Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19049


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Full Text
ANHO Lili JDMEBfl 201
PARA A CAPITAL E LUABfiS SBE MA SE PA*BA PORTE

Por tres mezes adianadoa
Por seis ditos dem.....
Por um anuo dem......
Cada numero avulso, do mesmo dia.
6,5000
12,5000
24^000
100
if i
(PTA-MA 2 LE SETEMBBO CE 1888

PARA BE9TRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantadot. ...
Por nove ditos dem.......
Por um anuo dem.......
Cada mimen avulso, de dias anteriores.
1S|600
200000
270OOG
DIARIO DE

Proprittaftr te JRatwrl itgudra i>e /aria -ftlljos
^^
O* Srs. Antede Prince C.
de Paria, silo os nossos agente*
exclusivos de anmimioi e pu-
blieicScs da Franca e Ingla-
terra.
Os Srs. Waltiirne Hermanos,
de \'ew-Vork. Bread Way n
990, sao *s nossos agentes ex-
clusivos de annu.
ados-Cuidos.
clos nos Es-
TELEGRAMMAS
SS37I50 DA A&SJSrCZA SATAS
(Especial para o Diario)
PARS, 1." de Setembro.
Festas magnifira* nrabnm de rea-
litarse ncsla capital por occaslo
de celebrar-se o centenario de Cne-
reui, cblmlco eminente, decano do*
sabios franceses e estrangelros.
VIENNA, 1. de Setembro.
KaravoioiT. ex-presltfente do con-
seibo de ministro da Bulgaria, sen-
do declarado suspelto. abandonou a
cldade de Soda.
Agencia Hars, filial em Pernambuco,
1.* de Setembro de 1886.
Instrocco popdlar
(Extrahidc)
Di BIBLIOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
CAPITULO 11
CALOR
iConimuaio)
Vleissltudes climatricas-As frtquen-
tes transieres deuns para outros climas nao poden
deixar de ser nocivas. A ama tal influencia estao
especialmente sujeitos os navegadores. Para elles
nao ha estacoes ; ao invern passado em Portugal
veem mu i tas vezes sacceder quasi sem interrupcio
o clima rdente dos trpico*, *o calor do estio
da Europa o fri intensissimo dos mares do norte.
Se eerto qao em cada nova estadio o orgaais-
bo humano s modifica, pala sa barmonUar com
as condices meteorolgicas a que vai fiear exposto,
estas alteracoes peridicas devem neceesariamente
ser contrariadas pelas repentinas mndanca* de cli-
ma, principalmente na presente epocha, em que as
viagens a vapor se fasem tao rpidas.
As vicissitudes climatricas nemsempre causam
doencas; mas o organismo rpidamente colloca-
do em circumstancias proprias para se modificarem
as suas condices habituaes de saude e n'este es-
tado de transicio, fica accessivel a cansas morb-
ficas que em circumstancias normaos n'elles nao
actuanam.
As doencas produzidas pela repentina transicio
do trio para o calor sao as que indicamos, quando
descreveinos as influencias climatricas de paizes
qnentes ; preferem os orgios do ventre.
Pelo contrario, as doencas que sao causadas
pelas condices oppostas desanvolvem-se especial-
mente no peito, e sa : bronebites lary ngit-.-s, pneu-
monas, e aggravacao da tsica pulmonar, etc.
Helos de resistencia ao calorOs
meos de attenuar o calor nos climas trridos e
qnentes, bem como durante o esto nos climas tem-
perados, couais'.eui 1 na qualidade do vestuario ;
2, no genero de alim ntacao ; 3, na renovico e
refrigerjcao do ir; 4a, na subtraeco do calrico
pelas ablucoes e banhos fros
VestuarioSob as elevadas temperaturas, deve
o fato ser, quanto possivel, ampi, fluetnante, e
setn obstculos que impeciui a circularn do ar e
formem em diversas partes do corpo atmospheras
limit'idae. Em ves de gravaU, conveniente usar-
se nm lenco leve, inrolaJo e atado adeante, de mo-
do que nao aperte o pescoco. Os chapeos de seda
e de feltro devem sur substituidos peUs de palba
en de '.ecdos leves ; mangas estreitas e abotoadas
por mangas larga?, dentro das quaes o ar poesa
girar livremeote; as caicas devem ser largas e
nao apertar a cintura. A's botas devem prefe-
rir-se os sapatos leves, que deixcm descoberta
ama parte do p.
A qualidade dos tecidos kimbem deve variar
segundo os climas e as estacoes. A 12 sobre o
ventre e sobre o peito, e o algodo no resto do ves-
tuario, conciliam nos climas qnentes as convenien-
cias da hygiene e do bem estar Teem-se discu-
tido muito as vantag na e 03 inconvenientes do uso
dos eolletes e das camisolas de flanella, no nosso
clima. A doutrina razoavel a tal respeito a se
guinte : o mancebo dotado de boa saude nao deve
contrahir esse habito, urna vez que nao tenba ba-
bitualmente transpiracoes excessivas ; mas oe n-
dividuos traeos, os valetudinarios, os idosos, os
muito sensiveis ao fri, e os que ao menor movi-
mento sentem a pelle coberta de suor nao podem
sem prejuizo deixar de usar flanella.
Os paizes em que sio frequentes as vanacoes
repentinas de temperatura exigem imperiosamente
oso de l sobre a pelle. As camisas de linho as-
ientes sobre a pelle teem inconvenientes, que po-
dem ser prevenidos pela interposico da flanella.
As fazendas de linho e do algodo sao mais agra-
dareis durante o calor do dia, mas de noite e pela
manba tornase indispensavel a roupa de li.
Genero de alimentacaoNos climas e durante as
estacoes qnentes importa comer pouco de cada vez,
asar de alimentos feculentos saccharinos, taes como
arroz, assncar, etc. ; ibto es alimentos que pro-
duzem pouco calor orgnico. Os Tuazegs, tribus
errantes que andam no Sahara,o pas da sede,
nao conhecem o trigo ; nutrem se exclusivamente
de tmaras e de leite. Mas quando, pela influen
cia das condices climatricas, sobrevem a anemia,
necessario combatel-a eom orna alimentacao
apropriada ; e necessario ter presente que ama
alimentacao demasiadamente vegetal acaba por
extinguir a energa moral : os Brahmanes, com o
en genero de alimentaco, adocaram os cost mes
mas enervaram os corpos e os espirites. Voltare
observa que, quando Mahomet prohibi o uso do
vinb, nao previa que o islamismo se hav'a de ex-
tender at regioes onde tal prescripeo intolera
vel ; e ha qnem pense qne foi para se libertar da
abstinencia e da quaresma que a Inglaterra, a Hol-
landa orna grande parte da Allemanha, se sepe-
ram da igreja romana.
Renovarlo do arA renoracao do ar e nm ex-
cellente meio de iafraquecer a accio do calor ex-
cessivo. E' em virtude do coobeeimeoto d'esta
Terdade qae w sebitantes dos di mas qoent
quando tratam de construir as snas casas, tendo
em vista as snss enmmodidades, fasem largas ga-
leras e abrem mutas portas e janellas urnas em
frente das ontras. para facilitarem a entrada e a
sahida das correntes aereas.
Refrigerado do arRegando-se as ras, os pa-
teos, e mesmo o pavimento das casas de habitacao
refrigera-se o ar destas. A agua, vaporisando-se
tira o calor aos corpos humedecidos ; e os seus
vaporea, cuja temperatura inferior a do ar, re-
frescam sensivelmente a atmosphera.
Banhos fros e ablueScs0 uso dos baaos fros
o meio mais efficaz de resistir debitldade pro-
duzida pelo calor intenso e continuado. Um banho
trio subtrae ao organismo quantidades considera-
reis de calrico. Deve tomar-se de manba, antes
do almoco, ou antes da hora do almoco, on antes
da hora de dormir. A esta hora o corpo refres-
cado fica melhor disposto para o somno, e sent
notavel conforto. As doencas do coracSo, dos gros-
sos vasos, dos pulmoes, a replecio do estomago
pelos alimentos, sio circumstancias que tornam
perigosos os banhos fros. Ab abluces fras pra-
ticadas de manb e de tarde sao, na estacio quen-
te, nma das precau.-Oes mais convenientes, produ
zem sensaces de bem estar, dio vigor, convidara
aoexercicio, moderam a abundancia do snore tor-
nam menos imperiosa a necessidade de bebidas
fras.
(Contina).
MRTE OFFICUL
Corcrno da provincia
EXPEDIENTE DO DA 16 DE AGOSTO DE 1886
Actos :
OJvice presidente da provincia, attendendo
ao qne requereu, o subdito portugus Augusto
Goncalves da Silva, residente n'esta provincia, re-
sol ve, de aecordo com o disposto no decreto n.
1,950 de 12 de Julho de 1871 e usando da attri-
buico conferida pelo art. 14 da le n. 3.140 de-
30 de Outubro de 1882, naturalisar o referido por-
tugus Augusto Gtoncalvea da Silva, afira de que
posea gozar de todos os direitos, honras e proro-
gativas que pela constituicao competen aos cida-
daos brasileiros naturalisados.
O vice-presidente da provincia, tendo em
vista a proposta do inspector do Tbesouro contida
em officio n. 72, de 6 do corrente, resolve nomear
o promotor publico bscharel Joaquim Pedro Caval-
cante de Albuqueique para exercer o cargo de
ajudantedo procurador dos feitos da fazenda pro-
vincial no districtoda collectoria de Pao d'Aillo.
Communicou- se so inspector do Thesouro Pro-
vincial.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu Antonio da Costa Silva Maduro,
amanuense da Reparticao das Obras Publicas, e
tendo em vista oattestado medico que exhibi, re
sol ve conceder- lhe seis mezes de liceoca, sem ven
cimentos, para tratar de sua saude, a contar do 1 -
de Julho prximo fiado.
UfEcics :
Ao presidente da provincia do Rio de Ja-
neiro. Pelo officio, a que respondo, de 30 de Ju-
lho findo, fleo sciente de ha ver V. Exc. tomado
posse do cargo de presidente dessa provincia,
para o qual fora nonteado per carta imperial de
14 do mesmo mea;
Ao conselbeiro presidente do Tribunal da
Relacao do Recife. 8r-ee V. Exc. deprovi-
den iar no sentido de ser xemettlda secretaria
denta presidencia a certidao do proeesso do reo
Cosme Jas Correia, que interpoz recurso de graca
da pena de gales perpetua, que lhe foi imposta em
6 de Junho de 1856 pelo jury da cidade de Area,
na provincia da Parabyba.
Ao Or. juiz de direito do 5 districto crimi-
nal da comarca, do Recife. Tendo o reo Jos,
escravo de Joo Matheus, interposto recurso de
graca da pena de gales perpetuas, que lhe foi im-
posta em 22 de Julho de 1864 pelo jury d'esta ca-
pital, reeemmendo a V. Exc. que sirva-se de pres-
tar a informacao preceituada palo aviso circular
do Ministerio da Jostica n. 287 de 28 de Junho
de 1865, visto nao existir o juiz da condemnagSo,
e ser V. Exc. o do districto em que te ve lugar o
delicto.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.-
Commanico a V. S., para os fias convenientes, que
o juiz de direito da comarca de Pao d'Alho reas-
sumi, a 9 do corrente mes, o respectivo exercicio,
que por motivo de molestia ioterrompera i 26 de
Julho findo.
Ao mesmo.Communieo a V. 8,' para os
fias convenientes, que o promotor publico da co-
marca de Bonito, bacharel Luiz Barbalho Uchoa
Cavalcante, entrou hontem no goso da licenca que
lhe conced, nos termos da portara de 11 do cor
rente mez, aqu junta por copia.
Ao mesmo.Declaro a V. S., para os de vi-
dos efieitoj, que ficam justificadas as faltas de
exercicio que, por motivo de molestia, den, de '6
de Julho findo a 9 do corrate mes, o juiz de di-
reito da comarca de Pao d'Alho, bacharel Antonio
Jos de Amorm.
Ao inspector do Thesouro Provincial.De
aecordo com a sua informacao de 31 de Julho ul-
timo, sob n. 62, autoriso Vmc. a mandar pagar a
Miguel Jos Rodrigues Braga, arrematante das
obras de reparos da bomba do Peres, a quantia
de 6234579, importancia da ultima prestaco da
mesma obra, segundo o certificado que devolvo,
j dednzida a responsabilidade do estylo.Com-
muoiceu-se ao respectivo engenheiro ebefe da Re-
particao das Obras Publicas.
Ao mesmo.De conformidade com a infor-
macao n. 69. prestada por Vmc, em 5 do corrente,
autorBO-o a mandar pagar a Antonio Herrme de
Senna, arrematante da obra de reparos da ponte
sobre o rio Una, em Palmares, a quantia de
2:4114918, importancia da mesma obra, de 50
pranchaa aupplementares segundo o certificado
que devolvo, ja deduzda a responsabilidade do
estylo.Communicou-se ao respectivo engenheiro
chefe da Reparticao das Obras Publicas.
Ao niesmo. Eta resposta ao officio de Vine.,
de 3) de Junho ultimo, 3ob n. 742, tenho a decla-
rar-lhe que approvo as arrematares fetas p>;ran
te esse Tbesouro, do servico de illuminaco de
Caruar c de Iguarass, sudo t primeira por Joao
Rodrigues de >ioura, a razio de 99 ris por lam-
peo, haveodo servido de base o preco de 20 e a
segunda por Manuel Cleinentino Cirrea de Mello,
pelo pre-> de 29 ris sobre a mesma base.
Au director do Arsenal de Querr.Mande
Vmc. satisfazer o incluso pedido de artigo d-- far
damento que, para aeu uso taz o alferes do 14 ba-
talbao de intantaria, Praocisco Affonso do Reg
Barros.Communicou se ao inspector da Thesou-
raria de Fazenda e ao commandante das armas.
Ao engeuheire cBete da Reparticao das
Obras Publicas.De conformidad* com a propoota
d'esta reparticao de 9 do crrante sob n. 146, au-
t jrico Vmc. a empreitar com o coronel Miguel To
lentino Pires Falco a concluslo do obra de repa-
ros da ponte do Porto de Pelra sobre o rio Seri-
nbt-m, ficando assin sem < ffjito a ordem d'esta
presidencia de 2 d'estj mes, relativa a Nicas da
Silva Gusmao.Communicou-se ao inspector do
Tneaouro Provincial.
Ao engenheiro director interino das obras pn
publicas geraes. Forneca-me Vmc. com brevidade
urna copia do ornamento a que alinde o oelo d'essa
directora de 27'de Marco ultimo, n. 104, orgaai-
sado para as obras impreschdiveis do edificio do
Palacio d'esta Presidencia.
Ao eagsnheko da* Aras railare. Com a
infonaaeaw junta, por eopta, do inspector do Arse-
n-l de Marino*, de 11 do oonente, sob .-992,
responde ao oflieio de Vmc, de 9 d'esta mea, sob
n. 51, relativo a reqnisioao de nm escaler pra con-
duail-o ao ponto mais prximo do paiol da Imberi-
beira nos dias em que tiver de ir ver as respectivas
obras.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife a 3. Francisco.Rometto a Vmc., em sola-
cio a seu officio, de 15 de Jnnho ultimo, sob n.
50, copia do aviso de 30 de Julho, em que o Exm.
Sr. ministro dos negocios da fazenda declara que
a cobranca da taxa addicional sobro o imposto de
transporte, a que se refere o regulamento annexo
ao decreto n. 7565 de 3 de Dezembro de 1879,
acha-se regulada pela circular n. 12, de 28 de
Maio do coi rente anno, dirigida aos inspectores das
thesourarias de fazenda, e pela ordem n. 54, de 15
do mez segumte da provincia de Santa Catha-
rna, publicada no Diario Official de 18 d'esse mez.
Ao cemmandante interino do corpo de polica.
Convm que Vmc. faga transferir o destacamen-
to de S. Jos da Extrema para Ribeiro, onde
mais necessario, em consequenca de se acharem
aglomerados traba Ihadores do engenho central e
estrada de ferro.Communicou se ao Dr. chefe de
policia.
Ao juiz de paz, presidente da junta de alis-
tamento militar da parochia de S. Flix deliui-
3ue. Declaro a Vmc em resposta ao aou officio
e 1 do corrente, qne, segundo consta de nfsrma-
co do Dr. chefe de polica, de 12 deste mez, sob
n. 789, foram dadas as providencias no sentido de
seren fornecidas i junta de alistamento militar
dessa parochia as listas de que trata o citado offi-
cio.
Portaras:
O Sr. gerente da Companha Pernambucana
faca transportar provincia do Rio Grande de
Norte, por esnta do Ministerio da Guerra, na pri-
meira opportunidade, um ca cmetros cbicos, cntendo pecas de fardamento
destinadas ao capitao commandante da companhia
de infantaria d'aquella provincia, Claudico Mari-
nho de Oliveira e Cruz. Communicou-se ao di-
rector do Arsenal de Guerra.
O Si. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem a r, at S. Salvador, no va-
por que seguir prximamente para os portos do su!,
Segismundo Romualdo Teixeira, por conta das
gratuitas a que o governo tem direito.
O Sr. gerente da Compauhia Pernambucana
mande dar passagem, r, at-o Rio Formoso, ua
primeira opportunidade, a Gaspar Regueira Costa
e sua mulher, por conta das gratuitas a que o go-
verno tem direito.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Officios :
A' junta classificadora de escravos do Cabo.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, aecuso o recebimento do oflieio de 12 do
corrente, no qual Vmcs. coirmunicam que ser
unram para cumprimeuto da recommendaco coas
Unte do officio de 5.
Aojis municipal e de orphios do termo de 1
Itatnb. De ordem do Exm. Sr. vice presidente
da provincia aecuso o recebimento do officio de 7,
do correte, 110 qual V. S. comnunica que a 15 de
Julho foram declarados livres por esse juizo 62
escravos, maiores de 60 anuos de idade, em virtu-
de da le n. 3,270 de 28 de Setembro do anno pas-
sado.
Ao Si. gerente da Companhia Pernambuca-
na. De ordem de Exm. Sr. vice-presidente da
provincia, aecuso o recebimento do officio de 13 do
corrente, no qual V. S. communica que o vapor S.
Francisco seguir para os poi tos do norte at o de
Camussim, no dia 21 do corrente, s 5 horas da
tarde.
Relutoriu com qne o ttr. Francisco
augusto re re ira da Costa dA con-
ta ao Eam. Sr. presidente da pro-
vincia da commisso de que fora
encarregado em 9 de Marco de
SSO.
Pernambuco21 de Junho de 1836.Illm. e Eim.
Sr. Por portara de 2 de Marco do corrente anno
reaolveu o digno antecessor de V. Exc., o Illm. e
Exm. Sr. conselheiro Jos Fernandes da Costa Pe-
reira Jnior, nomear urna commissSo para exami-
nar e dar parecer sobre os livros e documentos
existentes nos conventos e mosteiros do Recife e
Ol inda, que convinha, mediante sesso da autor i-
dade competente; remover para a Bibliotheca Pro-
vincial, da qual fizeram parte os Illms. Srs. Dr.
Joo Baptista Regueira Costa, Monsenhor Joaquim
Arcoverde de Albuquerque Cavalcante, e a minua
humilde individualidade, e com nao acetasse esta
incumbencia o Rvmo. Monsenhor Arcoverde, e
nao fosse possivel ao Sr. Dr. Regueira Costa, por
motivo de servico publico nos trabalhos do concur
so para preeuchimento da cadeira de ingles do
Gymuaiio Pernambucano, prestar o seu valioso
auxilio em semelbante servico, tomei sobre mim
todo o trabalho; e concluindo-o, tenho a honra de
apreseutar a V. Exc. o meu relatorio, de cuja im-
perfeicao e deficiencia espero oignar-se-ha de re-
l var-me.
Antes de entrar, porm, na parte que me coube
n'aquelle trabalho, rogo a V. Exc. consinta me fa-
zer algumas explanacojs sobro objectos, que, se
nSo lhe dizem imn ediatamente respeito, tem com-
tudo muita relacao, nSo s pela aua opportunidade
como pelo interesse a que se prende.
Nos tempos coloniaes, em que a iostrueco pu-
blica nao paasava, por assim dizer, das portaras
dos conventos, em que lavrava a ignorancia pela
falta de escolas; e posteriormente, no reinado de
D. Jos, em que foram creadas algumas tao infe-
riores ao numero de habitantes e s necessidades
da provincia que mal se prestavam ao fim mme-
diato de sua creacao, as nicas livraras que exis-
tiam eram ae dos conventos, de uso exclusivo dos
religiosos, e por espacial concesso, franqueadas a
urna ou outra possoa.
Estavamoa por conseguinte, em pleno reinado
de ignorancia.
Em epocha que nio possivel fiar-se estele
cerain os jesutas em seu collegio da Recife urna
bibliotheca publica, alm da que existia para uso
particular dos padres, noticia esta que encontrei
aos proprios livros que pertenceram ao Collegio, e
que sem duvida foram distribuidas pelas livraras
dos conventos do Recife e do Olinda, depois do ba-
nimtnto dos meamos padres, pelas seguint-s notas
laucadas nos indicados livros : Da Uvraria publica
do CMeaio do Recife.Da Uvraria primeira do
Collegio do Reeife.
Onda que uesta opportunidade nao ser de pe-
queo interesse a consigaacio de um documento
que encontrei na lvraria do convento de Santo
Antonio do Kecife, nos fragmentos de um IAoro de
actas da provincia de Santo Antonio do Bratil, que
comecou a ser escripturado em 1714, documento
este que reputo de muito interesse historia da
inatrueco publica, e que vem no fim da Tboa do
Capitulo Provincial da Ordem, celebrado na Baha
em 1760 : E' do theor seguinte:
Seuh#r Guardilo. Por um alvar de S. Mages-
tade qne Deus Guarde, se prohibiram os estudos
de grammatica ueste estado da Baha e capitana
de Pernambuco; e erte foi o motivo que ti ve para
ua mesma coogregaco nao nomear mestres para os
conveutos desu provincia, como sempre sa coslu-
mou; e, orno nio se se ebegou a noticia do dito
alvar a esse sobredito convento, o aviso para que
de h'j em diante nio consinta V. C. a continua-
Qiodalaase de grammatica, para nio incorrer-
mos as penas qu no dito alvar se declaram con-
tra oe transgressores; e se o povo reclamar lhe di-
r V. C recorram por va da cmara ende a hon-
ver, e por mi de Juiz Ordinario; onde nio bou-
ver Cmara, aos Directores de Estudos, e quando
alcance licenca para se continuar o estudo, e na
mesma forma que ath agora eusinavssios, avise
V. C. ao mestra que ath o presente o era desse
convento, que ountinue o seu ministerio, com ad-
vertencia, porosa, qos se na licenca concedida dis-
serem os directores que seja o mestra examinado
presUoaaqasjllapessM, nao constata V. C. tal
pois aos mestres da grammatica dos conventos
desta provincia lhes basta o exame e approvacio
dos nossos Prelados maiores.
No convento de Serinhiem concedida a licenca
na forma sobredita ensinar grammatica pro \nte-
rim o Sr, Pregador e Presidente do eonvento Fr.
Mariano do Santo Antonio.
Esta tarta mandar V. C 1er em plena com-
mnnidade para que a todos conste a obediencia que
tem esta provincia as ordens da Magestade, e V.
C. a remetiera ao convento mais visinho para ir
correndo todos os conventos at o da Parabyba
inclusive, assignando-a todos os Guardies, e do
ultimo cuavento nos ser remettida.
Convento do Nosso Padre S. Francisco da cida-
de da Babia, 28 de Maio de 1760.Fr. Antonio de
Santa Izsbei, Ministro Provincial.
Para se aquilatar do grao de instrueco em qne
se acbava a provincia, ainda em principios do se-
cuto presente, passoa transcrever o tpico de um
officio dirigido pela junta do governo ao ministro
Visconde de Anadia, em data de 10 de Julho de
1802, sob n. 55, relativo venda de livros :
Parece-nos muito difficil, que a grande quan-
tidade de livros, que temos recibido, tenba breve-
mente extracc/io, pelo que rogamos a V. Exc. a
suspensio de nova remessa. Entretanto, para se
dar extraccao aos muitos que ainda existem, to-
mamos o arbitrio de os faser distribuir em dimi-
nutas porcoes por aquelles a quem provemos de
officiaes de milicias e ordenanzas, e que os quei-
ram recebar voluntariamente; porque, sendo a
maior parte del les agricultores, poderio tirar pro-
veito d'aquelles livros, que dizem respeito agri-
cultura, e delles o maior numero.
Ainda sobre este assnmpto, disse a junta do go-
verno esa officio de 6 da Setembro do mesmo anno,
ao director dalmprensa Regia: que nio tendo sido
iossivel dar a devida extraccao, por ha ver poucos
eitorcs, por esse motivo se recamou ao ministro.
Anteriormente aquella epocha, porm, em que
nem ao menos se enooutrava venda os livros
necessarios para uso das escolas primarias, eram
elles remettidos pelo governo, e distribuidos pelos
professorev; cobrando estes de seus dissipulos a
respectiva importancia, que era depois, em sua
totalidade, remettida para a corte.
Kostar menciona no livro de auas viagens ao
norte do Brasil, em 1810, que nio havia entao no
Recife, nem typographia nem livraria, e que ape-
nas no convento da Madre de Deus vendiam-se
alma'iaks, estampas, historias da Virgem e dos
Santos, e outros livros da mesma especie, mas de
pequeos formatos e impressos em Lisboa.
Dr Antonio de Moraes Silva, em urna carta
escripia desta provincia ao Dr. Jos da Silva
Lisboa, dSpois Bario de Caira, em 25 de Setem-
bro de 1813, lamentaudo s ter lido entao as sias
ObservacSe* sobre o cjmmercio-franco do brasil
publicadas cinco anuos antes, diz : Nao se eu,
porque mos fados aio ha nesta trra aenhum al-
farraDista do cartilhas e livrnhos de Santa Bar-
bara ; nem ao menos um pouco de espirito com-
municative de cousas boas, e de novos f.-uctos que
honrem o nome brasileiro.
Tal era o estado tristissimo em que se achava a
provincia, pela falta de meos de instrueco.
Para fasermos urna idea approximada do grao
de instrueco publica da provincia em fias do se-
cuto passado, basta consultar um mappa das esco-
las existentes em 1798, que se encentra no Livro
de correspondencia da corte, o. 11, pagina 66, no
archivoda Secretaria da Provincia.
Por esse interessante documento, v-so que Per-
oambucortinha entao apenas-trinta o seis.cadeiras,
sendo 21 de primeiras fettras, 10 de grammatica
latina, 2 de rethorica, 1 de geometra, 1 de philo-
sophia e 1 de grego, com as quaes se despenda
com o ordenado dos profaasores a quantia de....
7:6004000, existinde um dficit de 8:2364695 de
ordenados en) atraso.
O mesmo mappa menciona tambem 9 cadeiras
na priovincia do Cear, 6 em A'agoas, 5 na Pa-
rabyba e 4 no Rio Grande do Norte, dispenden-
do se com os professores da primeira 1:8004000,
com os da segunda 8304, com os da terceira 7114
e com os da quarta 5804000.
Existiam, por conseguinte, em cinco grandes
provincias, 60 cadeiras, com as quaes se dispendia
11:5704000 1
Em 1817, no ephemero mas glorioso periodo da
revolucao que primeiro proclamou a noasa eman-
cipar j poltica, o padre Joao Ribiiro Pesaa
creon urna pequea bibliotheca publica na casa
de sua residencia, que a todos era franqueada ;
porm o mallogro aquella generosa iniciativa te-
chou as suas portas.
Por decreto de 7 de Dezembro de 1830 mandou
o Governo Imperial crear urna bibliotheca publ' -a
na cidade de Olinda, destinando para s lecimento o mosteiro de S. Beuto, ou oantigo edi-
ficio do palacio dos gobernadores, para cuja exe-
cucio deram se as ordens necessarias, fazeudo se
mesmo aequisicao de mutas obras por doacio par-
ticular, alm deoutras que vienim da corte em se-
te caixes, como consta do aviso do Ministerio do
Imperio de 8 de Junho de 1822 ; cajos livros creio
existirem na bibliotheca da Faculdade de Direito.
Pelo art. 14 da le provincial n. 90 de 5 de
Maio de 1844 foi votada a verba de 4:0004 para
a creacao de urna bibliotheca publica na cidade
do Recife, encorporando-se-lhe a livraria do Ly
ceu Pernambucano. Ao mesmo tempo foi a pre-
sidencia autorisada a mandar tirar copia, dos do-
cumentos que mais interessantes foat>em bisto
ra da provincia, existentes nos archivos pblicos
de Portugal, para serem depositadas na projecta-
da bibliotheca.
Iufeliznv'nte a primeira parte daquella resolu
ci nio teve execucio ; teve porm a segunda, e
em 1846 vieram do archivo real de Lisboa varias
copias de documentos importantes, das quaes res-
ta apenas a Discripcdo de Pernambuco com parle
da sua historia e giilaco at o governo de D.
Marcos de Noronha em 1746, e mais algn docu-
mentos at 1758; que se acba no archivo da Se-
cretaria da Presidencia, j um tanto damnificada.
Os outros documentos desappareceram, sem no-
ticia alguma do seu dustino, excepcio da n-ir-
racao hiitortca das calamidades de Pernambuco
succedidas desde o anno de 1707 at o de 1715, com
a noticia dos levantes dos povos de suas capitanas,
escripias por um anonymo, e pelo mesmo correcta e
augmentada no anno de 1749, que, consta ser o
que possue S. M. o Imperador, por offerecimento
que lhe fizera alguem d'esta provincia.
Foi, emfim, mandada crear urna bibliotheca
publica pela le provincial n. 298 de 5 dn Marco
de 1852, que felizmente teve a execucio, celebrn-
dole o acto de sua inauguradlo em 19 de Agosto
do mesmo anuo, em urna das salas do Lyceo Per-
nambucano] que entao tuuccionava no edificio do
Hospital do Paraso, boje Casa dos Expostos.
Ei*, pos, em rpido escorco, urna|iioticia das
bibliotbecas entre nos, at a creacao da bibliotheca
provincial.
D.-poU da iniciativa do governo, veio a inicia-
tiva particular, e desenvolvendo-se quer nma quer
outra, j se pode visitar a Bibliotheca |Provincial,
a do Gabinete Portugus de Leitura e a do Ins-
tituto Arcbeologico e Ueographico Pernambucano,
cwm vamagem sobre qustquer ramo dos csuheci-
mentos humanos, especialmente a do Instituto
Arcaeologico, na parte relativa historia da pro
viucia, pela escolhida e abundante colleccio de
livros, manuacripxai e ostros documentos raros
que possue, agora ainda mais enriquecida pela
preciosa culleccao de documentos relativos phase
da denominaco hollandeaa, de que acaba de taaer
acquisioio n< Europa, per intermedio do Ilustrado
Sr. Dr. Josilygiso Dusrta|Pereira, incumbido pelo
luatitato de aemdlhante tareta.
Quando a populac) mais neoesaitava de maoe
conduceotes ao ees engraedeciiaento pela inatru-
ccio e pela soltura do espirito, se floresciam as
resigiosas, eejoe oosventoi eram coao qne
outras tantas academias, pela sabedoria que em
grande parte ostentavam os seus religiosos, cijos
nomes oceupam quasi exclusivamente as primeiras
paginas da nossa historia Iliteraria.
Para attiogirem a semelhahre grao, fcil ajui-
sarmos des elementos de que dispunham e do ele
vedo grao de sciencias e letras que prodigalisavam
aos seus filhos.
Alm do testemunho da historia, e dos monu-
mentos da sabedoria que nos legaram, estio ainda
patentes os restos de snas biblioth cas.
Se em quasi todas ellas predomina va a seceo de
livros theologicos, bullarios, sermonarios, livros de
p;edade e outros relativos ao sagrado ministerio da
religio, encontravam-se tambem umitas outras
dos diversos ramos das conhecimentos humanos,
cujas_ obras sio hoje rarissimas, e porseguinte, de
inestimavel valor bibliographico.
Os mais notaveis escriptores dos seculos XVI,
XVII e X /III, as mais bellas edicoes dessas
epocbas, Ilustradas de gravuras fiaissimas de
artistas de reconhecido merecimento, entre os
quaes notam-se Rubens, Joo Papillon, Oirard
Andran, Nicolao Araux, Cornelio alle, Sebasti&o
Leclirc, Francisco Girar don, Felippe de Cham-
pagne, e muitos outros, e dentre os portugueses,
Vmra Lusitanol Carlos Peixoto e Manuel Goa-
calves, figuravam as estantes das bibllothecas
dos conventos, e nio por mera ostentaba) de
riqueza, ou mesmo de ornato |s suas livraras,
porquanto raro era, o livro que nio se revelava
objecto de acurado estudo, pelas innmeras ar-
mo t a toes e'referencias que con tem.
Para ajuizarmos do material litterario dessas
bibliothecas, e,da raridade de suas obras, basta
notar a circunstancia de nao se encontrar noticia
de muitss autores de diversos livros alli existentes
nem mesmo as melhores encyclopedias e outras
obras sobre bibliographia que consultei, as quaes
se algumas vezes ha referencias aos nomes de
Iguns autores nio se fas meuco de muitos dos
vo.umes'que exornam aquellas bibliothecas. E
para mais accentuar eate ponto, creio que nao
ser ocioso mencionar que consultei o Grande
Diccionario de Larousse, o Dieionario bibliogra-
phico portuguet de Innocencio Francisco da Silva,
a Bibliotheca hispana de Nicol Hispalensi, a
Bibliotheca Lusitana.de Barbosa Machado, o Ma-
nual du libraire de Cb. Brunet, e as obras de
Vaperaux e Bouillet, cojos autores tiveram sua
disposicao as mais notaveis livraras da Europa
e outros materiaes qne alli se encoutram.
Mas o que resta de tauta riqueza, de tantos
subsidios para o estudo das sciencias e letras, c
particularmente para o da nossa historia patria e
Iliteraria ? Bem poucos monumentos.
Privados os religiosos de manterem as suas
ordena, pela expressa prohibicao do noviciado,
toram as suas fileiras rareando de dia dia, e
bem prxima se acha a epocha de desapparecerem
os ltimos religiosos, e com elles as ordens entre
nos estabelecidas.
Este facto lamentavel trouxe como consequenca
o encerramento das aulas e dos cursos superiores
dos conventos, necessarios ordeua^ao. 0 desa-
nimo, a tristeza e a bumilhacio invadiram
aquelles santuarios de tuses e sciencias ; a morte
succassiva dos religiosos, foi .despovoando es con
veutos, e dahi o abandono em que cahiram, a
ruina completa de una, e immediata ou prxima de
outros.
No tempo do apogeo das ordens religiosas entre
nos, cada convento era, por assim dizer, urna es-
pecie de academia pelo culto que tinham das scien-
cias. E' bem'sabido o elevado grao de estudos que
protessavam os religiosos, as solemnidades publi-
cas que tinham lugar por occasiio das Conclusoes,
ou defesaa de theses para a conferencia ou colla-
fio de sertas graos Htterarios ou scientificoe ; essa
bem entendida rivalidade que havia entre as di-
versas ordens no sentido de urnas se exhibirem
mais pujantes sobre as outras as Iutas e conquis-
tas do talento, e a graca especial que gosava o
Collegio dos Jesutas, do Recife, concedida pelos
res ie Portugal, de graduarem os seus estudantes
em hachareis, gosaudo assim de prerogativas iguaes
s da Umvertidade de Coimbra.
E nio era sement aos estudantes internos, isto
, aquelles que aspiravam o estado religioso, que
os conventos prodigalisavam thesouros de sbado
ra; os estudantes externos, ou seculares, taonem
gosavam d'essas ventagons, em cursos especiaos.
Sio, por conseguinte, relevautes os serv eos que
prestaram causa da instruc;ao e da civilisacio
as ordens religiosas, infelizmente condemnadas a
desapparecer.
' a ellas que cabe a gloria da couquista dos
nossos aborignes, de faz -r de homens selvagens
horneas civilisad-s, porque veneeram eom a pala-
vra aquillo que os portuguezes nio puderam ven-
cor com o canbio e a espada
Foram ellas que lancaram os fundamentos da
nossa civilisacao, diffundindo a instrueco e as ar-
tes, c.mvrerte-.do os seus conventos em esco-
las publicas, e onde se ensinavam nao s os pri-
meires rudimentos da lingua verncula, como ainda
humanidades o sciencias superiores.
Foram ellas, pelos escriptos de seus padres, que
nos legaram as mais bellas paginas da historia dos
primeiros periodos da nossa existencia, e isolada-
inente de muitos outros acontecimentos e phases
notaveis, e que levantaran* o edificio da nossa his-
toria litteraria.
Foram ellas, que, embrenhando-se pelos centros
de um paiz desconbecido e inculto, povoado de fe
ras e selvagens, situaram aqui, alli, por toda a
parte, pequeos ncleos de indios convertidos ao
catholiciome, e qne depois, augmentando e desea
vulvendo-se, deram origem s mais bellas e im-
portantes cidades que se ostentara no littoral e in-
terior do paiz.
Foram seus, emfim, esses templos grandiosos e
magnficos que embellezam as nossas cidades, esses
monumentos em que o espirito religioso, tradusido
pelas artes, nos recordara tantos feitos memora-
veis, tantos nomes venerandas e tantas gloriao ; e
esses conventos grandiosos d'onde se irradiaran)
tantas luzes, e que boje se prestam a diversos mis-
teres e instituicoes publicas.
Sim. fisto quasi extiuctas as ordens religiosas,
coarctado o direito de liberdade que lein o cidadiu
do abracar esta ou aquella vida; mas deixam ellas
luminosos traeos de sua passagem e immorredou-
los monumentos do seu zelo e patriotismo, e doc
ser vicos que prestaram a caua da cmlinaco ees-
graadecimeuto de nossa cara patria.
Nao por conseguinte, de admirar o estado em
que se achara as bibliotbecas dos conventos, e o
iuimvdiato aniquilamiento a que estavam condem.
nadas, se' nio fosse tomada a deliberacio de sal
var-se o que resta, e recolher-se Bioliotheca
Provincial.
No entretanto, o resultado obtido foi alem da
espectativa, e d'est'arte augmentar-se-h. conside-
ravelmente o material da bibliotheca Provincial,
com um avultado e precioso cabedal de obras an-
tigs e raras; e em suas estantes onde nio figura
um s .ivro do seculo XVI e bem poucos do XVII,
irio figurar agora muitos exemplares, quer de um,
quer de outru, alm de um grande numero do se-
culo XVIII, cuja enumeracio consta das notas an-
nexae.
Reatam ainda outros conventos situados fora do
Reeife e de Olinda, taes como os de Santo Antonio
de Iguwraas, de N. S. do Carmo, e 8. Fraacisco
de Goyanna, S. Antonio de Ipojuca e 8. Francisco
de Serinhiem, nos quaes se poderia, talves, obter
igual resultad?.
Do* livros da biblietheca do Collegio des Jesu-
tas de O.inda, nio encontrei noticia alguma; 01
do Recife, porm, como j mencionei, toram dis-
tribuidos pelas bibliothecas dos conventos do Re-
eife e Olinda, como verinquei daa notas constan-
tes dos meemos livros, alguna dos quaes figoram
ao uaujexo dos aproveitaveis.
A linaria da ata da Madre de Deas, dos Con-
gregados do S. Felippe Neri, que em 1826 ea
de quatro a cinco mil volumes, como consta 1
justifcacao judiciaria desse tempo, que possuvfti
encorpprada bibliotheca da Faculdade de Di
to, em 1831, quando foi extincta aquella esa]
gacao; mas, esses livros j nio existem all, |
que foram vendidos aos padres Jesutas por ia
nificante quantia, como consta, e quando <
retiraram desta provincia em 1874, levar
comsigo! Apesar d'isto, encontrei no mosteas S. Bento, a obra do Cardeal Cesar Baronio aa
lium ecclesiasticarum, impressa em Antuerpia esa
16101619, em 12 volumes infolio, que pertessaa
Congregacao de S. Amaro, nos arreases am
Olinda, casa primitiva dos padres do Hadas da
Deus.
Dentre as obras aproveitaveis, das casa* sta.
Bento S. Francisco de Olinda, existem algesau
em daplcala, e por esse motivo me parece de sua
aviso lembrar a V. Exc. a medida alias utiusua
de fazer aggregar bibliotheca do. Institua Ar-
cheologico e Geographico Pernambuco, as qst Ce-
rera sobresa'entes na Bibliotheaa Provincial, a
que possam aprovetar aquella instituicie.
O archivo da Thesouraria de Fajenda, sanar
de consideravelmeate desfalcado por um sussss
f que 8offreu em 1*74, ainda um rico reusre
rio de valiosos documentos. O da Assembla rre-
vincial perdeu tambem grande copia de docassss
tos, por facto idntico, e dest'arte desappareearsst
devorados pelas chammas todo o archivo deax-
tincto Conselho de Provincia, que alli se guada-
va, comprehendendo o periodo notavel d ISSS*
1834.
Tambem a Cmara Municipal de Olinda psaus
um importante archivo, mas consta-me que suv-
tante desfalcado e damnificado.
Ua poucos annos o Sr. Dr. Maximiano
Machado descobrio em um livro de vereacoe* 1
quella Cmara, a acta da celebre sesso eusj
Bernardo Vieira de Mello p.opoz, em 1718, *
Pernambuco dsse o grito de repblica, aiai
dos venezianos, e voltando depois para tirar 1
copia desse importante documento j nao esc
tron o livro 1
Nio menos rico o archivo da Cmara Esa
pal de Olinda, principalmente na parte relaties 1
instituidos de capellas, e outros assumptoi 1
vos historia eeclesiastica da provincia, e 1
como fonte de noticias genealgicas, foro
pelos procesaos de genere para a ordenacin
dotal.
Sem urna providencia patritica tendentes*,
veitar os documentos mais interessantes liiiimTs
patria, tudo se perder, e quando se tiver 1
de indagar das glorias e tradiccoes desta prs
cia. j nio existirio as suas fontes.
E' incalculavel o numero de documentos s
ressantes nossa historia, que indevidamente I
sido tirados dos archivos da provincia, p na
quecer outros ra della, que nada teem qae |
com aquillo que peculiarmente relativo a aii
ria de nossa vida poltica e social.
Ignora-ae porque titulo, porqoe ireite, e por
intermedio de quem, toram parar em estaaeao-
mentos fra da provincia, em poder de parj'sia-
res, e at mesmo no estrangeiro, tantos docausa
toB importantes, e muito* delles constantes, ata
mesmo de livros originaes de registros da seoo-
taria da presidencia, e de outras repartieres,ama
se vd do catalog > da Exposicao de Histeria de Bra-
zil, celebrada na corte do imperio em 1881.
Acaba do fallecer em S. Paulo o Dr. Frasea
Manoel Raposo de Almeida, e em seu espolia,!
gundo presumpeoes valiosas, se deve enes
grande copia de documentos e livros perfeaa
s bibliothecas e archivos da provincia; or alas
em confianca quando residi aqui por algum am-
po, entre os quaes da Cmara Episcopal, da C*>
thedral, das Cmaras Municipaes de Olinda, Qf-
anna e Itamarac, de cartonos e particulares.
Fiquem ao menos registradas essas ndicapMSa
como um nppello aes generosos sentintentM da
honra e de patriotismo de quem possa, qoandjiasa
reivind cal -os, ao menos fazer extrahir capia*
para a Bibliotheca Provincial, ou qualquer ostra
estabelecimento, que pela natureza dos seos tuse
os possa receber.
Seria esse um servico de benemerencia, e stgso
dos applausos de todos que amara e se estrsue-
cem pelad gloriosas tradiccoes desta heroica pro-
vincia, cuja histori' particular e propra eeaspa
as mais bellas paginas da historia geral de eupa-
rio.
Cumpre-me agora passar a mencionar o qso sa-
cn trei nos conventos e mosteiros do Recife 4*
Olinda no desempenho de minha incumbencia.
Convento de S. Francisco de Olinda
A livraria desse convento oceupa um salla sa
2* aniar do edificio, correspsndente portaos,
medindo ll,53m. de compnmento sobre 9,39a. de
largura, o qual todo oceupado por elegante*es-
tantes fixas, de primoroso trabalho de taina, ceu,
columnas divisorias, cornijas e ornamentajies,
pintadas e douradae ; notan lose no espaea o
respondente janella central da fachada que 4
ta para o pateo do edifici", um altar do mesma 1
tylo arebitectonico das estantes, mas do ora*
tacao superior, sobre o qual existia urna is
de S. Boaventura, que se acha collocada
dos altares da igreja.
O tecto c mtornado de elegante cornija, asea
apxinelado a oleo ; notando-se no centro un ^sa-
dro da virgem, de tamaoho natural e do qual jac-
ten, as ora meutacoes e emblemas artisticuiaisOT
dispostas, que compem o todo da pintura ds&Be-
to, que, alias, se conserva ainda em muito boa es-
tado.
Se pelo lado material a bibliotheca de S. Fra-
cisco um v..lioso attestado da grandeza e espes-
dor das ordens religiosas em tempos idos, sisa
era meaos pelo riquisimo cabedal que possoiaese
obras estimadissimas, dos mais notaveis aaorea
do tempo, e que, conservadas, senam hoje da ta
inestimavel valor bibliographico. nio s pela osa
raridade e merecimento, como pela belleza dense
edicoes.
Infelizmente, porm, o lamentavel abandone a
que foi votada, e a incuria pela sua c nserva^ia
deram logar ao quasi total estado de aniquiliuiu
to em que se acha.
Oos volumes que restam, e que npproxia>ies-
mente se podem calcular em dous mil, onasau)
aproveitavel assaz insignificaut, e se mais tar-
de fosse tomada a deiiberacio de mandal-osesca-
Iber e separar, sem duvida tudo se perdera. Casi
pre, poiio, notar que a approximaca que d,ixd
mencionada muito inferior que poderia casoar
a bibliotheca quando completa, porquanto eeea-
pam os livros existentes um espaco de metade dss
estantes : pelo que calculo con ti vase os seas an-
co mil volumes.
A relacio annexa das obras que se posean
aprovetar, d urna idea da importancia desta bi-
bliotheca.
Mosteiro de S. Bento de Olinda
A bibliotheca deste mosteiro a mais vasta, ec
maiores proporedes, de mais avn tado cabedal, a
por conseguinte deveria aer a mais importaste
das casas religiosas da provincia.
De urna ordem rica, com cettos foros de saere-
za e fida'guia, gosando mesmo na hyerarehia ut-
ligiosa de prerogativas e privilegios que a dis-
tinguiam das deraais, pertencendo a um moseeaa
que ostenta va era todos os sentidos o fausto, a
magnificencia e a grandeza, nio da admirar eus
a sua bibliotheca foose mais abundante e pre-
ciosa.
Presentemente nio se ostenta igual a de A.
Francisco em suas disposicoe e elegancia. Mas c
lito devido circumstancia de sua remeci psra
o local que oceupa va servir de sali de honra es
Curso Jurdico, que all foi maullado esa 1WB 9
e quando foi de aovo reatabelecida ae meam la-
gar nio se procaran taaec nma obra coriinesa,


m


MB^MI
i
Di 4c Peraambneo-^nBta--reira 2 it Setembra* de 1886
9em mo meooi repor-so ai esUates antigs, ds
laaea aproveitou se apenas a pgrM.Ml%B^4>
O sallo d bibliotbeea acha-se situado era um
extr-mo do tfeto, s"bre a sachrista da igreja, e
nede 16 i.. maljauao sobie 9 m. de largara ; e
a excepcio d>># Rogares das jauellas e portas todo
o ais espade revestido de altas estante, ja
muito desfaeada de livros, faltando seguramen-
te urna terca parte
nto
i8, o se
'audaeo e
Msothsm ea*ue
valor, wsjfeciajaten
em, pi-sanisijainlMsn o
-A'" i Wtsi> 1 mgm da>*is.'ss
iiay ar* davinei
i* se oaftm de
historia: Fernandes Gama,
Na bibliotVca d*
tado de ruinas e
darem as mesin
incuria.
Alm de Orna
se notavam obr
te aquellas reiei
most.iro um m
dizor, a Torre
Antonio Jos
sna Nobiliarchi
re valor pela
cas intere8saot"s
em suas Memorias histricas da provincia de Per-
bambuco, muito se utilisaram do archivode 8.
Bent), e toram numerosos os documentos que all
encontraran, como declaram as mesmas obras.
A'OfBJaia dB OHuila, tunan punM nwu Qwmt'
e, outros..documentos pac jjecasj'ui da iovaao hol -
iaa iza. e inceudio da cidade, depois d restaura-
Cao os. foi encontrar.registrados no archivo de S^
l tjj}os plos invasores. Nitritos outros documen
tos, principalmente sobre herldica e genealoga,
r-Hir copiados, authenticades e guardados-no ar-
;, oue cora fei! idade podi.m ser consul-
aJ1
M a, onde existe hoje todo esae precioso material
oossa historia? Tado, degappareceu, e n<"m
Alian?, se aabe o local etn que ; achava o ar
ibj.V" !
Na bjbliotheca enconteei apenas algutnas obras
ssanuseriptas de phiTbaopbia e theologia, mas a
teiramen'e d mnifioadss ; a'guns livros do despe-
gas, do mosteiro. incompletos, do diverses anms do
sado e principios do presente, que qnsn-
Jj nni' i poderlo serv- de precos-corfentes dedi-
rcr.- >i penaros e pfyjectoa da epochi e nada mais
thec de S. liento recommendava se
talpbi'o pjr e&timadissimaa obras que possnia so-
bre historia e genealoga, principalmente refereo-
fs nac^to hespanhola e portuguesa, cujas histo-
rias, tanto aos in'eressam como fontes subsidiarias
2BFaquella por baver ex-rcido sobre o Bra-
sil uai dominio de seessenta annos, quando lh4 eou
p .nliu' a s jrte da metropole na qnda de
su. independencia ; e esta pela domaacao de lar-
go* anuos que exerceu, e cujea nteressee aindi
hoje tanto ee prenden aos nossos.
A refaci annexada jala urna ia muito van
UjVaifla bibliotheca do mosteiro de S. Bentd; nao
cotnprehendendo porra todcs os livros existentes,
que oceupam approiimad-oaente metade das est-.n
jes, p"lo que calculo em cinco mil volumes os que
poderlatn cOnter quando. completa.
Convento de Sonto Antonio do Recife.
- A bibliotheca deste onvento est conipleta-
neote perdida.
Maja pequea que as dos demais convautoa, nio
!he3 era inferior ero material ; no entretaato o
abandono em que fiv.u i a lugar a nao se enaon
trar, d'errtTe-os 1,578 voliimea que,inda reatuur.
am e aprcveitavel, tal o estado eos que. se
chati!
Em 187<1 fes-se-uuia eacobanos Ivpos,e os que
esta rain em mo estado forain. retirados, b n;.ad.;s
o quintl e queimados. Sito deori idos dea auaos,
e aquel les que entao fiuaram pelo seo boin Kstadt
de eonser-vaco, hoje teto osopletouiente inuti-
tados.
Colloeada a bibliotheca no segundo aadnr do ei-
Hernr) sul do edificio, em urna sala pequea, baixa,
forrada, sem luz nem ar, por eonservar-se fechad
es.'e fc.ngo tempe, tudo istodeu lugar i sua .com-
pleta ruina, tanto mais lamentavel pela abundaste
e etcolbida collec^o de livros que possuia, como
se verifica ainda pelo numero que reata, alias, muito
resumido.
Orne as demais livrarius que visitei, oonataAra
qsi'sf que-das mesmas obra, eonvvaoiedade putm
muito limitada.
A livr-.rH coaprebenlia-sc u'uro uniea. sala,
mediado 9,30'de-extiaoabr 5^J de largura,
eem nma. porta do nirada e tres janella -f avado
todo o i-apaco r-eatante oecapado por estantes, eea
eK-eaucia algara) mas d inulta solides.
Katre-as doas janella que deitam para, o quie-
te) pu*u -ae um pequeo, mas elngante altar sobre
i^qaul exista uina magna*de S. BeeiventuraeTu
da a sala contornad d um cimaJha, que- COK
responde altura da cornija da estante, -.da
qwtl comeca o torro, que todo pialado dt florte
e grmalda, em fua.lo braooo ; notande-e no cen-
tro ama especie de escudo em que se inscreveu o
?. 11 do ap. 8 dos Proverbio Meltoi est tapien-
lia. cuttelie prftiociasimi ttomnt detid^raldle com-
parare.
CnvejiCo. de Nossa Seafyfa do Cirmo do Recife
D livraria d'esta convento nada mais reata ;
astboea apenas que o local era n > trrelo, no
aa-ulO' aef te do edificio, em um salao espacoso e
aeevido. .
Airmqu me o Rvdm.- padre pioviucia! do cou-
reao, que os leligioeos, quando o evacuar un Dar
servir de hospital e quartel, transportarjim os livros
pji a cenvettto d ei-ladq da Pari|.y.ba, os qutes
li ae.acham, aiuda que >m uamero ja muito iesu-
aMpr o. ees* ouvida est rugados, e que depois do
JUgrrsm dos religiosos ao seu convento, nao cui-
iisai n reo.cao. d* livracia.
Eis o que me cumpre relatar a V. Exc. em des-
eatpeauYi da honrosa missili qu um.i incumbid:!;
conuluindo esue uiou trabaiho, para o qnal peco
a aeswwoteonia. de V. Safe, i-ump o o gtaio dev. r
de regiswu aifui oe aowcsido Jv-Jn. prcJ^dos dos
esuwatua e mMbiwos iqu-? v(itei, D. A'ubade de S.
Bento Frei Josxe Sa'U Julia Botho, com go
llnuoel J asi fiowia. .wQiabdo da guardiauia ite
8. Francisco de ChtaaWi pidie guardin de : anto
Ant aiondo K'cifo Frei Paulino da S.K:d..d ,
ar* (MuviiK'ini do C>iiii'. Frei 5>uW
Auflual Cabral de V'asc.-nc-elU,.-, i Ui iu^o \u..a
se eoui que me aiodteram, e pt-1 honrosa con-
narca que ae disp
Tuam i simr iliirrrr > m.us pptteatpa
de aaapaia peas. do V..JS^c,. ,qucm Ocus
gwiejll lllld. <- :*m. ;-'r. De. \gu/fito Joo,uiui de
Soasa L ':io, dign i vice-pr sjdfu^ji U pro^;iacJa,
Fnnujieao.AufUiCo- i'ereina4a. CusCi.
(QouLata;.

DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 84 DE
AGOSTO DE 1886.
re Paula, Manuel Joaqnim Pereira, Rufloa
" -\Kri. Ofee^tcx* Joeiapta'Mari do
Espirito-Santo, conhecida por Bico doce,
por distusbios.
A' ordera do do 2* districto da Graya,
Jo5o Emiliano, Samuel Francisco de Frei-
tas o Manoel Domingos Pereira, por dis-
turbios.
A* %, Amfl faoMVda rjMa>
anaarnte em. ayajt ranch%
defjflaxaog, # caboek*
e tal, nwioio !ug
do Caipiaa, otWe ermUeHia]
&0 ) IIIf>l te
o mimo que noa
Agradecemos Ihe
exemplar.
Dexastre O Sr. delegado de (SH^H|
acabad- com-nunicar que Luis LeaaAe Rodri
ues, morador no lugar B )queirSo, estar
r"r uuY.t arm* d'^o, disparou-se esta,Majo-al-
ie casual ineaCe naUo.
Iteunio aaelalHa hojea seguinte :
Do Kecreio Infantil Nove de Agosto, na res-
pectiva sede, no Ijstituto Acadmico, 1 hora da
tarde
U Uta* Ahora primiti.
par*aa ftaeraes de Liasf for
rimaaaa tove lugar nodi 3,
eaaajuias na igreja catholieade Bay-
rfciestaaji| eoao dissemos, eMHt
tm i laaa dogp|tig (ios eoraaaftriiz
causa-
'r. Jote J'R'jitTiiT^fre 5'MWffHtwA
exame cadavrico, verit;ou-se ter
do a morte urna congeat&o por oo
tral.
- Communicou-me o delegado do ter
mu du Tibuiliui quui u ndmHn*4+**m*
*M> en%e >nzira'.a>a'o pibWrj
tosVHkilbVdMH|
canda estaru cobrto ^e crep,
j^ A municipaljdade. bomberos,
* #a guaeaica h *f^*numae>Ce artista djlhaai
(ro, o regent'a^drcIlestra.-'cItntnrM e carrtoi*i,
eaperavam a sabida do corp no jirdiuj, oude est
r, hnatoamhreiHMfliTii"
de bano
Lua Jj-iio-lro Rodrigase, raarador no iaX
gar BtqneirSo, est.ndo- a limpar ama ap
ma d< figi, acoteceu a nuam disparar
casualmaute e er ferido.
A tal r 'speito arocedan-ae- na. fxma
di 1-i.
Raassuno hoja o cxtcgo di.aub-
delegafiia do datricto da Torrofe o'-caaitlo *^Xt^r
Francisco' Bocgfl Leal.
Dous-guartW a V.' Exo. Il*iB. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaqnim de Souza Le3o,
muito digno vice-presidenta da provincia.
O ehefe de poli'a, intento Dmmngos
Pinto.
I'iie;-ur* a'i-aviiicbal
DESPACHOS DO OA 1o DB SBTKUHRD
Candido Da,, coinmendador L'ii Joe da Sil-
ra Qaimar-s>e Oorbimano de Aquino Pou^ecsi.
Certifique-so.
Officio do Dr, pr*cuT"dor dos feitos. -InlWmi
o S-. Dr. a (ministrador do Consulado.
Pfets e foihas do corp> do polica- da guarda
eiviea.Ex minem-se.
Fraaeisca Mara da Rosa.InfortB*) o eoltector
de Aprua Preta, tendo- em vista a exgeaeia 4a
contadoria.
Ponfos d* Escila Sjrmil, Bibliotheea, Casa de
DeteocSo, do Consulado, das Obras Publicas e dos
guardas da il uminacSi.Ai-Sr. pagador para- os
devidoi fias
Mnol Carlos Vital. Facara-" as: uota da
portnria de licenoa. ^^T
Contas d:s ct'.leateres de Cimbra e Triempbo,
Henry Forster f C, Diogo Antonio do Kiis,
Mein -t Resende e M-iBoet Jos-da (tjfc>*.Huj
vista o Sr Dr. procurad* fiscal.
Padre Joaqnim Juvenei) do Araar.il e Silva.
D-"-Uro o centencioooise foi prestada fiaooa
Prete do orpi-de palicia-e da {naida civica
Pa^ue-se. j
Direetorda BiWiotbeei. Isidoro Ba-sjo de> Oft*
veira, director da Escola Noria v', C loipanhia P r-
n-.mbucan, irmandnde de Saat'Aaina da Mikdra
e Deus, Fraaeiseo de Mello Cava-ioauti d Albu-
querque. Joaquina Mara da ConoeicSo c officio do
Dr. procurador do ftitosInforme o Sr. contador.
Directora do Grabinete Portugus.Xo Sr. thc
soureiro para oa dcv4do fin.
O caizo
para o carro' mortdario.-catrtfgado de cor6*a e de
flores, ilguns amigostffelfecido Ie-faram to-
chas accesas.
As casas estavarntobertas de negro'.
O cortejo segn a Waortf-f strttsse, a Waximi-
lian p'alt; e dirigi-se para o cenrrierio-, situado a
sudoeste da cidaie. O&sino das grejas dobra
vam cotiatanemente. i Candech-os d gas eata-
uma sociedad de artistas
^.MXI x*&X^
'Harry CloIcTrd
Vlekar^.fheatre.
Feita a
e empregado no Mae-
apreseotaclo, perguntou m) Hirry
Cialeerd pelo meu compatriota JoSo Francisco Gra7
SW (Blondn) com quem.' dl'sr, viajara alguna
anuo, antes pelos Estados-uios e Cinad.
DT e,clal9<' Pos seria porventura o
senbor que partilbou comalia.a pwigo ? J.
bm 180 conheci Blonda em Boaton e em Ctaoi
nati eoaaiaaicou-me o-*>* asrsatido pwjeat* e
#ai Mr o Niaga>a pakkiamaaamaaMaitaaai-
ne desejos do que en o HtWpaitaaHe
erriseada excurs. fe*-m p-ematter
Wu o acompanh-Ha |t4, parta, searau
Wf coinprcUJBXl* aaawclle tasciaawa
s costas. 1
venil- o de
I be
eu c
ma
MeMMlli laVJkWi-^e^fea
Precisou de seis mezes para aleancar a aotori-
alg ,ns offifciaes sacio nrecisa, e antros seis para estender a sua
eordaift^Qnwtlo
oC dimetro.
coa^do e^ria. deeisnrtros
Q^autoaltura, ficava ella a cem metros cima
5T fotievaTnr_a w ^^0^7"^
Madame Wgner, borrvelmentc patrMa, eres'
tifla de preto, se jo ir atriz do carro mortuarro*
D-'poia dos cantos e oraches, omarrepronnncoii
um discurso rr fnlbiram depois nm professr do
lena, e o maride de tima das artistas qi> repre-
senta o Parsifal.
Ni) hiuv agua beufn. T'do3 os a-.-98t*mtes
lancarim p ir aua ves umt d de t-.rra sohhi o ca
Xao.
O Bol esta'vtt'bsplendidiT, e todas as or do cfr-
miterio exhalavam perfiimes penptwnts.
T.dos sp re.tiraVonn trifnqiiUmeote.
Mdame Wagner etere toda a noi'e cbe-
ceira de Sojpai, e acbava-so tS-i eommovida que
espern o S3u altjmo suspiro sem pensaren mau-
dar Chauvrr um padre.
Brevemente 801*4 resSjda urna Mise por alma d
L3tt na igreja carholici.
Curtnnttdatle.ii-^- E' a Ingrtferraopai qu
tem mal >r numpro de bratstrie e queprodus maix
cerveja : 27,0-y brusseries e nma prodaecao de-44
mi'htbf e 80 mil hectolitros de cervej i.
Em seguida temos a AHemanha c >m 25,935
brasseries e urna produce^ de 41 milhoes e 21
md-hectolitros" *. cervej^.- E. depois temo a
gte sabe a fa:iIUade com que eUe fes
Q iiudo q.iiz pegar em mm aos hombros, re-
s'Sti-lhe. ffibt. cima o espeta ;ulo estiva annuu-
ciado e milharjs de. pesSoa me con templa vam. ced
por (Ln.
Blondn reeo-Timindou-ra-! que fis 'sse todo o peso
sofcre ds aeus hombras'd Ihe apertasse a ci nta om
as pernas.
A exearso teve lugar no dia 19 do Agosto de
59, cerca do meid dia. A minha poslcilo nada
vzes pjdi a Blondn
''oiiNulttd' S'raviirctal
DES'ACBO*, 00 PA}" DE SETEMBRO
Joio Baptista de MfCdeiros (11, petijCoes.)T-'wer-
tifiqee-se.
Bptista. de Medeirp^4 pjtisoes), V&in Jeio-
nyuo Pestaa, Maaoel ^lizi.irio de Ramos Cuto,
Pedro Antonio dos Santos Sousa^e Silva, Aitonio
Eustaquio de Alollo, Jo?, Sesastros da- Souzi,
Olyupio Ji s Braga, Lau.MBpu.o- Silva, Luis Te-
uor de Mello Albuqu^rijUB, Muja da Coacei^w
Cirtalho Arauj i OerUfique^se.
Pereira c Uod.igfie, jjos Luis SaJgadg, Ja-
e ntho Botelbo de AmostiO,. Jos Martiiu da Ar
usada, Jeaquin Antppip de Souza, Sninpaio Co -
laof C, Uiguee. J, Maooel dos. Santos Arau-
jo, Jj.o ioujes d Costa.Informe a Ia secgao.
Joi Pv-dro da Soasa, bapharel Jos Vicate
Me ira de VacwoeJJo,T-Deferido, de accordo cono
a* iiiformado.,
Irmnu.iade de Noisa Seaora .da Bia-Viagem.
Deferido, com relagao ao.2" semestre do exer-
cKiio fiadp de acord com. aa iaforanacoes.
Ius<>cc4rla {eral da laslrucvo
|MlMi(M
DESPACHOS DO DIA 31'T ACIOTO DE 1880
Anaa Senhorluba Mo^niro. Pessia. Justifico,
em virtudade autorwaijio da prasideucia du Uou--
i. m datada.
MaaaeJ avateanti do. Rgo Br.os.Cumpra
se, regstrese e m.trcoo praso de.. 15 das pir.-
di.-utro dvlle eutrar no g >zo da licgusa,.
Io dd .Setombco --,.
Jode Calas na Rufo Dn*r*e.Eqcauwuhe-se.
Antonio Fa'-undo de Castro Menezsa.-
Infirme o Sr. ips^ -.tor da Tliesouraria de
Fma- uda.
Amalia Carolina Pereira Caldas. Cqo-
plete a sello.
VIro Aotoniftq Graciano do Ar ujo
Gafit*-Ia&Kane.o Sr. Dr.jua de dir to
da comarca da EBcads.
Co npanhia Perna nbucana. Infonraa o
Sr. iaspector da.Tliejjouraria-de Faz'.nda.,
Francisco das Chages Montciro.. Defe-
>ido oro ofi'io de lioje ao Sr. ioepo ;tor
do Arsenal de Marmha.
FeVreird 8dva & G.Sim, com as res-
ilievofc do cstylo,
CapitSo- Joao Bautista da Silva Guima-
rSes. Informei o Si\ coiatnandante supe-,
rior da guarda nacinal da comarca do,
M iriaDoa Caval-anta de Alhuq erque
Costa. -Remetido junta avidiea proain-
cial a quem a supplicante se apres-iat- r
para ser inapecioo-ida.
Jtodrigo Carvaliio & CDafcri'lo. coiD|
offi ;io ao Sr. -direetor da Araeoal de-
Guerra.
Secretar da Presidencia de Peraaryfau-
ee, en 1* de. S -U.lro da 1886.
O ejudaoto do poftor,
Antonio F. du Sihseirn Ottrvalho..
RparUc5 Seccio 2.' N. 853. Secretara da.&ji-i
eia cePerosni*!, 1 doSetemareela L8j36.|
Im, e Eacm. Sr. P>rtreipjo a V. Bf-
fojjpvajp, retoJfci4ye C%.a de Deteny),
oaeagaiDtaa Djtiisos i
do aadsjyada doidy^iMe%-ta
VISTA DIARIA
Tribunal do Jury do Bt'dfe -Func-
cioiiO.i hontem, com a presenca de numero legal
de juizes, de facto, no julgamento do reo Firmino
Ciineiro di- Lacerda, o qoal achava-se pronuncia-
do no a-t. 192 lo c-digo pena!, coui rferencia ao
art. 3 i do uii-syio co i
Promovcu a d.fzi o Dr. Tobas Barreto de
Vi'uezes, sendo o idi absolvidrf.
Coppc.irasiSaa tardes de segunda e terca-
fe m 'k 1 o do 1." districto da freguesia
! S ) s, f-7. MRi boa colheita dos exagerados
. q a du msicas m.reiaps,, quando tociv m
nos ri crelos rmados ni pite) da Pe
.lia.
Boin ser que aqu lia autond.ide contine a l-
ser de as r.fi:n de que. se nao repitatn
as seen lesordcm. que tanto dcpCem de nos-
s. c vi is:v<;o.
l*>- ment De anrallecimento cerebral
su.ta'Ujubiu n i din 31 do uicz findo, nesta cidade, o
: e li hiHiJ i negociante p-rilatnbacano Jos
Gu.i'iienn. GqimarSeg.
Tra nfiitigavcl, intelligeate e dotado
! uqi ex uilcnt.e carcter, era estimado por tod-is
ijuantos i eviubecain.
Tmli i Gl auiios de idade.
O rea corpo fb', no inesmo dia, dado sepultu-
ra no '' miti n i Public?.
anta C'aa de Miwej'irordta Em
s' ssao d- 31 do mez fin lo, por intermedio do Sr.
I). Juan Busson, mor Jomo de mezno H :spital vs
' asiros, oSr. Dr. Vicente Ferrer de B irros Wan-
derley ofeieceu' Santa Casa de Misericordia,
para o Collegio das Orphas de OKada^ um Diccio
miio da Lingua Portugueza, em 5 volaraes, e cinco
'ata.8 de leite cadensado para o Hospital dos La-
zai;03.
Nao poda dar o offcrtar.tc melhor destino qnel-
les objictos.
Ser& exacto tEuvh rain-nos hoaem a ae
jjuiuti- conpiouaicaQao :
Consta que o Sr. Jo3o Francisco-Gomes do,
Arruda declai-ou, dous das ante de ser julgada
no Tribunal do Jury desta capital, ser livre tua
eserava Bomana, de 22 annos, a qual, sipezar d'is-
to, foi coiidemnada a 40 aceite e a andar
.s c mu Ierro ao peseteo.
" Comi que a ju-itica indague do que existe
r> lativsoicnt" a isto, afim de que urna pessoa livre
nao receba, o cistigo, que s )6ie ser applicado
-eraVOS.
siaoiiaata-ro\o rjia 15 de Agosto pasea-.
do o Si, Ait mo Jos Pires e sua consorte, D.;
Maria de Albuq/ierque Ccvalcaote Pire morado-
res na fzi.u la S. Jos, do termo do tjujque, pa-,
saram car a de liberdade, sem onus algum, su*
>..|cra,v.i oovio, de 20 annos de idade.
Actps 4e.-ta FaJlecimenoHonttm falleceu, do anti-
gos pmlecnpentos, D, Rota da ''uuba Freita Ca-
vlcante, de 79 annos de idade, mai do Sr Dr.
Ambrosio Machado 5o gil depiit,ado no cei/iifiio publico de Santo,
Lmaj.0, e tef enterrado s 10 horas da manha de
boje.
por ciu
Aos percutes da fiuadf apiesentamoe nesBa
Se cft re n 11 E" este o npme de uma 1 iadaj aeraa or aabaa a*aataaata* da, Npssjara.
polka para piano, cnpota pelofir. Joio A- dq
Franca com.is suas 18,40^ ftrasser/e-; a A'n-riea
do- Norte om 1..',!')>; ^A.njtrh, fiijo,1W^ s
Begici, om, 1,500"; .fWlnda,, com 900 ; a.
R'.issi, ^SO" ; 'a'Sa.'sav cm 450; a' rtrega, e im
450 ; Sneia, com 340"; a Dinumarea,- con 800j
e a Italia, com 200.
A Amen <, oa a Austria, ou a Belgfi produ
zem mais cerveja do nao a Franca. E' a Italia n
afio da Europa que relativamente produ meuon
cerveja
O ministro dos crrelo e telegraphos "fran-
ceses est aetMlmeute estudando nm projeeto d -
Mr. Esteva) de Fodor, sobra a ereacao do tyj>->-
telerjrapho tmachina nt.ilisada em especiar no ser-
vico da iinpr-'nsa, que -cora este invento airara
gra-ides. beiefici os.
O rtigi de un jornal que deve ser tr*qsmitti
do a ontro, prlmeiramente impeso no* caracte-
res nV imprecisa, no trpo ordinario. Depoia de
corrigido,- firmar tima on .mais columna da lar-,
gura, marcada, a-j cHchi, pela stereotypi : en-
viado ; estacSo telegraphica e a'' trausmittido
fiedmete, pomo iudica o original.
Mr. de .Fedor djs qoe a ligeireza da transmisjjo
poder atti.n^ir l^lOdetras por minuto oa 14' mU
palavra por h'ira.
Urna dasi,Tandes superioridades 'do typo-tetify
grapho sobre tod" os outp)s sistemas conheeidoe
e 'inpregados at.hoti> ua trausmisso de nrtigoj
dos jornaes rtlo consiste smente na rapides eoi
que se pode openr, mas aind< -ai.sea trabathoau-
tomatic i. que, em certai oeea^iSe exoepeioaaes,
livra o embregado das fadigas qu ocoasienam os
Outros systemas.
O empreg)do tt/po-teltarapfto evita igaalmeute
os erros de Untura que-se commettem tantas reses
na expedi;3o como na recepc^o- de um despacho
em Caracteres ordinarios.
* entres lta de KtssiiiBeaKa Euro-
pa, ha da, todas a atteueoe ae dlngvraia pr-
KBsingen, onde a entrevista do cbancdWer alies
mo com o ministro austraco dos negooios estran-
geiros consofidou a pa'europa, diz-se, durante
alguna auno. ''
O conde Kllnoky chegou a Kissingen na quin-
ta f ir de-manh d"emiiia paseada, eom
ebefe de secca> do seu ministerio, o sarao de
AehrenthHl.
As entrevistas dos dous -h.naens de- estada no
caatello da Satine superior repetiram-se muttas
vezes. de mmli e de tarde, e duran Jo ordinaria-
mente omitas horas.
O jantar era sempre Aseis horas. Entre o*
convivas fljrurou o embaixador <3a Ruia un
Pars.
O chanceller foi muilas veses visitar o ministro
anstrHCu em carragens da edite, postas A eui
dtspOBJcao pelo principe regente Lnitpoli.
\i sua pnra.'ira visitr* 0 principe do Bismark
suljio a oseada' que maman- aos aposento do
eoride, .este, v.eio ao seu enevatro, disendo :
EntSrr, meu prineipe, ineommodou-se para m-:
vir, visitar ?
O chaeeeller respondea'-i
Eura>, charo eondf, era neeessario que en
vesse ver como estaya installado.
A' partida, o principe acompapbou o cond
tpiTtj conversando com elle de um msdo-tnuit
animado ar a ptrti-la do comboio.
Ola "-eM CeMxca Dous actos de grand^ e-
uerpsidade,.reaiizados pilo rei Humberto, d<
tam. ojate momenj o eutbuiiaiino do pos
liauo.
Deppis, de deatJaar urna importante somma as
familias 4a victimas do cholera um Veneza,
de Italia tom^u. a iniciativa de umaubcra)cl
nioiial,encabe9an,do-a cjuj a qua.ntia de......
A mpreijsa italiarjj, compras se cm dt;r, por
este motlr iaUngiin,/o-^e eje todas as d
mai* dynastia que se ..teem separa lo cum^Ict^-J
moni do povo em qi)J leinaai, a dyna^'
boya tem vivido serapro da propria vida-do. sen
povo, E uio cite uin fa to.accidoiital, por c n-
^eaaeuela, o prid^ziio qodr a liabd mira de um
sobi r.iiio. diplpu^co e astuto, s uao uai suc
Uadicioual c que se va rcalizandp de reina I
smoado.
A imj^tHM inlijn* f;ii consar .que, de.sde a
qic cr ui ,*impL;3 .condes, e depois .u'u
i ni jiiss-.do para duques ejais, os j.riuei
es da cusa d d'raocratajf e pupu.lar.ts. Mantcv'e-s; se.npre, atr-.-
vz dog aeculos, o aff.cto que une o poyo, aos seu,s
res.
A Italia c na u'ase, aeeujo,uoaflu(ssea>ij de
res coiao Ca^os ^lbe/to, ViaM' Emx*uucl, e
Humberto,.. que ioj*>. ietor*a,* ua^i*,do povu
com oa aras obera&va.. u tcmjio ,do.al.
tres, a tasa da Saboya piecen com a uagV ;
mas tambeuj, quando cagiram.os t mpos do
pciidade e ^e giauai}*4, a naSo i4i:tif
c:m a paasoa do soberano, sendo esto c ii que a
eocarnacao da s b.'i'.u'a popul
Nao graja^i a oapra dyuastias que so diga
que omihqifi* d'e,llas goube tao profuadamc-nfe,
arraijjiF-iSe. no COX400 do povo como a de
b ya .; forque- coosj,derando-se emar.idas
roitu.di^i.uo, tecm deadcnOado o viver cow o p.fvo,
o nu tmquidado das suas necessidades, neui =cu-
t n o aawuas ddree*.
fcic^o, pjrm^ fajtal, e nio serve de niepdur|
o esforco particular, ou o melhor accordo.de al-
gum aobqr:.
O povo na se tedas com. ns escepces, quando,
p le coutor. muitus reinados em que tem .'ido
KK-tiioa crutlajete saerifipad* durante seculo.
A dyaast de. Sabpya tem a Felicidadq de poder
diser que tradjcyional o'elja a commqnidade de
afiJDetos e interesses entre o thsooo e a nafSo.
O eaaaaamhetr* de *and* A pro I
potito de usa roceate-artigo voir cerott do celebre uaambulo Btoarfia, o e*-,
-cMptor que no J^eiurnmt aasigna eom. aeauda-
nymo de aul vador, apKseuta uneso jMw acero* do.dusceubeoidv) rfs e costas do sudas acrbata na. aa, alfeiuia aiaccm
tinha de cotnnoia. Ti-ea
que parksse o ra-> deintse descaTifar um bocado.
: piusava eu un p sobre a. Corda o o meu
1 segurara me, ompreb-ade ,do a marchi pou-
cos'm-imentos deppis. "
SSo mt lembra nj que eu perfs iva durantea via-
jfstt.*
lamSiis'Vla alSm d) ba'ancim de Blondn,
coido qiahsu equllib.ava raaravilhosam-'nte.
Esta.v,a tio c,;rto de si que, Sua confianza m
tranquHllsaVa eitraordinariarnente.
As aira is ameacadoraspassavam rugindo por de-
aixo de nos aem que eu as V33: e ouvss".
Le nbr>m-', todava, qie a' ao molo da do
trajectoa corla baloue.aya d.ante J u.', ch '-
b'in lo Blondn a ino3tr.u--se aura tanto assii-
tj-! >.
riusfenfiva-se com milita diffi^uldade e eu eodf-
preli'ndi.que se me assustasse tambem estavamos
irremedi'avelmente psrdidoa.
Bloudin nao trema, mas s tinha o animo pre-
ciso para progegqjr na sita marcha.
Foi terrivelo m imeuto.
, Su'nein animj tiuha para articular urna pa-
'iivi-a.
S.mbe depois que Bloudin so consideraba per-
dido e que auossa vida a devenas a nm esforco. su-
pre-oo do aerbata, que percorreu correado os dez
ultirtios metro3 qne faltavam. .
Ao chegar ao termo lomo levados em trium-
oh 1 por ce:n mi! ospectadoies.
Q lanio vi o ca uinbo percorrido apossou-se de
:uitn c m m 'do indiseriptivel. Desatel a tremer e
tapto noc :iveram de me levar ao hotel Interna*
cRmal, ande me deitei immediat&mentc.
H irry Clolcord hoje um hornera de 50 annos,
bairo mr.s bem f rooDreisnado.
E seria capaz, perguntei-lhe, de repetir easa
arriseailissima viagem ?
em por todo o ouro do mundo...
H?tnttsllcas eurloxasA exportnSo de
f.tzendas nts principaes poizes do mundo, confor-
me publica o Americain Journal of Fabrics., re -
presentada no seguinte qu%dro, devendo tomar-se
os ajgarjamos, indicadas como a poreentagem da
sua predoccao :
Tecidos de al^odao -Aitemanha, 4.8; Aaatria,
0_.7; Suissa, L.5; Franca, 10.8; B.dgioa, 1.1 ;
Ept 1 dos-Unidos, 3.2; Inglaterra, 74.9.
T-cdos de lilAllemih, 22.8; A3tria, 4.9;
Prh/iva, 33.1; Blgica, 2.5; Estados-U iid)8,
0.2; Inglaterra, 37.1.
Tecidos de sedaAllemanha, 18.1 ; Austria,
I 2; -uissa, 12.'8; Franca, 57.2; Blgica, 0.8 ;
Estados Unidos^ 0.3; Inglaterra, 9.6.
TOCfdos de linhiAILraanha, 7.2; Austria,
8.5; Franca, 13.4; Bejgico, 8.7; Estados-Uui
os, 1.5; Ihlaterra, 60.7.
,Vietieutafl-T&llema#ha, 25.5 ; Ajistfiia,.3r7;
Fr^ca, 17.1 B-lgca,,G.0^ Enad^-Luidos,1.3,
I*giURra,14fi.*<
Aigodio.euj.fioAllemaaba, 8.0; Ausjtria, 0.5;
Suisaa, 6 6; Franca, 4.4; Blgica, 1.5; sUi
doa-Unido?, 0.6 ; Inglaterra.. 78.4.
^Ws-f" fia,AUeui i.Ua, 1G.U; Austria, 4.7.,-
Prau^i4t,9.1: Be.'gis-., 20,.2.j Esta.do.s-Unidos,
o.i; ; 3).4A
Liljhq emfi.|-TrAllymanha,.3.0; Austria, 18.7;
tnQji. lll; B.-liyca, W.l ; Lstados-oidos,
0; Inglaterra, 2i.!.
A exporta^oea iuglezas. representa no total
52:47 p. c.; as de Franca 22.48 p. c.; 88 de
Allemanaa 13.27,; as da Blgica 3.88; as da
Suiasa.3.45; aa,da Austria 2.48. e as dos Esta-
dos-Unidos apenas 1.61.
A Inglaterra exporta, pois, sosinh', mais teci-
dos, di., que todos os outros pases reunidos.
A associajao americana de ferro e ac tem
produzido dnr&ote os ltimos annos o s-gninte :
19, de um pian, noten e
diversos objectos.
Miaaaa raneares. -Serio celebradas
Hoje :
A'a 7 horas, na igreja da Madre de Deus, p
alma de Antonio da Slita Chaves ; s 8 hora, na
matriz de Santo Antonio, pela alma do Dr. Sergio
W anderley.
Caa de aencaa-slovimaoae-aaa pre-
o8 no diu 31 de Agosto :
Existiam preso* 20, entraram 11, sabiram 12,
existem 319. ^ '
A saber:
Nacionaea 292, molheret 8; rntiaaMiiiM '
eravos senosatadoa s proeassado 7, dTtaade
reccao 6.Tatal 30.
ArraCoadai90,i sando : bais 2|4 doeaM 16 -*
Total 290.
Movimento da asarmarta :
Tiveram o&BJr^ Wt ^^ ","
Caetano Teixeira Bastos.
Jos Venancio da Silva.
Jdaqfim Pedro Pereira.
Latera da provincia Hoje, Quinta-
feira, 2 de Setembro, so extrahir a lotera n. 65,
1 7, es-
cor-
IB-a^^^^^b.a^^ A *^,----- UlH'ft P dii UillllLar
----- e de j>odar cada doeate ser ouvido e e
io, sem ser presenciado por outr*
De nwio da s 3 horas da tarde ser o
r. Moscozo encontrado no torreSo pra-
ca do ommercio, onde funcciona a ms
pecclo de sade do porto. Para qualquer
d'estes dous pontos poder 5o ser dirigidos
oa chamados por carta as indicadas horap.
O Dr. Arthur Imbassahy, medico oceu-
lista, recenteunnta cbxgado, esta cidade,
d consultas tod m ob das, das 8 s 10
aeras da nianha, sendo gratis aos pobres,
no 1. andar do predio n. 8, lareo da
Sao* Crua. *
Dr. G'imtt )bo, aeedico operador e par-
lairo, rasi.le- wa da Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado qualquer hora do dia
ou da noite. Consultas : de 1 fs 3 hora
da tarde. Eapecialidade: molestias e ope-
racOes dos org^os genitourinarios do ho-
fteaife.
No c.)asistorw da dgreja de Noaa Senhora da
Uonceicoo dos Militare, se aohaxo expoetaa as
urna e a e^poeras, arromada em ordem name-
rica aoreci. i.Iodo publico.
. Loicrtu Ua UtaA 1 parta da lotera
u .3n do nevo plano, do premio de 100:000*000.
neri extrahida ainauhi 3 de Setembro.
Os bilhetea acham-ae veada na Casa da For-
tunar ra Prawro de Mareo-
Tambem acham-ge vouda na praca da Inde-
pendencia ns, 37 e 39.
botera da corteA 3 parte da 199 lo-'
lera. da corte, ujo premio grande de I00.-000#,
ser extrahida no dia .. de Setembro.
Os bilboU'd ah..m-Be 4 venda na Case da For-
tuna fu Priraeiro do Marco a.- 23.
Tambem acham-se 4 vila na prac* da- Iad-
pindeneia a. 37 e 3.1.
Lotera Bxtraordlaria do Vpiran
a-0 4. e ultimo sorteio das 4. e 0." *'ri6
ista importaate lotera, cujo natas premio de
150:1)00*000, sera extrahida brevemente.
Achi.ia ae espatos venda oa restos dos ti-
tes na. Cas, da fc'ortiwa ra Pcitneiro de Marco
a 23.
lioterta de Haeei6 de 00:0004MM>
A t" pirtes da l' lotera, cujo premio
grande de 2(70:000*, pelo novo plano, ser.i er
trahida iinprt*tervelmente no dia 7 do Setembro,
s 11 h .ras da maulla.
Bilhetee-ft veada na Casa Polis da pra? da la
dependi.ucia na. 37 o 39.
T.ambiauaoham-se k venda na Bada da For
tuna ra Larga do Rosario n. 3G.
Precos resumidos.
Hutaitimro Pablfeo-^-Foram' abatidas noJ
Matadotrro da Caban}ja 85 reses parft o consume
do dia 2 de Setembro.
Sendo :_<8 roses portencentesa Oliveira Castro,
4 C, e 17 a diversos.
Mercado Municipal de *.
movimento desfe Mercado nos das
rente, foi o sejuinte r
Eirtratam ;
341/ b >is pesando 4,519 kilo.
616 kilos de peta a 20 res
56 carga de firin.ha a 290 ris
24 ditas de fructas diversas a 300 ra
13 taboleiros a 200 ris
11 Sums a 200 ris
Foram oceupados :
261/2 colufuns a 600 ris
26 compartimentos do frinha a
500 ris.
24: ditos dr. comida a 500ris
711/2 ditoade legumes a 400 ris
16- ditos e sntnoa 700 ris
13 ditos de tressuras 600 ris
1(1, ditos de ditos a 2*
1 dhpal*
A Oliv,eira Castro 4 C.:
2 talh ib a 500 ris
54 talhs de carne verde a ljt
JToa-O
1 do cor-
lS.0
11*200
7*200
2*600
2*200
15*900
13*000
12*000
28*600
11*20-1
7*800
2<>*O00
4*009
1*000
54*000
Deve ter sido arrecadada nestes
S quantia de
Rendimento do- da 1 s#L
dia
2r, 3*020
6:543*800
6:746*820
Toneladas 1884 4 589,613 Toneladas 1885 4,529,869
1,931,747 1,789,711
1,144,851 1,094,215
1,736,985 1,917,359
38,211,800 ?,706 31,1145,823
Metal fundido...
Perro eini.b'a nJo
comprebenden-
d ) rap..........
I{ail3 de ferro e
:15o..................
Ac de toda a os-
imp'ortacJpde'frr-
ri e ajo.i dol-
l...s................
Exji irtaco..........
Segundo o re'atorio desta associacto form
cinstruidas em 18S5 3,000 inillus de linha forrea,
fiean 11 no total a rede dos camjnbos de ferro de
128,279 uiilhas
O Financial Chronide- de New-York for-
nee os eeguintes dados sobre a extensio de ter-
reno cultivado de algoddes, noa Estados-Untdos,
c-m 1 ' Estados : '
Tirreno cnlt7ado em geiras
Foi arreeadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne'verde a 240-e 400 ris o kilo.
8i...oi,a.560e 60 ) ria dem.
Carneiro de 600 e 70O rie idem..
Karjuh de 320 a240- Wis a cuia.
Mirho de 240 a 300 ris idem.
P.-ijao de 500 a 640 idem.
Ce "e Agosto:
Jos Cruilherme-'Gimares, Pernambuc, 64
anuos, solteiro, GraQa ; amolecimento cerebral.
Victorjna Mana da Conceic^o, Pernambecp, 80
apnos, solteiro, Boa-Vista ; gastro hepatite.
Mara Feliciana da Silva, Pernambuco, 22 an-
nx, casado, S. Jos ; tubrculos pulmonares.
Josepha Mara d> Anjos, Pernamiueo, 61 an-
nos, solteira, Ga^a ; ignora-se a molestia. Re-
mettida pelo subdelegado.
Antonio da Silva Moreira, ignora-ge anaturali-
dade, 26 annos, solteiro, Bis-Vista ; lejao car-
diaca.
Alexapdre Gilbert, igoora-ae a naturalidade,
a idade e o estado, Varzea ; padecimento intes-
tnaes.
Belmira Maria da Conceico, ignora se a natu-
ralidade, 40 anuos, solteira, S. Jos ; retroeesso
hemorrhoidaes.
Dr., Barreta tiantpaia uiudou 6eu consul-
torio do. 2." andar da casa n. 45, a ra do
Baro da Victoria, para o 1 andar, da
casa n. pl, mesina ra, como consta do
tu amfuncPiMnselrto n seccSo cotnpe-
tsote. Residencia a ra Sete de Setem-
bron. 34.
O Dr. J0S0 Paulo mudou sua residen-
cia e consultorio para.a ra do Barjo da
Vietofia n. 18, 1. andr-.
AdvoKttdo
O backare Benjamim Ba*deira, ra do
Imp Tabellio
O Bacharel Amaro Funseca di Albuquer-
aimj Uhslhfii s> ujsjbb iutiitio- nesta capi
tal, comnHinica^o regpeitavel publi.o qu-
abrio seu eecriptorio no pavimento terreo
d pre.io n. 4, sito a ra do Coronel Fran-
cisco Jacintho, uutr'ora de S. Francisco,
onde, com solicitude e maaima lealdade,
est prompto para desempenhar as fune-
{Ses de seu cargn. Rasida na freguezia
da Boa-Vista, ra do Coronel Lainenha n.
30 (outr'ora dds Prazeres) para onde, fra
das horas do expediente de seu cscriptorio,
deverS derigir-se os chamales, para fac-
tura e apprva^So do testamento.-.
Cotrcnltorlo ailoparlco donlmotrlco
Dr. Miguel 'ftemudo da cnenkae das
12 o da tarde ena sen consultorio raa
do Barao da Victoria n. 7, 1. andar.
Chamados por escrpto a qualquer hora.
Especialidades partos, febres, syphilis,
raolestias do pultn.lo e do corado.
Dr. Lvpest Pessoa .Vioiico. Residan
cia a ra de D.-Pedae-1 n. 9, onde- pede
ser procurado at s 9 horas da manea.
Consultorio ra do Bom-Josus n. 37 1."
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
-,w (rogara
Francisco Manoel da dui & C depo-
itffi#is.isitiiflTs.a3 espesialidaQes phar'nu
oeutic-as, tintas, drogas, producto chimicu
o racd^iwnp'rtp hamojQ^itjco, ra do Mr-
quez de Olinda n 2.3.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de earapino
dfe Francisco dos autos Ma:edo, caes do
Oapibaribe n. 28. N'este grande estaba e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge*
ero, comprarse I a vende-sa madeiras de
todas as qualidades, aerra-se madeiras de
conta alheia, assiia como so pee paraos obras
de carapira por machina e por pregos cem
Drogara
Faf,ia. SolrinJiff di C-, droguistas, por a^
tftoado^ ra do Alarqua do Olinda n. 41.
1TBLIC0ES A PEDIDO
FEBMfflBUCO
48$: Jote, JnWmlatr-Pferer. -da- JurJaiJI Wjeto HeesgaVMjte&de m'MdM^4s}kntai
Manoel Flonano da Silva, Jos Antonio idm Victorim n. 18_ ^^^ 0*^
Carolina do Norte
na do fc'ul
fi rgia
Fl n-i.la
Alaba.na
MusUsipi
;na
Aikansas
T>nne3see
Outros eatadoa e
ritor'08
To'a!
ter-
1884
1.093.O 0
1,(174,000
3,067,'"OO
284,0 K)
2,984,000
2;564,O.0
995,0: H)
3,680,000
L806, >
931,000
103,000
18,710,000
188=
1,062,000
1,670,0)0
3,O06."Oi
284,000
2,9-'4.000
2 615^00
l,0lf>,0i0
4,011,0 10
1,3*4,000
940,000
108,000
18,994,000
Caixa EMnoiiiica e lloiite de Soc-
corre de PemaDilHico
BiUanielc em 31 ao A 50*1 o de
OAIXA ECOIOJUCA
Activo
Thesouraria de Fazendaconta de
depsitos 604:243/600
Thesouraria de Paaeadaconta de
juros 242:29ao 46
libte de soccorroconta de pa-
sagens 77ja*7;iJ>
Juros 96*000
Caixa l:783||00
9^6:113t97
a o eacoaasoiaia uat-j
Mvaatr.diaoMasaiM _
do aguint saaat
Mse
comul francs n'aquella cidade levou me certa
1880-1881
1881-1882
-1883
-1834
iS84~iBa;>.
1885-1886.'
Cdhcita Co:i>
era Saceos por geiioS
6.f-S9:0j0 187 livres
5.436;000 144
6.902:000 134
5.714:000 149
5.669:000 144
6.625;000 .160
A media do anuo da para 1.885 um augimsoto
.Ul?gUCillt O Manchejtfr Guardian apr.scuta-iios algiins
outros dados relativos ao tnestflY as.sumi'to ii'is o!-
t;'mes 7 aunoa.
Geiras
em cujlura
16.12.3:000
16.851:000
16.590.00a
17.449:000
17.834:0J0
18.7
1832 -1837 % 18.194:?1)0
etati^iica Hw.-tuaria No Cemiterio
Publico do Santo Amaro foram. sepultado, em
Agosto I
Ds 1886 226 corpos
L)e 1885 296 .
De.1684 281
Da 1883 260 >
De-1862 347
A media diaria do enlernameotos, no proa ato
findo.inet.de.Agoste .foi de 7,90 corpos.
.O dm ile manir.numero de entercanaeatos.i^-
nun :, 26 um fu Jjouvc tres ; e 20 em que bou te,
apiatro.
i^^lasi Kffectau-e.-kao:.
-Haje:
Paesivo
Depsitos-em conta cowentes 926:113*91)7
MONTE DE SOCCOBRO
Activo
Enyu-estinios sobre penhores lMt373S016
Valor.vs depositados 154:04''
Movis 6:0553327;
Cademetas 317*404
Theaouro Provincial 8KK)(5t>o0
Despezas geraes 9:205^*431
AlugUel da casa 952*000'
torno de j uros 446 -i 110
Lucros e perdas le"#8tt
Caixa 828*961
>r. lr. siUino Cavalcaati
A' bsequiosidade de um amigo, devemos o ter
onli- cimento do estirado artigo do Dr. Sflvhio Ca-
valcapti, publicado na Provincia de 29 do mes
findo, dfpois de 10 das de laboriosa gettac^o, em
resposta ao do )>r. Pclippo Figueira, inserto no
Diarin de Pernambuco de 19 de Agosto ultimo, e
nao no de 27 d* mesmo mez, como proposi talmente
escreveu o Dr. Silvino, sera duvida par granjear
ao seu atti.'o o mrito de resposta prompta.
Be nao tvesseoios visto a fima do Sr. Dr, Sil-
vino e a cireumstaneia de achar-se elle infeccio-
nado do viros ophidiano, qne de certo modo atte-
na a gravddade do insolto, duvidanamos que
fosse capaz de escrever o artigo que alludimos.
E entretanto, o Di;. Silvino fez tSo ostentoso s
arrogante usado sentimento de cavalheirismo ede
honra !
Que farsa idea forma 8. S. dVste dous orna-
mentos pecnlinrc8 aos caracteres rectilneos !
Nao honrado, Sr. r. Silvino, o individuo que
o diz ser; mas aquelle que eiorcita es deverr-s d
toda orlem, encarados ob todos oi> pontos de vis-
ta, ou seja as r.daeoes sociaes, ou seja as rela-
coes privadas, ou no lar domestico.
Nao cayalh^iro quem tere ao adversario pelas
coeta*, brandindo as armas do covarde, como
antigo salteador da Calabria, que obrumbrado na
espessura ans florestas, extorquia a bolsa ao vian-
dante incauto.
N'o terreno em qne se dcgladiam os cavalheiros,
no teme o Dr. FVlippe de Figueira correr um
pareo com S. S., porqne rleve'ter a certeza de nao
ser vencido.
Nao encontramos no longo libello famoso do Dr.
Silvino Cavalcanti, contra o Dr. Figueira, um s
facto que posga empanar a brilhante conducta
d'este cavalhidro.
O acervo de palavr&a bombsticas e insnltuosas
n2o t-rJo a forca de abalar urna reputacao firmada
pelo trabalho honesto, pelo talento comprovads
as pugnas da imprensa e pela severidade de cos-
t umes.

Odoujr -foseopo-ii consakas todo 0^
iafliajsaal itt,.r^a4>a^+ pegas.8 aa- [fc^^ fy* 1. 'MXj>. ra* Ar\
dar raa Primeiro de Marco o. t, de movis. Este consultorio offerece a co
Passivo
Capital
Cautelas de penhores
Juros
Cauta econmicaconta de passa-
gens
Thesouraria de Fazendaccata de
empre8timo
Caderhetas archivadas
Saldos de penhores vendidos em
leilo
SalJ s de pcnhproi prescriptoa
Gastos com eifees
296*241*395,
15:760*047
154:049*377,
9:842*460
77:6961752,
34:998*845
40*i JUO
3:730*024
112;20
11*170
8. E. & O.
296:241 396
O gerente e guarda livros,
Felino D. Ferrcira Coelho.
*1
INDICAQOES OTIS
Maattaaa
CaainH laielsa elsuspMaa r,
h-ra^ua.s..9.1 r.tZ?2^3?S*
heiladaJiosaaaiB. 24, d paadia. (MmA
Que facto articulpu o Dr. Silvinc, que poessa
c-ollcoar mal o sea Ilustre conteador no onceite
io^ I mineas de b.m ?
D'untrc muifas argnijo s bau icj, resala a cir-
CainsUncia i.-iJicjda pjr S. S., coqsistcute uofac-
ter seguido para a corte o Dr. Figuciia,
.luito de toanar parte nos trabalho do parli-
incutc, te ihe e.ipe ii.lo o r< spectvo diploma.
Se'ielhane coaretnda, longo de eortir o cacito
almojaJo pelo Dr. Sdvino, njbilita asen illustre
tioute-udor, pois que, de tal modo, revelou-sc elle
.exacto o zol.sj cumpiilor do seus deveres, como
hoiiieiu puulieo.
De fi io, todo mundo sabe que um diploma de
diputado .expedido pela junta aparadora, nao d
direit, ao eaiilidato, que o nao tiver, neia tira
aqu -lie. que o tiver.
O d;p.oma nao co face do direito eleitoral
mais, 00 que ura documento comprobatorio da apa-
fo.ta p.da junta competente, em vista das
iiith.'iitH-as J". todos 03 aiUji'gio! de que se com-
poem o districto.
Ora, desde que as jautas aparadoras nao test
jompeieucia para onliecer, de merilis, do valor
I. authentica,.e s a cmara dos deputados,
obvij qu^, sempre que a sata ultima forem pre-
a.-utCB as moncitiiiadas antlienticas, o recouh 'ci-
mento se pode fazar, indepeudenteminte da expe-
dicaudo diploma ao candidato eieito.
Esta a Jouu-ina oirreute, conforme com o di-
areito e cem as praiiuas do parlamento.
C^uq valor, pois, fica tendo, ueata parte, a aceu-
aaflioj do Si>-ilvin ? liuspondam os meaties d
Le.
Outro poata, qae parecen a S. S. de summa
g ra, idade, oi o tacto de prevalecer-se o Dr. Fi-
gir* docaxg de eugtaneiro fiscal da ferro-ria
Oe. OUud^,,pf;, a ni* de cuetat e promover a
sua cabala eleitoral.
A este^aato, paufrWPfl aot~d,e, teaj^nd*!;, poi,
*m,raot|jsjefl|.8 B'ntj4eqnalq,nersuapeico, fel-a
*.^- ^HSfera^isW gerxnt ,dsaquelja em|Msa.
do me findo.
opsn
1


matine gmaMHmi>-<>iifti mlmit^mmwdNrttmmw)
Ji-^ o &,. Pt. atyvw que fci ahJii em sea
longo articulado.
E' aiuda temp de reeuar ; na arena em que en-
MUa* p.teavaH orna u IV>.f'iguir*.ip**"-
ramente, Ib* da id t**0' rece S> Sl
con o leso que se. debate conjieaMade e tranque.
za; ante ss as?eipelha com o touro indmito que,
irritado com o ac-m) docapioo, levanta os quar-
tos.trasejrc*, b*u oralhas a jnvoate erades-l
filaaa at topar o guHh >.
Siipiao. I
Bou Conseibo
V*. tiiactoros. liaado o n. 155 de
seu Diario, depara misaiva, hr
mada contra mim, e mea innSo, ex-dele-
gaclo, pelo Ldftberri.no eaJ*nniador JoSo-
Peixoto Soares, a quera nao pretenda dar
a menor impirtanoia Mas, para que elle
nSo enteoda que eu ine abstenho de pa-
teotcarao publico as euas manchas negras,
alias bem eouh-eidas, resolv dar-ltie urna
resposta eabal.
Filbo des comarca, nunca pratiquei um
acto, que me dosdoasasso perante a opi-
Ato publioa. Qaer coaie parucuiar, qaar
como erapregado publico, tenbo sempre
servido isento da menor censura
O meu antagonista, rpito,
Joao Peixo-
to Soares, armado da calumnia revettante,
lancou mi da penna para fantasiar tactos,
que nunca sa deno, no intuito de ma-
rcar a minlia reputacao, quo est mnito
alm do nrrjento proceder daquelle qu>
tem-se entregado a manejos vis, de influen-
cias liberaos testa localidade, para cortar
a to o transe o meu futuro.
Levantado, porem, dt.8 breabas, onde
Be achara o en ant .gsnist*, enl<-iado com
O seu... cibcpreto, celebre ladrad o as-
sassino, loi por desamor ao partido conser-
vador adasia'-comarca, indicado, e ullisna-
mMrtetrmneado, per portara de 14 e\a*e-
touibro, para vir esercer o cargo de sub-
delegado do Io diatrioto, deste termo; e,
em vez de l deixar os aeus pessimos cos-
tamos, continuoa a pratiear ac'.os taes, que
justamente os repollia a miniad publica.
Com a coi de subdelegado, o meu an-
tagonista, entetrdeu que s* ello pisara so-
bre o solo, e que so dio podia gavera, r
Papacaca, sera dar a menor attenc&o s
autoridades mais graduadas. Neste intuiti.
dirigia-se ao quartel, lanzando mad do des
sarment, mandava o quebrar bancos na
feiras, tomar armas para dl as dcpois a
trouco de..., e violentar conservadores
distiaetoa, como bom fosse, o velbo eleitor
Jos Vieira do Nascimeuto, que, quasi
vi tima do b i!-,;:naro d) sicario inspoitor
Antonio Estoves, cumpridor das desordens
do prfido-e violento sub-Megido.
A estes desmandas, ia o es-delegado,
fechando o olbos para nao levantar ce-
leuraa, entro o partido dominante ; mas,
reconhecendo afioal que o subdelegado
preeurava a todo o transe plantar ciaaaia
entre os conservadores, dirigio-Ihe, "i ver-
dale, ura-ofijio, ponderaad-llso que, nao
pedia elle retirar mais do qu-trtel um sol-
dado sem su'i ordem.
Assira, foi garantida a seguranca iaffvi
dual daqut-lles que lbo erara desafectos !
QuJn vir a cara impuiioa do tal aub
delegado, Jira :=Joao Peixoto Soares,
um tino calumniador !
No periodo do tempo, que aquello infe-
liz, aquello desgrajido exrceu o cargo
de'siiiitolegndo^e** fcz urna s prlfio,
pela qaal merecesse o menor elogio. A
prisao do faraigprado Francisco FaHx, iu-
digitado autor do assassinato do sargento
Lobato, foi executada por m.ioapect r,
sem a menor iutervencJo do wibd^eg*do,
que nunca prooama^ expurgar o termo dos
hvintee criminosos, creando apenas a
casa de Rozendo, o qual logrou evadir se,
sem as ir collof-se debaixo da protec-
$.0 dosuWelejtia, qui nunja protlgeu
criminosos, como appello para o testemunho
das pesso'as digoas deata comarca.
Nem antes, nem depois da abstencSo do
su'odalegado, tite occasiao propici. de c-:
Hiar um a atrfr- idd ebn.-s o cavil?!
nem to pouco era titulo nico, e garanta
(olida para n5o irse cadeia, ou sahir-s-j
dola, dar-so me- 50jJ, 100^ ou um buce-
phalo qual^uer, eomo descaradamente
dtsae o meu aotagooist, que nao trepida
mentir -a cada .maroeiao, bom yue possa
provar u^j b faoto apOntado etO sui estu-
penda quao calumniosa miseivB.
Utn tacto, em que eseadou *o o meu Br-
tagonista, deu-se assim:
No da 7 de Fevereiro, Luiz Fe'itosa,
cteprtt- tte ter twrtMrw -e trmpmnmmto
Luiz Feitosa, sem maia indaga^ois, r
quereu inqueritojHlBMtBO subd^l tra Jo Puluca, uioarto a|qu* prpflde-
se clandestinamo|iVW testemunhas .adre-
de proparadas, ..flao o subdelegado
desse parte de sea auto s autoridades ]u-
diciaria* da comaroa. .
No da seguint, o subdelegado e Luz
Feitosa, que j tinham d sobre-mo os
assassoas Jacob e Jlanoel Quergjiry, man-
daran! por elles aasaa*iar, como publico,
a Jos Pulma, quo, aggradido por elles,
e com os punhaes s, escapou da
morte, gracas tenaz dafaa quo oppoz,
nao obstante partir de dentro das mattas a
voz : -morra o cabra, morra oabra, ate,
sent esta voz a propria do subdelegado,
que esUva atraz de urna mouto com o pro-
motor interino bacbarel Silvura.
Nesse interim f urna posaoi dizar ao
delegado que acudase a Jos Puluca, que
eslava sendo assassioado por dous doaco-
nhecid .s, o, seguiodo o delegado com o
destacamento para o lugar do conflicto,
encontrou em oaminho o prom)i>r o o sub-
delegado. Este, ao perguntar Iba o dele-
gado qaal o moiiro da prislo qae ,aaa,bou
de effdctuar, prerompeo nos m.aores im-
properios, conforme testemnnhou o tenente
Amaral. m .
No dia -seguinte ao da prisSo, LiUiz Pei-
tosa denunciou Jos Puluca, eomo autor
do -tiro, quaudo ent3o, pparecendo o n-
querito, de que n5o harvw notteia^levan-
tou se o publico diz-mlo : -Luiz"Faltosa
deu ao subdelegado 400*000, para-a pri-
sao de Piiluc,' e ditt qtwirtia foi dirtribui-
da entra o subdel-gado, Silveira, Aogusto,
Jacob o Gutrga-ry I
Nunca me foi attribuido o papel de
desordeiro no movimento quabra-fedos ; era
eu, newo tempo, subdelegado, e procure
com to las as forcas capturar os criinino-
sos, quo existan! no termo, para o que
invoco o testemunho do Dr. Bonto Ramos,
entio juiz de direito da comarca.
Protector de criminosos o meu ant
gonista Joao Peixoto Soares, que tinha em
sua propria casa o celebre ladrilo cabo
preto, a quera de urna capa; dando tam
bom a malvada mao protectora aos fami-
g-rados assasiinos Ignacio Pesquira e
Andrelina, amasia de seu Jrmao (^apeba,
criminosos de morte em S. Bento.
Protector de criminosos aquella que,
andando em diligencias com um delegado,
arranchou-se em cr.sa de um criminoso de
morte, com quom bobeu o divertio-se era
Taquary.
Proteetor de criminosos e aquello que
poz em lib-rdade u.u filho de Francisco
da Luz, preso em flagrante por un nsge-J-
)oa 1'Jaa.oaes
-aPelq contrario os -qM n sao d grej, eatio ap
plas-ad o.ous*c>*a |q/Ji*^pb t>-
masteai por di
assassiniido o infeliz Eiequjel Cosme, ar-
rogou-se ao podvr de Carlea Magno, e en-
trou em suas facauhas, esbefetjando a
quem bem lha pareca, de modo que, em
pouoos dias, eabofeteou nore cidadJos,
entre *s quaes Jos Puluca, pelo facto o
reclamar este contra urna conta exagerada,
que ibe foi apreaentada por FeitOsa, palo
qe, Bem nenhum interVettcSo rakiba, o
sargento coramandaute do destacamento
cetxoulhe a oasa at 7 horas da mauha
do dia seguate, sendo este acto loifado
por todas as autoridades eotWtH>uiav
pelo publico sensato.
A 29 de Malfo, W '4*eehado um tiro
em Luiz Feitosa, toium sugeito, que en-
freotou a ua porte, montado a cavallo, o
qual retiros* iapois da parpetrajao do
crime, e minuto* depois, chegaram *lgU:
uiasipracas no lugsr do conflicto, procu-
rB>i>> aaber quem fura o esassaido para
eaptund-o; porsm, Bmlo*iuit>te>ebToa
nao puderam descobril-o, nem por otd
htvia seguido,-pero-que, toltaram-ao quar-
tel para nao >bre maia pasaos perdidos.
A opinilsiptblisa e aa autosiMades judi-
ciarias nao proclamar am a Jos Puluca
como amtor do tiro, tanto que, ojurzea d
direito e tnUni ipaJ, decrararam que o meu
antagonista lanyou mao da mentira o que
fez^tol 'em Tferir-3e a etles, nese as
sumpto.
No dia seguinte, receuem casa de Feitosa, pitrfcirar po do deRrto, e feito este, verificou se te-
rom -oa peritos, profeeaer Dduno e Jos
Giaimat't, oaeidurado os feriiuaates gra-
ellas levos, de
tor, por ir conduzindo 10
furtados.
Espirito trefego e perturbador aquello
que, por dinbeiro, segundo diz o polTVo,
pr,ndeu Jos Puluca, e costu na ven le* e
revender trras sem justo titul).
Qnebra kihs aquello que, c< m seus pa-
rantes, fez parte do movimento, e purd en-
da a causa sediciosa, vjltou aos pos do
Dr. Bento Ramos.
Soa pobre, verdade, como diz o meu
antagonista; poin tenho vivido honrada-
mente, se.n sr p*sado a ningnem, nem su-
geilxj s aifaias polres de Luiz Feitosa.
Sou pobre, verdade ; mas uao sou do
quilate de quem tera apenss 15 ou 20 rsc-
cas, mal adquiridas
Provoeo, poia, o meu antagonista a pro-
var um facto, quo rae desabone perante o
P1w0fcrmlho, tf.ddWlo de 19SG.
TtrtU-tno Pacrach Villa Nota.
O ttr. Jos Murlaaa
ABA1XO iMfESADOb '
Viva o Immsw* '
V v *
Press por ter cao, da outra vas p;rq>ie, ne pa-
recendo maitoruin os factos d* vid public do
houieai futan, euos relembmra en artigo* diarios,
combatendo a ua cnndid*tura e a coafroataado a
rninh, como cotnioemerei no passado artigo; e
deata vez preso por DV> Seroao.
E' porque, recaubecendo que tuto aqollo que me
pareja multo roim, fi pelo contrario inulto boin,
'confeso o meu erro curvando- senteao* do
soberaeo povo, o pi que todo?, o nesso proiimofatuto imperad^irou sea
E isso quaoaotUe foprfo pr-poe a suaoandi-
datura fe de sna ftnilia, oiifbjra 1C groas*,
que a que ha sa tesr, m*s.bem eacoftida, tao
forte como a o^ra do porto, pirque sa retampera
no amor acrisolado ilo povo ; qusndo elle-pro-
prio, diga, qaepwpda aua,ci.ndidatjra aa throno,
que eati a esda ins-artte, nao a desafear, i a
despejar a 1009a estranha, embora fiua, mas estra-
pada, que oeeupa; nao ao brr>;te frrfii>da
ideoiOfra- *e>nferica, embira *t> ssmpre amaste e
da qual, como da primeira vez, anda e cada da
inais toga espavorido ; porui a rutils*te coroa
qu, tombando da cabeca que mata susfcnta, de ve
atractivaineote encontrar 3 eorteiamoo m eaca
xar na su. ,
E nessa cabeca tao Vm taSaMaato que nao
podo eatraahar este symbolo do poder mageata
tic, lis queja tiM-tekllWassaass estas
quando fra com outii tnumphada no Club ro-
putar, embora fosse esa tat de pk>, mas sm es-
pinhos nem tormento lgum.
E aquelle tempo se'rirsw sombarsm do caso !...
Quem o liria, waa o pensara... se u5o era
inassem par aaaservico.
BiaaveaSVtB, ada.fl'ialo/eiitSDd.
li^*o civ 4.**se* qwm #*plaaa iKue-
da SiUlUito d* dymnaatia reiuaute ; allegue
uao iiacKrepubUiMt dyawitia o;va,de c a
tairar .que prepare o povo fura chegar a diti, e
o p.wo todo Ubaral mpinde com grandes ap-
phM'90- ., ,
JVundo ve>, paw, tanta ir, j4 oao d
zar.ui t-stults, maa doshomana serios do partido
(ivre! '
E' p r que a conserva ri<
Poiaqucriam 4110 elles cborasacm, ou joaatras-
ssm.majo ?
j.ha o pretenda moUvo de naca,. ua-J aun
eu quem d ; mas o proprio nosso haucin o o im-
meoao partido quo a applaude, que coastitue a
grande, inaioria deste pavu.
Mas nao compreheudeui atea meua seuhores
que os da conserva s<5 seriem para disfarcar o
medo
Por qua em -verdad, cossiaftem bem i se o no
mem lr cornado -re, o que -aera da conserva^
toria ?
Elle mait bom, o its >mo fitnro, todos o
sahem e di*-m,*HSTjaa osanalgee ;^>ara os con-
trarias nao ha inimigo tao terrivel.
Qae sesa >is feito dac^naerva -qalldoa rti-
Unleio liweaplaiideBer a al tea ta ? '
aVmdu'ven, paa, esta ira se aeua.-deJicaS03 ?
C .a mV) tumpreheiidein iato os seas, assim oa
enraivecidoa ?
Deixam os da conserva rir-se, q ;e csse nao
fingido para en-sobrir o medo'Ou-- raiva que oaes-
tav ralando. *
Mas a raiva de-mnitoa dos taes liberaes dedica-
dos seus, nao pio ser serin, ou antes ter por mo
tivo penaasam que -en eaton zombando do noaso
homem. .
Se pelo estylo familiar com que o trat---, isto
rjorque elle 6 um homcm cho, tt.do popular e-de
raneiraa lhinag. Aquella raiva, pois, que nns
certoa quenao sao tolos, mostram ter de mim, eo
pode ser da oveja, 'emendo que o horaem, qu indo
ohegir la wb cima'de-rae a mima iniu iein
rae qual .tas Bietnarck* e a llesapea d* Pe-
Foia a que vem, meo Deus, aquello felizmente
o ttnhor no gov rna sem naca govfrnou ..
A que vem nem viwb* S aenhor j nao regu-
!la ? Urna tirada deasa deqaemeempre tratou-me
serio e com respeito, tom mjtivo, ueu offoo?
alguma ? 'l ? ,
FelizmentesiuBca- goeejuei nao gor*r noe
j nao regulo. .
E par que os governei quando regaiet f
Ejaminemos iato de oatra vez, e ach#ie*s'.
No edtanta-nao deisasioB que illaitefa oen
tbuaiasmo. ,
Mantenha ae sempre aceeo o fogo sagrado o
patriotismo, proelaaaudo-.ate a her o homem fu-
turo, que ten. regulado sempre c tanto^uanto Ibe
tein rendido Oa sacrificios 4 patria. I
O honeOl fue teareabido tanej kgradur a to-
dos, libertes e republieanoa, monsrcTriebs e de-
mocrticos, eatrangeiros e nacionaes, harneas e
uuriaesee, qoe e 'a- inv. jae o oaViain
Viva', pois, o U038O Jos, o fat*b imperador do
giande1 imperio. :
Viva Jas I, o glor.so fanlader d*Wva dym
niatia da lauSa da trra, que aera to fina como a
tHja-uStranh., loge** sa peeaaa-fiSr-aagrada I
Viva o futura imperador-dos brasMeiriis !
Cuma eatJ artigo j v muita grande paaeraoe
hojs a tr*ns :rip;a do.c.Jpo de noso SlaseaSMl
Mabomct.
l-fif-, 31 de Agit de 1888.
Affonso de Atbtiquetyte zato.
Ba fe U de !\as^a Senwfa k
aquillo nem taall nem oa que uaa SStieinio n-
eenaciente do instiacto papular que exprime sem-
pre a Voz de J>eos, qtfanuo o tabe nio o engaa,
para se indnzir por elk 1
Na lm teesbesa beemia. Jaae.phin 1 que ella
btvia ainsJtieaer-faleiia, tj o foi e-saaisqae
isto, nao foi imperatri dos kancezea?
Em melhores cendicoes est o noaao Jos, que
nao corre o reeode ser enaMado por infecundi-
dade, como aconteoeu aquella to pauea tempo
afortuuade.^MWS'Idgo'irAl.
Pare o.-de vou, pOrm,-nestttirada,;arrastado
astn pelo, o*rdente, maaesearregadico eniha-
alaamo que me tomou peto ontagro 9e tantos e
outroa milharea faa fogows !
ESOB-preaoaorB,*fiequeriadi*er, mas nao
digo bsaa anda, nao aeu isreao, porm, aiata ou
antea a*v de tanto deapeito e tanta Silera, por
apptsmdil o, fwoclmato iaaperador ou nai, aaasaa
elle praprie, o futuro, o graaie aaswsyaapsap 1 i
a tal e applaudido por um povo iBHitHSO, pero
Brasil int.tr do partido ISM !
E' ns verdade para por ageatelonte :Ss-cea-
trario o p>vo, veea tedas ae ira e doestee; se
converso, vou com elle e grito dianH^veem os
raneares e ataques.
E' o caso:
Muitossm8amia maSM* e patentes, es-
to desfoitosos porque n5*querem que eu conti-
nu a sallar a aoese tnaaroiaspeasd* 4 dsaisasoas
que sempre me traUram ceawtttenoao e cortesa,
receba maos modiis e ataques, Bem motivo nem
pretexto algum.ie pelo trasbordaswota4aijra
que precipita provwcaa aunaU assate asa ajinha
% o pabilo
Para demonstrar o coaceito, quwmereca na
msrea emqe resida, S esmo deeneatido Buli
aos mcus vis calumniadores, permitta-se-me a
velleKhid tulo de honra, que o meu nom fji ns nrrtin*-
eleicoes munieipaes, o que sanar numera de auf-
faagioa tsUoio em Io sscratiuio. E cas o pesst-
mista pissa anda ver nisao urna signifie.aca po-
ltica soseme, patioilti satine SUada publicar os
segu ntes attestadaa.
Harreiras, 30 d- nlho de 1886. Pedro de Bar-
re* Wansfcr.'ey.
Artestadun
1. AttWto qa n*da me toast 1 que dtsaboue
a conducta do supplicante Pairo de Bafrtw Wan-
derley, quer como uutoridaie pallcial, quer como
particular. Baretrfes, & de Julbo de 1886. -Ba-
charel Jo Nicolao Pereira dos Santo, (presiden-
ta d Camwa HaiiicipaL) M I
2. Atteata q* oada oansta qua desabono a
coniueti,do^ea||licsats Pedro de Barras W*n-
derley, qer coma particular, quer eomo autorida-
de policial damuW o tempe qne -eierceu as tunc-
c0es d sublee^-^ do distreto, Baferoa, 9
de Julha de l836.--ntonto do Santo$ PittUtro
(lo jz de pas.)
Referem se aos attestados supra os aeguiu-
tea eidada-s : ....
Mauoel de Barros Wandrley, proprietano de en-
genho .
Antonio da Rocha Hollanda Cavalcanti, alees/
' Manoel Honorato de Barro?, dem.
Juo Mariano de Barros, dem.
.W-cuia S:'.ntaga Paea de Mello*-, lasa m
Christovaa Bento do Reg Barrete iiam.
Romualda Hercubuo Beserra Oalmiraes, com-
merciante elthor.
Ant nio de ITollanda C.valeanti, dem.
(Jos Laaielno de Almeida Andrada, idem,
Maaoel Ltsaeio de Mello, dem.
Joa Xavier de Barros, idem.
ManoeW. Silva usmao, dem.
Jos Ciirneira .o Farias, idem.
JosC da WVa fieftio, idem. _
Ceuiid-drlgues Bellas, comsletciaWts.
Pearo Cresnno de "Miranda, ideftM
Avehno Rodrigues Paiva, idem.
[Antonio Joiquim Rabello, dem.
Ijese Martins de-flirranda, Mem.
Javeaians Beaorra ^algado, idem.
Possdoaio fiaValeante Bezerra de er,'is-
Antuoi Jorge salter, dem,
Aotbttfo CtJeaaiPessoa de MeJIO/elHtor.
Juaquim Franciaco Poreira da Silva, dem.
Juaquim doa Saftts Diuiz, dem.
Manoel AcciolyjSaBtiago Ramos, dem.
Alipio Aecielj %llisgo Ramos^iaesa-
Jos Thaamzsios daatoa, idem. .
Lourenc Gslds Alsbforaio, **n.
Francisco Marnho de Paula Lins, id.'m.
Pranaiaoo Aaciery deOueiaoz Qousinho, ida.
Mano.-l Morelra Borges Ucboa, idm.
Jos -Viowriuo -4ss SsMsa, dem.
Paulo Jos de Sonsa, idem.
Joaqum Ferreir Leite, idem.
Eduardo Mtinho de Panla Lins, idem.
Bernardino de Senna Lyr-, idem.
Dr. Jos* Jaonfseio de Sa Peralra* ideta.
Joao Bwart UaMuhe, dem.
Antonio de Barros Waudarlay, *dam.
Joao Aureliano deCaStro MascreMbas, idem.
Mao Felipoe Santingo da Coata, tdetn.
Cisme Meodes da Jiiva.i
Jtwn^i'a.ft^ujaJJ.iraoBp. ,
Aifredo Felino Peteita Freir.
Joao Autanio da Silva OlivBira.
OuBberare UasakcaatiUs AifcuaiierqBe.
Antonio ActiblyieeSaiaos.
Joao Francisco iiiinarana.
Manoel Accioly Laa..
Leopoldo Frausiseo da *tva.
Cosme do Hollanda VaSconceHog.
Manoel Leitis Fi#ieira, odI1Sc|o geral sleitor.
A's 4 hozas da qaalrug tila do dia 5 lo mcente
me demiogo praiiao viadouro, a vi de Deas, os
aaer jdaaibrarutadM'j^Mj 1 ala P.ai Jh tnisia as
fiis para o templo da>saJMBSfliin de assisiirem ao
santo, sacrificio rna ussa.q;i-; aatnac o suri cekbrada-eui teiu^k. d'aquclie, que oum.aeu
obulo couceiureram.pai'.t m bxiinaiiiisma da testa;
em seguida ter luj;ar a eel braco de urna' segn
da mista, e urna outra :i i> liirxa ria uiaaha.
H. Ese. Rvri o-8r. D. Jos Pereira d*.Silva
Barros,'dfgao o'preclaro B(spo -Drocesano, se-dig-
aareeiabaar a 7 bisas, 1 disamtr .eioeajnmu-
nho geral o pao eucharistico aos devoto* que con-
veniente manto pe*parados e ooutosaado fisrsm parti-
cipar do mystico banquete; di poia ila-.misea de S.
Eze. entrar oasa aovacaaa de gr*cs-
JfsaUl buras-da dis, imptoteriwolmeato.ri para
o altar da augusta l'airaeira a miumusolemne, cum
ilBnieMsnsia da A. -Ese. Rvio., que tara meio-.ponti-
fical, do Exra. Sr. ve*preeidnte u"a pceviaeiae
miis autoridadsejeivie e-militares.
Esceataataenha.aub M n-^neis do hbil profea-
aov Jeo Potycarpo S >are Rosas, a-gratulo part
fura do abalisado maestro italiano VicentaBellini,
Credo da Jttineto lto36^e as seisnio alinda msi-
ca da celebre-Mercatlaiite'aMi o'canto-daaoe marta
pieni de grazia etc.
A tribuna sagrada-era oecupada por um dos
misaiouarios capuebinhos.
A guarda de houra far as devidas eontinenciae.
Terminad* a miesa solemne, teta lugar aiuda
urna outra missa lida no nrasm sitar de Nosra Se-
nhota da Pwuha para nraor commdi(brde dos Seis
qtre n poderem assistir .toda soieinordade, can-
forme adverte o Dr. Huntn'Afifmso de Ligori no
livro 6 u. 341 da sua Theologia Moralit.
A tarde, proferido anlogo serroao per ostro
maaionario, en'oar-ae ha o solemne Te Deum inti-
tulado de Sant'Anna e fintrar-se-ha eom a benao
do Santissimo Sacramento, offieiando u'este acto o
Esm. e Rvino. Sr. Bisp-).
O magnifico templo da Penba aehH-se primeto-
samente ornado de fl .res e luae em grande -pvofu-
sao e sy.netrcamcnte distribuidas e collocada.
Diversas bandas de musiea marcial, apostadaE
em varios pootas do espaeoso pateo, tocarao lindas
pecas, o a esplendida lloVmnacfio- da tachada'do
m igestoao timplo alegrara b eoiacJo das fiis de-
voto* de-Nosa Scnharada Peuha.
Oaatro lllustres iucIcos br r\
lelros residentes oa impar
tanta eldade de Pelotas
' !>r. Miguel Riinmju* ifellc, vico
presidente Ja provin ia, mcaioo da Santa
Casa de \lisCTi*jr*iay.cntle;oraJo pelos
governoa daf Ailaaianha, 4 E^etugal e da
Italia.
>r. Vicente Cyprbano da Ma, medico
da Cmara Muni;ip-.l, cornraissario vacci-
nador da meama, oapitSo cirurgiao-mr do
coramando superior da guarda nacional do
municipio, deogado da aaie publica, etc,
Dr. Serafim os Rodrigues de Araujo,
ox-iuelico da Cmara Municipal, cx-dele
gado da sau'de (iidilica,, caUeiro da im-
perial ordem da R >s-', t'..
Dr. Octaclio Aritiifkf'Cantar, medico
homeopatha, cirurgia lunorario da arma-
da nacionol, etc.
Novo ct>dlg0 policial
Qaelaea^f. 8>>ieciaM t*ee **#*&"*
conceituad jornal que uanao tomos vctimas deste
cdigo, como diese a P/vinaa de boutem, nem po
diamos aer, desde que>*tsW sstavamos infringipdo
as pasturas municipaes- Pelo que uuitoluaagra-
decemos.
Zefcrino Martins A C.
SgtukdeclaBenl'.
J0S0 Qpmes dos Santas tih ,aenJindo-se reata-
bekoiao -- uma>eoagetai> pubn-iimi fluellw ac-
eotnmetteu no dia 4 de Agosta ultimo e qu
trouze eut p r0'o sua eaieteiicia, gracas a-as cuida-
des, aalo-a-aolioituda do Ilustrado taeultativj Dr.
Manoel C. de' BarfSB Ca'-iro,veln publicameuts
mapiaratar su 1 ajrntidat. e res*aenat ao il-
stre rM#di gratidao recouheciment que serio etemea, pois
toaaiooimeis IfSIttSit ds pTgHr-a grauSeJivda
que contrahio para eam o meama doutor.
Igualmente agrdeca i seus boas e dedicados
amigas qe o>rtstuVa*o 'dSsansexaFaiaseai que
gaardou o leito, conservando de todss a maia viva
SaslsranSaf ,
Rrcfo, 1 d Setmbro'de 188(5.
Joo Gumei da jSan Os herdeiros d*R2--Mj-Paseos Rvisam a quem
interessar possa su4 aimii -Sistc e o sea inteiro
vigor a eeriptur de byadiaaea da engaabs
Megi.6 de Ciefa, da Vaaia-sie fsCTejucnpapo da
comarca de Soyann. ^ifcasi'" Sste aviso p ra
que am epocha alguma que.v quer que seja, allegue
ignorancia d i existencia deasa bypotheca, lega^-
uicute fi!a em o anuo de 1885.
PrcTcnfo
Peitora de
: Atteato que xaropj
Cambar, preparado -p-lo Sr Jos Alvares
de Souza S .ar.-s, estbelecido nesta cida-
de, goza de propriedadea emolientes o fa-
cilita a a^jBetoeeaJsi, e o conaidero como
um exeellentJ m-lo pira alliviar e curar a
tosse quandi ci uvenientemorto pres-
en pto.
O.referido vcrlade e o affinno sob
do meu grao.
Pelotas, 27 de F-vTiro do 1884. -Dr.
MiguelRo Ifigues Burelos.
Attesto- fue o Pe^oral a* Cambar
do Sr. J3e^A.rVarCs de Souza Soares, pre-
parado de.urna i-7oie aromtica dcuomi-
nada CAMBARA' que vegeta naSerra
los Tapes, desta provincia, um excel
lento balsamioo e expectorante, e como tal
o tenho expregado errtpre co tt bom resul-
ta lo nes affocv3es pululonaros.
0 o referido verdade o o juro iob a f
de m a grao.
Pelotas, 28 de Pev-t> in de 1884.
Dr. Vicente Cyprirno d Maia.
"i- Atfest qre o P&torai. i* Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soirres, tjm exi-e'llette medicamento eio-
pregido com muifo bons resultados nns
molestias brooolu) pulmonarca.
E por ser verttale passei o presente que
asigno em f de meo grao.
Pelotas, 38 ,cfc Fevereiro de 1'8S4.
Dr. Serafim Jos Rudi-igites de Amigo.
- Atteato tjue o Peiioral de Cambar,
preparado peb Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, tem. urna ac^ao especial sobre a
laacosadas vias reapiratoriaa, corando ou
aMjviaiicU raoitas saleatias ^etas meama
viss, o que prova eabWlitrenW a sub cresoen-
to procura e aceitacao, oia ainda nao teve
produsjto Igsftsn officioal nesta provincia.
O referirte verdade, o que affiemo em
f do m:u grao.
Fclnt,s,2S do Fvereiro de 18S4. Dr
Ocawit A Cmara.
Unios gantes e dep .sitos geraes em
Pcrnanrbuco
FRafCtSCO alAN'Jk-'L DASILA AC.
Ra Jarquez de Dunda n. ?3
Rio Fvrniiiso
-t-.1 algufm )': cenaeguio concentrar em ama sim
(es gfoisa lud-carossa de.um jardun de inri
fiares, encoiitra-se essa minvilha na ,lua
Florida de -Barry que espargida sobre o
sobrado-tiu tapeteBou aas roupas eiivatve a petaca
em urna atmosphera deliciosa, cambiuucaa de sa-
de e pa*rer,.-respiando4nni Irtgranea tlorxqoi
sitamente delicada que todo o mundo a reconheee
como superior a todas as outra?, c inteirameute
iaenta do pesado e eujoativo cheiro pafesido com
gas de carvaoou de aieatrjo que se observa ao
abrir nsnc gifrrsfa daauutias.otauuaulss egttts fio
ridas.
l.n-.ilM Icre
A abaixo assignada previne aos torotroa
de trras do eugenho Peres, que fioou "Wem
endito a intnagao fcita pon edital aos mea-
mos toreirob'prrt rfao pagaren- os dos
ab-iixr.asstgoa.da, e pedo aos .nesmos-in-
tima los qife prtfem atten^ao a eerrlao
qtie f<:zexlrcitiir dos resjeotivos autos.
Irtm.-o Exm. Sr. Dr. juia-de -difeiVi 'b
civelj D. Anna Joaquina do R^go e A
buqucrm*,. ruvafflb-teneo'tfe-cofaOfel !*-
ooel Joaquim do Reg e Albuquerqu, ra-
qtier'por cettido-a setatenga -proTefidii **bs
autos doft notificicilo; do capitao Affonso
Augasto de Brito TaSorba e eirtros coaft*
a supplicante e outros, sobre os foros das
trras do eng^nho Peres. Erivfio o Sr.
Burgos.-P. deferimento. E. R. Mi Re-
c*ifc, 20 tle Agesto e 1886. -A>ma Joa-
quina do diego e Albuqueraue.
Certifiqie-*e. ReeitV, 21 de Agoto-de
188t. -Rihei ro.
Antonio de Burgos Ponce de Lion. esifr-
V2o do .ivel e crimo ueata ciiado do
Recifc de Pemaitfbuce, eaa vrtude du
Iei- ,
Certifico dm camjtYidento db despnohe
supia, e od vista do utoamentoda peticZo
do capitSo AtFtfnso Aogusto te BriBi Ta-
borda, que o theor da apenca proferida
no menino, o seguinte -V Jalgo nulla a
commioacao com que foi fcita a notifica-
cao de folhs duas, e ne.nhum o t-ffeito de
todo o proctsia}. A tfcnten|a*in^ue se
baseam os autares, pendente como est de
appellacao superior, nao produzio ainda os
seus effoitos entro ts; partes litigantes, e
evidente que naopoJe de modo algum ser
opposta coutra trminos. Peguera os au-
tores as cnst.~R*.fr; 23 de julho de
18S6. Joaquim da Costa Ribeiro.
E mais se u5o continua em cita senten-
na proferida em dito autoamento de peti-
cao do capitao Affmso Tabora, ao qual
me rep..ft.-Dou f. Recife 21 de Agos-
to de 1886. -O-escrivao Antonio de Bur
gos Ponce de ton. D. 2$Q00.
Recife, 25 de Agosto de 1886.
AnnaJonqitina do-Rog* Auquerque.
Previnr^se 1 qnem interessar possa, que'a 1
eWnprebendlda ta '-gr-JH da l'ouhi at* a laajso
ds Cinc Pontss, eotie voas da Cascaatesaa
Vidal de Negrwos, tavrene 'firelra, per-eaSeolfe
ae antigo 'vkicBlo "SalvaoVir Carado Vidal, "Cala
succeasira trata de habMir .ve pasaibavar "as
rmperttvee f>r,6 e bem -aagiin do terreas* entre
a grej-i do Espinta Santo 8. Francisco e Eoaa-
rio, eomo mel*! ecpliear-BB-ha na rna da Pana*
n. 23, laja.

N. 4. Todos os ,ue tr tomado a Enmhl
do S ;o*t, reconbecem a sua superior i Harte
sobra os outros.remedies-4Bprsgados al
hoje pasa a curada tsica pulmonar, escr-
fulas, rachitis, anemia e debilidade era g.;-
ral. As suae virtudesrsanatirarve reoonsti-
tuintes sao ruarailho*s.
_
Aviso
O Dr. E. OgUiii Bunucl Medico peta
Pacaldade-de Medicina de Pars.
Condecorada com a moJalha dos hospitas.
Socio correspondente : das Academias dn Medi-
cina ido ttiode Janeiro e de Barcelona ;;'da o-
codtide dade Prancvza de Hj-gien, -ex-director da Muieu
Anatouo^Patologic) da F.icuWade de -Me licina
do Rio de Janeiso, tem a honra de prevens o pu-
blico que durante a sua estada em Peruaubuob
teii a diapasicao doe deentee que desejateui bvu-
ral-o com a sua confianza.
Cbamadoae caasultus de 1 s 3 boras-da^faroV
al novo avUo: aa hospedara de D. Aatauia
(Caminho Svo).
Eapecialmades t WolesMire- las' *tuk respirat-i
ras eoraeao, estomaga, timada, etc., melealia*
nervas, e syphiliticas.
Recfe,.6 de-Agosto 418SS.
Licor depuralifo Yegclai Mr*
Medito Quintclla
Este notabilissimo depurante qae vem precedi-
do de tao gntnde-fama iufalliv. I na cura de tadas
as doencas ayphiliticas, eaCrofulosaa. rb'eumatica*
e de pella, cotna turnares, uleeaaa, doeea jswawadi
cas, osteocopas e nevralgicaa, blenuorrhagias agu-
das e, chronicas, canoros ayphilitieos, inflamma-
coes vsceraes, d'olhos, ouviAw, garganta, intes
tinos, etc., eu tadas us molestias de p. lie, atiaples
ou'ttiaincriciis.aast-T.-soino oa a'.opeSis Blr)i da
da caDello, c uas doencaa determinadas por satu-
raciio mercurial. Ouo-ae gratis folbetia oml
enentram numerosas eipwiencias^eitaa'com-est.
especifico noa besp!ta>>a pblicos e muitos attftsta-
do* de mdicos e doenmentos particulares. Faa-se
descont para revend Di-p-flito em cas8 de Faina Sobria** & C.
Koa'do MarqufE d Oinda n. Ai.
M*OTC& HOMEOPATHlOO
|)r. Balitar da Sifteiraj
Eapecialidadeafebres, molestias dSa <
criancas, dos orgaos respiratorios e das V
enhoras.
Presta-so 8. qualquer chamado pnra '
rn da-capital.
Dr. Carlos Bettencourt
Ktlrellamesws d ssrelbra euradob
radicalmente pla eleeSrolrae, sem dor. Toia as
operaoei de pequea e arta 'ru'g.a. Uua do
Marques de Olnda n. 34, das 12 as 3 horas da
tarde- Beaidencia, Pa-eagesa da Msgdalena.
-----------1
Aviso
Arthur B. Dallas, tendo seguido para Europa
repentinamente par motivo de molesti, previne
ao pnblc que deiten eomo sea orneo pcocaeaaar
o Sr. W. W. RobHMrrd. ___
At'toveiti a oewfcio pata pedif deecalpa a
sena amigos por nio ter pedido desped.t-ae pes-
aoalmen.e o qne o fu peto prgate e ao meanrt
tempo oterecer seus diminotcs presumo* oms*e
Ri-cife, 30-de Agesto de 1836.
MEDICO
dirig- M
roa a j
rik-jflte t*muee'svor.
, nao bstanta sercas
_ quem pensara! SIo de
tavasao e eurado, sendo depois atacado liberae* e mais d- dicados ao I
de UBUL COOQHtt
psdasiaonfia^. _
.Ceto, paj, o subdelegado, qae e #sti* turno alta, que contraigo nunea gruc^cu, e sem-
P"*m.. Ti l Tk j- MU..KM ssotivo nem a proposito, felirtando-se-pot/
bagar s,*\b>*brm*t*to .dm J***' ^ AT^eS nf^orerpi. ^nca, cone.uio
e*ro a ineotr-11 ae aotn, qe Jee gxendoB^ qu-iejilTlifcBSjWtt, e fiudaudo a
Pttlia flrA fl,aej-lbe-4en O-Jtro, e.flije. t-iagemsaltn do bond. E eusp tive tempo dei*e
eia necesaario requerer inquerito conAca* itesT-us trasse oy'. __(,,
. -. ......?j....a. *--- ju ; Hkoatroaqae nem cottespooUem s neu osas- peaiusnanaai .-a-"ntaiar
,. ^M) aassm p<>caslassdo,.ss> ^^^^ ^, lMk r^tJ1 ,,, ^ [^Issjea^_eraambuco, Heaijr Foreter
ta -nio tUr-me tempo a Wo faser.
siA. ana o avou-a,poto *ie aerados na sooedade (jase euteudedmheirosa.)
; -Pa! a au^aasle. ffl delre, todo tom.dffde ira mal aistarcad,
u isaa e a i-eauaaa. ^^ ^ nercbt logo, hom^m serio de Ao
1 as aTlasridaade arr*#fs**sa%s>is
quer oatta easencia floral E' Of nico pe turne
.eaconlra_iaal javot -B acfliUcAo jjar jnuojlas jios-
?&&&?***
ptica da Florida,^ W* odoefera do que a da
lEurapa, a Agna Ifi^ (*marca cooamercial
cima mencionada), ^pOsae per sua duvida, um
aroma mais tico o dettatffrrfo que qualquet urna
pu^pP^|Uatc^^|j^
Pstamw3os ealStias traTs^pareetes iw Dapefio
livito qnastfredeeitvdrairf--
,Boticasel>sde
.ves
f oa do'OOuiuvsfCio n.
Capitao Jnelniuo Perelrs da
Slla-a Barro
No dia 'A do andante mes, na mana do Kio
Formoso, estando a igr-eja ornamontada de preto
com um modeto cataflco ao m -o, rodaado da
luses. solemnis.u o Bevm. vigario o toigesimo
dia do fal ecimento em Thubal, d eapitao *t\<
cltitbo Pei-elra da Sllia aram, v*
nerando pai d. Exm. Sr BUpo Dwoesaao, tapa*
celebrado com os compaaheiroa Bevias.^GenaUno,
guardio do conveuto de 8. f intaom, Miguel iPe-
res e Porfirio Gomes cinto ssisaas, p r sua alma *
som da msica marcial untbw,.-desases dos-swat
das tres igrejas locaba, ceta.asaiataaei aas ia
tro irmandades, SS. Sacsamea', Saato Aotomo,
Livramento e Rossiip, e pissacaa 'grada e Seis-, *
urna guarda de honra r.a;porta da saaUs,. *?<*"
maviosa e alwiosma8te *om os aattaas o *aoen
me Domine e memento im,finase ao stataltfe*
teguindo se a marcha marcial-. Amera..
Findo o acto, ,proesS*,ia-'c,Biodtt oaassaatenr
.tes ao cemteno, e shi aaoSsu tfolemnemsote w
memento pelas almas, stguindo-se api* laatcn*
fnebre e a distribuido de esmola ox pobte*
desvalidos. Anote, c^ado* jgfajs, tateifim-.
ico publica, resou o Rvm. vigario.*Ol OS<6eJS|
devotos o terco da*aalmas,,ftui^. sato tcandoaa,
gradou a todos. Eia como ciwanitsmsoorae a,
passameato do Ilustre fiuado, a csjo eatcamoaa>
filho apresentamos humil8e: s?e4ear aoa*
digne aeeitar as devidaa a s.oc*raa ooadoU-.
cas. --------------
salPWs-aatssW.l-saasW.--l-----lis^
O abaiao aa*ifnaa, qne at HW^*""*-"
Dt. Silva Britto ptevine a seus collegas e ao
publico, que, para evitar confusoes, que j teen,
havido, por exewm-nees. dado, onde bas ante
couhecide cora o ultimo termo d'aquelle apellido,
um autro ooHega maje antigo, previne d,nue
d-ora emidunr aaigaar-se-ha-Dt. Jao Paulo.
Recite, 1 de Agosto-de 1886.
' D.. Jo* Paulo da Silva Br%m>.
Oculista
Dr. Fcrreira a Silva, con-
sultas das 9 ao mek dia. Resi-
dencia e consultor, o. 20 ra
Largado Rosario.
oniillorto medico-eirtirgico
O Di. Eatevan Cavaicaote de AJbaquerque-aon-
tinua a dar eonsulu medico-cirurgicas najua
do Bom Jess n. 29,1 andar, de meto dm Bs i
boraa da tarde, aaraa damais eooanlta- a Tai-
tas em suaresidenaia prowsari, a.-d Aurora
n. 63, 1" andar,
g. eaphonicos : do consaltorie 9o e residencia
Especiaidades Partos, molestia .de ereacas
d'nitt tosen* anaexQs
avivo
Todos .fs chamados devem ser
dos phetmacia do Dr. Sabino,
Baro da Victoria n. 43, ende sa indicar
h aua residencia.
Ao publico
Os abaixo assignados, tendo registrado e depo-
8tado as suas marcas industriaes e rotulo* dae
suas prepara^oes na junta commfercai *o Ro de
Janeiro de confrrm'dade com-as prescripcoes das
leis do imperio do Brasil, declaratn e participan
aos interessados, qoe como nicos proprietarios,
tem direito elusivo de usar aa maros* indus-
triaes e- rstuloa relaciaisdos com /tadsfi.ctura
fabricacao e venda das o guies prepara .o -s ;
Agua de Florida de V urray e Laman.
Touico Oriental.
Peitoral de Anacahuite.
Pastilhas V.-rmifugss de Kemp.
Oleo de figado de bacalbo de Lanman STVfTnj:
Emulaao de oleo de,"figado de baclho cota hr
pophoaphtea, de Lanmara & Kemp.
SaisaparrUha de Bristol.
Extract duplo de aveleira mgica de BTisTot, <
ungento de aveleira madea de Brato!,
e aufe, portanto, perseguira a todos os falaihc
res ou imitadores flss ditas mareas moHtstnsMF
rotuloa, procusando qne sejam caatigadoa com ted*
a aeveridade da. le.
Tambem acautelamos o publico contra todot
aquelle* que intentara substituir aa.nossas prepa
racoea cima mencionadas com artigos falsincado
qae lewm- rtulos ou marca wdttsSnaeB ue iat-
tamasnossaa. r^^nKemp.
ni
Dr. GoalUo Leite
Medico, pai-selro e aperador
fetidencia, ra da Imperatr n. 48, 2/ andar
Consultorio roa Duque de taxiae a. DW.
D& conanltas das 11 botas da nsmaa s 2 de
Atiende para ss chamados a -qna-lqner hete
telephone n. 449.
CLNICA.
de parto.
eaburt
Leonor Porto
Roa do imperador 4*
Primeiro andar
Contina a exeouUr os mais difficeis
figurnos receidos de landres, Pane,
Lisboa e Rio de Janeiro.
urima em perfeiciade costura, em ore-
?idade, modioids'de em precos e fino
gotto.
Fados e au pala>ras
Amnesedesejatmtrotartem eemprometer-o
smude com preparados mtner algico,.
NesU typographia ea raa Direka o. l.
iandr vendrse tmtntar laaaeopath.cas parajno-
Ifenafcia-eura das egaiae asotestias : asttoaaffea,
ainda:mesmo bronweojvys.peU, "H^i
HnteDtantes (sem o easprego do fatal qoMitW).,
iwrtieoavulsa, fiU de eastruacao ; cmaras ^
c estticos eu meirrte ; dore. dedat
metrorragu; vermfugos, *"**
a'das crianeastado maniputade ee Wtr;
^'sajncomo tratan esasefofulosos em qua*sse|
graoa gommatoso.
moleatiasi ate
dto ertamtjssa
Dr. Joao Paulo, medico aggregado do hoaptlaJ
Pedro IL d'esta ciaade, com pratica e estudos es-
peciaes as prineipae maternidades e bospitaes
de mulheres de eriancas de Pars e de Vienns
d'Austria,.fas tffdas as oporaeoee obsttricas e ci-
rurgcas eoncernentcs as suas especialidades.
Consultas das 12 s 3 horas da tarde, na ra
larga do Rosario n. 26, priroeiro andar.
Residencia. Ra oa Imperatria n. 73.
Di. Cmniiifu Lie
11. 15 HO
Tem o seu eserbtorio a ra do Marques- de
Olinda n. 53 das 12 s 2 horas daaada,.e das
bora em diante en sajo'residencia a ra da aec -
taCrus n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoraa e crianzas.
ftr. Fernandes Bafws
Medico
CoDsultotio ra do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia rna da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Dr. Barreto Sampsaovj
ltta, :e-<*ee.-d*.*l*ta|
Wecker, mn ou sau-consultorifl
apda da esas a rual
^otoris, para o T. andar
51 da maaU us. CnltM 4me,o
dia s 3 horas da tarde. Residen
ra Sote de siemb/o>ji. JiArt


EDITAES
Editaln.7
Da ordem do Illm. Sr. Dr. inspectsr, faco P-
Mas je, conforme ordenon o Exm. 8r. vice-pre
jjulii da provincia, ir praca n> dia 4 de
_sbro prximo futuro, perante o conselho de
pras do corpo de polica, o ioroeeimento cecee
a esse cirrpo datante o correnle exercicio de
,87, o qual se compoe de 850 bonetes eom
i de metal, 850 calca* de pauco a*ul, 850
ido meiao panno, 850 gravatas de lustre,
S toadas de la, 1,700 blusas de br m pardo,
3J00 calcas de brim parda, 1,700 parea de boti-
jas > becerro e 850 mantas de 12.
O* senhores concurrentes deverio habilitar se
aa, jnata de 2 daquelle mee, na forma regula
ir e apresentur as amostra das faamdas de
I aeima se trata, no dia designado para a arre-
seao, ficanio tcientes de que o mesmo farda-
> ser estregu j manufacturado, de accorio
Ma o figunno adoptado.
Satretaria da Thesouro Provincial de Pernam-
o, em 28 de Agosto de 1886.
oervindo de secretario,
Lindolpbo Campello.
Edital n. 3
O aAuioistrsdor do Consulado Provincial, na
das instrueces de 27 de Julho de 1883,
a associaeio comaiercial henifcente e ta
m iiiitillni que tiverem existencia legI econhe-
iTwButii iini ii i|iin de confermiiade com as mesmat
".o-anecoes, se incumbam de proceder a distribui-
os das tascas de reparticao, estasetfcidas as
P, **, 3 e 1" partes da tabella do imposte sobre
iashstria e profisso annexa a lei a. 1860 de 11 de
Agosto de 1885 ; trabalho este que dever ser en
gario i esta reparticao no praso improrogavel de
Sdias, contados da data do presente edital, pro-
aadtado-sc em caso contrario, do. modo por que
JrJerxinam os arts 11 e 15 da le n. 1810.
nsulado Provincial de Pernambuco, em 25
it Agosto de 1886.
Francisco Amyntas de Carvalho Moura.
Edital n. 5
O administrador do Consulado Provincial rVi
jstklico a quem interessar possa, que em cumpri
santo da portara n. 160, expedida em 30 de
4*osto prximo passado pelo Illm. Sr. Dr. ins-
grster do thesouro, fica prorog*da por 15 iias
ais, contados da data do presente e livre de
Un, a cobranca da Rccife Draina&e Compnny,
sativa ao segando semestre do exercicio de 1885
3886,
Consulado Provincial de Pernambuco, em 1 de
abro de 1886.
rancisco A mynas de Carvalho Moura.
DECLARARES
Monte Pi Brasile.ro
De ordem do extincto director desea sociedade,
sjatsido aos socios que se considerara quites com a
asoma at o anno de 1880, para se reunirem as
3&horas da manh do dia 4 oo crrante, no edifi
3or 55 sito ra da Imperatriz, afim de tratar-
se sobre assumpto da indicada sociedade. Recite,
tato Setembro de 1886. O ex-secretario,
Man >rl de Miranda Cstro.
M Garlos Gomes
Concert de 7 de Setembro
33o convidados os senhores socios (quites at
.safaste e os subscriptores do concert 7 de Setern-
hso) a proenrarem os seas ingresaos na sede do
atoa todas as noites, a contar de 2 de Setembro.
Ja 1 s 8 1/2 horas d noite, em mo do abaixo
asignado.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 31 de
&$osto de 1886.O secretario,
P C. Casanova.
Imperial sociedade
DOS
Irtistas Mchameos c
Liberaes
JKSo se tendo effectuado a assembla geral do
ata prximo passa lo, de novo convido aos nossos
zaoe pura eete fim, reunindo se em nossa s le
yxxa-feira 3 do corrente, s 6 -taras da tard3,
tveodo ter lugar dita assembla com o numero
aae comparecer.
Secretaria da imp rial sociedade dos Artistas
si huaicos e Liberaes de Pernambuco, 1 de
itesabro de 18860 1- secretario,
Jos Castor.
Thesouraria de Fazenda
De ordem de Illm. Sr. iuspector, faco publico
as* no dia 2 de Setembro vindouro, ao meio dia,
asas* vendidas em basta publica nesta thesoura-
ay per nte a respectiva junta, 1,600 saceos com
salto-aovo, de produeco da liba de Fernando d*
Saaanha, medindo 128,000 litros. O arrematante
aaaalhera immediatamente 10 */o do valor da arre
sassajin.
Ttosonraria de Fazenda de Pernambuco, 28 de
tgee-to de 1886. O 3 escriturario,
J. H Oliveira Amaral.
f onipanha de edifica-
pao
Commnnics-ee aos senhores accionistas, que
por deliberacio da directora fui resolvido o reco-
lhimento da qnarta prestaco, na raso de 100/0
do valor nomiual das respectivas accoes, o qual
dever realisar-se at 5 de Setembro prximo fu-
taro, no escriptorio da eompanbia, Praca da
Concordia n. 9. Recif 14 de Ageste de 1886.
Gustavo Antones,
Director secretario.
CompaDhia de Edificares
. O escriptorio desta
companhia acha-se in=
stallado na pra$a da
Concordia n. 9, conser-
vando-se aberto das 7
horas da manh s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
trucc,es e reconstruc-
Qes.
Recebe se informa
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queirm os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmoescripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da m e s m a
companhia.
Preparados
DA
nmnnTi
n n
COMMERCIO
-------
Bolsa cominerclul
buco
de Pernan
ECIFE, 1 DESSTEMBRO T)E 18o.
fl tres horas da tarde
Cofc.oe offlciacs
.tajaes do banco de crdito real de Pernambuco
do valor realisado de 40000 a 41*000
cada urna.
Jsaso sobre Londres, 90 dtv. 21 3,8 d. por 1*000,
do be neo.
saeonto de ietras, 8 0/0 ao anno.
Na hora da bolea
Vender am-se :
' 3 accoes do banco de crdito real de Pernam-
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. Gr. Alcofbrade.
SEDIMENTOS PBLICOS
Mes de Setembro de 1886
LONDRES
Oleo de flgado de bncalhfto e lelte
pepitonimado
Esta preparacao ta saborosa que urna enan-
ca promptamente a toma.
O lei te digerido tem a propriedade de quasi in-
teiramente disfarca o oleo e aa p-ssoas de digea-
to mais dbil podein tomar sem nceio de gran-
de t-fficacia para aflec(3es pulmonares, tsica, ti
ses, debilidades, etc.
Pepionoldea de Carne
Um alimento nir-og uoso composto de consti-
tuintes solides de leite bem cerno gluten do trigo
(livre de gommaj.
Recommendado as convalescncas de qualqu"r
duenca, febres. fcHStrittydyseoteria e teda e qual
quer debilidad, seja qual for a suaorigem, efpo-
cialmente usando se em corobinac&o com o ale ode
figado com leite
Maltlaa
Ura extracto oucentrado de trigo, avea e ceva-
da fermentados.
Valor diastasico 30 vesee o seu proprio peso .'
O mais rico agente restaurador at boje conhe
eido, alt mente apreciavel nos cssos de dibilidade.
Alinaeutu "ioiluul de rnrnlrk para
ci lauca
A analyse deste alimento demonstra que os seus
eonatituintes natrietivos sao quasi idnticos com o
leite materno, por uto o alimento mais aperfei-
coado para enanca.
Fornecem amostras gratis aos Srs. mdicos.
Dopasito ra do Barao da Victoria n. 48
S.lUSd Ontubo
Esta sociedade convida a todos os seus asso-
ciados a eomparecerem no dia 6 do corrente, na
na CbristovSo Colombo, antigo becco do Lobato
n. 2, para tratar se de negocios urgentes da mea-
ma sociedade. encarregtdo,
A. H. Borges.
Santa Casa da Misericordia lo
lleclfe
Por esta secretaria sao chamados os parentes
ou protectores das menores constantes da relacSo
infra, que v ser recolhidas ao collegio das or-
pbis.
BelscSo das orpkas abaixo inscriptas, que nesta
data vo ser admittidas no eollegio das orpbSa
1 Ricarda, filha de Antonia Marcelina de
Oliveira.
6 Maria, filha de Eugenia alaria de Oliveira
Lagos.
7 Leopoldina, dem idem idea*.
8 Guilhermina, sobrinha de Francelina Bri -
gida Soares.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 6 de Agosto de 1886.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Soasa.
Santa
casa
Na societaria da santa casa de misericordia do
Recife arrendam-se pe' espada de um tres sa-
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n 45, por 20 mensaes.
Idiun idem n. 49, 20 idem.
Ra do Bom Jess n 13, 2' andar, 204 idem.
Dita da Lingueta n. 14 1- andar, 16/660 idem.
dem idem 2 dito. 15 idem.
Ra do Burgos n. iS^ idem.
Dita do Encantamento n. 11, 1' aidar, 20J0C0
idem.
Dita da Madre de Deas n. 10 A, armazem,
15, idem.
dem idem n. 12, 40/ idem.
Ra da Guia n. ii), 16/660 idem.
Dita da Senzalla-velha n. 132, 2- andar, 15/
idem.
Dita da Deteocito o- 3 (dentro do quadro) 10/
idem.
dem idem, SfifOO dem.
Ra do Bario de S. Borja n. 3, 25/ idem.
Dita do Visconde de Itaparica, n... 2' andar
e sotSo, 35/ idem.
Dita do Mrquez de Olinda n. 53, 2- andar,
40/ iVm.
Caes da A.lf< ndega a. 1.
Capitana do porto
Engajados e voluntarlos para
serv rem no Batalho Nava!
De ordem do Erm. Sr. chere de diviso Jos
Manoel Picaneo da Costa, inspector deste arsenal
e capitlo do | orto desta provincia, faco publico
que em observancia ao aviso-circular do Minis-
terio da Marinba de 7 de Maio ultimo, por esta
repartic&o faz-ge acquisico de engajados e volun-
tarios i ara servirem no batalho naval, aos quaes
sao concedidas as seguintes vantagens :
Aos voluntarios 400/090, aos engajados 500/, e
as pracas de pret voluntarias, quando excosas por
concluso de tempo de servico, um praso de trras
de 108,900 metros quadrados as cetonias do Es-
tado.
O pagamento da primeira prestacao ser feito
ut corte, a segunda tres annos depois e a terceira
no fim de seis annos, que comprehendi a concluso
do tempo.
Secretaria da InspeccSo do Arsenal de Marinba
de Pernambuco, 24 de Aposto de 1886. O secre-
tario, Antonio da Silva Azevedo.
THEATRO
ALFANDEGA
Del
rsovuKrsz.
25:890/707
1:938/660
-D 1
Tasan no pbovoicul De 1
aaun DBiTHiaa De 1
------ 27:824/367
1*34/617
493/637
2:144/995
fl DESPACHOS DEIMPORTA^O
fcrea iwuegnena&friwo,tntrada de New Port
lia 1- de Setembro, e consignada a Johnston
raatr C, manifestou:
Caxvao da pedra 664 toneladas A erdea,.
Para Liverpool, V. da Silveiri-861 saceos com
61,575 kilos de assncar masearado ; M. J. da
Rocha 300 saceos com 22,500 kilos de assucar
mascavado.
Para 0 Interior
No patacho nacional Julieta, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, Amorim Irruios &
C. 10 saceas com 839 kilos de algodao.
No hiate nacional Dous Amiga, carrega-
ram :
Pan Moesor, F. da Silva Martins 1 barrica
com 60 kilos de assucar refinado.
Para Maco, J. V. Campello 5 siccos com fa-
rjnha de mandioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 1
New Port48 dias, barca noruegucse
Bravo, da 452 toneladas, capitao G.
Christophersen, equipagem 11, carga
carvSo de pedra; ordem.
Hamburgo-57 dias, barca allema Cari
Gerhard, de 331 toneladas, capitSo A.
W. Ammerman, equipagem 9, carga va-
rios gneros ; a Hermann Petercon & C.
Navios 8ahido8 no mesmo dia
Melbourne (Australia) Barca ingleza Ale-
xander Duthie, capitio A. W. Crayen,
carga madeira de pinho.
BlticoBarca allemS /. F. Pust, oapiao
F. Nieyahr, carga algodSor
West ludiaBarca norueguense Hhon
Iard, oapitUa-J. P. Kaaatrup, em lastro.
Guan Lugar bollandez Unie, capitio K.
FrankeD, em lastro.
Club Internacional de
Regatas
Segnnda regata
Estando designado o dia 12 de Setembro vin
douro para ter lugar a segunda regata deste club,
aa baca de Santo Amaro, pelo presente convido s
quem para ella se quizer inscrever a comparecer
na sede, de club, das 7 s 9 horas da noite, al 7
do referido mes de setembro.
Recite, 23 de Agosto de 1886.
Pompeo C. Casanova,
2- secretario.
Alfandega .de Pernam-
buco
Le ordem di Illm. Sr inspector da Alfandega,
identifico a qaem intereisar possa, que a partir
do dia 1 de Setembro prximo vindouro, fica
inaugurado o 1 posto fiscal no antigo Forte de
Picio entrada da barra, onde deverio atracar
tanto na ida cm > na volta todos os vehculos que
fuivn ou vi<'rem do lamaro, ficando no entente a
cargo da barca de viga estacionada ao lado do
caes da Liagoeta e que servir de 2- posto fiscal,
todo movimento de pequea eabotagem, que e n-
prebende a entrada e sahiJa das lanchas, baica-
V'is e canoas que navegam entre portos da pro-
vincia.
Ouardnmoria da Alfmdega de Pernambuco, 24
de Agosto do 1886O guarda mor,
Jos Augusto de Azevedo Marques.
Quioa felra 9 do Setembro
GRANDE ESPECTCULO EM BENEFICIO DAS
ODBA8 DA IGBEJA DO
Divi o Espirito-Santo
Logo que a orebestra tiver executado ama das
melhores pecas do sen vasto repertorio, subir a
scena a magnifica peca em 8 actos, original por-
tugus do Sr. Baptista Machado,, denominada
0 To Pato u ni emprestio pr
(JOMPANHIA
JMPERIAL
DE
SEGUROS contra FOCiO
E8T: 1803 -
Edificios t mercadoriat
Taxas baixat
Protnplo pagamento de prejuisot
CAPITAL
fts. 16,000:000*000
BROWNS & C.
N. rRa do Ccrmmsrcio N. 5
sLondon and Braslllao Ba
l.imlted
Rna do Commeroio n. 32
Sacca por todos os rapores sobre as ca
-11 do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, roa dos Capellistas n. 75 N-
Porto, na dos Inglezes.
VAPORES ESPERADOS
Jaguaribe
Orator
Qirond
Har
Principe da
Para
Advanee
G&
do sul
de Liverpool
da Europa,
do corte
da Babia
boje
hoje
a manh
a manh
Ville 44 Pernambuco jla.JEurpa
BKSflCeOS DEKXPORTAC^O
Ab31 de Agosto de 1885
* o exterior
^Kr ingles Sculptor, evregaram :
Cear
VMe 4c Cear
Etbt
Mandos
Thalet
Mondego
Rio
Bata
Valparaso
Esptrit Santo
Neoa
Congo
Para
Tomar
4
da Ifew-Port Newa a 6
6
7
7
9
13
il
16
17
18
do sul
do sul
da Europa
do norte
de Liverpool
do sul
da Bamburgo
do sal
du sol
do norte
da Europa
do sol
do sul
do sol
25
27
29
C. C. E.
club Commerelal Euterpe
Sarao < m 11 de Setembro
Nesta noite ter lugar o sarao deste soez Os
senhores socios queram dar suas notas de convi-
tes ua secretaria deste club, bem como procurar
seus ingressos em mo do Sr. thesoureiro. Depois
do sarao baver bonds para Magdalena e Fernan-
dos Vieira.
Secretaria do ^lub Cemtoercial Euterpe, 20 de
Agosto de 1886.O 1 secretario,
Francisco Lima.
A Cmara Municipal de Olinda e sea ter-
mo etc.
Fas constar a quem coavier e interestar poisa
que nos dias 1, 15 e 22 do mes de Setembro pr-
ximo futuro estar em hasta publica, por tempo
de um anno, para seren arrematados por quem f-
ferecer, os impostes seguintes:
Alugueis Jas casinhas da Ribelra por 2284000,
40 res por p de coqaeiro de produeco, exceptua-
dos viote ps para uso do proprietario, por 634* ;
50J res sobre cabeca de gado vaceum por 369A,
100 ris sobre cabeca de gado recolhido ao curra!
por 66; nvscates e boceteras por 138/; 120 ris
por qualquer carga ou volume exposto venda no
mercado publico por 884; 200 ris sobre cabeca de
gado sumo, ovelhum e cabrum por 334500; os ala-
guis do sallo terreo do proprio municipal em con-
sti uceo site ra da ladeira do Varadouro, por
61.
Os pretendentes deverSo comparece; nos dias
cima indicados, habilitados na forma da lei.
Paco da Cmara Municipal de Olinda, 26 de
Agosto de 1886.
Baro de Tacaruna,
Presidente.
Jos Figveira Carado,
Secretario.
ADMINISTRACAO DOS COREEIOS DE PER-
NAMBCO, 1 DE SETEMBRO DE 1886
RelacSo da correspondencia registrada (sem
oWj'Otes existe nesta repartieSo, par
nao terem sido encontrados kus destina-
tarios.
Alberto Faria de Nioac
Augusto Hofmaa.
Alonso de Sonsa Vascoacellos.
Antonio Oaldino da Silva Mioso.
Antonio Joaqun da Costa.
Aatouio Ladislao de Mello.
Brantjes & C
Bonifacio Goncalv^s de Moura.
Constancia Rosa Ferreira.
Cruz Ol Irmo.
Candido de Barros Silva.
Dumouly Chavanat.
Deolm de Oliveira Barcellos.
Ferreira da Costa 4c C.
Francisco Alves da Silva.
Frahcisco Jos Das Pereira.
Georg Mullen
Ii mael Rodrigues do Kascimento.
JSfcntho de BartoK.
JacinthD de Freitas.
Joaqnim Francisco das Chagas.
Josqnim Pinto da Fonseea.
Jos Antonio Ramos.
Jos Alves de Sonsa Braga.
Jos Mirtius Pereira.
Joo Baptista Cardoao da Silva,
Joio Evangelista Gomes.
Joo Jos Ooneslves Goimares.
Maria Damlana da Cooceieo.
Martiniana Elisio Carpintoiro da Silva.
Manoel Correia Lfitio.
Manoel Antonio Ferreira,
Mrnoei Joaqnim dos Sant s Ferreira.
Manoel Lourenco de Paula.
Manoel Malre.
Manoel da Silva.
Pedro Alexandrino de C. C.
Rosala Franle.
Ravmundo de Aranjo Lima Filbo.
Dr. Rudolf Lopes.
Sebe it i ana.
Sebastio Antonio VidaL
SebastiSo Ribeiro da Silva.
0 1 "ffl"''*1i .i
Deomo Pinto dt /Wfcr,
Seguindo-se pelo Sr. Seusa a importante poesia
do Sr. Dr. Alfjnso Olindense
A CARIDADE
Terminar o espectculo com a representado da
mnito jocosa Ct media em 1 acto.
Un marido victima das modas
Principiar as 8 \2 horas.
Cha preto
As qualidades me-
lhores eiiiais escolhi-
das neste genero, con-
tina a vendar Carlos
Sinden. n. 48 roa do
Baro da Victoria.
Receben de impor-
taco directa c vende
mais barato do que em
nutra qualquer parte.
Tamben, vendemos
em calvas pequeas,
proprias para hotcir c
casas de familia.
tOHPA\llIA DlS WECURO*
NOaTHERX
de LOudres e *berd<-eii
PoNica Onaneetra (Iteaembro 1885)
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos accumulados 3.134,348
Recelta nnnunl t
Dj premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
Da juro* 132,000
O AGENTE,
John H- Boxwe
Bit COHHEBHOCIOYI ***.
railADOl
Companhia de Segures
martimos e terrestres
Estabelclda em 1 *&&
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
At 3 i de dezembro de I8S4
Martimos.... .,110:0009000
Terrestres,.. 316:000^000
A-t Un do C onmicrelo
SEGUROS"
MARTIMOS contra fogo
Companhia Paenix Per-
nambacana
Ruado Commercio n. 8
"IMlADiSEraOS
CO.\THl FOGO
North British i Mercantile
CAPITAL
:000.00o de libra* sterllnai
A GEN ES
Vdomson Howie & .
SEGURO*
CONTRA FOGO
The Liverpool & Lendon filo
INSURRAME GOMPANY
H
(OHPAMU^ EM HEAVG
RES mahitihem
LINHA MENSAL
O paquete Gironde
Cornmandantc Minier
Espera-se da Eu-
ropa ateo dia 3_de
Setembro, seguin
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e llonte
tevldo
Lembra-se aos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que poden tomar em qualquer tempo.
Previne se ao ssenhores recebedores de merca-
dorias que so se attender as reclamaces por fil
tas nos rolumes que forem recouhecidas na occa
silo da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir
afrete: tracta-se com o
AGENTE
iugusle Lab He
9 RA DO COMMERCIO 9
OOMS CUARGEURS
Companhia Franceza de navega
ci a Vapor
Linha quiuzcnal entre o Havre, Lis
00a, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro f
Santos
stejier Ville de Cear
Espera-se dos oortoe do
sul at o dia 7 do corrente
teguindo di-pois da indis
pensavel demora para o Ha-
vre.
Conduzem medico a bordo, s3o de marcha rpida
e offerecem excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As paseagens podero ser tomadas de ntetno.
Recebe carga encommendas e paesageiros para
os quaes tem excellentes accommodaces.
Os vapores desta companhia entram no porto
ancorando em frente ao caes da praca do Commer-
cio n sendo muito incommodo o embarque dos pas-
sageirosno fundeadouro das paquetes transatln-
ticos, no Lamarao e demais devendo todos aportar
ao Havre, que o porto mais v'.sinho de Pars,
fra de duvida que ha grande vantagem para quem
quizer ir Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores tanto mais quanto, am de seren os precos
das passagens mais mdicos, as despezas do embar-
que aqu e as de transporte do Havre a Paria, silo
inuito menores do que as que demandam as viagens
nos paquetes das outras linhas.
Sleair Ville fle Psraaiiico
E' esperado da Europa
n dia 6 dr Se.embro, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a la-
bia, nio de Janeiro
e Manto.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p 'los
vapores desta linha,qaeiram presentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng; 1a.1l-
quer reclamaco concernente a voluntes, quJ po-
ventnra tenham seguido para os portos do sul,afn>
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
sarias.
Espirado o referido prass a companhia alo se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageir* pan.
os quaes tem excellentes sccomodacoes.
Augusto F. de Oliveira i
42 -RA DO COMMERCIO -4J
tinied SUtes & Brasil MailS.S.C.
O vapor Advance
COMPANHIA PEBN1MXUCAKA
DE
*avegacio Costelra Dor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
eaty, Cear e Acara.hu
O vapor Pirapama
Segu no da 4 de
Setembro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia S.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
as 5 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemamiuoma
n. 12
Companhia Bahlana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
E' esperado dos do-cop ci-
ma ate o da 2 de Setembro
e regressar para os mea-
mos, depois da demora do coa-
turne.
Para car passagens, encommendas e dinheiro
a (rete fract una agencia
7lina do Vigario7
Domingos Alves Matas
Pacific Meaui ftavigaonCompauj
STRAITS OP MAGELLAN LINE
Paquete Valparaizo
Espera-se dos portos
do sul at o dia 13 de
Setembro seguindo pa-
ra a Europa depois da
idemora do costume.
Este paquete e os que dora
em diante seguirem tocaro em
Plymouth, o que facilitar che
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Haver tambem abatimentc no preco das pas-
sagens.
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
-e com os
AGENTES
lVllson Sons fe C .. Limited
S. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
DampfschiliTahrts-GeselIschai
O vapor Rio
Espera-se de HA BURGO,
va LISBOA, at,oJdial6 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
0 vapor Valparaizo
E' esperado dos portos do
sul at o dia 18 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
Lisboa e Hamburgo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelinann & C.
RA DO VIGARO N. S
1' andar
Espera-se d; New-Port-
News, at o dia 6 de Se-
tembroo qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster C.
N. 8 RUADO COMMERCIO N.8.
1- andar
Companhia lira>ileira de Navo-
gacio a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Guilherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do sui
at o dia 7 da Setembro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para o Cear e Maranhao
Segu com brevidade para os portos cima a
barca portugueza Maria Carolina, paea o resto da
carga que Ihe falta, trata-se cem os consignata-
rios Jos da Silva Loyo & Filho.
Para 6 Porto oor Lista
Segu com brevidade para os portos cima a
barca portuguesa ALianca : para o resto da carga
e paesageiros, trata se com os consignatarios Jos
da Silva Loyo & Filho.
LEILOES
Hoje, 2, s 10 horas e 15 minutos deve partir
trem eztraorninario que dar passagem gratis ao
eonc-rrentes a lcile no Monteiro, paraado na
estacos at o Entroncamento fe d'alli em diant
ser expresso pela linha do Arraial.
crystaes, es-
casa de ta-
Quinta-feirs 2, o de bons movis,
pelhos, quadros e mais objectos de
mi lia.
Sabbado 4, o do patacho hollandes Reprise, tal
qnal se acha tundeado neste porto; bem como 7000
coquilhog avariados, parte do carregamento do
mesmo patacho.
Leilo
CobM) io Seguros li

Btmm
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
e#;aro marltlmoa e terrestre*
Nestes ltimos a nica companhia nesta praca
que eonoede aos Srs. sog uradis isempcio de paga
manta de premio era cada stimo anno, o qne
equvale ao descont de cerca d 15 por cento em
favor dos segurados.
Para carga, passagens, encommendas a valeres
racta-sena agencia
11Ruado Commercio11
PORTOS DO SUL
O vapor Para
Commandante o 1 tenente Carlos An-
tonio .Gomes
E' esperado dos cortos do
norte at a dia 3 de Setem-
bro e depois da demora in-
' dispensaveL seguir para
I os portos do sul.
Recebe tambem carga para Santg, Pelotas
e Grande d> Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas valores e
trata-se na agencia
N. 11 RA DO COMMERCIO-N. 11
Lisboa e Porto
E' esperado nestes das o patacho nacional
Osear e segas com brevidade para os portos ci-
ma, por ter quasi toda a carga engajada ,- para o
resto que falta, traa-se na roa do Marauea de
Oinda n. 4.
Qunta-feira 2 do corrente
A's 11 borss
(Ra do Lvramento n. 38)
G agente Modesto Baptist, autorisado pelos Srs.
Francisco & C, tara leilo do seu estabelecimento
de fnnileiro, sito ra do Lvramento n. 38, em
seguida vender tambem urna mobilia deamarello,
urna commeda, 1 balanca decimal, marquezoes e
mesas de pinho.
Grande leilo
De movis, piano, livros allemSes, quadros,
espelhos, jarros, loacas, vidros e trem de
cosinba
Quinta feira, 9 de Setembro
A's 11 horas
No segundo andar do sobrado da roa do Cabug
n. 16
Constando i
De 1 mobilia de Jacaranda com tampo de pedra,
1 excellente piano do fabricante Sanne, 1 espeiho
grande eom moldura de Jacaranda, lindos quadros
com psysagens, 1 quadro com o retrato do impe-
rador da Brasil, 1 rico candelabro de metal bran-
co para 6 loses, escarradeiras, jarros, etagers, 1
grande caix* com msica, 1 relogio de Cueu, 2 ca-
mas para casal, 1 guarda-roupa, 2 commodas, 1
mesa de mogao com tampo de pedra, cabidos, 1
secretaria, 1 carteira, 1 sof de janeo, 1 dito de
mola, 1 marquesao, banca pora jogo, camas de
lona, 1 mesa elstica de 4 tabeas, aparadores, di-
versas cadeiraB avnlsas, 1 machina de Sioger, me-
sa para eosinha, toacas, copos, garrafas, facas,
trem de cosinba, e ama grande quantidade de im-
portantes obras em allemao, como sejam: Chail-
ear, Hauff, Wielnds, Fjaklander, e multos outros
autores.
O agente Gussoao autorisado por ama familia
estrangeira que retirou-se para fra da provincia,
tara leuao dos movis e livros cima mencionados,
*
safiin


r
Diario de PernambueoQinta-fcira 2 de Setembro de 1886
5
/>
Le!lo
Definitivo da cas terrea ra de Luiz do
Reg n. 23, em Santo Amaro das Sali-
nas, era terreno foreiro
QUINTA-FEIRA 2 DE SETEMBRO
A'a 11 horas
A ra Estreita d Rosarlo o. 4
O agente ilveira devidameuto autoruado.leva
ra a leilo a referida casa.
Oa Srs. pretendentes desde j pjdem examinar.
Leilo
Grande e variado
De bons movis, finos crystaes, lindes quadres,
espelhos dourados, vidros, loucas, yiuhos, tapetes
e mais objectos de casa de familia
Quinta felra de Selembro
Agente Pinto
SA MOAIJlO DO MONTEIRO
Cusa rm que morou o Sr. Arthur Dallas
A saber :
Salude vlalta
1 mobilia de junco, 4 cadeiras de balance 6 di-
tas borladas, tapetes, jarros etc., vasos para flores,
quadroa, laucas para cortinados e 1 lindo espelbo
oval.
tiablnete
1 mobilia de Jacaranda, 1 secretaria de mogno
1 estante para livros, 1 conversadera e quadros.
Sala de Jantar
1 mubia toda da carvalhs com 1 mesa elstica,
1 guarda louca, l aparador e.12 cadeiras de guar-
nicJo, 1 lindo aparador com .spelhos, cadeiras de
junco, aparclbos de porcellana para cha, jantar e
dessert. copos, clices. porta-queijos, compoteiras,
fructeiras, bandeiras c quadroe.
Electro-pate
Duas lindas iructeiras altas com pratos de crys
tol, 1 faqaeiro de electro-plate, porta-garrafas,
2 galheteiros, 1 porta-gio, 1 porta bscoito, ta-
lheres e coiheres.
Quarto
Um ruarda-roopa com espelho, 2 guarda-ves-
tidos, 3 eoininodas iuteiras, 3 camas de ferro com
lastro de rame, sendo 2 estrellas, lavatorios, guar-
nicoes, tpct- s, cabides, balaio para roupa c camas
de 1 '.na.
Despensa e cf I tilia
1 guxrda-comida", 1 filtre, qnartinhas, mesas,
taboas e cavalletes para engommar, landres, potes,
guilas, tieai de cozinha, mesas c machinas para
< af .
Objecin avnlaoa
2 viveiro? grandes para passaros, 1 csrraman-
chao grande com eaiantes para vasos com plantas,
guaridas para passurus, plautar, trem do jardim, e
outros objectos que estarao patentes ao exame dos
concurrentes.
Os referidos moris e mais objectos estao cm
opt:iiw estado de conservacao.
A's 10 horas e 15 miudtos partir o trem ex-
traordineno que dar passagem gratis'aos concor
rentes ao leilo.
Principiara s 10 1/2 horao em ponto.
Leilo
De bons movis, loufa e vidros
Constando de :
Urna linda m/oilia de po-carga, (enUIhada),
com 12 cadeiras de guarnico, 4 ditas de bracos,
1 sef e 2 consollos com pedra, 7 quadros para
ornato de sala, 2 psr-s de lanternas, 2 etagers,
2 vasos de vidros para fi res, jarros, vasos de mi-
deira para flores, 1 cauiieiro nikelado para gas,
1 mes*de mogno para jogo, 1 cesta de louca para
flores, 5 panaos de crochet, 1 tapete para ao 1
dito para cama, 6 ditos para portas.
Urna importante cama francesa, de Jacaranda,
1 guarda vestidos dt amarello, 1 toilet, 1 meia
commoda, 1 esDelho e 1 cabide.
Urna mesa elstica de 4 tabeas, 1 gu arda louca
de amarello, 2 aparadares de columoa, 12 Cadeiras
de jun^o, 1 sof de amarello, 2 consollos d dito, 1
marquezao para casal, 1 dito pata solf ca-
ma de balaustre para crianca 1 bsreo, c* : Ca-
deiras de amarello, l bom reiogio d e
carradeiras, 2 cadeiras de pal ha, 1 -i r<, -
tal, 1 paiiteiro de prata, 1 apparelho o. ese
para almoco, louf* de jantar, copos, ca ic. >
poteira?, 1 repartimento para quarto, 1 vel
de, ti* n de cosinha, 1 <-artcira, diversos ps
flores e muitoe outros objectos.
Seiiaelra a do corrate
A a 11 horaa em ponto
Ni casa de aaulejo n. 9 da ra das Flores
O aginte Martins tara leilo por ordem de- um
familia que se retira temporariamente para fra
da cidade de todos os movis, plantas e mai ob-
ectos existentes na referida casa.
Leilo
De movis, louca, cristaes, espelhos, qua-
dros, objecto de electro pate e passaros
cantadores.
A Baber :
Um piano de Blondel & Wignes, urna mobilia
de Jacaranda com 1 sof, 2 consolos, 2 cadeiras de
bracos e 12 de guarniejio; 2 cadeiras de batn-
eos, 2 ditas de bracos, 2 espelhos dourados gran-
des, 1 jardineira. 4 jarrea para Aires, pannos de
crochet, tapetes para sof, escarradeiras, espitis
e vasos para Aires, 12 quadros com passaros, es-
leir nova para forro de sala e 2 serpentinas de
Urna cama francesa de Jacaranda, 1 cpula, %
toilette, lavatorio com vlvula, 1 carteira pequea,
1 mesa de cama, guarda vestida, 1 commods, 1
eolxao, 6 cadeiras e 1 marquesa.
Um marquesao, 6 cadeiras, 1 commoda, secre-
taria com segrado, 2 cabides torneados, 2 casti-
caes, com mangas, 1 reiogio e 1 disputador.
Urna mesa elstica eom 6 taboas, 1 guarda-lou-
ca envidracado, 1 apparador com armario, 2 appa-
radores torneados, 1 quartinbejra, 4 resfriaderas,
1 sof, 18 cadeiras de guarnic&o, cadeiras de ba-
lanco, 1 reiogio de parede, 1 licoreiro, appanjhos
de porcelana para cb e jantar, copos, clices,
garrafas, compoteiras, porta-queijo, galheteiro, ta-
iheres, colheres, jarras, vidros, mesa e taboa para
engommar, trem de cosinha e mais accessonos de
caa de familia,
exta-eira. 1 do corrate
Ra Primero d Marco n. 7, 2o andar
Arehias Iipdolpho da Silva Mtfra, tendo de fa-
ier urna viagem Europa com ana tamilia, fas
leilo por intervencSo do ageffle Pinto, de movis,
porcelanas, errstaes, passaros e mais objectos exis-
tentes na casa em que residi, 2o andar do sobrado
da ra Primeiro de Marco n. 7, em frente.da lonja
do 6. Krause.
Os referidos movis acham-se em bom estado de
eonservaco.
O leilo principiar s 10 horas. _^___^_^_
Leilo
De 7003 coquilhos avariadoa
Parte do carregamento do patacho hoUaodea
Repre vindo da Babia com destino ao Havre, e
por conta e risco de quem pertencer.
Sabbado, 4 ele Setembro
As lil| horas
Agente Pinto
A bordo do mesmo patacho e em continuacao ao
leillo do cateo e mais pertences do mesmo pata-
cbo. ^^_^_
Leilo
Do casco, mastros reaes, vergas, ancoras, cor-
rentes, velss, vitadorts, P'". bo-e, reiogio, cai-
xa com medicamentos, depotitos, moitSes, balanca
de cylindre, fogi>, Vwc e vidros.
Um oitante, 1 chroaymetro, 1 barmetro, 1 cem-
passo, 1 lote de maopSsiemisobjectcs pertencen-
tefl so -, .
Patacho hollandez Reprue
Sabbado, 4 de Setenibro
A's 11 horas
A' bordo do referido patacho
O agente Pinto levar a leilo por autorisagao e
em pr-senca do I Un. Sr. Dr. juis de direito espe-
cial do commercio preced la a respectiva .icenea
d Sr. inspector da Aifauega o patacho hollandez
Reprut, capi.ao f F H-ffyn, tal qual se acha an-
cor .do no quadro da descarga en frente da Com-
panhia Pernambucana, neste porto, onde arribou
com agua aberta na sua ultima visgem da Baha
para o Havre, tudc de conformidade com os editaes
fixadoa na Assoeiaco Commercial e nes dia-
Os preteudentes podero desde j examinar dito
patacho, bem como o inventario existente no es
criptorio do mesmo agente.
AVISOS DIVERSOS
TRASPASSA SE ahypotheca da casa do largo
do Paraso n. 15 j a t.;atar na ra do Apollo
n. 34, 1 andar.__________,____________________
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe-
Ihos, junto deri. Goncalk-: 'a tratar na ra da
Imperatrii n. 56.
__ Aluga-sc cuatro casas na ra Imperial ns.
102, 104, 132 e 36, caiadas e pintadas, eom com-
medos para familia, e precos razoavel : a tratar no
Becife, caes do Apollo n. 45, cu na mesma ra
n. 130, at as 9 h ras ou das 4 em diante.______
Precisa-se de urna mulher de dada, nacio-
aal ou portuguesa, para ajudar nos trabalhos de
vendagem e outros de casa de pequea familia :
ua ra da Matriz da Boa-Vista n 3.___________^
Aluga-se o sitio denominado Jacar, na es
tacao da Tamarineira : a tratar na ra Nova n.
55, ou na guard-mora com G. Motta._______
Um homem de idade, sem familia e de cen-
ducta affi.ncada, ter alimenUco, casa e grati-
ficacao mensal, meliante pequeo, servico : na
ra da Roda n. 54. ___________. ____________
-- Precisa-ee de vendelores ds taboleiro, que
tenham boa conducta, e vende se farinha de mi-
Iho e arros bem preparada : na ra da Matris da
Boa-Vista n. 3.______________
Precisa-sc de um caixeiro de 12 a 14 annos
ua ra Imperial n. 128.
*" Preeiea-se de urna perfeita cosmheira, para
cas. defWmilia : a tratar na ua do Bario da
Victoria n. 39, lojs._______________________
Precisa-sede urna ni stra pira morar com
urna famila que tede aqui na dade, encarre-
g*.ndo-se da educaco de dnas enancas : a tratar
ua ra de Luis do Uego n. 25. nde se daro os
detalhes do contrato. -_______
Aluja sea" bella casa do pateo de 8. Pedro
ovo, em Olinda n. 2, para os banhos do mar,
muito freca e grande commodidat para tamilia
que se trate : a tratar no Caminho Nove n. 128.
Quem a pretender, veuha logo contratar.
Aluga-se o sobrado da travessa do Lvra-
mento n. 10 ; na ra do Apollo n. 34, primeiro
andar.___________________________________
__ Precisa-se de ama ama para cosinhar ; a
tratar no sitio do Sr. Vslenca, na estaco da Ja-
queira. '________________
-__ Joaquim Antunes de Olireira declara ao Sr.
Antonio Coeihn Ribeiro Roma que deixa de con-
tinuar a deixar osseus bilhates de signatura ns.
1781 e 471 da lotera Gl em diante pot nao ter
recebido ordem alguma dj dito senhor.______^__
__ Veode-se diversas taboas de piuhs a loure e
um eompartimento para tscriptorio oooi duas por-
tinhss, eneanamento gaz coai candieiro simples :
a tratar na ra das Flores, casa de gaiolas.
Acqes entre, amigos
As de urna volta, reiogio e outros objectos, fi-
cam transferid-s para a ultima de outubro.
Ama deleite
Precisa se de urna ama de leite : na ra do
Padre Fior/ano n- 5, 2 andar
Com urgencia
Precisa- se de boas testemunhas para jurarem
que o rapas Maia, nunca comen fiado m hotel e
nunca l foi ceiar em companbia de pessoas duvi-
dosas, garante-se boa recompensa, e se a teste-
munha tur negociants matriculad ue nunca te
nba furtado dinheiro a escravos melhor ser;
qnem a isto se qqizer prestar entenda-se com o
velhaco do cbapelieiro.
E
Casa filial ra do Ca-
bug ii. 12
Receberam novamente um esplendido
sortimento de cb^pos de sol de todas as
qualidades, para senhora, bos e bordados,
.; ande variedade em cores ; e par homem
r. ji e variedade em cabos inteiramente
os, chapeos para criangas; chegar no-
vo sortimento.
N. B. Fabrioam-ie e concertam-ae cha-
peos de todas as qualdades, com perfei
92o e rapidez a maior possivel; po co
bre-se um chapeo em menos de ama hora.
Amostras levarn-se em quaiquer parte.

de oai piano do fabricante Vignes, mobilias, ca-
mas, marquezoes, guarda-loucs, gaarda-roups,
conwwdas, sofs, cadeiras, jarras, quadros, miu-
desaa e perfumaras.
Sexta-ftira, 3 do crvente ,
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de '
Olinda n. 19
POR INTERVENQiO DO AGENTE
Gusmo 1
Roda da Fortuna
Por esa casa, ra larga la ""Rosario n. S6,
foram vendidos os bilhetes da quinta parte da 13,
lotera de Alagoas, com es seguintes premios:
N. 11875 20:000*
27593 10:000*
28168 1:000*
30794
i i
1:000*
Ays
A pessoas que tivere u ficado con bilhetes do
bazar da festa da Senhora Sana'Asina dos Co-
queiros, DrocurarSo seus premios ama de Mar-
cilio Das n. 50, onde sero entregues por mo da
commisso depois da extraco da lotera 65, que
corre no dia 2 de Setembro prximo.
N. B. Os bilhetes que nao se acharem pagos
nao tero direito a premio algum.
4os4:000$000
SILSSIES SABAUIID3S
Roa Primeiro de Mareo n. 25
O abaixo assignado, tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
qua rtos n. 406 com a sorte de 4:0O0JO00,
1 quarto n. 2939 com a sorte de 100,$000,
alm de outras sortea de 32)$, 16)5 e 8 bteria (64.*), que Be acabou de extrahir,
convida aos possoidoreB a virem reoebet
na conformidade do costurae sem dcscont<
algum.
Aeham-se venda os afortunados bi-
hetes garantidos da 253.a parte das lote-
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife (65.*) que se exirahir
a 2 de Setembro.
PRESOS
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Sm quaitdate maior de loo#
Intoiro i 30500
Me.o 10750 -
Quarto 087&
Manoel Martina Finta.
SeraphiHa
Vende-s urna teraphina novamente remontada,
propria para igreja ; a tratar com Leoncio Mu-
s ra da Imperatris n. 43.
Precisa-se
de dous meninos para vender ; na pateo do Terco
n. 16, sobrado.
_________.____________________
Coginheiro, copeiro e
criado
Precisa-se no collegio Instituto Acadmico, no
MonaVgo.
Mal
vasia
Vinho propriw para senhoras
Em barris e a retalho : Pocas Mendes & C, 4
ua estreita do Rosatio n. 9.
____________________________;__,______. .
Taverna
Vende-se urna taverna : a tratar na ra do
Camaro n. 17.

uASHILIZ
os 4:000|000
^a^a daIndependen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu entre os seus
feUsea bilhetes garantidos da 64* lotera
a sorte de 1000 em 4 quartos n. 2476,
alm de outras muitas de 320,160 e 80.
Convida os possuidores a virem recebe:
sem descont algum.
Aeham-se a venda os felices bilhetes
garantidos da 65 parte da lotera a beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que se extra hir a 2 de Setemro
Precos
Bilhete inteiro 40000
Meio 20000
Qaart 10000
tm porco de 1005000 par
eima
Bilhete inteir 80600
/ Meio 10750
Qaarto 875
nUmio Augusto do$ 8*nt* Porto

Cajurubba
Este efficaz e noffensivo preparado, que
nao contm mercurio nem arsnico e ape-
nas uma dose tao diminuta de iodoreto de
potassio, que bem se pode quaficar de
homaopatbica (menos de meio grao em urna
colher de sopa do vehculo), deve somonte
sua maravilhosa virtude depurativa aos ve-
getaes que entra em sua 6omposs2o.
Outros preparados que nio contm ab
"olutamente um tomo de mercurio ou seus
coinpostos, tm tal dse de iodoreto de po-
tassio, que esta, dissolvida em agua pura,
curara os doentes que tm sido curados
pelos taes apregoados depurativos vege
taes.
A efficacia do cajurubba prova-se:
Io Pelos innmeros attegtados de mdi-
cos e de doentes por elle carados de ma-
les reputados ineoraveis.
2o Pela procura ano tem ; de modo a fa-
zer desappareoer os preparados congne-
res, qae antes d'elle dqminavam a thera-
peutica sa moleatia syphihticas do rheu-
matismo e n atrec^Bes herpeticas.
3" tela lealdade com que seus autores
tm fallad^ ao publico, fazendo-lhe conhe-
cer a eoopeatcSo d* u preparado, o que
4os 4:000$000
1:
fi
16-Kua do Cabug-16
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garmudos da lotera n. 65a em beneficie
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que se extrahir a 2 de Setembro.
Precos
Inte-'ro 40000
Meio 20000
- Quarto 10000
Seodo qua n ti dade superior
a lo:000
Inteiro 30500
Meio 10750
Qrrarto 0750
Joaquim Pires da Silva-
fiTSAIM
AOS 4:0004000
BllHETEu SARANTI30S
Roa do Bario da victoria n. JO
e casas do costume
Acham-se venda, os felizes bilhetes
garantidos da 253.a parte das loteras a
oeneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recife, (65.*), quo se extrahir a 2 de Sef
tembro.
precos
Inteirc 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Bai porco de 100*000
cia pars
Quarte #875
J0S0 Joaquim da Costa Leite.
Urgencia
Precisase de boas coatureiras, que saibam
eosar vestidos ;. na ra da Aurora n. 39, primeiro
andar.
Compra-se
ama/casa terrea as feguesiasdo Santo Antonio,
S. Jos ou Boa-Visra ; a tratar na ra da Deten-
cao n. 33.
Maduro
Vi 11 lio pnro da uva
O que pode haver de melhor para mesa, em
barris e a retalho : Pocsb Mendes & C, ra
estreita do Rossrio n. 9. _______ ___________
Dinheiro perdido
Perdeu se hontem um sacco com dez mil ris em
cobre, da ra do Lima at a Boa-Vista: pede-se
a quem o acbou o favor de leval-o fabrica de
carvo animal, em santo Amaro, que so pagar o
trabalhx
i;ngenho Peres
N4o se illudam os f >reiros do engenbo Peres com
o annuncio publicado por D. Anua Joaquina do
Reg e Albuquerque !
Nem ella, nem os htrdeiros do tinado commen-
dador Vicente de Paula Oliveira Villas Boas, tem
competencia para receber os fro6; aquella por-
que nunca ae apresentou para dar bons a inventa-
rio por morte doae.u marido, como era do seu dever,
e es herdeiros de Villas Boas, porque at hojo nao
tir ram a carta da adjudicacao do engenho Pe-
res.
Para que nio paguem mal, e, portante, nao ve-
nham a pagar duas vesea, facam os foreiros reco-
Iher ao deposito publico a importancia dos foros
ue deverem, para quem tiver direito levantal-a.
lepois, nao se quenem. Quem me avisa, meu
amigo .________
Olee para machina<
Vende-se nos depsitos da fabrica Apollo, a
10*000, latas de 24 garrafas.
Predios
Ha um sortimento variado de
Azulejos francezes
de padres novos e multo solidos a
80*000 O milheiro
Na loja de Louca de
J. DE A. VEIGA & a
Ru larga do Rosario
IF^HEq^nuyifS^^f^^^^^f WWfW De Figado de Bacalbau Pancretico
X>S DEFRESNE
TOOS OS QUE PADECE! MOLESTIAS DO PERO
Devem ler o teguinte
Este oleo tem o aspecto de um crema braneo
que se pode diluir no leite, cha, chocolate oa
caf. Possue todas as virtudes e propredades
de lio precioso remedio, e tambem toma-se sem
repugnancia alguma pelos doentes mais deli-
cados ; gracas a efficaz addicao da Panero-
atina, chega no estomago, digerido de tudo,
e nunca provoca nauseas nem diarrhea.
Depois de um semnumero de experiencias
prafcadas nos hospitaes da Corte, este medica-
meuto obteve a approvaco dos mdicos da Fa-
culdade de Pars. Hoje em da, todos os med-
eos receitam o Oleo de Figado Pancro-
atico da Dtresne, como nico remedio
para curar radicalmente:
IMPBATMSSIO, KACHITISME
TSICA PULMOXAB
e mais affecedes que impedem os effeitos da
nutricio e assimilacio.
KM TODAS A PHARMACIAS
<5>
!/
c*>5
'>

m*****#******i******^*t**\
MORSONs PEPSINA
e
FAIU COMATTH A a
INDIGESTAO
Sob a forma de
raseos, pos
*s cx.OBtrz.oa.
VENDE-SEnoMUHDO INTEIRO.
l'Kl l*AIAD< S DC
Pepsina IKorton
Muito recommenad&s
pelos principies Medicot.
MORSON & SON
SouthtBptu Row, Kussell-S<]ure
LONDON
lll44 I MI (41
!
^.t..
BtnuUnntaPernambuco : Franc^MLiSILVA &
ESPLENDIDO RESTAURANT
Este acreditado estabelecimento, ltimamente rnelborado, est em condijUe?
de servir ao mais exigente hospede, para o que tem magnificas salas, quartos, banheiroe
e restaurant, encontrndose n'este, alm das mais exquisitas iguarias, a grande novi-
dade
Ostras ebeias portogneza
(nica casa que as prepara) em todas as quartas e seztas-feiras, de 11 horas da naa-
nha em diante.
PRESOS RESUMIDISSIMOS
A actual gerencia do Sr. IZIDRO ALVES PITLO.
Roa da Madre de Dos n. 3
Os proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao respeitavel PUBLICO que receberam tus
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam-
bem i-elogios de todas as qualdades. Avisam tambem que continuam a receber por
todos os vapores vindoe da Europa, objectos novos e vendem por muito menos qae em
outra quaiquer parte.
MIGL WOLFF & C.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Compra-se ouro e prata vel lia.
FUNDICAO GERAL
ALLANPATERSON&C
N. 44--Ru i do Brum--N. 44
JUNTO A E TA^AO DOS BONDS
Tem para vender, por pra mor) ices, as seguintes ferragens:
Tachas rundidas, batidas e caldeadas.
Crivayoes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, svstema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machinismo e exeemam qual-
trabalho com perfeicSo e presteza.
Chales de algodSo a 10200, 10400,10600 e 25000.
Costumes para banhos de mar a 80 e 100000.
o.
DAY& MARTIN
Forntotdam i Su* U$Jitede a ffaltka a Itlittrn,
e nrolte C MsHsJU r/tn/o*.
GRAIXA brujante LIQUIDA
MXAs,pastaUNCTUOSA
OLEO pw* ABBEIOS
tsst o sus o iscssuri sari n mss#sn(li t* essrs
sittadsstt '
Engenho
Vende-se, compra se e reeebe.se por venda
moendas, vapores e rodetes usados, em perfei.o
estado : na ra larga do Rosario n. 11._________
triado
Holarfo do Corpo Santo n. i 9. i; ^ P
cisa-se de um criado que saiba ler e d fiador de
ua conducta.
DXPOsrro gebal km kONDMsess:
V, Mgh Holbom, 97
sirwa*t*: nir .**-.
XAROPEdeei.'CHU
dpDp-RADEL .
CON? TOO* AM
MOLESTIAS < VAS 0R1IARIAS
tsTKiaLiauMi
Catorro chranteo ua boxiga,
Irritara do caital ta unir*,
Moi$ s ti as de orostata,
he o nt maneta ao Urt**,
Arla no orUkO,te.
8WANN, Phaiaceutico-Chlmleo.
1. J^iuSSi^:S5fSSfti3t2l""
CASA DE MODAS
Fazendas linas
0 mais farlao sortimento sm arlos para santas, acaba Jo recalar
J. BASTOS &C.
2 A--Kua do Cabug--2 B
Sedaa de cm em cortes de 20 metros com as rendas de seda para enfeites.
Sedas com bordado de alta novidade.
Gorgorao de seda, qualidade especial, cores ciel, rose, marinhe, lontre, beijs,
lilaz, tabore, brenze, lontre e grenat.
Gorgorao braneo para noiva.
Faille branca para dita.
Damass ottomane braneo.
Grinaldas de cera, o que ha de melhor.
Veos e fiil, em peca, para noiva.
Leque de madreperola com rendas.
Meias brancas de seda.
Colchas de damasco de seda.
Ditas de Guipour e crochet.
Cortinados de crochet.
Ci< inteiramente novidade.
ESCOLHIDO A CAPRICHO
Robes mi confeccionesvestido meio preparados, em seda, 12, tecidoa novos
algodao, de 150000 a 650000.
Colleretes para senhoradoctorease, em fustSo e crotones ; grande moda.
Visitescapas enfeitadas ricamente a passementerie e rendas.
LUVAS DE SEDA
Com e sem dedos, ultima meda.
Bolsas ds couro da Russia de diversos tamanhos.
Perfumaras finissimas, grande sortimento.
Leques de seda e setim, modernos.
Tecidos de algodao para vestidos ligeiro e econmicos
E' difficil encontrar melhor sortimento do que acaba de chegar e que vende-
se barato. Padr5es novissimos.
2 A-EUA DO CABGA-2 B
(Telephane n. 359) __________________
Grande e bem mentada oflicina de alfaiate
DE
PEDROZA&C.
N. 41Ra do Baro da VictoriaN.
Neste bem conhecido estabelecimento, se encontrar um lindo variado sor-
timento de pannos, casemiras, brins, camisas, punhos, eoUariahos, meias, gravataj,
tudo importado das melhores fabricas de Paris, Londres e AUemanha; I
serrirem aos seus amigos e fregueses, os proprietarios deste grande estabelecunea*
tm na direcsao dos trabalhos da oficina habis artistas, e que no curto espaco
horas, preparam um terde roupa de quaiquer fazenda. ^
Ra do Baro da Victori* n. 41

HCl


IHari > e -WwiMtowfl---iiBiiito--ltiitm. 2 eksakto 4e 1886
3
v A*
'f' Ja/

Purgante as Familias.
S1UAVUCIA1.ABiiiIiUI.
Alujase
j predio n. 140 rea Imperial, proprio para es-
'Wecimeoto fabril : a tratar na ra do Commer-
30 n,J4. com J. I de Medeiros Rugo-___________
Alug-se barato
O armasem da ra do Corone! Suassuna n. 141
Ra da-Jaiie-Verde n. 5.
Casa terrea da travesea de S. Jos n. 23.
Trata-se na rita do Commercio-a. 5, Io andar
-.scriptoriode Sirva Guimaries & C.
AlBES-H
ima sala propria para e*cnperio : na ra do
Bom Jcsua n. 3$ 1* andar._____________^
Aluga-se barato
o armazem n. 84 roa do Brum, coa fundes
para o caes do Apollo, muito spropriadi para d -.-
psito de assucar : a tratar na ra larga do Ro-
sario n. 34, pharmacia.____________
' Aluga-se
o sobrado com dous andares no caes do Apollo n.
75, com muitos commodos para familia, preco
eommodo : trata-se na ra larga do Rotario u.
34, nhuoiacia
Aluga-se
a casa n 1 ra Lembraoca de Gomes, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na rna da Impexatriz
d. 32, 1. andar.
Ama
Precisa-se de u xa ama para tode ser vico, e que
durma em casa dos patroes : na ruado fiiacbucllo
a. 57, portode ferro. ____________
Ama
-
Precisx* de una sm.i -para todo a tarrico V
urna = m soa, sude ainbe bm e qu durma em
em casa ; na ru flft'Concorflla n. 95.
Precisa-se de urna ama para casi de pequea
Pedro A Abuso >s 9-
Ama
Precisa se de umaaanu : as ra deVPosVte Ve
ha n. 77.
-----------.-
iira
Plpcisa^so de una ama para cosisihar ; na rna
IivranHnto n. 'i, i anda.
------------ ------------------ -----------

lloubo
Do eogcnho Cabete, do termo da Escada, foram
oubados no dit- 3 do correte mtz, da estribara
do lavrador Manoel F. ij de Mello, tres cavallcs
possantee, gordos, de cores e signaes seguintes :
um castanho tapado, inteiro, de segunda muda,
-ida baixo obligado, no p esquerdo tem urna
Uitr- branca entre o casco e o eabello, e no di-
reitoum arocinho, como que produzido por espi-
ono : dous russos, sendo um grande, ardieo, den-
tea quebrados, de 12 ai.n je, inteiro, anda balso,
francamente, e o 10 quarto, sem andares, de
8 annos, muit em feto, castrado, tem no m>tbco
esquerdo um signal de ferida que teve bsanos,
etodcs tres teem este ferroMFna p direita
dono gratifica *> quem der noticia certa de ditos
eavellos.
~~ Serrara a vapor
Caes do CapJfoarlhe n. 2H
N'eata serrara encontrarlo os stnhores fregue-
ses, um grande sortimento de pioh) de resina de
cinco a dez metros de comprimenw e de 0,08 i
0,4 de esquadeos Garanta e preco mais como-
do do que em outra qualquer parte.
Francisco dor Santos Macedo.
Boa-Viageni
Aluga-se urna grande e rxcellente easa nV-ste
aprazivel arrabalde com muito bona eommoios e
p.rto do banho.
A tractar na ra Larga do Rosario n. 34, bo-
tica
4o commercio
Os abaizo assi nados, socios da casa commcr-
cial de Jos Antonio Pilro A IrmSo, p'aca da
Indepandf i ca nt. 31 a 85, deolatam qae em data
de 30 de Juuho prximo passado dissolveram ami-
favelmente a sociadade que gyrava aob aquella
raa, retirndose o sodo Manool Antonia Pilro
pago de seu capital e lacres e desoarai da (oda
e qualqoer reaponsabilidade, ficando o activo e
passivo da extinct sociedade a cargo e aob re*
?>nsabitidade individual do socio Jos Antonio
ilro, quefconui#arft a usar da uvsma firiaa
PernamUtl., 80 de A.;oeto de !*>.
Jos Antonio PilrSo.
Manoel Antonio PilrSo.
Mtinca
Aluga-se o pav
da Iu peratriz na*'
modos,para ujoia
atodoapa
Suefrataa
t-rr# efe preda A ra
prrgavmatfco, san arav
tratar na rita do Coronel
Luz biiiimte.iQsi Fumo
oLraiifico
Hvgicnico e Etonomico
PARA UMPARINAS
I
MARTTSac BASTOS
jPerntunbuco
NUMERO TELEPHOMICO : N* 38
Agu florida. Extrbi(a de floret bm-
aileiras peb aeu delicado perfume, aimvida-
de e sufcs propriedades benefiuas, excedo
a tudo quo neste genero teui apparecido do
sais celebre.
Tnico amoricano. E' a primeira das
prepiracSus para a- lOBservaeSo dos ca-
bellos. Extinguu *8 caspus e outraa mo-
lestias capiiiareM, faz DSUMff os cabellos,
impede que eiubrao^aegan e tem a grande
Tantagem do tornr livres de habitantes as
cabreas dos quo es ueaoi.
Oleo vegetal- Corapcsto cora vegetal
innocente, 6 preparado psra am aciar, for-
tificar e dar Uiho sos cabello*.
Agua denrtfricia. Excllento remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
givrs o fuz dcsapparecer o nao hlito.
Vend;-so as principaes casas desta c-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TF.LEPHOXE K 33
Tricoro de Barry
Garante-so que faz naa-
cer ecreacer o oaballo anda
aos mait calvoa, ctira a
tnba e A' caspa.o rainovo
todas as impurjeas do cas-
co a cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de caliir ou de embranqno-
cer, e infnllivelmente o
torna eapcaso, naci, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
'Preparada segunda a formula
origiaul usada pelo inventor em
182D. .E' o nnico perfume no mun-
do que tem a approvaco ofioial de
ujii (jovemo. Toui duas vezes
ni lis fragrancia que qualqnet outra
c Jura o obro do tempo. E' muito
maia.rica, suave e deliciosa. K"
muito ruaiit lina e delicada. E'
.mais permanente e agradarel no
len^o. E' dnoa vezas nwis rofres-
(anto no banlio e no quaito do
doente. S> E' especifico eontra a
frousido e debilidade. jura as
dores de cabera, os cansacos e os
desmaios.
IafopeteTiJ-ieMerli.2.
jrnsMiE s*if-o. Dsnaas de ttsal-o.
Oka positiva e tadisfj de todflss formas da
eaafofulns, SypUflss, Jbridas Ssorofnlosas,
AffcccCieK, Xiitanaas a as do Goufo Cabel-
ludo com pbrda doCafiello, e de toos as do-
acasdoSangue^Figsda, e Rins. Oarante-se
qte .purifica,. earj^iMca e vi tal isa o Sangue '
e restaura a reajftvs o systcmn intuiro. ,v -
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian-
Oti e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
FABRICA DE CIGARROS
DE MBURON Cl~


MARCA DE FABRICA REOISTRABA
Dcpositu em Pernambu-o casa de
Fianc8Co Manoel da Silvn & C-
SsS
tial Hcgein de Jiiguaribe
Atrio si' ra do Bom Jess n. 23,
um .mi se;i! < rule se vendo constantemen-
te a sur> rior :J virgera de Jaguaribe,
acondlrion. l'n era barricas proprias para o
fabrico do nssu ;>r.
Esta c;.l. em nada iaferior que nos
vem do eslrr.ugei'ro, vendi la pflo pre90
fixo rl ia b rrica p .r OLtracto quej
f<:z o Sr. \"; i ule Kascimento com o Sr.
Jo6 Cl bI 1' riv-n prepribtari6 do engenho
Jaguarib'.. uj;.s pedreiraa Ih di o norae
E' esa: ir gfado da venia unicamnte
neeta ci i* cera ee.Mipt rio i. ra d ; K m asas n.
21.

ifl
Miliraces
fVr eltr^faleificacffe cofn rlerend ao co-
nhwUJofHWRAL BO*MBAfA, tritxU
gir-se esta peejairado ana a>f iwde asa Al-
var's de 8. Sosrea em rotulo circulando a ic-
lha do frasco Mfamrca da fabsjea no onrolfcorio,
circulada pelo lame f adasM < l*f*>ario|
senes em Pernambaco Francisco Manoel ds
JUts. Jt C, i rna do Marques db*M*m MU
t
m W\H)
am
*a cai rtineS'iddt. pera pnque-
! i 'ttf^'i espe|'i'-nitiio, sendo
Ala^tw
Kafafn^ia
3 A a*
ired u %5 i ja ;l
rvi m :a Cruz
iw ra R-imesro de
Per 4S

Ahiga-j:.- 14 l.j do aobradu m de Lama*
ilseutinaa u. tf : aitslar na rus Primeira de
Marco n.7 A, livraria Parisiense.
Priee-te da es menino para fazer compras :
na rna do Basto da Victoria n. 54.
RIO de JANEIRO-BAHA-PER NAM BUCO
IV^Hr-Till r (~! prtitipam aos scus frrgneaes e ao,. publico em
xtxuujvas %3V ^. g j..^ qUB tfiaio resoivl)o fcbriwr noaan.entt-
Clgarros e nmos desfiado, com a marca da fabri*'cima n-prnduzida e cotr.pe-
tenteraento registnuka Achft-su habilitados para vender, de boje em d.nte, as seguintes
qualidades :
BARBACENA
POMA
RIO NOVO .
GUANOS .
CAPORAL MEORON
FLOR DE VIRGINIA
Cigarros
Sopericres a t000 o rsMhoiro
Elegantes 75UU i t
E^pec.'i.es 9J00
ilmosos c 9^000-
FaJerta 6& 0 t
Delicioso 85200 <
Compras por atacado 5 / ^e descont
Fuios desliados p.tri cachimbo e cigarros eai pacotos
na loo (i!\nias
CAFORAL MERON a 500 rs. cada pacote
FLOR DE VIRGINIA a OO rs. dem dem.
Garante se que todos os *eus cigarros, de qualqm r das denorninacS's cima,
as8m com:) os fuios desliados, sao fauricados com fumo escolhido de qualiaade
superior.
Aceio e acoridicionamento gozam de especial attcncio.
Cada masso fie 2Q ei arrus 167a ama jonteira
ffi
S1S151515151S15151S1515151

o
8
roiuein nota
E' barato
VIWHO E GRAGEAS *S* VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BAGALHO
Premiado com mrdslhaN ic Ooro o Prsvts
PELA ACAC2MIA liWCIONAL
Ordenad".; nos bospltaes de Franca. A.Sberfcca, Inglaterra,
Adnu'Bistrar aob Xbrms mui fcil e agradavel 'todos os elementos cnrsTOB do _
f\-Lauda assiin o oheiro e sabor nauseosos d'este; alem.d'iaso esta preciosa preparacia
tem una superioridade incontestavel sobre o oleo porqna soda ser usada durante se
giandes calores em quanto o uso daquelle impossivel, tal 6 w mnente serrico presta**
poio Doutor VIVIEN; a experiencia tem confirmado o bom xito. 4/este producto.
Exigir a firs do Urrentor H. VIVIEN em duas cores ao reda- do (rsrffsro da osa
; : .-a..! oom o Sello de uniao dos Fabricantes jo, bovkvard Strabourg, em PARS.
a



-or- MUS 111*1 >n AJDDISOIV
fGMo[Om, ASjeraia. to.Ias as Molestias Systema nerroao, mmo os
Bjil^Bei, Molestias chronlcas dos PulmCes, eto., etc.
jt'i.ewWI' Wgft'SQ'iM rnHcy Vir l'l-n-t- o poder oonUro ilatl* rsediomeato e dwihirsm-a'o
" nflha lo.isjjfc enenjtca.do recotut.luintct.
O TRASCO : 8.FRANC03 (KM FRAN5AI S? '--t- '-...'
Toiofrasco gufnio trouxer a-ftreavt Fabrica reoistradaesawifi*t*iia^-^&u?et
dav nat rmoiona,raaU> recuaado. /q-^ d"t*
'V y^ Producto
r&SXS, miarmacla OSX.TST, rna Rothechooart, 98.
Deposito em PeraaiobvKCO : FRAN M. da SILVA S: C.
I|Hf3IJIia
mxm
Trilhos para engenhos
WAG0M3 PARA CANNA
Loconiolivas
nachailsBi completo para en-
genho de tndos os (amanhos
Systema aperfeigoado
Especificares e presos no escriptorio dos
agentes.
Browns & C.
IV. 5 Bina do (ommerrio
N. B Vlm do cima B 4 C, tem cathalogos de
mu'1 timplementosnecessarios agricultura, como
ambem machinas pura descare car algodao, moi
ohos para cat, trigo, arroz e milbo; cerca da fer-
ro galvanisado excell. nte e mdico em preco, pes-
ioa nenhuma pode trpala, nem animal que-
bral a.
Os (rimes do Recite
Romance por Joao B. P. Corte Real.
Sob a epgrephe Crtmtt do Recife, se publica-
rao em fasaieulo os seguintes romancea i
A* Victima de Sanio Amaro
NarracSo de um sanguinolento facto praticado
por um negociante deata praca, que seb o falso
motivo do adulterio aasaseinou saa esposa-.
II
O Cadver la liba do Pina
N.irracao fiel do assassinato de urna mulber vi-
ctima de intundadaa auspeitae, segundo se espa-
lkou ento ; mas que finalmente descobrio se ter
scfirido um rigtroto cattigo.
111
Oa ^'orlambulON
Narrac^o de um assasainato, que impresstoncu
a populacao desta cidade e cujo reBultado.foi o
roubo de urna grande fortara.
IV
OM Compannclroa da Eapada de Foro
Historia da vinganca de urna das victimas da
rev iucao praitira, onde se patenteiam tactos at
boje deseoubeeidoi do publico, mas cuja uarracao
se acba confirmada or documentos originaes em
poder do autor.
V
A companbla do tiro.
NarracSo de um tasto criminoso, praticado pela
companhia do olho vivo, que deu em resultado
levar para Fernando de Norinba o seu chefe.
Neste romance se ptentela nao s a giria usada
entre ellos,, e descoubacida do povo, como tambem
o seu cedigv. Todos estes romances se acham li-
gados una com osoutros, ora pelo enredo, ora pelos
personagens. Assigna-se as livrarias : Fran-
cesa, Induatri' 1, Fluminense. Quintas, na3 taba
carias Hsvaneza (Recife) Bourgard (Boa-Vista),
Rvstaarant Doria, e aa loja do r. Lemou ra
da Itnperatriz.
Assttcar especia'
Joaqim Salgueiral ScC, proprietarios da mais
bem montada reflvacSo desta e'hdade, scientificam
ao publico em geral e espe talmente ao commer
oo. que t-m- Mmpr um completo aartimento de
Sucares, taaiOi.eu enroco eximo renuados, de 1*,
2* e 3J aorta, e especial refina io com ovos, o me
ibor que se encentra no mercado, e lodein de
prompto satisfirier qualquer pedido que lhes seja
'eito, pola para isso tem sempre um grande depo-
sito. Garautem a boa exeeucSo e liinpeza de scua
productos.Teliphone n. 445
Rna Direita n. 9


Em casada toJo* o Pe t anua tas e Gabelleireiros
da Pranoae do Bxtrtmgeiro
||a AmamiuM ;
r.B.astva&C*
Beta w 11W1 laTTrTTTfT de um casto agradavel. adaptada oonr grande xito ha z.
"ix*0 sasot pelos mcliiaras,i4adJcos ae Parlz, cursis OrflttW*. -^se, a'osaa, -
I OTn Calatre vuimonm. hrriWom* wnu. dis ta> a^- U 'flanea.
RE
! X AROIFE & RSISS VILLI
Laureado pela Acarderuia de Medicina
*J*-(->^. Cesa/he/ro doiag*) de Honra r**ttS:
Aluga-se o l- a 2- andares do grao.de sobrado
rus da Brum n 84, muito fresco o bem seeom-
modado : na ra laiga do Rosario n. 31, phai*
maeia.
^"J.irdiiB dus.planlaS
MONDEGO N. 80
Pretendendo se acabir cura as plantas qae estSo
fin VkSos n'este jar Jim. vendem-se os sapotiseiros,
muito grandes, e dando fructa a 2000, laran-
geiras, muit grandes, para euxertar, a G000 a
duxia, a sar>otieiros mais piquems por barato
preco.
Admlnttraclo : PARIZ, t, Boul&rird liontmtrtn.
GRANDE-GRILLE Anaeoflcslrmp!iatica>,iloen-
cudatriasdi jMiiru.i/jsiraci^esile <\; .! i edo l'j.o
obslruccoes risssrao, coneatoes rtflruliisas da bile.
HOP1TAL. .A(T.'c;e. lai Tdi.-.-s!i'.> ;:.c.oni mo-
das do esloitti.i, diji.sto dilttcil, iiuipfiataacia,
rs--tr*lgias thspspsia.
CLESTirrSAHei-f"Cdosri,iU! pxi.-.i.ir.i.is,
euocie.widAsouiiiia-.g la.di.ibele.'.ailiauiiiuria.
HATJTER1VE.A!-,- ;.s Josrin.cla M jiRa.areias
aaaeraoexlatHaia .'< uuasi*>, albomiaaria,
exija-sec im da fcste na capsula
Em arouSoaMj Kssi '' \ imr,
.MEN-V & LABXLLSf '^. nic i Coirmtrcio;
( 6ULZEH & KOCULIH, SJ. ru> da Crus.
i'T '------ -----~-r; ..i i-a

Aviso
Res non Terba
Fabio Xavier de Souza Fo seca, medio e phar-
nF.er uties hon eopathico, avisa sjs seas antigos
clientes e ^b reapeitavel publico, que ae acba com
eicriptoro na ra di 8. Francisco n. 12. primeiro
andar, d consultas das 9 a 12 hoiae da manhS,
e cbanudos pir eseripto a qualqoer lira ; aasim
como participa que~trm tinturr.B especiaes hemHo-
patbioat, psBHastbmstice, gonorraias, leocorreias,
bronch.tes, erysipHas, rht-nraaiicos ; finalmente
tanibem tem um preparado homeopatnico depura-
tivo e purgativo para syfillea, notando-se que to-
dosjestes medicamentos eo preparados pela for-
mula homaopisWsa qae nao sede produzir as
curas ontros tncotnmodos com conScqueneias a ap-
pliuafii).
------
-------.---------
Molestia da cania
Procesen de porifienefio especial.
Methudo eeonomieo e sstisratano e de faail ap-
plieacSoem qualquer enrenbo.
Nao terfto o* seoberea de engenho mais pr< jei-
eos encrases eum a molestia.
Inf i macees e espe-ificacOes com
MllSK.
Sem dieta esem modifi-
ca?oes de eostumes
Laboratorio central, roa do Vconde do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos prcp .irados pelo phar
uiaccuiico Eugenio Marques
de Hollanda
pprovudos pelas juntas de bygiene da Orte,
Repblicas do Prata o ucxdemi.t de industria ds
fariz.
Elixir de imbiribina
Restabelece be lyspeptiooK, taciliti as digCS-
tes e proraove as ejecces dileies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro anmicos, debella a hj poemia
intertropical, riconstitue os hydrnpicos e beribe-
ricos.
Xaropii de flir de araeira e matamba
Muito recoinmindado na bronehito, na bemop-
ryse e as tosses agudas u ehronicas.
Oleo de tcstudus ferru^itio&o e cascas de
lafallJM a:iu-gas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na tysiea.
Pilula8 ante peridicas, preparadas .;om a
pererina, ijuina e jaborandy
Cura radicalmente, as febles intermitientes, re-
u.itteutes e perniciosas,
Vinho de jurub'ba simples e tambem fer-
ruginoso, pr^p-rad os em vinho de caj
Etric.zi's iias inflammayoes do ligad) e baco
agudas ou chronicaa.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado na convaleacencas das parturientes
urtico antefebril.
Di p'sir : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva k 0.
23-RUA MRQUEZ DE OLINA-23
Regulador da Mari-
nha
ttQlSTAfioo#BTg
^ rwU.!lCKTI.
XARbpft \
AKALi
i
atepfgdos-e5m tinrrto eilm pnra curar
pkfluica c as tnolestiar. tuberculosB,
.'vendeme unicamenla em frascos qnsdr.t-
Idos com o nome do doutor Chlbcuiu. sobre}
ovta, I
Seb a liafliienoia dos -HJgopMsphitoe'al
Ltosse dlminue, o appetite augmenta, as for-j
oas tornScSswy, os auoreanocturnos ccssao,|
e o doente gosa de efb b*m estar desusado j
Cs vypophosphilos que Jetlo a marra!
de fabrica da pnartaace SWASl,
12, rus Castiglwne, Paria, ?io oe uni-J
Cvs reronheci'ios'e recommendado* velo)
IV CHBMcantL, autor da, deseodertaS
de aasa prop/-ieda4e curativas.
f Prego : 4-francos por fraseo em rra.-.ga. .
Vtwkm-st -tuu priucipiui Pkar.Tuicios, f
I
qunnUdadc normal dlnrlnne resurta tima arfcccp -Vvariicaprave.
ala< d^ jtt)"fiffi jnJU->cjras^^n^nai^Jtlstln''i polos Prurosorc
!> WrluoTOu!ITiTBmlnHiT8THizereWolnTra:: a Xxropr ii ir ice.i
O Phospriato de cal <5 a substancia mineral mais sbundantc do oiysnlsmo a loda t^s oue saa
ires e Mdicos das FacuMaJes
invillier fosse classlUcado
lia pulmonar, Bronehlta-ciiraaaaa. Anemia,
Jd4&l0'W*Mllt#0-? -I'"'"/'" 'lo i>' Reinvtinr amlnistrado
i l.'.eMHa aUcaattoatt e o le a carie e ueuT dos denles tao rre^uuniee depois da premies.
laKQT/a, S. Paos ds la BDkealetne, 9AMXX-
lAX^M. 4a SU VA b C", mi p/lnclptu Ptiarmtclt t Dro'.rh:
ho ]
SABNETE de ALCATRAO
ras Tniiinf. f-Baarsliie r r-r^'T^t A aaa a* caimta
iniHjal a risa DA pelle
CAnSwNIS DETERGENS
vrtonfas co
o SaiHAI
a- a r^#S
com o !>Lrtt VA.MtitO\MS iij^MJtuiLXS a/im de proCeyel-os contra
leTIFO, a VARILA a FEBRE ESCARLATINA
m*m9ttSTBM sao recoramondadoa pelo Corpo medico latetre. poraai umvttem m
PIDEMICAS e CONTAGIOSAS e se adaptao a tvaqv*r c UkWlk. LK PABHICA rO KNVOLUBBOS B NOS PES
'. sr. wI^iIC^ITa c cr, south-wa*. iOndres
iaiaaa>ne>|ar r~
aasaasasa'ri*rierif eeaeaey
OHO IWILLERET
|Elastlc, sb llgawas lelil* ia eexas
ftira eviterat faleiflcacdes,
ura/lrma doinveitior, estampada
em ata eusptruoi io
- fOWJAS BE TODOS OS SYSTEMiS
" MEIAS PAJ1A VRTZtB
UERET, LE GOHlDEC. m
Est-. iiuportento (ttibelecimento de re-
lojoaria, fu:.dado ora 18G9, est funecio-
nando agora run Larga do Rosario n. 9.
O seu priprietario eni;irregado da Ra-
gulaiiienta^o dos relogios : Arsenal de Ma-
rinha, Estrada du Ferro de Liiuoeiro, Com-
panhia F. rro Carril de Pernarobuco, As-
8oiiHyao CommeM:.! Beneticente, Estra-
da de Ferro do Recife a Caxnng, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberbo
e Estrada de Ferro de Caruaru' ; cercado
de intelligentes e habis auxiliares, fazcon-
certoa por mais difi5;eis que sejam, nSo
s em relogios de ali^ibeira, mas de pndu-
la, torre de. ignja, caicas de ruusi parelbos electrii os e teb graphicos.
O mi'sino acaba dn reoeber varalo sor-
litterit'i de relogios americanos que ven-
do do 7)J a 20$ de g rede e de mesa, des-
pertadores de nikej.
Aos sius collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalho : e acuita encommendaB
para seu crrit-spondente em Pars.'
At'ha-se be-n montido ne6to estabcleci-
niOnto um observ.torio pelo qual regula to-
dos os relogios uiaiitiiuos e terustres.
Recebe asssignaturas paradera lioracer*
ta desta cidatrfc pelo Iflephonc n. 458.
PrecO cDmmodo
Em frente de seu estabelecimento se
acha collicido um relngio, cujos mostrado-
res podero ser vistos peros passrgeircs da
Ferro Carril, iendo sempre a hora media
desta ciilail' detcru-inada pclns s uas ob-
Scrvac'S astronmicas.
Antonio Jos da Costa Arattjo.
aaasaaaaaaaaasasi
'PERFUMARA DO MUNDO ElE6ANTes
DELETTREZ
64, 56, Ra Rlcher, 54, 56
CREACO PARIZ NOVA
EVR4LG1HS
HlH U1H SIIH
cello acalma o aymptqm%erva*Q, fajculta
i oa orgaa resplratorf^i
. sMric. asa, ra i-Lasiarc, asa ttmim
i ilsfi aVs,rsjrsVyA.ilriw ^__
>*

'l'i m%
Di. .Sergio Handerlej
Um ami go do Dr. Sergio manda celebrar urna
miesa na nmtris de Santa Antonio, a 8 boraa da
manba do da luinta-teira 2 de Sotembio, stimo
dia ao seu allecimento, psra a qual convida aos
parentea e amigos que quizerem aasiatir.
i rpiiiewrH'f iiinai a)iiiiisMasifca>BWsss8gsMa



Amonio ata. l*a fcajre
Os cpmpnnbeir"8 o trabatto, do faDeedo An-
tonio 9a 'Srra Cbtfee, impuegides de, mais
acarbeidor pal -ara ipasaamnoee, van ecadsr
todos oa seas smigea e datiuase ^tesistiseiB ss
miasas que mandm celebrar aa igreja da Wadre
de Deus, ns qninU-feira 2 de seembro, a. 7 ho-
ras dsmanb*. Por este seto d eanada e-rei-
gWe-ae caaleaasa aterasaneate
concentracao
CREME IMHEDIA
saboxetb, esritArro]
AOVA O TOUCADOR
POS de ARROZ
COSMETTCO, BRrZ-ITAlVTJlV-A
OtJSO, POMMADA, VIJfAOHB
A Pertumiria OSMHEBIAassegara aos
paBBNTBS f IBIS
inriBlait ttmu i ir ttm i$atl
Itsrios em Pernambueo:
FRAN-M.dl SILVA *C'.
OOINGASdo ESTOMAGO
DIGE9T9M DIFFICEIS
Dyspepsias, 'rastralcfias, Anemia,
Parda de Appatite, Vmitos, Diarrhta,
Debiliud* das Criancae
(JURA SHOTJRA S RPIDA PSLO
ELIXIR b^EZ
TOreaCO-DIGESTIVO
com Quina, Coca t JPepnina
Adoptado era todos os Haspitaes
MEDALHAS NA EXPOSIfITES
| PARIS.r UBrtjBM,*/KiuPharautiu.
/

i



'
Mario de flwnwbaeo---((pliitftfutra 2 de Setembro de 1886
SCOTT
DE OLEO PUJO DE '
Fijado de bacalhao
io
COM
vpouhospHtos de cal c soda
ApprovjMia pela i"*a f-
glene e autorlaada pel
iovtrtio
-E* o aieiher rrra-io boje dfce*0-erto para a
tatas broncblie. ecrplav. ra-
cmttN.nneinin.' el>UI deOuvo., toan." eltrowi.ca e *_*>
di pe-Ho r la aarS-nsaa.. _.
E' muito 8np'-n r ao olo simple* 4>-'JMPc de
h#tlii,w, porque, luvde ter c huiro ntw agra-
aveis, possoe todas as virtudes inediciuses enu-
tritivas ao ole-% alm das propiedades torrioas
rcconstifu.ntis d.is hypophcspbitos. A' venda-w
drogarius eboticas.
Deposito em Pernambuco _
m wn
Em qurt Sobri_ha& a
e meias -garrafas, vr.nd Paria
ma do >flw da 0,|uoa n, 41
Wi..SIT.iUlOS________
U RIGA
de 3X0, 4X0 t Wi i veu-Y-se na serrara & va-
por de C i maco da ilv.i. caes Vinre DCus tie -So-
veiabro i>. ti.
-...
Sitio

Aluga-ee e vnde-*e uro sitio em Peberib* : a
tratar no tr:ipiche Viaoau, i "Tusa para alagar
Aluga-so a ci:tu da ra do Progrosso a- 3,
reedificad, m eo.modos regulares para fami-
lia, multo tres la, est 8 i pintando, qualquer prc-
tendent p de::'i ir vil : a tratar na refioajijo
do Caf i roa do Arugao.________________
asasaralas para alugar
Alujr-.-sc o prim iiD andar do eobra-fo n. ?4,
com ba-tuntes eommodas, ru i ik.8. Jorgr, e a
loja d i b< brada ii. 23 oa ranna ra : a tratar na
ra Augusta u. 28.
VERBAS
Almanack da
1836
proviflcia
l'm ToSnmc com 49S paginas
'2$000
A' venda na ena editora. Ltvraria Parisiense
n. 7 A, ra Prirn< Iro Je Usrsu.u. 7 A, Industiitl
ort&C. e<
OOnomicii do G. Lapox
: Carda so Ayres.
Recebemos neste ultimo
vajtor
Staen.es imvasds Iwrlirfkes
Assl ni cotuo
OBRAS DE VUi:
Como sejaiu:
Cestas para compras de diverses tamanhos
Bandejas paTa roupa engomniada
Balr.iiis p ra roupa suja
Balaros para: facas c garfos
Bei^cs
Condeces
Coaten-eiros
< aderra
Voaeres para meninos prenderen, a an-
dar.
O especial vinlio Ftguoira puro sera a
menor composico.
Vinho do P.irto engarrafado, o que pode
?ir ao mercado de maie especial.
Tamancos do Porto para senhora.
f 0(JAS MEXES & C.
Bnajtorrita do Rosario n. 9
Sovas isiiilias
A 3 SO e 400 refs o corado
-" -Ismkmm d* eksg> pa loja.dsvma da Ira-
Srsfxis u 32, un grande e bonito sortimento de
linnas de cures pava vestidos, sendo fizenda de
muitn ph.-nfnsia, com coree claras e escama, e-1i-
4iuiduui se a 320 e.400 icis o corado, por knver
fTaade por^ae o* leja da Pereira d Silva.
_ Teciifais de Hubo
A 500 rs. o corado
Ka ltlttrM 33, wnde-ae
api bonito sortceuto de tiendas de linhD para
Vestiiifs, endo largura de chita finecza, cam
mu 'o benitas e6r<-8 e palminhas hordadas, pe-
chincha a 500 res o oovado, B.uJcja ua Ptreira da
8ihM. ________________________
Saipi'Des c yinlio verde branco e
lino
Recabeu AtMuo Duarte 4 rua-d UniJo n. 54,
eonfironte a estar : ornain-e reconimendaveiB
stes artigos por ter recebico de casa particular
de Portugal, razio por quegarante ser espatiaJi
dade ; ass'un como (em cara* e queijos do serto
por pre^o muito mdico ; ojncsaio viuhu tamUem
ae veude em casa de. B?ruardino Duarte ra da
florentina us. 2 di, em rctalbo e ancoras. Na
meama compra-se ama baianc* deciaaal, graadei
A Revoluco
ra Duque de TCaxias, jtaolvcu a andar
os Beguintes artigoa tow, 'o l& de a>e-
uos do que en outr* qu^quer parte.
Sedat lavraJas de 2J00Q pJr.l*0ft0.o covado.
Cachemiras de crxs a 900, l600e 1200 o co-
vado.
Dita, pretaa a 1#1W0, 1#K, 1/6*), IJfrJO
2*0C0 o eovado.
Ditaa boidadas de aeda a 1*500 o cotado.
Gorgorinas de liatrinhaa a 860 re. o covado.
Gaze cora bolintes de- velludo a 8(50 rs. o ao-
vada.
Las cora balinbas a 640 rs. o codo.
VeUndiHxo uso* Uvrado lfOO c 1*200.o co-
Palhn de seda 806 r. o edvnoM.
Faatdo branc a 400, 410, SOQ, 50, flOO ev80
rs. o covadu-
G.osdcnaples pretos a 1800, i'^OO e &OO o
covado.
N^nsoc de cor a 308 rs. o coa\J.
Oteteaes fiaos a, 360,' 400 b 440 ra. o cavada
Cambiad trasepnreute (Je 5*000 p^r 2500 a
peca.
Linn branco com salpicos a 500 r?. o covado.
O.SKeosde Isia !?*'-0fVm.
Faehs de ratroz a lOO um.
dem de 14U0O, 2*00, 3*000, 4*000, 5W00
e 6*000 um.
. dem de pelussia bardados a 7*000 4un.
Chapeos dcaol decore para senriors a 7*600
etinetas odarwa a 3C0, 40(X e 40 ra- a co-
vado.
Liiihos cseossees a 240. rs, o corado.
Z pin ros lisrac.s a 200 rs. o corado.
Brim de liaho decr a 1*00; a vara.
Fusto de, er a 600 .rs. e cmv^do.
Sap-tei p.ir lanaa, p:ano, sof e cama a 4*,
0, 7*000, 8*000 e 24*0) um.
" Setinetas- tieae a 400 re. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
Flawlla branca a 400 a 1*000 o.oov4f..
Cortes o eas<"mira riu^s a.3*000 um.
Collariiilujs de cores e hraucos a Lucinda a
1*000 am.
Casemira de adr e preU a 1/800 rs. o corado.
Jriai pratrado fino a (OC rs. o o vado.
Dito liso a 160, 400 e 500 ;s. o covado,
Esguiao amarello e pardo n BOXXra. o covado.
Algodo com doaa largaras a 800 rs. o me-
tro.
Camisas de meia. 600, l*<-00-e 1*500 aaa.
Dit.s de luiho iis.e bordadas a 30*Q0Q a du-
zia.
Tim3.'s borduoe para metmios de 4 a ^ snnea a
5*000 nm. i
, Madapolvea finos a 5*000, C*00,.6*5X), 7*000
e 8*000 a pee*.
Espartilhos de ourac* a 4*000, 5*000, 6*000
e7*000 um.
Leos fines a 1*200 e 2*Q0O a doria.
Toalhaa felpudas a 4000, *00 o 12*000 a
duzia.
Redes ham''or'guez8 de"20/000 por 10*000 urna.
Setii.s maodecore800, l*it>0, 1*400,1*660
a 2^000 a eovado.
Alpacaa h**uaaa a 400 500. r*. o .ovado,
Sent brancas lisas e larrada a 500 e 560
is. o covado.
Cortinados b-rd^doa* 7*000, 9*000 e l*00-o
Cimento no lland
Vode-.ac tde diversaa taarcaa, no a/nwira dr
Sors,de mufral ,imjoi, tija da Majt,
Deu.s n. 22.
........ ... .
GRANDE
rr- ,
Cclohas
urna-
nidada! a 5*000, 6*000, e 8*0-KJ
Para ngenuos
Ciipellas e veos a 10000 e 14*000 urna.
lenrique da Silva Homra
_------------------------------------------------------1----------------------------------------- !
Attengo
S no arinarinlio
19 Ra largado Hosario 155
Urna caija orra pennas P'rry, 600 rs.
ma dia com 100 folhas de superior papel
amizade, 400 rs.
Urna dju eoan t60 eavelopeat, 300 rs.
Macos de la para bordar, d todas aa ores, a
2*500.
Carreteis de linha para machira, nm 80 rs., em
dnzia tem abatimento.
Urna dittia de botoea bola para vestidos, 80 rs.
Uin frasco com verdaduira, agua de eolonia a
500 r.
Um paeote com fino p de arroz, 300 rs.
Urna duzia de baleiaa para vestidos (podas e
forte) a 300 rs.
Um metro de fita- de borracha pera ligas a
400 rs.
Um paeote c-m trae sabonetes finos, .600 rs.
Um dito eom saho en> p, 6i> rs.
Urna tespura multo tina para unhi, 800 rs.
Um mitro de irartj-de W, propria pata fichas a
200 rs. -
Urna rolla eom Juia ordene >'e coral, 600 rs.
Um par de finos suBpcasorios para menino 3
800 rs.
Urna boria de artninha para plr *e- arroa a
200 re.
. Una loma de Pav.r, 200 is.
^Completo aorlrmento de babadoa c entrem. ios
bordados em cambraia e lsto, e murto3' ontrol
artigos par preces- sem-eompetenci. Apreveiteau
1* Ra larg* do C osario 12
KignalBao Joira noaj-nnda com leftas braas.
Moleiro
aanaMaat.
Vende-se ou rrenda-ee iaonualoieDte urna b.
casa com bastantes cmmodi par ftrriilia, tendo
agua e gz encanados, com nar'bom o^iintiil todo
murado, com algumas uvurea fructferas e cara
saluda para o i i, por pref muito razoavel
quem preqissir <;i:irj:---e a ra Duque de Caijaa n.
117, que achara' com quem tratar.
NA
Expsito centfal na larga a>
Rosario n. 5 8
DamiSo Lima ft C, chamam a attencd das
Ezmas. familias para os precos seguintes :
Carreteis da 200 jarda* i 80 ra.
Pesas de bordados de 200.a, 600 ra.
Pilas de ua plmo a 2*500 e 3itx)0.
Fita n. 80 para fara a 2*500.
Leq^ea regatas e D. Joannita a 1 Fraaeoa o extractos de Labia, grandes, a 2*000.
L-ques D. Lucjud- C,!lv, a 6*(X)0.
Tonlh e l*',O0.
Duzia de merji para h w.' w a 3500(0.
Ditas paraL*mhon<8 S*'.)00.
Lavas de seda a raOtO,
Meias de fio de ela para n;er>if>:.a 1(J00.
CoUrmb,^ de Hb
Ditos de algodad a 320 e 400 rs
Macos de grampos a 20're.
Pua de cojdlo-paia seaido a SO rs.
aviaiv. W grande* a.t^O rs.
rampos invisiveis a- 60 rs.
Um leque de setim (novidade) 6J500.
KacliaUlcillivMiidWimiiW"*;* 1**00*6*.
La pava bordar 2*800-
Urna capell e veo de 15*0i 0, jior 12*000.
Um eBp'lho.de mol fura pir 5*W6.
Uwu pulsi ira-da fita uer 1*200.
I'liat a 400 e W n>
Uraa fcaucca grande le c| a pyr 2*500 e 3*000.
NA EXPOSICAO CENTRAL
38-ta Larga do Ruario-^38
Loja de liudczos
Ra do tinque de fr.\as n. flOS
Os proprietR-fi'.e deste grande estafceleeimerito
de raiudezas, mwlaa e parst aiio nnxtii sea d&cpoca, t?m recniviJo vinlri'ui pi-meuus
vir.te por cente.fiue coi outra qu.ilquer parte.
Peiit>-3 e'.ivtricos 4 6 0 rs.
Luvas de pellica a S*S)0O'par.
Linb* de earritel brunca e de corea a 80 rs.
Grampnma-20 rs. qja)*aeo.
luvisiveis a 320 ie.
Vestuario de fustao bordado para crianea a
3*000.
Pcatea de rrgaoo pira cri*utca adO rs. um.
Bjsleiaa a 36u re. a duaja.
Uaspas para anqujahas a 120 rs. o metro.
Bicos com tres dejos de largura' al/500 e 1*800
a p-ca.
L:nha de -cures pera erclMt a 250 rs. o no-
vella.
Papel aaiisade a.4^|-8. -o ea.lerno.
Fita cbiuezii a 320 rp. o mnsso.
Lencos de linho a 1*7>00 a dtizi.
Lindos bicos de cenes.cora 10 Jardas a 4*a 6*
a peca.
Urna crxs com tres s;.bouete* dcscuhaudo au.a
roaa por 500 rs.
Meias do 12 de
par.
cores eara-eenhpra a 1*S0Q o
Faieadas lirancas

500
t/hi
80(1
1*2
SficXX,
1*804
tti
200
Plvora, ti te
Vende Candida .Tbingc da Costa ald|o em sen
denpeito 4. ra Imperial d. 32, olgria'lep!:on
n.221.
- .....ik -----------*-
Jaboatao
Vende-se a padaria e o estabeleeimento de mo
lbadoe, bem afreguezados, e prcmertenSo airid
naior negocio f'awr cun a ida das ofBeinas da es-
trada de ferro de Caruar, prosimo meaaa es-
taeo, onde fieam situados ce eatabelecimentoi
cima, arrendndose ao casas pessoa que pre-
tender : a trhtar em JabjafaO, confrotete ao hotel
Globo.
-------------1-----------------------------------r*
Cal nov* de Lisb
Potasaa da Russia.
Oleo de moc t.
Azeite de carrapato.
Graxa em bex-ig6-.
Veadem Abrantea & C,
omero 48.
ru do Bom Jeeus

WBX^KY
.KOYAL BLIND ajare VAW>
Este excelleuW Wbisky Eacose^ preferiv
ao cognac ou agurdeme de canna, para fortifte
corpo.
Veoda-ae a retalbo uoa k. laerea armazens
altados.
Pede BOYAL. BLENO conrea VIADO cujo n
ase e emblema sito- registrados para todo o Bnud
IHtOWKS e C, agentes

V enfe^se
tn deposito na ra. 4o Fogo n. 23, proprio para
principiante, e bem afVeguezado, por barato pro-
: a tratar o o mesmo.
in
i!1" M' '
Ar itt^e
Ven le se urna aova, Tott e elegante armacla
de amarello, envidracada e enrerniaada, obrataVai.
la pela iawamid arawta Benzer, aaaim como urna
atra inglesa de amarello, muito fornida, com quar
*itM j"P"^'"'"a atraotar 4
I mi
afltoaeaVsMliatlaeafrfu
e moeucia
Veade-ie um-bom rapar e moeoda con poaco
us.< ; ,a ver r.o engeuho Timbo fisaii. muito perto
da, estato do fr,e.-rao unme ; a tratar na ra da
Imperador ri. 48, 1 arifar.
Paran Testa de Mu Seilwra da
PeBlia
O Pedfo Aflfun^ & O.'. ree riedade ira le mes por 'odoa os precos e piovara
com os seguintes leques di-papel a 300, 600 el*J
Ditos de setineta a JOfi e 2*.
Bonitcs lequea dispbanos, ultima novidade a
a*.
Oanpleto eontimento em-ditipsde seda, para 3*
e5< at 15*.
E'odispensavel um para fzcr o completo de
uma toilette.
Venda a Wbva Espiwano* a. 53rua Duque de
Jaaias d Bedro A^taue O
Boiijlas o largas .^Bias pajta um elegHote laco.
Beas e comraodas luvas de seda, em todas a
dtes, por prrcoaqtie gtadfr.
GuMnicde da vidrilhos .da6Wi( paraenxaiaaa
da veatidpa/de .divereae-cor'B e n*jto# ou^roaar
tgos que taugam MiMBlH8 rletir*f e iU8 MP
urna bo|ir9sa i dro AufUnes & C,
poderSo conveneerenr-se d-qrec* expoatrf
90* AO UMEaO
i ra da laaperntTic = 4<
Ixija dos baratura
Alheiro & C, ra da Iraperatriz n. 40, ven-
der um bonito sortimento de todas estts fazenda*
abaisa avaaaiaiadas, cv avMpf^Vtacaa de praps,
A SABER:
AlgodSoPecss de IgodSozinbo cm 20
jardas, pele- b.rato pT8\'0 de 3*800,
4{-4*W0, 4* b$, 6v|5i0 e 0JBO
LHadaplik*Pe$Ba d madapoio'nem 24
jardaa a 4*500, 5*, t ate 12*0O>
C"misas de acia com istias, pelo barato
preco de 800
Ditasbranci eemas. de l*ate 1*800
eVegnella'raneezB, fazeod &Blto epcor-
pada, piopria para len.coes, toalbaa e,
c-roul8S, vara 4(K1 r. e
Ceroulas da roeetna, muitd bem fetasi
al*200e
Oolletiuhoa t mesnta -
Bramante fraucez de algodio, muito sn-
corpada com 10,palmos de fargura,
uritro
Dito de lrafco ingle, d* tro a 2*500 e
A toa!hado adamascad para toa-.as de
mesa, com 9 palmos de largura, metro
Cretofies i chitas, cla/as e escuras, pa-
rfroea-delicado, d '240 ro. at
Baptista, oque ha de rtis delicalo lio
mercado, ra.
Poiias estas faend^a b;Lrf.tis:i-n3e, na co^hecida
loja de Alheivb A C, eEqurn do becco
asa- mm v :i apj| a^iioiiN aaaaaaaaia!
Alg entestado pa-
ra ieuf 09^
AOo ra. e 1*000 oj metro
Vende-se Ra lo dos'barafeiros ,da Boa- Vista
.>'oao>!ra 1. neocs rfn um -46 panno, com 9 pal -
s de larguras 900 rs., e dito com 10 palmos a
(Ooractm, atasira eom-i dito truncado para
malea* c! musa, pora ;ij>ttii03 ue larguraia 3w
1 e-tro. Jsto na ja de Alheiro iC, esquina
do cece des Fcrreiroa.
MERINOS PRETOS
A 1*000,1*400, l*6o0, 1<806 e 2* ocoVado
A liriro C, a n d:i ia>p.-ratriz n. 40, veo
d( m muito bons merinos pretos pelo preco acim
dito. E' peclncha : oa k>ja dar esquin-a do bec-
co de s Ferreiros.
ISspartilhos
- Na- loja da ra 9 Imperarris r. 40 vcade-se
muito boas espartilhos para senhora*, pelo preeo
de 5*000, assira como um sortimesto de roupas
de caaimiras, brips,ete, isto na loja da esquina
d becco dos Ferreiros'.
CASEMTRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, a ra d Imperatriz a. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
zas, de diias larguras, coro o- padrocs mais" de-i
cados pr cosame', e venefm pelo barato preco
de 2*800 e 8fi o covado ; assim coma ae encarre-
garr ',de mandar faaer coahiroea de caaemira a
fot',' aeado de paleto! aacco,. c 85* de traque,
grande pechincha ; na loja dos baratearos da Boa
Vista.
BRlM PARDO LONA
A 920 idi o corado
Os barateiros da Boa-Vista .videsj untagr,sade
porefio de>brro parda pna, por estar eotn prinei-l
po de toque de mof>, pelo barato pr 50 de
rs o cavado, grand" pechipcha ; na jc-j atf%
qaWk do bejeo dos Ferieiros.
BordaMMn-e 3.*r ra. t |iec* ,
A r"a d -imppratrlz ap 40, veiide-sa-pecas Ue-
bordaw, dois metros cada p'-ca, pel .burato pre-
co de 100 rs., o em carta 'cos ) 'pVyds, aor-
d&9, por*f, 8prorr*r a pothtaekfi ; aa- loja da'
squina do bedea deairVweiios.
t
Liquidan., oa teg^ifntes artigos mus barato queem
ostra'pat te, vate aerea alguna comprados em
uiUU a aai.er :
Linda trctonei elroa a 210 e 284) n., o co-,
Vado.
Failea' do no vos gostos a 400 e 500 u. o dito.
Liaons com palma de la a 80) rs. o dito.
dem eom lpicos a 560 c 700 rs o dito !
Popelinas aoraliuas de .da a 280 e 3> o
Cito para acaba.
Esguitto pardo para vntidos a 500 e 560 rs. o
dito.
Sctiaetas, uvidades, a 820 e 360 rs., cores
filmes,
amasco da la, largura de 2 metros, proprio
para pannos de piano a l*800o corado ; de cores
prepnas^ara mesas a 1*506 e 1*600 o ilto.
Airrina prrtoa para luto,2 largaria a 900, 1*,
|W20Qa l*600o dito.
Llem de todas as corea a 1* e 1 *2oO o dita,
Casemirae d 2 larguras, padrea in.eiramente
novo a l*l2O0, l*600e r*800 o dito.'
Betimiaaco, de todas aa carea, desde 600 rs. a
2*.o dito.
Atoalhado trancado e bardado a 1Q0 c 1*500
o metro.
Brarrrntes d* 4 largaras, superiores a 900 rs. e
l*<0a.dito.
gd/iw de ppro linhe a,g* o dito.
Jdpui^ uuja largura a 500 ra. o dito,
GiuiruLeoes ds crochet*' para sof e
Vi
itiqnaaiaias ontxaa da dita .1 12* e 14*.
Lida.gnaaidas e veas par Ezm.ta. aoivas a
1U
Coiin'ad g b rdados a C*500'e 10* o par.
Idetn em' pecas conrlv jarda, npvos cesenhos a
Toajirts, _felpudtis.de Qprsf), paostirosto, a 7*600
a da.
Meta;- ngiez is, cruas a 31500, 4*e 6* a dita.
ld> m atondadas pura seuhbn a 8 a dita.
Seioulaa bordadas de bramante a 12* e 16* a
difc.
CimUias superiojea f;;sncezas a 38* e 42* a
B1TJrtart d" ganga, forruuas a 2*500 e 3*.
Leacee ae bribaatbs,. grandes a 2*.
fthale; uu taiwmira, )dt*p, a2a, 3* e>5*.
C i iugieza a .3*. 4 e5*.
Che- fior, d.'2 larguras, a 3* e 3*500 o
covado.
V< iidaai eta fi'OH*v*amito* dcacouto
!u pCft
$Rua Duque de Caxia=69
lafneirodaCunhaiC.
OTERIA
LGOS
CORRE NO DA 7 DE SETEMBRO
e ad iras a


10:
Os billetes acham-sea ven-
da na Casa Feliz, -pragad.- Ia-
[dependencia ns. 3/ e 39.
Corre no da 7 de Seterabr
1886,sem alla
Camisas 'nacionaes
,t *5&oo, fe^OOO e S*500
3:> -- L ja ra da Impcratri = 32
Vtide-ae til-pie- novo estabeiaeimento um gran-
ilo 8ortia~-pto de e;-.mitas brancas, tanto deabtr
turas pinitos de linlu como de. algodaa, palos
baj-atjs precos Je 2*500, 3* e 4*, aendo tazenda
mnito mi'lhor do qu" as que vecm do estrangeiro e
muito mais liem f.-ifap, por serem cortada, por
ua-> bitft artista, especialmente craiseiro, tamben
fie inauda i.>zer p r e.ucounu'iirUs, a vmtade dos
freguezc? : na ^ ya loja da ra da Iraperatriz a
5 .'.. tranftfrh ,-.. >^'v
3 d Ferrfra S
Q
liYi loja de fazc
V9 -- Hua da
_ j
-S
si
o rea-
inapc
DE
FEiiliEIRA DA S^VA.
Neot: iwvo t'stebcleeimriuo ei.eontar
p;tavil piiiilie nm variado sortimento de faxen-
das de toi..8 as qaalidades, que se vendem por
precos bararlasim, ssira como um boB* sorti-
raeoto de nfljpai par* hoir.i-ns, e tambem se man
da taeer por encommeiidas, p r ter um bom mes-
tre altanite e completo urtitneuto de pannos fiuoa.
casemiras e hrins,
nm pdms
S?-Bin la Imperiiiili 31
IA>fa de Ptrtirada St7oa
Niate e^tabolecBneoto rende-se aa roapba abai
o meiiei uiadas, que. o ba* -n.aa.
Patot pretos de i-'r?t--. oiagonaes e
acolphoa'dos, sen jo tazenaas muito en-
cOrpadrs, e*ferTaa!o
Ditos *-cbooiirH preta-de cotdao muito,
bmn feltos e forrados
Hiie de dita j 'ai.-nda muito melbor
Ilito dadera, e forrado*
Calcas de gorgjro prcto/ acolchoado.
sendo, fuaenda muiti eacjrpada
Ditos de easeuiia de cores, sendo muito
bem Estas
DiUs de flarferia inglesa verdadeira, e
ntiito bem* ftntus
Ditas de brim dw Angato,.do mulesjbm e
de bi int jardo a 2A, 2*500 e
CerouTas ff dr.-guenas para -homens,
sefidrV rmtito brt"ftatas.a l'iOO'e '
Celictitiho As-iim como um bom aortkaento de lencos d
'nho e de algodito, meias cruas collatinhes, etc
lato, na Injs i:a -ua da Imperatriz n. 3i
FuMiOcx. KoSOtaa e 1-talRlias a 60
r. o eotado
! ia loja da ra da Imperati n. 82, vende-a
um grande si rtiuiento de fustoae brancos a 50
rs. o covado. laiubaa lavradas de fu^ta-aorea
fi-senda bonita' para vestidos' a 500 rs. o Covadc
e'SerTtieras Ihw larffas, temi de todas ai
flVByi'.a 500 .. i covado. pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
A!goli?4t*1-to fifinccr. para lenre
n WW rfcni I* e l*tOO
Na loja da ra da- Imperatriz. n. 32, vande-a
BtlBexiuie rlgodSozinliua franceses com'8, 9 e l1
p-ilmos oc largura, proprios para len^es de ue
'. panno pelo barato preco de 00 rs. e 1*000 i
mc'tro, e '!'*.) rrancade pa a tnalhas a 1*28<>, at
sim como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a%lipMH>^,metro, barato y na loj
da i'ereira da Si
Roupa par* meninos
A *. 4#&00 as #
Na nova loja da roa da Imperatriz p. 32, a
vende um variado sortimento de vestuarios prt
prioa para meninos, sendo de patosinho e calo
oba curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditoi
de molesquim a 4*&00 e ditos de gorgorio praU.
emitaodo casemira, a 6*, sao muito baratos ; n>
loja do Pereira da Silva. ___________
7*ea
K)*00f
12*001
12*K
5*501
6*S0t
8*00t
3A00I
1*6*
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omsnim! Bi^-^m
i
O portado


vigsimo
r que possmr una
a
a importante
itado a tirar

Aos 1.000:000}f000
200:000$000
100:
j i. r i
-!f
- DE 3 8TEI0S
Um fav r dos ingennos da Colonia Orphanologica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
fitracco: 10 i 15 fie Dezemftro di.
0 ftaesouro-iroy Francisco Gon^alvcs Torres
FAZE:\BAS
Xa bem coubecida loja dama Primeiro de
Marfo n. 20
JUNTO DO LOIJVRE
Grande sortimento do madiDulSis
75 6 80000
Algod5es brancos, superiores qualiJades, de
6500.
de 45500, 50, 50500, 60, #S
40, 40500, 50,50500, 60
an
Avisamos ao respeitavel publico e especiaknen-
te s Esmas. familias qie estamos liquidando
os artigos Je miudeaas existentes n ste efltapele-
eiment Com 50 0/0 de m> nos As Eirnas. fami-
lias encontrarlo bom sortimento e boaa pichinchas
em todos os artigos, ccm^i scj>.m :. bicos brancos
finos,a3;8<0, 4*500,4*800, 5*, 6* e 8*0(0 a
ni 11 me!
9*V
Saperiores oretones de S20 a 500 o covadu.
Batistes, lindro padrSes, a 200 o 320 rs. o covado.
FustSee brancos de ovos de=enhos a 440 e 500 rs. o covado.
Cobertae de ganga, forredas, de dous pannos a 3jJ 500.
Ditas de ganga cr< 'ono.bonito^ p.lrSis, a 30000.
Lencoes de bramante, de liuho de 20 a 40000 a um.
Ditos de algodao de 1;300 a 305W.
Toalbaa felpudas, da tamanho rrgnlar a 50000 a duzia.
Ditas graides para bachos p. 2->000 nma.
Lenco* de.algodSo de 1:>>)0 a 20200 a duzia.
D'Vos utgodJJo, om barr, 20-100 a duzia.
&.* "PWdw, t !<*, -v-f), 400 700 rs. o ovado.
Di) laa^sl bjaj h. *, a 1, IjiOO c 10200 o meto.
Corlee i !- v>-&ti.L ie nredode uo 200 por 80000.
U.i.ruinapos de linh>>. de 30300 a 60 a duzia.
Graaae vanodadede anquinims de 20 a 50000.
Meias cruaa parahoicem -a 50, 60, e 70000 a duzig.
AjgodSo-trangadc- do duna larguras a 10300 a vara.
Bramante do algodao, de qostro larguras, de 10000, 10800 e 2000 a var
Dita de linho idym i deja de 20, 20500 30 e 40000 a vara.
LequPs de papel, de.liniB d-senhos, de 500, 800 c 10000.
Chambres muito bem prfiparasiofij para hornera, de 50 a 100000.
Casimira diagonal, pi.!a e azul escuro, a.20500 o covado.
Setinetas lisas de todac as cores a 440 rs.vo eovado.
Guarda p de brim de hnho p;.rdo a 40, 50 o 6$000.
Osford p.,ra camisas,;lindos padrSes, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Velbutinns de todas ns cores a.10000 o covado.
Molesqain de cores, bonitcs padroes, a 600 rs. o covado.
. Merino preto e azul a 104Oi rs. o covado.
Cortinados borda/jpa para cama e janellas a 80 100, 12, 14 e 160000 o pat
Grande sortimento de roupa feita; para trabalbadores de campo.
Encarregamo-nos tambem de mandar f.zer qualquer roupa para hemens
meninos, para o que temns um hbil oficial e um grande sortimento de pannos, brisa
casemiras, etc.
Quera, precisar de algum artigo bom e barato, dever visitar de preferencia
este antigo-e acreditado estabeJeciment .
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TT-
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negocio para ppiftr
cipiantc
Vndese um estabeleeimento de molbados, em
bo^.lo^lidde dst* eidad-, proprio ptia-qual-!
qu r priooipiairte por se de pooewSapitsl >** a
caaa-ep/natodQs para 4amM* : a trata na^pa Di
IU do fg| ouesti.de p
Sbr#-Wpern
onvetieerenr-ao d que
0 BedstiAatm
las interesaante
por todo por.coas interesaantes ejiancas. $>Qec!
63 raafWnhflSttiH
reita
n*??:_
V-
l.iJtV. i------LU..C M*


e' y i
Vende-se uma rede prpria para dispeseaf vy
era-perfeito estado, com 18 bracasje cam-
itV4^-de?slrSsssi PZ*ra*r>*fi roa de
Fernandes Vieira n. 63. 1 '
decores a 4j500, 5*,
Sfl'a pee, bee* pretos eom-vidrilhoyalfiaete
n CO rs. a eart; x.guihas finas a 80 rs. c papel,
a 120 rs.,, pacote cora tres
'fe- fi.es jVr 400rs., Um pio de sabonete
fino a 800 rs garrafa com figos flifida verdadei-
m aOt.e 800 is., l*0pO e 1300, baleias a 300
UfSnj* iiuzia, lido, sartimeiito de capartUho a
4*500, 6* e 8*1)00, dem dem de luvas finas,
b |saa de eoiiro a l*O0, 5*, 6* e 7*060, meias
flnaij fral senhora* 'J0O rs o par, leo oriza ver-
dadoiraa 900 rs. o fiaaco, agaa de colonia fina a
l*,o (irusco, linha de aia,eb4pa,'a.9p9.>B..a duzia.
nos' muitos artigos que
a'%9BsaETEsil'l i vera melhor' com a presenta
< iiw *. 66.
-T'Ji.l jj l.'i li 1 i ----- -tiun m
' e entes de flotes
daara} bopit^ quajidaia}, w fiP *>T^ no
estrangeiro, re Martius Capitao 4 C, e
vendem pr pree-scufrirribdo eo^eu artoaaem ;a
ra eetreita do Rosario u._____________
<';i1.rinlfe
opetUmm oM n- :pt4te4S*isad a pe*pteoo
rommodo; i tratar na ra J^'nujrdarflaiias *,-*?
O portador
dous
vigsimos
dest*
importante lotera (lo custo de 2$200 est
habilitado a tirar

2o:oi2$ooo
Prec.0
em porc^ao
RETLH
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30Rila Larga do Rosario36
vi ao: eP
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Diario de feruambocoQuinta-, f eir 2 de Setembro de 188
ASSEIBLEA GERAL
PEES
CMARA DOS DEPtTTADO*
SESSO EM i0 DE AGOSTO DE 1836
PENDENCIA DO SK. GOMES DI CASTBO 1.'
VICEPRESIDENTE
(Continuadlo)
_ eferindo se o faoto passado entre uro
subdelegado e o roajor do corpo de polica,
entende o Sr. Candido de Oliveira que j
ge demora a decisao esquecendo se quo o
governo nJo deye proceder sem estar bero
informado. O nobre deputado que assim se
pronuncia acharia mo, se pra n3o noor-
rer em censura o governo precipitasse qual-
qner decisao. ,
Quanto ao presidente de Para da que
j pedio demissao, que o presidente nao
agrade a uns, qu tenha publicado a por
taria que se leu, tudo pode darse, mas ne-
nhum acto praticou que autonse demissito
a bem do servigo publico. Alm disso n3o
s demittir, preciso tambem tratar de
substituir".
Quanto ao opamente provincial esta em
2.* discusao e deve comegar em Janeiro e
melhor que delle se trate quando l se
aebar presidente que esteja de accordo
com a assembla.
Quanto aos outros factos de que tratou o
Sr. Candido de Oliveira mas correm por
outras pastas,

i
serao satisfactoriamente ex
das provin-
plicados pelos representantes
cias em que se deram.
Conclue declarando que a cmara deve
votar o crdito que est perfeitamente j us-
tificado na proposta do governo.
O Sr. Affouse Celso Jnior
diz que deixaria passar sem reparo o cr-
dito que se discute, correspondendo ao
appello do nobre ministro da marinha, se
a leitura do respectivo parecer e o seu con-
fronto com outros congeneres nao Jhe sug-
rarisaem algumas ligeiras reflexes que
paasa a expor, no intuito de solicitar expli-
cacSes. .,
Refere-se a primeira ao tacto de ter sido
esse crdito submettido commissao de
contas e n2to de orgamento, como o fo-
ram os concernentes ao empres'.imo para o
matadouro e o da nderanisagao para os
terrenos desapropriados no morro do'Sona-
do. .
E' verdade que no primeiro easo, trata-
se de um crdito supplementar, no segn
do de um ere tito extraordinario e no ter-
ceiro de um crdito especial.
O geverno quiz ter a phantasia de apre-
sentar ao mesmo tempo na ordem do da
urna amostra de cada urna dessas diversas
especiaes de autorsagSes para despezas
nao previstas que, apezar de denominaren
se crditos, s tem contribuido para o des-
crdito das finangas nacionaes.
Mas, em todo caso, sao donominagoes
distinctas e urna s cousa verdadeira, isto
, pedidos de dinheiro para satisfazer d pezas n3o consignadas na lei de orgamen-
to, a qual sdicamente o registro ou es-
pelLo, onde se arehv >m ou su reflectem
todos os dispendios autorisados as outras
leis.
Parece, portanto, que todos elles deviam
ser sujeitoB commissao de orgamento.
S o foram, porem, o do imperio e o da
agricultura, indo o da marinha de contas
Qual a razao desta diflferenga?
O regiment da cmara n5o especifica
as attribuigoes peculiares de cada commis-
sao ; mas, na hypothese vertente, a natu-
reza do assuinpto e a praxe ordenavam
elle fosse submettido mencionada
compostas da fina flor da cmara, tem-se,
mostrado por dtmais avaras de esclareci-
mentos aos precers que elaboram. Quasi
em excepclo, esses pareceres tm sido
tao lacnicos, to suocintos, tfto despidos
de considerago^s, sem urna nica observa-
do original, limitando-se a homologar em
duas ou tres phases a vontade do governo,
que poderiam ser dispensadas sem prejui-
iso. Em todos os parlamentos do mundo,
entretanto, os trbalhos dns commissoes
constitucm a parte mais interessanto, mais
solida e mais luminosa das elocut>rac5es par-
lamentares. DispensSo as lougas discus Sea
nuteis, pois previnem as objecgSes, con-
centran o debate em ponto precios, pre
encuera, em reeumo, os fins que Ibes in-
cumbem : preceder a discussao da ma-
teria de um detido exame que sirva de
segura base contravena. Entre nos, em
geral, os pareceres sSo escriptos como se
diz vulgamente sobre apoma, de modo que
de nada importam ao estado e poderiam
ser supprimdes sem inconveniente. Haja
vista, o do crdito de que se trata, no quat
a commissSo de contaa de forma alguma
justifica a sua intrveneSo, limitando se a
opinar pela autorisaglo impetrada, sea
urna s palavra que revelo o minucioso es-
tado quo Ihe cumpria.
A segunda observado do orador diz re-
reito ao haver o Sr. ministro declarado na
proposta que em outras /erbas do exerci-
cio notava-se saldo na importancia do
709:5*3)5532, como veris do qnadro in-
cluso, accrescenta S. Exc.
Ora saldo cm orcamento cousa t3o
rara, t3o anmala, que o orador desejou
ex iroinar com cuidado o tal quadro incluso
demonstrativo do saldo.
Appensas proposta, porm, s encon-
ando me-
que
commisslo de orgamento, ou qu
nos, conjuntamente a ella e de contas.
Nao v o orador razSo para a diversidade
de enderego assignalado. Se a houve, pede
ao Sr. presidente que Ih'a explique Nao
obstante, er que consultara as boas nor-
mas parlamentares um requerimento que
mandara mesa para que sobre o crdi-
to em quest3o se pronunciasse a commis-
sao de orgamento, se nao soubesse que n3o
seria approvado. Esse requerimento, repe-
le, teria por fim nicamente corrigir o que
se lhe afigura urna infraegao das formulas
processuaes em materia dessa natureza,
pois nao nutre esperanga de que, caso toa-
se approvado, vies6e um douto parecer
elucidar o assumpto. Na presente legisla-
tura, as commisboVs, a despeto de seris
trou urna demonstragSo do estado da ru
brica -Corpo da armada e classes annexas
do exercicio a cima e urna outra de-
monstrag3o do estado da rubricaMuni-
g3;3 navaes do exercicio cima epigra-
pLes que nao primam pela redacgSo. Nao
achou o quadro concernente ao saldo. At-
tribue a sua omisslo a descuido, que nSo
convm ser assignalado para que n3o se
reproduza, e carrigido de 2.a para 3.* dis-
cussao.
A terceira observag3o do orador concer-
no ao modo porque esto redigidas as au-
torisacSes para operago^s de crditos as
tres propostas em questUo.
Na l.1, a da marinha, diz-se: Para
occorrer a essa despaza fica o governo au-
torisado, na deficiencia de sobras de recei-
ta, a fazer as operagSes de crdito neces-
sarias Na 2.a, a do matadouro, estatue-
se : a Fica o governo autorisado, no caso
de ndo haver sobra da ieceita, a effectuar
opcragSes de crdito. *
De sorta que por estas duas autorisa-
goes s poder o governo recorrer s ope
cendo se do ensea quo se lhe depara,
viesse tratir de tactos de sua provincia e
de outros assumptos estranhos ao objecto
do crdito, imitando o exemplo do Ilustre
leador da minora. Nao o far entrejou-
tros, por dous motivos, alm da falta de
tempo: 1." porque, em consciencia, nao
julga rauito regular essa largueza em ma-
teria de crdito, de ordinario urgente por
natureza ; 2., porque nao quer de forma
alguma justificar o irjjusto aleve que se
tem assacado a opposigo de que tem de-
morado medidas governamentaes. Nunca
houve opposigSo mais constitucional do que
a actual, o que lhe tem valido remoques
dos seus proprios amigos. Se o governo
acba-se atrazado, se as leis annuas nSo
foram ainda votadas quei-se de si, de sua
maioria, ou antes, dos actuaes procesaos
parlamentares, que deven ser totalmente
refundidos, e reformados. O orador, sem
embargo necessita chamar a attengao do
Sr. presidente, invocando 33 seus senti-
meotos de equidade e o seu criterio poli-
tico, para a falta de garantas da opposigo
quanto ao direito de fallar. A reforma do
regiment e o modo porque tem sido exo-
cutada tiram-Ihe toda a opportunidade, e
todo o ensejo de esternar as suas quei-
xas e reclamagoes. Para esse fim o re-
giment destinou os 3/4 di hora do ex
pediento; mas os oradores da maioria
abundara all de tal forma, que os da
minora sao quasi sempre preteridos. O
Sr. presidente effectivo adoptara o syste-
ma de inscraver sucoessivamente todos
quantos quizussem fallar nos 3/4 e de ir
dando a palavra na ordem ostabeleida.
Havia o inconveniente de se oceupar a tri-
buna muita ocoasiao 20 ou 30 das dspois
de se haver solicitado a palavra ; mas, em
todo caso, inscripto um deputado, ficava
descansado, pois tinha a certeza de qu
commissSo de orgamento hs seguintes emon-
das.
Fica o governo autorisado a iseata-
de direitos de importagao e de fretes na
estrada de ferro D. Pedro II os materia
es que foram importados para as obras de
canalisacio d'agua as cidades de Taubat
e Piracicaba.
Sala das sessSas, 17 do Agosto de
l-86.Almeida Nogurira. -JJochrane.
Duarte de Azevedo.Rodrigues Al ves.
Geraldo de*Rezendo.
< Fica o governo autorisado a isentar
mais dia menos da havia do tocar-lho
p,
a
voz Agora, porm, essa mesma tarda
seguranga desappareceu, com o novo me
thodo do aceitar a mesa pedindos de ur-
gencia t> consideral-03, com preferencia
para inscripgao nos 3/4 de hora. Com re
gimen e com as recentes disposigSas res-
trictivas das d3po3g3es, a opposigilo ficar
quasi inhibida de fallar, quasi amordagada,
ou, pelo menos, com as suas mais sagra-
das prerogativas sujeitas ao bel prazer da
maioria, cujos membros, por meio de ur-
gencias, serao Sempre os preferidos. Ain-
da hontem desejou o orador assignalar urna
irregularidado constante da acta do dia 13
do cerrente mez na ocoasiao em que ella ia
ser discutida. Nao lh'o psrmittio o Sr.
presidente, advertindo que a ocoasiao nao
era opportuua. Quando vira semelhante
opportunidade ? O orador est inscripto
aos 3/4 de hora; mas naturalmente, s lhe
darao a palavra d'aqui a 15 ou 20 dias.
Poder oceupar-se nessa data de urna in-
rag3es de crdito, d?pois de liquidado o | fraegao do regiment occorrido no dia 13?
exercicio, isto depois de vereficado Clare est que nSo. I como este muitos
que nao houve sobras na receita
entretanto no 3. crdito determina se :
Para occorrer a este pagamento fica o
governo autorisado a fazer a necessaria
operaejio de crdito ou a lanqar mcios das
diversas verbas de receita concemtntes ao
respectivo ministerio.
Ha aqu urna alternativa, manifestante
muito maior amplitude.
Porque semelhante distingZo em assunpto
idntico ? Porque restringir acgSo do go-
verno quando se trata do pngar despesas
teita8, como no crdito da marinha, de at-
tender a altas conveniencias de hygiene pu-
blica, como no matadouro, segundo o con-
ceto do nobro ministro do impsrio, o alar-
gal-a quando se trata de mere interesse in-
dividal, como no dos terrenos do morro do
Senado ?
O orador espera que algn dos mem-
bros da commissao dignar-se-ha de escla
recel o, -ficando satisfeito se for convencido
de que labora em equivoco.
Na discussao do art. 1. da proposta de
crdito pormitte-so aos oradores plena facul-
dade de fazerem consideragSes sobre assump-
tos geraes, sem taxativamente se circums-
creverem materia restricta do debate. TJo
raras vezes tem gozado a opposigSo na
presente sesso legislativa de semelhante
amplitude, tao cerceada lhe tem sido a li-
berdade de tribuna, qu9 a cmara nao po-
deria levar a mal ao orador que, prevale-
F0LHET1M
KIGOLO
POR
(COiNTlNUAgO DE ANGELA)
(Continuago do n. 200)
XXXI
Sao as duas primeiras letras do meu
nome e do meu appellido; um S. e um R.
enlagados com urna corda de flores, para
substituir as coras das pessoas que sao
condes e marqu-zes.
Tu dewrias conservar esta carruagem,
comprar um cavallo e tomar-me por co-
cheiro... Vestir-me-bias com um casaco
aguloado com p-iles, punhas-me um canu-
do de fogao agaloado na cabega, davas-me
um bom ordenado, e eu teria orgulho em
ficar ao teu servigo l Hein que dizes tu
a isto ?
Sophia encollieu os hombros e resnondeu,
rindo :
O que eu pens, grande pedago d'as-
no '/ Pens que rae viravas a carruagem,
logo na primeira volta da ra.
L 880 possivel... nunca aprend
a guiar...
Sophia empurrou a porta da cocheira e
seguida de Osear dirigise para a casa.
No fim de Dezembro, s quatro horas,
oomeca a anoitecer.
O dia comegava a baixar ; mas havia
ainda claridado sufficiente para se fazer
bem idea dos pormenores da distribnigao,
da decoragao e da mobilia da casa.
Osear, que nunca tinha visto nada na
sua vida, extasiava-se.
Cebolorio I exclamou ello. As Tulhe-
ras nao deviam ser tao bom mobiliadas
como isto, nos tempos do defunto Badin-
gueh Vendes a aobilia com a casa ?
Vendo,
t quanto queres por tudo ?
^^Hnttenta mil frunces.
outros factos deviam de ser devidaraente
apreciados, por se tolherem as raanifesta-
g5es da opposigo, Ilustrado e criteriosa
como comprehende o Sr. presidente os
inconvenientes que d'aqui podem advir.
A minora nao ter remedio senao soc-
correr-3e do recurso extremo de frequentes
interpellagSes, importunando os Srs. mi-
nistros e perturbando a marcha normal
dos trabalbos. Na s isso. O rgimen
adoptado pode at ser prejudicial ao pro-
prio governo. A critica, a censura, a con
tradita silo essenciaes ao governo parlamen-
tar. Comprimidas por um lado fazem ex-
plosSo por outro, sendo impossivel cmel-
as totalmente. O resultado de tolher-su a
minora liberal ser fazer spparecer a op-
posigo no seio da maioria. A pro va dis-
so est em que ha varios oradores gover-
nistas ou pseudo-governistas inscriptos con-
tra os crditos da ordem do dia.
O orador espera que o Sr. presidenta
dignar-se-ha de prestar alguma attengo a
estas ligeiras ponderagSes tornando nao s
o mais graduado representante da maioria,
como o mais extrenuo defensor das rega-
las da opposigo.
ORNAMENTO DA AGRICULTURA
Continua a 3.a discussSo do projecto fi
xando a despeza do ministerio da agricul-
tura para o exercicio de 1886-1887.
Vm mesa, sao lidas e remettidns
de direitos da alfaniega transporte na
estrada de ferro D. Pedro II o material
pecessario para enoanamenta d'agua pota-
Vel da cidade de Leopoldina, Minas Ge-
raes, s
Sala das sessSes, 18 de Agosto de 1885.
Barao da Leopoldina. >
t Do saldo disponivel do crdito aborto
pela lei, que garante juros aos engenhos
ceatraes, sarao destinados 3,000:000$ para
a fundagSo de urna fabrica de assucar na
provincia do Para, com a garanta de ju-
ros de 5 [0 logo que por seu lado a pro-
vincia garanta 2 [o addicionaes pela tota-
lidade do capital.
A garantia de juros assim elovada a
7 (0, ser paga ao combio par.
S. R.-Oosta Aguiar. Dr. Cantao.
Lsitao da Cunha. -Olympio Campos.
Xavier da Silva.
O Sr. Pacifico Mascaren!*
diz que tm razo os qu3 aifirmam ser de-
ploravel o estado de nossas provincias,
para o que concorrem a natural indolencia
dos nossos concidadaos e os impostos que
sobre ellas pesam, aggravando principal-
mente a situagSo dos agricultores. Ha no
paiz grande numero de vadios e ociosos e
seria de muita vantagem urna lei quo os o
brigasse ao trabalho.
Concorrem tambem para, o triste estado
das provincias a falta, de estradas e de na-
vegagao fluvial, falta que d em resultado
os pesadsimos fretes que se pagam.
Falla na m dstribuigao das rendas,
sendo sempre melhor contempladas as pro-
vincias que tm depatag3es influentes, co-
mo S. Paulo, Pernombuco, Bahia e Corte,
onde muito se cansara em jardins, cascatas
e outros embellezamentos.
A provincias estao reduzidas a colonias
da corte quando se trata de drogas talsifi-
cadas diz-se que estragam a sanie dos ha-
bitantes da corte, esquecendo os das pro-
vincias que sao os que mais consomem.
Pede a proteegao do governo para a in-
dustria e ach que ella progredir desde
que for elevada e tarifa das alfandegas
para os gneros similares do estraogeiro.
Trati das fabricas de tecidos e refere-
se especialmente do Rink e de Rhein-
gantz, que devem merecer toda proteegao,
sem o qve nao podem progredir.
L 'inbra que ha no Brasil mais de 100
fabricas, que d.1o trabalho a mais de 18,000
operarios, que fijarSo na miseria, se ellas
acabarem.
Conclue, mostrando as conveniencias do
proteccionismo, com o qual tem progredido
as nagoes novas, ponderando que, se a In-
glaterra o n3o tem para o algodo, palo
grande desenvoivimento de sua industria,
nao deixa de ter para alguna outros gene-
ros.
Conaordou tampem em tirar da verba
ImmigragSo 50:000$ para a colonia orpha-
nologica de Santa Izabel em Peroambuco.
Refere o que vio em visita que all fez e
que lhe deixou a melhor impresaSo, sendo
muito para louvar a direcelo de frei Fide-
lis, que all se acha.
Justifica a sua assignatura como venci-
do no parecer da commissao que nao acei-
tou a emenda propondo nm auxilio para a
navegagao da lagda de Manguaba na pro-
vincia das Alagoas demonstra a grande
conveniencia deste auxilio e as vantagena
dessa nevegagao que serve a pontos impor-
tantes da provincia. Estima que a commis-
sao tivesse em 3a discussSo aceitado essa
emenda.
Embora comprehenda a hecessidado das
obras do porto de Santos, assiguou-se ven-
cido porque nao aceita o meio proposto e
estranha que nao se fizesse o mesmo para
o de Pernambuco.
Se o coramercio de Santos pode pagar
as taxas, o de Pernambuco est as mes-
mas circumstancias. Entende que a provin-
cia de S. Paulo bastaate rica pira exe-
cutar a obra por urna eopreza particular
o a provincia j foi autorisada a contrtala
Por que o nSo fez Foi por falta de con-
currentes.
Nao. Houve concurrentes de sobra ; fal-
tou coragem para a eacolha.
Quando a iniciativa particular pode rea
lizar urna empreza a interferencia do go-
verno uraa dupla fblta : 1. porque obras
feitas pelo governo sahem mais caras ; 2.*
porque mata a imiciativa particular.
A emenda altera nao s o orgamento da
agricultura como o orgamento geral do im-
nestes 50 annos Trata de demonstrar a eco-
noma que resultara da redacgSo que pro-
p3e.
Ainda nSo encontrou razdes que destruam
as que apresentou o autor da redcelo da
bitola.
Trata era erguida da conveniencia da
construcgSo de um ramal de Ouro Preto
Ponte-Nova e exp5e as vantagens que dah
provirao.
Lembra a conveniencia de mandar dis-
tribuir pelos que as occpao as trras da
Cachoeira do Campo, doadas por Sua Ma-
gestade, e chama attengao do Sr. ministro
para os ncleoscoloniaea do Espirito S*nto.
A discussao fiea adiada pela hora.
O Sr. presidente d para ordem do dia
19: ContiouagSo da 3 a dismssSo do or-
gamento da agricultura.
Continuagao da 2.' discussao do crdito
ao ministerio da marinha.
2." do crdito ao ministerio do imperio.
2.a do crdito ao ministerio da agricul-
tura.
As 3 horas ou ante3 3.a discussSo do or
gamento da tazenda.
Levanta-se a sessao s 5 horas da tarde.
Irra I. .. duas mil e quinhentas moe-
das de vinte sidos de renda !... Isso
um dinheirSo.
E isto vale o dinheiro, e nao o dou
nem por um sjldo de menos, construe-se
muito por aqui... o terreno augmenta...
as propriedades duplicam de valor.
- Mas tu vais ficar mionaria, mana.
Assim o espero... Conbego muitos
que o silo e que eu nao quera nem para
me engraxar as botas !... Emfim, a casa
agrada-te ?
Quera ter urna assim, para acabar
os meus dias nella, e nao pedia mais nada
ao !>>-us da gente honrada.
Pois bem, se a esa nao for vendida
nem alugada, viremos para o verao que
vem passar aqui alguns dias.
Isso agrada-me immeoso I Oh I ma-
na, tu tens ideas raaravilhosas I
Era completamente noite.
S -phia fechou as portas e voltou com o
irmao pela estrada de Saint-Maur.
Sd cu eetivesse no teu lugar, nSo es-
tava tao descansado, disse este, emquanto
caminhava.
Entao por que ?
Tinha medo que, n'uraa bella noite,
roe mulassen a minha mobilia.
Ora, adeua I os ladrSes de casa de
campo nao trabalham por aqui... nada te-
nho que receiar.
O que n3o impede, se eu fosse pro-
priatario, como tu s, que puzesse l um
guarda.
Era preciso pgalo. .. Soria dinhei-
ro deitado rna.
Quando a irm5 e o irmao chegaram
casa do empreiteiro, esto acabava de en
trar.
Sinto muito, minha senhora, nao es-
tar em casa, quando a senhora veio, disse
elle. Estava as minas obras Descul-
pe. Recebeu o meu bilhetiaho ?
Esta manhS... Diz me o senhor, que
se apresenta um comprador.
Um comprador serio, verdade...
Mas elle pede ua batimento.
Do quanto?
De dez mil francos.'.. Offerece qua-
renta mil. .. Convm lhe ?
Nuaca.
Paga inmediatamente.
Que me importo eu com uto ?....
I
O Sr. IiOarenco de Alfonquer
que principia tratando da autorisago con-
cedida ao governo paraum auxiliar techoico
que foi combatida pelo Sr. Cesara Alvim.
Justifica a necessidade desse auxiliar nao
e pelos importantes e variados assumptos
que correm pela pasta da agricultura, cu-
jos einpregados apezar de sua compenten-
cia e laboriosidsde nao podem ter em dia
os trabalhos, como tambem porque com o
seu auxilio so resolverao mais de poorapto
as questSes. NSo se trata de crear lugar
para determinado individuo, mas para uro
auxiliar da confiauga do ministro, que, se
nomear quera nao estiver nessas condigSas,
disto nenhuma culpa ter o parlamento.
Conjordou em que foase augmentada a
verba para asylos agricabs porque o Sr.
rain8tro prometteu auxiliar o asylo agrcola
fundado ora Valenga pela AssociagUo Pro-
tectora da Infancia Desemparada, asylo em
que tem a maior confianga e do qual espe
ra os melhores resultados. i
peno.
No fim de contas as emprezas hao de
ser pagas pelo thesouro e, embora os com-
promissos tomados pelo commercio de San-
tos, isto nao lhe tira o direito de reclamar
depois a diminuigSo das taxas. Quando ac
procura reorganisar finangas mo syste-
ma fazer o governo obras que os particu-
lares podem executar.
Negou o seu voto porque a emenda con-
traria a marcha financeira do governo, mas
dal-o-hia a urna autorsagao para o Sr. mi-
nistro contratar a obra com um particular
ou empreza, mesmo sem concurrencia, tal
a confianga que t^ra no carcter do nobre
ministro e a certeza de que havia de que-
rer dotar sua provincia com esse importan-
te melhoramento.
Tratando da barra do Rio Grande d;z
que em sua opiniio imraelhoravel e que
all muito se tem despendido em pura per-
da. Comprehende que o commercio do Rio
Gran le faga esforgo ingente para ter bar-
ra pela posigSo em que fica, dependendo
ou de Montivido ou de Santa Catharina ;
lamenta que apezar de todos os desenga-
os e desillusSes ainda elle insista em fazer
sacrificios ; mas, como o quer, por isso nao
lhe negou o voto.
Nao negou tambem o voto para augmen-
to de verba para a fabrica de ferro de Ipa-
neraa; as obras que eo dizem necessarias
foram propostas pelo conselheiro. Flenry
quando ministro; se ellas nao derem re-
sultado, seja a ultima experiencia; se nao
derem resultado, venda-a ou arrende-a o
nobre ministro, e lembre-se de que nao ha
peior industrial que o Estado.
Conclue tratando da immigragao e ap-
plaudindo o procedment) prudente do no-
bre ministro ; diz que nao so descuide de
promovel-a, dando boa collocag2to aos im-
migrantas, no se deixindo arrastar pelos
que querem urna invasSo estraDgeira qne
s trar descrdito para o nosso paiz.
O *4r. Lentos, so se nao tratasse do
prolongamento da estrada de ferro D. Pe-
dro II, nao tomara parte no debate; mas
questo importante a da reducgSo da
bitola. Sendo questSo econmica, nSo se
pie exigir solidariedade partidaria e por
isso, embora sinta, diverge da opiniao do
Sr. Cesario Alvim e julga digno de louvor
o acto do nobre ministro, porque com elle
diminuindo se a despeza, progredir as obras
do prolongameont. Julga que seria conve-
niente mandar estudar a possibilidade de
diminuir a bitola desde Juiz de Fra, onde
ella devia ter silo reduzida.
Pondera que nao ha quasi exportagao de
Juiz de Fra para diante e s augmentar
N3o tenho precisao de dinhoiro... Nao di
minuo nem um sold I Posso alugar a casa
por dous rail e quinbentos francos, ou fico
proprietaria...
NeBte caso, esperaremos novas offer-
tas.
Sim, prefiro isto.... Aqui estao as
chaves.
Entao, foi at La Pe ?
Venho de l.
Achou tudo em ordena ?
Perfeitamente. Imagine que mau ir-
mao, quo aqui est, quera me assustar.
a que proposito ? meu Deus.
A proposito dos ladrSas de casa...
Elle pretenda que n'uraa bella manhS,
quando chegasse a La Pie, nao encontrara
a minha mcbilia.
O mestre pedreiro sorrio.
Ah a esss respeito pode ficar des-
cansada, minha cara senhora, replicou
ello... nesta trra n3o ha ladrSes...
urna seguranga para todos. Pode dormir-se
com as portas abertas.
A hora da passagem do trem que ia pa-
ra Pariz approximava-se.
Sophia e o irmo despedr.tm se do em-
preiteiro e dirigiram-se para a estagao do
caminbo de ferro.
A's seis horas a um quarto chegavam e
tomavara na estagao da praga da Basti-
Iha um fiacre, quo os conduzio ra Dau-
phine.
Marielta tinha prepmdo o jautar ambi-
cionado por Osear.
(Jarneiro com feijao, tripas moda ae
Caen e caraces forraavam os aoepipes
principaes.
O raa8oate devorou-litteralmente. Sophia
e Marietta nao podiam oceultar a sua cd-
mirago em face de um tao bello appetite.
Por esta noite, vais dormir no primei-
ro hotel que encontrares no bairro... dis-
se Sopbia ao mscate, quando acabo 1 a re-
feigZo. Aroanha tratars de arranjar um
quarta. ,
Quando te torno a ver ^
Amanha de maoha. Vem cedo,, por-
que ten no que sabir dorante o dia.
Entao, amanha.
E Osear deis* Sophia, que pensara em
Renato Dharvle
Pelas orne horas, como o nao visae che-
gar, mnnnorou :
Foi o amigo quem o retsve.
E enfieu-se na cama, dando um grande
suspiro.
Renato Dharville e L-iSo Leroyer tinham
jantado na ra de Rivoli com a esposa do
tabelliSo Maigret, sem que vissem voltar
o tabellift).
Quando sahiram, um pouco antes das
nove horas e mea, daquella casa hospita-
lera, Renato tratou logo de levar LeSo pa-
ra o seu domicilio da ra de Nevera.
Os dous mogos estavam anciosos por se
acharen a sos, a tira de. fallar livremonte
de rauitas cousas.
Pelo caminho tinham trocado apenas pou-
cas palavras,
L'.ao pareca preza de extrema preoecu-
pagto, e Renato apezar dos privilegios da
amizade, nao onsava interrgalo.
Chegado ra de Nevera, a visita mi
nuciosa do aposento levou um quarto de
hora.
O filho do tabelliao de Dijon achou tu
do perfeito, tudo elegante, tudo cora modo
e felictou entbusia8ticameote o autor desta
installagao.
A mulher enearregada do servigo do
aposento, tendo recebido ordena de Rena-
to, havia arrumado tudo no quarto de
LeSo.
Este deixou-se cahir em urna cadeira,
como prostrado.
Ests cansado ? p9rguntou-lbe o
amigo.
Nao, estou fatigado de corpo; mas a
alma e"t enferma.. Soffro.
Com effeito, fiquei admirado eom a
pallidez do teu rosto esta taanh, quando
te vi spparecer na estagao do caminho de
ferro... Entao, que ten* tu ?
Visto que me fazes essa pergunta, i
porque nao sabes de nada... murmnrou
Lelo em voz cansada.
NSo sei absolutamente nada.... O
que ha ?
Desde que vieste para Pariz nlo te
preocunpaste com o assassinato commettido
ns Irnha do caminho de ferro de Lyon e
do-qual Jayme Bernier foi victima?
Ouvi tallan disso, por acaso, em con-
digSes particulares., que te contarei mais
UrleV
Sabes entao quem aocoaado dease
crime ?
SESSO EM 19 DE AGOSTO DE 1886
PRESIDENCIA DO SR. GOMES DE CASTBO 1*
VICE PRESIDENTE
Ao meio dia, feita a chamada que ter-
minou ao meio-dia e dez minutos, abre-se
a sessao.
O S. 1 Secretario d conta do expe-
diente.
E julgado objecto de deiiberagao e vai a
imprimii para entrar na ordem dos traba-
lhos o projecto sobre Penalidade para o
uso de armas prohibidas.
Tm 2." leitura os projectos :
R-.vogando algumaa dsposigas da lei do
orgamento do Maranhao.
Conceiendo liceng ao bacharel Manoel
do Nasciraento Teixeira, juiz de direito de
Ilhos.
O Sr. Coelho Rodrigues continua o seu
discurso, interrompido na sessao do dia 17,
em resposta ao discurso do Sr. Visconde
de Paranagu, pronunciado no senado em
sessao de 17 de Maio ultimo.
ORDEM DO DIA
ORCAMENTO DA AGRICULTURA
Continua a 3a discussao da projecto, fi-
xando a despeza do ministerio da agricul-
tura no exercicio de 1886-1887.
Vem mesa, hda e vai commissao
de orgamento a seguinte emenda :
t Fica o governo autorisado a sentar
de direitos de importagao 03 materiaes des-
tinados construegao do hospital, capella e
gradil do ceraiterio de Santa Isabel, a
cargo da Santa Casa de Misericordia do
Para.
c Sala das sessSes, 18 de Agosto de
1886.Costa Aguiar.
O Sr. Rodrigo Silva (pela ordem) pedo
e a cmara approva o encerramento da
diicusso.
Procede-se votagao, 6 o projecto ap-
provado cora as seguinte3 emendas :
c Na emenda referente abertura da
barra do Rio-Grande do Sul, substituam-se
as taxas sobre a tonelagem dos navios
pelos seguintes :
c Por cada tonelada de carga importada
ou exportada para o estraogeiro, por va-
por 10600, por navio de vela 10100; _
c Por cada tonelada de carga importada
ou exportada para os portas do imperio,
10100, por navio de vela estrangei-
Sei... um tal Osear Rigault
Osear Rigault 1... repetio Leao mui-
to admirado. Ah talvez um cu opuse...
um homem pago pera matar... um mal-
feitor subalterno... Mas sabes quem se
aecusa de ter concebido o pensamento do
crime, de ter preparado, emmadurecido
esse crime, de ter posto a faca na m3o do
assassino ?
N8o.
Procura?... Adivinha ?
Como hei de eu adivinhar-.. repli-
cou Renato, assustado com a sobreexcita-
g3o do amigo.
Entao, eu t'o von dizer... Accusam
Angela Bernier.
A filha de Jayme Bernier 1 excla-
mou Renato. Que dizes tu ?
A verdade.
Mas impossivel.
Comtudo, assim .
Agela Bernier est innocente I...
.Essa accusac8o insensata 1... Nao re-
pousa sobre cousa nenhuma... Engana-
rara-se ou enganaram-te !... Quem te dis-
se isso ?
Quem ? Meu pai, quando voltou de
Pariz, onde recebeu as confidencias do Sr.
de Gevrey, o juiz for mador da culpa.
Entao, essa mulher preparou o atten-
tado monstruoso de que sua filha ia sendo
victima ? Ora adeus I Nunca o acredita-
rei l nunca I
__Deus testemunha que nao pretendo
que ella seja culpada, exclamou Leao ;
mas suspeitam-n'a.
XXXII
' Quantas vezes se tem visto suspei-
tar innoesntes ? replicou Renato Dhar-
ville.
Ha contra ella, ao que parece, pre-
sumpg3es esmagadoras, disse Leao.
PresumpgSes nao sBo provaa, e as
provas mesmo sSo, murtas vezes falsas*
Emfim, seja o que for, tudo se rene
para me torturar... fimma Rosa com
certesa, urna filha natural... Angela Ber-
nier, como tu o snppunhas e como me dis-
soste em Saint-Julien du-Sault, tambem
a alba atara! de Jayme Bernier, urna bas-
tarda,, outr'ora desoonhecida, depois aban-
donada por elle.
c Era j nao obstculo a reliaacao dos
por navio de vola nacional
por
ro 800 rs.,
400 rs.
E' organisada no corpo de bombeiros
da corte urna caixa de beneficencia, for>
mada pela reserva de um dia de sold,
deduzido era cada mez dos vencimentos
dos officaes e pragas, pelas multas impos-
tas s mes mas pragas por faltas no cum-
priraento de seus deveres e pelos donativos
voluntarios das companbias de seguros o
quaesquer outros provenientes de particu-
lares.
| 1. Este fundo de beneficencia ser-
vir para soccorrer os meamos, officiaes e
pragas nos casos de molestia ou invalides.
{Continua)
meus projectos; era urna luta terrivel que
tinha que sustentar contra meu pai para
obter o seu consentimento ao meu casa-
mento com Emroa Rosa ; mas para esta lu-
ta, estava preparado, nao teria desanima-
do, teria combatido, teria pedido, teria sup-
plicado !
Pela sua parte, minha tia estava
prompta a advogar a minha causa, e tal-
vez que, cansado ou vencido pelas noBsas
supplicas, meu pai cedesse.
c Agora, tudo esi aniquilado.... tudo
se tornou impossivel... Nao um obst-
culo que se possa evitar, um abysroo in-
vmcivel... Se meu pai soubesse que eu
quero para esposa a filha de Angela Ber-
nier, aecusada de parricidio, renegava-me,
amaldigoava-me... Ora, eu amo Emma
Rosa com todas as forgas da minha alma...
Sem ella, o mundo n3o existe para mim...
Deixar este amor perder a vida l
Rraato Dharville, muito commovido com
o quoixume doloroso de seu amigo, agar-
n u-lhe as roaos e apertou-as afectuosa-
mente.
Varaos l, caro Le3o, disse elle, na-
da de fraquezas, nada de desanimo!..-.
E' neceasario n3o perder as esperangas an-
tes de tempo... A talsa aecusagao levan-
tada contra Ang-la Bernier, cahir natu-
ralmente por si mesma e teu pai nao pe-
der fazer de entao em diante sen3o lasti-
mar urna innocente t3o cruelmente experi-
mentada. Operar se-hia no seu espirito um
reviramento completo do qual eu tiro espe-
rangas para a realisagao dos teus projec-
tos. cAI
c Talvez que a esta hora a Sra. Angela
esteja innocentada completamente. Ama-
nha iremos a Batignolles ; faremos urna vi-
sita pobre senhora e saberemos por ella
tudo quanto se tem passado.
Amanha, respondeu LeSo Leroyer,
preoiso que eu v de manhl casa do Sr.
Maigret, que deve chegar esta noite....
Portanto, n3o estarei livre sen8o depois de
meio da.
__EntSo a nossa visita faz-se de tarde.
Onde nos encontramos ?
Espero-te aqui, depois das tres bo-
[Continuar-u*a.)
Typ. do Diari^n .Dtqne de Qmm fc
WUTRfliO L
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SSSJ
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