cajeados, mancaes, biteis de ferro, pinceis,
macetas, barricas com estupim, grades para ja-
nella e rouitos outros artigos novos e usados, que
estarao patente ao exanie dos concurrentes.
Quarta-felra, 8* do eorrente
No armazem, deposito da ra dos Guara-
rapes, junto fabrica de sabao
dos Srs. Fonseca & Irmao
Wilson Sons & C. fasem le dio, por intervencSo
do agente Pinto, das ferragens, ferrameotas o
mais objectos, existentes no armazem, deposito da
ra dos Guararapes, junto fabrica de sabio.
A entrega effectuar se-ha em 48 horas, por ter-
se de effectuar* entrega da chave do mesmo ar-
mazem.
O leilao principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos e difiVrentes lotes.
AVISOS DIVERSOS
de 1 silhao, 2 sellins e um arreio nicklado
para um cavallo de cabriolet
Segunda-ieira 20 do corrente
NO POCO DA PANELLA
Por occasiio do leio de maveis, louca e vidros
da casa que morou o Sr Hall.
Leilao
lOiu c
ia o fono por
Segu com brevidnde. para os portos cima a
barca portuguesa Altianca : para o resto da carga
e passageiros, trata se com os consignatarios Jos
da Silva Loyo & Filho.
LtilLUES
E' esperado dos portos do
sul at o dia 18 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
Lisboa e llamburgo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhbi-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADO VIGARON. a
1* andar
AVISO
Oa biihetes serio vendidos das 10 horas da ma-
aha "t As 2 da tardu no Ship Chandlers do Sr.
Ch.rlc Pluym & C., ra do Commercio n. 24
ti na b'lhetaria do pmvilhin.
O espectculo princiar s 8 1/2 e acabar s
11 : sen ponto.
it manila Domingo
h'eDunda
grande estra.
tnned SUtes k Brasil Mail S. 8. C.
O vapor Advance
E' esperado do sul no dia
27 de cerrente, seguindo de-
pois da demora necessaria
para
Maranho, Para, Barbados, *.
Thomaz e Xewl'ork
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
*e com os
AGENTES
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port-
NcwF, at o dia 1 de Ou-
tubro o qual seguir depois
ila demora necessaria para a
Babia e Rio de Janrlro
Para carga, passagens, ene edinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENT
Henrj- Forslcr k .
N. 8 RUADO COMAULliClO N. -8.
1- andar
CoTpanbla Bahlana de navega
eao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha
0 vapor Marpz ie Caxias
Commandante Nova
Segu impreterivel
mente para os porto
cima no dia 19 do cor
rente, m 2 horas da
tarde. Recebe carga
niexmente at o 1/2
dia do dia 18.
Conforme o annuncio na columna dos leudes,
deve ter lugar no dia 22 do corrente um grande e
variado sortimento de ferragens, ferramentas e
muitos cutros artigos novos e usados.
Segunda-feira, 20, haver um trem extraor-
dinario s 10 e 15 minutos para a Casa Forte com
os cncorrentes :io leilao de movis, louca e crys-
taes da casa de residencia do Sr. Hall.
Leilao
D livros, entre os quaes differentes obras de
direito e li'teratura
iiiiiitn feira O do corrente
A's 11 horas e meia
Agente Pinlo
Ra do Bom Jess n. 43
Agente Siheira
Leilao definitivo
Segunda feira, o do corrente
a's 11 horas
A' rua-estreita do Rosario n. 24
O agente Silveira, por alvar e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz da provedoria de capellas e resi-
duos, levar leilao a uietade da casa terrea
ra da Alegra n. 2, e o solo ra d<> Bario da
Victoria onde est) edificsdos o sobrado perten-
cente a Joaquim Antonio dos Santos Andrade, e o
da casa terrea n. 8, do Io becco da Camba do
Carmo, i solo onde : asenta as casas terreas ns.
14, 46 e 48 da ra d i Gloria, o solo onde assentam
as cnsas terreas ns. 73, 75 o 78, ra Velha, bens
perten.entes ao accervo de Antonio Martina de
Carvalho Azevedo. ____________
Agente Britto
2 leilao
Da metide da casa terrea n. 15 ra do Ca-
rnario, com 29 palmos > vio e 48 de rundo, 1
porta e 2 janellas de frente, 2 salas, 3 quartos, co-
zinha, 1 qnsrto ext-rno e quintal murado.
Duas quintas partes da casa terrea n. 11, ra
do Carnario, com 28 palmos de vio e 49 de fundo,
2 salas, 3 qunrtos, eozinba e 1 quaito tum, quiu
tal murado, oei teneente ao acervo de Antonio Mar-
tina de Carvalho A, vedo.
O agente cima, a mandado o na presenca do
Exm. Sr. Dr. juiz de di.eito da provedoria, ven-
der as referidas partes da* duas casas.
SABBADO, 18 DO CORRENTE
A's 11 horas
Leilao
De fezendae, miudezas, jotas e cadeias Je
plaqu, no armazem ra de Pedro Af-
fonso n 43.
Agente Brito
Vender mais 1 cavallo andador, sellado com
arreios novos, 1 cofre, 1 serafina, 1 b Ico de volta
e registro de gaz, 1 grande fiteiro de_ ""J^'
envidracado, 2
guaraas-loucas, 1 guarda- roupa,
Para taiga, passagens, encommendas e dinheiroj lavatorios cu> pedra, 1 secretaria de Jacaranda, 1
trefe- fracta-sena agencia ]toillet novo, camas, marquezoes, 1 berco, 1 cami-
7iiua do Tigario 7 t pra crisnes, 1 mesa elstica, 1 mesa grande,
De bons movis e louf a
Sendo : Urna solida mobilia de Jacaranda, com
tampo de pedra, 2 lanternas com pingentes, can-
dieiroe de gaz, tapetes para portas. 1 importante
cama franceza de amarello, 1 lavatorio de ama-
rello com espelho, 1 guarda vestidos de amarello,
1 cabide de amarello, 1 mesa redonda de ferro, 2
cadeiras de balanco de jucarand e 1 colxao.
Urna mesa elstica de amarello de tres taboas,
1 guarda-louca, 1 aparador de amare.lo entalha
do, 6 cadeiras de junco com pouco uso, 2 mesas
de louro, 1 taboa e cavaletes para engommado,
louca de jantar, dita de almoco e muitos outros
movis.
Segunda feira, O do corrente
A's 11 horas
Na ra da Conceicao, da Boa-Vista,
casa n. 31
O agente Martins, autorisado pelo Illm. Sr.
Jos de Aasompcao Macedo, que se retira com sua
familia para o Rio de Janeiro, far leilao de todos
os movis existentes na referida casa, ao correr do
martello.
Entrega e recebimento em actto conmuo.
Alnga-se casas a 80G0 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.
Alaga-se quatro casas na ra Imperial ns.
102, 104, 132 e 36, caladas e pintadas, com com-
medos para familia, e precos razoavcl : a tratar no
Recife, caes do Apollo n. 45, ou na mesma ra
n. 130, at as 9 horas ou das 4 em diante.
na ra
Leilao
De 1 mobilia de Jacaranda antiga, 2 espelhos de
moldura dourada, ti quadros de moldura dourada,
3 lanternas e casticaes, 2 jarros, 2 cadeiras de jun-
co de balanco, 1 lavatorio de ferro com pedra, 1
mesa clstica de 3 taboas, 1 guarda-louca pequeo,
perte centes massa fallida de Francisco Teixei-
ra Barbosa.
Terca feir 91 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olin
da n. 19
O agente Gusmao, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito da commercio e a re-
querimento do ado inistrador da massa fallida de
Francisco Teixeira Barbosa, far leilao com assis-
tencia do mesmo juiz, dos movis cima menciona-
dos, pertencentes referida massa. ___^
De 20 encapados cora fumo do Para
Terca-feira 1 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olin-
da n. 19
Por intervenco do agente
Gusmao
Agente Silveira
Tercafeira 21 do corrente
A's 11 horas
A' roa estreita do osario n. 94
O agente Si.veira, por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz d orphi.s, levar a lei-
lao o engenho Penedo de Baixo, freguezia de S.
Lourenco da Matta, enmarca do R-cife. espolio de
D. Anna Maria da Rocha Falca, sendo o enge
nho edificado margem do Capibanbe, moeote,
com bom cercado de pastagem c excellentes mat-
Os Srs. pretendentes podem examinar a refer
do engenho. __________________
Leilao
De 29 barris com plvora
(Com toque de avaria)
Quarta-feira 22 do corrente
AO MEIO DIA
No armazem da ra do Brura, junto fa-
brica de sabao, e por occasiao
do leilao de ferragens
O agente Pinto levar a leilao, por autotisaclo
da Transatlantische Handelsge sellschaft e por
centa da Companhia de Seguros de Hamburgo, 27
barris com plvora, de 25 libras cada um, marca
Leao, com avaria d'agua do mar, e depositados na
Imberibeira, onde podem ser desde j examinados
pelos pretendente3.
Precisarse de urna engommadeira
do Rangel n. 9.
Aluga-se o 2- andar da ra da Penha n. 29
e a casa terrea da ra Vidal de Negreiros n. 140:
a trr tar com o Pinbairo, ra Duque de Caxias
n. 66, loja de miudezas. _______^^
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; a
tratar no sitio do Dr. Valenca, na estacao da Ja-
queira.
Urna senhora de boa moral tem para alugac
em sua casa um quarto, porai que seja ilguiu
senhora idosa e de boa co ducta. A mesma se
nhora offerece se para tomar sob sua responsabi-
lidade a educaco de aleumas meninas que este-
jam no caso de haveren: p- :i mi ou pai, pois
tem as precisas qualidades pata uesempenhar
esse magisterio : trata-se na ra do Mrquez do
Herval, casa n. 182.
Aluga-se a metade da casa n. 99 ra do
Visconde de Goyanna, antiga do Cotovello, por
8000 mensaes, a alguma senhora viuva ou sol-
teira, de bons costumes : quem pretender, dirja-
se mesma casa, que achara com' quem tratar.
frecisa-se de um caixeiro com pratica de
calcados ; a tratar no pateo da Santa Cruz n. 2.
O abaixo assiguado, para evitar duvidas fu-
turas e contestaces, declara que o nico re-
presentante da firma de Moraes & Marques, e
tambem o nico habilitado a fazer cobranzas de
dividas activas e pagar as passivas; e taz esta
ieclaracao pata que ninguem se chame igno-
rancia
Recife, 16 de Setembro de 1886.
Bomo Jos da Silva Marques.
Vende-se um sobrado sito ra de Mathias
Ferreira, na cidade de Olinda: a tratar na mesma
cidade com o ir. Diogo Vianm ladeira da S.
Vende-se o hotel da ra da Assumpcao n. 8
bem afreguezado, p.oprio para principiante, e o
motivo da venda se dir ao comprador ; a tratar
no mesmo.
Hede-se aos abaixo notados, o favor de vir
ou mandarem ra do Marques de Olinda n. 51.
Odilon Coelho da Silva, Alfaudega.
Pedro Siqueira, Alfandega.
Frederico Vieira.
Manoel, do Banco.
Vende-se um grande rancho as barreiras
do Caxang : a tratar com Jos de Azevedo Bra-
ga & C. ra do Mrquez de Olinda n. 51.
Aluga-se o 2- andar ra das Larangeiras
n. 12, por commodo preco, e i casa terrea n. 9-
ra do Calabouco : a tratar na ra das Trinchei-
ras n. 17. _________^^^_^____
Precisa-ee de urna ama para ajudar outra
na cosinha : na ra de S. Joao n. 35.
Caixeiro
Quem precisar de um caixeiro com pratica de
molhados, deixe carta com as iniciaes F. S. E. M.
ra de Gervasio Pires n. 49, taverna, des Srs.
Magalhaes & Santos.____________^^_
Ama
Precisa-se de urna ama para engoma ar e fazer
mais alguns servicosde casa de familia, que dur-
la em casa do patrio ; na ra de Riachuello n.
57, portao de ferro. __________^^^^
Furto
No dia 16 do c ^rrenfc>, s 3 horas da tarde, fur-
taram do sobrado ra de S. Francisco n. 8, um
papagaio fallador, em gaiola com corrente. Gra-
tifica se a quem der noticia.
Noivos e noiras
EncontrarSo sempre aa Graciosa, ra do Cres-
po n. 7, urna variada colleccao de objectos pro-
prios para casamento, como sejam :
Capellas com veos, de 54 a 251000.
Gnnkldas de fljres de larangeira a bf e 6f.
aligas de seda bra ca a 1$ e 2 Jo00.
Luvas de pellica branca para senhora a 2f 500
o par.
Ditas de dita para homem a 3 o par.
Meias abertas de fio de Escossia para senhora a
2000 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 8#000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para homem
a 1*500.
Leques brancos de setim, de 6, 10# e 15*000.
Gravatas brancas de cambraia a 800 rs.
Ditas ditas com laco a 1*000.
Ditas de setim branco a 1*500.
Duarte *fc C.
Walfrlilo da Silveira Tsivora
Luiz Antonio da Silveira Tavora convida aos
seus amigos para assistirem a missa que tem de
mandar celebrar por alma de seu filho Walfrido
da Silveira Tavora, no dia 20 do corrente m--z,
trigsimo do seu passamento, pelas 8 horas da
manha. no eonvento d Carino
I.
ilbo
AbrancheN
Pelo descanso eterno de D Maria Joaquina de
Carvalho Abranches, fallecida a 13 do corrente,
mandam seus irmaos, Dr. Jos Zacaras de Car-
valho (ausente), Lourenco Jos de Carvalho, D.
Candida de Carvalho iessoni e seu sobrinho Ali-
pio Z. de Carvalho, resnr urna missa na igreja da
Santa Cruz, no dia 20 do corrente, s 8 heras da
manbS. _______^_^_
e viuvas
Podero ir A Graciosa, roa dj Crerpo n. 7,
que acbarao sempre artigo proprios para luto,
taes como :
Leques pretos de papel, setineta e setim.
Vsl'as, brincos, ptseiras e broches pretoa.
M. ias prctas, fita, bicos de linbo, 12 e seda
pretos.
Guarnicoes para camisa de homem.
Cadeias de fita, retroz e metal, pretas.
Meias pretas para criancas.
______________arte C.
BBffleaios m curamr
Sem dieta escm modifi-
cares de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde do
Rio Branco n. 14
Esquina da ra do Reqente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
maceulico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvudos pelas juntas de hygiene da Oorte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de imbiribina
_ Restabelece os dyspepticos, facilita 'as diges-
toes e promove as ejeccoes difficies.
Vinbo de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella. a hjpoemia
intertropical, rtconstitue os hydropicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommt ndado na bronchite, na hemop-
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
_ E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
nismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas .;om a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer-
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflammacoes do figado e baco
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as coovaleseencas das parturientes
urtico antefebril.
Dopesito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva k C.
23RA MRQUEZ DE OLINDA-23
sino o ir i
AOS
1OO:8O0$O88
Ba do Baro da Victoria n. 4 o
e casas do costnme
BILE SABAHTE90S
O abaixo assignado acaba de vender
os vigsimos de ns. 8,190, 21,092 e
22,264 com o premio de 2:000,J0O0 e os de
ns. 3,500, 7,780, 15,611 e 21,060 com o
premio de 50J5000 da 1.a parte da 1.a
lotera que se extrahio a 16 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida ao
possuidor vir reeeber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se venda os afortunados bi-
lletes garantidos da 2.a parte da 1.a lote-
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se excrahir a 22
do corrente.
1 Ti'gessimo lfJOOO
Km qnantidade malor de lOOtf
1 viges8mo (J900
Joo Joaquim da Costa Leite.
Regulador da Mari-
nha
Este importante estabeleciraento de re-
lojoaria, fundado em 1869, eat funcio-
nando agora ra Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Ro-
gularaentacao dos relogios: Arsenal de Ma-
rinha, Estrada de Ferro de Liraoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pernambuco, As-
sociaso r.orainercial Beneficente, Estra-
da de Ferro do Recife a Caxang, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada de Ferro de Caruaru' ; cercado
de intelligentes e habis auxiliares, faz con-
certaos por mais difficeis que 8*jam, nao
s era relogios de algibeira, mas de pndu-
la, torre de igreja, caixaa de msica, ap-
parelhos elctricos e telegraphicos.
O mesmo acaba de reeeber variado sor
timento de relogios americanos que ven-
de de 74 a 20$ de parede e de mesa, des-
pertadores de nikel.
Aos seus collegas vende foruecimeto em
grosso e a retalho : e aceita encommendas
para seu correspondente em Pars.
Acha-se bera montado nesto estabeleci-
ment um observatorio pelo qual regula to-
dos os relogios martimos a terestres.
Recebe asssignaturas para dar a horacer-
ta desta cidade pelo telepbone n. 458.
Preco commodo
Em frente de sen estabeleciraento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res podero ser vistos pelos passageiros da
Ferro Carril, tendo sempre a hora media
desta cidad* determinada pelas s as ob-
8ervac5''s astronmicas.
Antonio Jos da Costa Araiujo.
lill!lHll!HncADO b mcwjiad
15, RindaPoitM, 15
pars
OX-.B30
OEROCOUE
Xaturat
FerroginesoeCrMsobdc
Sas prlntitvs fiTfUs


Diario e PmiaminM"-- Sabbado 18 de Sctcmbro de 1886

AVER
DE
nu SEZOES
AYrRS AOUE CERE)
MEnrtEtoMcnrra
M
FcbreslntermtenlesJ
;p.:;:se Biliosas:
s.os Calanos,
f. VODAS AS
....^dudosas.
r
Aluga-se
predio n. !40 ;i ra Imperial, proprio para es-
ibeleeirteoto febril : B 'ratar na ra do Cmater-
o n. 84, com J. I- de Mediros Reg.
Alagase barato
Ra Viseonde de Geyanna N. 79
Ra do Calubouco N 4. lija
) annazem da ra do Coronel Suassuna d. 141
Ra do Calan tic-- n 4, 1." andar.
Ra de S. J. s n. 71.
ua da Baixa Verde n. 5.
Jasa terrea di travesea de S. Jos n. 23.
IVata-ae na ra do Comm roio n. 5, 1* andar
aeriptorio de Silva Guimare & C. ____
Ahiga-sc
casa n 1 na L-tnhranca do Gomes, em Santo
Imaro, tem agua : a tratar na ra da Jmperatriz
. 32, 1. andar.
I uga-se
4S casas da ra do Vizconde de Guyanna ns. 159
167, com agua e gaz : a tratar no largo do Cor-
po Santo n. 19, esc iptorto.
Aluga-se
a sala de drttraz do 1 indar ra TYimeiro de
Marco n. 18, muito propria para escriptono de
qualquer saturen : a tratar na loja de asesino
predio.
Aa-se
a easa da ra de 8. os n. 29 ; a tratar com o
Piibeire, roa Duque de Casias n. 66, loja de
miudezas.
\llll
Precisa-ae ie urna ama
durica em casa do emprego
.4, 1 andar.
para cosinhar e que
; na ra da Conceico
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINAS
MARTTS* BASTOS
Pernambuco
NUMERO TELEPHONICO N* 3S
Agua florida. Extrahida de flores bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida
de e Bas propriedades benficas, excede
a tuda, que ueste genero tem nppareeido de
inais celebre.
Tnico americano. E' a primeira das
preparacSes para a bellos Extingue as caspas e outras mo-
lestias cepillares, faz nascer os cabellos,
impede que erobranquecaiii e tem agrande
vanti'gem de tornar livres de habitantes as
cabecas dos que os usam.
01.0 vegetal- Coropcsto com vegetal
innocente, preparado para am a( iar, for-
tificar e dar bniho aos cabillos.
Agua den'ifncia. Exc lente remedio
cmtra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o u o hlito.
Vend -s? nas principaes casas dsta ci-
dade e na fbrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEFHONE N 33
Ama
PrecMa-se de urna ama que lave e cosinhe : na
(iraca do G.nV i'Eu u 10.
Ama de leite
Precisa-se de tima ama -ie leite com urgencia.
para lioda. no Varad..uro : a tratar em easa do
Dr. Demoerit'i Gavalcante.
Ani.. para engommar
So largo do Corno raulo n. 19, 2- andar, se
precisa de urna ama para engotsmar e tratar ce
enancas
Serrara a vapor
Caes do Cap.baribe n. :
N'esta serrara encimtraro os s.nbores fregue-
ses, um grande sortimento de pirhj de resma .:.
Hnco a dez metros de compnmenro e de 0,08 ::
',24 de esqaadros Garante ir preco mais como
:o do que em outra qualquer parte.
Francisco djr Santos Macedo.
PI\HO DE RIG1"
de 3X9. 4X9 e 3X12 ; veiwle-sp na serrara a va
por de Climaco da Silva, caes Vinte Dons de No
vembro n. -6.
Assucar especia1
Joaqu'.m S'ilgueiral & C pro, nefarios Tin ma
bem montada refinacao deata cidade, scientirieam
no publico < m geral e espe-almente ao commer
co. que tera sempre um completo sortimento de
asneare*, tanto eu Caroco como refinados, de 1*,
2" e 3' sotte, e especial refina lo com ovos, o me
Ibor que se encentra do mercado, e rodem de
prompto sattsfazor qualquer pedido que Ibes teja
Jeito, p.'is para aso tem sempre um grande depo-
sito. Garai.tem a boa execuyao e Iimpeza de seua
productos. T' I phonf n.-445 -
Hua Birelta n *
.Milita atten^o
Alujra-se e pintad, omurn agradavel ai iosmho arbjrisa
do, no lugar do Espinbi-iro, arrabal de escolhido
para a tade ; trata s na ra do Barao da Vic
toria o. 14, collogio de S..nta Luzia.
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cerecreacer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cabir ou de embreo que-
cer, e infallivelmente o
torna eapesso, maeio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1S9D. E'o nnico perfume no mun-
do que tem a approvaijo official de
um Governo. Tem' dnas vezes
mais fragrancia que qualquer outra
e dura o ilol.ro do tempo. E' muito
uiais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
canto- no banbo e no quarto do
iloento # E' especifico 'nntra a
fronsidio o debilidade. ajnra as
dores do cabeca, es cansa90s e os
desme.ios
Jarope le Vicia le Benter No. 2.
ANTES DE USAl-O. MPOIS E tWl-O.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Sypbilis, Feridas Escrofulosas,
Affeco.oes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
encas do Sangne, Figado, e 4tins. Garante-ae
qne purifica, enriquece e vitalisa o Sangne
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian
3 e para a cura das moles-
; da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
faixeiro
Precisa se de um caixeiro de 12 a 14 annoa,
com pratica de taverpa : na ra das Trincheirae
numero 23.
Caxan^
A'ugam-8e quaitos m hi hados a 15 mensaea,
no antigo bitel de ( a zanga, navio) a mu timbcm
comrnod e can coeinha e d. pindeueias para fami-
lia : a tratar na ra Priinoiro de Marco n. 25 loja
de joias.
Do resprilavcl c-onselhn Iliterario
Convidain s a preciosa attenco para o artigo
estampa de no Dwrio d uomi go ultimo, epigra
phado :Ii -!mi c,o Hub'ica.
Reeif-, 7 d- Sel mbro de 188ti.
AS KiS DE FUfliUA
Para remediar fraquezaas criancas, deten-
?olver suas forras, seu crescimenlo e preser-
val-us dos polesttaa communs idade tenra,
os prin' ipaes Mdicos e Merr.btos da Academia
de Medicina receilao, com grande xito, o verda-
deiro Racahout os rabes de Delangrenier,
de Beriz. E>te alimento multo agradavel'coib-
posto de substancias vefetues nutrltia -e
'fortificantes, se espalhc itr tda a eiomoea
eem vista de suas proiiiodades artalealia, ,
melhora a composicao do luioe das aenerae
Jue criao, e 'reMu!ra as torea oufnQaecidas
o eatomaijo.
thpot Drpns't
Fia<
> Pf-rnambu-o <-u%b ie
M noel da Silva & C
ALCATRAO DE GUYOT
GODIION DE GUYOT
O Aleatri e Gnyot serr para preparar urna aga de alcatra, muito efflcaz e agradavel aos
mais delicados estmagos. Purifica o arip;ue, augmenta o apetito, levanta as forcas e efflcaz era todas as
doenfas dos pulmos, catarrhos da bexigoa e affecros das mucosas.
O Alcalro de Uuyot foi eiperiraentado com vantagem real, nos principaes hospitaes de Franca,
da Blgica e Espanha.
Durante os calores e em tempo epidmico urna bebida hygienica e preservadora. Um s Tidro basta
para preparar doze litros d'uma bebida snlutnrissima.
O Alcatro de inyot \l l aE'ATI4 O vendido em Tidros trazendo
no rotulo e com tnez cores a assin;natura :
Venda a varejo na mor parle das Pbnrmaciaa. Fabrieacao em
atacado: Caaa I.. FRGRE \, rne Jacob, Parla.
THESORARIA
DAS
Acha-se a venda a 2a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Miscricord a do
Rceife que se extrahir quarta-feira, 22 do cor-
rate pelo seguate
:"-l:XX000
24,000 bilbetes a 16*000
Beneficio, sello o commis-
sao...... 69:0600000
Premio de.
Dito de .
Dito de .
Dito rio .
Ditos de 2:000^000
314:9400000
100:0000000
30:0000000
10:0000000
a ie rite na .'id que sahir
o terceirj premio
2 Approxim a c 3 e 8 do
2:000000 0 para o pri-
roeiro premie
2 Ditas de 1:000^000
para o segundo premio
2 Ditos de 0500000 para
o terceiro premio .
4:00 3XXX) 2,400 premios de 200000
14:0000000 para torios os algaris-
10:0000000 mos tnaes do pri.n iro
8:0000000 premio ....
2,400 Premios de 200000
para todos os algaris-
19:9000000 nms finis do secundo
pr- ....
a centena em que sa-
hir o segundo premio
99 Ditos de 600000 para
Caso a tcrnMBagSa do sogunao premia s.-ja lga mero immediatamente superior
Esta lotera divide se era 20 partes e os biil'e.-s em vigessimos de
cada um,
Os premios maiores de 2000000 ero cada parte < Mo uj ;os ao i npo.
vincisl de 15r0 e 5[0 adconl sobre o referido imp<
EXTRA! gO PELA MACHINA PICHET
Tbe>.oiir.ria d8 lotera s, 17 do Setembrn ii 18Bij.
Augusto Octaviano de 6ouza,
Thesonreirn.
Fumo Para
Para a fabrica V iicgou fum ) fresco
d. sfiado, em latas d. 15C e 250 ?rammas.
Una do Baro dn Victoria >. 39
Aviso
O abaixo apsignaoo partieipi que mndou o seu
eecriptorio de agenciar eHrgas p..ra suas embar
cacui'S, para a ra do Tuyuti n. 12. nur'ora da
Lapa. Recife. 13 d. Beteaahro de 188K
Barthol.meu LTlreoc^.
Caixeiro
Precisae de um caisriro de 14 a 16 annoa,
que d fiador de ana c uducta ; no largo do Mer-
cado n. 13
AMAS
10 Ditos de l:OOO0(tOO .
16 Dito de 5UO0"O .
99 Ditos de 2iK'0OOOpara
a centena em que sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 1000000 p.:ra
9:9000000 5,140 Precias
5:9400000
.4:0000000
2:00000 0
1:3OO0OOO
48:0000000
1S:OOO0OOO
0 000
Preciaa-se de duas amas, urna para engommar
e outra para cosinhar ; na ra Imperial n. 42.
Peitoral de Cambar
(*)
PREQOS
Nas ag"neiH8 : frasco 2500, 12 duzia 13/ e
duzia '45000.
X s aub'Ufrcnci'is : frasco 25800, 1|2 duzia
15*000 e duzia 28i000.
Aprentea c depositarios gtraea em toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva le C, ra do
Mrquez de. Olinda n. 23.
Insijiicfio publica
O delegado littcrario de Vicencia, conteate, se
pode, com documentos serios, publicaco inser-
ta no Diario de houtem, Bob a 'pigraphe cima.
Recite, 6 de Sete:nbro de l88tj.
A voz da moral.
:!4:!
. nu-
) ris
pro-
Cuidado cor, a Falsificacb!
AGUA de MELISSA1
dos Carmelita:
BO
tjriioo Si-ioosaor dos Carmnlitai
PA.RIS, 14, Ra de l'Abbaye, 14, F-A-RIS
I Contra a Apoplexia, o Qbolara, Enloo do mar, os Flatos, as Clicas, Indi- y^~ /]
I joattan. i rnirr i-------- ef nnsc-Kto no qual viientol'itlo cid.i tidro. J Dve-ae exigir u letrot t branco e preto. orn luiios os vidros,
aeja qual Rir n l.m.anlio, C.iyi ra :
Depsitos em '.oda:, :\.. PUa.cuiacias das aaarica.
SOLiO 0ORRE
Exigir o tilo
Frtnou.
AO CHLORHYDRO-F tOSPHATC- DE CAL
di reconstltulntes adopUido por todos os Mdicos da Carosa aa
nema, C/tinrosis, Tsica, Cackexia, BtrrofiUiic, Rachitismo, Doenctt
racimetto ifflcti das criancas. Pasito, Dytptfisias.
n, J9, nato Ctsrche-Hidi. Btpnius_ta ariaciaies IharaudM.
Ptntura domestica
PHAHMACIA DE
Mermes de Souza Pereira 4C,
Soccessores
Recf-beu grande aortim^nto d'est* exeellente
tinta de todas as vres e em latas de 1 a 5 libras,
que coutinuam a vender pnr commodo preco.
Qualquer pessoa (menino ou criado) pinta com
perteicao.
Com esta tinta podem todos com p-uco dispen-
dio conservar suas casas sempre limpas.
M do Itrpz te Olinila i. 21
Agradavel e til festa
dobospital portu-
guez
Prdro ntunea ft C apreen*ain mais urna vez
a aua humilde cimpa para nao eaquee r, e pedem
em reserva s Ezmas. Sras. para lancare:' suas
vistas ao toilette reai rvado, pois i ultima hora nao
hav'-r mais temp^ para comprar um par de 'uvas
de seda de cor ou prora, punho alto ou baixo, um
boniro e elegante leque de seda on qualquer outra
qua!:dade. Ah! j:i me lembro K os bicos de
corea que preciso reformar aos braneos, t mbem
os pentes com vidrilhos, as trancas com vidrilhos
de cores, e as indiapensaveis fitas largas e estili-
tas para 09 lacos da ultima hora, bonitas meias
arrendadas, brancas e de cres. Em resumo um
frasqumho com eptrato Guerlain, e umitas outras
cousas, que por falta ie eapaco e tempo, confia-
mos aos bons cuidados das amarveis leitoras. Nao
esquecendo que o Pedro Antuuea & G. do 63
ra DHque de Caxias
>>i. Eftperan^aa
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO H0LL0WAY
Cal 1 ir,r 111 de .1 i^uarilie
Al ri .- na do Bom
um arin: zem onde se v
te a Bup r"r < ,"\ virgi-n.
acoti'ij Um
fabri u
Est. I
veni d.....i i f;
fixo i '.;
n barrias pt ,
-n ar
nada
J-sim n. 23,
itonien-
e Jtguaribe,
P'-ra o
i
inf.
iro, ven 'i

qu
nos
S,
fe
J.-s C i
Jaguan
h' ...
nest
com es
23.
Na ni*
V.
\< lo prego
b r. ca p c trae o que
'e Nxai iai o Sr.
ira propri. i i
uj a p. dr- ir; t uunw
11 g d'i da vi-n ni '.lu n;.e
f* n Sr Srl> ; H' zerr,
I t r o ra M B h .lesna n.
\nmim
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os males de peraas e do peito tambero r*.ra
as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota-e o rheumatismo e para todas as emfermi-
dades de peito nS se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores nas glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os metabros
contrahido* e juncturaa recias, obra como por encanto.
Basas medicinas so preparadas smente no Ratabetccimento do Pnsfessor Holiowat,
78, NEW 0XF0ED STEEET (antea 833, Oxford Street), LONDBBS,
E vendemse em todas as phmrmacs do anireno.
t%f Os compradores alo convidados respeftocamente a examinar es rotaros de cada eaiaa e Pace, se nao leem a
diieccao, 533, Oxford Str^t r.3 nlsincacoes.
XDAIHA DE HON'ST
9 OLEO CHETRIEn
4ew*alecta tmoo Oii*m/co( o ou* multo
jutmttrU a p'oo'/stfirfii ao
6 OLEO de FIGADO
DE 8KU0 FCIhuAHtU
da rica ortot'aciQ oua permttte
tdmn'Strar i Ferro *cm tro-
4ui>r Priaio do Ventro, mam
fioommodo.
INSIT8 |flnl m PliIS
1!, ru $ raik4-lntaarut, 31
\GA00j
$RANC(H0IRrj ?s
U0IN.OSO]
y' y
J.EVRIER.

DIPLOMA DB BON
RBCEITADO POS TODAS .
Colabriiales Hcflicts |
CA rRANyA E BABUROPA
MOUSTIaS^DO PEITO,
IFFrXy-QES ESCR0FUL0MS
CrU-OROSIS,
INEWIA, DEBILIDADE.
TSICA PULMONAR,
SUONCHITES, RACHITISMO

Vinho de Coua
DEPSITOS Eat TODAS AS PRINCIPASE PHARMACIAS DO BRAZIU.
Oir certa em 3 las sem mitro medicamento
PAMIS 9. tutUerur* MMmoim. 9 PAMM
da* aaE. .-.iANCAS, Mas !;OiyVUE Por oso d i H'HPHATISA PitHtrmm.
PAJUZ, a. Areaue Vlolona, g, PAJUZ.
HmmtKm : raant-^.
'LLAM'A'illlSII
N. 44Ru i do Bra-m-N. 44
mw a w rirffti mis mm
IViu p-i-ra veiiii*-.r, por pret modieos, as b< gainib
Tachas tundidas, batidas I .das.
'CnvHi,-.1i-t to -iiv> .-so.-..,.|,i; liM'ae -i.- MpWnts laMin. I
DtMK ii^u!;
VaranllM^ ii- u-.ti. biti -
hus .h dito iuiki',... lato*
1'oruiij.i fornlh.
Batiuot de (rrailiauiiitn ijara iarrltm.
'.Vapora de 'toiyn >: -i. ;hv1os
Altre-lKlrar. de IO 4 4*~> pJ,lifypu\M> 4 pailadura
<" H 4tftit>. iryatfMun jL.ai'dri>.
1/feaBTegam'Be de rn rtne, e aasentamento de macrunismo o
-l^trabal'i iui pahteiyio e pri-stc.a-..
AOS
400:000S000
sILSSIES usasiisq:
23ra Prinieim de Mar^o23
O abaixo assignado, tendo vendido nos
seus afortunados bilbetes garantidos os ns.
16,642 com a sorte de 10J:0(X'i>, 13,757
com 30:0000, -22,944 com 10:000,5. 10,854
com 4:000<$. 12,7o9, 10,tf6 coro 2:0005,
18,098, 11,854, 5,425, 5,658, 6 353 com
1:0000, 5,227, 4,649. 11,577, 22,388,
3,294 e 21,358 cora 5000000, da 1. parte
da 1." lotera extiahida ero 1(5 di> corrente,
convida os possuidores vrrem roceber in-
tegralmente.
AcIiHui-se venda os eeus afortunados
blhete8 garantidos ri.i 2.a parte da 1.a lo-
teria a bi-nfioio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrahir quarta
feira 22 do corrente.
PKEC0S
1 vigs8roo 10000
Esa por?> de lOO. p* lena
1 vigessiroo 0900
Matinal Mar+itu Fina
Oleo de moeot
Superior c 8em fal-dfioicio vende Lu;z Jo da
Silva (iuioarAV, ra do Commiri-io n. 5.
12
Casa filial ra do Ca-
bg n. 12
Recebaran novamente uro esplendido
sortimento de chapeos de sol de todas as
qualdade8, para senbora, lisos e bordados^
grande variedade em cores ; e para horaem
grande variedade em cabos inteiramente
no^os, ;:!iipos para crianzas, chegar no-
vo sortimento.
N. L. Fbricam-se e conoertarn-se cha-
peos de tjdas as qualidadrs, com perfei-
5S0 e rapidez a roaii r possivel; pois co-
bre-se um chapeo em menos do urna hora.
Amostras levara se em qualquer parte.
Vende se em gross^ e a retnlho
GMULSO
SCOTT
DE OLEO FURO DE
Fisrado de 'aealho
COM
Hypopliospltitos de cal e soda
tpprovada pela liin.a de Ely
gleae e antorlsada pelo
governo
E' o melhor rcm. dio al hje dea-.oberto para s
dailea broncblleN, eairrnplinlaai, ra-
ctaltiN. anemia, ehllloadc en (eral,
deflnxoa, loataie elironica e nITerefie*
da pello e da garxanta.
E' muito superior ao ol.-o simples de figado de
oacalbo, porque, alm de ter ebriro e sab-jr agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas ao oleo, lm das propriedades tnicas
recenatituint.3 dos bypophosphitoa. A' venda nai
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
Pinho resina
de 3X7 al 3X12.
Pinho forneo (da Suecia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VENDEM
F*nse
Folhinhas
De Laemmert
Para 168'/
CHEGARAM as afamadas tjlhinbas de Lae-
mert : 1, Recreativa, -' Trovador. 3 Divertiment
de salo, 4 Histrica, 5 M..r.li.-ta, 6 Jogador, 7
Cmica, 8 Romancifta, Si Cupiqo, '0 Jarriineir,
11 MMi.oiii-a, 12 Charadii-ta, 13 Sonho., 14 Dra-
mtica, 15 Contos morana, 16 divertida, 17 Thea-
tnl, e mais oitooatroe, e vendm-se na casada
G LAPORTE vv C.
46Riia dn Iinperadtr46
(Grandes abaiiini-ntoa nas v< ndas em groBSo)
Barlieiro
Precisa-ae de um official de barbeiro : na raa
do Livramento n. 17.
Criado
Procibu-se de um criado de 14 a 19 anuos ; a
tratar na ra do Coromercio p. 44, ou Paysand
n. 19 (Passagem da Miigda'ena).
ioseotaiieipioGiiDros
Toiuem nota
Trilhos para engenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
Hachtoismo completo para en
genhos de idos ns i aman hos
Sy8terna aperf'e90p.do
Especijici^es e pregas no escriptorio do*
agentes
Browns & C.
M. 5 Ra do Commercio
N. U Almdoaiima B & C tem eathalogos d
nr I/mplement08ii>-('i^s:irl. s ngricultura, com*
>mbem machinas para desean car algodao, mei-
nboa para cat, trigo, arroz e mlbi; cerca de fer-
ro gaivanisado excell. nte e mudico em pKCO, pea-
aoa nenbuma pode trepai-a, ncm animal que-
bral a.
Para padnria
Clrtade da Encada
Aos senhoies padi-iros, ..fler.ee Manoel Loujmi
co dos Santos doua cylmdroa e perteocas de na-
dara : ns que quizerTn c. morar, dirijam-se
cidade da Escada. a intender-te cum u vendedor.
4s ,00:O0OSOa()
Xr-ClHAm
ql-;
16-Ra do Ca.bng--16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos hilhe'es garantido as (i'Z"nas de
13,741 13,750 coro 600, e 22,388 coro
50000(10 - Anharo-se venda os venturosos bilhe-
tea garantidos da 2a prte da 1* lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrahir
quarta feira 20 do corrente.
Prefos
i Vigsimo 1#000
*enck qnuntidade snperiar
a to 0:000
A dezena 90000
Joaquim Pires da Silva-
J^r"JiirdiDi das plantas
MONDEGO N. 80
Pretendendo se ai-ab-r m aa plantas que est*
em vasos n'este jarJim. vendem-s>- os sapotiseiroa,
muito grxiides, e dando fruc-. a 2/iOOO, laraa-
geiras. muid> grandes, para enxertar, a 6000 a
duzi, < sap'.ititeiros mais ^iquenos por barata
pre^o.
Boa acquisico
Para qaem quicer tanluir dinbeira
N'uma das principa-a .uaa d. a' cidade, nega-
i-ia ae uma padniia c m t..riao 'is pertencaa e em
perfeit(iet.rad.i d. c -ii.ervac : a tratar na praca
do Conde d'En n. 1S _
Capachos Pintado?, de -nv- rsos tamanhoa, vendem par
pr.cn aero competencia M.riius Capitao tfcC. oat
armZ"m de molhados rna estrena do Roaaria
nun ere 1.
C'sinheira
Preciaa-ae de uma cosinheira que seja perita
durma em casa do patiao ; na .ua do RiaebueH*
n 67, purlso de fi no.
Se' enle de carrapalo
Compra se i fabrica Apollo : na ra do Ilospii
eio n. 79
Vinho do (anches
Cb- giu 'nova r. meaaa de vinbi>7nrm : venhaa
afea que se acabem. a ra da Impmtriaa. 26.
nnnannnn

PrVMmmmmVri


(Mario de Pernarobweo-- Sabbado 18 de Sctembr di* HHti

Caixciro
Precisa-se de mn caix oro coa muiU pratica de
molhado : a tratar na roa da Aurora d. 113.
Sitio
P Aluga-se o sitio da travessa de Joao de Barros
m. 6, com boa casa de morada, bastantes frnctei
ras e baixa para capini ; traU-se na r .a da Im-
peratris n. 14, camisaru.
PROicTOS MCLOGt
ae LYSSE ROY, sai Pofcers IFranv'*
imite PfOUST, Sutr & Betir
v Varame ensctloo aom Vtabaa ou aofera.
d* Mateo.................o 1 trMooal
#. Kanoto'UEsseneiaMCognan < 100truco
* PftrfuciOBi'uraUdMoeLloore je 100 frasco
a 8encla de Ahnm oh d6Ta'l, o ISO frm*
25 tr
BOOls.
3O0tr.
Deposllar.os eu: JVrjmmOico
1S82, Bordoanas: Uedalha de Brome;
tlois: Utdalha da PraU; Roche-
lort: Bertfia -e Bidtlha de Prata,
granee moaale.. 883,Amsterdam:
Uedalha de Prat tearaoa. 1885,
Exportado do 'i rabalho -.Admn io
ilimeattVSB Ii
;
!
H
tj. i'
nos, aTtls
Pli.iji..
.r:3 fo-
liar-- -;=
* ;U*" .fm^..-^Maua>t
l^HUt*; j^'rr, B9*l^ te t *"- fc-**
ATKiNSON
PERFUMARA NGLEZA
ni :nai; de un seclo; exr "O sen perfume delicado e exquisito.
.ifiAfl pi orno
l'ARIZ .-> <'M.C1TA 1884
jria dviiaquatidad*.
i .le Ailirnon
FAMX1 4 CYMBIIIU1I
. ir j>crf urnas, tendo ido
!-m *!r obtfcfoa t-or intermedio
lem AMitM.
LOCAO BE BIHIffO DE jITRLISOT
im nial pan orral'Tereeraheleiar o cabello*
G&ran'Ma inuiret -
AGU florida de atkisoii
perfame es^#prti>nal para o lenco, disTiTlado
d.i mas exquisita escolhn.
linatK-i* n Can de tots *f*haiet f Fibriaitet
J. & E ATKINSON
24. Od Bond Street, Londres.
L Marca de Fabnca L'raa* Rosa brue*"
obre urna Lyra de Ouro.
essEv
C0RACA0
Asma, Catarro
OUBA CERTA
COK O EMPREGO DOS
[Granulos Antimomaes
r PAPILLAUD
Relaterl trame! 4a Academia de Medicina a Pato.
Afirmados tela onta de Hyfiene de Brasil.
D've-se exigir sobre cada Fraaco os nomea da
S. ltaOSTJISS. SC L. PAPILLATO
1,1 l'nSIT I.K11AL
Pnannacia GiGON, 25, ne Caqu Hiere. PAJUZ
Km Pernambuco : TM> I. da HWA f.
mmi
Acabarao-se as Cas
iHunica aos Cahelloit t i Bmrbit
i Cor natiti .;'
i Das i1' 'xaeMs ten Lawm n m P eiara;ac
35 ANN9S DE E1LTO
E. SA.LI.S fila; J. HOHEGHETTI. sucoeaac-
Periw.iita-Chlmits, ?3, ra TirMp. PAS1I
Hedem-ee ini t 6u as prinzioaea Perluma'itt o 0-
_______YENDAS
__ V^ride-se diversas tab-xs de pinh ? 1 'uro p
m comp.rriinfiito p r* .f."np ti i i-ou. liuas |HW-
inhas, .rifannm ntj ra co cundieir.i eirtiplei :
... .ni _.__ _1_ '.--
m
WlDDHF, mniiaui 111 / -i. ---------- -------
L tfatar d roa da* Floren, c^sa de tti. las.
Tavcrna
^''Yende s' nma tiverna : a tratar na rna do
amaran m. 17.
Vendc-se
w m )nho grande com pouc > us", para moer ca-
f: na iuh 'ars do R.-Kri. d. 12.
Obras do y i me
I IliKi.. Kooln
Modelo ap.'ifivad.' <-ati ct-aras pr- compras,
fafates. (MS'ureirflS, tttrit*B pnra criant>H, Ptc ,
t., venden por prevor cmoiodos Mtirtins Cpi-
lia & C, ni spu riDKZrm de molhadus ru .
ftfdta d HdiHtM > I-____________________^^
Malvasia
Vinli projiri par senhuras
Bm barr* e a retalho : P cas Hiendes & C,
Bm
roa eefrei'a dk> KdSaiio D
9.
Tceidos de linlio
A SOO rs. o covado
Ha lopi da rna da Iinp rntriz n. 32, vende se
M boirite sorlimento de ttendas dte tfoii para
WiUdoa, r*do largura de etlita friaeeea, com
taite bonitas core e paltninhas bordadas, fe-
bioafatf 50 i etsVade, Mtafaae Pairada
Silva.
6S50
12dH)0C
800
1*800
500
1*600
800
1*2
5.08OC
1JX)
4UU
200
i Fazendas brancas
80' AO NUMEIO
4o ra da linperatrlz ^= 4a
Loja do brateirot
Alheiro & C, roa da Imperntris n. 40j ven-
dem um bottito sortimento de todas esUs faaendas
abaixo mencionadas, sein competencia de precoe,
A SABEK:
AlgodaoPecas dto l(rodautinho eom20
jardas, pelo' borato prevo ^e 3*800,
4|, 4*500, 44 (, t>S, 5*B0O e
MadapoloPecas de madapolio coto 24
jardas a 4*806, 5#, W' at
Omisas de mia com listras, pelo barato
pre? de
Ditas branc is e cruas, de 1 at
Cregtaea francesa, fasenda muito encOr-
pada, ptopria para leles, toalha e
cjroulas, vara 400 rs. e
Ceroulas da mesma, muitn bem reita,
a 1*200e
Colletiuhos f a mesma
Bramante frauces de algodio, multo ca-
corpada com 10 palmos de largura,
acra
Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
Atoaihado adamascado paTa toHbas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro
Crotones e chitas, claras e escuras^ pa-
droes delicados, d 240 rs. at
Paptista, o que ba de mais delicao uc
aereado, rs.
Todas esta* fasendas baratissiaias, na cocheada
loja de Alheiro &C, esqui do becco
dos Vrreiros
Algodif enfestado pa-
ra lentes
A 0Oo rs. c 1*000 o une tro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
nidio para l>:ucoes de um s panno, com 9 pal-
e de .arpuraa 900 rs-, e dito com 10 palmos a
UU o metro, assim com dito trancado para
malhas de mesa, cum 9paImo8 oe largura a 1*20"
i etro. lato na leja de Alheiro ce C, esquina
do eoco dos FerreiroB.
MERINOS PKETOS
A 1*200, 1*400, l*6(i0. 1800 e 2* o ecado
A heiro & C, rtnt da Imperatriz n. 40, veb
d. m muo bons merinos pretos pelo preco acn>
dito. E' pechincha : ua loja da esquina do bec-
co di s Ferrciros.
spartiihos
Na loja da ra da Imperatris n. 40 vcude-se
uiuifo bous spartiihos para sehoraa, pelo precci
de 5*('00, assim como um sortimentu de rOupas
de casimiras, brius, etc isto na loja da esquina
de boceo dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2S8(.K) e 3 o covadn
Alheiro 4.C., rut da IrapeatKa n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemras ingle-
sas, de duas larguras, com o- padroes mais deli-
eadoa para eostume, e vendem pelo barato prec
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
gam de mamiar faier cnatttmea de casemira a
30-, secdo de paletot MMU e 36* de traque,
grande peel-.uicha : na loja dos barateiroB da Boa
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. v covade
Os barateiros d* Boa-Vista vendem urna grande
porefto de brim ; ardo tena, por estur coc princi-
pio de toque de mofo, pelo barato pivee- de 32C
rs o covado, grande pechincha ; na teja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordado a lO ru. a peta
A ra da Imperatriz n. 40, veade-se pe^as de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre
jo de 100 rs., ou em carto com 50 pvcas, sorti-
das, por 5J, aproveitem a pechincha ; na loja da
equina do becco dos Porreiros.
A RevoluQo
M--4II
A' ra Duque de (Jaxias, resolveu a vender
os seguintes artitros com 25 /0 de me-
nos do qne em outra qualqaer parte.
Setins damasse a 360 rs. o covado.
Gorgonnas de listrinhas a 360 rs. o covado.
Las com listrinhas a 640 rs. o cotado.
Fustoes de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de cores a 900 rs., 1*000 e 1*200 o co-
vado
Merinos pretos a 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e
J*t'00 o covado.
Velludiihoa lisos e vradoB a 1*000 e 1*200 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Cachemira bordada de seda a 1*500 .. co-
vada.
Las escossezas a 500 rs. o aovado.
Cambraia cum salpieos a 6* rs a peca.
Chitas es-uras e claras a 240 rs. o covado.
Lrnbos escusseres a 240 rs. o corado.
Las com bolmhas a 640 e 500 rs. o cavado.
Oaze com bolinhas de vellido a 800 rs. o ao-
vado.
Linn com salpieos a 500 rs. o covado.
Giosdcnaples pretos a 1*800, 2*000 e 2*500 o
covado.
Z-phiros Iletrados a 200 rs. o cevado.
Cretones finos a 320, oGO, 400 e 440 S. o co-
vado.
setinetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
Fustiio brancj a 320, 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o covadw.
SetmetHS lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
Flanella de cor a 40' ra o cotadj.
Flaueiia branc a 400 e 1*000 o covade.
Chapeos de sol de cores para senor-vs a 750O
um.
Chales de casemira finos n 9*000 um.
PVehus de 19 a 2*000, 3*000, 4*000, 5*000
e 6*000 um.
Tapete- para janella. piano, sof e cama a 4*,
6*0^0, 7*000, 8*000 e 24*000 um.
Eaguio amarello e pardo a 500 rs. o covado.
Casacos de laiafa 1 00 um.
Lentes brancos a 1*800 um.
Brim prateado a 60C rs. o Covado.
Timo o para meninos de 4 a 5 annos a 5*000
um.
Lencos a 2*000 is. a duzia.
Colchas brancas a 1*800 urna.
Setins inaviaodecoies 800, 1*200, 1*400, 1*600
e 2*0110 o covado.
SMhfetM bramas a 500 e 560 rs. o covado.
Cortiuaaos bord. dos a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
CapelUs e veos a lOfOOO t 14*000 urna.
Coichas bordadas a 5*000, 6*000, 7*000 e 8*0 >0
urna.
spartiihos de ouraca a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Cortes de la para vestidos a 20*0 0 um.
Algodao com duas larguras a 800 rs. o me-
ta.
Cortes de casemira par cl$a a 3*000 um.
Bramante de liuh a 1*800 o mi-tro.
Dii oe algodi a 18200 o mtro.
T.alhas lelpudas a 4*000 e 6*Hi() a duzia.
Predios
Ha um sortimento variad" de
Azule-Jhs fraaeezes
de padr5s u >'. s e muiio soh.ios a
8t'**l00 o mimeiro
Na loi de Louca de
J. DE A. VEIGA & 0.
Ru larga do Rosario
Maduro
Yinliu puro da uva
0 que pode haVer de meibor para mesa, em
bsrrii e & r. talh : Poes Mndez C, roa
estreitt d# r>isrio a. 9. t
Vende Cndido Tniagb da Costa M"ello era skm
deposito rus Imperial n. 322. olariTeleptione
a. 231.
Omisas nacionales
A SS&OO. 3*000e S*SOO
32^; Loja rna da Imperatris = 32
V.'ude-se oeste novo estar-eleeiinepto um gran-
de sorinp-uto de camisas brancas, Ahito dv aber
turas e pjnhos de linho como de algodao, pelot
baratos presos de 2*500, 3* e 4*. sendo tasend
milito melhor do qiv as que veetn do estranireifo *
milito mais bem f itas, pi>r serem cortada* por
um bm artista, especialmente eamiseiro, tamben
se manda fazer por ene uiirii.ndas, a v .utade dot
fregueses : na nova loja da ra da Imperatris n
3.-, de Ferreira da Silva.
Ao 32
Nova loja de fazr as
Rna da Impe = 3v
DE
FERREIRA DA S^VA
Neste novo eatabeleci ment encontrar o re*
p sitavel publico cm variado sortimento de tacen
das de todrt as qualidHdes, que se veudem pu:
precos baratissimos, assim como nm bom s.irti
ment de n upas para houiens, e tambem se man
da taxer por encommenrlas, p r ter um bom meb
tre altaiate e completo sortimento de paunoe fin;*
casemiras e brinB, etc.
a*
II
aBa da luiperairlz 3?
Loja de Pereira da Si/va
Nesto estabelecimento vende-se as roupas aba>
zo mencionadas, que so ba* ..as.
Palitots pretos de aiagonacs e
acolchoados, senoo tazenaas multo en-
corpadas, e forrados 7*001
Ditos de casemira preta, de covdo muito,
bem feitos e forrados 10*00"
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*00i
Ditos de flanella asul sendo ngiez* vei-
dadeira, e forrados 12*00"
Calcas de gorgoro prew, icolchoado,
sendo faSenda muitr encorpada 5*5 Ditos de casemia de cores, sendo mnito
bem faifas 6*5r
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas 8*00i
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*800 e 3*01
Ceroulas de gr-gueltas para homens,
sendo mut bem felfas u 1*..")0 e ]*60i
Collitiuhoo de greguella muito bem feitos 1*00
As9m como um boui sortimento de lencos di
nho e de algodao, alefha cras e coliarlnhus, etc
Isto na loja oa *u:> da imperatris n. 3v
e. etinea* e lalnnaa a <>
rm. o covado
Na loja da ra da Imp -ratris n. 32, vende-
uui grande ortnentu de .ustoes brancos a 50*
rs. o covado, iSzinhas lavradas de urta-core
fVzemia bonita para vestidos a 500 rs. o covad
e setinctas lisaB muito iargas, tendo de todas a>
eoreg, a 500 ;-s. i covado. pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
AlgoduoBinho franrez para lenco*
a VOOrti.. I e lA*oo
Na loja da ra da Impeistris n. 32, vende-s
superiores alg idozinhos francezea com 8, 9 e l1
pal .i' de largura, proprios para lenyes de uc
s panno pelo barato preco de <|0 rs e 1*000
metro, e dito trancado pa a toalhae a 1*28", at
sim como superior bramante de. quatro largura
para lencoes, a 1 *50ti o metro, barato na loj
d 'ereira da Silva.
Loja Camacan
Miude%as
Ferreira de Souza i C tendo resolvido vender
todos os seua artigos de miu em outro qHalquer esthbeleeimeBt. avisam s
Exmas. senhoras que ppan-cam neste eatabeleci
ment para asun ic eouvencerem doS precos que
acabam de fazer :
Oleo oriza verdadeiro a 90 > rs., linha para ma-
china a 900 rs. a duzia agulbas finas a 60 rs,
pHCotes com tres abnete 40J rs., um pao de
sabonete fino 700 rs., meias finas para senbora a
700 tb. o par.
Lindo sortimento debicos finos a 1*200,1*500,
1*800 e '2*500 a p.<, leiues fiaos a 3*500, 5*,
5*500 e 6*.
spartiihos finos a 4*500. 5*600 e 7*500
Luvas finas de seda a 1*800. 2*, 2*500, 9* e
3*500
Grampos para chapeos o que ha de mais barato.
Bicos pret s com vidrilho.
Alfiprte' a 60 re. a carta, fitas modeiias lisas
e bordada., o que ha de mais fiu.
Sabonetes de Re.uter, o que ha de meibor para
a pelle. a 900 rs. um, tinta fina para marcar ro
a a 800' rs. o frasco, lencos trancos finos a
1*500 a duzia, lindo sofRiento de broche para
aenhora.
Alem 'leste anuuocio teem muitos artigos de
moda, qu>- estao vndenlo barato.
Ba Buque de Caxiaa n. 6G
Para ngeirhos
Cal nova de Lisboa.
Potasas da Rtissia.
Oleo de moc.it.
Azeite de carrapato.
Graxa em bexigaE.
Veudem Abrantes & C, ra do Bom Jess
umero 48.
WHISKY
KOYAL BLEND marca ViAAX
Este xetllente Whisky EscesEC* preferiv.
io cognac ou guarden.o de catina, para crtific-<
i corpo.
Vende-se a retalho nos tu ihores armazeus
roados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADOcujon*
me e emblema sao registrados para todo o Braz*
BK C, agentes
Roupt
a para meninos
A 't, 4&09 e 4
Na nova loja da ra da Imperatriz u. 32, s
vende um variado sortimento de vestuarios pr<
prios para meninos, sendo de palitosiuho e cald
nha curta, feitos do brim pardo, a 4*000, dito
de moleequim a 4500 e ditos de gorgoro preU
emitaudo casemira, a 6*, sao muito barates ; b>
oja do Pereira da Silva.
Jcr usak ni
Ven le se uma pane do engenho JeTusalem, sito
na fregucziu de Seriuhaem, porto da estaca de
Aripib, limita com o engenho Vicente Campello ;
a tratar ua ra do Bom Jess n. 1.
Cabriolet
Vende-se ato ert pe!rteito estado e por preco
r-ommodo; tratar na ra I w,ue de Casias n. 47
Pouco capital
Vende-se o estaheleeiniento de molhadoS rna
de S. Joao n. 5, de pouco capital, bm local, ulu-
guel de casa barato, uegecio proprio para prin-
cipiante, d-se livre e de8embara9ado, conforme
0 aj VAPOR
e moenda
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver fio engenho Timb sss. muito perro
da estarci *> detrao uome ; a tratar na roa da
operador n. 48, Io andar.
Alnianack lia provincia
1886
i'ib volunte com 49H paginas
2000
A' venda na casa editora. Livraria Parisiense
d. 7 A, rna Primelro de Marco n. 7 A, Industrial
Econmica de G. Laport & C. e Cardoso Ayres.
Saiptoes e vinUo verde branco e
lino
Receben Antonio Duarte u da Uni2o n. 54,
confronte a estaca : tornain-:e recommenda'.eis
estes artigos por ter recebico de casa particular
de Portugal, razo por que garante ser especia'i
dade ; assim como tem carne e queijos do serto
por preco muito medico ; o mesmo vinho tambem
se veude em casa de B -rnadin i Duarte' ra da
Florentina us. 2 3', em retalho e ancoras. Na
mesma comprs-se uma balanza decimal, grande.
Seraphina
Vende-se uma >eraphina nova mente remontada,
propria para igreja ; a tratar euiq Leoncio 4 Mu-
uiz a ru Boa acquisicao
Vende-se a armucir e bemleitorias da loja di
fazendas ra do Lwi'Hivpiito n. 10, com garan
ta da casa, por lf O proprietano do estabeleci-
mento ae retirar-se para, fra da cidade ; a tratar
na mesma loja.
Honteiro
Vende-se ou arrendn-se aunualmente uma b' a
casa com bastantes comnodo* para familia, tendo
agua e gas eucanudoe, com um b m quintal tod"
murado, eotrJ algUmas arv res fruetif.ras e con
sahida para o rio, por preco muito razoavel :
quem precisar oirije.-se ra Duque de Caxias n.
117, que achara c m quem* tratar.
Venda do hotel o hospedarla
Estrella do \ orle, ra lit-
me de Soma n. H
O propri't rio d.ste bote', tendo de retirar-se
prfri. a Eun pa por intcontinodo de saude, vende-o
por prefo commodo ou admite um socio.
Li uiilacio
Vendes* portos d feito, gradamenfo pUrs
cinfa de touro, jardim e terraco, bandiras" ft-
ro para portats exteriores e Interiores, de todas as
qualidades, gallinheiro de ferro, carro?a paiabis
e cavalios, carnnhos de mi e todas para carro-
cas, por pr'co Comnodo : no largo do Forte n. 4,
defronte dtt (tfarsel ittti OUko Pontar, oScia de
ferreiro.
Wm$ sinhas
A S'iO e loo res o covado
Acabam de ebegar para a loja da ra da Im-
per-triz n 32, um grande e bonito sortimento de
lasinhas ae,Cores pa.a vestidos, sendo fazenda de
muita phniitaBia, com cores claras e escuras, e li-
quidam se a 320 e 400 eis o covado, por haver
graude pjrco na loja de Pereira da Silva.
--N 18
Ppula & (i.
118una to
Tem
Lavas de pellica, pelle de cao, camurca, seda fio
d'Eseossia e casemira.
Agua florida e Tricofero de Barry.
Sabonete diversos o curativo de R< uter.
Cambraias lisas, bordadas eabertas.
Camisas e ceroulas de flanella e meia de la.
Camisas sem collarinbos e sem punhos s/c c/p
c/c e c/p.
Collarinbos punhos, meias, plastious, mantas,
grava tas de laco.
Lenvos, spartiihos. penteadores em cambraia,
vestid, s de i-ainbraia bordados, b-ilfas tapetes, fi-
xs di seda e de la, casacas elsticos, casacas de
casemira greuadine de seda e todas de seda.
Alpacas de seda a 60 rs o covado.
A' Florida
Ra Duque de Caxias n- lo:*
Chama ee a attencao das Exmas. familias para
os pr, eos seguintes :
Luvas de seda pretil a 1*500 o par.
Cintos a 1*500.
Punhos eJ collarinhos de coret para homem a
1*000.
dem para senhora a l*5ti0.
Granlpos invisiveis a 60 rs. o musso.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
~- Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos par honvn a 3*.
Meias de EscoSBia pera ci tuca a 240 rs. o par.
Lequps de papel com correte a 1*1.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de eseiiiSo a 1*500 a dusria.
Albuus de 1*500, 2*, 3*, at8*.
Ramcs de flores finas a 1*500.
Luvas de Escossia para meuina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Perfa-refrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nik^l a 600 rs., 700 e 8*0 rs. um.
Rosetas de bnlhaiitet chtateos 200 rs. o pdr.
Guarnices de idein idem a 500 rs.
Anquinbas de 1*.>0, 2*, 2*500 e 3* uma.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400,' 500 e 600 rs.
Bices de cores com 12 jaruas e 2 1/2 dedos de
largufa a 3* a prca.
dem cen 4 dedos a 4*500 a peca.
Esp.irtilno Boa Figura a 4*500.
Ide. La Figunne a 5*000.
Bicos de alencou com 4 e 5 dedos de largara a
2*500 a peca.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 1*000
a peca.
Botoes de phantasia a SOO rs. a duzia.
Para toilet
Sabo de areia a 320 r. um.
dem pbenicado a 500 rs. um.
dem alcatro a 500 rs.
dem de ameudoa a 300 rs.
dem de alf.ee a 1*000.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mae eos de ceas) a 100 rs.
Meias brancas p-ra enhora a 35 a duzia.
BARBOSA <& SA\TOt
GRANDE
CARNEIRODACTJMAa'C.
GRANDES NOTIDADES
Esplendido sortimento dos melbores tecidos em 13 para vestidos desde 400
500 rs. st 141000 e 10200 o covado!
Cachemiras de uma s cor, duas larguras, a 10000, 10400 e 10800.
Lindos desenhoa em failes, a 460 e 500 rs., o covado !
Bonita escolba em serios de cores, desde 800 rs. a 20000 o dito!
Merinos de todas as corea e preto, sortiaiento sem competencia, desde 900 rs. a
10000; do meibor qim se possa dse jar.
EsguiSo pardo e amarello par vestido a 460, 500 e 600 rs. o covado !
Riquis8mos cortinados, todos bordados, para cama de casal a 90000, para ja-
nelia a 60:00.
Velludilhos de todas as cores a 10000, 10200 e 10500, o covado I
Guarnieres de crochets para caderras e sof a 80000.
Meias arrendadas para senhoras a 80000, a duzia !
Camisas inglezas para homem a 360000, a duzia I
a Cheviots pretos superiores a 30500 e 40000, o covado!
Lindos chapos para senhoras a 60000 e 80000 e para crian5as a 30500 e 40000.
Luvas de seda, leques, t-olarinhos, 6chs, lencos de seda e muitos artigos que
seriio lembrados presenca das Exmas. leitoras.
t:\i\xi ino \ I3NH\ & c.
59 Ra Duque de Caxias -59
Aos i.ooo:
200:0
000
IOO:OOOSO LITIIM.
DE 3 KTEIS
Etn fav r dos ingenuos da Colonia Orphanulogiea Isabef
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Extracto: no ala 15 b Dezemro de 1886.
0 thcsoumro, Francisco Gonfalves Torre
o
i
a
c "m %' rw
JOSEPH KRAUSE ft ti.
Acabam de augmentar o sen j hem conhecid
mporlante estabelecimento ra Io
de mar?o n. 6 com mais
m salo no f andar Inxuosamente prepa-
rado e prvido de uma aposi-
^# 4f &m df vnis te Pirk e^Mrv-flit-
dos mais afamados febricaaes rf
mundo inteiro.
nonvida. pois. as Exmas. familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren*
o sen estabelecimento. aiim de
apreciaren! a grandeza bom gosto com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaran!, em honra
desta provincia.
ISIHE tn DAS 1 0 Di illl
un.iiiTi'
a
a
A
Expsito central rna larga do
Rosario n. 3 8
l)-m ao Lima & C, cbamam a attencao das
Exmas. familias para os precos seguintes :
Carreteis de 200 jardas 80 rs.
Pecas de bordad' de. 200 a 600rs.
Di'as de um palmo a 2*500 < 3* 00.
Fita u. 8o para faza a 2*500.
Leql'es regatas e D. Joan'mta a 1*000.
Frascos e extractos de LnHtn, grandes, a 2*000.
L-ques D. Lucinda Colho a 6*000.
Toalhas felpudas a 500 600, e 1* 00.
Duzia de meias para b m- m a 3a00.
Ditas para senbora8 a 3*000.
Lavas de seda a 2*000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
ColarinboB de linho a 500 rs.
Ditos de algooo a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 201 rs.
Pecas de cordo par vestido a 10 rs.
visiv is1 grandes a 320 rs.
Grampos invisiveis a 60 rs.
Um leque de setim (uovilade) a 6J5O0.
Ricas bolcinhas de madreperoia de 1*500 6*.
L9 para1 bordar 2*000.
Urna capella e veo de 1*0"0, por 12*000.
Um esplho de mol (ura p ir 5*600.
Uma polseira de fita p*r 1*200
Plist a 400 r 60li rs.
ma bbneca grafidV le em p> r JftO e'8*X)00.
NA EXPOS1CAO i-ENTRAL
38Rita Larga do Ru.ario-38
BANHOS DE MAR
Superiores coslumes de excelleale fazenda pa a
tPara senhoras...... 10^000
Para homens...... 8$000
Para cranos s...... .5^000
Promptamcnte prepara-se qualquer eos-
tume para o qu temos os nHho. es tecidos.
No mesmo ostabeledmf-nto >e contiauar
a encontrar constantemente vcrd*deiras pe
chinchas.
Baa Pnielre le Marco 12(i
JUNTO DO LOLVRE
Tetephone n. O
Grande e bem moiilaila ollicina DE
PEDROZA & C.
N. 41Ra do Baro da Victoria- N. 41
Nesle bem cBnhecfdo erstaMei-iiuento, se encontrar um lindo variado t
Amento de pairtos, casemiras, britis, camisas, punbos, collarinhos, rneiae, gravataa.
todo tropdtado das melhotes fabricas de Paris, Londres e Allemanha; e para heo-
grvirent aos sdas amigos e" fregips, os proprietarios deste grande estabelecimento
tm na dZfecio das trabafcbs da fficina hubeis artistas, e qae ne curto espaco
horas, prtrparm Om fstdv rbupft de qufclquer fazenda*
Ra do Barm da Victoria n. 41
(MIEDOS SEM COMPHrNCTA)
r

w
H


Diario de Pcrnaimboco---habbado 18 de Setembro de 1886
ASSEIBLE GERAL
CMARA DODBPlTiDOS
SESSAOEM 1 DE SETEMBRO DE 1836
PEE8IDESCIA DO SR. QOSE8 DE CASTRO 1.
VICE PRESIDENTE
,' ContinuacSo)
NSo toma o governo responsavel p los
crimes doB seus agentes, mas te en o direito
de exigir do governo a reprassSo d -sses
crimes.
Aproveita os poucos minutos qua tera,
lerabra ooramissSo especial nomeada para
dar parecer sobre a denuncia contra o
conselheiro Carneiro da Rocha a convenien-
cia de nSo demorar o seu parecer. As c-
maras estilo a fechar-se e nSo pode fioar
sem discussSo uma aecusacao que pesa so-
bre ura cidadSo que foi um dos altos func-
ionarios do Estado. O oralor p-rasou que
esse negocio teria andamento rpido, e fi-
cou admirado de 1er as folbas ia corte
que a comtnissSo celebrou hontem uma
sessSo secreta ; nSo er que assim osse,
porque todas as coramisio'cs devem func-
cionar publicamente.
Pede ainda ao Sr. presidente que indique
dia pan i interpell icS do Sr. Matta Ma-
chado, porquanto o assumpto melindro-
ssimo e prende a attaneSo publica.
O Sr. Presidenta diz que o Sr. presi-
dente do conselho teve a gentileza de com-
municar que, tendo de assistir no senado
3.1 discussao do orcamento de estrangeiros,
nSo tinba podido responder logo 4 inter-
pellacZo.
"Vem mesa, lido, apoiado, entra em
discussSo e adiado, por pedirem a pa
lavra os Srs. Paulino Chaves, Euphrasio
Gorreia e Escragaolle Taunny, o seguinte
requerimento :
Requeiro que o governo, por inter-
medio do Ministerio da Justica, informe
que providencias forara tomadas para a
punicSo dos agentes pblicos que na ci-
dade de Porto Alegre assassinarara o
dadSo brasileiro Horacio Gcon calves
Silva.
s Sala das sessoes, 1 de Setembro
1886. Candido de Oliveira
O Sr. Portella explica que a cora
miss2o especial p..ra interpr parecer sobre
a denuncia contra o conselbciro Carneiro
da Rocha, foi nomeada no dia 25 ; no dia
inmediato faltou um dos membros. segui-
ram si tres dias sem sssSo, por isso a
commissSo s p lo reunir-se hontem, nao
em sessSo secreta, mas em uma ds salas
da secretaria, com assistencia de alguns
membros da casa. A commissSo nSo de-
morar o seu parecer.
O Sr. Alfonso Celso fnnior
diz que sempre Ihe cabe a palavra nos tres
quartos de hora, quando faltam poucos
minutos, do modo que nSo ple tratar de
alguas assumptos que deaejaria discutir.
Aproveita, porra, a occaiSo para man
dar m<"sa um requerimento. Na lista
dos seus credores, que publicou a Repbli-
ca do Uruguay, nSo figura o norae do
Brazil. O orador quer saber se houve a
osse respeitoreclaoiacito do Sr. ministro de
estrangeiros. No estado em quo se acha
o paiz, nao podemos deixar de cobrar as
aessas dividas, e essa superior a.......
16,000:000,500o-
Vem mosa lido, apoiado, entra em
discussSo e adiado por pedir a palabra o
Sr. Escragnollc Tanay, o seguinte reque-
rimento :
Requeiro que por intermedio do minis-
terio da estrangeros, informe o governo
se reclamo e, no caso affirmativo, em
que termos, perante o governo daRepubli-
riental do Uruguay, quando esta, publi-
cando a relacSo dos credores do mesmo
Estado. nSo fez mensa) do Brazil.
Rio, 1 de Setembro de 1886. -Affon
so Celso Jnior.
ORDEM DO DIA
Contina a 3* discussSo do projecto
abri do um crdito ao ministerio aa agri-
cultura da 186:2340 para pagamento de
terrenos desapropiados do morro do cas-
tello e ra do Visconde de Itana.
O Sr. Affonso Peona nota que o
Sr. Ministro da agricultura conserva-se si
lenciora sobre este crdito e nem compare
ce discussSo. No estado actual do paiz
nSo licito vir o ministro pedir um ere-
dito sem o justificar plenamente, especial-
mente quando pede novos impostos. As
razes que deu o nobre ministro nSo o con-
vencern! e o orador vai descrendo da sin-
ceridade do governo, vendo votar o orca-
nento da agricultura com uma grande
cauda de additivos creando novas despezaa.
Quando voltar cmara essa ornamento,
comprometiese a demonstrar com algari-
mos a enorraidade das despeaas do minis
terio da agricultura.
O orador analyaaodo os tramites porque
passou a questSo dos terrenos do mangue,
conclue que o governo nSo devia pagar
essa indemnisacSo, contra a qual vota.
Ninguem mais pedindo a palavra 6 en-
cerrada a discsalo.
O Sr. Alfonso Celso Jnior (pela ordem)
requer o a cmara nega que sja nominal
a vot So.
Posto a votos o projecto approvado a
remettido commissSo dereJacco.
C-mtinua a 2a discussSo do projecto n
56 deste anno sobre aposentadoria de ma-
gistrados.
O *r. Coelho e Campos consi-
dera importante a materia do projecto e a
aposentadoria um direito e nSo um tavor,
uma graca.
L-menta que as leis qae temos sobre ',a
materia nSo tenham execucSo, ao ponto de
contra as suas aisposicSes, baverem apo
sentidos em pleno estado do validos, e
muitas vezes com todos os vencimentas, o
que absurdo por Ilegal.
Dahi a elevada verba de quasi tres mil
contos para as classes, inactivas.
O projecto mesmo a prova de taes
abusos, porque nSo comprehende como dar
gratificacSo a quem pela lei s tera direito
quando invalido, seja qual fr a idade, de-
pois mesmo de 30 annos.
O defeito do executor c tambem da
lei, porque deixa ao arbitrio do executor
a apreciacao da invalides.
A lei actual nesta parte nSo garante.
M-lhor fra o que dispera outras legisla-
res, tomando como base a idade e o tera-
po de servico.
E' por isso que admitte a emenda apre-
sentada.
As legislares estrangei. as nSo adrni-
tem vencimentos integraes aos funeciona-
rios inactivos.
O orador admittiria se fosse uma reali-
dad* a invalidez pela substituicSo do pro-
cesso de sua prova.
Falla ainda sobre quaes os servico i at-
tendiveis para aa aposentares e os
venciraent08, sobre os quaes aprsenla
emenda.
Entende que os magistrados temporarios
devem ser aposentados -quando por offen-
sas physicas no exercicio das funcc5es.
Acha que para vedar tantas aposentado-
rias llega's o remedio possivel a priva-
cao de vencimentos ao aposentado que oc-
cupar novo emprego.
Quanto aposentadoria obrigatoria aos
75 annos, pergunta se nSo se oppe ella
constituicSo, quando o magistrado fr ain-
da valido, e se conveniente quando pela
lei de 1871 pode o governo aposentar ex-
officio.
>alvo se houvesse um recurso ao magis-
trado ; mas recurso do governo para o go-
verno mesmo ? Pergu ta o orador.
Todava uma disposicSo que nSo tera
grande importancia por sr mnima a ex-
cepcJo da validez nessa idade.
O orador conclue dizm lo ter oceupado
a tribuna para prestar os subsidios da sua
collabjrayao neste importante assumpto.
A discussSo adiada pela hora.
Vem mesa, sSo lidas, apoiadas, para
entrar em discussSo, conjunctamente cora
o projecto, ns seguintes emendas :
Ao art. 1. Substituam-se as palavras
e todo a graf'ficacSo at o fia al, pelas se-
guintes e os vencimentos dos lugar -s que
estiverem exercen lo, se contarem mais de
40 annos de servigo.
2o do art. Io e ac-
rOLHETU
DE
EMMA KOSA
PUR
zavieb deudisp:
C0STIS7^4S SS BZG-OLQ
I r.ontinuaco d n. 212)
TI
N3o posso responder a essa pergun-
ta. Ha dias estou ausente de Pariz. O se-
ahur quasi preseociou a minha chegada e,
repito, juro-lbe que ignorava absclutaraen-
ta a prjsSo de Angela Bernier.
E o desappareciinenio da filha T
Emma Rosa realmente desappareeu?
Eu j disse que muito incommodada,
juito fraca, ainda doente, ella foi expul
aa da casa da mSi, que levaram para a
prisSo, e a roenioa teria ficado sem asylo,
ge uma criada fiel nSo a tivesse reco
Ib id o.
EntSo ? perguntou o substituto, en-
riado no cor?.fio urna angustia vaga.
EntSo, fui hontem ao qu >rto da po-
bre mulher que dar hospitaliau-le filha
da ama, Emma Rosa tinba sabido da casa
della durante o da, sem prevenir a nin-
guem, sem deixar um bilhete p. ra expli-
Aupprima-SD o
cresi-ente-se :
t 8.. Os presidentes dos tribunaes da
relayao e supremo tribunal de justica serSo
no.neados por maioria de votos presentes
na Ia sec^So de cada anno.
< Sala das sesadas, 1 de Setembro de
1886. Fer eir Vianna.
Ao Io do art. Io :
c Uepois das palavras effectivo serv
co accrescente-se salvo quando a apo-
sentadoria fr em conseguenjia da idade.
T. Alencar Araripe.
Supprima-se o | 2 do art. Io do pro-
jecto que se refere aposentadoria forjada
aos 75 annos. T. Alencar Araripe.
Continua a 2.* discussSo do projecto or-
eando a receita geral do Imperio na exer-
xiciode 1886 1887.
O Sr. Loarenco de Albuquer-
qiie diz que apreciando o trabalho apre-
aentndo pelo nobre ministro da fazenda era
relacSo s financas do paiz, encontrou er-
ros que nSo pode deixar de assignalar e
para demonstral-os, le diversos tpicos do
mesmo trabalho, pelos quaes procura de-
monstrar que o culculo de economas feito
pnlo uobre ministro nSo se eleva sorama
all indicada, nS'J sendo portante exacto
que se diz quanto reduce! > de despesas
na s >mnia de mais seis mil contis.
O erro que commette o nobre ministro,
quanto economa no orcamento da agri-
cultura, contra S. Exo. na sorama de
363:551)$, assim tambera contra S. Etc.
na somraa de 1 348:000^000, o erro quan-
to aos crditos espooiaes, e na verba de
juros amortizado, os i-rros nbntra S.
Ese. attingeraa quantia i 1,705:5285500;
assim de luzin 1 >-se a totaliiade destas par-
cllas de economa aunuacia la da.......
6 78:42 55240, vinos qu Ala. b;.ixa |a
3,341:3465740, como pursm S. Exc. nao
luvou em conta a 'lifferenja de cambio que
do ornamento passado para este de.....
4,642:9115742, temos que em vez dessas
economas ha augmento de responsabilida-
de do thesouro em 1,340:000000.
NSo faria nunca o inventario de minis-
t'rios liberaos e conservadores, se algum.i
cousa tivesse de fazer, seria o memorial
das queixas do paiz, porque reconhece que
os liberaes s sSo econmicos quando fra
do poder e os conserva lores quando em op-
posicSo.
Se ha dficit aeeesaario augmentar a
renda, prop5e-se o imposto de (5 para ca-
da titulo de prelecj&o, e no entanto, em
vez de entrar a somraa arrecadada para os
cofres pblicos, appli ada para a conclu-
sSo de edificio da Praya do Commercio.
Po8 ha dficit e o gc-verno distrahe quan-
tias para uma obra que nSo sua ? Se j
commercio uSo poda concluir a obra, se
foi tSo imprevidente que a emprebendeu
sera ineios de concluil-a, deve ser auxilia-
do ?
Vota pelo imposto, mas contra a sua ap-
plicacSo, porque nenhura recurso deve ser-
diatrahido des cofres geraes.
O nobre ministro, tratando do estado pre
cario d i thesoure, foi procurar a origem
desse estado nos melhoramentos que se pro
jectaram e exocutaram e nSo deram resul
tado, referindose especialmente a estra-
das de ferro. E' fcil apontar obras em
que isto se teoha da -o, mas a origem pen-
sa que vem da facili lado cora que usamos
do crdito. Depois de esgotados os nosos
recursos pela guerra do Paraguay, era ne-
cessario procurar todos os ineios de aug-
mentar as rendas, as estradas foram ex-
ecutad:>s, e embora alguraas nSo desera o
des-jado resultado, forya co^fessar que
sem ellas as rendas nSo attingiriara ao pon-
to que chegaram.
O nosso maor erro recorrer ao ere di
to para occorrer s despezas ordinarias.
Todas as despezas ordinarias devera ser
feit s com o producto dos impostos.
NSo usamos, abusamos do crdito, e por
isso, a nossa divida attingio ao ponto de
que s para a araortisacSo pagamos.....
43,000.0005000.
Trata das provincias sob o pinto de vis-
ta econmico e pondera que >'stSo era rauito
peiores condicSes do que o Estado, pois ha
algumas que nao tera rentas prra pagar as
despezas ordinarias e nao podom recorrer
ao crdito. E o estado das provindas
pricipalraenta originado de ura rao acto
praticado pelo ministerio de que fez parte.
Aquelle acto relativo aos impostos pre-
judi'ou extraordinariamente as provincias.
Discorre sobre o imposto do sal e beb
das alcoolicas que tSo combatido tem sido.
Allegase que o imposto do sal vai pesar
sobre tlgumas provincias e o das bebidas
sobral a industria assucareira nSo ter iu
vda, era votar por algum outro que nSo
excite queixas nem reclamaySes. rabora
seja verdade tudo o que se allega, o im-
posto necesaario. Pondera que outros
paizes sSo muito mais sobrecarregados que
o nosso e le o que se passa na Italia, on
de milhares de pequeos proprietarios per-
ieram suas propriedades por nSo terem pa-
go os impostos.
Refere-se ao imposto da raoagem na Ita-
lia que feria directamente o pSo, contra o
qual o povo reelamou, mais sujeitou-se de-
pois c pagou o durante 14 annos, porque
coraprehendeu que o governo que apregoa-
va economa, seguia-a fielmente e s em-
pregava as rendas nos servicos indispeosa-
veis, e procedendo assim o povo italiano,
salvou o sen crdito.
Cita diversos paizes em que se cobram
os impostos de que se trata e diz que se o
governo propuzesse outros soffrera a raes-
ma opposicSo. A nSo qnererera impostos,
o melhor deixar correr tudo a mer. da
Divina Provi encia.
Todo o cidadSo deve pagar o equiva-
lente aos beneficios que receber, e por maior
que sejara as economas haver sempre ne-
car a sua partida. A pobre Catharina es-
tava desolada e debulhada em lagrimas.
Em v&o esperamos at raeia noite a vol
ta da menina Emma Rosa.
Esta man ha, louco de dr, voltei man-
sarda de Catharina. A menina nSo tinha
apparecido e eu esperava saber pelo se-
uhor o quri flzeram della. Quero crer que
j senhor o ignora, mas o senhor represen-
ta a justica e a justica est armada de um
poder sem limites. A' ello todas as pes -
quizas sao per uittidas e possiveis.
Faga a justica mover-So, senhor, ponha
a polica em campo !.. Reviste Pariz !
Trata-se de sab -r que fira levou a menina
a quera amo I Qie tira levou a sua filha.
Dessa vez o substituto nSo hesitou em
tomar as mSos de Lr-So Leroyer e aper-
tal-as com ffusSj.
Obrigado, s ntior I exclamou elle. O
sennor acaba de lembrar-me o meu dever,
dever sagrado, que eu h muito tinha es-
quecido Se, como pensa, Angela Bernier
innocente, eu fare tudo quanto depender
de mira para ajudal-a a provar a sua inno-
cencia. Quanto minha filha, menina a
qu-m o senhor ama, ha vemos de achbi-a,
eu o juro l
Depressa, senhor, depressa I tornou
LeSo, e_praza a Deus queja nSo seja tar-
de Os ineos preaentiraentosfazem-me re-
ceiar urna desgraca, um crime !
Urna desgr-ya ? repetio o Sr. de Ro-
dyl. D'onde viria ella ? Qae n coramet-
ti-ria osse crime T
Os assassinos de Jayme Bernier.
Cora que fira ? com que interesse ?
O misi-ravcl que matou a Jayme Ber-
nier quera tambera matar a menina Era-
ras Ros, sopor milagro nSo o conseguio.
Viva, ella pode encontral-o, reconbecel-o,
entregal-o justica. Tem pois grande in-
teresse em supprirail-o !
E' verdade verdade diise o snb-
8tituto com violenta emocSo. Eu nSo me
lerabrava de nada disso.
Accrescentou, tomando o chapeo :
Venha, senhor !
Para onde varaos? perguntou L9S0.
Procurar o juiz de nstruccSo, Ricar-
do de Gevrey. S elle pode dizer-nos o
que se passou ac. minha ausencia.
Eu tenho um carro em baixo.
Os dous homens entraram no carro que
tin'.a levado o estudante e o Sr de Rodyl
disse ao cocheiro a inorada do juiz de ios
truccSo.
Osear Rigault, depois de dormir pouco
ou nada, vendo os primeiros raios do sol
que filtravara atravez das veneztanas da
casa da irmS, saltou do caoap que lhe
servir de cama.
Durante a noite tinha resolv io ir exami-
nar, lgo que fosse dia, a estribara, a ce-
cheira e a margem do rio, esperando en-
contrar em algum desses lugares um novo
indicie que o podesse guiar.
Na cocheira tudo esta va em desordem,
mas ness desordena elle nada vio quo po-
desse servir de ponto de partida das suas
pesquizas.
Na estribara tambero nSo havia nada.
O ct mas -ate sahio do pateo, atravessou
o camiuho de sirga e chegou ao lugar on
de tinha encontrado o corpo de Emma
Bota.
O caminbo de sirga, endurecido pela for-
te geada, nSo conservava nenhum vestigio,
nem tSo pouco a declividad da margem,
mas na vasa da beira do Mamo disiin-
guiam-se fcilmente as pegadas de um ca-
vallo e os sulcos das rodas de ura carro.
Estou vendo que nSo me engaae !
murmurou o irraSo de Sophia. O san^leiro
e a cacamba cstSo no fundo do rio. Qui
zcram afogar a menina ao 11es.no tempo.
Como diabo escapara ella, porque a cousa
foi combinada por patifes muito espertos !
cesssidde de impostos. K' tSo dirficil ser
agradavel una governo que pede impostos,
orno mpossivel sernaraorado esisudo.
Os impostos propostos slo neeeasarios e
votir por elles.
Record que quando orava o Sr Coe-
lho de Almcida, disae em aparte que o
Brasil duaa vezes fizara bancarota especial
e vai explicar. Lembra as les de 1833 e
1846 que alterarara o padrSo monetario,
logo no papel-moe ia emittido entre os dous
p -nodos, o governo decretou ua depreoia-
cSo muito prejudicial aos possuidores deno-
tas, e desde que o Estado se excuse do paga-
mento pelo seujusto valor legal, faz ban-
carota. E isto que se deu entre nos, tera
se dado em outros paizes.
Vera mesa, sSo lidas, apoiadas entrara
em discussSo, conjuocta-nente com o pro-
jecto, as seguintes emendas ;
A contribuicSo de caridad e por itro
de habidas alcoolicas despachadas para
consumo ha alfandega da corte tica eleva-
da a 5 rs. ; destinado o augmento raa-
nutoDcSo do imperial hospital dos Lazaros,
e a sobra, se bou ver, ao patrimonio delle
e do da Santa Casa da Misericordia da
Corte, ficando anoullada a verba da des-
peza cora o referido hospital abonada ao
ministerio do nperio.
Sala das sessSes, 1 de Setembro de
1886.Ferreira da Rocha.
0 Sr. Rodrigo Silva (pela ordem) re-
qner e a cmara approva o encerramento
da discussSo.
Posto a votos o art. Io, approvado
como foi publicado no Jornal do Commer
ci do 27 de Agosto, com a seguinte emen-
da da commissSo do orcamento :
Accrescente-se ao paragrapho relati-
vo renda com applicagSo espacial :
1 Importancia correspondente quota
de 2(3 da taxa addiconal do 5 [0, confor-
me a le n. 3,270 de 28 de Setembro de
1885, art, 2, 3o, Io e 2' partes,......
3,108:0335338.
< A's despezas de colonisacSo :
t Importancia relativa quota do 1|3
da taxa addi .-ional da que trata a mesis
lei u. 3,270, art. 2o, 3o, 3 e 4a partes,
1,514:0005000.
Entra um discussSo o art. 2.
O Sr. Affonso Penna diz qu,
tratando o artigo da emissSo de bilhetes
por antecipayao do receita e tendo o Sr.
ministro da fazenda contratado dous ona-
prestimos, deseja sabor que quantias pro-
duzirSo elles e que applicacSo tiveram.
Pelos clculos apresentados de crer que
de a quantia pan pagamento do dficit
que existe. Sabe que o nobre ministro ain
da nSo recebeu toda somraa e sira giande
parte.
Des-cja tambera saber aqu a quantia
eraittida per antecipayao de renda. Pede
estas expli';ay5e8 para poder estabelecer
detido debate sobre as operayoes fin'incei-
ras realisadas pelo honrado ministro.
O Sr, F BclisarlO (ministro da fa-
zenda) responde s perguutas feitas, re-
servando a resposta quo deve aos oradores
que fallarara sobro a receita, para a Dis-
cussSo dos addittivos, onde so achara os
assumptos de que se oceuparam.
Calculou em cerca de 100,000:0005 a
divida fluctuante fazendo a sorama de to-
dos os seus itens, inclusive reraessas para
Londres, atrazo na araortisasSo de dous
empreatimos, o de 1879 e 1888, e outras
despezas que estavam por pagar.
0 producto do eraprestirao externo ain-
da se conserva em parte era Londres.
Aqu tambem nSo recebeu aiuda todo o
produ-to dos 500 rail contos de apolices
eraittidas, das quaes faltam ainda duas en-
tradas a realisar. Pode, porem, dizer que
divida flictuante neste momento, orea
por menos de 30 mil contos, nSo levando
em cinta o saldo era Londres e o que em
de receber das apolices.
O Sr. Uves de Iraujo : -As
explicares do nobre ministro demonstra m
as diffi -uldades em que elle se v.
Pensa va que os emprestimos erara
para a reraissSo da di vida fluctan*e, mas
v que nesse sentido jada te pode fazer.
Tratando dos 16 mil contos por anteci-
pacSo ae renda, pondera que nSo serSo
aufficientes, pois, maiores corapromissos
polera surgir.
Trata das quantias depositadas no the-
souro que nSo podare dar tranquillidadeao
ministro, pois podem ser retiradas a todo
o momento.
Depois de alguraas observacSes sobre o
prograraraa de economas diz que nSo s
nao se sabe a quanto monta a divida fluc-
tuante, como igaora-se quanto ficou dos
emprestimos.
F-itas essas Vt-rificac38, Osear subi o
talude que tinba descido e entrou no pateo
de cabeca baixa, olhos fixos, n.flectindo.
De repente, a poucos pasaos do portSo
ab .ixou-se vivamente e apanhou ura ob-
jeto de muito pequeas airaensoes, que
vio brilhar na ama.
Oh disse elle, examinando esse ob-
j-cto. Ura botao de ouro de camisa....
Urna turqu za, pendas 1 Eis ahi uma te
teia que, sem duvida pert-nce a um dos
tratantes qu qu esteve.
NSo ouro f.lso era casquinha I E' ri-
co e deve ter c-ustado bora dinheiro, por-
tan to o 8ujit que perdeu isto 11S0 fre-
qu Mitador das pns8 -8, raas um cavalheiro
gr..uilo. Eis ahi um a -hado que vale al-
guna cousa I Ab I con os diabos, que pe-
chincha se eu pod-88e mostrar a gnte d
pobeda que eu vj. melhor sem oculoa do
que ella com --lies.
Depois de tornar a procurar, mas d<-ssa
vez aera resultado, Osear voltou p -ra casa
Sophia tinha descido.
J le p, das a ella o ir oo.
E ha muito te.i'po, mana. J iei
muitas voltaa esta malina. Como vai a pe-
querrucha T
Est domando
laso omito bom Dcixeinol-a dor
mir e eutendciiDo-noa^
A respt-ito de que T
A respailo 10 imraovel, senhora proprietaria Nao perd
o meu t'inpo li .j >. li-ximin>-i tudo.
E di-acobriste alguma cousa que sir-
va ?
Creio que sim. Vais ver.
Osear cootou ir na em poucas paia-
vr>s, qual tinba si>io o resultada das suas
pesquizas e moatrou-lhe o botao de ca
misa.
E' preciso fazer j uma declarac&o
s autoridades I exclamou Sophia.
Ninguem mais pedindo a palavra en-
cerrad a a discussao.
Procedendo se chamada verificou-se
nSo haver numero. Fica pertanto adiada a
votacSo.
Entra em discussSo o art. 3.
O Sr. Aires de Araujo pondera
que o art. que so discute traz grande dif-
ficuldade ao nobre minitro. SSo empres-
timos que particulares fazem ao governo
e que retirara quando querem. Era me-
lhor em vez de receber dinheDS de ca-
xas econmicas, cofres de orphSos e ou-
tros, ae entregasse ease trabalho a associa-
co!-s particulares, a coll .ctividades secun-
darias q e gerissem esso dinheiro, porque
inconveniente fuzer o governo de ban-
iraeiro pagando juros certos com retiradas
incertas. O mi' istro devia concentrar sua
attenjSo no que propriaraente fi nangas
que todas redundara era emprestimos; mas
e gov. rno o que quer dinheiro e aceita
d'onde elle vem.
O governo deve limitar-se a fazer as
despezas certas e permanentes com os re-
cursos certos e norrnaes. Devi?. prohibir-
se o governo de receber taes depsitos, dos
quaes paga juros nao podendo contar com
as quantias deposita las pois que podem a
todo momento ser retiradas. Diante destas
consideragSes entende que o artigo era dis-
cussSo s traz difficuldades ae nobre mi-
nistro.
Nigucm mais palindo a palavra, en-
cerrada a discussSo e adiada a votacSo.
Entrara successivamonte em discussSo
os arts. 4o e 5o cuja discussao enoerra-
e adiada a votacSo.
O Sr. Presidente d
para 2.
a ordera do d^a
nandes da Cunha Filho, Pedro Munz, Tor-
res Portugual, Henrique Salles, Pedro Bran-
dSo, Christian Luz, Olympio ValladSo,
Almeida Nogueira, Cernido de Rezende,
Marsondes Figueira, BarSo do DiamaDtiuo,
Pinto Lima, Paulino Chaves, Silva Tavares
e Domingues da Silva.
E lido e entra em discussSo o seguinte
parecer da commuaSo especial nomeada
para interpr p reeer sobre a denuncia
dada pelo- Sr.. Coelho Rodrigues contra o
Sr. Carneiro da Rocha :
A commissSo comeada para examinar
a denuncia dada pelo Sr.- deputado Anto-
nio Coelho Rodrigues contra o ex-ministro
da agricultura, commercio e obras publi-
cas, conselheiro Antonio Carneiro da Ro-
cha, considerando que a denuncia refere-se
a contratos e actos praticados pelo mesmo
ex-ministro com relacSo eonstruccSo da
estrada de ferro da Victoria Natividade,
contratada com Warrag Brothers e nao po-
dendo ajuizar de taes contratos e actos,
sem que estes lhe sejara presentas e bem
assim os documentos e i aforra ac3es era que
se tenha baseado, de parecer que nos ter-
mos do art. 44 do regiment desta augusta
cmara, se p
do Ministerio da Agricultura, commercio e
obras pblicos, copia dos decretos, avisos e
despachos expedidos pelo denuu'ciado com
relagao dita estrada e dos do jumentos e
informacSes respectivas.
Sala da8commiss3s, 1 de Setembro de
1886. -Manotl Portella. T. de Alencar
Araripe. Cesarie Aluim. Lourenco de
Albuquerqne Eufrazio Qorreia. >
SESSAO EM 2 DE SETEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO SB. GOMES DE CASTRO 1.
VICE PRESIDENTE
Ao meio-dia comeca a chamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abre-so a sessao.
E lida e approvada a acta da sessSo an-
terior .
O Sr. l. Secretario d conta do expe-
diente.
Vera mesa, lido, apiiado e approvado
sem discussSo o seguinte requerimento :
Regueiro se solicitem do governo, pelo
Ministerio da Agricultura, as seguintes i>i-
formacoca :
de uma linlia auxiliar da estrada de trro
D. Pedro II, a partir da estacSo de Be-
lm ?
< No caso afirmativo, de quantos kil-
metros o percurso da linha e qual a di-
fferenca para menos em relacSo linha
actual ?
a Qual a importancia oreada para a
eonstruccSo ?
< Sa'a dis sesso'ai, 2 de Setembro de
1886. Affonso Penna.
Vm mesa, sao lid os, apoiados entrara
em discussSo e sSo adiados os seguintes re-
querimientos.
< Requeiro que por intermedio do Mi-
nisterio do Imperio, informe o governo so-
bre os seguintes pontos :
I. Que providencias tem sido toma-
das no intuito de cohibir os obusos e factos
delictuosos que seguido se l no relatorio
do referdo Miuisterio, se praticou na Fa-
culdade de Direito do Recife ?
2o Quaes os culpados de semelhantes
oceurren cas.
f 3. Receben o governo uma represen-
tacSo collectiva da congregacSo d'aquella
Faculdade, requerendo que se individuali-
sassara as accusac3es afira de ter lugar a
defesa ?
< 4." No caso affirmativo, que resposta
deu a essa representacSo ?
Sala das sessSes, 2 de Setembro de
1886.Affonso Celso Jnior.
Pedio a palavra o Sr. LeitSo da Cunha.
1 Requeiro que por intermedio do Mi-
nisterio da Agricultura, informe o governo
qual o numero exacto de empregados do
correio demittidos na pro/incia de Minas-
Geraes, desde 20 de Agosto de 1885, at
a presente data.
o Sala das sesadas, 2 de Setembro de
1886 Affonso Celso Jnior.
Pedio a palavra o Sr. Christian Luz.
Para a deputacSo que tem de aprese n-
tar a S. M. o Imperador as congratula-
co*es da cmara dos deputados pelo faustoso
anniversario da independencia nacional, o
Sr. presidente nomea os Srs : Laceria
Werneck, LeitSo da Cunha, Ribeiro da
Cunha, Jaguaribe Fiiho, Elias de Albu-
querque, Paula Primo, Rosa e Silva, Fe-
lippa de Figu--ir5a, Coelho e Campos. Fer
O Sr. Alfonso Penna .fi pelo pa-
iccer que a denuncia foi desacompanhada
de documentos e o commissSo declara que
0S0 tem conhecimento nem documento de
facto algum por onde possa ajuizar dos
actos denunciados.
E' esta uma accusacSo grave que cahia
sobre a cabeca de um cidadSo que oceupou
os cargos mais altos do paiz, portanto, vin-
do desacompanhada a denuncia de qual
quer prova ou docum rato a commissSo de-
via tl-a repellido in limine; e a cmara
nSo a pode aceitar nestes termos.
Os documentos a que sa refere a de-
nuncia,' ou estSo na secretaria da cmara
ou na secretaria do Ministerio da Agricul-
tura ; se estSo na cmara a commissSo po-
da obtel-os; se estSo na secretaria do Mi-
nisterio da Agricultura, o denunciante ti-
nha obrigacSo de solicital os para apreson-
tar.
O Sr. .Hanoel Portella justifican-
o pedido de documentos feitos pela com-
missSo, diz que tendo sido a denuncia pu-
ra e simples, ha necessidade de documen-
tos, mesmo no interesse da causa que a
cmara tem de ulgar. Reeorda que ne-
nhuma denuncia das que tem sido apre-
sentadas desde 1857 foi instruida com do-
cumentos, e em muitas dellas limitavam-se
apenas a denunciar o facto qne fazia ob-
jecto da denuncia, a commissSo entendeu
que nSo tendo sido a denuncia acompanha-
da de inforraa3es, documentos ou actos
relativos ao facto que so orginaraui, era
de seu dever pedil-as para poder examinar
o proced ment do ex-ministro e saber
como podia ser classificado esse proc di-
mento. NSo era possivel julgar a denun-
cia procedente ou nSo sem detido exame,
que rs documentos estSo na secretaria,
commissSo nSo foram elles presentes, de-
vendo o denunciante tel-as juntado porque
s a vista de taes dados se poderia resol-
ver.
O Sr. Affonso Penna diz que n*
interesse do Sr. Carneiro da Ro -ha era
elle o primeiro a querer o mais minucioso
exame sobre o assumpto. Ninguem quer
que se corra um veo sobre taes factos,
mas a sua impugnacSo basea-se era que
foi transgredido o art. 9o da lei que regu-
la a denuncia contra os ministros de esta-
do. Esse artigo diz que a denuncia deve
ser instruida com os documentos, ou nella
se declare a irapossibilidade de apresenta-
los. NSo se deve consentir que paire sus-
peila sobre a reputacSo de um horaem con-
ceituado, e se a commissSo declaro que
nSo tem base, 0S0 deve aceitar a denun-
cia. NSo encontra motivo para que a c-
mara proceda contra o que a lei deter-
mina.
[Continua.)
Oex-mascate eucolheu os hombros.
- A's autoridades! repetio elle. Est
se ninan lo I Sucia de burros que me man-
daram prender I
EntSo, que vais fazer ?
A autoridade serei. Quero desco-
brir o assassino, eu szinho e hei de achal-o,
vai cora ota.
Mas, o meu coup ?
O teu coup s pode servir para os
peixes do Mamo I Dou te de conselho, que
no teu livro de contas, o paisas para per-
das e lucros !
Nao podemos conservar a pequea
aqui rada a vida.
N.io te incoramod-s, deixa rae arran-
j ,r as cousas. A pequ<-rrucha nSo ha de
incomraod r. Tu a levars coraiigo para
Pariz.
Isso ple ser por dous ou tres dias,
mais nao. .. Eu preciso da minha liberda-
de.
Pois bem, quando eu tiver achado
ura aposento, eu liie direi asylo. Para eu
s> -r be 11 8U-ce lido, preciso que ella fique
escon li''a durante mais ou miraos tempo e
eu qu ro absolutamente ser bem succedi-
.1. Leoibra-te 1 isso I Provar que.essa po-
bre liaba de Aog-la Bernier iunocent e
fosar ng-dolar o patife por que o eu fui
acensado e preso Nao amas que isso se-
rii bonito !
Pase o que quizere-, approvo tudo,
raa> prneiso que u volte para P.riz. .
LchegareiDOS antes de duas horas.
E' pre iso ai'hai* nesta torra um carro que
P'iss 1 nos levar todos tres.
Era Saint Maur ba una cocheira.
- Entao, aeorda a pequea e apromp-
tem-se. Eu vou buscar uma cacamba e um
sendeiro.
Pasaa por casa de Demichel u toma
as chaves da casa, afira de podermos fe-
char tudo.
Est entendido.
E Osear parti para Saint Mur.
Uma hora depo's estava de volt, com
um so.-ia^el de familia puxado por um bota
cavallo e as chaves da quinta.
Durante a sua ausencia Sopbia tinha
acordado Emma R isa e tinha-lhe contado
os projeetos do irraSo.
A nenina, muito fraca e adoentada, nSo
podia deixar da estender os bracos a esses
novos amigos que se diziam dispostos a de-
fend. 1-h dos perigos nascentes e promet-
tiam lhe provar a innocencia da sua mSi.
Klla seutia-se um pouco tranqmllisada e
s quera uma cousa que se dissesae
pobre Catharina, que ella estava fra de
perigO.
M'-u irmSo ha de entenderse com
a senhora para traoquillisar essa bo* mu-
lher, minha queri linha, diase-lhe a 10098.
Emma Ro-a, aiudada por Sophia, vea-
tio-ae lentamente e esperou a volta de Os-
ear.
Esse nSo esqueceu a garrafa cheia que
tinha achdo na mesa da sala de jantar,
iustallou no 80ciavel a sua irmS e a filha
de Angela Beruier, fcbou as portinholas,
subi para a almofada, sentou se o lade
do cocheiro e o carro tamou o caminbo de
Pai iz.
Cb.-g-.dos ra Dauphine, Sophia p8z
disposicSo de Emma Rosa um dos dous
quartos de dormir do seu aposento.
A pobre menina soffria muito.
A sua vista estava enfraquecida de rao-
do r -alraenie inquietador e o veo que por
instantes estendia-se diaute dos seus olhoi
toroava-se caoa vez mais opaco.
Sopbia obrigou-a a tomar um pouco de
alimento, animou-a com boas palavras e
Q8t-llou a em uma grande poltrona perto
de um bora fogo. (Continuar se-ha.)f
1 Typ. do Diario ra Duque de. Carias n. 42.
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