Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19005


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Full Text

ANNO Lili NBMfiBO &6
1MRA A CAPITAL E IA CAUt> OSDE .\AO SE PACA PORTE
Por tres mezus adantados .
Por seis ditos idem......
Por um anno da......
Cada numero avulso, do meamo ca.
6JOO0
120000
240000
100
QOARTA--FEIBA 10 l.Iiil DE .16
A
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis neses adiantados.
Por nove ditos idem......
Por um anno dem......
Cada numero avulso, de das anteriores.
13^500
200000
270000
JIJO
DIARIO DE PERNAMBCO
Pr0prieirai>* ht Jttanoel itfiwctra He iarta & -fiUjo*
TELEGRAMMAS
ssavigo "ATisriA?. so siAnxo
RIO DE JANEIRO, 9 de M*rco, s
10 lioras e 20 minutos da manha. (Recebi-
do l hora e 35 miuutos da tarde, pela
linLa terrestre).
Furam notneadoa jalaea municl-
paeo e de orph&oa s
Do termo de S. Harneando >onaio,
mm provincia do i'iauiy. o bacbarel
Joo l.rupur Jilo Ferreira t
Doi termo* reunidos de "Vatal, S.
Donralo e Macanyba. na provincia
do Bio rande do Norte, o bacbarel
tnguoto Raposo da Cantara i
Do termo de Caranbtin. na pro-
vincia de Pernanabuco. o bacbarel
Bernardino d iltmquerque Mara-
nbao t
Dos termos de Santarm e Franca,
a provincia do Para, o bacbarel lo
rlano de Vasconcello, ucantfo aem
etteito a nomeac do bacbarel Leo -
pitido Marlnbode Paula lilns para o
Meamo cargo,
Foi removido do termo de Inre-
lo para o de Barra do Corda, auabos
ua provincia do Haranbao. o bacba-
rel Isaac Res,
Foi aoueado conselbe'ro de
{erra do Conseibo supremo Mili-
tar de dustica. o cbefe de eaouadra
doaqnim Francisco de Abro.
Fallecen o tbeaourelro geral do
Tbesouro. conselbelro Denlo Ha
noel de Carraiedo.
s:::;: si a&-eia satas
(Especial para o Diario)
LISBOA, 9 de Marco.
8. A. o Principe de Braganca ebe-
kou. de regreaaa de su a vlagema a
Frauca.
ufferta por parte dos vendedores e da procara por
parte dos compradores, segando a abundancia das
coisas, a inaior ou menor difficuldade que ba em
as obter, o grao das necessidades e todas aa eir>
cuuHtancias especiaos do commercio e do mercado.
Posto i estes principios geraes e dadas ettas no-
coes preliminares, entraremos agora na materia
dos quatros espitlos em que dividimos o corpo de
doutrinas aue intentamos tratar.
De algumas das nocoes at aqu indicadas, vol-
taremos a tratar adiante, quando se offerece-r o en-
sejo opportano, com maior de^envolvimento, o por
essa occasio nao podemos evitar algumas repeti-
coes,que alias sao atis para melhor intelligencia
do leitor que p:la primeira vez entra no estado
deseas materias.
(Contina)
?ABTE ornciAL
tioverao Ja Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 8 DE
MABgo DE 1886
Aureliano Augusto de Olive-a.Passe portara
concedendo doos meses de licenca, para ser gosa-
da n'esta provincia, perceb^ndo o supplicante dous
tercos do respectivo veocimento, nos termos do 8 1
art. 2 do decreto n. 4,484, do 7 da Marco de 1870,
combinado com o art. 7."
Ferreira Silva C. Sim, com as restriccoes
feitas na relacio anneza portara desta data.
Jlo Manoel Roma. Remettido o Sr. inspec-
tor do Tbesouro Provincial para mandar pagar, de
accorda com sus informacao de 4 d'este mes, sob
n. 509.
Tenente Joaqun Jorge de Mello Filho For-
eca-se.
O meamo.dem.
O mesmo.Satisfaoa-se.
Manoel T. de Aranjo Saldanha Remettido i
junta medica provincial, a quem o supplicante se
apresentar para ser inspeccionado.
Bacbarel Sophrouio E. da Pas Portella. Re-
queira nos termos do art. 27 do regnlamento do
corpo de polica.
Sergio Horacio de S Leitao. Sm, pagando o
supplicante aa comedorias.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
oo, em de 9 Margo de 1886.
O porteiro,
J. L. Vegai.
sacos
INSTRCCiO POPULAR
economa poltica
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
Gontinuaf&o)
CAPITULO I
Xocaea preliminares
Moeda. Compba k venda. -Esta mercadaria ou
estas mercadorias universaes que sao materia de
mn maito maior numero do trocaste que todas_ as
outras que sao intermediarias ns transaeces,
por virtude das propriedades que em si reunem e
qne a9 t .riaui dajJ e da uma onservaco mais commoaas, con-
S'.ituern q'ie se chaira a moeda.
Nos paiz -s ad mudos em civilisaco, e nos si-
tios em que hi urna certa actividad?, acontece
que cada individuo collie dos seus productos, oo dos
servicos que presta, uina certa quantidade d'esta
mercadoria intermediaria, ou moeda, com valor
correspondente,e obfem os productos ou servicos
de que tem precisilo dando urna quantidade equi-
valente d'essa moeda. Na lingnagero asual, desig-
na se com o nome de venda o acto rm qne um
producto ou um aervico se tr ca por moeda ; e
por compra aquelle em que a moida se di em
troca de um producto ou de um servico, a opera
elo inv-rsa.
Desde a ongem das sociedade, o por motivos
que adeante expenderemos, os homens acceitam
geral mente, em troca dos seus pioductos o dos
seus servicos, como mcrcadora universal e inter-
mediaria, dous metaes, o ouro e a prata, moldados
para mais commodidade com a forma de discos qne
constituem a moeda, numerario ou dinhein. O va-
lor das pecas de moeda, d'eitas mercadorias inter-
mediarias e universalmente acceitas valor com qae
na vida ordinaria todos se familiarisam, constitue
urna medida, se nao completamente exacta, pe
menos approximada e commodados valoreados pro
ductos e servicos. Com o auxilio do meio de apre
c'ac&o que assim nos oflercce a moeda, podemos
com mais facilidade comprehender as relaces que
se dio entre as importancias dos productos e dos
servicos e redueil as toda?, digamos assim, a um
denominador cemmum. Supponhamos que temos
um predio de casas, dous cavallos, e urna porcio
de libras esterlinas. Se apenas apreciarnos o va
lor deetes objectos pelas isas numerosas que po-
demos obter em troca com elles, teremos ama idea
maito confusa de tal valor ; mas se convertermos
eate ao de urna so mercadura, inteimediurla das
transaeces, a moeda, diremos : i
0 predio de casas vale 4:(iO0<(iO.)
Os dona cavallos valem 300|000
Aa libras sao 200 e valem 9005000
O valor total dos objectos 5:200*000
Assim teremos urna idea, tito clara quanto pos
sivel, do valor d'aqaelles objectos, Unto do abso
lato como do relativo.
Sio, pois, as moedas mercadorias que represen
tam as trocaa o papel de intermediarios commo-
dos, e qne servem para a apreciaco do valor das
coisas, itto que servem de denominador com
mam e de medida do referido valor.
Pm^oDase adenc-ninacao de preco ao valor
de qualquer coisa, expresso em valor de oaro oa
de prau. Aaam, quando se diz qae am cavallo
vale 200*000, queremos diier que elle valle o mes-
mo que as moedas de ouro ou de prata qae repre-
sentsm aqaelle algansmo em ris, ou o mesmo que
a objectos qae podem comprarse com aqusllas
moedas.
O preco estabelece-se naturalmente pela livre
concurrencia entre todos os productores ou poesui
dores de proda toa, trabalhoa e aervicos e oa qae
dellw teem preoisao,coicorreaci i que resulta
N. 135. Seccao 1.' Secretaria de Polica de
Pernambuco, em 11 de fevereiro de 1886.=_IHm. e
Exm. Sr. Para que V Exc. tenha eonhecimento,
transmiti, em original, o offlcio qae, em data de 9
do correte, me dirigi delegado de polica do
termo de Quipap, cobrmdo urna carta, que tam-
bem remetto em original, do cidado Manoel Joa-
quim do Nascimento Sautiago, na qual refuta as
arguicoes teitas em urna noticia inserta no Jornal
Provincia, do da 7 do andante, sob a epigraphe
Violencias Policiaes, relativamente supposta
sorra de baver soffrdo um filho do mesmo Manoel
Joaquim, -e estragos praticados em criacao exis-
tente Quin cercado prximo saa residencia, por
urna forca de paisanos commandada por um inspec-
tor no povoado de Queimadas do referido termo.
Deus Guarde a V.Exe. Illm. e Exm. Sr. Conse-
lheiro Jos Fernaudea da CosU Persira Jnior,
presidente da provincia O cbefe de polica, An-
tonio Domingos Pinto.
Delegacia do termo de Quipap, 9 de fevereiro
de 1816. Illm. Sr. Deparando com um artigo
na Provtncia de 7 do corrente me7, sob a epigra-
phe Violencias Policiaes, dadas em Queima-
das, d'este termo, apresso-me em declarar a V. 8.
que taes factos nao se passaram, como prova a in-
formsco inclusa da pessoa a que allude a mesma
Provincia, publicando assim inverdades que no
podem passar desapercebidas. Daus Guarde a
V. S. Illm. Sr. Dr. Antonio Domingos Pinto,
M. D. Chefe de Polica de Peraambuco. O dele-
gado do termo, Jos Lonrenco da Silva Zuza
Quipapi, 8 de fevereiro de 1886. Illm. Sr.
Manoel Joaquim do Naseimento Santiago. Para
oppor contestacio s inverdades escripias na Pro-
incia, de 7 do corrente, sob a epigraphe Vio-
lencias Policiaes, relativamente a factos dados
em Queimadas, d'este termo, peco a V. 8. o favor
de me responder ao p d'esta, o que sabe e lbe
consta sobre os meamos, a se de tacto foi forca em
saa casa, e ahi maltractou um seo filho e fes ee-
tragos em criaeoes de sua propriedade, permitin-
do-me faaer de saa resposta o uso que me convier.
Son com a devida coosideracao, de V. 8., amigo,
attencioso e obrigado criado. Antonio B. Galvao.
Illm. Sr. Capitao Antonio Berthildo Galvio.
Quipapi, 8 de fevereiro de 1886. Em resposta
da presente cartinha, tonho a dizer-lbe que em
nossa casa nao foi forca armada de qualidade al-
guma, e que o tacto alludido por V. S. na mesma
carta, nio se deu absolutamente, sendo que o meu
filho andava de viagem n'aquella data ; e sobre o
mais, com relacio ao subdelegado Joao de Meira
Mello, tambem rulo se passou. E' o qne tenho a
informar por amor da ver ade; podando fazer
d'esta o uso que Ihe eonver. Sem mais, sou de
V. 8., amigo obrigado criado. Manoel Joaquim
Nascimento Santiago.
Reconheco a lettra e firma da resposta na pre-
sente cartinhi ser verdadeiramente do proprio pu-
nho do eleitor, Manoel Joaquim do Nascimento
San'iago, morador na povoa^ao de Queimadas,
d'este ter no, por ter pleno eonhecimento, nao s
da lettra e firma, como da pessoa de que se tracta:
dou f. Quipap, 9 de fevereiro de 1886. Esto-
va o signal publico. Estava collada urna eatam-
pilh de duzentos ris, inatilisada pela forma ae-
g unte Em testemunho de veraade. O
liio publico de pas, Agostioho Jovinano
Peixoto.
subdelegada da freguezia de Santo Antonio, o
respectivo 1 supplente Antonio de Borba Barre-
to Coutinho.
Deus guarde aV. Exc Illm. e Exm.
Sr. conselhciro Jos Fernandos da Costa
Fereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe do poli tia, Antonio
Domingos Pinto.
Conmudo das Armas
QUARTEL QENEBAL DO COUMANDO DAS AS-
MAS DE PEBNAMBDOO, 8 DE MARCO DE
1886. V
Orden do (tuNs. 76
L'-me grato declarar guarnlcao, que t-ndo o
14 batalnSo de infanfaria se apreSeotado com
asseio, garbo e boa ordem no da 6 doiNcorrente,
por occasio de ir fazer s continencias as estylo
na abertura da Assembla Legislativa Provincial,
mando por isto leuvar o Sr. coronel comman lant-',
officiaes e pracas do mesmo batalbao.
Outrosim : qiie-agresentou-se hoje a esta quar-
tel general, vindo da>rfiy5o>a do Maraanlo, o Sr.
tenente Raymundo Pereira de Qroz, que por
portara do Ministerio di Guerra de 25de Novem-
bro de 1835 foi classificado no 2 batalbo de in
fantaria.
(Assignado). O brigadeiro, Agostmho Marques
de S, commandante das armas.Conforme.O
tenente Joaquim Jorge de Mello Filho, ajudante
de ordens interino e encarregado do detalhe.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 8 DE MARCO
Simio Chrysostomo de Souza.Nio tem lugar
o que requer.
Bernardino da Silva Ramos.Volte ao Sr. col-
lector de Palmares para declarar, si as casas de
que se trata, acbam se fechadas e deaoceupadas
anda.
Joio Augusto d Mello. Pague-se.
Senhorinha Maria de Oliveira Mello, Dr. Joio
Feliciano da Mota Albuquerque, Jos Ignacio Ca-
mello e Candida Mara do Rosario S.Certifi-
que se.
Manoel do Nascimento, continuos e carteros do
Thesouro Provincial, Augusto Miranda Silva|e
Joaquim Jos da Silva Moreiia.Informe o Sr.
contador.
Antonio Jos da Cuuha.Ao Consulado para
attender.
Joio da Silva Villa-NovaHija vista o Sr.
Dr. procarador fiscal.
Joio Manoel Ramos.Junt -se copia das intor-
macoes.
Manoel do Nascimento Viera da Cunba, padre
Joio da Costa Nunes e Manoel Ferreira. Haja
vista o Sr. Dr. procurad r fiscal.
Januario Nunea de Souza.Deferido, sendo es-
tes papis remettidos ao Sr collector de Tacara-
tu' para effeetnar o recebimeato, visto o debito
achar-se constituido em divida activa dessa collec-
toria e a ella competir a arrecadacio.
Officio do Dr. chefe de polica, Maria Anatolia
Soares Cava! cante e Joaquim Francisco Gu ir ido
Informe o Sr. contador.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DA 8 DE MARCO
Prente Vianna & C. Deferido de aceordo com
a informacio.
Ba tai Irmao & C. -Indeferido, em vista da in-
formacio.
Baltar Innio & C. -Deferido, pagos os impos-
tes provinciaes e lavrando o termo de responsabi -
lidade pelo valor da mercadura apprebendida e da
respectiva alvarenga, de aceordo com a informa-
cio.
^ _9 _
Maaoel Jos Goncalves Braga. Certifique-se
Manoel Maximiano de Soasa Lima e Santos &
Irmao.A' Ia seccao para os devidos fins.
Prente Vianna C. Certifiqese o qne
constar.
DIARIO DE PERNAMBCO
tabel-
le S
Keparilco da Polica
Sec9ao 2.* N. 243.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 9 deMarjode 1886.
-Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram bontcm recolhidos na Casa de
Detenc3o os seguintes individuo* :
3A' minba ordem, Domingos que diz ser esoravo
de D. Matia Thereza Nogueira Dntra, remettido
pelo subde.egado de JaDoatio; Manoel Cmara
por infraccio de postaras; Francisco das Chagas,
po.- ofiensas mon.1 publica; e Guilherme Fer-
reira da Cruz, por disturbios.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Joio Guedes, por disturbios.
A' ordem do da 1* districto da Boa-Vista, Joa-
quina Maria da Conceicao, por embriaguez e ot
tensas i moral publica.
A' ordem do do 2* dstricto de S. Jos, Ricardo
Guimaries, por embriaguez.
Commancou meo subdelegado do 2* dstric-
to da Graca, qne ante.ro tem foram aggredidos
na estrada do Limoeiro, em logar pertencente ao
2o dstricto da Boa Vista, os individuos de nomes
Francisco das Chagas Que Queros, sendo ambo; f lilos.
Os delinqacntes foram tres individuos que nio
poderam sor reconhecidos.
A tal respeito procelea-se nos termos do in-
querito policial ...
No dia 3 d corrente procedeu o delegado do
do termo de Pane las a a visite da cadeia existen-
te all, na qual foram encontrados 11 roa pro
nunciados e tres aenteneiadoa.
Em data de hontom aaaumio o exercicw da
Retrospecto poltico do auno
de ISSft
iCont inuaSo)
BLGICA E H0LLANDA
Os liljcraes belgas era ao menos fra do go-
verno se acham unidos. A severissima lieco
de Junho de 1884 parece ter sido para elles to-
talmente improlicua. Estao actualmente dividi-
dos em tres grupos, representados por tres so-
ciedades existentes em Bruxellas, a saber : a
Associai-ao Liberal, a Liga Liberal e a Umao Li-
beral. Da primeira sahio, por desaccordo com
os radicaos, o Sr. Van Humbeeck, e .*oi fundar a
segunda com 2:000 correligionarios que o acom-
panharam.
0 Sr. Goblet d'Aviella achou, por sua vei, que
esse fraccionamento do liberalismo na Blgica
nao era ainda sulBciente, e d'abi tratou de orga-
nisar a 7ioo, que tambem se compoz de mem-
bros desligados da sociedade primitiva. E' to-
dava de justica dizer qu? a idea primeira da Sr.
Goblet fra dar vida a um grupo intermediario
ntreos dous ramos priqcipaesda familia liberal
desavinda: imaginou establecer um campo
neutro onde todos os dissidentes se podessem
barmonisar n'umaacgo commum : era a paz in-
termitiente, n'um rgimen de guerra continuo, o
que desejara o digno cbefe poltico. E para isso
declarou a principio que a sociedade de sua ini
dativa nao teria lins eleitoraes.
A declaraco desagradou, no emtanto, maio
ra dos adeptos do iniciador, os quaes a acharam
provavelmente demasiado platnica. E tanto
que na approvacao dos respectivos estatutos licou
ao contrario, determinado que a propaganda elei-
loral seria o lim mais importante do novo gremio,
de que s poderao fazer parte os cidados elei-
tores, quer dos collegios prorinciaes, quer mu-
nicipaes.
ma nica disposic. regulamentar distingue
a Unio das duas sociedades anteriores, e vem a
ser que depois de apresentada a lista dos candi-
datos e antes da eleico, podem abandonara so-
ciedade os socios que nao tenham concordado
com a organisaeo da chapa, por nao ser consi-
derada obrigago de honra o votar forcosamente
nos nomes nella incluidos.
E" fcil comprehender a que contingencias fica
exposta a propria existencia da mencionada so-
ciedade, sempre que se approximarem as epo-
cbas eleitoraes. Basta lembrar que um dos ca-
ractersticos mais profundos da anarebia moral
e intellectual do nosso tempo essa lula renhi-
da, ora sangrenta, ora caranta, essa veri'adeira
Batrochomyomachia, a que mediocridades impu-
dentes se atiram por toda a parte, cada qual com
mais ardor, no intuito de assuinir uina direceo
social que a falta de modestia, de honestidade e
patriotismo as nao deixa ver superior propria
nullidade.
Emquanto o partido liberal da Blgica, mesmo
ejn opposico, se divide cada vez mais profunda-
mente, os clencaes no governo unem-se pela dis-
ciplina de communtdade fradesca, animados pela
superstigo de que o que o paiz ha de retrogra-
dar com elles a um pssado de perfeita beatifica-
fo medievica.
Ate ao principio do anno passado nao havia
estatistica oflicial das escolas substituidas e sup-
primidas pela situago dominante, cujo primeiro
cuidado foi derogar a lei de instrueco publica,
promulgada em 1879 pelo governo liberal, sub-
stituindo-a pela de 20 deSetembro de 1884. Pois
bem : Desde esta ultima data at 31 de Dezem-
bro do mesmo anno, no curto praso de tres mc-
zes, mais ou menos, foram fechadas 1,778 esco-
las de diversas especies, que eram frequentadas
por 36,817 discpulos! Deu estes esclarecimen-
tos o proprio ministra Thonissen, quando em Fe-
vereiro penltimo se discuta na cmara o orna-
mento de seu ministerio.
Em compensar,o foram ao mesmo tempo ado-
ptadas 1,181 escolas livres, alm de 26 normaes,
na mxima parte ecclesiasticas. De modo que
o clero belga estara dentro em pouco senhor ab-
soluto nao s daeducaco da infancia, mas tam-
bem da dos futuros mestres desta.
Os liberaes preocupam-sc com a influencia que
taes factos devem exercer nos destinos de seu
partido e nos do proprio reino da Blgica: mas
essa preoecupago nao tal que os obrigue a
manterem-se fortes e unidos por urna estreita dis-
ciplina.
No emtanto, a cidade de Bruxellas festejou em
9 de Abril o quinquaximo anniversario de Leo-
poldo D. Alm das recepces do estylo e da re-
presentago de gala do theatro Monnaie, houve
Te-Deum e parada, divertimento a que a popula-
gao nao assistia dasde 1880, e sem grande pena,
porque n5o morre de amores pelo militarismo.
O rei, ao contrario, tem apego ao seu exercito; e
pois, foi mais por satisfagao pessoal que por de-
sejo de regalar o seu povo que elle pedio esse
espectculo no dia do seu anniversario natalicio.
E que \entura paraS. M.,escrcveu um chromsta
insuspeito, que esse anniversario nao tivesse de
ser celebrado algumas semanas antes Imagi-
nc-sa que elle houvesse coincidido com os acon-
tecimentos de Setembro>nterior I O redos bel-
gas devia ter ficado tanto mais satisfeito com as
demonstrages de sympathia que recebeu duran-
te aquelles festejos, quanto a populagao nacional
Ihe nao regateava havia lempos manifestages
de genero menos apreciavel. A imprensa catho-
lica n5o o tratou com amenidade excessiva quan-
do elle demitlio os ministros Woeste e Jacobs,
nem os jornaes do liberalismo Ihe tlzerara loas
por occasio do indeferimento da petigao em que
diversos burgo-mestres pediram a suspensao da
nova lei das escolas.
E' comtudo forgoso convir que os clrigos fo-
ram muito alm dos seus adversarios na injuria
e no ultrage pessoa do monarcha. Nao era s-
mente das folhas catholicas que partiam essas
immoderadas expanses de descontenlo : o cleri-
calismo afBxou cartazes odiocissimos nos luga-
res mais pblicos de Bruxellas, e lodos extrema-
mente offensivos da dignidade magestatica.
Houve quem ento chegasse a ver a raonarchia
belga a dous passos de um abysmo insondavel.
Erro manifest dos que nao contam com as evo-
lugas da opinio n'um estado democrtico Os
liberaes foram os primeiros a acercar-se do throno
para livral-o dos ataques do clericalismo despei
tado. Fingmdo esquecer recentes desgostos,
imprensa liberal mudou repentinamente de toa-
da, substituindo o doesto pela defeza ardenle de
quem desejava conquistar as boas gragas de Leo-
poldo II. E cora isso, diz o mesrao chionista a
que acimaalludimos,deuo partido liberal prova
uconcussa da sua habilidade poltica. Pode
muito bem ser que esse conceito seja profunda-
mente verdadeiro e sabio. Devenios lembrar, to-
dava, que sao os clericaes que por emquantu
continuam a dirigir a poltica belga, e que o rei
nao deu ainda demonstraco de que a volta dos
liberaes ao poder seja cousa inprescindivel sua
felicidade. E a imparcialidade constitucional,
lembrarof Perfeitamentelembrado. Mas por-
que essa imparcialidade condigo essencial do
exercicio da realeza nos paizes de governo repre-
sentativo, que nos nao adiamos habilidade ne-
nhuma n'um partido que tece ao rei louvores so-
bre posse, sabtndo de ante-mo que elle nao pode
pagar-lh'os. E se succede que elle algumas ve-
zes os pague, ento forgoso concluir que a so-
bredita imparcialidade nao tao inflexivel como
se pensa. A verdade que os grupos polticos,
como qualquer individuo, lavram a sentenga da
Sobe a poltica A, e a poltica B comega a di-
zer que o poder pessoal desgragada realidade,
que a cora faz o que quer no meio do vasto lo-
dagal de corrupgo m que tem afogado o pa-
triotismo do paiz. Sa porm, a hora da des-
graga para a poltica A, e ella nao faz mais que
reeditar, com certas correeges e augmentas, o
que disse a poltica B, que. por sua vez copia
um por um os artigos de contestago que pouco
antes havia sido opposta ao seu enrgico libello.
Pois na Blgica dava-se o caso verdadeiramente
estranho em vista de taes precedentes, de que
os acusadores eram os que governavam e os de-
fensores os que estavam lora do governo. A in-
novago, urna voz systematicamente adoptada
pode dar com certeza tao excellentes resultados
como os adviudos da velha pratica. Alm disso,
seria urna diverso salutar para as pessas eno-
jadas com um espectculo tao antigo, quanto
invariavel.
(Continua)
\olIrias da Europa
Eis o complemento das trasidas pelo paquete
fran :ez Gironde :
Allemanhn
O projeeto do principe de Bismaik para o eata-
belecmento do monopolio de alcojl soffreu urna
contrariedade importante.
Por 90 votos contra 46, a Cmara dos D^pata
dos bvara pronunciou se em favor dos diretos
reservados da Bavera, no que respeita ao imposto
sobre as bebidas klcoolicas, e por coeseguinte con-
tra o monopolio pretendido pelo chanceller.
Conste que o Estados confederados do sal da
Allemanha h .Tiam subordinado expressamente o
seu asseutmento ao p.-ojectj do prin?ipe de Bis-
mark sanecio previa dos respoctivos parlameatos
e que o governo bvaro se considera, por conse-
guinte, livre de qualquer cempromisso para eom o
chanceller.
A agitaco contra o monopolio vai cresceado
todos os das, e amenca complicar gravemente as
pretenedes do principe de Bismark.
No dia 18 o conselho federal approvou, apezar de
todi. essa reluctancia, o projeeto do mDnopolio do
alcool.
Na vespera tinha tinha havido nma grande ma-
mfesteci) popular em Darmstadt por occasio do
enterro de um socialista. Os manifestantes ar-
voraram bandeiras vermelhas e outros emblemas
revolucionara. A polica s a muito casto ple
fazer evacuar o cemiterio.
O governo prnssiano apresentou j ao parla-
mento os projectos annunciados no discurso da
corda e tendentes a favorecer o progressa do ele-
mento germnico as provincias orieutaea ds mo-
narchia. O governo pede para esse fim am ere
dito de 100 milboes de marcos.
Estes fundos devem ser empregad s no estebe-
lecimento de verdadeiras colonias de camponeses
e operarios de nacionalidade allemi as provin-
daa da Russia oriental e da Romana. Para esse
effeito serio adquiridos por junto os terrenos qae,
divididos em pequeas parcellas, passario a ser
propriedade dos agricultores que forem habitar
aquellas reg oes.
Os colonos, assim tornados proprietarios, pa-
gario o preco da compra por annuidades successi-
vas, oa obrigar se-hie a pagar annualmento una
renda calculada sobre base ao mesmo tempo re-
maneradora para o Estado e suave para elles.
Aanuncia-se que brevemente serio apresentados
projectos complementares d'esta ordem de provi-
dencias, como o da creacio doa lugares de profes -
sorei, destinada a tornar obrgatorio o uso da
ngua allemi as escolas e nos trbunae das pro-
vincias polacas.
Foi j apresentada cmara alta da Prus-
sia a nova lei poltica-eeclesiastica que modifica o
rigor das leis de maio.
BuffMlm
Confirma se a noticia de que estio entaboladas
negociacoes entre a Russia e a Santa S.
Parece porm qao serie muito trabalhos^s, por
que alm da hostilidade com os catholicos, existen!
outras razoes que difHcultam as combinaces
amistosas.
Urna d'estes a opposicio systematica do par
tdo adiantedo a toda e qualquer approximacao
entre o Vaticano e o governo imperial.
<>s radicaes russos veem na continuacio_ das
ms relaces entre a Russia e o papa am meio de
enfraquecer a accio eterna do governo, o que fa-
vorece no interior a agitacao nihilista.
No dia 20 o Sr. NelidofF entregoa ao go
verno ottomano urna nota que confirma e a acen-
ta as &bjeec5e8 da Rutsia ao convenio turco bul
gar. .
Um despacho telrgraphieo annuncioa j >
casamento do principe herdeiro da Russia com
urna das filhas do principe de Montenegro.
Apezar da desigualdade de tal anuo, a noticia
nada tem de inverosimel.
A futura czarina urna menina de 13 anuos
que, como todas aa mulheres da saa familia, pos-
sue urna belleza encantadora; recebe actualmente
educacio n'um collegi de S. Petersburgo, e all
conhecea o czarewitch. Sua irmi mais velha
casada com o principe Jorge Karageorwiwich, e o
consorcio fez-sc romnticamente em conseqnencia
de am episodio da guerra turco-russa em que o
principe alvou a que depois se uni a elle.
O casamento qie fez o herdeiro da czar, eutra
as tradices da casa imperial da Russia, na
qual as condicoes particulares pesaram sempre
mais que a posicio elevada, na escolba de mulher
para o imperador ou para seus filhos.
Exceptuando a princesa Carlota da Prussia, es-
P>sp do czar Nicolao, nenhuraa czarina procedeu
de grande familia reinante e algumas czarinas
fram elevadas ao throno da condicio mais hu-
milde.
A anterior czarina era urna excelleote senhora;
p .rea, creada em tio baixa condicio, qae nio
pode abandonar nunca os hbitos de extremada
economa, e sen o ineperatris usa va sapatos re
mendados. .
A esquadra ruasa chegou j effect 'ament
baha de Suda: considera-se portante com; certa
a participacio da Russia na dmoustrucio naval
qae se v. i fazer Grecia-
Oriente
na questo da Romelia, que puramsate
4o, dar, constantemente eonhecimento da estado
das negociacoes aos representantes das potencias
em Buearest.
Comtudo, tem-se apresentado outra vez mais
sombra nos ltimos dias a stuacio do oriente.
Por um lado, as negociacoes que devera correr
em Bucharest para a paz definitiva entre a Servia
e a Bulgaria anda nio comecaram, e estao sof-
frendo o effeito de expedientes dilatorios, cujo fim
se nio comprehende muito bem. Reunidos na-
quella cidade os representantes da Servia, da Bul-
garia e da Turqua, a principio oppoz-se ao come-
co dos trabalhoa a circumstanca daquelle ultimo
uo ter ainda recebido de seu governo as compe-
tentes instruccoes; agora, chegadas estas, como
viessem esenptas em Tingmgem'.turc, tem que ser
traduzidas, e isso nova causa de adlamento.
A ultima hora foi o plenipotenciario servio,
quem offereceu o expediente dilatorio. Reclamou
elle etfectivamente que, antes de se entrar na dis-
cussio de cada artigo, se Ihe desse eonhecimento
do texto completo do tratado, que os srus collegas
turco e blgaro propoem.
Esta reciamacio tornou necessaria que o repre-
sentante da Turqua pedisse polo tclegrapho no-
vas instruccoes de seu governo.
P.omquanto se cont que, sob a pressio das po-
tencias, a paz se realise entre os dous estados bel-
ligerantes, sem que haja novo derramamento de
sanguc, comtudo a demora no principiar das ne-
gociacoes est produzindo urna incerteza, que obs-
curece a situacao do Oriente.
Por outro lado contina a ser causa Ce inqaie-
tacio a resistencia da Servia e da Grecia a acei-
tarem o contelho das potencias para reduzirem os
seus exercitos ao p de paz. O estado das rela-
ces entre a Turqua e a Grecia tem-se aggrava-
do ltimamente. As autoridades de todos os por-
tes do imperio ottomano receberam ordem para
mandar visitar oj navios mercantes que all en-
trera com bandeira grega, como pretexto de que
nos seus carregamentos podem ir armas e mnn-
coes de guerra destinadas aos subditos insofrridos
do sultio. Este facto tem produzido grande re-
sentimento no commercio hellenico, e tem contri-
buido para inflammar o espirito dos patriotas gre-
go.
Tambem nos ltimos dias tem circulado
outra vez o boato de urna allianca ofFensiva e de-
fensiva entre a Servia e a Grecia.
Diz-se que foi o principe Ypsilan, miniatro da
Grecia em Vienna d'Austria, quem negociou essa
allianca, e qae por esta a Servia st emancipoa da
iefluencia austraca, e est disposta a recomecar
a luca, apezar das instancias repetidas e colecti-
vas da Europa Tambem se affirma que para esta
tendencia do principe do Montenegro a & Peters-
burgo, o acolhimento que all teve e a intencio,
que se lbe attribue de substituir, com o assentimen-
to da Russia, a dymnastia dos Obreaoviteh.
Pelo que respeita attitude da Grecia o gover-
no daquelle paiz persiste as mesmas disposices
bellicosar, apesar da sentcnca dos navios de guer-
ra das difterentes Dotcncias na visinhanca das
suas costas, e apesar do novo ministerio inglez Ihe
ter feito saber qne mantinha quelle respeito a
mesma attitude do gabinete Salisbary. Em Cre-
ta contina a haver grande agitacao, e receia-ae
que de um momento para o outro seja alterada
a ordem publica.
Tambem nio ett em estado muito claro a ques-
to bnlgara-romelia.
Parece bem averiguada que os gabinetes de Ro-
ma, de Pars e de Londres acolneram simplesmen-
te ad referendum, afirmando a necesaidade de am
concert unnime das potencias a tal respeito, a
commuii cacao, que Ibes foi feita, do aceordo fir-
mado em Constentinop'a; e que os de Vienna
da Austria e de Borlim esperan para se pronun-
ciar, qne a Russia emitta a sua opinio.
Esta ultima nacao, depois de haver formulado
objeccoes graves no referido aceordo, modificou a
ultima hora a sua attitude, segundo se conta.
Nio recusa absolutamente a sua sanecio ao ac-
eordo com a Bulgaria e a Turqu, mas com a con-
dicio de que o carcter pessoal desse aceordo fi-
que um p meo disfarcado, e de que a clausula do
tratado de Berlim, relativo ao dir itj conferido a
potencias de confirmarem todos Os cinco annos a
escolha do gevernador da Romelia oriental, se
i asimilada
A Porta Ottomaua dirigi ama nota s poten-
cias declarando que aceitar tedas as modificacoes
em que ellas assentem a animementc a respeito
das Bulgarias.
Corre o boato de que um general allemio dea
Turqua am plano de invasao da Grecia com 100
mit homens.
No dia 19 chegou a Alhenas o novo mn:stro
ottomano e j conf. renciou largamente com o Sr.
Dllyannis qne est indisposto e por isso nio pode
sahir dn seu quano. O ministro da guerra, tam-
bem indisposto, teve da adiar a inspeecia das tro-
pas as fronteiras.
A armada grega nio sahir de Sala nina. A
situaca'i contina tensa, mas devem ser acollados
com grand-; reserva todos os boatos de mudanoa
de poltica.
A Sublime Porta dirigi ama nota Servia,
protestando contra os seus armamentos.
EXTERIOR
Com respeito aos acontecimentes do Oriente, as
potencias responderam, por decl incoes verbaes
dos seus repr-sentantes Porta que se estio con-
certando para a reuniio de ama conferencia em
propria degradago, quando interesseiramente | c-mstautinopla, afim de que e d a sanecio da
fazein alarde das suas proprias contradiegoes.
0 procedimento do partido liberal belga, as-
sumindo a defeza do suberane^ violentamente
insultado pelos catholicos, offerece, comtudo,
para nos alguma cousa de muito original. Re-
almente, o que temos visto em alguns paizes re-
gidos pelo mesmo systema poMcO da Blgica,
que o partido em opposigo parece julgar-se
sempre na obrigago restricta de por a limpo
todas as faltas e perverses do mesmo poder ir-
reapoiuavel, qae, quando governo, emprega-
va o maior cuidado e solicitude em desaffrontar
das censuras eaceusaes vehementes dos contra-
rios. Eis o fado;
Europa ao aceordo torso blgaro.
Diz-se que a Franca, a Italia e a Inglaterra es-
tio promptos a aceitar em principio aqnelle acor-
do, mas que a Allemanha e a Austria, antes de se
pronunciar definitivamente, mostraran desejos de
se entender com a Russia qae, pr emquanto,
pan-ce pouco disposta a regeitar a umao pessoal,
e pretende que, ou se restabeleca o statu que ante,
s-eundo o tratado de Berlim, ouqu* se faca a
anriexacao da Bulgaria e a Romelia conforme o
tratado de anto Es'apbsno. '_.....
O embaxadores das potencias em Constantino-
pla fiseram, em nome dos seus govemos, Porta
e a proposito das negociacoes a que se est pre-
cedendo em Buearest para a ptz definitiva entre a
Servia e a Bulgaria as recommendacoes seguintes:
1* reepeitar absoluUmente, o tratado da Berlim;
2* abaadonar toda a idea de urna indaamisacao
do' governo em favor da Bulgaria; S*, nio tocar
Portngal
O NOVO MINISTERIO
(Do Commercio de Portugal)
Esti organisado o novo ministerio, que amanha
deve apresentar-se ao parlamento, segundo as
praxes constitacionaes o que vai desempenhtr-se
da difficil missio, de que foi encarregado em cir
cumstancias verdadeiramente melindrosas. Sio
sympathicas e animadoras as manifestado 's em
todo o paiz nova administraci^, e possa ella,
pelos seus actos, corresponder a esse testemunho
honroso de nteresse e de confianca, continuando
a obra patritica e as tradieces gloriosas de ci-
ladios emritos como Passos Manoel, Duque de
Loul, Jos Ehtevio, Marques de S, Thiago Hor-
ta, Santea e Silva, bispo de Vizeu, Sarsiva de Car-
valho e de tantos outros cjdadios eminentes, que
na saa carreira publica se assignalaram sempre
pelo sen entranhado amor pela liberdade e pe
sua acrisolada dedicacio pelos progressos e pelas
prosperidades do povo portugus.
Damos em seguida uns rpidos perfis biographt-
cos dos novos ministros, comprando pelo presiden-
te do conselho e ministro do reino, o Sr.
Jos Luciano de Castro
bacbarel formado em direit > pela universidade de
Coimbra, do conselho de S. M., conselheiro de Es-
tado effeetivo, director geral dos pwprios naci-
naes, deputado da nacio, desde 1854 at hoje, as-
cido em Oliveirinha aos 14 de Dezembro de 1831,
matricul"U-se na Facaldade de direito em 1849 e
fez acto de formatura era 1854, sahindo logo de-
pois eleito deputado pelo circulo da Feira, inician-
do notevelmecte a sua carreira publica. Abro
banca de advogado e assignalou se brillantemen-
te as lides do foro. Occupoa u n lugar distincto
na imprensa pelitica, collahorando no Observador
e no Coimbrusense, na RevohicHo de Setembro,
Commercio do Porto, Nacional e Joraa do Porto.
Tea sido successivamente eleito deputado por va-
rios circuios do paiz. Ministro pela primeira vez
em 1369 com o Duque de Loul {pasta dajustica),
foi novamente chamado ao poder em 1879 com o
Sr. conselheiro Anselmo Jos Braamcamp pasta
do remo). O 4r. conselheiro Jos Luciano de Cas-
tro foi eleito chefe do partido progreasista em De.
"I

I



>
ap


Diario di? ^lnainbiicoItuarta-feira 10 de Afargo 1886
amaro de M8-V* >* *>-r.f~-
^a Tero publicado i mmicos mmito
MKv'rii no Direito (revista de jorispradencia en
fcml8,; aissopublieou vanes opus-
,, entre os qirae avuilmm A questSudas tubtis-
f- --'- AntiotaV*' a %"'"*<>da imprenta (1857),
amota(da lei titoral (1884). E'justamente
Mierado a nossa maior autondade em qutstoes
*reito administrativo. PoBBue urna grande il-
JtaMiacio e grandes aptidoes como parlamentar,
aam eBtadista, con juriscouauin-* como traba-
fecb.r. O illuB-saasdiataiii nuil a jM*s*en-
W do conselta* a'fHU o reie.
Seeue-8e-lh'Br.
D ministro da JazminW, que i^'a aaispeira
wn aoa conseHssasria coroa e que hrd dos^aossoe
Ismens publios^ssaisrpoputaaaB c sate eympathi-
b. Nascen .na -Abrifada-MBia ib e Junto de
3136. Aos 14 miusiwatns*au setaaEsea Po-
Meehnica e no cvsodfe phanuaeia que conclua.
JKc- he agradando esta rarreira profiasional vol-
Mr Escola Pelytechnica onde frequentou com
anta distinccao as cvdeiras de matbematica e se-
yao na Escola do Exercito o cuno de engenheria.
Stoi de o concluir foi norteado repetidor da raes-
9 escola e logo depois, preeedendo eonc'jrso, len-
;* substituto das cadeirus do mathvinatica tk Ks-
aaia> Polytechnica (1863), viudo a ser Horneado
1 proprietario em 1877. E' considerado como
das grandes sumidades do nos?o alto prores-
._do scientifiao.
> Sr. Mariano do Carvalho a um jornalisra de
me ira ordem o fez s suas primeirns armas na
acusa em 1864 na Gazeta de Portugal, revelan -
9a- eegaida ao seo noviciado fundou as Noticias,
m Navidades, o Diario ?opn/ar e o Correio Por-
mma. Foi eleito deputado prla primeira vt-z em
W30 e desde esta data tem represetando conseeu-
*aamantc no parlamento varios circuios do piiz.
K'iun orador parlamentar essoncialinente ooder-
maito despretencioto na forma, nr>s hab lissi-
anraa argumentacao, disponda de grande s stale,, mas de eaormo energa no ataque MM na
fecnsa. J recusou urna vez ser ministro, BOOO
ssou varios cargos pblicos de importincia E'
ie 1884 director da Compsnhia dos Cantinhos
tff.fro Portn^uezes a que prestou relevan.issi-
jaservicos. Dispoe de urna merecida populari-
Conina)
INTERIOR
*rrespBideneia de Diario de
Pernambneo
PARAHYBA, 5 de Marco de 188C
^-Tem continuado as ebuvas em diversos pontos
feprovinca, e algunas aguas tem descido pelo
ar-Parahyba. Comecain a desvanecer-se os re-
os de secca que tanto assustavain 03 sertanejos
_> animadoras as noticias que nos chegam de S
bao, Cabaceiras e Alagoa do Mooteiro, que er*m
andigares para onde convergiam todos os temores.
- Acha-se entre nos o cugenheiro Francisco
rues da Silva Retumba.
endo feito os s<-us estudoa de minas na eseo-
tdc Freiberg, na AHemanha, vein agora ao sen
nut atilisar os c< nhecimcutos dquindos. Hiven-
i& S. manifestado ao p.esidente da provincia o
saeaamento de fazer urna cxeursiio pelo ntcr'ur,
a ulerease de seus eatudos, o Sr. I)r. Souza Ban
dtra encarreeou o offieialmente de examinar as
Mduefoes naturaes da provincia no reino vege-
9hl mineral, e os processos empregados na cal-
btj da canna. S. Exc. designou-lne partieuUr-
state a zona dos Brejos e a serra da Borburem .
ODr. Retumba aproveitou utilmento aeu te upj
b Europa, e esti eru condietoes de prestar impor-
fcMtsa servico.- X sua provincia natal. S. S. pro-
anrlterj escrever minucioso relatorio sobre o aa
aaepto da sua importante commisso.
___Ho meio da monotona da nossa vida provin-
rwrra vio agora apparecendo algqmas diverooea,
y nos attestam haver certo ;ontcntamento nos
*5>itos. Frequentea soires c reuuiors tem con-
^jado as familias mais distinctas deita capital
b agradavel convivencia.
*rtrahimento constante a que nos acostu^nar
3.. torna neata capital pouco alegrtf a vida das
^nikiaa, de sorte que nao podemos deix&r de aa-
scpnlnr corno acoutecimento feliz esse a que nos
Mimos.
Parti no vapor Ipojnca p*ra a corte, com
ranla por essa cidade, o Dr. Elias Frederico de
twida e Albuquerque, deputado geral por esta
rnncia.
"" # Exc. foi acompanbado at o vapor poi; ntuir
d^seua amigos.
Consta que o presidente da provincia pre-
nde brevemente entrar ero acc-jrd. c.ie o( banco
& Brasil, acerca de um contracto de uovacao da
7ida contrada com aque,lle banco em 1371.
Easa divida toi reaultante de um emprrstimo de
**iOO. Pagaram-se regularme|i" a amortisa-
6e os jures at Dezembro de 187! Depbia des-
-ai enoca ficaram suspensos os pagameotoa at
*i.' Dahi por diante at hoje tem-se pago por
taatados juros mais de 112 contos. A importan
actual da divida approxima-se de 350 cuntoa.
*^iro convencionado de 8 %, e a capitaliaacjlo
irse semesti al mente quando o juro nSo pa-
rp-en dia
~ S' de todi vantagem para a provincia a alte
fo de tao oneroso c :ntracto. Segundo ajinosin
fenwdos o presidente j chegou a rasoavel accor
*>eom o Bao, e para reahaar-se a opercao s
apenas que sej 1 definitivamente ulmalo o
ennraeto da extracc,0o das loteras que assegura a
wwincia recursos certos p ira de'spezaa necessa-
aMcom a instruccao publica as obras pias e a
justa Casa de Misericordia.
O Dr. Bandeira tem, com razio, hesitado em
itaar qualquer novo compromisso para a provin-
awt seai eufiear-a de que restam recursos auf-
Sentes para Batisfaaer os cneargia ordinarios do
asninento.
Comqutnto o orcam' nt tivease sido or^anisado
*odo que, mesmo sendo escaasaa as rendl ojo
jetaal exercicio, haver um saldo, txlavia in-
epensavel a prudemi. 1 tontada. U saldo foi cal
nulo em 6 Cbctoa, e it ngora parece que os
caealos nao tem falhado ; porm, como tudo de-
pende do valor ua safr.i, f 110 fin do anuo pode
Ttsaos contar com a victoria
Tendo estado abano durante os mezes de
Jhaeiro e Fevereiro o pagamento d<-s juroa da
apolicca e o resgate os eonhecimentos de ns. 1 e
af foram suspeua s us p igaataatoa pornio bo apre
entarem mais crodorca. P^r couta do exercicio
3aado de 1880 reata :nJa e;n cofre a qu uitia
al6:5U0 para a liquidacao de outraa despezas
argentes, tendo j sido reservada a quautia de
McOOO para pagaoieiito por conta dos juros da
Tida do Banco do Brazil.
J conhecido o resultada final do 2- escru-
Swo nas'eleicoes provinciaes do 3- e 4- diatrictos.
Basta ainda elcg.r-se um deputado no 2- diatric-
a>y em conaequencia uo falletimento do coronel
.^esumpcio Santiago.
E' certo que ser eleito um conservador, cm vis-
-ri do resultado das anterioreB eleicois Confirma-
se, pois, a noticia que demos de que os doie psr-
:h1ob se equilibraram na prxima assemb a, li-
ando cada um com 15 meinbros.
No dia 11 do coi rente pretende partir para o
interior o presidente da provincia. S. Ex:, conta
ebegar at Campia-Grande, pussindo pelo Pilar,
ftabaianna e Inga. Acompaiham 8. Exc. diversos
aoigos.
Continuara em andamento as obras da etcola
poblica e os reparos da cadeia da capital. At o
Sm do mez corrente deverao estar terminadoses-
ea uteia melhoramentta.
--------------------^ ^~~~~~^~~
deeowoao. Nunca foi urna onfcma da traba-
lho.
Os reatorioeannoaeB enumeram aos parlamentos
qaa 08 lm, com indifferenca o papelorio, que
expedio e receben..
Ora, tranapundo essa esphera acanhada. rom-
pendo as peina da rotina, um espirito Bupcrior e
vigoroso, qual o do actual presidente do couselho,
converteria a paata de estrangeiros n'um vasto
campo de accao, n'um poderoso auxiliar da pros-
paridade nacional.
Os heriaaataa da *M*a pjlitica.aaterior c-alar-
ariaps ua raaato dos ms is iatarasacs. A aaaaa
diplosatea daixaria-da-ser urna pesnpjsa iiprttk-
e e seria uasa.das partes maia cCcazus u laasiriu-
s da adaMaiatraj^V. publica.
Ella nao tem.por aiisaao a.Tgilauciu, caloslaaik
pr- baliiiidasles daa allianfas e rivalidad*, cobbh
a diplomacia das catados, que aapiram as gluiati
aa conquistad e 03 -riscos da dominajio.
Bastara ao Imperiouma poltica de cireMWpWi
9&0 ou de reapeito aos interesses e direitoa de seos
visinho8 -para manter urna paz inalteravel.
Coilocado na America do Sul, cercado de nacoes
relativamente mais iracas, do que elle, Buperior a
todas pela establidade de suas iustitucoes polti-
cas e quaai detendido pela deserto Brasilso
podo temer te das parigos, que Ma-suesmo orear
contra sua seguranza.
Em tio f.voravoia condico a todo seu esforco
deveria. conceotar-se em farer uma politica exte-
rior, que conoorreaae a deaenvolver o beneficiar os
productoa do aeu solo.
A importancia doa. mercados Ihe havia I avul-
tar, como urna questio vital uorogimen industrial,
commercial e agrcola, em q'io vivem oa povos mo-
dernos.
Sob esto ponto da vista, a p.'Jitioa brasil-tira pa-
rece nao ter neuhuin objectivo.
Trata-se, por er.emplo, do colonisacao -com
milita dmHculdade, apenas, tem teito ousaioa da-
pendiosos e iol'iuctiferea. Nao conseguio firiu ir
uina corrente espantouea e permanente.
Ao contrario, a cada tentamen suecele o descr-
dito, quo a.eoudemna a recoaimevar a :naauia obi-a
eterno lab.,r de Penelope.
Btraataeom a Ropublici Argeutni, que, em
pouco lempo, vai conaeguiul > povoar o sea solo e
promuVer a prosperidad'! nocional, estabeleeendo
urna corrente immigrat ra.
Oa product is, que formain a baso d riqueza uo
Brasil, eio repellidos doa mercados conhecido" ou
oncradoa de pesa-ios direitoa da sjrte que o seu
cousuino so reatrin^e cadi dia, o (mj prepjia a
ruina da nossa industria.
O cafj ett em decadencia. O assucar nio
tem consumo. O f'umoe algodo nio obtern preco,
que remunere as despeaaa da producca >.
Resulta, dfcasccta i de cousaa a trise perma-
nente, que ame;.;a o p.117. d'uai liicvita v. 1 cavaclia-
ma, ti u n governo enrgico e intellgeutc nio se
esfbrcar em remover as causa a do mal.
Preteuder de improviso transformar essa orden
de cousas fra urna puerilidad mal tratar de
dar nosaa poltica xterior um objetivo maia
conforme cun 03 iuteressea vitaes do paj e crspre
gal-a como un ineio do facilitar a icquisiea 1 e
manuteni;ao doa mercad oa estrangeiros para oa
no3Soa productoa seria de sumina utilla le para a
lavoura e o eommercio.
Um facto doa ltimos anuos mostra o nossso ex
tremo descuido e a indnfercnca, cjiq que a pasta
de eatrangeiroa era gerida.
O Mxico, productor d'aBiicar, propds fazer um
tratado com os Estados-Uaids para introduzir
iiasucar, ivre de drcit03 de importacio, no terri-
torio da Unio.
Esse tratado foi ce'ebrado, mas nao foi confir-
mado pelo congreaso mexicano por circumstanciaa
eatranhaa ao uosso assumpto.
A poltica mexicana cumprehendej os interes-
ses do paiz e por isso procurou abrir, as trras
dos Estados-Unidos nm vasto morcado para um
dos product js d > seu solo.
A poltica brazileira pelo contrarioera untes
neni depois-penspu em celebrar igual tratado,
apezar de produsir'assucar, que carece de consurn-
mid-ire8, apezar de ter diante dos olhos esta bella e
fecunda liceao, que Ihe deu o Mxico.
Si os productores' de asaucar brasileiroa ptties-
sem contar com um mercado, como o doa Estados-
Unidos e d'outros paizes, garantidos por tratados
de recprocos favores, de certo vrriam resurgir do
abatiraento em que jas a industria asBUcareira.
Estas questoes nao podem ser be'in reaolvidas,
sinao n'um Estado, onde o governo un systema ;
"o executor de ideas; encarregao lo fedliaar
urna miasao, que constitue a sua poltica'.
'Depndern d'ura' compleo de clrcumstauciaB
ums, que podem ser dominadas pe vdntade e
sbedoria do estadista, onras que frustran a?'ac
a dos governos, que nio' sio. pfeyidentei b acti-
vos .J
Todo mundo cornprehende sb vantagens. que
teria o paiz de seinelhantes tratados, que, por
exempla, iariam que, em Fraur;,' o noaso caf nao
foss oncrado de impo-tos e que ab'rissem ao as1-
aucar dos engenhoa do Brazil um vasto mrcalo
00 meio da numerosa e creacente populac/o da
UniSo-Americana.
Um homem de Estado, quo fizesae desse empe-
nli 1 urna uiiaa do seu ministerio, p'omovendj a
felicidade nacional, nobilitaria o seJ nome na es-
tima das gera;j8 actuaea e vindouras.
O uro 'r*irT u* Juta feliz, na qual ficaram gra-
vados 01 si usTiomeB, e tracal a paasagem benfi-
ca de illuatre adminietradpr da provincia de Mi-
nas.
E nos, eumo representantes maia directos deste
povo, cao, Baudainc* S. Exc. o Sr. Dr. Manoel do Nas-
cimento Machado Portella.
iseMa vwm inatl -fio bauve hon-
.' iaan.f -a- t :",u couipareci 1 Srs.
, UtlIBJBB.
raaano<#M prajdtda pelo Exm. Sr. :Dr. Au-
tonio tffaaticifio Cu^as de Araujo.
O Sr. 1- s*aeeturiovfceevdjua leiUira dOkcgun-
te qaMente :
Um afficio dn o da Silva, communicando que se fas substituir
na actual sesso por seu cedega Jos -Maaocl Je
Almeida, que j o tem substituido em osnras cc-
caaioes.Inteirada.
Outro da Cmara Municipal da Pedra do Bui
que, remetiendo um cdigo de posturas esolici-
tando que aeja approvado.A' commisso de exi-
mo de posturas.
Outro do ctliuial da Secretaria da Assambla
Legislativa Provincial do Eapirito-Santo envian-
do um exemplar. dos a:inacs do 1884. A archi-
var.
Outro do 1 secretario da do Cear, remetiendo
um exemplar dos minus de 18S5..4 arch var.
Era seguida diaaolveu se a reuaio.
O carnaval Concluiram-s hoittcm as fes-
tas do carnaval, e concluiram-ae em bj 1 ordem e
em paz, o que nao pequ no triumpho para a po-
puiacilo deata civiBada cidado.
A mascarada de hontem foi maia numerosa do
que nos das anteriorea. Alguna maacaiaa alia-
dos bem trajadoa, diversos club3 e sociedades bem
ordenadoi, e varios iwracats vistosamente or-
gauisadoa pjrcjrraram as ruaa das fregueziaa ,da
dade, que, no geral, e principalmente naa defio
radas, Cui8ervaram-3e upinhadas da povo.
As ras o.uuineutadas lauearain s 'us ltimos
lampej is, accreseendo algumaa s g.iila primiti-
vas outras mais npparatosas, e as illumina\o'sque
apresenturam f raui bell ;a, primando a da ra Im-
peratriz pelofl focos de luz elctrica, que. Ihe davaai
um cache! especial e aa das ras do Bario da
Victoria e do Livramento pela multiplicdade de
eeua balloea vouezianos, ariisticaineiite dis.oatos,
e pelos nu.nerosos bicea de gaz em arcos, estrella-,
e candelabros.
ra os bailea dja theati-os das Variedades e
Santo Antonio, onde foi parca a concurrencia da
segunl-i feir affluiram numerosos esp ctadores e
mascaras na not 1 de honrara, o ahi as loucuras
carnavaleacus tocaram o aeu auge, datiuguiud )-
se pelo fino cspnto alguna mascaras hora ligne.
Todo, repetimos, acabou cm bia p;z e ordem, e
jtatica dizer que o carnaval do 1886 dexoii ule
Ihorea lembran-jas de ai do quo os dos anuos a:i
teriorea.
CadverApassatau hontem, cerca de 8 lio
ras da manha, boiar uaa aguas do Capi'oaribL',
junt 1 ao caes de Compauhia Pernambucana, o ca-
dver de nm hornera Je cor parda, representando
30 anuos de idaJe ina3 ou menoa, B cuja iJenti-
dade foi recotdieqids, sabeuds-s: ser do individuo
que 8'' chama va Antonio lionrenco da Silva, ca-
nheci.l 1 por Xico Caloclo, catruciro de profissi.
I, tirado dVgna, e depositado na greja da Ma-
dre de Deus, toi o corpo vistoriadp pelo Sr. Dr.
Costa Gomes, que reconheceu r sido a causa da
morto do infeliz Antonio Loureuco asphixia par
aubinersio.
Ignora se onde se deu o triste successo.
Dlntribuiraa rte clnaaHoje, pela ma-
nha, h iver dia'tribui^io da3 cnizas quareamaes
cin todas 11a matrizea e conventos.
Aiiiii\Tonrio Amarina completa 64 an-
uos de idade S. A a Sra. Condessa d'Aquila. Pbr
esse motivo ha veri urna salva 1 hora da tarde.
enellcjo No'theato Santa Hsabel rtalir
sa-fee. no'pro'xiino domingo, 14 do cirrenfe, o' es-
pectculo promovido em auxilio do H .spit.il P?r-
tuguez de leueficeiicia com o auxjlio da Socieda-
de N'.va Thilia. lipresent-83 o b^irto"dyma
A Probidade e a comedia A morte do (alio.
l'iliuuul do jury qo Bi-( ifeHavcn
do comparecido apenas 25 juizes do tacto, nao 11 u-
ve honrein jntgmrito fiBat tribunal.
Hruul6e< swriaea Uv/je ha aa ae-
O i:\iii. Hv. Dr. Maaoel Por-
tella
24
Da i-:olnvo
Rio, 24 de Fevereiro de 1886.
Haveria para a poltica brazileira, em saas re
iacoes exteriores, vasta esphera de accao, grandes
jjtuitoa realisar em bem do paiz, si por ventura
lia fiase dirigida sob certa idea tleteraiaada.
O ponto de vista dominante na poltica da In-
glaterra, por exemplo, a expaneio do seu eom-
mercio, a posse de oavos roeroados, onde os pro-
ductos de suas manufacturas deprele consuaido
s.
A Franc,a, poi seu turno, procura maater-se em
E^i-phoug, cust de sacrificios de ouro e de
janguf, como um novo mercado para as suaa in-
dustrias.
A luta pela vida tanto obriga aoa indifiduos,
^uanto as nacpes.
Urnas precisan de ter coaeumidons;,otras
iancal-os fbra da san eeio faaando do mmi^san-
te materia prima, de nina nova industria.
Parece quena ne.acjentua a poVitica, bMutleira,
com. .nona caracterist 1 :a oetermiaadav. m jum
sajacoes exteriprea,
' se tora considerado de pica mpnt* a, psu
egocioe estrangeiros. Temaidonmaespeijie
(Do Finio de Agosto de Ouro Preto, de
de Fevereiro)
Reuder Uomeuagem ao mrito a grande vir-
tuie do povo, e, a) mesmo teinpijusta compeu-
saeSo a aqu lies qi" 111 s iciedade enuobrecem
aa suas aceijea <;an a pratica do bem.
Aasini, vemos tud 0 01 dias gravados no marin-
le o nome do cidada-i preotimo30 que ha dedicado
em prol.di pr^spe/idade pibhci grande somina de
servidos; t:i;nbemeouservum-aeiu leleveiouaiuem -
riada huma ni Jado os nornesd s ;C os beiufe torea, dos
que custa dj esforyos, de ten icidade e at de
sacrificios, emp. n .-;ji--e em satisfaz r aa neces-
aidalea d) interesse pqbiim, tornando a, sociedade
em iue vivem modificada p- laa ^orinas do pro-
greaso, o habilita la a 1 alisar o digno fira quo !h'
dete.'iiiinado p.'.las ieis mjraea.
A historia, perenne fra-i: de exemplos eiifuau-
tes, attesta-nos -era Rima -oa laurtis imxarccci-
veis coihidoa por dtio ; e o nmu d 1 Pariles, da-
do um aeciilo, exprimiudo a grata tradicio do
povo greg->.
Ma-, 11.10* nos bouI.i prieii-o remontarmoa aos
pe/ipdoa heroj a hunuiidade cuinusias-
ta e patritica, nao regateava applausoB a virtu-
des cvicas e privadas dos grandes vultos, por is-
so que, ,ua nossa masraa 1 Je. le, tactos auccessivea
demonslram clara e evidentemente que anda nao
est.degeaeradn cas espirito de justca e grati-
dio, cabe-nos o prazer du regiatrarmos era uoasaa
columuae a manifestacV) stlcume, espouteneu, que
no dia 20 do corrente recebeu S. Exc. o Sr. Or.
Mauo I do Naseimeuto Machado Portella, honrado
presidente desta provincia, da parte de distinctos
cavalbeiros da sociedade ouro-pretana, como pro-
va de iccouhecineuto pelos serv?os qua ell 1 tem
prestado Minas, e tambera cm sigual de profun-
do jubilo com o facto de su 1 cleicii Aaseinbia
Geral pelo Io districto de Pernambuco.
Trazer i lome a langa serie de eaforcoa empre-
gades por S. Exc. em bem do adiantameuto do
Estado, tarefa assaz hoqroaa, nos actualmente
ditficil, atienta o pouco tempo c espaco de qua da-
pomos para cabil des-rnpenho. Todava, em pro-
va de quo nio aio infundadas as nossas palavras,
tasta dizer que no curto esp .(;'de tempo da di-
rec;io intelligeute e provecta de S. Exc, diversas
medidas tendentes ao desenvolvimento da provin
cia teem sido iniciadas, e para as quaes elle ha
consagrado estudo e diligencia, de modo a augu-
rarse, com razio, ptimos lesultadoa
Na sua posioio de primeiro magistrado da pro-
vincia, S. Exe. reuue prudencia, zelo, euergia e
juatica, e porta-se de tal modo que amigos ou ad-
versarios, grandes ou pequeos, o consideraos, como
garanta doa seus iireitus.
Administrador emrito, parlamentar distincto,
preceptor da mocidade, S. Exc. tem captado a es-
tima e a adiniracio publica, ora no desempenbo
de altas commiasoes anlogas, que Ihe teem sido
confiadas ; ora na tribuna da Assembla de sua
provincia natal ou uo parlamento nacional defen-
dendo e pugnando com denoda e patriotismo pela
causa publica ; ora na cadeira de mestre, revelando
invejavel talento, a repartir com a mocidade o ri-
co cbedal do seu saber.
Ainda sob o ponto de sua individualidade par-
ticular, S. Exc. exemplo digno do bom chefe de
familia, insinuando e imprimiudo no espirito dos
seus illustrea,filhos os senttmantos do bom, do jus-
to e dp i^nor ao. trabaiho. .
i.Aasim, eois,,leajbrando-o miutos amigos de S.
,ma- q Sr., Dr. r'ertell* de manifestar a.aia.esti-
1 j *preco que hej merece 0 seunobre carcter,
[ uia Sseram mais do qua iuaersver ua^uroaic* de
Ua'Companhia Fhenix Ecrnambucana de Segu-
ros, i 1 ib-Vda tarde, ta '*. do iCsmmercio h.
38, para tratar do inventario e contas da admi-
nstracio e para eeicos.
''K)k .-Ociiaade Auxiliadora da Agricultura, ses-
sia de assemblk geral, era sua sede, ao msio dia.
Amauhi ha aa seguiotea :
Da Companhia' AmphitrU \ de seguros, s 11
ho^aB d'dii,'para eame de conta's e eleicio a
nova commiasio fiscal.
Da Companhia de Edificacoes, ao meio dia, no
1- andar do predio n. 38 da ra do'Iitpvradbr
para votafio d? um pirecer.
riiio.-s quaremnaes-Comecam hoje,
pelas 4 horas da tarde, repctindo-se as deinais
qhartaa-ferar, eoro costum, 03 sermoes qUa-
reamaes, na ereja de N. Sra. do Carmo.
*K*rco c ferimenios No domin-
go ultimo, toram agg'redidos por tres desconh'eci-
do na eatrrla do'Litn iciro < em lugar pertenr.en-
lo ao 2 districto da' Boa-Vista,- Francisco das
Clugas 0 i' hoz e J >ao Nogaeira de Queiroz, sen-
da ambos feridos.
A rjotieia proceden nos terinas do respectivo in-
quer'ito. '
Vicencla Escruvem nos em 4 da cor-
rente :
> Como toda a provincia, sem duvida, esta flo-
reBcente loculidade, robustece-s: de esperanca
pela abertura da Assemblia l'roviucial, cujos mein-
bros teem o indeelinavel dever de cuidrem do3*
melharameiitos deque prcisa a pi .vincia.
A Vicencia, como todo o 5U districto, alt
mente confia nos s Costa Gomes, Ilertulano Bandeira c capitio R-
goherto Barbosa e capera que, tanto este povoado
cuino os de Surubiui e Anglica;, que, naa duas
e marcas, si 1 as localidid's que ra'.nos aquinhoa-
das teem sido pe s potierea piblic;s, sejam agora
s.i'.isfeitas em su is aspiracoes.
Esta localidad^ per fcua boa t pographia, sof-
frivel climato oga, regular e .- 1 i la 1 SiiSeacao','ro-
busta agricultura e eommercio acreditado e sobre-
tudo pelos bous costumes de sua br osa populadlo,
tem iucontertav< 1 direito a ser 1 levada cathego-
ria do termo, aaaim coma nio menos direito a ser
elevados a fregueziaa o< dous pjvoados, Surubime
Anglicas, dotaudo-ae 03 meamos com agenciaa
de orreios, cujoa eucarregadas sejam to probse
zeUiSO como o que temos aqui.
Na doningo ultim de paasagem para esaa
capital, tocou aqui, bem ncammodada da sua sau-
de, a prefessora publica de Macap, D. Grata, que
depjis de pequea demora era casa de sua collega,
proeguio sua viagem penosa.
a Oa mitagea, outr'ora seceos pasaaram por
um.i agradavel methamoiphose, em c-uaequencia
das ultimas visitas da chuva, c d'uhi surgi a es-
per inga para oa agricultores, que veem suas la
vour. s, producto Uo Iaboriosj e honesto trabaiho,
prosjierarem, ofTercenda aaaim a presumpyao de
urna vantajosa colheita, se Deus quizer.
A ordem publica vai indo sem alteracao, o
que devdo boa ndole da populaco e ao cri-
terio e espirito ordeiado actual subdelegado'
Basta. >
Tenlimenlo original Falleceu em Ja-
cintbo-Gaeiras, Brasil, um pobre, que, por multo
terapa. andar esmolando pelo Rio de Janeiro dei
xando uu>a fortuna superior a cen contos de ris !
O testamento, porm, que muitssimo origi-
nal.
O fallecido deixa a cada urna das pessoas que
mais o soccorreram a quantia de dous contos de
reis, encarregan lo da distribuicao deates legados
o Dr. M da cidade do Porto, o qual deve procu-
rar peasoalmente cada ura doa herdeiros, para Ihe
entregar, cora urna corta, a parte da heranca.
Resisdindo a raaioria doa herdeiros no Brasil,
tem o Dr. M de partir para o imperio, devendo
receber pelo seu trabaiho dez contos de reis. Ha
alm diaso, no testamento, urna clausula que de
certo aprsente, ao cumprio.ento del a, a maior
diffieuldade. O testador quer que a primeira pea-
soa a receber .a,heranca aeja um tal Sr. Dramoder,
por isso que foi este quem primeiro o soccorreu,
quando elle desembarcou no Rio de Janeiro.
A eo\posico en ll.80 Continuam as
duvidas sobre a realisacio da expoaicao interna-
cional que se projectava'em Pars em 1889.
Depois das respostas favo'aveis das cmaras
cammerc.iaes,, na sua maipria, xejjpostas a qoei ha
dia. nos,referm.08^ 1copsultadas as potencias es-
trangeiras e mamo o eommercio dos differentes
paiaeB, responderam aquellas,n'um. sentido pouco
tavoravel realisacio do certamen ; e( em^anto
aos commercantes esto em geral pouco resolvi-
doa a entrar na lucta do trabaiho, aneciados como
estao pela cnse econmica que atravessa a Eu-
ropa.
Parece que o motivo porque os demais paizes
monarchicoa nao se intereaaam pela exposico nao
extranho poltica, porquanto aquella constitui-
ra urna parte do programla dos festejos pelo
centenario da revoluco francesa, o que mia se
prova pela calorosa adhesio que foi immediata -
mxnte dada pelos Eatados- Cuidos e pela Suissa.
A Francia, vendo se portanto b com as sua3
duaa oompanheiras que so rogara por igual forma
de gaverno, desistir talwz da seu propoeito, o
que.de teda a vantagem,par*a lirecia que para
aquelle anuo adiou a exposicaa de Ath preparava para 1887.
tuaiA XIV. aoitor dKmailco Em
Inojiatcrra lutain os litt ratos quesustentim o. ge
niaiisacutivel de Sbrkapeare.eom os quu,iho ne-
gasn autsualidade de dounaUco insigue, aaatgnran-
da estes ltimos quo Shakapeare foi um modesto
director de sceni, e que O HamlU, Romea e Ju-
lieta, O Mercador de Vneta etc., se Jevem pan-
na de Baeon, o philoeopho.
Cousa scmelhante succede em Franca com Mo-
liere ; e para termino deste ridiculo afa 1 de de-
molir repotaeocs, pub.ica na Decada, de Paria, um
eugeuhaao eacriptar, um artigaparadogico negando
que o tbeatro de Moliere aeja seu, por urna razio
poderossima : porque Moliere na sabiaeawever /
De quom pois, o seu theatro ? De Luiz XIV,
nada menos.
Luiz XIV era multo afTeicoado aos golpea thea-
traes, como o demonstra a sua enlrada ,no parla-
mento com um chicote na mi. Porein sua digni-
dade real Ihe impedia firmar auaa obras dramti-
cas o recorreu Moliere.
Aa vicisaitu.dt'3 do rei astro ae reflectca no
theatro attribuida a Moliere.
Quando comprehoudeu que era urna aandiea n-
digo 1 delle casar-se cora Mara Mancini, escre-
veu O aturdido ; e quando a sobrinba de Mazar-
no se une a Colorna de aples, o despsito que
esta boda causa a Luiz XIV, proluz O despeito
amoroso.
Porein chega um dia era qua o coravao do re
eat livre de lacos ; 13 dimaa d 1 corte narrein
pelo rei galante, e p ira livrar so dellas, escreve
As preciosas ridiculas.
Coma um rei tia querid) le suas subditas na >
ha de sentir excitada a corda irnica contra oa aub-
di'.oa casados ? Da vibracio desta corda de seu
talento b ota uina co neda : 0 Sgnarcllo.
A senhorita de la Vallire apiisou :-se p lo tan-
narelia, o Contra oa '.ortezios inliacrctos que in-
terrompem 1 s namorados, cscreva outra comedia :
Os fastidiosos.
Resalla qu: na aenhonta de la Vallire nem
tudo innocencia : h 1 tambero altro de malicia, que
inspira a Luiz XIV A 'scola'das mulheres.
A 8ra. de Mintenon nio engaa o rei com
suas beatices ; Ltliz XIV sobradamente talen-
toso p.r fazcl a Compnhender qu; nao ignora os
segredos da religiosidade las que uio teem reli-
giio ; e cEcrcve O Tartufo.
Disse o escriptor que isto cauta na Decad", que
todoa as theses sio detendiveis. Vejamos s> entre
os hespauhoesha ulguem que negu a Cervantes a
pa ternidade do D. (uixote.
Miscelnea.No anuo civil de 1885 impor-
tuu o porto do Rio de Janeiro, em t'irinha do tri-
go, o se^uinte : Das Estadoa-Unid is 3t>5:821 bar ;
ricas : de "Trieste 14:ti21; da 2io da Prata 74:162
da Nova-Z' landia 5:8t) e do Chile1 7:333.
A maior exportlo de caf o porta do Rio
de Janeiro foi em 1857, cm que so exportou em
saceos de 60 kilos 5.570:180. No nno de 1885
exportou-se apenas 4.207:911 saceos.
O caf vendido para 03 E tados-Uuidos no
anuo d>! 1885 foi de 2.718:111 saceos; para a
Eurma foi de 1.061:877 aaccoj ; para o Cabo de
Boa-Esperanza 76:131 saceos; para diversos por
tos 241:174 saccoa. Eate caf o exportado pelo
porto do Uio de Janeiro.
:Eis o consumo eos direitos de entrada do
caf em diversos paizes :
Consumo ai
pdr'habitu
Franja...... I k. por
Rusaifi......
AHemanha.. .
Auatria.. 1...
Blgica......
Su osa.......
Noruega.....
Suecia ... .1.
Os tres districtos cleitoraes da corte contara
7:080 eleiCbrc a esarregado| de repseaentar os di
reitcs de 400:000 habitantes.
Na eleicio de 15 de Janeiro, d'esaes 7:080 elei:
tores1, ficaram em casa a tratar d sua vida &872
eleitores.
No mez de Janeiro do corrente anuo a Al-
tan lega de Manos (Amazonas) arrecadou...
l23:35'i")62. Em Janeiro de 1885 tinha rreca-
dado 59:686^396 de onde resulta ura augmento d
63:6613166 e'm Janeiro do ccorrente ann >.
"No mez de Dezembro de 1885 a Alfandega
do Maranhio arrecadou 202:931 ilbl.. Na raesme
mez a Alfandega de Sanios (SaaCPaulo) arreca-
dou 697:8134S9. ^ Na provincia do Para os^selvagena ataca-
ra ni 08 moradores do rio Cura, 10 dia 14 de Ja-
neiro do c Irreute auno, ficando mortos 4 selva-
gens, e deixando os quu se evadiram ubis,, flechas
e outna obiectoa d seu uso.
O engehtl) entral'de Capivary, da provin-
cia de S. Paulo, funcciouou em 126 dias do acno
de 1885, dando o Beguinte resultado : cannaa es-
insgadas 13.141:500 kilogrammas ; asaucar fabri-
cado 1." jde^o : kilos 723:7.o >: rendimento 5,50 %.
No exercicio financeiro de 1884 a 1885, foi
expo tado pelo 1 orto do Rio de Janeiro, para os
E,tadoa-Unidos, o Valor official de 67.930:109*480,
e importado1 a Valor1 official de 7.781:272*588.
A Coinuaulii 1 de Bonda Paranaense, reudeu
no mez de Janeiro de 1886 28:348*600, em Janei-
ro de" 188V 20:934*000; mais era 86 7:8t4J600.
Ao Sr. Julio Cesar Ribeiro de Souza, m in-
dou o presidente da provincia do Para, entregar
25 contos de ris, quantia votada no oreamento
proviheial, para as experijnciAs do balara que in-
venlbu. '
- Na anno de 1885, exportou-se do_Rio_do Ja-
neiro para os Estados-Unidos 165:775:345 kilos
de c;if, representando o valor otficial de. ,
67.261:7264996.
- A rea do municipio neutro foi oreada no
correhte exercicio em 1.356:163*834.
- a cidade de Belm do Para fuulou-ae um
banco de dese.ont03 cora o capital de mil contoa, 9
em 21 horai; forara tomadas todas s aecoja no
valor de 100*000 cada uaoa.
CacadaHontem, as 9 horas da manha, no
Chais Menino, entrada para o sitio do Cajueiro,
um individuo de nome Firmino de tal, conhecido
por Moreno, ferio com urna facada Luiz da Cos-
ta, porque este foi aconselhal-u quo nio brigasse
com um terceiro individuo.
O criminoso evadi-Ee, e oferido, levado para
o Hospital Pedro II, foi ali viatoriado e medicado
pelo Sr. Dr. Prxedes Htanga, recolhendo-se
depois caa de sua residencia.
Ieil6ea.EfTcctuar-se-hio :
- Hoje :
Pio agente Modesto liaptista, s 11 horas, no
trapiche Esperanca, da Companhia Pernambuca-
na, de farinha do mandioca.
Pelo agente Gusmo, a 11 horas, na ra do
Mrquez de Olinda n. 18, de movis, loucas, vi
dros, etc.
Peo agenti: Pinto, as 11 1/2 horas
do trapicho Coneeieao, de 30 duziaa
avariados.
- Amanha :
Pel agente Pestaa, ao meio dia, na ra do
Vi gario n. 12, de predios.
telo agente Modetto Bautista, s 11 horas, ua
ra do Bom Jess n. 19, de predios.
Pelo agente Martins, s 11 horas, na ra de
Fernandos Vieira n. 26, de movis, loujas, vi-
dros, etc.
Veo agente Brito, a 11 horas, na ra do Impe-
rador n. 15, de um sitio com casa no Porto da Mi
deira.
Extirpando de kisto sebceo da regiio posterior
da oreilia.
Pelo Dr. Berardo:
Duaa pupillas artificiaos reclamada por glauco-
mi chrouico.
Pelo Dr. Estevo:
Extirpaco de kisto sebcea da regiio parietal
da cabeca.
Caa de lleleora Movimento dos pre-
sas no dia 8 de Marpo :
Exiatiam pr/ssos 319, entraram 9, sahiram 7,
exiatem 321.
A sabei:
Nacionaes 295, mulheres 5, estrangeiros 5, es-
cravoa aenteneiadoa e processados 9, ditos de cor-
reecio 7.Total 321.
Arracoados 293, sendo: bons 280, doentes 13
Total 293.
M'.vimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Sebastiio, ex-escravo sentenciado.
Francisco Lina de Albuquerque.
Tiveram alta :
Jacab da Silva.
Gregorio Louienco de Freitas.
Joa Venancio da Silva.
I.olerla Ua provincia Amanha, 11
de Marc-, se extrair lotera n. 42, em bene-
ficio da Ordem Terceira do Carmo.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicio dos Militares, se achario expostas as
urnas e as esphera s arrumadas em ordem ame
rica, apreciacio do publico.
Lotera do RioA 4'parte da lotera n,
195, da novo plano, do premi de 100:000*000.
ser extrahida brevemente.
Os bilhetes achim-se venda ua Casa da For-
tuna ru.i Primeiro de Marfo.
Tambera acharn-ae venda na prafa da Inde-
2a ns. 37 e 39.
Lotera Extraordinaria to Ypl-
rangaO 4 e ultimo sorteio das 4 e 5 series
desta importante lotera, eujo maior premio de
lS'itOOOiOUO, ser extahida a 9 de Abril.
cham-BC expasto a venda os restos d -3 bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeira de Marco
u.23. *
Luteria o Cear de SO.OiQOOSoOO -
A "1 sale Vesta grande lotera, cujo maior pre-
mio de 250:000*000, se extrahir mpretervel-
mente no dia 13 de marco, aa 2 horas da tar-
de.
Os bilhetes acham-se venia na Casa da Foi-
nina, roa Primeiro de Marca n. 23.
Lotera de Macelo de SOOiOOO&OOO
A 19' parte da 11 lotera, cujo premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
irapretcrivente no dia 16 da marca s 11 horas da
manha.
Bilhetes venia 111 Casa Feliz da prac da ln-
depeneia ns. 37 e 39.
Maiailoura :>iiulic. For.un abatidas
ti > Matadouro da Cabanga 80 rezes para o consu-
mo do da 8 do corrente mez
Na tnesmaestabe'ceimento foram abatidas,
para o consumd do dia 9 do correute 81 rezes.
Mercado Municipal du H. Jos.-U
mavimeuto deato .Merca lo n> dia 8 do corrente.
Coi o seguate:
F.ntraram :
36 bois pesando 5.193 ki os
166 kilos de pcixc -i 20 ris
13 tuboMroa a 200 ris
27 cargas de farinha a 200 ris
11 ditas te fructas diversas a 300
ris
14 Suinos a 200 r3
Foram occopados:
22 columnas a 600 ls
44 tatitos de caruo v-.ide a 1*000
8 ditos de ditos a 2* 1
36 compartimentii de taiiuha e co-
midas 500 >rera
62 ditos di! lcguiuej u 400 ris
16 compartimentos do auiuo a 7o0
ris
12 ditos de frosearas a 600 ris
Gomes de Pinbo e Francisco Jos Vieira, cum-
prindo o despacho dn 25 do mez prximo passado,
para que se archive o conli-acto de sociedade
em nome collectivo nos termos da ultima parte do
art. 321 do Cdigo Commercial, que celebraram
sob a firma de Manoel Joaquim Fcrreira da Silva
& C, com o capital de 15:000*000 para o eom-
mercio de compra e venda de nssucar e sua refi-
nacio, ra do Visconde de Pelotas n. 3'Ar-
chive-se na forma da lei.
Do Dr. Gerente da Companhia Santa Thereza,
para que sejam ar -hivados o b&lanco e a lista dos
accionistas de dita companhia. Archivem-se.
De Antonio Ferreira dos Santos e Antonio Lou-
renco Pedroza, para que te archive o contracto de
sociedad- em nome c llectivo, que celebraram sob
a firma de Pedroza & Santos, para o eommercio
de movis fabricados na otfici. a sit ra do Dr.
Feitoza, outr'ora Eatre.ta do Rosario n. 21 desta
j-cidade.-Seja archivado.
D Souza Moutinho & C, para que seja archi-
vado o distracto de sociedade, do cuja firma eram
socios Joao Goncalves Torres, Joaquim Arthur
dos Santos e Jos Vicente Goncalves Torres, fi-
cando o ex-socio Joio Goncalves Torres encarre-
gado da liquidaeb do activo o do passivo e de
posse da estabelecimento, com autoritario de con-
tinuar a usar da supra-dita firma, sob sua
nica responsabilidade.Archive-se, na forma da
lei.
De Diog) Augusto dos Reis, de 38 annos de
idade, casado, natural da provincia Bcira Baixa,
do Reino de Portugal, domiciliado e estabelecido
com leja e fabrica de calcados nacionaes por
grsso e a retalho ra Marcilio Dias n. 42, soli-
citando carta de commerciante matriculado.. Sao
attestantes do crdito commercial do impetrante
Gomes du Mattos Irmio3, Luiz Antonio Sequeira
e Prente Vianna & C.Como requer.
De Caetano Cyriaco da Costa Moreira &_U,
para que sejam registrados dous crditos marti-
mos que apresentum.Sejam registrados.
Nada maia haveudo a despachar, o Illm. Sr.
commendadur presidente cucerrou a Bessio as 11
horas da mauha.
INDICARES ITEIS
X
2
1
i
3
3
3
nual Direitos por
ntes 10J kilogrs.
46 156 fra
10 61,08
47 50
5 37,50
40 13,20
60 3
70 56
26 36,40
1*320
1*6 0
3J300
2*800
13*200
44*00(1
161000
18*000
24*800
115200
7*200
1498*20
dia 3
Deve ter sido arrecaiada neste dia a
quautia do'
Procos do dia:
Carne Verde a 320 e 560 lis o kilo.
Suinos a 500 p 60-J ris ideas.
Cameiro a 800 e 1* ris dem.
Fainha de 3ii) a 640 ris a ca
Milho de 40 a 400 ris dem.
Ftijo de, 640 a 1*280 risfidera.
Cemiterio publIcoObituario do
do cofreate :. '
'FrAnicisea Josefa C*rreia de Lima, Pernambu-
co> 23fa>njsf,catada, Afugados; typica puUnpnar.
U'nbeliua Theresa da Puficaco, Parambueo,
40 annos, casada,-S. Joa ; elampsiapue.'p<5r*'.
Bonifacio do8;Santos Leal Bastos, Pernambuco.
3S annos, casada, Boa-Vista; tysic laryngea.
Benedicto, Pernambueo, 2 meze3, Boa-Vista;
gastro euterite. (
Verano Joaquim Corroa de Brito, Pernambuco,
55 annoa, solteiro, S. Joa ; anaz rea.
< 6
Theresa de Jess Mara, Pernambuco, 76 annos,
casada, Siuto Antonio; asthma.
Joanua, Sant. Antonia; remettida pelo dele-
gado.
Maria, Pernambuco, 1 anoo, Boa-Vista ; gastro
entente.
Claudiuo Athdnasio do Rosario, Pernambuco, 50
annos, Solteiro, S. Jos; apaplexia cerebral.
Eulalia Canuda de Souza Peixe, Pernambuca,
48 annos, casada, S. Jos; febre typhica.
Maria Francisca da Coneeieao, Pernambuco, 24
annos, solteira, Boa Vista ; fysica.
Theodoro, Pernambuco, 2 mezes, Santo Antonio;
febre paludosa.
Deolmda Fr.incisc.i de Paula, Portugal, 45 an-
nos, c ada, Boa-Vista; febre perniciosa.
Elisiario Euzebio de Souza, Peruambuco, 26 an-
noa, aolteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmouarea.
Euclidcs, Pernambuca, 2 annos, Afogados ; t-
tano.
- 8 -
Jos Pacheco de Mcnezes, Pernambuco, 50 an-
nos, casado; entente.
liara. Pernambuco, 2 mezes.
Joa Pirea do Cirvalbo, Portugal, 52 annos,
vmvo ; cancro.
Anaa J. da C Guinuries, Pernambuco, 78 an-
nos, viuva ; anemia.
J.mnna Maria da Rocha, Fernainbuco, 33 annos,
S. J jt ; peritonitc.
Jorga M. du Espirito-Santo, Pernambuco, 22 an-
nos, Boa-Vista ; esinagamento.
Jercini .3 de Andrade, Pernambuco, 30 annos,
GraQi; tubrculos pulmonares.
Rodolpha Luiz de Mell 1 Santaa, Pernambuco,
35 annos, 3. Jos ; lesao do coracao.
era frente
de pioeeis
Misjnasi fnebre*.Serio celebradas :
Scxta-feira :
A's 7 horas, no Carmo, por alma de D. Arceli-
na da Rocha Lima Lobo.
Sabbado :
A's 8 horas, no Terco, por alma de Rodolpho
Luiz de Mello Santos.
Operacesi cirarglcaaForam pratica-
das no hospital Pedro'TI no dia 6 do corrente
as seguinfes '.
Pelo Dr. Pontual:
Castracao, do testculo direito reclamada por ue-
croae Byphititica'do teetieulo, li>adnrS fie frdfto
pelo catgut em cino partes, e entflr do a'nnel
iguvnid.exferno pelo catgut po.compljpacode he-
ria inguinal.
Medico
lonoiillaria naedico cirur Pedro de Atialiyde Lobo Hoscoso a
ra da 6iloria h. SO.
O doubor M&mxtin l ousiutaj todoa os
dias uteis, das 7 s 10 horas da maab.3,
Este consultorio imodida
lo do poder cada oonte ser ouvido e exa-
minado, Bem :iado por outro
De meio dia s S horo^ da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no torr'So pra-
r-.a do Coiaincrio. onde i'unccion?, a ins.
peco de sade do porto. Para qualquer
d'estes dous pontos poderlo ser dirigidos
oa chamados por carta^nas indicadas horas.
Dr. Miguel' Themudo mudou seu consul-
torio mlico e resitencia para a ra Nova
a. 7, 1. andar, ende- da consultas das 12
horas s 3 da tarde e recebe chamados a
5*400 faualquer hora. Especialidades-partos, pe-
bres, syphilis e molestias do pulraao e co-
rajao.
Dr. Brrelo iSampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, ra do Barao da
Victoria n. 45, 2 o andar, residencia ra
lo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Iilispm
O hachar Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. ao lar.
' Jos Bernardo Oalvao Alcoforado J-
nior contina no exercicio t sua profissao
de advogado, e pode ser piocurado no es
eriptorio de seu pai, ra 1." de Marco
n. 4, 1." andar, das 10 horas da manha
s 3 da tarde.
Henrique Milet. Ra do Imperador n.
22, l.o andar. Encarrega-se de quest5es
as comarcas prximas as linhas frreas.
Dr. Oliveira Esco%d, 2fi promotor pu-
blico, tem seu escriptorio de advogacia na
ra Primeiro de Mareo n. 2.
Jos Jtandeira de Mello ~ advogado -
ra do Imperador n 37.
Drogara
Faria, obrinho <& C, drogustas poi
attaoado. Ra Mrquez do Olind n. 41.
l'ffaHcisc^Manol di Silva & C, depo
itarios de todas a ij.liddes pharma
eticas, tintas, drogas, productos chimice
e mdicamdJito ifomteoiticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
do Francisco dos Santos Masedo, caes de
Capibaribe n. 28. N'este grande cstabele
cimento, o primeiro da provincia n'este ge
ero, comprase e. vende-so madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obras
do carapira por itfcch'rha e por pre90S sem
competencia.
Mudanca
O bacharel Pedro Gaudiano Ratis e Sil-
va, muiou sua residencia da Estrada de
Joo do Barros para a ra Velha de Santa
Rita 29.
CHRONICA JUDICIARIA
Junta Coniniercial da cidade de
Reeife
ACTA DA ^SE8SA0 DE 4 DE MARgO
DE 1886
rKEBIDENCIA DO ILLM. SB. COMMENDADOB ASTOSIO
GOMES DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimaraes
A's 10 horas da manha declarou-se aberta a
BessSo, estando presentes os Srs. depurados Olin-
to Bastos, commendador Lopes Machado, e Bel-
trio Jnior e o suppleute Hermino de Figueircdo.
Lida, foi approvada a acta da precedente sessao
e fez-se a leitura do seguinte
BXPc DIENTE
fficios :
De 20 de Feveieiro, do Conselho director da se-
cretaria de Estado dos Negocios da Agricultura e
Coramercio, acensando o recebimento do officio de
4do dilo mez. -Para o archivo.
Dito, de 22 do mes prximo pissado, da Junta
Comuierclal da Capital do Imperio, remetiendo a
relaco dos commercantes matriculados no mez
de Janeiro.AccuSe se a lcepco e archve-se.
Dito, de >". i'.vereiro, da Junta dos '.'orre-
torea desta pnca, remetiendo o bol. tim das cota-
coes officiaes de 22 & 27 do mesmo mez.Si-ja
archivado.
Dito, da mesma Junta, de 27 do corrente mez,
dando scincia do numero de transacoes sffectuisdas
pelos Corretores no mea prximo passadoAr-
ehive-se.
Diarios officiaes de ns. 48 a 54.-Sejam archi-
vados
Distribuiram-se i rubrica os seguintes livros :
Diario de Francisco Xavier Ferreira, dito de
Justo Teixeira ft C, Suc wssres, dito do Dr. Lau
rindo de Moraes Pinheiro, Copiador de 14%uel
Jos Alvee.
DESPACHOS
Peticoes: ,
De Manoel Joaquim Ferreira da Silva, Jos {
PUBLICARES A PEDIDO
Hanca a seu <|uiuq: :
Quinquim, a folha dantina
J nao sabe e n que se pegue ;
Nao ha nada que socegue
Aquella invij ; feriaa !
Gra rival da v.rdaie,
Csda vez tav.13 desbragada,
Vai besuataudo a citi.i le
De pomada e mais pomada.
E seu preparado tal,
O cheiro' tanto tresandu,
Que j ra fazend) mal
At ao sebo de Hollanda !
Nao se encontra uro assignante
Do Diario maadado,
Que nSo ande empomadado,
E, p r anto, ignorante
D; que se faz e se diz
Do norte ao su! o Paiz !
P'ra seus amigos do peito
Arranja eleicocs geito ;
Por isto agora martlla
E todo dia sovla
A paciencia da gente,
Com telegrammas, noticias
E apuracoes ficticias
L do seu correspondente
P'ra fazer acreditar 1
Que o fabricante-eclosso
Da Vanea, Monteiro e Poco,
Poude tambem triumphar 1
Mas, Diario sabidinho,
Tu p'ra mim vens de carrinho!
Comtigo nao estou de.accordo !
Bota o dedo em minha bocea,
Meu velho, para ver e eu mrdo !
A tua pericia pouea
Para faxen-me comprar
Os teus boioee de pomada ;
Nao fco tencaode-usar
De droga falsificada!
Deves peta r treguas....
Eu j te conheco s leguas !
Tu ests bem convencido
Que o Marianno gorou ;
Mas, como isto desgostou
Aoa chefes do grAo-partido,
Tu queres, todo o transe,
Que o audaz tribuno alcance
O lugar de deputado,
Maito embacu derrotado 1

v.
f

JP


Diario d<5 f^aafmhwf <>^^tarta--feira !(? e llardo At? KJS6
3
i i-

~

> Fji ioito o Marianno.
Porque te ve maioria!
Gritas aki todo da.
Mas, ooto la, moa magano :
Se Iludir quem quizer
E ao triblh' nao e ar
De le bem o rpsuli
D'esse pleito ti) fallado
A qiK-m coube a mainria ?
E quem teve a primniia
N'ess 1, elrtitoral ?
Quem diploma (leve ter
Para a Assembla Geral ?
Niagusm hoaita em diaer
Quj o leal competidor,
Pidas hvres votacoea
Das liifferentcs seccoes,
Foi quem sabio vencedor !
Mas as fabricut do P,>so
FiaeraiD commereio em grosao ;
Aa da Varzea e do Monleiro
Venderam tanto os pruductos,
Que o partido, atvicar.'iro,
Dii que o tribuno venceu,
Que t'-ii clara a elei.).
Quiuquim, que adiniracao !
Quem a negar se atreveu ? !
Pois urna tleica) de dja,
Com to grande eaixaria
De phusphoros p'ra allumiar,
Poda escura ficar ? !
Nso reato duvida alguma !
Porm, meu Quinquim, em summa
O liberal candidato
Perdeu a eleicao, facto,
as paroehias do diatricto ;
Mas nao deve estar afflicto,
Porque Kanhou na explomo
De suas tres oficinas,
Que sao copiosas miuas,
Onde o moderno Saudo,
Acha/orease conforto
Pr'a levar o barco ao porto !
Nenhum recurso Ihe falta,
Poia alli ba grande malta
Pr'a salval-o do perigo .'
Eleitorcs, meu amigo,
Que, no punbo da camisa,
Deitam, pr'a nao eaqueccr,
O nouie que devom ter,
Como o chufe lhes avisa !
V-se surgir, por encanto,
Um morto de cada cauto,
Dando poderca a um* vivo
De votar e.n seu lugar ;
Porque o Mariana 1 activo
As coutas sabe arraojar .'
E cssas tres freguezias
liopres. litara n'eaaes dias
O valle de Josaphat !
Escndalo igual nao ha !
Mas, Quiuquim, o que nos rende
Cegar a nossa thesoura f
lato negocio que entende
La com a junta apuradora.
Conversemos uin bocado
Sobre o tribuno afamado :
Foi realmente inaudito
O tr.ibalhj enorme, insano,
Que empregou Z Marianno
P'ra ter/orea no districto !
Nao doruiio noites inteiras,
Arranjando a papelada,
P'ra poder, de urna fornada.
Compor as suas fileiras
E formar, por precauco,
Seu luiente batalho .'.'
No Msnteiro metteu gente,
Que s elle conhecia .'
Na Varzea fez urna cchenle
Com Torres, da lotera !
No Poco, onde elle se escuda,
Impingio tantos votantes
Que foi um Deus nos acuda I !
Foi o rei do* l'abrioantu! .'
E hoje est bem provado
Que nao vein maia ao mercado
Phosphoros to bous e seguros I
Estao se vendo em apuros
Os fabricantes francezea,
Allemus e bollandecas,
At mesmo o Jonkopiugs,
Que est j quasi a quebrar,
Porque s querem comprar
O Mariannikapings !
E cu acbo que tazem bem,
Pois que sao ioimitoveis
As v&atagens que elles tem ;
Sao de coiea variaveis ;
Muito bona mesmo molhados;
Dao luz depois de apagados ;
Accendem em qualquer lugar !
Mas seu defeito detar
Um fumo aasim meio fusco
Cbeirando muito a chamusco !
O homem taz tal negocio
Quso Juvencio, que matreiro,
Mandou logo, interesseiro,
Convidal-o pata socio!
E den-lbe muitas vantagens
C pelas suas paragens !
Quinquim, aem ser indiscreto ;
O homem tem um projecto
Da mandar p'ra a expoaico
De seus photpkorot um caixo ;
Mas receia a competencia
Dos Mariannikopings,
Que estao tendo a preferencia
E dando proveitos pingues ;
pjr sso arope e gosta
Que o outro aceite a proposta !
Porm Deus tal nao permita !
Se tivermos a desdita
De elles dous se reunirem
E as oficinal fundirem,
Quando menos t pensares,
Vai o mundo pelos ares !
E nosso Brasil amado
Ficar mesmo torrado !
(Da Gatela de Noticias da Baha.)
Cidade da Escaa
, Urna boa morte honra toda
urna vida.
Coasrxuiao Bastos.
Embora acabronhado anda pela morte do meu
sempre pranteado amigo o S Manoel Vidal de
Negreiros, nao posso dexar de, pela imprensa
render um preito de dor sua memori, uma lem-
branca esse amg>, queit sempre dediquei sin-
cera amisade e de quem sempre recebi inequvocas
provas de sua apreciaco.
Conhecido c estimado por todos d'esta cidade,
foi o Sr. Vidal de Negreiros mui considerado nao
g como bou' m particular, mas anda como cida-
dao e honrado negociante d'eate lugar, onde mo-
rn por longos annos.
Receba a sua desolada esposa e os seus dignos
irmaos 03 meus sinceros sentimentos de condolen-
cia, e praza a Providencia ter na manso dos jus-
tos a alma-de to distincto amigo.
Cidade da Escada, 7 de Marco de 188o.
Francitco dt Soma Ledo.
Utenfo
Secretaria da Cmara Municipal da cidade do
Ass, em 19 de Setembro de 1885.IUm. Sr.A
Cmara Municipal desta cidade, traduzindo os
mais vivos sentimentos de seus municipes o sen
l egitimo orgao toma na devida consideracao acon-
tar o recebimenlo do hoaroao officio de V. 8
dirigido em dato de 31 do cadenteacompanhado
de uma copia da planta desta cidade levantada
por V. S., e offwecid* a ea'a corpiracio, ad litada
de um pa 10 d iduto, c. aformoseamento
mesin*oidade.
C luscia do acorado e perfeito trabalho, coaaque
se dignoa de raemoeal-H, contribuindo d'est
para o cenhecimeuto o des. voiviinoto material
deite sola,consigna desde j um vuto de psofan-
da gritido pean, arlo e aolli ito dedicWfio de
V. S. pelo bem estar e pngresgo deste lugar.
Deus guarde a V. S. film Sr. Jos Joaquim de
Oliveira, mu digno inspector da liuba telegraohia
deste districto. Joo Rodrigues Ferreira de Mello,
presidente.Jos" Gomes de Amorim, s< cretano.
A poltica as escolas
Com a epigraphe aeima publicou a Provincia,
em 6 do corrate um artigo affirm indo ter eu ca
tigado meus discpulos com rnei* dtizia de pal
- mateadas a cada um pilo ficto de darem vi-
vas ao Dr. Jos Marianno.
Continuando a iagloria Urefa de calumniar-me
diaaeram Fazendo rxprobrac^s, manifestava
nao poder perdoal-os. extrahando que aem >stris-
sem to alegres com a victoria do Dr. J is M -
rianno, quaudo dep >ia de eleito o Dr. Portella,
nenhum viva haviain levantado .
Nao preciso invocar testcmuuhos, pira esma-
gar a vil calumnia sahida dos labios desse lzaro.
Oinimigo que fere de embiscada, cobarde;
assim como o calumniador um miaeravel I
Compadecido, sirvo-me das solemnes palavras
de Chriato perdoai-lhes que nao aabem o que
fazem .
Antonio Jacintho de Barros Crrela.
Il
i' criap
e
Dr. Silva Brito clnico do Maranhao
tendo praticad 1 ltimamente nos printipaes hos-
ditaes de Pari? di- Vie .na d'Austria, onde dedi-,
cou-se especialmente a partos. mol ltares e de ci'iancaa, offarece seus servioos ao ree-
peitavel publico desta cidade, on te faxou sua resi-
dencia.
Pode ser procurado do meio da 3 horas da
farde no seu consultorin ra lar^a do Rosario
n. 2t, lu andar, e em oa ni ijualqB11 hora do da
ou da note ra da Imperatriz n. 73, sua resi-
dencia.
DECLARA
Ao niUsivista de
t Provincia de
fimo.
Vertentes
Feverelro
na
ni
MOTTE
Beijar um padre melhor
Que adular o Grogoj,
Este at fedorento,
Mais amargo que Git.
GLOSA
Na leitura d'un diario
Encontrsi certo pasquim
. Obra d'um juiz ruim
Calumniador de vigario ;
Tal juiz incendiario
Nao encontra outro peior
Pode ser capitao-mr
Da mentira e do enredo
Se o adulam, s por medo ;
Beijar um padre melhor.
O juiz cima dito *y
Provem da rajaCigano
At por seu modo afane
Mostra qu<> veo do Egypto.
Olhado ello bem visto
Asseaelha-se ao Moc ;
O seu estado faz d,
Fede como uma cloaca.
Antes cheirar aTisaca
Que adular oQrogoj.
O juiz que se mistura
Com o mexerico amente
Passa a ser eternamente
A mais torpe creatura;
E' de pequea estatura
Tem um genio virulento
Na intriga um portento
Conhece-o bem o paiz ;
Que nos deem outro juiz,
Este at fedorento.
Redondo como nm cabaco,
Hojudo como um Tat',
Fede mais que o Urub,
E como o Judas falso.
No tamanho to eseaaso
Qne ae o olhando faz d ;
E' do genero=Grooq/d
E anda mais Bai
E diz Xand... que elle
Mais amargo que Git.
5 de Marco de 1886.
Poeta Julio.
13 districto
7T\0 Sr. A. de Siqueira deitou longo artigo na
Provincia de bontem. Coitodo !
Lemhra os servicos prestados, procurando at-
trahir a commiseraco dos adversarios.
Nessa faina nao trepida at em magoar o seu
correligionario Da. Jos Lopes Pesaoa da Costa
contra cuja eleicaofraudulenta votou.
E' muito honesto o Sr. X. de Siqueira !
Consta-nos que at mesmo manifestou-se hostil
ao seu intimo amigo senador Soares Brando
qnando este quera ser depntado, gracas a papel
am'sade.
Jano.
Horre se me o cabello !
N. 311
Disia o cacique indio ao ver qne a sna longa e
comprida madexa de cabello se tornara branca.
Havia uma razao philosophica neste symptoma de
decadencia por elle deoconhecida. E' quando a cir-
cu acao do sangue na capa membranea da cabeca
se entorpece, qne o cabella secca e este entorpec-
ment da circulacao pde-se impedir mesmo na
velhice mediante a applicaclo de um estimulante
proprio.
O Tnico Oriental, que to geralmente tem sido
introdusido, nos paizea trpicos com to felzes re-
sultados, snstem a accao vital na cutcula ao mes-
mo tempo assimila com o nutrimento natural do
cabello e augmento milagrosamente o poder pro-
ductivo das raizas.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C,
na do Commereio n. 8.
C, Hoekmann
Usinas de cobre, iatao e bronze e de
:n
Golitzer Ufer n. 9. Berlim S. O.
i: *l>ee al idade:
Construc^ao de machi-
nas e apparelhos
para faDiicas de assucar, destillacSes e re-
finacoes com todos os aperfecoamentos
modernos.
INSTALLAQAO DE:
Engenhos de assucar completos
Estabeleciownto filial n& Havaaa sob a
mesma firma de C. Heckoiann.
C e S.a Isaaoio o. 17.
nicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informacSes dijijamseai
Pohlman &C
Roa do Gmionio 1.10
01.1 e
di n cosnltas e attende
hora lo dia ou da noite,
cidade do Cabo.
a caamadoB a qualquer
em sua residencia, na
Fados e nao palavras
Aos que se desejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typograpbia e na ra Direita n. 43, 1.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ino-
fensiva cura das seguintes molestias : asthmatico,
ainda mesmo bronahitico; eiysipela, enxaquecas ;
intermitentes (sem o cmprego do fatal quinino);
tosae convulsa, falta de menstruaco ; cmaras de
sangue : esfricos ou metritc ; dores de dentes ou
nevralgias, metrorragia ; vermfugos, deotico e
convulsoes das criancas ; tudo manipulado de ber-
vas do paiz.
Aasim como tratam-ae escrofulosos em qualquer
grao e goaunatosoa.
Dr. Cerpeira Leite
ti! IM O
Tem o seu escript.ori. a ra do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 aa 2 horas da tarde, e desta
hora em diaute em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e criancas.
Advocado
bacharel Jeronyrao Materno Pcreira de Car-
valho, tendo deizado o cargo de juiz substituto dos
feitos da fazenda. advoga nesta capital e fora
della e tem seu escriptorio ra Duqub de Cazias
n. 55, onde p le ser procurado das 10 horas da
manh s 3 da tarde, e fra. destas cm sua resi-
dencia ra de Domingos Theotonio n. 39, a
qualquer hora.
OCULISTA
Dr< Brrelo Msampalo medico oculta
ex-chefe de clnica do Dr. de Wecker, d couauh
tos de 1 s 4 horas da tarde, na ra do Bara
da Victoria n. 45, segando andar, excepto nos do-
mingos e dias sanctificados. Residenciara de
Rannoslo n. 17, cauto da ra dos Pires.
O bacharel Francisco Crrela
Lima "l>rinlio
partecipa aos Srs. estudantes que tem
aberto um curso do Anihraitica, Algebra
e Geometra, ua ra de S. Borja, antiga
do Sebo n. 12.
Oonullorio nedico-ernrglco
O Dr. Estevn Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consulta medico cirurgicaa, na na
do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio da As 4
horas da tarde. Paras? demais consulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1 andar.
Ns. telephonicos : do consultorio 95 e residencia
126.
Especialidades Partos, molestias de crean-
cas, d'utero c seus annexoa.
Companliia Amphitritc
A direccio da eompanhia A^iphitrite convida
os senhires accionistas para a reunio da aasem-
b a geral, afis de apreciaren! as reapectivaa
contas e elegerem es futuros membros da commis-
ao fiscal. A renuio se edectuar no sali da
Asso:Jico. C iinmercial Be'neficente no dia 11 de
marco proxm>, as 11 horas da manh.
Pela c.mpanhia Amphitrite,
Os directores,
A. M. de Amorim.
M. J. da Silva Guimares.
Joaquim Lopes Machado.
anta Casa
del
COMPAMIIA
Pernanibucana de IVavegaco
i L'ostelra por vapor
tSa "senhores aeeionistas sao couvididos a se
reunirem na sede da eompanhia no dia 18 do cor-
rente ao meio dia, afim de lhes ser apresentado o
relatorio e bataneo da eompanhia do anuo prximo
findo, c beiBtassim elegerem o presidente e secre-
tario da ssembla geral, commiaso de exame de
contas e consellio de dreceo.
Recife, 2 de Marco de 8li.
Manoel J. de Amorim.
W. W. RWllard.
P. P Saanders Brothers & C.
Arthur B Dallas.
LtiioHiioHio nomi;oiatiiico
DB
FREDERICO CHAVES JNIOR
MEDICO E PHA&MACEUTICO HOJUEOPATHICO
Ra do Baro da Victoria n. 39, 1. andar
Medico parteiro e operador
Consultorio ra Duque de Caxias u. 59
Io andar
Resifleacia raaflo M 115
CHAMADOS POR ESCRIPTO
Oculista
Dr. Ferreira sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Companhia de edifica
fao
Sao convidados os senhores accionistas da eom-
panhia de edifcaco. para ae reunirem ao dia 11
do corrate, ao meio da, no escriptorio da mesma
companhia, ra do Imperador n. 38, 1 andar,
afim de em aasembla geral ae proceder a vota-
cao do parecer apresentado pe a commiaso no-
meada para avahar a importancia dos bens que
constitnem a entrada dos socios que faziatn parte
da firma Antuar? & O, nos termos do art 3 2*
da lei n. 3150 de 4 de novembro de 1882. Reeife,
4 d Marco de 8.
Glub iateraacional de
regatas
De ordem do Sr. presidente, convido aos mem-
bros da dreceo deste club o aos patrocs das
embarcares de sua propriedade, p.ra uma reu-
nio que devora ter lugar no dia 13 d.< corre ite,
s 7 horas da noite, na sede do mesmo club. O fir
desta reunio resolver se o club deve tomar
parte na regata que vai dar o Club Pernambuca-
no ao dia 25 do corrente, para o qual foi este club
convidado. Recife, 9 de Majco de 1886.
Joaquim Alves da Ponseca,
Secretario.
de Misericordia
iteclle
Na secretaria da Santa Osa de Misericordia de
Rfacife arreudauj-se por espaco de um 8 tres an-
nos, aa easas abaixo declaradas :
Roa da Moeda n. 45,
dem 'dem n. 49
Ra do Bom Jess n. 13, 1 andar
dem n. 29, loja
dem idem n. 29, 1 andar
Ra dos Burgos n. 27
Ra da Madre de Deus n. 10-A
Caes da Alfandeca armazem n. 1
Ra do Mrquez de Olinda n. 53, 2
andar
Ra da Guia n. 25
Becco do Abreu n. 2, loja
Ra do Vizconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1" e 2 andar, por 1:6001000
Roa das Calcadas n. 32 200*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 6 de fevereiro de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodr/ues de Soma
CU {***>%
2404000
24'1*000
3 0*000
216<00U
240*' OH
216*000
180*000
1:600*000
507*000
200*005
48*000
Club de Regatas Per-
nambueano
Seginda regata
De ordem do Exm. Si, D.. presidente, convido
as pessoas que quizerem con correr regata que
ter lugar a 25 do corrente, a virem se inscrever
na sede deste club at o da 16, das 7 s 9 horas
da noite.
Secretara do Club de Regatas Pemambuc ano
em 6 de Marco de 86.O secretario,
Osear C. Monteiro.
iOCIEDIDE
Auxiliadora da Agricultura de
Pernambuco
Assembla geral
De or lem do IUm. Kr. vice-gerente Dr. Paulo
de Amorim Salgado, scieatifica-se a todos oe se-
nhores sooica, que i.o. toado sido poesivel, por
falta de numero legal de assignat uraa represen
todas, proceder-ae, na rmnio ha vida no dia 1
de Fevereiro prximo passado. a eleicao dos mem-
bros do conselho administrativo e maii funecion a
ros da sociedade. fieou mareado o di iguaria teira
10 do corrente mez de marso, paia a segunda
renuio de que trato o art. 54 dos estatutos, a
qual realisar se-ha s 12 horas do dia, aa sede
social, ra essreita do Rosario n. 29, bastando
naqnella occasio, para eootitiir se a assembla
geral e verificar-se a eleicao, a presenta d terca
parte dos senhores socios effccvos.
Recife, 1 do marco de 1886.
Henrique Augusta Milet.
Manta Casa da Misericordia do
Reeife
A IUm> junto administrativa desta santo casi
contrata com quem melhores vantagens offerecer,
os fornecimentos dos gneros abaixo declarados,
para o consumo dos estabelecimentos seguintes,
durante o trimestre de abril jnnho, do corrente
anno :
Hospital Pedro II, dito dos Lazaros, dito de
Santa gueda, Hospicio de Alienados, C*3a dos
Expostos, Asylo de Meuiicidado e Collegio das
Orphs.
Aletrii kilos
Arroz idem
A'.uardcntc litros
Azeito de Oliveira dem
Araruto kilos
Assucar de 1 2* e 3' sortea e
EDITAES
i:dltal n. l*
O administrador do Consulado Provincial faz
publico, para eanhecimento dos interessados, que
por ordem do lllm. Sr. Dr. inspector do Thesouro,
fica prorogado at o dia 15 do corrente o prazo
marcado para o pagamento, inaepeodente de mul-
to, das annuidades e mai. servaos da Recife
Orainage Company, relativas ao 1 semestre do
exercicio corrente de 1885-86.
Consulado Provincial de Pernambuco, 6 de
Mrco de 186.
F. A. de Carvalho Moura.
O Dr. Thoraaz Oaroez Prannos Montana
gro, commendador da Imperial Ordem
da Rosa, juiz de direito especial do com-
mereio desta cidade do Recife de Per-
nambuco, por S. M. o Imperador, a
quem Deus guarde, etc.
Faz saber aos que o presente editol virem ou
delle noticia tiverem, qne se ha de arrematar em
hasta publica deste juieo, depois da respectiva au-
diencia do dia 1 de Abril do corrento anno, com
as formalidades e pregues do estylo, os bens Be -
guintes :
Urna casa terrea de taipa, coberto de telhas,
sita no Barbalho, freguezia da Varaos, sem nume-
ro, em terreno proprio, mediado 6 metros e 80
centmetros de frente e 10 metros e 20 centmetros
de fondo, 2 quartos, 2 salas, sendo a da frente
ocenpada por uma Caverna, coznba fora, 1 porta
e 1 janelia ao lado do nascente, onde existe um te-
lheiro com 4 metros e 80 centmetros, e ao lado
do poente 1 telheiro grande que serve de cocheira,
medindo 13 metros e 40 centmetros de eompri-
mento, tendo a casa grande quintal murado, ca-
cimba, tanqne para banho, e algumas arvorea de
tracto e 1 terreno em seguimento com 250 bracas,
que proprio, avahado tudo por 850*000.
Uma armaco existente na taverm, avallada
Eor 50*. Duas meias pipas vasias por 65. Urna
alanca de 15 kilo*, pesos e medidas or 25*.
Tres caixas com kerosene por 16*. Doze cana-
das de vinagre por 7*2u0. Duas garrafas de v-
nho do Porte por 1*400. Noventa meias garra-
fas com cers'ejas de diversas mareas por 21*600.
Cincoenta garrafas com agurdente por 8*. Dez
frascos com genebra por 4*. Onze dnzias de
chicara i c pires por 18*480. Dez dnzias de ti-
gallas sortida, louua inglesa, por 9*600. Qustro
bules por 2*. Dous molhos de sebolas por 800 rs.
Oito lamparinas para kerosene por 48;). Quatro
vassourus de palha por 120. Um candieiro para
kerosene por 2*. Onze urnpemas srrtidas por
1*100. Oito cabos para enxa las por 320. Cinco
depoeitos com mostradores por 1*600. Um relo-
gio oval, rstragado, por 4*. Cento e oito pecas de
louca de barro por 4*320. Um garrafo vasio por
320. Trinis e duas garrafas vasias por 640. Um
funil de madoira por 500 rs. Cinco pecas de cor-
das finas por 100 re. Um deposito para cat moi
do pur 160. Tres deposites de Flandres por 360.
Dez macos de phospboros por 1*120. Dous pe-
queos depsitos de madura para agurdente por
2*. Duas enxadas inglezas por 1*. Quinze ki-
los de bacalho bom por 4*5a0. Um kilo de fumo
do Rio por 500 ri. Tres kilos de fumo desfiado
por 2*4001 cuja casa e mercadoriaa vo prnca
por exeouco que move Mainel Martins Campos
Jos Peres e Manoel Vasqnes. E uo ha vendo
lancador qne cubra o preco da avaliaco, a arre-
mataco ser feila pelo pre^o da adjudicaco e un
o abatimeuto da le,
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandou passar o presente que ser publicado pela
imprensa e afiliado nos lugares do costume.
Dado e passado nejto cidade do Recite de Per-
nambuco, aos 8 das do mez de Marco do aumo de
Noseo Senhor, de 1886.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima, o snbscrev.
Thoman Gares Paranhos Montenegro.
turbinados kilos
Bacalho idem
Banha de poico idem
Batatas idem
Cha idem
Caf em grao idem
Carne secca idem
Ceblas cento
Farinba de mandioca da pro
vincia litro
Feijo idem
Fumi do Rio idem
Gaz lato
Dito iaexplosivel idem
Miljio kilos
Mantci^.i francesa idem
Potasas dem
Pao e bolacha idem
Dito idem para o collegio das
orphs em Olinda idem
Rap idem.
Sabo dem
Sal litros
Tanioea kilos
Tjucinho idem
Velas de carnauba idem
Ditos stearinas macos
Vinho brauco litros
Dito tinto (Figueira) dem
Dito do Porto idem
Vinagre idem
As propostas deverao se apreseatadas na sala
de suas sessoec, em cartas fechadas, devidameate
selladas, at as 3 horas da tarde i lo dia 16 do
crrente, declarando os proponentes sujeitarem-se
a uma multa de 5 0/0 sobre o valor total defor-
necimento, Be no prazo de tres dias nao compare-
cerem na secretaria da meama santa casa, para
assigaarem os respectivos cntratos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 10 de Marco da 1836.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
COMPANHIA DE MOS
co.vrai a fogo
Nortb Brish & MercaMile
CAPITAL
trOOO.OOO de libras sterllnas
A G E N 1 E S
Momson Howie & C.
The Liverpool
FOGO
London&Glob
insirra^ce mmm\
t DB
.Vavexaeo roste! ra por Vaya
PQRTOS DO SQL
Macei, Penado, Array, e Babia
0 vapor Mandahn
riegue-: ao dia.
cowente, s b
da tarde.
rgaatfto dia *.
Eacomsnendas passageas e dinheifOBAtre*
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pcnvxmb'wfViF
_____ n. 12 ^____
cSieaiu SaviplionjConipif
"STRAITS OP MAGELLAN LIKS;
Paquete Britannia
E' esperado da _-
pa at o dia 14 di
ente, e seguir
mu depois-da i
'do costume.
carga, passageas-e eneoms_das e dimsfc-
ro a frote tracta-se con os
AGENTES
Wilson ons. dt C, Limite*
K. 14 RA UO COMMERCIO K. M-.
CUC>.a\HI. rBB.UM- tUCABl
DE
.\avesacao Coste Ira por Tapar
Fernando de Xoronln
0 vapor Giqui
Segae noid litss
corrente, pelas .114-
ras da manh.
Recebe carga i
lia 11, epassage
a 10 horas da i
i i da sahida.
ESCRIPTORIO
Ai Caes da Companhia Pernambucaw:
n. 12
IKIUL iII. STCIU l'AUrj
;
0 paquete Elbe
Obras Publicas
De ordem do lllm. Sr. engenheiro chefe e di-
rector da repartico das Obras Publicas, tapo pu-
blico que, em virtude da autorisaco do Exm. Sr.
conselneiro presidente da provincia, no dia 12 do
corrente, ao meio dia, reeobe-se nesta repartico
propostas para a exeeucio dos reparos urgentes
da ponte de Motocolomb, oreados em 1:95U(.
O ornamento e mais coodicoes do contrato se
acham uesto sapretaria para sorem axaminados
pelos senh-r-s preteadentes.
Secretaria da Reoartico das Obras Publicas, 1
de Marco de 1880.
O secretario,
Joo Joaquim. de Siqueira Vartjo.
Juizo dos Feitos da Fazenda Na-
cional
Esjcritfto K<>k Barros
Parante o Sr. Dr. juiz subatitu o dos feitosi da
fazenda, Francisco Alves da Silva, no da 12 do
corrente mea,- pelas 11 horas da manh, depois da
anuencia, se vendero eiaprscapublica os be
seguintes :
A casa terrea de tijolo e cal, sita rna dos
Guararapes n. 70, edificada em terreno de mari
nha, com 2 portas na frente, oceupada por uma
refinaco, avallada por 1:500000, pertencente a
Eduardo Duarte Rodrigues & Irma}.
A casa terrea de tijolo e cal n. 23, sita ra
das Trincheiras, freguezia de Santo Antonio, com
dnas portas na frente, pr ciaando de reparos, per-
tenceite a Gnilhertne Frederico de Souza Carva-
lho, avahada por 1:0004, cojos bens vo praca
por execuco da fazenda nacional, para seu pa-
gamento. Recife, 2 de Maico de 86.___________
Companhia Pheniv Pernamiu-
cana
Os senhores accionistas sao convidados para a
assembla geral ordinaria, que dever ter lugar
no dia 10 de margo prximo, a 1 hora da tarde, no
ejcripforio da companhia, ra do Commereio a
3 A convocaban tem po I fim :
Deliberar sobre o inventario e contas da admi-
nistraco.
Proceder as eloices de que trata a primaira
parte do 2 do art. 30 dos estatutos.
Pernambuco, 22 de fevereiro de 86.
Pela companhia Pbenix Pernambucaa%
Os admin stradores,
Luis Duprat.
Manoel (lomes de Mattos.
Joo Jos Rodrigues Meodes.
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda em 1S55
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de \HS\
Martimos..... 1,110:0008000
Terrestres,- 316:000*000
44-Hua do < ontnierelo
Londoa and Urasiaa Ji ak
Limited
Ra do. Commerci n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xas do mesmo anco en Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos CapalUfltas n 75 N-
Porto, ra dos Ingleses.
SEGUROS "
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Rer-
nanU>ucana
Ra do CoBunercio n.
38
I
EOMPANHIA
[mPEBIA L
DE
NECilRON contra FOCO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas bmkcas
Prompto pagamento de yrejum
CAPETAI,
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. Ra do Commereio N. 5
MARTIMOS
Companhia Haitiana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaju,
Estancia ftBahia
O VAPOR
Marinho Visconde
Commandante J. J. Coelho
Segu impreterivel-
mente para os portos
cima no dia 10 do cor-
- rente, s 4 horas da
I tarde. Recebe carga
late ao meio da do da
Para carga, passageas, encommendas e dinheiro
a fretu I racta-se na agencia
7iua do Vigario 7
Domingos Alves Malbeas
Para Hamburgo
Recebe carga a frete a
brasilera Nova Sumpathia ;
tar com Baltar 01ivpira barca
atra
Lisboa e Porto
A barca portuguesa Isolinn recebe carga a fre-
trata-se esm Silva Guimares & C. raa do
te.
Commereio n. 5.
E' esperado daEucpa
13 do corrente, s<
depois da demora
ria para
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Santm.
Montevideo e Buenos-Ayret
0 paquete Tamar
espesam
do sol no dieJBm
marco, segtdB
'depois &cwmmm.
oecessaria
S. Vicente, L.iboa, Vigo e
thampton
t'ara passagens, fretes, etc., traota*se
CONSIGNATARIOS
A damson Howie &G
3Rna do CommereioS
COMPAXUIA PEBMAaiVCASS
DE
Xa vega ^ o coste! ra por f
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaia' e B&t
0 vapor S. Franci
Esperado dos portos i
voltari para os messoocflajB
que tiver descarregiiflinrsa
cebido a carga que. a
engajada.
Para o reato dacac_
lbe falta, encommendas, passagens e dinbs
frete, trata-se 2
ESCRIPTORIO
v>m** da Companhia
cana n. 19
Hfflte-SeuierilusW"
DampfstiiilTfabrts-GeselIsc-ml
Vapor Hamburg
Espera-se de II.LMBD
va LISBOA, at o dia
corrente, seguindo
demora necessaria pa
Rio de Janeiro e Santo
Para carga, passagens, e encommendas, fes!
se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C
RUADO VIGARIO N. S
i* andar
A agencia nao se respo
lisa por faltas nos volumes. M
horas depois da descarga da m
cadoria.__________________
United Sutes & Brasil Mail<
0 paquete Finan
Espera-se de Ne<
Ncws,at o da 12 de
o qual seguir depois *
mora necessaria para *
Baha e Rio de Janeir
Para carga, passagens, encommendas e 6
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster 4 C
N. 8. RA DO COMMERCIO 1
! andar
i
I
'/
CHARGEIRS REUNS
Companhia Fraileeza de Ma
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, -
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Jaama
Santos i ^
stemer ViUe de Cear.
IKj japera-se dos posrate
sul at o dia 10 da
seguindo aepois da
penaavel demora {Kvraal
re.
Recebe encommendas e pasjageiAs Jtm
quaes tara excellentes accommodacoes.
AngustoF. de Oliveira i C
ACBIfTEfl
42-RA DO COMMERCIO-*
t


Diario de PernambueoQu rla--fcira 10 de Margo de 12^6

Pacific Steam Navigalioo
Companj
Para facilitar aos
Srs. viajantes que de-
sejarem assistir ex-
posipo colonial de
Londres no corrente
anno, esta agencia fa-
r a reducpo seguin-
te. a principiar do 1.
de Mar (jo a 31 de Ju-
lho prximo futuro:
1.a classe. ida e vol-
tapara Inglaterra, bi-
lhetes validos por seis
mezes. 36:15:0 libras
esterlinas.
AGENTES
Wilson Seis k Cnmuany Limita
-Roa do Commercie-H
" LTsboa
Segu com brevidade o brigue portuguez Sobe-
rano, ie;ebe carga a frete : a tratar com Pereira
Carneiro & C, ra do Commercio n. 6, 1 an-
dar.
Leilo
De uma|caixa coa. 30 duzias de pinceis para caiar
(variados)
Qnarta feira, todo corrente
A's 11 horae
Agate Piolo
Para Maranho
Segu brevemente para o porto cima a bar"a
: rtugueza Miuho ; para o reato da carga trata-
:icom os consignatarios Jos da Silva Loyo &
Filho._____________________________________
Royal Nai Steam Packel
Ciimpaiiy
Reducgdo de passagens
Bilhetes especiacs sc-
ro emittidos desde 14
de margo at o fin de
julho offerecendo fac
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposigo colonial
ciu Londres, de 186.
Ida c volta de Per-
nambueo a Southamp-
on, primeira elasse,
eom o prazo de 6 mc-
zcs libras stcrlinas 36,
15, 0.
*v
LEILOES
tltiino e deflnitivo leilo
Ao correr do martdlo
De todos os movis, p:auos, toacas, vidros, fa-
zendae, 72 duzias de aldeabas de 2 1/3 e 3 polle-
gads com descanso, jarros, quadros, band-jae,
espelhos e outros muitos artigos que seria veudi-
doc lem limite] para desoecupar se o armazem.
(tuarta feira, O tfo correte
No armazein da ra do Mrquez de Olinda
n, 18
A's 11 horas
POR INTERVENGO DO AGENTE
Gusmo
Em frente a primeira porta da entrada para o
trapiche Cjnceic), c por occasio de outro leiliu
de folbinhas impretsas, vinho, l prenda, cestas de
vigne, rtulos impressos e outros artigos.
Agente Pestaa
Magnifico emprego de capital
Exeellentes casas terreas as principara
ras d'esta cidade, que pelo sen perfeito
estado de conservaco e bons rendimen-
tos, cha mam attencao dos Srs. pretn-
denos.
Leilao
Em continuadlo
tilinta feir. 1 i do correte
Ao meio dia
O agente Pestaa, competentemente autorisado,
far leilao no dia e hora supri,das magnificas casas
terreat abaixo declaradas, livres e desembarazadas
de todo e qualquer cnus.
Casa terrea sita ra de S. Jos n. 45, com 2
salas, quartos, solao, cosinba, quintal cacimba,
2 janellas e 1 p rta de lenle, rendendo 30000.
Casa terrea sita travessa de S. Jos n. 23,
com bas salas, quartos, cosinha, quintal e ca-
cimba, rendendo 300*000.
Casa terrea sita a ra do Mrquez do Ilerval
n. 139, com 2 salas, 4 quartos, cosinba, quiutal e
cacimba, rendendo 300*000.
Casa terr ;a sita i ra do Visconde de Goyanna
n. 79, com 2 salas, 4 quartos, cosinha grande'
quintal e cacimba, rendendo 360*000.
Casa terrea sita a mesma ra n. 107, com boas
acommodacoes, rendendo 300*000.
Casa terrea tita ra do Rosario da Boa-Vista
n. 37, com boas salas, quartos, cosinha, quintal,
rendendo 240*000.
Casa terrea sita a mesma ra n. 41, a qual
oceupada por um acougue, rendendo 360*000.
Casa terrea sita ra doTambi n. 21, com sa
las, quartos, cosinha, quintal e cacimba, redendo
300*000.
Casa terrea sita no Corredor do Bispo n. 18, com
2 salas, 2 quartos, cosinha, quintal e cacimba,
rendendo 300*000.
Casa terrea sita ra do Tambi n. 5, com bons
commodos, rendendo 300*000.
Finalmente, a grande casa com proporcoes para
sobrado sita ra do Coronel Suasuna n. 141,
eom fabrica de licores, rendendo 300*000, ser-
v ndo de base a offerta de 2:796*000, o qual ser
entregue se nSo houver melhor rfferta.
Pede se aos Srs. pretendentes o favor de virem
examinar os referidos predios para bem se sciea
tificarera de seu bom estad] e conservaco e valor;
para mais informales podem se dirigir ao mesmo
n gente, em seu armazem ra do Vigario n. 12,
Leilao definitivo dos segu'mtes predios :
De um sobrado de 2 andares na travessa do
Carino n. 18, freguezia de Santo Antonio
Um dito de 1 andar e sotao. na na Christo- o
Colombo n. 6, fregaesia de S. Jos.
Urna casa terrea na ra da Detencio n 61, fre-
guezia de Sanco Antonio.
Dea mei'aguas no buceo das Barreas n. 4, fre-
guezia d: Bou Vista. *
Urna cas:. 1 rica na ra da Paz n. 32, freguezia
de Afondes.
Urna casa terrea n. 9 na ladeira do Varadouro
em Olinda.
Quinta feira, 11 do correte
A's 11 horas
No armazem da rwi do Bom Jess n. 19
Em contiuuacao o mesmo agente far leilSo de
diversos movis, espelhos, chapeos, vinh.i de caj,
machn s de costuras, relogios, registros, ean-
dinheiros, canos para gaz e outros muitos objectos
Leilo
Das dividas da massa de Monteiro da Cruz na
importancia de 78:366*889
O ajenie Briio a mandado e na presenta do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial de cominer-
cio e a requerimeuto do Illm. Sr Dr. administra-
dor, levar a leilo as n-f.-ridas dividas constan-
tes a maior parte cm letras, cujas podero ser
examinadas un mo do agente.
Sbado 13
A's 11 horas
Ra do Imperador n. 16
-
borracha
ro 16.
Compra-se
no viado branca, ra Direita uume-
Bodolpbo Luis de Mello Sanio*
Luiz Francisco de Mello Santos, Mauo.-l Jos
Monteiro da Franca, Cecilia Borges de Melle San-
tos, Marianas, Santos Nunes Vianna, Candida
Lirr.a Monteiro da Franca, Carolina Augusta Leo-
poldina Soares, irmo, to, inulher, mi e ti s,
agradecem cordialmente a todas as pessoas qne
se dignaram acompanbar ao cetniterio publico os
restos mortaes do finado Rodolpho Luiz de Mello
Santo) ; e de novo os convidam para assistirem a
missa de stimo da, o bem nssim convidam ao Sr.
inspector da thesouraria geral e os seus compa-
nheiros da repartido para o mesma fin. A miesa
tem de ser celebrada na igreja de N. S. do Terco,
s 8 hoias do dia sabbado 13 do corrente, pelo
que desde j nos conlessainos gratos.
RELOJOARIA
ALLEM
Praca do Conse-
lheiro Salda-
n h o Marinho
n. 4.
Amiga da Ma-
triz de Santo
Antonio nume
ro 4.
Jos Mana da Cruz
Maiia Carolina da Cruz, teus filhos c cimbados
muito agr lecem aos parentes e amigos que acoir.-
p..uharain ao cciiitin i os restos m irtaes de seu
presado esposo, pii e irmo, Jote Martina da Cruz,
e de novo convidam os mesuios para assistirem a
missa de stimo dia, que mandam celebrar no
convento de N S. do Carmo, s 7 l'Z horas da
manila do dia 11 do corrente, e desde i se cdh
fessmn eternamente era toa.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de urna cosinheira e mais algum
servico em casa de pequea familia, na ra da
Aurora u. 81, 1* andar.
Precisa se um menino de 11 a 14 annos para
servico interno em casa de pequea familia, na
ra da Aurora n. 81, 1 andar.
A fabrica Vendme precisa de officiaes de
cigarreiros.
Aluga-se o 2' andar do sobrado n. 1 do pa-
teo do Terco, o 1' do de n. 19 ra da Penha, o
1 do de n. 18 ra Direita, o Io do de n. 66
mesma ra, o 1' do de n 35 travessa de S.
Jos, o 1- 34 ra estreita do Rosario ; os terre-
os de ns. 26 ra Duquo de Caxias, 1 do pateo
do Terco, a casa n 26 ra de Nunes Machado,
no Espinheiro, eom bons commodos : a tratar na
ra ilo Hospicio n. 32.
Leilo
D
movis, 1 piano lorte, i bonito
oval e 1 lattre do crystal de 3


COMMERCIO
i
I

Uols" comuerclal de
buco
fcrcaiu

Lecife, 9 de Marco de 18-^6
As tres horas da tarae
Cotacfe* ogiciau
batana*.
P. J. Pinto,
Presidente,
andido C. G. Alcof Secretario.
BEND1MENT0S PUBLICO*
iiez de Marco de l&s

dtni d 9
i t
KfCBBBOOalADi l
\tl de 9
C-'sixad,-' )viic.*.~yj 1 8
Hec de 9
Rcin Dtanuc: Da 1 k 8
dem de
202832.230
14:421>304
21.7.253*531
27:167*022
1:777*940
28 944*562
39-466 ..262
3:773;347
43:239^609
28:373,604
1:251,634
29.625:238


DESPACHOS DE IMPORTAClO
Vapar nacional Pernambueo, ntralo dos
portes do su! em 8 do corrente c consigna
do, a Bcrnardino Pontual, manifestou :
Carga do Rio de Janeiro
Arre-ios 2 caixas a Alendes & Olivci
rr\.
Chapeos 1 caixilo a Antonio Das d C ,
1 a Samarcos & C, 2 a Adolpho & FerrEo.
Cigarros 5 barricas a Fernandes & Ir-
mao, 1 ordera.
Caf 450 saceos A Joaquim Duarte Si-
bons
cspelho
bicos.
Sendo : 1 solida mobilia de Jacaranda Luiz
XV, com tampo de pedra, 1 piano forte e 1 cadei-
ra para o mesmo, 1 bonito espelbo oval, 2 ditos
compridos para consolos, 1 par de jarros, (tulipa <
2 pares de lanternas, 1 lindo lustre de crystal de
3 bicos, 4 arandelas e 1 registro para gaz, 1 toil-
!et de Jacaranda, 2 bonitos guardas-vestidos, 1
s nluario, 1 marquezo, 1 cemaoda, 1 relogio de
pa ede, 3 Uncos para cortinados, 8 tapetes para
p< rtas e 1 esteira forro de sala-
Um importante guarda-louco e amarello, 1
grande aparador de dito, 1 mesa elstica de 6 ta-
b jas, 6 cadeiras pretas, 1 quartiuhi ira de amarcl-
l(>, 2 consolos pequeos de Jacaranda com tampo
de pedra, 2 aramlelas psra kerozene, 1 relogio, 1
galbet iro, 1 licoreiro, 1 pequeo trem de coznha
e eutros muitos objectos do uso de urna familia.
A'.j 11 horas
Na ra de Fernandes Vieira n. 26
O agente Martina, autorisado por urna E-cma.
f, mili-x qne mudou de residencia, tara leilo, ao
' orrer do mar'ello, dos bons movis exis'entcs na
.usa cima, os quaes se acham bem conservados.
O bond da linba de Fernandes Vieira. que
parte da estaco do Brum s 10 horas e 50 minu-
os, dar passagens gratis aos concurrentes ao
leilo.
Terceiro leilao
De um sitio com casa de pedra e cal, de-
nominada Mangueira, sito no Porto da
Madeira.
O agente Britto, a mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de direito e da provedoria, com sua presenta
e a requerimento do inventariante Manoel Ferrei-
ra, levar leilSo o referido sitio e casa, perten-
cente aos bens de Jos Vicente Godinho, servindo
do base a offerta de 1:605*000.
Qulota felra, 11 do correte
As 11 horas
A' ruado Imperador n. ni
Precisa-se de um criado e de um menino de
12 14 annos, para algum servico de casa de pe-
quena familia; na ra do Imperador n. 61, se-
gundo andar.
Quem'quizer alugar o 1; andar e lejas
do sobrado n. 43 roa da Aurora, pro
cure as chaves em poder dos Srs. Ne-
greiros S Irmo, ra do Imperadar nu
mere 30.
Aluga-se na Jaqueira urna casa pintada de
novo, com commodos para familia pequea, tem
sott., quintal, banheiro, cacimba e apparelho ; a
tratar na ra do Crespo n 25, loja de joias.
Pede-se aos abaixo a asignados o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n.
51, a atgocio que aao ignoran
Jos de Araujo.
Odilin Coeiho da S Iva.
Pedro Siqoeira, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
Luiz Carvalho.
Jos Guiniareg, caixeire de Loyo & Filho.
Fred^rico Vieira.
Augusto Goncalves da Silva.
Manoel Antonio Carneiro de Araujo.
Vende se urna catraia em muito bom esta-
do p-opria para servico de passageiros ; a tratar
na praca do C rp > ^auto u. 2.
Ama de leite
Na ra de Paysand n. 7, taverna, precisa ec
de ui.ia ama de leite com urgencia
IjolicespiisTOjr
Tr ocam se destas apolices ; qnem as ti ver para
isto, dirija-se ra Duqne de Caxias numero 46,
loj i.
Areellna da Bocha Lima Lobo
Antonio Augusto de Souza Lobo e seus filhos
convidam a seus parentes e amigos para assisti-
rem a missa do 30 da do passamento de eua pre-
sada mulher e mi, sexta feira 12 io corrente, s
7 horas da manh, no convento da Carmo ; agra-
decendo desde j cordialmente a todos que se
dignarem aceitar seu convite.________________
Tendo eu aberlo urna oficina de relo-
joaria com o titulo cima, recommendo-
mo ao respeitavel publico para fazer
qualquer Irabalho, al o mais difficil na
minha arte, como j prove como em-
pregado da relojoamregulador da
marinhaonde traballiei os ltimos
dous annos, prometi precos modicus e
promptidao.
Carlos "Fae-st.
PILULAS
FerrugiiosaB
DI
JURUBEBA
BARTHOLOMEO & C*
Pharm. Pernambueo.
Cur&o a Anemia, mores brancas,
Taita de Menstruaco,
ai SebtUdadesePobreza de lang-ney
Eacigir a asaignatura .
/rJtw(*>rTM^o
-4SV
EXPOSITION J^ UNIV"*1878
Mdailie d'Or'^^Croixd.Cheialier
LIS PLUS HAUJiS RCOMPENSfZ
Este i i portante estabelc:imcnto de rclojoaiia,
fundado em 1869, est funeciona ndo igra ra
larga do Ko-iario n. 9.
O seu proprietano, encara gado do re^ulamen-
to dos r elogies do arsenal de marinha, da compa
nhia dos tr.lhos urbanos do Kecife Olinda e Be-
beribe, da dj Recife Casanga, da estrada de
ferro de Caruu ii.\ e inpanhia ferro-carril de
Pernambueo, da ass i.i.ieii cormeroial b^nficen-
te b da estrada de ferro di Limoeiro, cercado de
intelligeites e habis auxiliares, Coacerta e fa-
brica qualquer pe(a jara relogios de algibeira.
de pared*, de torres de igteji. chron^inetros ma-
ritim s (dando a marcha), cnixas de msica, ap
parelhos elctricos t'-leirraphicof.
O mesmo acaba de n ceber variado eortimento
de relogios americanos que vende de 7* a 20*
par* p.irede, mesa desp'rtadores de nikel.
Contina a exereer a sua profisso com zelo e
interesse de que aempre deu provas ao respei-
tavel publico e ar-s seus collegas, e vende forne-
cimeuto de qualquer qualidade.
Em frente de seu estabclecimento se ncha col
locado um rclogir, enjos mostradores tambem pi-
itpftn rr ristn p.'"? pnj^Jr leud B-iupreallUllN MEDIA DKSTA CIDADE,
ilcteruii Has |- \nt m-.;.s uotervii^ocs aetraaem-
;aa. Kua I ir-' ''' Itosafia n 9.
Antiu > da Cuta Aran; i.
AGUA DIVINA
E. COUBH^L Y
DITA AGUA DE SAUOE
Pneoaisadt para o toucador, como conservando
constantemente as cores da mnciJade,
e preservando da peste e do cholera moras.
Artigos Regommendados
perfumara de lacteina
Iftonui'iiaiii p!as Celebridiies Iflcas.
BOTAS CONCENTRADAS para o (saco.
0LE0C0MF pan a belle As cabello'.
ESTES AtlTIGs ."HAM-SE HA FABRICA
pris 13, rne d'Lagliisn, 13 pars
Depsitos em tedas as Perfumaras. Phariaacias
e Cabclleniros da America.
MMatMaa AS
Inferilo^ Secretes!
UtNORPHAGlAS
GONORRHEAS
F.ORE8 BRANCAS
vJ CORRIMENTOS
.fiesentee es mntigoa sao curados em!
.epuoof diaa em secreto, sein reg-1
en com tisanas, sem cansar neoi I
"Coestar us orgauc* digestirs, psias]
! a injecQo de
DO D070R FCRHfS
S-ATVe. 8, Placa da la Mzdelcnt
SwwIm o a*-i
'-
CJJl'-*1

cnles & C, 100 a Forreira de C-.rvalho
&C, 100 a M. F. da Costa Ribeiro, 100
a M. dos Santos Araujo, 115 a Baltar Ol
veira & O., 140 a Paiva Valonte & C ,
168 ordem, 46 a Antonio Jos Soares &
C, 46 a Fernandes d Irmao, 68 a Jo&o
Moreira & C, 80 a Pereira de Carvalho
&C.
Fumo 140 volumes ordem, 100 a Xa-
vier de Simas Irmaos, 5 a Esnaty Banks,
2 a J. A. dos Santos.
Livros 1 caixSo* a J. W. de Medeir >s, 1
a J. N. de Souza, 1 a Medeiros efe C.
Mercadoras diversas 3 volumes ao es-
tacionario do telegrapho.
Panno de algodao 11 fardos a Ferreira
& IrmSo, 10 a Agostinho Santos & C, 10
a Olinto Jardim d C,. 10 a Gomes de
Mattos IrmSos, 30 a Machado & Pereira.
Vinho 5 barris a J. F da Costa, 20
ordem.
Vinagre b\b ordem.
Xarque 700 fardos a Baltar Oliveira d
C 130 ordem, 100 a Maia d Rezcnde,
50 a T. Flix de Mello, 60 t n Jos Pieda-
dade & C, 30 a Gomes & Pereira.
Carga da Babia
Charutos 6 cnix5-s ordem, 2 a Rodri-
gues di F.ria d C.
Chapeos 3 caixoVs ordem.
Fio de algodao 30 saceos a Joao F.
Leite.
Panno de algodao 10 fardos a Goncalves
Irmao d C.ftO a .Machado d Pereira, 20
a L A. Siqueira, 15 a Andrade Lopes <$
C, 5 a Ferreira & Irmao, 10 a Albino
Ainoriiu & C, ") a Rodrigues Lima C.
Sabouetes 2 caixas a Sulzer & Koechlin.
Velas '20 taixaa aos mesmos.
Brigue allemSo Hcro, entrado di Ham
burgo e i 7 do' corrente o consignado a
Fonseca Ir o. So & C-, manifestou:
Alpiste 10 S6C..-0S a Joaquim D. Sim5es
S C.
Alcatrao20 bsrris e 20[2 ditos a J. A.
da Silva Santos.
Acido sulphurico 12 caixas ordem.
I) restaurant italiano
ra dan Larastgelraa numero 99
convida aos seus fregueses, como sempre, aos
bons petiscos a gosto e vontade das pessoas que
enterdem da arte colinaria, seus temperos de
uianteiga e nao de bauha de porco.
Precos :
Um jantai- com sopa, tres pratos, caf ou cb,
sob e mesa e vinho 1 OOO.
Almoco com dous pratos, caf, ch ou leite,
pilo, manteiga e vinho 14000.
Tendo todns as quintss-feiras vatap, macar
rao a italiana e ravioles.
Papagaio
Pede se o favor a qnem tiver acbado um pupa-
gajo grande, manso, fallador, com um pedaco da
ce rrente presa no p, de o levar ra Nova n. 15,
loja, que ser bem gratificado.
ordem,
30
20
a M.
30 a
Otto
Barras de ferro 1,900
Wm. Halliday d C.
Cerveja 188 oaixas ordem,
J. Carlos Cardoso.
Cemento 1,700 barricas ordem,
Alfonso Oliveira d C.
Chumbo de municSo 40 barris
Bohres Successor.
Drogas 8 volumes a H. de Souza Fer-
reira d C, 6 a A. M. Veras.
Dynamite 2 barricas ordem.
Ferragens e outros artiges 56 volumes
ordem, 23 a Oliveira Bastos & C., 1 a
Otto Bohres Successor.
Genebra 205 caixas ordem, 15 a H.
Stolzenbach & C.
Junco 2 fardos ordem.
Louca 67 gigas ordem.
Mercadoras diversas 3 volumes or-
dem, 1 a P. Vianna d C, i a Nunes
Fonseca d C, 8 a Otto Bohres Successor.
Movis 3 caixoes ordem.
Pimcnta 5 saceos a Joaquim Duarte Si-
inSes d C
Pedras de screver 1 caixa Parate
Vianna d C.
PaptJ 1 ctixa aos mesraos, 24 orderr.
3 a Otto Bohres Successor, dito para en-
brulho 400 fardos a Joaquim Ferreira de
Carvalho d O, 25 a Rosa & Queiroz,
4,537 ordem.
Phosphoros 180 caixoes ordem, 10 a
Fernandes da Costa & C, 10 a M. J.
Carlos Cardoso, 19 a Jos de Macedo.
Plvora 26 barris a Prente Vianna
& C.
Salitre 50 barricas ordem.
Vdas 50 caixas a F. Quedes
jo, 1 a Alfonso Oliveira d C.
Vidros 90 volumes ordem,
Bohres Successor, 3 a R. llalli.
de Arau
12 a Otto
Vapor inglez Oodreckt/, entrado de
Londres n Antuerpia em 6 do corrente e
consignado a Henry Forster & C., mani-
festou :
CALLOS
O MELHOR E MAIS INFALLIVEL EX
TRACTOR DOS CALLOS E A
MATi\ARDL\A
porque os extrahe completamente, sera causar a
mnima dor. E' fcil de applieur, nao impede de
se andar calendo e tem o seu offeito eomprovado
por attestados insuspeitos e em numerosas appli-
cacoes que nunca falbaram. S verdadeiro o que
se prepara e vende na Drogara e Imperial Phar
macia Diuic.
t xm% & ?uxtm
S7--Rua do General Ozono--;]/
Deposito emPernambuco pharmacia de Hermes
de Souza Pereira & C, Successores
Roa o Martnez I Olla o. 2,
Eu abaixo aasignado, estabelecido 4 ra do Hos-
picio n. 158, attestoque, soffreudo ha muito teinpo
d callos em ambos os ps, o qu>- me impossibilita-
va per vezes de cuidar nos meus affazeres com-
merciaes. gracas ao preparado des Srs. DINIZ &
LORENZO proprietarios da IMPERIAL PHAR-
MACIA DINIZ, denominadoMAYNARDINA-
esnsegui verme alliviado deste un>l que atroz-
mente me incommodava com a appieaclj do refe-
rido preparado.
Rio, 7 de Janeiro de 1885. Thomaz Jo
s Fernandes de Macedo.
Carga do Lond < s
Arroz 100 saceos a Fernn ios da Cos'a
d C, 50 a Joao Moreira & C
Acido sulphurico 3 caixas a Antouij Pe-
reira da Cunha.
Cemento 150 barricas e 50 mcias ditas
a W. HalUday & C
Cb 6 grades ordem.
Chumbo de municlo 60 barris a Paren-
te Vianna d C.
Cofre de farro 4 caixas a A. D. Car-
neiro Vianna.
Calcados 2 caixas a Albino Cruz & C.
Drogas 2 volumes a F. M. la Silva &
C, 3i Manoel .lves Barbosa Successor,
3 a Bartholomeu d C.
Fio 6 fardos ordem.
Ferragens 1 caixa a Ferreira Guima-
raes d C, la Albino Cruz 4 C, 9 or-
dem, 10 a A. D. Carneiro Vianna.
Folhas do zinco 6 volumes a P* da Cos
tadC.
Linhas 10 caix3es a F. Lauria & C.
Mercadoras diversas 11 volumes or-
dem, 2 a W. Halliday & C.
Materials para encanamento d'agua 13
volumes Companliia de Beb9ribe
Oleo de linkaca 12 barris a J. O Lcvy
Salitre 50 barricas a Ferreira Guimaraes
& C., 50 a Paiva Valente & C, 50 a A.
D. Carneiro Vianna, 20 ordem.
Sardinhas 20 caixas a Paiva Valente
&C.
Tapetes 1 ca'x* a L. A. Siqueira.
Tecidos diversos 3 volumes a Alves de
Britto & C 8 a L A. Siqueira, 135
ordem, 8 a Guerra & Fernandes, 24 a
Agostinho Santos & C, 7 a Lourciro Maia
& C., 32 a Machado & Pereira, 5 a Gon
calves IrmSos & C, 15 a Nar^izo Maia
4 C., 5 a A. Vieira & C.
Tintas 13 barricas ordem, 80 & F. M.
da Silva d C.
Zinco 5 barricas ordem.
Carga de Antuerpia
Armas 2 caixas a W, Halliday d C.
ADET
em TRES DAS
Depsitos as principaes Pharmacias.
Em Pernambueo .-
FRANoo M. da 811.VA e C.
AKaiade de sin
lomeu & C.
Batatas 600 caixa* a J. P..ter & O t
Mercadoras 'liv<-r..s 50 v>linues or-
dem, 1 a G. Laport t& C. *
Vapor inglez Glanovern, entrado de
Trieste no dia 6 do corrente e consignado
i Henry Forster & C., manifestou :
Farinha de trigo 4000 barricas aos con-
signatario.
Barca ingleza Ethel, entrado de Terra
Nova no dia 7 do corrente e coasignada a
Saunders Broters & C, manifestou :
Bacalho 45<7 barricas e 1110 meia-t
ditas aos consignatarios.
Barca ingleza Helen Isabel, entrada de
Terra Nova no dia 7 do corrente e consig
nada a Johnston Pater d C, manifestou :
Bacalho 3250 barricas e 2204/2 ditas
aos consignatarios.
OESPACOS HE f-X'f'OM A(;,\0
Em 8 de Marc> de lSS'i
rara exterior
No lugar norieguensc Naoegalor, carre-
trou :
Para o Bltico, Iljrstelmanii & C. 1,566 fardos
com 312,710 kilos de algodao.
No lugar norurguensd Pa'ruos, carregou :
Para o Bltico, Bors elman & C. 450 fardos
com !tJ,075 kilos de algodao.
No lugar inglez Sentinell, carregou :
Para os Estados Unidos, Borstelnwnn & C.
10,000 saceos com 750,000 kilos de Besucar mas-
cavado.
No brigue sueco ~>ygi4, carregou :
Para Hull, C. P. de Lemos 40,000 kilos de c-
rneos de algodao
ara o interior
No patacho nacional J. Correia, carregou :
Pu-a o Rio Grande do Sul, Ainorim Irmaos &
C. 50 pipas com '4,000^iTro8 de aguarden^.
= No vapor uai-ionalfPar, carregou :
Para o Rio Je Janeiro, A. R- Biaaco 4 saceos
com 200 kilos de assucar masca vado.
No vapor nacional \lamn\o Viteonde, carTe-
gou:
Para Babia, V. M. P. Marques Se Filbo 300
v jlumee com 26,178 ki'os de assucar branco.
Francisca, carre-
Babia H pips com 5,760
litros de aguardante ; P. Pinto & t,'- 5 ditas com
2,400 ditua de dito ; P. Carneiro t U. 5 ditas eom
S!.850 ditos de : rlcas com !),50!) kilos de assucar branco ; V. da
Bilveia l.Oflfi >Utal com C0.090 ditos de diro.
No vpor nacional Pernambueo, carregou :
- Para Man>s, Ainoriin Irmaos 4 U. O barris
com 2,8S0 litros de agurdente ; Baltar Irmacs &
C. 50 ditos coin 4,301 ditos de dito ; M J. Alves
b di'os coin ,40C ditos de dito ; J. R. Lima 2
ditos com I9J ditos de dito ; H. O'iveira 30 sac-
eos com 1,800 kilos le assucar branco.
Para o Para, V. T. Coimbra 350 barricas com
20,006 kilos de assucar branco ; F. Macedo 250
dit-.s cun 11,820 ditos de dito ; V. da Silveira
200 ditas com 11,710 ditas de dito ; F. A. de
Azevedo 3T0 ditas c m 1K50 ditos de dito ; S.
6. Brito 300 dit-s com 21,378 ditos de dito ;
Amorim Innios & C. 20 saceos com 1,500 ditos
de dito.
No hiate nacional D. Julia, carregou :
Para Aracaty, P. Carneir & C. 500 saceos com
farinha de mandioca.
Para Mossor, L. A. Siqueira 400 saicos com
farinha de nandioca.
si patacno nacional Cacique, carregou :
Para Mossor, R. Lima & C. 300 saceos cem
faiinha de mandioca.
MOV1MKNTO DO PORTO
H'je nSo houve entrada.
Navios sabidos no dia 9
Manilos e csca'as Va^-cr nacional* Pernavibuco,
commandante Pedro Hypolito Duarte; carga
varios gneros.
Santos e escalasVapor inglez Glanioern, eom-
raandante Richards Davier; carga farinha de
trigo
BarbadosBurea ingleza Virginia, capito James
Witheridge ; em astro.
VAPOBES ESPERADOS
Vitle de Baha da Europa h je
Vtlie de Cear do sul . hoje a 12
Mando do norte
Elbt da Europa a 12
ftnance de New-Port-Newi a 13
Britannia da Europa a 11
Espirito Santo do sul a 16
Tomar do sul a 16
Hamburg de Hamburgo a 20
)iarqwz de Caxias da Bahia a 2 i
Bahia do norte a 24
Neva do sul a 24
Congo do sol a 25
Cear do sul a 26
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Diario de Pernambncotyuarta-feira 10 de Marco de 1886
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Grande e bem inonlaila olieina h alfaiate

DE
PEDROZA & C.
N. 41Ra do Barao da Victoria- N. 41
*^R*:"^"Ne8te bem conhecidp e>t;ib lecimeatV, ii ene mirar A u>n lindo vanado sor
timento de pannos, easeraira^ri-.is, calesas, asasSaV eoll .i'nhos, mcias, gravntas.
tudo importado das melhores fabrica a. Paris, L*rtas e Alemanta ; c para ben
ervirera aos seus amigos e fregu vs, os proprtarte* tic-st': gran I o rstabeleciraenti:
jra na direccao dos trabalhos da offi.-ina habis trusts*, o que no curto cppnco de 24
horas, preparara uro terde roupa de qnslquer rnd.
Ra do Barrio da' Victoria n. 41
(PRECES gKM COMPET.-N-Th.___________
O CeMbroa Sctanapp. Aromtico, fie Schiedam a> Cpl^>-roti o rabneados n,
de Carada da, prlmelra qnalldade, culdadosamenie ctcolhid dos melhores producios dos distncto-
ruus afiinadot peU qualidade do grio, como tambem do fructo do fragrant Enebro, e lio purificado por prc
CTto especial qoe expurga do espirito todax as panculas acres. ...
Como mcio de eritar e corrigiros eflitos desagradaTeis e muirs veres pengosos produndos no estomago
nos intestinos por aguas estrarjhas, o que acoowce aos viajantes e s pessoas nao acclimatadas, e
OS "SCHNAPPS'l-AROMTICOS. DE SCHIEDAM
champe abiwlutaiiieiite IMTAIAITEI8; e nos casos de HYKOP8IA, PKDRA, OB8TBITC.
CXO nos RINS, MOLESTIA da BEXICA, E8T1UCTUBA, DYSPEF8IA c DKBILI-
UAX>E GERAL wo recommendados com instancia pelos membros mais disnctos da profisso medical-
Sao preparados a garrafes de raeio e de quarto, encaixotadas com o nome do abaiao assignado em ceda
rarra e com a marca da fabnca e urna tfcc-aiinito da sua assignatura no etiqueu ou rotulo.
Vendem-te m todas as Piuu-niaciai* e LoJsm do Campo. Tem sido sugeitos 4 analyse dos
chlmkos os mais afamados e por elles oram declaradns er o mais puro espirito jamis fabricado.
Teodo assn vereficado sua pureza e suas propriedades enviou-se amostras a dea mil mdicos, incluindo
todas os mais celebres clnicos dos Estados Unidos fim de que elles a experimentassem.
Urna circular pedindo urna rigorosa prova e urna informacao exacta do resultado, accompanhava cada
amostra. Quatro mil dos clnicos mais eminentes dos Estados Unidos promptamente respondern.. Sua
opinio do artigo era unnimemente faToravcL Talpreparaco. dziam elles, ha muo que se faiia absoluta-
mente necessana porque nemhuma confianc?. se poda depositar nos productos communs do commeroo, todoc
mais ou menos adulteradas e por tanto Imitis para os propsitos mdicos. A exceHencia peculiar c forca do
oleo do Enebro que um dos ingredientes principaes dests 8chnappH j tintamente cora o p r 5 alcohol
dao-Ihe na opinio dos mdicos nottYel superioridade sobre todos os estimulantes como diureCk, tnico
Esta Bebida Medicinal t fabricada pelos proprietarios em seu engenho de distlacaocrr. Schiedam, Hcllada.
expressamente para os osos aadidnaes 0
D0LFE0 WOLTE'S SON & C0., 9 BEAVER STREET,
tfEW-YOBK, T'~ A.
UBAT

Xarope de C: es 3 Lars aj c:v.:ga
ao IODURET z.z POTASSIO
APPROVADO ..... '-<'-
Todo o mundo eonhecc M pr- r .-'1 -
des do IodureU) du potassio. O
distinctos mdicos da Facilidad I*.
cia de Pars, e prinrriialinenlc o*
Dres Rjcokd, Blancue, Tb
Nblaton, Piorry, Roobr,
melhorea resultados no tr.iUim ni
affeccoes escrophulosas. lvxaphdti-
caS. cancroaas, tuberculo^ac i
carie ios seos, dos tumores bran-
cos, da papeira ou bocio, as EO-
lestias chronicas da pelle.da pgx-ura
do sanjus, dos accidentes scci di-
rios e terciarios da syphis, ele
!.-! '. ..cv.'i-; ;uera
. 'tente
.,.; o dettr-
-...' i
. rna r:ion-
d'este
>:r-" casca
c'.c '. "
: i ; .. ;' .. i :. i- 1)1 ; P .- t
. .. ''.'! cao
l"i .. .-
ti ivr ." ;
: l" ii
LlCiltU.
Nos raesmo depsitos achf :o :: jv ;. *? _:r;=s:
XAROPE LAROZE i rr-TO^.:^ -, Ttt-EBIUSQ
Conlro asGostritcs, Car.relr ::s, Dysp>-;. : '.o-
XAROPE SEDATIVO ,.^ ITtt! :ETC r:t ?3T3S!9
CoDtraEpllepsix.Hysterico.Dcns^ de G. C Bta deatfct.
XAROPE FERRUGINOSO CiOO-J-tO ,FER0
Conlra a Aaf.ala. CUloro-Aneinja. Cor^ .
Pjpisito em t:da ieci
Faris, J-p LAROZ2 e c--. Parraac3Utieos
, rv: tu uua wuT-pta
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA
de .
Pharmaccutico de i" Ciaste, Fomecedor dos Ihipitaei de Parit
A. Pancreatina emprogada nos hospilaes de Paris, o mais poderoso]
I digestivo, que se confceca, visto como tem a propriedade de digerir es
tornar assimilaveis nfco toreen.e a onrnc o os corpos gordurosos, mas!
tambem o pao, o amido a te reculas.
Qualquer que aeja a caust tki intolerancia dos alenlos, alteraco, oul
'ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceragoos do estomago, oul
ido inestino, 3 a 5 pilulns ie Pancreatina de Defrosne depois da co-|
I mida, sempre alcancam 03 mslhores resultados e sao por sso p'ascrptas
Ipelos mdicos contra a* loguintes aiTeccOes:
I Falta de appetlt?.
'Ms digestes.
Vmitos.
Flatulencia estomasaJ
'Anemi. ? Gastralgias
Diarrhea. Ulceracoes cancerosas.
Dysenteria. Enfermidadcs do figado.
Castrites. i Emmagrecirr.^nto.
Somnolenciadepoisdecomer,evoaiito.ouer.comp:nha n a gravidez C
PANCREATINA DEFRESME em frasquinlios m a dese de 3 a 4 coIhe-|
radazinhas depois da comida.
Km mi de DEFRBSNE autor da Peptona, PARS, e em toda* as FhariMC*.|
.??^^??I^I494#^9^94#,
@oengas nervosas
RADICALMENTE CURADAS COM 0

BROMURETO LAROZE
3CA.ROFE SEDATIVO
de Cuas de Laranjts amargas
com BROMURETO de POTASSIO
APPROVADO PELA JUNTA DE HTOIENE DO BBAZIL.
O Bromnrtto de Potaaaio de
Laroze. como todos os productos
feitos n este estabelecimento, de
urna pureza absoluta, condic&o indis-
pensavel para que se obteuha eleilos
sedativos e anodynoe sobre o sys-
tema nervoso.
Dissolvido uo Xarope Laroze de
Cascas de laranjas amargas, este bro-
mureto universalmente empregado
e exclusivamente receitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facili-
dades para combater com certeza :
as afleccSes nervosas do coracao,
da vas digestivas e respiratorias,
as nevralgias, a epilepsia, o byste-
rioo, a danca de 8. Guy, a insomnia
das crianzas durante a denticao, em
urna palavra, todas as aileccSes
nervosas.
> ...;--
No mesmo deposito acha-se venda os seguintes Productos de J.-P. LAROZE:
XAROPE LAROZE.a,?.S&TNICO, ANTI-NERVOSO
Contra as Oaatrites, Qastralgiaa. Dynpepsia, Dores t Caimbras de estomago.
XAROPE DEPURATIVO
ili' cascas de 'granjas
amargas com
I0DURET0 DE POTASSIO
Contra as Affeccoes escrofulosas, cancerosas. Tumores brsncos. Acides de sanrrue.
Accidentes syphiliticos secundarios e terciarlos.
R0PEFERRUGIN0S0S-SO.PR0T0-I0DURET0-.FERR0
Castra Anemia, Chloro-Anemia, CSres paludas, Flores branoas, Rachitismo.
gtposito im todas as boas gregarias i rutL
Paris, J.-P. LAROZE e Cta, Pttarmacruticos.
tLS 2, KUE DES LIOHS-SAINT-PAUL, 2. -A^
XAROPE
FERRUGINOSO
de Cascas de Laranjas e de Quassia amarga
ao PfOTO-IODURETO de FERRO
Preparado por J.-P. LAROZE, Pharmaceutico
PAXXS a, Xue des Uona St-Paul faxis
APPROVADO PELA JUNTA DE HYGIENB DO BRAZIL.
:
<
<
Pro:o-Iodureto de Ferro,
bem preparado, bem conservado, prin-
cipalmente no estado liquido, e de
todas as preparaces ferruginosas, a
que produzos melhoresresultados.Sob
a influencia do principios amargo e
tnicos, da casca de laranja e da
quassia amarga, o ferro assimilado
fcilmente e produz efleito prompto
egeral reslituindo ao sangue, a forca;
as carnes, a dureza; aos differeDies
tecidos, a activi iade e energa neces-
sarias s suas funecoes diversas.
Porisso. o Xarope Ferruginoso
de J. P. Laroze, considerado peles
mdicos da Faculdade de Paris, co.no
o especifico mais acertado para as
Doen9as de langor, Colorse. Ane-
mia, Chlori-Anemia, Fluxos bran-
eos com dixestoes demoradas, Mo-
lestias escorbticas e escrofulosas,
Rachitismo, to.
se mesmo deposito acha-se i renda os teguintas Producto* os /.-P. LAROZE :
XAROPE LAROZE uOTL^. TNICO, ANTI-NERVOSO
Contra as Gastritee, Odstral'iias, Dyspepala, Dores e Caimbras de Estomago.
XAROPE DEPURATIVO *^crj"IODURETO DE POTASSIC
Contra as AtfeooBes escrolulosas, canoerosas. Tumores brancos, Aoidez de Sangue,
Accidentes syphiliticos seoundarloe e terciarios.
XAROPE SEDATIVO^^V^" BROMURETO DE POTASSIO
Contra Epilepsia, Hysterico, Dansa de S. Quy, Insomnia daa Criancas durante a DoBtii. lo
OKPOaiT II TOBAB AB MOAS BHCtRMI OO BMABI
0&0&&B&M&m9&Rm&&Rm9>
Le Monde Potique
REVISTA fl PIESIA UNIVERSAL
SSKSA^S:
* S -A p-T .r.nu
v
rUIMEIf ,> ANXO
kSS.VPTMIQ :14, ra Sguicr, PAM$
ASSIGNATURA .
13l. per Anao
O RC^DC POBT.a'JE AvPPARECF. NO OA 10 DE CADA M7
(O prnaelro Numero ppzr?
O lo-do Fotiqao dcoe o ten grande e rpida iwxmo eneelancia di
H& rfdactSo, esailhajxd'.aitua do* Batadoi a;o)mpankados de Usttot em (orlas;
m nyc. a.' ,'r ciecoiio que se propoc, per mili indo aoi mogol de futuro da
eztrc*rem ao lado dos ar.riptorc mais Vliutrcs de hoje. Cada m*y., etta magni-
fj pu'j!izai&o trae o t-tts leitcru o c~ko fiel do mojimsnio pretico de toda a
yirte. O ttupreou tt-Meo torna-a aaxstive! toda ai bottat
D'ora e.-rt di.irJi o Monde Potique ser um oraZ i rotatorio i-
vjCi':.- ijuc intersiam n .-'. f.lha tubiime da imaginando : a '."?**
-O.C.
mOIAIUO DO K 1
% p-.' _j BBeeaai ce ^teraporancot' Le,'a^
!:. tito) : !ai-u r.'/'t.'.i Daatrau lger .
t viu. .. jtti
JCfft .' Herci'z A rw-*.'a oonte'.ainuws
I ." SrHisiairy. Cl*ro-
itka, ii..'^sl srtatiea. Hcv-ta
: '. I :
ouinuzto ao .v s
O .:. tlt BUmnljwigr.irk
tt^u i >.-). Has c: Bssex i ftsaaiftQsyat
BSnniaaM Loonre
deUa\).arctiAcaeBo : eiili tlcretHn. Ba*
t J----1 /=;-' .c'.r.. Da !'(.-.ii Zslab
dftty Uarrf. a.^-a. Chru-
ijcs, niwii*. SieruogiA U-oo Vuiie),
:.'f:i-i ufak(<*SBia>i frhc.
.jt-
SDIJC'JUO DO tf J
Ospcrttnafrancap-tcrapo-HCr?if Lace-'"
do Liils Hu : LattU TUrctn. A :"^~-
oeblo : mt-J SUnz'rt. Calauruc HSfe
gasala): Itafci AaVmJ. Cu50ci^r_:irai
du Bohtia : WasMi Ki.bir. A romera
do Corseie : FHdiie lienU. MUtr;
torieavfeea prrmo v:ct; : 1/
t'a ajaeoSa Fr^ccss. rhroam, etc.
8TTX"AMO DOr <
0 poetes Aaeets ogctaEneraaso 'S:>
"raiaba'. : a*v/it- Air* Alperov* :
Ofindrv'/^H. A poMtl \o l.^vd:i :
P.-E. mw r,troiV awjrdoCoL'egiodc rrar*a.
latrlM*: ^"*1. W : illdei umU. .
A poeia pnrtr.Tioao : Parlar* Pb* Ct---
nica ar.isiio. F. Titl bibiitgra|r!cs, Ecims
f-.to- L*em?ro r? fkoetrdua com vln'jetis tlordes, untru cruadss, etc.. cced-
skmUs rebUlm^ute para o SOMOE POriauc pelo Snr. Tizile DOAT, artista >l.i
UaaaSwttSB da serre^, Sreata ESdalha do O-jro da uniao e Arte Aeooratfrre.
:. KB NIEb aTsal si isapiQco TclosiB m i* i S& jfljpsi a tus ira.
Ct n:- .- pil ^4/ :. iM'#>. -t*. RA st^Ui-R rsj PA".!I
Cs v**t st ai;r.it; liu Mr irraaiicliJo do mi ?lsr as cttcM, TaH-sv^ti K ulic.
MARCA DE FABRTCA
VfNHO
- D0
D1 Gabanes
KINA-CABNES
f
>
ni BU 0*CfteS [WW UUUCSIiU l*CtOt*0JHTf M CHMJX
tTttFIt r\UOUiaTITRECT* LECOBCtirORItrlGfS'alERCS
[[XPORTAT i o n tzzzzssrzss

MOTA. Pira -rilar ? cor.trafax;oei, je den
acceitar as garrafas qui literem incrustada no ridro
as palavrat : Vinho do D' Gabanes, Paria, e
lobre o rtulos, tirat di papel que enrolvem o
gargalo t a marca de fabrica,
a assignatura do D' Ca-
ases o sello da garanta
do gorerno francez.
le papel que entolrem o
O Vlnbo do D' Cabanas, sulr.ncttido
approvarao da Academia de Medicina de
Paris, foi reconliecido como um tonteo ^a
enrgico [por encerrar os principios consU- <
tutivos do Sangue c da carne), sangue forca, vigor e energa.
Sur* D Trouaseau, Curard e Vel-
peao, professores da raculdadsrdcMedicina
de Paris, o reocitam lodos o (lias com o
mellior xito s mulheres enfraquecidas por
excessos de toda especie, traoatho, prazeres,
mensiruaro, edade critica e amamentaedo
prolongada. EP extremamente eflicaz contra
o Fastio. Mas digesiOet, Dyspepsias, Gastritis,
Ton turas e Vertigens.
D resaltados maravllhosos nos casos de A netnia. Calorse, Pauperismo do sangue, Esteri-
lidadedas muUieres, Flores brancas, Perdas seminaes. Impotencia prematura, Emmagrtcimento
geral, Tsica pulmonar, Pebres tercas, Intermittentea, Palustres, Endmicas e
pldemlcas.
O Vinno do Cabanas, pela energa de sua accao cordial, desenvolve as torcas, activa a
circuiacae do sangue e e multo rccommcndavel para as convaleaceneaa.
Faz cessar os vmitos to frequentes durante a gravidez, augmenta a secrecao do oite nos
nutrizes c d extraordinario vigor as criancliiias de mama; graras a influencia dos seus prin-
cipios tnicos, soberano nos casos de Diabetes, Afecruo da medalla, Hgsteria, Epilepsia,
Rachitismo e em geral, em todos os casos em que preciso recorrer um ionice poderoso, que
di vigor e restaure as forras dos doentes.
Como aperitivo substitue com grande vantagem os lquidos perniciosos como abslntho,
vermoutb, etc. P un preservativo apreciado pelos viajantes e marlntielros, como anu-epide-
mico e antidoto da fcbre amarcUa, ?omito c outras Molestia, troplcaes.
Deposito geral: TROETTE-PEBRET, 163-165, roa St-AiteJM. PARS
Deposito* n JVrnaiaiftMeo.-PaAW-M. da BZXVA A. c, i ui srliciiiM rkirauciu.
^#ftPHIA^.
BTmiinu nun
ALBEKTO HENSCHEL & C,
S2-RU4 DO BARIO DA VICT0RI\--52
O bem acreditado estabelecimento photographico allemSo, acaba da augmen-
tar as suas galeras no gosto das mais sumptuosas casas d'este geneio, como de Paris,
Londres e Berln, onde o respeitavel publico encontrar os mais aperfeijoados trabalhos
pelo systema mais moderno e mais apreciado. .
Para dar mais impulso sua casa c assim melhor satisfazer as mas difliceis
exigencias, acaba de cootractaf. o eximio pintor o Sr. Ferdinand Piereck, chegado re-
centemente da Corte do Imperio, onde adquiri grande nome, alm do bom crdito que
j gozou em 1877 quando aqui estece na mesma casa.
Rogase s Exmas. familias e mais pessoas o obsequio de honrar com suas
visitas a este grandioso estabelecimento, onde existe urna magnifica exposicao de suas
produccoes artsticas e onde encontn.rSo lhaneza no trato, perivicao nos trabalhos e
modicidade ms precos.
C. Barza,
Grtente.
lRDIAO^RAT
ALLAN PATERSON 8" C
N. 44Ru i do Brum--N. 44
JUNTO A E? f A(3A0 DOS BOXDS
Tem para vender, por pre<_ mdicos, as seguintes ferragena:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivacSes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portas de fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se deconcertos, e assentamento de machiuisrno e execunt qaalqD-
traballio com perfeicSo e presteza ^^^^
-i
RODA OA TORTUNA
200:000*000 ,
PRECOS EM PORCAO
Dezenas..... I0$000
Vigcssimos .... I|000
EM RETALHO
Dezenas..... II$000
Vigsimos .... 1JI00
CORRE TODAS AS TERCAS-FEIRAS
3G HUAJLA^GA 9 BOSABIO-dj6.
Oj proprietarios do ruuito conhecido estabelecimento denominado
MSE DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicim ao respeitarel PUBLICO que receberam um
grande sortimento de joias -Jas mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam-
bem relogios de todas as qualidades. Avisam tambera que continuara a receber por
todos os vapores viudos da Europa, objectos novos e vendem por muito rxienos que em
outra qualquer parte.
MIGCL W0LFF & C.
N. 4RA DO CABG:N. 4
Comprase ouro e prata velha. ___________^____________
J

fe
TINTURARA
SCCESS0R
2a Ra de Rnlhias de Albuquerque 2S
(WII.A 111 \ D4S FLORES)
fazendat era
zendas; iodo por
Tintura preta nns terjas e sextas-feiras.
Tinta do cores o lavagem todos os das.

Pastilhas Peitoraes
9E SUCCO O'ALFACc E LOURO CEREJA
\* aBIMAULT & O, PharmaceuticoE m PaffisV
imitado na nov pharwacopa ctcial tfa /r#*>
inprorado pela Junta central de Eygieno M BrtufL
ot- frma d'nm confeito delieimo, lomado cem prazer tanto pelee enanca*
?& palos adultos, estas pasipas con'.em os dois prisoinios mais calnnuites e
OOtJeiietWS em materia medica. Empregam-se eom O OMlhor J^tt* oeaMm:
?eit#, | Molstiat o Psito, j CaUrro-Epirlemiee, I Defoeat a W|tsta,
DtflMOi, j CataiTM, I Rouquido. ( Bteaehitee e Oafasleche.
PARS, 8, Rita Vivienne, as prtacipaes Pharmaciae,
rsii



8
Diario de Penmiiiiiiici*^uarta-feira 10 de Marco de 1886
Aluga-se barato
O I. e 2.* andares da travesaa do Campillo, n. 1
O arm&zem do Bem Jess n. 4?.
o. casa terrea n. 23 da travesaa de S. Jos,
icasa da ra do Visctode de G-oyanna a. 79
4 easa da Baixa Verde n. 1 B Capunga.
A. tratar no Largo do Corpo Santo n. 19,1 an-
ar.
--------------^-------------------------------------------------.------------
A'ug-a-se barato
o sobrado e sotao ao largo da Detencio n. 67,
oom muitos commodos para familia, bastante ale-
jado, etc ; a tratar na ra larga do Rosario nu -
ero 84.
Aluga-es barato
o mbo nu rnt* rio ntin /Torrpl nnm r
Ima casa na ra do Rio (Torre), com comino-
para familia ; a tratar na ra larga do Rosa-
n. 34.
Urna casa na ra
dos.
no n
t
uga-se
urna casa caiada e pintada de novo, com sotao
interno, sita a ra do Coronel Soassuna n. 198 :
a tratar uo largo do Corpo Santo n. 4, primeiro
andar.
Aluga-se
quartos mobiliados, independentes, ra de Joa -
juim Nabuco n. 9, Capunga.
Aluga-se
1
/

barato a casa terrea, caiada e pintada, ra de
S. Jor^e n. 40, rom 4 quartos, 2 salas, sotao, co-
suiha fra, copiar, qaintal e cacimba ; a tratar
com Siqueira 'erras & C, ra de Amorim nu
mero 66.
Casa na Torre
Aluga-se por preco commodo urna casa na ra
do Rio, deste pitorreo povoado ; a traiar na ra
larga do Ko.-ario u. 31.
25$
Aluga-se urna casa terrea travesaa do Princi
pe n. 7 ; a tratar ra da Attracf o n. 12.
lua para cozinhar
Na ra do Bem-fica
sitio que fiea eru fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
urna mulher forra ou
escrava para ama de
cozinha.
Quero tem ?
Oore e prala : compra se ouro, prata e
pedras preciosas, por maior preco que em outra
qualquer parte ; no 1- and<>r n. 22 a ra larga do
Rosario, uutiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
arde, dias uteis.
Porluguez e francez
Lesciona-se na ra dos Pires n. 103.
Vinho especial para mesa
Acaba de ebegar o conheeido e especial vinbo
do Porto nlvaralbo, proprio para mesa, em cai
xas de 12 garrafas, que se vende a preco mdico ;
nico deposito ra do Vigario o. i, escrptorio
de Domingos Al ves Matheus.
Leonor Porto
1
Ra do Imperador u. 45 .
Primeiro andar ) (
Contina a ejecutar os raais difflceis )
figurinos recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima fm perfeicao de costura, em bre-
vidade, modicidade um precos e fine
gosto.

Ama
Na ra da Uniao o. 9, se precisa de urna ama
para cosinbar.

Sein dieta esem moditi-
cales de costumes
%~
ri
3
* O
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a.

5
S'ff
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a
B

speciU' s piv irados ha
maceulico Eugenio ?i r
de Hollanda
Approvados pelas juntas de bygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pars.
r .Elixir >le imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tes e promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, r rie.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommi ndado na bronchite, na hemop-
tyse e as toases agudas ou chronicas.
leo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
1 E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
nifeo, na tysica.
Ralas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina ejaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
aaUtcnt' .- ; erniciosas,
Vinho de jurub >ba simples e ta.nbem fer-
ruginos-, preparados en vinho de caj
Efficazes na.- je d.j figado c baco
Virilio tnico de capilaria e quina
Applicado as couvaleactifas das parturientes
uretiao antefebrii.
Deposito : Francisco Manoel da Silva & C.
Viagets ao eeotro
Di Olinda parte todos r.g sibbados, s i horas
da t- [tambe por Iguarass e Goyanna,
urna diligpi a -, psssigein a tratar na ra Io de
Marco n. na avuUas em qual
quer da, e para qu l.juer parte a tratar no mes-
mo lujar.
TNICO
4*
PreoaracSe de Productos Vegetaes
-ATINviolAS caspas
e outrns Molestias espillares.
JVIARTI NS&~BASTOS
Bolos
Satisfazse qualquer encommenda deste genero,
com perfeico e modicidade, ra do Riachuelo
n. 39.
Os abaixo assignados, tendo adoptado e regis-
trado a marca industrial como do desenlio i cima
7e coL-fcrmidade com as prescripces das leis em
iigor deciaram ao publico e particularmente aos
tus numerosos freguesas, que dora em diante
odos os productos qne rehiren) de saa botica le-
-ario a dita marca como garanta de sua origem
legitima precedencia.
CosliiiiKvs de casemira
A SOS e 35*
Na aova loja da ra da Imperatriz n. 32, rece-
bou se um grande sertimento de finisBimas case-
miras inglesas ce cores claras e escuras, que se
venden or preco muito em conta, assim como das
mesmas se mandam fazer costunvs por medida,
srndo de paletot sacco a 30^000, e de fraque a
'i'- i ; assim como de superior flanella ingleza de
cor azul escura, a 304 e 364, e tambem das mes-
mas fazendas se manda fazer qualquer peca avul-
sa, grande pechincha ; na nova loja de Pereira
da Silva.
STMTI
4o 4:000^(100
i iwsm
Bna do Baro 4 Victoria a.40
e casas do costme
O abaixo aseifofido acaba de vender
em teua felizes bilhetes quatro quartos de
n. 2569 com a sorte do 1:0005G00, quatro
ditos do n. 1939 com a sorte de 2000000
diversos premios de 320000, 160000 e
80000.
O mesmo abaixo .asignado convida os
iQ&auidore* virem receber na conformi-
ade do coitume. era descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes
garantidos da 23.a parte das loteras
beaeflcio da Ordem Terceira do Carmo do
Recife (42*) que se extrabir, quinta feira,
IX corrente.
Precos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Ka porci e 100*01H> par?
cinta
KtteD 30500
ftteio 10750
Qutfte 0875
Joo Joaqun* da Costa Leite.

Este remedio precioso tem gozado da acceit
t5o publica durante cincoenta e sele annos, com-
ecande-se a sua manufactura e venda em 1827.
Sua populandade e venda nunca forSo to exten-
sas como ao presente; e isio, por. si mesmo,
offerece a melhor prova da sua etScacia maravil-
hosa.
Nao hesitamos a dizer que nao tem deixado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em aduhos, que se acharo aflic-
tos destes mimigos da vida humana.
NSo deixamos d<- receber constantemente
attestaces de mdicos em favor da sua efficacii
admiravel. A causa do successo obtido por este-
remedio, tem apparecido varias falsificacoes, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
Vermiftic ds B. i. FABNKITGCK.

ROQLAYBOL FIIEKEN
?ASTILHAS
De ANGEL & MENTRUZ
cT5
ce
So
as
as
m
O Remedio n.cs efficti t
Segn que w Hir deeceterto ele
noje pan t>(,e I ir os en trigas.
4?
se
JB
5B
m
t.
1
^
SABONETEdeALCATRAO
PASA A TOILETTE, OS BAMHOS E CUIDADOS A DAB S CHIANCA8
Este SABOXETE, rerdaOeiro antisptico, o maz efflcaz para a cura de todas as
MOLESTIAS DA PstLLE
SAPO CARBONIS DETERGENS
F.avai vouas Crtancu com o sAfO < lluiOMS ItETEMtUE.Xs afltn de iroCegel-O contra
o 8ARAMPO, o. VARILA A PEBRE ESCARLATINA
Estes 8ABOXETES sao ri'conmicndados pelo Corpo medico Inteiro porque prevlnem as
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e se adptelo a qualquer clima
MARCA DE 1-'A1>KICA NOS ENVLUKROS B NOS l'ES
Z>esK>cAto cjeral : "W. "V. WRIGHT JS& C, Southwark, LONDRES
Em Parnambuco : Pran" M!. da SILVA & C.
siasslsslSsiaa*aaaA
tBkSkM
A
la Ptrmmbuco: ^.
r.M.aa Silva fcC
T
gusto agradavel, adoptado com errando xito ha s
Mdicos de Parlz, cura os Defluxot, GrUt, one, Qj^^
>l MEDICAMENTO de um
mals de ao annoa pelos mulhores___
liorm o9
XAROPE d- REN VILLI
e Laureado pela Academia de Medicina
'"^T^n Caa/he/ro rfa teg/o de onra rCKS^
^^SATOdsCAL GE^^
O Phosphato de al a substancia mineral mals abundante do organismo e toda Ves que sua
quantldade normal dlmlnue resulta urna aftVccao ortanlca grave. .,.. H D,iH,ao
H Mals de cinco mil curas, a mor parte Justificada pelos fusores c Mdicos dw FacuWades
forio obtldas intimamente e Hzsrao com que o Xarope to D" Beiiitmlir fosse clasbltlcauo
como o especifico mals seguro contra a *ilo pulmonar, Bronchite cnronlca, Anemia,
*achltlmo, ScbUldade do OreanUmo. 0 Xarope ao B- Be.tnvUlier administrado
diariamente as criancas facilita a dt-ntloao e o cresclmonto as maes e amas de lelte torna o
" te melhor; mpede a carie e queda dos dentes tao frequentes depols da prenex.
Deposito: Pharmaola vniXKQDE, 8, Paos da la Maodelelne, VABSE.
Em Pentambuco: TRAS* M. da SIL VA Si C", e nu principies Pharmacias e Dnltrlu.
Vnra raspilla e certa pelo
ARSENIATOdeOURO OVNAMISADO
do OOUtOr AJDDIS03V
' da Chloroao, Anemia, todu u Molestias do Systema nervoso, mesa
mata rebela, SBoleeUaa obronlcas dos PulmSes, eto., eta
Ai maiora OlastraooM medical tem attaatado o podar caratlvo date meHoaaMsto a danknitn-n'o :
o primeiro e o maie enrgico dos reeonstituintee.
O FRASCO i C FRANCOS [EU FAAITOA) yp
Todo /nuco tu* nio trouxer a Marca de fabrica registrada e *0Miondtra^-5jiZ'l*lt0 F*orlc"',t
dave ser rigorosamente reoosado. ^5 oeste
----------------- *r y^ Producto
rABI3, Pnarmacla CSLIJT, raa, atoenecboaart, SB. -^
Deposito em Pernambuco : FRAN M. da SILVA Se C.
ti m
ftn taa ,t* todos os Fertn-<2isln9 e GaballelreM^a
i I-Vaaga % do SstraaweJfo
aas> ana

!
i
&is r* s nvs ?:& H
pispaba' aun BtsL.vr^Q V
CSSr. VATV, PerfoznlMa
:,S'-Nei
acc**..,-----: ~i''*' "'"fcrtsae"
VINHO br SEGUINl
FEBRFUGO FORTIFICANTE z(,provtdo pela Academia de Medicina de Perl
Sesscnta annos de Experiencia
e de bom xito tem demonstrado a orneada incontestave deste vnreo, qur como anti-
perioAieo para cortar as robres e evitar o seu reapparecimento, qur como fortificante as
OonTalescenoas, Debllldade do Sangue, Falta de Menstruaeao, Inappetencla, Dlgea-
tdes dlfflo>la, Informidades nervosas, Debllldade causada pela edade ou por excessos.
Este finito, que cootea msls principios utitos do.que os lrsps.ro.dos similares, rends-ee por prego im
pomo mals elerado.Ho se den objeotsr contra o prapo em rlsts da reconhecldi ettleacls do medicamento.
Pharmacia Gr. t3KGTjmv, 378, ra Saiiit-Honor, PARS
Depositarios em Pernambuco : FRAM<* M. da SILVA e C*.
Cabella!
;
(Avcrs Uo Ir'
>"*%
CS*UI0SU>
VnttittBE Ca MJWMtS
rttMtb-sai ioul
FACA O CA8EU0,
TORKAHOO-0
MACIO.fUXIVEL E LUSTftOSa
Ff!B5tflO a>l3t)rJC*tHaft..'.0V <0' Vv*
' <$
Av
*&

>'

*/ >
^
JOSEPH KRAISE a c.
cakatn de augmentar o seo j bem conheeido
importante estobclecimento f ra Io
de mar^o n. 6 com inais
m salo no t andar lnxuosamente pepar-
rado e prvido de nota expo&i-
l## *as tteprata oferte e Mi>plai0
dos mah afamados fabricaates da
mando inteiro.
Convida, pois, as Exilias, familias, seos nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren!
o sen estabelecimento, iiini de
apreciarem a grandeza e bom gosto com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornara, em honra
desta provincia.
CHA-SE ABITO DAS 1 8 DA MTE
COIVIT
K
\
i
;
*
L qudam o >eguinle;
Mas barato do que em casa dos digno3
collejas
Esguioes para camisas e casaquinhos do senhoras a 4|e 4^500 a pega
Saias bordadas a 3-j, 46 e 5^000 urna!
Camisas bordadas para senhoras a 5^500 e 3^000 ama !
dem sem puahos, sem collarinbos, para homem, a 426 a duza!
Meias inglezas superiores a At% e 5j$000 a dita!
dem inglesas para snhoras 4^ e 6dKXK), cruas de \6$ por 12^00? '?
Crochets guarnijaa completa por 85000 !
Damascos da&s largaras para colxas a 2^000 ocovado
Popeliats brancas a ^00 va. o covado propinas para noivas.
MiriuSs pretos duas larguras a l&, 1-6200 e 10500 o cavado I
Bramantes de linbo luperior a 2->O00 o metro!
Lencea de dito, panno de casal, a 2.6UOO um 1
Coberta de ganga cretonee, idero 3^000 unja!
Ceroulas, superiores uordados a 16fll000 a duzia!
Cortes de meia casemira para cales a 16400 I
dem de casemiras inglesas a 30 e 4000 um !
Cambraias Victorias e transparentes a 36200 e 35800 a poja!
Fichas para mejinas a 10500 e 20000 um !
Cortinados bordados a 70 e 100000 o'par 1 .
Crinaldas evos para noivas a 100 e 150000.
Cretooes superiores a 320 e 360 rs. o covado !
JRa Duque de Caxias59
\
J
OLEO TRIGUURO-CLARO
be FIGADO de BACALHAO
do D? DE JONGH
OAVALHEIRO DA ORDEM DE LEOPOLDO DA BLGICA,
w"."LHEiR0 DA LEGlXo DE HONRA DE FRANCA,
OOMMENDADu.": 04 ORDEM DE CHRISTO DE PORTUGAL.
Reconhecldo pelas primelras autoridades medicas como
Incontestavelmente o mals puro, o de gosto mals agradavel,
e o mals emcaz de todos
Contra a TSICA e as MOLESTIAS de PEIT0,
a DEBILIDADE GERAL, o EMMAGRECIMENTO das CRIANQAS,
a RACHITIS e todas as AFFECCOES ESCROTDLOSAS.
35SF* Vende-se smf.nte em garrafas que levio na capsula o
sello e a assignatura do D' DE I0NGH e a assiguatura de [
AMSAR, HARF0RD C. Cautela com as Imaces.
nicos Consiptorios, ANS&R, HARFORD k C. 210, HiQti Holborn, Londres.
Vende-se em todas as principaes Pharmacias do Mundo.
W^fVWWWWSWfVWWSfffWW
MORSOfth PFP^lLyM PANCREAT1NA DEFRESNE
IflVlIvUlV O sTbB VllaM T Adoptada oflfciolmente nos Hotpitoes te Pai
Rtaedlo inlaillel e agradavel
FABA COSSATTtS A
INDIGESTAOl
Sob a forma de
FRASCOS, VOS
O OZ.0BVX.O8.
| VENDi-SEno HUNDO INTEIRO.
PREPARADOS DE
Pepsina Moroon
Muilo recommendadss
pelos principaes Mdicos.
ORION & SONj
Soutiimpton ftgw, Russell-Squire
L.ONOON
Illltlf*|l||>>S>s>l
Adoptada of/Pciolmenle %oi Hospitaei de Par
t na Marinka Francesa.
O mals podOToso d'cntre todos os agesrtcs
digestivos conhecidos, a JPmncreatina Be-
fremne empiega-se sernpre com resultado
provado contra:
rastlo I Oastrltes
Ms dl-est6es Gastralgias
Tlatuloncl ia do estomagro
Somnolencia aps ci refeloSes
Vmitos determinados pela gravidez
Bnfermldados do figado
Tomada depols das refeicScs despert e excita
oappetilcdos convalescentes. combate o detem
o emagreclrr.L'iilo dos tsicos.
A fancreatina fefreone em p e em
paulas vende-so em todas as pharmacias.
OjJ\J* A^^^^^^AA^^^ UUl^JtJlJUkJ^J^.
I*posltrMeBPernambuco :Fruc~M.asilva
4C
DAY& MARTIN
Fomecedores de Sua Majestade a Rainha da Inglaterra,
de Enercito e da Marlnha brltannloa.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXA..PASJAUNCTU0SA
OLEO pftrtv AEEZZ0S
t Udo o qu i neceturio aira i mnutsn{i os stirt
sab todas ai formas
DEPOSITO QERAL EM UONDRKS:
r, High Holbom, 99
rtattf 1. DA ULTA t.
FAZENDAS BARATAS
Na bem condecida loja da roa Primeiro de
Marfo n. 20
JUNTO DO LOIVRE
Grande sortimento de madapolSea de 4-5500, 55, 5,5500, 6, 65500, 1&,
75500 e85000
Algodues brancos, superiores qualidades, de 45, 45500, 55, 55500, G5 a
65500.
Saperiores cretones de 320 a 500 o covado.
Batistes, lindro padr3es, a 200 e 320 rs. o covado.
Fustoes brancos de novos desenhos a 440 e 500 rs. o covado.
Cobertas de ganga, forradas, de dous pannos a 35500.
Ditas de ganga cretone, bonitos padr5es, a 35000.
Lencoes de bramante, de linbo de 25 a 45000 a um.
Ditos de algodSo de 1,800 a 25500.
Toalbas felpudas, de tamsnho regular a 55000 a duzia.
Ditas grandes para banhos a 25000 urna.
Lengos de algodo df. ] 5800 a 25200 a duzia.
Ditos d-i Igodao, com barra, a 25400 a duzia.
Brim pardo, claro, a 300, 400 e 700 rs. o covado.
Dito trnajado, lona, a 15, 15iOO e 15200 o metro.
Cortes do vestido de cretone de 205 por 85000. .
Guardanapos da linho de 35500 a 65 a duzia.
Grande var'cdade de nnquinhas de 25 a 55000.
Meias cruas para homem a 55, 65, e 75000 a duzia.
Chambres muito bem preparados, para homem, do 55 a 105000. ,
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 25500 o covado.
A Igodao trancado de duas larguras a 15300 a vara.
Bramante de Igodao, de qntro larguras, de 15500, 15800 e 2000 avara.
Dito de linho idem idem de 25, 25500 35 e 45000 a vara.
Lequps de papel, de lindos di-senhos, de 500, 800 o 15000.
Merino preto e azul a 15400 rs. o covado.
Setinctas lisas de todas as cores a 440 rs. o covado.
Velbutinas de todas as cores a 15000 o covado.
Molesquin de cores, bonitos padr3es, a 600 rs. o covado.
Chales do algodao a 15200, 15400, 10600 e 21000.
Guarda p de brim de linho pardo a 4&, 55 e 6$000.
Oxford p..ra camisas, lindos padrSes, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Costumes para Danhos de mar a 85 105000.
Cortinados bordados para cama o janellas a 8:> 105, 12, 14 e 165000 o par,
Grande sortimento de roupa feita para ttabalhadores de campo.
Encarregamo-nos tambem de niandar fazer qualquer roupa para hometn a
meninos, para o que temos um hbil official o um grand sortimento de pannos, brinf,
casemiras, etc.
Quem precisar de algum artigo bom c barato, dever visitar de preforenoia
este antigo e acreditado estabelecimento.
r<

fina Primeiro i Mamo i. 20
UEBfVEl



Diario de BernambucoQuarta--feira 10 de Marfo de 1886



os especficos veterinarios
H0ME0PATHIC0S^==
^=DE HUMPHREY.
* Para a cnra de todas as doencas de
CavaUos, 6do, Carneiros, Cee, Por-
eos, Ares.
Tem sido usado com felii resultado por
Fazendeirc*, Criadores de grado, Car-
ros-ferris, etc., oto.
Certificado e usado pelo Gorerno dos
Estados Unidos.
ry Envia-sc Folhetof, e Cartees gnus.
Dirija-se a
HMPHREY'S MEDICINE C0.
__WFiJton_8t, Kew-York.
Especifico Homeopathico de
HumplireyNo.28.
Usado ha 30 annos. O nico remedio efficaz pfci
Debilidade Nervosa, FraquezaVital
e vrostraco, por exceisivo traba! ho ou outrus cansas.
$1 por garrafa, 00 cinco garrafas c j sarrJao de pos,
$5.00, ouro americano.
1 A'venda por todos os Drogutsias. Tamben*
envia-se pelo correo pelo preco do rostame.
- Dirija-se a "Humplirey'a H*>meopa* jo
Medicine Co." 10 Falto-i St, New-y wk.
iu- sri!?Y
81LK.
w'^iarasK1*5
B TWIST.

Julgando ser de grande utbdadc os negociantes da
America do Sul, terem fios de seda e retroz prepara,
dos em material mais leve do que sejan: c rttcis de
pao, estamos promptos a fornecer para v:pprtac3o
ios de seda, retro* de seda e seda de boid-r, de
todas as qualidades, pieparadas em lancedeita de
papel ou de peonas como cima representado.
Temos todos os lmannos de o prcto e mais de
quinhentos cores.
Dirija-se Brainerd & Annitrong Co.''
621 Market Street, 469 Bmadway,
Phidphia, S. A. New-York, U. S. A.
rfl
Mooferb
fi.z in-Mcr u
CABULO
aluda raot-on.
mala o < mro ae
cura 1
a TI HA c a CASPA.
Pos: i-npedo s
Smente
OCA'
sos o torna ir.variavelment
Macio, E' Uhaate, FooatM .
Abonas
Edi trinnoi
lilil:'
aoeaMuoevi
1
Agua Florida
de Barry.
DUPLA.
Preparad;. segundo a fonuui
original usada pelo inventor dc
anuo de 1829.
Tem duas vezes mais Fragrancia
que qualquer outra.
Dura duas vezes mais tempo.
E'muito mais rica do perfume
mais suave.
E'muito mais Fina e Delicada.
Tem dobrada forca Rcfrescativa e
Tnica no Banho.
Fortalece ao Deb'le ao Caneado.
Cura as Dores do cabeca c os des-
malos. i
E'muitissimo Superior a todas as
outras Aguas Floridas Actual-
mente a venda.
Descoberta Importantissima.
Puro Oleo de. Figad de Bacalfaar
COM
IODURETO DE FERRO,
DE i "*
Barolay Se Companlaiju
Cura radicalmente e comM-gurancaos pooros caaot
dc l'hihirica. Hjcrofalas, Rntiiraatinno. r,* doenev
da'Eppinha Doreai, dos QuadYU c dosOssOS, as le-.
flammacoea do J/'i^.-uln. do Baro e do l'tero, etc., ele..'
ercstitin :do o fcu pri-
iiiTi-domiMO') i- ctjnt'irnot. E'certiv-
mente ama LTande deseo*, ., r Puro Oleo dc
PIsndo do HncalTjr Codnreto dc
Ferrodo Bartlav .: ; New York. Xapopf. &p Vida
de R#- er No. 1.
i
os 4.0001000
I:
E
E' pechincha
Vende-se um deposito de seceos em pequea
escalla, proprio para princi jante e bem afregue-
zado ; a tratar no mesmo, sito ao largo do Forte
numero 34
16-
14 do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguiates: 1 inteiro com asorte de 100
no n. 1242 alem de outros mais de 32$,
16)) e 85 da lotera n 41.
Convida-se aos possuidores a vir receber
em descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garr ntidoa da lotera n. 42a em beneficio
da Ordem Terceira do Carmo do Recife,
que so extrabir na quinta-feira 11 do
corre nte.
Precos
Integro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Sendo qnantidade superior
a *> 0:000
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto c$785
Joaquim Pires da Silva.
Farello
Farello gomoso a 2/700 o sacco ; no trapiche
Vianna no F>.rte do Mattos.
0S 4:000!00
SlHSIEe JlANTIDi
m Primeiro de Marco n. 23
O abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 3530 com a sorte de OOJOOO,
alm de outras sortes de 32$, 16)$ o 80, di
lotera (41."), que so acabou do extrahir,
cjnvida aos possuidores a virem recebe:
na coalbrmidade do costurae sem descontc
aigum.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 23.a parte das loteras
beneficio da Ordem Terceiro do Carmo
Recife, (42.a), que se exrahir quinta teira,
11 do corrente.
O abaixo firmado, mudando sua residencia desta
capital para a do Rio de Jaueiro, deiza czposta
venda sua pharmacia ra do Rastel n. 48, e
para o que faculta poderes especiaes ao *r. Jos
Caetano Baptista dos Santos, estabejecfdo ra
do Crespo n. 7 (Gallo Vigilante), para vendel-a de
accordo com o pretndante, e bem, assim receber
dividas que nao foram resgataaas. Recife,23
fevereiro de 8G.
Joaquim E. Cotia.
Compra-se
A Historia da Re-
volu Dezembargador Fi-
gueira de Mello; no
escriptorio deste Dia-
rio, 2 andar predio n.
42 da ra Duque de
Caxias.
Frascos de oleo'driza por '' I0(i0
Fita parfach, n. 80 3/000
Carreteis de 20C jardas a 8 i!
Inviseveis grandes a 320;
Ditos menores a 300
Brinquedos para meninos a 200, 300 e 500 '
Caizinhas para presente a 24500 e 000 \
Meios fi > de sedupara senhhora a lf e 14200
L5 para bordar de 2/800 e
Fita chineza o mafo
Dito de algodibdito
Masslnhos do grampos a
MacaquinhoB acrobticos a
BotSes, fitas, leques, perfumaras, bengalas, te-
souras e outroo muitos artigos que s<5 com a vista
na Ezposieao t-- larga do Rosario n. 38.
n. a
A Revolucko
20
1W)
Fazendas braueas
lo
PRECO
Inteiro 45000
Meio 20000
Quarto 1,5000
Km quantldadc malor de 1 oo
Inteiro 35500
Meio 10750
Quarto 875
Manoel Martins Finta.
IASAFE LIZ
Aos 4:000^000
BILHETES filRIVTIOO
Jra^ja da independen
cia ns. 37e 39
Auiiam-se a venda os feiizes bilhetes
garantidos da 42a, parte da lotera a benefici s
do hospital da Ordem 3' do' Carmo, que
se extrahir no dia 11 de Marco.
Preco
Bilhete inteiro 4(J00
Meio 2^000
Quarto 10000
*m porco de 1005000 pan
cima
Bilhete inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Aubmio Augutto doi Sant Prrto
6J500
12/000
800
1*800
500'
SO' AO NUMEIO
40 ra da Imperatrlz
Loja dos baraeiroi
Alheiro & C, a ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estis fazendas
abaizo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
AlgodaoPe(as dc algodozinho com 20
jardas, pelos baratos precos de 3/800,
4|, 4/5'X), 4/900, 50, 5/500 e
MadapolaoPecas de madapolao com 24
jardas a 4/500, 5/, 6/ at
Camisas de meia com listras, pelo barato
preco de
Ditas beane is e cruas, de 1/ at
Creguella franceza, fuzenda muito encor-
pada, propria para leDcoes, toaVbas e
c ;roulas, vara 400 rs. e
Ceroulaa da intima, muito bem fetas,
a 1/200 e 1/500
Colletiiibus r a mesma 800
Braimante francez de algodao, muito en-
corpada, com 10 palmos de largura,
metra 1/280
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2/500 e 208CI,
Atoaibado adamascado para toalhas de
meta, eom 9 palmos de largura, metro 1#800
Crotones c chitas, claras e escuras, pa-
drocs delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ba de mais delicado no
mercado, rs. 200
Toiias estas fazendas baratsimas, na conhecida |
loja de Alheiro & C, eequin* do becco
dos Ferreiros
AlgodiV enfestado pa-
ra lenfoes
AOOo r. e l000 o metro
Vende-sc na loja dos barateiros da Boa-Vista
algodao pura lencoes de um s panno, com 9 pal-
mos dc largura 900 ^rs., e dito com 10 palmos a
10000 o metro, assim com dito trancado para
O 48 dn ra Duque de Caxias, desejando ven-
der muito, resolvu vender fazendas por menos
3/000 25 V, de seu valor.
Ver para acreditar
Setins macaos, decores, 1/400, por 800 ris
covado.
Mariposa fina de cor a 240 ris o covado.
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
detones finos naeionaes a 240 ris o covado.
Setinetas lisas e finas a 400 ris o covade.
Alpacas de cores a 860 ris o covado.
Linhos escosseces propros para vestidos a 240
ris o ovado.
Leques Juannita a 800 ris um.
Lencos brancos finos de 1/200 a 2/ a duzia.
Camisas de linho muito finas pelo pre?o dimi-
nuto de 30 a duzia.
Cobertas forradas a 2/800 urna.
Colebas brancas e de cores a 1/800.
Bramante de tres larguras a 900 ris.
Dito de quatro ditas" a 1/200.
Toalhas felpadas para rosto a 4/500 a duzia.
Madapolio pelle de ovo, finissimo, a 6/500 a
peca
Camisas para senhora a 2/500 urna.
Lencos de seda a 500 1 is um.
Redes hamburguezas de cores a 10/ urna.
Ditas ditas brancas, eom varantas, a 15/ urna.
Cortes de caeemira de cores finos de 4/500 a
10/000. *
Caeemira fina de sores, infestada, a 2/ o covado.
Flanclla americana s 1/000 ris o ovado.
E mais urna intkdade de artigos baratissimos
que nao deizar de comprar que os vir.
Ao32
Nova loja de fazendas
Ra da Imperatrlz = 3t
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
peitavel publica um variado sortimento de fazen-
das de todas as qualidades, que se vendem por
precos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para houens, e tambem se man-
da fazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras e brins, etc.
Heirip Ja Silra Morera
Em vista dos grandes progressos da idea de que
se gloriara as nacoes civiisadas, o commcrcio
deve acompanhar esse projresso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimeuto das
nacoes ; em /Uta do que annunciam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es-
colha dos quaes, os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregue*es. Lembramos, pois, o proverbio :
Qucm nao ezperimenta, nao sabe.
Venham ver, pois :
Qu'.'ijos, flamengo e de Minas.
Fiambres inglezes.
Chocolate francez Menier.
Dito do Maranhao.
Fructos seceos, como :
No (arpilla
Arrenda-ce urna casa nova com estabelecimento
de padaria, defronte da estatu, e bem montado
o estabelecimento ; a tratar nesta cidade ra
Das Cardse, a< tfga do Caldeireiro n. 68.
Franjee, tnirlem iifNianiioi
Ii^tve traduccoes.par um jonuilfstsf parisien-
se, ra Nova n. 21.
18*000
Aluga-se o sebradinbo do becco do Quiabo
(Afosado t), com-quintal grande e diverses ps de
frusteiras ; a tratar nr ra de MarciHo Diae nu-
meto 106.
Compra-se e paga-
tra quftlquer parte bem
como
DEPURATIVO E PURGANTE.
ste novo e adnuravel purificador do
saagne acta sobre os intestinos
o ligado- os rins e a pello/
E'cr.ra Infallivel contra a Dwhllldade
Nervosa, as Dores de Cabe; -. a Dys-
pepsia as Sezoes, econtra as doen-
cas de origem Miasmtica ou occa-
slonadas por desordens do flgado
ou pobreza e impureza do ianguo.
CALLOS
OMELHKJE MAIS INFALLIVEL DE-
TRACTOR DOS CALLOS E' A
Maynardina
porque os extrahe completamente,sem causar a
minina dor.
E' fac dc applicar, nao impsde de se andar
calcado e tem o seu effeito compn>vad<> por attes-
tados insuspeitus e em numerosas applicacoes que
nunca falharam. Na^ confundam, nem re en-
ganem com outro prrparado. S v.rdadeiro o
'que se prepara e vende n-* Drogara e Imperial
Pharmacia Diniz.
DE DLNIZ& LORENZO
37Prafa do General OzuroS7
Deposito e.-n P>rnambuco, pharroacia de
Hermci de Souza Pcreira & C,
Successores
Baa do Mitrv He Olda 1.2?
tebaizo assignado, i>r. em medicina pola Fa-
ruldade du Rio do Janeiro, cavalheiro da ordem
de Christj por Portugal, medico adjunto do Hos-
pital da Veneravel Ordem Terceira do Carmo, da
caiza de D. Pedro V, agraciado com a medalha
humanitaria por esta pa instifuicio, etc., etc.
ttesta que o rem-dio denominad,) M A YNAR-
DINA, preparado pelos Srs. Diinz &, Lorenzo
na imperial drogari-i e pharmacia Diniz, infal-
livel para a eztracciio dos callos. Outrosim
atiesto que tendo em si empregadu, eolheu os me-
lhores resultadas a .pooto de pid^r calcar as bc-
tiuas'as mus justas
O que attesta verdade e jura sob a f de seu
grV
Rio, 10 de Dezembro de 1S85-- Dr. Francisco
dt Pida Cotta Jimior,
Liqmdaf o de chapeos para se-
ntaras
\ ende-se pelos seguintesprecoi : de 15/ a 20/
i roa do Crespo n. 17, em casa de Mme. Mique-
VENDAS
J*
de qualquer qiia I idade
Na ra 11. 32, loja de joias.
Julio Fuerstemberg.
Ao commercio
nos abaizo assignados declara-' os ao Illm. cor-
po do commercio e ao publico que dissolvemos a
soeiedade que tintamos na tasa de molbadop, sita
estrada de Luiz do Reg n. 40-F sob a firma de
Lopes & Abac, em Io de Fevereiro do corrente
anno, fi ando o socio Lopes cem o activo e passi-
vo, e reccoendo o ex-socio Abrcu seu capital e
lucros, ficando ezonerado de qualquer onus.
Recife, 6 de Mar?" de 86.
Manoel Fernandes de Abreu.
Manoel Alves Lope?.
it. de mu siw k t
Boa di Boffl-Jssns 1.18
(ANTIGA DA CRUZ)
Casa de commissoes
(irande e variado sortimento de amos-
rae e catalogo de prodceles da Allema-
talia e Estado-Unidos.
N. B.InformacSes sobre machinismoB
tfriclas, ditas para engenhos contraes
J mbas, etc. para incendios outras m>,
binas e utensilios
Especialidades!
Tudo se vende pelo menos posaivel 11!
Quem urna vez compnr ssber !
4-LARGO DE S. P^DRO 4
Neste estabelecimento acha-sc oempre ezposto
venda o especial licor de maracuja em ricas gar-
rafinbas propnae para toilet composto de manga
bas e mangas o que ha de melboi neste genero.
No mesmo estabelecimento acha se sempre um
grande sortimento de pasearos e galotas de todos
os fabriCKntes, at proprias para viageus, por ter
cada ama cinco compartimentos.
Tambem se encostra diariamente especiaes fru
ctas maduras como sejsm sapotis, apotas, man-
gabas, mangase outras fructas, e se recebe qual-
quer encommeuda para embarque.
Para transportede
canas
Vende se cerca de tres kilmetros de trilhos de
systema Deeanville om as competentes curvas
para direita e esqn- rda, cruzamentos, agulhas,
carros, etc., tndo de ac, em perfeito estado de
eonaervacae ; a tratapas fundido geral.
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este ezcellente Whisky Etcossez preferivf
ao cognac ou agurdente de canna, para fortifica
0 corpo. ,
Vcnde-se a retalho nos h. iberes aimazrns
aioihado. -un.
1 Peae ROYAL RLEND marc c VIADO cujo nt-
me x emblema sao registrados para, todo o Braz:
BROWNS & C-, agentes
Kxposifo Central
DamiSo Lima & C. intitularam o estabeleci-
mento em liquidacap da ra larga do Rosario n.
36. por EXPO8KJA0 CENTRAL para assim se
tornar bem conhecido de todos, pelo que chama a
attencao especial das Ezmas. familias nara os
precos seguintes :
Metros dc plics a 400
Bonecas inquebraveis 1 /500
Metros de arquinhes 120 e 160
Pecas de bordados finos a 300 e 400
Garrafas com agua florida a 700 e 1/000
toalhas de mesa, com 9 palmos de largura a 1/20,) ?***** na\e, figoa, eto.
o metro., Isto na leja de Alheiro & C, esquina | K "ac,',naea-
do becco dos FerreiroB, ^e de toda, as qualidades.
\f FntKTte prjPTns Boiachmha inglesa.
A 1/200, iKSSX o covado \ ^^ZZtl'T^
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven- Vinhos fios do Porto, Madeira e Shery.
dem muito bons merinos pretos pelo preco cima | Ditos da Figueira e de pasto.
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bee- Cognac de diversos autores.
co dos Ferreiros. Vinhos tnicos, como :
spartilhos Absintho
A 5f000 Vermonth, etc.
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vcnde-se ?00 de todas as qwbdades.
muito bons espartilhos para senhora*, pelo preco
de 5/000, assim como um sortimento de roupas
dc casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2/800 e 3/ o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um elegante sortimento de-casemiras ingle-
sas, de duas larguras, com o< padrdes mais deli-
cados para costume, c vendem pelo barato preco
de 2/800 e 3$ o covado ; assim como se encarre-
fam de mandar fazer costumes de casemira a
)"', sendo de paletot sacco, e 35/ de fraque,
grande pech neha 1 na loja dos barateiros da Boa ^ completa da" formiga' saura.
I Champagne.
i Cerveja de diversas marcas.
Bem assim :
. Araruta fina em pacotes.
i Cb verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo m&tte do Paran, em p.
Anda mais :
Ovas de peize.
Sardinhas de Lisboa em Salmoura
Vendem Martina Capitao (b C, ra estreita dc
Rosario n. 1:
AOS AGRICULTORES
Forucida capanema1 (verdadeiro) para eztinc-
BRIM PARDO LONA
Capitao & C, ra estreita do Rosario n. 1.
PiEho deriga
j A 320 rs. o covado
i Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porco de-brim pardo Joa, por estar com princi- : Vende-se em casa de Matheus Austin C, 4
po de toque de mofo, pelo barato preco de 320 ra do Commercio n.'8, I- andar,- da melbor
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es- : qualidade e diversas dimeases.
quina do becco dos Ferreiros.
Ot-Baa da Imperatrlz-32
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento -vende-se as roupas abai-
zo mencionadas, que sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgorao diagonaes e
acolchoados, sendo fazendas muito en-
corpadas, o forrados 7/000
Ditoj de casemira preta, de cordo muito,
bem feitos e forrados 10/000
Ditos de ditu, fazenda muito melhor 12/000
Ditos de flanella azul, sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados 12/000
Calcas de gorgorao preto, acolcboado,
sendo fazenda muito encornada 5/500
Ditos de casema de cores, sendo muito
bem feitas 6/500
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas 8/000
Ditas de brim de Angola, de muleskim o
de brim pardo a 2/, 2/500 e 3/000
Ceroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1/200 e l'i Colletinhos de greguella muito bem feitos 1/000
Assim como um bom sortimento de lencos de
linho e de algodao, meias cruas c collarinhes, etc.
lato na loja da ra da Imperatriz n. 32
Riscados largos
a tOO r. o covado
_ Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem se
riscadinhos prsprios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato prc^o de 200 rs. o covado,
tendo quasi largura de chita franceza, e assim
como chi'as brancas miudinhas, a 200 rs. o cova
do, e ditas escuras a 240 rs., pechincha : na
loja do Pereira da Silva.
Fuatde*. etiaelaM c lzinlias a SOS
rm. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
um grande sortimento de fustoes brancos a 500
rs. o covado, lapiuhas lavradas de furta-cores,
fozenda bonita para vestidos a 500 rs. o cevado,
e setiuefu3 lisas muito largas, tendo de todas as
cores, a 500 rs. > covado, pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
Merino pretos a lt
Vende-se merinos pretos de duas larguras para
vestidos o roupas para meninos a 1/200 e 1/600
o covado, e suaenor setim preto para enfeites a
1/500, afsim como chitas pretas, tanto lisas como
de lavoures br.incos, de 240 at 3^0 rs.; na nova
loja de Pereira da Silva ra da Imperatriz nu-
mero 32.
Algodozinho francs para lences
a oo rs.. i* e lSOO
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
superiores algodaozinhos francezes com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lences de um
! s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1/000 o
metro, e dit> trancado pa a toalhas a 1/280, as
sim como superior bramante de quatro largaras
para lencoes, a 1/500 o metro, barato ; na loja
do Pereira da Silva.
Ronpa para meninos
A i*. i*r,oo e 4
Na nova loja da ra da Imperatriz u. 32, se
vende um variado sortimento de vestuarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
nha curta, feitos de brim pardo, a 4/000, ditos
de moleequim a 4/500 e ditos de gorgorao preto,
emitapdo casemira, a 6/, sao muito baratos ; na
oja do Pereira d Silva.
Fazendas finas e modas
t. lina do (abusa t B
I. Bastos A c.
(TELEBHONE 359)
Esmas. familias que receberam dc
Camisas naeionaes
Bordados) m IOO rs. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vcnde-se pecas de
ordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti- QOA fvT .f?^ 7*^^><,
das, por 5f, sproveitem a pechincha ; ia loja da Vo 3.2 = LoJa aoda Imperatriz = 32
esquina do becco dos Ferreiros. rioYfde f "^l^ n? 'ecioiento um gran-
_M ^- j_ I lisio, s de Setlneta a SOO rs O tur88 e pjnhos de linho como de algodSo, pelos
COVauO barates precos de 2/5O0, 3/ e 4/, sendo fazenda
Alheiro & C. ra da Imperatriz ven- muito melhor do qu> as qu" vein do estrangeiro e zendas de seda. l e algodao. Etamine,"Surah. Se-
dera um bonito sortimento de fustoes brancos pelo mnito mais bem feitas, por seren cortada* por tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemires,
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim um bom artista, especialmente camiseiro, tambem Ezplendido sortimento
setinetas lisas, tendo de todas aa cores a 500 rs. o se manda fazer por encominindas, a vmtade dos Em leques, Iuvas, espartilhos, lacos, lavahres,
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer- freguezes : na nova loja da ra da Imperatriz n. I meias, lences e muitos outros artigos que se ven-
reiros. 3 de Ferreira da Silva. i dem por precos sem competencia.
Avisam as
Pariz:
Lindissimos cortes para vestidos com tecidos da
mais palpitante novidade como sejim: Etamine
com bordado a retroz, seda croa bordada a capri-
cho, Cachemire com enfeites bordados a fil
Moda 1886
Valentionne en ecorce d'arbre.
Primorosa escolha em vestidos eom 20 metros d
la ligeira, tecido anda nao conhecido aqu.
Cores e desenhos novissimas as seguintes f
LOTE
DO
EXTRACTO NO DIA 13 DE MARCO
INTRAIMSFERIVEL
-
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
loleria est habilitado a tirar25:ooo#>ooo.
Os bilhetes acham-se a venda na Gasa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23.
C0KBE 13 0E MLRC0 BE 1886, SEM FALTA.

UO


S
Diario de Pcrnambnco tyuarta -fer O de Mifo de 1866

>
TKRAIR^
OS FILHOS
DO
3A.3STX3XX30
POR
s. capsd:
QUAHTA PAHTS
As gratas d Klretat
( Continuando do n. 55 )
XXX
AS DAS JOVENS
teiu-
Reyaold nao compreheaiia, mas o
p era preciso para que elle tratasse de
pedir quaiquer explicajo.
- Partames disse elle agarrando as
duas jovens.
Na grande gruta, 6...
promptos a exeeutar as ordens dadas pelo
os giriantes estavam
as ordeni
brilhavam
capito. As armas brilhavam ; os mais
ebrios haviam retomado o seu equilibrio
natural, e Camaleo, a quem ninguem da-
va attenjo, jazia sempro attado e amor
dacado entre os tres cadveres,
La Chesnaye fe entrar as duas jovens.
- Flr-de-Macieira, disse elle ao ban-
dido que conhecemos, j, e que, depois de
haver durante alguns instantes trabalha-
do na traij de Camaleo e do grande
coesre, fra um dos primeiros a submet-
ter-se s leis do capito, Flr-de-Macieira,
toma o commando, cada um te seguir.
Para fra das grutas, meus filhoB Sobre
os penhascos nos esperan novas victorias
e ricos saques.
Para adiante vociferou a quairi-
lha. .
E Flr-de-Macieira metteu-se na galena
conduzindo abertura exterior. Todos o
seguiram, marchando a um e um.
La Chesnaye fechou a ala. Aps elle
n Diana e Aldnh.
Paseando em frente do lugar aonde
pobre Camaleo, quasi suffocado, estava
incapaz de tentar um gesto, Reynold fea
um movimento como se tivesse a intenco
de deter os giriantes que o precediam par*
lhes commuoicar urna ova ordew, mas
nao acabou esse movimento, apenas deli-
neado.
Mudando psovavelmente de resolujo,
correu para Camaleo, examinou a quali-
dade d:s lajos que o retinham captivo, e
o panno que lhe abafava os seus gritos,
depois, certo do excellente eaUdo das cor-
dal e da mordaza, voltou para as jovens
murmurando parte :
E' melhor nao o matar. Se Hum-
berto existe ainda, o que bem pode ser,
Camaleo Bervir nw-ha.
Flr-de-Macieira aleanjara a abertur
que dava para e mar, e diante da qual
fluctuava a corda communicaudo com os
penhascos ; alli parou, esperando a ord ira
do seu chefe, e os giriantes ficaram ests -
cionaios, como na galera estreita.
A'vante disse La Chesnaye.
Flr-de-Macieira deu-se pressa em opo-
rar a ascenjo perigosa.
Era j dia. Este instante corresponda
exactamente quelle era que mestro Eu-
des, depois de trepar o penhasco, parara,
e, cuando, se dirigir para o local aonde
o eeperava Ricardo.
XXXI
A CORDA
A corda que descia encostada ao penhas-
co, j explicamos eslava atada prependi-
cularmente ao de cim da abertura das
grutas.
Esta corda, este meio de salvacSo para
aquelles que se achavam encerrados no in-
terior, esse nico caminho para alcanzar o
retiro dos bandidos fra fabricada com
muito cuidado, o que explicava perfeita-
mente a sua extrema importancia, a essa
un'" communicajo aom a parte de fra
' de primeira utilidade para os agentes
vie La Chesnaye.
Fra Humberto que, com o sea genio de
mechanico, se oceupra d'esso trabalho,
obra do suas proprias mos.
A corda nao se compunha s das mate-
rias usuaes. Humberto forjara fos de fer-
ro muito finos, mas de urna solidez mar
vilhosa e cada fio de linho era enrolado om
volta de um d'esses fios metallicos.
Fabricada com esses dous elementos dif-
ferentes, o linho e o ferro, a corda fra
guarne ida com urna outra corda lisa oo-
brindo-a toda. Especie de capa que evita-
va a acjo do ar s da humidade.
Comprehendero tudo e que semelbante
systema de fabricajo tinhs de vantajoso e
apresent&va de solidas garantas.
Para evitar o estrago em consequencia
do bater de encontr ao penhasco, cada n,
era cobeito d'urna roda de metal. No prin-
cipio, no lugar em que a corda se apoiava,
folhas de metal igual ao que cobria os nos,
e que Mercurio tornara resistentes, esta-
vam entre o penhasco e a corda.
Ao de cima da abertura havia urna ar-
golla fixa presa ao penhasco, e a corda,
passando livremente n'essa argolla para ir
ter ao mar, apreaentava mais seguranza aos
viajantes areos.
Era necessario urna tempestado como
aquella que fizera a ultima noite para que
o vento tivesse sacudido o calabre, to so-
lido que poda support r o peso de mais de
quinze horneas oubindo ao raesino tempo
para a trra firme ou descendo para o
mar.
Esta qualidade de solidez a toda a pro-
va era a mais necessaria. Serapre temen-
do uma surpresa, os bandidos deviam po-
der, chegado o momento, lanjar so na uni-
o os penhascos.
Aprassados em deixar as grutas levando
o quinhlo que lhe abandonara a generosi-
dade do Reynold, os giriantes deram se
pressa em subir uns aps outros; o pri-
meiro que chegasse aos penhascos devia
ajudar o segundo, que presta va ajuda ao
teraeiro, e assira suocessivamente para ac
barera a viagem difficil, porque os girian-
tes nao estavam costumados a ella como os
bandidos.
Emquanto a expedijo assim se prepa-
ra va, La Chesnaye, ou Reynold, ou o con-
de de B:rnac (porque ai oda uma vez o
mesmo personagem desernpenhava juntos
esses tres papis tao differentes) La Ches-
naye, diziamos, cuidava em levar Aldah e
Diana.
Nao querendo confiar a nenhum de seus
companheiros qualquer d'esses preciosos
fardos, certo que nem urna nem outra po-
deria s operar a metade da ascensao, es-
tando exhausto de forjas, uao ousando
mesmo levar uma d'ellas ao cume dos pe-
nhascos, depois deixar ana e descer a vr
buscar outra, temendo que aquella^quc
abandonasse assim durante alguns minu-
tos lhe escapasse por qualquer acontec
ment que nao podesse antever, mas que
era muito possivel, Reynold hesitava, bus-
cava um meio de sahir d'aquelle eraba-
rajo.
Finalmente, deixando a galera, voltou
precipitadamente s grutas na occasio em
que Flor de-Macieira se lancava no espaco
seguido pela primeira parte dos giriantes.
Reynold voltou quasi immediatamente,
trazendo no mo duas magnificas cintas de
bella cachemira indiana.
Dme os seus bracos, Diana, disse
elle com voz meiga dirigindo-se desdito-
sa lha do preboste de Pars.
Os meus brayos? repetio Diana.
- Sim, estenda os bracos e una os pul-
sos.
FOLHETIM
A FILM DO S1NEIB0
POR
:. S SQIS&0SS7
(Continua.3.o do n. 55)
VHI
Rosa nao se fez rogar, e os dous volta-
ram para o quarto, onde tudo estava como
tiuhain deixado. Encontraram Sacha na
mesraa posijo; mas desta vez Meriadec
abri ruidosamente as cortinas e o chamou
pelo nome.
Nao obteve resposta, abaixou se e to
mora mo que lhe cobria o rosto. Es-
tava gelada, e elle levantou rpidamente o
menino. Sacha nao dea signal de vida.
Os seus olhos entreabertos nao viam mais,
e a sua face entumecida nao era reconhe-
civel. A lingua penda lhe fra da bocea.
- Est morto, solucou a menina.
Morto assassinado exclamou Me-
riadec, largando o cadver, que tinha nos
bracos.
Fazia d ver esse pobre corpo de meni-
no. O pesclo deseoberto tinha duas man-
chas violceas, impressas pelos dedos do
sceterado, qce o tinha estrangulado com
uma s mo ; mo ooorme, cujo aparto
bastou para consmnmar o crime. Sacha de
va ter sido sorprehenuido dormindo, por-
que a sua roupa nao estava era desordem
e a da cama nao estava era desalinho. Ao
as8assno bastou collocar de novo o cad-
ver em pos9o natural e por o braco so-
bre o rosto, afira do que a victima pere-
cease dormir.
Assim Meriadec eogaoou-se a principio,
e Rosa, que duvidava, acabou por acredi-
tar.
Agora chorava, chorava em silencio as
grandes dores sao mudas e faltava-lhe a
forja para exprimir sua. Meriadec estava
aterrado.
Fui eu quem o jaatou, diste elle ba-
Que quer eutao fazer T
Ligar lhe as mos.
Atarme 1 exclamou a joven recuando.
Diana, suppco-lhe obadeja-rae som
luctar com a minha vontade; tracta-se de
si, da sua salva pao. E' necessario fran-
quear o golfo para ser livre, e se recusa
fazer o que lhe peco, nao poderei tal vea ti
rar d'aqui seno uma.
Partiremos juntas, disse apressada-
mente Aldah.
Sin, juntas, eu lhe juro, mas anda
uma vez, obeleja rae.
Diana vencida pelo tora ardente do pe-
dido que o conde de Bercac acabava de
fazer, collocou os seus bracos e bem tor-
nsadss bracos na posijo que Un indicava
o joven, isto appraximou os pulsos um do
outro.
Reynold envolveu cautellosamente esses
delicados membros cam a cinta de cache
mira qua atacou com tanto forja que os
dous pulsos pareciam soldados, sera com
tudo causar a menor dr joven.
Quando concluio, voltou se para a tiln
adoptiva de Van Helraont, convidando a
cora o olhar a deixar curaprir na sua pes-
soa a operajo que acabara de terminar em
Diana.
Aldah hesitou, mas vendo Diana resig-
nada e esperanjosa, fez o que lhe pedia o
conde.
' Na o.casiao em que o joven conclua a
sua obra destinada sal vacio das duas jo-
vens, restavam somonte na galera quatro
giriantes.
O resto da quadrilha, ou alcanjara o pe-
nhasco, ou ainda estava suspensa entre o
co e as vagas.
Dous dos giriantes, vendo a corda livre
em frente de si, agarram-na successiva-
mente : os dous ltimos approximaram-se,
prestes a seguirem seus companheiros.
Reynold abaixou-se, tomou os bracos li
gados das duas jovens e passou-os em roda
da cintura, Aldah direita, Diana es-
querda, e avancou vagarasamente, susten-
do o duplo pesa sobre os hombros.
Nao se mecham, disse elle, nao ten-
tem um nico movimento que possa emba-
racar os meus, tenham confianca, respondo
por mim e por ambas I
As duas jovens ficaram immoveis. sus-
pensas pelos seus bellos bracos ligados.
Os dous ltimos giriantes approximaram-
se a seu turno do caminho perigopo ; Rey-
nold approximou se da abertura e poz um
p na borda da abertura. As ondas, j me
nos furios s, tocavam ainda na entrada das
grutas e inunda vara com a sua branca es-
puma as meias do conde.
Finalmente o ultimo grante elovava-se
um n cima da abertura : a corda coa-
tinha ento perto do quatorze horneas sus-
pensos a'ella. A distancia que separava
as grutas do lo^.il em que a corda en esta
va ao solo era de trinta metros, mas cada
um d'aquelles que trapava segura va-se ao
outro para melhor manejaren] as pernas ;
os quatorze horneas moviam-se successiva-
mento n'esse espago, dando corda a ap-
perencia de uma coraprida serpente formna-
do as suas costuma las ondas e imrrimindo
ao corpo ura movimento ascencional.
De repente na occasio em que o pri
meiro dos quatorze giriantes alcangava o
cuino do pflnhaso, na occasio em que
Reynold agarrava a corda com a mo es-
querdi e ia com as duas jovens suspender-
se por cima do assustador abysmo, um
grito retnmbou nos ares, um grito retara-
bou no ar, um grito roueo, selvagera, es-
pantoso, qus dir-se ia ser dado por animal
feroz eut ipresenga de um terrivel perigo,
depois eese grito respondern furiosos
clamores.
Reynold recuou, largou a corda e fiuon
na abertura... Era tempo 1
Quatorze gritos iguaes ao primeiro troa-
ram juntos, os giriantes que estavam sus-
pensos na corda rolaram no mar descre-
yendo um meio circulo partido.
Fosse que a corda cativase offendida,
ou que os giriantos a houvessern cortado,
ella acabava de partir-se, precipitan lo no
mar aquelles que sustinha.
O choque dos corpos as oudas fez sal-
tar uma nova chuva da espuma, alguns gri-
tos se ouviram, depois uma onla gigan-
tea veo do largo bater no p;nhascoe rolou
as suas dobras os cadveres que levava,
lovou-os de encontr aos cachopos, e, reti-
rando-so magestosainente, baixou so para
dar passagem a uma outra que rolava bra-
mindo.
Foi tudo...
Alguns minutos bastaraiu pira se cura-
prir este terrivel desastre. RynoM, es
tupefacto, ficia fulminado ; Diana o Al-
dah, felizmente occultis pela parte detraz
do joven, nada tinhara podido ver, ma gritos afflietivos que tinhara ouvido Uns fi
zeram temor um povo perigo.
Reynold levou as duas jofens, depol as
successivamonte em trra e, desenbaracan
do-se do seu duplo fardo, voltou para a
abertura, ujoelhou-se e agarrou a corda, a
qual piasada n'uraa argolla presa por baixo
da abertura das grutas, ficra retida pelos
nos de metal que a guarneciam, suspensa
at o Ocano.
Reynold puxou a si as duas extramid
des da cor la e examinou as com profunda
attenco.
Uma das duas extremidades moatrava
grande demora no mar ; Reynold rapiliu-a.
A outra estava crtala. R ynold appro-
ximou-a dos olhos 6 examinou-a.
Nao est ruida pelo uso, disse elle.
tendo no peito. Davia vigial-o e deixei-o
sera defeza.
Para ir em meu soccorro, solucou a
menina. Sou eu a causa da sua morto.
A senhora nao poda prever que o
assassino havia de servir se do seu nome
para fazer-me sahir.
- Nao, mas eu soube que a sua vida
estava ameacada, ouvi dous homens que
fallavam em arrebtalo; em vez de voltar
depressa para casa, eu. ..
Foi uma folicidade a senhora nao vol-
tar, nao me teria encontradn, e elles a to-
nara matado.
Nao o lamentara, se tivesse podido
salval o.
Havemos de vingal-o.
Nao cont com isso. A luta entre
nos e esses bandidos muito desigual. II i-
vemos de perecer todos.
Nao, porque temos por nos a juati-
9a. Eu quiz tomar o lugar della. Lamen-
to-o amargamente e direi ao juiz de in
strueco tudoquanto tenho oceultado jus
tica at hoje. Agora, que Sacha raorreu,
nao tenho mais motivo para calarme e nao
ha um minuto a perder. Em miaba casa
foi ommettido um assassinato, e esse as-
sassinato coa*#*fu"encia do crime de No-
tre-Dame. Corro ao Palacio da Justica.
Eu nao fico s aqu, liase Ro3a, des-
viando os olbos para nao ver o cadver.
Por que nao me acompanha a se-
nhora tambem entrou no negocio da torre,
e em breve, amanh, talvez, ser citada
como testemunha. Nao esperemos que o
juiz nos chame. Se os nossos amigos ea-
tivessem aqu, eu os convidara para ir
oomnosco. Infelizmente, Fabreguette nao
appareceu hojo.
- Talvez o matasaem, havemos de en-
contrar o Sr. Daubrac no Hotel Dieu.
Sim, esta a hora da sua segunda
visita aos doentes, e o hospital fica em nos-
so caminho; vamos.
Quem velar aqui ? perguntou Rosa,
indican lo o pobre corpino de Sacha.
Meriadec fez um gesto que signirhava:
Elle nao precisa mais de ni aguara. Ame
nina tirou do peito um ramhete de viole
tas que comprara quando foi ra Rivoli,
pol-o sobre o peito do meniuo e ajoolhou-
se junto ao leito.
Emquanto ella fazia oraco, Meriadec
fechou a janeila, sera tirar a escada de cor-
da, que quera deixar como estava, afim
de que a j mtica viase como o assassino en-
trn.
Nao foi obra do caso mas sim uma traijo?
Foi cortada a machaco. Qnem me trairia !
Seri&m os giriantes, porque tres, partes d'el-
lles deveram alcanzar penhasco antes do-
acontecimentu. Cabiram elles proprios
n'alguma cilada preparada pelos meus ini-
migos?... Que deverei acreditar?...
Que julgar raestre Eudes nao rae vendo
vir ?... Chitres do Lucifr! no momento
do operar, ia sendo ferldo peladesgraja!...
Se o velho julgasse que o tinha engaado !...
Se Humberp ou Mercurio tivessem esca-
pado. .. Se so rcuaissem todos contra mira-
estara perdido... perdido !.. eu !...
exclamou Reynold com tora da orgulho
inexprimivel. Oh a minha mor te seria
bella se eu tiveese do fallecer accrescen-
tou elevando se, e sorapre tenho a minha
vinganya !
E o seu olhar ardente baixou-se para
Diana e Aldah. Estas, quebradas de novo
pelas commocojs que havia numerosas ho-
ras as assaltavam sera interrupcSo, esta-
vam apoialas na parede da galera sera
ousar interrogar aquelie que ainda toma-
vara pelo conde de Bernac.
Reynold voltou-se para ellas :
Iaraos talvez inorrer, disse elle, e
D-*us nos salvou milagrosamente. Dois
segundos mais tarde e estaramos no abys-
mo. O golpe fra dirigido contra nos,
mas evita uo-lo. Agora provavel que
tontera subraetter-nos pela violencia, mas
nada tema, Diana I nada recete Aldah I
Aquelie ue as protege ueste momento sabe
lutar quanto seja necessario contr todos
os poderes da trra!
E Reynold langou, com um g^sto sobar-
bo, ura olhar charamejante sobre as duas
jovens.
xxxn
JOAKNA
Emquanto a scena assustadora que aca-
bamos da desarevar se passava dianto de
R^.yaold, de Aldah e de Diana, emquanto
os giriantes encontravam as ondas um t-
mulo profundo que se feuhava sobre elles,
uma scena de outro genero, mas, seno to
assustidor.i, ao manos muito singular, se
dava do outro lado do penhasco, na encos-
ta, a alguma distancia do local um que dei-
xmos Eudes e seu corapanheiro.
Tres personagens s^guiam o pequeo
atalho costeando a base do penhasco, vol-
tando todos tres as costas para Etretat
e pareciam dirigir-se para a floresta de
Bmzoville. Dois d'estes personagens per-
tenciam ao sexo masculino, o outro era
uma mulber; os tres desempenham j im-
portantes papis em a nossa narrativa pois
os dois homens eram Van Holmont e Oi-
rattd, e a mulher era a baronezaCatharina.
Os tres caminhavam, dissemos, mas em
altitudes differonies prisratiado-se no sen
andar alguma cousa de singular e iodefi
nivel.
A poasoa qrf carainhava frente er.i a
encantadora creatura qual poJemos dar
alternativamente, nossa vontate, 03 o\>is
nomes do Catharina e de Joanna, pois qua
ost's djis nomes os tinha suaaessivaraentc
usado, mas era impossivo! raoonhecr, en-
to no seu camnhar esse andar to gr.v
cio8o, essa selueco, essa ontlulacao to
voluptuosa particahr mulher bonita.
Catharina pareca umi Bjtatua tirada
do seu pelestal e pos'a era raoviraonto p>r
urna mola hbilmente dissimulada.
A sua physionomia fri, pallida, rgida,
privada da granosa exprsalo que lhe era
habitual, o seu olhar fixo, suas p-tlpebras
desmedidameuts dilatadas completa vam
essa aemelhan5a cora ura corpo inanimado.
Caminhava em lnha recta, nao se des
viando nunca d'essa linha, nao fazendo um
movimento de cabej*, sera mesmo pesta-
e) ar.
Atraz de Catharina carainhava Van Hel-
raont. O sabio, cora a mo direita cstendi-1
do com gesto de coraraando supremo, a'
esquerda apoiada sobro o peito como se
quizesse conter as pancadas do coraco, a
physionomia lluocinada, emanand), por
assim dizer, a forja do vontade por todos
os poros, o sabio segua passo a paaso o
andar de Joanna como a sombra segu o
Corpo.
A aculado, ia Giraud, sombro, inflexivcl,
resoluto, a mo direita arma la com o sen
alfange, a outra mo posta nos fechos do
uma pistolla passada su 1 cintura.
Caiharaa que escapa va pala garganta
Escuta, Joanna I Sabes o que me fizeste
ja soffrr, sabes tambem que terrivel ju-
ramento de vinganca prouunciei sobre os
cadveres da meus amigos injustamente
suplicados I Sabes quanto te hei amado ..
Bem I esse amor transformou-se em im-
placa vel ra va 1 Nao tentes engaar-me fin-
grado to arrependida. Estis hoje entre
mos poderosas que te apertam sera que
possas ter a esperanya de escapar te I Os
teus crraeg pissados, nao tens um nico
meio da 03 resgatar. Marcceste a raorte e
ella est sobre a tua cabeca, mas podes
anda suspender o brago prestes a baixar-
so. Entrganos La Chesnayo Solta as
duas jovens innocentes de que fizeate suaa
victimas e o meu juramento de vinganca s
o cumprirei sobre ello ; e o odio quo te
dediquei se transformar em ndifferenca.
Mas, ainha uma vez, nao penses um nico
momento om zombares de nos, pois o raio
nao te feriria mais depressa do que esta
lamina !
Joanoa nao respondeu. Continuou a ca-
mnhar.
Van Helmont pareca entregue s suas
profundas refk'xoes.
Oh 1 murmurava eUe em voz baixa
o como se tivesse necessidade de formular
seus pensamentos para lhe dar mais forja.
j A luz esclarecer esta vez de tal maneira
< que pat.ratear aos olhos de todos, este
i terrivel mysterio ? Se esta mulher nao
menta, se nao procurou escapar ac sup-
plicio estendendo a sua vida por alguns
instantes para usar de algum subterfugio,
j Aldh I Aldah 1 filha querida cranla
que amo como se o meu sangue correase
Esta saona to simples traba um aspe ato na8 tua3 veaJ | vou ver.te f libertarte!
to sobrenatural que julgar-se se-ia assis- I ur te Qh meu Deus I se permit-
tir, contemplando-a, nao aopasseio de dois j tage3 que SQ cumpr8ae e3te aoto de mi-
homens e uma mulher, mas sim passa-
gem sobre a trra de tres fantasmas que,
por um milagro, tivessem deixado a sepul
tura aonde jaziam.
Repentinamente Cat'aarina parou. Van
Helmont e Girau 1 mitaram n'a.
sericordia, dar-vos-hei a minha vida em
troca da alegra que me causareis 1
Acabando esta r-flexo feita em voz
quasi alfa, o sabio era realmente admira-
vel de expresso magestosa e tocante
Catharina avancava sempre com esso
. aqu ? perguntou o sabio cora voz paM0 regular 0 mechanico e Giraud segua
Depois, ajudou Rosa a levantar-so e le-
vou-a para a sua sala, depois de fechar
chave a porta do quarto raorturio e met
teu a chave no bolso.
Est disposta a dize;* ao juiz de ins-
trueco o que sabe 1 perguntou elle sua
protegida, que respondeu por um gasto aftir-
mativo.
Repugnava lhe articular um sim bem cla-
ro, porque fazia reservas mentaes Estava
resolv la, por exemplo, a nao fallar a esse
juiz na scena entre o marido e o amante.
Nao tinha dito uma palavra a esse respaito
a Meriadac e nao quera afastar-so do si-
lencio absoluto que promettara ao Sr. de
Saint-Briac. Domis, essa scena ligava-
ae muito indirectamente ao crime de No-
tre Dama o nada tinha com o assassinato
de Sacha.
Espero quo havemos de encontral o
no seu gabinete, tornou Meriadec. Mas nao
temos um mioutj a perder. Venha de-
pressa.
Dasceram rpidamente a escada, e dessa
vez o baro teve o cuidado do fechar
porta da ra ; preeaugo que dovia ter to
raudo quando sabio para procurar as Tu-
Iberias Rosa Verdire, que l nao estava.
EUh nao tinha mandado esperar o carro,
maa t>marara um que suba a ra de Ron
oes e qua os levou ao IlKel-'Jnu.
f-'i menina esperou em baixo do porsity-
lo c Meriadec foi ao quarto dos internos,
onda encontrou Daubrac tira.ido o seu
aventa!. Contou-lhe summariaraente a raor-
te de Sacha e propoz lvalo a) Palacio da
Jus ica com Rosa.
Estou prompto, mas duvilo quo ella
queira ir, quando souber a triste noticia
qne tenho a dar lbe. O seu pai raorreu ha
pooeo.
Ento tolos esto morrendo l excla-
mou Meriadec.
Cornejo a acreditar, meu caro, que
todos havemos de passar por isso. Estive
em casa da Fabreguette. Nao voltou ainda
para a sua mansarda da ra Hucchette:
ha trinta o seis horas que nao apparece l.
Sera duvida acontoceu-lhe alguma desgra-
na. Verdire teve outro ataque, o esse
foi fulminante. Nao teve tempo de dizer :
ai !
Pois bam, acho melhor nao dizer na
da ii filha. Ella perdera a cabeja e nao
nos acompanbaria. Ora, quero acabar ho-
je com uma situago intoleravel o abso-
lutamente necessario irmos os tres ao mes-
mo tempo presenja do juiz. So eu fosse
imperativa
Nao, respondeu a joven com voz sur
da.
Ento para que paraste ?
Porque j nao posso andar...
Ests fatigada.
Tenho os ps magoados.
Falta-te ento a vontade ?
Bem sabe que nao tenho vontade.
Ento porque paraste aqui ?
A dr a isso rao obrigou.
Pensa nos meus araigoa a quem cau-
Mito o supplcio, disse brutalmente Gi-:
raud ; lerabra-to da morto d'esses innocen-
tes causada por ti o os teus, o esquecers
os teus soffri montos I
Caminha I assira necessario 1 ac-
crescentou Van Helmont.
Van Helmont som deixar ura s instanta
do olhar aquella que os proceda.
Finalmente, a joven alcanjava o lugar
onde raestre Eudes e Ricardo tinhara pa-
rado quando nos os deixaraos para ir s
gratas. O velho o a sargento do prebos-
tado tinhara desapparecido ; nada raesmo
dava indicios da sua passagem.
Neste lugar, dissemos, o peahasco dei-
xava uma abertura redonda igual do um
pojo.
Chegada a essa borda, Catharina pa-
;rou.
E' aqui ? perguntou Van Halmont.
Catharina nao respondeu.
E' aqui ? repetio o sabio dando mais
forja sua pergunta.
balbuciou
Sim... balbuciou a joven, como se
' quizesse obedecer para responder a uma
influencia dominando a sua propria von-
s, ello talvex nao acreditasse na minha
palavra, quando eu lhe contasse como e
porque recolhi Sacha. Elle abrira novo
inquerito e perderamos muito tempo.
Sou da tua opinio ; tanto mais que
o assassinato de Sacha vai infallivelraente
levar a polica o a justica tua casa. Nao
podemos deixar-te affrontar a tempestado
szinho. Lamento a ausencia de Fabre-
guette e do capito. Mas nao temos tem-
po para ir procural-os, e, em todo o caso,
seremos tres, porque nao direi a essa po-
bre menina que ella orph. Ella o sa-
ber em tempo.
Encontraram a em baixo do peristylo
Daubrao nao so vio forjado a mentir, por-
que no estado de perturbajo em que ella
estava esqueceu-se de perguntar pelo pai.
O Palacio da Justica fi:ava a dous pasaos,
o em caminho nao tiveram tempo de fallar
muito. Tambem nao tinhara muita dispo-
sijo para conversar.
Meriadec apeou-se porta e ahi disse
ram lhe que o Sr. de Mlveme, havia duas
horas, tinha sabido do seu gabinete e que,
sem duvida, tinha ido para casa, o o por-
teiro dea a sua morada ao baro, que to-
mou por amigo particular do magistrado.
Meriadec voltou para consultar Daubrac
o Rosa Verdire e resolverara uaanimemon
te ir inmediatamente ao arrabaldo Saint-
Honor. Nao previam o erTaito que a sua
visita ia produzir.
do o lugar, pouco importa I replicou o ex
polica do prebostado do Rouen.
Catharina, por nica resposta, elevou
uma perna e quiz-avancar. Nao mentira.
As pedras tinhara rasgado o seu clcalo
de setim, lacerado as carnes o o sangue
corra para a trra.
Giraud levantou o brajo armado com o
alfange. Van Helmont suspendeu-o. O sa-
bio tomou a boceta porttil de que j vi-
mos fazer uso, e tomando successivaraente
dois frascos, vasou parte do contedo de
um sobre os ps de Catharina, qua esfra-
gou brandamente com a palma da mo o
tez respirar o outro joven.
Catharina deu um suspiro.
Podes sgora camnhar ? perguntou
Van Helmont.
Creio que posso...
Experimenta !
Catharina fez um exforjo visivel, mas
deu muitos pasaos para deante.
Bem disso Van Helmont tomando a
sua posijo atraz da joven.
Todos tres se pozeram a caminho.
tade.
Esta a segunda abertura das gru-
tas ? replicou Van Helmont abaixando a
voz.
E', disse Catharina.
Esta abertura mysteriosa coahecia
nicamente por mestre Eudes o seus fi-
mos ?
Sim !
Ests certa d'isso ?
Estou!
Entraste ento por este lado das gru-
tas? perguntou Giraud.
Nao, respondeu Catharina, mas asi
que communica com o subterrneo. Uma
tarde Mercurio passeiando commigo revel-
lou-me sse segredo, pela razo, dizia-me
eUe, de quando algum perigo me a meajas-
so poderia tal conhecimento ser-rae til.
Sei o que me disse Mercurio, mas nao sai
' nada mais.
Entretanto, disse Giraud inclinando-
I se sobre a borda do pojo ; nada me indi-
ca que digas a verdade Olhe, mestro !
Escuta, Joanna, disse Giraud depois; accrescentou ello voltando-so para Van
de um momento de silencio, durante o Helmont, esta altura pouco profunda,
qual nao se ouviu seno a respiraco de (Continuar se ha.)
de duas velas, que o tratante tinha posto nesta casa, para onde te trouxe. Vou ago-
em cima de um consolo. : ra mesmo fechar todas as portas e todas as
Essa apparijlo acendeu de novo a col-1 janellas. Levo as chaves e como meu
ra do prisioneiro, que apostrophou assi m I amo alugou a casa por um anno, ninguem
esse patito subalterno : | entrar aqui antes do futuro anno. Daqui
Que vens fazer aqui, acelerad ? per- j at l ninguem saber o que foi feito de
IX
Havia dous dias que Meriadec, Rosa,
Daubrac e o capito nao estavam, como
vulgar.nente se diz, em leito de rosas,
mas o seu alliado Joo Fabreguetta passa-
va ainda peior. Havia mais do vinte o qua-
tro horas que estava preso; senta muita
forao o ia, pela vigsima vez explorar a
sua priado, quando pareceu-lhoouvir passos
do lado de fra. Nao era provavel que o
fossom soltar, mas nao era impossiv>d que
o fossom matar, e a primeira idea de Fa-
breguette foi pr-se em estado de defeza.
O ruido tornou-se mais distincto. Os
paasos approximavam se.
Fabreguette abri o seu caivete, que
nao era arna muito perigosa, e pr^parou-
se para defonder-se, se fosse atacado.
De repente, deslumhrado pela olaridade,
recuou, e involuntariamente fechou os olhos
e quando 9a abri de novo, vio do outro la-
do do postigo aberto a cara odiosa do seu
perseguidor, allumiada por um candelabro
guntou.
Venho ver se j morreste, disse o ho-
rnera de preto em tora de mofa.
Ainda nao, velho canalha !
Ha de chegar o dia, ao nao te resol-
veres a ter juizo.
Isto a venderte o pequeo, hein?
Oh nao fajo empenho nisso, porque
nao preciso do ti. Achei meio de desem-
barajar-me delle sem corrar grandd risco.
Mas nao me desdigo da proposta que te
fiz. Se quizeras escrover uma carta que
te dictarei, isso facilitar a minha tarefa,
e eu te pagarei o prejo ajustado : dez mil
francos.
Vai para o diabo, salteador .'
- Para o diabo ? Vai tu antes do mim,
imbcil, visto que tei as era recusar. Isso
l comtigo : tana todo o direito de rebentar.
Lerabra-te apenas do uma couaa, quando
estiveres de lingua de fra que offereci
tirarte daqui. Esta idea natural que nao
sua vise muito os teas ltimos momentos,
porque parece qua ae sofTra atrozmente'
quando se morro de forae. Peior para ti,
meu rapaz Foi :u que o quizeste. Por
tira de contas cada qual l tera o seu gosto.
Prefiro esta fim ao que ta espera na
praja da Roquette.
A abbadia do Mont a-Regret ? Nao
ters a consolajo de me mandar para l.
A suppresso de Saaha ser effectuada esta
tarde. E amanh, tanto eu om> meu
amo, deixaremos o solo iahospitaleiro da
tua bella patria.
Esta tardo I murmurou Fabreguetta
consternado.
Eata tarda, sim, seuhor Todas as
precaujes esto tomadas para dar cabo
hoja mesmo daquello lobosinho. Antes da
noite ter ido para corapanhia da mi, na
outra vida. E, urna vez que o tenhamos
supprimido, nao temos mais precisSo de ti.
Eis a razo porque nao volto aqu.
Assira o espero ; porque prefiro a vi-
ver, estrangular-te, e nunca o poderei fa-
zer atravez desta grade. E's covarde do-
mis para ta approxiraares.
Ninguem caha em se tpproximar do
cao damnado ; seria muito tolo se nao me
conservasse a distancia. Agora quero-te
prevenir do quo nao torno a por os ps
ti e quando o senhorio tomar con ta da sua
propriedade, nada mais se encontrar do
que o teu esqueleto.
Um accesso de tosse interrompeu cit\s
terrve8 palavras. Uma bafora'la ue fu-
rao, laucada por Fabreguette pela freata do
tabique tinha entrado na garganta do sica-
rio do marquez o o patifo procura va re-
cobrar a regularidade da respirajo.
O quo isso? Ests fumando, arti-
culou elle com dfficuldade.
Estou. Se soubesse quo o cheiro do
fumo de cachimbo te incommodava, teria
accendido um eharuto.
Onde quo arranjaste fogo ? pergun-
tou com vivacidade o mordomo.
Trago sempre commigo o fusil.
S o fusil ?
Tenho tambem a sea e a pederneira.
- Nao tens phosphoros ?
Nao sao caros e nunca peg.-un. a
corapanhia rouba os freguezes. Mas que
tens tu com quo eu tenha ou nao phospho-
ros ?
E' que so o tivesses poderias ieitar
fogo casa.
E ento Depois 1 Deve estar no se-
guro.
Com a casa nao rae importo eu. Mas
que o interior la casa todo de pinho,
era casa de incendio ficarias queimado vi-
vo Ests no centro de uma construejo,
da qual eu vou calafetar toaos os intersti-
cios, antes de sahir. Por mais quo gritas-
s, ninguem viria em tem soccorro.
Ora adeus I morrer torrado ou de
fomo vom a dar no mesmo I Creio mesmo
quo prefiro a torradella. Mas estou reco-
nheoidissimo pelo interesso que tomas pela
miaba sorte, aocrescentou irnicamente Fa-
breguette.
__ Eu Ora essa exclamou o hornera
vestido do negro. Visto que nao nos que-
ros ssrvir, podes rebentar como quizares.
Mas j disse o que te tinha quo diser. Na-
da mais tenho qne fazer aqui e o Sr. mar-
ques espora-rae p;ra o negocio da ra Cas-
sette. E' j quasi meio dia e nao anho
tempo para perder com frioleiras.
(Continua.)
Typ- dj Mario ra Duque de Caas a 48.
*t

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1"
t
i"
i
y
\
(\
*.,



Full Text
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