Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19052


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Full Text
Lili NMEBO
w
5 DE SEMBR i 1
PARA A CAPITAL E Ll4Hli ONDE WAO SE PACA PORTE
Por tres mezo adiantadoa
Por seis ditos idem......
Por um anno dem......
Cada numero avulso, do mesmo da.
6VJ000
120000
240000
0100
DIARIO DE
H?!
PARA DENTRO E PORA DA PROTHMCIA
Por seis mese* adiantadoa. .
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
130500
200000
270OOP
ice
NAMBUGO
Propriefradt fr* Jttaiwrl Jtguctra be -feria A -ItUjos
Os Ht-m Amede Prince tk C.
de Pars, sSo os nossos agentes
exclusivos de annumioi e pu-
blie icffes da Franca o Ingla-
terra.
Os Srs. Wasburne normanos
de New-York, Bread Way n.
SOO. s.lo os nossos agentes ex-
clusivo de annu.jdos nos Es-
tados-Un dos.
TELEGRAMAS
sesv::: ?abticuls do szabio
RIO DE JANEIRO, 4 de Setembro, s
3 horas e 45 minutos da tarde. (Recebi-
do s 4 horas e 55 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Senado reconhecen hoje os pode
re do Dr. Alfredo de Eacragnole
Taunnv. nenador pela provincia de
Santa Catbarlna.
eoltico o telegramma de hontem
obreengenboHcpnlraeti foramcon-
siderado* caducos o de tojanna e
Jaboalo. e nao de Timhaba.
INSTRDCCiO POPULAR
(Extrahido)
D BIBLIOTUECA DO POVO E DAS ESCOLAS
CAPITULO II[
LU
(ContinuafSo)
Lni artiflclal A luz artificial fatiga muito
roais os olbos do que a solar. En vex de ser dif-
fusa, como esta, menos viva, mais brilhante pelo
predominio de um cor mis vermelha ; e os raios
directos e nflexos que ella emitte eh'gam aos olbos
horisontalmento e com ;nma certa temperatura.
Nos lagares de grandes reunioes, como sl5es,
theatros, etc., pode obviar-se a este inconvenien-
te, collocando-se o foco da luz fra do alcance da
vists. E' o system Lncatelli, usado n'alguns
theatros de Paria e de Italia.
Se o bnlbo da luz artificial muito intenso,
omprch' nde-se fcilmente que ha de fatigar bas-
tante a retina. Sabe-se que urna pessoa adorme-
cida ple ser accordada pelo brilho sbito do
ama luz, na ca* em que est dormindo. En
geral, preciso evitar as transicoes rpidas e imi-
tar a natureza, as suas graduacoes suceesivas
do primeiro alvoreccr at ao crepsculo. Mas a
illuminaco insuficiente tem tambem grandes in-
convenientes. O conhecido ophtalmologsta Sichel
tem observado que as costnreiras, que t rabal nam
de noite com umi luz frac, formam a oitava par-
to dos doentes que vao s suas consultas. A luz
artificial deve tur urna intensidade constante, ar-
der traBquillame^te, e nao se refl -ctir em super-
ficies brancas.
0 papel azulado muito conveniente para se
eecrevef durante a noite. Todos os focos de luz
sao ao mesmo lampo locos de calor ; d'ahi proie
dem inconvenientes que se. deve sempro ter em
r(ra hyglenlcaa. O olho tem a fa-
euldade de aecumodar se s differrates distancias.
Nos olhos normaes os raios luminosos, refrangen-
do-Sfl nos meios que atravesarn ao passar no
globo ocular, formara coes eujos vrtices t icam
a retina. Se o l.ie so aloug e o scu .vrtice vai
alinda retina, o individuo diz-so hypermitropo ;
se o coe se encurta c o vrtice fica aquem daquel
la membrana, o individuo myope.
Tanto os hyperm'ropos como os myope* teem a
faculdade de modificr o tone, a de o adaptar
vieSo distincta. Coa o rogresso da idade, o in-
dividuo perdo esta faculda 'o de adaptacto para os
ohjectos prximos, o dix-se ntao presbyto. O olho
normal, o.hypermtropo e nyope podem tornar-se
presbytos O myope v d .tinctameute a curta
distancia e mal ao longo ; pido contrario o byper-
satropo e o presbyto vem mal ao perto e caro ao
lose.
A arte remedis este defeitrs visases com o
uso r/as lentes. Um v iro concavo, que diver-
gente, .. sando a curvatura viciosa dos meios do olho Usam-
n'os por isso os mypes, para corrigirem a sua vi-
lio. Pelo contrario, os vidras convexos, que sao
convergentes, soneeessarios aos hypermtropos e
SOS presbytos, para verein ao porto.
A luz branda e tranquilla dos candieiros
aseite, r< flectida por um abal-jour verde, o me-
lhor meio de illuminaco para os preabytos, e con-
vm a toda a gente para os trabalhos nocturnos
Sao deve o presbyto arrecear-se de usar os vidros
convexos, mal d'elies comecea precisar,temendo
que em idade avancada, tendo-se ggravado suc-
eesivamen'e o seu defeito visual, anegue a nao
encontrar vidroj que Ihe sirvam. O eeforco exage-
rado para a accominodaco, desajudada das lentes,
eminentemente prejudicial, bein como o tambem
o uso de vidros de grdua;3o nsuflLient .
Ha quera pretenda que o myope de\e fazer con-
stante uso dos vidros cncavo*, mesmo para ver os
Vjectos mais prximos ; mas a verdade que se
ao poden estabeleccr a tal resp-ito regris nva-
riaveis ; segundo os casos dever-se ha conservar
sempre o uso dos vidros, ou s usal-os para ver a
maior distancia. Algumas vezes convira at usar
vidros de graduacoes diferentes para as diversas
eeeupacoea.
Ha meios aconselhados para evitara myopia as
flaneas, c principalmente as escolas que taes
meios se devem ter em attenco. Infelizmente.
porem, esse um assumpto de que muito pouco se
e :ida. Geralmente o alumno est dnrante horas
rneonunodamente sentado n'um mo banco, tendo
diante de si um livro impresso em pequeos cara-
teres, em mo papel e Iluminado por urna las
cassaoumal ditp. sts. D'ahi provea quequasi
sempre as escolas quo ss contrabe a myopia.
(Contina)
MRTE Ul'i'lCUll.
Governo da provincia
niraniF-NTE so da 23 na agosto db 1886
Oficios: ~
A' junta clasificador de escravos do municipio
de Flores.Com o officio de 3 do correte remet-
ieran Vmcs. copia da nova classificaco, feta em
Tirtude do que esta presideneia recommendou no
despacho de 10 de Julbo, para approvacto da 7"
anota OO fundo de emancipncio.
Mto seado css de decidir a sorte s eolloeseto
dos doos irmo menores, Pedro e Anos, recom-
mendo a Vmcs. que procedam nevos trabalhos,
dando a esta preferencia sobre aquelle.Rcmet-
tea-se copia ao r 'spectivo julz municipal.
EXPEDIENTE DO SECBETAB10
Ao agente da Companhia Brasileirs.De
ordem do Exm. 8r. vico-presidente da provincia
aecuso o recebimento do officio de hontem, noqual
V. Exj. communica que o vapor Baha, chegado
dos portos do norte s 6 horas da manhS, seguir
para os do sul hoje, s 5 horas da tarde.
Ao inspector da Thesouraria do Faeenda. O
Exm. Sr. vice-presidente da provincia manda re-
metter a V. S. duas crdens do Thesouro Nacional
ns. 167 e 168 de 6 e 9 do corrente.
EXPED1EMTE DO DA 21 DB AGOSTO
Actos :
O vice-presidente da provincia, em execuco da
lei n. 2,395 de 10 de Setembro de 1873, resolve
nomear Sezino Vieira da Silva para o posto de al
feres da 6' companhia do 5o batalho de infanta-
ra do f ervico activo da guarda nacional da comar-
ca do Recite, em substituico de Geminiano Tor-
quato Pereira de Lyra, que participou nao aceitar
a nomeacao para o dito pisto.Communicou-se
ao respectivo commandante superior.
O vice-presidente da provincia attendendo
ao que requereu Mara da Natividade Ferreira,
proessora da cadeira de ensino primario de Cha
de Capoeiras, e tead) em vista a informacao n.
229 de 27 de Julho fiodo, do inspector gcral da
Instrucco Publica, resolve conceder peticiona-
ria 30 dias de licenca com ordenado, para tratar
de sua saie onde Ihe convier.
O vice presidente da provincia resolve no-
mear Felippe ery de Faria Salles para exercer o
cargo de delegado do districto litterario de Pre-
guica, em substituico do actual, que fica exone-
rado.Remetteu-se o respectivo titulo ao inspec-
tor geral da Initrucco Publica.
O vice-presidente da provincia resolve do-
mear Luiz Becerra de Franca e Silva para exer-
cer os oficios de 1 tabellio, eacrivao de orphaos,
au entes, capellas e residuos, e oficial do registro
geral das hypothecas da comarca de Becerros, da
rante o impedimento do respectivo serventuaro
vitalicio, Maooel Bezerra dos Santos Jnior, que
obteve licenca do governo imperial, para tratar de
sua sade.
O viee-presideote da provincia, de conformi-
dade com a proposta do Dr. chefe de polica em
oficio n. 818 de 21 do corrente mez, resol re exone-
rar, a pedido, o teoeote Sebastio Qoncal ves da
Cata do cargo de delegado do termo de Tacara-
t, e nomear para substitu! o o al feres Antonio
Valerio dos Santos Naves.Communicou-se ao
commandante das armas.
Oficios ;
A o commandante das armas. Deterindo o
requenmento de Balbina Carolina Padilha Lavra,
mi do 2 cadete do 14. batalho de infantera,
Joaquim Francisco Lavra, autorso Y. Exc, do
accordo com a sua inromae&o o. 430, de 18 do
corrente, a conceder ao referido cadete licenca
por tres mezes, para tratar de sua sade em com-
panhia da supplicante.j
Ao inspe tor da Chesouraria de Fazenda.
Mande V. S. ajuatar contas ao alferes do 2. bata-
lho de infantaria Antonio Valerio dos Santos Ne-
ves, que segu para a villa de Taearat na quali-
dade de delegado de polica, tenente do dito batalho, Sebastio Oouoalves di
Costa.
Ao mesmo. Declaro V. S., para os fins
convenientes, que, vista da sua infoimacto n.
599, de 18 do corrente, approvei, para os devidos
effeitos, as propostas aceitas pelo conselho de com-
pras do Arsenal de Guerra, em sess&o de 5 d'este
mes, para o fornecimento de artigos oecessarios
ao fardamento destinado ao 14. batalho de in-
fan'aria e enfermara militar d'esta provincia, ao
11. batalho da mesma arma da provincia do Cea-
r e companhia de iufantaria da Parabyba.
Ao mesmo. Communico a V. 8., para os
fins convenientes, que ojuiz de direito da comarca
de Villa Bella em 19 do corrente entren no goso
de tres mezes de licenca com ordenado integral,
qne Ihe concedi, no dia 18, para tratar de sua
sade.
Ao mesmo.Communico a V. S., para os fins
convenientes, que o juis de direito da comarca de
Villa Bella, b icharel Manoel Joaquim Ferreira
Eateves, interrompeu, por motivo de molestia, o
exercicio de seu cargo no da 9 do corrente mes,
passand i- o ao juis municipal do termo de Trium-
pho, bicharel Francisco Jos Meira Sobrinho..
Ao mesmo.Communico a V. S., para os fins
convenientes, que, a 19 do corrente mez, o cidado
Andi Curaino de Araujo Pereira assumio o exer-
cicio do cargo de promotor publico interino da co-
marca de Taquaretinga, para o qual foi nomcado
pelo retpective juix de direito.
Ao mesmo. Transmtto a V. S., para os
fins convenientes, copia do oficio do jui de di-
reito de Caruar, datado de 2 do corrente mes,
relativo-ao eiereicio de promotor interino d'aquel-
la. comarca, Sebastio Antonio de Aibuquerque
L/?o.
Ao mesmo. Communico a V. S para os
fins convenientes, que, a 5 do corrente mea, o ci-
dado Germano Candido de Hotlanda Cavalcante
asjumio o exercicio do cargo de promotor publico
da comarca de Cimbres, duixando o referido exer-
cicio no dia 14.
Ao mesmo.Communico a V. S., para os fias
convenientes, que o promotor publico da comarca
de Taquaretinga, bacharel Vicente de Moraes
M-dlo Juuior, a 19 do crreme mez interrompeu,
por motivo de molestia, o exercicio de seu cargo.
Ao mesmo.Communico a V. S., para os fins
convenientes, que o jais municipal e de orphaos
do termo de Limoeiro bacharel Francisc Leopoldo
Marinho de Sousa a 23 ao corrente interrompeu o
respectivo exercicio para entrar no goso de tres
mezes de licenca com ordenado integral, que Ihe
concedi a 11 do referido mex para tratar de su*
sade.
Ao mesmo.Communico s V. S., para os fias
convenientes, que o promotor publico da comarca
de Cimbres, bacharel Alfredo Seraphicu de Assia
Carvalho, a 5 do corrento iuterrompeu o respectivo
exercicio para entrar no goso de um mez do licenca
com ordenado integral, que Iho concedi em 23 de.
Juih> fiado para tratar de sua sado.
No da 14 do corrente, reassumio o referido
exercicio, renunciando parte do praso da mesma
licenca.
__Ao'admimstrador do Theatro Santa Isabel.
Tendo nesta data deferido a petico da Socedade
Luso Brasileira nesia cidade, concedendo nos ter-
mos de sua ioformaco de 19 do corrente esse
Theatio para neile ter lugar um espectculo na
noite de 7 de Secembro vindouro mediante a coa -
tribuico de 40J com as despesas inherentes w
mesmo espectculo; assitn Ihe declaro para sen
conhecimento.Oommonicou-te ao inspector do
Thesouro Pruviocial e directora do Theatro
banti Isabel.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Para
qns o procurador fiscal desse Tnesouro providen-
cie de m -do a ser legaimente especialisada a
Sanca do thesoureiro das loteras para o fundo de
emancipacao, Francisco Gancalvea Torres, re-
meti Vmc. as inclus copias da pet.co de de-
nuncia e mais papis a elles relativos contra o
mencionado thesoureiro, com eidusio apenas de
sua informarn, constante de officio_de 5 do cor-
rente sob n. 70 e do parecer do mesmo fi-cal.
Ao director do Arsenal d Guerra.Be'
metto a Vmc, para os devidos fins, as inclusas
propi-s'as, que acara approvadas, aceitas pelo con-
s Iho d-compras d'eise Arsenal, em sesso da 5
do corrente, par o fornecimento de artigos neees-
cessarios ao tardamento satinado ao 14 batalho
de infantaria militar d'esta provincia, ao 11 ha
talbo da mesma arma da provincia do Cear e t
companhia de infantaria da da Parahiba.
Ao inspector geral da Instrucco Publica.
Declaro a Vmc, para os fias convenientes, qae,
nesta dats, concedo permisso ao professor da ca-
deira de ensino primario do Bonito, Pacifico Pau
lino Malaquias, afim de residir com sua familia no
predie em que funeciona a escola.
Assim respondo ao seu offioio n. 247 de 10 do
corrente mez.
Ao mesmo Declaro a Vmc. em resposta ao
seu offic'o n. 258 de 18 do corrente mez, que a li-
cenca ltimamente concedida ao protessor Thomas
Antonio Maciel Monteiro deve ser contada de 2 de
Julho" fiad ', data em que o mesmo professor dei-
xou c exercicio da cadeira em que lecciona. Com-
raunicou-se ao inspector do Thesouro Provincial.
Ao 2" promotor publico da capital.Remet-
to a Vmc. os inclusos paneis e u original com re-
laco a denuncia dada pelo Dr. Francisco do Rogo
Barros de Licerda contra o thesoureiro das lote-
ras para o fundo de emancipaco, Francisco Gon-
calves Torres, acerca de irregularidades que se de-
ram na prestaco da respectiva fiaaca, afim de
que Vmc. requeira o que entender a bem da jus-
tiCa.
Ao juiz de pas, presidente da junta de alis-
tamento militar da parochia de Nossa Senhora da
PenhadeGameleirs.Respondo ao officio de Vmc.
de 16 do corrente, declarando-1 he ter o Dr. ebefe
de polica, segundo participou me em officio n. 814,
de 20 deste mes, providenciado no sentido de Ihe
serem ioruecidas as listas, de que trata seu citado
officio.
Ao juiz de pas, presidente da junta de alis-
tamento militar da parochia de Nossa Seohorada
Cooceico de Bonito.Declaro a Vmc. em respos-
ta ao seu officio de 12 do corrente, que, segundo
consta de informacoio do Dr. chefe de poli ia, de
20 deste mez, sob n. 813, foram dadas as providen-
cias no sentido de ser satisfeita a requisicao de
que trata o citado officio.
Portaras:
O Sr. agente da Comp nhia Brasileira do
Navegaco faca transportar pira a provincia da
Parahybu e por conta do Ministerio da Justica os
criminosos Joto Campello Bandeira e Jos Fran~
cisco Cavalcante, requisitados pelo chefe de poli-
ca d'aquel'a provincia, afim de serem submetti-
dos a julgamento.
Per conta do mesmo Ministerio, tero tambem
passagem duas pracas do corpo de polica que vo
escoltando os alludidos criminosos.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana,
faca transportar a bordo do vapor MandaAu', des-
ta capital at Penedo, por conta das passagens
gratuitas a que a provincia tem direito ao alferes
do 2* batalho de infantaria Antonia Valerio dos
Santos Neves, e ao anspecadaqua o acompanha
Joo Francisco de Salles. Commuuicou-se ao Dr.
chefe de policia.
EXPEDIENTE DO SBCBETABIO
AoDr.juiz de direito da comarca de Flores
De ordem do Exm. Sr. vicepresidente da provin-
cia, trammitto a V. S. em resposta ao seu of-
ficio de 5 do corrente, copia do de n. 802, do Dr.
chefe de policia, datado de 18 do referido mes.
Ai engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao LimoeiroS. Exc- o Sr. vice-presidente
da provincia manda declarara V. S. que nesta
data tiveram o conveniente destino os documentos
que acompanharam o officio de 19 do crrante, sob
n. 787.
DE8PACHOS DA PRESIDENCIA. DO DIA 3 DE
SETEMBRO DB 1886.
Antonio Barbosa de Aguiar.Informe o Sr. Dr.
juis de direiio da comarca de Pao d'Albo.
Major Justino R. da Silveirs. Foroeca-se.
Jos Albino de Abreu Cardoso.Informe o Sr.
inspector da Thesourara de Fazenda.
Jos Monteiro Pessoa.Informe o Sr. inspector
do Thesouro Provincial.
Secretaria da Presidencia de Pernamba-
4 de Setembro de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonio F. da Silveira Carvalho.
co, em
Bepartleae da Polica
Seccao 2aN. 866.Secretoria da Po-
lica de Pernarabuco, 4 de Agosto de 1836.
-Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V. Exc.
que foram hontem recolbidos na Casa de
D. tencao os seguintes individuos :
A' ordem do sublelegado do Recife, Thomas
Thompson, requisicao do cnsul ingles.
A' ordem do do Ia dis neto de S. Jos, Joao
Antonio da Silva, Arsenio Baptista Vianna, Arse-
nio Jos Baptista, Joo Carvalho da Rocha, Joto
Baptista de Oliveira, Joaquim Moreira do Nasci-
mento, Joo Jos do Rosario, Herminio Lacerda
de Barros, Antonio Pantaleo dos Santos, Cosme
da Rocha, Jos Francisco do Nascimento, Flix
Joto de Soez* e Jos, eocravo de D. Idalina de
tal, por disturbios.
Af ordem do do 2 districto da Boa-Vista, Pe-
dro Jos le Sant'Anna, por disturbios e uso de
armas defezas.
A' ordem do de Afogados, Christovo de Aqui-
no Alves, por embriaguez e disturbios, e Manoel
Rodrigues da P^ixo, como alienado, minha dis-
p tsico, afim de ter destino para o Asylo da Ta-
marineira.
Hontem, s 4 horas da tarde e na freguezia
de S. Frei Pedro Goncalves, ra da Lapa, Lino
de tal e Antonio Joaquim Martins Branco, de-
pois de haverem altercado fortemente, foram a
vas de fucto, resultando sahir o ultimo ferido le-
vemente so rosto.
Contra o deliuquentej que evadio-se, procedeu-
se nos termos lei.
Pelo Dr. delegado do 1 distsicto da capital,
foi remetttdo ao Dr. juis de direito do 3* districto
crimina), o inquerlto a que procedeu contra Ma-
noel do Natcineiito Crus, preso em flagraste pe-
lo crime previsto no art 201 do Cod. Crim.
Pelo subdelegado do 1 districto de Limoei-
ro, foi igualmente remettido ao juiso competente
o inquerito a que procedeu contra Virgolno Pe
reir Germano, como incurso as penis do art.
205 do Cod. Crim.
- Commuiiicou-me o delegado do termo de Pao
d'Alno, que no dia 28 do mez findo o trem da fer-
ro -via de Limoeiro, que suba s 10 horas da ma-
nh, ao passar pela ladeira do Juca, esmagou a
um menor, tino uaturol de Francisca Mara da
Conceico.
O >ib el g do do|listricto fez eorpo de del e
to e abri mquerito, Uo qual so evidencia ter ha-
vida culpabilidade da parte do machioista Pedro
Jos, que. avistando o menor e podendo parar o
trem, que ia vagarosamente, entretanto uto o fes,
apesar anda de lhi-haver pedido o foguista.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Jo.iquim de Souza Leao
muito digno vicepresidente da provincia,
O chefe de pocia, Antonio Domingo
Pinto.
(ominando das A rasas
QDABTKL OEKEBAL DO COMMANDO DAS AR-
MAS DE PEBNMBCO, KM 3 DB SKTBMBBO
DE 1886
Ordem do dia n. 117
Faco publico para conhecimento da guarnicio,
qne appr..vei n'eau data o engajamento que hon-
tem coutrahio para servir por mais seis annos no
14* batalho de infantaria, o soldado Manoel Joa-
qun de Oiiveira, que em mspecco de saude foi
ulgado apto psra eontiuuar a servir no eaercito,
conforme communicou o Sr coronel commandante
do mesmo batalho, em officio n. 642 de hontem
datado.
(AssigBarlo ) O brigadeiro Agostinh <
Marques de 8a, commandante das armas.
(Conforme)O tenente Joaquim Jorge
de Mello Fiho, ajudante de ordena inte-
rino, encarregado do detalhe.
Inspectora eral da Instrucco
publica
DESPACHOS DO DIA 3 DE SETEHBBO DE 1886
Manoel Sesino de Aibuquerque Maratoho.En-
cammhe se.
Maria Digna de Aibuquerque Maraubo.En-
caminhe-se.
N -4-
Floriano Biptista de Oliveira. Juatifico em
virtade de autarisaco da presidencia do 1 do
corrente.
Idalina dos Santos Leal.Em virtude de auto-
risaco da presidencia de 2 do corrente justfic>
as f-ltas dadas pela supplicante de 28 de Janeiro
a 25 de Marco altimo.
Antonio Nobre de Almeida Costa. Encami-
nhe-se.
Secretoria da instrucco publica de Per-
nambuco, 4 40 Setembro de 1886.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
DIARIO BE PERRAHBUCO
RECIPE,* DE SETEMBRO DE 1886
noticias da Europa
Pelo paquete francez Gironde, chegado hontem
da Europa, recebemos folha de Lisboa alcancaado
a 23 de Agosto, cinco dias mais adiantadas do
que as traziJae pelo paquett inglez Araucaria.
Eis as noticias de que foi portador :
Portugal
As principaes oocurrencias deste reino achara-
se relatadas na carta do nesso correspondente de
Lisboa, publicada sob a rubrica Exterior :
Heapanba
Acerca do oeeorrdo neste reino escreveu-nos o
supracitado correspondente o seguinte :
Est sendo eada vez mais difficil a situaco do
ministerio a que preside o Sr. Sagas ta, apezar do
os conservadores observarem com toda a lea Idade
o compromisso que, em nome delles, tomara o Sr.
Cnovas del Castillo por occasio de suecumbir o
rei Affonso XIL
Esse comprosaiiso fra o nao levantaram emba-
racos de especie alguma ao ministerio Sagasta que
representa o partido liberal.
Affirma-so que a escolha de um demcrata, de
um amigo polit'co do Sr. Martos, para a pasta da
fazenda que fic-a vaga pela demisso do Sr. L'a-
macho, evidentemente manifest a intenco do
Sr. Sagasta, de ir sempre resistindo s instancias
dos centralistas.
Estes, como sabido, muito estimaran romper
de ves com o elemento avancalo.
Por tuto teto, eatende a imprensa libsral que a
crise ministerial foi apenas adiada.
Quando ella rebentar de esperar que se effec-
tue urna deslocaco da maioria, produzindo com a
situaco anloga a que se oftereceu ao actual pre
sidente do conseibo em outubro de 1883.
Nao julgam os adversarios do Sr. Sagasta quo
elle possa vencer os embaracos que hto de nascer
da desaggregaco da maioria parlamentar.
E' sobretodo o El-Resumen, orgo do general
Lopes Dominguet que se teem accentuado estes
presentimentos.
Os seus commentanos exoneraco do Sr. Ca-
macho teem sido lidos com grande interesae, prin-
cipalmente de balso desse ponto de vista.
Foi demittido o general Salamanca, sab secre-
tario de estados dos negocios da guerra.
Este freto ainda mais vem augmentar as appre
henses nesse p>nt* ; porquanto, apesar de sahir
da situaco, a sua influencia em nada diminuto so-
bra a officialidade de todas as armas qu j nelle
centiouam a ver o futuro ministro da guerra.
O general Salamanca presidente do centro
militar do exercito e da armada, cuja t Je em
Madrid.
Ainda se comm-ntam as circumstancias que
acompanharam o conflicto qua se levaotou entre o
8r. Camacho, ministro da faxenda e os senscol-
legas no ministerio reconhecendo todos os peridi-
cos liberaes que a rainha regente deixou a mais
completa liberdade de aeco ao Sr. Sagasta para
resolver o que Ihe parecesse mais conveniente.
Parecen em geral muito correcto este proced-
ment de D. Christina bem como o escrupuloso
cuidado que 8. M. teve em affastar aioda mesu-o
quaeequer appareacias de ujja inter/eoco estra-
nha de influencia* extra parlamentares para a so-
luco da crise. '. .
Todas as responsabilidades ficam pois conta
do Sr. Sagasta pMas hesitacoes de que os demo
era tas o censurauFna execuco do programma por
elle propoaW qnsao o partido liberal foi chamado
ao poder.
Tambem algumas folhas polticas tomaram nota
deque no momeato em que eraj inevitavel a
exonerafo do Sr, Camach, o general Martnez
CampDS sah'sse da Granja sotes do Sr. Sagasta
al chegar por ofaferenciar com a rainha regente
acerca deste asssnpto.
Tambem foi dbjecto de reparo que o Sr. Vega
de Armij) se oaservasse euto isolado na =ua
casa em Galisa.
Era esperada prximamente em Madrid a visita
do ministro dos esrreios de Franca.
Tem sido muito obsequiada em Li iboa a offi -
cialidade da esquadra hespanhola surta ha dias no
Tejo.
__Fallase en que a viagem do Sr. Cnovas
ao estrangeiro tesa por fi* arraujar um convenio
entre os doui ramos de frmili* Bourbon, ao que
se cpiem os carlista mais importantes.
__Rcferem peaseas era informadas que ten-
ciona o Sr. Sagasta abrir as cortes a 28 ou 90 de
Outubro afim de sa ds)clrem afl leis provincial e
municipal e de assooiacSea e os projectos de ins-
trueco publica.
Chegadas as ferias, suspender se-ho as sessocs
e em Janeiro devero ser discutidos os orcamen-
tos e varias reformas projectadas pelos ministros
da justica, marino e obras publicas.
O Sr. Montero jtioa est estudsndo o projecto
acerca de um Bslsa de trabalhi que elle con-
sidera de grande beneficio para as classes ope-
raras.
, Consta que as grinde descontntame*) na
tropa da guarniot da Andaluzia. ... .
Tambem se ten fallado muito as dissideocias
qne ltimamente se tem mauifestado entre os re-
publicanos da ceallso ; mas parece que taes dis
sidencias tem Bd*aottvadas apenas pela desigoa-
co dos candidatos para as prximas eleicoes pro-
vincises e qae, paffe-acabar c^m esses desaccor-
dos, se reuoiro fcsevemeate os saefes em coufe-
rencias. .... w
Dis-se que dssappareceu o brigadeiro Ma-
rine.
O novo ministro Mi tasenda 8r. Paygcever est
estudand.. a maastsa de faser admittir os fundos
hespaahes na Bolsa, da Allemanha.
- Terminou o sea* trabalhos a coiamisso por-
ttfgueza encarregada de proceder a d;uiarcaco da
liuha divisoria das aguas jarisdiciunaes de Por-
tugal e Hespanba ao rio Minho. Es commisso
deve tu breve ter coafluido os seos restai-t stra-
balhw ,. x
O ministro ds Heapanha ^em Roma dirigi 4
presideneia ds sasorisclo a isapwnsa italiana urna
arta muito cordsal oammunleando-tta as iatan-
coes e disposicoos do ministro dos negocios estran-
giros, o Sr. Moret, em favor dos jornalistas ita-
lianos que f.rem a H spanha. A carta diz que se-
ro recebidos em Barcelona o Madrid como irmos
e vero quanto o povo hespanhol deseja apertar os
lacos tradiccionaes, que tantas vicsaitudes e glo -
ras communs formaram entre os dois pnizes.
Franca
A Libert de 21 de Agosto, afirma que o conse-
lho de estado dar provimento ao recurso do du-
que de Aumale e anuullar a portara do minis-
terio da guerra que o mandou riscar dos qua Iros
do exercito, por entender o mesmo conselho que a
propriedade das patentes militares inviolavel.
A maior parte dos conselhos geraes encerra.
ra no da 20 as sitas sessoaa, sem queoccorres-
se incidente algum digno de menea).
Mauifesta-sealguma effervescencia no Saha-
ra argelino. As tropas vo reduzir a obediencia a
tribu de Oulsd-Jellab.
O Temps pnblicou ltimamente urna carta de
Marrocos oceupando-se do projecto que se attri-
bue ao sulto de sapprimir todos os peridicos es
trangeiros, que se publicam em Tnger. Publi-
cara se all tres jornaes hespanhes, dois franceses
e um ingles.
Na mesma carta refere-se o correspondente aos
manejos da Allemanha a qual custeou as obras
do porto de Assaka, declarando-o franco para os
eatraogeiros.
Accrescenta que na capital do imperio marro-
quino se fal.a na chegada provavel de officiaes
instructores allemes.
Por este motivo excita a Fraoc a oppor-se
enrgicamente ao predominio de qualquer naco
em Marrocos, porque isso prejudicar sem duvida
alguma os interesses da Franca na Argelia.
Asoevera-se que os christaes do extremo Orien-
te receiam a suppresso do proteetorado francez.
O ministro da g ierra da repblica francesa aca-
ba de modificar o systema das grandes manobras,
supprimindo este anno os simulacros de comoates
que costumivam terminal-as nos annos ante-
riores.
Nos termos da circular ministerial que acaba
de ser enviada a todos os coromandantes dos cor
pos do exercito, as manobras sero reguladas de
forma a deixar toda a iniciativa aquellas que as
dirigen, e a fazer destas operacoes urna imagem
to real quanto possivel da guerra.
Assim para o futuro nao se proceder a elabo-
racao de nenhura programma geral, mas o com-
mandantes das forcas oppostas urnas as outras re-
cebero confidencialmente, na vespera do cometo
de cada manobra, o programma da operacto de
qae tiverem a direccao. Para as manobras de bri-
gada contra brigada, os themas sero dados pelos
generaes commandantes dos corpos de exercito, e
serio commuoicados ao ministro. Os telegrammas
ho de ser enviados em cifra e partiro de modo
que os destinatarios os recebara cerca das quatro
horas da tarde, na vespera do dia do encontr das
forcas. Cada um delles ser por este meio preve-
nido de que o inimigo est em tal lugar, que dis-
pijj de taes forcas, que se dispoe a recuar ou a
ao/ancar.
O general ter ento que ra -indar traduzir o des-
pacho e dar todas as ordena para essa noite e pa -
-a o dia seguinte, absolutamente como se estivesse
em campanh&.
Estas grandes manobras virio, pois, a ser ver-
daderas escolas de guerra para os chefes de um i
catbegoria mais elevada como para os simples sol
dados.
O ministro dos correios tencioaa ir visitar a
Heapanha.
Blgica
Foi importante, segundo as ult imas informacoea
telegrapbicas, a manifestacio operara, que se rea-
lisou em Bruxellas no domingo 15 de Agosto.
Concorreram ope. arios de Gand, de Aluberes e
de Malinas. O cortejo compunha-se de 15 a 16
mil manifestantes, muitos dos quaes levaran bir-
retes phrygios, o entravam eaucoes revoluciona-
rias.
Appareceram tambem umitas mulheres, algu-
mas das quaes vestan de eucaruado.
A maoifeataco chegou dos ministerios s 3 ho-
ras da tarde.
as janellas estavam os ministros, o corpo d-
C' >matico e os polticas mais notaveis. O mani-
tantes nao solicitaram nenhuraa entrevista com
os ministros, porque a petico em favor do suffra-
gio universal tinha sido entregue na vespera ao
governo.
A petico era concebida nos seguintes termos :
< Ha 56 anuos que s urna el ase social dis-
fructa o direito do voto. A igualdade dos belgas
perante a le urna palavra v.
Ha urna minora que reina sobro as massas e
administra os negocios pblicos a seu capricho e
de urna man.-ira iniqua.
< Os soffrimentos populares sao intoleraveis.
Os operarios soffrem no meio de urna horrirel mi-
seria.
J cansados, pedem o direito do suffragio
afim de poderem oceupar-se em melhorar a sua
sorte.
Negar-se-lhs satiafaser este pedido, sena
provocar urna desastrosa crise.
Julga-se que o rei ^ceder a clemencia aos
operarios condemnados recentemente pelas iesor-
dens de Marco.
Reinou sempre a mais completa tranquillidade..
O aspecto da cidade noite era alegre e ani-
mado .
Antes e depois da grande manifestacto do par-
tido operario em Bruxellas, foi elle assumpto das
discussoe" geraes da imprensa europea.
Os magistrados belgas no principio tiveram por
coaveniente prohibir graude reunio, mss viram-
se obrigados a ceder.
A grande manfestacag, pois, realisa-se no meio
da maior tranqurilidade, mas nao produzo o effei-
to impotente que se osperava.
Osjornaes aoeialiotaa contavam que se reunis-
sem 5tl,000 operarios ; mas apenas se reuuio me-
tade d'ease numero, se tanto.
A. policia fo feta com grande lino e nao houve
a lamentar a menor desordem.
Este grande movimento iniciado para o conse-
guimento de reformas socialistas, acaba n'uma
triste petico poltica.
O que Bto significa que na populaco opera-
ra besm'ittisto um mal estar, cuja causa, bem
como o remedio, ella propna ignora.
Vai ensaiaado todos os empirismos desde os in-
cendies e assas8oat88 de Charleroi, at s proeis-
tGts de Brux-llas.
Oxal que n'alguma das tentativas pacificas se
encontr a solaco do complexo probloma.
Italia
Affirma-seoaea viag-m de M. de Ribilaut a
Vienoa fora realmente projectada, mas que se nao
realisou por questes de familia visto ndame de
Robilant pertencer a urna notavel familia aus
triaca.
Attribuindo a imprensa a esta viagem um ca-
rcter p 'litieo, M. de Robilant renuuciou a faael a.
Em poucos dias sahir do Piemonte, onde actual-
menie se acha, para regressar a Roma.
A questto da renovsco da trplice allianca nao
foi ainda levada a conselhi de ministros. Apezar
de ser menos exacta o ter sido enviada urna nota
diplomtica aos gabinotes de Vienna e de Berlim,
expondo as eondicoes que a Italia imporia su*
adheso triple allianoa, comtudo positivo que
se pedio aos embaixadores da Italia ou Vienna e
em Berlim para saudarem o terreno, e qud as res-
postas dos Srs. Niegra e do Lomnay anda n>
ebegaram consulta.
luglaterra
A rainha Victoria tave um affectaoso aeolni-
meoto em Edimburgo, sonde oi inaugurar a CJ
posicto. UA-
O gabinete inglez nomeou urna commisso en-
carregada de fazer um inquerito acercada situa-
co da Irlanda. Esta commisso ter presidida
por lord -Salisbury. j
Os jornies inglezes piblicam urna carta do Ja-
que de Abercorn, um dos membros mais influentes
do partido conservador, o qne por muitos sanas
desempenhou as funecojs de vice-rei da Irlaaa,
chanceller da universidade de Dublin e grao-mos-
tr da maconaria irlandesa e que conhece a funda
os negocios da Irlanda.
Declara que o novo gabinete conservador ata
pensa aequer em seeuir na Irlanda um politiaa
coercitiva.
Ao contrario, pretende dar a maior satiafaes
possivel s aspiracoes do povo irlands para ter
um telf governement na Irlanda, sera prejuixo da
unidade parlamentar ; procurar sem demora as
meios para que todas as funeces administrativa*
na Irlanda sejam confiadas a irlandeses ; garas
tir tanto aos ricos como aos pobres, que residan
no solo ranles a proteceo efficaz de suas pea-
soas e de suas propriedadee.
G discurso da rainha Victoria, pronunciada pa-
rante o parlamento diz que este fui convocada pata
trabalhos indispensaveis e consigna que o paix,
consultado a respeito da Irlanda confirmo asi
concluses a que chegara o parlamento antener;
mas nao falla da poltica externa nem da questi*
irlandeza.
Um dos ministros annun-iara que as melisa*
concernentes a autonomia local irlandeza secia
propostas no anno prximo.
E' provavel qu o adiamento das esmaras se
efiectue logo depois de votados os crditos.
A cmara dos lords approvou na sesso de 20 a
resposta ao discurso da corda e suspendeu as asta*
sessoes at ao dia 30 de Agosto.
O marques de Salisbury disse, na mesma sesso,
que procurar sustentar a iategridade da Turqua
e espera que a Europa chegar a um accordo esse
a Inglaterra para a manutencao da paz.
As questes com a Birmania esto em via te
composico.
O governo ejecutar os Irlanda as leis orSV
narias; mas se estas forem suficientes, petfixt
autorisaco s addicionaea.
O general Buller recebau plenos poderes para
restabelecer a ordem na Irlanda.
Na sesso nocturna de 21, da cmara den
communs, sir J. Fergusson, sub-secretaro de Es-
tado dos negocios estr&ngeiros, deementio a assl-
cia de terem os russos oceupado Port Lazartw
Passando-se discusso da respe, ta ao discurso
da cor* o Sr. O'. Connor critiou a poltica io go-
verno da Irlanda ; attribuio as ultimas desordena
de Belfast ao recente discurso de lord Churcsaj
sustentou que o nico remedio efficaz para a Ir-
landa satisfazer o sentimento nacional.
A 21 esperavam-se novos disturbios em Bel-
fast, porque os protestantes dirigiram provocaoisa
aos catholicos.
O Standard d'aquella manh affirmava que aa
declaracoes dt marquez de Salisbury, com resperse
poltica externa do gabinete conservador, causa-
ram excellente impresso em Vienna e Berlim.
O palacio Caverley, era Tumbridge Wells, oats
reside a familia de Orlans, como todos os gran-
des p .lacios inglezes, pesado e fro. O conde de Psv-
riz oceupa para elle e para a su t casa qusi tedas
os compartimentos, mobilados como se poje julgac,
com urna simplicidade e urna falta de goato abso-
lutas. O gabioetc e sala do principe esto situa-
dos no rez-do-cho; no primeiro andar, os qar-
tos de dormir do conde, da condesas e dos convi-
dados, quando os ha.
As creancas, isto as priucezas He'.euas, Isa-
bel, Luiza e o joven principe Fernando, depois a
duque de Orlans e seu preceptor o Sr. Franeat
o Sr. Dupuy secretario particular e os gentis-ns-
mens do aervico esto alejados no segundo.
O principe levanta-se cedo e almoca com a fa-
milia ; o lunch ao meio dia e o jantar 7 horas;
estas duas refecoes sao servidas, em commaa a
ha sempre urna media de quatorze pessuas usas.
servida por cinco criados, que usam a grande libr
azul da casa de Franca.
Qjasi todas as manhas os principes e as ptin-
cezas do um passeio a cavallo, seguidas sempr*
por ura picador.
A cavallaric/a de conde Pariz nao comporta mai*
que oito cavallos de sella, que for ;m trazidos da
castello d'Eu
Todos os ''ias o prncipe trabalha com o ea se-
cretario Dupuy e recebe aa nmeros is deputacSss
qae chegam de todos os pontos de Franca. O
conde de Paria tem sorprehendido algtins dos seas
representantes da imprensa departamental, CaUaa-
do Ihe das uecessidades, que elle conhece perfeita-
mente. .
E' que deado de urna memoria prodigiosa
e ao tem deixado de estudar nao sO as cousss
mas tambem as pessoas do seu pai, o que lh; par-
mitce ter urna idea exacta da sua situaco geral.
Se os aposen'os do hotel Caverley sao medio-
cres, os jardins sao esplendidos, depois do fasei-
liar, quando o temo) est bom, o que raro, orga-
nisa-se sobre a fresca relva, muitas vezes, usas
partida de lawntennis.
A estas horas, os condes de Paria e o duque Je
Orlans esto na Escocia, onde vo passar aa*
quinze dias. Vo cacar n'uma matta, que o du-
que de Chartres alugara antes da expulso; vt-
taro em seguidas a Tunbridge-Wells, onde a-
caram os filhos.
Quanto a installagao definitiva em Inglaterra,
nada se decidi ainda. Mas o que. corto qne a
estada em Tumbridge Wells nao poderia prolon-
gar se por muito tempo. A escolba da resideneia
ainda nao 6st definitivamente feita, e o conde te
Paria nao acceitou at h je os off;recmentos fe
tos por sua magestaae ora este fim. At aqsia
principe considera se como um vi .jante.
lnstaurou-se processo, n India Britnica, con-
tra o coronel H ioper, aucusodo de hsver extor-
quido confisaes a ura prisioneiro birman, sos;
ameaca da morte, e de ter orden-do experieacias
de photographia' instantnea com os crimnos
sentenciados a pena ultimo, no momento da sxe-
cucao.
O conselho de guerra deu estes crimes por pro-
vados, e o vice-rei da Lidia publieou urna orden
ao exercito, na sexta-feira ultima, era que declara
que o procedimento do coronel Hooper envertfonaa
o exercito inglez e justificara a d.-miento de de-
linquente ; attendendo, porra, aos seus i
anteriores, o vice rei espera que lbe seja ssfl
castiga urna repreheoso na ordem geral do exea
cito.
Allemanha
O ministro da instrucco public* na Allemas*!
prohibi que a mulh res possam ser admitt
como alumuas ou como ouvintes as uaiversii
prossianaa. -
Nao sabemos o que determinou esta resoiuci,
mas mal p le crer-se que seja pases do norte, na
patria da sciencia lvre e do exame livre, que se
ulcaase necessario, por qualquer rooUto qdeahta
nao se d nos paixes meridionaes, faser tal pront-
bico.
^ naviera
Chegoo no dia 16 a N.ienting o comboya espe-
cial, que transportava o rei Luis II da Bvier u
Do comboyo foi coraco mettido n uin cocae
h%al, tirado por seis cavallos, o acompanhado por
um destacamento da guarda.
O coche real dirigio-se para Altaett i
de uma multido compacta.
Na estaato da Altaetting achavam-sa ss pe
soas mais notaveis, todas em trajo de luto, o sisa
Panan, acompanhado de todo o clero e a aoas
hurgamos tres d'aqnell* lugares.
Na igreja parochial toi cautado um reames pe
20J sacerdotes. Finda esta cerimonia ?'"J*
o cortejo, que seguio solemnemente, ao doonOM
n



IHftrit ^PcruambucoDomingo 5 te Setembro de 1886
O o eoriflo do
x urut ele aot cora-
do* Alpe* e gar-
e ib lado um du-
a real, e do oatro as
iore arc-
ourae
i
1 tf.MM
a .4 ia> A
de f*ced
alo* de a *aaa- ew-
;retjio La* XI,
asaia a todwo os oa
Hadi*
ato---*- .
aatuls** & ratao
baa Ccx-aat
guai-*.? <-y
afed.-^r
B>c
numeroso squito de
B!
.....->
* ^.^tup* tUtrnlm, A alojada, a ello e a todo o sea _
*S/_^rfT*- -*^Tw^: t., Rescacio de ia.ttro* cbefcs e sacerd.M., no Go*ol
O principe aabe proou .o '
. francs, ves'.o o seu Unjo nacional, um poueo
ireiro, e propie-se visitar o que ha de mais oota-
rel na capital francesa, assist.lido As grandes ina-
da fasenda, dos ul mnot, que dis-
pensoo a receita d'um imposto, o do sal, sera 0
su bstituir por ontro mais gravoso ou mais rendoso.
O Sr. Mariano de Carvalho no coQOeito de
todos, un ministro da fazeuda trabalhador, pro-
ductivo, pio/uadamento versado nos negocios d*
tn ministerio.
O inai polmica...
O ficto principal na ordera financelra que oc-
correu esta s- mana foi a publicaco do aviso para
a pr.ixit* eolioeacao de *V*00 contos de ris (for-
- le) de aserio* do tlwsoaro, segundo as deter-
diabe *! fa*J*a as seJany Aiuace* Jo WrOto de 13 do eorrente, que regu-
f^,,.. 1u pjr fJIvllW Mo do MntamdM-rdiVMa audttuttfc.
fcM d() 0>(rbSO Utraardaaat deorien-
a cerca de duaeutos
nulidad ts. Entre ou
ato oongreaso as se
liras de Ioirlat rra: so-
ca, do Londres, real
do y*gtahi*T
stSgatVw. c sociedad asa
nasisi saViattmnntiradhe-
auavgatate*- Erypto, lu-
itRentanaVa, Frawe-,
T*r.<*i, uosa, Sueeia,
a, Heap^aOo) /apio e
fiar Vlegaeaodo iesaeta-
antrr*~J
do FOsferi-^er^-'O'fc
aefLsaWi
Nelo (TaowlV.
jara dio, o ouActo
aaWat O presideoto
abrigado bi diae
afim de celebrar eos
adida da prisa*.
00 tuiaoi urna
centra ma*.-
oarte, rada vo-se
icaoeMaoriak
dtiasaointe contra a
afeito* rerlata. Eas ver
ja-eoieera o dhmeosre*
acia oOBra sonsiJerar
ifqos *S9*ginU-es ot
*5r*!> corda
BaMMaaasn vsooa oaV> tardar
-oe m -.saU lis i i.^iiooo^t^**of;est por todo
qaa.it rg> sMr 1 oooosaabj o Sr. Estrap-.
qu<-rr*.^OsaiBOr* -*&* dovida calca* pe-
aVsiwM ii iiaosii r jauoai-iayea da caastfcoir^o
do ITaOsisriO aVaOsa larris ssaV acootocor no
Xofca**>^%ooao>aMO>^par iato-ao deicara do pt)r ein
jp.fl. m,j nao i ai too* oosaiao oubJiea
Oa. arirro oso." oo o proeediuiento d i
8r. EatJr^r aasoo. OMsrgoso, tocando le trRt<
* ruT&i&~z***** arffWKdade esa Copeo-
kag-.* r* ai srtrqdf* viaja oeogMM, ob
aDttsss *J a "Q>*"-
o roocor atwe M
a Austria,
ave wswrfoi oajrrnaes
ai* ojovenio do S. Petrrs
eiMM procura dos
tf^eataviea par a trplice al-
iiinaairai non Kbesdode t
jo ooaeoo gerol do Euro-
oMstiioO
i na obtor das ac
r* dtoaoiysaiaor oa pe-
aasaai1 urajan deRtca pro
I fl sjsooi'iisOaiii imr tifilirs T~-*~ qae todas
aaaa or-i^ d* *d caeos iotereosos
ni *! ni aO*ailfa,ra asa oo* aceoodo coas
j .__ j____:_jsaaaaaaslrastn eoueorralor s, se
jnlg* i TTBi i irsitoaoieoor a oa poltica
fr *M ol"
da pra^didaeotio di
eo dalii Koonlrnr
iasor parle doM-
a qe> narponha con-
Aoria, oon-
]MrterbaeSo do ac
ar palo noaot a di
-t MaoOa ommmo go-
em
i
l na cap
nobras do exercito.
Autos de regressar ao eu pu !f 4 a Liao, pir
que o governador tem miiilo einpenho rm qu- o
priaoipe veja eoaao se iabriea os teoidoa He a da.
.-era o unieo buho U tirar do Oxbeo-. He e a to-
do* o ne^o d>> oo-e o Ja G .lobo a pre >coo-
pasfo de jo* o
pa os vaodor oo*
BasdoBie doootfpr^pe f.l rtOooMo pelo
niotro da QOJoiiltHl franeo^ ooo-gur*nd > Ihe OO
noojo de aro Oai Almany, ooe osoin oocrupulooo-
u.ent* rosos*,!*, os cl.*ooi8 do trotod.. trojod
coto o Froof.
iSate tratado awiiri oow'i*ste-fcirirtaflto na
histeria do S-nemrr nainndino H-: frmiet!-
es nargein -squcrd^ 9e a auxilalo Mitra o ini.nig.s que pretendan!
atacar as p iss^ss.-s da Franca no fiudlo.
U Fgaro d noticia di roocpcSo oo niafr'rw*,
cougratuiand^-sc eo n o giveruo pela seU-braoio
do Iratnd*.
O princiue negro vesta urna tnica de seda ver-
dJe, recamada de ou o, sub a qua! deBcia at aos
pe um longo roOjpoo braneo veruitlho e na eao>
a tratia um turbante laminado de prata.
Su Alteza Haraio<-k) alinvnt i-se de carnes aa-
sadat, mas s come aa pOrOat de nimaes nortos
'pelo leu inarab>uL Nilo bebe vinlio nem lico-
res.
Entadoo-UtilUoM
So golpho do S. Lournco t^m andado a csuoar
quatro navios americanos p'Wa protegeremos pet-
cadorea da sua naci .nalidade.
Xo eoagreaso irlund.z de Chi-ag, na srsao
de 18 de Agosto, o Sr. BjOo pr ferio um duenrso
notavel, pediudo a autonoma e liljerdade par *
Irlanda por m.ios pacifico?, "U p.-la violencia, se
tanto lar precis >. Tambem foi muit > aplaudid
um discurso do deputa.lo irlandez Ro-iin 'ii I.
U jraiiie
parte das ff reatis do VViscunsiii. A 17 anda
entinuava ecm grande violencia. As pardasji
etcediam a um inilliao do loilars.
A iaiorWO*Jo> HfTtoduziia pelo actual ministro
la fizeoos IWn aWrecido g.'ral applaosj; ule s
oifouc lUyiooLuio um fautafon iocoutettavel
nrra o thoooor > U preC*o diOboiro OVA elle ca
ror do leOantaf p.r ase ifWa>-, uMN por Ora*
f Ble'rtOt effeft par* O i: ili", &t**
qOi! vainos aeompaiibando as naces mais adan-
laiia i c cujas eouuie s fiuaiieeiras sin mais pros
peras nos seuj ptodeonoo de udinhiUtr,
A verdade tambem quo al gamas circumsfan-
eias teein fivor.ieidj a gerencia d actual minis-
tra y ata* a Uabilid.de cetn i*oe e***-ircamsian-
cas firem sido aproveitadas, o bo;a aensr/ c >m que
teem ido eiicominhados os iegoeios, t-rnarara a
situaca fiaanceira ac'ual tavoravel e sooretndo
ttliHiT limtn desafogada.
A publieacao da donta Q>TBce.il e dsped do'
thrroa, nos mesas de Jutoo aassada t Agosto cor-
rente, virio mais tarde mostrar como o Sr. Marta-
no de Carvalho se dispunba e pieprava pira po
der, coia vantagem publica, moiifiea'r o s^stema
do ober diuheiro por divida fluctuante.
-i Wleceu?, 00* 73 a raos (J-dfcJ-, 0 Hr. Lul
Jugusto Vidal, official d l|fiisterio dos negocios
da justica. Filbo de um uosso autigo represen-
tante ua Dinatrurea, o Sr. Vid if, qu^ nascera na
llha (ia Madeira, f\ all educado. PallavacO!-
rentementi o dinamarqaez, o italian >, o franez e
ostras Iingut afm da materna. Era irmSo da
fallecida primeira Visc<'ii-it-ss de Custllho, O.
Carlota, e tio do actu il viscon le do interno tilu'o,
o raeu bim amigo Jnfio. 0 Sr. Luw"V13h1 oro
d 19 mais ttfftigWfrdqOeiitador.'S do rti-ntro de S.
Carlos c ha muitos auaos noe ifvis n'um botef.
Era ndnradfssimo e inuito iiBtrufdo nao s por
sasleftaras e vageu?, cjmo pela convivencia que
illustre finado oa Academia Sool das Scienc'. s.
faca se a lastica porm de confessar Oue a eon-
M"*f* d'*te lugar, que o Sr. Mendea L?al nao
ia, Ibe era ubsolutameote intil para a
teotaedo pelo facto de ter servido mais de oito
annoi consecutivos no alta diplomacia.
*^- O Gauleii tras n'estes termas a noticia do
proiecta/loenlace matrimonial de urna princesa neta
da fallecida rainha a Sra. D. Mana e sobriuha
d'el-rei o Sr. D. Luix I :
O rei Alberto de Saxe o sea irirSo o prin-
cipe real eorge roe...bersm hontr-to (18) Offl addi-
etiei BOkmiif, o barao HBrb<-f U.tk*-l oaviado
d Jmixfloj-. Por urna carta aiitograplia do Oue O
iWrmk.afoml-
ffcV asif fa -ook fdnfiut'wiida
i do resrtoira afgtjaa
sJaaooe- v*soWettJMlo< coi cas*
scite- -ssai aotreio aao-
que-os commen-
dio osa v idea erra-
* os BstsdM-Uuidos
encsrrcfladoo fe
dso ouae
i, dooo-wvo se*;iiOH
robeotor a gucr-
* .o^awMrsa
~ iktiasitacao do fronte!-
tf o iogloaos codaoi
i liiaonid %atandooos agaran-
arjximo e poovsvet,
Stam&nrd Ol
daesdio izer rooolacr a
s dolioritssdas
a iigiotorrs coopte-
>1* atort* potttes
4e Kaaj* Salea, qae
orios por parte asa
ataaaWOOsaot pelo de-
s* sfgleoos'OO'per-
"Sioism oainor---------rroadn og'rtsed oatro or
sfgbwMs, pao- ion ** Fi iiii* owoeHdo peloa
raosaft is^t^o, esto aetoal-
(ts-Ofliai os r.seo
d'oa HiPafaOJiatior --,-- -og*raa passam fa-
eiln*oteVsws-Bm*sfcH o, oo Ra
d fonOOjrli, **> loe
i ora tai. *
E*gfe.ti-'URI* *#s assos-se deci-
saajSo tB-espitadasaeot-'; por
SSiMjaai s cola* resaeSca entre el
y*dotie>r adiaO para
j od*rrs, tal vrx
i Ber-
___Mtro d. -g/c***-
aos silb* Hmshti Bar
odo oca rkiegados de
oafcroneiarem mo o
do retacos fotaras
eeodo o priin iro
aiiTn~rr portador de uw
nra* ssnoerador Uai-
se aeer-
olMssdo; joga-
oagias sri-w' aile-
"t a>sr*os|iri*o.
4**aao priocipe ftCgro.
Oe auiliast herdeiro do fa-
.* sor este nomo na
ae^ro pela idr, e fi-
do oa AleOa jdre
aaVocTAlaaony 8oiary,
a ostjeedor ambu'a itc.
& *Maa, eoeootrou'O arra-
qae olm rllsso, b-
yaia. tfsOnsrr foi ter
BsKsso-tke: feus piis
Seaerveai. Gurdame
Ifft*-''- *
Botn oao oiras
-atonte-, diotiogoio-se
roe eteendeo
sangra.
iod* sua eserci
SOftdo e onravrloo-
otataoo a 1*0 i-ota-
na sen
O Hw favorito
^sjo ae*uloeote c
.'
Correspondencia do o>ia]>lo de
IVniambuco
POteTGALit-s^A, *) oa aoosto dh 188
El-rei D. Luiz I chegoo a Kiol ir uia 17, d
perfeita saie.
Na viagem de Hambnrg para qnelle porto
no hoUVe oceurrensia nlgaW. E Kiel o re
de Portugal embarcou logo no yoeU do rei da Di
amares para se dirigir a Oarsoer, ondo Una ) o
eamioho de filtro para Copenhagdfl. Naquelia c-
prtal o re ii Dhiautarea e o da Grecia receb.-ram
o Sr. D Luiz I na gare 0 aolhim'ntii qae r
cali -u nao poda ser mai Cirdeal. A' 1!) o S*. D
Luiz [ parti para Stoekolmo, send> aconipanhailo
at a Altaodega palo re da Iioainarc, principe'
he.-deiro, rei da Grecia, rd;notiri dinami'qii,a '
corpo diplomatic-fc A' 2) nefuoj a Stotkolin.,
t-tido briihaiitissrmH ree-pcAo- A"'M Mageowi-.-a
os reis de Portugal e da Sueeia toraminuitjaccl*-
mad.is por grande maltido de povo. Foi aoaiad I
om salVat de artilhuria e reeesi.Jo p>4* guards
honoraria; coja banda tocara hyrano neeionai
portugu 't; estovisin preB<"Oi'3 o re OsoWj o prin-
cipe rovr.o principo Osear Eogce, o corpo diplo-
mtico e as autoridades militares o eivis. Os ino-
uarchas trueaMm os ma4s ctdeie comurinento,
o cortejo degalHs era impoooote. O eoeha era
pozado or eei' carelios, seguidos por dus esqua-
die*. Tudws se ras da eidado at o caateHo
nal esfaram deoorada c ia bandeirss portugoe-
taseHicas. O Visoonde de-Souto Maior, nouso
minisrr jaato qnalla naci, aoompauhava orei
do Portugal.
A's 4 h ras e 10 miootos do tardo de 20 do
oorr'-nto pari> da ssracXoda Oons" d w tioliados o
cjmboio especial que f( a Atambuja aa Ift a Sra. D. Mana Pia, qM regressava da Cal-
das da Kaiiiba.
N esaciko ostaram osporand- Sao Magostado
S. A. o principe reol D Carlos, o principe italiano
Luiz Amadeu, principe de P.mille (oH da Apalia)
ilio do ex-rvi de Hespnnoa Aotadro, rioa" d
Saa MageaUde, o Mrquez do Oldomi, mrntstJO
da ladia, e algWM offioiaes da dioisao oval ita-
liana que trouxera o principe, que aspofaota de
marinea. Ism tambo a Sra. O. Eugn>a ito,
dama da rainha, e os ministra dos'estrOogeiro e
da justica, eomueHf rro Marisas Perrfto Daquo
d'Albuquerqne, Mrquez do Sabugosa, almir>0
Bftptista d'Andrade, Ondeodat Aleacovao, Duque
de Palmella, Duque de Loul, prrsidente da;a
ara Municipal de Listar**, genital da diviso (
Phollnw) Mrquez da Pos, Condo do Cabra*, P. i.m Fcreira de HMa, Foato Gnnhado, c-.nsolkoi-
ro Pe ln Praoeo, r. Carrilh Grela-, admmis
trador do A." bairro, commUsosio gera- do-twliaia
e djudto, rr.nde numero de ofinaes da gojumi-
cfto de Lisboa.
Su> Magostad-) dispeosoo a* honros miutarea e
por isso nao estava no largo forca alguma. a ni
da policial.
No comboiorewl tiirlwm ido o ministro da oOfas
publicas e divt-rsoo: fnneoiooorios spriore d<-
cdinpanliia dos caminhos d- ferri, portnguesos
para HCOcnpnhr a rainha. O Si Jomo Luois*
do Castro, presid oto do ronse*, tinh* ido
Caldas eom suaosposaiofilhaopooooa dsaoari* e
veio p- o Sr. iiOTaote D. Affjos.
No da 20 que tinha chegadn a Lisboo-o
gabrm da Sra. D. Mari* Piaj-n* fragata italwui*
Vietorio Emmanuel- Foram eamprimentoi-o a
bordo o Sr. Doqoede Lule, veador do*. M, a
rainha, o ministro do3trR|geiroa e interino da
marinh, 8r. Barro Goon*, o eoperiHteodenteido.
Arsenal e ^troesltosfanee* .narisr
Cmeca a levantor-oe a qoostao oos fotos*
polirteara sobro TeeniSo extraoidioario das eco**'
para queS. A. U. o princip recento rati6qoo o
juramento de fi lelidade ao reinante, eeu pai, se-
gundo o que diepfa a carta constitucional Oa a
uarohia. Uno diiem que as cortes nioiehegaro
a ser ecnvociidas, o qoe reputam ittentadj fla-
grante s prpcnpeoes iIdmr cdigo fundamni-
ul; outros cim qu para uase Sn a bdoars, (lie
devem rconir-se as eores; o.oefazeio acreditar
que o gove*u> nprovettari aquella reoniiopsra as
dissolver.
O qoe for seara.
Est sedistriboiuio pilos pobres de dioereas
freguezias da cidade de Lisboa, a saber : Santa
Justa, S, ViOfnte, tfc Miguel, S. Joio da Praca,
Santo Eteviio, Santo Cruz doajtoWeilo e S. Thia-
g>. Silo 6,191 leg4os de 14*816 forteej deix>rdos
pe.le. Sia. viuva Borro->, que asaiov diapoz de toda*
o seos bvns em ben*ficia d pobreza. AiOm des-
tes legados, todos os 74 inquilinoa dos aredios qne
piqun sao csntomplodos com um* pequea sem-
ina toda\-ia snpenor que fie* indicada.
Casou ante-hontem o fliho do Sr. Eduardo
Coelho, eo propritaria do Diario de Noticia, coas
a ra. D. Ernestina Lavessiere Leitr, diotiocto
talento musical de quem tontss veze a impsensa
de Lvsboa e de Pars tem celebrado ol mrito, e
cojos dotes de iatelligeocia e eoracao sao devi la-
asenda exaltis p'las pessoas quede perto couhe
com aquella eetiinavel seaborM. Porasn padrinhos,
o Sr. Viscondc de S. Marcal (socio do Sr. Eduardo
Cseloo, na psopriedade do n-fV-rido iom^l) eo pai
do n'ivo; i- madriahas, a Sra. Viacundessa d* S.
Marcal o a Sra. D. dola Livessiere Leitey ntii da
nsiva. A ceremonia nupcial etiectaou na igreja
paroeWal de osss Sewbora das Merc*. Depois
de um lunch .-m casa dos noivos, a que aosistiram
nvid&dos, ot noivos partiratn pelo trem rpido
do caminh de seno para a cidade da P^tto, se-
rism 8 3/4 da noite.
O noivo cswpletou ba pooco a sua educa cao lit-
t<;r iia i in Paria e tem dado j irrecusaveis proras
de talento.
Sabbade urna tolha progressista facia a re
Feuha nos servidos pn atados ltimamente ao pas
pdo actual ministro da fazeada, o Sr. Mariuni
Carvalbo.
Comevva assim :
Ein neis meaos, sendo ministro da fazenda a
Sr. Mhriano do Carvalho, os fuodoe publicoa subi-
iam o-osecesdo do Londres mais do 7 pontos.
_y- Em seis meces, sendo ministro da fateada o
Sr. Mariana de Carvalho, o jaro do divida fiac-
tunirte desot-u a 4 1/2 o 4 0/0.
Nos seis mese* de gereneia do Sr. Mariano
de Carooshn, coate snioistro da fasenda, ooutra-
teu-to os emi resumo enjo encargo ficoo sondo
apena* *f9o5 0/0, itto om emprestimo em cou-
dio.s mais vautajoaaa qae as de nenhilas ootro.
As reformas do servif* docoetadas pelo Sr.
Mariano da Carvalbo, como ministro do fasenda,
ainda nao foram itopagnadas, qae visaomos, no
Jojarenaa.
0 Sr. Mariano de Carvalho 4 o nico ministro
para seo to^uoda sobrinUo OWo, o toio d pr*i-"
cea .\I*r-Josepha. filhad^prliiejtereal. tiabl-oe
que e*l?rillliJir.ca, deatinaMr
amis4*J||(#"igam a casa'
lia iulllerTal da Habsbjurgo'-Loreua, estava ha
mais de iim anuo projectada.
A futura archimarqueza toSnulia de el-rei
D. Luiz o neta da ralifh D. M n-ia II. A prinoeza
ario Ja-phaFelippa Isabel P.a Anglica u>U a-
guiea Barbn Saxe-Coourgj G .toa a trrecira
Barros, di.'no e preclaro Rispo Diocesano, se dig-
nar celebra tambem As 7 horas, e distribuir
em cjinmunhio gerlo po Eocharistico aos devo-
t is qu-t conrenientemante preparados e eonfetsa-
do forem pirticipar do mystieo banquete ; depois
da mis i de S. Exc. entrar outre em acedo de
gracas.
A's 11 horas do dia, ir para o altar da A igus-
ta Padroeira a rnissa solemne, eom ussisten ia de
. Exc. livma, qee far meio pontifical, do Exm
r. vice-presidente da provincia e miit atorida
des civis e militares.
Eieciitar-sn.us, sjb a regencia do hbil profos-
sor Ji/o Polyp6 Soares llotof, a grande parti
lura do abiilistdo maestro italiano Vicente Bellini,
poradWO'karao do Herbart, o ioip.-radw ped*,. Credo d> distincto Itosi, e ao termio linda mu
sica do celebro Menaiante edm o eanto d Ave
Mara plena de grazia, etc.
A tribuna sagrad ser A occapsd* por um do*
lissionarios capuehitlhos.
A goarda de honra f ir as devidas confinen -
cas.
Terminada a missa solemne, haver outra raissa
retada no m.-smo altar de Nossa Senhora da Penha
para mai ir commo lidado dos liis que nao pode-
, rem assistir a toda soletatndade, conforme adv> rte
filtrad principo rwrc,r>r) d> Htix. tTfHWpT STW. fRiS Af-ns. Ligofo no Ilvro 5 n. 311
Fred-nco Angosto Jur^e L'iie Umruerme- hhtt*- .fa tua 'fltfoldgit Morali.
iniliano Cario Maris Nepumeceno Baptlita Xavier A' CoroV, proferido OlogO serrao por oUtro
Cyriaco Romana, duj>e de Saxe e da princesa O. mis3onari>, entoar-se-na o ablemiie Te LfeuHi inti-
Maria Anua do Braganca Bourbon Saxe Ouborgo tuUdo de .Sanf'd'raa, e ifdar"-? ba edrii a bencao
pr mtiitos aohos teve con sen cuiAdi, o inimi-
tavel p cta portugus dos ternas modirn), An-
tonio Feliciano de Cstlbo. Sucumlo a urna le*-
eio cardiaca.
Paz a sua altliai
\ Ha poulos1 dias reonioite eJUraordiotria-
infente no Porto a liasen ble* geral da associacao
commcrcial, tn virlude de rc-qaerim'nto de varios
socios, afim de protestar eeritra lgumas phrases
reputadas injuri>sas, dirigidas ao emmcrcis dos
viuhos na circular da delegacio da eommiisilo de
dfesH dos iiiteretsrt do Daaro, oonvidando o" U-
vradoret pira urna rcuoiilo na Regoa. Presidio o
Sr. Barilo un Missai-ello, usando da pl*vr.i (O 8.B
Mmocl Guir.aWler Potana da Silva, Vifonde de
Villar o AnJreoten, o quolapresetton um* pro-
posta pura que a assoeiacdo uommeroial, por in
terinedio da dJrei-cio proteste esntra as ^tirase*
Bdntidaj na circular da coaxnisso de defeca dos
iut r.'bs.s do Domo e represeute aogovernoconi
fra a tutela que a-: quer uaporao commercio dos
viuhos, c 83 lliu Uinbre que a uuxt forma de ac'
bar coai esto estado de ovosas, ser dstata r a
CdmmiasSo central do norto, promotora do cominer
Co de exportuco de vnoos aaeioaaes.
Depois de demorada disoussiin, ba vendo urna
certa alteracao na ard an, o presidente oedio para
ser subetituido palo vioe-presidenta Dr.-^ Carlos
Jos da Silva, que, assumin lo a presidencia, eor
sultou i astembla se admittia ou nao a propista
do Dr. Aodressen. Resolvendo-so arBrmativ*-
meuta, tai posta discussao e upproOada.
Ha das o Diario i Gooerno poblioon-vm
-jppleinento errata O easo lra ter-ae publicado
om d -cretj em data le 12 de Agosto, astignado
peio rei, devendo ser o proieipj ruftnuto.
Tom gr 9* o Oao Setidei
Contina em Caateret o Sr. lenrque de
Macado, ministro da uwrinua e ultramar, que tem
experimentado m O -r. viseonde de S. Januario, raiuitiro da guer-
ra, ainda nao regressou a Lisboa. No dia Oclie-
Sriu S. Exc. a Eapoaenda, onde foi muito victoria-
a, dando-se all muit/M vivas ao ministerio pxo-
goessisla.
Dtzem das Calda que, autos da raioha par-
tir para Lisboa, fez urna ultima visita a fabrica
dd faanca do r. Bardallo Pmbeiro, ficaudo S. -M*.
encantada e agradecida- com a opslenta e formo-
sissima talha, que ibe foi' offeTecioa por a-judla
fabrica, trabalbo d Uiphacl Bardado Pinbeiro
Esta Ullai, diz o telegrauxna, ser um objecto
nico no muteu da arte portuguesa.
J vi-io publieado n* fiOlM'ollcial o eztena
e euriosissimo relatorio sobre o estado das traba-
Ibosda onstrucco da Eaoola Aria>U de Refor-
ma em Villa Fernando oo auno de 18S4.
Anda nao oabie O regulam-oto da instrue
cdo secundar >, mus urna folb* sernaI de Lisbaa
davaboutom a publico o respectivo progtamms do
Foi ordenado ao director do Real Otllugia Mili-
tar que rev> ja o regalumoaf.o litterario d'aquelle
estabaleciuieuto e o Ii iraiouise com ot cursos ge
'rales dos Ivc .s, e foi nomvada urna eom uissS-) de
olficiaes muito compttentes para fateram parte do
crjnselbo do ap -rfeeiarneuto do imsm) (Jollegio.
Oa ix naos do Lyceu Central da Lisboa ainda
nilo esto concluidos.
O CoJys >, que o nico refugia em Litboa
paira se ir pastar a noite, dea, agora a Africana
Meyerbeer coa) grande aceitacoo de numeroso pO-
Micot
ltlativancate, foi uma ocra bem cantad,
sobretahiado a primeira dama soprano Natividad
de Martnez, o tenor Palleqr a o barytouo Btart-
cfwrd.
ila poucJs das o insigas tourei>*maor par-
foguea SV. Alfredo Tina tei pro a* nSima tanra-
da em Badajoz, pieaudo ca.vallo. All sao s
toro deaembaladu. 0 arr.njo e meotria cora
que se houvo eausaram delirio, e o Sr. T-n*
tevo urna ovacao excepcional. Acoaipanharam-u'o
maitoa dosseua amigas d'aqui.
O calo.- recrirdesceu ; entretanto, o otado sa-
nitario, costra todaass previooes soturnas do anuo
presado, continua a ser excellente.
Falleceu e Cintra, honteai, s 5 1/2 horas
da manhl, o esnselheirO Jos da Silva Mcn-
de Lual, que, h i anuos, exercia o cargo de n i
nistro pleapou nciario de Portugal, em Madrid.
Urna febre infecciosa eom rheumatism articular
o prostrou. Teve a marte de um jaato. O noncio
*e Sua 8autidade, mensenbor VatsuuteH, qua se-
aobava em Cintra-, qae minatroO os u timos sa-
cramentos ao illustre enfermo. Rodeava-0 cari
nhosamente tod-i t .-ua familia.
Perdeu o jiaz um dos teus homens mais ero i
oentee ; a dijtamacia portuguez, um doe seua
membros mais distinetos ; as lettras patrias um
cultor insigne, n sociedade um honrado carcter.
Aiiidi ua quiuta-f-ira, l'J, estava a limar uns ver-
sos, 8pca r das trozos dores que Uro tasia syfrVer
o rh.-umafismo.
A d brlidade da sna organieacao nao ple offe>
recer resistencia e.o prjrnerr > asstrlto d i eafermi-
dado a qao ga"CumW'-. Aute-hontem do tarde*
(sabba-fo) fiz-Tii-se-lhe urna junta Ue mdicos, qae
logo o consideraran era perrgo do vida. De
manot tinuam partido para Cintra sus irm a Sra.
I). Carlota Mundes Laal Cardse, cora son marido
e tilba
O conseiheiro Meo Jes Leaf fizera parte do m
nisterio presidido pelo duque de Lmi*, ebefa do
partido ltiorio, peis er- assim que se denoaiinava
u parealidadc poltica que mais tarde, dep-ns da
boa i com os riformittai veio a tomar n titulo de
pregressiata.
Sdo>onhoeklis~imos e altscuo&te apreciados
onde quer que se falle o e liorna po*tugn"z, os seua
ra;-, 61iado-' muito d'elles na geuuiaa escola
rouaaticn. As auas poesas tiabam um cunto
gcaadios\ avoltaodo entro ellao o Ave Criar e o
fuvilhao Nearo.
) ureass apwfo tcem merecido os scus escri-
ptotem pros, cuja resenha seria longo uta iar.
Barissiia t esoriptorea nosoos desos de A. F. de
Cssiilbo, sabiam manejar a lingua porlagae*
como Jos da Silva Mondos Leal. O illustre
diplomata nunca ebegra a ser exonerado do lugar
do tebiiethecarii-mor, que desde maitoa anuos j
naoaoroia.
A imprensa toda, na momento en, qae teobo a
presento carta, prest* memoria do finado
pocsae estadista, as aonunajisns da muit acueii-
tuado respeito a saodado.
DspoU de amanba, e nao for wnatiba raojmo,
do qoe ea cuidarA da quem ha de ir par a em-
ba xada de Madrid.
Para o de bibaotaecario- m fallava-ae, meemo
sotos da faUaoai Meados Laal. n> Sr. Visoonde
Uea.la.nf6r, aotuil laspeotir de inatrusciosecun-
daria da primeira circiunscripo&Q e autigo collega
Gotba, fallecida ao* 6 de Fevereiro lo 1384.
O archiduque Otto Francisco Jos Carlos L liz
Mari filhq do segundo matrimonio do archdu
qae Caitos Luiz, nasceu aos 21 de Abril de 186.' e
e eut-ado da prineesu D Mari Ther<-sa do B. a-
ganca Bourbon, filha de D. Miguel de Braganca,
eom quein eeu pai pasado a t reeiras nupcias.
Urna ivctificacao vejo nos joraaos de hontem
noite. O prncipe Luiz de Sabya, sobrlnho di
Sra. D. Mara Pia, que vei > como aspirante de
marinh, era viagem de instrocaso, ao porto de
Lisboa, na fragata PoiOra manuele, nao
duque de Apulia (--m italiano Plugi). O joven
aspirante o lercerro fllho do principe Amadeu
dnquede Aostb e nao tem titulo algnm. Seu irmo
mais vclho Manuel Felii d que o daqae de Apu-
lia ;Jo segundo filhu de Amadeu o conde de Turim
Vctor Manuel ; o prncipe Luiz f it servco romo
qnalquer dos setis carneradas e condiscpulos sem
a mais leve distiaccJl", conforme as ordens ter-
minantes quo seu pai deu i raque assim se
pfticnsse.
II je o ministro de Italia n'estacort'', o marqnrz
d'Oidoiui, ofF-rece um alsooc* officialidads italia-
na Aoalmoc 8Siistem seos collegas que' pbs-
suein a estrella de nproveitnmcnfo, insignia que
taknbem possue o principe Luis
L.
Terca-feira :
A's 7 horas, na matriz da Boa-Vista, pela alma
de Jos Guihfrui! Guimaraes; s 7 boros, na
igreja ds Rosario, pela alma de D. Candida M. V.
do Rosario.
Paoaaseirost. Saludos para o sal no vapor
nacional Para:
Antonio Domingos de Lima, Dr. Francisco do
Paula Salles, sua senhora e 1 criado, coronel 8e-
bastilo Alves da Si-Va, sua senhora e 1 fiiho, Ber-
uardiuo Lopes Alheiro, epifio Jos Joaquim de
Cirvallio, Fraajisco Costa, Dr. Aristidcs Galvio
de Qaoiroz, sua sAhoras, 8 filbos e 2 criados, An-
tonio Baptist da Silva, J.iJj Duarte Fiiho, Cicero
I>iuiz Ja Fonsccs, Cbrlstina Domingues, Cecilio
Tarares de Mello, conseiheiro Jos Felippe de
Sooa L :lo e 1 criado, Tnereaa Cordeiro, 1 fiiho a
1 ietn, /oi> Mari Luviae, conego Antonio Ma-
nee! de Costil fio B'anl', Manoel A. de Araujo,
Joqtfim ltffqoeJ f^OIiveira, Alexandre Delluca,
Antonio Alves de hartas, Mara A. do Espirito-
;auto, Mana Firmini d* C mceicao, Antonio Flix
Pereira, Manoel Runos. Mara da Gloria, espitad
de mar e guerra Eduardo de Wandelkock, alferes
Miguel Gonualves de Castro Mascareuhas, Anto-
nio Jotl de Birros, 1 cabo de imponaos marinhei-
ros e 13 aprenuizes ditos, 1 anspecada, sua senho-
ra 1 desertor,
Cbjgad-M do sal ui vapor nacional Jagua-
res :
,i i ii i. ii
HiaV
o i -t _jj_ .
DIARIA

Expuolca mi airteri.ana < n .-r
liuiDa secretaria d presidencia enviar un-nos '
Lonti-m para publicar 00 Segnidtcs officir :
5 seecilo. Palacio da presidencia da Per-
Oirabuco ein 1 de S t -mbro do 1886 :
Acenso o *ecebimiwto d> oflUoo ds 23 de-
Agosto prximo fin lo, com o qaal Vv. St. me re-
metteraiii algn erempiare? di cathlu j.-ctiis. que onviarain porta Berlim ofim de figiira-
rem ua eipseicfto Sirl-iiiriericano, promovida pela
Sociedadu Central de Gfogmphla Oommereial d*-
quella capital.
Estando, Hssim, fiod* a e >mmis1' de Vv.
St>| teiitio asatsfaed) de inanifeatar lhs o mea
Sincero agradecimento pelo mido obsequioso por-
qile corrosponderam ao raeu pedido, aceitattto-
n {uelia incuitibeileia, e de tostemunh-ir-lbes o se
lo, dedieaeio e ouvavel empenb com qo presea
rom um relevante terrino ao Botado, pronto reo iJn,
elabora em um periodo lairitO limitado, a acqdisf-
?ib> dos refer-los objeeto, eom o qne constitu ram,
por .parto d'eota proviuem, um valioso contingente
para a supradita expisicli, p-da qual tanto inte-
reBse mauifestararooGoverao Inperil e a direc-
tora do Centro d* Lavouta a Cummercio da Cor-
te
Sirvam-se Vv. Ss. do 8'gnificar a todo os
eidados qae off.ireeer. m ou coomrroram para a
acquisia.au dos |irodu-tos a satisf^ao de quo ind
aobo ptssudo polo patriotismo quo revelaram
cotao seo honroso-e Iwuvavel proeediroeoito.
fteitaro a Vv. Ss. < protestos de sabido apee-
coi e coucideraedo.
h Deua guarde* Vv. 8s. Ljntcio Joaqvim 4e
Suna Lc. -Srs. presidente e mais membros dn
oanmisso encarregada ds aquirir productos para
a Eiposicao Sul-smericaua eu> Berlim.
Ai Sintissiriu ^4^cramento, offieiando neste act
Inda o Exm. e Rvm. Sr. Hispo.
ii magnifico templo da Penha a(-hi-se primoro-
samente ornado de fl >res e lates em grande pro-
fusilo n simtricamente distribuidas e cotloisdas.
Quatro bandas demases marcial, postadas em
vatios pontos do espaceSO ptateo, t.-cario linda's
pecas, e a espl ndida illaminaco di fachada do
nagstosi templo a'legiar o crtelo dos fiis de:
Votos de Nossa Senhora da Penha.
.(iluto lroli<->l>slo Cfeosra-
plilco l'ei iiiiniliucnio.Q linta feia, 2
do eorrente, h 1 hora da tarde, ruft'o-se o Insti-
tuto em si-esSo ordinaria, sob a presideh'ci* do
Exm. 8r. conseiheiro Pinto Janior, com assistencia
doi 8r*. conseraei o Qdinlino de Miranda, Drs.
Cicero Peregrini, Bftptista R-gaeira, 1* secretario,
Castro Loareiro, Lopeg Machado e Joe Hygino,
Rvm. padre Jufio do Reg Barros, Aagusto Costa,
Augusto Cesar e mujer C:dcbira, '2* secretario.
Lida, foi pprovad* ft acta da sessao anteceden-
te ti o Sr. Dr. 1 i -crctario menciemoa as segain-
te vBerttt.
Pelo Exm. 9r etifoelhoiro Qiintino de Miranda,
om Volam-J Peregrioicj Je Femilo Msndes
Pinto (rdlcao sntigs).
PvIo8 respectivas redaccS/s diversos jornaeo
desta e deoatraS provincias.
Em seguida apresentou c lea a peti?o qae por
delibcrucilo do Instituto, tem de ser dirigida a
Assembla Provuetat da Pa'-ahybA, pedirtdo Inc a
at>pro?ar;So do ptojeeto de le qne eonerde ao Ot.
Matimian > L)ri Mebado, urna snbvencao para
aimpressao de sua obraHistoria dd Pwahyba.
Mlaadou-S'1 dar o competente destino.
O Sr. Dr. Jos Hygino propoz o fo? approvado,
qae a' meso rtcse autorisaMa a dep*lder at a
quwi1 d* tUOi'eom a compra ua fUIWnda, de
algoiftas medarbat e moedas referentes ao Brasil,
nalibadas as listas e eltalo^os qoe npreoeuton.
Finalmente, por indicaco di Sr. Dr. aVgoeirb
Cost, foi aatorisdda a compra da obraChronica
Gernl do /faUtVpe* Dr. MeflJ Moraes.
E nada mais haveado tratarse foi levantada
a sestilo.
<*crm* rfe rnrldnile A cdmmissJfo de
senhoras incumbida da realisaeS* de om sermilo
da caldade env beneficio da soelodado de .S. Vi-
cente de Pao*, para o qual j dtstribuio algu:/S
ooMVitvr, pede-nos, o qu* f isemos ora satiefsiyfio^
para doelarar, qiiH p ir mirtvjt imperioso foi
trsusferido do dia 8 do crrante parta dorblngo, 12
di mesmo mez.
E' d<> espirar quo a onenrreneia para esta tes-
ta do earldade, que so eff-n.toar mi di* cima re-
ferid, rfa iwat'1 d Sw-Vista, s 3 horas da nra-
nhil, seja ifraridd.
ticlii 'rtnorlln fe atante Do Com-
aterO'o de Portugal de 20 do m> z lindo, fcla de
Lit boa, oxtrabvmos ura bello aVtig, qae publica-
mos na 8 pagina, acerca d* tradnecao primorosa
que dacoU-brt lUoina Comedia de Daftte est fa-
tH-iidi o nosso amigo e distineto comprovinciano
menseiiBor Joaquim Pinto do Campos.
En segaui* ao artig) vem transcripto o Ooto
V do- poeai, qdi om doamais fortnosos e bellos
por eaflia do immortai episodto do Frsncisea de
Hlmini.
i*tiar,n rJe mncntftte.0 ExM. ?r. cue-
Dr. Jacintho de Mendonca Jaraga e Manoel
da Silva PeU-Ai.
Ijiitcrta da provinciaAcaba de ser
approvado pelo Exm. Sr. vicepresidente da pro-
vincia, por acto de 2 dj eorrinte, O s.'guinte pla-
no, que tem do regalar as loteras :
24,0! blnefcs a ieSOO 3S1:000*00
HbarfWo, selto ecommissSo 69:060^C0
S. sofJcao. Parado da presidencia dPef- fc da Jrvaelo, iiispectof do Arsenal de Malnha e
nancbuei cm 1 dO'tttetatM-o 4rt W"iB :
I'e.ndo V. Ead. sido omdbs dignos raem+w
dO commissas qa> i-offttilui afiffl-de adquirir pro-
dilc'.cs s*ra a EOpos^ao Sil narefta que deve.
ik ressar-so prbrimaeseate eavDt-rlim, protnovi-
da pela Sociedade Ostral ds Qeogrtaphii Com^
meroial d'aquella espita', eabe-irfe a sti-f*e/io de
nao s agradecer o modo obsequioso porque- aeei-
toU o meu con /ite, mas taiabvm lonvar-lhe < soln,
dodcacao e patriotismo com que esneorreu para
o'cabal desempenho dos trabilhos da re-'enda
cottimiso-r, qual irte dirijo-boje, lonvando o agra-
dacendo lOeavafltt sorviarj q* prestoi; I
o Deas guarde a V. Exc.Ignacio Joaqun d
Suiza LcutSr. Viseonde da Silva Loyo.
Igfles fto"B^afilo de"SerinfJorn, cdmraenda-
d ir Joa > Feruandcs Lopes, Jos-pb Kriune, Anto-
nio Gomes de Miranda Leal, tenente-coronel Jos
Flua d Olrveirta OtdadS^ ABdrMaria Prnheiro.
T11onsoal olit .oto-r s&o de hoate-n foi jutgade o reo .-ter lienrique
dd Miran ia pronuncia Jo oo artigo 193 do oodigo
criminal.
Promoveu a dcfi-zao Sr. Ot. T-.bks Bar reto de"
Menezes, sendo o rt> ooadOAMado pem de 14
aonosdo pvioao.
Srr*.l|vr- 0> fM*||0>Hs Polo vapt Jguari'
be da Coiapnbi.i Pevnwrnbueana reos*'* hon-
le fotaae de Maoei al 8-d correute'e de Ara-
aaji at -*9 de Ago*>.
Ap<-ri8 de importante cneontramoo ia G-ateta
de Amcujtt asogainta portara :
O prosideuW da prsvinera, teodo em vista a
eircumstancias diffleeis em que se aeha o f'acei-
aalisra pTovineal pela coso*a2cr do son pwg -
mtotos A falta do aameraio ao Thotoaro, c em-
sil raudo na gravidade de tilo penosa situacioi
sobra qoeoirge-provtrteaciar j reoolve, uzanded
aiirorisweaoque-Wio- conoedra^% pela r3soloc4o
proviucisl o. l,3U8do 1 de AWil do oorreots1 an-
tn, mandando emittir ap-aice da divida publici
provincial, na importaucia de 100:00 >00tf, pir
Cv.iitado'ompresti'ntfd qoe 'rata a citada resolu-
5O<(0*')09 em apjlices de 200*008
eadaursae O:(i(K)#00Oeai plices de 100*000,
todas ao jaro- de 7 por ccato ao aano pagavel se -
mestmlraenOe; devendo o reegafo da* nx-smas
apoliecs effe.:tuar-se i. prcpo>-cao que forem pwr-
iLitti-ndo as cireussaur^ias sananc-iraa da raesma
provincia, e proceder -se de conformidad* comas
disp >nicies regniatnooRarea, que bailara* para o
exeeueae do presente acto.
Curap/a-se a comoianique-se.
falacio di gsvernode Sergino, em 27 do A-
gosto de 1-S6 y4*oe de Araujo Gots.
Kstlr-oula* tte aHHue.tr e alo>tlo>
Vlerampor ratir otarra para o mcieadodo Recifis
uo mez de Agcrato :
Asotanar
De 1886 5.329 saeeos.
, 1SS6 1-iSi
. 1*84 3.390
s 1883 13.0-2
. 1882 1.013 .
AlgodUo
De 1886 8.285 sacois.
. 1883 4.8S3 .
. 1K84 3.60 .
1888 12.*J7
. 1882 5.730
Pntamenlo-A's td11/2 horas da manba
de hontem fallecen no Hiaptai Pirtuguez de Be-
nefievocia o Dr. Aa'ouio Jos Rodngaes deOti-
veira, dvjg*ao reai leas na corta, quo piucas
horas anca* havia deaubbarcuto eufc rmo, do pa-
quete francos Uiroaiie, obegad da Europa, e ti-
na* sido na quinta-fera aeeommettido de ama con-
gos'o cerebral.
Em sua companhia veis osa fiiho.
Tinha o faltectdo OS^saaua ao idade.
O enterro ser boje pela manh,
Foala de If osuiit enltora rtaj Penha
KwsrtMrar-ee-ba kije, eouronno ei auuoocnda,
com o esplendor e pompa do coblume, n f-at i de
Nossa Seuhoraoa Peaha, no seu a?a(stoso t.-m-
p!n desta capital, Jfv?rt n.-ente aos religioa capu-
chinhos.
A's 4 1/2 hKaa da madrogala cekbrar-te-ha
uma mitas em.teacio d'aquellea quo eom tea obu-
lojeaneorreram para o binbiutis no da feata e em
Eeguiua outra missa, o uaiaoiit' s 6 horas di
mubb.
S. Exe, Rrma. o Sr. D. Jos Pereira da Silva
314:9400
1 Premio da 100:00')*CG
1 Dito de 30:00000
1 Dito de 10:00(>300t
1 Dito de 4:iKJO00
7 Ditos de 2:0001 i4:000$00t
10 Ditos de l:l)00# 10:1 0:>400t
16 Ditos de f Wd 8:000o00
99 Ditos de 200 p&ra as en-
tona em que eahir 0 prrmei-
ro premio
99 Ditos de 100 para a een-
tediem que sabir o segando
premio
9* Ditos de 60* pitra a cente-
na em que aahir* o tereciro
premio
2 Approximsces de 2:000,8
para o prfmefro pr. mi
2 Ditas do l:00t)i para o se-
gundo premio
2 Ditas de 650 para o tereci-
ro premio
2,40) Prea.ios de 20/ para todos os
algafisiros fidacS di primei-
ra premio
,400 Premios de 200/ para todis
os lgVismos finaes do se-
gundo premio
19:800G0O
9:90000
5:910J0Qt
4:000/0tt
2:00(00t
1:300/000
48:OO0dO0*>
48:090/009
capttSd de port desta pra'flncia, -ibsequio-HoS
hont m coto atojia do segulnte felegramma':
o Prlalea, 4 de Setembro
Ad Inspector do Arsenal d* Mrinha de Per-
norabaed.
Commrtnlco acbar-se rcstbelecid3 a luz di
pllarol dr Moc'Oryp, branca crtm lamp-jis de 30
enl 30 gMUdos. CatfrrJ' HeHetes, cspltao do
p.irto.
ratK'clnserKo Fatleeeu' A 24 de Agosto
proxhn p osada, em Bengalas', o professd'- Andr
Jos de AYaHH Catanbo. N'aquella comarca,
presto bous setvico ao partido conservador e
delxou ua orphandade seis filhinhos.
P.umnicninrntii.-N'i da 28 do mes fiado,
segando aeabx Pid subia ds 10 horas da manlis, esmagoa, ao pasror
pela Imdeira do Jas, um menor, fiiho natarat de
Francisca Mari da ConceicSo.
Venficou A satortdade policial n'speetiva ha-
Ver calpabilldade da parte da macbirrista Pira
J>e, o qual, avistando a victima e podendo parar
srem,;que ia vagarosamente. no o tez, apetar do
foguista lba pedir.
ferv e o>tailro-ae A's 4 !/2 horas da
tardj da ante-hintem, na raa d* Lapa, tregu*zia
do S. Pfei Pedro Goncalret do Recife, alrercaram
Lino de1 tal e Antonio-Joaquim .Martins Braneo,
d'aht remltoa rceeoer esto dous ferimentos, sen-
do ara m rosto e oatro no pescoco, qao Ihe fizera
aquello eom nm arco Je barril.
O delinquiente evadio-se, e ofer.do foi vistoria-
doi pelo Sr, Lrr. Costa Gom -s, qie considerou o fe-
n ment leve.
A porreia tomou eoitheeimento {do facte.
J(ttr.a nnthito.A Hudieoeia qae por
este jutzo deVa rcalisar se no dia 7 fieos transfe-
rida pai a HBtanha, por ser aquelle na feriado.
ttevtte Sttd *met4ea4ne.B-eebemos
bolitem o n. 90 d-"sM rovista quinzenal, pili%iea,
economicta, Sfianccira e comwercial qae se paWea
em Pars. Bis o snummi-ie :
La> poKtiqae eonomique de la' Pranee ct les ia-
fit franea'is darts rAmeriqoo da Sod, par L.
Garlirine, La qoeston des Mwsk.no au parlement
do Rio et aevsnt la presse argentiae et braailien-
ne, RptalbHqne Argentine, La eonstroet^ja Bue-
nos-AOrer, I*o soeces do l'emprunt do cana de
Panam, l*i sitoation aetuelle do l'eorepriee, La
vie pastoraie daus la Rpublique Argentine, Voya-
ges daas les Iipubliqucs de 1'Eqiiateur et du f-
tou, Conrrierd'Amriqie, R.-vuo conomiqae, b>-
vae Srwocrre, Arts scionees vi faite divers, An-
nonces-.
ajaao PertMMMle.Distribuio-sehontem
onTvnero-9 desta revista critica e hnmeristisa, pro
prieda'de dos Srs. r. Carotas Villfla e Antonio
de M< raes.
Ein fanal**.O paquete franeez Girtnde
leva par* os portos de el iBO passa^eiros, iacla-
sive 6 recebdos ueste porto.
klnkelraw -Os paqjnetes nacional Para e
francez Gironde levaraind'aqui assommaa seguiu-
tes para :
Alaga* 28:6001000
lio d* Janeiro 6:000/900
O vapor ansinos Jo?oar6e trouxo para esta
prca 1:882/100.
Plrapnma-P'i ord*m snperior fot transfo-
rida .ara o da 6, s & hora* d* tarde, a sabida
drsto vapor para o* por tos do narttat o Ac
rahu.
BasteoDamos hoje, na seccao competente e
om artg > especial, o piaa do Banco a que hon-
tem nos referimos.
^iio ,ira^nncli. de Iietovltranrjas.-
A Liviana EVaaovas do Sr. .). VV. de gzadflirna,
roa Primeiro de Mareo n. 9, j receben o bem co-
dhecido e acredita io Almanask de Lenbrancas,
luzo brasileiro, para o ana de 1887. Trato re-
trato de Laiz Nicolao Fagnudea Varella.
faeilateawEtf ctuar-se-lao:
Terca fe ir :
' Peto agente Sveira, s 10 1/2 horas, na roa do
Torres n- 14, da quitanda ahi sita.
Miaou* funefcrea. SerSf celebrados :
Amanba :
A** 7 horas, na matris da Pa-Vista e na matris
dt Escadw, pela alma de D. Ii isa da Canha Freitas
Cnvaloante s 7 \i luras, no convento de S.
rVancisco, noj rIom de J() Qoilhermo Guta^
raes.
5,140 Premios 3U:940/00t
Esta lotera drVide-se em vinte pdrtes, e os bi-
Ibetes rfrt vlgerfino, d 890 ris caflj nm.
()s premios maiores de 200.J em cada P'te, es-
to snjeift ad Imposto prjviueial do 15% e 6 ,'.
addicionfll.
As estraccois serio fcitas pelo systema da ma-
china Ficbet.O thesoureiro, Augusto- Octavian*
de Souza.
Canta le Ueten^Ao Movimento dos ore-
aos no dia 3 de Setembro :
Existiam presos 320, ch&ram 17, saairam 17,
existcui 320.
A saber:
Naeionaes 295, mnhere 5, estrangeiros 8, ez~
eraros seaieadiados 3, procesando 4. ditos de orr-
reecao 5^-Tufhl 321.
Arracnldos 289, sendo : bons 268, doentes 21
Total 290
Movimento da enfermara :
Teve bsiaa :
Manoel Jos Domingos.
Tevo alta :
Manoel Onm.-B Aos Santos Silva.
Oir-rcaito. Mnnlrlpal de JNto-9
m* vi ment deste Mercado nos das 3 e -i. do eor-
rctite, foi o so^nirte :
Entraran :
54 l/'J bois pesando 35,080 kilos.
1,754 kilos de ftsite a 20 ris r$5*08t
158 carga de faVmha a 200 ris 31/60*
bl dita de frutas diversas a 300 t.. 15430*
23- Uooteiros a 300 ris 4i60t
32 ubk* a 200 lis 6/t00
Foram oceopado :
i columnas a 600 ris 31/90
51 compartimentos de farinha a
500 ris. 25/50
46 dito de comida a 500 ris 23/00
137 1/2 dito do legataes a 400 ris 55/00*
32 dito de sufnoa 700 ris 22/40*
26 ditos de frescuras 600 ris 15/60*
19 ditos de ditos a 2/ 38/00*
3 dito* 1/ 3/00*
A Oliveira Castro ft C.:
10 tamos a 1/ ris 108/00*
4 talhos a 500 res 2/00*
Dve ter sido arrecadkda nestes dia
a qaantia de
Rendimento dos das 1 o 2 de Setem-
bro
Foi arreoadodo liquido at hoje
Pfecti do-dia :
Carne verde a 380 e 400 ris o kife.
S-ii.ioi a 568>e 60) ris dem.
Caraeiro do 640 e 720 ris ideUM
rannh de 320 a 240 ris a tito.
Milho de 240 a 300 ris ir*ra.
Ferjao de 50 a 610 idear
laoaeria do BioA 2 paMo da- toteria-
o .366, do novo plano, do aramio d* 10?O0O/00*T
ser extrahida do dia de Setembro.
O bilhetos aeham-se sortia aa Casa da For-
tuna -rua Primeiro de Marco.
Tambem achara se venda- aa psaca da lado*
pen-leneia os. 37 e 39.
batera An rorteA 3> parte da 199 lo-
tera d* corto, ciijo premio grande de 100HW0/,
ser extrahida no dia .. de Setembro.
O* bahetea achim-se venda na Casa da Por-
fuoa ra 1'riiAeiro do Marco n. 23.
Tambera acham-se veuda na prac da Inde-
pendencia ao. 37 e 39.
boteria Kxtraonlinria to Vplrii-
ta O 4.- e ultimo sorteio das 4." e 5. series
desta imprtame lotera, cujo maor premio do
IdOlOOO/OOO, ser extrahida brevemente.
Aebio se expwtos venda os restos dos bi-
fes na Casa d* Fortuna ra Primeiro de Marco
Tamben acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
[atera de Hace!tV de 200tOO080O0
__A 6' parteo da li* loteria, cujo premio
grande de 21.0:000/, polo novo plano, ser ea-
(ralada impreterivelmente no dia 7, do Setombr
s 11 h-aras da manh.
Biihetes venda na Casa Flix da prr.ca da la-
depend ucia na. 37 e 39,
Presos resuinidos.
Haladnnro PraitUcoForam abatidas no
Matadouro d* Cabanga 108 rezea para o consussa
do dia 5 de Seterabso.
Sendo: 90 retes pertencentesa Ol'veira Castro,
& C, e 18 a diversos.
Mercado Mtwtlcipal ae S. Jom8a-
do o da 7 re Setembro o 11- anoiversar.o da a-
bertura do Mercado esur oate aberto concor-
rencia publica das 6 horas da tarde s 10 da noi-
te.
Prepara-ae grandes festejos.
H* msica, etc., etc. ___ .
Cemilerl psafittco. Obituario do da i
de Setemhro: ,
y^^ j c-^^ Fsaaaa Cavaleante, rernambu-
co, 79 anaos, viuva, Boa-Vista ; hemovrhagia ce-
rebral. .
Angelo Jos de Oliveira, Pernambuc?, 9 an-
uos, sotero, Boa-Vitta : hopato splenite.
Fepn.', Peraambuco, 4 dras, Boa-Vista; espat'
Luis, Pornambuco, 3 das, Boa-Vista ; ttano
dos recemnascidus.
Catharua Laza Mara ds Mello, Pernsmbuo,
61 annos. viuv, Boa-Vista; dyarrha.
Jtao Jos de Ssnt Anna, Pernambuco, 34 a-
no?, solterro, Boa-.Vista ; tubrculos.
Maaoel, Pernwnbuco, 15 meaoi, S. Jo i tubr-
culos pulmonares,
| affitVR


J ...... WHPJJ- ------------ I
Antonio Poneiano da Ro.-ha, Pernmbuco, 45
anuos, caad ; Qr*CA \ para-yea geral.
Maasal adieta da Sil, IVriiarabuc, 19
anuos, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Maaoef Thomea d Wva, Portugal, 88 aunos
casado, Sanio Antonio i lesao ardinsu.
Abdula Adelaide Axevedo, Pemambiico, 20
annos, casada, Rccife ; tubrculo.
Felipa Cavleanti da Albuquerqno, Pcroambu
o, 45 anno, vlura, Ba-Vista ; acoesso perni-
Leopoldiuo 4a 6 na, Verro, Pemambuco, b
annos, cundo, 8. Jas twica.
Uly" Jo> Sal lauln., Pernambuco, 41 annoE,
ivo. 8. Jo.- ; entente
Felippa Mari da Coneeifio, Pernambuco, bl
annn, aulteira, Sauto Antouk ; congestio cere-
Mana, Pornambuee, 2 antes, B6a.Via; aa-
eite.
aiiiIiuch-Oomiiigo
de IKS6
PEBHAMBBGO
London *fc Brazillaa Bank Ll
mlted
Capital .lo Banco
o do pago
Fundo de reserva
BALANDO DA CAIXA FILIAL EM PEIHAMBCO,
EM 31 DE AGOSTO DE 1886
Activo
Letras descontadas
Letras a receber
Empnatimoa, contas correntea e
outras
Garantas por contas correntea o
diversos valores
Caixa oin raocJa correnta
500:000
200:000
242:6371G0
08:361*740
7-.'>:0635380
1,816:241*570
G,4a5:87ii*UO
Paasivo
D'positiS :
Em conta corrente 861:779*140
Fiucp.r aviso 1,534:316*180 2,699:095*9 0
1.432:019*910
9,351:763*580
Garantas por contas correntea e
  • Diversas coatas
    Letras a pagar
    6,485:87'.'*410
    S. E. & O.
    Pernambueo, 4 de Sombra do 1886.
    W. H Billn, manager.
    Win. Hill, accountant-
    '
    DespeUo pollfieo
    A Provincia do 3, no principie da 3 pagina,
    tr-iz um aransel, no qual acremente respousab lisa
    o Exm. senador J'cinth) do Mendonca, por um
    facto todo are; dental.
    O senador Jaciutho nao tea absolutamente cum-
    plicidade em aein-lhanto bato, enea nicamente
    da rompetcnci* exclusiva do chefe. da polica, qu
    no cuinprimcnto dos tm devores nao v f.enao a
    juatic.a. Dcmcnstr ire cabalmente ao publico sen-
    sato, para quem eaerevo, a injus'ica clamorosa, que
    tez o autor do referido aranael, tilha nicamente
    do despr-ilo e da iorej i, que ato arreas dos c.bir
    des e impotentes que n'n tondo a devdn corag.-m
    para atl. ontar. m frente trente o ajiuego, procu -
    ram, incgnitamente ofieader a um ch ;t^ rio pres-
    tiinoso e dedicado, e-rao o 6 o seadur Mendonca
    cujo prestigio e 'influencia nao se estremecen! com
    publicado s torpes e mentidas onde se deisa ver
    claramente o despeito poltico.
    Digatn me 8r letores, depois de lerem cuida -
    doBatnente O faCtoe qu'1 passoa descrevrr, 8 i o s
    nador Jacintbo do Mendonca 6 cumplleo neata
    qupstiio ?
    Eis a historia :
    E-taud> o promotor publico dn Porta Calva com
    Urna escrava oeculta, os fi'hoa da dita tsera'-a fo
    ram ao presid nte da pravinea reclamar a soltu-
    ra ou o app-ii<-eim-nto de aja mSi, quo havia sa-
    hido da ca-a da m.ii do mesmo promotor, etn
    Macelo, e eoustava que o promotor, jiuitament
    com ojnia de direito o Dr. Joi Bautista Oirne
    tinbain a escrava oeculta ein Porto Calvo, pe
    que o presideute cotnmuniecu ao chefe de pilicia"
    o facto, e este nr.mt diat-.mente officiou ao Sr. r.
    promot r. afim de que < ntregasee a escruva.
    O D" A guiar, pro:nit'i, na> s nai eumpru as
    suas ardena como tasaban rompen o officio em pre
    enea do d-l-gado, cuio que tazeado pouc > cas > ;
    o chrfe, B'-nhir deito pri>e:diia ato, telegraph.ni ao
    delegado pira que $t wanajaaM a casa do nriai)-
    tor B mi este j nao estuva en Porto Cilvo a
    sim em M iragogT, delega 11 dirigi-se pira all
    e reanindo t sua forca de Muragogy, cercou
    a casa em qi oatuva o prjin-.tjr, coiucijindo que
    abi estivesae tamb-ui o juiz de direito.
    l$ -ni vm, piia, qua o saaalor nao podia preaae-
    ditar scmilhaiite attentido.
    O juiz di direit. \> Ur. Jojj Baptista G limantes,
    Cirne, em vista t que na> \h-- pjssivel conti-
    nuar em Porto Civj, porque a aua senbora nao
    quer nbsolufaui"nt'-. morar all, e nao liie sendo
    poseivel presentemente arrumar urna outra comar-
    ca, procura a toiio transe convencer ao goverao
    geral que atrozmente perseguido pelo sead r
    Jaciutbo de Mend-mci, embira para isto s'ja pre-
    ciso iuvcnlar e crear a scu b !-prazer fados qoo
    nnnea se derara, pirque de oatro nodo nao poder
    ser removido.
    A> san ."icr Jacinthi completamente iniiffj-
    rente a remoco do I)r. Cirne, de Portj Calvo.
    C-rcando-se a casa d j promotor para nns oxclu-
    givain' nte po!.cn.es u iicjntrando-se o juiz de di-
    reito n'til i, nai deanoea o keto plano nenhun,
    muito menos de pessoas que niij ae ack im pre-
    sentes.
    Quinto a presenca do senador na eleico muni-
    cipal merece em vea da censura, louvor, pcrqae
    tend' elle all sua tatailia, vea prevenir qualqurr
    incidente deiagradavel que pidesse haver, valo
    Como tiut.a como juis de direito o Dr. Joo Bap-
    titta Guiunraes Cune, que a todo transe preten-
    da tirar com os seus amigos ama desforra da der-
    rota n i 2." di arricio, muito embora para isto toase
    preciso alterar a ver Jada e a ordem publica.
    A verdade aqu fica consigna la.
    O reato da di.itribe nao respondemos ; asaunp-
    to digno da empresa do lix.\ e nao da penas, de
    quem ae pieaa ; oertos individuos ha, que seu in'io
    sendo a I .ni t, .. p Inlil i e a infamia jalgaui que
    ao se revolver n'.ste m -io possttm veapingar o lodo
    etn quej de Imiga paasa para uo sentir o mo
    cbeiro dtaaa immundcai.
    Vtritot.
    prios accionista e todos aq"
    rorren.
    JA em 1688 o Diario de Pernambueo
    nctijiou a mioha idea te cfosy.ao di mo
    w poftUr, <|a BSlisi to^as a
    cfauw, c com BatufacSi foi o mcu projo-
    to apoiarlb, c*mo era > apafac.
    A creayi de bnneo tem sido em todos
    os tatnpos e pai^a, objecto do mira d8o s
    para o mundo eoflDiaercial, como tambem
    para p rdcuiaraa.
    E' torcos, p-.rm, oonfear <^ue a ma:o-
    rip. di. clses entro Bs tam do sempre
    muito desfaverecidn nesta parto.
    lo intuito, poi, de ftroweer essa las-
    ej o Bateo Popular taro dalib*rdo divi-
    dir o sea capital en een mil_ acc8a do
    20^000 cada urna, pra quo seja ceessi-
    vel a todos, segando os baveres do cada
    um.
    O fim a que se prop3> o Banco Popular
    abrir novo largos borisontes a todas as
    classes, proporcionando-lhes meioe que fa-
    cilit(.i) p.ssuas oporai.S1 o Batisfafim suas
    n-oessidales mata palpit mtes, estimulan-
    do as para que tod s com pouc >s ou sem
    8:.critcios so tornem maia tardo imepan-
    dentes, e posa .m vencer ao imprevisto.
    Reconlifoo sor de grande alcance rst
    commettimento, quo apr-Bento ao publico;
    2,893:572*5601 ma^ preciso declarar tunbem quo essa
    ninba idea nada tem de nova, pois a ins-
    tiuijilo do bneos de ha muito, usada
    nns ricas nac3-s da Europa, onde todos os
    das so catabolecom novos ao inesmo tirapo
    quo desapparcem outros, quasi sempro de-
    vido m orientajao do seus directores.
    Nest cidade creou-se ha bem pou :o
    teuip > o Bina de Crdito Real, cft bele-
    cimento qno honra esta provincia e qu?,
    acredito, chegar alcanar o desidertum a
    que se propoz.
    Passand > a exposicSo do plano do Bao
    Popular pego a todos ssm distineglo de
    nacioialidado o seu valioso concurs-?, con-
    fiando que o raeu projecto ser acollado,
    como rncreoe.
    E' de mister que nos bancos so realiaa a
    democracia, que domino em nossas iostitm-
    ,5j8 e po.s8amos um dia ch-gar ao aper-
    teigoamento que, em materia de bancos,
    ch"gTam a Italia e a Escoseia.
    PLANO
    O capital do Banco Popular ser do
    2.000:000,5000 divididos em aan rail ac-
    50's de 20^000 cada urna, realisado no
    prazo de 15 rr.ez 8 por trimestre a razio
    de 2) *lo sobro o capital subsc:ript).
    A priraeir.i entrada deve tor lugir log-j
    quo o capital susbripto attinja a mil cont,
    poden 'o o Banco dar principio as suas
    oporago^s le^o quo recolh-i om caixt a
    quantia de 200:OOJ000.
    O Bmco Popular ter sua telo n'est*
    cidado do R icil', o ser fundado de aecr-
    do cora a lei a. 3,1 iO de 4 de Noveinbro
    do 4 882.
    A sui dura ello ser do 40 annos, po-
    dondo ser prorogado esso praz) do accor-
    di> com aquella mesma lei.
    O capital pilar ser augmentado, 83 op-
    portunuraeote oonvieT.
    O Banco er urna caixa, sob a denomi-
    na t;ao de Caixa Accumidaticu na qual re
    cebar en deposito con juros de 5 (0 at
    a quintia de 2<')Q90 em prest icSos nunca
    inf riores a 50U r.
    A caixa accumulatioa ter por fim fici-
    litar das-i pobro o deposito em peque-
    as prestado-s a" prefazer a quantia ji
    indicada, quo passar caixa geral o
    Banco, vrncendo juro a pagar pelo sou
    deposito, ou convertendo-a em urna aceito,
    quo ser rmtr.'guo ao dopositario, no caso
    quo inda baja, e que isso lho convonha.
    Para iss > t r sua escript irag.ao destaca la
    da do Banco.
    Dos lucros lquidos quo resulturera d-is
    balances semestraes, serlo deluzido 5 |0
    para fundo do reserva, o qual dever attio
    gir r. 40 'ig do capital realis ido e t de-
    pois d'isto poderlo ser feitos os dividendos
    dos lu ros quo se verificarem pelo respec?-
    tivos balangos.
    Prouo: so o Banco Popular afazer 88 sa-
    guintes r.perjo.'s :
    Aeceitir depsitos de dinbeiro, titulo,
    joias, mcdhnte commisslo e juros estipu
    lados. Os depsitos de dinlieiro e&tao eu-
    jitiB a mu juro recip oco prazo illimi
    tado desde viot< mil ris at cinco contog.
    Os depsitos sup -riores a esta quantia
    s pcroebirlo juros cora p azo estipu-
    Eleido municipal
    & n i-jiie tenh* razes para esperar a corn-
    plnci.ii da rovincia que estranhei a aggressao
    qt*t ase fea e-tu jornal; mas porque, a so re-
    kcvao vautiniiatee ver em miro um* alma Capaz
    s lo'.iimir-lhe (u Iqucr doeuiji de raiva, }& h.i
    Btaiti t< ria fr-ito exploso conlr ma), de quei,
    entretanto, t .emorou se depoia qae a>e propoz
    diffic'i e t .lwoa Mglria trala de Sktrar m seu
    gltfQ, pai cortar no as vasas ua eJeie>o mpl-
    Cipal-
    Eis onde ach i falta de lgica.
    Pi.jue, p i-, beta "ssentado qae nio ba obriga-
    ci'B qM, > prendam, nein ttvAo pala qOal a.o
    possi a i.'iuatie rida.<\ao contiuaar a m.itrar-se
    desaforada contra miro.
    Si o auxilio que, cm.c poKtico, e resto ao meu b onado amigo, actual presidente
    da provincia, p'.ii. sse aer elevado a cathegoria de
    ao ass-e-Hirito, isto lisonj-ar-ine-hiaj muito; pois
    as gi >rUo de ena sabia e sobretudo houcsta admi-
    nistracSo refl'ctiriam sobre a minlia p-ssoa.
    como o que maia en leva ) liom.'m n'este mundo a
    vaidade, avalie-se quauto estara eu ensoberbecido
    pelo juiz 1 elevado quetaria o publico de mmha
    alta capacidade, e o pouco caso que hara de fazi-r
    d 1 mal rbico de q.|.< se ac lossuida a Provincia,
    a quem entre'.auto wVj me aecuaa a couscieoeia de
    fcaver alguma v. a damaado como ata veacaM.
    Q 'auto ao eiame dos livros da eleiv4o do Pao'i,
    est 11 pmmov.-udo os nsioe de chegar ua aeeordo
    a Provincia
    . pois, agora pir to pouaa.
    ffce-ife, 4 de .SetKibi-o de 1886.
    Olympio Marolas.
    Banco Popular
    E' incontestavel t, necesidad^ q"a Q
    coqiajiercio e todas as classes tem de han
    cot que, regulado eoaa o preciso cr^wcio,,
    dSjfR resultados satisfact jrios aos seu pro-
    IX
    E aprestar qBantkas at vinte mil ris a
    dous cootos de ris, a pessoas de reoonhe-
    eWo crdito, a ju:*o lo gerente, indcpeo-
    deote de qaalqaer (Mitra garanta.
    Descontar letras da praga a praz nun-
    ca Bup-rior a 4 ncsws para seu venci-
    mcDt).
    XI
    Despa~har mercadarias vi das do estrar-
    geiro or conta de seu proprietario, trans-
    ferindo este ao Banco os conhecimentos e
    ta tura devidamente legalisaitos, pagando
    urna comroissXo mdica sobre o valor e
    mais despezas, alono dos juros quo pagar
    ero conta corrente como adiantamento. As
    merendona serlo depositada ero nn ar-
    maznm designado plo banco e poderlo er
    retiradas em parte ou t fotum,conforme for
    convenciouado cora o gerente.
    XII
    Descontar contsB e facturas assignadas
    de vid amante b-galisi-das com descont
    modi o e juros estipulados em oonta cor-
    rente at :000($U0(), dIo exceden o o
    prazo d'ellas a 8 mezes.
    O pagamente das contas e facturas des
    contadas, dever ser frito pelo devedor
    era prestac5es, ou do urna t voz direeK-
    racnto ao Banco, conforme se adiar estipu-
    lado.
    XIII
    Descontar ttulos do qualquer naturesa
    quo meracam coafianca gerencia e direc-
    tiria, inclusivo letras do cambio, paga veis
    no imperio ou fra d^lle.
    XIV
    Cobrar contas, lettras, saques, alugu<-is
    e recebar veniimentoe da empregadoe pro-
    vimiaes e geraes do dentro e fra da pro-
    vincia, mediante modi:a commisslo.
    XV
    Comprar e vender bens de raiz ou outro
    qnalqucr titulo por sua conta e dispor sem-
    pre que jalear conveniente.
    XVI
    Tomar dinheiro por emprestimo com au-
    torisa(;lo da assembl g 'ral, que para esse
    fim ser convocada extraordinariamente.
    O estatu esto sendo d-vidaraento
    formulados e serlo .presentados na primei-
    ro reunilo dos subscriptores.
    Desde j so r.cham expostas as listas pa-
    ra a subscripclo do Banco Popular nos
    lugares s'gu ntes :
    Ra do I operador n. 32 Io andar.
    ti 1 79 a
    do S. Ioin Jess n 10.
    do Commorcion. i4 Io andar.
    do Bario da Victoria n. 57.
    do Mrquez lo Olinda n. 38.
    Duque de Caxias n 84.
    Praga do Corpo Santo n. 2.
    O iniciador,
    Francesco Maria de Souta Govxeia.
    rmt&o
    |*n*d -*i, aaeti de
    MU| ao qae 8. 8. nao leva vants-
    g'Hi a resp-iti de nrovas, e vejamaS
    A victinm jiintaa 4 dcfia, att. atados d doas
    integras joiees mgoeiaaie,
    e, tere aosabridude de no exigir atteawda dos
    Srs. vigario, profess'T publico e 3 jais pae,
    attendendo que : e lo jarate, padi inbo, c < or-
    religionario, o 2 subordinado eo 3- nsa a correli-
    gionario do delegado litterario, este portauto devia
    attender a ineiiaa cirouoi8tancia ; aa..> quai, S. S.
    pretende at alteas dos deaecordo en sua uuica
    vontade leudo o arn jo de querer dk tamorphoscar
    tres cavalbeiros em manivcilaa de seus sinistros
    dest-jos : inda mais, 8. 8. nio pedendo obter at-
    tados dentro da localidade ,Dternou-se prlos su-
    burbios e quem mera n'eatea poda maaiiesiar.se
    em tal qu-siao ? Nio, por certo.
    Logo uada mcreoem os atcesUdo rihibidos
    pe 8r delegado cinerario.
    2 de SeteiriDro de 1886.
    A votia rada.
    nmjrirr..
    do Hor-
    lado.
    II
    Abrir crditos a quem qu r qoo seja
    di aecrdo com o capital ou credido mais
    ou menos provavel da cada um, garantido
    por un fiador que se respons .bilise pelo
    re mbolso do principal o juros, contados
    da dia em que se realis>r cada adianta-
    mento parcial.
    III
    Aantar dinheiro para compra de pre-
    dios dentro do porimstro da cidade e seus
    arrabaldes .t o valor de vinte contos (le
    ris fijando o mesmo predio hvpothecado
    ao Banco com todas as formalidades pros-
    criptas pelas leis do Imperio. O hypo-
    thaeante psgir em preetagSss mensaes
    conforme for eonvencionado com o g.-rcu-
    O, veneendo juro reciproco etn conta cor-
    rento, l'.ido* os predio comprados cora
    eatc fin s era o sogar-ta por conta do hypo-
    thecante o be-n assira todas as despezas,
    iodusiva impostas, consumo d'agua, appa-
    rollio, ote.
    IV
    Comprar e vender t>da a sorto de ape-
    ncas e a c5 s ou outros ttulos, mediante
    commisslo, niio s d'csta como den domis
    provincia*.
    V
    Fazer transaegCes cambiaos p^r sui
    uoata ou do urceiro d*ntro das limites: do
    seu capital.
    VI
    Prestir fiaragas o cartas de crdito sobre
    ciugao de titalos publico provinciaes,
    letras do praga ou garanta idnea.
    VII
    Emprest r dinh'-iro a praao fixo nunca
    superior a 8 mezes., sob penhores, apoi
    ce giraos e proYnciacs, e outros ttulos
    de roconhecido crodito o valor real.
    VIII
    Emprestar dinheiro em cunta corrente
    com idnticas garandas como tambera so-
    bre ataread or as de qaalquer ti turez 1,
    ene nao r-jam snjaitas n ftieil deteriora
    glo, e receber dinheiro era conta corrento
    cora ou aoja juros, podeudo. ser retirado
    em cheques, orde u ae purtado, del
    quakqoer onania.
    Ourleiiry
    A Provincia, de 31 do mas prximo fiado, traz
    urna correspondencia da Ourieury, em que o seu
    autor envolvido na capa do anonymo, procura do-
    estar iiisoliumente o honrado juiz municipal dos
    tennis reuniiisdr Grauito e Ex, Dr. Augusto
    i-'red.'rico de Sique r 1 Cavalcants.
    Nto pretendemos responder ao Serlanejo, desde
    que naocscr-ve com a responsabilidad* de acun-
    me, mas ipem.s protestar o mira as calumnias de
    que oimss- nmiro alvo em tal nublicacilo.
    0 unici crime do De. Siqnrim, e que tanto n -
    eoimnoda os liberaes da Ourieury, ser ella um
    magistrado integro, que pJe al^ar a fronte em
    meio dos seus aecusadores, porque no seu presente,
    como seu passado, nada ae cacontra qu o po-sa
    eomprometter.
    Fique, pois. crto o correep>ndonte de Ourieury
    para a Provincia, de quo peda n seu tempo as
    se.cusnr;o.- que faz ao Ilustre Dr. A'Jgusto 8i-
    queira, o por isso nao Ihe p dem alncar as ca-
    lumnias que Ihe sao irrogadas con a inaior dcdfa-
    aatas.
    Rccife, 4 de Setembro de 1886.
    Argu.
    Lde (0111 atiendo
    Snij'.oitantissiiiiu documento
    U 8r. B -rnardo Jos dos S m'os, residente no
    Serrjio, municipio de Pelotas, provincia de Rio
    Grande do Slu, qnerendo prstar urna homenagem
    verdade, t ruando publico as virtudes do Pel-
    toral de Cambar, preciosa descob-rta do
    8r. Alvares de 8. 8oares, de Pelotas, *-z publicar
    o seguinte irapertantissimo documento, em diver-
    so jormes da rtf-rida provincia :
    * Levo aocoahiM-inaento do publico mais um
    triumpbo alcaioado pelo popular remedioPeito
    ral de Cambird.aoeburta e preparucao do 8r.
    Alvaros de 8. Soares, de Pelotas.
    Havia seis annos que urna toase grave me
    atormentava dia e noite, fazcudo ltimamente dei-
    tar j abundante eaearros desangue: os pulmoos,
    com certeza achavam-se affectados e eu teria in-
    fallivelmente de suceu.nbir 4 teniveltytica pul-
    monar !
    Um amigo sab?ndu do meu estado, aconsa-
    lhou-me o precioso Veitoral de Cambar, e semen-
    t cui o uso de 12 videos d'eate importantiaaiino
    medicamento, consegu curarme radiealment,
    s'-ntindo-me hoje firte o podendo j4 entregarme
    as lides de minba fazend* do Serrito.
    1 Dcpois d'ejte cas, tenho aeonselhado a mul-
    ta gen le u Peitoral de Cambar e todos ten cc-
    Ihido resultados importantes.
    Act.ialm nte faz uso d'este preparado, com
    muito a prove lamento, mmha filha Neutrides, que
    tambem se achava seffrcndo do eito.
    Rearada do Descanco, no Serrito, 24 da Ou-
    tubro de 1884.Bernardo ot dos Santos. Re-
    conheiec,! cuino verdad-ira a firma supra. Em
    tesleiniinho de verdade, o esenvij de p.z. Rol-
    dao S. de Gouveia.
    nicos agentes 1 depositarios geraes em Per
    naiabuco Franetseo M. da Silva & C Ra do
    Mrquez da Olinda n. 23.
    S. Beato
    Pec ao respeitavel publico o cora esptcialidwda
    aos m-ua superior* que auapendam qualquer jui-
    80 dei-f.ivoravel que, porventura tivesse cansado
    0 libeo diifimttorio contra mira inserto uo jornal
    A Provincia de 1 do corrente, cuj antor foi um
    1 profemor o qua) nao obstante possuir a pa-
    tenta de coronel oceultou-sa sob o anouyino do
    M:J9r capilo, at qia eu p issa dar loe resposta
    franca e cabal.
    8. Beato, 3 de S tembro de 1866.
    Augusto de Moraes.
    obre o (Minalo da i:\uia. %v.
    O. .11 jriba l^a.sserrc, ato Cao
    nlversario de sen passamento.
    Me escuta, bja Marthi A paluda gonia,
    Levantando o puunal g':do, lancinante,
    Deizoa no peito meu, e dto
    0 veneno que tras'.ethal hypjcondcia !
    Ah .' mais feliz que cu f... Florjcha qne penda
    Da vida no r.rail, que a morte (ev. raiite
    80 matou urna v z Eu, eme
    Qne m-rre "> sentir, que morro cid da !
    Va cantando no co, as lindas cavatinas
    Inspiradas, da amor, de placida ventura.
    Que id a santas teas, angeles divinas 1
    Ao paa:o ouo en, chorando a negra desventura,
    (Pediodo ao coraciti:cantal lo de mina)
    r tcnbo p*ra te. dar um pranto de amargura.
    O coaselhelro FreiU Mea
    rlqnes
    Beleh, 18 DE AGOSTO DE 1886.
    Reapondendo o br. conego 8iqueira Meaidra ere
    artigo aublicado no Jornal uo Commercio de 28 d
    paasado, a outro do Sr. Dr. conselheiro Frailas
    Henriques, declinou os factos, que ero ana opiniae
    legitimara o rompimento de S. lxc. e o de aeua
    amigos com o honrado r. presidente da provin
    cia, uoj teguintes termos :
    O 8r. conselheiro, nSo espern qOfl Ihe fizes-
    semosuna pedido, ou loe manifestats-mos urna in
    tencao qualquer, ainda meramente poltica, por
    que no segundo dia de seu desembarque no Para ...
    estava todo entregue ao Sr. Dr. Danin, chefe do
    partido liberal, que fez rodear 8. Ezc. dos seus
    correligionarios com quem viva e vive na m ior
    intimidado... ..
    Adianto, no racimo arlig, escreveu o Sr. co-
    nego :
    Os contractos da campsaliia da pesca e da
    mudanca do Curro. .. ao pederm, n. m podim
    dar motiva a d vergraria principalminte ao
    rompimento witre o partido conservador e a pre-
    sidencia, porque o primdro foi feito pelo ex -presi-
    dente, conselhciio 8ilveira de 8ouz ., cora d-ms ea-
    trangeirn c a autorisncao dada pela AstcmlUa fui
    a pedido de S. Exc, que at den me a minuta do
    projecto por sua letra... -
    Approximaiooa estes dous periodos do artigo do
    Sr. ce neg para denunciar a contraciccao de S.
    Exc, que a medida que coefessa a sua privinca
    com um presidente liberal, da quem, elle, chefe
    de urna asseinb'a ccnservad< ra, ucebia a minu-
    ta doa prcj ctoa qne eram por ella votada, con-
    demna ein um pre dente ccnservadoT relacScs
    pessoacs, com um mi rabro do partido liberal, a
    elle preso por lacos de f.inilia !
    8e um presidente da provincia mo j le consen
    tir na Hpproximacao dos adversarios, mesmo quan-
    do a ella ligados por lacos de familia, mais do que
    o Sr. Freitaa H-ntiqr.es fe o Sr. Silvoira de
    Souza, de quem d z \p Sr. conego que at Iha deu
    minutas de projetos, quedeveriam ser aposenta-
    dos e v -lados na asscmblea, e nao tevu a sua en
    demnacSo !
    Nao vo entretanto supp>r, que com este simile
    ti-mo3 pir iiin justificar a conviv'B'ia de S. Exc.
    erm o partido liberal, tal c mo, uaturalmeute por
    equivoco, o affirma o Sr. conego Siqn>-ira Men-
    de3. Se certo qua o t-'r. Dr. Danin procura o
    Sr. Freitas Henriques frequenlenenle, certo
    igualment que cale cidadao o nico do partido
    liberal que o frequenta e o tem frequcutado. O
    simile portanto 0S0 exiole, como v o kntas mas
    desde quand > pedam as relar/es de familia preju-
    dicar a lealdade que se devim es homens p di
    tiesa f .
    Quereria o Rr. conego qne para dar arrhis de
    sua lealdade, roipe88e o Sr. Freitaa Henriques
    eos 11 m memoro da sua familia ? !
    Sobre urna injuria a S. Exc. denunciara sme-
    Ihante exigencia que o partido conservador do
    Para quer ou precisa ler em seqnestro o presiden-
    te di provincia, para que nao nuca pena 1 as suas
    palavrns e nao veja cenao pelo seus olboa !
    Miiitin, j o diasemos, o Sr. Freitis Henriques
    estreit^s n-lacues com o Sr. Dr. Danin ; mas qne
    favores ja lh.- prodigalisou ?
    O outro tundam-nto exhibido em justificacac do
    rompimento se comprebende na denegacaoda siinc-
    gao a variis pr.-. ctos de le, primeiramente pir
    inconvenientes depoia p> r inconstitucionaes. A as
    aembla fel-as p^ssarp-ir dois terces, e S. Exc. por
    urna p irtaria pr.hibio a suaobse vinci a execn-
    cao. Este acto, accrc-scenta o >r. conego, s podia
    assout ir em um adversario extremado...
    Se nao f .1 o Sr. eon-go feliz com as relaces da
    presidencia com o Sr. Dr. Danin, nao oacr agora,
    a menos que justifique a conveniencia e a consti-
    tucional i ilade d'easas projecto, o que em proeenca
    d'elles, nao o conseguir.
    Com as raaea de nao sanecilo foram estes pro-
    jecto aubiscttidos ao ^overno imperial, que se
    raostrou do lado di presidencia, approvando o sen
    proced ment.
    Se o acto do Sr. Fieitas Henriques, isto a
    portara prolnbindi a observancia e execucao d'es-
    tes proj-ctos votados por,dois terg 8 e publicados
    pela asseuibla, t pode i ssentar em um adversa
    rio extremado, o que diremos do acto de urna As-
    simbla, que se dizendo amiga, vota por doos ter-
    cos e faz publicar projeetos reputados iuconve-
    nient s pela presidencia?
    De bom conselho e de prudencia era que a A-
    sembla, pelo orgSo do Sr. conego ou do outro con-
    servador n'ella influente, ouvisse a Presidencia,
    qua pela sanecilo contrahe a reiponsabiiidade da
    leis que promulga, para o fim de crntinuirem esa
    harmona os dois poderes, e impedir que a oppo-
    sicao os fosa explorando e distanciando.
    Mae, nilo, o Sr. conego nao quera a harmona ;
    sim, nicamente levar reboque a Presidencia,
    coma se um homem da estatura do Sr. Freitaa
    Henriques. se podesse submetter a posicao lo ha
    militante !
    Recusuu-lhe por isso a lei de meioe, que nio
    recusou aos seus adversarios .' !
    A excusa, a que su socorre o Sr. ci neg, divendo
    que nt eonfcrmcia com a commissao do orcamenio
    repudia va todas as medidas combatidas petos de-
    putados da opposico, nao sustenta exame desde
    que, nao tendo at hoje sido publicadas as (mea-
    das que passnram de tropel na segunda discusso,
    uem aa menos podia 8. Exc. conheccr aquellas quo
    linbam o favor cu m vontadeda opposico.
    8. Exc. estava per outro lado de p ,ucoe das
    n'esta capital, e quanio propoz com relac5o a ser-
    vicos uoves, em va de serem creados, era qne cons-
    tituissem projeetos separado?, para que podeasse
    aprecal-oa com isrmpcio de espirito, sem necesai-
    dade da condemnar o orgamento para condemnal-
    os, ou vice-versa.
    .Mas... snthrn-jff o Sr. conego Siqucira de esv-
    lumnias e de. injuria... De calumnias e injurias
    tem ndo victiiiat nao o Sr. conego, mas presi-
    dente, sem outra razo alm da resistencia qua tem
    oppoKto a.onUa d.a intereaaes incontessaveis que
    so irenadaai em todis o ngulos !
    .^10 favor ellej iirodigalisou aos liberaes?
    ( )o Diario de BeUn)s~ A
    Recife, 6 de 8etebro de 1868.
    . *
    i:ieiiao ili'jnia*<. mcrlie. IIi^mou
    rt'ln mnl mordomo que teesa
    de fr-tiielar a pndruclra > Me-
    niKiru de ttun Huceaao dea Kaave-
    gautes no atino de 1 >**>.
    Juiz
    O lllm. Sr. Joaquim Arther dos Santo.
    Juita
    A Ulna, e Exmas. Sra. D. Eulalia Estanislao da
    Costa Campos.
    Juizes por deroeio
    Os IUms. Srs. :
    Coininen-iadur Lniz Js da Silva (aimaiaws.
    Autonio Muui/. .Vlacbado.
    Jos de Aiauj L'Vramento.
    Custodio FraucioC Martn.
    Francisco Maaoel da Silva.
    Joaqulh Jos de Amorim.
    Dt Fclieiano F.mtual.
    Francisco Jos eos Pasaos Guimaraes.
    Antonio Samico de Lyra e Meli.
    Franciseo Iijoaci > Pinto.
    a M iia.
    Francisco dos Saub'-s Macado.
    M.hhI Francisco Cirdoio GuimarS'.
    Francisco Joio de Amorim.
    Eduardo Pialo de Leinos.
    Fabio Rin'
    Carlos Aotiuio de ATanjo. m
    Luiz da Fonse,ca Vnaira.
    Joao Mnrtins da Silva.
    Francisco Al ves <:a Costa.
    Junas por devoeu
    A Illma. a Esmea taras.:
    Eepoa de HermeefgiWo da Silva Ley
    Dita de Jio de Aiaujo Livramento.
    ilrea Ferreira.
    Dita do D Oliveirn.
    Dita do D. ra.
    Dita do ro asa.
    Dita de Ado'ph 1 Tavarea Cordeiio.
    Dita de Ju- Lecpolil, BmrgarJ.
    Dita de Joaquim A:ve da Fnneeea.
    Dita d> (arlbilo'i eu Liureoeo.
    Dita de II rinan Liindgrin.
    Dita da Lu Jaa Ruirigu-s Pinb'iro.
    Dita de Dniiiig a Ifea'iaa Safra.
    Dita d- Fructuoso GoncaNes F. rrcira.
    Dita de Jote A11I0110 M Dita de Jo.- Montoiro da Alineida.
    Dita da Antonio Jos d.' A'.ev.da.
    Dita de J.s Ates de Cax.aa.
    Jii'i prepetuo privativo
    Ccmmcndudor Lui Duprnt.
    Juiza perpetua privativa
    A Exina. Sia. D. Amelia Al ve Ferraira Bartbckv
    Eaensau
    O lllm. Sr. Marcelino da Anta Bello.
    Escriv
    A Exma. Sra. D Julia Sancha da Costa.
    E-.crvi 3 jor devojio_
    Os Illmr. ti 11 burea :
    Manoet da Siiv Nevee.
    Jos Rice tdo da Costa.
    Libanio Estanislao iK Costa.
    An'cnio Sabino Torres.
    Jos Rufino Tunes.
    Francisco RaymuiM > de Car va lho.
    Ramiro Antonio da Costa.
    Antonio dos Santos topee.
    Arthur Januano da (Justa.
    Ca.tano Ferirn., da Silva.
    Marcelino Lopes Frueiunao.
    Manoel Fernandes Velloso.
    Manoel Hygino de Curvalhn Coutc.
    Jo Vicent- Ferr.ra da Suva JuiMor.
    Agoatiuao Laia Vieira.
    Eloy Landim.
    Arinuiio Pmto de Campos
    Jrrrnymo Perreira dos S.urfoa.
    Joto Victorino Fcrrira.
    Carlos Augusto Maigre Riistier.
    Eac-iv.iea p As Exfus. euhora :
    Etnoaaee l* teiicut] AntNiio Batetbo Pinto de
    Mezquita.
    Espora ile B-rnar lino Alce.* N'eiva.
    Esposa de W.ilfndo Odilon Camello Pessoa.
    Es] osa de Jeaqmm Eustauu>o Rodrigues.
    Esposa de J.i Lnin-ngi da Silva Oliveira.
    Esposa de Beliaario P.Tuambuco.
    Eipora de Manoel da C..ata Moreira.
    Esposa de Joao rlento M.mtvro da Franca.
    Esposa de Ji ao Das de Mura*.
    Espora de Antonio Evelino dos Santos.
    Esposa de Antonio Gornta ce Mendonca.
    Esp sa de Ant r.i Soares da Rocha e Silva.
    E-posa de Jeronym Gomes dn Fonaeca.
    Es ji.aa de J.io Gomes L.ureno.
    Espoaa de Joiio N punueeno l oelhoda Silva.
    E-pos de Manoel J. s do Nascimento.
    Esposa de Joaquim Antoui. R nlriguea Sobrinho.
    E-posa de Antonio II nri |'.e Matra.
    Esposa de Vicente Jo.. Lo jes Pedrjso.
    D. Ignacia L.ura Soares Montciro.
    Juiz"s perpetes
    Oa Illmr. acnb .rea !
    Viscouda 1I1 Sil a L 'yo.
    Commendad 1 JJt ila Suva Loy) Jnior.
    Manoel Marques de Ain.-rm.
    Manoel Juao da Amorim.
    Adolph Pcrera ly-rueirj.
    Commendad. r Man e. di Silva M ia.
    Jos Jeao de Amorim.
    Jos'Ferreira Baltar.
    Manoel Joao G mes de Air.oiim.
    Joaquim Jos Gi m s.
    Manoel Mcrtins de Amorim Santa Rita.
    Jos Braz da Si va Uiiveira.
    Juizes protectores
    Os IUms. senil ores :
    Cbefe de divitao Jo; Manuel Pican95 da Costa.
    Io tente Aureliano Isaac.
    F auclsco Fercia lSorges.
    2 teueute Hcrculan i Jos1 Rodrigues Pinheiro.
    2o tenente Manoel Estanislao da Costa.
    Jeronymo Jos Uiistoift
    Manoel herreir.i Bar!bolo.
    Dr. ledro de Atlmyde Ijo'io Moscobo.
    Dr. Felippe de Figarbea Paria.
    los Pereira r-autos.
    Djmicg'is Manoel Martir.s.
    Jataaa protectoras
    As Exmas. senhoras :
    D. Elvira EstanUl.. da Cesta.
    D. Luaia Mana d s Ros Pardal ha.
    D. Candida M.-uIndo Cariuiro.
    D. Candida Iilnuiii ata do F.mte M ti-ira.
    Juizes beineitores
    Todo os Srs. cap'tes da navios.
    Procurador geral
    Manoei Amando L. b 1 G 11r.es.
    I'iocur .dores
    Todos o Sra. palios e pr ticante.
    Therou reir
    Balthazar Jote dos Reis.
    Mordom s
    Todrs oa di votos que c oirribuirem para atesta
    da nneaana Excelsa Senhcra.
    Conaiatoiio, 25 ce Joneiro de 1885.
    O vigario, .'w&o Augusto do Nascimento Pereira.
    Agna Florida ite Horray Se Laamas
    Com qunfi toda a erbSa pdese gBr em ouvi-
    da se aa mil e um 1 vnriavae flores que ador-
    navam c di rramavi.ui lao delicioso perfume sob o
    verdeacente jardim do Paraiso ; espalha>am
    urna fragrancia mus 111ra e i.licada aa atmoa-
    pheia, do que aqueta .que se difiunde e encha o
    gabinete de v aberto um frasco d. ata o-.l.nfera e deleitavel agua
    de ebeiro. Cnmpamda ce.m o paesageiro e voltil
    cheiro dessas eseincins indinaras, o seu mimoso e
    delicioso un ni pde-ae ch ma'inratinguivel, ina-
    pagavol, cmquauto que p r (utro lado a venia-
    deira quinta esencia 1111 seu genero, que de urna
    mancira a maia viva, nos t.,z agradavelmenta re-
    cordar, trazendo-nos menta o deleitavel e gouui-
    ao perfume das aaaasutk'a e balaamicaa Aires;
    n'uma palavra i.'cila essate e flirescea belleza e o
    encantamento
    O volume de delicado aroma espargido de sigu-
    anas gottas dtrramadas no lenco, verdadera-
    mente maravilli so e del.i'i.v. I; e como urna agra-
    davel meio de reat.belacer desmaios, vertigens e
    dores de cabeca, sssim como .ervindo de odorfero
    adorno, pssoa e ao piladar. quando usada em
    diluicao ci in > um nxag .amento de bocea on cos-
    mtico, ella nao tem por c-rlo teu igual entre to-
    das as mais aguas ebeirosas importadas.
    Como euuuxTiA contra aa falsificacoes, obsrve-
    se bem que oa nomes da Lanmen & fiemp venbam
    estaoapaaios em Leltras iraii-fiarentcs no papel do
    livrinho que serve do involrorio cada garrafa.
    Acba-se i vi uda en todas as boticas e lojas de
    perfumaras.
    Aizentea em Pernarobuc >, Henry Forster 4 C,
    roa do Commercio '.'
    ar,-* ui. aawl
    I-ra.
    Pee eapaie
    QaanaWfai
    o x Mm .-aspi- **jailo as
    a^jj. aav nteri-
    sVfi
    nona.
    s-, pu-
    Uiaaa! ame liaSu eW-aast^scaav- **'*- .vuci
    cu ta promovar daadaIsps t>-a.aai m.-
    Posteriormeara sai paA^kaadtaaaaas^'-- >^ qaa
    ningut-m te qariaaasaa V >aya- !&** t-*i-
    dade p licial, ni. taaiaa asa* Jaat .-^-^a- r ad-
    varleaea ; aasxca a aaax**m *rr*^ u r ->-, j
    BMernbaceaa ha aaaite- 4evB>aBsm^an-r w':i fre-
    gneaia, cesa os f r 1 Ora, a aun taw fja^ia*-- >^ y "loa-
    mentaea, nao b% V nan a"aa--ftta p-n.ta ;
    qarm nio aerdoa aaa sjasraMia- ~^.rnf "gae.
    nio si r sasmea savcja saa 11. aaKsV** .*> a aaa
    sinos.
    Rccife, 2 de 8. tasaba d
    ^aiaanif^.iafa.
    B fe la t
    A\ 4. hora da
    ates domingo arnsii
    sagrados bren re a da ije. ja> d**VMV
    sVia para o trmatn i
    santo racrlfieie na
    a ser celebrada tsatrsaajl
    chulo coneorreraaa
    N. 7. A EiiitdieiSix*aB5B*a*' re-
    medio at hoje deactere> jpi -ae. yaaro da
    tsica, bronchites, rs^XjsUni* anaan*>, ra-
    chitis e debiKdade es ptneT~ *.%-* e
    nm curativo insaKv 9sak **
    toase chronica e aftVyrefaeear-j;:
    1
    a**, stbaaav-an
    di axaacii
    ****?{n ao
    asV d r mea
    ajiaia n ae
    t leata
    esn srgnida teri luj aa a isTilia jjsiidit laiaun t'"
    da miasa, e aaa oatr fcatbra aa--..fl8.
    8. Exc. Kvas. Sr. Os.
    Barres, digna e pt*>aae
    nar ccleb ar s 1 h> saav
    nbio geral o pao car!
    venientesaente prepara*;
    cipar do myetico ta.__
    Exe. entrar cutra esa
    A'a 11 boraedodie,
    o aliar da aagasta Y,
    a asistencia de 8. Ese
    fical, do xm. Sr. ve
    mais autoridades savia
    Exeeutar-se aasha
    sor Joio Poiycarae tauasv
    Inra do abalisade
    Credo do diatiaeto
    ca do celebre Merca
    pietm de grazia ete.
    A tribuna sagras! atas wajaia ->
    miasioaanos eapachiBaast
    A guarda de boas tW%aa>aVaB>aa**
    Terminada a miasa
    urna outra missa lida :
    nbora da Pcaba para bbbbW mmmsrefv'.^eer aa* fi.-
    que cao poderem asaiatTe i &da->.i.ati* dr, cuai-
    forme adverte o Dr. ." JtfTaa a 2S/^owj aa
    livro 6 a. 341 da aaa TiwfajxtdaKaai^a-
    A tarde, proferida- i>^ asaai.a>- jpt taitre
    missionario, earoar-ae a*x*as*BBaa>^tsr Abi ti-
    tulado de 8ant'Aaoa c faida i' taaa ja-aa>- Sa naja
    do Santiasimo SacraaxnsV, taasaaaaefTiai ""iifarviaariae
    Exm. e Rvmo. Sr. Baa.
    O magnifico templo da- VaSat aci>e> ** jpsawra-
    eamente ornado de fl.rr raas-as-aa^ponaV 3>i!a-
    tio e symtrica aeate Sa?. V am .-i.jadT twtoa.
    Diversas baadaa V wwae*> aaaa'.ian "y, apaJadee
    em vario ponto da aaa luan -^fOsnc^ms f pecas, e a esplendida t^sasaadjBv -V **-:> da
    mu),111 tu 11 |i niplii lilil illa aaiaasl SSaesJavaade-
    votos de Noasa Sea"
    taaaxan n*. emrti-
    ao- IhVjlfiii,
    taaaad >f>dei-
    aar -mar*.
    d*
    anar-^eiae.

    la. erro sFataf
    No peridico aOeavianat, jy ITk-ta>t asa
    Ohio, nos Kstadea-Paidea ae gS>rt,ivan
    a deseripcao de ana eyajai^ai rjesa-gi o
    eujos funestos resekaaee- 3*-nWaaf vao pro
    fundamente tocios es fas s%a biiea Anglo-Saxtoaea. SaaaSaaB*-a: sa.
    rurgiSo m iia emi*ieaS&dk*GBrSBrSfaa&fm Dr.
    Thayer, seinelbnte eet-n^pe i y ^tai ataa
    crime l
    Havia mnitos SDate jnvr ass,*rstlnTX
    chamada King pwleesa aas-nscr^-^'
    de de estomago, e 111 ifc aas ta* -je*-*'
    de tratamento eannr-;
    dices puderam alli
    A doenya tinha pracsjejataaV -^ ena leve
    iesarranjo dos orgSes- ^f^emfm^tn -saic-
    tura com nm graade laif JRavsrJg- ayep-
    tomas seguio-se ao> BBjJ3^xV>--T|,jivt
    no estomago (maSeatnr qmS3 jtona o por
    urna sensacao do vaaieiadljetijn otdan-
    do se em torno do fieoflasv jaer-aa fiaasrwa
    pegajosa, acempanaeaiat adr sam.ffmw aW-
    agradavel, e?pecaaBrnrea- aeanS>a laan-
    ge de iazer desappaiicea!. s esraansaaia da
    vazio, o alimente |>M*ia>wajpa!r>aiaa. Kn
    tre outros 8ymptcaernBdsaBja?a^i^sn-
    rellenta dos olhos. Peen*- djjea"av jee arlas
    e os ps esfriarers e tteofea^ea-r yjpjo-
    bos, cobrindo-se de cae tjmm .Maskt vaf-r-
    ma padeca de aro sjnfs*-iaaa>-.?-*-!l-, n-
    tindo-ee nervosa, irriSaa&amoiaViia k*r ne-
    gros presentimentaa
    Ao levantarse de sij^aa^ aa fviaa; e-
    nhora senta nmaa teetaaitnav SlSsnaii arropo,
    os intestinos che gara ex eaaaVr staraarre
    at o ponto de tornara* 3m>^KmKjmim.gre-
    gar quasi todos oa ama&gm isai ^aaaw en -
    to catrtico, nio taima aa I^aaapt* 1 au-
    A aa f/lertda tie llarrjr eontoi uai-
    caniente a esaeucia de !i -. pura o simples, pre-
    servada em espirito ci taino, e asrnta que a
    sua fragrancia nunca mi I uem deteriora. Quan
    to mais lempo se ca. rvar 111 Ibor fien, mais sua-
    ve, maia opulenta, ic la e deliciosa. Acn-
    diciona-se em tr.s id" r ir.'i ta-n-nbos de garra-
    fas, mednnas e graiid- r. prt conveniencia de to-
    doa os coinoiadore.-. I' ,'--' tuua Florista
    ele atarry. o baa s- adsjataa mitra; mas, sobre
    tudo, cuidad) com ns falaico\-s ou imitacea.
    Snbdcl^fteui dt freguezia dd
    ml\tlk
    ti
    Sa eu eaaVae ainmeire r,n urna eerta apti-
    dao e pratica 1 i\eg, de que pesso
    faMar eem isaunid siin, na 1 f'icacia de nwnr pro-
    prio esteren, i.ao tei a ncreieade o cargo de ab-
    elegado da trecafa. 4-> eife. com quo fui dis-
    tinguido. Con! bem quanto esta no-
    meacio aae tbriga para com aa i.Moridades SBpe-
    riores a para m o aiMiro san geral.
    O que me :inini\ e-.erfln^t de encontrar
    atoa horneas i>.-m mure- wi. a a animp.ci^ e o
    auxilio, que dcllea terli 1 r-retida no exereicio de
    as auaro irg-\ >' ds e_n.' t-iuraa veres teabo dado
    pablico tett-iii1 n r- cenheciaafe\
    A ananuteava ? da afiom o oU traaquillid ide
    publica, nnpKtm.*' d>s ermee, a pantco dos
    criminosos, silo cous.s que a todos iatorerraaasa;
    e que todoa aaaia ou paiem auxiliar, aeguu
    de ae errtuaastancias. e casias aa aa condicoe de
    eada um.
    Urna inforrohoa .^pantano, um avise oppoxta-
    tir nauseas e langaeiir Saa *> ^T'avrrrtca
    pouco depois de teles .Tmgpm*>r*igaMn
    '-ezes era una estad ale jutatimuat.-m-am fir-
    menta(So.
    D'estes desarran*rw ~y*tmmm ^anaa y 'pi
    tacSo de coracao lio viafi sal -^eir-.a. T quasi que nio pedia ar yaag: .Ufjmimm Ele,
    en?ontrou-8e na iptisaisnlljba\>^nattrr os
    alimentos, atormentaanVar nasa awssaav de-
    res de ventre atrosrav
    Attendendo ao faena- sfcrsjpm tiffkw -re-
    medios at entSo 1 mym |^da^2aa- aVaa-iaea
    produzido resaltad sJ^sane -sa^swa^.-asin,
    reuni se urna jante msdrva >-enp J foi que a Sra. King paJevia Jfc* <* asatr
    no estomago, tornand9e> ar.rs-
    operario.
    Em resultado dVstn rjeS;-> .aaa fea US
    de Janeiro de 1882 le- 3* Ktaarne
    operario era presence dtei IWlr-
    mann, Perier, Arras, Gmviw^. .San/i r e
    H.lliwcll.
    A operacio cocsf es -->- i an-
    de do abdomen al seaeeneis iaviehBf>na
    os intestinos, o figad aajaasnsipjaaaa. e-
    rificado isto, os mccnVie aanvrv-tu ev- s
    ditos orgios, e, cneioe 1 ea* le
    horro., virara qne nk c^aatxa-^^B**>'
    gam.Cerraram e Sneraavesj; ai-
    rar a frida que bavei *_ f;dVa
    senhora morree dentr* dVj
    Que triste a sorte de- nsjin sjs > rV ate
    a esposa parecen per canea
    eio errada f Se a Srav iucaar- rar-aHr
    pregado o verdadeise se a
    pepsia (sendo este o neaa*
    ria hop) etn sua case va "' *-
    tar na cova.
    Por meio do tm> d Xau/a d^*sxt-
    Seigel, remedio proerv> jp. &*ma
    para a indigestlo, !***=: r9U?ar
    beleceram depjis de trseaed^H hteatene
    remedios sea proavrn. Sm n
    facto sio tie nnmeroams pa
    sivel reprodus-aa ens* esnavaj
    os oertiaeados pnbBrsjfanrdi

    mi

    r-M
    w


    iario de PernambacoDomingo 5 de Setenfe de 136

    i


    pande remedio conaidrai**s coa rre-
    fitareis e convincentes.
    A venda ao remedio illimitada.
    O Xarope de Seigel vende-se em toda
    u pharmacia a do mundo, assim como no es-
    tafeelejioientodoHproprietarios, A. J.Whi-
    e,(Limited) 35, Farringdon Road, Loa-
    tai, E. C.
    Depositarios na provincia de l'ernaintiu-
    co : Bartholomeu C, J. C. Levy ft C,
    Francisco M. da Silva & C, Antonio Mar-
    tmiano Varas & C Rouqunyrol Irmaos e
    Paria Sobrinhe & C.; em Bello Jardim :
    Manoel de Siqueira Cavbante Arco Ver-
    te e Mano. 1 Cordeiro dos Santos Filho ;
    can Independencia. Antonio Gomes Bar-
    bosa Jnior; em Palmares : Antonio L
    mo de Agniar; e em Tacurat,
    Lonrenco da Silva.
    Jos
    ED1TAES
    " Edital a.
    O administrador do Consulado
    Provincial de-
    para conhrcimento dos senhores tabelliies
    c'rivaes, que da data deata publcelo em
    *.te nenhuma alienacao, cessSo u trapasso d"
    mriedade urbana podera ser effectuada
    -' do imDOsto da
    de 1886
    sem o
    ramento integral do imposto da dcima
    mtivamente ao corrente exercicio de 188b a
    MB7, sob pena de multa, na forma do art. 39 do
    Hralamento de 4 de Julho de 1879.
    Consulado Provincial de Pernambuco, 2 de
    riembro de 1836. .. ..___
    F. A. de Carvalho Moura.____
    Fax aber que estando vago o officio de
    vio do tary e daa exeeuc5es crimina do tormo de
    8. Bento, creado pelo art 20 da le de 8 de De-
    sembro de 1844, na forma prescriptano art. 11 aa
    Dec n. 817 de 80 de Agosto de 1861, coavida os
    pretendentes ao referido offioio a apresentarem no
    praso de sesseaU dias, a contar d esta data, oe
    aeus requerimentos devidairentc instruidos ei pre-
    parados de conformidade com os Decrs. ns. 817 de
    30 de Agosto de 1861. 8276 de 15 de Outubro de
    1881, 8523 de 13 de Agosto da 1882 e 9420 de 28
    de Abril de 1885.
    K para que chegue a* conbecimento de toaos,
    mandn affixar o presente e remetter u-na cepia ao
    Exm. Sr. presidente da provincia para ordenar a
    sua publicacao pela imprensa.
    Cidada de Carnar, 19 de Agosto de 188b.
    Eu, Antonio Rodrigues Braeileiro Carv.lbaes,
    escrivo do jury, que o escrevi.Agostmho de
    Carvalho Das Lima. .
    E nada mais se continua em dito edital, que nei-
    mente coplei do proprio original, ao qual me re-
    porto, dou fe. B
    Cania-, 19 de Agosto de 1886.Antonio Ro-(
    dngues Brasileiro Carvalhaes, escrivSo do jury
    que o escrevi.
    CERTIDAO
    Certifico que em virtude da orden do mis oe
    direito da comarca de Caruar affixei o edital pon-
    do cm concurso o lugar de escrivo do jary eeie-
    cucoes criminses do termo de S. Bento no da -si
    do mea de Agosto de 1886 nos termos do art. 1M
    do Dec. n. 9420 de 28 de Abril de 1885; do qae
    Villa de S. Bento, 21 de Agosto de 1886.
    Eu, Cbristovo da Bocha Paula Cavalcanti, por-
    teiro do auditorio.
    Edital n. 3
    Oadministrtdor do Consulado P'-"*'--"
    Jrtna das instruccoes de 27 de Julbo de 188o,
    ossmda a associacao commercial ben. fcente e to
    as aoaellas que tiverem exi.teneia legal econhe-
    mawato para que de eonfermilade com as mesma*
    i^trnecoea, al incumbam de proceder a distribu
    tio das tascas de reparticao, e.tabelfcidas as
    PV, 3 e 4- partes da tabella do imposte sobre
    anstria e profissao annexa a lei a. 1860 de 11 de
    Acost de 1885 ; trabalho este que dever ser en
    TUdo 4 esta reparticao no praso impromgavel de
    30das, contados da data do preaente edital, pro-
    dendo-se em caso contrario, do modo por que
    sVtetminam os arts 11 e 15 da le n. 1810.
    Consulado Provincial de Pernambuco, em
    dfcAgosto de 1886.
    Francisco Amyntas de Carvalho Moura.
    Edital n. 5
    O administrador do Consulado Provincial ral
    Wico a quem icteressar possa, que em cumpri-
    into da portara n. 160, expedida rm 30 de
    Acost prximo passado pelo Mu. Sr- De. ins-
    eetor do thesouro, fica prorogada por 15 aias
    Seis, contados da data do presente e livre de
    mita, a cobrauca da Rccife Draioage CompM.y,
    Mkativa ao segundo semestre do exercicio de 1HOT
    a 1886.
    Consalado Provincial de Pernambuco, em
    Sctembro de 1886.
    francisco Amyntas de Carvalho moura
    lde
    2 geccao Secretaria da Presidencia de Per-
    buco, cm 3 de Selembro de 1886.De ordem
    Eim, Sr. vice-presidente da provincia e em ob
    jtrvancia do art. 157 do Dec. n. 9420 de 28 oe
    Atril de 1885, fjco publicar o edital abaixo tran-
    scripto pondo em concurso a serventa^ vitalicia dos
    Jacios de escrivo do jury c execnces criminses
    Jo termo deS. Bento, comarca de Caruar Ser-
    -aido de secretario, Emiliano Ernesto do Mello
    Tamborim
    EDITAL
    8 Dr. Agostinho de Carvalho Dias Lima, crucial da
    Imperial Ordim da Rosa, cavalheiroda Real Or-
    dem Portuguesa de Nosso Senhor J e iuix de direito da comarca de Caruar, pro-
    vincia de Pernambuco pir Sua Mngestadc Im-
    perfa!, a quem Deus guarde, etc. _____
    O Dr. Adelino Antonio de Luna Freir,
    official da Imperial ordem da Rosa, cum-
    mendadar da Real ordem militar portu
    gueza de Nosso Senhor Jess Christo, e
    juiz de direito de orphSos e ausentes da
    comarca do Recife e seu termo em Per-
    nambuco, por S. M. o Imperador a quem
    Deus Guarde, etc.
    Faa saber aos que o presente edital virem ou
    d'elle noticia tiverem, que depois da audiencia do
    da 6 de Setembro do corrente anno ir 4 praca
    a qiuem mais der, urna parte da grande proprie-
    dade den >minada Apipucos, no valor de.......
    11.265*280 servindo de baso a offert* de 3:000,
    cuja parte pertcnc ao espolio do finado major
    JSo Francisco do-Reg Maia e vai a prac^i a re
    querimento de Ant nio Rodriguea Tavares, in/en
    taante dj mesmo espolio, para pagamentos do
    impostes provinciaes.
    E para constar, mandoi passar este edital, que
    ser publicado pela imprensa e affixado no lugar
    do costume.
    Dado e passado nes'a cidade do Recife, aos 3
    de Set snbro de 188'>.
    Eu, Olavo Antjnio Ferreira, escrivo, o sub-
    scievi.
    A delino Antonio de\Luna Freir.
    O Dr. Manoel da Silva Reg, tfficial da
    da ordem da Rosa e juia de direito da
    provedoria de capellas e residuos da co
    marca do Recife e seu termo em Pernam-
    buco, por S. M. o imperador o Sr. D.
    Pedro II.
    Faco saber que estando ere juixo D. Maria Fran
    cisca dos Anjos Curado para provar o direito que
    tem 4 posse e dominio do vinculo S. Sebasti, ou
    Curado, instituido por Salvador Curado Vidal :
    pelo presente sao chamados os nleresaadop, para,
    na forma da lei allegaren o seu direito.
    E para constar mandei passar este edital, que
    ser publicado pela imprensa, e affixado no lugar
    do costume.
    Dado e passado nesta cidade do Recife aot 3 de
    Setembro de 18S6.
    Eu, Fiancisco de Siqueira Cavalcanti, escrivo
    subscievi.
    Manoel da Silva Rgeo.
    Edi'al n. 20
    Ia praoa
    De ord.m do Il'm. Sr. inspec'or,"'sfi8 de ublieo,
    l horaa do da 10 do corrente mea serlo
    inflan em praca no trapiche Conceicao, as mer-
    cadorias abaixo declaradas :
    Armaaemn. 3
    Marca fMSAC, 1 caixa n. 52, vinia de New-
    York no vapor ingles Portuense, entrado em 28 de
    outubro dP1885, consignada a Francisco M. da
    Silva A C, contendo vernis nao especificado, peso
    liquido 46 kilogrammas.
    Marca idem, 5 caixas ns. 55/59, dem dem,
    contendo annuncios iropressos de urna e cor, pe-
    aanda liquido 100 kilogrammas.
    Marca M8AC, 1 caixa sem numero, dem dem,
    nao est manifestada, contedo duas espingardas
    de um cano, para caca, e 17 kilos de cartuchos
    carr. gados de bala.
    Marca JCL&C, 1 ca>xa n. 22, dem dem, a J.
    C Levy & C, cont.ido annuncios impresvsos de
    uaia so cor, pesando liquido 40 kilogramsoas.
    Armasen n 7
    Marca FMS4C, 1 barril n 42, idea idem, em
    27 idem idem, a Francisco M. da Silva & C, con-
    tendo veroia nao especificado, pesando liquido
    legal 11 kilogrammas.
    Marca PG, 1 grade idem de Liverpool no va-
    por inglea Cryolite, id.m em 3 de Nove abro
    idem, iiem a Francisco Bibeiro Pinto GuimarSes,
    contendo urna eoleira de pedra de cantara para
    Ltre ro, 3 caixas, idem de Ntw-York no vpor
    americano Birbskire, dem em 6 de Marco de
    1882, nao consta do manifest, contendo conser-
    vas de carne, peso nss latos 18 kil grammas.
    Letreiro, 1 caixa, idem dem, contendo peixe
    em conserva, peso as latos 25 kilogrammas.
    3- seccao da Alfandcga de Pernambuco,
    Setembro de 1886. O chefe,
    Cicero B. de Mello.
    Juizo de orphaos
    De ordena do Exm. Sr. Dr. juis de direito pri-
    vativo de orphos e ausentes, faco constar aos
    interessados, que a audiencia que devia ter lugar
    no dia 7 do corrente, tff -ctuar-se-ha no dia 6, 4s
    10 horas da manh, por ser santificado aquelle dia.
    Recife, 4 de-Setembro de 1886.
    O escrivo,
    Olavo Antonio Ferreira.
    Sant
    a casa
    SEGUROS
    MARITDIOS CONTRA FOGO
    tompanhla Phenls Per-
    nambucaoa
    Ruado Commercio n.
    4 de
    DECLARACOES
    Club Internacional de
    Regatas
    Segunda regata
    Estando designado o dia 12 de Setembro vin
    douro para ter lugar a segunda regata desteclub,
    a bacia de Santo Amaro, pelo presente convido s
    quem para ella se quiser inscrever a comparecer
    na sede de club, das 7 4s 9 horas da noite,
    do referido mes de setembro.
    Recite, 23 de Agosto de 1886.
    Pompeo C. Casanova,
    2 secretorio.
    at 7
    COMMERCIO
    Coinpankia de edifica-
    ba
    Communica-se aos aenhores acciomatos. que
    por deliberaco da directora foi resolvido o reco^
    Ihimentoda quarta prestacio, na razo de 100/0
    do valor nomiual das respectivas accoes, o qual
    dever4 realisar-se at 5 de Setembro prximo fu-
    turo, no escriptorio da companhia, 4 Pr8C* aa
    Gjncordia u. 9. Rccif 14 de Agosto de 1886.
    Gustavo Antunes,
    Director secretario.
    Na secretaria da santa casa de misericordia do
    Recife arrendam-se pa espaco de um 4 tres an-
    nos, as casas abaixo declaradas :
    Ra da Moeda n 45, por 20f menaaes.
    dem idem n. 49, 204 idem.
    Ra do Bom Jess n 13, 2' andar, 201 idem.
    Dita da Liogueta n. 14 .1- andar, 161660 idem.
    dem idem 2 dito. 151 idem.
    Ra do Burgos n. iu! idem.
    Dita do Encantamento n. 11, 1- ai dar, 2010CO
    idem.
    Dito da Madre de Deus n. 10 A, armazem,
    151, idem.
    dem'dem n. 12, 401 idem.
    Ra da Guia n. 25, 161660 idem.
    Dita da 8enzalla.velha n. 132, 2- andar, 151
    idem.
    Dita da Detenco n. 3 (dentro do quadro) 101
    idem.
    Htm idem, 8JCO0 dem.
    Ra do Bario de S. Borja n. 3, 251 dem.
    Dita do VTsconde de Itaparica, n... 2- andar
    e soto, 351 idem.'
    Dita do Marques de Olinda n. 53, 2- andar,
    401 idtm.
    Caes da Alf. ndega n. '. ______^________
    Alfandega de Pernam-
    buco
    De ordem do Illm Sr inspector da Alfnndca,
    scientifico a qaem interesar posss, quo a partir
    do dia 1- de Setembro prximo vjndouro, fica
    inaugurado o 1 posto fiscal no antigo Forte do
    Pico 4 entrada da barra, onde devero atracar
    tanto na ida como na volta todos os vehculos que
    forem ou vierem do lsmaro, ficando no entonto a
    cargo da barca de vigia estacionada ao lado do
    caes da Liogoeto e que servir de 2- posto fiscal,
    todo movimento de pequea cabotagem, que c. m-
    prebende a entrada e sahida das lanchas, barca-
    gas e canoas que navegam entre portos da pro-
    Guardamoria da Alfandega de Pernambuco, 24
    de Agosto de 18860 guarda-mor,
    Jo Augusto de Azevedo Marqnes.
    JEGORC
    CONTRA FOGO
    The Liverpool & LcEdon & Co
    INSURRANCE COMPAM
    H.
    Club Concordia
    Reunio familiar extraordinaria em 7 de setem-
    bro. Os senhor*s que deejam fazer convites para
    esta reunio, sao rogados de man lar buscar os
    cartes necessarios at o dia 4 de setembro m
    mo do abaixo assignado.
    0 secretorio,
    F. Woellhaf.
    olsa commercial
    buco
    de Pernam
    EECIFE, 4 DE SETEMBRO \)E 188e.
    Aa tres horas da tarde
    f'otacle otpciacs
    i*tras bypotbecarias do banco de crdito real d
    Pernambuco de juros de 7 OJO do valer
    de 10010 0 a 931 eada urna, ex-juros do
    actual semestre.
    Dsaconto de letras, 8 0/0 ao anno.
    Na hora da bolsa
    Veudciam-se :
    12 letras bypothecarias.
    O presidente,
    Pedro Jos Pinto.
    O secretario.
    Candido C. G. Alcoforado.
    REVISTA COMMERCIAL
    a semana de 3O de Agosto a 4
    de Setembro de lStt
    Cambio sobre o Rio de Janeiro 3 d/v ao par. e
    a viste 8/8 % de premia do Banco.
    Cambio sobre o Para a 30 d/v com 5/8 ./ de
    esctnto.
    Cambio sobre Londres, 90 d/v c 21 3/8 d. por
    11000 do Banco.
    Cambio aobre Paris 90 d/v 446 o franco.
    Aecoeo da Comptnhia de Beberibe do valor de
    1061, ao preco de 150JJOOO cada urna.
    A groes do Banco de crdito real de Pernambuco
    4ov.'r realisado de 101 ao prego de 411 cada
    osa
    A, olices provnciaes do valor le 1:0001, ao
    wego de 9951 00 cada urna.
    Ditos do valor de 5001 so prrgo de 4871500
    sada orna.
    Ditas de valor de 100} ao prego de 971500
    da orna.
    Na bolga venderam-se :
    60 aegoes da Compaubia de Beben be.
    6 a poli ees p -ovinciaes de 1:0001000.
    1 dita d 50O10O0.
    1 dita de 1001000.
    Gneros nacionaes
    Assucar. Entraram 1450 saceos, vendas aos
    precos seguintes :
    O branco de 3. sorte, superior, de 41400 a
    4*500 oa 15 kilos.
    O dito de 3. sorte, boa, de 41300 a 41400 os
    16 kilos.
    O dk> de 3. sorte, regular, de 41200 a 4l3i<0
    a 15 kilos.
    O dito de 4. sorte, de 41000 os 15 kilos.
    O dito somenos, de 31100 a 31200.
    O dito njascavado, purgado, bom, a 11800
    a 15 kilos.
    O dito regular a 11700 es 15 kilos-
    O dito americano, a 11200 oa 15 kilos.
    -O dito bruto, regular, a 11100 os 15 kilos
    O dito do Canal, do 700 a U300 os 15 kilos.
    Agurdente Ultimas vendas de 71 a 721000
    pipa de 480 litros.
    Alcool Ultima venda a 1251C00 apipado
    480 litros.
    Algodao. Entraram 1696 saccas, vendas a
    C1650 os 15 kilor, mercado frouxo.
    Arroz em casca. Retaibo a 23500 o sacco.
    Caf. Rttalhou-se de 51 a 74500*os 15 kilos.
    Ceblas do Rio Grande do Sul. O mercado con
    liana sem existencia.
    Cr de carnauba.Cotamos de 41000 a 61000
    os 15 kilos, mercado supprido.
    Couros aalgados seceos. Ultimas vendas 545
    ris o kilo, com garanta de peso.
    Coaros seceos refrescadosNao consto venda.
    Farinha de mandioca. Retalho de 21600 a
    31200 o sacco.
    Faino Retalho de 151 a 251500 os 15 kilos,
    eomiorase a qualidade.
    Gomma de mandioca. Retalho de 31000 a
    3*500 os 15 kilos.
    Graxa do Rio Grande do 8ul. Cotamos oomi-
    aalmente de 5/000 a 6*000 os 15 kilos.
    Danta Casa da Misericordia do
    Recife
    Por esta sccret ria sao chamados os parentea
    ou protectores das menores constantes da relago
    infra, que v ser recolhidas ao colegio das or-
    pbs.
    Relago das orphs abnixo inscriptaa, que nesta
    date vo ser admittidas no eollegio das orphs
    1 Ricarda, filha de Antonia Marcelina de
    Oliveira. .
    6 Maria, filha de Eugenia Maria de Oliveira
    Lagos.
    7 Leopoldina, idem idem idem.
    8 Guilhermina, aobrinhi de Francelna Bu
    gida Soares. .....
    Secretaria da Santa Casa Je Misericordia do
    Recife, 5 de Agosto de 1886.
    O escrivo,
    Pedro Rodrigues de Soma.
    Cmante d Seros Molino,
    ils lista
    AGENTE
    Miguel Jos Alves
    N. 7-RA DO BOM JESS-N.
    Segaron maritimn e ten-entre
    Netes ltimos a nica companhia nesta praga
    que concede aos Srs. seguradis iscmpgode paga
    ment de premio em" cada stimo anno, o qne
    equivale ao d--iconto de cerca da 15 por cento em
    favor dos segurados.
    THEVTRO
    DE
    (OMPANHIA
    [mperia
    S. R. J.
    Assen.bla geral extraorpinaria em 5 de Setem-
    bro de 1886
    Sao convidados todos os socios drsta aociedade
    acomparecerem na sede social, d.miugo 5 do cor
    rente, 4a 4 I oraa da tarde, para se preceder a
    eleigo da nova directora.
    Recife, 2 de Setembro do 1886.
    O 1" secretario,
    Joto Alfarra.
    mm ios lucais oto-
    Gordura do Rio da Prata. Colamos a 5*500
    os 15 kilos.
    Mcl Coturnos a 451 Milho. Retalho de 50 ris o kilo conforme o
    estado.
    Sal do Ass e Mossore.Cotamos de 603 ris
    por 100 litros.
    TapiocaRetalho de 41000 a 41500 os 15 kilos.
    Velas stearinas do Rio de Janeiro. Retalho
    a 292 ris o masuo.
    Ditas ditas da provincia. Retalho a 300
    ris o roasdo, idem.
    Vinsgrc do Rio, Retalho de 701 a 801000
    a pipa oe 480 litros.
    Vinho do Rio. Retalho de 1201 a 130*000 a
    pipa de 480 litros.
    Xarquedo Rio Grande do Sul. Deposito de
    148.000 arrobas. Retalho de 31000 a 41700 os 15
    kilos.
    Seeros estrangeiros
    Alfazema Retalho a 81500 os 15 kilos com
    10 por cento de oesconto.
    Arroz da India Retalho a 21200 os 15 kiloi,
    idem iderr. _
    AlpisteRetalho de 41400 a 4J500 os 15 kilos
    idem, idem.
    Aaeite de oliveira em barris. Retalho a 31
    o galao, idem idem
    Dito em latas. Retalho a 15150J a late, dem
    idem.
    Bacalho.Deposito 10,000 bar cas, retalha so
    de 161 a 161500 a barrica.
    Banha de porco.-- Retalho a 440 rs a libra,
    com 30 % de descont.
    Batatos portuguesasRetalho a 41500 a caixa,
    idem idem.
    Ditas inglezas. Nao ha no mercado.
    Bren C tamos de 131000 a 141000 a bar-
    rica couforme o peao e qualidade._
    Carvo de pedra Cotamos de 151 a 201000 a
    tonelada.
    Canella. Retalho a 18500 o kilo, com 10 por
    cento de descont.
    Cebollas portuguezas. Retalho de 81000 a
    111500 a caixa, com 10 /0 de descont.
    Cervejas Retalho de 61000 a 11*500 por 12
    garrafas ou bo'ijas.
    CimentoRetalho de 7*000 a 81500 a barries,
    conforme o fabricante e peao.
    Cominhos. Retelno a 18 os 15 kilo?, com
    10 %'de descont.
    Cravo da India.Retalho de 21300 a 2360 o
    kilo, com 10 por ceato de descont.
    Farinha de trigo Deposito 9,000 barricas
    retalha-se aos precos seguintes :
    A americana, de 181000 a 191000 a barrica.
    A de Triestre e Hungra, de 231000 a 251000
    a barrica.
    Feijo. Retalho da 81 a 10JO0O o sacco.
    Garrafoea vasios Retalho de 750 ris a
    11500 por cada um, com 10 por cento de descont.
    Doces em calda Nio ha no mercado.
    Farello do Rio da Prata Retalho a 31200
    o sacco.
    Dito de Lisboa- Retalho a 31800 o sacco.
    Herva doce.Retalho a 18*000 os 15 kilos com
    10 /0 de descont.
    K< rosene Retalho de 3|400 a lato de 5 galoes
    (liquido).
    Louga ingleza ordinaria. Retalho de 90*000
    a 1301000 a giga.
    QMadei as de pinho. Mercada contina su-
    prido.
    Maaan de tomates.Retalho de 500 a 600 ris
    a libra, com 10 % de descont.
    Manteiga em barril Retalho a 760 ris a
    libra, com 10 /0 de deaconto.
    Dita em lata. Retalho de 900 a 1*800 a
    libra, idem idem.
    Maasas italianas. Retalho a 8*500 a caixa,
    com 10 % de descont.
    Oleo de linhagt. Retalho de 11500 a 1*600
    C galo.
    Passas communs Nao ha no mercado.
    Ditas finas. Retalho a 181000 a caixa, com
    10 / de descont.
    Papel de embrulbo- Retalho de 650 a 4*500
    a resma, idem, idem.
    Pimento da India. Retalho de 11300 a 11360
    o kilo, idem, idem.
    Plvora ingleza. Retalho a 20* o barril.
    Queijos. Retalho a 8*200 um, com 10 /
    de descont.
    Sal.Nao tem havido entrada para o mercado.
    Sardinhas.Retalho de 300 a 340 reis a lato
    com 10 /o de descont.
    Toucinho de Lisboa.Retalho a 12*500 os 15
    k los com 10 /o de descont.
    Dito americano.-Retalho a 10J500 os 15 kilos
    com 10 % de descont.
    Velas stearinas Retalho de 540 a 900 ris a
    libra, idem idem -.
    Vinagre de Lisboa Retalho de 130* a 160*
    R tf LtaK- Reta.ho de 230* a-240*000
    idem, idem. ._ ,
    Dito francs. Retalho a 250*000 a pipa, de
    Ditoda Figueira. Retalho de 235* a 2501000
    a pipa de 480 litros.
    Xarque do Rio da Prata. Depoaito de 59,000
    arrobas, retalho de 31000 a 51008 oa 15 kilos.
    aKNUlMNTi PBLICOS
    Moa de Setembro de 1886
    ALFANDEGA
    De ordem do Illm. Sr. presidente, convide aos
    senborcs quefazem parte d. sta ass.iciaco a com
    parecerem na tele social, no dia 7 do correute,
    pelas 10 horas da manh, afim de se proceder a
    eleigo do couselhu delib-rativu qae tem de servir
    durante o anno de 1886 87.
    Secretaria da assuciagSo, 2 de Setrmbro de
    1886.0 1 secretario,
    Altredo R. dos Anjos.
    SEGUROS contra FOGO
    EST: 1803
    Edificios e mercadoriai
    Taxas baixas
    Prompio pagamento de prejuixoB
    CAPITAL
    Rs. 16,000:0001000
    Agentes
    BROVVNS&C.
    N. Ra do CommercioN 5.
    Terfa-feira, 7 do corrente
    Magnifico espectculo de gala
    Honrado com a presensa
    de S. Exc. o vice-presidente da provincia
    EM BENEFICIO DA
    Sociedade Beneflcente Lazo-
    Brasileira
    Depois que a orchestra tiver ejecutada urna de
    suas mais lindas fyinphonias, ser tecado o Hyru-
    no Nacional na presenga da emgie de S. M. o Im-
    perador. Seguir-sc-ha a repeseutago do ap ara-
    toso drama
    LZARO 0 PASTOR
    Original italiano, pelos talentr.sos sajadores do
    Club Dramtico Familiar.
    Guarda rt upa novo, com luxo e carcter.
    Mise-en-scene maravilhosa.
    Urna banda marcial tocar bonitas pegas nos
    i ii ter val los
    Comecar m s i horas.
    Bonda para todas as linhas.
    Siicccssor,
    & C, 1 a
    1
    Ir
    Gonipanliia de Seguros
    MARTIMOS E TERRESTRES
    Estabelclda em I -.5
    CAPITAL 1,000:000^
    SINISTROS PAGOS
    At 31 de dezembro de 1884
    Marilimos..... I,0:000$000
    Terrestres,.. 3I6:000&000
    J.4L- Una do Oommerelo-
    WAKHli DE SEGUROS
    mr CO.M'KA FOGO
    Korlb British & Mercantile
    CAPITAL
    :000.00o de libras sterllnaa
    AGENTES
    Ailonison Howic & Ce
    V O
    EXM a
    Domingo 5 de Setembro
    * 'o concedido pela sociedade
    o Dramtica Familiar
    EM BENEFICIO DA
    SRt. I. MRI4ISIDA lili *
    UI.KI.I,t
    ttBKDA
    De
    dem
    1*3
    ItaHDA raoviHCiai.
    Del a 3.
    '.dem de 4
    Total
    91:489227
    19:763*242
    8:2713240
    2:978*912
    111:252*519
    ---------------- ll:250152
    Kbcbbbdobia O*
    lou) de 4
    la 3
    122:5023671
    2:7333774
    3:108395
    COMSCULDO PROV1HCIAL
    Idein de 4
    ipora nBATHAOH'^e
    dem d- 4
    Del a 3
    1 a3
    5:842*725
    1:9763182
    33U*041
    2:3063223
    4:6843201
    118 683
    4:8023884
    ..lTEIUCA da pauta
    Para a semana de 6 a 11 de Setembro de 188b
    /La sacar branco, 242 rs. o kilo.
    Alfanaega de Pernapibuco, 4 de Setembro de
    1886.
    Os conferentes,
    Raymundo F. de O. Mello.
    Vasco da (Jama Lobo.
    DESPACHOS DE IMPORTAgO
    Vapor francez Gironde, entrado dos por-
    tos da Europa no dia 4 Ho corrente, e con-
    signado a Augusto Labille, manifestou :
    Amostras 1 volume ordem.
    Agua de Lourdes 1 c*ixa ordem.
    Amcixas 4 caixas ordero, 10 a Ramos
    d C, 18 a Fernande8 de Almeida.
    Batatas 200 meias caixas ao contignata-
    rio, 50 a JoSo Fernand.es de Almeida.
    Couros 1 caixa a Otto Bohers Succes-
    ros.
    Cognac 2 caixas a F. Reg, 1 ao con-
    siaag'ario.
    Clich 1 a empreza do Jornal do Recife,
    1 J. C. Levy.
    Conservas 4 caixas a J. Laguin.
    Charnpanha 8 caixaa ao mesmo.
    Cachimbos 1 caixa a Otto Bohers Suc
    cessor.
    Doces 6 caixaa O C. Pluun A C.
    Joias 2 caixas a E. Qostsehel, 1 a P-
    rente Vianaa & C.
    Licores fjoaixaa a C. Pluyn & C, 1 a
    F. Reg.
    Livros ejBapal 1 oaixa a JoSo W.
    Medeiros, I a Jos N. de Sonsa.
    Manteiga 1 caixa a C. Playn d C.
    Mercadorias diversas
    de Carva-
    de
    Chaline, 5 a Utto Bohers
    ordero, 4 a Prente Vianna
    ma Beroard.
    Papt-1 2 caixas a SoJr de Motta d Fi
    ho, dito para embrulbo 75 fardos, ao con-
    signatario, 50 Joao Fernandes de Almeida,
    60 Souza Basto, Amorim d C.
    Pedra 1 ordem.
    Perfumara 1 caixa a Gomes da Mattos
    Irmaos.
    Queijos 50 eaixas a C. Pluyn d C.
    Roupa 1 caixa a Ferreira d IrniSo.
    Spatos 2 fardos a Thomz
    lho d C.
    Ssrdinhaa 4 caixas a Ramos d C.
    Tecidos diversos 1 vjlum? a Luiz Lack,
    3 a Caetano Ramos d C.
    Vidros 1 caixa a Eugenio Goetschel.
    Vinho 5 barris C. Pluio d C, 1 or
    doro, 1 a MoBhard Huber d C. 3 J. Loret
    1 Guatavo Sabr, 3 e 9 caixas, K. Gregory.
    Hyate nacional Joo Valle,, eotrado de
    Maco no dia 3 do cerrente ecoosignado
    a Manoel Joaquim Pessoa, manifestou :
    AlgodSo 114 saceos Gomes de Mattos
    Irmaos.
    Sal 25,000 trus ao consignatario.
    Vapor ingle Orator, entrado de Liverpool e
    L:sVoa, no dia 2 do corrente, e ontignado a Saun-
    dres Brothers & C.
    Carga de Liverpool
    Amostras 2 volames a ordem.
    Arroi 100 saceos a ordem.
    Alpiste 5 saceos a ordem, 10 a Domingos Cruz
    & C, 10 a Souza Bastos Amorim & C.
    ArmscSespara selins 1 caixa a Miranda &
    Sousa.
    Armas 1 caixa a Antonio D. Carneiro Vianna.
    Bombas 1 eaixa a Miranda & Sania.
    Biscoutos 3 caixocs a ordem.
    Barrilha 30 tambores a Fernandes da Costa &
    C, 38 a ordem.
    Barras de ferro 177 e 45 fexes a Manoel dos
    Santos Villaca, 38 feixes a Cardoso & Irmao.
    Chapeos de sol 1 caixo a Gulmares Irmao
    & C.
    Cvke 20 toneladas a.ordem.
    Chapeos 1 caixo a Raphael Dias & C, 2 a Al-
    fonso Oliveira C, 1 a B. da Silva Carvalho,
    Cha 20 grades a ordem. 4 a Fernandes & lr-
    Cerveja 55 barricas a ordem, 30 a Rosa & Quei-
    Carvio de pedra 19 toneladas a Cardozo A Ir-
    Cabos 4 fardos a Great Western of Brasil.
    Canos de barro 400 a mesma.
    Calcados 7 caixes a Albino Cruz & C, 2 a or-
    Chapas para fogao 29 a Albino Silva & C-
    Ciara 20 caixas a Domingos Ferreira da Sil-
    Canos de chumbo 1 barrica a Miranda & Soa-
    sa.
    Cobre 9 .olnmes a W.Halliday & C(
    Canoa de ferro 42 a Miranda & Sousa, 97a An-
    tonio dos 8antos Oliveirs.
    Drogas 10 volumeo a Bartbolomeu & C-, 1 a
    Francisco Manoel da Silva & C.
    Esteiras 12 rolos a A. C. de VaseonceHos, 15 a
    Joaguim Luis Ferreira.
    Fio 3 fardos a Samnel P. Jobnston & C.
    Folhas de ferro 95 a Prente Vianna &C.
    Ferragens 14 volumes a Miranda & Souss, 8 a
    Samnel P. Johnston C, 8 a Oliveira Bastos &
    O, 4 a Manoel dos Santos Villaca, 19 a Lardoso
    & Irmao, 35 a Prente Vianna & C, 13 a Albino
    Silva C, 10 a Gomes de Mattos Irmaos, 419 a
    ordem, 12 a Alian Paterson de C-, 7 a Reis Santos
    4 a Antonio dos Santos Oliveira, 9 a W. Halbday
    a, n
    Folba ds flandres 50 caixas aos mesmos, 40 a
    M R. da Silva, 20 a Oliveira Goncarve, 30 a An-
    tonio do*s*nV>s Oliveira, 50 a Gomas de Mattos
    Irtnios, 8a Parate anna C.
    Ferro gasa 10 tonelada a Cardoso A Irmao.
    Linha 32 calxdes a Noaes Ponseca & C, 2 a A.
    D. Carneiro Vianna, 2 a H. Huesca & C, 2 a Pa-
    1 volme E. rente'Vianna & C.
    Meis 1 caixa a F. do As-ivedo & C Macbiuio-
    mo 8 volumes e pegas a eidera.
    Materiaes para engenho 61 volum'S e pecaa a
    Sugar Factorio ot Brasil.
    Mercadoriaa diversas 2 volumes a J. R. rentan,
    24 a ordem, 2 a F. Lauria & C, 2 a Companhia
    Pernambucana, 3 a Ferreira Rodrigues &U, a
    Browns & C, t a Guimaraes Irm^ e C, 2 a Jos
    A. .Santos & C, 3 a D P. Wiid & C, 3 a E. G.
    Cascio.
    Oleo de linhaca 3 barra a Ferreira Guim araes
    & C, 2 a Companhia Pernambucana.
    Objectosp ra escriptorio 1 caixa ao London
    a id Brazflian Bank, UW.S. Birde.
    Pimenta da India 20 saceos a H. Nuesch & O.,
    10 a Rosa & Qoeiros, 5 a orJem.
    Presuntos 5 caixas a Paiva Vlente & C. Uitos
    e toueinho 6 caixas aos consignatarios.
    Ps de ferro 100 f ixes f Prente Vianna & L,
    30 a Gomes de Mattos Irma.
    Toucinho 15 barris 4 ordem. *-
    Taxas de ferro 25 a Cardoso & Irmao, 20 a
    Alian Paterson & C.
    Tecidos diversos 285 volumes a ordem, 18 a
    Rodrigo de Carvalho & C, 5 a Cmmer Frey *
    C., 6 a Alves de Brito & C, 68 a Olinto Jardim
    & C, 44 a Machado ft Pereira, 12 a Laureiro
    Maia & C, 15 a J. Agostinho Azevedo & C, 67 a Goncalves Irmo ft O., 15 a
    Bernet & C, 24 a L.>iz Aatouio Siqueira, 6 a Sil-
    veira & C, 2 a A. C. de VaseonceHos, 2 a F.
    Lauria 4 C, 9 a A. Vieira & C, 1 a C. Ramos &
    C, 1 a Souza Nogueira & ("., 1 a Manoel da Cu-
    nha Lobo, 12 a Guerra & Fernandea, 2 a Albino
    Amorim & C, 11 a Narciso Maia & C, 2 a B.
    Maia & C, 5 a Andrado Maia & C.
    Tintas 56 volumes a Companhia Pernambucana,
    6 aoa consignatarios.
    Tinta 10 barricas a Oliveira Basto & C, 2 a
    ordem.
    Vellas 3 caixas ordem.
    Vinho 24 caixas a Sulzer Kauffman 4 C.
    Cart a le Lisboa
    Amendoas 2 barricas a Jos Joaquim Alves
    Albos 51 canastras a Paiva Valente & C, 50 a
    F. Ribeiro Pinto Guimaraes & C, 5 a Domingos
    Ferreira da Silva, 3 a Joao Fernandes de Almei-
    da.
    Alpiste 1 barrica a Guimaraes & Valente.
    Batatas 50 caixas a Paiva Valente & C, 50 a
    Rosa & Queiroz, 5 a Guimiriss 4 Valente, 50 a
    Jcio Fernandes de Almeida, 20 a Araujo Castro
    AC.
    Balaios 8 vol'imes a Martina Capito & C.
    Conservas 80 caixas a Silva Guimaraes & C-,
    50 a Domingos Ferreira da Silva 4 C. .
    G bolas 25 caixas a Paiva Valente 4 C, 20 a
    Rosa & Queiroz, 25 a Guimaraes & Valente, 15 a
    Araujo Castro & C, 25 a Silva Guimaraes 4 C
    50 a Domingos Fnrreira da Silva & C, 30 a Joao
    Fernandes de Almeida.
    Cal 60 barricas a Souza Basto, Amorim & C,
    30 a J. da Silva Loyo 4 Fil'ao. 150 a Guimaraes
    4 Valente, 50 ordem, 25 a J. C. de VaseonceHos,
    40 a Silva Gaimaraes & C.
    Fructas 20 caixas a J- Gomes Gauches, 50 a a
    D. Ferreira da Silva 4 C, 10 a Joo Fernandes
    de Almeida.
    Herva doce 10 saceos a Domingos Ferreira da
    Silva 4 C, 2 a Guimaraes 4 Valente.
    Impressos 1 cana a G. Lipart 4 C. 1 a Aor
    Santos.
    Livros 1 caixa a J. W. de Medeiros, 1 a J. No-
    gneira de Souza.
    Panel 1 caixa a Silva i Alves.
    Tapetes 1 volume a Martina Capitao 4 C.
    Uvas 2H caixas a Silva Guimaraes 4 U, 7 a
    Cunha Irruios t C w
    Vioho 2 pipas ordem, 8 e 20 barris a Jos
    Gomes Canchea, 25 a Antonio de Ohveu a Maia
    4 O, 10 a Alheiro Oliveira 4 C, 3 a Jos Au-
    gusto dos Santos 4 C.
    ni&PAcaos dTexprtac&o
    Em 3 de Setembro de 1885
    Para o exterior
    No vapor ingles Sculptor, carregeu :
    Para Liverpool, J. F. de Sant'Anna 26 saccas
    com 1,979 kilos de algodio.
    No vapor allema Hamburgo, cvregaram :
    Para Valparaso, Pohlman 4 C. 1,500 coaros
    salgados com 18,000 kilos.
    No vapor allemao Petropoiw, carregou :
    Para Bremen, V. Neesea 2,500 eooros salgados
    Logo que a orchestra tiver executado urna de
    suas melhores ouverturas, subir scena a magni-
    fica Docsia do Sr. Thomaz Ribeiro
    "A BU E A GARIDADE
    Segundo se a representacao do magnifico drama
    em 5 actos denominado
    0 MODELO VIVO
    Principiar s 8 horas
    AVISO
    Em um dos intervallos urna commisso ir acs
    camarotes agradecer a tolas s pesadas qua se
    dignarem concorrer com o seu obulo para prote-
    gerem esta infeliz senhora e seus cincofilhos me-
    nores ; assim como a mesma cominissao acha se
    encarregada de receber durante o espectculo de
    todos os cavlheirus quo se dignaram aceitar b:-
    lhetes. -.i.
    O requeno numero de bilhetej que existe acha-
    se em mao da beneficiada ra d Concordia n.
    147 e na dia do espectculo no escriptorio do thea-
    tro, das 6 horas em diante.

    1 fardo com 223 dito de re-
    can 30,0)0 kilos
    siduos de couro,
    Para o Interior
    No vapor nacional Para, carregaram :
    P. ra o Rio de Janeiro, Baltar Irmios 4 C. 10U
    saceos com 6.000 kilos de milho ; Fernandes 4
    Irmao 543 saceos com 32,580 kilos de milho e 102
    fardos com 5,100 kilos de chapeos de carnauba ;
    .M. J. 'doa Santos 1 caixa com 30 kilos de doce ; A.
    C. Ayres 1 caixa com 90 kilos de doce.
    So hiute nacional Adelina, carregon :
    Para Artcaty, J. V. Carpintero 5 barris com
    480 litros de mel e 93 ssccos com 5,580 kilos de
    milho.
    _ Na barcaca S. Marta, carregaram :
    Para Macahyba, E C. Beltrao 4 Irmao 40 bar-
    ricas com 2,165 kilos de assucar mascavado.
    MOVIMENTO DO PORTO
    Navios entrados no dia 4
    Bordeaux por escala15 dias, vapor fran-
    cez Gironde, de 2,034 toneladas, com-
    mandante Menier Riner, equipagem 129,
    carga varios gneros ; Augusto Labille
    d C.
    Bahia por escala6 1[2 das, vapor nacio-
    nal Jaguaribe, de 320 toneladas, com-
    mandante Francisco Alves da Costa,
    equipagem 29, carga varios gneros;
    Companhia Pernambucana.
    Cabo de Boa Esperanca 26 dias, lugar
    norueguense Saturn, de 290 toneladas,
    capito L. C. Engelson, equipagem 9,
    em lastro; a H. Lundgrin d C.
    Rio Grande do Norte -25 das, hyate na-
    cional Pedro Americo, de 50 toneladas,
    mestre Ildefonso, Soares Bezerra, equi-
    pagem 5, carga toros de manguera
    Francisco Duraes.
    Maco16 dias, escuna nacional Evora,
    de 118 toneladas, capitao Antonio Nunes
    de Campos, equipagem 8, carga sal;
    ordem.
    Maco U dias, escuna norueguense
    Hapnaes, de 71 toneladap, capitao Th.
    T. Wig, equipagem 5, carga sal; a H.
    Lundgrin d C.
    Navios sahidos no mesmo dia
    Buenos Ayrespor escalaVapor francez
    Gironde, commandante Minier Riner,
    carga varios gneros.
    Terra-Nova-Barca ingleza Mara, capi-
    llo Sohn Snow, em lastro.
    Rio Grande do Sul -Escuna norueguense
    Hapnaes, capitao Th. T. Wig, carga
    VAPORES E3PERADOS
    Advance New-Port-Nows amant
    ViUe de Pernambuco da Europa
    Cear
    V%Ue de Cear
    Elle
    Mandas
    Thales
    Valparaso
    Mondego
    Rio
    Bahia
    Valparaso
    Espirito Santo
    Neva
    Cong
    Par
    Tomar
    do sul
    do sul
    da Europa
    do norte
    de Liverpool
    do sal
    do sal
    de Hamburgo
    do sul
    du sol
    do norte
    da Europa
    do sul
    do sol
    do sal
    amanh
    a 7
    7
    9
    13
    13
    13
    14
    16
    17
    18
    28
    a 24
    a 25
    a 27
    a 29
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    a
    1 UfML |


    Diario de PernambucoDomingo 5 de Setembro de 18)

    ?
    i
    THE 4TRO
    DE
    VARIEDADES
    MIONGO, 5 DE SETEMBRO
    % s 8 horat en ponto
    PRIMEIR APPAlIfliO DO ILLU.IOIim
    CONDE ERNESTO
    o
    C
    1
    FH

    PATRIZIO
    Grandioso especia tilo dividido eni qnatro partes
    PRIMEIR PARTE
    l,SC\MOTE,\C\0 \NTIG\ H MOBE,RN\
    PRESTDIGITAgO, ILLUSES, MAGIA. Grande EXHIBICA.0 de
    sortes de escamoteaeao, onde as ciencias exactas se combinam maravillosamente s
    sciencias occultas para produzir os mais extravagantes effeitos, que nesta classe de
    diversSes so pode desejar I
    1 SEGUNDA PARTE
    Lucubracoes phantastica
    OE NGRMACIA TRANSCENDENTAL
    REVELACES MED ANMICAS SOBRE A VIDA FUTURA
    A mao do finado.-O zuavo de Inkerraann.-A caveira animada.As mesas
    Compasla uahlana de navega
    cao a Vapor
    Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
    Estancia e Baha
    O VAPOR
    Principe do Gro-Par
    CommandanteJ. F. Teixeira
    Segu impreterivel
    mente para os porto
    cima no da 6 do cor
    rente, ai 4 horas da
    tarde. Recebe c. r&
    nicamente [at O 1/2
    dia do dia 6.
    Para caiga, passagens, encommendas e dinheiro
    a fretu dacta-se na agencia
    7Ra do Vigario 7
    Domingos Alves Malheas
    COMPA^HU rEBNANIl'CAKA
    DE
    .N'avegaeo costeira por vapor
    Fernando de Xoronha
    0 vapor Giqui |
    Coramandante Lobo
    Segu no dia 10 de
    Setembro, pelas 12 h>
    ras da manhi.
    Recebe earga at o
    dia 9.
    Encjmmendas, passagens e dinbeiros fr cte at
    s 10 horas da manhi do dia 10.
    ESGRTPTORIO
    Caen da Companhia bPernanibn
    cana n. 1*
    ae O vapor Advance
    Agente Bnrlamaqui
    Leilo
    Quinta-feira 9 do corronte
    A's 11 horas
    Ra do Imperador n. 22
    O agente cima, por mandado e assistencia do
    lili, e Eira. Sr. Dr. inis efe direito privativo de
    orpho8, a requerimeuto do Dr. Ferrer, levar a
    leilo, duas casas terreas do lugar Ambol, frer
    gueia da Varzea, bem pertencente a viuva Ma-
    na da Cmeeicao Carvalho de Vasconccllos.
    Os Srs. pi tendentes desde j podero examinar
    as referidas casas.
    Leillo
    aere s.
    TERCEIRA PARTE
    ,s sa:s::nc: i msnus
    >
    FONTE
    QUARTA PARTE
    PRIMEIR i:\lllKK <> DA
    ?1

    Curios e interessanto combinacSo, onde a hydraulica, a pbysica e a electrici-
    dade se roesclam de urna maneira maravilhosa, imitando em seus detalhes os jogjs
    d'agua de Versailles. n, nn ,
    Grande surdidor d'agua natural, composto de ranis 2,000 arroyos, todos des-
    lumbrantes com luz elctrica, offerer-endo aos olhos a mais agradavel scnsacSo. Nao
    se pode imaginar o estupendo e incrivel effeito que produz esta experiencia : precisa
    VER PARA CRER
    priscos os de t ;odtim:
    Principiar s 8 horas em ponto
    MARTIMOS
    REUNS C1AMEIIS
    Companhia Franceza de Navega
    cao a Vapor
    Linha quinzenal entro o Havre, Lis-
    ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
    SantoB
    stemer ViUe de Cear
    Espera-se dos Dortos do
    sul at o dia 7 do corrente
    1 seguindo depois da indis-
    , pensavel demora para o 11a-
    'irre.
    Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
    e offerecem excellentes commodos e ptimo passa-
    As pasagens podero ser tomadas de ntemao.
    Recebe carga encommendas e passageiros para
    os quaes tem excellentes accommodacoes.
    SteameT Vlle- fle PernaniDoco
    E' esperado da Europa
    n> dia 6 de Se embro, se-
    guindo depois da indispen-
    ' savel demora para a Ba
    ,ma. RLo de Janeiro
    'e anin.
    Roga-se aos Srs. importadores de carga p -los
    vapores desta linha,queiram apresantar dentro de 6
    dias a contar do da descarga daa alvarengti } ai!-
    quer reclamaco concernente a volumes, qad po-
    ventura tenham seguido para os portos do sul,afim
    de se poderem dar a tempo as providencias neces-
    Barias.
    Expirado o referido prase a companhia nao se
    re3ponsabilisa oor extravos.
    Kecebc carga, encommendas e passageiros para
    es quaes tem excellentes accomodacoes.
    Angosto F. de Olheira & t
    42-RIJA DOCOMSIERCIO-45
    BOYAL IMLSTE.U P4CKET
    COHPANY
    0 paquete Elbe
    E' esperado da Europa no dia
    9 do corrente, seguinde
    depois da demora necessa
    ria para
    Comp&M:ia Kra'ilelra de lw
    gaco a Vapor
    PORTOS DO NORTE
    0 vapor Cear
    Coramandante, o."ente Ouilherme Pa-
    checo
    E' esperado dos portos do sui
    at o dia 7 de Setembro, e
    seguir depois da demora in-
    d8pensavel, para os portos
    do norte at Manos.
    Para carga, passagens, encommenda valores
    racta-se na agencia
    11Ruado Commercio11
    Huiliiirs-SBBiafflBriMsclfl
    UampfschiflTahrts-Gesellschaft
    O vapor Rio
    Esperase de HAMBURGO,
    va LISBOA, at o dial6 do
    corrente, seguindo depois da
    demora necessaria para
    Rio de Janeiro e Santos
    0 vapor Valparaizo
    E' esperado dos portos do
    sul at o dia 18 de Setembro
    depois da demora necessaria
    seguir para
    Lisboa e Hamburgo
    Para carga, pasagens e encommendas dinhei-
    ro a frete tracta-se oom os
    Consignatarios
    Borstehnanii & C.
    RUADO VIGrARJO N. 3
    1* andar
    Paeiic Sieam taigaon Companj
    STRAITS OF MAGELLAN LINE
    Paquete Valparaizo
    Macei, Bahia, Rio de Janeiro, Santo,
    Montevideo e Buenos-Ayres
    0 paquete Mondego
    esperado
    do sul no dial-i de
    corrente seguinlo
    depois da demora
    ___ 'necessaria para
    %. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
    thampton
    Para passagens, fretes, etc., tract c te C8
    CONSIGNATARIOS
    Adamson Howie & t.
    m^m
    Espera-se dos portos
    do sul at o dia 13 de
    Setembro seguindo pa-
    ra a Europa depois da
    demora docoatume.
    Este paquete e os que dora
    em diante seguirem locaro em
    Plymonlh, o que facilitar che-
    garem os passageiros com maU
    brevidade a Londres.
    Haver tambera a batimento no preco das pas-
    sagens.
    Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
    ecom os
    AGENTES
    WUson Sons 4k. C, Umlted
    ti. 14- RA DO COMMERCIO-N. 14
    Espera-se de New-Port-
    News, at o dia 6 de Se-
    tembro o qual seguir depois
    da demora necessaria para a
    Bahia, Rio de Janeiro e Santos
    Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
    Q frete, tracta-se com oa
    AGENTES
    Henry Forster k C.
    N. 8 RUADO COMMiRClO N.-8.
    1- andar
    < ,MPA VIII PKHtAMHKA kA.
    DE
    .%avegaco Costeira por Vapor
    PORTOS DO SUL
    Macei, Penedo, Aracaju' e Bahia
    O vapor Jaguaribe
    Coramandante Costa
    Segu no dia 10 de
    Setembro, s 5 horas
    da tarde.
    Recebe carga at o
    dia 9.
    Encommendas, passag., a dinheiro a frete at
    US 3 horas da tarde do dia da partida.
    ESCRUTORIO
    A Cae da Companliia Perrambucana
    n. 12
    Para o Cear e Maranhao
    Segu com brevidade para es portos cima a
    barca portugueza Mara Carolina, paea o resto da
    carga que Ihe falta, trata-se cem os consignata-
    rios Jas da Suva. Loyo & Filh-i.
    Para c Porto por Ls&oa
    Segu com brevidade para os portos cima a
    barca portuguesa 'Al iaiiQa : para o resto da carga
    e passageiros, trufa se com os consignatarios Jos
    da Silva Loyo & Filho.
    De movis, louca, crystaes, espelhos, qua-
    dros, objectos de electro pate e passaros
    cantadores.
    A SABER:
    Una piano pe Blondel & Wignes, nma mobilia
    de Jacaranda com 1 sof, 2 conelos, 2 cadeiras de
    biacos e 12 de guarnico; 2 cadeiras de bilan-
    c"s, 2 ditas de bracos 2 espelhos dourados gran-
    d crochet, tapetes para a f, escarradeiras, capiteis
    e vasos para fl res, 12 quadros com passaros, es-
    tea nova para forro de sala e 2 serpentinas de
    crystal.
    Urna cama franceza de Jacaranda, 1 cpula, 1
    toilette, lavatorio com vlvula, 1 carteira pequea,
    1 mesa da cama, guarda-vestido, 1 commoda, 1
    colxo, 6 cadenas e 1 marquen.
    Um marquesSo, 6 cadeiras, 1 commoda, secre-
    taria com segrsdo, 2 cabides torneados, 2 casti-
    caea com mangas, 1 relogio e 1 dispertador.
    Urna mesa elstica com 6 taboas, 1 guarda-lou-
    ca, envidracado, 1 aparador com armario, 2 apa-
    radores torneados, 1 quartiaheira, 4 cesfriadei-
    ras, 1 sof, 18 cadeiras de guarnico, cadeiras de
    balanco, 1 relogio de psrede, 1 licoreiro, appare-
    Ihos do porcelana para chejantar, copos, clices,
    garr tas, compoteiras, porta-queijo, galheteiro, ta-
    iheres, colheres, jarras, vidros, mesa e taboa para
    engommur. trem de cosinha c mais accessorios de
    casa de familia.
    SEXTA FEIRA, IODO CORRENTE
    Ra 1." de Marqo n. 7, 2." audar
    Archias Lindolpho da Silva Mafra, tendo de fa-
    zcr urna viagein Europa com sua familia, faz
    leilo por intervenco do Agente Pinto, de movis,
    porcelanas, crystaes, passaros emais objectos exis-
    tentes na casa em que residi, 2. andar do sobra-
    do da ra 1. de Marco n. 7, em frente da loja do
    Sr. Krause.
    Oj referidos movis acham-se em bom estado de
    conservaco.
    O leilo principiar s 10 horas.
    AVISOS DIVERSOS
    TRASPASSA SE ahypotheca da casa do larga
    do Paraso n. 15 ; a t.atar na ra do Apollo
    n.34, 1* andar. _
    Aluga-se casas a 80C0 no becco dos Coe-
    Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra da
    Imperatria n. 56.
    Aluga-se quatro casas na ra Imperial ns.
    102, 104, 132 e 136, caiadas e pintadas, com com-
    msdos para familia, e precos razoavel : a tratar no
    Recife, caes do Apollo n. 45, cu na mesma ra
    n. 130, at a 9 horas ou das 4 em diante.
    Precisa-se de urna mulher de dada, naci-
    jal-ou portugueza, para ajudar nos trabalhoa de
    vendagi-m e outros de casa de pequea familia
    ua ra da Matriz da Boa-Vista n. 3.
    Ra Primeiro de Har(o n. 23
    O abaixo assignado, tendo vendido not
    seus afortunados bilhetcs garantidos 4
    quartos n. 3447 com a sorte de 200JO00,
    1 quarto n. 3008 com a sorte de 100000,
    alm de outras sortes de 32^000, 16^000 e
    8 receber na conformidade do costurne.
    Manat Mar*int Finta.
    Cosinheiro, porteiro e
    criado
    Precisa-se no collegio Instituto Acadmico, no
    Mondego.
    Plalas purgativas e depurativas
    de Campanha
    Estas pilulas, cuja preparacSo puramente ve
    ^etal, teem sido por mais de 20annos aproreitadas
    com os melhorea resultados as seguintes moles-
    tias : afFeccoes da pelle e do figado, syphilis, bou
    bes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas e
    gonorrhas.
    Modo de uwal-aH
    Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, ie-
    bendo-se apos cada dse um pouco dagua adoca-
    da, cha ou caldo.
    Como reguladoras : tome-se um piiula ao jantar.
    Estas pilulas, de inven^ao dos pbarmauenticos
    Almeida Andrade de Filhos, teem veridictum dos
    Srs. mdicos para sua melhor garanta, tornndo-
    se mais recommendaveis, por serein um seguro
    purgativo e de pouca dieta, pelo qne poden, ser
    usadas em viagem.
    ACHAM-SE A' VENDA
    > drogara de Paria Sobrlnlio di C.
    41 EA DO MABQEZ DE OLINDA 41
    Casa de campo
    Aluga-se urna casa com accommodacoes para
    urna familia regular, muito perto do rio e da es-
    tacao do eaminho de ferro : a tratar na ra Pri-
    meiro de Marco n. 20.
    Candida M, V. do Rosario
    Arthur do Rosario, Manocl Lopes, Tiburcia Ma-
    ra dos Prazeres, filho, pai, comadre e aiiga, ten-
    do de mandar esar no dia 6 do corrente, pelas 7
    horas da manhi, na igreja do Rosario, urna missa
    de set mo dia, convidara para este acto religioso
    os teus pareDss e amigos.
    osantes dos os
    Cura errta em 48 horas das infla.uajSes
    recentes dos olhos, pelo colyrio prepara-
    do por Jos Pedro Rodrigues da Silveira.
    Emprega *e este poderoso colyrio sempre sm
    grandes vantagens, as seguintes molestias :
    Ophtalmias agudas, purulentas e chronicas, mb-
    unctivites, etc., etc.
    Deposito eral, na drogara de Faria Sobriaho
    & C, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
    Para informacee, sedirijam livraria Indus-
    trial ra do Baro da Victoria n. 7, ou resi-
    dencia do autor, ra da Saudade n 4
    IMLSAO
    DE
    SCOTT
    DE OLEO PURO DE
    Figado de baealho
    COM
    ilypopliosphitos de cal e soda
    Approvada pela iunta de Hy
    giene e antorisada pelo
    governo
    E' o melher remidi at hje deacoberto pan a
    tnica uroncbileii eNeropbalaM. ra-
    ciiiiiM. anemia, < eitilidadc en gerat.
    defloxos, toKNe cbronlca e aiTeecoe*
    do pelto e da garaania.
    E' muito superior ao oleo simples de figado de
    baealho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
    da veis, possue todas as virtudes medicinaos nu-
    tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
    reconstituntes dos hypophospbiios. A' venda nat
    drogaras e boticas.
    Deposito em Pernambuco
    Vinho do Dr. Forester
    fie ttnlaa ferruginoso e le Casca: de Lamias amargas.
    TNICO REOONSTITUINTE
    Remedio soberano
    CONTRA A
    CHL0ROSE, ANEMIA, CARIE DOS OSSOS.
    AFFECCOES DAS VAS DIGESliVAS,
    DIARRHEAS CHRONICAS, RACHITISMO,
    ESCRFULAS, DEBILIDADE,
    fj CONVALESCENCAS OE FEBRES TYPHOIDEAS
    E DE MOLESTIAS GRAVES, ETC.
    Venda em grosso: *T. I. Jiosredot
    i Fharmanuliro em ORIVES (Corra), FRAH(i.
    Depasuot em Pernambuco :
    JR ^.l

    Um homem de idade, sem familia e de cen-
    ducta affiancada, ter alimentaco, casa e grati-
    ficacao meusal, mediante pequeo servido : na
    ra da Roda n. 54.
    Preciea-se de urna perfeita cosinheira, para
    casa de familia : a tratar na ua do Baro da
    Victoria n. 39, loja.
    Precisa-se de urna m.-stra para morar com
    urna familia que reside aqui na cdade, encarre-
    g&ndose da cducaco de duas eriancas : a tratar
    na ra de Luiz do Reg n. 25. nde se daro os
    detalhes do contrato.
    Precisa se de urna ama para cosinnar ; a
    tratar no sitio do Sr. Valonea, na estaco da Ja-
    queira.
    LfilLOES
    A gente Silveira
    Leilo
    TER^A-PEIRA 7 DO CORRENTE
    A't 10 1/2 horas
    De urna armacSo movis, trensde cosinha
    mais objectos.
    O agente Silveira por mandado e com asisten-
    cia do Ezm. Sr. Dr. juiz de ausentes o a reque-
    rmento do Dr. curador de ausentes, levar a lei -
    lio aarmaco, movis e mais objectos de quitanda
    sita a ra do Torres n. 14, freguesia ao Recife
    espolio de Alexandre Gilberto.
    Garntese as chaves.
    Agente Burlamaqui
    Leilo
    DE PREDIOS
    Quarta feira 9 do corrente
    \'s 11 horas
    No armazn da ra do Imperador n. 22
    0 agente cima, por alvar e assistencia do Illm.
    Exm. Sr. Dr. juiz da provedoria de capellas e re-
    siduos, levar a leilo as duas casas terreas de ns.
    105 e 107, ra do Conde da Boa Vista, perten -
    cente ao acervo de Antonio Martina de Carvalho
    Azevedo.
    Os Srs. pretendentet desde j poderao examinar
    as ditas casas.
    Leilo
    De q iatro mei'aguas ra do Socego ns.
    63, 64, 65 e 65 A
    Quinta-feira 9 do corrente
    A's 11 horas
    Xa ra estrella do Rosarlo
    n 1
    O agente Silveira, por mandado e assistencia
    do Exm. Sr. Dr. juiz da provedoria, c a requer-
    ment do inventariante de Josepba de Farias Ra-
    poso, levar a leilo 4 mei'aguas ra do So-
    cego sob ns. 61, 63, 65 e 65 A.
    Os Srs. pretendentes desde j podem exa-
    minar.
    Em continuado
    O mesmo agente levar a leilo 1 sitio com boa
    casa e bastantes commodos n, 2 em Apipucos, em
    terreno proprio.
    Um dito sob n. 4 em terreno proprio, no mesmo
    lugar.
    Os Srs. pretendentes podem examinar.
    Agente Silveira
    Leilo
    Quinta-feira, 9 do corrente
    Ao mel da
    Na roa eslreita do Rosario n. 24.
    O agente cima, por alvar e assistencia do lllm.
    e Exm. Sr. Dr. juis d provedoria de capellas e
    residuo, levar a leilio metade da casa terrea n.
    2 i ra da Alegra, o soro a ra do Bario da Victo-
    ria onde est edificados o sobrado pertencente a
    Josquim Antonio dos Santos Andrade, e o Ha casa
    terrea n. 8 do 1 becco da Gamboa do fjarmo, o
    solo onde asenta as easps terreas ns. 44, 46, e
    48 da ra dm Gloria, o soto onde asaentaram as
    casas de ns. 78, 75 e 79 a ra Velha, bens perten-
    entes ao aceervo de AntonioMartins.de Carvalho
    Aaeveds
    PrecL.-se de urna ama para cosioh*. e de
    um menino que saiba comprar : a tratar na nova
    ageucia de movis, ra do Baro da Boa-Vic-
    oria n. 54.
    Precisa-'e de urna ama para cosinbar e fa-
    zer mais servicia_de casa : na ra do Aragao nu-
    mero 14.
    = Aluga-se o 2- andar do sobrado n. 12 ra
    das Larangeiras, com sotas : a tratar na ra das
    Trincheiras n )7, das 11 s 2 horas da tarde.
    Pinito resina
    da 3X7 at 3X12._____________________^^_^
    Pinho branco (da Suecia)
    de 3X7 at 3X12.
    Visconde do Bom Retiro
    O Visconde de Tabatinga, sentido peL fallec-
    ment de sen presado amigo, o Visconde do Bom !
    ietiro, manda resar por sua alma urna missa na
    matriz da Boa-Visto, sabbado 11 do corrente,
    pelas 8 1/2 horas da manh, trigsimo da de seu
    passamento.
    Para assistirem a este acto religioso, convida
    aos parentes e amigos do Ilustre morto e aos
    seus, e a todos infecira a sua eratidao.__________
    Jone Gallherme UulmarAes
    O parentes e amigos Co finado Jos Guilherme ]
    GuimarSes, sao convidados a assistirem as missas
    que por seu eterno repouso se mandam celebrar
    na matriz da Boa-Vista segunda-feira 6 do cr-
    tente,, s 8 horas stimo dia de sen passamento;
    e por este acto de candade, os amigos se confesa
    j eternamente agradecidos.
    te,
    O Dr. Ambrosio Machado da Cunh*. Cavalcan-
    ., sua mulher e filhos, convidam seus parentes e
    amigos para assistirem a missa que mandam resar
    na eapella do seu engenbo Gap pela alma de
    sua presada ini, sogra o av, Rosa da [Cunha
    Freitas Cavalcante, 3etmo dia de seu passamento,
    terca-feira 7 do corrente me*, s 10 horas da ma-
    nhi, pelo que antecipamente se confessam eterna-
    mente recanhecidos. ______
    Este remedio precioso tem gozado da accelta
    (2o publica durante cincoenta e sete annos. com-
    ecando-se a sua manufactura e venda em 1837,
    Sua popularidade e venda nunca Corri to exten-
    sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
    offerece a melhor prova da sua eficacia maravil-
    hosa.
    Nao hesitamos a dizer que nao tem defecado
    em caso algum de extirpar os vermes, quer em
    creancas quer era adulos, que se acharo afilie-
    tos destes inimigos da vida humana.
    Nao deixamos de receber constantemente
    attestacoes de mdicos em favor da sua efficacia
    admiravel. A causa do successo obtido por este
    remedio, tem apparecido varias falsificaces, de
    tone que deve o comprador ter muito cuidado,
    examinando o nome inteiro, que devia ser
    yenii[CieB.A.FAmSTflCK.
    fumo desliado do Rio-Jlo vo,
    larca HeistojMes
    DE
    Freitas Silva
    O melhor e o mala paro que (esa
    vindo a esta pnua
    NICOS IMPORTADORES
    Costa Lin Almeida Machado & C. Ra da Madre) da
    Deas n. 36.
    Jos Antonio dos SantosRa do Marque
    de Olinda n. 5 e ra Primeiro de Mar90
    n. 3.
    Casa

    filial ra doCa-1
    bug n. 12
    Vende -se em grosso e a retalho
    Receberam novaraente um esplendido
    sortiraento "de chapeos de sol de todas as
    qualidades, para senhora, lisos e bordados,
    ./-ande variedado em cores ; e para homem
    rji variedade em cabos inteiramente
    .ros, chapeos para crianfas, chegar no-
    vo sortiraento.
    N. L. Fabricam-se e concertam-se cha-
    peos de todas as qualidades, com perfei
    cjlo e rapidez a roaior possivel; pois co-
    bre-se um chapeo em menos de urna hora.
    Amostras levam so em qualquer parte.
    AMAS
    Precita-se de urna ama para cosinbar, eoutra,
    menina, para cuidar do urna crianca ; na ra
    Real n. 20, Casa Forte._________________________
    Na praca do Conde d En n. 7, segundo andar,
    precisa-se de una cosinheira para casa de fa-
    milia. _____________________^_^__
    Burros
    se burros vindos
    aixo assignado, em
    Segunda-feira (6) venden;
    de Sobral : a tratar com o a
    [tamb.
    Jos dos Pat sos.
    Compras por atacado
    O Pettoral de Cambar
    tem precos espeeiaes para amelles que compra-
    rem grandes porcoes. Distribuom se imprcaos
    qui m os pedir, contendo as condicoes de vendas :
    na ra do Marquei de Olinda n. 23, drogara dos
    aicos r gentes e depositarios geraes
    Francisco M. da Silva & C.
    O Dr. Ambrosio Machado da Cunha Cavalcan-
    te, sua mulher e filhos, seus irmos, cunhados e
    sobrinhos, presentes e ausentes, agradecem de
    todo coracao is pessoas que se dignaram acompa-
    nhar at a sepultura os restos mortaes de sua
    presada Si, sogra e av, Rosa da Cunha Freitas
    Cavalcante, e rogam-lhes novamente o piedoso
    obsequio de assistirem as missas que man tam re-
    sar pela alma da finaba, no stimo dia do seu
    passamento, 7 do corrente mes (terca-feira), s 8
    horas da manh, na matriz da Boa-Vista, pelo
    que antecipaJamente se confessam eternamente
    reconbecidoa. _______________________________
    Jom tnilberme Galsaarea
    O padre Antonio Francisco Goncalvcs Guima-
    res (ansente) e Antonia Guimares, profunda-
    mente sentidos pelo fallecimento de seu indtoso
    irmao, Jos Guilherme Guimar&:s, agradecem
    todas as pessoas que o visitaran] e acompanha-
    ram os seus restos mortaes ao cemiterio publico,
    e de novo aa convidam a assistirem as missas que
    EBIGOIOS P Cra!
    Sem dieta escm modifi-
    cares de costumes
    Laboratorio central, ra do Viconde do
    Rio-Branco n. 14
    Esquina da ra do Regente .Rio de
    Janeiro
    Especficos preparados pelo phar
    maceulico Eugenio Marques
    de Hollanda
    pprovados pelas juntas de bygiene da Corte,
    Repblicas do Prata e academia de industria de
    Paria.
    Elixir de imbiribina
    Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
    toes e promove as ejec?oes difficies.
    Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
    Para os chloro- anmicos, debella a hjpoemia
    intertropical, rtconstitue os hydropicos e beribe-
    ricos.
    Xarope de flor de arueira e mutamba
    Muito recommtndado na bronchite, na hemop-
    tvse e as tosses agudas ou chronicas.
    leo de testudus ferruginoso e cascas de
    laranjas amargas
    E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
    nismo, na fysica.
    Pilulas ante peridicas, preparadas com a
    pererina, quina e jaborandy
    Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
    mitientes e perniciosas,
    pelo eterno repouso de sua alma mandam resar na Vinho de iurubeba simples e tambem fer-
    seunda-feira 6 do corrente, s 7 1/2 horas da J ______j Q, ;u~ j ;/.
    manh, no convento de 8. Francisco/ "&111080 > PrePa/ados ^ ^nh? d ca)u
    D. Roa da Cuaba de Freitas
    Cavalcante
    Luiz de Caldas Lins e sua mulher mandam ce-
    lebrar urna missa pelo repouso eterno de sua av,
    D. Rosa da Cunha de Freitas Cavalcante, na ma-
    triz da eidade da Escada, s 7 horas da manh
    do dia 7 do corrente, e convidam aos seus paren-
    tes e amigos para assistirem a este acto de reli-
    gio e caridade, pelo que antecipam seus agrade-
    eimentoa.
    Efficazes as inflammacoes do figado e baco
    agudas ou chronicas.
    Vinho tnico de capilaria e quina
    Applicado as convalescencas das parturientes
    urtico antefebril.
    Depasito : Francisco Manoel da Silva & C.
    Francisco Manoel da Silva &C.
    23-RUA MRQUEZ DE OLINDA-23
    exposiqo DE pars is?*
    FOBA DI OQgCMO
    crASMA
    pelo 0 do
    'na** tm toddt M fMrmacm,


    --.if--.-z.-j .._.-; _.
    Diario ciVasMim*'"~D"iltlJi S d_ r.MJh de 1886
    r!f
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    (ATcirs aoui erar)
    cusa vrctutm t carta
    ai
    Febres Intermitientes]
    llRcrcilentes e Biliosa*
    aleiras.es Cobfti
    1 TODAS AS
    lias Paludosas.
    arRemidi oaumil
    ^AjVdoTig^"
    P,.p.,_. p- fc!C^.-U--U-flj
    luga-sc
    , predio n. 140 i roa Imperial, proprio par* *s-
    beiecimeDt> fabril : a tratar na roa do Coanaa r-
    com J. I- de Medeiros Kego-_______
    Aluga-se barato
    0 armaze. da ra do Coronel Snai9-na n. 141
    Hna da Baia Verde n. 5.
    Casa terrea da travesea de S. Jos n. S3.
    Tratk-se na roa do Commercio n. 5, 1 andar
    criptorio de Silva Guimarie & C._______
    a-se
    ama sala propria para cscriptjrio : na roa do
    Bom Jess n. 38, 1 andar._________________
    Aluga-se
    Luz balitante, sem Fum*
    oleomatico
    Hygienico e Econmico
    PARA LAMPARINES
    MARTnra-BASTOS
    I'ernambuca
    NUMERO TELEPHONICO I N* 88
    Agua florida- Ertrabida de flores bra-
    sileas pelo, sen delicada perfume, suavida-
    de e 8i8s pmpriediides benficas, excede
    a tudo qtte peste genero teni ppareeido de
    mais celebre.
    T( nico americano. E' n prirneira das
    prcp*r.ic8es para a unservacSo dos ca-
    bellos. Extingue as caspas e outras mo-
    lestia cepillare?, fas Dascer os cabellos,
    iropede que irobrunquacarne tena agrande
    vaufagem do tora.T livres de habitantes as
    cabecas dos que es usam. ^
    Oleo vegetal Coi-pcsto com vegetal
    innocente, [ r -parado para an> at-iar, for-
    tificar e dar brill aos vabriloa.
    Agua denitricia. Excllento remedio
    entra a carie dos denles, fortifica as gen-
    givre e fai df sapparecer o rro balito.
    Vend'-se as principaes casas desta ci-
    dade e na fabrica de leos vegetaes ra
    da Aurora n. 161.
    TELEPHONE N 33
    a casa n 1 4 ra Lembranca do Gomes, em Santo
    Amaro, tem agua : a tratar na ras da Imperatriz
    a. 82, 1. andar._____________________
    Aluga-se
    as casas da ra do Viscoode de Goyaaoa ns. 159
    o 167, com agua e gaz : a tratar no largo do Cor-
    po Santo n. 19, ese iptono.______________________
    Aluga-se
    a sala de detraz do 1 andar ra Primeiro de
    Mareo a. 18, muito propria para eseriptono de
    qualquer natnreza : a tratar na loja de unesmo
    predio.
    Ama
    Precisa se de uxa ama para todo servieo, e que
    durma em casa dos patioos : na rus do Riacbueilo
    n. 57, portude ferro._______________________
    Ama
    Precisa-se de ama ama que saiba lavar e co-
    sinbar ; na praca do Conde d*Ea n. 10.
    Serrara a vapor
    Caes do Cap bar be n. t
    N'esta serrara encontrarlo os srnhores fregue-
    ses, um grande sortimento de pirhj de resina de
    cinco a des metros de comprimen co e de 0,08 a
    0,24 de esquadros Garante-ee preco mais como-
    do do que em outra qualquer parte.
    Francisco dor Santos Macedo.
    Aliento
    Aluga-se pavimento terre) do predio A ra
    da la peratriz u. 'i, por p"ec,o mdico, tem cera-
    nodos para familia : a tratar na ra do Coronel
    Su as su na n. 2u4.
    Casa no campo
    Aluga-se ama casa c m cominu-js para peque-
    a familia, tendo aro soto e p-queno sitio, sendo
    edificada a moderna, situada 4 travessa na Cruz
    das Almas n. 4 : a tratar na ra Primesro de
    Marco n 25, luja de joiaa.
    ama casas terreara
    8. Jos ou Boa-Vis a
    oao n. 88.
    Compra-se
    freguesias de Santo Antonio,
    a tratar na ra da Deten-
    Dinheiro perdido
    PersVu se honrem um sacco cota des mil ria ea
    cobre, 4a ra do Lima at a Boa-Vista : pede-se
    a quera o iichou o favor de leval-o fabrica de
    carvio animal, cas bauto Amaro, qae so pagar o
    rabalbo.
    Criado
    Procisa-se de um criado de 14 a 19 annss ; a
    tratar na ra do Commescio n. 44, ou Paysand
    u. 19 (Pas-^agem d* Magdalena;.
    Vctor (rand n
    avisa aos sms frrguez-s e amigos que resolveu
    fazer grande- redsccao de p. eos nos seus relo
    gios de our) o de praia, (-adema de ouro e outros
    diversos artifp sd< n "i arta o lmu-taria existen
    tes no seu < roeuli, iu do .\arqne de
    Olinda n. i.6, Ritile.
    aria
    Aiigclita
    :>revidad* e mo-
    Jicid pi-icoa qua'quer trabalho deeos-
    ora ptlu inxis mjd. rn is ti^minos recebidos de
    Londi Jiineiro, aasn coaso faz
    plise. b. o mei'o. Ke.-i.leucia, ra do
    Starqu z do O inda n 51, 2- andar.
    Fabrica <1 vinagre
    laa do Bario do Trlnmplio n. YS
    PERNAMBUCO
    J.MagallFics&C.
    Tricofero de Barry
    Garntese que faz nas-
    cer e crescer o cabe lio oindo
    aos mais calvos, cura a
    tinha c a caspa e remove
    todas ns impurezas do cas-
    co da oabeca. Positiva-
    mente impede o cabello
    de cabir ou de euibranqae-
    #er. i__Uve_iente o
    toma espesso, macio, lus-
    troso c abundante.
    Agua Florida de Barry
    Preparada segunda a formula
    original asada pelo inventor em
    1820. E1 o imioo parisiiie n o mun
    rio que tem a approTucao otcial de
    uin Governo. Tem duas vezes
    mais frr.frrnnciaque qualqner outra
    c il un o dobro do tempo. E' muito
    nrais rica, suave e deliciosa. E'
    innito mais fina e deliernda. E'
    mais permanente e agradavel na
    lenco. E' duas vzaa mais refres-
    cante no Imnho e no quatto do
    doente. # E' especifico ^ontra a
    frouiidao e debil .' uraas
    dores de oabeca, os cuasacos e os
    desmaios.
    Xaroje to Vida 3s Efiter n. 2.
    anas na usai^-o. dipc.s de usai^o.
    Cura positiva ersxlical de todas as formas de
    escrfulas, Sypbilis, Feridas Escrofulosas,
    AifeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
    ludo com perdatlo Cabello, e do todas as do-
    encasdooangne^Figado, e Bius. Garante-Be
    qne purifica, enriquece e vitalisa o Sangus
    e restaura e renova o systema inteiro. -
    Sabao Curativo de Reuter
    Para o Banho, Toilette, Crian-
    cas e para a cura das moles-
    tias da pelle de todas as especies
    a em todos os periodos.
    Deposito era Pprnnmbir:t) casa do
    Francisco Manoel da Silva & C.

    A lia-eir
    i C. <-.- abeirtjida ra do
    abo a 75, avm lubrica de vina
    ra dnjitfaiija
    J. "
    Bario
    gru <_
    'frA (soVn'quido),
    igto i o dctilacj na dita fabrica, tudo
    mais em n P rcio. Aproveitam a ocoa-
    mo faca faierran certa de fue auia devM nesta
    praca iwa frj dola.
    Menina
    LJa faiiia i. tiungeira picosa, para a_Jar
    de criaacmha dajpito, a imta saoi de
    11 14 ann a q
    f ra nra dcsissttn
    '_1j 1l
    i5, orado-
    Cal lirgcra de J;.gnari_c
    Al ri-> s< ru.-i >o t-im Ji-siis o. 23,
    um aran r internen -
    te i superior .I tirgciu do Jaguaribe,
    nconili oriaif. on-, bar: praa para o
    tabri o do i bsu -ai*.
    Est i i-..l, em nada inferior que nos
    veni do i -tniigciro, wn <\ \n p fixo (ir- i p i c'nr tracto que
    Fea Sr. V i-nte Naacimento com o Sr.
    Joe C- st.i i'rreia propjj't; ;u do ecgenho
    Jigii;irib reirs lb ''i o nomo
    h' i n'-.-.rrcgdo ra vt-na luicainente
    nesta cida de a Bezorrs,
    ooru B'iipt ro ra Jess n.
    3.
    Ao publico C i iiKstruc-
    (o publica
    (ir
    publn .
    jarlioira qn-- lesi ,r sc-h
    GeneroMi I i-, m
    fessora
    (|iiMrttinen,
    Alt^cao
    Vende-se urna pr '50 bracas dr
    terraem- ale Arad mide casa
    de viv-nda, casa dr; lancl.s e a negocio
    j) na(h i i rraarira d iue proiut
    toda pl.-ti-va' un ii;m;>ii de H-i, u.nifo bom
    para estrou, ciiacJ-J e ngr -indo dita
    propriodade bo logar de Ptdia T. pada, distinta
    quatro |>qg riq rnf
    I
    t"** da est
    e ahi hcbft-
    do Dr ADDIS0N
    0 MAIS ENRGICO E 0 MAIS ACTIVO DOS RECONSTITUINTES
    -------------------------11 ^ < i---------------------------
    O ABSENIATO DE OURO se impoe a todo aqaeUc que fbr ciridadoso do seu bom estado de sade. Com um ou dous
    granulopor dia, volta o appetite, asforp.it augmattdo e tuna i*We perfeitn succ-de rpidamente A um tetado inquietador. Nenhum
    medicaeato pode competir com elle no tratamcuto daa Molestias chronicas do Peito e do Estomago, Afeccoes
    intestinaes e nervosas.
    ANEMIA, ESGOTAMEfTO, MOLESTIAS NERVOSAS, MOLESTIAS BE SENHOfAS
    O Arseniato 4e Oturo dynamizado do Doutor ADDISON, resulUndo da combinaciio do dous medicamentos
    heroicoa, combate victoriosamente a Tisica, Broncha tes chronicas, Asma, Rheumatismo chronico e toda* s
    Molestias que rcultao do Eagotamento do syetoraa nzrwoso.
    Nao tem rival nos Enfraquecimentos que resu'Jto do urna loriga molestia. .SW propriedade* tnica e reguladoras da
    iimervatuo tornSo-no superior ao Fino contra a Aesnia, as Flores brancas e as Nevralgias. As Febres que
    resiste ao sulfato de quinino codera ao Arseniato do Ouro.
    O Arseniato de Ouro torna a3 muflieres joveus c-nutridas. Auxilia poderosamente o atravessar a yaca tfio temida da
    idade critica e comraunica urna nova nventude.
    MOLESTIAS DO SANSUE, APOPLEXIA, MOLESTIAS DA PELLE
    Graeas ana proprieda itaholoeer o equilibrio entre os elementos constitutivos do sanguc. Arseniato da
    Ouro dynamisado recommendado s pessor.s do idade como preservativo das diflfcrantea especies de Apoplexia c Coa-
    gestoes. Tomado em fortes doees, cura rpidamente qualquer Molestias proveniente de impureza.da aangue.
    Combinado com um tr.itainento local, cura iniallivclweiite aa Molestias mais rebeldes da pelle, Lupus, Eczemas,
    Cancroides, etc. '..___ .
    Milhares de Doentes devem lioje sua cura aos Granulos de Arsemato de Ouro do Dr. ADDISON.
    Innmeros atteotados foro dados, eitaremos acni alguiif
    O FRASCO : e FRANCOS
    (em. P"rstn(ja)
    Desconie-se das Contrafases
    e exija-se aERADEIRA ET1QETTA
    com a MARCA DE FABRICA assim
    como a assignatura gf_^^)
    e a o Snr.
    i
    Unco Preparador
    Deposito Gcral :
    Pharmacia G-SLIM1
    38, ra Rocheclwuart, em Part
    E AS PRINCIPAES PHARMACIAS
    Em Pernambuco:
    Franc00 M. da Silva & Cia.
    ATTESTADOS DOS D0EN7E3
    Snr. Oiuv, rfcnmjKiatii**! c '-
    Tfti'fo t>'l<< rfi -( wo i#Uo, rt<.t,n,i> *
    iidoi"rtrii>io<* f>n\fi*. no f>n
    fjuet u* '.
    de Arsc
    Empou --.
    re o n
    Qurira htciar-*** watt um f*meo atete* honra, d '"'-
    Larkst Ret }. Orites fi Brezot > -/.
    Nota- Avvlii.i- gnr.'rmm, PliipneNiae 4c Urla^c.em I1-
    frtCU nimio 90tt*/rttb Rnlog de \rv4(4 da 'Uio dya-Biisa-l* rio |
    Addion. Na d$i* an*0< yue vs Granulos >
    nialo <> onro iin Doator AJ<*>n eommeeou a .
    em rofj'i ">
    !
    Muim t>" fi'' ":/"' >eeUw '!- me enriar
    ,. d0$te meitieanitatOf
    tem *ido o uno remeilio <*te tem acalmado n>i;.-
    has dore nerra 'na*.
    j>t V S i '' "-''- Y". .,
    F. Amand. ,\d)inn'o a .\f ;>,t Cbrienes*fmigi*oti >. U.*!rs~s trn**M ]
    Ciro Snr. fl-Uff,
    O ejTeitodox Granulo* d# Ar^enilo de oir drna-
    mmdo do Dontor A.ldion, tem si'i<> '
    Anda nao voltei di mrma surprrza. Ntto tenho
    - <> Jt-bre
    TI II.
    r 'irstwnntsHin. e f Ihr <
    j 0 que agora crtto, Uem
    :irn.
    Triiha n Imn/tatte de cactar-me iii '! '..-' '//./
    -.'ti /rnho a honra
    -Ihr hiri'.* iro*rj o.
    t.\ Ui.N'itK rii'i hJajrutt. II. fin i'hec>"juri r> i;.< i 1.- c fni I'aiiz.
    to/nar;
    uIq.
    rtemUaao piir fnuito*1 Medica.:
    mt que recorr to A/senUlo dt ouro iyad
    -
    !f i_usado Ju
    i f-i-ithi'la.
    Mi'-j- ihe anradeen t+r me ene ao
    e i > vara.
    Vix-.rKr-
    par Bestin*. (Afarnt .
    -Sur. Tentla main eonflanea rm eu Granulo* de Arse-
    nitio de oii-c iiTiianiM^o inrw twdirqi itojinfin BU atp*c9*ihe >' ma/ufar-
    htr ma* l'lll rrasrit drufr u't ffiriimeHtO.
    tnlr-n. 'lo.
    HouDiiKY, nrijoctaiite de vinhot.
    A Pcri'''jn*f-aur-Seretn.par Noger (Yonne).
    to. que i
    Snr CSCUV, Phanoi.-entico de 1 clMM Mi Parir.
    Acabei com Tranco re Graonios dr Ar '.mto il
    onro dTr-.-iin-aiio (to OoHtoi AfUi-i- ijuertke fedx ulti-
    te. Produsiro itf muito bom eTeoo; so
    urminM" cufo ao r^rio de*tr feliz
    fiteawanieut. niMo fue raoVu os tjue tcuh ate
    e iia* emprtauei ficin-am %rm resultad*.
    Tinhfi a btjndarfe de enriar~me mai* i'n> fmaco.
    De V. $. o" V" O Ow*.
    Tp.oivk. J.'efnJ. Oi/rire.*.
    A Ka*cata, provincettOran >.\' -
    Sn-. tF.UN. Pharmart'iiiii'o de 1* rl:i>se eai Parz.
    Tmho a honra de InoUUO remelrr~Uc seU
    O importancia deum/ra*c i* u .nulo* d>t
    Xi-emat d.i ouro dTO.imi^adn'do) Duotor Adda_i, que
    tere -i honda,te de rcnictter-m%
    Kii'pre/uei es* n casa do *eu correspondente de LiUe e .flquei
    nmito sai afeito com o* seu* prontptos0CJrctUtnU*
    clriros. l-*i. vyi n r, institutor.
    Km febreure. perlnde lloudaw Snr. Gf.i. !*. Phatm:i<- t m Senundo os oomseUuM de UJH i/rvfico empreas*
    tnoh* (!c Ais^-nialo de Doutcr Addi /;;/i sita do marari'hoso effr'.io que romecei a
    mentar desde que principie) asar ,?<.*
    Grannlai de Araeniato de ouro iljiawwwlii do Dovtor
    Addison, rogo-lhe de ruciar-me -re /.-o^
    ImJ mais dous/rv
    he V, S. ate V" Cf+ Obo4'.
    JAnjAYK, JuSo (Pae't proprietario.
    Em Vercoiran. por Le Buis (Ltrme,.
    S^.
    Os Crimcs d Recife
    Romanee por Joio B. P. C8rte Real.
    ^ Sob a epigrepbe Grima do Heeife, se publica-
    rlo em fascculo os teguintes romances t
    I
    Aa Viniaaaa de airio Anaar
    Karraoia di. uai aafAguiuutevto nito pNticado
    por uro ncgi einfe dcbta praca, que sob o falso
    motivo do adulterio assassinou sua esposa.
    i
    O Cadver da lina do Pina
    flUrrafo Yl do ascassnato de urna ranlber vi-
    ctima de infundadas suspeitas, segundo se espa-
    lhou ento ; mas que finalmente descobrio se ter
    (ufirido um rigtroto eaitigo.
    111
    Os Noriambnloa
    Narracao de um ssaesinato, que imprersionoa
    a populacao desta cidade e cu jo rcBultadu foi o
    roubo de urna erande fortura.
    IV
    Oa Cempnnnelros da Espadade Fot;*
    Historia da vinganca de uma das viotimas da
    TttsolucSo praitira, onde se patenteiam tactos at
    boje desconbecidos do publico, mas cuja narracio
    se acba confirmada i or documentos originaes em
    pader do autor.
    V
    A companbla do tiro.
    Narracao de um facto criminoso, praticado pela
    cosepanhia do e/io vivo, que deu era resultado
    levar para Fernando de horonba o eeu chefe.
    Neste r manee so patentis nao e a giria usada
    entra alies, e desccnhecida do povo, como tambem
    o sea mdigv. Todos estes romances ee acbam li-
    gados una com os outros, ora pelo enredo, ora pelos
    persoaagens. Assignaae aas livrarias : Fran-
    cesa, Ipduetri' I, Fluminense, Quintas, as taba-
    i carias Bavnneza (Recif) Bourgard (Boa-Vista),
    i Restaurant Doria, e na loja do Sr. Lemos roa
    da Imperatriz.

    FABRICA DE CIGARROS
    deMEURON h G***~
    SURCA BE fASRIO* SESISTRASA ______
    RIOde JANEIRO BAHA- FERH A"HBUC0-
    Mlir 'n ^T ^ p-rticipam aos seus frrguezes o ao publico em
    ClllA II _fc vv g, r..j( qUe tondo rcsolviilo fabric.ir novamente
    olgas'S'OS o f:iio,S desliado, com a irrsjroa da fabrica ncirua reproduzida e corrpe-
    tenteiiienie r- gi-lia;la a-lian-se liabil;t:i(U.s para vend r, do hojo era diante, as seguintes
    aualii!:.d 8 :
    1
    Precisa se de urna rwet de e induca afuincada
    para vead r na rna : a tntnr na ra do Coronel
    tuassuna n. 101, 1 andar.
    Gaixeiro
    Pre Ibados : na rna da Uuiao n. 54.______ __
    Vinho verde especial
    Em barris de quinto e era ancn tas, vendeos
    Cuoha IrmSos & C.; Madic de Aus n. 34.
    PIMO HE Itltit
    de 3X9, 4X9 e 3X'2; vene-ac na serrara a va-
    por do Cliiraco da Silva, caes Vinre Dous de No-
    vep.bro p. 6.
    IARBACEN'A
    POJII5A
    IUO NOVO .
    GOYAUOS .
    CAPORAL JIERON
    FLpS DE VIRGINIA
    Cigarros
    Supcrirres a 65000 o millieiro
    750O
    95J0O c
    9,3000 t-
    6^510
    85200 t
    El' gante8 a
    E^ptc'hCS
    Mimosea a
    . F.it'crilos <
    . D.IcOSOS
    awpraj- per ntaerdo h /0 de descont
    tats desladi. para cachimm e cierros em pacoles
    ub; it.iini.iN
    CATORAL MEUIKXN a ftOO rs. (da pacota
    FLOlt DE VIRGINIA a OO rs. U-m lUm.
    _-r*nto se que todos o ?cus cigarros, do qualquer daa denaminac5as cima,
    assiro coo ea funtos deslindo, & fauricados com fumo escoliado do qualiuade
    Euperfui-.
    A'(i<. e acnoona'iiort fr.zatn 1 rspet-ial attencSo.
    fft m lwi ui vitii
    lista ila elle u i'ic i Janeiro
    Acba se a veno no Centro dos fumantes3
    ra Primeiro de Mire, Gento C mine.-cial e n. 15
    ra do Marques de Olinda.
    altillo Verne
    I'tlico popular
    Cbeg-iu o 6" vo mu-.
    ^ncidernodo a *- o rs.
    0
    Molestias Nervosas
    Capsulas do Doutor Clin
    Laureado da FacuMade di Medicina da Pars. Premio Montyon
    As Capsulas do Doutor CLTN ao Eromureto de Camphora empregao-se
    cas Molestias, nas de Cerebro e contra as afeccoes seguintes:
    Aai-lima, Inncmnia, Palpitacoss do Coracao, Epilepsia, Hallucinacao,
    Tonteiras, Ec'nicrara, Affecgoes tas via', urinarias et para cahnar toda
    ii Um explicecSo dotalhada acompanht cada Frasco.
    Exigir ns Vercladeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora d CLIN & Cu>
    de P&.RIS, 'jue te eaconlro em casa dos Droguistas et Pharmaceuticot.
    Ppenla & C.
    N. IBFM r0 GaHs--N
    Tem
    Lnvas de psllica, pelle de cii-i, eair.urr;, seda fio
    d'Escossirt e casemira.
    Agua florida e rricofero de Bhy.
    Siabonet<> diversos e ennitiv.i de li ntrr.
    Cambraius lis'is, bordadas eabrrt^r.
    Camisase ceronlas d- fluiella e mcia de 13.
    Camisas sem eollarinhus e sem 1 uiihoa /c c/p
    c/c e c/p.
    Collarinbos punir s, ineias, p'astror.e, mantas,
    gravatas de luco.
    Lenco, eepartiIho*. [ entendores em cambraia,
    vestidos do cambraia borlados, b den* tapetes, fi-
    xs da pela e de lit, easseas elasttcop, ensacas de
    casemira grcoarne fie*(!< a Alpacas de seda a fl>0 rs -i ou va-do.
    Aviso
    f 7

    NEVRALGIAS
    Peloi tiiSC5 ESWC
    ,. ponoira 10 syinptoma nervoso, faclUU
    ' oapisSMi ortsa as fucg.-.os aos orgEs respirlo:
    a_tn. cu '~a em c tf J Pie. 11. ru srwaanare. era Parla
    f-HASV- U. < St V-----
    Kcs ao verba
    Fabi) Xavier de S ura St --^cj. 111 diciephar-
    msceutic hjoinp t hi_>, ns antigos
    clientes e o revpeitavH pi la i ", iftm m ncha com
    eaeriptorio na rus d- S. Knince n. 12, primeiro
    andar, di eossultxs aa'.l ; \i Iwbms dn manh:i,
    o chamados p r e.-eriji-o n (|/utJa>f r 1| ra assim
    como participa que I- m Ii>Iim 3 i-spi'ainos hemeo-
    pn tilica?, p ri :i-tli:nnlici. i:-i "ii : ::, I- ocorreins,
    broneb.tes, erysip-l:as. rb-1 iu .r:e- s ; unamente
    tambem tem ara piop irado li.nn- .1 -.iteie depura-
    I ivo e purgativo para Fjej : d >-sc que to-
    dos estes nsedisasM'Maua 'i |ae mm a pela for-
    mula booipopwtbica curas outros iacqauaodus Ouin acias a sp-
    plicuc,
    v^Zi}x.m ssat -roa v\wei&J:eS2SI'R83Gs
    60LLABSS E07EE
    3o;to-..* r-.srnuMcoa
    BHm '' JUici tMdroo: t UulMft" tula u
    C703W"5<~TD'S-iK S5
    f. IHi /A.CirTA i ESTIJiO li!t Sii{_
    1% <>t 3f!-LAa.E3 nr"*''.?i,c..'s:ifodos ha mai
    -.*! 20 ajaos, sw os nicos os prciser "o
    eatJcrcr.ti*J'*" C&nVUC9Ea
    nj'lKtiaiid i lempo a .ie.*ioi*.
    Pora VtVV a PwlittlcooOa IBl9as. CSUa-M *.U tmi
    ...ca" ruinen i.-jemeo r*rita4e*l

    se
    es.
    _STIIHAS
    DeANGaiJ.KEtlTEiiZ
    rt'iile^ro mri
    .#**_*-<
    ;raws
    de Sanie
    da dodeur
    ,_V
    .DMlCS'GRJOS-ifSADED DrFF.ANCK
    *
    i
    * ricntas, ostoiui: is, depurativos, contra a
    * ralta de appetite. Prlsio de vtntre. aoxaaaeca, Vllnw,
    Congeatos, etc. Dose ordinaria : 4. t i graos.
    W Exigir f Jl^it' 111 Hlll-M com rotulo em 4 oOKB8,ea
    f m l*Tilt.1tif.t-g^yalUKl iaigaitir A. Kowiere a Uats, tUkfutt,
    Em PARO. Plmrmaoia Itil.
    DEPSITOS EM TODAS AS PINaPASfl PHARMACIAS
    xs
    es
    tT_
    e*
    0 Remedio mais efficar a
    eguro que ss tam gmettr,
    hoje gara tape t~as

    5-1
    ea
    *
    a-
    1
    RovhlAVL
    AJi nMQTfl- -B UEBA-fl a outros
    Tomen nota
    Trilhos para engentios
    WAGONS PARA CANNA
    Locomotivas
    ifaehrarisn eompleto para en
    genhos de ldos os araanhos
    Systema aperfe90ado
    Especijicacde e precos no eteriptorio do
    agentes
    Browns & C.
    IV. & -Rna do Commercio
    N. B Alm do cima B & C, tem caibalogos de
    ono'i f implementos necessarins a agricultor, como
    mbcm machinas para descarrQar algodo, moi-
    ahos para c:>t, trigo, arroz e milbo ; cerca de fer-
    ro galvanisado excellente e mdico em preco, pes-
    ioa nenhuma iodo trrpai-a, nem animal que-
    bral-a.
    \
    Assucar especia
    Joaquim Salguciral & C, proprietarios da mais
    bem montada refvaco desta cida.-le, scientificam
    ao publico em geral e especialmente ao commer-
    cio, quo t assueares, tanto en c&rcco como refinados, de 1*,
    2 e 3* sol te, e especial refina io com ovos, o me-
    ihor que se encontra no mercado, c odera de
    prompto satisfacer qualquer pedido que Ibes seja
    'e.ito, pois pira eso tem seinpre um graade depo-
    sito. Garantem a boa exetucio lnnpeza de seas
    productos.Telephone n. 445 -
    ______Rna Dlrelta n g______
    g^^Jardlra das plantas
    MONDEGO N. 80
    Pretendendo se acabtr com as plantas que estilo
    em vasos n'este jariim, vendem-se os saputiseiros,
    muito grandee, e dando fruets a 206O, laraj
    geiras. muito grandes, para cnxvrtar, a 6^000 a
    ducis, e sapotibeiros mais peqnenes por barato
    preco.
    Regulador da Mari-
    nha
    Este importanto estabelecirnento de pe-
    lojoaria, fundado em 1869, el funecio-
    nando agora ra Larga do Rosario b. 9.
    O seu proprietario encarregado da Re-
    gulameBtajSo doa relogios: Arsenal de Ma-
    rinha, Estrada de Ferro do Liraoeiro, Gom-
    panhia Ferro Carril de Pernambuco, Aa-
    sociacao Coro inercia! Benefiernte, Estra-
    da de Ferro do Recife a Caxing, Estra-
    da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
    o Estrada da Ferro de Caruaru' ; cercado
    de intelligentes e habis auxiliare?, fazcon-
    certos por rois difficeis que b- jam, nSo
    s em relogios do al^ibeira, mas de pndu-
    la, torr. de. igrejn, caisas de musita, ap-
    parelhos elctricos e tclegrapbicos.
    O tnegmo acaba de receber variado sor-
    timent de relogios americanos que ven-
    de de 7(5 a 20(5 de parede e de mesa, des-
    pertadores de nikel.
    Aos seus collegas vende fornecimeto em
    grosso c a retalho : e aceita eucommendts
    para su correapicdente eia Puris.
    Acha-se bem montado nesto estbcleci-
    roento um observatorio' pelo qual reguia to-
    dos os relogios martimos e terestres.
    Recebo aassignaturas para dar a hora cer-
    ta desta cidade pelo telephono n. 458.
    Prejo cDromodo
    Em frente de seu estabelecirnento se
    aclia colloesao um relogio, cujos mostrado-
    res podeTia aer vistos pelos psssageiros da
    Ferro Carril, xendo sempro a hora mi dia
    desta cidade deteruiiaada petas s uaa ob-
    rrc3-s astroooroioas.
    Antonio Jfis da Costa Araujo.
    Sement de carrapat
    Compra-re FabrjcaAppollo^
    Cimento inglez
    TCNDEM
    F*nse a Irmos A r.
    Aluga-se
    o segando andar ao sokrado i roa do Vigsri a.
    5 com bons com modos para familia, cem agua,
    oitwic g ptstariv : a tratar no armazem d caca
    do Apello u. 47.________________________________
    Ahiga-se
    a essa n. 35 ra dos G-sararapes : a tratar
    caes do Apolls n. 47.
    I USI 1



    I
    -
    .

    '
    Mario de NWwifciic*-*-
    ?o 5 d Setcmbro dte 1886

    E" barato
    a. ,nir* grao*'
    M MI n 84 irrito fre.co e bed ae*om
    ^fr^.^ -o Uoa.rio n. 55, ptot-
    B^bB -
    precisa-se
    ,,a pateo do TWeo
    d. doua menino, paca ender
    o. 18, aObrado.
    YEHBAS
    das Flore, casa de gaiolas. _
    traUr na ra
    \ttenco
    So no armarinlio
    papel
    HMMiilKi
    'feciiicslclorcs
    a^geiro ^bqeta,n Martn. ******, J
    Mdcm por pr*ec **** ,eu **
    m eutreita do Rosario n. 1._________________
    40
    Mwiteire
    r*irfe-e ou arrendase aanualmeot ama boa
    Ja'^ bastantes commodo, P"^'B'je"J
    TZ, e i encanado*, com u^ botn u.uinttt todo
    Xradr, c&m lgum. arvorea f^*
    3SS cm o fia, pof preco rauito nwteli
    2S p^raar airija-.e a ra Duque de C*. a.
    fl7, que achara cao qucm tratar.
    Para ngenhos
    Q\ nova da Liaba*.
    Pctassa daxlussla.
    Oleo de mocito.
    Aceite de curra pato.
    Graxa n bexig*is.
    Veodem A orantes C,
    camero 4o._________
    4 roa do Boia Jess
    WHISKY
    JtOYAL BLESD marca Vil*
    Este eicellente Whisky risica *!**
    Mgnac cm *go*rdb.e de anua, para tortafic
    * lSd'-8 a retalfco no. a. ih.rea Brmkzens
    ~|KKOYAL BLES!) marea ^lADOWjoft.
    me e emblema aao rejfistwdo. para todo o Braai
    BROWNH C, agente
    Olee para machinas
    Vende-se nos depsitos da f.biica Apolla,
    JMJOOO. Utas de 24 garrafa
    f 11 ta larga lo osarlo
    Urna caixa coro rxni.aa PerrV, WX> rs.
    Urna dir cen lOO fbthas de superior
    atnizada 40 rf.
    Urna dita eom 190 eovelopoe, 300 r*.
    " Maco de la para bo'dar, do toda aa cores, a
    2*500.
    Carreteis de Iinha para machina, um 80 r., etn
    doaia te* abatiraeatdV
    Urna duzia do batfte bola para vestidos, 80 rs.
    Um frasco cm verdadera agua de coloma a
    Um paeoto inmuno pide arroz, 900
    UmtldawiK da baleia. par vestid* (olida e
    ""mm^/'e u de b.rracba para liga, a
    U "pacto cm tres abietes finos, 900rJ
    Um dito eom sabfto e I <*, u0 '" ann
    Urna tesoura mullo fina par* nhac, [
    Uu. mro de franja de 15, propria para flchus a
    m rolta crm Joan ordcns *t coral, 600 rs.
    Um pr deflh^s openorio8 para menino a
    800 rt
    m borla de avminho para pos de arroa a
    200 rs. ^n
    Cia lousa de Tavi-r, 200 rs. __,,
    ^omplwo aartmeat* d babda. ""'
    bordados em cambr.ia o fu.tfo,
    artigas ma preces emcoypeteuo... Apr.ttem.
    12 Ra larga do X osarlo 1
    Signtfl-BtftidciTa encarnada ct letra* branca*.
    Bom negocio para prin-
    cipiante
    Veudi ee ntn cstabelrcimento de molhados, etn
    bo. ro-Midade dbta cidad-, proprio pira qoaU
    S prineipiai.te por er de pouo- capital tea
    2iU Lmeodo. par iauUa : a tratar ua ra D.
    reita n. 83. mu-
    ParaTfesta de Nossa Senora da
    Pcntoa
    O Pedro Antunc & C reetberam grande ya-
    rledadecm .e,ue. por-odo. oa preco eprova*.
    com os -eMintes 1.que. *M*P* ft SW, 608 el#.
    Ditos de sttineta a 1OOU e Z*.
    Bonito, lequcs dWph.mcs, ultima nov.dade a
    3*.
    40
    veo-
    6|60>
    12*000
    10
    . 1*80
    500
    IttfOu
    8fl
    W
    3JWL
    14)800
    4UU
    200
    Predi
    s
    Ha um eortimento rariado da
    Azul jos francezes
    e nadroes novos e multo solidos a
    P 8O0O0 o rr.ilhtito
    Ha lola e "Loue* de .
    ^ d. DE A. VE1GA ft C.
    Ba larga do Kosario
    'completo Bortlmtnto en dito de seda, para 3*
    '"di!Jeoayel -para o completo de
    "Tena Nova EspnraacA n 58 ra Dutruc de
    jiias de Pedro Antones U.
    Bonita, c larga, fita P cletn'edJ?^,
    B.a. e commodas luvas de seda, em toda ar
    de vostMot, de dlvarea c6.s maitoa
    tiac, ^e ta.igam *a envela le.tcTa- que coa,
    urL bTnrosa vi^ta a ka-P,dro Aatunes 4 C,
    pod.-raa convecccreui-so do *ue fica R^
    Keceberam o Pedro Antuo.-a C, yndem
    por todo pon*, iW..aiitea erianeai. Naoet
    j, ,aetSde prcco-o3 raa Duque de CaxMa-
    Nova Esporans*. .....
    Fazendas branas
    90' AO NUME30
    - raa dft linperairlz ^
    Loja dos baraein*
    Alheiro & C, ro* da Imperatria a. 40,
    dam um bonito sertimento de todas estn. otaendaa
    abaixo menciunadafi, sem competencia dd presos,
    A 8ABER :
    AlgodioPecas de Igodaoainho com 20
    iardaa, polo' barato pre\o de 3*800,
    4J, 4*500, 4*. 1, 5*500 e
    MadapoloPecs de madapolo com 2*
    jarda a 4*500, *, 6* at
    Camiaae de rabia com lietraa, polo barato
    prega da
    Ditas branc*a e cr.ua., de 1* at
    Cregueila franceaa, aaenda multo encor-
    pada, propria pira IcDC-ies, toalha. e
    earoules, vara 400 re.a
    Ceroulaada dmoi, muito bem teita,
    a l*O0e
    Colletiuhos 'a mesma
    Bramante fmnaei de al?odo, mult cn-
    oorpa BJMM
    Dito de linho inglca, de 4 largura., me-
    tro a 2*580 e
    A toalha Jo adamascado para talnas tfe
    mesa, co* 9 palmoa de largara, metro
    Oretoues o cbi*BB, claras e oacuraa, pa-
    droe delicados, d. 40 r. at
    Eaptista, o que ha do mai deheaio uc
    mercado, r.
    Todas esta faaondas bMiyitissimae, na. 00-B.iBBaa
    loia de Altedko C, esquina do baot
    dos Yrreiro
    \igodao enfestado pa-
    ra enres
    A 9 r. 1000 o *
    Vende-se ua loja dos barateiros da iSoa-Viata
    ndSo para ci^oes de um a* paauo, coat J pal-
    '. de wrporaa 00 ., o dito co 10 palmos-a
    (10 o metro, aaaim un- dito trancado para
    nialhas do m. sa, com 9 palmos de largura a l*0li
    ,. otro. Isto aa leja de Albeiro &. C, eaquina
    do ecco dos Ferreiros.___ -
    MERINOS PKETOS
    A 1*200, 1*400, 1*600, l8 A beiro &' C, A ra da Imperatria n. 40, ver,
    aVm Hroito bone merinos preto pelo precio aoim
    dito. E' pechineha : na loja da esquila do bac-
    ou di a Ferreiros.
    E.parUlhos
    Na loja da ra da Imperatria n. 40 ycade-se
    muit bons espartilhos para senhonu, pelo pn'o
    de 5*000, aspira como rm sortimento de roupa
    de casimiras, bris, etc., isto na loja dn esquina
    de becco dos Ferreiro. T%TT ,,_
    CASEMIRAS INGLEZAS
    A 2*800 e 3* o eovado
    Alheiro 4 C, ra da Imperatria a. 40, ven
    dem nm elegatrte sortlmento de caaemiraB mgle-
    w. de dua Urgurna, com o< padr5e mai deh
    cadoa para coatume, e vendem pelo barato prec<
    de 2*800 e 3g o eovado ; assim como se encarre-
    eam de msndar faaer. costme* de asemira a
    fot, sendo de palotot saeeo, e 85* de traoue,
    grande pecbincha i na loja dos barateros da Boa
    Viata' BRIM PARDO LONA
    A ?20 rs. eovado
    Os baratfirca da Boa-Via yendem orna graed.-
    porcao de brisa r-d lou"' lor,*''r ooa) P"-1"""
    pMde toque de mofo, pelo barato pr a de 321
    - na loja da es
    Camisas Mwms
    m **oo. aao s*soo
    32= Lojd a roa da Impcrntrix = 89
    Vende-m nuMa novo eatabeleeimenw am gran-
    de *ortin>-uto de camisas branca, tanto da aber-
    tura* e pjnho. de lioho como de algodo, pelo
    barato* preco* de 2*500, 8* e 4*. sendo taiend*
    multo m.'lhor do qu a* qu veetn do estrangeiro e
    muito mais hem fcitas, por seretn cortada* pm
    um bem artista, especialmente camiseiro, tambam
    e manda fasvr por encommvndas, a v mtade des
    fregueses : ntt nova loja da ra da Imperatria a
    de Ferreira da Silva.
    Ao32
    Nova loj&tahir'as
    S llua da Impe
    DE
    FERREIRA DA S...VA
    Neote novo estabeleeimpito encontrar o- re-
    psitavel publico i:m variado sortiment de taaen-
    d* d tAdU as qiah(l>id.a, q.ie se vetiden poi
    procos baruiiasimoii, aaainl Gomo um b>iai **rti
    menta de n upas pn:> rriunna, taninoin ae uwd
    da tarer por encimnaendas, p r irr nm boa me-
    tre altaiate e tamp'-ata dortieiato d pauua* riaoi>
    caseiuirus a briiw, eie.
    7*0
    10*001
    12*001
    12*00
    5*50
    6*6
    8*00
    S*0M
    Rede
    Engfnho
    V60de-.e, comprase r reoche-se por venia
    Jindas, vapores erodeU-s usados em perei o
    aUdo : na ra larga do Rosario n. 11.________
    Taverna
    Vende-se urna
    Carnario n 17
    tiverna : a tratar na raa
    do
    Malvasia
    \inbo nroprhi para senaras
    Em barril e a retalho : P^Cas Bendes & C, i
    i'eerei'a So Rosaiio b. 5*._________
    Vende-se ama rede prepria
    veiro, em perfeito estado, com
    prlmeato-eS 1/ de largura i
    Fernandta Vieira 68.
    para dispeaoar vi-
    18 braca de com-
    a tratar na ra de
    1*601
    l*0m
    i
    r o ovado, grande pecbincha ;
    qu na de becco do* Ferreiros.
    Bordados 1,100.*
    A ra da Imperatria *. 40, v*w
    vnde-e peca* le
    bordado! dou'a metros cada peca, pelo barato prc
    ao de 100 ra., ou em cartAo com 5
    Scraphma
    Vende-so urna .eraphma noyamoate re*a*ntada,
    caropra jara igreja a tratar cm "Leoncio u-
    is ra da linpctatrtVri. 43._________________
    Maduro
    Vinbo puro da uva
    O que pede hav.T de melbor para mera
    Mtrrs e a retalho : Pocm ende. C,
    reita do Rosario n. 9. _______^__
    em
    aru
    rt. 0 *0-
    Becekmos ueste ultimo
    vaptr
    Sementes novas de tioi4HMs
    Aislm cabo .
    OBRAS l)E VIME
    nao sejh:
    Ceatas para coruprss do diverses tamanlios
    Bandejas para roupa engorornada
    Balaioa p-ra roupn suja
    Balaios para faca o garfea
    Bt-reos
    Ce n 'legas
    Co8tareiros
    Cadeiras
    Voadorespara meninos nprcrHerem aafl-
    O especial vinho Figucira puro aero a
    menor eomposicSo.
    Vinho do Porto engarrafado, o que pode
    ?ir ao mercado de mais especial.
    Tamancos do Porto pa*a se.nliora.
    P^AS HIENDES & C.
    Ra Eslrcila do Rosarit t
    Novas Isinhas
    A S'0 e 40 res o orado
    Acabam de ehegar para a loj 1 da raa da lin-
    Ctriz n 32, um grande e bonito sortiseato de
    has de c^res pa:a venido, senda fcaevda de
    nun [-liaiita.ia. com cores elar.s e escara*, e li-
    idam se 11 320 e 40J rcis o covad*, a*r baver
    grande poredo ira l>ja de F.reira da Silva.
    Tecidos de linho
    A Revolu^o
    IV. ^d
    i ra Dqe da Caxia, rcsohreu a vender
    os aguiDtea .rtigos com 25 QrO de me-
    dOB dotiue fntra qualquer parto.
    Seda lavrarhm de 8*000 por 1*000 o eovado.
    fSc-*ra dTcorc. a 900, l*000e 1*200 o co-
    "Sitas prelaa al**,' 1*100, 1*600, l#8f e
    2*000 o eovado. mmm .
    Ditas bordada, do eda a 1*500 o ovado.
    tSoigorinas de tistrinhas a 360 r-ocovado.
    Gasa com bllnaas da Velludo a 800 rt.
    LSs com balinbas a 640 r. o oo-rado.
    Velludilho liso e lavrado a 1*000 e 1*200 o co-
    vado. .
    Palha de seda a 800 rs. o eovado.
    Fnto brane -a-400, 410, 500, 560, 00 e 800
    "oosd'enples pretoa a 1*800, 2*000 e S500 o
    eovado. .
    NfftM d cr a 00 r. o eovado.
    Cretonea fino, a 360, 400 e Ora. ocondo.
    Cambfaia tranparen de 5*000 por 2*500 a
    ^Li'non bianco com bsico a 600 rt. o eovado.
    Casacos de laia a H* 00 um.
    Fdla TOS IfiSb-SOO, 4*000, 5*000
    e 6*000 tim. _
    dem de plbasia brTdados a 7*000 Om.
    Chapeos de Bol de cores par, senhor a 7o00
    ""'etinetas modernas k 860, 400 e 410 re. o eo-
    vado.
    Linhos escosseres a 240 rs. o corado.
    Z^ibiroe liatrados a 200 rs. o eovado.
    Brim de linbo de cor a 1*00;) a vara.
    Fustio de cor a 500 rs. o cavado.
    abetei para jnella. piano, sofi c cama
    6*01.0, 7*000, 8*000 e 24*0 0 um.
    BaOnetaa lisa U 400 rs. o eovado.
    Ditas lavruda a 500 rs. 0 CQvado.
    flanella branca a 400 .. 1*000 o eovado.
    C8r*'es de casrmirk finos a 3*000 nm.
    Collarinhos de cores e hrancos a Lucinda a
    1*000 am.
    Casemira de edr e preta a 1*800 rs o eovado.
    Brim prateado fino a 600 rs. o eovado.
    Dito liso a 360, 400 e 500 .. o coVado.
    EsgUito amarello e pnrdo n 500 rs. o eovado
    Algodo com duas largaras a 800 r. o me-
    tro-
    Camisas do meia a 600, 1*G00 e 1*500 urna.
    Ditas de liuho lisas e bordadas 1 30*000 a du-
    aia.
    Tiniovs bordados para meninos de 4 a 5 mnos a
    5*000 um. nn
    Madapoles finos a 5*000, 6*000, 6i500, 7*000
    e 8*000 a peca.
    Eapartilhoa de c^ureca a 4*000, 5*000, 6*000
    e 7/000 um.
    Lencos fines a 1*200 e 2*0. 0 a duiia.
    Toalha lelpudas a 4*000, 6*U00 e 12*000 a
    dnzia.
    Rede harh>>argoens de 20'000 por 10*000 urna.
    SetinH masodecoies 800, 1*200, 1*400, 1*600
    e 2*000 o eovado.
    Alpacas brancas a 400 e 500 rs. o eovado.
    Setinetas brancas lisas e lavradas a 500 o 560
    rs. o eovado.
    Cortinados bordados a 7*000, 9*000 e 16*000 o
    ^Cciebas bordadas a 5*000, 6*000, e 8*0 0
    un.
    OapelUs veos a 100OO e 14*000 um.
    dn,~pot 5j, proveitem a pecbincha na leja da
    ewuioa do becco dos Fctrerrcs.
    nm uara tiomeis
    aUna la Smjieriiirt.-a
    Loift te P'erara da .Silva
    Net eatabeleoimento vende- a* ronpaa aa*
    ik mencionadas, que so ba- .-.-ju.
    Palitots pretoa de ivr,'... mag^nae e
    aeole*oado, iteno mzerrfias muito e-
    oorpadas, e ferrados
    Ditos dv casemira preta, dr cotdio amito,
    bem feitos e torrados
    Ditos de dita, faeenda muito inelhor.
    Ditos de flanel asl sendo ioglea ver-
    dadeira, e f.radoa
    Calva de gorgoro preto, colcioado,
    sendo foaenda muitc encorpuda
    Dito de casemi.a de fiore, semle- muito
    bem reirs
    Dita de ganella ingleaa verdadeira,
    tsaito bem fcitas
    Ditas d* brim de Angola, de waleskim o
    de brim pardo a 2*, 2*500 a
    Ceroulaa de gr-gwlla* pasa homen,
    sentlo muito iwm fetas a a200 e
    Cola bahuo do greguella muo tem feitos
    A sai i couio um bom soalimento de lenco, d
    l'nho e de algodilo, me'as nrou e collaiinh*s, ctt
    Isto na loia oa >ua da Imperatria n. 8
    es, ettnaHM e Ifinlnl* O
    i-a, 4* iinaiio
    Na loja da roa da Imperatria n. 82, venda-
    um grande sirtimeato de fustoes brancos a 00
    rs. o eovado, lSainhaa lavradas de lui-ta-coaei
    fiuenda bonita para vestido a 500 re. o eoyade
    e MtiuvtM lisa muito largas, teudo de toda ai
    core., a 500 is. 1 eovado. pechineha : na Iqj.
    do Pereira' da Silva.
    Alttoduoalnh* frnieea par* lema;**
    a ttOOrs.. 1* Ib*00
    Na loja da ra da Imporatri u. 3A T*08-*
    auperioies a'g'dSoainhos franceses com 8 8 e V
    palmos de largura, proprio para lenccs deun
    s panno pelo baraui preco de 900 rs 1*W
    metro, e dito trancado pa a toalha a 1*", a
    sim orno superior bramante de quatro largurs,
    para lenjcocs, a 1*500 o metro, 6 barato ; na Ion
    d* Perefra da Silva
    Koupa para meninos
    a a*. 4*ttOO **
    Na aova loja da ra da imperatria n. o.'., a
    vende um variado sortimento de vestuario pro
    prios para menino, sendo de paHtoinbo e cata
    nha curta, feito de brim pardo, a 4#000, atto.
    de moleiqaim a 4*500 o dito, de gorgorito preU.
    mitando casemira, a 6*, sao muito baratea ; m
    o ja do Percira di Silva. .
    OTERIA
    X3A.S
    ALAGOS
    CORRE NO DLV7 DE SETEMBRO
    INTRANSFE&7BL! RBate^aOL!.
    O portador que possuir uib
    vigsimo desta importante io
    teria est habilitado a tirar..*-.
    10:006|>000.
    Os bilhetes acham-se a' ven-
    da na Casa Feliz, pracad In-
    dependencia ns. 37 e 39.
    Corre no dia 7 de Seterab**
    1886, sem taita
    Aos looo:ooo$ooo
    200:0
    ooo
    100:000^)1
    Y"1;
    Vende-sc um lindwaimo casal de canarios alie
    maes com dou- filboa Bemelhtntra, Ja mni cr^sc-
    dos, em um importante ViVClro : no parte *s n.
    Peiro d. 4, loj*.
    GRANDE
    (Mida Cuita &C
    3ueem
    os em
    Expsitas central ralargad
    Rosario n.'
    a 43
    A 50-0 rs. o eovado
    jUi,.ji da roa da i.p,r.tri n. 31, yaate-se
    aa baiute sortimento dd taaendas de lina para
    aaatidoa, tendo largura de chita frincera, com
    saito bonitas tres e palminhas bordadas, 6 pe-
    chineba a 500 rcis o cvalj, u i loja ce FVraira da
    flalva. _____________________;_____
    Alinaiiafk da provincia
    1886
    Um volunta ooiu 498 paginas
    21000
    ?'venda na cas LivrariaParisiense
    1.7 1, roa Primero tte Maree n. 7 A, Industrial
    aonotnica de G. Liport & C. c Cardoao Ayrr.
    Dm;5o Lima & C, cba'mam a altencao da
    txmas. familias para oa precds Bdgmnte :
    Carreteis de 200 jardas a 80 rs.
    Peca de bordadoe de. 200 a 600 re.
    Ditaa de um palmo a 2*500 e 3*'.)O0.
    Pita n. 80 para faxa a 2*500.
    Leqvs a recatas c D. Joannita a 'a"1'":
    Fraseos e eatractoa de Lubin, grandes, a 2*000.
    Li-quea D. Lucinda Cvlbo a 6*000.
    Toallias felpudas a 500 600, e 1*"00.
    Duzia de melas para nonirm a 9J000.
    Ditas parft senhoras a 3*000.
    Luvas de leda a 2*000. .
    Meiaa de fio de ada para menina a 1*000.
    Colarinho8 de linho a 500 rs.
    Ditos de algodo a 320 e 400 rs.
    Macos de gr.-.mpos a 20 s.
    Pecas de cordio para vestido a 20 ra.
    Bviaiv s grandes a 320 rs.
    rampos inviaiveis a 60 rB. .,__
    Um Itque de aetim (novidade) a 68500.
    R-eas bo!cinhB de madreperla de 1*500 6*.
    L5 para birdar a 2*800. .,^
    Urna capella e veo de 15*(K)0, por 12*000.
    Um eapelho de moliura p ir 5*500.
    Uma pu!s>-ira de fita par 1*200.
    Plisiii400e 600 r?.
    Um:i bonccii grande Je cera por 2*500 e 3*000.
    NA EXPOSigAO CENTRAL
    38-:iua Larga do Busarte-38
    Florida
    Loja de iniudeKas
    Jaboato
    Vende-se a padaria e o estabelecimtuto de mo-
    lhados, bem afreguezados, e prometiendo ainda
    maior negocio faaer com a ida das oficinas da es-
    trada de ferro de Cruar, prximo mesma es-
    laeSo, onde ficam situados es estbeleeimentos
    cima, arrendando-se ao casas pessa que pte
    tender : a tratar em Jab-atio, confronte ao hotel
    Globo.____________________^^ ______
    VAPOR
    e niocnda
    Vende-se nm bom vapor e moenda com peuco
    uso ; a vr no engeajio Timbo ass, muito perto
    da eafacao o metmo n m ; a tratar na raa di
    |7tr. CU n. 46, 1' andar.
    Hua do Duque d Va xlas u. IOS
    Os proprietarios deste grande eBtabelecimento
    de miudezas, modas e paria necemmodar es interes-
    ses da poca, tem reoolvido vi ndi-rem po' menos
    viute por cento que em outra qualquer parte.
    Pentcs el-'etriaos 6' 0 rs.
    Luvus de pellica a 2*500 o par.
    Linha de carritel branca e d.i cores a 80 rs.
    Grampos a 20 rs. o m:.sso.
    Inviaiveis a 320 rs.
    Vestuario de fusta bordado para crianca o
    3*00:i.
    Pentcs de regaco pira crianca a 100 rs. um.
    B: Haspas para anquinhas a 120 rs. o metro.
    llU-os com tres dedos de largura a 1*500 e 1*800
    a p' C/t.
    L nha de cores para crochet a 250 rs. o no-
    vello
    Papel miando a 40 rs. o eaderno.
    ! lia cbiueza a 30 rs. o in> Lencos de linho a 1*500 a duzia. ,
    Lindos bicoe de cores com 10 Jardas a 4* e 5*
    a peca.
    Urna caixa eom tres sabonctes desenliando urna
    rosa por 5O0 rs.
    Meiaa Ue la de corea oara senhora a I#OOU o
    par. __________,___________________
    Salpicos e >inho verde branco e
    lino
    Receben Antonio Duarte nu da UniSo u. 5!,
    confronte a estaca | toriiain-. e reconimendareis
    CBtea arlig s por ter recebit de Portugal, r^.zao por que. garante ter especiar
    dade ; aaaim com > ie:n c eij. s do sertao
    por preco maito mdico o mesmo vinbo tambem
    Be vei sa de 13 'rnardiiw Durte ra da
    Flore, ilbo- ancoras. Na
    mesma compra-se Broa b: imal, grande.
    Liquidamos Mguintos aatigos mais harato
    cutra parte, Vrfto aerem alguss compra
    leille a aaler:
    Lindoa cretcnea clare* a 240 e 280 rs., o eo-
    VhFafle da ovo g%*toa 40 a 500 i. dita.
    Limw com^lmo 4e lia 80'J ra. o dito,
    dem com Balpicos a 560 e TOO rio dito!
    Popelinas com litras de i eda a 280 e 320 rs., o
    dito wrn acaba.
    Egumo pbrdo ^aia ye-tidos a 500 e 560 r- 0
    s'ineUs, nvidad, a 320 o 360 r, Cotet
    firme. __,.
    Damascos de II, largura de 2 metros, proprio
    parbannos de piano a 1*800 o eovado ; de cores
    propnas para mesas a 1*500 c 1*600 o lito.
    Merinos pretos rara rato, 2 larguras a 000, 1*,
    1*200 o 1 y 500 o dito.
    dem de todas as cores a 1* e 1 *200 o dito.
    Casemiras de 2 Inrguras, pndies in'.eiramente
    nevos a 1*1-00, 1*600* l600o dito.
    Setim maeo, de todae aa corra, desde 800 r. a
    Atoalhado trancado e bordado a 1*400 e 1*500
    o metro. .
    Bramantes d- 4 hrgWS, rpefrore* a 900 rs. e
    1*400 o dito,
    dem de puro liiihi a 2* o dito,
    dem de Urna largura a 500 rs. o dito.
    Gusrulcoes tls crochets para sof e ead ira a
    BM
    Riquisimas colzas de dito a 12* e 14*.
    Lindas grinaldas e veos para Lxms. noivas a
    Cortinad. s brdados a 6*500 e 10* o par.
    dem cm ffceai con. 12 jarda, noves desennos a
    9*~
    Toalbis felpudas de core, para rosto, a 7*500
    4 duzt'i-
    MeiB inglesa, crua's a 3*500, 4* e 6* a dita.
    dem arrendadas para senhor i a 8* dita.
    Seroulas bordadas de bramante a 12* 2 16* a
    Camisas superioics fnneesas a 38* e 4S* a
    Cobcrtas de ganga, forradas a 2*?00 e 3*.
    Lepcdes de bramantes, grandes a*.
    Chales de casemira, dem, a 2*, 3* e 5*_
    Corir de casemira ingleaa a 3*. 4* c 5*.
    Chevi' t up rior, de 2 larguras, a 3* e d*0OO 0
    eovado.
    Venda cm gromao, d*mo* Ucsconto
    ala |irnN
    59Ra Duque de Caxias=59
    Cameiro da Cnnha C.
    Em fevi r dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
    DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
    Extracco: na lia 15 fie DezeinDro de 1886.
    0 thesouroiro, Francisco Goiifalvcs Ttiws
    ESPLENDIDO RESTAURAN!
    Este acredita lo tstabelecimento, ltimamente roclliorado,- est era (A
    de servir ao mais exi-ente hospede, para o que tem irsgnificas salas, quartoa, bar.B8
    e restauran!, cncontrando-ao n'cste, alen das roais exquisitas iguanas, a granrJe nov>-
    Oslriv] ebeias .
    (nica casa que as prepf.ra) 'em todas as quertas c
    ihS em diante.
    roringueza
    sexts-feiras, de 11 h
    &*-
    PRECOS RESUMtDISSIMOS
    A actual gerencia do Sr. IZIDRO ALVES PITLO.
    Ra d) Madre de Deus n. 3
    IB
    "Ven
    tuado cm muit bom w grande
    egue.
    Grande Jiquidapli
    Loja Camacan
    Avieamo ao resp'ilavcl publico e especialmen-
    te a E.imas. familias que estamos liquidando
    os artigos de miudezas ezistentes n ate estabele-
    cimeuto com 50 0/0 de me r)B As Exmas. fami-
    lias encontrara bim sortimento e boas pichinchas
    em todos os artigo, eenw sejm : bicos brancos
    finos,a38fO. 15500, 4*800, 5*, 6* e 8*000 a
    peca, com 11 metros, ditos de cores a 4J50O, 5*.
    7* e 8* a peca, biooa pretos com vidrilho, alfinete
    n 60 t. a taita, gulhas finas a 80 rs. o papel,
    caixinlia com slfineH a 120 rs., pacote com tres
    tab netc* hV.cs p.r400rs., nm pao de sabonete
    600a 800 ra, garrafa eom agoa fljrida verdadei-
    ra a 500 < 800 rs., 1*000 e 1*300, baleias a 300
    ,8 a duzia, lindo Batimento de ispartilho a
    4*500 G* a 8000, dem dem de luvas finas,
    bolsas'de cimro u 1*500, 5*, 6* e 7*000, melas
    Coa para seuh-ira a 700 rs o par, oleo orna ver-
    dadciro a 900 r. o frasco, agua do eolonia fina a
    1* o frasco, linia de machina a 900 ra. a dnzia.
    Alem deste annnnclo temos muitos artigos que
    as Exmas. familias verao melhor com a presenca
    r Duque de Caxias n. 66._________t
    Enffeilio Floresta
    o
    Vcnd-se divbrtns parteB do engenho Floresta,
    n)Rio Formse, ;ii f^z-se qualquer outro neg
    ero : a tratar na ra do Imperador n. 38, pnmei-
    ro andar.
    Cabriolet
    Vende Bd um Cro perfeito eatado e por preco
    rommodo; tratar na ra l>wue de Caxias n. 47
    proprietarios
    21
    O
    sito a ra do Cabtg n. 4, communicara ao respnifavel PUBLICO que receberU
    grande sortimenlo de joi.-.s das mais moderna c .les raa apurados gos
    relogios do todas *s qualidades. Avisan larat
    befn
    todos os vapores vin-ia
    outra qualquer part
    N.
    los -la Europa, objectos n vs c ven
    MIGUL WOLFP & C.
    4RA DO CABUG
    1 que continuara a receber'-ja^i
    i'lcm por muito menos qnc en
    N.
    'ompra-se 011ro e pratavelha.
    BANHOS BE MAR
    Superiores coslunes de exceienle fzenda fm
    P*ra senhoras...... fJK
    Para homens...... ^aaS
    Para craii?is...... 5*f,~
    Promptaiiientc prepara-se qualquer coft-
    tume para a qu temos os mrfhoics tecidol,
    No msnio ostabcleciinento se continui*
    a encontrar constantemente verd.sdcirS y-
    chinchas.
    U Primeiro e Marco n. 20
    JUTO DO LOIVRE
    Teiephone n. ili8
    m
    }

    i iisim 1



    i.
    LITTERATlr
    era
    opi-


    A traducirlo de Damtc
    (Commercio de Portugal)
    lomo baviamos promettido, damos hojo
    % traducgao e canto V. da Diana Come-
    iia, do Danto, faita por Monsenhor Pinto
    Campos.
    Trata-se ueste belhsaimo tremo dos in-
    folizes amores de Francisca do Rimini, 6 o
    traductor disputou primnzias em lngua-
    gem elegante o em phrase mimosa eom o
    a*tor, que os dous idiomas por ambos for-
    zosos, se prestara a e=tes astas inters
    santes e instructivas.
    A intraduegao diste caato muito nota-
    vel, porque, alm dos diversos pontos
    que se discute com grande vantagem
    moas menos correctas, so emendam erros
    que s agora, tomados como taes, encon-
    trara completa rectifcagio.
    Um dos grandes mere amentos do tra-
    balhodo illusre traductor brasileiro est,
    com effeito, em qno elle, por muitas vezes,
    Be separa da phalange enorme de traduc-
    tores e coramentadores do Dante, justifi-
    cando, alias plenissiroaniente, o seu d.s-
    accordo e fundamentando, de modo irres
    pondivel, a sua opiniio.
    Dahi essa impressao que em toda a Ita-
    lia causou a tra luegao do Monsanhor Pinto
    de Campos, como vimos em tempo em al
    guns jornaes, inspirados decerto pelo cele
    brs Juliani, que foi a qusm mais surpreza
    causou o desassombro com que o erudito
    traductor, investindo com os preconceitos,
    pulverisou muita interpretado falsa e mul-
    ta ine*actida<>, que, vergonha dizel-o,
    tin sido repetidas como toada durante se-
    cuto, por bomer.s de quem alias havia a
    eperar mais criterio e menos confianga
    no que se bavia a esperar mais entono e
    menos confianga no qua so havia esenpto
    antes delles.
    O magister dixit era obra de tanto vulto
    nio pode servir de base para assentar urna
    opiniio e firmar urna iaterpretagio, o para
    um poema essens'ulmento allegorico, como
    a Divina Comedia, mais v*lo o exame at-
    tento das chamadas obras menores do seu
    divino autor, do que o que escreveraro,
    talvez sem as 1er, inultos dos traductores
    e coromcutadoros da obra grande do gran-
    de poeta.
    Esta enorme vant gera te ve Monsenhor
    Pinto de Campos, que no seu programraa
    de estudos inscreveu como artigo pnnei-
    pal, a leitura altenta daquelUs obras, que
    sao o melhor e o mais seguro guia que
    pode eo'jontrar, qn-sm so aventura a ir
    desbravar o terreno, tantas vezes explora-
    do e at ha pouco inexpugnavel a tosas as
    envestidas dos mais ousados traductores.
    Damos tambem boje urna boa nova ao
    publico e que a tradcelo do Purgatorio,
    2* parte da Divina Comedia, est muito
    adiantada e provavel que entre ainda
    este anno no prlo, seguindo-se logo aps
    o Paraso. Deste modo, haver em lingua
    portugu-zi a primeira tradu.-gao completa
    de urna obra que os seculos respeitaram,
    e que, escripta ha 600 annos, de boje,
    como ser de amanl.S, porque o que ver-
    daderamente grandioso eterno. (1)
    E' certo que a tradcelo no nosso idio-
    ma nio feita por um portuguez, e sira
    por um brasileiro, mas esse brasileiro nas-
    ci lo de pai portugus, pelo amor que tem
    ao nosso paiz, que preferio para sua resi-
    dencia longo da patria, pelo oultivo qae
    tom falto da ligna commum e pelo orgu-
    lbo eom qae a asoreve e a falla, procuran-
    do os melbores modelos, faz-nos participar
    um pouco da gloria que Ihe cabe e ao bou
    paiz por ter realisado um dos maiores ar-
    rojados commettimentos a que poderia
    abalangar so boje um homom de letras.
    Nos nio queremos, era dovemos ante-
    cipar, com a transcripgio da siguas cantos
    da esplendida tradcelo, o effeito que tm
    de causar, no espirito do leitor intelligen-
    te, as verdadeiras revelacSea que taz Mon-
    senhor Pinto de Campos nesses magnficos
    trabalhos, e por isso, sem accentuarmos os
    puntos em que ties revelacSas mais se ma-
    nifestara, varaos dar a lume o V canto da
    assombrosa obra de Dante, que sem
    duvida, um dos mais bellos da soberba
    tradcelo.
    (1) A proposito ^vern transcrever aqu a
    seguinte noticia que encontramos em urna
    das principaes folhas francezas : Parece
    que o rei Humberto raandou publicar urna
    edigio da Divina Comedia de Dante, tendo
    esta dedicatoria em latina, na primeira pa-
    gina;
    Humberto I, ra de Italia, publican-
    do esto commentario antig de Danta, de-
    dica-o a seu filho bem amado, Victor Era
    manuol, era premio do seu amor pelos es-
    tudos e afim de que este poema divino for-
    tifique o seu espirito e predisponha o seu
    couragio ao culto da literatura da su pa-
    tria.
    CANTO V
    Na entrada do segundo circulo Allighien
    cncontra Minos, juiz do Inferno, que o
    adverte com voz em grita, que nao so
    illuda com a largura da porta. Virgilio
    impSe-lhe silencio. Aqui sao punidos os
    peccadores carnaes, cujo supplicio con-
    siste era serem continuamente arrastados
    com violeucia por urna tempestado fu-
    riosa : ontr'elles desoobre Dante a inf-
    liz Francisca do Rimiai, de quem ouve
    a historia triste do seu infausto amor.
    Assim do primeiro desci ao segundo se-
    cuto, que menos espacoso ; mas tanto
    maior o tormento, que punge, e faz ga-
    ir os miseros condemnados.
    Alli est Maos em gesticulagio horri-
    vel, braraindo, e tangen io os dentes : no
    vestbulo examina as culpas das almas, e
    lheB arbitra o castigo, s-gundo as dobraB
    da cauda era que se enrosca.
    Quero dizer, que quando a alma prescita
    comparece em sua presenca, contessa-lhe
    seus poicados, e elle, conheeedor infallivel
    da gravidade dos delictos, v qual o lugar
    do Inferno que lhe convra ; cinge-se com
    a cauda tantas vezes, quantos sao os circu-
    ios a que lhe apraz fazel-a descer.
    No Ufando pretorio regorgitam sempro
    muitas, que vio sendo interrogadas urna
    aps outra: dizem o mal que fizeram, ou-
    vem a sua sentenga, e depoia lineadas no
    fundo da-caverna, que lhes foi proscripta.
    Minos, ao ver-mn, interrompau o exr-
    cicio do seu alto ministerio, gritndome :
    Ola, tu que vens a este doloroso hospi-
    cio, toma conta comtigo, v como entras,
    e de quem te fis : nao te Iludas com a
    amplidio da porto
    o E porque tambem gritas tu t bradou-
    Ihe o meu Guia. Nao ouses impedir sua
    viagem decretada pelo Destino : no Co,
    onde se pode tudo o que bo quor, assira
    foi resolvido. Nio lhe perguntes mais
    nada.
    Agora comecam a so me fazer euvir os
    dolorosas lamentos ; agora chego a lugar
    onde muit03 prantos mo rasg-iro o coragio.
    Passando alm, achei-me n'uma escura
    regiSo de todo ponto oscura, a qual mugia
    como tempestuoso mar batido do ventos
    contrarios.
    Um furacio infernal, que nio d tre-
    guas, arrasta com impeto os condemnados,
    torcendo-os, o flagellando-os n'uma roda
    de martyrios crueis.
    Quando chegara diante da voragem, re-
    dobram os gritos, os prantos, e as lamen
    tac3es, de mistura com blaspbemias contra
    o Poder divino. ^
    Ouvi de Virgilio, que a tilo spero tor-
    mento eram condemnados os peccadores
    carnaes, que escravizam a razo aos pra-
    zeres voluptuosos
    E assim como no invern os estorninhos
    voam unidos em bandos largos, e espessos,
    da mesma sorte o furacio iafernal impel-
    i os spiritos raaos uniios, e compactos,
    as mais diversas drecgo'es oppostas : ne-
    nhuma esperanga jamis os pode confor-
    tar, n&o de c] ment, mas
    de que lhes aeja minorado.
    E quaes os grous em loogas filas vao
    cantando pelos ares seas lamentos, taes
    eu vi slgumas sombras, aceitadas pela
    tempestado, vir ululando dolorasamente :
    pelo que perguntei: < Mostr, que pes-
    soas sao aquellas, a quem o negro tufio
    tanto castiga ?
    < A primeira, respondeu, das que tu
    desejas conhecer, foi imperatriz de muitas
    nacSes.
    a Foi tSo desenfreada no vicio da lasci-
    via, que para fugr ao vituperio, que me-
    reca por sua libidinagem, fez legalisal-a
    no cdigo das.suas leis.
    < E' Semiramis' de quem se l, que se1
    cedeu a Nio, e foi sua esposa ; governou
    a trra, que boje az Bob o dominio do
    Soldao da Babylonia.
    f A outra Dido, que se suicidou por
    amor de Eneas, faltando f jurada s
    cinzas do Sicheu : aps ella vem Cleopa
    tra; famosa por sua incontinencia.
    Vi Hdena, qua occasionou tantos suc-
    cessos adversos; e vi o grande Achules,
    que por fia combateu com amor, e por
    amor vencido.
    Vi Paria, Tristam.. e milhares de ou-
    tros, que me indicou com o dedo, todos
    sacrificados no holocausto do amor.
    Depois qae ouvi o meu doutor nomear
    as mulheres antigs, o os cavalloiros mo
    demos de tal guisa mortos, venceu me a
    corapaixSo de duas almas, e quasi que
    perd os saudos 1
    EntSo prorompi : O' poeta, de bom
    grado fallara aquellos dous, que l vSo
    juntos abracados, e que ao vento parecem
    t&o ligoiros.
    i Espera, disse Virgilio, que elles se
    approximem mais de nos ; nessa occasifco
    Ibes pedirs por aquella amor, qu* os val
    guiando, que satisfacam teu desejo: elles
    vir3o.
    Logo que o vento os inclinou para nos,
    bradei-lhes: O' almas angustiadas, si
    outrem vol-c no veda, vinde comnosco en
    treter breve colloquio.
    Quaes saudosas pombas, mais levadas
    pelo amor que pelo vento, voam com azas
    abertis, e certeiras ao doce caro ninho :
    taes as duas sombras, obedecendo ao mes-
    rao impulso, sairam do circulo, onde est
    Dido, e vieran para nos atravez daquelle
    ar maligno : t&o forte lhes soou o meu
    afectuoso grito 1
    O' alma graciosa e benigna (exclama
    Francisca), que affrontas as trova* deste
    abysrao. para visitar nos outros infolizes,
    cuja morte tngio de sangue o mundo !
    < Se o Rei do Universo, se dignasse
    sorrir propicio s nossas preces, nos torga-
    riamos pela tua paz, pois tanto te compa-
    deces do nosso atnz infortunio I
    Tudo o que ouvr, w dizer te aprouver
    nos tambem ouviremos, e diremos, em-
    quanto o vento, como agora, nol-o per-
    raitte.
    - A trra que mo foi bergo demora l
    junto ao mar onde b P com os seus n-
    beiros vem na paz buscar descango.
    Amor, que rpido incendeia todo o
    coragito gentil, captivou este dos encan-
    tos da bella pessoa, qae mo foi arrebatad
    de modo tilo inslito, que ainda boje me
    ultraja I
    < Amor, que n3o pordoa deixar de
    amar a quem ama, a este me prendeu com
    amor t&o forte, que ainda, como ves, nao
    mo abandona.
    < Amor morte igual a nos amboi ar-
    rastou : o lugar onde Caim castigado,
    aguarda aquelle, que da vida o fio nos
    parti. Taes foram as palavras, que
    arabos nos disseram.
    Depois que ouvi aquellas almas offendi-
    da8, inclinei o rosto trra, e assim o con-
    servei, at qne o poeta me disse : Em
    que cuidas tu ? >
    c Ai respond, quautos doces pensa-
    mentos, quantos desejos ardenta nao os
    arrastariam a to doloroso passo 1
    Depois, voltando-lhes a face, disse :
    t Fr
    os doces
    suspiros, ainda quando indecisos eram os
    desejos, por que sgredos de amor os po-
    daste conhecer ?
    E ella respondeu : Nao ha ddr, que
    maior seja, do que lembrar o tempo feliz
    nos dias da desgraga, e bem o sabe o teu
    doutor 1
    Mas, se tanto desejts conhecer a pri-
    meira origem do nosso infausto amor, con
    tar-te hei oomo quera, chorando, falla.
    c Por distraego, liamos um dia, como
    foi de amor vencido Linciilotto : estavamos
    a sos, sem suspeita do mal que nos
    viesse.
    No correr da leitura, lnguidos olha-
    res trocaram-so entre r.s, e paludo por
    vozes o rosto se nos fez : mas um s foi o
    ponto, que deoidio da nossa sorte.
    i Quando leeros que tSo soffrego aman-
    to beijara o suspirado.'riso, este, a quera
    ligada serei eternamente, todo trmulo a
    a bocea rae beijuu.
    O livro, e o autor do livro foi o nosso
    Galeotto : naquelle dia fiodou nossa lei-
    tura
    Emquanto ura espirito assim fallava, o
    outro jazia em lagrimas banhado, e tal
    compaix&o o peito me oppriraia que, qual
    corpo morto, era trra baqueei.
    Provincia, mam taral
    claro que os promoto
    rara Rosa Mara, sei us apa-
    niguados.
    O qne tazer em vista disto ? Seria ini-
    quo demittir as autoridades de Canhotnho
    sem mais tirte nem guarte, o Sr. Conselhei-
    ro Costa Pereira nao as demittio ; o que
    alias n2o quer dizer que nao poasara ser
    ellas exoneradas si novos documentos vie-
    rem provar sna responsabilidade pelo cou-
    fiieto.
    Diz, porm, a Provincia qo t#u-
    nho de Antonio Caetano da Silva nao tem
    valor, poique < estando aquello individuo
    para casar-se com urna filha de Rosa Ma-
    ra, a quem procuren na fazend.i doBarao
    do Buique, como confessa, as suas decla-
    rajSes ao delegado e em casa deste sao
    suspeitas de parcialidade por medo de
    comprometter-se no processo de sua futu-
    ra sogra e cunhados.
    E' singular esse modo de qualificar o
    depoimento da testemunha I Si Antonio
    Caetano fosse desafecto de Rosa Mura, o
    seu depoimento sera suspeitado pela Pro-
    vincia ; Antonio Caetano amigo da fami-
    ASSEMBLEA GERAL
    tveaA^^^^^^^Ham os tiro* do grupo
    de Rosa Mar: ious filaos e mais os
    taes saspeitos ram JoSo Cypriano,
    JoSo Riymnndo e Mariano de tal. Tra-
    vou-se o conflicto. Das pracas morreu
    urna e tres outras foram feridas grave-
    mente. Do grupo de Rosa Mara apenas
    foram ferlos esti ligeiramente no dedo
    pollegar da mao direita, e seu filho Ma-
    noel, Depois do conflicto os do grupo eva-
    dirm-se, prOva plena de que nenhura
    morreu nem foi gravemente ferido.
    Po3 crivel que, si as pragas fosse m as
    aggressoras, estando armadas, fossem tru-
    cdadas e deirassem evadir-se os do gru-
    po de Rosa Mara V
    Pois crivel, que tendo-se dado as mor-
    tes e ferimentos graves que annuncou a
    Provincia era pessoa do grupo de Rosa Ma-
    ra, nao fossem encontrados os endavares,
    e os ferlos gravemente podessem todos
    fugr para longe, indo Rosa M^ria, seus
    filhos e Jlo Cypriano homisiar se na fa-
    zenda do Pogo, do Barao de Buiqus ?
    E' preciso torturar a lgica, dar perros
    imagnagao para admittir semelhantes
    probabilidades, sement creadas pela pai-
    ha oe Rosa Mana e est para casar coral 5o partiaril e> po8) c]aro que neMe
    FOLHETIM
    RIGOLO
    POR
    ILT.ll SS IHIEI!
    (CONTINaCO DE ANGELA)
    ( Continuacfo do n. 203)
    XXXIII
    A'8 dez horas poz a cgua uo coup, abri
    a grade, olhou para fra para se aes-gurar
    se passava alguem que sa r.dmirasse de ver
    sabir um carro de urna casa notoriamente
    deserta.
    A solidao era absoluta.
    O armeiro conduzio entilo o coup para
    a estrada, feciou a grade, subi para a al-
    mofada, agarrou as redeas c agoutou a
    egua, qae parti a bom correr.
    Antas de sabir da casa das margens do
    Marne, tinha mottido, embrulhado na car-
    ruagero, a roupa que tinha trocado pelo
    sen trajo de cocheiro.
    Foi pela estrada seguida por elle naves-
    pera, quando v. Itou paia Pariz, estraija di-
    recta at Saint-Maur.
    Saint-Maur tomou o camicho de
    Oravelle, que termina na estrada de Cha-
    renton Saiat-Maurice, a qual conduz direc-
    tamente praga da Bastilha.
    Logj pelas nove horas da manbil Ange-
    lo Proli tinba sahido da casa de saude,
    contundo o cuidado de f*zer a visita da
    raanha ao sen amigo Annibal Gervasoni,
    sabido, aesde a vespera, da clnica da ra
    Hauteville.
    Dous ajadantes, empegados na casa ba-
    via moito tempo. deviam assiatir a esta vi-
    a&LlA
    cessor de Grisky trazia na mao o
    i peqnenas dimensSes, cudado-
    ado e continuo os do:os seceos
    comprados na vespera.
    ruzilhada do Observatorio, para
    ende sa dirigi, tomou urna carruagem e
    deu ordem ao cocheiro para o conduzir
    Ponte Saiat-Ddnis.
    pagou o fiacre e metteu-se pelo ar-
    rakalde Saint-Denis.
    Urna das primeirastojas diante das quaes
    lera um padairo.
    Entrn na toja e comprou dous paezi-
    naoe.
    Alguns passos mais adiante penetrou em
    um salchicbeiro, comprou um pastel de pre-
    sunto.
    H A seu pedido, o salchicbeiro reuni os
    dous paes e o pastel vendido por elle com
    o pequeo embrulho que trouxera o italia-*
    no e pz tudo em um papel forte.
    Proli, munido com' estes comestiveis,
    subi a ra at o ponto de intersecgSo des-
    ta com a ra do Chateau d'Eau.
    Ahi cbamou um entregador qne sabia de
    urna tvverna.
    Ola, amigt, disse-lhe elle, to^ando-
    lhe de leve no hombro.
    O entregador voltou-se e perguntou, ti-
    rando o bon.
    O que que dse ja, patrao ?
    Que v levar isto.
    Ao mesmo tempo Angelo ontregava o
    embrulho.
    Lvalo? Oade, patrio ?
    Nao longe d'aqui... A' prisao de
    Saint-Lazare.
    J sei... Para quem ?
    O italiano trou do bolso um quadrado
    de papel grosso, era que estava tragado
    incorrectamente o nome de Angola Bernier.
    Para a pessoa quo tem este nome,
    disse elle em seguida.
    O entregador agarrou no papel, metteu o
    na bolsa tanto sebonta, e estandeu a roiio.
    Tome l a pga do seu recado. dis-
    se Angelo, deixando lhe cahir na palma da
    mo tres remedas de vinte sidos.
    Estava pago generosamente.
    O entregador metteu o dinheiro no bol-
    eo, agradeceu e voltando as costas subi na
    diracgao de Saint Lazare.
    Proli contenten 89 primeiro em seguil-o
    com os olhos; depois, querendo verificar
    se elle executava bem as suas ordens, foi
    andando atrf delle, eonserv .ndo urna cer
    ta distancia, mas nunca o perdendo de vista.
    Vio o penetrar pela arcada da prisao,
    bater porta e pelo postigo, que acabavam
    de abrir para reconhecer o visitante, entrj
    gir a um dos guardas eollocados do lado
    de dentro o embrulho e o papel que lhe
    haviam sido entregues.
    Appar&ceu urna mao na abertura, que
    recebeu os dona objectos ; depois o posti-
    go fechou ae.
    O entregador tinha cumprido fielmente a
    sna tarefa e voltou para o seu posto costu-
    mado.
    O italiano continnoa o seu camiobo at
    o bbnlevard Lagnta, entrou n'um fiacre e
    mandou qae o condazissem praga da Bas-
    tilha.
    CMARA DOS DEPL'TADOi
    SESSAO EM 20 DE AGOSTO DE 1886
    PEE8IDENCIA BO 8B. GOMES DE CASTRO 1
    VICE PRESIDENTE
    (Continuac3o)
    Revela entretanto dizer que, se de pre-
    ferencia nos oceupmos cora o alludido
    facto, nSo o fizeraos sinllo porque foi nelle
    que principalmente se estribou a Provincia
    para as suas mais acres censuras, queren-
    do tornar por elle responsavel o honrado
    Sr. conselheiro Costa Peruira, qui nom
    podia prever nem prevenir esse aconteci-
    mento deploravel o deplorado.
    As eleigSes de 15 de Janeiro, com as
    quaes nenbuma ligagSo tevo o facto de
    Grota Nova, correram calma, e pacificas
    em Canhotinho, como em toda provincia ;
    e nada podia autorisar a suspeita de que
    16 dias depois so dara uro conflicto origi-
    nado de nteresses privados, postos em
    alarma pelo proprietario do sitio de Grota
    Nova, conforme confossou mais tarde An-
    tonio Caetano da Silva.
    Nessas coniigdes, e tendo-se dado o con-
    flicto de improviso, e em todo caso antes
    queda sua possibilicrade setvesae scienra
    no Recife, que dista de Canhotiaho cerca
    de 180 kilmetros, evidente que s a
    cega paixao partidaria podia tornar por elle
    responsaveis as primeiras autoridades da
    provincia, que s poat factum tiveram co-
    uhaciraento do caso.
    Quera, entretanto, a Provincia que logo
    e logo fossem .lemittidas as autoridades po-
    li:iaes do Canhotinho, sem mais indaga-
    gao, sera que fos30 apurada a verdade
    acerca da grande responsabilidade quo lhes
    foi imputada pelo conflicto, sem qua essas
    autoridedes fossem ouvidas smente em
    faoe das allegaco;s do interesse poltico da
    opposigao.
    Era querer muito, era pretender mais
    do quo era razoavel; e nenbuma adminis-
    trago oriteriosa e seria praticaria por esse
    uiodo leviano o precipitado.
    S. Exc. o Sr. Conselheiro Costa Perei-
    ra, bem como o Sr. Dr. Chefo de polica,
    aguardou o resultado do inquerito, espa-
    rou quo fiwsera esclarecidos os faotos para
    resolver entao.
    Vieram as inforraag5es, veio raesmo o
    auto de perguntas feitas ao indicado An-
    tonio Caetano da Silva, e urnas e outras
    dentoaram positivamente das allegagoes fei-
    tas contra as autoridades, nao s porque
    raostrarara que o conflicto nao teve as pro-
    porg3es nem a gravidade quo lhe deu a
    Quando l eh"gou eram dez horas.
    Luigi t'nha marcado o encontr smente
    para o meio dia, e segundo pareca, os dous
    cumpliccs, logo que se reunissera, teriam
    que fazar de modo serio at a noite.
    Era preciso, portante, pensar em altno-
    9*r- .
    Proli entrou n'uma cer vejara restau-
    rante, raandou que o servissem com uraa
    fatia do presuuto e coraeu com bo n appe-
    tite, como deve comer ura hornera cuj* con-
    sciencia est perfeitaraento tranquilla.
    Luigi nao sa tinha eoganado nos seus
    clculos. Sera ter precisSo de fustigar os
    cavailos chegou praga da Bastilha quando
    dava meio dia, poz a carruagem na esqui-
    na do boulevard Beumarchais, na pequea
    ra que conduz ra de Tournelles, mes-
    mo em trente da cervejaria, onde almoga-
    va o italiano.
    Este tinha levantado ligeiramente urna
    das cortinas da vidraga, e rspiava.
    Comquanto o official armeiro ficasse in-
    teiramente mudado com a sua roupa de
    cocheiro de casa rica, Proli logo o reco-
    nhecea primeira vista, e como j houves-
    so terminado o seu alraogo e pago a conta,
    sabio logo e pissou perto da carruagem.
    Luigi disse-lhe a moia voz :
    Entre !
    Proli abri a portinhola e entrn para o
    coup.
    O cocheiro improvisado acoutou a egua,
    que parti a trole rasgado.
    Dirigia-ae p .ra a ra de Courcelles, tea-
    do o cuidado de seguir caminhos afastados,
    n2o tendo vontado de mostrar nos boula-
    vards urna carruagem que o seu legitimo
    proprietario poderia reconhecer na passa-
    gem.
    Por dnas ou tres vezes, durante o tra-
    jacto, sobretodo quando a desigualdade do
    calgamento causava violontos balangoa. P-
    roli foi obrigado a fechar a portinhola da
    eiqaerda, que se abria por si, porque a
    mola da fecbadnra estava um poueo gasta.
    Impacientado cora isto, Proli resolveu-
    aa a por a mao em cima da borda da por
    tinhols, afim do a manter femada.
    ' Ao meio dia e raeia hora, parou na ra
    do Courcelles.
    O atsassino de Jayrae Bernier apeou-se
    da carruagem e tirando urna chave da al-
    gibera entrou pela portnha, que lhe per-
    raittia nSo passar por diante do cubculo
    da porteira.
    Luigi saltou depoia da almofada, deixan-
    do o cavallo entregue a um garoto, Que
    chamou e a quem prometteu urna moeda
    de vinte sidos, segote o t patrio depois de
    urna filha desta, e diz a Provincia que
    seu depoimento ndo tem valor I
    Nio ha entao nenhum meio de fazer
    prova testomunhal ? Isto di bem a me-
    dida do desvairamento da paixiio parti-
    daria.
    O testemunho de Antonio Caetano da
    Silva, para os homens imparciaes, va-
    lioso, pois nio se comprehende que, esV.n-
    do elle para casar cora uraa filha de Rosa
    Maria procurasso desagradar sua noiva e
    sua sogra por medo de comprometterse
    no processo desta ultima. Ao contrario,
    quem eonhece o coragio do hornera e sabe
    o que sio os seus affectos, comprehende
    que, si algum interesse tinha Antonio Cae
    tao, era oceultar, si podesso, a verdade,
    para nio comprometter as suas estreitas
    relagSes com a familia de sua futuaa so-
    gra.
    Portante, o que elle depoz no interroga-
    torio que lhe fez a autoridade judicial de
    S. Bentonote-se bem de S. Bonto deve
    ser tido como a pura expressio da verda-
    de. E desse interrogatorio resulta o que
    deixmos dito no Diario do Io do corren-
    te, e que a Provincia do antchontem assim
    n sume :
    l8 Quo o conflicto de 31 de Janeiro,
    em Grota Nova, foi provocado pela viuva
    Rosa Maria e seus auxiliares, quo recebe
    ram a tiroa a forja publica.
    2* Que ella e sua filha Felippa estio
    de perfeita saude.
    c 3 Que, com seus filhos Manoel e Vic-
    toriano, e o individuo do nome Manoel Cy-
    priano, reside no Pogo, fazenda do Sr. Ba-
    rio de Buique.
    < 4 Qne a casa de Rosa Maria nio foi
    violentada, nem as portas derrabadas a
    machado.
    c 5o Finalmente, que dessa casa apsnas
    se queimou o tecto, que era de palha.
    Diz, eotratanto, a Provincia, qua Rosa
    Mara nio fora a provooadora e que nio
    tinha criminosos em casa. Isto contrasta
    nio s com os factos sabidos como com o
    depoimento de Antonio Caetano.
    Rosa M ira viva intrigada con Liaren -
    tino Pimentel, e por todos os rntafim de que
    podia langar raio o contrariava. Nada ha,
    pois, que estranhar no faoto, declarado por
    Antonio Caetano, de derrubar ella os cer-
    cados, para, dando azo a qu
    vizinho penetrassem as suas rogas, poder
    matul os.
    Dahi a necessidade de queixar-se Lin-
    rentino polica, tanto mais quanto vira
    caras suspeitas era casa de sua viznba,
    caras que pareeiam de criminosos, affir-
    mando-se que taes eram os indvdnos alli
    apaniguados.
    Sendo as-im, nada mais natural do qua
    alli ir a polica. Effectivaraente para alli
    foram algumas pragas : e, antes que es tas
    ter tirado da carruagem o embrulho de rou-
    pa que elle l tinha raettido eahindo da ca-
    sa das raargens do Mame.
    Fechada & porta, perguntou immediata-
    mente :
    ^ Sabe guiar ?
    Soffrivelmente, respondeu Proli.
    Conhece a estrada da Pie ?
    Nio.
    E a de Gravelle, passando por Cua-
    rentn S .int-Maurice ?
    Conhe.o-a.
    Bera... Urna vez era Gravelle, ea
    lhe indicarei o caminho que tem que ae-
    guir, e tudo ir de carrinbo.
    Emquanto dizia o que precede, Luigi ti-
    nha despido o trajo do cocheiro.
    Vista esta libr, proseguio elle, e
    avese : temos muitas cousas que fazer
    boje.
    Angelo nio fez nenhuraa perguata ao
    seu luraplice, vestio o comprido casaco de
    botSes de cobre, e poz o chapeo agaloado
    na cab-iga, emquanto Luigi tornava a ves-
    tir a sua primeira roupa.
    Em menos de cioco minuto, estavam
    proraptos.
    Tem aquillode que precisamos ? disse
    o armairo sublinhando com a entoagio
    estas ultimas palavras.
    Tenho.
    Entio, a caminho e nada de.domo
    ras.
    Os dous homens sahiram.
    Suba pra a almofada, continuou
    Luigi Vou fechar a porta e depois trago a
    chave.
    Proli obdeiou.
    Disfargado em cocheiro, nio estava me-
    nos d'sconhecivel que o seu cmplice com
    quilla roupa.
    O chipo agaloado ia-lhe at aoe olhos
    e um ampio ciobe nes de li branca oceul-
    tava lhe a parte interior do rosto.
    Ninguem seria capaz de reconhecer, de-
    baix<> daquella roupa, o director de urna
    das mais importantes casas de saude de
    Pariz. '
    O armeiro entregou-lhe a chave do apo-
    sento, depois de ter dado ao garoto a moe-
    da de vinta sol ios proraetti la.
    Anda nio sio duas horas, observou
    Proli.
    -Nio faz mal. Nio chegaromos de-
    masiadamente codo. Dirjase para a ave-
    nida de Clicbyt seguindo pelo boulevard
    de Batignoiles e pare successi va mente dian-
    te de um padeiro, de um vendedoi da vi-
    nho, de um paateleiro e de um salchicbei-
    ro. Seremos obrigados a jantar l, pro-
    ponte os factos confirmara plenamente o
    depoimento de Antonio Caetano da Silva.
    Diz, entretanto, a Provincia, que nessa
    luta desigual, ainda que desesperada, nio
    era possivel o pequeo incotnmodo que in-
    terrogado Antonio Caetano attribue aquella
    mulher varonil. Si nao era possivel, nio
    se pode acreditar na boa saude em
    que est, sendo niaia certo que tivesse mor
    rido, depois dos graves ferimentos recebi-
    dos, det-rminados e descriptos pelo nosso
    correspondente.
    E nos dizemos que tudo isso tanto foi
    possivel que se deu, e a propria Provincia
    o confessa quando assevera que antes de
    Antonio Caetano affirraar que Rosa Maria
    estava residindo na fazenda do Sr. Bario
    de Buique, j ella ( Proirncia ) o havia
    dito.
    Si sabia disso, se o affirraou, como de-
    pois ainda o asseverou, a 31 de margo, que
    Rosa Maria morrera ?
    Essa contradiegio bem raostra a origem
    da arguigio e o fim que se teve em vista
    em toda a carapanha levantada proposite
    do facto do Grot* Nova, que, repetimos,
    foi provocado pela tal Rosa Maria.
    Demais, si esta nio tinha maos instinc-
    tos, pirque dava guarida em sua cisa a
    Joio Raymundo, Joio Cypriano o Mariano
    de tal ?
    Para evitar a difficuldade da explicagio,
    diz a Provincia que, tendo'elles acabado
    tarde os s^us negocios na feira, foram dor-
    mir em casa de Rosa Maria. Esta expli-
    cagio, porm, inaceitavel, porque, sendo
    a fcira diminuta na localidade, sarapre ata-
    ba antes da noite e a horas do todos os
    ferantes poderem retirar-so para suas ca-
    sas, por roas longo que sejam ; e depois,
    os taes suspaitos foram vistos em casa de
    Rosa Mara em dias anteri ires a 30 de Ja-
    neiro.
    Isto denuncia a intengio malvola de
    Rosa Maria, que, nio se contentando com
    seus dous filbos homens, chamou para sua
    companhia mais tres capazes do tudo, como
    provaram as conseqaeocias do conflicto.
    Si estas foram funestas para as pessoas
    do grupo de Rosa Mara, porque fugiram
    ellas ? porque nio foram apresentar se s
    autoridades judiciarias da comarca, e espe-
    cialmente ao juiz municipal de S. Bento,
    insuspeito Prom'ncia ?
    Si Rosa Maria raorr.u, fcil a prova;
    apresente-se a certidio de bito della, e
    dos demais que suc2umbiram no conflicto
    ou em resultado de feridas nelle recebidas.
    Ninguem acreditar que o Sr. Brio de
    Buique tenha feito sepultar os corpos dea-
    sas victimas s escondidas.
    (Continua)
    ciso, portante, levar vveres, porque, urna
    vez que estejamos em Pie, ser impruden-
    -e comprar seja o que for.
    Tens razio.
    Eu entro para a carruagem.
    Desconfia da portinhola da esquer-
    da... Abre-S9 a todo o momento.
    Basta. Terei cuidado.
    O armeiro entrn para o coup e Proli
    soltou as redeas egua, que parti imme-
    diataraente.
    Angelo nio era tio perito oomo o seu
    cumplice em guiar um cavallo, sabia, com-
    tudo, guisr o necessario para nio causar
    algum accidente.
    Foi pela ra de Courcelles at o boule-
    vard do mesmo nome, seguio o de Batig-
    noiles at praga de Cchy e voltou es
    querda para a avenida.
    Em frente da loj de um padeiro paate-
    leiro parou.
    Luigi apeou se, comprou dous pies de
    libra cada ura, um brioche, doces, e depois
    eollocou tudo, muito bem embrulhado, por
    debaixo da almotada, onde havia Urna es-
    pecie de cofro, e disse a Proli:
    Espere-me aqui.
    E emquanto o cocheiro improvisado fi-
    cava espera eom um ar de grande digni-
    nidade, o official armeiro foi fazer outras
    compras, consistindo era carnes fras, qoa-
    tro garrafas de vinho de Brdeos e trouxe
    esse 8upprimento de provis3es, que foi col-
    locado ao lado do pi e dos doces no co-
    fre, que estava previamente munido de feno.
    Feito isto con8ultou o relogio.
    Marcava nieia bora depois de urna.
    Muito cedo, murmurou elle.
    Entio o que vamos fazer ? perguntou
    Proli.
    Ora essa 1 esperar? Eu entro no ea
    f que est ahi mais adiante.
    cisio da tomar alguma cousa.
    que lhe mande ?
    Um copo de vinho quente.
    Entio leve o carro mais para perto
    do caf.
    Angelo fez avangar a egua e paron de
    novo.
    Um instante depois, um empregado man-
    dado por Luigi trouxe-lhe um grande copo
    do bischoff, que elle bebeu cora avidez.
    Apezar do fro, muito vivo que lhe ador-
    meca, experimentava ama sede ardente.
    A febre nervosa fazia-lhe affliir ao ce-
    rebro o sangue das veias e punha-lhe a ca
    beja em fogo.
    Quanto mais se approximava a hora do
    novo crime, mais os terrores e as angustias
    iiccotnmettiam o miseravel.
    Fazia esta pergunta, sem cessar :
    Se nos sahissemos mal, o que nos
    acontecera ?
    Tinha com certeza intora confianga no
    espirito inventivo de Luigi.
    Tinha aceitado os seus planos.
    Mas, muitas vezes, urna circunstancia
    inesperada, impossivel de prever, faz tris-
    temente naufragar os planos mais bem com-
    binados.
    Basta ura nada para que trdo v pela
    agua abaixo.
    Se, ultima hora, Emraa Rosa nio vies-
    se entrevista marcada na carta que ella
    recebeu ?
    Se ella tivesse adivinhado o lago T
    Se tivesse denunciado esse lago ?
    Se a polica vigiasse e os dous cumplices
    fossem cahir na ratoeira armada por ella T
    Proli nio poda deixar do estremecer,
    desde a cabega at aos ps, fazendo estas
    perguntas, ou antes formulando estes enig-
    mas.
    Talvez que, julgand" chegar meta es-
    tivasse perto da queda irremediavel.
    E, rep'-timol-o, tile, quo nio tinha tre-
    mido enterrando a faca no peito de Jayme
    [arnier, trema agora.
    A volta de Luigi, que sahio do caf, veio
    distrahil odas suas preoccupag5assombras.
    __ ebegada a occaso, disse o armei-
    ro, abrindo a portinhola ; depressa, a ca-
    minho 1...
    Vamos ?
    Ra das Damas.
    Angelo chi".oteou a egua, e depois de al-
    guns segundos voltou para a ra indicada.
    Instantes depois parou a carruagem em
    frente da casa que tinha o numero 108.
    Pedimos aos nossos leitores que tenham
    Tenho pre- a bondade de nos acompanhar ao quinto
    O que quer andar desta casa, onde est a filha de An-
    gela Bornier.
    Quando na vespera o entregador encar-
    regado da carta dirigida a Emma Rosa se
    tinha aposentado era casa de Cathanna, a
    pobre criada tinha acabado de sahir.
    Vendo-ae na imposaibildade absoluta de
    sustentr com os seus recursos a pobre me-
    nina de quera ella era dahi em diante a
    nico amparo ; quando a sorpma deixada
    pelo juiz formador da culpa se tinha esgo-
    . i- n.ikarinn tinha nrnenrado trabalho a

    lado, Catharina tinba procurado trabalho
    achara duas casas para arrumar.
    FIM DE RIGOLO
    Typ. do Diario roa Dnqne d" Casias a. 4t,

    z~*Mfvfajx
    wmmm
    IIEIVH


  • Full Text
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