Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19056


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Full Text
III -- NUMERO
PARA A CAPITAL E E.lWAIUg* OXDE XAO E PACA P*RTB
Por tres mezes adiantadoe ... ........ 600
Por seis ditos idem...... .........
Por um anno ideni.............V 240(X
Oada numero avulao, do mesmo da............ DE
SAfiHO 11 I SETEMBBO E 1886
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meces adianiados..........,..... 130500
Por nove dito idem................. 200000
Por um anno dem. ,.............. 27(JOOG
Cada numero avulso, de dias anteriores.......... f5l*-'0
NAMBUGO
Proprtefrabe tre JRatwel J\$uexa be Jara Ulp*
Os Srs. Amede Prince fc C,
de Pars, silo os nessos agentes
rxelusivos de anmmiioi e pu-
blic 'es da Franca e Ingla-
terra.
------------3ees>------------
Os Mrs. Waaburne II-manos.
de \ew-lork. Broad Way n
fiWO. sao es nossas agentes ex-
clusivo* de annu clos nos Es
tados-1 asidos.
Aviso
A.08 Srs. Assig-nan-
tes que se acharemem
atrazo, scientificamos
abonar suas as signatu-
ras at o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soffram interrup^o na
remessa do Diario do
1 de Outubro.
TELEGRMMAS
sesvijo u asuma zlui
(Especial para o Diario)
MADRID, 9 de Setembro.
h. M. a Ka i ii lia regente de Hespa-
ulia a< lia si- aerlameate indlMponta.
LONDRES, 9 de Setembro, tarde.
O Mr. Parnell apreneniar na sei-
la i-irn prxima a Cmara dos Com-
mun um prnjerto de lei relativa
menic reforma agraria na Irlan-
da.
a plena certeza de que o mini-
PARS, 10 da Setembro.
o Sr. dallo Herbet*e. eonnelnelro
de estado e amigo che fe de gabinete
do Ministerio dos negocios Entran-
geiro*. acaba de ner nomeado em-
baixadnr da Repblica Francesa
Junto de S. M. o Imperador da Alie
manba.
Agencia Ha vas, filial ero Pernambuco,
10 de Setembro de 1886.
msTBncgio popular
principalmente os do mar, e cid especial quando
est est agitado, teem um eff-ito maito mais pro-
nunciado. Nanea se devem tomar estes banhos
durante o trabalhoda digesto. Ha perigoem es-
perar fra da agua, antes de entrar no banho, que
o corpo arrofeca, como moita gente mal avisada-
| mente pratica.
Bauhos artificiaeDividem-se em : ffios, de
zero at 25a, produzindo abaixamento da tempe-
ratura do corpo e depressao no pulso ; indiferen-
tes ou neutros, de 25 a 30, sem influencia as
funecoes nem na temperatura do corpo -r quintes
de 30 a 40, elevando a temperatura e acoderan-
do o pulso.
Quanto aos effeitos consecutivos, osbanhos frios
sao mais ou menos calmantes ou excitantes, segun-
do a temperatura da agua e a durarlo da immer-
sao ; os banhos neutros sV calmante e hgeira-
uirnte debilitantes ; os qnent-s sao debilitantes e
excitantes.
O banbo indiferente, o que nao produz a sen-
sacao de fri nem a de calor, o verdadeiro banho
delimpaa. Diz um especialista qu elle nem
tnico nem debilitante; limita se accao da agua
sobre a pelle, accao totalmente dependente da
do calor ou do fri ; lava a superficie do corpo e
liberta-a das concrecoes que o suor e o p nella
teem accumulado. Estj ba<-ho d lig-ireza aos
movimentos, facilita as funecoes da pelle e deriva
para esta as eongestdes que teedem a formar-se
as mucosas ; d bem estar ao corpo fatigado pelo
?rabalho intellectual e convm muito s pessoas
nervosas e fcilmente irritaveis. O banho cuja
temperatura um pouco mais elevada,aquello
que te chama ordinariamente banho memo,
essencialmente deprimente das torgas.
(Contina).
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POV E DAS ESCOLAS
CAPITULO IV
na t iii miitiii:
(CotUinuti^o)
L'ko nyalenlco da aguaComo j dis-
temos, prejudicial a wgestao da agua em quau-
tidade exeessiva. Torna demoradas as digestoes,
produz a dyi>epsi o enfraquecimento geral.
Tambein se frm dir.> ijue predispoe pura a tsica
e para a diabete. Se se usa de quantidade insut-
ficiente deste liquido, tambem as digestoes sao
lentas e difficeig, as secretes diminueo, prnde-
se o ventre e ha dispoBigao para a gotta e para a
formago dos ealeuios ou pedras nos rins, na bexi-
ga e no figado.
Alterada as suas qualidades, a agua pode ser
o vehculo que introduc no corpo humano germens
de doenca. Por vezes se ha recoBh-cido ter sido
agua o agente da propagacao de epidemias.
A agua tria pode tornar-se causa de doenca sen-
do bebida as eeguintes condicocs : quando o oor-
fo est esquentado, quando o estomago est vasio
grande a quantidade bebida, quando est quen-
te a bocea e a garganta por se le tomado algum
solido ou liquido de elevada temperatura.
A agua quente ou morna estimula as paredes
do estomago, excita o systema vascular, e produz
consecutivamente a perda do appetitc, a dyspe-
psia e a debilidade do apparelho digestivo. Tem
tambem muitas vezes efiVito nauseoso e vomitivo.
As aguas que cuntiverem mais substancias ex
tranhas do que as que indicamos (quando enume-
ramos os caracteres da agua potavel j, e as quo con-
tiverem em quantidade excessiva os ases da com-
posicaa normal, nao devem ser usadas sem terem
sido sujeitas fi'tracao. Os filtros mais conve
nientes paca uso domestico sao os constituidos pe-
las chamadas pedras de filtrar e os furmados de
earvo.
HanboMS trataremos aqui dos banhos na-
turis (do mar ou de rio) e dos artificiis (de agua
simples em differentes temperaturas;. Os banhos
de vapor, de ar quente, de are, de aguas mine-
raes, sao do exclusivo dominio da therapeutica, ou
arte de curar. Comquauto o uso dos banhos seja
muito recommeudado pela bygiene, comtudo ne-
essario que se nao tomem sem preceder consulta
medica.
Banhos naturaesSao os tomados no mar ou nos
rica. Sao de um effeito saiutare tnico. Nao de-
vem durar nunca m..is de um quaro de hora, e o
individuo deve sabir delies, assim que comeca a
estab' lecer-se a reaeco, a qual se denuncia por
ama sensacio difficil de se descrever, mas que
bem aceentuada. O banhista t-.m a conscie >cia
d'ella : um ligeiro resiriameoto, urna horripiladlo
pouco intensa, eis o signal para sabir do banho.
Um exercicio muscular, um passeio longopor
ejemplose o ar uo est fri e hmido, muito
til depois do banho e favorece urna reaeco Ba-
tatar. Esta tanto mais prumpta e enrgica, quan-
to mais activa a percusio da agua sobre a su-
perficie da pelle; os banbos na agua corrate,
/ARTE 0FFIC1AM.
(OTcruo da provincia
EXPEDIBMTE DO DIA 28 DE AGOSTO
Actos:
O vice-presidente da provincia, de confor-
midade com a proposta do Dr. chefe de polica,
em officio n. 834, de 26 do corrente, resol ve no-
mcar para o cargo de l.'.supplente do subdelega-
do do 1. diatricto da delegada do 1.* districtu de
Serinhem. o tenente Antonio L-anire Pereira da
Rocha, actual 2. suppleote, e para a vaga dcixa-
da por este o cidadio Manocl Paupilo de Paula
Lima.
O vice-presidente da provincia, tendo em
consideracao o que representou o commandante
interino do corpo de polica, en: officio da 26 do
corrente, n. 73v, e usando da attribuicSo que lhe
coniers e art. 72 do Reg. de 8 de Novembro de
1873, resolve determinar que sejam substituidas
por caigas de brim pardo as de branco de que
actualmente usam as pracas do corpo de polica,
vsto qu de tal jubstituicao resulta economa para
os cofres pblicos.
ordena qne neste sentido veja feito dora em
diaote o respectivo fornecimento.
O vice-presidente da provincia, attendcndu
ao que requeren Jos Qoncalvos dos Santos, pro-
lessor da cadeira da ensino primario de Malbadi-
nha, resolvo prorogar por 30 das, com ordenado, a
liceoca ltimamente concedida ao peticionario,
para tr it ? !.- bu'i sade onde Iba c/j' ^"-'-
f> vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requeren Francisca Arcelina dos Santoa,
professora da cadeira de ensino primario do sexo
teminiuo de Malhadinha, resolve prorogar por 30
das, com ordenado, a liceoca ltimamente conce-
dida peticionaria, para tratar de sua sade onde
lhe convier.
0 vice-presidente da provincia, tendo em
vista a proposta do administrador dos Corrcios, de
bontem datada, sob n. 782, resolve, nos termos da
lei n. 2,794, de 20 de Outubro de 1877, exeuerar,
a pedido, Francisco Candido de Medeiros, Pedro
Agostinho de Miranda e TheodoKndo Cavalcante
de Albuquerqne, dos cargos de agentes do Correio
da cidade de Jaboato, povoacao de S. Lourenco
da Matta e estaco da Cha do Carpina, e nomear
Umbelina Augusta de Mello, Francisco Aureliano
do Reg Medeiros e Etelvina Cavalcante de Al-
buqaerque para substitu!-os, na ordem em que
vo col locados.Communicou-se ao administrador
dos Coneios.
Officios:
Ao director da Colonia Isabel. Mande V.
Rvma. admittir nessa Colonia, quando houver va-
gas, os menores Jos Caiolino da Silva Mangui-
uho e Joao Augusto da Silva Manguinho, filhos de
Antonia do Monte Becerra de Mello, de que trata
a sua informaco de 19 do corrente mez.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal das comarcas de Olinda e Iguarass. Haja
V. S. de prestar, com urgencia, as informacoes
exigidas por despachos desta Presidencia do 22 de
Povereiro e 29 de Maio do corrente anno, nos re
quementos ds tenente do extincto 9 batalbo de
reserva do servieo da guarda nacional do munici-
pio de Iguarass, Ignacio Marcolino Bezerra do
Amaral.
Ao inspector do Tnesouro Provincial.
Transmittindo copia da portara desta data, pela
qual resolv que sejam substituidas por calcas de
brim pardo as de branco, de que actualmente usam
as pracas do corpo de polica, recommendo a Ymc.
que faga inserir essa alterz^o nos editaes para o
tirnecimento do fardamento do referido corpo, ou
consignal-a, se por ventura anda nao tiverem sido
publicados os meamos cditacs.
Ao commandante interino do corpo de peli
cia.Ao Dr. chefe de polica mande Vmc. apresen-
tar no 1." dia de Setembro prximo, ao meio dia,
duas pracas, afin de escoltaren) um criminosa at
o termo de Qaraohuns.
Ao juiz de direito presidente da junta re-
visla de alistamentJ militar da comarca de Cim-
bres.Ficam approvadas s deliberages tomadas
por Vmc., segundo consta de seu officio da 14 do
corrente, relativas ao servigo do alistamento mili-
tar da paruchi de Noasa Senbura das Montnhas
de Cimbres.
A' junta classificadera de escravos do muni
cipio de Jabjatao.Approvo, por estar de accor-
do com o que esta Presidencia resolveu, a nova
claaaific ao que Vincs. enviaram, por copia, com
officio de 24 do correte, e determino que, esgota-
do peante o juizo da orphos o prazo do art. 34do
Reg. n. 5,135, de 13 de Novembro de 1872, e ao
c llector geral membro dessa junta, proceda de
accordo com o art. 37 e seguintes do dito Reg., na
trma do g 7. do art. 3." da lei n. 3.27U, de 28 de
Setembro do anno uassado, como recommendou i
Ministerio da Agricultura, Commercio e Obras
Publicas, no aviso circular de 6 de Abril ultimo,
tendo na m&ior consideracao a ordem circular do
Tbesouro Naciojal, de 16 de Julho d 1853, a que
se refere a circular do inspector da Thesoururia
de l-azenda, de 32 de Julho prximo fFuJ >, sob n.
20; p rquanto oa prazos mximos da tabella do
3.' do art. 1. da mencionada le sao smpies
mente pe.rinittiilos para a nuva mitrisula, sem que
dxcluaui i ssas diligeucias, favoraveis ao fundo da
xinancipa^i.Remetteu-se copia ao juiz de di-
reito e de orpnos da cemarca de JaboaUo.
Mutatis mutandis k junta ciassifieadora do
municipio do Breju da Madre de Oeus, quanto
classiflcagao que acompanhou o seu officio de 23
do corrente mea.Remetteu-de copia ao iuie mu-
nicipal e de orpbos do respectivo termo.
Ao juis de paz presidente da junta de alis-
tamento militar da pamvbia de Nossa Senbora Jo
Rosario de Muribica.C ma iufrmacao junti p r
copia, do Dr. chefe de polieia, de 26 do corrate,
sob n. 836, respondo ao officio de Vmc, de 18
'etti mes, attiuenta falta de autoridade poli-
cial no districto d'essa parochia.
Pcrtarias :
O Sr. gerente da Companhia Pernarabncana
mande dar passagens gratuitas de proa, at Pene-
do, na primeir opportuajdade, a Francisco Xa-
vier Barbosa, sua mulher e um filho menor.
O Sr. gerente da Companhia Pernarabiicana
mande dar passagem, gratuitamente, de r, para o
Ro Formoao, na primeira opportuoidade, ao pro-
fessor publico Manoel Cindido Fernaades Pires.
O Sr. encarregido da estago de Pahnares,
do prolongamento da estrada de torro do Recite
ao S. Francisco, faga transportar por conta da pro-
vincia, d'aquella cidade at Canhotlnho, duas
rayas do corpo de polica e o criminoso por estas
scoltado, de nome Agostinho Daraasio de Oli-
ve i m.
EXPBDreXTE DO SSCRET.VBIO
: I Officios :
Ao commandante das armas.S. Exe. o Sr.
vice-prestdento da provincia manda communicar
a V. Exc. ter autorisado o Arsenal de Guerra a
fazer o cnncei to de que trata o pedida que ac n-
panhou o officio n. 440, de hontem datado.
Ao mesmo.O Exm. Sr. vice-presidente da
provincia manda communicar a V. Exc, para seu
conhecimento e em resposta ao teu officio n.- 392,
de 28 de Julho fiado, que, n'esta data, remetti-
do consideracao do Ministerio da Guerra o orga-
mento na importancia de 20:5644634, da despeza
a faze-8e com os reparos de que precisa a forta-
leza do Brum, segundo o pedido do respectivo
commandante, que acompanhou o citado officio.
Ao inspector do Arsenal de Marinha. S.
Exc. o Sr. vice-presidente da provincia manda ae
cusar recebidos os officios de V. Exc, de hontem
datado, sob ns. 426 e 429, participando terem as-
sumido o exercicio de suas funecoes o ajudante
d'esss Arsenal e o director das oficinas de ma-
chinas.Communicou-se ao inspector da Thcsou-
raria de Fazonda.
Ao juiz de direito de Cimbies. Solicito de
V. S. se sirva devolver a representaco alludida
em seu officio de 16 do corrente mez, dirigida ao
Exm. Sr. vice-presidente da provincia.
Ao coronel commandante superior da guarda
nacional das comarcas de Ourcury e Boa-Vista.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, acenso recebido o officio de 6 do corrente,
em que V. S. participa haver, na tnesma data, re-
a asumido o commando superior da guarda n icio-
nal das comarcas de Ouricury e Boa-Vista.
Ao 2." snpplente do juiz municipal e de or-
phios do tormo do Ex. O Exm. Sr. presidente
da provincia, em Bolucas ao officio de 10 de Abril
ultimo, manda transmittir a V. S. as inclusas co-
pias da portara de 19 do corrente mez, pela qual
foi exonerado o cidado Abselao Moreira da Costa
do cargo de l.* upplente do juiz municipal do
termo de Ex, e do officio da mesma data, dirigido
as Dr. juiz de direits interino da comarca de Ou-
ricury.
Ao Sr. agente da Companhia Brasileira.
S. Exc. o Sr. I.0 vice-presidente da provincia fi-
cou inteirado, pelo officio de bontem, quo o vapor
Espirito Santo, entrado s 6 horas da manh d'esse
dia, dos portos do sul, seguir boje s 5 horas da
tarde para os do norte.
xpedibutb do su 30 de agosto db 1886
Actos :
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu Manoel Cavalcante do Reg Bar-
ros, monitor do Gymaasio Pernambucano e tendo
em vista o attestadj reedicu exhibido, ranolve con-
ceder ao peticionario trinta dias de licenoa com
veoeimentos, na rma da le, para tratar de aua
sade onde lhe convier.
O vice-presidente da provincia, de conformi-
da^e com a proposta do Dr. chefe de polica, em
officio n. 835, de 26 do corrente, resolve nomear
Augusto,Pinto Vilella para o cargo de subdelega-
do do districto de Tara, no termo de Buique, em
substituigo de Valencio Soares Viiella, qne nao
aceitou a nomet.gao.
O vice-presidente da proviucia, deconfermi-
dadecom o disposto no art. 1- 7- da lei n. 2,033
de 20 de Setembro de 1871, resolve nomear Leo
vegildo Soares de Mello Avelina para o cargo de
adjunto do promotor publico da comarca de Ca-
brobFizeram se as necessarias communica
me
coes.
Officios :
-' Ao Exm. bispo diocesano.Rogo a V. Exc.
Rvma. que se sirva de informar-me sobre o inclu-
so requerimento em que o Rvd. vigario Flix Jo-
s Marques Bacalbo solicita urna penso.
Ao inspector da Thesouraria de Fazcnda.
Communico a V. S. para os fins canvenentes,
que o promotor publico da comarca do Rio-Fer-
inoM, bacharel Diomedes Tbeodoro da Costa, reas-
sumio no dia 23 do corrente, o exercicio de seu
cargo.
Ao mesmo.Communico a V. S., para os
fins convenientes, que o juiz municipal e de or-
phos do termo de Salgueiro, bacharel Augusto
Abel Peixoto de Miranda Henriques, deixou no dia
15 do correte, por motivo de molestia o exercicio
de seu cargo.
Ao mesmo. Communico a V. S., para os
fins convenientes, que a 24 do corrente mez o di-
rector de presidio de Fernando de Noronba, Ma-
noel Gongalves Pereira Lima, interrompeu, por
motivo de molestia, o exercicio de seu cargo; re-
tirando-se d'alli para esta capital.
Na mesma data fui substituido pelo respectivo
ajudante tenente Jos Ignacio Ribero Roma.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.Em
additamento ao meu officio de 24 deste mez, em
que remetti a Vmc. para o fim indicado no citado
officio, papis relativos a prestago da flanea do
theaoureiro das loteras destinadas ao fundo de
emancipagao, remetto-lhe copia da petico do Dr.
Francisco do Reg Barros de Lacerda, contendoo
documento mencionado na referida petigio, o qual
tambem vai por copia.
Ao mesmo. Em additamento ao meu officio
de 24 do corrente mez. declaro a Vmc. que todos
os documentos, inclusive o parecer do Dr. procu
rador fiscal, relativos a fianga do thesoureiro das
loteras, tenente-coronel Francisco Gongalves Tor-
res, deveri ser submettidos a junta de fazenda
provincial, para que proceda a respeito nos ter-
m os da lei.
Ao inspector geral da Iastrucgo Publica.
Deferindo hijeo requerimento de Petiomlla Au
rora de Mello, viuva do professor da cadeira de
ensino primario de Anglicas Joao Antepcrtam
Latnam de Mello, autoriso Vmc. a justificar as
filts dadas por motivo de molestia pelo i-eferido
professor, a contar de 1 de Junho a 8 de Julho
ltimos, confirme consta de sua informacin.
241, de 6 do corrente mez.
Ao mesmoCoacedo a autorisagao solicitada
por Vmc para justificar as faltas de exercicio es-
Colar da profesa ra Auna Senhorinha Monteiro
Pesso-i, de qus trata em seu officio, a que respon-
do, n. 276, de 28 do corrente mez.
Ao 2o promotor publico da comarca do Re-
cite.Em additamento ao meu officio de 24 deste
mez, em que r metti a Vmc. para o fim indicad'.
do citado officio, papis relativos a prestago da
fianga do thesourer das loteras destinadas ao
fundo de emaucipt.o, remetto-lhe a inclusa peti-
gio do Dr. Francisco do Reg Bar os de Lacerda,
contendo o documento mencionado na referida pe-
nga.
Portaras :
A' Cmara Municipal do Reoife.Para re-
solver sobre o assumpto do officio n. 36, de Ib do
corrente mes, recommendo Cmara Municipal do
Recife que me remetta urna demonstragao circum-
stanciada das despezas feitas por conta dos crdi-
tos consignadlos no art. 2", 17, ns. 2 e 11, da lei
u. 1,862, du 81 de Agosto de 1885.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
do Navegago faga transportar para o presidio da
Fernando de Noronba, por conta de Antonio Fcr-
rera Nubyega, os generes e objectoe constantes da
inclus relago.
EXPEDIENTE DO 8BCRET1BI0
Officio? :
Ao inspector da Thesouraria de Fazeuda.
O Exm. >:r. vi'.-e-presidente da provincia manda
transmittir a V. S. seis ordens do Theaoaro Xa
cional, de ns. 179 ,"184.
Ao engenheiro Alfredo Lisboa.O Exm. Sr.
vice-pruaienro 'n provincia manda accasar o re-
cebimento d>>6 offcioi de 27 do corrente, sob ns.
133 e 143, e'.n qu V. S. participa haver n'aquella
data. de. yo' a do Rio de Janeiro, para onde ha-
via sgu'-o por oJem dj Ministerio da Agricul-
tu'. i^ tercio i ?>bras Publicas, reaasauindo o
i ter raes e a conserraco dos portas.Comimiiiicoa.se
ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Ao engenhero fiscal da estrada de ferro do
Recife a 3. FranciscoO lixm. Sr. vice-presi-
dente da provincia, n'esta data, snbmetteu deci-
sSo do goveruo imperial o assumpto a que se re-
fere o officio de V. S., de 16 do corrente, sob
n. 74.
EXPEDIENTE DO DIA 31 DB AGOSTO DB 1886
OfHoJ
Ao inspector do Arsenal de Marinha.De-
ferindo o requerimento de aprendiz de 1* classe
das offiei&as de machinas d'esse Arsenal, Fran-
cisco daa Chagas Monteiro, autoriso V. Exc,
vista da s ja informaco n. 413, de 20 do corrente,
a conceder-lhe licenga por tres mezes para tratar
de negocios de seo particular interesse, fra da
provincia.
Ao director das obras publicas. Approvo o
orgamento na importoncia de 2734740 remettido
por Vmc com officio de 24 do corrente sob n. 153,
para execugd dos reparos urgentes na cadeia de
Pao d'Alho o autoriso a mandar executal-os por
empreitada conforme propde em sen citado officio.
Kemef.teu-se copia do orgamento ao inspector do
Thesoflro Provincial e communicou-se ao Dr. chefe
de polica.
Ao director do Arsenal de Guerra.Defe-
rind i o requerimento dos negociantes Rodrigo Car-
valho & 2; autoriso Vmc, vista da sua infor-
maeo n. 545, de 21 do corrente, a roceber dos
meamos negociantes 506 metros e' 80 centmetros
de panno alvaJio para capotes, segundo contracto
que fizeram em 21 de Junho ultimo por ter sido
aceito sen artigo pelo conselho de compras d'esse
Arsenal, em sesso de 11 de Maio d'este anno, tndo
anterior a ordem do Ministerio da Guerra em tele-
grama de 9 de Julho findo, mandando siistar en-
eommenda a respeito de semelhante artigo.
Portaras :
O Sr. agente da Companhia Brasileira de
Navogacio a Vapor, mande dar passagem de r,
provincia das Alagoas, por conta do Ministerio
da Marinha, no vapor esperado dos portos do n irte,
ao capito de mar e guerra Eduardo Wandenkolk
que para alli segu afim de continuar no desem-
pea o da cernir iBeo de que foi iucumbido pelo go
verno.Ccmmunicou-se ao dito capito de mar e
guerra.
O Sr. agente da Companhia Brasileira de
Navi-gago a Vapor faga transportar a corte, por
conta jlo Ministerio-da Marinha, no vapor espe-
rado do norte, os aprendzes marinheiros mencio-
nados na relaco nominal junta, por copia, coofor-
me solicita o commandante da respectiva escola
em Al" Jfc 148 de hontem datado.Communi-
c&tt->ffau'*IiiaiuandDte da escola de aprendzes
maiinheiroi.
O Sr.'gerente da Companhia Brasileira de
Navegaco a Vapor faga transportar provincia
das Alagoas, por conta do Ministerio da Guerra,
no vapor esperado do norte, o aospegada Manoel
Jos de Sant'Anna que vai reunir-se a compa-
nhia de infantaria d'aquella provinda ; e bem as-
sim a sua mulher Mara Felippa de Souca.Com-
municou-se ao brigadeiro commandante das ar
ma".
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faga receber e transportar ao Cear, por conta do
Ministerio da Guerra, na primeira opportnnidade,
um fardo com treze kilogrammas, contendo arti-
gos de fardamento para o 11 batalho de infan-
taria estacionado n aquella provincia.Communi-
cou-se ao director do Arsenal de Guerra.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faca transportar ao presidio de Fernando de No-
ronba, por conta de Ferreira Silva & C. os gene-
ros e objectos constantes da inclusa relaco.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande conceder passagem r, at o porto de
Fortaleza, a Francisca Belfort Lima, por conta daa
gratuitas a que o governs tem direito.
EXPEDIENTE DO SECBETAB10
Officics:
Ao director das obias publicas.9. Exc. o
Sr. vice-presidente da provincia ficou inteirado
pelo officio de bontem sob n. 157, de haver V. S.
mandado lavrar termo de recebimento definitivo e
passar certificado de prestago de responsabilidade
a qua tem direito o arrematante da obra de repa-
ros da ponte sobre o riacho Carana na estrada da
Kscada por achar-se ella no caso de ser rece-
bida.
o engenhero das obras militares.De or-
dem do Exm. Sr. vice-presidente da provinda, de-
claro a V. S. que providenciou-se no sentido de
ser satisfeita a requisigo constante de seu officio
u. 57, de 28 do corrente.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronba. De ordem do Exm. Sr. vice- presidente da
provincia, transmitto a Vmc. para os fins conve-
nientes, e em solugao do sea officio n. 217 de 13
do corrente copia do de n. 845 de hontem datado,
em que o Dr. chefe de polica declara o motivo
Eorque nao segua para esse presidio o sentenciado
saias Antonio da Silva.
Ao gerente da Companhia Pernambucana.
De ordem do Exm. Sr. vice-presideute da provin-
cia acenso o recebimento do officio de 27 do cor
rente em que V. S. participa que essa Companhia
expedir hoje, ao amaobecer, o vap >r Giqui para
os portos de Tamandar e Rio Formoso.
Ao Sr. juix de direito da comarca de Flores.
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia re-
comaienda a V. S. que transmitta co^ia du doa-
ment a que alinde o seu officio de 14 do corrente
mez.
------------oaee-------------
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 9 DE
SETEMBBO DE 1886.
Agripina Genuina da Rocha Athayde.
Informe o Sr. brigadeiro commandante
das armas, quantas licencaa tem tido nes'.e
auno o marido da supplieante.
Baatoa & C. Informe o Sr. inspector
da T8e80uraria de Fazenda.
Major Einigdio Francisco de Souza Ma-
galhes, Francisco Patriarca de Oliveira e
Fartuoato Jos de Aorado. Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Fielden Brotlers.Iuforme o Sr. ins-
pector do Tnesouro Provincial.
H. Burle C. Informe o Sr. inspector
do Theaouro Pro/in:ial.
Joao Lopes da Silva. Remettido ao Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda para
os devidos fins.
Jos Ignacio d'A villa. Informe o Sr.
iiiipeetor da Thesouraria de Fazenda.
Joaquina Quirino Vdlarim. -O suppli-
eante nao pode ser attendido.
Jos Ignacio Ribeira Roma.Requeira
ao ministro da guerra.
Lisbella
cedo.
Marcionilia Rita do Reg Correia.-
do Albuquerque Mello. Con-
-In-
form o Sr. inspector da Thesoararia Fazenda.
Manoel Lopes de Garvalho Chaves.
'asse portara relevando a multa importa
ao supplieante.
Pedro Orines dos Santos. Informe o
Ss. Dr. jniz de direito da comarca de Be-
zerros.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 10 de Setembro de 1886.
Antonio F. da Siheira Qxrvalho.
Ifepartleao da Polica
Secyao 2aN. 883.Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 10 de Setembro de
18S6.- Illm. e Exm. Sr. Partecpo a V.
Exc. que foram hontem recolhidos na Casa
de Detencao os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado do Recife, Bernardo
Marques de Lima e Simo Al ves, por aso de ar
mas defezas-
a.' ordem do de Santo Antonio, Jos Barbosa da
Silvo, Candidu Pereira de Souza, Tertuliano Fer-
reira de Mello, Jos Thomaz de Oliveira e Da-
miana, escrava de Sabino Pinto, por embriaguez
e disturbios.
A' ordem do do 2- districto ds Graga, Jerony-
mo Pereira da Silva, por uso de armas defezas.
Em virtudo do requerimento do subdelegado
do 3- districto de Pedra Branca, na cidade da
Victoria, foi capturado no dia 4 do corrente, pelo
delegado do termo do Bonito, o individuo de nome
Joo Francisco da Silva, pronunciado nos crimes
de morte e roubo.
No da 9 do corrate, procedeu o delegado
do termo de Flores visita da respectiva cadeia,
na qual foram encontrados 29 presos, sendo 19
sentenciados e 10 pronunciados.
Pelo delegado do termo do Bonito, foi re-
mettido ao juizo competente o nquerito policial a
que procede! contra Joaquina Gomes Ferreira,
pelo crime de furto de cavado.
Hontem, cerca de 10 heras da manh, fui
chamado pelo inspector da Thesouraria de Fa-
zenda para verificar o arrombamento que se ha -
via feito na casa torta e cofres cargo do Theaou-
reiro daqnella repartidlo.
inmediatamente para alli me dirig e conforme
me declarou o inspector, o respectivo thesoureiro,
ao chegar aquella repartigo, acbou aberta a
porta de urna saleta que d communicagae para a
casa forte, assim como a grade de ferro desta.
Verificado por mim o que me era dito e exami-
nando togo as portas, vi que nao havia vestigio
de violencia em ueohuma dellas, sendo que na
grade havia urna chave de lato introduzida na
fecbadura.
Entrando cu, o inspector, o thesoureiro. fiis,
contador e escrivo, na casa forte, vimos que ha-
viuin muitos masaos de notas espernadas pelo chao
e junto ao cofre grande varias limas de diversos
tamanhos, algumas gszuas, um alicate, urna ter-
quez pequea; duas chaves de parafuzo, um for-
mato e Bobre o mesmo cofre um pedago de vella
stearioa e um ralo de cera.
Sobre urna emixa JsUtlu ao cofre estavao. Irce
chaves semelbantes ao do cofre de Miluer, tendo
urna partida e duas en estado de serviiem. Na
porta do cofre haviam alguna riscos junto ao es-
pelho dae fechaduras como que se tivesse empre-
gado meios para arrncalas e em um das fecha-
duras havia urna gazua. Era iaso nenhum outro
vstgio de violencia bavia.
Aborte o cofre pelo thesoureiro verificou-se es-
tar vasio, bavendo dentro duas gazuas.
Mandui pedir ao major director do Arsenal do
Guerra que me fisesse presentar dous artistas
serralbeiros para servrem de peritos nos exames a
que tinha de proceder e se me npresentaran) o mes-
tre da oficina do sorralheiros Candido Jos de Goes
Telles e o contra-mestre da mesma officina Ger-
eino Luiz Nunes, aos quaes encarreguei de exa-
minar todas as portas interior e exterior do edi-
ficio e cofre.
Feito o exame declararam os peritos que nao
encontraran) indicio de violencia em todo o edi-
ficio, quer interior, quer exteriormente.
Examinado o cofre declararam os peritos que os
instrumentes encontrados juuto a elle nao o pode-
riam abrir e que s parece ter sido aberto pelas
chaves que foram encontradas, as quaes se verifi -
con serem ignass s do mesmo cofre e que estavam
em poder do thesoureiro.
Verifqnei mais que a vela que estava ao lado
do cofre nao fra cesa porque estava com p do
lado do pavio queimado e o rolo de cera se o foi,
pouco tempo delle se utilisaram.
Interroguei o portero da repartigo, o servente
da secgao do thesoureiro, os fiis e ao mesmo the-
soureiro, declarando os dous primeiros que as por-
tas do edificio estavam intactas, sendo que o por-
teiro declarou por sua vez que as havia fechado
no dia 6 e aberto hentem, por terem sido feriados
os dias 7 e 8, e o fizera acampan hado do cabo da
guarda e de duas pracas que verificaran! nada ha-
ver as mesmas portas.
Hoje prosegu as diligencias e interroguei aos
officiaes da 14* batalho de liuha queestiveram de
guarda nos dias 6, 7 e 8, assimjcorno aos respectivos
cabos e todos sao unnimes em declarar que nada
presentiram no edificio nos dias em que nao houvc
expedante, e aeo. ouviram o menor rumor que
indicaase alli a presenga de pessoa alguma, fican-
do a casa-forte sobre o corpo da guarda, sendo
quaai impossivel haver alli qualquer rumor sem
ouvir-se, tanto mais em dia feriada em que nao ha
movimeuto algum na ra.
O cabo Jos Vieira de Lima declarou que assia
tio hontem ao abrimento das por'.as, estando p'-r-
feiramente techadas, assim como percorreu o edi-
ficio com os serventes sem eucontrar novidade al-
guma.
O cabo Manoel de Franca e Oliveira, quo eiteve
de guara no dia 6, declarou que assstio aofecba-
mento das portas no da 6 e que ver ficou estari-m
todas bem techadas e que i aso mesmo communicou
ao official < ommandante da guarda.
Prosigo naa di igencias e investigages neces-
sarias para descubrir o autor ou autores de tilo
udadoso attentado que se aprsenla revestido de
to mysteriosas eircumstancius
Deus guarde a V. Exo. -Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leo,
muito digno vice-presidente da provincia.
-O chefe de poli.iia, Antonio Domingos
Pinto. __________
Commando das Armas
qcabtel obnebal do oommasqo das as-
mas de pebnamboco, em 9 de setembbo
de 1886
Ordem do dia n. 118
Coucedendo ao Sr. tenente reformado do exer-
cito, Manoel Carneiro Machado Freir, a exonera-
gao qui pedio em officio n. 210 deata data do
targo de commandante do Forte d Buraco, por te
terem aggravado os padecmentos que mu'ivaram
sua reforma; louvo-o pelo bem que exerceu esse
cargo, e determino que passe o respectivo exerci
ci ao Sr. tenente honorario do exercito Auionio
da Albuquerque Marauhio, que exerce as tuuogoes
de ajudante do mesmo forte. Outrosim; gs
apresentou-se a 7 do corrente, neste quartel gene-
ral vindo da ptovinda da.Bahia, onde se achara de
jiconca, o Sr. Dr. Joo Alxandre de Seixas ; o qa
fago constar a guarnigo, para os fins convenien-
tes.
( Assgnado ) O brigadeiro Agostinho
Marques de S, commandante das armas.
(Conforme)O tenente Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordens inte-
rino e encarregado do detalhe.
Thesonro Provincial
DESPACHOS DO DIA 9 DE SETEMBRO DE 1886
Mara da N. Ferreira, SebaatiSo Anto-
nio de Albuquerque Mdlo e Generosa do
do Reg Medeiros Cavalcante de Albu-
querque. -Fa^am-se as notas de portara
v licenQi.
Marcelino Barbosa da Silva Mello, Josa
Qregorio de S Estoves e Lourenco Gon-
jalves Aleixo.Rogstre-se e facam-se os
assentamentos.
Pedro A. Correia de Mello. Indeferi-
do, visto que das informales resulta a im-
procedencia do que se requer.
Candido Francisco de Menezes Moraes e
Manoel Martins Fiuza. Haja vista o Sr.
Dr. Procurador Fiscal.
Henry Forster.Restitua se.
Jos Joaquim Alves e Antonio Simoes
de Almeida. Informe o Sr. Contador.
Livramento & C* e Wilson Sons d C*.
Deferido no sentido do tomai-se em
considerado o incidente a auo se alinde,
afim de nao reproduzir-se o acto que cons-
titu a presente reclamado, e que a vista
das informales nao foi praticado com
animo de lesar a fazenda e prejudcar aos
supplicantes como negociantes da mercado-
ra de que se trata.
Dr. Manoel fl. Cardm Ao Sr. The-
soureiro para cumprir.
Contas dos ex-collectores de Tacarat e
Cimbres. Approvadas.
H. Bernardes de Oliveira, Theophilo
Xavier C. de Albuquerque e Manoel
Lopes de Albuquerque. Certifique se.
30
FloHano Baptista de Oliveira.Fagam-se as
notas da portara de licenga.
Joo Jos Ribeiro de Moraes. Escripture-se &
divida na parte do exercicio encerrado e fagaui se
as notas ea folha na do corrente.
Francisco Pacifico do Amaral e Manoel Macha-
do da Silva Santiago.Cerfrfique-se.
Martins Vie vrar o termo de contracto definitivo.
Francelina Sabina do Monte, Aurelio dos San-
tos Coimbrae Hermes de Souza Pereira.Iufor-
me o Sr. Dr. administrador do Consulado.
J. J. Alvea de Albuquerque, vigario Augusto
Franklin Moreira da Silva, Antonio Hermino de
Sena e officios do Dr. procurador dos feitoe.In-
forme o contador.
Francisco Joaquim do Amaral Galvo e J. Jos*
Btairo *e Mor"?Regiatre-ro e facam-se os as-
sentamentos.
Francisco de Mello Cavalcante de Albuquerque,
Joaquina Maria da Couceigo, officios do Dr. pro-
curador dos feitos e Antonio de Souza Azevedo e
outros.Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 9 DE SETEMBBO DE 1886
Joo Rodrigues Pereira, Joviniano da Rocha
Pereira, Carlos Estanislao d i Silva, A. Vieira
& C, Emilio Roberto, Epamnondas Marianno de
Souza Goveia, F. H. Carlos, Manoel Jos Gongal-
ves Braga, Antonio de Souza Oliveira, Demetrio
de Gusmo Coelho, Jos Antonio da Mutta Gui-
mares, Guilherma Ferreira Ramos, Ventura Pe-
reira Penna 6t C, Machado & Pereira, o mesmo,
Sebastin Amaral & Silva, Manoel Jos Fernandes
Successor, Marcelino Joa Baptista, Iisdoro Bastos
de Oliveira e Albino da Silva Leal.Informe a l1
seceo.
Dr. procurador dos feitot.Inf.rme com urgen-
cia a 1' seceo, depois das necessarias averigua-
goes.
16 petigoes de Jos Antonio de Lima.Certifi-
que se.
22 petigoes de Olympio Braga.Certifique-se.
9 petigoes de Adulpho Alcibiades da Fonseca.
Certifiqese.
11 petigoes de Francisco Damasio dos Santos.
Certifique-se.
2 petigoes de Manoel Augusto Ferreira.Certi-
fique-Be.
Jos Carlos Marinho e Benicio Jos da Costa
Oliveira.Certifique-se.
Quintino Carneiro de Vasconceilos, Pereira Car-
valho & C, o mesmo, Firmno Gomes Leal & C
Informe a 1* secgo.
Eugene Goetschel, Baltar Irmo & O, Josjde
Azevedo Braga & C-, Joaquim Conrado de Aguiar,
Antonio Lina de Albuquerque, Jos Rbeiro;<5t C.
Domingos Jos Avilla, Antonio Rodrigues San-
t'Anna o Jos Ricardo da Costa.Informe a 1
secgo.
Bacharel Joo de Oliveira.Satisfaga a exigen-
cia da 1* secgo.
Inspectora Geral da Instrucco
publica
DESPACHOS DO DA 9 SETEMBBO DE 1886
Rutina Demetria de Souza. -Encatni-
nhe-se.
Piladelpho Barroso da Silva.Em vir-
tude de au.orisacao da presidencia do 1*
Jo corrente mez, prevalece o presente at-
testado nicamente at o dia 7 do referido
mez de Janeiro, data em que teve lugar a
remollo do professor.
Innocencio Minies Lapes de Mendonja.
-Justifico as taitas daias pelo supplicant,
de 9 a 15 de Julho findo.
Auna Laurinda Varejao Barbosa. Sim,
mediante recibo.
Secretaria da instrucco publi -a de Per-
nambuco, tO de Setembro de 1886.
0 porteiro,
J. Augusto de Mello.
EXTERIOR
Os progresses das classes labo
riosas na sudedade moderna
EX&MPLO DA ISGLATEBBA
A acredit .r nos socialistas, o rgimen econ-
mico sob o qial vivem, ha cerca de um secnl-, os
povoa civilisadus, teriam antes peinra^o do que
melhorado a situacao loa que sao resignados oa
nome de trabahadores, oe assaanadot. de
proletarios, e que constituem naa sociedades e
classe mais numerosa. Para elles a liberda-
de das profisto.-a e a igaaldade civil nao se-
riam s-no'um engao ; a concurren, m ni tena
outro rffeito que entresral-ns, a elles, os p'bres,
isto OS tracoe, merc dos fortes, quer dissa,





Mario de PernamhncnSabbado 11 it Seterabro de 1886
[ eeof. A pretendida liberdade que os arranr
1*0 dominio doe senhuwa, e os dcntaatacuu
tjgu da antiga regulamentacio, d4o teriam
i mais do qoe submettel-os a urna escravidao
___r que a dos outros tompoa
9 iaiua faire, tio qnerido dos economistas, os
ati )ji ni aem defeaa i rapacidade da urna oly-
ara-ibiii mercantil e iodustnal, cem veies mais
rajta e mais desapiedada do que a feadalidade
aadi eaeia e appfacacoee 4 iadastria nao apro-
eatariam siaio a ata elygaredia, que tendel
jrfii ves mais a diminuir eoi naaaaro eaogmi
atas poder, pala aacuaaulaeio, aas alguaaas
ak-aapitaeaa iiiatraaaentoa da araaaiecio, em
a << o fkqrstlo 4 pauperismo ir-ae-ia ate
a> aggraaasdo da a dia.
Se a propia claaae media mi fosse poupada
par ata evaesei > 6e*esta, divir-ee-ia em do*a
fti ]|j~-n d.-agaaca, a menor da quaes ir-ae ia jajn-
ar-i classe privilegiada, aaqoanto que a aaais
Arte tri ensrossar a enorme maesa dos misera-
a, doe famintos. Em resumo, seguindo umaee-
l"tre formula : os neos viriam a ser cada vez
sat~ ricos, e os pobres cada vea mais pobres.
Sis o que affirinam com insistencia os socialis-
ta* e todas a mw>I" ; e sobre este panto que
o feaaeiam, para reclamar reforma, radical e iin-
aac&ata, do rgimen da livre concurrencia, ao
anu-imputam este depbravel estado de coasas.
SestH8 queixas tiveasem fundamento, se as con-
aajeeacia da igaatdade civil, da Irberdadedo tra-
ta It >, do onoiercio, das tranaaccoes de toda a
apete, fosa-m o que dizem as seeialistas, seria
jfTixao urna destas daas coasas : vender cotnple-
taaeente a t-3peranea core Maputo ao futuro abu-
aaaaaidade, e prnsar que, faea-ae o que se faer e
fc^ualquer maneira que se proceda, impossivel
aaaaaacHT o mondo as seu fatal destino ; ou entilo
paastav-ae aoe saeialistae, para procurar at rs en
.Matr-ir, afim de os applicar sem demora, os pro-
acatos que levem aaaegurar se entre os homens o
sgavwo da jnstica, a harmona dos interesses e a sa-
Iaua^-ao ce todas ai necessi cradea.
,A*ttes de ae fixar em qualqwer destes dous par
nvm perguntar se As .-iffirmacOus desola-
mm dos detractores do nosso estado social nao
astas direito de responder com ama negativa ca-
*nwwica. Quanto a nos, nao nos rests duvida
ua sobre este ponto.
?*o somos, comtudo, discpulos do Dr. Paugloss,
tnsa pretendemos de modo nenhum que tudo corra
r*uinelbor m ido no melhor dos mundos.
fre mais looge, Nao me desculpo, pelo meu
fea* de urna certa uiclinacao qoe tenho para o pes
nsoio um petsunismo relativo !
'Sao vejo, precisamente, pelo melher dos prismas,
areudo, a huraanmade e a sociedade.
Techo duvidas asea', pronunciadas a respeito
A famosa le do progresso indefinido e sobre as
Vatflficas virtudes ia aci. acia.
3io me convenco de que os povos, os mais avan-
epsdaa na cvilisacio, os que possuem para tudo o
sassaailio mais complicado e o mais aperfeiooado,
jbkii nece&sariamente os mais felizes.
52o vejo na sciencia senao um nico instruinen-
9s tM pode fazer conforme as circuraatancas, ou
aaonC> bem, ou muito m>I ; e coraeco a recelar.
EMHtiderando bem, que nao faca mais mal que bem,
afta imples razio de estar ao alea.ice dos maus,
k oudos, dos imbecis, cojo numero g:aod>>,
jMa eomo dos boas, dos prudentes, dos intelli
womkn, cujo numero p queno. Mas at se en-
sftmr o meio de destruir a proporco de uns e
4e outros nao descubro quo haja grande coas* a
Tados os remedios propostos tem, a meu ver,
wmt inconveniente, que bastara, por s s, para
,'pellisse indistinctamente : que nao ha
rsico que se possa applicar igoladamente, e o
e nao supponha, iadispensavel, poderes e ovios
acijSo mais ou menos consideraveis, pos tos as
d certo numero de horneas, para corrigr as
njtica3 daaorte. prevenir ou reprimir os abusos
4i'rea, combater o egosmo, impor a fratemida-
' te, velar ss condicoes.
Ka erdade, nao sai quaes aerism os cidadaas
vestidas, dcsta alta tnissao ; porm quaesqu r
sse p ssam ser, inspiram-me priari invencivel
tahonfianca
jieriam nuesoe amos, e francamente bou da opi-
*< d> burro da fbula : O nosso iainigo o
vareo dono. Parece-me, pois, que o melbor es-
1V: eocial ou o menos man, o que tem menos
4m~"~ ; onde cada qual precede por sua coota e
snri e s>-b sua responsabtlidade. Kste estado so
a nao inteiramente aquella qoe seguimos ; mas
Ja*0U'lle para o qual noa encainsnhamos e ao qosi
-Mangaremos depressa, se os $ramialistase os pro
Caeoiaiistat nao puzeram obstacalo.
>igm oque cjuizerem, o cumiaho qne temos
s^adu at boje para este ideal -tem-nos <^ndazi-
*i m um ponto da onde podemos apreciar saft-
Mstemcnte, pelos resultados j obtidos, os que se
srw'i'ir' realisar, persistindo na neama direecao.
atSf .-aam os socialistassem cuntado nunca o pro-
cae, que a liberdade do trabalbo e das transac-
jtt teuha por fim a^gravar a miseria das elasacs
laorii sas. Os eonomistas tm por cem ves
irado, pelo raciocinio, a falsidade d'esta
niH"-X"*" "^a:i ' *> r.ta acres eotar urna demonstradlo exp-ri-
xzatatal, uuieameute baaeada sobre os tactos.
ai iia puiz no mundo, onde os principios da ec-i-
x Jia.a s icial aejam to largamente applicados, pe-
latiti<.>a uo dominio da produccao e das perinu-
*t. certameute a Gr;1 iirttaubi. E1 ver i e
uc ueste paif. a constituicao '* propriedade ter-
saaarial opySaanda um nbtaculo serio rtparti-
1 ruial, e inesmo ao crescimento da riqueza.
las jsi, a despeito d-ata inanif ata eausa de
4te*gaaldade, a despeito dos privil-giosUo que se
Sbk irrogado a geniry britnica, ein detrimento
if-- iriitra rlasscs, pode se estibe eci r que acn-
.o dos operarios ou, mais geralmeute. d<
selles que vivein do trabalh'i, acha-e notavel
m.-ttte. melhorada, ha p-rto de meio seculo, ist ,
aottsum-ute desde qae a Inglaterra adiptou
fcnaeameute e applicou, alm disto, amplamente
^rincijiis da liberdade industrial e eommercial.
st-t li i eatab I aido ao musmo temp c^n evi-
afcMS*:^ que a Lpplicacilo d'estes principios nao
a>*ssv ie moao uenuin por tm mttfHHmtU iuJeni-
A isaente a opulencia de aljjuns, aggravaudo a mi-
soca o maior numero ; ter 6e-ha reduzido a na-
ftava tlit'se que serve de ponto da par ida s reeri-
namvoes e as n invidicacoessoeoes.
Ora, cata denwnatraySo fot, reeen'emente, feita
mw m euiinentu economista inglez, o Sr. B*>ero
sffen, diruct- r dos servicos de estatistica M
Wt rr,J "/ 7Vade, <-m urna importante m< mora lida
i eiedade de ostatiatica de Londres, pr occa-
s< do quiuqua^esimo anniversario da sua fun-
4as>". Ha j dous anuos que o Sr. Grifen, eleito
c"i Mtsa 'Jtaitguroi uddress < -u novo trabalbo
Sh esenvolvioi'-ato do ir.esmo aoSUinpt i.
O Holetim da Eetatistiea, do ministerio das
stsii; ', d, nos svus d ms ltimos nmeros (de
Maso e Junh ) uraa f.adcvao n\\un tanto reu-
ss
-dMfcs vou, por mtoha vez, analysar brevis(imain<'u-
K intil dizer-se que o eiudito economista e
rttifintii-i inglez foi colher infirmacoes s f.ntes
n.'t authentieas ; qua as confror.tju urnas com
naoutras com max mo escrpulo ; que accrescea-
tt*x ie suas observacoes ,pessoa<>8 os testemuunos
aetiu precisos e mais fidedignos ; que se utilisou
ass('ii, dos irabalhos anteri re.-, sobre o assump-
f,d'is homens mus competentes e dos mais des-
acur<*sadus.
to qua era, ha cerca de meio seclo, na Ingla-
*c M~r -' as cdades e as aldeia?, ha bastantes
testeraannos, que sao unnimes e pungentes. Era
Jiasiseria a verdadiira miseria negra, em presen-
-f An qual o cri-sciment > da popalacao poda mui
ta i>c*u eer considerado urna calamidade, e a in-
trodaccAo das machinas um flag ilo.
Ecooomistaa, homens de estado e os proprios
iiiiiii ifitnii apreaentavam cem as mais sombras
ssii> n a vida d'estes milboes de seres humanos.
las qaaes os mais favorecidos os que trabaiha-
araoa nao ganbavam senao o preciso para wio
i^siiiii litli i iiliiirnt defame. O economista W.
S. i.'iiorutoupara nao citar senao estena sua
osse intitulada Oeer vopulaion and Ut remedies,
pespiteada em 1846, d eom respeito asituaoao dos
ynrurin agrioaias e das da industria, pormenores
randa intereeee.
J)s dos que os operarios agrcolas, os mais fe-
fices, taea como os de Lineolnsbire, de Butlaud,
y ifjuiuberland e de Wcstmcreland, nao tenate ae-
ssfe o seu salario pan viver esto simpresraente
a abrigo da necessidade e nao tm nanea aben
r Porm apena* cenashaem maa excepeae.
I iodo o outro posto os que lvram a (erra aau
ieaioados s mais duras privacoea.
las DoraeUbire, o salario de um operario nao
JkUapassa de 8 sbilliogs por semana. O salario
sk emn tonlher varia, segundo as estaces, de 6
a 8 pencas a 1 shilling; maa aa malberes nosio
era pregadas de urna maneira continua nos traba-
Ihos dos campos; de form que, no fim do anno, o
total do que ama asalher pode ganhar nao excede
de 50 shillings. Esta pobre gente e vive de pao
e batatas.
Quanto carnediz Thornton -a maior par-
te delles nao lhe recoohecoriaj duaa oa tres ve-
zes na sua vida, isto quando o squire tem um
filho, ou qua este altinge maiordade, Ibes nao
dsse ama amsatra disso, a que os jorstsce cha-
mam a boa e aatiga cosiaha inglesa. Alguna
d'antre eltem encaauam meio de compra* as p >u
co de toaeinho: ama, meio rratel per emana
paca asaa dazia de peasoas ; as restaasas asnpre-
gasa, avdsaariamente, baaln para dar g to as
astea batatas, e eomo asa deUes dizia ao Sr. Aua-
tin : < Haa-cemoe sauitas vases que jo, asas aigu-
masvezea.
fias afros nadad m, oa alarios dos haaaaaaB
deseen 8, 7 e mena > 6 aatHings por seaa.
E' o mnimo na Inglaterra, mas esta mnimo tor-
na se mximo no pas da Galles; aqu s os ope-
rarios ao servico dos propietarios e dos reos ren-
deiros que chegara a este preco. Os rendeires
pobrese sao a maioria nao dio ais seus traba-
Ihadorea aeaao S ou 9 paaccs, ou qjiauJo uwito
um shilling per dia, ou 6 petates om comida, que
coasiste em pao de cavada' grosseira, caldo de
aveia e batatas.
O proario reodeiro, alm d'isto, nao accrescenta
a esta refeico ainao lete, queijo e toucinho. Na
Escocia, o trabalhador agrcola nutre se melhor;
tem geral mente farinha, peixe, leite, qoeijo o mes-
mo manteiga ; mas o seu salario em dinhojro se
redux, p-.uco mais ou menos, a nada. Imagioa-se
racilmetite o que poderiam vir a ser estas popula-
do ;s no tempo de penuria e de crise : na > soria a
pobreza, a miseria, seria a nurte qae cabina so
bre eiles.
A condico dos operarios dts cidades talvez
anda peior
Thirnton mo3tra-nos a p>pulaco manufacturei-
ra, que coroprehendia 4>0,0-10 homens adultos, is-
to loos milboes da pessoas, immersas na mais
profunda miseria.
Milhares dalles, diz o escriptor, nao podiam
encontrar trabalbo algum. Em Stockport, segun-
do o relatorio de um ioquerito ordenado pelos com-
missarios da le dos pobraa em 1842, da 15,823
pessoas qae habitam 2,565 casas. 1 203 apenas
tm constantemente trabalho, 2,866 tm trabalho
em parte, e 4,148 pessoas validas acham-se. abso-
lutamente sera trabalho.
0 rendimento medio destas 15,823 pessoas do
1 shelling, 4 pences 3/4 por semana. O salario m
dio do=> que tr >balham constantemente du 7 shel-
ling G pencea 1/4.
A miieria, accrescenta Thornton, nao era me-
nor as outras cidades manufactareiras. Era es-
pecialmente croe! na Lancashirc e as partes do
Yorkahire, sede principal da induatra da algo-
do.
Em Slanche6ter 9,000 familias ganhavam, ter-
mo medio 1 ahelling por semana. Em Bolton de
50 fabricas qua o oceupavain outrora 8,124 opera-
rios, 3U esttvam fachadas, ou nao oceuparam ai-
nao darants algumae horas os seas 5,061 opera-
rios-
<) salar3 hobdomadario doa teeeloes dos contre
pieds tinbam deixado raaia desde 1838.
O d"a tecelo--s mao, ji bastante reduzido, des-
era de 6 shellinjis 7 penee 1/2.
A miseria dos operarios e o embaraco dos pa
tres pesavam mais gravemente nos couimercian-
tes e nos artistas, de quera erara fregueses. Em
Bolton, o excesso dos salarios pagos era 12 gne-
ros ae comaierci*, diminuir de 3,651 libras por
semana. Os fabricantes de pannos da Yorkshire
e de VViltsbire, os teceioes da seda de Spitatieid t
de Macclenfield, os fabricantes da rendas do coa-
-fetdo de Nottiughara, os operarios das machinas
de Statford8hire, os quinquclheiros do mesmo con-
dado, da Warwickshire e de Shefield uao soffrem
menos.
Em bafield, onde em 1826 nenhum hornera ra-
lles rstava desoecupado, em 1842 mil familias
erara soccorridas pelos ommerciantcs, aos quaes
serviam a razio de 1 abillinir e 3 peuces p ir sema-
na e por cab ca, e muitas centenas de familias
eram soccorrid*s pela freguesia.
Em Leeds, 4,025 familias, o quinto da populaco,
vivam na qualidade de pobres. *
Eis o que era, em p-'ca aiuda muito recente,
pois que nao passa de quareiita anuos, o mximo,
a situaeo dos operarios da Gra-Bretauha. Dea
de entao realisoa-ae rerdadeira revoloco econ-
mica nease paz ; oram promulgadas as leis sobre
os oereaes, e abolida a lei s*ore a navegacio; a
Inglaterra deseasbaraeou-se da ibeatrineavel rede
das sua leis restrictiVHe, nao coiworv*ndo do pas-
eado sinao ansa conaatnugao da propriedade terri-
torial de qua fallei ha poueo, e qua ningoem se
lembrar de apreseutar orno felis correctivo das
libertades econmicas que ella, alias, adoprou pla-
namente.
Pois bem, ai os adversarios destas liberdades, ai
oa socialistas dizem a verdade, a verdade, a cou-
sequeucia deata revolucio dev-.ria ser um aggravo
da miaeria para as classes aperaras, agrcolas e
manufactureras. E foi o contrario o qae se den.
a Qu-' os nossos operarios, escrevia en 1881 Sir
John Bright (1), reflietara uas madaiicws que se
tem dado na sua eondicao, ha 40 annos. As leis
s bre os cereaes tinbam por tira raanter o preco do
mg candial a 80 shillings, isto a 40 shillings,
a qaarber. O preco do trigo menor que o impos-
to c mi que outr'ora era gravado. O assucur cus-
ta o tergo do que uuse.va no tempo do monopolio
daa Indias Orienta"s a Ocidentaes-
Vejamos agora oa salarios nos condados de
V o k e Lancaater. O pagamento hebdomadario
oa urna porcao da operarios dupliuou-se.
Um pedreiro dizia me, ha poue, qae ganhava
7 sbellings u 6 prncea por dia, em lugar da 4 sbel
lings. Ha algumis semanas inferroguai um tape-
ceiro de importante.cidade da Escocia com respei-
to as mudancas bavidas nos salarios. Ha 30 ou
40 annos pagavam-se os marciueiros a 12 sbellin-
gs. ob salarios doa trabalhadores do campo qua-
si que dupliearam era alguns condados; no con-
junct > subiram a nais de matada, ao m -s:no tem-
po que duniiuio o preco da subsistencia e a dura-
^o do dia da trabalho...
O que o Sr J ,lm Bright indica va summaria-
roente ha doos anuos, o tr. Roberto Giffan affir
mava-o e demonstra va por seu torno, quasi ao
meara < tom x>, no s->u discurso ua sociedade de
ea'.tisiioa. Si eneodeu dever, mais recanterren-
te, reo >var a sua d- montraco, porque foi cen-
surado de ter apreseutado dados pouco numero-
sos.
As suaa conclusoaa eram que a alta dos salarios
elevava-sc a 50 ,'0I pelo menos, e que se couside -
a reduccio no numero da horas de trabalbo,
ntrava-sa esta alta para mais prximo de
100 /o 1e di 50 %, si que nao passava de
100 o/.. _
au ainent-' ell; sustenta as conclusoes ante-
riores, mas vai anda mais longe. Afirma, se-
_;uu Jo as estatistcas ofBaiae?, que as grandes
industriasindustrias textis, miueiras e de con
struccaoque dio trabalho a grande parte da po
pulacao, o augraant) em ger ti, superior a 7
%; em alguna casos exceda de 100 /o-
Para as martimas, de 60 "/, ; para os Iraba-
hadores do campj tambara de 60 /o> segundo
o dailos obtidoa eom todo o cuidado po<* Sir Ja-
mes Gard.
Ma-, nota e Sr. Giffen com razaj, qua para
apreciar o me.lborameuto real produzido na eondi-
cao dos s llanos, nao b.~.sta considerar o que eram
oa saiirioi, ht quarenta ou ciucoenta r.nnos, e o
qua sao buje aas m smaa industrias ; preoiso
attentar am"era as mudancas profundas que so-
brevieram noconjuneto daa profisso -s agrcolas,
industriaes u corara rciaea, e que, fazendo desap-
i>arecer alguna gneros da trabalbo mal remune-
rados, deaouvolveram e fizeram ap;>arecer muitos
oa tros, meito mais lucrativos.
H i eincoenta aasaan, uiz o Sr. Gillu, a pipala-
cao aperara divida se em tres catheg>rias, pouco
mais ou menos iguaes : um terco dos operarios in
du*tnacs da Gra- Bretanha ; outro terco dos ope-
rarios agrcolas, tambem da Gra-Bretanha ; o ul-
timo toro* era forma lo pelos operarios agricalas
da Irlanda, cujo salario medio nao passava dme
tade dos salarios agrcolas e de terco do dos sa
laes udustriaes da Gra-Bretauha.
Hoja as proporcoes sao pouco mais ou menos
as seguintes : os operarios udustriaes da Gr-
Bretanha formara oito sextas partes; os traba-
lhador. s agrcolas da Gri-Bretaoha e os operarios
da Irlaada farmara os doos outros oitavos. to esta
tranbformaoao arrasta um augmento considera vel
na poro dos salarias recaoidos pelos opera-
rios.
Coas effeite, a sabia economista ingiee demons-
tra, por eaiealos aimpiicissimoa, qae a falta de es-
puco nie ate psrmiue raprodoair, qua afira toda a
alirn d* urnltu io, o augmento prodasido pela mu-
danca da qae se tcata aeria da certo de 33 / : e
e adaarttir-ae-p qoe baje alias fon, da toda a
da vidaque a'alta doa aalastai foi de 50 /., o
augmento medio prximamente de 100 /.
aiiuatruccio. eu 43 Nio anda tudo : produsio-se outr i melboria
em proveito dos operarios menos habis, cujo nu -
mero diminuio cm causequencia de aavos meios
de trabalho que se lhes offaraceran.
Pode-se dizer, de urna maneira geral, que os
mais habis d'antre os operarios maaafacturoiroa
ganham 25 shillings por semana em lagar de 15,
e qae o salario doa simples manufacturemos pass >u
de 11 e 12 shillings a 17.. 18, 20 oa 21 shil-
ings.
% Convm obser7ar qai em Glascow e na Ir-
lauda oaogtnenta parece ter ido mais couside-
carel apte can outra parte. Parece que a tasa dos
salarias ee reveloo em um certa ponto. E' tacto
digno de ae registrar.
Ao* que reclamara dados precisos mais nume-
aoa do me alie primoiro tinha apre
Qifau nffaarece oa que oram csihidas pelo Sr.
Mjoig-ira*ry, piwaidaute da sociedade de estads-
ttea de 'aaaaeJaester, por Km lado, e o Sr. Leoni
{jevi, eooBeraiata atuito-aheelo, por outro.
Segando o Sr. Montgomery, os salar oa em
M inch. ster au^meutaram desde 1834 em 63 %
para os finndeiro?, em 53 "/, para os alt.ates,
em 47 % para os ca'andradores, em 46 /0 para
o impreasores em pannos e para os operarios de
ondees com grande quantidade de fios de linho,
alvisimos, afim de serem offertados aos doentes
Chagados.
Alllma. junta, em seasio de aute-hontep, deli-
be. ou enviar o presente para os infelices lasaros
e ..fficiar quelle mordomo ao sentido de elle agra-
decer ofertante o servce que prestou Santa
Casa.
Que outras senhoras imtem o acto que acaba
de praticar essa, cajo ame nio consentio que
loaae publicado, sao oa vosos dos muitos aeoessita-
dos, em tiatamento nos hospitaes d'aqaella pa
tastituicio.
raratno Perdida al<- Wioa-Kecebe-
moa hontem o faeciculo a. 6 da tratiueofto litteral
pattugueza do poema aab o titalo aciaaa, que se
tado, o Sr. ata publicando n'att i calada.
Csmoln*O Sr. J. I* rentettea-aNaa quan-
tw de 10J000 para seras* distribuidos aaaa cinco
-ajaras mais necaaairadas, na aamiaaiaaio a
ata obra de caridade, fizemos ileio pela
forma seguate :
A' vuva de Joio Vctor, ra do Man-
gue n. 26
Pedro A Sonso n. 67, D. Joanna Francis-
ca Pires
mente para os operarios mchameos e para os tin-
tur-'iros qae o augmento nio paasou de 18 e
16 /.
O r. L-oni Levi aehou que, desde 1867 e 1884
o gauho das classes operaras elevara-se de 418 a
520 milboes sterlinas, isto um augmento de 25
/ para um accreacimo de 11 % apenas. O ga-
nho por cabeQa da 42 libras e 14 shillings, em
vez de 38 libras sferlinas, isto um augmento de
11 %.
E n i so trata, em tado qua acabamos de ver
senao de operarios e de trabalhadores manuaes.
Podaramos mostrar urna melboria muito mais
sensivel dasorte das classes laboriosas, se podes-
aaraos seguir luje o Sr. Giffen na'ultima parte do
seu trabalbo, na qual procura, com o apxilio dos
clculos dos Sra. Dudley BaxterVj Leoni Levi,
saber-qual tem aido, ha meio seoaiote crescimen-
to da renda total na naci brtannlca, e como
este crescimento est repartido entre o capital e
o trabalbo ni) smente no trabalho manual, mas
tambera no trabalbo intelectual, qua oceup lla-
gar cada vez maioria actividade das sociedades
modernas.
Venamos entao, desenhar-se claramente a marcha
ascendente dasmassas populares para o bem estar
e para a luz. E 3e paasassemoa em seguida para
o solo francez, onde a propriedade territorial est
ao alcance de todos, reconbeceriamos para logo
que a pretendida alygarchia finaaceira e indus-
trial nao existe all sanio na ionginacao dos so-
cialistas e que entre nos mais do qae em parte
nenhuma, as fileiras da classe media, em lugar de
raraarem, engrossam incessantemeute lo advento
de elementos descendentes, si assm me posso ex-
primir, do "jue outr'on se chamava classe supe-
rior, e dos elementos ascendentes da elasae infe-
rior ; qua a d'sigualdada das condicSds dirainue
assim gradualmente; e quo em Franca, mais.
anda talvez que na Inglaterra, a diviaio da ri-
queza faz-se cada vez mais va proveito do traba-
lbo c da econemia.
Artfinr Mangin.
KnViSTA DIARIA
Tr'buaol do Juryr'oi noutera subuiei.-
tido a juigamento o rri Miguel Torres Gallindo,
pronunciado no art. 193 do cdigo criminal, que
obtave aosolvieio.
A defoza foi produsida pelo Dr. Jo.6 Mara de
Albuqui-rque Mello.
ttuMixi na Theaenrarla de Fazen-
dstDomo complemento da notioia que, sob esta
epigrapha, publicamos hontem, e a respeito da
qual, hora era quo escreverirnos, nao tinhamos da-
dos minuciosos e precisos, damos na seccio com-
petente (Parte Official) o officio do Dr. chefa de
polica, dirigido a S. Exc. o Sr. Dr. presidente da
provincia, para o qual chamamos a attencio dos
n os sos leitores, pois nelle se aeha narrado o facto,
circunstanciadamente, como occorreu.
As autoridades superiores, que ante-hontem e
hontem estiveram no theatro do cfme, sao -dignas
de louvor pela actividade e zelo inexcediveis cora
que team procedido na indagaci* da verdade, afim
da desoobrir, por sua voz, o autor ou autores de
tao audacioso crime.
No cofre, pelo balaneo procedida smte-heatera,
e a que tambem asaistii^ o 8r. Dr. Joao Jeaqoim
de Frettas Heoriqaea, 1* promotor publico desta
capital, devia existir aonmi **',, l.'d :0:563849;
e, tendsae encontrado apeaaa 44". fiiC.'-60, o des-
falque conforme hontem diaseinos, de.........
793:1455387.
Continuam as pesquisas por parte da polica.
.NHocaacstt Comaierelal Beneflcen-
teK-nnirara-se hontem aa sede da Assaciacio
Coramercial Benefioente os directores das Asaoeia-
Voas Agrcola e Auxiliadora da Agricultura, afim
do delib rarem sobre qualquer meto a ser empre-
gado, para o fira de obterem do goveruo geral e
do parlamento medidas, que actuera as desastro-
sas c nsequenciaa da baixa do preco do assucar.
que aotualmante nao compensara o ousto da iMeY
gem da canna.
Erposto o fira da reuniio pelo presidente da
Associaeio C ira.norcial o Sr. coronel Corbeniano
de A jnino Foneeca, osando da palavra os Srs.
Joa Mara Andrade, Dr. Ignacio da Barros Bar-
reto, Bario de Nazareth, Dr. H. A. Milet, Dr.
Ulysses Viauua e 'imao Barbosa, e por unanimi-
dnae foi reeoivido qua os directores das tres As-
socia^oes reonidas :
1. Expelirera telegramma uo presidente d i
conselho de ministro, ministro da fazenda e d
oltura, presidentes da Cmara dos Deputad s
e do Senado, um a cr.da um dos deputados e se
nadores d'eata provincia, pedindo a suspensa)
sobre o imposto do assucar e reduccl > das tarifas
das estradas (ie ferro do Estado que tanham ga-
rantas de juros.
2." Enriaren urnaropresentacae no prazo mais
breva ao governo e ao parlamento, no mes-
mo sentido dos telegrammas, e Asseuibla
Provincial e:n sua prxima reuniio, pedindo a
suspeusao dos impjstos que pesara sobre o as-
sacar.
3e Couvocarem um congros^o de commer an-
tes e agricultores, anda aberto o psrlSiento, afim
de que c-orapnrecam a esse eongresso, para ser
dirigida urna ootra representacio ao governo e ao
parlamento.
4." Dirigirera-se s Assoeiag-s Commerciaes
da Babia, Alagas e Sergipe, solicitando a coad-
juvacio d'olla3 em favor do melh.rmenlo ini-
ciado.
As deliberaeoes tomadas pelos directores daa
Assouigoes reunidas constituem um grande ser-
vico e de esperar /ue o governo c parlamento
nao fiquem sardos a tio justos reclamos.
Serraao de caridadeMuitos convites
se teera expedido a diversos cavalbeir>s e familias
desta cida le para assistirem ao sermao de cnda-
le que como em annos precedentes, prom.ivem era
favor das familias pobres soccoridas pela socieda-
de de S. Vicente de Paulo estabeleci ia ha 13 au-
nas Beata cidade, as Exmas. Sras. cuije nomes
abaix > publicamos.
Designado, como se acha, esse acto pira odia
do uiraahie devendo realiaar-se s 8 horas do
dia na matriz da Boa-Vista por accasiio da roisaa
parnchial, que ser excepjionalmante celebrada a
easa hora gracas Ma vontade do Ravdm. paro-
cho ; confiara essas-Bxmas. Sras. em que todas
aceitem o convite e concorram asaim para essa
fiesta de caridade ou tinbam da comparecer pea-
aoalmente a ella para depor o obuio uh uollecta se-
creta, que entio se tara, ou envial-a a qualqaer
das aesiguatarins dos convites.
Sao estas as Exmas. Sras. D. Annuuciada C. Al-
ves da Silva, Viscondessa do Tabatinga, D. Auna
Lacia de Oliveira, D. Argentina Araripe da Silva,
D. Auna doh Aojos Coneia de Araujo, D. MH-
rianoa do Reg Medeiroe Peretti, D. Arcslina Xa-
vier Carneiro Campello, D. Rita Cavalcante Lacer
da de Almeida, U. Mana A. Caval cante R de
Lacerda Barreto, D. Amalia Zuzima de Oliveira
Pernambnco, D. Mara Carolina Moreira Bastos,
D. Bavmunda Ursulina dos Santos Alraeida, D.
Francisca Lina da Cunha Porto, D. Mara Philo
mena Moreira Bastos, D. Mara de Lacerda Mu-
eses, D. Olyapia de Barros 8eve, D. Adelaida de
Lemos Bastos.
Cantara ManlrJpiil do teota'fePelo
Sr. Dr. presidente desta Cmara e em virtade do
disposto nos artigos 176 e 197 do Regulaaieuto
elaitoral qae baixou com o decreto n. 8213 de 18
de Agosto de 1881, foi denignado o dia de heje,
peras 10 horas da-manda, para aa'proceder- apu-
raaio geral das TOtos da eleioo que, om 2" escru-
tinio, se proeedeu no dia 23 do mes findo, para
vereadores deste mdnicipie.
moaAo 8r. Dr. Almeila Caoba, mordoraa
da SanU Casa de Miairicordia d'asia oidad, S*l_
remettida, por ama aenhora pernambucana, ama meio do uso de banhos de mar.
do
2O0O
2*000
Marqaez do Horval 21000
Becco do Bernardo n. 51 2*000
D. .Mara Emilia doRsgo, quadro do Ra-
poso 2J0O0
Facaldade de DireitoOs alumnos do
1 anue d'eeta Faculdade, sentiedo o golpe pro-
fundo causado pula morte do aau lliustrado mestre,
Dr. Graciliano de Paula Baptista, resolvern
tambem tomar luto por oito das em signal de pe-
zar.
Nova Tnalla-Realiaou no dia 8 esta socie-
dade a su* testa amiversaria que constou do se-
guintj:
A's 11 horas, em presenca de crescido numero
de familias, convidados a diversas associaces, ao
som do hymuo naeional tocado pela bandado 2-
batalhio de nfantora, foi pelo director declarada
aborta a sesso, depois de ter pronunciado um dis-
curso anlogo ao acto.
Em seguida usou da palavra o orador da socie-
dade, que fui substituido na tribuna palos orado-
res das seguintes associaces : Artistas Meebani-
cos e Libertes, Congreeso Dramtico Beneficente,
Club de Regatos Pernambucano, Melpomene
Ondense, Recreio Dramtico Santo Agostiuho do
Cabo, Empregados do Commercio o pelo Sr. Joa
quim Candido da Silvcira Carvalhe.
Eram 2 horas da tarde quando terminou a sea-
sio, que esteve animadissima, tocaudo-so o bymno
nacional.
A' noite, depois de cantado por urna graciosa
creanca o bymno da sociedade, realisoa-se a re-
presentacio do dramaProcesso Leesurques ou o
Correio da Leio. Ajezar de ser peca de difEcil
desempenho, o que aqu ja foi levada por artistas
de grande mrito, o corpa soenico da Nova Tha-
lia, deu-a muito regularmente.
0 elegante theatrinho que se achava ricamente
adornado, regorgitava de espectadores, sobresa-
hind^ :!3 auas galeras pelo crescido numero da
senhoras que continan).
CaridadePaaa o irmao Ignacio recebemos
hontem urna carta cora urna esniola.
Lanlerua Musir Distribuio ee hontem
o n. 165 deata peridico livre e humorstico.
Forte do BuracoO xm. Sr. bri jadeiro
commaudante das armas, BOdeen ante-hontem
exoneracio do cargo de coraranndtnte do Forte do
Buraco ao Sr. tenente reformado do exercito, Mt-
noel Carueiro Machado Freir, que por ineommo-
do de saude c pedir, determinando que passasae
o respectivo exercicio ao zea ajudante, tenente
honorario do exercito, Antonio de Albuquerque
afaOiiiMiiulCI
Paquete iucles La Plata -O vapor La
Plata que deste porto sahio a 29 de Agosto, che-
gou a Lisboa hontem s 6 horas da tarde, c infor-
me om telegramma recelado pela agencia.
Foi ama excedente viagem.
Cidade de CioyanataD'esta eidade es-
creveram nos em 9 do correnta, noticiando o se-
guinte :
Es'eve entre nos o Revm. ex-vigario d'esta
froguezia, Sr. padre JoSo Marques de Souza, viu-
do responder pronuncia (aneada pelo Be. jaiz
de direito d'esta comarca, pelo processo instaura-
do contra S. Revma., devido a um casamento ha-
vido 'esta eidade, na noite de 4 de Fevereio do
corrate anno.
S. Revma. foi esperado urna legua fiira da ci-
dade por divtersos amigos que em carros f.rsm
aeompanhal-o at a residencia do seu particalar
amigo, Sr. Pedro Celestino de Mello Lina.
Durante o tempo que aqai esteve, S. Revma-
vio-se sempre cercado de seus boas paroebianos, e
continua lameute visitado por drversus familias e
pelos melhores cavalheiros d'esta eidade.
O Revm. padre Joio Marques, retirando-se
d'esta comarca, deixou impresso na alma de seas
bons amigos e bous pan chianos imujensas sauda-
des e eterno reconheeiment.
Fazemas votos ao Creador pelo feliz resulta-
do de sua questSo.
Club Itinerario Ayre mn Hu-
ver seasio he je, s 4 horas da tarde, em sua Bde,
Escola Normal.
firemlo Itinerario Pernambucano
Funccionou ante-h intem esta corporacio sob a
presidencia do Sr. Witruvio.
Foi approvada a acta sem debate.
Lido um parecer da commissio de syndicpncia,
travouse urna queatio da ordem entre os Srs. Go
mes 'arante, Witruvio, Jos Curio e Rio Jnior,
sendo levantada a sesso por cinco minutos. Re-
aberta depois fui rej.iitado o parecer.
Pa3Sou-se i priraeira parte da ordem do dia,
processo do reo Mazar'inne, sendo sorteado promo-
tor ad-hoc o Sr. Phomaz Viegas e advogado Jos
Curio. Foram nomeados para o conselho de sen-
tenca os Srs. Gomes Prente, Witruvio, Campos,
Dra nmond e Eazebio, sendo o reo absolvfdo.
Foi sorteado o persona^ em histrico Fre Cane-
ca, sendo sorteado promotor o Sr. Od'lan Amos, e
advogado o Sr. Witruvio.
Nio havendo mais nada a tratar o Sr. presiden-
te r:icerrou a BessK<), e marcoa o dia 14 do coren-
te para ontra na ra do Ri&chnlo n. 5, s horas do
costa me.
Club Iliterario Disuea Jitnior
Funcciinou ante-h mtem esta sociedade, aob a
presidencia do Sr. Leopoldo Pires Ferreira.
D.'pois de reunida a ass?mbla gepR, em que
f i votada a expeJicJ-j do dioloma de'aeuio h*n -
rario ao Dr. Virginio Marques Carncrq^Leio, ef-
fectuou-se a sessio ordinaria, s 5 horas^da tard".
Foi lido e approvada a acta da aesaio anterior,
com urna emenda de um dos Srs. socios.
D ixa de ser lida a chronica semanal do Insti-
tuto, por falta justificada do chronista.
E' lido c approvado o.parecer da commissio re-
visara de theses.
E' lido e approvado, contra 5 votos, um reque-
rimento, pedindo a eliminacio de um socio.
Foram sorteados para discutir theses :
O Sr. Leopoldo Pires, que discutio a seguinte :
> Como ae d'-ve escrever a ultima syllnba do fu-
turo dos verbos, quando d-se com elles a figura
tmesis?; o Sr. Alberto Cavalcante, que diaaer-
tou si)bre a differenca entre romance, cont e
novada ; u e o Sr. Raphtcl Suva, que tratoa da
verdadeira thaoria sobre a creacao do inundo.
F .111 g.bre a priraira o Sr. Carlos, sobre a se-
gunda o Sr. Ismael e sobre a te.-ceira o Sr. Joa-
quim Thiago.
O Sr. Alberto Pinto pfcde a palavra c disserta
sobre a these : A especie hamana proveio de
um par nico ?
O'Sr. Thiago pede ama prorgacio para ser dis-
cutida a these ultima na prxima sessio
O Sr. chrotr8ta da aula infantil Alberto Caval-
cant", aprejeuta o sea trabalho que deixara d- ser
lido na parte respectiva, por motivo justo. E'
approvada a chronica.
Sao sorteados : chronista do Instituto o Sr. J.
Raphael da Silva, e da aula infantil o Sr. Ismael
da Silva.
Foi marcado o dia 16 do corrente, para a etei-
cio da directora a funcckmar no primeiro trimes-
tre.
Eucerrou-se a teseio s 7 1(2 horas da noite.
oa bauboa de bbmmt atoa (eanpoia an-
tlgoa e maderaoaDesde aa mais remotas
pocas tem sida leeonheeida por todse os pavos a
virtude reconstitu ote e curativa da agua do mar.
A raythologia asseguia, que Juno reeobrava a
virgindade todas as vezes que se banbava as sal-
gadas ondas, e que Venus, afamada densa da fur
mosara, naaeera da espuma domar, tio^oes estas,
adoptadas para demonstrar a poderosa efficaea do
salso elemento.
Pelea poemas fde Homero se aabe, que en seu
tempo os banhos de mar erant j mu condecidos e
usados.
Diomedes e Ulysses reparavam as fadigas da
guerra, banhando-sa aas praiaa, e o tragieo En-
Bcdas curou-se da aaaa grande esferatidada por
Os romaaos, segando refere o naturalista Pu-
ni, davam-se tio bem com a pratica bygiemca
dos banhos, que durante muito tempo nio empre-
garam outra medicina, do que nos dio testemunh
as obras de Galeno e de Celio Auraliano, de modo
qua os banhos constitum metade da therapeu-
tica entre os romanos.
O imperador Augusto, depois da guerra dos Cau-
tabroa, curou se de urna grave eafermidade em
Tarragona por meio doa banhos, acoaseihados pelo
famoso medico Antonio Masa, que por issso foi
agraciado com diversas honras e recompensas mo-
netarias, entre as quaes se ooata o oso do annel
de ouro, que tornou-se depois o diatittetivo dos m-
dicos.
Sergio Orata eanaliaou a agua do mar Mediter-
rneo para sua quinta de Baia; ero fez o ineemo
para oa ajanooa de Possoli; Celso e outros eaarip-
tores naadtcoaaaaareoiaHa m aas obras a nasae&o
no mar asatra muitas molestias, otra as fuaes
contava a bydropesia, a sarna, a elephaatiasea, aa
debilidades etc.
A introduccio em larga escala da medicacio
por meio de banhos de mar na Europa devida,
desde o seculo passado, aos mdicos inglezas, cujas
sensatas doutrinas passaram rpidamente A i le
manha, diffun^indo se ere seguida p-sla Blgica,
Franca, Italia, Portugal e Hespauha.
A moda coutribuio muito para a generalisacao
dos banhos de mar e, caso raro, desta vez as pres-
cripcons da moda accordaram-se oem as da hygieae.
IVahi o costuraa de povoarem-se as praias aa
estacio calmosa pelos tourittes. pelos aos oa en-
fermos, recolheado todos as vantagens que o banho
de mar proligalisa.
A hygiene applau ie easa tendencia para os ba
nbos martimos, tendencia que a manifestafao
instructiva da necessidade de equllibrar-se, man-
ter-se e racinstituir-se a vital)Jade, tio rpida-
mente gasta noa grandes centros de popalacao das
grandes capitaes.
Contraria do l.ivramenia do Reci-
feC ib da costume, esta corporacio, celebrar
amanhi a testa de sua Excelsa Padroeira, o Se-
ah-ra do Livramento, constando os actos de La-
dainha do dia 11, raiasa cantada s 4 horas da
madrugada, a expensas da um prestimoso irmio,
inissa solemne a 11 horas da maulla, orando no
evaiifelho o Sr. vigario de Santo Antonio, coin-
mandador Vlanoel Moreira da Gama, e uo Te-
Deum o Ravd. Fr. Augusto da Inmaculada Cou-
ccicio Alves.
A's 4 horas da tarde haver a resoura em roda
da igreja.
A orcheatra ser regida pelo conliecido profe-
sor Joio Polycarpo Soaree Roeas.
O cootboyo expreaao do imperador
ttulihermeEste comboyo compoe-se, ordi-
nariamente, de tres carruagens saloes, ligados
entre si por corredorea cobertos. A carruagem do
imperador, c ijas paredes o tecto sio forrados de
damasco azul, omple-se da um pequeo gabinete,
onde, nas pequeas riageoa, o imperador vai de
p junto da janella.
Oeste gabinete passa-se a um pequeuo sali,
tendo apenas um soph e urna masa ; do outro la-
de est a cama do imperador, que o acompanha
para toda a parte.
Ao lado du sali est o gabinete de trabalho,
mibilado com urna pequea mesa sabr a qual su
ve um tiutairo de prata dourada, que serve do or
nainent-i, e para uso um outro tinteiro de raadei-
ra.
Em cima da mesa de trabalho est urna tagre
com alguna objectoe de arte, e ao alcance da mi
a campainha para chamar o ajudante de servico.
Do escriptorio passa-sj par um gabinete de
toilette e esta cmara couduz a outro comparti-
mento, o ultimo a carruagem, mobilado com doua
soplis, urna raes i e nra grande armario, tudo de
urna grande siraplicidada.
Era commuoicacao directa core a carruagem im-
perial acha se a segunda carruagem, destinada
comitiva do imperador. Aqu a disposiclo dos
compartimentos completamente diversa.
Depois de se subir urna escada chega se a um
gabinete com um lavatorio. Dalli parte um cor-
redor, para o qual deitam as portas de entrada de
cinco gabinetes separados. Cada um desses gabi-
netes tem urna mesa e dous sophs.
Todos os gabiutes cemnunicam, por meio do te-
legrapho, com os compartimentos do imperador.
As carruagena eio illuminadas a gaz.
No corredor est o fieio da segu-auca.
Oa alcoola em Franca.Ha algum
tempo a^ita-se em Frauca urna parte da opiniao
contra o emprego dos alcoola para dar forca aos
vinbos. Quer seja por animadveraio para c^ui as
fabricas adems, quer por outro motivo, o que
cert que a questio do vinagre ba algum tempo
a ordem do dia, sendo objecto das mais encen-
tradas ooiniojs e de examas profundes, tanto sob o
ponto de vista bygienico, como do chinaco, com
relacio avalittcao para pagamento de direitoa
s atfandegas.
A Academia Militar de Franca oceupon-ae
tambem do aasuuipto, afim de informar e governo
sobra a maneira de regular as vendas dos alcools;
a commissio nomeada, depois de ter que retirar
doia ou tres pareceres e pasaar por diversas peri-
pecias, veiu, por fim, a accordo, cujas conclusoes
sao aa seguintes :
I." A commissio, considerando prejudicial
saude a alcoolsacio dos viuhos por meio da add da alcools industraes, opina que dece prohibir se o
VINAGRE.
2." Tambe.ii deve prohibir-se a alcoolisacao das
cervejas, cidras, etc.
3. Opina equqlmente que deve prohibir se na
fronteira a introducido de vinhos eetrangeiros
otados, e que para esse effeito se estabelecam naa
al fan-lugas laboratorios para a analyaa dos vinbos
quo duvem introduzir-se.
4. E' urgente que se autorise apenas a venda
do ale jl puro, posto que ss acha fra Jde duvid*
que os chamados alcools superiores sio substancia
prejuaiciaes saude.
5. Finalmente, a commissio chama a attencio
do governo para a conveniencia de adoptar
medidas qua reduzera o exagralo numero da
taveruas que hoj: existe.
Expoaleo inteircNMaate.Os ministros
da guerra e da marinh i da repblica Franceza
vio organisar no prximo anno urna eeposcio, no
Palacio da Industria, as armas, equipi.mantos,
arm-.duras e uniformes de todas as iiaces e de
todos os tempos'
A inaugur.icao d'esta exposi(io tara lugar no
da 1." de Julho de 1836 e fechar aoa 30 de
Novembro do mesmo anno.
(rancies manobra* d'onlomno.O
governo frsncez j nomcou as diversas Btlnhiina
militares que irao asistir s grandes manobras ao
jutorano na Austria-Hungra, Suecia, baiasa e
Russa.
Nio mandada missao alguma a Allemanha,
visto que as grandes manobras imperaes deverao
ter lugar na Alsacia, a nenhum convite foi dirigido
ao governo. 1
N-i Italia nio tem lugar este anno manobras
militares em conseqnencia da epidemia cholenca
qua anda infesta este paiz,
AVgraudes manobras do exercito francez assis
tirio raissoes especiaes da Hespanha, da Austria.
Inglaterra, Russsia e Italia e os addidos militares
da Allem-inha, Rouraania, Dinamarca, EstaJos-
Uuidns, Portugal e Servia.
Doua congressos Dous cougressoa dis-
tiuctoa e completamente oppostos um ao outro se
reunirao eate auno em Lille.
O primeiro ser de jurisconsultos cathilicos iran-
cezee, e ter lugar nos dias 12 a 14 de Outubro,
sendo o undcimo que so realisa desta especia, e
p,ra ella foram convidados tambem Ilustres juris-
consultos cstrangeiros.
O segundo ser de livres pensadores, cuja re-
uniio se far em urna das lujas maconicas d'aquel-
a cidade. Neste ultimo tratar se ha de tornar o
ensiuo otficiai mais hostil igreja, do que o ac-
tualmente, tratando sa, alera d'i aso, do hypnotis-
mo e da cremaoi) dos cadveres, coudemnada l-
timamente pela Santa S.
Bxereito rumio e exercito aliemo
De oma estatistica do exercito russo, publicada
pelo Pat, de Berlim, resulta que este exercito
superior ao exercito allemao, especialm"nte na ar-
ma de cavaliaria.
O quadro comparativo dos effectivos de um e
outro imperio, o seguate :
Rusaia.lnfantaria, 823 batalboes; cavaliaria,
936 eaquairdes ; artilharia, 2,472 pedas; enge-
nheiros e tropa de camrnboa de farro, 31 bata-
Ihoes.
Allcmanba.lnfantaria, 503 batalhoes ; eaval-
lana, 372 esquadrdes; artilharia, 2,040 pecas ;
engenbeiros e tropa de caminos de ferro, 21 ba-
talboes.
Monumento a Knparir No dia 31
deste mis, deve ioangarar-se eia Madrid, ama es-
tatua equestru ao celebro general Espartero, du-
que da Viooria.
A estatua, que ntde 5 metros de altara, seat
contar o pedestal' e oa degr&os sobre qae assenta,
representa a entrada triuraphal do here de La-1
chana, em Madrid, depois de ter aagnado o con-
venio de Versara, cujo documento leva na mi es-
querda, com a qual segura ao mesmo tempo as re-
deas do cavado.
No pedestal ha dous baixos relevos, represen-
tando um o abraco de Vergara, e o da esquerda a
accio da ponte de Luchana.
^Na frente do pedestal l-se a seguinte nacrip-
A Espartero, o Pacificador, a Nago agradecida.
O novo monumentodiz urna folha hespanhola
ser um dos raais notaveis de Madrid.
As Uatversldadea na Allemanha__
Cousoante urna estatistica publicada recentemente
o numero dos satudantea matriculados nas vate
Universidades alleatas aleva-se a 28 021, a sa-
nar :
I.a Berlin, 4,434 ; 2. Leipzig, 3,060; 3. Mu-
nich, 3,035 ; 4. Hode, 1,518; 5. Breslau, 1,425
6. Tubingu, 1,403 ; 7 Wuzbourg, 1,369 ; 8
Friburgo, 1,319 ; 9 Bonn, 1,293 ; 10. Gaettin-
gue, 1,076 ; 11 Heidelberg, 1,036 ; 12. Gails-
wald, 1,016 ; 13." Marbourg, 939; 14.' Erlangen,
907; 15. K'eaiffsberg, 871; 16.' Strasburgo,
856; 17. Lena, 650; 18 Kiel, 542; 19. Gies-
sen, 513 ; 20. Bostecfc, 313.
O augmento do numero dos estudantes foimaito
cousideravel neatos ltimos annos ; em 1880 era
esse n imero 20,966, e hoja 28,021. Silo as Fa-
culdades de thaologia e de medicina que viram
crescer mais o numero doa alumnos, como se ob-
serva dos algarismos seguintes : theologos protes-
tant s, 2,315 em 1880 e 4,685 em 1886 ; theologos
eath .lieos, 638 em 1880 e 1,197 em 1886; alumnos
de medicina, 4,018 em 1880 e 8,800 em 1886. O
numero dos estudantes de direito diminuio: de ..
5,201 em 1880, cahio em 4,912 ; na Faculdade de
L*trus, o numero dos estudantes era de 8,016 em
1880 e hoja de 8,919.
Proclamas de eanamentos Foram
lidos na matriz da Boa-Vala, no dia 8 do cor-
rente, os seguintes :
Sabino Jos Luiz das Noves com Idalina Ra-
phael Mouteiro.
Joio Peraira Forraiga cora Maria da Conceicio
Mendes Oiive.ra.
Jos Alfredo de Almeida Soares com Emilia
Britto da Casta.
Horacio Ferreira Bastos com Maria Augusta
Souza Fonseca.
Francisco Ferreira da Silva com Carlota da An-
nuociacio.
Jos Fraucisco Leite eom Axalia Elisia da Sil-
va S'ares.
Thomas Theodomiro de Magalhies com Mara
Amelia de Lima.
Mauoel Barbosa da Silva com Bellarmina Fran-
cisca Nunes.
Manocl Alves Vlela com Mara do Carino No-
guera de Souza.
Alfredo com Fabianu.
LeUe.Effectuar-se-hio:
Hoie :
Peo agen'e Pestaa, a 11 horas, na ra do
Vigario Tenorio n. 12, ds predios.
Pelo agente Silveira, s 11 horas, ra estreita
do Rosario n. 24, de predios.
Terca-feira :
Peo agente tinto, s 11 horas, ra do Mr-
quez de Olioda n. 6, de movis e fazendae limpaa
e avariadas.
A's 8 horas, na matriz do Corpo-Santo pela alma
masas fnebres.Serio celebradas :
Hoje :
de Flavio Augusto de Barro3; s 8 horas, na
matriz de S. Sos, por alma de Bruuo Alvaro Bar-
bosa do Silva.
Seguadi-faira :
A'a 8 horas na ordem 3* do Carmo, por alma do
coramendador Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Terca-feira :
A's 8 heras, no convento do Carmo, por alma
do Dr. Graciliano da Paula Baptista.
Santa Casa ie MisericordiaEis o
pessoal dos enfermos e educandos existentes nos
diverses estbelcimentos a cargo da Santa Casa
de Misericordia do Reeife, no mez de Agosto
findo :
Hospital Pedro II 512
Dito dos Lazaros 33
Dito de Santa gueda 3
Hospicio de Alienados 221
Asylo de Mendicidade 171
Collegio das Orphis 197
Casa dos Expostos :
Em creacio Em educaeao 210) 132) 342
Total
1.479
Casa de uetenco llovimonto dos pre-
sos no dia 9 de Setembrc :
Exi8tiam presos 343, entraram 8, sahiram l:-,
existem 339.
A saber:
Nacionacs 310, mulheres 4, cstrangeiros 10, es-
bravos sentenciados 3, processados 4. ditos de cor-
rt-v-cio 8.Total 339.
Arracoados 287, sendo : bons 268, doentes 19
Total 287.
Nao he-uve arteracio na enfermara.
Opera?5es cirurglcasForam pratica-
das no hospital Ptdrol, no da 9 do corrente, os
seguintes :
Pelo Dr. Pontual :
Talha perincal prerectal pelo processo de Nela-
ton, reclamada por calculo vesical.
Posth>tomia pelo processo da Ricord por phi-
mosis e cancros.
Pelo Dr. Mtlaquias :
Urethrotomia intorna pelo proces:o de Uaiaoa-
neuve, por estreiamento fibroso da urethra com-
plicado de fstulas perneo-escrol
Excisio pido thermo cauterio da papilomas do
anua.
Maladouro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 64 rezes para o consume
do dia 10 de Setembro.
Sendo: 49 rezes pertancentesa Oliveira Castro
& C., e 15 a diversos.
Mercado Municipal de 4. Jonp-O
movimento deste Mercado uo dia 10 do corra-
te, foi o seguate:
Entraram ;
281/2 bna pesando .',625 kilos.
827 kilos de peixe a 20 ris 16j54
60 cargas de farinha a 20J ris litAcOO
32 ditas defructas diversas a 300 rs. 9*600
6 taboieiros a 200 ris 1*200
13 Sum'S a 200 ris 2*600
Foram occu aados :
221/2 columnas a 600 ris 135U)
26 compartimentos de frinba a
500 ris. 13*000
24 ditos de comida a 500 ris 12*000
84 ditos de legumes a 400 ris 33*600
16 ditos de suinoa 700 ris 11*200
11 ditos de tresBuraa 600 ris 6J600
10 taihos a 2* 20*000
3 ditos a 1* 3*000
A Oliveira Castro & C.:
4 talh is a l ris 54*000
3 talhos a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada neste dia
a quantia de
Rendimento dos das 1 a 9 de Setem-
bro
209*840
1:710*140
1:949*980
Foi arreeadado liquido at hoje
Hrucos do dia :
Carne farde a 200 e 400 ris o kilo.
Si. o- a 560e 640 res idem.
Carneiro de 720 e 8f>0 ris idem.
V'aruiha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 240 a 320 ris idem.
Fejao da 500 a 640 idem-
laoterla da provincia Qnintn-feira
16 do corren re, su extrahir al. parte da 1." lo-
tera em beneficio da Santa Casa de Misericor-
dia do Reeife, pelo novo plano approvado.
No cousistorio da igreja de Nessa Senhora da
Conceicio dos Militares ser foita a extraccao
pelo systema da machina Fich.
loterla Batraordlarla do Vpiran
Ka O 4." e ultimo sorteio das 4. e 5. sanas
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahlda brevemente.
Achara se expostos vendaos restos dbs hi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
Lotera de Macelo de aoOiOOO#0
__A 7* partea da l'i lotera, cajo premio
grande de 200:009*, pelo novo plano, ser ex-
trabida impreterivelmente no dia 14 de Setembro,
s 11 horas da manhi.
Bilhetes venda na Casa Folia da praea da In-
dependencia ns 37 e 39.
Tamben] acham-se venda na Reda da Por-
tan ra Larga do Rosario n. 36
Procos resumidos.

D
iM.


'
rr%&*r*~-~i;
H
Diario de PernamftHiwSabbado 11 de Setembro de 188$
3
sabe-se terem sida estes
.SrofS-K dTl^rte da lotera 199-
extrahid%%tldeSel'lnoi'-Wooo
4 397 20:iOOOUO
fleri. do Blo-A 2* parte da lotcm
n .365, d novo plano, do premio de OO.UOUUW,
ser extrahida no dia .. de Set.-mbro.
Os bilhetes achara ae venia na Casa da For-
tuna ra Primeiro d* Marco.
Tambem acham se venda na praca da Inde-
pendencia os. 37 e 39. J 1M.
P Molerla da orie-A 4 parte .da 1991o-
teria da Curte, cuj.. premio grande de 100.000*,
ser extrahrda no dia 17 de Setembro.
Oa bilhetes ach m-se venda na Casa da t or-
tuna roa Pririv-iro d" Marco n. 2.
Tambern acharo-se venda na prao da Inde-
eia ns. 37 39.
idenci-i
CHRONCA JBICIARIA..
Tribunal da Rela?o
ESSA0 ORDINARIA EM 10 DE ftETEMBRO
DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SB. CONSELHEIRO
QUINTINO DE MIRANDA
Seeretario interino Dr. Alberto Coelho
i As horas do costura.-, presentes os brs. desem-
bargadores ein nume o legal, foi aberta a sessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fetos deram-se os
geguiutes
JDLGAMENTOS
Habeas Corpus
Pacientes .
Manoel Frmcisco Ribeiro e Joaquio; rerreira
de Castro.Mandou-se informar o joiz de direito
do 2o d8tricto criminal.
Recursos eleitor&es
Do Breio da Madre de Deus Recorrente o
juizo, recorrido Jos Cordeiro Falco. Relator o
Sr. conaelheiro Araujo Jor*e.D u-se provimen-
to, unnimemente, para se annullar a avaliaco.
De GuyannaKecorrreute o juno, recorrido
eapitao Jos Antonio Pereira. Relator o Sr. des-
embargador Buarque Li a -Negou-se provimen-
to ao recurso, unnimemente.
Aggravo de peticao
Do RecifeAggrsvante Francisco de oiianoa
Cavalcanti de Albuqu-rque, aggravados Orestes
Travasso & C Relator o Sr. desembargador
Monteiro de Andrade. Adjuntos os Srs. desem-
bargadores Pires Ferreir. e Pires Ooncalves.-
Negou-se provimento o aggravo, unnimemente.
Appellacoes crimes
De S. Bento Appellante o juizo, appellado
Laurindo Jos de Frauca. Relator o Sr. desem-
bargador Buarque LimaMandou se a novo ju-
ry, unnimemente.
Do OuricuryAppellante o tabella Jos Pc-
reira da Costa Miranda, appellada a justica. Re-
lator o Sr. conselheiro Queiroz Barros. Deu-se
provimeuioaap,>ellacopar ae impr ae reo a
pena do grao medio.
De Aguas Be'.lasAppellante o iuizo, appellado
Manoel Alves dos Santos. Relator o Sr. conse-
casa n. 51, raesma ra, como consta do
Manoel Alves dos Sa.it .s Relator o br. conse- annunci0 inserto na scelo cotnpe-
De Ooyiin-iApp. liante o promotor publico, Dro n. 34.
DDargauor ruco .-------
'Do RwcifeR-corrate o juizo, recorrido liui-
lhermino Par-s Barrete aj-.j0 -
Ao Sr. desembargador Morite.ro de Andrade.
De Taquaretioga-R correte Alexand Ma
noel Beaerra, recorrido o juizo.
Aggravo de pet.cao
Ao Sr. desemoargarlor Toseauc. Barreto :
Pe iDOutaAgravante coronel wgwl
leudooXaFalcao, agravado o V.sc,nde de
Campo Alegre.
Appellagoes crimes
>o Sr. desembargador A-ves Ribeiro :
De moeiro-Apnellaate Jos Pedro Cavale.iu-
ti, appellada a justica
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros .
SoL.raoe.ro- Appellaute juno, appellaao
Manuel Joaquim Pess'>a. "
Ao Sr. desembargador Buarque Lima .
Do Liraoeiro-Appelbnte Francisco Anton.o
da Silva, appellada a justica.
Appellacao civel
De Mamau^uape Appellante Jos Flix do
Re.o Barros, appellado Dr Elias d'Avila L ns
Encerrou-seasessos 2 horas e 15 minutos
da tarde.
INDICARES UTE1S
Medicott
(onMiiiorlo medico elrorfleo do r.
Pedro de Alabyde Lobo Boiceio a
roa da loria n. a.
0 doutar Moscozo d consultas todos os
EM uteis, das 7 a 10 horas da manh?.'
Este conswitorio offftroce a commodids
de de poder cada toente ser ouvido e exa
.ninado, soin ser presenciado por outr
De meio dia a 3 liorna da tarde ser c
Dr. Moscozo encontrado no torreao pr i
ca do Coiamercio, onde funcciona a ins
peccSo de sado do porto. Para uualqua
d'estes Joob pontos poder io ser dirigidos
08 chamado por carta as indicadas horas.
O Dr. Arthur Imbcuaahy, rnedijo oceu-
lista, recenteroente chegado, esta cidade,
d consultas todjs os das, das 8 s 10
horas da manhi, sendo gratis aos pobres,
no I. andar do predio n. 8, largo da
Santa Cruz.
Dr. Gama Lobo, medico operan or e par-
teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado qualquer hora do dia
ou di noite. Consultas : de 1 s 3 horas
da tarde. Especialidad* : molestias e ope-
raeCes dos orgaos genitourinarios do ho-
mem e da mulher.
Dr. Barreta Sampaio rnudou seu consul-
torio do 2. andar da casa n. 45, a ra do
Bario da Vi.uoria, para o Io andar, da
res dirigra-se at 1U, onde, 1 o l-
lastfe missioaario eapuchinho, foi recebido
co.n as maiores de.nohstracBes de prsr
e s-itisfaylo, fendeudo, por essa ocoasiao
o ar, girndolas de foguet
Com toda o p-ssoal que o acompanhava,
abri eJle caminho para a matriz da villa,
ond-, depois de orar, fallou ao autorio,
deelaraarto ao teriniuu sua alio uyao, qual
o fitn do sua vin^a, procurando com ant-,-
cipaflo, o nesse momento, despertar os
aniaos e predispol os para o trabalho que
pretenda redisar durante sua permanen-
cia entre nos.
Logo no dia seguinte notava-se cert*
vida de agitacao em todos, sam distinecao
de i-lasses e posic2o, e o venerando Fr.
Venancio atirou se ao penoso e arduo tr-
balo.' de sua missao apostlica.
A priraeira obra,, e a de maior necassi-
dade, que emprebendeu, foi a conslrucclo
de uro cemiterio, que nao tinhamoa.
Deu coroeQo aos alicorees da importante
obra, quo hoje urna realidad, St.m ma-
teria-23 e sem (iinheiro ; mas (cousa admi-
ravel!) o material necessario se acaumula-
va, e o dinheiro ia apparecendo, nao obs.
tante o estado, quasi que de penuria, era
que encontrara os habitantes deata fregu-
zir, aos quaes a demora do inve no o prin-
cipio do urna nova secca que so manifes-
tara do firn do anno passado ao appareci-
ruento do chuvas nest-i anno, deixaram
exhaustos de recursos pecuniarios, ^fazen-
do-se isso sentir mesmo com relayao aos
mais abastados desta localidado. Houve
sempra dinheiro para occorrerem-se as ne-
appellada Ign^z, escava. Relator o Sr. conse
lheiro Queiroz Barros Deu-se provimento a ap-
pellacao para se imp-rar a pena de J00 acodes,
votando 03 Srs. deserabargadores Alves Ribeiro e
Pires Ferreira pela pena de pnao com cominu-
tacao.
Appellacoea civeis
Da Macei- Appellaute a compauhia Alagas
Railway, Limited, appella la a companhia Uniio
Mercantil. Relator o Sr. conselheiro Queiroz
Barros. Revisores o Srs. deserabargadores Buar-
que Lima e T .s .ano Brreto Foiam dejprezados
os embargos, unnimemente.
Do ReciteAppelUat- padre Manoel Jos Lo-
pes de Mirauda, appellado o cnsul de Portugal.
Relator o Sr. des.mbarga or tires Goncalves.
Revisores os Srs. deserabargadores Alves Ri-
beiro e conselheiro Queiroz Barros.Foram des-
prezndos os emoirgos do appellante e recebidas
os embargos do appellado contra o voto do Sr.
conselheiro Queiruz Barros.
PASSAGENS
O Sr. conselheiro Araujo Jorge, como procura-
dor da corda e promotor da justica, deu parecer
nos seguiutes feitos :
Appellacao civel
Do juizo dos feitjsAppellute Joaquim Mon-
teiro (Juedes Gondirn, appellado Virginio Horacio
de Freitas.
Appellac. s crimes
De Alag* de Ba.x Appellaute o juizo, ap-
pellado Prxedes Jos Rotaeu. >
Da VietorihAppellante Francisco Antonio do
Oliveira, appellada a juatica.
De Muricy ApDellante Arthur de Siqueira,
appellada ajustica.
Do Cabo -Appellante Antonio Jos de bant Au-
na, appellada a justic.
De. JaboatoAppellante Jeronymo de Souza
Leao, appellado Flix Jos de Souza Gomes.
Do sr. conselheiro Queirox Barros ao Sr. des -
embargador Buarque Lima :
Appellaca crimo
De GoyannaAppellante o promotor publico,
appellado Joao Francisco Cabra!.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao br.
desembargador To^cano Barr. to :
Appellacoes crimes
De Bom ConchoAupellaate Galdino Pereira
de Souza, appellada a justjca
Do ReeifeAppellante Jos Vicente lerreira,
appellada ajustica.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao br.
desembargador OliVeira Maciel :
Appellacao crime
Do Limoeiro Appe'lante Manoel Francisco
Tavares, appellada a justica.
Appellacao civel
Da ParabybaApuellante Juventina G. dos
Santos Milanez, appellado o vice-conBul portugus.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembaigador Monteiro de Andrade :
Appellacao criase
De MuricyAppellante o juizo, appellado Ve-
nancio Oorrei* de Araujo.
Appettc$o civel
De MaciAppellantes Francisco Vaz Perei-
ra e sua iKWher, appellados Cicero, Davina e Ja-
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
AppellacSes crimes
De ItambAppellante Viceute Rodrigues de
Lima, a-ppenado a justica.
De PiassabussiiAppcllant o promotor pu-
b'ico, apoellado Joaqtfim Ferreira Ferro.
Appellacao civel
De Alagoa GranoVApp.-ante D. Isabel Cae-
tana de sma'Aan*, appellado Antonio Fratreseo
Je Salles Pesso*. .
AppeHaeao cotnmercial
De MaceiAppellante Antonio da Silva Re-
ge appellado Flix de Mora a Bandeira.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao br.
conselheiro Queiroz Barros :
Aopellacao crime
De Pitimb Ap.eilnteo juizo, fcppellado Ni-
cacio Antonio de Oliveira.
DILIGEHCIAS
Com vista ao 8r. coneelheWo procurador da eo-
ra e promotor da justicaj
Appellacao ciime
De OlindaApp.Hlante o juizo, appellada Ma-
ra Joaquina, menor.
Com vista s partes :
Appellacao civel
Do RecifeAppellante Jos Antonio Pinto,
appellado Kduario Alexawtre Burle.
DISTBIBUI5OE8
Recursos crimes
Ao 8r. desembargador Pires Gopealves :
De Palmares Recorrente o juizo, recorrido
Joa> Soares da Costa e Vietor Jos de Farias.
Da Parahyba Recorrente ojoio, recorrido
Christovao de Hollanda Chacn Das Paredes.
AoSr. desembargador Aires Ribeiro :
De Palmares Recorrerte o Jbio, recorrido Ma-
ximiaao, escravo.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barro :
De PalmaresRecorrente o juizo, recorrido
Ar.ninio Jo Nogueira.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima : ____
De Palmares Recurrente o jnizo, recomi
Manoel Pererra da Silva.
Ao Sr. deseirb*gBdor Toecano Brrelo :
Do CaboRecorrente o juito, recorrido Dr.
Joaqun Jo Coimbra.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel -
De Bom Jardim -Recorrente o juiao, recorrido
Joao Francisco Xavier da Fonseca Filho.
v-, em seguida a beacao e collocajao do
cruzeiro.
A obra feita, ser 1-Vada a i-flP -ito 8-ib
outra djreeoto o em o-casio outr a teria
jorrau.nido de-aN a wtto conU entretanto que Fr. Venancio com os seus
proprioa estorbos, juntos nos dos habitan-
tes desto municipio, que reconhi-iao a sua
urgente nitceasi lade, e nao se poupavam
sacrificios, consegaio leval-a ao cabo, dea-
pendendo insignifiaUfe simma,- que fora
empregada Uto somante na que nSo era
possirel obt r-sa sem dinheiro.
Concluido o oemitorio, abortos e cheios
s alicoree de moa poquen* rea, desti-
nada um cemiterio para acatholicos, e
reuuida nao pequea qu3ntilades de ma-
teriaes, o anglico missionario, dep..ia de
recolhidas matriz a imagens que em
procisaao foram ao cemiterio na tarde do
1. deato mez, fez a ultima mi3o com
bencao solemne, e, despidilo- e do poro,
rasraou o dia 3 pira sua partid A' ulti-
ma missao esteve imponente, e foi deslum
brante e magostos o effjito das luzea que,
como por encanto, surgiram do entre o
immenso povo que a assistia.
O povo nao 80 conformava com a reti-
rada do respeitavel .nisaionario e arda em
desejos quo feasse entro ello mais algum
tempo, pois quera tel o na diroccao das
obras da matriz ; e para satiafazel-o, o Rvd.
vigario eneorporado muitas outras pes-
oas das mais salientes da villa, fora pedir
ao bondoso missionario o sacrificio de adiar
8ui partida, se quer por 8 das, era quan-
to se encaminhivam convenientemento os
Deus; no dia de juiio,quaalDen julgar o mun-
do, dir* pura os da direi'a : Vinde, bemdit
Meu Eterno Pai, vmde ncebero premio da c
que vos esta pttrjfcirada ; porque tire fome, vos m.-
dstn* de com r; tire s le, vos me dstes que be-
ber; estive n, >= rne vestidtes: estiva enfermo,
v* aid curast-s; estivo abaurfb:,...,, vos me am
parastes. Aqu Ihe prgimtirij os escolhii >s :
ir, qunndo foi que vos vimns^assim? Res-
ponder J.-sua Christo com rauito amor : To las
as vezes que vh na trra socc^rrestes aos mena
pobres e ..mad.is filif; a rafm foi que ms soecor-
* : q agora o tenspo da recompuus ,.
Cliristos dai egtWas daquillo que puderdes.
as Santas Casas ha mil e tantis pe.ssoa, e to
do este povo rosa toaos os das petos sen bemfei-
tores.
arta F, 2 de Novembro de 1882.
Padre Joti Antonio de Mara Ibiapina.
Segu se a re*omaiendacao do arcebispo, do
bispe, do governajor do bispado, o visto de muitos
vigarios, e o competente sello.
Rccebem-se os donativos uo eseriptorio do Dia
rio de Prnambuco, Jornal do Recife e casa com-
msrcial dos Srs. Braga, Gomos & C, ra do Mr-
quez de Olinda n. 50.
Deui e Maria S. S. a todos recompensar^.
Rscife, 9 de Seteuibro de 1866.
sempra dinlieiro para occunoiom-oo <>a ut- t on oij--.u.uM.-. ----------------------
cessidades mais palpitantes da-obra; e ao trabalhos da matriz; elle em extremo bom,
retirar-so o respeitavel Fr. Venancio dei- dcil e attencioso, accedeu ao pedido feto.
-.o______: .Inmn Hinhnirn nara > n5n fni dp.s^ansar. semnre BO confeSlO-
O Dr. Joao Paulo rnudou sua residen-
cia e consultorio para a ra do BarSo da
Victoria n 18, 1. andar.
Advocado
O backard Benjamim Bandeira, ra do
Imp'uador n. 73, 1. andar.
O Dr. Henrique Millet tem o scu es-
eriptorio de advog.icia ra do Imperador
n. 22, 1.* andar.
Tauelli:'
O Backard Amaro Fotiseca d* Albuquer-
que, tabellilo do notas interino nesta capi-
tal, communica so rjspeitivel publi'O qu
abri seu e3criptorio no pivimento terreo
do predio n. 4, sito a ra do Coronel Fran-
cisco Jacintho, outr'ora du S. Francisco,
onde, com aolicitule e mxima lealdade,
eat prompto pan desempenbar as fuuc
joes do seu cargo. Reside na fregueaia
da Ba-Vista^rua do Coronel Laraenha n.
30 (outr'ora dos Praueres) para onde, fra
das horas do expediente de seu eseriptorio,
deverao derigir-se os chamados, para fac-
tura e approvac5.> de testamentos.
Consultorio allopattco -donlnaeirleo
Dr. Migad Themudo d consultas das
12 s 3 da Urde era 8 -J consultorio ra
do Barao da Victoria n. 7, 1. andar.
Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades partos, febres, syphilis,
molestias do pulm&o e do corAco.
Dr. Lopes Pessoa Mlico.Residen
cia a ra de D. Pedro I n. 9, onde pode
ser procurado at a 9 horas da manha.
Consultorio ra do Bom-Jess n. 37 1.
andar. D consultas das U s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
trotearla
Francisco Manoel da ^a dS C '" o-
stanos de todus aa especialid oeB pharran
ceutioas, tintas, drog-ja, productOB chimiu
e medicamentos homoeopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrarra m vapor e oj/icina de Garapio
de Francisco dos antos Macedo, caes do
Capibarioe n. 28. N'este graada estaba e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, coinpra-ee e vende-se madeiras de
todas as qualidadea, eerra-ae madeiras de
conta alheia, assim como ae preparara obrai.
de carapira por machina e por precoa cem
Drogara
icaria Sobrinho & C, droguistas por at-
tacado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
xou ainda em caixa algura dinheiro para
ae ir manteado o aervico iniciado na ma-
triz.
Os directores da estrada de ferro do Na-
tal esta villa, a pedido do negociante
Antonio Alves Freir, cederam gratuita-
mente urna machina o tres carros da las-
tro para, por trea diaa, transportaren! a
pedra precisa aoa trabalhoa do cemiterio,
a qual, por se achar grande distancia
dae obras, e ser conduzida a hombroa pelo
povo, j se tornava difficil e nao chegava
para o consumo regular das mesmas obras,
que proseguiam com oeleridade, Consig-
nando este facto, temos em vista com sua
publicidade, patentearmos aquelles dis-
tinctos cavalleros o nosso reconhecioiento
e gratidSo.
Preparado o local e bem dispostas as
cousas, teve lugar no da 4 de Julbo a
bencao e assentamento da pedra com me-
morativa do projectado cemiterio, o que
foi feito com todo o apparato compativel
nesta locahlade, sendo dita pedra condu-
zida da matriz provisionalmente em urna
padiola a irede preparada. Innmero era o
povo desta e .le outras freguezias prxi-
mas, que concorreu assistir um acto que,
pela priraeira vez, ae proceda nestas pa-
ragens.
Em seguida a bencao da pedra e da sua
collocacao no espayo para isso reservado,
foram recebidas as esportulas dos fiis pre-
sentes, e que baviara sido convidados do
pulpito pelo venerando missionario. Desse
dia em diante o trabalho foi sem tieguas,
e Fr. Venancio, do dia, quande permit-
tiam deixar o confissionario, e nojte, de-
pois da predica, ia coow) povo indbar-lhe
fnzer-80 e lir-
te direcc&o.
o serviyo a fazer-se e r-lne a oonvenien-
lLBUC4C0ES 4 PEIBO
Gloria do Goit
Peco *os Srs. redactores do Diario de Pernam
'buco, que fa'cm me o obsequio de inserir n .s pa
ginas do nu conceHuado Diario, as Hnbas se-
gointes:
Deparando na columnas do seu conceituaao
Diario de 29 do m"* p-otinw n4o, com u.n arti-
gete em que um *woymo pede providencias ao
Illm. Sr. Dr. juis de direito da cemsrea contra
um individuo que segando diz, vive ext-rquindo
dinheiro dos m<*r ctmros jurisdicionados, com o
falso titulo de escrivao, veoh.i pedir searecida
mente ao autor d'aqoeile artigete, que publique
o nume do tal individoo, para p?der dar as pro-
videncas, independente de incommodar ao Sr. Dr.
juis de direito ia comarca ; cer-* o tal anonymo
de que se naa o fizer, terei como falsa a sua no-
ticia, por qaaato das indagacoes que tenho ainda nio
oude chegar ao conhecimento d^ facto.
v O joiz municipal,
Jos Conidio LeitSe.
1 de Setembro de 1886.
Misses Fr. Venaaci de
Ferrara em !\va Cmk, no
11 o Grande do Morte
Tivemos a felicidade de ter entre nos
desde 24 de Juoho ptetrito at 10 ueste
mez de Agosto, quando ae retirara para a
Caiyara, da Parahyba do Norte, o v -
aerando e wrtftoso Fr. Vemoucio de For-
rara, que aqui chegou na Urde daqudle
dia pela ferro-va do Natal Nova Cruz.
Apezar de havwr dfaegado j tarde, pelo
telegrapho, a noticia de ter elle, no Natal,
tomado passagem at a estac&o desta villa,
so annUneiar a looomotiv a approrimaoao
do comboio, o digno vigario da freguez a,
Thomaz de Aquino Mauricio frente de
nio pe-qaeno numero de home e iBalbe-
Em quanto a obras do cemiterio cami-
nhavam par aos demais serviyos tonaen-
tas ao mesmo, sempre sob suas vistas e
inspccyao aao faltava elle no confissiona-
rio, no que so mente era auxiliado pelo
Revm. vicario da freguezia. A'essa parte
importante e melindrosa d suas mis5es
dedicou-se iocansavel e com assiduidade,
& nterrompendo tao sublime quanto espi-
nhoao serviyo, para as refeicSas e predi-
cas, findas ae quaes, de novo em sua pro-
visoria residencia confe6sav* homens at
mu alta noite.
Os casamentos e o expediente que dava
a negocios aumentes s referidas miss5es,
reunidos aos outros deveres que tinha
Uesempenhar, lhe absorviam o tempo des-
tinado ao repouso do espirito e do corpo ;
entretanto, jamis alguem ouvio delle urna
queixa ou presenciou urna desattencfco ;
sempre aff-vel; brando e de ar risonho, a
tudo provia, a todos ouvia e attendia, dei-
xando os e lineados pela palavra e exemplo
de cordura e mansidao.
O virtuoso Fr. Venancio um verda-
dero apostlo do Senhor ; ninguem o es-
cuta sem nutrir um certo attraetivo as cott-
sos de nossa santa religiao, muita vez es-
quecidas pela falta de convivencia com va-
res piedoaos, encanecidos em praticar o
bem, e no bom servico do Deus que, para
as resgatar, sujeitou-se a soffrer o supph-
cio de cruz no cume do Golgotha.
O bem feito as almas dos que concor-
reram s suas missSs, foi incalculavel, e
exeedeu ao de outras miss5 -s anteriores.
A' elle se podem applicar as expressivas
palavras de S. Pedro: Pert-ansiit benefa-
ciendo.
As communhSes se elevaram a duas
mil, comprehendida a primeira comraunhao
administr.-da 40 meninos e a 42 meni-
nas, que, para isso, haviam sido instruidos
na doutrina christa.
Essa commurrhao foi administra da pelo
Rvd. vigario, por occasiao da roissa por
elle rozada, tdo ates, com pa4avri cha,
clara e ao dcance daqu-lles qise pela pri-
raeira vez iao reeeber em seus purificados
coracSes o verdadeiro corpo de Nosso Se-
nhor Jess ChristJ, dis orrido o illustre
missionario sobre a sublimidade do acto,
effieacia e resultados daquelle Sacramento,
instituido por Nosso Snior Jess Chriat i
na ultima ceia com os seus ap >st los.
A sunpli. dade com que se roalis-ira lio
tocante acto, tambem pela primeira vez
presen?iado nesta fregnezia, nSo lhe tirou
o realce e esplendor.
O povo, quem 'allava do pulpito, e
quera pedia recursos para pider proseguir
as obras encetadas e a faz'r B nao 0e
fazia esperar, dando na taita de dmh-ir.,
bees e outroa objectos, do que no da 2.)
de Julbo se tea um Uilao, que alguna co.
sa rendeu, nao obstante a crise raouet -na
que atravessamos.
Acabado o cemiterio, faltando-lbo ape-
nas o reLouco e caat0 realisiu-se na t.r
de do l.'deote mee a bencao do rne.no,
o de um cruzeiro, qae foi collocado emaeu
centro. ...
Essa solemnidade, para a qual o intati
gavel Fr. Venancie dirigi cartas de en-
vite em seu proprio aoine, foi bastante con-
corrida, e algumas esmolas cahiram na sal-
e n5o foi descansar, sempre ao confessio-
nario, sempre na predica^ sempre celebran-
do casamentos, sempre "impremindo acti-
vidade e celeridade ao tral|alho.
Os casamentos effeituados ao tempo das
misSes chegaram a cem, sen lo a maioria
deste numero de pessoas que viviam em
peccaminoso concubinato.
Terminado o prazo do adiamento, nao
pode elle annuir um novo pedido que lhe
foraderigido, porque ordera superior e ou-
tros deveres o chamavam a pontos diver-
sos.
Na tarde do dia 10 partiu elle para a
Caissara na Parahyba do norte, sendo acora-
panhado at mais do meio do caminho por
perto de esm cavalleiros, a fra o povo a
p que com alguma antecedencia seguir
com o andor de suas imagens.
Fr. Venancio trabalhou e trabalhou raui-
to, diffiail e pesada foi sua missao ; mas
salutaras foram os fructos colhidos, e sem
limites o bem semeado.
Esse grandioso resultado lhe ter leva-
do alma e ao coracao muita consolado,
fazeudo-o esqueeer as fadigas e sacrifi#ios
que eom invejavel resignayao supportou
para alcanyal-o.
A amenidade de sua palavra, o seu trato
e proceder no desempenbo do seu ministe-
rio, gravaram nos coraySas dos catholicos
desta freguezia, eterna e imraorredora gra-
tidao; e seu nome sempre ligado ao bem
espiritual e material desta torra, jamis
ser esquecido e ser sempre lerabrado
".om verfladfeiro reconhecimento.
Felizes) auras o condusao ao ponto que
se destina:. o que com abundancia de
corscSo lha desejamos, para que alli, como
em oulrosjusarcs, continu cm seu afano-
so ridfr^l TaVolher ao aprisco do Senhor
as ovelhas tresmalbadas.
12 Agosto 1886.
Irmao Ignacio.
Ko ha melhor remedio para a>
molcMiia* du peltw. que o Peltu-
ral de estaar de S. Stoare*. de
Pelota*, ii).
Tratando de uai caso de tyaica pulmo-
nar, diz em urna carta o Sr. Delfim F. de
Vaseoncellos, acreditado faznndeiro em D.
Peirito, (Rio Grande do Sul).
D-sanimado, e sem saber mais o que
faz^r, fui instado por um amigo a dar
minha doonte o elogiado Peftoral de Cam-
bar e confesso que nunca vi remedio
tao maravilhoso, pois toi o que salvou mi-
nha dlha de urna morte certa.
- O Sr. J -Soares Gomes, respeitavel
cnsul de Portugal em Paranagu, refe-
rindo-sa a urna bronchite de roo carcter,
diz tambum om carta :
Minha mulher acha-se perfeitamente
restablecida de sui grave enfermilade
com o uso d'. quatro vidros de Peitoral de
Cambar tendo antes experimentado, sem-
pre intilmente, talvez cincoenta remedios
diversos.
__O Sr. Delfim Jos Rodrigues, fozendei-
ro em Santa Victoria, attesta o seguinte :
a Eu abaixo assignado nttesto, a bem da
humenidade, que urna filha minha, que
soffria por mais de quatro annos de athma
e outras molestias do peito foi radica1 mente
curada pelo maravilhoso Pdoral de Cam-
bar doSr. Alvares de S. Soares, de
Pelotas.
- O acreditado fazendeiro, residente
em Itaqui, Sr. Belizario Pereira de Athay-
de, em carU dirigida ao Sr. Antonio Dias
de F. Valle, diz :
Sendo V. S. o sub agente nesta ci-
dade do Peitoral de Cambar, dirijo lhe a
presente, afim de atteatar que, soffrendo
minha mulher ha muitos annos de asthm i,
s agora, e com o uso do ret rido medica-
mento, ficou radicalmente turada.
Eis o que tambem atiesta o Sr. Do-
miniros de Jess Braz, negociante em Ja-
guarao :
,. Eu abaixo assignado attesto que, sof
frendo dous filhos meus de bronchites, fi-
carara completamente curados com o co-
nhecido Peitoral de Cambar, descoberta
e preparayo do Sr. Alvares de S. Soares,
da Pelotas.
Muitissimos outros attestados e declara-
c5es encontrara-se no folheto que acompa-
nha cada frasco.
nicos agentes e depositarios geraes em
Prnambuco, Francisco M. da Silva & C.
Hua do Mrquez de Olinda na. 23.
f.ajorubha
Est efficas e raoffnsivo preparado,
nao contm mercurio era arsnico e j-"
"as uu.a doae tao diminuta de *
potassio, que bem se po '< qualifit-a? 4*
hoinoeopatbica (menos de meio grao em Mr-"
colbcr de sopa do ve Incalo), deve sonurr
sua maravilbosa virtude depun.tiv;
getaes que entram em sua composicSo-
Outros prepara ios que n*o conten ak-
8olut compostos, tem tal dse de iodoreto de- Tm-
tassio, que esta, dissolvida em agua pony
curari os doentes que t u 6do euiadfl
pelos taea apregoados depurativos ? cg
taes.
A efficacra do eajurubeba prova-se :
4o Pelos innmeros .tiesta los de ltat-
eos e de doentes por ellea curados de asa-
les reputados incuraveis.
Io P-la procura que tem ; de modo a Sa-
zef desappareeer os preparados congKsa-
res, que aotes d'elle dominavam a wira-
peutica das molestias syphiliticas do rh*-
matisrao e das affeccoes berpeticas.
3o Pela lealdade era que seus auoa*-
tem fallado ao publico, fazendo-lh ccb**-
cer a composicao do seu preparado, o- r*
nenhura outro se anioou ainda a fazer.
Licor deparalivo vegetal \ DO
Medio Quintella
Eate notabilissimo depnrante que vetn pretuB
do de tao grande fama iufalliv.l na cura de ir>daa
as doencas syphiliticas, escrofulosas. rheumaioB
e de pelle, com* tumores, ulceras, dores rheaMA-
cas, osteocopas e nevralgtcas, blennorrhagias i
das o chronieas, cancros syphiliticos, inflaia
coes visceraes, d'olhos, ouvid.'S, garganta, k..
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, aiaj
ou diathericos, assim como na alopecia ou q/a>&t
do enheno, e as doencas determinadas per **a-
raeao mercurial. Dao-se gratis folhetos or>d JK
encentram numerosas experiencias feitas coicate
especifico nos hospitaes pblicos e muitos attesBa
dos de mdicos e documentos particttlares. F**-e
descont para revender.
Deposito em casa de ^!a'ia Sobrinho 8 Ra do Mrquez de Olinda n. 4.
Aviso
O Dr. K. OMBlan Bonnet Medico pda
Facul.iade de Medicina de Pars.
Condecorado com a mealha dos hospitaes.
Socio corresoondente : das Academias de Medi-
cina do Rio de Janeiro e de Barcelona; d So-
ciedade de Medicina p-atica de Pars' e da S-ote-
dade Franceza de Hygiene, ex-director do M os**
AnatomoPatolgico da FuculJade de Med ieh-
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pm~
blico que durante a sua estada em Peroaea-has
6ca a disposicao dos doentes que desejarer hoa-
ral-o com a sua confianza.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da torda
at novo aviso: na hospedara de D. Astaaic
(Caminho Novo).
Especialidades : molestias das vas respira>to-
riaa coraeo, estomago, rigado, etc., raolee ia
nervas. e syphiliticas.
Recife, 6 de Agosto del886.
Dr. Coello Lie
I i. d. ?
I Como s posso verte asregatas.......|
| poique em quaesquer outros dias estis sem- ^
pre em passeios campestres,peco-te que |
? nao faltes amanha... com o teu lindo toilette g
8 anlogo. Sim? x
U* |
>oocc)0^oo*:ccocoo<^
Agua Florida de Murraj dt Lanman

Ursde es mais remotos dias das descobertas.
hespanholas, o formoso paiz da Florida tem sido
justamente afamado pelo balsmico e odorfero
aroma de suas raras e balsmicas flores e verde-
jautes arbustos. Aqui temos pois o fluatuanto per-
fume e incens de seos jardios agrestes e seus
aromticos e refrigerantes bosquesinhos, harmonio-
samante concentrados e encerrados dentro de um
diminutivo espado hermticamente fechado e sel-
lado.
Esta agua fl irida deriva e recebe a sua exqui-
sita fragrancia das frescas, verdejantes e flores-
centes folhas de floris e plantas de trpico. O sen
sublime e delicado perfume nao desmerece em na-
da, posto em comparacao com aquelle da mais fina
agua da Colonia, e infinitamente superior que
se fabrica em Paris; emquanto que ao contrario a
seu preco apenas a metade do custo de qualquer
um dos outros.
Cono obantia contra as falsificarles, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp venham
estampados em lettras transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se venda era todas as boticas e lojas de
perfumaras. _
Asentes em Prnambuco, Henry Forster V.,
ra do Commercio n. 9.
A efficacia do merecidamente celebre Trlco-
fero de Barry para dar vigor embellecer e
dar brilho e sedosidade ao cabello boje to unii-
versalmente reconbecida, que tem elle ganho por
shus mritos um renomo qae nio fama de um
dia, mas para sempre. Para restituir ao cabello a
M tem esta composico sido declarada por todos os
aedicog remed, seguro. Para curar a tinha a
t8p e todas as doengasdo couro cabelludo achar-
ha sempre no tritwfero um remodio in^ffensivo
rpido e infallivel.
Medico, parleiro e operador
Residencia rita da Imperatrk n. 48, 2.' a***-.
Consultorio a ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas da manha as I
tarde.
Atiende para as chamados a qualquer Sus*
te'ephone n. 449.
Leonor Porto
Una do imperador b- 4*
Primeiro andar
\ publico
O Dr. Cerqu'iira mudou o seu consulto-
ri. para a ra Duque de Caxias n. 74,
(amiga Uo Queimado.
Loa vado seja Xosso Senhor
lesas Christo
COPU DA CARTA DO BEVDM. PADRE ^ESTRE
DR. JOS ANTONIO DE .MARA IBIAPINA
Encarreg-o rmfti Ignacio para p-dir esmolas e
pr-rnov r lodo o be'n, -m sustentaeSo das Santas
Casaa de Caridade e Misericordia.
C nvin saber qne as Santas Casas principia-
rain a estbele er-sa de 186J para ci, e o fim de
oa inst.mica, recebei orpnas p..bres e desvali-
das; eduenl si .1 uinnal-as no Santo Espirito
mi- e ims prendas que deve saber urna mSi
nia na sooii Ude, depois casal-as e dtal-as
CooforiB. "- eireumstanciaj das easas. Tambem
ha hospitaes para rtceber e tratar h inens e mu-
llieres pbres kt '- si-u restabeleciruento: sendo
todal as d-spez..s f 'tas pela ustturco. Assim
, eitabttleeido deaoito recolbiraentos para or-
phis, e .l.iUB h sjiitaes eom jommodos pra grande
mm.er.. ie enfermos de ambo os sexos.
E' o padre I....pina qu.: vas pede esta esmola
oelo sin.! d us.
Lwnbrai-vos, chrisiaos : a esmola apaga o nec-
eado e faa achar misericordia na presenca de
Casa de commis soes
DE
5. urom & c. a
4. Rna do Imperador, 1* andar
Mandam vr dos mercados estrangeiros qualquer
genero de mercadoriis em condicoes muito suaves,
alm de que sao representantes de diversas casas
productoras para us quaes recebem encommendas
Meta conmlaio nenbama, nndo as
mercadorias, coohecimentos, facturas e corres-
pondencia directamente das fabricas para os Srs.
clientes, gosando estes das maiores vautagens,
descontos e prazos; entre essas fabricas noto-se:
A Mociedade vincola de orUeanf,
vssociacao de grandes proprietarios de vinhedos
para evitar a fraude e expor a venda vinhos
puros. ...
Louit Prere dt. C, de Bordeaux; fabrica
de conservas alimenticias e do afamado chocolate
Louit. n
eorses Sieaala dt C, de Cognac; gran-
de 'asa que se oceupa especialmente de eo-
^Veltaaler dt Araoa. de Grasse; fabrica
de leos volateis, essencas, extractos, cheiros, para
nrogarias, pharmaciase perfumistas, anccfcssores de
E. Alziari. ....
Fourmainlreaax. de Desvres, fabrica de
aiuleios para casas.
Berilo TiMKter. de C, de Pars; fabrica de
vidros, frascos e vasilhamepara pharmacias e dro-
garas; especialidade de frascos esmerilhados; re-
commendamos os novos presos muito resumidos.
D. Hutlnel. de Paris, fornecimentos para
photographia, como sejam: cartes brancos e iu-
pressos, drogas e apaeltaos etc ete.
Belvatette, de Boulogne s-Mer; fabrica de
formas para calcados. .
A. Leeomle t C. de Pars: fabrica de
instrumento, de msica.
Mociedade do Tatoricante de por-
celana, de VieiS'.n.
E. Par di C.f fabrica de placas de trro
esmaltado para nomes de russ, numeracio (de
casas, indieaooes de eseriptorio, etc etc, ornbce-
dures da cidade de ;*aris e outras.
C. TeiMen di C fabrica de ladnlhos mo-
i&A companbla de Plven-Iiilloi mate-
rial para eiigenhos, machinas fixas e lccomoveis,
materi I rodante para estradi de ferro, pontes e
outras construccoes de ferro. .,,,^.
a Sociedade Cooperativa Unlver-
al, do que fas-m parte hoje mais de cincoenta
das principaes fabricas francezes de que opportu-
namente annunciaremos os nomes.
N. 11. A Emulsao de Scott restan
ra a saude aoa tsicos, purifica o sn-
eme, afasU do organismo tola sorte de
afFec55e8 escrofulosas e fortalece aos de-
bis e enfra que idos.
Excita o appetite, estimula o organismo
a augmenta as carnes e as forja.
Contina a exeeutar os mais difficete
figurinas recebdos de landres, Paris.
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicaode costura, em hre-
vidade, modicidade em precos e fin*
gosto.
Oculista
Dr. Ferreira ia Silva,
con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
CLNICA
de partos. nolella de senho.-a
c de rrlanfa
Dr Joao Paulo, medico aggregado do hoapiBat'
Pedro IL d'esta cidade, com pratica e estudos-sa-
peciaes as principaes maternidades e bospiteaT
de mulheres e de enancas de Pars e de Va
d'Austria, faz todas as operacoes obsttricas esv
rnrgicas concernentes as suas especialidades.
Residencia e consultorio a ma do BarS da
Victoria n. 18.
Consultas das 12 s 8 da tarde.
Telepbone n. 467.
Dr. Carlos BettencouH
EatreltamenloM da urethra en
radicalmente psla electrolyse, sem dor. T?dl
operacoes de pequea e alta cirurgia. Ru
Mar,uez de Olinda n. 34, das 12 as 3 horada
tarde Residencia, Passagem da Magdalena.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveim
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Dr. GDinin Leite
EBIIO
Tem o seu eseriptorio a rna Duque de Ca-
nas n. 74, das 12 as 2 horas da tardo, e desta
hora em Jiante em sua residencia ra da tmn-
h Cruz n. 10. Especialidade. .molestias de ae-
nhoras < eaBsa, telephone n. ozo
Dr. Fernaodes Barros
Medico
Consultorio rna do Bom Jaat Consultas de meio dia i 8 horas.
Residencia ra da Aurora n,li.
Telephone n. 450
{}
Especialidadesfebres, molestias da*
enancas, dos orgos respiratorios e da
senhoras.
Prestase a qualquer chamado par
r* da capital.
aviso
}
4
Todos <-s chamadas devem ser dirigi-
dos pharmaca do Dr. Sabino, ra do
Baro da Victoria n. 43, onde so indicar
a sua residencia.
MEDKJO
O abaixo assignado, que at agora asslgnava-ot-
Dr. Silva Britto,previne a seus collegas e *r-
publico, que, para evitar coufusoes, que j teca
havido, por exercer nesta cidade, onde baslawa
conhecido com o ultimo termo d'aquelle apelada,
um outro collega mais antigo, previne oia,^r
d'ora em diante assignar-se-haDr. Joao Pan*
Recife, 1 de Agosto de 1886.
Dr. Joao Paulo da Silva Bnttn.
Oculista
Dr. Barreto Pampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2.
andar da casa n. 45 ra do Barao da
Victoria, para o 1. andar da casa n
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia s 3 horas da tarde Residencia
ra Sete de Setembro n. a



Diario de PentambmjoSabbado 11 de Setembro de 1SS6
EDITAES
i
2* seccSo.Secretaria da presidencia de
Pernambuco, 9 de Setembro de 1386.
Edital-De ordem do Exm Sr. Vicepre-
sidente da provincia e em observancia do
dispoato m art. 257 do Decreto n. 9,420
de 28 de Abril de 1885, faco publico o
edital abaixo transcripto, pondo em con-
curso com o prazo do 60 dias. os oficios
de tabe'liao do publico judicial e notas e
mais canoros annexos do termo de Ta-
quaretinga. O secretario, Pedro Francia
co Correia de Olveira.
EDITAL
O bacharel Jos Tavares daCunha e Mello,
juiz de diriito retinga, por Decreto Imperial.
Faz saber n todos a queso possa inte-
ressar este edital, que nao tendo at hoje
sido prvido effectivameote nesta comarca
o officio de tabelliSo de notas e judicial o
qual estao annexos os cartorios de escri-
vSo de orphaoB, civel e crime, ausentes,
capellas e residuos, commercio e jury,
execucSes criminaes e registro geral das
bypothecas, todos creados pela lei provin
cial n. 4,316 de 4 de Fevereiro de 1879,
de conformidade com o >rt. 152 do De-
creto n. 9,420 de 28 de Abril de 1885,
fica aberto concurso para provimento de
todos elles por espaco de 60 dias, que
eorrerlo desta data, devendo dentro desse
tempo os pretenderes aos mencionados
officios, aqui servidos por um funecionario,
apresentar seus requerimentos, os quaes
deverao ser datados e assignados pelos pre-
tendentes ou seus procuradores e instruidos
com auto de exame de suficiencia, folha
corrida, certidSo de exame da liogua por-
togueza, e arithmetica, crrtidSo de idade
e attestado medico de capacidade physi-a,
e no caso de ser maior de trinta annos de
ter satisfeito a obrigac&o da lei n. 2,556
de 26 de Setembro de 1874 e mais docu-
mentos, que os mesmos pretendenteB jul-
garem necessarios, tudo devidamentc solla-
do e conforme os arts. 164 e 210 do cha-
co decreto de 1885 e outros em vigor.
E para que chegue ao conhecimento de
todos ser affixado porta da casa das
aiHienciaa deste juizo e lugar do costume.
Expedida e publicada nesta villa de Ta-
qnaretiDga, aos 31 dias do mez de Agosto
de 1886.
Eu, Guilherme Duque Bezerra, escri-
vao interino, o escrevi. Jos Tavares da
Cunha e Mello.
E mais se nao continha em dito edital
que fielmente copiei do proprio original, ao
qual me reporto e dou f.
Taquaretinga, 31 de Agosto de 1886.
O escrivao interino, Guilherme Duque Be-
zerra.
CERTIDAO
Certifico que hoje pelas 11 hora da rna-
nha affixei edital na porta da casa da C-
mara e audiencias do juiz de direito, abrin-
do concurso para provimento do officio de
tabelliao e notas e mais officioe a elle an-
nexos. O referido verdade e dou f.
Villa de Taquaretinga, 31 de Agosto de
1886.O porteiro interino, Flix Jos do
Reg Brrelo.
E mais se nao continha em dita certidao
que fielmente copiei do original que fica
archivado em meu cartorio.
Taquaretinga, 31 de Agosto de 1886.
O escrivao interino, Guilherme Duque Be
ierra.
Edital n. e
O administrador do Consulado Provincial de-
clara, para conhecimento do senhorea tabellies
e escrives, que da data deata publiccao em
diante nenhuma alienacao, cesa Jo < n traapasao de
propriedade urbana poder aer effectuada sern o
previo pagamento int gral do imposto da decima,
relativamente ao corrente exercicio de 1886 a
1887, aob pena de multa, na forma do art 39 do
reeulameuto do 4 de Julho de 1879.
Consulado Provincial de Pernambuco, 2 de
Setembro de 1886.
F. A. de Carvalho Moura.
Edital n. 21
3' prara
De ordem do Illm. Sr. inspector se faa pi blico
que aa 11 horas do dia 13 do corrento mez, serao
vendida em praca no trapiche Conceicio, aa se-
guintea mercadoriaa :
Marca JCL&.:, quatro canas ns. 1561 a 15b4:
Tindas do Havre no vapor fraocea Ville de Santos,
entrado em 7 de Junho do corrente anno, abando-
nadaa aos direitos por Francisco Manoel da Silva
& C, contendo 675 kiloeammaa de papel pintado
para forrar salas e 8 kilogrammaa da dito dito
dourado. ,... 0
Duaa csiias, marca CCN, nB. 1405-A c 1405 B,
vindas de Hamburgo no vapor allemao Hamburgo.
entrado em 15 idem idem, abandonadas aos di-
reitos por Antonio Pereira da Cunha, contendo
336 kilog.ammas de aanuncios impressos de mais
de croa cor.
3* secc&o da Alfandega de Hernambuco, b de
Setembro de 1886.O chefe,
Cicero B. de Mello.
Edital n. 746
Caix.is econmicas escolares
De ordem do inspector geral da instruecao pu-
blica chama-se a attencao dos professores que
tendo t-m soas escolas caixas econmica escHlares,
bao deixado de cumprir o disposto no rt. 104 5
do regiment das escolas publicas para o disposto
no final do referido piragrapho relativamente
rcmessa da lista de inscripcoes mensaes esta
secretaria.
Secretaria da instruecao publica de Pernam-
buco, 21 de Setembro de 1886.i=0 secretario.
Pergentino S. da Araujo Galvao.
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montene-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Faa saber aos que o presente edita! virem ou
d'elle noticia tiverem que por parte de Albiuo Amo-
rim k G me fui dirigida a petico do theot ee-
guinte :Petco^-Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do
commercio.Alblao Amorim & C, credores de Ma-
noel da Costa Lima,' pela quantia de 3:< 91480,
principal de duas letras vencidas em 30 de Setem-
bro e 30 de Outubro de 1881, nao tendo pago
e estando ausente em lugar incert) e nao sabido,
querem justificar a sua ausencia e incerteza de
lugar, para o que requerem a V. Exc. que se_ dig-
ne mandar que o escrivao a quem esta for distri-
buida teme por termo seu protesto e justificac&o
para que julg.ila por seutenca se passe editaes co-
mo dispde o art. 453 do Cdigo Criminal.Pedem
a V. Exc. defenmento e esperara receber merc.
Becife, 6 de Setembro de 1886.O solicitador, Fre-
derico Chaves. (Estava sellado legalmente). Nada
mais se continha em dita petico aqui fielmente
copiada depois do que se via e mostrava que sen-
do a mesma em forma presentada n'ella profi-n o
despacho do theor t-eguinte :Despacho.Distri-
buida, como pedem. Recife, 6 de Setembro de 1886
Montenegro. Nada mais se continha em dito
meu despacho. Em virtude do qual o escrivao
Jos Franklin de Alencar Lima, depois de ser a
mesma petico distribuida, que lavrou o termo de
protesto do theor seguinte :Termo de protesto.
Aos 5 de Setembro de 1886, n'esta cidadu do Reci-
fe, em meu cartorio comparecern! os supplicau-
tes por seu bistante procurador o solicitador Fre-
derico Chaves, que disse ante mim e as testemu-
nhas supra asignadas que reduzia a termo de pro-
testo o cont-do frito em sua petico retro que fica
fasendo parte do presente. E como assim o disse
e protestou lavro este termo em que assigna com
referidas testemuohas, depois de lido por mim Ma-
notl Lopes de Carvalho Ohuves, escrevente jura-
mentado que escrevi. Eu, Jos Frauklin de Alca-
car Lima, escrivao que subscrevi. Frederico Cha-
ves, Francisco Manoel de Almeida Jnior, Tito
Fiock Pinto. E mais se nao continha em dito ter-
mo de protesto aqui mui bem e fielmente copiado.
E tendo os supplicantes no dia e hora designados
justificado com tostemunbas o deduzido em sua pe
tlco retro transcripta, o respectivo escrivao depois
de sellar e preparar ns autos, e me os frito conclu-
sos, n'elles profer a sentenca do theor seguinte:
Sentenca.Vistos Hci par juat^cada a ausen
ciu do .justificado em lugar incerto e mando que
seja elle citado por editaes cem o praso de trmta
dias do protesto de iolhas para inleirupcao da
preseripcao do titulo de folha'Justas ex-causa.
Recife, 9 de Setembro de 1886.Thomaz Garcez
Prannos Montenegro. Nada mais se continha
em dita miuha sentenca aqui transcripta, em vir-
tude da qual o respectivo escrivao fez passar o
presente edital por cujo theor chamo, cito e bei por
intimado ao justificado Manoel da Costa Lima afim
de no praso de 30 dias contados da data da publi-
caco do presente comparecer ante este juizo para
ahogar a defeza que tiver.
E para que chegue ao conhecimento de todos o
pres nte ser publicado pela imprensa, e uutro de
igual theor affixado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife capital
da p ovincia de Pernambuco, aos 9 de Setembro
de 1886.
Eu, Jos Frankiin.de Alencar Lima, o subscre-
vi.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
Companhia Sania Ther za
Expresarla do akaateclmento
dacua e las a Olanla
Dividendo
Por deliberacio da directora fica marcado o
dia 13 do correte pira nelle se comecar o paga
ment do 15" divide ido da cempanhia, a razio de
6 0/0. U pagamento, como de costume, si effec-
tuar pelo Sr. thesoureiro no 2o andar da casa n.
73 ra do Imperador, das 8 horas da o anh as
2 da tarde at o dia 18, e dahi em todos os dias
uteis das 8 as 10 da man! .
Escriptorio do gerente, 6 de Setembro de 1886.
A. Pereira Simdes-
ttanta Casa da Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os parentes
ou protectores das menores constantes da relaco
infra, que vas ser recolhidas ao collegio das or-
phs.
Relaco das orphs abaixo inscriptas, que nesta
data vo ser admittidas no collegio das orphs
1 Ricarda, filha de Antonia Marcelina de
Oliveira.
6 Maria, filha de Eugenia Mara de Oliveira
Lagos.
7 Leopoldina, idem idem idem.
8 Guilbermina, sobrinha de Francelina Bri -
gida Soares.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 5 de Agosto da 1886.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonsa.
COMERCIO
reman
Bolsa commerclal de
buco
RECIFE, 10 DE SETEMBRO \>E 188
As tros horas da tarde
i-oiatet olJiciac*
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
Nao houve.

)
fcKNDLMENTOS PCBLICOS
Mea de Setembro de 1886
ALFANDEGA
KDA ORR"
De 1 a 9
jem d* 10
IX PBOVINCIU.
Del a9
de 10
185:076*117
41:087*784
2:734*859
3:432O07
226:163*901
26:166*866
Total
252:270*767
Demonstrarlo das rendas provinciaes, ar-
recadadao por esta repartiros no mez de
Agosto fiado.
Importac&o
DECLARCOES
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta reparti-
co, fa;o publico que nos dias 10 e 11 do corrente
pagam-se as claeses de 3* e 2a entrancias de pro-
festores, relativamente ao mez de Julho prximo
passado.
fagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, en 9 de Setembro de 1886.
O escrivao da despeta,
Silvino A. Rodrigues.
dem de 8 */o sobre
agurdente, etc.
dem de 7 % sobre
couros seceos, etc.
dem de 20 % so-
bre ditos verdes
dem de 3 "/o sobre
gola e couiinhos
dem de 100 ris por
sacco nao fabri-
cado, etc.
dem de 100>iis
sobre barrica ,
idem
dem de 5 % addi-
cionaes
1:523*816
98*533
6:181*560
425*328
152*700
348*682
900*940
18:916*000
81:283*490
Segunda aeceo, 1 de Setembro de 1886.
O escripturario
Manoel Gomes de S.
tUCBBBDOBIAD 1 a
>l.rn d 10
'JOMSIXAOO l'U'. V1KC1AL
dem de 10
9:645*952
2:829*013
De 1 a 9
12:474*965
7:336368
2;466321
llif UHAYNAOfc-
dem df 10
1 a9
9:802*639
9:539*891
1:831240
11:371*131
Imposto de gyro :
Direitos de 5 /.
Addicional idem
Direitos de 20% so-
bre fumo 1:830*444
dem de 500 rs. por kllog.
dito, etc. 78*544
jem de 100 ris por
couro 222*100
dem de 200 ris por
tonelada de navio 968*400
iem de 50 ris por
llqueire de sal 73*520
i de 5 % de ad-
onaes 150*000
56:230*706
2:812*002
--------------- 59:042*708
3:324*762
Exporiaro
62:367*490
tos de 3 % so-
I o asracar
l de 2 /. sobre
,lgodo
5:017*177
4:267*274
IRIAIDiDE
DAS
Almas do Recife
Do ordem da mesa regedora desta irmandade,
convido a todos os nossos carissimos irmos a
comparecerem no respectivo consistorio no domin-
go 12 do corrente, i 11 horas da manh, afim de
que, reunidos, possa ter logar a sesso de mesa
geral, convocada na forma do art. 19 do nosso
compromis80, para deliberar-se sobre diversas
propostas relativas aos predios do patrimonio da
referida irmaniade, e bem assim, para ser auto-
risado o concert de que necessita o orgio da
igreja.
S-cretaria da I. das Almas, erecta na matria do
Corpo Santo, 7 de Setembro de 1886.
O escrivao,
Jos Alves Cavalcante.
Alfandega de Pernam-
buco
De ordem dD Illm. Sr inspector da Alfandega,
scientfico a qaem interessar possa, que a partir
do dia 1 de Setembro prximo vindouro, fica
inaugurado o 1 posto fiscal no antigo Forte do
Picao entrada da barra, onde devero atracar
tanto na ida como na volta todos os vehculos que
forera ou vierem do lamaro, ficando no catante a
cargo da barca de vigia estacionada ao lado do
caes da Liogoeta e que servir de 2' posto fiscal
todo rnovimento de pequea cabota gem, que c.m-
prehende a entrada e sahida das lanchas, bal ca-
cas e canoas que navegam entre portos da pro-
vincia.
Guardamoria da Alfandega de Pernambuco, 24
de Agosto de 1886O guarda mor,
Jos Augusto de Azevedo Marques.
Confraria de Nossa Senhora do Lluramen-
te da cidade do Recite, 10 de Setembro
de 1886.
De ordem do irmo juiz convido a todos os ca-
rissimos irmos desta confraria a comparecerem
no consistorio desta igreja, afim de encorporados
assistirmos aos actos festivos que tero lugar nos
djas 11 e 12 do corrente, em solera ni sacio do ian-
tunmo Nome de Maria, nossa excelsa padroeira.
Os aetos constaro do seguinte : No dia 11 Ladai-
nha, no dia 12 Mista splemne, Betoura e Te-
Deum. Haver como do costume, as 4 horas da
madrugada do dia 12. urna missa cantada, que
um devoto irmo manda celebrar todos os annos.
O secretario,
Tito Machado.
liODiioo asid Brasiiian Ba
Uiultcd
Roa do Commercio n. 32
-acca por todos os yapores sobre as ca
do mesmo anco em Portugal, sendo
m Lisboa, roa dos Capellistaa n 75 N-
Porto, ra dos Inglezea.
(OMPANHIA
|mperia
DESPACHOS DE IMPORTACAO
Vapor nacional Mandahu, entrado' de
Aracaj em 9 do corrente e consignado
Companhia Pernambucana, manifestou:
Assucar 2 saceos a JoSo da Silva Car-
neiro.
Couroa salgados seceos 119 ordem.
Vapor austraco Stefanie, entrado de
Fiume em 10 do corrente e consignado a
JohnstoD Pater & C, manifestou :
Cerveja 45 caixas ordem.
Farinha de trigo 2,516 barricas or-
dem, 1,283 a Machado, Lopes d C, 552
a Lopes Irm&o.
Papel 5 caixas ordem.
IKSPACBS DE KXPORTACO
Em 9 de Setembro de 1886
Para o extenor
No patacho portugus Tentativa, sarrega-
ram :
Segunda-fcira 13 do corrente, a 1 hora da tarde,
haver sesso extraordinaria.
Secretaria do Instituto, 10 de Setembro de 1886.
Baptista Regueira,
1 secretario.
Empreza Teiephonica Bour
gard
RELAAO DOS NOVOS ASSI0NANTES QK
COLLOCABAM APPAEELH08 TELEPHONICOS
DEPOIS DA USTA N. 8.
Mez de Agosto
A *
458 Antonio Jos da Costa Araujo.
Regulador da Marinha, ra Larga do Ro-
sario.
460 Augusto Neeaeu Residencia, ra
Formosa.
425 Arsenal de Guerra Caes do Ra-
mos.
322-Almeida Da arte & C Armazem
de fazendas, ra Duque de Caxias.
132 Gonjalves & JrmSo Ra Mr-
quez de Olinda.
344 Abrantes & C*.Armazem de mo-
lhados, ra do Bom Jess.
C
461 Companhia Ferro-Carril-Escrip-
torio, ra Barao do Triumpho.
E
431-Eduardo Martnez & Ca. -Refina-
cSo, Pra^a do Conde d'Eu.
I
261London & Braziliun Bank, Limi-
ted, ra do Commercio.

457 Sociedade Recreativa Juventude
Pateo de S. Pedro.
V
314 Valente & IrmSo Refioso2o, ra
Marcilio Dias.
Z
459-Zeferino Valente & C*. Arma-
zem oe molhados, Caes 22 de Novembro.
Recife, 31 de Agosto de 1886.
O gerente,
Carino Almeida.
Arsenal de Marinha
Propostas para a venda de vasilhame q ie tem
silo remettido da corte para esta provincia,
com oleo de colza
De ordem do Exm. Sr. chefe de diviso, Jos
Manoel Picanc da Costa, inspector deste arsenal
e cap'o do porto desta provincia, faco publico
que nesta repartico recebe-sa propostas em car-
tas fechadas at as 11 horas da manh do f*ia 16
do corrente mez, para a venda de todo vasilhame
que tem con iuzido pa< a esta provincia o oleo de
colza destinado ao consumo dos pharoes, cajo va
slbame acba -89 depositado no pharol do Cabo de
S. Agostinbo e almoxarifado dote arsenal, .onde
poder ser examinado pelos proponentes. '
Secretaria da Inspecco do arsenal de marinha
de Pernambuco, 9 de Setembo de 1886.
O secretario.
-_^>*' Antonio da Silva tevUt.
SOCIEDADE
Monte fio Brasileiro
De ordem do extincto director desta sociedade,
convido pela segunda vez aoa socios da mesma,
que se consideiara quites at o anno de 1880, par
se runirem no edificio n. 55 ra da Imperatriz,
s 10 horas da manh do dia 12 daste mez, mra
tratar-se sobre assumpto da mencionada sociedade
O 1* secretario,
Manoel de Miranda Castro.
uociatade Allianga
De ordem do presidente da Sociedade Allanca,
o conviaados todos os socios a com arecerem ua
sede, ra do Imperador, s 6 horas da tai-de do
dia 13 do corrente, afim de ser discutido o re&u
lamento interno da mesma sociedade, senio co
siderado como acceito e a elle sujeito todo aqrelle
accio que nao comparecer sem causa justificada..
Becife, 11 de Setembro de 1886.
O secretario,
Reg Jnior.
sac-
Para Nevr-York. J. S. Loyo & Filho 338
eos com 25,350 kilos de assucar msseavado.
Na barca portuguesa Alianca, carregeram:
Para Lisboa, P. Pinto & C. 60 barra cem 7,680
litros de mel.
=3 No patacho nacional Osear, carregaram
Para Lisboa, Baltar Oliveira & O. 421 couros
espichados com 2,947 kilos.
Pra o Porto, A. Taborda 563 couros salgados
com 6,756 kilos ; A. Bahi a 240 kilos de metaea
velhos.
Para o interior
No patacho allemo D. Pedro, carregou :
Para o Rio Grande do 8o I, 8. G. Brito 222
barricas com 20,000 kilos de assucar branco.
So vapor nacional P. G. Far, carrega-
ram :
Pura Babia, A. Lopes C. 50 sa.cns com
3,737 kilos de algodo ; J. V. Campello 20 saceos
com 1,200 kilos de cera de carnauba e 1 fardo
com 17 ditos de 1S de carneiro.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 10
Trieste e escala 64 dias, vapor austraco
Stephanie, de 855 toneladas, comman-
dante Ot. B. Gallhardie, equipagem 26,
carga farinha de trigo; a Johnston Pa-
ter C.
Merael 61 dias, lugar norueguense Rau-
ma, de 224 toneladas, capitao T. H.
Lundgaard, equipagem 8, carga madei-
ra de pioho; ordem.
bravios sahidos no mesmo dia
Cabo-Verde Barca norueguense Marie,
capitao Gustavo Krag, em lastro.
Babia por escalaVapor nacional Jagua
ribe, com mandante Francisco Alves da
Costo, carga varios gneros.
BarbadosLugar inglez Lientenant Mau-
ry, capitao William H. Jones, em lastro.
, VAPORES E3PERADOS
a 13
a 13
a 13
a 14
a 14
a 16
a 16
a 17
a 18
s 20
a 28
a 24
86
a 27
a
Mandos do norte
Valparaso do sul
'Orator de Macei
Mondego do sul
Marque* de Caxias da Bahia
Rosario de Hamburgo
Dalton de Liverpool
Bahia do sol '
Valparaso do sul
Ville de Pernambuco da Eurepa
Espirito Santo do norte
Neva da Europa
Congo do sul
Para do sul
Tomar do sul
DE
SEGUROS contra FOCO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuixot
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. *Ra do CommercioN
o.
Gompanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelcfda em ls&5
CAPITAL 1,000:000,
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Varitimos..... MfO:000$000
Terrestres,.. 3.6:000$000
44Ra do < ominerelo-
MARTIMOS
Santa casa
Na societaria da santa casa de misericordia do
Recife arrendam-se pe es meo de um tres an-
nos, as cusaa abaixo declaradas :
Ra da Moeda u 45, por 20* mensaes.
dem dem n. 49, "20* idem.
Ra do Bom Jess n 13, 2' andar, 20 idem.
Dita da Lingueta n. 14 1- andar, 16*660 idem.
dem idem 2 dito. 15* idem.
Ra do Burgos n. iS* idem.
Dita do Encantamento n. U, 1- ai. dar, 20*000
idem.
Dita da Madre de Deus B. 10-A, armasem,
15i, idem.
dem idem n. 12, 40* idem.
Ra d Gula n. 2.r>, 16*660 idem.
Dita da Senxalla-velha n. 132, 2- andar, 15*
idem.
Dita da Detenco n. 3 (dentro do quadro) 10*
idem.
dem idem, 8gC00 dem.
Ra do Bario de S. Borja n. 3, 25* idem.
Dita do Visconde de Itaparica, n... 2- andar
e sotao, 35* idem.
Dita do Mrquez de Olinda n. 53, 2- andar,
40* idem.
Caes da Alf ndega o. .
01 Macioial Se Reptas
Bilhetes para a regata
Os socios deste club piderao man lar receber os
seus bilhetes para a retrata do dia 12 do corrente,
na* sede do club, do dia 9 em diante, Jas 7 s 9
horas da ncite.
Recife, 6 de Setembro de 1886.
P. C. CasKnova,
secretari
Ifi Lisboa
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
Seguro mariiimoa e terrestres
Nestes ltimos a nica companbia nesta praca
que concede aos Srs. seguradrs isempcaode paga
ment de premio em cada stimo anno, o qne
equivale ao descont de cerca de 16 por cento em
favor dos segurados. __:__
SE1
CONTRA FOGO
The Liverpool & London & filo
^SIMANCE C0MP4NV
Saltes Biotbeis k G.
Aviso m navegantes
Pharol Muciirypc
Provincia do Ceara
De ordem do Exm. 8r. ch. fe de divisa, Jos
Manoel Picaneo da O sta, inspector deste arsenal
e o pito do porto desta provincia, jace constar
que segunde otelegramma do Sr. capitao do por-
to da provinca do Cear, acha-se restabelecida a
luz do pharol de Mucurvpe daquella provincia,
cuj la branca e lampeja de 30 em 30 segundos-
In8pecc&o do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 9 de Setembro de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Aaevedo.
Irmandade de IV. S. do Bom Parto
na igreja de *. don de Kina-mar
De conformidade com o art. 47 do nosso com
promsso, convido a todos os nossos irmos para
comparecerem em nosso consistorio pelas 10 horas
da manhi do dia 12 do corrente, afim de proce-
der-te em assembla geral a eleic&o dos noves
funecionarios para o compromissal de 1886 a S7.
Recife, 9 de setembro de 3886.
Levino Christiano Prxedes,
Secretario.
COMPAXnniA B SEGUROS
NORTHERN
de LOndres e Aberdeen
Posicaa flnancelra (Oeiembro 1885)
Companhia de EdilkacOes
O escriptorio desta
companhia acha-se in
stallado na praca da
Concordia n. 9, conser-
vndole aberto das 7
horas da manh s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
truccoes e reconstruc-
Qes.
Recebe-se informa-
Qes acerca de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da otaria mechani-
c do Taquary, pro-
priedade da mesma
companhia.
Capital oubaciipto 3.000.000
Fundos accumulados 3.134,34j
Beeelia animal i
Da premios contra fogo 577,330
De premioB sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
Jo) n. H- Boxwtll
Kl A COHMBBOOCIO N. SO 1 1SD4B
COMPANHIA DE SEGUROS
COXTRA FOGO
Nortb British & Mercantile
CAPITAL
1:000.000 de libras stcrlloaa
AGENTES
Adomsoii Howie & C.
SEGUROS
martimos contra fogo
(mpaakla Pheniv Per-
nambucana
Ruado Commercio n. 8
CHARf.ELRS REUNS
Companhia Franceza de avega-
cSo a Vapor
f,inha quinzenal entre o Havre, Li-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
Steair filie lie F6rnaiMco
' esperado da Europa,
n> dia 20 de Selembre, e-
gumdo depois da indispea-
savel demora para a Ba-
hia. Blo tle Janeiro
e Santo*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p-los
vapores desta linha,qaeiram apresentar dentro de $
dias a contar do da descarga das alvareng;. i'.ia!-
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
ventnra tenham seguido para os portos do sul.afim
de se poderem dar a tempo aa providencias necea-
sariaa.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageire para
ca quaes tem excelleutes accomodaees.
AngustoF.de Oliveira C,
AGENTE
42 -RIJA DO COMMERCIO -42
..
Companhla Uahiana de navega
eo a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
0 rapor Marpez de Caxias
Commandante Nova
E' esperado dos ooriop ci-
ma ate o dia 14 de Setembro
e regressar para os mes-
mos, depois da demora do cos-
tume.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheiro
frete tracta-se na agencia
7Ra do Vigario7
Domingos Alves Hatheus
coHP.txmnr: e heisag
res HAiunni:
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Commandante Crou
E' esperado dos portos do
sul no dir. 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando cin
Dakar e E.Isboa
Lembra-se hos senhores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /<> em favor das fa-
milias composta de 4 pssons ao menos e que pa-
garem 4 pastagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem 'este abati-
mento.
Os vales postaes s se dae at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Lab He
9 RA DO COMMERCIO-9
THEATRO
DE
VACIEDADES
Sabbado, 12 do corrente
Tercelra apparlfSo do llluslo
nista

1
brande evecaeo dos Imponenlea
Phantasmas
Vivos e impalpavcis
Prejoa os do costume.
Prlclptara aa 8 e mela em posto.
DamprscuiTTahrts-GeselIschaft
O vapor Rosario
Espera-se de HAMBURGO,
via LISBOA, at o dial6 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
0 vapor Valparaizo
E' esperado dos portos do
sul at o dia 18 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
Lisboa e Hamburgo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADO VIGARIO N.S
1* andar
Pacic Sieam !\avigation Companj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Valparaizo
Espera-se dos portos
do sul at o dia 13 de
Setembro seguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os qne dora
em diante segnirem tocaro em
Plymonlb, o qne facilitar che-
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Haver tambem abatimento no preco das pas-
sagens.
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
se com os
AGENTES
Wilson Sons A C, Limited
S. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
BOYAL MA1LSTEAI PACKET
C01PANY
0 paquete Mondego
esperado
do sul no dia 14de
corrente seguindo
depois da demora
__________ necessaria para
m. Vicente, Lisboa. Vigo e Sou-
thampton
Para passagens, fretee, etc., tracto
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & t.
<. w Cl
Peni g Porto w Lisboa
Segu com brevidade para os porto* cima a
barca portugueaa Allianga : para o resto da carga
e passageiros, trata se cora os consignatarios Joa
daliSilva fcoyo & Filho.
1
e
i mm \


Diario de PernanibucoSabbado II de Setembro de 1886
torapr
;Ma Bra.'Ilelra de are
Rfoa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Baha
Cammandante Suverio Antonio da Silva
E' esperado dos portos do sui
at o dia 16 d Seteinbro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para ea*a, passages, encommend e valoree
racta-se am agencia
11Ruado Conmercio11
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Gilherme Wad- |
dington
E' esperado dos .ortos do
norte at e dia 13 de Setem-
bro e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
,08 f-~*8 dO BUl.
Santos, Pelotas
Leilo
Recebe tambem c&rga pura
e Grande d> Sul, frete modic
Para carga, passgens,
trata-se na agencia
fe. 11 -RA DO COMMERCIO N.
encominendas valores e
11
LEILOES
Da refinsco sita ra do Visconde de Goyan-
na n. 217, (Msnguiiho) pertencente a massa ful
I ida de Manoel arpeniro & Soma.
Constando de caldeira grande de cobre, ditas
menores, balances grandes com pesos, carteira,
mocho, baoeas, I al tro de cobre, 1 fogSo com 8
ooccas para cosinhar assucar, barricas vazias,
saceos de panno, ditos de papel, corredores, ras-
pas, bancos p.ra bater sssucar, eaivao cook e anj-
idh|, caizoes para depsitos, urna porcao de taboas
parK depsitos de assucar, eocanamento e bicos de
gas.
Terca felra, 14 de Seteatbro
A's 11 horas
O agente (usio
Autorisado por mandudo (h> Eim. Sr. juiz de
direito i.o comuiercio, a requerimento do L'r. cu-
rador fiscal da massa fallida de Manoel Carpen xm-
ro ti Souza. far leilo com asistencia do mearan
juiz dos objectos cima msdcionados pertencentes
a referida massa.
mesma que para osse fim for nomesdo, e por cou-
ta e risco de quem perlencer, do casco, mastros
r'aes e mais per'encas da barca italiana Luigia
V, ral qual se acha na ilba da Rata, onde naufra-
gara na ana ultima riagem de Cadix para Buenos-
Ayres.
Eni continua^Ao
vender-se-ha os botes, remos e cabretante, sal-
vados da mesma barca, existentes na Alfandega,
bem como as velas, cabos e mais pertencas da
mesma barca, que devem vir pelo vapor Giqui
da Compiiihia Pernambucana.
No dia 12 deve partir o vapor Giqui paraFer-:
nando de Noronha. '
Os pretendentes podem ir ou mandar examinar
dita barca.
PROGRAMMA
Qunta-feira (16) deve ter lugar o de livros,
terrenos com bailas de capim e casas em Api-
pucos.
Couforme o annuncio na columna dos leilSes,
no vvlta do vapor Giqui de Fernando de Noro-
nba deve ter lugar o leilo da barca italiana
l.uizia V, tal qual se acha no lugar do ainistro,
bem como os salvados viudos d'alli no mesino
vapor.
Agente Pestaa
L iliio
Do expelientes predios que pelo bcu esta-
do de eonaervacZo e bous rendimentos
chamara a attenco dos Srs. comprado-
res
DEFINITIVA ENTREGA
Sabbado 11 do corrate
A's 11 horas em ponto
No armazem e agencia de leudes da ra
do Vigario n. 12
O agente Pestaa, bastante autorisado, entre-
gar os predios abaixo mencionados pelas offertas
obtidas no ultimo Uilo, caso nao ache. melhor
preco.
De inn sobrado de 2 sudares a ria da Compa-
nbia Pernambiictna n. 20, antigo becco das Boias
(Recite), com 2 salas, 3 quartos, cosinha fora, em
cada andar, 2 lojas i o pavimento terreo, em solo
foreiro, rendendo annualmente 756S000; offerta
obtida 8:605j.
L'm sobrado de un-, andar ra Nova de Santa
Rita n. 56, com 2 salas, 2 quartos, cosinha fora e
torneo, no pavimento terreo os meamos comino-
dos, quintal, cacimba e apparelbo, em solo pro-
drio, rendendo annualmente 4805000 ; offerta ob-
tida 2:300.
Urna casa terrea A mesma ra n. 58, com 2 sa-
las, 3 quartos, sotao interno, cosinha fora, quin-
tal, cacimba e apparelbo, era solo nroprio, renden-
do 267*000; offerta obtida 1:7305.
Urna dita terrea mesma ra n. 60, com 2 sa-
las, 2 quartos, cosinha interna, apparelho, peque-
o quinta! i! cacimba m.-ieira, em solo foreiro,
rendendo 1925000; offerta de 1:0005-
Urna dita terrea ra dos Patos n. 3, com 2
salas, 1 quarto, apparelbn < pequeo quintal, em
solo proprio, rendendo 1445000; offerta 6455-
Urna dita ao Corredor do Bispo n. 18, com 2
salas, 2 quartos, cosinha, apparelho, quintal com
cacimba, em solo proprio, rende 3005 ; offerta ob-
tida 1:8555.
Urna dita roa do Rosario da Boa-Vista n. 11,
onde se acha um importante taverna, rende 3005:
ofterta obtida 2:1955.
Urna dita ra de Lomas Valentinas n. 4, com
2 sutos 2 salas, 2 quartos, cosinha, quintal, ap-
parelbo, cacimoa, rendendo 3005 ; offerta obtida
1:9985-
Urna dita travesar de S. Jos n. 23, com 2
salas, 3 qiartos, quintal, cacimba apparelho, cosi-
nha, em solo proprio, rendendo 3005 ; offerta ob-
tida 2:1905.
Todos estes predios acbam-se livres e desem-
barazados de todo e qualquer onus, e para qual-
quor informaco a tractar com o mesmo agente.
Da metade da casa terrea n. 15, roa do Ca-
marita, com 29 palmos de vo e 48 de fundo, 1
porta e 2 anellas na frente, 2 salas, 3 quartos,
cosinha e 1 quarto externo e quintal murado.
Duas quintas partes da cusa terrea .n. 11, da
ra d > Carnario, com 28 palmos de vo e 49 de
fundo, 2 salas, 3 quartos, cosinha c 1 quarto ex-
terno e quintal murado, pertencenres aos acervo
de Antonio Martins de Carvalh Azevedo.
Agente Britto
O agente acuna, mandado e na presenca do
Illm. Exm. Sr. Dr. juiz de direito e da provedoria,
vender em leilo as referidas partes das 2 casas.
Tcrca-felra, 14 do corrate
A;s 11 horas
No armazem ra de .Pedro Affonso n. 45
AVISOS DIVERSOS
As accoea de urna volta de ouro, obra do Porto,
cravejada de esmeraldas e de gosto moderno^ que
corriam com a 2* lotera de Setembro correte,
acham-ae inutilisadas de accordo com o aviso do
Dr. ebefe de polica: restitualo se a importancia
aos que j pagaram.
DA
2.a REGATA
DO
Leilo
Aluga-se casas a 85000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de 8. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatris n. 56.
Aluga-se quatro casas na ra Imperial ns.
102, 104, 132 e 36, caiadas e pintadas, com com-
modoe para familia, e preeos razoavel: a tratar no
Recife, caes do Apollo n. 45, ou na mesma ra
n. 130, at as 9 horas ou dan 4 em dinnte.
Precisa-se de urna ama
tratar no sitio do Sr. Valenca,
queira.
para cosinhar ; a
na estaco da Ja.
Aluga-se o sobrado de um andar e s^to
com muitos coinmodos e bem preparado, na ra
dos Guararapes n. 48 : a tratar na ra do Impe -
rador n. 16, 1' andar.
lugar
lili
de movis e um fu gil o novo
V SABER
Urna linda mobilia de Jacaranda Luiz XV
com 1 sof, 1 jardineira, 2 consolos com pedra, 4
cadeiras de bracos e 12 de gu.rnico, 1 "piano, e
cadeira.
Urna mobilia de junco, preto, 1 piano, 2 cadeiras
de bataneo, 4 qusdros, candieiros a gar carbnico,
jarros para floresv
Urna mobilja de Jacaranda massissa, 2 eommodas,
1 lavatorio, 1 toillet, 1 guarda roupa, 2 cabides,
jarros para flores. 1 relogio de parede.
Urna mexa elstica eom 6 taboas, 1 guarda'
louca envidracado, 2 aparadores, l relogio, 12
c deiras, copos para agua, talheres, colheres,
mezas, cadeiras e muitos outros movis de casa
de fami|ia.
TER^A FEIRA 14 DE SETEMBRO
Agente Pinto
No sobrado da ra do Mrquez de Olinda ^Xl
n. 6
Aluga-s" urna sala com mobilia, em
muito ameno, a algmn estrangeiro sem familia,
que goste de pemoitar fra da cidade, sendo pea-
soa idnea de conducta af&ancada, tambem se
vendem pea de flores de diversas qualidades : a
tratar na raa do Marques do Herval u. 23, loja.
mi imiuciriu oe
. A'S 3 HORAS BM PONTO NO DOMINGO 12 DE SETEMBRO DE 1888
FEEMOMEBALIA
POULE 2^000RESERVADOS 2^000GERAES 1$000

i
EHBABCACOES
Escaler de 6 remos,
dem de 4 remos.
Agente Burlamaqui
Leilo
Leilo
De fazendas, miudezas, gneros de estiva e loucas
Agente Brito
Vender mais os segumtes mnveis : secretarias,
guarda-vestidos, guarda-lcu^a, mesa elstica, me-
sas de amarello e louro, cama francesa, marque-
zee, sof, marquesas, quartiubeiras, cabide de
columnas, 2 cadeiras de bataneo, cadeiras de pao
cargo e amarello, 1 caudieiro para kerosene, l co
fre, 1 lavotorio com pedra, jarros, casticaes, 2 es-
tantes para livros, quadros, copos, r. ratos e outros
objectos.
No armazem ra de Pedro Affonso n. 43
Sabbado. f 1 do corrate
AV 10 1/2 horas em ponto
Leilo
De q-iatro mei'aguas ra do Socego di.
61, 63, 65 e 65 A
Sabbado 11 do torrente
A's 11 horas
Xa ra estrella do Rosarlo
n. 4
O agente Silveira, por mandado e assistencia
do xm. Sr. Dr. juiz da provedoria, e a reqoeri-
mento do inventariante de Josepba de Parias Ra-
poso, levar a leilo 4 mei'aguas ra do So-
cego sob ns. 61, 63, 65 e 65 A.
Os Srs. pretendentes desde j podem exa-
miuar.
Eni continuado
O mesmo agente levar a leilo 1 sitio com boa
casa e bastantes commodos n. 2 em Apipucot, em
terreno proprio.
Um dito sob n. 4 em terreno proprio, no mesmo
lugar.
JsSrs. pretendentes podem examinar.
Agente Silveira
Leilo
Sabbado, 11 de Setembro
Ao nielo dia
Na ra estreita do Rosario u. 24.
O agente cima, por alvare assistencia do lllm.
c Exm. Sr. Dr. jun da^ provedoria de capel las e
residuos, levar a leilo metade da casa terrea n.
2 ra da Alegra, o solo a ra do Baro da Victo-
ria onde esto edificados o sobrado pertencente a
Joaquim Antonio dos Santos Andrade, e o da casa
terrea n. 8 do Io becco da Gamboa do Carmo, o
solo onde ossenta as casis terreas ns. 44, 46, e
48 da ra da Gloria, o solo onde assentaram as
casas da ns. 73, 75 e 79 a ra Velha, bens perten-
centts ao accervo de Antonio Martins de Carvalho
Azevedo
Leilo
de fazendas
Tere reir
limpas o averiadas
14 do corrale
No armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 6
EM TMPO
Vende a linda armacao envidracada e enver-
oisda e meza para fazendas existentes no meemo
armazem.
Aluga-se nao s o dito armaaem como tambem
todo sobrada do ra do Mrquez de Olinda n. 6.
De movis, lou$a, vidros e espelhos
loara felra, 19 do correute
A'S 11 HORAS
No sobrado do pateo da Santa Cruz, que faz
esquina para a ra do Barao de S. Borja.
se retira m
piano forte e bom, 1 mobilia de junco completa e
consolos com pedra, 1 ineia mobilia de Jacaranda,
2 cadeiras de bataneo, 1 espelbo oval, jarros, ta-
petes, 1 toilet com pedra e cspelhe, candieiros
para gaz, cama para casal, 1 guarda-louca, 1 com-
ino ia e guarda roupa, aparadores, mesa para jan-
tar, cadeira para crianca, 1 cama para crianca,
1 berco para crianca, 1 marquesao, linternas, es-
carradeiras, 1 bsnbeiro, 1 cama de ferro, camas
de lona oara crianza, compoteiras, garrafas para
vioho, garraloes, passaros, papagaibs, fuMws de
zinco. grades de madeira, e outros muitos mo-
vis como vero no da do leilo._______________
Agente Silveira
Leilo
A's 11 horas
A* ra estreita do Rosario n. 24
O agente Silveira, por mandado e coa sssisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juis de orpaos, levar leilo i mento ae retirar-se para
o engenho Penedo da Baixo, freguezia de S. Lou- na mesma toja
renco da Matta, comarca do Recife, espolio de D.
Anna Mari da Rocha Falcao, sendo o engenho
edificado margein do Capibarib.', inoeute, com
bom cercado de pastagem e excedentes mattas.
Os Srs. pretendentes podem examinar o referido
engenho.
Offerece-se urna senhora para encarregar-se
dos servicos de urna casa que seja composta de
urna ou duas pessoas ; na roa da Poute volha nu-
mero 11.
O solicitador Lydio Alerano Bandeira de
Mello, participa s pessoas de sua amizade, assim
como aos seus constituintes e pessoas que lhe qui-
zerem fallar, que mudou sua residencia da ra
nova de Santa Rita para a ra do Mrquez do
Herval (antiga da Coucordia), 2- andar do pre
dio n. 34, ondj deve ser procurado.
Urna senhora de boa moral tem para alugar
em sua casa um quarto, parto que seja alguma
senhora idosa e de boa coiducta. A mesma se
nhora offerece se para tomar sob sua responsabi-
lidade a educacao de algumas meninas que es te-
jara no caso de baverem perdido inai ou pai, pois
tem as precisas qua'i.t .les para bem deaompenhar
esse magisterio : trati- na na d.. Marques dt
Herval, casa n. 182.
T_"T3SINHEIR v N h d rna~Maris e
i Barros n. 7, Be pr n* i- m t.-irn osinheira.
Precisa se le u--ia ama pm i-.-- df ponca
i familia : na ra d Marcillo Das u -"), segundo
andar. ___________
Aluga-se o 2- andar da ra da Penha n. 2g
e a casa terrea da ra Vidal de Negreirjs u. 140 :
a tr>-tar com o Piuhwiro, ra Duque de Caxias
n. 66, loja de miudeza*.
Peiioral de Cambar (3)
Escaler de 4 remos,
dem, idem.
dem, idem.
Oot-riggid 4 remos,
dem, idem.
Azul.
Encarnado.
Azul.
Branco.
Encarnado.
Azul.
Encariado.
Seraphim.
Livio.
Falcao.
Paraguay.
Carneiro-
4
5
Escaler de 6 remos,
dem, idem.
dem, idem.
Escaler de 6 remos,
dem 4 remos.
Azul.
Branco.
Encarnado.
Azul-
Encarnado.
Taveira.
Silva.
SEMADOREB
Brando, Libanio, Ferrer, Borges, Azevedo e Arce
lino.
Leal, Burle, Regadas e Ramos.
Profissionaes.
dem.
dem.
DISTABCIA
RH MKTBOS
1.000
POSIQAO
Mar.
Terra.
Muller, Frita, Nelly e Retumba.
Brando, Leal, Azevedo e Borges.
agente cima autorisado por urna familia que | De3Coberta e preparacao de Alvares de S.
!tira para o sul do Imperio, levar a leilio 1 goaregf de pe|ota8
Approvado pela Exma Juuta Central de Hygie-
ne Publica, autorisado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhas de ouro da Academia Na-
cional de Pars e ExposicSo Brasileira Allema de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de muitos outros di; pessoas curadas de : toeses
simples, bronchites, asthma, rouqutdo, tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de sangue, etc. *-"
Presos as agencias :Frasees 2<500, mtia
dusia 13000 e dusia 24000.
Preeos as sub-agencias :Frasco 2800, meia
dusia 15000 e dusii 28000.
Agentes depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MAMOEL Da SILVA it C,
ra Mrquez de Olinda n. 23.
Boa acquisiodo
Vwnde-se a armacao e bemfeitorias da loja de
fazendas & ra do Livramenlo n. 10, com garan-
ta da cara, por ter o progrietario da estabeleci-
ra da cidade ; a tratar
7"
Out-riggid 4 remos,
dem, dem.
Out-riggid 2 remos.
dem, idem.
Out-riggid 4 resaos,
dem, idem.
dem. idem.
Asul.
Encarnado.
Asul.
Encarnado.
Azul.
Braneo.
| Encarnado.
Livio.
Pinheiro.
Seraphim.
Mar.
1.000 Centro
Terra.
___
1.000
Mar.
Terra.
Taveira.
Lvd
Taveira.
Pinheiro.
W. Cbristiani.
A. Cbristiani.
Profissionaes.
dem.
dem.
Marques, Fritz, Adour, Muller, Schiappee Cuaha.
Leal, Burle, Regadas e Ramos.
Muller, Fritz, Nelly e Retumba.
Thompson, Grey, Cunha e Adour.
1.000
aOMIS DAS MSARCiCOBS
Olga.
Acaso.
Marinko.
Tentativa.
Tigre.
Aymor.
Pery.
Mar.
Centro
Terra.
Xeptuno.
Ocesnia.
Pernambucano.
1.000
Mar.
Terra.
1.0 0
Mar.
Tena
Silva.
Pinheiro.
Livio.
nance e Ferreira.
Scbappe e fiivar.
1.000
Mar.
ferra.
Neptuno.
Acaso.
Raio.
Temeraria.
Albatroz.
Irene.
Leal, Borges, Brando e Grey.
Thompson Muller, Cunha e Adour.
Nelly, Moreira, Scbappe e Fritz.
Mur T-inerario.
1.000 Centro
(Terra.
Auaaz.
Raio.
Ama
Grande leilo
De importantes movis e obyecto* antigos
e notaveis, alguna at de mais de 200
annos
CONSTANDO :
De grandes colleccoes de conchas e muluscos,
mesas, cadeiras, sofs, eommodas e urna infinids-
de de objectos apreciaveis pertencentes ao grande
museu do Illm. Sr. Antonio Mafra.
Quinta feir, 16 do corrente
As i o i| horas
No sobrado n. 13 sito ra de S. Jorga,
em Fra de Portas
O agente Gusmo, autorisado pelo Illm. Sr. An-
touio JIfra, far leilo do seu grande e impo-
tante museu de movis e objectos notave; e de
grande antiguidade, cajo leilo ser effec:jado no
sobrado cima mencionado.
Precisa se de urna ama
lavar : na praoa do Conde
que saiba cosinhar e
d'Eu u. 10, taverna.
Leilo
de
de terrenos com baixas de capfm, otaria, casas
pedra e cal em Api pucos
e ama parte na propriedade em
couimum Apipucos no valor de 1:9184608,
A saber :
Um granoe terreno no Zongue com plantas de
capim prupiia paia o invern, com otaria parte
nova e parte detereorada e urna meia agua de
pedra e cal contigua mesma olaria,
Um outro terreno denominado liba, com planta
de capim propria para o invern, que outr'ora fa-
zia parte do terreno cima;
Anda um ontro dito com planta de capim pro-
pria para o vero, conhecido por baixa do Moc.
Urna casa de tijolo e ca^ n, 21, na estrada de
Apipucos para Caxang, com um outro terreno,
em o qual um grande alicercc para urna ou duas
casas.
Urna parte na propritdsde em commum Apipu-
cos, no valor de 1:9185608.
Quinta felra 16 de Setembro
A's 11 horas
Agente Pinto
Em seu escripterio ra do Bom Jess
n. 43
Ca>a para alugar
Aluga-se a casa n. 6, sita em Saot'Anna de
dentro, com 2 sslas, 4 quartos, eosioba e quartos
fra, quintal mnrado e grande terreno em seguida
ao muro do fundo : quem pretender dirija-se ao
sitio do Sr. Jorge Tasso, ao Maaguinho, estrada
da Ponte de Uoha, qua achara com qaem tratar.
Ama deleite
Prec sa-se de urna ama que tenha bom e abun-
dante leite. ; na ru da Aurora n. 17.______________
Dr. Graclliano de Paula
BaptiNla
Clara Seve Baptista e sens filbos e irmoe agra-
dcelo de coracSo s pessoas que dignaram-se de
acompanhar os restos mortaes de seu caro e asss
pranteado esposo, pai, cunhado e irmao, Dr. Gra
ciliano de Paula Baptista, e couvidam de novo a
todos os parantes e amigos para assistirem as
missas que serio celebradas no convento do Car-
mo, na terca-feira 14 do corrente, s 8 horas, s-
timo dia de sen lalleeiireito.
Juizes de partida Jos Monteiro de Almeida.Jos da Silva Neves.H. Sulzer.
Juizes de centroJoo Leal Res.Jos Ricardo DiasFernandes Jos Joaquim da Cs'a Mi* Jwi-or.
Juizes de chegadaFrancisco Marcelino do Amaral.Antonio da Silva Neves.Jo.-. Cl*ih:iiiih> Hoiuique da Silv.
Fwcaes da raUlyases Botelho de AndradeFrancisco Medeiros.Manoel Silvestre tVrreira liasto..
Commiseo de recepeoW. Wefcster.Hermenegildo Loyo.Commendador Manoel di S Iva M .n .)r. G.ispa- Uo Drammond.Bernardino
Pontual.
Commissao de arehi-bancadaMauoe Ribeiro de Carvalho Jnior.Dr. F lipp i L>p.:s \" u .
do Pilar Filho.Eduardo Lemos.
Cmmisso de poulesP. C. Casansva.Henrique da Cunha Porto.Alfredo .Marques.
os Ua>l. i > d)Livramento.Jos Silveira

Um Joo Holmes.
Jos Joaquim Pereira,
Jos Antonio Moreira.

Leilo
Da livros, entre os quaes difEereutes obras de
direito e li'teratura
Quinta felra io do corrente
A's 11 horas e meia
Agente Pinto
Sua do Bom Jess n. 43
Leilo
Do casco, mastros reaes maia pertoncas e
da barca italiana
tal qual Be acha na ilha da Rata, 6 milbas
distante de Fernando de Noronha
. O agenta Pinto far leilo, par sutorvsacio do
6r. cnsul da Italia, com lieenca do Sr. inspector
a Alfandega e com assistencia do empregado da
Viocbnde do liona Retiro
O Visconde de Tabatiuga, sentido pele falleci-
mento de seu presado amign, o Visconde do Bom
Re'iro, manda resar por sua alma urna missa na
matriz da Boa-ViBta, sabbado 11 do corrente,
pelas 8 1/2 hers da mauh, trigsimo dia de eeu
passameno. Para assistirem a este caridoso acto,
convida aos par ntes e amigos do illustre morto e
aos seus, e a todos aatecipa a sua gratido.
llruno Alvaro Harbosa da Silva
Joaquina Alvaro Barbosa da Silva esens irmos
couvidam a todos os seus prenles e amigos para
assistirem a missa que por alma de seu extremoso
pai, Bruno Alvaro Barbosa da Silva, mandato
celebrar no dia H do correte, na igreja matriz
de S. -<0s, :'is 8 horas da manha, trigsimo dia de
seu pranteado fallecimento, e desde j i se confes-
sam gratos todos aquellr-s que se dignarem com-
parecer a Bste aeto de rligiao t cariaade.
Conaendadur Aiiloale Joc
Rodrlaraesi de Soasa
Manoel,Martins Piusa manda na segunda-fera
13 do corrente, s 8 horas, na ordem terceira do
Carmo, celebrar urna mas por alma de seu sem-
p're lembrado amigo e cuhhado, Antonio Jos Ro-
drigues de Sonsa, e p*ra este acto convida seus
parentes e amigos, antecipando agradeeii
upan
Colonia Agrcola Orpha-
nologiea Isabel
Seientiflco aos tuto-
res ou parentes de me-
nores que obtiverem
despachos favoraveis
da presidencia da pro-
vincia para a dmis sao
dos mesmos neste ins-
tituto, que devero
aguardar previo an-
nuncio desta Directo-
ra, pelo Jornal OfR-
cial, para tal reali-
supo, sujeitando-se a
reconduzirem os mes-
mos, se antes disto o
fizerem.
Secretaria da Colo-
nia Orphanologica Isa-
bel, 6 de Setembro de
1886.
0 director,
Fr. Fidelis.
Cofres de ferro
Vende-se dous, pro va
FAB.*R.I CAO E C I CAJ^R O S
be ;MEURON X5*&r

NIUA DI FABRICA KtSKTRABX m.-----. -
R10 de'JANEIR 0 BAHIA P ERNAKBUCO1
participara aos seus freguezes e ao publico em
ger.'l, que t'-ado resolvido fabricar novamente
cigarros e fonos desliado, cora a marca da fabrica ucima reproduzida e compe-
tentemente registrada acham-ae. habilitados par vender, de hoje em diante, as segumtes
qualidades :
Meuron & C.
Cigarros
**
BARBACENA
POMBA
RIO NOVO .
GOYANOS .
CAPORAL MEURON
FLOR DE VIRGINIA
Compras por atacado 5
Superiores a 6(5000 o milheiro
7c
Elegantes
Especiaes i
Mimosos o
Faforitos i
Deliciosos
de descont
7 #500
9SU00
9#000
60500
86200
Fuios desliados para cachimbo e cigarros em pacotes
DE lOO i;IIA.U .11.1*
CAPORAL MEURON a 500 rs. cada pacote
FLOR DE VIRGINIA a 500 rs. idem idem.
Garante se que todos os seua cigarros, de qualquer das denominares cima,
assim como os fumos desfiados, sao fabricados com fumo escoliado de qualiaaae
superior.
Aoeio e acondicionamento gozam de especial atten^o.
i

Balcao
Precisa-se de um baleo j usado, para fazen-
das, c >mprimer^to 4 metres e largura 66 ceoti-
metros. Inforoiac|o por carta J. A., no escrip
torio deste Diario.
lnstrueeao publica
1
ci desta cidade ac-
co por quantia avis-
tada co atra o proprie-
tario do engenho Con-
ceigo Velho* no termo
de Ipojuca, pelo que
Atx fniVf\ niVn nill' O delegado Iliterario de Vicencia conteste, se
1115 l"fi v>9 "^ U? \J UC podej com documentos senos, a publicacao nser-
-. jta no Diario defaontera^ sob a epigraphe a'cima.
vieram de en 'oranien- R^itc, e de setembro de im.
A voz da morai.
da, por pre?o barato, OolespetveconselhoTillcrario nao ser licita qual-
Rua do Barao da Vic-
toria n. 48.
C midamos a preciosa attencSo para o artigo
estampado no Diario de domirgo ultimo, epigra-
phado :lnstrueeao Publica.
Beeife, 7 de Setemhro'de 1886.
4o comraercio
Francisco Joaquim Gomes da Silva, couvida a
todos os seus credores, a aprewntarem suas con-
tas para aerem conferidas e pagas ; 4 ra do Im-
perador n...., escripturio de Manoel Portella J-
nior.
Reeife, 10 de Setembro de 1886.
Francisco Joaquim Gomes da Silva.
quer trensaeco sobre
o referido engenho, ou
Tavares de Mello, I acerca de urna escrip-
Genro & C.,previnem turadehypothecaque t
ao publico que movem j se diz existir no mes-
pelo juizo do commer-1 m o.
UB I
I
J anmai L


Diario te PerDambua--Sabbadu 11 de Setembro de 1886
Luz brilhante, sem Fumo
fluojuncD
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINAS
A
DAS

Extracto Composto
RRILHA
de Ayer
SALSAPA
Escrofulas e todas as Molestias
provenientes deltas e para
Dar Vigor ao Corpo
Purificarlo Sangue.
Aluga-se
dio n. 140 ra Imperial, proprio para cs-
.elecimento fabril : a tratar na ra do Commer-
n. 34, com J. I. de Medeiros Reg__________
Aluga-se barato
Visconde de Goyanna N. 79
do Calabouco N. 4. luja
rmazem da ra do Coronel Suassuna n. 141
da Baixa Verde n. 5.
sa terrea da travessa de S. Jos n. 23.
TVaU-se na ra do Commereio n. 5, Io andar
.riptorio de Silva GuimarSeg & C.____________
Z Aluga-se
asa n 14 ra Lembraoca do Gomes, em Santo
aro, tem agua : a tratar na raa da Imperatriz
1. andar.
MARTINS BASTOS
Pernatnbuco
NUMERO TELPHONICO : N* 38
Agua flsrida. Extrahida de flores bra-
sileiras pelo sea delicado perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, excede
a tudn que ueste genero tem appareeido de
mais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
prepar3c5es para a conservacSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias cepillares, faz nascer os cabellos,
impede que embraoquecam e tem a grande
vantagem de tornar livres de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal- Composto com vegetal
innocente, preparado para am atiar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excpllenle remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o rro hlito.
Vendase as principaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33
WXm 8A 8KRWA
Aclia-se venda a Ia,parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Gasa de Misericord a do
Recife que se extrahir quinta-feira, 16 do cor-
rate pelo seguate
pl % ru
24,000 bilhetes a 160000
Beneficio, sello e commis-
354:000,5000
69:060,5000
314:940^000
100:(K)OOOO
30:0005000
10:000^000
a centena em que subir
o terceiro premio
2 Approxim a 5 S e s do
2:000,5000 para o pri-
meiro premio
2 Ditas de 1:0004000
para o segundo premio
2 Ditos de 6505000 para
o terceiro premio .
4:00i>000 2,400 premios de 20,5000
14:0005000 para todos os algans-
10:0005000 ruo8 finaes do primeiro
8:0005000 premio ....
i 2,400 Premios de 205000
para todos os algaris-
19:9005000 mos finaes do segundo
premio.....
9:9005000 5,140 Premios .
fTKINSON
Perfumara ingleza
liamtd* tu miif e um scalo; excede todas
u OQtrupelo en peram* delicado e rxquin lo.
Trez MKDA1.HW Dt Our.o
PAtUZ W78, CA1.CUT1 V 1 -t
mU -'ura-fin > X'^I-ik-iidesoi .lualidede.
SPfilIfi FLOWESS
JOCKEY CLDB I JASHIH
HEU0TR0FI0 MA6.0L
AgU' nfaciad d*
LAVKNDA INGLEZA DE iTKINSON
ouiros niuit' s m- -
quahdadi- e odor Jale
PASTA 0IIEHTAL MM IttTtS II ATIIMOH
sem rival para a'v.-jar a am os denles
e preiiirvar as MOtf
bent-ftwuu!iftlt :jfcmula
J. E ATK! ;ON
24, Od Bond Strs Londres.
Mar(*deFibric t/raa I i.'*.! branca" J
sobre uita I- 7T Q 1 Or.ro."
Oleo de mocot
8uperiore sem falsificarlo vende Luiz Jos da
Silva Guimara*^, 4 ra do Cominercio 11. 5.
Aluga-se
.asas da ra do Visconde de Goyanna ns. 159
57, cun agua e gaz : a tratar no largo do Cor-
anto n. 19", esc iptoim
Aluga-se
la de detraz do 1 andar ra Primeiro de
ireo n. 18, muito propria para escriptono de
alquer natureza : a tratar na loja de mesmo
edio. _____
Aluga-se
egundo andar do sobrado ra do Vigario n.
*om bons commodos para familia, com agua,
mdo e pintado : a tratar no armazem do cues
Apello n. 47._____________________________
Aluga-se
isa terrea da ra Vieconde de A'bnquerque n.
, caiada e pintada de novo ; a tratar no largo
Jorpo Santn. 4, 1" andar._______________
AMAS
citase de urna ama para cosinhnr, e outra,
para cuidar de urna crianca ; na ra
Fn.'20, Casa Forte.
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cer ecTescerocab#llo anda
aos mais calvos, cura a
tinta e a caspa e removo
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Posi ti vil-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranque-
, cer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfnme no mun-
do que tem a approvacao oficial de
um Governo. Tem duas vezes
raais fragrancia que qualquer outra
eduraodobrodotempo. E' muito
mais rica, suavo e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
canto no bnnlio e no quarto do
doente.e) E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. jura as
dores de cabeca, os cansaros e os
desmaios.
Xarope Je Viia le Mer lo. 2.
1 Premio de.
1 Dito de ...
1 Dito de ... .
1 Dito de ... .
7 Ditos de 2:0005000 .
10 Ditos de 1:0005000 .
16 Ditos de 5005UOO .
99 Ditos de 2005000 para
a centena em que sabir
o primeiro premio
99 Ditos de 1005000 para
a centena em que sa-
bir o segundo premio
99 Ditos do 605000 para i
Caso a terminadlo do segundo premio seja igual a do primeiro passar ao nu-
mero immediatamente superior
Esta lotera divide sa em 20 partes e os bilbees em vigessimos de 800 ris
cada um,
Os premios maiores de 2005000 eca cada parto estilo sujeitos ao imposto pro-
vincial de 15i0 e 5t0 addicional sobre o referido imposto.
EXTRACCO PELA MACHINA FICHET
Thenouraria das loteras, 7 de Setembro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesoureiro.
5:9405000
i .4:0005000
2:00050 0
1:3005000
48:0005000
48:0005000
314:940.000
Aos 100:000$000
16-Lua do Cabug-16
O abaixo assiguado tem exposto ven-
da os seus venturosas bilhetes garMitidos
dai lotera do novo plano.
Presos
i Vigsimo 15000
Sendo qnaatldade superior
a it'iMUM
A dezena 95000
Joaquim Pires FARINH \ LCTEA
A praca do Onde d'Eu n. 7, segundo anda-
'-ie de urna cosinheira para casa de fi
Ama
,t3cisa-se de urna ama para pequea familia
1
.atar na ra de Pedro Alfonso n. 11.
Serrara a vapor
Caes do Capibaribe n. *s
K'esta aerraria encontrarao os s'nbores fregu-
;, um grande sortimento de pirhj de resina de
ico a dez metros de compnmenco e de 0,08 i*
4 de esquadros Garante-ee preco maja como-
i do que em outra qualquer parte.
Francisco dor Santos Macedo.__
Criado
^focisa-se de um criado de 14 a 19 annes ; a
atar na ra do Commereio n. 44, ou Payeand
19 (Passagem da Magdalena). ______________
Boa acquisico
em qnizer ganliar dlnheiro
rdas principa-s .uhb destx cidade, neg
aa padaria com todas hs pertencas e em
pito estado de conserva^ao : a tratar na praca
Conde d'Eu n. 1S.
AUTES DK D8AIr-0. DKPOIS DB USAL-O.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AffecoSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
encasdoBangue^igado, e Rins. Garntese
que purifica, enriquece e vitolisa o Sangua
e restaura e renova o systema inteiro. .._ ,
Sabao Curativo de Renter
Caxang
Para o Banho, Toilette, Crian,
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especia
em todos os periodos.
Deposito em Pernambu'jo casa d
Francisco Manoel da Silva & C.
nspotitos aas pnuciLes Perlumanss. Wtai'uiacios a ,ibe!ieeiros aa ameno.
f VSNHO MARIANI
DE COCA DO PER
O vrnu) MAXiav que foi experimentado nos hospitaes de Pariz,
* presoripto diariaaionle com xito para combator a Anemia, Calorosa,
Slt-estoas ms, Molestias das -ros respiratorias e Enfraqueol-
mento do orgo vocal.
O Mdico* recormneiuiam-no Aa Petsoas /rocas e delicadas, exkautta pea molestia.
aos Velhos e Crianc'ts.
E' o Reparador das Perturbares digestivas
p FORTIFICANTE por EXCELLENCIA
O VINHO MARIANI SB KMCONTRA EM CASA DI
Sur. MUsJtZAJTS, Pb~ Varis, 41,knerard Kmnaun; Vew-York,II, last, IIa, Street
Em Pernatnbuco rranclsoo M. da silva *. c.
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutioa
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Convalescsncia,
Fraqueza duie criancas, Depauperamento e Alteracao do tangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
Nm Constipaco nem Diarrhea, Assimilacao eompleta.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
n-2i Urna explicado detalhada acomoanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que se
encontr em caa dos Droguistas e Pharmaceuticos.____ _____.
Alugam-se quaitos mobi'hados a 15 mensses,
antigo hotel de Casanga, assim como tmbem
otBodos com cosinha e d< p< udencias para fami-
: '% tratar na ra Primeiro de Mar(o n. 25 loja
ioiss.
MIO DE MA
1X9, 4X9 e 3X'2 ; ven Me-se na serrara a va-
v de Ciimaco da Silva, caes Vinte Dous de Jo-
bro p. 6._________________________________
Assuear especia'
quim Salguciral & C, [>ro,netariog da mais
(montada retivagao >i< sta cidade, scientifieam
i j, que tfm seuipr<- um completo sortimento de
I mito r> 90 cimo refinados, de 1*,
al riifiiB 10 com ovos, o me
or qu. se ene nti no mere ido, e podem de
ompto satisfazcr qunlqner p to, pois pTH ios tem S'ii pre um grande depo-
Garai.ti'in aba exu-uvao c limpeza de seue
'kduc.tos T. I phon' 11. 445 -
Ba Ifireita a
Cal lirgem de J;i!>uaribe
At-ri" se. ra do Bom Jess o. 23,
um arin zem onde se vende constantemen-
te a suprior cal virgom de Jnguaribe,
acorn lunada tm barricas pro>r;;iS para 0
fabril o no assuear.
Estu 1 1, em nada inferior que nos
vem d'> 1 strange.iro, vend ia p fixo (i.- (;,5000 a b;.rrica p> r oontraeto que
fes o Sr Vicente Nascimenio com o Sr.
Jos C s'a Pereira propri-ti rio do engenho
Jaguanbe, :ujas pedr t,' mar regado da venca unidamente
neeta < i iade o Sr Seb>-stio Bezerra,
com es< riptorio ra dj Boin Jess n.
23.
SEM CHEIBO NEM GOSTO SOS LEOS ORDIIUBIOS
DE TERRA-NOVA
de FXGADCS Freacos
BAGAtHA
:., .cia..aj Cw" :.in' a Molestias de relto. a Tsica.
Bronquitis. PriaBes do Vt^tre, Tcssaa cbroalcaa. Ativcc,6~^ excretla
sello-Az: ado Sranccx-
fJDVBU tMSClA. Exiga-se no rotulo o sallo-Aza
TSCOGGr. Pharmaceutico, 2, roa Castifllione, PARJ.V,

SAUDE PARA TODOS.
lciH'iii
apra se urna caaa terrea em bem estado, as
.mesias di Bj Vista .11 unto Antonio, e que
. a 1 : ; a tratar no pateo
Santa Cruz 11 i, v i na.
Caixriro
se de um
caiieiro de 12 atinoa, com
na ra das Trincotiras nu-
r*cisa-?e de um official
{aivraueiito n. 17.
Barbeira
de barbeiro : na ra
c
-se de am cosinbeiro
68.
na ru Duque de
P)|HIUla u C.
N. 1E-B10 GatoasN18
T
cjm
LnviiB de pellicii. p> i- ti cn. vamurca, seda fio
d'E-i-f*8iH e casemira.
A^iia florida e Tricofero de B< ny.
.S; bonete diversos e curativo de li uter.
C nil>fias lisas, bordadas rab-iUs.
(aiinM>t e ceroolas d- flanHl e uieia de 12.
C'auira* aem collarii.h. a e aem i uuho /e c/p
e/c < e/p.
'ollaiishi. punios, meias, piastrosa, mantas,
gravata.- de laeo.
Leni.1 -, eapartilbos, i^ntiadon em canabraia,
vestid. 9 uf cambtaia bordad p, h li;a tapetes, fi-
zas d m- ia e de la, casacas elastiio,. casacas de
catetnirn greoaiiine de seda <- tod de seda.
Alpacas de seda a 6t>0 rs o cuvado.
UNGENTO H0LL0WAY
O Ungento de Kolloway 6 um remedio infallivel pai o males de pernas e do peito tambem pura
as feridas antigs ohagas e ulceras^. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito n& se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os merabros
contxahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
Essas medicinas sao preparadas sraente no Estabelecimento do Professor Holloway,
78, KEW 0XF0KD STBEET (antes 683, Cxfor Streat), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmaci s do universo.
lT Os compradores slo convidados respetosamente a examinar os rotlos de cada caixa e Pote, se nao teem a
direcsao, 533. Oxfoid St^et, s*D faUi6casoes.
*,
H*/ GRAINS
*JII de Sanie I*
m
LU
iIii
mx
de Sanie'
du docteur
Approvados pela Junta Central de Hygiene da Corte.
Aperientes, estomachicos, purgativos, depurativos, contra a
Falta de appetite, Prisio de ventre, Eniaqueca, Vertigens,
Ooagestoes, etc. Dose ordinaria : 1, a 3 graos.
Exigir rJli'iM'li^Bbiti-aH com rotulem cores, e;a
as IW:1MUIi>:KsT:T4'l*J isigsiiuri A. Soutlre em tuila eaurudt.
Em PARIZ. Pharmacia ItXOT.
DEPSITOS EM TODAS AS l'HINCIPAES PHARMACIAS
*M**t*mo^t*t&*^******^^^^^
Casa PIHET, fundada em 1852, PARS
EXPLOTAaOGHiL. GATCHC
POR HOYOS PR0CESS0S APCRFEigOAOOS
ESPECIALIDDEd'HISTRUIWENTSdemE6lCINAeClnRGIfteinGOl*AElBticaoiiBORIACH
rinoes Seringas, Boraehas-Peras para InjeccSes e aysteres, *t*ctor*fr
Pulrerisadores, Pessarios, Fondas, Ventosas, Tubos, BicosdeHamaaeHs
Jmo'adas, Bollas para n)eccoe. para qualquer uzo, sto., eto.
_ XASDA-SB O 0ATALO80 FaASOO
1.1ARCASSIH i C, Geodre t Snccessenr, 34, ral Turbigo, 34, PARS
Estabelecimento fabril a vapor: AX LILAS, peito de Pars._______
K. B. frMndi ngs, tmpn crtcente dos nossot productos modo dado logsr
a falilllcacBea, convet ttigV Marca E. Bt. MARCA REGIS1RADA
15 OS DB SCCSSSD
21 rec. inpenstts, daa quaes 8 diplomas de bonra
e 8 meda'ibas de ouro.
Certificados numerosos das |illslln> autorida-
des medicas.
lmenlo cumplido parn criancl-
liaaN de peito
Supre a insuficiencia do Icite materno, facilita
desamamentacao e a digest;"o fcil.
Emprega-se tambem VHntajosamei'te para adul-
tos como alimento para estmagos debilitad s.
NICO DEPOSITO ESPECIAL DA FABRICA
PARA TODO O IMPERIO
31 C-RUA DE S.PEDRO-31C
Rio de Janeiro
Gasa filial ra do Ca-
bug n. 12
Reccberam novamente um esplendido
sortimento de chapeos de sol de todas as
anualidades, para senhora, lisos e bordados,
grande variedade em cores ; e para hornera
grande variedade em cabos inteiramente
no /os, chapeos para enancas, chegar no-
vo sortimento.
N. E. Fabricam-se e concertam-se cha-
peos de todas as qualidades, cora perfei-
93o e rapidez a maier possivel; pois co-
bre-se um chapeo em menos de urna hora.
Amostras levam so em qualquer parte.
Vende -se em gross*- e a retalho
MVLSO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fiffado de a(ialho
COM
typophosphilos de cal e soda
Approvada pela Junta de Hy-
giene e aulorUada pelo
governo
E' o melhor remrdio at buje deocoheto para a
tlMlca bronciil(ea eMcropfeulaai. ra-
cbiliH. anemia. < etollidadc emeral,
deflaxow. toisise hrnlca e aTecce
da peito e da garganta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter chairo e sabor agra-
daveis, possue todas s virtudes mediciones e nu-
tritivas do oleo, alm das propried:ides tnicas
reconstituintes dos hypopbospbitos. A' venda as
drogaras e boticas.
Deposito em PernHmbuc _________
Sement de carrapato
Compra-re Fabrica Appollo.________________
Pinio resina
de 3X7 al 3X12.
Pinho branco (da Suecia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VENDEM
Fonse<-a Irmos A
Criada
Precisa-se de urna criada para cosinhar : na
ra do Barao da Victoria n. 9.__________________
Folhinhas
De Laemmert
Para 188?
CHEGAR AM as afamadas folhinhas de Laem-
mert : 1 Recreativa, 2 Trovador, 3 Divertimento
de salao, 4 Histrica, 5 Mor-dinta, 6 Jogador, 7
as Cmica, 8 Romancista, 9 Cupiao, l Jardineiro,
fh, S Of A 11 Macoca, 12 Charadista, 13 Sonbo*, 14 Dra-
matica, 15 Contos moraes, 16 divertida, 17 Thea-
I trsl, e mais oito outros, < vendem-se na casa de
G. LAPORTE at C.
46Ra do Imperador46
(Grandes abatimentos as vendas em grosso)__
-A-limen-ta^Sio racional
das MAES, CRIANCAS, AMAS & CONYALESCENTE6
Por uso d a PHl'SI'liATI'.A i ti Itere.
CARIZ, C. Aveauc Victoria, G, PARIZ.
OeposiUriis en Peri.*mb EXPOSIpO DE PABIS 187
KOUA DK 0OBOVSSO
Cura
de
pelo P do
X>- Glry
'dt-se em todo* os Pharmacia*.
g^F^ardim das plantas (.''
MONDEGO N. 80 AO
Pretendendose acab*r com as plantas que estao
em vasos n'eete jardim, vendem-se os sapotiseiros,
muito grandes, e dando frucro a 2000, I&iffr
geiras, muito grandes, para enxertar, a 6000 s
duzia, e sapotineiros mais pequeocs per barato
preoo.
lo tu o ni nota
Joaquim Perreira du Silva, Jur Gomes de Pi-
nho, Francisco Jos Vieira, irniSo e e^ei^s de Ma-
noel Joaquim Perreira d Silva, fallecid'i em Por-
tugal, mandam resar urna inissa pelo sen eterno
deeauco, na igreja da Santa Cruz no dia II da
corrente, abbado s 7 heras da manb : para 3so
couvidam a todos < s seus amigos a Kssistirer a
este acto de religiao, e desde j se c ntcssam snui-
mamente agradecidos._________________
Commendailor Antonio Joe
Rodrigue* de Seaia
Mara Joanua Piuzu de Souza, Mara do Carmo
Rodrigues <:i Silva, Antonio Jote RjJiigues de
Souza Jnior. Hemiqne I: -dnuues de Souza e
Joaquim Pire? da Ni'va, afrrrl,-"'ein eordi'-.'mente
ft eemiterio publico os rerto mo-t es do sea caro e
upmain inp mi. j i 11 ai rv\ commeadador Anto
nio Jos Ri < e eonvidam nova-
meutu .'i UiioaoamU ^artr*es e amigos par as-
8i^tirem as misa.o que inandain e. ebrar segunda-
feira '3 do torrente, s 8 bur s da manba, na
ordem b ici ira de N. S. de 6ntmi>. M-tm o dia de
seufali.'iimerrlii, pelo que te i jrade
cidos.
frilhos para engenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
achinlsnic completo para en-
genho de todos os ianianhos
Systema aperfec;oado
Especificares e prec.08 no escriptorio dot
su/cutes
Browns *k C
M. & Raa do Commereio
N. B 41m do cima o C ten, cathalogoe de
mu -.mplementosiieeecr::r: < i-ngrieoltan, e me
ainbem machinas para desear, ca- slgodao, moi-
dMm para cal, tripe, iri7 R rnifbe; cerca ele fer-
ro galvanisado excellente e m dico em prego, pes-
soa nenhuma pode trpala, nem animal que-
bral-a. _____________
Vctor firand u
avisa aos seos freguezeu e amigos que resolveu
fazer grande redneco de pr-eos ns seus relo-
gioa de ourn e ile p.-ala, eadei ^.-ou'roB
diversos artie. s de n-loj .aria e luutaria eiisten-
tes no seu estabelecimento, ra do Mrquez dt
Olinda n. 6, Recite. ___________
am
Fiuvio Auunoto de Barros
Franci-co J'ai ie liarn.s, Francisco Joo de
Barros Juni>r, Mafl el Vicente de Barros (ausen-
te), Dr. Antonio Joaquim de Barros ti i c
Alfredo Flaviano de Bar os, lendo recebide a
d*perada e infausta noticia d > falleciinento na
Babia (em viagein do Rio de Janeiio para o Re-
cif.) do seu presado fibo e irmao Plario Augusta
de Barros, omiidam ceb brar uu.a siissa per alma
dete finado no sabbado 11 do correte, stimo dia
do seu passatnen o, as 8 horas ca manha, na igre-
ja do Corpo Sanio ; e para eete acto de caridode,
convidara ti us prenles e amig", antecipando-
lbes d> 9de j o S'-u eterao r> c i.heeiinento.
Mara alma Bandelra de Mello
No dia 12. s 8 h ras do dia, rarse-ia ama
mise na matriz da B ia- Vista pelo repouso eterno
de Mara Luiza Band.ira le Mello, fiha do con-
selheiro Dr. Joo C-..pisfrano Bauder de Mello.
Convida-se aos prenles e amigos di finada eeus
pas, para assistin m a esse acto de earidade.
. s 100:1
^ra eia ns. 37 e 39
Acham-se venda es ielizes bilhetes
garantidos do dovo pl.no da i parte da 1*
lotera a benefic-i. da Santa Cf.sa de Mi-
sericordia do Re ife, que ef extrahir a
16 do coiT Pree'
De cada vigessimo lplKK)
Em porc^ao de 100$ para ti na 900
ui'i Anv ''" Porto
Aviso
Tendo o abaiio assiguado em 20 de Fevereiro
de 1885, aceitado urna lettra de 1:OGU*000 a seu
finado amigo Alfredo B.icco, morad na Ceionia
Orphanoloica Isabel, com o praso e assignatura
dosaceadortm branco, Moni a "rreca-
da^ao do seu espolio na foi ella nccritrada : e
como quir que possa ella t r sido tran-hrida 4
terceira pessoa, com oa sem tndosao c;,, mesmo
Bricco ; o abaixo assignado, afim de evitar du-
vidas futuras. en. garanta de ses direitos con-
vida a qu. m s achar na potse da dita letra a vir
apresenial-a e receber sua imporranuia no prefixo
termo de 60 das, sob pena de pioceaer ^e de
conformidade com o que, em taes caaos, se acba
estaoelecido no cdigo Commercial.
Cidade de Palmares, 1 de Setembro de 1886.
Joaquim L. M. da Franja.
ss
.
H
MUTILADO


Mario de PmambwcoSabbado 11 de Setembro de 1886

/

i
182. Sordewix. tttdtlfi3 de Brvn;
Blois; Kezaifia de Prat>; Roch-
tort : V:')(-.. i.~ r
Alinde moi- 'o ;883.Amst*ii!aai :
Vedtlfa <. Pr i 8*5,
ZJtpofiodc*:ra?
liSBillh
Alimentaco Rica
eo iriseipisusoaas e hsspUU'lM.
A FAUZarBA. MMU' o melhor auxiliar
da ana de le te na alinien tcito das crianciniias.
Experimentada rom o moliior xito as Oreches,
HospiUes e Asylos,e soberana, para as enancas.
i> as que sonrem ce
Gastritis, Oastralelas, Molestias de Intes-
tinos, Priso de Ventre rebeldes, e todas
as Aflece&es que nao permiltem ao estomago
supportar a allmen;ai ao nucussatla para a pro-
duccao da forca e da Sfele.
EliOlS i MABCA KEMSTBADA : i VIEGM
Pliarinacia.1tKJ'IX,em BonUmuoeiFrtnf)
tai Ptrnamcueo: Pran" K. la Silva mULYSSE BOY, caPoit
miiePROUST, SiWcr- & G/vv
Pirrme antlooam Ttnnce ow sobro ^.efc
de 41 too.................os 15Q tastos l iswwb
Knocio aEEScnciMCopn- lCdfnwcc:. 5C0 3
Perft' m op pira todos os Lie rete di 100 frasco* 300 ft
. B&a*2iOsa:I--.-EibaniondeT:i'ia, es OOfc
Depositarios em vi-immhncoc
////////////
N NOVO
&T1EMMETR0 MEDICO
de Lon BLOGH
(rIBVn.BOIADOl
System extro-ttensivel
Que nao experimenta variao?.o algasia
devida a contraccao d vidro.
Adopttdo pela Academia de Medicina di Ptrit
i 22 de septembro de 18SS.
Ttsss n mus Instrimtitoi trata
minia AssignaUri:
Achs*e as principnes Casas de Instrumentos
de Cirnrgia.
Instrumentos
Yenda em Grosso: 18. ra Albonj, em PARIZ
-----------------------------------
Deposito esC Penad:
FRAN~ M. da- SILVA & O
c as principees Pharmacias.
ir o us nnncipees rnarmacias. -
Taverna
Vende- se uma taverna
Carnario n. 17.
a tratar na roa do
Mal
vasia
Vtnno proprin para senhoras
Em barris e a retalho : P as Mendes & C,
roa estreita^do Koaaiio n. 9.___________________
Predios
Ha uro sortimento variado de
Azulejos fraacezes
de padroes novo e multo solutos a
80JtOOO o milheiro
Na loja de Louca de
J. DE A. VEIGA & O.
Ruv larga do Rosario_____
AOS
100:0008000
2111::
:m iaeauidd:
25-raa Priineiro de Marfo-2*
O abaixo assignado tora exposto ven-
da os seus afortunados bilhetes garanti-
dos da 1.a parte da 1.a loteria da Santa
Casa de Misericcr'ii* do Recife, pelo novo
plano, que se exinhir quinta feira 16 do
crrente.
1 vigsimo 1000
por cao de io par I
l viges3ruo 5900
Munod Mar'init Finza.
__ Vende-ae diversas taboas de pino a louro e
um compartimento para escriptono com duas por-
tinhas, encanamento *raz con candieiro simples :
a trufar na roe. >a* Flores, casa de gaiolas.
Vende-se
um moinho grande com poyes uso, pura moer ca-
f : na ua larga do Rossrio n. 12.
Uhncao
ti
Vende-se uma propriedade com 250 bracas d
trra enuia iegoa de fundo, tendo grande casa
de vivenda, casa de rancho e nasa para negocio
aa riacho rresco a traspira da casa, qM'1 produr
toda plantac) em ternpo de vero, inuito bom
para negocio, criaeao e agricultura, seudo dita
propriedade no lugar de Pedia Tapada, distinte
quatro legoas daeatacilo do Limoeiro, e abi acha-
ra com que.m tratar.
Plvora, tfiolosTleBas
Vende Candido Thiago da Costa Mello em seu
deposito ra Imperial n. 322, olariaT.lephone
n. sen.
Olee para machina*
Vendc.se no depsitos da fabrica Apolla, a
10*000, latas de 24 garrafas.__________________
Maduro
Virio puro da uva
O que pode hxver de melhor para m--sa, em
barris e a r. talho : P05-S Mend** A C, ra
reita do Rosario n. 9. ____ '
VAPOR
e mouda
Vende-se um bom vapor e molida com pouco
uso : a ver 1 a < "'>)> oiIh'. n.-.-ii. unuto perto
da estacSo a o i^eimo nome ; a tratar na ra de
aperador n. 48, 1 andar. _________
t\ entes de llores
das mais bonitas qualidades que se encontrara no
estrangeiro, reeeberam Martina Capitao & C, e
vendetn por precos cowm jdue. em seu armazem a
ra estresta do Rosario n. 1.____________________
Almaiiack da provincia
188
l'ni volume com 490 paginas
2^000
A'venda na casa editora. Livraria Parisiense
o. 7 A, ma Primelro de Marco n. 7 A, Industrial
Econmica de G. Liport & C. e Csrdoso Ayres.
Becebemos ueste ulkno
\aor
Sementes novas k hortaliees
m.rSIU COmO
OBRAS DE VINE
Como sejam:
Cestas para compras de diversos tamanhos
Bandejas para roupa engoramada
Balaios p> ra roupa suja
Balaios para facas e garios
Be rece
Condecas
Cosbireiros
iJdeiras
Voadores para meninos aprendeuem a an-
dar.
O especial vinho Figjeira puro sem a
menor compo895o.
Vinho do Porto engarrafado, o qua pode
vir ao mercado de mais especial.
Tamancos do Porto para senhora.
POfAS MENDES & C.
Ra Esireita do Rosario n. 9
Pouco capital
Vtnde-se o esftibelecimento de molbad ,s ra
de S. Joao n. 5, de poueo capital, bem local, al-
guel de casa barato, neg ci proprio para prin-
cipiante, d-se livre e deseeWracado, conforme
o ajuste : a tratar ncTmeemo.___________________
A lievoluco
fazendas brancas
SO* AO NUMESO
4 O roa da Imperatriz = 4o
Loja dos bardteiro*
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
der um bonito sortimeoto de todas estns fazendas
abaixo mencionadas, cem competenea de precos,
A SABER:
AlgodoPeess de Igodaozinho com 20 i
jardas, pelo" burato preeo de 3*800,
4, 4*5(H0, 4 J <, 6g, 5*600 e 6$50v
MadapoloPeca* de madapolSo cjm 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at 12*000
Cnmisas de meia com listras, pelo barato
preco de 800
Ditas branc is e craat, de 1* at 1*800
Creguella francesa, fazenda muito enoor-
pada, propria para lenooes, toalhas e
ceroulas, vara 400 rs. e 500
Cereulas da mrsma, moito bem fetas,
a 1*200 e 1*60
Colletiuhos c'a mesma 800
Bramante francez de algodio, onuto ea-
corpada, com 10 palmos de largura,
mitro 1*2
Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 2!.
Atoaihado adamascado para toalhas de
icesa, com 9 palmos de largura, metro 15800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at 40U
Baptista, o que ha de mais delicado ur>
mercado, rs. 200
Todas estas faseudas baratisaucas, na co^heoida
loja de Alheiro & C, esquina do becco
dos Ferreiroe
Algodo entestado pa-
ra len^ocs
A OOo ra. e 1*000 o metro
Vende-se na loja dos barateiros da oa- Vista
:odo para lencocs de um s panno, com 9 pal-
s de iar(.-uraa 900 rs., e dit" com 10 palmos a
IK) o metro, assim com* dito trancado para
01a Ibas de rntsa, com 9 palmos ue largura a 1*200
1 ctro. lsto na leja de Alheiro & C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*600, 1800 e 2* o covado
A heiro i C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pelo preoo aciir.i
dito. E' pechiucha : na loja da esquina do bec-
co di s Ferreiros.
Esparilfaos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vcude-se
muito bons espartilhos para senhora, pelo preco
de 5*000, assim como uin sortimeatu de roupae
de casimiras, brius, ele., isto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz a. 40, ven
dem um elegante sortimeuto de casemiraa ingle-
zas, de duas Urguras, com en padres mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preec
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fazer costumes de casemira a
30, sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
fraude pechincha : na loja dos barateiros da Boa
ista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem uma grande
por?ao de brim nardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 32(
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOO ra. a peca
A ra da Imperatriz n. 40; vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
das, po*5J, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Fwnreiros.
GRANDE
_ _. i __ i__ J Liqons qom palmas de la a 800 rs. o dito.
ExpOvSiflo central ra larga ao j^^m Mipi a w* 700
Rosario n. 5 8
Vende-se ou arrenda-se aonualmente urna boa
casa com bastantes coinmodus para fi-milia, tendo
agua e gaz encanados, com um b<>u quintal todo
murado, com algumas arvores fructferas e coro
sahida para o rw, por precr) moito razoavel:
quem precisar dinjf.-se ra Duque dw Caxias n.
117, que achara com quem tratar.
Para irgenlws
Cal nova Je Lisboa.
Potassa da Russia.
Oleo de mocito.
Azeite de earrapato.
Gram em bexigas.
Vend"m Ahrautes & C, i ru.. do Bom Jess
numer> 48.
WH1SK
SOY AL BLESD marea ViAUO
Este exeellente Whisky Esceatci e preterivi
ao cognac ou egnardenae bp mirra, para fortifiei
o corpo.
Vendi'-se a retalho ii'> t, iwres nrroazen*
saolhados.
Pede ROY AL BLEND inarc. VIAOcujou
me e emblema sao registrados para tbdo > lirazt
HROWNS : C, urinas
Tecidos de IiIhi
A .oo rs. o covado
Na loja da ra da In p r.tnz n. 32, vende se
am bonito sortiuiCDtn de fazindf.s .le linhj para
vestidos, teado largura de chita frmeesa, com
muito bonitas cores e palminhas bordadas, pi-
chincha a 500 reis o covado, na loja oe P^reirada
Silva.
M.
\ovas ISinlias
A S9*0 e 400 res o covado
Acabam de chegar para a loja da rna da Im-
peratriz n 32, um grande e konito sortimeuto de
lasinbas de cores paya vestidos, sendo fazenda de
muita phantasia, com cores claras e escuras, e li-
quidam se a 320 e 400 reis o covado, por haver
grande poreao na loja de Pereira da Silva.
Eugent
lo
Vende-te, compra se e recebe-se por venda
tattam, Tsperg e rodetes usados, em perfeno
estado : na rus larga do Rosario n. 11.
A" ra Duque de Caxias, resolveu a vender
os seguiutes artigos com L'5 /0 de me-
nos do qne em outra qnnlqner parte.
Setins damass a 360 rs. o covado.
Gorgormas de listrinhas a 360 rs. o covado.
Las com listrinhas a 640 rs. o cuvauo.
Fustoes de cores a 320 rs. o cevado.
Merinos de. core a 900 rs., 1*000 e 1*200 o co-
vado
Merinos pretos a 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 a
2*000 o covado.
Velludiihos sos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
COViu
Paiha de 3eda a 800 rs. o covado.
Caehmir bordada de seda a 1*500 o co-
vadx
Las escosspzas, a 500 rs o covado.
Cambraia com salprcos a 60 Chita* i s.-urts e claras a 240 rs. o covado.
Liuhoa esco8se7es a 240 r3. o covado.
Las cem bolinbas a 640 e 500 rs. o cavado.
Gaze com bolinhas de velludo a 800 rs. o no-
vado.
Linn com salpicos a 500 rs. o covado.
Giosdenaples pretos a 1*800, 2*000 e 2*500 o
covado.
Z< pbiros listrados a 200 rs. o covado.
Cretones 6nos a 320, 360, 400 440 rs. o co-
vado.
Setmetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
KustSo b-anc a 328, 360, 400, U0, 500, 560,
600 e 800 re o covadu.
Sometas lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
Flanella de cor a 40 rs o covadi.
Flanella branca a 400 e 1*000 o covado.
Chapeos de sol de cores para senhoras a 7*500
um.
Chales de casemira finos > 9*000 am.
Fechs de 14 a 2*000, 3*000, 4*000, 5*000
e 6*000 um.
Tapetei para janea. piano, sof e cama a 4*,
6*1*0, 7*000, 8#O00 e 24*0ti0 um.
Eeguio amarello e pard n 500 rs. o covado.
Casacos de laia al< 0) um.
Len^oes brtneos a 2W00 a duzia.
trim prateado a 60G rs. o evado.
Timla para meuiuos de 4 a 5 anuos a 5*000
um.
Lencos a l*80O is ura
'-jlchas brancas a 1*800 uma.
Setina maco de cores 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o covado.
Setiuet*>8 brancas a 500 e 560 rs. o covado.
Cortinaoos bordados a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Cpella* e veos a lOOOO e 14*000 uma.
Colchas bordadas a 5*000, 6*000, 7*000 8*000
ama.
Espartilhos de curapa a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um
Cortes de la para, vestidos a 20*0' 0 um.
Algodio com duas larguras a 800 rs. o ras-
tre.
Corte de casemira para es lea a 3*000 um.
JgBraatantc de linh) a 1*100 o rostro.
Dito de algodio a 1(200 o metro.
Toalhas telpudas a 4*000 e 6*000 a duzia.
Damiao Lima 4 C, ehamam a attancSo, das
Exmas. familias para os procos teguiates :
Carreteis de 200 jardas, 80 ra.
Pejas de bordados de 200 a G00 rs.
Ditas de um palmo a 2*500 e 3*000.
Fita n. 80 para faxa a 2*500.
Leques regatas e D. Joanuita a 1*000.
Frascos e extractos de Lubin, grandes,.a 2*000.
Leques D. Lucinda Colho a 6*000.
Toalhas felpudas a 500 600, e 1*<)00.
Duzia de meia s para h.m.m a 3J00O.
Ditas para senhoras a 3*000.
Luvas de seda a 2*000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colarinhos de linho a 500 rs.
Ditos de algo::ao a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordo para vestido a 20 rs.
Bviaiv. is grandes a 320 rs.
rampos invisiveis a 60 rs.
Una leque de setim (novidade) a 6J500.
Ricas bolcinhas de madreperola de 1*500 6*.
La para bordar 2*800.
Uma capella e veo de 15*000, por 12*000.
Um espelho de moliura por 5*500.
Uma pulseir de fita per 1*200.
Plist a 400 e 600 rs.
Uma boneca grande de cera por 2*500 e 3*000.
NA EXPOSICAO CENTRAL
58Raa Larga do Rosario-38
Florida
Loja de uiiudczas
Ra do Duque de Caxias n. IOS
Os propietarios deste grande estabelecunento
de miudezas, modas epara accimmodar os interes-
ses da poca, tem reaolvido venderem por meuos
vinte por eento que em outra qualquer parte.
Ptntes eleetricoe .6' 0 rs.
Luvas de pellica a 2*500 o par.
Liuha de carrilel branca e de cores 80 rs.
Grampos a 20 rs. o masso.
Invisiveis a 320 rs.
Vestuario de fustb bordado para crianca a
3*000.
Peates de regseo para crianca a 100 rs. um.
Baleias a 36i) rs. a duzia
Haspas para anquinbas a 120 rs. o metro.
Bicos com tresdedos de largura al*500 e 1*800
a peca.
Linba de cores para crochet a 250 ra. o no-
vello.
Papel amizade a 40 rs. o caderno.
Pita cnineza a 320 rs. o masso.
Lencos de linho a 1*500 a duzia.
Lindos bicos de cores com 10 Jardas a 4* e 5*
a peca.
Uma caixa com tres sabonetes desenliando urna
rosa por 500 rs.
Meias de la de coree osra senhora a 1*500 o
Camisas nacionaes
A ZstSOO. SAOOO e S*500
32^= Loja k ra da Imperatriz = 32
vende-se ueste novo estabelecunento um gran-
de sortin>nto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pjnhos de linho como de algodo, peloe
baratos preoos de 2*500, 3* e 4*, sendo rasenda
muito melhor do que as que veem do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortadas por
um bom artista, especialmente camiseiro, tamben-,
se manda fazer por encommendas, a vontade des
freguesas : na nova loja da ra da imperatriz n
3.-, de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazr Jas
* Ra da lmpc = 3i
DE
FERREDLA DA b*JVA
Neste novo esta bel eci ment encontrar o res-
pjitavel publico em variado sortimento de fazen-
das de todas, as qualidades, que ae vendem poi
precos baratissimos, assim como um bom sor ti
menta de rcapas para homena, e tambem se man
fla tazer por encommendaz, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimeuto de pannos finos
casemiraa e brins, etc.
Hiis para omeiis
89Ba da Imperatrls-SS
Loja de Pereira da tilva
Neste estabelecimento vende-se as roupas abai
xo mencionadas, que sao ba* o.as.
Pal i tota pretos de gnna oiagonaes o
acolchoados, senao lazenaas muito en-
corpadas, e forrados 7*00(
Ditos de casemira preta, de cerdao muito,
bem feitos e forrados 10*00t
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*001
Ditos de flanella azul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados 12*001
Calcas de gorgoro preto, colchoado,
sendo fazenda muitr eacorpada 5*50"
Ditos de casemira de cores, seude muito
bem f.sitas 6<&0<
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas 8*001
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*00<
Ceroula- de greguellaB paia homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e 1*604
Colletinhos de greguella muito tem feios 1*00
Assim como um bom sortimento de lencos t
i\nho e de algodSo, meias cruas c collarinhae, etc
lato na loja aa ra da Imperatriz n. 3U
oes, Nelinetas e lalntaaa a 6o
ra, o covado
Na loja da raa da Imp?ratriz n. 32, vende-s
un grande sortimento de istoes.brancos a 50<
rs. o covado, lzinhas lavradas de furta-cores
fazenda bonita para vestidos a 500 rs. o covadi.
o setinetas lisas muito largas, tendo de todas y
cores, a 500 ra. i covado. pechincha : na loj<
do Pereira da Silva.
AigodossinUo franre para lenrei
a OOO r*., t e lOO
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-?'
superiores algodaozinhos francezes com 8, 9 e V
palmos de largura, proprios para lences de uc
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000
metro, c dito trancado pa-a toalhas a 1*280, ai
sim como superior bramante de quatro largura,
para lencoes, a 1*500 o metro, barato na loj
da Pereira da Silva.
Roupa para meninos
A i*. I50 e A
Na nova loja da ra da Imperatriz ii. 32, s*
vende um variado sortimento de veBtaarios prc
prio8 para meninos, seudo de palitosinhq e calo
nba curta, feitos de brim pardo, a 4*00, dito
de moleequim a 4*500 e ditos de gorgoro preto
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; ni
oja do Pereira da Silva.
DOMESTIC
Sao reconbeciaas ser as H
elegaates, aa mais duravels
em todos os sentidos.
AS
Para precos, e circulares
illustracSes de todos os estjloa, diri-
jan) se
Doniesc Sewing Machine & C.
NEWYOR, U. S. A.
Aos i.ooo:ooo$ooo
iroa
Liquidara os seguintea artigpe mais barato que em
outra parte, visto serem alguna comprados em
leilae a saber:
i Lindoa cretonea claros a 240 e 280 rs., o. co-
4do.
iRailes de novos goatos a 400.a 500 rs. o ditp.
f :_______._____l____J 1S tt/Vl .o r. Altn
P*TJ_______________________________------------
SaipcOes e vinho verde branco e
lin o
Reeebeu Antonio Dnarte ra da Unio n. 54,
confronte a estaca : tornara-te recommendaveia
estes artigas por ter r'eebico de casa particular
de Portugal, razo por qi> garante ser especia
dade ; assim como tem carne e queijos do serto
por preco muito mdico ; o mesmo vinho tambero
se voade em casa de B ;rnardino DuHrte ra da
Florentina ue. 2 e 32, em retalho e ancoras. Na
mesraa compra-se uma balanca decimal, grande.
Seraphina
Vende-se uma taMpki ia novamente remontada,
propria para igreja ; a tratar com Leoncio & Mu-
oiz ru da Imperatriz n. 43.___________B
Atttit>?i
Vende-se uma parte to engeuho Desterro, ttf
ezia da Iguarsss : a tratar ao patea da Santa
n. tavtrna.
Popelinas com litras de icda a 280 a320rs., o
dito para acabar.
Esgsiao pardo para ve.itdps s 500 e 560 rs. o
dito.
Setinetas, navidades, a 320 e 360 rs., corea
firmas.
Damascos de 15, largara de 2 metros, proprio
para pannos de piano a 1*800 o covado ; de cores
proprias paja mesas, a 1*600 e 1*600 o iito.
Merinos pretos para luto, 2 larguras a 900, 1*,
1*200 e 1*500 o dito.
dem de todas aa cores a 1* e 1 *200 o dito.
Cusemiras de 2 larguras, padroes inteirampnte
nevos a l*00, 1*600 e 1*800 o dito.
Setim maco, de todas as cores, desde 800 ra. a
2* o dita
Atoaihado transado e bordado a 1*400 e 1*300
o metro.
Bramantes de 4 largaras, superiores a 90C rs. e
1*400 o dito.
dem de puro linho a 2* o dito.
dem de uma largura a 500 ra. o dito.
Guarnicoes de crochets para sof e cadeiras a
8*.
Riquiasimas colzas de dito a 12* e 14*.
Lindas grinaldas e veos para Limas, noivas a
14*.
Cortinados bordados a 6*500 e 10* o par.
dem em pecas com 12 jarda?, novos desenhos a
9*. ^
Toalhas felpudas de cores, para rosto, a 7*500
a duzia.
Meias inglezas, cruas a 3*500, 4* e 6* a dita.
dem arrendadas para seuhori a 8* a dita.
Seroulas bordadas de bramante a 12* e 16* a
dita.
Camisas superioies frsncezas a 38* e 42* a
dita.
Coseras de ganga, forradas a 2*500 e 3*.
Lenaes de bramantes, grandos a 2*.
Chales de casemira, dem, a 2*, 3* e 5*
Cortes de casemira ingleza a 3*. 4* e 5*.
Cheviot superior, de 2 larguras, a 3* e 3*500 o
covado.
Vendas em grosso. danos descont
da praca
59=Rua Duque de Caxias=59
Carneiro da Cunta k C.
Grande iiquidacafl
NA
ia Camacan
Loj
Avisara, s ao respeitavel publico e especialmen-
te s Exmas. familias que estamos liquidando
os artigos de miudezas 'xisteutea u ate estabele-
cimento ern 50 0/0 de m^nos As Exmas. fami-
lias encontraiao bom sortimento e boas pecbinchas
ero todos os artigos, como sejam : bicos broncos
finos, a 3*800, 4*500, 4*800, 5*, 6* e 85000 a
peca, com 11 metros, ditos de cores a 4j500, 5*
7* c 8* a peca, bicos pretos com vidrilho, alfinete
a 60 rs: a carta, agulhas finas a 80 rs. o papel,
calimba cun atnita a 120 rs., pacote coin tres
sabonetes finca por 400 rs., um pao de sabonete
fino a 800 rs garrafa com agua florida verdadei-
ra a 500 c 800 rs., 1*000 e 1*300, baleias a 300
ra a duzia, lindo sortimento de ispartilho a
4*500, 6* e 8*000, dem dem de luvas finas,
bolsas de couro a 1 *i>00, 5*. 6* e 7*000, meias
finas para senhora a 700 rs o par, oleo eriza ver-
dadeiro a 900 rs. o frasco, agua de colonia fina a
1* o irasco, I i nba de machina a 900 rs. a duzia.
Alera deste annuncio temos amitos artigos que
aa Exmaa. familias vero melhor com a preeenca
f Duque de Caxias n. 66.______________
Engeiilio Floresta
Vende-se diversas partes ao engeuho Floresta,
no Rio Formoao, ou faz-ae qualquer outro nego-
cio : a tratar na ra do Imperador n. 38, primei-
ro andar.
Cabriolet
200:0 G00
!00:000SO0i
I1ANII UTUll
DE 3 ras
Em awr dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
i: no i 15 fie Dente mi
0 thesoureiro, Francisco Gon?alves Torres
oflm
et*J( LGOAS
CORRE NO DA 14 E SETEMBRO
fflRANffllfEL! Iffliu;r!M,!.
O portador que possuir um
vigsimo desta importar)te lo
teria est habilitado a tirar
10:0061,000.
Os bilhetes acham-se a' ven-
da na Casa Feliz, praca d In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no da 1 i de Setem-
bro 1886, sem falla
Vende-se um em perteito estado e par preco
eommodo; tratar na roa D'inoe de Casias n. 47

ae
en
Wiapcos e chapelinas
361,0.....PlaeiDAIlE?BIEli---3BH0
B. S. CARVALH0 & C.
5
S9
es
ZtTZ
9S
zn
,y
Propietarios dest3 bem conhecido estabelecimento paatecipam
as Exmas 'amiias e ao publico em geral, que mensalrnente recebem
das principies casas em faris e Manchester o que de melhor e de
C^" apurado gosto ba em chapelinas e chapeos para senhoras e meninas
e das primeiras fabricas de Hamburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e enancas, e muito* outros artigo? concernentes
chapelaria.
Flores artiticiaes para ornamento de salas.

se
.S0
se

ce
ESPLENDIDO RESTAURANT
Este acreditado esUbelecimento; ltimamente melhorado, est em condicoes
de servir ao mais exigente hospede, para o qne tem magnificas salas, quartos, banbeiros
e restanrant, encontrando-se n'oete, alm das mais exquisitas iguarias, a grande novi-
dade
Ostras chelas jiorlugueza
(nica caaa que as prepara) em todas as qusrtas e sextas-eiras, de i horas da ma-
nfaa ib diante.
PR ECOS RESUMID IS SIMOS
Actual gerencia do Sr. Z1DORO ALVES PITLO.
(ton da Madre de Dens n. 3
WIHSDO


Diario de Pcmambaco--Sabbado 11 de Setembro de 1886
c
assmbTgeral
PBESIDENCIA
CMARA DO DKPtTADO
SESSAO EM 24 DE AGOSTO DE 1886
DO SE. OOUES DE UASTEO 1."
VICEPRESIDENTE
(Continuaqao)
Vem mesa, sao lidas, apoadas e en-
tran) em discussao conjuntamente com o
projecto as seguintes emendas :
a O art. 2. da proposta seja subsutu-
do por esto : .
Art. 2. Desta de3peza serllo oa cotes
geraes indomnisados pela IUtna. cmara
municipal, median e tres prestares an-
nuaes de igual quantia. ,
a Sala das aessoes, 2i de Agosto de
1686 Lncena Rodrigues Alves ^ar-
hs?eixoto- Guahy. Henriques.
Ao art. 2o Eravez de- como na pro-
posta, diga-ae.
Art. 2. Desta despeza serio os co-
fres geraes indemnisados pela Illma. c-
mara municipal, com o rendimento do raa-
tadouro, mediante prestacoos aunases de
10 o0 do mesmo rendimento incluindo-se
essas prestacSes nos respectivos ornamen-
tos d*s depezas municipaes.
,, Ao Brt. 3. Supprimam-se as palavras
_ no caso de n3o haver sobra de re cita
- Lonrenqo de Albuquerque.
O f*r. E,oureuco de Albuquer-
que, depois de pasear em revista os or-
namentos votados pela cmara, diz que a
economa ficou'sendo apenas a aspiraca
de um ou outro ministro e pergunta : qual
arazo dessa raudanca? O programma de
economas, diz o orador, foi abandonab
porque para a sua execucao preciso orna
vontade muito firme. O ministerio nao tei
esculpa porque a cmara nao tem levan-
tado nenhum embaraco ao governo, porque
est convencida da necessidade da orga-
nisac3o das financas.
0 governo deixou da cumpnr o seu pro-
gramma por motivos que a cmara ignora
nunca houve maioria mais dcil e esta nao
tem culpa do abandono do programma. A
situacao nao poda allegar a necessidade
de
sfazer exigencias de amigos, cora os
quaes nao tem tido necessidade de con-
descender relativamente s despezas publi-
cas : se tivesse, doveria retirarse e dar o
lugar, a quem possa governar sem essas
peas. ,
' Crqoeo Sr. ministro aa fazend, mais
do que outro qualquer, est comprehenden-
do a difficuldade de equilibrar o orcament).
Pergunta que signiticac3o tem o crdito
de 300:000$ para o saneamento desta cida-
de, se antes da
tao fazendo despezas por
votado o ere uto )a se es-
couta delta* O
governo ten tal "confiaba na docilidade
da sua maioria, que nao Ihe deixa outro
papel senSo a approvacao de seus actos,
sera mesmo salvar as apparen ias.
Na com.n8sao do orcamento os m-lho-
res amigos do governo estavam dispostos a
cortar despezas, mas afina' desanimaran!
-.lite a resi?tencia que encontraran.
Se urna eomruiss3o fosse exanimar o ma-
tadouro, vera que as obn-s estao sen jo
feitas. Em vista desto pro-edimento insli-
to do nobre ministro do imperio, seria me-
lhor mandar fecbar s cmaras. Nao du-
vida da necessidade das obras do inata-
douro : mas, se o nobro ministro corapre-
bendesse o seu dever, nao mandara exe-
,utal-as, estanlo o parlamento aberto, an-
tes de ter obtido os meios.
Lamenta que a cmara municipal d
corte, depois de tantos annos de tutela do
nao possa por si fazr urna obra
125:000$. Nao compre-
vai votar o crdito,
ia para emprestar a alguma provnola, o
crdito havia de encontrar muita opposi-
cao.
Assignou-ae vencido porque compromn-
teuse a seguir fielmente o programm de
economas apregoado pelo governo ; quer
ser fiel poltica que se annunciou de asa-
bar com abusos anteriores. Vote a maior a
contra o governo, approvando o crdito ; o
voto do orador, porm, nao contrariar
programma do gabinete, eujo presidente
Lhamou os liberaos de esbanj vieres, e de
certo nSo. os querer imitar.
' lido e fica sbre a mesa para ser
iiscatido na primeira sessao o s-guinte re-
queriraento de adiamonto :
i Requeiro o adiaraento dsta discussao
por cinco dias, indican lo que pela presi-
dencia da cmara seja nomeada urna com-
missao de cinco deputados que, examinan-
do o matadouro de Santa-Cruz, responda
aos seguintes quesitos :
< 1. Se j foram iniciadas e quando "8
obras a que se refero o crdito n. 33 des-
te anno ?
t 2. Em que estado estao as mesmas
obras ? ,
c Sala das sessoes, 24 de Agosto de
1886. Lourengo de Albuquerque.
APOSENTADORIA DE MAGISTRADOS
Entra era 2. discussao o seg inte pro
jacto, vindo do smado :
Aassembla geral resolve :
i Art. 1. Aos magistrados que forera
aposntalos nos termos dos 10 e 11 do
art. 29 da I i n. 2033 de iO de Setembro
de 1871 se abonar, alm do ordenado,
raetade da gratifbaco, se contarem mais
de 35 annos de servico ; e toda a gratifica-
c3o, se centarem mais de 40.
| Io A aposentaao sera com ordena-
do do cargo anterior se nao tiverem rauis
de tres annos de servico no que estiverem
exer;endo.
A aposentacao ser obrigatona
completando o magistrando 75 aDnos de
idade, guardadas as disposicSes desU tai
quanto aos yencimentos.
Art. 2 Ficara revogadas s diposi-
jSes em contrario.
Vem mesa, lida, apoiada e entra em
discussao conjuntamente com o projecto a
8eguint i emenda :
Art. Io accrescente-so depois das pa-
lavrasse contaram mais de 40 annos -
as seguintes : comtanto que era um c
outro caso tenham completado 70 annos de
idade.
Substitua-se o Io pelo segainte :
a Ao desembargador e ao ministro do
supremo tribunal de juitica se abonar o
orl-nado e a meta le da gratificacilo. ou
todos os venciraentos do cargo anterior, se
nSo contarem no cargo que estiverem ex-
ercendo mais de tres annos de servico et-
fecti /o.
Aojuiz de direito, porm, s se con-
cdelo as mencionadas vantagens se ti ver
mais di 10 annos de exercicio no respec-
tivo lqgar. I
i S. R. Oliveira Kibeiro.
O *r. ftats6ooa:-A presoncado
nobre ministro da justica prova a impor-
tancia que o governo liga ao projecto e,
portante, necessario qua se saiba a opi-
nio do mesmo governo, nao s em relao
s despez que o projecto vem crear co-
mo sobre a doutrina que nelle se confiY-
na nova le se esses servicos devem o unao possara provir do projecto que timbara
ser contados. | nao trar grande augmento de despeza, e
que 83 altere
Nao se recorda de paiz algura
taes servgos sejara contados.
Se se contarem esses servicos, devem
entlo contar-se tambsm os d subdelega-
dos, e delegados, quando exercidos por
hachareis, e os de chefe de polica.
Discuto os Io e 2o do projesto, eata-
belecendo que nao se podem aposentar se-
nao com o ordenado do cargo anterior os
que tiverem menos de tren annos no cargo
sucjerior, fe o 2" que estabelece a aposenta-
cao ^b.ratoria aos 76 annos.
Procura mostrar que. o projecto actual
nao altera a tai vigente, mas estabelece
condicSes novas para a aposentoslo.
Completados os 75 annos, o magistrado
est aposentado ? E' preciso que isto fi-
que bem claro para que nao appareso du-
vidas, e para que nao venha algura regula-
raento, coraoj tem succedido, alterar o
proprio systema da tai.
Tem pendor especial para a magistratu-
ra e quando apparece alguma idea de me-
lhora-la abraca-a ; quer que o magistrado,
que considera o mais elevado funecionario
o que a garanta da ordem e da liberda-
de, tenha '.odas .s regalas, mas sso nao
quer dizer que nSo se pense maduramente
antes de qualquer deliberacSo.
Apreciando o resultado do projecto diz
que, no di* em que for le, ter o nobre
ministro da justija todos os lugares do su-
premo tribunal de justia, rauitas vagas de
deseiubargadoros e lugares de juizes de
direito paia remocho dos amigis e noraoa
cao dos protegidos. Nao diz isto porqu-i
receie da moderacao do Sr. ministro da
justicamas porque plenao sor S. Exc.
o executor da tai.
em que pondera que n3o muito
rgimen garal das apoaentadoria i em rela-
cao aos magistrados, quando estes por suas
melindrosas funccBe* e por sua posicao es-
pecial, merecem toda a attenclo.
Conclue declarando que o projecto com
as emendas apresentadas e que adopta,
deve merecer a approvaco da Cmara dos
Deputadosque assim attender ao futuro
da mgistratura.
O Sr. Candido de Olivelr* diz
que foram muito sensatas as observajSes uonheeimento dos tristej fa;tos
do nobre ministro da justica, mas que nao
tem o sal da opportunidade.
O projecto que se discute a prova de
que o governo oito tem direccao, pois no
se comprehende qua aprogoando reducgJo
de despezas e economas, venhara apresen-
tar crditos e reformas que trazam aug
ment de despezas.
Convra que de equidade seno do
justica atender sorte do magistrados que
se tornara inhabeis. mas no era essa a oc
casiSo.
Refere-se prometida reforma ju lioia- I da Fazenda as seguintes informacSes :
Qual o lancador da recebedoria
O projecto do Sr. Pinto Lima sobre o I
porto da Laguna. E' reraettido s cora-'
missocs de fazenda e de obras publicas.
O projecto do Sr. Cunha Lsitao sobre
instruccao publica. E' remtalo com-
missao de instruccao publica
Vera mesa lida e vai a com-nssao de
justica criminal, a seguinte indioacao:
Indico, de conformidade com os arts.
130 o 118 do regiment, combinado com o
| ll do art. 15 da Constituicao do Impe-
rio, que a Cmara dos Srs Deputados, ou-
vidas as coraraissSss competentes, tomando
o acorridos
na cidade da Parahyba do Sul, com rela-
eSo a escravos de Domiciano Caetano do
Valle, promova qualquer providencia no
intuito de affiraiar do um modo positivo e
solemne que tepugnam aos sentiraentos na
cionaes os horrores oriundos do condemnado
rgimen da escravi l*o.
a Sala das sessSes, 25 de Agosto de
18^6.Affonso Celso Jnior>
Vem mesa lido, apoiado e sem de-
bate approvado o seguinte requeriraento :
a R-iqueiro que se pecam ao Ministerio
O Sr. Kibeiro da Miz
da justica) dizque o projecto
(ministro
altera as
(iisposic3es da tai que reguam a aposenta-
dona dos magistrados, constituindo urna
excepjao ao rgimen commura, porque re-
munera a inactividade, e dahi vem a ne;es
sidade de todas as cautellas.
Recorda o que se passou em relacao aos
empregados da fazenda, dividindo-so os
vencmentos em ordenado e gratificacao
que se perda pela falta de exercicio lo
cargo. A apoaentadoria s se dava por
invalidez, e depois de 30 annos, quando ae
dsse, era con ordenado proporcional. Isto
passou a ser o rgimen commum
de todos
ra, que o nobre ministro diss-> estar e3tu
lando, no entanto nella se trata deaposen-
tadorias, no emtanto o governo, em vez de
apresental-a, tira urna parte e essa para
augmentar despesas.
Nilo coraprehonde o proeiimanto do g
v.-rno : em outros paisas como na Italia
tudo se -,z para economisar, entre nos
falla se hypocritamente f-.m economas e
nada se faz.
Nota a coincidencia da apresentacao do
projecto cora fado de ter o senado negado
os fundos para serera providas as novas
comarcas.
Assim ter o governo coro o projecto ou-
tros m?ios para J'gir.
As nossas circumstancias nao perraitte.m
estes constantes augmentos de despeza. O
governo dove ser serapre fiel ao program-
ma qua apresenta o se certo que quando
nao ha el-rei perde, espere-se a opportu-
nidade para trata da raelhorar a sorte da
magistratura.
A discussao fica addiada pela hora.
O Sr. Presdante d a ordem do dia
para 25.
SESSAO EM 25 DE AQOSTO DE 1886
X.*
governo
que importa em
hendo como a cmara
como o gover o vai emprestar municipa-
lidade, quando acaba de pedir um empres-
timo de U0:000:000fl000.
Sustenta que as despezas feitas pelo the-
aouro em beneficio da municipalidad* ex-
cedera muito. a importancia das rendas iuu-
nicipaes arrecadadas pelo thesouro.
Se o nobre ministro pedisae essa quan-
gra.
Todos recoohecem a necessidade de urna
lei qu-s r-gulasse a aposentado dos magis
trados, pois que a actual noo satisfaz. Tra-
ta da lei de 22 de Setembro de 1879 que
regalou as aposentadorias, os casos em que
se podem dar a os venciraentos que lhe sao
inherentes.
Pondera que pela tai a que ae refere s
se manda contar tempo de' servico ao ma-
gistrado perpetuo que o da oonatituicao,
no entanto j 3e mandou contar tempo de
exercicio da juiz municipal, embora depois
urna cousulta do conselho de estado fosse
de parecer contrario
Sustenta que nao se deve contar o tempo
de servicos como juiz municipal e promotor,
e por isso preciso que fique Oem claro
FOLHETIM
os empregados, mas nao aproveitava aos
magistrados.
Analysando o projecto entende que se
deve exigir a idade de 70 annos para o
magistrado aposentar-se em qualquer dos
dous casos de que trata, o artigo e por isso
adopta a emenda que nease sentido foi apre-
sentadu.
Aceita tambem o substitutivo gpresent v
do ao Io.
Entende que o| 2o deve sersuppnmido,
porque ahi se falla em cargo anterior e
nesse caso o juiz de direito que se qui-
zesssa aposentar nao teudo tros annos, se-
lo-hia em juiz municipal, o que nilo pos-
sivel, alm de que seria prejudcado o
membro do supremo tribunal ou desembar-
gador que embora tivesse 35 ou 40 annos
de servigo nao ter as vantagen3, por nao
ter 3 annos um cargo superior.
Entende que se deve contar o tempo de
juiz municipal, e referindo se consultando
conselho de estado, de que tratou o Sr.
Ratisbona, diz que o relator foi favravei
a essa contagein e a maioria, s bpino em
relajan ao individuo de que se tratava e
nao em geral.
Tratando do 3o diz quo o governo tem
obrigajao de aposentar o magistrado que
contar 75 annos e aproveita para declarar
em resposta ao que disse o Sr. Ratisbona
sobre apoaentadoria de membros do supre-
mo tribunal de justica e deaembargadores,
pelas informacoes que colheu n2o pode a
aposentadoria comprehender mais de 8 ou
10, porque em relaco aos 70 annos pre-
ciso dar se tarabem a circumstancia de 40
annos de servico.
Nao tem apprehensSss sobre abusos que
DE
EMMA SOSA
POR
PBESIDESCIA DO SK. GOMES DE CASTRO
VICE PRESIDENTE
Ao meio.-da corneja a chamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abre-se a sessSo.
O S. 1 Secretario d conta do expe-
diente. .
Foram lidos e approvados os seguintes
pareceres:
Da coraraissao de fazenda :
Opinando que seja ouvido o governo so-
bre a pretencSo de Ihe Campos Syndicate,
pedindo isencao de direitos de importaco
sobre o material para as obras que tem a
seu eargo.
Opinando que seja ouvido o governo so-
bre a rjeticao de D. Belarmina Theodora
do Nascmento Silva, pedindo que o meio
sold a que tem direito seja pago desde
a data do fallecimento do seu marido.
Opinando que seja ouvido o governo so-
bre a pretencao da empresa do melhora-
mento do porto do Cear, solicitando isen-
cao de direitos sobre o material que impor-
tar at a quantia de 100:000,5000.
Das comraiss5es reunidas de fazenda e
pcnsSes e ordenados:
Opinando que seja ouvido o governo so-
bre a pretencSo de Guilberrae Lourenco
Schulze, profeasor do msica do Instituto
dos Meninos Cegos, pedindo jubilaco.
Foi lide e vai a imprimir o parecer das
commissSes de orcamento e de obras pu-
blicas :
Autorisando o governo a pagar Com
pagnie genrale de ckemins de fer Brsiliens,
350,000 francos de juros, a 7 % sobre
5,000.000 francos correspondentes ao anno
de Julho de 1883 a Julho de 1884.
Tiveram 2.* leitura :
que
re :ebeu a gratfiea?ao de 1:0000000 pe
verbaDespezas eventuaeado Ministe-
rio da Fazenda, no exercicio de 1883
1884, como consta d tabella n. 201, an-
nexa ao balanjo da receita o despesa do
mesmo exercicio e quaes os servicos por
elle prestad'03 '?
Qual o destino da quantia do 8:300(5,
qua a titulo de despesa secreta da polica
foi despendida pela mesraa verba -\Even-
tuaesdo Ministerio da Fazenda corno se
v da citada tabella?
Qual o destino da quantia de......
6:844^445 que, segundo a mesraa tabella
foi entregue legacao em Londres para
despeza reservada ?
Vera mesa, sito lidos, apoiadoa entrara
successivamento era discussao, os seguintes
requermentos:
Requeiro que por nter me lio do Mi-
nisterio da Justica se solicita informacoes
ao governo acerca dos graves factos occor-
ridos na colonia Leopoldina, provincia do
Espirito Santo, onde a polica, segundo te-
legrammas recebidos de pessoas fidedig-
nas, exercendo atroz perseguico contra
urna familia alleraa alli eStabellecida, ex-
pulsou-a do prazo de trras que oceupava,
saqueando-lhe a casa, sem nenhum pro-
cesso anterior de despejo judicial.
le Minas-Greraes, para dernittir do cargo
de aupplente juiz municipal do Rio Novo,
antes de findo o quatriennio, o cidadSo
Jos Custodio Ferreira, qua havia presta-
do juramento e exercido o cargo.
Sala daa sessBes, 25 de Agosto de
1886. JoSo Penido.
O Sr. Presidenta diz que tem de ser no-
meada ou elcita a coramissao a que tem
de ser remetida a denu&oi apresentada
hontem pelo Sr. Coelho Radrigues.
O Sr. Rodrig> Silva pede que se con-
sulte a caraaia se concente qui a nomea-
cao seja feita pelo Sr. presidente e com-
posta de cinco membros.
Vozes : O requeriraento dove ser es
cripto e sujeito discussao.
Vera mesa, lido, apoiado e entra
em discussao o seguinte requeriraento :
< Requeiro que a coraraissao especial
seja do cinco membros o nomeada pelo
pres dente da casara.
< Sala das eeasoes, 25 de Agosto do
1886. -Rodrigo Silva.
Nnguem pedindo a palavra encerrada
a discussao, e approvado o requerimento.
O Sr. presidenta norae.i para a commis-
sao que tem de dar pareaer sobre a denun-
cia, 03 Srs. Portella, Alencar Araripe,
Loureno de Albuquerque, Costa Pereira e
(Je8ario Al vira.
O Sr. Costa Pereira pede e a cmara
concede-lhe dispensa de membro da cora-
missao.
O Sr. presidente nomeou o Sr. Euphra-
sio Correa.
O Sr. Pedro Beltro faz algumas obser-
vajoes sobre os seguintes requerimentos,
que sao lidos :ipoiados e successivamento
approvados sera debate :
t Requeiro pelo ministerio da agricultu-
ra inforraagoas sobre a falta de correio dia-
rio no percurso era trafico da Recife a Ca-
ruaru' ; e o motivo de se nao dar passa-
m aos estafetas nos trens da mesma tr-
ro va.
Sala das sessSes, 25 de Agosto de
1886. -Pedro Beltraa.
i Requeiro que se soliciten! do Sr. mi-
nistro da agricultura nforraacSes sobre a
loeacao e esnstruccao do trecho que ha de
ligar a ponta dos trilhos da Recife a Ga-
ruara' cidade dosta nome.
i Sala das sessSes, 25 de agosto de
1886. -Pedro Beltrao.
S3o lidos, apoiados e entram em dis:-us-
sao succesvamente e sao adiados por pe-
dir a palavra o Sr. Portella, os seguintes
roquerimentes :
Requeiro que se solicitem do Sr.
Sala das seasSea, 25 da Agosto de
1881.Affonso Celso Jnior.
Adiado por pedir a palavra o Sr. Carloa n8tro a agrcultura, informacoes sobre a
Peixoto. approvaelo do contrato para fornecimento
Requeiro quo o governo por interme- Q canna a0 engeaho central de Tiuma.
dio do ministerio da justica, informe: t gaa jaa 8QS83es, 25 de Agosto de
R Que providencias forao tomadas j jggg Pedro Beltrao.
para a captura e punicao dos criminosos,
punicao
que na fazenda Ilha Orande, do municipio
do Sacramento em Minas Geraes, com-
raettrao tres assa^inatos e viva forca
apossrao se da referida fazenda.
2. Quaes as partieipa3es que a este
respeito recebeu dos presidentes de Manaa!
e S. Paulo.
a Salas das sessSea, 25 do Margo de
1886. Candido de Oliveira.
Adiado por pedir a palavra o Sr. Olym-
pio Valadao.
s. Requeiro que o governo por nterne-
do do Miniaterio da Agricultara informe:
1. Porque razao foi demittdo o agen-
te do correio de Volta Grande, na provin-
cia de Minas-Geraea, Claudino Jos de
Mattos?
2. Se sabe que o recem-nomeado,
Antonio Pimentel de Medeiros, era cida-
do portuguez, que naturalisou-se para o
fim de obter a noraeacao ?
Sala das se3a5es, 25 de Agosto de
1886.Candido de Oliveira.
Adiado por padirem a palavra os
Valladlo e Barao de Leopoldina.
c Requeiro se peca ao governo, por in-
termedio do Sr. ministro da justica, que
informe augusta cmara dos Srs. depu-
tados, em que tai se baseou o presidente
Requeiro pelo ministerio da agricultu-
ra informajSes sobre as despezas effectua-
das com o pesaoal da commissao de enge-
nheiros do prolongamento da Recife a S.
Franciaco e da va-ferrea Racife a Ca-
ruara'.
f Sala daa sessSes, 25 de Agosto da
1886.Pedro Beltrao.
ORDEM DO DIA
URGENCIA DO SR. COSTA PBRE1BA
O Sr. Costa Pereira logo que te-
ve noticia da emenda ao orcamento da
despeza da fazenda, mandar pagar
70,000 de indemnisagSo aos conoessiona-
rios da estrada do ferro da Victoria Na
tividade, insareven se para fallar no orca-
mento, por ser representante da proviacia
interesaada neaaa via-ferrea e por aer um
dos signatarios da emenda ao orgamento
que revogou o decreto de 18 de Abril de
1885.
O orador explica por que n3o conseguio
a palavra na discussao do orcamento da
Srs. i fazenda, facto que o induzio a requerer urna
sessSo secreta, requerimento que o Sr.
presidente entendea que nSo podia acei-
tar.
ZATlBi DS UOIHIS
sdstisisa: ds hzg-olo
____
(Continuao do n. 207)
n
__Nao, a senhora n3o a nica pessoa
que a ama l replicn Lelo. Nos somos
amigos della, amigos dedicados de sua m3i,
de coja prisao iniqua acabamos de ter no
ticia. A senhora permitte quo vejamos a
menina Emma Rosa?----- Desejariamoa
vela, fallar lhe da noasa amizade, que ella
conhece, de que nao duvida, e dar lhe um
pouco de coragem, de que ella deve preci-
sar muito.
Entrera .. entrem, meus senhores,
disse Catharina, e sejam bem vindos; mas
nao podem ver a menina Emma Rosa nes-
te momento.
Por que ?
Porqua ella sabio, e eu mesma estou
admirada e inquieta com s sua ausencia.
Sabio exclamou Leao
Sim, senhor, ha j muito tempo.
Mas, pelo menos, a senhora sabe on
de ella est ?
Oh I senhor, se eu o soubesse^esta
ra mais tranquilla I Eu deixei a menina
Emma s e fui para o meu servico. Quan-
do voltei, s tres horas, achei o quarto va-
zio e a chave na porta. Pensei que tives-
sem vindo buscar a queridinha, como ha
dous dias, para leval-a ao Palacio da Jus-
tija, onde o juiz quis interrgala. Mas,
corre o tempo, eu n2o sei mais o que pen-
__E a senhora n3o indagou dos vizi
nhos ? Nao se informou ? perguntou elle.
Sim, senhor, pelo contrario, indaguei
por toda a parte.
Catharina contou o resultado negativo
dos pasaos que dera ; depois accrescentou :
Parece-me que ella devia estar de
volta a esta hora, se a tivessem levado
casa do juiz. O senhor nao pensa assim ?
Leao comparta a opini3o de Catharina
a esse respeito.
Meu Deus! meu Deus exclamou
elle desesperado. Que lhe aconteceu ? Se-
r nova desgraca que de vemos receiar ?
Vamos, meu amigo, peco-lhe que te-
nha calma, disse Renato Dharvlle. Pare-
ce-me que cedo para a Sra. Catharina e
tu perderem a esperanca Se a menina foi
com effeito levada para o Palacio da Juati
ca, muito admissivel que o juiz de ins-
trucsao primeiramente a fizesse esperar e
depois a icterrogasse longamante. E' pre
ciso nao inventar coimeras! De um mo-
Apenas urna desgraca, mais
nada.
Creio estar certo disso, porm tudo o mais
vago. Se eu adivinhasse de que natureza
era esssa desgraQa, estara eu aqui r
"" Pensas que eu caria inactivo se sou-
besse onde encontrar Emma Rosa ? Pre-
snto que a mai e a filha estSo mettidas
em alguma trama medonba, da qual n2o
sahir&o mais Por um motivo do vingan-
9a ou interesse, querem perder urna e ou-
tra, o hao de conseguil-o 1 O odio a tudo
quanto tem o nome de Bernier manifeatou-
se, primeiramente, pelo assassinato de Jay-
me Bernier e pela tentativa contra Emma
Rosa. Depois Angela Bernier foi apanha-
da em urna entrosa em que ha de perecer,
e eis quo chega a vez de sua filha, a se-
aunia tentativa, o novo crime l
III
__Ora, Leao, tudo sso insensato ex-
clamou Ren- to.
Com effeito, possivel que o pezar
perturbe a minha raz2o, tornou o filho do
tabelliao, mas na minha loucura entrevejo
a verdade, quo n3o te apparece, a despeito
doteu bom senso calmo! O que estou adi-
vinhanlo odioso, mas nSo inverosmil
Os annaes judiciarios de todas as pocas
nos mostram magistrados prevaricadores,
abusando do poder terrivel quo a lei lhes
con.de, para satisfazer as suas paixSes ou
as suas vingaugas. Anda urna vez, igno-
ro os motivos do proeedimento do Sr. de
Rodyl, mas os faltos ahi estao e fallara
muito alto. Esse homem implacavel I
Perseue sem pedade aquella a quera de
ve proteceo I Felizmente eu aqui estou 1
Eu amo. ou antes adoro a Emma Rosa e
ao tenho medo do substituto Lc?i pro-
, ,. ot^ nk.n- fcural-o I Ser preciso que elle me diga que
_ Nao comprando, disse Renato Dfaar ^ ^^ ^ K^ ,
Leao, nao fars isso dase vivamen-
sar, e receto.
Lelo tinha
tharina.
empsllidecido, ouvindo Ca-
ment pira outro, segundo todas as appa-
rencias, ella ha de voltar. Deixemos a
Sra. Catharina trabalhar. Voltareraos um
pouco mais tardo e ent3o teremos a prova
de que o seu desassocego infuadado.
Sim, sim, meus senhores, voitem,
disse a velha criada, e se a menina Emma
Rosa n3o tiver chegado, o quo Dous nao
permita, os senhores, pelo menos, pdelo
ir procural-a, saberao o que devem fazer
para descobril-a.
At logo, minha senhosa, disse Re-
nato.
E levou LeSo.
__ Para onde me levas T perguntou ate,
drscendo os degros da escada.
Para urna casa de pasto qualquer do
bairro. ?
Mas eu nao tenho fome.
Pouco importa. E' preciso comer
para sustentar-se. Jantaremos e voltare-
raos dentro de urna ou duas horas.
LeSo tomou a mao do amigo.
Sinto angustias terriveis I disse-lhe
em voz trmula. Parece-rae que a ausen-
cia inexplicada de Emma Rosa occulta urna
ca'astrophe... Tal vez um trirae.
Ora essa ? ests doudo 1
Nao, nao estou doudo, mas tenho oa
meus presentimentos. Lembra-te dos que
me opprimiam e de que te fallei na vespe
ra do dia em que arrancamos morte a
menina a quem amo! Hoje sao os mesmos.
Vejo sangue por toda a parte em tormo dej
mim! Ha urna desgraca no ar
Que prevs tu entio ?
vlta.
LeSo Leroyer tornou :
Lembras-te do que me disseste em
Saint Julien du Sault, no dia em que a
gente da justica invadi a casa de teu pai ?
Quo te disso eu ?
-- Que a attitude de Angela Bernier pa-
ra com o substituto de Fernando de Ro-
dyl parecia-te singular.
-- Lembro-me.
__ Algumas palavras aorprebendidas por
ti faziam-te suppor que entro Angela e o
magistrado havia algura aegredo.
- Um segredo relativo a Emma Rosa,
sim.
- Pensavas, 5o assim que Emma
Rosa era filha do Sr. de Ro lyl ?
Confe8so que tive essa idea.
__Pois bem, eu nao duvido disso.
Dahi o que queres concluir?
-- SimplesmentH que esse hornera, por
motivos que mo s3o desconhecidos, tem
odio profundo Sra. Augela e sua filha,
o que elle quem as persegue assim.
Isso seria monstruoso.
Monstruoso, sim; mas isso psrece-
mi certo. As provas abundara! Eacarre-
t
gad) do processo, na sua quadade de
substituto e podendo proceder a seu talan-
te, teria obstado a prisao da Sra. Angela,
se n3o foase impellido pelo odio. N3o tena
nunca consentido que Eraraa Rosa fosse
expulsa da casa da mfii e nao enoontrasse
asylo, na sua desgrasa, son3o em casa de
urna criada fiel Que outro pai procede-
ra assim, se n&o fosse impellido pelo odio f
O que esse hornera quer a perda da mai
e da filha I
te Renato Dharville.
Juro-te que farei !
Se, entretanto, as tuas 6uppo83e8
te enganassem 'i Se as tuas conjectur.is
n3o tivessem base real ? Se o Sr. de Ro-
dyl tosse innocente do crime de que o ac-
cusas ?
Pois bem nesse caso, ella saberia
roelhor do que ninguem, defender Emma
Rosa contra os misera veis que juraram a
sua perda, e se ella desappareceu, desco-
bril-a.
Ainda urna vez, ests halucnado
D me a prova.
N3o ha nada que demonstre que An-
gela Bernier nSo culpada, e por conse-
quenca que a sua prisao n3o justa...
Ah exlamou Le3o cora amargor.
Comecas a duvidar I Dentro em pouco
vais aecusar essa infeliz mulher !
Pouho miuhaa duvidas, verdade,
porque parece-me quasi inadmissivel que a
justica possa engaar se de modo t3o enra-
ptato. Eu u3o articulo nenhuma acensa-
cao, deaejo, como tu, que a Sra. Angela
seja victima do um erro passgeiro, basca-
do em apparencias falsas, mas hesito era
acreditar que um odio ceg] possa induzir
o Sr. de Rodyl, hornera da alta sociedade,
um cavalht-iro, a praticar accSes iniames !
__Pois berj, repltaou cora violencia o
filho do tabc-lliao de Dijon, nXo tardare-
mos a saber se s tu quem te engaas, ou
se o desgosto perturba a minha cabeca e
faz-me divagar, como pareces suppor !
As palavras quo reproduzimoe tinham
sido trocadas entre os dous mocos emquan-
to seguiam pela ra das Damas para che-
gar avenida de Clcby.
Chegaram em frente a urna casa de
pasto.
Renato Dharville tez o amigo parar e
entrar, quasi forca e mandou vir o jan-
tar.
Le3o, por comprazer, tentou comer.
Tomou um caldo, mas, a despeito dos
seus esforcos, foi-lhe imposaivel comer qual-
quer cousa.
Entretanto, como tinha febre e urna sede
ardente o devorava, bebeu quasi sem lhe
misturar vinho, o conteudo de urna garra-
fa de agua gelada.
A's nove horas os dous estudantes volta-
rain ra das Damas e apreseotaram-se
de novo em casa da pobre Catharina.
Tinha ella e rosto inundado de lagrimaa
quando abri a porta s suas visitas.
S tinha urna noticia desesperado ra a
dar-lhes:
Emma-Rosa n8o tinha voltado.
Renato e Le3o eaperaram at dez horas
e meia.
Era impossivel admittir que a menina
voltaria.
A evidencia impunha-se.
Tinha acontecido alguma desgraca.
A iioaginacao perdia-se em mil conjec-
sera conseguir resolver esse proble-
turas,
ma.
Voltareraos amanha.. Tal vez tenha-
mos alguma noticia tranquillisadora a dar
(Contina.)
Marieta disse-lhe que o jantar o espera-
va, ma3 que a senhora n3o tinha voltado.
O ex-mascate, elevado dignidado de
irm3o de urna horisootal em boa posicjlo,
eslava litteralmente morrendo de f me.
Sentou-se mesa sozinho, pois Sophia
tnha-lhe recommendado que n3o a esperas-
se, e servido por Mariotta, comeu tripa
forra, sem se apresar, saboreando os pe-
tiscos e admirando-se dos gozos que pode
dar urna cozinha delicada, de cuja existen-
cia nem tinha desconfiado at ent3o, nunca
tendo visto nada melhor do que meia du-
za de salsichas, oostelletas de porco fres-
cas com pepinos de conserva e um prato
de tripas moda de Caen.
A's oito horas e meia ainda estava
mesa, e podemos affirmar aos nossos leito-
res que n3o achava o tempo longo.
Umo forte campainhada soou porta do
aposento. f
__ Est ahi a senhora 1 exclamou Ma-
rietta, que se tinha sentado, sem erimo-
nia, ao lado de Osear, que ella achava cada
vez mais rigola, e que saboreava era sua
companhia clices de chartreuse verde, cor-
ren a abrir a porta lmpando a bocea.
Meio minuto despois, Sophia entrou na
sal do jantar.
Jantaste ? perguntou ella ao irm5o.
Jntei perfeitamente, mana e gabe-
me disso Quando quizeres tomarei pen-
83o em tua casa. Neste momento saboreio
o meu caf e affago 08 teus licores. Pala-
vra do Osear, a casa boa !
_ I'ois bem 1 eu, replicou Sophia, es-
Ihe, disse Renato a Catharina, que abanou
a cabeja chorando ; depois, sabio com o
amigo.
L-3o pareca um homem que, tendo be-
bido de mais, havia perdido a cabea.
Renato tel o entrar em um carro e disse
ao cocheiro a morada, na ra de Nevers.
Durante todo o trajecto o apaixonado da
Emma Rosa n3o pronunciou urna palavra,
nem mesmo em resposta s que Ricardo
lhe diriga.
Chegando ao seu destino, apeou-se ma-
chinalraente do carro, assim como nelle ti-
nha entrado.
Logo que se acharam no aposento com-
mura, estendeu silenciosamente a m3o ao
camarada, fechou atrs do si a porta do
seu quarto e atirou-sa na cama vestido.
Durante parte da noite. Renato ouvio-o
aolucar.
A's seta horas em ponto, hora do jantar,
Osear Rigault tinha tocado a campainba em
casa ds irm3.
tou em jjum.
Nao possivel.
Entretanto, a verdade verdadeira!
Maretta, traga-me qualquer cousa, accres-
centou, tirando o chapeo, a manta e as lu-
vas, e sentando-so ao lado da Osear :
Mas, como foi isto ? perguntou este.
Oh I urna serie de pequeas cir
cumstancias que seria longo narrar, fe
sei iantar em casa de urna amiga que es-
pere! muito tempo e que nao voltou para
casa. >
Osear tomou, ou pelo menos pensou to-
mar urna phyaionomia superlativamente
maliciosa. ,
Ent36 disse elle, acompanhando as
suas palavras com um riso.inho contido.
e fiaeste do eujeito de ha pouco ?
Sophia olhou para o irm3o com sorprezs
o repetio :
(Continuar sena.)
que
Typ. do Diario raa Duque de Caxia
42.
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IMTRMI I
HBHH


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