Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19000


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Full Text
_
ANNO Lili --- NUMERO 51


.

i

PARA A CAPITAL E 11GAEES ONDE NAO ME PAGA PORTE
Por tres mezes adiantadot
Por seis ditos ideic......
Por un anno -desn......
Cad numero avulso, do mesmo dia.
641000
12,5000
24,5000
5100
QINTA-FEIB i M MABQO DE 1886
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.
Por nove ditos idem......
Por um auno dem. .
Cada numero avulso, de das aateriores.
13*500
20*000
27*OOG
AlO
DIARIO DE PERNAMBUCO

{toprtttafcr ft latuel -ft^udra t>e -feria 4 Mi)o&
TELEGRAHHAS
ssavigo ":.i:::i" sa diario
RIO DE JANEIRO, 3 do MirSo,
1 hora e 5 minutos da tarde. (Recebi-
do s 3 horas e 5 minutos da tarde, pela
linha terrestre).
ii exonerado o actual preNldente
4a provincia dan llagas. e Hornea-
do para aubstttuil-o, o Dr. eminla-
no Brasil de Oliveira 4es.
Foi Borneado onlcial da Secre-
taria do Ministerio do Imperio, o Dr.
Ti istiio d'Alencar Ararpe Jnior*
Fallecen o conselheiro Marllm
Francisco Bibeiro de adrada, de-
putado pelo *." districto de S. Paulo.
ssst::: :: a&sscia sms
(Especial para o Diario)
MADRID, 2 de Marco.
Bstdo o ni desaccordo os grupos
republicanos em relacao a elel-
caes.
LONDRES, 2 de Marco, tarde.
O emprestinto brasllelro de 6 nii-
Ihcs de libras esterlinas rol coser-
lo ton excesso de mullas vexes o
pedido.
PARS, 2 de Marco.
ACanaara dos Deputados disentir
a-mauii o projecto de le sobre a e\
pulso dos Principes.
Agencia Hars, filial
3 de Marco de 188G.
em Pernambuco,
INSTRDCqO POPULAR
ECONOMA POLTICA
DA
(Extrahido)
BIBMOTHECA DO POVO E
DAS ESCOLAS
(Continuadlo)
CAPITULO I
Ao<;Se* preliminares
Valor. Como deixainos dito, a utilidade que
deixa de ser gratuita constitue um valor, conver-
tendo-se em materia permutavel. Mas, para que
ioto se de, preciso qu.i se trate da utilidade in-
directa, porque a considerada directa exclue toda
a idea de troca e, por consegunte, le valor. Quan-
do a utilidade de que sao dotados os objectos, jun-
ta sua raridade, deixa de ser gratuita, ato ,
quando susceptivel de dar lugar a urna apropria-
cao, adquirem elles entao urna outra qualidade
econmica, em virtude da qual o sen possuidor
pode obter outras coisas uteia, outros objectos ou
servieos equivalentes, por meio de troca. Esta
qualidade de sor trocavel, esta propriedade de
poder ser trocavel, esta propriedade de poder ser
objecto de compra c de venda, a qualidade fun-
damental das causas, do trabalho ou dos servieos,
que em economa poltica se designa sob diversos
nomes. e principalmente pelo de valor de troca ou
valor pennuttvi'l, mas que pole designar-se sim-
plesrn;nto pela palavra valor.
E' pois o valor a qualidade que faz apreciar as
eoisui. yrms rda'ivanaste"ii outras. Manifesta-
se pela tr.ca ou puinutica >, sem a idea da qual
se n i pade o n'.iecer a sua existencia. Tem em
si irapcitos os daus attribatas : utiliuade e pro-
priedaie de sor pvuritavel.
Do Mina m >tlo qu; a utilidade, o valor urna
qualidade da riquasa, mas nao o mesmo que ri-
queza ; e s6 em sentido figurado pode tomar-ae
urna coisa pela ou!ra. Riqueza urna palavra que
dasgna os objectos ou os servieos em que existem
aquellas duas qualilades, a utilidade e valor.
A utilidade indica a relicao entre as nossas
necesidades e 03 oojectos que podem satisfazel-as
e que eonsittuem as riquezas. O valor indica a
relacaa eatre m inesmas riquezas, tr>caves urnas
pelas outras. Tanta a utilidade como o valor sao
qualidades immateriaes.
(Continua).
fessor de que trata a sua informacao n. 68 de 22
do corrente mez.
Ao engenheiro eocarregado das obras ge-
raes.Deelaro a Vine, em resposta ao seu officio
de 23 da corrente, que designo o dia 8 de Marco
vindouro, das 10 horas em diante, afim de ter lu
gar o exame e vistoria da parte do edfficio deste
palacio, quo precisa de concertos.
Ao promotor publico da comarca de (Jayn-
na. Convm que Vme. me informe sobre o as-
sumpto da inclusa representaco, por copia, de ve-
readores da cmara municipal de Goyanna.
Ao oromotor publico da comarca de Inga-
zeira. Recommendo a Vme. que me informe o
que lhe constar a respeito da venda da medica-
mentos de que trata .1 cmara municipal de S.
Jos do Egypto no incluso officio.
Ao promotor publico da comarca de Tim-
baba.Cumpre que Vme. aprsente no Thesouro
Provincial o necessario titulo e preste o juramen-
to do estylo, sem o que nao pode continuar do
exercicio do cargo de ajudante do procurador dos
feitos da fazenda provincial, para o qual foi no
meado por portara de 10 de Dezembro prximo
p a asado.
Ao juiz de paz da parochia de Nossa Senho-
ra da Penba de Villa-Bella.Recummendo de no-
vo a Vme. que remetta Secretaria desta Presi-
dencia as ac:as da iormacao da mesa eleitoral do
Helmonte, referentes a eleicao provincial e geral.
Portaras :
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana,
mande conceder passagem a r at Natal, a Ma
noel Militao de Barros Cavalcante e Catharina de
Barros Cavalcante por conta das gratuitas a que
o governo tem direito no vapor que seguir para o
norte a 5 de Marco prximo.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana,
mande conceder passagem a proa at o presidio de
Fernando de Noronha, por conta das gratuitas a
quo o governo tem direito a Manoel Jos da Sil-
va afim de conduzir do mesmo presidio para esta
capital dous irmaos menores que ahi esto.Com-
municou-se ao director do presidio de Fernando
de Noronha.
>ABTE OFFIClfll
Ci ve ru Ja Provincia
EXPEDIENTE DO DIA 26 DE PEVEREIRO DE^l886
Acto :
O presidente da provincia, attendeudo ao
que requereu Fraucisco de Paula Lins de Carva-
lbo, professor da cadeira de ensino primt.rio de
Muribeca, e tendo em vista a informacao n. 48 de
8 do corrente, do inspector geral da Inst-ucciio
Publica, resolve conceder ao peticionario qu irenta
e cinco dias de licenca sem vencimentoa.
Officios :
= Ao inspector da Thesourana de Fazenda.
Para os fina convenientes, communico a V. 3. que
o Rvd. conego Marcolino Pacheco do Amaral en-
trn no dia 1" do corrente no exercicio do cargo
de lente de theologia moral do Seminaria di; Olin-
ds, em subatituicao do Rvd. Dr. Francisco do Re-
g Maia, que peJio exoneraeao, segundo partici-
f>u-me o governador do hispido, em officio de
>otem datado.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os fins
convenientes, que o juiz de direito da comarca de
Cimbres bacharel Jos Julio Regueira Pinto de
Souza, em 14 do corrente, entrou no goso da licer.-
ca de trinta das, com ordenado, concedida pelo
presidente do Tribunal da Relacao a 9 do sobre-
dito mez, para tratar de sua sade.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Ten-
do em vista o exposto per Vme., em oficio de 17
do correle, sob n. 478, recommendo-lhe que pro-
ponha pessoa idnea para exercer o cargo de es-
crivao da collectoria da Victoria.
Ao director do Arsenal de Querr.Remet-
to a Vme, i ara os fins convenientes, os inclusos
termos de exame e consumo de diversos artigos a
cargo do 14- batulho de infantaria, julgndos in-
erviveia pelas respectivas commissdes.
Ao inspector geral da InstruccSo Publica.
Deferindo hoje o requi-rimenio do professor Teles-
phoro Lopes de Siqueira, autoriso Vme. a justifi-
car as faltas de exercicio escolar do referido pro-
EXl'EDIENTE DO SKCBETARIO
Ao inspector do Arsenal de Marinha.S.
Exc. o Sr. conselheiro presidente da provincia
manda communicar a V. Exc. que segundo infor-
macao da Thesourana de Fazenda, i foi satisfei-
ta ao competente forneeedor a quantia de_ 234^980
para acquisicao dos medicamentos reqaisitados em
officio dessa inspeccao de 30 de Janeiro prximo
passado, sob n. 38.
Ao gerente da Companhia Pernambucana. -
O Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia,
manda aecusar o recebimento do officio de hoje,
em que V. S. participa que essa companhia trans
ferio a sabida do vapor Jacuipe, para os portos do
sul at Bahia para amanha as 5 horas da Urde.
Ao brigadeiro commandante das armasDe
ordem do Exm. Sr. conselheiro presidente da pro-
vincia declaro a V. Exc. que autorisou-se o direc-
tor do Arsenal de Guerra a mandar satistazer o
pedido que acompanhou o seu officio n. 97, de
boje datado.
Ao director do hospital militar da corte.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia tenho a honra de transmittir a V. Exc o
incluso termo da quita$ao dos medicamentos de
Sue trata o seu officio n. 37, da 25 de Janeiro
ndo.
EXPEDIENTE DO DIA 27 DE FEVEREIBO DE 1886
Actos:
O presidente da provincia attendeudo ao que
requereu o subdito portuguez Jos da Costa Pe-
reira, residente nesta provincia, resolve, de accor-
do com o disposto no decreto n. 1,950 de 12 de Ju-
lho de 1871, e asando da autoriaacao conferida
pelo art 14 da lei n. 3,140 de 30 de Outubro de
1882, naturalisar o referido subdito portuguez
Jos da Costa Pereira, afim de que passa go
zar de todos os direitos, honras e prerogativas, que
pela constituicao competem aos eidados brazilei-
ros naturalisados.
O presidente da provincia attendeudo ao que
requereu Alberto da Silva Miranda, professor da
cadeira de ensino primario de Tabatinga, e tendo
em vista a informacao n. 65 de 20 corrente, do
inspector geral da Instruc^ao Publica, resolve
conceder ao peticionario 40 dias de licenca com
ordenado para tratar de sua sade onde lhe con-
vier.
Officios:
Ao inspector do Arsenal de Marinha.Sir
va-se V. Exc. de mandar fornecer ao cruzador
Guanabara os sobresalentes indispensaveis pedi-
dos para bordo do mesmo Guanabara, conforme
autoriaacao contida en tele?ramma de hontem ex-
pedido pelo Ministerio da Marinha.
Tendo a Thesourana de Fazenda de apresentar
urna demonstrado da despeza para ser concedido
o preciso crdito, torna se neiessario que ease Ar-
senal aprsente urna relacao dos objectos recla-
mados.
Para esse fim junto por copia o orgamento que
acompauha o officio dessa inspeccao datado do 1*
deste mez, sob n. 45.
Ao Dr. chefe de polica. Daclaro a V. S.,
em resposta ao seu officio de 6 do corrente, n. 121,
que ao proprietario da casa que serve de quartel
ao destacamento do 2' districto de Bsrreiroa, cum-
pre satisfazer o iispaato nos arts. 249 e 250 do re-
gulamento do Thesouro Provincial, a-ira de poder
haver o pagamento das alaguis vencidos.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Declaro a V. S., para os devidos fins, que o ins-
pector do Arsenal de Marinha par officio de hon-
tem, sab n. 82, participou-me ter ordenado, vis-
ta da reqnisicko feita pelo commandante da corve
tu Almirante Barroto, diversas obras depenlentes
das officinas do Arsenal e consideradas urgentes
na confeccao, que os trabalhos dos operarios era-
pregados as referidas obras possam ser propaga-
dos at a sua conclusSo.
Ao mesmo. Declaro a V. S., para os fins
convenientes, que autorisei o director do Arsenal
de Guerra, a vista do que expoz em officio n. 214
de 25 do corrente, a fazer administrativamente a
acquisicao dos artigos eonstantea do orcamento
junto por copia, destinados ao fardamento do 14*
batalhao de infantaria, eompannia da mesma ar-
mada provinciadaParabyba e da de caval'aria aqui
existente, nao excdanlo a despeza da quantia de
232735. em que foi oreada.
Ao mesma. Transmiti a V. S, para os fin
convenientes, as contas documentadas que a este
acompanhaiD, da receita e despeza da enfermara
militar do presidio de Fernando da Noronha, ra-
lativas ao mez de Novembro do anno passado.
Ao mesmo. -Remetto a V. 8., para os devi-
dos effatos, copia da portara de hoje, pela qu 1
resolv abrir sob a responsabilidade desta Presi_
deocia, um crdito da importancia de 300^000 a
verbabatalhao naval 9o do orcamento do Mi-
nisterio da Marinha.
Ao mesmo.Teudo sido Joaquim Roberto
Pereira nomeado promotor publico interino da co
marca do Bonito por portara do respectivo juiz de
direito, e entrado no exercicio do carga depois de
preatar juramento no da 11 do corrente, assim o
communico a V. S. para os fins convenientes.
Ao mesmo. Em virtude do telegramma de
hontem, expedido pelo Ministerio da Marrnha, au
toriao hoje o Arsenal de Marinha a mandar forne-
cer ao cruzador Guanabara os sobresalentes indis-
pensaveis, pedidos para bordo da referido Guana-
bara, deveodo a Thesouraria fazer ama demonstra-
do do crdito preciso, afim de ser concedido pelo
governo gi.ral.
Para esse fim aquelle Arsenal ter de remetter
urna relacao dos objectos.
__^.o mesmo,A' vista da informacao de V.
S.*, datado de 25 deste mez, sob n. 119, autoriso-o
de aecordo com a mesma informacao a mandar
supprir ao almoxziifado do presidio de Fernando
de Noronha, a quantia de 5:519326 para paga-
mento das despezas naquelle presidia relativamen-
te ao moz de marco prxima vindouro, conforme a
demonstraco junta em original.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Man-
de Vme. pagar a Bellarmino Fernandes da Cunha
Almeida, ex 2 sargento do corpo de polica, a
quantia de 8560), proveniente da gratfioac,ao de
commando relativo ao exercicio de 1883-1884, sa-
br o qne informou esse Thesouro, em officio de
17 de dezembro prximo passado, sob. n. 383.
Ao mesmo.Nos termos da sua informacao,
de 20 do corrente, n. 484, manda Vine, pagar a
importancia de 147/200, proveniente das diarias
foruecidaa pelo corpo de polica, durante os mezes
de julho a dezembro do ann> prximo pussada, aos
dous sentenciados constantes da inclusa folhae que
ahi se achara em servicodo respectivo quartel. _
Ao director do Arsenal de Guerra.Autorizo
Vme, vista do exposto no seu officio n. 211, de
25 do corrente, a fazer administrativamente a
acquisicfto des artigos constantes da relacao que
acompanhou o citado officio, destinado ao 14" ba-
talhao de infantaria, companhia da mesma arma,
da provincia da Parahyba e da de cavallaria aqu
existente, nao excedendo a despeza da quantia de
232/735 em que foi oreado.
Ao mesmo.Remetto a Vmc.'para oa fins'
convenientes, os inclusos termos de exame e con-
sumo dos diversos artigas a carga da enfermara
militar, julgados inserviveis pela respectiva com-
missSo.
Ao engenheiro das obras militares.Declaro
a Vme, em resposta ao seu officio n. 10, de hon-
tem datado, que organise orcamento da despeza a
fazer-se com a conclusao das obras da quartel do
hospicio, devendo paralisar as que se acham em
andamento logo que fique esgotado o crdito de
4:000/ que fo> concedido para tal fim.
Ao commandante da escola de aprendizea
marinheiros.Deferindo o requerimento de Mara
Simes, autoriso Vme. vista da sua informacao
n. 24, de 25 do corre iti, a mandar desligar dessa
escola o aprendiz Luiz Lapes GuimarSes, filho da
supplicante, depois de indemuisada a fazenda das
despezas com elle feitas, se ella provsr perante
esse cotnmand i que o filho viva era sua compa-
nhia e que tem meioa pora sustental-o e educal-o-
Ao engenheiro chefe da ReparticSo das Obras
Publicas. -Approvo o orcamento na importancia
de 1:950/ rcmettido a Vme, com officio de 22 do
corrente, sob n 35, para execucSa la obra de re-
paros urgentes da panto de Moeotolomb e au-
toriso a mandar por em- arag i a dita obra, nos
termas das inatruccoea de 30 de agosta de 1875.
Rem-itteu-se copia ao Thesouro Provincial.
Ao promotor publica da comarca de Gara-
nhuns.Transmittindo a Vme copia da officio n.
1599, que o Dr. chefe de polica dirigi rae a 3 de
dezembro ultimo, recommendo-lhe que proceda nos
termas da lei contra quera tiver concorrido para a
evasao do reo Evaristo dos Santos Leal.
Ao juiz municipal e de orphaoa do termo de
Pao d'Alno.Recommendo a Vme. que colhendo
as precisas iutormacSes, declare se Manoel Fran-
cisco Pedroza receben por indemnisacSo a quan-
tia de 20 /, importancia do eacravo Manoel, li-
bertado nesse termo, par conta da Ia quota do
fundo de emancipacao.
Portaras :
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar amanha para a Parahyba e por conta
do Ministerio dos Negocios da Justica o soldado
de polica Evaristo Jos dos Santos que regreses
para aquella provincia de onde vea conduzindo
um criminoso.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem a r at o Rio Grande do
Norte no vapor que seguir a 5 de Margo vindouro,
por contadas gn-tuitas a que o governo tem di-
reito, a Joao Dantas.
EXPEDIENTE DO 8ECBETABI0
Officio :
Ao Dr. chefe de polica. De ordem do Exm.
Sr. conselheiro presidente da presidente da pro-
vincia communico a V. S. que providenciou-se no
sentido de regressar amanha para a provincia da
Parahyba o soldado de polica Evaristo Jos dos
Santos de quem trata o seu officio n. 204, desta
data.
EM ADDITAICEZTO AO EXPED1EXTE DO DU 27 DE
PEVEREIRO DE 1886
Ao commandante das armas.S. Exc. o Sr. con-
selheiro presidente da provincia manda declarar a
V. Exc. ter transmitida Thesouraria de Fazen-
da, para os devidas fins, as contas a que acompa-
nharam o seu officio n. 100 de hontem datado.
Ao Dr. chefe de polica. O Exm. Sr. conse-
lheiro presidente da provincia manda communicar
a V. S., para que sirva-sc de fazer constar ao de-
legado de polica do tirma do Brejo, qne a The-
souraria de'jFazenda reiterou ordem eollectoiia
da localidade para .tornar effactivo o pagamento
mensat do ordenado do carcereiro, ficando assim
respondido a offl :io do referido delegado dirigido
ao mesmo Exm. Sr. em 16 do corrente.
Ao commandante do Corpo de Polica.O
Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia man-
da communicar a V. S em resposta ao seu officio
n. 136 de 12 do corrente, que nesta data autorisou
o Thesouro Provincial a pagar a quantia de...
1470209, constante da relscao que veio annexa ao
dito officio.
Ao director do Presidio de Fernando de No-
ronha.O Exm. Sr. conselheiro presidente da pro-
vincia manda communicar a V. S. que nestt data
autorisou a Thesouraria de Fazenda a supprir o
almoxartado desse Presidio com a quantia de ..
5:519/326 para pagamento dos empregados rela-
tivo ao mez de marco prximo vindouro, confor-
me a demonstracao que acompanhou seu officio de
11 deste mez, sob n. 58.
Ao,Thesouro Provincial.O Exm. Sr. con-
selheiro presidente da provincia manda communi-
car a V. S. para seu conhecimento, que nesta data
declsrou ao promotor publico da comarca de Tim-
bauba, bacharel Pedro da Cunha Pedrosa, que
cumpre-lhe apresentar nesse Thesouro o necessa-
rio ttulo e prestar ojuramento do estylo, sem o
que nao pode continuar na cargo de ajudante do
procurador dos feitos da fazenda provincial, para
o qual foi nomeado poi por(aria de 10 de Dezem-
bro prximo passado.
Ao agente da Companhia Brasileira.De or-
dem do Exm. Sr. conselheiro presidente da pro-
vincia acouso o recebimento do officio, em que V.
Exc. cammunica que o vapor Bahia chegado dos
partos do sul hje, as 6 horas da inanqa, seguir
para os do norte amanha, s 5 horas da tarde.
despachos da presidencia de2 de makco
de 1886
Bartbolomeu & C.Informe o Sr. ins-
pector da Thesouraria de Fazenda.
Fielden Brothers. Remettido ao Sr.
inspector do Thesouro Provincial para
mandar pagar, de aecordo com sua infor-
mado de 24 de Fevcroiro ultimo, ?ob n.
492.
Jos Antonio de Aguiar Jnior. Junte
attestado de residencia.
Justino Rodrigues da Silveira. -Forae-
5a-se.
Lisbellade Albuqverque Mello. Remet-
tido a junta medica provincial, a quem a
peticionaria so apresentar para ser ins-
peccionada.
Tenente Manoel Guimaraes. NSo tem
lugar o que requer.
Bacharel Manoel Henrique Cardira.
Informe o Rcvd. ,Sr, rogedor do Gymna-
sio Pernambucano.
Sergio Horacio da S Leitao.Esta
presidencia nao dispSe de ptf3sagem para
o Rio de Janeiro.
Vicente Ferreira da Costa.Deferido
com officio de hoje ao Sr. brigadeiro
commandante das armas.
Secretaria da presidencia Se Pernambu-
co, em 3 de MarcT de 1886.
O porteiro,
J. t. Vegae
Reparlco da Palela
Secc3o 2.1 N. 224. Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 3 deMarcode 1886.
Illrn. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que tora u hontem recolhidos na Gksa de
DetengSo os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jos Avolino Ferrei-
ra, vindo da comarca de Goyanna como
sentenciado, disposicao do Dr. juiz de
direito das exoeujSes, e Mano?l Andr
do Nascimento, como vagabando.
A' ordoui do Dr. delegado do Io dis
tricto da capital, Hermino Jos Francisco
Figueira, por crimo de furto e embria-
guez.
A' ordem do subdelegado do 2o distri-
cto do S. Jos, Joo de tal e Raphael de
tal, pot embriaguez e disturbios.
A' ordem de do Peres, Manool Fran-
cisco Rodrigues, por crime de furto
Communicou-me o delegado do ter-
mo do Bonito, que s 11 horas da noite de
23 do mez liado manifustara-33 alli incen-
dio em urna pequea casa de palha, onde
resida Vicente Ferreira da Silva com sua
familba, constante de mulher e cinco ti
lhos.
Todas as pessoas da casa fpram salvas.
O incendio foi casual, segundo viriticou
a autoridade policial.
Entrou hoJ6 ent exercicio da cargo de
subdelegado da freguezia de Santo Anto-
nio, o tenento Henrique Cecilio Barreto
de Almeida.
Deus guarde aV. Exo. IIIm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Fernandes da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe de poli :ia, Antonio
Domingos Pinto.
Cantara Hanlelpal
ADDITAMESTO AOS DESPACHOS DOS DIAS
f24 B 27 DO MEZ DE FEVEBEIBO
Pelo Sr.- oereador commissario\ de poli
cia :
Flores & Aguiar, pedindoo pagamento do man-
dado de que estilo de posse na importancia de
108i880.Aguardcm-se para o exercicio futuro.
Vicente Lcino da Costa Campello. solicitador
desta municipalidade, pedindo o pagamento da
quant.a de 153350, saldo a favor do supplicante
para occorrer as despezas com os negocios judi-
diaee.Junte urna duplcala da conta para se au-
tonsar o pagamento.
DESPACHO DO DIA 2 DE MASCO
Pelo 8r. Cusy do Reg, comrmssario dos
mercados :
Bazilio Rodrigues de Freitas, pedindo cenca
para abater gados nos matadouros pblicos desta
municipalidade.Como requar.
Pelo Rvm. Sr. Padre Mello vereador
commissario de edificacZes :
Antonio Joaquim Morena de Sampaio, pedindo
licenca para mandar fazer um muro com porto de
ferro em sua casa n. 5 i ra da Harmona.Pagos
os impostes, concede -no de conforminide com as
posturas e parecer do engenheiro.
Andr Rampcke, antorisado pela commissao do
recolhiuieuto da Gloria, pedindo licenca para
substituir duas tercas no predio n- 5 a travessa
do Duque de Caxias, bem como fazer na frente do
dito predio cornija acroterio e o encanamento flu-
vial.Pagos os imp^stos, concede-se de confor-
midade com as posturas.
Bacharel Jos Vicente afera de Vasconcellos,
para mandar substituir urna terca da coberta de
sua cusa n. 19 a estrada do Encanamento.Pa-
gos os impostos, concede-se de contormidade com
as posturas.
Coronel Joaquim Goncalvea Guerra, treplican
do, pede que seja-lhe concedida a licenca solici-
tada, urna vez _|ue satisfaz a exigencia do enge-
nheiro, declarando ter 20 palmos de compr: ment
e '2 de largura, a sota qne pretende fazer em
sua casa n. 78 ra do Visconde de Goyanna.
Pagos os impostos,|concede-se de conformidade com
as posturas e parecer do engenhnro.
Manoel Mathas do Xascimento, pcdinlo licen-
ca para mandar edificar urna casa de taipa na ra
da Boa Ventura, Arraial, freguezia do P050 da
Panella.Ideo.
PeloSr. vereador commissario de po
licia :
Affanso Morera Temporal e D. Argemira Ame
la Temporal, pedindo que seja marcado p?lo en-
genheiro, o lugar em que deve ser levantado um
tmulo no terreno do cemltjrio do Arraial, para
si e sens herdeiros, bem orno permisso para da-
rem sepultura no referido cemiterio ao3 morado
res pobres que fliecerem em saa propriedade.
Ao Sr. Dr. engenheiro para designar o lugar
quanto a sepultura para o pobres de sua proprie
dade, nao ha o que deferir por estarem compre-
hendidos na freguezia.
Dr. Antonio Joaquim de Barros Sabrinho, pre
sidente do Club de Regatas Pernambucano, pe-
dindo licenca para m m lar levantar urna areb-
bancada que teuht de extenso o espada compre-
hendido entre a rampa da Ponte Velha e o lugar
tron'.eiro fabrica de golo.Como requer.
Anacleto Pereira de Ma ta documentos e pe* tanferencia de seu negocio
oa casa n. 5 pira a de n. 9, sitas a ra de Padre
Muniz. No te n lugar o que requer, visto t.r
sido o estabelecimecto transferido a outr .
Dogenes Americo Branco, pedindo licenga para
abrir urca pequea loja de barbeiro em um com-
partimento do predio n. 40, ra estreita do Ro-
sario. -Como requer.
Gomes Ferreira & C, pj indo que seja lhes per-
mittido pagarem os impostos referentes ao seu es-
tabelecimento sito ao largo do Mercado de S. Jos,
independente de ptgar urna mnlta que lhes f > im-
posta e da qual nao tiveram ciencia.Est pre-
judicado, visto tercm pago tudo.
Graciliano Joaquim Nazario, pedinda qne sejam
feitos os devidos lancimentos no sentido de ter
transferido o seu negocio de quitanda da Torre,
para a freguciia da Gruca ra dos Pernambuca-
uas.Como requer, pagando previamente o que
deve.
Jos Manoel da Cruz, pedindo transferencia do
sen estabeleciinento de taberna da casa n. 26 A,
estrada do Arraial, fregudi da Pojo da Panella,
para a casa n. 112, estrada nova do Catinga,
fregueaia de Afogados.Como requer.
Jos Pereira & C, para estabelecerem-se com
taveina na casa n. 53, ra de Marcilio Dias. -
dem.
Jos Carreia de Araujo & C, pira transferirem
o seu talho de carnes verdes da casa n. 3 ra da
Detcncao para a de n. 12, ra da Concordia.
Aguar )em os supplicantes a desgnaco da C-
mara
Leonor Porto, presidente da Sociedade Ave Li-
bertas, pedindo o pagamento de um mandado na
importancia de 16OJ0O0, que recusa se a pagar o
procurador por falta de verba.Nao ha verba
presentemente.
Miguel, Arehanjo dos Santos, para abrir urna
casa de pasto no largo do Mercado n. 5.Como
requer.
Marcelino Fernandes da Cunha, para abrir urna
taverna no lugar Arraial, freguezia do Poco da
Panella.dem.
Oliveira Castro & C, contratantes do abasteci-
mientos de carnes verdes, pedin'do em virtude da
clausula 8 do seu referido contracto, que se lhes
mande entregar todos os talhos do Mercado da
Boa Vista, por aluguel de conformidade com as
clausulas 5 o 8 do seu contracto.Declarem os
supplicantes quantos querem para serem attendi-
dos.
Secretaria da Cmara Municipal do Re-
cife, 3 de Marco de 1886.
O porteiro,
Leopoldina C. Ferreira dx Siloa.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Reirospect<> poltico do ando
de 18S&
ALIA E SHSSA
Continuacao)
C^Havia ramto que a pasta dos negocios era alvo
de ardentes rivalidades entre 03 amigos do minis-
terio Depretis. Por outro lado, a opposico da
esquerda histrica diriga os scus mais fortes ata-
ques contra o Sr. Mancini, j por se llie augurar
que d'ene todos os membros do gabinete seria
este o mais fcil de ser vencido, atienta a grande
responsabilidade da sua misso, ja porque o elo-
quente professor de direito das gentes na Uni-
vursidade de aples representava no governo
um elemento regional de que a artificiosa combi-
nago do presidente do conselho pareca nao po-
der prescindir.
Logo em Janeiro o Sr. Mancini comecou a ser
frequentcmente interpellado na cmara dos de-
putados acerca da sua poltica de desenvolviolen-
to colonial c da fallada combinaco anglo-italia-
na relativamente ao Egypto.
Os apetites de engrandecimento territorial e de
preponderancia diplomtica, intenssimos na Ita-
lia, txcitavam sobremodo a curiosidade publica ;
e so o ministro competente poda satisfazel-a,
explicando mais ou menos claramente, com
maior ou menor abundancia de tropos, a natureza
dessa nova allianga, que para a imagina<-5o viva
e arden e da maioria dos italianos, era, apezar
das tristes desilluses anteriores, um motivo de
desvanecimento nacional e origem certa de gran-
des proventos futuros. Alm disso as explica-
ces do Sr. Mancini podiam por ventura deixar
visiveis alguns pontos fracos da poltica exlerna
do ministerio, e 6 claro que a opposico desejaria
explorar convenientemente a mina ,que nesse ter-
reno se lhe offerecesse, urna vez que nao tinna
tirado proveito de algumas questOes de poltica
interna.
O ministro dos estrangeiros sahio-se admira-
velinente, a principio, dos debates trovados na
assembla do Monte Gitorio. A sua eloquencia
florida e attrahcnte. mas vaga e fluctuante como
as proprias aspirages do patriotismo transalpino,
liiintara-se a blandiciar amoravelmente o orgulho
e as ambices nacionaes. O Sr. Mancini fallava
no direito que o passado e a actualidade da Italia
dava sua patria paro tomar parte na acgfio civi-
Usadora que as deinais potencias occidentaes es-
tilo exercendo entre as populaces africanas. O
qualilicativo que sublinhamos a edr cavalhei-
resca com Jque o egosmo internacional europeu
j no secuto XVI procurava justificar as suas ex-
lorses e atrocidades mais barbaras que os poros
que as sofTriam. E o propno ministro italiano
provava exuberantemente essa asserco, mostran-
do em certas descahidas de estylo que no seu
pensamento a tal aeco civilisadora reduzia-se
pura csiiiiplesmenti.'a alguns exereicios de forja
para que o seu paz nao ficasse sem quinho na
partilha do continente negro. O commereio ita-
liano precisa va de novos mercados, e era por isso
que elle enviara tres ou quatro mil soldados para
o Mar Vermelho, era por isso que o pavilho
da Saboia ia ser basteado no meio de quantos
fluctuam no ar ao sabor dos ventos das costas
d"frica.
Referindo-se ao convenio com a Grft-Bretanlia,
dizia o Sr. Mancini aos seus interpoladores que
sem oflender o concert europeu, nem esquecer
que a Italia era alliada dos grandes imperios
(gracas a urna combinaco diplomtica de carc-
ter anti-francez, que lhe devia ter deixado o jalao
a arder,) se hsongeava de haver conquistado para
o sen paz urna situago excepcionalmente forte
e privilegiada por um ntimo aecordo com a In-
glaterra, aecordo nao escripto, accrescentava elle-
mas nem por isso menos real e promettedor. A
elucidaco nao era complela, mas o babil minis-
tro deixava luzir as esperanzas que affagava. por
entre as imagens seductoras da sua distincta ora-
toria. Assim comparou elle em certo dia a Gr-
Bretanha a urna rica matrona, coberta de jotes,
e cuja opulencia se nao sentira magoada por ver
alguns desses primores a brilhar no seio de sua
jovem amiga...
0 que dira a estas suavidades rhetoricas o pe-
sado John Bull, to firme no amor aos seus inte-
resses como na solidez dos seus sapatos Quem
se lembra do modo porque foram adquiridas e a
avarez sem escrpulos cora que hilo sido conser-
vadas as joias da figura Mancini, harte de estra-
nhar que um ministro de estado, e ministro in-
telligent, estivesse sujeito a taes desmembra-
mentos e a illuses to mentirosas. Mas a opi-
nio publica na Italia era victima do mesmo mal,
e por vsso se deleitara com os sonhos do Sr-
Mancini, e por isso va as expedigoes militares^e
para Massouati o prenuncio de urna actividad?
colonial que lhe era suraraamente grata. Porm
os resultados dessas expedigoes nao correspon-
deram afina! a espectativa, e a opmiao italiana, a
principio to confiada... as imagens poticas do
ministro dos negocios estrangeiros c na impres-
sionabilidade do seu proprio temperamento, co-
mecou a sentirse nervosa, inquieta, preoecupada.
Esse estado moral da naco patenteou-se as
sessOes parlamentares dos primeiros dias de
Miio. A' direita, como a esquerda, d'entre a
maioria de coalico formada com tanta liabilida-
dee mantida com tanto esforeo peloSr, Depretis,
como d'entre a opposico dirigida pelapentarebia,
irgueram-se fosea por igual irritadas com a ini-
ciativa colonial do Sr. Mancini. Asconsequen-
cias da remessa de tropas para o Mar Vermelho,
annunciada com tanto cstrondo, limitavam-se
oceupago de alguns pontos de urna regio de
temperatura abrazadora e fatal aos soldados eu-
ropeus. 0 aecordo cora a Inglaterra, a que o
ministro dos estrangeiros se referir com satis-
faco mysteriosa nos debates parlamentares de
Janeiro e Marco, esse grato aecordo nao dava de-
cididamente os fructos desejados. A bandeira
egypcia continuava a figurar em Massouah ao
lado da tricolor italiana, em que a Turqua e a
Abyssinla cravavam olhares cosos. No meio de
tudo isso, as financas do estado sonriam os con-
sectarios das aventuras militares extra-europas.
Esses factos constituiam os fundamentos prin-
cipaes do libello aecusatono que a cmara dos
deputados formulara contra o Sr. Mancini. A
maneira do articulado variara, segundo o genio
particular de cada um dos aecusadores, mas era
substancia a aecusago era sempre a mesma: a
m. a pessima diplomacia do ministro r-ncarrega-
do da pasta dos negocios estrangeiros, ministro
cuja maior culpa entretanto preciso dizel-o
consista em nao ter sido feliz na poltica para
que os proprios preconceitos nacionaes o arras-
taram !
Os notareis deputados Gamporeale, cunhado
de1 Minghet, Cauoli, ex-ministro, Sidney Son-
nino, um dos prprietarios da Rimegna, jornal
de grande crdito e Crisp, sobre todos, foram
implacareis com o Sr. Mancini.
0 principal esforeo dos oradores as impor-
tantes discussoes de Maio consisti era isolar o
ministro aecusado. em sepralo dos seus colle-
gas, em romper a solidariedade existente entre
elle e o Sr. Depretis. Mas o presidente do con-
selho comprehendeu a tatiea, e desapproron-a,
declarando extensira a todo o ministerio a res-
ponsabilidade do Sr. Mancini. Gracas a esta at-
titude, a cmara approrou por 188 votos contra
97, urna ordem do dia proposta. pelo deputado
Tajani em que a assembla se declarara satisfei-
ta cem asexplicages do ministro de estrangeiros".
Este liavia-se defendido com a eloquencia ordi
naria. mas nao tinha explicado cousa alguma
Podia dizer-se habilissimo, notara um chronista
do parlamento italiano, quem no discurso do no-
bre ministro colhesse dados certos relatiramen-
te poltica colonial do gabinete.
Dessa primeira grande escaramuza-satura vic-
torioso o Sr. Manciui. A rerdade, porm, que
a sua posigo nao podia ser por longo tempo
mantida em vista do tiroteio coruergente de
amigos e dos adversarios do ministerio, para
expellirem-n'o della.
ElTectiramente, no mez seguinte, a minora da
cmara renorou os seus ataques contra o minis-
tro dos estrangeiros, por occasio de ser discu-
tido o orgamento respectivo; e fel-o com tal ar-
dor, e desta vez aom tanta felicidade que o dito
orgamento por un triz nao rejeitado. Tere
apenas em seu favor a maioria insignificantissima
de tres ou quatro votos. Em face de semelhan-
te liostilidade, o Sr. Mancini manifestou ao pre-
sidente da conselho a resolugo de demittir-se.
Este, no emtanto, fiel ao principio da solidarie-
dade ministerial, que poucas semanas antes pro-
clamara, foi apresentar immediatamente ao rei
a demisso collecliva do gabinete. O soberano
de Italia fez nessas circunstancias o que a raiu-
do costumam fazer os seus iguaes de outros pai-
zes : mandou chamar ao passo os presidentes da
cmara e do senado, os chefes dos diversos part-
e o general Ctaldini, a quem em taes emergen-
cias consulta sempre. Quasi todos os monarchas
constitacionaes tem o seu general Cialdini. Mas
depois de muitas consultas, em que se disperdi-
garam alguns dias. chegou-se a conhecer o que
desde o primeiro momento da crise se sabia, is-
to : que alm do Sr. Depretis, nao haria um
estadista que podesse constituir gorerno dura-
rel dadas as condiges actuaes do parlamenta-
rismo italiano.
(Continua.)
INTERIOR
Minas Ci raes
GOVERNO DA PROVINCIA
1* seceso.Palacio da presidencia do provincia
de Minas Ceraes. Ouro Prota, 23 de Desembro de
1886.
Tendo o Ministerio da Agricultura, Commereio
e Obras Publicas, pir aviso circular n. 4 de- 27 Je
Novembro ultimo, publicado no Diario Official de
29 do mesmo mez, remettido a esta presideucia,
afi-n de serem distribuidos s collectorias >e outras
repartiooVs, diversos txeinplares mpressos da lei
n. 3.J70 de 28 de Setembro e decreto n. 9,517 de
14 de Novembro, regulando a nova matricula dos
escravos e o arr.dimento dos libertos pela idade,
transmiti a V. S. os referidos exemplares, para
que faca t. distribui^ao ordenada.
E como na citada circular me foi prescripro q w
fizesse minuciosa exposiejio das novas dsposicoe'
reglamentares, e expedissa as r. c amone adacoes
que rae psrecessem acertadas ao boat desempfnba


k


i


Diariu

daqu elle servico, remetto a V. S. cem ejemplares
impreaaos da exposign que fiz dat dispositiva do
regul amento, afim de que es diatribua com aquel-
las farendo os aeompanhsr das recommendaco s
que V. S. achar necessarias, pata que o meamo
servico teja feto com toda a pontuaidade e r -gu
lsaridade.
Deca ando a refer ia circu* r que opportuna-
saeate serio enviados os livros precisos a nova ee-
cripturaeo, para serem diati buidos as colecto-
riaa, compre que V. 8. me nfoB.na[ o nHipeio
delles que se Fas water, e daeieaeia s ditas
collectorias de qa>os eoeionatto liwoa 'bes: se-
rio t.m tempo fucnaeidos
Couvui uaais qoe, as reeoaim-udaviJes que V.
8. fiser ais eollectores, cliam. -Ihes partieulasacen-
te a, tteocao para o art 13 3 do decreto n
9,517, afim deque remattam as relacoes da ma-
tricula e do arrolass* ato, lago na forenseoncluidos
e eoceirados
Dj seu reconhecMo aelo espero q ia, com relacao
mo aasampto deque te trata, far, nao s prom
ptamente a distribuidlo recommeniada, como dar
as providencia* ao 82U alcance, para que servico
tan importante seja l'eito de perieito accordo com
a le e regulamento citados.
Deus guarde a V. 8.Dr. Miaoel do Nascimen-
to Machado PorteUa. Sr. inspe tor da Thesou-
caaa de Finen ia.
EXPOsigO
Feita em virtude do avi* > circu ir do ministerio
da agricultura, commoreio e obras publicas
de 27 de Noveinbro ultimo, das prlncipaes
diepoaicoes do regulamento a que se refere o
decreto n. 9,517 de 11 d'aquelle dm*. para
execucao do art. 1 da lei n. 3,270 da 28 de
fcieterabro de 1885.
Trata se de executar a lei na parte relativa
ova matricula o ao arroljmentv.
O servico consta ie duaa partea distinutas
matricula e arrolamiiu; aquella para os caer vos
tenores de 60 annes ; este para os maiores di.- 60
atemores de 65 annes, e somente para o fitn ie ser
regulado o praso em qne tenhain de p, estar ser-
wios.
A respeito dos maiores de 65 annoa nada ba a
faaer : nao podem ser matriculados e nem arrol"
i*s oomo livres que sao, desde a data da lei d*
23 de Seteiobro ultim j, e aeui obrigacao de prest ir
servieos.
Ha dispiaicea que sao communj i matricula e
ao arrolamento, e outras que Bao especiaes a ead i
am dcotes trahtlhoa.
disposic3f3 convexa
A matricula dos menores de 60 aanos, e o arro-
immento dos maiores de 60 e menores di 65 anuoa
devero ser f> itoa de 30 de Marco de 1886 a 30 de
Marc de 1887.
Para ease fim o collector iar annunciar por
edital afiliado nos lugares mais pblicos e publi-
car pela impr usa local, si houver qne a nova ma
taeala o arrolamento devero sor r qu.-rid N
entro do an o, a contar de 30 de Marco de 1836
e a lindar a 30 d* Marc de 1887.
Nessc edital, que ser affix-ido e publicado 90
das antea de 30 de Marco de 1886, far transcre
Ter a disposieio do 7 do art. 1 da U i de 28 d<
Sctembro ultimo.
rTiaa entendido que, quaudo por qualquer cir
MMtancia, a preseute Exposicao chegue ao poder
do collector depois de SO de Marco prximo futuro,
oa mesmo antes, maa do modo a nao p id r fazer
publicacao pir edital, obaervado o praso mar-
cado, uein por isso dcixar de camprir a obriga
cao ie affixal o, declarando estar aberta a nova
atricu a e o arrolamento durante o anno a ter
aaiaar em 30 de Marc >de 1887, devendo meoeo-
cuuar no meamo edital a caxo por que nao o fez
os 90 dias anteriores aquella data.
No da 30 ae Marco de 1887 s 4 horas da tar
de, serio encerrados os termos da matricula s
mrrolamento, guardadas as solemnidades do art.
15 do decreto n. 4,835 de 1 de Dezembro do 1871.
De todos os papis que reeeber, quer para a
atatricula, quer para o arrolamento, o collector
dar recibo.
Pela inscripcao para a matricxla ou arrolamen-
tode cada escravo pagar quem promover a wa-
Uki matricula ou arrolamento a quantia de lOOO.
MATRCULA
A iascripco pira a matricula dos menores do
60 annos ser futa em vista de qualquer dos sc-
gaintes documentos :
I Relacoes que serviram de base matricula
eapecial.
II Averbacea da meama, effectuadas em vir -
tads da lei de 28 de Setembro de 1871.
III Certidoes da matricula especial.
XV Ortidea da averbacao da matricula espe-
'V Titulo de dominio, quanio nelle estiver exa-
rada a matricula.
Soaiente em vista de qualquer destes documen-
tos, pode ser admittida a inscripcao para a matri
eaU.
As relacoes que cus duplcala devem aposen-
tar aquclles que preteiiderem obter a matricula
sao as constantes da tabella A : de.em con'er as
dedaraco a especificadas ni Io do art. 2J do de-
canto de 14 da N^vcmbr ultimo.
S p.-dem ser admittidoa a dar matricula : 1
as peasoas mencionadas no art. 3 do decreto n.
AJS3 de 1 de Deiembro de 1871 ; 2" os crederea
bjpethecarios ou pignorad toa com relagao aos
es xavos obj'cto da hyp itheca ou do penhor.
Para i. matricula ba duaa declaracoea da maior
importancia : a idade e o valor.
Idade
As relacoes para a matricula dev. m declarar
por extenso a idade do escravo.
Nao ser admittido matricul. o caciavo de 60
aanoe. de idade em diantc.
A idade regulada pela declaracio da antiga
saatricuU.
Verificada qnal seja esaa idade, addicioua-sc-
late o tempo decorrido at o dia em que fr apre-
seatada a competente relacao pira a nova matri-
sola. E si na antiga atatricula a idade ti ver sido
declarada p r annoa, e portanto sem deaignac'.o
do da, m z e anno do nascimento do escravo, se
addiciunar como completo o anno cm que fr so-
licitada a nova matricula, seja o anuo de 1886,
scjio de 1887.
Si pela antiga inati'eula o caervo tiver m lis
de 60 annoa, quando apr>!seutada a relacao para a
B'iva matricula, esta nao ser feita e o escravo
aera incluido no arrolamento, ai j nao tiver com-
pletado 65 anuos de idade.
A ilade constante da antiga matricul;. e nai
prevalece vista de aentenca pa?sida em algado,
Havendo contestajo, proceder sc-h na form do
3.a art. 3. do regulamento, sendo suspensa a
atatricula do re.-pectivo matriculando.
Eita, porm, em qualquer tempo, requerimen-
tt do enb i, ter lugar, si, pelo que fr julgado.
tiver de prevalecer a deelaracao contestada i S5
2.*, 3. e 4. do art. 3. do regulamento).
Valor
Na relacao para a matrcula ser declarado por
extenso o valor do escravo a matricular-se.
O valor a declarar na re'acao nao pode exceder
ao fixado na tabella do art. 3 do regulamento, e
aera dado pelo senhor do escravo, ou quem legal-
o>eiite por elle.
E' licito, porm, dar valor menor.
O valor das eacravas o mesmo da dita tabel-
la, com o abatiinsuto de 25 0/0.
Xo caso de ser a matricula pretendida ou pelo
senhor e o mesmo tempo pelo oiedor bypoibrca-
rio ou pignoraticio, ou por conaenhorea do escra-
vo, e houver divergencia na deelaracao dovalor,
preval cem para ser fixado aa rearas doe j 1.,
2." e 3. do art. 4 do regulamento.
Depois do dia 30 de Marco de 1887 sao consi-
derados libertos, e gozaro dcade logo da lber-
nade, os easr.va que nao tverem sido dados
matricula.
Para iato nao ba formalidade alguma a preen-
eher. O tacto da nao matricula produz este eftei-
to, e habilita o libertado a obter certido negati-
va, qne Ihe ser dada gratuitamente, quer reque-
rida por elle, quer por terceiro, e lhe servir de
titulo de liberdade.
^ E' nnlla a matricula de individuo que nao tiver
ido contemplado na antiga matricula.
Para verificar si o escravo que se d matri-
cula o proprio a que se refere a antiga matricu-
la, cumpre attender ao disposto no principio do
art. 8. do regulamento.
O colleetor ou agente fiscal qne effectuar ma
trenla nulla, incorre na multa do 1 .< do art 8
do regulamento, e aqoellea qne concorrerem para
a matricula de peasoa livre on j liberta, incorrem
ao crime do art. 179 do cdigo penal.
NSo so efectuando, por culpa ou omisso do col-
lectoi ou gente fiseal, a matricula para a qaal
tenha-lbe sido entregue a relacao com ca docu-
mentos, incorre o mesmo collector ou agente fiscal
naa> penas do art 154 do cdigo penal, e fica sal-
vo ao senhor ou a quem legalmente por elle, o di
reito de requerer a matricula ; e, efiectuada esta,
eotende se feita no tempo legal
O senhor do escravo, libertado por nao ter sido
matriculado, tein direito de haver do responaavel
p la omisaSo a ind^mnia-co (art. 3o do d-
de 1 de Dezembro de 1871) que consistir na re-
cepeo do valor do libertado, oalculado pela ta-
bella do art. 3 do regulamento.
Para o serv? > di matricula ha livro espe:ial e
ndice, que serio escripturados, ni conformidade
dos modelos B e C, livrjs ossea que serio fjrueci-
d is pelo giverno.
Aa avji-baeov* serio taitas na conf*aiidads*ies
|J 2. e 3.* do art .* do regul isnenti.
Serio limistados Ja matricula, ao fin de Ada
itim-stre, a cantar da data do sen encerramsn'ffl,
mi escravos qnsno correr do muaiai tri.nestre ti-
vorem completado 60 annoa.
AHROLiHEXTO
Para os fina designados nos gS 'u a l' ''" HrC'
3 d.. lei, admittido o arrmmiieiUo eapeoial dos
oravoa de 60 anuos eui diante, e que foreai-me-
nore- de 65 anno* de idade.
O arrolamento ser feto no mesmo praso de 30
de Marco de 1886 a 30 do Morco de 1887.
Ser promovido pelas mesmas peasoas a quem
c impete dar matricula os escravoa meuoiea d:
6) .u ios.
As relacoes para o a:roUm?n'o cauterio as de
ei^rac'a mencionadas no $ 2 do art. 10 d re-
gulamento, e deverio ser f.'itaa na con(onndade
d > modelo D.
A idade do arrolado regu'a 11 pela declarado
da m.trieu!a SSpMJal, addicionaiido-3H-lho o tem-
po decorrido deade entio .t o da e n qu fr
apresentada a relacao para o arrolamento.
Si na matricula eapeeil a i lid tiver sido de-
clarada p r annoa, se addiciouar como anuo com
pleto aqueile em que fr apresentada a rea., i i
para o arrolamento, seja em 1886, saja em 1887.
Ni caso de prova de idade certa, pir sent ca
passada em julg'i-Jo, se observar a dLp >s'ci dos
3. e 4." do art. 3. do regulam"nto.
Os escravos nio arroladoa de 60 a 65 a moa fi
cara beatos da obrigacio de pr-atar servio>s, sal
vo o caso do art. 7 2." do regulamento.
Nos livros e ndice especiaes para o servico do
iit ilamento ser Mea a .crpfuracio, de contar
mi dada com oa m dlos E e F.
Ser eliminado do arrolamento o arrolad o que
comolet ir a idado de >w anuos, e nio ter mais
'|iia prestar s rvicos, qualquer quo seja o tempo
que oa tenha prestado.
Palacio da Presidencia da provincia de Minia
Oeraes.Ouro Preto, 23 de Dezembro de 1885.
Dr. Manoel do Nascimento Hachad') Portilla.
Palacio da Preside tata di provincia de Mina-;
Geraes.Ouro-Preto, 26 de Dezembro de 1885
Apezar da clareza das diapoaii,o : da recent-: lei
de 28 de Setombro a respeito doa escra/os que
houvereuj compl tad), ou fo.-em completando a
idade de 6d annos, e d'aquellei que tcem mais de
65 anuos de idade, eutendeu o gnrerno imperial
ser conveuieute aeautelar os Uireitos d'aquellea
que, antes de encerrada a nova matricula e arro
lamento, -proscriptos pela citada 1 i, regulados
pelo decreto n.9,5.7, de 14de N'ovembro prximo
pasa .do, tiverem completado qualquer d'aqucllaa
idtdes.
Por iaao resolveu, em aviso circular n. 206, de
23 do corrent', expedido pelo Miais'erii d'Agri-
cultar.-., Commerco e Obras Publicas, nao s man-
dar que se dase a maior p-.blicidade a tres iui
portantes declarares que uVIle so contin, como
ordenar providencias garant loras dos direitos que
os mesmos individuos tcem adquirido por forc da
lei, prescrevendo que desde j oa encarregadoa da
mitricula actual, revendo-a cuid-idosamoate, (
c un relaca i dos in .triculados, que houverein com-
pletado as idades de 60 e 65 annos, e as rcmettam
m juizes de orphaoa; r-lacoea que repetirio tri-
menaalmente com referencia aq lelica i^ue houve-
rein compretido a idade de 60 aunos, no decurso
do trimestre.
Cumpre, pois, que V. 8., enviando aos eollecto-
res, a cujo cargo se ach a actual matricula doa
escravos, a referida circular, da qnal lbe envi oa
n eessarioa exemplares imprexs >a, rcommeiide-
ifica a fiel observancia do quo 'lia foi delermiu i-
do, afim de que, apenas c ida u:r. d'ellea a recuba,
reveja cuidaduaameute a matricula aetual respe-
tiva, e, em vista d'ella, yrgauae noia relacao dos
matrieuladoa que tiverem completado as idades de
6 e 65 anuos, e a remetta ao juz de orphaoa do
termo, afim de qu i eate proceda na conformidade
da citada circular.
Feita e entregue a primeira relacio, coutinuat
o mesmo colleeter a organiaar trineuaalmeut-; ou
tra refaci doa escravos que, aura-ate o Lrimearre,
tiy.'rem completado a idade de 60 aui^oa, rcmet-
tendo a aos ditos juizes, para o fim indicado. Sub
sistir esta pratica, at que saja encerrad* a nova
matricula e se faca applicavel a iorujaliUa.de- ea-
tabelecida pelos Io a 4o do art. 11 do citado de-
creto.
Aos eolleeteres recomuendar V. S. qne, naa re-
licoes que orginiaarem, moncioue;n todas as espe-
cificaces constantes das matriculas dos relaciona-
dos, devendo taes relacoes a r feitas em duplieata,
para ser urna d'elas enviada a esta Presidencia,
por intermedio de V. S.
Tambem lh s far ver que quaeaquer du vidas
que eucoutrarem na execucio das preseutes or-
dena, e daa disposicea da \ e decreto citados,
dev. ni traz-rai meu couhecimento, por interme-
dio d V. S., afim de serem resolvidas, contarme
recommeuda o referido ministerio.
Deus guarde.a V. 8. -Dr. iianotl do Nascimen-
to Machado PorteUa.Sr. inspector da Thesoura-
ria de Fazeuda.
Palacio da Presidencia da provincia de Minas
Oeracs. Ouro Preto, 26 de Dezembro de 1885.
cikcular. 1.' Seeca: Transmittindo a Vmc. o
incluso exemplar impresso do aviso, circular n. 206
de 23 do correte, exped lo pelo ministerio da
Agricultura, Commerco e Obras Publicas, e do ot-
fiei i que uesta data, em uumprimento do mesm >
aviso, oir jo ao inspector da Thesouraria de Fa-
z-nda, ree ;n neojo lhe que, apenas receber do col
lector d'ease municipio a relacio que ello deve
org iiiaa-, em vista da matricala actual dos escra-
voa, dos matriculados que houvdrem completado
60 c 65 .i:uoo de idaic, e d'aquellea que forem
completando a idade de 60 annos at o encerr-
is commissio:
Gomes Par
K gu ira Coata
LuU do Andrada
J i Vlaria
Ferreira Ja:obna
Coat Bibeir)
Prxedes Ptang
L i n"neo de S
19
19
19
7
l
4
2
tend i obtido um voto cada um doa oeguiotes Srs.
depueados: Joio de Olivei'a, DrurnmJnd Filh ,
Aut msCorreiii o G .ayArves IVrreiM.
S.io, poses/ato, eloltos orra. Gimes Poreutc,
R 'gusssa Oosta o Luislde Advada
O ala (Mu Harta {pela ordem). pele ao
Sr. 1 * i'situra em vosm :i?
Ibtta.
K ., swstel 19wajoto3
t-.ui i Sf d-i'tlsVra 19
ophromd P .rtell i 19 .
Praxedea Pitanga 7
Lourenco de S 7
Joio d'Oliveira
B irrcs B irreto Jnior 2"
indr Das 2
teudo Uinb.'in o otilo um voto cada um dosseguin-
tes Sra. Dcputadoa: Visconde de Tabatinga e
toaa t Suva.
O 8r, presidente declara qne ae acham sobre a
diversos papis e dreumntos concernentes a elei
ca.
O Sr. 1 secretario d conta doa referidos pa-
pis que si o oa seguintes:
Cento e oncoenta e oito actas de mesas eleito-
r.ies e vmte e urna de juntas apuradoras ;
Um otfiei i do secretario do governo, remetten-
do trise actas de mesas eleitoraes do Io escruti-
nio, e treze do 2 de diversos districtos;
Djus protestos entra a eleicio da freguezia do
Poco di Panella, sendo.um asjigna 1 < pelo cida-
dio Francisco Jos Goedes deLiceoda c outro
por diversos eleitores.
Em seguida levantou-ae a tessio.
Caixa Econmica e Monte de Soc-
corro de Pernambuco
Batanete em 97 de Feverelro de
s
titTI ECONMICA
Activo
Thesouraria de Fazendaconta de
depsitos 602:783*200
Thesouraria de Fazendaconta de
juros 222:214*651
Monte de soccorroconta de pas-
sagens 70:354*042
Juros 93*600
Caixa 696*000
896:141*393
Passt'uo
Depositoa em con tas correntes 896:141*3'Jo
MONTE DE SOCCOBRO
Activo
Emprestimos sobre penhores
Valores depositados
Movis
Cadernetas
Tuesouro Provincial
Dcspezas geraes
16.029 saccie.
13.082 .
13.822
16.259
21.728
151.813 saceos.
229.061
287.138
177.308
329. 84
Aluguel da casa
Gastos com leilocs
Retorno de juros
Lucros e perdas
Caixa
Passivo
Capital
Cautelas de penhores
Juros
Caixa econmicaconta de passa-
gens
Thesouraria de Fazendace ata de
emprestimo
Cadernetas archivadas
Saldos de penltores vondklos em
1 eolio
S. E. &-0.
111:113*076
140:417*377
6:021*227
407*401
3:264*000
2:370*404
238*000
5*520
136*710
5*025
2:416*251
266:594*994
15:760*047
140:417*377
2:161*835
70:354*042
33:987*758
23*600
3:887*285
S66:5*4*994
O guarda-livroe interino,
Felino D. Ferreira Coelho.
?*ealla P utinclal Effectuou-se
houteuo. a 2a sessio preparatoria, aob a presidencia
do Etm. Sr. Dr. Katia e Silva, teudo comparecido
.'> Srs. d puta li.a.
Fui lida e approvada em debate a acta dasesaio
auteceJente
O Sr. Io secretario proceden a lei'Ura do seguiu-
te expediente:
Um offieio do secretario do governo, transmuta-
do outro da mesa elei tora! da paroebia da Victoria.
A' 1* commissio de verificaco^s de poderes.
Foram remettidos meim commissio os diplo-
mas dos Sra. Ba'io de Itapiasuma, Dr Maxiiniano
Lopes Machado e Dr. Manoel Goncalvus Soaies
de Amoriin
Veio a meza e foi apoiado entrando em discusaio
um requer ment da Ia coinuiissao de verificacoes
de poderes requiaitando com urgencia as actas da
eleicio da Varzea em Io e 2" escrutinio, as do Io
cscutinio da 1* aeccio da Graca e Santa Cruz, e
as Jo 2 escrutinio da Soledade, Poco da Panella e
Mouteiro.
Depois de orarem duaa vezes o Sr. Gomes l'a-
reute, sendo urna pela ordem, e o Sr. Jos Mara
tambem duas vezes, sendu urna pela ordem, ficou
a discuasio adjada pela hura.
Cellectoria provincialPor portara da
liento da ii va matricula, ordenada pela lei n.32701 presid.ncia da provinvia de 2 do corrente j de ac-
le. 28 de Sctembro e decrel > n. 9,517 de 14 de No
v. moro, proced na conformidade do que preseie-
ve o citado aviao circular, in iud .u lo intimar os
ex senhoica d'aquellea cujos nomea constaren da
relacio, para que fiquem inteiraloa do ivo esta-
do dos outigos escravoa, ntun ic/.o qu i ser feita
pel lecreto.
Da m -am i man -ir,i deve Vine, proceder quauto
a reUe'3 m l trimestralmente lhe forem seudo
enviados pelo oiesin i collector, at que, eueerra la
a nova m.it.ricu a, se fac applicavel a l.-r.nili ia-
de cst-.belecida pelos | Io u 4' :li nrencionado
art. 11.
Outrosim, recommendo lhe que, si o colUcto
nao llic -uu.e'ter as relacoes cuja conteccio foi or-
denada, Vi-\ as solicite, comnunicando me logo
a falta, afim de providenciar resp-ito.
Q i esquer duvi.las que lhe oeeorram a respeito
Vmc. as trar ao meu couhecimento afim de serem
res. Ivda, como me recommendado no referido
aviso.
Deus guarie a Vmc. -Dr. Manoel do Nascimen
to Machado PorteUa.Sr. juii municip-1 e de or
phaos do erma de....
PERNAMBHCO
ssembla Provincial
1.' SESSO PSEPABATOK1A E vi 2 DE MAE-
QO DE 1886
PBSSroSMCIA DO BXM. SR. DB. PBD80 OlUDIAKO
DE BAII8 B SILVA
A's U hor s, presentas os Sra. Drummond Filho,
Costa Bibeiro, Goncalves F-vrera, Joa Mara,
Amaral, Joio de S, Julio de Barros, Visconde de
Tabatinga, H rculauo Bandeira, Bogoberto, Costa
Gomes, Domingues da Silva, Jos Manoel. Barros
Barreto Jnior, Lourenc- de S, Ja&o de iiveira,
Luiz de Andrada, Begueira Costa, Ferreira Jaco-
bina, Antonio Crrela, Rodrigues Porto, Rosa e
Silva, Sophronio Portella, Augusto Frank'in, Pr-
xedes Pitonga e Gomes Pareute, de conformidade
oom o art. 2 do regulamento, oceupa a eadeira da
presidencia o Sr. B itis e. Silva, que convida para
servirem interinamente de 1 e 2o secretarios aos
Srs. Barros Barreto Jnior e Sophronio Portella.
Formada assn a mesa e tendo apresentado ca-
da um doa Sis. depatadosoa seua diplomas, or-
tranisada e da a reUcio dos que compareceram,
a qual se compos doa senhorea supraeitados e mais
do Sr. Andr Dias, que compareceu depois de
aberta a sessio.
Em seguida prooede-ee eleicio daa deas com-
missoes de verificacio de poderes, a qual d o se-
guinte resultado:
cerdo com as intormacea do inspector do Thea^u-
io, foi exonerado Leobaldo The^genes de Carvalho
dio cargo de escrivao da Collectoria da Victoria, e
uomeado para substitu.-o o cidadio Antonio Fer
nandes Peixoto Bosal.
.abdelegacla da freitueaia de Man-
to Antonio-Assumio bontem o exercicio do
cargo de subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio o Sr. tenentc Heurique Cecilio Barretto de Al-
meida, o qual resido a ra Duque de Caxas n. 14.
Monte po asa Voluntario da Pa-
tria No dia 1 do corrente esta associacio, en
virtude de ser o dia 1 de marco o anniversario da
termiuaedo da guerra contra o Paraguay, celebrou
sessio, conservando illuminida a fachada do edifi-
cio ou le fuucciona e tobando s 7 horas da noute
a oanda de msica do 2" batalhao de infantera.
Tribunal do Jury do Recite -Hontom,
neate tr!bunal foi julgado oreo Matheus Pereira
Correia, que se achava pronuacado no art 257
do c digo crimiual per ha ver furtado nma calca de
br m do estabelecimento dos Src. Agoatinho Santos
4C.
Teve por advogado o Dr. Luis Drummond, sen
do condemnado 2 meses e 10 das de piisio e
multa de 5 por cento do valor furtado.
Examet) preparatorioEia o resulla-
do des exame de historia prestados hontem na
Faculdade de Direto :
Plenamente 4
Approvados 8__12
Serio chamados a exames de Historia oa se-
guintes estudautes :
Ezequiel Franco de S
Francisco da Bocha Salgado
Gustavo Krauae
loa 1 Thom da Silva Gtuimaries
Joaquim Guedes Correia Gondim
Joaquim Nunes Ferreira Coimbra
Joa Bonifacio do Amaral e Mello
los Gaspar Loyo
Jos Saboia de Albuquerqao
Arthur Lvdio Babello da Silva
Augusto Hygino de Miranda Jnior
Tito Hyguo de Mimada
Suplentes
Jos da Silva Loyo Neto
Manoel Apolinario de Almeida
Manoel Joaquim Baptista
Pedro Joaquim de Souza Peres
Thom Joaquim de Barros Gibson
Vicente da Silva Porto
Zeuobio Marques Lina
Luiz Carvalho Laeerda de Almeida
Joaquim Jos de Pinho Goncalves
Zacharias de Araujo Vasconcelos
Jos da Silva Costa Neto
Carlea Moreira Beis
Pansa ment.O telegramma do nosso cor-
respondente da corte, publicado na rubrica com-
petente, deu-noa a tuste nova do trespisso do con-
votoa selheiro Martim Francisco Bibeiro de Andr>da, dc-
putadif eieito ltimamente pelo 7.o district) de S.
Paulo
Era o Ilustre finado nm himem intelligente, pir-
l.un utar provecto o orador floeute, coja voz foi
sempre ouvda ciia respeitoaa attenci >.
Era lente jubilado da Faculdade de Direto de
S. Paulo, para onde foi transferido ia do Becif:
antes de uesta tomar posse do ca^go: repreaeut u
a provincia de S. Paulo ua Cmara doa D-puta tai
n diversas legislaturas ; fez parte do gabinete de
8Uli> Agosto de 1866, como- ministro de extrangei-
ros, era membro ordinri#d. 'Wnlia a c iinmenda da Bosa.
Jira *Kim m m >i 1: de 60 neos-de lad-
elei le carsa#aleca.Iiiformam-
not Wm doiiii igo prXimo eJlirio de su 1= rea-
pectSMW'B les em passtMa petnt ras deeta oida-
.1,-, -detiite < galhardeifOv>stdo8,"Sfctabs
caritvUtescos Mimo dt Amor e^iSsciedude \huical
irte e Unido.
A s le da primeira n ra do Marqu> z do
Herval, e da segunda na de Vital de Negreiroa.
Opportuuamcute ser publicado o itiqerarlo d-
cada urna dellas.
O Incentivo.Distribuio-se bintem o n. 2
deste rntnnnaiio tetotifleo, ltterario e humo-
rstico.
Entrada de annucar e uiisoiiao
Vieram por mar e trra para o mercado do Recife
no mez de Fevereiro :
Alaod&o
De 1886
. 1885
. 184
1883
. 1882
sis* sur
De 1886
1885
. 1884
1883
. 1882
Passamente Por telegramma particular
hontein reeebid > do Rio Formoso, soube-se ter fal
leeido repentinamente o rendero do engenho Ja-
goarlo, Ant oiio Cesar de Vasconcellos Campos.
O fallecido tinha eer a de 40 anuos de dade.
era um bomem trabalhador e dotado de excellcn-
te carcter, o que fazii com que o estimassem to-
dos quantos o conheciam.
A'sua Exma. familia apres-ntaa aa nr)S3as
condolencias.
Perimentos grave. -Ante-hontem, s 6
horas da tarde, na ra do Conde da Boa-Vista, an-
tigo Caminho Novo, Joaqui o de tal, co-iheci lo por
Joiquim Caboclnhi, encontrando-se com Apri^io
15-nedicto i-'erreira, cora que n anlava in'n^ado
por causa de uns oei'p os c urnas pastoras, pelos
quaea amb >s daoam seu cavac, t.ravou cono elle
urna hit 1, da qual sabio finido Aprigio com 4 gol-
pes do navalha na regiio lomear.
O ciominoso evadi se, e, nio obstante ter si lo
procurado com afn pela polica do lu distrcto da
Boa-Vista, nao foi encontrado. Sabo se porm,
que reoiil- pira as bandas do lugar Jaqu-ira.
0 ferido foi e ni Juzi lo para o hospital Pedro II,
onde foi vistorialo sendo considera lis graves 09
scus ferimentos.
treniMto. O Sr. E. L. dos Santos Esco-
bar, aju Jante do chefe da estaclo das officiuas da
ferro-via do Caxaug, eommunicou-nos, em carta
de houtem, que na vcapera quando ae diriga para
a i-asa du sua residencia, ra doa Coelhos, ao
passar perto da igreja de S. Goucalo, foi aggredi
do por um individuo de nome Joio de. tal, empre-
gado que foi n'uma fundara da referida ra dos
Coelhos, individuo que ten com elle rixa, sem ra-
zio.
Suppoe o Sr. Santos Escobar que o tal aggres -
sor, de quem a custo se livrou, nutre perversas in-
tencoes contra elle.
E' caso de a polica tomar con tas ao ta Joio,
quem bem se pode cognominar das Arabias.
Matri! de tanto Antonio. A-nuihi 4
anniversario da installacio da devocio do Sagrado
Coracio de Jess, hiver 111 mitriz de Santo An-
tonio, missa cantada, communhio o sermii, s 9
b;rs do dia, terminando o acto com a bcuea do
Santissimo Sacramento. A tardinha ha ver ladai-
nha, aermao e beaeio do S.ut ssmi Sacramento,
depois da qnal serio cantados versos.
RevtntalUuntrada. Recebemos o n. 427,
do 11. anno desta chistosa revista. E333 num-TO
traz na 1.a pagina o retrato e buato do finido pie-
ta humanitario Octavian 1 Hudson.
Proclaman de caaasmentoaNa m-
Xf a de Sauto Antonio, no dia 28 de Fevereiro, fo-
r am lidos os seguintes:
De Jos Barreto Paes d; Mello com Idalini
Amalia Avila. fc
De Antonio Ta vares Noguoira com Luiza Joa
quina Guimaraea.
A obiesnOU n eminente alienista fra 1-
cez refere em um peridico prefiasional a historia
de certo caso grave do qual esteve ponto de ser
victima.
Certo dia ec apresentju no sou gabinete um dos
romancistas que goaam de mais fama na Bepu-
blica Francesa. Cunecou por fallar-lhe dcliqei-
ras molestias que des ie ha tcinpos 3 peraeguiam,
e finalmente, lazendo du fraqueza forca expoz o
verdadeiro objecto du viaita. A coatar de qunze
annos soflVia a curtos ipttmnsUei as mais horri-
veis obocssoes.
U.nas vez 3 experimentava vphementissi -
moa impulsos de matar a sua espisa; outras, de
degollar a seus tilhos
Atiquelle momento tinha podido dominar-se,
porm deaconfiava. de ni 1 poder continuar lo-
grar taes victorias.
- Agora mesmodisae. elle ao doutor, sinto
um desejo invencvel de levar lhe as maos ao pes-
clo o eefrangulal-o.
Coufesao:1eclarou o alienistaque ao 011 .ir
semelhantes palavras da bocea do um hoxem her-
cleo tive medo. Procure, nio obstante, aparen-
tur sangue fri, ea ye vi pira safar-m-o del le a pri-
meira receita que me veio memoria, e uii res ji-
rel a v .uta ie at que o vi na ra.
O poior que ninguem poler aupoor atacado
leloucura a um.homem diatinctissimo por seu ta-
lento de escriptor, cuja ultima obra, notavel de-
i'aixo de todos os conceitos, est presentemente re-
cebando grandes elogios da critica.
Suva narcan Trata se de genero de bar-
cas, que, em caso de guerra e as vagens de "X-
ploracao, por paizoS deacouhecidos, podem ter
grande importancia
Sio de tela, c .brindo urna a- naelj de madeira,
e quaudo se quer podem doorar-.-e de modo que
nio oceupam mais espaco do que o correspondente
ao material de que se coinpoe
Estas barcas seabrem co n summa facilidad*! fi
cando uesso acto emeo ndicojs de poderem ser lau -
calas agua e ser 'indo para os transportas com
toda simplicidi.de.
Em aples acabam de fazer se notaveis ei:-
saoa com as mesmas barcas, dcbaixo da direceo
do inventor Bcrtlnn, no arsenal daqu elle departa-
mento martimo, merecendo os appaiuos do chefe
doa trabalhoa, e quantos presenciaran: as experen
oiaa.
Em cada barca ae accommodam tres cavallos
com seus ginetes em p de guerra on urna meia
batera de 7 8 centmetros com todo seu equipa-
ment. As dimensoes destus barcas sio de llm,70
de comprimento por 4 de largura, e dobradaa po-
dem acc omino Jar ae perfeitameate nos carros or-
dinarios para transporte de trra.
A vi a-frrea do valle do Buphra
tenO perigo de ver a Ruasia avanaar para a
India, levautou em Inglaterra urna importante
questio a da via frrea para a valle do Eupbrates
que dara Inglaterra a vautagem politic. coari-
deraveld poder satsfazer o seu desejo de apode-
rar-sc de urna terceira estrada .para penetrar na
India.
Com esta via-ferrea a Inglaterra abreviara de
tres dias a viigem para transportar as suas tro-
pus no interior.
Ambas as extremidades da nova estrada fica-
riam nos dominios iuglezes.
Na extremidade oeste acha-se a ilha de Chipre
que pode vir a ser de um momento outro um
vasto campo militar como previo lord Beasona-
tUd.
Na outra extremidade ser fcil a Inglaterra
techar a embocadura do Euphratea, tornando as
aim aquella via inapplicavel a opemeoes ofensi-
vas contra a India se a Bnssia fizesse a conquista
da Turqua asist ia.
Tudo iato justifica plenamente o ntereaae quo
questio so liga na luglaterra.
Alguna enthuaiastas vio mais alm e querera
estender a via-ferrea atrava da Persia meridio-
nal e Bellucciatan, at a Kurrin, para ebter de tal
modo urna via de trra sem inteirupcio de medi-
terrneo at a India.
O projecto verdaderamente muito atrevido.
Antes de tudo a despeza collossal e capaz de
espantar os capitalistas mas suppondo tambem es-
ta difficuldade vencida, fica sempre o facto de a
Persia j vassalla da Ruasia para todos os com-
mercios, ae oppor certamente paasagem das tro-
pas inglez&s, no caso de urna guerra com a Rus
sia.
ellften. Effecluar-se hio:
Hoje :
felo agente Alfredo Guh.iardes, s 10 e 1/2 ho-
ras, ua ra da Amisade n. 1, de movis, louca, vi
dros, etc.
Peo agente Brito, s 11 horas, na roa do Imp
rador n. 16, de dividas.
Peo agente Burlamaqui, s II horas, na ra do
Imperador n. 22, de predios.
Peio avens Gusm&o, U 11 hora, na ra do Im-
perador n. 30, do estabelecimento thi sito.
Amanhi :
PeZo agente Gusm&o, s 11 horas, na ra do Mar
quez de Olinda u. 18, de bianagas e dividas.
Pelo agente Brito, s 11 horas, na ra do Vis
c -nde de lnhauma n.43, de movis, loucas, vidros,
etc.
Pelo agente Silveira, s 11 horas, na ra do
Imperador n. 16, de sitio.
8abbado :
Peo agente Brito, s 11 horas, na ra do Impe-
rador 11. 16, de um sitio.
Mingan tan ubi en 8erio celebradas :
Hoje :
A'8 7 1/2 horas, na matriz da Boa-Vista, por
alma de Guilb rrae Doweley ; a 7 1/2 horas na
capella do Cemiterio de Santo Amaro, por alma
do Dr. Joio Thom da Silva.
Amo ubi :
A'a 8 horas, no Carino, per alma do coronel
Francisco Manoel de Souza Overa; s 8 horas,
na matriz do Cabo, por alma de Joa Paulo de
Reg Barreto ; s 8 horas, em S. Francisco d Se-
riiilii-m 0 na matriz de Bio Formcao, p >r alma do
Coronel Francisco Mauoel de Souza Oiiveira.
Sai)liado :
A's 7 l/ horas, no Carmo, por alma de Miguel
Moreira te Souza Maia ; s 6 horas, na igreja da
Penha, pir alma de D. Catharina de Senna San-
tos.
Nanta Cana de Misericordia.Pes-
soal dos enfermos e educandos existentes nos di-
verses estabelecimentos a cargo da Santa Casa
de Misericordia do Beeife, no mez de Fevereiro
lindo :
489
31
5
193
181
198
344
Hospital Pedro II
Dito doa Lazaros
Dito de Santa gueda
Hospicio de Alienados
Asylo de Mendicidad"
Collegio das Orphis
Casa dos Expostos :
Em creacao 135 )
Em educacio 209 )
Total 1.441
Ca*a de Ueie.iiCAoi Movimento dos pre-
sos no dia 2 de Mari; :
Existiam presos 312, entraram 7/ sahiram 5,
exiat in 314.
A saber:
Nacionaes 291, mulheres 3, estraugeiros 5, ea-
eravos centnela ios 5e processados 4, ditos decor
Muflo 6.Total 314.
Arrau-iadoa 299, sendo : bons 292, doentes 7.
Total 299
Movnnento da enfermara :
Nao h-ouve alteracio.
tjoteria de Marco, se extrauir lotera n. 41, em bene-
ficio da matriz do Garanbuna.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicao dos Militares, se achario expoatas as
urnas e as espher..s arrumadas em ordem nume
rica, aprecacao do publico.
Lotera da cortePor telegramma recebi-
do pela Casa Feliz, sabe.-se terem aide estes os n-
meros premiados di 3* parte da lotera 195, extra-
bida hontein, 3 de Marco:
11.521 100:000*000
11.832 20:00*VI00
Lotera Jo Bio A 4' pirt da lotera n.
195, .d, uv. plsoo, do ore ni > de 100:000*000
ser extrahidt brevemente. ,
Os bilheea iclnm-se veida aa Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambema cham-se venda na praca da Inde
a na. 37 e 39.
Lotera Extraordinaria ao p-|
rangaO 4o c ultimo sorteio das 4" e 5 seresi
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extahida a 9 de Abril.
Achara se exposto a venda os restos d.:3 bilhe
tea na Casa da. Fortuna ra Primeiro de Marco
o 23.
L o ter i a o C e ar de QOiOOO^OOO -
A' 7' serie d'esta grande lotera, cujo maior pre-
mie de 250:000*000, ae extrahir imprnterivel-
meute no da .. de marco, as 2 horas da tar
de.
Os bi! h-jtos acham-ae yenda na Caaa di For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera de Hacet de tOOsOOOSooo
-A 18' parte da 11 lotera, cujo premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, serextruhida
impretervente no dia 9 da marco s 11 horas da
manha.
Bilhctcs vonda na Casa Feliz da praija da In-
dependa ns. 37 e 39.
Mercado Municipal de S. don.O
movimeuto dest-o Mercado no dia 3 do corrente,
foi o aeguiu te:
Entraram :
29 bois pesando 3.785 kilos.
319 kilos de psixe a 20 res 10*380
8 taboleiros a 200 res 3*6 )0
37 cargas de farinha a 200 ris 7*400
10 ditas de inicias diversas a 300
res 3*000
8 Suinos a 203 rea 1*6'JJ
Foram occupndos :
21 columnas a 600 ria 12*6J0
45 talhos de carne vrde a 1*000 45*00d
20 ditos de ditos a 2* 40*000
42 compartimentos de taiinha e co-
midas a 500 ris 21*000
62 ditoa de legumcs a 400 rea 24*800
16 compartimentos de suino a 700
ris 11*200
12 ditos de tressuraa a 600 ris 7*200
Jos Bernarda Oaloao Alcofo,-ado J-
nior contina no exeroicio <1 sua profissao
de advogado, e pode ser piocnrado rio es
eriptorio de seu pi, ra 1. de Marco
a. 4, 1. andar, das 10 horas da manhS
s 3 da tarde.
Henrique Milct. Ra do Imperador n.
22, l.o andar. Enuarr-jga-se de questes
as comarcas prximas as linhas frreas.
Dr. Olioeira Eseorel, 2." promotor pu-
blico, tem seu escriptorio de advogacia na
ra Primeiro de Marco n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogado -
ra do I nperador n 37.
rogara
Faria, Sobrinho attacado. Ra Mrquez de Olind n. 41.
Francisco Manoel da Soa dk C, depo
tarios de todas as especialidades pharma
eutirAs, tintas, drogas, productos chimice
d medicamentos homoeopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 2-\.
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
lo Francisco dos Santos Maoedo, caes de
Capibarioo n. 28. N'este grande estele
cimento, o primoiro da pro 'incia n'este ge
ero, compra-se e vend-jc madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta binis), assi.n como se preparam obras
de carapira por niLihina e por prefos sem
competencia.
Mu Janea
O bacharel Pedro Qaudiano Satis e Su-
va, tnulou sui residencia da Estrada de
Joo de Barros para a ra Velha de Santa
Rita n. 29.
PDBLICACOES A PEDIDO
Freg*uezia de Santo
Antonio
Acaba
delegado
de assumir o exorcicio de sub-
da freguezia dn Santo Antonio
desta cidade, na qual i Ja !e de subdelega-
do oflFectivo, o Sr. dpitao Hmrique Ce-
cilio Barreto de Almeida.
Foi uina acertada noms.icao a que reca-
bio em S. 8., qu^ na freguezia de S. Jo-
s, no Io districto, tao relegantes-servidos
prestou ordem e tranquillidade publicas
as differentes vezes em que, como Io
supplente, esteve na subdelegacia.
A freguezia de Santo Antonio d'ora a
vante deve gozar da paz e socego, e os
seus habitantes devem considerarse garan-
t los em seus direitos, urna vez que, co-
mo de esperar, cu npram os deveres que
a lei irapSi a todo o cidndao ordeiro ; a
S. S. ter sobejus occasioes de demons-
trar a sua aptido para o srvico publico
a ti a o policial.
Parabans freguezia de Santo Antonio!
Reufe, 3 de marco de 1386.
O reprter.
Utinho
l quantia de 176*180
Precos do dia:
Carne verde a 320 e 560 lis o kilo
Suinos a 500 e 601 ris idcin.
Cameiro a 800 e 1* ris dem.
Farinha de 32) a 64) ris a cuia
Milho de 240 a 400 res idem.
Fejo de 640 a 1*280 ris idem.
Matadouru Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 54 rezes para o consu
mo do dia 26 do corrente mes.
INDICARES DTE1S
Medicon
Conaultorlo medico irurgico do Br
Pedro de Anali j roa dafiloria n. 39.
O doutor Moscozo d consultas todos os
lias uteis, das 7 s 10 horas da manli",
Este consultorio offareco a commodid.
de de poder cada c'oanto ser ouvido e exa-
minado, sem ser prcseaci^Jo por outre
Oe meio dia as 3 Loras da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no torroao pr
ca do Commerco, onde fuucciona a ms
peccao de sade do porto. Para qualquer
testes dous pontos poderlo ser dirigidos
os chamados por carta as indicadas horas.
Dr. Miguel Themudo mulou s a johsuI-
torio medico e residencia para a ra Nova
o. 7, 1. andar, on 1 d consultas das 12
hor is s 3 da tarde e rece'oe chamados a
bualquer hora. Especialidades partos, fe
bres, syphilis e molestias do puimao e co-
racilo.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, ra do Barita da
Victoria n. 45, 2 andar, residencia ra
lo Ria -huelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocado
Joo Francisco leceira tem o seu es-
eriptorio ra do Imperador n. 42, 1.
udar pode aer procurado em sua profis
3o, das 10 l hora da larde.
O bacJitrel Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. ao lar.
[ContinuacSo)
Nos escrevem d'aquella villa:.....
Agora mudar -i de asju npto para ex da
mar : Viva o progresso I
AVista da-jioss.-. triste 8tu45So:relatira-
mente a viveres, e dos melhoraroentos ma-
teriaes desto nao sei su abancoalo torro,
eu me.-felicito a snim msjtoo de o habitar,
e sobretudo de ter n vscido no presente
seculo das luzes.
Viva o progresso I Pens que se fosse
dado a Jos Vieira de Mallo neto de Chris-
tivao Pinto do Almeida, vjltar agora do
outro mundo a visitar a sua antiga pro-
priedadedo O', lugar da sua ex'.inctafazen
da de Altinho e da Capella (nome desta
povoacJLo at 1837. por causa da ermida da
Nossa Senhora do O', ficaria bem triste-
mente alegre, e comigo exclamara. Viva
o progresso.
A lucsina impres8ao sentira dito Chris
tovao, sobrinho o genro do grande fazen-
deiro Antonio Pinto Vieira de -Moli, na-
tural da Baha, senhor de Jupi e das vin-
te legua; quadradasde trra coberta de mat-
tas virgeus a coraecar de Riacho Verde e
Bszcrros at serra da Boa-Vista no Brejo
da Madre de Deus, e d'ali at a Boa Vista
de Papacaca, merec qu-; Sua Mageslade
Fidelissima lhe fizera por sesraaria medi-
ante a proteccao nao sei so do vigaro Mi-
guel Vaz M. visitador e baptizante destes
povos, que requereu para o dito bahiano,seu
companheiro e secretario, vinte palmos de
trra para criar uns bezerrinhos uestes ser-
t3es d* capitana pernambucana; e elles
oaesmos, vgaro e secretario, fi ariam pas
otados ee resucitando como La< .ro, per-
corressera dt novo estes logares e v ;:n
tantas alJeas, villas, cidades e outsas
transfjr.nacocs, qu i tem sub-do estas lu .-
res outr'ora brutos c matagosos, o hoje cul-
tivados pelo immenso povo que os habita,
ex-damaria.-n viva o progresso !
Nao ha duvida qua progredimos pro-
porcao que as luzes se derraaaam : sobre a
trra das inteligencias e dos genios !
Ha li aunos, o Altinho era raatta vir-
gein; em 1770 iuaugurou-so a capella de
Nossa Senhora do O', a qual passou a ser-
venta de matriz, em 1837, lijando esta
povoacao da Capella (nome que sustentou
por espajo d i 60 annos) feita sede de urna
freguezia desmembrada da de Garanhuns,
o com taes porporcois, que abrangia Pa-
ncllas, Q tipap, Po-ferro, Jurema, Ca-
ch leirinha, S. Beuedeto Lagoa do Ga-
tos, Capoeira o Bebedouro, poda ser um
bispado e cabeca de uoia rica comarca.
Viva o progresso.
Mas nao conv.a aos habitantes j por
demais engrandecidos que Jos Vieira de
Mella e seus avos aqu sejam lem-
brados por muito tempo. A creacao da
freguezii importa a creado da nova ma-
triz (e u domolicao, 39 os herdeiros con-
89nt8sem, da capel.inha do Vieira) para
cuja fabri:a tero de concorrer o governo
geral com o nejessario para a capella-
mr, o provincial com e producto de lo-
t:rias, e a velha matriz com u rend ment
do seu patrimonio e com tudo mais que lhe
pertence constrangidamente, at fiear na
e roduzi la no desprezo, entregue aos ne-
gros do Rosario!
Viva o progresso A nova egreja co-
meca, e ergue se promptamento O padre
M. da Silva Burgos se encarrega da cons-
truccao do corpo, os capuchinho-lhc prepa-
raro a coberta, o vigaro (iodoy finge con-
sentir que urna irmandade do S. Sacra-
mento ali se -stabeleca sam approvaco do
ordinario, e qua ella venda o gado de Nos-
sa Senhora do O', para dourar altares da
nova matriz, que administre seu patrimo-
!
I
~N



Diario de Pernambuco-.-Quinto-feira 4 de Mar^o de 1886

ni", o da capella dsponha de seas rdito
como beta lhe aproar ir.
Viva o pr igr A populici.) crea
:q a se multiplica, o lugar se le 8'T aldeia comdous districtos de po
que inais s;rveui para patrocinar a deaor-
deros (gjr.ilmeato, filiando) do que para
raanter a orde-m publica; porqua dam a-<
anda freqaentes querellas ou rixas entre
os habitantes que acabara pelo assissio^to,
roubos, que nXo s> rapar un, o outros Cri-
mea qui nlo se puera. Viva o progres-
so Atinal entenderain que uraa guar-
da nacional da reserva ora m-cessaria- f i
constituida, e o governo nomeou seus offi
ciaes. As tropas deatj corpo de reserva no
Altinho qua3iora numero de zero.erara diffi
vilmente eommandadaa, o por isso in-liaci
puada por falt de offldaea militares.
H*via apenas ara majorera chete, dous ou
trea capitfesr, outros taatos teneutes e al-
fares nos dous dittrtetM (boje separados).
Aetuunie, porn, temos no Altinho, p
rece, eroseida a luiida offioiali lade : o nu-
mero do gu irdas seu duvida r.ugn>mtou
da dous zeros ao lado do pri n-iro, e foi
necessario qu i de uina s v;a se uomeis
sem unj dezoito ou vinte offioiaas de ca-
pites, ton tes e alf r'3, sem fallar dos
cubos e dos sargentos escolhilos com o
maior dcscerniraento possivi-l lentre os va-
queros, al uojrevs, taberudros, 3" Reros
e outros aristcratas nqu dificaveis, e tilo
adiantados uas le'r.ia como no raanoj 'lis
armas para d^fenler-ra.......seus n-
ter jssjs e poderera sur elaitoras. Na mesma
ocuasiao ou pouco aut"s foi o pai la ni
nhada eleyaio subida !i>nrx de tenent)
coron g)verno ira
prial, que o Dr. A. E. do Barros Cirreia
emita representava na qudidale de pne>
dente int rio da provincia.
Viva o progresso!
(.'mata qu; darsaMa a is nobre mi-
gistrado eroacao i i MaXM viiii Ma tsr
mo. de ura destacamento de 5 a 10 pragas
de polica. Tambara tizan qu-: o nosso
ex vigariuGuitenvs con jorren para aerea-
dlo da mesma villa, emp-nhando-se com o
deputado O. Riohael e nao sei com quera
mais qu; atteadera ao seu peJido ; que
Chico Caubeira (E. B. de \l n di) j pro-
mov-iu :i r.a" representaeao ae abaixo as-
signados pura o presi lente lbe dar termo,
mas qu) fora infeliz na s:olba do advo
gado Brasliauo,o qual lhe afogou logo esse
projecto as :iguas da Una, o ti ara o, elle
e seus consignatario, le b>.-:i a berta sem
terera de quem se queixar
Viva o progresso !
A villa de Altinho nlo poda deixar de
ter sua delegaca propria de polica para
se emancipar di le Caruaru', o lhe foi
dada; e o chefe dos lib res daatu lugar
foi tao feliz e i-riteri so na cscolha do pes-
soal para os pri-noiros cargos di nova ins-
ti'uicao, quinto o fora na dos offieiaes da
reserva, eo.n>bem poder v proval-o, se qui
zer, o uobre bichare! Francisco de Assis
Ros*. <- Silva, o qual, s nao rae engaa
teve a honra d>! ser visitado pelos tres de-
legadas Mano. I de Barros Reg, Torres
Gallindo e Aguiar Beb e doutor como
, custava lhe a oraprehrndel os : tanto
sabem discorrer I que dira de Clemen-
tin; Xavier de Olinda 90 o conversasse, e
tivesse de iizer-lhc urna por urna as letras
do proprio noma que nao sabe 3oletrar?
Mas aqu ha raysterio que convra rea-
peitir. Sao estos e semelbantes eraprega-
dos que servem no lugar. Do roeto ah
est seu chefe que ser tudo : que de tu lo
entende e a iodos, sabio olyglotta e
grande poltico.
Viva o progresso !
N5o carece diz d-o : temos duas cadeiras
de instruccao primaria para meninos e me
uina3 na povoaclo. O ex-?igario Guitcr-
res entendeu que nao bastavara as iluas es-
colas, e quiz tambera ser mestre particu-
lar gratuito por dgura tempo ; quera ti
rar a preguica ie alguna meninos que nao
estudavam, e que o professor publico de
entSo doacurava da aua escola. Esta pa
lavra quer .izircultura : Ora a planta que
nao medra se d;spreza ; as vezes, porra,
ella nao medra por falta de trato : aprovei-
taram pouco, mas sempre aproveitarara do
ensinamento asss interrompido do dito pa-
dre. Em substituid-So desta veio a esco-
la nocturna do professor Teixeira e as re-
potiyoes do mesmo para dispor alu nos
escola normal.
Viva o progresso !
Continua
4 ruina flninceira e a miseria
do paiz
XXX
O PBOJECTO DA C0MMI8SA0 PARA A CONVER-
SAO DO PAPEL-MOEDA EM OBO
17.
No estado da miseria geral do paii, da ruina da
agricultura, nica industria nacional, comidera-
mos no paseado artigo que o dinbeiro da emisso
de 3b naneara dcste projacto uo vem levantar
da rpina a aer novas industrias para ser esat- d nheno "ecupado
neliis; m-.s s lida mai 1 a rninil a, coinpro-
metiel-a p as sao '-3 industrias tela u^-aaiiabadas
qne carecem com vautagem de dinbeiro, o qual
um veneno m< rtifero para urna industria toda arrui-
nada, para um paiz todo abbattido e cada vez mais
pela miseria gem. E nao ha o menor exagero no
que digo; esli ahi os factos que o eomprovam.
Nao obstante es ornamentos deizarrm sempre
um dficit, ainda assim a receita arrecadada |
cada atino menor do que a oreada, e cada anno me
or de que a do anno antecedente.
Mo pro va isto que o consumo cnoa anno me-
nor? Nao prova isto que a miseria cada da
maivi ? E no eutanto a populnosVi cresee todo o
dia.
Adiffcenca que ha de nos para os Estados
Unuos, onde as emissoes nanearas vo auxiliar
poderosamente a iniustria. e oceupar-se aellas.
sem 1 preciar o dn.heiro, porque essa eraisso
feita na quantida ie conveniente, essa differenca
que all ha multa industria st ib decida e pros-
pera, e ^ cmisso bancaria nao veio portanto
ereal-a nem levantar urna industria que foi prospera
e qu i se i.batteu por outras causas que nao por falta
de dinhev', como se d entre nos. E' qw all
ellas sahiram do producto de trabalho em reserva,
qne cnstituio capitaes; que o paiz rico e os
e. o que se aceumula a miseria, porqne s o qne
oreia capitaes o commerci 1 t >do estrangeiro p>'o
que a emissao desta banca'ria proyectada nao pode
ter outra oceupacao seno a do uso c moium, e
portanto sobrar, e assim continuar a ser depre-
ciado o nosso meio ciri ulante.
Qa indo o commercio 111 -ua gra ide maioria f >r
nosso, quando milhares e milhares de mios f real
accumulando sus capitaes, entio as industrias iro
nascendo e se desenvolvendo e isto aiada se os
estadistas, se os n ssoe 1 eprecentantes qne nos
tivi-ren dado o commerci- proaeguirem noa asis-
tindo com leis prutecionisUs, aem as-quaesnau
podemos competir com a industria estrangejra.
nt*J 8m' ^"c08! diuhviro barato, fcil,
virio deseoTolver easas industrias nacentei, e
mait aiada quaado Isas foreta prosperas. Eatao
0 dinbeiro eme'tido por estes bancos, st nlo
applieado no otovinieata ilessis iniastrias, u5o
chegac para as transaccoes ommuns, por'
fasendo-se caro o dinhein por ser insutficifnte,
vira o ouro da Europa ao boa mercado.
Mas agara, neste estado de quebradeira qu isi
universal da agricultura, a?ora qu s ha urna
oceupacao pira o nacional, < cargo publico, arora
que o nico trabalb) dos desoccu Mtdose dos oceu-
pados que querem mdhorar ou iwen/ar-te, adu-
lar e infligir os outros para serem elles preferidos
e prestar servieos de todos os gneros na al rica 1,
agora c emquaato os representantes do partido de
eima viv:m em luta perman-mte e.n seu seio para
assuas preteaces s-irem preferidas, agora qu 10 lo
a nica raiao de queda dos ministerios sai as
coaliao's resultantes das pretenede* desatendidas;
Ag ira com urna vida toda sem garanta e de
sobresalto, porque p>r um lado *aj os liiris pu
luanlo por todos os poros l> piiz, por outri o
|Ui-i compet despreso da ina^istr ttaa do di
reito e da lei, faseudo-se justica de ileicao, ou de
coinpa lre e at de dinbeiro, agora quaado a izaran
ta tao fallada da liberdade, apenas 11 >:nin d,
cada um t a 11 de pagar arnanoa palos horrores da
fom e at das violencas, os servieos eieit mi
expinranoos ou exigidos p-flos protestados, agora
1 1 uesta trra de compadres o fiscal lequaiq-ier
empreza que s ja, abenas um nome, e que t.i 'a
1 01 tisevs dos bancos e de seus fundos le
reserva em ouro que elles niea verio;
Derramar agora essa ban^aria de papel moe la,
derramar a maior das eilamidades. Esau di-
nbsiroVai ser toda comido, vai desapartar os aper-
tades pelo eoraaiercio, que 6 quem vem a lucrar
mais por um instante, para lucrar menis mais
tari ; n> crear urna s industria, e raro agri-
cultor de entre os mais prudentes e cautelosos, ti-
rar vantagem desse dinheiro da baucaria. Todo
este papel biucario poiscahir na circulac 1 cora-
mum, a portanto nao haver falta dedi.ih-iro que
attraia o ouro catrangeiri.
Rasiri sempre o rgimen do papji que nao soi
ou nao seria s o dessa bae ira, mas tambamo de
diversos outros papis que correm c>mo noeda,
como as lettras hvpothecarias, as notas dos ba-
es do Brasil de 8. Paulo e do Maranho, na im
ponaneia de zl,000.-UOfOOO, as notas falsas imi-
tando as do governo e euto as taes dos bancos, as
apolices dos governos provinc'aes, que com-o tras-
>asso em brinco, correm de mJo em mo at a hora
de se cobraran) os juros, continuando a c irrer de
novo com novo indoto.
Em verdade cousa que nao se com,>rebende :
projurar-se meios do fazer cessar a depreciacio
da monda e recorrer-se a todos esses artificios in-
uteis, deixando no banco do Brasil urna cmisso
de 20,000:IH*'XK> facultan lj-se o curso das taes
letras hypoihecarias como moeda, pirece um gra-
cej) a manifest 191X0 desse desejo.
Com etFeito que mgica art-! poder-se-ha inven-
tar para faz r c-rsssr a d'pieei icao na uossa moeda,
correudo toda essa pap-lada no paiz como m>eda?
que forca poderao ter esses "un tos de reserva para
se agueutaretn, quau 1 o chegassem a existir ao
menos na meta le das quantias decr -ta Jas, para re-
sistir aos pedidos dos portad ires das notas banca-
riaa ? No momento em que fr realisada a con-
dicc.j do artigo 8 do projecto, isto no 11 uneuto
em que esta lei vigorar, que quando o capital
dos btuci>s attingir a 150,000 contos, as notas que
forcm sahindo dos bancos por emprstalo ou des-
coutos, uesse m^smo momento voltario pela-i mes-
mas ou outras inos, pedindo a sua couverso e a
ouro, e esse ouro (nao a quantia da lei, que essa
de certu nao tero OS banjos mas 0 pouquillho
ouro que tiverem 1 m um instante) vor para a
Europa.
Mettam se uesta aihada os macacos que quiz-
re,n ter bae ira de emissao porque os Estados-
Unidos a tem, sem se lemhrarem da immensa diffe-
renca que ha do homem ao macaco; mett mi-.-e
tambem nestas que ser 3 ultima arte que faro.
No entauto todo o aviso nao ser de mais para
evitar tao grande desgraca, embor* tenham ellas
da vir sempre m ,is demorada e menos brusca-
mente, porque aos interesses estabelecidos saeriii-
cam-se levemente todo o bem social, o salvamento
da patria
O dever porm de quem v a nao est preso por
essa leveza, demonstra! o.
Prosigamos pois. Mas nao combatteudJ mais
este projecto que est morto, como se dedus dos
trlegrammas acerca do resgate do papel por meio
do -inprestimo; mas nos oceupando desta meio,
que aliaste na couforinidade das i J 1 que tenho
expendido.
Marco1886.
Affomo de Al-buquerguc Mello.
13 dfttrifto
O ministerio por intermedio do Jornal do Com-
mercio jro^urou agitar -ipuracoos da eleico do
13 districto eleitiral desta proviacia, e fez com
que o gran le orgo da imprensa da corte vaiias-
se, e dase successivamente noticias contrarias
urnas s outras.
A' respeito dessas noticia? encontradas escre-
veu a nosso Ilustre amigo o Sr. conselheiro Sta-
res Brandio o seguinte artigo, que foi publicado
no Jornal do Commercio de 11 desee mez, sob o
titulo 13 districto eleitoral, e que transcrevemos :
ir. redactor. Deu V. em sua f ilha, de fina do
mez passado, a noticia de ter sido eleito deputado
geral, pelo :3' districto de Pernambuc, o Dr.
Antonio de Siqueira e, um ou dous dias depois,
publi:ou na seceo competente dous telegrammas
do Becife que davam como eleito o Dr. Alfredo
Gorreia de Oliveira. competidor do Dr. A. de Si-
queira. Agoia I 10 na Gatelilha de boje terceira
noticia sobre a inesma eleicao, podendo parecer,
pelos seus termos que urna rectificaco em favor
do Dr. Alfredo Correa. Se assim permita V.
qne venha eu oppor contestaco essa sua noti -
ca, extrahida do Diario de Pernambuoo.
Nao poderia fazid-o melhor do que pedindo a
att-ncao de V. edos seus leitores para urna pnbli-
cacao do Dr. Antonio de Siqueira, feita no jornal
Provincia, do Recife, e transcripta no mes no Jor-
nal do ommercio de boje.
Dessa publicacio se v que na verdade nao
houve eleicao conservadora no collegio do Ex :
rai.8 smente urna duplcate, fructo da violencia
do Jeiegado de polica. Estava nos intereeses J
partido conservador que nao liouvesse eleicao all. '
onde era notoria e evidente a maioria liberal e o-1
amigos do Sr. Dr. Alfredo Correa de Oliveira, por .
excesso de selo, do qual quero crer que uo assu- .
mira S. S. a responsablidade, julgaram til um
acto de forca que pelo menos inutilisasse aquelli
co legio.
Dessa pretenco ou calculo foi que se fez arauti '
o Diario de Pernambuoo, ouvindo prova velinent'
alguma confidencia no sentido de prepaiar un
plano a praticar-se na verifieavo de poderes pe-
ante a cmara.
piden* se ..presentar pretenden!,.
do deputado sem o 1
em neuhu a caso o fari 1. Bat ido h 1 de
aeremt'mp discutido a ap atas e a provasoa-
viac-nt'-'s as atlegaces do Dr. A de Siqueira.
Uuno liberal e a:ni;odD Dr. A. de Siqu
que se acha ausente, julguei do raeu dever fazer
a presente conteataaao para 03 fins convenientes.
O senador Soares brandSo.
Rio de Janeiro, 10 de Pevi reir de 1886.
Comirca k liuh
Com a rpigraphe cima est o 3r Dr.
L. F. Mioiel Pinlieiro MOntvmulo t\ua sj-
rie io artigas n) Jornd di Rec!/e,
Apoz.r le nao fasw pirt de nenhum
dos grupos de trafietutes em que se divide
este paiz de analphncitos e escravos, sal 1
juiz nita eessa da f zor. palitica a todo o
proposita, ara discuta lo 1 A iyaa que me
fez leputa io a -corabla g'ral; ora, ac-
cus-nlo a4 rais amigos polticas e defea
lendo os seus ; j fallando tolos os lias
em sua r-.raocSo, e que significa 3agria
n side e explanes cia ; j insinu >ndo censuras e ataquea
adminiatracSa la proviucia ; o, ura 1 vez
por outra, cnvoiveudo raeu nome nessea
raauejos com que est pretendendo, nao s
justificar a coudu-ta partidaria que tem na
comarca, como a vitar urna remacta que a
propria consciencia lhe aanuncia cono ine-
vitavel.
Siga o Sr. Dr. Pioheiro o seu caminho;
cumpra o seu destino ; obedeza aos imupl-
sos de seu earacter irrequieto e aggressi-
vo; continu a estar em luta aberta arpon-
eo propria de um jaiz com os seus furia-
dicionados, nao s daatro da comarca,
como na imprensa? celebrise se como en-
tender ; mas deixe-me em paz, porque ca-
reno muito do meu tempo para cousas
maia serias do que alimentar polemizas
sem interesse.
Desta vez o Sr. Dr. Maciel Pinheiro,
que nao levou a bem* que os meus amigos
da coraarca de Timbaba m) recebesaem
all no dia 15 com featas, aecusou o meu
amigo Samuel Correa de ter-lhe feto um
acinte, ao passarmos por sua porta, e a
mira de haver em discurso feito propagan
da contra a sua permanencia na comarca.
Nao exacto nenhum dos factos.
Quando eu e meas amigos paasaraos por
casa do Sr. Dr. Maciel Pinheiro, estava
ella fechada ; n aaa occasiSo entre outroa
o mea amigo Samuel Correu levmtou um
viva ao partido eouserv.i lor : ca tudo.
Que susceptibdi lade essa do fsr. Dr.
Maciel P iheiro, que pretencS'a sJlo aa
suas, que qualitica de acinte a aua pesara
ura viva dado ao partido conservador por
ura grupa do geni- serta qu* passkva em
featas por sua porta '
Essa pretencSo do Sr. Dr. Maciel Piuhei
ro d a medida da posiyao prepotente e
dnspatiia que tem pret adido arrogarse
ni comarca de que juiz.
Quauto propaganda por mira feita em
discurso contra o Sr. Dr. Maciel Pinhei-
ro, dero dizer que quem lhe deu tul infor-
Ao distinelo eleilondo do .
districto
Agora que me chegou as mos diploma de de-
pata-Jo Assembla Provincial, eleito por esse
6o districto com ama maioria de 145 votos, facto
este que prova cabal e eloquentemente ter sido
sympathica, e bem acolhi ta a min'a candidatura,
cumpro um dever sagrado raanifest indo pela im-
prensa, j que o meu estado de saude nao per-
miti que o faca por outrs modo mais significa-
tivo, o meu sincero o eternj rejonheciment pela
honra e c intrinca de que me achou digna.
No exercicio do h mroso mandato, que me con-
ferido, mostrare a boa vou.ade, que acta em raeu
espirito, de promover, quauto puder, o bem da
provincia, principalmente o do districto, que me
SI tola u para um dos seus representantes.
Espero e peco mesmo com instancia ;;03 raeus
comprovincianos o seu auxilio neste meu intuito,
Iembrando-mo a nikc tnio-me qui'squer melho-
ramentoa, beneficios ou providencias, qu pissam
ser deliberadas pela saembla Pr ivincial a bem
dos babitant's de qaalquer das localiddes da
proviucia.
Becife, 2 de marco de 1886.
Pedro Oaudiano de Ratis e Silva.
Bilhetes le lotera
Chamamos a attencSo da nosaa polica,
para esaa aucia de velhacoa, qun vivem a
importunar os trana'un'.e9 cora a vn la
de bilhetes de diversas loteras, e quando
sahe o mesmo dinheiro, p t acaso, em al-
gum delles urna difficuldade ra reaeber-
se exigindo troca, com o respectivo cambio,
j se v ; ou do contrara nao ha quera
os queira pag r.
Andar de gazua mais diffi ;il, sempre
pega alguma coasa.
E' o caso d'As8erabla ou a polica" de-
terminar : na casa era que su vender bi-
lhete de urna lotera ser respon-abilisada
pelo premio que lhe sabir do contrario,
roubo e bom.
Portuguez.
OCULISTA
Dr. Barrete lampaln, medico culis
ex-ch.ie de elinica do Dr. de Wecker, d cnsul
tas de 1 a 4 horas da tarde, na ra do Bar
da Victoria n. 45, segundo andar, excepto nos do-
mingos e diaa sanctficadog. Residenciara d<
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
G, Hedala no
Usinas de cobre, iatao e bronze e da
11
macao faltou despejadamente verdade.
Nita mo oceupei de til asiumpto, vez
nenhuma me reteri a esse juiz e at, em
conversas particulares, recommendei sem-
pre aos meus amigos toda a prudencia,
to.!a a resigaaco, at que u n dia o go
verno geral, compenetrado da urgente ne-
cessidade de retir.ir de Timbaba, na pes-
soa do Dr. Maciel Pinheiro, um elemento
de discordia e de susto, ponba termo s
condicSes m- lindrosas e anormacs daquella
comarca
Nilo sigo os exemplas (o Sr. Dr. Ma-
ciel Pinheiro. Se S. S capaz de abrir
lutos todos os dias com os seus jurisdic-
cionados; de discutir pela imprensa em
linguagem inconveniente seus negocios
particulares ; de deixar-se tomar de urna
verdadeira processo-mania ; de chamar a
esses raes moa j urisdiecionadoa de crimino-
sos, de capangas, como fez no artigo de
que agora rae oceupo; de araear-ar e per-
seguir a tudo e a todos ; eu, pola minha
parte, ..murehendendo o quanto seria isso
inconveniente, nlo disse, quando lna dia
15 pronunciei ura discurso em Timbaba,
que por tados oasea motivo*, em minha
opiniao, aua permanencia na comarca era
ura risco inminente para a tranquillidade
1 irdem della, que para coutinuar all
i amo juiz j Iba faltara a in liapensaiel
I ;enco do animo, a precisa rap roialida
cea Qecaaaria forca moral, o que tudo
,'; urna triste verdade.-
Racife, 3 do Marco da 1866-
J, Juvencio Ferreira da Aguiar.
Ao commercio
N'esta data acibei com o mee estabelecimento
ito a ra da Imperatrz n. 78, nada devendo nesta
iraca; quem ae julgar meu credor apreseate-se
.-ua da Gloria n. 150.
Recife, 2 de Marco de 1886.
J0S.0 da Silva Camiet.
Vve libertas
Tendo vindo sociedde o 8r. Vtor Tibartiao
O Diario de Pernambuco urna folha de opi- j de Oliveira, com procuraco bastante para liber-
ioes conservadoias, sempre o foi. alm dist ; tar a escravisada Joanna, propriedade de Antonio
o jornal oficial em Pernambuco.
Apressou-se Je boa vontade a dar como inutili
sado, para ambos os candidatos, o c. Ilegio do Ex
e apresentou da eleicao da 13 districto o result.
do final que a Gatetilha transcreveu.
J v, Sr. redactor, que na pode a noticia s -
tida como de fonte imparcial.
A verdade, de que tenho conhecimento por ir,-
tormacoes fidedigna, a seguinte : Organion ,.e
no Ex, no dia 14, a mesa eleitoral nos ten -
gaeae presidida pelo 1* juis de paz, sead .3
meaarios liberaes e dous conservadores.
No dia da eleicao, depois da violencia i da-
legado de polica, nao p>ruiittindo o iogresao da
mesa legal, retiraram-ae o presidente desa ma
e os dous aaesariot liboxaes e tora proceda* a
eleicio no consistorio da igreja matriz, preenebeu-
do a falta dos dous mesarios conservadores pelo
m ido prescripto na lei.
Tinh-i comsigo essa maca legal a acta de ana
constituicSo na vespera, de qae nao se extrahio
copia, a lista da chamada dos el. itores e o livro
destinado eleicao, d' cumentos estes que nao i lie
for pode, outilvez porque 1 primeiro pens-im-nto mi .
fosse fazer urna outra eloico em duplicis, t sica-
plesmentc inutilisir a que se fiz -es: peraute a
mesa legal.
Poder se-ha imparcialment pensar qne conse-
gua o delegado de polica do Ex inutilisar a
cleico p-los meios empregados? Ser moralisa-
dor que se d ganho de causa violencia, e se
firme este precedente a bem da verdade daa elei-
90 -,?
P nao que n>. e s dovo esperar e espero que
o tribunal competente, que a cmara dos depu-
tados, far justica *> nao confirmar a sentencia
do Diario de ernmmbuoo, retribuindo ao Dr. A. de
Siqueira a justica com qne sempre proceden or.
seio da uiesma cmara do julgamento das quis
toes de verincacao de poderes.
O Sr. Dr. A. de Siqueira bem coiaprehende q ie
depois deeses seus precedentes que c honrara,
tendo eondemnado sempre com seu voto, toda as
Ilegalidades e fraudes em materia de eleicao, nlo
Jor:oda Silva, de Cacimbinha, em Caruar, ro
< ga-se a quem aoutar della jua faga a candada de
dar noticia ou truzel-a para recebar sua carta de
liberdade. 1
Recife, 1 de Maroo de 1886.
EnpresH Telephonica Beargard
Tendo deparado no Pata, folha que se publica
no Rio de Janeiro,-c mi um telegramma^que d'aqni
fra expedido, dizendo ter o Exm Sr. conselheiro
Costa Per ira Jnior, mandado interceptar no
dia 16 de Fevereiro prximo p-.ssado a communi-
caco telephonica para a freguezia do Monteiro,
cumpre-me declarar na qaalidade de g- rente desta
empaesa, que inexacta somelhante noticia.
Kecife, 1 de Marco de 1886.
Antonio do -armo Almeida.
Medico parte!re e operador
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59
Io nniiar
Resitaia na U Paysiadn a. 15
CHAMADOS POE8CRIPTO
O baeharel Francisco Crrela
Lima N"brlnho
pirtecipa aaa Sra. estulaatea qu^ tem
aberto um cutw de An hmatica, Algebra
e Geomatria, ua ra da S. Borja, ontiga
de Sebo n. 12.
Urna casa em Hainburgo j ligada com o Bra-
zil, deaejando relaees com a cidada a Pernam-
nsmbuoo, convida por esse as pessoas que quei-
ram oceupar-se introduaU-a coaao representantes,
dirigirem as suas offi rtas sub H 08988 aos Sra,
Hasaenateing Vogler, em Hambargo.
A belleza fcmuhia consiste em
w. su
grande parte na elegancia e graca de seus cabel-
los. O cabello ralo, spero e seeco, inteiramente
incompativel com a formosura, e o dever de ca-
da mulher que deseja attrahir >u captivara sdmi-
racao do sexo epposto, de aformosear os seus ca-
bellos tanto quanto lhe ssja pessivel; se sua fron-
te se acha desguarnecida e despojada, a gloria da
mulher esvai-se coma as fula -s do outono, todos
os sena ontr, s attractivos perdein o seu encanto.
Evitai, pois, tao dolorosa quao triste cons quen-
cia mediante a usa desta poderosa preparadlo ve-
getal o Tnico Oriental para o cabello. Tem sido
posta prova na America da Sul e faz muito tem
po qne ella se tem tornado em Cuba, Mxico e na
Anerica Central, um artigo favorito e ndispensa-
vel do toueador.
Sendo especialmente adaptada pira os climas
calidos, conserva o eahsJlo macio, flexivel, lus-
troso, baato e livre de caspa, e o renova quando
por aca8appartcein sraiptomas de decadencia.
Agentes em Pcmamauco, Henrr Forster & C,
ma do Commercio n. 8.
Cajurubeba
Manoel Joaquim das Trevas Marinho, phanna-
ceutico, commisaario vaccinador da cidale da
Victoria, capitao reformado da guarda nacional
e encarrrgado da pharmacia do presidio de Fer-
nando de Norouha, provin-ia de Pernambneo.
Atresto que o preparado Cajurubeba do Sr. Fir-
mino Candido de Figueiredo, applicado no presidio
de Fernando de Noroaha pelo di tiucto e Ilustra-
do 2 cirurgio do corpo de saude do exercito Dr.
JoSo Alexandre de Seixss, obtevo feliz resultado
as afieccoes rheumaticas e ou ras molestias do
systema purulento. E' de esperar que esta fiara
brasileira bem cenhecida, com estudos therapeuti-
eos ser mais um agente que t m de favorecer a
humanidade.
Como brssileiro de coracao orgulho-me de ob-
servar mais este preparado as annaes pharma-
ecuticos.
Em f da verdade pa-:so a pre ente; pudendo
V. S. faser a usa que i be approver.
Kecife 21 de Janeiro de 1886.
Manoel Joaquim da Trevas Marinho.
A firma estava reconhecida.
Fados e nao pata,ras
Ao* que se desejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typographia e na ra Direita n. 43, 1."
andar vndese tinturas hameopathicas para ino
fensiva cura das seguintes molestias : asthmaticn,
ainda mesmo bronehitico; eiysipela, enxaqecas ;
intermitentes (sem o emprego do fatel quinino);
toase convulsa, falta de menstmacao ; cmaras de
sangue : estericos ou inetrite ; dores de dentes ou
nevralgiss, metrorragia ; vermfugos, dentigao e
convulsoea das criancas ; tudo manipulado de ber-
vas do paiz.
Assim como tratam se escrofulosos em qnalquer
grao e gommatosos.
Golitzer Ufer n. 9 Berlim S. O.
Kspeefalidade:
Construc^ao -le machi-
nas e appareliios
para faoucaa do issu.ar, daatillac8es e re-
finagSes cora todos os aperfscoamentos
modernos.
INSTALLAgAO DE:
Engenhos le assucar completos
Estabelecimanto filial na tiavana sob a
mesma firma de C. HeidVnann.
O o Sa i Eam i o u. 17.
Inicos represenlanles
Haupt Gebru'Jer
EIO DE JANEIRO
Para informales dijijaraae ai
Pohlman & C
M io GOIURI 110
O Dr. Thomsz Garcea Pnranhos Montene-
gro, commendadnr da Imperial Ordem
da Rosa, juiz ie direito especial do com-
mercio deata ci luda do Recife de Fir-
nambnco, por S M. o Imperador, a
quem Deus guarde, etc.
Faz saber aos que o presente edital virem ou
a'elle noticia tiverem que se acha designado o dia>
6 do corrente mez, s 9 horas do da, na sab
das audiencias, afitn de ter lugar a reuniio dos
eredores da massa fallida de Moraes & Rocha pa-
ra a nomeacSo de depositario effectivo, visto bit
sido por accordo do Superior Tribunal da Relacab
annuliado o procesaado de folhas 5 'm di ante dos
autos dr falleneia, pelo que convoco es credore**
da referida m-asa a comparecerem na sala das
audiencias no dia e hora designados afira de no-
mearem depositario effectivo.
Dado e passado nesta cidade do Reiite de Per-
uamr-uco ao 1* de mea de Marca do anno do Naa-
cimento de Nosso Senhor Jess Chrsto de 1886.
En, Jos Franklim de alencar Lima, snbscrevi.
Thomaz Garcez Prannos Montenegro.
DECLABGuES
I.UIOimOKIO IIOM1EOP TilICO
na
FREDERICO CHAVES JNIOR
HEDICO E PIIUtSUCEUTICO HOaKEOPATHICO
Ra do BarSo da Victoria n. 39, 1. andar
&^^:
Oculista
Dr. Ferreira ia Sdva, con-
sultas das 9 ao'meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
EDITAES
rrist&o Henriques
Costa
Dr
daa (nia ai. I fe
sul tas das 11 s 2 horas.
Chamados a qualquer hora.
Telephone nunaero 54.
Parles, mufisVaTe"1 ffloleres o
tt enancan.
Dr. Silva Brito, medico clnico do Maranho
tendo pratieado ltimamente nos prinpaea hos-
ditaes de Paris e de Vieuna d'Austria, onde dedi-
cou-se especialmente a partos, moleataas. de mu-
Iheres e de criancas, offerece seus servieos ao res-
peitavel publico desta cidade, onie fixou sua resi-
dencia.
Pede ser procurado do meio dia s 3 horas da
tarde no seu consultorio ra larga do Rosario
n. 26, 1 andar, e em outra qualqui r hora do dia
ou d noite ra da Imperatrz n. 73, sua resi-
dencia.
Edital n. 7:9
O inspector geral da instrueco publica manda
fazer constar a quem iuteressar, que em virtude
de determinacao da presidencia de 13 do corrente
mez, se acha prorogado por 30 dias, a contar da-
quella date, o prazo marcado para a inscripcao
dos individuos que pretenderen! entrar em concur
so para o provimento da cade'.ra da lingua ingleza
do Qymnaaio Pernambucano, devendo oa eeuhores
andidafos ter em vista, as disposico.'s dos artigos
76 1 4o, 77, 78 1" e 2*. 79 82 do a-egu-
lamento orgnico do ensin) publico, transcriptos
j no edital n. 723 de 14 de jineiro prozimo pas-
sado.
Secretaria da instrueco publica de Pernambu-
co, 27 de Fevereiro de 86,O secretario,
Pergentino S. de Aranjo Galvao.
1* Seceso.Secretaria da Polica de Pernam-
buco, em 1 de Marco de 1886. Edt:i!.- Abundo-
so recolhidos Casa de Detenco oa escruta Jo-
sa, de Manoel Cleinentino Aives, Roaendo da Luz,
de Manoel Gimes da Silva, Silvestre, de Felicia-
no de tal, Areelino, de Jos Meles doa Santos
Vieira e Pedro, de Antonio dos Sanies Coelbo,
assim o faco publico de ordem do Illm. >r. Dr.
chefe de polica, afin de que sejant reclamados
por seus senhores dentro do praso de vinte
das que lhes tica Mareado. sob peaa de
serem considerados abandonados e etregu-s ao
juiz competente.
Secretaria da Poli.-ia de Paruaaabnco, cm 1 de
Mareo de 1886.
O secretario,
Joaquim Francisco de Arruda.
Edital n. 79
Dr. Geraneira We
HBDIiO
Tem o seu escriptorio a ra do Marques de
Olinda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sna residencia ra da San
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
uhoras e criancas.
Advogado
baeharel Je-onymo Materno Pereira de Car-
valho, tendo deizado o cargo de juis substituto dos
feitos da fasenda, advoga nesta capital e fora
della e tem sen eseriptorio ra Duqut de Caxias
n. 55, onde pode ser procurado das 10 horas da
muan s 3 da tarde, e fra destas em sua resi-
d uci. ra de Domingos Theotonio n. 39, a
qnalquer hora.
Conullorio medico-eirorgicr
O Dr. Estovan Cavaloante de Albnquerque con-
tinua a dar consulte medico cirurgicas, na ra
do Bom Jess n. 20, lo andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Parasa deanais consulta c visi-
tas em aua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, lo andar-
Ns. telephoncoa i do tonaultorie 95 e residencia
126.
Esjeoialidades Partas, molestias de crean
cas, d tero e seus annexoa.
De ord.-m do Illm. Si. Dr. inspector se faz pu-
blico, que s 11 horas do dia 6 do cor eme moz,
serc vendidas em proca, no trapiche Conceieao
as mereadorias abaixo declaradas :
Armasem n. 5
Vlarca S B A diamante B no centro Um cesto,
n. 1/15, vindo de Liverpool no vapor inglez Chry-
solite, entradoem 27 de Junhode 1886, consignado
a Souaa Bastea Amorim & C, csaaaeoaia aaaaatras
de louca.
Marca S B A diamante 6 no centre Urna caixa,
n. 161/170, dem, dem, dem, amostras de loui;a.
Armazi m 6
Marca Echo Duas caixas, ns. 5 e 6, idem de
Soutbampton no vapor ingles lmar, entradoem
10 de Fevereiro ultimo, centendo folhinhaa iin
ressas de mais de urna cor pesando liquido legal
32 kilugrammas, abandonadas aos direitoa por
Alfredo B. Fugman.
Armazein 7
Marca J A M, Camossim Quarenta caixas, ns.
7583/7622, i lem de Bordeaux no vapor francez
Niger, idem em 4 de Julho de 1885, consignadas
a Y. de Araujo, contando .vinte duziaa de garrafas
com vinho medicinal nao especificado (S. Rapbael),
pesando liquido legal 130 kilogrammas.
Marca E P A, CamossimQuarenta ditas, ns.
7543/7582, idem. idem, idem, idem, contendo vinte
duziaide garrafas com vinho medicinal nao espe-
cificado (S. Raphuel), pesando liquido legal 130 Ki-
logrammas.
Marca A J CQuarenU caixas, ns. 7663/7702,
idem, idem, de. dem, contendo vinte duaias de
garrafas com vinho iiedicin.-.l nao especificado (S.
Raphacl,) pesando liquido legal '30 kilogrammas.
Marca B XSete caixas, na. 1/7, idem de Lon-
dres no navio inglez W. L./., idem em 17 idem,
em 17 idem, idem, a Fonseca Irmos & C, con-
tendo 35 kilogrammas de rtulos impressos de
urna cor.
Marca H S Urna caixa, um atado de ferros e
tres taboaa, formando tres volumes, s/n, qne fa-
zeaa parte de orna prensa, viudos doa portee do
norte no vapor-nacional Mandos, idem em 16 idem,
idem, a Hermaaan Stobrvmbaeh.
Sem matea Doze ceatoa s/n para papeia etc.,
pesando 9 kilogrammas, viudos do Porto na es-
cuna portugueza Minlio, idem em 25 idem, idem,
a Jos de Azevedo Braga & C.
Sem marcaVinte e cinco ditos idem, idem,
pesando 25 kilos.
Sem marca Vinte e cinco ditos, Idem, idem,
idem, dem.
Sem marcaSete saceos, idem, dem, contend
rolhas de curtica, pesando liquido legal 70 k-lo-
^ra menas.
3* seceo d'Alfandega de Pernambuco, 3 de
Marco de 1886.
chete,
Cicero B. de Mello.
O Dr. Thomaz Garcez Prannos Montene-
gro, presidente da junta apuradora do
2.- districto eleitoral, etc.
Faz saber qae procedendo-se boje & aparacao
geral dos votos que em 2* escrutinio se procedeu
para um membro da Assembla Provincial deu o
segu ite resultad):
Dr. Maximiano Lopes Machado 570 votos, Dr.
Jos Zeferino Ferreira Vellozo 537 e 3 em separa-
do, Dr. Zeferino Fen eir Vellozo 36, Dr. Antonio
Francisco Coreia de Araujo 1, Dr. Jos Mariano
Carneiro da Cu.iha 1, e 4 sedulas em branco, pelo
qna conferio o diploma ao mais votado.
O presente sera afiliado no logar do costume e
publicado ua mpreosa-
Paco da Assembla Provincial 3 de marco de
1886.
En Antonio Jos de Almeida Pernambuco, secre-
tario, o aubscrevi.
Thomaa (Jaree* Prannos Montenegro,
,3
Companhia Amphitrite
A direceo da companhia Amphitrite convida
os senh jrea accionistas para a reuniio da Kssem-
b a geral, afim de apreciarem as respectivas
contas e elegerem os futuros membros da commis-
sao fiscal. A reuniao se efectuar no salo da
Asaociico C nmercial B'-neficeute no dia 11 de
marco proxim>, s.ll liorna da manh.
Pela c mpanliia Amphitrite,
Oa directores,
A. M. de Amorim.
M. J. da Silva Guimares.
Joaquim Lopes Machado.
Pacific Sim ,ii \;,ygaiion Co ni-
pany
Para facilitar 133 senhores viajantes que dcae-
jarem assi.-tir a exposicao colonial de Londres no
corrente anno, esta gencia far i a reduccao se-
guinte, a principiar do lo do marco 31 de jolho
prximo futuro.
1 classe, ida e volta para Inglaterra, bilbete*
validos por seis mezes 36. 15. 0.
Companl. a Phenix Pernamijn-
eana
Os senhores accionistas sao convidados para a
assembla geral or linaria, que dever ter Ingavr
no dia 10 de marco pr-ximo, a 1 hora da tarde, ao
e"criptorio da companhia, ra. do Commercio a
:(3. A convocacao tem po~ fim :
Deliberar sobre o inventario e c ntas da adkoi-
niatrafio.
Proeeder as eleicoes de que trata a primeara
parte do 2a do art. 30 dos estatutos.
Pernambnco, 22 de fevereiro de 86.
Pela companhia Phenix Pernnmbucan,.
Os admin str: dores,
Luiz Duprat.
Manoel 'Jomes de Mattoa,
Joo Jos Ko.lri ues Meu des.
Freguezia da Boa-Vista
I diai rielo
CARNAVAL
Chamo a attenco de quem interessar prsaa,
para os artigoa abaixo transcripto daa posturas
municipacs:
Lei n. 1,129
Art. 70. Fica prohibido n'este municipio o
brinquedo de entrudo com agua ou outra qualquer
substancia de qualquer maneira q-e se empregoe:
os inf.-actorrs pagarao a multa de 15 ou s.ffrrao
8 dias de priso.
Art. 71. Fica prohibida a venda de litaas de
cheiro: os infractores, alm de as perder, pa-
garao 4*000 de. multa.
Art. 72. Fica prohibido andar qualquer peasoaa
mascarada as ruus u'estc municipio anda qaaa
seja vestida a carcter: os contraventores pagarao
30000 e s'tfrerao 8 dias de pri sao. Esta prubi-
bico nao compuhtnde os tres dias de caraaaval,
nao excedendo de 8 horas da noite.
Art. 126. Ninguem poder abrir buraco, faaer
eacavacces 11*3 ruis ou em paredes de edificios
pblicos ou particulares, rein licenca da Cmara
quando for para nbjecto de festejos, podendo a
licenca ser concedida aob a ebrigneao de ae con-
servar luz em lampeo s mis noites de escuro para
aviso ao publico.
Acabado o festejo, deverao ser tapados os bols-
eos, de modo que a ra ou paredes fiquent eomo
dantea estavam, sob pena de 20*000 de malta e
de se fazerem os reparos a custa do autor va au-
tores do8 festejos.
O fiscal,
Francisco Antonio Brandao Canalcane.
N. 216. Secretaria da cmara mumeipal do
Recife, 2 de Marco de 86.Illm. Sr.De ordesa
do Illm. Sr. vereador commissario de polica, cha-
mo aua attenco para o ;>buaivo costume de ae
taser da praca de Ped^o lo corador de rapa Ja-
vada, chegando esse abuso a tal estado de col loca-
rem as baeias e cstenderem dita ronpa as gaaolaa
que circnlam as arvores ahi plantadas. Se. fiscal
da freguezia do Recife.O secretario,
Francisco de Assis P. R:cba.
________________________________----
Cmara municipal
Despesas feitas com as folhas da limpesa daa
ras, pracas, caes, pontea e travessas daa ira-
gueziaa de S. Fr. Pedro Goncalvea do Baafc,
Santo Antonio, S .Jos, Boa-Vista, e ater* da
largo do Hospicio, na semana de 21 28 ds
corrente mez.
Despendido com as folhas da limpesa da
freguezia de S. Fr. Pedro Goncalvea
do Recife 173*888
dem idem da freguezia de Santo An-
tonio 206*480
dem idem da freguezia de S. Jos 214(790
dem idem da freguezia da Boa-Vista 179* 760
dem com o aterro do largo do Hospicio 452*330
Bs. 1:227*160
ConUdo.-ia da Otmaia aa anticipa! a o Recift, re
2 de Marco de 1886.
O contador,
Jos Mara de Souza Araujo,
Recife Drainage
A companhia faz publico, para conhecimento
dos interessados, que coUocou no mez de Fevereiro
prximo findo, oa apparelhos abaixo declarados :
Freguezia de Santo Antonio ..'Jal
Ra 24 de Maio n. 1-D, apparelho n. 5,650\ casa
terrea.
tem idem n. 1-E, apparelho n. 5,651, casa
terrea.
S. Jos
Ra do Coronel Suaasuna n. 143, apparelbo n.
5,652, portao.
Boa-Vista
Travesea do Palacio do Biapo a. 28, apparcato
n. 10,131, casa terrea.
Ra do Visconde de Albuquerque u. 52,
relho n 10 932, !< andar.
Recife, 2 de Marco de 1886.
O gerente,
J. Dowslcy Jnior.
COlHMIli
Pernambucaaa de XavegacS*
osleira por vapor
Os senhores accionistas sao convidados a J
reunirem na sede da companhia no dia 18 do 1
rente ao meio dia, afim de lhes ser apreseatade
relatorio e balanco da companhia do anno pronas
findo, e bem assim elegerem o presidente e seera-
tario da assembla geral, commissao de exanse ale
contas e conaelho de direccao.
Recife, 2 de Marco de 86.
Manoel J. de Amorim.
W. W. Robillard.
P. P Saltadera Brothers & C
Arthur B Dallas.
HffiHl
f


- >^>l
Diario de PernambucoQuinta-feira 4 de Marco de 1886

I


Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Libcraes
De ordem do nosso irmio director, convido m
todos ot irmios que se acham nos gosos de seus
direitoa se reunirem em noaaa sede na sexta
feira 5 do corrente, r* las 6 horas da Urde, afim
de ter lugar a assemb a gcral do mes findo, vis-
to nao se ter reunido itum ro legal oo da apra-
B&QO
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaee de Pernambuco, em 3 de
Marco de 1886.O 1 secretario,
Jost Castor de A. Souza
Estrada de ferro do
Recife a Caruar
De ordem do Illm. Sr. director faca publico que
durante os tres dias do carnaval 7, 8 e 9 do cor-
sete vigorar extraordinariamente nesta estrada
o seguinte horario :
de manhI
Eitacoet
Recite
ri-
Eecife .
Tigipi .
Jaboatao
Eecife -
Tigipi .
Jaboatao
Morenos
Tapera
Victoria.

7.35
7.53
9.20
9.38
10.18
10.38
11.11
U
12.15
m
7-lfM
7.37
9.00
9.221
10.00
10.22
10 45
11.16
11.46
Ettacee
Jaboatao
Tigipi .
Recife .
Jaboatao
Tigipi .
Recife -
Victoria
Tapera
Morenos
Jaboatao
Tigipi
Rec:fe
o
6
8.21
8.43
a
"O
i
-
10.18
10.38
3.25
3.55
4.22
4.52
5.14
8.05
8.23
10.00
10.20
2.55
3.30
4.00
4.30
4.54
DI TARDE
Lstacoes
Recife
Tigipi .
Jaboatao
Recife
Tigipi
Jaboatao
Reeife .
Tigipi .
Jaboatao
Recife .
Tig pi
Jaboatao
Recife .
Tigipi .
Jaboatao
Recife
Tigipi I
Jaboatao
Recife .
Tigipi .
Jaboatao

12.20
12.38
2.20
2.381
4.5(i
5..08
o
A
12 roo
12.22
2.0f
2.22
4.30
4.52
5.50
6.11
6.50
7.11
7.50
8.11
8.50
9.11
5.30
5.55
6.3o
6.55
7; 301
7.56
8.30
8.55
Eslacoes
Jaboatao
Tigipi .
Recife .
Jaboatao
Tigipi .
Recite .
Jaboatao
Tigipi .
Recife .
Jaboatao
Tigipi
Recife
Jaboatao
Tigipi .
Recife .
Jaboatao
Tigipi .
Recife .
Jaboatao
Tigipi .
Recife .
i
1.16
1.38
3.16
3.38
5.46
6.10
6.46
7.10
7.46
8.10
s
."2
1.00
1.18
O. (_/. tej.
Club Commercial Euterpe
Haro em de Marco de 1886
De novo scientifico aos Illms. Srs. socios que
realisar-se-ha o sarao que nos proporciona esta so-
ciedade na noite de 6 do corrente mes. Os Illms.
Srs. socios queiram procurar seus ingressos em
mo de Sr. theseureiro.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, Reci
fe, 27 de Fevereiro de 1886.0 2o secretorio, Joa-
qun Leudo,
Gompanhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em 1854
CAPITAL 1,000:000$
SDISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de IS84
Maritimos..... M10:000$000
Terrestres,. 3.6:000$000
4 1 IIna do ( omiercio-
(OMPANH1A
Imperial
Si:Cil ROS contra FOCO
EST: 1803
Edificio e mercadorias
Taxa baixai
Prompto pagamento de prejuiaot
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agente
BROWNS & C.
5 N. Ba do Commercio N. 5
GOIFAMDESnOS
(OMHl FOCO
Nortb British k Mercanle
CAPITAL
t:OOO.ooo de libras sterlinaa
A O EN ES
Ydomson Howie & C.
3.00
3.18
5.30
5.50
6.30
6.50
8.46
9.10
9.46
10.10
Loodoo and BraslUan Bank
Limited
Roa do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, roa dos Capellistas n 75 N
Porto, roa dos Inglezeo.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenix Per-
nambucaaa
Ra do Commercio n. 38
anta Casa de Misericordia de
Recife
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia de
Recife arrendam-se por eepaco de um a tres an-
uos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45, 240*000
dem -dem n. 49 240*000
Ra do Bom Jeeus n. 13, 1 andar 3 0J000
dem n. 29, loja 2164009
dem dem n. 29, 1- andar 240J( Oti
Ra dos Burgos n. 27 2164000
Ra da Madre de Deus n. 10-A 180*000
Caes da Alfandcra armazem n. 1 1:600*600
Ra do Mrquez de Olindu n. 53, 2
andar 507*000
Ra da Guia n. 25 200*006
Boceo do Abreu n. i, ioja 48J000
Ba do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2* andar, por 1:600*000
Ra das Ca'cadas n. 32 200*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 6 de fevereiro de 1886.
O escrivio,
Pedro Rodrigue de Soma
Arsenal ie Guerra
O con&elho econmico das companhias de apren-
diies artfices e operarios militares, precisa con-
tratar os objectos abaixo declarados i .
Galio de prata de um fn.o 22,40
Trunca de dita 9,60
Cordao de li oaoarnada 72 00
Uullanda de forro 118,00
Anagem para enterlella 21,00
Bu toes de metal branco, gran es 144
Ditos de dito pequeos 48
Ditos de dito amarello, grandes 216
Ditos de dito dem pequeos 54
Ditos de osse branco para calcas e camisas 750
Ditos de dito para blusas 216
Ditos de dito pequ< nos, para ditas 54
Colchetes pretos, p.res 18
Botos de osso preto para caifas 606
Chita adamascada para cobertas 100,00
Bonets de servico
Ditos a Cavaignac
Ditos dito com galao branco, para msico
Cintures, conforme o modello do arsenal
Luvas de fio de Escocia, pares
Platinas de cordo de la, pares
Gravatas de sola envernisada
Sapatos, pares 100
Pratos rasos e fundos 48
Facas e garios 4
Chicaras e pires 4:
Colberes para sopa 12
Ditas para cha 12
Panel l de ferro para 50 pracas 1
Dita de dito para 20 ditas 1
Escevinbas para limpar dentes 50
Tesourinhas para aparar uuhas 4
Os pretendentes deverfo presentar suas pro-
postas nesta secretaria at as 11 boras da niaoba
do dia 4 do corrente, sendo taes propostas em
carta fechada, com declaracao de se sujeitarem
multa de 20 0(0, caso recusem assignar o contra-
to, devendo todos os artigos serem poetes dentro
do estabelecimeoS), a custa do arrematante.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
co, Io de Marco de 1886.-0 secretario,
J. Francisco Rbeiro Machado.
0
38
30
30
30
COHPA>HlA PEIt^AlCBI.CA'V A
DE
Navegaco costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Babia
0 vapor S. Francisco
Esperado dos
voltar para
portos cima,
os mearnos logo
que tiver deacarregado e re-
cebido a carga que se acha
engajada.
Para o reato da carga que
lhe falta, encommendas, passagens e dinheiro a
frete, trata-se no
ESCRIPTORIO
Ce* da rompa nh I a Per samba
cana n. 10
COHPAMHIE DES .KNN.lliE
RE haritimes
LINHA MENSAL
0 paquete Gronde
Commandante Minier
Espera-se da Eu-
ropa no dia 6 de
Marco, seguin-
do depois da de-
Imora do costume
para Buenos -Ay-
res, tocando na
Babia, Rio de Janeiro e Monte-
evido
Lembra-se f.os senhores passageiros de todas
as elasses que ba lugares reservados para esta
ag-neis, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se aos senhores recebedores de merca-
dorias que s se attender as reclsmscies por fal-
tas nos volumes que forem rec^nhscidas na occa-
siio da descajga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o agente
Ungoste Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Companhia Bahlana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaju,
Estancia e Baha
Marinho Visconde
Commandante J. J. Coelho
E' esperado dos nortop ci-
ma at o dia 6 do corrente,
e regressar para os mes-
mos, depois da demora do eos
turne.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete tracta-se na agencia
7Jiua do Viga-ra 7
uves' llalheus
THEATRO
7.30
7.50
8.30
8.50
9.30
9.50
rolongamento da estrada de fer-
i. Francisco e estrada de ferro
Secretaria do
ro do Recife ao
do Recife a Caruar.
Recife, 2 de Marco de 1886.
secretario interino,
Francisco Gome de Araujo
SE6M0S
CONTRA FOGO
The Liverpool & London k Glob
INSIRItWCE COMP.N.
n
Obras Publicas
Tendo de se entregar no dia 25 de marco vin-
douro algumas cartas de liberdade, coavida-se aos
intereaaados comparecerem at o dia 8 do mes-
mo mez de margo, do meio dia at s 3 horas da
tarde, na ra do Vigirio n. 4, 1: andar, onde en-
contraran com quem tratar. Recife, 21 de feve-
reiro de 86.
COMMERCIO
Boly commercial de Pernam-
bnco
Seciie, 3 de Marca de 1886
As tres horas da tara
Cotacee oifiriaes
Apolces provinciaes de 7 0/0 do valor de 1:000f
e 5004 ao par.
Cambio sobre a Babia, 8 d/v. ao par.
Cambio sobre Para, 60 d/v. com 1 1.4 0/0 de des-
cont.
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 19 d. por 1*000,
do naneo.
Cambio sobre LUboa, 90 d/v. 17 5/8 0/0 de pre-
mio.
Na bo bol
Vejdeam-se :
7 a plices de 1:000/.
1 dita de 500/.
P. i. Pinto,
Presidente.
H Jandido C. O. Aicuf ..rado,
Secretario.
De ordem do Illm. Sr. engenheiro ebefe e di-
rector da repartcao das Obras Publicas, taco pu-
blico que, em virtude da autorisacio do Ezm. Sr.
coaselheiro presidente da provincia, no dia 12 do
corrente, ao meio dia, recebe-se nesta repartcao
propostas para a execoco dos reparos urgentes
da ponte de Motocolomb, oreados em l:950f.
O orcamento e mais condicea do contrato se
acham nesta secretaria para serem examinados
pelos senh r s pretendentes.
Secretaria da Reparticio das Obras Publicas, 1
de Marco de 1886.
O secretario,
Jodo Joaqun de Siqueira Varejao.
4 GRANDES BAILES DE MASCARAS
Sabbado! Domingo! Segunda
e Terca!!
As novidades e melhoramentos do edificio em
programmas nos dias do
CARNAVAL!!
Entrada geral 1/000
Damas gratis
MARTIMOS
egou :
375 sac-
iENDIMENTOS PBLICO:
Ma de Ma'f? de J.886
1 4 2
ltaiiiDe
tea de 3
S2:254|77
13:732;449
65:986/626
KioiiBBoomiAD.' 1 2 dem de 3 10:412/740 5:322/697
15:735/337
'
CoaetxaiK' aoruici*t~t'I) 1*2 'iecde3 10:996/443 2:879/938
i3-876/381
Sicn DaarsAOBD? 1 2 dem de 3 12:017*288 4:782.975
16:800/263
0ESPAGHOS DE EXPORTAgAO
Em 1 de Marco de 1886
rara o exterior
s N vapor igjez Warrior, carregou :
Para Liverpool, F. Caacao & Filho 600 saceos
com 4 2,000 kilos de assucar masca vado.
Na barca nacional Nova Sympathia, carre-
gou :
Para Hamburgo, Borstelmann & C. 1,000 sac-
eos com 54,800 kilos de cera de carnauba; A. de
Araujo dantos 63 ditos com 2,990 ditos de dito.
Para o Interior
Nj patacbo nacional Cacique, carre,
Para Porto-Alegre, P. Carnei o & C. 'i sac
eos com 28,125 kilos de assucar branco e 425
ditos com 31,875 ditos de dito mabeavado.
= o brigue nacional D. Francisca, carre-
gou :
Para o Para, P. Carnei'o 4 C. 300 barricas com
10,010 kilos de assucar branco.
No patacho norueguense Goudon, carregou :
Para S. Jos da Norte, H. Lundgrn & C. 5,000
cocos, fructa.
No hiate nacional 8. Bartholomeo, carre-
gou :
Para Mossor, E. C. Beltro & Irmao 21 volu-
mes com 1.392 kilos de assucar mascavado.
No hiate nacional Adelina, carregou :
Para o Natal, P. Alves A C. 35 barricas com
2,100 kilos de assucar branca e 45 ditas com 2,598
ditos de dito mascavado.
Na barcaca Judith, carregou :
Para P. de Alagoas, J. H. Boxwell 100 cascos
com 9,600 litros de mel.
Na barcaca Naziuha, carregou :
Para Mamanguape, C. Dis Saldanba 150 sac-
eos com farinha demanfioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 3
New York49 dias, barca americana Oati, de
1,050 toneladas, capito F. W. Col I, equipagem
18, carga kerosene; ordem.
Rio de Janeiro17 dias, patacho ingles Rapid,
de 325 toneladas, capitao Wallace Dakin, equi-
pagem 8, carga sal; a Hermann Lundgren
Mossor10 dias, hyate nacional D. Julia, de 95
toneladas, canio Manoel Francisco de Araujo,
equipagem 5, carga varios gneros; a Bartho-
ltmeu Lcurenco.
Terra-Nova35 dias, lugar ingles Racer, de 259
toneladas, capitn Thomas M. Gibbon, equipa-
gem 11, carga bacalho; a Saunders Brothers
& n.
Santos31 dias, lugar portuguez Uni5o,de 314 to-
neladas, capitao Joaquim Francisco Castanhei-
ra, equipagem 10, em lastro; a Pereira Carnei.
ro & C.
Navios sahidos no mesmo dia
Porto Alegre Patacho hollandez Afiene, espito
N. H. Browvjk, carga assrcar.
Rio Grande do Norte Hyate nacional Adelina
dos Anjo, capitao Manoel F. Monteiro, carga
varios gneros.
West-Indies Patache ingles Seretha, capito
William Plarnvy, em lastro.
VAPORES ESPERADOS
C ompanhia Bra ilelra de .\arc
gaco a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Manos
Commandante 1- tenente Quilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sul
at o dia 7 do corrente, e
seguir depois da demora n-
dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommendas valores
tracta-se na agencia
N. 46 RA DO COMMERCIO N. 46
portos"do SUL
0 vapor Para
Commandante o 1 tenente Carlos An-
tonia Gomes
E' esperado dos portos do
norte at o dia 5 de mar-
co, e depois da demora in
dispensa vel, seguir para
os portos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Grande de Sul, frete mo
dico.
Domingos
(OHPiMiit rtnvtiiisrc.vvt
DE
Narcgaco Costelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty e Cear
0 vapor Ipojuca
Segu no dia 5 de
Maro/, s 5 horas da
tarde.
Kecebe carga at o
Jia 4.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete at
s 3 horas da tarde do da da partida.
ESCRDPTORIO
Ao Caes da Companhli Perrambucana
n. 12
Lnted Slales Brasil llail S. S. C.
0 paquete Finalice
Esrxra-se de Npw-Port-
News.m n da 12 de Marco,
o qual .-"guiri depois da de-
mora ni-.:i'ss:ii a para n
Baha e Bio de Janeiro
Para carga, passagens, encoinru-.-udas c dinheirc
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster 4 C.
N. 8. RUADOCOMliitrtClO N. 8
1' andar
Pacific Steam Navigation
Company
Para facilitar aos
Srs. viajantes que de-
sejarem assistir ex-
posipo colonial de
Londres no corrente
anno, esta agencia fa-
r a reduc^o seguin-
te, a principiar do 1.
de Marpo a 31 de Ju-
lho prximo futuro:
1.a classe, ida e vol-
tapara Inglaterra, bi-
lhetes validos por seis
mezes, 36:15:0 libras
esterlinas.
AGENTES
Wilson Seis k Company LimiteQ.
14-Rua do CommercaH
Leilao
De 1 piano, movis, 1 bii e carroca e algumas
obras de ouro.
O agente Biitto, autorisado por urna familia que
se retirou para o campo, far leilo do seguinte :
Um piano, 1 porta msica, urna mobilia de Ja-
caranda quasi aova com 1 sof, 2 consolos, 2
cadeiras de braco, 2 de balanco e 12 de guarnicao,
1 toilet de magno, 1 cama francesa, 1 guarda ves-
tido, meia cemmoda de amarello, 1 caminha para
cranla, 2 marquezes, 1 mesa elstica de 3 ta-
boas, 1 mobilia de amarello, 2 aparadores, 1 ca-
bide columna e 1 de parede, 1 cadeira de bailan-
do, 6 de junco novas, candieiro de kerosene, jar-
ros, lanternas, escarradeiraf, 1 relogio e outros
objectos.
tteita-feira 3 de Marco
as 1 i boras
Ra do Rangel n. 43 1. andar
LEILOES
Agente Bnrlamaqui
Leilo
De um importante sobrado ra estreita
do Rosario n. 35, em solo proprio
Bom emprego de capital
Quinta-feira, 4 de Margo
A's 11 horas
Xo armazern raa do Imoerador d. 22
O agente Burlamaqui por mandado c assisten-
cia do Illm. e Exm. Sr. Dr. jjiz de orpbbs e au-
torisacao dos consenhores do predio cima, ven-
der a leilao o sobrado cima mencionado. O re-
ferido sobrado aelm-se bem conservado e renden-
do annualmente 840.
Os Srs. pretendentes desde j poderao examinar
o dito sobrado.
Leilo
Tcrcero leilao
Do
sitio do Arraial, ra Paulino o Silva,
(estHcSo da Maogabeira de Baixo)
Sexta feira, 5 do corrente
As 11 liaras
A' ruado Imperador ti. ;
pelo agente Silveira, par mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. Ull de orpbaos e ausentes, e
a requerimento de L>. Uonorats Mara do Sacra-
mento, inventariante de Joaquim Martina Gomes.
Leilo
Das dividas activas na importancia de
32:430f5!840, pertcncentes massa falli-
da de Joaquim Fcrrcra Campos & C.
Sexta feira .5 do corrente
A's t horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 18
O agente Gusino, nutnrisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juz de direito do commercio, o re-
querimento do administrador da massa fallida de
Joaquim Perreira Campos & C, far leilao das
dividas cima mencionadas, perteaeentes referi-
da massa, cujo leilao ser effectuado com asisten-
cia do mesmo administrador da massa fallida, e
podendo os pretendentes examinar o inventario que
se acha em poder do mesmo agente._____________
Leilo
EM CONTINUA9AO
De movis, loucas, trens de cozinha, roupas
para cama, travesseiros, colchoes, espelhos, jarros
e outros muitos objectos que sero venJidos
Ao correr do marte!lo
SEXTA-FEIRA, 5 DO CORRENTE
A'e 11 horas
Por occao do leilo de bisnagas.
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 18
POR INTERVENQixO DO AGENTE
Gusino
Leilao
Marinho Visconde da Baha boje
Para do norte amaobS
Gironde da Europa a 6
Manos do sul a 8
ViUe de Baha da Europa a 9
Pernambuco do norte 12
Finnos de New-Port-Nd irsa 12
ECbt da Europa a 12
Espirito HatUo do sul a 16
Tomar do sul a 16
Hamburg Neva de Hamburgo do sul a 20 a 24
CHARGELRS REUNS
c ompankJa Francesa de a vega
ci a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lia-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
steamer Tille de Baha
E' esperado da Europa at
o dia 9 de Marco, se-
gtndo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
ha, Rio de Janeiro
e Manto*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p'loq
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng t m>.-
quer reclamaco conccrncnte a volumes, qae poi
ventura tenhain seguido para os portos do sul,afim
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a compaohia nao se
responsabilisa por extravio*.
Recebe carga, encommendas e paaaageirvf. para
os quaes tem excellentes accomodacoes.
Angosto F. de Oiiveira C,
AGENTES
42 -RA DO OOMMEROIO -42
compa.vhia PKa.iiniii4A
DE
NavegacSo Costelra por Vapor
^ PORTOS DO SUL
(fg Macei, Penedo, Aracaju, e Bahia
0 vapor Mandahu
Commandante Mafra
^^s^^ 8egue no dia 10 de
Fevereiro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 9.
Encommendas passagens e dinbeiroe a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Periamb n. 12
Lisboa e Porto
A barca portuguesa Itolitm recebe carga a fre-
te ; trata-se cem Silva Guimares & C. ra do
Commercio n. 5.
Boyal Miil Steam Paeket
Company
Reducgo de passagens
Bilhctcs especiaes se-
ro emittidos desde 14
de mar^o at o fim de
julho oiTerecendo faci-
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposi(o colonial
ero Londres, de 186.
Ida e volta de Per-
nambuco a Southamp-
on, primeira classe,
coro o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
15,0.
De importantes movis, iTVatae*, c-;plhos,
quadros, vidros c apprelho da electro-
plato, tu lo em perfl-ito estado de con-
scrvacSo.
Quinta feira, 4 de Marco
Ra da Amisadc n. 1 primeiro portito ao
lado da linha de ferro
A saber :
Sala de visita
Uinn mobilia de juncu composta de 1 of, 2 ca
deiraa de bracos, 2 de bal ncu, 18 de guarnicao c
2 censlos coui pedra. 1 imputante piano comple-
tamente novo, d fabricante Curl-crgeal-em easel,
1 estrado e 1 cadeira para menino, 1 grande ca-
prino oval, 2 pares de jarros, 2 ditos de alabastro,
com s.anefe, 1 tapete granJc=couro de onca, 4
ditos menores e 2 esenrrudeiras.
Primeiro quarto
Uina cama francesa .; jacaraud, 1 banca, 1
eabide, 1 tapete (le pello, 1 commoda, 1 redoma do
vidro, 1 bidul e 1 cscarradeira.
Segundo qu?rto
Um toict de Jacaranda, 1 guarda ronpa, 1 jar-
dincira de junco com pedra, 2 cantonciras de mo-
gno. 1 mr.rqu zn c 1 esexrradeija.
Tercfiro quarto
Um marquezn, 1 lavatorio, 1 cEpreguiC/ideira,
cadeiras, 2 b.mc-.s, 2quadros e 1 tapete.
Quarto qusrto
Urna cama para soltciro, 1 lavatorio. 1 guarda-
visos, 1 cesta, 1 baca. 2 edearradeiras e 1 can-
dieiro.
Sala de jantar
Urna mesa elstica com 6 taboar, 2 guardas-
loiifas, 1 guarda-comida, 2 aparadores com pedras,
2 ditos torneadas, 12 cadeiras de junco, 12 Hitas
de amarello, 1 quartinheiis, 2 bandejas, 1 relogio
de parede, 1 jarra para agua, 1 porta fructas de
inadeiras e muitos outros objectos.
i*or interrenco do ageate
Alfredo Oiiimares
A's 10 1/2 horas da raanha partir do arco de
Santo Antonio um trem que dar passagem gratis
aos concurrentes ao leilao.
Da armario e utensilios da taverna sita ra
de Santa Thereza n. 30.
S\RDU??, C DO CORRENTE
A's 11 horas
O agento Gubrnao far.l Lilao daarmatao c uten-
silios da taverna cima declarada.
Garante se as chaves da casa.
Leilo
De um sitio com casa de pedra e cal, de-
nominada Manguvira, sito no Porto da
Mad ira.
O agente cima, a mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de direito e da provedoria, com sua presenca
e a requerimento de Manoel Ferreira inventarian-
te dos bens de Jos Vicente Godinho, vender em
leilao referido sitio e casa, medindo a casa cer-
ca de 8 metros de largura e 12 e meio de fundo,
com 3 portas de frente, oito livre com 1 porta e
o sitio 41 metros de frente e os fundos at o rio,
existindo no mesmo 2 casas em ruinas e muitas
arvores de fructo ebaixa de capim.
A's 11 horas
Sabbado 6
Ra do Imperador n. 16
Agente Burlamaqui
2. leilo definitivo
n. 61,
outr'ora
Cear
Segu no dia 6 do corrente para o porto cima,
o hiate Deu te Guarde, tendo metade do seu car-
re&amento prompto: para o resto, trata.e na ra
da Madre de Deus n 8..
Lisboa
Segu com brevdade o brigue portuguez Sobe
rano, recebe carga a frete: a tratar com Pereira
Carneiro & C, ra do Commercio n. 6, 1" an-
dar .__________________________________________
Para Hambnrge
Recebe carga a frete a barca braaileira Nova
Symputhia ; a tra,ar com Balthar Oiiveira Se C.
De um sobrado do dous andares
ra do Visconde de Itaparica,
ra do Apollo.
Quinta-feira, 4 do corrente
A's 11 boras em ponto
>o armasen a roa do Imperador
n. C
O agente Burlamaqui, p*r mandado e assistencia
do Iilm. e Exm. Sr. Dr. juia de direito privativo
de orphos, levar a leilo o sobrado com bastan-
tes commodos, sito na do Viscendo de Itaparica
n. 61, para pagamonto de impostes que o mesmo
deve.
Os Ss. pretendentes desde j poiero ir exami-
nar odito sobrado.
Leilao
De urna excellente armacao de amarello envi-
dracada e toda forrada, chapeos de sol e algmas
miudezas, existentes na loja da ra do Impera-
triz n. 30.
Quinta-feira 4 do corrente as 11 horas
Per interveoco do agente
4. iisiu i o
Leilo
Mossor
Segu para o porto cima o hyate S. Bartbo-
lomeu tem parte do seu carregamento ; para ores-
to que lbe falta recebe a fretes commodos, a tra-
tratar com Bartholomeu Lourenco
Recite. 26 de Fevereiro de 1886.
Lisboa e Porto
A barca portuguesa Noemia, recebe
frete; trata-se com Amorim Irmios C>
carga a
de dividas na importancia de 78:3tiG889,
pertencentes massa de Joaquim Mon-
teiro da Cruz
O agente Brite, a mandado do Exm. Sr Dr.
juiz de direito especial do commercio e a requeri-
mento do administrador da referida massa, levar
leilao as divida cimas, constando a maior par-
e em lettras de diversos, como podero ser era-
minadas em poder do *nesmo agente.
Quintafeira 4 de marco
A's II horas
_____Ra do Imperador n. 16
Leilo
AVISOS DIYERSOS
Aluga-se casas a 8O0P, no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Gcncalo : a tratar na roa da Im-
peratriz n. 56.
= Os hachareis Antonio Justino de Sousa e
Pedro Affcnso de Mello mudaram o seu escripto-
rio para a ra Duque de Caxias n. 54, 1 andar
onde continuara a exercer a sua profisso de ad-
vogados.
_ Aula mixta particular de intniecao prima-
ria, Deodata Anelia Ferrein da Siiva, roa Vi-
dal de Negreiros n. 21.
- Aluga-se o armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 18 ; a tratar com Prente Vianna &
Companhia
. Aluga-se a casa com sota, toda caiada e
pintada de novo, sita rna da Fuudicao n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mrquez de
Olinda n. 8, lithograha.
Os bilhetes de um ca vallo e urna carroca
correr cem a ultima de Janeiro prximo passado e
transferidos para a ultima lotera de fevereiro, fi-
cam 8em valoi algum, deixando assim do correr
em razo da pequea extraeco dos meamos bi-
lhetes, ficando o direito alguns possuidores de
bilhetes que j tenha pago, a haverem seu di-
nheiro.
Precisa-se de urna cosinheira e mais algum
aervico em casa de pequea familia, na ra da
Aurora u. 81, Io andar.
I Precisa se um menino de 11 a 14 annos para
servico interno em casa de pequea familia, na
ra da Aurora n. 81, 1 andar.
_ Precisase de nma pessoa perfeitamente h -
bilitada para tomar conta da administrado de
urna padara, dando bom conhecimento de sua
conducta : pode dirigir-se roa de Bemfija u. 7,
para tratar.
Ala
de Luis i
com Francelina
p-se urna casa e armacao, na estrada
o Reg, junto ao barraco ; a tratar
aria dos Santos.
Permuta-s urna casa com pequeo sitio e
muito boa agua em um dos melhores lugares do
Arraial, independente de qualquer negocio d se
on recebe-se ; na praca da Independencia nme-
ros 14 e 16.
Precisase de urna ama que eng<
muita perfeico; a tratar roa de P<
a. 46 A
ommme com
'edro Alfonso
Aluga-se a 8JI urnas meias aguas com re-
partimentos, na travessa das Barreiras, becco do
Aquino ; a tratar na ra do Cotovello n. 25.
De cerca de duientas duxias de bisnagat su-
periores, as quaes serio vendidas em lotes a von-
tade dos compradores.
Sexta-feira as 11 horas, no armazem da ra
do Mrquez de Olinda n. 18.
Por intervencio do agente Gusmio.
A fabrica
cigarreiros.
Vendme precisa de officiaes de
Aluga-se o 2- andar do sobrado n. 1 do pa-
teo do Terco, o 1- do de n. 19 ra da Penba, o
1 do de n. 18 ra Dtreita, o 1 de de n. 66 i
mes na ra, o 1 do de n 35 travessa de S.
Jos, o 1 34 roa estreita do Rosario ; os ferre-
os de ns. 26 roa Duque de Caxias, 1 do pateo
do Terco, a casa n 26 roa de Nanea Machado,
no Espinheiro, eom b)ns commodos : a tratar na
roa do Hospicio n. 32.
Vende-se a armacao da casa de molhados
praca de Pedro II n. 6, propria para continuar
com o mesmo negocio ou outro qualquer, na fre-
guezia de Santo Antonio ; a tratar na mesma.
Aluga-se a casa terrea n, 52 da ra de S.
Joio, com dous gabinetes, 2 salas, 3 quartos, por-
tio largo ao lado, com grande quintal # alguna
] arvaredos, e quarto fra para biabo.


dB>
'




Diario de PcrnambucoQuinta-feira 4 de Marco de 1886

\

Precisa-ee de um criado e de um eaino de
12 14 anuos, pan algum servico de casa de pe-
quena familia ; na ra do Imperador n. 61, se-
gundo andar.____________________________
s Precisa-se de duas pessoas, para veader fi-
lhs : na roa dejfortaa n. 5._______________
Polagaez e francez
l>ccon.".-3e na ra dos Pires n. 103.
Casa no Encanamento
Alaga-se urna casa perto da estacao de Pama-
meirim, nova, tem 2 quartos, 2 salas, csiaha
fra ; a chave para ver, na inverna ck> Sr. Adria-
no, no mesrao lugar, e elle endiear com quem se
deve trater, sendo o aluguel barato.
Vinho especial para mesa
Acaba de uhegar o couhecido e especial vinho
do Porto alvaralhio, proprio para mesa, em cai
-as de 12 garrafas, que se vendo a preco mdico ;
nmeo deposito 4 roa do Vigarij n. 7, escriptorio
de Domingos Alvos Matheus.
Tricofero
de Barry,
nvantc-ne gao
uz crt'uccr
CABELLO
aluda menino i BB)aM
Mal* calvas, beui como aae
cora radicalmente
a Tlf-.'HAe a CASPA.
Pojitivamenta impede a
Jtwda e o embranqnecimento
o CABELLO o em todos os ca-
sos o torna Invariavelmente
Macio, E-hant, Formoso
Abundante
Emusohamalsdeollpntaannoi
e sen man vi-nci;i que neahuio
outm on-parodg puiu cabello cu.
toa. :imndo.
Agua Florida
de Barry.
P de ouro
g
P de prata
P de pe rola
P de giz
um grande sortimento de bisnatrns em catan-
gas, paasarinhos, fljres e outros folguedus pro
prios para o carnaval.
1 RA 1)0 CABUGA 1
________ M. M. Braga
Casa na Torre
Aluga-se por prcrp commodo urna cam na nu
do Rio, deete pitorreo povoado ; a traiar na ra
larga do Rosario u. 31.
Aluga-sc urna casa t-'rrea : travessa do Prioci
pe n. 7 ; a tratar ra da AI traerlo n. 1%
DUPLA.
Preparada cegando a forznla
original usada pelo inventor no
I anno e 1829.
Tem duas vezes mals Fragrancia
que qualquer outra. *
Dura duas vezes mals tempo.
E'muito mals rica de perfume
mals suave.
E'muito mais Fina o Delicada.
Tom dpbrada forca Refrescatlva e
Tnica noBanho,
Fortalece ao Deble ao Caneado.
Cura as Dores do cabeca e 03 des-'
malos. ;
E'multissimo Superior a todas as
outras .Aguas Floridas Actual
__mente a venda.
i
Ama
Precisa-Be de urna ama para eosiohar e mais
servidos de casa de familia ; a tratar na ra lar-
ga do Rosario n. 22, 3- andar.
{ Descobert Importantissima.
Puro Oleo de Fijado de Bacaihao
COM ,
IODURETO DE FERRO/
DE ------J
Barclay Se companhin:
Para transporte de
canas
Vende se cerca de tres kilmetros de trilhos de
sjstema Decanville com as competentes curvas
para direita e esquerda, cruzaraentos, agulhas,
carros, etc., tndo de ac, em perfeito estado de
conservacas ; a trafar na fundico geral.
Linpas seceas de Rio brande
do Sal
Vende-ge na ra d daFraia) a 320 rs. '.'.'-________________^^^^
Para Maranhao
Segne brevemente para o porto cima a barca
portuguesa Miuho ; para o resto da carga trata-
se com os consignatarios Jos da Silva Loyo &
Filbo._____________________________________
Festejos carnavalescos I
Pergnntamos digna commissJa de deco.-acSo e
xrborisamento da ra larga do Rosario, quando
pretende fazer a colheta pelos moradores da mes- i
ma roa, pois que as nossas esportnlas esto a .
disposico da mesma coaimissao, os das estilo <
prozimos, e nos j suspeitamos que isto nao pis-
sa de um jogo pilberico ; o tempo do carrancismo |
ja acabou para alguna negociantes da mesma ra,
e este, nao devem querer ser pilheriados, e assim
deve fazer quem tom bro ; defenda-se quem poder.'
Os moradores.
Cnra radicalmente e com seguranca ou poorro ruoi*
te Patalafca, Eacru'ulae, Kln-umatViuo, as docncas
da Eapfuha Porsai, don Qiindria t do Oesot, asln-i
do Buco c do tero, etc., ctc.,1
i- reratue ao corpa cnrrauocrino e f:ilado o en pr-l
< \ isrr < arredondado Mi contornos. E* certa-
alo orna erando deseo! _.. Puro Oleo do
l-'tendn de Bacallu ) ... Codnreto de
Fcr.-o-dc Barrliiv '.- O New York.. J
Xaropf; co Vidal
do Roa Uw No. II
DEPURATIVO E PURGANTE.
Este novo e admiravel purificador do\
sangue acta cobre 03 intestinos'
o ligado, os rins e a pelleX
E'cr ra i nall ivel contra a Dnhllldade
Nervosa, as Dores de Cabera, a Dys-,
pepsla as Sezoes, e contra as doen-
cas de orlgem Miasmtica ou occa-
alonadas por desordens do figado
ou pobreza e Impureza do sangue.J
f
E Branca
D. Anninha toi embora
Com duas enancas, Miguel e Alfredo, .
Em 23 de Fevreiro de 87,
Sem receio e sem medo.
D. Anninha foi embora
Sem sobrsso e sem espanto,
A 23 de Feveieirodeb6,
Com tres contos e tanto.
D. Anninha' foi embora,
Em companhia de um magano)
J tem idade soffrivel,
Passa de 41*anno.
Quem esta descobrir dirija se a praca do Con-
de d"Eu n. 12, que ser gratificado com 50J000.
Sem dicta esem modifi-
ca V oes de eostumes
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e: a
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5?
Catharina de enra anloa
Miguel Archanjo de Senna Santos, Argemiro
Leodegario de Senna Santos e Felismina Custodia
do Amor Divino agradecem, posBuidos do mais
pronunciado reconhecimento, s pessoas que acom-
panharam ultima morada os restos mortas de
na earinhosa mai ; convidando-as simultnea-
mente para assistirem um missa qne no dia 6,
timo do seu passamento, s 6 la iianha, man
dam celebrar por ana alma na i groja da Penha.
Per mais esse caricioso obsequio, antecipam-lhes
os seos sinceros agradecimentos.
CALLOS
OMELHOR E MAIS INFALLIVSL E
TRACTOR DOS CALLOS E' A
Majnardina
porque os extrae completamente,sem causar a
minina dor.
E' fac de applicar, nao impede de se andar
calcado e tem o seu effeito comprovado por attes-
tads insusfjeitos e em numerosas applicacoes que
nunca falharam. Nao confundam, nem se en-
gsnem com outro preparado. S verdadeiro o
que se prepara e vende na Drogara e Imperial
rhartnacia Diniz.
DE DINIZ& LORENZO
37--Prara do General OzorioS7
Deposito ern Pernarabuco, pharaiacia de
Hermes de Souza Pereira & C,
Sncce8Sores
Bi do Margo! ii Olinfla i. 21
labaixo assignado, Dr. em medicina pela Fa
uldade do Rio de Janeiro, cavalheiro da ordem
de Christo por Portugal, medico adjunto d) Hos-
pital da Veneravel Ordem Tcrceira do Oarmo, da
cala de D. Pedro V, agraciado com a medalha
humanitaria por esta pia instituieao, etc., etc.
Attesta que o remedio denominado MAYNA1
DINA, preparado pelos Srs. Diniz & Lorenzo
na imperial drogara e pharmacia Diniz, i infal-
livel para a extraccao dos callos. Outrosim
astssto que tendoem si empregado, colheu os me
Ihores resultados a .ponto de psder calcar as bo-
tinas as mais justas
O que attesta verdade e jora sob a f de seu
grao,
Kio, 10 de Dezembro de 1885.- Dr. Fnmcuco
tt Pntda Cotta Jnior.
Especate* s preparados ha
maceulco Eogenio \ r w
de Hollanda
Approvndos pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de imbiribioa
Restabelece os dygpepticos, facilita as diges-
tes e promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemico, debella a hjpoemia
intertropical, nconstitue os hydropicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recomn ndado na bronchite, na hemop-
tysc e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o pi imeiro reparador da fraqueza do orga
nismo, nu fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radiealmcnte as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e ta.nbcm fer-
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes as ioflammaces do figado e baco
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado oaa convaleso-neas das parturientes
urtico antefebril.
Deposito : Francisco Manoel da Silva & C.
CADET
CURA
[CERTA cINFALLIVEL]
m TRES DAS
FPtBDenain7]
pars
Dtpoiito* nu principan Phtrmaclu.
Em Penambuco :
FRANe* M. da SI UVA a O,
TELEGRAMMA
mW40 jrri toa A% wetim
DA 6.a SERIE DA 1.a LOTERA DO CEARA
EXTRAHIDA EM 3 DE MARgo
VI MKRO*
imii;mis
31678
22181
440
250:000$
40:000$
20:000$
31611-4:000$
31619-4:000$
EslaO prsui
8961
31236
Eslao un
1195
5904
12914
13852
1-1:
!--l:
2.
32977
36706
1.
15491
22631
25661
32494
34905
36645
38923
31520
Os nmeros de 1601 a 51700 excepto o da sorte grande, eslo
premiados com 100$.
Os nmeros de 22101 a 22200 excepto o premio de 40:000$
esto premiados com !0$.
Todos os nmeros qne terminarem eni-l e 8-eslo premiados
com 20$000.
A lotera seguinte ser annnnciada a exlraco.
Bilheles venda na Casa da Fortuna, ra Primeiro do Mar50 n. 23, e cazas docos-
tume.
ESPLENDlW SORTINEiNTO
DE
RENDAS OU BICOS
0 que ha de mais gosto ueste genero, rece
beu
EXPOSiriO UNIVERSAL
DE
EMILIO ROBERTO
17Ra do Baro da Victoria17
RODA DA TORTUNA
200:000*000
PRESOS EM PORCAO
Dezenas..... 10^000
Vigcssimos .... I|000
EM RETALHO
Dezenas..... II|000
Vicsimos .... I$I00
CORRE TODAS AS TERCAS-FE1RAS
38 BUAkAttfiA OOBOSAHIO-36.
ALBEET0 HENSCHEL & G
32-RIA DO BARAO DA VICT0RIA-S2
O bem acreditado estabelecimento photographico allemao, acaba de augmen-
tar as suas galeras no gosto das mais sumptuosas casas d'este geneto, como de Pars,
Londres e Berln, onde o rcspetavel publico encontrar os mais aperfeifoados trabalhos
pelo systema mais moderno e mais apreciado.
Para dar mais impulso sua casa e assim melhor satisfazer as mas difBceis
exigencias, acaba de contractar o eximio pintor o Sr. Perdinand Fiereck, chegade re-
centemente da Corte do Imperio, onde adquiri grande nome, alm do bom crdito que
j gozoo em 1877 quando aqu esteve na mesma casa.
Roga-se s Exmas. familias e mais pessoas o obsequio de honrar com suas
visitas a este grandioso estabelecimento, onde existe urna magnifica exposicSo de suas
prodceles artsticas e onde encontrarlo lhaneza no trato, perfcicSo nos trabalhos e
modicidade nos pregos.
C. Barza,
Geiente.
FAZE^DAS BARATAS
Na bem eonheeida loja da ra Primeiro de
Marfo n. 20
JUNTO DO LOUVRE
Grande sortimento de madapol8es de 4$500, 5-5, 5(5500, 6(J, 6^500, 7)5,
7^500 e 8,5000
Algodoes brancos, superiores qualidades, de 4.-5, 44>50Q, rj, 5(5500. 66 e
6,5500.
Saperiores cretones de 320 a 500 o covado.
Batistes, lindro padroes, a 200 e 320 rs. o covado.
FustSes brancos de no vos desenhos a 440 e 500 rs. o covadot
Cobertas de ganga, forradas, de dous pannos a 3^500.
Ditas de ganga cretone, bonitos padrSes, a 35000.
Lencoes de bramante, de linho de 2& a 48000 a um.
Ditos de algodao de 1,800 a 2^500.
Toalhas felpudas, de tamanho regular a 5,5000 a duzia.
Ditas grandes para banhos a 2^000 urna.
Lencos de algodo de 15800 a 2,5200 a duzia.
Ditos de algod2o, com barra, a 2,5400 a duzia.
Brim pardo, claro, a 300, 400 e 700 rs. o covado. .
Dito traacado, lona, a l-'>, l^iOO e 1;>200 o metro.
Cortes de vestido de cretone de 20$ por 8,5000.
Guardanapos de linh) de 3^500 a 6o a duzia.
Grande variedade de anquinhas de 2S a 5,5000.
Meias cruas para hornera a 5:5, 6$, e 7^000 a duzia.
Chambres muto bem preparados, para hornera, de 5:5 a 10,5000.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 2->500 o covado.
A IgodSo trancado de duas larguras a 1,5300 a vara.
Bramante de algodo, de qnatro larguras, de 1-5500, 15800 e 2000 avara.
Dito de linho idem idem de 2^, 21500 3& e 4^000 a vara.
Leques de papel, de lindos desenhos, de 500, 800 o 1,5000.
Merino preto e azul a 1^400 rs. o covado.
Setinetas lisas de todas as cores a 440 rs. o covado.
Velbutinas de todas as cores a 1,5000 o covado.
Molesquin de cores, bonitos padroes, a 600 rs. o covado.
Chales de algodSo a 1,5200, 104OO, 1*600 e 2C000.
Guarda p de brim de linho pardo a 46, 5,5 e 6$000.
Oxford p-ra camisas, lindos padr5es, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Costumes para banhos de mar a 8* e 10*000.
Cortinados bordados para cama e janellas a 8:5 10<5, 12, 14 e 16*000 o par,
Grande sortimento de roupa feita para trabalhadores de campo.
Encarregamo-nos tambem de mandar fazer qualquer roupa para hornera e
meninos, para o que temos um hbil oficial o um grande sortimento de pannos, brins,
casemiras, etc.
Quem precisar de algum artigo bom e barato, dever visitar de preferencia
este antigo e acreditado estabelecimento.
t
I
**

M Primeiro io Marco i. 20
j
Os proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicara ao respeita'-el PUBLICO que receberam un
grande sortimcnlo de joias ias mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam
bem relogos do todas as qualidades. Avisara tambem que continuara a receber poj
todos os vapores vindos da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que on
outra qualquer parto.
MIGDL WOLPF & C.
N. 4RA DO CABUGN. 4
Coropra-8e ouro e prata velha.
Os Cerebros Schn&pp% AratnAeM de Behledam 4e TTdolpbo Woile afto fbric%n nfc aft
de Cevadn, da prluelr qajldmde, cuidadocamente eacolhida dos mclhores producios do* districto-
mais afamados pela qualidade do fro, como tambem do fructo do fragrant Enebro, e ao puhficadnt por pro
oesao especial aue expurga do espirito toda.* as partculas acres.
Como meso de evitar e corrigir os efletos desagradaveis e multas vezes pergosos produridos no estomago
nos intestinos por aguas ^tt*?"1?*1 j. o que SWWM sos viajantes e s pessoas nao accUrnatadas, s>
OS "SCHNAPPS'l-AROMTICOS.DE SCHiEDAM
cham-se biolutamenlc INFAI.UVEI 8; e nos casos de HTDROP8IA. PEDBA, OBSTRTJC.
dO nos RINS, MOLESTIA da BEXIGA, ESTBICTBA, DY8PEP8IA e DEB1XI.
DADE GERAL s5o recommendados com instancia pelos membros mais disdnetoa da prosso medical.
85o preparados em garrafas de meio e de quarto, encaUotadas com o nome do abaizo assignado em cada
garrafa cosa a marca da fabrica e urna tao-JinilJd sua aaugnatura no etiqueta ou rotulo.
Veadem-ie em todu M PhmmumUs) e Infai do Campo. Tem sido sugeitos i anah/se dos
chmeos oa mais afamados e por elles foram declarados ser o mais puro spsiHo jamis fabricado.
Tendo assim Tereficado sua pureza e suas propriedades enviou-se amostras a dez mil mdicos, Im-ln!*
todas os mais celebres dinkos dos Estados Unidos fim de que elles a ezperimentassem.
Urna circular pedindo urna rigorosa prova e urna infonnacao exacta do resultado, accompanhara cada
amostra. Qnatro mu dos clnicos mais eminentes dos Estados Unidos prompumente responderam. Soa
opiniio do artigo era unnimemente favorares. Tal^reparaclo, diziam enes, ha multo que se fazia absoluta-
mente necesaarla porque nemhuma confiancase poda depositar nos productos communs do commercio, todas
mais ou menos adulteradas por tanto inuteis para os propsitos mdicos. A eicdlencia peculiar t torca la
oleo do Enebro que um dos ingredientes pzttKtps destts" Sohnapps juntamente com o p-to alcohol
dao-lhe aa opiniio dos medico* notare! supenoridade sobre todos os estimulante como diurtico, tnico
erestoraVo. ,
Esta Bebida Medicinal fabricada r^losproprietarkaemstuengenhodedUtilUsioem Schiedam,Hcnada,
aapresaasBente para os usos medicinaca. sa 0
TJDOLPHO WOLFFS SOlf & CO., 9 BEAVER STREET,
ISW-T0Bs;7^ a.
'Liquidan) o seguinte;
Mas barato do que em casa dos dignos
collegas
Esguines para camisas e casaquinhos de senhoras a 4-> e 4-S500 a pec>
Saias bordadas a 3->, 45 e b6QQQ urna!
Camisas bordadas p?.ra senhoras a 5<$500 e 3^000 urna I
dem sem punhos, sem collarinhos, para homem, a 42-5 a duzia!
Meias inglezas superiores a 46 e 5t000 a dita!
dem inglezas para smhoras 4? etJOOO, cruas de 166 por 12f$00? T
Crochets guarnicaa completa por 8r$000 1
Damascos duas larguras para colzas a 2000 o covado 1
Popelines brancas a 500 rs. o covado propinas para noivas.
Merinos pretos duas larguras a 16, 1^200 e 10500 o covado I
Bramantes de linho superior a 2jJ000 o metro 1
Lenjes de dito, panno, de casal, a 2#000 um I
Cobertas de ganga cretones, idem 3000 urna!
Ceroulas, superiores bordados a 16jJ000 a duzia!
Cortes de meia case mira para cal ja a 1$400 I
dem de casemiras inglezas a 36 e 4000 um I
Cambraias Victorias e transparentes a 3200 e 3(5800 a peja!
Fichs para meninas a 1^500 e 2J0O0 um !
Cortinados bordados a 76 e 10(5000 o par
Grinaldas e veos para noivas a 106 e J 55000.
Cretones superiores a 320 e 360 rs. o covado 1
59Ra Duque de Caxias59
rande e bem montada oflicisa de alfaiate
DE
PEDROZA&C.
N. 41Ra do Raro da VictoriaN 41
Neste bem conhecido estabelecimento, se encontrar um lindo e variado sor-t
timento de pannos, casemiras, brins, camisas, punhos, collarinhos, meias, gravatas,
tudo importado das melhores fabricas de Pars, Londres e AUemanha ; e para bem
ervirem aos sous amigos e reguezes, os proprietarios deste grande estaljeleeimento
tm na direccSo dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espajo de 24
horas, preparan, um terde roupa de qualuerfazenda.
Ra do Sarao da Victoria n. 41
(PRECOS SEM COMPETENCIA)
itafift
"v;!1.
_.




6
Diario > Pemawlmi**'Oyjnta~fcira 4 de Marco de 1^86
Miga-se barato
5f. el1 andar travesea do Campello'n. 1
J armazem da ra do Bom Jetas i 47.
i casa terrea n. 13 da ra do Nogueira,
i casa terrea n. 38 ua travs de S. Jos.
i luja da roa do Calabouoo a. i.
icasa da ra do Visconde de Goyanna u. 79.
L casa da Baixa Verde o. IB Capung.
t. tratar no Largo do Corpo Santo n. 19,1* ai.

\lug<
jase
grande sobrado n. 161 da ra Imperial, caiado e
meado ; a tratar na ra do Rangel n. 58
Aluga-se
por 84000 uuia cae com sala e 2 quartos, e sor
r*4ur ueivindo.de quintal, no boceo lo Funda n.
>, freguezia da Boa-Vista ; a tratar na ra de
Santa Thcresa nfc8-
Alnga-se
Darato a casa terrea, > aiida e pintada, ra de
-S. Jorge a. 40, com 4 quartos, 2 salas, sota, co-
iinha fta, copiar, quintal, cacimba ; a tratar
o Siqueira Ferrtz 4 C, ra d > Amo im n. 66.
4luga-se
. casa terrea com sitio, adiante da estacao do
Jau^o Grande, c.m commodo9 para familia, todo
arborizado, por prreo eommodo ; a tratar no sitio
jauto, a quaquer b __________
A ug-a-se
A casa da ra do Marques do tiervai n. 147 ; s
tratar na ra da Praia n. 6.
A'uofa-se barato
o sobrado e soio so largo da Dctcnco n. 67,
O m muitos commodos para familia, bastante ale-
jad ... tc ; a tratar na ra larga do Rosario nu-
saero 34.
A higa es barato
Urna casa na ra do Rio (Torre), com commo-
dos para familia ; a :ra" r na ma largado Rosa
no n 34.
Tara cosinbar
Precisa-se de urna ama de boa conducta, para
casa de familia ; na ra do Visconde de Goyanna
219 (Mangniibo).
Ama
rrcoisa d uap% a osa para lavar e engom-
iaar ; n travBeaa d- 6 Pires n. 5 (Geriquityi.
Ana para eosinbar
Na prava do Ci nde d'Eu n. 4, 1 andar, se
precisa de urna mulher de meia idade, para cosi-
i.har, fazer compras e algum servida de casa de
aaqueua familia.
Ama
P' ^co de Productos Vegetaes
PARA
iNyin DAS CASPAS
r ras Molestias Gapillares.
JVIARTINS & BASTOS
l'eriuimbiwo
Venezianas
Compra se de duas quatro venezianas de ma-
deira, com correntes de metal, das modera:, s, com
poucs oso ; no pmeiro andar n. 22, ra larga
do Rosario.
Advogado
O bacbarel Pedro Gaudiano de Ratis e Silva
mudou sua residencia da estrada d>- Joo de Bar-
ros para a na velba de Santa Rita n. 8'.<
A luga-Se ma casa pe-
que
na
'*recisa-ee de urna ama que cesinhe bem, para
cata de familia pequea : na ra Nova n. 15.
iia
Precisa se de urna para engomraar e cosinbar
em esa de pouca f mil ir, dando flanea de sua
conducta : tratar uc pateo da Ssna Cruz
n. 18
18
Precisa-se de urna ^ara c sinhar e omprar
ra do v'isconde de G. yanna u. 139.
Ama
Precisa se di urna ui. para casa de familia
na ra :< Visconde de Goyanna n. 46.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de rapaz sol-
fciro ; no pateo Co Paraizo n 18, taverna.
Anas
Precisa be de duas amas, urna cosinbeiri ou-
tra para andar com duas eriancaa e mais servieo
de caca de familia; a tratar na ra do Imperador
n. 14, 2* andar.
Ama tan engomroado
Xa ma do Henifica,
sitio em frente da es
trada que vi>i para os
Remedios, se precisa
de urna mulher, forra
on-eser*va, para fazer
engoninados e algum
ser#ifo^de casa de fa
mi lia.
Quero (em?
Onro e prala : compra se onro, prata e
yedras preciosas, por maior preco que en ontra
quaquer parte ; no i aad'rn.22 a ra larga do
'iosario. mitiga dos Quarteis. das 10 re .ras s 2 da
arde, dias uteis.
Cosinheiro
roa do Vicario n. 17, so precies de um co
inheiro
o de chapeos para se-
ntaras
. ende- se peles sesuintes preco : de 15J a 20
roa do Crespo n. 17, em casa de Mme. Mique-
lina.
Na ra de S. Francisco n. 1, freguezia de San-
to Antonio.
No becco do Fundo n. 5,freguezia da Boa-Vis-
ta : a tratar na ra de Santa Thereza n. 32, de
manbil at meio da.
IGUARASSU'
N. 88:200
O Dr. Franeisro Xa-
vier Pfces Bar reto,
pela 4.a vez rogada a
vir ou mandar a ra do
Mrquez de Olindan.
50, dar umprimento
a o numero cima.
Viva o carnaval
Compra se vestuarios noves e nsades ; na ra
da Itnperatris n. 78.__________________________
Xa cidade da Escada
cvmpr.i-se uro, prata, pataces uaciuuacs e es-
trangeiros, e m.edas de onr* ; na ra do Com
mercio n. 19, estabclecimanto de Antonio Fran-
cisco de Araojo Costa.
Escola par! rular
De iimtruerao primarla para o seio
nirulliio
BeV Rao da Mat-i* du Boa-Vista34
0 abaixo assigoado participa ao Ilustrado pu-
blico tiesta capital, qae atrio sua escola particular
de instrueco prim: ria para o sexo masculino. A
ra da Matriz oa Boa-Vista n. 34, onde esmera
Jmente se dedica ao ensino de seua alumnos.
O grao da escola consta : ler.escrever e contar,
desenho linear, h'stoi a patria e nocoet de trancez.
Garante um r.p nos, pelo seu syetema de ens'n), oqual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor iuviolavel e urna es-
n.erada dedicaco ao ensino, fasendo com que os
seus decipulos abracem e amem de coraco as Jet-
tras, aos livros, e ao estudo, guiando cio cami-
uho da intelligencia, da honra e da dignidade,
afm de que vnb&m a ser o futuro sustentculo
da patria, da reiigio e da le, e um verdadeiro
cidadSo brasileiro
Espera, pois, merecer a confian9a e a proteccar
do distincto povo pernambucano, e em partcula:
tem f robusta cm toios es paii e uteres de me-
amos que queiram apreveitar um rpido adianta-
mento de seus filhos t tute'ados.
Com qusnto oueada seja esta tentativa, todava
espera que es seus iocaneaveis esforcoa, e os seus
puros deiejcs, sejam coreados com a feliz appro-
vaeao de todcs osfilboi. do ireperio da Santa Cruz.
Mensalidade2/000 pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario- das y horas danaaba As 2 da tarde.
Recebe meuiao* internos e ssek>-pepouistaa
por mensalidadea rasoaveis leociona per casas
particulares a asobos os sesos.
Julio Noare de Azevedo
34- RA DA MATRIZ DA BOA VISTA34
Ao publico
A verdadeisae besp. ctnbecida gomma>-de- mata
rana araruta, preparada por Jeronyma Coussei-
ro, vea-ie-se em pacotes de libras e meias, nos
segumtea lugares, por rrs : Boa-Vista, ra da
Auroran--. Vasconceilos ; ra da In.peratriz n. 2, dos Srs. Ms-
noel Moreira R beirc 4 ''., e na da BarSo da Vic
toria, no dos Srs. Paulo Jos AI ves k C.
Bolos
Satisfaz-se qualqi:er eacoramenda deste genero,
com perfeie&G o modicidade, ra do Riachuelo
n. 39.
miim
los :O0OMM>0
^rn^-a da Jrdepender
ca ns. <7e 39
1 dVizem bilbeK'
1 .trria a benefici
< ranhuii, qoe sr- eatraijir
'' 4 de. Mart;o.
6r*fr<.-*
, 4O0
2tf00Ci
UUQ
r?ftt> iie 1005000 par;
vimu
t#750
s-rjartu S7b
Hut>jtdo Auyutt d-ttim*^ Pftts.
Os abaixo iguco, tmdo adoptado e regia-
'.rado a narca imi :trial como do deswiho ; cima
e co^ forajida de com as ;n scrip^oes das leis em
igor deekrani ,ao ;oblio e paiticul, rmente aos
teus numerosos freguezes, qie dora .m diaute
odos os productos qse hirem de sua botica le-
aro a dita marca como garanta de ua origem
legitssa. prasodeoria.
Boa acquisiciiii
Venda, a fajbriea il vinugre ? cerveja a ra
da Seazal.i n. 12, por prom*itfcarato, por seu
dono ter do rtiar-*e, tesa muitas utensilios para
fahricar.qualqaar <* dwfcebidan ; a tratar com
luardo- i\(rtiia,i>*ii>aaisV, cu aontroncamento,
casa do Sr. Caajiiiiteiio Soasa.
Achado
O medico a quem t.ltar um instrumento de ci-
rurgia, pode proeurul-o na ru* D: que de Caxias
n. 1P, 1 andar que daido os signaes certos 1 pa
gando as despetss, se Ihe entregar____________
Borracha para limas
vcehesata Rudri^uffa de F#ria*C, e teem
-ara vender em seu armatem- ra de Maris e
^MrOM.,11 esquina da roa do Amorim.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Hollway um remedio infallivel pata os males de pernas e do peito tambem pura
as feridas antigs chagas e ulceras, E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito nao se reconhece egual
Para oa malea de garganta, bronchites reafrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contrahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
Estas medicinas sao preparadas smente no Estabelecimento do Professor Hollowav,
78, KSW OXFOBD STBEET (antes 681, Oxford Itrast 1, L0KDRE8,
E vndense cm todas as pharmac s do universo.
HT Os compradores slo convidados respeitosamenle a examinar os rtulos de cada caixa e Pote, se nlo teem a
directao, 533, Oxford Street, so raltificasoea.
SLI-A-I^O^E
de Cascas de Laranjas e de Quassia amarga
ao PfOTO-IODUETO de FERRO
Preparado por J.-P. LARQZE, Pharmaceutico
PA8MS a, Ru des z.iona St-Panl VAJtSB
APP80VAD0 PELA JONTA DB HYOIKNK DC BRAZIL.
O Proio-Iodureto de Ferro,
bem preparado, bem conservado, prin-
cipalmente no estado liquido, c de
todas as preparieos ferruginosas, a
queproduzos ineluoresresul lados. Sob
a inflioncia do principios amargo c
tnicos, da casca de luan ja e da
quassia amarga, o ferro assimilado
fcilmente e produz efTeito prompto
egeral reslituiido ao saugue, a torca;
as carnes, a dureza; aos difieren tes
tecidos, a activade e energa neces-
sarias as suas funeces diversas.
l'orisso. o Xarope Ferrnainoao
de J. 5*. Laroie, e coosiderado peles
mdicos da Faculdade de Pars, como
o especifico mais acertado para as
DoenUo de langor, Chlorose. Ana-
mia, Chlori Anemia, Fluxos bran-
coo com dixostoes demoradas, Mo-
lestias escorbnticas e escrofulosas,
Rachitismo, etc
Ho mesmo dpo$to tcha-s i venda ou Mgo'ntM Productos do J.-P. LAROZE :
XAROPE L".:.;
> ..^f.
Costra as Qaetrites, Gaatraitjlae, DysnepaiR, Dores e'Calmbrati da Estomago.
/MI-NERVOSO
XAROPE DEPURATIVO'^^"lODURETO DE POTASSIO
Coolr.i as AJoccea escrofulosas, cancerosas. Tumores brangos. Acidez de Sangus,
Accidentes syphiliticos secundarios e terciarios.
XAROPE SEDATIVO^TmT.a.-r'BROMRETO DE POTASSIO
Coaira Epllepal, Hyaterlco. Daas de S. Ouy. Tnsomnla das Crianoas durant* a DanUcCo
oiresir* sai ruis *m mas nncsniAi do azis.
" ._iJ -*'2rr-v*3^tEa^^^Srn
Exigir o sello
Frtnou.
1
1 -i** '.-' >) Exigir o sello
F.'snoez.
Au Crii.OHHY-f-O i'HOi-'HATO DE CAL
O mala podaroao uos rucoiatitui. I Ju poi todo* es Mdicos da Cnropa n
fraquna gtrol, Anemtc. Chiorosu. IYj Uxa, Sl-ro/Ulae, Bar.'.tumn, Dotnfas
ios ossos, crescttArntc dtiflcil a >. ... /.<:>-,..i.
sril, COIHR. Mr 7, rujsCtorsac:::... Buuika-asi (rictissn f.lrssiai.
GRAGEAS
de Copahlba, Cubeha
RatanMa e Ferro, Bismutho
tlcatrto. Terebonthlna. f
INJECCA0
- Hyglenicn e Prescrvadora
sem C5ar
acllente atjum.
Ai 8RAQEAS **ORTIN, t>rVD as ]iriiui-iras que obiivoram a spprovaqao d;t Acodeni:
de wtsdicina (-"J0) o >;>taram-se nos Hoaptaos. CuranQ as ';:oTcs'_3 ccoretas.
mais rebeldes sem fatigar os estmagos mais delicados.
A INJECQAO POKTIF4 sempro recomnic'irlarlii corno o comp! monto da medicaoao
Das usn JVr>-mt!iM : rBAM- M da SILVA G, na* nolpa* Plurmscss.
TUNDAHERNIARIA ELECTRO MEDICAL
INVENCAO COM PRIVILEGIO POR 15 ANNOS
- Dos Isanj MARIE, medies* inventore para curar ru>l:c,ilmeots a> Hernias, msis ou meos carae-
terisados. Ate agara as fundas-hemiarias leem sido spenas um simples uicio pura contar ss bernias. Os
Irsuos MAR1E, resolvern n prublema de conler e curar por meto il Funda-nerniaria eleetrn-medicai
que contrahc os ervos, fortiuea-os sem abalo nem dores e .aranie .1 cura ruln-al em nouen lempo,
a PARS, ir,, bia db l'Arbrb-Shc. Deposito era Pernamhnco : A. CAOR3, g
PHOSPHATO de CAL GELATINOSO
de E. LEE.0Y, Pharraaceuco de \" Classe, 2, na Dannon, PARS
OBTM0JBMK0an s IsMTsWsssiln 11 mUs m srlaocu. esitra s auUtsOM saslsatti sssstM ,
Recommendamos este Xsu-ope ans Mdicos e aos Doentes. de um sabor agradavel, de asslmi-
laeao fcil e mil Tezes superior a todos os xaropesde laclo-phosplialo inventados pelaespecu-
.< lacao. Todos sao cidos ao posso que o VbMphato de cal Oaiatlnoao nao o
O Snr. Prctassor Bocchut, llcdjeo ao Hosaiul das Cnaafas. (Otf.Ut del HtelUui. 10 Je m uo de IS74.'
ViMHO Pt!3SPKATAD9 DE IHIOT saSfiSi
ti. emia, Consumpco, Broachite chronica, Tsica, Praij-n 'a or&nica, Conva/etcencas df?~s-
< He:-; :: .... rl-,,>: .....SILVA O.
VINHC MARIAm
_______ DE COCA DO PER
O VlflBO MJsJUAV<]ue fol experimentado i.o liospitacs de Pariz,
prescrlpto diariamente cun xito para coinUitci a Anemia, Chlorose,
Blraattes mLM, Molestias das -las respiratorias e afraejuecl-
sneato do orso. vocal.
O Uedioo* rteomsnemliim-no dt Pernos/raen* e delicadas, exhaustas pela molestia.
aos VHhos s Crirteos.
E' o Reparador das Perturban oes dljestiaa
e o rORTinOA.IWTB por EXCBLLBNOIA
o VINHO MABIANI se E.xco.vrm em casa dk
* '***"w,T*r.Hrraria. ii.hilf*tr<**"*~-**:,**~-^j**,lri<'.1**' '"* '"**'
Em Pemambuco : Francisco M. da BfLTA *.91*;
Culdsdb com ?s Falsific "

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dos Carmelita;
Cnioo Suooossor dos Carrnelltaa
ua de l'Abbavo, 14, PAET8
PARS, 14,
Ji*U4 : C'i -era. o Bn<4c -lo -ijir Flatos, i C-!i=a3. Indl-
I gestees. < futr auursla, etc. r id-.
Ucve-se exigir o let:clro bHiico u proto.
seja qu;,i f.ir o tamanhn, i '" i "
Depoi'l'o i em lo
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Urna senhora habilitada se ofFerece leccionaj
jrimeiras lettras e trabulbos de gulha em .-olle-
ios ou em casas particulares ; -luein de seos
prestimos precisar, pode dirigir se ra do Co-
ronel Suassuna n. 12.

Leonor Porto
45
Ra rio Imperador a
.''rimeiro -indar
Contina :i "xecutar os mais dilfleeis
fignrinos ncebidos de L-mdres, Pars,
Lisboa e Rio Je Janeiro.
PHi I cao de costura, <'m bre-
vidade, modicidade em prt-cos e fino
gosto.
i i
l
Compra-s c paga-
se mais do que em ou-
traqur lqucr parte bem
como
de quaquer qualidade.
Na ra n. 32, loja de joias.
Julio Fuerstesnberg.
Asimiles de casemira
A .JOS e 35*
Na a va loja da ra da Imperatriz n. 32, rece-
bi-u se um grande sin lilliuln de finiss^mas case-
miras inglezas ce cores eisraa e escuras, que se
vende: ot precu muito eai eoota, assim como das
mesinas ee mniid.im faaer eostum^s por medida,
sendo de paletot sacco a 3 ',1000, e de fraque a
3 ; assim coma .le superior fl nella ingleza de
cor azul escura, a 304 e 354, e taub-.m das mes-
mas fazeudas ee mauda laster quaquer peca avul-
sa. grande pechincha ; na nova loja e Pireira
da Silva.
Advogados
Manoel Netto e B viviuto Lob > ; ra Dnqne de
'axias n. 75, ntrale, pelo pateo do Collegio.
BISNAGAS
Emili Roberk) aca-
ba de rece'.er as afa-
madas bisnagas fran:
ezas, as quaes vende
em grosso e a retalho.
BXP.SIUI NI7EB3AL
17-HuadoBar% daVictoria-17
Compra-se
A Hisioria da Re-
volu^o de 1848, pelo
Dezembarg'cHlor Fi-
g-ueira de Mello; no
escriptorio (^e^te Dia-
rio, 2 andar predio n.
42 da ra Duque de
Caxias.
O abaixo firmado, rondando sna residencia desta
capital para a do Rio de Jai.eiro, deixa exposta
venda sua ph&ruiacia ra do Rangel n. 48, e
para o que faculta poderes especiaos a "r. Jos
Caetano Baptista dos Santos, estabelecido roa
dj Crespo n. 7 (Gallo Vigilante), para vendel-a de
..ccordo com o pr. tendente, e bem assim reetber
ividas que nao furam resgataaas. Recife, 23 de
fevereiro de 86.
J.'iquim E. Cotia.

as
ROQIAYROL HIERES
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ

^
4
i--
sa
so
*s

O Vl?or cf0
Cabello
"Ayer
(Avcfsflair Vigor)
GfcSAlMO KM
r
P1PAS*C SM ICAi.
f*?A 0 CABCUO,
TOPNNDO-0
MACI0. R.EX1VEI E LUSTROSO
Presando psIoPlJ.CAt 380^.1 wwkMBmiilUw
os 4:000 JO >
1:000^000
iiu n'S
16-Kua do Cabuga 16
Acham-se venda oa venturosos bilhe-
tes gar: ntidoa da lotera n. 40a em benencio
da matriz de Garanhuns que 8e extrahi-
r na quinta-feira 4 de marjo.
Pre?s
Inteiro 45000
Mei-i 2fii >">
Quarto* I0CM'
Nendo quantidude sn|terior
a I U:0)0
Inteiro 3,5500
Meio 1-575U
Quarto i>7 &
Joaquim Pires ' :?.:. JW
.' .
Precisa se de ama ama de :..eia idade, | ara o
servico domestico riidaaa ps.ias ; napraoa do
Conde d'En n. 5, Ija de apateiro.
Borracha especial
para limas ; receben a meieearin de Goncalu Jos
da (Jama, ra do Padre Ploriano n. 41,
^?

Jos Paul do iiuo Brrelo
A sociedade Ro-.-reio Dramtico 8uto Agosti-
nbo do Cabo, manda, no dia 5 do correte, na
matriz da cidade do Cabo, resar ama missa por
alma do socio Jos Pau o do Reg Barreto, con-
vidando pora assistir a este acto de earid ide e
religiao aos parentes e amigos do finado.
alos Paulo do Reg Brrelo
Mara da Conceivo Lins do R. go, Mana Auna
(-nenor), Maria Anna do Reg Cavalcanre de Al-
buquerque, Florentino Cavalcaute de A.buquer-
que e Clariodo Henneto Lina, mulher, filha, irmj
e cunhados do finado Jos Paulo do liego Barre'
to, cordialmente agradecem s p-ssoas qne se dig.
naram acompanhar sepultara os seus reatos
mortaee ; e de novo convidam s mesmas pessoas
e amigas para a missa que mandam celebrar na
matriz da eidade do Cabo, s 8 horas da m iuh3
do dia 5 do corrente mea, stimo do seu falleci-
mento.

HJKuel Moreira de auuaia Mala
Maria do Carmo Mai?. da Porciuucula agradece
do intimo d'alma todas as pessoas que se ditrna-
ram acompanhar os restos mor ata de seu i ma-
trado pai, Migui 1 Mcreira ie Souza Maia ; e de
novo convida as mesmas pestuas para as.-iati>eia
as missas que se cclebraro na igreia de N S do
Carmo, no dia 6 do corrente, :- 7 1/2 horas da
i.-.anh ; confeaaandu desde ja a sua eterna gra-
tido por este acto de religiao e candado.
I MMMMMWsMsMsMMMW I 1 1 sM
i.'
y-
O Remedio msis efficsi e ^^
Seguro que se tem escotsrto ele ~~
^^ hoje pera expe'iir es Lon trigas.
Viva o carnaval
Vivan, os caslollanos da na dos
Guararapes
A commisa date castelio tem por fim festejar
os tn s dias de carnaval, < nfeitaudo a dita roa
um frente ao caatello, vem par 1 isso pedir o espe-
cial favor aos moradores da u.enna ru, perto ao
act. lio, para timar todo o interesa para mais
bri'li ntismo da resta e alegra das Jamilias.
Sendo os senhons da co nuiisto :
Ciernentieo Francisco Barros.-
Co-mc Antonio oilrign
Cosme Francisco Pereirs.
Manoel de Si.-uza -Mafia.
Julio MsrcoliB dailva.
Constautiao F. do NascinHnt*
Joaquink,-Gk>nt)aiyea .Vianna.
Felippe. Benigno. Camaraa
Joo Lina da 811 \
Bento Joaquim R.drigu r.
Coronel Franrlars atatsoel tte
looia Ollveira
Rosa Emilia da Fonseca Oliveira, Aunl'a de
Oliveira, Antonia Emilia de Oliveira, ConsuutJna
deOliveirn, Emilia de Oliveira, Maria do L'WBPP
Oliveira, Francisca Emilia Je Oliveira,. Frai.iiiCO
Manoel de Sauza Oliveira, OetavtBBO Lin. VVaar
derley Chaves, Fianci&co das Cbngaa O.veira,
viuva, filhas, fi ho e genios do C-ron I Fruieisco
Manoel de Souza Oliveira, agradecem do intima
d'alma tedas as p. ssoas que com tanta dedi mcSo
se digniram visitar coustantcmente d-jrant<' sna
molestia, e Kcumpauharam os ns restas mortaea
sua ultima morada. Conv.....u aos pare ates 8
amigos do mesmo finado assistircm a mis-n 'i'ie
mandam celebrar no dia 5 do carrate, tira-> dis
do seu passamento, no can vento de S. Fra^.ci-.co,
em Serinhatme na igr.ja matriz do Rio FrauaDe
Igualmente convidam nos smiges do filiado, re-
sidentes nesta cidade, assistirem e musa que
lamben ui-ndam celebrar 110 referido da, na ma-
tiiz de Santo Antonio, a 8 hrr^ajl&jrianhL__
Coronel Francisco Maaool de
tonta c Ollieira
Gaspar de Drummoad e Gaspar de Drummond
Filho mandam celebrar na i: do Carmo, s 9
horas da n anhS do dia 5 do co. 1 ente, missas pelo
repouFo etrrnn do seu amigo o coronel Fr-.ucisee
Manoel caridhdc e uvid.in. s parentes e amigos Uo fi-
nado.
T.
ulinerme Dowaiey
Quinta foira 4 do corrente ser celebrada na
matris da Bja-Vista, pelas 7 1 '2'hor^s da mnuha,
urna missa por alma de Guilherme Djwsley, tr
gesimo dia do seu fallecimpnto. _________ _
"
-


f+m
Diario de 'Pernaiobuco(uinta -feira 4 de Margo de 1886
\

Para cosii-har
Na roa de Joaquim Nabuco n. 3. entrada da
Capunga, precisa-se de orna ama coro, urgencia,
os especficos veterinarios
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Para a cura de todas as doencas de
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com burdado a relroz, seda crua bordada a capri-
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Mod?. 1886
Valentionne en ecorce d'arbre
Primoroia escolha em vestidos lora 20 metros de
la ligeira, tecido andanS-i conhecido aqui
Canarios d'Allenianlia
DE
C. Brandmul ler
Venderse ni. ra do I
A tSOO. 3&000 e 84500
32 aaa L^ja ma da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estcele.ment um gran-
de aortimento de camisas brancas, tanto de aber-\ Cores e desenbos novissimas as segaintes fa 'mo compr > oncas, giboas tanund'ias
turas e puohos de linho como de algodo, pelos j rendas de seda, l e algodao. Etamine, Surab, Se- corcodilos.
baratos precos de 24500, 34 e 44. sendo fazenda tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemires,
milito melhor do qu" as que veem do estrangeiro e Explendido aortimento
muite mais bem feitas,, por serem cortadas por Em leques, luvas, espartilhos, lacos, lavahre,
um bem artista, especialmente eamiseiro, tambem | meias, lencoes e muitos outros artigos que se ven-
se manda fazer p ir ene .mnv.ndas, a v jntade dos dem por precos sem competencia. *
fregueses : na nov loja da ra da Imperatriz n. _____^__^________________________________
orador n. 22. 0 mst'
bandeira c
de Ferreira da Silva.
Ao32
a*
Nova loja de fazendas
:*
QUILL BUTTO _
(Retroide Seda para
OLE TWIST.
ear.)
-' ''' ':
H goMor lia irla
Esto importante estable-iimento de relojoaiia
fundado em 1869, est funecionando agrra ra'
larga do Rosario n. 9.
O sea proprietano, encarr gado do regulamen -
to dos r elogias do arsenal do marinha, da compa
nbia dos tr.lhos urbanos do Recifu Olinda e Be-
beribe, da de Eecife Caxang, da estrada de
ferro de Carua da companhia ferro-carril de
Pernnmbuco, daass3ciacaocommerci.il bmificen
te e da estrada de ferro do Limoeiro, cercado de
ictelligcatcs e habis auxiliares, concerta e fa >
brica qualquer peca aara relogios de lgibeira,
de pan de, de torrea de igreja, chroBometros ma
ritim-s (dando a marcha), caixas de msica, ap
parelhjs elctricos telegrapbicoE.
O mesmo acaba de ;rcceber variado aortimento
de relogios americanos que vende de 74 a 204
pan parede, meta despertadores de nikel.
Contina a exercer a sua profissao com aelo e
interesse de que sempre deu pro vas ae respei
tavel publico e aos seus coliegas, e vende forne-
cimento de qualquer qualidade.
Em frente de sen eatabelecimento se acha col
locad nm relogio, cujos mostradores tambem po-
dero ser vistos pelos passageiros da forro-carril
tendosempre aHORA MEDIA DESTA CIDADE,'
determinadas pelas suas observaces astronorai-
jat. Ra larga do Rosario n 9.
_______________Antonio Jos da Costa Araujo.
C S 10 0T (
Us 4:OOOS4HN)
biihetEu mmm
Ba do BarSo da Victoria d.o
- e casas do c-os tu me
abaixo assignado acaba de vender
a seus felices bilhetes quatro quartos de
n. 1770 com a sorte de 4:000|JCr00, quatro
ditos do a. 3229 cora a sorte de 1000000
e di'eros oremios de 320000, 160000 e
8,5000.
O mesmo abaixo assignado convida os
Sjssuidores virem receber na conformi-
aie do costume, sem descont algum.
Acbam-ac venda os felizes bilhetes
garantidos da 5.a parte das loteras
Deaencio da matriz de Garanhuns (40*) que
se extrahir. quinta feira, 4 de Mar90.
Precos
Inteirr 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Ea porco
Jul gando ser de grande utilidade dos negociantes da
America do Su!, terem fios de seda e retroz prepara-
dos em material mais leve do que sejam carreteis dr
pao, estamos promptos a fornecer para exporta^o
60$ de seda, retros de seda e seda de bordar, de
todas as qualidade, pseparadas em lancedeiras de
papel ou de peonas como cima representado.
Temos todos os umanhos de fio preto e mais de
quinientos cores. *
Dirija-se "Brainard k Arnutrong Co."
621 Market Street, 460 BroadwaT,
Pkadelphia, U. S. A. New-York, U. S. A.
CAMLXHS DE FERKO
P0RTATEIS
DE
Yerbearen & Ce Jasar
BE ir it i y 1; 1 \ *
(^onstru tores do melhor oaterial para
uaminhos de ferro industriaes. Fornecedo
res dos Arsjnacs e camichos de ferro do
estado belga, do Governo colonial das In
dias Neerlandesas, etc., etc., etc., etc.
Vas frreas portaleis -desmon
taveis fix.-ts, trilhos de ferro e de ajo, por
preyos inferiores as de qualquer outro sys-
tema, sendo mais durareis c miis prati
'.08.
Peqacnas locomotivas wago-
aetes especiaes prra fabricas, explorajSee
agrcolas, aterros, miuas e cogenhos de
assHcar.
Estabelccidas no centro de um paiz qiu
produz ferro e aga nr.s mais econmicas
IcindiySes, as ofBcinas de Verharren & de
J .ger, alera da sua situaco em urna loca-
id ide onde a raao d obra barata, go-
sam da vantagem de ter urna organisac&o
seria e especial para a construceo de ca-
rninhos do ierro ao alcance de todos. Os
jeus pre^is desafian a qualquer concur-
rencia.
Para inforuiaySos circumstanciadas diri
jara se a
Theo. Jast
2 LAKOO DO COBPO 8ANTO 2.
Remettcm se catlogos illustradoa quem
pedir
Ba da Imperatrlz
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo eatabelecimento encontrar o r. s-
peitavl publie) um variad aortimento de fazen-
das de todos as qualidades, que se venaem por
precos baratissimos, aesim como um bom Bati-
mento de rcupas para houens, e tambem se man-
da fazer p r encommendas, p r ter um bom mes-
ao
Fazendas braiiea:
SO' AO NUMEiO
roa da Imperatrlz
Loja dos barataros
WHISKY
4o
/
lOYAL BLEND marca viADO
Este excellente Whisky Escosse preferiv.
ao cognac ou u gurdente de canna. para fortfie
o corpo.
Vende-se a retalbo no. nelbares armazens
ajjlhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADOcujoni
me e emblema sao registrados para todo o Braz:
BROWNS V C, ag-nte-
Albeiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito aortimento de Codas estas fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER :
AlgodoPecas de algoduzinho com 20
jardas, pelos baratos precos de 34800,
4S, 4*600, 449i 0, 5g, 5400O e
tre altaiate e completo aortimento de pannos finos, MadipoloPecas de madapolo com 24
casemiras e brins, etc
3t
a*
Inteiro
Meio
Qaarto
JoSlo Joaqu
de 1004000
data
par
30500
10760
0875
'm. da Costa Leite.
UIS 4:000000
2ILBS1ES SAUDOS
ir. Primeiro de Mareo n. 23
O abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 2215 com a sorte de 100JJOOO,
alm do outras sortea de 320, 160 e 80, dt
oteria (40.*), que se acabou de extrahir.
envida aos possuidores a virem recebe;
na conformidade do costume sem descont
.. gunj.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 5.a parte das loteras
beneficio da matriz de Garanhus, (41.),
que se exirahir quinta feira, 4 de Maro.
Pilaos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
tCm quantidade maior de f 00*
Infciro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Martina Finta.
Padaria
Por barato preco vende-se na rna da Impera-
tris n. 14, loja, um bom cyliudro americano e to-
dos -is utencilios necessanos urna padaria, se
aehando tudo tm perfeito retado de conservacuo.
Iludoud residencia
O Dr. Maduro, medico parteiro, mndou sua re-
sidencia para a ra da Imperatriz n. 88, esquina
da do H spicio, 2 andar, onde ser encontrado a
qualquer bol a da noite.
Compra-se
Urna moenda usada em pirfeito estado; quem
tiver annuncie por este jornal.
Criado
Precisa-se de um, para casa de pouca famil
a tratar na ra do Mrquez de Ofinda n. 6.
.ara advogado
ra Duque de
Aluga si: a sala do 1- andar
Caxias n. 61, a tratar na loja.
Precisa-se de ninapro-
fessora
A senbora estrangeira que estiver proficiente-
mente habilitada e quizer ensinar a escrever e a
fallar com perfeico as linguas francesa, alterna e
ingleza, a-ttrim como a dar licSes de geograpbia,
historia e piano, a urna menina de 11 annos de
idade, a qnal tem j principios de todos esees es-
tudos, senio pessoa de boa educaco e com attes-
tado de sen merecimento, pode dirigir-se casa
n. 199 a roa do Visconde de Goyanna (Mangai-
nho), ou indicar a sua m irada para se efectuar
um contrato que a authorisc a desempenhar o en-
cargo de professora.
Regente
Precisa-se de una senhora de boa conducta que
queir 1 tomar conta de urna casa de um moco viu-
vo ; a tratar na travessa das Cruzes n. 8.
Viagens ao centro
De Olinda parte todos os sabbados, s 4 horas
Ma, tarde, para I'arribe por Iguarass e Goyanna,
urna diligencia : passagens a tratar na rna 1" de
Marco n. 1, no Recife. Viagens avulsas em qual-
quer dia, e para qualquer parte a tratar no mes
mo lugar.
Fi los
Faz-se filhs, communs e de formas, e vende-se
dece de caj secco e de caldo, ambos bem acondi-
cionados em latas, proprias para presentes : na
ra da Matriz da Boa Vista n. 3.
J8&000
Aluga-se o sabradinho do becco do Quiabo
(Afogadoi), com quintal grande e diversas ps de
fructeiras ; a tratar nr ra de Marcilio Diae nu-
mero 106.
rosiiiheiro
Precisa-se de nm c einheiro ; a tratar na rna
e Paysand n. 19 (Passagem da Magdalena), on
ja do Commercio d. 44.
4o Carnaval!!!
Deslumbrante expoaicao de romu
tea mascaras, eabellelra*^ etc.
etc.
Acha-se aberto desde s 7 horas da Aoite na rna
do Duque de Caxias n. 25
O popular Anselmo, j bem conhecido do
publico desta capital em materia carnavalesca,
exhibir no dia e hora cima indicados a sua im-
portante cxptsico onde os amantes da folia en
contrario para alnjrar magnficos vestuarios des-
de 600 ris at 504, nao s para cavalleiros como
tambem para senhoras e encontrando quem em
sua casa se fr vestir os necessario-s enmmodos.
PasAmenion adlantados
MODISTA-
Roa da Pe na a a. S
Primeiro andar
Contina a executar os maia ditBceis fi
guriuos recebidos de Paris e Rio do Ja
neiro.
Prima em perfeicSo de costara, em bre-
vidade, modicidade em pre^s e fino gosto.
Ra da Imperatriz
Loja de Pereira da Silva
Neste eatabelecimento vende-se as roup ab.i
xo mencionadas, que sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgoro diagonaes e
acolchoados, sendo fazendas muito en-
cordadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de eotdao, muito
bem ftitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella azul, sendo ingleza ver-
dadera, e forrados
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fazenda muito ene rpain
itos du casemia de cores, sendo muit
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 24, 24500 e
Oeroulas de gr->guellas pira hom n.-.
sendo muito bem feitas a 14"20 e 14600
Colletinho de greguella muito bem feitos 14000
Assim como um bom sortimento de lencos de
linho e de Ur Xo, me'as cruas c collarinhos, etc.
Isto n 1 k|a ua ra da Imperatriz n. 32
Ri sea dos largos
a <00 rs. o rovaila
Na loja da ra da Impe'^.triz n. 32, vendem ee
riscadinli>- pr*prios Dar roupas de meninos e
vestidos, pilo barato pr v de 200 rs. o covado,
tendn quasi largura de ehita francesa, e asa m '
como chi'as bran;as mindi: 1 as, a 200 rs. o covii
do, e ditas escuras a 240 rs., c pechincha : ua .
loja do Pereira da Silva.
FustSes. setinetas e tfialnbns a SOO :
rs. o covado
Na loja da rea da Imperatriz n. 32, vende-se
um grande sortimento de fustes brancos a 500
rs. o covado, lsinhas Iavradns de furta-cores, I
f-zi'uda bonita para vestidos a 500 r^. o Cuvado,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas as
cores, a 500 rs. 1 covado, prchincha : na loj
do Pereira da Silva.
feriaos are tos a I S
Vende-se merinos pretos de duas larguras para
vestidos e roupas para meninos a 14200 e 14600
o covado, n sn-ienor setim preto para enfVitefl a
14600. a>b;i/! eo ;-o dlltaa pretas, lauta lisas Ciino
de lavoures brancos, de 240 a 320 rs. ; na nova
luja de Pereira da Silva rua da Imperatriz nu-
mero 32.
AlKodozInbo fraiuc para lence
a 000 r 1* e l#SOO
Na loja da ra da Impcratris n. 32, veude-se
superiores algodozinhos franceses com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lences de um
s panno pelo barato prego de 900 rs. e 14000 o
metro, e dito trancado paa toalhas a 14280, as
sim como superior bramante de quatro larguras
para lencoes. a 14500 o metro, barato ; na loja
do Pereira da Silva.
Roupa para Meninos
A *. 1*500 e a
Na nova loja da ra da Imperatriz u. 32, se
vende um vanado sortimento de vestuarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
nha curta, feitos de brim pardo, a 44000, ditos
de molesquim a 44500 e ditos de gorgoro-preto,
emitando casemira, a 64, sao muito baratos ; na
oja do Pereira di Silva.
jarda, a 44500, 54, 64 at
Camisas de. mua com hstras, pelo barato
preco de 800
Diae branc s e cruas, de 14 at- 1*S0q
degella francesa, fazenda muito encor-
pa^a, propria para lencoes, toalbas e
c ronlas, v..ra 400 rs. e 500
j Cerou'a da m"raa, muito bem feta?,
a 14200 e 14600
. Colletinhos a mesma 800
4C00 Braojant" francs de algodo, muito en
-r,.nnr coreada com 10 palmos de largura,
o^i mP,ro mm
i#uuu p j)to e linho ingles, de 4 larguras, me-
itMOfn' tro !ia*500c *&
i*wv Atoaihalo adamascado para toalbas de
uiesa, com palmos de largura, metro 1J800
f>i*i>) Cretonea e chitas, claras e escur*s, pa-
| droes delicados, d 240 rs. at 400
0*503 Baptista, o que ha v mais delicado no
ssnnn' mercado' 200
*uuu T> las estas fazendas baratissimas, na conhecida
I luja de Alheiro & C, esquina do becco
34000 dog p, rreiros
6500 SAO AS SEGUINTES PARA, ACABAR
124000 39-l.ua Duque de Caxias-S9
(le
liida^ cores, 1|, 1440U o co-
Fazendas linas e modas
t A.=
' B
Ra do Cabni
T Bastos t: C.
(TELEPHONE 359)
Avisam as Exmas. familias que receberam de
Priz:
Algod enfestado pa-
ra ienfoes I
AOOo rs. e iSOOO o metro
Vende-se na loja dos barstairoa da Boa-Vista
algodao pira l-nQoes de um panno, com 9 pal-
mos do largura 900 rs., e dito com 10 palmos a
1(000 o metro, assim com dito trancado para
toalhas de mesa, com 9 palmos de largura a 14200
o metro. Isto na 1-ja de Alheiro & C, esquina
d 1 becco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 14309, 14400, 14600, 1*800 e 24 o covado i
Alheiro A C, rna da Imperatriz n. 40, ven-
d' m muito b ms merinos pretos pelo preco acim .
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros.
1
Espartilhos
A 5J0'
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bous espartdhos para senhoras, pelo preco
de 54000, assim cerno um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 24800 e 3.1 o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas L.rguras. som o padrocs mais deli-
cados para costume, v.n !em pelo barato preco
de 24800 e 3$ o covado ; assim como se encane-
&cm MTfcLZ?aa^/VETr* 5 raento m liquidacp da ra larga do Rosario n
30?, sendo de paletot sapeo, e 354 de fraoue, 38 EXPOSICO CENTRAL para assim se
grande pech ncba : na foja dos barateros da Boa to; b conhevci(Io d,
Toail
vado.
Damac de seda b r ada n 14 o dito.
Sedas bordadas, finas, a 14800 e 21 o dito.
Sefira Maeo de todas as cores, a 14 e 14400 o
dito.
Dito dito preto, a 14200, 14500 e 24 o dito.
Cachemiras para vestidos, a 14 e 14400 o dito
Gorgurinas matizadas de todas as cores, a 400
e 500 rs. o dito.
Setinetas lsvradas e lisas de todas as ccres, a
fiOO e 560 rs. o dito.
Faile cui lidas cores, a 460 e 640 rs. o dito.
Mirins pretos a 14, 14200, 14400 e 24 o dito.
L de quadrinhos, cores lindas a 700 rs. o dito
Dita d todas as cores, a 400 e 560 rs. o dito.
i'opelinaa de seda a 300 e 320rs. o dito.
Alpac.s lisas, finas, a 360 e 460 rs. o dito.
Fustn de cores para menino, a 320 e 8<"0 rs. o
dito.
Casemiras pretas a 24 e 24200 o dito.
Ditas de cores a 14500 e 24 o dito.
Dit s ditas finas,inglesas, a 34500 e 44
Cortes de casimiras com toque de mofo, a 248""
e 34400.
Ditos de dita ptrfeitos, finas, a 64500, 74500 e
104.
Damasco de 13 eo:n 8 patinaos 'e largura, a 24
o covado.
Dito de algalio a 600 rs. o dito.
Dito branco bordado a jOO o metro.
Atoalh-idn de linho fino, a 14 o dito.
Cortes a .: seneta a 14400, 14800 e 4.
Fecbs de pellucia, 64 e 74 um.
Ditos arrendados, a 24500, 34500 e 44500
Ditos de seda, lindas cores, a 34 e 34500.
Chales de casemira, 34500. 54500 e 74
Ditos de algodo, a 14. e 14800.
Colchas de cores a 1450o e 24-
Ditas portuguesas (muito grandes) a 124 e 144
Dil .8 de rroch' t a 104, 12 e 154
Capillas com veo (para uoivas) a 104 e 164
Enxovaes para balizado, a 104 144-
Camisas para senhora. a 34500 e 54-
Saias idem idem, bordadas, a 44 eg Bfl500.
Toalhas de laberfntho ricas (para baptizado) a
604 e 804.
Cretones par 1 vestidos, lindos padroes, a 280.
360 e 440 rs." o covado.
Chitas claras, finas, a 240 e 280 rs. o dito.
A' roa Boque de Caxias n. SO
Veude-se
urna casa coai um terreno, tenda 300 palmos Ae
frente e 300 de fundo, todo arborisado e plantado,
na T rre. ra da Conceicl n. 2, junto a inha das
j bonds ; a tratar na mesma.
Revoluto
0 48 da ra Duque de Caxias, d cejando vea
der muito, resolveu vender fazendas por mesas
25 */o de seu valor.
Ver para acreditar
Setins macaos, decores, 14400, por 800 ris
covado.
Mariposa fina de cor a 240 ris o covado.
Renda aberta da Chn>< a 240 ris o covado.
Cretones fin-s nacin., s a 240 ris o covado
etinetas linas e finas a 400, ris o covade.
Al ja -as de cores a 360 ris o covado.
Linhos rscossezes proprios para '.ridos a 240
ris o covado.
Loques Juannita a 800 ris um.
Lencos brancos fios de 14200 a 24 a duzia.
Camisas de linho muito finas pelo preco dasi-
nuto de 30.- h duzia.
Cobertiis torrada a24800 urna.
Colr-h-.s brancas e de cores a 14800.
Bramante >l 'res larguras a 900 ris.
Dito de quatro ditas a 14300.
Toalhas felpudas par rosto a 4/500 a diuia.
Madapoln pelle de ovo, finissimo, a 64*09 a
pee*
Camisas paia ni ira a 24500 urna.
Lencos de seda a 500 1 is um.
Redes hamburguezas de cores a 104 urna.
Ditas ditas brancas, com varan fas, a 154 uasa
Cortes de casemira de cores finos de 44500 a
104000
Casemira fina de .'ores, intestada, a 24 o covado.
Flanella americana a 14000 ris o ovado.
E mais urna infinidade de artigos li 11 iliiiuism
ue nao deixar de comprar que os vir.
Heniip Ha Silva Morara
Tiras bordadas
A too, f a, i', e SOO rs
Para o cania va I
S na nova loja n. 32 la da Impcratris, se
vende um gr .r'iin- n'o de bonitas tiras bor-
dadas, propri > para rn 'es, senu largas e es-
treitas, pelo9 haratissimor precos de 100,120,16(t
e 200 rs tend, dous ir.< u 3 cada peca, grand<
pechincha. Acsi .. cgniu um bom sortimento de
ganga amarilla, verles e encrnalas, qne se
venaem barato : na loja de Pereira da Silva, |
ra da Imperatriz n. 32.
Giuha&G.
E\rOsi<;ao Central
Damio Lima h C. intitularam o estabeleci-
todos, pelo que chama a
attenco especial das Exmas. familias nara os
Sec,58 seguintes :
etros de plics a
15onceas inquebraveis
Metros de arquinhts 120 e
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros d Boa-Vista vendem urna grande
porco de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 820 I Pecas'de bordados finos a" 800 e
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es- Garrafas com agua florida a 700 e
quina do becco dos Ferreiros. 'Frascos de oleo oriza por
Bordados a lOO rs. a peca ; pts, parfacha, n. 80
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se peoas de Caneteis de 200 jardas a
orda do, dous metros cada peca, pelo barato pre- In vise veis grandes a
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti- Ditos menores a
-a-8i.rJ5?'u!!IVji.e.l!f?nCh'' Ea lJ11 d* 1 B>qnedos para meninos a 200, 300
Caixinhas para presente a 24500 e
Meios fio de sedapara senbhora a lf,
esquina do becco dos Ferreiros.
Fastes de setlneta a SOO rs o
covado
Alheiro & C. ra da Imperatriz ven-
dem um bonito sortimento de fustoes brancos pelo
baratinbo preco de 400 e 600 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
400
14500
160
400
1!000
lOTO
34000
8'
320
300
500
Em vista dos grandes prot'ressos da idea de qae
se gloriam as r.aces civilisadas, o eommereio
deve acompanhar esse riiu^resso, visto que elle
o mais p-.ileroso eh-uu:. do engrandecimento das
nacoes ; em /ata do qne annunciam
MARTN CAPITAO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, s-
colha dos quaes, os annunciantes teem empre
maior cuidadn. para bem servir os seus numerosos
fregu es. L>-mbrainos, piis, o proverbi- :
Quem nao experimenta, nao sabe.
Venh-tm ver, pois :
Queijos, flamengo t de MinaB.
Fiambres inglezes.
Chocolate francs Menier.
Dito do Maranbao.
Fri.etos seceos, como :
Passas, :meiid' as, figo. efe.
Ditas nacionaes
Doce de todas ao quahdades.
Bolachinha inglesa.
Semf ates novas de hortalicas.
Especialidade em
Viuhos finos do Porto, Madeira e Sheiy
Ditos da Figueia e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de todas as qualidadcs.
Champagne.
Cervej. de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
34000 Especialissimo m&tte do Paran, em p.
L para bordar de 4800 e
Fita chineza o maco
Dito de algodidito
Masginhos de grsmpos a
Macaquinhos acrobticos a
Botoes, fitas, leques, perfumaras, bengalas, te
souras e outros muitos artigos que s com a vista
na ExposicoCentr larga do Rosario n. 38.
1*200
34000
360
240
20
leo
Anda mi.
Ovas de peixe.
Sardinbas de Lisboa em Sainioura.
Vendem Martina Capitaj & '."., ra estreita de
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Formicida capanema (verdadeiro) para extinc-
cao completa da formiga saura. Vendem Martins
Capitao 4 C, ra estreita do Rosario n. 1.
A
I

DAS
C0RUEN0DI49DEMASC0
nTuiivcmiDnn t i\Tuii^crvDiii?i r

IITItiSrillll! _,
O portador que possuir um vigsimo desta importan
te lotera est hauilitado a tirar 10:006$>000
Os bilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz, praca da
ndependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 9 de Margo de 1886, sem falta.


8
Diario de Pcrnambucotyuiuta--ieira 4 de Mar?o de 1886
r
UTTERATR
OS FILHOS
DO
BANDIDO
POR
s. capshbc
QUAETA FAHT3
as grutas d'Etretat
( Continuado do n. 50 )
XXIII
TBAIDOBES
Obe logara I disse L^ Cnesnaye.
Dous ou tres homens fizeram nm mov
ment para Camaleao que, palhdo, estava
sea mexer-se do lugar ; mas Tallebot
Corcunda nlo vacillou.
Obedega o primeiro responpeu o ca-
puao.
E levantou a terceira pistola.
Mas no noraeDto em que, por nova he-
sitado do giriante, La Chesnaye ia sem
duvida alguraa sacrificar urna ti-rceira vic-
tima, Camalelo, d'um s pulo, e, cahindo
sobre o capitlo, desviou o canno da arma
araeagadora.
A baila, desvindose do sitio para oade
se diriga foi bater as paredes da gruta.
La Chesnaye recuou, o seu rosto tornou-
se lvido ; a colera ferio o ; estava assus-
tador !
Camalero tinha-se prudentemente retira-
do para o meio dos giriamtes. Estes hesi-
tavara com razio sobre o partido que ti-
nham a tomar. A morto do seu chefe,
dess'c grande coesre quo olhavam como
seu rei, como o primeiro de entre elles, ti-
ha-os ferido de estupor : a prescnga nex
perada do temeroso capitlo tinha os igual-
mente aterrado ; mas principiavam a vol-
tar estes dous sentimentos, e a brusca ac-
cao de Camaleao oppondo-se execuglo
da terrivel vontade de La Chesnaye, de
terminou urna reacglo completa.
Camalelo, a quem o estad critico da
situaglo dera urna dova energa, Cama-
leao aprovaitou so do movimento que ac
bava de operor-se.
Giriantes I exclamou elle, deixar-se-
hao matar como duas mulheres sem ousa-
rem resistir ? Serlo to cobardes que a
presenga d'um s homem Ibes baste para
os intimidar ? Se assim deixera cahir-
me, eu que acabo de os enriquecer sem
pedir partilha Entregue cada um a su
parte dos thesouros poso3 sua disposi-
5 lo Giriantes que dirlo aos vossos ir-
mlus do pateo dos Milagres, quando lhes
perguntarem o quo fizeram do seu grande
coesre? Responderlo que foi morto pe
rante vos e quo nao ousastes vingal o 1
Vamos, La Chesnaye, fere-me se te atre-
TeB !
E Camalelo avangou para o capitlo,
scrapre immovel e mudo
Ma3 os giriantis precipitaram se entre
Camaleao e La Chesnaye. Que ora feito
do poder do capitlo ? a sua autoridade es-
tava decahida.
Furiosos de terem recuado peraute nm
s homem, exasperados tina mente pela
morte do grande coesre e pela de Pedro o
Assassino, excitados pela vista dos dous
cadveres, temenio cada um por si, todos
ainda he3tavam, pois cenheciam a fria
craeldade daquelle qie os araeagava, do-
minados pelo p3Q3amento de conservar a
parte do thesouro que acab vara de rou-
br, os giriantes responderam attitude
irapssivel do capitao pelas vociferagSes de
raiva.
De braneo que estava, o rosto de La
Chesnaye tornou-se rubro; respira va com
forga; os olhos pareciam querer sahir da
rbita as trmulas mos tinham deixado
escapar as pistolas desear regadas.
Dissemos que os archotcs allumiavam a
gruta, e que o fundo dessa gruta estava
coberto de ballotes de mercadorias.
Avangando, mais rpido que o jaguar
quando se precipita sobro a sua presa, La
Cbesnaya passou como urna flexa no cen-
tro dos giriantes admirado saltou sobre
os balotes, descubri amitos barris occul-
tos sob esses balotes, saltou sobro este pe
destal do nova especie, e tirando um dos
archote3, abaixou a luz at aos barris, ba-
tendo com o taglo da bota sobro elles.
Os bandidos, misturados com os girian-
tes, deram um terrivel grito.
- Plvora, disseram elles a urna mesma
voz.
Camalelo e os giriantes ficaram fulmi-
nados.
La Chesnaye abaixou ainda maio o amea
gador archote, litando sobre os revoltosos
um olhar dominador.
Perdi grtaram os giriante3 cahindo
de joelhos.
Com a mo esquerda e com um gesto
chcio de magestade suprema, o capitlo de-
signou CamaleSo, emquaato que com a mo
direita continuava a approximar o archote
dos barris cheios de plvora.
D esta vez, giriantes e bandidos nlo he-
sitara m. D'um s pulo, deitarara-se sobre
CamaleSo, atarara-no e arredaram-se para
moatrarem ao chete que a sua ordem fora
executada.
La Chesnayo estava immovel, conser-
vando sempre o archote Daixo. A sua phy-
sionomia tomara quasi instantaneamento a
sua tranquilidade habitual
Jacques, disse com voz vibrante,
tens urna pistola tua cintura, arma-a 1...
Bem I continuou elle seguindo com o seu
olhar fascinador os gestos dos giriantes,
que obedeciam com a precalo de movi-
mentos d'uma machina Tallebot o corcunda
fingi nao ouvir- me. De ve morrer! Que
morra I .
E o archote approxraou-so ainda mais
dos barris sobre os qnaes La Chesnaye do-
miaava a assembla. Jacques levantou a
sua arma. Tallebot quiz fugir, mas os
seii3 corapanheiros oppozer*m se a fuga;
quz resistir; mos vigorosas o contiveram,
quiz gritar, mas a baila da pistola fez-lhe
saltar os milos sobro aquelles que o cer-
cavam.
Era inaudito, espantoso, indescriptivel
Nunca Dante, as paginas mais assustado-
ras do seu Inferno, fez urna pintura terri-
vel que se approximasse da realidade d'essa
scena que a nossa penna reauncia a tra-
gar.
Antecipando as ordens do terrivel chefe
de que um instante tinham desconhacido a
autoridade suprema, Mathias dirigira-se
para Diana a soltou-a.
Aldah levantou se e agarrou entre seus
bragos sua irml en soffriraeatos. As duas
jovens precipitaram-se no ngulo mais re-
condito da gruta, e ajoelhados urna ao p
XXIV
A CASA I80LADA
Os primeiros raios da aurora, dissemos,
acabavam de apparecer no oriente impel-.
lindo deante de si as espassas trovas da
noi.e, e tempestado furiosas princiava a
Bucieder grande calma.
A chuva cessara de cahir, o vento so-
prava com rajadas raeno3 violentas, os
raics fendiam as nuvens a grandes inier-
vallos, e o ribombar da trovoado era me-
nor.
Nada mais triste ne:n aterrador de con-
templar do que o espectculo da natureza
aos primeiros raios do dia quando as con-
vubSes da tempestado que so desenvolve-
rn! durante a noite, cessam a pouco e
pouco para dar lugar ao silencio e ao re-
pouso.
Os penhascos, a costa do mar apresen-
tavam os tragos terriveis da grande luta a
quo se haviain entregido os elementos. A
herva dos penhascos fra arrancada por
alguns sitios como se milhares de mos se
tivesse m encarregado n'este trabalho de
dei.truiglo.
'Aqui, pedras trazidas pela tempestade
vinham accumular se sobre as montanhas
de areiadeitaias pelas vagas: em biixo o
penhasco arruinado, apresentando o aspac-
to d'um lago.
Na encosta arvores partidas, paredes
destruidas, cabanas arruinadas.
O ocano langando ainda para a trra as
suas ultimas amoscas, o ocano cuja cole-
ra to promptamente so levanta e se acal-
ma to vagarosamente, o ocano rolava
com as suas ondas espumantes, trazendo
um solo movel do pedras e arreia quo se
espalhavam, chocando-so mutuamente com
um ruido semelhanto ao das cadeias de fer-
ro agitadas pelo andar dos condemnados
A luz tmida, indecisa, projectada a ste
por alguns fachos ver.nelhos destacando-se
como compridos e estreitos rubins sobre um
co azulado, combatida ainda vigoresamen-
Esta manhl, comtudo, se os pescadores
estivessem menos oocupaios sobre a praia,
teriam podio notar que a habitculo de-
serta estava dosta vez com gente.
Com efieito, durante a ultima hora da
noite, resplandecento claridade brilhara as
janellas, e desde os primeiros instantes do
dia poderiam ouvir o rinchar dos cavallos
pedindo a raglo.
A travos a maleira da porta cuidadosa-
mente; fchala, poderiam verse quitro
bellos cavallos hespanhues amarrados a
argollas.
Oepo3 de alguns rinchos, repetidos pe-
los animaos, a porta da casa, fazendo com-
municar o interior com o pateo onde esta-
va collocada a cocheira, abriu-se e deixou
passar um omem trazendo s costas um
sacco enorae.
Este ho iem, com um costume de pes-
cador, disr.ribuiu pela mangadoura o con-
teudo do se.cco.
Os quatro cavallos atiraram-se imme.Ua-
tamente ao almoco.
O homem deixou o sacco a um canto e
entrou, fechando a porta.
A escurido que ainda reinava no inte-
rior, e o dia apenas amanhecendo, no per-
mittiam o examinar a casa de pequea di-
mensSo em que acabava do penetrar o ho-
mem que pozemos em scena.
Esta casa comtudo pareca cst.r simples-
mente mobiliada. O homem atravessoa-a
e abriu urna porta que communicava com
urna casa prxima. Esta casa, estava de
um lado alumiada por dous candelabros
carregados de vellas, e do outro pelo clarao
sabido do fogao.
Um segundo parsonagem estava de p e
cabeca descoberta no centro da casa. As
luzes vindo refle-otir na sua figura alumia-
vam a physionoma intolligente e graciosa
do barSo Marcos de Grandair.
- D'onle vens, Giraud? perguntouelle
ao homem quo acabava de entrar.
Acabo de dar a rajao ao3 cavallos,
senhor barita, rospondeu o ox-polia do
prebostado de Rouon. Teremos bastante
te pelas ultimas e obstinadas sombras da precisilo delles na jornada, necessario
note, a paluda aurora lutando ainda com j tartal-os bem.
os ltimos brilhos das estrellas, esclareca Tens rasSo.
agula e de cabaca larga, u;n martello de
lamentosamente este quadro de urna tris-
teza sem igual.
Os passaros espantados pela tempestado,
que apenas diminua, nao ousavam saudar
com seus melod0303 cnticos a chegada da. Porque ?
calma e do dia.
As gaivotas soladas conservavam-se im-
moveis no cume das montanhas, parecendo
interrogar o horisonte ; algumas ave3, ba-
tende as azas azuladas, descreviam nos
ares os primeiros arabesco3 dessa corrida
Giraud olhou para o fogao.
Que! disse elle, ainda nada asta
prompto ?
NS> I respondou Marcos.
Porque mo repugna o que propu-
zeste!
Giraud encolheu os hombros.
Nao serei carrasco! aceres centou o
bario.
E a vnganja? nao a comprehende?
louca que faziam todos os das outras < exclamou o ex-policia com exprsalo de
passavam rpidas nos sulcos movis aber- irona feroz.
tos entre dais vagas, fazendo pelas ond- Sim! rsspondu Marcos. Poo me
da outra, com as maos postas, tentavam
em vJo implorai a misericordia do co. O
seu susto chegara ao paroxysrao e o ater-
rador espectculo quasi Ihe fizera perder a
razio.
Vendo cumprida a sua ultima ordem, La
Cbesnaya elevara o archete. Os giriantes
respiraran! mais livremente.
O captlo, sem comtudo doscer do pe-
destal que liie faziam 03 barris de plvora,
chamou para junto da si, por um gesto ira-
porioso, aquelles que ha pouco pareoam
querer negar a sua dominacao. Os girian-
tes approximaram-se respetosamente.
Na gruta precedente, por ossas abertu-
ras em forma de frestas de que fallamos,
os primeiros raios da aurora comecavam a
espargir seus rsflexos. A tempestado pa-
reca acalmarse. O vento soprava com
menos violencia S as vagas tinham oon-
:rvad> o seu furor e detaziam se com a
raesma violencia de encontr ao penhasco.
lajSes do seu vGo movimentos caprichosa-
mente magestosos.
Em Etretat, as janellas e as portas das
cabanas comejavam a entreabrirse. Os
pescadores avaocavam para a praia a ir
verificar os destrecos causados pela tem-
pestada, examinando com profunda ancie
dade os barcos quo na tarde antecedente
tinham amarrado, e que ap szar da pru-
dente precaucEo o mar fizera esbarrar uns
com utros.
A' esquerda da aldea, voltando as cos-
tas ao mar elevava-se mesmo entrada da
estrada de Fcamp, urna casinha de ap-
parencia mais solida que aa cabanas dos
pescadores.
Esta casinha, solada do grupo das outras
e sep irada d'ellas por urna distancia de
amitos centos de metros, estava cercada
por um muro de pedras, que encerrava
um grande pateo e um jariim do propr-
c3:s me lias
Havia amitos mezes que esta habitaclo
estava deserta o pareca abandonada. Bem
quo tivesse corrido o boato no paiz de qua
um gentilhomem da corte tinha feito re |
centemente a sua aaquisiclo, este novo |
proprietario anda
sua propriedade.
frente a frente com um homem armado e
livra para defender a sua vida, entilo fe-
rire sem merc nem pieiade l Mas tortu-
rar urna raulher.. esmagar um homem
com as m2o3 atadas... nao posso fazer
tal!
Entilo replicou framente Giraud,
que nuuca soffreu. Cemprehendo o senti-
mento que o domina, Sr. bario, e outras
vezos j tivo como o senhor esse sentimen-
to generoso. Teni um corajlo. .. mas eu,
nlo o tenho I Foi tirado do meu peito esse
coraclo que bata generosamente n'outro
tempo, no ha aora senlo a vida e o lu-
gar que elle oceupava. Nlo quer ser car-
rasco, torturar, atormentar, sal-o-hei pelo
senhor o por mitn. Que me importa o odio-
so nome qm me dio com tanto que a mi-
aba vinganga se cumpra 1 Nlo necessa-
rio que eu pague em algumas horas de
dores e angustias tudo que tenho supporta-
do ha tantos annos ?
FOLHETII
A FILH DO SINEIRO
POR *
l su:::::::::
(Continua5Do do n. 50)
VI
Eu tambem quero ir, exclamou Sa
cha. E quando aborreesr-me de vel-a tra
balhar, hei de ver as figuras dos livros
grandes qua esto n33 estantes na biblio-
theca. O barao m'as explicar.
Esse arranjo convinha a Merialee, a
quem Sacha diverta muito e que assim ti-
nha urna ociasilo de ensnar alguraa cousa
a esse selvagerazinho ; onvinha ainda mais
a Daubrac e a Risa Verdire, que tinham
muita cousa que dizer um ao outro.
A bibliotheca, que serva ao bario de
fumatorio e sala de armas, communicava
com a offieina por urna porta, sempre aber
ta, e era preciso atravessar aquella para
chegar a esta.
Sacha parou aii logo que vio livros
enormes in folio, encademado3 de marro-
qnim vermelho: Dom Quixote e Ribelais,
Ilustrados por Gustavo Dor.
Meriaiec levantou o menino e pl o em
cima de nm banco alto, abri o primeiro
volune e comecou a mostrar-lhi as bellas
gravaras, representando as aventuras do
ultimo dos cavalbeiros errantes, seu here
predilecto.
Daubrac tinha cousa melhor a fazer e
acompanhoa a menina para a offi ;aa.
Pelas tres horas Daubrac retirou-se e a
menina preparou se para ir entregar as flo-
res loja da raa de Rivoli. Ambos reti-
rara ra-se de modo a nlo attrahir a atten-
clo de Sa':ha, que estava mui'.o oceupado
com Meriadec.
A menina coacluio logo a entrega das
flores e recebeu o seu dinheiro. Voltava,
meditando, para o seu novo domicilio.
Pensava no pa doenta e na triste posiclo
em que o collocava a perda do emprego.
Pensava em tudo isso ao passar pela pra
5a de Saint-Jacqueo. Entrou na parte cer-
cada, machnalmete, e, para reflectir mais
ommodamente, sentou-se em urna cadeira
so tibra da torre.
tElla gostava dessa pr*ca, e no verlo nun-
ca dexava de parar alli para descansar
quaado sahia da loja da ra de Rivoli. A's
vezes demorava-se alli a tarde inteir, tra
balhava ao ar livra bordando e mnguem
ainda tinha se lembrado de incommodal-a
nessa occupaglo honesta. Mas os das suc-
ceiemse e nlo se parecem.
A praca tinha o seu aspecto ordinario,
um pouo mais animada do que de costu-
me, porque o tempo estava magnifico. A
menina foi sentir-se perto de um dos con
trafoites da velha torre e entregou-s* de
ivo s suas tristes reflexSes.
Passou um homem sem prestar-lhe at-
tencao, um homem que ella notou, involun-
tariamente, porque elle nlo se pareca na
da com aquelles que a olhavam. Este era
realmente um c ivalheiro e nlo um com-
merciante do bairro, como os outros.
Era alto, bem fito e estava vestido com
elegancia e bom g03to. Osseus semelhan-
tes nlo frequentam a praca da Torre de
Saint-Jacques, e esse, sem duvida, l foi
esperar alguera, que ainda nlo tinha che-
gado, porqus olha'a com persistencia para
o lado daprac> do Clitelet; depois de bre-
va demora no meio de urna ra, sentou-se
em una cadeira em um dos racantos do en
vasamento, muito perto da menina. Nlo
so podiam ver, separado.! como estavam
por um p irada de pedra ; ma3 ella sabia
quo elle l estava, porque tinha ouvido o
encost da cadeira bater na parado e os
passos do homem na ar a.
Dj compartimento qiu elle tinha esco-
llado via bem a praca e at a entrada da
ponte do Change, que liga a raargem di-
reita cit. Accendau um charuto, cujo
fumo teria revelado a sua presenso vizi-
nha, se elle quizesse oc:ultar se, mas nlo
pareceu preoecupar-se com ella, provavel-
raente porque ni > tinha rep irado qua ella
estava alli.
Qual o motivo porque sae personagera
chamava a atteucl de Rosa? Ella mesmo
nlo saberia dizel o. Nlo o conhecia, e os
seus modos nada tinham de extraordina-
rio. Hi, porra, npressSss inexplicadas o
inexplicaves, qu9 slo verdaderos praseu-
timentos.
Ella ia levantar-sa para voltarrua Cas-
sette, quaado vio entrada da praja um
homem que, de longe, fazia sigaaea ao ca-
* valheiro que ella tinha por vizinho, havia
alguns minutos ; esse homem ebegava a
Assim tallando, Giraud de3piu a espe-
cie de facto que trazia, e tirou as enormes
botas que lhe cobriam as pernas at ao
joelho.
Passou urna mesa para o centro,
nlo havia feito visita "pois, sobre a mesa, depoz successiva
I ment compridos pregoa de extremidade
ferro, quatro corr*ias'de couco com solidas
fivellas.
Em ssguida, abridlo un armario, tirou
d'elle dois pa^es de enormes tenazes, duas
hastes de ajo, dois polacos de farro em
forma do ngulo e urna grande pinga. Dei-
tou as tenazes, haste3 de ferro e os ferros
no meio do-fugo arlento e colloaou a pin-
ga ao lado.
Um pequeo tooel despajado estava
n'um dos ngulos da casa, tonel que serva
para cidra; Giraui pegou n'uma acha, on
caminhou-sa para olle, e, com urna grande
pancada, fez voar pela cmara as aduol&s
meias partidas.
Escolhcu d'essas aluela3, seis da mesma
forga, altura o largura, e collocou-as sobre
a mesa ao la lo das corroas.
Alli, disse elle, est agora tudo prom-
pto E' preciso que o fogo se nlo apa-
gue !
E passando primeira casa, voltou qua-
si ao mesmo tempo, trazendo um bragado
de vides e troncos pequeos que doitou no
fogo.
Marcos assistira a todos estes preparati-
vos sem dizer urna palavra. Parecia estar
entregue a ama doenja que lhe definhava
o corpo e o espirito. Approsimando-se da
janella, abro-a e apoiou sa ao parapeito,
banhando assim o rosto com as frescas ex
halacSes da manhl; mas a intenglo eviden-
te do bario era ainda monos para respirar,
do que subtrahir se vista dos singulares
preparativos a que se entiegava Giraud.
Este, ao contrario, estava oceupado em
os concluir com sangue fri.
Agora, est tudo prompto repetiu
elle dirigindo-so ao bario. Vamos proceder.
Quer ajudar-ma a transportar aqui os pr-
sioneiros ?
Marcos estremoceu.
Mas a mulher!... disse elle.
Giraud olhou-o fixamenta.
E' urna infame I rospondeu elle.
Sim, mas urna mulher 1
Entlo?...
Nlo poderei val-a soffrer l
O ex-poiicia do prebostado do Rouenl
soltou um gemido de piedade.
E' mogo, Sr. bario I dissa elle, nun-
ca amou o nunca experimentou os effeitOa
do ciume.
E' possivel; mas, anda urna vez,
nlo poderei ver torturar nma frgil crea-
tara sem meio algum de defeza.
O bario caga, comtudo, e mata oom
um tiro um animal innocente sem sentir o
menor remorso. Sa cncontrasse urna loba
hesitara em matal-a?
Nlo, cortamente I
Entlo, para que serve ter piedade
com urna croatura mil vezes mais perigosa
do que um animal selvagem ?
E' urna mulher, j t'o disse, nlo qe-
ro principiar por ella !
Saja primeiro o homem.
Depois, voltando-so, deu alguns passos
para diante.
Quem dira ao ouvil-o, accrescontou
Giiaud, que ha apenas meia hora se ba-
ten com tanta audacia e matou dois ho-
mens cujos cadveres esto ainda sobre o
penhasco, para attestar a sua bravu-
ra I.... Finalmente eu respeito o sentimen-
to que assim o obriga a fallar I Principie-
mos pelo homem qua apanhei e que to
singularmente foi pescado na occasilo em
que tomava pelo caminho mais curto. Mis,
depois do homem, preciso que toquo a
voz da mulher ; urna primeira operaglo
lhe dar cor age m !
E Girand, som esperar a resposta do
bario, dirigise para urna pequea porta
ao lado do foglo. Demorou-se por espago
de alguns minutos. Depressa entrou tra-
zendo s costas o corpo de um homem
cujos bragos e pernas estavam slidamente
ligadas.
Deitou o corpo sobre a mesa qua estava
no meio da casa. O corpo ficou immovel :
um largo pedago de panno enrolado em
roda da cabega servia de mordaga.
Giroud, qgarrou no punha!, cortou o pan-
no, deunrolou-o, o appareceu ao ciarlo das luzes.
Sem duvida o bandido estava privado
do sentimento, pois os seus olhos nem mes-
mo se abriram.
Giraud sempre impassival, fechou a por-
ta que deixra aberta, depois, pgaalo
n'uma bilha conten lo agua fresca, deitou
o contelo na cara de Bsrnardo.
O bonlido estremecen e abri 03 olhos.
XXV
03 EXPEDIENTES DE OI&AUD
Giraud, continuando a operaglo princi-
pala com o mais imperturbavel sangue
fro, tomou urna das quatro corroas, o pas-
saado-a a um dos ps da me3a, pegou na
perna esquerda de Bernardo qua prenden
com a mesma correia.
Feito isto, cortou as cordas que ligavam
aiuda os dois mombros inferiores do ban-
dido o atou a perna direita ao outro p
da mesa. Em seguida fez o mesmo aos
bragos.
Assim slidamente preso, Bernardo es-
tava n'uma posiglo impossival de tentar
um s movimento. Ainda ma3, os bragos
em sentido
e as pernas estavam presas
opposto, tornando mesmo toda a tantativa
de mudanca e posiglo horrivelmente do-
lorosa.
B .rnardo tojmara a si e respirava es-
trondosamant, oomo um homem que aca-
ba de estar muito tempo privado do ar.
Marcos olhava para a obra do Giraud
oom um certo sentimento de repugnan-
cia.
Quanto ao polica, a sua phisionomia il-
lummava-se da momento para momento.
Finalmente, raurmurou elle, posafto
o primeiro fio desta terrivel machinaglo, a
vou puXal-o at ao
extreme ; dei o pri-
passo apressado ; nlo olhava para ella, e o
receio de chamar a sua atteaglo reteve-a
na sua cadeira. Tambem nunca tinha vis-
to o recem-chegado, que sem ter ar to dis-
tincto como o primeiro, estava tambem mui-
to correctamente vestido.
Esses dous gentleinan fallaram-se e sau-
daram-se um ao lado do outro, atrs da se-
paraglo, de modo que Rosa Verdire po-
da ouvir a sua conversa, por pouco que
elevassem a voz. Quera saber se as suas
suspeitas erara fundadas, ou so tinha toma-
do dous cavalheiros honrados por cumpl-
ees de Paulo Constantinowich, e ficou.
Boa noticia, mea caro, disse o recem-
chegado. A carta chegou ao seu destino.
Ests certo disso ? perguntou ao ou-
tro.
Perfaitamente. Eu mesmo a entre-
guei ai portero do gabinete, dizendo-lhe
quo tratav-sa de negocio muito importante
e dando Iba urna moeda da cem sidos que
elle embolsou com viva satisfaglo. O nosso
bom juiz estava oceupado interrogando tes-
temunhas e tinha prohibido que alguem
eatrassa. Mas o interrogatorio ia acabar e
a esta hora a carta deva ter sido entregue.
Entlo o desfecho nlo pola tarlar, e
esse querido capitlo vai passar um momen-
to desagradavel.
Comtanto que esse marido imbcil
nlo cheguo tarde. A mulher deve tar che-
gado cas 1 do amante s tres horas e j
passa das tres.
Rosa, que nlo perda una palavra dessa
dialogo, com^gava a comprohender.
Daus tinha inspirado bom o anjo dos s-
dos, instigando-o a ficar alli, o estava es
cripto qui as velhas torres d?serapanba-
riam um papel importanto na causa do as
sassinato da condesia Xenia.
Rosa, a principio, suppoz estar oavindo
urna on versa insignificante. Esses homens
fallavam em urna carta entregue a um por-
tero de um gabinete eesse dito na la expli
cava. As pilavras iuterrogando teste-
raanbas tinham despertado a sua attenglo,
mas o seu espirito nlo ficou de todo escla-
recido sanio ao momento em quo o ultimo
chegado dissa : esse qnarido capitlo vai
passar um momento desagradavel.
Evidentemente trata va se do Sr. do Saint-
Briac, e esses miseraveis acabavam de de-
nunciar ao marido urna mulher que nesse
momento estava em casa do capitlo. As
meias confidencias feitas as vesparas aos
novos amigos da ra Cassette nlo dei ca-
vara a Rosa Verdire nenhuraa duvida so-
bre este ponto, pois tinha as ouvido com
muita attenglo.
Ella at lombrava-se da sua morada.
Saint-Briac tinha-se abatido da pronun-
ciar o nome do marido da amasia ; mas que
importava a personalidade dessa mando,
se elle era capaz de matar a mulher e o
amante desta! Nlo havia tempo a perder
para evitar esse duplo assassinato.
Rosa ia levantar-se para correr avenida
d'Antin.
O capitlo era-lho sympatbico e ella s
se lembrava de o salvar. Reteve-a urna
phrase quo ouvio.
Entre nos, meu caro, tomou o ultimo
chegado, acho que te apressasta muito
Nlo temos certeza de que o marido vai ar-
rebenlar os milos do capitlo. Essa gente
togada nlo tem por habito trazer revolvers
no bolso. Se o negocio nlo tiver o seu
desfeeho parante algum tribunal, acabar
provavalmente por um dudlo e todas as
probabilidades slo a favor de Saint Briac.
E se elle sobrevver, nlo Iba ser diifieil
adivinhar do onde parti a denuncia.
Taremos nelle um iniraigo implaoave!,
que nlo no3 ha do poupar. Ello travou
relago" :s com esse toleirlo que abriga Sa
cha e saba onde est csso meniao do da-
bo, qua quasi ta faz prender o outro dia
na Morgua, e que maii dia menos dia ha da
reconhecer-to. Bastir que Saint-Briac o
mande esperar porta do teu club, entre
quatro e cinco horas.
Nli vou mais l, o sabes qu-- sahi do
hotel Coatioontal. Dentro em oito das te-
ramos pas3.ado a frontera, mas nlo quero
sahir da Franca sem dar uraa boa licglo a
esse homem.
Coraprohendo 330, ma3 acho que Ca-
vias torcomegado por supprirair Sacha. O
capitlo nlo per.'goso Na ra Cassette
q ue est o perigo. Metteste, como se diz,
o carro (fiante dos bo3. Felizmente, eu
aqui estou para reparar as tuos taitas. Ar-
ranjei urna expediglozinha qua ha de ser
bem succedida, e quado o filho do coronel
estiver em teu poder, convido-t> a exter-
minar a serpente. S os morios nlo fal
lara. Torce lhe o pescogo.
__ E' o quo pretende fazer. Quando
contas entregir rae o pequino?
Esta noite. J engaiolei um, e os
outros virio por sua vez. Mas do Sa-
cha quo precUo, e inventei um meio de o
apanhar.
- Entlo nlo falla to alto Po lem ou-
vir te.
Quem? E taraos sos no nosso nicho
e atrs desta parede s ha uraa criadnha e
algumas criangas que esto fazendo urna
algaz?rra infernal.
moiro passo no caminho da yinganga e nlo
parares sem ter chegado ao fim.
Depois, voltando-se para Bernardo :
Oh vais soffrar l accrescentou com
urna expresslo sinistra.
O bario desviou o seu olhar do pacien-
te ; Giraui abaixou-se, pegou n'uma pin-
(Ca e agarrou urna das tenazes que esta-
vam no fago.
Escuta I disse elle aproximando-so
de Bernardo, fazes parte da quadrilha de
La Chesnaye, vais revelar a este fidalgo
e a min todos os sogredos de que tivesse
conhecimen*o. Ouvi esta noite, antes da
me apoderar a ti, a conversa qua tivessa
com esaa outro que desceu para a3 grutas ;
vais explicar-nos a sgafieaglo das pala-
vras trocadas comtigo. Vais finalmente
responder a todas as minhas perguntas,
alias experimentars tudo e que a tortura
tem inventado de soffrimentos Fui poli-
ca lo prebostado de Rouen, vi trabalhar
muitas vezes o carra3co, sui come se faz
abrir a bocea daquelles que recusara fal-
lar. Entlo, reflecte e toma conta. Pria-
cipio.
Bernardo nlo pestanejou.
Fazes parte da quadrilha de La
Chesnaye 1 disse Giraud.
. Fago, respondeu Bernardo.
- Ha muito tempo ?
Ha sete annos.
Conbeces igualmente aquelle que se
fez chamar conde de Bernaa ?
Cunhego !
Tens visto este homem ?
Algumas vezes.
Que relagSes existem entre elle e La
Chesnaye T
Nlo sei l
Responde I disse Giraud com voz
imperiosa.
Nlo sei... repetio Bernardo.
Giraud com a ajuda da pinga, agarrou
as tenazes e com ellas mordea a mo di-
reita do bandido ; Bernardo deu um grito
de dr.
Responde disse ainda Giraud.
Nlo sei! balbuciou Bernardo.
E' necessario que o saibas l
(Continu'a)
Nlo importa, tornou o outro. E' urna
imprudencia conversar na ra e vamos sa-
hir daqui. Sei o que temos a fazer e bas-
ta isto. S resta esperar o efieito da bom-
ba que vai explosir na avenida d'Antin.
Quanto ao outro negocio, ples explical-o
acompanhando-me at o meu carro, que es-
pera me na praga do Hotel de Ville.
Como queiras. Mas hei de dcixar-
to l, porque metteu 3e-me na cabega aca-
bar com o orphlo antea da noito.
Rosa, encostala parede que a occulta-
va, ouvio que os dous scelerados levanta-
vam se e abaixou a cabega, para o caso de
se lembrarem elles de encaral a ai passar.
Elles, porcra, nlo lhe prestaran! a men r
attenglo. Ella 03 vio sahir da praga e re
tirarem-se pela avenida Victoria.
Restava-lhe ir soccorrer aquelles que es-
tavam ameagados de urna vngang 1 prxi-
ma, e estava resolvida a isso, ainda que
para sal val os se expuzessa aos mai.ras pe
rigos. Mas, a qual ir primeiro ? Intores-
sava-se muito mais por Sacha do que pelo
Sr. de Saint-Bria: e sobre tudo do que por
urna mulher que enganava o marido.
Rosa, como todas as meninas honestas,
era pouco indulgente para com aquellas
qua trahuun a f co.ijigil, e nao fazia
grande empenho era tirar essa mulher da
diffijuldade em que se tinha mettido. a fi-
nal de contas nlo a conhecia e nlo Iha de-
va nenhura favor. A sua primeira idea
foi abandonal-a sorta merecida que lhe
espera va.
Mis, havia o capitlo, e capitlo craura
alliado. Elle tomava calorosamente parti-
do contra o assassino ; defenda a boa cau-
sa. R -pugn.iva a Rosa deixal-o sorprehen-
ier por um homem furioso, quando dopen
dia della avisal-o e impedir urca catastio
phe.
Os dous tratantes quo acabava de ouvir
nlo tinham f.dlado no marido ; tinham di-
to que elle era magistrado, mas Rosa nlo
desconfiava qua esse magistrado era justa-
mente o juiz de instrucglo que um desses
das devia chamal-a como testeraunha. Na-
da a continha senlo o perigo que corra
Sacha.
Es:es miseraveis fallavam do nrrebatpl o1
para mtalo e um dalles estava coavicto
de qua seria bera succedilo, nassa mesmo
da. Sara duv da, isso s'gaificava qua elles
esperaran! a noite para praticar essa acglo
iniqua, pois, por mais ani uosa que toase,
nlo ousaria em pleno dia penetrar cora vio-
lencia na case di ra Cassette. M -riadec
l estava para detanler o seu domicilio e
Mara lee fazia to boa guarda crianga,
que a astucia nlo seria mais bem succedida
do que a violencia. Desse lado nada or-
gia, entretanto, nlo havia um minuto a per-
der para avisar ao capitlo. A tentativa
nlo podia ser efficaz se nlo fosse feita im-
mediatamente, pois era necessario prevenir
e83e terrivel marido, que tal vez j estivessa
era caminho para cahir como um raio so-
bre os culpados.
Rosa Verdire, no carro, dizia de si pa-
ra s : em vinte minutos estarei na aveni-
da d'Antin ; em poucas palavras explica-
rei a situago ao Sr. de Saint-Briac e nlo
me demorarei em casa delle, pois nlo que-
ro ver a sua amasia. Este mesmo carro
me levar ra Cassette e eu contarei a
minha expediglo ao Sr. de Meriadec,
que tomar as providencias necessarias pa-
ra defender Sacha. Vamos! concluio a
moga, nlo perderei o meu dia e o Sr. Dau-
brac ficar satisfeito commigo.
VII
Dapois de ter deixado os seus novos ami-
gos da ra Cas3ette,|Jacques de Saint-Briac
entrou era sua casa o nlo sabio mais senlo
para ir ao club a hora em que o Sr. de
Pancorbo l ia habitualmente e para onde
Rosa deva transportarse de carro com
Sacha. Foi p, oceultando-sa quanto po-
dia para evitar que o menino russo o visse
e o mterpallasse do seu carro. Vio o car-
ro e passou sem contra-tempo, mas nlo en-
controu o marquez hespanhol nos salo*es do
club. Esperou-o intilmente, e tanto tem-
po que acabou por l jantar em cotnpazhia
muito aborrecida.
Te ve por vizinhos de mesa gente que
mal conhecia, e como nao ^estava alegre
alo abri a bocea senlo para comer; mas
ouvio qua fallavam no hidalgo, e nlo em
muito boas termos Os jogadores depen-
nados por este Castelhano o amaldigoayam
em voz alta e alguns at emittiam davinas
quanto sua honorabilade.
0u dos conv-as disse qua tendo ido
perguntar palo marquez no hotel Continen-
tal l soube quo h ivia horas o marques
al morava mais l. Teria partido defi-
nitivamente ? E' o que pergintavam una
ais outros, mas nlo o acreditavam, porqoa
um jogalor feliz nao desapparace de r-
pente Fica para aproveitar a veia. Os
maltrtalos que, faltando-lhes o crdito,
mer^ulham um bello dia, afira de nlo pa-
gare m as su is dividas.
\
(Coniinuar-$e-ha.)
*
Typ- Ao Diario ra Duque de Caas a.42.


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