Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19057


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Full Text
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\
i
ANNO IIII IBBO
PARA A CAPITAL B LXGAKIS* OKDE MAO SE PACA PORTE
........ 65000
......... 125000
.......... 245000
. ........ 5100
Por tres mezes adiantadoa
Por seis ditos idem......
Por um auno idem......
O&ds. numero avulso, do mesmo da.
m
12 1 SETEMBfiO DE
PARA DENTRO E FORA DA PROVIMCIA
J^Z#*
Por seis mezes adiantadoa. .
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de dias anteriores.
135500
205000
27500e
51U0
DIARIO DE
RNAMBUGO
IJroprieirate >t JHaiwel Jigurira *e Jara Mtyos
i


*
{
Os Srs. Amede Prince A C",
de Pars, stlo os nossos gentes
exclusivos de atraunrios e pu-
blic 'c3es da Franca e Ingla-
terra.
---------eeee--------
Os Srs. Wasburne llmanos.
de .\eu-lork. Broad Way u
290, silo os nossos agentes ex-
clusivos de annu clos nos Es
lados-! nidos
Aviso
A.os Srs. Assignan-
tes que se aeharemem
atrazo, scientifieamos
que devem mandar
abonar suasassignatu-
ras at o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soffram interrupcao na
remessa do Diario do
Io de Out ubro.
TELEGRAMAS
mm mmmi do ni::
RIO DE JANEIRO, 11 de Setembro, s
4 horas e 5 minutos da tarde. (Recebi-
do s 5 horas e 45 minutos, pelo cabo sub-
marino).
>o Senado, em seaao de tamitem.
Sr. conaelbelro Luis Felippe apre-
enton um reqnerlmenlo. ruja di*-
cussao firuu adiada por na* er pedi-
do a pnlnvra outro senador, sobre
violencias pralicadas pelo delegado
de polica da cldade de Bom Jardim.
s. Exc. no sen discurso, oceupou-se
do roubo praticado na Tbesouraria
de Paienda de Pernambuco.
Na Cmara dos Deputado o Sr.
Bosa Silva pronunciou boaftem um
importante discurso ssbre a recelta
eral do Imperio. *. Exc. tratou
tambem da sltuaco flnanceira de
Pernambuco e do resgate da estra-
da de ferro do Recife ao S. Fran-
cisco.
Em sessao de boje da Cmara dos
Deputados ro approvada em 3.a dls-
cusso a receita geral do Imperio.
Embarcaram boje no paquete na-
cional BAHA, para os por tos do nor-
te os deputados geraes: Drs. Jos da
Silva Mala. Francisco de Paula Pri-
mo. Alfredo Crrela de OH veira. Bea-
to Ceclllano dos Santos Ramos. Fran-
cisco Ildefonso Bibeiro de Menexes
e conselbelro Antonio loaqulm Ro-
drigues Jnior: o senador Vicente
ti es de Paula Pe*da i o presiden-
te do Cear. Or. Eneas Torreo e a
Exma. Sra. n. Caldina de Vasconcel*
los Bello, viuva do brlgadeiro Joa-
qum Cavalcante de Albuquerque
Bello.
ssBvzga u LimiL ztm
(Especial para o Diario)
DARMSTADT, 10 de Setembro.
Acaba de ebegar a esta-cldade o
principe de Battenberg.
Agenoia Havas, filial em Pornambuco,
li de Setembro de 1886.
1NSTRPGGA0 POPDLAB
X3csrox3aNrK
DA
(Extrahido) ,K
BIBUOTHECA DO POVO S JjMBlKSCOLAS
CAPITULO IV
ACUA HUMIDADE
(Conltmtac o
HumidadeO ar atmospherico est sempre
mais oa meaos impregnado de vaper d'agua; e
este vapor, mais leve do que o ar das carnadas in-
feriores, oceupa urna altura intermedia entre as
regioea elevadas e a superficie do solo, guando o
tempo est claro, o vap-r d'agua suspenso no ar
invuivel e perde-se nofund azul do co ; quando
a evaporacao muito con.,, deravel superficie d
tersa, oa quando a temperatura desea ae repente,
condensa-se aquelle vapor sob a forma de nnvens,
que depuis se desfazem em'ctiuva.
Urna pequea quantidade de vapor d'agua na
atmoapheia indispeusarel pasa- a saude do ho-
mem qnenella respira. O ar excessivamente sec-
co incoramodo e cansa doengas.
Sao, porm, muito mais conhecidos os inc nve-
aientes do ar trio e hmido, especialmente nocivo
s organisafoes fra3as, s criancas e s pessoaB
doentes. O fri hmido entorpece os membros, d
urna sensacao interna em extremo penosa e incom-
moda e produz, nos individuos que contra elle nao
usam de precaucoes, um grande numero de doencas
graves. Um grande numero de bronchites, de pleu
resias, de tsicas, de anginas, de inflammacoes in-
testinaes, de pneumonas, de rbeumacismos, de gar-
rotilhos, e ainda outras molestias, teem por causa
fri hmido, e deizariam de nos affectar se se t-
vessen empregado os meios para se lhes evitarem
os effeitos.
Convm preservar o cprpo contra a humidade
pelo uso de roupa apropriada, pelas boas coudices
dos aposentos, pelo emprgo do fogo e pela venti-
laco. Nos captulos em que traannos do vestua
rio e das habitadores, exporemos os preceitos con-
venientes, para evitar a aeco do ar hmido sobre
o-corpo e para lhe prevenir os effeitos.
CAPITULO V
tl.lHRVrttiO
!\u Claudio Bernard d nos seguintes periodos urna
idea do que este complexo de funecoes :
o O ser vivo essencialmente caracterisado pela
nutric&o. O edificio orgnico a sede de um per-
petuo movimento nutritivo, movimento intimo que
a nenhama parte do organismo consente repouso ;
cada urna d'ellas sem interrupco nem descanco se
alimenta no meio que a cerca, e para elle tambem
lanca os seus residuos e productos. Esta reno-
vaco mollecular nao accessivel observafao
directa ; mas, como vemos o sen principio e
o seu fim, a entrada e a sahida das diffjrentes sub-
stancias, formamos idea das suas pba-es inter-
mediarias e representamos no nosso espirito urna
corrente de materias que atravessa sem eessar o
organismo e o renova na sua substancia, mantea -
do-lhe a sua forma constante. Este movimento,
que se tem chamado turbilho vital, que a cadeia
ininterrupta entre o mundo orgnico e o inorg-
nico, que exitte as plantas, nunca para e a con-
dico o, ao mesmo tempo a causa inmediata de
todas as outras manifestayoes vitaes.
A universalidade de um tal phenomeno, a con-
stancia que apresenta a sua necessidade, fazem
delle o carcter fundamental do ser vivo, o car-
cter mais geral da vida. Nao admira, pois. que
alguna physiologstas se tenham delle servido para
definir a propria vida.
O movimento nutritivo comprehende duas ope-
raco.s distiactas, mas connexas e inseparaveis :
urna pela qual a materia orgnica se fixa ou en-
corpora nos tecidos vivos, como sua paite ntegran-
te ; ontra pela qual delles se separa e os abandona.
E' bastante notavel, e importa ter em conta, que
estas duas phases do circulo nutritivo se manifes-
tam de modos assim te differentes, conservando se
latente a de organeaco e tendo a de desorganisa-
caopor sigaaes sensiveis todos os pheaomenos da
vida. Neste ponto, como em quasi tudo, a apparen-
cia illude ; o que nos chamamos phenomeno da vida
, no fundo, um phenomeno de morte orgnica. Os
dous factores da nutricio sao, pois, a assimilaco a
e desassimilacao ou, por outras palavras, a orga-
nisaco e a desorganisaco.
A nutricio urna funeco muito complicada, e
para a qual nao cencorrem somente as substancias
solidas e liquidas que introduzimos no estomago.
J vimos como o ar atmospherico e a agua eram
tambem factores importantes do desenvolvmento
e da renovado dos tecidos do corpo.
(Cc-ntWa).
PARTE FF1C1AL
Goveruo da provincia
EXPEDIENTE DO Dli 1 DE 8ETEMBK0 DB 1836
Actos:
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que, em peticoes de 13 de Julbo e 14 de Agosto
ltimos, requeren o carteiro do Thesouro Provin-
cial, Francisco Cordeiro Palcao Brasil, resolve
conceder-lhe dous mezes de licenca com venci-
mentos na forma da le, em prorogaco da que
obteve por ponaria de 28 de Maio do eorrente
auno, para tratar de sua saude.
O vice-presidente da provincia, de confor-
midade com a proposta do Dr. chefe de polica,
em officio n. 799, de 17 do mes finno, resolve no-
mear Jucuudino Dourado de Azevedo para o cargo
de 2o supplente do subdelegado do districto de
Tres Ladeiras, do termo de Iguarass, em substi-
tuicao do tenente Brasiliano Rodrigues Campello,
que nao aceitou a nomeaco.
O vice-presidente da provincia, de confor-
midade com a proposta do Dr. chefe de polica, em
officio n. 855, desta data, resolve nomcar o major
Jos Candido das Neves para o cargo de Io sup-
plente do subdelegado do 1 districto de Una, do
termo de Rio Formoso, em substitaicao de Sebas-
tio 3arbosa de Hoilanda Cavalcante que nao
aceitou a nomeacao.
O vice-presidente da provincia, de confer-
midadecom a proposta do Dr. chefe de polica,em
officio n. 855, desta data, resolve nomear Jos de
Mendon^a do Reg Barros Juaior para o cargo de
1 supplente do subdelegado do 2o districto de
Una, do termo de Rio Formoso, em substituicSc
de Manoel de Barros Wanderfey, que nao aceitou
a noraeafo.
O vice-presidente da provincia, de coufor-
midade rom a proposta do Dr. chete de polica,
em officio n. 851, de 31 de Agosto fiado, resolve
nomear Francisco Ignacio de Lima Cavalcante,
para o cargo de 2* suppleate do subdelegado do 1*
districto de Pao d'Alno, ficando exonerado confor-
me ped o o actual.
O vice-presidente da provincia, de conf r-
midade com a prooosta do administrador dos cr-
relos, em officio n. 799, datado de-boje, resolve,
oos termos da lei n. 2,791, de 20 de Outubro de
1877, demittir, por conveniencia do servico pu-
blico, a Jos do Monte Lima, do lugar de aju-
dante do curris da estacao das Cinco Pontas e
nomear, para substituiUs, o cidadao Manoel Fran-
cisco Bastos.Communicou se ao aninistrador
dos correios.
Oficios :
Ao presidente da provincia do Maranhao. -
Rogo a V. Exc. que se digne de providenciar no
sentido de ser transmittidu secretaria desta pre-
sidencia a certidu do prucesao do reo Pedro Ho-
norato de Souza, que interpoz recurso de gra; ,
da pena de gules perpetuis que est cumpnndo
no presidio de rVrnaodo de Nj.- mha, imposta pelo
jury da cidade de Caxias nessa provincia.
A rrfia^ certido d. ve acompanhar urna in-
formaco do jniz da condemeacao, ou de quem n
este substituir no cargo, conforme preceia o avi-
so circular do Miuistcno da Justica, n. 287, de '8
de Junbo de 1865
Nao declarando o impetrante a data de sua con-
demnaco, e dandu-se duvida acerca da verdade-
ra pena, transmitto a V. Exc, por copia, a iufor-
macao que a tal respeito prestou o duecordo
mencinalo presidio, em oficio o. 238, datado de
19 de Agosto prximo fin Jo.
Ao Eir. Viscende da Silva Loyo.Tendo V.
Exc. sido um dos m muros di coinmUrao, qur
constitu, fim de adquirir productos para a expo-
sQao sul-americana que dever realisar-Se prxi-
mamente em B-Tliin, p la sociedade central d
geogrnphia comiiieicial dnquelia c pite i, cbeme
a aatist ci .ie nao s agradi-eer-lhe o mooo obse-
quioso poique aceiiou u meu convite, mar) tambem
iouvar-ihe o z- lo, dedicacio e p.itriotismj com que
coucorreu para o cabil des iup.-uhs dos trabaihos
da referida commisso, qual me dirijo hojd, lou-
vando t agradeeendo o relevante serv90 que pres-
tou.
Mutati mutandii ao BarSo de Serinhaem,
eommendadores Joao Fernandez Lopes, Joseph
Krause e Aatonie Gomes de Miranda Lal, tenen-
te coronel Jos Fiuza de Oliveira e o cidadao An-
dr Mara inheiro.
Ao presidente e membros do Centro da La-
voura e Commercio.A co nmisso que constitu
afim de adquirir productos para a exposico sul-
americana, em Berlim, de que trata o officio de V.
Exc, de 25 de Junbo do corrente anno, remotteu-
me, com offuio de 25 de Agosto lindo, junto por
copia, o catalogo incluso dos productos e materias
primas que em 39 volumes foram remettdas no
da 14 para aquella capital, pelo que agradec
hojo mesma commisso, composta do Visconde
da Silva Loyo, Baro de Serin'jem, eommenda-
dores Joo Fernandes Lopes, Joseph Krause, An-
toaio Gomes de Miranda Leal, tenente-coronel
Jos Fiuza de Oliveira e cidadao Andr Maria Pi-
nheiro, o modo porque correspondern! ao appelto
a que tauto iateresse manifestaran! o governo im-
perial e essa assocR9o.
Aos Srs. presidente e mais membros da com-
misso encarregada de adquirir productos para a
Exposicaj Sul- America em Berlim.Accu-j o re-
cebimento do officio de 25 de Agosto prximo fin-
do, com o qual Vv. Ss. me remetteram alguas
exemplares do catalogo dos objectos que envia-
ram para Berlim, afim de figurarem na Expos9o
Sal-Americana promovido pela Sociedade Central
de Geographia Commercial d'aquella capital.
Estando assim finda a commisso de Vv. Ss.,
tenho a satisfaco de manifestar-Ins o meu sin-
cero agradecimento pelo modo obsequioso por que
correspondern! ao me'i pedido, aceitando aquella
incumbencia, e de testemunbar-lhes o zelo, dedi-
ca9o e louvavel empenho com que prestaram esse
relevante aervigo ao Estado, promovendo, embora
em um periodo muito limita4o, a acquisico dos
referidos objectos, com o que constituirn! por
parte d'esta provincia um valioso contingente
para a supradita Exposicao, pela qual tanto inte-
reese manifestaran] o governo imperial e a direc-
tora do Centro da Lavoura e Commercio da
Coi te. .
Sirvam-se Vv. Ss. de significar a todos os cida
daos que offereceram ou concorreram para a acqui-
siyo do honroso e louvavel procedimento pelo pa-
triotismo que revelaram com seus productos, a
satisfaco de que me acho possudo.
Reitero a V. S. os meus protestos de subido
apreco e considera9o.
Ao Dr. ehefe de polica.Convm que V. S.
providencie de modo a que pelo administrador da
Casa de Deteoco sejam prestadas e remettdas
Secretaria d'esta Presideuca informa90es a res-
peito do procedimento do sentenciado a gales per-
petuas, Manoel Jos Maria, que interpoz recurso
ao Poder Moderador, pediado perdo d'aquella
pena.
Ao presidente da Cmara Municipal do Re-
cife.Providencie V. S. para que sejam enviados
Secretaria de Polica, amanh, s 3 horas da
tarde, os livros que serviram na eleico que teve
lugar no da 23 de Agosto fiado, na primeira sec-
9o da freguezia do P090 da Panella, afim de pro-
ceder-se vistora requerida ao delegado do 2
districto da capital por Francisco Jos Guedes de
Lacerda.
Ao presidente e membros da directora da
ABsociaco Commeicial Beneficente.Acenso re-
cebido o oficio de 25 de Agosto fiado, em que Vv.
Ss. participam a esta presidencia o resultado da
eleico dos novos funecionarios que teem de diri -
gir os trabalhoa d'essa Associaco no corrente
anno social.
Prevale90-me da opportunidade para apresen-
tar a Vv. Ss. os meus protestos de estima e coa
sideraco.
Ao inspector geral da Instruc9o Publica.
Declaro a Vine, em resposta ao seu oficio n. 243,
de 7 de Agosto fiado, que, nio tendo o ex-profes-
sor contractado Phladelpho Barroso da Silva as-
snmdo no prazo legal o exercicio da cadeira de
Afogados de Ingazeira, para a qual foi removido
em virtude de permuta, e havendo sido concedida
a rescso do respectivo contracto, nao podem,
vista do art. 126 do regulamento de 7 de Abril
de 1879, ser justificadas as faltas que deu dentro
d'aquelle prazo o mesma professor.
Ao mesmo. Autoriso Vmc. a justificar as
faltas de exercicio escolar do professor Floriano
Baptista de Oliveira, de que tracta em seu officio,
a que respondo, n. 282, de 31 de Agosto findo.
Ao mesmo. Respondo ao officio que Vmc.
dirigi-me em 26 de Agosto fiado, sob n. 270, de-
clarando-lhe que a licenj ltimamente concedida
ao jirofessor Manoel Carlos Vital, deve ser conta-
da do 1." do referido mez de Agosto, conforme
fui mencionado na respectiva portara.
Ao commandante da escola de'aprendizes
marinheros. Paco apresentar a Vmc.,' afim de
serem alistados na esc >la sob seu commando, urna
vea que estejam as condices do respectivo regu-
lamento, os menores Antonio do Carmo Franca a
Paulino Vicente Ferreira, os quaes foram remet
tidos, por insubordinados, pelo director da Colonia
Orphaologica Isabel, para o fim indicado no art.
73 do regulamento da referida Colonia.
Ao cemmandante interino do corpo d? poli-
ca.Providencie Vmc. para qae, com a mxi-
ma brevidade, no districto de Maneota, con: arca
de Igoarass, destaque um cabo e quatro pracas,
retirando para esse fim duas de Timbaba, urna
de Maranguape, outra de Pao Branco, e sendo o
cabo designado por Vmc, a quem Deus guarde.
Communicou-se ao Dr. ebefe de polica.
Ao engenheiro chefe da reparticao das Obras
Publicas.De conformidade com a iuformaco de
Vme., em "ffico n. 154 de 26 de Agosto ultimo,
n'esta data defer a petieo do apontador d'essa
reparticao Francisco de Paula Souza LeSo abo-
nando-lhe as faltas que deu durante o mez de Maio
d'este anno. Communicou-se ao inspector do
Thesouro Provincial.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Li-
moeiro.Reiteiro a Vmc. a requisico feita por
esta presidencia em officio de 29 de Outubro de
1885, no sentid de ser ministrada a copia do pro-
cesso do rj Matbias, escravo de D. Joanna Ma-
noela Cavalcante, o qual interpoz recurso de grasa
da pena de gales perpetuas em que lhe foi com-
mutada a de mo te, imposta pelo jury do termo de
Limoeiro em Deseinbro de 1862.
A referida copia deve ser acompanhada da ir-
formacAo de Vmc, conforme preceita o :< viso cir-
cular do Ministerio da Justica n. 287 de 28 de
Juuho de 1865.
Portara :
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar corte, na primeira opportunidade,
p ir conta do Ministerio di Marinha, o voluntario
para o servido da armada Antonio Jos de Barros
e o desertor da eorveta Primeiro de Margo Anto-
uio Jos de 3ouza, os quaes, tendo sido apresen
tados pe o Dr. chefe de polica, sao para all re-
mettidos pelo inspector do Arsenal de Marinha
disposico do Quartel General de Marinha.Com-
municuu se ao inspector do A. seal de Mari-
nha.
EXPEDIENTE DO SECB.ETAB.I9
Oficios :
Ao commandante das armas O Exm. Sr.
vice-presidente da provincia manda declarar a V.
Exo. aara seu eouhecimento, que na petico de
Ann*^ypa da Conceiso sobre qae versa a sua
infurmaei/J de 24 de Agobto findo, soo n. 436, pro
ferio buje o seguintt* despacho :Em vista das in-
formuso s nj p le ser attendida a supplicante.
- Mutati mutandU ao d:rector do Arsenal de
Guerra, informaco n. 550 de 26 de Agosto findo.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
De ordem de ilsftxc. o Sr. vice-presidente da pro-
vioci devolvo a V. S., para os fins convenientes
os dote inclusos, ttulos de aforamento de terrenos
de marinba, que se acham assigaados pelo mesmo
Exm. Sr. na conformidade do pedido constante do
officio Q'essa Thesouraria de 30 de Agosto ultimo,
n. 624.
EXPKDIEMTE DO DIA 3 DE SETEMBRO DB 1886
Oficios :
Ao presidente da provincia da Parahyba.
Rogo a V. Exc. que se digne de providenciar no
sentido de ser transmitida secretara d'esta
presidencia a certido do processo de Flix Go-
mes, eseravo de Antonio Gomes, o qual interpoz
recurso de grasa da pena de gales perpetuas, que
lhe foi imposta em Maio de 1860 pelo jury de Ca-
baceiras. n'eSVa provincia :
A certido deve ser acompanhada da informaso
do juiz da f'-i-sdemn-ifo, ou de quem a este suc-
cedeu no cargo, conforme preceita o aviso crcu-
lor n. 287 de 28 de 1865.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia
do Recife.Digne-se V. Exc. de expedir suas or-
dena psr:; que seja recolhido ao Hospicio de Alie-
nados o 2 cadete do 14 batalho de infantaria,
Joaguim Francisco Ltvra, que est sjffrendo de
alienaco mental, segundo declara o brigadero
commandante das armas em officio n. 447, de hon-
tetn datado.Communicou-se ao commandante das
armas.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Mande V. S. ajustar contas ao alteres do 2 bata-
lho de nfantaria Miguel G 109*1 ves de Castro
Mascarenhas, que segu para a corte por estar s ,f-
frendo de beriberi.
Ao inspector do Thesouro Provincial.-Ten-
do em vista o exposto nc oficio do Dr. chefe de
polica e na informaeo d'esse Thesouro de 30 de
Julbo e 17 de Agosto ltimos, ns. 74 e 88, de-
claro a Vmc. que o fornecimento de alimntaselo
para os presos pobres da Casa de Detenso, rela-
tivo ao trimestre viadouro de Outubro a Dezem -
bro dever ser levado, prasa de accordo cam a
tabella n. 2 appensas regulamento de 18 de Mar-
90 do anno prximo paseado.
Ao inspector do Thesouro Provincial. Pelo
officio de Vmc, de 26 de Agosto ultimo, sob u. 97,
fico inteirado de haver sido arrematado perante a
junta d'esse Tnesouroo arrendamento da saleta do
theatro de Santa Isabel por Martins Viegas & C.
durante o praso de um biennio razo de 501/000
annuaes. Communicou-se ao administrador do
theatro de Santa Isabel.
Ao engenheiro chefe da Repaptico das Obras
Publicas. A' vista do que Vmo. expe.em offi-
cio de hontom datado sob n. 158 acerca da fisca-
lisaso da illaminayo publica da cidade de Olin-
da que nao pode ser feita por um s empregado,
autoriso a dividir o respectivo permetro em dous
districtos O nomear um guarda para certificar o
accendimento a apagamento dos lampees de no-
vo districto percebeudo a gratificaco measal de
604000 que ser paga pelo producto das multas
impostas companhia e no caso de insuficiencia
pela verbaEventuaes. Communicou-se ao ins-
pector do Thesouro Provincial.
Ao camnsandante interino do Corpo de Po-
lica. Tendo em vista o que representa o Dr.
chefe de polica, no incluso oficio, por copia, desta
data, n. 884, recommendo a Vmc. que fasa quan
to antes retirar todas as prasas do de*tacameuto
de Itamb, indo para all outras commanuadas
por um oficial, providenciando igualmente para
que destaquem quatro e um cabo no povoado Ca-
ne d'aquella comarca.
Ao bbliothecario provincial. Tendo esta
presidencia feito acquisiso dos livros da antiga
iivraria do convento de S Francisco da cidade de
Oiiu.ia, qua se acham em estado de serem apro-
veitados e recolhidos Bibiictheca Provincial,
haja Vmc. de promover dito recolhimeoto, enfeu-
den io-se respeito com o cooego Mauoel Joo
Gomes, guardio do dito convento.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Pal-
mares. Couvem que Vmce providencie, no sen-
tido de ser enviada secretaria a certido do pro-
cesso do rj Jos Francelino Gomes da Cruz, que
interpoz recurso de grasa da pent de 20 anus da
priso com trabalho imposta pelo Tribunal de
Jury do termo de Palmares, em sesso de 16 de
Abril de 1885.
A referida certido deve ser acompanhada da
informaeo de Vmc, conforme preceita o aviso
circular n. 287 de 23 de Juuho de 1865.
Portaras :
O Sr. agente da Companhia Brasileira fasa
transportar corte por conta do Ministerio da Ma-
rinha, no vapor Para, procedente dos portos do
norte, o aprendiz marinheiro Julio Martina, o
qual, segundo consta de offLio do commandante
da respectiva escola de hontem datado, sob n. 161,
remettido para all disposico do quartel ge
neral de marinha. Communicou-se ao dito com-
mandante da escola.
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar corte, por conta do Ministerio da
Guerra, no vapor procedente do norte, o alteres
do 2- batalho de infantaria Miguel Gmsalves
de 1 "astro Mascarenhas, que se acha affectaio de
beriberi. secundo declara o brigadeiro comman
dsnte das armas em oficio n. 446, de hontem da
tado. Communicou-se ao commandante das ar-
mas.
aXPBDIEHTE DO 3ECBETABI0
Oficios :
Ao commandante das armas. De ordem
do Exm. Sr. vice-presidente da provincia, declaro
V. Exc que autorisou-se o Arsenal de Guerra
a satisfazer o pedido que acompanhou o seu officio
n. 445, de hontem datado.
Ao director da secretaria de estado dos ne-
gocios do imperio.De ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, respmdo ao officio de
V. S., n 3,603 de 21 de Agosto findo ao qual
acompanba um requerimento, que devolvo do Rvd.
Flix Jos Marques Bacalho declarando-lhe que
esse sacerdote fallecido desde 16 de Junho de
1882, segundo commuaicou o Exm. Sr. bispo dio-
cesano em officio de 17 de Julho do mesmo anno.
Ao Dr. Matheas Vaz de Oliveira. Achan-
do-se nesta secretaria o decreto de 19 de Junbo
ultimo pelo qual foi V. S. nomeado para o lugar
ne inspector de hygiene desta provincia, assim lhe
declaro de ordem do Exm Sr. 1- vice-presidente
da provincia, para que se sirva de solicital-o afim
de ser installada a respectiva junta.
Ao Dr. Belchior da Gama Lobo. Achando-
se aesta secretaria a portara do goverao imperial
pela qual foi V. S. nomeado para o lugar de mem-
oro da inspectora de hygiene desta provincia assim
lhe declaro de ordem do Exm. Sr. 1. vice-presi-
dente da provincia para que se sirva de solicital-o,
afim de ser installada a respectiva junta.
Ao agente da Companba Brasileira..S.
Exc. o Sr. vce-preedente da provincia ficou in-
teirado pelo oficio de hoje que, o vapor Para, en-
trado s 6 horas da manh dos portos do norte se-
guir hoje mesmo s 6 da tarde para os do sal.
DESPACHOS DO DIA 10 DE SETEMBEO DE 1886
Adelina da Silva Ramos. Informe o
3r. inspector da Tbesouraria de Fazenda.
Candido Tbiago da Costa Mello. A
guarde o crdito hoje solicitado do governo.
Contraria de Nossa Senhora da Sol da-
de da Boa-Vista. Deferido com o officio
desta data ao Thesouro Provincial.
Companhia Brasiliam Street Railvay.
nforme o Sr. inspector do Tnesouro Pro-
vincial.
Gustavo da Silva Antunes. Indeferido.
Manoel Sesmo de Albuquerqu.'. Ma-
ranhao e sua mulher. Concedo.
Manoel Vicenta Ferreira Lima. Infor-
me o Sr. Dr. chefe de polica.
Miguel. Remettido ao Sr. Dr. juiz de,
orpbSos em exercicio no termo de Bom
Jardim, para attender como for de justija
oa forma dos arts. 34 a 36 do regulamen-
to n 5135.
Severino. dem.
Severino de Andrade tenente-coronel
Francisco Pereira de Carralho e Luiz Laek
' Informe o Sr. inspector do Thesouro
Provincial.
Vicente de Assis Tavares. Remettido
ao Sr. director do presidio de Fernando de
Noronha para satisfazer o pedido, devol-
vendo esto requerimento.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 11 de Setembro de 1836.
O ajudante do porteiro,
Antonio F. da Silveira (arvalho.
Repartidlo da Polica
Seccao2.' N. 833. -Secretaria da Poli-
ca de Pernambuco, 11 de Setembro de 1886
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos Casa de
Detenco os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jos Cre do N-i aciment vin-
do do termo de Pao d'Alho como criminoso.
A'ordem do subdelegado do Recife, Misael da
Fonseca Diniz, minha disposico.
A'ordem do do Io districto de S.Jos Jacob,
escravo de Antonio Barbas de Araujo Coutinho,
por disturbios.
A' ordem do do 2" districto de 8. Jos, Manoel
Francisco de Almeida ou Senna, por disturbios.
A' ordem do do 1" districto da Boa Vista, Clau-
dino Francisco dos Santos e Eduardo Jeronymo
dos Santos, por embriaguez e disturbios ; Pedro
.Vlalaquias e Joo Nepomuceno, escravo da viuva
de Joo Correia por disturbios.
A' ordem do de Apipucos, Benedicto Gomes, por
crime de defloramento.
Em data de 5 do corrente procedeu o delegado do
termo do Brejo da Madre de Deu3 a visita da res
pectiva cadeia, onde foram encontrados 16 reos
sentenciados, 4 appellados, 5 pronunciados e 1 que
Cita sendo processado.
O cidadao Manoel Antonio Ferreira Gomes reas-
sumi nesta data o exercicio do cargo de subdele-
gado do 2 districto da Grasa.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digao vice-presidente da provincia.
O chefe de poli-a, Antonio Domingos
Pinto. t
Cominando das Armas
QAETEL GENEBAL DO COMSlANHP DAS AR-
MAS DE PERNASIBUCO, EM DESETEMBBO
DE 1886-
Ordem do dia n. 119
Faso publico para conhecimento da guarnicao
e fias coaveaieates que, ua forma do 4 do art.
2 do regulamento que baixou com o decreto n. 293
de 8 >le Maio de 1843, nomeei nesta data, interi-
namente para conmandar o Forte do Buraco o
Sr. major reformado do exercito Emigdio Francis-
co de Souza Magalhes, que dever recbelo com
as formalidades doestylo ; revertendo o Sr. tenen-
te honorario, Antonio de Albuquerquo Maranhao
s suas funecoes de ajudante.
( Assignado ) O brigadeiro Agostinh"
Marques de S, commandante das armas.
(Conforme)O tenente Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordens inte-
rino e encarregado do detalhe.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 11 SETEMBRO DE 1886
Jos de Assumpcao Oliveira.Ao Sr. Dr. admi-
nistrador do Consulado para attender.
Ponto da secretaria da Assembla.Ao Sr. pa-
gador para os devidos fias.
Dr. Antonio Bruno da Silva Maia, Manoel Al ves
Guerra, Agostinho Bezerra da Silva Cavalcante,
Fieldem Brothers, Companhia Brasilian Street
Railway, Pereira Carneiro & C, officio do Dr.
procurador dos teitos, promotor de Flores, Joaquim
Lopes Machado,' Severiano de Andrada e outros,
Jos Joaquim Al ves, e Bento de Freitas Fomes.
Informe o Sr. contador.
Pret do corpo de polica.Examine-se.
Pedro Alexandrino Correia de Mello e Livra-
mento & C. e outros.Entregue-se pela porta.
Joo Cecilio de Almeida.A vista das informa-
coes nao ha que deferir.
Isabel Francisca da Costa Amaral Lobo, Ma-
ra Leopoldina da Silva e Manoel Alves de Araujo
Certifique-se.
Pret e tolha do corpo da polica, Francisco Gib-
son e Adolpho Jos de Araujo.Pague-se.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 10 DE SETEMBRO DE 1886
Antonia Theodora de Albuquerque & C.
Pedrosa & 0. Jos Antoaio de Souza,
Francisco Martins Gomes & C e Isaac Gon-
salves Machado. Informe al.* seceSo.
- 11 -
Joaquim Jos Martins, Jos Velloso Soa-
res & C Manoel Jernimo Vieira, Joao
Manoel Lipes Braga, Antonio M. Marques
F.;rrer\, Alves & Fernandes, Manoel Ro-
drigues da Silva, Silva Fernandes & C.
Manoel dos Santos Falcao, Dr. procurador
dos feitos e Galdino dos Santos Nuaes de
Oliveira. Informe al.* secsao.
R. Drusioa & C Informe a 2.* secjSo.
Rita Maria dos Prazeres. A 1.* scelo
para os deudos fins.
Joaquim Goncalvcs CascJo, Severino
Martins, Bruno da Silva Carvalho & C.
Eustaquio & C. Ismael de Oliveira Gui-
maraes, Lopes Albeiro & C. e Francisco
Salles de Albuquerque.Informe al.*
secc2o.
Paschoal Jusselle. Al* secso para
os devidos fins. .
Andrade Lima & Irmao e Barao da So-
ledade.-- Informe a l.1 scelo.
Instruceo Publica de Pernam-
buco
DESPACHO DO DIA U DE SETEMBRO DE
1886
Antonio Candido Ferreira, professor pu-
blico. Encaminhe-so.
Francisco Marques da Trindade, profes-
sor publico. Abono as faltas dadas pelo
supplicante de 24 a 31 de Agosto.
Manoel Delphino de Medeiros Favilla,
professor publico. Encaminhe-se.
Joao Mauricio Pires.- Exhiba o sup-
plicante o contracto de que trata o art.
122 do regiment das escolas.
Francisco Lucio de Castro. Justifico.
Secretaria da instruceo publica de Pe
nambuco, 11 de Setembro de 1886.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
PERHAMBDCO
Assembla Provincial
DISCURSO PRONUNCIADO PELO DBPUTADO
RODRIGUES PORTO, NA SESSAO DE 11 DS
JUNHO EE 1886.
O Sr. Ilodrigne* PortoSr. presidente:
Nao posso dexar de vir a tribuna contestar as
aecua icoes que immercidamente acaba de faser o
meu nobre collega de districto o Sr. Juvencio Ma-
riz contra o delegado de Polica da cidade de Ca-
ruar disse S. Exc. no requerimento que submettea
a consider.tco desta casa que estando com eea
amigo de Caruar esse lhe informara que henten
nesta cidade all fora brbaramente esbordoado um
pobre velho de nome Eustaquio por Jos dos San-
tos Vieira auxiliado pela polica
O Sr. Juvencio MarisQue compadre do no-
bre deputado.
O Sr. Rodrigues PortoE que depois de espaa-
cado indo pedir providencias ao delegado, este lhe
dissera tenha paciencia que bom para a vista.
O Sr. Juvencio Mana d um aparte.
O Sr. Rodrigues PortoPosso affirmar a Y.
Exc. Sr. presidente que o aobre deputado foi mal
informado, aind 1 hontem recebi cartas de amigos
d'aquella localidade cartas que tive oceasio de
mostrar ao nosso distincto collega Dr. Jos Ma-
noel as quaes se me denunciaram abns lencias commettidas por alguna amigos do nobre
deputado os nicos que all procedem mal.
O Sr. Juvencio Mariz d um aparte.
O Sr. Rodrigues PortoComo j disse, Sr. pre-
sidente, ainda hontem recebi cartas de amigos as
quaes se me dizia e contrario das aecusacoes co-
udas no requerimento em diseusso sendo qae, e
que houve foi o seguinte : sahindo em paseeata
diversos amigos que fazem parte da msica con-
servadora n'aquella cidade, algune amigos do no-
bre deputado despeitados por se haver declarado
conservador o msico e eleitor Joaquim Jos de
Moraes pretenderam tomar urna disforra atacando
a mesma msica o que nao nao conseguiram pela
intervenca da polica sem que nessa oceasio se
desse o menor incidente: esta a verdade firmada
por cartas que como j dissl hontem recebi de
amigos de Caruar j v a casa que o nobre depu-
tado fra mal informado, e depois S. Exc. deve
saber que as autoridades poiiciaes de Caruari sao
por demais prudentes e mesmo condescendentes.
O Sr. Juvencio Mariz Mal informado foi V.
Exc.
O Sr. Rodrigues Porto V. Exc. deve ser mais
escrupuloso em suas aecusacoes; nao contesto o di-
reito que tem V. Exc., como todos nos,.de denun-
ciar os factos, porem antes de assim procedemos
devemos firmal-os em provas, e nao em informa-
9o de pessoas que costumam inverter os factos.
O Sr. Juvencio Mariz d um apaite.
O Sr. Rodrigues Porto Conseguinteioente 8r
presidente, tendo esclarecido os (actos adulterados
no requerimento do nobre dvputado e restabeleci-
da a verdade espero que a maioria desta casa vote
contra o requerimento.
O Sr. Juvencio Mariz Nao era necessaris S.
Exc. pedir.
0 Sr. Rodrigues PortoAgora, Sr. presidente,
vou dar urna ligeira resposta ao ponto em que o
nobre deputado declarou que eu fra injusto ao
discurso que profer nesta casa sobre forga poli-
cial quando pedi providencias contra os abusui
commettidos pelo juiz municipal do Brejo ; as ae-
cusacoes que fiz contra esse juiz foram firmadas
em pessoas criteriosas, e o nobre deputado conhece
perfeitamente que n) commetti injustica ; de-
nunciei os factos, disse a verdade, e duvido mesmo
que, S Exc d sua palavra de honra de que esse
juiz nao abandonou o termo sem licen9 por mais
de mez.
O Sr. Juvencio Mariz Em que tempo ? No
tempo das ferias.
O Sr. Rodrigues PortoV. Exc. est comple-
tamente engaado, e quando assim fosse elle nao
podia abandonar o termo, nao podia ausentar se
delle por mais de 24 horas e como o nobre depu-
tado sabe da cidade de Palmares ao Brejo, dislate
mais de 40 leguas.
O Sr. Jnvencio Mariz V. Exc aecusou um
magistrado distincto.
O Sr. Rodrigues Porto Nao ponho duvida na
afirmativa de V. Exc, mas o que asseguro, que
esse nsagistrade nao procedeu bem abandonando o
termo, preterindo assim os interesses da justi9a, e
das partes.
O Sr. Juvencio Mariz d um aparte.
O Sr. Rodrigues Porto Tod s as informaces
sao suspeltas para o nobre deputado quando nac
procedem de amigos de S. Exc. j v* portanto esta
Assembla que nao fui absolutamente injusto as
providencias que pedi contra esse magistrado a
quem nem ao menos conhe90.
Responderei ainda, Sr. president ao ponto em
que o nobre deputado disse que en fra tambem
injusto para com o Sr. Dr. Uiysses Vianna.
O Sr. Juvencio MarizCarcter muito distincto
e mo9o muito Ilustrado.
O Sr. Rodrigues PortoNao contesto a llus-
traco d'esse cidadao. porm, asseguro ao nobre
deputado e casa, que o Sr. lysses Vianna nao
procedeu bem na misso que lh foi confiada pelos
seus amigos de Caruar como passarei a demonstrar.
Em Novembro do anno pasado o nobre deputado,
de accordo com seus amigo?, remettera, por inter-
medio do Sr. lysses Vianna, urna representacao
ao Exm. Sr. presidente da provincia, com o fim de
peiirem providencias sobre a liberdade do voto
no pleito que dtviater lugar no dia 15 de Janeiro
passado; pois o nobre deputado redigmdo essa re-
presentacao teve somente por fim, como foi dito por
8>-us amigos, psdir provisoriamente ao presidente
da provincia sobre a liberdade do voto, e que esse
era seu nico intoito ; mas, Sr. presidente, o que
succedeu? Tendo sido rem-ttida essa repre-
sentacao ao Sr. Dr. lysses Vianna para man-
dar publical-a, elle aaulterou-a completamente,
e em vez de ter sido publicado aquillo que se ha-
via combinado na reunio, elle auf-stituio por ou-
tra com sua propria letra, na qual somente conti-
nha aecusacoes injustas eontra as autoridades po-
iiciaes, e contra o distincto juiz municipal de Ca-
mar.
(Contestacoes da bancada liberal.)
O Sr. Rodrigues PortoConsegumtemente, Sr.
presidente, um cidadao que assim procede, abu-
sando da confian9a de seus amigos, nao est cima
de toda excep9o.
O Sr. Juvencio Mariz d um aparte.
O Sr. Rodrigues Portoli assim, Sr. presidente,
quando foi publicado o abaixo assiguado no ort;o
do partido liberal, muitos amigos do nobre depu-
tado se mostraram seriamente contrariados, pela
inverso dos factos, sendo que d'entre esses, o ca-
pito Gregorio, prente do Lobre deputado, decla-
rou me, e a mais pessoas, nao ter sido aqu-dle o
abaixo assignado que havam remettido ao Sr.
lysses Vianna.
O Sr, Juvencio MarizD um aparte.
O Sr. Rodrigues PortoNao ba tai, eu vio
proprio original do tal abaixo assignado remettido
ao presideute da proviucia cscripto com letra do
ir. lysses Vianna, que se achava nesta espita

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Diario de PemamhacoDomingo 12 de Setembro de I
asa a verd-.de qu > V. Exc. nao p le contestar e
assim nao fui injusto cnui acaba do dizer o noore
depurado. S. Exc. de ve estar convencido de que
So commotto iajusticas contra quem quer que
eia por espirito partidario como procede o noore
epatado.
O Sr. Juvencio MtrizD um aparte.
O Sr. Rodriges PortoV. Exc. est convencido
do contrario.
Um Sr. Deputado E as firmas da representado
sio falsas?
O Sr. Ro rigues PortoSe as firma* sao ou nao
falsas, a tal repraaent ie.T o e. (Troca no mantos
apartes.
O Sr. Juvencio: MaraNa) foi tal.
O Sr. Rodriga PortoTeudo partanto Sr.
presidente respondido se ana qne em pone is pla-
vras, as consideraeoes d aobre deputado, declaro
a S. Exc. e cas ajas n'tniaa nutnifeatei uuie e
simples mente a va-oVde.
Tcnho concluido-.

KtvSTA DIAR17
Tbi'fiourariu drFniendaPor acto da
presidencia da provincia, datado da 10 de jrren-
le, foi, por proposta do inspector da Thesouraria
de Fazenia, guapeuso do ezrcicio de thcsuureiro
des'a repartilo o bacharel Eduardo de Barros
Falda de Lacerda.
Por outros de hontem datados, foi auepeoso do
exercieio de inspector da mesma Thesouraria o Sr.
comn 'ndador Antonio Caetano da Suva K dly, e
disp ras :do il i earg > de procurador fiscal uterino
ob.i'i.rel Duirte Estevao.de Oliveira, sendo no-
mea i. p ira j substituir, o bacharel Olyrapii Mar
la Silva.
Cmara. Municipal do Recite Co-
ra-c u hontem nesta Cmara a apurad) da elei-
cil i de varead >res. em 2" escrutinio, sob a presi-
dencia Jo Sr. D:\ Jos I. )s iri o de Ceiqueira, visto
estar impedid i o presidente da raesma, Sr. Dr. An-
Siqueira Carneiro da Cuaba.
Fi.in apuradas apenas as eleicoes das seguin-
tes frcguez'as S. Frei Pedro Gonealves, Saato-An-
S. Jos, 8 a-Vista, Graca e 1* scelo d.i
i da Panellu.
r aaaanhS a apurado do restante.
T-Uta nal du Jury do BecifeEm
sesaac de hmtem, foi julgado o reo Vicente Fer-
Pires pronunciado no art. 193 do Cod. Criin.
Fot patrocinado pelo acadmico Carlos Mar>ano
Quinao Jiueno Filho.
O reo. toi condemnado pena de 7 anuos de pri-
alo, ?ro minimn do referido artigo.
Forie do BuracoO Exm. Sr. brigadeiro
commaniantj das armas nomeou hontem interina-
mente para commandar o forte do Buraco, ao Sr.
m j ir reformado do ezercito Emygdio Francisco
de Souzs Magalhes.
P.. A.daium. H \v c & C, agentes da Companhia da
Real M Ja, c unmuuicaram nos hontem o seguinte :
o Recebemos aviso hoje, por telegramma do Rio
de Jaoeifj, que o vapor Mondego smento sabio
dxqu,: I p rte hontem (10) s 4 horas da tarde,
sta razo s pode chegar ao nosso porto no
di t I
Vapor GiqtiiAinda foi transferido, por
sordera superior, para o dia 14 do corrente, a sabida
d'. ata vapor p ira o presidio de Fernando de No-
r iba.
N. Francisco -Este vapor a Companhia
Peena nbucana, sahir s 5 horas da tarde de 14
do corrente, em viagem extraordinaria para o por-
to de Mossor, no Rio Grande do Norte.
soportante doacaoO lllm. Rara. Sr.
vi^ rio de Palmares, padre Francisco Auianao
de Souza Arauio, fez doacao ao colleeio das or-
phia de Santa Thereza, a cargo da Santa Casa de
Misericordia, de tres casas reunidas que sobre um
.terr .10 de 102 palmos, toreiro irmandade das
Almes, plagan no povoado di S. Lourenco da
Matta.
11 acto meritorio pratic ida pelo distincto sacer-
dote, recommenda-o a gratidao publica e poe bem
pto relevo os sentimentos caridosos que abriga em
suu corseas esse ministro do altar.
Possa to digno e louvavel acto ser imitado
por oatros em cujos coracoes pulse o amor do pr-
ximo.
Club Internacional de Regata
H. je., s 3 horas da tarde <* na baoia de Santo
Amaro, roilizar se-ha a seganda regata promovida l .nar a anterior; no plano testa, porm, o que me
6.* scelo Deacobrimento do homem petante a
historia natural.
Contraria do Llvramenlo do Be-
cife.Como de costme, esta corporaclo, celebra
boje a festa de sua excelsa padroeira, a Senhora
do Livremento. Constara de miss* solemne s 11
horas da manh, orando no Evangelho o Sr. viga-
rio de Santo Antonio, commendador Manoel Mo-
reira da Gama, e de Te-Detm em que pregar o
Rvd. Fr. Augusto da Immaculada Cooceicao Alv s.
As 4 hora da tar e haver a Be*oura em roda
da igr ja.
A orcaaatra aera regida pelo bem conheaitt
paacssor Joao Polyearpo Soa rea Roaa.
Cm todoaovaatus tocar a'baad de tausiaa di
2." bitalha da iafantaria.
Club acadmica De. Seabra-Fanc
ciooon no dta 9 este Club em sessa ordinaria sao
a pacsideacia Km lida e approvado a aat* da aasso ante-
rior .
Tomaram .ssento coidj socios effeetivos os Srs.
Fernandes de Oliveira, Senna Jnior e M. de Pi-
ub i.
0 Sr. Araujo propoz, que se lancasse na acta
um voto de p zar pelo fall^cimento do digno mes-
tre Dr. Grajiaoo do Paula Baptista, proposta
esta que foi approvada.
Tendo-ae procedido eleico para os cargos que
seachavam vagos, a directori* ficoJ a3sim consti-
tuida :
Presidente A. Carvalho.
1 Vice-presid-ntePolyenefo Ribeiro.
2. EMtoAutonio J. de Arauio
1." SecretarioPedreira Franca.
2. DitoFerreira Lima Jnior.
OradorCost. Pinto.
Vice-oradorGracilian3 de Freitas.
ThesoureiroFigueiredo Seixas
O Sr. Pbdreia Franca ditsertou. sobre a th.se
s.guinte:
As serviddes ext-iujuem se pelo non utend? o
Na prxima sesso podero ser dissertadas, a;
eguiutes th'jsea, alm das que fiuaram adia-
das :
l. A /orea obrigatoria dos pactos diriva-se de
sua propria natureza intima f
2 O art. 61 da Coitstiiuic&o imperativo t
3. as hypotheses do art drt subsiste a capaci
dade de direof
Te.n de dissertar tbeses na prxima sesso os
Srs. Carvalho, Graciliano e Feraandes de Olivei-
ra, que foram sorteados n'esta sesso e os Srs. Sei-
xas e Garcez, que tinham sido- sorteados na ses
sao pasaada.
Nada mais havendo a tratarse o Sr. presidan11
levantou a sesso.
Cmara municipal de OlindaCjuj-
municarim-nos o seguinte :
Afiual reunio-ae na se^uada-feir-i a cmara
municipal de Olinda para tomar conhecim^ato da
portarla pela qnal S. Exc d u provimeut) ao re-
curso do gerente da companhia .Santa Thereza,
mandando repr no estado primitivo a servida.)
publica que em beneficio de axn proprietario foi
tomada por con3trucco :s de seu exclusivo inte-
resse.
Quando, porrn, todos csp'ravam que os Sis.
Edis, obedecendo ordem superior, aprovitasaem
jeuielbante opp-rtuiiidade para em.'udtr a ma
sobre um facto que eternamente os poder preju-
dicar ; eis que ltvanta-se calorosa discusso sobre
materia indiscutivel a pretexto de qu* seim'lhanfe
portara nao passava de urna machinaeo capri-
chosa do gerenta e do Exx. Sr. Bari de Taca-
runa, nico vereador qoa sempre contra o voto
dos demais n'esta queeto se tem manifestado.
o O Exm. Sr. Dr. presidente da provincia, que
tio acertada e eaerfrcam:n*e se honve n'essa
questo, nem ao menos da culposa r'soluco ter
conbecimento se isoladamente nao a vier dar o
Exm. Sr. Baro. Onde iremos parar assim ?
Em tudo isto nao sei se mais deva admirar a
rebeliao dos Srs. Edis que esto garantindo que o
muro ha deficar emp; on se adispisico em que
eot o feliz proprietario em gozar em seu benefi-
cio nico de urna servido publica legalmente e
com muita chicana obtida ; mesmi depois de ter
sido publicado no expediente do governo a porta-
ra que to p jsitivatwnte- tudo isto esclarece !
E de que recurso laucar mais urna vea mo ?
o O muro ou pelo menos a puchada realmente
lia d* allifioar como prova do' monstruoso escn-
dalo. S. Exc. suspender talvez a cmara c cha-
per este-Club.
Damos no lugar competente o programla de
to boaito e attrahente divertimento.
Haoa8 preos, sendo oa IA, 2., 4. e 5." de
esc.leres e os demais de outriggd, denominados
Agitos.
A diatrib'iicao das cominissoes esta .
Cooimisso'-s da distribuico de premios Ss-
E. os Srs. Dr vice-presidente da provincia,
a/i f: de diviso iospector do Arsenal de -Marinha
o 'residente do Club.
Directores de regataJosa Holaies, Jos Joa-
qoim l'. reir e Jos Antonio Moreira.
juizes de partidaJos Monteiro de Almeida,
la Silva N ves, H. Sulzer.
Juizes de centro Joo Leal R-ms, Jos Ricardo
Di.es Fernanics, Jos Joaquim da Costa Maia J-
nior.
Juizea de chegada Francisco Marcelino do
A:n-ral. Antonio da Silva Neves, Jas Clemeutino
Henrique ca Silva.
Fiamna da raaUiysiea Botelbo do Andrade
Francisco Medeiros, Manoel Silvestre Ferreira
Bai'
C inuiissc de recep^iloW. Webster, Herme-
negildo Loyo, commendador Manoel da Silva
Maia, Dr. Gaspar do Diummond, Bernardino Pon-
tael
C mmiss.o de archi-bancadaM noel Ribeiro
de C.rvalhi Jnior, Dr. Felippe Lopes Netto,
Borras L-al. Join do Livramei.to, Jos Silveira
do PiUr Filho, Eduardo Lemos.
Coasadaaio de poules -P. C. Casaoova, Henri-
qoe 'la Cuoaa Porto, Alfrcdo'Marques.
Pnlli'clmentoMndamenos dizer delgua
lass que fallecer no dia 7 do correte, ua ilba
de latonvaca, onde se a chava ei
lhoras para sua sade. que i
riv I molestia beribri, o negociante da povoaaSo
de ltapissuma,""Manoel Lourenyo da Silva Subri-
nh'.
Era o finado rapito da guarda nacional, verea-
dor da Cmara Municipal ltimamente eleits para
o fntai qnariennio; militava as fileiras do par-
nio grande influencia na povoaclo
de ItapiaaaBM.
Conde Ernelo PatrlzioEste hab-
lissioio illationiata e prestim.iiio, dar boje no
.tro d8 Variedades o seu ultimo espectculo
L' de esperar que seja niuito concorrido, pois
os seus bms trabalhos tem agradado summa-
mente a i publico.
O BinculoDistribuio-se hontem o n. 35
d< s'e seaaaaari >.
Beuaiocn wociaes Ha hoje as seguin-
tes : .
Da Irmandade das Al as do Recite, em mesa
geral, s 11 horas da manhi.
Da Soei"dade Monte Pi Brasileiro, s 10 ho
ras da manhi, na ra da Imperatriz n. 55, dos so-
cies quite.
Da Soc'edado Aliianca, s 6 horas da tarde, na
ana s i.; ra do Imperador, para discusso do
regiment interno.
Di I mandade de Xo^sa Seabora do Bom Par-
to, da groja de 8. Jos de Riba-Mar, s 10 horas,
para i 91 > dos novos funecionarios.
Amanh ha as seguintes :
D.i Instituto Arch^ologico e Geograpico Per-
nambii -a >o. 1 h ira da tarde.
D > Club I'nmeiro de Fevereiro, em sesso or-
dinaria, hora e lugar do costme.
Para o Irma IgnacioRecebemos hon-
tem, .1 Um Anonymo ln^OO, que entregaremos
I.Miacio. Esta dadiva Para um dos
eolle/i i* do padre Dr. Il-iapioa, em Peroambuco.
Consit iliterario Acadmico Em
sus sesso de qumta-teira, 9 do corrente, resolveu
asta soeiedade que se inserisse na acta um voto
depes.r o o fallecimento do Ilustre mettre Dr.
Giaciliaoa Baptista.
Outro-i.n foi nomeada urai commisso composta
dos consocios Pau'iuo de Mello, Luia Bacell ir e
Panlo. para em n me do Comit, assisiir s exe
qoias que t.-m de ser celebradas no stimo dia do
paasam oto do mesmo lente.
Na prxima quinta feira sero disentidas:
pelos Srs. Paulino Falco o Bacellar as seguintes
consta est assentado que se mandar por o Mu-
ro no chis para abrir passagem, ficando a pucha-
da sobre o solo da travesa, em condioois mui-
tissimo |irores.
l_ Un preceaso de altw traicSo O te
legrapho fallou-nos j da especticS) que produzio
em Roma o processo instaurado contra o Conde
Dondes e os irmaos Vechi, acensados do delicto
de alta traijio.
O acntecimento, que ao principio estava reves-
tido de grandes proporcoes, ficou reduzido a um
nico ponto, depois de apurados os factoa.
Eis a origem do processo :
Mr. Durides, publicista franeez eautigo soldada
d.i papa, deix-.u um dia no escript >rio de um ven-
d"dor de tabacos um maco de papis qne tinha a
sua direceo, e nos quies se viatn algumas cons-
truct'o 8 navaes e as experiencias ltimamente
vrificadaa em Spezia com o uovo material de ar-
tilheria.
De. cacto que se Mr. Dorides soubesse que aqu -I-
les papis c>:isti uiam um corpo de delicto ter-tc-
bia apeessado a podil-os.
Nao se importju mais cam eiles, e o moco em
queato cahio as raaos da polica, que procedeu
mraediatamente s devidas investigicoes.
D'ah rcaaltuu que o publicista fancea estava
em relacao dir ota com Lionvdlo e Vittono Vclii,
MBgr,'B'<'0' primeiro destes, ao archi?o do arse-
nal de Speaia.
Mr. Dorides pertmee a urna Ilustre familia
brota que rementa ao tempo dos cruzadas.
Depois de terminar os seui estados em Paris
foi para Ruma entrando na qnalidade de officiat
honorario nosgui: do general Lemoriciro ; mis
1. seecoO individualismo exclue o carcter es-
il d propriedade ?
2.* sceloLame do ar. 7 da nossa Constitui-
cio.
o.* sceloDa divislo das cousas e anas acquiti-
c5-b.
4." oeecloA arbitragem atteota liberdade do
COtBtflere-io ?
5." sceloDos contracto*.
n nro-ura de me- :'P'''''a9 chfg0D d-'r>,-e 8edu" Pelos Sv"8 de
y "* I una romana de origem hura eza.
ITS^^S: F eampanh* de 60 coatra o exercito pie-
montez, mas sera t mar parte directa em nenhum
fecto not.vel, e urna vez proclamad i a unidaue
italnan, voltou a sua patria para obter ds seu
pai permi3so para l.-gitimar a sua uniao com h
i o.i..na. Seu pai respondeu com urna negativa
formal.
Mr. Dorides voltou Italia e casou, contra a
vontade paternal. Hoje viuvo, tem seis filhos,
passando mil apuras para os sustentar, venda-se
perseguido por implacaveis credors, apezar de
n: i. r retirado para Frascati por motivos de eco-
n imm, genero d vida que exclue toda a hyp >-
these tendente a suppor este personagem meio
romanesco ao servido de qualquer potencia es-
trangeira,
Por parte dos irmaos Vechi a suspeita de traiclo
ainda ui lis inverosmil
O pii delles, o eoron 1 Vechi, foi um dos offi
ciaes mais disiinctos do ezercito garibaldiuo e
morreu pobre. Wittorio Vechi, antigo oficial da
armada, de x iu a carreira attrahido pela letras,
ido no j .rnalismo e creando u.na chronica
-siecial martima, com o titulo Jack la bolina,
que o toroou muto conhecdo.
Li mello era tombem tenente da armada, e teu-
do perdido um braco na exploso de um cartux .
de dyjiamite, fji aggregado administracao da
armad i, oceupinio um lugar de cjufl.mca no ar-
chivo do arsenal
O tres aecusados nao occultaram as suas re-
lagoes desde os prim-iros momentos do interro-
gatorio ; rnente negaran que as informales
recebidas pelo Conde D;rides fossem de tal na
Mirna que compromattessem a seguranca do es-
talo.
Os offieiaes superiores da armada, interrogados,
declararan] que tff divamente as taiacfcs que os
Vechi enviavam a Dorides pertenciam a una or
deui secundaria.
Apezar disso, teimaram em considerar Mr
Dorides como ageute secreto de urna pjtencia
estrangeirs, o oa irmaos Vechi oomo seus cum-
plices.
Para embaracar mais oprocesaj, o tribunal re-
ceheu "nina carta de Vienoa em que se suppunha
Dorides ehefb de urna conspiraco clerical, naqual
estavam implicados muitos prelados romanos. Nao
se t unou em conta esta denuncia, mtsemeom-
pemaco deu-se crdito a outr, procedenti da
Blgica, na qual um tal /ao Esse promettia ao
ministro da guerra grandes r-velacoes.
Van Esse f.ii chamado a Roma, e reconbeceu-se
ser o hometn de confimea da capitio Janssen, con-
demnado ha-poaco teuspo em Leipzig palo crim
de alta traico, e affirmava ter ouvido a Jansseu
quo Durides era on dos aeus correspodeotea mais
activos e o mais til.
Esta eiposico de Van Esse serve de base ae-
caaaco fiscal.
O delator aessos de muito mos antecedentes,
teudo soilrido varias condemnacoes a priso e tra -
balboa forcados, por quebras fraudulentas.
Mr. Dorides explica as suas relacoes com os
Vechi de um modo plausivel. Primeiramente, na
ana qualidade de collaborador de alguas jornaes
estrangeiros, entre elles, L'Avenir Mimitaire, es-
tava intereasado em conhecer a organisaclo e o
progresBO naval italianos, e em segundo lugar,
como representante da casa Ciarapde, que pro-
yectando obter em Italia concessoes para traba-
lhos em ac, quera, como era natural, estar a>
facto das idea dominantes no paiz sobro indua-
tria naval.
Os dafc.nat esaiareceram tudo que havia aobre o
assumf)* an da que todo faca presumir que a
senteiaja ser* aJaaolutaria, a nao ser que o minis-
terio pfe;*i reserve pasa o fia documentos cou-
vincensaav
No ttVetauU', o sappostos traidores> (Sanara
aaio coa-*wiua4Sj a osas mases de pvmio pswen-
tiva.
Os teli'gramm.;s de Roma, porm, annunciam
que tendo o minist rio publico retiradj a sua ac-
cusacao, os r.is foram absilvidos.
A edacacao na Irlanda e Escoria.
Segundo os dados publicados pelo Comit
nacivual, para a educaco na Irlanda, havia
n'aqueHa regio, no principio do anno passado
7:396 esc das offieiaes.
Duranto o anno foram aggregadas, ou retundidas
cora outras, 100 escolas e crearam-se 210 novas,
dando um augmento de 104 escolas, comparado
com as que haviam no anno anterior.
O numoro de alumnos que frequentaram ao
menos urna vez dentro dos quartose das que prece-
der.im o mez em que tiveram logar os examen,
durante o anno que terminou, em dezembro de
1885, foi de 712:5121 emquauto qus o inum-ro de
alumnos matriculados, que frequentaram alguma
vez as escolas turante o anao, foi de 1,075,604.
O numero medio dos que frequenfar .: diaria-
mente podo calcular-3e em 504:454) dando um
augmento de 9 526, comparado com o numero dos
que frequeutaram no anno anterior.
A porcentagem de alumnos que frequentaram as
escolas durante o anno, comparado com o numero
dos que as fr quentaram em algum dos ltimos
(|ii'rtoze aias anteriores a o mez cm que tiveram
logar os exames annuaes foi de 705.
N'o anno de 1884 toi e3ta porcentagem de 708.
A percentagem no anno passado em Inglaterra e
lJaiz de Galles foi de 761, e na Escocia de 769.
No que diz respsito s escolas na Escocia, os
inspectores visitaram, duranto o anno de 1885,
3:081, com um numero de alumnos que suba a
101, o que equivale a dizer : a sexta parto da
popular i da Escocia,
f/ulco da Sova Zelandia Secundo
uo&periodico americano, a Nova Zelandia foi visi-
tada per U'naerupcao vulcanica de pavorosa ma-
gnitude, tamanha que, segundo as ultimas noti
, toda urna cadeia de m intanhas de 120 ini-
Ihas de coiprim nto por 20 de largo, est con-
vertida n'um repecha de fogo.
Os priraeiros signaos da erupca > seatiram-se na
alileia do Tauragua districto de Auk'md, cujos
pacifico habitantes despertaran! sobresaltados, a
altas horas da noite, por deslumbrantes relmpa-
gos, seguidos de um violento terremoto, que os
. >u a abandonaren] precipitadamente as ba-
5 s.
Oa saces continuaran] com rapidez at s 7 da
omnsjSj hora e^n que se vio Ievant ir do norte urna
nuvem pluniblea a cobrir todo o horisonte. Dote-
ve-se por fi.ii, e rebaafoa com urna detonacu se-
melhaati! de um fortissimo trovo, enmelando
is urna finsima chuva do cinza.
O monte Tara mera foi o primeiro a manifestar
aatividade vulcanica, seguindo-se-lhc toda a
e irdilbeira Paerza, e, dentro em pouco tempo, to-
da a ri'gilc ficou epbera de chammas, n'uma ex-
teuso de terreno de cerca de 120 milhas de com-
prido sobre 20 de largo.
O solo abrasado desabava, e em seguida levan -
tava-sn a altura de 4,0 K) ps.
A chuva de cinza em toda a regio tornon te
to densa, q ie a uoite chegou a converter-se em
dia.
Muitas aldeiaa < lugares toram destruidos, pe
recendo u'elles vinte pessoas.
Olpaatod queimados tem produzido a mortan-
dade no gado, reinando grande miseria, em toda a
regio do lago Aukluud.
t anduui aile do grillo O grillo
quasi o decano aa natureza animada, segundo Fla-
marion.
N isceu des milhoes de a nos pelo menos antea
de ter sido criado o homem,
N'aquelles tempos era o sol immenso e nebu-
loso.
A tetra anda estava em fusilo e nao tinha es-
taco s, neu climas. As plantas eranv primitivas,
humildes, desprovidas de fl >res. Selvas immen-
sa preparavam-os grandes jazigos da hulha mo-
derna.
Mundo selvagem o formidavel, ao qual succedeu
outro mais fjrmidavel ainda, o da ep >ca secuuda-
ria, o dos ictiosauros, gigantes de trinca metros de
coraprido, colossos pesando trinta mil kilogram-
nas; passavam pelos bosques sombros, as mar-
gena d"8 rioB, calcando sob os gigantescos ps urna
vegetaco rudimeatar, en quanto sobre elles os
reptis voadores, os rn^rcegis, ao romper da auro-
ra, ens.iav.im o seu vo, saltando de ramo cm ra
mo, e de rochedo em rochedo.
Foram estes os contemporneos do grillo. Todos
elles Jessappareceraa e elle perpeHii-se com a
rnesmas formas eos me-mos costunes.
Elle, a cigarra e a r foram os patriarchas do
canto. Seu canto como que o echo de idades des-
apparecidas, ou longinqua recordarlo do passado.
Assistio successvamente a todas as pocas da evo-
lucao progressiva do mundo, foi testemu.iha da
t Tinacal e continentes, vio desapparecer e reap-
parecer varias v-'z s nosso velho mundo o assistio
ao nascimeuto d's nossus mares emontanhas. Seu
canto emoalou o somno do primeiro homem e de
todos os ammaes que hoje conhecemos.
| Recordando iiistinctivamente os tempos, busca o
uiuho ou o lugar que lhe recordara, pelo calor e
meia luz, as pocas da sua creaco.
_0 cene qua os auimaes sao filhos de tradi
9008, que nuiles se pcrpstuam milhes e milbo -s
le auno..
Cam_. ira J 1 com a do grillo, a estirpe mais il-
iustre, por antiga, fiea reduzida insignificancia.
As familias que pretoudeu descender de pr'ti-
res e imperadores romanos sio plebas, compara-
das com a naturez 1 do grillo.
Familias que tundes grillos, respeitai- ;s E' 0*4
tro n* o repressntante da infancia do mundo, e
euchia os espacia ota seu cauto, quando nem um
germeu se encontravam anda os elementos do
uomem.
carruagem e
Um enterro real no Cairo A's 4 ho-
ras da tarde de um dos das passados realisou se
um enterro da av do actual Kediva. O cortejo ia
precedido de u:n rebanho de touros que foram do-
pois-sacrificados, na mesquita, e cuj carne foi re-
partida pelos pobres com una cesta de po. A'rz
d.ia touros, com o fiar de romper a marcha e abrir
eauunhi, lam 150 soldados da geudarmer'a n-ra
a cavado e em seguida as forcas de ca vallara e a
artIberia egypcia e dos rcgimentos de infantera 3
7 ; aos quaes segua a p, presidind. o luto o
Kidiva, acompanh ido pelo general ingles Stephen
son, o ministro da Inglaterra e os ministros da co
roa. Atraz ia o sarcophago precedido da mane
bis que agitavam turbulos de incens, um gran
ae numero de carp ieiras alugadas c finalmente
as damas do real harem em coche e algdmas car-
roagans particulares.
A conas&o de aleteO Progresso,
de Madrid, acabou de publicar as cartas do padre
Galeote, o assass.no do hispo de Madrid, aas quaes
relata a historia do seu enme odioso.
A leitura dista narraco cau^a lastima Nao
Bfl comprehmde que um individuo a quem a justi-
oa numana reserva talvez um terrivel castigo,
- ufe tal sangue fro para juat ir todos 03 seus
pensaineutos e recordacoes, que devem encher 1
u espirito de ainrgura c a sua coasciencia de
um pro ruado pesar.
D11 se quo o cura Gleote est sujeito obser-
vaco diaria de q^atro mdicos encanegadoa de
surprrbeuder na saa vida intima 03 g-rmeas do
desarranjo das suas faculdades. E dizemos q ue
aturra a loto, que se o issussiuo do biipo de Ma-
drid nao est doudo, pode vir a sel-o frc de
tanta vigilancia.
Nao se pensa, porm, que succeda isto; porque
as cartas publicadas pelo Progresso revelara um
espirito doente, que forma a mais estranha opi-
mo da moral e da honra.
Mas um individuo qne relata o prologo do seu
crime com os mais pittorescos pormenores, assim
como o momento em que praticou o crim-, como se
vi pela carta que publicamos mais abaixo, esse
iudividno nem est doudo, nem srrependido da sua
obra; nem pode mover em seu favor neuhum sen-
timeuto generoso, diz a poca.
Eis a carta:
Um dia, ainda muito cedo, diz Galeote, fui
espera
mnTaT **" ^"^/^tavl'contba
,J Jm'har para a ra de S. Felippe; sahi de
eas* afim de dar outra volta, tornei a entrar e a
ra'de,~fB 8,8,Veaei "" re. de nova ho-
rasdesp. o faeto secular e vesti a batina, mu-
ni-me de revolver e abrindo cautelosamente por-
ta san. para a rua; dirigi-me porta da cathe-
dra e pergunte, a um pobre que di esmola se
o hr b,sp... cathedraL Disse-me que sim, ou
tro tanto perguntei a uma florista, a qual reTpm-
deu-me tambera affirmativamente. P-me entao
aigumaw voltas por onde devia passar o bispo, e
tflfi pasaado talvaz um quarto depoia das des,
qaaado ate paz a espreitar ao-p de urna columna
da CHtfcedral. Espere.-o al, at que chegott no
eeu cocb; abr camiuho; porqw, havia muita
gentevjspproximei-medaae; panftei dorsvoMre
uispsjjw para o hombro sasa-sabrr ausadaseswasas
dispaHW.'.. 4 LI-BF
Nao vi outra cousa seno gente que me segura-
va o braco fl queriam todos tirar-me o revolver e
matar m-. Com bastante trabalh. me tiraram o
revolver, o que tu muito custoso e depois coadu-
iram-me priso.
Um bom pedaco depois chegou o eovernador e
disse me : "
Foi o senhor que distaron os tiros sobre o
bispo?
Sim, senhor, lhc respond.
Como se chama ?
Excitado como estava, nlo respond com clare-
za, increpndome elle com um modo ameacador,
disse :
Falle claro, homem E' italiano?
De Velez, Malaga.
Ordenou quo me liga3sem as raao3, sendo forte-
mente ligadas com urna fina carrente e um cadea
do. Depois metteram me n'urnn
transportaram me a esta prislo.
Coucebe-se que haja homem que u
mentas ecclesiasticas que couta tao horrivel cri-
me^e que'.ra por este modo excitar a commisera-
goWo publico e a indulgiucia nos tribunaes ?
Slovle do general EdaEMbeim 0
exereito austro-huugaro acaba de perder um dos
seus melhores e mais Ilustres gencraes.
O bar! Edelsheim quando foi nomeado geral
t.iha apenas 34 annos, e dos annaes militares
constam muitos Jos seus Caitos, e p .r elles alcan-
cou o bom Aun e o respeo e admira5uo que to-
dos lhe votavam como homem e como militar.
Era sobrinh 1 do Gyulay que lhe deixou una
boa fortuna com a condico de usar de seu appel-
lido, de modo que elle assignava-se se heim Gyulay.
Ha urna dez.nide annos casou com mademoi-
selle Kronau, una artista vieonenje que repre-
sentar Les Derclee, de modo, au-i foi insubsttui-
vel at boje.
As nobrezas de Vienna a de Budapcsth insur-
giram-se d.itra este casamento, e fecharam-lho
as suas salas.
O baro affYontou coai desdem estas perfidias
mundanas.
Um dia no Derby de Pesth, elle estiva com sua
raulher n'um camarote, os ditiubos, moquejos em
VoS baixa, corriam de bocea em bocea, quando vi-
ra assistia s corridas, levantar-se dirigir-se para
o camarote do gen ral onde se demorou ma3 de
meia hora, converi-ando com a nova baroneza, e
estes triota minutos valeram para a baroneza ums
mudanca radical de opinioes; desde onto, nlo
Ine falt^ram sorrisos, convites, curapriraentos e
amabilidades de toda a especie, c qtrando a impe-
ratriz a convid .u a tomar parte n'um 1 cacada As
lebres, 03 salcs mais rgidos e menos accessiveis
so abriram diante da antiga actriz.
Seu filho vai casar com urna princesa Odes Cal
chi.
allanto pode a economa!Urna pe-
ca de cinco centesimos de franco, segundo os cal-
culos d'um judeu, posta a juros de 5 U/0 quando
Deus ereou o sol, teria produzido a um de Janeiro
de 1883 54.947 485.717.307.616 milhares de inilha-
res de francos.
Cinco centesimos postos em casa de um judeu
ha rail e oitoecntos annos, assegurariam aos her-
deiros da. depositario um capital, a 5 0/0, de.....
1.962.410,204.185.536 francos.
Sea trra fosse posta venda, este rico phan-
tastico poda compral a a razo de Francos.....
107.752.460.304 por metro quadrado.
Poderia, finalmente, rodear a trra tres milhoes
de vezes com notas de mil francos.
Convertida em ouro a sua fortuna, cases cinc')
cntimos representaran hoje 175 pilhas de gran-
deza da trra.
S nos falta recommendar ars meninos esta no-
ticia, para que aprendam o que o poder da eco-
noma, e para ao mesmo irem aprender a 1er gran-
des nmeros.
A vida de Lco Xlll O Si. Carlos L.
Webster, o grande editor de New York, que aca-
ba de alcanear um extraordinario ezto publican-
do as memorias do general Grant, ch--ou a Paris
no dia 26 do mez passado, de volta de Roma.
O Sr. Webster f.-a A Italia para enteoder-se
com o Sr. Bernardo O'R-illy, sub-director do col
legio catholico americano de Rom, que acaba de
escrever urna obra destinada a fazer ruido: A vi-
da de Ledo XIII.
O editor americano traz o manuscripto d'esta
obra, em latim e ingle, e a obra, apparecer, si-
multneamente, nestas duas linguas, assim como
tarabem em franeez, alternan e italiano, no fim do
anno, em New York.
O texto foi submettido apreciacao de sua san-
tidade, que so dignou tomar conh-cimento d'elle,
revio-o s supprimio algumas oraissoes que havia
em alguna pontos. Alm d'isto, a obra foi aben-
iada pelo santo padre, constituir dous grandes
v lumes com o recrato e autographo do pontifica e
ser vendida pelo preco de 10000.
O primeiro volume ha de conter a biographia
lu-cumstanciada e rigorosamente exacta de Leao
XIII; o segundo, a historia da sua vida at sua
elev.aco ao pontificado.
D'ahi pr.vra o boato absurdo, espalhado ha
algum temoo, da prxima aoparieiodas memorias
de Lea.. XIII.
A vida de Leao XIII ter sem duvida urna
grande venda, pela razo do intexesse que apre-
senta. O Sr. Webster affirma que far um* tira-
dera de 501000 ex implares, da edicio ingleza, pe-
la raza- do numero coii9deravel das encommen-
das que lbe tem j sido feitasde Londres, dos Es-
tad is-Uu;dos e das colonias inglezaa, em que o
elemento catholic 1 torna-se cala dia, ao quo pa-
rece, mais consideravel e mais influente.
estes patos serem os verdadeiros ca-
penea mordem, ficam presos, e puxam pelas
patas dos pobres animaes. Estes espantam-se e
alcancam a toda a pressa a margem. O inveator
encarroga-se do resto.
Como o contam os jornaes americanos, assim o
contamos.
Nao vio
nards !
O aocialiamo na Hollanda0 iVeto
York Herald publica pormenores de urna conver-
saclo que um seu reprter teve, em Amesterdam,
com o til. Domda Nieuweahuis, chefa dos socialis-
tas de Hollanda, com respeito aos recentes distur-
bios occorrido na grande cidade martima e com-
marcial.
O referido Nieuwaahuis foi em outros tempos
parocho protestante.
H.;rdou urna ron-a annuai de 250:000*000, que
quasi toda gastou em obra de cavidade, e espe-
cialmente no estaoefseimanto' de padariaoooper
tivas.
Possue urna instrucclo muito selecta, grande
talento oratorio, e est persuadido que os destinos
do paiz esto as suas raaos.
Na conversarlo que teve com o reprter do
iVem- York Herald disse que os recentes disturbios
foram provocados pela auppressao do brutal jogo
nacional da enguia.
O Sr. Nieuwcnhuis accrescentou que o governo
hollaadez, pela pouca sympathia que manifesta ao
povo c pelas disposicoes vezatoriaa que adopta,
collocou-se, aos olhos da aacSo, da mcfma maneira
como o governo do duque de Alba, no seculo XVI.
O correspondente do jornal americano observou
ao seu interlocutor 'que o governo do duque de
Alba nao era urn governo indgena, como o que
actualmente oceupa o poder.
Exactamente -replicou o Sr. Nicuwenhuis
mas o actual governo procede para com o povo
como se tivease urna origem estranha. As classes
dingeatea enriqueceram-se com aa especulares
em Java, Sumatra, Americ, e, convertidos em
fundos estrangeiros, os seus cupitaes nlo aprovei
tam de modo algum a Hollanda. >
0 fian! da conversarlo foi que, segundo a opi-
uio de Nieuwenuis, no prximo invern se deve
esperar urna revoluciio em Hollanda.
tallaO comit central da Italia irredenta,
que tem a sua sede em Mapolea, acaba do publicar
um protesto centra a quadrupla allian;a isto ,
contra a participaclo da Italin ua aliianca dos
tres imperios.
Eis os arrasoaios qu apresenta o comit em
apoio do seu protesto:
1 Qne pan os imperadores sitiados a paz euro-
pea nao se_lo um pretexto, visto que a paz ar-
mada, com que elles se apresentam na Europa,
mais perigosa que urna guerra ;
2." Que a sua submisslo ao pontifico que acaba
de condrmsr os privilegios da companhia de Jess
equivale a urna negico da tola a regiao, tanto
a do Evangelho como a do dever;
3." Qu os sca3 arranjos secretos dirigidos con-
tra a dem cr>.c 1 europea e os cus projectos ten-
dentes a urna nova diviso dos povos, nlo tazem
mais que produzir novas revolueoes e novos con-
flictos armados;
4. Q10 a sua poltica colonial nao prosegue em
nada uini obra du civiiiaeio, pirque, no t ;:n
utro fim sene.) o de produiir nos pases tougiquos
o proletariado das cidde3 europis;
E 5 que a adhcsSo do governo italiano cara a
aliianca dos tres imp-rios seria p"lo sen lado urna
negar o di causa da Italia.
Ua* incendio 11 arstenal de mar i
nba ItalianoHmvo no dia 21 do correte
uin formidavel incendia no arsenal do C itellamarc,
prximo de aples ; no madeiramento do navio
em construyelo Humberto Primo.
O almirante Aston e outros offieiaes superiores
da marinha estiveram nos seus postos.
Foram precisas 5 horas de trabalhopara debelar
o fogo.
Foi completamente destruida a proa do navio.
Os prejuizos sao calculados em 160:0005000.
O navio Trpoli que brevemente devia ser lau-
cado a aguas nao suffreu nada.
Destes 884 caso de incendio averigoo-se aaa
havia seguros em 543.
Os prejuizos subiram a 5,267,139 francos.
Cntam-se dous casos de morte nos incendios
era 1885 : urna creancinh* de 14 mezas, cahida
numa chamin ; um m-mino de tres annos asphi-
xiado n um quarto incendiado antea da enerada
dos bombeiros.
Os salvamentos realiaados duranto o mesmo
anno pelo regiment de sanadores bombeiros alo
em numero da 27, dos quaes 14 era casas incen-
diadas e 13 em resultado do deamorommanto de
trra, de mmerso ou de queda em pocos.
Os sapadores bombeiros foram tambora chama-
dos a 93 operacoas diversas : datouco de caval-
los desenfreados, fugas da gaz, esgoto de subter-
rneos mnundados, etc.
O regiment conta u a effactivo de 1 743 ho-
mens. '
O estada nraior do regimenta e as 12 cempanhias
esto aquartelados em lt caaernaa.
A dcima segunda caserna est em via decous-
trueco no boulevard de Port-Roy il.
Em 31 de Dezembro existan 10 estacocs de
bombas a vapor, 6 J estaco m muuicipus, 70 esta-
coes-vigiaa e26 um th-uros e estabeleciraentos
DUbllC08.
A 'f^er'elegraphic 1 para o servico de incendios
tem 514,500 metros da li 1 p lra 200 postes de
chamada, servidos smeate palos soldados do re-
giment.
O estado mlior do regiment boulevard do Pa-
lais, centro da rede geral, est em commun:ca$lo
com as 11 casernas, e.por intermjdio destas, aos
Ub pejn-nos pistos de soccorro; est por outro
lado, ligado d'rectamente aos 10 postoi de bom-
bas a vapor.
No l eas de incendio na via publica e 177 destas nos
edificio* da cidade, do estado ou de particulares.
O quo impade o andameuto do numero do boc-
eas de incendio cm certos bairros, a falta do
desenvolvimento da canalisaea,, quo nao pode
ser continuada seno custa ds crditos impor-
tantes.
Excurso
j<*cto de tunnel entre Compenhague
(Suecia). O tunnel tr urna longitude
A. eapnynite do Egypto A Espbynge,
o c lebre monumento egypcio, vai, finalmente, ser
desenterrado.
Geracoea do viajintes admiraram, durant' se-
culos, o enorme esforco dos eseulptores que flore
ceram antes que a pyramide de Chiops fosse cons-'
truida, e emquanto que cidades sobre cidades
eram desenterradas qm.si, por melhor dizer,
vista da Esphyue. esta magnifica recordac)
de urna raca foi desapparecendo envolta as areias
do deserto, uo obstante o padido inscripto nt
lapi ie de Tatraes, pedindo aos viadourns que pro-
teessem a estatua das areias no deserto que j
eatao a invadiam.
Ha vinte nn s, Marietts b y, o famoso egyp-
t .logo, descobrio, nao lone da Espbynge, um tem-
plo da mais remota antiguidade, que desde entl 1
toi posto era abrigo das areiis, por meio de altas
muralhaa. E' teito de grandes pudras de granit >
rosado; tem por pilast.ias en ries monolythos
quadradoe, e ul'> ohtenta inscrip^ao, nem adorno
de nenhumi especie. Provavelmeote ante-
rior a pyramydes, e tao antigo, que sa attri-
bue aos tempos primitivos da civiiisacao egip-
cia.
Brugaoh bey, irmo do distincto archeologo,
est eneirr galo das obras de exhumaco, cujo
p ano se de ve a Mspiro. Suppo -sa que ser na
cessa.-io remover uus 200:000 metros cbicos ae
areia. Afim de inaugurar oa trabalhos, cons-
truio-se urna liuha frrea e trabalham na emprezs
150 operarios.
A exhumico realisar-se-ba dentro d'este anno,
e, logo que fique em descoberto a rocha em que
est talhada a Espbynge, abrir-sa-ha, em volta,
um vasto paa8eio circular, e ser constru lo
um muro para defendel-a das futuras invssoes do
deserxi.
E'_ diffiil determinar a poca em que foi es-
culpida a grande Esphyn^e, mas attribue-se ge-
ralmente poca de esta Seneferu, pharads, em
cujo reinado o amor pela architcetura era a pai-
xo dominante.
Patn peaeadoreaOs americanos sio o
diabo Coulam os jornaes dos Estados Unidos
que um habitante das nbeiraa de Codurua, em
Pensilvania, inventou um novo processo de pesca
qne nlo deiza de ter graea.
Como olle tem dado oceupaelo aos numerosos
patos e gneos que possue.
Tunnel entre a Dinamarca c Sue-
ciaA imprensa sueca e dinaraarqueza teera fal-
lado muit', por estes ultimes dian, de m projeeto
de tunnel entre a Dinamarca e Suecia.
A questo de um caminho submarino entre estes
dous paizes foi suscitada muitas vezea, mas nunca
com tanta probabilidade de ser resolvida como na
presente occaaio. Comefivito, o Sr. A. de Rothe,
engenheiro, que durante muitos annos prestou os
seU3'servidos proflssionaes' no cabal de Panam,
em nome de urna companhia francesa, apresentdu
refeentemente ans governja interesaados um prO-
e Malmoe
longitude de 12 kil-
metros, dividido em duas partes: urna de 3 kil-
metros entre a villa de Amak e a ilhn de Sallhoim.
e a outra de 9 kilmetros entre esta ilha e a costa
da Suecia.
Batalbaa de raA r toan habita prin
cipamente nos vaatoa lagos e pantanos dos Esta-
dos-Unidos, onde alcanca eztraordinarias dimen-
BOes- O seu corpo esverdeado e coberta de ru-
gas e o seu aspecto geralmente repelente.
Quando ineha parece urna bola de carne putre-
facta, onde se vem dous olhos d'uma fixidez in-
crivel; quando se arrasta pelo lodo Iembra um
minstro meio peixe e m-io reptil; q jando salta
urna raassa horrivel que transpoe de um s pulo
vinte ou trinta pea, sinistra e rpida carao as vi-
sesd'umpesadelo; quando salta as margena de8
lag.is e dos paes, o seu grito de amor ou de
guerra, um mugido formidavel, justifica o nomo
que lhe p iseram de r-touro. E' comtudo um de-
licado manjar que se pydc pagar a paso d'ouro.
Quando^ chegam as grandes seccas do verao, a
r-touro v faltar-lhe a agua em que vive, sahe
para a trra e arrastando-se ou saltando, deita se
a caminho, procura de algum lago mais copioso
Estaa viag.-ns sao feitas em numerosas carava-
nas que atravessam em boa ordem pradarias e
desertos, fazendo tremer as plantees da America
com os seus singulares mugidos. Um instincto
maraviih iso as guia at ao lugar de^jado e a sua
marcha, sempre rpida, redobra de velocidade
medida que se approximara do termo da viagem.
Chegam p ir fim trra da promisso, mas encon-
trara ah outros animaes da meama especie, resol-
vidas a expulsar as intrusas.
Forraam-se cnto dous exercitos que entrara lo-
go em ordem de batalha.
Deu-se ha tres ou quatro annos um destes casos
.rredorea de Whindam, eatado da Vermout,
onde ha grandes lagos ou paes, separados por
urna regular extensao de trra.
Um delles tinha fieaao conpUtamente em secco,
e foi por ahi que os seus habitantes, de esmmum
aceordo, se dirigiram de noite e com todas as pre-
caacoes d'm ezercito invasor para a visinha la-
go 1. Ao fim de algum is horas chega rara e iam
j a submergr se em massa quando das margeos
se levantou formidavel grita e urna immenea le-
gio de batriquios surdirim de repente resolvidos
a defenderem os seus lares at ao ultimo extremo.
Os atacados tinha a previs'o com notavel luci-
d'z o asaalto das vuinhas e espararam as por-
taato, em o-lcm de batalha, at ao momento em
q ie se precipitaram sobre ellas, coaxaudo com
araeafadora torta.
TVavou-se urna luta terrivel e encarnicada. Por
duas vezea, conta o 8.oio Edward Beck-r, teste-
munha prCiPncial do combate, aa sitiantes estiva
rain a ponto de envolver as sitiadas; mas em am
bas as oceusio! foram repelidas com parda.
as priineiras filas cahiam a centenas as ras
maiores, sem duvida as cajites dos bandos inimi
gos, e erara immediatamenre substituidas
tras menores, mas nlo menos intrpidas.
Ao fim de meia hora estava o campo alastrado
de cadveres e a carnificina apresentava ura as-
p oto capaz d s causar inveja aos proprios ho-
mena.
muitos solda-
mezc3 nao cahio urna
por ou
Inpressionados por e3te estranho combate, os
habitantes do Windham corr ram ao pal, persua-
didos de quo talvez duas tribus indgenas se esti-
vesaejn raa-s icrando. Esperava-os o sspectaculo
nunca visto de duas hoates, muito reduzidas em
uumero, de batraquios que encbam com os seus
gritos de tnurapho ou agona, um campo de bata-
lha de cerca de um kilmetro.
A peleja proseguio sem que as ras se mo9tras-
serr inqui'tas pula presenca do homen e durou ain-
da urna boa parte da manh.
O combate prolongou-a mais de 10 horas e s
findou por falta de combatentes.
O terreno ficou to juncado de cadveres, qae
foi necessario enterrar aa victlm s para que nao
dsssem O'igera a algum 1 epidemia'
Serwleo de lacendloa em ParlaA
pri-teitura de polica de r*ans publicou ha p meo
a estatistica dos incendios, no auno de 1885, e
bem assim o estado da sitaaco do servico de
soccorro coatra incendios.
Os sapadores-bombeiros accud'ram a 884 in-
cendios, nao contanio os fagos em chamms. em
aereotallca-M. Lhosta e
'luS?t1d'J09 ""trpidos aareonautas, partirm no
da 30 do raoz pasaada de Cherbourg, no seu ba-
ilo de velaa e hlices, o Torpedeiro, afim de ten-
tar a tra^essia de Franca para Inglaterra. A's 6
horas e 15 minutos da tarde d'esse meara.) da ro-
mavam trra em Londres sem incidente algum
desagrada vel.
Os novos engenhos martimos funecionaram
admiravelmente : du. ante a marcha foram anea-
dos sobre os arsenaes e fortes torpedos artific
O* amo* de tnaior calor Segundo
um joma' citrangeiro, os annos de nwior calor de
qoe resta memoria na Europ 1 occideutal sao os
seguintes :
Anno 627. As fontes seecam e muitas pcasoas
morrem de sede.
Anuo 879. Oa agricultores que trabalham nos
campos caem fulminados pelo calor.
Anuo 993. O ardor do sol raduz muitos vege-
taes a ciozasi
Anno 1000. Seccim muitos rios, a ponto da pu-
frefaccao se declarar em agglomeraoos de pcixes
qu- haviam morrido, occaaionaudo assim uma
peste.
Auno 1022. Muitos homens e auimaes morrem
fulminados pelos ardentes raios do sol.
Anno 1132. O R'ieui cheg a seccar na Alsa-
cia.
Anno 1260. Na Batalha de Beia
dos cahem fulminados p do sol.
Annos 1 .03 e 1304. O Raeno, 03 rioa e ribeiros
da Franja chegam a seccar.
Anno 1705. A temperatura tal quo se pedia
assar carne ao sol. Entie o meio dia e as 4 horas
da tarde ninguem se poda ezpo.- sem perigo aos
ardores do sol.
Anno 1718 Durante 6
gotta de chuva.
Era 1793 Em Julho os legnmos ficam torrifica-
dos nos campos, assim como as fructas as arvo-
res.
Anuo 1811. Seecam muitos rios.
Anno 1822. Calores continuos, trovoadas e tre-
mores desterra. Na Alsaciao calor tez sabir das
tocas legioes di ratos, seudo raortos mais de 2 mi-
lboss em Saverue.
Anno 1842. O termmetro marca 52 graos cen-
tgrados ao sol.
Os annos que em seguida a estes foram mais
quentes sao de 185i?, 186), 1869, 1870 e 1874.
liellfte.Effectuar-se-hlo:
TerCa-feira :
Pe'o agnte Pinto, s 11 horas, ra do Mr-
quez de Olinda n. 6, de movis e fazendas limpas
e avariadas.
Peto agente Burlamaqui, s 11 horas, na ra do
Imperador n. 22, de predios e terrenos.
Peto aowire Modesto Baptista, s 11 horas, as
Areias n. 115, da tavern ahi sita.
Pelo agettf. Silveira, ia 11 horas, ru... das
Flores n.3, de movis, louca o vidros.
MiNMaa fnebre.Scro celebradas :
Amanh:
A's 8 h >raa na ordem 3* do Carmo, por alma do
commendador Antonio Jos Rodrigues da Souza.
Terca-feira :
A's 8 horas, no convento do Carmo, e s 7 ho-
ras na matriz de -5. Pedro Martyr de Olinda, por
alma do Dr. Graciliano de Paula Ba; tista.
Caa de OetenraoMovimento dos ore-
sos no dia 10 de Seteioors :
Existiam presos 339
existem 336.
A saber:
Nacionaes 308, mulherca 4, estrangeiros 8 ea-
;nivos sentenciados 3, processados 4, ditos de'cor-
recoo 9.Total 336.
Arralados 293, aendo : bons 274, doentes 19
Total 293
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Deolindo Ferreira Lima.
Jos '*oaquim de Sant'Anna.
X ve alta :
Marfoel Procopio Bandeira.
Haladouro PublicoForam abatidas no
Mitadonro da Cabanga 103 rezes para o consume
do dia 12 de Setembro.
Seudo: 84 rezes pertencentesa Oliveira Castro,
j C, e 19 a diversoa.
Mercado Municipal de S. >.--(
movimento deste Mercado no dia 11 do
te, foi o sejuiute :
Entraram ;
39 bus pesando 5,476 kilos.
640 kilos de peixe a 20 reos
136 cargas de f irinha a 200 ris
33 ditas de fructas diversas a 300 rs.
5 taboleiroa a 200 ris
21 Sumos a 200 ris
Foram occuoados :
211/2 columnas a 600 ris
26 compartimentos de farinha a
500 ris.
25 ditoa de comida a 500 ris
75 1/2 ditoa de legumes a 400 ris
16 ditos de suinoa 700 ris
11 ditos de frescuras 600 ris
10 talhos a 2
3 ditos a 1
A Oliveira Castro & C.:
54 talh 18 a'l ris
2 tilhos a 500 ris
entraram 9, sahiram 12,
c :t
12580*
27/J20
990t
140M
4/3200
13^900
13*009
1250*
304200
115200
6^600
2OIO00
oiioa
515000
l-j-'MX)
Prende a cada uma das patas d'eetes animaes numero de 1,645, qne nlo se cotnptehende n'aqocl-
-----------1 ----- f ------------------------------------------- -w wvbux uiuiauo 1 I1UWIV
aar uma voltapela Puerta do Sol, voitei ontra vee um fio, como competente ansol e a isca. Os'la cifra.
>->evc ter sido arrecadida neste dia
1 quantia de 2150#
Kendlotento doa das 1 a 10 de Setem-
bro 1:949598
F i arreciidadn liquido at hoje 2:1695480
.9 do dia :
Carue verde a S80 e 400 ris o kilo.
S 1.0- a 560e 60' ria dem.
Carneiro de 640 e 8f.O ris idem.
r'ariuha de 240 a 320 ris a cuia.
Milbo de 240 a 320 ris idem.
Fejo de 500 a 640 idem'
Lotera da provincia Quinta-feira
16 do crreme, sa extrahir a 1." parte da l. lo-
tera em beneficio da Santa Casa de Misericor-
dia do Recite, pelo novo plano approvado.
No consistorio da igreja de Ncssa Senhora da
Conceiclo dos Militares ser feita a exfraccio
pelo systema da machina Fich.
Lotera Extraordlarla do Vplran-
sa O 4." e ultimo sorteio das 4. e 5." series
deata importante lotera, cujo maior premio de
150:0005)100, ser eztrabida brevemente.
Acharase ezpostos venda os restos dos hi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n 23.
Lotera de Macelo de 00:000*000
A 7" partes da l'l lotera, cujo premio
grande de 20:0005, pelo novo plano, ser cz-
trahida impreterivelmente no dia 14 do Setembr,
s 11 horas da manhi.
\
v
t
J
*.
\v


Diario c farnai>ucoDominga 12 de Seteml
A
?
i. ________i____ _JW
Cilhetea venda na Casa Folie da praea da la
dependencia ns 37 e 39.
Tambem acham-se i vena aa Soda da For
tuna 4 roa LnrgVdo Rosario n.
Presos resumidos.
Lotera !a> Bto-A 2 parte da lotera
n .365, do novo plano, do praio du 100:000*000.
era extrahida no da .. de Siembro.
Os bilhetea acham ee venia na Casa da ror
tuna ra Prim iro de Marco.
Tambem acham se a venda na praea da Inde-
pendencia ns. 37 e 39. .-ni
Lotera *rte-A 4 parte d 1*9 lo-
tera da corte, cujo premio grande de tlw.iwu*,
ser extrahida no dia 17 de Setembro.
Os blhetea acham-se, venda na Casa da For-
tuna rua Primeiro d^ Marco n. 23.
Tambem acham-se 4 venda na prac* da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Cemiterio publico.Obituario do da 9
de Setetnhro :
8imao Lucio do Sacramento, Pernambaco,
annos, eolteiro, S. Jos : tuberculose.
Mara Thereza, Atrica, 65 amos, solteira, Boa
Vista: morpha. .
Jos Domingos, Pernambuco, 36 annos, sclteiro'
Boa-Vista; elephantiase dos grecos
Mauoel Connives da Silva, Pernambuco, 34
annos, solteiro, Boa Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Francisco Pedro, Pernambuco, 60 anuos, gno-
ra-se o estado, Boa-Vista ; congesfSo cerebral.
Maria do Carmo, Ptrn irabuco, 50 annos, casa-
do, Boa-Vista ; cachexia palustre.
Manoel Rayinuudo dos Passrs, Pernambuco, 32
annos, casado, Boa-Vta ; tubrculos pulmona-
res.
Jalo Pacheco da Silveira, Pernambuco, 14 an-
nos, solteiro, Grasa ; hypoemia.
Pedro Argemiro da Silva Pimental, Pernambn-
co, 30 annos, viuvo, S. J-s; tubrculos pulmo-
nares.
-- 10 -
Antonia Joaquina da Coneeicao, Pernambuco,
25 annos, solteira, BoaVista ; tubrculos pulmo-
nares.
Maria dos Prazere?, Pernambuco, 60 annos, sol-
teira, Boa-Vista ; tubrculos polmonares.
Maria Francisca da Coneeicao, Pernambuco,
28 annos, casadn, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Anna Jooqaina da Coneeicao, Rio Grande do
Norte, 30 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos
polmonares.
Maris, Pernambuco, Boa-Vista ; inviabilidade.
INDICACOES UTEIS
Met.ron
(unMiilorlo medico cirargtlco do r.
Pedro de AUatiyde Lobo Hoaeoao
roa da loria si. SO.
O doutor Moscozo d consultas todos os
das uteis, das 7 s 10 horas da manha'
Este consultorio offerece a commodida
do de poder cada c'oente ser ouvido e exa
minado, Bem ser presenciado por outr
De meio dia s 3 horas da tarde ser <
Dr. Moscozo encontrado no torreSo pra
as. do Coomercio, onde funcciona a ibb
peccao de sade do porto. Para qualquei
d'estes dous pontos podero ser dirigid;);
os chamados !por carta as indicadas horas.
O Dr. Arthur Imbassahy, medico occu-
lista, recentemente chegado, esta cidade,
d consultas tod)S os lias, das 8 s 10
horas da manhS, sendo gratis aos pobres,
no 1. andar do predio n. 8, largo da
Santa Cruz.
Dr. Gama Lobo, medico operador e par-
teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado qualquer hora do dia
ou da noite. Consultas : de 1 s 3 horas
da tarde. E*pecialidade : molestias e ope-
racSes dos orgaos genitourinarios do ho-
rnero e da mulher.
Dr. Brrelo tiampaio madou sea consul-
torio do 2. andar da casa n. 45, a ra dj
BarSo da Victoria, para o 1. andar, da
casa n. 51, rnesma ra, como consta do
seu annuncio inserto na seccSo compe-
tente. Residencia a ra Sete de Setem
bro n. 34.
O Dr. Joao Paulo mudou sua residen-
cia e consultorio para a ra do Barao da
Victoria n. 18, 1. andar. v.
Advocado
O bachard Benjamim Bandeira, ra do
Iropciador n. 73, 1. andar.
O Dr. Henrique Mittet tem o seu es-
criptorio de advog.icia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
Tabellio
O Bachard .amaro Fonseca de Albuquer-
jjte, tabellio do notas interino nesta capi-
tal, communica ao respeitavel publico qu
abri seu escriptorio no pavimento terreo
do predio n. 4, sito a ra qo Coronel Fran-
cisco Jacintho, outr'ora de S. Francisco,
onde, con solicitude e mxima lealdade,
est prompto para desempenhar as func-
c5es de seu cargo. Reside na freguezia
da Boa-Vista, ra do Coronel Laraenha n.
30 (outr'ora dos Prazeres) para onde, fra
das horas do expediente de seu oscriptorio,
devero derigir-se os chamados, para fac-
tura e approvas&o de testamentos.
CouKuitorio allopatico dosimetrico
Dr. Migud Themudo d consultas das
12 s 3 da tarde em sea consultorio ra
do Barao da Victoria n. 7, 1. andar.
Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades partos, febres, syphilis,
molestias do pulmao e do coraeo.
Dr. Lopes Pessoa Medico.Residen
cia a ra de D. Pedro I n. 9, onde pode
ser procurado at s 9 horas da manha.
Consultorio ra do Bom-Jess n. 37 1.
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
Urosaria
Francisco Manod da tiiha & 0
sitarios de todas as especialidaaes pharxn-j
ceutioag, tintas, drogas, productos ebimice
e medicamentos hotnceopatieos, ra do Mar-
ques de Onda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de car apio
de Francisco dos antos Macado, caes do
Capibaribe n. 28. N'este geaa la estafa e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-se 6 vende-se maieiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparara obrr.:
de carapira por machina e por precos cea
COmnetAtir-il,.
Orosnrla
Faria Sobrinho & C-, droguistas por at-
tacado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
espero, de que usou o Sr. Dr. Silvino, es-
quecido sem duvida de que o Dr. Felippe,
quan lo discute, prima pela cortazia e com-
medimento de linguagem, o. que .proprio
do todo homem bem educado e sensato.
Conheco muito de perto o Dr. Felippe,
e sei que elle, se alguma vez tem sahido
deste limite, que a si proprio traQou, o ha
feito toreado pela aggresa&o em terreno
rido e escabroso, como aquelle para o
qual o est arrastando o Sr. Dr. Sil vino.
Diz este na Provincia de 7 do crreme,
que o nosso amigo em seu artigo do 21,
publicado neste Diario, contradiz-se, por-
que era um tpico assevera que nenhum
voto obteve a troco de dinh'-iro ou empro-
go -e em outro diz que auxiliou a em
pregar alguns amigos, bem pouco3, sendo
na alfandega apenas 2, o som damno para
nenhum ; e que, obt-ndo na eloifSo 129
votos de mais do quo o seu competidor,
deRafia-o a que prove ter elle emprogado
nao 129, mas ao menos 29 amigos. Que,
se Ihe fuziam algum pedido, que lhe pa-
reca razoavel, limitava-se a dizer que em-
pegara esforjos no sentido de obter re-
sultado satisfactorio, e que nenhum com-
proraisso tomara, nem lhe fora exigido so-
bre baronatos, etc.
O publico sensato que indique qual a
contradicgSo que existe nos tpicos cima.
Pois um homem da al ura e prestigio
do Dr. Felippe Figueiioa est inhibido de
empenhar-se em favor d*ste ou daquelle
individuo, somente porque candidato
deputacao geral 1 Tambem por este fado
deve romper s rela5es que ti ver com as
autoridades polieiaes, somente para satis-
fazer ae seu competidor, que j se utilisou,
em seu tempo, de taes autoridades para
guerrear um seu correligionario ?
O Dr. Felippe capaz de todo o sa 'rfi-
cio pessoal em favor de qualquer amigo,
mas nao eo atreve a por em perico a sua
dignidade, nem exige a demissSo do ne-
nhum desafecto ou adversario para encar-
tar os seus aflhados.
Peder o Sr. Dr. Silvino dizer o mes
mo de sua desinteressada individualidade ?
O nosso amigo Dr. Felippe nao conhe^e
somente o eleiturado quando a elle se diri-
jo, nem cottuma acalentar nos seus bracos
os filhos dos pobres camponios na vespsra
da eleicSo. Tambem nunca empunhou re
bemques contra qualquer potentado......
Os elementos de que dispSe o Dr. Fe-
lippe sao: fidelidade e bons servigos ao seu
partido, que lhe fez a de vida justiga, os
esforgos qua em qualquer tempo taz para
servir aos que, ewm-ligionarios ou nao,
precisam de sua proteccao.
Esse nobre e generoso proceder, Sr. Dr.
Silvino, que faz adquirir em eleicjo to
dos os votos de seu partido, e tambem os
de alguns adversarios agradecidos mao
bemfaz A forja de repetir em um mesmo artigo
dez e doze vezes, que o seu competidor
eominee.u tal ou qual indignidade (sem
prova) nao engasop^r o publico, fazendo-
o crer que o Dr. Silvino influencia no
seu districto, e que s perdeu a eleicao
por que o governo protegeu a cand'datura
que lhe foi opposta.
Se bem que seja amigo do Dr. Felippe,
nenhuma defeza lhe promovera, se nao es
tivesse plenamente convencido da hombri-
dade, pouco comraum, com que procedeu
no pleito, qae lhe encheu de glorias. Nao
o teria felicitado se, p^ra adquirir cadeira
m que dignamente se senta no Parlamento,
a que fiz honra, tivesse elle feito artificios,
substi'uindo votacao ou inutilisando eleito-
rado algum.
Tenho consciencia da justiga de sua
causa.
Ainda attribuindo-se ao Dr. Felippo
(nao procurei sober d'isto) a remogao da
Dr. Amorira para 'o d'Alho, e do Dr. His-
bello para Iguarassu', teria elle prestado
um servido meritorio, nao s a esta ultima
comarca, que esta .-a anarchisada pela des-
harmonia das differentes autoridades, como
aquellas magistrados, ambes os quaes fica-
rem bem collocados, o primeiro, porqne naj
sahio da provincia, e o segundo (que um
distincto liberal, note se), porque livrou-se
de urna longa viagem para o Rio Grande
do Sul, que lhe seria penosa na sua
avang>>da idade.
O D Faro, porm, c nico que sahio
da provincia, auna va-se tambem em gran-
de desintellig3ncia na comarca e desgosto-
80, e (ouvimol-o dizer) nao gosa de saude
em Pernambuco, como em todo o norte,
pelo que ficou satisfeito com a remo<;ao e
njeitou a proposta de um collega, juiz
n'uma eapital de primeira ordem, que pre-
tendeu permutal-a comsigo.
Assim procedendo (se o fez) o Dr. Fe-
lippe demonstrou a sua benfica influencia
ante o governo de seu partido ; entretanto
que o seu contendor nao gosa de geral
sympathia do eleitorado liberal, que o re-
pudiou, no poder e fra delle, nem tem o
prestigio que inculca para com os chefes de
sea partido, porquanto, longede fazer ne-
cessaria a sua inclusSo na chapa organi-
sada, ao contrario d'isso fia esquecido
completamente, e j um dia se lhe deu,
em palacio, urna folha de p*pel para pedir
lemissao de um cargo publico.
Ao terminar, um coaselho, meu Dr. :
aguarde a ascenyao de seu partido, seja-
lhe fiel, allie se com sin cridado ao seu
cumulo, nada de pirrabas... e um dia, se
assim fr accordado, se.r entao o repre-
sentante d) 3o districto.
Tudo pur hora porm, baldado e em
seu desproveito.
No ostracismo quo os partidos restau-
rara as suas forjas mal gastas e lamentam
os erros passados.
At l.
Re.ife, 10 de Setembro de 1885.
B'as.
PliBlMCOES A l'EDiDO
3- districto
30 Sr. Dr. Silvino Cavaleante, d^speit -
1 la 4a derrota que o eleitorado lhe in
flinge (em duas dominava o s^u partido !!)
atira-se dcscommunal e di s tadamento so-
bre o Dr. Felippe de Figueiroi, uigoo re-
presentante daquelle districto.
Nao tenho tempo para 1er diatribes e
por sfo : u:a att-ncao pr sto aos seus
enfal nhos artigos. insertos na Provincia;
mas attento o interesse que m: despertou
o aesumpto, procurei apreciar as expres-
ares virulentas, insulsas e proprias do des-
GLINICA OPITHALMOLOGICA
DO
Dr. Barrello Sampaio
13." ESTAT1ST1CA
(Continuafo)
II
Illm. Sr. Jonquim Antonio dos Santos.Apos o
exime a que pruc ene ntre os olhci.
Direito: Staphyloma anterior, leucoma anheren-
te uceupando toda a cornea, deixaudo, purm, ua
nen pheria desta urna liuha azu ada, circular con
ica a do limbo conjunctival, tonus, pouco
abaixo do normal, sem vista, boa percepcio lumi-
nosa.
Esqnerdo : Qaasi as mesmas eendicedes do seu
cong nere, com a differ.-nCK, porm, de ser menar
o staphyloma e de ter acornea u^ilimitdissimo
espaco transparente ns parte externa tonus nor-
mal, igualmente *nn vista e
luminosa.
Rh correr no caso descripto a peracao geral-
meiito empr^-gada iride :toma, no direitJ seria im-
ua,no equerdo traria amito provavelm'
opacificaco d* uniea e limitadsima |arte trans
prente da cornea
A-sim pensando recorr a urna selero-iritomia na
parte supero-oxterna do olbo direito, eocontrando
toda facilidad.: na execuco e com bom xito, por
que piucos dias depjis o operado coutava os dedos
a*50 centmetros de distiucia.
Animado com este resultado, passado algum
tempo fiz a mesma operaco no esquerdo com ex-
cellente xito, pois que o operado ooteve vista para
gui Nao Uve em miaba clnica aesde 1883. quando
pela primeira vez pratiquei esta eperaco, um ou-
tro ens'.'jo para repet 1-a, seuo nos casos descrip
tos, visto como naturalmente indicada, somente
quando a iridectomia nao pode dar resultad) tavo-
ravel.
Tratando-sede urna op.'racaonova queem Sca-
aos tem aproveitado em ininha clinioa,convem qic
seja estudada e por isso passo a transcrever em
sua integra o que diase em minb'- nitt na os:
tica, onde deacrevi o processo.
Illm. Sr. Capul* J. I. C. S. E n OfttoiM de
1883 examinanda o doente enconti
no sdguiute estado:conjunctiva uealar ver
cheinotica, dores na.) somante no globo O'iilar, que
augmentavam-se p>a. preaso erterio, Miat Ima
bem na regio frontal e na metsco da cab ? cor-
reepoudent'1 ao mesmo olbo, aOMaeia da notra
anterior, obliterado completa da papilla, iru ir-
regular formando diversas sulieociis, presso n-
tra ocular augmentada e a vista reducida a ,-im-
pl-'S percepcao luminosa.
(Jom applicacao de iujeccSes de pit'carpin, de
friccoes com pomada mercurial, ceinprossaa Bjaen-
t''s etc., diminuirn) alguns sympf.m^a i~ flawma-
torios; o tonas, em lugar de diminuir, augment :-
se consideravelmente e cediam Bornate s
quando achava-se odoentesob a ih-^o da inorpbiaa
applicada em injeevu-'s hypoderaiica.
Na impossibilidade de lancar sa&o de qualqur
das duas operacoea apropriadas 110 Oaaoiridecto
mia ou sclerotomiapela ausen'ia da
terior, recorr operaco seguint : li; uum pua-
90 com a faca de Ciraef hori.^ eolloea-
da a 1 mili, do limbo cjnjunctiv-il e com o paoar-
ao de 8 mili, executei a contra-puncao cm um pon-
to symutrico ao da puncao ; executando cm segui-
da um movimento de serra, como se procedesse a
urna sclerotomia commum, retirei a faca antes de
completar a seccao; immediatamente correa um
pouw de liquido amarellado, que era o humor
aquoso retido atraz da iris. Desappareceram as
dores por alguns dias, mas de novo voltaram, cm-
bora com menos intensidade.
Nette ertado, nao podendo e nem dev^ndo cru-
zar os bracos, lembrei-me que seria poasivel obter
urna via de filtracio, empregand pela segunda
vez o procesao .cima descripto, fazendo conjunc-
tamente um corte na peripberia da iris para nao
ferir o cristallino, passando, porm, a faca pela
parte posterior da mesma iris.
Realisei a operaco, como conjecturava, e du-
rante ella correu grande q'uantidade de liquido
amarellado mistnrado com algum aangue, dndo-
se immediata baixa da presado intra ocular.
Diai depois o operado coutava os dedos a peque-
a distancia, tinham desapparecido completamen-
te as dores e a pressao conserva va-se abaixo do
estado n -rinal.
Dezesete mezes sao j paseados e o operado nao
tem tido dr alguma no olho.
Nao tinha tido ainda occasio de empregar esta
operaco em minha clnica, foi-me suggerida pela
difficuldade do caso, que estava eubniettido a meus
cuidados ; to pouco a tinha visto descripta em li-
vroa e jornaes ou executadas as maia njtaveis
clnicas da Europa a que assisti.
Por occasio de pratieal a, peraate meu distint-
i collega e amigo Dr. Matheua Vhz que me auxi-
liava, denominei-a sclerotomia combinada ou sele-
ro-iritomia.
Embora obscurecido entre os Wecker, Arlt, Pa-
nas, Abadie, Masselon, Galezouski, Donders, Crit-
chett, Landolt, Meyer, astroa de primeira grande-
za que actualmente fulguram ns mundo scientifi-
eo, todava, se n5o fui o primeiro oculista que soc-
correu-e desta operaco, tambem nao recebi cn-
8inamento algum pura ex-'cutal-a e lendo o jornal
Archives d'Ophthalmologiepublicado cm De-
zembro de 1884, aqui registro com prazer que a
mesma operaco, sob o nome de irido-aclerotomia,
oi fita em quatro esos, sendo um delles quasi
idetico ao de que me oceupo, pelo Sr. Panas, il-
lustradj profesaor da Academia de Medicina di
Pnz.
Tambem sob a dcnoininnco de Staphylotomia
o Sr. Abadie, distincto oculista de Pariz, dase no
mez de Agosto de 1884 no Uongr.'sso de Copenha
gue, que praticou a mesma operaco em casos de
largos atapbylomas irido cornanos.
Confrontadas as datas cima especificadas,
manitesto que a operaco de solero-ritomia pr
mim realiaada nesta cidade em Outubro de 1883.
comecou a ser eupregada na Europa era 1884.
Se a op Taco de selero iritomia, alm doa re-
sultados j conhecidos, ioraperfeicoada pelos mes-
tres da sciencia, de modo a trazer grande somma
de beneficios humauidade, ficare compensado
de minhas locubracoes e de meas pequeos erfor-
Sos para a prosperidade da especialidade que pro-
fesso; qnanto aos distincosmeatr s Panas e Aba-
die adjuntar cada um delles maia urna gloria s
maitas que tem conquistado >.
(Coninua).
com boa percepcao poreui o que souberera e perguntado Ihes fir
ca do facto criminoso e de suas eiroamstaociaa,
Pede a V. 8. deferimento.E. R. Mee.
Garanhuns, 19 de Agosto de 18-6.
0,pnoor publico, Lyiio Mariatmo de Al-
buquergm.
Agradecer a V. S. esse obsequio o*eu sig-
naste
Lydio Mariamw de Albuquerque.
Gloria do oi(
>/ DEUS
AbeneSe no Co i alma endda
DE
MARA LUIZA BANDEIRA DE
MELLO
em rec.in penea de suas virtudes
Recite, 12 de Setembro de lt86.<
^^
G. M.
v^>'V^V^
Foi fel 1! (5)
A' Sra. Rcsa Maria da Coneeicao, cos-
tureira, moradora em Pelotas, (Rio-Grande
do Sul), ra Gonjalves Chaves, em
1877 achava-se, fazia dous annos, persr-
guida por urna toase atormentadora, acom-
panhada de dores no peito e as costas,
respiracSo embaracada, debidade eui ex-
tremo e finalmente com todos os sympto-
mas de fysica pulmonar.
Durante todo esse tempo usou de tudo
que a medicina aconselha era *aes casos,
porm nenhum proveito colhia e a enfer-
midade segua sempre o seu curso fu-
cesto.
Um dia lembrou se tora-.r o Yeitoral de
Cambar, efoitao feliz quara pouco tem-
po restabeleceu-se gozando hoja amis
vigorosa saude (Vele o folleto que acom-
panha cada frasco.)
nicos agentes e depositarios geraes em
PernambucoFrancisco M. da Silva A C*
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Agua Florida de Murray *S Lantiinn
I I
Na verdade cousa mais que agradave! o poder-
mos contribuir, Peco aos Srs. redactores do Diario de Pernam'
buco, que facam roe o obaequ) de insectr nae pa-
ginaa do sen conceituado Diario, as tinhaa te-
guintes:
Deparando as columnas do sea conceituado
Diario de29 do mez prximo ando, com um liti-
gete < m que um anouymo pede providencias ao
Illm. Sr. Dr. juiz de direito da cemarca contra
um individuo que segundo diz, vive ext^rquindo
dinheiro dos meus charos jurisdicionados, com o
falso titulo de escrivo, veuho pedir euc-ireeida-
mente ao autor d'aquelle artigete, que publique
o neme do tal individuo, para poder dar as pro-
videncia, independite de incommodar ao Sr. Dr.
juiz de direito da comarca ; cerco o tal anonymo
de que se nao o fizer, terei como falsa a sua no-
ticia, por qoaato das ind>ig;ie,5es que tenhoainda nao
pode chegar ao conheci ment de facto.
O juiz municipal,
Jote Cometi Leit*.
7 de Setembro de 1886.
chama instincto, estamos sempre resolutos
a dar batalha com um valor indomavel ao
nosso inimigo mortal em favor do glorioso
privilegio da existencia Aquelle senti
ment a voz espontanea da natureza, < o
nosso dever consiste em obedecer. Va-
mos, pois, a ver; possivel retardar a
morte ? Indubitavelmente o pois que o
mundo est sujeito a certas leis, e quem
as estuda convence se que n'ellas se coin-
prehende a dita possibilidade.
Os que se acham dota os do valor e
juizo necessarios para se cobrrem com o
escudo que a propria natureza lhes propor-
ciona para este effeito, poderao repellir os
ataques incendiosos do inimigo da vida, at
que as faculdades vitaes vao pouco a pou-
co em decadencia em urna vc-lhice madura
e ditosa, e at que o anno da luz se lhes
aprsente com aspecto risonLo e sem ter-
ror, para os cunduzir, como n'uma visao
deliciosa, a essa regiao rcsplandeceute que
de deleitavel prazer para o gentil e bello sexo, brilha mais alm das trevas do sepulehro.
I 'na nnvpiu escara encobre a
luz do sol ta nossa existencia
A' incerteza da vida juntase o mysterio
tenebroso da morte tm quanto que, por
urna parte, esse primeiro grito infantil que
nos annuncia que outro ser acabade unirse
nossa especie, inspira urna alegra profun
da, por outra parte trememos de espanto no
ouvir o bater horrivel das azas do anjo ex
terminador A voz omnipotente da in-
fluencia suprema que governa o universo
decretou nosso destino, a sentenca fatal foi
pronunciada e todos os homens estad con
demnados a morrer !
Sem duvida alguma, a morte inevita-
vel. Nao podemos, porm, retrdala?
' esta urna que to que seria de urna ira
portancia incaculavel, ainda se tratasse s
mente de ganhar urna hora de vida, pois,
animados d'esse sentiracnto sublime que se* cas, osteocopase nevralgicas, blmnorrbagins agn-
Este eflicaz e innffnnsivo preparad', ',ue
nZo contm mercurio nem arsnico e .pe-
nas urna o*e tao diminut:. de
potassio, que bem se pode quilli.ar i>e
hou.ei)paibica (menos c meio go em urna
colher de sopa do vehculo), deve somente
sua n)aravilbo8a virtud* depurativa aos ve-
getaeg que Btram em ua composi^S*.
Outros preparadas que nao cenim ab-
solutamente ura tomo de mer: urio ou seos
compostos, tem tal dse de iodoreto f. po-
tassio, que esta, diesolvida em agua pura,
curara os doente que tra sido turados
pelos taes apregoados depurativos rge
taes.
A effioacia do cajurubeba prova-ne :
4o Pelos innmeros attestados de mdi-
cos e de doentcs por elles curados de ma-
les reputados incuraveis.
Pela procura que tem ; de modo t fa-
zer desappareeer os piep^rados congene-
res, que antes d'ille domisavam a thera-
peutica das molestias Fyphiliticis do rli- u-
matismo e das affecc,5es herpeticas.
3o Pela lealdade com quo seus autores
tm fullado ao publico, fazendo-lhe cenbe-
cer a composicao do seu preptrado, o quo
nenhum outro se animou ainda a fazer.
Licor depurativo vegetal iod^o
1)0
Medio l|uintella-
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de to grande fama infallivel na enra de todas
as doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumatie&s
e de pelle, come tumores, ulceras, dores rheuaiati-
das o chronicas, cancros syphiliticos, iufliirr.ma-
c6es visceraes, d'olbes, ouvides, garganta, intes-
tinos, etc., em tadas as molestias de pelle, simples
ou diatbericos, assim como na alopecia ou qo.da
do i'hbciio, e as doenjas determinadas per satu-
raban mercurial. Do-se gratis folbetos onde se
enecntram numerosas experiencias feitas com este
especifico nos hospitaes pblicos e mu i tos attesta-
dos de mdicos e documentos particulares. Fax ee
descont para revender.
Deposito em casa de Paria Sobrinho & C.
Ba do Mrquez de Olinda n. 4<.
Aviso
Garanhuns,
t de Setembro de
1886
Illm. Sr. redactor do Diario.Tendo o corres-
pondente desta cidade, ou, antes, o mistivista do
Diario, remettido a V. Si a denuncia que dei con-
tra Francisco Dias da Rocha, antir do assassina-
to de qus fu victima, s 9 horas da noite, e 10 do
mez passado, L liz Jos Mendea Bastos, com o fim
de ser publicado, como efectivamente t 'i; e ten-
do havi'io na pubhcaco taes erros, ou devidas
copia, ou composifo, que me nao coDvm que
passem sera correceo, vou rogar a V. S. o espe-
cial obsequio de dar a mesma denuncia de novo
estampa, e para isso lh'a remetto por copia, tal
como se acha ella nos autos :
Illm. Sr. Dr. juiz municipal.Perante V. S.
vem o promotor publico da comarca, no cumpri-
mento do dever que lhe impoe o artigo 74 do cdi-
go do procsso criminal, denunciar a Francisco
Dias da Rocha, preso na cadeadasta cidade, orno
incurso no artigo 193 do cdigo criminal, pelo fac-
to que passa a expor:
No da 10 do corrate, e por volta das 9 ho-
ras Ja noite, o infeliz Luiz Jos Mendes Bastos,
tranquillo ein seu espirito, e completamente des-
prevenido a inerme, passava pelo beceo, que fiea
no 1 itio do sobrado de Victorino Alves Moatero,
sito ra da Imperatriz desta cidade, quando, de
sbito, foi aggredido por atn individuo etnbucado
cm um capote preto e com cha^ dn coun, o qual
descarregou lhe tremendos golpes com um faeo.
dando-se, asaun, ntreos dous, urna lucta desigua'
que durou por alguns minutos, e na qual rreebeu
a infeliz victima duas grandes golpes na e o.'ja, e
um ferimentc na parte inferior da regiao linaria
Muerda^ cjm 7 centmetros e 8 miilim tros de
prutundidade, peuetrando a caviiade do peito e o
core.cao, de modi tal a produzir-lhe a morte qiia-
bi que iastantaBeamente, coma so v do exame ca-
davrico a ti. 5.
Dado o alarma, no mesmo momento da lucta,
c j 1 final foi ainda presenciado p-la 1 testemu-
nha do iuqueriro, Lind-'lp o Derhy Corraia, e, aas
gritos deste e d'outras pessoas, que de pr.imp'"
appareceram, foi persegu io o assaasiuo, at en-
to deac hecido, o qual, refaglando-sc n> quintal
da casa do Dr. Antouio l'eixo'o Jnior, f.i ah
preso, e reconheceu se ser o denunciado Francis-
co Das da R eha, que tinha a camisa completa-
mente dil cerada e suja de sangne, tendo ligeiras
escoriacoes e alguus iirranlies pelo rubto e pt >
p scoco, feitos p 'Ihs unhns da victima, B a- ni 1
encontrados ah, ao p do denunciado, o chapeo de
couro e o capote, com os quaes se disfamara eli-,
e bem assim o faco, ainla ensxngueutado, e urna
pisto a, instrumente do crime.
Oo 1111 .erito po icial, e dos novos autos de
perguntas, qne coinpaih :-i present' petiv
bvm patente, que toi, eena -ff:ito, o de nieiaJo
'.o facto criminoso.
o E. porque -lie, asim, ncorreu na sanelo pe
nal do artigo 193 do mu.al, p>ra qu
sejam impostas .t penis di grao mulla* p
4o o leo crime re estido Jas a re
gravantes do artigo 16 | 1,6, 15 e 16 io m 3 do
cdigo, o-promoti r publico uffereoe a pf
nuucia, e r-quer, que. contra o denuuejad 1 t
lugar a form i d
mandar citar as sestemunbas abiizo arrul
para, em dia, a hora e tm lugar dasignados, sob
at penas da le. e em presenca do denunciado, de-
Lanman e Kemp por sem duvida alguma. consegui-
r m esse desejadn fim, introduzino a agua flori-
da de Murray e Laitman, (cujo artigo ha mais de
20 annos tem sido o constante favorito para o tou-
cador em toda America Hespanhola) ao conheci -
ment das senhoras deste paiz. Nao sao pois s
as senhoras que se sentem reconhecidas e obriga-
das para com aquella firma emprehendedora, pois
que, se o artigo em questo outorga e d ao lene
de fina cambraia u.aa fragrancia deliciosa e sum-
O destruidor toma diversas formas, mas
d a preferencia a de um inimigo moral que
devora actualmente as purtcs vitaes da so-
ciedade moderna. Martyrisou j e mar
tyrisa ainda quasi todos os habitantes deste
paiz.
Que inimigo est- ? Quer o leitor sa-
ber se tambem victima da crueldade
mmente refrigeran'e, e s faces urna alvura doce Heste tyranno? Pergunte a si proprio se
c juvenil, ella igualmente poserje a rara eficacia e atorraanta(io por algum dos symptomas
virtude de tazer remover a ardeucia. Causada de -' r -
pois do fazer da b.-irba, assim como diasipa o mo
gosto depoia de so haver gosado as bellas fumacas
d'um charuto.
Deaolvida em agn-i, serve ella de grande prove-
to para a consrvalo dos dentes e gengivas, dan-
do ao paladar um g03to suave e agradavel. Afim
pois de se poder conseguir o disfructe de todas es-
tas vantagrns, indispensavel se torna o pessnir-se
a real e preciosa agua de florida de Marray Lan-
man, e nenhuma outra mais.
Como garanta contra aa falsificares, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp venham
estampados em lettras transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-ee venda em todas as boticas e tojas de
perfumaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C,
ra do Commercio n. 9.
O \arope de Vida de Benter n,
im ffenaivo e infallivel purificador do sangue e dos
humores, e indapatavelmente o melhor de todos os
remedios conhecidos para a d-.encas do estomago,
figado, rins e intestino, purgando e limpando o
syjteraa de todos os vestigios de escrfulas ou de
outros humores depravados. Quem o usar segun-
do as instruccoes nao pode catar doente : aa pro-
pnedades curativas e sanativas que elle possue
setuam sobre todos es orgo do corpo, delL-ioso
ao paladar e ao olfacto e o nico depurativo e
catbartico inoffensivo e agradavel de tomar.
Fados e nao palavras
Ao que se desejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typograpbia e na ra Direita n. 43, 1.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ino-
fensiva cura daa aeguintes molestias : asthmaticc,
ainda mesmo bronebitico; erysipela, enxaquecas;
internitentes (sem o emprego do fatal quinino) ;
tosse convulsa, falta de menetruaco ; cmaras de
sangue : estericoa ou metrite ; dores de dentes ou
nevralgias, metrorragia ; vermfugos, dentifo e
convulaes das criancas ; tudo manipulado de her
vas do paiz.
Assim como tratam se escrofulosos em qualquer
c;ro e goinmatoeos.
i.oiiT.ido seja \osso Kcnhor
tiesas < hristo
COPIA DA CAETA DO REVDM. PADRE MESTKE
DE. JOS ANTONIO DE MARA IBIAPINA
Enea rrego o irmo Ignacio para pedir esmolas e
promover todo o bem, em sustentaco das Santas
Casas de Caridade e Misericordia.
Convm saber que as Santas Casas principia
ram a et ibele er-se de 1862 pira c4, e o fim de
sua instituico receber orptis pobres e"desvali-
das; educal-as e doutnnal-as no Santo Espirito
de Deus e as prendas qae deve saber urna mi
le familia na aocieiiade, depoia casal-as e dotal-as
conforme aa circumstancias das casas. Tambem
ha bospitaea para receber e tratar homens e mu-
llier.-s pobres at o sm restabelecimeato: sendo
todas as despezas toitas pela mstituico. Assim
se t m eitabelecido dezoito recolhimentoa para or-
pkaa, e dous hospitaes com :ommodos pra grande
numero de enfermos de ambos os sexos.
E' o padre Ibiapina que vos pede esta rsmola
in o- de Deus.
Lembrai-vo8, christaos : a eamola apaga o pec-
e faz achar misericordia na presenca de
D'-us; no dia de juito, quando Deus julgar ornan-
di, dir paraos da direa: Vinde, bemditus, de
Vl>'u Eterno Pai, vnde ri cebero premio da gloria
Me vi.a est pr. parada ; porque tivo fome, vos m-
dste de com r ; tive t le, vos me dstea que be-
ber; e8tive n, vos me vestales; estive enfermo,
v m curantes; estire abandonado, vos me am
p.irastes. Aqui lhe perguntaro os escolhidos:
S nn ir, quando foi que vos vimos assim? Res-
ponder Jesua Chriat i com muito amor : Todaa
.3 vees iju \6* na trra soccorrestes aos meus
p -br.-s e amado* filloa, a mim foi que me soccor-
: agir o tempo da recompens 1.
CMstSoa dei es notas daquillo que puderdes.
as liantat Casa- ha mil e tantas pessoas, e to
Ite povo res todos os dias pelos seus bemfei-
t res.
'anfa F, 2 te Jos Antonio de Maria Ibiapina.
1 1 i<;.lo do arcebispo, do
. 11 govemador ilo uiapwdo, o visto de muitos
ello.
Etec nitiv 3 no oscriptorio do Dia
rio iie Pernambuco, Jornal do Recife o casa com-
in retal d ta Sra. Braga, (iomus k. C, ra do Mar-
niitU 01 nda n. 60.
Deu* e Mana S 0. a t.idos recompensar,
K cite, 9 de Setembro de 1886. fk
Irmo Ignacio.
que vamos enumerar: dores de cabera,
das costas e das espaduas; falta de appe-
tite; aecumulayao de uina lama viscosa,
espessa e pegajosa em roda das gengivas e
dos dentes, sentindo-se simultneamente
um sabor desagradavel, especialmente pela
manha; tristeza e dcscabimento aco:npa-
nhados de somnolencia ; urnas vezes a sen-
sagao de urna carga pesada no estomago,
e outras, debilidades na bocea do mesmo
orgo, nao havendo satisfacSo alguma em
tomar alimento; aspecto tristonho e cor
amarellenta dos olhos ; estado fri e pega-
joso daa inaos e dos ps ; urna tosse secca
ao principio, acompanhada, porm, iepois
de urna expec-.orac.ao de cor esverdeada ;
cansaco constante sem que o somno pareca
proporcionar descango algum; euervaao,
irritajao e mos presentmentos; deliquios
e vertigens ao levantarse de repente ; pri-
sao de ventre; estaio secco, e veces, ar-
dente, da cutis ; condiao espessa e em-
botada do sangue, escassez e cor muito
tinta da urina, que deposita um sedimento
depois de permanecer por algum tempo em
repouso; devolujao frequente do alimento,
urnas vezes com gosto acido, e outr.is ve-
zes algum tanto doce; palpitagao do cora-
cao ; manchas apparentes nos olhos; e no-
tavel prostracao e debilidade do paciente.
Todos estes symptomas costumam apre-
sentar se por seu turno Acredita-se que
quasi urna tarja parte da nossa populacho
est affectada da dita enfermidade era al-
guma das suas variadas formas Como
regra geral, os mdicos se equivoc&m a
respeito da natureza desta doenca, cujo
verdaleiro nome dyspepsia ou indiges-
tao; enfermidade que se cura infallivel
mente por meio do Xarope Curativo da
Mi Seigal. Este medicamento tem obtido
em ambos os hemispherios urna reputacao
justificada incontestavelmente por suas
grandes virtudes. Vende-se em todas as
boaicas, e pharma-ias e na casa dos pro-
prietarios, A J. Whit, (Limited), 35, Far-
ringdon Road, Loudres, E. C, Inglaterra.
Depostanos na provincia de Pernambu
co : Bartholomeu & C, J. O. Levy C ,
Francisco M. da Silva & C, Antonio Hff-
tiniano Veras & C Rouquayrol & Irmaos
e Faria Sobrinho & C. ; ein Bello-Jarlim,
Manoel de Siqueira Cavaleante Arco-Ver-
de e Manoel Cordeiro dos Santos Filho|:
era Independencia, Antonio Gomes Bar-
bosa Jnior; em Palmares, Antonio Car-
doso deAguiar; e em Tacirat, Jas Lou-
renyo da Silva.
N. 1?. Attesto ter eropregado cora van-
ajo80s resultados em doentes de tubercu-
lose pulmonar, em minha casa de saude, a
Emulso de Scott oleo de figado de baca-
lho com hypophoaphitos de cal e soda.
O referido e veadado e o juro m fide me-
did.
O Dr. K. ONslan Bonnet Medico pela
Faculdade de Medicina de Paria.
Condecorado com a ineialha do8 hospitaes.
Socio correspondente : daa Academias de Medi-
cina do Rio de Janeiro e de Barcelona ; da So-
ciedade de Medicina p-atica de Pars e da Sccie-
dade Pranceza de Hygienp, ex-di rector do Mueeu
AnatomoPatolgico da Faculdade de Medicina
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada < m Pernambuco
60a a disp isico dos doeTites que desejarem hen-
ral-o com a sua confianza.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tard
at novo aviso: na hospedara de D. Antonio
(Caminho Novo).
Especialidades : molestias das
ras coraeao, estomago, ligado,
nervas, e syphiliticas.
Recife, 6 de Agoato del886.
vas respirato-
etc, molestias
Dr. GoelUo Lete
Br.
Dr. J. Tavano.
nniio
IVm o seu escriptorio a ra Duque de Ca-
las n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta
bora em dimite em aua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e criancas, telephone n. 326.
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio ra do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Medico, paneleo e operador
Residencia na da Imperatriz n. 48, 2.- andar.
Consultorio ra Duque de Caxias u. 59.
D consultas daa 11 horas da manha s 2 da
tarde.
Atiende para 98 chamados a qualquer hora
telephone n. 449.
Leonor Porto
II11 a do Imperador u 45
Primeiro andar
Contina a cxecutur os mais difBceis
figurines recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeigaodc cestura, em bre-
vidade, modicidade em preces e fino
gosto.
C3K
I
Oculista
Dr. Ferreira i Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Conullorio medico-eirorgica"
O Dr. Estevao Cavaleante de Albuquerque con-
tinua a dar consultas medico-cirurgicas, na ra
do Bom Josus n. 20,1 andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras? demais consulta e visi-
tas era aua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1 andar.
s. cepbonicos : do conaultcrie 95 e reaidencia
126.
Especiaidadea Partos, molestias de creabas
Nd'nltt toseus annezos.
Dr. Carlos Bettencoort
Entrefinmentn da nrelhra curados
radicalmente pla electrolyse, sem dor. Todas ai
opern5e de pequea e alta cirurgia. Ra do
Mrquez de Olinda n. 34, das 12 as 3 horas da
tarde. Residencia, Passagem da Magdalena.
ji Dr. Baltliazar da Siiveira
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dos orgaos respiratorios e da
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
I
}
VISO
Todos <-s chamadas devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra do
liara i da Victoria n. 43, onde se indicar
a sua residencia.
MEDICO
}{
O abaizo asignado, que at agora asslgnava-se
Dr. tilva Britto,previne a sena collas e *
publico, que, para evitar coifusoes, que j teem
havido, por ezercer nesta cidade, onde bastante
cunhecide com o ultimo termo d'aquelle apellido,
um outro collega mais autigo, previne diz, que
d'ora em dinre asaigDar-se-haDr. Joo Pealo.
Recife, 1 de Agoato de 1886.
Dr. Joao Paulo da Silva Brittn.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de cliniea do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 ra do Barao da
Victoriii, para o 1." andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia a 3 horaa da tarde. Reaidencia
ra Sote de Setembro n. 3 A.
' i
]



Diario de PernambucoDomingo 12 de Setenibro de 1S6
h
Ao publico
O Dr. Cerqueira mudou o sea consulto-
rio para a ra Duque de Caxias n. 74,
(aotiga do Queimado.
EDITAES
21 seccSo.Secretaria da presidencia de
Pernambuco, 9 de Setembro de 1386.
EditalDe ordem do Exm Sr. Vico-pre-
sidente da provincia e em observancia do
disposto n^ art. 257 do Decreto n. 9,420
de 28 de Abril de 1885, fago publico o
edital abaixo transcripto, pondo em con
careo com o prazo do 60 dias, os officios
de tabelliao do publico judicial e notas e
mais cartorios annexos do termo de Ta-
quaretinga. O secretario, Pedro Francis-
co Correia de Olveira.
EDITAL
O bacbarel Jos Tavares daCunha e Mello,
juiz de direito da comarca de Taqua-
retinga, por Decreto Imperial.
Faz saber a todos a quem possa inte-
ressar este edital, que nao tendo at hoje
sido prvido effectivamente nesta comarca
o officio de tabelliao de notas e judicial
qual esto annexos os cartorios de escri-
vio de orphaos, civel e crime, ausentes,
capellas e residuos, commercio e jury,
execucoes criminaes e registro garal das
bvpothecas, todos creados pela lei provin-
cial n. 1,316 de 4 de Fevereiro de 1879,
de conformidade com o trt. 152 do De-
creto n. 9,420 de 28 de Abril de 1885,
fica aberto concurso para provimento de
todos elles por espaco de 60 dias, que
eorrerSc desta data, devendo dentro desse
tempo os pretenderes aos mencionados
officios, aqui servidos por um funccionario,
apresentar seus requerimentos, os quaes
deverao ser datados e assignados pelos pre-
tendentes ou seus procuradores e instruidos
com auto de exame de sufficiencia, folha
corrida, certido de exame da lingua por-
tngueza, e aritbmetica, crrtidio de idade
e attestado medico de capacidade pbysica,
e no caso de ser maior de trinta annos de
ter satisfeito a obrigacSo da lei n. 2,556
de 26 de Setembro de 1874 e mais docu-
mentos, que os mesmos pretendentes jul-
garem necessarios, tudo devidamentc sella-
do e conforme os arts. 164 e 210 do cita-
co decreto de 1885 e outros em vigor.
E para que chegue ao conbecimento de
todos ser affixado porta da casa das
audiencias deste juizo e lugar do costume
Expedida e publicada nesta villa de Ta-
qnaretinga, aos 31 das do mez de Agosto
de 1886.
Eu, Guilberme Duque Bezerra, escri-
vlo interino, o escrevi. Jos Tavares da
Cunha e Mello.
E mais se nao continua em dito edital
que fielmente copiei do proprio criginal, ao
qual me reporto e dou f.
Taquaretinga, 31 de Agosto de 1886.
O escrivao interino, Guilherme Duque Be-
zerra.
CERTIDAO
Certifico que boje pelas 11 horas da ma-
nbS affixei edital na porta da casa da C-
mara e audiencias do juiz de direito, abrin-
do concurso para provimento do officio de
tabelliao e notas e mais officios a elle an-
nexos. O referido verdade e dou f.
Villa de Taquaretinga, 31 de Agosto de
1886.O porteiro interino, Flix Jos do
Reg Brrelo.
E mais se nao continha em dita certido
que fielmente copiei do original que fica
archivado em meu car torio.
Taquaretinga, 31 de Agosto de 1886.
O escrivao interino, Guilherme Duque Be
zerra.
Edital ii. 746
Caitas econmicas escolares
De ordem do inspector geral da instrueco pu-
blica chama-se a attenco dos professores que
tendo tm mas escolas caizas econmicas escalares,
ho deizado de cumprir o disposto no art. 104 5
do regiment das escolas publicas para o disposto
no final do referido piragrapho relativamente
remessa da lista de inscripcoes mensaes esta
secretaria.
Secretaria d instruccao publica de Pernam-
buco, 21 de Setembro de 1886.=0 secretario,
Pergentino S. de Arauj > Galvo.
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montene-
gro, comtnendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Faz saber aos que o presente edita) virem ou
d'elle noticia tiverem que por parte de Albino Amo-
rim 4 C-, me foi dirigida a peticao do ttaeor se-
guinte :Peticao.Illm. e Ezm. Sr. Dr. juia do
commercio.Albino Amorim & C, credores de Ma-
noel da Costa Lima, pe'a quantia de 3:1 91*480,
principal de duas letras vencidas em 30 de Setem-
bro e 30 de Outubro de 1881, nao tendo pago
e estando ausente em lugar incertj e nao sabido,
querem justificar a sua ausencia e incerteza de
lugar, para o que requerem a V. Ezc. que se dig-
ne mandar que o escrivao a quem esta for distri-
buida teme por termo seu protesto e justificacao
para que julgada por seutenca se passe editaes co-
mo dispe o art. 453 do Cdigo Criminal.Pedem
a V. Ezc. defenmento e esperam receber merc.
Recife, 6 de Setembro de 1886.O solicitador, Fre-
derico Chaves. (Estava sellado legalmente). Nada
mais se continha em dita peticao aqui fielmente
copiada depois do que se via e moatrava que sen-
do a mesma em forma a presentada n'ella profer o
despacho do theor seguate : Despacho.Distri-
buida, como pedem. Recife, 6 de Setembro de 1886
Montenegro. Nada mais se continha em dito
meu despacho. Em virtude do qual o escrivao
Jos Fraoklin de Alencar Lima, depois de ser a
mesma peticao distribuida, que lavrou o termo de
protesto do theor seguinte:Termo de protesto.
Aos 5 de Setembro de 1886, n'esta cidade do Reci-
fe, em meu cartorio comparecer m os su ppl i can-
tes por seu bastante procurador o solicitador Fre-
derico Chaves, que disse ante mim e as testemu-
nbas supra assignadas que reduzia a termo de pro-
testo o contedo feito em sua peticao retro que fica
fasendo parte do presente. E como assim o disse
e proteatou lavro este -termo em que assigna com
referidas testemunbas, depois de lido por mim Ma-
noel Lopes de Carvalho Chaves, escrevente jura-
mentado que escrevi. Eu, Jos Franklin de Alen-
car Lima, escrivao que subscrevi. Frederico Cha-
ves, Francisco Manuel de Almeida Jnior, Tito
Fiock Pinto. E mais se nao continha em dito ter-
mo de protesto aqui mui bem e fielmente copiado.
E tendo os supplicantes no dia e hora designados
justificado com testemunhas o deduzido em sua pe
tlco retro transcripta, o respectivo escrivao depois
de sellar e preparar os autos, e me os feito conclu-
sos, n'elles profer a senteoca do theor seguinte :
Senteos.VistosHei por justificada a ausen
ciu do justificado em lugar incerto e mando que
seja elle citado por editaes cem o praso de trina
dias do protesto de folhas para ioteirupeo da
prescripeo du titulo de folhaGustas ez-causa.
Recife, 9 de Setembro de 1886.Thomaz Garcez
Paranhos Montenegro. Nida saais se continha
em dita minha sentenca aqui transcripta, em vir-
tude da qual o respectivo escrivao fez passar o
presente edital por cujo theor chamo, cito e hei por
intimado ao justificado Mauoel da Costa Lima afim
de no praso de 30 dias contados da dati da publi-
caco do presente comparecer ante este juizo para
allegar a defeza que tiver.
E psra que chegue ao conbecimento de todos o
pres nte ser publicado pela imprensa, e nutro de
igual theor affixado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife capital
da p'ovincia de Pernambuco, aos 9 de Setembro
de 1886.
Eu, Jos Fraukiiu de Alencar Lima, o subscre-
vi.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
DECLARACOES
Companhia Santa Ther za
Empreiaria do abastecltnento
traga* e las & Olinda
Dividendo
Por deliberacao da directora fica marcado o
dia 13 do corrente para nelle se comrcar o paga
ment do 15" divide ido da cempanhia, a razio de
6 0/0. O pagamento, como de costume, a 3 effec-
tuar pelo Sr. thesoureiro no 2o andar da casa n.
73 ra do Imperador, das 8 horas da oanh s
2 da tarde at o dia 18, e dabi em todos os dias
uteis das 8 s 10 da man 1.
Escriptorio do gerente, 6 de Setembro de 1886.
A. Pereira Simoes-
Santa Casa da Misericordia do
Recife
Por esta secret .ra sao chamados os paren tes
ou protectores das menores constantes da reluci
infra, que v ser recolbidas ao Cllegio das or-
phs.
RelacSo das orphSs abaizo inscriptas, que nesta
data vio ser admittidas no eollegio das orphas
1 Ricarda, filha e Antonia Marcelina de
Oliveira.
6 Maria, filha de Eugenia Masw da feeira
Lagos.
7 Leopoldina, idem dem idem.
8 Guilbermina, sobrinh* de Francelina Bri -
gida Soares.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 5 de Agosto de 1886.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonsa.
IRHAXD1DE
DAS
Almas do Recife
Do ordem da mesa regedora desta irmandade,
convido a todos os nossos carissimos irmSos a
comparecerem no respectivo consistorio no domin-
go 12 do corrente, e 11 horas da manh, afim de
que, reunidos, possa ter lugar a sesso de mesa
geral, convocada na forma do art. 19 do nosso
compromisso, para deliberar-se sobre diversas
propostas relativas aos predios do patrimonio da
retVrida irmandade, e bem assim, para ser auto-
risado o concert de que necessita o orgo da
igreja.
Secretaria da I. das Almas, erecta na natris do
Corpo Santo, 7 de Setembro de 1886.
O escrivao,
Jos Alves Cavalcante.
Socia lade linca
De ordem do presidente da Sociedade Allianca,
sao convidados todos os socios a com; arecerem na
sede, ra do Imperador, s 6 horas da tolde do
da 13 do corrente, afim de ser discutido o regu-
lamento interno da mesma sociedade, senio con-
siderado como acceito e a elle sujeito todo aquelle
socio que nao comparecer sem causa justificada.
Recife, 11 de Setembro de 1886.
O secretario,
Reg Jnior.
Santa
casa
Na secretara da santa casa de misericordia do
Recife arrendarn-se pe* es paco de um tres an-
nos, as casas abaizo declaradas :
Ra da Moeda n 45, por 20* mensaes.
dem idem n. 49, 20* idem.
Ra do Bom Jess n. 13, 2' andar, 20i idem.
Dita da Linguete n. 14 1- andar, 16*660 idem.
dem idem 2- dito. 15* idem.
Ra do Burgos n. 1S* idem.
Dito do Encantamento n. 11, 1- a; dar, 20*080
idem.
Dito da Madre de Deus n. 10-A, armazem,
15*, idem.
dem idem n. 12, 40* idem.
Ra da Guia n. 16, 16*660 idem.
Dito da Senzalla-velha n. 132, 2- andar, 15*
idem.
Dito da Detenco n. 3 (dentro do quadro) 10*
idem.
dem idem, 8JC00 dem.
Ra do Baro de S. Borja n. 3, 25* idem.
Dita do Visconde de Itaparica, n... 2' andar
e sotao, 35* idem.
Dita do Mrquez de Olinda n. 53, 2- andar,
40* idem.
Caes da Alfe ndega o. .
Irmandade de K. 8. lo Bom Parto,
na igreja de H. Jos de Rihamar
De conformidade com o art 47 do nosso com-
promisso, convido a todos os nossos irmaos para
comparecerem em nosso consistorio pelas 10 horas
da manh do dia 12 do corrente, afim de proce-
der-se em assembla geral a eleico dos noves
funecionarios psra o ccmpromissal de 1886 a S7.
Recife, 9 de setembro de 1886.
Le no Cbristiano Prxedes,
Secretario.
Empreza
Bour
Alfandega de Pernam-
buco
De ordem di Illm. Sr. inspector da Alfandega,
scientifico a qaem interessar possa, que a partir
do dia 1 de Setembro prozimo viodouro, fica
inaugurado o 1 posto fiscal no antigo Forte do
Pieo entrada da barra, onde deverao atracar
tanto na ida como na volta todos os vehculos que
forera ou vierem do lamaro, ficando no entonte a
cargo da barca de vigia estacionada ao lado do
caes da Liogoeta e que serv ir de 2- posto fiscal
todo movimento de pequea cabotagem, que c m-
prebende a entrada e sahida das lanchas, barca-
cas e canoas que navegam entre portos da pro-
vincia.
Guardamoria da Alfandega de Pernambuco, 24
de Agosto de 1886.O guarda-mor,
Jos Augusto de Azevedo Marqnes.
Arsenal de Marnha
Edital n. 2
A Cmara Municipal da cidade de Olinda e sen
termo em virtude da lei, etc.
Faz Baber a quem interessar possa, que, estar
em hasta publica nos dias 15, 22 e 29 do corrente
para ser arrematado por Joo Baptisto Cavalcan-
te de A'bnquerque, ou por quem mais offerecer, o
terreno sito a ladeira da S desta cidade, com os
limites seguintes : ao norte com o antigo caminhc
que vai da S para o Bom-fim, ao ful com o terre-
no aforado a Luis Antonio Goncalves Pena, ao
poente com o terreno perteneente a irmandade do
Bom-fim e ao nascent com a ladeira da S, ser-
rindo de base a quantia de 6* annual, sendo abri-
gado o arrendatario obter da Assembla Legisla-
tiva Provincial autorisaco para lhe ser aforado
perpetuamente. Os pretendentes podem compare-
cer nos indicados das.
Paco da Cmara Municipal de Olinda, 9 de Se-
tembro de 1886.
Baro de Tacaruna,
presidente.
Jos Marcolico ds Fonseca Manguinho,
no impedimento do secretario.
t" prara
De ordem do Illm. Sr. inspector, sfzs de ublico,
que s 11 horas do dia 14 do corrente mez aerao
vendidas em (iraca no trapiche Conceico, as iner-
cadorias abuso declaradas :
Armazem n. 3
Marca FMS&C, 5 caizas na. 55/59, vinlas de
New-York no vapjr inglez Portueiue. entrado em
28 de outubro de 1885, consignadas a Francisco
M. da Silva & C, contendo annuncios impressos
de urna s cor, pssandi liquido 100 kilogrammas.
Marca JCL&C, 1 ca C. Levy & C, contendo annuncios impressos de
urna s cor, pesando liquido 40 kilogrammas.
Armazem n 7
Marca FMS&C, 1 barril n 42, idem idem, em
27 idem idem, a Francisco M. da Silva & C, con-
tendo veraiz nao especificado, pesando liquido
egal 11 kilogrammas.
3' seceo da Alfandega de Pernambuco, 10 de
Setembro de 1886.- O chefe, Cicero B. de Mello.
Propostos para a venda de vas 11 hamo q ie tem
sido remettido da corte para esto provincia,
com oleo de colza
De ordem do Ezm. Sr. chefe de diviso, Jos
Manoel Picanc da Costa, inspector deste arsenal
e capico do porto desta provincia, faco publico
que nesta repartilo recebe-se propostas em car-
tas fechadas at as 11 horas da mnha do Ha 16
do corrente mez, para a venda de todo vasilhame
que tem con iuzido pai a esta provincia o oleo de
colza destinado ao consumo dos pbaroes, cujo va
silhame acha-se depositado no pharol do Cabo de
S. Agostinho e almozarif.tdo deite arsenal, onde
poder ser examinado pelos proponentes.
Secretoria da Inspecco do arsenal de marinha
de Pernambuco, 9 de Setembo de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Mraril OeN. 5m.ie miEii-
to da ciflafls do Recife, 11 de
Edital n. 747
COMMERCIO
Bolsa commerclal de Pernam-
buco
RECIFE, 11 DE SETEMBRO T)E 188t>.
As tres horas da tarde
Cotacet offtciau
Accoes do banco do Brasil, do valor de 200*000
a 2805 cada urna.
Apolices da divida publica, juros de 6 0/0, do
valor de 1:000*000 a 990* cada urna.
Cambio sobre Londres, 90 d|v. 211/2 d. por 1*000,
do banco, hontem e hoje.
Dito sobre dito, vista, 21 1)4 d. por 1*000,
do banco, houtem.
Cambio sobre Paria, 90 d/v. 413 rs. o franco, do
banco.
Cambio sobre Lisboa, vista, 151 0/0 de premio.
do banco.
Descont de letras, 7 e 8 0/0 ao auno.
Na hora da bolsa
Vendeam-se :
10 accoes do banco do Brasil.
6 apolices da divida publica.
O presidente,
Pedro Jos" Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforade.
REVISTA < OMrlI-llt I VI.
Da semana de a 11 de Setem-
foro de 1SS.
Cambio sobre Londres, 90 d/v 21 1/2 e a vis-
to 21 1/4 d. per 1*000 do Banco.
Cambio sohre Portugal e Lisboa, a vista 443 o/0
premio do Banco.
Apolices da divida publica de 6 % do valor de
1:000*, Bopreco de 990*'00 cada urna.
Letras hypotaecarias do Banco de Crdito Real
de Pernambuco do valor de 100*' 00 ao preco de
93*000 cada urna.
Accoes do Banco do Brazil do valor de 200*000
ao preco de 280(000 cada urna.
Na Bolsa venderam-se 10 accoes do B neo do
Brazil do valor de 100* ao preco de 150*000
cada urna.
Na bolea venderam-se :
6 apolices da divida publica.
47 lettras hypothecariaa.
20 accoes da Companhia de Bebenbe.
Descont de lettras 7 e 8 %> ao anno. 1
Abandono de cadeira
De ordem do Dr. inspector geral, faco saber ao
professor Manoel Soares Albergara, da cadeira
de Olho d'Agua da Onca, que fiea-lhe marcado o
praso de 15 dias para responder sobre o abandono
de sua cadeira, visto ter deizado de reassumil-a
depois de finda a licenca obtida, e haver decorri
do mais de ssis mezas fra do ezercicio della.
^Secretoria da Instruccao Publica de Pernambu-
co, 11 de Setembro de 1886.
O secretorio, Pergentino S. de Araujo Galvao
enero nacionaes
Assucar. Entraram 1923 saceos, vendas aos
precos seguintes:
O branco de 3. sorte, superior, de 4*200 a
4*300 os 15 kilos.
O dito de 3. sorte, boa, de 4*100 a 4*200 os
15 kilos.
O dito de 3. sorte, regular, de 4*000 a 4*100
os 15 kilos.
O dito de 4. sorte, de 3*900 a 4* os 15 kilos.
O dito somenos, de 2*600 a 2*700.
O dito masca vado, purgado, bom, de 1*.00
a 2*000 os 15 kilos.
O dito regalar a 1*800 os 15 kilos-
O dito americano, a 1*300 os 15 kilos.
O dito bruto, regular, a 1*200 os 15 kilos-
O dito do Canal, a 800 os 15 kilos.
Agurdente Ultima venda a 70*000 a pipa
de 48'i litros.
Alcool Ultima venda a 120*000 a pipa do
480 litros.
Algodo. Entraram 2609 saccas, vendas a
6*700 os 15 kilos.
Arroz em casca. Retalho a 2S500 o sacco, li
quido.
Caf. Entraram 1632 saceos. Rctolhou-se de
5* a 7*500 o* 15 kilos.
Ceblas do Rio Grande do Sal.O mercado con
tina sem ezistencia.
Cera de carnauba.Cotomos de 4*000 a 6*000
os 15 kilos, mercado supprido.
Couros salgados seceos. Ultimas vendas 515
res o kilo, com garanta de peso.
Couros seceos refrescados.Nao consta venda.
Cerveja nacional Retalho de 5 a 6*000 por
duzia de inteiras ou meias.
Farinha de mandioca. Retalho de 2*600 a
3*200 o sacco.
Fumo Retalho de 15* a 20*000 os 15 kilos,
conforme a qnalidade.
Gomma de mandioca. Retalho de 2*500 a
3*500 os 15 kilos.
Graza do Rio Grande do Sul. Cotomos nomi-
nalmente de 5*000 a 6*000 os 15 kilos.
Gordura do Rio da Prata. Cotamos a 5*500
os 15 kilos.
Genebra nacionalDe 3*600 a 4*000.
Mel.Nominal a 45*000 a pipa de 480 litros.
Milno. Retalho de 40 e 42. Retolha-se de
50 a 60 ris o kilo.
Sal do Ass e Mossor.vendas de 500 a 600
ris por 100 litros.
TapiocaRetalho de 4*000 a 4*500 os 15 kilos.
Velas stearinas do Rio de Janeiro. Retalho
a 292 ris o masao de 6 vellas.
Ditos ditas da provincia. Retalho a 300
ris o masso, idem.
Vinagre do Rio. Retalho de 70* a 80*000
a pipa de 480 litros.
SOCIEDADE
Monte Pi Brasileiro
De ordem do eztincto director desta sociedade,
convido pela segunda ves aos socios da mesma,
que se consideran) quites at e anno de 1880, pa*a
se reunirem no edificio n. 55 ra da Imperatriz,
s 10 horas da manh' do dia 12 deste mez, jara
tratarse sobre assampto da mencionada sociedade.
O Io secretario,
Mauoel de Miranda Castro.
Aviso m navegantes
Pharol Mueurype
Provincia do Ceara
De ordem do Exm. Sr. chefe de diviso, Jas
Manoel Picaneo da C.sta, inspector deste arsenal
e c pito do porto desta provincia, jaco constar
que segunde o telegramma do Sr. capito do por-
to da provinca do Cear, acha-se restabelccida a
luz do pharol de Mueurype daquella provincia,
cuj luz branca e lampeja de 30 em 30 segundos'
Inspecco do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 9 de Setembro de 1886.
O secretorio,
Antonio da Silva Azevedo.
De ordem do irmo juiz convido a todos os ca-
rissimos irmlos desta confraria a comparecerem
no consistorio desta igreja, afim de incorporados
assistirmos aos actos festivos que terao lugar hoje,
12 do corrente, em selemnisaco do antissimo
Nome 'de Maria, nossa ezcelsa padroeira. Os
aetos constaro do seguate : Missa solemne, Re-
zoura e Te-Deum.
O secretario,
Tito Machado.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engenheiro chefe,
faco publico que no dia 25 do corrrnte, ao meio
dia, recebe-Be nes:a repartico propoetas para a
ezecuco dos repares da cadeia de Scrinhem,
oreados em 400*000.
O orcamento e mais condicoes do contrato se
acham nesta secretaria para seiem examinados
pelos senhores pretendentes.
Secretaria da repartico das obras publicas de
Pernambuco, em II de Setembro de 1886.
O secretorio,
Joo Joaquim de S. Varejio.
Telephonlca
gard
BELAQAO DOS NOV08 A8SIGNANTES QUE
COLLOCARAM APPARELH08 TELEPHONICOS
DEPOIS DA LISTA N. 8.
Mez de Agosto
A
458 Antonio Jos da Costa Araujo.
Regulador da Marinha, ra Larga do Ro-
sario.
460-Augusto Neeseu Residencia, ra
Formosa.
425-ArseDal de GaerraCaes do Ra-
mos.
322-Almeida Duarte & C*.Armazem
de fazendas, ra Duque de Cazias.
132 Gongalves & Irmao Ra Mr-
quez de Olinda.
344 Abrantes 1 hados, ra do Bom Jess.
C
461 Companhia Ferro-Carril-Escrip-
torio, ra BarSo do Triuaipho.
E
431 -Eduardo Martnez & C\ -Refina-
(So, Praca do Conde d'Eu.
L
261London <& Braztliun Back, Limi-
ted, ra do Commercio.
i
457 Sociedade Recreativa Juventude
Pateo de S. Pedro.
V
314 Valente & Irm3o Refiosgao, ra
Marcilio Dias.
Z
459 Za ferino Valente & Ca. Arma-
zem de molbados, Caes 22 de Novembro.
Recife, 31 de Agosto de 1886.
O gerente,
Carino Almeida.
Theatro de Variedades
Domingo 12 de Setembro
Esplendida funecao pelo
CONDE ERNESTO PATR1ZIO
Ultima evoca2o dos imponentes
PMNTASMAS
PRINCIPIARA'
Precos do costume.
Os bilhetes venda na bilheteria
A'S 8 1/2 HORAS,
do theatro.
MARTIMOS
Vinho do Rio. Retalho de 120* a 130*000 a
pipa de 480 litros.
Xarque do Rio Grande do Sul. Deposito de
13 600 arrobas. Retalho de 3*000 a 4*800 os 15
kilos.
Gneros estrangeiros
Alfazema Retalho a 8*500 os 15 kilos com
10 por cento de aesconto.
Arroz da India Retalho a 2*300 os 15 kilos
i Jim idem.
Alpiata.Retalho de 4400 a 4*500 os 15 kilos
idem, idem.
Azeite de oliveira em barris. Retalho a 3*
o galo, idem idem
Dito em latos. Retalho a 15*500 a lata, idem
idem.
Bacalho.Deposito 8,000 barucas, retalha se
de 16* a 16*500 a barrica.
Banha de porco.-- Retalho a 440 ris a libra,
com 10 /0 de descont.
Batatas portuguesasRetalho 4 4*J00 a cana,
idem idem.
Ditas inglezas. Nao ha no mercado.
Bren Cotamos de 13*000 a 14*000 a bar-
rica couforme o peso e qualidade.
Carvao de pedra Cotamos de 15* a 20*000 a
tonelada.
Canella. Retalho de 1450 a 1*500 o kilo, com
10 O/o de descont.
Cebollas portuguezas. Retalho de 8*000 a
11*000 a caiza, com 10 /0 de descont.
CervejasRetalho de 6*000 a 11*500 por 12
garrafas ou botijas.
. CimentoRetalho de 7*000 a 8*500 a barrica,
conforme o fabricante e peso.
Cominhos. Retalho a 18* os 15 kilos, com
10 %-de descont.
Cravo da India.Retalho de 2*300 a 2*360 o
kilo, com 10 por ceato de descont.
Farinha de trigo Deposito 15,000 barricas.
Retalha-se aos precos seguintes :
A americana, de 18*000 a 19*000 a barrica.
A de Triestre e Hungra, de 23*000 a 25*000
a barrica.
Feijo. Retalho de 8* a 10J000 o sacco.
Garrafoes vasios. Retalho de 750 ris a
1*500 por cada um, com 10 por cento de descont.
Doces em calda Nao ha no mercado.
Farello do Rio da Prata Retalho a 3*200
o sacco.
Dito de Lisboa- Retalho a 3*800 o sacco.
Geneora.Nao ha, isto da estrangeira.
Herva doce.Retalho a 18*000 os 15 kilos com
10 % de descont.
Kerosene Retalho de 3f 400 a lato de 5 galoes
(liquido).
Louca ingleza ordinaria. Retalho de 90*000
a 130*000 a giga. !
Relacao das differcncs para mais, encontradas
no valor locativo dos predios urbanos da fre-
guezia do Recife, que esto sujeites ao imposto
de decima, relativo ao ezercicio de 1886 a 1887,
pelo Uncador Joaquim Tranquilino de Lemos
Duarte.
Ra de Barreto deMeuezes n. 2, so-
brado 600*000
Dito n. 8, idem 534*000
Dita a. 5, idem 582*000
Amorim n. 20, idem 573*000
Dito n. 13, idem 747*000
Dita n. 29, idem 6494000
Dita n. 43, idem 700*000
Moeda n 25, dem 642*000
Dita n. 31, casa errea 20('*000
Tuyuti n. 10, idem 192*000
Dita n. 12, idem 192*000
Dita 21. 14, idem 213*000
Companhia Pernambucana n. 18, sobrado 378*000
Domingos Jos Martina n. 2, casa terrea 373*000
Dita n. 26, idem 273*000
Dita n. 38, sobrado 723*000
Dita n. 42, idem 759*000
1* seceo do Consulado Provincial de Pernam
buco, 11 de Setembro de 1886.O chefe,
J. X. C. de Barros Campello.
Instilte Aroloio o G-eogra-
CiUMElRS REUNS
Companhia Franceza de Navega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
00a, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro
Santos
utnr Vlle U Peraaiuco
' esperado da Europa
n > dia 20 de Se.'eoibro, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba
bla. Rio de Janeiro
e Mantos.
Roga-se aos Srs. importadores de carga polos
vapores desta linha,oucirain apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng, |-.in-
quer reclamacilo concemente a volumes, quo po-
ventura tenham seguido para os portos do sul.afir
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nlo se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageir**. par %
os quaes tem ezcellentes accomodacoes.
Augusto F. de Ofiiveira & C
.iCiK.vrtaw
42-RA DO COMMEROIO-45J
( OMPAMlIli DES MESSAUE-
RIE niRITIHES
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandante ron
E' esperado dos portos do
sul no dia 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeauz,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 peseoas ao menos e que pa-
garem 4 pastagens inteiras.
Porezcepcd os criados de familias que toma-
ren) bilhetes de proa, gosam tambem d'este abat-
ment.
Os vales postaes b se de at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e diuheiro
a frete: tracta-se com o
AGENTE
Augnsle Lab lie
9-RA DO COMMERCIO-9
DampfschiUfabrts-GeselIschall
O vapor Rosario
Espera-se de HAMBURGO,
via LISBOA, at o dial6 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
0 vapor Valparaizo
E' esperado dos portos do
sul at o dia 18 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
Lisboa e Hamburfo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borsteluiann & C.
RUADO VIGARON. 3
1* andar
Pacific Si eam 3 a vi gal ion lo m pan v
STRAITS OF MAGELLAN UE
Paquete Valparaizo
Espera-se dos portos
do sul at o dia 13 de
Setembro seguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os que dora
em diante seguirem locaro em
Plymoulli. o que facilitar che-
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Haver tambem abatimentc no preco das pas-
sagens.
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
se com os
AGENTES
Wllson Sons fe C, Limited
N. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
Segunda-feira 13 do corrente, a 1 hora da tarde,
haver sesso extraordinaria.
Secretaria do Instituto, 10 de Setembro de 1886.
Baptista Regueira,
1 secretario.
Madei.-as de pinho.Mercado continua sup-
prido.
Massa de tomates.Retalho de 520 a 600 ris
a libra, com 10 % de descont.
Manteiga em barril Retalho a 780 ris a
libra, com 10 % de descont.
Dita em lata. Retalho de 900 a 1*300 a
ibra, idem idem.
Massas italianas.-Retalho de 84500 a 9*000
a caiza, com 10 % de descont.
Oleo de linhaca Retalho de 1*500 a 1*600
O galo.
Passas communs Nao ba no mercado.
Ditas finas. Retalho a 14*000 a caiza, com
10 "/ de descont.
Papel de embrulho Retalho de 650 a i*500
a resma, idem, idem.
Pimenta da India. Retalho de 1*300 a 1*350
o kilo, idem, idem.
Plvora ingleza. Retalho a 20* o barril.
Queijos. Retalho a 3*200 um, com 10 %
de descont.
Sal.Nao tem havido entrada para o mercado.
Sardinhas. Retalho de 300 a 340 reis a lata
com 10 % de descont.
Toucinho de Lisboa.Retalho a 12*500 os 15
kilos com 10 / de descont.
Dito americano.Retalho a 10(500 os 15 kilos
com 10 % de descont.
Velas stearinas Retalho de 540 a 900 ris o
masso idem idem
Vinagre de Lisboa Retalho de 130* a 160*
a pipa de 480 litros.
Vinho de Lisboa. Reta'.ho de 230* a 240*000
idem, idem. ,
Dito francez. Retalho a 250*000 a pipa, de
48'J litros.
Dito da Figueira. Retalho de 235* a 250*000
a pipa de 490 litros.
Xarque do Rio da Prata. DepoBito de 48,000
arrobas, retalho de 3*0002a 5*208 os 15 kilos.
aENDIMENTOS PBLICOS
Bles de Setembro de 1886
ALFANDEGA
Companhia Bahlana de navega
cao a Vapor
Maeei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha
0 rapor Harpz fls Gaxas
Commandante Nova
E' esperado dos nortOF ci-
ma at o dia 14 de Setembro
e regressar oara os mes-
mos, depois da demora do cos-
tume.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete tracta-se na agencia
7Ra do Vigario7
Domingos Alves Natheus
taCBBBDOBIAO* 1 a 10
'ceid de 11
UoasoLADO pboviscll De 1 a 10
dem de 11
.icirm DBiTNAoaDe 1 a 10
dem da 11
12:471*965
2:550*512
15:025*477
9:890*110
581*814
10:471*924
11:270*381
2:165*117
13:435*498
SiDt anu.
De 1 a 10
Idem dt 11
tnroa raoviaciu.
De 1 a 10
'dem de 11
224:166*465
44:962*442
26:166*866
3:134*222
Total
269:128*907
30:134*222
299:263*139
-LTERAC0 da pauta
Para a semana de 13 a 18 de Setembro
de 188o
Nao houve.
Alfanaega de Pernambuco, 11 de Setembro de
1886.
Os conferentes,
Antonio L. M. Amorim.
J. da Costa Cirne.
DESPACHOS DE IMPORTAQO
Lugar ioglez Florence, entrado de Terra
Nova, no dia 11 do corrente e consig-
nado a Saunders Brothers 4C, mani-
festou :
Bacalho 3,366 barricas e 578 meias
ditas aos consignatarios.
DESPACHOS DEEXPORTACO
Em 10 de Setembro de 1886
Para o exterior
= No patacho nacional Osear, carregaram :
Para o Porto, M. J. dos Santos 35 saccas com
2,427 kilos de algodo ; Mondes, Lima & C. 176
saccas com 14,518 kilos de algodo.
Para o Interior
No patacho allemao D. Pedro, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, P. Carnero & C.
300 saccas com 19,969 kilos de algodo e 350
saceos com 26,250 ditos de assucar branco.
No hiato nacional Joao Valle, carregaram :
Para o Natal, E. C. Beltro & Irmo 6 barri-
cas com 327 kilos de assucar mascavado.
No hiato nacional Aurora, carregou :
R0MLI.4IISTE.H PACkET
COIPANY
0 paquete Mondego
eaperade
do sul no dia 15 de
corrente seguindo
depois da demora
necessaria para
8. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
thampton
Par* passagens, fretes, etc., tracto cm Cs
CONSIGNATARIOS
Ad amson Howic & t.
Para o Porto jor Moa
Segu com brevidade para os portos cima a
barca portuguesa Allianca : para o resto da carga
e passageiros, trata se com os consignatarios Jos
da Silva Loyo & Filbo.
225
Para Mossor, H. Oliveira 5 barricas com
kilos de assucar branco.
Na barcaca Farofa, carregaram :
Para Parahyba, M. A. Senni & C. 10 barricas
com 600 kilos de assucar branco ; J. Baptista 100
saceos com farinha de mandioca.
Na bsresca Sol-Fixo, carregaram :
Para Mamanguape, P. Al es & C. 16 barricas
com 960 kilos de assucar refinado : C. Beltro
& Irmo 5 barricas com 333 kilos de assucar
mascavado.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 11
Terra-Nova34 dias, lugar inglez Flo-
rence, de 212 toneladas, capltao Samuel
Facey, equipagem 9, carga bacalho;
ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
MaeeiLugar norueguense Rauma, ca-
pitao H. Lundgrin, carga madeira de
pinho.
Rio Grande do NorteHyate nacional
Joao Valle, mestre Francisco II. Ca-
nato, carga varios gneros.
Rio Grande do SulEscuna nacional Ju-
lieta, capitao Jos Lourenco de Mes-
quita, carga Bal.
Liverpool Barca alleraa Annie, capitao H.
Vogh, carga a mesma que trouxe do
Mxico.
VAPORES ESPERADOS
Manot
Valparaso
Orator
Mondego
Mrquez de Caxiai
Rosario
Dalton
Baha
Valparaiso
Ville de Pernambuco
Espirito Santo
Neva
Congo
Para
Tornar
do norte
do sul
de Maeei
do sul
da Babia
de Hamburgo
de Liverpool
do sul
do sul
da Europa
do norte
da Europa
do sul
do sul
do sul
amanha
amanh
amanha
a 14
a 14
a 16
a 16
a 17
a 18
a 20
a 23
a 24
a 5
a 27
29

vi
<
"BBlMB^SMBIBMBlBBBBasnBMBBBlBaaWBMBaBBmBmi

ni
sV
bH^



Diario de PernambucoDomingo 12 de Sctembro de 1886
Conps^ia Braillelra le i
g&efoa vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Baha
Cammandante Silverio Antonio da Silva
E' esperado dos porto do su.
ateo dia 16 de Setembro, e
seguir depois da demorajn-
dispensavei, para os portee
do norte at Manaos.
Para carga, passage, eneommend- valares
racta-se na agencia 11
11Ruado CommercioU
PORTOS~DOSUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Guherme Wad-
dington
E' esperado dos ,-v.rtos do
norte atoo dia 13 de Setem-
bro e depois da demora io-
dispensavel, seguir para
os p~tN do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Pelotas
e Grande d > Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas valores e
trata-se na agencia
N. 11 RA DO COMMERCIO -N. 11
COMPA^lllt PEB^AMatCA,\A
DE
!f avegacao Costelra or Vapor
VIAGEM EXTRAORDINARIA
Mossor
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 14 de
Setembro, s 5 horas
da tarde. Recebo
carga at o dia 13.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cauda Companhia Pervmiucana
n. 12
Leilao
Da metade da casa terrea n. 15 ra do Ca-
rnario com 29 palmos de vao e 48 de fundo, i
porta e 2 janellas na frente, 2 alas, 3 quartos,
cosinba e 1 quarto externo e quintal murado.
Duaa quiatas partes da casa terrea n. 11, da
ra da Camaro, com 28 palmos de vao e 49 de
fundo, 2 salas, 3 quartos, cosinha e 1 quarto ex
terno e quintal murado, perteneentes aos acervo
de Antonio Martins de Carvalhe Azevedo.
Agente Britto
O agente cima, mandado e na presenea do
Illm. Eim. Sr. Dr. juiz de direito e da provedoria,
vender em leilao as referidas partes das 2 casas.
Terca-leira, 14 do corrente
i's 11 horas
No armazem na de Pedro Affonso n. 43
Leilao
dos gneros existentes na taverna n. 115 F, no
povoado das Areiae, Estrada do Giqui a Ja-
boatao.
TERflA-FEIRA, 14 DO CORRENTE
A's 11 horas
O agente odeso Baptista, autorisado pelo Sr.
Manoel Menezes de Albnquerque, far leilao dos
gneros cima declarados.
No povoado das Areias n. 115 F_______
ATISOS DIVERSOS
__ Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^
__ Aluga-se quatro casas na ra Imperial na.
102, 104, 132 e 136, caiadas e pintadas, com com-
medos para familia, e preces razoavel : a tratar no
Reeife, caes do Apollo n. 45, ou na mesma ra
n. 130, at as 9 horas on das 4 em diante.______
__ Precisa se de urna ama para cosinhar ; a
tratar no sitio do Sr. Valenc, na estacao da Ja-
queira. __________________________ ____
Da armacao, restos do miudezas e utensilios da
loj de miudezas ra do Mrquez do Herval
n. 57, antiga Ooncordia.
Quarta fefra, 1 do corrente
A's 11 horas
FOR INTERVBNQO DO AGENTE
Gsmo
de 2 vaccas tourinas muito boas, e em seguida de
1 piano, movis, loucae, jarros, copos e muitos
. outros artigos
QUARTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
Na ra Estreita do Rosario n. 24
Agente Modesto Baptista
LEILOES
Terca-fera, 14, deve ter lugar o leilao de
difierentes fazendas liuipas e avariadas, urna lin-
da armaco envernisada, mesas para fazendas,
cofre, bem como movis de casa de familia.
Quinta-feira (16) deve ter lugar o de livros,
terrenos com baixas de capim e casas em Api-
pucos.
Conforme o annuocio na columna dos leiloes,
no vclta do vapor Giqui de Fernando de Noro-
nba deve ter lugar o leilao da barca italiana
Luira V, tal qual se acba no lugar do sinistro,
bem como os salvados viudos d'alli no mesmo
vapor.
Leilao
de fazendas limpas e avariadas
Tere felra 14 rto eorrente
No armazem da ra do Mrquez de
Oliuda n. 6
EM TEMPO
Vende a linda armacao envidracada e enver-
n i ai da e meza para fazendas existentes no mesmo
armazem.
Aluga-se nao s o dito armazem como tambem
odo sobrado do ra do Mrquez de Olinda n. 6.
Leilao
De movis, lougas e vidros
TERQA-FEIRA 12 DO CORRENTE
A's lt horas
A' ra das Flores n. 3
O agente Silv.ira, devidamente autorisado, le-
var a leilao os seguintes movis :
Duas mobilias, sendo 1 de Jacaranda, e 1 de
pao ca ga, 1 guarda-roupa, 1 secretaria de Jaca-
randa, 1 cama franceza, 1 marquetto, 1 meia com-
moda de amarello, 1 aparador, diversas machinas
de costura, 1 espelbo, cadeiras de guarnico, mesa
elstica, 1 dita de 12 palmos para jantar, cabides,
loucas, jarros, copos, candieiros, clices, facas e
garios, trem de cozinha e mais movis patentes
no acto do leilao. _
(EM CONHNUACAO)
f* O mesmo agente levar a leilao 1 armacao pin-
tada de preto, sem reserva de preco.
Agente Burlamaqui
2/ leilao definitivo
DE PREDIOS E TERRENOS
Terca felra 14 do corrente
A's 11 horas
No urmazem ra do Imperador n. 22
O agente cima por alvar e assistencia do Sr.
Dr. juiz da provedoria levar a leilao as duas ca-
sas terreas sob ns. 105 e 107 ra do Conde da
Boa-Vista, outr'ora Camioho Novo, perteneente ao
acervo de Antonio Martina de Carvalho Azevedo,
em continuacao vender um terreno na Capunga,
ra do Ventura, fregueaia da Graca, com 6 me-
tros e 35 centmetros de trente, e com mais 55 me-
tos e 60 centmetros de fundo, perteneente a Viu-
va Lages.
Os Srs. pretendentes podem desde j exami
nar.
Agente Burlamaqui
Leilao
De movis, louca, vidros e espelhos
luana felra, 1 ft do corrente
A'S 11 HORAS
No sobrado do pateo da Santa Cruz, que faz
esquina para a ra do Baro de 8. Borja.
O agente cima autorisado por urna familia que
se retira para o sul do Imperio, levar a leilao 1
piano forte e bom, 1 mobilia de junco completa e
cousolos com pedra, 1 meia mobilia de Jacaranda,
2 cadeiras de bataneo, 1 espelbo oval, jarros, ta-
petes, 1 toilet com pedra e espelhe, candieiros
para gaz, cama para casal, 1 guarda-louca, 1 com-
moda e guarda roupa, aparadores, mesa para jan-
tar, cadeira para enanca, 1 cama para enanca,
1 berco para crianca, 1 marquesao, lanternas, es-
carradeiras, 1 barheiro, 1 cama de ferro, camas
de lona Dar crianca, compoteiraa, garrafas para
vinho, garrafoes, passaros, papagaios, folhas de
zinco, grades de madeira, e outros muitos mo-
vis como verao no dia do leilao.______________
Agente Silveira
Leilao
Qnarta-feir. 15 do corrente
A's 11 horas
A^ ra estreita do Rosario n. 24
O agente Silveira, por mandado e com asisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orpaos, levar leilao
o eogenbo Penedo de Baixo, freguezia de S. Lou-
renco da Matta, comarca do Reeife, espolio de D.
Anna Maria da Rocha Falco, sendo o engenho
edificado a margem do Capibaribe, moente, com
bom cercado de pastagem e excellentes mattas.
Os Srs. pretndeme podem examinar o referido
engenbo.___________.^
Grande leilao
De importantes movis e objectos antigos
e notaveis, alguns at de mais de 200
annos
CONSTANDO:
De grandes collecces de conchas e muluscos,
mesas, cadeiras, sofs, commodas e urna infinids-
de de objectos apreciaveis perteneentes ao grande
museu do Illm. Sr. Antonio Mafra.
Quinta feir, 16 do corrente
As io i|* horas
No sobrado n. 13 sito ra de S. Jorge,
em Fra de Portas
O agente Gusmao, autorisado pelo Illm. Sr. An-
tonio Mafra, far leilao do seu grande e impor-
tante mnseu de movis e objectos notaveii e de
grande antigaidade, cujo leilao ser effec:aado no
sobrado cima mencionado.
__ Aluga-se o sobrado de um andar e s-jtao
com muitos commodos e bem preparado, na ra
do9 Guararapes n. 48 : a tratar na ra do Impe-
rador n. 16, 1- andar.____________^^^^^^^
Offerece-se urna senhora para encarregar-se
dos ser vicos de urna casa que seja composta de
urna ou duas pessoas ; ca rna da Ponte velha nu-
mero 11.
O solicitador Lydio Alerano Bandeira de
Mello, participa s pessoas de sua amizade, assim
como aos seus constituintes e pessoas que lbe qui-
zerem fallar, que mudou sua residencia da rna
nova de Santa Rita para a ra do Mrquez do
Herval (antiga da Concordia), 2- andar do pre-
dio n. 34, onde deve ser procurado.
Urna senhora de boa moral tem para alugar
em sua casa um quarto, perx que seja alguma
senhora idosa e de boa conducta. A mesma se
nhora offerece se para tomar sob sua responsabi-
lidade a educacao de algumas meninas que este-
jam no caso de haverem perdido mi ou pai, pois
tem as precisas qualidades para bem desempenhar
esse magisterio : trata-se na ra do Mrquez de
Herval, casa n. 182. |__________
^TCOSINHEIRA No hotel da ra Mariz e
Barros n. 7, se precisa de urna perita cosinheira.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra de Marcilio Dias n. 25, segundo
andar. __________________
Aluga-se o 2- andar da ra da Penha n. 2g
e a casa terrea da ra Vidal de Negreiros n. 140:
a tratar com o Piuheiro, ra Duque de Caxias
n. 66, loja de miudezas.
Vende-se a casa terrea n. 18 ra das
Nympba8 na Boa-Vista, com 2 salas, 4 quartos,
cosinba fra e urna puchada para acabar, tem
quintal murado e com arvoredos de fructo : a
tratar na mesma._________________________
Precisa-se da quantia de 8:000*000, a juros
sobre bypotheca em predios : quem quizer fazer
este negocio, deixe carta fechada nesta typogra-
phia com as iniciaes D. I. S, dizendo aonde pode
ser procurado e o menor proco do juro.
Precisa-se de urna ama para engommar; na
ra do Rangel n. 67.________________________
Dr. E. Ossian-Boonet
Medico
Consultorio : 51- Una do Mr-
quez de Olinda Reeife
RESIDENCIA : HOSPEDARA DE D.
ANTONIO -CAMINHO-NOVO
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
E a expresso da verdade
Sao boas e bonitas as eaeirai jas, que ltimamen-
te receberam Pedrosa & C, assim como est na
direceo da officina de sua alfaiataria um exceden-
te mestre; sua tbesoura quasi infallivel os presos
das obras all fabiicadusjsaa modificadisaimos, pois
sendo estas vantagens a principal e essencial con-
dieco para a base fundamental das regras econ-
micas regras estas que todo bomem tem o deve-
observal-ae, pois justo e ra3oavel que todos
amigos e bons freguezes, vo munir-se das rou-
pas que precisarem a ra do Baro da Victoria n.
41 prepara-se um terno de roupa em 24 horas.
E' o que faltava ver, podendo-se comprar um
terno de casemira fina a escolher, obra muito bem
feita, que nada deixa desejar, por 60^, 65, 701
80, na casa de Pedrosa & C. a ra do Baro da
Victoria n- 41 para ir-se em outra parte pagar
cem e cento c tantos mil ris, isto nunca.
Vende-se
Uro cofre prova de
fogo, do fabricante
Milner.
A entender-se com
o agente Martins.
Ama
Leilao
Da refinacao sita ra do Visconde de Goyan-
na n. 217, (Manguinho) perteneente a massa fal
lida de Manoel Carpentiro & Souza.
Constando de caldeiras grandes de cobre, ditas
menores, balancos grandes com pesos, carteira,
mocho, bancas, I filtro de cobre, 1 fogo com 8
boceas para cosinhar assucar, barricas vazias,
saceos de panno, ditos de papel, corredores, ras-
pas, bancos para bater sssucar, carvao cook e ani-
mal, caixoes para depsitos, urna porco de taboas
para depsitos de assucar, encanamento e bicos de
gaz.
Terca felra, 14 de Setembro
A's 11 horas
0 agente dusmao
Autorisado por mandado da Exm. Sr. juiz de
direito do commercio, a requerimento do Dr. cu-
rador fiscal da massa fallida de Manoel Carpenti-
ro & Souza. far leilao com assistencia do mesmo
juiz dos objectos cima msdcionados perteneentes
a referida massa
Leilao
de terrenos com baixas de capim, olaria, casas de
pedra e cal em Apipucos
e urna parte oa propriedade em
commum Apipucos no valor de 1:918608,
A saber :
Um giande terreno no Zongue com plantas de
capim propria para o invern, eom olaria parte
nova e parte detereorada e urna meia agua de
pedra e cal contigua mesma olaria,
Um outro terreno denominado liba, com planta
de capim propria para o invern, que outr'ora fa-
ca parte do terreno cima;
Anda um ontro dito com planta de capim pro-
pria para o vero, conhecido por baixa do Mocu.
Urna casa de tijolo e cal, n, 21, na estrada de
Apipucos para Caxanga, com um outro terreno,
em o qual um grande alicerce para urna ou duas
casas.
Urna parte na proprit dade em commum Apipu-
cos, no valor de l:918f 608.
tilinta felra 1C de Setembro
A's 11 horas
Agente Pinto
Em seu escripterio ra do Bom Jess
n. 43
Precisa-se de urna ama que lave, engomme,
cosinhe, e que faca todo servico de urna casa de
familia de duas pessoas, quer se sem filho e que
durma na casa onde se empregar, e que d co-
nhecimento de suas boas qualidades : na ra do
Rangel n. 53, loja.
Caixeiros
Leilao
de movis, e um fugao novo
A SABER
Urna linda mobilia de Jacaranda Luiz XV
com 1 sof, 1 jardineira, 2 consolos com pedra, 4
cadeiras de bracos e 12 de gumicio, 1 piano, e
cadeira.
Urna mobilia de junco, preto, 1 piano, 2 cadeiras
de balanco, 4 quadros, candieiros a gaz carbnico,
jarros para ores-
Urna mobilia de Jacaranda massissa, 2 commodas,
1 lavatorio, 1 toillet, 1 guarda roupa, 2 cabidos,
jarros para flores, 1 relogio de parede.
Urna meza elstica com 6 taboas, 1 guarda
louca envidracado, 2 aparadores, 1 relogio, 12
cadeiras, copos para agua, talheres, colheres,
mezas, cadeiras e muitos outros movis de casa
de familia.
TER^A FEIRA 14 DE SETEMBRO
Agente Pinto
No sobrado da ra do Mrquez de Olinda
o. 6 i
Leil
ao
De livros, entre os quaes differentes obras de
direito e literatura
Quinta felra 1A do corrale
A's 11 horas e meia
Agente Pinto
Ra do Bom Jess n. 43
Precisa-se do dous pequeos de 14 a 16 annos
de idade, sendo um para "molhados e outro para
padaria i a tratar com Gomes & Pereira, tra-
vesa da Madre de Deus n^l4._ ________
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite com urgencia,
para Olinda. no Varadouro : a tratar em casa do
Dr. Democrito Cavalcante.____________________
Aluga-se muito barato
Excellente morada
A casa grande ra de S. Jorge n. 26, ro Re-
cite, com 5 quartos, quintal e porto.
O SITIO e casa para familia, travessa do
Motocolomb n. 4, em Afogados, cem muitos fruc-
teiras e bauho salgado, perto dos bonds para o
Reeife e da estrada dierro ; trata-se na ra e
Santa Thereza n. 3R--
Capachos de esparto
Pintados, de diversos temanhos, vendem por
preco sem competencia Martins Capito C. com
armazem de molhados ra estreita do Rosario
numero 1.______
PROGRAMMA
DA
2.a REGATA
DO
CLI I.ITEU1CIH.IL Di
ISLA. DB.A.CX.A. XXJ& S-AJNrra JkXXJ50aO
A'S 3 HORAS 61 PONTO NO DOMINGO 12 DE SETEMBRO DE 1888
PftEMO MEDALHA
POULE 2#000RESERVADOS 21000GERAES 1#000
4"
Escaler de 6 remos,
dem de 4 remos.
Esealer de 4 remos,
dem, dem,
dem, idem.
Out-riggid 4 remos.
dem, idem.
Escaler de 6 remos,
dem, idem.
dem, idem.
Escaler de 6 remos,
dem 4 remos.
SIGNAES
Azul.
Encarnado.
Azul.
Branco.
Encarnado.
Azul.
Encarnado.
Azul.
Branco.
Encarnado.
Azul.
Encarnado.
70
Out-riggid 4 remos.
dem, idem.
Out-riggid 2 remos,
dem, idem.
Out-riggid 4 remoi.
dem, idem.
dem, idem.
Azul.
Encarnado.
Azul.
Encarnado.
Azul.
Branco.
Encarnado
Seraphim.
Livio.
Faicao.
Paraguay.
Cameiro-
Taveira.
Silva.
Livio.
Pinheiro.
Seraphim.
Taveira.
Lvd.
Taveira.
Pinheiro.
W. Chrisiiani.
A. Chrstiani.
Silva.
Pinheiro.
Livio.
REMADORES
Brand&o, Libanio, Ferrer, Borges, Azevedo e Arce'
lino.
Leal, Burle, Regadas e Ramos.
Profissionaes.
dem.
dem.
Muller. Fritz, Nelly e Marques.
Brandao, Leal, Azevedo e Borges.
Profissionaes.
dem.
dem.
Marques, Frita, Adour, Muller, Scbiappee Cunha.
Leal, Burle, Regadas e Ramos.
Muller, Fritz, Nelly e Marques.
Thompson, Grey, Cunha e Adour.
DISTANCIA
EH KETB0S
1.000
POSICAO
Mar.
Terra.
Mar.
1.000 Centro
Terra.
iooo?ea;ra.
1.000
1.000
1.000
Chance e Ferreira.
Scbiappee Bivar.
Leal, Borges* Brandao e Grey.
Thompson Muller, Cunha e Adour.
Nelly. Moreira, Schiappe e Frita.
1.000
1.000
Mar.
Centro
Terra.
Mar.
Terra
N0MES DAS EMBABCAC83
Olga.
Acaso.
Marinho.
Tentativa.
Tigre.
Aymor.
Pery.
Neptuno.
Oceania.
Pernambucano.
Septuno.
Acaso.
Mar.
Tena.
Mar.
rerra.
Mar.
Centro
Terra.
Raio.
Temerario.
Albatroz.
Irene.
Temerario.
Audaz.
Raio.
Commisso da distribuicao de premios Ss. Excs. os Srs. Dr. presidente da provincia, chefe de divisao inspector do Arsenal de Marinha, e o
presidente do Club. *&:* .
Juizes de partida-Jos Monteiro de Almeda.Jos drt Silva Neves.H. bulzer.
Juizes de centro-Jo3o Leal Reis.Jos Ricardo Dias Fernandes.Jos Joaquim da Costo Maia Jnior.
Juizes de chegadaFrancisco Marcelino do Amaral.Antonio da Silva Neves.Jos Clementino Hcnrique da Silva.
Fifcaes d raiu-Ulysscs Botelho de Andrade Francisco Mederos.Manoel Silvestre Ferreira Bastos.
Commisso de recepeoW. Webster.Hermenegildo Loyo.Commendador Manoel da Silva Maia.Dr. Gaspar de Drummond.Bernardi
Pontual. Comm.u&o de arehi.baneadll_Msnoa Rbsir0 de Carvalho Junior.-Dr. Felippe Lopes Nctto.-Carlos Leal.-Joao di Uvramento.-Jos Silveira
do Pilar Filho.Eduardo Lemos. .*
Cainmiseao de poulesP. C. Casansva.Henrique da Cunha Porto.Alfredo Marques.
r O* directores de regata.
ino
Joo Holmes.
Jos Soaquim Pereira.
Jos Antonio Moreira,
Leilao
Do casco, mastros reaes mais pertencas e
da barca italiana
tal qual se acba na ilha da Rata, 6 milhas
distante de Fernando de ioronha
O agente Pinto far leilao, por autorisaco do
Sr. cnsul de Italia, com licenca do Sr. inspector
da Alfandega e com assistencia do empregado da
mesma que para esse fim for nomeado, e por con-
ta e risco de quem pertencer, do casco, mastros
reaes e mais per'en^as da barca italiana Luigia
V, tal qual se acha na ilha da Rato, onde naufra-
gara na sua ultima viagem de Cadi para Buenos-
Ayre.
Em continuado
vender-se-ha os botes, remos e cabrestante, sal-
vados da mesma barca, existentes na Alfandega,
bem como as velas, cabos e mais pertencas da
mesma barca, que devem vir pelo vapor Giqui
da Companhia Pernambucana.
No dia 12, deve partir o vapor Giqui paraFer-
nando de Noronha.
Os pretendentes podem ir ou mandar examinar
dita barca.
Do respeitavel conselho litterario
Convidamos a preciosa attencao para o artigo
estampado no Diario de domirgo ultimo, epigra-
phado :Instrueco Publica.
Reeife, 7 de Setembro de 1886.________
Attencao
O abaixo assignado, tendo contratado comprar
ao Sr. Mancel Ferreira de Paula a sua taverna da
estrada do Aflictos n. 5-A, livre e desembara-
cada de qualquer onus, previne a quem se jul-
gar prejudicado para, no praso de tres dias, a
contar de hoje, apresentar sna reclamacad. Re-
eife, 11 de setembro de 1886.
Antonio Fernandes de Alboqnerqne.
EXPOSICXO DE PARS l7d
oba oa covcouo
crASMA
pelo O do
1fcx"
Rtr^s m todas a* PkarmcIM.
Colonia Agrcola Orpha-
nologica Isabel
Scientifieo aos tuto-
res ou parentes de me-
nores que obtiverem
despachos favoraveis
da presidencia da pro-
vincia para admisso
dos mesmos neste ins-
tituto, que deverao
aguardar previo an-
nuncio desta Directo-
ra, pelo Jornal Offi-
cial, para tal reali-
saf-io. sujeitando-se a
reconduzirem os mes-
mos, se antes disto o
flzerem.
Secretaria da Colo-
nia Orphanologica Isa-
bel, 6 de Setembro de
1886.
0 director,
Fr. Fidelis.
Coires de ferro
Vende-se dous, prova
de fogo, novos, que
vieram de encommen-
da, por pre^o barato,
Ra do Baro da Vic-
toria n. 48.
Dr. .iaclliano de Paula Baptlaia
O arc diaco Dr. Luis Francisc de Araujo ce-
lebrar na matr de 8. Pedro Martyr de Olinda,
a 14 do corrate, urna missa por alma do lente da
faculdade de direitc do Reeife, Dr. Graciliano de
Paula Baptista, stimo dia de seu passamento. Os
empregados da faeuldade, residentes em Olinda,
e os parentes e amigos do finado que quiierem
assislir a esse acto de piedade, devers achar-t
nnqnella matris *s 7 horas ejnponto:__^^____
FABH.I CA J> E C I GAAR OS
M'MEURON -B G*j~
, a#HdO

-LlISSTGsW
MMjrn rumie* reoutrabx
RIO d'e^AIEIRO BAHIAaPER hxkbtjco-
Meuron & C.
participara aos seus freguezes e ao publico em
geral, que tendo resolvido fabricar novamente
cigarros e fuios desfiado, com a marca da fabrica cima reproducida e compe-
tentemente registrada acham-se habilitados para vender, de hoje em.diante, as seguintes
qualidades :
BAKBACENA
POMBA
RIO NOVO .
GOYANOS .
CAPORAL MEURON
FLOR DE VIRGINIA
Cigarros
Superiores a 60000 o milheiro
Elegantes 7)5500
Especiaes o 95000 o
Mimosos 90000 t c
Faforitos 60500 t
Deliciosos 80200
Compras por atacado 5 % de descont
Fuios desfiados para cachimbo e cigarros em pacotes
DE lOO GRAHHAS
CAPORAL MEURON a 500 rs. cada pacote
FLOR DE VDJGINIA a 500 rs. idem idem.
Garante se que todos os seus cigarros, de qualquer das denominares cima,
assim romo os fumos desfiados, sSo fabricados com fumo escolhido de qualidade
superior. .
Aceio e acondicionamento gozam de especial attensao.
)
CARNEIRODaCUNHAiC.
GRANDES NOVIDADES
4o commercio
Francisco Joaquim Cromes da 8ilva, convida a
todos os seus credores, a apresentarem suas con-
tas para serem conferidas e pagas ; ra do Im-
perador n___, escriptorio do Sr. Dr. Manoel Por*
tella Jnior.
Reeife, 10 de Setembro de 188o.
VancMCO Joaowm Gome da Suva.
Explendido sortimento dos melhores tecidos em 12 para vestidos, desde 4(
500 rs. at 10000 e 10200 o covado!
Cachemiras de urna s cor, duas larguras, a 10000,10400 e 10800.
Lindos desenhos em failes, a 460 e 500 rs., o covado!
Bonita esoolha em setins de cores, desde 800 rs. a 20000 o dito!
Merinos de todas as cores e preto, sortimento sem competencia, desde 90 rs. a
10000: do melhor que se possa desejar.
'Esguilo pardo e amarello para vestido a 460, 500 e 600 n. o covado !
Riquissimos cortinados, todos bordados, para cama de casal a y0OOO, para ja-
DeUa vnurtlhos de todas as cores a 10000, 10200 e, M500, o covado !
GaarnicSes de crochets para cadeiras e sof a 80000.
Meias arrendadas para senhoras a 80000, a duzia
Camisas inglezas para homem a 360000, a duzia 1
Cheviots pretos superiores a 30500 e 40000^0 eovado !
Lindos chapeos para senhoras a 60000 e 80000 e para enancas a 30500 e 40000.
Luvas de seda, leques, colarinhos, fichs, lencos de seda o muitos arbgos que
serio lembrados presenca das Ermas. leitoras^
C&RNE1RO B\ C\3NH\ k C.
59 Ra Duque de Caxias 59

wmmmmmmBKmmmmm

\

mHHi
I


a
Diario e PeroaiiilnieoDomingo 12 de Setembro de 1886
luz brlhant^sem Fumo
OLED AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA UMPARINAS
A
CONTRA SEZOES
'AYTB'S AOVE ("I-REI
COA 6A?0MEBTr C COM UtTZZA
as
|FebrpsIn!ermittente&|
i'RemieneseBiliosas:
as
dias.os Calafrios.
TODAS AS
eslas Paludosas.

Mugase
predio n. 140 ra Imperial, propno para es-
abelecimento fabril : a tratar na ra do Commer-
io n. 34, com J. I. de Medeiros Reg-_________
Aluga
-se barato
79
Sua Visconde de Gryanna N.
Ra do Calabouco N. 4. loja
O armazem da ra do Coronel Suassuna n. 141
Ra da Baixa Verde n. 5.
Casa terrea da travessa de S. Jos n. 23.
Trata-se na ra do Comtnercio n. 5, 1 andar
acriptorio de Silva Guimares &. C.
Aluga-se
casa n 1 ra Lembranca do Gomes, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na ras da Imperatriz
a. 32, 1. andar. ^^^^^^^_____
Aluga-se
as casas da ra do Visconde de Goyanna ns. 159
e 167, com agua e g z : n tratar no largo do Cor-
po Santo n. 19, esc iptorio.___________________
Aluga-se
a sala de detraz do 1 andar a ra Primeiro de
Marco n. 18, muito propria para escriptorio de
qualquer natureza : a tratar na loja de aiesmo
predio.___________________________
Aluga-se
a casa terrea da rui Visconde de Albuquerque n.
170, caiada e pintada de novo ; a tratar no largo
do Corpe Santo n. 4, 1 andar.
Na praca do Conde d'Eu n. 7, segundo anda<-
precisa-se de urna cosinheira para casa de i*
\niii
MART1NS* BASTOS
Pernatnbueo
NUMERO TELPHONICO : N* 33
Agua florida. Extrabida de flores bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida-
de e suss propiedades benficas, excede
a tdo que neste genero tem apparecido de
mais celebre.
Tnico americano. E' a primeira das
preparr.c,3es para a ionservac2o dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias cepillares, faz nascer os cabellos,
impede que embrarquegam e tem agrande
vantagem de tornar livres de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal- Compcsto com vegetal
innocente, preparado para am aciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o rro balito.
Vendu-se na3 principaes casas desta ci-
dade e na Lbriea de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHOKE N 33__________
Tricofero de Barry
Garante-se que faz nas-
cer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranque
cer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
APPROVACAO
ACADEMIA DE
li
MEDICINA DE PARS
X
O quinium Labarraque ora Vinho eminentemente tnico febrfugo destinado substituir codas a
cotral preparaces de quina.
O quinium Labarraque contera todos os principios activos dos vinhos mais generosos.
O quinium Labarraque prescripto cem vantagem aos convalescentes de doengas graves, as parturientes e
a todas as pessas fracas ou debilitadas por urna febre lenta.
Tornado com as verdadeiras pilulas de Vaet, sao rpidos effeitos que produz nos caaos de Morse, at-
uta, cores pa'.Iidas.
Em razao da efficecia do Quinium Labarraque, preferivel -, -/? -
tomal o em <:opo de licor, no fim da refeico e as pilulas de Vallet antes, ^/^y^ff y2^&*=*re-iv<-^f
Vende-se na mor parte das pharmacias sobe a assignatura
Fabrica$ao e atacado : Casa L. PRERE
19, ru Jacob, Paria.


THES0URAR1A
FARINHX LCTEA
DAS
mm % trnm
Acha-se a venda a Ia parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericord a do
Recife que se extrahir quinta-feira, 16 do cor-
rente pelo seguate
Precisa se de urna ana que saiba cosinhar e
lavar : na pracc de C >nde d'Eu u. 10, raverna.
Ama deleite
Precisa-se de urna ama quo tenha taom e abun-
dante leite ; na ra da Aurora n. 17.
Serrara a vapor
Caes do Capibaribe n. ZS
N'esta serrara encontraro os s< nhores frage-
les, um grande sortimento de pinho de resina de
anco a dez metros de coroprimefto e de 0,08 a
1,24 de esquadros Garante-se proco mais como-
do do que em outra qualquer parte.
Francisco dar Santcs Macado.
Criado
Procisa-se de um criado de 14 a 19 atmos ; a
tratar na ra do Commercio n. 44, ou Peyaand
n. 19 (Passagem da Magdalena).
Boa arquisicao
Para fucm qnicer gaabar dlnhelro
N'uma das principaes .uaa desta cidade, neg
cia-se urna padaria com todas ts pertencas e em
perfaito estado de c inservacao : a tratar na praca
do Conde d'Eu n. 18._________________
"PIMO-6B RIGA
de 3X9. 4X9 e 3X'2; venJe-se na serrara a va-
por de Ciimaco da Silva, caes Vinte Dous de So-
vembro p. 6.
Assucar especia1
Joaquim Salgueiral & C, proprietarios da mais
bem montada refinaeao desta cidade, scientificam
ao publico em geral e especialmente ao commer
cao, que tena sempre um completo sortimento de
assucares, tanto era caroco como refinados, de 1*,
2e3" sorte, e especial refina io com ovos, o me
ltaor que se enontra no mercado, e i odem de
prompto satisfazer qualquer pedido que Ibes seja
feito, p'is p*ra isso tem sempre um grande depo-
sito. Garantem a boa esecuco e limpeza de seus
productosTi I. phone n. 445
Ra Direlta n. 2t
Caixeiro
Precisase de um
pratiea de taverna ;
aero 23
caixeiro de 12 aunos, com
na ra das Trincbeiras nu-
Precit-n-se de um cosinbeiro
Caiias n 68.
na ra Duque de
Aos 10O:(HittS000
im
.6-Eua do Cabug-16
O ab ixo assigna'lo tem exposro ven-
da os seus venturosos bilhttes garantidos
dal* lotera do novo plano.
Prefos
1 Vig-simo 1*000
Meado quantldacle superior
a I* f:4o
A Hez. na "00
Joaquim Pipes da Silva1
wm&
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao official do
um Governo. Tem dnas vezes
mais fragrancia que qualquer outra
ednraodobrodotempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
I lenco. E' duas vezas mais refres-
cante no banbo e no quarto do
doentr.# E' especifico contra a
frouxidilo e debilidaiu. #Cura as
dores de cabeca, os cansa?os e os
I desmaios.
Xarope ie Via ie Beuter No. 2.
24,000 bilhetes a 16l000
Beneficio, sello e commis-
silo......
Mtt
Oleo de mocot
Superior e sem faUfic;:cao vende Luiz Jos da
Silva Guinare?, ra do Commercio n. 5.
34:000i$000 a centena em que sahir
o terceiro premio
69:060(J000 2 Approxim a 9 5 e s do
------------------1 2:0000000 para o pri-
314:940^000 meiro premio .
2 Ditas de 1:0000000
100:0000000 para o segundo premio
30:0000000 2 Ditos de 6500000 para
10:0000000 o terceiro premio .
4:00: JOOO 2,400 premios de 200000
14:0000000; para todos os algarts-
10:0000000 mos finaes do primtiro
8:0000000: premio ....
2,400 Premioa de 230000
para todos os algaris-
19:9000000: mos finaes do segundo
premio.....
9:9000000 5,140 Premios .
5:9400000
.4:0000000
2:00000 0
1:3000000
1 Premio de.
1 Dito da ... .
1 Dito de ... .
1 Dito de ...
7 Ditos de 2:0000000 .
10 Ditos de 1:0000000 .
16 Dito* de 5CO0UOO .
99 Ditos de 2000000 para
a centena em que sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 1000000 para premio. 48:0000000
a centena em que sa-
bir o segundo premio 9:9000000 5,140 Premios 314:910.000
99 Ditos de 600000 para
Caso a terminacho do segundo premio seja igual a do primeiro passar ao nu-
mero iromediatamente superior
Esta lotera divide se em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de 800 ris
cada um,
Os premios maiores de 2000000 em cada parte e3tao sujeiOB ao imposto pro-
vincial de 15r0 e 5[ add;cional sobre o referido imposto.
EXTRA(.gO PELA MACHINA FICHET
Thehouraria das loteras, 7 de Setembro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesoureiro-
M ARCAJ REGISTRADA
1S AMOS ES SCCSSSQ
21 recompensas, das qucs 8 diplomas de honra
e 8 medalhas de curo. "3
Certificados numerosos das primeiras autorida-
des medicas.
Alimento rompleto para crianci-
nban de pei(]
Supre a infufficiencia do leite materno, facilita
desmamentacao e a diges'o fcil.
Emprega-se tambem vantajosamente para adul-
tos como alimento para estmagos debilitados.
NICO DEPOSITO ESPECIAL DA FABRICA
PARA TODO O IMPERIO
31 CRA DE S. PEDRO-31 C
Rio de Janeiro
E
Casa filial ra do Ca-
bug n. 12
Receberam nov.imente um esplendido
sortimento de cliapos de sol de todas as
qualidades, para senhora, lisos e bordados,
grande variedade em cores ; e para hornera
grande variedade em cabos inteiraroento
no /os, cliapos para crianzas, chegar no-
vo sortimento.
N. 1>. Fabricam-se e concertam-se cha-
peos de todas as qualidades, com perfei-
c3o e rapidez a maior possivel; pois co-
bre-se um chapeo em menos de una hora.
Amostras levara se em qualquer parte.
Vende -se em gross* e a retalh*
MARCA DE FABRICA
AHTES OT tTSAli-O. BKPOIS DE USAIi-O.
Cura positiva e radical de todas as formas da
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affaocoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
eneas do Sanguejfigado, e Eins. Garante-se
qne purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian,
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especias
em todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Cal lirffem de Jauaribe
o n
Aln. se ra do Boa Jess n. 23,
um rin zem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acontlimnada em barricas proprias para o
fabri' o no Raaocajr.
Esta cea, em nada inferior que nos
vem do 1 strmg-ro, vendida p^lo preco
fixo ai 60000 ;v barrica p f 1 z 1 Sr Vicente Nabciroento com o Sr.
Jos (' s'i I'i reir propri't-rio do engenho
Jgii;.r;l>f upa pcdretfaG Ihe >' o nome
h' n rregado da venda nicamente
nestH 1 ni a de o Sr Sebstio Beaerra,
com es ript rio ra j Rom Jess n.
23.
Papoiiia k C.
N. 1 -- u Q CabaaN18
Tem
L'i' de do, amurca, seda fio
d'E-- -- 6 c:.
Au' florida e 'Xreofr<. de Barrr.
t>. b i dYeraoe e rom \ de R< uter.
C-1 :s, bordudhs i
ceroulas d flni.il. ala.
CaaeiMM sem nMiaiaaoB e eean punhos s/c c/p
c/c
Cotluriuac ^.urih's, meif.s, plaelrons, mentas,
gTHViil-- '!' (;0.
Lam .-, espartilbos, [nt- tii-r- em cimbris,
vest .- iM i d >'' la, chsncB elHUi.oe, ensacas de
ca.-tu .i ^rsadine de teda < todi de teda.
Alpacas de seda a SiO rs o covado.
VINHO
DO
Dr Gabanes
KINA^CABANES
VM tU PCtMES (KMA CUAESII UCTOWOSPHdTf 0 CHAUX
ETMFERU0UIN*TrTREni;rCQRCE0OSANGES/mERES
JgyiirSnJSa EX P O RT AT I OHfSgZXSr,
NOTA. Pan evitar as contrafacedes, s se deve
acceitar as garrafas qui tiverem incrustadas no rdro
as patarras : Vinho do DE Gabanes, Pars, e
tobre os rtulos, tiras de papel que envolvem
gargalo 0 a marca de fabrica,
a assignatura do Dr Ga-
banes e o sello de garanta
to governo francez. ^-5 jt
ie papel que envolvem o
O Vinho do D' Cabales, submettido
approvacao da Academia de Medicina de
Pars, fi rcconhccido como um tonteo
enrgico (por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue e da Carne), que d ao
a sangue forca, vigor e energa.
OS Snr* D Trouaieau, Cnrard e Vel-
peau, professores da Faculdade de Medicina
de Pars, o receitam todos os das com o
melhor xito s mulheres enfraquendas por
excessos de toda especie, tratalho, prazeres,
menstruaco, edade critica e amamentacao
prolongada. ET extremamente eCucaz contra
o Fastio, Ms digestOes, Dyspepsias, Gastritis,
Tonturas e vertigens.
D resultados maravilhosos nos casos de Anemia, Chlorose, Pauperismo do sangue, Esteri-
liade das malhefes, Flores brancas, Perdas seminaes. Impotencia prematura, Emmagrecimento
geral. Tsica pulmonar, robre tercas, Intermlttentes, Palustres, Endmicas e
Epidmicas.
O Vinlio do X>' Cabanes, pela energa de sna acc5o cordial, desenrolle as forcas, activa a
Circulacao do sangue e e multo recommendavol para as conTalescencas.
Faz cessar os vmitos tao frecuentes durante a gravidez, augmenta a secrecao do leite nos
nutrtzes e d extraordinario vigor as crianciuhas de mama; gracas a influencia dos seus prin-
cipios tnicos, soberano nos casos de Diabetes, AfTecro da'medalla, Hysteria, Epilepsia,
Rachittsmo e em geral. em todos os casos em qne e preciso recorrer um tnico poderoso, que
d vigor e restaure as forras dos doenCes.
Como aiieritivo substilue com grande vantagem os lquidos perniciosos como absintbo,
venuouth, etc K'um preservativo ireciado pelos viajantes e marlnlieiros, como anU-epide-
mico e antidoto da febre amarclla. Vomito e outras Molestias troplcaes.
Deposito geral: TROETTE-PERRET, 264, bonlefard Voltair. PARS
Depsitos em Pe fia mbuco: FRAJaT" M. da SZXVA aC',iais principaes Pharmaclai.
p^lr'Jardim das plaas
MONDEGO N. 80
Pretendendo-se acabar cera as plantas que estilo
em vasos n'este jnriim, vendem-se os sapotiseiros,
480005000 mu'to grande?, e dando frncta a 2|0(X), lari#
1 geiras, muito grandes, para enxertar, a G000
duzia, e sapotiseiros mais pequeos por barato
preco. ^______________
TSILIZ
M 100:0003000
BILHETE1 Ittl^Tf OOH
ir^ra^a da independen
cia ns. 37 e 39
Acham-se venda os felizes bilhetes
garantidos do novo plano da ia parte da Ia
lotera a beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia do Re:ife, que se cxtrthir a
16 do coirente.
Presos
De cada vigessimo 15000
Em porjao da 100(5 para cima 900
Antonio Augusta dos Hamt** Porto
Aviso
Tendo o abaixo assignado em 20 de Fevereiro
de 1885, aceitado nma lettra de 1:000*000 seu
finado amigo Alfredo B.icco, morador naCeionia
Orphanologica Isabel, com o praso e assignatura
do saccador em branco, acontece qne na arrec
dacao do seu espolio na foi ella encontrada :
como quer que possa ella ter sido transferida
terceira pessoa, com ou sem endosso do mesm
Briceo ; o abaixo assignado, afim de evitar du-
vidas futuras e em garanta de seus direitos, con-
vida a quem s. achar na posse da dita letra'a vir
apresental-a e receber sua importancia no prefixo
termo de 60 dias, sob pena de procederse de
conformidad' com o que, m taes casos, se aeba
estaselecido no cdigo commercial.
Cidade de Palmares, 1 de Setembro de 1886.
Joaquim L. M. da Fran:a.
Msiies un Mldm
Tomem nota
Frilhos para engenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
Hachtaasmo completo para en
genhos de i -dos os tamanhos
Systema aperfeifoado
Especificares e presos no escriptorio dos
agentes .
Browns & C.
SMULSO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fiffado de bacalho
COM
Hypopiosphitos de cal e soda
Approvada pela efanta de Bly-
glene e autorizada pelo
governo
E' o melher rem dio at neje descoberto para a
Unir Itronelaiten. encroplanlan. ra-
< liiiin. anemia > ebilldadc om (eral,
defloxon. tonne rbronica e laaTerren
da pello e da garsanin.
E' muito snperior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter eoeiio e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propiedades tnicas
reconstituintis dos hypophospbitos. A' venda naa
irogarias e boticas.
Deposito em Pcrnambuco
Sement de carrapato
Compra-re Fabrica App.illo.
Pinho resina
de 3X7 at 3X12.
Pinho branco (da Suecia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VENDEM
l>nsc a Irmos & C.
INJECTION CADET
Hura certa em 3 das sem mitro medicamento
&AXE8 7. Boulevar* IMmain. V 1'AUIM
SCLUglG CG^E
'^J"SOLilUO COitiEll^r
AO CHLORriYDRO-FHOSPHATO DE CAL
O mala poderoeo di reconetltulntea adoptado por todos 08 Medico* da Corone aa
Fraquet* peral, A nema, ClUorosis, Tsica, Cachexia, Escrfulas, RacMtismo, Dotnpu
dos ossos, Cresamento ilfflc das enancas, Fastio, Dysftpsas.
Parii,_COIRRE,_rie'\_79i nada Citrcha-lidi. Dapcsius cu principies Fbaraaelaa.
Criada
Precisa-se de urna criada para cosinhar : na
ra do Bario da Victoria n. 9.________________
Folhinhas
De Laemmcrt
Para 1889
CHEGARAM as afamadas folhinhas de Laem-
mert : 1 Recreativa, 1 Trovndor, 3 Divertim- uto
de salao, 4 Histrica, 5 Moralista, 6 Jogador, 7
Cmica, 8 Romancista, 9 Cupiao, 0 Jnrdineh-0,
11 Macauia, 12 Charadista, 13 Sonhoi, 14 Dra-
mtica, 15 Contos moraes, 16 divertida, 17 Thea-
tral, e mais oito outros, e vendem-se na casa de
G. LA PORTE t C.
46Ra do Imperador46
(Grandes abalinaentos as vendas em grosso)
Barbeiro
Precisa-se de um official de barbeiro : na ra
do Livramento n. 17.
Ca*a para alugar
Aluga-se a casa n. 6, sita em Sant'Anna de
dentro, com 2 sslas, 4 quartos, eosiuha e quartos
fra, quintal murado e grande terreno em seguida
ao muro do fundo : quem pretender dirija-se ao
sitio do Sr. Jorge Tasso, ato Maaguinho, estrada
da Ponte de Ucha, que achara com que a. tratar.
Tavares de Mello,
Genro & C, previnem
ao publico que movem
IV. 5 Una do Commercio
N.B AlmdoacimaB &.C., tem cathalogos de 1 '.{_ JA fATimOV.
mu'i i.mplementosnecesEario3 agricultura, como UtJIU I LtiiuU U.U Vwllllllwl
.;mbem muchinas para descarecar algodo, mei *
nhos para caf, trigo, arroz e milho; cerca de fer-
ro galvanisado excellinte e mdico em preco, pea
soa nenhuma pode trepai-a, nem animal que-
bral a. ______
fCrAmm DEFRESMES%ih
TNICO-NUTRITIVO
COM PEPTONA
(Carn assimilavelj
FERRO E LACTO-FH0SPHAT0 DE CAL NATURAES
Sendo o Vinho Defresne d'um posto delicioso, tam-
heni o nico reconstituinta natural e completo.
o mais precioso de todos os tnicos; sob a sua
influencia, desvanecem-se os accidentes febrs, renasce
. Hppetite,fortalecem-se os msculos e voltam as forcas.
Emprega-se com xito contra a inappetencia.os cres-
cimentos rpidos, convalescengas, molestias do
estomago (Gastralgia, Gastritis e Dysenteria), e
debilidade, a anemia e consumpgao.
DEFRESNE: fcrneokV dos Hsspiaas. Pars, Autor da Pancreatina^
& tedas as ^harmaaas______
i;
|j
sal
Ui
y,
! nraana
da S1L.VA & O.
iSSZS&ZSenSBSZSXSZcSiS&a'i
SOTTAS REGENERADORAS
do Dcnrtor SAMUEL THCMPSON
'xratamenU efilcaz contra todas as aHec-coes provenientes do enfra-
quecimenlo dos orgoa e do systema nervoso, ou das a!tera.;oes do
aac ?ue muse a do Stlne, Seterlllda.de, PrnlpltapSee, Enl -a-
qnentnente eiftl, leainu Convaieeconcaa. Este tratamenlo 6, de ba multo,
e recominendado como o maior receeiersdor do ergmnlem*.
i, rASCO : S FRANCOS X%* rUAHJAl
Tod fruteo tu* nao trouner a Marca de Fabrica registrada e a ttsitnatiri
deve ser rlgoroafUMCte recusado.
PAMS, rbsrmul> SELIU, ru Xoctaarbonut,
Depoaito em Pernambuco : FRA^^eo m. da SILVA de C
HPWffgg
Dr. Ciraciliano de Paula
BapliMla
Clara Sew BHp'.istj, s--us lhoa e irmaop,PeJro
Fraucisco de Paula Baptista e seus irmos, agr-
decem de corac'io i psame que dignnram-se de
acompaohr os restos Btsrtau 3 d seu caro e asails
pranteado esposo, pii, cunhn io e irmai, Dr. Gra
cilian^ de Pauii BKptib', < eonvidam de novo a
todos os prenles e amigas para assistirem as
missss que serio celebradas no convento do Jsr-
mo, na teres f-iri 14 do &s 8 horas, s-
timo dia d,- ~rn h,|i.cin in.________
EiaiSiaSitBIt:
Un/ce FsMteaa* i
L
PnOmto
Commendadnr AntAialo Jone
Hodriiue* de Kunia
Mari* JoMini--. Paasii Bou i do Carmo
Redrigui-a da Silva, .Antonio Jo= Kodiigi-.es de
Souz>t Jotri r 11-iinque Bodngnes de Souza e
Joa*quim Pires da Siiva, agradecen! Gordalmente
todos uqui'llea que 6<" digoaram auumpanbar ao
emitrrio publico os retto.s mort.es do seu caro c
presad) esposo, p>ii 8 sagro, i-ominindadrir Anto
nio Jos Rodrigues de S nasa, e eonvidam nova-
mente a to '.os os seus parntes e amigos para as-
si trrsa as idi Bbrnr s< ganda-
feira 13 do eeirente, hs S bar s da nxnba, na
ordem tTC. ira de N. S. d.'Cirmo. >etimo dia-de
seu falit cimento, pelo que se cmf. ssam agrade
cidos. ________
Mmln liUixia Bndt-ira ale Mello
Hodaal. s li ras do dia, 'esar-se-la urna
mitsa na ma'riz da I uso ter o
de Maria Luisa Haudcira ie Vlello, fiha do con
selhuiro Dr. JosW OupastrauM B sdem de Mello.
Convida-te ao par. ules e hmigoa d.. finada e seus
pais, para sseistjn in a t-ae tu de caridade.
ci desta cidade a>
^o por quantia avul-
tada co itra o proprie-
tario do engenho Con-
ccigo Velho. no termo
de Ipojuca, pelo que
nao ser licita qual-
quer transaeco sobre
o referido engenho. ou
acerca de urna escrip-
tura de hypothecaque
se diz existir no mes-
.no.
Balco
Prec>sa-ee de um balco j usado, parn fazen-
das, c mprimento 4 metras e largura 66 ceatt-
raetros Iaf rmacao por carta A J. A., no c-
olio deste Diario.
t-------------------------------------------------- '
Insirucfo
ca
O delegsdo litt.rario de Vicencia, Conteste, se
. ,., di ta no Diario de hontem, sob a epigraphe icima.
Beec, 6 de Setembro de 1886.
A vdz da moral.
Obras de vime
Ultimo goNio
Modelo i:p"ifeiC"do em cestas para casi-"-..,
.smieiis, cadeirH8 para criaofa?.
etc., ve:dem por pieeos commodcs Mariis C
to & -m aeu ..rmazem de molbsdos rui
estrei'a do Rosario n. 1.
i
i


r
Diario de PernambncuDemingo 12 de Sctembro de I8S6
CURA CERTA
de todas s AffeccSes pulmonares
*.
7/ CAPSULAS
^REOSOTADASV
fdoDr.FOURNIERl
tnicas Premiadas
Ka xposi(So deParii em 1878 ,
KXIJA-SK A UANDA DI
.*!USTU flMADA
&m
Todos aquelles que sofirem
do peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Fournier.
::l Pernambuco i
FRANCISCO M. da SILVA A C.
Taverna
Venda- se urna taverna : a tratar na rna do
Camarao n. 17.
Malvasia
Vinho propriu para scnhoras
Em barra e a retalho : P.cas Mendes C,
rna estrei'.a^do Rosario n. 9._________________
Predios
Ha un sortiinento variado de
Azulejos francezes
de padrees novos e muito solidos a
80*000 o milheiro
Na loja de Louca de
J. DE A. VEIGA & C.
Ka larga do Rosario___________
Iv^lo^
k%* ros;
ae |
P -8
dio ao norte
a bella aivura vapo- j
rosa das Bellezas rfa Anilgudatle.
L. PANAFIEU C"
Paria, rna Rochechoutrt, 7C.
DeiwttariosemPernambuco :FraM-M-dsS2.VA*C j
NA'-EXPOSIQAO' UNIVERSAL Dt '1S7a
VINHO de GATELLN
de QLTCERINA e QUINA
O mai> poderoso l -
O Dores ('estomago, Ijangor, Anemia
Dicbetlis, Consumpcto Febres,
Convalesoenca, Resultados dos partas
O mosmo rlaho eon f.- ro. VINHO FERRUGINOSO Di
CATLLON re.-o'Crador por :'\ceHencia *'o sangue po'.ire
e devorado. Este vinho f.iz t ilcrar o ferro por todos
isestdiago e nao oecasi-ma prisao de v, p-
'ARIS, 21, ru San'-> v.nt Pernambuco i
Fraile ?*. da Silva c C'.e das principa*.* PIjpiuaca^I^W
3dr
in.H;H.w.iH*.iARa?g
Peiiora! de Cambar (3)
Descolara e pr^paracao de Alvares de S.
l rea, d i Pelotas
Apprvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica, autoriaafto ; no imperial, pre-
mi'ido coto as roedalhas de our da Academia Na-
eumal de Pars e El Brasileira Aema de
1881, e rodeado de valiosos attostados mdicos e
de mnttos oatr s do pcoaflaa curadas de: tosses
simplP, bronehites, astbma, rouqiritNta, tsica pul-
monar, coqueluche, Saei ctc-
Pr^c^s nr>? agencias :Frasees 2*500, meia
dnaia 134000 e dusia 24 000.
Precos as sub-ageneias :i rasco 2*800, meia
dusia 14*000 e dusi i 28*000.
Agent's depositarios g-raes nesta provincia
FRANCISCO MAMOEL I>\ SILVA s C,
rna Mrquez de Olinda n. 23.
Caxang
Alugr.m-se qu artos mobilhados a 15 j mensaes,
no antigo hotel de Caxang. assim como tambern
eommod"s com co-inha d pendencias para fami-
lia : a tratar na ra Primeiro de Marco n. 25 loja
de joias.
AOS
.00:0003000
ILESIES &ASAHTZSQS
23-raa Primeiro de Marco23
O r.baizo assignado tem exposto ven-
da os seus afortunados bilhetes garanti-
dos da 1.a parte da 1.a lotera da Santa
Casa de Misericordia do Rccife, pelo novo
plano, que se extrahir quinta-feira 16 do
corren te.
PRESOS
1 vigsimo 15000
Ea oorci' de OO^ pa- cima
1 vigessinoo #900
Manoel Mar+.ins Finta
sai
VENDAS
Vende-se diversas taboas de pinh e lonro e
um compartimento para eacriptono com duas por-
tinbas, encanamento *eaz con candiiro simples :
a tratar na ra das Flores, casa de gaiolas.
Plvora, tilo e tollas
Vende Caudido Thiago da Costa Mello em seu
deposito ra Imperial n. 322, otariaTelep^one
r.. -_'I1.___________________________________
Moneiro
Vende-se on arrenda-se annualmente urna boa
casa com bastantes commodos para familia, tendo
agua e gnz encanados, com um b'm quintal todo
murado, com algunos irvores fraotif'ras e com
sahi la para o rio, por preci muito razoavel:
?oem precisar diriJK-se ra Duque de Caxias n.
17, que achara com qnem tratar.
Para ngenhos
Cal nova de Lisboa.
Potassa da Russia.
Oleo de moc 4.
Az ite de carrapato.
Oraxa em bexigas.
Vend^m Abrantes & C, ru do Bom Jess
numer;i 48. _______^______
WHISKY
fAL BLEND marca ViADO
Es; te Whisky Escoscss preter
ao cognac ou *ru.irdene de canna, para fortifica
o corpo.
Vend-'-se a retc'.ho nos h, ib ores srmazens
solha
Pede KOYAL BLEM) marco VIADO cajn
me c emblema i oara todo r> Bras
BROWN'8 V C,
Tecidos de linlio
A 500 rs. o rovado
Sa loja da ra da 1 a. 88, vndese
nm bonit sortirr.ento de tazenip.s de linhj pura
Testidos, tendo largura de chita fnnecza, com
multo benitas cores e palminhas bordadas, pe-
chineh i a 500 reis o corado, i P< reir da
Silva.
Vende-se
um moinho grande com pouco uso, para moer ca-
l : na ua !ar.e;i do Rosario B. 12.__________85
Maduro
Vinho puro da uva
O que pode hver de melhor para mesa, em
barra e a r. talbo : Pocss Mendea efe C, rna
reita do Rosario n. 9.__________________
VAPOR
e moenda
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver no enpenho Timb ass. muito pertc
da estacao do nietmo nome ; a tratar na rna do
mperador n. 48, Io andar.____________________
he entes de flores
das mais bonitas qnalidades que se encontram no
i nungeiro, receberam Martins Capitao A C, e
vea .em por precos comraodos em seu armazem a
ra e6tre:ta do Rosario n. 1.
Almanack da provincia
1886
iin Tolnme com 498 paginas
2^000
A' venda na casa editora. Livraria Parisiense
a. 7 A, roa Primeiro de Marco n. 7 A, Indust-ial
Econmica de G. Liport & C. e Cardoso Ayres.
Recebemos oeste ultimo
vapor
Sementcs novas k hortalices
4 OBRAS DE VIVIE
Como sejam:
Cestas para compras de diverses tamanbos
Bandejas para roupa engommada
Balaios p>ra rcupa suja
Balaios para facas e garfos
Beryos
Condecas
CostureiroB
Cadeiras
Voadorespara meninos aprenderem a an-
dar.
O especial vinho Figueira puro setn a
menor composi$&o.
Vinho do Porto engarrafado, o que pode
vir ao mercado de mais especial.
Tamancos do Porto para senhora.
PO^AS MENDES & C.
Rna Esireila do Rosario n. 9
Poueo capital
Vende-se o estahelecimento de molhados ra
de S. Joo n. 5, de pouco capital, bem local, alu-
guel de casa barato, negocio proprio para prin-
cipiante, d-se livre e desembarazado, conforme
o sjuste : a tratar no mepmo.
A lievolugo
RoiaS lsmhas
A 320 e 4M> reis o colado
Acabam di: chegar para a loj-i da ra da Im-
peratriz n 32, nm grande e bonito sortimento de
lismbas de ores pava vestidos, sendo f^ienda de
muita phautasia, com cores claras e escuras, e li-
quidara se a 320 e 400 reis o covadn, por haver
grande porQo na loja de Pereira da Silva.
Boa acquisico
P5Vende-se aarmacao e beii.feitorias da loja de
fzendas ra do Livraioer.io n. 10, com g
ti a da casa, por ter o proprietario > estabeleci-
mentj ae retirar-se para ra da cidade ; a tratar
ma mesma loja.
M-
A' raa Duque de Caxias, resolveu a vender
os seguintes artigos rom 25 /0 de me-
nos do que era outra qualquer parte.
Setins damass a 360 rs. o covado.
Gorgorinas de listrinhas a 360 rs. o eovado.
Las com lisfrinhas a 40 rs. o eovado.
Fuatoes de cn-s a 320 rs. o cevado.
Merinos de cores a 9O0 rs 10) e 13200 O co-
vsdo
Merinos pretos a 1200. 1*400, 1*600, 1*800 e
2*"00 o eovado.
Velludhos lisos e lavrados a 1/000 e 1*200 o
eovado.
Palha de seda a 800 rs. o eovado.
Incbemira bordada de seda a 1500 o co-
vadp.
Las escosgexas a 500 rs o eovado.
Cambraia com salpicos a &H' rs a peca.
Chitas i-s-uras e claras a 240 rs. o eovado.
Linh.08 esci)S8e7es a 240 rs. o eovado.
Las com bolinhas a 640 e 500 rs. o cavado.
Gaze com bolinhas de velludo a 800 rs. o eo-
vado.
Linn com salpicos a 500 rs. o eovado.
Giosdcnaples pretos a 1*80', 2*000 e i*500 o
eovado.
Z phiros listrados a 200 rs. o eovado.
Cretones fiuos a 30, 360, 400 e 440 rs. o eo-
vado.
Setinetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o eo-
vado.
FostSo brancj a 32a\ 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o eovad.
Setinetas lisas a 400 rs. o eovado.
Ditas lavradas a 500 rs. o eovado.
Flanella de cor a 40 ro o c.vadj.
Flaneila brano. a 400 e 1*000 o covada.
Chapeos de sol de cores para senhorm a 7600
um.
Chales de casimira finos 9*000 um.
Fech. de la a 2*000, 3000, 4*000, 5*000
e 6*000 um.
Tao> le par:. i:.nel!a. piar.o, sof e cama a 4*.
6*0.0, 7*000, 8*000 c 24*0'O um.
uia.> aatarelto e pardo a 500 rs. o eovado.
Casacoa de It.ia al'* O um.
Lencoes brancos a 2*000 a duzis.
Bnm prateado a 60'. rs. 0 C vado.
Tim.-s para meninos de 4 a 5 annos a 5*000
um.
Lencos a l*80u is um
Colchns brancas a 1*800 urna.
Setins macodecoies 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o eovado.
Setim-tas bram-as a 500 e 560 rs. o eovado.
Cortmauos bord.dos a 7*00(1, 9*000 e 16*000 o
par.
Capellas e veos a 10OOO e 14*000 urna.
Colchas bordadas a 5*000. 6*000, 7*000 e 8*000
urna.
Espartilbos de c-wao* a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 im
Cortes de la para vestidos a 20*0 0 um.
Algodao com duas larguras a 800 rs. o me-
tro.
Cortes de cas.-mira para calca a 3*000 um.
Bramante de linh a 1*800 o metro.
Dito de algodi i a lgfta) o mntro.
Toalhaa felpudas a 4*000 e 6*1,00 a dusia.
Fazendas brancas
SO' AO NMESO
AO roa da Imperatriz = 40
Loja dos baraieiroe
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaixo mencionadas, ceui competencia de precos,
A SABER :
AlgodaoPe$ss de lgodSozinho com 20
jardas, pelo- barato prego de 3*800,
4J,-4*500, 4* fcS, &*500 e 6J50t
MadapolaoPecas de madapolio com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at 12*000
Camisas de meia com hstras, pelo barato
preco de 800
Ditas branc Cregnella francesa, faxenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhaa e
ceroulas, vara 400 rs. e 600
Ceroulas da meema, muito bem fetas,
a 1*200 e 1*500
Colletiuhos r'a mesma 800
Bramante fraocez de algodao, muito en-
corpado, com 10 palmos de largura,
metro 1*2
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 2J8CI
Atoalhado adamascado para toalhaa de
mesa, com 9 palmos de largura, metro lf 800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
droes delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado uc
mercado, rs. 200
Todas esta3 fazendas baretissimas, na cochecida
loja de Alheiro & C esquin. do becco
dos Ferreiros
algodao entestado pa-
ra lencoes
A Oo m. e AOOO o metro
V'ende-6e na loja dos barateiros da Boa-Vista
;odo para len?oes de um s panno, com 9 pal-
s de iarpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
00 o metro, assim come dito trancado para
malbas de mesa, com 9palmos de largora a 1*200
i ctro. lato na leja de Alheiro (x. C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200,1*400, 1*600, 1*800 e 2* o eovado
A heiro i C> ra da Imperatriz n. 40, ven
dem muito bous merinos pretos pelo preco acimt
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co d> s Ferreiros.
Espartiihos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vcude-se
muito bons espartilhos para scnhoras, pelo preco
de 5* de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o eovado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de caaemiras ingle-
sas, de duas larguras, com o- padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preoc
de 2*800 e 3$ o eovado ; assim como se encarre-
gam de mandar facer costumes de casemira a
30<, sendo de palotot sacco, e 35* de fraque,
grande pechincha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o eovado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 32C
rs. o eovado, grande pechincha ; na loja da ea-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordado* r. lOO r. a pera
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, surti-
das, por 55, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
GRANDE
gado
Evposifo central rna
Rosario n. 38
DamiSo Lima & C, chamam a atteneao das
Exmas. familias para os precos seguintes :
Carreteis de 200 jardas 80 rs.
Pecas de bordados de 200 a 600 rs.
Ditas de um palmo a 2*500 e 3*000.
Fita n. 80 para faxa a 2*500.
Leqves regatas e D. Joannita a 1*000.
Frascos e extractos de Lubin, grandes, a 2*000.
Leques D. Lucinda Colho a 6*000.
Toalhas felpudas a 500 600, e 1*000.
Duzia de meie.s para homem a 3S000.
Ditas para senhoras a 3*000.
Luvas de seda a 2*000. J
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colarinhos de linho a 500 rs.
Ditos de algodao a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordo para vestido a 20 rs.
Bvisiv- is grandes a 820 rs.
rampos invisiveis a 60 rs.
Um leque de setim (novidade) a 6J500.
Ricas bolcinbas de madreperola de 1*500 6*.
La para bordar 2*800.
Urna capella e veo de 15*000, por 12*000.
Um espelho de mol lura por 5*500.
Urna pulseira de fita par 1*200.
Plist a 400 e 600 rs.
Urna boneca grande de cera por 2*500 e 3*000.
NA EXPOSICAO CENTRAL
38Raa Larga do Roario-38
Florida
Loja de tniudezas
Raa do Duque de Caxias n IOS
Os propietarios deste grande eetabelecimento
de miudezas, modas e para accommodar os interes-
ses da poca, tem reaolvido venderem po' meuos
vinte por cento que em outra qualquer parte.
Pentes elctricos 6 0 rs.
Luvas de pellica a 2*500 o par.
Linha de carrtel'*jcanca e de cores a 80 rs.
Grampos a 20 rs. o masso.
Invisiveis a 320 rs.
Vestuario de fustao bordado para enanca a
3*000.
Pentes de regaco para crianca a 100 rs. um.
Baleias a 360 rs. a duzia
ttaspas para anquinhas a 120 rs. o metro.
Bicos com tres dedos de largura a 1*500 e 1*800
a peca.
Linha de cores para crochet a 250 rs. o no-
vello.
Papel anrizade a 40 rs. o caderno.
Pita efiineza a 320 rs. o masso.
Lencos de linho a 1*500 a duzia.
Lindos bicos de cores com 10 Jardas a 4* e 5*
a p> ca.
Urna caixa com tres sabonetas desenhando urna
roa por 500 rs.
Meias de l de cores Dar senhora a 1*500 o
par.
Camisas nacionaes
A **500. SSOOOe S*500
32^= Loja a ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e p.inhos de linho como de algodao, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*, sendo rasonds
muito melhor do que as que vecm do eatrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortada* por
um bom artista, especialmente camiseiro, tamben-,
se manda fazer por encommendas, a vmtade dos
freguezes : na nova loja da ra da Imperatriz n.
3., de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de faze- las
xz
= 3\
SaipMes e rindo verde branco e
tino
Reeebeu Antonio Duarte ra da Uniao n. 54,
confronte a estar : tornaiu-.-e recommendaTeis
estes artig >8 por ter recebico de casa particular
de Portugal, razio por qifi garante ser especia)i
dade ; assim como tem carne e queijos do sertao
por preco muito mdico ; o mesmo vinho tambem
se veude em cusa de B?rnardino Duarte ra da
Florentina us. 2 3.', em retalho e ancoras. Na
mesma comprs-ae urna balanca decimal, grande.
Seraphina
Vende-se urna teraphi ia novamente remontada,
propria para ipreja ; a tratar com Leoncio tk Mu-
aiz ra da Imperatriz d. 43. B
Attenco
Vende-se urna parte do engenho Desterro, fre-
guezia de Iguarass : a tratar no pateo da Santa
Cruz n. 2, taverna.
Rna da Impe
DE .
FERREIRA DA Sa^VA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
p iitavel publico um variado sortimento de fazen-
das de tod precos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roUpas para homens, e tambem se man
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos fino,
casemiraa e brins, etc.
HIQ PM8S
37Roa da Imperairii-83
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as roepss abai
xo mencionadas, que to ba- #;im
Palitots pretos de ;'t; .. aiagcnaes e
acolehoados, senao tazenaas muito en-
corpadas, e forrados 7*0(
Ditos de casemira preta, de cerdao muito,
bem feitos e forrados 10*001
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*001
Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
dadeir, e forrados 12*0(K
Calcas de gorgoro preto, acolchoao,
sendo fazenda muitr encorpada 5*5tx
Ditos de casemia de sores, sendo muito
bem f.-itas 6*50
Ditaa de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas 8*0W
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*00
Ceroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem fsitas a 1**300 e 1*6(K
Colletinbo de greguella muito bem fei'cos 1*01)1
Assim como um bom sortimento de lencos dt
l:'nho e de algodao, meias cruas e collarinhes, etc
Isto na loja ca "ua da Imperatriz n. 3i
(en, wettnetasi e lasInliaH a 50
r. o eovado
Na loja da rna da Imperatriz n. 32, vende-t
um grande sortimento de istoes brancos a oO*
rs. o eovado, lazinhas lavradas de furta-coret
n-zenda bonita para vestidos a 500 rs. o covadt
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas at
cores, a 500 ;s. i eovado. pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
Icoditozinho (ranees para lenre*
a OOrsi., I e l#oo
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-s-
superiores algodozinhos francezes com 8, 9 e l1
palmos de largura, proprios para lencoes de uu
b panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000 i
metro, e dito trancado pa- a toalhas a 1*280, at-
sim como superior bramante de quatro largur.
para lencoes, a 1*500 o metro, barato na lqji
do Pereira da Silva..
Roupa para meninos
A 4*. 4*500 e 6
Na nova loja da ra da Imperatriz u. 32, s
vende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinbo e calo
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*060, dito-
de molesquim a 4*500 e ditos de gorgoro pratc
emitando casemira, a 6*, sVy muito baratea ; n
oja do Pereira da Silva.
irodaGibc&C-
Liquidam os seguintes artigos mais barato queem
outra parte, visto serem alguns comprados em
leilo a saber:
Lindos crotones claros a 240 e 280 rs., o eo-
vado.
Failes de novos gestos & 400 e 500 is. o dito.
Linons com palmas de l a 800 rs. o dito.
dem com salpicos a 560 e 700 rs. o dito !
Popelinas coa litra* do ida a 280 e 320 rs., o
dito para acabar.
Esgaio pardo para vertidos a 500 e 560 rs. o
dito.
Setinetas, navidades, a 320 e 360 rs., cores
firmes.
Damascos de la, largura de 2 metros, proprio
para pannos de piano a 1*800 o eovado ; de cores
proprias para mesas a 1*500 e 1*600 o iito.
Merinos pretos para luto, 2 larguras a 900, 1*,
1*200 e 1*500 o dito.
dem de todas as cores a 1* e 1*200 o dito.
Casemiras de 2 larguras, padroes inteiramente
novos a 1*200, 1*600 e lS0O o dito.
Setim maco, de todas as cores, desde 800 ra. a
2* o dito.
Atoalhado trancado e bordado a 1*400 e 1*500
o metro.
Bramantes de 4 larguras, superiores a 90C rs. e
1*400 o dito.
dem de puro linho a 2* o dito.
dem de urna largura a 500 rs. o dito.
Guarnicoes de crochets para sof e cadeiras a
8*.
Riquissimas eolias de dito a 12* e 14*.
Lindas grinaldas e veos para Exmas. noivas a
14*.
Cortinados bordados a 6*500 e 10* o par.
dem em pesas com 12 jardas, novos desenhos a
tp.
Toalhas felpudas de cores, para rosto, a 7*500
a duzia.
Meias iuglezas, cruas a 3*500, 4* e 6* a dita.
dem arrendadas para senhori a 8* a dita.
jeroulas bordadas de bramante a 12* e 16* a
dita.
Camisas superiores francezas a 38* e 42* a
dita.
Cobertas de ganga, forradas a 2*500 e 3*.
Lencoes de bramantes, grandes a 2*.
Chalo-j de casemira, dem, a 2*, 3* e 5*
Cortes de casemira inglesa a 3*. 4* e5*.
Cheviot superior, de 2 larguras, a 3* e 3*500 o
eovado.
Vendas en grosso, damos descont
da praca
55=iua Duque de Caxias=59
Carneiro da Cunha & C.
Grande iquidacaO
NA
i a Ca macan
Loj
Avisamos ao resp' itavel publico e especialmen-
te as Exmas. familias q ,e estamos liquidando
os artigoB de mudesa lstenles n ste astabele-
ciov-uto com 50 0/0 de m lias encontrarlo bom sortimento e boas pichinchas
em todos os artigos, como sejam : bicos brancos
fiuos,a3*8(0, 4500, 4*800, 5*. 6* e 8*000 a
peca, com 11 mefros. ditos de con 8 a 4ji500, 5*
7* e 8* a peca, bicos pretos com vidrilho, alfin-te
60 rs. a caita, agulbas finas a 80 rs. o pi.pel,
caixmba com alfinet-i a 120 rs., pacote com tres
Mbonetea fines p >r 400 rs., um pao de saboio-t.-
fino a 800 rs, garrafa com agua A .rida verdadei-
ra a 500 e 800 ra., 1*000 e 1*300, baleias a 300
rs a duzia, lido sortimento de spartilh> a
4*500, 6* e 8*000, dem dem de luvas finas,
boleas de couro a I *."i00, 5*. 6* e 7*000, meias
finas para senhora a 700 rs op.r, oleo oriza ver
dadeiro a 900 rs. o frasco, agua de colonia fina a
1* o frasco, linha de machina a 900 rs. a duzia.
Alem deste annuncio temos muitus artigos que
as Exmas. familias vero melhor com a presenfa
f Duque de Caxias n. 66. ___________
Engenho Floresta
Vende-se diversas partes oo engenho Floresta,
no Rio Formoso, on faz-se qualquer outro neg
ci : a tratar na ra do Imperador n. 38, primei-
ro sudar._______________^^^^^^
Cabriolet
Vende-se um ero perreito estado e por preco
eommodo; 4 tratar na ra D"iue de Caxias n. 47
DOMESTIC
SSo reconheciaas ser as swais
elegantes, as mais durareis <-
em todos os sentidos.
AS H6LHQBBS
Para preos, e circularen cobo
illustrafoes de todos os estyloe, dsri
jam se
Domestic Seiving Machine 4 C.
NEW-YOR, U. S. A.
Aos 1000:000^000
200:0 G$000
.00:000800*
L
DE 3 1W
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
ETuP i 15 de DezemUro de 1886.
0 thesoumro, Francisco Gonfalves Torre*
OTERI
LCrOS
CORRE NO DA 14 DE SETEMBRO
INTRAKSFEB17BL! IfiTRinu^m! m
O portador que possuir um
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar
10:0061)000.
Os bilhetes acham-sea' ven-
da na Casa Feliz, praga d: In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 14 de Setem-
bro 1886, sem falta

OD

Chapees c chapelioas
36 A 0PRAUA DA DDErENDEIA36 A 40
B. S.CARVALH0 & C.
ce

<*2
Proprietarios desto bem conhecido ^estabelecimento paatecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das princpae8 casas em Pars e Mancbester o que de melhor e de
^" aparado goslo ha em chap?linas e chapeos para senhoras e meninas
^ e das primniras fabricas de H.mburgo o que ha de melhor em cha-
pos para homens e crianoas, e muiti.d outros artigos concernentes
i^ chapelari..
rpz Flores artifici:es para ornamento de salas.

c
ESPLEISUIDO RESTAURANT
Este acreditaio estabelecimento; ltimamente melhorado, est em condiySet
de servir ao mais exigente hospede, para o que tem magnificas salas, quartOB, banheirns
e restaurant, encontrndose n'este, alm das mais exquisitas iguanas, a grande bovi-
Ostras cheias porlngueza
(nica casa que as prepara) em todas as quartas e sextas-feiras, de l hora da a
nha em diante.
PRESOS RESUM1DIS? MOS
A actual gerencia do Sr. IZIDORO ALVES PITOaa>.
Ba da ladre de Deas n. 3



Diario de PcraambncoDomingo 12 de Setembro de 1886
ASSEIBLEA GERAL
CMARA DOS DE RUTADOS
afeSAO EM 25 DE AGOSTO DE 1886
PflBRDISCIA DO SB. GOMES DE CASTRO 1.
VICE-PRESIDETE
(Continuago)
O sea intuito era dar ao gov,mo oc-
casSo para declarar quaes as raxSaa pon-
derosas que o induzram a tazer esse pa-
gamento do 70,000. Assim a cmara
icaria sabendo quaes eran essas raz.s.
Depois de votado o orgaincnto, o ora-
dor ouvio de um dos membros da comms-
slo explicar os motivos que
assignar a emenda.
o levaram a
O" orador faz o histrico
' varias leis e artigos do
mostrar que o ministro da
entilo nao' podia rescindir
da concessSo,
contrato para
agricultura de
o contrato sem
Jo parlamento as
subraetter apreciacao
condigo'eB da recisiio.
Mostrou que Wuring Brothers, que a pre-
sentaran! um ornamento de 45,000:000$
ou o prego de 210:0000 por kilom tro de
estrada de ferro de bitola estreita, mostra-
raro-se posteriormente dispostos a construir
a estrada por 14:000:000$, primeiro orga-
mento do engenheiro Hermilio Alves que
entretanto dei-larou que esse orgamento
nSo era exacto porque nao tinha feito os
estudos defiuitivos, devendo a estrada cus-
tar menos. Entretanto o governo tratou a
indemnisacSo sobre a base de um capital
de 14,000:000$.
Todos os chefes da repartigSo da agri-
cultura pronunciaram-ae contra o decreto
da recisSo. .
O Sr. Coelho Rodrigues : Quem foi o
arivogido ?
O Sr. Costa Pcreira n&o sabe, mas esaa
te a opiniao que prevaleceu ; e no desre-
to da rescisSo declarou-sa quo Wanng
Brothers ainda seriam preferidos em igual-
dade de cireumstancias para a construegSo
da estrada. Isso qua mais duro.
Qu indo o Sr. Leopoldo Cunha onvio
lar na rescisao foi, no da 24 de Maio pro-
curar o Sr. Ministro que lhe disse que o
contrato esta va apalavrado, entretanto, j
no dia 18 de Abril estava assignado o re-
ferendado.
O decreto de 18 de Abril de 188o man-
dou pagar 70,000 de inderanisagSo, mas
o additivo votado na lei do orcamento man-
dando pagar s os estudos foi urna repro-
vagSo do acto do goveruo, que s poda
rescindir o contrato ad referendum. O
contrato nao podia produzir todos os seus
effeitos sem approvagSo do corpo legis-
lativo.
fal-
considera e respeit, par nao aaceitar o
adiamento. Vai 1er dous documentos pe-1
los qua s ficar patente a njustiga das cea-1
suras feitas ao nobre ministro do imperio e
a inutilidade do requerimento.
Dissa o nobre dequtado que us obras es-
tSo era andamento por conta do crdito :
com effeito, logo que foi apresentndo o pe-
dido de crdito, a cmara mandou comecar
as obras, mas saben o o o ministro do im-
perio, mandou suspender as obras at
que o parlamento resolvesse, e isso consta
do aviso que l. A cmara cumprio a or-
dem, os contratadores pararam as obr*s
como se v de outro documento que le,
tendo declarad i ter despendido a quantia
de cinco contos de ris.
O governo nao autorisou ae obras, quan
do Boube de sua execugSo mandou suspn-
delas, e a ordem foi obedecida, portanto
nao ha razSo para o requerimento, contra
o qual vota.
O Sr. Louieneo Je Albuqaer
que diz que lhe nao licito duvidar dos
< mereceu-lhe tambera muita f a declaracao
do nobre deputado pelo 5o districto de Mi-
nas, que foi ao m;tadouro e vio as obras
se fazendo e adiantadas, e na que lhe fez
hoje o )r. Mos-oso, interessado as obras,
de que ellas estao adiantadas, que houve
ordem para suspendel-as, mas que nSo foi
effe-tiva porque a cmara nao se reuni.
Quer ante3 prepotencia do*que fraqueza no
governo, que se deuordem o a cmara nao
cumprio, de ve responsabilisal-a.
Nao contrario a rejegSo do requer
ment, mas ero que elle de vantagem
para o nobre ministro do imperio, porqne
do exame da commissSo se saberia de que
lado est a verdade.
O Sr. Miranda RibelroDepois
dos documentos lidos o mesmo Sr. Lou-
renco de Albuquerque reconheceu que nao
havia razao de censura ao Sr. ministro do
imperio, mas isso so insiste na afirmativa
do Sr. deputado pelo o. districto de Minas
e na declaragSo do interessado, portanto,
a cmara nSo pode deixar de examinar a
questSo, t^nto mais que a municipalidade
nao pode deixar de sujeitar-se s presdis-'
posigoes do governo e commettia um abuso
se mandasse fazer a3 obras sem autorisa-
gSo do ministro que para ellas pedio cr-
dito. Por estas razSes vota pelo requeri-
mento.
Nnguem mais pedindo a palavra en-
cerrada a discussSo e posto a votos o re-
querimento rejeitado.
Contina a discussao do crdito para as
obras do matadouro.
O Sr. Penldo principia referindo-se
.*M
oontra o crdito os loas collegas da opposi-
gSo e referindo-se ao requerimento do Sr.
Lourenco de Albuquerque entende que nao
devia ser rejeitado, tanto mais que as in-
formacoes quo pede o mesmo deputado
mereciam ser verificadas.
Constou-lhe que o nobre ministro auto-
risou as obras dizendo que pedera crdito,
nSo fe-lo pela urgencia do caso e nSo por
que tivesse em mente desrespeitar a cmara
dos deputados.
Faz diversas considerares sobro o pro-
cedimento de um dos seus collegas da pro-
vincia de Minas que pertencendo maiora
e apoiando o governo esse que podia pedir
informales, pensa que esse procedimento
pode trazer ooibaracos ao governo.
Trata dos crditos que se tem pedido e
diz que alguns nao sao legados das admi-
nistrares anteriores.
Referindo-se ao saneamento da capital
diz que votara por qualquar somraa que se
pedisse, desde que o thesoureiro mor dis-
sesse que poderia obter a somraa por meio
de impostos.
Votara por tudo quanto trouxesse o sa-
neamento da capital do Imperio por que
nao s a ella aproveitaria como sua pro-
vincia que muito soffre em suas relacSes
commerciaes as pocas climatricas.
A discussSo fica adiada pela hora.
APOSENTADORIA DE MAGISTRADOS
ao contrato celebrado pela cmara para
, ... j_ '] essas obras, 15 as condicoes desse contrato
Concluindo, pede ao nobre minis ro da ^ ^ da Q n0
agricultura que neste desabro salve ao mandar4susp1ender 88 obra8F
NSo sabe a que est reduzida a munici-
menos a grande idea da estrada de ferro da
Victoria Natividade.
Houve ura Brazileiro, que levasse o re-
presentante de Wanng Brothers casa da
legacao ingleza e o orador psde qne tenha
a aorte Je Judas.
O Sr. Hattoso Cmara diz que
nao tendo o Sr. Costa Pereira esgotado o
de urgencia aue lhe foi concedido
tempo
que
ialidade da corte, todos os servigos que
be pertencem sSo pagos pelos cofres ge-
raos e at para o matadouro puramente
municipal recorre ao governo
Trata das obras que e tem feito, todas
ellas estSo radiandomai os maiores Ta-
chados sSo o thesouro e os contribuintes.
Faz numerosa descripgSo do matadouro
para tratar da estrada de ferro da Victoria j e z Natividade, pergunta se, como relator dicia, aecrescentando que a simples mu
da commissSo de orgamento, nao pode usar &a^A 03 carros para condugSo da carne
da palavra para responder ou se deve pe-! bastaria para dispensar novos tendaes.
dir urgencia. | Trata do saneamento da cdade e diz
O Sr. Presidente declara que a urgencia ^ue ara je Doal grad0 os 30,000:000$,
concedida ao Sr. Costa Pereira nao das ma8 votar4 contra os 300:000$ que foram
que admitte continuagao da discussao e
nem pode pedir urgencia para amanha por-
que entra na ordem do dia a discussao da
receita.
CRDITO PARA O MATADOUROADIAJIENTO
Contina
abrindo um
terio do imperio para obras do matadouro,
preedendo a discussao do requerimento
de |*diamento apresentado pelo Sr. L.iu-
rengo de Albuquerque na sessao antece-
dente.
O Sr. Rodrigo Silva pede licen-
ca ao autor do requerimento, qua muito
pedidos, que para nada servem.
Entende que com o rendimento do ma-
tadouro a cmara podia fazer as obras e
que o governo nao lhe deve dar dinheiro
qua ella pagar tarde ou nunca pagar.
Faz diversas considerajSes sobre o pro-
a 3a discussSo do projecto gramma das economias no qual rendeu-se
crdito de 125:000$ ao minia- a descripgo o nobre miaistro da justca e
F0LHET1M
conclue declarando que em vez de tantos
pedidos de crditos, j que vivemos em um
paiz de loteras, monti o governo urna
grande roleta que lhe d rendas para os
esbanjamentos e os comedores.
O Sr. Cesarlo Alvim diz que na-
da mais pode adiantar ao que dissero
Contina a 2.a discussao do projecto so-
bre aposentadoria de magistrados.
Vai mesa, Jido, apoado e entra em
discussSo, que encerrala por nao haver
quem pega palavra, o seguinte requeri-
mento :
t Requeiro que, adiando-se a discussSo
do projecto por 5 das, se pe$a ao governo,
por intermedio do Ministerio da Jus'.ija,
urna relacSo dos magistrados a quem pos-
sam aproveitar os favores da lei, mencio-
nando so a totalidode da despesa annual
que as novas aposentadorias possam tra-
aer.
Sala das sess3es, 25 de Agosto de
1886. Candido de Oliveira.
Indo-se proceder votagSo, verifica se
nao haver numero legal para votar, fieando
portanto prejudicado.
Coutina o discuisSo do projecto.
Vem mesa, lida, apoiada e entra em
discussSo, conjunctamente com o projecto,
a seguinte sub-emenda.
* ao substitutivo de 1. accrescente-
se, depois das p;davrasdo cargo anterior
seas seguintespara a aposentacSo.
O mais como est no mesmo substitutivo.
s Salas das sessSes, 25 de Margo de
1886. 01 iveira Bibeiro.
O Sr. MlHon vai fazer algumas con-
3iderac5es sobre a magistratura do paiz.
O Sr. Candido de Oliveira : Que est
perdida na opiniSo do Sr. presidente do
conselho.
O Sr. Milton diz que as palabras do Sr.
presidente do conselho foram mal interpre-
tadas e dellas nSo se pode deduzir o que
affirraa o nobre deputado, que se esquece
da do ministro da justica de seu partido
que sustentou que a ella s pertenciam
ignorantes ou preguijosos.
Pondera que sempre que se trata da magis-
tratura poucaa vozes so levantam a 89U fa-
vor, mas diz que ha nisto injustiga.
Reconhece quanto mo o juiz que por
espirito partidario esquece seus deveres,
mas o mal nSo vem do magistrado mas do
governo na escolha que faz dos magistra-
dos.
Desde que as nomeajSes dependem do
governo, os magistrados ficam sempre de-
baixo da influencia poltica de quem os no-
meia. .
Julga indispeusavel urna reforma judi-
ciaria que d toda a garanta a magistra-
tura, nisso tem interesse ambos os parti-
dos.
Estuda a posijSo do magistrado que
s conhecido ou pelas queixas e censuras
dos prejudicados ou pelos elogios dos fa-
vorecidos .
Trata dos deveres do magistrado e das
difficuldades com aue muites vezes lata
para a applicacSo da loi ; a proposito falla
no inconveniente do julgamento das revis-
tas concedidas pelo supremo tribunal.
Endende que os desvos praticados por
alguns magistrados nSo devem levar o
descrdito a toda a classe.
Acha bom o projecto e adopta as emen-
das apresentadas e v nelle reproduzidas
disposisSes salutares das leis belga, fran-
jeza e portugueza.
Pensa que havendo todo o cuidado na
nomeacSo p&ra a 1* entrancia dando-se
bons ordenados, estabelecendo-se rigorosa
antiguidade e tornando effectiva a respon-
sabilidade muito se tira conseguido para a
magistratura.
Para provar o pouco apreso que se d
aos servigos do magistrado, diz que nSo
consta que neste paz taD frtil em distia -
ySes nenhuraa tenha recahido em algum
delles em recouhecimento de servijos pres-
tados.
Applaude o Io do projecto que colloca
na devida posicSo o magistrado que pede
aposentadoria e o que obrigado a recebel-
a, e quanto aos 75 annds de idade entende
que o Tribunal ou orporacSo qu perten-
cer o que attingir a essa idade qu* deve
coramunical a ao governo para os devidos
effeitos.
Se o nobre ministro estivegse presente
appellaria para o seu patriotismo afim de
meihorar e garantir a magistratura, certo
de que fazendo-o prestara relevantissirao
servico ao paiz.
O Sr. Alves de Araujo diz que o
Sr. Milton manifestou sobre a magistratu-
ra do paiz, um pen3amento que nSo pode
ser contestado, demonstrando quonto fa-
lli o projecto que se discute nao sendo
mais que ura retaiho da grande obra da
reforma judiciaria.
NSo sabe porque o nobre ministro com a
influencia que tem apresentou um trabalho
completo e sim um projecto, que encerra o
o qne se nao visto urna despeza de
130:000$ que vai onerar o oryamento em
urna poca em que annuucia o programma
das economias.
Pensa que o interesse do projeoto nSo
pelos aposentados, mas sim pelas vagas
que se vSo abrir, e que d margem larga a
attender-se aos amigos.
O projecto no entanto bom e o ora
dor entende que se deve tratar do bem re-
munerar urna classe a que estSo confiados
os mais vitaes interesses da sociedade; mas
pondera que assim pensando entende quo
ella nao precisa s do dinheiro, mas de ou-
tras garantas.
Trata desenvolvidamente da remocSo do
juiz de direito de S. Jos dos Pinhaes, no
Paran, para Santo Christina, no Rio-Gran-
de e diz que foi removido de Ia para 2a
entrancia esse juiz que tinha sete annos de
exercicios, e portanto, com direito a urna
de 3a, se foi por castigo nSo o mereca,
se foi promogSo nSo lhe aproveita porque
nSo poder ii.
Diz que essa reraogSo foi mal recebida
pelos jurisdiccionados desse juiz, que era
muito bem quisto, tendo havido contra elle
urna representa5So em que figuram ambos
os partidos.
A discussSo fica addiada pela hora.
O Sr. Presidente d a ordem do dia
para 26.
axjw-
DE
EMMA KOS
POR
ILim DE JIQHIEP.U
33stis::: ss ei&olo
( Continuaco
m
do n. 207)
que
SESSAO EM 26 DE AGOSTO DE 1886
PRESIDENCIA DO SR. GOMES DE CASTRO i.*
VICE PRESIDENTE
Ao meio-dia corneja a chamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abre-se a sessSo.
O Sr. Matta Machado diz que nao ha na
casa 65 deputados.
O Sr.. Presidente declara que o Sr. secre-
tario informa que estao presentes sessenta
e sete.
O Sr. Matta Machado, afiirmaqueno sa-
ISo nSo estSo.
O Sr. Presidente repete que ha numero
e previne aos Srs. deputados que nSo de-
vem deixar os seus lugares logo que res-
ponderem a chamada assegurando que nSo
abre a sessSo sem numero legal.
E' lida e approvada a acta da sessSo an-
tecedente.
O S. 2* Secretario d conta de
diente.
E' fido e vai a imprimir para entrar na
ordem dos trabalhos o parecer da commis-
sSo de orcamento convertendo em projecto
de lei a proposta abrindo um crdito ao mi-
nisterio do imperio de 300:000$ para sa-
neamento da apital do Imperio.
Vem mesa e lida a seguinte inter-
pellacSo, declarando o Sr. presidente que
op por tunamente serSo marcados dia e hora
para a sua discussSo:
< Requeiro que se marque dia e hora
para que o Sr. ministro 4* estrangeiros
responda s seguintes interpallaeoes :
< 1. O governo de S. M. Britannica
influenciou perante o governo imperial
para promover as cmaras a votacSo de
um crdito de 70,000 para indemnisajao
a VVaring Brothers concessionarios da es-
trada de ferro de Victoria Nativijade?
t 2. Em que termos foi a reclamacSo
sustentada por via diplomtica?
< 3.* O governo imperial depois da lei
de 26 de Setembro de 1885, que no art.
Io 7o revogou o decreto de 18 de Abril
de 1885, julga ainda perfeito o diroito de
Waring Brothers indemnisagSo reclama-
da e neste sentido comprometteu-se com o
goveino inglez a obter do parlamento os
fundos nect'8sarios ?
Sala das sessoes, 26 de Agosto de
1886.Matta Machado.
O Sr. Feruandes Ja Cunha
Filho depois de algumas considera3e3
geraes sebre poltica e de assegurar que
s o traz tribuna o dever de lefender a
justija, declara sentir a ausencia do Sr.
conselheiro Alfonso Celso Jnior, a quem
vai responder sobre os negocios de Ilheos,
tantas vezes discutidos,sendo seu fim no
estudo dos factos que occorreram justificar
o procedimento do chefe de polica da Ba
hia, que cumprio o 3eu dever.
Em seguida refere o que se deu, le e
analysa os depoimentos das diversas teste-
raunhas e, apreciando os fact03, trata de
tirar as conclusSes que ju3tifijam o proce-
der da autoi idade que defendeu.
ORDEM DO DIA
CRDITO PARA O MATADOURO
Continua a 3* discussSo do crdito de
125:000$ ao ministerio do imperio para as
obras de matadouro.
O Sr. ftodrigo Silva requer e a
cmara approva o encerramsnto da discus-
sao.
Posto a votos o projecto, aprovado com
a seguinte emenda da commissSo de osa-
menta :
c O art. 2o da proposta seja substituido
por este:
c Art. 2. Desta despeza serSo os co-
fres geraes indemnisados pela lllma. cma-
ra municipal mediante tras prestajSes an-
nuaes de igual quantia.
O projecto assim emendado vai com-
missSo de redaccSo.
CRDITO AO MISISTBRIO DA AGRICULTURA
Continua a 2a discussSo do crdito con-
cedido ao ministerio da agricultura para
pagamento de terrenos desapropriados no
morro do Senado e ra do Visconde
Itauna.
tendo conseguido ter a palavra em outras
diacussSes, inscreveu se nesta, nSo para,
discutir o crdito, mas para aproveitar
a latitude do Jdebate, tratar de assumpto
que interessa a sua provincia.
Antes, porm, far dnas raticajSes : a
primeira refere-se affirmasSo que fez do
ter o Sr. Lopes Netto, encarregado de urna
missSo no Chile, tido licenja sem pedil-a,
o que foi contestado no senado pelo Sr.
senador Dantas ; declara com a afirmati-
va do proprio Sr. Lopes Netto que a li-
cenja lhe foi dada sem ella pedil-a : a se-
gunda refere-se a emendas que apresentou
quando se discuta o projecto do elemento
servil de que tratou o nobre ministro da fa-
zenda, aecrescentando que algumas foram
votadas na sua ausencia ; isto nSo exac-
to, as emendas nSo foram aceitas, mas o
O 8Ugeito !... que sugeito ?
Do que serve estar com ardis com-
migo ? Eu fallo do ca^alheiro que estava
comtigo no teu coup, quando passaste, s
tres horas, pela ra de Charenton.
Quer me parecer que bebeste de-
ntis e que o meu vinho subite cabe-
ca! disse Sophia, tomando a sopa que Ms-
rietta tinha-lhu posto no prato. A menos
que estejas maluco.
Nem sombra ae tonca e a cabea es-
t intacta, respondeu Osear. Sempra mys-
terios, heim 1
Mysterios !
__Sem duvida l de que serve isso com-
nugo, se eu te vi T...
Tu rae viste na ra de Charenton ?
Com estes olhos...
Se eu nSo estive l...
Oh l pois nSo at estavas no teu
coap ce de canario de filetes vermelhos.
Fica cert i qne logo primeira vista reco-
nheci o teu coup cor de canario. NSo ha
uitos como esse.
Sophia prestan attencSo.
Reconheceste o meu coup amarello ?
perguntou ella com urna incredulidade em
ue comecava a entrar um pouco de inquie-
tado.
NSo foi difficil e eu at disse de mim
para mim que esta noite havia de enre-
dar-te.
Osear, ests gracejando commigo r
Eu nSo faria isso, depois de comer
tSo bom jantar tua casta.
Ha mais de um coup amarello em
Pariz...
E' possivel, mas aquelle era o teu,
com as duas iniciaos do teu nome e sobre-
nomeSophia Rigault,pintadas no meio
da portinhola, com um ramo de rosas por
cima...
Tu viste as duas letras? Tu viste a
grinalda de rosas ? exclamou Sophia, cujo
rosto annuvio-se repentinamente.
Como estou te vendo 1
A moc> levantouse dando na mesa um
murro que fez saltar os copos e tremer os
pratoa.
Que 3S0 ? perguntou o ex-mascate
muito admirado. Que vespa te picou ?
Em summa que que tens?
Tenho que estou roubaba replicou
com violencia a dona do ooup amarello,
tenho que, se o que dizes verdade, esva
siaram-me a casa de la Pie I
Esvasiaram a tua casa ?
Sim, esvasiaram. Porqae, repito te,
nSo fui eu quem este ve no meu carro na
ra da Charenton.
Devras?
Eu teaho ar de estar gracejando ?
A incerteza um supplicio que nSo posso
mais supportar Quero saber o que ha !
Quero saber hoje mesmo !
- Que vais fazer ? perguntou Osear
vendo a iimS por o chapeo na cabec> e
envolverse na manta que tinha atirado em
cima de urna cadeira quando entrou na sa-
la de jantar.
Parece mo que fcil comprehen-
der vou la Fie.
Com effeito, urna idea, vou comti-
go-
EntSo vem I
Sophia sabio do quarto, seguida de Os-
ear e deixando Marietta presa da mais
profunda admiracSo.
Os dous chegaram ao caes, onde havia
urna estaeSo de carros.
Sophia entrou em um delles e disse ao
cocheiro :
Para a estrada de ferro 'de Vincen-
nes... Depressa.... Quarenta sidos de
gorgeta 1
O cocheiro fustigou vigorosamente o ca-
vallo ; o carro rodou.
Vamos directamente a la Pie, disse
mar as chaves. Alm disso, talvez nSo
encontrassemos Demichel em casa. Creio
que nao te cuatar a saltar a grade e de-
pois abrir-me a porta.
Com muito prazer Aos dezoito an-
nos tirei o timbale do mastro da cocanha
em Bellevillo I Sou robusto, mas ligeiro co-
mo um macaco !
O carro parou na estrada do trro de
Vincennes.
la partir o trem das novo horas e cinco
minutos para Varenne Saint Hdaire.
Sophia tomou dous bilhetes para Pare
Saint Maur.
Alli apearam-se s dez horas menos dez
minutos e nSo chegariam a la Pie antes de
dez horas e um quarto.
Angelo Proli e o armeiro Luigi l ti-
nhara chegado s quatro hoias e meia.
Urna noite muito escura tinha succedido
ao crepsculo de ura dia curto do mez de
Dezembro, quando Angelo transformado
em coubeiro, depois de ter-se conformado
cora as informagSes dadas pelo seu cum-
plice quanto estrada a seguir, fez o ca-
vallo parar em frente quinta de Sophia
Rigault.
Luigi poz lestamente o p em trra, abri
o porto o mandou entrar o carro.
Fique ahi, disse elle em voz alta a
Proli, vou prevenir.
Depois, ajudando a descer a menina que
a raocSo de uraa especie de terror instinc-
tivo fazia tr mer, levou a para a casa no
meio das trevas.
Erama Rosa, em voz tSo baixa e tSo ira-
ca que mal se ouvia, pergunteu:
Esperam nos ?
Sim e nSo, respondeu Luigi. NSo
se sabia com precisio a que hora theg*-
riamos, urna chusma de cireumstancias im-
previstas podiam retardar nos, mas tudo
est preparado para nos receber. E para
aqui que os nossos amigos ho de trazei a
sua mai logo que ella estiver livre.
Dizendo isto o arneiro abria a porta da
casa cuias janellas estavam hermticamen-
te fechadas.
Levou Emma Rosa para urna sala onde
ainda ardia um fogo de carvo de pedra,
que elle tinha accendido de manhS antes
de partir para Pariz, porque tinha desco-
btrto na adega um resto de couibustivel.
A claridade desse fogo allumiava iraca-
mente a sala.
Luigi accendeu as velas de ura cande-
abro o a menina pode ver qoe estava em
orador nio se amentou, assistio a toda a
discussSo e votacSo.
Explica o seu voto centra o additivo
mandando pagar as 70,000, lembrando
o que disse a respeito no anno passado
nSo comprehende como em dous actos de-
dependentes de uma 8 autorisaySo o mi-
aistro exigisse para os engenhos centraos a
approvacito do parlamento e a dispensase
para a estradajle Victoria Natividade.
O governo nao fez questao, se fizesse
daria o seu voto, nSo reconhecendo legiti-
mo o acto do es-ministro, mas como pro va
de coufianca jio governo actual.
Passa a tratar da questSo dos engenhos
centraes da Bahia e fal-o com o desprazer
que tem todo aquelle que v uma grande
idea prejudicada pela sua m exeoucSo.
Faz o histrico da concessSo de 1881
para oito engenhos centraes na Bahia,
concessSo vendida em Londres por......
70:000$; organisa-se companhia e quando
se esperava que as obras se fizessem os
factos posteriores trouxeram a desillusSo.
Organisada o companhia, pedio reforma de
clausulas a que o governo accedeu, o uma
das clausulas determina va que as obras co-
mec,assem dentro de nove raezes e se con-
cluissem em doze, pelo que deviam ficar
promptas em Feverciro de 1883.
Nessa data a companhia apresentou os
planos e orgamento, e na approvacjto se
declarou dar se companhia mais quatro
mezes, o que levva o termo da conclusSo
a Maio do 1884.
As obras, porm, nSo estavam nem em
meio, a companhia nSo desanimou, e o
governo, cm vez de declarar caduca a
concessSo, por ter excedido o prazo, pro-
rogou-o por mais nove mezes, vindo assim
a terminar em Fevereiro ds 1885.
Em Fevereiro de 1885 era que j esta-
va em vigor a autorisaSo par.i accordo
cora as companhias de engenhos centraes
e estradas de ferro garantidas, o que fez
o governo ? Rescinde em Margo o contra-
to de quatro engenhos, augmenta cora 10
[o o capital do 2,400:000$ e proroga de
novo o prazo.
Recorda-se a cmara que attribuio tudo
isso advocacia administrativa quando fal-
lou a respeito e nSo deve ter esquecido a
resposta do ex-ministro, que para justifi-
car-se quiz collocal-o a sea lado.
Quer a cmara saber porque era tSo
protegida essa companhia, nSo dir, mas
lera um trecho da correspondencia de Loa-
dres publicada no Jornal do Commercit
de 15 de Maio de 1885.
Cita esses factos para que o governo
olhe para essa companhia, obrigue-a a
cumprir os seus deveres e suspenda a ga-
ran'ia de juros se assim se tornar necessa-
rio.
Como estava findo o prazo, a compa-
nhia para que o governo nSo determinasse
a suspensSo do juro, inaugurou ultima-
mente dous engenhos centraes em Rio-
Fundo e Iguap, mas nenhum dos dous
est *in condiySes de funecionar, como
provam informag5es de pessaas competen-
tes, transmittidas em cartas que l, sendo
para notar que em Iguap para o qual
sSo precisos 4 mil metros de agua, a lhe
podem ser fornecidos 400.
E' necessano toda ,attencSo do governo
para uma companhia que destaca pelo seu
representante poder obter tudo do governo,
uma companhia que nos relatnos que
manda para Londres inclue as contas
sommas pagas a funecionarios pblicos,
como consta va de um reltorio que foi vis-
to pelo Sr. conselheiro Moura.
Essa companhia que nada tem feito j
recebeu 400,000$ e um eogenho pelos dos
inaugurados, foi feito com esse dinheiro-
S por descado puderam os dous enge-
nhos serem recebidos pelo engenheiro fis-
cal, er que o nSo foram por uma carta
recebida da Bahia, mas entende que que
nSo devia autorisar com sua preserva essa
ircumstancia, sendo necessaria toda a
precauc.So contra alguma reclamajSo, mes-
mo porque nos papis da companhia estio
amontoados elementos para isso.
(Contina.)
de
Sophia ao eabo de um instante. Seriajper-
der tempo pasear por Saint-Maur para to-1 uma peca mobihada com muito gosto
Sente-se e aqueca-se, minha senho-
ra, pos deve ter muita necessidade disso,
disse o armeiro, vou ver que nada falte ao
cavallo e voltarei.
Luigi foi ter com Angelo.
Este, entorpecido pelo fri, tinha desci-
do da almofada e batia os ps para aque-
cer-se.
Depressa, leva o animal para a estri-
bara, disse-lhe o pemontez. Quando for
occasiSo o metiremos de novo no carro.
Em um abrir e fechar de olhos tiraram
a egua do carro e a levaram para uma
mangedoura bem fornida.
Agora, tornou Luigi, tiremos os co-
mestiveis que estSo na caixa do coup e en-
tremos. Faz um fri de rachar. Estou
com os dedos gelados.
Bastou um momento para tirarem da cai-
xa as provisos e os dous cumplices entra-
ram rpidamente na casa.
Luigi foi com n doutor para a sala de
jantar, aquecida como a de visitas, accen-
deu uma vela e tirando de um armario en-
vidrando alguns pratos, copos, e baixela
ruolz, facas, etc., poz a mesa para tres
pessoas.
Feito isto, tirou as rolhas de duas gar-
rafas de vinho e disse ao doutor :
E' occasiSo de dar-me a droga em
questSo.
Proli tirou um frasquinho do bolso.
Ella ha de comer e beber, contiuuou
Luigi. Eu hei de servil-a, e terei o cui-
dado de nSo me engaar na garrafa. Dei-
te, pois, era uraa destas duas garrafas de
Brdeos o que for necessario para ador
mecer a menina. Uma vez adormecida ella
ser apenas um fardo e nSo tereosos que
recciar que se debata e se lamente...
Angelo tirou a rolha do frasquinho que
tinha na mSo, temou uraa das garrafas,
deitou m ura copo o valor de duas colhe-
radas do vinho que continha e substituio o
liqui lo por um ter$o pouco mais ou menos
do contedo do frasquinho.
Bastar e primeiro gola para adorme-
cer, diiae elle, collocando de novo a gar-
rafa era cima da mesa.
Bem. Agora organisemos as come-
dorias
Luigi poz em alguns pratos os comesti-
veis e os pastis e atirou para um canto da
pega o ppel em que tinham sido envolvi-
dos.
Depois avivou o fogo e aceendeu outra
vela. .
Fique aqui, disse elle, dirigindo-se
ao doutor, vou buscar a nossa joven convi-
dada.
Ests louco ? exclamou Proli, que
nSo tinha prestado nenhuma attenjSo aos
tres talheres proparados pelo seu cum-
plice.
- Louco ? repetio este. Porque ?
__NSo convm de modo nenhum que
ella me veja bastaria um olhar para que
ella me reconhecesse. Comprehenderia en
tSo que tinha cahido em um lago. Grita-
ra, pedira soccorro. Seriamos forgados a
recorrer violencia e tudo poderia ficar
corapromettido !
Luigi cogou a orelba.
__Davolo diavolo I murmuro i elle, e
depois accrescentou : EntSo, entre ahi nes-
se quarto. Quando a ragazza tver sabido
da sala, passe para l, e quando ella esti-
ver dormindo eu o chamarei. EntSo nSo
haver nada a receiar, voc poder sen-
tar-se mesa c jantar commigo.
Proli fez um signal afirmativo e en-
trou em um quarto escuro do qual uma
porta dava para a sala de jantar e outra
para a sala de visitas, onde Emma Rosa
estava.
Passe por l, continuou o armeiro, in-
dicando essa segunda porta.
Depois foi ter com a menina.
Esta esperava com anciedade fcil do
comprehender.
J tinha decorrido algum tempo depois
da sua chegada quinta e os minutos pa-
reciam-lhe de uma duragSo interminavel.
A que hora pensa o seuhor que tra-
rSo minha mSi para aqui? perguntou ella
ao homem que considerava um protector
desconhecido.
E' difEcil dar uma resposta categ-
rica a essa pergnnta, minha senhora, re-
plicou Luigi. Vai comprehender porque.
A evasSo de sua mSi tornase possivel pela
cumplicidade de um guarda da prisSo com-
prado a peso de ouro. Essa evasSo s po-
de realisar-se quando o guarda entrar de
servico noite e julgar o momento oppor-
tuno para cumprir a sua promessa. Quan-
do a Sra. Angela eativer livre ser preciso
algum tempo para trazel-a para aqui. Pe-
go-lhe, pois, que nSo cont com a reuniSo
tSo ardeatemente desejada antes de uma
hora avangada da noite, hora que nSo pos
so marcar.
Ah senhor, essa espera acabrunha-
me.
Quer descansar um pouco T procu-
rar dormir. O quarto que a senhora deve
oceupar est prompto.
NSo, nSo, prefiro esperar acordada.
Alm disso eu nSo poderia pregar olho.
Pensei que a senhora teria necessi-
dade de um pouco alimento e preparei na
sala de jantar uma refeigSo bem simples
que eu pedira lieenga para compartir com
a senhora.
Agradego a sua bondade, mas in-
til. NSo comerei nada.
Porque?
NSo tenho appetite, nao poderia co-
mer.
Luigi franzio os sobrecilios; os seus
olhos, meio velados pelas palpebras aver-
melhadas, tomaram uma expressSo sinis
tra.
Entretanto preciso alimentar-se,
absolutamente necessario.
Repito que me seria impossivel comer
qualquer cousa. A minha garganta aper-
tada nSo deixaria passar o alimento.
S um pastel e um copo de viaho de
Brdeos.
Pego-lhe, seahor, que nSo iasista.
Entretanto.
__ Jao tomarei nada, interrorapeu Em-
ma Rosa. Esperarei minha mSi e quando
ella estiver aqui, quando eu a ti ver beija-
do, provavel que a alegra me resttua o-
appette.
Ella, por actso, desconfiar ? inda-
gou Luigi de si mesmo ; depois, era voz
alta : entSo, nSo insistrei, minha senhora,
se tomou esaa resolugSo; e vou eu mesm
tomar algum alimento, porque estou mer-
rendo de fome.
E Luigi sahio da sala, depoU de ter-se
inclinado ante a menina.
Atravs da porta do quarto escuro, on-
de estava Proli, tinha ouvido as palavrae
trocadas entre Emma Rosa e o armeiro.
Foi ter com este na 3ala da jantar.
Que pensa disso ? perguntou Luigi.
Ella desconfia, respondeu Angelo.
__A principio assim pensei tambem,
mas agora nSo creio mais.
mirar que a emogSo e a
rem o appetite. ...
_ Que tazer, se ella nSo quer beber T
NSo 8ei. E' embaragoso.
[Continuar se-ha.)
NSo do ad-
anciedade lhe ti-
^
Tjp. do Diario roa Duque de Carias n. 42.


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