Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19002


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Full Text
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i
kl .X- NUMERO 53
""' T J
PARA A CAPITAL E LIGARES OZVDE KAO *E <*AA 'PORTE
Por tre mores atflaatado* ... ....... 6#00U
Por 3eis dito;? ......... 120000
Por uia anuo !dcm. .............. 240000
Cada numero avulao, do mesmo tiia............ 100
SBBADO 6 Si MARQO DE 1
PARA DEATRO E FORA DA PROVIMCIA
Por le mezea adiantados.
Por nove ditos idem......
Por un anno dem......
Cada numero- avulso, de das aateriores.
13(J500
200000
270000
01JO
DIARIO DE PERNAMBCO
|)r0prUi>ai>je &e Jttanoel J\%xxeixfa t>e Jar 4 -fiUjo*
TELEGRAMAS
saavrca paj.iiwl.u h das: o
RIO DE JANEIRO, 5 de Marco, s
12 horas e 35 minutos da tarde, decebi-
do 1 hora e 35 minutos, pela linha ter-
restre).
Pelo I." nutricio de Minas Cerae.
fot eleito depulado eral, em es-
crutinio, o Dr. Henrlqae de Maaja-
lhaei alien (L).
rol declarada em elTelt a eio-
ateraco concedida ao porteiro do
Arweaal de sierra de PernantDnco
Emilio Bwieado da Silva.
MARANHAO, 5 de Marco, s 2 horas
e 40 minutos da tarde. (Recebido s 3
horas e 30 minutos da tarde, pelo cabo
submarino).
loi eleilo depulado geral pelo 3.
dlHtriclo do Planny. o cossaelnelr
Franklin Ainerico de Menemes Do
ria (I.).
:,;*::::- :ss-'.a satas
^Especial para o Diario)
PARS, 4 de Marco, Urde.
A pedido do goverao a Cantara do
DeputadoN retellou lodo o projee-
los de le relativo a expulaao do
Principe* franceses do territorio da
Franca.
Depoi a Cmara do Deputado
ioIoii urna ntocfto de conOanca ao
mialwterio.
LOSDRES, 5 de Marco.
Por oceaio da iaanguraco da
ubi monumento publico o "r. CJla-
dtone proferlo um discurso, em
que dectarou que o governo tinba
reformado o projecto de le acerca
da regulamentaco da proprledade
territorial na I llanda, o qual era
brevemente nujetto dellberacfo
da cmara.
O cuele do g .bnete declarou mal
que o governo substituir* a lela
reprewNiva actuae da Irlanda.
Agencia Havas, tilial em Pernambuco,
5 de Marco de 1886.
INSTRDCCiO POPULAR
ARTE OFFICML
Uoveroo Ja Provincia .
1DB
HUQ0 DE
1886.
economa poltica
(Extrahidv)
l>.\ BIBLIOTIIKCA DO POVO K DAS ESCOLAS
(C'-nuiuaco)
CAPITULO I
vorr prellminare
As trras cultivadas e todas as partea do solo que
slo bjeeto de urna lavra qualquer comprehendida a
dos minera**, apresentara conjunctamente os ca-
racteres das riquezas naturaes e os das produzi-
das ou sociaes. Sao riquezas naturaes pela sua
feeundidade nativa : por auas qualidades de sita
cito, exposico, h niidade ; pela existencia de nas-
centes le agua ou de jazigos mineraes no seu aeio
etc. Sao riquezas produzidas ou sociaes, pelos,
melhoramentos, que nellas teem proluzido e pelos
benefieioa que Ihes tem feito, por meio do trabalho
c da industria, os seus posauidores. Como rique.
zas artificiaea, nao sao gratuitas ; como naturaes,
nao o sao tambem nos paizes ca que o territsrio
esti inteiramente oceupado e onde as trras nao
esto, como o ar e a luz do sol, disp:sico de
todo?.
r ara absegurar a cultura d aquellas trras, ou
o approveitamento dos Feus contentos, foi com
effeito necesario garantir o seo uso exclusivo aos
individuos que legalinente as poasuem, j por vir
tade de umadoaco teita por anteriores do nos, j
e ease o oaso quasi universalpor que foram
adquiridas, recebendo os amigos possuidores
em troca d'ellas, o sen valor representado por
outras riqu' zhs.
E'i're as riquezas, urnas funecionam como ins-
trumentos de produc^o, outras sito o resultado
dessas e sao coisas -produzidas ; mas estas ultimas
podem. por sua vez, tornar-se tambem instrumen-
tos de prodcelo, assim como as piimeras foram
tamb'm cjisas produzidas. Nao ha pois ama dis-
tinecao radical a accentuar entre estes dous modos
particulares de considerar as riquezas. A char-
ra para o aeu fabricante urna coisa produzda;
para o cultivador um instrumento de trabalbo.
As faculdades naturaes do espirito e do corpn hu-
mano apresentam os mesmos caracteres, considera-
das econmicamente. Sao ac mesmo tempo natu-
raes e adquiridas em resultado dos esforcos e do
trabalbo des que as posauem, e 03 servicos que
ellas produzem nao eo grata i toa. A sciencia e a
pratica da medicina, ensmadas por um professor
aos seus diacipuloa, representara paia o primeiro
a coisa prodacida ; para 03 segundos, que dellas
vao depois servi-se na profisso clinica, represen-
tan! instrumentos de trabalbo.
(Contw'a).
EXPEDIENTE DO
Actos :
O presidente da provincia, de conformidade
com a propesta do Dr. chefe de policia em officio
n. 203, de 27 de Fevereiro fiudo, resol vo nomoar
o bacharel Frauciaco Izidoro Ja Costa para o car-
go de 1* supplente do delegado do Io districto
desta capital, fcando exonerado 0 bacharel Pabio
Alexandrino dos Reis c Silva por se haver retira
do para fra da provincia.
Outro siin, resolve nomear para o cargo de 2
suppleute do mesmo delegado o bacharel Jos Joa-
quim Alvca de Albuquerque, om substituido do
bacharel Antonio Justino de Souza, que fica exo-
nerado.
O presidente da provincia, atteadendo ao
que requereu Aiolpho Jcsdo Araujo, porteiro da
Escola Normal, resolve, em vista do attestado me-
dico exhibido, conceder-lhe dous mezea de licenca
com ordenado para tratar de sua saude onde loe
convier, devendo a referida licenca decorrer de 3
de Fevereiro fndo.
Officios :
Ao inspector da Thesouraiia de Fazenda.
Declaro a V. S., para os fina convenientes, que
autorisei o director do Arsenal de Guerra a man-
dar satufazer o incluso pedido, por copia, de arti-
gos de fardamento que pira seu uso faz o tenente
do 14" batalbao de infantaria, Bonifacio Antonio
Borba.
Ao inspector do Thesouro Provincial. De
accordo com o que Vmc. informou no o65cio de 24
de Fevereiro ultimo, sob n. .493, recommendo-lhe
que mande entregar de novo ao thesoureiro da
Reparticao das Obras Publicas a quantia de 3124
correspondente aos reparos precisos no proprio
frovinoial que serv e de escola publica em Rio
'orraoso, asaim como a de 154/564, importancia
das obras supplementares segundo o orcamento
approvado por esta presideucia em 29 de Dezem-
bro do anno prximo findo. Commanicou se ao
engeuheiro das Obras Publicas.
Ao engenheiro fiscal da compauhia Recife
DrainageDeterindo o requerimento de Francisco
de Pinho Borges, proprietario do predio n. 11, si-
to ra do Mrquez de Olinda, e de accordo com
a informado de Vmc, de 26 de Fevereiro ultimo,
recoaimenao que a contar do prximo tutor* se-
mestre em di int. sejam supprimidos dous dos &p-
parelhos desaa compauhia, collocados no dito pre-
dio permaneceudo apenas um, visto prestar 83 elle
actualmente, attenta a reconstrueco que soffiera,
habitacao de urna s familia nos termos da de-
ciao de 19 de Marco de 1881. Communicou-se
ao inspector do Thesouro Provincial.
Ao director do Arsenal de Guerra. =Mande
Vmc. satisfazer o incluso pedido de artigos de
f rdamento, que para seu uso faz o tenente do
i4 batalbao de infantaria, Bonifacio Antonio
Borba.
Portaras :
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recite ao Sao Francisco, sirva-se de mandar
conceder passagens de 3* classe que serio oppor-
tunamente descontadas das gratuitas a que o go-
verno tem direito, da estaclo de Cinco Ponta a
de Una, a 9 pracas do corpo de policia.
O Sr. enuarregado do prolongamonto da es-
trada de ferro do Reeife ao Sao Francisco na es-
tacao de Una mande conceder passagens de 3
classe, por conta da provincia at Canhotinho a
9 pracas do corpo de policia.
EIDEDIEKTE DO SECRETABIO
Ao commandmte das armas. -De ordem do
Exm. Sr. conselhelro presidente da provincia, de-
claro a V. Exc. que autorisou se o director do
Arsenal de Guerra a mandar satisfazer o pedido
que veio annexo ao seu officio n. 102, de 27 de Fe-
vereiro findo.
EXPEDIENTE DO DU 2 DE M1BCO DE 1886.
Actos :
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia de 27 de
Feveriro tindo, resolve nomear para o cargo de
subdelegado da freguezia de Santo Antonio ao
tenente Henrique Cecilio Barreto de Almeida, fi
cando exonerado a seu pedido o capitao Francisco
da Rocha Pasaos Lina que exercia dito cargo.
0 presidente da provincia, tendo em vista o
exposto pelo inspector do Thesouro Provincial em
officios de 17 e 27 de Fevereiro prximo passado
seb ns. 478 e 497, resolve exonerar Lwbaldo Theo
genes de Carvalho do cargo de escrivSo da col-
lectoria da Victoria e nomear para substituil-o o
cidadao Antonio Fernandes Peivoto Rosal.Cora-
muoicou-se ao Thesouro Provincial.
O presidente da provincia resolve exonerar, a
pedido o conego JooSerapiao da Cruz do cargo de
delegado do districto Iliterario de Gravat e no-
mearpara substituil-o Antonio Avelino do Reg
Barros. bVmetteu se o,titulo ao inspectrr geral da
Instrucco Publica.
O presidente (da provincia resilve nomear
urna commissio compoata do bacharel JoSo Bap-
tista Regueira Costa, monsenbor Joaquim Arco-
verde de Albuquerque Cavalcante e Francisco
Augusto Pereira da Costa para examinar os tivros
e documentos historios existantes n03 conventos
e mosteiros das cidades do Recife e Olinda, e dar
parecer sobre oa que forem aproveitaveis, afim de
que ulteriosameute se obtenha a competente auto-
risacSo para serem classificados e removidos para
a Bibliotheca Proviucial.Fizeram-so as devidas
communicacoes.
Officios :
Ao commandante daa armas. Deferindo a
peticao do anspensada do 2. bitalhao de infanta-
ria, Vicente Ferreira da Costa, s >bre o qual versa
a intormaclo d'esse commando de 20 de Feverei-
ro findo sob n. 80, antoriso V. Exc. de confor-
midade com otalegramma do Ministerio di Guer-
ra, de hontera datado, a conceder licenca por yinte
das ao. referido anspensada para ir provincia
da Parabyba tratar de negocioa de seu particular
int resse.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Remett a V. S. para os dev.dos cfleitos copia
do aviso expedido pelo Ministerio da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas, datado de 22 de
Fevereiro prximo passado sob n. 5, com referen-
cia a fiaucaa d) theaoursiro, Sfu fiel ealmoxari-
te do prolongamento da estrada de ferro desta
provincia.
Ao inspector do Theiouro Provincial. Me-
diante nanga, nos termoa de nfortnacZo de Tmc.
de 24 de Fevereiro ultimo, sob n. 491, autonso-o
a mandar e itregara o padre Joo da Costa Nunea
vigario da fr-guezia de Floresta a quantia de...
600000 producto do beneficio da 2' parte (17) da
loteria concedida em favor da matriz da referida
fregaezia. Devolvolhe a peti?ao que acompa
nhou a mencionada informa?ao.
Portaras :
A Cmara Municipal do Cabo.Respondo
ao officio de 28 de D.'zembro ultimo declarando
Cmara Municipal do Cabo que tendo o Tribunal
da Relacao do Recife denegado pro vi ment ao re-
cu'so interposco pelo tenente coronel Francisco
Pedro Bolitrau, ficando portanto judicialmente re
conhecida a mudanca do domicilio do recorrente
deve proceder-se a eleicao de um vereador para
substituii o, o que alias podia ser efFcctuado mes
mo p-la simples Jeciao, recorrida, do juiz de di-
reito visto nao teraquelle recurso efFeito suspensi-
voeat-t,-' do art. 70 do regulament espedido com o
decreto n. 8213 de 13 de Dezembro de 1881,
Recommenio, portanto, Cmara Municipal do
Cabo expeca as ordens e providencias do cstylo
afim de qu no dia 10 de abril pr*ximo vindouro
se proceda supradita eleicao.Remetteu-se codi
ao juiz de direito da comarca do Cabo.
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar crte, por conta do Ministerio da
Guerra, no vapor Para, esperado do norte, o parti-
ticular Jos Avelino Freir Gameiro, que foi trans
ferilo para um dos corpos estacionados na provin-
cia do Rio Grande do Sul. Communicou-se ao
commandante das armas.
O Sr. gerente dt Companhia Pernambucana
faca transportar provincia do Rio Grande do
Norte, por conta do Ministerio da Guerra no_ va-
poi Ipojuca, dous volumes, medindo 459 decme-
tros cbicos, contendo objeelos destinados ao de-
posito de artigos bellicos d'aquella provincia.
Communicou se ao director do Arsenal de Guerra.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Officios :
Ao cominandantj da Armas.S. Exc. .o Sr.
conselheiro presideute da provincia manda decla-
rar a V. Exc. ter autorisado o director do Arse-
nal de Guerra a satisfazer o pedido que veio an-
nexo eo seu officio n. 106, de hontcm datado.
Ao Io secretario da Asscmbla Provincial.
De ordem de S. Exc. o Sr. conselheiro presidente
da provincia transmiti a V. S., afim de ser sub*
mettido deliberado dessa Assembla, o projecto
de posturas addiccionaes, junto em original, con-
feccionado pela Cmara Municipal de Petrolina.
Communicou-se Cmara Municipal de Petrolina.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda. -
De ordem de S Exc. o Sr. conselheiro presidente
da provincia, remetto a V. S. tres ordens, sendo
duas do Tribunal do Thesouro Nacional de ns. 45
c 46, e urna do Ministerio da Guerra datada de 20
de Ferereii'O prximo findo.
Ao inspector do Thesouro Provincial.O
Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia
manda declarar a V. S que foram indemnisados
com 142 passes mpressas gratuitos, igual numero
de passagens concedidas durante o mez de Janeiro
ultimo por diversas autoridades policiaes nos car-
ros da estrada de ferro do Recife a Caranga.
Communicou se ao engenheiro fiscal.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco. De ordem do Exm. Sr.
conselheiro presi ente da provincia communico a
V. S. que tiveram destino os documentos, que
acompanharam o seu officio de 27 de Fevereiro ul-
timo, sob n. 18.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 4 DE
MAKCo DE 1886
Antonia Mara do Espirito-Santo.Informe o
Sr. Dr. chefe de polica, ouvindo o administrador
da Casa de DetencSo.
Belmira Mana de Jess Ibiapina.Informe o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Belisario Cordeiro FalcJo.Deterid com offi-
ci) desta data ao Sr. brigadeiro commandante das
mas.
Cordolina Amelia 1a Paz.Sim, sem venci-
mentos.
Francisca Mara da Annunciaco.Nao est
vaga a cadeira a qne Be refere a supplicante, e,
quando estivesse, e de entrela inferior, o que
impedira a remocSo.
Felden Brothers.Informe o Sr. inspector do
Thesouro Provincial.
O mesmo. Informe o Sr. inspector da Thesou-
raria de Fazenda.
O mesmo.dem.
O mesmo. Remettdo ao Sr. inspector da The
souraria de Fazenda, para os fins convenieatea.
O ar-nno.dem.
O mesmo. -Remettdo ao Sr. inspector da The-
souraria de Fazenda para 03 fins convenientes.
O mesme. dem.
O mesmo.dem.
Bacharel Francisco Pothier R. Lima.Con-
cedo.
Bacharel Francisco Ignacio de Sonsa Gouveia.
Encaminhe-se, pagando o supplicante o porte
na reparticao dos Correios.
Goncalo de Araujo Chaves.Deferido com of-
ficio de hoje ao Sr. brigadeiro commandante das
armas.
Bacharel Hsbello F. Correia de Mello. Enca-
minbe-se, pagando o interessado o porte na re-
particao dos Correios.
Major Justino Rodrigues da Silveira. Forne-
9a-se.
Bacharel Joaquim Cordeiro Alvim da Silva.
Como requer.
Senhorinha Mara Vieira de Moura. Informe
o Sr. Dr. ehefe de polica, ouvindo o administra-
dor da Casa de Detenco.
Secretara da presidencia de Pernambu-
co, em 5 de Margo d 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas
lleparticao da Polica
SecgSo 2.a N. 230.Secretaria de Po-
licia de Pernambuco, 5 deMarcodel886.
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos na Casa de
DetencSo os seguintes individuos :
Communicou-me o delegado do termo
do Cabo, que na noite de 11 para 12 do
mez liado tora assaltada a casa do iadivi
do de nome Manoel Branco, morador em
trras do engmho Tapuyy do Cima, o
qual se achava ausente, roubando os as
saltantes diversos objectos de ouro, urna
bolsa de crochet, duas cobertas de chita,
duas espingardas e quinhentos rs. em
prata.
Assassinaram tambom, a tacadas, aun
sobrinho de Manoel Branco, de nome JoSo
Gomes.
O delegado, logo que teve conhecimen-
to do facto, procedeu diversas diligen-
cias o pesquizas, das quaes rsultaram ve-
hementes indicios contra Jos Cypriano
4a Silva, Manoel Felippe doCarmo, Zaca
ras, escravo de Jos Antonio de Andrade
e Eugenio, oscravo de Joaquim Correia de
Mesquita, que foram presos.
A tal respeito abri se inqueritj.
Pelo subie'egado do Io districto do ter-
mo do Cabo, foi romettido ao juizo cora-
petento o inquerito po icial a que procedeu
contra Jos Luiz Poreira, que lora preso
em flagrante como incurso as penas do
art. 269 do Cod. Criminal.
Em 27 do mez lindo assumio o cida-
dSo Clamentino Alves de Siqueira Caval-
cante o exercicio do cargo de delegado
do termo da Pedra.
Deu8 guarde a V. Exc D'm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Fernandes da Costa
Pereira Jnior, rauito digno presidente da
provincia. O chefe de polia, intonio
Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 5 DE MARCO
Carolino Goncalvea da Silva, Eduardo Alexan-
dre Burle, Silva Conrado 4 C. e Francisco Tor-
quato Paes Barreto. Ao Contencioso para com-
prir o despacho da junta.
Jorge Wiodson. Certifique se.
Francisco Jos de Santa Julia Botelho.Venba
nos termos do art. lli do regulamento de 4 de ju-
lho de 1879.
Perminio Francisco de Paula Mesquita.Infor-
me o Sr. collcctor de Ipojuca.
Officios do Dr. procurador dos fetos. Informe
a seccSo do Contencioso.
Annuncada C. Alves da Silva. Informe o Sr.
Dr. administrador do Consulado.
Coutas do commando do corpo de policia Dr.
Hermogenes Scrates Tsvares de Vasconcellos.-
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Pontos da Reparticao das Obras Publicas, Se-
cretaria da Assembla e dos guardas da illumina-
yio. -Ao Sr. pagador para os devidps fina.
Fielden Brothers, Francisco de Paula Lopes de
Carvalho, e officio do commando do corpo de poli-
ca.Informe o Sr. contador.
Belmira Mara de Jess Ibiapina. Informe o
Sr. thesoureiro.
Antonio Jooqujm de Carvalho e outro. ~ Pa-
guc-sc.
G. Laport k C. Ao Sr. Dr. administrador do
Consulado pira os fins convenientes.
Francisco Lepes Guimaraes. Ao Consulado
para attender.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 4 DE X&BCO
Manoel da Silva Faiia, Luiza Mara dos
Santos, Mara Jacintha Pereira, Dr. pro-
curador dos feitos, o mesmo, Clemente Gon-
{alves Netto, Henrique Cavalcante i Ce
Antonio Gonsalves do Azevedo. Infor-
me a 1.a seocSo.
Rodrigues de Faria & C Satisfacam
a nova exigencia da 2.a seccSo.
Firmino Candido de Figueiredo. Crr
tifque-se o que onstarT
Quitara Bezerra de Vasconeeos e Ma-
chado, Lopee &. A' l.1 secsS para at-
tonder.
Azevedo Rodrigues & C e Joaquim M.
Santos A' 1.* seccSo para os devidos fins.
Jos Antonio da Costa e S. Stellados
os documentos ter despamo.
5 -
D. Luiza de Miranda Henrique Gondim.
Deferido, de accordo com as ioforma-
epes.
Manoel Alves Guerra e Luiz Alvares
de Figueiredo. Certifiqese o que cons-
tar.
Francisco Ferreira Baltar. Deferido,
com relagSo ao 1. semestre, em vista das
itiformacSeB.
Manoel Tavares de Mello. Satisfaga a
exigencia da 1.a seccSo afim de poder ser
attendido.
Francisco Antonio Pereira. A' 1.a sec-
cSo para os fins legaes.
n. 1,810, que eutao se votou,e que regeu o exer- r cfaImente que temos necessdade e
cicio financeiro fiudo de 188485, assim orno os
resultados pratico3 que ella produzio.
A receita por ella creada e cobrada
INTERIOR
i:lnaucaa provinclaes
(Do Htlatorio do administrador do Consulado
Provincial)
Na estreita e acanhada esphera econmica em
que gyram os poderes provincises, poJe se afir-
mar que absolutamente impossivel encontrarem-
ae remedios racionaes por ineio dos quaes se pos-
sam debellar a situacao do Thesouro Provincial e
as tristissimas circumstancias finaneciras da pro-
vincia, sem desrespeitar-se d acto addiconal, vio-
lando-se francamente os limites daquella esphera,
em que foi constitucionalmente circumscnpta a
accao ecnomica e financeira das provincias.
Essa minha convieco externada no relatorio
que tve a honra de apreseatar a V. S. em 29 de
Dezembro de 1884, acha-se suficientemente des-
envolvida' em um livro que a proposito das dffi-
ceis cirenmstancias econmicas e finaneciras do
imperio publquei na Imprenta Nacional: Ensaios
economicot e apreciaces orticas sobre a circum-
ttanciai financeiras do Brasil.
No livro a que alludo indiquei o nico remedio,
ou antes o nico meio racional e scientifico, a meu
ver, efficaz para resolver-se o problema dos equi-
librios orcamentarios do estado e das provincias.
Sendo a soluco de tal problema exclusivamen-
te dependente dos poderes geraes, porque depen-
de de modificaces e reformas, em mutos pontos
do noaso jure constituto, parHas quaes falta a com-
petencia legal aos poderes pblicos provinciaes,
baldados sero todos os estudos e esforcos para o
resolvermos no terreno do nosso jure constituto e
nos limites trajados aeco econmica das pro-
vincias. .
Si, V. S. levar em conta todas as opinioes de
quantos se acham em condicoes de eaiittir juizo
sobre as nossas difficeia cirenmstancias financeiras,
conviri que a respeito doameios praticoa de resol-
veremse as nossas difficuldades ornamentarias
nao ha duas opmies. Todos esto de a :cordo em
que, sem 9 restabelecmento de impostos provin-
ciaes de consumo impossivel a nossa a83embla
provincial criar a receita necessaria s despezas
ndspensaveis da provincia, a menos que queira
aggravar anda mas as nossas condicoes econ-
micas. .
Em 1883, a presidencia da provincia avalentan-
do o desejo de fazer respeitar o acto addiconal e
os manifestados intuitos do governo central quan-
do sospendeu os impostos provinciaes do consumo,
e denou ao Thesouio e ao Consulado que estudis
sem e propozessem os meios praticoa de equili-
brarse o orcamento provincial, e isto quando j
era conhecido o improficuo resultado doa trabalhos
de urna commsso incumbida pelo governo geral
de estuoW e propor um projecto de dfseriminacao
de rendas geraes, provinciaes e muuicipaes.
O.Thesouro nao hesitou em aconselhar o resta-
belecmento doa impoatos que foram inconvenien-
mente suspensos e depois supprimidos, porqua ef
fectivamente fora da esphera legal em que gyra a
pretendida autonoma das provincias, aquelies im
postos constituan o meio mais prompto, mas f-
cil e de (onsequenciaspraticas menos prejudiciaes
para o equilibrio orcamentario >:as provincias, e
dentro daquella esphera legal nao havia meio pos-
aivel que toase aceitavel em face dos suas naturaes
e lgicos resultados econmicos, e que f a-e juati
fiavel perante os verdadeiros princip:os da-i cien
cas econmica c financeira.
O Consulado, po.m, seguio caminho diverso,
o5o porque desconhecesse a realidade das cir
cumstancias da provincia, a verdaie da situacao
do Thesouro e as consequencias praticas de qual-
quer outro meio de equilibrar-se o nosso orca-
mento, divergente do restabelecmento d'aquelles
impostos ; mas porque eutendeu conveniente levar
ao extremo o seu escrupuloso respeito pelos intui-
tos da presidencia.
Effectivaraente, prescindindo-se do r:stobeleei
ment dos impostos provinciaes de esnsumo, nao
admisaivel que se poaaa squilibrar o orimento
desta provincia, por meios nenos prejudiciaes do
que aquelies que foram entilo propostos pelo Con-
sulado l'rov n.i il.
Entretanto as elevadissimas laxas d>s impostos
de reparticao e dos de exportacio por demasiada-
mente fortes e pesado?, segundo a proposta do
Coiaulado, provocaram reclamicoea dos contri-
buiutes e, por ato, sofFrer^m as mais sensiveia e
profundas modificaces na assembla provincial.
V. S. conhece perfectamente a le orcamentaria
em sua
quasi totalidade pelo Consulado Provincial apenas
poude attmgr a 1,5G2:482543 como j mostrei,
quando a despeza decretada foi de 3,375:! 64554.
O que de mais ce arrecadou pelas collectorias
e pelo Thesouro foi to insuficiente para o equili-
brio entre a receita e a despeza da provincia, que,
para liquidar e saldar as contas do exercicio findo,
a que alludo, a lei de orcamento vigente n. 1,860
autorisou em seu art. 9 urna nova emissSo de apo-
lices ao juro de 7 % na importancia de.......
1,200:000*000 !
Tm sido, portanto, baldados todos os estudos e
estoicos at hoje ordenados pelos poderes pblicos
geraes e provinciaes, e todo* os meio? praticos
empregados pelas aasemblas desta e de diversas
provincias, para chegar-se a to dcsejadn solucio
do problema dos equilibrios provinciaes, por quaes-
quer meios que despensem o restabelecmento de
iir.po8tos provinciaes de conaumo.
Exceaaivamente caro tem cuatado ao estado eco
nomico nacional e aos estados financeiros de qua-
si todas as nosaas provinciaa maritimaa, especial-
mente Pernambuco e Baha, o louco desperdicio
de um precioso e longo tempo doa poderes provin-
ciaes na solucao de um problema que s depende
da vontade dos nossos poderes pblicos geraee.
J a ninguem mais licito alimentar illuses, e
todas as nosaas doloroaaa experiencias de quatro
exercicios financeiros sao de sobra para convencer
os incrdulos, ai ainda oa ha, de qne as criticas
e especiaea circunstancias econmicas do Brasil
s per meios de impostos de importaco ou coosu-
mo so poder conseguir a aolucao di grande pro-
blema dos equilibrios orcamentarios tanto das pro-
vincias como do estado, si quizermos aioptar um
systema financeiro racional e proficuo para o
Brasil.
E justamente porque todos 03 espirtoa reflec-
tidos e todas as pessoas competentes esto accor-
des neste ponto, que a lei do ornamento vigente n.
1860 crecu o imposto do gyro, ou autes, restabele-
cou os antigos imposto3 provinciaes de consumo
sob aquella forma pouco justificavel peante a
verdade dos factos, pouco defensavel perante os
verdadeiros principios da sciencia financeira, ma-
nifestamente contraria ao espirito do art. 12 do
acto addiconal e evidentemente prejudicial ao es-
tado econmico da provincia. Felizmente, os im-
postos creados pelo 12 do art. 2 d'aquella lei nao
foram considerados e nem tm sido cobrados como
impostos laucados, na forma do 15 do mesmo ar
tigo.
Pouco proveitoso, como receita provincial, se
tem mostrado o imposto do gyro, arrecadado como
est sendo de accordo com as natruscoes de 19
de Agosto de 1885, essencialmente modificadas e.
alteradas pelas deliberaces da presidencia, s
quaes alludem as portaras de V. S. sob ns. 195 e
220.
Como empregado subalterno nao me asaiste o di-
reito de criticar a lei ou as decisoea e ordena su-
periores e, por isto, reapeitando-as, como me cum-
pre, sou obrigado a abater-me de entrar em apre-
ciaces minuciosas sobre ellas.
Sao, entretanto, to naturaes e inevitaveis os
embaracos e difficuldades que sn originam de to-
das as situacoes mal definida, que a niaguem de-
ve admirar os obstculos encontrados pelos pode-
res pblicos provinciaes para mascarar, sob a de-
nominado de imposto de gyro, verdadeiros impos-
tos provinciaes de consumo, imperiosamente re-
clamados pelas circunstanciad financeiras da pro-
vincia, a despeito da aua condemnacao por parte
do governo geral.
No rgimen de publcidade em que vivemos nao
se comprehendem subterfugios, com prejaizo da
verdade, no procedimento doa poderes uublicos,
quaesquer que elles aejam ; e por ato V. S. nao
me levar a mal que eu c inaidere o problema do
nosso equilibrio orcamentario em todo o esplendor
c nudez da verdade.
Si questao vencida, com torca de caso soben* -
mente julgado que o producto de impostos de
consumo so faz absolutamente mister aos equili-
brios orcamentarios provinciaes, convir antes de
tudo encarar francamente o merecimento das se-
guintes questoes preliminares :
Primeira : Convir adoptarmos conscientemente
n rgimen Ilegal, decretando impostos de con-
aumo, manifestamente contrarios ao acto addi-
conal e a todos os salutares conaelhos e precei-
tos das sciencias econmica e financeira no intuito
de evitarmos a miseria da provincia, e descrdito
do Thesouro e todas as consoquencias fataes de
urna inevitavel bancarota ?
Segunda : No caso afirmativo convir decretar
francamente impostos de importaco ou consumo,
ou, antes, convir insistir nos subterfugios e so-
phiamas reproduzindo no futuro exercicio o impos-
to de gyro ?
Terceira : No caso negativo, qual o alvitre que
mais se pode compadecer com as circunstancias do
Eitado e da provincia?
Pela natureza de taes perguntaa v-se clara-
mente que as difficuldades do problema sao exclu-
sivamente polticas, e devem antes ser removidas
pelos nossos eatadiatas do que pelos nossos econo-
mistas ou financeiros.
E, com effeito, si debaixo do ponto de viata eco-
nmico e financeiro, que3tao vencida a grande
conveniencia de equilibrarem as provincias os teus
ornamentos com o producto de impostos de expor-
tacao, attentaa aa circunstancias especi?.e3 do Bra-
zil, outro tan'o nao se pode dizer com relacao
questo pratica do modus faciendi.
Esta ultima questo pode ser res lvida ortica-
mente por dous meios diff.-rentes : ou partilhan-
lo-se entre os psderes geraes e proviuciaes o di-
reito de decretar impostos de importaco, ou, re-
8ervaado-8e exclusivamente cate direito para os
poderea geraes, paitilhar-se com os provinciaes a
importancia de taes impostos.
Com certeza] nenhum eatadbta acouselhar s
provincias que adoptem um rgimen Ilegal e d -
cretem impaatoa, incouatitucioaaes, mesmo porq,ue
perante oa saos precintos das sciencia econmica e
financeiri jamis se poder justiiear a parti h 1
entre oa poderes gerass e provinciaes, do direito
de decreta rem cumulativamente impostos de im-
portaco ou consumo e bein assim impostos de ex-
port*CAo.
N"esta3 condicoes, pirecc que, ras oav el mente,
nao se poda responder afirmativamente primeira
preliminar proposta ; mas tambem ninguem dir
que se possa responder pereoiptoriamente pela ne-
gativa ; mesmo porque de ha mui'o viras as pro
vincias em um rgimen financeiro amrchico de
verdeira inconstitucionalidade, como attestavam ''""^~p,|tco.8Dc;aroriginada a
outr'oa os nossos impostos de consumo e hoje at- J" -0 constitucional que antes de
urgen-
E, com efFeito, para que fiquem perfeitamente
atteudidos todos os conselhos da boa poltica e
facilte-se inteiramente a natural misso econ-
mica financeira tanto do estado como das provin-
cias, no terreno do mais escrupuloso respeito pelo
art. 12 do acto addi-:ional e pales preceitos Ja
nossa constituicSo, basta descolar o oDJecto do li-
tigio, considerando o" exclusivamente debafxo do
ponto de vista da utilidade social pratica e real,
em vez de a consderarmos, como temos feito at
hoje, gob o poi to de vista jurdico.
Na verdade, se aconselhados pela razu econ-
mica, consderarmos como objecto de grande diffi-
culdade a resolver nao o direito de decretar im
postoa de importaco ou consumo, mas to aomen-
te o direito de perceber e diapor do producto de
taca impoatos, tudo se facilitar, desapparecero
p.s difficuldades e tornar se ha possivel a mas
plena harmona entre os poderes geraes e provin- |
ciiea e entre todos 03 legitimoa intereaaes do Es-
tado e das provincias, em bem da paz e da ordem
publica, em bein da observancia o respoito das
nossas instituicoes e em bem da prosperidade eco
nomca e financeira das provincias e do imperio.
Em tal caso, em vez de pretenderse partilhar
legalmente o diieito de decretar impostos de im-
portaco ou consumo, entro os poderes geraes e
provinciaes, o que demandara urna reforma consti-
tucional, desaconsejada pela boa poltica e pelas
scieneas econmica e financeira ; em vez do con-
tinuaren a tolerar os poderes geraes o abuso e
dearespeito com que aa provincias tm decretado
e continuam a decretar clara ou desfasadamente
mpostos de importaco ou consumo contra o espi-
rito e a lettra expressa do art. 12 ^do acto addi-
cional, o que importa a subverso de todos os
pri-icipios do direito publico, contra todas as con-
veniencias economeas e financeiras do imperio,
e em Tez de pretenderen! os poderes geraes ani-
quilar o imperio pelo aniqulamento e bancarota
das provincias, bastar que por meio de urna lei
ordiuara facam ob3ervar e respeitar pelo modo
mais completo e absoluto o art. 12 do acto addico-
nal, e partilhem entre o Esado e as provincias o
producto de todos 03 impoatos de importaco, que
aera} todava decretadoa e arrecadados exclusiva-
mente pelos poderes geraes.
Sendo esta soluco evidentemente justifcala
pela razSo econmica c aconselhada pelas scien-
cias poltica, econmica e financeira, nala vejo
que se possa allegar rasoavelmenle contra ella ;
porque d'esta sorte, praticamente, se obter o
equilibrio orcamentario tanto do Estado como das
provincias, com a menor somma pissvel de incon-
venientes econmicos e financeiros para o desen-
volvimento da riqueza do paiz e dos particulares,
como acredito ter demonstrado no alludido livro
que pub!iquei, e que V. S. conhece.
Ahi, efectivamente, deaenvolvo o assumpto e
indico o modo e meios praticos de resolverse a
questo por meio de urna lei geral ordinaria.
Si, V. S julgar aceitavel e procedente o que
deixo dito com relacao primeira questo preli-
minar, que fornrilei, nao me dever estranhar que
eu seja simplesmente lgico, lembrando a conve-
niencia de urna indicaco dos poderes provin-
ciaes aos geraes mostrando-lhes : primeiro3 im-
possibilidade absoluta, em que se acham aa pro-
vincias de poder^m evitar o abyamo dojdescredi:.
da bancarota e da miseria, sem o auxilio do pro-
ducto dos impostos de importaco : segundoa
grande conveniencia d; observar se o art. 12 do
acto addiconal em obediencia ao nosso diieito
constitucional, e a do partilhar-se o producto dos
impostos de importaco entre as provincias e o
estado, como aconselham as nosoas conveniencias
econmicas e financeiras ; e terceiro finalmente,
a necessidade absoluta de reraover-se a grande
razo, que Torga imperiosamente os poderes p-
blicos Drovncaoa a decretarem em proveito do seu
equilibrio orcamentario e contra o art. 12 do acto
addiconal, impostos provinciaes de importaco
ou consumo, por meio de urna le geral que ha: -
monise as conveniencias econmicas e financeiras
das provincias com as do Estado, como aconselha
e exige a sciencia poltica.
Pensando assim com relacao ao objecto da se-
gunda e terceira questo preliminares, de quefal-
lei, claro que, eraquanto os poderes geraes nao
cumprem o seu dever, nao posso dzixar de opiuar
pela decretaco fianca e sem reservas de mpos-,
tos provinciaes de consumo, na medida das exi-
gencias econmicas c financeias das provincias, -.
at o limite nico do equilibrio dos orcameutos
provinciaes.
Depois d'aquella indicaco e de accordo com
ella, comprehende-se e justifica-so perfeitamente
o meu conselho e o procedimento nobre e tranco
da provincia restbale endo os seuajnconstituco-
naes impostes de consumo.
Um tal procedimento define claramente a situa-
cao dos poderes geraes e provinciaes, frisando a
responsabilidade poltica e os deveres sociaes, que
pezam sobro cada um, e paiete tanto mais honro-
goe preferivel quanto 0.1 nossos poderes provin-
ciaes se lbertaro da contingenci 1 de recorrer a
subterfugios, como o imposto de gyro, para de-
cretar verdadeiros impostos de mportuco ou con-
sumo, djsde que tomam por base o valor das raer-
eadorias nacionaea ou estrangeiras e sao cobra-
dos pelo facto de darem ellas entradjs n'esta pro-
vincia.
V. S Ilustrado como sabe perfeitamente que
o imposto de gyro decretado como se acha ou c-
bralo como tem sido, nao se justifica por sua i;;
cidencia e por seus resultad s praticos, nem pe
r nte os princip03 da sciencia econmica, nem
perante os da sciencia financeira e, p>r isto, deve-
r convir que nao devemos insistir n'elle.
Na imposibiliiade le;alemque nos aehwnos
para equilibrar o orcamento da provincia nao sei
como no ter eno da franqueza e da verdade ge
possa adoptar qoalqu.tr outro expediente que r.:"c
seja o do restabelecirnonto doa inconstitucionaes
impoatoa provinciaes de consumo, apezar de todas
aa suaa conaequeucias funestas ao nosao commer-
cio, como meio unieo de convencer, eom a lgica
dos factos, aos nossos estadistas da grande e ur-
geute necessidade e conveniencia *de acabar-se
quanto antes cora esse detestavel systema de con-
fuso eanarchia econmica e financeira em que
tm vivido at h->je o estado e as provincias, e
que s tem servido para enfraquecer e diminuir a
riqueza publi.a e a dos pa-tieulares, em prejuizo
da boa poltica c da prosperidade do imperio.
E\ portanto, f^coso reconhecer o confessar qae
-----*--- econmicas e uan-
do equik-
acham-ae to
testa o nosso imposto de gyro.
Ora, si as oircimstmcias econmicas do irape
rio obrigam as provincias a transgredir o art. 12
do acto uddicional, rauca ou simuladamente, e a
aahir fra da esphera fin inceira qne Ihes foi con-
stitucionalmente" marcada ; parece que em ta-s
coudiioes, cumpre aos nossos estadiataa resolver
logalm-nte as difficuldades de.accordo cornos ss
preceitos da sciencia poltica : modificando aa
nosaas c mdicoes iocaes de modo a se tornarem
estas perfeitamente compativeis com a rigorosa
observancia do arl. 12 do acto addiftonal e c m a
prosperidade e riqueza do imperio, e tornando exe
quivel a misso econmica e financeira tanto do
estado como das provincias, segundo os conselhos
do bom senso e da razao.
Refiro-me aos nossos estajistas e nao aos nos
sos poderes pblicos provinciaes, porque pelo nos-
so direito publico constitucional, s aos poderes
eerae se nao aos provinciaes cabe exclusivamente
o direito do promover e decretar leis que modifi-
quen! quaesquer condicoes sociaes dopaiz, e disto
no Brasil todas as questo-s
ceiras, que cncerram-se no problema
brio orcamentario das provincias,
intimamente preaas, ligadas e dependentes de lima
- da nossa orga -
ac30 < 1 ue ser esta con-
venientemente resolvida pelos nossos estadistas,
bem escusados e inuteis sero quaesquer appellos
para as sciencias econmica e financeira, cu para
a boa vontade e patriotismo dos poderes provin-
ciaes maniatados pelo nosso jure constituto.
"MiStAPIARiT
Assembla Provincial. Puncciouou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Ratis e
Silva, tendo ".omparecido 25 Srs. Deputados.
Nao se achando sobre a mesa deixou de aer iida
a acta da sesso autecedente.
Encerrou-se sem deb-.te a discusao do parecer
da 1' commsso de verificacao de poderes., sendo
apoiadaa duas emendas da cima commitss-. rf-
conhecendo mais cinco deputados.
Procedendo-se a votaco, regeitou-se o requeri-
mento dos Srs. Maximiniano Machado o J. Mana:.
5
.



ite WM
Diario de Pcrnambuc-Sabbado 6 de Alargo 1886






ftcsnd o ptejndicado o do Sr. Prxedes Pitanga
e foi spprcvado o parecer com na duas emendas.
Em teguida foi tambem lido e approvado sem
debate o parecer da 2" commissio de verificacio
de podeies.
O Sr, presidente, a viata da approvacio dos pa-
recerea e emendas, declarou deputados aos Srs,
Drummond Filho, Costa Eibeiro, Goncalves Fer-
reira, Amaral, Bario de Itapissuma, ooio de ba,
Visconde de Tabatinga, Julio de Barros, Hercula-
ao Bandeira, RajaasHo, O"**,Sle*> ^"IL!
8il,a,Domingafe Uva, *r* "
Wanderley, Baaas wreta*m.j- Lourwc d
S, Coelho de Hne* Jo d Olnrtra, Fwreira
Jacobina, AoM Coa!, juveii^ My^ R
drigue. Porto, K*a IHva Consrasto fe Albu-
querque, Antn Victos 8oron Porte** Au-
gustJ Franklw, Prss*>s ffemgB, Joio *lves>
Luiz de Audrada, Rgir Costa e Goma. Pa-
Pea ordem fizaran obscrvaooes o Srs. Goncal-
ves Ferreira, Gomes Prente Soares de Amorim
e Jos Mara.
O Sr. presidente suspendeu a sessao at chegsr
a respoata do officio quo a "ecretara ia enviar,
c ommunicando ao Exm Sr. conselheiro presidente
da provincia haver numero para se abiir a sessio
e afim dedesi nar a hora.
Mcia hora de'pois continnou a sessio, lendo o Sr.
1* secretario o seguinte :
Officio do aecreUrio do governo, con munieando
que S. Exc o Sr. conselheiro presidente da pro-
vincia deaigaou o dia de hoje 1 hora da tarda
para a abertura da Assembla, deveudo celebrar-se
s 11 horas da manh na matris do SS. Sacramen-
to da Boa Vista a missa votiva do Espirito Santo.
luteirada.
O Sr. presidente convidou os Srs. deputados
comparecerem boje as 10 horas da manh no Paco
da Assembla afim de, encorporedos, irem assis-
tir referida missa e em seguida levantou a
sessio -- _
Tribunal do Jury do steclfe Func
cionou hontem este tribunal, sendo submettidoA
iulgamento o reo Juvenal Francisco de Almeida
por achir-se pronunciado no art. 205 do cdigo
Fui aeu defensor o Dr. Joao Clodoaldo Monteiro
Lopes, sendo o reo absolvido por perempso.
Faculdade de DireltoEis o resultado
dos actos de 2 de Mario corrente :
Dirtito ecclesiastico
Francisco Ferreira Sampaio, pleuamente.
Francisco Joaquim da Rocha Jnior, idein.
Jos Francolino de Paiva, idem.
Manoel Nascimento Ferreira Castro, idem.
Flix Cavalcante da Cunha Reg. idem.
Jos Ignacio da Cunha Rebello, dem.
Domingo das Noves Teixeira Bastas, dem.
Justmiano Cesar Jacobina Vieira, idem.
Direito constitucional
Jos Ignacio do Espirito-Santo, distinecao.
Carlos Borromen Pereira, plenamente.
Juvenal da Silva Pinto, idem.
Guilhermf Nabuco Maciel, dem.
Luiz Cirne Liu a, idem.
Joao d'i Araujo Lima, idem.
Direito administrativo
Bernardo Pereira da Costa, plenamente.
Este receben o grao de bacharel em sciencias
j .indica o sociaes
__Eso resultado d^s actos do da :
Direito ecclesiastico
Francisco de Paula Correia de Aranjo, plena-

menta ,
M.noel Felippe de Souza Leao, plenamente
Joao Vieira da Cunha Jnior, idem.
Direito constitucional
Manoel da Silva Lemo planamente.
Fortunato Rapbael Alves de Carvalho, idem
Beujamun Antunes de liveira, idem.
Ocuviano Pereira Suzart idem.
__Eis o resultado djs exaraes preparatorios ha-
iao hontem:
Geometra
Plenamente 9
Approvad -6 .
Levantaram-se da eseriota 225
Termina boje a ultima chamada.
Clua dos ColleieA aocielade carnava-
lesca assim intitulada, perconera as principies
roas da cidade nos 3 dias do Carnaval.
Amanba as 8 horaa da manbi deve reunir ae os
respectivos membros na sua sede.
Obras publican provincial** Segn
do o ultimo relatorio da Reparticio das Obrai Pu
blicas Proviuciaea, conta a provincia de Pernara-
buco 430 kilmetros de estradas de rodagem abran-
gendo 19 pontes de ferro e 51 de madeiras, alm
de muita outras obras d'arte. Na construccao des-
sas estradas empregon se o capital de 6 200:090$.
Em edificios pblicos, taes como Casa de Deten -
ci, Theatro Santa Isabel, Hospital Pedro ILGym-
naaio, Paco da AssenblafcEseola Modello, Cadeia
de Flores, Bibliotheca Provincial, Escola Publica
da ra do Calabouco, 19 cadeias no interior e 16
catas onde se faz a cobrauc i do sedagio das es
tradas, despendeu a provincia 2.113:000/000.
Na c jnstruccio do calcataento e das galeras de
esgoto da capital, toem-se despendido 2.000:000.
Na construocio de 15 acudes, despendou-se tam-
bem 121:213|tX).
E u* formicio do jardiin do Campo das Pnoce
za 53:000*000.
Sominando-seessas- divisas verbas, ten-se que
ai obras publias da provincia representara umca-
pital de construccao de i0.777:213000.
Nio multo reputar em 6.000:000*000 as des
pesas de c-uservacio deasas obras desde seu co-
W- VT C A
Canal de fciojannaN prximo nudo
auno de 1885, transitaram polo Canal de Goyanna
1:876 barcacas, sendo 945 entradas e.931 sahidas.
As 931 barcacaB sabidas trouxe:am par o Reci-
te 197:204 volumes diversos de mercadoriaa.
As 945 barcacas entradas levaram do Rjcifj
para Goyanna 156:016 volumes de mercadorias.
O balanco da renda do cinal foi eite:
Receita bruta 27.097* 80
Sopesa "'^g*^
Renda liquida 15 8oO*S60
DenunciaO Sr. Dr. 2" promotor publico da
comarca do Recife, aoresentou hmtein perante o
Dr. Juiz de direttJ do 5 districto criminal denun-
cia contra Cactano Francisco da Silveira, ineof
so nai penaa do 1 10 art. 29 da le n. 302J, por
te. .ase individuo com titulo eleitoral de outrem
votado na igreja do Monteiro uo dia 15 da Ja-
neiro do corrente auno, conforma contessou paran-
te iquelle juizo, requerimento do Sr. Dr. Jjs
Marianuo Carneiro da Cuuh i.
O medie do* pobre* Ou A Iltmatpa-
thia ao alcance de todos, o uom3 de um livro im-
portante, extrahido dos melhores autores nacio-
aaes e estrangeiroa pelo Sr. Braulio Jaymu Munis
Cordeiro, e de cuja 3a edicto sao proprietarios os
Srs. Laemmert & C. do Rio de Ja iciro, onde
acaba de ser publicado.
Para a Livraria Franceza dos Srs. J W de
Medei'os vierau diversas exemplares.
Roano e aaiaMinaoAgora que vem
na parto policial a noticia do asaalto casa de
Manoel Branco, morador em trras do eugeubo
Tapugy do Cabo, de que opportunamente nos oc-
cupAmos e occorrera duraota a noite 11 pira 13
do mes fiodo.
Roubaram os asaltantes a'.em de 500 rs. cin_pra-
tu diversos objectos de ouro, uina bolsa de eiocbct
duas cobertas de chita e duas esping-udas, t u lo
asaassinado a Joao Bornea, sobriulu do dono da
caaa, aunando se este ausente.
A polica, logo quo teve conhecimeoto do faeto,
procedeu a diversa pesquisas, das quaes resulta-
ran vehementes indicio* contra Jos Cypriano da
Silva Manoel Felippe do Carnu, Zacaras, cscra-
vo de Jos Antonio de Andrado, e Eugenio, cscra
vo de Joaquim Correia de Mesquita, que for im
Abrio-8. o respectivo inquerito.
Club doweu da Antlguldade-Al-
can mocos cstudante d'esta cidade inflaidj com
o carnaval organiaaram urna banda msica' com
o titulo cima, afim de percorrer as principien
ras amanha e terca-feira, passaudo pelos b irros
de Santo Antonio, S. Jos e Boa-Vista e csmpri-
mentando o seus associados.
Tem o club a sua sede na prac i do Conde d'Eu
e nao pretendem os seus associados poupar esfor -
eos para realcal-o.
Dlnbelro O vapor Ipojuca levon :
Da Theaouraria de Fazenda de Per-
uambuco para a do Rio Grande do
Norte 20:000*000
__ O mesmo vapor levou para:
Mossor 0:00 *00'
Aracaty 3:000*000
Ca alneiroi da Epocha -Um club car-
navalesco que, com a denominaco de Cavalneiror
da poca, organiaon-se para os das de carnaval,
fes imprimir para distribuir urna Saudac&o s
mocas bonitas do Beci/e, em versos rimados, obse-
quiando-nos com um exemplar, que, con a devidi.
venia, aqu transcrevemo :
Jorens, fortnoaas, gentis,
Mimosas per'Iaa d'ophir,
O Deus Momo vo sauda
Vatticinando o porvir;
E vo convida a folia
Insana, quo tripodia,
Com fervente animaco :
Libando na vitiea taca
O ptaser que a populaf
Goa em macas cxpaaiia !
n
E' colgado o grande da,
De transporte colossal,
Que a alegra toca a meta
Num delirio aem igual;
E todos electrizados
Mais oa menos empoados,
S'entregam ao gozo sem fim
E os mocos maib graciosos
Lincam motejos chistosos,
A's bulla cor de carmim !
III
E vos que sois as scentdhas
Das emocoes. .. do sentir,
Que formis as epop
Na licaa do progrelir ;
Vinde tambem eoiridentes
C'o as rubra faces nitentr
Brindar o Deus da folia!
Rendendo grata hoinenagem
Com a voasa florea linguagm,
De enluvos e phautasia !
IV
E dos guapo Cavalheiros
Os encomios Marital
Que sinceros vos dedieam
as espberas que reinai !
Porque os vossos encantos,
Merecem lyricos cantos,
Vibrados n'barpa ideal !. ..
E devem ser decantados
Em acordes inspirados,
No calor do Carnaval !
i'ma reMpoata nobre a pea de
marte Tradusimo de um jornal italiano :
De urna esplendida resposta que o Ilustre de-
putado Bovio escrevea aos operarios que o convi-
davam a protestar contra a pena de morte, extrahi-
nos o seguinte
O voseo sentimento estA conforme com 03 fins
dos vossos coinpanheirs ; mas nao deveis doer-vos
d'esta minha arraigada opiniao : a pena de morte
inherente aos exercitos permanentes. Cora eataa
palavras nao justifico a pena capital, mas a ne-
cessidade da gradual abolico dos exercitos per-
manentes.
AlgumaB instituicc8 ou teem de ser como
sao ou nao. Como nao pdu haver urna monar
chia sem esplendores de corte e sem irre*ponsabi-
lidade pessoal, urna igreja sem dogmas e nem
ritos, urna repblica sem responsabilidade effec-
tiva de poderes, assim nao p le haver um ejer-
cito permanente sem certa disciplina e certas leis,
era face das quaes a p-na de morte nio espanta.
Quando urna certa necesaidade de prjgrcsso
chegar a abolir a > na de m irle debaixo de qilal -
qu r forma, nao som^uta urna pena desapparecer
dos cdigos, mas urna iusttuicaa da sociedade.
O facto, aempre mais persuasivo da tbeoria,
que nenhoma monarehia se arrisca a abolir a
pena de morte at une as repblicasda Amarie
como da Francase abriguen) nelia, a Suisaa
fr oseillaodt) peridicamente entre o aim e o nao
t E um facto anda mais consileravel que
nenhum orador p'nsante querer expender mnitas
palavras pira a abolico da peni de mort, quando
a morte nio espanta e a vida nio alegra.
Quando o valor da vida est muito em bailo,
e vos suap 'itais qu emquanto entre o que vos es-
cutam ha quera estoja meditando no suicidio e
cam''aleiando entre o suicidar-se e emigrar ;
quando a mana suicida, invade toda ordem de ci-
.la'laos e de pessoasdesde o nobre at o ptebio,
e desde pai at a rnii Je mineira que snb-
frahinlo um homon ao patbulo o vede correr
A far gibetto a s dee case,
ent:io duvidais muito ae a v sa defeza da vida
o melaor do beneficios.
< Neata eondicio social a pena de morte ia-
8goificnte e defexa da vida retboricu.
Nest i condicio social a pena- de morte um
terrorista em atraso, a a abolico um acadmico.
Convm eulao levar a questao mais alto :
convm antes de. defeuler a vi la erguer o valor
deltas.
A campanha contra ou principe*
Um despacho telegrapheo de Pars dis assim :
A prop isieao apresentada na Cmara pedindo
que aejam expulsos os principes de Orleans, Bor-
bons e I! mapaites est na ordem do dia.
Os nimos esto ex :itadissimos.
i Os inonarchicos se telicitam vivamente com a
prjposiCiio, dizeado que a nica eiusa que Ibes
taita para levautar o espirito dos tibios de seu
partido e para engrossar suas fileiras, e que se os
principes chegarern a ser expulsos, entilo poderao
conspirar inelhir, mais justificadamente anda e
com maior independencia.
O Temp* excita o governo afim de que se op
ponha discussai da proposicio.
E-n igual sentido se expressum tsdos os domis
peridicos republicanos m >drados, cr-se. que por
irapiniyao do mesmi governo.
Iodub.tavelmente a propsolo nao prosperar.
Porm nao seguro que possa evitar-se o debate
nao obstante os estorcos empreados.
LellAea.Effec'uar-se bao:
Hoje :
Feo agente Brilo, s 11 horas, na ra do Impe-
rador n. 16, de um sitio.
Peio agente Gusmao, u 11 horas, na ra de
- anta Thereza n. 30, da taverna ahi sita.
Mhhh funi'brpii. -S'i'i'j celebrada :
KHoje :
As 7 1/2 hora, no Carmo, por alma de Miguel
Moreira de Souza Maia ; s 6 horas, na igreja da
l'enha,p>r alma de D. Cathariua de Senna San-
os; ao horas, na igreja do Paraso, por alma
de D. Isabel Mara Barbosa Teixeira de Sonsa.
Terca-feira :
A's 7 1,2 horas, na capel I a do Cemitero de
Santa Amaro, por alma de D. Mara da Uonceicio
-ilva Machado.
PaaMMKt'iro*Sahidos para o norte no va-
por Ipojuca :
Louis C. C, Rita Mara da Conceicao, J. Fran-
cueo Salles Paasoa, Lucio R. Vianna e Amenco
Lina.
aaoterla da provinciaQuinta-feira 11
d l Marco, se extra i ir lotera n. 42, em b nt-
fieio da Ordem Terceira do Carmo.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceica > dos Militares, se achar&o expostas as
urnas e 39 espherss arrumadas em ordem nume
rica, apreciacao do publico.
IjOleria de Ulo A 4' parte da lotera n.
195, do novo pUao, do premio de 100:000*000,
ser extrahida brevemeut .
Os billietes achim-se venia na Casa da For-
tuna A ra l'iiui iro de Marco.
Tambem aeham-se venda na praca da lude
ra ns. 37 e 39.
i.ou' la Bxiraarsllnaria ao Vp-i
rangaO 4 e ulam > sorteio das Ia c 5 seresi
desta importante lotera, cujo maior premio de
15M:000*000, ser extahida a 9 de Abril.
Acham-se exposto a venda os restos da bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
oitcria do Ceara de OOiOOOSooo -
A' 7 sene d'esta grande lotera, cujo maior pre-
mio de 250:000*000, se extrahir impreterivel-
rnente no dia .. de marco, as 2 horaa da tar
de.
Os bilhotes acham-se vnda na Casa da For-
n)na, A na Primeiro ds Marco n. 2.1.
Lotera de Wacol de OOtOOOOOO
-A 18' parte da 11 lotsria, cujo premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
iropret'rvent* no d'n 9 da marco s 11 horas da
manh.
Bilhetes venda n Casa Feliz da praca da In-
depeneia ns. 37 e 39.
Hatadouro Publico. Foram abatidas
no Matadouro di Cabanga 69 reses para o consu-
mo do dia 6 do correte mes
Mercado Municipal de S. Jos-O
movimento desto Mercado no dia 5 do corrente,
foi o seguinte:
Entraram :
24 bois pesando 3.268 kilos.
615 kilos de pcixe a 20 ris 12* JJ
8 taboleiros a 200 ris l*b'0
20 cargas de farinha a 200 ru 4*000
14 dita d frnctas diversas" a 300
re 4200
9 Suinos a 200 ris 1*800
Foram oceupado:
21 columnas a 600 tis 12*600
44 talhoade carne verdea 1*000 44*00(1
6 ditos de dito a 2* 12*000
4* aasajasaoienaa-de tanha co-midB. 500 ru 21*000-
m Usa de leguasM a ri3 80024*
S ijiamilamentos, de mu a 70fr
vtk 11*200'
fflbs # Ircsaasn a- rol 7*200
Oeaa* si> acr.:r,*ada> Mat.- AW a
qaantla V 181*420
Precos do dia:
Carne verde a 320 e J eis o kilo.
Suinos a 500 e 600 ris idem.
Carneiro a 800 el* ris idem.
Farinha de 320 a 640 ris a cuia
Milho de 240 a 400 ris dem.
FcijSo da 640 a 1*280 ris ideal.
Foram multados em 10* e suspensos por 8 dias
os talhadores:
Justino Augusto de Soesa.
Galdino A. Soares.
Antonio Jos Ramot.
Joo Benedicto.
Manoel Lima de FigueirJo-
Foram tambem multados em 2* por infrac-
c3o :
lago Manoel Vieira.
Ere esto II. de Aguiar.
Cosme Damiao dos Santo.
Claudiaao A. Gomes.
Manoel Jos de Albuquerque. "
Jos Mara da Costa.
Jos de Alouquerqne Sobrinho.
Jos Antonio de Albuquerque.
Francisco da Costa.
Manoel Telema :o.
Manoel Medeiros.
Olympio Rodrigues.
Minorvino F. da Silva.
PERNAMBUCG
l.i
l.oiiilon 4 Krasilian llnik
tlted
Capital do Banco 1.000:000
do pago 500:000
Fundo de reserva 240:000
BALAN 90 DA CAIXA FILIAL EM PEKNAMBUOO,
EM 27 DE FEVEBEIBO DE l^HQ
Activo
Letras descontadas
Letras a receber
Empre&timos, contas correntes
outras
Garantas por contas correntes
diversos valores
Caixa em moeda corrente
201:789*490
792:619i230
3,402:490*900
625:913*170
1,164:505*160
6,187:317*960
Pageivo
Depsitos
Em conta corrente 1.321:864*170
Fixo e por aviso 2,036:432*960 3,358:279*130
Garantas por contas correntes e
diversos valores 1.123:556*240
Diversas contas 1,639:684*J3 t
Letras a pagar 65:779*800
6,187!3-lT*953
S. E. & O.
Pernambuco 5 de Marco de 1886.
W. J. Haynes, manager.
Wm. HiU, accountant
CHRONICA JDICIAR1A
Tribunal da Relaeo
SESSO ORDINARIA EM 5 DE MARQO
DE 1886
PREBirfErCtA DO EX. SB*. C0WECV3KTB0
QUISTISO DE MIBAKBA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
As 1 um do eostonre, presentas os Srs. desem-
bargadoi s em numero legal, foi liberta a sesao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fitos derarn-se oa
seguinte
J ULOAMEN TOS
Uabeas corpua
Pacientes.
Antonio Cardoso de Mello. Indefero -se, contra
o voto do Sr. desembargado: Pires Ferreira.
Manoel Joaquim da Silva e Antonio Jos do
Santo. Mandou-e ouvir o juis. das execucoe.
Firmino Lopes de Oliveira. Negou se a or-
dem.
Recurso Crimea
De Pao d'Alho Recorrente o joixo, recorrido
Francisco Vidal de Araaha Montenegro. Relator
o Sr. conselbeiri Qaeirox Barro. Adjuntos os
Ss. conselheiro Freitas Henrques c desembar-
gador Pires Goncai'es. Negou-se provimeoto,
unnimemente.
De Bom Jardimitecorrente o juizo, recorrido
Joaquim de Freitas Leo do Amara!. Relator o
Sr. desembargador Buarque Lima. Adjunto 01
Srs. desembargadores Toscano Barreto e Pires
Ferreira. Negou-ae pr'.vimeuto, unnimemente
j TaqnaretiugaUecorrente o junto, recorrida
A'exandre Manoel Beserra. Relator o Sr. des-
embargador Pires Ferreira. Adjuntos os Srs. des
embargadores Monteiro de Andrade e Alve Ri-
beiro.Negonse prorimento, unnimemente.
De Alayn Grande -Recorrente o juizo, recur-
rid) Herculano Beserra da Silva. Relator o Sr.
desembargador Monteiro de Andrade. Adjuntos
os S- desembargadores Pire Goncalves e con-
selheiro Queiros Barros. Negou-se provimento,
unnimemente.
Do Recife Recorrente o promotor publico, re-
corrido Manoel de Mendonca Ribeiro. Relator o
Sr. dse nbargador Pires Goncalves. Adjuntos os
Srs. desembargadores Pires Ferreira e conselheiro
Queiros Barro. Negou-se provimento, unni-
memente, votando o Sr. desembargador Pires Fer-
reira pela responsabilidade do subdelega lo do
Poco da Panel la.
Conflicto de jurisdieco
Entre os juizes de direito de orphos e o da
provedoria do Reeife. Relator o Sr. desembar-
gador Alves Ribeiro. Revisores os Srs. conselhei-
ros Freitas Henrique e Queiroz Barros.Julgou-
s pela competencia do juiz de orphos, contra o
voto do Sr. conselheiro Freitaa Henrique.
Denuncia
De Claudmo Marque? de Vasconcelloa Ramos
coutra e Or. Gaudino Eudoxio de Brito, juiz de
direito de Aguas Bella. Relator o Sr.. desem-
bargador Toaciuo Barrete. Revisores os Srs.
desembargadores Pires Ferreira e Monteiri de
Andrade. Jalgou se improcudeote a denuncia,
unnimemente.
Appellaco-'S criines
Da Parabyba Appellante Jos Theotonio
Duarte de Souza, appellada a just.ica. Relator o
Sr. conselheiro Freitas Heoriques Mandou se a
n vo j ni') unnimemente.
Do Recife^Appellanto Jos Vicente Ferreira,
appellada a juatica. Relator o Sr. conselheiro
Queiros Barros.Mandou-se a novo jury, unni-
memente.
Di Itabaiana Appellante Pedro Alves doa
Santos, appellada a justica. Relator o Sr. des-
embargador Pire Ferreira.Conrmou se a sen-
tenca, unnimemente.
Da Parahyba -Appellante Joo Francisco de
Oliveira, appellada a justica. Relator o Sr. des-
embargador Monteiro de Andrade.Annullou-se o
processo do libello em diante, unnimemente.
Do Atalaia-Appellante o juizo, aporllalo Fran-
cisco Al.es de Oliveir::. Re itor o sr. desem-
bargador Monteiro de Andrade. Mandou-se a
novo jury contra os votos dos Srs. desembargada-
res Toscano Barreto c Buarque Lima.
PA88AQENS
O Sr. conselheiro Araujo Jorge como procura-
dor da coro a e promotor da justica den parecer
nos seguinte feitoe :
Revista civel
Do RecifeRecorrente a fazenda nacional, re-
corrido Jovino Bandeira. /
Appellacqes'crime
De Tacarat -Apprflante o juiso, appellado
Manoel Joaquim do Espirito Santo.
D S. Miguel -Appellante Manoel Correia da
Silva, appelladra justica.
De Assembla Appellante Manoel Francisco
Vlla-Nsva, appellada ajustiea.
De ItabaianaAppellante Jos Bento da Silva,
appellada a juatica.
De Vertentes- Appellante Jos Barbosa dos
Santo, appellada a justica.
Do Sr. conselheiro Q leirox Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellacao crime
De Pao d'AIh iAppellante o promotor, appel-
laont Lupicino Francisco Cavalcante.
Db Sr. desembargador Pires Ferreira a Sr.
desesaaaigador Monteiro do Andrade :
App. llaco- erime
DW BorburemaAppelwule Joo Fernandwe de
A*W*A, appellada a justica.
Db>Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
duwaaargador Olivewa Mai :
Appellac4o oommercial
Da Peuedo -Appellante Jorge Tasso, appellado
Joaquim Jos dos Santos Patury.
Dj Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaco civel
Do RecifeAppellante padre Maicel Jos Lo-
pes de Miranda, appellado o cnsul portuguez.
Do Sr. desembirgador Alves Ribeiro ao Sr.
eouselheiro Freitas Henriques :
Appellaco crime
De SousaAppellante o promotor, appellado
Roymundo Jos de Mara.
App 'llaco civel
Do Goyanna Appellante o juizo, appellada
Luisa, por seu curador.
DISTBDJigOES
Recursos crimes
Ao Sr. conselheiro Freitas Henriques :
Do RecifeRecorrente o juizo, recorrido Js
Goncalves Lesbo.
Ao Sr. conBelheiro Queiroz Barros :
Di Iguarass Recorrente o juiso, rejorrido
Manoel do Nascimento Vieira da Cunha.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do PilarRecorrente o juizo, recorrido Jacin-
tho Leo dos Res.
Ao Sr. desembargador Toscano Baireto :
Da EscadaRecorrente o juizo, recarrido Eval-
do Ottoni Vieira de S)iiza.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel:
De IguarassRecorrente o promotor publico,
recorrido Luiz Antonio d 1 Silva.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Iguarass Recrrante o juizo, recorrido
.Vanoel do Nascimento Vieira da C1111I1;.
Appellacoes ciimes
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do CollegioAppellante o juizo, appellado
Alexandre Francisco L;ite Michado.
Ao Sr. deasmbargador Monteiro de Andrade :
De Nazaretli = Appellante o juizo, appellado
Antonio Joaquim de Mendonca.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
Do RecifeArjjcllnnte Joaquim Ferreira Lima,
appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
D Recite Appelluute o juizo, appellado Al-
bino Antonio Dias.
Ao Sr. conselheiro Freitas Henriques :
Di RecifeAppellante Joiqulm Ferreira Li
ma, appellada ajustiea.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Do Recif Appellante Antonio Jos Barbosa
de Lima, appellada ajustiea.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
DReeife-'-Appeilaiite o juizo, appellado Ma-
noel do Nascimento, 8 linha.
Ao Sr". desembargador Toscano Barreto :
Do Recife"Appellante o juizo, appellado Ama
ro Vieira.
Ao Sr: desembargador Oliveira Maciel :
Da VictoriaAppellanto o juizo, appellado
Lauriano Jo9 da Lux
Encerrou-se a sesao as 2 horas e meia da
da tarde.
MDICACOES DTEIS
HcdicoN
l'oninllorlii nariliro rirurgira do Dr
Pedro de .% 1 laiirile l.otto Hoscoso &
ra da Alarla n. 39.
O doiUor Moacozo d consultas todos os
lias uteis, das 7 s 10 horas da manha,
sto cOnsuKorio offrsoa a eo-n nodida
le de poder cada lente ser oavido eta-
nirjadrj, sem ser presenciado por ontro
De rneio dia s 3 horas da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no torreao pra
a do Coramercio, onde t'uncciona a ato
peco.ao de sade do porto. Para qualquer
l'estes dous pontos poderlo ser dirigidos
>8 chamados por carta as indicadas horas
Dr. Miguel Themudo raolou su consul-
torio medico e residencia para a ra Nova
n. 7, 1. andar, ond d consultas das 12
horis s 3 da tarde e recebe chamados a
bualquer hora. Especialidadespartos, fe
bres, syphilis e molestias, do puLnao e co-
racao.
Dr. Birreta Sampaio d coasultas do 1
as 4 hora* da tarde, ra do li.rao da
Victoria n. 45, 2.a andar, residencia ra
lo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocada
Jacio Francisco 'leixeira tej o seu es-
crptorio ra d> Imperador n. 42, 1."
ndar pod* s^r procurad > em sua profis-
85o, das 10 l llera da arde.
O bachird Benjamn Bandeira, rui do
Imperador n. 73, 1. ao lar.
Jos Bernardo Oalvao Aleo}orado Ja
nio* contina no exeroicia u' sua profsso
de advogado, e p.le ser piocarado no es
eriptorio de aeu pai, ra 1. de Marco
n. 4, 1." andar, das 10 horas da manha
s 3 da tarde.
Henrique MJ.et. Rui do Imperador n.
22, 1. andar. Eacarrega-se de questo^s
as comarcas prximas as linhas frreas.
Dr. Oliveira Escorel, 2.a promotor pu-
blico, tem seu es-iriptorio de advogacia na
ra Primeiro de Maryo n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogado -
ra do Inperador n 37. ,
rogarla
Faria, Sobrinho <& C, drogustas poi
attacado. Ra Mrquez de Olind n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, depo
litarios de todas as espjciilidades pharma
euticas, tintas, drogas, productos chimic?
e medicamentos homosopaticos, ra do afar-
quez de Olinda n 28.
Marrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de car apia
do Francisco dos Santos Ma?edo. caes de
Oapibariie n. 28. (Tost grand? ostabole
ciiu.into, o primeiro da pro ocia D'esta ge
ero, ciinpra-so t venda- jo madeiras de
todas as (iiialidades, serra-se madeiras de
conta alh:ia, assim como sepreparam obras
de carjpira por machina e por prefos sem
competencia.
llanca
O bacharel Pedro Oaudiano Ratis e Sil-
va, muiou sua residencia da Estrada de
Joo de Barros para a ra Velha de Santa
Rita ,. 29.
PUBLICARES A PEDIDC
Srs. Redactores. Na noticia dada hoje,
5, em sua Revista Diaria ferimento
grave houvo umain9xactilo por ser seu
Ilustre informante mal informado e ser
omitida una circunstancia que precisa ser
esclarecida.
O servente Zuterino nao se zangou por
descont) algum, que nao o houve, s sira
tendo em meiado de Janeiro tido urna lucta
com um trabalhador, a noite, deram todos
dous um prejuizo de 7-600 reis, que accor-
daram ambos em pgalo em fins de Ja-
neiro ; sendo porm despedido em 2 deste
mez o servente Zsferino recebeu s 6 ho-
ras e tanto o saldo de Fevereiro e mais
dois dias, e na la reclamou at que anda
dormio nessa noite de 2 para 3 na pada-
ria, e d-s manha se offereceu para ir ensi-
nar alguna freguez's. o que nSo ae aceitou,
nao viudo mais na padaria durante o dia
3. Veio de proposito s 7 1(2 horas da noi
te aggreiir com nomes injuriosos ao dono
do estabeleci meato, que esta va doente e
sentado na carteira escrevendo, e allegando
o tal prejuizo de Janeiro, lauca mao de
dois kilos em cima do crneo da victima
qu estava escrevendo descuidado, e cujo
ferimento gravissimo poderia ser facttl.
Se 89 dignarem dar publicidade a estas
linhas muito lhe agradecer o seu
Constante leitor e assigtiante.
Deprecarlo
AO IMCLYrO MOSABCHA BRAZILEIBO O SK.
D. PEDB9 II
Pater, demitle Mis.
(Evamo.)
as agr solidoes d'este desterro,
Longos anno rota lo ao escuro encerr,
Verjmel a opprobriosa humilhacao...
Dose annos de dr, susto e pavor,
Funda magoa cavndome a afB cjSo,
Dose asno! oh, tonga crpmcao!
Perdoai-me, Senhorl
Ao sol abrasador d' ste ostracismo
Requeimei a fronte onde o baptismo
Na liuhagem do eo me perfilhou;
Si urna siiia fatal, sombro destino,
De escura ndba o manto m'enlaivou,
as lagrimas banhei que me acor lou
Errante e peregrino...
Ainei a liberdide, e o m>u porvir
Foi luseiro brilhante, que fulgir
8e apagn, e morreo na escuridade...
Mas, nao, Senhor.' Dos fllhos da Naci,
E dos alto tropb is da icagestade
Debrucam-se os pendoes da llberdade,
Perdi, Senhor, perdao!
Perdi, 8m, pnra aquello que n'um'hora
De delirio-a fronte lhe decora,
E da clivosa rocha da desgraca
No abysmo sem fundo desp:nhtm...
Si adversa lhe foi a sirte escasss,
O thesonros abr de vossa graca
A' quem glorias sonbou.
A' quem, mal entreabertos vinte sanos,
Nos so dios de manrebo os desengaos
(iargilliaram,'roubando-lhe a illusao. ..
E os rliroes de urna laurea de poeta
Vio mirradns, de rj 1 pelo chao,
E envolveu-se, buscando a solidio,
Na cgula do asceta.
Si de tanto esplendor, si tanta g'oria
J* reflecte de Vos na patria historia,
Si brasilia fronte egregio neme
Eacreveu a naci, e os povos preitam,
Tornai inda nraior vosso rome
Pela' glora que o tempo iio consom?,
Que os sceulos repeitam.
Vele Cezar, Senhor, o ingente here,
De afcm se a eterna gtotia nio destre:
Querreiro! Gladio invicta! nos ezicios,
Treinava em svo as aguias consolares!
Porm, n pazhere, sem sacrificios,
Entornava caudaes de beneficios
Nag ondas populares!
Nio somantea espada gottejante
Da pugna eunvulsa triumphante,
Qae enlanra a fronte ao genio qne nio cansa,
E vencedor traz seinpre o pavilhio:
O perdao, que realisa urna esperaae,
E' punhado de joias que se langa
Na historia da Naci!
Lembrai-vos de Theodosio, re clemente,
Re christao como Voz. e rai potente,
Que ofiendido mostrow-se anxs qaehumano-,
Quandopara a rebelde Antbchia,
O Sante e egregio bispo Flaviano,
Co'os Evangelhos na mi, ao soberano
Clemencia lhe pedio.
E o principe Ilustre antes quizera
Perdoar que Uvrw sentenca austera,
Vendo a virtude heroica do prelado!
E nem o insulto feito magestade,
Nem o furor de um povo sublevado,
Nem o marairr as pracas derrocado,
Vendou-lbe-a piedade!
Eu pois, Senhor, que choro no degr-Jo,
Longe da patri 1, sobre este rochedo,
E no exilio de tudo quanto charo,
Tambem Vos supplico hoje clemencia:
Sobre um destino misero e avr
Fazei brilbsr, principe preclaro,
Real munificencia,
Amis'rc-voa a incauta juveutude,
Que, niopor nao amar nobre virtude,
Mas por sina fatal rolou no ubrsmo...
Q'ie, si a fronte eavergi.u fttalidade,
as longas, fra noites di ostracismo
Nj pcito nio geleu patriotismo,
Amou a llberdade!
Nao dcixeis que, tanlo em mar d'escolhos,
Escnrecer-lhe sinta os torvos olhos
Essa ne^ra e fatdica legenda,
Que na tectra fanala lera Dinte;
Nem que na tortuosa e invia seuda
Camiuue eternamenteoscura lenda
De Ashaverus errante.
Ab, ouvl-me, Senhor. tao magnnimo
Quanto mim junto i Vos sobeja o animo,
Si Unto pode am da liberdadeJ
De Antonino hoje, o nome s'einmudeca,
Que immortal se tornou pela piolado;
Igual de MareoAureliourea bjndade
A vossa resplaudeca.
Perdao, por vosso.pai! cuja memoria,
Cujo nome refulge em nossa historia,
Pelo here do Ypiranga laureado!
Por nossa gloriosa Independencia.
Pelas cinzas que dormem no passado,
Dos martyres, que deram pelo Estado
0 saugue e a existencia!
Perdi, por vossa uiai robra rainha,
Por vossa filha! morta tao asinha,
Que fo de Deus g izar a alta imiuso !
Pelos tmulos dos raa vossos maiores.
Que na faixa grav.rain do braz.i
A divisa de pnncip : christao,
Envolta e,n resplendorfs.
Olhai l pira o alto do Calvario -
Vie um Deus, ante um povo victimario.
Murrendo, do perdao quiz dar o exemplo!
E Vos, que sjs christao, quo 1 le do amor
Fustes de Deus beber no sacro templo,
Esta virtude em Vos eu j:l contemplo,
1 mi tai-o, Senhor.
Fernando do Noionha 1880.
Gustavo Adolpbo.
ee>------------
V Sua Hagestade o laperrdor
SEIS ANNOS DEPO Ib
Qiiic'tmqHt persevaverunt us-
que infine, hic salvus Juerit.
(Evaho )
Ha s-iis anuos, Senhor, mandei-vos o mou grito
Ai bramidos do marda rocha do granito
D'aaperrimo desterro, gurdo aos meu lamento;
Madrasta dor do infante muda e sempre estranha
Fria como a algides ocenica que a Sanha
Dura como o pungir tena do goffriraentos.
E seis auno l vio!Porm, longos seis annos,
Nio poderam matar, trocar em desengaos
Essa creasa no bem, no justo, nobre e grande;
Pois Chris'o disse aos geug que a s perseveran?
Era de acucena ninho onde a esperanes,
Chrysalida do Co, ag azas d'ouro expande.
Vestindo pois a f,miis rente volto agora,
Como depois da noite volta a luz da aurora
De raios coroaado as gnmpas da montanhas.
O perdido Calvario a ultima expressio,
Quando vem inundar de heneaos a Naci,
Vale mais, Senhor, que mil victorias ganhas.
A Hwtoria compulsai da glora a mor grandeza
Dos princip" e reis os toros de nobresa,
O sor grande, ser nobre e forte perdoar!
Vede o gram Macedonioa eapada como brande!
Mas, nunca subi tanto,nunca foi tio grande,
Como quando a clemencia regia soube usar'.
Vele o primeiro Bruto i da antigaRoma,
Que vos da uatureza o peito nio se doma,
Que gloria sombra cabe-lhe em partilha!
Senhor, de um alto re o mais soberbo prelio
E' aquello que deu o nome Marco Aurelio
De clemente e de bom.dos res a maravilha !
E' semelhante Deus o rei quando perdea,
E' d'estrellas, de ses, de auroras a cora,
Que, em ves de real diadema, orna-lhe a testa
Quando, ao mar desta vida errados navegantes,
Abre, em tre-ms, o abysmo os gurgites hiante
A clemencia real o astro que nos resta.
E eu que, apezar errnea apreciacao,
-Se tenhoda liberdide anda ambicio,
E' para servir Vos e a patria minha.
Foi-me a sorte adversa, a mao d'atro destine
Ao vrtice do mal lancou-Jio resupino,
Mas para a virtude e o bem nascido cu tinha.
Senhor: ha um poder occulto no Universo,
Que faz & treva o a luz, o prosp'ro e o adverso,
Que mata afirna baste, e a a va no seu ninho;
E, assim como ha uina lei perqu gravitara
Os corpos,ha destinos mos que nio se evitam
Qtialse evita um abysmo margem d'um caminho!
Pois um desaes fataes na vida foi o meu,
Que ao rochedo cterhal das dores me prenden...
Porm, quando no9 manda os cos os cataclysrms.
A clemencia real de um sabio e bom monarcha
E' como de No a immensa e santa arca
Da redempcio Vogar em meio dos abysmo.
Eu, pois, gus trago fundo os sulcos do castigo
De in:essante soffrer,amparo, luz e abrigo
Procuro em vosso throuo,e3sa arca d'alliaoca.
Reentregai-me no bem a herancado trabaibo,
Na fin do dever -a pennn, o sabr, o malho,
i', vereis-me luctar em prol da nobre heranca.
Se tem om fim a lei, se ao p da reprsalo
Fulgura a social rehabilitadlo,
NingeiB mais do que eu tem jus a liberdade
Se quaei vinte annos ja do soflaamentos
Nao bastam merecer os altos sentimentes
Da sob'rana clemencia,excelsa immuni'iade ;
Lembrai-vog que a piddade innaa heranca
Dos herdeir s da Ilustre cas* de Uraganca,
Qae faz do vosso throno -um tlir.i j d'esplendores,
Aureolase um p>vo ao sol de invicto gladio,
Mas, quando da virtude ecula-lhe o Palladlo,
Smente de laureis se cobre immorredores.
Po's bem, Senhorassaz eu tenho ji expiado !
E vos, que o no ne ingente tendea laureado
De Tito brasileiro, em f .iua que retumba ;
Que ti vestes felis um berco, eqne, nj oum'lo
Da gloria, s'erguer um dia o vosso tum'lo
Polo bercoperdi !Perdao por essa tumba !...
Deteoeaoj Fevereiro de 1886.
Gustavo Adolpho.
-si@ae>
O* eiti|> res ti in os do ,'overno
II
Trata se de resgatar papel moeda por uo do
dous emprstito as, o de Londres ou o nacional ; e
av-ntmos no precedente artigo a idea de fazer
preceder a esta ontra medida finaoeeira, a da oon-
versio dos juros de 6 p ira 5 (0, palo que dever
ser feito o emprestimo nacional a 5 %, para o qual
nao faltam tomadores. Mas avoti tambem ama
oassato do quo ninguera se oeaupa, e quj, no eo-
tanto, est entre as da mais alta importancia, qual
a de nosso padrio un nnidade monetaria o real.
Tomam-se boje tantos.mil contos, 50,000 contos .
de-ris e quoimados hoje 0,000, e mais tarde ou-
tros 50,003 mil, o diuh-iro toma muito mais alto
valor e na raait^ da qafcutia retitada' da eireu-
laeao, at cliegar o cambio a '21.
Supponha-se que se retira 100,000 contos de ri
e qoc o cambio por tanto chegue a 25, e assim o
onro, as sterliuas a 10j500 Quando o governo
for a pagar 03 juros deste emprestimo de 6 ou
5 /, psgaudo cora os taes-ris', paga nar dinhei-
ro qne tem mko maior valor do qne o quodhe
emprestaram, o por tauto muito miis de 6 ou de
5 % Tudo isto por que o real nao corresponde a
moeda algiima determinad t que possa ser padrio
ou unidade de ura byste.ua monetario, e apenas
qier ditera vigsima pa.te de um vintem, (O que
anda nio deuominacao legal) e o vintem sendo
de cobre nao pode sor lomado para padrio moue-
tario.
E tanto mais urgente a medida da maianca
de nosso padrio monetario, quanto tendo de su-
bir rnaitoo valor do diaheira polo resgate do pa-
pel, nio s o governo tem Si pagar em ris muito
uaif do qu 'leve d is juros das 11 .vas e vclhas
apolices, como em todos os ordouaJos e em todos
os comprom'isls.
Ernqu&nta pois nao se ad ipta utn patrio mone-
tario, o inelhor alvitre, em quinto outro nio forre-
relado, comecar se reJuzindo o emprestimo na-
cional .te que e trata a libras sternas ao preco
do dia, ou antes do dia em que constou u. praoa
do Rio de Janeiro o plido do emprestimo para o
resgate. E assim em vez de as apolices rearem
tantos mil ris, devem dizer tantas libras ser-
terlinas ao juro de 5 "|0.
Neste sentido devem ser convertidas todas as
antigs apolices e as provinciaes de todas as pro-
vincias, reduzindo-sc a importancia dolas a li-
bras sterliuas, emb-raom os meamos juros de 6
e 7 u|o que estio venceado, em quanto nao sio
convert toa a juro mais baixo ; sendo t'.ita a re-
duccio ao cambio do dia da veapera da noticia do
resgate.
Sem esta medida o rejgate de papel nao ser
um bem, ser urna desgraca, por que o estado e
as provincias tom do pagar do juros quantias mui-
to maiores de que devem.
Assim urna apolice deum cont de risreduv
zida a libras :om o valjr qne tiaha no dia a que
alludo, (1250U) deve diser : 80 libras.
Se houvesse fraccio conforme a importancia da
apolice, ella seria mencionada na quantia: por
exemplo 10 libras c 2 13.
E esta regra deve ter applicacao para todas as
dividas, p ira todos os pagamentos, assim pbli-
cos, como entre os particulares ; do contrario o
rsgate d.- uina paite do papel, elevando o valor
do diuheiro circulante, cu v.-z de ura bem urna
verdadeira calamidade. Nao haver lucro nem
rendimeuto que chegue para cada um satisfazer
passados corapromissos, ContrabidOS no tempo da
itcpieciiico da moeda.
J diss", e repetirei quantas veses sejarn ne-
ria para.se t:.- s mpre presente : medidas
soladas sobre ninas fiuancas tio cutnplicaitas e
melindrosas cuno as nossas, na. proluzem algum
benfico effeito, e s virao concorre para de-
sastre maior.
Nao s isto, porm, o que ha na questao a pon-
de rar-se; prosigamos pois reflectindo sobre este
assumpto.
Mareo 31880.
Affonso de A'iuquergue Mello.
\t Dislricto
Grato, e sinceramente penhorado pelo bom ao-
Ihimento quo teve o meu humilde nome apresen-
talo pelo directori) do partido conservador as ur-
nas ''o 12- diStricto, uhs eleicas provinciaes, ve-
nho agradecer aos amigos dos collegios de Taqua-
retiuga, Pesqueira, Cimbros, Alagoa de Baixo, In-
gazeira. Flores, S. Jos do Egyplo e Triumpho a
sua dedieacio e finnesa, por meio da qus.t-s sahi
victorioso na hita eleitoral que acabou de termi-
nar na provincia.
A todos, pois, e a cada um de per si iffereco
nesta cidade e fon d'ella os meus traeos sirvios,
dos quaes poderao dispor com a miior franquea*.
R-cife, 5 de_ Marco de 1886.
Joao Alves Bezerra Cavalcante.
\

1
.*
/


Diario de Vnia^mc Sahba lo 6 de Marpo de 1886
*
I


L
O capitao Ludovico Gom-'s da Silva, a bea do
sen direito seu precisa que V. S. mande eertincar-
Ihe o theor do contracto da flraaa social Pedroae
& C
Neetes termo*. E. B. M.
Recite, 3 de marco de 1886. -Ludomco 9omes
da Silva. _
Certifico que o contrato pedido por oertidao do
theor seguinte :
N. 27. Contrete social que entre si tizorrj Lu-
dovico (Jomes da Silva. brasHsiro, i ida-
de 31 ansos, e Marcjs Gomes Pedrosa, braaileiro,
solteiro, de 21 annos de Hade, com socios solida-
rios, ambos domiciliados ne -a cidade, sob as se.
guintes condieoes :
lo A rasao social s r Pedros & C, de que
smente usar o socio Lulovico Gomes da Silva,
na qualidide de gerento, e ter por fim a socie-
eiedade, a venda de fizendas e roupas teita*, tea-
do a sua sede nesta cidade A ra do Bario da
Victoria n. 41.
2' O capital social ser4 de 21:0004, sendo a
quantm de 18:000i torneada pelo sojo Ludovico
Gom-s da Silva, e de 3:000 pelo socio Marcos
Gomes Pedros*, e a sua durabas ser de 3 annos,
a contar de 8 de outubro do corrate anuo e a
terminar em igual data do mesmo mes do anoo
de 1888.
3 O socio Ludovio Gomes da --Uva ser o ge-
rente e caixa la I incumbiodi-lhe tam-
bera a escolha do uossoal para o estabelecimento,
c o socio Marcos oecupar-so-ha simplesmente das
vendas, de accordo coai o socio gerente ; assim
como ser obligado a nao abandonar o estab 1; -
cimento.
4o O sociogeri'ute Ludovic .Gomes da Silva, salvo
accordo em contrario, s poler retirar para suas
despeaa particulares, men-almente a quantia de
3001 e o soci > G"in s Pedrosa s poder retirar a
de 5(>, sendj que. dita* qaSBtias serio levadas a
titulo de despezas goracs, ficaudo entretanto en-
tendido que qualquer excesso que por mutuo ac-
cordo possa dar-se ser levado co:ita jarticilir
do socio le se exceder.
5o. I) fim de eada enoo social, proceder-seha
o balanco e os lucros sero divididos em pro >or-
cao aos caoitaes.
6". Ao terminal* a duraeao social e nao conviu-
do'a sna continuaeJo ou nao so sceordando os so -
cios a respeito da r trida de um delles, proce-
der-s lita liqaidaela lo negoeio, -e-npro sob a
gerencia do sjcio Ludovico Gomes da Silva.
7-. No caso de fallocimento de qualquer dos so-
cios, proceder-se-ha inmediatamente o balanco e
em seguida a respectiva liquidacao, nao havendo
accordo entre o-socio sobreviv.-nte e os her jeiros
do fallecido. Se o fal'ccimento for do socio gi Ma-
te, o liquidante ser a pees>a a quem seus herdei-
ros para tal fim d.-rein procuraco ; se porm, for
do socio nao gerente, prevalecer o que ficou es-
Ubelecido na 6* con I CCS I.
8-. Quaesquer 'lvidas que susctar-se d'irante
o temp> da sociedaie e roesioo quanto a sua li-
quidacao e partilhas, serie decididos por arbitro,
dando cada um dos socios o sen, e o terceiro dev -
r ser escolhido a torte, te ambos os 3ocios nao
se ajeordarem a respeito da esolha do desempa-
tador.
9-. Qualquer infraeco das clausulas do preseu
te contracto, sujeit :i ao socio que a cjraraetter,
alm da sua exeltisito da sociedade a multa de
dous coutus de ri-, que rev rter em favor do ou-
tre socio.
E porque n im-o j em relacao
atadas* clausulas do presente contract >, fazo
mos trez de igual theor em que nos assigoamos
com as teste j. uohas abaixo.
Recite, 8 de Oatabro d- 188 ">. Ludovico Go-
mia da Silva, Maros Gome- Peaso.*.
Como tcst'munhas L' > Ido Jos Felippe
Santiago, Valentiniauo Jacintas Raposo
Es- 1 > c im estampilhae no valor de vin
te e um mil rea regularmente inntilisadas.
Rejonheco aa quatro BSHgavatBrBS supra.
Recite, 2G de Janeir i le
Em testemauho de verdade, signal do tabellio
publico interino Pedro Alexandrino Rodrigues
Lino.
N. 27.O presento contracto de sociedad'', es-
cripto em ama tuina S meta da papel por mim nu-
mera las e rubricadas, archiva Jo juntamente
nata Mareos Gema* I' Irosa,
oppondo se ao irehiva nnt > dente C mtracto, em
cumprimento do despacho de hoje da ineri'issiini
junta ommercial. E 'Sto primeiro exemplar con
ter o sello di anavanKBto, contra o disposto no
n. 20 5- da lab. lia t do decr. n. 8,946 de 19 de
Maio de 1883, porque s apresentaram este exem-
p'ar.
Pagou 1 i de um parecer fiscal.
Secretaria da Junta Commereial do Recife, 18
de Fevereiro de 1S6. O secretarioJulio Gui-
maraes.
Eslava urna estampilha de 5* regularmente
inuti litada.
Secretaria da Junta Commereial do Recife, i
de Marco de 1836. ubscrevo e asaigno nesta Se-
cretiria da Junta Commereial da cidade do Re-
cife aos 4 de Mrco de 188". Em f de verdade o
secretario. Julio Augusto da Cuaha Giimaracs.
Continua o entrado
As disposicSes prohibitivas do grosseiro e pirn
cioso habito, rao g-ado as ord->ns exp-didas pelo
8r. Dr. chefe de polica para que nao fiquem ellas
Fados e nao ptlavras
Aos que te desejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typographia e na ra Direita nt 43, 1.
no papel, nao slo acatadas nesta cidaie civilisada. andar vndese tinturas homeopathicas para ino-
fensiva cura das seguintes molestias : asthmatico,
anda mesmo bronehitico; eiysipela, enxaquecas ;
intermitentes (sem o empreo do fatal quinino);
tosse convulsa, falta de meiutruaclo ; cmaras de
sangue : estericos ou metrite ; dores de deotes ou
nevralgias, metrorragia ; vermifugds, dentioao e
convulsoes das crianzas ; tildo manipulado de her-
vas do paiz.
Assim como traimi se sacrofolosM em qualquer
grao e gommutosos.
----------------... ^---------------
Ao commercio
Nesta data acibei com o -neu estabelecimento
sito a ra da lmperatriz n. 78, nada de vendo nesta
praca; quem se julgar meu credor aprsente-se
ra da Gloria n. 150.
Recife, 2 de Marco de 1886.
Joao da Silva Cnmdes.
A' ra Imp'i-ial, as familias decentes esto priva-
das de cheg*r as janellas, por que rapases sem
educscao jogam limas, p, papis, o que Ihes pare-
ce sobre senhoras como se o fizessem sobre gente
de sua ordem.
Houtem a noute alguns desses ridiculos dandys
das ras i icommodavam senhoras de familia ca-
nhecida, brutalmente molhando-as, quando chega-
vam as janellas.
As consequencias de semelhante grosseria po-
dem ser diversas. E' preciso que se saiba se as
disposicoes legaes cumprem se, se a autoridade
faz-se respeitar, ou se as familias devem clausu-
rar se agora. Em nome da le, pedimos providen-
cias enrgicas ao Sr. Dr. Pinto, que com certeza
saber cumprir o seu dever.
Recife, 3 de marco de 1886.
Festejos carnavalescos
Domingo, 7 de Marco, ao romper d'aurora urna
msica particular especialmente ensaiada para
esse fim tocar em frente casa do thesonreiro da
commissao, urna marcha de i lvorada. Em segui-
da urna salva de 21 tiros despertar os habitantes
annunciando-lhes qne 6 chegado o dia de rir e
brincar.
Depois d'iira passeio da respectiva msica em
redor do jardim, subirao no ar diversas girndolas
de foguetes.
A's 4 horas da tarde dos dias 7, 8 e 9 tocar a
mesara msica escnlhidas p^cas que para este
fim foram ensaladas, Andando sempre as 9 horas
da noite com urna girndola de fogos areos.
O baeharel Francisco Crrela
Lima Sobrlnho
ptrtecipa aos Srs. eatuiaotus qm tora
aberto un curso do Ari'hraetica, Algebra
e Geometra, ua ra di S. Borja, antiga
de Sebj n. 12.
!
EDITAES
Partos, mdiestlas de
ii
8
Dr. Silva Brito, medico clnico do Marauho
tendo praticado ltimamente nos printipaes hos-
ditaes de Pars e de Viemia d'Austria, onde dedi-
cou-se especialmente a partos, molestias de mu-
Iheres e de crianzas, offerece seus servidos ao res-
peitavel publico desta cidade, onde ftxou sua resi-
dencia.
Pode ser procurado do m-io dia A* 3 horas da
tarde no seu consultorio ra larga do Rosario
n. 26, Io andar, e em outra qualqurr hora do dia
ou da noite ra da lmperatriz n. 73, sua resi-
dencia.
----------------w ------------
Dr. Gerpeia lu te
M COICO
Tem o seu escriptorio a ra do Marques de
Olinda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e des (a
hon; em diante cm su i resiJencia ra da Sar-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e eriancas.
O Dr. Thomaz Gtaraoa Prannos Montene
gro, comraendador da Imperial Ordem
da Rosa, juiz de direito especial do com
mercio desta cidade do Recife de Per-
nambuto, por S. M. o Imperador, a
quem Deus guarde, etc.
Fax'saber aos que o presente edital virem ou
a'elle noticia tiverem que se acha designado o dia
6 do corrento mez, s 9 horas do da, na sala
das audiencias, afim de ter lugar a r.uniao dos
credores da raassa fallid* de Moraes & Rocha pa
ra a nomeacao de depositario effectivo, visto ter
sido por accordao do Superior Tribunal da Relaco
annnllado o processado de folhas 5 em diante dos
autos d- falleneia, pelo que convoco es credores
da rcrerda mrssa a comparecerein na sala das
audiencias no dia e hora designados afim de no-
mearem depositario effectivo.
Dado e passado nesta cidade do Re-.ife de Per-
uambuco ao 1" de mez de Marco do anuo do Nas-
cimento de Nosso Senhor Jess Christo de 1886.
Eu Jos Franklim de lencar Lima, snbscrevi.
Thomaz Garcez Prannos Montenegro.
Advogado
E( boui que o publico Oque sa
bendo
Na noite de sexta-feira para sabbado (26 do pr-
ximo passado), uos hospedamos, eu e um amigo, no
Restaurant Central, sito ra Larga do Rosa-
rio- r
Ah passraos a noute, mas qual nao foi a nossa
sorpresa quando no dia seguin.'e ao despertirmos
uos achmos roubadof; como de facto. tmham des
apparecido dos bolsos de nosso coletes, os ntogi >s
e passadorea de ouro que os prendiam, assim como
de um boleo de rainha cal?a um pouco de dinheiro
de cobre.
Caso raro !... e extranha telicidade para nos por-
que o ladrao respeitou a bolsa com o dinheiro de
meu compiinheiro, e o meu dinheiro em natas que
eu por cautella havia posto por baixo do travessei-
ro da cama, aonde dormi ; mas o que me causa
maior espanto aind i nao someoteisto; o que mais
me admirou foi o procedijiento revoltaate contra
mim do Sr. Salvador um d a propietarios daquel-
le estabelecimento, quandu i u com dobrada raso
me qu'ixiv.'. lo criado.
Ora na veril ade para eauar espanto a defeza
que taz o Sr. Salvador ao a o -riado, visto como
est provado que ladrao dfl foia nao penetrou a i
na s porque urna peasoa extranha havia de ne-
cessariamente fazer arrombameoto (o que nao hou-
ve), orno pelo facto de que o mesmo ladrao de
fra nao se contemtaria somente com os ja mencio
nados objectos.
O proprietario do hotel nao s, nao tomou pro>
videncias, como defende o ten eriado.
lato admiravel !
JoSo Antonio P. de Andrade
Ao disUnco eleitorado do f.*
distrlcto
Eleito deputado Asembla Provincial desta
provincia pelo 4. distrieto, que em segundo escru-
tinio me honrou com 258 voto, venho a mprensa
confessar me sobremodo agradecido penhorado
aos listn ;tos cavalheiros eleitores, cheles e in-
fluencias locaes, que tanto coocorreram para o
triutnpho esplendido da chapa conservadora, m-
xime ao meu b m, leal e dcdic.ido amigo Dr. Lou
renco Bezerri Vieira de Me!l > a quem de djreitp
competa urna to subida distinecio.
Obscuro sol lado do mea partido, sem aspirafSeE
a nio ser a de conservar me d'yconhecid, sem
comtudo negar apoi; e coiicuisj em prol das suas
ideas, julpiKii de raeu dever entregar aos esforcos
dos amigos a sorte da ninha cleisao, j qne elles
insistalo em ni os motivos por mim alle-
gados "orno escusa a tilo honroso logar.
FUeram mais q ic o necessario para o meu trium
pho.
Cumpre me agora tambem nilo desmentir os seus
bons
Seique a provincia est em melindrosas circum< -
taucias financeiras, porm tamoem certo que o 4-
distrietn, e sobretodo llame, nao pode continuar
esquecid? dos poderes provinciaes que se tem des-
carado a das suas mai. vitaes necessidades, lera-
brando -i,e no e.itaiito de1 le ni partilha dos encar-
gos.
E' portento om eompromijso de bonra qao devo
a todos e cada um ios meus eleitores, empregar
to los os esforcos que cemberem em minhas forcas
aliin de fazer vahir os seu. direitos.
RedHe, 5 de marco de 1886
Pr. M*neel Goncalves Soares de Amorlm.
Urna isa em Hamburgo j linda com o Bra-
sil, desbando relceos com a citkwle de Pernam-
nsmbuco, oovid.a por esse as pessoas qne quei-
ram oceupar-ae introdoail-a como repseaeotantes.
dirigirem as sb>ui offrrtas sub H jQ8 aos Srs,
Hasseasteing Vogler, mu Uamkmup
baeharel Jeronymo Materno Pereira de Car-
valho, teudo deixado o cargo de juiz substituto dos
feitos da fazenda. advoga nesta capital e fora
della e tem seu escriptorio ra Duque de Caxias
n. 55, onde pode ser procurado das 10 horas da
manhit s 3 da tarde, e fra destaa em sua resi-
dencia ra de Domingos Theotonio n. 39, a
qualquer hora.
Connltorio medico-eiruegico
_ O Dr. Esteva i Cavalcante de Albaquerque con-
tinua a dar consultas medico cirurgicas, na ra
do Bom Jesus n. 20, 1 andar, do meio dia s 4
horas da tarde. Parasy deinais eonsulta o visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Auroro
n. 53, 1 andar.
Ns. telephomcos : do consultone 95 e residencia
126.
Especialidades Partos, molestias de crean
9 is, d'utero e seus nnnexos.
OCULISTA
>r- Batrreto Wsimprtin. medico culis
ex-chofe de clnica do Dr. de Wecker, d cnsul,
tas de 1 s 4 horas da tarde, na ra do Bara
da Victoria n. 45, segundo andar, excepto nos do-
mingos e dias sanctificados. Residenciara di
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
G, Heckniann
Usinas de cobre, iatan e bronze e de
ra.
Golitzer Ufer n. 9 Berlira S. O.
Espeefalidade:
Construccao de machi-
nas e apparcllios
para fancas de assucar, destillacSes e re-
nnar;Ses com todos os a perfecta inentos
modernos.
INSTALLAgA DE:
Engenhos de assocar completos
Estabeleciroonto filial na Havana sob
mosma firma de C. Hetknann.
O e San Ignacio n. 17.
Unieos representantes
Hnupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informadles dijijamse ai
Pohlman &C
DECLARC02S
(lompanhia Amphitritc
A direccSo da companhia Amphitrite convida
os senhores accionistas para a reunio da assem-
b a geral, afim de apreciaren as respectivas
contas e elegr.rem os futuros membros da commis-
sao fiscal. A reuuio se eflectuar no sali da
Assn-i ii,-.1o Commereial Beneficeute no dia 11 de
marco prximo, sil horas da maoha.
Pela companhia Amphitrite.
Os directores,
A. M. de Amorira.
M. J. da Silva (uimaraes.
Joaquim Lopes Machado.
C0.1IPA.MI1A
Pernambneana de XaTegacao
Costeira por Tapor
Os senhores accion'stus sao convidados a se
reunirem na sede da companhia no di i 19 do cor-
rente ao meio dia, afim de lhes ser apresentado o
relatorio e balanfo da companhia do anuo prximo
fin lo, e bem assim elegerem o presidente e secre-
tario da assembla geral, commissao de exame de
contas e conselho de direegao.
Recife, 2 de Mar9o de 86.
Mauoel J. de Aunrin.
VV. W. Robillard.
P. P Snnnders Brothers & C.
Arthur B. Ptllas.
da Ir-
Jesus
Dr. Ferreira da 8ilva,
sultas das 9 ao meio dia.
con-
Resi-
dencia e consultorio, n.
Larga do Rosario.
20
ra
LtUOKtrOHIO UOHIDOPtTHlCO
DE
FREDERICO CHAVES JNIOR
MEDICO E PHiRMiCEU riCO BOMOOPTHICO
Kua do Bario da Victoria n. 39, 1. andar
Medico parteiro e operador
Consultorio ra Duque de Casias n. 59
1 andar
Resiiia na lo pithi i 15
CHAMADOS POR ESCRIPTO
CommiHNo admlnlitraiha
mandade do genitor Hora
daa Dores em ti. (mralo
Havendo esta commissao solicitado e obtido do
Hxm. e Rvn Sr, governador do bispado permis-
so para expor em procisso a milagrosa imagem
do Senhor Bom Jesus dos Pobres Afflictos na
qnarta dnminga da quuresma, 4 de abril, scienti-
fica aos devotos da in.-sma imagem e aos que qui
zerem contribuir c*m seu obulo para o acto, o
entregaren! as respectivas commistoes, as quaes
se acnam em exercicio nos lemites da freguezia.
Consistorio em commissao, 1" de Marco de 86.
Agostinho J acorn B. Pessoa,
Secretario da commissao.
CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Glob
li\SURRA\CE COMPANY
Gonipanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
EstabeiecJda em S55
CAPITAL 1,000:000
SINISTROS PAGOS
At 3t de dezembro de l4
Martimos..... I,IIO:IIIISIMIO
Terrestres... 316:000$000
44-Ra do Commerelo
Companhia
Jmperia l
MECl ROS contra FOCJO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixas
Promplo pagamento de prejuitoi
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROVVNS & C.
> N. Ra dfi Commercio N. 5
l. 216. Secretaria da cmara municipal do
Recife, 2 de Marco de 86 Illra. Sr.De ordem
do Dlm. Sr. vereador commissario de polica, cha-
mo sua attencao para o abusivo costume de se
fajer da praca de Pedro 1" corador de rrupa la-
vada, ehegaudo esse abuso a tal estado de colloca
rem as baeias e estenderem arta roupa as guilas
que circulam as arvores ahi plantadas. 8r fiscal
da freguezia do Recife.0 secretario,
_________ Francitco de Assis P. Rxha.
Companhia Plicnix ernamin-
cana
Os senhores accionistas sao convidados para a
assembla geral ordinaria, que dever ter lugar
no dia 10 de marco prximo, a 1 hora da tarde, no
e'criptorio da cumpanhia, ra do Commercio i
88. A cjnvocai;ao tem po fim :
Deliberar eobre o inveutarii e cutas da admi-
nistra cao.
Proceder as eleicoe.s de que trata a primeira
parte do 2o do art. 30 dos estatutos.
Pernambuco, 22 de fevereiro de 86.
Pela c 'uipanhia Phenix Pernambucana,
Os admin stradores,
0 Luiz Duprat.
Mauoel Jomes de Mattos.
Joo Jos Rodrigues MeDdes.
Freguezia da Boa-Vista
1 lis. riel o
CARNAVAL
Chamo a attencao de quem interessar possa
para os i.rtigos abaixo transcriptos das posturas
municipaes:
Lei n. 1,1-19
Art. 70. Pica prohibido n'este municipio o
brinquedo de entrudo com agua ou outra qualquer
subptnncia de qualquer maneira que se empregue:
os infractores pagaro a multa .1" 154 ou setfrerao
8 dias de prisao.
Art. 71. Fica prohibida a venda de limas de
cheiro: os infractores, alm de as perderem, pa-
garlo 4J000 de multa.
Art, 72. Fica prohibido andsr qualquer pessoa
mascarada as ras A ate municipio anda que
seja vestida a carcter: os contraventores pagaro
30^000 e si'firerio 8 dias de priso. F.sta prohi-
bicao nao compiehcnde os tres dias de carnaval,
nao exeedendo de 8 huras da noite.
Art. 12'i. Ni. era : brir buracos, t .zrr
iscavacoes as ras ou em paredes de edificios
pblicos du particulares, sem licenca da Cmara
quando fu- para objecto de festejos, podendo a
licenca ser concedida sob a obrigacao de se con-
servar luz em lampees as noites de escuro para
aviso ao publico.
Acabado o festejo, doverao ser tapados os bura-
cos, de rrodo que a ra ou paredes fiquem como
dant- s estavam, sob peua de 201000 de multa e
de se fazenra os reparos a custa d-> autor ou au-
tores dos festejos.
O fiscal,
Francisco Antonio Brandao Cavalcante.
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberes
De ordem do nosso irmao director, convido a
todos os irmaos que se acham nos gosos de seus
direitos se reunirem em nossa sede na sexta-
feira 5 do correntP. Iie'ns 6 horai da tarde, afim
de ter lugar a .. -.i do mez lindo, vis-
to nao se ter reunido nutn ro leg il io dia apra-
sado.
Secretara da imperial Soeiedade dos Artistas
Mechanicos e Liberes de Pernambuco, em 3 de
Marco de 1886.O 1 secretario,
Jos Castor de A. Souza
Obras Publicas
De ordem do Ulm. Sr. engenheiro chefe e di-
rector da repartico das Obras Publicas, faco pu
blico que, em virtude da autorisncao do Exm. Sr.
coaselheiro presidente da provincia, no dia 12 do
cerrente, ao meio dia, recebe-se nesta repartico
propostas para a ixecufo dos reparos urgentes
da ponte de Motocolomb, oreados em 1.-95CJ.
0 orc-imento e mais condicoes do contrato se
acham nesta secretaria para serem examinados
pelos senh r s pretendentes.
Secretaria da Repartico das Obras Publicas, 1
de Marco de 1886."
O secretario,
Joao Joaquim de Siqueira Varejo.
C C E.
Clnb Commereial Enterpe
iaro em O de Marco de i ssi;
De novo scientifico aos Illu.s. Srs. socios que
realisar-se-ha o sarao que nos properciona esta so-
ciedade na noite de 6 do correte mez. Os Illms.
Srs. socios queiram procurar seus ingresaos em
mo de Sr. theseureiro.
Secretaria do Club Commereial Euterpe, Reci
fe, 27 de Fevereiro de 1886.O 2<> secreterio. Joa-
quim Leudo,
*an Red fe
Na secretaria da Santa Osa de Misericordia di
Recife arrendam-se por espaco de um tres an
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45, 240*000
dem-dem n. 49 240*000 j
Sua do Bom Jesus n. 13, 1- andar 3 0*000
dem n. 29, loja 216*000
dem dem n. 29, 1- andar 240*1 O
Ruar dos Burgos n. 27 216*000
Ra da Madre de Deua n. 10-A 180*000
Caes da Alfandcca armasen: u. 1 1:600*000
Ra do Mrquez de Olinda n. 53, 2
andar 507*000
Ra da Quia n. 25 200*005
Brcco do Abreu n. ioja 48|000
Ra do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, l'e andar, por 1:600*000
Ra das Calcadas n. 32 200*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 6 de fevereiro de 1886.
O escrivSo,
Pedro Rodrigues de Sousa
Theatro de Variedades
se
DA
(M3I EMPRESA, C4IM1C1
NO
Sabbado 6
Domingo, 7
Segunda-feira 8
E terga, 9 do corren te
Este estabelecimento, no intuito do' propon ionar ao publico d'esta capital agra-
daveis distrac5es no CARNAVAL d'este anno, resolveu suspender as quatro noites os
espectculos lyrico comico-draraaticos pira franquear aos di'cctanti dos biles es
salSes do elegante thcatrosinho, primorosamente Iluminado e enfeitado.
\VISO
S ter ingresso quem se apresentar descenteraento vestido,
superiores e var:ndas sao destinados para as familias que se dignarem
BAILES, cuja ordem e moralidade ser2o rigorosamente observadas.
P3S90S OS 3EMTEAT5AS
Para cavalheiros e seuhoras, com mascaras ou sem ellas
Camarotes superiores (;om posse).....
Varandas. ........
Geraes para os outros compartimentos do theatro, galeras
e jardins dem ......
No Buffet se venderRo A8SIGNATURAS d?s geraes para
os quatro bailes por. .....
(Bilhelciro-cliefe o Sr. Aranles.)
O esUbi-lecimonto estar como sempre aberto no3 quatro dias e franco ao pu-
blico com suas galeras de diversos jogos pelos precos do costume at hora em que o
toque da slneta rnnunciar a compra de bilhetes em qualquer das duas portas.
Urna commissilo directora da qual presid tito o Sr. Repossi, distincto actor da
companhia italiana, destribuir em cada um dos quatro bailes, premios aos dous mat-
earas de ambos os eexos que mais se desiinguram nos bailes, pela elegancia do ves-
tuario, espirito e principios de bOa educac&o.
No quarto baile os premios serao elegantes joias de '.uro. Havendo desaccor-
do qaanto ao raerecimento do mascara para receber o premio, decidir-se-ha pela sorte
entre aquelles que a comraissSo Inuv^r designado como distinctos.
N3o convindo vender m;tis entrabas do que a3 que regularmente comportara 9
theatro o dependencias do estalvkcim.ento. o que importa o bem estar dos dilectanti

Os camarotes
concorrer aoa
8O0O
13500
I
I
, n
1^000
3-5000
de
as comprar do
pede-se a quem preferir as assignituras de 3#000, o obsequio
BUFFET, sabbado, 6 do corrento, at s 3 1/2 horas da tarde.
Sa o numero destas assignaturas sttingir o total da lotaco, nio se venderao de-
pois mais as geraes avulsas.
Para evitar atropello no srvijo pede-se aos Srs. fiequentadores o especial obse-
quio de DESPACHAREN rpidamente os empegados do restauran!, logo que sejam
pQr elles frvidos.
Qualquer reclamago rasoavel ser devilamente attendila no Buffet.
A regencia da orchestra, que to: ara as melhores e mais escolladas pegas de u-
sica, ser confiada ao hbil professor
SR. l\TO\IO M1IITIXW
Rogase aos Srs. frequentadores a fineza de, no meio do prazer e enthusiasmo
que sempre reina, nestes dias de folganQa popular, manterem a melhor ordem, mode-
r.ifo a decoro, principios de que jamis se devo affastar todo homem bem educado.
E para que chegue ao conhe '.ment de quem ainda o possa ignorar, faz se o presente
programma com a traascripco do respectivo
6
DO
TIIEATRO DE VARIEDADES
l-
NA
NOVA--HAMB LUGO
t*-
Companhia de edifica-
fo
Sao convidados os senhores accionistas da com-
panhia de edificaco para se reunirem ao dia 11
do corrate, ao meio da, no escriptorio da mesma
eompanhi >, ra do Imperador n. 88, 1* andar,
afim de em assembla geral se proceder a vota-
co do parecer apresentado pe a commissao no-
meada para avallar a impor'ancia dos bens q e
constitue a estrada dos sncius que faziara sarts
da firma Autuses & C nos termos do art.8' % 2
da lei n. 31 ;) de 4 de novembro de 1882. Recife,
4 de Mar^o de 86.
10
Dr rristio Henriques
Costa
EOS dsv Lnlo n. 15
saltas das 11 s 2 horas.
Chamados a qualquer hora.
ffsiopbcM.Binen M.

covni 1 FOGO
\orll) British k Mercantile
CAPITAL
t:OOO.ooo de libras sterllna
A O EN ES
Vdonison Howie & C.
i>ondon and airtsUl^i i 1 nk
Limited
Ra do Commorcji q. Z'
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezeo.
^SElRS"
MARTIMOS contra FOGO
Companhia Phenix Per-
nambneana
Ra do Commercio u. 38
Arrematafo
Juico de direito do civel
Nao teudo tido lugar a arremataco das ta-
boas de amare lio que foram penhorada3 por Jo-
hnston Pater & Ct, Francisco dos Santos Mace-
do, na audiencia de 27 de Fevereiro rindo, ter
lugar a mesma no da 6 de Marco por occasio da
audiencia. Recife, 3 de Msr.o de 86.
O escrivlo,
Antonio de Burgos P S. R, J.
Sir:'m cania raleara em l de Marco de 86
Scientifico a todos os senho/es sucios que este
sarao principiar s 9 horas da noite. Od con-
vites cjatinuam em poder do Sr. presidente, e os
iogreBSos no do Sr. thesoureiro, sem os quaes nao
permittit'a a entrada.
Esta presidencia mu grata ficar a todos aquel-
les senhores socios e convidados que se apresen-
tarem phantasiados, e previne que nao sao ad-
missiveig agfrregados.
Saaife, b de vi arco de 1886.
O 1 sec.-etario,
Joo Alfarra.
Art. 1
S permittido ingresso no theatro a pessoas
3ue se acharem decentemento vestidas c munidas
o respectivo bilhete.
E' expressamentc prohibido fumar no recinto do
theatro, qur durante o espectculo, qur aos in-
tervallos.
Durante a rupresenta^ao, devem os senhores es-
pectadores oceupar os seus respectivos lugares,
sentados, descobertos e silenciosos, como convm
.pessoas de boa sociedade; e, s Ibes ser permit-
tido dar signaes de approvacilo ou reprovacio em
termos mi dorados e sem dar causa de offeosa ao
decoro das familias presentes e o respeito que lhes
devido.
S permittido chamar scena os actores para
victorial 03 urna vez em-cada acto, excepto nos 00-
nefieios, que podero ser chmalos mais vexes,
salvo ordem da autoridade polic al que presidir ae
espectculo.
sV>
S se poder recitar discursos ou poesas com
sciencia previa da adininistraco do theatro c de
commu.m accordo com a autoridade policial que
estiver assistindo representscao.
C
E' expressamente prohibido formar grupos que
impecam o livre transito nos corredores dos cama-
rotes, cadeiras ou plateas, e, btm assim conversar
nes intervallos demasiado alto e usar gesticulaces
e palavras grosseiras que possam attrahir a atten-
?3o geral.
o
O ingresso para e thsatre em noites de espect-
culo, ser pela porta da. frente, para as cadeiras e
plateas, e para os camarotes e superiores, pelas
duas escadas lateraes; em cada urna das quaes se
achara um porteiro incumbido de receber os bi-
lhetes.
S
Para os camarotes s perraittida entrada a nu-
mero de pessoas strictamente igual ao dos SSSSMBM
ejfctentes nos mesmos.
T
DA EMPREZA OU COJIPAHHU
O empnzario ser obligado a faacr asnunciar
eom anteednca, a peoa que tiver de levar sce-
na, apresentando-a previamente a chefatura de
polica para declarar se pode ou nao sor represen-
tada ; submettendo o respectivo annuncio a apre '
eiacao do proprietario do theatro, ou a de pessoa j
por elle designada, afim de em CMnmum accordo !
eliminar ou alterar qualquer periodo, cajo
se desacrde da ndole do estabelecimeuto.
sentido
IO
Ser obrigado o emprezario bem como o director
de scena ou cusuiador a fazer manter durante os
eosaios o maior decoro e respeito, entre os artis-
tas, impedindo-os de attrxhir para o theatro a t-
tencio das pessoas que se acharem as diversas
fecces do estabelecimento.
I
E' nositivamente vedada a entrada na caixa da
thratro, a pessoas estranhas ao coipo scenico, jnr
as occasioes de ensaio, qur nos espectculos,
durante os quaes se conservar fechada a respec-
tiva porta ; para cujo fim ter o empresario nas
guarda de sua confianca, o qual dar tomen e es-
trada ao pesseal aa companhia.
I*
O director da orchestra ser obrigado a eompav-
recer ao theatro com todo o pessoal contratado,
urna hora antes ele annunciada para comecar a re-
presenta;ao, tocando meia hora antea, com peque-
os intervallos e repetindo qualquer peca oa tre-
cho exigido pelo publico.
13
Nao pode o regente ou director da orchestra,
sob qualquer pretexto, dar entrada para o local da
msica senao ao pessoal do quadro, mpedindo in-
gresso a qualquer outra pessoa.
4
A pessoa qne estragar mobilia on qualquer se-
cessorio do edificio ou do jardim, alm da disposi-
90 da lei em que incorrer, ser obrigado indee-
nisacao do respectivo valer.
1S
Os contratos feitos entre o proprietario de thea-
tro e qualquer eirprezario de companhia, sero re-
gulados e observados segundo o qne entre ai for
estipulado.
1
Os casos nao previstos no presente regulameato
sero reso'vidos pela administracao do theatro,
ouvida a autoridade policial e de accordo coa a
disposiyoes do cap. 5' secco 6.* do Reg. n 12
de 31 de Janeiro de 1842.
Recife, 14 de Novembro de 1885.
AQUST Kbuss,
Succebsore8.
Approvo. Secretaria da Polica de Pernaraba*
co, 24 de Novembro de 1885.
Aston 10 Domingos Pinto,
Ch- fe de Polica.

'
Thesouraria de Fazenda
C. C. B.
Clnb Commereial Euterpe
Sarao de de Harco de 1* a
A di ccrora d'este Club taz sciente aos Srs. so-
J. H. Oliveira Amaral.
\j. C. L.
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publica
que no dia 11 do corrente (quinta-feira) pagar-
se-ba no arsenal de guerra s pessoas que costu-
rarain parae:s repartico n-^ segBDtta quinsena
de mez de Fcv reiro prximo findo.
Thesouraria de Fazenda d2 Pernambuco, 5 de | os que o sarao da noite de he je nao cansv
ie j qbc leseo e sim a carcter como de costume.
1 Recife, 6 de Mar?o de 1886.
0 2 secsetario,
Joaquim Lcitao.
SOCIEDADK
Auxiliadora da Agricultura de
Pernambuco
.Assembla geral
De or ero do Illm. Sr. vice-gerente Dr. Panla
de Amcrim Salgado, scientifica-se a todos oa se-
nhores socics, que rilo tendo sido possivel, por
falta de numero legal de assignaturas represen-
Tendo de se entregar ne dia 25 de marco vin- *ad?,8' proceder se, na r. uniao havida no dia 1
douro algumas cartas de lberdade, convida-se aos de Eevereiro prximo passado, a eleico dos mta-
interessados compareoerem a o dia 8 do mes- br08 do conselho aaministrativo e mah funeciona-
mo mez de marco do meio dia at s 3 horas da "s da sociedade. ficou marcado o di* quarto feira
tarde, ns ra do Vigario n. 4, 1 andar, ondeen- 10 do corrente mez de marco, para a segonda
contesro com quem tratar. Recife, 21 de feve- re"*o de que trata o art 64 dos estatutos, a
reiro de 86. I qoal realiear se ha s 12 horas do dia, na seda
Club carnavalesco dos escravocatas
T'Com o titulo cima sahir nos dias I" e 3- do
carnaval este gracioso e pith iresco club, o qu !
percorrer diversas ras desta bella veneza.
Recife, 5 de Marco de 1886.
O secretario,
Ambrosio.
I1HSTMD


Diario de PcrnambucoSabbado 6 de Marco de 1SS6
rfhi

y

social, ra estreita do Rosario n. 29, bastando
naquella occasio, para constituir se a asaembla
geral e verificarse a eleioio, a presenca da terca
parte dos senhores socioa effaativos.
Recife, 1 de narco de 1886.
Henrique Angosto Milet.
"EDITAXT
rsec?ao N. 1007.
Secretaria de Poli-
ca de Periiftmbuco, 5
deMarfo de 1886. 0
111ra. Src Dr. chefe de
polica, tendo feito pu-
blicar os arts. 70 e 71
das posturas iniiiiici-
paes approvadas pela
lei provincial n. 1129 de
26 de junho de 1873,
com relayo ao brin-
quedo de entrado com
agua ou outra qual-
quer substancia, man-
da agora fazer sciVn-
te todos que c igual-
mente prohibido aos
mascarados o prati-
carem aefes ou ges-
tos que na opinio pu-
blica sejam considera-
dos como evidentemen-
te offensivos da moral
e dos bons eos turnes;
nao podendo os mes
mos faier alluso as
auto idades ou corpora
foes chis, militares ou
religiosas, ncm apre-
sentarem-se em trajos
indecentes ou mino-
raes; oque tem por
muito recommendado
azendo reunir rigoro-
samente os infractores
com as penas da lei.
O Secretario,
Joaquim F. de Amida.
EMPREZA DO GAZ
Pede-se aos Senho
res consummidores que
queirain fazer qualquer
comunicaco ou recla-
maco, seja esta eita no
escriptorio desta em-ire-
COHMERCIO
.
za ra do Imperador n
29, onde tambem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os imicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
tas Carvalho.
Todos os recibos dessa
empreza devero ser pas-
sados em tales carimba-
dos e firmados pelo abai-
xo assignado sem o que
nao tero valor algum.
George Wiadsor,
THEATRO
4 GRANDES BAILES DE MASCARAS
Sabbado! Domingo! Segunda
e Ter^a!!
A. navidades e melhoramentos do edificio em
programmas nos dias do
CARNAVAL!!
Entrada geral
Damas
1J000
gratis
MARTIMOS
ompanhia lira-1 lei ra de Nave
cseSo a vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante V tenente Guilherme Wad-
dington
' esperado dos portos do sul
at o dia 7 do corrente, e
seguir depois da demora in-
\Z dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passageaa, encommenda. valores
'racta-sena agencia
N. 46 RA DO COMMEROIO N. 46
PORTOS DO SUL
O vapor Para
Commandante o 1 tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portos do
norte at o dia 7 de mar-
co, e depois da demora in
dispensavel, seguir para
os porto* do sal.
Recebe tambem carga pa-
ra Santo., Pelotas e Rio Grande de Sal, fruto m-
dico.

lols* commerclal de Pernam-
buco
ftejife, 5 do Mar?) de ISrto
Ab tres horas da tarde
Cotace* oficiaa
Apolices provinciaes de 7 0/0 do valor de l:00Of
ao par.
Cambio sobre Pelotas, pagavel no Rio Grande do
Sul, 90 d/v. com 1 3/4 0/0 de descont,
hontem.

Na hora da bola
Veadeam-se :
5 apolices provinciaes de 7 0/0.
Offereceram Vender Ce mprar
63 letras hypothecarias do |
banco de crdito de 100/000 | 965 90*
P. i. finto,
Presidente,
acudo C. G. Alcof .irado,
Secretario.
.'.EiNDIMEiNTOS PUBLICO*
ler de Marco de 1&S6
(OMPA\IIU PKRItMHK -
DE
\avegavo Cosfelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju, e Baha
O vapor Mandahu
Segu no dia 10 de
corrente, as 5 horas
da tarde. Recebe
[carga at o dia 9.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da tahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambw/ina
n. 12
61,425 kilos de aasucar maseavado ; L. J. S. Gui-
mares 2,000 ditos com 150,000 ditos de dito.
A.r.uK>*iD 1 4
dem ds 5
'.^icBBKooaiaD-3 1 4
iii'.m do 5
94:421,637
386^6.370
X33.051/O07
17.-771J237
3:49383S
21:265*075
0>s.cl*d> ovucui. -'-. 1 a 18:392/240
Mec: ** B 4:01bi9-20
Srcin diimo>De 1 4 4
T* 22-468;i60
21:228*898
3:0645210
34:293/108

DESPACHOS DE EXPORTACAO
Em 4 de Marco de 1886
rara exterior
= No vapor ingles Warrior, carregou :
Para Liverpool, H. Barie & C. 819 moco, com
Para o Interior
No patacho nacional Positiva, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, Maia & Seiende
100 pipas com 48,000 litros de agurdente, 200
barricas com 16,042 kilos de assucar branca e 100
ditas com 10,551 ditos de dito maseavado.
No vapor francez Ville de bahia, carre-
gou :
Para Santos, L. J. S. Guimares 292 si ecos
com 17,520 kilos de assucar branco e 421 ditos
com 25,260 ditos de dito maacavado.
= No brigue nacional D. Francisca, carre-
gou :
Para o Para, A. Bahia 25 pipas com 18,000 li-
tros de agurdente ; P. A de Azevedo 400 barri-
cas com 23,000 kilos de assucar branco.
No hiate nacional S. Bartholomco, carre-
gou :
Para Mossor, P. Carneiro & C. 1,000 sbccob
com farinha de mandioca ; A. Coelho 49 ditos com
idem.
No hiate nacional Geriquity, carregou :
Para Maco, E. C. Beltro & IrmSo 15 volumei
com 1,201 kilo, de aasucar branco e 15 saceos
com 1,125 ditos de dito maseavado.
= Na barcaca Divina Providencia, carregou :
Para 8. Miguel, Fernandes & Irmo 2 barricas
com 200 kilos de as tu car branco.
Na barcaca Flor do Pasto, carregou :
Para Macahyba, Amorim Irmos C. 1,000
saceos com farioha de mandioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 5
South Georgia22 dias, escuna americana Ex
prest, de 66 toneladas, capito A. J. Eldred,
equipagem 17, caiga azeite de ptixe ; ordem.
Navios sakidos no mesmo dia
BahaLugar inglez Petunia, capito Charla Mi-
chollas, carga bacalho.
Cear e escalas Vapor nacional Ipojuca, com
mandante Francisco Carvalh), carga varios g-
neros.
PelotasLagar hollandez Ztmrdick, capito G
E. Oltof, carga assucar.
VAPORES ESPERADOS
Marinho Visconde da Bahia hqie
Gironde da Europa boje
Para do norte amanh
Pernambuco do snl a 8
Ville de Bahia da Europa & 9
Ville de Cear do sul a 10
Manot do norte a 12
Finance de New-Port-News a 12
Etbe da Europa a 12
Espirita Santo do tul a 16
Tomar do sul a 16
HamburaJ de Hamburgo a 20
Neva 2 ao mil a 24
Congo do sul a 25
CHAEGEURS REUNS
Companhia Francesa de Navega
co a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Bahia, Fio de Janeiro e
Santos
stemer Ville de Cear
Espera-se dos r^rt"* do
sul at o dia 10 do corrente
seguindo lUpois da indis-
pensavel dem< r:i para o H-
vre.
Recebe encommendas e pasaageiros para os
quaes tem excellentes accommodacoes.
ste AMer Ville de Bahia
E' esperado da Europa at
o dia 9 dr Marco, se-
guindo depois da indispen-
savel demora par a Bu
hia. Bto '.! Janeiro
e Maulo
Roga-se ao. Srs. importadores de carga p "los
vapores desta linha,aueiran? presentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng |.rt
quer reclamacao concernente a volumes, qa v-uturatenham seguido para os portos do sul.atin
de se poderem dar a tempo as providencia. Mees
sarias.
Expirado o referido praso a companhia nio .<
responsabilisa por extravos.
ecebe carga, encommendas c passageirov par:
os quaes tem excellentes accomodacocs.
Augusto F. de Oiiveira&l
.1*HXTI!
42 -RIJA DO COMMERC'IO -42
COlIlMVHIE DE HEKA(ir:
RES HARITIHE
IJNHA MENSAL
O paquete Gironde
Commandante Minier
Espera-se da Eu
ropa no dia 6 de
Marco, seguin-
do depois da de
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Honte-
tevido
Lembra-se aos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se aos senhores rece hedores de merca-
dorias que s seattender as reclamacoes por fal-
tas nos Toluoles que forem reconhecidas na occa-
sio da descajga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
afrete: tracta-se com o agente
Angoste Labille
9 RA DO COMRffiRCIO 9
((IHI'AVllli i'i;k\ IHVlttX
DE
Wavegaco coste!ra por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Bahia
0 vapor S. Francisco
Esperado dos portos acim,
voltar para os mesmos logo
que tiver d.scarregado e re-
cebido a carga que se acba
engajada.
Para o reato da carga que
lhe falta, encommendas, passagens e dinheiro a
frete, trata-se 2
ESCRDPTORIO
fae da Companhia Perumba-
__________cana n. I*__________
(Jnited SUIes & Brasil Hail S. S. .
O paquete Finance
Espera-se de' Scw-Port
News.at o dia 12 de Marco,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
llahia e Rio de Janeiro
1' ir* carga, passagens, encomiendas e dinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. S. RUADOOOMMEROlO N. 8
1' andar
Mossor
Segu para o porto cima o byate S. Bartho-
lomeu tem parte do .eu carrega ment ; para ores-
to que lh'e taita recebe a frotes commodos, a tra-
tratar com Bartholomeu Lourenco
Recite. 26 de Feve reiro de 1886.
Lisboa c Porto
A barc i portuguesa Itolinn recebe carga a fre-
te ; trat i se com Silva Guimares & C. ra do
Commei'i > n. 5.
Lisboa
Segu com brevidade o brigue portuguez Sobe-
rano, recebe carga a frete : a tratar com Pereira
Carneiro & C, ra do Commercio n. 6, 1" an-
dar.
Para Abran ha o
Si'gue brevemente para o porto cima a barca
portugueza Miuho ; para o resto da carga trata
ce cam os consignatarios Jos da Silva Loyo &
F'lho.__________________________________________
Lisboa e Porto
A barca portugiicza Noemia, recebe carga a
fete ; trata se com Amorim Irmos A C.
Pacific Sleam \avigation
Company
Para facilitar aos
Srs. viajantes que de-
sejarem assistir ex-
posipo colonial de
Londres no corrente
anno, esta agencia fa-
r a redueco seguin-
te, a principiar do 1.
de Mar po a 31 de Ju-
lho prximo futuro:
1.a classe, ida e vol-
tapara Inglaterra, bi-
lhetes validos por seis
mezes. 36:15:0 libras
esterlinas.
AGENTES
Aluga-se a casa terrea n, 52 da rna de S.
Joao, com deus gabinetes, 2 salas, 3 quartos, por-
tao largo ao lado, com grande quintal f alguns
arvaredos, e quarto fra para b-inho.
Precisa-se de um eriado e de um menino de
12 14 annos, para algum servicc de casa de pe-
quena familia; na ra do Imperador n. 61, se-
gundo andar. _____________^_
Precisa-se de um criado do 14 16 annos ;
na ra da Aurora n. 81, ? andar.
Pede-se aos abaixo assignados o favor de
virem ou mandar a ra do Mrquez de Olinda n.
51, a negocio que nao ignora n.
Jos de Araujo.
Odilun Coeiho da S Iva.
Pedro Siqueira, d'Alfandegn.
Arthur Dantas.
Luiz Carvalho.
Jos Guimares, caixeiro de Loyo t Filho.
Frederico Vieir.
Augusto Goncalvcs da Silva.
Manoel Antonio Carneiro de Araujo.
= Aluga se o pavimento terreo da travessa da
Bomba n. 4, o dito da do Lvr*meiit j n. 10 e a
casa do largo do Paraso n. 3 ; na ra do Apollo
n. 34, 1 andr. -V&M
= Trecisa-se d duas pessoas, para vender fi-
lhs : na ra de Hurtas n. .-55
/ende se urna catraia em muito b^m esta-
do, propria par.i s.-rvi?) de passageiros ; a tratar
na praca do C i p i 'auto n. 2.
Aluga se urna es -rava pira o servico domes
tico de cusa de familia ; a trt- r na rBB de Bia-
chue'lo, casa n. 31.
Que.n q tizer alngar o 1 and*r e lojas
do sobrado n. 43 rua da Aurora, pro
cure as chaves eai poder d >s Srs. Ne-
grciro3 & Irinilj, rua d Imperadar uu-
m'ro 30.
Aluga-se
urna casa caiada e pint-.ida de novo, com soto
interno, sita a rna du Coronel Suassuna n.^ 193 .
a tratar no largo do Corpo Santo n- 4, primeiro
andar._______________________________
Ao commercio
Um rapaz de 15 annoe e de conducta afiaocada,
M oTen.ee para caixeiro de urna loja ou mesmo
taverna, para os quaes tem bastante pratica :
qnem quizer utilisar-se dos seus servieos dirija-se
a rua Duque de Carias n. 33, que achara com
quem tratar. '____________^____
Companhia Rubiana de navega
eo a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaju,
Estancia e Babia
O VAPOR
Marinho Visconde
Commandante J. J. Coelho
Segu impreterivel-
mente para os porto,
cima no dia 10 do cor-
- rente, s 4 horas da
I tarde. Recebe carga
Pat ao meio dia do dia
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a fretu iractase na agencia
7Rua do Vigario7
Domingos ilves Malheas
H-Rua do Comniccio-
tm
Lcilo definitivo
De urna importante armaca de amarell.i tso
forrada, envidracada e eavernittda, balcao, cm-
dieires, encanamento, registro .le gaz, chapos de
sol e diversas miudezas, 1 gn ir-la ivupa c diver-
sos movis.
Sabbado do crrente
AO MEIO DA
O agente GusmJo, competentemente autorisalo,
far leilSo d ezccllente arm;(,ao e inai. objectos
aeina mencionados, existentes ni loja da rua da
Imperatriz n. 80, ao correr do mart lio.
Da armario e utensilios da t.verua sita rua
de Santa Thereza n. 30.
SABBADO, 6 DO COHRENTE
As 11 horas
O agente Gusmo far leilo da aruaeSo c uten-
silios da taverna cima declarada.
Garante-se a. chaves da cas:..
Leilo
De um sitio com casa de pedf* e cal, do-
nominada Mangueira, sito no Porto da
Mad.'ira.
Roydl llail Sleam Paeket
Company
Reducgo de passagens
Bilhetes especia es sc-
ro emittidos desde 14
de niarfo at o fim de
julho offerecendo faci
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposi^o colonial
em Londres, de 186.
Ida c volta de Per-
nambuco a Southamp-
on, primeira classe,
com o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
15, 0._____________
Para Hamburgo
O agente cima, a mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de direito e da provedoria, co n sua presenca
e a requerimento de Manoel Ferreira invntarian-
te dos ben de Jos Vicente Godinho, vender;! em
leilo referida sitio e casa, med ido a casa en-
ea de 8 metros de largura e 12 e :oeio de fundo,
com 3 portas de frenta. oito HtT. cot 1 porta c
o sitio 41 metros de frente e os f i idos at o rio,
existindo no mesmo 2 casas em i lina, e muitas
arvores de fructo c baia de capim.
A'8 11 horas
Sabbado 6
Rua do Imperador n. 1G
Recebe carga a frete a barca
braaira Hova Syrr.palhia ; a tra-
tar com Baltar Oiv^ira C.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se caaas a 8*009, no buceo dos Coe
Ihos, junto de S. Goncalo: a tratar na rua da Im
peratriz n. 56.
= Os hachareis Antonio Justinn de Souza c
Pedro AFcnso de Mello raodaram o a u escripto-
rio para a roa Duque de Cazias n. 54, 1 andar
onde continuam a exercer a sua prorUsao de ad-
vogados.
Os bilhetes de um cavallo e urna carroca
correr cem a ultima de Janeiro prozimo pa.aado a
transferidos para a ultima lotera de fevereiro, fi-
cam sem valoi algum, drizando assim do correr
em razio da pequea eztracco dos mesmo. bi-
lhetes, ficando o direito alguns possuidores de
bilhetes que j tenha pago, a haverem sen di-
nheiro. ^^____^^___^_^^_^_^^^^
Precisa-se de urna cosinheira e mais algum
aervico em caw de pequea familia, na rua da
Aurora u. 81, 1 andar. _________________
Precisa se um menino de 11 a 14 annos para
servico interno em casa de pequea familia, na
rua da Aurori n. 81, Io andar.__________________
Permuta-.e urna casa com pequeo sitio e
muito boa agua em um dos raelhores lugares do
Arraial, independente de qualquer negocio d se
on recebe-se : na praca da Independencia nume-
ro. 14 e 16.
Aluga-se a 8* urnas meias aguas com re-
partimentos, na travesa das Barreiras, becco do
Aqaino ; a tratar na rua do Cotovello n. 25.
A fabrica Vendme precisa de officiaes de
cigarreirosj____________________________________
Aluga-se o 2 andar do sobrado n. 1 do pa-
teo do Terco, o 1* do de n. 19 rna da Penha, o
1- do de n. 18 rna Direita, o 1 do de n. 66
mesma rua, o 1 do de n 35 travesa de S.
Jos, o 1 34 A rua estreita do Rosario ; os tem-
os de ni. 26 rua Duque de Cazias, 1 do pateo
do Terco, a casa n 26 rna de Nunes Maehado,
no E.pinheiro, com bons commodos : a tratar na
rua do Hospicio n. 3'i.
__ Vende-se a armacio da cas de molhados &
praca de Pedro II l. 6, propria para continuar
com o meame negocio ou outro qualquer, na fre-
gnesia de Santo Antonio ; a tratar na mema.
PILLAS
F eriru.crin.o sa s
JURUBEBA\
BARTHOLOMEO & C
Phtrm. Pernambuco,
Curao a Anemia, Flore, branca,
Falta de Menstruaco,
l Debilidades e Pobreza de sangmej
b E3:^igj r a assignatura t
Farelio
Farello gomoso a 2700 o sacco ; no trapiche
Vianna no F.rte do Mattos.____________________
Vende-s; urna casa na Entrada Nova n. 63 : a
tratar nos Afogados, travessa de S. Miguel nu-
mero 6.___________________|_____________
Taverna
Vende-se urna taverna bem afreguszada, n'um
dos melboree poutos Hesta cidade, o }uc a torna
muito recommendavcl ; a tratar na rua do Amo-
rim n. 66.
Aluga-se
quartos mobiliados, independentes, rua de Joa -
mitn Raboso n. 9, Capnn
\os proprietarios de
alvarcn^as
Borstlin.-iiin &C, tendo de earregar um navio
Ccm a=sii.ar ueste porto, solicitain dertas para o
furueciraent > d>s alv^rengas. Offerta., por es-
cripto, sertto recibidas no escriptorio dos memos
at o meio dia de 6 do c .rrente.
4os 4:0008000
BlHBTBu BMIAIfflSlOo
Rua do Baro da Victoria n. 40
e casas do costnme
O abaixo assignado acaba di vender
ea seus felizes bilhetes quatro quartos de
o. 25G9 cora a sorto do 1:000.000, qu.itro
ditos do n. 1939 co n a sorto 0
e di tersos oremios de 324000, 16^1000 e
80000.
O mesmo abaixo assignado convida os
posauidores virem reeeber na conformi-
iiJe do costume, sem desmonto slgam.
Aeham-so vend os felizes bilhetes
g.rantidos da 23.a parte das loteras
leaeficio da Ordsni Tereeira do Carino do
Recife (42a) que ae eztrahir. quinfa felra,
11 corrent1.
Precos
Inteiro 4 Meio 2^000
Quarto 10000
Ga porco de OO^OOO para
cima
inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Joo Joaqu'-m da Costa Leite.
lina Duque de (axias
A onmmnin desta rua tendo deliberado ul-
tima hori crnbellez.il a noi tr-s dias carnavalescos,
pede respeitcaament- todos os moradores da
mesma ron pera illumioarem suas fachadas du-
rante as trej noites ; do que desde j se ejnf.ssa
grata. .
A commissao.
Viva o carnaval
luga e c TcnUe-ae
EspU'adido sortiioente de vestuarios carnava-
'escos, tragos inteiramente rioros, em ezpo.iico
praca da Ind pendencia ns. 24 e 2t), jara caval-
Ic-ro e scnborae. Precos azjaveis.
40S 4:0001000
ilsiss 5:sastis:
loa Primeiro de Marco n. 23
O abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 3530 cora a sorte de 100$000,
alm de outras sorte3 de 320, 160 e 80, ds
oteria (41.a), que se acabou de extrahir,
i c >nvida aos possuidores a virem receber
I na coaformidade do costume sera descont
! a'.gura.
Acham-se venda os afortunados bi-
: Ihetes garantidos da 23. parte das loteras
i beneficio da Ordem T-rceiro do Carrno
Recife, (42.a), que se exruhr quinta teira,
11 do corrente.
PRECOS
40000
20000
10000
Km quautidarfe muior de 1004
inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manad Martn* Fima
Inteiro
Meio
Quarto
Especialidades!
Tu'io se vende pelo menos pissivel! 1!
Quem urna vez compr, r saber 1
4 LARGO DE S. P DRO 4
Neste estabelecimcntoaclia-sc pempre czposto
venda o especial licor de maraenj em ricas gar-
rafinba. proprias para toilet composto de manga-
bas e mangas o que ha de melhoi nette genero.
No mesmo i'Stabpleeimento aclia ge seinpre um
grande sortimento de pastaros e gaiola. de todos
os fabricantes, at proprias para viagens, por ter
cada urna cinco compartimentos.
Tambem te encontra diariamente especiaes fru-
ctas maduras coto sejim sapotis, sapotas, man-
gabas, mangas e outras fructas, e se recebe qual-
quer encommcuda p*ra embarque.
Este remedio precioso tem gozado da acceita.
Cao publica durante cincoenta e sete annos, com-
esando-se a sua manufactura e venda em 1827.
Sua popularidade e venda nunca ionio tao exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua eficacia maravil-
bosa.
^ao hesitamos a dizer que nao tem deixado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em adultos, que se acharo afflio-
tos destes inimigos da vida humana.
NBo dcixamos de receber constantementn
attesta^oes de mdicos em favor da sua eficacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificases, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nomc inteiro, que devia ser
fapieBlFMESTBCK.
8. DE !HI! SIW & G.
Rna lo Bom-Jesas 1.18
(ANTIGA DA CRUZ)
Gasa de coimnissoes
Grande e variado sortimento de amos-
ras e catlogos de prodceles da Allema-
ma, Franca, IngJ.atera, Austria, Hespanha,
talia e Estado-Unidos.
N. B.Informacoes sobre machinismos
friclas, ditas para engenhos centraes-
Mmbas, etc. para incendios a outras m>,
ninas e utensilios
,'PELLETIERINA

O. Hara da Concel^Ao Silva
Hacbauo
Primeiro anniversario
O capito Manoel Joaquim Machado e seus filhos
convidam a sena parentes e amigos para assisti-
rem as missas que mandam resar na capella do
cecoiterio publico, s 7 1/2 hora, da manha de 9
do corrente mez, p-r alma de sua presadsima e
sempre lembrada mulher e mSi, Mara da Concei-
cio Silva Machado, 1 anniveio de M falle-
cimeato. Por este acto de religiio e caridade le,
confem eternamente agradecida.. ]
Laureado pelo Instituto e Franca
Fomcsdor di MtriMu frincHi e sos HowiUs M Ptrlz
-----------111
0 remedio maia '.ertoai mais fcil ds tomar
PAR \ OOMB&TVR 9
VERME SOLITARIA
CtfaiiuaeapuBfefeBaiisBiixfeMilaau. X
?UUl. PH* TArfflETTlK BASSE-DMEBPABT I
L aaalUrlai a Pensaba* : fU* 1. m UTA ktf}
PILLAS
JURUBEBA
DI
BARTHOLOMEO*C"
Phtrm. Pernimbuco
l Curio as em6e, e todas as rafcraa ,
laMrmittaataa.
II ANNOS DE SUtC^IttO!
^ Existir a aaalcriiatvuraj
V
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Diario de PernainbrfcoSabbado 6 de Margo de 1886



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e todas as fftoVstia* qf lenho aua origem
na impureza flo aftrjgue drvida a svphuie
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aEORATORIO^EKTRAi OC f ROOUCTOSijlOICIHAl
PA FIORABRAS.U.RA
7 Ra do Viseonde do Rio Branoo 1^
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FAZE!\DAS BARATAS
Na bem condecida lo ja da ra Primeiro de
Margo n. 20
JUNTO DO LOIVRE
^tffl All^
de 45500, 50, 5,?50O, 65, t#5O0, 75,
de 45, 45500, 55, 55500, 65 e
5*
ALLAN PATERSON fr C
N. 44-Ru i do Brum--N. 44
JUNTO A E? fA(!A0 DOS BOXDS
Tem para vender, por pre_ mdicas, ~'- seguint!" ferrsgens :
Taclias fundidas, batidas e caldcadas.
Crivacoe, de diversos tu&anioa.
Rodas de espora, idera, dem.
Ditas angulares, idem, ide;n.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liado* nodoloa
Portas de fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradcamcnto para jardim.
Vapores de forea de 3, 4, 5, H a 8 cavado*
Moendas de 10 a 40 polica I -s le pai adora
Rodas d'agua, systema Leardro.
Encarregam-8e de coniertos. e eol itu ma tn albo com perfeicSo e presteza
FERRUGINOSO
de Cascas de Laranjas e de Quassia amarga
ao POTO-IODUETO de FERRO
Preparado por J.--P. LAROZE, Pharmaceutico
PAJU8 2, Sao de* Xdons St-Paul FAUI
APPROVADO PKL1 JDNTA DE HTOIENE DO BRAZIL.
O Proto-Iodareto de Ferro,
bem preparado, bem conservado, prtn*
cipalmeate no estado liquido, de
todas as preparacoos ferruginosa?, a
que produz os memores resui tados. Sob
a influencia do principios amargo e
tnicos, da casca de laranja e da
?[uassia amarga, o ferro assimilado
acimiente e produz effeito prompto
egeral restituindo ao sangue, a forca;
as carnes, a dureza; aos difieren tes
tecidos, a activi dade e energa neces-
sarias s suas funccOes diversas.
Porisso. o Xarope Ferrngiaoso
de J. P. Laroze, a considerado peles
mdicos da Faculdade de Pars, como
o especifico mais acertado para as
Doengas de langor, Chlorose. Ane-
mia, Chlori-Anemia, Fluxoa blan-
cos com dixestoes demoradas, Mo-
lestias escorbutiaas e escrofulosas,
Rachitismo, (te,
te mamo depo$ito aoha-se i venda os seguintas Productos de J.-P. LAROZE :
XAROPE LAROZE u^L'.U TNICO, ANTI-NERVOSO
Contra ai Oastrltea, Gastralgias, Dyspepsia, Dores e Calmbras de Estomago.
XAROPE DEPURATIVO^^^'er'-IODURETO DE POTASSIO
Coot -i as Affec^des escrofulosas, cancerosas. Tumores brancos, Acidez de Sangoe.
Accidentes syphiliticos secundarios e terciarlos.
XAROPE SEDATIVO^^/.^-BROinURETO DE POTASSIO
CoDtra Epilepsia, Hystenco, Dansa de B. Guy, Insomnia das Crlanoas durante a DenUclo
omrosiro mu
TOBAS AM UOAS DC1"H DO HIIII.
>vv^^^^^^AA^^^vvvw^>v
* (goengas nervosas
*
RAOlCALMErtTE CURADAS COM 0
l/^
BROMURETO LAROZE
XAROPE SED.A.TIVO
de Cascas de Laranjas amargas
com BROMURETO ds POTASSIO
AI'PROVADO PELA JUNTA DE HTGIENE DO BBAZIL.
O Bromnrele de Potassio de
Laroze, como todos cu productos
feitos n'este eetabelccimento, re
urna pureza absoluta, co.idico indis-
pensavel para que se obtenha eff'eitos
sedatiTOS c anodynos sobre o sys-
tema nervoso.
Dissolvido no Xarope Laroze de
Cascas de laranjas amargas, este bro-
mureto uaiversalmonle empregndo
e exclusivamente receitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facul-
tades para combater com certeza :
as affeccoes nervosas do coraco,
da vias digestivas e respiratorias,
as nevralgias, a epilepsia, o hyste-
rico, a denos de S. Guy, a insomnia
das criancas durante a denticSo, em
urna palavra, todas as aJieccdes
nervosas.
No mesmo deposito acha-se venda os seguintes Productos de J.-P. LAROZE :
XAROPE LAROZE ^^ TNICO, ANTI-NERVOSO
Contra ai Oastrite. Gastralgias, Dyepepsia, Dores e Calmbras de estomago.
XAROPE DEPURATIVOdc-^;orji5IODRETO DE POTASSIO
i XAROPE FERRUGINOSO.^"-^PROTOIODURETOdeFERRO
Ceatos Anemia, Chloro-Anemla, Coree paludas, rlore. brancas, Rachitismo.
----------------if ----------------
gtposlU m ttits as boas n*vias ic tazii
Pars, J.-P. LAROZE e O, Pharmacc ticos.
A^ 2#m/ DES Utmt-StlKT-PAUL, 2. ssW
Sff-m A- as ASsAS. % Afc AfSsAft Al Asi S>fll^
Grande sortiraento do niadapol8S
7^500 e 8^000
Algodones brancos, superiores qualidades
6,5500.
Saperiores crotones de 320 a 500 o covado.
Batistes, lindro padroes, a 200 e 320 r. o covado.
FustSes brancos de novos desenhos a 440 e 500 rs. o covado.
Cobertas de ganga, forradas, de dous pannos a 30500.
Ditas de ganga cretone, bonitos padrSes, a 35000.
Lencoes de bramante, de linho de 20 a 40000 a un.
Ditos de algodao de 1,800 a 20500.
Toalhas felpudas, de tamanho regular a 50000 a duzia.
Ditas grandes para banhos a 20000 urna.
Lenjos de algodo de 10800 a 20200 a duzia.
Ditos de lgodao, com barra, a 20400 a duzia.
Brim pardo, claro, a 300, 400 e 700 rs. o covado.
Dito traacado, lona, a 10, 10iOO e 10200 o metro.
Cortes de vestido de cretone de 200 por 80000.
Guardanapos da linh-i de 30500 a 60 a duzia.
Graade var'cdado de anquinhas de 20 a 50000.
Muias cruas para horacm a 5, 00, e 70000 a duzia.
Chambres muito bem preparados, para homem, de 50 a 100000.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 20500 o covado.
Algodito-trancado de duas larguras a 10300 a vara.
Bramante do algodSo, de qnatro larguras, de 10500, 10800 e 2000
Dito do linho idem idem de 20, 20500 30 e 40000 a vara.
Leques de papel, de lindos desenhos, de 500, 800 o 10000.
Merino preto e azul a 10400 rs. o covado.
Setinetas lisas de todas as cores a 440 rs. o covado.
Velbutinas do todas as cores a 10000 o covado.
Molesquin de cores, bonitos padrSes, a 600 rs. o covado.
Chales do algodao a 10200, 10OO, 10600 e 2J000.
Guarda p de brim de linho pardo a 40, 50 e 6(000.
Oxford p..ra camisas, lindos padrSes, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Costumes para banhos de mar a 80 e 100000.
Cortinados bordados para cama e janellas a 8 100, 12, 14 e 160000 o par,
Grande sortimento de roupa feita para trabalhadores de campo.
Encarregamo-nos tambera de mandar fazer quaiquer roupa para homem e
meninos, para o que ternas uin hbil offi:ial e mu grande sortimento de pannos, brins,
casemiras, etc.
Quem precisar de algum artigo boru e barato, dever visitar de preferencia
este antigo e acreditado estabeleeimento.
a vara.
Eaa PFimBro ie Marco 120
L'quidam o ^eguinte;
Mas barato do que em
ALBEETO HENSCHEL & C,
:;2--lll\ DO BAR40 DA VICTORIA--^
O bem acreditado estabeleeimento photographico allemao, acaba de augmen-
tar as suas galeras no gosto das mais sumptuosas casas d'este geneto, como de Pars,
Londres e Berln, onde o rcspeitavel publico encontrar os mais aperfeijoados trabajaos
pelo systema mais moderno e mais apreciado.
Para dar mais impulso sua casa c assim melhor satisazer as mas diffiueis
exigencias, acaba de contractar o eximio pintor o Sr. Ferdinand Piereck, chegado re-
centemente da Corte do Imperio, onde adquiri grande nome, alin do bom crdito que
j gozou em 1877 quando aqui este/e na oicsraa casa.
Rogase as Exmas. familias e mais pessoas o obsequio de honrar com saas
visitas a esle grandioso estabeleeimento, onde existe urna magnifica exposicao de suas
prodceles artsticas e onde encontrarao lhaneza no trato, perfr-icao nos trabalhos e
modicdade nos prejos.
C. Barza,
Ceien:e.
ESPLENDIDO SORTIMENTO
RENDAS OU BICOS
0 que ha de mais gosto neste genero, rece-
bcu
EXPOSirlO UNIVERSAL

s
DE
EMILIO ROBERTO
17Ra do Baro Ja Victoria17
casa
dos dignos
collegas
EsguiSes para camisas e casaquinhos de senhoras a 40 e 40500 a peca
Saias bordadas a 30, 40 e 50000 urna !
Camisas bordadas p?ra senheras a 50500 e 30000 lima I
dem sem punlios, sera collarinhos, para hornero, a 420 a duzia !
Meias inglezas superiores a 40 e 50000 a dita!
dem inglezas para s ahora* 40 e 60OO(>, cruas de 160 por 12000? *
Crochets guaraicij completa por 80000 1
Damascos duas largaras para cobras a 20000 acovado
Popelines brancas a MK) rs. o covado propinas para noivas.
Mirsuos pretis duas larguras a 10, 10200 e 10500 o covado I
Bramantes de linho luperior a 20000 o metro!
Lences de dito, panno de casal, a 20000 um !
Coberta6 de ganga cretone?, idem 30000 urna!
Ceroulas, superiores cordados a 160000 a duzia!
Cortes de meia case mira para calca a 10400!
dem de casemiras inglezas a 30 e 4000 um !
Cambraias Victorias e transparentes a 30200 e 30800 a peja!
Fichs para meninas a 10500 e 20000 um !
Cortinados bordados a 70 o 100000 o par !
Crinaldas evejs para noivas a 100 e 150000.
Cretones superiores a 320 e 360 r. o covado !
JRa Duque de Caxias59
JOSEPH KRAUSE fr
Acabam de augmentar o sen j bem conhecido
importante estabeleeimento rna Io
de marro n. 6 com mais
um salao no 1 andar iuxnosamente pepar-
rado e prvido de nma exposi-
{i# te m de prata do Porto e elednfltlf
dos mais afamados fabrieaMes do
mundo inteiro.
Convida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren
o seu estabeleeimento, aim de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
GHA-SE ABERTO DAS 1 A'S 8 DA NOTB
3 0IW WrmrsTl
nODA DA FORTUNA
200:000*000 ,
PRECOS EM PORCO
Dezcnas. .... I0K000
Vigcssimos .... I|000
EM BETALHO
Dezcnas..... ll-.->000
Vigsimos .... I ilOd
CORRE TODAS AS TERCAS-FEIRAS
SS-PA tiASA att BOSA8IO-S0.

i-

m
i
HOTCX1RAPHIA 'JITA FAOIL.
Onold lllgencl regular pode apprendcr tudo que e aoh* nesU obr.
l'no, Sl.Oii ead oxemular, eccadeAito em panno, entrepe franco.
Kn; do I!tto rccebeni-ae ello >le crrelo, prefi-nndo-je o dae roenorra denominaaoM. Aoa quo coi
prwi-m um apparnluo completo daremoe gratis um exemplar ao alto manual. Apparelboa para Amadores de 110.'
para c a
Knvlara-M- Cnlulant em Portusuez a oiu-m que o i*>lir w^ a
m. h. t. ahthoitt oo. mimoaiiwiy, koti-toh. w
Fabricantes de toda especie- de material", "liotograrliico' Estabeleddos ha mais ,le 0 aunos neste ramo do negocio
com-
OO
O i proprietarios do muito conhecido estabeleeimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicum ao respeitarel PUBLICO que receberam um
grande sortiraento de oas las mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam-
bera relogios de todas as qualidades. Avisara tambera que continuam a receber por
todos os vapores vinlos da Europa, objactos novos e vendem por muito menos que em
outra quaiquer parta,
MIGUL WOLPP & C.

N.
4 RA DO CABUG
N.
4
Compra-se ouro e prata velha.
TINTURARA
m *.mrA*rmmmi*
SCCESSOR
id Rita de illiias de Mbuqiicrquc 25
(\MII,A 111 \ l)\S FLORES)
TDg era pe as ou era obras, chapeos de feltro ou de p..lha, tira o mofo das fazendas; todo o
traball cito por meo de machinismo aperfeicoado, at hoje conhecido.
Tintura preta as tercas e sextas-feiras.
Tinta de cores e lavagem todos os dias. -___^

.
Grande e bem montada ofk;;:?. '" aifaiate
DE
PEDROZA & C.
N. 41Ra do Baro da VictoriaN. 41
Neste bem conhecido estabeleeimento, so encontrar um lindo variado sor-
timento do pannos, casemira, brins, camisas, punhos, collarinhos, meias, gravatas,
tudo importado das melhores fabricas de Pars, Londres e Allemanha; e para bem
servirem aos seus amigos e freguezes, os proprietarios deste grande estabeleeimento
tm na direccSo dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espaco de 24
horas, preparam um terde roupa de quaiquer f zenda.
Ra do Baro da Victoria n. 41
(PRE90S SEM COMPETENCIA)

L
1
t


6
Diario







4lnga-se barato
A casa terrea n. 23 da travessa de S. Jote.
vloja da roa do Calabojco n. 4.
icasa da ra ao Visconde de Goyanua u. 79.
i easa da Baixa Verde n. 1 B Capunga.
i tratar no Largo do Corpo Santo n. 19, au-
*r
Aluga-se
i grande sobrado n. 161 da ra Imperial, caiado e
untado ; a tratar na ra do Rsngel n. 58
Aula mixta particular de netrucoo prima-
ria, Deodata Amelia Perreir.- da Siiv, ra Vi-
dal de Negreiros n_____________
Aluga-se o armas* m da ra do Mrquez de
Oliuaa n. 18 ; a frutar com Parrnte Vianna &
Companhia
Altiva-se
por 84000 urna casa com sala e 2 quartos, e cor
redor servindo de quintal, no becco do Fundo n.
% fregueiia 4a Boa-Vista; a tratar na ra de
Santa Thereza n. 38.
A ug-a-se
A casa da ra do Mrquez do Herval n. 147 ; a
tratar na ra da Praia n. 6.
Aluga-se barato
o sobrado -olaj no largo da Dctenco n. 67,
.i m muitos commodos para familia, bastante ale-
jado, etc ; a tratar na n a larga do Rosario nu-
mero 34.
A luga-es barato
Urna csa na na lo Rio (Turre), com comino-
'ios para familia ; a tratar na ra largado Rosa-
rio n. 34.
Casa na Torre
Aluga-se por pr> c; >mnwdo orna casa na ra
do Rio, deste pitwr -c > povoudo ; a tratar na ra
larga ilo lio-ario n. 34.
25$
Aluga-se urna esa t-rrea travesea do Princi
pe n. 7 ; a tratar ra da Attraccao n. 12.
Vina para nmiihar
Xarua do Bem-fica
sitio que fica em fren-
te da enirada dos Re-
medios, se precisa de
una mulher forra ovi
escrava para ama de
cozinha.
Ama
freeisa sa de 9* a a para lavar e engoni-
mar ; na travessa d- s Pires n. 5 (Geriquity).
Ama para oosinliar
Na praca do Cr nde d'Eu n. 4, 1 andar, se
precisa de urna mulher de meia idade, para cosi-
nhar, fazer compras e algam sfrvico de casa de
pequea familia.
Ama
Precisa se de urna para engommar e cosinhar
em casa de
ffi*WSt7
'n. 18.
ira t milis. Atado lianca de sua
tratar no pateo da Santa Cruz
\ma
Precisa se de urna ama para ci.sa de familia
na ra !n Viseonde de Goyanna n. 46.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de rapaz sol-
teiro ; no pateo do Paraizo n. 18, taverna.
Amas
Precisa be de duas amas, urna cosinheira ou-
tra para andar com duas criancas e mais servico
de casa de familia : a tratar na ra do Imperador
n. 14, 2" andar.
Ama
Precisa-se de urna ana para cosinhar e mais
servaos de casa de familia ; a tratar na ra lar-
ga do Rosario n. 22, 3- andar.
Quero lem?
Dora e prala : compra se ouro, prata e
(iras preciosas, por maior preco que em outra
.ua'quer par^e ; no 1 utd.it n. 22 1 ra larga do
Rosario, antiga des Quarteis, das 10 horas s 2 da
arde, das uiie.
Cosinheiro
Na rna do Vicario n. 17, se precisa .de um co
'uheirn
Liquidado de chapeos para se-
nioras
\ ende-se pele s eciuintespresos : de 15 a 204
rea do Crespo n. 17, (m casa de Mme. Mique-
,!ina.
l'adaria
Por barato preco vende-se na ra da Impera -
triz n. 14, loja, nra bom eyliudro americano e to-
dos "8 ntencilios necessanos urna pudaria, se
achando tudo i m erfeito estado de conservacao.
Portiiguez e franeez
Lceiooa-e na rna dos Pir s n 103,
Casa no Encanamenlo
Aluga-:e ama esa perto (la estacao de Parna-
ineinm, nova, tem 2 qnartns, 2 salas, cosinha
f*a ; a chine ua tMverna do Sr. Adria-
no, no mairrio In jar, elle emliciir cm quem se
tare ral r, nluguel barato.
Vinho- especial para mesa
Acaba de ehegar o coithecido e especial viifho
do Porto -Jvaralhiio, proprio para mesa, em cai
xas de 12 garrafas, que se vende a preco mdico ;
nico dep i do Vigario n. 7, escriptorio
de Domingo Alvis Mnthens.
E Branca
D. Ani.ibh.-i i
O m itas enancas, Miguel 9 Alfredo,
E > de 87.
s m recei e si m n I .
D. Anninha foi embora
Sen; sobrsso e sem espanto,
A 23 ue Fevueiro de b6,
Om tres contos e tiinto.
D. Anninha foi embora,.
Em companhia de um magano;
J tem idade scffrivel,
Passa de 41 anno.
Quem esta descobrir dirija se praca do Con-
e d'Eu n. 12, que ser gratificado com 5*0000.
TNICO
0Dt

P'ennraQSo de Productos Vegetaes
tin?o"das caspas
e outras Molestias Capillares.
JvIARTINS^TbASTOS
Pevtuttnhteo
Yenezanas
Compra se de duas quatro venezianas de ma-
deira, com correntea de metal, das modernas, com
pouco uso ; no piimeiro andar n. 22, ra larga
do Rosario.
Advogado
O bacharel Pedro Gaudiano de Itatis e Silva
mudou sua residencia da estrada de Joio de Bar-
r a iara a ra velha de Santa Rita u. 89
Escola part cular
De inxlltaccao primaria para o nexo
masculino
34- Ra da Mat-iz da Boa-Vista34
O abaixo asignado participa ao Ilustrado pu-
blico desta capital, que a; rio sua csccia particular
de instruecao pm. ra para o sexo masculino,
ra da Matriz oa Boa-Vista n. 34, ende esmera-
damente se d< dita ao ensino de s< us alumnos.
O grao da escola consta : ler,escrever e contar,
dt s( upo linear, histora patria e nooes de Irancez.
Garante um ripido adianlameuto emseusalnm-
nos. pelo sen ystema de ensinj, o qual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor inviolavel e urna ea-
n.i rada dedicacao ao ensino, faztndo com que os
s us decipulus abracem e amem de eoraco as let-
tras, aos livrog. e ao estudo, guiando 03 no cami-
uhj da in:elligencia, da honra e da dignidade,
afim de que v-Mibsm a ser o futuro sustentculo
da patria, da religiao e da lei, e um verdadeiro
eidado brasilciro. i
Espera, pob, merecer a coufianga%a proteccac
do distincto povo pernambucane, e em particulai
tem f robusta cm tolos os paia e utores de me-
ninos que queiram aproveitar um rpido adianta-
mecto de seus filhes e tutelados.
Com quanto cubada seja esta tentativa, todava
espera que es cus imansaveis esforcos, e es seus
puros deiejts, sejam ceroados com a feliz appro-
va;3o de todos es filho? do imf erio da Santa Cruz.
Mensalidade2 jGOO pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horariodas 9 horas da manha As 2 da farde.
Recebe meninos internos e meio-penwouistas
por mensalidades rswwil e lecciona per casas
particulares a ambos os sexos.
Julio Moars de .-t zevedo
34-RA DA MATRIZ DA BOA VISTA34
Bolos
' Satisfaz se qualq:er encommenda deste genero,
com perfeico e inodiidade, ra do Riachuelo
n. 39.
Os udi.ptado e regis-
trado s 11 : rea in -mi jo desenho 1 cima
n eo;lot ii.il de ioui >.s sei ipces das leis em
sigor (lici.r^m ao ;i.i pin licultrmente aos
'lus nuineroscs ; g .1 /. .-. q la o ora em diante
odos i? j.roductos q-^e i.hirem de sua botica lc-
var- a uitimai;4:. ..iv (.-arar in da Eua origem
legitima pncedemia.
Boa acijuisicao
Vende ee a fabrica de vinagre e cerveja ra
da Senzala n. 12, por preco multo barato, por sen
dono ter de retirar-se, tem muitos utensilios para
fabricar qualquer datas de bebidas ; a tratar com
Eduardo Martina na ir.esma, cu ao Entroucamento,
casa do Sr. Carpinteii o Scuza.
Adiado
O medico a queic ; tar um instrumento de ci-
rurgia, pode procura o na ra D que de Caxias
n. 18, 1 andar, que daado os sigoaes certos 1 pa-
gando as despezas, se Ifce entregar.
Bisnagas!
P de ouro
P de prata
P de pe rola
P de giz
E um grande sortimento de bisnagas em calun-
gas, passarinhos, flores e cutros folguedos pro
prios para o curiirfv.il.
1 RA DO CABUGA 1
_________________M^ M. Braga
Viva a carnaval
Compra se vestuarios nov.a e usados ; na ra
da Imperatriz n. 7P.

Miguel Moreira de Soasa Main
Mara do Carme Main da Porciuncula agradece
do intimo d'alma A tedas as pessoas que se digna-
ram acompanhar os restos mortaes de seu idola-
trado pai, Miguel Vcreira de Souza Maia : e de
novo convida as mesmas pessoas para assistirem
as missas que se cclebrarao na igreja de N. S. do
Carino, no dia do corrente, s 7 1/2 horas da
rr.anh ; confessande desde j a sua eterna gra-
tido por este acto de religio e caridade.
Camarina de Nenna Saniow
Miguel Arehanjo de Senna Santos, Argemiro
Leodegario de Senna Santos e Fel'.smina CutcHia
do Amor Divino agiadecem, possuidos do mais
pronunciado reconhecimento, s pessoas que acom-
panharam ultima morada os restos mortas de
sua carinbosa mai ; convidando-as simultnea-
mente para assistirem um missa qne no dia 6,
tetimo do leu passamento, s 6 manha, man-
dara celebrar por sua alma na igreja da Penha.
Per mais esse caricioso obseqaio, antecipam-lhes
os seus sinceros agradecimentos.
GOTTAS REGENERADORAS ^ %
do Doutor SAMUEL THOMPSON
' Tratamento efncaz contra todas as affec<;0es provenientes do sufra-
queclmento dos orgaos e do system.i nerroso. ou das ltenteles do
sangue Fniiatu do* Xlns, Baterilidade, Palpltaoe, Eatra-
qaeolmento sern.1, lonraa ConTSUeacoiifaa. :le tratamento 6, de ha multo, raconUcCldo
e recouuneodado como o maior regenerador do organismo.
O rSASCO : a francos (km :tjaio\a.) yO
T0A9 muco qm nio trauxera Mrcate Fabrica registrada e a at*ig*atvraK^feUi><* Fibrltante
dar ser rigorosamente recusado. jf-^fr""^ **"*
ABZSt, riMtrmaoia OSZ.ZJT, ra>a ocne. nonart, SS "C^ *^srto ^
neposito em Pernanxbrco : FRAr1 M. da SILVA de C.
-,___. aorjrt^gHtM^oeyrs^liyMBSMBPBmaiW^^
Y LAROZE ^Q
Vo^Ao -^ |-^rtr-rt- aa T QVQT11Q
ao
Xarope ie Casca de Laranja amarga
IODURETO de POTASSIO
APPROVADO PKLA JUNTA D HTQIKNB DO BRAZO,
Todo o mundo conhece as proprieda-
des do Iodureto de potasio. Os mais
distinctos med uedi-
cim le -^rs
Dres Ricord, Ilanoub. TrocSSiiaU.
Nbi.aid:.. lioiiBu, obttncrno os
rdtaore re no iratamouLo Las
affocc5e3 e r vphulosas imphati-
cas, oancrooas, tubeiculo-cs,; -_ d..
carie dos ossos, dos tumores bran-
cos, da pape ira ou bocio, das mo-
lestias onronicas da pelle, da agrura
do sanruc, dos accidentes secunda-
rios e tere-anos da sypiiiia, etc.
Este agente poderoso administradjem
solueo com agua, tem por inconveniente
o irritar a mucosa do estomago e deter-
gastralglcoa.
Km vista d'islo, os mdicos cima men-
. jrao >o excipiente '.'este
. o Xarope da casca
de larania amarga de Laroze, o ual.
|,c 1 uca soi,re os or^js do
apparelho digestivo, facilita a absorpeo
de iodureto de potassio, previne qual-
quer irritaco e permitte qi-e se continu
o -tratnment sem temor de nenhum
accidente at completorestabelecimento.
Nos mesinos d er)o.tos acho-se os seguintes productos de J.-P. iLaroze:
XAROPl LAMZEuS'SmTOHICO, NTI-NERVSO
Costra u Gnotrites, Gasr: i'jias, Dyspep^.i', Dores e Csimbraes d estomago.
XAROPE SEDATIVObA^-BBlllBETO DE POTASSIO
Contra Epilepsia, Hysterloo. Dansa de S. Ouy, Inaomnla das Criancas durante a dentloao.
XAROPE FERRUGINOSOeV-^n,PROTOIODURETOFERRO
Costra a Anemia, Chloro-Anemia. Cores paludas, Flores brancas. Raonitlsmo.
---------------->-'*'----------------
gepositt em tedas u bou Drogaras ie :axil
Pars, J.-P. LAROZE e C1, Pharmaceutlco
, RU DES LI0HS SAINT-AUL, 2
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Paris. *> Premio Uontyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Campbora empregao-sc
as Molestias, as de Cerebro e contra as afeccoes seguintes:
Asthma, Insomnia, Paipitaces do Cora^o, Epilepsia, Hallucinacao.
Tonteiras, Heruicrania, Affecgoes das vias urinarias et para calmar toda
especie de excitacao.
ll Urna etolicscio detalhada acompanha otda Fraseo.
Exigir us Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Campbora de CLIN & C'S
dfi PARS, que se encontro em casa dos Droguistas et Pharmaceuticos.
'WM
SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOILETTB, OS BAMBOS B CUIDADOS A DAK AS CRIANCAS
Este SABOXETE, rrrUiuiriro antiurptic, o mal efflcaz para a cura de todas as
MOLESTIAS DA PELLE_____________________
!iMsl;MflMilMdWd|M
rt cossas Cna.ims com o SAI'O 'JAKiiOMS OETEHtESB alihi de nocegel-os contra
o SHArPO, a. VARILA o a. FEB.^E ESCARLATINA
8ABOXETE8 si'io r.-comincudados pelo Corpo medico inteiro porgue prevlnem as
MOLESTIAS EP!D~^!;CAS c CONTAGIOSAS e se adaptao a qualquer clima.
MAI B HCA NOS KNYOLU1.HOS K NOS PAFS
IDei>o9ito garal : -\rV. "V. WEIGHT C 0% Sou.tri-wa.rlc. LONDRES
Er-i Pe::r.amhuco i Fra-xi'1 3S/T. cle<. STTj"V.A. 0b C".
ljZ..I>* ;' *i*iiminftirwrf"*^*'A^-,;' -- i*flAfijKVin'>A.|-.^ i m," irf\",'v~<, *m*n
18S2,Eorcio.-.ux. Melj" .1 de Bro;:-:;
Blon '
Ion .
frsade moevo.1S63 Al
Exposiciodo'irabd. -
CADET
CURA
em TRES DAS
[Phf?BDenain7]
pars
H
limentaco Rico.
eci principios azorados e phospliataiios.
A rAKIHBA ncliZW <> o mellior auxiliar
Ja ama s.
-.
1! -;iil l- A ylOS j.
;.c.- ni- Uiosas. frac i as ; - Or iteitl*! ."-- trnl^-ias, BColcsttaa <1 i--. -3-
tluos, ?ri3o de Ventr? rebeldes, e ludas
as Aff i ao -
supporlar a allmen.;; ;m, nrccssarla para a ;;ro-
duc?ao ila forra e ila sado.
EU6IB l'liBCA RE61STD4 : 1 TIBCEH
flinrnmcla JtM.IX.em Bordame franj)
la Pernammice I rran" X. da Silva & C*.

Deposito* as principaes
Em Pernambueo .
TRANCO m. da SILVA

C*.
VINHO de GATELLN
de GLYCERINA. e CUIt/
0 mais padenm tonieo rreonetitouiUi p _
nocaio.,li-Dora3d'c:t-.mngo.;, .".ijor, Anemia
Dlabetis, Consump^fio, 1 obres
Convaleecenca, Rozulcado>> dos partos, s>.
0 meimo fiado con fo ro. V!NH0 f EH^UGnoso DE
MTILLCN ragensndor por etoaUsoeia .lo wsgsa
descorado. Eslo vinho fax lik'rar o fern -.:-
os estomago e nao occasi -na priaso ile v
V/IIS, U, rut'Stm: > rc:rt St-Hui. EmPernir
Franc^M.dabilvaeC'.eui-.ptincipMj rh-'.^iac.
UNICfl VINO QUINADCl.OUE OBTEVE-ESTA
VI...,
J V
Para cosinhar
Na ra de Joaquim Nabnco n. 3. entrsda da
Capunga. precias-so de urna ama com urgencia,
i t
l.coiiw Porto
Itua do Imperador o 15
''r 'ti- r ..odnr
Contina h rx.'ouiin' os aiais ffiecis
figurines r.cefcidi3 dfl L lidies, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em piif.ieo da costara, em bre-
vidade, modic'dade em ppecos e fino
gosto.
!
II
Tni
ce
'leVLZSLL.
/A
Co ira-se c paga-
se mais do que em ou-
tra fita lqucr parte bem
como
de qualquer oiia.ulade.
mi ra 4o Imperador
ii. 32, toja de joias.
Julio Fuerstemberg.
Costones de casemira
A 30-S c :.*
Na :i ?a I-ja da rna da Imperatriz n. 82, rece-
: ben i u o grande i tiaaanto de Enissunas case-
miras inglezas c e corea clama e escuras, que se
- venden or proco do uta, assim como das
i ineamas so ui-.iidam fazer costum<-j por medida,
s-ndo de pali.tut tacco a 3 0.)0, e de fraque a
i 3" ; assim eemo de superior flanella ingh za de
: cor azu1 escura, a 30 c 35, e tamb m das nies-
1 mas faaendas se manda faz' r qualqu. r p.'t;i avol-
. sa, grande pechincba ; a nova k>j de Pereira
I da Suva.
Advogados
Manoel Netto e Beveauto Lobi ; ra Duqnc d
I ."axias n. 75, entrada pelo pateo do Oollegio.
......TjTEat
Emilio Robera aca-
ba de rt ce ;er as afa-
madas bisnagas fran-
cezas, as quaes vende
em g-rosso e a retajho.
WBR 0M7BH3AL
\1-Wm do Bar*o da Vicloria-17
4Inga-se urna casa pe-
quea
Su ra pe S. Francisco a I, frcgfeeaia de Bajs-
t.. An'
No beceo do Fundo n. S.heguezia da Boa-Vis-
ta : a tra*nr na ra de Santa Thereza n. 32, de
manha at mei da.

AYER
DE
OOHTRA SEZOES
(ayirsaci.e UUBlJ
cua* R;jiaiMiiTr ecoh ama
as
In!ermittentes|
':;:V5 o Biliosas;
t.Meitas.or, C.^ifrios.
OSAS AS
[olesfias Paludosas.
'
RMtMt tJtrULOITE PA1A
fi'rviie r* D-JC ..
Para advogado
Aluga so a sala do V andar A ra Duque de
Caxias n. Prceisa-se de urna pro-
fessora
A sr-nhora estrangeira que estiver proficiente-
mente habilitada e quizer eneiii a eseren* 0
fallar com perreicao as linguas francesa, allemi e
ingleza, a^sim como a dar licoes de. geographia,
historia e piano, a urna menina de ll anuos de
idade, a qual tem j principios de todos esses cs-
tudns s'-nio pessoa de boa educaeao c ni attes-
tado de s u merec ment, poda dirigr-se a cua
n. 199 rua do Viscocc'.e do Gkoyarma (HangQH
nho), ou indicar a sua mirada para te efiee uar
um contrato que a authorise a desompenhar o en-
cargo de professora.
Cosinheiro
Precisa-se de nm c tinbeiro ; a tratar na : ua
:e Paysand n. 19 (Passag m da Magdalena), ou
la do Commercio n. 44.
Vagens ao ceotro
De Oiinda parte tod >s os sabbados, s -i horas
uma diligencia; passagens a tratar na ra 1 de
Marco n. 1, no ttecfc. V agens Rvnlsas cm qual-
quer dia, e para qualquer parte i tratar no mes-
rao lugar.
^
'"-
Precisa sa ilc um ama de meia idade, para o
ser vico domestico de duas pessoas; na praca do
Conde d'Eu n. 5. loja de ?npateiro.
Borracha especial
para liiu.-s ; receben a mercearia do Gruucalo /os
da Gair >, ra do Padre Floriano n. 41.
Fi'bs
Faz-se filhs, commuus e de formas, e veude-se
dece de cj secca e de caldo, ambos bem acondi-
cionados em latp, prnprias para presentes : na
ra da Matriz da 15, a- Vista n. 3.
Viva o carnaval
Vivaei os castellanos da roa dos
Guararapes
A. commissi; dosto casteo tem por fim festejar
os tres dias de carnaval, enfeitando a dita rna
em frente ao casteilo, vem par* isso pedir o espe-
cial favor tos moradores da mcsuia ra, perto ao
casteilo, para tomar todo o interess* par
brilhantismo da festa e alegra iaa familias.
Sendo os senhores da conmisso :
Clementino Francisco He Barros.
Co.-me Antonio odrigues.
Cosme Francisco Pesera.
Manool de Souza Mafra.
Julio Marcolino da Silva.
Cuns'antino F. do Nascimrnto.
Joaquim Gomjalves Vianna.
Felippe Benigno Camaro.
JoJo Lins da Silva.
Bento Joaquim U.drigu s.
Ao Carnaval!!!
lleNlniabranle exposico de costlu-
mrs, nin-xai-as, cabelleiraM. etc..
ele.
Acha-se aberfo desde s 7 horas da loite na nm
d Duque de Caxias n. 25
O popular Annelmo. j b.'in cenhecido do
p: blico desta capital cm materia carnavalesca,
exhibir no dia e hora cima indicados a saa im-
pon ante cxpisicao ( nde os amantes da folia en
contraro para aluear magnficos vestuarios des-
de 500 ris at 50, nao s para cavalkiros como
tainbem para senhnras c ercontrando qurm em
sua casase fr vestir os necesFiiries ei nim-dos.
Pasamentos adiantados
VINHOoeEXTRACTOdeFIGAOOdeBACALHAO
"Vexide-se
i lodas 19 prladpaK Pbarmaclaa
t SrogariaL.
Deposito geral .
PARIZ
21, Faubourg Uontmartre, 21
O VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado peloSnr. CHEVRIER,i'uin!Ki.eutico de'l" classe,
em Pariz, pbasue ao meamo tempe os prirn ipios activos do Oleo de Figado de SacaUxAO e as propriedades therapeuticas dos
preparad' con. E' precioso para a i S cujo estomago nao pt'ide supportar as substancias graxas. O seu effeite
como o do Oleo de Figado dti JSacalhao, soberano contra as Escrfulas, Rachitismo, Anemia hlorosF-
Bronchite e todas as Molestias do Peito
RACTO de FIGADO de BACALHAO CR E0S0TAD0
r>..*.T^-
Vendo-so
w tsdti as pricliati Pbarmaclas
l Drogaras.
21. f
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque diminue a expectoraco
desperta o appetite, faz cessara febre, supprime os suores. Os seus effeitos combinados com os do Oleo de Figado dj Bacalhao,
fazem do VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio por
excellencia contra a TSICA declarada ou imminente.
Este i portante estabrle-ment de relojow-ia.
fondado em 18t9, esta funcei< uando agora rn
larga do Kosario n. 9.
O seu proptietario, encarr gado do regulamen-
to dos r elogias do arsenal de marinha, da oompa
nbia dos trilhoa urbunos do Recife Oliada e Be-
beribe, da do Recife Casung, da estrada de
ferro de Cama da companhia ferro-carril de
Pernambueo, da associaeao commercial henifcen-
te s da estrada de trro do Limoeiro, cercado de
intelligcates e habis auxiliares, concerta e fa-
brica qualquer peca jara relogios de algibeira,
Je pande, de tonca de igreja, chronometros rna-
ritimos (dando a marcha), caixas de msica, ap-
parelhos elctricos telegraphicos.
O mesmo acaba de r> ceber variado sortimento
de relogios americanos que vende de 7$ i 20f
pi.r< parede, mesa e despi i tadores de nikel.
Contina a exercer a sua profissao com selo e
interesse de que sem pro den provas ao respei-
tavel publico e aos seus collegss, e vende forne-
cimeuto de qualqner qualidude.
' .n frente de seu estabelecimento se acha col-
locado um relogio, cujos mostradores tambem po-
derao ser vistos pelos passageiros da ferro-carril,
tendosempre aHORA MEDIA DESTA CIDAOE,
determinadas pelas suas observarles MtrosWmi-
aas. Ra larga do Rosario n. 9.
Antonio Jos da Costa Aruajo.
ItKUUOAKIA
ALLEM
Praga do Conse-
Iheiro Salda-
ii h o Mrinho
n. 4.
Antiga da .Ma-
triz de Santo
Antonio nume-
ro 4.
Temi pu aberto urna officina de r, lo-
joaria com o titulo cima, recommendo-
me ao respeilavel publico para fazer
qoalqurr Irabfrlho, at o mais difficilna
minha arlo, como j prove como em-
pegado da relojoana regalador da
marinhaonde trabalhei os ullimos
dous annos, promello precos modioos a
promptido.
Carlos Faerst.

Aluga-se o ssbradinho do becco do (ui-ibc
(Afo/jado.), cem quintal grande e diversas pea de
fructeirns ; a tratar nr ra de Marcilio Diae nu-
mero 106^________ ___ __ ___
Ao publico
Urna senhora habilitada se offerece li^v, uaj .
primtiras lettras e trabalhos de sgulha fin tolle-
^ios ou em casas particulares ; quem de seus
prestimos piccisar. pode dirigirse ra do Co-
ronel Suassuna n. 12.
Saf?
*
liflwi



Diario de PenmmbucoSabbado 6 de Aforro de 1886
A o coroniercio
Ns abaixo assignado, participadlo* ao com-
mcrcio que netta data diuolvemos amigsvelmente
a sociedade que tinhamo* na officina de tanoeiro
i ra da Lapa n. 8, sob a razo aocial Pereira &
Silva, retirando-se o socio Manoel Francisco da
Silva, pago e satisfeito do en capital e lucros.
ficando o socio Joaqnim Gomes Pereira de poase
do activo e-responsivel pelo paasivo da mesma,
na conformidade do balan;?. Reclfa, 27 de Fe-
vereiro de 186.
Manoel Francisco da Silva.
Joaquim Gomes Pereira.
os 4:0005000
1:
16-Rua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seas
venturosos bilhotes garantidos os premios
seguiates: 1 inteiro com asorte de 100)5
no n. 1242 alem de outros mais de 320,
160 e 85 da lotera n 41.
Convida-8e aos possuidores a vir receber
sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe
tes gar ntido8 da lotera n. 42a em beneficie
da Ordem Terceira do Carmo do Recife,
que se eztrahir na qninta-feira 11 do
corrente.
Pre?or
Integro 40000
Meio 2.J000
Quarto 10000
Sendo quantldade superior
a fdi:ooo
Inteiro 3*500
Meio 1(9750
Quarto 0785
Joaquim Pires da Silva.
I6S0M)
Al viga M a casa n. G da ra do Eiachuello,
antiga do Destino, na Boa-Vista ; a de n. 6 da
travesea do Freitas, un S. Jcs, por 14*, caiadas
e pintadas ; as chaves a-ba-se junto e trata se
na raadaGaa- Aviso
. Precisa-e" de um eupregado que saiba fallar e
escrever perfeitaanente o inglez : tratar na ra
do Commeroio n. 8, armazem.
E' pe chincha
Vende-se um deposito de seceos em pequea
escalla, pioprio para princi Jante e bem afregue-
zado ; a tratar no meemo, sito ao largo do Forte
numero 34.
CAMINAOS DE FERitO
P0RTATEIS
DE
yereareii & de Jaeer
de itin 1 IIIAS
Constructores do melhor material para
caminhos de ferro industriaes. Fornecedo-
res dos Arsenaes e caminhos de ferro do
estado belga, do Governo colonial das In-
dias Neerlandesas, etc., etc., etc., etc.
Vas frreas portalels desmon-
taveis fixas, trilhos de ferro e de ac, por
precos inferiores ae de qualquer outro sys-
tema, sendo mais dura veis emiil prati
eos.
Pequea locomotivas wago-
netes especiaos prra fabricas, explorajoes
agrcolas, atorros, minas e engenhos de
assucar.
Estabehcidas no centro da um paiz que
prodaz ferro e 890 as mais econmicas
lcondi$5es, as oficinas de Verharren & da
Jager, alm da sua situacao em urna loca-
dade onde a mito du obra barata, go-
sam da vantagem de ter urna organisaclo
sera e especial para a construcfao de ca-
minhos de ferro ao alcance de todos. Os
seus presos desafam a qualquer concur-
rencia.
Para informales circumstanciadas dir-
jam-se a
The. tliiNt
2 LARGO DO COBPO SANTO 2.
Remettem se catlogos Ilustrados quem
pedir.
iSAf E LIZ
4os4:000$000
ML.UKTU** Praga daindependen
cia ns. 37e 39
Acham-se a venda os feiizes bilhetes
garantidos da 42a, parte da lotera a benefici >
do hospital da Ordem 3' do Carmo, que
se eztrahir no dia 11 de Margo.
Precos
iilhete inteiro 40000
lleio 20000
Quarto 10000
Su perca de 1005000 par
cia
Silhete inteiro 3,5500
Meio i750
uarto ;875
Antonio AugmO) do Sant Ptrto.
Mudou d1 residencia
O Dr Maduro, medico parteiro, mudou sua re-
sidencia para a ra da Imperatriz n. 88, esquina
da do H jspicio, 2o andar, onde sera encontrado a
qualquer bota da noite.
Italtol Mara Barbosa Teixelra
'<* liona
el Alv s barbosa e sua mulher, Joanna
Mara B rae, .rjtundaujenje magoados pelo fallec ment,
cm via^ern para o Rio de Janeiro, de sua estre
mecida filha, irma e eur.bada, Isabel Mara Bar-
bosa Teixeira de Souza, mandam re*ar algumas
misaas na ig-pj di Paraiz >, as 8 horca da ma-
nila do da 6 do corrente. stimo de sea fallec-
ment, e pedem aos scu parentes e amigos para
assistirem a esse acto de caridade e relitrio.
Ao eommercio
_ Eu abaixo assignado declaro ao corpo commer-
cial desta piaca que teobo justo e contratado com-
prar ao Sr. Manoel Jaeintho de Oliveira o seu es
tabelecimeuto do molhad< 8 tito ra da Palma
a. 71, livre e desembarazado de todo e qualquer
oana ; quem se julgar com direito ao mesm),
queira apresentar se no prazo de tres dias, a con
tar desta data. Recite, 3 de marco de 86
Manoel Maxi niano de Souza
lili
1
camaya-
Grande sortimento de lettras estampadas e car-
toes de tojos nfc cain ticos Chais a- ii tii'ic 1 dos enei-re ndos dos
festejos ttas mas para esu importante descoberta
que tem fcito grande reroluco na america do
norte e em toda a Europa. Magestoso eff ito.
Ra -o Cabng-M. M. Braga.
NacidadcdaBscada Tiras bordadas
campra-se ouro, prata, patacoes nacionacs e es-
trangeiros, e moetfas de oure ; na ra do Com
mercio n. 19, esabelecimenfe de Antonio Fran-
cisco de Aranjo Cos ta.
A lOO, 1*0, leo e rs
Para o carnaval
So na nova loja n. S tua da Imperatriz, se
vende um grande sortimento de bonitas tiras bor-
0 abaixo firmado, mudando sua res/doncia desta dadas, propnas para enfeites, sen lo larga* e e-
capital para a do Rio de Janeiro, deu exposta tre"8' P^09 baratsimos precos de 100,120,160
venda sua pharmacia ra do Ran/rel n. 48, e e *~ "> tendo d<> "etros cada peca, grande
par;, o que faculta poderes especiaos ao *r. Jos Peobincb. A*ai Caetanc Baptista dos Santos, estabeiec/do ra *anfa o'1", verles e encamada*, que. se
du Crespo n. 7 (Gallo Vigilante), para vendel-a de ">em bato lJ do Pereira da Silva, a
accordo com o pretendente, e bem assim receber [ rua d* lI>-atnz n. 32.
dividas qoe nao foram resgataaaa. Recife, 23 de
de
3 4* da rua Duque deCaxias, desejando ven-
uito, reoolveu vender fazendae por menos
fevereiro de 86.
Joaquim E. Cotia.|
Tricofero
de Barvy,
La
lux fl'r.iT
cabello
atnaln nif ata i :c man
tal* M t cnufo u.i
cara ra'..nlim-n-e
a TI HA o a CASPA.
Positivamente impede s
Jaeda e o Oinsanquecimentt
o CABELLO o e.-H todos os ca-
sos o te.::-: inTariavelmentf
Xaeio. E**taate, Formoso *
Abundan to
Emuwbaaiaudooltenuannoi
e ten) mal.T venda que nenhun:
trpprado para o cabello ch.
oat-
to, .
iuudu.
Agua Florida
de Barry.
DUPLA.
Preparada segando a forainla
original usada palo inventar nc
I anno de 1829.
Tem duas vezes mais Fragrancia
que qualquer outra.
Dura duas vezes mais tempo.
E'muita mais rica de perfume
mais suave.
E'multo mais Pina e Delicada.
Tem dobrada torca Refrescativa e
Tornea no- Banho.
Fortalece ao Deb le ao Caneado..
Cura as Dores do caboca o os des-
malos. 1
E'muitissimo Superior a todas ai
outras Aguas Plorfdas Actual-
mente a venda.
Desooberta Importantissima.
Puro Oleo de Fijado de Bacalhar*
COM
IODURETO DE FERRO,
DE *
Ba-rclay & Companliitu
Cura r-iVioilmente c comsognrancaoe pcoro c&aot
3e Phthiisica. Bacrofali a, Ilii'nniaiii'nw, aa doencaj
dS Rejiifti.i Dona!, d mmtmtm^^m Fijada, do Bacoedo Ulero,etc.,ec...
ratlbi no< r,o.iifraqnccliioe fatigado o sen pri-i
/iiilivo M_-i.ru arredondarlo ?>.contornos. K'certa
: uma crandi
Plenda Ferro - Paro Oleo
Codurele de
New York. 4
Xsk>vo] m Vida
de Ro?; ter No. 1.
DEPURATIVO E PURGANTE.
Este novo e admiravel porifleador.jte
sangne actea tobre's iotesticot
, o ligado, oa ria Va pelle^t
E'ci'.ra i nfall i vel contra a Debllldade
Nervosa, as Dores de Caben, a Dys-
pepsia as Sezoes, e contra as doen-
cas de orlgem Miasmtica ou oca-
sionadas por dosordens do flgado
ou pobreza o impureza do sangue.'
OS ESPECFICOS veterinarios
H0ME0PATHIC0S==
= DE HUMPHREY.
' Para a cura de todas as dSencas de
Caralloa, Gado, Carnelros, Caes, Por*
osa* Atcs*
Tem sido asado com feliz resultado por
Fazendeiros, Criadores de gado, Car*
roi-ferris, etc., etc.
Certificado e asado pelo Crorerno dos
Estados Unidos,
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Medicine Co." 10 Faltn St. New-York.
yLL BiBHaas.fY 8,LK-
QUILL BUTTON-HOLE .
(Retror de Seda para Cascar.)
WI8T.
Julgando ser de grande utilidade dos negociantes da
America do Sul, terem fios de seda e retror prepara-
dos em material mais leve do que sejam carretas de
pao. estamos promptos a foraecer para exponacSo
nos de seda, retror de seda e seda de bordar, de
todas as qualidades, paeparadas em lancedemu de
papel ou de pennas como cima representado.
Tesaos todos os tamanhos de fio preto e mais de
qmohentos corsa.
Dinja-* i "Braiasrd k Armitrong Co."
6ar Market Street, 460 Broadwav,
-.U.S.A.
PhitadeUAia, U. S. A.
New-Vort,

KOOIAYROL l'REREN
PASTILHAS
DE ANGEL & MENTRUZ
Compra-se
A Historia da Re-
volu^o de 1848, pelo
Dezembargador Fi-
gueira de Mell; no
escriptorio desteDr7-
rof 2 andar predio n.
42 da rua Duque de
Caxias.
Fazendas branca
s
40
80' AO NME iO
da imperatriz
VENDAS
Linguas
seecas do
do Sul
Rio Grande
Vende-se na rua de Pedro Affonso n. 6 (antiga
da Praia)a820 re. !!.
Canarios d'Allenaanlia
DE
C. Brandinii 1 ler
Vende-se na rua do Imperador n. 22. O meas
pao compra-eneas, giboas, tamandias bandeira o
coreodilt*.
Para transportede
canas
Vende se cerca de tres kilmetros de trilhos do
systema Decanville com as competentes curvtu
para direita e esquerda, cruzameufos, agolhas,
carne, etc., tndo de ac, em perfeito estado de
couservaa ; a tratar na fandico geral.
WHISKY
ROYAL BLEND marea VJADO
Este excellente Whiky Escesse preferiv-
ao cognac ou gurdente de canno, j o corpo.
Vende-se a retalho noa melberea armazens
nolhadoe.
Pede RUY AL BLESD marca VIADOcujou.
me e euibicuia bA" registrados uaaa todo o Bruxi
BROVVNS & C, agente*
Exposic&o Central
DamiSo Lima & C. intitularam o estabeleci-
mento em liquidac%) da rua larga do Rosario n.
38, por EXPOSlCfO CENTRAL para assim se
tornar bem conhecido d" todos, pelo que chama a
attenco especial das Ezmas. familias rara os
precos seguiates : '
Metros de plics a 400
Bonecas inqnebraveis lst&OO
Metros dearquinhes 120 e 160
Peeas de bordado* finos a 300 o 400
Garrafa* oosd agua florida a 700 e OOO
Frasco de >leo oriza por 14000
Fita parfacliH, n. 80 3^000
Carreteis de 20C jardas a 8
inviseveis grande* a 320
Ditos menores a 300
Briuquedos para meninos a 200, 300 e 500
Caixinaa* para presente a 24500 e 000
Meios fio de sedapara senbhora a lsf e 1J 200
La para bordar de 2*800 e 3*000
Fita cbineza o maco 360
Dito de algodidito 240
Massinhos do grampos a 20
Macaquinhos acrobticos a ibO
fiotoeo, fitas, lequea, perfumaras, bengalas, te-
souras e outrou muitoe artigo que s com a vista
na ExpoaicaoCentr larga do Rosario n. 38.
Loja dot barateiro
Alheiro & C, a rua da Imperatriz n. 40, ven-
den) uoi bonito aortimento de tudaa catna fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
AlgodoPecas de algodozinho com 20
jardas, pp'os baratos precos de 3*800,
4., 4*5X1, 4*%0, 5J, 5*500 e
i MadupolboPeca* de madapolao com 24.
. jardaB a 4*500, 5*, 6* at
Camisa-de meia com listras, pelo barato
preco de
Ditas branc s e cruas, de 1* at
Creguclla fi-Miiceza, fazenda muitocncor-
paiia, ptopiia para lencoes, toalhas e
Cdroula,), vara 400 rs. e
Ceroulas da mesma, muito bem eitae.
a 1*2C e
Colletihos c'a mesma
Bramante fraacec de algodo, muito en-
cornada com 10 palmes de largura,
metra
Dito de liaho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
A toalhado adamascado para toalhas de
mesa, cem 9 palmo* de largura, metro
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drocs delicados, d 240 rs. at
Baptista, o que ha de mais delicaio no
mercado, rs.
Todas estas fazendas baratiasimas, na conhecida
loja de Alheiro & C esquina da becco
dos Ferreiros
Algodl^ enfestado pi-
ritlenfoes
A ito ra. e 1 f OOO a. met ru
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
algoduo p>ra 1 neaes de um panno, com 9 pal-
mos de larguraa 900 !rs., e dito com 10 palmos a
1SOO0 o metro, assim com dita trancado para
toalhas de mesa, com 9 palmus ae largura a 1*200
o metro. Isto na lj de Alheiro At ('., fsqoina
d> be eco das Ferreiros-,
MERINOS PKETS
A 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e 2* o aovado
25 '/o de seu valor.
Vwpara acreditar
Setias macaos, de cores, 1*400, por 800 ria
covado. r
, Mariposa fina de cor a 240 ru o covado
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
Cretones finos nacionues a 240 ria o covado.
i^etmetas lisas e finas a 400 ris o covado.
Alpacas de cores a 360 ris o covado.
Linhos escossezes proprios para vestidos a 240
ris. o covado.
Loques Juannita a 800 ris um.
Lencos brancos finos de 1*200 a 2* a duzia.
O Camisas de liaho muito finas pelo preco dimi-
nuto de 3u a duzia.,
Oobertas forradas a 2*800 uma.
Colchas bra liras e de cort s a 1*800.
Bramante d tres larguras a 900 ris.
Dito de quatro ditas a 1*200.
Toalhas felpudas para rosto a 4*500 a duzia.
Madapolao pelle de ovo, finissimo, a 6*500 a
iieca
Camisas para senhora a 2*500 uma.
Lencos de seda a 500 i is um.
Redes hamburguesas de cores a 10* uma.
Ditas ditas brancas, com varandas, a 15* urna.
Cortes do casemira de cores finos de 4*500 a
10*000
Casemira fina de ores, infestada, a 2* o covado.
Flanella americana a 1*000 ris o ovado.
E mais uma infinidade de artigos baratissimos
que nao deixar de comprar que os vir.
i Abito da Un Hareira
1 GoflfeflBraeo o Norte
Em viata dos grandes progressos da idea de que
se gloriam as nacoes civilisadas, o eommercio
deve acompanhar esse progresso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandeeimento das
nacoes ; em /ista do que annunciam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Rua estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticio, < s-
colha dos qoaes, os aonunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir es seus numerosos
fregueees. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao ex-" risnfota, nao sa'r-e.
Venham v r, pjis :
Quijos, flamenco ( ci M:
Fiambres inglezes.
Cuj-oate ffancez Moni< i.
Dito dq Maranbo.
Fructos seceos, como
Passas, amendoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de t'.das as quali adet.
Bolachinha inglesa.
Semeates novas de hortalicas.
Especial idade em
Ao32
Nova loja de fazendas
39
65500
12*000
800
l*80o
500
1*500
800
1*280
2,J8CC
1J800
400
200
a Rua da Imperatriz
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o re-
peitavel publico um variado sortimento de fazen-
das de todas as qualidades, que as vendem por
precos baratissimos, aisim como um bom sorti-
mento de roupas para honiens, e tara bem se man-
da fazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos linos,
casemira e brins, etc.
3*
St
7*000
10*000
12*000
12*000
5*500
6*500
8*000
3*000
1*600
1*000
Alheiro A C, A rua da Imperatriz n. 40, ven- X "' Madeir' e ShtTT-
dem muito bon merinos pretoe pelo preao cima fUo8 da.tigueiia e de pasto
dito. E'peebincha : ua Joja da esquina do bee- Cognac de diversos auiors.
co doa Ferreiroa. | .. Vinhog torneos,
Absintlio.
l>|ur(llllOS Vermouth, eu.
A 5J000 I Licores de todas as qualidades.
I Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vende-se Champagne.
muito bons espartilbos para .senhora*, pelo prceo Cervcj > de diversas Marca,
de 5*000, asfcim cuno um sortimento de roupas Bem as3im :
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina Araruta fina em pacotes.
do beoco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, rua da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
aaa, de duas Lrguras, com o padroe? mais deli-
cados para costume, e veudem pelo barato preco
de 2*800 e 30 o covado ; assim como se encarre -
gam de mandar fazer costumes de casemira a
304, sendo de paUtot sacco, e 35* de traque,
grande pech nena na loja dos barateiro da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem uma grande
porcao de brim pardo lona, por estar eom princi-
pie de toque de mofo, pelo barato preco de 320
rs. o covado, grande pechincha na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOO r*. a peca
A rua da Imperatriz n. 40, vende-se peca de
ordaio, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em cartfto eom 50 pecas, sorti-
das, por 50, aproveitem a peehincba ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Fustetes le se ti neta a 5 o o rs o
covado
Alheiro & C. rua da Imperatriz
Cb verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo matte do Paran, em p.
Ainda mais:
Ovas de peixe.
Sardinha* de Lisboa em Sa.innura.
Vendem Martina Capitao & '.'., rua estreita de
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Formicida capanema (verdadeiro) para extinc-
eo completa da formiga saura. Vendem Martins
Capitao & C, rua estreita do Rosario n. 1.
da Imperatriz
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as roupas abai-
xo mencionadas, que sao baratiasimas.
Palitots pretoa de gorgorito diagonaea e
acolchoados, sendo fazendas multo en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, decoido muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella azul, sendo inglesa ver-
dad-ira, e forrados
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encorpada
Dito de casemi.a de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanell i incleza verdadeira, e
muito bem :!.>
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brisa pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e
Colletiahoo de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos de
iinho e de algodao, metas cruas c collarinhas, etc.
Isto na loja aa rua da Imperatriz n. 32
Riscados largos
a o ru. o covado
Na loja da rua da Imperatriz n. 32, vendem se
riscadinhos preprios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covado,
tendo quasi largura de chita francesa, e assim
como chitas brancas miudinbas, a 200 rs. o cova
do, e ditas escuras a 240 rs., pechincha : na
lija o Pereira da Silva.
Funsoe. ctinotas e laziniias a 5O0
ra. o covado'
Na loja da rua da Imperatriz n. 32, vende-se
um grande arifrarnto de fustoes brancos a 500
rs. o covail lazinhas lavradas de furta-cores,
fazenda bou ta para ve-tidos a 500 rs. o covado,
e setiuetas lisas mu-iu i.irgas, tendo de todas as
cores, a 500 rs. cjvadu pechincha : na loji
do Pereira lia Sirva.
MerlnM pretoa a l*l>>
Vende-se merinos 'pretos de duas larguras para
vestidos c roupas para meninos a 1*200 e 1*600
o covado, e superior setim preto para enfeites a
1*500, arsim como chitas pretas, tanto lisas como
de Iavoures brancos, de 240 at 320 rs.; na nova
leja de Pereira da Silva rua da Imperatriz nu-
mero 32.
tisoilao/iuiio frunces para lencoes
a OOr*., 1* e i too
Na loja da rua da Imperatriz n. 32, vende-se
superiores algodozinhos franceses com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lences de un
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000 o
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro larguras
para lencoes, a 1;>00 o metro, barato ; na loja
do Pereira da Silva.
Vende-se
urna casa com um terreno, tende 200 palmos de
trente e 300 de fimdo, todo arborizado o plantado,
na Torre, rua da Conceicao n. 2, junto a liana dos
bonds ; a tratar na mesma.
Camisas nacionaes
A SOO. 3000 e S*5O0
32 = Loja rua da Imperatriz 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pannos de linho como de algodo, pelos
baratee precos de 2*500, 3* e 4*, sendo fazenda
ven- | muito melhor do qu." as que veem do eetrangeiro e
para meninos
A i*, f*00 e 4
Na nova loja da rua da Imperatriz a. 32, se
vende un> vanado sortimento de vestuarios pre-
prios para memnos, sendo de pa'.itosinho e calci-
nita curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditos
de inolesquim a 4*500 e ditos de gorgoro prdto,
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; na
oja do Pereira di Silva.
Fazendas fe e modas
t A,=
Rua do Cali*ig6=
I Basto 4t C.
(TELEPHOXE 359;
Exmas. fami'iaj que receberam dt
dem um bonito sortmento de fustoes brancos pelo muito mais bem feitas, por serem cortadas, por
baratmbo preco de 400 e 500 rs. o covado, assim j um bom artista, especialmente canriseiro, tambem
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o se manda fazer por encommcndis, a v jntade dos
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer- : fregueses : na nova loja da rua da Imperatriz n.
re i ros. 3 ', de Ferreira da Silva.
Avisam as
Pariz: ^
Lindissimos cortes para vestidos com ecidos da
mais palpitante novidade como sejam: Etamine
com bordado a retroz, seda crua bordada a capri-
cho, Cachemire com enfeites bordados a fil
Moda 1866
Valentionne en ecorce d'arbre.
Primorosa eseolha em vestidos iom 20 metros de
12 ligeira, tecido ainda nao conhecido aqui.
Cores e desenhos novissimas as seguintes fa-
zendas de seda, la e algodo.,tamine, Surah. Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemires.
Esplendido sortimento
Em leques, luvas, espartilhoe, lacos, lavaliret.,
meias, lences e muitos outros artigos que se ven-
dem por precos sem competencia.
A
DAS
CORRE NO DIA 9 DE MARCO
ii.TDiwiivn.wu roTDAiwmnrcu
O portador que possuir um vigsimo desta
teoteria est habilitado a tirar 10:006|>000
Osbilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz,
ndependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 9 de Marco de 1886, sem falta.
importan
praea
da
1
I1EGVEI


8
Diario de PcrnanibucoSabbado 0 de 3Iar$o de 1886

LITTERATiU
OS FILHOS
DO
DB^.3NrDaxx3a
POE
s.
C4P BS SU
jCCIALTA PAHT2
A, grutas d'Etretat
C Connuajao do n. 51 )
XXVII
A PEDBA PHILOSOPHAL
Antes de chegar ao fim da
que muitas Jvezes tiuha augmentado as
suas finangas por meio da pedra philoso-
phal? coatud) a receita que descobri,
e que elle empregava, nSo exacta...
NIo tem bem xito... Metti n'uma gar
rafinha de vidro fosco, o elixir de Aris-
teu. .. todas as cousas que lhe deito...
mas... que faltar para a operagSo ? S
Van Helmont o poderia dizer !. .
E raestre Eudes obedecendo ios p n-
i.ntos que o asaltavam, esquecia com-
pletamente seus filhos, o lugar onde elle
se achava, e a tempestado que passava
pelo pardieiro. O homem estava intcira-
raenta eliminado parante o sabio, e a si-
tuagSo presenta dosapparecia d.nte da
M
Estava muito eonstrangido. Tinha
oommigo cincoenta policas, estavamos to-
dos debaixo das ordens do lugar tenenta
criminal, do togar-tenente da opa curta e
do Sr. d'Aumbnt, que em pessoa dirigia a
expedidlo.
Aonde encontraste Mercurio ?
A leste da floresta 1
Quera forneceu as indicis uece;-
sarias pira o prender ?
Oh disse Ricardo, o preboste de Pa-
rs e os outros acreditara que essas indica-
c3es foram fornecidas pelo conde de Ber
nac, e elles nSose engaara. Foi Reynold
quem fez prender Meacurio. Desde que
este deixara Fcarap, quatro boraens iara
no seu alcance, todos quatro estavara dis
noite Rey-
nod*dexara seu nai ao pardieiro da flo-
resta do Benzevifle, depois de ter visto o
signal que lhe annunci avague a primeira
parte do plano formado por elle, e desen-
volvido tito framente liante do velho, es-
tava felizmente exeutado, e precipitara-se
dizendo a mestre Eudes :
Espere-me, pai, em uraa hora estarc
de volta... Voufy grutas.
E o joven partir,, desapparecendo no
meio ,as trevas, arrostndo os horrores da
tempestare eutSo no seu paroxismo de vio-
lencia. .,
Mestre Eudes ficara so. Oseu olhar
somhrio-demorou se alguna instantes rito
na direccSo que seguir Reynold, depois o
velho levantou-se, deu alguna passos na
casa e voltou para junto do fogo.
Sera duTtdit a sua inteligencia muita,
murmurou elle.respondendo era voz baixa
aos scus baixos pensamentos. Cortamente
o seu projecto hbil e soube apartarse
para o executar, de todos esses estpidos
obstculos que as leis sociaes forj am ; mas
a sua arabismo vulgar !. Curo, hon-
ras I Loucuras, tolices 1 Ah I nioguem
entSo capaz de comprehenderme, de aju-
dar-me, de servirme ?... Insensatos que
s5o todos tres!.. A discordia, ntroduz-
se entre ellas no momento em que, mais
do que nunca, precisava de scus servaos !
Eis a recompensa que aleaacoi por t r
erado meit filhos 1. -
Meus filhos! Teplicou elle depois de
instante de silencio... Oh I se Reynold
soubesse...
Mestre Eudes curvou a cabega.
Mas nSo, nao pode saber, nunca sa-
berl replicou elle elevando a cabega.
Elle e os outros ignorara este segrado.
Quera o sabe ? eu e Ricardo. Ora, Ri-
cardo como ou. .. nSo fallar!
Depois passando a urna outra ordem de
ideas.
Elle quer obngar Van Helmcnt a
prestarme a sua ajuda, continuou Eudss.
Se elle acartasse... estou certo, eu tam-
be m, de acertar com a minha obra I... A
pedra philosopal, Van Helmont, vio a, to-
cou-lhe !... Disse-me elle, ella cor de
acafro, estava brilhanto como vidro pul-
verisado l Deraais, nSo trabalhou diante
de mira ? nSo o vi deitar um quarto d
grao dessa pedra, desse principio de todas
as materias, dessj.Jsscvente universal
em oito oncas de mercurio, e transformar
esur "oito o'ngas ora ouro purissimo v ) i
Eutito possueelle o segredo divino! Encon-
trou-o porque outros o tinham antes delle i
Rayraundo Lulle nao fez, para o re Eduar-
do I transformar cincoenta mil libras de
viva prata em ouro puro ? Aflonso X de
Castella noo esereveu aosjuizes de loledo
"T^Francisco Mercurius Van Helmont,
fa'lecido em 1669, filho de Joao Baptista
Van Helmont, o sabio alehimico, no seu
tratado intitulado Principie phlo$opht recentissimcB, publicado em Amsterdam em
1690 affirma ter visto seu pai trabalhar.
Pretende ter elle proprio JoSo Baptista
Van Helmont o segredo da pedra philoso-
phal. ________^^^^^
concia.
A chave de Salomo, a mesa de esme- tantea uns dos outros e podiam perfeita
rada, fazem f, replicou elle bruscamen- mente designar o rasto. O probostado,
impossivel duvidal-o O ouro, o elixir
da longa via, da prosperidade, nSo sSo
mais do que a pedra philosophal, nao
estpidamente mais que a receita de fazer
os metaos completos, este o segredo da
immortalidade! NSo duvdarei, para al-
cangar o meu fira, empregir o meio de j
Synerius, o sangue virgem de minha pobre
filha !...
Minha filha repetio mestre Eudes
depois d'ura novo silencio. Existir anda ?
Ser necessario que procure no fim da
Asia ?... Oh os annos do futuro faltam-
me A cigana vingou-se cruelmente!...
O velho lovantou-so o percsrreu rpida-
mente a casa como se estivesse entregue a
grande coramogSo.
i E estes tres bucos exclamou elle,
que me abandonara no momento em que
talvez ia roecessitar mais dolles I Amaldi
goados sejam
Mestre Eudes parou prximo da aber-
tura da cabana.
A tempestade diminua de violencia e os
priraeiros raios do da appareciam fraca-
mente por cima das arvores da floresta.
Grandes nuvens corriara ainda na direc-
gSo do mar, mas o vento cessava, a chuva
extinguase, e esse silencio, que precede
sempre o instanto do despertar da na'.u-
reza, reinava era roda do psrdieiro moio
arruinado.
parta um quarto de hora depois de Mer-
curio e alcancaram-no na floresta.
Mas Humberto?
Humberto ? repetio Ricardo abaixan-
do a cabega.
Sim : aonde est elle ?
Morto !
Morto I disso o velho.
O Saogento fez um signal afirmativo.
Quem o matou ? perguntou Eudes.
Mercurio !
Como?
Com ura tiro de pistola. Na occa-
siao em que apercebemos Mercurio, estava
ura hornera era frente d'elle. Quaado che
gamos, esse homem cahia com o crneo
atravessado per urna bala. Estava morto
quando mo approximei d'elle; mas pelo
traje e corpo, reconheci ser Humberto. Foi
entilo que fiz o signal convencionado entre
mim e Reynold.
Morto repetio mestre Eudes, Rey-
nold tinha razao...
Tudo tinha previsto accrescentou o
sargento.
Mestre Eudes batou com o p no chao
com um gesto de impaciencia.
- Loucos I iasonsat03! exclamou elle.
Nao importa, replicou depois d'um
momento de silencio, Reynold est real-
mente forte... para temor! Comtudo
commetteu urna falta, entregouse ao acaso!
O velho, cabello branco, deacoberto, ot- Q acM0 servio.0 bem maB Reynold fez
ferecendo se ao brilho dos pnmoiros raios nU3tca
da aurora, o corpo coberto com os seus '' ~ ,
compridos fatos de cor eseura, tomava, no! Q^ndo so interessa era faset desap-
raeio desta solidSo, uraa apparencia sobre- Pfrocar ura hornera nao se arraa outra raao.
natural que a sua immobilidade e olhares Fere-se anda que se nao este) a seguro do
fixostornavam ainda mais surprehenden- successo! Mas, nao! esta moeidade vi e
. |orgulhosa julga-se suficientemente utelli-
Ura ligeiro ruido se ouvio esquerda, gente .
na orla do bosque ainda mergulhado as Mas quem sab so Reynoli uraa vez
espessas trevas. Mestre Eudes voltou a Uvre, senhor do poder, me servir tara-
caDega para o lugar d'onde acaba va da os- bem 1 Se elle quizesse lutar coramigo I...
caparse essa buiha que attrahira a sua at- continuou o velhe com impeto. Se a rai-
tengJto. nha obra est araeagada de destruigio por-
Ura ohiqu1?, semelhante ao causado por [ que motivo estes tres horaens lutam junta-
um corpo pesado saltando sobre a trra di-' mente com o egosmo e arabigio Ricar-
luida so oeguioquasi immediatamente a essa do! parece-ma que coraraetteste um gran-
bulha que acabamos de indicar; depois, no
centro da escurido, vio se avangar urna
sombra.
Mestre Eudes olhou-a, e, fixando no mes-
mo ponto seus olhares errantes at entilo,
esforgou so para descobrir o veo em que o
envolvia a noite.
Ouvio-se o canto do galo quasi inmedia-
tamente.
Ricardo disse mestre Eudes em voz
baixa.
Sim, mes'.ra respondeu o sargento
do prebostado de Paris, entrando no cir-
culo luminoso projectado pila abertura da
cabana.
Bem um est preso ? perguntou o
velho.
Sim, respondeu ainda Ricardo.
Qual*
Mercurio.
Ests certo d'isso ?
de erro no' da em que roubaste as tres
creangas velh* cigana.
Mas, disso Ricardo, nun?a houve oc-
cas'&o mais bella ?
Sim, mas a vinganga da cigana a
sequo de bem perto 1 Isto dovia ser urna
advertencia para mim!
Podia prever essa vingauga?
NSo, Ricardo, isso verdade.
Ento, tenho obrigagUo de proceder
A occasiSo era realmente extraordi-
naria disse mestre Eudes.
- Sem loucura n3o se aproveitar della.
Para que servira a filha qua acaba va de
nascer ? Para embaragar a sua existencia,
eraquanto que est)s tres filhos podiam ura
dia tomarse tres meios de aegao de um
poder Qcomparavel I
E' verdade, Ricardo, mas commet-
temos um erro, repito o.
Qual foi ?
Fazer tirar os tras gameos e conser-
var a filha.
Bem sabo, mestre, que isso ora ira
possivel sera anisear a ser deiapiedada-
mente assasainaio pelos cigano?, ora ne-
cessario fazer troca.
Mes'.ra Eudes nao respondeu.
A cigana, prosaguiu Ricardo, nao
era muito poderosa ? Rainha e senhora ab-
soluta de toda a h rda, ao sou priraeira
signal seriamos infallivelmente assassina
dos? A cigana aeabava de encurralar-se
na sua choupana. S eu estava ao p del-
la. .. As dores eram taes, que ella nSo as
podia supportar.
t De8gnou-ma om voz moribunla o
gesto supremo urna pequea garrafa con-
tando um narctico de extrema encrgia.
Eu n5o conhecia o effeito delle, a ci-
gana perda a sua presenga de espirito ;
deitei-llie entre os libios grando dse, de-
pois caiu ora seguida n'ura lethargo pro-
fundo.
Os tras geraeos vieram ao mundo sem
que a in5i soubesse do seu nasciraenta.
a Ferido con a sua incrivel semolhanga,
trouxe-os, mestre.
< A sua vista, o seu espirito, mestre,
tilo fecundo comprehendeu logo um futuro
de que eu proprio me espantei.
t Resolveu se guardar os geraeos, mas
era necessario aprasentar urna creanga
cigana quando cessasse o sau dosraaio.
E' verdade verdade 1 disse mestre
Eudos cojos olho3 brilhavara lembranga
do singular aconteciraeato provocado pelo
Ricardo.
Foi entilo que raa apoderui de sua fi-
lha quando vio a luz do dia, por urna feliz
coineiioncia, que bem provava proteger-
nos o inferno.
A sua mulher, mestre estava as con-
vulsas da agona. la morrer, nada via.
Colloquci os tres gemeos no feno es-
tendido ni choupana, e levei Judith que
dei a beijar cigana, como fructo de suas
entranbas.
a Uraa hora depois, a sua mulher esta-
va raorta, e, por medida de prudencia, nao
apresentamos aos nossos amigos ciganos
senSo ura nico dos tres garaeos.
- Sim, disse mestre Eudes, mas gragas
sua sciencia sobrenatural, a cigana des-
cobro depressa a burla.
Ou antes revelago que fez mais
tardo um do3 ciganos, que rae havia es-
proitado, no dia da troca e que comtudo,
me jurara nada dizar pois que vira raptar
os gemeos. Mas que nos importa a colera
da cigana ? Estavamos longe quando ella
soube da verdade 1
aqu,
ines-
assim como tenho feito, e ate
tre, nunca se arrependeu
S me falta o sangue de minha filha
para consummar a minha obra, murmurou
raestre Eudes, ma3 era um tom t5o baixo
xo que o seu interlocutor nSto poude ouvir
esta abnminavel oxelamago.
__ Pense, mestre, como as circumstan-
cia3 pareciam entao servir-nos continuou
o sargento do prebostado de Paris
Phe
FOLHETIM
FILHA D.O SIN GIRO
Ligando lhe as mitos, levantei-lhe a nomeno igual succedeu alguma vez? Tres
manga do gibao e descobri o signal eolio-1 creangas, tres gemeos, todos do raosmo
cado a cima do cotovello, e com a ajuda sexo, todos iguaas Semelhanga tao gran-
do qual reconhecemos cada um d'elles. de, tao perfeita, tao idntica, que se fos-
Bam ve, mestre, que tive umaj>ella idea sem apresentados successivamente mili,
marcando assim os tres separadamente. ella nao julgaria ver senSo urna s e raes-
Fosta tu que prendeste Mercurio ? ma creanga!
XXVIII
BIGARDO
Mestre Eudes olhou fixam3nta Ricardo-
Esqueces, disse elle com voz rouca,
o poder infernal da cigana! Esqueces o
talismn fatal que ella fabriaou com suas
propcias raaos, esse talismn feito segundo
as leis da magia oriental, a mais poderosa
das magias, com urna arvore do mar cuja
essencia tao fina, que pode ser petrifica-
da s pelo contacto, com urna arvore que
comtudo nao tem nem flor, nem folha, nem
raiz. ..
Quer fallar do ramo de coral ? inter
rompeu Ricardo.
- Sim, disse o velho, quero tallar des-
se talismn sobo qual accumulou conjura-
g3es as mais infallives e enrgicas.
- Mas, es ie talismn, nSo o tem agora
na sua mo. Nao fui ainda eu que, por or-
dem sun, segui a cigana passo a passo todo
POR
Faltava a Saint Briuc ouvir a amazia aberto, podendo o marido do Odetta che-
desvairada, ameagal-o em semelhante occa-' gar de um momento para outro.
sio, cora urna acea de ciuraes. Nao es-1 Entre, minha senhora, disso elle re-
tavade humor para justificarse. Nem ti- i cuando ; entre depressa.
nhatempo para isso. Puxou rpidamente O anjo dos sinos nSo se fez rogar e o
a porta do quarto e teve ao menos a satis aapitao levou-a para a sala de que a Sra.
fagSo de ouvir o ruido secco do ferrolho de Malverna aeabava do sahir, -
:.::::::::::
(ContinuagVo don. 52 )
VII
Nao, naO.; ests raentinio nSo tens
a coragem precisa para affrontar a opinio
da sociedade em que te divertes, deixa-me
partir s, j que tens medo, j que preto-
res esmagar-mc o coragilo a romper com
um amiga ; elle vale mais do que tu, por-
que se elle soubesse que tu s meu aman-
te, nos matara aos dous.
Saint-Briac ia talvez responder : eu
do, partamos, quando urna carapainha da
violenta sOou.
E' elle, disse baixinho a voz: escon-
de-te ahi, nesse quarto e quaado ouvires
a sua voz, foge pelo carainho que te indi
* qnei.
NSo, replicou, positivamente, Odetta.
Ficp, menos se juras que partirs com-
raigo.
A carapainha vibrou de novo e cora raais
torga.
. Entilo queres-te perder? exclamou
i* Bac.
. Quero morrer e espero que elle me
l de matar, replicou a senhora de Ml-
veme. Vou comegar por dizer-lhe que
sou tua amazia.
Morrer I e ha pouco fallavas em vi-
ver com migo.
E' o, meu mais ardento desejo. Ju
ra que parteemos juntos e eu te ebedego.
Nao tendo maia argumentos, o capitao
jurou e Odetta consentio que elle a met-
tes se no quarto vzinho, dizendo ao aman-
te estas palavras :
( Celo, porque juraste. Mas espera-
roi para sahir da casa at reconhecer a sua
voz. Quero saber se nao uraa mulher que
vem entrar.
que Odetta corra por dentro.
A campainha soou de novo e dessa vez
foi um verdadeiro carrilho.
Se eu tardar mais, elle arromb* a
porta, murmurou o capitSo, preparando-se
para Eazer faao ao inimigo.
E gritou em voz muito alta e tom de
tramando :
Que diabo so. Quer arrancar a
campainha?
Essa objurgatorii era dirigida a Malver-
ne, que elle pensava estar apertando com
furor o botSo que punha era raovimento o
mechanismo da campainha elctrica. Mas,
nao era Mlveme, e Saint Briac recuou
admirado, quando se achou face a face com
urna mulher, vestida de preto o da veo co
mo Oletta.
Perdilo, minha senhora, balbuciou
ella sem abril carainho para essa visita dcs-
conheci la ; a senhora, S3tn dnvida, enga-
nou-se.
Nao, nSo rae enganei, respondeu ella,
mesrao sua casa qua venho e o se-
nhor nao o duvidar quando tiver visto o
meu rosto.
Ella ergueu o veo e o capitao excla
mou :
A senhora aqui !
Sim, eu, e preciso fallar j com o se-
nhor.
Pego-lhe desculpa, mas neste mo-
mento, nao me possivel eoebel-a. Nao es-
tou s em casa.
Eu sei, ahi est uraa senhora. Gra-
gas a Oeus I chego a terapo.
Que quer dizer ?
Venho sal val a.
Slvala repetio Saint Bria 1 atfo-
nito.
Sim, deixe me entrar. Elle nao tar-
da, nSo ha um minuto a perder e eu nao
lhe tomarei muito tempo. Mas, preciso
que eu lhe diga o que se est passando.
Saint-Briac comprehendeu, afinal, que
Rosa Verdire levava-lhe alguma noticia
importante que so refera Sra. de Ml-
veme. De onde teria Rosa essa noticia?
Nao sabia ainda explicar, mas nao podia
despedir measageira sem ouvil-a nem
prolongar urna conversa com ella no limiar
'da porta do sea aposento, em um corredor
a Sra. de
duvida, estava escu-
o tempo qua ella estovo doenta at que
auceumbu, e nao apauliei esse ramo de
coral cuja inflencia tanto o preoecupava ?
N essa noite, devias tambera trazer-
me minha filha, Ricardo 1
Mestre I a creanga deaappareecra.
Na mesraa hora quo a cigana morreu,
nSo assim ?
Isto dosde essa hora nenhum dos
ciganos e tornou a ver. Durante muitas
dias procurei no p.iiz sera nada polar des-
cobrir.
Bera ves, Ricardo, quo o poder da
cigana incontestavel!. .
Mas, nao destruiu essas conjurag&as,
com outraa ? Assim ra'o disse, raestre, e a
sua scioncia tao grande '
Sim, disso mestre Eudes, oppuz aos
feitigos da ciganas a influencia planetaria,
afastai cora os demonios, os guaras do ta
lisraan, cora a ajula do3 63piritos elcmen-
res. Ha quinze annos que esta obra da
magia est em meu poder e tenho duas ve-
zes por anuo, era cada solsti :io, durante
oito uoitQS, consecutivas, cada vez redo-
brado de forga as rainhas conjdragoos
protectoras.
O solsticio do invern appooxima-se, e
esta raosma noite, antes da deixar as gru-
ta?, principici novas conjurabas.
A hora a que te fallo, o talismn es'.
exposto no laboratorio sob o raio de urna
lampada cheia de azei'o preparado segun-
do as regras da arto mgica, o collocado
entro quatro correntes iguaos do difieren-
tes fluidos.
Bem dizia eu, raestre, que a sua in-
fluencia triuraphara da da cigana !
Espero-o, Ricardo, mas nao estou
certo ainda. E' preciso quarenta conjura-
go"es para purificar o talismn e dotal-o de
novas virtudes e ainda nao fiz mais do
que trinta e urna.
E' preciso tempe Oh 1 oh o tem-
po E' o qno me falta para alcangar o
meu fim I tudo o quo pego e as minhas
horas estilo contadas O tempo! repe-
tio elle, preciso obtei1 o terapo a todo o
prego I E a minha vida est ligada ago-
ra a minha obra !...
Oh I tu nao sabes, Ricardo, quanto
pode a sciencia continuou mestre Eudes
com febril exaltago. Tunales que, gra-
cas a esta seiencia, o xito de minha obra
est certo de poder vencer as oonjuragftes
da cigana sim sira vencidas es3as con-
juragSes nao devo temer a mortel...
Para chegar a isso, liguei a minha vida
ao talismn. Eraquanto estiver intacto, a
existencia estar era mira.
Mas, se ello se partir? disse Ri-
cardo
Teria tres dias para encontrar aquel-
lo que tivesse partido o ramo de coral,
tres dias para sacrificar esse alguem e
deitar-lhe o sangue gota sobre os fragmen-
tos do ramo. Ao cabo desse3 tres dias,
se nao tivesse xito, a morto apoderar-se-
hia de mim 1 O destino assim o quer a
miaba vida est agora ligada ao talis-
mn !...
Eis o dia interrompeu Ricardo.
NSo me posso demorar raais. Tudo est
preparado para a sua partida corno o or
denou Reynold, mestre.
Partir! repetio o velho reunindo os
seus pensamentos arredados para campo
deaconhecido. Partir ? Reynol 1 disse-
me. .. Mas, disse elle repentinamente,
Reynold, Renold devia voltar de via tra-
zer-me aqui a filha de Van Helmont l
Reynold ainda nSo voltou I Reynold tra-
hio seus irmSo3 Reynold trahirme-hia
entSo.
E o rosto do velho purpureou-se.
Nao ousaria, disse Ricardo ; respaita
e depende do mestre, apezar da sua appa-
rento incredulidade pelos seus inysteriosos
trabalhos.
Comtudo nSo voltou ainda !
Quando devia encontrar-se aqui ?
Ao amanhecer.
- E' singular dissa Ricardo refle-
ctindo.
Vs! nao vem, repetio raestre Eules
com impaciencia.
Aonde foi ello ?
A'e grutas buscar Aldah.
Cahiria n'alguma cilada f
- Elle I disse mestre Eudes com o
tora de homem que nSo sabe admittir a
possibilidalo de similhante opposigSo.
Sa Mercurio tivesse tesbobertb os
projeotos de Reynold ? M;rcurio incel-
ligente, astucioso.. homem vingativo..
S- Humberto nSo tivesse perecido I.. se
houvesse ajudaio Mercurio a responder
traicSo de Reynold com alguma outra trai-
gSo mais terrivel.
O quo t> faz suppor isto? pergun-
tou o velho.
Nada bem fundado, mestre... mas
depois da pris3o de Mercurio... agora me
lem!:ra... este nSo me paraceu tSo furio-
samente surprendido como devia... Lu-
ctou eontra 03 policas, fez urna resistencia
seria para"todo3 aquellos que nSo fossem
entendidos, mas eu coche ;endo tSo bem a
sua forga herclea, fiquei admirado que os
agentes do prebostado o tvessem tSo r-
pidamente agarrado.
Mostr Eudes, esoutando Ricardo, pa-
raceu de novo entregue a grande agita-
gSo.
E' necessario saber a verdade, Ri-
cardo disse elle era tom imperioso ; Rey-
nold o nico que p:le, so quizer, pres-
tar-me a sua ajuda. E' preciso um sa-
crificio, profiro o de Humberto, o o da
Mercurio! Reynold proraetteu rae Van
Helmont! Vem varaos s grutas Sa-
beremos o que prociso.
O velho dexou escapar ura surdo grito.
A's grutas s grutas disse elle.
O coral !... deixei o ramo no laborato-
rio !... A conjuragSo ainda nao estava
concluida... neuhu.n encanto a protega..
Partamos partamos / Ricardo !
|? Veio a p, mestre ?
Sim, Partamos, j t'o disse .'. .
Oh esteu ainda mais forte do que pensas /
Vera, Riaardo / vem, sem demora .' J
se passou raais de urna hora depois da mi-
nha partida das grutas, e Reynold devia
estar aqui /
(Coniinu'a)
Mlveme que, sem
taudo.
Falle agora, tornou elle vivamente, e
nSo receie elevar a voz.
Ro3a, a principio, um pouco admirada
dessa recommendacSo, comprehendeu logo
que quo a dama estava no quarto vizinho
e que o Sr de Saint Briac quera que ella
ouvisse nSos um orgSo femioino, mas tam-
bera a conversa que ia explicar a razSo
porque o seu amante recebia era sua casa
urna manina e tranqnillisar o seu ciurae.
Um hornera nSo teri. provavelraento tanta
finura, mas Rosa Verdire comprehendeu
logo.
Sr. capitSo, comegou ella, pondo se
logo no diapasSo coavenicnto, pouco nos co-
nhecemos, mas o sanhor nteressa se, as-
sim como o Sr. de Meriaiec, por um mo
nio que um scelcrado tornou orphSo. E'
um lago que nos liga, e o perseguidor des-
se menino formou contra o senhor um pro
jecto aborainavel. Um a;aso providencial
ra'o rovelou. Eu estaba soutada na praga,
ao p da torra do Saint-Jacques, dous lio
raens convorsavam perto do mira, nSo viara
que en estava ao alcance das suas vozes,
fallarara no senhor e era Sacha, um delles
disse quo aeabava de entregar ao marido
de urna senhora a quem... a quem o se
nhor ama, urna carta.
Para informal o de que a sua mulher
est em minha casa ueste moraanto. Eu o
adivinhei. Disse o norae do marido ?
Do marido, nSo, senhor. Parecau-rae
ouvir que se tratava do um magistrado,
mas isso pouco rao iraportava, o quo cu
quera era avsalo do p-rigo. Torae um
carro e vim, receiava chegar tarde, esses
miseraveis diziara qua esse hornera estara
aqu s tres hars e raeia.
Eu o espero. As minhas medidas
estSo tomadas. NSo encontrar ninguem
aqu.
EntSo essa senhora... j parti ?
NSo, s sahir quando elle estiver na
sala. Assim ella nSo correr o risco de
encontraral-o porta ou na ra.
E se me encontrasse ?
NSo lhe acontecera nada de desagra
davel. Creio que elle nSo a conhece.
-i Como pode elle conhecer-me ? Pens
que ura horaora da alta sociedade e eu
sou apenas urna pobre operara.
Saint-Briac teve urna idea : e ao mesrao
tempo ama duvida que quiz esclarecer.
A senhora ainda nao foi interrogada
pelo juiz de instruccSo, a proposito do ne-
gocio das torres ? perguotou elle.
Nem eu, ora o Sr. de Meriadec, nem
os dous cavalb3ro3 que o senhor vio,
ra Cassette. Mas, sera duvida, sere-
mos.
Basta que n3o o tenha sido at ago-
ra, respondeu o capitSo.
Elle nilo quoria contar a Rosa, que o
juiz quo devia chamal-a e aos seus amigos
como testemunbas, era justamente o raa-
ri lo que elle teraia.
E disse de si para si :
Se elle a visso sahir de minha casa,
nJo saberia quem se mais tarde, quando
a encontrar no seu gabinete a reconhecer
por tl-a visto porta de minha casa e se
Iho perguntar o que veio fazer aqui, ella
ter o bora senso de responder q te voio fal-
larme no crirae o Notre Dame.
__O seu aposento tora dua3 sabidas ?
perguntou Rosa, que nSo tinha coraprehen-
dido o fim da pergunta do capitSo.
Uraa das quaes pelas janellas que
do para o pateo. Estaraos no andar ter-
reo e...
A campainha soou da novo c Saint-Briac
disso :
Desta vez, ella.
Que fazer ? balbuciou a menina, que
empallideceu, quando ouvio a carapainha.
O capitSo hesitou um instante ; depois,
tomando urna resolugSo :
- NSo quero qua ella a sorprohenda
aqui, disse elle era tora resoluto, sei que
posso confiar na senhora e a pessoa que
ahi est nSo se ha do admirar de a ver,
porque ella nos espera e saba o qua tem a
fazer. Quando ella tiver sahido a senho-
ra poder fugir pelo mesrao carainho. En-
tre ahi.
Abri uraa porta, nSo aquella que a Sra.
de Mlveme tinha fachado ; mas a p^ga
era qua ella estava comraunicava por den-
tro cora o quarto era que Saint-Briac tinha
raettido Ro_sa Verdire, dizendodhe :
At amanhS era casa do Sr. Meria-
dec.
Dapos de techara menina e retirar d
porta a chave que metteu no bolso, Saint-
Briac escutou um momento e nada ouvio
do lado de dentro. Concluio, pois, que
Rosa e Oletta, comprehendendo a situa-
cSo, tiaham ehegado a um accordo sem se
fallarem e quo fugriam quando chegasse a
occasio.
A campannada nSo foi repetida e afinal
de cootas era po33vel que nSo fosse o Sr.
de Mlveme, mas, fosse como fosse, era
preciso abrir e o capitao que tinha recobra-
do o seu sangue fri, quiz pelo seu ar des-
viar as 8U3peitas do marido, se fosse o ma-
rido que ahi estivesse.
Quando estava s em casa, o capitSo fu-
mava cachimbo. Teve a presenga de es
pirito de accender um qua encontrou cheio
em cima da mesa do fumatorio, contiguo
sala e foi cora esae accessorio entre dentes
quo dirigise porta do aposento.
No momento era que chegou tocavara da
novo a campainha, mas sem violencia e
quasi tmidamente:
E' algum fomecedor, disse de si para
si Saint-Briac ; a menos quo seja ura ardil
de Mlveme, quo vem mansamente, em vez
de annunciarse furioso.
Abri, vio quo era ella e disse-lhe uo
tom mais natural que pode tomar :
Oh s tu ? Diabos me levera ae eu
espera va ver-to aqui hoje. Pensei qua es
tavas no Palacio di Justiga.
Sou eu, repondeu o juiz cora calma ;
calma que era aponas apparente, porque o
seu rosto nSo tinha a expressao habitual
__ Entra, tornou Saint-Briac, admiras-
te de verme abrir a porta ; ha3 de cror
que os meus dous criados sahirara ? Eu a
fazer outro tanto ; e so tivesses ahogado
meia hora mais tarde, nSo me tarias encon-
trado. S esperava acabar este cachimbo
para ir vestir-rae.
E depois de levar o Sr de Mlveme
para a sala :
Tu nSo fumas mais cachimbo. A ta
grandeza o irapede, depois que s o magis-
trado. Damais, tua mulher detesta o chei-
ro do tabaco. Mas tu parraraittirs que
acabe esta cachimbo.
Tulo isto foi dito com ar multo desem-
bragado e o mesrao capitSo adrairava-se
de representar tSo bam essa come lia, nSo
a reprasentjva, porm, sem remorsos, por
que envergonhava se do papel.
Hugo nSo paraceu convencido. Em vez
de sentar se na poltrona, qua Jacques ti-
nha lhe offerecido, ficou era p, de chapeo
na cabega e da olhos as duas portas ao
comraunicagSo.
Ah que tens, meu caro, perguntou
o capitSo, que a necessidade condomnava a
fingir at o fim urna alegri?. descuidosa.
Aconteoeu-lho alguma desgraga ? Bom ?
j sei, NSo ests satisfoito porque o pro-
VARIEDADES
Ai rolibo-
Embora serapro lutando
Contra os embates da sorte,
Descobrindo a todo instante
O fri rosto da morte,
NSo desanimo, po3 tenho
A ti por mou santo norte.
O teu amor dame forjas,
Faz-me valente, altaneiro.
Tendo-te ao lado; desprezo
Os gosos do inundo iateiro,
E s trabalho p'ra dar-te
Futuro alegre c fagueiro.
Toda ambigSo que alimento,
Minha risonha esperanga,
Idea que nunca esquego,
Que vra-me sempre lembranga,
E' ver-te feliz, contente,
Formosa e meiga creanga.
E has da o ser, pois um anjo,
Orgulho da creagSo,
Que tem taes dons, attractivos,
Fiel e bom coragSo,
S vem trra mandado
Para trazer salvago
A quem, lutando, caminha
Sempre transido de dor,
Sem ter ninguem qua o consol,
Nesse martyrio de horror ;
Eis-ine no caso me salva
Pois s o anjo do arar.
Rccife, 25 de Fevoreiro de 1836.
Paulo Peheiea
cesso do negocio de Notre-Dame nSo ca-
minha. As testemunhas nada te disseram
de novo.
NSo ouvi nenhuma, respondeu dis-
trahidamente o Sr. de Mlveme. Man-
dei-as citar para amanhS. Ests s em ca-
sa neste raoraeiito ?
Ests vendo; so tens alguma cousa
de confidencial a dizer-me, podes fallar.
E como o magistrado se calssse :
Hesitas ? EntSo a .ousa muito gra-
ve ?
__Muito grave, disse afinal o marido de
Odetta.
RazSo de raais para te explicaros un-
mediatamente.
Onve, Jacques, tu 3 o meu amigo
mais antigo e mais intimo. At hoje nun-
ca se ergueu entre nos urna nuvera. Tenbo
era ti confianga absoluta.
Isso reciproco.
- NSo duvido. Pois bera, julga o que
devo ter sentido ao receber urna denuncia
raedonia a teu respeito.
Ah meu Deus I exclamou irnica-
mente o capitSo. E de que accasam-me,
entSo ? Ser ainda de ter atirado aquella
infeliz do alto da torre do sul ?
So nSo te aecusassem senSo disso, eu
nao teria sahido do mea gabinete para vir
c. Agora estou certo de que a mulher que
subi cora \p at a galosia de Notre Dame
est viva.
- Pois bra, cntlo ? perguntou Saint-
Briac, affejtando sorrir. &
Eu nSo duvidei, tornou o Sr. de Mal-
ve ; mas, se tivesse duvidado, poderia ho-
je convencerme de que erla existe, por-
que acabam de informar me quera ella .
Ahi vera a eousa, pensou o capitSo,
preciso muito cuidado.
E disse encolheado os hombro i :
Croio que zorabarara do ti, porque
estou quasi certo do quo ninguem a vio.
Dize o seu norae, e se ta disseram a verda-
de, nSo desraootirei a pessoa que te ntor-
n.-u. Sabers entSo ura segredo que eu
desejira guardar, mas sei que s incapaz
de abusar.
O marido de O -'ta apresentou ama car-
ta, que tinha dobrada ai mSo esquerda.
L, disso elle, era voz surda.
Era o momento decisivo. Saint-Briac
senta fri as costas, mas sahio da difi-
culdade forga de sangue fri.
(Continuar-se-ha.)
T "yp-dojDwri* ra Duque ie Casias a 42.
-

ijnHHLj


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