Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19011


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Full Text
AMO Lili NUMERO 62
i


!>

PAHA A CAM-llAL 12 I.l .AIMvW OMiti NAO SE PACA l'OHTl
Por tres meses adiantadoE
Por seis utos icierc.....
Bar um anuo dem.....
Cada numero avulao, do mesmo di a
60000
120000
24^000
0100
COAfif-FEIBA 11 DE MAJP DE 1886
PARA DETRO E FORA DA PROVINCIA
'- Por seis mosca adiantaxios......... ....
Por nove ditos idem.................
Por um anno dem................
ilsc, de diaa anteriores..........
DIARIO DE PERNAM
130500
200000
270000
01UO
Proptufrafce ir JIUuwel Xiguera *t ikria & -filljos
TELEGRAMHAS
ssavicc ?ast:cla3 :: siasio
RIO DE JANEIRO, 16 de Marco, s
12 horas e 38 minutos da tarde. (Recebi-
do d 1 hora c 45 minutos da tarde, pela
linha terrestre)
Fol exonerado o actual secretario
da presidencia da provincia las Ala-
>no, e numeado para subsiimii-i
Joo Dinix VillawbdaM.
sungo
U ktiNlk 2A7AS
(Especial para o Diario)
VIENNA, 15 de Marco.
Pedio demiwNo do gabinete o mi-
nisiro do conamercio e da economa
nacional.
LONDRES. 16 de Marco, de manh3.
><> tieio do gabinete iladatone
ten* Me dado dNencde. recusando
algn minlairo* we aMoriarem de
agora em diante a poltica geral dO
ministerio.
CAIRO, 15 de Marco.
A missao do general Bozzolini
Junto ao regulo da Abyssinia abor-
tn, e amegura se que impossivel
ao general juntar se s tropas Ita-
lianas.
O Bel da .4bj*sinia est gravemen-
te doente. -
ROMA, 16 de Marco.
O si. Pasteur roi agraciado por *>.
M. o Rei da Italia com a ordem de
s. Mauricio e A. Laioro.
Agencia Hars, filial ere Pernan
16 ifl Margo de 1886.
INSTRDCC10 POPULAR
ECONOMA POLTICA
(Extrahido)
DA BIBI-IOTHECA DO POYO E DAS ESCOLAS
IContinuafSo)
CAPITULO II
Produrco da riqueza
2o Trabaihur no bom sitio.Devenios ejecutar
cada especie de tn.balho no lugar que melhor Ihe
convcn entre todo3 aquellos da que podemos dis-
por. Em grande nunr.ro de casos o preceito to
evident-, qna parece, desnecessario indical-o.
Ninguem ai lembrar, por certo, de ir plantar ar-
vore de sraetn u'ui praia ou de ia seraear trigo
em cima de nnn rocha esc Uvada ; seria um tra-
balho completamente perdido. N'alguns "Casos,
porm, e nina quest de na ou menjs producti-
vidad? ; p te Ineto n'um fitio, mas ha-
vel-o mui'o m i n'efJtfa. O solo de
Portugal produi trigo, mu apatusca pequea
qnantidil sil i tr-balhoe desbeza. N'ou-
fros p>.: mete noa Eitados-Unidos
da A taizaa de terreno, onde
ailolii .- i pi lo ;'.) abundantissi-
osi, com pean i' moa ter em Por-
t i i : i m b r i' i 'i'ic o qn nos
c il-i C nv meneia m im-
pirt ira >- am't nmoi os
. c iLui.i, as
quaea n H foru qoe c in vantagem
troqu Possuiraos
n'uina p > lertil e hmi-
do, i. ur* a irortuecao das pastagens ;
Bpre al-os na ingorda do
gade. ha qneca. Sos terrenos, to vasten, que possuim>s
suseeptive's de cuitara da vinha, nao devemoa
querer ostras p porque a industria viu
hateira 6 a DM rendjsa origem de riqueza na-
cional
Para que o mundo se terne o mais rico possi-
vel deve cada paiz dedicar-se a trabalhar as
coisaa que, as suaa eirejra-tandas particulares,
mais fcilmente |i de pro uzir, e deve procurar
por meio de troc i eoas o co nmereio estrangeiro,
as outrss de que precisa par* satisfcelo das suas
OllOMidiiilrn Oa E'tid >i-Uaidos podem fornecer
ao comineici i .11nopdo qulat l-ides illimitadaa de
algoia., eereaes, carnea, potroleo, oaro, prii
bre, etc. A Australia, a Nova Z"ladia ea fri-
ca do Sol pr.duzem abundantemente 15 pelles, as-
aucitr, ouro, cobre e pedras preciosas. A frica
ntertrop c*l 6 aboadaate em oleo de palma, mar-
fim, mudeiras, sstnenwsoleugiaonnn, cera, gommaa,
etc. A AmerCT do Sal riquissima de gados,
dos quaea esporta as pclle, os oasos, o sebo e o
extracto de carne. A China exporta tode o cha
que se consom no mundo *, alem d'iaso, seda e
outros artigo*. A India d/i-nos o seu algodio, o
aeu ail, oaeu asquear c as suaa especiara!-. Cada
paiz ij mundo poaaue riquesas espeeiaee,CjiH pro-
iiuz mais faemeni'' do qee outros ; ha pr isso
toda a vantagem em conceder toda a liberdade .o
cimmercio. para que cuda coiaa seja produzida n
lugar onde a sua produecao eiige menos trabalho
e sabe mais barata.
(Contina)
mn ufficial
Ministerio do Imperio
Foram expedidos os seguintes avisos :
Minist rio ilos Negocios do Imperio.2a
dir-doria.Rio do Janeiro, 5 de marco de
Exm. c Revm. Sr.Sendo necessario
para quq o g>virno possa providenciar
quanto aos reparos de quo carece a
i"dral d'essa dtoeesn) e sobre es quaes
nesta corte, que se organizo o ercamento
da respectiva despeza, na presente data
dirijo aviso nesse sentido ao presidente da
provincia.
para quo tambem possa o governo de
liberar quanta venda, a que V. Exc.
Revma. se referi na mesma occasiao, de
urna parte dos terrenos perteocentes ao
palacio episcopal e applicac&o do produc-
to aquellos reparos, convm que V. Exc.
Revma. me informe sobre a porjao dos
ditos terrenos que julga indispensavel e
seu valor.
Deus guarde a V. Exc. Rvma.Barao
de Mamor. Sr. bispo da dioeese da For-
taleza.Dirigiu-se aviso ao presidente da
provincia do Cear.
Ministerio dos Negocios do Imperio.
2a directora. Rio do Janeiro, 5 de mar-
ja de 1886.
Exm. e Revm. Sr. -Quando V- Exc.
1_v.ua. esteve ultiraameata nesta capital,
lembrou a conveniencia de se dar execu-
cao, na parte eclesistica, ao decreto n.
3,012 de 22 dooutubro de 1880, que al-
terou a linha divisoria das provincias do
Cear e Piauliy, e a d j organizar se o ca-
bido da cathedral, consultan lo, quanto a
este ponto, si Be poderia fazer a nomea-
concurso.
Para se poder solicitar da Santa S o
acto relativo nova linha divisoria eecle-
siastica, mister o assentimento do Revd.
bispo do Maranhao, a cuja dioeese perten-
ce a provincia do Piauhy. Assira, convm
que V. Exc. Revma., entendendo so com
aquelle prelado, me remetta a declaracSo
do accordo a que chegar a tal re-peito.
Quanto organizacSo do cabido da ca-
thedral, cbeme recordar que ao anteces-
sor de V. Exc. Revma. se declarou, em
13 de ruarlo de 1863 e 6 de dezembro de
de 1864, que devia abrir concurso para
provimento das cadeiras do capitulares,
visto ser isso ex'gido por lei.
D^us guardo a V. Exc. Revma.Ba-
rio do Mamor.Sr. bispo da dioeese da
Fortaleza.
Ministerio da fustiea
Por portara de 5 do corrente foi decl i-
rado sera effeito o decreto de 24 de no-
vembro de 1883, que nomeou o bacbarel
Jos Severino Fernandes Jnior para o lu-
gar de juiz municipal e de orphaos do ter
mo de Meia Poate, na provincia de Goyaz
visto nao ter entrado cm exercico no prazo
legal.
?or decretos de 6 do corrento :
Foram nomeados :
Presidente da Retaceo de Ouro Preto, o
desembargador Francisco Leite da Costa
Befen.
Juizes municipaes e de orphaos :
Dos termos reunidos de Santarem e Fran-
ca, na provincia do Para, o bacharel Tu-
riano Lins Meira de Vasconcellos ;
Do termo de S. Raymundo N nato, na
provincia do Piauhy, o bacharel Joao Leo-
poldina Ferreira;
Do ter.no da capital da provincia do Rio
Grande do Norte, o bacharel Augusto Leo-
poldo Raposo da Cmara ;
Do t rmo de Garanhuns, na provincia de
Pernambnco, o bacharel Bernardino Mara-
nhao ;
Dos termos de Tapero o Cayru, na
vincia da Babia, o bacharel Torjuato Bap-
ptista de Figueiredo ;
Do termo da Penha do Rio do Peixe,
na provincia de S. Paulo, o bacharel Jos
Maria Largacha Jnior j
Do termo de Soccorro, na mesma provin-
cia, o bacharel Antonio Joaquim Fernao-
les de Oliveira ;
Do termo de Cejara, na mesma provin
ca, o bicharel Antonio Pereira Baptista
Filho.
Dos termos reunidos de Viamao e Grava-
tahy, na provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sal, o bacharel Joao Tneophilo
iie Marcillac.
Foram removidos a pedido :
Do termo de Loreto para o da Barra
do Corda, na provincia do Maranhao, o
ba:harel Isaac Martina Reis;
Ds termo de Cajuru' para o de S. Joao
de Boa-Vista, na provincia de S. Paulo, o
bacbarel Benedicto Phiiadelphio de Cas-
tro.
Foi feita raerc ao alferes honorario
do exercito Joao Gualberto Correia, da
serventa vitalicia dos offi dos de escrivao
do crime, do jury e execucSjs criminaes e
dos teitos da fazenda do termo da capital
da provincia do Amazonas.
Foram concedidas, a pedido, as de
inissoes :
De juiz municipal e de orpbSos do ter-
mo do Prata, na provincia de Minas Ge-
i aes, ao bacharel Jo de Mngalh3.es Cou-
De juiz municipal o de orphaos do ter-
mo de .sr^;, na provimia de Goyaz, ao
bacharel Luiz Bartholomeu Marques Pita-
luga.
- Por portarla de 6 do corrente :
Forain declarados sam effeito os decre-
tos de 18 n de Julho do anno passado :
Que nomeos o bacharel Leopoldo Ma-
rinho de Paula Lins, para o lugar de juiz
municipal a de orphaos dos termos de
Santarem e Franca, na provincia do Para,
visto nao ter entrado om exercieio no pra-
zo legal;
Que removeuojuiz municipal o. de or
pliaos Jot^ Pedro de Aliueida Pernan.bn
eo para o termo de Jabotioabal na provin-
cia de S. Paulo, por igual motivo.
Ministerio da Fazenda
Foi expedida a seguate circular :
Circular n. 4.'Ministerio dos Negocios
da Fazenda.Rio de Janeiro em 27 de
Fevereiro do 1886.
Francisco Belisario Soares de Souza,
presidente do Tribunal do Tbesouro Na-
cional, remette aos Srs. inspectores das
thesourarias de fazenda, para a dovida
Ministerio da Guerra
Por portara d3 1 rj corrente declarou-
se sem effeito as de 21 do dezembro do
anno prximo nudo, dispensando do lugar
de porteiro do Arsenal do Guerra da pro-
vimia do Peruambuco a Emilio li >z ndo
execucao, o decreto n. 9,559, de 20 do'1 da Silva e nouieaul > para o referido orgo a
corrente mez, abaixo transcripto, alterando' Justino Miguel Costa.
as taxaa de armazenagem das mercadorias Mandou-se desligar dos cofpos
depositadas nos armazens das alfandegas
estilo addidos e rjuoircra se
aos quo pr-
e mesas de rendas e dando outra3 provi- tencem: do 3o de artilharl i o eapttSo Pe-
dencias. Francieco Beluario Soares de'dro Guilher:i-e Arrea da Silw, Io t monte
Souza.
(O decreto foi publicado no Diario Offi
cial de 26 de Fevereiro.)
Ministerio da Agricultura
Foi expedido o seguinte aviso :
Ministerio dos negocios da agricultura,
Commercio e Obras Publicas.Directora
e Agricultura.2* seecao.N* 3. Rio
de Janeiro, 27 de Fevereiro de 1886.
Illm. e Exm. Sr.Tratando V. Exc. do
dar execucSo lei n. 3,270 de 28 do Se-
tembro de 1885, ordenou por offieio do 28
de Janeiro thesouraria do fazenda que
a noya matricula de escravos e o arrola-
mento dea libertos pela idade sejam abor-
tos tilo somonte no municipio de Milagrea,
onde se verificou a existencia de 298 escra-
vos depois do acto commemorativo da ex-
tinecao do elemento servil nessa provincia
em 25 de Marco de 1834.
Nao approvo o acto de V. Exc. pelo
motivo exposto no aviso quo em data de 23
do corrente exp^di presidencia do Ama-
zonas j e recomme do-'llie que taja remet-
ter a todos os municipios da provincia os
livros respectivos e as instruccSes conve-
nientes para que o servico da matricula e
do .-.rrolauento sejam all iniciados na for
raa proscripta pelo regulamento do 14 de
Novembro do anno passado.
Fica assim respondido o offieio do V.
Exc, de 1 do correnta.
Deus guarde a V. Exc. Antonio da
Silva Prado. Sr. presidente da provincia
do Cear.
Romualdo de Carvalho Barros e 2. Frau
cisco da Sdva Pereira : do 9o batnlho de
infantaria o capitao Francisco Flix de
Araujo ; do I Io o capitaes B rnto Ti>on*az
Gonalvei e Clavdino do Amara! 8:i\"agy|"
do 14* o tenente Colatino do Aranjo G-.-s,
alferes Rodolpho Cavalcante da Sdva PeB
soae Raymundo Marques da Silva ; no 15
os alferes Innocemio Fabricio Ferr ira d"
Mittos, Joaquim da Silva SimOeS e Fran
cisco de Moraes Costa e do 16 o alferes
Julio CesaT Gomes da Silva.
Ministerio di Marlnha
Em 3 do corrente foram exonorados, i
pedido, o capitao do fragata Francisco F-
lix da Fonseca Pereira Pinto do com man-
do do cncouracado Sete de Setembro, e o
1* tenent; Kmilio de Miranda Pereira Cam-
palo do em prego de secretario e njudante
de ordena do commando da diviso de en
courajados ; sendo nomeados para substi
tuir ao primeiro o capitao do mar e guerra
Jos Nolasco da Fontoura Pereira da Cu-
nha, e ao segundo o Io tenente Antoaio de
Souza Reis.
Por decreto de 6 do corrente foi no-
meado conselheiro de guerra o chefe de es-
quadra Joaquim Francisco de Abreu.
Por decreto da mesma data foi promo-
vido a machinista de 2" classe, por mere-
c ment, o da 3a classe, Jos de Oliveira
iGomes Jnior.
Por portara da mesma data, foi promo-
Regularisado o servijo, aproveitado todo o possoal em oficinas devidamente
separadas, e tendo se em vista principalmente o fornecimento da materia prima, poder-
se-h'a chegar a resultados satisfactorios, dando-se trabalho por meio do ensno a conte-
nares de crianjas, filhos de sentenciados, que ora vagueiam pelas ras do presidio,
entregues desmoralisadora ociosidade.
Funccionam regularmente duas escolas para amdos os sexos. A do masculino
6 regida pelo conego Telesphoro Augusto, e a do femenino pela professora D. Emilia
Maria dos Santos.
Pelo numero de alumnos matriculados no anno prximo findo v se que s
urna pequea parte das eriancab recebe o cnsino. Para este lastimavel resultado con-
tribu a taita do fornocimento de vestuario aos indigentes filhos dos sentenciados.
Existe tambem urna aula nocturna froquentada por adultos e regida pelo
sentenciado Joao Evangelista Gomes de Castro, que pelo seu bom procedimento tem-se
tornado credor da estima dos seus superiores.
O gado de varias especies, existente no presidio, attinge o numero de 151
cabecas.
Produz a ilha algodao, railbo, feijao, mandioca e om geral todos o eereaes da
nossa cultura.
A enfermara est sob a direccao professonal do 2.* cirurgiao, Dr. Ale-
xandre Seixas o a aharmacia anda sob as do pratico capitao Manoel Joaquim das
Trovas Marinho.
Contamse no presidio 606 edificios, sendo 59 oecupados por estabelecimontos
pblicos o 517 destinados habitacao de particulares. Os primeiros tem solida cons-
truccao d^ pedra e cal; sendo 41 cobertas de telhas, 7 de zinco e 11 de palha. Das
segundos 298 sao de pedra, 249 de taipa, 60 cobertos de telhas, 26 de zinco e 461
de palha.
ltimamente foram todos estes edificios concertados, calados e pintados. A
excepjao do denominadoAldeia -conservara-se os outros em bom estado.
Nao me alongarei em consideracSas attinentes ao rgimen adoptado no pre-
sidio e aos defetos de sua organisacao, por ser materia que escapa vossa com-
petencia
Commissaros do governo, quo tem estudado" cuidadosamente a materia, ma-
nifestarara-se em termos que devem e hao de por certo merecer a Ilustrada attengao
dos poter^s competentes.
Melhorar o moral do condemnados e lvalos pela cxpiac2o emenda, com
que, algum da restituidos a sociedad1, possa, as devidas condicSes contribuir para a
obra, progresai-a e perfeijoadora da collectividade, regra que se imp5e ao espirito
hum nitario do sequo.
No podem conseguir este generoso intuito a vida quasi sem peas, o
desregramonto de casaes nao legitimados pelo sentimentos da honra domestica, a livre
convivencia com almas pervertidas n'uma ilha de estreitas dmensSes, onde a contami-
naban- dos vicios nao encontra siquer o embaraco das distancias.
(Contina)
vido a machinista de 3* classe, por mere-
cimento, o de 4" classe, Francisco
de Cerqueira e Souza.
Braz
governo da provincia
FALL que o presidente da propnela, conselheiro tfos Fer
nandes da Costa Pereira Jnior, dirigi Assembiea
Legislativa de Pernambnco, no dia de sua lustallaco a
de Marco de 18 SO.
(Continuaq&o)
ESCOLAS DE APRENDIZ ES MARIXHEIROS
Por decreto n. 9,371, do 14 de Fevereiro do anno prximo findo, as antigs
companhias de aprendizes marinheiros passaram a denominar-so Escolas de Aprnndiz.-s
Marinheiros.
A d'csta provincia, cujo numero de menores foi fixado em 150, est completa.
Tem o seu aquartelamento era um proprio nacional, sito no recinto do Arsenal de Ma-
rinha, All funccionam tambera as respectivas aulas de instruegao primaria e de cn-
sino profissional.
E' commandada, desde o dia 17 de Dezembro de 1885 polo capitao tenente
Joaquim Gonjalves Martins.
Por portara do Ministerio da Marinha, de 30 de Dezembro, foi nomeado Joao
Cancio de Albuquerque Cavalcanti, para o cargo de professor de prirm iras lettras na
dita aula.
No porto, em frento ao quartcl, est tundeado o patacho Pirapama completa
mente apparelhado para o ensino pratico e adestramento dos aprendizes.
0 possoal administrativo da escola compo se de 1 commandante;
2 offi dai-s ;
1 capello ;
1 professor de primeiras lottras ;
1 cirurgiao ;
1 inestre ;
2 inferiores ;
1 offijial de faz nd i ;
1 fiel;
Aeha-se encarregado do servico medico o 1." cirurgiao Dr. Mauoel Gomes de
Argollo Ferrao. Por falta de urna enfarmaria cspeci:l, as molestias de maior
gravidade sao tratadas no hospial de marinha.
A despeza mensal da escola orea por 3:831 #690.
Durante o anno passado foram remettidos para a corte, cora destino ao corpo
de imperiaes marinh< iros 50 menores, por tarpm attingido a idade de 18 anuos.
PRESIDIO DE FERN-NIX) DE NORONHA
Acha-se actualmente exTcendo o cargo ue director (Veste presidio o cap-tao
Manoel Goncalvcs Pereira Lima, nomeado por decreto de 22 de Dezembro ultimo.
Segundo me informa este digno funecionario, os seus subordinados desfirap0-
nhara regularmente os respectivos cargos, destacando se, pelo melbor cumpriraento, o
secretario, capitao Manoel Aecioly de Moura Gondim; o esirivao do almoxarifudo
Joaquim Pinto de Almeida Jnior e e guara paisano Quiriuo Joaquim ifaieirs.
E', porra, indispensavel o provimento dos lugares crcad'8 pelo regulamento
do 10 de Janeiro de 1885 para que o servico produza satisfactorio resultado.
A guarnirn existente no presidio compSt-sc de dous tenentes, tres alferga (
160 pra9a8 de pret, sob o commando do capitao do 14. batalho de infantaria Clau-
dino Muriho de Oliveira Cruz.
Esta forca acha so aquartelada na fortaleza dos Remedios, de r.gular" con
servacao.
Na mesillas cond9?5es est o forte de Santo Antonio, em que na aquartula
um pequeo destacamento.
Ha na mencionada fortaleza urna igreja, sob a invocacSo de Nossa Senhora
dos Remedios.
Existe tambem na ilha urna capella consagrada Nossa Senhora do Ros'-rio,
onde certo numero de sentenciad s cxircitam o culto divino com o aux lio de u.na
irmandade, por elles mesmos creada o mentida. O pri u iro l'esses edificios exige im-
portantes raparos.
D-'pois das lamentareis oecurrencias que se d. rain no prendi, em Agosto do
anno prximo fin lo, tem havirlo nlii completo soeego, pare o que muito contribuio a
fc5o mural do major Antonio Francisco da Costa e do capita > Manoel Accoly Moura
Goudim, comitdssionados pela presidencia com o encarga interino, o primeiro de di
rector eos gundo de ajudarite.
A secretaria dirigida pelo cscriva i do almoxarifa lo Joaquim Pinto do Al-
meida Jnior.
(alta do possoal de qu" (rata o ait. 2. do respectivo regulamento, cabe
o 8ervo n'aquella reparlicle a diversos sentenciad->s.
Os livros de que tratara os paragr ipbos 5. e do art. 9. do mesmo regu
lamento ainda nao foram orgauisados, adiando se apenas principiada a escriptur
no qti'' la respeO ao tombamento da ilha.
ExBtem no presidio 1467 sent D .ios, sendfl 1216 civis e 251 militares.
Silo do sexo masculino 1436 c do femenino ?<2.
Da ttcripturayao do .Irnoxaiifado, verifica se, que receita proveniente dos
productos n e manufacturados do e t 'beleci.-nento tem si !o descurade, m
traudo o ultimo balancete niVo i e duzendos o novrnta e quatro rail ris.
Entro 03 sentenciados existe pessoal technico com o qiial podem ser monta-
das offi inas de ferreiro. correeiro, funileiro, tunoeiro, earpinteiro, marcineiro e alfiatu.
Esso pessoal trabalba diariamente sob a direccao do paisano Luiz Aurcliano de Santa
Rosa.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 1") DE
MAU^U.DE 1886
' ntenio Pereira SimSes.Certifiqese.
Antonio Ferreira do Nascimento.In-
f'.rme o Sr. juiz municipal do termo de
Pal 'ares
Antonio Joaquim Francisco do Nasci-
meato. Informe o Sr. Dr chefu de po-
li.ia.
Aprigio Braz de Oliveira Lima. -Infor-
me o Sr. inspector geral da mstrucfiSo pi-
bBMu
Antonio Pedro da Silva. Prove a alie
goda pateruidade.
Bartholomeu & C. Nesta data solicita
se do Ministerio do Irapjrio a concessao
do crdito para.o pagamento requerido.
O milla do Carino Torres e outra. In-
defetido.
Flix Pereira do Souza. Informe o Sr.
engeuheiro fiscal da compauhia Recifo
Drainage
Francisco Luiz do Carmo Ribeiro. In-
forme o Sr eommandante superior in-
terino da guarda nacional da co-marca do
Recife.
Capitao Francisco Miguel de Souza.
A vista da informaco da Thesouraria de
Faz-nda c do aviso circular do Miuisterio
da Guerra de 22 de Maio de 1882, nao
tem lugar o que requer.
J ao A vi lino Fe.rre.ira. Sim, pagando
o supplicanta as eamedorias.
Julio Cesar GonQalves Lima.Indefe-
ri'lo.
Justina Anna da Silva Santos.Inde-
-o.
Joaquim Jos de Moura. Prejudieado.
O mesmo. Prejulicado.
Joaquim E'ias de Albuquerque Reg
Barros. Prejudieado.
Joao U'erreira Villela de Araujo. -Pre-
u lioade.
Jos H-rculano de Assumpcao. Infor-
me o Sr- inspector do Tbesouro Provin-
cial.
Maria J s P.-ssoa Ayres. P:vjulicado.
Mello & Bist. Encaminhe se devendo
os supplieanjtes pagarem o respectivo por-
te na r p rtiyo dos correios.
Manoel (Jlementino Correia de Mello.
Informe o Sr. inspector do Tbesouro Pro-
\in ial.
T. n nte Manoel Guimaraes. Nao tem
logar o que requor-
M..rc.l Correia.-Nao ha quo dfrii.
visto que j toi enviado ao poder modera-
dor o recarso de graca instruido com a
er'i ISo a que se refere o supplieante, se-
^undo informou a presidencia da provin. ia
do M*ranhao, em offi io de 25 de Fe ve
reiro prximo passado. )
Salviano A. Pm Limoeiro. -Inleferido,
visto que o proceaM na liquidajao da mu
ta ilever erfectuar se no presidio de Fer-
nando lie. Noronba, nos termos ilo ari
do decreto n. 9,356 de 10 de Janeiro do
anno prximo fiado.
Thoinaz de Lmos Dnarto. Passe por
taria eoncedeniio a limnoa requedi la.
Henriqne Augus'o Ml-t. Sim, mareo
o prazo Je 4 m-sea para a conclusdo da
obra.
Secretaria da presidencia de Pernambn-
co, em 16 Marc> 'le a> 1886.
O porteiro,
J. L. Vegas.
Repartico da Polica
Seceso 2. N. 272.--Se reta'ria de Po.
licia de Pernambueo, |6deMaTcnde 1836-
111.o. .: Ex ij. Sr. Participo a V. Exc.
^ue f.ram honcera recol udos a Casa d'
1). t-nvo os seguintes inilivi dos:
A' minha orilein. J< aquira Jos de Saut'\nna.
remet, lo eonM dienaiio pelo d legndo do trra.*
de Rio Formaso afim de ter destino para o aayi..
da Taumniieira.
A' oi-dtin do. subdelegado do 1 distrito de S.
Jos, Adolphi Paulo da Silva, por distarbios.
Pelo delegado do termo de Limoeiro foram
remettidos ao juizo competente os inqneritos poli -
ciaes a que proceden contra Marianno Moreira de
Bonn Jordao e JoSo Jos Damasceno, por ter o
priiuiiro raptado, em noite de 6 do crrente, no
lugar denominado Pera Choca, a menor de noae
Jusepba, a que deflirou, e o seeundo por ter es-
pancado brbaramente, no dia 10, a Maria Joa-
quina da Conceicao, moradores na ra de Frei
.ao.
Pelo delegado do termo de Floresta, foi
analmente remettlda ao juizo competente o in-
querit) policial a que procedeu contra Jos Pires
rlezerra e Jos Martins de Oliveira, pelo crime de
furto.
Comrouaicou me o dslegado do termo da Victo-
ria, que no dia 1" do corrente, noute, Manoel
Fi mciaen Leite, contorcido por Sapateiro, ferra
gravemente, com diversas facidas, aos individuos
de mme Antonio Joaquim dos Santos, Manoel An-
tonio dos Santos e Jus Joaquim dos Santos.
, Contra o delincuente, que se evadi, proeede-s.-
nos teraiou do inquerito policial.
m data de 5 do ccrrete procedeu o delegado
recpi-ctivo a visita da cadeia do t'-rmo do Brejo, rnt
qu-il foran encontrados 25 reos sentenciados, -
pronuaciados o 5 indiciados em diversos Crimea.
No dia 13 'o corrente assumio o capitao Floris-
mundo Marques Lins o exercieio do cargo de de
legado di 1 distnct > da Escada.
Tambem no dia 12 assumio o tenente coronel
SilviaDO Moreira Cavalcante o exercieio da dele-
gae;a do 2o distric^ da Escada.
Deus guarde a V. Exc. Ilbn. c Exm.
Sr. (onselbeiro Jos Fernandes da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O ebefe de peli da, Antonio
Domingos Pinto.
ommiDilo das Armas
QAKTKL GKN'KEAL DO COMMANDO DAS AR
MAS DE raSKAMBDCO, 16 DE MAB^'O DK
1886.
Ordem do dia n. 77
Fajo publico, para conhecimento da
guarn5ao,.qu". apresontou-se hoja este
quartel-g.u;r..l, rindo da corte, o Sr. alfe-
res Jo 14- batalbSo de infantaria Raymun-
do Mgno da Silva.
(A-.sigiiado). O brigadeiro, Agostinho Marques
de S, eommandante das armas.Conforme.O
tenente Joaquim Jorge de Mello Fdho, ajudaote
d onltns iuterin) euearregado do detalhe.
mm DE PERNAMBDCO
Resrospeetu poltico da anao
de 18)5
1 Co 1 inuacSo)
DINAMARCA, SUECIA E NORUEGA
0 conflicto ilinamarquez augmento! de gravi-
dade era 188'. A luta entre o Sr. K-trup e aca-
mara popular do paiz que elle goveroa, otTerec*-'
ha muitos anuos um carcter singolanaamo.
Nao possivel imaginar um ministro uiai> i
abusado, mais despido de escrpulos de legali-
dade, lien urnaassembla mais tenaz namana-
tencao de sua- prerogativas coosttuaonaes.
N io podendo obter do focettitgo ercamento
para o exercieio de !8Si a 188.'. o ministerio, como
runos DO anterior Rstntpecto, fechoo inespera-
damente aquella aaaembla, entendendoque po-
dia prescindir da sanceau parlamentar no tocante
leis de mos,que promulgon porautorida.lt-
propna A opposicao vio em semelliante proce-
dimento uma violacao flagrante das mais reepei-
laveu clausulas do pacto fundamental da oaco.
Ha inulto lempo | que o Sr. Eslrup e seus col-
lejas, segundo a opinioda maiona liberal, re-
dii/ira [iiatiea.nente aada o principio salatariB-
ila responsabilidade governativa. D-
vez pon'',n, os conselheiros do rei, levaram a
alToutesa ao ponto extremo de roubarem repre-
sentacao nacional os seusiireitoa orcamentarios.
os nicos que, ain la dada qualquer modibe
profunda ia parlamentar, tal como ac-
Ui ilmeme praticado na gem rali
dos occidentaes deverjo ser perpetuam
peitados.
Reunido de novo o folketking. recusou-sc for-
malmente a ratili i :recionarios
gabinete, que liver remonia de pedir-
I


Sm
i


2
Otarte de PernambncoQuarta-feira 17 de Margo 188


lhe para 'lies uin bil de indemnidad?. Mas nao
fOi 8. Para deixar mais accentuada a sua op-
posicao, reelegeu a cmara como seu presidente
ao Sr. Berg, um chele de partido a quein um tri-
bunal de 10, armado de ampios po'1
poucos dias antes tmha conderan-ulo a alguus
mezes de pnsao e multa correspondente. AWB
ilisso. a maioria da cmara tomou desde logo o
compromisso inabalavelle nao prestara iiiinima
considerago a da iniciativa miiMterial.
Eslava.n as coaeaameme p,qua4e. .: i
de Outubro, uui tfpograaho de nometulieRa-
mussen, deafechoBouNuns de revolver, toaaan-
do por alvo o primeiro niieaatro de (ainamno
K. A primeiriubila.bateun'tjuii dea botes do
casaco do Sr. Estrop, e nio penetrou : a outra
passou-lhe de leve pelo peito, e foiempregar-se
na porta do carro em que ia na occasio o arro-
jado estadista.
Se nao ha urna providencia solicita em velar
pela Mi das altas entidades politicamente
. forca concluir que o braco da chamada Jus-
tina popular se mostra de ordinario solnveliueii-
le inhbil nos exercicios do tiro. Os attentados
contra a existencia de persoaagNU celebre Dio
dio ltimamente cinco por cento do xito desc-
jado pelos homicidas. Kegosijemo-iios nos todos,
1 lio aiiialdiroainos de OOnfiO B pntifli de tan
barbaros e monstruoso- excesaos, mas tocamos
igualmente votos pata qoc o egosmo dos mam
dH nao provoque os desatinos dM pequeos e
humildes.
Ramussen ainda nao fez 20 anuos. Foi sempre
lulo por bom operario, porque era trahalhudor.
panuco e uiolleiisivo. Cuino euipregado na typo-
graphia de urna Iblbade provincia, apaixonou-se
apta pela politiia. A-inlinda resistencia
opposta pelo governo maioria dOjUMaj, a
caga sessiio liana assistido no proprio dia em que
praticou o delicto, tnuia-o. Iiavia algum lempo,
n'uuia agitaciio profunda.
No meio lo calorosos debates den
confessou elle depois de preso, que o assaltara
a mreliz idea de assassmar o presidente do con-
selho. Declarou mais que nao tinha cumplices
c que a nniiiein revelara as suas intences.
\ tentativa da Ramussen foi condeinnada por
. ,, pan. Q povn dinainarque/. l.-iii-se iuauli-
,1o res; rudamente at aqu no campo da lula legal.
A's provocaces do poder, aos excamoa dos agen-
tea do governo. s arbitrariedades mais clamo.
B ha opposto constantemente esaa resistencia
pasara e aoffredora que caracteriaa as ra; i
norte, cojo animo aoflre naturalmeste as inlluen-
do meio pliysico.
N ,ii leia de ser multo sympathiea, e lein
mesmo evita grandeza aattitude dessa popula-
cho de alatn que defendeo nobremeute o seu
direito. embora as mil pewegtcOe da autorida-
de e dos proprietarios ruraes, que com o governo
96 associain na opprcsso das classes trabala-
dor;is.
Pedo contrario, nao ha posicfio mais falsa, nein
mais antipathica que essa em que se collocou o
rei da Dinamarca, harmonisando-se com a cma-
ra alia para sustentar no poder um poltico vul-
gar, mais intrigante do que enrgico, mais atra-
biliario que dictador convencido, porque lhe falla
o animo dos despotas, porque faz cuide da pro-
eja* constituico que viola, sem coragem para
lazel-a de nina vez em pedacos. sed'ahi julga
depender a felicidade da patria e quer affrontar
as consequencias deumacto violento, mas deci-
di. A hypocrisiada arbitrariedade. a tyrannia
com a dupla cara de Juno, o absolutismo qn. se
mascara com alegalidade sopnismada, que pro-
cura pretextos para lludira responsabilidade em
que incurre. por eerto menos iligno e mais per-
nicioso e immoral que o prorediineiito daquelles
que, por soperioridade ou erro, por maldade ou
loucora, liostiluam francamente analmier poder
me o ." seja o que a forcaou as circumstanoas
ibes pozereni um dia as mf
u Sr. Kslrup desla opinio. (lovernaudo ha
minios anuos contra a mai- BXpmam e positiva
vontade do pai/. representado na cmara baixa.
lenta, no emtaulo. apadrinliar-se com a roiislitui-
dinamarqueza. comofanaqualquer rbula de
aldea em relaco ao texto legal que mais de frente
liie abeamac oarta co.'ana.
i, iv uto. pode essa conatitmffBO-mi oaamai
pontos obscura, mas desde que UIBM&III 0
imen parlamentar, flagrante a illealidade
que o mini-tro do mi Christiano pretende
limaUI wn do poder, embora a hostilidad!
cente da maioria da cmara que em todas as na-
,.,.. las portal sysasma ana a exclusiva
eiiiconiesiavel prerogatsn de faeer e desfazer mi-
nisterios.
Mas loage de reconhecer o que ha de impoli-
tico e aoarcbtco m sua pertinacia sem racomoa,
0 chele do gabinete Kstrup aproveitou o facto do
i rime de que foi alvo cara recorrer ainda urna
vea a medidas dictatoriaes. a decretos provis trios
arrancados condescendencia on cumplicidade
do monarcha. Por tal modo pramilgna leis pe-
naesde exci'pcfio, cujos termos demasiado vagos,
e portanto sujeitos interpretaran apaixouada.
-uiuein. diz um hbil critico, um verdadeiro
atteutado contra a iberdade individual na Dina-
marca.
Veremos al onde o povo dinamarquez levar a
sua tal ou qual tolerancia por urna situago pol-
tica que promelte passar de ridicula a sangui-
naria.
Por causa das llovidas, os islandeses esto so-
licitando una reforma do reclinen que os une a
Dinamarca. Mostraram o anno passado que de-
sejavam completa autonoma administrativa e
quasi total independencia governativa J em
\H~3 pediam una ronslituioio a meirnpolc, e
agora renovam o jiedido com mais instancia.
Querem um jarl com o carcter de ministro res-
ponsavel peranle o althing ou cmara dos depu"
-. o siittragio universal sem restrieco censi-
taria, a regulansaco por va legislativa das re-
lace entre a igreja e o estado, urna le d en-
sino publico, um pavilliao commercial exclusi-
vamente delles, qoerem, emlim. a limitaco do
veto absoluto do re.
A populacao da Islandia itrtelligente, labo-
riosa, e affirma-se que. na media, amaisiutel-
ligente da Europa. Est ligada Dinamarca
cammunidade de racu e de' lingua, bem
como pelas tradicteshistricas, mas sso noim-
pede que tente aamaaorear h da sua adoMoig-
tracio local, urna vez que alm da eztensao qoe
a separa de Compeniafue. n5o pode a actual
'^o da metropoleofferecer-lbe sufficientee
earantias de ideneicMe.
Aflnal o poro rftqinlla ilha coberta de eternos
- sente-se arrimado de um sopro quente de
liberalismo e democracia. Resta saber se o so-
berano que mantem o Sr. Estrup no governo
utimo da monarchia, sabera a tempo satisfacer
as mais jusias aspiracoes dos subditos que do-
mina de longe e cujas condigoes especiaes de
vida provavelmonle ignora por inteiro.
Ao contrario do que acontece na maioria dos
iMhulos eouteumurauuoi, a situagao tinanceira
da Sueciv coatamst a ser exilente. E tal a
prosperidade do thesmiro publico nesse pmx,-
qse o imposto territorial, segundo o discurso da
cora pronunciado no principio do anno passa-
do. pode ser reduzido eui trinta por cento duj
tata estabelecida, podendo'Iamr-sea niesma re-
itaccfio relativamente ao imposto de toaaafcgerai
Animado por tao feliz distinegao flnanceira, o
referido discurso (embrava jeamara a creaco
de um ministerio de agricultura, conunercio e
industria, a reforma judiciaria e o desenvolv
ment da iustituicao do servico militar obliga-
torio.
\s eleiges geraes que se effectuaram em Se-
tembro de 1881 foram, como se sabe, favoraveis
ao partido liberal sueco, que ja tinha maioria
na cmara. Em Stockholuio rooMtam onze
candidatos libe.raes, tres con-ervodore- e cinco
compreliendidos as chapas das duas parciali-
dades, mu ainda assim liberaes coullecdos.
Foi grande a impressio produzda por esse re-
sultado no mundo poltico da Banda, mas o go-
verno annullou a eleico o que produzio grande
descontentamente- na capital do reino. O novo
escrutinio realisou-se em 12 de Janeiro. Desta
vez foi inaior a victoria do liberalismo. q6e Tan-
dan um por um. todos os candi latos do partido
B in'rario.
Tambem na Noruega houvc em 1885 eleii.oes
pmaa. Os liberaos triiiinpharain na maioria
dos districtos, mas porderam na capital. Entre
os eleitores primarios se achavam todos os mi-
nistros ha tempo aecusados e condemnados pelo
parlamento com oXeepcao de um s. De modo
que Christiama ser representada poranatro ini-
migos decididos do gabinete Sverdrup e do re-
nmm mal amantar.
Cernea o bom xito ataagetto pelos
llberaes na cidade de SlavaiiiT. patria do poeta
KieUand- No Bm certo onmera de depotados libones tintaam pro-
p to ajnemconeadesH unv. snlrmacM nacional
a esse padre. A proposta nao foi acceita. Mili-
to- liberaes discordaran] o'esse ponto de alguus
de scus correligionarios, dando como causa dis-
so. 1er n Sr. Kiellan I ideas contrarias ao clins-
tianismo. Esta qoestao igBrou come primeiro
artigo dos pmgmmmm rhiiioimn Hatre os elei-
ios por WlTejBgnr e mta-se O presidente do Stor-
thing o Sr. Sleem. pastor (Iptedal. O mais fa-
natijo inimigo-de Kielland. nao censegmo l'a/ea-
s reelegea por aquelle cidode.
As oleioes a que nos referimos foram leitas
pir um novo syslenia que confere o direito de
voto a todos os habitantes dan eidades da Norue-
ga que k'nliain a renda aunual de 800 coras.
Paraos habitantes ruraes a renda exigida de
300 cortea.
A nova le alargou grandemente o eleitorado
norueguense.
(Continua)
Kfi '4MB, 15 DE MAIigo Dt 186
>Otilias doPaeilIeo, Rio da
Prata e siilel imperio
O piquete nacional Vanaos, i-ntrndo hontem do
buI, tnuze ae s-guini.- n iticiu M qiiu eunstam
.i rabriea Parte Oficial :
Pac-ideo
Datul lbicas at 24 :
N Amcric-. Central, aburilo hs ultimas noti-
cias, h ivia tr.ni tullida i i
Os gawraet Hardlo e Menender, presidentas de
Qoatwal 8 San Salvador, asalai como os presi-
dentes d Nk .ira -ii i. II ni lur;s '. Ci-t i Rica m m
travaui-;e inpenli .dos eio dar administmca'J
publica de seus paizes todo o iinpu'a i He inorad
iad--, or lem < pro^resso. La Estrella de Panam
e itr tanto, diz qns na repuoliea de Han Salvado"-
fi i deeretadi a suspensilo da liberdade da impren-
8f>.
A inesma fot ha diz :
Em c ntrxpeaicJo abundaicia da Amrica
Cemral, r> ina eatiema inis-ns em Venezuela, on-
de a iiieudicidadi' j i pu'ocoiipa muito seriamente
tanl i m n ivo cnini aos altos poderes.
N i Equador causava eria iinfirc'sao uuia formi-
davcl enipea i flo Tungnratiua.
As f ilhas chilenas pobhcarsm informacoes acer-
Ga di eonriieto i'a-r diimbiano un partes (iiflteren-
tes d.is nteriorm nte eoahecidas.
Da i t onbera ;i u .li-i i de um faci que poderia
aggravar o i sfado da qnesta.
E' que c subdito italiano Cerrnti foi captura-
I : per autoridade eolunAiana, a bord i de um va-
por inglez.
- egnndo telegvamma de Vulparaiso, datado
Em Catamarca praticaram-se attentados du-
rante as leicoes que provoearam a iodignacao pu
blica contra os desmandos afficiaes.
Coutiuniivaui os trabalbos, iuiciados na reunio
dos tres candidatos opposicionistas, para a uniao
don partidos.
issri La Nacin de Buenos-Ayres : o 8r.
Gayoso communicou telegrapbicamoute, hontetn
s 5 horas da tarde, ao Dr. Vidal, novo presidente
da repblica visinha, que ante hontem as 11 ho-
ras n amtf devra o suuarul Arredonda atraves-
sar oa-io Urugnsy, desembarcosla esa Santa Rosa,
pontotfta case* 0Menta4Uafraade Msnte Case-
r i .
Unalili ni telegramnado Bfe OavM* que.
0 general Isvh ceaisigo naaa ntacoa de 30 lio
mens.iajBeabiMaKraafiie u.oMtralbadoraf.
1 (DDr.-VidailresriaUi av4esph9 agrade-
eendo imtt. Oainso 0 4un .mm, psein naMafes-
Undo Imvque laavwtree simio raaaaao aaaain-
ce per*di versa*-. v*mb>
Nessaa nfinti e ;n nos induzem a crer que o
aviso do Sr. G.iyoio naje 'u di fantasia de algum
agente de min'gracl? eeciudecida.
At agora ignora-se oude se acha o general
Arredondo.
Segundo o mesmo diario portenho, ligo que lhe
permittisse o seu estado de saude, o ministro
Qayoso opinaraquo a ultima nota do gorer-ii ar-
gentino di-via seguir se a retirada da l-gaca >
ui uguny.1, e esta opiniilo nao foi compartilbada
p-los ministr s orientaes.
Acreditara se em Buenos-Ayres que (J.yoso
seria substituido pelo Dr. Harrera y Obu
Diz Nmbein La Nacin : Cartas de Entre-
Rios annunciam que a umita gente preoecupa a
lircumstancia de ignorar ee inteiramente onde
para Lop"Z Jordn, sabido de Peysan l, ha dias,
em um vaporainh), coi.forme annuiciin >s.
Ha quera attnbua ao caudilbo entreriano cer-
tas velleidades revolucionarias, que sj diz^m insti-
gadas rielas excellen ias da outra m'irg-ir.
fs acreditamos que Lpez Jjrdan est de-
masiadamente velho para embarcar-se em aven
turas desta especie, cm pleno rgimen santiago ca-
tamarquenhe. >
Na epublica Oriental reunio-ee a asembli
geral (cmara dos deputados e senado) para a elei-
lo do presidente da repblica ; antes, porm,
.'esse acto, approvou urna mensagem de agradec
ment ao teuente-gener .1 Mximo Santos p dos
relevantes servicos que prestou a patria n i eu
gi.rerno.
Foi cleito presidente o Dr. Franciso Antonio
Vidal, que uninediatamento prestou o jurameuto
exigido pela constituico.
No mesmo dia da pjsse o novo presidente nc-
meou o tenente-general Mximo Santos chefe das
foruas de rnnr t T/a, receben 1 > ordens directas
do presidente da repblica.
Por outro decreto nomcou ministros : do g. ver-
no, K'ip -rto Fernandez ; da tazenda, Juan L.
Ciiostap ; da jU8'ic;i, culto e instruccao publica
Alberto Flang ni
Ficaram interinamente com as pastas da guerra
,'o< negocios estrang-iros os officiaos maiores dos
MMW ministerios Estanislao Perfz Nieto e Os
c r Ilordenano.
Apreciando a eleicio do Dr. Vidal, diaaa El
Siglo
Nao era o candidato que teriamoj preferido, e
dizendo to julgainos ter ttulos para ninguem o
uttribuir a xntipatbia pessoal.
N'ossa at.tif.ido na questao de candidaturas
pretidenciaes foi determinada pelo espirita conci-
liaior que oempie nos anima. Acreditamos que
a ussemblea pjdia fazer urna eleico que conjuras-
se o perico de iavaai i m* dueionarias ha tempos
annunciadas ; este 8 nao outro era o objecto dos
artigos que is^rivemis em apoio'de ontra candi-
datura. De nossa rpiniSo participara cidadaos
distioet i, a qo -in nao m vi i intra paixao que nao
fosse o iiitcresse publico.
Pod. moa equivocar-nos ; mas sempre acredita-
mos que nao se ter ara prodazidos os fictos que
motivaram as reclamaooes do ministro oriental em
Rueos Ayres, se o governo qo boje aeabou ti-
vesse cuioado de fazer regular administraba) eco-
nmica. E.-r-' ,..iz est far'o de guerras evis e
sequioso de tianquillidade e de paz. Por mais que
o governo de>xasse a dewjar na esphera poliiica,
tudo se lhe f-ria perdoado em troca da consolida-
cao da paz e do desenroirnaentoda riqueza; mas
de.=gracadam. nte osimpostoa foram em augmento ;
nao se curou das obrigacoes corrrutes ; como era
natural, resfirtiram-ee o coimnereio e a indnstria,
e d'ahi resultoii.mus.pjreaa e uina paralysacao
que dabalde ae pretendeu negar.
lieflicta attentamente no caso o Dr. Vidal ;
consulte com a pessoa a queai confiar o ministerio
da fazonda e necessariamente reconbecero que as
conomias serias e immediatas se impoem com
f iro^ irresistivel, e que uo resta outro arbitrio
-enio cortar com mao vigorosa no orcamento das
'spezas.
J prevemos que se nos dirqueha ainda outra
atetncao mais importante do que a de fazer econo
mas e regularisar a fazenda ; que antes disso
cumpre attender ao que exige a coaservacao, man-
iendo em p elementos de guerra necessarios para
tazer fr-nte ameaga de urna invasao armuda.
lato rigorosamente exacto, e n5o sotos tio in-
sensatos que pretendamos que o governu se deixc
matar para fazer economas. Mas estamos con-
vencidos de que de um modo ou de outro a situa-
rlo actual nao pode prolongarse.
El Stglo, de Montevideo, termina assim um ar-
tigo edictorial intitulado Horisontes polticos:
* Sen timo j profunda tristeza ao ver as nuvens
qi obscuressem o nosso horisonte poltico. Por
nina parte de d;a em dia se annuncia que a paz
vai ser perturbada pelos revolucionarios que se
preparan para invadir o territorio. Por outra ve-
mos azedarcinse cada vez mais as relacoes entre
esta repblica e a Argentina : de sorte que pode
temer-se qun essas relacoes se interrompam. Em
t.\o critica sifi.ie.ij nao podemos fazer outra cus i
aen:;o pedir a Deus que conjure as tormentas e
acclare os horisontes polticos da repblica do
Uruguay.
As cmaras concederam venia ao senador Ru -
perti Fernandez e ao deputado Alberto Flangine,
de .'4 d Fev rcirr, o presidente Santa Maria. an- pura aceiturora os cargos de ministros,
nuncion cm uir. discurse que era Setembro vindou- I O novo presidente declarou por um decieto que
ro se retirar vida privada, agradecendo ao po- 3:o conservados nos seus cargos tolos os chefes
vo o apota que lhe- prestou durante o seu gover-' politices.
Bllo da Prala
Datas le Buenos-A y res at 4 e de Montevideo
5 de Marc) :
O diario portrnho La Nacin pnbcou, na inte
a nota que o governo i rgentin i dirigi ao mi-
nis'ro oriental, Gayoso, ra respoata ao pedido do
proceaio do ex-general Arredondo.
Termn i aira o ministro dos negocios estran-
geiros, o Dr. Ortiz :
Resumindo o para terminar, eatou incumbido
de manifestar a V. Exc. para que o transmitti ao
seu )overno, que niio permittido ao govorno ar
gentino acee 1er aos desejos de V. Exc. na i obs
tanto a inmteoeia manifestada em sua nota de 22
do c Trente.
< O governo argentino entendeu que nao poda
pr hibir as reunios em rondice.es pacificas aos
emigrados orientaes que V. Exc. denuuci >u exis-
tir cm casas particulares ; que nao pjdia prohibir
o embarque de orientaes sos ou em p quenas gru-
pos, desarmados, como nli pode prohibir o seu
desembarque, e que no podia mandar prender e
cricessar D. Jos 1. Arredondo, por nio ter au
tori l.'.de para isso, nem le que o disponha, sem
drlicto couhecido.
En coinp"nsacao julga ter cumprido ampia-
mente os deveres de boa visinhanca e de amistosa
relaco internacional, ordenando o dewirraaraento
e a dissolucao de grupos que apparecessem ra
fronteira, ordenando polica a vigilancia noces-
saria para evitar oen^ajraento publico de houiena
e os xereicios militares ou formaoSo de corpos or-
ganisadis militarineote ; c julga finalmeute qne
tem demonstrado sua deeiaao pr,ra evit ir a guerra
civil annunciada no Estado Oriental da maneira
mais palmar, negando o despacho livre das araras
depositadas as Alfandeg.aa nacioaes,pela simples
denuncia a V. Exc. de que erara destinadas aoe
rivolucioi ario e eotorgando o dejpacbo de arroaz
compradas nesta pra^a pelo governo de V Exc.
Se deDois destas expticacoes, que considera
definitivas, o governo t V Exc. insistir era man
ter suas exigencias nos trra ~s em que o faz n
sua nota de 22 do crrante, provoca ido ama si-
tuaco difficil para a conservaco da harmona rei
nauta, ficar ao goveruo de V. Exe. a responsabi-
dade dessa situico.
Na sua edieo de 26 de Fevereiro, o citado dia-
rio portenho, noticiando a organieacao de ama
junta argentina de aocoorros, com o intuito de rea.
nir elemento para alliviar a sorte dos soldados da
revolucao que cahirecn na contenda diz :
Para ninguem myateno que os campos da re-
pblica Oriental vio ser em breve,se j nao o sao,
o tneatro de combates sangrento*, onde o chumbo
e a metralha vio decidir os destinos daquella tr-
ra generosa. *
Annunciava se a partida do general Santos para
o interior.
A respeito dos membros do novo gabinite ha
intoruiac.oe8 :
Ministro do governo e do interior, Ruperto Fer-
nandea, deput -do desde o tempo da presidencia do
coronel Latorre, tendo sido muiros annos director
da junta de crdito publico e ltimamente sena-
dor por Maldonado.
Ministro da justica e cultos, Alberto Flangini,
f i 1 official do ministerio dt; cstrange ros, presi-
de te do senado e ministro da fazenda no tempo
do general Flores, ex-presidente da cmara de
depurados.
Ministro da fazenda, Joo L. Cuestas, foi presi-
dente da junta de crdito publico, ministro da fa-
zenda no tempo de Latorre e da mesma pasta e
uhimanient3 da do interior na presidencia do ge-
neral Santos.
Ministro de estrangeiros, Osear Ordenana, ha
muitos annos Io official do mesmo ministerio ; foi
a Roma em misso especial em 1882.
Ministro da guerra e marinha, Estanislao Prez
Xiet-.', paisano e poeta, ha cinco annos 1 official
do mesmo ministerio.
Bio Grande do Sul
Datas at 28 de Fevereiro :
Deu-se na capital ura desagradavel incdenc
entre o chefe de polica e o tabelliao Jos Vicente
Te'les da Silva, que assim descripto pela Fede-
racio :
O tabellia) Jos Vicente da Silva Tellea e o
proprietario da Livraria Popular, o Sr. Gaspar
GuimarSes, questi navam no foro por causa de urna
machina de picar fuma, movida a vapor, que exis-
te nos fundos daquella livraria, junto aoa fundos
da casa onde est o cartono do mesmo tabell o.
O Sr. Tulles entendeu que a machina nao deve
funecionar alli, resol vendo-se, depois de muitaa
peripecias, que seria longo enumerar, inutilisar
parte da charaiu da mesma machina. O Sr Gas-
par queixou s ante-hontem ao Dr. chefe de poli-
ca, e esta autoridade, indo aconaelhar o tabellio
Telles, fui ,,-or este tratado speramente. Hoje, a
requernnento do Sr. Gaspar GuimarSes, o tabel-
lio Telles devia assignar terao de bem vi ver.
" Fuucciouuva a machina de picar fumo e o Sr.
Telles ordenou alguna operarios qne destruissem a
te'h-iro que a resguarda, ordem que foi executa-
da. Muito povo j se agglomerava em frente do
cartorio, estando presente o commandante da tor-
ca policial, dous orfieites do seu commando e urna
forca de 30 pracas, ebegando mais Urde urna tor-
ga de linba ao mando de um alteres. O Dr. chefe
de polica conrpareceu depois a fazer executar a
ordem de prisao qne baria sido transrnittida ao
tabellio Telles por um tenente de polica, por eri-
ges Je damno.
O tabellio recusouse obedeeer ordem, bou-,
ve ordem e principio de execucao dearrombam n-
to da casa, que estava fechada e por ultimo apro-
sentou-se o Dr. Bittencourt com wn requernnento
de Telles, pedindo para prestar Oanca, que foi de-
ferido. Por causa desse iuc'dente foram presos e
recolhidos ao quartel do 13' de infantaria o capi-
tao Carlos da Silva Telles e o alteres JoJj Boni-
facio da S. Telles.
Sob aepigrsphe Novos Muckers publica a Fe-
derando o seguinte :
Tiremos noticia mMciosa sobre a nova seita
de muekers, orgauiaada na colonia D. Josepha.
Eis-o que de SantaOraz nosescrere um ami-
ga, esa 11 do con ente :
rfa-Jinba colonial D. Jescpsa, desea moaiei-
pm; naisto e vai de dia a dia toaaad Hneremento
urna asa seita de muckmtt, coja^hela inspirada,
nova Jlcooina, i a mufer de-ua tal Heneraa-
mel.
Ol esnpetentes apmsioits, Jidms et rclitm*. ji
esto empertigados as suas reaoectivas cuies,
ao lado da preoiosa santa.
< Falta um Hlalos, c esse creio que nao se far
esperar na pessoa do Sr. Dr. :hfe de polici i, ira
poodo-se aquellas seraphicas creaturas por inter-
medio, de provilencias enrgicas, que nao convm
por modo algum demorar.
Escolheram j para as suas praticas de tana-
tica estupidez um lugar verdadeirarat-nta estrat-
gico e obrigaram o dono de urna casa que alli
existe e que custou mais de 2:000 a vndela por
800* seita.
Pessoa muito acre litada relatou-noa hoje o se-
guinte, curioso e bin significativo facto;
O pastor evanglico daquellas paragens, cida-
do Eduardo Fak, foi convidado para fazer pirte
da seita e negou-Be formalmente.
Entu os taee puritanos na occasio em que o
refractario regretaava tranquillamente de um dos
aeua misteres religiosos, esperavam-o em caminho
e ah aggredirnm-o com insolentes ameacas de
morte, trat' ndo logo de unirem a acfo ao gesto
O pastor Falk, eunbecendo a ini fficacia da luta
por sua parle, vista da superionda le numrica
dos aggressoies, teve iiini lembranca felicissiraa.
- Arrancn do bolso um vidrinho do tintura ho-
raoepathica, mostruu-o o recuando disse-lh-'s com
voz firme : Afastera-se, miseraveis d con
traiio morrein todos com a exoloso desta bomba
de dynumite
A' vista diso, oa piedosos puritanos tr.ataram
p.-esanrosos de dar as de Villa Diog por julga
rem assim mais barato.
O delegado de polica abri inquerito e foram
inquiridos Francisco Muller, Guilhermo Waldow
e Krnesto Martin. Os dous primeiros in -in'ir .3 da
seita e o ultimo insnecior de quirteir.o.
Frederico Muller decUron que a seita nao
de muckers e sim'urna agremiaco de individua
qiit-, oor espirito religioso, fazen suas reunioes
pire, leitura e interpretacao de trechos di biblia,
com oque pr.-tendem obter o caminho do co ; e
que s poiem ser filiados Mita e.qaellea que fize-
rem antes uui 1 pronssao de f coiife>san 1 > que,
sendo grandes peccadores, ao cntrarem para a so-
ciedade, deixam fr 1 todos os peccados, e consida
ron M lavados pelo sangue de Christo.
Diaae tambem qne a raulner de Keuerhammel
nao inspirada p ir nenhiim diviudade. mas ;iie
lein o espirito em alto grao dominado p. las rea 11
des d 1 sua religro, e sob esse influxo procura in-
culir, com a f que tem, no-' auimos dos adeptos,
os mesmos sentiinentos. Que em alguinas das re-
unios, que Icm s -mpre lugar aos domingos, tomou
ella a palavra c discursou, mas ello re^pondeute
p."ii ler u lhe urna vez qne a doutrina pelo discur-
so era mais conveniente aer pregada por h'moni.
< Que os fundadores da seita foram o mesmo
FeuerhammeLe sua mulher, e que os a eptos ho-
mens sao apenas em numero de doze, cujos nomos
deelarou.
Guilhennn.Waldow declarou que depois do
fazer parto da seita, sonto em si a inspiraco do
Espirito Sent o que a mulher de Feuerhammel
tambem insprala. Que esaa inspiraco, elle Wal
l*rw nunca 8-entio Jiiitea do portoncer aquella sei-
ta, que tem por um dos seus principios o anabap-
tismo.
O inspector Ernesto Martin aflirmou a exis-
tencia da spita e o segredo com que funecionava
esta em suas rtuuioes, que tem tambera lug;:r i
noite, finalis in lo sempre depois da meia noite.
Foi nomeado presidente da praca do commercio
da capital o negociante Ernesto Carnero da Fon-
toura.
Na liba dos Marinheiron dea-se o seguinte
fasto :
Na abanara deMaooel Areias, ocenpavam se no
fabrico do vinho Manoel Tarares e outro compa-
nheiro.
A's 10 horas deram o trabalho por terminado e
foram deitar-se.
De raanh o companheiro de Tavares, nao ven-
do este apparecer, dirigio-se ao seu quarto e en-
controu-o borrivelmeute ferido e banhado em san-
ie u o
Interrogado, pode responder a custo que o autor
dos seos ferimentos fra o pardo livre Joaquim
PerDambuc:ao, que armado de um machado pene-
trara no qu arto e deScarregra- lhe com o olho do
mesmo machado dous terriveis golpes no rosto.
Efectivamente deviam ter sido terriveis, a jul-
gar do estado verdadeiramente horroroso em que
e aehava o paciente.
Joo Pcroambucano fra em tempo peao na mes-
mi chcara. Despedira-se, porm, por ter tido
moa altere tco com Manoel Tavares.
Tendo jurado vin^ar-so, tomou ante-hontem
noite um cahique que encontrn prximo Santa
Ca a e nelle se dirigi chcara, cujos recantos
conhecia, e armando se de um machado deu satis-
faca > a seas sentimentos de perversidade.
O crime foi, portanto, premeditado.
O criminoso foi preso na cidade do Ro-Grande.
Ne Arroio Grande uo dia 21, foi dado a sepul-
tura, vict.ma de nm desastre que soffreu ou de
um castigo da Providencia, o acelerado Honorio
Feij, vulgo Honorio Piaco.
Apezar de complicado no aaaaasiaHto do tabel-
lio Rodrigues, e pronunciado por crime de mor-
te Honorio Piaco, affrontando tudo, viva a 4 le-
guas desta villa, certo de que uo o perseguiran],
como de facto tem acontecido.
Entretinba-30 a disputar urna carr -ira com ou-
tro...
Trazia a cintura urna pistoK e um espadira.
Ao csbairar o oarallo, os copos do aspadim en-
volvem-se com o gatilbo da pistola, o tiro parte e
as balas empregam-se na curva e na barriga da
perna esquerda.
O ferimento nao foi mortal
Mas... as balas rsta?am envenenadas e a morte
dea-se poucos momentos depois, por entre as mais
torturantes agonas
Antes de expirar, exclamava que nao quera
morrer, porque ainda tinha de assassinar mais
trez ou quatro a quem ha vi i jurado.
Que munatro !
A Ordem de Jaguaro publica o seguate :
o Por pessoa fidedigna, ohegada do Arroio-
Grande, somos informados de que ama quadriiha de
bandidos, em numero de 30, capitaneados pelo fa
caubudo Juvencio Pereira, tem feto proezas as
circurrvisinhanfiae daquelle lugar.
Na noute do ante-hontem assaltaram a tasa do
pacifico cidado Joao Paulo.
Hontem foi essa quadriiha vista acampada a
pequea distancia da r. ferida villa, um quar'o de
legua quando muito.
Consta que um di s bandidoa atando ara tanto
embriagado em urna venda, dissera que o nico
fim que oa levou aqu-dle lugar, o de a forca d'ar-
inas, impedir a prisao ou deacoberta dos faccino-
ras Piacos, autores da ir.ortc do inditoso Manoel
Rodrigues Ferreiin.
A villa do Arroio Grande est atorrorisada e
t dos ternera seja ella repentinamente tomada do
asalto.
O mesmo jornal diz que na noite de 17 houve
um forte tiioteio entre a guarda oriental que des-
taca no passo da Armada e um grupo de perto de
30 individuos que pretenda pastar para a mar-
gara opposta, numero de 150 cavallos, mais ou
monos.
Era Bag toi aasasBnado por Isaas Pinto o
soldado do 5- regiment Bernardino Cyiriano das
Chagas.
0 movimento da estrada de ferro de Bag no
anno de 1885 foi o seguinte :
599:430*780
Receita
Despeza
560:606*400
38:824*380
16,092 tonela-
Salde
Transporten 86,149 passageros,
das e 639 kilos de mercadorias.
Waata Camarina
Datas at 28 de Fevereiro :
No dia 27 celebraran) se solemnes exequias
pelo Baro da Laguna. A ceremonia concerre-
ram todas as autoridades ci a e militares, repre
sentantes das naces amigas, fuoceionarios pbli-
cos, membros de tedas as classes sociaea e muitas
scnborai.
Falleceu na capital o amanuense da secretaria
da asserabla Feliciano Marques Guimares.
Paran
Datas at 2 de Marco. .
O presidente da provincia fra visitar a ci-
dade da Lapa.
De Guara kessaba escreveram a Gazeta Paraen
se, em data de 18 do passado :
a Desde o da 14 aqu chove torrencialmente.
Parece que a eolera do co veio sobre nos sem
piedade.
Em trez dias os ros Sorra Negra e Gaara-
kea8abi encheram tanto que nunlaram, a grande
distancia, as anas marg ns 1 Treze casas foram
arrebatadas pelas aguas. S o rio Serra Negra lo-
vou 11 habitacoes, criaco, animaos, etc. ; tudo
emfim qu.nto a impetuosidade das egaas polo
apanhar era ana passagom devastadora !
U Sr. Joaaflim Oust dio perdeu urna filha de
16 aun 5 que a maesa -norsae da agua apanbou e
a fez desapparecer para sempre !
O piejuizi que tamanha enebente veio causar
lavoura deste lugar inmenso, e incalculavel
e e mais tarde sentiremos as consequencias.
< Devido a to grande te nporal nao comparece-
ram os meaarioa para proee 1er se eleico no dia
17 do ctrrente. Bra imposaivel mosmo^ue vies-
sem. Nao ha va quem pudra 83 transpor os rios,
que pareciam querer inuuudar tudo. Por esta ra-
zio nao bouve eleico aqu.
O povo est assustado, e doloroso ouvir-se a
narraco de to triste acontecimento por pe?soas
lanzadas miseria pelo prejuizo que soffrerara -
Falleceu na cidade de Castro o ten. nte coronel
Antonio Decaase de Carvalho, que de humille
eoadico, chegou pelo seu estorbo e trabalho a ia-
filente uosico, sendo muito b mquisto e reshji
tado pelo povo desee lugar, ao qual prestou mu-
tos e bous servicos.
Era o chafe do partido liberal; mas, tendo, por
vontade nica de seas correligionarios, sido Jei-
to depola lo provincial, nao tomou asseuto, decla-
rando n. tr par.* o cargo as precisas habilita-
coes.
Tinha o habito da ordem da Rosa.
Hlnao-terai'o
Dttaa at 1- de Marco :
Em Ouro-Preto, na Me de 20 do passado, fo-
ram entregues ao preaideote Dr. Portella, por
urna coramisso da qual foi orador o Dr. Fran-
cisco Veiga, o seu diploma de deputado pelo
1' districto de Pernambuco, e umi escrivaninha
de prata, caeta e pena de oaro, (.Serta de ami-
gos deesa cidade.
Era Ponte Nova na frtguozia de Santa Cruz, na
noiie do dia 10 do corrento, o crioul > livre de no-
me Jos, trabalhador da tazenda da Jetiboca, vin-
do pernoitar na sitio Fundi, propriedado.de Jro
Antonio dos Santo 1 licalho, sondo conti lo em al-
guna disturbios quo promover entro os escravos,
retirou-8' e voltando s 11 horas munido de urna
espingir la disparo 1 o Mitra Eduardo, escravo do
\li_'iieldos Santos B calho, o qnal tendo recebi-
do toda a carga sobro o coraco cahio fulmi-
nado.
Na Formiga a 2 do corrente evadiram-se pe-
las nove hor>s da noite da cadeia, os reos Antonio
Ferreira de Barros eLemino Lourenco de Cara-
p is. pronunciados, aquelle no art. 257 e este no
205 do coligo criminal.
Sao cu padoj e esto presos, a praca Jos An
tonio Garcia. que guardava a cadeia e Joo de
Souxa Palhares Terra, hornera de m nota, que
m meatos antes fallava em segrodo aoa presos.
Em Saut'Aona do Sapucahy alguna individuos
violarim a cadei 1 e soltarara os presos Pedro Mou-
ra e Antonio Fernand s na noite de 1 para 2 de
Janeiro.
Foram.recolhidos cadeia do Arax os reos
Mximo Affmso de Almeid 1, pronunciado no art
271 do Cdigo Criminal, or.mo curaplice na morte
do fazendaj^) Antonio Tbcodoroda Silva Sobrinho
e Valentina, eserava do major Elias Antonio de
Avila, pronunciada 110 art. 193 do Cdigo Criminal
coiao autora da morte de seu marido Tnomaz,cnou-
lo, escravo.
No districto da cidade do Arax, Honorato,
escravo, p:r ter assassiuado a Tbomaz, tambera
escravo.
Consta que Valentina, mulher de Thoraaz, con -
correu para can crime.
No termo do Prata, p)r orna escolta os reos:
Antonio Alvarengada Silva, Joo Mand do Rosa
Maria, alli pronunciados e Guardi no Bueno da
Silva, pronuncalo em Santa Rita do Paraso, pro-
vincia de S. Paulo, por crime de morte.
Pela repartico da polieia recommendou se ao
delegado que informe qual o artigo da preauneia
dos dous primeiros criminosos.
Lemos no Jornal do Commercio, da corte :
O Sr. ministro da justica, sabendo por um te
legramma, que na cidade de Pouso-A'egre, em Mi-
na8-Geraes, foi atacada a typographia do jornal
Valle do Sapucahy, cuja material foi completamen-
te inntiliaado, ordenou que o Dr. chefe de polica
d'aquella provincia partisae immediatamente para
alli e d?se as providencias precisas para restabe-
I lecer a ordem publica.
O Sr. ministro da guerra recebeu do presiden-
j te da pruvincia de Minas o seguinte tcle^ramma :
Nao tenho outras informacoes aeno as que
hontem recebi e o chefe de polica em telegrammas
do Dr. Silviano Braodo, das qaaes dei noticia
hontem mesmo ao Sr. ministro da justica. Tambem
hontem mesmo fia seguir para Poueo Alegre o che-
fe de polica com um offial e dez pracas de ca-
vallaria.
sao Paulo
Datas at 9 de Marco :
Estirera enfermo o Sr. oonselheiro Joo Alfredo,
presidente da provincia, restabelecendo-se comple-
tamente em poucos dias.
Fizeram acto do 5* auno e tnmaram o grao
do bacharel em direito no dia 3, os Bate: Jos
Coelho de Magalhes Gomes, Francisco Thmaz de
Carvalho, Francisco Leonardo Falcio Jnior e
Carlos Samuel de Araujo.
Refere o Correio Paulistano de 3 do corrente :
o O Sr. sanador Joao Alfredo, presidente da pro-
vincia, acha-se enfermo, de cama, ha dous dias.
S. Exc. foi acco.nmettido de um accesso de fe-
bre, o qual, felizme. te, havia declinado hontem
noite.
O Sr. cipito Joo Antonio P.'reira dos San-
tos fea o valioso donativo de 10:0001 Santa Casa
do Misericordia de Santos.
O mesmo cavalheiro enviou Auxiliadora da
I/tstrucfio a quantia de 2:0001 para custeio de
suas aulas.
No dia 4 fizertm acto do 5o anuo e tomaram
o grao de bacharel em direito os Sra : Francisco
Teixeira Leito Guimares, Jos de Soasa Gomes,
Juvenal Malheiros de Souza Menezes e Alfredo Al-
ves de Sampaio.
Escreve o Diario de Campias :
< Infcrmam-n >s de Piraasunnuuga que visinha
-localidade de Santa Crui das Palmeiras fra eva
do o cadver de ura escravo da fazenda do Sr.
Brasilio Ribeiro dos Santos Camargo, ifim
de ser encommendado pelo resp.-ctivo paracho e
em seguida sepultado.
Reconheceu o padre, entretajto que o cadver
estar mutilado e deu parte a autoridade, que to-
mou conhecimento do tacto, e mandou proceder a
auto do corpo de delicto.
Um dog escravos qua conduziam o cadver,
notando a sensato qu-- aos circumstantoa causava
a vista do cadver naquelle estado, exclamou d'um
modo muito siguificavo:De que se admirara ?
Diversos de l team vinlo nesse estado para serem
enterrados
No dia 5 fiziam acto do 5 anno e tomaram
o grao de bacharel em direito os Sra.: Antonio
Versiani de Flgueiredo Murta, Jos Ovidio d'Ama-
ral Gurgel, Geraldino da Silva Campista e Anto-
nio Ribeiro Penna.
Fizeram acto do 5C anno e roceberam o grao de
bacharel em direito no dia t, os Sr.: Ciucinato
Cesar da Silva Braga, Francisco de Paula Ama-
r-I, Francisco de-Barros Lima Monte Razo e Eneas
Galvo.
Refere o Tempo, do Rio-Claro, que um em-
pregado do armazens da companhia Paulista, de
nomo Fraucellno do Lima, ajudndj a fazer as
manobra* com vagues de cargas, foi desastrada-
mente apanhado entre os batent-s dos mesmos va-
gues, morreado instantneamente.
Francelino era moco ainda e deixa familia em
extrema pobreza.
Rio de Janeiro
Datas at 10 de Marco :
Na corte, 110 dia 4, foram trocadas as ratiSoa-
gdei do convenio que fizeram o Brasil a a R' publi-
ca Argentina aasentando os preliminares para de-
marcaci definitiva da parte litigiosa do territorio
das Misd>8.
Constava que por imperial resolncio-de lo
de corrente, tomada sobre consulta da seceo dos
negocios do imperio do Conselno d Estado, tora,
negado prorimento ai recurso nterpeeto pea com-
panhia Eslrad* de Ferro de Natal a Nora Cruz,
do despacho de 5 de Marco de 1885, que nao la*
reconheceu direito de ser indemnisada da quantia
de 125:235*850, importancia de prejuizo, que de-
clarou ter soffrido Das contas da receita e despeza
de 18S31884.
Em 3 do corrente o Tribunal do Theaouro
deferio o recurso de Salazar k, C, nterposto da
deciao da inapectoria da Alfandegade Pernam-
buco que mandou claaaificar, como sujeitos taxa
de 800 ra. cada um, 10 duzias dos leques por ellea
propoatc8 a despacho como de algodo com varetas
de madeira tosca, da taxa de 1J200 por duzia, afim
de pagarem na mais ordinarios da amostra n. 1 na
razo de 1200, e oa da amostra n. 2 na de 3j600
a duzia.
Sobro o carnaval escreveu o Jornal do Com-
mercio, de 10 :
Esto passadas as testas carnavalescas e, seja
dito em honra da polica, o entrado foi efficazmen-
ta reprimido aem violencias, sem sufficar as iaof-
feasi vas expaaeiae de alegra. Razo tinaamos,
quando nos anoos a'razados distamos que para
acabar com o entrado bastava que a polica o qu-
zesse sinceramente.
" Agora o mais difficil est feito. Para o anuo
a polica aponas terdo seguir o exemplo, aperfei-
ooando a obra, pois que em surama cumpre confes-
sar que nao so conaeguio tudo do urna vez, como
Ro-na se nao fez n'um dia.
Em brilbo e euthueiasmo os folguedoe nada fic-
ram devendo aos doa priov iros tempos.
A manh chavosa a ninguem desauimou;' s
quatro horas brilhou o sol, c nelle se espanejaram
as sociedades, desenvolvondo-se pelas ras da ci-
dade como terpentes gigantescas, luzindo de todas
as cores e de todas as galas cara refloxos de ouroe
pedraria.
A noute alguus chuviscos vieram deitar agua
na fervora, mas uem com elles arreteoeu o entliu-
siasm".
Pouco depois de 6 hora? da tarde desfilou pela
ra do OnrMer o C'.ub dos Democrticos.
O prestito, que era euo me e luxaoad, como
bem poucas vezes .emos visto, compunha-se do
sega Hite:
Um bando de c .vallviros a'orindo a marcha:
oito clarins, que ei cutavara varias marchas mar-
ciaes; urna banda, indo os msicos fantasiados le
j ;ck ya; o carro de estandarte, empinbanlo porum
doa socios do club, elegantemente vestido e mon-
tado era um dromedario; urna guarda de honra,
compjtta de cerca de 20 socios, que todo3 iam ri-
camente vestidos ; um arlaquim montado em um
junvmio e distribnindo o jornal o Guizo,' do Club
dos Democrticos.
O primeiro carro d I idea era urna fina alluso
questao do matadouru: a primeira adegoria com-
punha-se de um soberbo carro, em que ia sentada
entre fl >res, u oa Semiramis: a questao do terreno
do conveuto da ruadaAjuda, foi o aasumpto do
segundo eacrs de idea; i. segunda allegoria, deno-
minada Mytbulogia Carnavalesca, representava a
deus i Juno, em u n carro, tirado por pavoes, le-
Vaado o eatanda t' do gripo doa Bo arres, novo
piquete de clarina, outra banda do mudo 1 coin-
p ista de 50 oavalbeiros uniformisados era clovvns;
terceira ;dlegoria, apotheoso libnrd de, grande
carro cora urna colnranacm que ia symbolisada a
democracia; nutra guarda de honra couoposta de
exquisitos aldeoes; a tsreeira critica, allusiva
questao das barraquinhas, seguida de urna fila de
irop oros viudos dos suburbios, e de urna canoa de
Paq et, foi bem desempeuhada e applaudida; a
qaarta all'-goria, um lago encantado, onie ia sym-
bolisado um barco fantstico em que navegava
urna sultana favorita; quarta critica, alluso
questao dos vinhos. de na dos carros de socios qne
seguiain este carro de ideas foi distribuido um nu-
mero do Phantasma, antiga revista do club; quin-
ta critici, allnsao junta de hygiene; sexta criti-
ca, carro allusivo ao centro de invIhadoB: quinta
allegpria, carro triumphal densminado, Easencial-
mento Agrcola era que ia uina cigana; stima eri-
tica. A pditioa, rdluso s ultimis leicea; oita-
va critica, Gloria aoa abolicionistas.
Non ntcrvallos dos carros de idea o dos car-
ros allegoric-s notavam-se grande quantidade de
earros, cheios de socios fantasiados, sendo argo-
mas fantasas rica: e do mais apurado gosto.
Logo era seguida desfilou o prestito do
Club dos Fcuiaacs, luzido rico e numeroso.
Como os Democrticos esra rram-se os Fe-
nianos em fazor reviver os esplendores.
O prestito foi o seguinte : um trio de batedo-
res, que abria a mareba; urna banda de clarins a
eavallo; a bauda de msica do 1 regiment de ca-
vallaria, vestida com as cores do club; um mag-
nifico carro, sybolisando a praga das loteras, o
commercio, a industria e a agricultura, das que a
tem definhad", e a provincia-de Minas onde as nao
ha, prospera e rllorescente, nesse -arro ia nm dos
socios do club, muito rica e elegantemente vestido
de L ihengrin, empunhando o esta idarte do club:
este carro mereceu.paio seu primor os;rondosos ap-
plausos do publico; urna guarda do honra, rica-
mente vestida; a piimeira critica; o bond politiio,""
alluso a nossa potitioa; a sgnnda critica; o pao de
sebo, a cuja extremidade e.tava fixa urna imagem
al lusva ao partido conservador, emquauto subism
e eacorregiivam representantes dos partidos con-
tri rios; terceira critica: as caixas das almas, al-
lnsao Ceixa Perseveranca e Abolicionista; quar-
ta critica arbitragem... sem lim t?, alluso a
um dos nosaos personngens politicn; quinta critica
grande carro allusivo a questao dos vinhos; sexta
eritica outra alluso relativa falsificaco dos vi-
nhos; carro triumphal do Chefe Feniano, seguido
de um prestito de varios carros cheios de criancas
fsntasiadaa; oitava critica: o progresso daa ideas,
alluso ao partido gnvernante; non critica: urna
banana, alluso pequea luvoura; deoima critica:
a greve doa hortaliceiros, alluso muito bem des-
empenhada, relativa questao das barraquinhas;
banda de clarins; banda de msica do corpo de,
polica fantasiada c;ra as corea da sociedad?; ele-
gante carro, em que a e eidaodarte do grupo dos
manda-chuva; guarda de honra veatida a carcter
representando as diversas repblicas do mundo;
decima pnmeira critica: alluso, bem desempenha-
da, das duas revistas do anuo, que ora ae represen-
tan! nos nossos theatros; decima secunda critica:
Ch-canzoada, alluso questao <'e preferencia;
decima terceira critica: alluso ao sysf ma de ra-
par as C-.becas dos es rayos na casa de Dte ico;
decima quarta critica, alluso que to Poli; de-
cima quinta critica: rolhas monumeotaes, alluso
ao resultado de inqueritos sobre certos t u ros que
se nao falla mais.
Nnmeroso e luxuosos c.-.rros de socios fantr-
siados com o maior esmero e bom gosto preenehiam
oa intervallos doa differentes carroa de criticas.
Fechou o prestito urna guarda de honra de so-
cios a cavado.
Foi distribuido um numero do Facho da Civi-
lisacdo.
Por toda parte onde passaram as duas socie-
dades, erain applaudidas entusisticamente pelo
publico.
Desta vez nao lhe faltaram cerdas e flores.
Seguio immediatamente o Grupo dos Bilontras,
que pela primeira vez se apresentou em publico.
O seu prestito co-npu iba-se de um grande
carro com banda de msica, carro com estandarte,
outro carro com estandarte do grupo dos Amantes
do Sereno e varios socios o dos Tucanos distribnin-
do um jornal.
Carros cheios de Bocios fantasiados.
As 8 horas da noute fez-se ouvir em frente
das redaccoes dos jornaes a Estudiantina de Sala-
manca, que como sempre, deleitou o auditorio com
iias bellas cancoes hespanholas.
Percorreram as ras da cidade outros grupos
e varios Zs Pereiras.
Bai'es nos theatros e naa casas das sociedades
prolongaram a festa at a madrugada.
Em resumo, o carnaval do 1886 fechcu com
chave de ouro.
L se na mesma folha:
Antehcntem meia noute hnuve ua ra do Li- ,
vramenti urna acea de sangue entre individuos
fantasiados, alguna dos quaes eram capoeiras co-
nhecidos.
Os mascaras luta-am renh daaente, e um del-
les, que dizem ser Joo Jos da Cerqueira, mora-
doi na praca da Harmona, recebeu urna tacada e
falleceu quasi instantneamente.
Aos apitos de soccorro, comparecerem no lugar
0 commandante da 7* estacao policial eo inspector
de 7 quartero do 2 d stricto de Santa Rita, os
quaes encontraram Cerqueira j morto, entendido
na ra do Livraminto.
Pouco depoia compareeeu a autoridade local, que
mandou remover o cadver para Necroteno^syn-
dicando so! re o facto.
o Ura menor, de nome Cypriano Csrdoso, que
se aehava presente na occasio do conflicto, decla-
rou que Cerqoeir reoebera urna focada de nm ca-
peeira muito couhecido pela alcuuha de Manduca
Calafate.
Cypriano flcou detido, bem como Albino Jos
da Silva, valgo Juca Rosa, o qual tambem ca-
poeira e companbeiro de Manduca, o indigitado
autor do ssassinato.
O cadver de Cerqueira foi hontem aatopsiada
pelo Dr. Tb ornas Coelho, que venficou ter sido o


LW^


gj _
Diario tle t*tiraamhiifltuar4A"fwrtt 17 de Mart,*o de MM6
sua morte devida a un toriin-nto de dous centun coja* e.eic> s torain apuradas u'estei dous ulti
tros e ineio, p iiet -ante, do ventrculo esquerdo,
ten lo penetrad t oim'ruineit > cortante de punta
p lo iutorv.llo entro a quarta qjinta ooatalia es-
querdas.
Gerqueira tiuba 22 auno; de idaie, era soite-
ro e earroceiro, portugus e pertencia a uma njva
malta d capo iras da iaudc; eslava vestido de
lim e tiuha o rosto pintado de preto.
A pdicia, procedndo a aetivas pesquisas,
conacguio descobrir u indi itado crirainoeo, qae foi
prea > bontem, as 12 e mcia horas da tarde, na ru i
da AlfanJ-ga, esquina da roa do Regente, pelo
agente Cic to da > delegante d. p>iiei.
Eui poder do accusado. qae declirou chaaira-se
Marcoiino da Rocha Maia, vulgo Manduca Calafa-
te, e ser trabalhador MI jffi.auas Uo arsenal de
man n ha. fui encontrado umi navalha.
O Dr. 2o del-gado de polica mandou recolhor
Maiaao xadrz e aveaeejae noieqaerito afim de
veritie ir, se Mua q tact realmente o
criminoso.
Eis as n iticias commorciaes da ultina data:
Rio, 9 de marco de 1886.O mercado de cm-
bio estove hoj quasi paralysado, manteiido os
bni'OB a taxa de 18 7/8 d. sobre Londres contra
b inqu. iros e 19 d. caixa matrir.
Os baes fechar un auas portas pouco dep is do
mei -di '
K8 houve li nlem vendas de caf.
Babia
Datas at 13 de M troo
Cu carnavalescos,
no dizer do Diario de Solidas, que fez d'el'.es ex
tensa e minuciosa deeeripi
Lemos na citada follia de 10, sob o titulo
Urgentissimo: r
Aeheai los de f bre amanilla os Srs
Henry Ort u e G orge Me. Griggor do:s rapaz's
liiglezesempegados Da estafando Telegrapho In-
glea, na dm Priveeme.
mus di
Por esse raodiS. Exo. nao uorrigioo aeu pri
moiro erro, ou a sua primeira filta.
S Exc. qunido adiou a ele.cao provincial di:
20 de Novembro pira 30 de D devia ter
previsto que seria obriza Jo ou a adiar a ab.rtun.
da Assembla para um dia inuito alera d'aque'.lc
que a le determina, ou S. Exc. teria de fazerno
representar aqui umi terca, coa est acont
do, desculp 'mine a franqueza. Teui o aeu tanto
de comedia uma Asseoib.i r-unn o-se e func
cionaud > Bates de ultimado de.todo, a proceso pa
ra a sua elecao. Naiahi eleitos privados de
comparecer aqui, porque uo receb ru aeus di-
plomas, como ba distrieto de que aiu la H nao co
nboee, o'reaul ado anal di oleica de que so uj
sab.- qu es os afeites.
Tal a situ tco em que nos eoOeeen aquelle
acto do Sr p.esiden'e da proviucia ; pir iss disse
eu ba pouco que parecia-me haver no proceJimen-
t i de S. Exc. um tauto de d aatteuc io para com
nosco.
Sr. presiden! ', aj inaugur er-M uma nova situa-
i ilitiea a 20 de agosto prximo paseado, dia
sao liee iqb p ira qu ihfioar de n f'a-t
O Sr. Goucalves FerreraNa o dnii de V.
Exc.
O 8r, Costa llib ir ... Na opinio do paiz.
Qu indo di'U-se a muJauea poltica, estiva j
n are ido, conforto a loi man la, o da ein que se
devia pruc.'dcr eleicJo provincial. No tempo de-
vi lo fii coir cada a nova asseinbla, e expedidas
as ordena para a resp -uva eleici.
Cjoi a mud..uva p Jtiea assumi> a administra
cao da provincia um peroainbicaiid, eomter que
i-itou de ha muito habituado a reapeter, o r. Io
vic--;' la provincia, que fi li ivlcsl .
rt| que Ihe conluce de perto as necease
circumstancias, achando-se ni administraba i p r
mais de um inez, enfeuden, qae n iihuin mo.ivo d
res. (Apdidosl. 0 podar U-gialativo nao res, jom qu m eu des-jaria entender-m ; se
. Qi.t a. cunara, q i t a inspectora da saude ordem publica exiga a transferencia do da mar-
publica saber ivle estes dous cavalheiros, cheios cado rara a elcicao provuel.
de t.inla vida, adquirirn) o terrivol mal ? Veio o Sr. Cista l'ereira, que supponho nao
Jnstameate n i es: .co cima referida, en cu-
jos fundos arrib'ntou ha oersa de 11 mezes um
enorme cuno, sobre o qual, tambeui h.i 11 m.'zei,
tem sj pedido providencias... infructferamente.
A prele do tan to t< legrauhica
aprsenla um le immundicie admiravel !
Um liquid i ? useabundo mina n^r ella, despren-
deudo um c p .'ortavel.
E no entretai i-o lu 11 meses
qu.' rao pedidas provi.lenci !
O digno ir. cousul inglez reaKtttu jura a
estacao do l'hiroi da Barr os Srs. Ort ou i Grig-
gi r i i da esta;5o da ra das
Pri.
i Diinte \'i>- qa providencias tomam
eoainn > i inapaetoria de hygiene.
Le-.e no PoptUmr I Santo Amaro :
Vt-se tornaudo de mi carado e se repro-
dazind) innii i \or- l:i que rei-
nan, i 11 1 e q'vj se vao ge-
neralisando por todo ore mexv i,
Das o resalta que ai iructas dan
freque tem ni ncilenl s, e que sao [
vezi's, os eaaoa desdas feteaa
-:io pe is DM mas frucias i ccjsionados.
u i aoa aeu ii.' "
l'.,lie-eii i aegeeiaate 'lanoei Beaias da A.
Moreir...
JL)it
I. o .- n i Ir/, 10 :
(Jonst i-n m que o Br. Dr. Auiphiophio apezar
de drml'ido qaer ciutrahir idvi emprestirao com
o Monte Po p : a i Sr. C m I le M rinhD.
S. Eie. desda qae consta a sua deaissio, j pu-
blicao ., .:ev abrler-s', apida precedeotes
e ainda uiuii i L Vello-
soque logo que a oihio lino'
a) simple ier ido dcixou a
presiden
Aasiin qao pijcclem os que tem
MBM. Entodocisi o Sr. l)r. Amphilophio j
est demittido, por d coro proprio (se ti ver) deve
limitar-se a simples expediente.
O carnaval e o Sr. Dr. Amphilophio andaram
de rnos dad is, e aetapre o Sr. Amphilophio na
bslha por meo de un ridirak espacial ; foi o pri-
meiro presd"it' da provincia que andn as en
ticas do uossi carnaval.
O th sur pr vincal. um cofre vasio, os em-
pregados pblicos a ch irar per seua orde.'ados, os
professores maltrapiiiio3 a claioarem, < a v
Ihada sempre a frenre tr^rend o Sr. Dr. Amphi-
lophio com epithetos carnavalescas.
Todas essas eriticus produsirain illari 11 de, e
mostraram a que ponto se cha o Dr. Amphilophio.
Tudo isto est a dizer-uos que a populacioj;i
compr henleu a qu asta lo ehagoa o Sr. Dr. Am-
phil"phu>.
Palleceram eta VI 0 Dr. Eurcnio Tilles
Ta Sdveira Poetes ; e em At ronel Joio
de Farias Bettencourt.
Assembla PimviichI
3.' SESSO PttEPARATOKIA EM 4 DE MAR
QO DE I88u
PBESIDENCl.l DO BXII. SU. DR PEDI'.O AL'MASO DE RJ-
TIS E SILVA
(Conclucaij
0 Sr. Coala Hibciro (pela ordem) Sr.
presidente, ante- bontem ae noanciar V. Exc.
que ia pro*der-se a eleiflo d.d deas eotaaaaaoaa
de veritie cao de poderes, isto qlaudo
reiini'i s pr itic-ir c primeiro acto cono deputad >-,
sent impulsos de tubir tribuna ati.ii de e:
a atten^ao da V- Exc e de meus honrados eo'le-
gas para uma anomala que desde logo se ui
par.iva, para urna rregularidade din que i
vamos os aOSSQS triba':ios e que me pareca n'ier
afFectar a legitmidatk dos mesm;s.
Nao o fizlporque entcn jo qoe de cada um dos
membros d'esta casa & primeiro do ver o respei
ao regiment, qu-? pan todos garautia de ordem
e de liberdade no desempenho da trela que so
mos aqui ch ,m idos a realisar.
Pareee-me q^ie n'aquella occaa i, fuudado no
regiment, V. Exc. poderia observar-m
nli;i reclamaco nao era opportuna, pod ra mes-
mo rejeicar qn.dqncr mocao ou proposti que cu
apr.'sentassc no intuito de remodiar a BBuasaHa
que prfeuroaasigaaiar.
!i ..'indeusc um incidente sobre o
m" i ii-iire collega e amigo deputado polj segun-
do districto teve de oceupar a attenco da casa
por toda a segallo, desde que M tratava de neg
ci r- lativo axrdistricto pelo qual represeuUnte.
Agir, porm, que se acha em discossao o pri
meiro parecer sobre verificacao da poderes e qu-.
roe permittido pelo regiment usar da palavra.
nao quero perder o ons<-jo para assign dar a rr>
gularidad" a que t.nho-me refer i e que a meu
ver at envolve um cert i m'oospres ^.a certa
qoeava de respeit* para comnosc, r.-nr 'sentantes
d > o ovo. E da parte de queni ?
1 > i pnrte do ag pt l do poder execulivo, da par-
te da -r. presidente da provia
i que assigua > a seguin
te : reawiio aoa nnte-hontem, platicamos actos
eon i i ; at:. 'o, e 11 Ass-mbli c isaaeoa a fuuc-
cijnar e esf rifo ainda ues-
te m concluido
em Bada a pr>vin>iao proersao i paca aea-
devem c napoc sala A i iraihais
- depatadoa: os measbroa
deste. casa que ae acham eteifeos, mas que esta .
impe Irl i .rever aqui por nao tsten rr
aebido os sen< diploma .a aoa |iiiiimiIi
estar
parte iut< gi-
os mesmos direitos q
Entre es".- aaBapaanaade-ae ou nao
aquelle muito importante d t mar parte na veri-
ficacao de pole
Como se explica isto, senhorea '; J funecio-
nando uma assembla. antes de concluida a res-
pectiva eleicao ? "
Eu sei que ha no regiment i Bal artigo que diz
que as sessdes preparatorias poderao coine.ar des-
de que houver mais de 9 deputados presentes,
mas creio que nehum dos collegas querer tirar
d'este artigo a coneluo deque podereoaos aqui
reumr-tua e funecionar como deputados, quaniio
a previncia (o qae pelo systeina actual de eleic.io
bem pade aaontecer) tiver ap *nas eleto 10 ou 12
deputados. O regiment supaoo a eleieo con-
cluida a todos os eleitos, sesao presentes, na pos-
sibilidade de compareoerem.
A procedencia de minbas usuras, o justo fun-
damaate-des meus reparas eate explieitaoserite re
conhecido pelo Se. presidente da ptovineia no seu
acto recente, pelo qual adiou a abertura desta As-
sembl do da i para o da 6 ; mas este arto di
8. Exc.'fot neomptate, elle nao reasevea m '
venientes iqaB tova em viatareasow*; aae
TZ",^"*rwo,,*';. "?* "P^-'l ir. presidente, e *eqa*n
ou 4 deputad** aqu rde -"" (, j i^iiittiaaa piss iu nunca por aqui e entendu que devia adi r
a choclio. Qu- rasao teve S. Ese. para nssim pro-
ceder?
Todos r.g actis humanas gao filhos de motivos
que os determiuam, e os agentes da aunridade.
os que exercem o pider publico, teem o vigoroso
>1 ver de dar os motivos de seua actos. Eat'iu can-
ea lo de ouvir ripetir que vvemis ero rgimen
coa.-tituc iihI e que aqu 11' um d sena piecei-
tos, de suas exig ncias.
Se giro, pergunto: que mitivo teve S. Exc.
para adiar a elei-o?
O Sr. Gencalves FerreiraOs motivos que le-
var m S. Ese, a assm proceder, eatto na con
sei nei i publica.
O Sr. Costa Ribeir"NSi estao t
loa q untos me ouvem lar me-hao a
i de rae uilie ser que neubuun motivo txtraoh i
ao iuteresse publico determname a enuiiar-me
nos termos em que estou tascado.
Sabe se qu sempre maia agradaVcl fazer elo-
gios d i qu cen.uias.
Dig; m-'sm >: desejaria de todo o cora^ao poder
teeer touTores aos nebraa deputados que cccupim
a baucad opposla. Siga:-1 seria esse de qne Vv.
Exea, esternal leseada umi poltica larga su-
perior a odios, a perseguicdesra pequeos interes-
ses e promo vendo o melhoramento de noesa pri-
vincii.
Me nte ni o isso o qu acooteee; a
tal nova gituajao comeQou e caminha de modo que
p o a toda a oppogicio que gi Ihe f u; i.
Petgaatn da novo aos nobres depu'ados : que
motivo teve S. Exc. para aquello pi 'icediment.?
Eu por mais que medite, por inaf qu i I
nao pudo ainda descubrir ra?ao justitieavel para
i e I i ni ii ti de que seab d f.ili ir.
S. Exc. na sua portara nao d um s motivo de
seu acto e os nobres deputados por su i rea con-
servam se silenciosos. Mas, senhores, queris sa-
ber qual foi o verdadeiri motivo que determino!!
o acto presidencial? E'que a admnistrac es-
p?rava que so podssse montar de todo a mach na
elei toral.
Esta que a verdade.
(Conteststcs da bancada conservadora).
Parece que S. Exc. o Sr. Queiroz llarros nilo
quiz prestarse a tudo quanto era preciso.
.8. Exc., que se politie >, um homem de bem e
um pornamb'icano amigo de sua proviucia, nao
poderla prestar-sc a certas exigencias.
Foi necessario que viesse o Sr. Costa Pereira
para que se podesse montar a machina eleitoral.
Eis ah, senhoreg, qual f o acto da administracao.
O Sr. PresidentePeco ao nobre deputado que
einja-aa o mais possivel materia que se d'scute.
O Sr. Costa Ribeir >V. Exs. vai ver que niio
estou absolutamente fra da ordem. Tenho ana
lytado a deciso ou o acto presidencial, porque
elle 6 causa do facto que suscita hs considvracoes
que estou fazendo e que concluir!, encam iihan-
do-as a justificar um requerim- nto.
As consequeneias daquelle acto estamos vendo:
M I liontem nao funecionamos regul irmente.
() Sr. Correia de Araujo Como nao ?
O Sr. Costa Kibeiro Desde que S. Exc o Sr.
presidente da provincia adiou a eleican, devia ter
adiado a abertura da assembla.
Um Sr. Deputado E sso elle fez.
O Sr. C>ta RibeiroMas os motivos que de-
rain lugar ao adi imento da abertura da assem
bla permauecem, vsro como a propria honrada
eommissSo de veiificaco de poderes declarou que
nao tinha em sen poder todas as actas qu> devia
examinar.
O Sr. Goucalves FerreiraIsto por deleito de
outro e nao do acto presidencial.
O Sr. CosU Ribeiro Seja como fr as difficul-
d los nao seriis a; mesmas, se a assemba hou-
vesse aido ada la para um da mais remoto.
Os nobres deputados disem que as actas pode-
iiiui eatea*preaeatea, mis o tacto que a im
p.-ensa, o proprio j >rual oflioial, ainda nao pode
publicar o resultado final da eleco de um dos
diatrictos di provincia, e de mais de um nao
pedhtffl comparecer os eleitos as primeirss sesgos
prep ratiriag.
O Sr. Correia de AraujoMas j i havia tempo
pnra as authenticss estarem aqui.
O Sr. Jos Mara O facto que nao se conhece
o resultada provaveiaseate p>r eausa da secca.
0 Sr. Costa RibeiroSr. presidente, em resumo
a eu: resultado das c msideracoes que acabo de
expender, vou mandar mesa um requerimen o
de adiamento
O Sr. Correia de AraujoAdiamento da assem
bla !
O Sr. Coate Ribeir* Adiamento dos nossos trao
balhoj, por uus dez das -uSo faco questo de
i neta da formaj que propouu que. por
um carta numero do das, d-ix-mos de trabalhar
at que tenhamos noticia di resultado das elei-
aftet da t>da a provincia, c possam aqu compa-
r cer tedos os nossos eoKeg-g que so acham elei-
tos,
Parece ae, Sr. presiden!-, qu; o meu requer-
i esta dentro das dsposicoes di regiment,
porque pdese propr o adiamento de todas as
del i l) 'acoes. Nao vejo, no capitulo que trata das
se toes prep ir i lias. dpieioAo alguma que v
de encontr regra que se ach i estabelecida em
outro capitulo, permittindo p.-opir-se o adiamento
de qulqu*r ussumpti ou objeoto sobre qne a as-
sembla t'nha de deliberar.
meu i ipiermento au >rin il. I
icao em me nos coHucaram.
(Muito bem).
Em todo o caso fique registrado meu protesto.
dio eoncluido.
Vein a mesa e lido o segunte requerixento :
Requeiro :: suspen^So dos nossos trabilhi-
p/r dez diae, ai aae e inste estar findo o proeeg3o
r-.1 em tod i a provincia, at que pjsam com-
pareeer todos os deputados eleitos. Costa Ri-
beiro.
O Mr. Correia de Araujo (pda ordem)
Sr. presidente, pens que V. Exc. nao pode
ace:tar o requerimento que foi apresentado pelo
nobre deputado pelo 1 districto.
(Oh Oh da bancada liberal).
0 r. Costa RibeiroVamos ouvir.
0 Sr. Correia do Araujo -Deem me i cenca ;
ao menos, dexe-me expender a minha opinio eom
lib'rdsde.
Sr. Jos MaraSim, V. Ere. tem direiio da
expendel-a ; mas nos tambem temos o direito de
manifestar a nossa admiracio.
O Sr. Correia de Araujo-Mas ainda niie-sa-
b m qual a razio qae vou dar para qus o reque-
rimento nao seja aceito; deixem-me dar casa
raaao.
Sr. presidente, vejo no art. 99 do regiment a
seguate disposQo :
c Nenhu* prejeeto ou iadioacao as admittir
na assembla, nao teudo por fim o exercicio de
algumas das attribuices da mes ma assembla
exsressadas na Constitafeio do Imperio.
Sr. presidente, o rsqaariaasato do osare depu-
idiar a riuuiao
.-gi'iublt provincial ; V. Eso. aab que eta
um i das attribuco s de poder exeoutvo.
Qiaesqur qio sejam os motivos, j iscos ou in-
s, de um adiamento, se o nobre doput ido en-
. que as n tasas se.soes polem oj dovem sol
la.-, indique qu oes' a -nti lo se represente
ao presidente da provn ;a, pira -lio tomar a del-
eraca i qu Ihe pai i ada ; in 18 n i, As-
sembl i, Proviiicial, r tolvenn is a.ibie o a lian sa-
to dis teas&ea da raesma A que
CO itra o d e, oiititu.ei o ein n >ss i t i
gimento, c, pois, V. Ere. Sr. presidente u i ,
aceitar este requ-i i ai
Passo agora a dizi sJaauaa nonas aaaaranj
ca s obseraaaftas feitas pe i nobre d-putalo p-io
1 districti ; pan qo i OSO flqos s.nn roopo.->t ia
i n us mu lo ojoata, teita pH S.
ao presid u:e da aaoviltaia. Nai D uve mi*.
a jUVo esse abuso que o nobre deputi lo out u
Cji tanta Velieinenci que durante alguin tupi
trouxe-u s surpr s is, v odo S. Exo. figurar o a d >-
ment da Assembla cono um ca** exti nr li jai io
e de grau le iiap irtejwia, qunido um facto muito
natural.
A censurafoita pelo nobre depo ado versou so-
bre o se da pro-
vincia um vi ite aui g >, peruain i a i'
omito distiuo o a tjJos oa re piot.s, e entret
esse :( laiiniatrador aao achon i.pp.rtuuo o ali.i-
meuto das seasoes da Assemba.
O Sr. Costa Ribeiro E^a na i foi a i
principal d i censura que fi : pirque a portara
ato foi di. l un atada.
O Sr. Corrkia db AraujoEu vou l {alo te-
nha rana o nobre deputa lo.
Fuio outro administrador, e, sem conecer to
bem como o primeiro as e indic g da provincia
D lea em su i alta sabeJoria adiar os trab tinos
li Aiieaibii, sem dar os motivos do seu ptoae-
dimento.
E' cert; que, ua portara d i'o, o Sr.
cjuselhero Costa Pereia na decluouos inotivoo
que tiuh i para decretal-o : mas fl i la hi de extra-
ordinario n'isso. Todos nos sabemos que .. provn-
ola at um period > de seeea, h.vi i diver-
s.is reclimaij'O'a, que po 1 m ser presentes a V.
Exc. em lempo oppi-tuue, de >-l itores dos distri-
ctos dj serto, pediuio o adiamento ,1a elei^a< da
dt-putad ig provincial 3 (e mtostaeoesj ; o o acto d
S. Exc. o Sr. presi lente da provincia nao troux--
prejuizo algum a Peraanbaco, tanto a.-sun qa i
nb i p id f loo i.,o;,r no prazo legal coin
i os acus tr Unaos apenas & dias depjis do
.;< ido pda lei para sua abertura.
O nobre deputaio censura o a liamauto sosente
porque o presidente nao l'ol .rou n i portara os
motivos do sen acto ? Parees qu sm, pois que
o n ibre d -pula lo nao don outra raato que fund i-
ment.a c ai mo.liant' censura.
Porque o presidente nao declarou os nufivOS do
adiamento !
Isto cen-ura que nao tem importancia alguma,
p ir que o facto da si-cca era de motoriedade pu "
boa.
E, depois, que lei infringi S. Exo, nao fazndo
tal declaraeo? Nonhuina, 0 o presidente nao
era obrigado a dar os motivos p rqu adiav s
Assembla (contestagoos): elle que aasim resoiveu,
foi em virtude do circumstancias imperiosas co
onecidas por todos.
ii S... Costa Ribeibo E' pola escola politioa
rtence.
O Sr Corrkia le AkaujjSe o Si. oinsdh n i
Coste Pereira nio tiv ^s adiado 83 .eleicO. a pr
vinciaes, Vv. Exc. f ifiain igua' c. nsur.; ; nao s
te a provineia atraveasaaa um poned; de sec-
oi < t .rque o partido eonservsd r ba a sabi-
do n'aquellus dias, e Vv. ExdS. s .beui que qu ao
o o, te : uraa fagueiras
i acompanham. Diriam eal l* seas aini
ainda I I I doa da queda : o pre.iJente da pro-
vincia quex (azor as eleicoea quando o paitido de-
ealnd i aindaaie pode vigornisar sua chipi aoa
t nido com o adiamcuto em que muito se f.llava
que foi um Sorpresa.
Qualquer que fosse a deliberacao do consa-
Ih-iro Costa Pereira era certa a censura dos no-
bres deputados.
J disae repito : o adiamento da abertura da
Assembla Provincial n2o trouxe inconveniente de
orden, alguuia. H >j catamos reunidos em sess i
preparatoria ; ncha-se presente inaior numero de
leput&dos do que nunca tivemos em taes sesaoos ;
conhecido o resultado das eleico -s de 12 dstri-
ctos da provincia, e do 13 tambem sera conhe-
cido se os candidatos fosseai mais act-vos. O se-
gundo escrutinio do 13" procedeu-se a tempo de
ser tenninadaa apuracao, expedirein Be diplomas e
e-t ne.n hoje aqu 08 deputados eleitos por aquelle
distrieto, tomand > parte nas seasoes prepatatorias.
Por conseguinte, alo houve incouvenseucia al-
guma ni adiamento, anda por cstu lado.
So nao podem ser boje recouhecidos todos os 39
de]iiitados que compoem a Assembla Provincial,
podem ser 37, cujas eleico s j fontal apuradas.
Ora, VV. Exea, comprehendem que 37 deputa-
dos formam grande maiora para tomar delibera -
cocs e resolver sobre os destinos da provincia,
sabe que nao indigpensavel, nem a constitu
cao f xige, nem o reyimeuto determina, que s
funecione esta Assembla quando estiver recjnhe-
cido o num'ro completo dos seus deputados.
Nestas condicea, tenho muito succintamente
da'lo -s razoeg porque o Sr. conselheiro Coste Pe
reir adiou a Assembli provim-ial, e que o nobre
deputado nao teve motivo justo OH plausivel para
acensar a S. Exc. oSr. presidente da provincia.
V.-ltando, porm, s priraeras observaces que
fiz, devo dizer a V. Exc. fundado no art. 99 do
regiment, que este requormento importa urna in-
versao de poderes ; exorbitante das atCribuicoes
desta Assembla, e portento V. Exc. nao deve
acei'al-o.
(Muito bem, apoiados c nao ap dados.,)
O Sr. Barros Barreito J mlor (1
secretario) Sr. presdeme, p ci a palavra ver-
daderamente acanhado e ao mesmo t'inpi admi-
rado.
Peco a palavra acanhado nao s poique me fol-
ese o iraqueijo das discusses, nao t porque' me
fallecen! os dotes oratorios, mas parque seudo o
mais moco mesmo desta Asembla, deputado no
vel, p iuco conhecedor das praticas parlamentares,
vej i-me entretanto obligado a reclamar contra o
molo pouco regular porjae a Ilustre opposicao li-
beral abusando da longanimidadc do Exm. Sr.
presidente, pretende encaminhar a discusso.
Proced, Sr. presidenta, a letura de um pare-
cer da commisso e antes que esse parecer toase
apoiado e entrasse em discusso. apresentou-se um
requerirenti mf'sa.
(Trocam-se muitos apartes.)
Proced leitura do requerimento e antes que
fosse apoiado o parecer da coramissao, o que vej
meus senhores ?
Vejo fazr-se ncrepacacs presidencia da pro
V r.rc. BM liter o favor d) mandar c mvidal-a a
ra o recinto, fiesr Ihe-hei muito agrade-
cido. I'a isa).
Continuare!ag>ri, Sr. preiidente, qae se acha
presento j digno relitor da commisso de verifica-
cao lio
N lo :>ud i d txar da estranhar, Sr. presdante, o
salto qu u a eoiumiss > de v*rifi ac. > da po-
sando d. 3 para o 5o diatricto, a dese-
j iva ser ioform i i i pela dig id re iti)r dessa nobre
com nisno, da m itivo que teve pira deixar na obs-
I id.j o 4o dstriot i, qu I le.iii, a honra de r -
: desejeva aae V. Exe. me diaaesi
Iho foltsat astas, se h mve sJgaaM Irregateridaoe
0 l1 -X | 11:1 i (1 0X011
le aaaas* traade aatraaeu a a m e ao m-u l-
lastre comp ih dro de di-
os notar d 1" | i:. Ni.
O Sr. Rogo Barros i' -m '.
O Sr. Y.
den ni que su e a mu e nstrict i n
is. Nao s"i |* n ibre relator da
i-o. Bigunta prevenoao commigo, p .is
a im o atea digno eompann 'iro d-
orrelgi m irio 11 8. E,
O S Grotnss ParateSio, Beabor, nao tenho
soao alg una.
Outro Sr. D pal id
g ana taxi p.irs
O r. Vis nido de Tabatuiga Por isaop.c
esclarecimeiit is ao nobre reate* da eon tu
pire |ii' n; diga que ni para dar eaaa
salto do 3' p-t. a 6* distrieto, dexando a '' !! rr '"
S 1 '.
O Br Qeatea PareaiA coosmiasio dea pare-
c t s nente sobre aquell ,s eleicooa.....
O Sr. Viseando de Tabatinga -Que ihe convi-
oliiui ?
O Sr. Gomes ParanteNao, senhor, nao houve
essopiep >sito: dea parecer s neute sobro aquel -
o"' is a i r pisito da-, quaes nao ba*ia reela-
Meta de Oaiiai>r-Publiooa*e o o.-4 do
4." au la Awociaco dos
Fu'k 'rovinciies d- Pernsmba
O Incentivo Tambem publie.ou.se o n 1
auno, deste peridico scientifico e litte-
macao alguma; hav odu umi reclamacaUi sobre a
aleioao i > 4 distrieto, ou aguardava a remeas.
das actas d i 2o escrutinio, as qti es rece hoje,
pelo que espero dar onioli.
OSr. Vseoii le de T.tb itmgiMao reelamaaao
i i ? Ej ign >ro.
O Si-. Gomea Parate1 Sabr irregularidades
da eh cao
O Sr Lopes .M lehade S nenie c mtra a elci-
cao do orador.
OSr. ViicouJe do TabatingaSe se al
regu mtra mim, certam-mite.
O Si. < I nte N Lo, seub ir.
O Sr Viaeoiiiie de TabatingaDiz O meu col
lega c Oinpanh iro de distrieto que foi e-ua elci-
OjUl 1 V e; .-tve.
O Sr. lio n s P irent Amanh u di)bre depu-
tado teri o seu parecer.
O Sr. Viso i le de Tab ; por i
12 vot >8 tomad is ern seo i uto -mstilue
iriegulari i il
O Sr o .
O S. Viao n ie i ;aConsta me pelos
j un es que li uve 13 VOt e fornidos em separa o.
a ama favor. I-t r ser rregulandade.
o Sr. B i Barros Mao prej i li a ;. V. Exc.
O Sr. Viaeonde d-'Tibatinga Mil me prelu-
die i
O Sr. Gomos Paiente Amanh V. Exc. teri o
s u parecer.
O Sr. Vsconde de Tabatnua Nao me preju-
dica o nao mo serem contados osase votos; cu
poaso dar mais alguns comuiisja i.
O Sr. G mes PrenteA commissa i nao preci-
sa doa votes de V. Exc.,. qae forana auuto bem
.la 1 a,
O S Vis me de TabatingaSe ateaebaai in-
dgiHi desta e..si, (na* apoiado. Bjeraea) botem-me
para fr.i, pois sahirei com milito prazer, sentiudo
apenas que OS eloitores que votaraui em nom. li-
vio e espontneamente, me vejam sahir d iqui,
con lemnado oor uma comiiiisso.
Os Srs Gomes Prente e Rosa e SilvaNao
ba de sabir.
O Sr. Vsconde de Tabatinga E-tou satsfeito
com a prom ssa, que me faz a commisso, de que
amanh apvea ntari o parecer.
O Sr. Correia de Aratij iA comin'ssopode ter
lempo de dar parecer sobre outras eleicoes hoje
mesmo.
Entra em discusso o parecer.
O atr. digourso)
O Mr. Preaidente obs. rva ao orador (> r.
Jos Mara) que est terminada a hora, e qu va;
mandar lr o peguinte r.q erinient.', que se acha
sobre a mesa:
R queremos prorogacao da inmitri por mais
tres hjrig, afi a de que se adian' o os trabali.is
de verificacao de poderes. J..i Je S, Gm^alves
Ferreira, Hrcu lao Handeira, Rosa e Silva, C >r-
reia de Araujo. (Jomes Purente.
Posto a votos approvado.
O Sr. *to Hara(Nao devolveu seu o
discurso).
A discu-eo fien adiada pela hora e o Sr. pre
gidente levanta a seaso.
HtviSTA DURU
vincia, vejo propor se, caso estupendo que nos,
corpo deliberativo, nos a Assembla Legislativa
Provincia', adiemos os nossos trabalhos.
E de quera esse requerimento ?
D urna pessoa a quem sempre admire, como
inteligencia superior, poltico provecti e que devo
supp .r profundo conhecedor da materia : do Sr.
Costa Ribeiro 'Apartes.)
lias, como nao quero protelar a discusso, vou
concluir, pedindo que obedicamog uin peuco mais
o regiment.
O regiment expresso.
Portante, oque us temos a fazer obeil
moa ao regiment t nao tratemos agora de saber
ae o Sr. conselneiro Costa Pereira teve motivos
para adiar a abertura da Assembla. Os n brea
diputados t rao tempo de sobra para fazerem
centenas e milhares e milho.t de iiiciepaee-s a S.
Exc ; mas por ora deixem-me que Ibes diga c un
toda a fi anqueza : nem cim tanta s le ao p'e ;
um poiuo de paciencia, deixem que sejam n
til) cidoa os nossog poderes, Jeixem que eeja
i Assembla e depi os nobies d.pu;
is aecusaoes que Ihes approuver.
O Mr. Jo Mara (Nao devolveu o seu
discurso).
O ttr. Lopes Machado (Nao devolv
o seu discurso).
O Mr. Pretil denteImportando o requeri-
mento do nobre deputado um adiamento, e com -
petindo isto ao presidente da provincia, bem \ V.
Exc. que eu nao pjsso aceital-o.
O 8r. Lopfs Machado O requerimento nao
prope o adiamento da Assembla.
O Sr. Presidente Se V. Exc. qoizer dar-Sfl ao
frabalho de consultar o regimtnto nesta parte,
ver que eu tenho raao.
O Mr. viKionde de Tabatinga Sr.
presidente, sinto-ms acanhado nesta occasio,
principalmente porque parece me que o dia de
boje de' acauhaioento. Ninguem tem mais raao
de aaaabar.se ao que eu, porque, felizmente para
a aociedade e infelizmente para mm, nio tenho
ama canta de bacharsi.
Priosairo que todo, Br. .presidente, sinto que
ni* esteja presante a comnuaato de veriacacao de
tMwemba rrinini-ial Funccionoa
hontein, sob a presidencia do Exm. "^r. Dr. Anto-
nio Franciaco Correia d- Aranp, tend* compite
cido 31 Srs. deputad..
Prt-sfe-u juramento o Sr. Antonio Vctor.
Em seguida, pela ordem, fez observacoos o Sr.
Jos Mara, resp m ler.do-lhe o Sr presidente.
Prestou j .ramenro o Sr Jnvene'o Mariz..
Approvaram se, sem .lebatc, as actas da sesso
de 11 e d.s reuni s de 12 e 13.
Subinettida discusso a acta da sess de 15
ficou adiad i pdt hora; a-nd i rejeitado um re-
querimento de prorogacao por 25 minutos, te ido
orado os Srs. Jos Mara e Barros Barrete J-
nior.
Passou-se ordem do dia.
Adiou se de novo pela hora a discusso da 2.'
purte do paree-i n. 4 ; sendo apoiada nina emen-
da para que sej i roconheciu i deputad i pelo 2.
diotricto a Sr. Dr. Maximiauo Lipis Mach i -
d ., e tead > orado o Sr. Jos Mara, signatario
ii n ferida emenda.
Durante a discurso deste Sr. deputad", achan-
do-se na cadeira presidencial o Sr. 1." vise-presi-
dente, tornaudo-ae pessoal a discusso, e tumul-
tuaria a si-sstl-, foi esta suspensa por 10 minutes.
A ordem do da : confina icao da
dente.
pa-
ito
Exequias e culerrantealo Celebra
rmn-se, honteui, na igreja do Corpo Santo, pelas
8 horaa do da, as solo unes exequias por alma da
eoinm udador J'i-loa. de inorim, cuj corpo,
teudo vindo embalsmalo da Europa, onde se
deu o bito, fui all col' alo n'ura rico cuixso
sebre um esplcudid CatafaK id > o templo
revestido do luto p i,nptnos-iraente ilu-
minado.
Assstiram ao acto religioso talvez m lis le 600
pessoas de todas ag classcs socia.'s, notaud >-s
entre ellas inuitig de eleva Je p s.e
Depois do ffi -io fnebre, foi o caix > enllocado
n'um lico c-eolie tnnc in.i, firail i por dui^ pare-
Ihs liin nduatdo ao tumulo d* familia,
uo CVinitero de Baalo-Aa)
O preatit i oonduzn-
do ascomnis.- s da qaaai tedas tsirtaand
religiosas do li cif:; o eoch faaabvs ; dous co-
chea de iv int,, ; ilguns C
or. divera da f.-.iniia do ll i
mor .oiduzinio os convida-
dos e amigos do finado.
Juitou-.-e nas ras do percurao muita gente
para ver li, r ,. uj i tejo.
N-' Ow depositad > no n m -
fon rario da famili i Aawrim, sea i < n
reiimnia. Alli fez o elogio do mor-
te o Si. c munn lad r padre Moieira da 'iama.
Pal alma di finado c caritativo comiiniida-
dor Jos Joio de Amorra.
Torre-O Sr. acadmico Ribeiro da Silva nos
diz. em bdh. te que nos dirigi, que o povoado
I T i-re est sem profeai
A qu aqu est, diz aquelle senhor, raros
sao os das em qu- se digna dar auli ; e, agn:
que so inudou para a capital, onde, segundo di-
z ui, vni tr.tar d-sua apiseutad >ria, um au ou-
tro dia que aqu veui leccionar as suas disci-
pulae
Eata, portanto, a infancia d'aqui se prejudi-
eaado cm razao do que tica exposto.
O Sr. director da instrueco publica que
mande para aqui uma outra professora ou que
obrigu- a actual a ser mais pontoal.
KesUta laat-adotBecebemoe o n. 428
desta revista flumiuense, que, aa forma do estylo,,
TVa saititante de espirito.
do 4.
rario.
4 passeloAo birdo do paquete aaei
Mandos ehurou boa tem, da Baha, o Sr. conse-
lheiro Jos Aff.nso de Moura, lente da 5.' serie
me liea da Paculdido do Me icua daquella pro-
vincia.
S. S. vei d pus 'io a esta eidad', e est bos-
p id. ecaeaat b r J .s los Santos Oliveira,
uo Entroneamout i d i ferro-va do Caxing.
i eaatpri n 'uto*.
Arlo* acadeinlctm Em virtude d
dein do Exm. Sr. cinsilheiro ministro do imperio,
constante de aviso telegrapbicj datado de 15 do
correufe, fot rcsolviJ qu a mama pica, aS
i ante foaer acto de maia de um anno ;
tanto, a ein O i'ubro viii'tuuro iileri os
i I antes q ie BgOTj lizerim ou completaiam oa
de qualquer d a anaos, prestar os o aune
uite.
Projeclo de estnuioi para a* Vs
eu!il'.leia de ISiri'H Pe iem-nos a publi
lo a -uinte :
A congregsaaV) .1 s tes da Facaidadi I
111 en cuih m
dseui i 11,12 e 13 do eunaata o extenso
er e projoct >, q i o a oinpauha, sobre os es
'itutis das Facull.tlos de Direito do Im >erio,
i'a 11 peta eoataueaV >, eomposta polo
Jo) Vieira de Araujo, Barros Guimar-s e To
up.iiovandi com algumas altera-
eo a r Eeriflo parecer e projeeto. Bestebali
a obng-itoriedsda la freqnencia, as sabbatio
exere inaej, a per 11 do uuio por indis
de 40 faltas e ou'ras dispweoes ni
Acerca de exames o projeeto i st-.b lcceu que
os dos slama >s n ifn 'ulad is se ozoas in de modo
diver ,: ii f'r.- ii.'ar.iiii a Paculdade,
,tos mador numero de or kvas.
Auginentoa o p lecretaria, o qae
una HiloL.i.i ve t regularidade
do sera
i M -ni ni subsistir o actual system-. de provi
msal i i eadeiras B I la rares de substitutos.
f jimtar-nos hemos a transcrever par ajui a
iinp iitaiit' dstrtbucao las materias o curso p -
tas aagoiat 8
1 anno
l* caii-ia Pl i. dir i to o berBM
2* cadeiraDireito constitucional.
3" cadeira Direite sela
2 anno
1* aadeisa I) reito io i .1 e diplo-
macia.
2 ca : iDir ito administrativa.
: i i eir--Economa poltica.
3 anno
1 cadeira Financas e contabdidade do es-
>!* caoi.-a Dir .ito criminal, iclaido o mi-
iitar.
3 cadeiraDireito rou.ano sy.ii'imatico c bis -
I rico (corsa le institat )
4 auno
l" cadeira:).-eito civil patrio.
2 c pactas iw.-eiio criatiaal.
0 aslleira Direito romano i bsatori o 'Guiso
i pandee!
1* cadeiraCoatawiaaa* do dir^iti civil
ti io.
2a ca JairaDireito cimmeiciale martimo.
3* cadeiral'r iliea de pr ".esso crimin I e
litar.
' g
1 c jleiraContinuac/io conelasa* de dir
civil.
2* ca i ir i'Joiitiiu .., 1 e coaelaaie do direito
s aaaari i il a aawitiaw
3 cadeiraThoiii 8 pr..tica do proceiFo civ
e commercial.
> catad d onalqaer ramo de legiaJapaa ba-
sileirn ser feito can aualysee comp ra\-".o dus
legial icoos eatraugeira.-.
Os 'cutes de direito c mmorcial e m.ritimo,
os do direito criminal e es Jis respectivos pro-
cessos se revesar') na regen :ii dessis eaieiras
alternativamente e bem aisim os de direito civil e
de direito romtno entre si gmente.
A hermenutica jurdica, como ae v, foi
transferida de 5o para o 1' anuo, afim de evitar-sc
a repetico do suas regras ou que ella seja app'i-
c- a era cada cadeira, applicando sea cada ramo
do direito as regr.ts d > .uterpretaco, que lhes fo-
rera r la",Vas.
t O direite 'eclesistico, com utii que em
urna P.culdade de Direito, alein de outras mu
tas razos ponderosa?, fji conservado uo Io auno,
como j e-itavn nos estatutos anteriores.
O direito administrativo foi transferido do
5* para o 2o anno, pela intima reiaco que tem
com o dir. ito e >nstituei"iial que ficou ao Io
anno.
i A e"nomia poltica, que esta va tambem no 5
auno, foi mudada pai o 2" anno para estar mais
em contacto com os outros ramos da gciencia so-
cial.
O mesmo ie d com as finaucas e contabili-
dnde do estado, qae os estatutos anteriores man-
davam eusinar juntamente com a economa poli-
tic i en uma s cadei'a.
'. As dius eadeiras de direito imano, as duas
de Jir ito criminal, as tres de direito civil patrio,
as duas de direito commercial e martimo, aa duas
da pr ie aao, uma criminal e militar e a ontra civil
e e. mm-rcial, comoletam o plano da* estudos, e
ni i-train ao mesmo tempo que na distribuicao das
materias prinepus e m lis neeaaastaai for m
atteudides as exigencias do eusiuo o a utiiidade
pratica.
Por um extracto publicado no Diario de No-
ticias di cor e, de 31 de Janeiro ult'co, vemos,
por exemplo. que a Ilustrada congregkcao da Fa-
culdade de Direito de S. Paulo, em seu projeeto,
conservou o direito romano, em uma s cadeira e
no 1* anno.
Preferimos, com a Faculdade de'Direito desta
cidade, que se offereca moeldade. dous corsos de
direito romano; um sy.temateo e histrico, e
outro exegetico e histrico. No 1 se poder eg-
tndar a marcha e progresgo de direito romano cm
sen tod i. No 2o so analya.ir, pondo-as em rea
cao com os textos, as dsposicoes mais importantes
tes desso direito.
0 methodo systematico exclusivo, offerece o
grave inconvenieiito de desviar o alumno do espi-
rito verdadeiro do texto, e, sob essa reiaco, um
curso de exegese faz-lhe recordar continuamente
as fontes nativas do direito.
O c.irgo de nstitutas prende-se mui estreita-
mente, como dissem os romanistas, ao curso de
pandectas; para este ultimo o que uma intro-
ducen i suecinta e histrica do direito romano
para o dosenvolvimento das partes deste mesmo
direito. Assim, esses dous cursos se completam e
e s auxiliam mutuamente.
Nem so pede dizer quj sao de mais as duas
eadeiras de direito romano.
Demangeat, importante professor de direito
r nana na Iraealdade de Direito de Pars, j i em
1886 seguate:
O direito romano oceupa um lugar importante
no ensino das Facilidades de Franca.
' A Faculdade Je ParH tem i eadeiras de di
re-i r mano: as outras Faculdades t"m dnas.
Em tolas, dous i 1)3 cada prefessor
p i explicar aoa alumnos, que aspiram ao grao
u ado, os c'e meutos do direito romano.
o O dir. it i romano tem seus detra -tor s : nao
r .ro nvir diaei p iseeat que p issnm por l
qu- os alumnos de nossas Faculdad s poderiac
l i.ijir 'gal seu tempo mais utilnr nte cona.agran-
a qualquer outra cousa que ao estudo do
un i legislaco morra.
Eu afirmo, se Teas ata o '-.. professor, e
tenho feit' iiiuitos raaai a experi u la, que os que
n fall im, eeeopaavaa de uma cousa que nao
ou porqu a coragn, alia faltado
".pr-ud-r o di:eit) romn i, i p sqas o ba-
venio apreodido outr'ora de m i i incompleto.
tenham promptamen'o sequecido o pouco que do
inesmo direito possuiam por nao ter sabido tirar o
priveito que || olereoe para a solueo dos e-
g icios de qu- tinh i d"occopar-se._
e o direit > ron aso o direi'o por exoellen-
ca, a ras&o escripia, se, alm das noees e prin-
cipio; geraes, trata dos direitos relativos ss pes-
goas, ag eousas, e as accoJs. nao ha fundara nto
saffieiente para ser estudado em uma s cadeira
e era um 80 auno.
Proel aao do Terco -Na prxima sexta-
teira. 19 do corrate, ter iugar em Olinda pelas
5 horas da tarde, a procissao do Ter^, ^ qual sa-<
be da Igreja do Rosario, seguindo este itinerario :
roa do Bom Sacjesso,-travesea do Amparo, ra
io Bispo r.uutioho, largo da S, roas do Amparo,.
Couuneroio, S Pedro Uartyr, S. Bento e.27 d Ja-
neiro, pateo do Carmo, e ras de Veruandea Viei-,
ra. Quatro Canf's. Amparo, B >m Huecenso, a re-
colher.
segui o terceiro no
dia 26; stndo oe domis nas subsequentea seais-
feras da quar sin i,
t Vea i'dura Abre-se hoje, eon>eslade-
oaefto, na rna da Imperatriz n. 82. ama loja
de imu i zas, porf linarias, quiuquilharias earti-
gog de uioJag.
E' seu don o Sr. J. M. Lemo3 Duarte, que a
preparou com decoro e at luxo, provendo-a de
excell-nfes mercad 'ras.
Faculdade de DireitoEis o resoltado
dos actos do la 15 d torrente :
i serie
Padre Dr. Mu -el G-iucalves Soares de Amo-
rim, distin ,
Cicero de Vasconc plenamente.
Amos oe Tavora, dem.
iso Bedrignes Vllareg, idem.
Bento Horgos da Fonseea Jnior, idem.
2." ene
D. Mara Coelhi da Iva Sobrinho, distinc;ao.
Thomaz 'Joclh. de A meida, dem.
J .s Uoi-iiio d i Silva pl i uante..
M miel Al vea Tllela, lem.
Cjraciliano Al.es liodiigues, idem.
Jos Genes de Oliveira Carvalbo, idem.
Saturnino Ootaviano da Sauta Cruz Oliveira
idem.
Eloy Dias Teixeira, i lem,
Luiz Barbosa G nc il .'s Penna, idem
Oiivio M o -i!- I) m.
Jos Bodrgo a do Passo Netto. idem.
Antmio Franco de Lima Buarque, idem. #
Aguello Tavares de Mellj, id m
Ovidio Ferxeira da Silva Filho, idem.
Morrea Victima da detstrosa qioda que
Jera u i meaba de 7 do correte, tal eera ante-
bootem G a liai Beliaario da Vasoncelos o qual
so atirara do Io andar do predio ra de P uliuo
Cunara, facto que noticiamos em 9 do correute.
\ova msica -A 1 >ja de musios do Sr. A.
J. d' z vedo, ra do Barao da Victoria u. 13,
acaba d i i.nprim r a Tarantella iirilhante do Syd-
ney Smith, para piano-
All a encontraras os letentes, 2/000 cada
exemptar.
tusorinciio Mixta e Bedemptora
ilo* CapivoN No dia 18 do frrente aavera
' i socio lade, s 6
le, ru i da Saoda le n. 14, afim de
tratar-se de u gocios o ot xesse da mesma ajso-
* ii:i da curvu da Torre -Pe.dem-noa
psra recl uar ontra o oomportemento irregular e
provocad
.\ o ado ao p did >. chamamos a atteneSo de
pie advirte aq elle impr .
gado, ctiaman 1) o ao cumpnm"n-o de seus devo-
re
l.-?iliu leleeraptai a do norteLe-
mos no Jornal do Comm'rcio, da corte:
Telegraesma recebsd pela directora ger Idos
iph s cotiea .".ch.ir-se aberta tolaalinha
ollocacao de posti s e aasentamento do fio
phico entre Vizeu e a capital di 'Para, de-
le 310 kiloroetns, p .uco mais ou me-
nos, est i nova S; ccto qu at Maio poda achar-
se eoirpletame .te construida. O terreno atraves-
sado, quasi todo coberto de mata, m.&trou em re-
ral eondieo f ivoravea a construeclo. Quasi em
to I i a lmha acha-se acab ida h derrubad.a, com a
largara meda lie 16 metros, sendo de 3 metros a
estacada para movim ato do material.
Transitr.-.-e livremeote em tod i lintm.
0 extenso telegrama: i que transmiten) esta no-
ticia, veio directa neut' d' Vizeu e.ra o Rio di
Jai iro, tendo aido recobido com a maior precisao
reza.
., A dir ral dos telegraphos aguarda
que o r laagazaento ehegue capital do Para
pera qne se eflectue a mauguraco olficiai da no-
va ona, que ter entao a comecar de Itapicur-
miiim, o desenvolvimento total de 88ii kilmetros.
Entretanto, pode o publico ntiliaar-ae d sde j da
olia telegrapbca at Vizeu, achand -ae a i-sta-
cao desta villa, b m como as intermediarias em
cimmunicaco diaria com t.da a re le telegrapbca
do imoerio.
Aiuaiinos bontem s grandes dilficuldades
c m que teve de lutar o pessoal do servicona con-
straesao dos 570 kilometr is que vao de Itapicur-
mriin Vizeu. Estas diffiouldades, quanto na-
tnreza do terreno, poderao str avalladas, gaben-
do-se quo s de Itapicur-miiim para o engeah^
Central de Piular foi mister contornar 16 lagis
de grandes dimeusoes ; oocupamlo uma de'las es-
nd'Cenor de 14 a 16 leguas. Desta ultima, "
e Oe quasi tontas s outras, nao havia a menor no-
ticia, achando-se era t -rr:t irio inteiraraen'e des-
e obecido. Taca foram os dceyioa motivados por
esta causa que, sendo de IOS kilmetros a lmha
geodeai -a, teve a liuha telegrapbca de de-envoi-
ver-se p .r 240 kilmetros. -^
Industria nacional Escreveu citada
f ilha o Sr. pharmaccutico Eugenio Marques d-
H lian ia :
No iuteresse de desenvolver a industria de
c oi8)rva8 de finetas do noeso pa'Z, instru ao Sr.
Manoel do Nascraento Cesar Burlamaqui, residen-
te uo Recife, no processo de prepralas. Tendo
recebido amostra das duas qualidades de conser-
vas que >ff reco a essa redaeco, ouso solicitar
uma palavra de animacuo em favor do taea pro-
ducios, se no coneeito desea redaepao tor.-m ellea
aignes de proteccao.
A ndicac&o do lete de mangabeira estove em
moda nas affeccoes pulmmares ; boje porm est
csiuecido, ou p.rque a experiencia tivesse coutes-
tado as anas vantagens, ou porque a formula da
ana applicac.l i, aao facilitasae o seu uto Apezar
dias>, porm, em Pernambud o a rtanejo taz uso
e abuso do fructo quando affectado daquella en-
ferraidade. Pens que a conserva substitue per-
feitamente o fructo c .Ihido de momento, pois que
m nitem as suas deliciosaa proprieuadea.
De ha muito que o doce de fructas preparado
em Pernambuco, tanto secco como cm calda, goza
de justa nomeada. Agora, se gracas interven-
cao de tao laborioso pharmaceutico, sobre saboroso
se torna medicinal, o que se pode dizer ouro so-
bre azul.
A coea contra a embriaguez Um
jornal amercauo, orgo dos bebedos de Ciucinna-
ti, diz que para remediar o estalfamento physco e
nervoso que determina a prvaco d > alcoul no be-
bedo em tractamento, o emprego da coca produz
resul ados muito satisfaotnos. Eis como :
1.* Depoia da suppressao do a i-ool, a adminis-
tracao da ("i.ai em dses de 15 a 20 gramolas, de
quatro em quatro horas, foi seguida de melhoras
rpidas.
2." Sua ncco sobre o cerebro e o systema ner-
roeo como a de um narctico ligeiro e hilariaute,
combatendo a depresso e diminuindo a irritabili-
dad*1 nervosa.
Em cato de molestia orgnica e funccioual do
eoracao, uma irregularidade crescent-* das pulsa-
g5sa < a di ninuiea> da irritabilidad; arterial sao
faeeis de apreciar.
3.* n. d preseao psycbologica e a nevralga tao
c BKBBM n'este periodo sao minoradas e desappa-
i ., ni em muitos casos e principalmente depds do
emprego degte medicamento.
4 Em todos os casos em que foi largamente
administrada a oca, o somno e o appetite melho-
raram em pouco t-rapo, ejpode-se prognosticar,
quant) a estes casos, menos complicacoos e mtis
enraa effectivaa.
5." Nao ae pode concluir que acoca faca (.es-
ar os desejos de beber alciol quando ha dipsa-
inania, mas est clara que administrada n'egtes ca-
sos, ella diminue o tempo e a intensidade do ata-
iiue.
O qne ha a conservar d'este trabalho, qae a
o ca um torneo de grande valor na embrlisoes
, im sp bSeo mais evidente do qu qaalque-
nutro o edicament > actualmente conhecido.
BaaaaaBaasr caso de IrreNponsablll-
dade por embriagues-Legrand do San-
ie em seu Tratado de medicina legal conta o se-
ginte casa : Pedro o Glande pouco depois do seu
tsgundo conajrco, euviju imperatriz um i men-
sagem ninro algente. Um francs chamado Vil-
leb is fui eocarregad) de entregar o despacho em
mii propria. i fro era muito intenso, Villeboia
gostava da pinga e quando chegou a palacio este-
va bebado e agitado. A irap ratriz eslava deite-
da e as camaristas retraram-se logo que chegou
o mensa reiro. Ao ver uma moca jovem e bella,
o nos io hornera atira-ae a ella, e a honra do espo-
se pente nao pode se- salva apcaar dos promp
tes soceo ros pedidos peta oaarma. Fechado em
calabouco, Villeboia adormecen com o somno dos
justos, e quando Pedro o Grande, chamado a toda
preasa. qu'.z uterrogal-n, o noaso homem da ma
ainda ; e ao aecordar .nas se (embrava de nada
de quanto Ihe diziam. O czsr qae tinha suas ra-
sura para desculpar a ambriagaes, oontentea-ee
em mandar a culpado para os paesoios. dea Este -
dos. Seis meaes llepoto aerdooo-lbe e b remte-
grsu em saas antigs fuoccoes.



r
i


Diario de Pernambucotyuarta--ieira 17 de Margo de
126

&


Xjnt daello aavserlee.uaEncontramos
no fgaro a descripco de um daello que na ma-
nhl de 16 se effectuou ein Maisons Laffite cojos
pormenores horror isam o noMO temperamento me-
ridional.
Um ingle, por nome Thomai Smith e um ame-
ricano, Greenfield, grandes jogadores de box, de-
gafiaram-se para exercer aa saas habilidades em
Inglaterra, mas nao poderam realisar all os seas
desejos porque a polica nao os perda de vUU.
Vieram, portante, para Pariz, e tenio guarda-
do o maior segredo sobre o lugar do encontr, con-
seguirn effectual-o n'aquella manh as cond-
coes que vamos deicrever, com curiosidade que
repugnar tanto aos nossos leitores como a nos
proprios. .......
Os dois adversnos, tendo despido todo o tato
que podia tolher-lhes os movimentOB, collocaram-
se um em frente do outro.
Os espectadores eram uns (luientes, na maior
parte ingleses e americanos.
Junto das teatemunhas havia fornecimento de
esponjas, toalhas, garrafas coni agurdente e vi-
nagre, saes ingleses, etc.
Havia muitas apostas entre os assistentes, dos
quaes Greenfield tinha maiores sympathias.
Ao principio os dois luctadores pareciam ter
iguacs tercas ; batiam-ae com um furor, que Ibes
azia perder urna parte do seu sangue fro.
Depois de cada round, as testemunhas obriga-
vam os campeoes a d-scancar, davam-lbes gran-
des quantidades de agurdente, esfregavam-lhes
as maos com vinagre e limpavam Ihes com as toa-
lhas o singue que lhes corra do rosto.
Os assaltes foram mais de quinze. Quanto mais
avanc*va o combate aias eocarnicado se torna
va. Os dois adversarios recebiam os maiores feri-
mentos com urna insensibilidad pasmosa.
O rosto de Greenfield estava horrivelment des-
figurado ; o de Smith pareca ter duplicado de vo
lume.
Emfim, depois de muitos minutos de lucta o*
dois rivaes cahiram no chao, soltando Smith um
gemido de d"r.
Greenfield tinha o mordido na coxa.
Em presenca desta irregularidade o juis deu a
lucta por nulla, deveido. portante, repetir-se den-
tro de um breve praso.
Durante a lusta houve diversas escaramucas
entre os assistentes. Terminado, porm, o comba-
te todos, mais ou menos, declararan) que a accle
tinha sido a mais regular e... divertida.
Depois disto digam-nos se o mundo ganhou mui-
to, na sua moralidade, pela destruico do circos
da antiga Roma.
A eIeciFeldade no Ibeatro Actual-
mente executa se em Londres o baile Exeliior,
mas com um luxo elctrico como anda nao se vio
em Milho nem em Pariz.
Mr. James Shepherd, introductor na Italia dos
systemas Edison e Swan, o autor deatas innova-
coes. Oito lampadas de arco illuminam o seenario,
O qual parece illuminado pelo sol.
i) personagem femenino principal da poca, a
Luz, serve-s. n'um dos quadroB, de urna lampada
de arco, que leva na mo e que d urna luz de
mil velas. O efleto dizem que maravilhoso.
Portan eollonoal-Um duque napolita-
no, que pretenda rivnlisar com o principe Cerni-
dor!; cujo fausto assombrava os seus conterrneo?,
apresentou-lhe um dia um enorme alfinete de ma
lacbite que usava na giavata.
E' urna pedra de que eu gosto multo, rea
pondeu-lhe o principe, e tanto que tenho no meu
palacio dois fogoes que sao todos, malachite.
Lellftes.Effectuar-ie-ho :
Hoje :
Pelo agente Pestaa, s li horas, ra do Ba-
rio do Triumpho n. 11, da armaco e gneros
existentes na mesma.
Peio agente Gusmo. s 11 horas, na ra do
Commercio n. 2, de movis, loucas, vidros, vinhos,
especiariua, etc., ete.
Peto agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
ra do Bom Jess n. 19, de movis, vidros,, loucas.
etc.
Pelo agente Brito, s 11 horas, na ra do Imp-v
rador n. 16, de predio.
Amanh :
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, na ra do Vi-
gario n. 12, de predio.
Velo agente Modesto Baptista, a 11 horas, na
ra Primeiro de Marco n. 18, de movis, loucas,
vidros, etc.
Peto agente Brito, s 11 horas, na ra do Vis-
conde de Inhama u. 43, do movis, louca?, vi-
dros, etc.
Sexta-feira :
Pelo agente Brito, s 11 hor as, na ra do Impe
rador n 16, de dividas.
aiuii fnebre*.Serio celebradas :
Hoje : y
A's 7 l/2>ors,' na matriz da Boa-Vista, por
. almado, Jjjlao de Parima ; s 7 1/2 horas, na ca-
"p^JrdoMonteiro. por alma de D. Senhoruha Por-
tugneza da Coste ; s 8 horas, no Carmo, por alma
de D. M^ra do Carmo Rodrigues de Siqueira.
Amanh :
A's 7 horas, na matriz de S. Jos, por alma de
Carlos Jos de Queiroz Coutnho s 8 horas, n
capella do Hospital Portuguez, por alma do Dr.
Antonio Epamnendas de Mello ; s 8 horas, na
matriz de Santo Antonio, por alma de D. Amali
Augusta da Fonseca Arruda
Pasuasrelro*Viudos dos portes do sul no
vapor nacional Mando :
Alferes Raymundo M. da Silva, Augusto^ Bol.
drine e 11 pesjoas da companhia lyrica, Joo F.
de Aguar, Augusto Fernandes, Antonio L. P.
Bastos e sua senhora, Icio Baptista, D. Anna de
S Cavalcante e 1 filho, Felippe de Souza Leao
Jnior, Francisco H. Leite Bastos, Manoel l.
Cordeiro, Slvino Jonsonp, alferes Saturnino J..
Argollo e sua teuhora, Antonio P. Je Crrqueira,
Jos S. da Cunha. Manoel Torres, Dr. Jos A.
Moreira e 1 filho, Manoel Lina do liego. Pedro F.
B. de Souza, Joao A. de Araujo, Jesquin F. Tei-
xeira, Dr. Jos Goncalves Tourinhe, Jnior, Dr.
Antonio da Costa Pinto, Mendes de Souza, Ma-
noel Calmon, Jos A. Figueiredo Seixas, Bene-
dicto T. Palha, Odilon O. dos Santos, Manoel
Jos de Lemos, Emilio Dedier, Salvador O. C.
Albuquerque, Joao P. Machado, Juo A. T. Fran-
co, Salvador M. de Souza, Manoel da Silva Pi-
m-nta, Alfiedo U. Baptista Soares. Rodrigo U. de
L. Ribeiro. Diogo Ferro, Joiio F. de Almeida,
Alfredo Peres, Joo Ilhen, Joao dos Santos, An
tonio Francisco, Germano, Arthur, Cyro Graci-
liano da Fonseca, Joao Cavalcante de C, Antonio
N. Araujo, Sebaatio de Carvalho, lanoe
L. Serpa, Joo G de Mondones, Antelo i
reir, Dr. Misad Domingues, J
mingos Lauria, Prosuero Rebon, K;iphael Feny.
Francisco R. de Linios, Eduardo M. Wauderlcy.
Martinho F. Teixera, Americo Gaimaraes, Ma
noel Carlos Pereira o sua senhora, Manoel Car-
pintero de Souza, Mara Audrade, Alvaro Ma-
chad > a Joio Nuni-s Goncalves.
Cana le lletearaoMovimento dos pre-
-o3 no dia 15 de Marco :
Existiam presos 299, entraram 3, sahiram 9,
cxistem 2^3.
A saber:
Sacionaes 271, mulberes 2, estrangeiros 5, es
Bravos sentenciados e processados 3, ditos de cor-
ree cao 8.Total 293.
Arracoados 279 sendo : bona 266, doentos 13
Total 279
M'.vimento da enfermara :
Tiveram alta :
Sebastio Oanguss.
Anselmo Barros da Silva
Ser-astiSo Asterio Peixoto Gadelha.
IiOierla da cdrle Eis os niim"rca nuil
premiados na 3 parte da 26 parte lotera (193 A)
do Instituto dos cigos e surios-mnlos. extiahida
em 3 do corrente :
eawaos db 100:000*000 a 1:0003000
11521 100:00'J>OOJ
11852 20:000<000
10946 5:000*000
894 2:000*000
5329 2:000*000
800 1:0004000
1368 1:000*000
1684 1:000*000
2217 2o00*000
7987 1:000*000
12869 1:000*000
11520
11522
11851
21653
10945
101)17
893
895
5328
6380
1PPBOXIMACOES
EM10S DE 500*000
1:000*000
1:000*000
600*000
600*000
400*000
400* 3(K*000
300*000
300* 00
300*000
220 1483 6614 10769 13339
1230 1610 7303 12232 12716
1410 1621 8477 12565
pbemios de 200*000
6 2888 6782 8138 9293
1367 2912 6826 8403 10999
1811 4495 7043 8953 11439
2492 6373 7194 9000 11450
2531 6740 8070 9002 13043
pasMios de 100*000
94 1832 3684 6259 90Q1 10336 11291
266 2386 3792 6898 9214 10.j67 11657
296 2610 4244 6903 9454 10678 11670
308 2923 4491 7238 9186 10709 12489
459 2993 5149 7442 9515 10753 12815
1501 3238 5327 7631 9864 11039 18253
l.isi 3472 5677 7721 9921 11056 13694
Lotera de MaceloPor telegramraa re-
cebido pela Casa Feliz, sabe-so que, na 191 parte
da 11 lotera cxtrahida em 16 do correte, foram
premiados os seguintea nmeros :
2.125
8.132
21.3745
23.383
18.317
/ 1.681
11.035
17.294
20.883
25.245
25.947
26.564
2r3.723
33.494
200:000*000
40:000/000
20:000*000
10:000*000
5:000*000
2:OJO*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
2:000*000
COMERCIO
Bol' eounuerclal de Fernam
bnco
Secfe, 16 de Marco do 1886
As tres horas da tarde
Cotaede* oifiaiaes
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 19 d. por 1*000,
hontem. do naneo.
Dito obre dito, 90 d/v. 18 7/8 d. por 1*000, do
banco, hontem e hoje.
Dito obre dito, avista, 18 5/8 d. por 1*000, do
banco, hontem.
Cambio sobre Lisboa, 60 d/v. 177 0/0 de premio,
hontem.
Dito lobre dito, avista, 183 0/0 de premio, do
banco.
Cambio sobre o Porto, 90 d/v. 176 0/0 de premio,
do banco.
P. J. Pinto,
Presidente
Augusto P. de Lemos,
Pelo secretario.
ItNDIMENTOS PBUCUi
Mes de Marco de 18
AtFABOBOA Di! 1 15
' KaCEBBDOBIADa 1 i 15
dem i 16
CjWx.d; *otiwciX Ue 1 15
Idee d* l1-
367:039j625
38:745i78
405:784*803
62:P07J319
4:404,1428
67:311,1747
65:788,1284
5:207,1883
Rorrs DEAnucaDe 1 4 15
dem de 16
70:996,1167
43:1113,1581
2.-363J456
45:875*987
&'.
DESPACHOS DE IMPORTACO
Vai-ir nacional Modos, entrado dos portes do
sul, no dia 16 do emente e consignado a Ber-
nardino Pontual, manifeatou :
Carga do Rio de Janeiro
Calcado 2 caixSes ordem.
Chapeos 1 caixio a J. Chrisani & C, 1 a Ra-
pbael Diai 4 C, 1 a Samarcos & C.
Cigarros 10 cairas a Fernandes 4 Irmio, 1 a
-Soasa Nogueira A C
Premio de 1:000A
914 4.968 5.000 8.001 8.815 9.058
9.198 11.501 12.042 12.445 12.765 17.328
20.353 27.253 28.148 31.621 32.325 32.735
34.517 36.226 38.309 39.621 39.916
tnproxinaacee
2.124 4000*000
2.126 4:000*000
8.131 2:000*000
8.133 2:000*000
21.375 1:350*000
21.377 1:350*000
Os nmeros de 2.101 a 2.200, excepte o da
sorte grande, esto premiados com 400*.
Os nmeros d 8.101 a 8.200, excepto o pre-
mio de 40:000*000, esto premiados coa 200*.
O nmeros 400, excepto o que
sabio o premio de 20:000*000 esto premiados com
100*.
Todas as <: tjos dous algarismos termi-
naren! em Z&, estilo premiadas com 100*, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros quo tirminarem em 6 e *
esto pr> miados com 20*.
I.iiferia da pro(ncla-Sabbado 20 de
Mireo, se extra iirl lotera n. 44, em bene-
ficio da matriz do Serinhaom. ^
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Cpnceicao dos Militaros, so acharo expostas as
uinas e ai espheras arrumadas em ordem numeri-
ch, apre cilicio do publico.
liOterla do Blo A 4* parte da lotera n,
li",, do novo plano, do premio de 100:000*000.
utrahida no dia 20 do enrrente.
Os udctes acb ira-se venda na Casu da For-
tuna ra l'iiiiuio de Marco.
Tambem ac'iam-se venda na praca da Inde-
oa na. 37 e 3!>.
Lotera Extraordinaria >io 'il-
ninsaO 4o o ultimo sorteo das 4a o 5 series
d"etu importante lotera, cujo uiaor premio de
150:1100*000, ser extahida a 9 de Abril.
I cham -se exposto a venda os restos dos bilhe-
Lca na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23. .
Lotera do Ccar de 800iOOO000-
A' 7 serie d'csta grando lotera, cujo maior pre-
mio de 250:0IX)*000I io extrahir imprcterivel-
.-e no dia .. domarlo, as 2 horas da tar-
de.
Os bilhutes acham-ae A v, iida na Caa da For-
niun, rua Primeiro Lotera de Macelo de '00:000*000
120' parte da 11 lotera, cujo premio rande
lo _":0005000, pelo n.vo plano, serextrahida
iroprettriventc no dia 23 da marco s 11 horas da
l'.illietes venia u.i Casa Feliz da pracada In
depeneia na. 37 c 39.
Lotera do Maranlilo -A 1' parte da Ia
lotera deesa provincia, em beneficio da emancipa
co e Santa Casa de Misericordia, cujo maior pre-
mio 50:000*000, ser extrahida no dia 26 de
marco.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, rua Primeiro de Marco n. 23.
Matadouro Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 79 rezes para o consu-
mo do dia 18 do corrate mez.
Mercado Municipal de H. Joi.-O
movimento deste Mercado no dia 16 do cor-
rente, foi o seguinte:
Entraram :
36 bois pesando 4.742 kilos.
641 kilos de pcixe a 20 res 12*820
15 taboloirop a 200 res 3*000
83 cargas de farinha a 200 ris 16*200
10 ditas de fructas diversas a 300 ___
res 3*000
12 Suinos a 200 res 2*400
Foram oceupados:
201/2 columnas a 600 ris 12*300
44 talhos de carne verde a 1*000 44*00(1
8 ditos de ditos a 2* 16*000
22 compartimentos de taiinha a 500
res 11*000
29 compartimentos de cernidas a
500 ris ^'SSX
72 ditos de legumes a 400 ris 28*800
16 compartimentos de suino a 700 ^^
ris ^
11 dtoB de tressuras a 600 ris 6*600
Deve ter sido arrecalada ueste dia a
quantia de 182*2-U
Precos do dia:
Carao verd. a 560, 483 e 320 is o kilo
Suinos a 500 e 600 ris dem.
Carneiro a 800 e 1* ris dem.
Farinha de 320 a 640 ris a cuia
Milho de 240 a 400 ris dem.
Feijo de 640 a 1*280 ris idem.
Foi multado por infraccao o almocreve Antonio
Pero de Lima.
Quem erdeu no Mercado um chapeo de sol,
dando os signacs se entregari na respectiva secre-
taria.
Cognac 20 caixas a Alberto Rodrigues Branco.
Caf 300 saceas a Domingos Cruz t C, 175 a
Souza Basto, Amorim 4c C, 133 a Ferreir de
Carvalho & C, 100 a Gomes de Mattoi Irmos,
100 a Soares do Amaral Irmos, 89 a M. T. da
Costa Ribeiro, 53 a Fraga Rocha ic. 0,52 a Abran-
te; & C, 42 a Antonio Jos Soares & C, 36 a Al-
berto Rodrigues Branco, 25 a Domingos Ferrera
da Silva & C 25 a J"o M<>reira & C.
Fazendas 18 caixas a Cramer Frey & C.
Ferragens 3 caixas ao prolongamento da estrada
de ferro de S. Francisco.
Fumo 62 volumes a Sodr da Motta & Filho, 51
ordena, 2 a J. P Pontes
Malas 6 a Maia Sobrinho fc C.
Mobilia 29 volumes a F. Guiraaraes Pontes.
Mercadonaa diversas 14 volumes ordem.
Rodas de ferro para carros O pares ac prolon-
gamento da estrada de ferro de S. Fran naco.
Sola 3 rolos a D. A. dos Res i C, 2 ordem.
Xarque 500 fardos a Maia & Rezende, 260
oriem, 120 a J. Feliciano de Nasaretb, 250 a Bal-
tar Oliveira 6t C, 100 a Ferreira de Carvalho &
C, 25 a Fernandes 4 Irmos
Carga da Baha
Charutos 6 caixoes a Almeida Machado & C I
ordem, 2 a Sulxer Kauftman 4C.li Jos Joa-
qun) da Fonseca.
Fio de algodo 59 saceos a Joao Francisco Leite,
11 ordem.
Fumo em folhis 10 fardos a Joao Francisco
Leite.
Pelles 44 amarrados a J. C. de Carvalho.
Panno de algodo 10 fardos a Ferreira & Irmio,
5 a Machado 4 Pereira, 5 a Rodrigues Lima 4
C, 10 a Agostinho Santos 4 C, 5 a Goncalves Ir-
mio 4C, 5 a Olinto, Jardim & 0,15 a Andrade
Lopes 4 C, 6 a L. A. Siqueira.
DESPACHOS DE EXPORTACAO
L'm 15 de Marco de 1886
rara o exterior
No lugar norjeguenit Navegator, carre-
gou :
Para o Bltico, Borstelmann 4 C. 20 fardos com
1,330 kilos de algodo.
Na barca nacional Nova Sympathia, car-
regju :
Para Haroburgo, P. Vianna 4 C. 2k 7 couros
salgados com 2,532 kilos.
= No vapor ingles Tomar, carregou :
Para Lisboa, F. da Costa 4 C. 300 tacca cam
21,600 kilos de alg.dao.
Na barca portugueza Mtnho, carregou :
Ptra o Porto. J. S. Loyo 4 Filho 6'j prsncboe
vnhatico.
rara o Interior
N igar nacional Zeqvinha, carregou :
Para o Rio Grande do Sal, F M. d* Silva 4 C.
20 Utas com 360 kilos de oleo de ricino.
= No lugar portuguez Unido, earrregou :
Para Santos, P. Carneiro 4 C 1,017 saceos eom
61,030 kilos de assncar branco e 4,000 ditos com
MO^OOO ditos de dito masca vado.
PDBLICACOESJJEDIDO
negocios de IguarassiT
O orgao da opposiyao, na falta de as-
sumpto serio para censurar as primeiras
autoridades da provincia, aproveitou urna
troca de palavras, quo se deu entre, o juiz
de direito e o promotor de Iguarnssu', pa-
ra encher de diatribes dous estafados edi-
toriaes.
Exagerando, seu gosto, as proporgSes
do incidente, procurou eleval-o altura de
questao grave, insinuando pira raelhor es-
pecular com elle, que nito se deve atribuir
a 8entirr.ento politico, ou paixao partidaria
as suas justas apreciares.
A Provincia escrevendo sem paixao par-
tidaria I I rjsum teneatis...
Felizmente est no dominio do publico,
at por confiss&o do proprio juiz de direito,
que a desagradavel occ.urrencia da comar-
No vapor nacin ti Espirito Sautu, carre-
irou :
Para Manos, H. Oliveira 30 barris com 2,880
litros de agurdente e 40 barricas com 2,386 kilos
de assucar branco ; B. Oliveira 4 C 90 volumes
com 4,650 ditos de dito.
Para o Para, J. 8. Loyo 4 Filho 770 barricas
com 50,898 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Cear, carregou :
Para o Rio de Janeiro, Amorim Irmos 4 C.
300 lacr-oa com 18,000 kilos de assucar masca-
vado ; T. de Asevedo Souza 200 ditos com 12,0 O
ditos de dito ; J. A. da Cos a Medeiros 58 ditos
com 3,840 ditos de dito branco ; Visconde de Ta-
ba tinjri 1 carxa com 30 kilos de dece ; P. Carnei-
ro 4 C. 91 ditai com 60 ditos de dito ; A. B Cor- .
reia 31 ditas com eajurubeba ; F. M. da Silva &
O 30 ditas com 1,080 dito* de oleo de ricino.
Para a Baha, E. C Beltrlo & Irmio 10 barri-
cas com 702 kilos de assncar branco ; F. Noguei-
ra de Souza 2 caixas com 40 ditos de doce.
Na barca portugueza Mtnho, carregou :
Para Maranbo, B. Oliveira & C 8 pipas com
1,440 litros de alcool.
No hiate nacional Aurora 2*, carregou :
Para Mossor, F. de Moiaes 3 sipas e 10 bar-
ris com 2,080 litros de agurdente.
No cter Colombo, carregou :
Para o Natal, P. Alves & C. 22 barrica! com
1.944 kilos de assucar mascavado, 10 ditas com
600 ditos de dito refinado e 3 ditas o a 181 ditos
do dito branco.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 15
Rio de Janeiro e escalas-6 das, vapor nacional
Manos, da 1,999 toneladas, commandanie Gui-
Iherme Wadigton, eqnipagem 60, carga varios
gneros ; Bernardino Pontual,
Ba'timore33 lias, lugar americano Irn Lam-
birth, de 464 toneladas, capitilo Robert L. West,
equipagem 9, caiga farinha de trigo; ordem.
Baha e escalas6 dias, vapor nacional S. Fran-
cisco, da Silva Pereira, equipagem 30, carga varios
generes ; a Companhia Pernambucans.
Port Alfra (frica)30 dias, brigue allemo De-
phim, de 219 tonelada!, capito F. Dooie, equi-
pagem 8, em lastro : ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
New YorkLugar ingles Sentinel, capto A.
Gray, carga assncar.
GuamLugar suecco Dido, capito E. H. Exci-
fen, em lastro.
VAPORES ESPERADOS
Tomar do sul hoje
Hamburg de Hamburgo a 20
Marque* de Caxias da Babia a 20
Orator de Liverpool a 20
Ville de Pernambuco da Europa a 23
Baha do norte a 84
Neva do sul a 34
Congo V sal a 25
Cear do sul a 26
ca de Iguarassu' nao teve lugar quanio
funecionava o tribunal do jury ; e desde
que assim foi nao pode ter a importancia
que lhe quer dar a Provincia.
utas entre fuuccionarios da mesma
comarca silo communs entre nos, e nSo ha
quem diga de boa l que deve ser demit-
tido um promotor por fr*r cabido no des-
agrado do juiz ao direito.
As relacSes particulares entre as autori-
dades nao podem influir para que aejam
ostas conservadas ou demittidas.
Se o juiz de direito de Iguarassu' foi
desacatado pelo promotor, nao lhe faltam
meios legaes para desagravar-so ; desde
que o servico publico nao pode soffrer com
a quebra de relasSes desses dous funcio-
narios, podom ambos continuar no exerci-
cio de seus cargos.
Prooure, pois, a Provincia melhor pro-
testo para suas especularles ; este nao po-
de decentemente servir, por quo para ex-
ploral-o seria necessario que continne a in-
ventar historias iguaes da promessado de
raissao do promotor de Iguarassu', feita pelo
digno presidente da provincia aj Dr. Amo-
rim, o quo cortamente ninguem podar
acreditar.
O Sr. conselheiro Costa Pereira tein bas-
taote criterio c longa pratica de adaaiaia-
tracao para nio deixar-ae levar p r prima-
ras intorraac5es.
Ainda mesmo quo parecesse a S. Kxc.
de muita importan ia o incidente de Igua-
rassu', ainda assim, nao afirmara ao Dr.
Amorim, que estava demittido o promotor
da comarca.
Sem informaoSes minuciosas e insuspei-
tas, o Ilustrado administrador nao faria,
por certo, semelhanto affirmacSo.
Nao podem, portanto, aproveitar aos in-
tuitos da Provincia phantasias desta or-
dem ; melhor, como j dissemos, que
procure outros pretextos para suas espe-
culagSes.
Recife, 16 fie Marco de 1886.
Justus.
Os emprestimos do'soverno
VI
A depreciaco de todj o genero de que se faz
grande uso ou consumo, s pode resultar de sua
superabundancia.
Esta verdade to manifesta, tem sido por longo
tempo contestada com applicac^o ao nosso mcio
circulante por todos aquelles dos governos que te-
mos tido, que, vendo-se em apuros finalcenos, e
faltando sua capacidade recursos para solver as
difSculdades momentneas e os problemas com-
plicados qne nascem das causas, d'oude resultam a
queda de nossas financas, recorrem ao meo fcil
da emisso dopapel-mseda, como podel-o hia fa-
zer qualquer almocreve que, apenas aatondo jun-
tar as lettras, fosse por ventura elevado ao cargo
de ministro de Estado.
Nesta sentido faziain os governos nessas con-
junturas (que finalmente veio a ser detsdo o an-
no) propaganda, quanio qusriam osar deste tris-
tissimo lecurso, de que as nices que "se presan,
s usain as instancias da guerra, e de que su li-
bertam assim que ella pass id.i. Bol i r pagan-
do o fez. por exemplo, o Sr. senador ffmao Cel-
so, na tribuna e pela imprensa, eom, ou antes, nao
obstante os seus grandes talentos c imponente pj-
lavra. Ultimament porm, uao tem sido ntroeo-
sario mais este esforco.
Acousa se tem relaxado tamo, a vir^o.ih.i, ter-
mitta-se-me a expressao, se ti m elrjado a tal pon-
to, que quando se quer usar < rite misero recurso,
o minist. o da fazenda se api senta s cmaras c
faz um discurso, nao sei se d'ga bem. sybil'n) ou
com urna giria que ningum c.m|ir tez o Sr. Saraiva ante a caasara dissolvida,
c pede a emisso de tantos mil Matos, a, S''m ds-
cusso nem a mnima opposica i se concede.
E oque mais admira que om con iniaaio de
deputados j estava incumbid.! de e*tadat ai nos-
sas quesloes finaneeiras e de pres'nrnr nm plano
Eara o resgate de nosso papel me Ja. Ches;ou a
ora, ^orin, de se emendar a m-l i; a suprema-ia
da desgraca d res.lu9ao e oera^Ctu. V moa rrs-
gatar o papel-moeda.
Como parece, nao intenta o Sr. B.\isaro, reg-
tal-o todo, que, sendo elle na iinp rtancia de
232.000 cont?, inclusive os 20,0 K) contos do Ban-
ca do Brazl, e mais ainda com as notas faltas do
perfeita fabrico que correra livrem'ute, icria gran-
de o sacrificio para levar ao fim tal ardua empre-
sa. Sendo a nossa primeira necessidule ueste
assumpte levantar o nosso meo eirculante da de-
preciaco em que tem cabido, bnsta, com iffeito,
que se queime tanto papel, qua :to eeja bastante
para levar o cambio a 27 como o tarrao medio, se-
nao extremo do suas fluctuacoes, pois estas nao se
podem evitar emquanto carecem >a de comprar
grauies saques para satisfazer o; nossos compro-
miseos no exterior.
No precedeute artigo vimos 00 no mo ba moti-
vo nem razio algnma para as n wi is ti istes eir-
cumstancias, tendo de tomar e.npiiatado para
queiinar urna parte do papel-moeda, sogmeataado
assim a despeza em tantos mil contos de ris de
juros, deixarmos o Banco do B az.l com a su*
emisso de 20,000, que nos custa do 1,000 a 1,200
contos por anao, caso em que tambem esto os
Bancos de S. Paulo e do Maranliao, por cujas
emisses pagamos 60 cornos animalmente. No
mesmo caso, porm, esto as letras liypothecarias
dos taes Deos de crdito real, Bate meio artifi
coso de emittir o papel -moeda, trac tanto valem
as taes letras hypothecarias.
Dinheiro ou meio circuante entre nos, o todo
o titulo com que sa compra qualquer oljecto, pas
sando como pagamento da mo do comprador para
o vendedor sem alguma nota de traspasso ou es
cripto de qualquer geuero. Nestc caso esto as
letras hypothecarias que, sao um dinheiro tiw pre-
cioso, que, alm de passarem de mo em mao sem
alguma nota ou escripto, como o pap.'l-moeda do
governo ou as notai do Banco do Brasil, vencem
juros.
Esto por coneeguinte estas letras no caso da emis -
so do Banco do Brasil, e portanto todo o dinheiro
que nos vamos pagar de juros annua> meute para res-
gatar o nosso papel, tambem presente que faze-
mos aos bancos hypothecanos, que lie im com as
suas letras em circulaco correndo do mo em
mao, coaeorrendo cada vez mais para a deprecia-
cao da moeda, ao passo que vamos exigir deste
poro faminto tanto mil contos para levantar da
depreciaco essa moeda, depreciaco causada em
graude pirte por essas letras hypothecarias.
Para esta insttuico dos taes bancos de crdito
real no ha necessidade de o paiz faser o sacrifi-
cio de pagar tantos mil contos para elles fazerem
de suas letras dinheiro. Tenbam as suas letras,
mas sem que ellas possam correr como dinheiro,
passando simplesmente de urna para outra mo.
O que constitue ou fas do papel de crdito di-
nheiro, a facilidade com que elle pode passar de
urna para eutra mo. Assim, para que continuem
essea taes bancos de crdito real, sem que as suas
letras concorram para depreciar o meio circulante
i expcllir o ouro do paiz, s-ja opposto a sua trans-
misso teda formalidades e escripturas que
se exigem Pir* transmssao djs debites por
cscriptura publica, e com pagamento do respecti-
vo sello. ...
J& deixam de correr como dinheiro, sem preju-
dicar a utilidade da instituico.
No mesmo caso esto as apolices provincaes,
que com o traspasso em branco, correm de mo
em mo como dinheiro.
Se vamos pagar grandes jums para levantar o
nosso meio circulante de sua depreciacc, resga-
taudo urna parte de nosso papel que corre como
dinheir, no devemos consentir que facam di-
nheiro das apolices praviociaes, que esto coi ren-
do de mo em mo como dinheiro, com a simples
assignatura em branco do proprietario, para em
qunlquer tempo ser escripto o traspasso por qual-
quer mo por cima da tal aisignatura.
Seja pois, prohibido todo o traspasso ou assig-
natura'escriptos na apolice ou em qualquer papel
que no seja escriptura publica, ou pelos thesou-
ros que as emittirsm, quando tiverem de ser trans-
feridas. .
Todo iste papel-moeda, tudo uto concorre
igualmente para a depreeiacao do meio circulan-
te, para a expulso do ouro.
agora vamos ver o que quer o Sr. Y* do Jornal
do Recife com os seus milhoe, vassouras e feijocs
Marco 151886.
Affonso de Albuquerque Mello.
Cinco Miagas
DE
Dens \osso Senhor lesas
Christo
{Continuacao do n. 61)
No primeiro navio que o Visconde do Livra-
ment, e que possuia a classe d.. VertdS 3. 3. A.
I. I. que a primeira, Das duas arribadas que
fez s Bermudas em urna s viagem de Peraam-
buco para New-York,*despenden uns 15:000*000,
final, no ajuste de cuntas de racreio que toi feita
em forma, em New-York.
Depois de estar orn desembarazado este nav o,
c habilitado para readquirir a classe que havia
perdido com ae arribadas-, em virtude das ins
trueces que o proprietario mandou ao respectivo
capito e poderes que lhe confer perante o Con-
sulado do Brazl em New York o navio Visconde
do Livramento mudou seu nome para Corga III, e
nestas ondicoes submeUeu-se rigorosa viateria
que lhe fez oVertas, que lhe reuovou primi-
tiva classe, que a primeira de Ia q e aquella Com-
panhia confere aos melhores cascos e mais bam
apparelhados navios de vclla, ou paquetes a vapor
transatlnticos, por que a melhor que ella pos-
sue para conceder. 3. ;i A I. I. # .
Notava o proprietario, um porque, no cap:to do
referido Cor^a ///, que nao corresponda ao 'la-
tamente que recebia, e finezas que liava recobido ;
nao s". faz necessario mencionar mais, teve de
lubititnil-o, dando-o por isso a um outro, mais ne-
cessitado e mais bem preparado que aquelle que j
tinha cumprido suas funecoes...
O novo capito lo^o na primeira via-jem que fe
do Pernambuco a New-York, cumpiio bem u3 ios-
truejoes que outras casas lh'i deram; arranjou
tambem os negocios em New-York contra as or-
dena do proprietario, que alm da demora a do
descrdito, foram-se uns 8:00d000, e a ch'gada
para lhe apanhar os papis do nnvio e um saldo de
600000, foi preciso U8ar da mais fina diplomacia,
por ter ao seu lado os mais habis conselheiros
d'ette infeliz commercio.
Chegando ao Rio de Janeiro o Bardo de Mari-
beca rehabilitado, com a melhor classe que o Loyd
Inglez confere aos mais solidos e bem aparelbados
navios e paquetes a vapor, que a A. I,; o pro-
prietario da casa e do navio, no e lhe deu logo
iustruccoea por telegrammas, como j por carta aa
havia para all remettdo ao capto com antece-
dencia, para nao comprometter os nteresses do
navij e dos recebedores da carga.
Todas as instruccoes e ord>;na que foram dadas
vo capito, este as despresau c coinpro.uetteu o
navio de forma que, para slvalo de ser vendido
all, foi preciso mandar aindamis 6:700000, por
tel'gramma, casa de Jacomo V. de Vicenzo
Jt Filho.
E esta casa conluou-se de forma tal com o capi-
to, que nem urna c nen o outro prestaram devidas
contas, como se lia de demonstrar ; accresceudo
que essa casa ainda sacou mais 1:300^000, mais
ou menos, para o navio eahir.
Chegando o navio no principio do Rimo, alguna
dias depois principiou a descarga e veio a termi-
nal-a em fina de Mcio; o recebmdo o capto o
navio despachado, pelo correspondente que em fins
de Ma'o se lhe impoz, no da 9 de Juaho e com
ordens terminantes para suspender a rebjque, s a
12 o fez, sem voltar ao escriptorio a dar satisfaco
da demora.
A ii uj3 enormes pr<-ju!04 cansado i p.das d<-
inoris, o descrdito que estes d>us navios razam
c .asa p ir seus ca pitaes xcberrm as ordns de
ontras; ve se qua o Visowle do LicrameiUo lhe
eonioinio uns 2o:000i00O, e o Bardo de Muribeca
cerca de 37:600OjO, e por OOnsOgirinte : o descr-
dito importa casa queja tinha falta de crdito, e
um desfalque de 6'):i00t0f):) nao eram cheques
para sustenta!-A.
U.is 10 dias depr-is, a 23 ce Junio de 1882, em
virgern do Rio d-j Jaairu para a llii d> Sal em
Oabo Verde, cora escala p>r Peruambaoo pira ro-
reber orilen?, deu fundo no LassarSo e lugur Ba-
rdo de ilaiibtca, c urna casa, do ierra trocou sig
naos eoio o navio; notando o capto que n;Io llio
levaran as ordens bordo 6 ii iras depois, fez ar-
riar o escaler e ve) torra c foi conferenciar com
a casa que tr.cm siguaes.
Doixando .'essa a papis do navio, dirigi se
para casa do proprietario i a mn mo^o de bordo,
conduzindo um saoeo com u:n pedazo de pao den-
tro; (foi tamban com um mofo conduzindo um
sacco c.m madeira de bordj e sem a caixa dos pa-
pis do navio Corga III, que tea capitdo Barata
M havia apresada lo no escriptorio da casa e tam
bem em dia sanlifi'iado; porm, a piesenca d2 es-
pirito e intiini iade com que o proprietario receben
o capito Alm- ida, o confundi e a mais algucm
que estava proseute, para eitudar. a physioiuuiia
n o que sobrcvies8e.
Esto proceder do proprietario da casa, induzio
o capit.'io a dizer lhe inuncutos depois, que tendo
deixado a cix dos pape no escaler por esqueci
rr.ento, 08 a buscar com o uiog > ao caes.
A uuica pos SOS presente entilo n i eseriptnri)
era o guard i-livros que na ausencia do capito,
pretenda sondar, dizendo como de outra vez em urna
convena que houve com o Barata: nao acreditar
o que estava ouoindo e vendo se nao era sonho!...
Chegnndo o capito com o mosso e caixa dos
popis, o proprietario ficultou o irein divertir se
n'aquella tarde c no outro dia, por ser um dia de
domingo e outro seguinte da de S. Joo; confor-
mando se que s 6 horas da manila de segunda-
feira, capto e KUSr n-lvros rstariam no escrip-
torio para examinar as sontas e fixtl-as em forma
com o capito.
Emquanto se foram divertir n'essa tarde e no
dia seguinte, o proprietario da casa computou as
contas, exaini.iou o Diario e a Caixa de bordo; no
fim, entendeu de tomar novas providencias, tirando
d'ellca a matricula, carta de sade, passaporte,
titulo de propriedade, a classe e officios pira a3
repartieses fiscues de Cabo Verde, e os fechou no
eefre.
Continuarei se. .. for possivel.
Cadea da cicade do Reeifa, 1"> <'e Marco de
1880.
Antonio Francisco Corqa.
Pedido ao publico em geral
O abaixo assignado, pede ao illustrado publico
em geral, quo se digne 1er o annuncio de sua
escola nesta folha na pagina competente, pelo que
espera a protecco public i desta capital.
Educa e nstrue a infancia, pelo systema dos
principaes collegios da corte do imperte, onde es-
tove por algum tempo a passeio, enjo systema
paciencia, a vocaco, e no nurrerosos castigos
sem resultado, como se vem em vanas escolas
desta provincia.
Espera, poi?, qne o povo brazileiro saiba apre-
ciar o seu veidadeiro en si no primario, onde rpi-
damente as criancas abracara e amam de coraco
aos livros e as lettras.
_________________Julio Soares de Azevedo.
X memoria ile miub s!>rin!ia
no tercelro mez de weu.'paMNamento.
Almeriuda Sinh Hirta guiada
Dormes o somno que horrorisi e aterra,
Esposa amante, me eslremecida,
Anjo formoso que vagoa na trra.
A alma gentil a esencia inmaculada
Que ten corpo anmuu, no eeu se anioha ;
Batiste as uzas de ldar caneada,
I", pa Deus voaste, oh! avesinha.
L do alte do empyrio onde te ayslas
Vela querida pelos que te amavas ;
A Deus supplica cherubim formoso,
Amparo dos tojos, que sem ti ficaram.
Marc->17 de 1886.
P. E. A.
A viuva, filhos e genios rio fallecido
Jos Joo du Amonio, reconhecidas s
provaa d>: attODOSo que Ihei foram dis-
pnsalas pailas pessoas du suas rela-
coes e anisado que so digoaram .com-
panhal-o nos ultim > >s presta-
dos a s<-u presad o c3poio, pai e sogro,
pe leal licenca pora por este in 'io mani-
festar-lties o seu m.iis vivo agradeci-
mento.
Peruambuco, 16 de maico de 1686.
AgradeciiDento
Nunca tardo o agradeciraento ; faltar
a elle, seria commetter gravi falta, que
daria lugar a commentarios. De proposito
quiz demorar esee dever, para dar lugar
quo roeus gratuitas perseguidores esgotas-
sera todas as izes pestilentas e explosi-
vas de seu mo humor, continuando na
raissao ingloria de suas forgicadas trarooias
ineptas de que sao useiros, cujo fim calum-
niar 'ao cidadSo honesto, que por seu traba-
lho, e muita forr;* de vontade, procura vi-
ver na sojiedade, sem a ella ser pesado.
Agora porm que ellos, a pezar seu, e
aera remedio, nao podem inutilisar a deci-
sao unnime ,de meu julgamento. cumpro
o sagrado dever, dirigindo-me a todos os
Ezms. Srs. Ilustres e honrados cavallei-
ros de quj foi composto o conspicuo Tri-
bunal do Jury, que funecionou no dia 11
do andante, com especialidade ao conscien-
cioso conselho, que, de seu veredictum re-
sulten a deciaao unnime desse rcspeitavel
tribunal.
Dirijo-me n'esta mesma occaaiao ao
mea Ilustre advogado o Excm. Sr. Or.
Olympio Marques, por sua benevolencia,
a quem ser sem fim o meu roconheci-
me.ito.
E seja-mo permittido orferecer meus li-
mitados prestimos a todos, sem a menor
intensao de offender a susceptibilidade de
tSo benemritos cavalheiros ; assim como,
da mesma forma agradeco a todos os meas
amigos, que me acompanharam at se cer-
tificaren! do minha liberdade.
Reife, 16 de marco do 1886.
Francisco Ferreira de Almeido Cruz.
Escoh particular
De ittstrucco primaria para o
se\o iuacul ao
34RUA DA MATRIZ UA UOA-VISTA34
O abaixo assignado participa ao illustrado pu-
blico deata capital, que abri sua es ola particular
de inatrueco primaria para o sexo masculino,
rua da Matriz da B\a-Vista n. 34, onde esmera bu
mente se dedica ao cusino de seus alumnos.
O grao da escola consta : ler, earever, e contar,
desenlio linear, historia patria e aoc-is de fran-
cez.
Garante um rpido adiantameuto em s 'us alum-
nos, pelo seu syater.ia de ensiuo, o qual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor iqviolavel e urna es-
merada dedicaco ao ensino, fazendo com que os
seus discpulos abracem e amem de coraco as M-
tra?, aos livro3 e ao estudN, guiando-as no cami-
nho da intelligenca, da honra o da dguidade,
afin de que venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religio c da le, um verdadeiro
cidado brazileiro.
Es pe a, pois, nsorecer a confianza e a protecco
do distincto povo pornambucano, e em pirtieuiar
tem f robusta em todos os paes e tutores de me-
ninos que queiram aproveitar cm rpido adianta-
meuto de seus filhos c tutelados.
iii it > nasada s-ja esta tentativa, todava
espera qua os bssh ncanoavra esforcos, c os seus
- desejo3, sej-un coroados cun a feliz appro-
vaeo do todos os filho8 do Imperio da Santa Cruz.
Mensalidadu -2J0J0 pagos adiantado3, no seto
da matricula.
Horario das 9 horas da manb 2 da tarde.
Recebe meninos internos e mio-pensionistas
por mensalidaiea r-iz)*ves o leccioua por casa*
particulares a ambos os scxis.
Iiilco Moars le Azevedo
31 Rua da Matriz di Boa-Vista 34
SEGURO COMRA 0 FOCO
C'ommerciantei responsaueis e outras pes-
soas qu" 'l'ispjaram segurar as melhores
Companhias Britnicas c Europeas deve-
rao dirigir-se aos Srs. Atltinson & C, cor-
rotores de seguros, -N. 23, Cornhill. Lon-
dres, ngltiterm.
As ordens deverilo ser a:ompanhadas do
plano do a e ificios, indicando a classe de
nateriaes de que silo construidos a tam-
bem as seguintes particularidades a clas-
se de propriedade proposta para o seguro,
o valor total do mesmo e detaihei do ou-
tros seguros sobre propriedades da mesma
descripcao.
Le se na Tribuna Medcale:
Apezar dos processos de puriricacao
mais aperfeiQoados, o oleo do figado do
bacalh) ficoa um medicamento prohibido
a muitos dientes, cujo estomago nao pode
mais supportar as substancias graxas.
Era portanto necessario procurar um
meio de mular radicalmente a sua forma,
conservando todos os seus principios acti-
vos tao pr?ciosos : este resultado foi obti
do pela eomposic2o do Vinho de Extrac-
to de Figado de Bacalho, de Chevrier,
preparado segundo ama formula approva-
(la p"la academia do medicina.
Recomraendamos aos nossos leitorer este
escolente producto que contm vez, to-
dos os elemontos efiieazes do obo de figa-
do de bacalho o possue as propriedades
therapeutieas dos preparados alcoolicos.
O crneo torna-e multas eses
estril
N. 319
pir causa de descuido e deleixo. Urna analyse chi-
mica nos trnese os constituintes di cabello, e os
elementos vegetaes do maravilhoso e incompara-
vel Tnico Oriental, se conforma exactamente
elle3. Esta valiosa preparadlo encerr cm si as
materias requeridas pela natnreza, para formar e
aperteicoar a cabelladura, fornecendo o produzin-
do nos casos onde taltam completamente. O re-
sultado que o cr*neo, o mais improductivo e es-
tril, torna-se fecundo sob sua admiravel influen-
cia, e um cabello basto, luzidio c formoso, cobre
promptamente a cabeca, e o adorno completo.
Os vasos que nutrem o cabello, requerem tom em
taes cases, e esta csscucial acco vigorosa, pro-
porcionada por esta admiravel e impagavel prepa-
racio vegetal.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C,
tua do Commercio n. 8.
Licor depnralivo vegetal iodado
l)0|
Med o (tu i lite lia
Este notabilissimo depuraate que vem preced*
do de to grande fama infallivel na cura de tedas
as doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumaticas
e de pelle, como tumores, ulceras, doree rheumati-
cas, osteocopas e nevralgicas, biennorrhagias agu-
das o chronicas, cancros syphiliticos, inflamma-
coes visceraei, d'olhos, ouvidos, garginta, intes-
tinos, etc., em tedas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assim como na alopecia ou queda
do cabello, e as doencas determinadas per satu-
raco mercurial. Do-se gratis folhetes onde se
encentram numerosas experiencias feitss com este
especifico nos hospitaea pub'icos e muitos attesta-
dos de mdicos e documentob particulares. Fas se
descont para revender.
Deposito em casa de Faria Sobrinho & C
Rua do Marques de Olinda n. 41.
O bacharel Francisco Crrela
Lima Sobrinho
partecipa aos Srs. estudantes que mudou
o curso de Arithmetica, Algebra e Geo-
metra, para rua do Visconde de Albuquer-
que antiga da Matriz n. 7,

-
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]


!
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-
>

Diario de Pcrnambuco(Jariafeira 17 de Marco de 1886
ED1TAES
Edital n. 8
De Mdcm da Illm. Er. L>r. inapeotor, faco pu-
blico que n da 18 do errte ir prae*. pe
rauteajui.r* 11 Paze.ida Provincial, o f.rneoi-
mento da alimenUcao as presos p.bres da casa
de detenca", relativo ao trimestre prxima futuro
de abril junb>. s.rvmdo de base adiara de
Secretaria do thesouro provincial de Pernam-
buco, en> iJ ** Mareo <*e 188t-
Lindolpho Campello.
O Dr. '!' -z 'arenhos Montene-
gro, ojficial da Imperial Ordem da Roea,
juiz de direito especial do covimercio desta
cidade do Rec:fe, capital da provincia di
Pernambuco, por tiuz Magestade Impe-
rial e Constitucional, o Sr. D. Pedro II,
a quera Deus guarde, etc.
Faz aab-.-r aos que o presente edital virera ou
d'elle noticia tiraron que se ha de arrematar em
hasta publica d'este juizo depois da respectiva au-
diencia do dia 8 de Abril do corrente anno coin as
formalidades e pregoes do estylo, os bens aeguin-
Urna casa terrea o sotas, de tijollo e cal, a. 44,
a ra dos Remedios em Afogadrs, com porta e ja-
nella de frente, daaj salas, dona quartos, cosi-
nha externa, raedi.ido 4 metros e 10 centmetro
de frente, 12 r' centmetro de fundo,
com portas e terreno ao lado, parte murado, tendo
a casa tres ara-agaaa d. tijollo e cal, contigua
a eofini,;. uro, .vahada era 600JO00, ten-
do dito terrano un viveiro de i eixe funecionando,
ao lado i* w affl i casa encontrar linhi frrea
de Carnar, avallado por 200000.
Dm bol amir.Ho e urna carroca com pipa para
agua, encamp i loa em milo de Manoel Martin de
Medeiros. avahados, o boi em OOjjOOO e a carroca
precisando de concert, per 40S0O0.
Urna casa terrea n. 80, d tij dio e cal, 1 porta e
2 janellas oe frente, 2 salas, 2 quartos e cosiuba
interna, medindo 5 metros e 70 centmetro de
frente, 7 metros c 70 centmetros de fundo, a cuja
casa partea i terreno do qointal coa cerca
de SO metros de fundo e cerca de 100 metro de
largura, solo foreiro, cora diversas arvores fruct-
fera, tudo aval ido por 300JO00.
Urna casa terrea de tij lio e cal. cem cornija,
n 82, 2 portas, cen repartimento, medindo b me-
tros e 40 eeotim t-os da" frente, 10 metros d fundo,
com urna estribara de taipa, pequeo quintal em
aberto, solo foreiro, avahada por 250JO0;).
Urna casa terrea de taipa, n. 86 com ."J portas,
2 salas e 1 quarto, medindo 4 metros e 30 cent-
metros de frente, 7 metro e 70 centmetros de fun-
do, pequeo quinta'! eai aberto, solo foreiro, em
mo estado, avahada em 3OJ00O.
L'ina casa terrea de taina, contigua a do n. 86,
sem numero, porta e jauella, 1 sala e 1 quarto, co-
sinha interna, em ruinas, medindo 5 metros e 70
centmetro de frente, 7 metrov' 90 centmetro de
fundo, pequeo quintal em abert-, solo forseiro
avahada per 20(*>00.
Urna casa terrea de tupa, dividida, sem nume-
ro, 3 porta, 1 aala. 1 gabiuo o e 1 quarto em mo
catado, medindo I metaos o 30 centmetros de
frente o 6 metro de fundo, pequeo quintal em
aberto, solo fon-ir avallada por 20JOOD.
Urna casa tern i de taip, acra numero, com 3
portas, 2 salas, 1 narto e 1 gabinete, medindo 5
metro; e 90 eentiiaeaoa de frente, 8 metro3 e 30
centmetros e raudo, em ana estad, can pequeo
quintal em abe to, tolo foreiro, avahada p:r
30*000.
Urna casa terrea de taipa, sem numero, com
portas, 1 sala, 1 quarto e cosinha, medindo 4 me-
tros e 60 centmetros de frente, 6 metros e 20 cen-
tmetros de fundo, em mo estado, com pequeo
quintal em aberto, solo foreiro, avahada por
30*000.
Urna casa terrea de taipa, sem i umero, com
porta e janella, 1 gala, 1 quarto e cosinha interni.
medindo 4 metros" e 20 centmetros de trente, o
metros e 40 centmetro de fundo, em m a estado,
cora pequeo quintal em aberto, solo foreiro, ava-
hada or 30JC00.
tima casa terrea de taipa, sem numero, com
porta e janella, 2 salas, 1 quarto e cosinha externa
em b m estado, medindo 3 metro e 8u centime
tro de frente, 7 metro e 40 centmetros de fundo,
com peq'icno quintal em aberto, solo foreiro. ava-
hada por 80*000
L'nu cisa terrea de taipa, sem numero, cora
portas e 2 janella, dividida ao meio, 4 salaa, 4
quartos, cosinha interna, medindo 8 metros e bU,
centmetro de frente, e 10 metro e 60 centme-
tros de tundo, em mo estado, m quintal em
aberto, solo foreiro, avahada por 5 #000,
l'ra cavalla caatunbo pequeo e inteiro, depo-
sitado tin mSo de Joao da Motta Botelho, avaha-
do por 30*000.
Cnjos bens vo a praca por execucao que rnove
Joao d'Azevedo Pereira contra Manoel Jos da
Costa Cabral, e nao havendo lancador que cubra
c preco d* avaliacao a arrematacao ser futa
pelo preco da adjudcacio com o abatimento aa
"para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passa o presente edital que ei publicado
pela imprensa e afiliado no lugar do cottume, de
que se juntar certido aos auto.
Dado a passado nesta cidade do Recife de 1 er-
nambuco, aos 15 das do mes de Marco do anno
de Ncsso Senhor de 1886.
Jos Frankln d'Aleucar Lima, o subs-
COMMIIA
Pcrnambucana de *'a egacc
rostelra por vapor
Os *g sao convidado a se
reuuirem na sede da coinpauua no da 18 do cor-
rente aemeio dia, afim de Ibes ser apreaentado u
relatono e balauco da coinpanhia do anuo prximo
findo, e bein assm elegerein o presidente e secre-
tario da stmbla geral, corauisiao de exame
contas e conelho de dreceo.
Refe, 2 de Marco de 86.
Manoel J. de Amonm.
W. W. Robillard.
P. P Saanders Brothers & C.
Arthur B. Dsllaa.
de
Correio geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor nacional Mandn, esla adminiatraeao
expede mala para os porto do norte, recebendo
imprette e objtcr. registrar at 2 hora da
tarde, e ca *as ordinaria at 3 bora, ou 3 1/2
com porte duplc
O administrador,
Affonso do Reg Barros.___
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engenheiro chefe e
director da repsrticJo das obras publica, faco
publico que em virtudo da autorsacao do Exm.
Sr. conselheiro presidente da provincia, recebe-e
nesta secretaria no dia 27 do corrente, ao meio
da, proposta para a execucao dss reparos da
ponte sobre o ri > Carima, em Barreiros, oreados
em 1:300*.
O orcamento e maia coudicoes do contrato se
achara nesta secr.taria para s.'rem examinado
pelos senhore pretendentes.
Secretara da Repsrtieao das Obras Publicas, 16
do Marco de 1886.
O secretario, ,
Joao Joaquim de Sptf.ira Varejn.
OliDfJa
No da 18 de Marco vao rraca perante o juizo
de orphilos da comarca de Olinda, cscrivSo Dr.
Caldas as seguintes casas : n. 29 ra do Barao
da Vera C'uz, no valor de 320*, e a casa n. 31
na mesma ra, no valor de 480^______________^
THEATRO
SITO \
QUINTAFEIRA, 18 DO CORRENTE
BENEFICIO DOS ARTISTAS
Adelina Castro e Affonso d'Oliveira
Extraordinaria novidade!
A esplendida peca nacional, estra dramtica
de um dos mais conhecido polticos do Brasil.
Liberaes e conservadores
Prepara-se um grande festival artstico em des-
pedida d'aquees artista do sal do Impirio. Vi-
de programmas.
navega
Eu,
crevo.
Tkomaz Garcez ParanJios Uon/snegro.
Edilal n. 729
O inspector geral da instruccao publica manda
fazer constar to profesore Juaquim Manoel de
Oiiveia e Silva e Aurelia do Prado Rib iro da
Cunha Sonto Maior, aquelle removido por acuesso
da caJeira da 1^ entrancia em Tigipi para a de
2 em Boa-viagem, e esta nomeada para a pri-
meira das referida* cadeiras, tudo por portara
da presidencia de 12 do corrente mea, que .bes
fica marcado o prazo de 30 dias, contado daquel
la data, afim de aasumirem os respectivo exer-
cicios.
Secretaria da Instruccao Publica de Pernambu
co, 16 de Marco de 1886.
O secretario,
PergetUino S. de Araujo Galuao
Companhia Bahiana de
pao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha
0 vapor Mariluz le Caiias
Commandante Nova
E' esperado do oo-top aci
ma ate o da 18 do corrente,
e regressar ara o mes-
mos, depois da demora do eos-
turne.
Para (arga, passagens, encommendas e dinheiro
a fret'; i racta-sc na agencia
7Ra do Vigario 7
Domingos Alws Matheas
DECLARCOES
Estrada de ferro do
Bonito i
Sao convidado o aenhore accionistas desta
empreza para urna reunio, que ter lugar no da
18 do corrente, ao meio dia, ra do Bom Jess
ii. 19, afim de se deliberar sobre o que direm os
arte. 3' da lei de 4 de Kovembro de 1882, e 26 e
27 do repectixo regnlamei.to^_______^^^^__
Companhia de ediiiea-
?
Communca-se aos senhore subscriptores da
companhia de edificacao. que deve ser rralisada
at o da 20 do corrente a primvra entrada de 10
OA) do Valor de suas respectivas ac^.-s, sendo o
pagament-i n alisado no London Bras lan Bauk,
mihted, em cu nprimento do que preccreve o art.
30 da lei n. 3150 de 4 de novembro de 1882.
(OHIMMilt PEBXAliaUCANA
DE
^avesaco Costelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macan, Mossor, Ara
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Jag-uaribe
Segu no da 22 de
M-irco, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
Ida 21.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete at
s 3 hora da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cata da Companhia Ptrrambucana
n. 12
DE
Savegato Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Arac&j, e Baliia
0 vapor S. Francisco
-;il;55. Segu no da 24 do
corrente, s 5 hons
da tarde. Recebe
carga at o dia 23.
Encommendas passagens o. dinheros a frete at
s 3 horas da taid* do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pertamb'issina
n. 12 '
ooa,
COHPAHIE DEM 1ENMACE-
RE 1I.4KIT1.1IEM
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandante Cirou
E' esperado dos porto do
sul at o dic 25 do corrente,
geguindo, depois da demora
do cotume, para Bordcanx,
tocando em
Dakar, Lisboa e Vlgo
Lembra-se aos Srs. paasageiro de toda as
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-ae abatimento de 15 /0 em favor da fa-
milia composta de 4 pessoaa ao mmos e que pa-
garem 4 passagens inteira.
Por excepcao o criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
O vale postae s so dilo at e dia 23 pages
de contado. .
Para carga, pasaagen, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-e com o agente
\uguste Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
UnitedSutes1 Brasil Mail S. S. C.
0 paquete Finance
E' esperado dos porto do
aul at o dia 29 do corrente,
depois da demora necessaria
seguir para
naranho, Para, Karbados, S.
homar e New-York
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
3C com o
O vapor Advance
Espera-se de New-Port-
News.at o dia 16 de Abril,
o qual 'seguir depois da de-
mora necessaria para a
lluhla e Klo de Janeiro
Pira carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frctc,"tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
K. 8. RUADOOOMMERCiO N.8
andar
DampfschiflTahrts-GeselIschafT
Vapor Hamburg
1
Espera-se de HAMBURGO,
va LISBOA, at o dia 20 do
corrente, seguindo depois da
d' mora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
se com o
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RUADO VIGARON. 3
1* andar
A agencia nao se responsabi-
lisa por fallas nos voluntes, 24
horas depois da descarga damer-
cadoria.
posico
Londres
Club de Regatas Per-
nambucano
Sejtaada regata em 25 do coTrent-
De ordem do conselho administrativo, previno
que a archibaneada tao somente destinada para
oa socios e ana familias. Nao ha archibaneada
para o publico, e s terao direito a entrada, na
que ha, o socio quetiv-rem pago at cite mez
(inclusive) como determinara osestttutos.
A'viBtadeata deiwrncao do conaelho, oj aocio
que estiverem quite podtrio procurar o eu
ingreo no dias 23 e 24 (antc-vepera e veipera
da regata) da 7 ('. 9 horas da noite, na sede do
Club.
Devendo, oulrosm, ter lugar nef sa mesma noite
um sarao, de accordo com os nosso estatutos, pre-
vino que subs stera as mesma exigencias l.-gaes
como para a regata.
Secretaria do Ctub de Regata Pemambueana,
em 16 de Marco de 86.O eecretario,
0car C. Monteiro.
CHARWEl'RS H MS
Companhia Franreiea de alavesa
cao a %'apor
Linha quiuzenal entre o Havre, Lis
Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer Ville le Macei
Espera-se dos rxirtot do
sul at o dia 1S do corrente
geguindo depois da ndis-
pcnaavel demora para o Bm-
IfBi
Recebe encommendas e pa3ageros para os
quaes tem cxcellente accommodack's.
Sleaeier fllli le Pornaniaco_
K' capcnwlo da Europa at
.i Im 23 dr Marco, e-
guindo depois da indispen-
aavel demora para a Ba-
bia. Rio < Sanio*.
Roga-ge ao Srs. importadores de carga p los
vapore desta linha,queiram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng i
quer reclamaco concernente a volumes, q^e por
ventura tenhara seguido para o porto do suUafim
de se poderem dar a tempo as providencias necea-
sarias.
Expirado o referido pras a uompaaniu nao e
rcsponabilia rjor extravos.
Kccebc carga, encommenda e passagcirM pars
) quaes tem cxcellente aecoraodacoes.
Ansiislo F. de Oiveira U
AEMTES
42-RA DO COMWERHIO-4
Com:any
Para facilitar aos
Srs. vi* {antes que de-
sojare? assistir ex-
colonial de
no corrente
anno, esta agencia fa-
r a redueco seguin-
te, a principiar do 1.
de Mar90 a 31 de Ju-
lho prximo futuro:
1.a classe, ida e vol-
tapara Inglaterra, bi-
lhetes validos por seis
mezes. 36:15:0 libras
esterlinas.
AGENTES
Wilson Sis & GoiBBiy Iiiltii
.4-Rua do Commercio--F
iiitmbuco a Southamp-
on, primeira classe,
com < prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
150.
Para Maranho
Segu brevemente para o porto cima a bar<;a
rertugueza Miuho ; para o resto da carga trata-
icom o consignatarios Jos da Silva Loyo &
Pilho.
Para Hamburgo
Recebe carga a frete a barca
brasilcira Nova Syrr.pathia ; a tra-
tar com Baltar Olivpira tfe|C.
Lisboa e Porto
A barca portuguesa Isolinn recebe carga a fro-
ta ; trata-se com Silva GumarSes & C. rna do
Commercio n. 5.
LE1L0ES
3: leiiao
De 1 sitio e casa de pedra e cal, deno-
minado Mangueira no Porto da Ma-
deira
O agente Brito a mancado e presenca do Exm.
Sr. Dr. juiz de direito e da provedoria e a reque-
rimento do inventariante dos bens do espolio de
Jos V. Godnho, levar a leiiao o referido sitio
e casa servindo de base a offerta de 1:700$.
Quarta-feira, 17 de Marco
A' 11 horas
Na ra do Imperador n. 18
Leiiao
tuarfa-feira.
A'S
19 do corrente
11 HORAS
Ao correr do marteiio
Mnbilias de Jacaranda, sendo urna a Luiz XIV,
1 pian?, grande quantidade de cadera de Jaca-
randa, de junco e de amarello, marquezoes, meias
commodas, camas para menino, mesas redondas,
cabdes para alfaiate, aparadores, cspelho, relo-
gios, machinas para costuras, urna meia mobilia de
pao carga, vidros, fogSo americano, vinho de caj
e outros muitos objectos.
No armazem ra do Bom Jess n. 19

Lelo
EM CONTINUAgAO
No hotel Universo, sito ra do Com
mercio n. 2
Ao correr do marteiio
Constando :
De 1 mobilia de Jacaranda mastico com tampo
dp podra, 2 pianos, 2 guardas-roupas, 1 guarda-
louca novo, aparadores, cadera avulsas, flofs,
marquez.'is, secretaras, camas francezas de jaca-
randa, ditas de amarello, marquezoes, espelhos
grandes e pequeos, quaoios, jarros, extractos,
mllas para viagem, colchoeg, travesseiros, toa-
lhas, fronhas, loucas, vidros, caixa com cognac,
ditas com pimmta, g'gas cora champagne fino,
caixas com trageos de cognac, e multas outras be-
bidas que estaro patentes no act > do leiiao.
Inai'ta-feii'a. 19 do corrente
A'S 11 HORAS
POR iNTERVENg^O DO AGENTE
Gusmo
Para o Para
E tepcialo do sul nestes dias o lugar nieioua
Juvenal, o drsle j engsja carga para o p.rt
cima, a sahir com brevidade ; a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n.jfj.__________________
Boyal Nail Sleam Packet
llompaiiy
Reducgo de passagens
Bilhetes especiaes se-
ro emittidos desde 14
de mar^o at o fin de
jullio offerecendo faci
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposi^o colonial
em Londres, de 186.
Ida e volta de Per-
Agrente Pestaa
o
Leiiao
De bons predios e excellente emprego de
capital
Quinta felra, 18 do corrente
A's 11 horas em ponto
No armazem sito ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, competentemente autorsado,
levar a leilo os magnficos predios abaixo de-
clarados, livres e desembarazados de todo e qual-
quer onus, os quaes pelo seu bom estado de conser-
vaco e ptimo rendimento chamam a attencao
dos Sr. compradores.
Um sobrado de 1 andar sito roa do Coronel
Suassuna, antiga ra Augusta n. 50, rendendo
5-ltiSOOO annuaea.
Urna casa terr-a sita ra do Visconde de
Goyannn, antiga raa do Cotovello n. 107, rendendo
3005000 annuaes.
Urna casa terrea sita a mesma ra n. 79, com
grandes accommodacoes, rendendo 3605 annuaes.
Urna casa terrea sita travessa de S. Jos n. 23,
rendendo 3005000 annuaes.
Urna caga terrea sita ra de S. Jos n. 74,
readendo 4205000 annuaes.
Urna casa terrea gita a ra dos Guararapua
n. 96, rendendo 4205000 annuaes.
Dua casa terrea sita ra do Rosario da
Ba-Viota ng. 37 e 39, rendendo cada um* 2405
ananatta
Urna casa terrea sita a mesma ra n. 41, onde
existe um acougue, rendendo 36(5000 annuaes.
Urna casa ttrrea sita rui da Noguera n. 13,
rendendo 3605000 annuaes.
Urna casa terrea sita no Corredor do Bispo n. 18,
rendendo 3005000 annuaes.
Urna casa terrea sita a ra da Palma n. 11, ren-
dendo 2645000 annuaes.
Para qualquer informocao a tratar com o agente
cima, no armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12, nnda se acham as chave de qualquer que
esteja fchala.
Aproveitein os Srs. compradores, porquetendo
de se retirar para a Europa o proprietario da
mesmas casas, talvez seja este o ultimo leilii'.
Leu
ao
De mu piano, movis, ele.
O agente Britto vender em leiiao o seguinto :
1 piano, 2 moblias de Jacaranda, 1 guarda-vesti-
do, 1 toilet, 1 commoda, 1 mesa elstica de 3 ta-
boa?, 2 aparadores, 2 malas novaa, can^ieiro para
gaz, jarros, escarradeiras e cutroa objectos, tudo
ao correr do marteiio.
tilinta felra. 1 do corrente
A's 11 horas
Ra do Rtngel n. 43, primeiro andar
Leiiao
Tereeiro leiiao
De dividas na importancia da 78:366#880,
da massa de Joaquim Monteiro da Crua
O agente Britto a mandado da Exm Sr. Dr.
juiz de direito especial do commercio, na sua pre-
senca e a requenmento do Illm. Sr. Dr. adminis-
trador da mesma massa, levar leiiao as referi-
das dividas.
exta-felra 19 de Mareo
A's 11 horas
Ra do Imperador n. 16.
AVISOS DIVERSOS
w63k**AVAA
Prccisa-se de uina, para cj
sinhar ra Din-ita n. 43
Pede-se aos abaixo asaignadoa o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n.
51, a nt-gocio que nSo ignora n
Jos de Araujo.
Pedro Siqueir, dAlfandega.
Arthur Dantas.
Luz Carvalho.
Jos Guimaraee, caueira de Loyo & Filho.
Frederico Vieira.
Augusto Goncalve da Silva.
Mauoel Antonio Carneiro de Araujo.__________
Aluga-se o 1" andar da casa n. 19 ra da
Penha. o 1- da de n. 1 ra Direita, o 1" da
de n. 66 mesma i ua, o 1 da de n 35 tra-
vessa de S. Jos, o 1- da de n. 34 ra estreita
do Rosario ; o 1 da de n. 24 ra do Arago
os teneos de ns. 26 ra Duquo de Caxias, 41
ra do San ge 1. e a casa n 26 ra de Nunee
Machado, no E| inheiro, com bins comraodos, e a
casa no largo de Apipucos n. 19 ; a tratar na ra
do Hospicio n. 3.
Precsa-se e urna cosinheira
Bario da Victoria n. 39, loja.
na ra de
Offereee-se urna senhora honesta para reger
e fazer serviccg internos em casa de hemem oI-
teiro, de conducta afiancada ; quem precisar po-
de dirigir esta typographia carta fechada com
as iniciaos M. J. M. ______^^^^^^^^^^
Precisa-se de dnas amas, urna para cosinbao
e outra para engommar ; no largo do Corpo Santr
n. 13, 2- andar.____
Precisa-se de dous criados (um homem e
urna mulher), preferindo se casal, para o aervico
de urna casi mobiliada e tratamento de quiatal ;
a tratar n > Caxang, antigo hotel Farofa._____
m Aluga-se urna escrava moca e sadia, para
todo servico domestico de casa de familia ; a tra-
tar na ra de Rachuello n. 31.
Precisa se de nma senhora para eosinar em
um engenho a urnas meninas o portuguez e costu-
ras ; a tratar com Joao Francisco Gome de Ar-
roda, ra do Apollo n. 28, 1 andar, das 10
horas da manha s 3 da tarde.
AttenQo
O puro vinho verde e o saberoto cha preto pon-
ta branca, especialidades sem competencia neste
mercado, recebidos pelo ultime vapor, encontra se
venda em casa de Paule Jos Al ves & C.
lO-Rua do Barao da Yictoria-60
Aluga-se
Iuartos inobiliados, independentes ;
oaquim Nabuco n. 9.
na ra de
Nontiorinlia l'ortusiic/a da C'ota
Laura Amorim Arco Verde de Mello, Antonio
Arco Verde de Mello, mandara celebrar urna mis-
sa na igreja matriz de S. Pantaleao de Monteiro,
s 7 1/2 horas da manha, qunrta-fcira 17 do cor-
rente, 1 anniversario de seu fallecimento, por sua
Tem lembrada madrinha, prima e sobrinha, Se-
nhorinha Portugueza la '*osta ; eonvidam a seus
prente e amigos da finada para este acto de ca-
ridade e religio, agradecendo todas as pessoas
pregentes.
Mara do Carato nodriguea de
Slqueira
Hermno Rodrigues de Siaueira e seus filho,
Joao Bernaaio de Siqueira e Joaquim Raphael de
Saquaira, foridoe da raaii xcsrba dV>r, agradecem
do intimo d'alina Ibcte oe dlslinatoe cavalleiros
que acompanharan :'i itrmn munida os restos
mortaes da sua mu truetida e#j>*6i, ui, ora e
cunhada, Mara do Caun RodriguB:; de Hlqueira,
c de novos eonvidam assm como a todos os pa
rentes e amigos para asaistirem as missas que se
hao de celebrar na greja de N. S. do Carmo.
Suartx-feira 17, stimo dia de bcu fallecimento,
cando e-ernamente gratos por essesaets de vrr
dadeira earidade __________
Baro tle Parima
O Dr. Prxedes Pitnuga.fceas filho e seu concu-
n ado Irina Coelho da Silva, mandara resar mis-
sas na matriz da Boa-Vista, s 7 1/2 horas da
manb de 17 do andante, par alma de seu falle-
eido amigo o Exm. Sr. Baro de Parima, e para
esse acto eonvidam aos seus amigo e aos do fal-
lecido, para asaistirem, agradecendo desde j esse
afto de earidade. ___

n. Imalia iuiiuma da Fonaeca
rroda
Manoel Januario de Arruda e fciis filhos. Dr.
Francisco Augusto da Foaawea e Silva e su i fa-
milia, Manoel Joaquim de Arruda e aaa familia
agradecen! de coracao aaa amigos que se digna-
ran acompanh r sepultura os restos mortae de
sua sempre charada esposa, irma, ora, cunhada e
sobrinhi, D. Amalia Augusta da Fooaeca Arruda.
e de novo oa convidara pura asaistirem as missna
que, pola alma da mesma finada, mandam cele-
brar uo dia 18 do corrente, s 8 horas da manha,
na matriz de Santo Antonio.
luinla feirv. i i do corrente
As 11 horas
Na ra do Crespo n. 18, segundo andar
O agente Modesto Baptista, autorsado pela Sra
D. Victoria de Bernardiui, me se retira para fra
da provincia, far leiiao de 1 mobilia de Jacaran-
da, gosto antigo, 1 mesa de amarello, 12 cadeiras
de junco, 1 guarda-comida, 2 aparadorea, 1 mar-
quezao, 2 cabdes pequeos, 1 eapelho grande com
moldura dourada, 1 lavatorio d amarello, 6 mo-
choa do dito, 1 berco, 1 meaa de jantar, 2 linter-
nas, 1 despertador, 1 machio, 1 toilet grande e
outroa artigoa proprioa de caaa de familia.
Aa correr da anartela 9
A l)l!l
Precisase le urna ama ; na ra do Mrquez de
Olinda n. 56, 2 andar.
AMAS
Na ra do Imperador n 17, 2- andar, precsa-
te de urna ama para eagoramar, e outra para co-
sinhar.
Ama
Precisa-se de urna mulb^r de idade para cosi-
nhar ; na rna de Aguas Verdea n. 17, teverna.
Ama
Preesa-se de urna ama quo engorme com per-
feico ; na ra de Rachuello n. 67, porto de
ferr.
Ama
Dr. iiioiiio Epaanlnondaa de
- Mello
Laathenia Xavier Bi toncourt manda resar urna
missa por alma de aeu sempre chorado padrinho
Dr. Antonio Epareinonda de Mello, na matriz de
Santo Antonio, s 7 horas da manha do da 18 do
corrente, 1- anniversario do%u passamento, e
agradece a todos que se dignarem assistir este
acto de religiSo e earidade.
a a^eUornTdmT
corrente, s 8 horas d>, dia, manda resar urna
missa na eapella do hospital portague, poi-alma
de seu caro irmSo o Dr. Antonio Epam.noudaa de
Mello. aoniveraariojiojeAiJallP^meuto
f^^f^S^MShZT?YBMorL tendo de mandar celebrar nma miaaa por alma de
seu presado marido Antonio Ribeiro Campos de
Vasconcelos, no dia 19 do corrente mez, no con-
vento de S. Francisco, pela 7 hora da manha,
timo dia, convida a todoa os parentea e amigos
queiram dignar-se assistir a dito acto, pelo que
cara gummamente agradecida.
Precisa-se de urna para engommar a tratar na
ra de Pedro Affonso n. 46 A.
Ama
Precisa-se de urna para cosinhar ; ra do Baro
da Victoria n. 9.
Engommadeira
Precisa-se de uira que engomme bem e enaaboe,
para casa de pequea familia ; na praca do Con-
de d'Eu n. 30, 3 andar.
C Barato
Aluga-se as casas ns. 28 e 40 ra da Amizade
na Capunga, e as de ns. 11 e 20 travessa do
Corpo Santo no Recfc : a tratar na iua do Ara-
gao n. 3", sobrado.
Yoador
Vende-se o bote cima denominado
na ra do 7abuh u. 1-B.
a tratar
Boa acquiso
Vende-se um pian > com pouco uso, por preco
com modo : a tratar na ra d > Visconde d-? Goyan-
na n. 62.
Taverna
Vende-se urna taverna bem afrguezada ; a
tratar no pateo do Paraizo n. %______________
CJ A S A
Compra se urna casa terrea, boa, na freguez.a
de Santo Antonio : quem ti ver dirija-se 4 roa da
Roda n. 11, que dir lucm quer.
Bolsa perdida
Pede-se a pessoa que achou na noite de 15 do
corrente, urna Dolsa de couro contendo apenas
contas e diversos documentos que fazem grande
falta a seu dono o favor de leval-o a roa do Ro-
eario Larga n. 13, que alera de muito se agrade-
cer se recompensa com generosdade.
Engenho Limeira-Nova
Vende-se o engenho Limeira-Nova com propor-
coes para safrejar 2.C00 paes annuaea, a vapor,
com 7 caaas de lavrador, cebertas de telha, dis-
tante da cidade de Palmares ditas leguas, estrada
de rodagem ; a tratar no escriptorio de Leal &
Irmao ou no povoado Mutuns com o proprietario.
Fainhas
Sem competencia em preco ; vende-se na ra de
Pedro-Affonso na. 5 e 11.
Cofre de ferro
Vende-se um de duas portas, no caes da Alfan-
dega n. 7, armazem da esquina pintado de asul.
Padaria
Offerece-se urna pessoa c.m vinte annos de pra-
tiea de padaria, para tomar conta de algums, dan-
do fiador de sua conducta ; quem precisar dirja-
se ra Marcilio Das n. 58. 1- andar, que en-
contrar com quem tratar.
Vende se
Urna pequea taverna, bem afrguezada e com
pouco capital, propria para principiante, em San-
to-Amaro dt Jaboatao, ra do Imperador n. 21.
O motivo da venda se dir ao comprador.
Apolices geraes
Vende-se
Duas apoices geraes
do valor de um contos
de reis cada urna, quem
quizer annunde para
ser procurado._____
Engommadeira
I'recsa-sr de urna perfera engommadeira ; a
tratar na iua da Saudade n. 16.______________
Cautela perdida
-*; O abaixo assignado previne Caixa Econmica
e Monte da Soccorro, que perdeu a cautella n.
12,682, pertencente ao tnesmo abaixo assignado,
pelo que pede pessoa que a achou a bondade de
restituila ao mutuario que ficar eternamente
grato. Previne portento ao Monte de Soccorro
que nao entregue os objectos em as competentes
testemunha?. Ra da Matriz da Boa-Vista n. 34.
Proteesor Julio Soares de Azcvedo.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de ta-
verna, de 12 a 14 annos de idade ; na ra das
Trincheiras n. 23.
Cosinheiro
Prociaa-te de um cosinheiro ; na ra da Crua
numero 22.
Attenfo
Na roa do Cotovello n. 2, vinde-se farinha de
milha moida a vapor, de la, 2s 3, 4 e 5 quali-
dades, a 80 rs. a libr e a 2*200 a arroba.
E' negocio
Antonio I. Heitor, achando su bastante doente
e precisando fazer urna viagem para a Europa,
vende o seu estabeleciment bem montado com
muitas fenamentas e bem afreguezado, ou admit-
te um socio que entre com algum capital ; a
tratar na roa da Roda n. 56, oficina.
Ao commercio
Oa abaixo aaaignados, estabelecides em Bebe-
douro com casa filial cm Quipap, nesta provin-
cia, declarara pelo present, que saldaram todos
oa sena dbitos nesta praca at 27 de Fevereiro
do corrente anno, iato com os devidoa descontoa a
|ue tinham direito ; salvo cinco letraa de.....
J 17*625, que gao devedores Theaouraria de Fa
senda, provenientea de arrematacao de dizimoa,
sando que a 1 vencivcl em 30 de junho do cor-
rente anno : a 2* em 30 de aetembro ; a 3' em 31
de dezembro ; a 4* em 31 de Marco de 87, e a 5*
em 30 de junho do meamo. A preaente declara-
cao serve d preventivo a qualquer duvida que
por ventura, expontaneamente, tenha nasudo oon
relaco ao crdito de noasa firma commercial.
Joio Guilherma < Sobnnho.


t
I

------------------------------------ 1 I



6
Diario de Peruambueo tyuarta--ftira 17 de Marco de 1886

I



TNICO
#
*2\
PreoaragSo de Productos Vegetaes
.zmfifm caspas
e outras Molestias Capillares.
JM ARTI NSTBASTOS
JPerHHinbttco
i\tii>ti-
-se barato
O l 2. podares d a Oaospello n. 1
O arwasem do frinJisiu u li.
4 casa terrea n 23 da travsasa de S. Jos.
. casa da ra U; Viscunde de Uoyanna n. 79
i casa da Baixa Verde n. 1 B Captraga
i *-.,?,,.- nn Lar,?'- ftn C^rty Sanf-> n. 19. 1* an
Alnga-se
a leja e 3 andar do sobrad j ra ta lmperatris
n 20: a tratar con. Capitalino de Gjsmo, i ra
do Bom Jess u 11 1- audar, onde estac as
chaves.
Aluga- se
a loj do sobrado rna de Hortas n. 140 ; a tra-
tar no largo da Altandega n. 4.
\ma para cimnhar
Na ra do Bem-fica
sitio que fica em fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
urna inulher forra 011
escrava para
cozinha.
ama
de
Precisa-se de urna ama para cosinhar para casa
de pouca familia : na ra da Impcratriz n. 34,
2 andar.
Ama
= No largo do Cerpo Santo n. 19, segundo
andar, se precisa ae una una boa co6uhera e
aoe entenda de < ngommado, urina em cata e d
fiador de una conducta.
Ama
Precisa-se de urna mu boa cosinheira,, mas
que duima em casa de familia : tractar na ra
Duque de Ci xias n. 39, 2." andar.
Precisa-se de urna cosinheira para casa de pou
ca familia ; a tratar na'rua do Mrquez de Olin
da n. 6.
Ama
Precisa-se le nma ama para cosinhar e lavar
na ra do Bruai n. 0, 2- an ar.
Ama
Precisa se de nma ama para cosinhar e com-
prar, e mais algum servico ; na ra do Hospicio
numero 17.
Precisa-se de urna ama que eeja boa, paga se
bem ; na ra do Baro da Victoria n. 35.
Precisa-se de nma ama para cosinhar e cutra
para meninos ; na ra da Imperat'iz n. 65, pri-
meiro andar.
Na praca ao Conda d'Eu n. 7, 2- andar, preci-
sa-se de urna ama boa cjsiohcira e de boa con
ducta, para casa de pequea familia, paga-se
bem.
I!
reeisa
perteiea.
m d um i
na i u da
ama pria cng'muiido com
Auroi.-. ii. 155.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na ra
do Marines io Hirval n. 107, entrada pelo oia >.
Al
Precisa-se de nma ama para c -.mprar e cosinhar
para duas pessoas c que durma em casa ; na ra
do Sebo n. 13.
18!'*
Precisa-se de urna ama que saiha cosinhar e
mais servic)6, e que di" couliecimcnt i de sua con-
ducta : na ra Duque de Caxias n. 2.
l
y
ai-
Leonor Porto
IIna lo Imperador n. t
Prn
itina a exivutar os mais dilhceis
figunnos recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
',' ata pin I
vidade, modicidudo e-i precos e fino
!!
Fazendas braucas
SO' AO NUMERO
lo rwa da lape ra rlz = 4
Loja dos barateiros
Alm-iro & C, rna da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas esNi- fnzendas
abuix mencionadas, tem competencia de precos,
A SABER:
AlgodaoPecas de algodaozinho com 20
jardas, p os barato* precos de 3800,
4|, 44500, 4*910, 5f, 5*500 e 6|500
MadapoloPecas de madapoln oom 24
jardas a 4*500, 5*. 65 at 12*000
Camisas d<- m.i. > m lutras, pelo barato
preco de 800
Ditas braec etaw, de 1* at 1*80()
Creguellairunetaa, faxeda inuito eneor-
pada, propria para leccoes, toalhas e
c-roalas, vara 400 re. e 600
L'eroulas da l
a 1*200 c 1*500
Colletinl. 800
Bramante iranvtt le ulgouo, un to eit-
corpada com 10
metro 1*280
Dito <1<- '-'nl'o incli-z, do 4 lai-enn-.*, me-
. *600 <'
Atoalhado r Jamascado para toalbas de
mesa, com 9 pulmn de larguia, metro 1 800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
droeg delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs. 200
T da* estas fazendas bsratissimas, na conhecida
hja de Alheiro & C esquina do becco
dos Ferreiros
Algoda< enfestado pa-
ra ienfoes
A iOo m. e #000 o met ru
Vende-sc na loja dos barateiros da .oa-Vista
algodo pira l'-ncoes de um s panuo, com 9 pal-
mos de largura* 900 rs., e oil i I 10 palmos a
1 "(i o metro, assim aw< lil t' neado para
.ij de mi sa, com 9 palmos ue largura a l*20j
o metro. Isto na lVjr. de Alheiro ce C, esquina
do becco dos Ferreiros
MERINOS PRETOS
A 12UJ, 1*400, 1*6C0, 1*800 e 2* o covado
Alhi iro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
d m muito bns merinos pretos pelo proco cima
dito. E' p-<'hincha : na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros.
Espartilhos
A 5J000
Na luja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muitn bous espartilhos para senhora, pelo preco
de 5*000, assim cerno um sortimento de roupas
de casimiras, brius, etc, isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro 4 C, A ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um elegante sortimento de eaaemiras infre-
las, de duas larguras, com o; padroes mais deli-
cados p'.r costume, e vendem pelo burato prejo
de 2*800 e 3| o cavado ussim :d i se encarre-
Cram de mondar taaer costumes de easemira a
oii sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande pech ucba : na loja dos barateiros da Boa
Vistu.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim fardo lona, porestur com princi-
p:o de toque de mofo, pelo barato pr< oo de 320
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordado* a lOO ru. a pera
A ra da Imnerutriz n. 40, vende-se pecas de
borda :o, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto eom 50 pecae, sorti-
das, por5f, aprovitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
lisios de soiinoia a 500 rs o
covado
AUn'iro&C. A ra da Imperatri v.n-
dem uu bonito sort(u.ento de fustxs Ln.ncub peio
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas isas, (eod le to^w as cores a 500 rs. o
ovado ; na loja da esquina do bicco dos Fer-
reir is.
Loja das estrellas
na Duque de Caxias n. z
Liquida as seguinles fazendas
GorgorSo de seda.de 4*000 e 4*500, A 1*500 e
2*000.
Srtim preto e de cores de 1*200, 1*500 e 2*.
CasemL-as e merinos pretos de 2* e 2*500, A
1*. 1*200 e 1*400.
Bramantps de linbo com 10 palmos de largura,
ie 4* A 2*000.
Mftias inglezas sem costura, para homem, de
6 .'4*.
1 i b idem idem para senhera, de 12*000
Panno preto fino para costumes, de 4*000 A
1*600 a Ht.
Aberturas de linho para camisa, de 20*000 A
6*000.
Crti'S de cimbria branca ricamente bordad s.
de 12* A 7*.
T Camisas de meia, de 2* A 1*.
Atoalhado cem ricos desenhos a 1*300 o metro.
Fustao branco a 320 rs. o covado.
Renda da India a 240 rs. o cavado.
Pentealores par>i seuhora. de 10* e 8*000, A
4*000 e 6*.
Algodo trancado de duas larguras a 800 rs. o
metro.
Toilet de alcasse, fazenda muito larga, a 260 rs.
Guardanapos para almoco c juntar, de 2*500 e
4*000.
Zepher de todas as cores a 120 e 240 rs.
Um variado sortimento de retalhos de todas as
quaiidadfs, que vendemos por preco sem compe-
tencia. Tclephone-210.
I
Aviso
Tendo tallecido neata eidade no dia 11 deste
mes o cidadao suieso 8f. Hi nrique Petti, sio con-
vidad s os spus credores apresi-nfarem qualqner
conta on titulo dentro do prazo de oito dia*, da
data do presente, a cnsul da Suiasa. ra do
Bom Jess n. 62. R cf 1S de Marco de 86.
VENDAS
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
excellente Whisky Escoese preterv
* ^^ U ,g:I|ard*nte de canD,,' P*1-8 lortifics
Vehde-se a retalho nr* r.. Iheres fitnias:ns
aiolbads.
Pede ROY AL BLEND marcr. VIADO enjo nc
Em vista dos grar..'cs progressos da idea de que
se gloriam as nacoee civaisadas, o commercio
deve acompanhar csse progresso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandece ment das
nacoes ; em /ista do que annun.ciam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Ra esneita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticio, w-
co lia dos ques, o? asnunciantes teem sempre
i cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregue'es. Lcnibramos, pois, o proverbio :
Qucui nao experimenta, nao s.'i're
Vi i.luin v. r, pois :
Qu' ijos, fiamengo e de Minas.
Fiambres ingleses.
Cli i ilute francs Menier.
Dilo dn Maraado.
Fructos secaos, como :
Pansas, nmendoas, fig s, etc.
Ditas nacionaes.
de todas as q jalidades.
liinha inglesa,
.s novas de bortalicas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto, Madcira e Shery.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnico?, corno :
Absintho.
Vermonth, etc. a
Licores de todas as Calidades.
Champagne.
CcrvcjuJaJauayjMMBj-
Bcn
Araruta fiua cm pacotes.
Cha verde e preto.
Dito penla.
Espeeialisimo njtt'.- dj PuranA, em p.
Ain4-> 4V'-*
Ovas de peixe.
Surnhas de Lisboa em Salmoara
Vendem Martina Capito & r, ra aatreita dt
Romrio n. }.
AS AGRIOULTOa*
Forjcida capanema (verdadeira) par extinc-
a*o coapleta da fornga saura. Vendem Marsini
Capito & C, roa relu do fiVaaHoar
,.,^\o^^-
WUapi..

.........'
'll*lfl
SABONETEdeALCATRAO
p*a* a toilette, oa banbos b cuidados A na Aa criancas
Este SABOXKTK, rerdadeiro antisptico, o mais efflcaz para a enra de todas as
MOLESTIAS DA PELLE
SAPO CARBONIS DETERGENS
vouas Crtanau com o HAlHi < ititOMS MPETEUtKKS a/im de proteyei-os ec
o_SARAiai0, a VARILA o a FEBRE ESCARLATINA
Estes SABOXBTES sao recommendados pelo Corpo medico Intelro porque prevlnem as
"<"-eTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e se adaptao a qualquer clima
MARCA DE PABHICA NOS KNVOL.UEROS B NOi> PaES
X>ox>OBlto creral : 'W.'V. WRIGHT SZ, C, Southwark, LONDRES
Em. Pernambuco : Fran" 2/L. As. eiLVA & C1'.
k_
***
z^ii.nizs
e
Victoria
--*-
iUi)JCAMEKTO de um
mais de 20 annos pelos melhores
Itort* i* Garganta. Catarro vuimonar. lrrttattt o Dito, das Via urinarias' 0
Sisto agradavel.
edlcos de
r.MJSilTaaC ^.
adoptado com rrande xito ha
Parlz, cura os Deftuxos, Srips, Tosse, '^;IX-
da exiga.
Co.
0
d-REINVILU
Laureado pela Academia de Medicina a.O
^^j-^-. Caa/he/ro da LegfSo de Honra rfXl^^
^^HATOdsCAL g-B^-^^
O Phospnato de cal 6 a substancia mineral mais abundante do organismo e toda ves que sua
ruantidade normal dlminue resulta umaauTeccfio orgnica grave.
Mais de cinco mil curas, a mor parte justilieada pelos Professore o Mdicos das Faculdades
forao obtidas ltimamente e fizerao com que o Xarope do D' teinritlivy i'osse ClasslQcadO
como o especifico mais seguro contra a Tsica pulmonar, BroncMto' i hroalca, Antml.:,
Kacbltlsmo, Debllldado do Organismo. 0 Xarope do MP l'riitviliier admtblslrado
diariamente as criancas facilita a dentlco e o cresciuieuto: as mcs e amas d : lelt torna o
lclte mcllior; impede a carie e queda dos denles tao fequentea depols da premies.
Deposito: Pharmaoi vntENQXTB, 8, Plaoe de la Hagdalelne, VJUtXX.
Em Pernambuco: FRAXm M. da Mi, VA Se O; e nti principis Pharmacia$ e Drottrlti.
Cura rpida e certa pelo
ARSENIATOdeOURO DYNAMISADO
do DOUtOr ADDISOIV
da Chloroee, Anemia, Uxlu os Molestia do Systema nerroao,
mala rebelde?, MolesUas chronicas dos Pulmes, etc., eto.
m malore lllutnoMa medical ln atteatado o poder cnratlro deste medicamento
o primeiro e o mai enrgico dos reconttituintes.
O FRASCO : O FRANCOS (EM FRANgA.'.
Todo frasco que nSo trouxer a Marca.de Fabrica registrada e aassiv>,atura^_
deve ser rigorosamente recusado. f^-y^
MUS, Pharmacia GBX.UT, ras Bootasenoasrs, aa. ^-^
osito e.n rernambuco : FRANM M. da SILVA & C.
^A
DO!
JUi-IUL
i3? m m w b b wh.bljs m fr^n^-rr^irr:'
mhrmm-a'o
Onlco Fabricante I
data
Producto
i


-
-


.
.
. :'^i/prssa
"

VINHOgilb'e. ...SQUIN
FEBRFUGO FORTIFICANTF spr-ordo cela Acaiemia de Medicina de Pari-
-------------------1 ii i------------------
Sessenta annos de Experiencia
e de bom xito tem demonstrado a efficacla lnoontestsvel deste VZJTBO, qur como anti-
periodico para cortar as rebres e ^ lar o scu reapp.ir.'Cimento, qur como fortificante as
Convaleeceuc:-, Seblliade do Sanirue, Falta de Mcnitruaelo, Inappeteucla, Diges-
tios dlfflo -ls, Scfermlades nervosas, Debllldado causada pela edade a*i por exceasos.
poiieo mtls Herto.Hio se den objectar contra o preco em tiste ds rtconheclda illleacls do mtdioammt.
Pnarmaola <3-. ISB3C3-TJIIV, 378, ra Saint-HOnor*. PARIB
Depositarios eru Pernotnlnco FRA~ M. da SILVA e C*.
oleo m.
EIRO CLARO
de FIGAL ^ BACALHAO
DO D
ON G H
SBSBl
OAVALHIHO DA OR: DE LEOPOLDO OA BELOICA,
v."."l.HE O UA LICiO DE HOMRA OE FRANCA.
OOMMEFJDAUv.' 'A ORl'JH OE CH R ISTO DE PORTUG A L
pe
toral-Cepe,
de Ayer JcJ
:Che7ryrVtor3!)

AsniMA Bronchite,
CaoOEUieiK ouTo.ssi Convulsiva
Tsica 'Pulmonar.
1 CAYMaCIA.lo,.M.!ti!n

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JSEPH KRAUSE a* c.
Aeabani de augmentar o seu j bem conhecido
importante estaklecimenlo roa Io
de Diario n. 0 com mais
u salo no i andar luxuosamenle pepar-
rado e prvido de orna exposi-
Ib* ffi *mls mhtte tfotfcflfr
dos mais afamados hmttite do
mundo inteiro.
Convida, pois, as Gxmas. familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren,
o seu eslabelecimento. alim de
apreciaren! a grandeza e bom goslo com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaran., em honra
desta provincia.
GH-SE ABBRTO DAS 7 A'S 8 DA NOlTf
-!asll


T---
rail
\
L qudam o
Mas barato do que em casa dos dignos
collejas
Esguioes pan camiaia e casiqunho3 ilo senhoraa a 4^e 4^500 a peca
Saias bordadas a 3$, 4 e 5&000 urna I
Camisas bordadas p>ra senheras a 5#500 e 3^000 urna !
dem sem punhos, se a collarinhos, p^ra homem, a 42i> a duza!
Mcias inglezas superiores a 4$ e 5^000 a dita !
dem inglezas para sinhoras 4^ e 6&000, cruas de IGjJ por 12^00? ?
Crochets guaroi^aa completa por 8^000 !
Damascos duas largaras para colxns a 25000 ocovado
Popelines brancas a M)0 rs. o covado proprias para noivas.
MiriuSs pretos duas larguras a 1^, lf>2'K) c ljJ500 o covado 1
Bramantes de linho luperior a 2#000 o metro!
Lenges de dito, panno de casal, a 2&000 um !
Coberta de gaoga cretones, idem 3&000 urna!
Ceroulas, superiores or Jados a 16^000 a duzia!
Cortes de meia easemira para calca a 1&400 I
dem do casemiras inglezas a 3$ e 4000 urn !
Cambraias Victorias e transparentes a 3i200 e 3 Fich* para mejinas a 1(5500 e 2^000 um !
Cortinados bordados a 7$ e 10^000 o par !
Crinaldas evos para noivas a 10$ e J 5,5000.
Cretones superiores a 320 e 360 rs. o covado !
jRa Duque de Caxias59
Ueconhccid. iras autoridades medicas como
moocnesUvelmcalc o tnal< puro, o de goslc mais agradavel,
c o mal ellieaz de todos
Contra a TSICA e ai MOLESTIAS de PEITO,
a DEBILIMDE GERAL, o i.MMAGRECIMENTO das CRIANCAS,
a RACHITIS e todas as AFFECgOES ESCR0T0L0SAS.
31^* Vende-se SOMENTE em garrafas que levo na capsula o
sello e a assignatuia do D' DE JONGH e a assignaturs de
NSAR. HARF0RD & C". Cautela com as Mvaces.
nicos Consignatorios, NSAR, HARFQRD i C, 210, HigH Holbom, Londres.
Vende-se em todas as principaes Pharmacias do Mundo.
PANCREATINA DEFRESNE
Adoptada oficialmente nos Bospitats ie Varis
s na Marinka francesa.
O mais poderoso d'entre todos os aireles
digestivos conliecldos, a Pancreatina He.
freane emprega-se semprc com resultado
provado contra :
Fastlo I Oastrltes
Ms dlgestSes I Gastralg-las
Fiatnlenctas do estomago
Somnolencia apos rs rofeloSes
Vmitos determinados pela gravldei.
Enfermldsdos do figsdo
Tomada depols das reficS.'s despcrla e excita
oappctue dos convalescentes, combale e detem
o emagrcclnieuto dos tsicos.
A Pancreatina l>efre.sne om p o em
ttitilas vcud-se em todas as pharmacias.
11 T Ti I f f T I Hl T T 1 T T T T II i,l t* |7
MORSONs PEPSINA
Remedio lnfaiave e agradaiei-
P.IRA COBATTMt V _
INDIGESTA0
Sob a forma de
rsAscos, pos
H OLOBCLOS.
YlHOE-SEno MUNDO INTEIRO.
PREPARADOS DE
Pepsina Mor non
Muito recaman:dadas
pelos prinoipses Mdicos.
ORION ON
iMttlBfMt ll, IjIMtll-Sauan
^CusTwSS
LtW&MARTIM
f -Mejores de Sua Majestade a Ralnha da Inglaterra,
do Exerclto e da Marlnha britannlca.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GHAIXAe.PASTAUNCTUOSA
0LB0 para A8B1I08
EUdooquanacesurio piraamanutsnciodo couro
son todas as formas.
DEPOSITO QERAI, EM LONDRES :
97, High Holbom. 9*
fes hnaataiM : FlIilC H. li SITA V.
3
Pilar llfsWLLviiry
ESmStoVIASlMARIAS
':3rECjAi.usir5
Catarro cttrorHco ia JbiXtgV
|0 do canal da ujto,
iestias tic rstate,
ntlnencla a Urina,
Arela m urina, ate.
$V$.?4N, Ph^nnaceutico-Chimica,
FAZENDAS BARATAS
Na bem conhecida loja da roa Primeiro de
Mar?o n 20
JUNTO DO LOIVRE
Grande sortimento de madapol5:s de 4500, 5-5, 5$500, G, ti()500
7^500 e 80000
AlgodSes brancos, superiores qualidades, de 45, 4<$500, 55, 55500, 6|J e
6^500.
.Saperiores cretones de 320 a 500 o covado.
Batistes, liodro padroi s, a 200 e 320 rs. o covado.
Fust5es brancos de novos desenhos a 440 e 500 rs. o covado.
Cobertas de ganga, forradas, de dous pannos a 30500. /
Ditas de ganga cretone, bonitos padrSes, a 30000.
Lencoes de bramante, de linho de 20 a 40000 a um.
Ditos de algodSo de 1,800 a 20500.
Toalhas felpudas, de tamanho regular a 50000 a duzia.
Ditas grandes para bandos a 20000 urna.
Lencos de algodo de 10800 a 20200 a duzia.
D;fcs A algodSo, rom batra, e 20400 a duzia.
iJ i i i .', I .i i 300, 400 700 rs. o covado.
Di i L-a^do, i r, !> 10100 c !5-.'00 o metro.
. ; v s'i .r ton i 200 por 800^0.
(i i i aunan asa.
Gra i ilade de nnquinhas ie 20 a 50000.
M'"'as erus para homem a 55, 60, e 70000 a duzia.
Chambres muito bem preparados, par. homem, de 50 a 1001)00,
Oasemira diagonal, preta o azul escuro, a 20500 o covado.
AlgodSo trancado de dnaa largurca a 10301) vara.
Bramante de algodS i, de qnotro I tpu s, 1 >MX), 10800 e 2^000 a vara
Dito de linho i-leni idem Leques de papel, de lindos desenhos, de 500, 800 o 10000.
Merino preto e azul a 10400 rs. o covado.
Setinetas lisas de todas as cores a 440 rs. o covado
Velbutinas de todas as cores a 10000 o covado.
Molesquin de cores, bonitos palroes, a 600 rs. o covado.
Chales de algodao a 10200, 10400, 10i:'OO e 2?000.
Guarda p de brim de linho pardo a 40, 50 e 6|000.
Oxford p..ra camisas, lindos padrSes, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Costumes para banhos de mar a 80 e 100000.
Cortinados bordados para cama e janellaa a 80 100, 12, 14 e 160000 o par.
Grande sortimento de roupa finta para trabajadores de campo.
Encarregamo-nos tambera de mandar fazer qualquer imupa para homem 9
meninos, para o que temos um lubil oficia! o um grando sortimento de pannos, brina,
casemirfs, etc.
Quem precisar de algum artigo bom e barato, devera visitar de preferenoi
este antigo e acreditado estabelecimento.
fita Priii fle Marco n. 20
;
OHD


>

f

Diario de Ffernarabuco Pinho de riga
Vende-se em casa oe Matiieus Austin & G,
m doCommercio n. 18, l' andar, da malhor
qualidade e diversas I
ARevoluc&o
O 49 da roa Duque de Cujas, desojando ven-
der muito, resolveu vender fazendas por menos
26 / de sea valor.
Ver para acreditar
Setias macios, decores, 1 UOO, por 800 ris
eovado.
Mariposa fina de cor a 240 ris o eovado.
Renda aberta da China a 240 ria o eovado.
Cretonea finos nacionaes a 240 ris o eovado.
Setinetas lisas e finas a 400 ris o eovado.
Alpacas de cores a 360 ris o eovado.
Linhos escoasezes proprios para vestidos a 240
ris o eovado.
Loques Juannita a 800 ris um. .
Lencos brancos finos de 1*200 a 24 a duzia.
Camisas de linho inuito finas pelo preco dimi-
nuto de 30$ a duzia.
Cobertns torradas a 2/800 urna.
Colchas br^ucas e de cores a 1&800.
Bramante de tres larguras a 900 ris.
Dito de quatro ditas a 1/200.
Toalhas felpudas para rosto a 4/500 a duzia.
.Yladapolao pello de ovo, finissimo, a 6/500 a
peca
Camisas para senhora a 2/500 urna.
t neos de seda a 500 : is um.
iiedes hamburguesas de cores a 10/ urna.
Ditas ditas braacas, com varanias, a 15/ urna.
Cortes de casemira de cores finos de 4/500 a
10/000.
Casemira fina de cores, intestada, a 2/ o eovado.
Planella americana a 1/000 ris o ovado.
E inais urna infinidade de artigos baratissimos
Hie nao deizar e comprar que os vir.
Henrip da Un Moreira
V/0
10/000
12/0C0
12/OCO
5/5(0
6/5C0
8/000
3/003
1/60)
1/000
Camisas nacionaes
A SOO. 3*000e S/500
32= Loja ra da Imperatriz = 32
Vende-se ueste novo estabeleuimento um gran-
de sortimnto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e p jobos de linho como de algodio, pelos
baratos precos de 2/500, 3/ e 4/, sendo iazenda
muito melhor i!o qu as que veem do estrangeiro e
muito n>ais bem feitas, por serem cortada* por
um bum artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encomm?ndas, a v ntade dos
fregueses : na nova loja da ra da Imperatriz n.
3 ', de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
&9 Ra da Imperatriz = **
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
eitavel publico um variado sortimento de fazen-
das de tol .8 as qualidades, que se vendem por
precos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para houiens, c tambem se man-
da fazer por encoaimendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras e brins, etc
cornadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cotdlo mnito,
bem feitoa e forrados
Ditos de dita, fasenda muito melhor
Ditos de flanella azul, sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgorito preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encornada
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
mnito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brisa pardo a 2/, 2/600 e
Heroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1/200 e
Colletinhos de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos de
linho e de algodo, meias ernu c collarines, etc.
Isto na loja aa ua da Imperatriz n. 32
Riscados largos
a lOO ra. o eovado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem su
riscadinhos prsprios para roupas de meninos a
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o eovado,
tendo quasi largura de chita francesa, e ass'ni
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o cova
do, e ditas escaras a 240 rs., pecrnncha : ni.
loj* do Pereira da Silva.
Fu(4e. netinelM e laiioha* m 600
ra. o eovado
Na loja da roa da Imperatriz u. 32, vende-se
um grande sortimento de fustoes brancos a 500
rs. o eovado, lzinhas lavradas de furta-cores
fVsenda bonita para vestidos a 600 ra. o eovado,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 rs. i eovado. pechincha : na loj i
do Pereira da Silva.
orlada preto* a l*Vt
Vende-se merinos pretis de duas larguras para
vestidos o roapas para meninos a 1/200 e 1/6O0
o eovado, e suoerior setim preto para enfeites a
1/500, afsim como chitas pretas, tanto lisas como
de lavoures brancos, de 240 a' 320 rs. ; na nova
leja de fereira da Silva ra da Imperatriz nu-
mero 32.
Algodaoainho francea para lenede
a OOm.. e l too
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-st
superiores algodaoziuhos francezes com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lencoea de un.
b panno pelo barato preco de 900 rs. e 1/000 o
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1/280, as
sim como superior bramante de quatro larguras
para leocoes, a 1/500 o metro, barato ; na loja
do Pereira da Silva.
Ronpa para meninos
A 1$. I00 e
Na nova loja /da ra da Imperatriz u. 32, sf
vende um variado sortimento de vestiarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
nha curta, feitos de brim pardo, a 4/0G0, ditos
de moleequim a 4/500 e ditos de gorgorito preto.
emitando casemira, a 6/, sao muito baratos ; n
oja do Pereira di Silva.
Fazendas finas e modas
3*-
3*
-Roa da Imperairli
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se aa roupas abai-
xo mencionadas, q le sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgorito diagonaes e
acolchoados, sendo fazendas muito en-
S t. Ra do (abusa t R
r Bastos A V.
(TELEPHONE 359)
Avisam as Exmas. familias que receberam d
Paria:
Lindissimos cortes para vestidos com tecidos di.
mais ral pitante novidade como sejam: Etamint
com bardado a retros, seda crua bordada a capri
cho, Cachcmire com enfeites bordados a fil
Mod. 1886
Valentionne en ecorce d'arbre.
Primorosa escolha em vestidos eom 20 metros dt
la ligeira, tecido anda na > conhecido aqni.
Cores e desenhos novissimas us seguintes fa-
zendas de seda, la e algodo. Etamine, Surab. Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsaee, Cachemires.
Ezplendido sortimento
Em leques, luvas, espaitilhos, lacos, lavaliret
meias, I nces e muitos outros artigos que se ven-
dem por precos sem competencia.
Engenlio Reanlo
Cabriole!
Expsito Central
/ende-se ou arrendase o engenho Recanto, Ve ide-se por baratissimo preoo e em mnito bom
situado no termo de Serinbiem, moente e corren- estado um cabriolet de dous assentos, quatro ro-
te d'agua, com boaa trras, etc. ; a tratar coa das e arreios para um cavallo ; a tratar na co-
Manoel Ferreira liartbolo, a ra do Bem Jeeus ebeira do Candido, ra da R da.
numero 4.
Damiao Lima &
ment em liquida
F
Vos dentistas
Bonito cvalo
C. intitnlaram o estableci-
da ra larga do Rosario n.
38, por EXPOSUjO CENTRAL para assim se
tornar bem conhecido d todos, pelo que chama a
atencao especial das Exmas. familias Dar os
precos seguintes
!etros de plics a
Bonecas inquebraveis
I Metros de arquinhos 120 e
/ende se um estojo com todas as ferramantas e Vende-se um b nito caval o caatanho, bom a-< Pecas de bordados finos a 300 o -
accessorios necessarios arte dentaria ; na ra do dador e mnito novo : a tratar na rus do ..larqut.: Garrafas com agua florida a 700 e
Mrquez de Olinda n. 8. ; de Olinda n. 8. Frascos de oleo oriza por
Fita parfacha, n. 80
Carreteis de 200 jardas a
Inviseveis grandes a
Ditos menores a
Brinqnedos para meninos a 200, 300 e
Caizinhas para presente a 2/500 e
Meios fio de sedapara senhhora a 1/ e
La para bordar de 2/800 e
Fita cbineza o maco
3/000
80
320
300
500
(f(
1200
40C Dito de algodSodito
1/500
160
400
l.'OOO
uoeo
Massinhos de gr ampos a
Macaquinhos acrobticos a
Botoes, fitas, leques, perfumarlas, bengalas
sonras e outros muitos artigos que b com a vista
na Exposicao Central no larga do Rosario n. 38.
3<0
240
20
leo
te-

DAS


CORRE NO DA il DE MARCO
ra i ,.... l .
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te oteria est habilitado a tirar 10:006$000
Os bilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz,
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 23 de Marco de 1886, sem falta.
praea
d
a


rCRAi
n
A
N B. O premie prescrever
. TTB M um auno depois da extrac^ao. WW 99
- DOS PREMIOS DA O PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 481, EM BENEFICIO DA MATRIZ DE CABROBO', EXTRAHIDA EM 16 DE MARCO DE 1886
NS. PREMS. NS. PREMS. i. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS , NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMb. NS. PREMt '
10 44 239 4* 491 4* 759 U 980 u 1215 49 1446 44 1674 44 1907 44 2180 44 2402 44 2609 44 2885 44 3094 44 3312 84 3621 44 3808 44
16 42 92 60 81 18 54 88 11 89 6 - 10 90 96 14 44 26 3*4 10 1
17 43 96 63 85 19 .# 59 89 21 91 7 - 12 - 2903 3111 -- 16 27 44 12
20 46 504 69 89 26 65 92 l4 32 95 11 - 17 - 7 20 21 4:ooo 31 13 14
21 51 10 70 95 tm 28 66 __ 94 44 37 2201 13 - 22 8 24 27 44 32 14 U
25 - 55 16 72 1015 U 36 _ 70 _ 95 42 10 21 Itt 24 - 9 25 35 33 ^^ 15
36 58 17 76 ^_ 16 39 __ 72 1718 48 13 26 44 34 11 29 39 35 17
37 65 22 83 20 45 _ 73 21 58 15 35 - 38 13 30 . 41 38 22
"38 68 35 87 _ 24 47 __ 76 25 61 16 36 42 *4 16 31 43 41 O _
39 69 43 - 89 ^ 37 _ 49 __ 85 28 64 i 4 19 37 65 44 18 39 45 42 33 ^^ >
45 92 54 ! 802 46 tood 50 94 86 30 73 U 21 a*4 39 69 - 19 41 55 43 38 i
*9 307 61 u 3 8* 51 44 55 44 87 31 80 1*4 28 44 47 72 20 43 56 60 50
51 10 62 -- 4 4| 52 57 90 37 81 44 31 48 79 - 21 84 45 70 63 59
53 14 64 ~ 10 8 67 60 IBM 94 39 91 33 49 83 27 44 46 - 76 65 69
56 ' 27 65 11 U 68 ^_ 62 --- 97 40 2002 35 84 51 - 85 84 28 49 -- 78 67 104 70 |_
58 28 67 13 69 sy^ 74 98 43 8 43 H 57 - 86 4& 33 58 ^ 81 71 44 75 _
60 29 70 15 80 77 --- 1503 47 22 46 64 - 87 - 56 68 __ 88 73 79 _
67 " 31 76 19 S 81 78 6 51 23 50 73 - 96 57 69 94 77 88 WH
77 34 78 23 H 83 _ 90 9 54 24 ~ 56 91 97 - 58 70 3409 83 92 _
SI 39 83 24 - 87 93 --- 11 68 31 60 94 - 2704 64 71 11 92 93 .MSI
83 41 90 25 90 l 96 17 69 36 65 97 - 6 76 76 12 3702 _ 96 84
85 45 95 27 95 l> 1301 22 74 46 66 2504 10 78 14 77 13 12 84 97 4fi
89 52 es 600 29 98 44 4 --- 23 80 84 47 80 a*4 9 12 - 79 44 79 _. 17 19 44 3901 _
90 55 U 4 31 99 mW 5 --- 24 87 84 49 89 44 10 24 - 80 __ 87 _ 24 21 2 _
91 60 17 36 1107 _ 11 27 34 88 U 54 2300 14 25 - 81 92 28 22 84 7
94 61 20 40 8 _ 19 36 44 1800 57 2 15 41 - 87 96 . 30 24 44 11
97 64 21 47 22 21 38 1 58 84 7 17 - 42 - 90 98 ^^m 50 __ 28 14 _
103 74 35 48 23 ^m 22 - 46 __ 3 60 44 8 20 49 - 92 3204 _ 59 __ 29 15 t
7 78 41 54 24 23 --- 51 1004 19 68 84 10 23 50 98 17 _ 73 __ ^1 17 .M
8 85 79 " 42 57 29 84 27 --- 54 44 22 75 44 11 24 59 99 21 __ 75 *J l 19
14 4* 81 49 8* 58 31 44 33 59 25 77 19 37 60 SO 12 33 *4 88 35 28 ---
22 83 * 54 u 62 34 38 63 26 79 4 31 38 70 16 __ :-5 44 97 39 * 34 1*4
29 84 ^~ 59 63 36 ^_ 48 64 27 8ft 44 35 .. 44 - 71 - 19 t4 36 93 40 J *> ' " 38 44
30. 87 60 68 37 __ 50 1004 72 30 87 40 \ ~ 46 76 22 44 41 __ 3507 4 46 52 68 75 79 43
45 94 8* 73 74 48 53 44 93 34 90 ^^^ 43 52 - 81 24 47 8 44 _
50 403 4 76 81 52 __ 58 95 84 36 99 _ 44 _ 53 93 26 50 10 50 _
52 5 80 900 60 63 96 44 39 . 2108 __ 46 55 97 31 . 52 _ 14 52
57 6 88 4 69 70 1603 _ 42 9 __ 49 56 2806 34 53 __ 20 61 ^^
58 10 89 6 72 88 7 _ 52 ^ 18 __ 51 57 - 18 - 38 58 __ 30 80 62 _
64 12 90 10 75 97 17 ._ 55 - ti 61 - 59 20 - 40 ti5 41 83 66 ,
63 24 713 11 - 76 1402 18 _ 60 25 63 - 60 - 28 - 45 - 68 53 87 69 gykas>
70 32 15 12 77 3 23 66 28 69 64 *4 35 50 71 59 92 72 _,
75 33 20 13 80 6 -4 27 70 30 70 *4 65 44 m 55 72 82 x't V)3 73 fjM
86 35 21 41 - 81 10 44 40 _ 72 __. 31 74 44 68 84 39 63 _ 73 3604 XJv 94 97 4*0 74 ^_ . .^H
37 36 24 53 1 83 12 60 73 _. 33 ~ 75. 69 44 52 - 66 76 9 82 ^^
97 38 8/ 26 8# 56 ** 87 16 84 56 , mm 79 _ 39 76 tm 75 53 75 77 10 86 *4
201 40 u 29 4* 62 1 89 17 44 61 __ 84 63 77 __ 99 54 77 87 12 98 87 4#
5 49 41 69 94 24 - 62 __ 87 . _ 64 4 85 _ 2602 57 78 89 13 M 99 88
6 52 48 76 1206 32 66 90 _ 65 44 92 ^ 3 fl:oo4 59 - 79 92 84 15 _ 3800 1 5 89 ^*a
35 76 57 79 8 42 69 1901 77 94 --- 4 4# 63 86 99 44 19 - 91 r<


8
Diario de PcrnainbucoQurta--feira 17 de Margo de 1886



j
LITTERATUPJ
OS F1LHOS
DO
3 ^.3NT30X30(0
POU

CAmsu
AS
QUAHTA FAHT2
grutas d"Elrela
( Continua^ao do n. 61 )
XLI
O THESOUBO DE LA CHESNAYE
. elle s I "Emfin I tenho anda necossida-
de d'elle. Ma*, paciencia, depressa se-
rei o nico senhor !
Concitando esta reflexlo, de que a ex
pressao sarcastica da aua phyaionomia tra-
bia o sentido, elevou os olhos sobre mestre
Eudes. Este continuava as suas praticas
rayateriosas, parecendo entregarse a urna
invocajao, e psalraodiando, eui voz alta e
com un rythaio estranha, pbrases pro-
nunciada) era linguagem incoraprehenai-
vel.
Camaleao e Ricardo asaistatn com ter
ror supersticioso a esta scena que os rene-
xos das pedras, do ouro, diamantes e es-
meraldas, tornavain ainda inais singular,
Diana, que Reynold deixara eaeorregar
para a trra, e que, sustida pelo jo ve a,
ticou de p entre seus bracos. Diana olhava
sem ver e ouvir sera comprehender.
O seu estado de prostajao era tal que
c la nao podia ne.ii ten'.ar um raovimento
nem articular um som.
Quanto a Aldah, meia desmaiada entre as
raaos do bandido que a trazia, pareca en-
tregue a um abatiraento tilo grande como
o de Diana, nicamente este abatimento
tioha todos os caracteres de absoluta res-
gnaoslo.
A sua raao direita apertava sempre as
Ricardo e CamaleSo estremecan! sem
ousar articular urna s palavra. Reynold
ancava olhares chanimejantes sobre esses pregas do vestido as quaes eslava enyoj-
1BU Vtnm '' fratrmemtn dn ramo dfi coral. 6
quatro repartimentos, pensava que Hum-
berto estava morto, Mercurio preso, ira
tambera raorrer, e que a parte da rique-
za de seus dous irraaos tiearia para elle
s!
Depois esse olbar <-arregaio de um tr-
plice sentimento de ambijito, de alegria e de
triumpho, encontrou o velbo, e desvane-
ceu-se. Nio era aquelle a quem chamava
seu pai, que Reynold via no centro des-
aes thesouros, era um bomem com o qual
era ne-esssario repart os.
Oh raurmurou elle, so fosse s eu !
E o bandido fascinado pelas podras, tu-
do esquecia, a sua situado critica, os meio*
de escapar a seus inimigos e at mesmo a
joven que trazia cm seus brajos.
Mestre Eudcs aeariciou o lelo e demo-
rou-se calmo e impassivel no centro desses
thesouros.
Finalmente Reynold veio al elle.
__Meu pai, disse com voz comino vida,
vido o fragmento do ramo de coral, o
que tornava inuteis assira ao velbo La
Chesnaye os outros pedajo> da arvore
mgica.
Repentinamente mestre Euies fez urna
surda exclame jilo, bateu cora violencia nos
varSes de ferro que cobriam o solo, e es-
teodendo urabrajo, emquanto que com o
outro se apoiava sempre ao tabique de me-
tal, ficou immovel !
Camaleo o Ricardo olharam-se com as-
sombro, Reynold empallideceu o levou a
raao fronte como se fosse tomado sbita-
mente de vertigero.
- Que isto? exclamou elle. O pe-
nhasco abysraa se no mar.
Silencio ordeaou mestre Eudes.
Tremores ligoiros, mas inceasantes, fa-
liara mover os var5es de ferro das paredes
e do fundo.
As podras rolavam urnas sobro as outras
o ouro fazia outro tanto, os mais objectos
batiam uns nos outros tremendo como se
, V ,i,.c,.pr t anu' batiam uns nos outros treraenuo cora
sem mechido cada um dos repartiraentos
mestre Eudes.
Mas esta caverna nao
tcm sahida al-
guraa.
__ Queres "dizer, que nao conheces sah
da alguraa.
__ Porque I. poderemos fugir?
Disse lhc que faria ura railagre para
convncelos c salval-os, e assi .. ara.
Reynold fez ura gesto de impaciencia
as patarras de seu pai irritaram
pticismo invencivel.
Depressa, isse elle, depressa o ps-
rigo camiuha.
__ J te nao araeaja o perigo, insensa
to I e::claraou o velho, pois que eu te prote
p.! Escuta Foste tu, Reynold, que aju
dado por Humberto e Mercurio, eolloeaste
era roda desta averna o ferro que a sobre
e a poe ao abrigo de todo o perigo. Ests
certo, assim,-que nao existe coramunica-
jao alguma exterior.
Estou certo disso respondeu R y
nold.
S aqu, re:onhe.ceriiis que nilo po-
derlas encontrar ouira sabida alm
quella que d para as gru M '
R-conlic.eria !
Bem ojha e nao cuvides porque
ha voz, ao meu ges.o una sahida vac
surgir e dar paasag
XLII
OfTBO SEGBKDQ
E o velho, caminaando par.t
enverna, apoiou a raao direita
Estes tres horaens sentiam o solo tremer
debaixo de seus ps e parecendo-lhe que
elle fasia um moviraento de deBcida. O
1 ao pareca sentir os effeitos do um poder
oceulto : tremendo e humilhado deitou-se
ao ps do velho.
Este sempi-d calmo e de p, continuava
o seu cntico montono um instante inter-
o seu se rompido.
Apaga o arohoto disse elle com voz
vibrante dirigindo se a CaraaleSo.
O bandido, dominado, obedeceu no mes-
mo instante.
Abaixou at ao solo o brandao inflam-
mado e poz um p sobre o fogad.
Mestre Eudes deixou ao mesmo terapo
cabir a lampada que nao cessara de sus-
ter n'uma das raaos.
A caverna ticou em escuridao completa :
mas esta escuridao foi depressa combat
da.
Um sem numero de faiscas saltaram e
cruzaran] so em todos os sentidos.
Depois as trevas tornaram-se eapessas,
mas opaca-.
Que as ondas me obedecam disse o
velho La Ohesnaye com voz sonora. A
mira o mar !
Ainda nao tinba concluido quando um
panno do rochedo se abaixou e, cahindo
era declive, veio formar urna pequen praia
sobre a qual vinhatn bater as ondas.
Um 'lia luminoso psnetrou iraraedUta-
n;eate na caverna, cujo aspecto estava
completamente mudado.
A prele aluidaestava no centrodaquella
d'a
no, mas a sabida formada polo penbasco
era tao poderosa que nicamente se via
o cu n'utn longquo horisonte.
Um silencio perturbado pelo ruido incea-
sante das vagas reinava em redor dos ban-
didos.
O mar obedece-me! dase o velho
com voz grave e co-n acento triumpbante.
Reynold approximou-se.
Meu pai, disso elle em voz baixa,
explicar-rae-ha o singular segredo do phe-
nomeno a que acabo de assistir. Como foi
que esta caverna situada a mais de dez
bragas ao de cima do nivel do mar, se
abaixou at elle ? Aonde est o seu meio
de acc3o?
Aqui I responieu o velho designando
o seu crneo.
Mas que forca poz em moviraento.
A dos espiritos elementares.
Meu pai disse Reynold impaciente.
Que! exclamou o velho; ainda du-
vidas ?
Nao posso acreditar o que nao pode
ser.
Bem! fica as trevas, insensato,
que recusas abrir os olhos luz Desco-
nheces o meu poder / Lucra com esse po-
der, e nSo procures explicacSes, eis a i-
berdade, parte !
E mestra Eudes elevou o seu dedo para
o Ocano.
Pode-m s entao fornecer tambera o
meio de andar pelas on las T perguntou
Reynold.
A' esquerda da gruta encontrars
amarrado um barco ; mas para fugir com
toda a seguranza, meu filho, preciso que
esperes a noite, pois os penhascos estao
guardados, bem sabes, e seguiriam o teu
barco som que pudesses oppor urna seria
resistencia.
Ten razao, disse Reynold depois de
um momento de reflexao. Esperemos 1
Depois de alguns instantes de novo si-
lencio mais demorado que o primeiro, Rey-
nold abandonou Diana as mos de Ricar-
do do qual se approximara. e agarrando
os bracos de seu pai, puxou o velho, por
um movimento cheio de profundo respeito
para a outra extremidade da caverna trans
formada em gruta.
Mestre disse elle com voz commo-
vida e inclinando-se para dar a es e norae
quo nunca sahira de seus labios todo o seu
valor soberano, mestre! o seu discpulo
inclina-se perante o seu poder sera limites.
a Nao quero discutir os raeios do ac-
ciio nos quaes o meu espirito se- recusa
acreditar ; mas o que reconheco humilde-
mente o seu geiio superior.
o Mestre I realmente grande, forte,
est ao de cima de tod >s os outros ho-
raens Declaro a rainha fraqueza !...
a Iostrua-m e ainda, nao v em mim
maia do que um discpulo, o nesse disc-
pulo encontrar obediencia, submisso -e
ardente desejo da sciencia I
Escutando estas plavras, o velbo ele-
vara se em toda a sua altura magestosa.
- Dizes a verdade, Reynold ? pergun-
tou elle.
o centro da
a imia das
travs de forro, depois levantando owayo^ ^ ^ & ^^ Q ferro qUfl dava e_
esquerdo, pronunciou ein voz alti palavras ^^ parn r e8carla em que se viam os
my.-:ieroaas. ,legraos que tnbam conduzilo ao centro
i: ynold olhou-o fixamente e voltando se ,jos thesouros os quatro homens e as duas
ies'lcuhosimente encolheu os hombros umlheres. A caverna tornara-se em gruta,
sera que o velbo tvessse podido aperceber Ao de cima della avanjava, formando urna
esto sgn-1 de desdera. sabida enorme, toda a raass;. do penh^sco,
. Que desgra9a pensou elle, estar tanto: e o mar vinha banbal-a com doce murmu-
alliado a uma tao forte deso de su-1 rio.
Tanta pantomima para Em trentedelles, o vetJ <
genio
persticao ridioula.
fazr mover um
macbinismo conbeiido por

i FILM 110 SINEIRO
POR
r.
:: mwm
Contnuar,r'0 el o n. 61)
(u poderia elle dizer-he em preaenca
daquello coraraissario de polica que, f--liz
mente, nao havia asssistido aquella sce-
na ?
Rosa e sus dous amigos ah estavam
ve: lado, raas Hugo na Ja tinba que rscon
der-Iiies ; porqua pod a contar com a sua
discripSo, l.llade o sympathia.
Esqn- ea, p iis, innn ntaneami-te os trai-
dores que qui'ria punir e tjrnou a ser um
magistralo simpl-sinente.
Exponba-me os fa :tos, senhor, dase
ell" ao e.omiuissaiio co n una serenidad'-
qu- causara pasmo a Mnades e a Dsu-
brac.
- Fis aqui o que se passou, respond^u
o agente j u liciario. Dous gUi,r (as da paz,
:;> ns ra Cassette,
for::i!. llamadas por uma vi Iba que grita-
va pjr soccorro. Entraren) no pateo daca
sa donde ella sahio o Tiran um horaem
janella pir umaosiada decor-
ara n'o o luvaram n'o ao com-
mis bomem declama que
Fabregu
)r', seja Deus louvalol Fabreguet
te nao morreu, disse a meia voz Mora
toe.
Pretende ser amigo do dono da casa
panbeiros tinhara a immensidado do Ocea-
Eu o juro, mestre I
Declaras a tu,a interoridade?
Declaro a humildemente.
Reconheccs finalmente o valor da-
quelle que te falla ?
Reeonneso I
Todo o pensamento de orgulbo, de
revolta, de duvida est extincto em ti ?
Acredito cegamente na sua sciencia,
mestre.
mm Sers sempre um discpulo dedicado
o fiel ?
Juro-o, mestre!
O velho sorro e a sua phyaionomia illu-
mnou se cora um raio de alegria que, por
um instante, fez desapparecer a feial-
dade.
A lib?rdade est deante de ti, disse
elle, neste momento j nao tens ncessida-
de do meu poder, e devo a-reditar-te !
Para nos dous o poder supreno A ti as
alegras da trra ; a mim o segredo da vida
eterna I Encontrando esse segredo, Rey-
noli, ters a tua parte. Lembra-te nica-
mente que preciso que o sol nao tenha
tercera vez feto a sua corrida sera que
tenha minha disposicao o ente humano
que quebrou a arvore mgica ; s o san
gue pode agora fertilisar a minha o', ra, a
aentenca do destino rreparavel.
Mas pode servir so do sanguo de um
dos giriantes mortos esta noite ?
Falta-me o seu. cadver !
Desigoe-m'o, mestre; tel-o-ba Mor-
to ou vivo, que eu possa reconhecer aquelle
que procura, e antes de vinte o quatro ho-
ras estar a sua merc !
Bem, meu filho A noito quo se
seguir ao da de araanh, depoia da ter-
ceira hora do se descubrir a la, dir te hei
o nomo dellc !
Ha de sabel o ?
Sim !
Como?
A sciencia m'o revolar hora que
te indico.
Porque moio?
Mestre Eudes designou Aldah.
Por ella ? disse Reynold espantado.
Sim? respondeu o velho com accen-
to afrmativo.
Mas Aldah nao pode fallar.
Fallar.
Diase-me, mestre, que at aqui to-
das as suas tentativas tnbam sido mallo-
gradas ?
- Sim?
Ello a far fallar, repoto Eudes!
Van Helmont?
Sim!
Fallar esta nnito ?
Sim I disse ainda o velbo.
Na sua presenta ?
Na minha prosenca !
Quer anda entregar-lho eaia mulhor?
Esquece de que utiiidade ella lhe pode
ser, meu pai Esquece que nos devo re-
velar os segredos dos thesouros de Van
Helmont I
Nada esquejo, Reynold 1 Aldah fal-
lar, Van Helmont a far obedecer, mas
nos l estaremos. Nao me disseste que
forjaras Van H-.lmont a soprar o fogo
dos meus ornos, se sso me approuvesse.
Sim, mestre, j lh'o disse e repito !
Para alcancar esse fin, para obrigar Van
Helmont, nao heaitarei em ameajar a vida
de Aldah, o entrgala s maiores tortu-
ras, suspendendo a morte sobro a cabeja
della!
Bem, esse o meio que nos empre-
garemos 1
Mas isso nao se pode fazer neste
momento !
Porque ? porguatou mestre Eudes.
Porque, respondeu Reynold animan-
do se, necessario antes de tudo restabe
lecer de uma manera inatacavel a minha
posicao, agora aineacada, do conde de Ber-
nac. A esta hora em quo todas as sus
peitas estao dispostas, roubar Van Hel-
mont, seria uma falta grave. Esto ho-
rnera, este nmigo poderoso, j aecusou o
conde de Bernac de nao ter dreito algum
ao titulo que usa. Se Van Helmont des-
apparecesse em idnticas crcumstancias,
todas as suspeitas recahiriam sobre aquello
qno j o accasou e quo provar assim o
medo de taes accusac'es. A situajao,
longe de melhorar, tornava-so ainda mais
diffieil.
La Quiche, d'Herbaut, o Sr. d'Au-
mont, sao poderosos na corte, e todos tres
amigos do protegido de Van Helmont,
desse barao de Grandair quo necessario
esmagar primeiro quo tudo, nao o matan
do brutalmente, mas destruindo, sem que
ellas possam renascer, todas as pretencoes,
que raanifesta.
O nome e o titulo de Bernac tcm uma
parte da nossa forja, pois que nos permit-
te percorrer os degrs superiores da es-
cada social, e sSo de absoluta necessidade
pelo acert do plano que tracei e que lhe
confiei, desse plano, o sonhe de toda a mi-
nha vida. Nao, meu pai 1 nao tentemos
nada contra Van Helmont muitos olhares
interessados se fixaram sobre ele... Es-
peremos
(Continua)
Echos Fluminenses
CACOETES
cor-
e declarou rae que acab*va de encontrar,
no quarto ero que entrou pela janella o ca-
dver de um pequeo. Pensei, a pricipio,
estar em presenca de ura dou lo, o nao es-
tou muito certo ainria so tile o nao .
Contou-me urna historia por tal modo ex
traordinaria.
E o que fez delle ? interrorapeu o
Sr. de Mlveme.
Como j tive a honra de lhe dizer,
Sr. juiz, levi-o aomeu collegada cit, que
o interrog-m e que pansa que esse hornera
na) mente. Alm disso, nao tem appa-
reneia de ser ello quem comraetteu o fes*
sassinato da ra Cassette ; por isso qu"
toinei, sob a minha responsabilidades tra
zel-o aqui.
krrtflo est l em baixo?
Est, sim, senhor, escoltado por deus
agentes, dentro de um carro.
Bem : entao v bu>>cal-o.
O -oramissario sabio c o Sr. de Mal-
rerne, depois de ter convidado Rosa e
seus amigos para fiearem, disse em tora
breve :
J estou resolvido a nao pedir a mi
nh* demissao boje. Quero acabar eom o
traidores. O snibor s bao do rae auxi-
liar b cunto eom o seu silencio.
Ninguem dase urna palavra.
Uaubrac e M-rinde; compre! end-ram
que nao er ocoimiao para fallar. Rjsa hor-
rorssda perguntava fe si mesmo o que ira
faz r de saa raulher aquelle marido justi-
. iro
Fabril, tte, c nluzido pelo tommissa-
rio, l-z una entrada tli a'rd : appa-cceu
do cabeja des oberta, cabellos esgadelha-
dos, roapa era frsoglh >s, queimado e t-em
;umprim"ntir os seus alliados. Tinha-lh;
ra va por haverem abandonado e deixado
in. t*r Sa-ha. Enectou a narracSo das suas
deploraveia aventuras, sera nada erait:ir e
sera transtornar a verJae. Nem mesmo
rtden ro magistrado que a casa da ra
de Marb >.i ardendo e que fora elle
quem l'a tinha laucado fogo. Ninguem o
interrompeu e qnan 10 acabou :
Est solt, disse Mlveme, mas pe-
co-lhe que acompanbo o Sr. commiasaiio
que vai iinmediatainente para casa do Sr.
de Meriadeo. Esses senhores tambera l
vao o ah ter&o a bondade de me esperar.
Estarei l d'aqui a meia hora.
Foi preciso obedecer. O commissario niio
podia deixar de executar urna orden dada
por ura juiz e os outros pensaram quo o
Sr. de Mlveme quera ter uma explica
cci a sos com sua mulaer.
Pcrle-lhe, senhor, raurmurou Rosa
Verdire, quando passou perto do juiz.
Este ficou fro como gelo, e a pobre mo-
ja sabio convencida de que a culpada es-
tava irre ncdiavelmente perdida. E nao se
liavia engaado. Hugo de Mlveme ha-
via conderanado mulher e amigo. Mas nao
quiz punil os antes de ter desempenhado
at o fin os seus de veres de magistrado.
Alu diasi nem mesmo sabia ainda como
liavia de vingar se.
Hugo, antea de tomar uma deeso de-
finitiva, resolveu significar simplesraente a
sua mulhor quo esperasso a sua volta, e
fez-so con luzir para casa do Meriadec.
Conceda a si mesmo algumas horas de
refl-xito de que elle careca para se acal-
mar. Estava tao axei'.ado, quo se nio acha-
va em estado de raciocinar.
Chamou o criado do quarto para que o
annun :iasse a Odetta e nilo ficou pouco
sorpr hend lo quanlo soube que ella aca-
b iva de sahir do pilacio e a p, comaun-
to o carro cstvesse pro rapto.
Caluulou que t-ria ido casa do aman-
ti e acudi lhe a idea do ir matar a ain
bos.
Mis a vinganja prato que se deve co-
nj'-r (rio, dizia C> zar Borgia, que era en-
tendedor na materia, e o Sr. de Mlveme
u a sua pira o da 82guinte.
Esperavam o na ra Cassette. Foi para
ahi que elle se dirigi.
XI
Depois da sahida do seu amigo Hugo
o cupitao esraagado palo peso dos remor-
pass^ra urna hora, iumovel, aniquila-
da o meditindo era projectos do suicidio e
ousmdo apenas encarar a terrvel situa-
jao em que um amor culpavel o tinba lau-
cado, v
Esta situajao era ura boceo sera sahida.
Como sahir della. Matando-se ficava des
(Do Paiz)
O cacote !
Quera ha neite mundo, por mais
recto e elegante que seja, que nao tenha
pelo menos um ?
E felzes os que tns s um, porque co-
nhejo creaturinnas de Deus, que tm mais
de dous, e alguns at bem feios!
O cacote, cuja paternidad rauita gen-
te ftttribue ao syatoma nervoso, filho le-
gitimo do habito; desse hab a do
qual na semana passada xpedi ligeiras
observajSes.
O syatoma nervoso urna especio da
bode expiatorio.
Sobro o seu largo costado pesa a res-
ponsabilidad de muti cousa.
Uma cranja tem o capricho o mas ex
travagante, que se possa imaginar: quer,
por exemplo, cuspr ni careca do av ou
quebrar toda u louja Jo casa. 0 pais op-
poera-so a tao funestos designios. Ella
chora, grita, esbraveja.
Que pedujo do malcriado, dirlo os
leitores.
Coitadinho do meu filbinlic, muto
nervoso, diz o pai, afagando-o ocobrindo o
de bejos.
Ha donas do casa que vivera em cons-
tante rixa com os fmulos.
S2o nervosas.
Nervosa tambera a esposa que traz o
marido de canto chorado, obrigando-o,
forja de belisc3ea, a andar como as rmUs
de caridade de olhos baixos.
O estudante reprovado, opoltrao, o ora-
dor que diz asneiraa, todos os que com-
mettem, erafira, uma cincada qualquer,
desculpara se inmediatamente com os er-
vos.
Nilo para admirar, pois, que sobre elles
pose a culpa do cacote.
Ha cacoetes graciosos c outros horri-
veis.
Conheci um aujeito quo ficou loueamen-
te apaixonado por certa rapariga, nao por-
que esta fosse de uma belleza ideal, pos-
suisse os raais bellos dotes do espirito ou,
raelhor do que isto, soiscentas apolices da
divida publica funlada, de um cont de
rail cada uma; mas porque entortava li-
geramente a boca quando fallava.
O cacote deforraisa-no3 a physionomia,
introduz-so nos gestos e vicia-nos at o dis-
curso.
Sujeitos ha que estao constantemente a
piscar os olhos.
Outros a fungar.
Outros esticara o pescojo como quera
procura alguraa cous>.
Outros raordera o labio inferior.
Outros passara todo o santo dia a ar-
rancar cobellos do bigode.
Este entende que deve puxar a barba
para diante.
Aquelle puxa-a para tras.
Entre os cacoetes graciosos chamarei a
attenjo dos leitores para um, que parece
ter-8o tornado ltimamente privativo do
bello sexo elegante.
Consisto o tal ccete em passar ligera-
mente a pontinha da lingua cor do rosa
sobre os labios avelludados.
Ser moda ? Os cacoetes no gesto e no
discurso sao de uma variedado infinita.
Ha sujeitos que, quando fallara, tm a
raao espalmada ao lado da cara, como ura
biombo, e repetem na conversajo a cada
passo serapra a mesma phrase.
Ahi vai ura exemplo :
Estivo hontem com seu pai etc. etal;
elle est agora bem forte, depois daquella
viage.ra que fez Europa etc. e tal. Ora
nao ha nada como ter dinheiro etc. e tal.
II i muito terapo que nao vejo seu mano ;
c um bom rapaz, muito intelligente, agen-
ciador da vida, etc. e thl.
Outro :
As cousas v?o muito mal; este paiz
vai garra, percebe ? Na minha opiniao cu
endireitava isto, percebe ? com uma gran-
de correte de iramigrajao, percebe? de
todos os paizes do mundo.
Outros, em vez doet cestera e tal e
do percebe empregamem suma a, -
em ultima analyso,e tal e que com que,
j vio,est entendendo e outras phra-
ses quo seria longo enumerar.
J ouvi ura professor coraejar a sua pro
leejio do seguinte modo :
Emfira, meus senhores, vamos tratar
hoje do....
Um da, em Friburgo, mesa do hotel
Leuenroth, um sujeito disse-rae com toda a
conviejao :
Sr. doutor, parta deste principio
Nao ha nada como a cozinha brazileira.
Dahi a pouco disse ainda :
Parta-deste principio Os liberaes nao
t ii ideas.
E ainda ma
Par '-este principio S Deus
grande.
Ora, eis ahi um typo para o qual os prin-
cipios, de que constantemente parta, eram
verdadeiras conclusSes.
Cacoto interesante o dos sujeitos
que agarrain-nos u u botao do paletot o co-
mejam a torcel-o, destorcol-o o destorcel-O,
emquanto dirigem-nos a palavra.
Outros, em voz do botio, esfregam-nos
a mao suja e suadu sobre u gola do casa-
co, fingilo que a querera limpir.
E os qu > nos dao estocadas na barriga
cora o furabolo ?
Conheci um sujeito que tinba o sstro de
tocar com a ponta do chapeo de sol em to-
dos os objectos que va.
O pobre diabo passava por martyrios in-
crveis.
Elle resolva, por exemplo, tocar-te no
hombro, caro leitor.
Andava, parava, disfarjava, al encon-
trar-te o hombro a geito.
Quando chegava o momento psychologi-
co, zas, tomo pontera de chapeo de sol.
A victima voltava-se, elle dizia com fin-
gido ar rsepeitoso :
Desculpe-me, nao foi por querer.
E segua muto satsfeito por ter curnpri-
do a su i inissao.
Urna ponteirada de chapeo de 3)1 man-
qu era caso para pl-o de cama.
Vi-o ura da. porta do Hotel de Lon-
dres, espera que urna tartaruga, inmer-
sa dentro de btjuda tina, puzessa tona
d'agua a cabeja, afira de fisgal a.
E fiagou-a.
Ha um cacote terrvel, horripilante ;
o dos quo estao constantemente a cuspr.
Uns cospem de esquicho, fazendo sabir
o jacto da saliva por entre os (lentes finos
e q'iasi imperceptivel como o liquido que
irrompe de uraa bisnaga.
Outros escarrara grosso, atirando cora
estrondo tudo o que Ibes vera bocea.
De todos os cacoetes o mais offensivo.
Ha tambera o cacote dos que estilo a-
cess nteraente a puxar pelo nariz.
Se eu tvesse este cacote, de que que
tamanho j nao estara o meu I
Emfim o cacote o diabo.
O habito escravisa-nos.
E cobre noa tambera dn ridiculo.
Franca Jnior.
VARIEDADES
cansando por sua parte, mas o que sena
feito da sua curaplice.
Partir cora Odetta, deixar para sempre
a Franja, ir esconder os seus amores adl-
teros no estrangeiro ? Elle, um bravo offi-
cial que nunca havia recuado diante do
perigo, nem d;ante do cumpriraento de um
devor 1
Parecia-lhe que seria covardia.
Talvez mesmo que, sem que a si mes-
mo o ccnfessa8S9, tivosse outros sentiraen-
tos para com a amante. Tinba lhe cabido
a venda dos olhos. Via a agora tal qual
era, e via so a si proprio tambera. A pai
xSo havia arrastado ambos at o pinto de
lhcs fazer esquecer que a sua falta era mu
crirae. Agora a reflexao raostrava a Jae-
ques o reverso do seu amor, isto a trai
eo era todo o seu horror, e Ojetta cora o
aeu verdadeiro aspecto.
Estas crueis verlades apresentavam-se
a Saint-Briac, o nao achava outro dson-
lace possivcl seoao uma ruptura completa
e definitiva.
Partir s, partir immediatamente sob um
protexto qualquer, e avisar Hugo da sua
partida, 831 dizer para onde a.
O pretexto estava achado. Poda cscrc-
ver-lhe que se afastava para acabar por
uma vez com uma situ.ijao falsa, o p^ra
ilar tempo ao seu amigo do reconhecer que
as suas suspeitas nao tnbam nenhuma ra
to de ser.
Hugo cora certeza nao levara a mal a
resolucao do aeu amigo. E Odetta eom
prehenderia qu- o seu amante quera rom-
per as suas re ijoea com ella.
Seis mezes do ausencia de Jacques ha
viam de screnal a, tanto mais quo nao
poderia comuuutoi a loucura de ir ter com
elle visto que no sabia para onde tinba
do.
Para onde iria elle r O mais longe que
possivcl.
1',-msou no principio na Italia, m-is a Ita
lia, demasiadamente perto. Occorreu-lhe
una dea; porque nao ria pa a Russia.
Ah pedera ello tomar inforraaeoes sobr a
mil de Sacha e sobro aquelle pseudo mos-
covita quo em Pariz fazia de heapanhol e
que naturalmente nao era de nenhura paiz;
Aii Brsil
Saint I Brsil, Saint paya ou l'eip/aucc
Ryonue chaqu paa et daa chaqu existence;
J'aiuie me tran3porter sur tes fleuvea d'arg.-nt :
J'aimc tes belles tteura au parfuin euivrant.
Je comprenda ta grandeur, j'admire ta puissance ;
Ton nom a retendi juaqu'an casar de la France,
(,'omme un echo lointain dea peupk'8 renaissauts
Oui l'avcnir est l, nous diseat tes infanta.
Son aceent gnreux daa votre coear palpite
Sous votre doux climat la posie habite
Et lea beaux sentimenta vivent en libert ;
Sur la terre de feu, toujours verte at fSeoad,
On y vient respirer de tous les points du monde
L'air impregn d'amour et de fraternit.
Paria, 20 lvrier 1886.
Cakolixe M.unard.
(Extrahid? do I Brsil)
Ao dlstiacto poeta Ciusiavo
Adulpho
Tu que por sorte m foste impellido
A' sombra da masmorra atrophiante,
Tu que padeces raorte a cada iustante
Era que pensas p'r'o mundo estar perdido :
Tu que vives dos homens esquecido
L as trevas do carcere infamante,
Tu que a lyra tao doce, tao soante
A os ps do re pozeste, arrependido;
Vales muito p'ra mim que te contemplo
Em cada canto que soltas do desterro
Onde te querem por brutal exemplo.
Barbara lei que quer punir o erro
(Ao hornera natural, no lar, no te rapio, j
D;.ndo por raaor erro eterno encerr !.. .
Goyanna.
Antonio Gomes de Albcquerqe.
scelorado or toda a r>art<\ eidalao do ne-
nhura paiz.
Decidio-se, pois, vingera a Mosccw e
de se por a caminho no dia seguinte de tar-
de. Nao era demasiado cedo, para so es-
ouivnr a uma nova invest la de Odetta f
porra nao podia partir antes, porque tinha
que tomar algumas disposijoes com seu
banqueiro e precisa va de um passa porte
para atravessar a fronteira.
Ora, j era muito tarde p ira que elle po
desse oceupsr-so naquelle dia dos prepara-
tivos inlispensaveis. A iiou para o dia se-
grate os nego'-ios e decidi sahir daquella
casa, que lhe lembrava to triste e-recen-
to recordajao.
Sahio, pois, dizendo ao criado que aca-
bava de entrar, que o nao esper.isse.
Estava bem longe de suppor que, mes
rao na occasiad cm que el.c punba o p na
avenida d''!.ntin, o Sr: da Mlveme en-
trara na carruagein para ir verificar o
assasiinato de Sacha e que a Sra. de
Malverse acabava do deixar o domici-
lio conjugal, sem tenjo de l voltar. Ii
para casa do amanta o Saint-Briac B I
infidlivelaiento encontrado se so tvesse di-
rigido pelo lado da avenida dos Camp.is
Elyseos.
Mas Saint Briac procuiava a solido.
Tomou pelo lado dos caes e andou sempre
.m frente, auWndo o cur.*o do S-ivi. aera
s ber onle o levara este pas3eio sim des
tino.
A f'Tja de andar na mesma direejao,
ebegoa pinte de Bercy e por pouco que
nto passou as b irreiras ; mas a noihi ap
proximava se e elle nito queria pass
noite. nos arrabal les Foi entao que to
mou uma carruagem e foi para o club, on
d" chegou exactamente hora do jantar
Acbou um lugar na mesa grande ; comeu
uma s ven dirigir a palavra aos cora-
panheiros e eiii lugar de tomar, como de
nioe, o caf iu talilj grande, foi paraa
de leitnra, onde se poz a redigir a sua
fe Mdverne. fe 00 nao
fcil e l'vou-lhe muito tempo. Esse
nio lhe fltava ; porque nao sabia o que
havia de fzer at o dia seguinte, podondo,
pois, com vagar, pesar todas as palavras
que deviam decidir do futuro de sua velha
amizade com Hugo.
Quando acabou, metteu-a na careira pa-
ra nlla a guardar at o momento em quo
entrasse no expresso de Bcrlira. Dizia de
si para si :
Metto-N na caixa do correio da esta
jao e quando Hugo a receber j eu tsrei
passado a fronteira.
Depois do que, foi escouder-se em ura
divn, no salSo, menos frequntado do pu
blico o procurou dormir para repousar do
tintas eraoj5es e de tao extenso passeio
O somno, porra, custava a vr. Comtu-
do, ennseguio adormecer por fim e sonhou
que Odetta se lhe dependurava ao pesco
co, para o impedir de partir e que o mari-
do apparecia naqu-11 occasio e que a apu-
nhalava nos brajos de seu amante
Ao pesadello que teve S nt Briac succe-
deram so outros, tilo terrveis como o pri-
meiro, e tl-o-hiatn atormentado at a au-
rora, se um jogador, quando passou pela
snla, nao se lembrasse de o acordar, di-
zendo-lhe:
En'ao, ests ahi a resoranar no mo-
mento era que, no salao verle, se estjo-
gmdo uma part la de 1 aeearat magni-
fi a. O Sr. de Pancorbo, que o ban-
quejro, tara pililo notieias suas a todos.
A modo que lhe fazes falta.
Pancorbo I repetio o capitad, levan-
tan lose iramediatamente. Elle aqu!
Ora esta, est, disse tranquilamente
o socio do club. Como de costume, veio
depois da meia noite. ....
__Mas pre'endiam quo elle tivha deixa-
do Par z .
_ Engao 1 Esteve, com efteito, dous
ou tres das sera vir, mas tomou a appare-
cer esta noite, mais brilhante e mais feliz
do que nunca. Nao ha parada em que nao
ganhe.
_ E elle p-rgnntou por mira 7 disse
Siint-Briac, enfundido de admirajao.
(Contin uar- se-ha.)
N?

"Typ. do "Diario ma Duque de Caxias a.t.
?


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