Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19017


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Full Text
AMO Lili NUMERO 68
PARA A tAPil-iL 12 LlillRi; ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mczos adiantado
Por sois iit.s i^eu:......
Por un anuo :dcm......
Cada numero avulao, do mesmo ci.
60000
12,5000
24^000
0100
QARTA-PEfi 24 BE MABQO 1886
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adianuidos.
Por nove ditos idem......
Por un auno dem.-.....
Cada numero avulso, de das aateriores.
130500
200000
270000
01JO
DIARIO DE PERNAMBOCO
J)roprifbaif >e Jttanocl Xiauftra >e Jara -fUljos
TELEGRAMHAS
'
SEBVI53 mim& 20 biabio
PARAHYBA, 22 de Marco, s 8 horas
e 30 minutos da noite. (Recebklo s 10
horas e 15 minutos da noite).
Befrenaran boje de Campia
(irande o presidente da provincia.
Dr. enere de polica e dental* pea-
MoaM que o* acompannaram.
RIO DE JANEIRO, 23 de Mirco,
1 hora e 10 minutos da tarde. (Recebido
do s 2 horas e 30 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Pelo .!' diw'rlrlo do Rio Grande do
al Col eleilo depatado -ral. em t.
escrutinio, o Dr. evcrlno Bibelro
Carneiro Mulcero (C).
sss::;: n sOSU 2::
(Especial para o Diario)
LONDRES, 22 de Ma^o.
Grande numero de llberaeM io
bolilla aoa
Gladatone.
projecloa do ministerio
BERLN, 22 de Marco.
O Prtnclpe de Biamavck relirou o
projecto aonre o monopolio da ven-
da doa eapirimoaoa pelo (averno, e
apreaenloa um projecto de augmen-
to de Impoatoa obre oa menino* es-
pirtaoslos).
MADRID, 22 de Marco.
D. Emilio Cautelar repelle a unlao
com oa republicana*] Inlraoalarea-
tes.
PARS, 22 de Marco.
Oa Jornaea annanelana como pre-
vavel o caaamento do Duque de Go-
tland (Maecla)*com a Princesa Lui-
sa, fllba do Principe de Gallea.
Agencia flavas, filial em Pemambuco,
23 de Marco de 1886.
ARTE UFFICUL
ESCOLAS
AL0MN0S
Publicas diurnas.
nocturnas
Particulares
somraa
9
G.420 5.121
135
316
6.871
S
S
TOTAL
256
5.377
1.231
26
12.772
135
598
1.257 13.505
COVERNO DA PROVINCIA
FALLA que o presidente da provincia, conselheiro Jos Fer
nande da Costa Perelra lunior, dirigi a Assembla
Legislativa de Pemambuco. no da de sua Insfallacn a
O de Mareo de 18O.
(Centimtagdo)
INSTRUCQO PUBLICA PRIMARIA
O relatorio do Ilustrado e zeloso inspector geral da Instruccao Publica ma-
nifesta. com louvavel franqueza, o muito que vos cabe providenciar para regularidade
e desenvolvimiento d'este importante ramo de servico.
O generoso movimento, que tanto se acentuara n'esta provincia, en 1874, a
bem da diffusao dos luzes e proficuidade do cnsino, paralysou-se, se que nao re-
trocedeu.
Providencias de inquestionavel acert,consignadas no regulamento de 27
de noverabro d'aquolle nno e no de 7 de Abril de 1879, ficaram lettra mora, teste-
munhando apena incffi :az boa vontade dos eleitis do povo e frustradas iniciativas de
administracc -s quasi sempre transitorias.
Por outra parte, mal cabidas derogacoes de regras e preceitos criteriosa-
ente adequados ao tirocinio e disciplina do corpo docente vieram nulliticar o que
or aquelle regulamento se ia pratijando, com geral aecordo, n'este indispens^vel
intuito.
Para os que apreciara a questao sob o seu verdadeiro aspecto, bem estudadas
as condic/Jes materiaes e moraes do paiz. esseocialisara as exigencias do servico, por
um lado as habilitacSes e idoneidade do mestre e por outro a frequencia de qnantos
attinjam idade escolar.
Consegue-se o primeiro desidertum ligando carreira do magisterio vanta-
gens convidativas, e fazendo depender o provimento das cadeiras de regular apren-
disagem theorica e pratica na Escola or nal, bem como de ventajosas provas em
concurso.
K sultana frequencia da obrigatoriedade^do easino, tornada effectiva pela ap-
plicacio de penas adequadaa coerci. Completa o syatema a inspeccao '.das escolas,
ordinaria e permanente, confiada a agentes locaes, e extraordinaria e intermitiente por
meio de cpminiss'rios da presidencia, que to repetidas vezes, quanto possivel, se des-
mpc-nhem do encarg. .
Tudo isto fra mala u menos attendide com previdente zelo pelo precitado
regulamento de 7 de Abril de 1879.
A reforma produsida a 6 de Fevereiro do anno prximo findo, maniendo
em geral o que sobre outros pontos capitaes preceituavam as anteriores disposicBes,
destou, cointudo, pelo que respeitt vitaliciedade dos professores, attribuindo a todos
os que obtiveram provimento n'aquella occasiao, sem dependencia de concurso e na
sua quasi t.ulid de sem ao menos o titulo de habilitoslo do curso normal, o extraor-
dinario fivor, cuja concesso ent relerena aos outro membros do corpo docente s
admittio mediante recular tirocinio.
P-r su i v. z, a lei n. 1860 de 1885 veio generalisar aquella excepcional
vantageu, aiupando-a a todos os professores, cuja nomeacao antejedera precitada
reforma, dispensada portant a prova pratica a qu Couip ehende se o funesto resultado d'estes actos, o primeiro dos quaes me
parece ainda carecedor de approvacao legislativa.
Si a vitaliciedade do professor encontra justificado em poderosas raz5es de
ordem publica, dessas mesmas razSes dimana tambem a necessidade de sujeital o a
rigoroso tirocinio, para que a obtenha com irrecusavel .titulo de haDlitacao theorica
e pratica.
Pelo que respeita obrigatoriedade do ensino, formulada na legislacao pro
vincial desdo 1855, nada se tem conseguido at o presente, actuando para nullificar
esta salutar providencia, de tao longa data cogitada no paiz, as mesmas causas que a
tem frustado as dernais provincias do Imperio.
Impossivel de executar fra dos povoalos, pelo invencivel obstculo das dis-
tancias e diffiouldades de vacao, aquelle preceito encontra nos proprios lugares, onde
mais fcil parece a sua observancia, serios embaraces, j coro referencia assidua e
rigorosa nspcccSo, que torno praticaveis os meios coercitivos, j pelo avultado dispen-
dio resultante de indispensavel supprimento de vestuario elivroaaos alumnos indigentes.
Quanto inspeccio escolar, jamis praticada at hoje a de carcter intermi-
tente e extraordinaria, por deficiencia do correspondente crdito as lea do orcamento,
s tem tido a adroinistracao para guiar se o dos agentes locaes, nao retribuidos, nem
sempre idneos, de ordinario preoecupados com os proprios negocios, e mais ou menos
influenciados pelas costumeiras benevolenciasJtde campanario e visinhanja, senao ero
parte pelos deprimentes interesses de mesquinha poltica aldet. (
E desde que nao existe inspeccao lo sal, asidua, vigilante, severa, esforcada-
mente esquiva influencia de iuteressets partidarios e nobremente inspirada pela cons-
ciencia do dever cvico, como pelos estmulos de Iluminado patriotismo, visto que,
nem se pode contar serapre com exacto e escrupuloso desempenho do respectivo mi
nisterio por parte do mestre, assim entregue por muito aos sos dictamos da propria
consciencia, nem cabe a pratica efficaz da obrigatoriedade dj ensino, essencialmente
dependente da affectividade da pena que a saneciona,
Do que ficou expendido, com franqueza em que nao se traduz censura de
erros senSo leal iniorma9ao e sincero desejo de cooperar comvosco para o que melhor
aprovtite causa publica, triste consequencia o estado menos satisfactorio do ensino
primario exprimindo lamentavel desproporcao entre os resultados do servico e a
tvulUda' quoU orcaroental que ltie tem sido consagrada.
Existero irregularmente distribuidas no territorio provincial 491 escolas pu
Micas de ensino primario, tujo dispendio orea por 695:3970620, .elevando-so a
865:792^952 com a addico do que ee applica s necessidades do ensino secundario.
Vale isto dizer que o servico da instruefao publica consom mais da 3. parte da renda
provincial. ^r*^1'^
Corre este Pactlo, nao direi em pura perda, mas oertamente com mroguado
beneficio dos que mais deviam aproveitar o resultado das suas abundancias.
Assim que, tendo-se matriculado no anno prximo findo as referidas es-
colas publicas 19,738 alumnos de um e outro sexo, alm de 902 em 140 do ensino
particular e 13 subvencionadas, oram apenas frequentes 13,505, conforme demonstra o
segninte quadro :
Calculando-so n'essa proporcio o numero dos matriculados e o dos assiduos
as 12^ escolas, cujos mappas nao foram ainda recebidos, attingir o tital das matri
culas a 34,736 e o das frequencias a 16,065
Quer isto dizer que s frequentam as aulas cerca de dous torgos da populajao
escolar, admitido que este numero represente realidade, quando manifest o ntoresse
dos professores ern eleval o nos respectivos mappis.
Se a mesquinha relacao de 1 para 44 entre o numero dos alumnos matricula-
dos e a populadlo da provincia d por si s justo motivo pira desfavoravel juizi, mos-
trando-nos sob.este aspecto e.n condico s de inferioridade, relativamente aos menos
adiantados paizes do mundo civilisado, o que exprimir ante o quadro, mais deprimente
ainda, da frequoocia escolar, com que tanto se abate aquella proporcao ?
Para este resultado, nao direi desanimador, mas em todo caso de muito des-
agrado, poderosamente contribue com as notorias causas j apontadas, a inconveniente
distribuicao das escolas, cujo numero alias atteode de sobejo s necessidades actuaes
do ensino, mxime as aperladas circumstancias financeiras da provincia.
Bastar dizer que na cidade do Reciie e seus arrabaldes, onde existe em
larga escala a concurrencia do ensino privado, estilo agrupadas nao menos de 110 ca-
deiras, havendo parochias centraos com 15 e 20, quando outros municipios do ser tao,
absolutamente desprovidos d'aquella concurrencia, nao tem siquer o numero corres-
pondente aos seus mais importantes povoados.
D'aqui resulta que, sendo a proporgao de urna escjla publica par* 3820 habi-
tantes em referencia aos outros pontos do territorio provincial, desee n'aquella cidade
a 1 para 900, e computadas as aulas de ensino particular 1 para 687 ; qunn lo no
propino municipio neutro, em que existo a capital do Imperio, chega apenas a 1 para
4680 com referencia as escolas publicas e a 1 para 3389, inclnindo-sc as sub-
vencionadas.
Se outros obstculos de ordem moral e material que impedem a satisfactoria
frequen ;ia das aulas n3o podera ser Je prorapto removidos, diversamente suecede Ijelo
que respeita a urna racional distribuiyao das escolas, com que seja n estas localizadas
nos centros de populajSo, servindo ao raaior numero e as condigSjs de maior commo
didade para os povos.
A nspecgao extraordinaria, devidamente praticada pela consignacEo dos meio
indispensaveis, auxiliar poderosamente o bom xito d'aquella providencia.
Manifest intima conviccao de quera estuloa as necessidades da provincia,
asseverando-vos que a instrucefto publica e as finanzas sao os ramos de servico que
mais desafiara actualmente a vossa aciivdade o zelo patritico.
Do quadro que em seguida oftereco vossa apreciacSo veris qual o numero
de escolas e dos alumnos que as tem frequentado desde o anno de 4860.
Annos
1860.
1861.
1862.
1863.
1864.
1865.
1860.
1867.
1868.
1869.
1870.
1871.
1872.
1873.
1874
1875.
1876.
1877.
1878.
1879.
1880.
1881.
1882.
1883.
1884.
1885.
Nnmero de Escolas
. 100
101
103
106
119
142
197
203
217
232
269
312
334
334
350
361
376
379
302
401
423
476
513
511
494
491
Frequencia
3,568
4,704
4,296
4,386
4,683
5,320
6,349
8,391
8,983
9,323
9,822
11,352
13,233
10.686
8,954
18,105
14,449
1*> os
14,548
14,502
11,944
12,417
10,652
11,941
14,564
13,505
Tambem em seguida vos apresento igual quadro da despeza effeetuada em
cada exercicio com o servijo da instruccao publica primaria e secundaria, a etntar de
1835 a 1836 d'aquella dat*, confrontando-a cora a receita provincia lno mesmo periodo.
QUADRO demonstradvo da receita e despeza provinciaes de Pernambuco desde o exerci
ci de 1835 a 36 at 1884 a 85
RECEITA
DESPEZA
O
B
3
H
183536
1836-37
183738
1838391
183940
1840-41
184142
1842-43
184344
ORDINARIA
SALDO DO EXERCI
CO AKTEBIOB
DD EXERCIC108
133:064*154
108:064*820
88:856*781
151:772*599
178:704*932
I
*
I
I
*
19:332*455
16:668*700
7:895*198
148:000*698
113:193*691
9:622*488
413:966*993
227:6-20*715
78:003*752
31:600*369
76:6038 1
196:658*018
49:869*937
5:497*115
12:485*805
7:881*393
2:763*136
27:444*381
856*630
33:033*033
281:148*459
17:130*079
578*407
33:848*006
39:294*964
1844-45
1845 46
1846-47
184748
84849
1849-50
1850- 51
1851-52
1852-53
1853-54
1854-55
185556
185657
185758
185859
1859 -60
1860-61
1861-62
1862-63
186364
1864-65
1865 -66
186667
1867 68
1868 -69
1869-70
1870-71
1871-72| 1.110:531*259
905:504*025
187273
1873-74
1874-751
1875 -76
1876-77
187778
1878-79
1879-80
188081
188182
188283
1883-84
1884 -85
600:823*241
546:154*919
588:307*718
175:031*438
189 743*08-
47:252*980
29.834*162
77:715*595
348:549*671
109:194*392
*
*
80:227* 41
455:228*666
557:991*514
694:541*982
707:308*171
740:94 *575
1.037:967*499
590:286*186
619:296*156
600:018*190]
797:923*260
662:849*027
711:971*340
702:032*038
750:496*782
713:0('6*98
746:784*63';
807:240*933
774:297*364
855:000*352
1.015:559*226
1.238:862*774
1.242:3 4*278
1.143:590*9'1
1.068:022*911
1.085:347*867
1.305:162*275
1.241:203*657
1.409:404*652
1.571:678825
1.834:796*83|
1.752:783*067
1.650:475*987
1.720 023*868
2.014:528*513
1.789:843*000
2.013:546*017
2.121:887*767
2.064:568*481
2.449:793*27:'
2.444:254*420
2.530:616*083
2 749.634*143
2.838:5=<7*8U
2.896:560*547
3.525:327*927
3.231:282*709
2.077:592*937
2.584:201*514
2.196:352*306
EMPREBTIMO
365:889*450
*
*
*
*
*
113:500*000
57:549*200
81:010*854
51:000*000
62:!>62<800
89:047*840
209:944*084
20:000*00"
200:000*000
250:000*000
180:000*001
80:000*0001
75:000*000
160:000*000
100:000*000
140:000*000
13< 1.000*000
220:000*100
385:626*398
555:346*007
140:001*141
64:000*OT<>
47:000*000
148:000*00 I
13'':000*i00
140:000*000
190:000*000
*
*
50:000*000
2(4:000*000
265:000*000
273:753*543
*
*
303:102*032
32:00' *000
25:474*396
i
l
23:000*000
*
EXTRAORDINARIA
*
*
*
*
*
*
*
*
I
*
i
*
t
*
*
*
*
*
i
*
*
*
*
*
*
*
I
1.230:000*000
t.200:t. 00*000
600:000*000
1.093:921*036
964:734*112
411:648*222
558:514*728
704:195a1-35
203:302*793
3.176:500*750
44:104*33'
15:001*022
1.('20:520*000
407:100*000
1.240:100*000
.%
i
*
*
*
*
*
*
I
I
I
*
2:562*800
*
*
*
*
I
*
*
13:261*333
26:835*200
26:290*300
20.700*700
36:639*020
*
*
I
I
*
37:884*241
52:451 *04(
58:580*154
50:607*208
57:197*547
69;973*44
78:427*281
38:067*629
*
879*460
3:443*095
17:267*176
I
325*746
*
*
t
1-029*032
Tomi
446:116*591
588:852*820
666:056i334
783:398*710
859:072*770
919:651*507
1.151:467*499
647:835*386
700:307*010
651:0184190,
863:041*860'
771:129*322'
938:584*124
729:927*236 '
1.098:497*480'
1.076:200*289
936:408*118
1.031:2(8*926
1.076:958*079
1.093:004*104
1.147:059*595
1.455:366*665
1.582:273*621
1.440:286*'38
7.485:436*721
1.673:880*379
1.489:684*129
1.30/:966*793
1.483:849*033
1.720:534*88)
1.997:829*872
2.183:931*526
1.895:490*307
1.873:153*323
2.106 957*673
3.158:745*172
4.585:574*823
3.962:370*237
5.111:492*584
3.998:749*9 9
3.444:210*360
3 568:193*741
3.6 8:920*155
3.131:855*186
6.102:895*459
3 647:483*607
3.617:833*40.'
3.207:307*324
9.991:301*514
3.437:481*3-29
INSTRUCgU PUbLiUA
Primaria
QOAKTI
DADE DA8
CADEIRAS
DESPKXDIDO
Secundaria
DESPENDIDO
96
98
103
90:950*391
103:810*832
89:983.361
102 1H:327*696
DIVKRSAs Ol TRAS DESPEZaS
ORDINARIA
120 135:676*643
142 158:457*580
173 126:513*140
200 229:413*306
219 239:800*582
238 247:537*609
274 277:618*539
319 271:753*300
267 369:629*450
339 357:956*335
353 365:438*190
345 400:145*819
352 454:188*469
331 431:.97*30l
333 418:752*857
360 436:713*781
438 478:784*038 105:310*599
651 592:398*447 131:401*3=0
457 643:613*318 158:489*805
449:663:242*178144:752*677
499 706:218*090.15 :337*342
46:631*443
45:875*690
43:647*849
45:343019
54:694*508
55:709*395
59:65?*094
63:725*532
70:31-t*942
80:923*602
80:472*950
84:428*557
85:857*063
70:408*948
72:126*623
70:511*741
75:308*817
82:340*591
75:094*919
69:094*997
312:552*473
480:788*000
577:199*553
631:626*111
680:867*838
918651*507
1.151:467*499
647:835*386
700:307*010
651:018*190
843:616*405
754:460*622
930:688<26
581:926*538
985:303*789
1.068:577*807
7-2:439*'30
803:548*211
998:954*3,7
1.061:503*735
1.070:555*704
1.258:708*647
1.532:403*687
1 434:788*923
1.472:960*919
1.528:417*152
1.337:234*471
1.146:894*202
1.323:321*500
1.498:220*636
1 502:514*439
.96:629*213
.563:838*821
1.476:733*741
1.740:201*498
1.488:132*858
.893:086*614
1.9'0:866*820
1.911:679*844
1.806:119*232
2.160:690*982
2.325:923*597
EXTRAORDI-
NARIA
*
*
*
*
*
*
i
*
*
i
*
*
*
*
i
i
i
i
*
*
*
*
f
*
*
i

i
*
APPLICA-
COGERAL DA
RENDA
1.
151:382*358
373:304*780
905:221*218
.147:862*760
.130:497*743
637:780*380
523:029*776
2.271:443*3461 846:685*937
2.387:451*6371 220:721*611
2.367:245*353 3.151:125*733
27684:028*862
2.729:320*213
2.341:667*556
182:782*167
577:061*026
30:800*437
55:500*000
62;O27*7O0
*
I
*
*
i
i
s
*
i
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
i
37:834*241
52:451*048
*
50:6( 7*208
57:497*547
68:973*445
77:428*778
35:259*443
*
*
*
321*678
Total
312:5525137
480:788*000
577:199*553
631:626*111
680:367*838
919:651*507
1.151:467*499
467;P35*386
700:307*010
651."19*190
843:016*405
754:460*622
940:688*926
581:826*538
984:303*789
1.066:577*807
792:439*130
803:548*211
998:954*327
1.061:503*735
1.0:0:545*704
1.258:708*647
1.532:403*687
1.434:788*923
1.472:950*919
1.665:998*986
1.486:920*996
1.280:522*412
1.482:992*403
1.687-50! 5847
1.716:681*414
2.156:801*447
1.894:811*900
1.819:303*317
2.068:662*709
2.048:213*913
3.680:070*898
3.361:546*996
3.565:337*665
3.410:442*221
3.269:128*982
3 378:450*659
3.631:667*175
3.102:021*024
6.025:179*864
3.298:923*936
3.598:639*010
3.205:798*876
2.991:09^*700
3.433:661*458
OH*F.RV<, lO
Na d-sp-za orinRria do >Mnlil da 188081 e^tio comprehendido. 16:885**44 do alcanse do. ex P-rteiro da Secretaria do Governo.
O saldo que se verifica no exercicio de 1882-83 ficou em poder de Collectoivs. O mesmo acontecen com relagao ana exerciem posteriores.
O pessoal docente das auls primarias em exercicio compos se de 456 pro-
fessores, sendo:
Vitalicios...........
Declarados vitalicios pelo regularrento de 6 de
Fevereiro de 1885........
Effcct708. li.......
Contratados..........
Interinos...........
318
46
11
36
24
"87
Fora-n Borneados 11 professores pblicos, de conormidade com as leis os. ;em andamento mais 6 processos,
Por occasiao do regulamento de 6 de Feverciro.de 1885 ti veram provi-
mento 46. _
Foram removidos no anno prximo findo, a pedido, 65, tiveram accesso 19,
permutaram escolas 6, foram jubilados 4 e falleccram 5.
btiveram gratificacao de ment 4, de antiguidade 1 e a do art. 115 do pe-
golamonto vigente 5.
Abstive-me de concessSes n'este sentido por me pareeer que o citado artiga
do regulamento careca de approvasSo do p.der legislativo, visto nao se referir gra-
tificacSo de mrito de que tratou o art. 5. da lei n. 1860 de 1884, sendo em todo
caso digna de reconsidera$ao esta materia palo estado das fiaancas.
Foram submettidos a processo disciplinar 7 profesores. Somonte um sof-
reu condemnacao, sendo suspenso do exercicio e vencimento por um mea. Acham-so
1496 de 1880 e 1860 de 188J.
EXPEDIEHTE DO DA 11 DE MARCO DE 1886
Offi :IOB :
Ao comooandantc das armas.Declaro a V.
Exc, para os fins convenientes e em resposta ao
scu omcio de boje, sob n. 128, que de aecordo
com a indicaco constante do citado ofivio, desig-
no o uiaj'-r graduado EstevJo Jos Perras para
presidir a coinmissio que no dia 15 do correte,
s 11 horas da manba, tem de resolver, no Ars
nal de Guerra, de conformidade com as disposi-
coes em vigor, sobre o eo isumo de diversos ob-
i vetos pertenceotes ai 2. batalbSo de infanfaria. na forma das disposicoes em vigor, tem de re*o_-
- Ao c mmandHnte do corpo de polica.Man- ver, no Arsenal de Guerra, sobre o consumo de
deV. 8. ref-rcar com quatro pracns o destaca- diversos objeetos pertencentes ao 2. b^Ulbo de
ment da cidade de Olinda, as uuaes all estaiao infamara. ._-.
emquaot funceionar o Jury, cuja sessao foi con- Ao mesmo.Ao coronel Joaquim Cavalcante
vocada para o dia 16 do corrente mes.-Comrrm- ; de Albuqtierque Bello, -orneado oommandante do
Qicou.se ao Dr. ebefe de polica. 1. batalhao de Diantam, e ao major do 9. bata-
Ao inspector da 'IVsouraria de Paxenda I Ihito da mesma arma, Antonio onssca da Costa,
Sirva-se V. 8. de designar um empregado dessa mande V. 8. justar conNs.
Tbewmraria para no dia 15 do correnta, as 11 Ao mesmo. Oommuaico a V. 8., para os
boras da mauha, faxer parte da commisao que, fins convenientes, que no da 1." do corrente o juis
(Contina)
de direito da comarca .de Aguas Bellas, bacbaiel
Gaudiao Eudoxio i Brito, reassumio o exercicio
de seu cargo, renunciando o resto da lii-cnca em
cujo gozo se achava. para tratar de sua sade.
Na mesma data O'ixou o exercicio do cargo de
juia de direito interino e reassumio o respectivo
exercicio o juia municipal do termo da mesma de-
nomioacao, o bacbarel Joo Alfredo de Medeiros.
Ao mesmo Commmunico a V. 8. que no 1."
de Fevereiro fiado foi nomeado, pelo Dr. juia de
direito da comarca do Brejo, para servir interina-

I



Diario de PernaiiihiMwtyu rta-leira *4 de Mar^o 1886

%-
mete o cargo de promotor publico da sobreditn
comarca, o eidado .Manoel Regio Egydio Joseu
que na mesma data pieatou juramento e assnmio
o exercicio.
Ao a>< smo.Communico a V. 8., para o fio
convenientes, eme no din 6 do .orrente o promotor
pnblico da comana da Encada, bacbarel Francis-
co de C.rvalho Goncalves da Rocba, de'xou o
cxercicio e seu cargo, sendo n ocwlu pe' reo
pectivo juiz de direito, para servir interinacieute
o sobredito cargo, o bacharel Fsaacsoo.Brelero
dea de Andiade, que naquella dataJaresvu ;Ore-
ment e assussio exareicio.
o director do'Ara-nal de
ro a Vmc. para seu couheeimL:utoe,'fins'nvef
nientes, que nesta lata designo o ajadantefcteri jicspo
no desse Arsenal oara, no dia lo du'eorrenti. a*
11 horas da inanh, tasar parte da oasamissao qu .
na forma das di.poEicces earvigar,*sem de-reso)-
ver nesse estabaiecimeato abre i>ssasumc-di di-
versos objeetos perteeeentes ao 2**batalba) de
infantaria.
Ao gerente da Companhia Santa Tberea.
Declaro a Vmc, que d*vo req tercr por certido a
infonnaeo prestada pela Repaiticao das Ubras
Publicas acerea do que consta d* seu officio de 23
de Janeiro ultimo.
Ao engenh-iro rhefe do protnngatnento da
estrada de trro do Recife ao S. Francisco e es
trada de ferro do Recife a Caruar. Cumpre qui
I Vtne. preste com a maior urgencia as informacoes
exigidas poi esta presid neia no officio oe 28 de
Janeiro uitimo, para execueo do aviso circular do
Ministerio da Agricultura, Commer io e Obras
Publicas, de 17 do mesmo me.
Mutat mutandU ao engenheiro chefe da
Repartido das Obras Publicas, eugeuheiro fiscal
da estrada de ferro de Limoeiro, e do Recife a
Caxaog.
P riarias :
A" Oamar.: Municipal de Flores. -Chamando
a attenc da Cmara Municipal de Floras para o
qm dispde o art. 64 da lei do l.o de Outubro de
1828, recommendo-ihe que me informe sobre o as-
suinpto do ufficio incluso, do presidente Hessa Ca
mar. T .rquato J .s da Silva
O Sr. superintendente da estrada de trro
do Reife ao Limoeiro mande dar transporte de
3 class'-, por canta da provincia, da estaeo do
Bmn a Limoeirc, a 12 presos que para all se-
fjem, e escolta que os aompmha, composta de
pracas e 1 inferior de linha, piovidcnc audo
sobre a vot-i di mesm i esco t .
O Sr. age npan'i bVe*ildra mau-
de dar passagem at a proviucia da B .liia. por
conta .io Ministerio da Guerra,' -no vapor Cear,
esperado do norte, ao major do 9.J bdtalho de
infantaria, Antonio Francisco da Costa, e um filho
de nome Joo Elpidio da Costa, de 13 aonos de
idade, e at a edite ao coronel Joaquim Caval-
cante de A'buguerque Bello, maneado commau -
dante do 1 o batalho da masma arma, e bem as-
sim sua mulher, O. Galdina de Vasconcellos
Bello, e suas filbas Amalia Bello,Horteueia Bata,
Leou-r Bello, inaiores de 21 aunas, e Alfonso de
Albuquerque Bello, com 20 annos de idade, > 1
criado de' neme Heruaino Jos da dnceico e
sua ordeuanca, cabo de esquadr* Jos Francisco
de Mell casado comBellarui'ii* Gonsaga de Mello.
Comir.unicou-se ao commandane d armas.
O Sr. gerenta da Companhia Pcrnambucana
mande dar passagem proa, at o presidio de Fer-
nn Jo de Norouha. por conta das gratuitas a que
O governo tem direito, a Senhorinha Mara Viei-
ia de Moura, mulher d sentenciado Constantino
Jos Teixeira Torres, que se atba no mesu.o pre-
sidio.
O Sr. getente da rompanhia oernambucana
mande dar passag-m proa, at o presidio de
Fernando de Neronba, ua primeira opportunidade,
por conta das gratuitas a que o governo tem di-
reito a Prancelina de tal, criada do 2 cirurgiao.
Euclidea Alve* Requio Commuuijou-se ao d-
rector do presidio de Fernando de Norcuha.
EXPEDUMITK DO SKCaKTAKIO
Oficios:
Ao 1 secretario da assemb'ea legislativa wo-
eineial. -Do ordem do Exm. Sr. conselhssre ,ere-
Bidente da provincia transmiti a V. S. piraos
finsconvenientes, o balan?, da receita e despeza
do exercicio ie 18841885 da Cmara Municipal
do Cabo e o ornamento para o de 1886 a 1887 aos
de Goyauna, Rio Formoso e Cabo.
o mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. con-
selbeiro presidente Ja provincia reinetto a V. S.
afim de terem o conveniente destino, 40 exempla-
res impresaos do relatorio apre?**niado em 3 de
Janeiro ultimo pelo inspector ao ToesouroProTin-
ial.
ao Dr. ebefe de polica. De ordem de S,
Exc o Sr. eonselh.-iro presidente da provincia
trao uiitto a V. S em solneAo do seu dnco n. 17
de 20 de Fevereiro prximo fiado, copia do de n.
182 de 25 daquelle mez, dooammaudautedo co.pi
de po.icia.
Ao mesmo.De ordem da S. Exc. o Sr. on-
ielheiropiesidente da proviucia commuuioaV.
8., em resposta ao seu oficio n. 28, de 4 do cor-
reate mez, que foi reforcadj com inas pracas o
destacamento da Gl ra de Joit
Ao mejinj.-OiExa. Sr. conselheiro presi-
dente da pioviucii acaba de providenciar de ac-
eordo com o offi~.io de V. S., dt hoje datado, sob
n. 252.
Ao inspector do Thesouio Provincial- Ac-
enso o recebaento dos 50 ex. copiares impressos
do relatorio a que allude o oficio de V. S., de 4 do
corrate, n. 55', a o,ue respondo.
Ao engenbeiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.JJe ordem de 8. Exc o
ir. eon'tlbeiro presidenta da provincia communi-
eo a V. 8. que ti vern. hoje o conveniente desti-
no .8 documento, qne acompaiihara:n o seu oficio
de 6 do correte, sob n. 22.
Ao administrador do Banco de Crdito K ai
de Pernambuco.De ordem do Exm. Sr. cont-
lbeiro persidente da provincia aecuso o recebi
manto d oficio de 8 do crreme, em o qual V. S.
enva copia do halas] ete das operaees realisa-
daa por esse ba ico durante o inez de Jant
Fevereiro ultimo.
_A; gerente da caixa filial do Engl's Binkof
Rio de Janeiro Liinii. d, esta c da le.De orden
de S. Exc o Sr. couselheiro pivsidenie da provin
ia aecuso o recebimento do oficio de 9 do corren-
te, uoqutl V. S. enviou copia autheutica do bt-
iancete das operco filial durant i o uez de Fevereiro ultimo.
Aj ~r. Antero Aprigio Ferrcira da Costa, l"
-suppipntedo iuiz mnnicipal de AguaPretiO
txin. Sr. oousirlheT'i pres.d. nte da provincia man
da drcUrar a V. S, em resposta ao seu officio de
1 de Dezembro ultimo, que con rel-cao a auosti-
tuicoe dos juizca de lireito da comcrc* de Pal-
mares, est determinado por portara desta presi-
dencia, de 17 do referido uiez, qne os meuciona-
dos iuizes em stus limpdimentos sera* snbetitui-
o pelo juiz municipal letrado, u este pelos res-
p ctivos supple utes.
Dando-se p^is a hypotheee de acbar se o allu
didojuis municipal substituindo o- de direito, e
tendi jurado suspeioao em um feito do t-r.no ae
Agua PieU, que reunido ao de Palmares, estan-
do o supplente do juiz municipal daquelle termo
em exercicio pleno pelo impedimento d. juiz muni-
cipal letrada, deve o mesmo aupplente substituir o
jui* de direito para funecionar n >a reitos do res-
pectivo term?, una vea que nao ha lei qno a aso
se opponha.
XPBDIK8TE DO DIA 12 DB HAKCO D 1886
Actoi:
O presid ote da provincia, attendeDdo ao
que requereu Joaquim Manoel de Oliveira e Silva,
profeasor da cadeira do cnsioo primario de Tigi-
p, e tendo em viata .1 propoata do inspector ge-
ral da Iastrujcio, contida em c ffi 10 n. 00, de 19
de Fevereiro findo, resol/e, de accordo com o da-
noslo no rt. 111 do reglamento de 6 de teye-
reiro de 1885, dar ao peticionario acceeso cadei-
ra de ensino primario de 2 entrancia da Boa-
Viagem. OommoniMU oc ao inspactor gersl da
lustruccao Publica.
O presidente da provincia, resolve exonerar
Pedro Carneiro Leao, do cargo de delegado do da-
trkto litterario da l'onte doa Carvalhoa.
O pesidented* provincia, resolve nomear o
cidadao Joaquim Carneiro LinB de Alboqnerque
para exercer o cargo de delegado do districto lit-
teiario da Poate dos Carvalhos. Remetteu-se o
titulo ao inspector geral da Inatruccao Publica.
O presidente da provincia, attendendo ao
qne reqaeieu Mara Livramento da Silva, alnmna-
mestra titulada pela Escola Normal, resolve de
accordo co.n o art. 50 aa lei n. 1,860, de 11 de
Agosto de 1865, nomeal-a proteaaora publica ef-
fectiva da cadeira de ensino mixto de Burnbim.
O presidente da provincia, resolve de coafor-
midnde com o art 50, da lei n. l,860j de 11 de
Agosto de 1885, nomear a alumna-mestra da Be-
sla Normal, Amelia do Prado Ribeiro da Ouoh
Sooto-Maior, professora publica eft.etiva da ca-
deira de ensino simar i o do sexo nsssraliiin d
Tigipi. 1
0 presidente da proriaeia, attettdend o
.Di-cla de ora ni Jiaarte roalisado naa'lsswlidadi
que requereu Manoel Torquato de Araujo Salda- 1 qU0 furaixt hoQteiu r.icoibi ios n% Casada
nha, amuuueuse da secretaria da Instru cao Pu-J DeteocAo oa segnintes individuos :
blica, tendo em visU a mformacao do respectivo A> ^^ ordem ^^ yice ^ da c ,ncelo40i
inspector, eo parscer da junta medica provincial,
resolve conceder ao peticionario Hez mezes de li-
cenca com ordenado para tratar de sua aale on
de I he eonrier.
Oficios :
- Ao inspector do Arsenal de Marinha. O
Ministerio da Mariuha, em aviso c.rcular do 26
de Feveraim findo, deolaraudo que o pagasMuto
de pr*sttiftes dos oaasBis qu.i easapeten assvvo
tautuM alistados naa-corpos des .rinha dwrsser
isio as*
anlcs se bBJsein quando eouctninsm os p
mearnas preatacaes, rec
que as autoiiaades nesta provincia, ,ue
ompto tiveren de intervir,ecsa-m em teutpoo
crdito-c quaesquer ordena sssceasmrias, deutnodo
u : ssj m indemnisadas aquellas-privas, snm pre,-
juizo dos seas interesses e com a-resiulsridade qsm
exige este caso especial do servio..
O que faco constar a V. Exc. para seu couheci-
mentc e execueao na parte que lhe tocar.
- Matatu mutandit a Thss jurara de Fa-
zeuda.
Ao inspector da Theaouraria de Fazenda
Tendo o Ministerio da Justica autorisado por t
legramma de 10 do correte, o augmento de 10"
com o qual fica elevado a 5604 a ajuJa de eust 1
arbitrada ao bacharel Jos Climaco do Espirito
Santo uomealo juiz municipd e do orjhaos do
termo de -anta Victoria do Palear, ni provincia
do Rio Grande do Sul, mande V. S. pagar, s.b
respjnsabilidade desta presidencia o mencionado
augmento. ...
A. inspoctor do Tbaaouro Provincial. Jim
solucao ao exp3s:o no seu oficio de 28 de Janei-
ro ultimo, n. 456, Oeclaro a Vine, que pira a pr.-s-
tao das cuntas do cada urna das series de lote-
ra txtrahidas a favor ds eduoacao de iugenuos da
Colonia Isabel d.-ve ser par esse Thesour. exigido
o cuiiipriaiento do disposlo no art. I' do regult-
meut > de 12 do Agosto de 1885, uo podendo o
tbesourei.o de taes loteras dar em pagamento
jiluxtes das do fundo de eratncipacao, visto refe-
rir se a ixcepco do art. 8du mesuio regulimen-
to, nicamente sanetes das loteras nele cogi-
tadas, conforme poniera esse Tuca .uro no citado
oficio.Remetteu se copia ao thesoureiro das lo-
teras a favor da educ icao de ingenuos da Colonia
Isabel.
Ao dir ctor do Arsenal de Guerra. -De cou
f .rinilad com o avia 1 do Ministerio da Guerra,
de 1 do correte, man le /me desligar da compt-
uhia de aprendizea t>rtifices desse Arsenal, o me-
nor Cmstincio f'avalcante de Albuqu-rque, de
que Unta o seu officio n. 151, de 25 de Janeiro
ultimo, visto ter sido julga lo incapaz do servico,
na inspecco de sade, a que toi submettido, sea
do entrega-' a seus pais ou a seu tutor.
Ao engenheiro das Obras Pub'icas Geraes -
rva ae Vmc. de apresentar o >,-tinento dados-
peza a fazer-se eom a coustruci.-ij de um banhei-
ro e de outras obras de que precisa a escjla de
apreudizes mariuheiro;, euten lendo-se para esse
fim com o commandante da mesma escola que lhe
ministrar as inr"rmtc5's e adicacoes precisas.
Ao engenheiro chefe da repartieao JasObr.s
Publicas.Autoriao Vmc a nundar pir em pra-
ca, os repiros preciao3 na- poat' sobre o rio C1-
rim, redamados pela cmara municipal de Bnr
reros, na imp- rtancia de 1:300a, s-gundo o orca-
mento que acompanhou o seu officio de 18 de Fe-
vereiro ultimo, sob n. 31, o-que fica approvado.
Commuiiic;u-se ao Thesouro Proviucial.
Ao inspector gcraJ da Instrucca > Publica.
Autorso Vmc. a justificar as faltas de exercicio
escolar do profeasor Ljurenco Goncalves Aleixi,
de que trata o seu oficio n. 63, de 8 do corrente
mez.
Portaras :
A' cmara municipal de Barrerros. Declard
a cmara municipa de Barreiros, em olucao a
seu officio de 11 de Janeiro ultimo, que autoris boje o engeuheiro chefe da repirtico daa Obras
Publicas ajnandar pjr em praca oa rop ros deque
onreee a ponte sobre arioOarima, ofcadostsm
1:800/
A' CamaraMosdcipaldosSsA.Bespondendo
ao officio do Io dn-corrente me determino Oa
mar Muip.l do Cabo que exp-c* as devidas
ordena e e.mmiinieaciiaa sfinda-qne no-dia de
Maio prximo futuro se proceda a ole icio de uns
veraador desse municipio em substituicao do ei la
1J1X0 Firmino Pomposo de Mello Falco que mudou
de residencia, segundo consta do predi'o officio e
de intsemacao do Dr jniade diserto da'comarca.
Commuuicou-se aa juiz de direito.
ExaiDIBMTa'-DO seckembio
Oficios :
Ao 1 secretario da Assembla Provincial.
De ordem da Exm. Sr cooselh-iro presidente
da provincia-transmiti a V. S. o balance- da re-
ceita e dejpsza do exercicio de 1884- a'1885 e o
orcmento para o de 1886 a 1887 da Cmara Mu-
nicipal de Leopoldina.
Aomesm.. De ordem do Exm. Sr. conse-
lheiro presidento da provincia transmitto a V. 8.,
afim de qne se digne de ssbmetter a deliberacao
desaa Asieuib a, o pnjecto de poatur 1 da Cmara
Municipal de Goyanna relativo ao cemiterio pu-
blico deG"yanna. Communicou-se a Cmara
Munieipalde Goyanna.
Ao.mesmo. O Exm. ^r. conselheiro pre-
sidente da p.ovincii manila communicar a V. S
que fica inteirado do assumpto do aeu officio n. 8,
de bontem datad >, relativo ao reconhecixnento dos
poderes dos 8rs. deputados a eaaa Assembla Drs.
Joio do Reg Barros, J-.= Mara de Albuquerque
Mello e Manoel Gencalves Soares de Amonio.
Ao-mesmo. De ordem do Exm. Sr. onse-
Ih'-iro-presidente da provincia transmitto a V. S.,
afim de que ae digae de snbmetter a deliberacao
desaa Assembla, o proje to junto em o.iginal de
>> iu^n ,,..l-i (!*mnrft Miitiirinal de Pio-
meidUi ftondsatnrbios.
- Aiisesthant-in, a 11 lloras da naito-e s fre
gueaiatssssB. i*r-i Padra'Gonealvea, um individuo
(-oiiassaSSqtp >sWio, ssssi esnuam esanoassa u Joo
irrsn*ntaSBjss.
l>-SSBSBilid.itsi tnussjslors*sa parat hastdsa Pe
drol, >endn asMassaso lialS iissimiinli 011-
t ; esjentrae'SjSF^asr, quu 8jssidso'*<''pioeedeu-
su nos termos do inquerito policial.
A 11 la ante-hontem, tarde, foi ferido oa ra
de Marcilio Das, com urna facada, o individuo di-
me AI i pi doa Santos.
O delinquente, que disem cbamar-se Antonio da
Lia, conaeguiu evadir-se.
O f rido foi recolhido no hosjital Pedro II,
para aer tratado.
A tal respeto procedeu-se nos ulteriores termos
da lei.
No dia 19, s 8 horas da noite e no beceo
Fondo, pertencente no 2o districto de 8. Jos,
Th'-reza M ria da C uceicao, armando-se de u.ea
faca, terio na perna esquerda a praca do 2o bata-
Ihao de lmhi Estevo Jos dos -antoa.
C mtra a doliuquente, que foi presa em fl igrau-
te, procedeu-se na forma da lei.
De.us guarde a V. Ex<-.. --Illin. e Exm.
Sr. onselhftiro Jos Feraandea d-.i Costa
alienada, at que pnssa aer trausterida para o
Aaylo da Tamarineira.
A' ordem do aub telegado de Santo Antonio,
Joaquim Tenorio da Silva e Ignacio Jos Quirino,
por disturbios.
A' ordem do do Peres, Marcellino Rodngees dos
Santos, por disturbios.
A'.ordem.do do 2districto da Boa Vista,Olym-
pi .tsaaresuia Silva, ao crease de feriineu'os leves.
11 indiziwl irritagao, o profuado desconteo-
,amento que o acto do governo allemao levara
ao seio de todas as classes sociaes da Hespanha
Sena preciso nao conhecer o carcter casteluano,
com o seu vivo interease pelo pouco que lhe
resta" do antigo imperio colonial, com a sua al-
tiva suscepiibilidade em face de qualquer injus-
ta estrangetra, com o seu amor proprio impe-
KUoso e violento como a paixao das (ouradus.
Pereira Juuior, muito diguo presidente da
provincia. O chefe de poli na, Antonio
Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO UU 23 OE MARCO
Joaquim Jos de Mello Jnior.Intorme o Sr.
ajuJaute do pr curador dos f itos de Goyanna.
Joaquim Ferreira Rain exigeucia do Sr. Dr contador.
Cunta do co.nmaado do corpo de pelicia.Ha-
ja viata o Sr. Or. procurador fi cal.
John H B.xwell. -Infirme a secejo do conten
C ,80.
Baltat limaos S O, Berunrdiuo Duaile C .111
poa, officio do Dr. procurador dos fcitos, Sdvcira
& C, Aurelio dos Santos Coimbra, Dr. Affmao
Arlbur Cyancirode Aiouquerqu pnlre Joaquim
!a L.uulia. Ci.alcaate e Antonio Goucalvea de
Azevedo.lutorme o Sr. coutador.
Laureutiao Autunes Meudes =Ao couteucoso
para atender.
Otto Ted Informe a aeecao do conten:ioso.
Mano I PraiKaeo de Paiva e Cloloiuira Mara
da ('onceicao.Ao onsulado paia attender.
Joaqun Francisco Querido o comuenlador
A tonio Jos de Magalhaes Bastos.Eutivgue-se
pela porta.
(onsalido Provincial
DESPACHOS DO DIA 22 OE MARCO
Americo Alves de Meudonca. Informe a l1
secca o.
Juliana Maria do Espirito Stnt>.Certifiquc-se.
Manoel Joaquim da Si va.A Ia seceo para
01 devidos bus.
Joaquim Felippe de Aguiar. Deferido, de ac-
cordo com a iiiforoiaco.
Carniro de S.-uza & C Deferido, em vista
das informacoes.
Irinau-.'ade de S. Pedro. Certifique-se O que
constar.
Domingos Soares & C.Informe a 1* seceo.
Angelo Riphael & Irmaos.En vista da intor-
tn Hiao do Sr. ch te da l^sveeioo snpplicante nao
pode 8erattenJio easaim fica sem effeito o meu
despacho de 17 do correu:e, sob o n. 7,156.
AH !t PERriaiiin
A'.ordam.d.j-de Aoissicas.oJosjAiitoaioule A1- ^com o seu orgulho alentado pelas recordasflaB d(
kii>BSsado grandioso, para auppr que os hea-
ipBnboes podesaem receber sem funda commu-
cojoique desde logo aoasiderarain urna afFronla
feitaMW) seu direito asaos stus brios pulaiingra-
lio 'dos |>iideiu>o3ibjonsjBdiiio norteos ni. -
mos que de certo tempo para c aridavam a eo-
godar a boa f e a innocente credulidade dos
estadistas de quem Pyrinos com a promessade
apoiu, de coadjuvago tal, que elevasse a de-
premda Hespanha callieguna dt.graade pa,
lencia!
A csses desgostos nacionaes. 1 ossa indigna-
gao pelo facto consumado, vinham jnntar-se no
animo do povo aeapaohol terriveis preoecupa-
cOes acerca do porvir de outros dos seus domi-
nios martimos. A Gazeta de Colonia dissera de
modo implicito, relativamente ao incidente das
Carolinas, que o interesse de cada estado em
todas as regies do globo seria a regra funda-
uieuial do futuro direilo das gentes. Ora, ante
ean mxima de contestavel moralidade ntema-
cional, editada ad usum delphini, qual seria per-
guutavain os alvoraeados aOflSjaitbosa, o destino
das Philippinas, das Soulou e das Mariannas,
onde o commercio allemao mais importante
que as ilhas do grupo que acabara de merecer
a bonra da preferencia na salisfaco da cubiga-
colonial germnica? E depois as Antilbas hes-
panholas, e especialmente Cuba, poderinm con-
siderai-se isenlas de qualquer attenlado dessa
mesma cubica 15o insaciavel, quanto rcenle ?
Alem disso, o ministerio, desconfiado da pro-
licuidade de suas reclamaces auteacliancellaria
alleina. deixou de aconselhar a prudencia que
lauto recoramendara antes, para, fulminar por
sua vez aquella chancellara com as plirases
mais violentas de que podiam dispor os jornalis-
tas olliciaes. Entre oul'ras cousas. dizia o gabi-
nete Cnovas nos seus jornaes que as graudes
potencias deviam auxiliar a Hespanha nos seus
protestos coulra o iuiqua espoliacao que acaba va
de solTrer. -
(Continua).
PERNAMBUCO
poaturas enviado pela Cmara Municipal de Fio
res. C.iniBunieou-se ao procurador Jda Cmara
Municipal dd Fl .res.
Edital :
De ordem do Exm. Sr. conselheiro presiden-
te da provincia e de confermidade com a commun
cacao da tenri Uria de Estado dos .Neaacios da
Guerra, ifc 'J7 -e Fevereiro findo, se fas constar
10 soldado ref-rmado do extincta 21 corp de vo-l
luiitario da patria, Romualdo Pereira Gomes, que
nao enviada para esta provincia a carta iinpe-
rial, que lhe conceden a pensao de 400 rs. da-
ri.s, cuja remessa requereu, por e-tar esta pensao
anida dependente de approvaco da Assembla
Gi ral. Legislativa.
Ao Dr. chefe de polica. -De ordem do
Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia
transmitto a V. S., para oa fina convenientes e em
solucao de seu officio n. 229 de 4 do corren te mez,
copia do de a. 121, datado de 9, do commandante
das armas
Ao Dn promotor publico delguarasa.De
ordem do Exm. Sr. eoaselheiro presideute da pro
vincia aprsenlo a V S., para ser asaignado, o in-
cluso officio de 9 do eorreoto mez.
Ao Dr. juiz de direito do Rio Formoso. 8.
Exc. o t^r. conselheiro preaidente da provincia re-
commenda a V. S., em solucao do seu officio de 4
do eorrente mez, que indique pessoas idneas para
os lugares de suoplentes do ju.zes municipaes de
que trata o sitado officio.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 22 DE
MARCO DE 1886
Amaro Jos >iaa.Informe o Sr. Dr. juiz-de di-
reito das ex-.-cueocs criminaes da comarca do Re
cife
Antonio Pereira oimoes.D se certidao.
Alexandriua Maria de Batios Prove aatbeu-
t>camente o seu estado de viuvez e que vive ho-
nestamente.
C ttano Tavares da (viata.Paase portara na
furma requerida.
Irmandade de S. Pedro dos Clrigos.A erdem
da extraccao foi estabelecida por lei e nao pode
prrtanto ser attendida pela Presidencia.
Januaria Caroliua dos Anjos. Encaminhe-ac.
Joo Prea Ferreira.Como reqm-r.
Manoel Soares de Albe garia.Nao tem lugar.
Mara Antonia da Oata. Remettida a jauta
medica provincial a quem a peticionaria se apre-
sentar para ser nspec< Ca itio Vicente Ferreira de Sant'Anna.Infor-
me o Sr. commandante da guarda nacional da co-
marca de Cimbres. .
Vicente Saraiva de CarvBlho Neiva. Pssse
portara na forma requerida.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, em 23 Marca d 1*86.
O ajudaiite'do porteiro,
Antonio F. da SJoeira Carvalko.
Repartlcfto da Pelleta
Scelo 2. N. 301. Secretaria da Po
licia de Perna tabaco,- 23 de Merco de 1886.
- Illta e Exm. Sr. Participo V. 'Exc.
eirospect. politieo da a ano
de 1H+&
HESBA.NHA-E PORTUGAL
Corit nuf qSo)
O gabinete Cnovas nao se opulentou em for
cas com a modiBcago por que passou. E com-
tudo, elle ia precisar, mais que nunca de extensa
autoridade moral e influencia verdadeira para
vencer as graves difficuldades que circumsian-
eins imprevistas lhe crearam.
' No meado de Agosto chegou a Madrid a no-
ticia de que o pavilhao da Altemanha acaltava
de ser basteado a duas mil leguas da patria de
Goeth, como signa! da acquisico que o Sr. de
Bieioarck resolver azer de urna pobre iUia do
arcbpelego dasiCarolinas. E' claro que o'terri-
vel cuanceller nao tratou deiindagar, antes dessa
appropiaaco, se a dita ilba linha alguem que Ibe
chamasse sua. l)e minimis non curat praetor.
No era sso preoecupago para espirito to alto
e eobreludo to feliz nos sequestros de fraude
monta...
E.-.-a sem ceremonia da Allemanha produsio no
tnun do oflicial de Madrid o elTeito de urna duche
d'agua gelada. .Nao se poderla imaginar, es-
crevia um auctor hespanhol, urna situaco mais
lamentavel e ao mesmo tempo mais cmica do
.que essa que a chancellara germnica inaugurou
para os ardentes partidarios da allianea alletna,
que eram tuuitos, quer na corte, quer entre on
partidos castelhanos. A principio, o fado era
aceito com inctvdulidade na imprensa e nos cir-
cuios partidarios, na capital e na Granja, onde o
tei ostava eiitao de moradia teiupuraria. As fo-
llius minisleriaes, principalmente, prevendo as
pessimas consequeucias do acontecimento relati-
vamento a um povo sempre cioso dos seus direi-
os nacionaes, apressaratn-se em aconselhar pru-
dencia e mais prudencia, dando a noticia com a
mxima cautela e recordando as eslreita rela-
c&es de atnisade existentes entre os dous paizes
e, mxime, entre as duas cortes, rebxcOcs prova-
das pela via^em de AITonso XII a Hamburgo, em
companhia do marquez de Vega e Armijo, e pela
posterior visita de principe imperial a Madrid.
Quem podia esquecer o brilhante uniforme de
ccironel de unanos?
Alguns jornaes chegaram, no seu scepticismo,
ollicioso, a lembrar que a Hespanha, havia
mezes, tinha brindado o imperio allemao com
excellentes tratados de commercio, no intuito
louvavel de mostrar-lhe o seu entranhado affecto.
E por tudo ssoconcluiam esses jornaes de
crer que, se o caso fosse verdadeiro, do que du-
vidamos, o governo germnico'! daria, afinal, ou-
vidos s nossas bdas razes e curvar-se-ia ante
os documentos histricos, ante os precedentes
que o gabinete Canovas-Elduaeyn tivesse de in-
vocar para convencer ao principe chanceller de
como aquelle archipelago descoberto, explorado,
frequentado com tongas intermitencias pelos
hespanhes, a contar do seulo XVI, at na car-
tas geographicas figura romo possesso dos reis
catbolicos.
Apezar de todas essas reservas de lioguagem,
o ministerio nao negava absolutamente que os
alletnes tivussem estabelecido o seu protectorado
as ilhas Carolinas, mgnal de que sabia do nieto
o%ialmente. Foi issobastante para que os jor-
naes independientes, os da opposifo liberal dy-
nastica, bem como os republicanos "de- toda as
cores, principiassem a manifestar unnimemente,
Assembla Provincial
* 8ESSOEM 15 DE MABCO DE 1886() ,
PRESIDESCIA DO BXM. SB. DR. ANTONIO rHAJICISCO
COHBEIA DB AKAUJC
Ao.meio dia feta a -chamada e veriflcaado-se
estarem presentes os Srs. Batis e Silva, Joo Alvi-s
Luz de Andrade, Julio de Barros, Herculano Ban-
deira, CoeltM de Moraes, DumUfcuee da Silva, Ba-
soa -Wandwley, BarruB'lBarr.t4jniw^Joao de S,
Antonio OoiTfia, Goncalves Ferreira, Joo de'Oli-
veira, Rog-oberto, Sophromo Portella, Soares de
Amorim, K isa e Silva, Gomes Prente e Costa
Gomes, bem como os Srs Beg-i Barros e Begueira
Costa:
O Sr. prcsid> nte convida estes dous ultimoa Srs.
a prestaren) juramento.
ir. Joao de Oliveira pela ordem).
Peco a palavra pef> ordt-m para declarar a V.
E*e...
O Sr presidente.O jobre depulado tenca a
bondade... os nolres deputados vao psestarjura-
mento.
O S.oao de Oliveira : Peco a palatra pala or-
dem.
Nesta occasiao entram no recinto os Srs. Lou-
renco de SA, Jos Maria e Costa Ribeiro.
O Sr. Presidente. Havendo numero segundo'
me informa o-Sr. 2 aecretariodeclaro aberta ases
fo.
O Sn Juo de Oliveira:Peca a pakvra pela
od ID.
(O ar. presidente d a palavra aoSr. Joo de
Oliveira que j so achava na tr buna).
O Hr. Joo de Oliveira (Nao devolveu
o aeu discurso).
Duraute o discurso do Sr. Joo de Oliveira com
parecem ostsrs. Prxedes I-i tanga, Costa 'Ribeiro,
Ferreira Jacobina, Viscondc de rbatng* e Andr
Das.
Faltam eesBo os Srs. Amaral, Baro de Ita-
piasuma, Rodrigues Porto e Augusto Fnanklin.
Vem a u.esa, lido, apo ado e regeitudo o se-
gniut'- requenm-'nto :
Requeiro prorogaeo da hora do expediente
por meia hora, afim de terminar ae a questo de
ordfin que oa se discute e bem* asaim diacutir-av
um requeriiaento, que ae enbasobrea mese. -Jos
'Mara.
Fica portento adiada a discwso da acta.
Prestxm juramento e t -mam asento com as for-
malidades Uo estylo es Sra. Rogo Barros e Beguei-
ra Costa.
Passa-se i
OBDEM DO DIA
OfJr. Ferreira seoUsa:-(Nao davul-
ven o seu di acarno).
O Sr. presidente declara que fuudado no art. 14
do regiment podia ter deferido juramento aos Srs.
deputados liego Barros e Begueira Costa.
Entra em discusso a 2' parte do parecer n. 4,
concluiudo pilo reeoobeciineuto do Sr. Jos Zefe
rio Ferreira Velloso.
A -hando-se presente o Sr. Gaspar Drummond
Filho, presta juramento e toma aasento.
A convite do Sr. presidente eatra no rento e
toma assentv para defender a sua eleieo o Sr. Lo-
pes Machado:
O Sr. Lopes Machado:Peco a patarra.
O Sr. Prrstdent : Tem a palavra.
O Mr. Lopes saoebado : (Nao devolveu
o seu discurso).
- s> Hr. E.uls de adrada:(Nao devolveu
o seu diocurso)
Mr. don Mara: (Nao devolveu o seu
discurso)
Tendo dado a hora : o Sr. presidente levanta a
sesso designando a seguinte ordem do dia: 1* dia
cuasao'do pnijrcto n. 76 de 1885 (approvando com
aiteraeo artigos de posturas da Cmara Munici
pal de Vvrtentes ; eontinuacao da antecedente.
() Entregue na typographia, tal eomo vai aci -
ma, s 2 horas da tarde de 23 do correte mea.
A Redacf&o.
KtviSTA DIARU
AaMeinbla Provloi-lal Funccionoa
bontem, sob a presidencia do Exm. "r. Dr. Auto-
Dio Francisco CorreU do Araujo, tendo compre
cido 34 Srs. deputados.
Lda a acta da sesso de 19 adiou-se a diecus-
so pela hora, tendo tallado os rs. Jos Mana,
duas vezes, Viscoade de Tabatinga e Barros Bar
ret Jnior, sendo apoiada urna emenda do pri-
meiro, que enviou a mesa porin no foi aceita
por ella, ama dtctaraclo assignada por 10 Srs.
deputados, referente mesma acta.
Prestou o juramento do estj lo o Sr. Dr. Jos
Z'-ft-riuj Ferreira Velloso, depatado pelo 2 dis-
tricto.
Approvon se um requerimento do Sr. Goncalves
Ferreira, pedindo prorogaeo da hora por 10 mi -
natos, afim de ser lido o expediente.
O Sr. 1 secretario proceden a leitura >* se-
guinte expediente :
Um officio do secretaria do governo, trausmittin
do copia de um officio com o qual a cmara muni-
cipal da Pedra do Buique, organisia o projecto de
orcamento da receba e despesa do exercicio vi-
gente, teudo so-lhe oficiado para remetter. outro
orcaineuto referente ao futuro. -A' commissia de
orcmeatu municipal.
Outro Jdo mesmo, decmrando qae 6 Exm. fc'r.
conselheiro presidente d proviucia delxa de sa-
tislazer a requisic da remessa das acta-, das
eleicoes dos collegios de Belmoute e Tacarat, por
anda no terem ebegado. A' cammisso de cons-
tituieo e poderes.
Urna petigo de Antonio Perciliano Thcmu^o
Lessa, sequerendo ser n meado para o lagar de
porteiro desta Assembla. A' commisso de po-
lica
Outra de Antonio Teixeira Pmentel, cx-pro
fessor publico iuterioo das cadeiras da Lapa, Un
s Arsenal de Guerra, requerendo ser incluido n0
quadro doa prof-ssores .eflFectivos.A' commiss0
de lustruccao Publica.
Outra de Walfrido B irreto de Me do Reg, re-
querendo nova aut^risHco afim de que possa ser
a i-lid.1 ao Cousulado Provincial, at que haia va-
ga.A' comsnisso de peticoes.
Outra de Manoel Nziaseno Florencio de Vas-
concellos, arrematante dos imp >stos municipaes da
freguezia de Ciruar, pediodi o abate de 400*
no valor da ai reinataco. A' commisso de or
cameoto municipal.
Outra de Bufino Jos Fernandea de Fgueiredo,
fX guarda da illumiuayo a gaz, req'ierendo ser
aposentado no lug.r de amanuense di secretaria
lo^avarao,.aadeambem fia empregado. A"
commis&ao de petico.-s.
Outra le Antouio Fausto Jos Rjirigues, re-
querendo ser uomealo para o lugar de p irteiro
desta Assembla. A' coTomisso d po ca.
Un nbaixo assignados de agricultores e pr 1-
prieUrius da Si-n.-Verde do districto de Cira-
p its do Brejo da adre de Deus, reclamando
c otra a d- struicao que Ibes-fazem os gados que
all se retrigsram A' commisso de exanie de
posturas.
Um officio i)a Imperial Sociedade dos Artistas
achameos e Libeeaes e Pernambuco convidan
do a Assembla para asistir no dia 25 1 hora
ua tarde, solemnidade da collocaco da primeira
pedra fundamental do edificio destinado s offici-
u.is do Lyceo de Artes e Odlcios.Inteirada.
Foi approvado um parecer da commisso de pe-
tico s,_ solicitando iiilonuacoes relativamuate ao
requerido por Jos Gina F-rr-ira Maia
Foram a imprimir os seguintes projectos, sendo
o de n. 7 justificado pelo Sr. Batis e Silva :
N. 5 Suj-iundo a Santa Cisa de Misericordia
de Goyanna do Recife, sob diversas clausula
N. ti. Creando o icunicipio e termo de Nossa
Senbora d > O' de Altmho, composto da freguesia
daquelle no-ne e do 2o districto Je paz do Bebe
douro.
N. 7. Autorisando a. deepender-se at 2:000
Tom a factura de urna pinte de madeira sobre a
vart-ote C dtate, da cidade da Escada.
A requerimento do Sr. Jos Meria foi proroga-
da hora por mais 15 minutos.
O Sr. L airea;o de S juatiacou um requeri-
mento asaignado por elle e pelo Sr. Jos Masa,
na 1 ae coiiform indo com a delibernco do Sr. pre-
sideuter negando a palavra pela ordem na ultima
sesso a diversos Sej. deputados.
Ficuu sobre mesa o referido requerimonto
afim de ser oportunamente approvado e discutido.
Pasaou se ordem do da.
Approvaram-se sen debate em Ia discussao os
projectos ns. 76 de 18>j5 e 52 de 1883, este ap-
provando artigos de. posturas da cmara munici-
pal de'Vertentes e aquelle outros da do Recife.
Submettido a 1- discnsso o projeeto n. 78 de
1884 (modo de concessao de licen^as aos func-
conarios provinciaes) foi appr 1 vado, tendo orado
os Srs. Jos Maris, Ratis e Silva, Gomes Prente
e Joo de Oliveira.
finalmente approvou se o parecer adJ:a io da
commisso de ordenados inde/erindo o requeri-
mento dos guardas da C oi-Bn Viseen f* deTabataga.
A.odia l Ubi -na* i do paree "r n. Hl
de 1883 : 1 do projecto n. 180 de 1884 e 1' do de
n. 2 deste anno.
Corpo de pulidaPor acto da Presiden-
cia d- provincia, de 22 do crrante, toi promovido
alferes para a 2* companhia do corpo de polica,
o 2 sargento Jos Felippe Gomes Janior.
Commiaaano vaccinador Por acto
da presidencia da provincia, de 8 do corrente, foi
Horneado o Dr. Francisco de Paula -'Soares para
exercer o eargo de cominissano vaccinador do mu
nicipio do Recife, durante o impedimento do Dr.
Juao.de S Cavalcante.
rsienda Proviucial Por actos da mes
ma presidencia de 9 e 10 do correte :
Foi exonerado, i pedido, do cargo de escrvo da
oabeetoriatproviaatal de Agua Preta Jos Eptmi-
nsndas Rogelio, e nomeado para aubstituil-o Joo
de araujo Alves da Fonseca.
Foi nom -ado o promotor publico da Escada, ba-
charel Aquilino Gomes Porto, pira exercer o cargo
de ajudante do procarador dos-fsitos da fasenda
provincial no municipio de igual nome, sendo exo-
nerado do dito cargo o bacharel Francisco de Car-
valho Goncalves da Rocba.
Consulado Provincial -E' gretuita a
interpretaeo que, ao art. 30 da lei n. 186o de
11 de Agosto de 1885, d a Provincia.
.Esse artigo, repe'imol-o, diz asaim : Fica o
pre idente da provincia autorisado nomear para
os lugaies vagos no Consulado Provincial as pes-
soas que julgar mais convenientes ao bomdesem-
peuho do scivico publica.
Ah no ha neahnma restrlcco de tempo nem
de lugar. Se a dsposifo fosse de effeito transi-
torio, teria dito o legislador lugares vagos actual-
mente. No o diaeado, a interpretacao da lei no
pode ser outra que no a lata, no sentido de
abrogar oa dispositivos do Regulameuto do The-
souro que se referem ao preenebimeoto de vagas
no Consulado por accesso ou concurso.
Nem importa prra o caso que o Sr. conselheiro
Chaves, quando presidente da provincia, tenha
preenchido as vagas do Consulado por accesso.
De duas urna: ou S. Exc. no quiz uzar da auto-
risaeo que lhe foi dada no citado art 40 da lei
n. 186, ou entendeu que, sem sahir dos quadros
da repartieo, podia preencher as vagas ento
existentes.
Em qualquer das hypotheses, no cadneoa a
citada, antorisaco, que continuar de p em
quanto nao for expresamente revogada pela as-
sembla provincial, po8 ereou direito novo, alte-
rando o qne a respeto dispunha o regulam- nt do
Theaonro.
No foram, no podiam aer outros oa intuitoa
do legislador, pois no se comprehende que elle
quiz ase abrir urna excopeo na lei para proteger
alguin afilhado, e meu,13 quj pretendesse res-
tringir um individuo determinado urna antori
sacao ampia, na phrase da Provincia, dada ao
presdeme, entidade impessoal, para agir ua es-
pecie em que creou direito novo.
8. Exc o Sr. conselheiro Costa Pereira usou,
pois, do seu direito, procedendo como procedeu em
relaco s vagas que se deram no Consulado Pro-
vincial.
Essas vagas abrram se muito natiral e le
2 .lsente : a de 3 escriptartno pela exoneradlo
pedida pelo Sr. Dr. Lydio Marianno de Albu-
querque, e a de chefe de seceo pela aposenta-
dorit pedida p- lo -r. Manoel Pereira da Cunha.
Eate funecionario, alias de grande mrito, iuu
tilisou se no servico puulico, trabalhando para
mais ue 20 annos.
Accommettido de molestia grave, obte ve licenca
e sabio da provincia. Regressando anda lente,
posto que algum tanto aliviado, reaaaumio as suas
tueco s. Reappareceu-lhe, porm, o mal com
muita intenaidade.
Requereu ento sua apoaentadoria; e eugei-
tado junta provmeial de inspeceo de saude,
duas vezes opnou eata pela impossibilidade phy-
sica do continuar elle prestar ervicos pro -
vincia. /
O que devia faser o Exm. Sr. conselheiro Costa
Pereira? Demittil-o apj 20 annos de ptimos
serricos e quando esse fun-ciouano man testa-
mente inntilison sua saude no servico publico ?
-eriauma injustica revoltante, e nem eremos que
a Provincia a applaudisse.
Mandal-o continuar a servir ? Alm de tam-
be m injusto, seria deeautorisar o; pareceres da
junta medica, da qual fazem parte caracteres se-
veros como os Srs. Dre Malaquias Antonio Gon-
calves e Puntual, ia*usp< tos a romneta.
as ceudicoeB dadas, ao tinha outro alvitre a
tomar o Exm. Sr. conselheiro Costa Pereira, tanto
mais quanto foi exactamente prevendo casos se-
melh intes que a lei autorisou as aposentadorias
dos luncuionarios provinciaes
8. Exc. obrou, pois, omito te smente, quer
quaud apoeeutou o Sr. Manoel Pereira da Cu-
nha, quer quando conceden a exoneraeo pedida
pelo Sr. Dr. Lydio Marianno de Albuquerque,
quer.finalmente quando praenebea s vagas alier-
tas por esses setos, Horneando pessoas idneas
3:1ra os cargos referidos, b*aedo n art. 3J da lei
n. 1860 de 11 de agosto de 1885.
Se a Provincia couvim em qae a poltica ja-
m%ii derwser motivo -de' tira'-aa ao ahao de fi-
milia, empregado probo e se'losa, o recurso de
mantel-a como censara ao Erm. Sr. Costa Pe-
reira o aete pe'o qual foi fr. Pereira
da Cunha, iudiscutivcmuute cuipiegado probo
e zelozo d, que se inutilisou no servico publico,
como affirmaram os dipnoa membroa da junta de
inapecci ?
Por ahi se pode avallar da alta doaa de injus-
ica com que so julgados os actos da administra-
co do honrado Sr. Costa Pereira, injustica que
chega ao ponto de dizer-se que S. Exc. tem em
sua nefasta administraco laucado na miseria mili-
tas familias, qm esmolam o pao da caridade pu-
blica .'
lito uo exacto ; e nem se comprehende qne
to grave aecusaeo seja formulada sem provas
ra apoio. Cumpre quem aecuaa fazer a proTa,
e nos julgamos esta impoasivel.
Todos os actos da administraeo do Exm. Sr.
conselheiro Costa Pereira esto no dominio pu-
blico, e podem ser discutidas e analysidos. To-
rneos este- encargo os que tem nt.re.ise nisso,
a defeza sem duvida vira franca, clara e convin-
cente, mostrando todoa quanto poda a paixao
poltica, que no raro cga e Jesvaira.
Itovo bacharel -Aote-hontem recebeu o
grao de uacharel em scieiiciai sociaes e jurdicas
o Sr. /icenie Saraiva de Cirvalho Neiva, cujos
amigos foram ccmpriinental-o caaa de sua resi-
dencia, onda Ibes foi off reci-lc um copo d'agua.
Diccionario de E Jucac&o e Enalno
- Para a Livraria Franceza, ra Primeiro de
Marco, chegou a 221 caderneta do Diccionario de
Educacio e Ensino, melhorado pelo capito Jos
Nicolao Raposo Botelho.
Mlclorio Pedein-no8 para lembrar Cma-
ra Municipal do Recife a conveniencia de ser col-
locado no ngulo sudoeste, lado da ra do Rosa-
rio, da Prac, 1 da Independencia, um mictorio, que
evite o que le presente alli se pratica.
A embranca merece ser acoihida ; e de espe-
rar qae o fai;a a E lilidad".
Paquete BabiaSahio honiem do porto
da Fortaleza, s 11 horas do da, o paquete na-
cional t .h'a, qu 1 leve tocar hoje no Natal, ama-
nta na l'arahybae se.ita-feira em Pernambuco.
Club i.iit'nii'io de PalmaresRece-
bemos um exeuiplar isapresso da reforma dos esta-
tutos do Club Litterario de Palmaros. Agradece-
moa.
Hoje e itmanhas noites de hoje e
amanlia. vespera e da do anniveraario do jura-
111 n o da Coustituicao do I np- rio, a banda do
corpo de polica executar, no Campo das Prince-
sas, oa 8<'guiut-..8 treehos : bymno uacianal : paut-
paurri sobre a opera ocacio de Supp ; grande
walsa brilhante de Sebulnff; dobrado de Adriet
Aos baicous a gloria.
Lyceu de Artea e OOIriot*Amanba,
1 hora da tarde, ter lugar o asaeutamento da
pedra fuo lame it d do edificio, que a Imperial So-
ciedade dos Artistas Mechanicos e Liberces vai
c nstruir, para as offi.-iuaa do Lyceu de Artes e
Officiis, no terreno contiguo ao mesmo Lyceu.
A ceremonia comecar uhegada de S. Exc. o
Si. cons-dheiro presidented-. provincia, paranym-
phos e convidados, com a benea > da pedra funda-
mental, em cujo acto officiar o Exm. e Rvm. Sr.
conego Dr vigario geral Lus Francisco de Arau-
j i, p ir delegayo de S. Exc. Rvma. o Sr. bispo
diocesano
Em seguida tere lugar a leitura do auto que tem
de eer collocado com a p'dra e outros objeetos, no
lugar comp tente : findo e que ser tudo transpor-
tado c-'.ra a solemnidade usada em semelhantes ce-
remonias, ao lugar que tem de os receber e en-
cerrar.
A sociedad- espera e tem razo para esperar, o
ctmpareciment 1 de todos os Srs. paranymphos e
convidailos, afim de ter o devidoirealce a ana so-
lemnidade.
Sao paranyosphjsj)* Sra :
Conselheiro Jos Feruandes da Costa Pereira J-
nior.
D. Jos Pereira da Silva 1? iros.
Brigttdeiro Agostinho Marques de S.
Conselheiro Quintuo Jos de Miranda.
Dr. Antonio Franciscs Correia de Araujo.
Dr. Antonio de Siqueira Carneiro da Cunha.
Conselheiro Joo Jos Pinto Jnior.
Dr. Antonio Domingos Pinto.
Dr. Jos Marianuo Carneiro da Conha.
Major Antonio Villela de Castro Tavares.
Dr. Jos Bernardo Gilvo Alcoforado Jnior.
Barao de Ara?agy.
Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Vigario Augusto Franklin Moreira da Silva.
Chefe de divisao Jos Manoel Picaneo da Costa.
Dr. Joo Crnrel > Cavalcante.
Oesembargid n- Asncsre >ie>-Asis Oliveira- Ma-
ciel.
Desembargador Manoel Clementino Carneiro da
Cunba.
Deaembargador Jos Manoel de Freitaa.
Conselheiro Joo Antonio de Araujo Freitaa Heta-
riques.
Dr. Joaquim Correia de Araujo.
Dr. Manoel da Silva Reg.
Dr. Adelino A-itoio de Luna Freir.
Dr. Joaquim da Costa Ribeiro.
Dr. Thumaz Garce 1 Paraohos Montenegro.
Commendadur Jos de Vasconcellos.
Dr. Felippe de Fgueira Faria.
Dr. Pedro Francisco Correia de Oliveira.
Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
Dr. Ceciliano Mainede Alves Ferreira.
Gustavo AdolphoSchmidt.
Clemente Lima.
Jo > owsley Jnior.
Commendador Antonio Gomes de Miranda Leal.
Jos Joo de Amonm
Mauoel Joo de Ainorim.
Commendador Luiz inlonio Siqueira.
Joaquim Lopes Machado.
Manoel da Silva Maia.
Ilenriques Bernandes de Oliveira.
Francisco Ferreira Baltar.
Luiz Jos da Silva Guitnares.
Manoel Jos da Silva Guimares.
Antonio d Cunha Ferreira Baltar.
Jos Ferreira Baltar.
Luiz Uuprat.
Jos d Silva Loyo Juuior.
Bernar uno Gomes de Carvalho.
Jos do Livramento.
Bellarmino Carneiro.
Coinm-udador Albino Jos da Silva.
Dr. Manoel Gome- de Mattos.
Jovino Cesar Paes Barreto.
Antonio Fernandes Ribeiro.
Visconde de Mecejana.
da Silva L yo.
< de Tabatinga.
Barao de Campo-Alegre.
de Nazareth.
de Petrolina.
de Aguas Bellas.
Antonio Jas Coimbra Guimaraea.
Manoel Jos da Cunha Porto.
Antonio Correia de Vasconcellos.
Antonio Goncalves Ferr ira Casco.
Joaquim Olinto Basios.
Dr. Manoel Francisco Teixeira.
Antonio Muniz Machado.
Manoel Joaquim da Costa Carvalho.
Jo.- Adolpho de Oliveira Lima.
Manoel Joaquim da Rocha.
Manoel Ferreira Bartb do.
Manoel Joo Gomes de Amorim.
Custodio Francisco Martina.
Joaquim Alves da Fonseca.
Teuen e-coronel Jos de Oliveira Castro.
Dr. Olympio Marques da Silva.
Dr. Jos Osorio de Cerqueira.
Commendador Joaquim Felippe da Costa.
Aurelio dos Santos Coimbra.
Commendador Albino da Silva Leal.
rrancisco Goncalves Nettc
Eduardo Alexsndre Burle
Coronel d biniano de Aquiuo Fonseca.
Francisco Ignacio Pinto.
Commendador Jes Kiause.
Gratuliano dos Santos Vital.
Coron-1 Domingos Alves Matbeus.
Dedo r"e Aquino Fonseca.
. Manoel Martins Fiuza. .
Commendador Joo Ignacio do Reg Medeiros.
Joo Walfredo de Medeiros.
Coronel Augusto Oetaviano de Souxa.
Capito J-So Rodrigues de Moura.
Dr Ignacio Joaquim de Souza Leao.
Dr. Alfredo Lisboa.
Dr. Antonio Joaquim deMoraes e Sdva.
Dr. Antonio Pereira Simoes.
Capito Augusto Fernandes do Reg.
Capito Carlos de Paula Lopes.
BKeaalaea ociaea Ha boje as seguin-
tes :
Da Imperial Socidrde dos Artistas Meehani-
cos e Lieeraes, s < horas da tarde, en assembla
geral.
Aman ha ha a seguinte :
Do Club Jurdico Tobas Barrete, s"lO horas
do da, na ra do Bom-Jesns Br* 48.
X
A


Diario de Pejiinintiinwttiiarta.--fe.ra 24 de Marspo de IKM5*
\
FarulUdr de Direilo-tas o resultado
dos aetus de honte m :
Jir to natural
lo auno
Rodolpho Alberto Silveim, plenamente.
Manoel Cindido .1- Oliveira Mendono, idom.
Joao BaptUta d. C >u Carvalho Filho, dem.
Jos Dantas de Mi?lba s. idein.
Joiquim LuizC-rreade Oh'eira, simplesmente.
Joaquim Andr Bentie.n i iem
3 anuo
Jo5o Atbanaiio i-' Almoirla, simplesment".
JoB J .aquim 4 r pro vados.
_ H iju terminarn os actos do 2 ann>.
IoduMlrla e proflusftes Ja se est
cobrando, sem multa, 2* semestre do imposto de
industrias > profiasoes, do crrante exercicio de
1883:. 1886.
ConinaltaoRod>mpforaR-cticand
a u-iiicirt, que cin .i titulo cima demos hontera.
e Sr. J>r, Manuel Gomes de Muttos escreveu-nos
o seguinte :
As DO cartas que vilo ser entregues no di 25
de Marco no th"atro das Variedades, nao foram
obtidas enm o producto do tundo d: emaneipac.au
SrovincisJ e sim a expensas do Exm. Sr. Visonde
e Mee. j .na que, no p ttnotieo intuito do festejar o
anniv r^irio da lib-rticao do <:ea, incumbi
como i.-aao redemptara pondo k sua disposico a
Suantia MttKsni de agenciar 50 cartas de liber-
ade para screm entregues nesse dia.
A ultima qu ta do fundo de cmincipacao cor-
respondente M trimestre de Jnlho a Setembro foi
applicada om 27 cartas de liberdade, entregues a
20 de Dezembro, por ',ec*sio das distribuicoes de
outras 50 cartas adquiridas a expensas do uiesm>
Sr. Visconde de Mee-jai
Juixii ilit 'onimercloA audiencia do
Dr-juiz de contra too ser hoje. s 11 horas por
ser d'a santifica lo o de amauha.
DefessiRecebemos e agradecemos um odus-
culo e urna exposicao impressa nos quaes se defen-
de da deiniss&o e do proc so o ex-terceiro es-
cripturario da Tneao raria de Fazenda, Sr. Tito
Cardoso de Oliveira.
Th-airo dan VarledadeN A cimpa-
nhia Bollriue e vf 1 iae canta late, no Theatro d-.s
Variedades da Nova H iinburgo, u opera cmica
de Offewb-ic': A Bella Helena, estreando a pri
ma dona Marin An h
S. Ju> do Eaypio Desta localidade nos
cominunicain, e.n 8 do correte, que um supplente
de juiz municipal raptan para hns Ilcitos urna
meii'T filha legitima de um pobre e honrado pai de
familia, occult indo M villa.
O infa iz pai, accrescenta o nosso informante,
foi sede da cunare implorar do juiz compel -uto
justica para o D. Juan ; e segund > consta este
int' gro magistrado, pnnnettera severidade contra
O raptoi', como Ihe faculta a lei.
Embora fique a victima condemnada aos lu-
panares da prostituidlo, todava o seu seductor ja-
mis se ennmenvirar do exemplo que de".
Denuncia Por despacha de L>r. juiz de di-
r>Hp de 3* districto ctwniaal foram denunciados
pelo Dr. Io promotor paMieu s cidalos, Maaael
Goinea Corre)*, Antonio Pereira Goes, Adriano
Tiixcira Mendes Guimara s, Manoel Bondtde de
Sonza e Silva, Man. el Thirso Calute Ribeiro,
Ermino E\ augelista da Silva Fraga, Jos Joaquim
da Silva e Leandro Bsaorio Jos de Sampaio, co
mo incu sos na saneciio penal do art. 67 do codt
go criminal, combinad > Boa o 5", 2 parte do
art. 29 da lei n. 30J9 de !) de Janeiro de 1881.
Aayio de HendleidadeSendo amanha
(25) o 16. annivers rio d'este estabelccimento de
cari lade, s r celebrada ua respectiva cupella,
pelo Rvlm capeHao, Dr. Joronymo ThOJi, una
missa s 8 horas da minhi, cen seguida teri
lugat a benca > solemne do Santissiino Sacra-
mento.
a forma do R-gii lamento franqueado duran-
te o dia o estab leciuvnto aos visitantes, uffere-
cendn-se ass m a opportunidade de ser observada
a boa ordem e acc. io all exi.-t nte.
Aaa* oatoII ntem, s 5 horas do tar-
de, no becco dos Burgos, paroehia de S. Fr. Pe-
dro Goncilves da K-cife, .)3 car egadores de as-
sacar de noa es S bastio G mes dos Santos e
Manoel Francisco de Barros travaram luta, da
croa i resultou sahir mortalmeote ferido Manoel de
Barros, que mement. s depois fallecen.
O a-sassin > Sebasriao Bante! tentou evadir ae -
as, perseguido pela el uror publico, foi preso no
Forte do Matas
O cadver de .'.laurel Barros foi vist ira o pelo
Sr. Dr. Jos Joaquim de ouz., que, lin de dous
ferimentos leves, aehou um na regio do peito,
penetrante em maia de 10 centmetros, interes-
sand.i o pnlino e o coracio.
Ow biimbelru* ne Lonbre-A briga
da de b moeir.- de Londres se eompoe de 589
aomna, iucluinlo os chefes. Demais ha 11 pilo
tos e 66 e ekatrM P ra a traeco das bembas a
vapor se destn im 131 cavados.
Os bombeiroa de servico, durante o da sao 110
e de noute 245. O resto d"> pessoal est de reser-
va para o caso d3 que occorra algum grave sinis-
tro.
O mater al se eompoe do seguinte modo : 4b
bombas vaior e 124 movidas a brae, 64 carros
para a condueca de tubos, 4 machinas de vapor,
reboc.doras, 149 (scadas do salvamento, 7 cairos
para lvalas. 12 grandes carr-'S para carvo e al-
guns appar- Ihos menos importantes.
A commu icario em ca.o de incendio se verifi-
ca por inei de 70 estacoes teleph nicas, 44 esta-
c6''S telegr.iphicas e 276 pisto, de alarma.
O pessoal e o material estio distribuidos em dif-
ferentes pontos da povoacao.
ExiHcm, poi, 21a estates.
CarioNldadea don crrelo* de In-
glaterraAs memorias apreseutadas p-ladi-
tecc'io dos crrelos d Inglaterra, conteem coasas
mui cariosas.
Alguns cida-iaos rn demasiados candidos ou an-
tecipando ec quic sea scalo, confiaram ao coi-
reio pescadas e passaros mortos, alfaces, fractas,
lagartos, bithosde sed i e gatos pequeos vivos e
at salchicoes.
Na estaco de Lombar i Street di Londres se
encontrou i a caixa um caehorrinho vivo com u car'az no peac.ic>, onde se dizia a direevio. Como
o aninalsinho eslava devi lamento franqueado, foi
env:ado seu destino.
Em m lia ec. perdem cada auno 500,0(0 cartas'
qu nao podem ser d-stribuida- por falta de di
recen suniciente. Urnas 25,000 ae depoeitsm as
caixas sem direccSi alguma: atgumas destas eos
tumam couter valores
Eoj 1883. de 5,651,443 cartas, nio pode dar-se
curso a 62,291; destas 26,293 nao tinbam direcQo
e 1,604 continham urnas 150,400 pesetas em valo-
res.
Em 1884 aceusa-se urnas ofr is quasi iguaes s
anteriores.
Em 1881 urna compaahia d- Hall enviou ao cor-
reio 300,000 circulares, que pesavam a bagatela
de 2) ton. ladas, e cuja franqua eustou 60,000 pe-
setas.
Todas foram expedidas e destrihuidas sem coa-
faso nem atraso nas 48 horas seguintes. Para
conduzl-as tiveram que augmeutar-se ao trem-
correio sete vaguea supplemenfares.
Em 1885, uinatasa de Lmdres exped'O em um
e d>a 13.',000 carus, outra 167,000 targetas pos-
taes e outras .las enviaram Cada um 144,000 e
456,000 circulares.
Em Birmingham foram depositadas na caixa de
crrelos, sem s-jbr. seripto nm duecco, um che
qu de 2,9:'5 pesetas e outro de 500, ambos pagos
ao pirtador
Sao numeroso* os oilhet. s de banco que se ex-
pdem Bala earns cOo 0 seu sello de franqua e r-
respondeate e a diraasao eteripta as costas e sem
capa alguma. luto se re.tete com frequeucia, o
que d a entender que se extraviam poucos.
Proclama* de caoamentoN Na mr.
trizde.^.nti \ ii ouij f raa liaos os seguintcs
21 do corrente:
De Philomeno Raymundo Nunes de Lima com
Rita Digaa daOliv r
De Manoel Jote Fernandes Barros cum Anna
AlexrtnAr na d" Castro Martins.
De Amaro Das d >s Sautos Com Maria Amelia
de Freitas.
De Ignacio Cabral de Vasconcellos com Maria
Rita de Barros.
IjellAea.Eff cuar-se Ma:
Hoje :
Peo agente Pinto, s 10 horas, na ra de 8
Joo n. 83, do eutabeleciment hi sito.
Peo agente into, s 11 horas, ua ra Bella ns.
42 a 4a, dos terrenos ahi sitos.
Pelo aaente Martins as 11 horas, na roa do Vi-
gario n. 7, de movis, loucas, vidr n, etc.
Pelo agente G'tsmo. s 11 horas, na roa do
Commercio n. 2, do* movis e pe tee s do Hotel
Uaversj. I
Pelo agente Alfredo Qwmar&es, s 11 horas, na
travessa doa- Eap tos n. 16, de movis, loucas,
vidroa, etc.
telo agente Modesto Baptta, s 11 horas, na
raa do Visconde de Inhauma n. 58, de movis, lou-
cas, vidros, etc.
Pelo agente Brito, s 11 horas, na roa do Impe
rador n. 16, de sitio e asa.
Sexta-feira :
Peo agente Pinto,* 11 horas, no armasen* do 8r.
Annes, de latas com manteiga.
Peto agente Ousmo, s 11 horas, na roa de
Vidal de Negreiros n. 2, da armaco, gneros etc.,
ahi existente.
Sabbado :
PeZo agente Gusm&o, s 11 horas, na roa do Com-
mercio n. 2, de dividas.
Mlaaa* funearea.Serio celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, na Ordem Terceira do Carmo, oor
alma de J >s Antonio de Macedo Lopes ; s 7 ho-
ras, na Ordem Terceira do Carmo, por alma de
Luiz Gonualves Agr.
Sexta-ieira :
A's 8 horas, as matriaes de Santo Antonio do
Recife e de Palmares e na capella do eogenho
Gravat, oor alma de D. Francisca Xavier Cval-
es nte Ferreira ; s 8 horas, na matriz da Boa-
Vista, por alm de D. Odorica Argentina dos
Santos ; s 7 h ras, na matriz de S. Jos, por alma
de Herculauo de Barros e Silva; s 8 horas, na
matriz de Agua Preta, por alma de D. Fran-
cisca Xavier Cavalcante Ferreira.
Sabbado :
A's 8 hi ras, na ig cja do Rosario, p>r alma de
Bernardo da Costa Carneiro.
Operarles rlrursrlcaaForam platica-
das no hospital Pedro II, no dia 23 do corrente,
as seguintes t .
Pelo Dr. M ilaquias :
Urethot.mia interna peo processo de Maisou-
neuve por estreitamento fibroso da urethra.
Pelo Dr. Pontual :
Posthotomia pelo ibermo cauterio por phymosis
e cancros.
Pelo Dr. Estevao :
Extirpacao de dous encoadromas das regioes
supra malieolsres.
Cana He Oelencao Moviment. dos pre-
sos no dia 22 do Marco :
Existiam pr-sos 289, entraram 6 sahiram 12,
existm 283.
A saber:
Nacionaes 258. mulberes 5, estraugeiros 6, es-
oravos sent uciados e processados 7, ditos de cor
reccao 7.Total 283.
Arracoados 263, sendo : bons 251, d entes 12
Total 263
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa:
Joo Ma'tos da Silva.
Luiz, escravo de Jovino Bandeira.
IiOlerla de MaceloPor telegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sabe-se qu na 20 parte
da 11 lotera extrahida em 16 do corrente, foram
premalos os seguintes nmeros :
Joanns, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Vista ,
enteri te.
Emilia, Pernambuco, 7 meses, Boa-Vist
pasmo.
Capitulna, Pernambnco, 2 annnp, Santo Anto-
nio; cachexia palustre.
Jos, Pernambuco, 1 hora, Boa Vista; con-
ti IsS.
Maria, Pernambuco, 1 hor, Boa-Vista ; con-
Vlilsoes.
Manoel Rodrigues dos Santos, Rio de Janeiro,
60 ann os, solteiro, Boa-Visti ; diarrha.
Malina Amella da Paix), Pernambuco, 19 an-
uos, solttiro, Boa-Vista ; peritomte.
Josepha Rosalina de Mello. P ninleico, 24 no-
nos, soltera, Boa-\'ista : tubrculos pulmonares.
Antoni > Mn-zes Ribeiro, Pernambno, 60 an-
no, casado, Boa-vista ; diirrha.
- 22
Antonio, Pernambuco, 2 mez-s, Santo Antonio ;
eoovulsoes.
Maria, Paraaiabaco, 12 hora. s. Jos; es-
pasmo. ^
Bernardo, Pernambuco, 60 annos, viuvo, Ba-
Vista: leso cardiaca.
Andr de Amorim, frica, 75 annos, solteiro
O.inda ; anal rea.
Ros-lina Amelia d i Sacramento Barcell s, Per-
nambuco, 37 auno?, casada, Boa Vista ; bi ri-
bn.
Luduvica Margarida da Silveira, Alaga, 55
annos, viuva, Boa-Vista; tubrculos pulmona-
11 s.
Joaquim Matheus da Triudade, Pernambuco, 64
ann< s, solteiro, Bda-Vista; hemorrhagia cere-
bral.
Luiz, Pernambuco. 9 das, 8. Jos; espasmo.
Joaquina Maria d'Olveira, Pernambuco, 52 an-
nos, soltera, Boa-Vista ; febre ty hica.
Antonio Jos d'Olveira, Portugal, 62 annos,
viuvo, Afogados ; congesto cerebral.
Elvira Cordeiro Soares, Pernambuco, 21 annos,
csala, 8. Jos ; febre puerperal.
o D. Pa-a Barreta fez a sua mulher qoando foi
era miniain-.n-o etngerado c por eonseguute im-
mereeido.
Tratando d'.-sta materia por demais nogeut*. me
24.548
17
25.737
28.316
24.305
1.89
9". 004
12.901
16.088
29.811
30.223
30.353
32.120
34.507
200:000*000
40:000 000
20:000*1)00
10:000*000
5:000*000
2:0)0*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
2: O*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
PUBLICARES A PED1DC
Joo Francisco do Aoiaral ao res-
peilavel publico
Tendo a Provincia procurado ltimamente ex-
plorar a deaagradavel roca de palavras, que
bouve no dia Io do corrente mez, entre o pr*moh,r
e o juiz de direi'o da comarca de Iguarass, e
feudo este envolvido o meu nome no autoameiito,
que forg-cou muito depois desse infeliz successo e
que fez publicar hontem nesse jornal, sou forcado
a vr ao prlo contar o caso como elle se deu, afim
de restabelecer a verdade, que tem sido sacrifi-
cada as diversas publicacoes feitas no mesmo
jornal. -
O Dr. Antonio Jose^c Amorim, quaodo foi
removido de Penedo para Iguarass. me veio re-
eommendado por um amigo que muito preso, e eu,
n2o s por isso, como porque costumo tratar bem
a todos que me honrara com sua amizade, re-
cebi-o por modo digno de mim e dalle.
As nossas relaces estretaram-se portal modo
que alguns amigos qae conhecem de perto o Dr.
Amorim, enteuderam que eu no obrava bem ;
roas parecendo-m" que aquelle senhor, que liaba
passado por bem vivas contrariedades aa di
versas comarcas em qu es'ivera como juiz, pro-
curara em Iguarass tornar-se merecedor da es-
tima publica, continuei a tratal-0 como amigo sin-
eer i.
Infe'izmeute, porm, o Dr. Paes barreto, que
meu amigo, icorrea no seu desagrado porque
quiz cumprir, como costnms, os seus deveres em
neg icios tarenses, que prejudicavam pes-
toas que o Dr. Amorim des. java servir,
e d'ahi nasceu a de.sintelligencia entre tiles,
dcsintellicencia, que procuret acabar por modo
digno de ambos, o que ceramente conseguira
se o Dr. Amorim, que nao prima pela sensatez,
nao se sivesse deixado infl e neiar por alguns dos
nossos malignos adversarios.
Nao tendo o:i, poi, conseguido a raeoneiliaalo
intentada e u\ i tendo consentido qu o juiz sacri-
licasse o promo.jr, p./rque tenho motivos bem cc-
nhucidos para pr zar mais este do que aquelle, deu
isto lugar a que o mesmo juiz se tornass meo
desaft'-cto ao ponto de concordar com dous per-
versos, que o t< queutam, na publica',:'o de pas-
quina contra mim, continuando elle) entretanto,
a dar-mo o tratainento de amigo do eoraeS !
[astigado o Sr. Aaurm pelos nrlap,-, que o
cercnin, procurou provocar por todos os modoso
promotor com o bem conhecido fim de tornal-o.
pela desharmonia, impossvel com elle na co-
marca.
Com esse intuito aproveitou se da occeso em
que tmha de ser julgado no dia 26 de Fevereiro
ultimo um criminoso du morte altamente prote-
gid>, para insultar o promotor por modo iuqua-
lificavel.
Nesse julgamento a que eu nao assisti, porque
estava nesta cidade, deram-se incidentes, que
bem revelam de quaato capaz o Dr. Amorim,
qu ando mal guiado. Tendo o promotor, depois
da anaiyse dos depoimentos das testestsmnnhas e
outrus peyas do processo, querido icr a s.ntenca
No consistorio Ja igreja de Nossa benhora da | d(, pro,,,,,,,.^ qiie pe|08 geug considerandos pituita
;dn eieSo dos Militares, se acharao expostas as i eni evidencia a cnlpa do reo. que j tiuba sido
Premios de ItOOOft
3.282 4.049 5.172 7.86 8.241
12.459 13.889 16.041 17.789 19.614
21.476 22.713 25.010 26.947 29.822 30.175
31.496 32.618 37 062 37.205 37.912
120
8.495
pproximaeea
J
24.547
24.549
16
18
25.736
25.738
4-000*00
4:000*000
2:000*000
2: '00*000
1:350*'XX)
1:350*000
da
pre-
Os nmeros de 24.501 a 24.600, excepto
sorte grande, esto premiados com 400*.
Os nmeros de 1 a 100, excepto o
mi de 40:000*000, esto premiados con 200*.
Os nmeros de 25.701 2).800, excepto o que
sabio ) premio de 20:000*000 esto premiados com
100*.
Todas as centenas cuj i dous algatismos termi-
nan in em I, esto premiadas com 100*, inclusi-
ve a da soi .. grande.
Todos os nmeros que terminaren! em 8 e 9
aatao pr. miados com '0*.
Lotera da cortePor telegramma rocebi-
do p. la Casa Feliz, sabe-se terem sido estes os n-
meros premiados da 4 parte da lotera 195, extra-
hida hontem, 23 de Marco :
13.388 100:000*000
3.567 20:100*000
L. .iiTia da provincia Sabbado 27 de
Marco, bc extra'uiri a lotera n. 45. em bene-
ficio da matriz de S rinhetn.
O Sr. Amorim deveria prever que a su* an-
nueneia a essa injusta s nsura. autorisaria a
presumpeao.de que elle presava posea a sqa rea-
peitavel consorte, Unto mais''se se attender que
elle muito festeja h je aquelle visinho, que des-
afiara as iras do filho, por nao ter querido aesstir
ao funeral de sua veneranda e earmhosa m5i.
Saiba o Sr. Amorim, que entre nos nao existem
hsongeiros e i):isquineiros, na p.-qnena iota cin-
ques. S. vive hoje, que os ha, e sao aquellos
que, para agradal-o, o qaalifcaa d bonito e in-
tel igents, c pira vingal-o, mandam jiublicar cen-
tra min no Rebate urna m.inunda poesa, que se
niopd I, r sem calafetar as ventas.
E' admirav<4 que o Sr. Amorim, que m^ quri-
lihoava ue seu ebefe o que me tocia elogios, qae
offendiam a miaba natural molestia, se uniss^ a
injustos adversa ros para h-istilisar-ine ; adini-
ravel que o Sr. Amorim, que b-m me conhece,
leve o seu desejo re retir-me no pomo de fingir-so
araeacado em Bua existencia por mim, que nunca
pritiqiiri urna violeneia; para p^dir proteucio
aquellos, que sab un fazer uso do q'teri da batinga
contra os fracos ou oovardes que os nao obae-
cem.
O Sr. Amorim, que io presenta na Provincia
como conservador intransigente, pareee querer
representar em Iguarasi- o mesmo papel ras ro-
presentou no Rio Grande d > Norte, reunindo-se
aos adversarios para giierr.ai os correligionarios ;
podo 8. 8. fazel-o, ceno de que eu, que ni>nca
dei presentes de ciwcm envenenados, nao attenta-
rei contra a sua evi-teneia e ap- as reagire
contra si pelos meios legaas, se a isso me obrigar
Ao concluir devo observar rovincia e ao ^r.
Amorim, que a informacao dada pelo delegado de
Iguarass sobre o faeto de que se trata, em nada
nos prejudica e que a extempornea defesa. que
este meu amigo fez ao dito Sr. Amorim, asss
cempromette este, visto oa> al. m de por em evi-
dencia a ana ingratidio, ",..ncha do algum modo a
sua toga de juiz, o que por certo elle nSo te ve
em mira.
Voltarei se preciso fr.
Recife, 21 de Marco de 1886.
Joao Francisco do Amaral.
Manfcsfa,'o
AO MUI DIGNO CIDADAO AGOSTIHHO BEZEBRA
DA SILVA CAVALCANTE
Nos abaixo assignados moradores A ra Impe
rio I, 2 iiistricto da fregu zia de 8. Jos, faltara-
mos um imperioso dever, deixando de, do alto
da imprensa, reuder um sincero preito degratidao
ao mui d^no cidado Agustn! Bezerra da Silva
Cavalcante, pelos seus numerosos e relevautes ser-
vicos prestdos eausa publica e aos moradores
do 2" districto desta freguezi.i, na qualidado de
subdelegado ; pois que, Jurante o seu exercicio,
trabalbou incansavelmeute e com esmerado z-l.
fara garantir a tranquillidade e socego pblicos,
izendo imprimir o resuelto or influeacia e sua
Cd
une.s e as espheras arrumadas em ordem n.imeri
ca, apreciaco do publico.
Lotera do RioA 2' parte da lotera n.
363, do novo plano, do premio de 100:00*0000,
ser extrahida no dia .. do corrente.
Os bilhetes acbm-se 4 venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem aeham-se venda na praca da Inde-
cia ns 37 e 3l>.
i.olera Kilraordinarla ao ;>l-
nioiaO 4 e ultimo sorteio das 4-< e 5J .cries
. importante lotera, cuj maior pnM h de
150:000*000, ser extabida a 9 de Abril.
- cham-se ciposto venda os restos d s bilhe-
tes na Casa da Fortuna raa Primeiro de Maree
n. 23.
Lotera de Macelo de OOiOOOOOO
__A 21' parte da 11* lot"ria, cujo premio grande
A de 200:00o(>00, pelo novo plano, ser extrahida
impreterivente no da 30 da marco s 11 horas da
manb.
Bilhetes venda na Casa Feliz da pracada In-
dependa ns. 37 e 39.
Lotera do Marannao A 1 parte da 1*
oteria detsa provincia, em beneficio da emancipa-
co e Santa Casa de Misericordia, cujo maior pre-
mio 50:00010 0, ser extrahida no dia 26 de
marco.
Os o.lhetes acbam-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Maiailoun Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 78 reses para o consa-
mo do da 22 do corrate mex.
23 do cor-
12*880
3000
Mercado Municipal d %.
moviracnto deste Merca no dia
rente, fni o seguinte:
Kntrarain :
36 bois pesando 5.642 kiw,
644 kilos de pcixe a 20 ris
15 tabolein. a 200 ris
102 cargas de farinha a 200 ris
20 ditas de. troclas diversas i 300
ris
11 sainos ii 200 ris 72u '
Foram oceupados :
12 columnas a 600 ris 12*K.O
41 rallios de carm; v rdfc a l*00u 44*0(h-
8 ditos de ditos a 2* 16*000
30 compartimento de taiinba a 500
ris 15*000
22 compartimentos de 0 midas a
500 r;s 11*000
74 dito de legumes a 400 ris 29*600
17 compartimentos de suino a 7tX)
ris 11*900
11 ditos de fresearas a 600 ris 6*600
anterior nente condeiouado a gales perpetuas, o
Dr. Amorim prohibi que elle a lesse, declarando
ao tribunal que smente lavrara essa sentenca por
que entao confio va nu promotor com cujo parecer
se conformara O Dr. Amorim foi adiante; nao
satisfeito em ter assim contrariado o promotor e
externado a sua opinio em fav. r do reo, na occa-
sio em qae fallava u advogado dente deu Ihe nao
poucos apoiados, e quando teve de resumir os de-
bates o fez diz ndo -que a defeta tinha destruido
todos os o- gumentos da aecusaco, com o que nao
cencordsu o jury que condemnou mais urna vez
a esse innocente !
Tendo, porm, o promotor se portado coui ad
miravel prudencia nao foi a calculada provoeacao
do Sr. Amorim coroada do desejado effeito; e por
isso na manila do dia Io do corrrente mez, antes
de ab- rta a ssiio, na qual tinha de ser julgado
o ultimo processo, te ido elle travado urna dis-
cusso pouco conveniente commigo com o iutuito
de provocar o apparecinento do promotor, que
estava fra do reciuto, logo que este chegou diri-
gio Ihe palavras grosserase concluiopor ameacal-
com priso, comprehendendo me ua ameaca !
Desta vez a piovocacSo produxio o almejado
effeito, p irque o promotor, qae nao tcm sangue
de barata, responden Ihe antes que eu reagisse,
duendo : que te di (fio i I seria a elle juis prender
a qualqier de nos sem razo, quanto seria saltar
o m sin.) juiz p>r urna das janellas da casa em
que no> achavamos.
Apenas o promotor deu essa resposta, filha sem
duvida da altivez de um funecionario que se presa,
o Or. Amorim po'. se a gritar que o promotor o ii-
,. iameacado, pele que suspenda a sess i (que anda
nao estava ab.rta) para vr queixar se ao Exm.
Sr. presideute da provnci;., o ue fez por modo
inexaet) e indecoroso para elle.
Regressando dous das dep s desta cidade para
Iguaras.-, all chegando f.-z publicar o edital,
que a Provincia transcreveu, dizendo aos habi-
o antes da comarca que s convocara o jury quan-
do o Exm. Sr. presidente cumprisse a promessa
R1Q' (i d le 'ne t'nni *e't0 ^e demittir o promotor, pro-
Oeve ter sido arrecalada neste dia a
quantia dr 170*580
freces do dia:
Carne verde a 560, 480 e 320 lis O kil
Sumos a 600 e 50i ris dem.
Ca ne i n. a 800 e 1*000 ris dem.
ratinas de 320 a 64ll ris a cui.
Milho de 240 a 400 ris dem.
Feijo de 6i(l a 1*280 ris dem.
Foi multado o talhidor Paachoal Alexandrino de
Mello.
Iem Merlo publicoObituario do dia 21
do correutt :
Thomas, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos ; cori-
VulhO-S.
Amb'-osina, Pernambaco, 9 dias, Boa-Vista;
eclampsia.
Maria, Pernaraboco, 6 dias, Boa-Vista ; to-
tano.
nicssa que nao foi e nem poda regularmente s r
I it.i. cjiod se v do ufli-uo, qn o mesmo Exm
fir. ihe dirigi e que foi publicado no Diario de
hontem.
A pesBOa, qu- aconselhou o Dr Amorim a pu-
blicar esse celebre edital, lambem lembrou-lhe o
autoameiito, que manduu Iiviar no di i 3 u ate.
fizeiid'-o assignar no da seguinte por dous offi-
ciacs de jmtif t (um dos quaes diz nio ter nssigua-
do,) por Joaquim da Multa, que inimigo do pro-
motor, por t r esie requisitado, c an justica, a sua
demisso de escrivao da c II. etorii provincial, por
Vivenie de ij.ldas, que uaio deu noticie desse au-
toameuto, quaudo dep .s no da 3 parante o Dr.
abase de p lie a e pelo grato e brioso Antonio
Campello, a quein ja def. nd, gratuitamente, em
dous proesflos crim. s, como ssbe o Sr. Dr. Mar-
tin Pe eir, que Ihe atinbuio, eon encioda nen-
te, as pancadas que levou quaodo juiz de Igua-
rass.
L' ridiculo que o 8r. Amorim, sem declaracao
de motivo just), me tive.se ineluido ue-se falso
autu.im ait que Iht; foi inspirado por alguein qae
deseju contribuir pala ab.lar u coneeito. que sem-
pre merec, de houieui sensato e orleiro.
O Sr. Amorim to precipitad, em suas pe-
qaenioas vingancas, que para prejudicar o Dr.
Paes llsrreto, fes escrever na Provincia que sup-
punha ter sido este quem Ihe dirigir urna carta
annuyma, que ninguem vio, infamando suas inno-
centes filhas e virtuosa sobrioba; o Sr. Amorim
to leviauo que consentio que os seas defensores
dissessesxna Provincia, que o panegyrico que o
actividade, energa e preservar os direitos dos c-
dados aos assaltos aos bandidos e ma.feitores que
de ha mutos tempos iufcstavam aquelle malfada-
do districto.
Era a sombra dos seus r conhecidos ser vicos qu
as familias, sem escrupuhs e recelos, transitavam
as ras daquelle lugar,iseutas de provocacoese in-
sultos que diitr'or recommendavam o prestigio das
autoridades sobre a onda dos desordeiros e Cbpao
gas.
As providencias postas era accao poi este dis
tincto cidadio, quem apreseutam s as nossas sin-
ceras provas de smisade e gratdo, reclamavam
a tonservacao de to enrgica autoridade : mas,
constando que acaba de solicitar, com honradez e
criterio, a sua demisso do referido cargo, vimos
por meio da presente manifestar ao publico os
nossos verdade.iros sentimeutos, respeito daquel-
le que na i poupou sacrificios e esforcos pelo be n
publico c muito especialmente aos moradores do
2o districto da freguezia de Sao Jos.
Recite, 18 de Marco de 1886.
Joaquim Alcebiad s Pereira Caldas.
Jcaquim Jo.- da Silva Moreira.
Jos Luiz Gonzaga da Silveira.
Andr Affinso de Carvalho.
Joao Bez rra de Albuquerque Coura.
Francisco Moreira da Costa e Mello.
Joaquim Herculauo Pereira Caldas Jnior.
Gaspar Jos de Mello.
Jos de Souza Guim Jos Iguacio Ferreira Rabello.
Augusto Gom.'s da .Silva.
Mono I Simes da Metta.
Augusto Moreira da Silva.
Mano 'I Gomes de aiva.
J laauim Ch ysostomo de Albuquerque.
Manoel Jos Lopes.
Jos Vidal Piiho.
Manoel Val >ria da Silv i Guimaraes.
Custodio IS.iibosada Silva Guimaraes.
Cuerano H -nriques da Silva.
Roberto G Ferreira Villariu.
Mitonio de Alm ida Ribelio le C.
Manoel llygino de Carvaibo Couto.
Candido Thiago da Costa Mello.
Jo'- Emiglio Perra ra Lima.
Sergio H. de S Leitao.
TI) anaz Antonio Guimaraes.
Iurenco Tbomaz da Silva.
FrancifCO Antonio de Oliveir i.
Manoel Francisco de Souza Lima.
los Goncilues Ferreira Guimaraes.
Manoel Duarte Machado.
Manoel Martius Ribeiro.
Antn Piusa Lima.
Antonio Jos Leo.
Manoel da Cuuha Ayres Velloso.
liudiiio Rocha Souza Lobo.
Manuel Theophilo da Silva Guimaraes.
C. V. Lima.
Ildefonso Rocha Souza Lobo.
Joo da Cruz Vieira Cabral.
Antonio Alfredo Moreira de Mendonr;*.
Miguel Jos Barbosa Guimaraes.
Joo Ileiiriques da Silva. <
Jos Felina da Cunha Souto Maior
Francisco Xavier de Carvalho.
J ronyino da Silva Netto.
Antonio da Silva- Netto.
Joaquim da Silva Netto.
Joio Gomes Ferreira de Abreu e Mello.
J. s Soares Fernandes de Oliveira.
Jos Maria Soares.
Cosme Guedi s de Araujo.
Joio ?eiera do Nascimento.
AfFonso Loyolla.
Pmladelpho Barroso da Silva.
Joio Jos Barroso da -diva Juvinis.
Manoel Jos da Costa.
Manoel Fernandes de Moura.
Jovino do arvalho Cavalcante.
ntonio de Miratilii O, Braneo.
danfredo Joquetino de Miranda.
Bazilo Alvares de Miranda Varejio C Branca.
P.ulino Carvalho Miranda ViWejio.
Francisc Joaquim de Sant'Anna, dizendo mais
que remou sempre em g -ande silencio esta fre
guezia e se deve sentir a ftlta de to distideta
autoridade.
Benjamim Pereira Guerra.
record entre nutras coutas nefan las os irros in-
slitos, e o desesperado chorar e n publico de certo
F. de Souza, cnisid. rando ee privado da bezerra,
que tambem berra vi por elle quando, arrastada
por sen dono, ia para a capital pensan lo resig-
nada que no R.-cife encontrara igual pasto, .-
norventur* menos euxovalhaio.Ora isto muito
extraordinario! ellas de muito mais eabem os no -
sos vaq leiros que citam a cada p&sso este adagio
quem faz o que nao deve, ouve o que nao
quer.
Viva o progress >! .
E nao obstante isso sao reputados gente sem
le b'in, ei lados prestimoss; gal
gam tidis os cmprego* honrosos do lugar que
accuraulain, mediante latir s umaalllllaliliiilSJ, com
direito a ter m r speil idos e >b o i i i at au
despotismo por um povo que neg -Ibes ;. nobr-za
do na-ennento e delicadeza do proceder. Con
taes seuhores far bem de se aecomodar o ninftn
actual vigario para nao Ihe succeder como a Seai
predecessorea.
Eotao os bons mestres que fazem os bons ca-
chorro'? sem duvida. Uus o outros vao imitando
aquelle velho mariuheiro D.ouiaio, o qual diz an
t-r sido cumplice, senao autor, na usurpacA .
tartas do patrimonio de Nossa Benhora do O', e
nos d'-sacatos teitos a seu legitimo p.rocho acoa>
tinho de Godoy e Vasconcellos. Or se que por
causa disso, e le nutres seus feicos que a decencia
manda calar. Deas o castigou ii'esfa vida mais
que ao vigario desacatado affrontosaineute. Este
snliio do Altiuho como h > nem, e aeaboa seus das
fortalecido com os socoorros .s;)irituaes da igr. ja
no engenho Freixeira, freguezia da Escada, como
j dase, e apis elle seguio o dito infeliz Dionisio
m ntecapto, e, a narrado como animal immundo,
coi.duzi lo a t irca pira o hospital de Olala, on le
morrou furioso e s.-m sicrunentos, qae paire na.
teve que lh'os admimstrassel. .
Eu nio sou fat.lista e nem devoto cariica; mas
tenho e para mim que o jas o co nio deixa im
pun" a qum oma tocar nos christos do Senhor
KM motiv i plaasivel e muito grave.
Viva o progresan!
Nunca tiv-mos qn ra se I-mbrasae de lampeoes
para a illuminacao publica de Altiuho : mas orno
tud i tem o seu temp>, afina! lembrou M o Sr. Cai
xa mor di irinan ladt suspensa, dn mandar fazer
dous lampeoes gaz, sust- ntados a cus'a (salvo o
erro) do r ulimento .la capella d Notaa Seaaera
do O': elle mesoa* for.iece o gaz e se satilli 'go
de os iejinder no tirapo escuro ; ardem por eopa
co de 3 h rae e se pagam por si s i< da noite.
Viva o progeesso E rl'onde vem taat zelo ?
Proph. ta, ell previa a cri e" > de urna sociedad.-
dramtica familia* aitinense d) respetivo Iliea
tro que haviam de estab lecer n'esta povoacao ; e
ofim de qu* os espectadores nao errasfra a porta,
nao s do 'I). .tro. mas tambera da sua (averna em
caso de necessidade, < mes'no (-up e-se) para nao
enferrujar a prafa de Nossa Senhara no c.fre d^
sobied ta ii-inandaje e nem perder a sua virtude
esse combusiivel encerr 1 i p >r muito tempo as
latas por falta de cinisumi lo rea, teve a boa Iem -
branca de collocar na trente da igreja e das casas
os dous ia pees, cuj necessidade e utilidade
erara, na sua previsao, ueintoftaveis; erara .lm
d'issj nina eioiiiiii.^ao dos nossos melhorameutos.
E portanto:
Viv o progress o !
Audou, ptiis, dito Sr caixa mor bem avisado, e
acoiicelhado por C ruar -em iluvida. mandando
f iz. r ditas lu ninarias ('He tambera ..utor do
nosso acoogoe s.- c un -i c- 01 pretexto de servir
as beatas da resa djt tu;.. ota ua igr -j todos os
dias noite. aond. eile raesrao nos ed.fiea na qua-
r.-sui i cora as su ts ra* taaras.
Mas, velhns guabirs na i i3 illa lraos sempre,
me disseram alguns prudentes, com doniibas en-
forinhadas [ndispoato como andava cononjsso
ex-vigtro Guit'rres, o ciix aiui5r se oropuoba ou-
tro tira (meu Dous. nerd ai-m se me eugano) na
invencao d s larap.es. Elle desejava que o provo
cassein, que o padre commettesse algum crime,
surpreheinie -o em falta grave, apanhal-9 m fli
gtanto (que malicioso!...) p.ra poder t> serau-
nhal-o, e de os feito o inqiecito, reineifel-o pra
a cadea da cidade, embora voltatse livre d. p>is
deassira desfei i >; para isso traaia seus c-ichor
r s solt ia a to.a hora; mas porque na^jeram de
elhos abertos e nao v m de note mais do que elle,
trun indispensaveis taes luzernas, para que pu
desem no clarao ver as sombras e os vultos de
quem entrasse sahsse do presbyt.-rio, e correr
logo a ref-rir o que virara porventura e o que nao
virara ; fazendo t m is juntos satnicos eommenta-
lios em casi do caixa mor peraute o l*e 2 jizes
de paz, ete, do Mtinbo, que os escutam e apolan
dem por amisade e sympathia, planeando a ma-
neiri porque hao de erimi.iar a quero no st u cn-
eeito Ihes mereeia Mas, irrande Deus.' Aquclie
qae do aeu Kegio-Sacro Thronotodo v, sabe e
governa ludo, padre e presbyterio; taverneiro e
faverna; O De.ua Justo Omnipotenteque dos al-
tos cus deten le e protege o innocente,ao doloso
nio deia^a ons guir o que quena. As saas ci-
ladas o padre corajoso nao tema d'ellas, por ami-
gos avisado sabia iivrar se ; dos meios que em n
'aneas alguns Ihe offereciam jmiis quiz aprovei-
t ir : obrigido; nio quero, diz; temos a le e a
r.zao. Nio devo c nada temoapenas da vil trni
caoquando por esses caininhos eu desprevnido
andar. Ma-, dos covaries tenho f que a Virgem
me ha de guardar e que Deas Nosso Senhor, Juiz
Supremo e Justiceiro far virar o feitico por cima
do feticeiro !
Assim fallava o perseguido er-vigario Guiterres
aos qu" de longe e de perto vinham ofFcrecer-lhes
seus servicos.
Viva o progresso I
(Contina).
Alliaho
(Continuacao I
Viva o progresso!
Nos esrevem d'aquella villa. .
Esperamos qae o Revm. vigario Vicente de
Moura, ser mais estimado como bem succedido
entre nos -elle ai o presente se mostra satisfeito.
A principio tudo bora ; oorm A.-ostinh > Ca-
Vjtlcanii j c .meca a desgostar-se e desgostal o, e
su collega Joi Boato ahi est tambera com a
lingui afiada e b 'm pouteira para cortar e reta-
ihar a reputacin do parocho e dos freguezes que
Ihe tiv. r.-m airisade sem exceptuar suas irn.is e
raai proprias!. ..
Sao cachorros bem educados para faserem o que
seus seuhores ma idarem, j ladrando e j mor-
dendo, mesmo na ente de casa. Aprenderain com
o mariuheiro Dionisio Rolrigues Jacobina (e se-
melhautes), us taes cachorrinhos de raca humana
sem humanidad.', entre os quaes se destingaem os
dous mencionados Joio Bento e Agostitho Caval-
cante. Acontece morderem at os proprios donos
e nonas quando lhes faltara com os agrados, com
a cachaca e genebra, com os bolos doces e pio-
de l, etc. e se por acaso os ameacam de chicotes
('lies s temem a vara da justica) entio fasem
mais : infamara a donzella honesta, botam na ra
a infelicidade da esposa albeia (e note-se qae
tambera sio casados) e a covardia do marido, que
aceita o cigarro da mi de seu offensor ao sahir
do lugar prohibido, occultaudo criminosas fra-
queza para nio desoobrir que am mtseravel
como nquelle qae Ihe offerece o cigarro I I
Viva e progresso!
Processo por crime de injuria
RAZ5ES DE APPELLAgAO
Jos de Souaa Carreiroj victima da per-
aeguijio exer-id por seu concanbado Dio
go Augusto dos Reis (e motivada por fac-
tos que se deram com r.lacao ao invwota
rio do sogro de arabos), appellou para este
Venerando Tribunal da sentenca a fl 26 ;
pela qual foi condentnaolo a 2 mezes de
priso e multa correspondente meta de
desse tirapo. Servirara de pretex'o sup
postas injurias irrogtdalas a urna preta li-
| berta I
Mostraremos priinjirament a nullidade
do processo e a clamorosa injustifa da sen-
teno i a este respeico ; e provareaos de
pois que ella nao foi menos injusta .quanto
ao merecimento da queixa.
O douto juis processaote nunca admittio,
como juiz do commprcio, aue fosse trans-
gredido o art. 40 do Reg. n^ 737 do 1850;
cuja dispoaico de uso quotidiane.
* Para a citacio reqaer se :
t | Io Que o official do diligencia leia
propria pessoa que vai citar, o reqn ri
ment da. parte com o despacito do juiz.
ou mandado por este as-igjnado, dando lb
contra f, anda que esta n3o seja pe-
dida.
| 2o Que na t da citacao que pu ir
no reqiieriinent' ou candado, declare so
se Jeu contra-f, e bem assim se a parte
citada receben ou nSo quiz rebeber, i
Ninguem contesta a conveniencia desta
dupla disposiyS > o muito menos a sua obri-
gatoriedaie; ninguem lisse ainda, se ella
nSo foi obsrvala: isto nio tem impor-
tancia o citado, se quria ler o requer-
monto e copial o, losso ao cartorio.
E o que induz nullidade em urna peque
na quesillo de Bteresse pecuniario, nS-t por
f!e ser cousa indifferenti em um proce*ao
rim, que affecta a linordade, a honra ou
a vida.
Passemos a transcrever urna parta de.
nossas allegares a fl. 23, nao obstante
ser nos muito fcil dizer a mesraa cousa
por outras palav as; ser meltioruente,
observada a injnstica do que foi decidido
depois de urna demonstrayao tao clara e
convinoente.
Nos proceasos definitivos, de que trata
o urt. 4S Ho R"g. de 22 de novembro do
1871, o reo obrigado a apresentar sua
ilef>-8a logo no comi'co. antes da inquiriyao
das testemunhas, como faz certo o | 4o,
.leven!.) na mes.'iia- occasiao entregaTos-
do u.lientos ue tivr ,n .-ncioaado, pan
qae o autor os possa examinar antes Ja sen-
;a. Deprehende s isto dis palavras : a aos
qua'-s (autos) va io laH juntar a exposijao
a documentos que a parte offerec^r, com-
bina tas com o 6, onde apenas so con-
cele s partes, depois do terminado o pro-
cesso preparatorio, o offerecimenti de ra-
ze* escriptas.
N 8s def.isa que a lei manda reeeber (a
o Cod. !) Pr c. man lava ouvir, dela-
r n lo qu p i s r verbal), nossa exposi-
1 '. juntar aos autos, d ;ve
" r as su os testemunlias, paraqua
s j un citad i inquiridas, ou simplemen-
te, inqariils, se tivrin comparecido na
mesiuo tuKenc.ia p>r dilige.ncas da parta.
K' c aro qu- em proceasos desta ordem 0
reo obrigado a preparar a sua d-sfesa
antea da pritDeira audiencia : mas nSo ha
o absurdo de u.no deVfosa previa, fcita pr
adivinbaySo. Segundo o art. 207 do Cod.
do Proc. e o art. 48 2o do citado Reg.,
0 "fu :ial de 'i-to; que faz a citacSo, tut
a obrigaci de p -nuittir ao delinquente a
1 itura e a copiarlo requcrimnnto. E quan-
do nao ha requ -rim^nto, por no haver
queixoso ou denunciante, isto quando a
Utoridude proce ie ex officio, mandam os
asta. 205 do c.digo e 48 1* do Reg.
que se faga previamente um acto dr-
cnnisfanclado do loco devendo
egu tmente ser pennittida a sua leitura,
como dizein oquell^s 'isposigSos.
O querellado foi citado dentro desta ca-
ptol, sem aueo proprio official tivesse co-
nhecimenbi da peticao de queixa ; que ficoa
auto.'ida no c;.rtorio, dando-se-lhe apenas o-
mandado a fl 9. O que d^ste consta a
ordem de 8 duos, upara deporem no processo que por
este juizo instaralo por queixa de Lui-
za Mara da Ooncu'go contra Jos de
Souza Corroa, por .-rime de injurias, inti-
mado tambem o referido Jos de Souza Car-
reiro.o
Injurias verbaes Mauuscriptas ? Ira-
pressas ? Rcf rentes a factos Jelictuo o
susceptive: de prova? Era que consistan!
eeaas injurias? Onde a espe.cificago do'
facto criminoso eom todas as suas
Circumslacias (Cod. do Pro:, art.
79 1), espeeiri-acao qa deve ser exhi-
bida pe i'fli ;ial ; o cuja necessidade tSo
absoluta, que a propria autoridade obri-
a faad a previamente, nao ha vendo
queixa oo denuncia ?
Carreiro compareceu audiencia, a ver
o que surgia ; o honrado j liz preparador
leu a p ticao d". queixa e pretendeu rece-
btr a defesa ; o que provocou as palavras
que se encontram a fl. 15. All se ve um
termo intitulado defesa do reo Jos de Sou-
za Carreiro, mas o contedo nSo defesa,
e sim a declaracao do motivo, porque ella
nao existe :
No misino acto da audiencia, sendo
lida no r i a petcSo do queixa, por sea
advogado o Dr. Jos Joaquim de Oliveira
Fonceca foi dito o seguinte :
Que, surprehendido com a leitura das
argui<,3es feitas na petigilo de queixa e sen-
tind) nao tel as adivinhado, aguarda-so en-
tretanto par., na concluso do pro esso,
.fferecer nlnumas allegaces como permit-
le a lei.
Se tivesse adivinhado, furia urna expo-
siciio extensa relativamente aos factos que
se deram no inventario dos bens que fica-
r.im por fallecimento de seu sogro ; tea
requerido certidoes valiosissimas, para :uos
erar que espinhouse com o pedido de (lili
gen.ias, nao uraa pobrepreto analphabeta
que vai xidan'a fazer compras (como se
v dos autos), ma o testamenfeiro e in-
ventariante Diogo Augusto dos Reis ; que,
sem ser citado, apres ntou-se na audiencia,
juntamente coia a queixosa, e foi natur .1-
mente quem pedia ao seu procurador (no
iuventario), para comparecer ao mesmo
tempo como procurador da queixosa, me-
diante procuracSo que foi exhibida- O
querellado faria urna curiosa comparacao
do que se l no inventario com o que exis-
te neste processo, onde o Ilustre advoga-
do da queixosa o mesmo do testamentei-
ro (a cujo pedido era natural que atten-
desse) ; o honrado procurador da queixo-
sa o mesmo do tstamenteiro (e pelo
mesmo motivo) ; a 1* testeinunba da quei-
xosa o avaliador nomeado pelo testa-
mentario para a avaliacao dos bens inven-
tariados (era cuja partilha veremos at
onde chegara ns suas pretene5es); a 2*
testeraunha da qaeixosa declara que 80-
brinbo do testamenteiro, o alera de sobri-
nho caixeiro, como diz a 4' testeraunha ;
a 4a tfstemunha da queixosa declara que
caixeiro do testamenfeiro ; a 5* teste-
munha da queixosa declara q'n criado
do teatamenteiro, accrescentan io que al-
gnraas vezes vai casa da queixosa visi-
ta-a o outr.'.s vez*s levar colisas do
testamenteiro.
Coneluiroos assim as nossas allegacSes
do fl. 23 a 24 v. :
o Faa-8e um novo processo, e o que-
rellado ha de presentar a sua defesa, o%
seus documentos, as suas testemunhas..'.
Lembramoa, porm, s teatemunhas que
iisseram agora ter o qu. relLdo attribuido
queixosa a pratica de um roubo, nio
queiram depois emendar os seus depoimen-
tos. >
Nao era de esperar que essa questlo do
direito fosse decidida assim :
t Ab nullidades allegadas nSo procedem,
porqu' ( r > foi cit .do p >r ura mndalo,
do qual constava o crnne, que se Ihe im-
putava, quem se qu"ix .va e quas as tes-
teiuunlias, e se, coo (iulia direito,
quiesse ler o requeriraento ou copial o po
da se dirigir ao cartorio do eacrivo, o
qual tinha o dever de a (endel o,
mas nao consta, nem meerao allega, que
isso Ihe fosse recusado. ..
Vamos por partes.
O reo toi citado por um mandado.. .
Nfto poda 8el-o. E' muito claro e ter-
minante > art. 81 do Cod. do Proc. Crim.:
As citacSes que forem requeridas ao
juiz de paz. e se bouverem de fazer no
respectivo disiricto, serilo determinadas por
despacho do mesmo jui* no requerimento
das partes; as que forem requeridas a qual-
quer outra autoridade judie al, e sa bou-
verem de fazer no termo da sua urisdic-
9*o, sero determinada por mandado do
I

s
-

I
/
t -

iiffilvfi
i


Diario de Pernambuco---(Ji.arta--fcira 24 de Marco de
13f6




meamos juiaea, ou por portara na forma dos
seus regimentos, salvo se houverem de ser
Jeitos na cidade ou villa de sua residencia,
onde tambera serao determinadas por
despacho no requerimento das
partes, e por precatoriaa as que houve-
rem de ser feitas em lugares que nao forem
da jurisdicyao do juiz a quero forem re-
. queridas. ,
Os arts. 205 a 207 do meamo <.od. do
Proc. excluir m a hypothese de citasao
por mandado nos procesaos por cnmes,
cujo conheci.otnto e decisao final cooipe-
tisse aos uizes de paz. Apr.'ssutada a
queixa oa denuncia, o juiz de paz manda-
va citar o delinquente (art. 205). Nao la
vendo queixa ou denuncia, mas constando
ao juiz de paz a nfraecjlo, 'lie m ndava
formar auto circu-nstatH-iado do facto, com
declarajao das testemunlias que l.avia u fl
jurr, e citar o drlinquente na firma do
artigo anteceden-e (art. 206). O eserivao
ou official de justiqa era obrigado a per-
mittir ao delinquente a leitura >io r. queri
ment ou auto, e mesmo copial-o, quando
o qaizesse fazer (art. 207).
E' claro como a luz meridiana, que o
art. 207 regulava o njodo da eitacao.
Aquella que citava, permittia a leitura do
requerimento ou auto, e a *xtrae;ao de
urna copia. Para que o offi :al d! justica
fosse obrigado a permittir a leitura e capia
do requerimento ou auto, era n" essario
que elle o tivesse, na occasiSo do citar.
Seria curioso um official de justica citando
com um mandado, e permittindo a leitura
do requerimento ou auto. .. no eartorio !! I
A excluslo abioluta do mandado foi es-
estabelecida por dous motivos,
Quera fazia o proeesso era o juiz de
paz, urna autoridade visinha; e j vimos
no art. 81 do Cod. do Proc. que as cita-
ySes requeridas ao juiz do paz, e que se
hajam de fazer uo respectivo districto, sao
determinadas por despacho no requerimento
das partes (sendo fra do districto, expe-
de se carta precatoria).
O reo era obrigado, apenas compareca,
a exhibir sua def sa, verbal ou escripia,
com a indicajao de suas testemunhas. A
inquirido das testemunhas do autor e do
reo comecava depois disto.
O que servia de lihello aecusatorio nesso
processo definitivo era o requerimento ou
auto.
Requerimento formulado, nos termos do
art. 79 do Cod. do Proc., isto contendo
o facto criminoso com todas as suas cir
cumslancias: o valor provavel do damno
Boffrido ; o nome do delinquente ; as razes
de conviccclo ou prssumpco ; a nomeacSo
de todos os informantes e testemunhas ; e
o tempo e o lugar em que foi o crimo per
petrado.
Auto (se n3o havia queixa na denuncia)
conforme ao art. 206, Uto auto cir
cumstanclado do facto, com declara
c3o das testemunbas.
A cotUrariedade era a defesa verbal ou
escripta, que o reo de va preparar ant-s
da audiencia, juntamente com os documen-1
tos e o rol das testemunhas.
Encerrava-se o processo na mesma au
dieacia, e o juiz pella mesma proteria a
sentenca, podendo, quando muito, fazel o
na seguate.
Tudo isto explica a necessilale da cita-
gao pelo modo proscripto no art# 207 do
Ced. do Proc:
O eserivao ou official de juanea per-
roitUrao ao delinquente a leitura do re-
quetnento, ou auto, e mesmo copial-o,
quando,o queira fazer.
(Contina)
Acta da e*Co rdlnarla'dn n.em
bla geral dos accionista da com
paania deaeffuro martimo* e (er-
re*(reM piiikmi pi:r\ibici\i
PRESIDENCIA DO SE, ANTONIO COBKA
DE VASCONCELLOS
A' urna hora e um quarto di tarde do dia 10 de
Marco de 1886, na fde da companhia de seguros
Phanix Pernambucana, ra do Coinmcrcio n. 38,
verificando se eatarem preaentes oa accionistas Srs.
Antonio Correa de Vascon ellos, presidente da aa
sembla geral, Carlos de Moraea Gom*a Ferreira,
1" aecretario, Joaquina Jos de Amorim, 2" secre-
tario, Francisco Ribeiro Pinto Gumaraes e_Ha-
noel Jos da Cuuha Porto, meinbroa da cemmieaao
fiscal; Luiz Duprat e Manoel Gomes de Mattos,
administradjrea; Francisco Ferreira Baltar,Fran-
cisco Jos dos Pasaos Guimarea, Joo Altredo
Thom, Joo Manoel da Veiga Seixas Jnior, Joa-
qulm Alves da Silva Santos, Jos Nogueira de
Souza, Jos Domngues Maia, Maia & R zen le,
Manoel Joo Gomes de Amorim, Antonio Jos Fer-
n-ira Monteiro, e Ifgalmente papreaentadoa oa ac-
cionistas Srs. Eduardo Candido de Oliveira, Hcn-
r'que de Oliveira Soares, Joaquim Francisco da
Silva Aievedo, J a Antonio du Souza Basto, Joa
Fernandea Lima e Joa .leronymo Moateiro, ao to-
do representando 295 iccoaa, numero legal para
aor constituida a assembla g*ral ordinaria, un
termos do art. 25 n. 3 dos estatutos, foi pelo Sr.
presidente aberta a scaso.
A leitura da acta rta aeaao anterior f/i dispen
sada, visto ter sido devidanva^e publicada, nos
termos do art 76 2 do d-creto n. 8,821, Je 30
le ezenbr. 1. 18S2, e sibre elU alo haver pe-
clamaco.
Passinlose rl m I o Sr. presidente
fez constar que a administraeao da companhia ten-
do satisfeito as d<'tcrmi jacoea d i art. 25 na. 1 e 2
e art. 50 n. 9, convoeou presente r 'uuiao :
1. Para a assembla geral deliberar sabr o
inventaro, balincj a cintas relativas ao anuo so-
o'al de 1885, que a mesma aJminitraro apresen-
t iva cunnp irecer da cominias-i fiscal.
2." -Para aasscmbl* proceder a elegi annual
d'rsta commisso.
Distribuido pelos Srs. accionistas, impresso o ro-
latorio ecoiitas do auno, cj|a leitura foi diapean-
';. : o Sr. presidente convidou a) Sr. Francisco
Ubeiro Pinto Guimariles, membro da ommisso
tiscil, 1er o parecer da refanda commisso. Li-
d >, f.>i sem lisousslo apprivado, bem como o ba-
Linco e contas do anno.
r.rraiuada nata primara parte da sesso, an-
Boaeloa o Sr. presid.-nte, quedo accorJo coas a
art. 30 2>> dos statutos assembla compela
legtr os tres ineinbr.is di com niaso fiscal para
fuuccionar no aun) corrente, pelo que couvidava
lis Srs. acoioaist-n pr-pirar as suai cdulas,
afina d>' preceder-se a votaeo, e aos Srs. Manoel
Joa) Gomes de Amorim e Autonio Jos Ferretea
Itontciro, pira escrutiadores. Peita a ehaujada
pela lista dos accionistas, foram encontradas 23
cedu as, uira daa quacs aem declaraco do numero
de votjs, que toi separada, dando as r.atautes a
iguiata apuraeo :
Man > Jos da Cuuha Porto
Jos Fiuza du Oliveira
Fraucisc Ribeiro Pinto Guimares
J >a j Alfredo Thom
Sobaatio Lipea Guiaia' -s
Ant nio Joa Ferreira Monteiro
Em presenca de cuja votaeo o Sr. presi lente
proclamou membroa da commisso fiscal ios ac-
cionistas Srs. Manoel Jos dn Cunha Porto, Jos
Pinza d'Oliveira e Francisco Ribeiro Pinto Gui-
inarea.
S.-n lo duaa horaa da tarde e nada maia havendo
k tratar, foi encerrada a srsso, e eu, Joaquim Jo-
s do Amorim, 2o secretario a aubacrevo e assigno.
Antonio Correa de Vatconcellos,
Preside ite
Cario* de Aloran Gomes Ferreira,
1* Secretario.
Joaquim Jos de A morlm,
2o Secretario.
A commisj i rudempt ra tendo de entregar no
dia 25 de Marco, no theatro das Variedad' e, a 10
horaa da inanha, 50 cartaa de liberdade adquiridas
a expensas do Exm. 8r. Visconde de Mecejana
para aolemnisar o annivereario da libertaco do
Ceari, convida a todos aquelles homens e seuhoras
que 3e interesaam pela grard<- Causa da emui-ipa-
cao dos escravoa e especialmente a todas aa socie
dade3 ab ilicionistas a abrilhantarcm com a sua
preseuct esta festa de patriotismo candade.
Na meaina occasiao aero entregues maia outras
cartas di^ librrdade pela benemrita sociedad
Ave Libertasa qur'in a c uniniaao redemptora
se confi.'ssa eternamente agradecida pelo scu va
bosissua) cmcurso no desempenho de*sua inisso
quor insta q'i r n ts anteriores distribuicoea de
cartas.
A co'nwsso agradece tatnbem e se declara pe-
nhoradissima pira com os Srs. A. Kruss, Succes-
"orea, qU'i aabendo lho ter sido ainda desta ve7 re-
cusado o theatro -anta Isabel, graciosamente nff-1-
recernm o daa Varledadej para asta eata aboli-
cionista.
Presidente,
Manotl Gomes de Atittos
Vice S.cretario,
Dr. Barros Sobrinho,
49 vitos.
49 ditos.
40 d tos.
19 ditos.
4 ditos.
4 ditos.
COMERCIO
UoU coiaiaerclal de Pernam
buco
Keeife, 23 de Marco de 1886
Ab tres horas da tara
f-otace* oficiaei
Cambia aobre U --, 0 d/v. 19 d. por KOOO
do nanea.
Cambio sobre Lisboa, 80 d/v. 176 0/0 de premio.
Cambio aobre o Porto, viata, 183 0/0 de premio,
do banco.
P. J. Pinto,
Pieaidente
Augusto P. de Lcmos,
Pelo secretario.
HUNDIMIENTOS PBUGOJ
Mes oe Marco de 18ri
ALriaweaaDe 1 L 2 541:657*057
'iemdv 23 9.619.623
^actua^uia* L)j 1 22
id m de 23
551:277jl80
3:065i545
2:770*939
85:836*484
Cjssdladc tomcuLu* 1 22 96-2861031
'dec de 23 2:8744305
Rrc:n vt.iivj.an-
l^.m de 23
-De 1 i 22
99:l0/336
50:797*359
955.793
51:753/152
DESPACHOS DE IMPORTAClO
Vapor ingles Orator, entrado de Liverpool e
Lisboa no dia 20 do corrente e consignado a
Johnaton Pater k C, manifeatou :
Carga de Liverpool
Amostras 3 volumea a diverso.
Alpiste 30 saceos 4 ordem, 10 a Rosa & Quei-
roz.
la mineral 10 caixas ordem.
A?o 50 ennhetes a A. D. Carneiro Vianna, 21
ordem.
Arroz 70 aaccoa ordem.
Armacoea para sellins 1 caiza a W. Hallidav
fcC. *
Ancoras de ferro 26 a Jos A da Silva Santos.
Arcos de ferro 268 feixes a Antonio dos Santos
Oliveira, 100 a A. D. Carneiro Vianna, 10 a Vian-
na Castro C, 70 a W. Halliday & C.
O Sr. Mr. Francisco Xavier Paes
Barretto, promotor publico de
guarass, e sua correspon-
dencia ln ra no Diario de
Pernambuco > de boje.
Nao d< aejando ntervir de forma alguina no >ion-
fiieto que se deu entre o Sr. Dr. Pacs Barretto,
promoto.- publico, e o Sr. Dr. Autonio Joa de
Ain nm, juis de direito da comarca de Iguarass,
p.-eo ao Sr. Dr. Paea Barretto que, se ainda se
; ni'ira dos protestos qje me fazia, em cartaa
mira dirigidas, me deix* quieto, viato como nao
d sejo servir-lhe de derivativo.
X.io preaenciei o facto deploravel, que aempre
lastimarei, occorri io na ultima tess&i do jury,
mas tenho informacoes que me merecem todo cr-
dito, e por ellas form i o jaizo, que eai occasiao
pportuna maniie^tarei.
Por ag.ra nao tenho nada a faxer, seno espe-
rar resolucafl de quem teni competencia para
decidir o caso.
Eutre o Sr. Dr. juiz de direito e o delegado de
polica de um lado, e o promotor eadvogada Ama
ral de outro, nio tenho que ver.
Espero a concluso do pleito.
Recife, 23 de Marco de 188*>.
BarSo de Itapitsuma.
Jut Joaquim de Oliveira e aua aenhora D. Ma-
ra Belfort de Oliveira, nao tendo tempo de despe-
direnr-ae peaaoalmente de todas aa p-aaoaa de ana
amizade, o faaem por meio deste, offereeenao seua
prestimos em Fortaleza, para onde aegnem hoje no
vapor Jaguaribe.
Recife, 22 de Marco de 1886.
Saudades
Jos Joaquim de Oliveira abraca a Antonio
Loureiro e a JoSo Goncalvea Pereira.
Recife, 22 de Marco de 1886.
migo C. Sanio
Olinda
Reei'bi, obrigado pela ana carta adalinada.
Daa almas negraa, a nobreza .-asa.......
multo breve ter a respoata pelos jornaes de For-
tlza e tranacripta nos d'aqui.
Batatas 100 caixas a Guimares A Perman.
Barrilha 200 tamborea ordem, 30 a Fernandea
da Costa & C
Biacoutoa 3 eaixes ordem.
Barras de ferro 140 e 50 feixes a W. Halliday
& C, 578 e 27-a A. Beghewy.
Cidra 10 caixas a Browna & C.
Cofre de ferro 2 caixas i ordem.
Cb4 87 gradea ordem, 4 a Soares de Amaral
Irmos
Cobre 19 volumea ordem.
Chapeos 1 caixo a Raphael Diaa & C-
Cateados 7 caixoes a Thomsz de Carvaln os L.,
2 a Albino Gnu & C, 1 a F. R. da Silv & C.
Chocolate 1 caixa 4 ordem.
Cerveja 28 barricas a A. Oliveira & L., 47 e
130 caixae ordem, 20 a Rosa k Qoeiro*-
Canos de ferro 20 feixes a Vianna Castro c& C,
10 a Samuel P. Johnaton k C.
Chumbo de munico 50 barris a Samuel P.
Johnaton & C.
Cocke 56 toneladas ordem.
Drogas 22 volumes a F. Manoel da Silva & C-,
18 a Bartholomeu & C, 17 a J. C. Levy & C., 3 a
H. de Sonsa Pereira & C.
Eatanho 5 barras a A. D. Carneiro Vianna.
Enxadas 42 barricas a Prente Vianna & C,
38 ordem, 20 a Vianna Castro & C, 50 a A. D
Carneiro Vianna.
Estopa 10 fardos a Martins Cordeiro & C, 2 4
ordem, 1 a The Central Sugar Factorie of Brasil.
Enxofre 30 barricas a A. D. Carneiro Vianna.
Esteiras 10 rolo a Manoel da Cunha Lobo.
Feltro 2 volumes 4 ordem.
Folhas de ferro 21 4 ordem, 25 a A. Boghewy.
Ditas de chumbo 10 rolos a Vianna Castro & C,
12 a A D. Carneiro Viann1.
Ferragena 59 volumes 4 ordem, 20 a Vianna
Castro &. C, 28 a Reie & Santos, 3 a Prente
Vianna & C, 13 a Miranda & Souza, 13 a W.
Halhday & O, 34 a H. Nuesch & C, 1 a Nune8
Fonaeca c C, 16 a Samuel P. Johnaton 4 C., 9 a
A. Beghwy.
Fio 2 fardoa 4 ordem.
Farinha de milho 168 caixas a Saundcra Bro-
thers & C.
Folhas de Flandrea 50 cunhetea a W. Halliday
& G, 20 a Vianna & Castro & C, 50 a A. D. Car-
neiro Vianna, 60 a Prente Vianna & C.
Farinha de trigo 300 barricas 6 ordem.
Louca 73 gigas e 1 ba.rica 4 Grdem, 61 e 1
caixa a Souza Basto, Amorim & C, 9,1 barrica e
5 caixa a J. de A Veiga & C, 2 barricas a Clau-
dio Dubeux.
Linha b3 caixoes a Prente Vianna & C., 21 a
Nones Fmsrea ,V C, 4 a H. Nuesch & (',, 1 a
Oliveira Basto & C-
Li vas 1 an or lem.
Lona 2 fardoa a W. HalliJay i C.
Meias 1 caixa a Mynoel da Cunha Lobo.
Mercadorias diversas 1 vnlume 4 ordem, 1 a
Manoel J. Ribeiro & C 1 a C-ntral Factorie C>-
operativa Club, 2 a H. Nuesch & C, 2 a Nunea
Fonsrca & C, 7 a R. de Druaina & C, 2 a E G.
Casco.
Materiaea para ngenho central 331 volumes e
Etcas a The N-:the Brazilian Sugar Factorie
imited.
Machi stios 3 caixas 4 ordem.
n
Tendo de retirarme hoj^ para a Fortaleaa,
aonde r.-sid), declaro que nada devo 4 pesaoa al-
guma aeata trra; s.\ porm, alguem se ju'g w
m u credor, queira apresentar se na estarjo do
TeJagrapho Naciouil, ou fazr declaraco pelos
j iiue-, que ser promptunjute satisfeito.
Aproveito a opjortnuida la para agradecer ao
Sr. Antonio Adolpho Borges Leal e sua Exma.
aenhora o optnni tratauviito e as maneiras affa-
veia que me diapenaaram durante um da e meio
que estive em sua casa, pedindo aos meamos des-
pulpa de alguma fa'ta por mim commettida.
Recife, 22 de Marco de 1886.
Jos Joaquim de Oliveira.
Duas curas prodigiosas
A experiencia pode muito. A medicina recu ai
e falhou no tratamento do Sr. Jos Joaquim de
Sant'Anna, que depois de longoa aoffnmentoa s
espera va a morte. Eram enormes chagaa cancero
zaa que lhe ubriam a sepultura, se o Sr. Domingos
Je .-"ouza Barros, horaem de estudia e de muita
pratica, nao aportasse a esta prov ncia.
Foi o Sr. Souza Barros comecar a tratar o Sr.
Sant'Anna e este entrn a ter allivio, e descanco e
eaperanca, porque o mal cedeu a experiencia e a
pratica.
Outro tanto se deu com um moco atacado de
nma horrivel morpha queja o repllia da socie-
dade, mas hoje restitue lhe esta felicidade, gracaa
tambera ao humanitario Sr. Souza Barroa-
Reata agora que a populacho atacada destas
molestias de pelle e siphilia dirijam-se aquel'e Sr.
que garantimoa --omplsto reaab-lecimento. Temos
conhecimento em pr 'pria eaaa e o beai a bumani-
dade movem-noa a dizer a verdide e eateconoelho
inauapeito.
O Sr. Souza Barros pode ser procurado em aua
residencia temporaria a ra do Imperador n. 75,
2 andar.
Serinhaneni
Acabei de crer que s se po le ser conservador
em Ipojuca (menos cm SerinfiSem I) porque ain-
da nio se pode dar a demieso nos taes emprea-
dos pblicos, que votaram na chapa liberal. Et4
muito claro qual a razo !.. .
O amigo da verdade.
Club Emancipador
De ordem do Sr. Di. presidente deate club, sao
convidados to loa oa socios, afim de assiatirem a
sesa&o magua de anniversario. que ter lugar no
dia 27 do corrente, s 6 horas da tarde, na rea-
pedtiva ade, em cujo acto aero distribuidas
pela commisso, 29 cartas de liberdades obcidaa
pelos socios e niais cavalbeiroa.
Recife, 22 de marco de 1886.
O 1 secretario,
Joo GavalcaiUe.
Agrauccimento
O padre Flo'imio deQneiroz Coutinho, vigario
Je I bosa e Ant-nio Alvea Barbosa, filhos o gecro, cor-
dealmente agradecem a todos oa am gos, que
e mpaiiliaram 4 sepultura o cadver de seu aem
pro chorado pai u sogro Carloa Jos de Queir iz
Coutinho ; e b m assim o candoso :.cto de a-sia-
liremas missia, que por aua alma foram celebra-
das as matrizes delguaras& c S. Jos, d:< eida
de do R seu fallecimento.
Ao Rvm. Sr. Manoel Ignacio Bezerra do luia-
ral, que sempie bondoso, paciente e caridosaTien-
te ae proatou a dar lhe na enfermiiade conforto
espiritual e os ltimos soccorros d uossa santa
religio, ao Rvm. Sr. Trajino Es'evio da Provi-
dencia, e aja Illms. Srs. tcnente Joo ->ntonioCa-
valcaute de Albuqucrque, Joo de Souia Coata,
Antonio Arthur Moreira de Mendonca e sua cxcel-
lentissima familia, protestam muito particularmen-
te a maia profunda e sincera gratido p loa cari-
dotoa C relevan! S lervicoa, que gner,sanente
preftiram.
li.-n.rafs. 30'le Mineo de 18fi.
Obras Publicas
O bacharel Francisco Crrela
Lima '?brinlio
partecipa aos Srs. estallantes que roudou
ii curso do Arithmatiea, Algebra e QfO-
metria, para ruado Visccnde jle Albuqucr-
que anliga da Matriz n. 7,
De ordem do Illm. Sr. engenheiro chefe, fac/>
publico qu", rm virtude da ordem do Exm. Sr.
conselbeire presidente da provincia, no dia 27 do
corrente, ao meio dia, reo be-se nesta secretaria
propostas para a execuclo dos reparos da bomba
do Peres, na estrada da Victoria, oreados em
1:537*5%.
O ornamento e mais ccadicoej do contrato se
acham nesta sscretaria para terem examinados
pelos seuhores pret^ndentes.
Secretaria da repartico das Obras Publicas de
Pernambuco, 19 de Marco de 1886.
O official secretario,
Joao Joaquim de Siqueira Varejao.
Club de Regatas Per-
nambucano
Seg nda regata i m 'b du co*rent
De ordem do c -n elho administrativo, previno
que a nichib.ineada to aomente des' nada pura
oa socios e suas familias. Nao ha archibaucada
para o publico, e s tero direito a entrada, na
que ha, oa socios que tiv- rem pago at eite mez
(inclusive) como determinara oa estatutos.
A'viata desta deliber;:co do conaelho, oj socios
que estiverein quites poitro procurar os seus
ingressos nns diaa 23 e 24 (anto-vespera -. ve-pera
da regat.) das 7 i'a 9 horaa da noite, na sJe do
Club.
I), vi nio, oul oaim. ter liigur n'fan misma noite
um sarao, de acord eom os nos 13 estatutos, pre-
vino que subs 6era as incsnias ixigeuciaa legaea
poaao para a icgata.
Secretara esa 16 de Marco du rt6 O tecret
Osear C. Monteiro.
ED1TAES
x -^r^v-
&BMSSS
A Joa Anselmo de Figuei-
redu Santiago, pela aua for
matura.
C. J. S.
23-3-1886.
Obrleai a que o eabello cresca !
* M M. a**
Debaixo da cutcula superficial de urna caneca
quaai calva existem quantidades da germens de
cabello, que nicamente renuerem o estimula ne-
cessario para oa fazer productivos.
Para activar 4 eates elementoa inertes e ajudar-
dea a fazer crescer o cabello sobre o crneo, o me-
Ibor genero que a chimica jamis ha dado ao mun-
do o Tnico Oriental, to justamente celebrado
na America HeapanhoU por auaa propriedodes de
produzir o aformosear o cabello. Como preparaco
para o cabello, teroa-ae infinitamente preferivel
aoa leos c pomadas que nao faxem seno tapar e
obstruir oa proa da cutis, e tornando ae rancosoa
com o calor, actualmente envenenam e matam o
cabello.
Agentes em Pernambuco, Heory Forster & C,
ua do Commercio n. 8.
Machina e pertencea para I itographia 3 volumea
4 ordem.
Oleo de linhaca 10 harria a J. C. Levr & C,
10 4 ordem.
Papel 40 caixas 4 ordem, 5 a Otto Bohers Suc-
cessor.
Pa de f-iro 15 feixes a Vianna Castro & C, 20
a Samuel P. Johnaton & O, 5 4 ordem.
Pimenta da India 45 saceos 4 ordem.
Paisas 55 fardos a Domingos Ferreira da Silva
& C, 8 caixas a A. Ribeiro ce C, 2 a Guimares
ce Valentf.
Queijus 13 caixas a Domingos Ferreira da Sil-
va & C.
Saga 20 garrafoes 4 ordem.
Soda caustica 16 barricas a Maia & Rezende.
Salitre 25 barricas a F. Manoel da Silva C,
50 a W Halliday & C, 30 4 ordem.
Tecidos diversoa 190 volumes 4 ordem, 3 a F.
X. Ferreira, 1 a Manoel da Cunha Lobo, 28 a A.
Vieira & C, 5 a Silveira C, 1 a F. de Azevodo
4 C, 8 a Jesuino Alves Fernandes, 11 a Guerra
* Fernandea, 114 a Maximiano 6t Pereira, 7 a
Guerra & Fernandes, 1 a Gonfalvea Irmo & C.
9 a Beruet 4 C 23 a L. A. Siqueira, 12 a Narciso"
Maia fe C, 2 a A. C. Vaaconcelloa, 3 a P. Lui-
ra & C, 5 a D. P. Wiid & C, 10 a Souza No-
gueira & O, 12 1 Loureiro Maia \ C.
Trapos 0 fardos a Viaana Ca3tro 4 C._ 1 Aur
dem.
Tanque de ferro 1 4 ordem.
Vidroa 16 volumea orden, 1 a empieza du
gaz, 1 a Claudio Dubeux, 2 a J. Je A. Veiga 4
C, 3 a Boratelmann & C.
Uhisky 50 caixas 4 ordem.
Carga de Lisboa
Azeite de oliveira 10 barra e 15 caia a Souza
Basto, Amorim 4 C, 1 a J. P. Postea.
Bagas 1 caixa a Eanaty Rodrigues ti C
Ceblas 50 caixaa a Silva Guimares 4 C.
C-inservaa I30caixa8 aoa mi.mis.
Louca 2 caixaa a A. de Mello Lagea, 72i a Su-
va Guimares C.
Livros 1 caixa a J. W. de Medeiros, 1 a Jos
N. de Souza, 1 a A. Santos.
Pedra 1 a J. J. Goncalvcs Baato.
Sardiuhaa 25 meioa br.rris a C. A. Barbosa, 20
a Carvalho 4 C, 20 a Justo Teixera & C, 50 a
Pai va V.n lente fe C. 30 a Araujo Castro & C, 30
a E.-m.ty ltidriguea & C.
Vinbo 55 pipaa a Souza Baato, Amorim 4 C.
10 a F. R. Pinto Guimarea, 2 e 20/5 a Silva Gui-
mares 4 G, 25 barra a Antonio de Oliveira
Maia, 4 a J. P. Poutes, 2 a D. Virginia Janaon.
Vinagre 6 ppaa e 25/5' a-Souza Baste Amcrim
4C.
I ESPA CHUS DE~EX PlT A CAO
Em 22 de Marco de 1886
para o eiienor
ODr. Hermogenea Scrates Tavares de Vaseen
cellos, juiz de direito do civil da comarca de
Olinda, por Sua Magestade o Imperador a quem
Deua guarde, etc.
Faco saber aoa que. o presente edital de 20 pre-
goea o 3 pr.ieas virem, que no dia 24 de Marco,
prximo futuro, 4 1 hora da tarde, depois da au-
diencia, ir a praca por venda, a quem mais der e
melhor lanco offerecer, urna parte do sitio no lu-
gar Salgadinho, r o valor d 835954, com diver-
sos arvoredos de tructo entre ates alguna ps de
ooqueiros, com cana de vivenda, tendo esta duas
janellas de frente, duaa salas e um gabinete qua-
tro quartos, coainlia externa ; neediudo, dita caca.
30 palmos de largura e 58 de fnndo, soto, ter-
raco, coebeira, e mais duas caainhaa de taipa
junto ao porto, tudo em mo estado; avahado
todo o sitio por 2:000000.
E vai a praca a requerinvnto de Antonio Joa
quim Casco, na execuco que por eate juizo move
contra D. Alexandrna Ma ia do Sacramento Pe-
reira.
E para que chegue ao conhecimento de tidos
mandri paasar editaea que aero affixadoa nca lu-
garea do costme e publicados pela imprenaa.
Oado e paaaado nesta cidade de Olind ', aos 15
de Feverciro de 1886.
Eu bacharel Franciaco Lina Caldas, eacrivo
o aubscrevi.
Hermogenes Scrates Tunares de Vasconcellos.
Secco l'-N. 13J2.Secretaria de P.ltcia de
Prrnaaibuco 23 de marco de 1886.
De ordem do Illm. Sr. Dr ib. fe .1? puli.-ia he
publico que eat depositado n sta repartico um
chap) para secular, o qual f .1 ichado e a'r en-
tregue a quem o reclamar, p:ovando lhe r.eien-
ter.
0 secretario.
Joaquim Irancisco de Arrula.
DECLARARES
SUCIEDAliK
Mente Po Bom Sncctsso
De ordem do Sr. orector, tu;') aeirMie i todos
oa tocios, que deata dala em i iiita licam cm vi
gor oa novoa estatutos.
Secretaria da Sociedade .Monte Po Bom Suc
ceaao, em 21 de Marco de M>.
O aecn Urk,
Benigno di Figuei cdo.
Tliesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, faca pu-
blico que no dia 24 do corrente mez, paga se a
classe de professores de 2* enii incia, relativa
menle ao mez de novembro prximo passado, e no
dia 26 tamoem do correut, ficam auepensos oa
pagamentos
Pagadora do Thcsouro Provincial de Pernam-
buco, 23 de Marco de 86.
O ajudante do pacrii'2,
Silvino A Uid.igueg
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engeaheiro ebefe,
faco publico que, un virtude da adtoriaaejio da
Exm. Sr < " ebe-se n'-ata Secretaria, ao dia 27 do corrente,
ao meio d'u, prop atas par., a execuco dos re-
paros das pontos do Aterro, da ra Bella e do
^cougue no Rio Formoso, oreados em 2:700000.
O ornamento e mais ciidicoes do contracto
acham se n'cata Beorttara para serem examina-
doa pelos Srs. pretendentea.
Secretaria da repartico das Obraa Publcaa, 17
de Marco de 1886.
O secretario,
Joao Joaquim de Siqueira Varejao
Obras Publicas
De or em do Illm. Sr. Dr. engenheiro chefe e
director da repartieio daa obraa publicas, faco
publico que em viitude da autorisaco do Exm.
Sr. coua-lheiro pre8dente da provincia, recebe-se
neata secretaria uo dia 27 do cornnte, ao meio
d a, propoataa para a execnedo dja reparos da
ponte sobre o rio OariooS, em Barreiros, oreados
em 1:30!)*.
O orcameuto e mais condivoea do contrato ae
acham nesta aecr-taria pira a.rem examinados
pelos senhorea pretendentea.
Secretaria da Repartico daa Obraa Publicas, 16
de atare i de 1856."
O aecre'ario,
Vou o Joaquim de Siqueira Varejao.
De orde n do Dr. juiz de direito do 3o dia-
tricto criminal, convido os eleitores da parochia
de Afogados, qualifi dos na ultima revisa*, a
virem receber aeua ttulos na ra do I:nperador
u. 44, dentro do prazo de 30 dias. Recife, 19 de
Marco de 86. O eserivao,
Eructo 'a Silva.
1)
ociBaB Onao Gommercial Be-
i'
UWJIU
Como alguna dos teuhores associad >s 'enham
feito ao Cobrador pedido?, nipreitos exelucivam :i
te ;i com.et ncia da directora, itta leva ao eo
nlecimeuto !o todos oa aennorea axios. que ^
deliberar sobre qualquer picteneo dos mi amos.
seudidhe ata feita por no lo de .lucio ou reque-
rimento Recife, 8 de Marc-> ne 86.
J. M. Palaaeim 1" t.cietaro.
Giimi dt Segaros Fi
Lb
AGKNTi-:
Higuel Jos Alves
N. 7 RIJA DO BOM JESS-N. 7
Mcguro mariiiniiiM e lawreaatreN
Ne tea ltimos a uno a companhia neata praga
que concede aoa Sra. aegmv.d a iscmpco de paga-
n.rolo .le premio rao cada te timo an:io, o que
equiva'e ao descont de cerca de 15 por cento em
favor dos s-punid"?. ________
gou
Xo lugar or icgucnsn Navegator, carre-
Para o Bltico, Boiatelmsnn & C. 95 fardos
com 19,545 kilos de a'godo.
N barca portugueza Itolina, carregon :
Para Lisboa, S. Guimares & C. 2 454 couros
salgados com 29,448 kilos.
Na barca nacional Nova Sympathia, car
reg.m :
Para Haroburgo, B. Olivci-a & C. 20 saceos com
1,40(1 kilos de cera de carnauba.
No brigue allemo Felfim, carregou :
Para Hnlf, C. P. de Lemos 10,000 kilos de
sement de algodj.
No vapor inglez Orator, earrejon :
Para Liverpool, V. Neesen 12 tarjo* de tn.pos
velhoa.
Para o iaterior
No vapor allemo Hamburgo, carregou :
Para Santos, Amorim Irmoa 4 C. 300 8accoa
com 18.0J0 kiloa de asaucar maacavado ; Brcwns
& C. 33 aaccaa com 2,221 kilos de algedo.
Para o Rio de Janeiro, H. Barle & C. 5C(
aaccaa com 37,428 kiloa de algod ; J. F. de
Sant'Anna 100 ditas com 8,346 dtoa de dito ;
Baltar Irmoa & C. 700 aaccoa com 42,0 0 ktloB
de assucar branco e 40 pipas com 19:2U0 litios de
alcool.
No vapor francez Viue de Pernimbuco, car
regou :
Para S-intos, Maia & Rezende 501 sacos ora
30,(K)0 kilos de assucar branco e O'J ditos com
3>/KK) ditos de dito mascavado.
Na barca portngueza Minho, carregou :
Par* MaranhSo, S. O. Urito 27 barricas com
3 160 kiloa le assucar branco.
- No brigoo ingUz iaide, carregon :
Para o Para, A. Baha, 50 pipaa com 24,000
litros do agurdente.
No lugar nacional Zequinha, carregou :
Para o Rio Grande do Sul. J S. Loyo & Filho
483 barricas com 37,681 kilos de asaucar branco.
MOVMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 23
Santos c escalasVapor aDcmAO Hamburg, com-
mandaute R. Ljwe, carga varios gneros.^
Guam Brige norue^uenae Leelch, capito O.
Nidaon, em lattro.
New York Barco mgl za Milu, capito Jobu
Long, carga assucir.
BarbadosLugar inglez Bacer, capit5 Thomaz
M. Gilbon, em lastro.
Obscrvaco
Nao houve entradas.
Bahia
Neva
Congo
Espirito Santo
Para
Cear
Finalice
Tagus
Advance
m ESPERADOS
o da Europa hoje
do norte aojej
da Europa hoje
do sul amanhi
do aul a 26
do aul a 26
do aul A 26
do sul a 29
do sul u 29
Abril -
de New-Porta-News 16
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos c
Liberacs
De ordem d i irmo dir t-r, convido pela se-
gunda vez a todos oa a atares socio reuuirem se
em noesa sede quarta-fera 24 do corrente, a
horas da tarde, afim de funci.-ionaiinos em :is?ein
bla geral, deveudo ter lugar a mesma com o
nufrero que coinptrecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes de Pernambuco, em 23 de
Marco de 1886.O Io secretario,
Jos Castor de A. Souza
Club Jurdico Tobas
Barreto
ConviJa-se |of socios dei-te club r* ir rem ae
na quinta-feira 25 do corrente, a 10 horra da
manh, na sede r'o mesmo club, ra do Bom Je-
ens n. 43 2 andar.
Ircnnnilade du Senlmr IIoiii Jeu
don Passos da CSraca. erecta na
's'ja do Carino ta cidade de
Olinda
De ordem da ni?sa regedora convido a todoe os
mi mbroa d'esta irmandade e ao povo devoto d'eata
heroica cidade, a comparecerem no da 25 s 5
horas da tarde n'esta igreja, afim de incorporados
acempanharem a trasladaco do Nosso Padroeiro,
para a Cathedral da S desta cidade e no dia 26,
s 4 horas, para a Prociaso do meamo Senhor.
Esta corporacao, convicta dos aentimentos reli-
giosos das pessoas a quem se dirigi, eapera que
,s aeua convitea tenham a devida acquiescencia, pelo
que desde j antecipa seus agradecimiento?.
Finalmente, convida a todas as autoridades ci-
vis, militares, eccletiastcaa e corporaces religio-
sas a qnem por acaso nao se tivesae dirigido, a se
fazerem representar na mesma Prociaao.
Consistorio da Irmandade, 23 de Marco de 1886
O aecretario,
M. J. de Castro Vilella.
12 E'.elvino ex-escravo de Jesuino Alves Fer-
nandea.
13 Rita ex-escrava D. Felippa Paulina Caval-
cante.
14 Joanna ex-escrava de D. Candida Cordeiro
Mergulho.
15 Theresa ex escrava de D. Glyceria Francisca
Alves.
16 Bcuedito ex-escravo de Manoel Alves de
Senna.
17 Angela ex-escrava de D. Jeronyroa Antonia
doa Santos-
18 Joanna ex escrava de baro de Caiar.
19 Jos ex eaeravo de D. Anna Isabel Carneiro
Lina c Mello.
20 Monica ex-eserava de Ladislao Gomes do Reg.
21 Victoriano ex-escravo de D. Rosa de Albu-
querque Paes d i Mello Barreto.
22 Lu/a ex-eserava de D. Auna Francisca Car-
neiro CeSo.
23 Rufina ex escrava do D. Mara Joa (juina de
iritto Coata.
24 Mara ex escrava de Jos Hilario Paes Bar-
rette.
25 Luisa ex eacrava de D. Francisca Mara da
Concoico Reg.
26 Mara ex eacrava de Manoel Ferreira do Couto.
27 Aurora ei-escrava de Jorge lemente Borba
Cavalcante.
28 Mana ex-escrava de Sebastio Jos Gomes
Peona.
29 Jacynlhacx escrava de Miguel Archanjo Lopes
da Pboseea.
30 ufina ex-eacrava de Miguel Archanjo Lopes
da Fonaeca.
I Feliciana ex-escrava de Miguel Archanjo Lo-
pes da Fou&eca. -
32 lluminata ex-eserava de D. Olympia Sancha
das Nevos Qonaea.
lio Mara ex-escrava do F>-e lerico Chaves.
31 \I,reacio "ex eserava de Prederoo Chaves.
85 Fortunata ix-escrava de loymuudo dj Alen-
pai Sampaio.
36 Theieza ex escrava de Manoel Vicente Caval-
cante.
37 Justa cr-escraa de D. Antonia de Vascon-
cellos Ccelho.
38 Theresa ex-escrava de D. Antonia de Vas-
concellos Coelho.
39 Eva ex cecrava de Firmino Coelho Pereira.
40 Luiz Temotheo ex-escravo Jos Florencio da
SiHa.
41 Cecilia ex escrava de D. Carlota Bemvinda
Loyola c Manoel Juvenco de Loyola.
42 Isab-I ex-eacrava do deaembargador Jos Ma-
noel de Friitas.
43 Antonia ex-escrava de Jos Marques de Amo-
rim.
44 Mauricio ex-eacrava de Jos Marques de Amo-
rim.
45 Fiorinda ex-escrava de Francisco Cordeiro Ma-
nuho Falco.
46 Caetana ex-eacrava de D. Isabel Candida Ta-
vares da Coata.
47 Cecilia ex escrava de Joo Francisco Coelho
de Moracs.
48 Damaaia ex-eacrava de Manoel da Coata Lima.
49 Balbina ex-escrava do Dr. Coame de S Pe-
reira.
50 Joanna ex eacrava de Joaquim Vieira de Mello
Pinta.
Rcfe, 20 de Marco de 1886.
Dr. Barros Sobrinh,
Vice-secretario.
MARTIMOS
Pelo presente s chamadoa ca libertados abaixo
designados para emparecerem s 10 horas da
manh do dia 25 do corrente mez, no Iheatro das
Variedades, afim de receberem as suas respecti-
vas cartas de liberdade.
1 Joanna ex-escrava de Antonio Jordo da Silva
Florencio.
2 Qniteria ex -eacrava de Jos de Aievedo Maia
e Silva.
3 Luiza ex-eacrava de Paulo de Albuquerque
Gama.
4 Felippa ex escrava de Antonio Manoel do Reg
Barres.
5 Joanna ex-escrava de D. Mara Josephiaa Du-
I oureq.
6 Maria ex escrava de D. Mara dos Anjos de S
Barreto.
7 Mara ex-escrava de D. Isabel Amelia de
Barros.
8 Franc8co ex-eacravo de Henrique Joa Alves
Ferreira.
9 Joo cx-eacravo de D. Eugenia Francisca de
Araujo Pinheiro,
10 Prudencio ex-e8cravo de Jos Maia de Souza.
11 Sera, hna ex eaeravo de D. Maria Eulalia Ca-
valcante Wanderley.
Companhia Brallelra de Sa>e
s;r.c5o a Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado dos portos do sul
at o dia 26 do corrente, e
! ,:/,-^t seguir depois da demora in-
dispcnsavel, para os portos
do norte at Mauos.
Para carga, passagcua, encomraeadaa o valorea
"ic?a-se na agencia
46 Ra do Coininerco-46
VIAGEM EXTRAORDINARIA
0 vapor Para
Gommamlante o Io tenente. Carlos An-
tonio Gomes
Esperado do Rio de Janeiro
em direitura a este porto at
o dia 26 de Mire e depois
da demora indisp nsavel rc-
gressar tatnbem em direiiu-
ra.
Para carga, pasaagens, ncommendas c diuheiro
a frete, trata-se na agencia
N 46 RIJA DO COMMERCIO N. 46.
PORTOS DO SUL
0 vapor Baha
Commandante V tenente Aureiano Izaac
E' esperado doa portos do
norte at o dia 24 de mar-
co, e depois da demora in-
diapenaavel, seguir para
os portos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra Santoa, Pelotaa e Rio Graude di Sul, frete m-
dico.
Para carga, paaaagcns, encommendaa e valores
rata-se na agencia
4Mli> Wllll DE MESSAGE
RES tI \lll I 1.11 S
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
C omiu.imlunfc Grou
E' esperado dos portos do
sul at o dir. 25 do correnle,
seguindo, depois da demora
do coatump, para Bordeaux,
tocando em
Dakar. Lisboa e VJgo
Lembra-ae aos Sra. passageiroa de todas as
classes que ha lugares reservados para eata agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimcnto de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 p asoas ao mpnos c que pa-
garem 4 pas^agens inteiraa.
Por excepeo os criados de familias que toma-
rem bhetes de proa, gosum tambem d'este abati-
mento.
Oa vales postaes s se do at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendaa e dnheiro
afrete: tracta-se com o agente
Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
lUgusle
tMPI.VHIt PKKMHBIC.AU
DE
\avega^o Costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracuj, e Bahia
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 24 do
corrente, s 5 horas
da tarde. Recebe
[carga at o dia 23.
Encommendaa pasai gens e dinheros i frete at
s 3 horas da tai de do dia da aahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambucana
12
n.
Lisboa e Porto
A barca portuguesa Isolina recebe carga a fro-
to ; trata-se com Silva Guimares & C. a ra do
Commercio n. 5.

<
v-
r-
{
;
i
i
UBUJH
_





I
%
"
r
Diario de Pernambuco(luarta-fcira 24 de Marco de 1886
United States & Brasil lail S. S.C.
O paquete Finance
E' esperado dos portos do
buI ate o dia 29 do corrente,
depois da demora necessaria
seguir para
Harauho. Para. Barbados, H.
Thomaz e XewVoi'k
Para carga, passagens, e encommendaa tracta-
HCOffl 08
Barcaca
Vende-se urna barcada de carga de 300 saceos i
tratarnn ra Dircila n. 82, I j i-
O
vapor
Advance
Espera-sj da Xew-Port
News,at o da 16 'le Abril.
o qual Boguir depois da de-
mora ueeessari.-i para a
Baha e Rio de Janeiro
Pira carga, passaireas, encommendas c diolieiro
a frete, tracta-se coui os
AGENTES
llonry Forster A C.
N. 8. RUADOOM.utMClO N8
/ andar
Pacific Sieam ftavigaon Compan}
STRATTS OV MAGELLAN LIN
Paquete Jctopasi
Espcra-se dos port ,s
do sul at o dia 29 de
marc">, sepuindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.


-
Este paquule e os que dora
eni diaoe .seguir... locaro eiii
Plymouth, o que facilitar ch-
gareui os passa^eiros com mais
brevldade a Londres.
f^Havcr tambem ^batimento no pre?o das pns-
sagens.
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wilson Sons & C, Liuilicd
N. 14 RA DO COMMERCIO N. 14
Boyal Hail Sleam Packd
Conipaiiy
Reducido de passagens
Bilhctcs especiaes sc-
ro emit!dos desde 14
de na. f at o fin de
julho offerecendo faci
iidades aos senliores
viajantes para visitar
a exposM;ao colonial
ein Londres, de 1886.
Ida c volta de Per-
nambuco a Southamp-
on, primeira classe,
com o prazo de 6 me-
zes libras ster linas 36,
150.
of, 12 cadeiras de amarello, 2 consol, 1 com-
moda, 1 cadeira de bataneo, 1 banheiro jbvchovis-
co com grande bacia, cabide, mesa de cozinha,
tonca de jantar, copos, clices, galheteiro e outros
Quarta-feiru. 24 do corrente
A's 11 horas
N 2- audar do sobrado n. 7, ra do
Vig:.rio
francisco Quedes B:.nd ira Mergtilhtlo, reti-
rse para a Europa, far leilo, por interven -
co do ngi-nte Martn, dos movis cima existen-
f a no referido sobrado e ao correr di martello.
PROGRAMMA
Ulimo leilo
De
un sitio e casa da pedra e cal, sita no
Porto da Madeira, cid Beberibo
, () agente Britto mandado do Exm. Sr. Dr. juiz
dedircito da provedoriu, ua s a presenta, e a re
qu- rimciito do iuventariante dos bens de Jos V.
Godinbo, levar a leilo o referido sitio e casa,
pendo o sitio mui'o grande, arbonsado e com 2
casas vrlhas, que ieud>m 16{AO'.
(tiiai-ta felra, *4 do corrente
A's 11 horas
Ra do Imperador n. 16
Leilo
mi de
Bm 25 de Mar?odel886
DA 2.a REGATA
BO
Em 25de Maride 1886
B.A.GX.A. LOO GJ^^OOVXDeTDB.a
POILE 2000
De cha
R01ALXAILSTEAI PACKET
COMPS!
0 paquete Neva
Pa
Scg e st-m falta at o dia 27 do corrente para
porto cima o rigue inglez Maid of GUnioer"
(de 1 classe) ; para o resto da cura trata-se
ra do Mrquez de Olinda c. 6.
Arde averiado inastias para sopa,
lim nada, tnico e soda
ftexia-feira, fl do corrente
A's 11 horas
Por iniertenro do agente
Alfredo Guiiiares
NO ARMAZEM DO SR. ANNES CON
FR&NTE A' ALFANDEGA
1.
KHIlAIlCACUEB
Outriggcd racing-gig.
Branco c azul claro.
Id(m.
Leilo
Azul escuro.
REMADORES
Fellows.
P.|L. Vaugbam.
LSI
Da arraacilo, gen ros e utensilios da ta-
verna sita ra de Vi I al de N-greiros
n. 2.
Sexta-feira 26 do corrente
A's 11 horas
O agente Gusino, autorisado, far leilo da ar-
maeo e goneros da taverna cima mencionada,
em um ou mais lit-s a vontade da Srs. compra-
dore?, e garante ns chaves da casa.
Leilo
Baha, Rio
video
E' esperado da Europa no dia
23 ou 24 do corrcnte,seguindo
depois da demora necessa-
ria para
de Janeiro. Honte-
e Buenos-Ayres
Este vapor traz simplesmentc
passageiros e malase.in.meda-
lanicnk seguir depoisdo desem-
barque dosmesmos.
O paquete Tagus
Quart a-fera, s 10 li iras em pouto, leilo
da taverm da ra de S. Joao n. 83.
A's 11 horas do nvniio da, na ra Bella,
leilo de um terreno tolo murado com 24 metros
e 34 centmetros de frente e 27 metros e 2! cen-
tmetros de fundo.
Leilo
De 6 caixas com manteiga italiana, em
mi-ia, 1 o 7 libras, em um ou mais lotes
Se.rta feira, 26 do corrente
A's 11 horas
Asente Pinto
cm fente 6
No
armaxem do inne
Airanii-uii
Por conta e risco de quem pertencer
esperado
do sul no din 29de
marco, seguin lo
depois di demora
necessaria para
Lisboa e Soulhamplon
Tara passaeens, fretes, etc., tracta-se
passagens, fretes, etc., tracta-se com c i
CONSIGNATARIOS
Adamson Ho wie & C.
3 Ra do Commerelo-3
do terre: o todo murado, de ns. 42 a 48, ra da
liba de Carvalho (outr'ora ra Bella) frecurzia
de Santo An'onio aOM grande ti'lheiro s-.b pi
lares de tijolo < cal, eberto de telhas, servindo
de deposito de earvo de pedra, com frente em
raspaldo para 4 caas, c >m um portao p*ra a
ra liba de Carvalho edous dites para o pomte,
inedindo 24 metros e 30 e>ntimetrns de largura,
e 27 metros e 26 centiini tro3 di fundo.
Quarta feira. 24 de .Margo
A's 11 horas
O agente Pinto levar a hilan, p,r autorisagao
e f m presenta ilo cncarri-gdn do consulado de Por- i
tugal, o terreno cima irn-nciona.lo perteiic-'iite ao '
espolio de D. Anna Zurick Ramos.
Dito trrieno t rn-^e ncommendHVtl por ser no '
centro da eidade, acbar se ben- fk-iado e dando '
bom rendimento.
O leilo ser efectuado s 11 hr.ras em panto no
referido terreno.
Leil
ao
De dividas da massa fallida de Joaquiro
Monteiro da Cru*, na importancia de...
78:380^800
O agente Britto a mandado da Esin Sr. Dr.
juiz de diieito especial do commercio, na fu pre-
-enca e a requenmento do Illm. Sr. Dr. adminis-
trador da meuna massa, levar leilo as referi-
das dividas.
SaMiado. 27 de )Iarj*o
AS 11 HORAS
Ra do Imperador n. 16.
2.
3."
1."
5.
Outrigged raciug-gig. )
izul claro c branco
im lista.
dem.
Branco e encarnado.
Escaler 4 remos.
dem.
Azul branco.
Encarnado.
Escaler 6 remos.
Escaler 4 remos.
Balieira 6 remos,
i Balieira 6 remas.
1*
7.
I'
Outrigged racmg-gig.
dem.
Escaler 12 remo.
Escaler 12 remos.
Encarnado e branco.
Branco e encarnado.
(Azul e branco
( em listas.
Branco e azul.
um
Azul.
Encarnado.
Peraan-
Pillar Filho.
IS. Jones.
D. Davis.
G. Windsor.
T. Overing.
tJ. D. Needham.
| R. Thom.
|J. Thom.
[H. Harding,
Marinaos de Souza.
J. Harding.
i H. F.,y.
'Augusto Oliveira.
IJ. Alfarra.
G. Dameyer.
G. Mull- r.
L. Amorim.
DISTANCIA
EM MERTOS
2.W
DO VESTUARIO DA
THIP0L.M.AO
-VOJIE DASEMBAaCAyXIBa
I
Braaco e azul.
Azul escuro.
Ernesto Leal.
Oliveira Lima.
4 amadores.
4 amadores.
Capitn Pereira.
W. Christiani,
Jote A. Mor ira.
J. U. P. Lima.
0 amadores.
4 amadores.
6 profissionaes.
5 profissionaes.
Per man.
Fellows.
IM ii-iuhos de Souz.
J. Harding.
H. Foy.
Augusto Oliveira.
S.Jones.
D. Davis.
G. Winds ir.
T. Overing.
2.C00
1.000
1.000
1.000
Lista azul e branco.
Encarnado.
Relmpago.
(C. Pernambucano)
Ari azinas.
(C. Perna ui bucano)
Branco.
Branco e encarnado.
3.000
Sculling outrigged Ra
ciog boat.
dem.
Azul e branco em
lista.
Azul e branco.
ten.JB. de Gonva Imperiaes mariuheiros
Dito B. de Mesquita. dem idem.
Augusto Oliveira.
T. Overing.
Augusto Oliveira.
T. Overing.
1.000
1.00
Azul e encarnado.
Branco e encarnado.
C'apibarib .
(C. Pernambucano).
Temerario.
(C. Internacional.)
Guanabara.
Corsario Negro.
Xeptuno.
Acaso.
Branco e encarnado.
America.
Medre sa.
Lista azul e branco.
Azul e hranco.
Branco.
dem.
800
Azul e blanco em
lista.
Azul e branco.
Capibaribe.
(C. Pernambucano).
Relmpago.
(C. Pernambucano).
K
Dolores.
Elvira.
Excelsior.
Perylampo.
l'OIIP.IMII.t PKRMHillAM
DE
Vavegaco costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Tamandar e Rio Formoso
0 vapor Giqui
Commandante Costa
Segu no dia 27 do
corrente, pelas 5 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
ia 26, e passagens at
las 3 horas da tarde da
vespera do dia da sabida.
ESCRD7TORIO
Caes da Companhla PerM-nho
__________cana n. 1_________
Pacific Sleam Navigation
Campny
Para facilitar aos
Srs. vi jantes que de-
sejarem assistir ex-
posico colonial de
Londres no corrente
anno, esta agencia fa-
r a redueco seguin-
te, a principiar do 1.
de Marco a 31 de Ju-
lho prximo futuro:
1.a classe, idae vol-
ta para Inglaterra, bi-
lhetes validos por seis
mezes, 36:15:0 libras
esterlinas
AG EIN TES
wuso Sis & oiipr M
14-Rua doComme^cio-H
Para Maranhao
Segu brevemente para o porto cima a barta
pertugoeza Miuho ; pura o resto da carga trata
3t.com os ce: ia Jos 4a Silva Loyo i
Filho,
De diversas ra'xas com charutos finos da B.ihia
c de Havana ditas eom cogiixc, ditas com ver-
mouih, ditas com eerveja Tivoly. gigas cm
campagne fino, diversas camas francesas de
Jacaranda, 1 guarda lo',ic,a novo, guarda-vesti-
do?, guarda-pratos, 1 m bilia de mogno, ineia
dita de amare'io, aparadores, n.arqu-zoes, ca-
mas de amarello, metas, e-pi-lhos, jarros, qua
dros, loucax, vidros e al.unas obras de ouro.
lunfa felra 13 do corrente, s
11 horas
No hotel Universo, tito ra do Com-
rcercio n. 2
Ao correr do marleilo
Aluga-se o n ferido predio
Por InterTencSo do agente
(iiismao
Dss dividas hypothecarias no valor de... .
4:600^000, pertencentes massa falli-
da de Joaquim Ferreira Campos & C.
Sendo devedor de 1.60 )J Vulpiano Jos de Mel-
lo e sua mulber, cujo bem hy'pothecado ama ca-
sa de pedra e cal sita no povoado Barra da Jan-
gada, e de 3:0001) Manoel do Nascimento Carlos,
sendo os bens hypotheca ios 5 casas de taipa no
' povoado de Calende.
Mabbado 9? do corrente
A'S 11 HORAS
I No hotel Universo, sito a ra do Commer-
cio n. 2
O agente Gusmilo autorisado por mandado do
Eim. Sr. Dr. juiz de direito do commercio c coco
i asistencia do mesmo e a lequerime.ito do Dr. ad-
| ministrador far leilo das dividas cima mencio-
nad: a pertenc-'nfes i massa fallida de Joaquim
Ferreira Campos & C.
Leilo
Qnarta-feira, 24 A's 11 horas
No sobrado da ra do Raogel n. 58
O agente M- desto Raptista autorisado por urna
familia que mudou de resienc a, farA leilo ao
correr do mai teil >, de 1 mobilia de Jacaranda, 1
dita de pao cargo, 1 cofre de Milners, 1 guarda
loucs, 1 meza elstica, 18 cadenas de junco, 2
mcias commodas, 1 marquezao, 1 c. ina para me-
nino o outros objeetos projuios do casa de familia.
Em 8' guida far tambein leilo de um cabriolee
americano di- 4 rodas, em perfeito estado.
AVISOS DIVERSOS
Leilo
Da iirmaco, balco, carteira, movis, canlieiros,
encauamento, rigio'i s de gaz e geni iv^
da taverna ia raa de S Joo n. 83
Qu .i ta-'e ra 24 do Marco, ki !0 horas em pe-uto
O agente Pinto ve idi r em !c So pirmanlado
e com arristeacir do liba. ir. !): j .; Jj i retu
e-pocial do t-cmmercio, em virlude de reqni-rimen-
te do Dr. ruradoi fi-cai da irasa fallida de Pe-
reira de Siqueira & C, a mmacjlo, in ve> e ge
neror da tavi-rna da ra il S. Jodo n. ^3, bens
pertenc ntes i referida marea e existentes na re-
ferida taverna, onde c eflecuar o leiliio s 10
horas do dia acim dito, por ter o mi fino agente
um i Btro K-iiao.
Pede-se nos abaizo assignados o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n.
51, a mgocio que nao ignora o. (
Jos de Araujo.
Pedro Siqueira, d'Alfandeg.
Arthur Dantas.
Luia Carvalho.
Jos Guimare, MuritM de L. Frederico Vieir*.
Augusto Goncalves da Silva.
Manoel Antonio Carneiro de Araujo.
Aluga-se na Jaqueira urna casa pintada de
uovo. com comm-jdoa para familia pequea, tem
sota, laiatal, bauheiro, cacimba, appareiho ; a
tratar na ra do Crespo n. 25, loja de joias.
Piecisa-se de urna au a para cosinhar ou-
tra para cugommar ; na ra do Bom Jess nu-
m.ro 50.
Nesla typ.>gra|>hia a- os nmeros do Diarlo de l'trnambuco ae 3 e 4 de
Novcmbro fe 1882, 27 de Fcvcreiro, 29 de No-
vembro c 10 de Dezcinbro de 1883 e 30 de Janei-
ro de 1884.
Aluga-se o 1- andar da casa n. 19 ra da
Penha, o 1" Ua de n. 18 ra Direita, o 1 da
de n. iJG aiea.na na, o 1 -I le n 35 tra-
vesea de S. Jos, os trreos de ns. :'6 ra Duque
de Cazias, 41 ra dj Rangel. c a casa n 26
ra de Nunes Machado, m iCo inbeiro, com bns
commoiog ; a 'ratar na rna do Hospicio n. 'i i.
Sao estas as cemmissoes que teem de funecionar no dia da regata :
Distribuico do premios Os Eims. Srs. presidente da provincia, inspector do Arsenal de Marinha c piesideote do Club.
Juize8 de partidaOs Illms. Srs. Olympio F. Loup, 1* tenentc Jos Pereira Gusmo e major Jos Franklin de Alencar Lima.
Juizcs de chegadaOs Illms. Srs. W. Hughes, Io tenente L. B. de Gonveia e Dr. Alfredo Lisboa.
Juizes de raia- Os directores de regata.
Directores de archi-bancadaOsear C. Monteiro, Joaquim Luiz Vieira, Chermon, Silvino Guimares, W. Arantes e Cirne Lina.
Afim de nao serem perturbadas as corridas expreasamente prohibido a qualquer escaler ou embarcacao invadir os limites da raia Ott
conservar-se as anas proximidades. Depois de dado o signal de partida a corrida nio sera interrumpida qualquer que seja o accideute que sobreve-
uha. As embarcacoi s que tiverem de correr tero os seus respectivos signaes proa.
Comecar s 2 horas da tarde.
Os directores de regatas
I
H
Ernato Xeal.
los Cuimarat.
Leopoldo girantes.
Muito barato
Aluga se o grande irmazem n. 84 ra do
Brum, com fundos 'at o caes, j oceupado coai
nrgocios de asaucar, perto de urna estacao da
via-ferrea, por preco muito barato: a tratar na
ra larga do Kisino n. 34.
Aluga-se o sobradinho da rna de Quiabo (Afo-
gados), com quintal grande e diversos ps de
fructeiraa : a tratar na ra de Marcilio Dias nu-
mero 106.
Apolices
Le |)o
DE MOVIS
CONSTANDO
De 1 mobilia de i ouirtllo ratalaa-Ja, 1 eepi Ibo,
1 eabide tn.cid 1 ditod.) ,aredc, 1 mesa, 1 rc-
logio, 1 lavatorio, 1 guarn tu china de cusrura, 1 venesiana eom Cai-a, 1 par
de escarradeiras, tapete, caJ iras, 1 magnifico pa-
pagaio coln gaiola e mottoa outios objeetos de caa
de familia.
Qiiarta-leira, 9 1 do corrente
POR INTERVENGO DO AGrNTE
Alfredo (iiiniares
So 2" andar do sobrado da traveesi das
Kxpostos 7i. 16
Urna tenhura de i lade, de conducta alan-
eada, sem p rentes, que nao t'ncr meios de vida,
que quizer tVzcr coinpanbia a quatro meninas,
Uiiigiudn ugi-rvico d a criados, imstranJo activi
. zei e c.rinli', ter ca.-a, c immodos, ba
; la, Mupi, cte ; a tratar na :ua da R !.i nu-
ui'-ro 51.
= Presta* se de una perfeita ejsiuheira e que
compre : aa ra Fonnosa n. 29. *
Fie.un sem iffeito as aeces entre cainara-
d i', le un piano de jic:randA : ver, na roa
Matriz da Boa-Vista n, l'J.
Leio
Da
movis, 1 pi no de II nry llera, louj,
vidros e 1 lustre de d bioos
Constando de 1 mobilia de Jacaranda, 1 piano
de Hemy H /?, 1 cadeira, kintcrnas de m tal, 1
espelho, ,! e'UB per tenca para cortinados,
jarros, escarradeirae, 2 srandelas para gaz, 1 eataa
tranceza, 1 meia commda de ananllo e Uva torio
de ferro com jarro e bacia
Urna mesa elstica de 3 t a boas, 2 aparadores. 1
= Na ra de Marcilio Dias n. Gl, 2 atidir, se
precisa de uina a na para comprar e cOBnhar,
par.-, "tira f"- itin de ires p'asoat.
- A pessoa que dtnejar comprar urna mobilia
de jui.co pcero oo eaecato de palhinha, a qual
esta nova, dirija se rui de Marcilio Dias, so-
brado u. Gl, 2 andar, a qualquer hora do dia
que achara com quem tratar.
Sr. iseal da freguezia de Santo Antonio,
lance suas vistas par a ra r'o Major Agostinho
Bezi ira (outr'ora Bim Jess das Crioulas) que os
morad jres de junto do s ibrado n. par que bota
para a ra do Calabouco.no j dem ehegar por-
ta com tintas aguas ptridas, o mesmo os tran-
s untes sotT;em at pipis c ra estrumo ; pide
iufonn.ir su das Vieinbcs-
Um incorr.modailo.
Tosinheiro
e Je um eosinheiro : na na dn Cruz
Na ra do Rangel n. 58 se dir quem tem
liecs geraes e provinciaes para vender.
i?0-
Agradeeimento
A commisso encarregada dos festejos na noite
dos sdte-iros, em Afogados, ven protestar aos nv>-
(os da banda de msica do Club Commercial Eu -
torpe o seu profundo reconhecimento pela espon-
taneidade com que se apresentaram para abri-
lhantar aquella neite, tocando urna cavatina lin-
ditsima e outros trechos musicaea no intervallo da
novena iara os versos e dcp>s. Aproveita tam-
bera a occasio para felicitar tao digna quo de-
licada e laboriosa pleiade de mocos.
Ama
Precisa ae de urna ma para o servico interno
de urna :asa de poaca familia : a tratar na ra
Velha n 75. _______
Prcc
mni i
G
Precisa se de um menino de 12 13 tunos de
dade : na rus do Mrquez do Herva! n 28.
O, Odnricm Aritentlna dos Snittos
PaiUdelpha Argentina dos Santos e Josu Ma-
terno de Azevcdo Santos, mi e palrasto de Odo-
riea Arjcntina dos Sautos, agradecem todas ae
pesaoas que se dicnaram aeompanhal-a c asaisti-
ram aa (-eu cnterrj no ceraiteri.5, e as; convidam
jara assistirem a mista do oitavo dia que mandam j
resar p)r sua alma no dia 26 do corrente, s 8
horas ca mu lia, na igreja matriz da Boa Vista,
antecipaudo per mais esse caridiso obsequio seus
cordiaca agradecimentos._____________^_^^^__
ll t ulano de narros e Uva
Agtrcu Velloso Freiie, Francisco Cordeiro Lin?,
Jos Florentino da Fsnscca Leo e Luiza Barbo-
sa da Silva, padraato, -minados e irm de Her-
eulano de Barros e Silva, mandam reiar urna
mis&a s 7 horas da manh do dia 26 do corrente,
na matriz da Escada, trigsimo do sea passamen -
to, e para esse acto de relijio e cndale convi
dam aos seus pieu'ea e amigos, pelo que desde
j se coufessain eternamente agradecidos.
ai?Vjl
D. Fra: rlsrn \aiiei (iivMl.aiile
Ferreira
II i. ulano Francelino Cavalcante de Albuqucr-
que, filhos e entesdos inand m resar missas do
setioie dia por alma de D. Francisca Xavier Ca-
va'eante Ferreira, na matriz de Agua Preta, sex-
ta-fViia 20 o corrente, s 8 hoias da inanba ;
Casa na Varzea
Vende-se urna pequea casa arborisada, com
armaeo, utensilios e resto de gneros, na Varzea,
ra do Sol, confronte aonde tem de ser a estaeo
da liuha frrea, propria para principiante, e o
mitivc da venda se dir ao comprador.
Encanamento
Vende so quatro vaccas toriu-s, mamas ; assim
como se aluga ou vende-se a cocheira, contendo
urna baiza de capim : a tratar na ra do Costa
Leite, eom Manoel Jeronymo Vieira.
CASADOOllRO
Aos-,:000S000
BEMEu MANTIjS
Uua do BarSo da victoria n. 4O
e casas do costume
Acham-se venda, os felizes bilhetea
.; wmutidos da 9* parte daa loteras
>eaefic0 da matriz de Serinhaem, (44a),
que se estrabir, sabbado, 27 do correnete.
Preco
Intoiro 4^000
Meio 25000
Quarto 1*000
Kaa porco de IOOAOOO par
cima
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Qattrto 5875
J)Ho Joa^n'-m ''a Costa Leite.
Sem dieta escra modifi-
ea(6es de eostumes
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejecciies difficies.
Vinbo de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, rconstitue os hydropico3 c benb"-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommi udado na bronchite, na hemop-
tyse e as toases agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferrugilio&o" e cascas de
laranjas amargas
E' o priineiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na tysic-.H.
Pilulas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermittentes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e ta.nbem fer-
ruginoso, preparados etn vinho de caj
EfBcazes as inflammacoes do figado e baco
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Appcado as convalesceni^ts das parturientes
urtico antefebril.
Depesito : Francisco Manoel da Silva & C.
K
OS especficos veterinarios
H0ME0PATHIC0S.^=i.
^=DE HUMPHREY.
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CavaUogj Gado, Carneiros, Caes, Por-
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Debilidade Nervosa, Fraqueza Vital
c prostraco, por excesavo trabalho ou outnis causas.
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te
31?
1
OUILL BU7TpN-HOi.E TWI8T.
ipara Ca.:ar.)
Julgando ser de grande ulilidade dos negociantes da
America do Sul, terem fios de seda e reiroz prepara-
dos em material mais leve do que scj.iu: c.-rreteis de
a, estamos promptos a fornecer para cxportagSo
de seda^ retroz de seda e seda de bordir, de
todas as quahdades, picparadas em lancedetraj de
papel ou de pennas como cima representado.
Temos tocos os tamanhos de fio preto e mais de
el

O
-O
convidam 1.03 seus amigos
tirem a est' acto religioso,
etern-. mente rrato.
c parentes para assis-
pelo que se confessam
Especiic s priv irados
oaceulico Eugenio
de Hollanda
5
3'
ha
quinhemos cores.
Uinja-se a Brainard
621 Market Street,
PfaUaddphia, S. A.
k Armitrong Co."
469 Broadway.
New-York,U.As
gens ai ceotro
De Olinda parte todos os sabbados, a 4 horas
. da tarde, pan. Itamb por Iguarass e Goyanna,
, un-a diligencia ; passagens a tratar na ra 1 da
pprovndos pelas junt.-.s de hvgiene da Coi te, M*rco n. 1, no Heeife. Viagens avulsas em qual-
Repblicas do Prata e academia le industria de cluer dia> B 1'-ra qualquer parte a tratar ni mea-
Paria. m '"gar.
i







6
Diario ife Pe,rnainbii---(luarta-feira &4 de Marco de 1886
Mnga-se barato
O 1.* t 2.a andares da travesea do Campello n. 1
0 armasem do Bam Jess n. 47.
I cui da ra ao Visconde de Goyanna n. 79
A oh o. 18 ra do Corredor do Bispo.
1 eut da Baixa Verde n. 1 B Capunga
1 tratar no Largo do Corpo Santo n. 19,1* an-
V.
Aluga-se
*loja e 8 andar do sobrado a roa da Inipe atns
a 90 : a tratar con. Capitulmn de Guama, a ra
io Bom Jess n 11, I- andar, unde estao as
abara.
A ug-a-se
a casa terrea a ra da Conquista n 9, caiada e
pintada, com bons commodos : a tratar na ra da
Cadeia n. 60, oa Cumiuho Novo n. 91, padaria.
Alujase
a loji. do sobrado rna de Hortas n. 140 ; a tra-
tar no largo da Aliandega n. 4.
Vina paracojfinhar
Na ra do Bein-fica
sitio que fiea em fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
una nulher forra oh
escrava para ama de
cozinha.
Ama
Precisa-se de urna am* para cuidar de urna
enanca : na ra do Marques do Herval n. 28.
Ana
Precisa-1 e de urna perf-.-ita engommadeira ; na
na de Riachuello n. 57,pcrto de fVrro.
Ama
Precisa-se de una para cosinhar ; ra do Baro
da Victoria n. 9.
linas
Precisa-se de duas amas, urna para comprar e
cosinhar e outra Pra engomm .r e lavar ; na roa
do Viscnae de Goyiiii>s n. 139, antiga ruado
Cotovello.
Ama
Precisa-se -le urna urna para cosinhar e lavar ;
i roa do Bruai n. .0, 8- :.n ar.

Precisa-se de urna ama para cosinha ; na Ma
da Imperatriz n. 65. 1 andar. \
Ama
Precisa-se de urna ama para cuidar de urna
erianca de 10 meses : na roa da Aurora n. 1-" 5.
Amas
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar bem,
que durma rm casa e faca i.s c mpras aesim co-
mo outra ama para andar cnm um iBenino de p li-
eos meses, fasendo n.ais alguna servicos di. casa :
na ra do Ara gao n. 14.
Cosinheira
Precisa-se de urna boa cosinheira e que seja
aasciada : a tratar na ra de Paysandu n 19,
Passagem da Magdalena.
Agua de Vidago
Em quartos e meias garrafas ; vendem Paria
obrinho & C, rna do Marques de Olinda n.
14, depositarios.
Vos (lenles dos olhos
Cura certa em 48 horas das iuflamacoes recen-
tas dos olhos, pelo eolyrio preparado por Jos
Pedro Rodrigues da Silva.
Emprega-se este poderoso eolyrio sempre com
grandes vantagens. as seguintes molestias :
Ophtalmias agudas, purulentas e chronicas,
soninnctivitrs, etc.,. etc.
Deposito pe al na tlrogarin de Faria Sobrioho
& C, rna d. Marqm-s de Oli'ioa n. 41. Para in-
fonnaepe dirigir se 4 livraria Induetrn I, ra
lo Bario da Victoria n. 7, ou residencia do
iutor, roa da Sandade n. 4.
Ouem tem?
Oor* e prala : c,,mpra se onro, prata e
pedras preciosas, por maior preco que < m outra
qua.quer parte ; no 1 and Bosario, antiga dos Quarleis, das 10 horas as 2 da
'arde, dias uteis.
Eeilor
ec'M-se de um f.itor que entenda com per-
feic i dr jirdim t horta ; a tratar na ra de Ria-
shuel n. 57, portao de ferro.
O abaixo firmado, uiudnndo eua residencia desta
capital para a do Rio de Janeiro, deixa eiposra
venda sua pbarmacia ra do Rangel n. 48, e
para o que faculta poderes especiaes ao **r. Jos
Caetano Baptista dos Santos, estabeiecido 4 ra
do Crespo u. 7 (Galio Vigilante), para vendel-a de
accordo com o pretmdente, e bein assim reci-ber
dividas que nao foram resgataaas. Recife, 23 de
fevereiro de 86.
Joaquim E. Cotia.
Pillas purgativas e depurativas
de liampanlia
Estas Diluas, cuja preparacao puramen'e ve-
g-tsl, tem siao por wn s de ao annos aproveitadas
com os melhorrs resultados as seguintes nicles-
ta : affeccoes da pella e do figado, syphilis,
bouboes, escrfulas, cliagas inv. teradas, try si pe-
las e gonorrbas
MODO DE USAL A8
no purg tivas : tome se de 3 4 6 por dia,
bebendo-se apea de a adobada, cha ou caldo.
Como reguladoras : ome-se urna pilnla ao
jantar
Estas puntas de invencao dos phannaceatiers
Almeida Andrade & Filhos t-"em o veridictum dos
senhores medios prra sua mrlbor garanta, tor-
nando-se mais recommendaveis, por serem um se-
guro purgativo e de pciuoa lieta, pelo qu-; podem
er usadas em viagaa. Aeh.m-se A venda na
drogara de Paria Sobrinho & 0- ra do Marques
de Olinda u 41.
TNICO
~>JsWf V
i
%
Prennratfo- de Productos Vegetaes
: 'mm aspas
e outras Molestias Capillares.
JV1ARTI NSTBASTOS
M*ernu*nb*uso
Na ra do Cot vello n. 25. v na>-se lafMaa de
milho moida a vapor, de 1, 2, 3, 4 e 5 qnali-
dades, a 80 rs. a libr e a 2#00 a arroba.
Os abaixo assiguados, tendo adoptado e regis-
trado a Dures industrial como do des< nho i cima
7e coeformidude com as presciipcoes das leis em
iigor declaram ao publico e particub rmente aos
teus numerosos fregueses, que d'ora em dinnte
odos os productos qce e.hirem de sua botica le-
I a dita marca como gaian' > -.-na origem
e legitima pr cedencia.
C f Li, I J.
<^I
D. Odorica rgcniinn <> Snnlii*
De ordt m da Sra. vice presidente, convido as
senhoras socias, a., cir;' rinrente e s alumnas da
Sociedado Pro );.g.d..,. ,,i Inalrucco Publica, na
Boa-Vista, para issistirem as missas, que no du
26 do oorr. ntp. pplai 8 h r.s da manhS, na
matris da Boa-Viota, serio celebradas por alma
da sempre lembiada foci;i e x presidente deste
club, D. Odi rici Argeatina dos Santos.
Secretara do Club Literario Pinto Jnior, 20
de Marco de 1886.
Mara Eulalia Fernandes,
Secretaria
lleriiilaiio Je Burrim t- Silla
Ricardo Jos Gomes da Luz, tenoo de mandar
celebrar algumas mis as na matriz ce S. Jote
desta cidade, p. las 7 horas do dia 26, por alma
de seu amigo e compadre, Herculano de Bairos e
Silva, fklleeido ni povoado do Canhutinho no dia
25 de FeTereiro, trigsimo da de seu pastan en
to, cenvi: -s son* amigos c pf r ntes do falle-
cido, pir siatirem a (- i., de caridade
e religiAo : p .leude i te (- t .--a f-uraniamente
grato.
sodinni
Benrficente Luso-Bra-
sileira
* k "v;
De ordem do Sr. director sao convidados todos
os socios dest;' sociedade 4 comparecerem com os
seus respectivos distinctivos, 7 beas da ma-
nb, na veneravel ordem terceira dj Carmo, no
dia 24 do arrate smes, afim de aseistirtm as
missas do trigsimo dia do fallecimento do nosso
miiit, prestimos consocio Jos Antonio de Ma-
cedo Lopes, e bem aenm convida todos os seus
parentes e amigos.
Secretaria da Sociedade Beneficente Lusj-Bra
sileira, em 22 de Marco de 1886.
O 2o secretario,
______ J. A. arvxlbo Jnior.
C=C
Leonor Porto
Rna *! Inperador o. 45
Primeiro andar
Contina a exeeutar os mais difficeis
fignrinos recebidos do Londrea, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro,
Prima em pe-feicSo de costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
goato.
)
I
i|
i
If
D. Franrlsra failerCataleanie
Pcrretra
O major Pedro Meliano da Silveira Lesea, sua
mulber e filhos, scnsivelmente penalisados pelo
infausto passamento da Exma. Sra. D. Francisca
Xavier Cavaleante Fe reir, mi de sen presado
g< nro e cunbado, Antbeogenea Affonsu Fern ira
mand.m resar urna mise na capella do engeabo
Gravat no dia 26 do eorrente, p l.s 8 horas da
mmiha, c convidam a todos os seus parentes e
amigos e aos da finada, c ana familia, para assis
tirina ella, eonfosssndo t- eternamente gratos
aos que se dignarem honrar com suas presentas
esse acto de religio e caridade.
Elvira Antonia do Reg, Lusia la Corta K -
go. Raymunda Balbina do Reg, Eduarda Elvira
d > Reg, Ignacio Cintrs. do Reg e Zacaras Ijeite
do Reg agradecem 4 todos os seos amigos que
te dignaram acompanhar ds reatos mortaes de
si u presado ?a, ave c prente, Bernardo da Cos-
ta Carreiro ; e de novo os convidam para asa stia
rem as missas de setim da, que ter4o lugar n-
igreja do Rosario, 4s f horas do dia 27 d i corren-
te niez.
D. Franriora Xavier Ca aleante
Ferrelra
Os filhos, fiihas, genros, eras, netos e netas de
D. Francisca Xaxier Cavaleante Ferreira, agn.-
decem cordalmente 4 todas as pessoas que con
correram ao aeu enterro, e de n' vo s convidam
para assiatirem as missas de stimo dia, que man-
dara resar no dia 26 do eorrente, 4s 8 horas da
manha, as igrejas matrizes da cidade de Palma-
res. Santo Antonio do Recie e capella do engenho
Grvate ; por cujo caridoso obsequio antecipam
s ii- aeradecirrectos.
Lula iionraMen Afra
A viuva, filhos, enteado, irmaos, cunb&da e so-
brinhi-s de Luis (oncalvee Agr, ainda conster-
nados pela morte do mesmo, veein agradecer 4
todaf as peesons que se di^aram aeompanha'-o
4 ultima morada, e igualmoole pedir desculpa a
aquellas pessoas a qnrm deixon de c mmunicae ;
e de novo as convida 4 asMtirem as missas que
por sua alma mandara res r quarta tetra 24 do
eorrente, 4a 7 horas, na veneravel ordem terceira
do Carmo, e por eate acto de religio e caridade
serio eternamente gratoa.
*S*.
Zc**" -***"*0 ^P^
^^^,



r.....'
HH....................iafiaiVfIWWWWa
SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOILETTE, OS BANROS E CUIDADOS A DAR A3 CBIANOAa
Este sabonetb, vrrdtutrir antisptica, o mala efflca para a cura de todas as
MOLESTIAS DA PELl.E
SAPO CARBONISDETERGENS
i votsat Cnaitfas cum o SAl'U < AHHOMS 1>K I ll i. t:\s a/lm de proteuet-os contra
o SARAMPO, a VARILA a PEBRE ESCARLATINA
Este* HABOXETE8 sao recommendados pelo Corpo medico lnteiro porque prevlnem as .
"OLBSTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e se adaptdo a qualquer clima
MARCA DR FABRICA NOS KNVOLVEROS I NOS I'aKS
DexxiBlto craral "W. "V. WRIGHT SG C?, Southwark, LONDRES
Era. Fernambnco : Fran" 3XC. da STX.TTA & C._________
Kste medicAMENTO de um gusto agradavel, adoptado com grande xito ha SfcJ
mais de 2o annm pelos melhores Mdicos de Parlz, cura os Ue/luxos, GHpt, Tossc, -
bom i* Garganta. Catarro mUmonar. Irritse* 4o voto, das Vas urinarias 0 da Bexiga.
XAROPED'Rr-'7-H^VII.LItgR
o^
Laureado pela Academia de Medicina
0zei'l3J3-<^. Cava/he/ro tfa Legi&o de Honra rr<-r3$
^^HATOdeCAL GrSX-*^
O Phosptiato de cal a substancia mineral mais abundante do organismo e toda ves que sua
quantldade normal dlmlnuc resulta umaalToccao orgnica grave.
Mais de cinco mil curas, a mor parte justiilcada pelos frofessores e Mdicos dai Faculdades
forao i ibtidas ltimamente e flzero com que o Xarope do D' Reinrltlier fosse classillcado
como o especifico mais seguro contra a Tsica pulmonar, Bronchlte chronlca, Anemia,
cliitlmo, Debllldado do Organismo, u Xarope ao !>' Rr.nvilticr administrado
diariamente as crlancas facilita a dentlcao e o cresclinonto :nas mSes e amas de lelle torna o
le te meliior; Impede a carie e queda dos dentes tan rrequentes depols da prenhea
Deposito: Pharmaola ViaEMQTTE, 8, Plaoe de la Magdelelne, HIH,
Em Penambuco: FBAN- M. da SIL VA 4b V, s tiss prlnclpsn Phsrmsclss e Ontsrlsi.
iCherryPertoral)
.vSthma UnoNciun:.
losa
Pulmonar.

yt&"W&
^
^
O proprietarios do muito eonheci'lo estabelecimento denominado
MUSEU HE JOI \ S
sito a ra do Oabug n. 4, communicc;ra ao r^speita-el PUBLICO que recberam urr
grande sortimento de joias ias mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam-
bera elogios do todas as qualidades. Avisam tambera que .ontinara a receber por
todos os vapores vindoe da Europa objetos novos e vendem por muito menos que e
outra qualquer parte:
MGUL WOLFF & C.
N. 4 RA DO CABUG----N. 4
Comprase ouro e prata velha.
i^tr
Cura rpida e certa pele
lARSENMTOdeOURO DYNAMISADOi
do Doutor AJ3DISOIV
d> Cbloroie, Anemia, u>>1m u Molestia do Byctema nerroeo, u
maii mbeldw, Molestias chronicas dos PulmSes, etc., ato.
% _________________________
Ai maloTM lllojtn^aes medicas tAm attertado o poder onratiro Jeste medlcamaeia amSaram-n'o
o primeiro o o mais enrgico dos rtconstttuintes-
J O FRASCO : 0 FRANCOS (em rRANOA!
j Todo frasco que nao trouxer a d. rea de Fabrica regsradaeastgnatur*^^^^'':'1' j"-'a*-- i'
deve ser rigorosamente recnscii. y^-^J^ osts
~~"~^~ <4r y* frziucts
m ra.KI9, PLoraaci C3JbXV, rm* mecheeaoekBrt, as. ^'
Deposito sm Pernambuco : FRAN" M. da SILVA & C.
M


-







s iv?ajffr*A
- -r-- c^wer fr-
- -r C5S. WATS?, PortonsMt j|
lAXiS3. &. Htvm Pam 0, SAHtByf
-r~
VINHO gilbertSEGUIN
FEBRFUGO FORTIFICANTE spc-ovtdo oel Academia de Medicina da Pars
-------------------------- *sU ?--------------------1------
Sessenta anuos de Experiencia
e de bom xito tom demonstrado a mcacla lncontestavcl dcslc vmo, qur como mnti-
p+riodlco para cortar as Febres e evitar o seu reapparcclmento, qur como fortiflrantr as
OeoTaJeeoeneas, SeMUdade do Sanerue, Falta de Menstrnaco, Xna-ppetencla, Dlree-
tftee dalo >ls, Bnfennldades nervosas, Bebllldade causada pela edade o por eicessos.
flte Vtstho\ qus contim msls pr/no/noj sotlros to qu os u psrsdos slmilsrts, rsnte-sa pof prsfo mi
poseo msli Herso.Mto se dsrs objeotar contri o propo om Wtts to rtoonhtolda slosds to mot/otiiefo.
Pharmaola C3-. SBOXTEN, 378, ra Saint-Honor*. PARS
Depositarios em Pernam''itco : FRAN" M. da SILVA e C*.
lilil 111,11 il'lll! IIJIIII
J
ALBEJRTO HE1NSGHEL & (i
:2"!U \ 0 BAR-VO DA VICTORIA-52
O bem acreditado fstabele'imerto photograpbico all^m3o, acaba de augmen-
tar as suas galeras no gosto das mais sumptuosas casas d'este geneio, como de P-.ris,
Londres e Berlin, ondf o respeitavl publico encontrar os rrais aperfeijoados Lrabalhoa
pelo systema mais moderno e mais apreciado.
Para dar ma3 impulso sua casa e assim meihor satisfazer as mas difficeif
exigencias, acaba de cootraotar o eximio pintor o Sr. Ferdinand Piereck, chegado re-
centemente da Corte do Imperio, onde adquiri gran Je nome, alm do bom crdito que
j gozou em 1877 quando aqui estece na mesma casa.
Roga-se as Exiuas. familias e mais pessoas o obsequio de honrar cora suaa
visitas a este grandioso estabelecimento, onde existe urna magnica exposicao de suaa
producfSes artsticas e onde encootr; rao lhaneza no trato, perfeico nos trabalhos e
modicidade nos pregos.
C. Barza,
Qeiente.
Grande e bem montada oflicina k alfaiate
DE
OLEO TRIGUEIRO-CLARO
de FSGADO de 3ACALHAO
do D? DE JONCH
OAVALHEtRO DA ORDEM DE LEOPOLDO DA BLGICA,
""*LH"'0 DA LEOlXo DE H0MRA DE FRAf"
COMICNDAbo. *A ORDEM DE CHRISTO DE P0RTUGL
PEDROZA & fr
N. 41- Ra do Baro da VictoriaN. 41
Nesie bem eoabeci io eatabelecimealoj se encontrar um lindo variado sor-
timento de pannos, caseraira.-, brins, camisas, punbos, collarinhos, meias, gravataa,
tudo importado das melhores fabricas do Paris, Londres e Allemanhn ; e para bem
servirem aos sene amigos e fregu z'-s, os proprietarios deste grande estabelecimento
jm na direiciio dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espado de 24
horas, preparam um terde roupa de qualquer fazenda.
Ra do Baro da Victoria n. 41
(PRESOS SEM COMPETENCIA)
i~n^1ie(ild0 ?elas Prtmeiras autoridades medicas como
iDConteslavelmente o mais puro, o de gosto mais agradavel.
e o mais elleaz de todos.
. .tra AHISICA e as MOLESTIAS de PEITO,
a DEBIUDADE GERAL, o EMMAGRECIMENTO das CRIANCaS.
s KACHITIS e todas as AFFECt S ESCROFULOSAS.
B?" Vende-se SOMEHT em garrafas que levSo na capsula o
tViViS1"" do Dr DE JONGH a a assignatura de
ah&ak. HARFORD C. Cautela com as Imi**ft$.
Dicss Consgnatoros, ahsah, HARFORD t C, 21C, Hgb Holborn, Londres.
Vande-se em todas as principad Pha'macias do Mundo.
./


MMte
^ .

<*&
MORSGNs?'
Remedio infj':v.
JNDIGESTAG
Sob a forma de
nuaoo i, ros
I OX.UBVX.OS.
VENDE-SE n : f-UNDO INTEIRC
paavAaADoa ai
Pepsina .Worton
Muilo recommtndsais
pelos prircipse*: Medios.
i MORSON \ SON
1 Southamplon Rw, ftu^sell-Squars
LONDON
BIIf til i I INMaiBS
hpMiUrioieB Psmsmbuco : Tnte-M. ii SILVA a C1".
TINTURARA
OTTO SCHNEIDER
25 Ra de Malinas de lbuquerque l\
(ANTIGA RLA DAS FLORES)
Tinge p limpa com a maior perfeic3o toda a qualida t ile estofo, e fazendas ero
pecis ouem obras, chapeos de feltro ou de p^lha, tira o mofo das fazendas; todo o
traball o r'eito por im io de macbinisino aperfeQo do, at hoje condecido.
Tintura preta as teryas e si-xtas-fciras.
Tinta de cores e lavagem todos os dias.
VWVV\"'.'WlfWVWVyviHty>>yw~
PANCREATINA DEFRESNE
Adoptada ofpaiaii.. its nos sipilass de Paris
s na karinka francesa.
O mais poderoso d'entre todos os agostes
digestivos conhecldos. a i'anereatlnu ir,
freone emprega-se seuipre com resultado
provado contra:
Fastlo I Oaitrltes
acaa dicestOes I Oaatralflaa
riatnlenclas do estomaro
mnolencla apa aa refeleSes
Vmitos determinados pela ararldea
nfermldados do Arado
Tomada depols das refeleSes desperta e excita
o a ?peti te dos con va leseen tes, combate e detea
o emagrcclmeoto dos tsicos.
A nastermatina D*frente, em p e em
fsJulat vende-sc em todas as pharmaclas.
DAY& MARTIN
Forneosdores tf Sus stsjsttsds s Ksinhs ds Inglsttrrs,
do Eisrcito s ds Msrlnhs bntannics.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXAmP'stiUNCTUOSA
OLEO para AEEEIOS
t tudo que ntuusrio an i minutsufi a sama
sob todas ts firma.
DEPOSITO OKRAL EM LONDRES:
7, Higas Jfofbat-n. 9t
M Hmmam: riUC- M. M ULTi*.
L qnidaiii
Mas barato do que em casa dos dignos
collegas
Esgui5cs par i camisas e casaquinhos de senhoras a 4)5 e 44500 a peca
Saias bordadas a 3(J, 4 e 000 urna !
Gamis.s bordadas p>-ra senlii ras a bftbQO e 3(5000 urna I
Tdem sem pnnhos, sera c. II rinhos. para homem, a 42$ a duza!
Meias inglezas superiores a 4j e 5$000 a dita!
dem inglezas para s nhoras 4J e 6^(000, cruas de 16\J por 12,500? ?
Crochets guarnida* completa por 8^000 1
Damascos duas larguras para colxas a 2(5000 ocovado
Popelines brancas a ^00 rs. o covado proprias para noivas.
MiriuSs pretos duas largona a 1,5, 1^200 e 14500 ocovado I
Urrohot<-6 de linho lnp rior a 2,J000 o metro!
Len^es de dito, panno de casal, ;i 2,5000 um !
Coberta de ganga retoes, dem 3,5000 urna!
Ceroulas, superiores oor lados a 16,5000 a duzial
Cortos de meia casemir para calca a 15400 I
dem di casimiras inglezas a 3 e 4000 um I
Cambraias Victorias e transparentes a 3200 e 3^800 a poja!
Fichs para meamas a 15500 o 2,50O0um !
Cortinados bordados a 75 e 10,5000 o pirl
Crinaldas evos para noivas a 105 e 15,5000.
Crotones superiores a 320 e 360 rs. o covado I
JRa Duque de Caxias59



Diario de Pernamhiieo---tyuarta-feira 24 le Mar$o de ISS6
SlflLIZ
Aos4:OOOSOOn
Pra^a daindependen
cia ns. 37e 39
O abaixo signado vendeu entre os seu>
feliaoa bilhetes garantidos du 44* loterit
sorte de 200(5 em 4 quartos n. 452,
alm de outras muitaa de 320, 16(5 e 80.
Convida os possuidares a virem recebe?
em descont aleum.
Achara-se a venda os fezes bilhetes
garant los da 46a parte da lotera a benefki
da matriz de Serinhaem, que se extrahir
no dia 27 de Marco.
Presos
Bilhete inteiro 40OOU
Meio 2000
Quarto 1<000
i porvo de 1005000 par
otea
Bilhete inteiro -*4500
Meio 1*75')
Quarto 875
Aut"nio AuQiwto dn* .Snr- Prrto.
Aviso
Por do se ter reeebido e oem passado todas
as acces entre amigos de om eavallo castamo e
ama espingarda pe'a presso do ar, que corra
com a Ultima lotera do me de Marc>, fi
ferida para a oltima do mes de abril.
M
ca tr&r.s-
Lm 4:000*000
1:000J000
16-FvU do Cabug-16
Achaiu-se venda os venturosos bilhe
tes gar ntidos da loteria n. 45* em beneficie
da matriz de Serinhaem que Se extrahir
no sabbado 27 do corrente.
Preeos
Intero 4J000
Meio 2(5000
Quarto 1(5000
Sendo qaantldade superior
a 1> :ooo
Inteiro 30600
Meio 1-5750
Quarto (57*5
Joaquim Pires da-Silva.
Cos nheira e eopeiro
. Precia se de urna bea cosinheira e de om oo-
I peiro ; na ra da Auroia n. 31.
Cosinheira
Precisa se de ama co*iuheira e que faca mais
algum ser vico em casa de pequea familia ; na
roa do Marques d<- Olinda n. 26, loja.
Tricoferc
de Barry,
irnmeMe qiic
pranle
luz crea
CABELLO
alada menino i ai caDfcm
mala cairas, fcein cara. rmlleaJairure
a TI.--.HA e a CASPA.
PositiTamente impede a
queda e e embranqnecnsme
doCABELLO e em todos o* ca-
sos o toma invariavelmente
Kacio, B'ilhante, Famoso-1
Abundante
En uso ba:nats de oltentaaanofl
e toiu malor vouda que ncnbUB.
oof" or-par*do para o cabello en.
toC- auad.
m Agua Florida
de Barry.

DUPLA.
O Preparada segundo a forarals
original usada pelo inTentor nt
auno de 1829.
Tem duas veres mal Fragrancia
que qualquer outra.
Dura duas veces mais tempo.
E'muito mais rica de perfume t
mais suave.
E'muito mais Fina e Delicada.
Tem dobrada forca Refrescativa
Tnica no Banho.
Fortalece ao Debite ao Caneado.
Cura as Dores de cabeca e os des-
malos.
E'muitissimo Superior a todas as
outras Aguas Floridas Actual-
mente a venda._________________-4
De80oberta Importantissima.
furo Oleo de Fijado de Bacalhao
COM
IODURETO DE FERRO,
Barclay Cnra rndicnlmente e com seguran9a os peores raaos
de FhthiMca. Eacrufubis, Rfcrumatwmo. 8 docucu
da Espiaha Dorsal, los Onadrls c dos Ossos, as ln
.lasamayoM do Filiado, do Baco c do I"tero, etc., etc.,
e restue no corpo enfraqneciooe fatigado o sea pri-
aiitivo vigf.r earredondado 4os contornos. E' certa
mi-nio nina grande deseo! -* Puro Oleo de
Fisado de Baeo!hr coa. Iodareto ae
Ferrode Bardar Ca- New York. |
Xaropr de Vida
de R* ter No. 1.
DEPURATIVO E PURGANTE.
Este novo e anuravel purificador de
sanfne acta sobre os intestinos
o ligado, os rins e a pelle.
E'cr ra i nfall i vel contra a Deh idade
Nervosa, as Dore de Cabe--., a Dys-
pepsla as Sezoes, e contra as doen-
cas de origem Miasmtica ou ooca-
sionadas por desordena do flgado
ou pobreza e Impureza do sangue.
0 reslavnnl italiano
* ra ata Laranflras nunirro t
rmvida sos seos fregarse*, com > s> mpre, aos
sns petiscos a gosto a vontade das peasuas que
antandem da arte coliuaria, seus temperos 4e
amnteigs, e nic de banha de .orco.
Precos :
Um jan tai com sopa, tres pratos, caf on cha,
sob -e mesa e vinbo 1*0 0
Al moco com doua pratos, caf, ch* oq leite,
pi, manteiga e vinbo 1*000.
Teado todas a* quintas feiraa vatapi, macar
fio a italiana e ravioles.
Compra-se e paga-
se mais do que em ou-
tra qurlquer parte bem
como
de qualquer qualidade.
Na ra >o Imperador
n. 32, loja de jotas.
Julio Fuerstemberg.
Massa fallida de Joa-
quim Ferreira Cam-
pos & C.
Os cr dores da massa fallida cima referida sao
convidados para, no prazo de oito das, a contar
da data deste, a presentaren] seus titulos afim de
serem classiticados, ao escriptorio do Dr. Henri-
que Mili', ra do Imperador n. 22, 1 andar.
Por 20^000
Aluga-se o terceiro andar da casa roa dn S
Jorge (antiga do Pilar, n. 72. cora bastantes com-
modos; a tratar na ra da Crespo n. 17, loja.
AtteiiQo
O poro vinbo verde e o saberoeo cha preto pon-
ta branca, especialidades sem competencia neste
mercado, reci-bidos pelo oltim' vapor, encontra se
venda em casa de Paule Jos Alves & C
60-Rua do Baro da Vicloria-60
Criado
Precisase de um eopeiro que seja I impe na
ra da Aarors u. 155.
Ensino
Urna pesara cMnpetei.temante habilitada e ten-
do uesta capital a necesaria pratica para o ensi-
no das materias : prinv iras lettras (curso comple-
to), portugus, francs, arithmetics, geometra e
g<*ograpbia, so offerece para fazel-o em casas par-
ticulares ou em sua resioencia na ra do Viscon-
.dc de Goyanna n. 119.
Predios
Comp.am-se alguna predios em boas mas, qoe
regula o preco de 2:0604 4:000/ : a tratar na
roa Imperial n. 397.
Toa Hus para bapti-
sado
Importsntt's toalbas de labvrintho, se vende no
largo da Corpo Santo n. 19, 2o andar, de<25J
28*00( ; para ver, soanda-se levar dentro da ci-
dade e nos arrabaldes.______________________
~ Km Santo Antonio
Aluga-se o 2 andar e sotio 4 roa estreita do
Rosa-o n. 38, por 25*000 ; a tratar em Fra de
Portas, ra do Pilar n. 56, das 4 horas da tarde
em dinnte. As chavea i sto na loja.
Os Habitantes do Planeta Satura
1.a -Torume da G-aleria Portngueza
1 voloms de 400 pagiaas coa umitas gravo-
ras 2f600
REPERTOEIO oo ndice Alpbabetico do Re
galamente n. 9,549 de Janeiro de 1886, sobre o
processo civil, commerciai e bypotheeario, qoe al-
terco p consolidoo diversas disposicoes relativas s
execocoes civis e commerciaes-
POE
E. (alviio
1 volme encadernado
Llvrarla Franeeza
RA 1. DE MARgO N. 9
2$000
Papagaio
Pede-se o favor a qn gaio grande, manso, faliador, com um pedaco du
cerrente presa no pe, de o levar ra Nova n. 61,
ioja, que ser bem gratificado.
Puro leite
Ai 6 horas da raanha, no largo do Rosario, de-
fronte da igreja.
!
Penso Acadmica
Com um corso de direito natural e ro
mano
Sob a dtrecrfto
BS
DO
Bacharel Assenso Mas-
carenhas
Mensalidade 00*000
Pagamento adlaotado
Roa d nmpea'ris n. 15, sfgundo andar
_______VENDAS_________
Taverna
No largo da Assembla n. 17, veade-se orna
taverna bem afreguecada, tanto para a praca co-
mo para o mato, e o motive da venda se dir ao
omprador.
WHISKY
RYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Eseesses preferivi
ao cognac oo agurdente de carina, para fortifica
o corpo.
Vende-se a retalbo nos c. ihorec imseos
co I hados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cojo as-
as e emblema sao registrados para todo o Braz:
BROWNB C, agentes
E' pechincba
Vende-se om deposito de seceos em pequea
escalla, proprio para prinoi hinte e bem atrege
aado; a tostar ao asesan, sito ao largo do Forte
numero 34. v
A Predilectas liquida por ludo prefo, por
ter de acabar at o fim deste m- z, os object >e dos
seos lindos mnstrsdares. Entre muit< s artigos
nin deixa de mencionar os abaixo, qoe todo vende
por qoasnada
Galoes pretos, largos, para vestidos e casaeos,
metro por 300 ris.
Bicos e rendas lar drilhos, metros por 1*000.
Escovas elctricas para limpar cabeca, de 4* ca-
da orna, por 1 500-
Quadros com aro de nikel p ("retratos, om 200
ris.
Massinbos com 30 grampos polidos, om 40 res.
Dosiss de lapis de Paber de 1*200, por 700 ris.
Pares de suspensorios para meninos, om 800 ris.
Superioras > scovhs para roupa, urna por 1*.
Peot'S de marfim para caspa, um 300 ris.
Ditos da Irlanda p ra desembaracar, um 600 res.
Ditos de tartaruga para coques, um 40' ris.
Botijas com tinta Bluo Blackurna 360 ris.
Trancas de palha para chapeos, urna peca com 10
metros por 300 res.
Caixaa imitando tartaruga, ama 8J0 ris.
Afe-ulhas de osso para ebrochet. urna 60 ris.
Ricos espartilhos americanos, um 4*500.
Taboadas de multiplicacio, de cores, de 3*, isto
jogo, por 1*'KJ0.
Bolsao, as melh res, de veludo, de 10* cada orna
por 5*0't0.
Collares Royer, contra convolses, verdadeiros
anodinos, um por 2*00 '.
Ricos estajos com duaa tbesnuras finas 2*000.
Pecas de tranca grega, padroes muito modernos,
urna 50 ris.
Pecas de galio branco, urna 80 ri.
Borlas grandes para pos de arroz, ama 200 ris.
Lindos fichs e retn z, um 400 ris.
Voltas de coral fino, com croch de plaqu, urna
por 4001 Ais.
Puls> iras com tres ordens de coral, urna por 1*.
Urna oaixa com superior papel amisade 4"0 ris.
Baleias para vestioss, polidas e moito fortes, u
dosia por 360 lis.
Ornsas de botes de madreperola fina para casa
cos, orna por 1*500.
Macos de mignardisse para crochet 200 ris.
Carriteis com 200 jardas, linha superior, de qual-
quer numero, um 80 ris.
Meias cruas para homens, superiores, orna duzia
por 3*000.
Loques de lindas cores, grandes, um 400 ris.
Ditos chinezes, om p r 100 ris.
7/fi\

O 49 da roa Duque de Caxias est vendendo
fazendas por meaos 25 */0 de seo valor.
Ver para acreditar
SetiBs macaos de 1*400 por 800 ris ocovado.
Merinos pretos de 1*. 1*200, 1*400, 1*600
1*800 e 2* ocovado.
-etineta preta a 500 e 600 ris o covado.
Ditas de cores a 400 rs. o covado.
Fostdes braocos e de co es a 400 e 500 ri. o
covado.
Sedas de listras de cores de 2* por i* o co-
vado.
Merino de bolinhas a 900 rs o covado.
Ma-ip osas fi las dauores a 240 rs. e covado.
Renda aborta da China a 240 ris o covado.
Linbos escossezes de todas as cores a 240 ris o
covado.
Chitas finas a 200, 240, 280, 320, 360 e 400
rs. d covado.
M.intel tas de seda e 16* por 7*.
Fichas a 2|, 4* e 6*.
Bramante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dito de quatro larguras a 1*200 a vara.
Atoalbado de linho bordado a 2* a vara.
Collarinhus e punh s para senhors, modernos, a
2*000.
Brim pardo liso de 300, 490 e 500 rs. o corado.
Toalhas velpudas a 4* e 6f a duzia.
Ditat alcocboadas de 20* por 124 a dusia.
Cobertas lomadas a 2*800 orna.
Lencos de bramante 1*800.
Camisas para senhora a 2*50C ama.
Casaeos de laia bordados, modernos, P*.
Dame co de algodao de cores, largara de quatro I
palmos a 500 rs. o covado. ,
Camisas bordadas e de linho a 30*000 a dosia. '
Madapoln casca de ovo e pelle de ovo a 6*500.
Enxovi.i'6 para baptisado, novidade, 9J.
Timoi-8 para menino, boidados, 4.
Chapeos de sol de seda para senhora, de 16*
por 8*(MI0.
Meias para homem e senhora, de 3*, 4*, 5* e
6*000.
Redes hamburguesas, 10}
Colchas a 1*800, 5*, 6* e 7*.
Verbutinas d todas as cores a 1* o covado.
Cortes de casineta a 1* e lgSOO.
Ditos de casemira & 3, 4, 5, 6 e 7*.
Lencos aba'.nhados com barra a 1*200.
Camisas de inei i a 800, 1 *. 1*500 e 2*
Casemira de cores de duas larguras a 2*.
Cortes de caremira para vestido de senhora, de
Tainhas
Sem competencia em pre<->; vende-se na roa de
Pedro-Aflonso us. 5 e 11.
Ao32

3*
P'r
Frascos com verdadeira agua de colonia 500 ris.:
Tasos e porcelana, cores matisadas, com banha, '40* por 20*. baratsimo.
porlOOO. I Zafiros lisos a 120 rs.o covado.
Agua dentrifica do Dr. Pisrre, um frasco, pcebio
cha 1 por 1*000.
Um pacato de cs de arroz verdadeiro 300 ris.
Urna caixa com tres sabonetes por 500 ris.
Urna dosia de sabio Hirds n por 600 ris.
Cambraia preta para forroa 1|200 a peca.
o Norte
Em vista dos grandes pregressos da idea de que
gloriam as naces civilisadas, o c
14Pra^a da Independencia16 aconchar eB8e progresa, visto queeik
; o mais poderoso elemento do engrandecimento das
Signal
Cabriole!
Ve ide-se por baratissimo pn-90 e em moito bom
estado om cabrielet de doos assentos, quatro ro-
das e arreios para um eavallo ; a tratar na co-
cheira do Candido, roa da R >da.
Taverna
aaoies : em /ista do que annun,ciam
MARTN CAP1TAO & C.
1 Roa estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es -
eolha dos quaes, os annonciantes teem searpre
' maior cuidado, para bem servir os seos numerosos
fregu- es. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe.
Venh.m ver, pois :
Quiijos, flameago e de Minas.
- Fiambres ingleses.
, Chocolate francs Menier.
Dito do Maraiihao.
Fructos seceos, como :
Passas, amendnas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
, Doce de todas as qoalidades.
! Bolachinba inglesa.
SemeBtes novas de hortalizas.
Espectalidade em
Na ra do Mrquez do Herval n. 141 se dir] Vinbos finos do Porto, Madeira e Shery.
quem veade ama taverna bem loca usada e bem
afreguezada, propina para um homem solteiro por
conter om bm soto. O motivo da venda se dir
ao comprador.________________^^^^^
Engenho Recanto
Vende-se ou arrenda-se o engenbo iBacanto,
sitoado no tormo de Serinhaem, moeate e corren
te d'agua, com boas torras,,ate. ; a tratar com
Manoel Ferreira Bartholo, roa do Bom Jess
numero 4.
Taverna
Vende-se ama taverna bem afreguezada, n'om
dos melbores pontos desta cidade, o que a torna
muito reeommendavel ; a tratar na roa do Amo-
rim n. 66.
Yende-se
Urna pequea taverna, bem afreguezada e com
pouco capital, propm para principiante, em San-
to-Amaro de Jaboatao, roa do Imperador n. 21.
O motivo da venda se dir ao comprador.
Ditos da Figoeira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de todas s qualidades.
Champagne.
Cerveja de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fiaa eos aaeotes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo matte do Paran, em po.
Ainda mais:
Ovas de peixe.
Sardinbas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martina Capit&o (\ roa estreita de
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Fomiieida capanema (verdadeiro) para extinc-
cao completa da formiga saura. Vendem Martins
Capitao & C., ra estreita do Rosario n [
s
SO' AO NUMERO
4o roa da Iasperatrlz = lo
Loja dos barateirot
Alheiro & O, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem om bonito s irtimento de todas estas fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
Algodao Pecas de algodaoziuho com 20
jardas, pe'os baratos prevos de 8*800,
4, 4*5K), 4**0, 5J, 5*5(XD e 6|500
MadapoloPefas de madapolo com 24
jardas a 4*500, 5* 6* at 12*000
Camisas de meia com listras, pelo barato
preco de 800
Ditas branc s e croas, de 1* at 1*80q
Creguella franceza, faaenda muito encor-
pa la, propria para leD^oes, toalhaa e i
c^roolas, vara 400 rs. e 500
Ceroulas da m -ina, moito bm fetas,
a 1*200 c 1*500 ;
Colletiuhos <"a mesma 800
Bramante fraocez de algodao, muito en-
corpada com 10 palmos de largura,
metro 1*280
Dito de linho ingles, de 4 largaras, me-
tro a 2*500 e 20801
Atoaihado adamascado para toalbas de |
mesa, com 9 palmos de largura, metro 10800
Cretones e chitos, claras e escuns, pi-
drSes delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado do
mercado, rs. 200 1
Todas estas fazendas baratissixu?, na coobecida
loja de Alheiro & C, eequin do becco
dos 5\Treir08
Algoda^ enfestado pa-
ra len^oes
A o ra. e llOOOo ssaetr
Vende-se na loja dos barareiros da iSoa-Vista
algodao p ira b-ncoes de um s panno, com 9 pal-
mos de larguras 900 rs., e dito com 10 palmos a
1|000 o metro, assim coma dito trancado para
toalhas de mesa, com 9 palmos de largura a i*20<>
c, metro. Isto na leja de Alheiro & C, esquina
do becco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*209, 1*400, 1 *6'0, 1 800 e 2* o covado
Alheiro i O, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem moito bons merinos pretos pelo preco cima
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons eapartilhos para senboraa, pelo preco
de 5*000, assim c mo um sortimento de roupas
de casimiras, brius, etc isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3- o covado
Alheiro 4 C, ra da Imperatriz n. 40, ven !
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas L.rguras, com o padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3| o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar facer costumes de casemira a
30'', sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pech ncha : aa loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A' 320 rs. o covado
Os baratoiros da Boa-Vista vendem urna grande
porclo de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 320
rs. o covado, grande pechincha ; na loj da es- j
quina do becco dos Ferreiros.
Bordad o a m lOOrv a peca
A roa da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
brdalo, doos metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., 00 em earto eom 60 pecas, sorti-
das, por5f, a prove tem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Fiiste de .etlneta a &OO rs o
covado
Nova loja de fazendas
Roa da Imperatriz =
DE
FERREIRA D\ SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
.eitavel publico om variado sortimento de tasen-
as de tod..s as qoalidcdes, que vendem por
precos baratissimos, assim como um bom sjrti-
mento de r upas para horneas, e tambem se man-
da tazer por eocommendas, p r ter om bom mes-
tre aliaiate e completo sortimento de pannos finas,
casemiras e brins, etc
-
3
7*000
10*000
12*000
12*000
5*50(
6*50T
8*000
3*000
1*600
1*000
Ba da Imperairlz
Loja de Perra da Suva
Neste estabelecimento vende-se aa roupas abai
xo mencionadas, que sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgorito diagonaes e
acolchoado.--, sendo fazendas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cordao muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella asnl, sondo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fazenda moito encorpada
Ditos de casemi.a de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
moito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de moleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulas de gregoellas para homens,
sendo moito bem fetas a 1*200 e
ColletinhB de greguella moito bem feitos
Assim como om bom sortimento de lencos de
linho e de algodao, meias croas e collarinhas, etc
Isto na loja aa *ua da Imperatriz n. 32
Riscados largos
a 900 ra. o covado
Na loja da roa da Impe*--.triz n. 32, vendem se
riscadinhos preprios para ronpea de meninos (
vestidos, pelo barato proco de 200 rs. o covadt
en Jo qoasi largara de chita franceza, e assic
como chitas brancas miadinhas, a 200 rs. o covs
1 ',<: ditas 18 curas a 240 rs., pechincha : ns
loja ao Pereira da Silva.
FuNtOea. Netloeaa e lxinhaw a SOS
ra. o covado
Na loja da roa da Imperatriz o. 32, vende-se
om grande sortimento de fostdes brancos a 500
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-cores
fVzenda bonita para vestidos a 500 rs. o covade.
e setinetas lisas moito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 rs. covado. pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
Merinos pretoa a lS*
Vende-se merinos pr. t .s de duas largaras pan
vestidos c roapas para meninos a 1*200 e l*6)(
o covado, e sunerior setim preto para enfeites s
1*500. afsim como chitas pretas, tanto liaas corar
de lavoures brancos, de 240 a' 320 rs.; na novs
leja de Pereira da Silva roa da Imperatriz na
mero 32.
AlgodSoainbo franrez para lenres
SOOrs., I* e ltOO
Na loja da roa da Imperatriz n. 32, vende-M
superiores algodozinhos francezes com 8, 9 e 1C
palmos de largara, proprios para lences de na
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000 1
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, as
airo como superior bramante da quatro larguras
para lencoes, a 1 *500 o metro, barato ; na lojt
do Pereira da Silva.
Koiip
a par; meninos
A i*, ateoo e e*
Na nova loja da roa da Imperatriz n. 32, a
vende um variado sortimento de vestuarios | pro.
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
nha corta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditos
de molesquim a 4*500 o ditos de gorgoro preto.
emitando casemira, a 6*, sao moito baratos ; ns
oja do Pereira di Silva.
Fazendas finas e modas
Alheiro & C. roa da Impcratri ven-
dem um bonito sortimento de fostles brancos pelo
-baratinho (jreco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 ra o
ovado ; na loja da esquina do buco dos Fer-
reiros. ___________ ______-.^__
A.^
=
Pinho
enga
Vende-sp em casa ae Matneas Aastin & C,
ra do Commercio n. 18, 1 andar, da melhor
qoalkrade e diversasdimensoes.___________^^^
Camisas nacionaes
A **SOO. SSOOOe S*500
32= Loja k roa da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento nm gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e p.iohos de linho como de algodSo, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*. sendo faaenda
muito melhor do qu" as qoe veem do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortadas por
om bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda faser por encomm'.ndas, a v mtsde dos
fregoezes : oa nova loja da roa da Imperatriz n.
3 ;, de Ferreira da Silva.
Ra do tabugft
f Bastos fc .
fTEL*HONE 359)
Avisara as Exmas. familias qoe receberam d
1 Paria:
Lindissimos cortes para vestidos com tecidos dt
mais palpitante novidade como sejam: Etaminf
com bordado a retros, seda erua bordada a capri
cbo, Cachemire com enfeir -s bordados a fil
Moda 1886
Valentionne en ecorce d'arbre.
Primorosa escolha em vestidos com 20 metros dt
1S ligeira, tecido ainda nao conhecido aqui.
Cores e desenhos novissimas as seguintes fs
rendas de seda, l e algodao. Etamioe, Surah, Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemirea
Esplendido sortimento
Em leques, lavas, espartilhos, laces, lavahrev
meias, lences e mnitos ootros artigos qoe se ven-
dem por precos sem competencia.
1
A
DAS
r
CORRE NO DIA 30 DE MARO
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te oteria est habilitado a tirar 10:006$>000
Os bilhetes acham-se a venda na Casa Feliz, praca da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia3o de Marco de 1886, sem falta.




ILh


8
Diario de Pernambuco--$uarta-feira 24 de Marf de 1SS6



L!TTRATlia"
OS FILHOS
DO
BANDIDO
POK
ursva?
i apoiou o pedago do panno s ventas do
QXjiCVbli H. o. CJ.JT1, ~ jli
A grutas dlUrelat
f ContinuacSo do n. 67 )
XLIX
A TORTURA DA ALMA
Efectivamente, quando Mercurio volta-
ra nSo tinha encontrado Humberto e Rey
aold na posigilo eu que os tinha deixado
alguns minutos antes.
Humberto, ein p e cora os bracos cruza-
dos sobre o peito, pareca estar socegado
obrigadamente ; seas olhos brilhavam com
anisagSo singular, e urna expressSo tri
umphante illuminava a sua physionomia.
Reynold mais ligado do que estava an
tes da sabida de Mercurio, raovia-se com
assu.tadoras convulso..' debaixo das cor-
das que o ligavam.
Houvera urna luta entre os dous horaens
durante a ausencia do terceiro, e o vence-
dor experimontava a alegria do triumpho,
emquanto q*ue o vencido quasi se despeda
va anr ai venido.
Reynold tentou escapar-nos, conti-
nuou Humberto ; sorpreh'-ndeu rae, e seas
cordasse tivesscm desligado dejtodo, o nosso
plano de justa vinganga destrur-se-a. Fe-
lizmente previnime era aportar as cordas;
mas nao percamos mais t ropo, Mercurio,
apresBemo nos!
Sim, teas razSo, responden Mercu-
rio, apressemo nos.
0paciente fez novos exforgos pira des-
atar s cordas que o retn.m captivo, e ni
faltados gritos que nSo podiam escapar-
sc-lh/ da bocea, seus olhares assustadores
mos/ravam o sent ment da raiva ns sua
terrivel expressSo.
umberto c Mercurio approxiraaram-se
defle. Sem desprend-T os bracos, atados
cora solidez ao coroprido do corpo, cada
ura dos dous ir-naos agarrou urna mSo de
Reynold eobrigoulhe a abrir os dlos.
Depois sera a menor hesitagSo, cora ura
8angue fri assustador, Humberto e Mer-
curio, cada una cora a ajuda d'um punhal
agudo, fiz'iram tres feridas profundas nos
dedos virados que elles sustinham.
Faz parar-lhc o sangue disse Mer-
curio a Humberto. Necessita das suas for-
jas para soffrer a tortura.
Humberto destapou a boceta que Mer-
curio lhe deu, c deitou algumas gottas do
liquido que ella continha sobre as feridas.
Depressa a man se encrispou, o rosto do
paciente tomou urna terrivel expressao de
sofFrimento, mas o sangue parou.
Humberto passou a boceta a Mercurio,
o qual repetio de seu lado a operagSo com-
prima do outro por Humberto.
Agora, disse Mer-urio, vaes cortar a
mordagi Fas como se corabinou.
Humberto olliou seu irraSo, como se
memoria lhe faltasse.
Tapn-lhe as ventas disse Mercurio
cora impaciencia, aira de forgal-o a respi-
pirar pela boer^a quando lhe cortares a
mordaga.
E mercurio designou ura frasco que ti-
nha na mSo.
Humberto pegou n'u u pe.layo da morta
lha em que troux^ra o enrpo de Rynold e
paciente, afim de cessar a respirarlo.
O rosto de Reynold tomou se roxo e os
seus olhos pareceraro querer pular fra das
rbitas.
Humberto cortou lhe a mordaza que ob-
strua a pass.igem do ar pela garganta.
Depressa, por um movimento machind,
invoncivel, Reyaold abri os labios para
toroar ar, mas esse acto imperioso da exis-
tencia, foi Acompanhado de ura grito terri-
vel.
Mercurio, no momento em que Reynold
respirava, deitava lhe entre os labios uina
parte do cont do da boceta.
O licor, poderosamente corrosivo, qu i-
raava o inteyr d bocea e a lingua de
Reynold.
Gritar I disse Mrcurio levantndo-
se, mas nao fallar mais, respondo por
isso.
Sim I tu nao fallars / repetio Hum
berto olbando para o paciente tudo foi
bem prevenido !
R<'yaol l dava urros assustadores, mas
nenhum sora se escapava do seus labios;
tudo foi bem prevenido 1
Bem vs, continuou Humberto, que
a tua agona principal !
Por um esforco supremo, Reynold le-
vautou se.
O seu orgulho, um momento vencido
pelo sofFrimento, elevouse ao de cima da
dr.
P3e lhe a morlaca, dissa apressada-
mento Humberto, para que os seus gritos
nSo possara trahir nos e levemol-o para a
masmorra.
Alguns instantes depois, puchado por
Humberto, arrestado por Mercurio, tomou
na masmorra o lugar oceupado pelo seu ir
mao, meia hora antes.
Mercurio e Humberto fecharan) no em
seguida nos grilhScs.
Quizeste a morte de nos ambos, e
ambos te entregamos ao supplicio 1 disse
Mercurio. Ainda urna vez, a justiga de
La Chesnaye se cumprio 1
Esperaste zombar impunemente de
mim e levarme morte, disse Humberto
com voz vibrante ; s tu que vaes morrer
e eu triumpho 1
- Para mim Diana.
Para mim Aldah I
Co n um rpido gesto, Humberto desli
gou as cordas que ligavam o prisionciro e
este tieou nicamente preso pelas corren-
tes.
Na raestna occasiSo Mercurio tirou-lhe a
mordaga.
Reynold soltou um grito, quiz avancar,
mas as correntes, que o soldavam por as-
sim dizer parede pela cintura e i-esto do
corpo, contiveram o seu impulso.
Humberto c Mercurio tinbam desappa-
recido, e a lousa, posta no seu lugar, dis-
simulava perfeitamente a comraunieagSo
estabelecida entre a masmorra e a cellula
precedente.
A >s rugidos furiosos do prisionciro, gri-
tos immensos responderam.
Espera, patife, espera disse um or-
gao sonoro, j vaes gritar, e desta vez
ser por alguma cousa!
Ao raesmo terapo que estas palavras fo-
rain pronunciadas, quatro cordas deitadas
do alto da obobada cahiram sobre as lagos
e quatro vigorosos policas desccram at
ao solo em que se debata o prisionciro.
Os poliaias agarraram-no e contve-
ram-no.
O prisioneiro fazia esforgos inauditos
para escapar-se, mas as suas mitos e ps
embaragados pelas correntes, nSo podiam
operario os dous tirantes de ferro que o
prendiam parede tornavam toda a tenta-
tiva de defeza intil.
pareccu lhes s que o prisioneiro os araea-
gava.
Chifrcs do diabo disse um, onsur-
dece-nos com os teus gritos ferozes. O pa-
tito tem bastanto modo da tortura Julga-
va-o mais valente I
- Icem o prisioneiro I disse urna voz
vivrante partindo de cima
Os quatro policas disatarain as corren-
tes que retinbam o prisioneiro parede o,
levando o, apezar da sua resistencia, liga
rara-no slidamente com urna das cordas.
Icam dse um fazondo- signal aos
ootros p A corda foi levantada vigorosamente e a
ascensSo do paciento uomegou. Em alguns
minutos alcangou a abertura, e outros po-
licas, postados na galera superior, apodo
raram-sc da sua pessoa.
O prisioneiro nao tentou defender-se;
dnixou-se prender e conduzir; os seus gri-
tos tinham cessado e a sua physionomia
mostrava os terriveis soffrimentos que sen-
ta.
F0LHE1H
ANGELA
POR
z&7.u i: mmu
(Continuar ? o do n. 67)
II
L^vantou o brago, dirigi a arma ao co-
ragSo de forma que a ponta agugada to
casse quasi na roupa e depois pesando com
toda a forga sobro a navalha, enterrou a
folha at ao cabo.
O hornera as&assinado nao deu um grito,
nem um suspiro.
Abri os olhos, fe.bou os de novo e nao
mais se mechen.
A n valha tinba-lhe atravessado o cora-
gao, a morte havia sido fulminante.
O assassino deixou a arma na ferida, e
durante alguns segundos ficou terrificado,
com os oltios desvairados, a face decora-
posta o tremendo da cabega at aos ps.
Esta perturbagSo, puramente nervosa,
pouco durou.
O miseravel readquirio depressa o ne-
essario sangue fri para continuar a levar
a cabo a sua horrorosa tarefa ; metendo as
mitos nos bolsos do sobretudo e do paleto
do mortj, trou lhe todos os papis e urna
carteira.
Em saguida explorou os bolsos das cal-
gas.
Um delles continha um molho de cha-
ves de que elle so apoderou.
Entre ellas, encontrou fcilmente a cha-
ve da mala quo Jayrae tinha coliocado no
banco ao sen lado.
Abrio-a, guardou os papis e a carteira
roubada ao mort3, fechou-a e foi a collocar
no outro lado do compartimento que elle
proprio oceupava.
Feito isto, o assassino com terrivel sere-
nidade puxou o cobrejao de viagem para
m joelhos do morto e leva tou o cbale-man-
Furioso, elle designava as suas mSos en-
sangupntadaB a lousa por detraz da qual
O LABORATOBIO D CASA VBBUBLHA
Dez horas e meia soavam no reloglo da
igreja da abbadia de Fcamp, dissemos, no
inscante em que Humberto o Mercurio o-
bstavam Reynold a fazer as suas revclla-
g3'8 fos8o qunl fosse a espacie do suppli-
cio posto em pratica para Ih'as arrancar.
Dez horas e meia soavam no momento em
que Van Helmont e mestre Eudes, depois
de ter deixado o pateo da Casa Vurmelha,
entrarara no laboratorio situado no tun-
do do vestbulo.
Esse laboratorio estava Iluminado pelo
claran das lampadas ardendo sobre as me-
zas e pelo das vellas de era virgem met
tilas nos gigantescos tocheiros postos em
roda das pared-s.
Os dous horneas olharam se sihnciosa-
mente.
EntSo, disse Van Helmont, queres
conhecer o ente que quebrou a arvore ma
gica qual iulgas ligada a tua existencia ? I
Quero respondeu mestre Eudes.
E' esse o segredo da entrevista que
tu me marcaste na ausencia de teus flhos;
porque tu tens tros filhos, nao assira mes
tre Eudes ?
Tenho disse ainda o velho.
E todos tres de urna similhanga fa-
bulosa ?
-- Sim !
Chamaste-me aqui porque s eu pos-
so fazer fallar Aldah; porque eu s posso
dar-te os meios de trnala lucida! Dize !
estou informado, e Catharina na realida-
de um vidente ?
Mestre Eudes inclinou-se.
" Sabes tudo 1 murmurou elle.
Ento, replicou Van Helmont, a tua
vida est entre as rainhas mitos a esta ho-
I ra porque sera mira Aldah nao fallar,
porque sera mim nao Raberas nada e igno
raras aquello que deves immolar para res-
gutares a tua vida! Bem! que me offere-
ces em troca da vida que julgas to posao
dar!
O que tu sabes. Respondeo mestre
Bode*.
As provas de que Marcos, baro de
Grandair, realmente o fillio do conde do
Bernac?
Sim!
Tens essas provas ?
Tenho as 3
Aonde estilo ellas ?
N'um lugar secreto quo s eu conhe-
go! M?rto eu, tu era pessoa alguma nes-
to mundo poderia sabel-o: bem vs que
nao rao deixars morrer.
Mas essas provas silo authenticas?
perguntou o sabio depois de urna pausa
destinada a conter a comraogao violenta
quo o agitava.
Essai provas sao irremsaveis, res-
pondeu mestro Eudes. Silo triplicadas ; a
D'aquell: quo assassin^i respondeu
mostr Eudes. Mandou-me agoutar e a-
abandonou-rae, julgand^-me morto! Em
cada forid do meu corpo tiz juramento
de vingnnga, eesse juramento cumprio I
Van Helmont d:u um passo em frente,
como se qaizesse travar nma lucta com o
seu interlocutor ; mas contove-se replicou
com voz trmula por effeito da colera que
o suffnc >va :
- Dv'poid ?. o quo contera esse acto
de que fallas T
U ufi relagSo exa:ta o minuciosa do
sou casamento e do nascimento do seu fillio.
Nesse acto, mencionase uina cruz tragada
sobre o brago esquerdo da creanga, pouco
cima do cotovello, cruz fcita com a ponta
de um punhal e tornada indelevel oom
a ajuda do urna composigSo cliimi^a prepa-
rado por ura amigo.
Por mim interrompeu Van H-lmoat.
Sim, cita o teu norae.
Depois?
A segunda pro va?
Sim, qual ?
- Urna declarago feita pela mulher a
quera o Sr. d'Aumont entregara a crean
ga tirada por elle do abysrao em que ou a
lngara. 'essa dsclaragao, a mesraa mu
Iher tragn o seu depoimonto ; diz que nito
foi roub ida por L i Chesnaye, assim como
o lho do conde, mas que, fazendo parte
da quadrilha d) capitn, entreg.ira-lbe essa
creanga alguns instantes depois no viajante
Ib'
a con
fiar.
acabava de desapparecer Mercurio e Hum-1 Primeira aito feito Pela P->Pria mao
berto, mas ramo gritos inarticulados acom-do conde da Bernac.
panhavam s os seus gestos, os policas D'aquelle que assassinaste ? interrom-
nao poderam comprehender a sigoi fieagilo j peu Van Helmont.
ta escossez al ao resto do uaiaver, con-
cbegou-lh'o atis das costas e puxou a cor
linazinha de seda azul que servia para ve-
lar a lampada.
Meigulhado assim o compart meato n'u-
ma penumbra apenas transparente, tomou
a tomar posse do lugar que oceupava des-
de Dijon.
Vamos ebegar a Liroche, disse elle
en'.So comsigo. Abi eu descerei, sem que
notem e entrarei n'outro vagn... o trem
nSo parar seuSo em Pariz. Antes que
descubrara qualquer cousa, j eu estarei
longo e ao abrigo do qualquer suspeita.
Voltou os olhos para o cadver que se
achava encostado no ngulo esquerdo do
compartimento.
Apenas lhe entrevia urna pequea parte
do rosto lvido, surailo entre as pregas do
chale-manta.
O ho era assassinado pareca dormir.
Nessa occasiil >j actos de vapor fizeram
ouvir sil08 agudos.
Ao mesrao terapo a carreira vertiginosa
foi dimiouin lo.
Chegavam a Liroche.
O trem nao parava naquella estagSo, se-
no um momento, o tempo necessario pa-
ra deitar graixa as caixas dos eixos, re-
novar a agua da caldeira e receber passa-
geiros.
Parou.
O assassino tinha, de anteraSo, feito es-
conegar as corredigas a vidraga da por
ta, prompto para a abrir e passar, de mala
na mSo, para outro wagao, e ia executar
esta manobra quando qu Uro pessoas, duas
senhoras, o chafe da estagSo e o chefe de
trem pararam diante do compartimento ein
que elle estava
O misera vel tevo medo e recuou rpida-
mente para tras, oceultando como podia,
com o corpo, o cadver de Jayrae.
O chefe do trem acabava de entrar no
wagao.
- Sra. Fontana, disse o chef- da esta-
gSo, mande para aqui subir a moga.
Porra, exclamou urna voz, este nSo
o compartimento reservado par as se-
nhoras.
O compartimento das senhoras est
chcio, desde Macn, replicou o chefe do
trem.
Arranje-mo outro carro.
Imposivcl; est tudo ebeio.
Comtudo.
A senhora quer ir ou nSo quer, in-
terrompeu o chefe do trem cem impacien-
ca. Se quer, viese; porque o trem yai'
Essa. mulher escrevou isso ? excla-
mou Van Helmont, cuja fronte 8 3 erapur-
pureava.
- Sim!
Assignou com o seu proprio punho ?
Sim, o peranto duas tostemunhas.
Quera sao essas duis testerauuh >s ?
Hoja j nSo existom.
E a terceira prova ?
Esia a rainba obra, respondeu mes-
tre Eudes. N'cssa outra declaragSo, dcs-
erevo minuciosaraento aminha vida; fallo d)
meus filhos... Mis tu nSo ten3 necessida-
to ao joven coado, cont toda a verdade...
o as causas que mo conduziram vngan
ga, e os pormenores dessa mesraa vinganga
ah estilo minuciosamente relatados. Ac-
crcsccnto que a creanga confiada a mulher
e entregue s minhas mSos ustove a ponto
de ser afogada por meu mandado]; mas
que, perseguido pela justiga, obrigado a
rugir o nSo podendo alcangar o mar para
n'elle precipitar a creanga, ainda doente,
em consequencia da queda, deixei-a ao p
da cabana de um pescador, quando passa-
va fugindo, e nunca mais soube o que foi
feito della.
E' tudo? perguntou Van Helmont.
Sira, respraleu o velho.
O sabio olbcu-o lisamente.
c Li Chesnaya, disse ello, tu montes !
Procuras engaar-rae I Nao possue n Uoi
provas de identidade do filho das tuas vic-
timas !
Possuo-as.
Irapossivel, j ta d8S2.
Porque ?
Porque nao serias tito louco que guar-
dasses a declaragilo do con le e a declara-
Vo da mulher, e tu nSo terias feito escre-
ver a tua propra condemnagSo.
Esses tros perg trainhos existera, dis-
se mestre Euies, e tenho os. Nilo compre-
hendes?
NSo.
Escuta, Van Helmont, replicou o ve
lbo dopo8 do ura momento de silencio.
Estamos sos, posso fallar Deinais, quo te-
nho a temer? Hei suffiientemente pro-
vado que a justica hu nana nada pJe con-
tra mira. Depois as rainhas privas nSo sSo
provas de que possas sorvir-te, pois que
nenhum outro alm de ti as ouve, e pou-
co me importa que tu saibas, se tu nSo
podes provar que sabes 1 Escuti entSo!
Tonho tres filhos.
Todos tres forana eduiados por mim pa
ra consolidar o meu poder.
. Tornei os tres, poderosos, fortes; ma3
todos ell iraons Todos trc3 piem
ehog-ir o casiilo em que as paixSjs os do
minera, os faga n escapir minha supre
macia.
Pdom trahir-rae un da, trahirem-se
mutuamente ou pelos menos tentarem fa-
zd-o. Era necessario antever cssa trgSo
possivd, era preciso lgalos a mim por
ura logo solido, e eese lago um lag> sSo as
provas croque cu to fallo.
To'ios os tres as virara, todos tres sa-
bem que ellas estSo era raeu poder o n um
lugar quo ignorara ; sabara entSo todos tres
que a menor tentativa de deso-bediencia
seria seguida de um t.-rrivel castigo! Fi-
nalmente podiam, levados p los seus ins
tnctos, tentar contra a minha vida...
T.-us filhos! exclamou Van Helmont
espantado.
Quiz, continuou friament o velho,
provar-llio que depois da minha morte,
a minha vinganga pidesse ainda p"rse-
guil- os I Eis porque guardei o acto escrip
to pelo conde, eis porque quiz que fizesse
a declaragilo do seu falso depoiraento
mulhar que ma servio, eis porque escrevi
eu mesrao o que acabo de dizer!
M-s entao, porjuo me entregas hoje
esse segredo, teus filhos trahiram-te ?
Nao, mis trahirara se entre si, a es
sa traigSo pedera ser a minha perda Be
eu na) antevissf'. os effeitos. De mais o raeu
interesse passoal mann'a-me sacrificar es-
ses tres horaens para o bora xito da mi
nha obra. E' necessario que eu viva. Te
nho absoluta necc3sidade da tua ajuda.
Precisei forg-ir-te a vires aqui ; depois,
urna vez entre as minhas mSis, obrigar-
te-hei a operar. Pensei um instante poder
apoderar me d'essa revelagSo ; mas a tua
intelligencia muito superior para que a
mentira possa venier. A verdade vale
mais. Disset' a toda intuir, porquo sei
que, erapregando o m^io que erapregas,
fars o qui necessario que fagas !
EntSo, queres ?
O segredo supremo do magnetismo '
Nao te entragaroi, mostr Eud;s, es
se sagrlo das rain has vigilias, esse se-
gr'do os racus trabalhos! exclamou Van
Helmont.
O velho tornou-se palliio-
NSo m'o entregars,ropetio elle ?
Nilo I e u paga das provas que tu
me deres, farei fallar AHah, consinto, mas
fal-a-hei eu s fallar!
Mestro Eudos deu um rugido
EntSo dis3e elle, nao sahirs d'aqii
vivo !
atrazado cinco minutos, e necessario n
cuperar o tempo perdido.
Minha cara Sra. Fontana, replicou o
chefe da estagSo, affiango lhe que a menina
vai aqui perfeitamente. Oeraais nSo te-
mos por onde escolher.
A pessoa a quem ouvimos chamar Sra.
Fontana, estava abragada a urna moga
Vamos, minha querida, disse-lheelia,
sua mSi espera-a. .. e necessario partir,
coraquanto seja desagrada vel nSo ir no
compartimento reservado para as senho-
ras------Suba depressa-----At vista,
minha cara, e recoramenJe-me muito su i
mS.
Sim, sim, minha senhora, at vista.
A moga, com a presteza propria da ida
de, subi pelo esrribo para o compartimen
to.
O chefe do trem fechou a porta e o da
estagSo fez um signal.
Ouvio-se tocar urna sineta, ao que se
seguio ura silvo agudo e o trem retoraou a
sua marcha rpida sobre os trilbos.
A passageira,bonita moga, de perto de
czeseis annos, tuha-se sentado no fundo
do compartimento, mesrao em face do ca-
dver.
Durante ura ou dous segundos, cruzou
o olhar cora o do assassino, cuja cara na
quella oecasiSo, quasi a descoberto, pare
ceu-Ihe estranba, sobretudo por causa da
palh lez.
Por fira encafuou-se no canto do -vagSo,
depois de ter langado os olhos para o cor-
fio iinraovel, oue quasi lhe rogava no joc-
ho.
O que se passava na cabega do assassi-
no, naquella oecasiSo, mais fcil de com
prehender do que de escrover.
A presenga da moga desarranjava-lbe to-
dos os planos, coinproraettia-lhe todos os
projectos, deitava a perder tudo, e poda
perdel o a elle proprio.
Sacudia-o ura tieraor nervoso desde os
ps at cabega, e passavam lhe calafrios
pelo corpo.
Se a passageira descubriese o crime com
mettido, e como nSo o havia ella de des
cobrir ? nSo deixaria de gritar, de cha-
mar, e chegando a Pariz sera preso ; so
que nSo parassem o trem no caraiuho
para so apoderarom dellu.
Podia adrai'tir-se que s imraobilidade do
morto mais tardo ou mais cedo se tornasse
suspeita aquella menina ?
Exactamente "esta imraobilidade que
forzosamente lhe havia de chamar a at-
tencto.
havia de
Que havia de fazer ?... Que
decidir?
O miseravel achava-se em estado de
perplexidade verdadeiraniente terrivel e
comtudo ainda tinha esperangas.
Ainda havia uraa probabilidado a seu fa
vor.
A moga podia adormecer, sem nada re-
parar e acordar s era Pariz.
Nesse caso, devia empregar todos os es
forgos p ira desapparecer antes que o cri-
me fosse descoberto.
Esta idea deu-lho ura pouco de seren-
dada e ficou perto do ca laver, encostndo-
se a elle, ampara ido o cora o cotovello <_
como l so diz especando-o pora impedir
que elle escorregasse pelas Juofadas ; o
que poderia acontecer cora aquelles violen-
tos balangos do expresso.
A vidraga da porta tinha tica lo meio
aberta
L fra, a tormenta redobrava de furor
impellindo os flcos de nev para o interior
do wagSo.
O assassino nSo se atreva a deixar o
seu lugar para ir fechar a vidraga.
A moga fechava os olhos, eraquanto
ap'iiava a cabaga as costas estofadas dos
assentos.
NSo se podia duvidar de que estivesse
quasi alorraecendo.
Para estar prompta, afim de tomar o
trem em L roche, tinha se levanta to s
tres horas da raanh, o que estiva inteira-
raente fra dos seus hbitos. Assim, pois,
achava-se alquebrada de somno e do can-
sajo.
Ampia capa de panno debruada de pel-
los preservava a do fri, um delgado cor-
do de s ida suspenda lhe do pescogo um
pequ -no regalo, no qual havia mettido a
mSo esquerda.
A mao direita, elegante, fina e sem lu
va, segurava u n lengo de cambraia e des-
cansava no jo-lho.
Do repente, os dedos doslembrados pelo
somno, deixaram do apertar aquello ligeiro
tecido, que escorregaodo pela capa abaixo,
foi cahir no tapete do wagSo.
Um movimento violento do trem acor
dou a moga em sobresalto.
Machinalmenle baixou os olhos para o
lugar em que se achava o lengo alguns se-
gundos antes; nSo o vendo, abaixou so
para o levantar.
Uraa sensagSo de hmida le moraa as
pontas dos dedos, fea lhe correr um cala-
fri pela pelle.
Approxiraou oom vivacidade o lengo da
luz velada do laropeao e vericou oom es-
Bjm respondeu o sabio, morreremos
juntos
Van Helmont Van Helmont toma
conta com a minha colera !
0.s eflfeitos serSo curtos, Li Ches
naye 1 disso o sabio cora voz vibrante.
Lcrabra-te que o ramo do coral foi partido
ha quarenta o oito horas e que, por coa-
sequ -ncia, tu nSo tens mais que vinte e
quatro para viver 1 Mata-rae entSo nSo
tentarci mesrao defandar-mo !
Mestro Eudes pareca entregue mais
violenta agitagSo.
C ininhando cora passo rpido, volteou
era rol; da casa como ura animal feroz fe.-
cbado n'uraa jaula d ferro.
Os seus olhos brilhavam, os seus labios
agitavara se.
t Como f.zelo ceder ? dizia a si pro
prio p >rando por momentos. 0.1 preciso
que elle me d esse segredo do seu poder,
entretanto... necessario! Que! os meus
trabalhos perJidos chega a hora da re-
compensa e o ultimo minuto vira aniqui-
lar os ireus ostorgos ... Vou tocar o fim
e esse fim desmoronar-se ha antes que eu
lenha podido alcangal o I... NSo isto
nSo p ie ser assim !... nSo ser 1
Van Helmont, rapassivel, segua o an-
dar agita lo de mestre Eudes.
Q tero minha filha, disse com voz bre-
ve.
Tel-a has! exclamou m stre Eudes,
voltanJo se para elle. Tel-a-has, eu to ju-
ro! mas o segredj do magnetismo entre-
ga -m'o !
Nunca nSo acredito nos teus jura-
mentos.
E quaes entSo queres que eu faga ?
Nenhu n Opera I qmro Aldah aon-
de est ella ?
Mestro Eudes nao respond u
Aon'o est ella! repetio Van Hel-
mont.
Mestro Eudes olhou-o fixarnente,. mas
nSo abri a boe:a.
Vaa Helmont agarrou um punhal que
traz'a cinta.
Li Chjsnayejulgou quo era um ataque
o recuou ; mas Van Helmont nSo fez um
s movimento para diante, foi contra si
proprio quo dirigiu a ponta da arma que
acabava de elevar ameagadora.
L.i Chesnaye, exclamou elle com voz
roU"-a, disseste a tua ultima, a tua nica
esperaoga; bora essa esperanga, vou ani-
quila a I Juro te, e sabes que nunca falto
aos meus juramentos, juro-te quo enterra-
rei no meu paito este farro se recusares res-
ponder-rae.
Van Helmont disse o velho avan-
gando.
O sabio suspendeu o gesto o a voz.
Mato-me e, matanio mi, levo-te co
mi 'o sepultura ; porque, morto eu, Li
Chesnaye, Aldah nSo fallar, e o prasc
fatal por nim fixado expirar, com a tua
vida! Vamos 1 respondo, submete-te tu
oets minha merc Aonde est minha
tilha ?
Mostee Eudes, aterrado, louco de raiva
e de humilhagSo, elle, o genio do orgulho,
que nunca conheceu a obediencia, mestro
Eudes hesitou. Van Helmont approxinou
a ponta do punhal io seu peito.
Aon le est minha filha repetio elle
ainda?
Aqui, exdamouovslho.
N'esta casa ?
Sim.
Em que local ?
No andar superior.
Van Helmont paraceu recolher se.
Jura-me, exclamou mestre Eudes,
cuja agitagSo chegara ao paroxismo, ju-
ra-rae que fars fallar Aldah, e quo
urna vez na tua presenga, nSo tentars
subtrair-te ao meu dominio antes de t -r
lhe feito dizer o norae d'aquelle qne par-
ti a arvore mgica Jura-me isso,- Van
Hlmont, senSo eu t'o juro, a meu turno,
que anniquilarei as provas quo possue
antes qu possas smente velas I
Eu t'o juro I respondeu o sabio.
EntSo, v vas vra tua filha 1 Vou eu
raesmo procural a.
Intil, disse Van Helmont, vira s.
Mas ella est techada.
NSo se pode abrir a porta da casa
onde ella est ?
Sim pode...
Ella a abrir!
Mas necessario fazer girar urna
rao!i secreta.
Fa! a-ha girar.
Mas ella iguora !
Ella a conhecer: Vas revollar-ra'o,
e ella ouvir &s tuas palavras. Fica, Li
Chesnaye I NSo quero deixar-te era tSo
pouco sahir d''8te laboratorio. E' necessa-
rio que a tua vida me responda n'este mo-
mento pela minha Al lah vai chegar, j
t'o disse.
Como 1
Por minha ordem Silencio.
panto estar o lengo manchado com urnas
nodoas de cor verraelho escuro.
O assassino, cora os olhos cravados na
passageira, nSo lhe perda ura dos mov-
montos e as pupillas allumiava se um cla-
ran sinistro.
A moga deu u n grito de horror.
Saugue! balbuciou ella em seguida,
isto sangue !
Os seus olhares vol'aram-se de novo p i-
ra o horaem coliocado em frente dalla e
cuja immobilidade agora parecia-lhe terri-
vel.
Una oscillago forte do trem fez pender
aquello corpo. A manta que lhe cobria os
hombros escorregou, descobriudo o peito
tra8pcssaio o a roupa manchada de san
gue.
A moga deu ura novo grito.
O assassino percebeu quo estava per
diio.
Silencio !... ordenou ello como lou-
co. Silencio I
E agarrou no brago da sua corapanheira
de viagem.
Esta soltou-se violentamente e de um
pulo aproximou-se da porta, cuja vidraga
estava aborta.
Soocorro gritou ella desvairada ;
soccorio !
Mas j o assassino estava perto della e
apertava-lhe a g irganta, para lhe abafar a
voz.
Um gemido sur do escapou-se dos labios
eutre-abertos da infeliz menina.
Tanto p or para ti, disse em voz al
ta o assassino, Fost; tu quo o quizeste !
Dcvias ter fechado os olhos I
Ao mesrao tempo estendeu o brago para
fra do compartimento e abri o fecho da
porta.
Estando segura apenas por uraa das
raSos, cuja pressSo suffocadora diminua, a
moga d-bateu se com g 'raidos, qucixas a
supplieas.
- Tu lo isso ioutil, murmurou cyni-
carnete o miseravel. Devias ter fechado
os olhos!
E> P9ganao com os brago* a sua victi-
ma, a quem aquclle brutal aporto paraly-
sou 03 movimentos, langou-a pela porta
afora.
Ura grito lancinante resoou no meia das
trevas, mas esse grito perdera-se no fr.-
casso da tormenta desencadeada e do trera
correndo pelos trilitos.
A culpa nSo foi minha; foi della I...
balbuciou o assassino, fechando a porta e
levantando a vidraga.
Depois, presa de novo estremecimento
E com um gesto rap rioso, Van Hel-
mont suspendou a palavra sobre os labios
do vtlho. Depoia, elevando-se, deitando
no solo a capa em quo so envolva at en-
tSo, parecen concentrarse em si mesrao e
forgar todas as faculdades do seu espirito.
s veias do seu rosto ncharara, os
olhos arraearam-se-lho de lagrimas, e es-
tendeu os dous bragos para diante
Dorme disse elle em voz alta, eu o
quero !
(Continuar-te-ha.)
nervoso, que lhe fazia ranger os dentes,
deixou-se cahir n'um banco.
Durante alguns minutos, como acontece-
r depois de haver assassinado Jayrae, fi-
cou inerte, aniquilado, esmagado pelo hor-
ror do duplo crirae que acabava de com-
metter.
O corpo do hornera assassinado, nSo ten-
do j quera o araparasse, veio rolar sobre
o tap-te do compartimento, no meio dos
calorferos de agua quente.
O assassino, pareca, pouco a pouco, ir-
so reanimando ; o tremor era menos in-
tenso. Passou as iSos pela testa escor-
rendo em suor.
E entSo que tem, disse elle quasi em
voz alta, era questao do lutar pela vida !
Era preciso matar de novo, senSo estava
perdido. Os gritos daquella moga haviam
de ser ouvidos, e suppondo mesmo qne nao
parassem o trem era caminho, assim que
chegasse a Pariz, estava findo O tribu-
nal .. O cadafalso 1 Brrr !
Depois de ura instante de reflexSo, ac-
crescentou :
Nenhuraa probabilidado de salva-
gSo !... Tinha roe visto a ctrae, no caso,
bem pouco provavel, de ser possivel a fu-
ga, teria com certeza dado os meus sig-
naos Agora o perigo passou. Est tudo
acabado. O quo necessario agora san-
gue fro e serendade l Tenho all mais de
-.rezentos mil francos. Custaram-me bem
caro3; quero gzalos.
O assassino reflectio de novo e depois
continuou:
Fugir desde j irapossivel. Tentar
saltar do trem era caminho era correr
morte certa. Quando chegarraos a Pariz
quo comegar a amanhecer; alm disso,
nada se deu de suspeito no trajecto. Co-
mo haviam de desconfiar do crime ? Nada
ha que temer... e nada temo.
Os olhos do miseravel cahiram sobre o
corpo ensaDguentado.
NSo devo deixar este cadver assim,
disse elle comsigo.
E tratou de levantar o corpo.
Coraegava a rigidez cadavrica.
O morto tornnu a tomar o lugar que oc-
eupava antes, o o chale-manta, slidamen-
te seguro aos hombros, cubria-lhe o peito,
eraquanto que o chap, o om as abas pu
xd~a8para os olhos, punham-lhe na som-
bra a lividez do rosto.
{Continuar- te-ha.)
Typ. do Diario ra Duque de Casias o.43.
i
*
-i


Full Text
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