Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19061


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Full Text

PARA A CAPITAL IS LIWAIMKM OMDB MAO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantadoa ... ........ o nnn
Por seis ditos idem...... ......... Jvwi
Por um anno dem................. nao
Cada numero avulso, do mesmo dia. -.......... w^"U
DIARIO DE
un m
PARA DENTRO S FORA DA PROVINCIA
Por seis meces adiantados. .
Por nove ditos idem.......
Por um auno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
13#500
200000
270OOP
100
NAMBUGO
Parietal* te JHatwel /tgurira He Jara & JUIp*
Os Srs. \mclfc Prince t C '
de Pars, stEoWs nossos agente s
exclusivos de annum-ios e pu-
blic cScm da Franca c Ingla-
terra.
Os Srs. Wasburne R-rmanos.
de lew-York, Bread Way n.
t0. So os nossos agentes ex-
clusivo? de annii clos nos Es-
tadoM-l nidos.
Aviso
A.08 Srs. Assignan-
tes que se achremem
atrazo, scientificamos
que de ve ni mandar
abonar suasassignatu-
ras at o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soffram interrupc,o na
remessa do Diario do
1 de Outubro.
TELEGRAMMAS
;savi:: u alacia sm&
(Especial para o Diario)
S. PETERSBURGO, 15 de Setembro.
general laulbara foi nomeado
agente diplomtico da Raia na
Bulgaria e Ja parti pra Soliu.
MADRID, 16 de Setembro.
O duque de Sevllba evadio-se da
priwao de Porto Habn e parti para
a Franca.
BERLIM, 16 de Setembro.
Beallnou-ae boje a abertura do
Rt'it-bNtag.
A mentagem Imperial nada con-
ten de importante relatlwamente
a poltica exterior i trata apena* de
qu<". (<>-* puramente locae*.
Agencia Havas, filial ana Pernambuco,
16 de Setembro -ie 1886.
?ARTE 0FFIG1AL
INSTRDCqO POPULAR
{Extrahido)
DA BIBLIOTUECA DO POVO B DAS ESCOLAS
CAPITULO V
(Continuando)
Para que urna substancia seja alimenticia, deve,
ais, conter, sob forma assimilavel, albmina, fi-
brina, gordura, chloretos e saea, ou poder transfor-
inar-s n'um ou n'outro d'estes principios alimen-
ticios ; e ser ella tanto mais nutritiva, quanto
eaaior quantidade ti ver de taes principios e quan
to mais se approxiinar da composico do sangue.
E' por isso qu fljtoe. carne e o paoque con-
teem albmina,1rVmafA gordura, sae, a maior
parte dos elementos do Singue,sao de todas as
substa ciastfKmeuticias as mais nutritivas, e sao
tambem as mais fcilmente digeriveis, porque teem
ama composigo muito anloga do sangue. E'
Sjr isso igualmente que nem a albmina, nem a
brina, nem a gordura, nem os ses, tomados Bo-
tadamente, podem alimentar oo!gtnismo ereparar
aa suaa pcrdas, e que a vida s pode ser mantida
pela assoeiago daquellas diftorentes substancias
DlgentaoAs substancias introduzdas no
estomago precisam de ser e'aboradas. para pode-
rem entrar na constituigo do sangue, isto para
serem assmilaveis Eta elaborago, que se passa
ao estomago e em parte do intestino, tem o nome
de digestao.
Aaptidao dos alimentos para serem digeridos e
tanto maior, q-anto mais so'uveis sao os seas prin-
cipios nos lquidos dos orgos digestivos e, em se
gundo logar, quanto mais facihneute podem ser
transformados em partes constituirnos di sangue.
Se, poi8, duas substancias fferecem a m-snu fa-
cilidade, ou a mesma difficuldade, de se dissolve-
rem, a que tiver mais aologia cora a aubstan
ca do aangue ser a mais diger vel. Mas, de duas
ajee se aprsentem com A substancia do sangue a
sesma analoga, ser mais digerivel a que for
mais soluvel.
A albmina, por ejemplo, ea fibrina approx-
nam-sb igualmente do sangue porque urna e >utra
elle sao contidas; mas, como a albmina se d si >1-
ve nos lquidos digestivos iniis fcilmente do que
% fibrina, digere se mais prouiptamente do que
esta. Toda a substancia, que, para ser aseimiUda
tem qup passar por urna serie de transformacoes e
que soffrer urna longa eUborago, menos di^en-
vel do que aquella cuja transform*go directa
oa mais immediata. E' asoim que a fcula, que
para se converter em principio do sangue precisa
de transformar-se primeiro em dextriu, depoi-
em assucar, em acido lctico, em acido buryticu,
e por fim em gordura, men<>s digerivel do que
cada um deates principios por que passa ; a denri-
na > menos do que o assucar ; este, menos do
qae o acido lctico, etc.
Clasmlflcacao dos alimento*- -A cbimi
ea pbysiolugica Classifica os alimentos, segundo a
ana naturesa, enr: 1 alimento* inorgnico, t .es
como a agua, os caes, ere ; 2a alimentos orgnico
nSo azotado ou respiratorios, com a cordura,
fcula, a gomma, o as ucar, etc, ; 3 alimento or
ganicos ai,todos oa plsticos taes como a can e e
(sangue dos ammaes, a fibrina, a casena, a albu-
jaina, tanto animal como vegetal, etc.
(Contina).
overao da i'rovineia
DESPACHOS DA PBESIDENCIA DO DU 15 DE
SETEMBRO DE 1886.
Adelaide Augusta Al ves Barbosa.In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Francisco Antonio da Natividade Salda-
nha. Informe o Sr. inspector do Theson-
ro Provincial.
Jos Paschoal de Carvalho e Manoel
Joao Lopes da Costa Torres. Passe por-
tara e a respectiva carta de naturalisacSo.
Julia Mara C aldas Rocha. Remettido
junta medica provincial, a quem a sup-
plicante se apresentar para ser inspec-
cionada.
Laurentino Vitalino de Mello.Informe
o Sr. Dr. chefe de polica.
Leonardo Antonio do Espirito Santo.
Informe o Sr. Dr. juiz de dreito da co-
marca de Taquaretinga.
Manoel Ferreira Borges.Informe o Sr.
director da Colonia Isabel.
Alferes Raymundo de Almeida Sampaio.
Informe o Sr. inspector da Thesouraria
de Fazenda.
Lisbella Pereira da Silva.Remettido
ao Sr. director da Colonia Isabel, para at-
tender a suppliuante, de accordo com a
sua informacSo de 13 do corrente mez.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 16 de Setembro de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonio F. da Silveira Carvalho.
Reparticao da Polica
Seccao 2aN. 904.Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 16 de Setembro de
1836.- Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Ezc. que foram hontem recolbidos na Casa
de D tencSo os seguntes individuos:
A' minha ordem, Jos Joaquina de Santa Auna,
remettido pelo delegado do termo de Olinda, como
sentenciado ; Antonio Rodrigues da Silva, Jos
Alves de Oliveira e Ignacio Vlathias, remettidos
pelo '.subdelegado do districto da Varzea, como
desordeinn ; Manoel Pi Pereira, Jos Soares de
Figueiredo, Francisco Zeferino Gomes, Joo Pe-
dro da Costa e Antonio Francisco do Carmo, vin-
dcs do termo do Bonito, como criminosos.
A' ordem do Dr. delegodo de 2.* distrieto da
capital, Horacio, escravo de D. Mara Arcbanjo
Cavalcante, por andar ausente da casa de sua se-
niora.
A' ordem do subdelegado do Recite, Antonio
Jouquim Martina Eirado, por offensas moral
publica.
A' ordem do de Santo Antonio, Josepha, escrava
do Dr. Antonio de Souaa Leao, por disturbios.
A' ordem do do 1.a districto da Boa-Vista, Ma-
noel Ferreira da Silva, por crime de tentativa de
morte ; Fernando Jos da Silva, por se achar pro-
nunciado em 'crime de terimentos graves ; e Joao
Baptista, por disturbios.
Hontem, as 8 horas do noite e na ra da
Senzala Nova, o individuo de nome Manul Fran-
cisco Arttaur, ferio gravemente, com urna facada,
a Jos Martina de Oiiveira.
O ofiVndido, depois de vistoriado, foi recolhido
no hospital Pedro II para ser tratado ; e contra o
delinquente, que foi preso em flagrante, procedeu-
se nos termos do inquerito policial.
Ainda hontem As 7 e meia horas da noite.
ao passar Alezandrino Manoel dos Nasc meuto
pela ra do Rosario, prximo 4a estaco da
guarda cvica, toi aggredido por Manoel Ferreira
da Silva, caizeiro de Joaquim Francisco da,Costa,
estabelecido no Largo da Santa Gru n. 2.
O aggressor disparou quatro tiros de rewolver
em Alfiandrino, a quem s attingio um projectil,
feriodo-o levemente.
O delinquente foi preso em flagrante, sendo o
offendido vistoriado pelo Dr. Imbasstby.
A tal respeito procedeu-se nos termos do inque-
rito policial.
Cummunicou-me o delegado do termo de Bui-
que, que nos dias 2 e 6 do corrente, apreaentaram-
se voluntariamente e foram recolhidos na cadeia,
os criminosos Joao Martins'de Oliveira e Antonio
Jos Ferreira, o primeno pronunciado em crime
de ferimento e o segundo no de morte.
Em data de 3 do correte, aisum'oo alferes
Antonio Valerio dos Santos Neves o exercicio do
cargo Je delegado do termo de Tacarat.
Hoje, s 7 horas da manh, Marcolino Perei-
ra da Silva, cocheiro da Companhia Ferro Carril,
ao regressar da Passagem da Magdalena, em cuja
linha servia, foi accommettido de urna congestSo
pulmonar e morreu a poneos minutos depois de
chegar o (carro estaco da ra do Baro do
Triumpho.
O subdelegado da freguezia de S. Frei Pedro
Q/oncalves proceden s delig-ncias da lei, sendo o
cadver vistoriado pelo Dr. Jos Joaquim de
Souaa.
Hontem, pela manhi, as proximidades do
aQude do Prata, foi espancado o subdito ingles
Albert R >llasou, empregado da Companhia Bebe-
:ibe, por Joo Zacaras, trabalhador da mesma
Compauhia.
Contra o delinquente que evadise, procedeu-se
nos ulteriores termos da lei.
D-us guante a V. fizo.Lira, e Ezui.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
inulto digno vico-presidente da provincia.
O chefe de poli ;ia, Antonio Domingo
Pinto.
vry
(Conforme)O tenente Joaquim Jorge'
de Mello Filho, ajudante de ordens inte-
rino e encarregado do detalhe.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 15 SETEMBBO DE 1886
Francisco Gonc^lves Torres.Nao pode
ser attendido na forma requerida, mas ca-
be ao supplicante interpor recurso de ac-
cordo com o Tit. 8 do Reg. de 2 de JuH
lho de 1879 para o Exm. Sr. presidente
da provincia.
Joaquim Alvaro Barbosa da Silva, Ma-
n >el Francisco Pestaa e Antonio Muniz
Ferreira. -Certifique-se.
Padre Genuino Walfrido de Souza Gur
jao. -Prestadas as contas de beneficio an-
teriormente levantado, ser attendido
quanto entrega do referente a 2 parte
da lotera n. 57, sendo esta remettida ao
Sr. contador para informar opportuna-
mente.
Joo Ferreira Villela de Araujo, Fran-
cisco Arcelindo dos Santos e Jos Gonjal-
ves dos Santos. Fajam-se as notas da por-
tara de licenca.
Manoel Xavier Carneiro de Albuquer-
que o padre Manoel Ferreira da Rocha.
Junte-se copias das informales.
Aristides Honorio Bozerra de Menezes,
Silvestre Antonio de Souza e Manoel Del
pbino de Medeiros Favilla.Pague-se.
Porphirio Jesuino Baptista da Silveira e
Jos Antonio Pereira.Haja vista o Sr.
contador.
Nicas da Silva Gusmao e officio do Dr.
procurador dos feitos.Informe o Sr. con-
tador.
Tavares & Oliveira. Entregue-se pela
porta.
Joao Nepomuceno Coelho da Silva e
Joao da Silva Villaverde. Informe o Sr.
Dr. administrador do Consulado.
- 16
Francisco Pedro Bolitreau e Adelino Ce-
lestino de Mendonja.Deferido, tomndo-
se por termo a fianca offerecMa.
Manoel Martins Fiuza.Deferido, to-
mando-se por termo a declaracao na devi-
da forma.
Meria Euphrosna de Freitas e Joaquim
Anselmo de Hollanda Cavalcante de Albu-
querque. Deferido, ficando o suppli -ante
respousavel sement pelo debito posterior
ao exercicio de 1880 1881, com relacao s
casas ns. 152 a rua> do Visconde de Al-
buquerque e n. 7 ra Sete de Setembro.
Candida Francisca de Menezes Moraes.
Kestitua-se.
Maia & Rezende. D-se provimento
para ter lugar a baixa do termo de res-
ponsabilidade, vista do parecer fiscal e
decisSes anteriores sobre a bspecie.
Francisco de Mello Cavalcante de Albu-
querque. Indeferido, por achar se oceu-
pada a casa n. 15 a ra Domingos Theo-
tonioj de que se trata.
Gaspar Jos de Mello.Deferido, fican-
do irresponsavel pelo debito anterior o no-
vo inquilino que estabele^er-se na casa n.
279, ra Imperial, cuja desoccupacSo se
prova, ficando assim reconsiderado o jul-
gado anterior de 15 Julho ultimo.
Antonio de Souza Azevedo e outros.
Deferido, ficando irresponsavel pelo debito
anterior o novo inquilino que estabelecer-
se na parte do pavimento terreo do predio
n. 1, a ra velha de Santa Rita, e qne en-
frenta para a ra do Padre Muniz, coja
desoecupac3o se prova.
Jos da Costa Rabello.Informe o Sr.
Dr. administrador do Consulado.
Cmara Municipal de Caruaru', Fran-
cisco Goncalves Torres, commando do
Corpo de Polica, Francisco Antonio da
Natividade Ssldanha e Izidoro Marinho
Cesai. Informe o Sr. contador.
Manoel Sezino de Albuquerque Mara-
nhao, Maria Digna de Albuquerque Ma-
ranhSo, Francisco Augusto Paes Barrete e
Dalvino da Fonceea Lyra. Faoam-se as
notas da portara de licenca,
Antonio Pereira de Oliveira Coelho.
Regstrese e facam-se as notas.
Luz Curios da Costa Villela.Ao Sr.
Dr. procurador fiscal para attender, n8o
hovendo inconveniente.
Jo3 Ignacio d'Avila, Francisco Gomes
Villanova e thesouraria das obras publi-
cas. -Informe o Sr. contador.
INTERIOR
Commando das Armas
(JOARTEL GJ5MERAL DO COMMANDO DAS AR-
MAS DE PERKAMBOCO, M 16DESETEMBBO
DK 1886
Ordem do dia n. 120
C .oslando por telegriui "a do Exm Sr conse-
Iheiro ajudante g n ral do ei"rcito <1 31 que, por
decreto de 28, tu do de Ag*sto ultimo, fora promo
vido a" posto de teu^nte cor >nl c nnuiaii Itnte do
1 butalbio de innntnro-. o Sr. in .j >r d> 14a da
meauja arma, 3ob-io F-rreira; determino que
seja excluido do estada ffxtivo do referido bata-
Ihao, ao qual fieara addi-i e esieja piompto a se-
guir A seu destino M p in.'ira p^iriuiiidade.
E' me grato faSJSC pub.iao a gu^r i^ao que, du-
rante o teuipo de uieu co mnan i >, s mprc tive no
pessoa do ret rido .Sr Un corou..l uuj elemento
de auxilio pela boa Vntade selo e disciplina com
qu- cumprio os seu deveres._
Outn sun; coustanil do Diario Oficial n. 241
de 3l-do r. lernlo m s que pelo citado decreto tam-
bem tia prum'!Vdoa posto de maj ir para o 14a
hatalhao, a Sr. ca^ito do 2- de infamara, Jos
Fr n-isco Ribeiro, d termino igualmente que pas-
se a s rvir no referido 11 batalho at que venha
com'nunicacao official de sua promofio, usando
desde j das divisas de s-.u novo posto.
(Aasigoado ) O brigadeiro Agostinh
Marque de S, commandante das armas.
Consalado provincial
DESPACHO DO DIA 15 DE SETEMBRO DE
1886
Archanja Eufroaina Frao9a, Vi ente de
Far8 Maciel, Dogo Abencio Carneiro de
Albuquerque, Aotoni i Mariaho FaicSo,
(20 petiSes) Alfredo Lindolpbo dos Ris
Campello (12 petiySes) Candido Emilio
Manoel Ribeiro, Antonio de Castro L ao
(5 peticBes) Ernesto Pedro da Silva (2 pe-
tictes) Manoel Thoraaz do Espirito Santo,
Jos Flix de Azevedo, Paulino Armes Ja
come, Jos Horacio da Costa, Francisco
Daojasio dos Santos, Pedro Satyro de Sal-
les, Antonio Luiz da Silva e Augusto Po-
licromo de Moraes Mcsquita Pimental. -
Cerdtique.se.
Joao Gomes de Mello, Barbosa San-
tos, Antonio Pedro de Souza Soarep& C,
Joao Aureliano Luiz Alves, Jos dos San-
tos da Costa Moreira, Severino Antonio
da Rocha & C, Joaquim Gon9alvea Cs-
elo, Jos Rodrigues de Lima, Jo&o Bap-
tista Pinheiro, Fernandes A Santos, A nna
Maria do Nascimento, Adolpbo 4 Ferrao,
Aurelio dos Santos Coimbra, Agostinho
Bezsrra da Silva Cavalcante, Alfredo
Bapiista de S, Antonia Leopoldina de
Amorim Hermes de Souxa Pereira. Fran-
colina Sabina do Monte, Leal A Irmao
Epiphanio Antonio Tellee.Informe a 1*
scelo.
DI8COBSO PROlNCIADO NA SESSAO DE 2 DE
SETEMBBO DE 1886
O Sr. Baro de Cotegipe (presidente do
conselho e ministro de estrangeiro)Sr. presi-
dente, longe de mim ter a pretenco de convencer
ao ndore deputado de que o procedimento do go-
verns tem sido correcto; o que posso, porin, an-
nunciar que, na discussao em que vou entrar,
serei tao sincero, quanto de minha obrigaco
ael-o porante esta Augusta Cmara.
A queso, nao questao de partido ; questao
da ectidadn governo.
Os partidos, disse um Ilustre senador liberal,
repetindo um rifao conhecido, nao tem entranbas,
e, consequentcmente, na= accusagSes que se dir-
geos mutuamente tornam-se s vezes contradicto-
rios.
'Ferei, Sr. presidente, de ser um pouco extenso,
porque entendo que a murena deve ser de urna vez
esclarecida. Para este fim mister 1er documen-
tos, e isto ha de fatigar a cmara (muitos nao
apoiados) e prejudicar-me...
O Sr. Candido de OliveiraIsto, sim; e o que
sentimos muito.
O Sr. Baro de Cotegipe... mas o sacrificio
nao aera perdido para a causa publica.
Comerjarei, Sr. presidente, para que nada falte
no meu discurso ou as roinhas explicacoes, por
tornar a ler a interpellafao. Pelas resposta; que
eu dr se conhecer se o governo proceden ou nSo
regularmente.
A inteipellafo a seguinte :
Requeiro que se marque dia e hora para que
o Sr. ministro de cstrangeiros responda as seguin-
tes interpellacoes :
1 O governo de S a Magestade Britannica
influenci o perante o governo imperial para pro-
mover as cmaras a votacao dn um crdito de
70,000 para indemnisaco a Waring Brothers,
concessionarios da estrada de ferro da Victoria a
Navitidade ?
2 Em que termos foi a reclamacao sustentada
por via diplomtica T
3 O governo imperial, depois da lei de 28 de
Sett-mbro de 1885, que, no art. 1 7a, revogou o
decieto de 18 de Abril de 1885, julga ainda per-
feito o direito Waring Brothers indemnisaco re-
clamada, e, neste sentido comprometteu-se com o
governo inglez a obter do parlamento os fundos
necessarios ?
Sala das sessdes, 26 de Agosto de 1886.(As-
signado).Matta Machado. r
Respondendo ao nobre deputado, englobarei os
quesitos; nao seguirei a sua ordem, mas, pelas
explicacoes, vero o nobre deputado e todos os
mais que compem esta Augusta Cmara, que eu
respondo a todos os quesitos. Para ease fim,
mister qu teohamos presentes todas as pecas deste
processo, sem o que impossivel ch gar a con-
cluoo-s que p*88am ser censuradas ou appro-
vadas.
Esta questao foi oriunda da lei n. 3229 de 3 de
Setembro de 1884, no art. 18 2a. Diz esto ar-
tigo :
i Para entender-se com os concessionarios de
engenhos centraos e estradas de ferro com garan-
ta di juros, anda nao em tffectividade, c cujas
obran possam ser adiadas, para o fim de rescindir
a me^nia garanta, solicitando do poder legislativo
us crea ir o necessarios a execugao do juste que
cel'brar.
Em virtude d'esta aatorisar^ao, o governo im-
perial, depois de entender-se com os concessiona-
rios e de chegar a accordo, expedio o ne^uinte de-
creto :
Decreto n. 9,415 de 18 de Abril de 1885.
Rescinde, mediante clausulas o contracto celebrado
entre o governo e Waring Brothers, em 30 de Ju-
nho de 1882, para c nstruccao da estrada de ferro
da Victoria Natividade. De conformidaae com
o art. 18 2, da lei n. 3,229 de 2 de Setembro
de 1884, e vista do que propoz o representante
de Wring Brothers, concessionarios, pelo decreto
n. 8,575 de 10 de Junho de 1882, da garanta de
6 a/. sobre o capital que fosse fixado, depois da re-
visti dos estudos respectivos, para a construccao
da referida estrada de ferro, hei por bem rescindir
o contracto celebrado entre o governo imperial e o
indicado Waring Brothers em 30 de Junho de
1382, mediante as clausulas que com este baixo,
assignadas por Antonio Carneiro da Rocha, do meu
coBselho, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da agricultura, commercio e obras publicas,
que assim o tenha entendido e taca executar. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, 18 de Abril de 1885.
64a da independencia e do imperio.Com a rubrica
de S. M. o Imperador.Antonia Carneiro da Ro-
cha.
Segueui-se as clausula, mediante as quaes foi
ajustada a resciso. NSo as lerei, porque terei de
mencional-as depois da leitura do termo de con-
tracto ; pois que at ento o decreto por si nao
trazia obrigacoes reciprocas : depois da assigna-
tura, que as clausulas tornavam-se obrigatorias
para urna e outra parte.
Sou obrigado a forcar a voz um pouco mais para
poder ser ouvido. .
O Sr. Candido de Oliveira -Estamos ouvindo
perfeitamente.
O Sr. Bario de Cotegipe... porque esta casa
na realidade muito pouco acstica. (Apoiados.)
Termo de resciso do contrato entre o gover-
no imperial e Waring Brothers.Aos 23 dias do
mes de Abril de 1885, presentes, na secretaria de
Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e
Obras Publicas, no Rio de Janeiro, S. Exc. o Sr.
conselheiro Antonio Carneiro da Rocha, ministro
e secretario de estado dos negocios da sgricultura,
digo, da mesma reparticao por parte do governo
imperial, e Waring Br thersrup esentados por seu
procurador IL-rbert Edegell Hunt, igualmente
constituido e munido de plenos poderes, conces-
sionarios pelo decreto n. 8,565, dt 10 do Junho de
1882, da garanta de juros He 6 "/. s.ibre o capi-
tal que toase fixado, depois d reviao dos respe-
ctivos estudos para a construccao de urna estrada
de ferro da cidade da Victoria, capital da provin-
cia do Espirite-Santo, ao porto da Natividade na
froutei.a de Minas Geraes, nos termos do contrato
celebrado a 30 de Junho de 1883, entre si accor-
dam. em couformidade cui o ai t. 18 2a d* lei
n. 3,229 de 3 de Setembro de 1884 e nos termos
do decreto n 9,415 de 18 de Abril corrente, res
cindir o prtcitado contrato, mediante as seguiutes
condices :
Primeira.Pela resciso da contrato dedOde
Junho de 1882, celebrado entre o governo iuip-
ria e Waring Brotners, p-lo qual coucedeu com
ponlu-. que estes organisassem privilegio por 70
aonos para a construccao, uso e go*o de urna es-
trada de ferro entre a cidaoe da Victoria, capital
da provincia do Espirito Santo, e o porto da Na-
tividad" no io D. ce, fronteira da provincia de
Minas Geraes, garanta de juros de 6 % sobre o
capitsl que fosse fixado d-pois da revito dos es-
tudos, frd paqt pelo estado queUe concessiora-
rios a quantia de 70.000 at zembro do cor
rente anno, na detegacta do Theiouro Nacional em
Landre, que compren, ude a importancia dos estu-
dos da referida tstrafla de ferro j ftitospelos con-
cessiouarios e entregue*, ao governo imperial.
Segunda.-Se o gc.veruo jnlgar conveniente
promover a constrncto da estrada oe ftrro de
que se trata, serio preferidos para aquel le fim Wa-
ring Brothers, em igualdade de eoudicoes eatabe-
lecidss pelo mesmo governo.
Tereeira E1 permittido aos mesmos Waring
Brothers levantar desde j a caedo que deposita
ram na delegada do Thesouro Nacional em Lan-
dre, para a celebraco do coutraio de 30 de Ju
nho de 1882.
Cuarta. Aletn da indemnisaco indicada na
primeira das presentes clausulas nenhuma outra
aob qualquer titulo oa pretexto, podero reclamar
Waring Brothers por aua parte livres, e isentos
de qualquer comprumisso para com e governo ''m-
perial.
E por assim haverem acordado, se lavrou o
pros 'nte termo de resciso de contrato, que vai
asignado pelas duas partes cima declaradas, pe-
las testemunhas Gomes Freir de Andraae Tava-
res e eugenheiro J ao Maria de Almeida Portugal
e por mim Jos Pinto de Serqueira, Ia official da
mesma secretaria de escado, que o escrevi. Est
collocada urna estampilha adhesiva do valor de
400 ris, devidamente inutilisada e seguemse as
assignaturaaAntonio Carneiro da Roclia. Por
nrocuraco de Waring Brothers, Herbert Edgell
Hunt.Gomes Freir de Andrade Tavares. Joo
Maria de Almeida Portugal. Jos Pinto Ser-
queira. *
Note-se que, nem no decreto, nem no termo de
contrato, ha a unnor alluso approvaco do con
trato pelo poder legislativo. Consideraremos de-
pois esta questao.
A lei n. 3,271 de 28 de Setembro de 18 5, no
art. Ia 7a, dispozo seguinte (le) :
r'ica revogado o decreto n. 9,414 de 18 de
Abril de 1885 e o governo autorisado a pagar aos
concessionarios Waring Brothers nicamente o
prego que se liquidar dos estudos que fizeram para
a construccao da estrada de ferro da Victoria
Natividade, na forma do respectivo contracto.
Eis aqui, senhores, as pegas, como eu as qual i-
fiquei, deste processo.
Nao fallemos as contradiccoes mutuas, que o
nobre deputado ioterpellante nao oceultou. Vol-
taram-se as guardas...
O Sr. Candido de Oliveira-Nao apoiado.
O Sr. Baro de Cotegipe.... os que assigna
ram o contrato rejeitam-o hoje, e es que o repro-
varam o approvam agora. Veremos a razio des-
ta supposta contradieco.
A questao, pois, consiste em dous pontos : 1, o
ministro da agricultura do ministerio 6 de Junho
estava autorisado a celebrar o contracto ou ajuste
de que se trata independentemente da approvaco
do corpo legislativo ? 2a. tinha este ministro,
vista dos seus actos, a couvicco de que o contra-
to estava perfeito, e smente dependa da conces-
so dos fondos ?
Analysemos um e outro ponto. Talvez eu n-lo
agrade a alguus de meus amigos, mas sei qne nao
agradarei aos nob.es deputados (apjuta para a
bancada liberal), posto que v de alguma forma
defender o ministro da agricultura.
Da leitura que acabo de fazer, v-se :
Ia, que nem no decreto nem no termo do contra-
to ha a menor referencia approvaco por parte
do poder legislativo, e isto indica que o ministro
na a julga va uecessana.
Para corrobirar esta opinio ha mais :
2", que tendo elle reformado um contracto com
os concessionarios de engenhos centraes declarou
que ficava sujeito approvago do poder legisla-
tivo ;
3a, que elle no seu relatorio apenas solicitou a
concesso di fundos. Os termos de que se servio
sio muito elaroe. Diz elle, depois de mostrar que
o contracto era grandemente vantajoso, por pon-
par-nos um sacrificio de vinte ecinco mil e duzen-
tos contos:
veniencia do ajusto celbralo pelo governo, cabe-
vos decretar o crdito necessario para a sua exo-
cuco.
4a, qae o seu successor que assignou este rela-
torio, traosmittiudo o contracto C'nn.ra dos De-
putados exprimise do igual forma.
Aqu est o seu officio :
Ministerio da Agricultura, etc.Rio de Ja-
neiro, 22 de Julho de 1885.
Illm. e Exm Sr.Teuho a honra de passar
s mos de V. Exc o incluso contracto celebrado
com Waring Brothers para a resciso do contracto
de construccao da estrada de ferro da Victoria
Natividade, solicitando desto augusta Cmara os
muios para sua inteira execuco.
Duus guarde a V. Exc. J. Ferreira de
Moura.
A' S. Exc. o Sr. secretario da Cmara dos
Srs. Deputados. >
5a, que a clausula 1' diz : Ser paga pelo Es-
tado quelle? concessionarios a quantia de setenta
mil libras sterlinas (i 70,0o0) at Dezembro do
corrente anno, na delegacia do Thesouro Nacional
em Lanires.
Ora, um contracto que depende de approvaco
para poder ser execotado nao marca praso certo
para sua execuco, e se este o marcou, se o mi-
nistro praticou este actode duas urna, ou nao sa-
bia o que tazia, o que nao acredito, vista das
suaa habilitacoes, ou entenda que as Cmaras
nao podiam deixar de votar os fundos necessarios
ao cumprimento de urna disposicao que nao de-
penda de approvaco.
Ainda mais : 6a, que a clausula 3* manda le-
vantar o deposito de l 5,000.
Qjer dizer que o contracto teve principio de
execuco immediata por parte de U'u dos con-
tractantes. Se o contracto precisava da approvaco
do corpo legislativo, como se permittia o levanta-
mento da cauco. que era a garanta do contracto
primitivo? (Apoiados). Nao pode ser, nao com-
pnhendo.
arece, Sr. presidente, que eu me subatituo aos
nobres deputados pela provincia de Minas, dous
dos quaes ioram ministros desse gabinete, na de-
teza do nobre ex ministro da agricultura.
Para desembaracarem-se dessas difficuldades,
os nobres que teem bastante perspicacia, citaram,
nao s o discurso do chefe do gabinete, como pelas
suas explicacoes procuram provar que o facto de
ajr indispeusavel a solicitadlo de fundos equivale
depeudencia de approvaco das Cmaras, que
p diam uegal os. Sem duvida as Cmaras po-
diam uegar os fundos, mas nao podiam de modo
ueubum nnuullar o contracto. (Apoiados).
O Sr Malta Machado:Apoiado, e eu susten-
tei essa uoutrina.
O Sr. andido de Oliveira:Pego a palavra.
O Sr. B.ro J" Cot gipe :Senhores, as nossas
praticas parUineutnrec sao muito conhecidas. Os
co troCtos que dependem da approvaco do corpo
legislativo levam essa declarago positiva ; mas a
aoiiciugo Je fundos sigoificava que o corpo le-
gislativo naque la occasi, ou p* Cuufiauca uo
Min.8.eno,.uU porque nao juigasse possivel que
um ministro fosse sac ificar os nteresses pbli-
cos deu Ihe autorisaijao para que celebrass.- "S
ajustes viesse solicitar os fuuJos. O direito,
que tem o corpo legislativo de nesar fuu.l s, tem
limite, porque embora seja urna attribuigo sua,
pode no uso dessa attnbuicao haver lujustiga.
Assim que eu etendo que nao ibe permittido,
perdoem me, tambem participo da censura, negar
tuudos para a execucio das sentenca* Judiciarus.
C*da um uos podere ind' pen lente na esphera
de suas attribuicd s; mas. sa-o poder judicino
d urna senung -e o poler legislativo sega os
funJos, para -lia ser xeeuiada, o poder legislativo
eoiiolitue-se em pod r judidario.
O Sr. Asnear Aiaripe:Como j se fez aqu.
O Sr. Baro de Cotegipe :Cuno ja ha exem-
plus. Isto prova qae nem sempre o uso de um
direito ramavel.
Pelo menos duvidoso que o contracto Waring
dvesse ser suj ito aporovaco do poder legisla-
tivo : e desde que procedente a duvida, a bo fe
d*s contractantes res..lva a censura em que possa
ineorrer quant) legalidade.
Nao entro no exame do contracto para saber se
elle foi b m ou mal feito, se attendeu ou nao os
iuteresses do Este do.
Primeramente, porque nao sou jun da causa ;
em segundo lugar, porque naveodo um acto de um
dos membroa desta Cmara que aceusa aquello
ministro, seria de minha prte urna falta de res-
peito querer prevenir o juizo Jesta Ilustre corpj-
rago.
Se duvidoso que o poder legislativo podjsse
negar os fundos, cu de modo algum lhe negara o
direito de reprovar o contracto.
Mas toi o que se fez ? Nao.
O poder legislativo nao repravou o contracto,
dictou um contracto...
O Sr. Matta Machado: Exorbitoa do sea
grande poder.
O Sr. Baro de Cotegipe ... uorquanto, di-
sendo que fica revogado o decreto 9,415, accres-
centou :
O Sr. Matta MachadoPego a palavra para res-
ponder.
O Sr. Baro de Cotegipe... e smente se pa-
gar a importancia dos estudos.
Neste cato, como eu disse, dictar as condic-
coes. Seria, como se costama dizer, a partilba do
leo.
O Sr. Costa PereiraPeco-a palavra.
O Sr. Baro de Cotegipe Ora, Sr. presidente,
tratndose de um contracto synallagmatico, que
impda direitos e obrigagoes mutuas, como deter-
minar que smente se cu.npra a parte que one-
rosa e nao a outra ? Nao de direito.
Fallo sem o menor preconceito.
Nao posso ser suspeito tiesta questao ; mas tam-
bem nao sei sustentar aquillo de que nao estou
convencido. Posso estar em erro, sustentar o
erro, mas sempre com consciencia. D'isso teuho
orgulho.
Reprevassem embora o contiacto, mas reprova-
do, a questao ficava res integra ; voltava ao ponto
de que partir. A parte seria con vi iada a entrar
em aovas negociagoes, e se as nao arerasse, exis-
ta a coucesso feta em 1882. (Apoiados).
O Sr. Juo PenidoE' o qua quera o Sr. Costa
Pereira. \ "3
O Sr. Candido de OliveiraEra o direito.
O sr. Baro de Cotogipe Mas dse-se; por
que assim jr ceder, se esse contracto estava ca-
duco ? Responderei: por que exigir qne o con-
tractador cumpra parte do contracto e nao espe-
rar que este caducasse ? Por que mandar resti-
tuir o deposito?
Um Sr. DeputadoPorque o contracto primiti-
vo di ca que, no caso de caducidade, so tinha
diroito aos estudos.
O Sr. Baro de CotegipeMas estava caduco o
cotracto? Digo que nao.
Porque estava caduco o contracto ?
Vejo que contrario ao honrado deputado pelo
Espirito-Santo, pela provincia do Espirito-Santo;
se fosse p lo Espirito-Sauto, eu abaixava a cabeca.
(Risa las).
Porque ?
O prazo da concesso para verificaco dos esta-
dos nao estava findo.
O Sr. Matta MachadoNem encetado.
O Sr. Baro de CotegipeNem encelado, dis
bem
O caso o seguinte, fagamos justica a quem a
tem.
Chegando oa engenheiros dos concessionarios
para encetar os trabalhos ou para rever os esta-
dos que haviam sido feitos por um engenhero do
goveruo, o Ministerio da Agricultura expadio o se-
guinte aviso :
Aviso n. 82.1. Secgo. Directora das
Ob-as Publicas, em 4 de Novmbro de 1882.
Ao engenhero fiscal da estrada de ferro Vic-
toria a Natividade.
Em seus officios de 20 n 23 de Oatubro prc
limo passado commuuica Vme. a este ministerio
ter ch gado da Europa, ficando de partir para a
provincia do Espirito-Santo a commisso de enge-
nheiros que tem de fazer a reviso dos_ estudoa da
estrada de ferro da Victoria a Natividade. Eut
resposta declaro-lhe, para os devidos effitos, que
antes de encetar os estudos definitivos da estrada, a
commisso dever proceder a dous reconhecimen-
tos, seguindo o valle do rio Santa Mara e a estra-
da de rodagem que paasa pela cidade da Serra,
de modo a habilitar o governo a resolver sobre
o tragado que conveuha estudar definitiva-
mente.
Deus guarde a Vmc A. A. Padua Fleury.
Em execuco a esta determinago, os engenhei-
ros dos concessionarios foram fazer as cxploraces
aqui especificadas. Findas ellas, entrn em duvi-
da se o prazo concedido para a concluso dos es-
tudos pelo contracto de 1882 estavacomprehendi-
do no que se gastou nestas explorages. Vem ou-
tro ministro e diz : i
< Ministerio dos Negocios da Agricultura, Com-
mercio e Obras Publicas.1.* Seccao.N. 14
Rio de Janeiro, 30 de Janriro de 1883Declaro a
Vmc, em resposta ao seu officio de 16 de Novem-
bro do anno passado, que nao pode ser contado no
prazo de que trata 'a clausula 7.* do contracto da
companhia dessa estrada de ferro, para entrega
dos estudos definitivos, o tempo gasto com os reco-
nhecimentos, ordenados por este ministerio no avi-
so que em data de 4 do mesmo mez lhe fci din -
gido.
Deus guarde a Vmc.Benrique t Avila.Sr.
engeuheiro da tstrada de ferro Victoria a Notivi-
dade. .
Era, Sr. presidente, nests sitnago que se acha-
va o negocio quando se tratou da esciso do con-
tracto.
Foi convidado o representante dos eoncessiona -
ros, que apresentou o orgameoto do tragado da
estrada que havia explorado por ordem do go-
verno.
O Sr. Costo Pereira-Tragado de outra es-
trada.
O Sr. Baro de Cotegipe Apresentoa esse,
e nao tinha expl- radj O Sr. Costa P.reirNao pedia tonar; o coa-
tra ta nao o permittia.
O Sr. Baro de Cotegipe Euto devia mandar
proceder novamente xplorag-. do tragado, feta
pelo eiigenheim do goTeruo, e nao rescindir o con-
trato (Apoiados).
Se devia oa uo tomar esta base, nao sei, mas
tomou-a, e sobre-din f.ii c :lculada a indemnisaco.
O Sr. Costa P. reirDesde que nao havia ac-
corde a respeito do quantum, uo havia garanta
de juros.
E' t-xpresso no contrato.
O Sr. Baro de CotegipeV. Excdeixe me con-
tinuar ; fallar depois. Sinto-me um tamo con-
atrangido, tendo de ir de encoutro as opiniSes do
nobre deputado...
Comtudo responderei ao aparte. Na > combinar
no or;.uiento, quer dizer, oaquelle qu- fosse apre-
aentado, em vista do trucado da liuha preferida
pelo governo.
Esses estud.is que nao foram feitos ; mas po-
diam ser ainda flectuados.
O Sr. Mtta MacbadoTinham 15 inezea para
esse trab lho.
O Sr. B.ro de CotegipeTinham t- mpo para
isso. Se depois dVss nova expl.ir.gao nao che-
gassem a um accordo, ento o,ue se poderla con-
siderar caduco o contrato.
Nada d'ito succedeu.
Senhores, >oco u-ste ponto, porque esse um dos
lados por onde se procura aggravar a aecusavo
que dirig- m uo ministerio actual
Dis-so : p 's, senhnres, um ingl. z (e
*--
vexes
engeuheiru do governo em :4"U 15,000:' 0U#, e
inda se lhe paL>a 70 mil libras ? I
Que ronb ', que aas*lto para aos cofres pblicos 1
Mas ninguem demoustrou que esse orgamento
toas* na mesma linha com precos differentes do
tragado txpl,r .do pe ugenheir- do governo.
Pode-ce tazar d* exeessivo o orcmento pa-a a
conatrucsao de urna linha d'aqoi a Matto Grueso,
LH
CaCHCMCMCl


liario* de TernambucoSexta-feira

em comparacao de outro para urna linn'a que tenba
ponto de partida do Paran ? Certenenta que
nao.
Nao ha, portanto, razo nesta accusaco, eheia
de odinsidade fe'a por Hquellesquedizemque con-
ceder 70.001 de indemniaacao ahimens que pro-
cedern) de rio mi t, apreaentando tal ornamento,
augmentar o escndalo.
Sr. presidente, V. Exc. permittte, cor saltando a
cmara, que en descanse una tres minutos ?
O Sr. Candida de OliveiraB* aelhoc fallar
sentado.
O Sr. Baro aV C tripeSSo, aea se fallar
sentado, nunca Ja profceaar (Eaade).
O Sr. Candida de OSaaraV. Ere. falta eem-
pra maito bem, pelquer eue sfja a> as aBade.
O Sr. Baro m Cotea (aroeegusade d*a*as de
orna pequea pin)aewenevfe, caaee me ezeatro,
da legal idade daaantme, se nao pelengoroaejus-
tica, ao menos pata aaaaaaa, considerando qu
ambas as partes pwui'ikjam coa a asis perfea
boa f, o ministro pela autoriaaco das cmaras, e
o concessionario pela confianca que devia depositar
no que Ihe affirmava um dos irembros do poder
ejecutivo, nao de admirar qa>j eu, sem solicita-
cao, promovase...
O Sr. Matta MachadoNestea termos perfeita-
mente, era dever de V. Exc, desde que estova con
vencido de que o contrato era legal.
O Sr.. Baro de Cotegipe... arevogaco daquel-
la d8poBcaa, qu no meu entender tornava-se um
OSOD (tivusiva do noeao crdito.
Foi aquella isp ;sico iffcrecida como um add-
tivo prorogativa do ornamento. Nos uaqurlle
tcinp > estovamos em un especie de ebulicao :
aqu preteui:ia-se recusar ao governo os meios de
administrar ; aqui pela mudanca da situaco, oa
espirita a achavam-ae ag tedias: moa. R eu qu.' o
diga, porque respondendo, no uso de um direito
queme coufere u regiio uto da casa, que nao poda
Comparecer urna interpellaco, o nobie deputado
por Minas Geraes disse que havia de obrigar-me
a comparecer, e con? efivito, empregon para esse
fim todos os meios, qu a tctica parlamentar lhe
oSeraia
O Sr. Ca iido de. OliveiraSim, seahor ; e V.
Exc. f.ria outro tanto para dehnder ama regaiia
do parlamente.
O Sr. Baro de Cotegipe Sim.
Empregou todos os meios ; mas, como Deus pro
tege a innocencia (hilaridade), eu nao comparec.
O Sr. Candido de Oliveira(iracas aos meus
correligiunaroa, verdade.
O Sr. Baro de CotegipeNo fogo dessa agit.i-
(,'a ', o i) bre deputado p la provincU do Eipirto
Sanio levanta a questao da Natividade, analj's >u
n i n ir.pi e o pintn por tal fonos, que cu, con-
fesso, se estivesse presente, tambem votava (riso),
e no Basado votei.
O Sr. Matta MachadoE a boa tontada entra
o ministerio 6 de Ju ho era graude.
O Sr. C'^elho RodriguesNao apoiadn.
O Sr. Baro de CotegipeNao in reco por isso
a arguicao, a censura, que fez o Ilustre deput.d
iutti pelante, de aer eu o responaavel, porque nao
m opeas pass'igim do artigo addittivo.
loase um additivo ainda pjior, eu
o approvhria, porque i meu desejo er
meios ae gaveras, e se a prorogativ* vottaeea a
esta nanwra (desculpe a franqueza) nao sahia
mais. (Hilaridad- pnol ngada.)
O Sr. Candido de Olivis*Eu acho que se fa-
sia bem.
O Sr. Affnao Celso JniorEra urna justo, re-
presaba eoatra tacto de uiio ter V*. Exc. qa a-ido
vir discutir a interpellaco.
O r. Candido de OliveiraEra direito contra
direito.
O Sr. Bario de Cotegtpi E cu tiuha o direito
de propor a revogac > daqu ':las ineiidas, que nao
me parecessem convenientes, porque nao fie* mal
a nenhurnu assembla mudar de opinio, priuei-
palm-uts quando, prmitta-se-mo que o (faga, f>
sorprendida pela eiojueicia do nobre deputado
pela provincia do Espirito-Santo, (ttisi.) A ora-
toria mutas vezei arrasta, persuadiudo, mas de-
pois de d 'SCarnad* nao cjuvjoce.
E' assim que fu, meditando e examinando por
de ver du c.vrgo a questao, cboguei a convencer-
me de qu eui parte acabo de expener perante
esta augusta cmara.
Parece-me ouvr um aparte, aeno -.xpresso, ao
cenos intencional de alguna Srs. deputados :
dasde quando formastes esta couvicco? Desde
quando modastes de opinio ?
A primeira vez que tivede prestar mais parti-
cularmente a nimba atteneao a este aaaumpt >, fot
em dias de Dezembro do anno passado
E daaut paso i segunda pare das explicaedes
que dmo aos uobres dsputadas e ao pais, porque
qsjero. sor julgadocom couheciineato dos factos,
qaero que isto fique bem desfiado; asawn mis
ter. .%lo hdmitto iiismuavoes. (Apoiados; mui-
to bem.) Quero aecusacoea francas; parque dea-
tas sei defender-me, nao das astucias daquelles
que dizcm que o corpo do inimigo morto uheira
eempre bem. (Eiao.)
Em Jias do nes de Deaembro do auno passado
estando eu uiuito tranquillo, tanto quanto ple es-
tar um ministro em veaperas de elei(oes (risadas)
reoeb uta te! jmoiim do uoss> ministro em Lon-
dres n respeit' deste negocio, eommunie ludo me
que Wi:i:i. lirob^rs luhtm procurado o patra-
wu >a s-r realizado no aW 30 de De-
zembra, segundo o cintrado que haviam ass gua-
do,porque ou elles nao conheciam a lei de 28 de
Se.taui.bc f ou entao eonsideraram que a iei ua> oa
obris
Eaae telcgramina fo expedido em consequencia
denmit cana do Sr. U ithsdiild.
Hi de declarar tudo.nada ficar oceulto, e se a
cmara entender que lia reservas da minba parte,
abro Lhe as p rtaa da secretaria doa estrangeiros,
e na coinmisso entrar o nobre deputado que tai
bem n geu esta repartico.
O Sr. Matta MachadoMas agora dnii'to, por
que Cbnu int('iraa>ent" aatis. it coa as explica-
c s que. V. Exc teas dado. Eu nao f iria meihor
do qau V. Exe- tt: i mai'ir prazer.
O t-. Theodesra Machado E^ i primeir
quo vejo estar o interpellante de p.rteito aecord
coui u kuterpcllado.
O Sr. Baiao de Cotegipe\ttencao, meus s -
nhi e-, que eu vou ier urna das pecas da aecua i-
i agente finap.eeiro em
Li:!i-.- O origioal est aqui; mas como tero de
aer pabiicida iKt.: i :-u ni i a qu z tra-
dusir ta iribui.ii, pura nao soffrer al-guma ceaso-
B, ciandei-a, porcm, tr aizir, pnaque tudoa
que uf.o sabemo fraocer a possam 1er.
A carta reseva iitsiu :
Charo Baro de Pinedo.
lato uina formula ingiera, nao vSo pensar que
t m que be tratam assim com
grande ai. (Riso.)
Londres, 28 de Dcsembro de 1885.Caro Ba-
rao de Penedo.Tomo a lberdade de informar a
V. Exc. que r-cebi hoje a >iaita do -Sr. Cari.',
Warniu', qu3 veio para .Jlarme de seu contracto
c. m g vrn > bra^ilrro para urna certa conces-
ao de estrada de ferro, de que aem duvida V.
Exc. ter* conhecimento. Expos-tse o Sr. Wa
o delegado riuauc aro fio Brazil recusara
aeu ji'Miio de pagamento de 70,00 ', fundando a
recusa na revogaclo pe'aa cmaras brazil iras de
om oerto decreto; e accrescenton que na falta de
o uto de seo crdito antea d-i 1 de Janeiro
. ni')estava reso vi lo a faiel-o protestar pn-
blicauent po. ; ario. E' escuaado di-
zer V. Ele. que de ut-nbmna sorte tanho inten-
ivolver me na qu^stao entre o governo
- ) c o Sr Wnringo menos prnuKncmr
oma o Sr Waring est ou oa* uo hu
mas como .gente finaneairo do governo
do lir.izil, julgo de- r chamar a attenc* de V
aacungequ acias que poderiam resaltar
>ment, que est* senhor declara querer
Seeu ir atreves* a aar nm eaoaeiho
a TTSSc. seria o de previnir ao governo impe-
r U.-.S promptamenre posaivel oeste aegocio,
ias que e!le poder i t acarretaT, afim
de peruiif ir ao governo decidir conforme jurgar
conveniente oas actaaes circainutaaeius.
P.' i k V. Exc. perdi peta franqueza com que
rimo tenao a honra de apresentar a
Ex-. mais repeirosos e delicado sent
jN. M. Rothsckild
Em vBta desta c. mmunieacao, o nosso mroiarr*
etn Londres dirigio-me, em data de 29 de Dezem-
bro, .' seguate telegrama' :
nte do const-lBo.Rio de Janeiro
2.) di'. Dez"mbro de 885 doa prevenido
pe>'4 grles que Waring vni fsser potesto pu-
de ex circio do decreto a. 9,8!Se
ajrai ; .. r do easo, mandando aaaa orden?.
rhudo.
U ouvr o Sr. ministra da agricnltura,
"lesyui em dat* de 30 :
R5....3 de De*'abro de 188*. Bario de Pev
ned-..L-noVres. Decreto depenaia apprwmco m>
girlaiiva. Nao foi dada. S autorisadms deapenas:
es'ud. ^. Guterao aadx pAfe. li*tfnflrsBaco>B.
Cotegipe.
J veem que eu sustentava o acto, emqaanto
nao prepunba a rev.gaco. lato que o eu quera
fazer sentir e fazer entrar no animo dos nteressa-
dos. Proeurei sempre fazer cumprir o voto do
poder legislativa
O Sr. Candido de OliveiraEsta resposta honra
maito a V. Exc (Apoiados).
O Sr. Matta MachadoResponden maito bem.
0 Sr. Barao de CotegipeMas nao para aqui.
O Sr. Baro de Panedo, recebendo a minba res-
pasta, oafcion-sae nos sejaintes taraaas. (Suppriaio
a prinasfr esa que a Bario aaa atona es tafc-
m rasas):
ngaai T sq i i imperial 4o sfrasil.Loadaaa
1 de JasTiisaaV 18.
Illas.*B5am SrV... Campae-me aaasa dar
V Bar. a-aaaicaaio do aasa tasegr
O Sr. Charles Waritaa, praaarand
npoav aomaaanicouwiaa a oarraaaond
araba va aV ter rom. a ds4aga> da Thesaaaa, reWj
tira tinaair clisrlo eelearsa cosa o gover-
no imperial, ten do por objecto a reseiaao da con-
cesso da estrada de ferro do espirito Santo
Natividade. mediante om* certa indemniaaco.
Nio admittiudo a validado dos motivos que
obstavam a execoeao do sobredito contracto e que
o delegado fez devidamente valer, o Sr. Waring
disse-me qae, aeonselnadiB pees aens advogadiie
aqu e no Brasil, ver-se-bia na penosa obrigaco
de protestar publicamente contra a falta de paga-
mento a que julgava ter direito em vhtade do
decreto n. 9416 de 18 de Abril de 1886.
r Respondi-lhe que nao ce cumpra de modo
algam intervir nesse negocio, procurando, todava,
mostrar-lbe que o governo imperial nao poda
deixar de obrar na corformidade da nova 1er vo-
tada pelo corpo legislativo, a qnal, snnullando
aquelle decreto, havia marcado as eondicoes que
seriam attendidas para reseindir-ae a cooceasao
da mencionada estrada de ferro.
Alguns dias depos, recebi dos noasos agentes
fin ano iros Mrs. N. M otbschild & Pilhos a carta
por copia nolusa, pera qual vim a saber que se
achavain aterrados da queato, e nutriam tasiini
de que o projectado proteste de Warin? produ-
zisse mo eff-ito na praca de Londres. Julgando
do m. u d-'ver informar io governe imperial de
tudo quaoto pessa affectar o nosso crdito, resclvi
mandar a V. Exc. o telegrumma de 29 de Deaen-
bro.
Assim que recebi a resposta ds V. Exc, apres-
sei-me a communical-a ao Sr. Charles Warng, e
nessa occasiai pondere!, ihe quanto seria des
tado recorrer a actos que de certo nSo pr>move-
liam o andamento da sua causa, podendn pelo
contrario prejudica!-a. Aceresoeutei qae o governo
imperial be faria sem davida a devida jastica
dentro do3 limites marcado p la le, e qae mais
vantajoso seria sos K'tis prtprios interesses con-
formar-so aa eondicoes nicas mediante as qunes
o governo i.nper.il est aut irisado a ehegar a ora
accordo com elle.
O Sr. Waring accedndo s raz>'s poderosas
que lbe apresentei. ficou finalmente convencido de
que nao conviria levar a tffeito os seua int
de protestos e reelara-icoes judiciaee. declarndo-
me outrosim que, interessado com estava cm
diversas einpreaas importuates, no Brasil, seria
elle a ultima panos levada a pratiear actos que
nodossra offen.i r o naso ci edito ; e que so a
convceo de ter justa a ena rcclamacao o h ivia
iiKiuzido a querer tomar isg providencias reida-
uriG.s p"!j seus advogados.
Em resumo, o Sr. VTaring desisti i!os
primeirns designios, e assegurou-me. Mi it encar-
regar o sea representante no Brasil, Mr. JLiut.
de entrar em novas negociagoes eom o gomajt
imperial.
.em que o incidente, que acabo do referir,
pertenca pela natureaa do assumptoao ministerio
da agricultura, commercio e obras publicas, entend
dever communica!-o direetamentea V. Exc. corto
presidente doccuselho, porque na phase era que
entran aasa negocio acnava-ae interessado o crdito
publico o dpaiz.
^ Aproveitc a opportunidade pura reiterar a V.
Exc. os protestos da minhi mais alta estima e
considerado.
(Assignado) Barao de PenedoA S. Exc. o
Sr. Barao de Cotegipe, presidente do cooetlho de
ministros.
Convm, Sr. presidente, que eu prevna am ar-
gumento qae se podia apresentar; e qae naquel
la poca ue nao tratavamos de contrabir em Lon-
dres nenfcua empreatmo. Por conssqoencia, a
carta dos Srs. Rethscbilds nii poda (new estes
eram capases de tal procedimontoj exereer pres-
so sobre nos.
E' o qaeea deseja qaeqae bem fizado
Se as iasCraeeoas espedidas por W*rig Brothers
se sm repraientaiM .t erte^ frram ou nae
cuinpndas, sabe-se pelo resultad*.
O meu amigo o a*bre ministro da agricultura,
continen a sustentar a medida qu o peder legis-
lativo havia votad', e daui o despacho a que ee
refere o nobre depjtado.
Nessa oeessiau ou pone depois, deelarei aos
meus collegas que as podia de modo algum con
lnuar a sustentar a qoortao no pe em que ella se
achava, que era preciao trazel-a ao poder legisla-
tivo, para que eate jiroidisae em viata das razoes
pi ou contra.
Se toase meu ro)>oit.o coagir, por f ica aos pe
tos dos meus amigos, como se disae nesta enmar i,
teria feito della ama quista de gabinete, mas n5o
o fiz.
Amigos meo* maito particulares vota rata contra
a revogac.au do decreto.
Cuido ter demo=trado qui nao fui levada por
preaso de quem quer que seja, mas pela convieco
de qae nos-, como goverao serio, qae tem por tai -
bre cumprir os seua contratos, que tem sido hen-
ate de mais, concedeodo a muiros o quo em
rigor de direito i*.j d^viam .s. (Apui idoal.
O Sr. Cselba RodriquesO contrato era le-
gal-
O Sr. Baro de. Cotegipe O meu coll-ga miais-
tro da agricultura e os outros memoras do conse-
Ihj, me declaraiam que o mus rasoavei e eor.f.r-
ra vez me aos estylos, era aguard.ir a disenasao ,
mente da agricnltura, para que noa crditos eape-
eiaea, onde .'ttava uina verba para pn/nujai
esudo*, fvsne iaclmdaa dfferen^a pua a iodem-
niracao.
En propenda pan que foase apresentada pro-
posta do governo.
O Sr. Matta .U.u ha 10Era o verdadeiro cami-
uho.
O Sr. Baria de CotegipeAeeedi com tanta
asaior fatidade, qtfauto ea son o bonem miis
conoeacendente que ha; a veze3 at abuarm-da
minha ceadereend-ur
Ora, -sr. presidenta neate meto ferapo, mas cer-
tamen te antes qu- eti bm avistasan coa: o wtrjistro
mglez, tivn urna coaf'Tenen con s Exc. Nao se
(.ire de que ais r*ide tivesse lajaj cas* con-
ferencia, porque S. Exo. sogtrio directamente para
Petrop liis, e adi ficou einqnawto aeu-ve sospeu*
de-febfes, dahi a den isa*
Alm de utrrw nssnsaptoa, fallou-me no utgo-
eio do contrato d iraiirs Warmg, com tal deti-
eadeza, asostrando-se rio Condeseeodente measso
I t> amavel, qu- ea fiqu-i agTa4fe.velment8 aorprea-
dido, porqae fj ordiuario oa ingleaes sao um ta*.
to trios no sea trato.
Perguntou-me qual era a resetaci d> goverao
a respeito. Exauz-lbe o estado da qneatj, o da
se-lhe que o govrno tenconava lvala j cama-
paraca, que isto ralo o satisfez, quera urna
prumessa forini!, d- que o governo emprnimna
sua responsabililA',- pira que a revogacao d^i de-
cret) fosse approvKda. A i^^o nao ac;ed>, r'
cando co.no avvra a tserdade do corpo legislati-
vo. A mrm fi .rerco de, sm julgasse cm-
venirate, retirar-im-, mas nunca faltar qu-llas
ragras entiteainemoi que ea me prezo de obser-
var. (Apoiados).
Nieta entretanto, infelizmente, cahi de cama e
nunca, mais pude ter nova conferencia com S. Exo.
Insista He c para que eu rase urna reeposta que o justificasse
p raute seu governo e demouatrasae que elle nao
tiuha sido iaddEareate a iustantes recommenia-
y coes para qu prot isa.; a causa doa concssioiv*-
rioa.
Por mais daraion vea pensc.i que estea senhores
tiubam alguma-influcucia eleitoral li em Lsudree
(riso); sirn, nao digo isto como nma allvtsao a nos |
ootros, p .rquec c la, m$ fados ha; reas j,-
que, estando travada a luu eeitoral por causa da
queatau irrandeza, o governo da Inglat rra oceu-
L-ar-se com urna quesio particular e mnima no
Brazil, muudando felegrammas, mostroa que oe
homeos tinham algana influencia. Os ministro
eram us Kberaes it l. (Biso). Seja isro dito em
r"spusta qoellee que joram as paravras-do Sr.
Gradstene.
Ora, nao podeudo o ministro f*4kr-me, e tmdo
de partir ne da 9 de Agoatw, creio en, qaereuoV
pnrvavemente levar id deeuoeeirts, cour e qm
Ja
qrm truc
fpcii
da
nota de qae tanto se tem fallado, e qae com effeito
nao das mais polidas, mas que, como vai ver a
cmara, nao envolve presso nem ameaca de espe-
cie alguma, tem amas expressoes...
O Sr. Candido de OliveiraRudezas de ingle-
ses.
O Sr. Joao Penido d um aparte.
O Sr. Baro de Cotogipe... de eert que, quan-
do li a nota, qae me foi enviada casa, estando
eu ainda doente, fiquei incommodado, confesso;
mae nao porteado respndela inmediatamente, e
tonda 8. Rae. se retirado, esperei melhorar para
cumprir cea ere dever, ate porque eu quera di
a bsB*daaBBta.
Eleaea* a aasa:
Taa*aa,M Legaeo britannica. Ri i de
7 de'Agosto de 1886.
sainiaflso.DV coatormidade com aa na-
qu' recebi de secretario de estad dea ne-
srtrikaajair-is de S. M., paa> liaaaea para
a aajaayae de T. Bar. pata na eaao de
quebra d. contrato da parte do governo imperial
em detrimento dos subditos brta nico i Mrs. Wa-
ring 6z Irmos, de Londres.
A 3 de Setembro de 1884 o peder legislativo
autorisou o governo brasileiro a entraa em ajuste
com os eonceasionarios de certas estradas de ferro
e eegenhos centraes com garanta de Juros ainda
nao en vigor, e cojos trabamos porJiam ser adia-
dos, com o fim de rescindir a referida garanta e
autorisando o muistr" a solicitar do mesmo poder
legislativo o crdito neceseario para execuea de
quaesquer ajustes que julgaeee acertado fazer
para aquelle fim.
Em cumplimento destn lei, o governo impe-
r <1 ronvidou no mes de Novembro de 1884 03 Srs.
Waring & Irmos, por intermedio de sen repre-
sentante, Sr. Huut, a presentar urna proposta de
ajuste para a resciso do contrato que bavm con-
cedido aos Srs. Waring Irmos,-garanta de
jaros de 6 % o anno, por espaco de 30 annoa,
sobre o capital n?c"3s>rio para a construeco de
ama certa linha de estrada de ferro. O Sr. Hunt
apresentou urna proposta ao ministerio das obras
publicas. Este, comquanto nao coneordass- na
quantia reclamada offereeeu outra menor, equiva-
lente a 70.000 libras, que, depois de alguma dis-
cnasao, foi aceita. Esta accita;o dctermfnoH a
publcaco de um decreto imperial datado de 18
de Abril de 1885, resc:udindo o contrato de 30 de
Junho de 1882, que garanti aoe Srs. Waring c
Irmos a coocsso da estrada de ferro.
Igo do meu dever accrescentar qt
eetoo disposto a aceitar como razoes nara a nt.
SrSti d: r ae legitim ^sr-
O 8r. Matta MachadoOh senhor!
tre drfraUJ0 G^ Ja-D* isto um minis-
n ^ P^'Z con8titucional.
prmmro. ^ GweiI-I*"neite nao o
dn ^' Candd0 de OIwira-A nota mais forte
ao que eu pensava.
lho-'t.8^80 u6 Cate8Pe-Aiada t eoaaa.e-
mor, eta o trecho que ataie meiacoamedoe:
_' .T S ,verno imperial, eaeietant., iulaaeae-
* emv.su das raalaa. em ce}, apreeieelo
r?fL fb9 eDtrar' de"* mais a hqi
desea eclamaco, a p.gaofc ,, ja%04
f^.Zcr \ V.Eifcjwr.veaehecWXo
veeaei-a boa Magesteae:
PntTT VTu bI*i|**Ke a vaKdede do
contracto celebrado pelo governo imperial com os
Srs. Waring & Irmos em 23 de Abril de 1885?
e assim per que o governo ada a sua exe-
cucao? en nao que valor dever dar o governo
de Sua Magestade, oa qualquer outra pessoa que
contrat .r com o governo braseiic, a assgnatura
prestada a uto acto publico por um ministro do
nrperie en virtude de sua posicio officiei ?
< Aproyeito-me d'esta opportondade pata reao-
var a V. Exc. as seguranzas de minha mais alta
consiaerac,o.
(Assignado) H. G. Mac Done. .
Vozee B' muito.
O Sr. Joio PenidoV. Ero.
a nota.
aao
aeu
o-
devia devorver-lhe
rp_j :j o "v.*.w mujiiii uui esi;i
. Tendo sido ton aos Srs. Waring, por nm apolado8 touito bem).
contrato tormal, a referida concesaao, pel.i mesma g se Jm .,,,jm,, '_
torma concordou-sc na sua ranuncia pornm .utro tr,.mr, A^ .nr.ite^r.
O Sr. Biwo de Cotegipe Nao era caso para
tanto.
Eis tudo. Se eu nao l-se este documento, o
cwe nao bb diria da presso exercida sobre o go-
verno ? !
Este documento neahuma presso produzo no
animo do governo por muitas razoes, as principaes
das quaes sao que isto linguagem de um minis-
tro que nao podia ser autonsado a empresal-a.
(Apoiados).
O governo inglez nao promove e smteua, e me-
nos agors, questes externas, por motivos to lu
teis (amitos apoiados); nem tenbo reeeio doem-
prego de foroa material, nao s pela confianca que
deposito cm sua moderaco, como porque um tal
ra um escndalo universal. (Muitoe
aer; mas concluirei nao s pe
do de saude n compromette, continuando na tri-
buna por mais temp:>, como porque nao desejo por
nenhum modo, vindo dar explicace, trazer actos
ou tactos que possam produzr no animo, princi-
palmente da opposicSo, alguma irritaco, quando
me parece que at agora, com poncas excepcoes,
as minhas explcacoes tem sido aceitas ou consi-
deradas como lase, sem o menor mysterio, nem
sentido reservado. (Apoiados).
Direi apenas que se o ministerio viease pedir
cmara a decretaco de fundos para cumplimento
deste contrato, nao por julgal-o fondado em iust
ca, mas smente para resaivar o crdito do paiz
e do goverao, qae ama ee entidad* (apoiados),
seguira ot exemplos de seee antecessores, que fi-
eram queao de gabinete para que certas recla-
maSoes fseme sitiamUsj. e nunca ee lase sanco*
apecha deasreuaantteadsao aea ateseeees .
bheos e muite laes sojeiteado-ee i areeaeo ee-
trangeira. (Mertos apoiados ; nuito bem, maito
bem).
(O orador foi cumprimentado por grande nume-
ro de Srs. deputados).
HviSTA DIARIA
por
acto formal oa contrato, annu'Undo o primeiro, o
qaal tem a data de 23 de Abril de 1885, v. i
natura c o sallo do ministro de obras publieai, con-
juntamente com a do Sr. Hunt em favor r*os Srs.
Waring & Irmos, e bascado no decreto un ae-
rial pr uaalgade a 18 de Abril de ld8o p
le fim. Este contrato eontftm as mesm.is di.
coes do decreto imperial, a saber:
Pe?, clausula 1" o governo se"br:gou apag-r
pela reaeisilo da contesso feita a elles cm
Junho de 1882 as 70.000 libras em que so finha
concordado em Dezembro de 1875.
Esta quan'ii finha de ser pigapelo delegado
do thsnoro uaciunai em Londres ::oa Sr. W iriug
c Irmos c iraa indemnidade pela resciso da con-
cesso e em pagamento das despezas com eerfos
eatndoa fetos pelos eonceasionarios.
Clausula 2 dava aoj Srs. Waring a pref
ca em i.'ualdsde de condicoss, se para u filUtro o
governo reaolvesse construir a estrada de fjiro
em questao.
Claucula 3 p.rmittia aos Sis. Waring *, Ir-
mos retirar desde loge acaueao em diubeirodep>-
ai'.ada na delegacia do theoouro nocional do Brasil
cm Londres.
Clausula 4 deelarou que, alm da in : mni-
taeo indicada, neuliuma outra, sob nenhum pre-
texto, podera ser reclamada pules Sre. Waring &
Irmos, pela resciso feita em virt de do pr
acto, fijando oa Srs. Waring por sua parte livres
e isentos de qualquer obrigaco para com o gover-
no imperial. Era execaco do presento decreto
imperial e contrato o governo iratou logo de exe-
cntar as dispoaicooa all estabelecidas, e em 20 de
Maio de 1885 deu as necessarias ordene pnr
blitar os Srs. Waring a retirar a cauciu do 5.000
libras da delegaca do theaouro nacional em Lou
dres, enja somma foi-lhes paga, quando entretanto,
os Srs. Waring, em Dezembro de 1885, pela clau-
sula 1* do contrato acitra recorrerum delegaca
do thesouro nacional em Londres para rcceb*rem
as 70.000 libras ajustadas no contrato de 2 de
Abril de 1885, foram iaformados pelo delegado im-
perial que nao tinna rucebido instruccoea para o
pagamento, dizendo qaa a Cmara havia recusado
O crdito neceesarro para a ezecuc?o d aanrrato,
contrato que ella autorisou o governo a celebrar,
e que annullara o decreto da resciso, autorisando
tnicamente o governo a aatiafazer os gastos com
os estudos, cajos gastos esto anda por pagar.
A' vista deste recosa, os Srs. Wariug tclegra-
pharam ao cavalhero cncarregado de seu estabe-
lecrmento no Rio, durante a ausencia do Sr. Hunt,
para fazer urna petico formal ao governo por i o
pagamento da indemnisaco ajustada, o que o Sr.
Armstrong fez pelo reqaerhnent de 2 de Da -
zembro de 1885.
Em resposta o ministro das obras publicas in-
formn-o de que":
O decreto n. 9,415, de 18 de Abril de 1885,
tudo sido revogado pelo art 4, g 7 d le n.
3.271, de 28 de Setembro do mosme anno, m con
o-ssionarios tinham direito ao pagamento da prego
qoe se liqnidasse dos estudos que fizeram para a
conotrocgu da estrada de ferro, na fjrma do res-
pectivo contrato.
* 1 ,deliro, portante, o requeriraento. (Assigna-
do) .Antonio Prado.
Taes sao os factes da questao, que podran ser
assim resumidos.
O g 'verno, devidamen'.e autorisado or lei do
poder legislativo, procurou o Sra. Waring e lhes
propoz rescindir a concesao que lea tora devida-
mente outorgada:
Oa Sis. Waring aceitaram este convite e
areeestacaai ama propeata.
O governo nao a aceitou, porm offereeeu pa-
gir-lhe a quantia arbitrada' em 70,000 libras, p
que os Sra. Waring aceitaram. Em virtude deatf
ceordo foi promulgado um decreto imperial ros-
cndindo o contracto de 30 de Junho de 1882,-que
garaatia a concesso, e esatt contracto formal de
28 de Abril de 1885 foi ezeentadot por elle os Sra.
Warng i Irmos desistiram da coucessu, que
en propriedad sua, em consderaco primeas
solemne do governo de pagar-lhes as 70.C00 lloras
dentro de um periodo concedido.
O governo confirmou o contracto, dando exe-
cucao reepectiva parte me mais lhe convniha, a
Sdber: oatregou o dinheiro caucionado, porm uei-
x u de e-xeeua a parta qoe a lhe eoovinh-i, re-
tesdoa 70,000 here que ceroprometloo-se
gar, a assim tambera re.teado a propriodl dos
Cine asieaaajn.
A ebrigavo do puveme imperial de
as 70,000 libra* p .r. D-zemaro de 18S5, aeeft-
inta e ine.>ndieteattl. A lei de 3 de Sutembro de
;884, qu autorisou o governo a fazer o coo;raco
tainbem aba-i.uta.
Ni verdad, o ministro das obras pul
resultado, n is visemos no ex-
tremo d- sujeitarmo-nos torea brota, citaramos
justifica loe.
Em caao nenhum eu seria impeilido por urna
ea, se ameaca houvase; o que i.iio bal
(Apartes).
Sorpr.n icu-me t into mais a linguagem, qnanto
na caveraaco fiquei encanta-jo da ainabilidade e
moderaco d: S. Exc.
A nosia conierenca teve o cnnbo da franqueza
e cordialidade.
Supprjnha-se, poroi, qu? a nota coatnh amea-
cas, que nao exiatem, rcp'to.
Maito uta custa fallar de mm ; porm. casos lia
"m qae 6 ame necessi.iade da defria. Passo at
pot imprudente nestes negocios externos. p;r um
tcadet de qaeat is exeiuas, e isto por um ou
dona f..ctos. Oa Batadoa-Unidoa nao urna afio
menos poderoaa do que a Inglaterra. Era eu mi-
nistro dos neg-ciis estrangeiros quando recebi
urna uota comminatoTia do sea reor seutuiite a
corte por cuan de ina reclamarlo que vinhi de
algum tempo; a resposta qae lbe dei foi tal qu:
mdtivou o pedido da seus passaportes : teve-os im-
mediatamente. Portento, eu nao hesitei diaate do
perigo de uma aeco de torca contra ua pelos Es-
fados-Unidos, que alias como repblica silo sits-
ceptiveis d.. sua dignidado tal,ea mais do q-je a
propria Inglaterra. Nao citarci outro ficto por-
que esse mi occorreu no paU, e sim fra delle.
i'er^untiT-me-hao os nobre deputados : o que
respondeu o ministro dos negocios estiangeiros a
esta nota ?
O seu signatario nchava-se rusente : eu de ca-
n"i incapaz de servmo que demandasse qualquer
applicaco intellectual; mas. nao querendo que as
idis foasem de outrem, demorei por dias a respos
ta. Esta foi dirigida ao enearregado de negocios,
na ausencia do ministro : chairo a atteneao da
Cmara para a data da minba resposta ; eu podia
antedatar a nota, para eximir-a e da censura que
se me fazia; mas, nao ; datei-a do da em que a
nota, foi expedida :
CpisiMim'eterfc) dos Negoetoi EttraBgeiros.
-4* seeaioN. 3.Ra de Janeiro, 25 de Ages-
to de. 1886.
A ausencia do Sr. H.'G. Mac DonaU obrga-
me a dirigir ao 8r. H.nry Cadogae, eaoarrigado
de negoeios interino da Gra-Bretanbe* a reeposta
que diivo uota coa que aqujalle Sr. ministro me
hnr a no momento da sua partida, com a data
de 7 de Abril, poeta par eogaco, em vez de 7 do
correte mea de Agosto.
Nessa nota, o Sr. MacDonell apoia a recla-
macao aptesentada pelos Srs. Wnring Brothers
coou-a a execuco da lei pela qaal foi revogado o
decreto de poder executivo n. 9,415 de 18 de Abril
do anno prximo fiado, qoe reeeiodie, mediante a
indemnisaeao de 70,000 e raines condieoes, o
contrato relativo construeco da estrada de fer-
ro da Victoria a Natividade.
E' exacto que o Sr. Mac-Donell fez ofBciosa-
menfraigoaa diligencia para qu> essa reclama-
r i foase liquidada de contormidade coa o referi-
do decreto. Tivemos sobre isso uma conferencio,
que o meamo senbir nao julgou conveniente men-
cionnr, e nella decla'ei que a questao >eria leva-
da s cmaras. lato era o mais quo eu podia di-
zar ea uora" do governo, desde que exista em
laeteto lugwlatiW que elle dev* respeitar, e que
res; citar, se 6r mantido, sejam quaes forem as
eonsequ-noias, e ainia que o Sr. Mac-Douell nao
aceite coestderages ae convuniencii parlamentar,
financeira, ou de outra nttnroaa, de que um go-
verno constitucional nio pode p escindir e das-
quaes nao prescindira o proprio governo brtan--
uico.
QuHado deelarei que a questao seria levada
movera uma deciso favoravel, e j foi apresen-
tada na cmara dos deputados uma proposta para 'acta travada eom better.ba, mas ella nao fe-
se augmentar a ver oa dos crditos eapeci-ies de ciona por ora regularmente i em eondicoes ver-
ininisierio da agricultura, commercio e obras pn- I da ieirauentn iiiouatraes em paia algum; os lu-
bliuaa coa a quantia correspondente a 70,000 croa me pode proporcin ir actualmente ainda sao
duvidosos, pelo menos com os rcacbinismos at
hoje experimentados ;
Commlaao de eyndicancla aobreo
rouave da TbeMiiiraria de Pataienda
Poi portoria da presidencia da provincia, datada
de houtcui, foi nomeada uma commisso de syndi-
cancia composta do conselheiro Joo Baptista de
Castro e Silva, desembargador Manoel Clementino
Carneiro da Caoba e commendador Joao Ignacio
de Medeiros Reg, para proceder, na Thesouraria
de Fazenda, aos exmes e averiguares, relativa-
meate ao grave attentado descoberto a 9 do cor-
rente nos cofres d'aqnell* thesouraria, do qual f i
victima a fazenda nacional.
Tribunal do Jury do Becife Proce-
deu-se houtem ao sorteio do 48 jurados abaixo
mencionados afim de servirem na 5 seaso do jury
nocarrente aano convocada para o da 11 deOu-
tubro prximo.
Freguea de Santo Antonio
Celso uperron.
Francisco Jos dos Santos Juuioa.
Joo Auconio de Mello.
Epiphanio de Luna Freir.
Raymundo Pereira de Siqueira.
Euedino Nogueira Lima.
Joo Antonio da Si va Bastos.
Pedro Alexandrino Carlos Mai i.
Joo Bernardo de S nueira.
Jos Rufino Climaco da Silva.
Francisco Egylio de Luna Freir.
Raymundo de Almeida Sampaio.
Freguea de S. Jos
Caetano Gomes de '.
Freguezia da Boa-Vista
Htraclo Antonio de Souza.
Bonifacio Antorio Barba.
Ernesto Arceline de Barros Fraaco.
Jos de Castro Rab-llo.
Jos Antonio More ira Das.
Ltnz Jos Ridrigu^s Piih'iiro.
Joa Bllveira do Pilar Pilho.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
I)r. Joaquim Francisco lie Miranda.
1[ nriqu.i de Miranda Il'iiriques.
Antonio Jos de Souza a Silva.
Dr. Democrit-o Cavalcante de Albnquerque.
AntonioEbsea Aiitiines Ferrcira.
Francisco Jos da Silva Guimares.
Dr. Antonio Estevo de Oliveira.
Augusto Pereira Ramalho Jnior.
Manoel Francisco Honorato.
Felippe Emygdio M. da Costa.
Antonio Carneiro Rodrigues Campello.
Angelo de Fojos Correia Cesar.
Coronel Manoel Joaquim Silveira.
Freguezia da Graga
Joaquim de Faria Nevee.
Or. Antonio Bruno da Silva Maia.
Dr. Miiu .! Francisco Teixeira.
Joo Pinheiro Catla'
Freguexia 'le Afogados
Modesto do Reg Baptista.
Jos Mara Bezerra Cavalcante.
Sympnronio Olympio.de Queiroga.
Miguel Filgeeira de Menezes.
Freguezia do Poco
Joaquim Maxinuano Pestaa.
tcruiaiio do Hego Inojosa.
S. Loumco
Joo Francisco Correia de Araujo.
Dr. Joo Francisco Paes Barrete.
ProceHNo ae UlrTuau nppl. ado
ca noa de aennearO Sr. Dr. H. A. Milet,
dirigio-nos houtem a carta abaixo, que, estamos
cortos, ser lida com mteresse pelos noasos agri-
cultores da canna de asiuoar.
Eis u que diz S. S. :
Sociedad.-. Auxiliadora da Agricultura de
Pernambueo, em 16 ae Setembro de 1886.
Illms. Srs. redactores.Devem estar lembra-
doa Vv. Ss que no trabalho acerca dos novoa me-
Ihoramentos no fabrico do assucar da caraa a que
deram acolhimento na 8 pagina dos Diarios de
us. 26d e 282 do anno pioxiroo passado, oceupei-
me com especialidade do processo da diffaso ap
plica a canna de assucar, e depois de rectificar
as asaereea, por demais optimistas e infelizmente
inexactas, do .->r. Har.s N'itzsb, gerente do enge-
nto central de Barcellos, acerca dos resultados
ebtidos at hoje nos eusaios a que deu lugar
aquelle novo proceaso, aprecie ditos resultados e,
comquanto cnchergasse no futuro emprego da dif-
fuao o prhicipai facter da aalvaco da indurtra
do assucar da canoa, avise os que quizessea ap-
plic.il o entre nos desde j, que semolhante pro
cerso ainda nao havia chegado phaae verdadei-
ramrute iuduslrlal e por oonseguinte expunham-se
aavultados prejuzoa pecuniarios.
i Na ultima parte do cima citido trabalho,
que saho no n. 54 do auno correte, dei coata dos
eusaios a que ae prucedeu em Java no engenho
Djattiwangse, o cuelui da forma seguate :
O futuro pertence sem duvida ao processo da
difiuso applic ida canna de assucar, e mais
diaa menos uiao asegurar-lhe-ha a victoria na
capiial; o crdito que poderia sappol-o e alm
nntLener,CUpr,"ec?oPor Parte dos podel
publ.coe. Precisamos recorrer desde j aoaaeem
le meutos sob pena de ficarmos esmagado..
Certo que se dgnaro de publicar a presen.
oa Renrte Diana e agradeco-lhea o obsequiT
Soocom ertima de V. S-Venerador criado
obrigadoHenrique Augusto MiUt.
Club Carlea fconaeeEm consequencia
dos arranjos que se est, fazendo nos wloe. do
Club Car os Gomes, para o sarto de sabbado, dei-
xa de realiaar-n hoje a reuna, familiar do costa-
me, na se Je do mesmo Club
O sarao de que damos noticia cima, promo-
vido pelo Club loternaciooal de Regatas, constan-
de qae sera esplendido. e
a^rm.t... leeej-Aato-hontem aa 71/2
^r?^*v1J!lte*ej;,i T- d *'o da freguezia
l*aaVl.**> Atexaadrao Maeeel do Naacimento,
laaconad-n perto da 4. eatacao da guarda c-
vica, com Manoel Ferreira da Silva, caixeiro de
Joaquim Fianciaco da Costa, estabelecido no lar-
go da Santa Cruz n. 2, aggredio-o e disparndo-
me quatro uros de revolver, pode Manoel Ferreira
escapar de todos excepto de um cujo projectl attn-
gio-o levemente.
Foi lavrado o termo de fligranca ao delinquen-
'^U8fl- preso P^pe'rando o crime.
O offendido foi vistcnado pelo Dr. Arthur Ln-
bassaby. A causa o deus vendado que a decline e
o thermometro do amor que a meca no seu er0
mximo de paixi.
EepancamentoAnte-hcntem pela manbi
foi brbaramente eapancado o subdito inglez Ai-
bert Rollanson, empresado da Companha de Be-
benbe, por Joo Zacbarias, seu companheiro de
servido.
0 espancamento deu-se no scude do Prata, o
contra odelnquente procede a autoridade respecti-
va noe termos da lei.
A lllantracao Desta excellente revista
qumzenal para Portugal e Brasil, recbenles o n.
16 do 3 anno.
E" director proprietaro da lllus'.racao o Sr.
Mariano Pina.
As eatamD-is, e nao tao poucas, deste numero
sao magur,as ; alm d'e.las traz nma w.tiaa de
O gerente d'esta revista em Lisboa o Sr. Da-
vid Corazzi.
Vapor da EuropaHonrem tarde chc-
gou da Europa o vapor allemo Rosario.
Foi portador da uossa correspondencia, que de-
via ter viudo pelo paquete inglez Elbe.
A hora adiantada, em qut recebemos dita cor-
respondeacia, faz com que somonte a publiquumos
amanh.
"-<' Coeapanhla BrnNilelra
O Sr. Visoonde de Itaqui do Norte, -gente de
vapores da Companha Braaleira, mudou p^ra o
largo do Corpo Santo o eacriptorio da agencia da
meama ccmpinhia.
Fcritueata grave Ante-hontom. ra
de D. Mana Ccaar, freguezia da S. Fre redro
Goncalvea do Recif;, travando-se de raacs Ma-
noel Franeiseo .irthur e Jos Mirtina de Oliveira
de cor parda, sendo o piimero trabalhador
n'umi padariada mesma rn ., reaaltou sahir o ae-
ga d grav mente fendo com uma facada n re-
gulo tboraxica esquerda, o maia dous ferimuntos
as mos.
O offensor, aps o erime, tratou de evadir e o
que nao conseguio p;.;- lbe terem ido ko enc^ieo' o
guarda-fiscal Nicomfedea e mais algnmaa p ,3oas
do povo, que o prenderam as iounadiaodes do
caes 22 de N'ovembro da freguezia de S. Anl nio.
Tendo eido entregue ao subdelegado, deciarou
que fizera aquillo por querer Martina a fortiori
que elle o brindass-i com um clice da branca ao
que nao quz anana* e paraoquese achava indis-
posto na oicasio. Foi recolhdo Cusa de D-
tenco.
O ofiendido foi vistoriado pelo Sr. Dr. Souza e
recolhdo ao Hospital Pedro II.
Morte upe. dna- Houtem o cochoirodo
bond n. 3<, que saho da Magdalena s 6 horas e
18 minutos da manli, de nom eMarcelino Pereira
da Silva, ao pasear pela ra jo Baro de E. Boria
entregou as guas do vehculo, ao respectivo
conductor, declarundo-lhe nao podei continuar e
aervco, em virtude de acrrir-se seriamente incom-
modado. Aggravando-se lhe o ncommodo exp-
rou ao pasaar o bond pela poate 7 de 8werobro.
A autoridade competente comparecen na esta-
cao oeniru!, onde se achava o cadver, que foi
vistoriado pelo Sr. Dr. Seuza, o qual deelarou ha-
ver Marcoltn succambido a uma congesto pul-
monar.
Rotatorio Pomos obsequiados pelo Sr.
Francisco Augusta Pereira daoCosta com am exem-
plar do relatoriocom que deu conto ao Exm. Sr
presidente da provincia.da commseao, de qae fora
enearregado em 2 de Marco deste anno, para exa-
minar e dar parecer sobre livros e ducumentos
ezlatentes nos conventos e mestoiros do Recito e
Olinda.
Agradecemos.
Btipartice Ceral doa Te I o ara pk es
O enearregado deasa R-p^rticio pedio-noa uoa-
tem apuclicaco do aeguinte aviso :
Estaco do Recife, 16 de Setembro de. 1836.
Digne-se V. da noticiar na Bua Revista, que,
(le hoje em diante, por ordem superior, deixar-se-
de.ctlb-rar a03 expedidores do telegrammas a
faxa de 101 ra addieional, a que estavan snrettos.
0 enearregado, Nile .os da S>
SaciedaaKe Pbtlamatlea Funeeionou
houtem esta sociedade sobre a presidencia do Sr.
Meara,
Disnrtaram sobre a theae pbilosophiea- im-
mortalidado d'alma-os Srs. Saturnino e Andr
Diaa.
Fallou tambem sobre a mesaia these o orador
da sociedade, Ignacio P mtoal.
Em seguida foi sorteado, p^ra aecusar o reo
hiatonco D. Pedro I, o Sr. Andr Das e o Sr.
Epaininondaa para defendel-o.
Tambem foi sorteida a these Prova da exis-
tencia de Deus.
Ceairo iliterario
que o
pira pagamento dos reclamantes.
lleij) .o Ier i agor i s p-rguutis com
Sr. Mkc-D iiiell encerrou a aua aota.
A primeira aa o giveruo imperial recouheed
a validade do contrato que fez com na Sra. Wa-
ring- Brothers era 22 de Abril de 1885.
Antes de receber a nota a em c-umprimento do
quo deelarei na mencionada conferencia particu-
lar, resolvoe o governo solicitar crdito para o pa-
gamento da reclaunco, confiando qiw esta sena
tavoravelmente decidida pelo poder legislativo se-
nao por juatica, porequidade em consequencia da
boa fe do contratante e da couvicco, eui que es-
Uva o miaisto que asaigaou o contrato, de res-
ciso, de nio bkvcroxcedide as CicuIomoVs conec-
lidas ao governo pi 1.- art. 18 da lei de 3 de S
tembre dr.. 1884, que autorisou a mesma resciso.
Isto o que nteressa ao caso e nao o imza
a relateno annaal as en ara. (IS8o>, .... do actual gabinete sobre o acto do anterior.,
l>.irto referente ao ajuste fet a reepsito drtita es-
triid.-. de ferro, diz:
Ajuatei a resciso mediante a iademuisaeo
>,0D0 libras, iueluida a uespeza lanliuaij
oa novo eetados, cooaBudo por esaa forma
errar o Estado de pegar uunaaluiente 840:0001
ou 25,200:000* pelos 30 anee* Uo proa., H* g4-
peala
l)em aatrada a iegalidade e bem assim a con-
eaaaeoeia do ajuate feito pdio govorao, cube-voa
decretar o crdito necessario para sua execueo.
A' vista do eatposto, pea lieooca para observar
qae, pe declarar, dieaiocu tto governo enant-
ao tempo decorndo, pot* letra do contraeto e pelos
aeaa actoe, o coatrauto en> di-enitiva, a -me des-
necossare accresc^ot^r que uterapaaaou.ee dep-is
a na essencia, modafioaoio-. e alteraudo-o por
um acto legislativo.
Tratando dosta qaeste, empregue o anior
esforc extra-ofltealmewe pana insistir para e.-m
V. Exo. na jaetioa da reotaroaeio m g 4e Irmioa, e aa neeeeaidad de sa.i pi-maptu
iiquidacde; eaces eafereea, oaio agora MueeBa-
afcetu reeoubeee, foram vao#. V. Ka, eeeafva-
aender, portoato, qoe eheeado o aemeutu.de
dar aea reolamactaa apero oficial qae as mineas
instraoceea preacrevcaa.
At aqui a reelam^co est...
O Sr. Candido de Otinira~.ni tarima.
O Mr, B ro de Cotogipe .. ea termo.
O 8r. Araujo Goae Jnior -Dipteanticea.
O Sr. Carao de CotegipeAgur, aba vio oa
periodos ajee taca leoante/fo aaitead*iaapeitaa.
(Coptin-i le.
Nio pretendo exaauaar o oeree en egeaeroo
roe_ afe ee havia de.eetdade de dar eraeilewo posea- jaigar acertado eegutr.eaet eoaa.
provasse a chancellara dos negoeios cetraoreiroa
.* ,"5mterra pnaprimeote ate imtraeedea e nio teoe*
m formar oe deeuneetM oflewie,
aiao. certo de que ha de ser guiada pelo-espinto
de jeetloe m. aeie aae ocaneequen; a* meame
A. aegnada perguoto esta : se o govern*.
recouhecc o tratado, porque ada a sua execuco ?
nno rvcona-ee, quo valor pode o governo br:
taaaieo, en qualquer outra pessoa que contrate
coa o goveru i brazi aira, dar assigoatura posta
eaacto publico, por um ministro do im.p-na em
virt.ii le da sua capac lade oULia! V
O governo ada porque uma roaolue-o legis-
lativa anaallpu e ajusto, c aeja ella baa oa ui,
uo ihn HjBto couvraNar ou Iludir sua oxweu-
co. Ae reprenutaut- de um goverao absoluto
esto rbzo poderia parecer estrauha, nao aaioi
ao do governo de um paiz fivpe, onde ha separa-
cao d- pvderes. (Apeiaaue ; isuito benx)
0 valur da aaaignatura de um ministro de es-
tado o que lhe deve dar o homem avisada e pru-
dente, a quem, antea de assignar qualquer con-
trate, compre emmmarse outra parte tem fa
culdade p ira obrigar se. ao que praaette. E pr
meu turno pergueto ; havrrii, uro inglez que suba-
creaesse para um caprestirao brazilero na praca
de Londres, s"m examinar primeva, se o governo
imperial esteva autorisado a eontraeil-o? E
atada: que ministro no Brasil contratar oom
sebd'to agieres, -e a vxecuco docotratos do-
ve aer nterprtad a., aou sabor e apoiada por
ugeute8 diptomatrcoa do modo per que o fea o
Sr. Mao-oneH I Apoiada muito bera, tjoito
bem)
Em concluso. queetao est aujeita ao poder,
legislativo,.e auarde,o que elle daJiberar.
Teoho a honra de ofiVeoer ao Sr. Cadogan
as aegumec.a de miaba diatwcta conafderaSe.
Bardo.* ottfipe. Sr. Uemxfi Cudoeaa.
(Ao oonejuie a leitus de nota reeabo S. Ene, aa
mermas felicilecoea qpe-ee ouviraai daraata a u
leirura.)
Senhores, eu tioha ainda algumas oawrtaeeet
e por isao acho, quo foi
por demaia aukoos. o Sr. Baro de Barcellos,
quando propoz a mtiilaco immediata da diffu-
sao no engenho eeotrai de Campos.
Naoaeiaediu in.-tallaco se verificar no
corrate anno; ia*s, c-.ao se torne nalidade, de-
ver o engenho Bureados, sob pena de arriscar se
a perder parte de sua safra, col loe ir oa corta-can-
oas, d ilusorios a aee esorioa n'uraa secgo indr.
pendenre da da moenda e conservar esta aempre
prompta o tunec ju,-.-.
A experiencia acaba de pateatear a justeza de
mmhas previsora e opport nidade do.couselho ;
poisia teatitiva fei'a no engenho Barcellos nao
logrn boas resulfados e, depois de se ter arranca-
do a moenda, foi preciao reiuatallal-a, com
dos seguntes trechos de uma carta que, em data
de 8 do correte, d r^io-oie da corte- o Sr. enge-
nbeiro Bouch' t nartaialeele no Brasil da afa,
mada cumpanhiit 'iv s Lillc
Eiloa:
Acho me de v itta da usina de Barcellos onde
como sabes, a ser experimentado o processo da
diffua importad i ^loa allemes por sua conta
e riaco, devendo eompaubia a*rieola de Cam
pos, pagar to smente as despezar de iqatalla-
J tmha ido pira acompanhar os pormenores
I f .brico com aquel o novo systeaa. Depris de
15 dias de demoras, occasiouadaa pelos repetidos
des irranj enaega>o se por oa machinamoa em
audameuro; u>as uo fim de 3 diaa ainda nao bava
oSiiUcar. Caneando do esperar voltei para o Rio
e re%ebi agora uma carta, dando-me parte, qua o
o Sr. Buo de U^rcellua, decidir para com a
diftuso instalar n .vaiuento a mornja, por terem
aido deafavoraveb oa rasuludos obtdo, quer no
punjo de vista da quautidado de canna manipulad .
(20 toneladaa apeuaa um 12 horaa), quer no da
qualidade do astiiuiu- fabricad
Julgo oVu algum i ulerease da* publicidade ap
facto, no tanto para moatrar que team Igum
valor m-uhafl aureciav a no aasuapto, to in(o
resaajto pana na, da in lustra do aaaaoar como,
antes de tudo, para di sai por aa illusoea d'aquelle-
que, fiadua oa riqueza anceharina de u jasas cnnaa
e oleando para o futuro ainvez do prisajanimi
ament optimista, do Sr. Conaelhejro Thoau
Oelho, Jreputiiu infallivel o noaap triuo^ho na
tota era travada entre a cania e a betteraon.
Qaaoaaaa advuranio so.enito maia forteg e
touHvei it que pwiaam. oa naaao agrie tarea e
Pernambucana
Jista sociedade MaeeMaoa no da 12, sob a pac-
sidencia do Sr. Jos de Castro.
Foi adiada a lsitura da acta e tambem a theae
a diacut.r-se.
Sobpropiata do-Sr. Antonio Gal vao lancou-sa
na acta um voto de pezar pelo passameuto do
Dr. Graciliano de Paula Baptista.
Nao se t.'udo rauuiio o numero nffieiente par
elegran>va directora,o Sr. presidente susp/.du
asesso, designando o dia 1J s 11 horas, para, cea
asa-abla geral, trxtar-se da eleico.
tsackedade Aecreailva Xui,*o Pa-
pulitrCommUDcam-nos o seguinte :
Rata sociedade procedeu hnitem el-icede
aua i:ov i directora, que ficou asaim composta :
PresidenteJoo Bapti8*.a.
Vice uiioJoa Vidal.
1." ato tario Manuel Ignacio,
2 o ditoManoel Liborio.
OsederJoa Das.
Tbesouruirofrancisco Cavaleaute.
1 < procuradorAdulpho Pereira.
2 dirManoel Ferreira.
Clufc teadeaico Ur. SealaraKunc-
cionou b'atem este Club em aeaao ordinaria, aob
a presidencia do Sr. Carvalho.
Lida a aou da aeasiio untcrior, foi ella sora de-
bate appr-'VadH.
T aaram aaseoto, como sooioa < ffectivos os Sra.
Alfredo S-.iiipao, Hitar de Souza, Vaz Ferreira,
Caetau i do J.-su e Lamartine,
O Sr. Gares diasertou sobre
tb*sc :
a seguinte
da
O art 61 da Constituido imperativo V
O Sr. Graciliano oissertou s.bre aa aeguintoa :
as bViotliesea do art. 8 aubeiatea capac-
de ile direito ?
publico ea gaiaL Par iHeip/war aiguon
.errfwmdaded ina.teri prima empragad, foaaeej
ellas a aeu favor elementos podproseaeue at.hoje
Ba tem faltad* cwnptetemene-: a esaeoejl e o
Os Srs. Seiaaa a Carvalho fallaran sebre h
questao de saber qual o acbar apotema eei-
toral ?
Fallaram pe ordem oa Sra. Costa Pinto, gal-
lea, (xraoiliaae e Caetano.
Foraa sortuadae as seg.iintos tbeses :
! A, educavo doa fiiboa devar moral e jai-
dco ,
A soberaaua coasiste na juata supremaca
da voqtade geral aobni a vontade partMular ?
<* O divorcio eoma dissoluco do vnculo con-
jugal iusustentavul peranto o direito aelual f
ara diascrtal-as foram aortoadoa o Sra, rjetor
de twuia, Araaja e eeuna Jnior.
Nada maia havendo a tratar-Be o Sr. preaideo-
te levantau a eeaA
aaacar de MnaeIjeajt-a^a Jqmal do
Cetnmeroia da corte i
A' ne&ieia que demos sobre a rerneeas de ee-
sqoan do eageuaio. do tta-ifcwnao, ped*mroaara
ooraaaetar.o aeguintei pelameema va, eatradaa
de torro Lwpoken.e D. .'edro li feraa remeti-
dea pasa a arte iWWO kilo da aseoear do m-
genho central 4e*i<> eUbefeeeio qaem do lie
Branpo, 100 kilmetros Este resultado foi obt-
do com a morrea de 1,877 toneladas de canea e
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Diario de FerwwfcncoSext--fcira 17 de Setembro de 1886
3
>
sao asaucares de dois jacios to somente. A usi-
na Aracrty anda est em safra, e te maior quan-
tidad- nao Mn fabricado to ornete devido
falta de meio lie transporte, porqnaut, ee a raa-
jri prima nao & abunanle os loe falla em pro-
porco ao tempo que tem corrido adverso s boas
safras.
Etliaologla brasllelraEscreve a mes-
ma f-.lba o L)r. Ladiair N<-ito :
Caeg*m-me cnstaut-nvnte de varios pontos
do imperio copias de i'micripcoes encontradas as
faces dos reebed Ser ainda a mesma hypothe-
3 da presenca dos Ph-nicios uo Brasil ? Depaa
da brochura que dei ao lume da publicidade o
auno pasaado sob o titul i Letre tt Emest Renn
tur 'inscripcin aprocryphe de Paruhyba, 1*01 hu-
ma duvida pode permanecer a res,eito daquelle
monumento que pareia o nico de authenticidade
provavel de quantos at ento am conbecidos.
Desfeita aasim a illu^o sobre aquel le suppo3U-
monumento ; recta nos comtudo a iutencio, com-
partida geralmeute, da viuda dos arrojados nave-
gantes a esta parte da America, ainda qne ne-
hum vestigio se aprsente a nol-a provar. Nao
ha muitos meses, appareccr em Gruaratiaguet um
artefacto Je pedra eom caracteres inspidas, que
no entender de al&umas pc-ssoas ilustradas nada
tinbain de eounnuin com o alphabeto cbinez. Dj-
versoa jornaes do norte, transcrevendo a noticia
publicada a e alludindo ao a^aumptJ phenecio, couvidavam-me
a esclar.:cel-oa sobre este particular. Gracas in-
telligente coopnaco do redactor chefe do Para-
hyba, tenho em meu poder o artefacto acbado em
Guaratinguet. E' nada maia nada menos qje o
modelo em miniatura de um obelisco de um The
bas, da poca Ue Thottms 3o, phara da decima
oitava dyoastia, o que fcilmente se reconhece
pelo escudo ou cartucho Menkbofer Ra, consagra
do aquello soberano e iusculpido neste pequeinuo
monolitbo d Nada, pois, nos fica de quantos documentos se
nos h.to deparado em prova da hypothese phenicia,
salvo a machada de broaze de Inape que entre-
tanto carece de authenticidade.
Das prov ncias quem do Amazonas, onde as
inscripeoes se apresentam, as encarpas dos roche
dos, a da Parabyba a que em maior numero as
possue. Dj L)r. Souza Bauieira, digno presidente,
da uelia provincia, acabo de receber copia,w
que parece, exactissi ra da inscripcao gravada na
rocha denominada por isso Pedra lavrada.
Eata inscripc-lo um conjuocto daquellas mes-
mas figuras encontradas em ludo o continente ame-
ricano, interpretadas ao sabor de cada pbantasiata
que as tein examinado, dando -lhes variadissimas
si,nficaeoes. O mais provvel que estas ideo-
graphias nao ti\eram ainda o teu Champollion.
nein o tero tio cedo.
' A mscnpco- da Pedra lavrada, copiada pelo
engenheiro Retumba, na comarca de Borburema,
e offerceida ao museu nacional pelo Ilustrado Dr.
Souza Bandcira, apreeenta aim do mais, nao pou-
cas analogas com algumas figuras phantasticas
desenliadas por algumas tribus africanas. E' mais
um novo elemento de estudo pra esta materia da
etimologa americana. Estudem-n'a aquelles a
quem f6r isso permittide, que prestaro assim bom
servico antbropol igia.
A maiiifeninran operarla do tila
15 em UruxcllaMOs pnmeiros manifes-
tantes chegar.im a gare do Luiemburgo a3 8 ho-
ras.
s combaos, que chegatn gare do norte s S
horas e U miuutos, tiaziam um grande numero
de innnifestantes a L.'e e arredores. Via se um
grande numero do estandartes com ettai pala-
vras : amnyitia geral; suffragio universal, etc.
A' 1 hora da urde, a estacao foi oceupada pelo
segundo batalhio da guarda cvica e por um ba
talhio do 5o de liuha.
A's tO horas e um quarto chegaram os pnmeiros
comboios de Gand.
Os gantezes apearam-se, cantando o Qtan de
Guetix.
A' mesma hoi a- chegaram a P rrst es comboios,
ende vmham os eoinpanheiios de Morlanwelz, Hon-
deng, etc., etc.
A's 9 1/2 horas chegaram os membros da Union
muvriere da Lou viere.
Varias msicas precedem 03 grupos, que se vo
juntar aos comyanheiros em Fareat.
A sala de baile e de espectculos, invadida,
apre3 rita um aspecto dos mais pittorescug.
A's 6 h;ras da tarde tichain caegado todos os
comboios.
A' estacilo do sul ebegam muitos comboios ex-
traordinarios, condozindo muitos manifestantes do
Centro Borinage t de Cbtrleroi.
O* operarios de Charleroi reuniram-se na Ave-
nida da Porta de Hal, os de Borinage no boule
vard de Anderlecht
Os tournaisianos, Athois, Nivellccs, os manifes-
tadores do 3raine-le-Cotnpte, Q-ien<'st, etc., for
mam column s s 10 horas e vo reunir-se ao
grupo de Charleroi.
Os Borams .-euuem-se no boulevard de Ander-
lecht.
Depois de longa demora, deu-se por fim a orden
de maroba.
O cidado -'ean Volder, do Peuple, dirige a ma-
nifefat cSo.
Em todo o per curso do cortejo os operarios en-
eontraui um acolhimeuto sympithic. .
No bualevara Anspnch o cortejo entendeu-se
orno urna immensa serpeute.
Aijui o euthuaiasmo enorme. O lencos agi-
tam-se as janelUa, os operarios gritam : Vi-
vam os bruxellezes! Viva o suffragio universal!
Viva Falleur >
Dianto da Bolsa a multidao f enorme.
A's 2 horas da tarde o cortejo larguu a prsca
da Bolaa.
Operario franceie ein kLondre
Ultimameute n'um sabbado chegaram a Ingla-
terra 'i operarios franeezes, enviados a expeus s
do couselbo muuicipal de Paaz, afim de visitarem
a expoaicao indiana e colonial de Keoington, a de
Folktstone, a de Eiimbourg e a de Liverpool.
Os operarios d. morar-se-biam 3 semanas ; forana
rece, idos na gare por m d.legado da federaco
socialista, que Ihe lem servido de interprete.
l/elra le noivONO romanos que resi-
den! as egioes occideniaes dos Crpatos, con-
servam ainda um costume originalissimo.
Todos os annos, uo da de S. Pedro, tem lugar
no monte Gaina, situado a 5,0u0 ps sobre o nivel
do mar, urna feira de noivos.
Todas as raparigas do paiz ejn idade de casar
apreseatam se em inasaa u'aquelle sitio.
Oe preparativos dram anna, parftie as 4oo-
zellas Tcvam o sen do*e, que se erpe aos preten-
dentes. lli se cose, se borda e se eos i n ha, para
que as raparigas p.ssam apresentar as suas habili-
dades.
Aa mais, irms, tias, av*, vi inhas e amigos
eoncrre^, cm os eeus presentes, que sao depo-
sitados em magn fic-'S caixas.
No ia da f ira vio os rapuzes para o monte
GainaVaCompanhados di>s prin ipaes meutbros das
suas raapectivas familias
Paaseiam elegauteuwnte vestidos e percorrem
todos os sitios em 'odoca da bella a quem virain
aa pUaicie.
(jiiaado os < n.mura 1 s se ncontram rralisa w
a boda o os noiv s fazem ini.tu..s e valiosos pre-
sentes.
Nao cnstum i dar-'> o caso d; que una rapariga
que CtJohaai1e m mtaoba, m busca de um m
rido, vlte un vdie sem o espose que pessa cwn
vir-Hie.
Ijellfte.Elt c u:r-se hio:
Hoje :
ido agtnte Bnlo. s 10 1(2 boras, na ra de
Pedro Aff iis^ o. 43. i taaeiios, miudezas, gne-
ros rte estiva e m w:s *
Pefo agentf Modal BapliUa, ao meio da,
ra etreita do Boasrie 24. .1 movis, arma-
co e diversos arii::
Megundart r :
Peo agente Soeiryb li boraa, ra esVe
ta do Kosari > u. 24 h) p>ed .i < solos.
Peto uyenU Marttm, a 11 horas, na ra da
Concedi da oa V s'a u. 31, de in..veis.
>tas hinebrri. -> rio cei^braylas ;
Hoje :
A's 7 hora. i>. m itriz de Sitito Antonio, por
alma de D. Fi Greafliaa Cavaicante ; s
8 huras, n ma i d i it a V'ita, por aUua de t>.
Ant-nift Mi.reira de Araujo.
Aman ha :
A's horas, rm iiwja da iiiledade. por boa de
Pergvntm d. o.
naces***L'fx-gtdos d* Europa o* vapor
lema-' otarii:
Eifuardo UiiidmiiKr e Albn l'avures da tilva
cravos seattmrmd<* b, pi*et*mi 1, it* de cor*
recelo laTotal 213.
Arracoados 271, sendo: bons 362, doentes 19- ment apropriado por algum tempo, fiz depois
T UI271 utna irid8Ctomla em oad* ^ reBaltdo obti-
Movime to da enermaria :
Tiveram baixa :
Franco Lins de Aibuquerqne.
Jos Jouquim de Sant'Auna.
Te ve alta :
Deolindo Ferreira Lima. ,, .
Lotera da prowloolaQuarta-feira, 22
do crreme, so extrahir a 2.' parte da 1. lotera
em beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recite, pelo novo plano approvado.
No oousiatorio da igreja de Ncssa benbora da
Conoeie&o dos MiliUres ser teiU a extraccao
pelo systema da machina Fich.
Lotera Kairaorillarla do Vpirau
a O 4. e ultimo sorteio das i.0 e 5. series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida brevemente.
Acham se expostos venda os resto dos hi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Mar?o
n. 23.
Lotera de Macelo de 0O:0000O0
A 8, partes da 13 lotera, cujo premio
grande de 2ffOKXX)-5, pelo novo plano, ser ex
trahida impreterivelmeate no dia 21 de Setembro,
s 11 horas da man ha.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praoa da In-
dependancia ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venda na R#da da For
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Procos resumidos.
LoteraA 2 parte da 1* lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Iiecfe, pelo novo plano, cujo premio grande
100:000#000, sar extrahida no da 23 do corren-
te, principiando a extracc'o ao raeio dia.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera do RioA 2 parte da lotera
u .365, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia de Setembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da Fo
tuca ra Primniro de Marco.
Tambem( acham se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da edrteA 4 parte da 199 lo-
tera da corte, cujo premio grande de 100:000*,
era extrahida i.oje 17 de Setembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da Por-
tnaa rua Primeiro de Marco n. 23.
Tambera acham-se venda na prac da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Matadouro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 64 rezes para o consume
do dia 17 de Setembro.
Sendo : 49 rezes pertencontesa Oliveira Castre,
A C, e 15 a diversos.
Mercado Municipal de 9. tfoa0
tnovimento deste Mercado uo dia 16 do corrate,
foi o se^uinte:
Entraram ;
451/2 bois pesando 6,579 kilos.
393 kilos de peixe a 20 res 7*860
90 cargas de farinha a 200 ris 18*000
38 ditas de fructas diversas a 300 rs. 11*400
6 taboieiros a 200 re s 1*200
12 Sainos a 200 ris 2*400
Foram oceupados :
22 columnas a 600 ris 13*200
26 compartimentos de farinha a
500 ris. J3(N)0
24 ditos de comida a 500 ris 12*00
801/2 ditos de legumes a 400 ris 32*400
16 ditos de suinoa 700 ris ll*20n
10 ditos de fressaras a 600 ris 6f000
10 talhos a 2* 20*000
3 ditos a 1* 3*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 15 ris 54*000
2 talhos a 500 ris 1JO00
Deve ter sido arrecadada neste di
a quantia de
Rendimento dos das 1 a 15 de Setem-
bro
206*460
2:991*840
3:198*3U)
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde a 200 e 400 ris o kilo.
Su.o. a 560e 64') ris dem.
Carneiro de 720 e 8f 0 ris dem.
Karmha de 240 a 320 ris a cuia.
Ml'oo de 240 a 320 ris idem.
FHjao de 560 a 640 dem-
Cemiterio publico.Obituario do dia 14
de Setembro :
Rosa de Barros A. Lins, 33 annos, casada, Afo-
gados; febre palud isa.
Maria, 3 diaa, Santo Antonio; espasmo.
Manoel, 8 das, Santo Antonio ; ttano dos re-
crn nascidos.
Alfredo, 8 uv zes, Santo Antonio ; espasmo.
Candido, 58 annos, solteiro, Santo Antonio; be-
riberi.
Mara Joanna de C Abranchee, 77 annos, viuva,
Boa-Vista ; derramaraento cerebral.
Mana Regia Pedresa Liras, 39 annos, solteira,
Boa-Vista; loeo cardiaca.
Joao Baptista de Farias, 46 annos, casado, Bca-
Vista ; febre perniciosa.
Alfredo, 3 mezes, Boa-Vista; tubrculos.
Jcs Jnaquim dos Santos, 28 annos, casado,
Boa-Vista ; nephrite.
aurora Mara da Conceico, 15 annos, solteira,
Boa-Vista; cacbexia syphilitica.
Angelina Francisca de Barros, 53 annos, viuva,
Boa-Vista ; lesao da aorta.
PUBUCACOES A PEDIDO
CLNICA OPHTHALMOLOGrICA
DO
Dr. Barrello Sampaio \
13.a BSTATISTlC.
{Contimiac)
III
1.Illm. Sr. Mcndode Barretto Sampaio F-
lho.Sem vista alguma pelo olbo esquerdo por
achar-se completamente obliterada a pupilla, tiz
urna indi ctomia na parte infero interaa, cujo re-
sultado toi excellente ; 8=1 e l o n. 1 da escala
de Wecker.
2.Exma. Sra. D. Francisca Joanna do Ampa-
ro.Tendo um vasto leucoma que occapa o ceo-
trj e a parte interna da cornea do olho esquerdo,
que fez baixar a vista de modo a nao poder guiar
se, fiz urna iridectomia na parte infero-esterna e
com el a obteve a operada vista para oceupar- ee
de seos trabalhos.
O olho direilo nao tem vista.
8.Eim Sra. O. Isbella Barbosa da Silva.
Toado o olho esquerdo um staphyloma parcial,
leucoma central e albereute, preaaio interna ci-
ma da normal, a vista ficou reduzida a percepco
umiuosa; pos ama operaco de iridectomia, re-
cuperou a vita qu( de 1/4.
sem o concurso d.-sta operacao, alm d^ na* ser
p ,3jivel Eiina. Sra. reconquistar aoa vista, ac-
cruoce que inda a p^rcepeo luminosa desappare-
ria por ede.ito da presso intra-ocular, que natu-
ralmente se auginatnru, trazando ao olho oa seus;
pe iiicins a ffi itoa.
4 loo, meu r, filho do Illm. Sr. Firmino Go-
al de Muura.Existiodo apenas urna pequea
p r(e transparanie no lado exlersu 4a cornea do
olho dircito) piiie qae un Vasto leucoma adhen-nte
ipa meoina cornea, fiz urna iridectomia que
.leu em ri-sul'Hilo O r a|iparecunento da vista, que
p rmiiie cuitar e1 a 3 metros de distancia.
5.Ireir de Bnto.O olho
direiro, ha temo -e ach*va privado de vist, -ia
msio Je um leucoma central adhereute, tendo alera
una bstua ua prt; merua da cornea { cna-
,v,, entretanto, percepe.. luminosa. Ncate
afladu f i affeetalo de giaucoraa agudo, que alm
de transar inoitio flores, toruou duvidosa a percep-
ca liiiiiiinwa.
Ao-i u oa irid ctomia cossaram as mamfssta-
ick- (,'Uui;oaiat isa. r.cuperiido o eperaio a vis-
ta, ..ue ...inigi: i 1/8; e com -(-3^ e o auxilio de
um feoda te ii .peica' o n. 2 da erci'a.
6 7.Ex rm. nra> U. Francisoa Qnerroa dos
Mallos. Con, i-utivammiie a ind -cl*C di e- eu
e es id > e ii que s l ach iv.im os olbos :
aWqmnlo: yi.ei.-h,as posteriores totaes, aber-
tura la popula tan d minuta, que ditficrhneute da-
Va kigir na w uin*nasaa oraoca constituid-
urna
do foi o segrate :
Olho esquerdo: Extinccao da dr e reappareci-
mento da pxrnepeXo luminosa que boa. Em vis-
ta deste saenltralo, quando pareca, a principio,
que a viso do olho se achava incmediavelmento
perdida, conveui opportunamente extrahu* a cata
rata existente.
Olho d.reito: A vista elevou-se a 1/3 o l com
-| 3,5 n 4 da escala mtrica e com addicio de
urna fanda stenopeica o n. 2 da referida escala.
6.Josepha. menor, filha do Illm. Sr. Jos Ave-
Uno Nunes.Um'- ulcera que perfurou a par
ferior da cornea dirtita deu lugar a urna h rnia da
iris; fiz exciso da parte herniada e restabelecau-
8e a doente, conservanio excellente vista.
9.Illm. Sr. Lou raneo Al ves de Azevedo.Fiz
a excsao de urna grande parte da iris que se ba-
ria herniado; ficou o operado restablecido e coa
vista bem sofirive!; S=l/4.
10 e 11. Illm. -r. Antonio Ferreira de Mello.
Affectados ambos os olbos de glaucoma irritati-
vo deixou o doente de procurar immediatamente
oa recursos da sciencia, e foi tratada, como mu
tas vezes acontece, a molestia desconhecida cam
remedios inertes senao prejudiciaes, at que redu-
zida consideravelmente a vista, veio a meu con-
sultorio e eis o resultado do exame a que proced :
Olhoesou'rJo :Tonus 3. Carap visual : em
cima 0", dentro 0, em baixo 33 e fra 40" ; vis
ta reduzida a coatar dedos a 40 centmetros de
distancia.
Olho direito :T. 2. Campo visual : em cima
5", dentro 5o, em baixo60 e fra 55; S=l/:
Pratiquei em cada olho urna selerotomia, que
apenas trouxe em resultado a baixa da presso
que voltou, mais ao menos, ao estudo supra des-
cri to.
Recorr ao emprego da iridectomia c 2 meses
depois eis o resaltado :
Olho esquerdo! T. 1. Campo visical o mes-
mo, vista a mesma.
Olho direito : Prsalo normal. Campo vi-
sual : 6'\ Vista de 1/8.
Comparado o exame feito antes com o resalta-
do depois dis opera^oes, v-se que com ellas qua-
si milla toi a melhora do olho esquerdo c um pou-
co vantajosa a do direito.
Convem notar que as operaces actualm -nte cu-
pregadas para combater os deploraveis etfeitos do
glaucoma sao, em regra, efficazes no comeco da
molestia ; quando, porm, tem ellas daoo lugar a
urna redueco consideravel de viso penpberica e
principalmente da centra!, cuanter a prtasao no es-
tado normal e o slatu quo da vista, o que at
hoje e tem podido conseguir.
12.Exma. Sra. D. Antonia Lyra de Hollanda
Cavalcanre. Sede o oiho esquerdo de ara vasto
leucoma adherentc que reduzio a vista a ponto de
nao guiar-se ; fiz ama iridectomia na parte i te-
ro-externa, por ser a mais transparente da cornea
0 o resultado foi o desejado, porque a mesma
Exma. Sra. adquerio vista suffiuieate para occu
par-se de seus trabalhos.
13Bxraa. Sra. D. Maria, filha do Illm. Sr. ca-
pito Trajaao Ferreira da Costa.Tendo, em con-
sequencia de manchas na cornea, a vista do olbo
esquerdo reduzida a contar dedos a pequea dis-
tancia, fiz urna iridectomia ptica na parte infero-
interna, com a qinl elevou se a vista a 1/4 e l o
n. 2 da escala
14. Exma. Sra. D. Regina Maria da Concei-
co.Cega ha 8 annoa em cous mas, total o do olho direito, central e adhereate o
do esquerdo, fiz neste urna iridectomia com a qual
obteve vista que Ihe permifte oceupar-se ds seus
trabalhos. S=l/6.
15 e 16. Illm. Sr. Joaquim Vicente da Coata
Lima.Tendo a vista milito reduzida, em virtude
de .-yiiechias posteriores tataes no olho direito e
parcia8 no esquerdo, fiz em cada nm delles a
nperacJio eupra com bom resultado, porque ficou
com a vista do esquerdo iarual a que tinln antes
do app-.reeimento da molestia, pois S=l e l o n.
1 da escala : quanto a do direito elevou-se a vis-
ta de 1/10 a 1/4 e l com { 2,75 o u 3 da referi-
da escala.
17 e 18.Illm. Sr. Jiaquim Bnptiata de Olivei-
ra. Affectados de glaucoma irritativo ambos oa
olbos, pratiquei em cada um delles urna seleroto-
mia, repet a mesma operaco no esquerdo, e final-
mente urna irid ctomia tanto em um como em ou-
tro, cujoa resultados foram o desapparecitneuto
de toda presso glauc unatosa, o augmento e eon-
servaco da vista que devia extinguir-se em pou-
co tempo sem o tratamento fe'to.
19 e 20.Sra. Maria Victorina Carlota.
Affectados ambes os olhoa de glaucoma irrita-
tivo, pratiquei em cada um delles una iridecto-
mia, conseguindo baixar a presso iutra -ocular
ao estado normal o conservar a vista em grao
jnfficiente para guiarse.
Alera de opacidades parciaes as eorneas, tem
cataratas incompletas, as quae* em tempo oppor-
luno reclamaro as operaces acouselhadas pela
sciencia.
21.Sra. Felicidade Perpetua Gomes Ferreira
doi Pra-eree.Tem a vista do olho direito per-
dida par eff'ito de glaucoma e o aeu congnere,
sede da mesma molestia, apenas distingua ded.-s
mas nao os contuva a pequea distancia,
Neste estado fiz em cada olho urna selerotomia,
no primeiro com o simpies intuito >'e diminuir u
presso interna e combater dores que soffria, no
segundo, com 'gual intuito e sobretudo abalar a
perda total da vista. Algum tempo dep.'is fiz
ainda no esquerdo urna iridectemia, que augmen-
to!] a vista, de modo a poder po elle a doente con-
tar dedos a 1 metro e 50 centmetros de dis-
tancia. Existe neste olho urna catarata u i co o-
pleta ainda e esta a causa de nao ter a v.sta
attingido a um grao muito mais elevadoo q i~
cortamente realisar-se-ha, quando for extrahida
a catarata.
22 e 23 Illm. Sr. Vidal Rodrigues de Oliveira.
Srffrendo de keratite parencbymatosa e sy^echias
posteriores em ambos os olbos, sendo totaes as
do esquerdo, submetti-o por algum tempo ao tra-
tamento apropriado, e fiz depois em cada olbo
urna iridectomia, cuja resultado foi muito satis-
factorio, i
Oreo direito 8=1/2 l o ir* 1 da escala.
Olbo esquerdo S=l/4 ; com I 2,75 i o n"
3 da mesmt escala.
24.Aurelio, escravo do Iilm. Sr. Pedro Ma-
hado da Cunha PedrowSem vista po olbo
direito, em consequencia de vasto leucoma adhe-
reute e staphyioma anterior, fiz na parte inferior
urna iridectomia que restituio a vista au operado
em grao sufficiente para oecupar-se de seus tra-
balhos.
25.Lourenco, menor, filho do Illm. Sr. Leo-
nardo Bezcrra CavalcanteAffictado o olho di-
reiti de mancha central da cornea que tinha fuito
baii'ir a vista a ponto de mal distinguir os de-
dos a 10 centmetros de distancia, pratiquei urna
iridectomia c. m a qual elevou-se a vista, quasi
desappareci-la, a 1/3.
26 Exma. Sra. D. Eugenia Montenegro. An
tes de ri alisar a operaco de iridectomia dei por
scrip'u ao Illra. Sr. Montenegro pai da mesma
Exma. Si a. < parecer que transerrvo : .
Em vista do estado precario em que se
acha o olho direito da Ex na. Mr*. O. Eugenia
M-oiten gro, qual api as tem duvid >8a percepoao
luminosa, achaodo-se a pup lia completamente
.hliterada, reeusar-mehia t utar o empreg
quaquer operaco com o intuito de reslituir-lhe ...
vist-t iiio serem os reiterados p-dids da m s
raa Eina. Sra. e ainda porque o emprego de una
iridectomia pude, i "da que duvidosimante, tra-
ser m reau tado alguma vista.
Fazen lo esta operaco lo me responsabiliso
pelo bom resultado com relac-> a vista.
R-cif.., 20 de Julho de 1885Barretto Sun
do direito, poateique tenaa obtido *leum augmen-1 Nos, os baohare do Tempt, nao estamos mal
to depois da iridectomia, todava reduzida de inrorm
modo a indicar rnente a presenea da luz, sem
aprazar o fco tfone irradia.
Julgj encontrar drfficoldade na extraccao d*ca-
tarata por ser adhereate a iris, e esta razo tal-
vez obrigue-rae, por motivos de prudencia, ao em
prego de mais de urna operaco.
Quanto -ao resultado j s* pode concluir que
muito duvidoso, o para resalvar a miaba respon-
sabilidadc, entrego este parecer o Illm. Sr. Mon-
lecegro, pai dn Exma. S.-a. D. Eugenia ; entre-
tanto cumpre-me acc-escentar que eraquanto o
doente tera urna probabilidade favoravel, nao de-
ve ser desprezada por s, pela familia e neta pelo
medico, a quem foi confiado o aeu tractamentj.
Recife, 21 de outubro de 1885.
Barretto Sampmia.
^Para a extraccao do cristallino foi necessano
nao smente o emprego dos meios commumente
usados, como da pinga kystitoajo, em razo de
a :li'.r-a-' dito eristallino muito adhen-nte.
Algum tempo depois obliterou-se a pupilla, e co.
mo houve augmento de percepeo lumiuoaa recor-
rerei ao tractamento apropriado.
27Esma. Sra. Raymunda Mara dos Adjos.
Fiz na parte inferior do oiho direito urna irideeto-
mia reclamada por leucoma central udherente. A
operada, que apenas tinha boa perceppo luminosa,
teto boje vista que Ihe permita oocopar-se de seus
trabalhos.
28IHm. Sr. Jos Miguel Pereira de Monta.
Pratiquei na parte superior do olbo esquerdo -urna
iridectomia, nao s para restituir a vista desappa-
recida poroccluso pupillar, como para prevenir
as desastrosas consequeacias que que quasi sera-
pre determina este esta lo patbolog;eo.
O operado obteve soffrivel vista ; 30o1,25
0,75 S =1/8.
29Maria do Rosario, liberta. Soffrendo de
um leucoma que ocuupa o santao e parte superior
da cornea do olho direit>, fiz urna iridectomia, eom
a qual obteve a operada vista, que Ihe permitte
oceupar-se de seus trabalhos.
30 Illm. Sr. Francisco Antero Fernandes.
Apresentando-se em meu consultorio com um es-
tiihi.o d" espoleta na parte superior da cmara
anterior do olho direito, tiz a exciso da parte da
iris sobre que estava emplantado ilito estilhaco,
que foi extrahido.
0 operado i estabeleceu-se fieando com vista
igual a que tinha antes do desastre que motivou a
operaco.
01 a 41Deixo de fazer urna desenpeo parti-
cular a cada um dos operados, porque ae iridecto-
mias foram feitas sem fim ptico, mas reclama-
das para combater dores em glaucoma absoluto.
(Continua.)
: irraadoe como pareesa sn iUastre dovtor.
* Si dissemos que o motivo de nao haver ainda
exercido as funecoee d aa nov j empreg j, consis-
ta em nao ter encontrado flanea na inportancia
de 80 eontos, nao o fizemos sem fuudanmio, era
pelo desejo de malsinal-o.
Si ainda se acha funecionando com energa a
propria memoria, ha de lembrar-se o douto thesou-
reiro que, a mais ae urna peasoa, deu cano razo
de uo haver ainda assumido as tuneces do novo
emprego, a circunstancia de ser grande a impor-
tancia exigida para cauco.
Trauquillise-se o Mostrado oulor ; nao nos
animou 'o desejo de offendel-o, quando tratamos
desse assumpto.
Era desempenho de vnossa misso tio a'dui,
quanto nobre, mais nos preoceupam os mteresses
do Estado, que sao tambem os da sooiedade, do
que os despeites, e at mesmo as deferencias pes-
soars.
O facto de nao andarse faminto nao razo,
que escase algaem do exercicio de qualquer em-
prego, para que for nomeado.
O bom cidado nao deve ter s em vista as van
tagens pecuniarias, que aufere do emprego ; deve
tambera prestar patria a oontribuico dos seus
servicos.
Nada de novo deseobrio o illuslrado tbesou-
reiro, quando em seu artigo eeereveu que, o que
acautea os interesses dafatenda publica no
urna fianca mais ou menos reduzida e sim a pobri -
do funecionarie publico.
Estamos perfeitamente de acoordo com S. S ;
mas, o que fura de duvida que na imposaibi-
lidade d aquilatar-se a bonestidade de todcs os
thescureiros, a le exige uma cauco, e esta tan-
to mais garantidora dos interessts do fisco, quan-
to for mais a /ultada.
Picamos por h je nestas conaiderages. >
(lempo 28 de Fevereiro de 1885.)
Continua.
*r e io.no ,H,re. ua anva ptr ,iw lbB mmuMt BtHf^ pr,88a
Cana de acnn-Movimento dos p e-^ B#a^cullir absE(, noriM|f duvidosa percep-
sos do aia 15 >
Existram pr-son 30 >, eatraraoi o\ tahiram 8,
existan >16.
A
ci nmiaosa, nre*, pc- ar iriaaiavam a iwgia
TrouiaL
Diris: Sywechiaa ptew,., paciaadw po*<>
.yosii-rior do criiWHao, 4tmm maotp riuno,
N^cwnaes, *8t. ma.herM *, ^atnragmm *s-i ^,u ^a^ a u^ ^4 jfr n**
comnnns.
Snbuicttida m i
Sia. ao traU-
paio.
T. ndo reniisado a iridectomia
observei que o
cristalino se achara opaoificad e sendo neeessa-
aan extrahil-o dei um segundo parecer dj theur
Beguinte :
Ja tiv occasio de dar um parecer por es
cript. a Esma. Sra. D. E genia, antes de pra-
ticar ais a ir'dectomia 00 seu olho direko nos se
guinies '.i-rinoj : (Opawcer snpra transenpt^
lieaiis-.da a operaco que foi exe utada pe (t -i
tantonle h- id, verifiquei *ue o oristalliuo se acha
Ta p Cltica.l'J
Nao dev- n 10 cruzar os bracos alante desta o-
ra itfieul ".a le, porque cima da incnnveuienei,
resultante para o medico, de executar urna ep ra-
c^i 1 que p "le nao dar resultado, c.dlocrt o jever
huma ni tarn de enpregar os naios acooseibad. a
pela acieucta, desde que m 99 prohabiliJade*
contra, pmso ainda contar e>m urna favora/el,
eu tal caso restituir a vista a ovem delta se acha
priVHii .1.
Aa minhia) observacSe relativas aos incomm -
do* oculares da Exma. Sra. D. Eugenia, me d >
owttsa da que soffre de xophtbaimia dapta,i
chande -m .,talment extinata a percepeo Ijnt-,
om do i*ao etquerdo (apesa da starem todos os;
Qonsqne tautlem?
Vai para muito tempo que, para exercer o
lugar vago de thesoureiro da Theaouraria de Fa-
zenda desta provincia foi nomeado o bacbarel
Eduardo de Barros Falca) de Lace-Ja, que at o
presente nao assumio as fuuccijes daq elle cargo.
o Somos informados que o motivo allegado pelo
nomeado nao ter eucontrado fianga idnea e na
importancia de oiteuta ciatos, conforme a exigen
ca legal.
Tendo, porai, encontrado um amigo que se
prestasse a afiancal-o, acontece que, nao attingin-
do Beus beas importancia legal, aan joude o no-
vo thesoureiro prestar uecessana fianca.
Mas para tirsr-se das difficuldades era que
se acha, dizem que corapeometteu-se o Sr. Jos
M irianuo a r-duzir a anca ao valor de quarenta
eontos.
Ora, quando para o exercicio das funecoes de
thesoureiro da Alfandega, que alias nao deposi-
tario de sommas to avultadas, se exige nanga
maior, o qne pretende o Sr. Eduardo de Barros,
animado em promessas do Sr. Jos Marinnuo,
alm de desarrasoado. altameuta escandaloso, pois
que, bem pode nao acautellar os interesses da fa
zenda publica urna fianca to reduzida.
E' ae suppor que o governo, selando os altos
negocios do Estado, nao oosinta em tal arraigo,
e providencie em ordi-m a que nao continu a ser
o lugar de thesoureiro exercido uterinamente,
cora orejuizo do servigo publico.
(Tempo, de 85 de Fevereiro de 1885.)
i'rcvisfles daimprensa
O attentado d; que foi victima a uaco pelo
!o,ue que foi eucoutrado na Toesouraria de
1 provioci nao sorprendnu a niu-
guei, porq-'e era um facto a muito tempo espe-
rado.
A nomeaco do Sr. bacharel Eduardo d-. Bar-
ros Fal. o de Lacerda, para thesoureiro d'aquella
repartic foi mal recebida ; o a prova est no
facto ae nao ter elle encontrado pesaoa que Ihe
servase de fiador eeno depois de muito tempo, e,
tsaim mesiLO, c >m pr> jnizo da f^zeuda ; p is t. n
do sido nomeado em 21 d. Outubro de 1884 leyou
mais de seis mezes sem poder entrar uo exercicio
do cargo, que Bolieitoa C"ui muit empeuho
Sentando fitltar-UM fiador que o garantisae para
com a Fazenda na importancia de 80:000#, em
quanto estava arbitrada a fianca que devia pres-
tar como thesoureiro, procurou, por intermedio do
Sr Dr. Jos Mananno, leduzil-a, nao o conae
guiud 1 por ter cahido o ministerio Dantas e. as
sumido a alta admimstraco do paiz o venerando
Sr. conselheiro Saraiva.
Isto nao poli ser posto era duvida, porque con -
sta do expediente do Ministerio da Fazenda de 8
de Juuh > de 1885, publicado n.. Diario Official 11.
162 de 12 do mesmo mez, nos se.uiotes termos :
Inieferio o requenmento do bacharel E uar-
do de Barros Falcan de Laceria, tbesomeiro no-
meado para a Thesouraria de Fazenda de Per-
nambuco, pedindo reduego da respectiva an-
ga. *
Perdida e-ta esperanga, tentou o mesmo bacha
re Eduardo de Barres lludir a Fazenda Sa ional.
e levou a t-ffr ito o seu plano, conseguindo afian-
car se com nm immove de valor pouco superior
terna parte do da fiaoga.
Este immovel, que todo o mundo abe ser o en-
genno F-mandas, s'to no termo de Ipojuca, da eo-
uiari-A de Caoo, nao vale actualmente 30:000, uo
s por esurem ougadas suas trras, como, prin-
cipalmente, por ter ido d'aile tirado terreno para
formar o eug.nho denominadoCa tello
Para avallar-so da escandalosa protaeco que foi
dispensada ao Sr. bacharel Eduardo de Barr s,pclo
ministro da fasen Ja, o cuuselbeiro Dantas, basca sa
ber-ae que este ministro de Estado, malbaratando aa
'codas da nacao. maadcu por t. legramm, datado
de 7 de Abril de 168a, expedido ao presidente
d'esta provincia, que aquello bacbarel enirasae no
ex< rcicio do Migar de tiles ureiro, udepeud nte-
raeuti daeapecialisago da fiauca, e porcnswgainre
sem estar couhecido o ralor do immovel, ohjecto
da mesma fianca.
O dito lele.'ramma foi concebido nos segaintrs
termos :
Si th'Soureino Taesonmria aesignoa t tno oe
fianca pconaoria, pode entrar exereiei, marc.n -
do-se praso para especialiaar bena, de censen!
das Dantas. 1
E not ae que o Sr. Eduardo, quando recobia
este favor do guverno, amia uo tuiba assignaiu
termo de fiauca prjvisoria, porque someuti p-
t.u juramento e intru no eurioio 00 crgu de
lh-ovure.iro rio 7 de Maio seguate, sundtrrShe mar-
cado iios.terin m do ttlegramma anima trauac ipto
o praso Je 60 das para aprtsentiir o processo le
specialua.alj di hypotheca le al da Paseada.
tneeouieiro a oburnco de fiador, c itno tffetiva-
11 .en te sa^cedeo, sen lo este pago do v.lor da
tiauga logo que entrou em esereieio o ne.-mj th--
sourer 1, segundo tambera se diz.
O Sr. c na- ibeiro Dantas, prje -dendo por aquelU
forma, taltou por cima da i>i, n> imitou aos s u
ai.tecessjrea, nem tevj os eserupnlis du Sr. S11-
veira viaftms, que Qh^gou a deinittir um embre-
gado de ig-ial catheguria na proviuci d* Baha,
- nenie pelo tacto de achar-se era exereieio sera
ter esp-culieado a fianca.
U Tenrp, respeitavel orgodo partido enaasr
vador u'i sta capital, combaten as irregularidades
pratte-.das palo governo o com que pr vio o at-
ien:ado quo acaba de ter mgar aa Th souraria,
j.iuf.irme Vai ver o publico pela leitnra dus artigia
que hoje comecamos a trausi-rever
Ao X do 1 Jornal do tteclfe
Tendo-se dado o isi-oes e trausposig s da
paUvri., na composico do arti(r, que h u'cm
pobiicuios Mb esta epigrapbe, ubresabiudo taes
taitas ue peittnurao p-rioio de ui.n. ira a nao ser
fcil ao leiMr uj>ril-s4 repetimol-o baje.
Eii-o:
E' fo.f 130 viikarnva ao ssaiapto, e que nos
occopaiao* sob a -igiaA.Qmnuque tndem t -
ti a que napaiden auaiaut, n an o paeodonynu de X, Ot. anaardw de Bar-
os, qu nj dato de paasagetn. monrou-se gas-
Me caf Redactor do Diario de
Pernambui'o
Sendo o seu Diario muito lido, etn lu-
gares oade tenho familia e negocio, causa-
r serios cuidadados, quando virem um
nome semclhanto ao meu na lista ie p.B-
sageiros, sahidos no Mondego, hontem.
Se o ostiinado reductor poder ein sua Be
vista Diaria, declarar que se nao entende
com o eommunicante, aquelle nome, alera
de sat'sfazer qualquer despnza, louito pe
nbora que se subscreve com estima
De V. S. attento, amigo e 'riado.
Jodo Aloes do Valle.
Sociedade Auxiliadora da Agri-
cultura de Pernambuco
Sess3o solemne do dia 28 de Setembro
D' ordem do Illm. Sr. gerente, fa^D
publi-o pelo presente, que a sessao annual,
prescripta pe.bs estatuios desta sociedade,
te.r lugar este anno fra da sua sede, em
lugar designado tres das antes; que para
esta sessSo desde j silo convidados todos
os socios eff-ctivos, b-.noroeritos e honora-
rios, incluidos nestes os Exms. Srs. depu-
ta los geraes e provinciaes, presidentes ilas
cmaras e membros das directoras da3 As-
sociayoes Commer-i-es ; que ahi nao se
addmittirao deliberagoes, 'uas nicamente
^liscus^O)8 sobre os assumptos concernen-
tes ao relatorio do mesmo Sr. gerente, que
deve oceupar se Irnicamente com as ma-
terias mais atiiiientes agricultura da pro-
vincia.
Recife, 16 de Setembro de 1886.
O secretario ge ral,
Henrirpie Augusto Miltt.
Cari Habitantes de Pernambuco !
A's portas do vosso piadoso coracito bate
Ignacio peccador, pedindo-vos um;i esmo-
la para amparo de mil e tantas orplisinbas
desvalidas, abriga las em 18 recolhiraenins
nesta e em mais tres provincias do Norte ;
e tambem para dois hospitae. prefazendo
vinte casas d) caridade, instituidas pelo
sempre chorado padre mostr Dr. Jos An-
tonio de Maria Ibiapina.
Quantas serras, quantos sertSes, quan-
tos brejos, agrestes e mattas atravessou
elle, para arre.banhar aquellas mil e tantas
.irphsinbas Qu.ntas fa dgas, tribu^Ses,
contrariedades e sacrificios, para livral-as
das amarguras da miseria, e do abysmo da
prostituicao !
Affinno a to los vos que ellas soffrnj
muito, e mais soffn-ro ainda, se nao me
ittenderdes. E' por isso que vos importu-
no, peiindo-vos urna es mola pelo amor de
Oeus e de Alaria Santissima, para que se
mantenha tao til e caridosa instituicao.
Lembrai vos, christos, que a esmola
apaga o peccado e faz encontrar misericor-
dia na presenja de Dc'US I
Os donativos dirigidos aos escriptnrios
do Diario,de Pernambuco e Jornal do Reci-
fe, asa commercial dos Srs. Braga, Gta-
111H8 & C, ra do Mrquez de Olinda n.
50, aoRvtn. Sr. padre Augusto, vigario
da Boa-Vista, e em Olinda ao Rvm. Sr.
conego Dr. Maia, serao recompensadas por
D-s e Maria Santissima.
Rjtfe, lti de Setembro de 1886.
lrmao Ignacio.
Msica
Declaro que tendo comprado a proprie"
da le tas musieas, missae : 0 >gma da !-
maculada OonceicSo, Lvrament> o Natal;
mios-8 nmeros 2 h 3 ; solo e Quitollis,
li-.o de Qui.Bids e Qaonism ; Ave Maria,
T- 'euns: Espirito--wtnto, e K. S. i*
Vi torta j novenr.ri s menores i, 2 e 3;
lad.ii has 1I0 S. S. Christo e nmeros 1, 2
3; liy uno it Santa Th r za; Salves
Kegina, nmeros 1 e 2 ; V. S Espirito e
Lio ram, pertcncentes Fran is o Liba-
nio Ool, como ee v da aie-Ur-cio qa
i-ae quB Mdoisto se fez pira tai-ilitar ao baixo tr..ns revo, wSsignad-- p-li viuva do
seusmeoa
tnin;paMntas):ap.reepclo luminosa UWO manKD prto-traW-nnto da bacharrL
mesmo maestro ; ninguem pmler execu
t r nenbuma das ditas mus;cas, sem pi
via li 09* miiiha.
Recife, 10 d# etemb'-o de t886.
Lydto P. Santiago de O'.ioeira
5
Mosiea
ti
m.-
Livrniuent, Natsl J
3; soIub : Quitolles,
De-.laro qu< ira p ss.i o directo
nha s musnas, mi8as : *Dogma,da
culada Uonc iyao,
iasag nmeros 2e .
uis^des e Quoniam ; Ave Mara ; Te-
Deuns : Espirito-Santo e N. ^enhora da
Vu tria ; novenarios numeras 1, 2, 3 :
UdanhiaB : do S dior Snto Christo, e bji-
meros 1, 2 e 3 ; hy.on.de S.nta Teresa,
.-alvas Regn- nmeros 1 2 V, S.
Espirito e Librame, de propriedade de
mea fall.1ci.10 ra-ri.lo Francisco Libanio
CiHs, ao Sr. Lydio Purpurara. tiBtig.
sr doa meamos direitos como Ihe pare-
Recife, 9 d* Setembro de 1886.
Rufina i .Qlivem Cat.
Belm. 99 db .%roIo de V ~.^C
Tratando na Cmara temporaria, can sessac Se
5 do correrte, o Sr. Dr. Canto, de assui.
d'esta provincia, perflhoa na dislates da Constitu-
ci eom referencia no casto dos tel*
d'aqai expedidas pelo honrado sr. Freitas Hcjiri-
ques, e diseu Cmara estupefacta :
Aproveito-me tambem do cnsejo, rir. pieai-
Jente, para mandar so Br. ministro da fajeada
urna expliehfSo.
Desejava que S. Eic. me dissesae por onde
corre a despeza feita eom os telegrammas t:
dos eutre os pieeidentes das provincias e o govejr-
no imperial a respeito da adminiatracao das mes-
mas provincias.
Consta me que essa despeaa fe ta pelas
provincias. Se isto exacto, enteudo ser urna
grande iujustca sobn-carregar com me.is esse onus
as provincias, cujo estado fiuanceiro de todas, ou
quasi tidas ellas, precaiio. (Apoiados.)
1 E alguna president- s mesmo Uem ubi.
d'essa faculdade ; de maueira qu- s vezes 1
e.ssumptos insignificantes, que cllc por si meamos
pouem resolver, sob pena de serem verd.-.di iros
idiotas, e nao estarem, portantn, no eaao < }.ro-
oceuparem aquelles cargos, coosultam ao gov.-rno
geral, rimuulitado extenaos telegrammas, que im-
portan) em nao psquena quantia.
Boferindo-me espeeialmeute minha ptoviu-
cia, direi que me consta, que s n n tel<:gr unma
do presidente cuatou provincia um cont e du-
zentos e tantos mil ris, e que en poucoa mezes
j tem gasto eom o telegrapbo uoa 14:00 ). se-
gundo li em um jornal.
a Um Sr. DeputadoE' barato '.
o O Sr. CantSo Tenho eata informaca-',
sobre negocio da aUministracao, a respeito de
qual a provincia nada tem que ver. Desej ira qne
o honrado ministro me dissesse ae iotu ver-
dade.
Se os presidentes das provineias teem pr i-
sil-.i deouvir e consultar o governo imperial sobre
negocios da administracae, o Estado que pagun as
consultas feitas por telegrammas ; mas nao se t>o-
brecarregue as provincias com mais ase en
6"- *
Peza-nos diiel-o : nao sabemos se levemos le-
var esta jornada do Ilustre representaue d'esta
provincia aua ignorancia cun re la cao ac esty-
lo>i e pratieas administrativas, se ao proposito de
ferir um cidado per muitos titul s respeitavel,
que sempre o recebeu e o tratan com as mus sig-
nificativas demonstmeoes de apret e t-ympa-
thia !
Em um e outro caso, so nao justifica a brut.-.'.i-
dade da offensa.
O Sr. Fre tas Hcnriques nao despendeu at li je
com telegrammas seme.han'e qjantia. Mas nao
esta a questo, porque a poderia ter no dobro
dea endido, se fosae essa despeza no dobro eff-.c-
tuada no iuteresse da adminiatracao.
Se a urna folha como a Constituicao, cuja redac-
co desconhecida, licito arguicoes semelhan-
ies, ianteutavel que as j erfilhe um represtutante
da naci, dando aseim publico t. stemuabo da I-
gereaa cem que oeompanba a marcha da publica
adminUtracao...
Desde que ee inaugurou no paiz o servico tele-
grarh co, d'elle servio-se o governo. Sem embar-
go, anda nao cogitou o Sr. Cautao, que maia de
urna vez tem votado 03 ore-amentos do Estado, de
que as consignac5";s para as respectivas thesou-
rarias se n;"o dutribue que.ntia especial para o
servieo telegraptiico !
De onde ha de sabir, quando o Thesouro Pro-
vincial, fallamos do nosso, nao poa;ue igualmente
consigna^ao para esee sorvco ?
Nao preciso que o diga o Sr. ministro da fa-
zenda, o dicheiro para semelhante servico sabe
das eventuar-s de cada ministerio, hsvendo entre
na a pratica de ser adiantado pelo Thesouro
Provincial, iguala.ente pela rubricaeventuaes,
porque a despeza urgente e in..diavel.
Mas, eao ou podem ser considerados excusados
os telegrammas ao governo imp-rial ex edidos
pelo Sr. Freitas flenriquei ? Em qual d'elles
teve por fim o Sr. Freitas Hcnriques ouvir a opi-
niao do governo sobre decisbes de sua competen-
cia ?
0 Sr. Cautao, ae nao quer patente de k-viano e
indifereto, est na obrigacao de dizer qual o tele-
gramma expedido eom o fim de consultar a opi-
nio do governo em acto da aicada da presiden-
cia. O telegr..mm8 expedidos pelo >r. Freitas
H-nriques tiveram por fim : uns, crdito para at-
teader s f br.-s de Mauan : outroa, meaicamen-
toa para a enfermara mi'itar ; outros ainda, a 1 x-
p oicao Jos acontecimentos da Cmara.. .
Sao a est-!6 que se refere o Sr. Cautao ?
O primeiro telegramma com este as6umpto se
legitima com a obrigacao em que se acha a presi-
dencia de habilitar o governo para qualquer nter-
pellacao que surgiese, ue enado ou nx Cmara,
por parte da oppjsico. A' exposicao suscinta de
tact':, respondeu o ministerio do imperio, peiindo
detalhes... Nao Ihe everiiun ser dados ?
As censuras do Sr. Cautao nao apanham o Sr.
Freitas Henriques ; do em chtio no Sr. LeitSo da
Cunha, a quem, alias, contina o Ilustre deputado
por esta provincia sua desiuteressada adhfsfo.
Quanto aos inaultos, esses voltam inteiramente a
p uto de partida, em consequeucia da extrema le-
viandade com que f .-raa laucados e mais sorpren-
der aos que souberera que h n mencilo do Sr. Dr.
Clemente Soares para urna commisso sanitaria
foi derida a empenh >s d Sr. Cantan,
E mais, est S. Exc. o Sr. Freitas Henriques
sendo todoB os das aecusado de paeferir liberaes
as suas uomeacocs...
(Diario de Belim.)
* --,----
Hospital Portuguez de Bcdc-
eencil
31. annlversario
FESTA DO CAJUEIRO
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez de Beneficencia, confiando nos ge-
nerosos sentimentos da caridade, que ani-
mam a colonia portugueza nesta cidade, e
muito mais na immensa sympathia, que
mi-rece a toda a sua populajao o estabele-
cimento que dirige, tey a honra de convi-
dar todos oa seus eoneidadaos e todos os
habitantes do Recife abrilnantarem com
a sua presenca a testa cammemorativa do
3lanniversario da abertura do Hospital,
ijne ter lugar no sjtio do Cajueiro no dia
19 do coirente.
A festa constar, como de tradic$2o,
de urna missa cantada na capella do dita
Hospital, pelas 10 horas da manh5, la-
daitiba s 7 horas da t-rde, exposicao do
estab' lecimento desde as 3 horas da tarde
em diante, leilao e basar de prendas.
Du. 8 msicas mareia-s executarao as
melhor. s pe^as de i-eus repertorios e urna
esplend a illuminayao abrilhanfara todo o
sitio do Cajueiro.
A junta administrativa espera ainda ama
vez que o favor publico proteger os po-
bres desvalidos a que stribua soccorros
e que Ib* mo tallar a profrcao e sympa-
thia de todos os coracS s bem formados que
tanto tanto te 11 protegido o esfabelecP
neoto; ..re que festa dos pobres no fol-
ur a aiiiinacao de todos quelles que bhh-
t. ni pl.a ioi-.s o d.s^racas da humanidale
.Igunia cousa mais do que urna estertacom-
paixo.
Se.-r taria do Hwpital Portuguez de
Boetinn 'iiii'in Pjsn a i.buco, 11 de Setem-
bro ;ie 1886.
Feliciano de Aztvedo Gomes,
i. secretario.
0 eajurubeb.i na irniui.i brasileir
O.na Iiiin e Exin. >r. coselheiro ministra
e secretario dus n ir ici- da marin,,aAntonia
i'irmr o Cu ha e Firmino Candido deFiguei:e-
.10 r em noaarer a V. Exc qu e digne mandar
dar por e ni nio s lermo do aviso pelo qual V.
BaaaaaorWd ao Exm. c.uEelheiro ciruryio-mr
.1* >rm,d a ma d r inscrever o quadro dos ox-
tro dinnn .. preparado do sua confeecan, deno-
.t..niotlaiuru ba,bem como os termos da
mi rm cao arfa puto v bun. nayo.asor,
u- avado baararsi t-ecuw'de faJaalo aa
que V. Mac x-prdi.se tal aufainaacao.


Diario de PernambtteoSexta-feira 17 de Setembro de 13S6


i
Oi supplicantee esperam defer nento. E. E.
Mea
Rio de Janeiro, 28.de Outubro de 1885.
(Asaignadoa, inutiusando urna estampilha de
400 ris )Antonio Pereira da Cunha.-l!irmino
Candido de Figueiredo.
Passe-se. 301085. (Assignado).Alfredo
^V"eceo.-Outubro 29 de 1885. Em cumpr-
monto ao despacho supra, certifico que o aviso n.
1 523, de 9 de Outnbro de 1885, que antonsou o
Sr. conselheiro cirurgio-mr a incluir como ex -
traordinario no formulario do hospital de niarinha
o medicamento denominadoCajurubeba, do
theor segninte:
De aocordo com a informacao por V. -xc. pres-
tada, em officio n. 200, de 6 do corrente mea, auto
riso-o a incluir, como extraordinario, no formulario
do hospital de marinh e enfermaras, o medica-
mento denominadoCajurubeba preparado por
Antonio Pereira da Cunha e Firmno Candido de
Figueiredo ,
(Assignado). Alfredo Rodrigues Fernandea
Chaves.
Sendo a informacao prestada pelo Sr. conse-
lheiro cirurgiao-mr a segninte:
Tenbo a honra de paasar as maos de V. txc. o
requerimento de Autonio Pereira da Cunha e Pir-
mino Candido de Figueiredo, fabricantes do pre-
parado denominadoCajurutKba, que pedem
ser incluido no formulario do hospital e inferna-
ra de marinha.
Informando, comj cumpre-me, tenho a ponderar
a V. Exc. que nao ha duvida alguma em ser in-
cluido este medicamento no formulario, como ex-
traordinario, a exemplo do que se concedeu por
aviso ao pharmaceutico Eugenio Marques de Hol-
landa, em pedido idntico, sobre outros medica-
mentos. Este preparadoCajurubeba tem pro-
daxido excellentes resultados no hospital e na cl-
nica civil e hoje medicamento aceito por todos n*
cura de diversas modalidades mrbidas.
Secretaria do Corpo de Saude da Armada, 6 de
Outnbro de 1885 Illm. e Exm. Sr. conselbeiro
Alfredo Rodrigues Fernandea Chaves, ministro e
secretario de estado dos negocios da marinha.
(Assignado).__Dr. Carlos Frederico dos Santos
Xavier e Azevedo, cirurgiao-mr da armada.
Est conforme. Secretaria do Corpo de Saude
da Armada, 6 de Novembro de 1885. (Assignado,
inutilisando urna estampilha de 2*000.)Antonio
de Alba Crrela de Carvalho, secretario.
Illms, Srs. Redactores da Revista.
Tendo ha dias mandado comprar vinho fi-
gueira n'uma venda era um arrabalde dos
mais prximos da cidade, e, tendo sido
servido ao almoco, horas depois, todos as
pessoas de minha familia se achavam seria-
mente indispostas e eu sobre todas. V-
mitos, irritac2o no epigastro, calor ex-
traordinario no vehtre, pulso alterado,
etc. Todos notamos na occasio do al-
moyo a qualidade desse vinho, se que
vinho se pode chamar; pois sentimos a
fklta do sabor do vinho commum. Convm
notar, entretanto, que nao elle desagra-
davel ao palladar, e muito delgado e de
bonita cor, constituindo apparente mente
um excellente genero; mas que eu fiquei
reputando um veneno, ou pelo menos urna
bebida nociva e rauiti perigosa.
Com a publicacSo desias linbas, que
lhe poco, Vs/s. prestarao um bom ser-
vico quelles que, como eu, por ignoran-
cia ou boa f, aceitam gneros em taes
condicSes, prevenindo-os, espero que
abram os olhos com aquellos que visando au-
ferir lucros sacrificam todas as convenien-
cias expondo graves consequencias hu-
maidnade.
A' inspectora da sade publica, junta
de bygiene, fiscalisacSo municipal, ro-
go Ibes chamem tambem sua attencSo.
Recife, 15 de Setembro de 1885.
Despedida
Archias Lindolpho da Silva Matra, segurado
eom sua senbora para a Europa, a tractar de sua
saude, pede disculpa a todos os seus amigos, de
quem nao pode despedir-se pessoalmente em vir-
tude de seus incommodos ; offerecendo-lhes all os
seus servicoa.
Recife, 15 de Setembro de 1886.
L-se na Tribune Medcale :
Apezar dos procesaos de purifieacao msis
aperfeicoados, o oleo de figado de bacalb? ficou
um medicamento prohibido a muitos doentes, cujo
estomago nao pede mais supportar as substancias
graxas Era portante necessario procurar nm
meio de mudar radicalmente a sua forma, conser
vando todos os seus principios activos to preci-
sos : este reaultado foi obtido pela composicao do
Vinito de extracto de (litado de t-
caralbo. de cnevrier, preparado segun-
do urna formula approvada pela Academia de Me-
dicina.
Reeommendamos aos nossos leitores este ercel-
lente productj que cootm ves, tolos os elemen-
tos efncaaes do oleo de finado de bacalhao, e pos-
sue as prncipaes therapeuticas dos preparados al-
eoolicos.
E bom lr
De-meis paes as-saudades
Delles mais me-esquecere,
Pois as minhas vaidades
Nelles sempre abrigo a-chei.
Hoj- sou barco sem lme
Sino que nSo tem badalo ;
Quem na vida tudo teme
Na comida sent entalo.
E' feliz quem se conhece
Que smente em Deus comfia
Pois abrigo s merece
Os que tem do-alto a-guia.
Cabo R. Barrerlo.
O do Cimiterio.
Clnica
COMERCIO
Bolsa commerclal de Pernam-
baco
RECIFE, 16 DE SETEMBRO \>E 18Sb.
As tres huras da tarde
Coiactiet uificiac*
Accoes preferenciaes dos trilhos urbanos do Re-
cife Olinda e Beberibe do valor de
200*, juros de 7 0/0 ao par.
Cambie sobre Para, 60 d/v. com 1 3/80/0 de des-
cont.
tambio sobre Londres, 90 d[V. 21 5/8 d. por 1*000,
do banco, hontem.
Descont de etras, 8 0/0 ao anno.
Na hora da bolsa
Vende) am-se :
10 accoes preferenciaes dos trilhos urbanos do
Recife a Olinda.
O presidente,
Pedro Jos Hinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
JUSNUIMENTOS PBLICOS
MVz e Setembro de 1886
ALFANLEGA
Rbkda atuuti.
De la 15
dem de 16
RsBDA PBOV1HCIU.
De la 15
dem de 16
Total
382:170*758
44:3?5J,464
35:5644466
5:719*715
fafiiiwai a I) 1 a 15
Ui< m de 16
ConsrLADO PaovJBCUL De 1 a 15
dem de 16
Rvon iATBAQ De 1 a 15
dem de 16
426:566*222
41:284*181
467:850*403
18:315*597
940*409
19:286*006
14:728*364
311*612
15:039*976
19:416*738
2:201.845
11:618*583
DESPACHOS DE IMPORTACO
Vapor nacional Mrquez de Caxias, en-
trado da Babia e escala no dia 15 do or-
DE
Partos, molestias de senhoras e
de erlaneas
Dr. Joao Paulo, medico aggregado do
Hospital Pedro II, desta cidade, com pra-
tiea e estudos especiaes as prin :ipaes ma-
ternidades e hospitaes de mulheres e de
crianzas de Paris e de Vienna d'Austria,
faz tudas as operares obsttricas e ci
rurgicas conceraentes s suas especiali-
dades.
Consultas das 12 s 3 horas da tarde.
Ra Larga do Rosario n. 26. Io andar.
ResidenciaRa da Imperatriz n. 73.
Dr. Carlos Bettencourt
Eutreltamenton da uretbra curados
radicalmente psla electrolyse, sem dor. Todas as
operacoej de pequea e alta cirurgia. Ra do
Mrquez de Olinda n. 34, das 12 as 3 horas da
tarde. Residencia, Passagem da Magdalena.
N. 4. Todos os ;ue tm tomado aEmulsao
de Scott, reconhacem a sua superioridade
sobre os outros remedios empregados at
hoje para a cura da tsica pulmonar, escr-
fulas, rachitis, anemia e debilidade em ge-
ral. As suas virtudes sanativas e reoonsti-
tuintes sao maravilbosas.
Casa de comais soes
DE
G. LAFOSTE & C.
4. Raa do Imperador, 1 andar
Mandam vir dos mercados estrangeiros qualquer
genero de mercadorias em condicoes muito suaves,
alm de que sao representantes de diversas casas
productoras para os quaea recebem encommendas
sem commiftso nenhuma. vindo as
mercadorias, conhecimentos, facturas e corres-
pondencia directamente das fabricas para os Srs.
clientes, gosando estes das maiores vantagens,
descantes e prazoa; entre essas fabricas noto-se:
A ssocledade vincola de Bordeaos.
associacao de grandes proprietarios de vinbedos
para evitar a fraude e expor a venda vinhus
puros.
I.ouit Frere di C, de Bordeanx, fabrica
de conservas alimenticias e do afamado chocolate
Louii.
Georgen Seguin dt C. de Cognac; gran-
de Casa que se oceupa especialmente de co
gnac.
Pelller de Aragn, de Grasse; fabrica
de leos volateis, essencias, extractos, cheiros, para
drogaras, pharmacias e perfumistas, successores de
E. Alari.
Fourmalnlrean, de Desvres, fabrica de
azulejos para casas.
Bertln Tlmiler, <* C. de Paris; fabrica de
vidros, frascos e vasilhame para pharmacias e dro-
garas; especialidade de frascos esmerilhados; re-
eommendamos os novos precos muito resumidos
D. Iluiinet. de Paris, fornecimentos para
photograpkia, como sejam: cartes brancos e im-
pressos, drogas e aparelhos etc etc.
Belvalette, de Boulogne s-Mer; fabrica de
formas para calcados.
*. Lecomlc de C. de Paris: fabrica de
instrumentos de msica.
Sociedade dos fabricantes de por-
celana, de Vierzon.
B. Paris di C, fabrica de placas de ferro
esmaltado para nomes de ras, numeracc de
casas, indicacoes de escriptorios, etc etc, fornece-
dures da cidade de Paris e outras.
C. Telsen dt C fabrica de ladrilhoe mo-
saicos.
A eompanhla de Flves-I rial para eiigenhos, machinas fixas e lecomoveis,
material rodante para estrada de ferro, pontes e
outras construeces de ferro.
A Socledade Cooperativa Univer-
sal do que fasem parte hoje mais de cincoenta
das prncipaes fabricas francesas de qua opportu-
nameote annuncaremos us nomes.
asearas aballo
Constandr-me que alguem propala que eu offe-
reco ou offereci luvat prla casa em que sao esta-
belecidos os Srs. Ramos & Santos, ra do Vis-
conde de Inhama n. 75, apresso-me a declarar
que falso e mentiroso tal boato.
Nunca por este meio pretend nern pretendo a
referida casa, e nao acho muito rszoavel que
ouem quer que neja fca uso do meu nome para
meihor poder chegar a brota para a sua sardinha.
Protesto, pois, contra tal aleivosia e provoco o
seu autor on autores a que venham em publico
desmentirem-me.
Recife, 13 de Setembro de 1886.
J. Franco Ferreira.
Caso importante (O)
LE-SE EM UM JORNAL DE PELOTAS
A joven Marciana, de 15 annos de ida-
de, moradora ra de S. Miguel n. 11,
nesta cidade de Pelotas (Rio Grande do
Su!), ha muitos mezes acbava-se soffrendo
do peito.
O seu organismo depauperado apresenta-
va todos os symptomas de urna grave affec-
cao pulmonar : falta de appetite, canBaco,
tosse, dores no peito e as costas, extrema
debilidade, todos estes caractersticos da
terrivel doenca apresentava a pobre mo-
cinha.
A sua saude, tao profundamente altera-
da, comecou a inspirar serios cuidados
sua ta D. Joanna Ferreira Cardoso, que
em vo apresentou a sua doente a alguna
Ilustres mdicos, sem nenhum conseguir
atalhar o curso da onfermidade.
Esta senhora, seriamente preoecupada
com os progressos da doenca, teve a feliz
i i a de recorrer experiencia do uso do
Peoral de Cambar, importante desej-
berta do Sr. Alvares de S. Soares, desta
cidade, e em to boa hora o fez, que al-
guna dias depois a doente apresentava sen-
Isiveis melhoras, o o medicamento fazendo
' triumphar a natureza da enfermidade, de-
\ pois de alguns mezes de tratamento, res-
' tituia a saude perfeita joven Marciana.
O autor do Peitoral de Cambar, com-
pletamente estranho a esta prodigiosa cura
obtida pelo seu maravilhoso medicamento,
recebeu um dia, com sorpreza, a visita de
D. Joanna F. Cardoso, que muito satis-
fcita, e em companhia de sua sobrinbam,
trazia lhe um attestado que corre impresso
na maior parte dos jornaes da provincia e
em todos os opsculos que acompanba
cada frasco do Peitoral de Cambar.
O leitor deve procurar apreciar esse im-
portante documento, por meio do qual po-
der devidamente julgar a transcendencia
da victoria obtida na cura de urna affeeco,
que ainda^ern nossos dias faz os desespe-
ros da sciencia medica. (Vede o folheto
que acompanba cada fraseo.)
nicos agentes e depositarios geraes era
Pernarabuco -Francisco M. da Silva & C*:
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Dr. E. Ossian-Boitnet
EDITAES
Medico
Consultorio : 41- Ana do Mar
quez de OlindaReeife
RESIDENCIA: HOSPEDARA DE D
ANTONIOCAMINHO-NOVO
rente e consignado a Domingos Alves Ma-
tbeus, manifestou :
Couros salgados seceos 74 ao consigna-
tarios.
Pelles 20 amarrados a J. H. Boxwell,
l ao consignatario.
Pipas vaBias 40 ordem.
Mercadorias 1 caixa ordem.
Sola 200 meios aos consignatarios, 140
ordem, 468 a Diogo A. dos Reis & C,
300 e 16 amarrados a Ferreira Rodrigues
& C.
Hyate nacional Camelii, entrado de Ma-
co no dia 13 do corrente e consignado a
Manoel Joaquim Pessoa, manitestou:
Algodlo 54 saceos a Gomes de Mattos
Ir maos.
i louros salgados seceos 9 aos meamos.
Sal 28,400 litros ordem.
Hyate nacional Rainka dos Anjos, en-
trado de Maco no dia 15 do corrente e
consignado a Manoel Joaquim Pessoa, ma-
nifestou :
Sal 25,600 litros a ordem.
Vapor inglez Dt"o., entrado de Liverpool no
Eia 14 do crreme e consignado a Saunders
lothers & C, manifestou :
Agu mineral 15 caizas 4 ordem.
ArmKccs para sehns 2 cairas a W. Hallday
&C.
Amostras 1 volume a ordem.
Arroz 50 saceos a ordem.
Arcos de ferro 172 f. ixes a Miranda & Souza.
A90 12 feizes aos meamos.
Biscoutos 2 caizoes a Paulino de Oliveira Maia,
b a Jos de Micedo, 21 a Francisco Quedes
de Aranjo, 4 a-Esnaty Rjdrigaes & C, 12 a Car-
valho & C.
Barras de ferro 97 a Manoel das Santos Villaca,
188 e 94 feixes a Miranda & Souza, 247 e 80
feizes a Antonio Rodrigues de Souza & C.
Cubr 21 feizes a Manoel dos Santos Villaca,
50 a Ferreira Guimaraes & C.
Cha 15 volumes ordem, 10 a Souza Bastes,
Amorim & C, 10 a Joaquim Falippn & Aguiar,
1 a t'auliDO de Oliveira Maia, 4 a H. Nusch &
C, 2 a Moraes & Marques.
Camisas 4 raizas a D- P. Wild & C.
Canos de chumbo 5 barricas a W. Halliday & C.
Chapeos 1 caizo a B. da Silva Carvalho & C.
1 a Maia & Irmo.
Cominbos 5 saceos ordem.
Calcados 1 caizao a F. Guimaraes & C, la
Ferreira Barbosa & C, 2 a Thomaz de Carvalho
fcC.
Cerneja 25 barricas ordem, 20 caizas a Car-
valho C-
Csndieiros 1 caixa a Ferreira Guimaraes & C.
Chapas de ferro 20 a Reis & Santos.
Consultorio medico-
cirurgieo
O Dr. Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observaco, reabre consultorio n?s-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Cruz)
n. 23, i. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
Xas demais horas da noite ser encontrado no
riti travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
tio esquerda, alm do porto de Dr. Cosme.
Conaltorio medico-eirorgice
O Dr. EstevSo Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consultes medico-cirurgicas, na rus
do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras? demais eonsulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurork
u. 53, 1* andar.
s. eephomcos : do consultorio 95 e residencia
126.
Especiaidades Partos, molestias de creacas
Nd'nltt teseus annezos.
Drogas 8 volumes a H. de Souza Pereira & C'
22 a Francisco Manoel da Silva & C, 2 ordem,
3 a Rouquayrol Frres.
Estopa 15 fardos a Julio & Irmo, 3 ordem.
Estanho 2 barricas a Ferreira Guimaraes & C.
Esteiraa 10 rolos a Figueiredo & C.
Erizadas 17 barricas a Prente Vianna & C, 10
a Ferreira Guimaraes e C.
Ferrageas 2 volumes a R. Hall, 4 a Sa^url P.
Johnston & C, 9 a Ferreira Guimaraes & C, 15 a
Antonio dos Santos Oliveira, 17 a Miranda &
Souza, 6 a Cardoso A Irmao, 2 a Vianna Castro
& C, 40 a Prente Vianna & C, 2 a Nunea Fon-
s. ca & C. 22 a W. Halliday & C, 45 a A. D.
Carneiro Vianna. 1 a C. C. da Cost- Morena ft C,
2 a Reis & Santos, 1 aos herdriros Bowmann,
1 a Manoel dos Santos Villaca, 9 ordem.
Folhaa de ferro 100 a Cardoso & Irmo, 80 a
Miranda & Sonsa, 28 a Antonio Rodrigues de
Souza Polhas de Flandres 50 eaixas a Almeida Ma-
chado & C, 120 a Prente Vianna & C.
Fnzis 1 barrica a Reis & Santos.
Gomma arbico 8 eaixas ordem.
Louca 31 gs as a Fernandes & Irmo.
Lona 2 frds a C. C. da Costa Morefrt, 21
ordem, 1 a W. Halliday & C.
Leite condencado 5 eaixas a Carvalho & ('..
Linha 41 caixoss ord*m, 1 a Manoel V. Neves
C.,2i Maia & Silva, 2 a Miguel Isabella.
Machiniamo e materiaes para engenhos 13 vo-
lumes a Alian Paterson & C.
Marmure 1 caixa ordem.
Machinismos 2 eaixas Companhia de Fiacao e
T cides.
Meias 2 eaixas a Cramer Frey & C, 1 ordem.
Man 7 caizas ordem.
Machinas de costura 9 eaixas ordem.
Mercadorias diversas 2 volumes a Nunes Fon-
seca C, 1 a H. Forster & C, 2 a Coelho & Viei-
ra, 1 a H. Nuesch & C, 1 a Papoula & Irmo, 2
ordem, 2 a Maia Silva.
Materiaes para estrada de ferro 12 volumes a
Great Wertern ot Brasil.
Movis 5 caixoes ordem.
Obejectos para gaz 8 volumes empresa.
Oleo de linhaca 10 barra a Faria Sobrinho t
C, 25 a Francisco Manoel da Silva her ieiroa d<> Bowmann.
Objeetot para chapeos de sol 2 eaixas a Leite
Bfstos & C. 1 a Francisco Xavier Ferreira & C.
Papel 1 eai a Antonio Pereira da Cunha, 5 a
Prente Vianna k C.
Pa de ferro 10 feixes a Samuel P. Johnston
c C.
Piraenta da India 10 saceos a Fernandes Se Ir-
mo.
Senne 1 caixa erdem.
Tecidos diversos 326 volnmes ordem, 10 a Sil-
veira & C, 29 a Machado & Pereira, 84 a Nar-
ciso Maia & C, 3 a Rodrigues Lima 4 C, 3 a
Bernaidino Maia & C. 6 a Al-es de arito C,
2 a J. Luiz Teixeira, 3 a Francisco G. do Amaral
& C., 19 a Guerra t Fernandes' 31 a Olinto Jar-
dim c C, 9 a Joaquim -igostinho & C, 2 a D. P.
Wild 40,5 Figueiredo & C, 13 a Loureiro
Maia 4 C, 16 a Rodrigo de Carvalho t C, 27 a
Burle e C, 35 a Bernet & C, 2 a Manoel da Uo-
Edita, n. 746
Caixas econmicas escolares
De ordem do inspector geral da instrueco pu-
blica chama-te a attenco nos professores que
tendo tm bas escolas caixas econmicas escalares,
bao deixado de cumprir o disposto no art. 104 5
do regiment 'las escolas publicas para o disposto
no final do referido p r*grnpho relativamente
remessa da lista de inscripcoes mensaes esta
secretaria.
Secretaria da instrueco publica de Pernam-
buco, 21 de Setembro de 1886. =0 secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvo.
n. 747
Edital n. 8
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector taco pu-
blico qne ir a praca no dia 23 do corrente, con-
forme a ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, de 3 do mesmo mez, o fornecimento de alimen-
tacao para os precos p 'bies da Cas de Detenca >,
relativo ao trimestre prozimo vindonro, de Outu -
bro a Dezembro, de accordo com a tabella n. 2,
abaixo transcripta, do Reg. de 18de Marco de
1885. servindo de base a diaria de 420 ris. '
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 14 de Setembro de 1886.
Servindo de secretario,
Lindolpho Compeli.
Tabella n. 2
Almoco para todos os dias da semana
160 g ramilla a de pao.
55 ditas de aasucar refinado de 3a sorte.
20 ditas de caf em p.
Ceia para todos os dias da semana
120 grammas de pao.
55 ditas de aasucar refinado de 3a soi te.
20 ditas de caf em p.
Jantar para domingos, tercas e qaintas-feiras
400 giammas de carne verde.
5 decilitros de tarinha.
10 grammas de toucinho.
Jantar para segundas e quartas-feiras
229 grammas de carne secca.
4 decilitros de farinba.
2 ditos de feijo.
10 grammas de toucinho.
Jantar para teztas-feiras esabbados
180 grammas de bacalhao.
4 decilitros de farinba.
2 ditos de feijo.
1 centilitro de azeite de oliveira.
1 dito de vinagre.
Lenha e sal, o necessario para todos os diaa.
Os gneros sero de 1 qualidade.
Lindolpho Compeli.
O Dr. Hermogenes Sjcrates Tavares de
Vasconcellos, juiz de direito de orphSos
da comarca de Olinda, por S. M. o im-
perador a quem Deus guarde, eto.
Facp saber aoa qua o presente edital virem e
d^lle noticia tiverem, que no d'a 17 do corrente, o
porteiro interino dos auditorios desta cidade, de-
pois da respectiva audiencia, trar a publico pre-
g-lo de venda e arremiraco a casa t'-rrea n. 31
da ra do Baro da Vera-Cruz, pertencente aoa
herdeiros do finado Manoel do Sacramento Silva,
sob a base de 4OOJ0O0, -jue offereceu Antonio Jos
de 8, conforme consta da petico de Francisco
Glicerio das Cbagas, iuventariante dos bens do
mesmo finado, e despacho na uv-sma proferido.
Convido portento os pretendmtes a compareco-
rem no dia cima indicado afim de ter lugar a
alludida arrematacao.
E para que chegue ao conhecmento de todos
mandei passar o presente, que ser arfixado no lu
gar do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado neata cidade de Olinda, aos f
de Setembro de 1886.
Eu, bacharel Francisco Lins Caldas, escrivo, o
subscrevi.
Hermogenet Scrates Tavares de Vasconcellos
O Dr-Thomaz Garcez Prannos Montenegro, com
mendador da Imperial Ordem da Rosa, juiz de
direito especial do commercio do Recife, por
Pa Magestade Imperial.
Fac saber aos que o presente edital virem, qe
se acha aberta a tailencia do negociante Joao
Francisco Paredes Porto pia senteoca do thtor
segu ote :
Vistos. Em face da petico do folhas duas, do-
cumento do folhas tres e declaraco de folhas
cinco, declaro aberta a fallcncia do negociante
Joo Franciaco Paredea Porto, a contar de 28 de
Agosto ultimo. Sirva de curador fiscal o Dr. Jos
Lopes Pessoa da Costa. Faca-se publica a fal
lencit- por editaes e convoquem-se os credores para
se reunirem no dia 21 do correte para elegerem
o depositario. Junte o fallido o bataneo. Proce-
da-se a arrecadago da maesi, em cojo acto no-
mearei depositario provisorio. Custas pela massa.
Reciff, 15 de Setembro de 1886.Thomaz Gar-
cez Paranhos Montenegro.
Ein virtude desta miuba sentenca o respectivo
escrivo fez passar o presente edital, por cujo
theor convoco os credores da referida massa a
comparecerem na sala das audiencias s 11 horas
da manh do da 21 do corrente, afim de elege-
rem o depositario effectivo
E para qne chegue ao conhecmento de todos, o
presente ser publicado pela imprensa e outro de
igual theor afuzado no 'ugar do coatume.
Recife, 16 de Setembro de 1886.
Eu, Jos Franklin d: Alencar Lima, subscrevi.
Thomaz Garcez Parauhoa Montenegro.
Abandono de eadetra
De ordem do Dr. inspector geral, faco saber a,
orofessor Manoel Soares Albergarla, da eadei a
de Olho d'Agna da Onca, qne fica-lhe marcado o
praso de 15 dias para responder sobre o abandeoo
de sua cadeira, visto ter deizado de reassumil -u,
depois de finda a licenca obtida, e haver decorri
do mais de sais mezes fra do exercicio della.
Secretaria da Instrueco Publica de Pernambu-
co, 11 de Setembro de 1886.
O secretario, Pergentino S. de Araujo Cfalvao
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, jjiz de
direito do civel esta cidade do Recife e
seu termo capital da provincia de Per
nambuco por Sua Magestade Imperial e
Constitucional o Sr. D. Pedro a quem
Deus guarde, etc., etc.
Faco saber que, na execuco que move J:>a
Moreira da Silva contra Manoel do Amparo Caj,
pelo ezequente me fn dirigida a petico segninte:
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do civel Jos Mo-
reira da Silva, nos actos de execuco contra Ma-
noel do Amparo Cajy, tendo o bem penhorado
ido pra9a e nao encontrando lancador, requer a
V. Exc. que se digne mandar citar o supplicado
para remir on dar lancador ao bem penhorado sob
pena de ser arrematado por quem maior preco
der ou de ser adjudicado ao supplicante, na forma
da lei, passando o escrivo o escripto de praca ao
porteiro, afim de ser apregoado na primeira pra-
ca d'eate juzo com as formalidades legaes. Pede
deferimente. E. R. M. Recife, 6 de Setembro
de 1886.Frederico Chaves. Esta va inutilisada
urna estampilha de 200 rs.
Despacho. Sim. Recife, 6 de Setembro de
1886.Ribeiro.
Em virtudodeste meu despacho, tendo sido in-
timado o supplicado Manoel do Amparo Caj, e
sendo a citaco aecusada em audiencia, ordenei
que se ezpedisse 08 respectivos editaes, afim de
ser arrematada na audiencia de 18 do corrente, o
bem segu'nte : nm gr nde sitio no lugar denomi
nado Bomgy, conhecido pelo sitio do Cortume, na
freguezia de Afogados, com casa de vivenda, ten-
do sobrado de um andar, 4 viveiroa, para mais
de 200 ps de coqueiros e outras fructas, cacimba,
sendo o sobrado cercado de janellas e um terraco
ao lado, ditas salas e seis quartos, cosinha, medin-
do de frente oto metros e oitenta e cinco cen-
tmetros, de fundo dezo metros, dividiodo o dito sitio ao nasecnte com o
sitioPorto do Rosario, e ao poente com o rio S.
Paulo, ao norte com a estrada e ao sul com 'erras
de Joo Duarte Rangel e sitio de Andr de tal,
avaliado em 5:0005. E assim aera dito bem ar-
rematado por quem maia der e maior lanco offere -
cer no dia cima indicado.
Dado e passado n'esta cidade do R;cife aos 13
de setembro de 1886,
Eu, Antonia de Burgos Ponce de Len, escri-
vo, escrevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
nba Lobo, 1 a Fernandes & Silva, 81 a Luiz An-
tonio Siqueira, 21 a Goncalves Irmo & C, la
Luiz Lack, 7 a Agostiuho S otos & C.,4 a Vieira
& C., 2 a Putroeelli & Irmo, 10 a Couto Santos
C, 16 a Andrade Lopes & C.
Tintas 1 barrica a C C. da Coate Moreira &
C 1 a Samuel P. Johnston C, 3 a Ferreira
Guimaraes & C, 2 aos herdeiros do Bowmann, 15
a Francisco Manoel da Silva & C.
Tinta 5 barricas a W. Ha'liday & C.
Ver i.outh 25 caizas ordem.
Vidros 5 volumes ordem.
Ut'jpACHOS llrTfcXPOKTAaO
Em 15 de betembro de 1886
Para o exterior
__ Na barca portuguesa Alianca. carregaram:
Para o Porto, M. Lima & C. 314 saccas com
21,044 kilos de algodo.
Para o Interior
No vapor allemo Rosario, carregou :
Para o Bio de Janeiro, A. J. Gomes 400 saceos
eom 24,000 kilos de milho.
__ ro vaior nacional Baha, arregaram :
Para Manos, H. Oliveira 2 barris com 192
litros de agurdente.
Para o Para, R. Valente 33 saceos com 1,980
kilos de feijo.
No hiato nacional Deus te Guie, carregaram:
Para Aracaty, Maia 4 Rezende 54 barricas
com 5,40' kilos de sebo.
a barcaca Cecilia 2, carregaram :
Para P. de Alagoas, B. Oliveira c C. 15,000
kilos de sal.
moviment do porto
Navios entrados no dia 16
Macei-20 horas, vapor inglez Orator,
de 849 toneladas, com mandante J. G.
Jones, equipagem 26, carga varios ge.
eros; a Saunders Brothers d C.
Hamburgo por escala-20 dias, vapor alle-
mJo Rosauio, de 1,377 toneladas, com-
mandante H. Schutheron, equipagem 29,
carga varios gneros; a Borstelman
& C.
Observaco
NSo houve sabidas.
Edital n. 26
la praca
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico
que as 11 horas do dia 17 do corrente moz sero
v.mi i loa em prac no trapiche ConceicSo, 12 ki-
lograimnas e 700 grammas de coral em obras, e 750 grammas de fitas de seda lisa,
nao especificada, appreheudidos no da 20 de Ju
Iho do correte anno, a Achillea Giomo, passa-
geiro do vapor franeez Ville de Victoria.
3" seceo da Alfandega de Pernambuco, 14 de
Setembro de 1886. O chefe,
Cicero B. de Mello.
DECLARACOES
Tnenourarla de Pateada de Per-
nambuco. 15 ile Setembro de
1886
O cantador, servindo de inspector, trinsmitte
aos senhores collectores das rendas geraes desta
provincia, para os devidos fins, a circular do Mi-
nisterio da Fazenda, abaizo transcripta :
Manoel Antonio Cardoso.
Circular n. 19.Ministerio dos Negocios da Fa-
zenda Rio de Janeiro, em 26 de Agosto de 1886.
Francisco Beliaario Soares de Souza, presidente
do Tribunal do Thesouro Nacional, tomando en
censideraco o que lh-1 tsm silo representado so-
bro os abusos praticados na venda das estampilhas
do sello, depois da circular n. 64 de 17 de Marco
de 1883, que equiparou apircentagem devida aos
exactores por esse servico, revogando nessa parte
a circular n. 127 de 6 de Marco de 1879, declara
aos senhores inspectores das thesourarias de fa-
tenda, para a devida execuco :
1* Que do 1 de Outubro prximo futuro em
diante a mesma poreentag*m sei de 5 / as
mesas de rendas geraes e colectaras, qne a esti-
verem percebendo mais avultada, em virtade das
tabellas em vigor :
2* Que, no fornecim nto de estampilhas s es-
tacSes encarregadas de sua venda, se dever ter
muito em vista o disposto na citada circular de 6
de Marco de 1879, qnanto as regras que cumpre
observar no acto do mesmo fornecim-nto, ^e modo
que este fique sempre dentro das torcas das fian-
cas prestadas pelos exactores e corresponda as
necesaidades do consumo de cada localidade :
3<> Que, podendo acontecer que se reproduxa o
facto occorrido quando vigorava a referida circu-
lar de 6 de Marco de 1879, de nao proenrarem
alguna exactores prover-se da quantidade neces-
aara de estampilhas, para aaaim substitail-as pelo
seilo de verba, cuja porcentagem Ihes mais van
tajosa, fica entendido que, de toda a cobrauca
realisada por verba de sello, que devesse ser pago
por estampilha na f ma do regulamento vigentf,
os ezactorea nao tero seno a mesma porcenta-
gem de 5 0/0 ag>ra fizada, se nao for menor a quo
lhea couber pelas demais rendas, cumprindo lhes
fazer nos livros de receita e as guias de entrega
a competente dUcriminaco da renda de que so
podemdeduiir aquella por jentagem, quando a te-
nham maior par outras verbas da arrecadaco.
F, Beluario Soares de Souza.__________________
Alfandega de Peruam-
buco
De ordem do Illm Sr inspector da Alfandega,
scieotfico a qaem interessar possa, qu" a partir
do dia 1 de Setembro prozimo viudouro, fica
inaugurado o 1 posto fiscal no antigo Forte do
Pico entrada da barra, onde dvero at-acar
tanto na ida c >m > na voite todos os vehculos que
forem ou vierem do lmanlo, ficandb no entente a
cargo oa barca de vigia estacionada ao lado do
caes da Liogoeta e que servir de 2- posto fiscal
todo moviment de pequea cabotagem, que c m-
prehende a entrada e sahida das lanchas, barca-
cas e canoas que navegam entre portos da pro-
vincia.
Gnardamoria da Alfandega de Pernambuco, 4
de Agosto de 18860 guarda mor,
Jos Augusto de Azevedo Marques.
fuizo dos felfos da fazenda
Escrmlo interino Costa Rocha
No dia 17 de Setembro, depois da ati-
enda do Sr. Dr. juiz substituto da fa-
;. nda se ha de arrematar a quem mait
der.
Freguezia da Boa-Vista
A renda annual do predio n. 1 ra da
llispicio avaada em 500$ para pagamen-
te do que deve a fazenda provincial, Fran-
cisco dos Santos Neves o outros.
A renda annual da olaria n. 1 no largo
dos Coelhos, avahada em 100, para pa-
gamento do que deve mesma fazenda
Jos de Amorim Lima.
A renda annual do prouio n. 9 no becco
da Cacimba, avaliada em 484000 para pa-
gamento do que deve mesma fazenda
contra Antonio Carnoiro da Cunha por
Gertrudes Idalina Carneiro da Cunha.
O predio n. 6 ra de Joo Fernan-
des Vieira, de pedra e cal, em solo forei-
ro, com 5 metros de fundo, porta e janella
de frente, 1 porta no oitao do lado do nor-
te, 2 janellas no oitao ao jado do sul, 2
salas, 1 quarto, cercada na frente, tendo o
terreno 28 metros e 80 centmetros de fon-
do, avaliada em 1:000)5 para pagmento do
que deve mesma fazenda, Fraociscisco
das Chagas Barros.
A ar maco e balcao de lousa envernisa-
da existente ra do Visoonde de Pelotas
n. 30, avaliado em 703000 cuja armacSo
penhorada para pagamento do que deve
mesma fazenda. Ernesto Barbosa de Oli-
'
veira.
Santo Antonio
A armado de amarello, envidiada,
existente no predio n. 58 ra do BarUo
da Victoria para pagamento do que deve
mesma fazenda, Maria Catharina.
S. Jos
O sobrado n. 4 ra do Ipiranga, de
1 andar, com 2 janellas o 1 porta, 4 janel-
las no oitSo ao lado do norte, tendo no an-
dar superior 2 salas, 3 quartos, e no an-
dar terreo 2 janellas e 2 quartos, medindo
de largura 6 metros e 20 centmetros e de
comprimento 15 metros e 80 centmetros,
avaliado em 2:500$ para pagamento do que
deve mesma fazenda, Pedro Aureliano
da Cruz Muniz.
A renda annual do predio n. 162 ra
Imperial, avaliada por 144$ para pagamen-
to do que deve mesma fazenda, Umbeli-
na Justina de Souza, por Jos Joaquim da
Cunha.
Freguezia de Afogado
A renda annual do predio n. 142 ra
de S. Miguel, avaliado em 120$ para pa-
gamento do que deve mesma fazenda,
Isabel Maria de Moraes e Bastos.
A renda annual do predio estrada do
Griqui a JaboatSo (no lugar Areias) ava-
liada em 96$ para p?gamento do que
deve mesma fazenda, Ignacio Estoves
Moreira da Costa.
A casa n. 305 a estrada do Giqui a
Jaboatao, em solo foreiro, com 5 m. e 50
centimetros'de frente e 13 metros e 60 cen-
tmetros de fundo, 1 porta e 2 janellas de
frente, 2 salas, 2 quartos, cosinha externa,
avaliada em 400$ para pagamento do que
deva a fazenda provincial, Francisca Qui-
rino do Sacramento.
S. ourenjo
A renda annnal do predio n. 20 do lar-
go da matriz, em S Lourenco, com tres
portas e 1 janella de frente, avaliada em
1205 para pagamento do que deve mes-
ma fazenda, a viuva de Francisco Lins
Quaresma.
A casa terrea em S Lourenjo da Matta
tendo 11 metros e 50 centiiueiros de v2o,
6 metros e 75 centmetros de fundo e com
2 janellas e 1 porta de frente, 1 porta no
oitao, 4 salas, 3 quartos, cacimba interna,
terraco ao lado, sitio grande e 1 rancho ao
lado, avaliada em 500$ para pagamento
do que deve meema fazenda, Silvino da
Costa Machada.
Francisco Egydio de Luna Freir,
Solicitador.
VAPOBES ESPERADOS
Baha do sul
Valparaso du sul
Ville de Macei do sul
Ville de Pernambuco da Europa
Espirito Santo
Neva
Congo
Aconcagua
Advanee
Para
Tornar
do norte
da Europa
do sol
da Europa
do sul
do sal
do sal
hoje
a manh
a manh
a 20
a J
21
a 25
a 26
a 27
a 27
a 29
Ministerio da Marinha
REPARTIDO DOS PHAROES
AVISO AOS X4VBUAITB
PHtROL OO BOM ABRIGO
PKOVISCIA DE S. PAULO
BBASIL
(3* de 1886)
Com referencia ao-Aviso aos Nave-
gantes ja publicado, taz se saber que a
inangurac&o do pharol da Ilha do Bom
Abrigo, em frente barra de Canana,
ter lugar no dia 20 do corrente n.ez.
Kepartico dos Phares, ttio de Janeiro,
10 de Agosto de 1886.
Pedro Benjamn de Cerqueira Lima,
Capito de fragata, director geral.
Est conforme. Capitana do Porto de
Pernambuco, 16 de Setemb o de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Consulado Provincial
Os abaizo assgnados, cobraderos do Consulad*
Provincial, previnem aoj Srs. contribuintes que
termina no dia 30 do corrente mes de Setembro a
cobranca da contribuico da Companhia Draynage
de 1884 a 1885 e imposto da decima de 1885 a
1886, com a multe de 6 %, e os demais impostes,
a saber, 3 % sobre estabelecimentos dentro da ci-
dade : 20 % sobre offiemas, 10 0(o por e3tebeleci-
mento tora da cidade, 200 rs. por baralhos de car-
ta, 20J por escravos magarefes, mo -morte, alva-
rengas e imposto de repartico com a multa de
Previnem mais que, do dia 1- de Outubro a 31
de Dezembro do corrente aono, se far a cobran-
ca da Draynage e deeimas com a multa de 9 "i, e
dos demais impostes com a multa de 20 [.
Consulado Provincial de Pernambuco, 1 de Se-
tembro de 1886.
Frederico C. da Silva Guimaraes.
Joao Bernardo do R. Valenca.
Companhia Sania Ther za
Emprearla do abasteclmento
(Tagua e las Olinda
Dividendo
Por deliberaco da directora fica marcado o
dia 13 do corrente para nelle se comecar o paga-
mento do 15 divide ido da companhia, a raso de
6 0/0. O pagamento, como de costume, ao efleo-
tuar pelo Sr. thesoureiro no 2a andar da casa n.
73 ra do Imperador, das 8 horas da nanh s
2 da tarde at o dia 18, e dahi em todos os dias
uteis das 8 s 10 da manb.
Escriptorio do gerente, 6 de Setembro de I806.
A. Pereira Simoes*
"Communico aos senhores socios que acha-se
suspenso o expediente deste club no da 18 do cor-
rente em viste de ter-se cedido os saloea do mes-
mo, ao Club Internacional de Regata.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 15 de
Setembro de 1886.O secretario,
t. C. Cosonova.
carissi-
de seus
Secretarla da weneravel ordem ter.
cetra de Seraphlco Padre S. Fraa-
cit.ro no necife. 14 de Setembra
de 188
De ordem do canssimo irmo mimairo, convido
a todos os senhores candidatos approvadoa para
entrarem de irmos e aos nossos irmoa novicos
approvados para professarem, a comparecerem uns
e outros no dia de sexta-feira 17 do c rrente, pe-
las 9 horas da manh, na igreja de nosea venera-
vel ordem, afim de realisarem saas entradas e
profisaoea.
Igualmente convido a todos os noasoa
mis irmos a comparecerem revestidos
hbitos, para .usistirem as veaperas, missa so-
lemnoe Te Deum, que em cemmemjracao im-
presso daa chagas ao noeso Snraphico Patnarcha
tero lugar nos dias de quinte-feira, s 7 horas da
noite, e sexta-feira, s 10 horas da manha e 7 da
neite.
Ao respeitavel publico fazemos sciente qua a
banda marcial io c.rpo de polica tara ouvir suas
lindas msicas ao meio dia da ves pera an-.es e
depois dos mais actis: que a msica da musa,
sob a regencia do maestro Joo Rosas, ser a da
ordem composicao de Santos Pinto ; que prega-
ro, o sermo da missa o distincto pregador Rvm.
eonego Ananias Correia do Amaral e o sermo do
Te-Deum o nao menos distincto pregador Rvm.
Pr. Augusto da Immaculada Coneeica A ves,
finalmente que os edifi -ios do hospital e consisto-
rio estero expotos das 6 1[2 s 9 horas da noite
de sexta feira a aquellas pessoas que se apresen-
tarem decentemente vestidas.
Jeaquim Jos da Costa Valente,
Secretario.
*



Diario de Pernambuco---Seita-fein 17 de Setembro de 1886
r<
S. R. J.
PROFESSOR DE DANCA
A presidencia desra sociedade cientfica ac-s
interessados, que n-sta aggremiaco se precisa de
um professor de danea para easmar 03 asociados
nos domingos e dias santificados. Aquelles que
se iulgarero aptos para exercer tal mistar, quei-
ram-se entender com o presidente na sede social,
todos os domingo, das 5 s 9 horas da nolte.
Recife, 15 de Setembro de 1886.
O 1" secretario,
H. Quedej de Amorim.
De ordem do Sr. presidente, convido aos asso
ciados deste club para, reunidos em aasembla
ral, no domingo 19 do corrente, pelas 11 horas
iia, apreciaren! a leiturn do relatono da direc-
tora fiuda. e elegereuwe os novos funecioearios
que leem de dirigir este clnb.
Recite, 15 de Setembro de 1886.
O secretario,
Pomp) C. Casanova.
Santa casa
Na secretaria da santa casa de misericordia do
Recife arrendam-se por espaco de um 4 tres sa-
nos, as casa abaixo declaradas :
Ra da Moeda n 45, por 20* mensaes.
Idhin idem n. 49, 20* idem. ,,.A ..
DitadaLinguetan.14 1- andar, 16*660 dem.
dem idem 2- dito. 15* idem.
Ra do Burgos n. ""* idem.
Dita da Madre de Deus n. 10 A, armazem,
15*, idem.
dem id-m n. 12, 40* dem.
Ra da Guia n. t, 16*660 idem.
Dita da Senzalla-velha n. 132, 2- andar, 15*
' Dita da Detenco n. 3 (dentro do quadro) 10*
idem.
Hemidem, 8J0O0 dem.
Dita^o Visconde de Itaparica, n... andar
e sota! 35* idem. .
Dita do Marquex de Olmda n. 53, 2- andar
40* idem.
Caes da Alf ndegan. .
De ordem do Illm Sr. inspector ao publico
que no dia 18 do corrente, pelas 10 horas da ma-
nh, paga se uo Arsenal de Guerra as duas quin-
zenas do mez de Maio e a 1 de Juuho, se ido o
pagamento feito a proprias costureiras que tra-
balharam as referidas qcinzenas.
Thesouraria do Fazenda da Pernambuco, 0 de
Setembro de 1886.O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engenheirc chefe,
faco publico que no dia 25 do corrente, ao meio
dia, recebe 8" nes"a reparticao propoetas para a
execuco dos reparos da cadeia de Serinhem,
oreados em 400*000.
O orcamento e mais condices do contrato se
acham nesta secretaria para seiem examinados
pelos senhores pretendentes.
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Pernambuco, em 11 de Sutembro de 1886.
O secretario,
Joo Joaquim de S. Varejo.
MARTIMOS
anta Casa
do
de Misericordia
Hecife
A Illma. junta administrativa desta Santa Cusa
contracta com quem melhores v o fornecimento dos gneros abaixo declarados, pa-
ra o consumo dos eatabelicimentos seguintes, du-
rante o trimestre de Outubro a Dezembro do cor-
rente anno : Hospital Pedro II, dito dos Lazaros,
dito de Santa gueda, hoapieio de alienados, casa
dos expostes, Asylo de Mendicidade e collegio de
orpiiis.
Aletria, kilos.
Arroz, idem.
Agurdente, litros.
Azeite doce, idem.
Araruta, kilos.
Assucar de 1, 2a e 3 sorte e turbinado, kilos.
Bacalho, idem.
Banlia de porco, idem.
Batatar, idem.
Cha, idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebla, cento.
Farinha de mandioca da provincia, litro.
Feijo, idem.
Fumo do Rio, kilo.
Gaz, lata.
Dito inexplosivel, idem.
Milho, kilo.
Mauteiga tranceza, idem.
Potassa, idem.
Pao e bolacha, idem.
Dita dem para o collegio das orphs (em Olinda)
idem.
Rap, idem.
Sabo, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilos.
Touciiibo idem.
Vellas de carnauba, idem.
Ditas stearinas, maco.
Vinho branco, litro.
Dito tinto (figueira), idem.
Vinagre, idem.
As propostas devero ser apresentadas na sala
de suas sesso^s, em cartas fechadas, devidamonte
selladas, at s 3 horas da tarde do dia 21 do cor-
rente, declarando os proponentes sujeitarem-se a
ama multa de 5 / sobre o valor total do forneci-
mento, se no praso de 3 dias nao comparecerem
secretaria da mesma Santa Casa para assignar os
respectivos contratos.
5Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 14 de Setembro de 1886.
O escrivo
Pedro Rodriguen de Sonsa.
Manta Casa
da Misericordia do
Reelfe
Por esta secret ria sao chamados os parentes
ou protectores das menores constantes da relaco
infra, para que as vas recolher ao coll6gio das
orphs.
Belaco das orphs a que se refere o edital
Supra
1 Donina, filha de Paulina Maria Ferreira.
2 Maria, filha de Joanna Baptista de Jess.
3 Amelin, filha de Auna Amelia Bezerra de Al-
buquerque.
4 Olindiua, filha da mesma.
5 Roca, filha da mesma.
6 Emilia, filha de Feliciana Vieira da Rocha
Falcao.
7 Maria, filha de Joaquina Mirandolina da
Silva.
8 Genoveva, filha de Hermina Correia de Lyra.
9 Carolina, filha de Antonia Diniz Bandeira
de Mello.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 13 de Setembro de 1886.
0 escrivo,
Pedro Rodrigues de Souxa.
Bour
Empreza Telephonica
gard
KELAgXo DOS NOVOS ASSIGNANTES QUE
COLLOCABAM APPARELHOS TELEPHONICOS
DEPOIS DA LISTA N. 8.
Mez de Agosto
A
458 Antonio Jos da Costa Araujo.
Regulador da Marinha, ra Larga do Ro-
sario.
460 Augusto Neesea Residencia, ra
Formosa.
425 -Arsenal de Guerra Caes do Ra-
mos.
322 Almeida Duarte & C*. Armazem
de fazendas, ra Duque de Caxias.
132 Goncalves & Irmao Ra Mr-
quez de Olinda.
344 Abrantes & C1.Armazem de mo
lhados, ra do Bonn Jess.
C
461 Companhia Ferro-Carril -Escrip-
torio, ra Baro do Triumpho.
E
431 -Eduardo Martines 4C -efina-
5&o, Praja do Conde d*Eu.
Mi
261 Lndon Braziliun Back, Limi-
te I, ra do Commercio.

457Sociedade Recreativa Juventude
Pat o deS. Pedro.
V
314 -Valente & Irmto -Refiaac3o, ra
Marcilio Dias.
Z
459 Zu ferino Valente & C\ Arma-
z'-ra :e nio!ha Recite, 3'. de Agosto de 1886.
O gerente,
Carmo Almeida.
CflAWiEllS REUNS
CompanhJa,Franceza de navega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
00a, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
Steamer Tille fle Hace
Espera-se dos mirtos do
sul at o dia 19 do corrente
seguindo depois da indis -
pensavel demora para o Ha-
vre.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecem excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomadas de antemo.
Recebe carga encommendas e paesagdros para
os quaes tem excellentes accommodacoes.
Pacific Sieam Saiigation Companj
STRATTS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
' esperado da Euro-
pa at o dia 26 de Se-
tembro, e seguir de-
pois da demora do cos-
'tume para a
Baha, Rio de Janeiro. Monte
video e Valparaso
Para carga, passagens, e encommendas, trac ta-
se com os
AGENTES
%\ ilson Sons *ft c Limited
N. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
co
a* un
E' esperado da Europa
n) dia 20 de Setembro, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
bia. Ro de Janeiro
e sanio.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng ,.. :-
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
ventura tenham seguido para os portos do sul.afim
de se poderem dar a lempo aa providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por extravio*.
Recebe carga, encommendas e passageirvs. pars
es quaes tem excellentes accomodacoes.
Augusto F. de Oiveira k C,
AENTES
42 -RA DO COMMERCIO-42
(O l'WIIH E* HESSAVE
RES lltniTInEN
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
C o 111 mandante Grou
E' esperado dos portos do
sul no dia 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-ae aos senhores passageiroa de toda
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 pasiagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaos s se dao at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir d
afrete: tracta-secom o
AGENTE
angoste Lab He
9 RA DO COMMERCIO-9
PER.VtMHl'CMXA
DE
daTegaco Costeira oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Jacuhype
Segu no dia 21 de
Setembro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 20.
Encommendas passagens e dinhe.iros afrete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
Compaa Bra.ileira de Xare
gsco a Vapor
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante J0S0 Mana Pessoa
E' esperado dos .. ^rtos do
norte ate o dia 23 de Setem-
bro e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
os po-tos do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Pelotas
e Grande d > Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas valores e
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
ra o Porto por Lista
Segu com brevidade para os portos cima a
barca portugueza Al/ianfa : para o resto da carga
e passageiros, trata se com os consignatarios Jos
da Silva Loyo & Filho.
res, 1 lindo espelho oval, 2 ettagers, 6 lascas e [
cortinados, 1 candieiro gas com 2 bicos, 1 es- trata
tante para msica, chrocheu, tapete torro d sala,
enfeites de mesa, 6 tapetes de coco e 1 estante
para msica.
bnele
Urna ectante para livros, 1 carteira, secretaria,
1 perta-chapos de sol, cadeiras de balanco, 1
mesa redunda, 2 mesas de trabalho, 1 candieiro
luz-dupla, tapetes e capachos, 1 mesa para jogo e
6 cadeiras, e 1 estante para livros.
Sala de Jamar
Urna mesa elstica, 16 cadeiras de guarnilo, 1
guarda-louca envidracado, 1 spparador, 2 cadeiras
de balanco, 1 sof, 3 mesas, 2 consolos com mar-
more, 1 relogio de parede, 1 candieiro, 3 lampeoes
e 1 filtro.
Porceilana. crytiiaea e electro piale
Um apparelho duplo para jantar, 1 dito para
cha, 1 do para almoco. guarnicoes para lavatorio
copos, clices, compoteiras, garrafas, porta-quei-
jos, galh teiros, salvas, paliteiros, talhere outros
tros objectos de electro-plate.
Prlmelm quarlo,
Urna linda cama, cortinados, colxZes e traves-
seiro, 1 guarla-roupa, 1 commoda. 1 mesa de
cama, 1 lavatorio. 2 cadeiras, 2 cabides, 2 toilet-
tes, 1 commoda e tapetes.
Segando qaarto
Urna cama com colxao, travesseiros e cortina-
dos, 1 mesa, toilette, 2 cabides, 1 lavatorio, 2 ca
deiras, e 6 cadeiras.
Tereelro qaarto
Duas camas com colxoes e travesseiros, 2 me-
sas, 1 guarda roupa, 4 cadeiras, 1 cabide, 1 com-
moda, tapetes e 2 lampeoes.
Dispensa ele. contaba
Flandrea, potes, formas para bjlos, trens de cosi-
nha e trens de jardim.
SEGUNDA-FEIRA, 20 DO CORRENTE
No Potp da PaneUa, casa pouco odiante
da casa do Sr. Oeorge Gatis
Ricardo Hall, tendo de fazer urna viagem com
sua familia, faz leilo por intervenco do agente
Pinto, dos movis, crystaes, espelhos. quadros, vi-
dros, electro-plate e mais objectos da casa de sua
residencia no Poco da panella, perto da estaco do
Chacn.
Todos os objectos sao de apurado gosto e achara-
se em ptimo estado de conservaco, por ter sido
montada dita casa ha pouco tempo.
A's 10 horas e 15 minutos, partir um trem ex-
traordinario que dar passagem gratis aos concur-
rentes ao leilo parando em todas as estacoes at
Ponte de Ucha, e d'alli em diante ser expresso
at a Casa Forte.
Precisa.se de urna ama para cosiohar : a
tratar no sitio do Dr. Valenca, na estaco da Ja*
queira.
Urna senhora de boa moral tem para alugac
em sua casa um quarto, parea) que seja algum
senhora idosa e de boa co ducta. A mesma se
nhora offerece se para tomar sob sua responsabi-
lidade a educaco de aleumas meninas que este
jam no caso de na veres p- ;d" mi ou pai, pois
tem as precisas qualidades para uesempenhar
esse magisterio : trata-se na ra do Marques do
Hirval, casa n. 182.
Na roa do Riachuello n. 14, engomma se e
lava se roupa de homum e de senhora, com perfei-
cio : quem quiser dirija se dita casa, que ficar
satisfei.o.
AJuga-se a metade da casa n. 99 ra do
Visconde de Goyanns, aatiga do Goto vello, por
8000 mensaes, a alguma senhora viuva ou sol-
teira, de bona costumes : quem pretender, dirja-
se mesma casa, que achara com quem tratar.
frecisa-se de am caixeiro com pratica de
calcados ; a tratar no pateo da SanU Cruz n. 2.
O abaixo asignado, para evitar duvidas fu-
turas e contestacoes, declara que o nico re-
presentante da firma de Moraes & Marques, e
tambem o nico habilitado a fazer cobrancas de
dividas activas e pagar as passivas ; e faz esta
declaraco paia que ninguem se chame igno-
rancia.
Recife, 16 de Setembro de 1886.
Eomo 3oi da Silva Marques.
Vende-se um sobrado sito ra de Mathias
Ferreira, na cidade de Olinda: a tratar na mesma
cidade com o Sr. Diogo Vianni ladeira da S.
Hoje deve chegar a esta provincia no vapor
Baha o dislincto negociante desta praca o Sr.
Francisco Izidoro Ribeirode Carvalho, que ha tres
mezes daqui retirou-se para a Baha em busca do
sua sade, atacada do terrivel malo beriberi
o qualvolta restabelecido. A sua familia e os ami-
gos anciosos os espetan para abracal-o.
Um amigo.
Aos 100:000$000
Agente Silveira
i
LEiLES
Conforme o annuncio na columna dos leudes,
deve ter lugar no dia 22 do corrente um grande e
variado sortimento de ferragens, ferramentas e
muitos cutros artigos novos e usados.
Segunda-feira, 20, haver um trem extraor-
dinario s 10 e 15 minutos para a Casa Forte com
os concurrentes ao leilo de movis, louca e crys-
taes da caaa de residencia do Sr. Hall.
Leilo
in
DampfschilMrls-GeseHschaft
0 vapor Valparaizo
E' esperado dos portos do
sul at o dia 18 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
Lisboa e IIamburgo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADO VIGaRO N. 3
i* astdar
liiied SUtes 4 Brasil lailS. S. C.
O vapor Advance
E' esperado do sul no dia
21 de cerrente, se guia do de-
pois da demora necessaria
para
HaranhTo. Para, Barbados, S.
Thomaz e lew -York
Para carga, paseagens, f. encommendas tracta-
4e com os
AGENTES
0 paquete Finalice
Espera-be de New-Port-
Newa. at o dia 1 de Ou-
tubro o qual b<-guir depois
da demora necessaria para a
Babia e Rio de Janeiro
Para carga, paasajreiiE, ene anmi odas dinheiro
frete, tnteta-se com o
AGENT
Henrj' Forster k C.
N. 8 RUADO COMAU.KUO N. -8.
! andar
De livros, entre os quaes differentes obras de
direito e literatura
Qniuia reirn l do corrente
A's 11 horas e meia
Agente Pinto
Ra do Bom Jess n. 43
Leilo
de 20 encapados com fumo do Para
Sexta-feira 11 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 19
Em continuado
ser vendido grande quantidade de miudezas, per-
fumarias p movis
PORINTERVENQAO DO AGENTE
Gusmo
Companhia Bahiana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 vapor Marpz de Caxias
Commandante Nova
Segu impreterive]
mente para os prrto
cima no dia 19 do cor
rente, a< 2 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at o 1/2
dia do dia 18.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete fracta-se na agencia
7Jiua do Vigario-7
De urna armaco composta de balco e fteiros,
um piano, mobilias, guarda-vestidos, commoda,
secretarias, carteiras, mesas, marquezoes, marque-
sas, cadeiras avulsas, quadros, jarros, lanternas,
apparelho eiectroplata, bandejas de charlo. 3 cal-
as para faqueiroe, um realejo, quadros, copos e
clices, caivetes, tesouras, chapeos para senho-
ras o meninos, perfumaras, um lustro para vela,
gneros de estivas e outros artigos ao correr do
marte] lo.
Sexta-feira 19 do corrate
A's 12 horas
Na ra Estreita do Rosario n. 24
Q agente Modesto Baptista
Agente Silveira
Leilo definitivo
Segunda feira, o do corrente
a's 11 horas
A' ra estreita do Rosario n. 24
O agente Silveira, por alvar e assistencia do
Ezm. Sr. Dr. juiz da provedoria de capellas e resi-
duos, levar leilo a metade da casa terrea
ra da Alegra n. 2, e o solo ra do Bario da
Victoria onde esto edificados o sobrado perten-
ceate a Joaquim Antonio dos Santos Andrade, e o
da casa terrea n. 8, do 1 becco da Cambda do
Carmo, i solo onde asenta as casas terreas ns.
14, 46 e 48 da ra d* Gloria, o solo onde assentam
as casas terreas ns. 73, 75 e 78, ra Velha, bens
pertencentes ao accervo de Antonio Martina de
Carvalho Azevedo.
Leilo
De bons movis e Ioufa
Sendo : Urna solida mobilia de Jacaranda, com
tampp de pedra, 2 lanternas com pingentes, can-
dieiros de gaz, tapetes para portas. 1 importante
cama franceza de amarello, 1 lavatorio de ama-
relio com espelho, 1 guarda vestidos de amarello,
1 cabide de amarello, 1 mesa redonda de ferro, 2
cadeiras de balanco de jucarand e 1 colxo.
Urna mesa elstica de amarello de tres taboas,
1 guarda-louca, 1 aparador de amareilo eutalha
do, 6 cadeiras de junco com pauco uso, 2 mesas
de louro, 1 taboa e cavaletes para engommado,
louca de jantar, dita de almoco e muitos outros
movis.
Segunda-feira, o do corrente
A's 11 horas
Na ra da Conceicao, da Bia-Vista,
casa n. 31
O agente Martins, autor-sado pelo Illm. Sr.
Jos de Aaaumpcao Macedo, que se retira com sua
familia para o Rio ue Janeiro, far leilo de todos
os movis existentes na referida casa, ao correr do
martello.
Entrega e recebimento em acto continuo.
I
De bons movis, finos crystaes, objectos de
electro pate, lindos quadros, vasos para
flor<-s e espelhos.
A saber :
Um piano, urna mobilia de fantazia com 1 sof,
2 consolos, 2 o deiras de bracos e 12 de guarnico,
' 2 cadeiras de balsncos, 1 mesa oval, 1 porta-fl >-
Tercafeira 21 do corrente
A's 11 horas
A' ra estreita do Rosario n. 4
O agente Silveira, por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphos, levar a lei-
lo o engenho Penedo de Baixo, freguezia de S.
Lourenco da Matta, comarca do Recife, espolio de
D. Anna Maria da Rocha Falcao, sendo o enge-
nho edificado margem do Capibaribe, moente,
com bom cercado de pastagem e excellentes inat-
tas.
Os Srs. pretendentes podem examinar o refer
do engenho.
Leilo
De '7 barrls com plvora
(Com toque de avaria)
Quarta-feira 22 do coi-rente
AO MEIO DIA
No armazem da ra do Brum, junto fa-
brica de sabio, e por occasiSo
do leilo de ferragens
O agente Pinto levar a leilo, por autorisaco
da Transatlantiscbe Handelsge sellschaft e por
conta da Companhia de Seguros de Hamburgo, 27
barrls com plvora, de 25 libras cada um, marca
Leao, com avaria d'agua do mar, e depositados na
Imberibeira, onde podem ser desde j examinados
pelos pretendentes^________________________
Grande e variado
leilo
Sortimento" de ferragens, trilhos, ferramen-
tas, bataneas e muitos outros artigos no-
vos e usados
Constando
de varoes de seo e de ferro, chapas de ferro, bar-
ris com pregos, canos para bombas, ditos de barro
para esgoto, guindastes, macacos, pedras para
afiar e ditas para calcadas, trilhos patentes, ca-
bos, grades, portas, taboletas, alavancas, ps e ma-
chados.
Rodas para trilhos, ditos para carrocas, ditas
para carrinhos de me, trilhos provisorios, levas
patentes, barris com cimento, porteiras de ferro,
machinas de misturar cimento, phares, lampeoes,
vidros, serra circular, (patente) balancas de bra-
co, dita decimal e urna dita inglesa patente, cha-
ves inglezas, tornos, grampos, eixos e limas.
Serras, serrotes, parcas, parafuzos, (grande e
variado sortimento) trinques, plainas, galopas,
trinchas, goivas, furadores, martellos, picaretas,
enxs, ps, ferrolhos, carriteis, machados, trados,
fouces, cadeados, mancaes, biteis de ferro, pinceis,
macetas, barricas com estupim, grades para ja-
ne!la e muitos outros artigos noves e usados, que
estaro patente ao exanie dos concurrentes.
Quarta-feira, 9 do corrente
No armazem, deposito da ra dos Guara-
rapes, junto fabrica de sabo
dos Srs. Fonseca & IrmSo
Wilson Sons & C. fas m ledo, por intervenco
do agente Pinto, das ferragens, ferramentas c
mais objectos, existentes no armazem, depo-ito da
ra dos Guararapes, junto fabrica de sabo.
A entrega effectuar se-ha em 48 horas, por ter-
se de effectuara entrega da chave do mesmo ar-
mazem.
O leilo principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos e diferentes lotes.
Vende-se o hotel da ra da Assumpco n. 8,
bem afreguezado, p.oprio para principiante, eo
motivo da venda se dir ao comprador ; a tratar
no mesmo.
Attenco
O abaixo assignado, previne ao Dr. pro-
motor publico e mais autoridades, que se
tem procurado qualificar eleitores liberaes,
com recibos falsos de suas casas ns. 5, 7
e 9, situadas no Arraial dos Coqueiros,
freguezia do Poco da Panella.
Recife, 16 de Setembro de 1886.
Joaquim Jos de Saut'Anna.
Fumo Para
Para a fabrica Vendme chegou fumo fresco
desfiado, em latas de 15C e 250 grammas.
Boa do Bario da Victoria n. ao
Aviso
O abaixo assignado participa que mudou o seu
escriptorio de agenciar cargas para suas embar-
caces, para a ra do Tuyuti n. 12, outr'ora da
Lapa. Recife, 13 de Setembro de 1886.
Bartholomeu Lourenco._____
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 annos,
que d fiador de sua conducta
cado n. 13.
no largo do Mer-
Carne yerfle
* *SO r. o kilo
Na ra da Guia n. 11, superior qualidade.
Jerusalem
Vende-se urna parte do engenho Jerusalem, sito
na freguezia de Serinhem, perto da estaco de
Aripib, limita com o engenho Vicente Campello ;
a tratar na ra do Bom Jess n. 1.
16-Eua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos bilhe:es garantido as dezenas de
13,741 13,750 com 605, e 22,388 con
500,5000 da Ia parte da lotera.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 2* pirte da 1' lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa d*
Misericordia do Recife que se extrahir
quarta feira 20 do corrente.
Prefos
i Vigsimo 10000
Sendo quantidade superior
a lvosooo
A dezena 9(5000
Joaquim Pires da Silva
.IL1Z
.08100:0001000
HII.IIi:TI.* .AIliVTIOS
^raqa da Independen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da Ia parte
da 2a lotera extrabida hoje, 15 do corren-
te, os segnintes premios ; de 2:000,* em o
n. 10101, de 1:000. emosns. 12434 e
17757, de 5000 ns. 7602, 7901 e 156H.
Acham-se venda os feiizes bilhetes
garantidos da 2a parte da 1 lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, que se extrahir a 22 do cor-
rente.
Preeos
De cada vigessimo 10000
Em porcao de 1000 para cima 900
Autonio Augusto dos Sant* Porto
InstriH'i'ao publica
O delegado litterario de Vicencia, conteste, se
pode, com documentos serios, a publicacao inser-
ta no Diario de hontem, sob a epigraphe cima.
Recite, 6 de Setembro de 1886.
A voz da moral.
uMlilDli
AOS
100:8081080
la do llaro da Victoria n. 4
e casas do rstame
bilhetes mam
Leilo
Do casco, mastros reaes mais persogas e
da barca italiana
U3G1& Y
tal qual se acba na ilha da Rata, 6 milbas
distante de Fernando de Noronha
O agente Pinto far leilo, por autorisaco do
Sr cnsul de talia, com licen;a do Sr. inspector
da Alfandega c com assistencia do empregado da
mesma que para esse fim for nomesdo, e por con-
ta e risco de quem pertencer, do oasco, mastros
reaes e mais per'encas da barca italiana Ijuigia
V, tal qual se acha na ilha da Rata, onde naufra-
gara na sua ultima riagem de Cdiz para Buenos-
Ayres.
Em coiiliniiiii'o
vender-se-ha os boles, remos e cabreqtante, sal-
vados da mesma burea, existentes na Alfandega,
bem como as velas, cabos e mais pertencas da
mesma barca, que devem vir prlo vapor Giqui
da Comp: No da 12 deve partir o vapor Giqui paraFer-
nando de Noronha.
Os pretendentes podem ir ou mandar examinar
dita barca.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8J000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de ei. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatris n. 56.
Aluga-se quatro casas na ra Imperial ns.
102, 104, 132 e 36, caiadas e pintadas, com com-
insdoB para familia, e preeos raioavel : a tratar no
Recife, caes do Apollo n. 45, ou na mesma ra
n. 130, at as 9 h ras ou das 4 em diante.______
- Precisa-se
do Rangtl n. 9.
de urna engommadeira : na ra
Precisa se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra de Marcilio Dias n. 25, seguado
andar.
Aluga-se o 2- andar da roa da Penha n. 29
e a casa terrea da ra Vidal de Negreiros n. 140:
a trf tar com o Piuhsiro, ra Duque de Caxias
a. 66, loja de miudesa.
Caixeiros
Precisa-se de dous pequeos de 14 a 16 annos
de idade, sendo um para molhados e outro para
padaria : a tratar com Gomes & Pereira tra-
vesa da Madre de Deus n. 14.
AMAS
Precisa-se de duas amas, urna para engommir
e outra para cosinhar ; na ra Imperial n. 42.
Peitora 1 de Cambar
(5)
PRECOS
as agencias : frasco 2/500, li2 duzia 13/ e
duzia 24/000.
as sub-agencias : frasco 2/800, 1(2 duzia
15/000 e duzia 8/000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vinciaFrancisco M. da Silva & C, roa do
Mrquez do Olinda n. 23.
Sedente de carrapato
Comprase fabrica Apollo : na roa do Hospi-
cio n. 79.
Vinho do Ganchos
Chegou nova remessa de vinho puro : venham
antes que se acaben, roa da Imperatris 26.
Pintura domestica
PHARMACIA DE
llermes de Sooza Pereira & C.
Snccessores
Recebeu grande sortimento d'esta ezcellente
tinta de todas as cores e em latas de 1 a 5 libras,
que continuam a vender por commodo preco.
Qualquer pessoa (menino ou criado) pinta com
perteico.
Com esta tinta podem todos com pouco dispen-
dio conservar suas casas sempre limpas.
Roa do leipz le lila i. 2?
O abaixo assignado acaba de vender
um vigos8mo de n. 22,264 com o premio
de 2:0000000 da 1. parte da 1.* lotera
que se extrahio a 16 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida ao
poBsuidor vir receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se venda os afortunados bi-
hetes garantidos da 2.a parte da 1.a lote-
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se excrahir a 22
do corrente.
1 vigessimo 1(5000
Km quantidade maior de 1004
1 vigessimo #900
Joo Joaquim da Costa Leu*.
Agradavel e til festa
do Hospital portu-
guez
Pedro Antunes te, C. apresentam mais ama ves
a sua humilde chapa para nao esquecer, e pedem
em reserva s Exmas. Sras. para lancarc- suas
vistas ao toilette reservado, pois ultima hora nao
haver mais tempo para comprar um par de 'uvss
de seda de cor ou preta, punho alto ou baixo, um
bonito e elegante leque de seda ou qualquer outra
qualidade. Ah! j me lembro E os bices de
cores que preciso reformar aos brancos, tambem
os pentes com vidrilhos, as trancas com vidrilhos
de cores, e as indispensaveis fitas largas e estrei-
tas para os lacos da ultima hora, bonitas meias
arrendadas, brancas e de cores. Em resumo um
frasquinho com eptrato Querlain, e muitas outras
cousas, que por falta le espaco e tempo, confia-
mos aos bons cuidados das amaveis leitoras. Nio
esquecendo que o Pedro Antunes & C. do 63
ra Duque de Caxias
Nova Euperanra
*
AOS
100:0008000
3IL3ZIES &ASAVTZDDS
23ra Primevo de Marco2o
O abaixo assignado, tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos os ns.
16,642 com a sorte de 103:000,51, 13,757
com 30:0000, -22,944 com 10:0000, 10,854
com 4:0000. 12,789, 10,666 com 2:0000,
18,098, 11,854, 5,425, 5,638, 6,353 com
1:0000, 5,227, 4,649, 11,577, 22,388,
3,294 e 21,358 com 5000000, da l.1 parte
da 1." lotera extrahida em 16 do corrente,
convida o* possuidores virem receber in-
tegralmente.
Acham-se venda os seus afortunados
bilhetes garantidos da 2.* parte da 1.* lo-
tera a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrahir quarta-
feira 22 do corrente.
PRECOS
1 vigessimo 10000
8a porcao de 100 par. tlm
1 vigessimo #900
Manoel Martint Finta,
D. Fraaclaca (ienoina Ca valcante
niziel Joaquim Pertira, Henrique Joaquim Pe-
| reir, Sedoffas Juaquia Pereira, Francisco Joa-
j quim Pereira (ausente), Leonor Amalia Pereira,
Aatonia Caetana de Abren, Tberera Rosa de Je-
ss Souza e Pedro de Souza Thenorio agradecen
i cordialmente todos aquelles que se dignaram
acompanhar ao cemiterio os restos mortaes de sua
cara mi, osgra, irm, cunhada e ta, D. Francisca
G. Cavalcante ; e de novo convidam s todos e a
seus parantes e amigos para a?sistirem as missas
que mandam rosar pele seu eterno descanso, na
matriz de Santo Antonio, sexta-feira 17 ao cor-
rente, s 7 horas da mauh, stimo dia do seu
fallecimento. pel que se conf''8-iam agradecidos.
Persrenlinu de tatmiio Fosseca
Jorge Carroll e seus filh.).-, tendo reeebide a
infausta noticia do fallecimento do seu presado
amigo, sobrinbo e primo, Pergentino de Gusmo
Fons. ca, fallecido no dia 12 do corrente no Rio
de Janeiro, mandam resar urna miasa aabbado 18
do corrente, pelo seu descanso eterno, stimo dia
do seu passamento, na igreja da Soledsde, s 7
horas da manh ; para cujo acto convidam seus
parentes e amigos, antecipando-lhes sua eterna
gratidao._______________^^^^^^^^^^^^^^^
Pergentino de tiuooiao Pounecn
Francisco Joaquim R. de irito, sua mulher e
filhos, tendo recebido a infausta noticia de ter fal-
lecido no Rio de Janeiro no dia 12, seu presado
sobnnho e primo, mandam resar m esas no sab-
bado 18 do corrente, s 8 horas da mauh, na
matriz i a Boa-Vita, convidando para asatir a
esse acto de caridade aos seus parentes e amigos,
a qiirm ue c n esaam gratos. _______
i-i-i gemino de Ganmao Fooseea
O bucharel Manoel Gomes Viegas e sua uiuber,
Priscilla Carolina da Fonseca Viegas, mandam
regar algumas missas no sabbado 18 do earrente,
s 8 horas da manh, na matrii da Boa Vista,
per alma de seu presado amigo e sobriuho, falle-
cido na corte no-dia 12 do corrente, e par esse
acto, convidam a seus parentes e amigos, pelo que
se conf'-ssHm agradecidos


Diario <:c PernajnbuvtiSexta-feira i 7 de Setembro de 1886
4r
i ^ A*
Extracto Coaipcsto
be Ayer
i

todas us Molctio
aicnlosdeiliisepar
Dar Vigor ao Corpo
Purificar^ SANGUE.
Luz brlhane, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINAS
Alujase
predio n. 140 ra Imperial, proprio par es-
abelecimeoto fabril : a tratar na ra do Commer-
10 n. 34, com J. I. de Medeiros Reg-__________
Aluga-se barato
jua Viseonde de G'yanna N. 79
Ra do Calabuuco N 4. I ) armazem da ra do Coronel Suaaeuna n. 141
Roa do Calabouco n. 4, 1. andar.
Ra de S. Jos n. 74.
ria da Baixa Verde n. 5.
Casa terrea da travessa de S. Jos n. 23.
Trata-ae na ra do Couitn<-rcio n. 5, Io andar
acriptorio de Silva Guimarac & C.________
MA-RTETS* BASTOS
Pemamhueo
NUMERO TELPHONICO : N' 88
Agua florida. Extrahida de flores bra-
sileras pelo seu delicado perfume, su&vida-
de e suas propriedades benficas, excede
a tudo orne neste genero tem opparecido de
mais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
prepararles para a .cnservacSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestia cepillare?, faz nascer os cabellos,
impede que embranqueyam e tem agrande
vantagein de tornar livres e habitantes as
caberas dtis que os usam.
Oleo vegetal- Compcsto com vegetal
innocente, preparado psra tmaiiar, for-
tificar e Har brilbo aos cabellos.
Agua dentifricia. Lxcllente remedio
contra a carie dos dente?, fortifica as gen-
gives e faz lesspp; r< txr o uu hlito.
Vend'-se i dade e na fabrica de oleas vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPIIONE N 33
Aluga-se
* casa n 1 na Lcmbranca do Gomes, em Santo
Amaro, tem aga : a tratar na r*i 4 Imperatnz
32, 1. andar.
luga-se
a casas da ra do Viscoudo de Goyanna ns. 159
167, com agua e gaz : a tratar no largo do Cor-
po Santo n. 19, eac iptorio.
Alui
iga-se
* saia de detraz do 1 andar ra Primeiro de
Marco u. 18, muito propria para escritorio de
quaiquer natureza : a tratar na loja de mesmo
predio.________________________
Aluga-se
segundo a- dar da praca do Conde .i'Eu n. 2,
som grandes commodos para familia, as chavea na
andar terreo.
ln&a-se
a casa da ra de S. cae n. 29 ; a tratar com o
Piuheiro, ra Duque de Caxiaa n. 66, loja de
mindezas.
\lHil
Tricofero de Barry
Garante-se que faz nas-
cer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
ce da caoeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou le embranquo-
cer, e inlallivelinente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
18K>. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvnco official de
um Governo. Tem dnis vezes
mais fragrancia que qnalquer outra
e dura o dobro do tempo. E' muito
mais rica, suave e iloliciosa. F.'
milito mais fina e delicada. E'
iwrmanente e agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
cante no banho e no quarto do
doenc.O E' especifico p/intra a
frouxidao e debilicb. le. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
desmaios.
Xarope Je Viia Je Renter No. 2.
Precisa-ae de urna ama para eosinbar e que
dorna em casa dp emprego ; na ra da Conceico !
n. 4, 1 andar._______________________
Ama
PrecUa-se de urna ama que lave e coainhe : na
praca do Cunde d"Eu u. 10.______________________
Ama de leite
Preeisa-ap de urna ama de leite com urgencia,
Sra Oliuda, oo Varadero : a tratar em casa do
r. Democrito Cavalcaute. _____
Vniu para engomniar
No largo do Corpo Santo n. 19, 2- andar, ae
precisa de urna ama para engommar e tratar ce
mancas.
Serrara a vapor
Cae do Capiharlne a. t*
S'esta serrara encontraro os embotes fregue-
ses, nm grande sortimento de pirh de reaina de
cinco a dez metras de compnmenco e de 0,08 a
0,24 de eaquaiiros Garante -se preco mais como-
do do que em outra quaiquer parte.
Franciaeo dor Santi s Macedo.
PIMO DE 1164"
de 3X9, 4X9 e X'2 ; veoiie-se na serraria a va-
por de Ciimaco da dilva, caes Vinte Dous de No
vembro p. .__________
Assucar especia1
Joaquim Salgueiral & C. proi nefarios da mais
bem montad rettsaco drata cidade, acientificam
ao publico em geral e especialmente ao commer
co. que tun sempre um completo aortimento de
asaucj-rea, tanto em car-90 como refinados, de 1",
2 e 3" sjite, e especial refina 10 com ovos, o me-
ihor que se enentr* no mercado, e 1 odein de
prompto aatisfazer qnalquer pedido que lhea seja
feito, poja para iaso tem sempre um graude depo-
sito. Garantem a boa execuco e limpeza de aeua
productos.Ti-I- pbone n. 445 -
iiua Ulreita n. 8
Multa attenvao
Aluga-se i u veude se urna bor casa toda catada
-e pi !adn. com um Hgradnvel ai iosmho arboriaa-
do, no lugnr do Eepinhciro, arrabalde eacolhido
para a sade ; trat s u la do Baro da Vic
toria 11. 14, collegio de S.nta Luzia. ______
aixero
Precisa ae de um caiseiro de la k 14 asnos,
com pr^iica de tavtrua : na ra das Trincheiras
namero 23. ________
r
AJTOS DE CSAIr-O. DESOS DE SAlr-O.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affec90fis, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo.com perda-do Cabello, e de todas as do-
en;as do Sangue^Fig.ido, e Buis, Garante-M
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Renter
Para o Baiho, Toilette, Qrian.
cas e para a cura das moles-
tias da pelie de todas as especies
em todos os periodos.
Ca
xansra

Deposito em Pernambu'jo casa de
Fran seo Manoel da Silva & C.
THES0RAR1A
DAS
mm % tmm
Aclia-se veuda a Ia parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericord a do
Reeife que se extrahir quinta feira, 16 do cor-
rente pelo seguintc
Boa llequsimo
rara ven qutxt-r ganhar dlufeelro
N'uma das principa> a uas drs'a ci'ade, neg
ciase urna padaria com toda ss pefeneas e em
perfeitoenfado de c meervacao : a tr rp.r na pra^a
do Conde d'Eu n. 13. __________
Fieam sem effcito
as secos entre an.igs. que corrihin tres vezes
com a grande lotera de tres aorteio-, da ColoBa
Isabel, as | ie icaru-n com iiilhctes quei-
ram receber as respectivas impor iois de quem
lhVs pasauu. Recife, 14 de S(temlu.> de 1886.
24,000 bilh- les
Beneficio, sella e cou
a '&VW 384O03i5OOO
MCB
Alugm-se quano- mobi hados a 15* menajes,
nc antio hotel de Caiaug. asbirr, c m t n.bem
conimuua c,,m cobiiiha e d. p.ndeneins par, fami-
lin : h iratar na ra Pi iuieito de Marco n. 25 loja
de joiaz.__________ _______
Do respeitavW tmth liUerario
Convidamos preciosa attencao para o artigo
estaiupdo no Diario de domirgo ultimo, epigra
fcbado' : lu.-tiu ciio Pubea.
Keeife, ? de Set mbro de 1886.______________
nrevtlen n ilirrel du peiio 7
(4)
UVa o melhor remedio, que o PEITORAL
T>E CAiUAliA', vuivi tomo vosap augfimmH)
desMppafpCt Venderse na drigana tUa vv*""
agent- s e depositario geraea u pioviupia, Fran-
cisco Manoel da Silva s C, iu do Mrquez U
OUnda o, 3*, _____ --u.
Caixeiro
Precisa-se de um meninu com pi_(B-* 4p u : na rna de Hurtas n. 17.
0 tercenro premio
69:060,5000 2 Approxiiu a e B i
-------------------- 2:000^00 0 para o pri-
314:940^000 meiro premio .
2 Ditas do 1:000,5000
100:000f$000; pera o seruti lo
30:0005000' 2 Ditos de 6500000 par-!
10:000^000 o terceiro MMiio -
4:00.3000 2,400 premios ck 200000
14:0000000 para todos 03 alg.-.ris-
10:0000000: moa finaes do irim'iro
8:0000000 premio ....
-',400 Prewvn .-. 2J0OO0
para todos os algaris-
9:UO0OOO inos finaes do segundo
premio'.....
9:9000000 5,140 Prenios .
5:9400000
.4:0000000
2:00050 0
1:300.. 000
1 Prrv,.. de.
1 Dito di ... .
1 Dito de t '. .
1 Dito 7 Ditos de 2:0000000 .
10 Ditos de 1:0000000 .
16 Dito* de 5000000 .
99 Dito- de 2000000 para
a centena em que sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 1000000 psra
a centena em que sa-
hir o segundo pr-mi
99 Ditos de 600000 para
Caso a terniinacao do segundo premio teja ;ud a do primeiro passar ao nu-
mero immediatamente superior.
Esta lotera divide se em 20 parte e os bilhetes em vigessimos de 800 ris
cada uro,
Os premios raaiores de 2000000 em cada parta estao suj .itos ao impasto pro-
vincial cLe 15j0 e 5f0 add;cion>d sobre o referido imposto.
EXTRA!.CAO PELA MACHINA FICHET
Ti.encur.-.i-ia das Lteri. s, 7 de Setembro do 1886.
Augusto Octuviano de Souza,
Thcsonreiro.
48:000-5000
48:0000000
314:910.000
CtltifgCN de Ja^uaribe
Abri se ra do 8-m Jess n. 23,
um arm zem nide s-' vende constantemen-
te a bou rior eal irgem de Jaguaribe.
acondi ii barricas proprias para o
fabril.o du .Mi ;.r
Esto cal, em nada inferior que nos
vem d'i -M ngeiro, vend la p'lo prego
fixo d< 1)0000 I) r ch p r coi tracto que
f< z n Sr Vi'i nte Naaciniaal com o Sr.
J"_> (' a' Pereira pn.pri-urio do engenh
Jngii;.rli ui pedr'ir's Ib" d o nom
fc,' mi rr- j; 1 la wurt unidamente
nt-sta 1- Sr eb Btio Bezerra,
com i-s 1 t rio ra d. Bom Jess n.
23.
Capachos etsparto
ii 1 v r.es laiKHiiliui., vei.dem p r
\l runa Capitn & C cuto.
o-, nif. estrella ju Kosan
Pii.fi.ii
nr aun z 1.
numer. 1.
Co^inhejra
que a< j perita e
ua du KUcbuello
Precira- (, una cosinhi-irH
durinv en -i do palia' ; na
n 67, |ii a de 1
Binlios do mar
K"iip^ u cUos MBr. princtos p.r uso de ba>
ob. 8 Ou U'Mr, para humein r .euhura, vende se
ni) avta I cioaento e tainb>-n luya he a quem
qneiiM D-wr dns meemos twubuv a^bre a coodicao
ow(Vi.l.-o- ; m petsoa qu- lev ieio de t-rra sua
oqpaa 'i rie nelihs deifi.rein ui inicia1', Bub
peas fcajlfabe.'ecimeno 1 a. s prestar a tuava
-..CHt... "<0^Ma las e rt*rd8i-ag, o Btctato ia-
Jgl51_-il51-=_15l5l--n5l515-^
tfvWIHO E GRAGEAS n. VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiado com medalhas de Ouro e Pravtat
PELA ACADEMIA NACIONAL
Ordenadcs nos bospitaes de Franca, America, Inglaterra, Bamla, ta>
Administrar sob forma mui fcil e agradavel todos os elementos curativos do olea
10 assira o cheiro e sabor nauseosos d'este; alem d'iaso esta preciosa preparaeia
jetaj urna superiorida'le incontestavel sohre o oleo porque pode ser usada durante
randes calores em
daquelie impossivei, tal o eminente servico prestada
iia tem confirmado o bom xito 'este producto.
Exigir a firma do inventor H. VIVIEN em duas cores ao reda.* do grgaro de cada
irrita com o Sello de uniao dos Fabricantes $0, bovlevari Strasbourg, em PARS.
pe o Doutor VIVIK
b?;
uanto o uso
a experiencia
P
0
1S^S!IS5151S1S1S1S1S1S151
mu nawii rw
Cura rpida e certa pelo
ARSENIATOdeOURO DYNAM1SAD0,
do DOUtor ADDISOIV
da Cblorose, Anemia, todas as Molestias do Systerr i nervoso, msmo as
mais rebeldes, Molestias 'hronicas dos PulmSes, etc., eto.
Ai ruiores iilastnooCs medicas tm attestado o poder curativo deste medicamento riaolcram-a'o :
o primeiro e o mais enrgico dos reconstituinles.
O FRASCO : 6 FRANCOS |M J?HAJSrC>.A.) yrt
Todo fratcooH* fio trouxer a Marea de fabnca registrada e aamignatiira%-^^iiyn'co \~y"
deve aer rigorosamente recusado. ^^^^-^
Producto
rABIS, Pharmacia CELIK, ru Kocbecnonmrt, 38.
Deposito em Pernambuco : FRAN" M. da SILVA
C-.
M.M ,

r
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeiro
^J J^s^^^^ Por <
1 79 A TDTe C 1
\
F^.ieis, 9,
Jos de (fr de (Arxoz especial
PRBPABAD? COM BISMUTMO
OH. FA.Y, Perfumista
Rua. de la. :Fa.iae, 9, FA31S /
nnMiniiTim
e
tvame VktKii
^
>*
l|n Ptrvambuce: _
___Ir.HuUSllnliC1* ^T.-.w
tsto BKESXOASXKarTO de um gusto agradavel. adoptad com irrande xito ha
mais de 20 unu pelos melliores Mdicos de Parlz, cur os Uefiuxoi, *%i*, Tone, ~--_/ de Garoanta. Catorro ouimoner. mweem de amia, da Va* unr' a 1 Boxtga, n i n
JCAROPEd REII^VILLIEI
!Oo:
Jta
^Ti
Laureado pela Academia de Medicina
_. Caialheiro ti Legio de Honru
s;pIiATOd.CAL C3-S
I^J^
&*<*
O Phosphato se oal 6 a substancia mineral mais abundante do orianlsmo e toda vea Oda s:-.?,
quantldade normal dlmlnue resulta urna afTcccoo orgnica grave. ,. .
Mai.s de cinco mil curas, a mor parte juslilitada polos Pmlussores e Medico dai racuijai.e
foru obtldas ltimamente c UurAo oeui OA 0 Xxrop* rto V He.mvtllter fosse ciassllicado
Cuino o cspcclflco mais seifuro costra a Tlslea pulmonar, Bro iciiite .i-bronica,. Ajenia,
Racbltlsiao, Sebllldade do Ornnlsmo. o XUvope fio Ir Retnvillter administrado
aioriamon: as crlocas tacinta a aiinu^ao e o creaclin-nto as ni:-;s e au.as do lelt torca o
cis maiio; uue le a cana a cued-i dos dentes tao irequeniaa aepola dd prenbea.
Deposite < fnnrmaol ?xmearQWE, 8. Piso d la atagdaleine, 9MMXM.
Gm rernamouto. trKAX~ JH. <* SILVA C", nu pnci>MM rhintioiet e DmgMu.
SABNETE de ALCATRA0
tAHA A TOILIT1TB. OS BANHO CUIDADO A DAB A OJUANCAS
Bate JABONETE, vertadr-rm nntieptic; o mala efUca para a cora m
"Ji-LrsTIA8 D PUUP
SAPO CARBONIS DETERGENS
ui musui VfHtoati com o iJ) -i.OAJ it-HUK..\a a.'m de proteuehot contra
o SRAMPO, av VARILA PEBRE ESOARLATINA
\- k-uw hABOXBTi* b&o r. nimiiieuda-ios pelo Corpo n.edloo mteiro porque prevlrem as
S01.ESTIAS BPIOEMiCAS e CONTAGIOSAS e u adapta a qnalquer eUma
UAKCA DI ..'.." IOA .''^d KNVOLURBOS B NOS PiKS
Depoarlto geravl: "WW. W .IGHT J8C CT, SoutirwmrlK. LONDRES
kKm. Perns.ir "^ran" Trf. d t^tt A. #r C".
'>>Slf*">^-~"**"*l'l***i**^ i****'
iSXM CBMRO NEM G0ST0 DOS 0LE0S ORMNAMOS
os TBRRA-HOVA
OLEO
de FIGADCS Frsacoa
ACALHAU-
' *^elo com o cal^ndp, toalh, irte.
i,... oeru cuutra i BfoleUa de Paito, a Tlaic;.. ; fe -, C
HronqulUs. Piulen ue Vcutre. Tese obronlea. Ateccdee e^crotuloeaa. 13
AB\ yH ES CA. Bfig*-*o no rotulo o mUo-A.u do Xaiado /ratees, i Wi*
|k ijoaa. Pbarmaceuco. 2. roa Catiolioa, PAIUZ, e BrlaiMaa l'li-.nu-t4
1
1f*r^f*f1^m^r^B^**r****^t'*^**A**B^^^****^*^^m9
Oleo de moclo
Superior e sem falsificaijao vende Luiz Joa da
Silva Guimariet, ra do Commercio n. 5.
De Flgado de Bacaiau Pancretico
DE DEFRESNB
TODOS OS QUE P1DEGEM MOLESTIAS DO FEITO
Hovera ler o eegainte
Este oleo tem o aspecto de um creme branco
que se pode diluir no leite, cha, chocolate ou
caf. Possue todas as virtudes e propriedades
de tao precioso remedio, e tambero toma-se sem
repugnancia alguma pelos doentes mais deli-
cados ; gracas a eficaz addicao da Panera-
atina, chega no estomago, digerido de tudo,
e nunca provoca nauseas nem dtarrhea.
Depois de um semnumero de experiencias
praficadas nos hospitaes da Corte, este medica-
mento obteve a approvacao dos mdicos da Fa-
culdade de Paris. Hoje em dia, todos os mdi-
cos receitam o Oleo de Figado Pancre-
tico de Defresne, como nico remedio
para curar radicalmento:
iMfHITl S.MO, RACIIITISMB
TSICA PULMONAR,
e mais affecces que impedem os effeitos aa
nutricao e assimilaco.
EM TODAS AS PHARMACIAS
IPP^Jardini das plaas
MONDEGO X. 80
Pretendeudo-se acubnr com as plantas que estilo
(m Vhsos n'este jar Jim, vendom-se os sapotiseiroa,
muito grandes, e dando fructe a 2O)0, lhra>
geiras, muito grandes, para enxertar, a .000
duzia, d sapotiseiroa mais pequeos por barato
preeo.
Casa filial ra do Ca-
bug n. 12
Receberam novamente um esplendido
j soriimento de chapeos de sol de toHas as
; qualidades, para senbora, lisos e bordados,
! grande variedsde em cores ; e para horaem
|grande variedade em cabos intiraraente
no.os, el,apeos para crianas, cbigarno-
vo sortimento.
N. 1. Fabricam-se e concertara-sa cha-
pos de todas as qualidades, com parfei-
c3o e rapidez a roakr possivel; pois ce-
bre-se um chapeo em menus de urna hora-
Amostras levam so em quaiquer parte.
Vende se em gross e a retulho
MULSO
PERFUMARA DO HUNDO ELEGANTE
DELETTREZ
64, 56, Ra Rlcher, 54, 56
CREAgO PARIZ
SEM
NOVA
RIVAXj
fjjxifjfSeta
SUAVIDADE
concentragao
CREME OSMHEDIaIm
SABONETE, BSTBACTO\
AGUA DO TOUCADOB
P5 DE ARROZ
COSMTICO, BRILHANT1NA
OL.BO, POSIMADA, VINAGRE
VA Pertumaria OSMHEDlA assegura aos
Puentes jmeis
ittriMtude tinta i ir sim igual
poeltarioeein Perwmbuoo: FRAN" M. d SILVA C"-
DAY& MARTN
rornecedom de Sua Majastade i Rairhi da Inglaterra,
do Eieroito e ti Martnha bntatnlca.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXA.pastaUNCTUOSA
OLEO para AEEEI0S
E tudo o qtil n scessa rio piran raini' h;m 10 cairo
un todis s flirmis.
DEPOSITO OERAL EM LOIIORES:
', niah Hotborn, 91
la NiMtia: miO M. M 1U.TA* .

lM
CHU;

9\ TOCAS \m
spcouuiBm.1;
SaWro chronco ta bsziga,
tfritavas fg cans de. antro,
Molestias c orostata,
ihconttftsncla ta Urltw,
Arela na urina, etc.
3WANN. Phamiaceutieo-Chimka,
SIS, i% MI CMIGUOM, U, PAR5
m++**+*+**M****+++****+4>*
MORSONs PEPSINA
Remedio inlailml e agradavel
PARA COSIATTU A m
INDIGESTA0
Sob a forma de
FBASCOS, POS
01 GLBULOS.
VNDESE no SWHD0 INTEIRO.
PREPARADOS DK
Pepsina Moreon
Muito rtcommendadas
pelos principaes Medios.
ORSON & SON
Souttampton Row, iussell-Squre
LO N DON
Bewsitrja Pernambveo : FranrM. it 8ILVA & C
4f i
DOENGASdoESTOMAGQ
DIOE3TOES DIFFICEIS
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Parda ae Appatite, Vmitos, Dia:
Dbil,udde das Ciianfas
CURA SEQURA S RAP.'OA PELO
iElxirsr:
TONICO-DIGE3TIVO
oom {fitina, Coste ftrpaina
Adoptado era todo6 ob Hospitae
MEOALHAS AS EXPOS'gflE?
PABlS.r laBruyre,34,eeBtovuPhanuciu.
TINTURA POMADA
NICA TNICA
0t FILL'OI. Ul FiLliOL
UITAJiTAJIEApu>. .fW. i BMIM f*n tut
m.-5.h.w.,a.- y.**.......
mm Un \ wta Oftr prlmlUTm
*****ll *artl rOMEBlm*. ruliiH, F&M
DE
SCOTT
DE OLEO PUEO DE
Fiarado ele acalho
COM
Hypopliospliitos de cal e soda
Approvada pela Junta de Hy
gienc e autorizada pe io
governo
E' o melhor remidi taje dtaeoberto para a
Uira bronclii(e. eitcropbuIaN. r-
ciiiiio. aiH'iiiin. ebilldadc t-m {teral.
JeflaxoN. toNNe clirunica e aTec^e
de poito o da garganta.
E' muito superiur ao olio simples do ligado de
oacnlho, porque, alm de ter cheiro e Babor agra-
dareis, possue todas as virtudes nedicinaes e nu-
tritivas ao oleo, lm d9 propriedades t>aicas
reconstituinti s dos hypophosphitos. A' venda na*
drogaras e botica.
Deposito em Pernambuco
Pinho resina
de 3X7 at 3X12.
Pinho branco (da Suecia)
de 3X7 t 3X12.
Cimento inglez
VENDEM
F<-nsc a Irnios A-_ c.
De L^nnmcrt
Para iss;
CHEGARAM as afamadas fulhinbas de Laem-
mert : 1 Recreativa, -' Trovador. 3 Div rtimento
de salo, 4 Histrica, 5 Moralista, 6 Jogador, 7
Cmica, 8 Romuncicta, i' Cupido, i0 Jardinej^ro,
11 Mac.oiia, 12 Charadiata, 18 Soubo-, 14 Dra-
mtica, 15 Conto3 moraes, 1G divertida, 17 Thea-
tral. e mais oito outroa, o vendem-se na casa da
G. LAPORTE C.
46 Ra du Imperador4ti
(Grandes abuiiwntos as vendas cin grosse)
Barbeiro
Pncisa-se de nm officia! de barbeiro : na ra
do Livrameuto n. 17.
Tavares de Mello,
Genro & C, previnem
ao publico que movem
pelo juizo do commer-
cio desta cidade a>
po por quautia avul-
tada co atra o proprie-
tario do engenho Con-
ceigo Velho. no termo
de Ipojuca, pelo que
nao ser licita quai-
quer transaeco sobre
o referido engenho, ou
acerca deumaescrip-
tura de hypotheca que
se diz existir no mes-
mo.
Criado
Prociea-se de um criado de 14 a 19 aimos ; s>
tratar na ra do Commercio n. 44, ou Paysandi
o. 19 (Pasfagtm da Magdalena).
Ao > sbdIidbs Ib engeaiD g ouiros
Tomem nota
Trilitos paraengenhos
WAOONS PARA CANNA
Locomotivas
nachFrismc eompleto para en
genhoH de I dos os lamanhos
Systema perfeifoado
Especificagoes e pregas no escriptorio do
agentes
Browns & C.
I. 5 Ra do Commercio
N. B Mmdoa.imaB &C, tem cathalogosde
ir .mpleoieutosiifC.aearioB agricultora, com*
.mtam machinas para desoarocar algodio, moi-
iho para cat, trigo, xrroa e ilbo; cerca de fer-
ro galvaniaado exe-II. nte e medico em preco, pes
iral a.
Para padaria
Cidade da Encada
Ao senhoies pdi-iio, offerece Manoel Loujen
co doa Santo don cyliadros e pertencas de pa-
daria : "que quijrrpm c< morar, dirijatn-Be B>
cidade da seada, a entender-ee com vendedor.


\
Diario de PemnmbncoScita-fcira l de Sctcmbro de lfc#6
1
Caixeiro
o coa* maita pratica de
molhado s tratar na. ra da Aurora n. lia.
BAlnga-se o sitio da travs de Jeo de Barros
T 6, com boa easa de morad, baatanWa fructei-
ras baixa para japim ;, trate-se nana da im-
Deratrii a. 14, camisari*.___________________
"Cal 'ii a ifo'B.. o m
Na ra da Guia n. 51, superior qualidade.
VEHDAS
Veade-se diversa tabeas depinhe loar e
B compart ment para eBcriptorio com duas por-
tinhas, encauammto *s&* <*"" candieiro simple :
a tratar na ra das Flores, casa de gaiolas.
Tavcrna
' Vende-se urna
Camaro n. 17.
t'iverna : a tratar na ra do
Papoua k C.
N. 18BU IB CaUttgN 18
Tera
Luvas de pellica, pelle de cao, campcea, seda fio
d'Escossia e casemira.
Agua florida e l'ricuf ;i de Barry.
Ssbonete diversos e cursivo de Reuter.
Cambraias lisas, bordadas o abertas.
Camisas e ceroulaa de Amella e meia de 12.
Camisas na collarinhos e sei punho* s/c c/p
e/c e c/p.
Collurnh M vuuhea, metas, plaetrat, mantas,
gravatas
Loncoe, espartilfcos. t'nti :.ores em c.mbraia,
vestidos da eambraia bpMad s, boleas tapetes, fi-
xua ,; ie IJt, cnaacaa elsticos, ensacas de
casemira grcuadioe de seda e tedas de seda.
Alpacas de seda a 6i<0 rs o eovado.___________
Li uidacao
Vend-se porto,* de ferro, gradesmento para
cima de muro, jardim o terraco, bandeiras de fer-
ro para portas exteriores e interiores, de todas as
qualidades, gaUinhe de ferio, carro? para bois
e cavalios, carrinhas de mfio e rodas para carro-
cas, por Meco commoda : uo largo do Fjrte n. 4,
defronte do quarMdpw Unco P.nfa, c&ema de
ferreiro.
A' Florida
Ra Duqne de Casias 103
Chama te a atteaeSo das Exmas. familias para
os pr
La* a d- sea i '" P;,r-
Ciatos a 1s55(iO.
pu, pase hemem a
1*00
dem para sen IWD
Qr reit a 60 rs. o masso.
Lu a cor granada a 2J, 2*500 e 3*
o par
Sus asnos p ra menino a 500 rs.
Idc inos par liomraa 3*.
; M -b para eramea a 9491* o far.
Jje,. tr> corrento a 1*.
fiU de -el 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro
jy., a 1500 a duia.
Alb 8* S*, at 8*.
Bain.s o. fl.irea finas a 1*500.
Luv .- d E- o-sia pra menina, lisas e borda-
das, a SCO e 1* o par.
Por.a-r-rrat .a 500 rs 13, 1500 e 2*.
Pentet. ae n.ktl a 600 rs., TOO e 80 rs. um.
Rose ti? de brilhantw cbimieos 200 rs. o par.
Qoacnicei de idea idam 500 ra.
Anuuiuhas de lUO, 2*. 2*500 e 3* urna.
Plisas de 2 a 3 ordVns a 400, 500 e 600 rs.
Bic. i de cores ce*u 12- jardas e 3 1/ dedos de
argur a 3* a pe?*.
Ideu. com 4 dedas a 4*500 a pee.
Eapartilho Boa Figura a 4*500.
Ideo, La Figaiine a 5*000.
Bicos de alencon con* 4 e 5 dedos de largara a
2*500 a pees.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
BotSes de phantasia a 200 rs. a duza.
Para toitet
Sabao de areia a 320 rs. ora
dem phenicado a 500 rs. um.
dem ak-atrao a 500 rs.
dem de amndoa a 300 rs.
dem dealface a 1*000.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Mews brancas par senhora a 3* a duzia.
BARBOSA & SASTOS
6|60v
12*008
800
1*800
500
1*600
800
1*3
28t
1S80O
40u
200
Fazemias brancas
80* AO NUMERO
4 ra da luperatrl* AO
Loja do$ bmxeiroi
AJheiso fc C, a roa da topeaatriz n. 40, ven-
dem um bonito surtimeato do todas estis fasendas
abaixo mencinadas, oem csmpetencia de preeos,
A SABER:
AlgodaoPecse de lgodaozinboconi 20
iardas, polo* barato preeo de 3*80,
'4|, 4*600, 4*. 0, 6, 5*500 e
MadapoloPecas de madapolao com *
jardas a 4*500, 5*, 6* ate
Camisas de meia com hstras, pelo barato
ptceo de
Ditas branc* e ornas, de 1* ate
Cregoella francesa, faaenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
caroales, vara 400 rs. e
Ceroulasda toasma, moito bem fetas,
a 1*200 e
ColJetiubos ca mesma
Bramante francs de algodao, muito ea-
corpado, com 10 palmos de largura,
metro
Dito de linho ingle, de 4 larguras, Me-
tro a 2*900e
Atoalhado adamascado para toalnas ae
mesa, com 9 palmos de largara, metro
Crotones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at
Baptista, o que ha de mais delicado uo
mercado, rs.
Todas estas faiendas baretissimas, naeo_ncci lqj* de Alheiro 4 O, esqun, do becoo
dos Ferroiros
ilgode entestado pa-
ra Jen?oes
A 90o ra. e 1AOOO o metro
Vende-se na leja dos barateiros da Boa-Vista
odas para ltncocs de irm s panno, com 9 pal-
s de .arpurau 900 rs., e dito com 10 palmos a
00 o metro, assim com dito trancado para
inalbas do rr aa, com B palmos de largura a l*20tl
tro. lato na I. ja de Alheiro & C, esquina
do occo dos Ferreiros.
MERINOS PKETOS
A 1*200,1*400, 1*600, U800 e 2* o eovado
A heiro & C, i ra da Imperatriz n. 40, veo
dein mnito bons merinos pretos pelo preco aeims
dito. E' p chincha : a toja da esq -ant do boc-
eo V e Ferraros.
Ksparilhos
Na loja da ra da Imperatriz u. 40 Ws*W
muito bons espartdhos para senhora, pelo preco
de 5*000, assim como um sr.rtimento de roupa
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esqums
do beceo do Ferreiros.
CAS EMIR AS INGLEZAS
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras nglj'-
zas, de dan l-rgurss. com o padrdes mais deli-
cados par,, c'otum mi i B*a bamto pr*v
de. 2*800 e 3J o cova-lo ; assim OSttO s^ encarre-
gam de mr.udar km t costuu.es de caeemira s
30 \ sendo de paletut sacco, e 35* de traque,
. nota ua loja dos barateiros da Boa
St:i.
BRIM PARDO LONA
A 32'.; is. b eovado
Os barateiros da Boa-Visto vendem urna grande
porcao debrim raido loua, porestar com P^nci-
pio de Uxsua d utofi, pelo barato pr.eo de 321
rs ocova.io, grande pechmeha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferrein").
Bordado a lOO ra. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas Ue
bordaao, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 ra, ou em cartao om 50 pecas, sorti-
das, por b%, apruveitem a pechinch ; na loj da
esquina do becco ds Ferreiros.
Camisas nacioitaes
A 500. 3*000e S*500
32-;-; Loja ra da Imperatriz =32
Veade-se neste novo establecimento u graa-
de sortironto de camisas beaueas, tanto de aber-
turas e p jnhos de liubo cqbm de algodia, pelas'
baratea preeo de 2*500, 3* e 4*, sendo taaenda
muito melhor do qup as que veem do estrangeiro e
muito mais bem feitae, por screm cortada por
um boss artista, especialateate eamiseiro, tambem
se manda faser por enooaimendaa, a vintade das
freguezes : na nova loja da ra da Imperatris n.
3;, de Ferreira da Silva.
Ao32
Ftova loja k fazer^as
Rn da Impe = Si
DE
FERREIRA DA hkJfA
Neste novo establecimento encontrar o re-
pjitavel publico um variado sortimento de iazen-
das de tod,.s as qualidades, que se vendem por
precoB baratissimoB, assim como um bom sorti-
mento de rcupas para hontena, e tambem se man
da iazer por encommendaa, p r ter um bom e-
tre altaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras o brins, etc.
ti
39Raa da Imperairii -8*
Loja de Perora da Silva
Neete estabeeenento vende-se as ronp&s aba
to mencionadas, qae sao ba- tamUm,
PaJitots pretos de pi ^ aiagonaes e
acolchoados, senao tazenaas muito en-
corpadas, e forrados 7*00(
Ditos de casemira preta, de cotdao muito,
bem feitos e forrados 10*00*
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*001
Ditos de flanell* aaul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados 12*W
Calcas de gorgorao preio, icolchoado,
sendo fzcnda maitc encorpada 5*50
Ditos de casemi.a de ores, Bendo muito
bem fritas 6*50'
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
mnito bem feitas 8*0
Ditas de brtia da Angola, de muleskim e
de bria) pardo a 2*, 2600 e 3*001
(eroulas de gregueilas para homuns,
sendo aMito bem Ssitas a 1L''!0 e
Colletmboe do greguella muito bem feitoe l*OV*
Assim como um bom sortimento de ieacos t'
Ijiho e de algodao, meias cenas e collarinhos, efe.
Isto na loja oa ma da Imperatriz n. 35
es, Metinetan e itnbaw a &O
r. o ovado
Na loja da na da Imperatriz n. 32, vende-*
um grande sortimeato rie istes brancos a 6G
rs. o eovado, Ssinhas lavradas de furta-corei
fraeada bonita para vestidos a 500 rs. o covadr.
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas e.i
corpa, a 500 ra. eovado. pecbiBeha : na loj.
do Pereira da Silva.
a.lgodaozinbo frunce* para lencoe
a MOra., e l**o
Na loja da ra da Imperatriz n. %, vende-i
superiores algodozinhos francezea com 8, 9 e V
palmos de largura, proprios para lenyes de un
e panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000 >
metro, e dito trancado pn a toalhas a 1*280, at
sim como seperior bramante de quatro largura
para lencoes, a 1*500 o metro, barato n loj
d3 Pereira da Silva.
Roupa par meninos
A 4$, 4KO e *
Na nova loja da ra da Imperatris u. 32,
veude um variado aortnento de vestaarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e cales
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, diu.
de moteequim a 4*500 e ditos de gorgorao prett
emitando casemira, a 6, sao muito baratea ; n>
oja do Pereira da Silva._____________________
Loja Camacan
Miudezas
Ferreira de Souza & C., tendo resolvido vender
todos oa seas artigo de miudesas por menos que
em outro qealqaer establecimento, avisam s
Ezmas. senhoras que apparefam neeta ettabeleci -
ment para assim se convenceren) dos preoos que
acabara de faser:
Oleo oriza verdadeiro a 990 rs., linfaa para mi-
cLina a 900 rs. a dinia. agulhaa finas a 60 rs ,
pacotes com tres sabonetes 40 J rs., um pao de
sabonete fino 700 rs., meias finas para senhora a
700 rs. o par.
Lindo sortimento de bicos fiaos a 1*200,1*500.
1*600 e 2*500 a peca, le mes finos a 3*500, 5*,
5*500 e6*.
Espartilhos finos a 4*500, 5*500 e 7*500.
Luvas finas de seda a 1*800, 2*, 2*500, 3* e
3*500
Grampcs para chapeos o qae ba de mais barato.
Bicos pretos com vidrilho.
Alfinete a 60 rs. a carta, fitas modernas lisas
e bordadas, o que ha de nlais fino.
Sabonetes de Beuter, o qe ha de melbor para
a pelle, a 900 rs. um, tinta fina para marear rou-
oa a 800 rs. o frasco, leamos brancos finos a
1*500 aduziii, lindo sortimento de broche para
senhora.
Alem deste annuncio teem mostos' artigos de
moda, que estao vndenlo barato.
Boa Duqne de cavia m.
*
*
CARNEIRO DA CNHA ft
GRANDES X0Y1DADKS
500
rs.
Obras de vime
lliimo goato
Modelo apeifeicoado em cestas para compras,
acafates, costureiras, cadeiras para criangas, ete.,
etc., vendem por precos commodos Martina Capi-
to & C., em seu aroiazom de molhados ru
estreita do Rosario o. 1.
WHSKY
'OYAL BLEND marca v 1ADO
Este excellente Whisky Escoese* preferiv
)j,'uac ou aguarden^ do canna, para ortifics'
j corpo.
Vende-se a ritalho no b. Iheres armaeBs-
z>olhados.
i'ede 1OVAL BLEND marc VIADOcujo
oe e emblc::a sko reaistradoa para todo o Bra.
. C, agentes
Tecidos de linho
A 300 rs. o eovado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende se
um bonito sortimento de tazendas de linho para
vestidos, tendo largura de chita franco, com
muito bonitas crea e pslminhas bordadas, pe-
chincha a 500 reis o eovado, n loja ce Ptreira da
Silva.
Esplendido sortimeato (Jos melhores tecidos em 1S para vestidos, desde 400,
t 1(5000 e 1020 o eovado!
Cachemiras de urna s c8r, duas Isr^nras, a 1(5000,1,5400 e 10800.
Lindos desenhos em failes, a 460 e 500 rs., o eovado !
Bonita escolha em serins de cores, desde 800 rs. a 20000 o dito !
Marinos de todas as cores e preto, sortimento sem competencia, desd 900 rs. a
10000; do melhor qne se possa desejar.
Esguiao pardo e amareilo para vestido a 460, 500 e 600 rs. o eovado I
Riquissimos cortinados, todos bordados, para cama ae casal a 90000, para ja-
neUa a 60500.
Velludilhos de todas as cores a 10000, 10200 e 10500, o eovado !
Guarnieres de crochets para cadeiras e sof a 80000.
Meias arrendadas para senhoras a 80000, a duzia !
Camisas inglezas para homem a 360000, a dazf^l
Cheviots pretos superiores p. 30500 e 40000, o eovado !
Lindos chapeos para senhoras a 60000 e 80000 e para enancas a 30500 e 40000.
Luvas de seda, leqtres, colarinhos, fichs, lencos de seda e mnitos rtigos que
serSo lembrados presenca das Esisus. leitoras.
CA1VNVARO 1>\ C\3NH\ St C.
59 Ra Duqne de Caxias
59
Aos i.ooo:ooo$ooo
200:0
L

000
100:000$00(
Tllll
Notas !siihas
A S20e J-OO res o corado
nbam de chegar para a loja da roa da Im-
peratriz n. 32, um grande e bonito sortimento de
lsinbas ae cores para vestidos, sendo fazenda de
muita phantasia, com caces claras e escaras, c 1-
quidam so u 320 e 400 ;ei8 o eovado, por haver
grande porco na loj de Pereira da Silva.
Em fawr dos ingenuos DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
EitraCvle'Js 15 fie Beata fte 1886.
0 thesoureiro. Francisco fiongalves Torres
Venda do hotel o hospedarla
Estrella do \orte, nw Tho-
ine de Souza n. 8
O proprktsrio ckste hotel, tendo de retirar-se
part a Europa por ineommodo de saude, vende-o
por preco cemmodo cu admite um socio.
Mal
vasia
Vinlin proprin para sesboras
Em barris a retalio : P cas Meades & C,
tu estreit* do Rosario n. 9.
GRANDE
Expsito cenlral rea larga do
Rosario n. 8
D*m;2o Lima & C, chamau a attencao das
Exm^.s. familias pare os preces, aegoutea :
Carretei deSOOjardaS 80 rs.
Pecas *> b fct 20 a 00(>rs.
Ditas de um } Fita n. 8J para fax a 500.
Leqves reir-itas e D. Je:.imita a 1#0<'0.
Frascas a extractos de Lubin, grandes, 20U0.
Leques D. Lueindh O>lbo a 6'
Tottlbas felpudas a 500 6UU, e l'OU.
Duzia de me::.s para ha,a 3JO0O.
Ditas para senhoras a 3J000.
Luvas d.; teda a 2*000.
Meta* do-io de & Colrmeos da linhu SW>raj
Ditos de algodao a 820 o 400 ra
Macos de grampos a 2 i .
Ptcvs 'ie cordin para vestido a 20 es.
nvisiv id grandes a 320 rs.
ranuOR inviiivois a ttO rs.
Dm kqae de setim (novidade) a 6J600.
Kicas bolcinhas d inadreptroia de 1/500 i t>.
La para bordar 4 2/800.
ma capaila e vea de 150(i0, por 12/000.
Om espelbo cV mol lum por-9/500.
9ma pulseira i)>- fita p! r W20.
Pst a 400 e 600 rs.
ma boneca grande de cera por 2/500 e 3/000.
NA XrWWHJAO CENTRAL
38Rtia Larga do RsaroSS
A RevoluQo
A' roa Duque da Caxias, reaolveu a vender
oa segnintea artigoe com 85 ^ de ane-
noa do que era outra qualquer parte.
Setios damass 360 ra. o eovado.
Gorgorinas de listrinhas a 360 rs. o oovada.
Las coas listrinhas a 640 rs. o eovado.
Fustoes de cores a 320 rs. o cavado.
Merinos de eSres a 900 rs., 1/000 e 1/200 o oo-
VaMerins pretos a 1/200. 1/400, 1/600, 1/800 e
2/000 o eovado.
Velludilbos lisos e ravrados a 1/000 e 1/200 o
eovado.
Pala de seda a 800 rs. o eovado.
Cachemira bordad de seda a 1/500 u eo-
vada.
Las escossezas a 500 rs. o eovado.
Cambraia com salpico a 6/ ra. a peca.
Chitas esnuras e claras a 240 rs. a eovado.
Linbos escosseres a 240 rs. o corado.
Las com bolinhas a 640 e 500 rs. o cavado.
Oaze com boliobas de velludo a 800 ra. o eo-
vado.
Linn com salpico a 500 rs. o eovado.
Giosdenaples pretos a 1/800, 2/000 e 2/500 o
eovado.
acpbiros Iletrados 200 rs. o eovado.
rtenee iaoe a 320, 360, 400 e 440 aa. o oo-
vado.
Setinetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
"fSatto baanoo a 3, 3S0, 400, 440, 500, 50,
600 e 800 rs. o eovadv.
Setinetas lisas 400 rs. o eovado.
Ditas lavradas a 500 rs. o eovado.
Flanella de er a 40) rs. o covad>.
Flanelia branca a 400 e 1/000 o eovado.
Chapeo de sol de cre pra senhoms a 750O
UBI.
Chales de casemira fiaos fl 9/000 um.
Fecbs de l a 2/000, 30OO, 4/000, 5*000
e 6/000 ua. ____
Ta'te' pan jaailli, naa^ aaa aaa a 4/,
60.0, 7/000, 8/000 e 24/000 um.
Esgoiao amaretto e pardo n 500 rs. o eovado.
Casacos de laia a iS OOora.
Leneoes braaeas a l/8*iu um.
Urim prateado a 60G rs. o cuvado.
Timo s para meninos de 4 a 5 annoe a 5/000
crm.
Lencos 2*000 rs. a dnzi.
Colchas brancas a 1/800 urna.
Satina macao de cotes 8O0, 1/200, 1/400,1/600
e 2<000 o eovado.
Setinetas brancas a 500 e 560 rs. o eovado.
Curtiaatoos bord-do* a 7/000, 9/0t*> e 16/000 o
CapelUa e veos a KW000 e 14/000 una.
Colchas bordadas a 5/000, 6/000, 7/000 e 8/0 JO
urna.
Espartilhoe de c-mrapa a 4/000, 5/090, 6/600
e 7/OOU um.
Cortes de l para vestidos a 20/0 0 um.
Algodao com duas larguras a 800 rs. o me-
tro.
Cortes de casemira para calca a 38O0 um.
Bramante de linb. a 1/800 o moteo.
Dito de algoda.i a 1J2UO o m. tro.
Tuulh.iS felpudas a 4*000 e 6/1MX) a duzia.
Coires de ferro
Venderse dous, pro va
de fogo, novos, que
vieram de encommen-
da, por pre Ra do Baro d a Vc-
toria ii. 48.
GERL

081. parte U 1.a lotera em Itenefieio da Santa Casa da
Misericordia do Eeeife
EXTRAHIDA EM 16 DE SETEMBRO DE 1886
Cabriolet
Vende-se om em perteito estado e por preco
eommodo; tratar na ra Pntrae de Caxias n. 47
Pouco capital
Vende-se o establecimento de molhados ra
de S. Joao n. 5, de pouco capital, bm local, ate-
guel de casa barato, negecio proprio para-prin-
cipiante, d-se livre e desembarazado, conforme
o ajuste : a tratar no raesmo.
Predio
Ba um sortimento vari do de
Azulejos francezes
de padrees'.. ,v. s a nano solios a
8t/l)0e o mi*eiro
Na loj de Loso, de
J, DE A. VB1GA & C.
Ru lrga do Itosario
VAPOR
e iiioenda
Vende-se am bom vapor e moenda com ponco
uso ; a ver no eogeehoTimb-asa. muito pertc
da estacio do oaetrao uome ; a tratar na ra de
mperador n. 48, 1 andar.
Alnaiiaca da provincia
1886
paginas
i6a42
PREMIOS
00:000^0(
l
vIume com 494
2000
A'v^ada n casa editora. Livrari Pariateose
n. 7 A, ma Prlmtlro de Marco n. 7 A, Industrial
Econmica de Gf. L^port & C. e Cardoso Ayres.
Saifefte e vbHte wtk branc e
lint
Recebeu Antoaio Duarte ra da Uniao n. 54,
confronte a ataca* : rornaia-.'e reCommendaTeis
estes artigue por ter rt-eebilo de casa particular
de Portugal razo por q>> garante ser especia
dadi^ ; assim como tem carne e queijos do sertao
por preco muito mdico ; o mesnao vioho tambem
se veude em cas de B'rnardino- Darte 4 ra da
Florentina us. 2 > 3-', em retalho e ancoras. Na
mesma compra-se ussa batanea decimal, grande.
Serafina
Vende-se um* ;erapBina novamente' remontada,
propria para igsej* ; txatar e .m Leoncio &.Ma-
na ra da Imperatriz t. 43.____________.
Boa acqtrisicao
Vende-se > :irmv" e bemeiturWB daloja.de
fazi-ndas roa do L'wrameuto n. 10, oom garAnt
tia da casa, por t. r o proprietano do estableci-
mento ae retirar-se pru fVa d cidade ; arralar
na mesma loja. i
13757
22944
10854
8190
10101
10666
12789
21092
160=
22264
2548
3991
5425
5658
6308
6353
H'854
12434
30:000^1
10:000|
4:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2
2:000$
2:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
IK100$
1:01 0
1:000$
17757
18098
1315
3294
3500
3645
4649
4979
5227
7602
7780
7901
10142
11577
15011
21060
21358
22388
1:000$
1:000$
500$
500$
500$
500$
500$
500
500
500$
500$
500$
500$
500|
500$
500$
500$
500$
.fe
Paca i^eiiko
;S
Cal nava de Lisboa.
Potasa da Russia.
Oleo de mocito.
Aaeite de carrapato.
Grax em bexigas.
Vendem brante & C,
era 4J.
ru do Bom Jess
ffO
Vinho puro da. uva
O qua pede haeer de meWor pare mesa,
harria e a.r talho : Poaaa MVndeai C,
estreita. do Rosario n. 9,
em
roa
VendetCataMo Thiagoi da Coste flWI emseu
deposito ra Leparial a. 32%joiana->^Ielas^ie
;B. 22f;
ioDteiro
Vende-ae ou arrcnda.se anaualmerte orna boa
oasa com bastantes oommodo para, ternilla,, tenda
agua e gz encanados, cota um bm quintal tod
murado, com algumas arvores' fructferas e cont
satad par oriot por> prfieo moitto- razcavel:
qaem preeisanaitija-eei raa.ttaqfaade-Caaia*!
7, que chra ,oiJa queja tntUf.__________(
Vendfe-se
!
nm m'oa p1r'.pa1iiinM''ea-
t: na uaQlarga do Rosario n. 12.
IH:
lfifi-2:flfl$
Os nuaieros de mm .6700 (excepto o da sorle grande) esto premiada ca 200*
Os niiensfc 1570* 15800 (excepto e pranio de 3O:0O0S) esto premiados comlOW.
rsnwiefos te 290I 230#(*xeepte o premio de 10KWO) elo: reffliaos comOO.
ltbs. aMiUtros rerminadob em 1 e f eslo premiados eom 20$. (Veja-se pfeno m
tersa dos lMes);
(fe 1; if extrac^oida 2^ ptnle da f U&riiv em beneficio IraWdi na qmffta-fewa 22 d corrate.
! 0 Aesourdro Autfafo Octavian* di? 8tm&
1 Typ. de Manoel Figaeiroa de Fari% Filbo.
/
ItiblVll


de PcrnambucoSexta-feira 17




ASSEIBLEA GERAL
voto ao governo e entende que assim cum- de que cumpre assoberbar com resolucao e
prio o seu dever. Deveria antes acudir ao coraje
CMARA DOS DBPITADOS
SESSAO EM 31 DE AGOSTO DE 1886
PBSSIDENCIA DO SR. GOMES DE CASTRO 1.
YICE-PBESIDENTE
( Continamelo)
Assegura o considerando que essas
brs so realisaram por acto do go erno\
bbs qual esae acto ? Ser o aviso n. 75
de 18 de Setembro da 188-1 ? Esae, porm,
conforme se vi > no 3S considerando, apenas
cootin urna autorisacao para ciar comeco
sobras. Fallase em despezas justifica-
das ; onde a jastitijacio ? Terminam os
considerandos cora a ..HegacSo de que os
trabalhos exeeutados redundam em notavel
melboraraente da condiclo sanitaria da ca-
pital do Imperio. O oredito vista disso,
deveria ser impetrado pefo ministerio do
imperio e nio pelo da agricultura. Aquelle
tem um vasto plano de multaramentos, e
(tara reahzal-os j solicitou fundos do par
amento. Convinha que, caso estas obras
fossetn consideradas to urgentes e impres-
cindiveis como outras espacificadas no re-
ndo pedido do ministro do imperio, fossem
consignadas entre ellas. Esto deslocadas
a pasta da agricultura, qual nSo iucura-
be velar pela saude publica.
Examinadas por ests forma as premissas
de causar profunda estranheza a conclu-
sSo, que absolutamente nella n2o se con-
tem, de que o governo resolve aceitar os
terrenos e os pantanos aterrados, e bem
assim o morro que foi arrasado no morro do
Senado, indemnisando os reclamantes. A
conclus3o refere-se a urna es^riptura exhi-
bida, n'uma glosa que os pretensos recla-
mantes goffreram em conta que apresenta-
ram, em verba de transacao, particular,
m recibos e outras mil cousas obscuras de
que nao foi presente ao corpo legislativo o
menor esjlarecimento. Nenhum documen-
to, nenhuma demonstrado acompanbou o
pedido, como de cstyfo, de sorte que se
tca '.orapletamente s cgas em to mi-
lindroso assumpto.
Resumindo: o orador acompanha o bou-
rado leader da minoria na sua opposicao t;-
az f.o crdito que se discute, porque :
Jo NSo se acha as coucesses de que
se trata urna s pulavra que importe obri-
ac3o para o estado de ndeinnisaco o
quer que o seja :
2." As obras executadas nao o foram por
erdein do governo, mas em virtude de sua
simples autorisaeSo, conforme o aviso de
18 de Setembro de 1884, que, alias nlo
consta da eoUecjao, nito tendo o Estado
outra interferencia ou responsabilidade nel-
las senao a de fisealisacao a bem da regu-
laridade do servico;
3.' Os pseudo reclamantes f)ram varias
vezes repellidos pela administracao como
incompetentes para tratar do privilegio em
quest'i ;
4. E' absurdo comprar o governo aquil-
lo que lhe pertence, pois sito do Estado os
terrenos que recebeu;
5. Nem quanto a bemfeitorias ha obri-
gac3o por parte do Estado de indemnisar,
visto como elle poda declarar a reciso do
contrato, em .-onsequencia de nao imple-
mento das suas con lices, revertendo as-
sim para o :iesrao Estado as taes bemfei-
torias, como justa pena da caducidade ;
6. Nao se trata de resto de bemfeitorias
necessarias, nem ut-is, mas de bemfeito-
rias voluntarias, pelas quaes, em rigor de
direito, nao assiste obrigayao de indemni-
s5ao, correndo por exclusiva conta de
uem as fez as respectivas despesas.
O orador levantou-se para lavrar o seu
proteste contra este pedido que urna vio-
lacio inqualificavel de todos os principios
jurdicos, um attentado contra a lgica,
gtn* prodigalidade que nem as circurastan-
ctas do erario publico comportam, nem as
promessas do gabinete podiam admittir.
Oom que autoridade vom pedir o nobre mi-
nistro da fazenda novos impostes para o
contribuinte quando deixa aBsim desfalca-
rem-se sem explicacSo nem defeza poaai-
veis os dinheiros do Estado ?...
O orador acompanha o seu honrado com-
provinciano deputado pelo 2. diatricto na
severa apreciacao que ftz deste projecto
em dous bellos discursos que o pulveri w
ram. Se ser amigo de nm individuo nao
seguil-o cgamente em seus desvos e des-
regramentos, mas contel-o e resistir-lhe,
fallando lhe, quando ruiater, com toda a
rudeza da vcrlale, o orador, mais ami-
go do ministerio do que a silenciosa e con-
descender maioria que o apoia, votando
contra o crdito em discussao e proclaman-
do um erro, um disperdicio, um absurdo.
O *r. Candido de Olivelra v
que a maioria nao quer discutir, d o seu
grito angustioso do Sr. ministro da fazen-
da e diaer ao Sr. ministro da agricultura
que esperaBse nm pouco por este oredito.
Em vez de abandonar a discussao devia
vir protestar contra o procedimento do Sr.
ministro da agrioaltura que quer fazer urna
doacao dos dinheiros pblicos.
N5o discutir principios porque a maio-
ria abanionou a discussao, o que revela o
seu deagosto por ver qua o governo esque-
ceu o sau programma de economa.
Quanto a este crdito, diz que ficou de-
monstrado que a caducidade do contrato
o que se devia ter decretado.
Agora, quer ver, ao menos, se consegue
urna diminuicao do sacrificio que se exige
do paiz. Onde encontrou o nobre ministro
base para ama indemnisacao de 186:000$ r
Tudo se fez patriarchalmente. Como redu-
ziu S. Ex3. a quantia de 232:0000 a....
186:000^000 ?
O Estado s regateia em hasta pubh a,
quando chama concurrencia. O parlamen-
to tem o direito aos mximos esclarecimen-
tos. Quando v propor-se um imposto ira-
popularissimo como o do sal, tem o di-
reito de saber como se fazem despezas, que
afastam das regras normaos do ora-
s
se
me-i'
U orador quer regatear a quantia, quer
ver se o nobre ministro reduz o pedido al-
guma cousa, consultando um pouco as con
veniencias do thesouro, porque at aqui ai
se tem tido em vista as conveniencias dos
concessionarios. E' preciso saber em que
se gastaram esses 186:0000. O orador est
informado que a quantia despendida foi
90:0000. Deve-se pagar gmente o que os
concessionarios despendaram. Mas para que
comprar esses terrenos? O governo nao
precisa delles. Mais tarde a estrada de far-
ro do norte precisar delles, melhor dei-
xar que essa estrada se entenda com os
concessionarios.
Do governo a estrada de ferro ha de re-
ceber gratuitamente os terrenos de que
precisar para o leito da sua linha e que o
governo vai pagar.
O orador tem f que o nobre ministro
nao ha de ver convertila em lei esta pro-
posta qu9 um desastre para a adminis-
traclto de S. Exc.
A discussao tica adiada pela hora.
Continua a 2.1 discussao do projecto n.
46, orando a receita geral do Imperio.
plaudindo tatnbem a pratica que iniciou o
nobre ministro da fazenda, encetando o de-
bato sobre o oryamento da receita do Im-
perio por urna exposicao, quanto possivel
minuciosa, do estado da fazenda publica.
Nota, porm, que viesse t3o tarde, quan-
do discutidos e votados se acham todos os
orcamentos de despeza que, acredita o ora-
dor, seriam vazados em moldes mais mo-
destas, se fo3sem conhecidos pela cmara
os nossos apuros econmicos.
Quando teve a honra de dirigir-se pela
primeira vez cmara no debate relativo
ao oryamento da raarinha, lamentou o ora-
dor, que acompanha com aflictiva preoc-
cupagao o nosso mo estado econmico, que
nao fosse possivel discutir se e votar-se em
primeiro lugar o orcaraento de receita e
que entidade Estado n3o fosse per-
mitido fazer o que faz o particular previ
dente e criterioso, isto pezar os seus ha-
veres para determinar as suas dspezas.
Em todo caso, o nobra ministro que co-
nhece o quao pouco estuda o noseo parla-
mento, na generalidade dos seus membros,
os documentos ofEciaes trazidos sua con-
siderado, prestou um servico vindo repe-
tir em linguagem fallada os dados estatis-
ticos, que constam dos relatorios e balan-
eos que cada anno nos sio offerecidos.
Sent, entretanto, dizer que o trabalho
mndalo orgaaisar pelo nobre ministro
defectivo e inct-mpleto.
Se S. Exc. mandasse folhear o relato-
ro do seu collega da agricultura, apre-
sentado nesta sessao, encontrara dados
mais modernos e afflictivaraente eloquentes
para nos, relativamente ao estado da ta-
zenda publica.
E' assim que o valor official da nosBa
prodcelo, no exercicio de 1884 a 1885,
o ultimo apurado, que foi maior do que os
ragem
Se na renda da exportacXo observamos
esae angustiosissimo phenomeno, n&o
mais risonho o que nos apresenta o com-
mercio de importacao. no mesmo periodo.
Apre8entanio a somraa de 183,444:8720
no periodo de 18821883, so subi "mais
9,000:0000 no exercicio seguiote, desueu
em 20,000:0000 no ultimo de 1884 -18S5.
Com a sua exposicao a que accreseenta
o orador mais estes dados, mostrou-nos o
nobre ministro que sent a renda publica
diminuir, os encargos crescerem e a sua
impotencia par a arrostar e vencer tintas
difficuldales.
O nobre ministro, voltar, est certoj
tribuna novam;nte. Fallou por emquanto
o ministroo gerente do thesonro ] os
seus talentos fazem nos crer que fallar,
depois, o ministro das financas, o qua nao
pode e n3o se deve preoecupar exclusiva-
mente com as difficuldades do dia, mas,
o que ha le conjurar com antecedencia as
mais graves do futuro.
O orador aprecia largamente a questao
do trabalho que vai a transformar-so mais
breve do que so suppoe e a infinencia que
exercer esse periodo, quando tocar o seu
ponto mais agudo, sobre a prodcelo e ri-
queza oacionaes.
Os meios que o nobre ministro lembra
para tentar um comeoo de equilibrio em
nossos ornamentos, sao ineficazes uns, e
iniques outros I
Ninguez fez opposicSo mais cfficaz ao
altual ministerio do que o honrado presi-
dente da cmara, cuja enfermidade todos
lamentam. No seu silencio na cadeira da
presidencia e com os actos que praticou
neste pequeo mundo que lhe deram para
governar, o Ilustre presidente mostrou, re-
duzindo com o voto unnime da cmara e
dos ministros cer ca de 20 0i o ordenado
raes sobro quem vai recalar com mais
peso esae tributo, n3o merecedora do
desamor qua as palavras do nobre minis-
tro revelaram.
Minas, tem-se bastado a si mesmo, ella
avoluma as rendas da cinco alfaudegas do
imperio e tem construido j oom os seus
nicos recursos cerca de 800 kilmetros
de estradas de ferro j em trafego.
Montou alin disso, com os seus meios,
urna escola de ensino superior na sua ca-
pital.
Pos8ue cerca de 16 fabrica do tecidos
e mais de 100 pequeas forjas de ferro.
Se trbutou o sal, o que deplora, ella
carece desse recurso, no seu ore imcuto e
n3o pode e nem dove o giverno geral ag-
graval-o.
Apreciando o tributo proposto sobre as
fabricas de vinhos artificiaos, sent o ora-
dor n3o poder pedir com a preeisa ener-
ga a cesaacao deasa industria que se n3o
pro-judicial saude publica, como dizem,
pelo m;nos pouco honesta quando rotula
fraudulentamente os seus productos.
Infelizmente em toda parte da Europa
fabricam-se vinhos artificiaos, cuja entra-
da em nosso porto n3o pode ser impedida.
Le um trecho de Gauthier sobre as fal-
sificacSas dos vinhos por onde se v, que
sendo a produeco em Franca inferior em
20,000,000 de hectolitros s necesaidados
do consumo, fica demonstrado qua l mes-
mo se. ingere grande quantilade de drogas
falsificadas.
O imposto alm de ir pezar sobre a ma-
teria prima das bebidas fabricadas aqui,
o assucar e o alcool, que lutam j com
grandes embaragos, incobravel.
Se os vinhos e outras bebidas sahem j
das fabricas com rtulos falsos, para pas-
sarem por importados, com o o nobre minis Ceaario Alvim.
c Sala das sesadas, 27 de Julho de 1886
Rodrigo Silva.
Vem mesa, sao lidas, apoiadas entram
em discussao, conjunctamente com o pro-
jecto, as seguintes emendas;
t Entende-ae que renunciaram o bene-
ficio da aposentadoria ou jubilac3o, os
funecionarios pblicos que, aposentados,
quer de nomeac3o do governo geral ou
provincial, quer de elecao popula!, duran-
te o tempo em que se mantem em exerci-
cio do i mesmos, anda licenciados.
< Sala das sessoes, 31 de Agosto de
1886. Cesario Alvim.
Aos funecionarios pblicos, quer de
nomeaco do g>verno, quer de eleijao po-
pular, ou os que se aposentaran), ou jubi-
laram, ser deduzida na conformidade da
lei, mais a quota de 8 [0 nos seus venci-
mentos em beneficio da receita do Estado*
c Sala das ses3o:3, 31 de Agosto de
1886.- Cesario Alvim.
Vm mesa, s3o lidas e remettidas
commissao de orcamento as seguintes emen-
das :
f Os materiaes importados pelas cardaras
municipaes para canalsacao d'agua pota-
vel, sgoto?, illuminajo e outras obras
municipios sao santos de diroitos de im-
portagao e ser3o transportados gratuitamen-
te as estradas da ferro do Estado.
Sala das sess3js, 31 de Agosto de 1886
Affonso Pena.
Fica o governo autorisado a sentar de
direitos de importacao e de freto na estra-
da de ferro D. Pedro II,. os materiaes que
que forano importados mala cmara munici-
pal de Santa Barbir,' para canalisac3o de
agua potavel.
Sala das sesaSas, SI de Agoeto da 1886.
Affonao Penna Candido de Oliveira.
dout prximamente anteriores, attesta
8omma de 152,002:7310, quaatia interior
constante do quadro exhibido pelo nobre
ministro, quadro relativo ao exercicio de
1880 a 1881 que foi de 176,593:0000. Se
attendermos que no ultimo quinquennio, a
renda decresceu nessa proporcao, e os
nossos encargos augmentaram extraordi-
nariamente e a divida publica subi ao
espantoso algarismo de cerca de........
300,000:0000, reconheceremos que esta-
mos em frente urna numerosa d fficulda-
aos empregados da secretaria, medida qu i
se tornavava odiosa, por excepcional, dei-
xou. bem claro qua o que falta ao govarno
resoluyao e coragem.
Se o nobre ministro reconhece, oomo
todo o paiz, que exagerado o nosso funo-
cionalismo, porque nao impoz-lhe um tri-
buto mais, urna vez que offerece serias
difficul iades a sua redcelo as urgencias
de momento ?
Aps a guerra do Paraguay ti vemos a
triste reveloslo de que eram mais vastos
do que se suppunha os recursos do Estado,
que permittio-nos lancar naquella medonha
voragem 600,000:0000. Dahi o peosamen-
to que nos levou a commettimentos ousa-
dos, generosos na sua compensaco, mas
envenenados depois pelo patronato pouco
escrupuloso e despejado, cabendo a am-
bos os partidos a triste responsabilidade
disso.
Por essa occasiao augmentaram-se gra-
dualmente os ordenados dos funecionarios,
a comaesr ( vergonhoso dizel-o) pelo acto
de elevar o parlamento o seu proprio sub-
sdio.
A crise econmica que nos aflige pro-
vm. principalmente, da baixa dos nossos
productos.
A vida, por coaseg-uinte, facilitn se en-
tre as, e, po3, nao ioiquo que se redu
'za tambem aos vencimen:os que o Estado
paga os seus servidores, que terilo bas-
tante patriotismo para soffrer, emquanto
pasaageira mente soffre a sua patria.
Emquanto o geverno nao fiz-r isso nao
tara o direito de exiSir do contribuinte, que
s produz e n3o consom, alg urnas partes
do seu ganho laborioso e suado.
Se o que nos diffi'ulu a marcha a
anemia de que se acham affectadas as nos-
sas mingoadas industrias, como se lhe im
por o tributo de mais algumas gottas de
sangue, deixando em paz os que o sugam
em numero superior as necessidades do
serviyo publico ?
Mandar duas emendas nesse sentido.
Combater com tedas as forcas o imp is-
to sobre o sal qoe, representando em sua
provincia um genero de primeira necessi-
dale ao consumo da populacao, constitue
tambem, materia prima para a industria
pastoril que de certa regiao desprotegida
da sua trra, a nica que vem ao des-
amparo affrootado os gastos do transporte
e as existencias do fisco.
Se o nobre ministro reconhece que de
certa parte da sua provinci* o gado, o
nico genere que vem ao mercado, e se
carecemos variar e alargar as nossas fon-
tes de produccao, como envennalas no
seu laborioso nascedouro?
O nobre ministro parece nao conhecer a
provincia do orador e os vastos recursos
de suas riquezas.
Sem querer, por forma alguma, fazsr
cotejo entre as provincias, pois, sao todas
partes integrantes da patria commum que
devemos amar, dir que a de Minas Ge-
-"'--^'^''''^''iiiiiiisMSi^MHrMKF
tro conseguir fazer a cobranza?
Em Franja, onde, alias, ha entrepostos
commerciaes a que v3o os productos dessa
industria difEcillima a cobranza do im-
posto que s> lhe lanca, como o conseguire-
mos entre nos, onde em cad- fundo de ar-
mazem se fabricam taes bebidas lanzadas
depois ao publico como legitimas.
Deve se fazer frente a tal industria mas
por meio diverso que concorra ao mesmo
tempo para incremenUcnossa riqueza.
Rjfare-se necessiai.de de proteecao ef-
ficaz incipiente industria vincola entre
nos.
Em S Paulo, Minas, Rio Grande
Santa Catharina j medra auspiciosamente
a vinicultura.
Dasembaracar-lhe o caminho para que os
seus productos venham aos grandes merca-
dos, o primeiro productor que conseguir
lvalos e vendel os no estrangero poli-
tica digna dos talentos do nobre ministro.
O orador entra em desenvolvimento so-
bre as cousas que em seu entender pre-
judicam o caf nos paizes de seu con-
sumo, notando que a falta de permuta des-
se com outros gneros de produccao es-
trangera muito concorre para o mo esta-
do do tal producto.
Um paiz novo e que deve como o Bra-
sil, ooinmette um erro tentando desenvol-
ver ficticiamente certas industrias manu-
facturis^, que apenas pode consumir em
casa.
Os horaens como os paizes, nao podem
viver sopara si, amparam-so com recpro-
cos servicos.
L o que acaba de priticar o ministro
da fazenda da Italia, onde a economa
anda rigorosamente observada, apezar de
haver j a saoedoria e o patriotismo dos
grandes esta listas daquella nacao conse-
guido equilibrar os seus orcamentos ordi-
narios.
Nao tem fallado nesta cmara eivado d-
sentimento partidario, tudo tem o seu tem-
po e a sua opportuniiade.
O que o preoecupa de preferencia a
causa da patria e da sua provincia natal,
cuja estima o tem elevada a urna altura a
que nao merecia subir.
Estuda, trabalha e discute para voltar
content* sua trra querida, onde a pizar
repete sempre como o poeta.
FOLHETIH
DE
EMMA KOS
POR
zavies DE_u:niEn
c-unmer. bb bislo
(Continuas a o do n. Sil)
V
Porque ?
Ha dias que o Sr. de Rodyl est au-
mente de Paria.
Nao pode ter voltado ?
Se tivesse voltado en o teria visto no
palacio. Elle sem duvida aproveita as fe-
rias de anno bom para fazer urna viagem.
I2' pena, porque tenho cousas de alta
importancia a commu dcar-lbe.
Em todo o caso Ton indicar-lhe a
sua morada. O senhor poder escrever, e
a sua carta lhe ser remettida.
O porteiro do Palacio de Jostica tomn
am registro, abri o, folheou-o e disse :
O Sr. substituto mora roa Bona-
psrte n. 22.
Le3o agradeceu, volton para 0 flett Car-
ro, e disse ao coebeiro :
Roa Bonsparto n. %2,
A distancia era pequea,
nm menos de dez minutos.
VI
Foi vencida
No momento em que o carro do moco
parou no lugar indicado, um outro carro,
carregado de duas malas, que um criado
ajuiiava o cocheiro a desuarregar, j esla-
va parado porta da casa.
Leao apeou se. entrou e dirigindo-se ao
porteiro, perguntou ;
O Sr. Barao de Rodyl T
No segundo andar.
Est em casa?
Entrou agora. Neste momento che-
gou de viagem.
/~Q til ti o do tabello de Dijoo subi a es-
cadl|.
No patamar do segundo andar encontrou
urna poita entreaberia.
Puxou a campainha.
Um criado abri a porta.
Nesse momento o substituto, anda em
tr jos de viagem e tendo na cabeca um
chapeo de phantasia, atravessou a antec-
mara.
Abrandou o passo para ver quem tinha
tcalo a campainha.
Leao o reconhecea primeira vista.
Por seu lado o magistrado procurou lem-
brar-se onde j tinha visto a sua visita ma-
tinal.
Que deseja o senhor ? perguntou o
criado.
O Sr. Bario Fernando de Rodyl T
O substituto adiantou se e disse :
Sou eu, senhor.
Eu sei, replicn < Lelo, e estimara
obter do senhor 9 favor de nm momento de
attencJd.
o negocio
ur-
Serei muio breve e
gente.
Acompanhe-me, senhor.
Fernando de Rodyl levou o moco para
um gabinete e as suas prim-iras palavras
foram estas :
- Estou certo de que j o encontrei.
Mas em vio interrogo a miaba memoria ;
nao posso recordar-me em que po;a e lu
gar. Peco lhe que me auxilie.
Tive a honra da encontrar me com o
senhor em Saint Julien du Sault, ha uns
quioze dias, em casa do Sr. Duarviile, res
pondeu L -So.
O substituto estremeceu.
Agora lembro me perfeitaraente, tor
O SHUlior filho d un tabello
O senhor cbama-se Ltao La-
fim
non elle,
de Dijon.
royer ?
Sim, senhor, e com o meu amigo Re-
nato Dharviltu salvei a vida di menina Ent-
ina Rosa, fitha da Sra. Angela B-rnit-r.
O Sr. de Rodyl t.ou de urna pallidez
mortal.
A ultima pbrase pronun nada pelo moco
tez r<-viver umi chusma de recoriaceo
penosas.
Queira dizer-me agora, qual O
da sua visita, disse elle depois de um
lencio.
Leao filando o magistrado, repli'ou :
Venho perguntar-lhe que fim levou
a menina Emma Rosa, sua tilna ?
O magistrado reou^u um passo, depois
faz.-nlo estor^ para conservar a sua pre
senca de espirito, balbu iou :
Nao o comprehendo...
Devoras I exclatmu Laio que arras-
tado pela situacao n3o conservara o san-
gue fro. Ah I nao me comprendo le, o se-
nhor que, depois de mandar prender a m3i
innocente, mandou expulsar brutalmente a
.... Ela terrarum
Mihi proter otnnes angulus ridet.
Conclue agradecendo a extrema benevo-
lencia com que foi onvido.
Vem mesa, lida, apoiada e entra em
discussao a seguinte emenda com parecer
favoravel da commissao de orcamento :
Fica o governo autorisado a rever os
regulamentos do correio geral e do telegra-
do estado, podendo reduzir :
1" As taxas dos telegrammas rec bi-
dos ou expedidos pelas folbas diarias x-
tasi vamente destinadas publicidade.
c i" As taxas de transporte dos jornaes
dentro do imperio. \
menina doente I O senhor que persegne
com odio incomprehensivel a mulher, que
foi sua amasia e a menina que sua fi-
lha! Emma Rosa atirada s ras de Pariz
por sua ordem, recebeu hospitalidade de
urna creatura humilde e digna, de urna cria
da dedicada. Ella deix u esse asylo e nin-
guem sabe para onde foi. Nao ignoro que
quem luta com a justica ou os seus repre-
sentantes esma'gado, e ninguam ousa le-
vantar a voz I Pois bem, com o risco de
ser es uagado eu a levanto. Peco-loe coa-
las da prisao d < Angela B raier, innocen-
te, e do desapparecimenlo de Em na Rosa,
filha dalla e sua.
Leio f.illava com ardor febril.
A colera ganerosa qu -imava-lhe o aan-
gu-, inzia-lhe tremer a voz.
No prnn iro momento Fernando de Ro
dyl ficou attonito com a attitu te aggressiva
lo moyo, com as suas palavris provocado
ra.
Tmha nstn li lo a mi para o cordao
la campainha, prompto para puxal-o e agi-
tar a caup.mha, afim da <;hamar um cra-
lo, p^ra dir-lhe or-iem de por na ra a
Ba visita intempestiva.
Man nao con lu o o gesto comecaio.
O qu st.v.i ouvindo parecia-lhe t3o es-
tr'nhn que ouvd, mo grado *eu, at o
um, eem iut-rro ip-r.
Q'iando L ao uoocluio, ell", por sua
vez, lomou u p davra e em voz baixa e
p usa la, qu>i e*forcava se para tornar fir
me, ra^pon-lt-u:
Nao s<-i, senhor, por quem foi-lhe re-
velado o segr-do de urna falta da minha
mo i lada. Neste momento n3o o conhe-
oiment dense segredo que me impressiona,
0 a noti -ia qu o o senhor acaba de dar-me e a
aocusdcao que formulou contra mim.
Supprima-30 o 5 3o do art. 6o relativo
ao imposto sobre o sal commum.
< Sala das sess3es# 31 de Agosto de
1886. Cesario Alvim.
As vendas a immigrantes de lotes de
trra em que forem subdivididos os estabe-
lecimentos ruraes de extensao de 200 hec-
tares ou mais, serilo isentos do pagamento
de direitos de transmis33o do propriedade,
com tanto que cada lote nao abranja mais
de 30 heetaros.
1 Esta isenyao s aproveitar aos es-
trangeiros que i^ffectuarem a compra den-
tro de seis mezes, depois da sua chegada
ao imperio, e seos lotes assim adquiridos
forem vendidos antes de decorridos 5 annos
da data do contrato primitivo, cobrar-se-
na o imposto sobre o valor deste.
Sala das s -ssoes, 31 de Agosto de
1856. Affonso Penna.
O productor de vinhos naturaes prolu-
zidos no paiz, ter transporte gratuito as
estradas de ferro do Estado ou pelo mesmo
subvencionadas, para os seus productos,
pelo prazo de dous annos, contados de
consumo interno.
t Ao primeiro que provar, a juizo do
governo, que exportou para mercados es-
trangeiros e ven leu 100 pipis do vinho
natural pro luzlo no paiz, cabera o premio
de 10:0000, alem da isenjao dos direitos,
que lhe sarao restituidos.
Sala das sessSea, 31 de Agosto de
1886. Cesario Aloim.
O Sr. Almeid 1 iVogueira princi-
pia dizendo que a opposico nao foi justa,
pois ao passo que applau lia o procedimen-
to do nobre ministro da fazenda pelos es-
clarecimentos que deu cmara, estranhm
que ella nao dissesse logo o pensamento do
governo.
Pondera que nao possivel fazer o cal-
culo da receita sem se saber as despezas
exigidas pelos servicos a executar.
Tratando dos saldos diz que elles de-
monstran! a illegitimidaie dos impostos,
pois, sendo estes urna permuta, por isso o
Estado n3o p le reclamar do contribuinte
senao o dinhero necessario para as duspe
zas.
Procura demonstrar que nos paizes oide
h 1 maior descentralisayao n3o tem o Esta
do maiores encargos, o referindo-se espe-
cialmente aos Estados-Unidos, com 50 mi-
lhoes de habitantes, diz que tm no amian-
to um exercito de 7,000 nomens o que nao
seria mo que nesse ponto os imi'assemos.
Faz diversas considnracesBobre as ope-
rares financeiras do honrado ministro da
fazenda e aprecia os seus resultados, que
julga vantajosos para o crdito do paiz no
estrangero e para as suas financas, pois
veio dallas a amortisacao e resgate, dimi-
nuindo se assim os encargos do thesouro.
Tratando de orcamentos, apresenta um
quadro de receita e despeza e bem assim
das dividas e juros em diversos paizes da
Europa e America, notando-se com dficits
entre aquellos a Italia.
Trata da contribuido das provincias ao
Estado e apresenta a renda geral e pro-
vincial de cada urna dellas.
Tratando da diminuicao das despezas,
ndica para conseguir tal desidertum: i."
a suppressao de servicos, e faz sobre ella
diversas consideracSes para demonstrar que
sena inconveniente um tal meio, que dei-
xariam assim de ser satisfeitas urgentes
necessidades do paiz, e raferindo se ao
funcionalismo, qU8 considerado entro
nos como um meio, diz que sendo a pro-
cura maior do qua a oferta caso de di-
minuir os vencimentos.
O 2. meio a converso das rendas;
isto o fez de modo digno de elogio o
nobre ministro da fazenda.
Para augmento da reita concorrem a fis-
calisac3o da arrcad. 980 e o augmento da
prodcelo, ou pela descoberta de novas
fontes ou pela annex.lo s existentes.
Lembra a converso dos bens das or-
dena religiosas que trar para o Estado 20
mil contos, mas entende que deve isso ser
feito com todo o criterio.
Entende qua um dos meios mais proprios
para dsen,-olver as fontes productoras o
da viacao-ferrea, havendo tambem neces-
sidade de urna lei agraria o de outra que
imponha a obrigatoriedade do trabalho.
Trata da einigracSo acompanha :do o pa-
tritico emp nho do Sr. Taunay, sendo de
opini3o que se devem empregar todos os
meios para o seu desenvolvimento.
A proposito desse assumpto apresenta um
quadro da que tem do nos ltimos annos
para os Estados-Unidos, R -publica Argen-
tina c Brasil.
Trata do imposte que, embra sempre
mal recebido, no emtanto em certos ca-
sos ndispensavel e justifica o proposto pelo
nobre ministro da fazenda sobre o sal e be-
bidas i lcoolicas.
Ao concluir, diz a opposQab que, antes
de ser partidaria, seja patriota e antes de
liberaos brazileiros.
A discussao fica adiada pela hora.
O Sr. presidente d a ordem do dia para
i." de Setembro:
SESSAO EM 1 DE SETEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO SR. GOMES DE CASTRO 1.*
VICE PRESIDENTE
Ao meio dia corneja a chamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abre-se a sessao.
E' lida e approvada a acta da sessao an-
terior.
O Sr. l.o Secratario d conta do expe-
diente.
Vai a imprimir o parecer da commissao
de fazenda relevando da prescrip3o em
qua incorrau D. Josepha Leopoldina de
Mello Oondim, para poder reeeber o que
lhe couber da terca de de sua irm3 D. Ma-
ra Jos de Mullo Gondm, que falleceu, e
mais matado de reversao, a que tinha di-
reito, de seu irinSo o Barao de Araujo
Gondm, a contar do dia do fallecimiento do
mesmo.
O .ir. Paulino Chaves teve a hon-
ra, ha dous mezes, de euviar mesa urna
representoslo de muitos habitantes do Rio
Grande do Sul; entretanto a respectiva
commissao anda n3o deu parecer a res-
peito : pede, pois, que o faja.
O Sr. Costa Pereira, como mem-
bro da commissao a que foi remettida a re-
presentac3o, diz que ha varias no mesmo
sentilo, de outras provincias. O assumpto
muito grava e n3o pode ser resolvido
sem estudo, razao porque a commissao an-
da nao deu parecen.
O Sr. Candido de olivelra est
certo de que o nobre ministro da justica
ha da estar contristado com os actos quo
tem pratica lo a sua polica. Em Mariaa-
na, no districto que representa, o coronel
Joao Taixaira Penna teve a sua casa inva-
dida pela polica, qua uao pode tolerar a
firmeza das suas crencas polticas e por
isso procura inventar crimes para lhe attri-
bmr. Pede, pois, ao nobra ministro que
recommende ao presidente da provincia de
Minas que tenha o maior cuidado nal suaa
no me ac s para carg03 policiaes.
O orador indica alguna subdelegados de
Minas que fazem prises llegaos inaugu-
ran lo o systema do terror.
Passando provincia Sul, l um artigo da folha O Artista, d'a-
quella provincia, transcripto no Jornal du
Commercio, dizendo que o cidad3o brasi-
leiro Horacio Goncalves da Silva foi assas-
sinado, sendo previamente torturado atroz-
mente.
A noticia nSo precisa de commentario,
a reaurreico do systema de torturar da
idade media, e o nobre ministro tem o de-
ver de syndicar o facto de um assassinate
praticado pela polica.
(Continua).
Nega que essa aecuaacao seja funda-
da? exclamou Leao.
- Eu poderia recusar respooder, mas a
sua boa f evidente e eu estou disposto
a explicar-me. O senhor acabou de dizer
que a Sra. Angela Beroier foi presa.
- Sim, ha alguna dias, sob a aecuaa-
cao de um parricidio, aecusaco infame e
calumniosa.
Fernando de Rodyl lerabrou-se de re-
pente de urna conversa que teve com 0
seu amigo o Sr. de Gevrey, conversa que
reproduzimos quasi no comeco desta nar
raiiva.
O juiz de instruccao tinha-lhe prometido
formalmente n3o proceder contra Angela
senao quan o tivess provas materiaes da
sua uip ibi'idade.
Tiuh procedido.
Ligo, tinha 688^8 provas.
Em uonsequeacia, o Sr. de Rodyl res-
pondeu em tom firme :
S a Sra. B-mer est presa (sonsa
que eu ignorava) porque nao foi possi-
vel d<-ixil a em liberdade.
O s -nhor ousa acreditar que essa in-
feliz iBtttber cunplice do assassinato do
[seu pai e da tentativa contra a sua filha ?
Eu estava looge de Pariz, ignoro,
pois, o que se passou na minha ausencia ;
mas sei que a Sra. B -raier nao poda ser
prt-sa se u os motivos mais decisivos 1 Aio
da ha pouco o senhor fallou em Emma Ro-
sa, na filha dalla...
- Sua filha 1...
Minha, seja 1... Eu o confesso. Un
erro da mocidaie nao um crime. Se,
depois que torne a ver Angela Barnier,
n3o me approxmei della, por amor da mi-
nha filha, porque eu senta o amor pater-
no nascer e crescer no fundo da minha
alma, foi porque as condices em que nos.
encontramos eram inquietadoras e porque
a minha antiga amasia nao me oceultava
que a avi-rsao e o desprezo tinham substi-
tuido os sentimentos que senta outr'ora
por mim.
O senhor a tinha abandonado sem
pedade, a Ha e a filha. Poda ella ainda
amalo ? poda ella perdoar lhe ?
Qu indo tiver envelhecido, mancebo,
disse o substituto com eotonacilo melanc-
lica, cmprehender que a vida impe mul-
tas vez-s necessidades <-rueis.
Nao ha necessidades que tacam em-
mnderer a conscieneia.
Nao o iceito por juiz I replicn Fer-
nando de Rodyl, era tom altivo, e de mais
que tem o s-nhor com isso ? Que lhe im-
porta tudo 830?
Eu amo a menina Emma Rosa, disso
Leao era t >ra apaixonado. O meu mais
rlente deaejo facer della minha esposa.
Pela segunda vez o substituto estreme-
ceu.
Essas palavras o tinham commovido pro-
fundamente.
Quasi sem ter disso consciencia esteva
para estn 1er as raaos para apenar as do
mogo, mas a r> flexao o impedio.
Quem sabe porque modo Leao acolheria
esse acto ?
O senhor ama filha de Angela Ber-
nier 1 exclamou elle. Ama a minha fi-
lha ?
Com todo o poder do meu coracao,
com tolas as forcas da miaba alma. Vi-
ver sem ella me seria upossivel e eu torno
a perguntar-lhe que fim levou ella.
(Continuar te-ha.)
1
V
Tvp. do Diario roa Duque dej Caxias n. 42.
tf
^laai


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