Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18968


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Full Text
AJDO Lili 1D1B0


PiHl A lirilAL U LltAHM 0\IK -V*0 NE FA.A PORTE
Por tres mezcs auiaatadoa
Por seis ditos Mera......
Por um anno dea.......
?ada numero avolso, do mesmo da.
6,5000
120000
24^000
0100
yllM--PEIBA 28 DE OTO DE 1886
PARA 1 EX TRO E PORA tA PHOVUCLl
Por seis mezeB adiantados......... ..... 130500
Por novo ditos idem................. 200000
Por um anno dem............... 270OOG
Cada numero avulso, de das anteriores........... 01OQ
DIARIO DE
Proprirtafc te Jftaiwel itgudra fre -tarta 4 J\08
Os Srs. Amede Prince C
de Paris, sSo os nossos agentes
exclusivos Je anuim.-io* e pu-
bllc sedes da Franca e Ingla-
terra.
Os Srs. Wasburne II -r roanos.
de ew-Vork. Broad Way n.
OO. silo os nossos agentes ex-
clusive* de annuncios nos Es-
tados-Unidos.
TELEGRAMMAS
SEB7IC0 rA3:iWLAS SO SIAHIC
RIO DE JANEIRO, 27 de Outubro, s
4 horas e 15 minutos da tarde. (Receta-
do s 5 horas e 30 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Foi concedido o titulo de Imperial
fabrica de calcado* de Diogo Reta.
Foiaomeadocapitao interinado
porto do Rio Grande do \orn-. Can-
dido Rarreto. endo declarado em
etTeito a anterior nomeaeo.
Foi grande o pecar pelo treapaa-
so do enador Jouf Bonifacio de in-
drada e Silva.
Mnitoa negoclantea d'aqnl fecna-
ram hontem aeua eatabelecimen-
A Imprema da corte envin rom-
mioiu em trem especial para s.
Paulo aOm de aaalttir ao enterro
do lllaatre morlo. o qu.il effectaou-
ae hoje.
;S7:;: d& .:-s: satas
(Especial para o Diario)
MADRID, 26 de Outubro, tarde.
A abertura da e dan corlea UeapanUolaa ter laSar a
is .( Novcmbro e nao al. como
tora annunciado.
LONDRES, 27 de Outubro.
Lord Cburcbill. proferindo nm di*
curso em Bradford, por occaaio de
nma solrmnidade local, deelarou
que nentiuma reforma poltica e
aerarla aera concedida a Irlanda
por emqaanto.
Agen'ia Ilavas, tilial em Pemambuco'
27 de Outubro de 1886.
1" Resol vendo primeiro se os exgottos devem
ser aproveitados ou nao, desde j ou em epocha
posterior, indicar precisitmentequal o systema de
exgotto que deve serapplicado cidade de Lisboa.
2 Formular o programma da execuco do pro-
jecto d'obras do systema adoptado.
3 Indicar os materiaes de construeco que
devem empregar-se as obras.
4o Indicar o aystema de construeco das obras.
5 Indicar o systema de limpeza que deve em-
pregar-se as habitacoea particulares, e bem assim
as disposicoes que se juguem necessarias para o
bom reg'men desse ser vico.
6o Se ha utilidade ou conveniencia em tomar
algumas disposices provisorias applicaveis ao sys-
tema actual de limpeza antes da execuco do nove
systema e qnaes ellas sejam.
As concluso s a quo chegou a commisso sao
as seguintes :
(Contina)
?ARTE 0FFIC1AL
ISSTRUCglO POPULAR
HYGIENS DA
(/xtrahidt>)
O* IKUOTUI<.C.\ DO POVO B DA8 ESCOLAS
CAPITULO VI
haltiinide*.
Halubrida-
Ministerlo do Imperio
("ircu'ar.Ministerios dos Negocios do Impe-
rio.2" directora.Rio de Janeiro, 14 de Outu-
bro de 1886.
Illm. e Exm. Sr.Devendo alterar as disposi-
coes por que se regiam os exames geraes de pre-
paratorios, resolveu o governo procurar remover
as causas principaes da desordem que tem aggra-
vado os defeitos do systema dos mesmos exames,
do qual nao se poder prescindir emquanto o Po-
der Legislativo nao deliberar sobre o projecto de
lei ltimamente presentado Cmara dos Depn-
tados para organisarem-e varios ramos da ins-
truccao publica.
Com este intuito foi expedido o decreto n. 9647
de 2 do corrate mes.
Alm das providencias tendentes a dar aos exa-
mes a precisa gravidade, as quaes claramente ma-
nifestis semelluiite pensamento, o decreto con-
tin outras par que devo chamar & attencSo dessa
presidencia, afim de que, compenetrado das ideas
do governo, possa V. Etc. auxiliar-lhes a rea lisa
ci nessa provincia.
0 art. 1* manda proceder a todos os exames, em
urna s poca, comecando o servico no primeiro
dia til de Novembro.
A duplicata dos periodos de exames, na corte e
as provincias onde nao ba Faculdades, favore-
ca a tendencia para os candidatos precipitaren! os
estudos com a mira smente na ormalidade da
appruvaco, que fcilmente podiam obter.
( iautj s providencias onde ba Faculdades,
era notoria a inconveniencia de realisarem-se em
Novembro os eximes de linguas e em Fevereiro os
de sciencias. Os estudautes deixavam de appli-
car-se a estas ultimas disciplinas durante o anno
lectivo, esperando preparar-se no curto espaco daa
ferias. Por outro lado, devendo comejar no se-
gundo d'aquelles meses os trabalhos dos cursos
annexos s Faculdades, tornava-se impossivel nao
s a abertura das aulas preparatorias, p ir se
acharcm os professores no servico de exames., como
tambem o regular andamento das aulas superiores,
visto estarem as salas oceupadas no metmo ser-
vico.
Todos estes inconvenientes sero removidos por
aquella medida, qoe, alm de segularisar os cur-
sos, ter a vantagem de compellir os estudantes a
aproveitar o tempe, porque 6 depois de deeorrido
um anno podero repetir os exames em que hou-
verem sido reprovadoa.
Da adopeo oficial do programm de 8 de Ja-
neiro ultimo, expedido afim de vigorar nos exames
prximos, decorria o direito de sereio prestados
em sua conformidade os meamos exames, e, par-
tanto, tornou-se forcoao que em reUco a elles
subsistiase esta parte do processo anterior, a qual,
alias, segundo est geralmeote reconhecido, fal
8' ava o ensino, couvertendo-o muitas veses em
arte de preparar par aquellas provas-
Ns pocas seguintes, porm, em virtude do que
dispon o 3o do dito art. Io, dever servir naa
differentea provea o programma do ensino do Im-
perial Collegio de Pedro II, que ten de compre-
bender sempre o estudo completo de cada materia.
E porqne no regimem da alteraco constante do
mesmo 3 o exame de historia e chorographia do
Brasil ser prestado separadamente dos de histo
na geral e de geographia o cosmographia, anda
se colber da observancia das normas instituidas
para os exame* do Imperial Collegio a vantagem
de dar ao conhecimento daa comas patriaa, to
descarado entre nos, a importancia que lhe com-
pete na educaco nacional.
Relativamente s provas escripias de linguas,
em vea da verso do portugus para os idiomas
eatrangeiros, estabeleciJa em o alludido proceaao
de exames finaes, prcvaleceu no recente decreto a
prova de composico livre sobre aasumpto que a
s irte designar d'entre oa pontos orgaaaadoa dia-
riamente.
Eata pr'ferencia procede de que mais consenta-
nco ao pensamento pratico que deve presidir o es-
tudo das linguas vivas adoptar o exercicio de
coinpoa cao livre do que o de versao. Pelo pri-
meiro, que muito concorre para o dese.ivolvimen-
to das faculdades intellectuaes, o estudante habi
tun-se a enunciar s proprias ideas, ao passo que
pelo segundo tera a tarefa, que lhe nao despena
tanto interesse, de interpretar o pensamento alheio;
accresceudo que este penoso t-abalho offerece o in-
conveniente de prejudicar, por causa do muito
tempo que abeorve, a leitura abundante dos textos
e as explicacoea conducentes acqmsico de co
nhecimentos gramaticaes e coioprehenso da n-
dole das linguas e do genio dos escript .res.
No que toca prova eacripta de latim, determi-
na o decreto a versa para o portugus, em ves
mencionado 3- do art. 1- do decreto, para o fias
de serem feitos segundo o programma do ensino
do dito collegio.
Finalmente, revela notar que a exigencia de
poasuirem os canditados a habilitacao previa,
de que trata o art. 3-, n:Ij deve verificar-se em
referencia a ioscripcao, mas sim quando elles hou-
verem de ser admittidos aos exames.
A inobservancia das regras contidas no aviso
circular n. 373 de 18 de Outubro de 1873, expe-
dido para execucao do decreto de 2 dease mez e
anno, que creou as provincias onde nao ha Fa-
culdades commissofsjulgadoras de exames geraes
de preparatorios, tem produzido as ms conse-
quencias que no mesmo aviso haviam sido pre-
vistas, dado o caso de prcterir-se o sen severo es-
copo de nSo se tornarem os exames meras e inu -
teis formalidades.
Considerando a correlacao que deve haver en-
tre o ensino e os exames e quanto a serie da ie des-
tes depende principalmente da boa constituicao
das commissoe8 julgadoras, preceita o decreto u.
9647, no art. 4-, que onde houver lyceus provin-
ciaes se limitem os exames s materias que all se
leccionarem, e que, para os que forem autorisadas,
prefiram os presidentes de provincia, no exercicio
da sua competencia, o pessoal docente dos mes-
mos lyceus.
De accordo com este pensamento, indeclina-
vel que as provincias em que nao ha taes insti-
tutos se cumpra escrupulosamente a recommsnda-
cao do aviso n. 373, de modo que nao se abram
exames para materias que uao sejam ensinndas re-
gular e permanentemente, e tambem nao se pro-
ceda a elles quando nao fjr possivel que as com-
misaoi-s julgadoras se componham de pessoaa que
tenham os iudispensaveis requisitos intellectuaes
e moraes
O governo espera da esclarecida solicitude de
V. Exc. que o decreto n. 9647 de 2 do corrente
mes ser executado nessa provincia de inteira
conformidade com todas estas indicacoes.
Nesta occasiao remetto a V. Exc. templares
impressos do mesmo decreto e do programma do
ensino do Collegio de Pedro II.
Deua guarde a V. Exc. Baro de Mamor.
Sr. presidente da provincia de...
novaB classificacoes, poraae s a 2 do corrente se toria, ao 3- escripeurario
Altura dn
de do ilieru andar**. l*inpo*i-
coilosapoiieiiiiis. Catrina*. Ex
otton
(Continunro)
E' conveniente taeuHwi para as latrinaa lugares
bem rejados e illumiuados, se for possivel expos-
tos ao nasceute cu ao norte. E' muito acceitavel
a colloo-cao d.- Utrias as saccadas da part>-
posterior das casas, tendo o cuidado de lluminal-
as e de lhes abrir ventiladores na parte superior.
Qnan !o enham de ct llocar-ae no interior dns casas,
devera ser providas de urna chamin de tiragem.
Sendo como se sabe p;:loque ficaex^osto, da m-
xima importancia, que o ar dos canoa geraes nao
faca sentir os seus efteitoa dentro das babitacoes,
a que os excrementes no permanegam nos canos I ia do portugus para o latim, que'se ad>ptou em
narciaea ou particulares, devem os constructores
poes'vel na boa construeco
ser maia rigoroaos
de8t*s ltimos, cuja n flucnea na aalubridade pu
blica de certo muito maior que a doi pria>eiioj.
Seieasem rigorosamente cumpriras pelos propie-
tarios as pr> 8cripcoes em vijror sobre canalisacoes
parciaes, nao ae sentiran! as casas de Lisboa as
exhaUcoes ftidas, incommodae e insalubres Uto
vulgares ; mas nao ha visitas sanitarias,ou, quan-
do as ha, como se as nao houvesae !
Est estabelecido que as eanansacoes parciaes,
destinadas a excrementos, sejam de manilhas de
gres -, e os propietarios empregam.em lugar destas
tubos de barro ordinario, aos quaes um yidrado
com manganea d a apparencia das manilhaa de
grez. Isto, porem, noa encanamentos modernos
das casas novas. as antigs, as manilhas em
prcadas sao muito peiores; teem um dimetro pe-
quesimo, uma espessura insignificante, sao de
um barro muito poroto e mal cosido, e apenas w-
draJas por dentro,de modo que vulganssimo
eoeontrarcm se impregnadas e desfeitaa pelos l-
quidos dos exjottos, que ae infiltram atravez das
paredes produzindo casas manchas negras e mal
cheirosas que algumas vezes se observara at nos
quartos de cama !
O nosso engenaeiro Joo Candido de Moraes,
estando na Intendencia dasObras Publicas, esta-
belsceu, que, alm dos syphes parciaes r e das latrinas, de va baver uma veda cao hidruli-
ca entre os canos parciaes das casas e os can s
geraes. Quantoa proprietarics puzeram esta me-
dida em execuclo ? Talvez nenhum !
Bate assumpto de canslisaces foi nos ltimos
tempes proficientemente estudado pela commifsao
nsmeada pela cmara municipal de Lisboa em 4
de Agosto de 1880
Tranasxcveremoanalintegra o parecer desaa com-
misso, por nos psrecer que se oceupa de assumpto
assaz importante e magistralmente tratado.
Os quesitos propostos commisso foram os
seguintes :
Ministerio dos Negocios do Imperio.2 Di-
rectora.Rio de Janeiro, 14 de Outubro de
1886.
Remetto a V. S. alguns cxemplares do decreto
n. 9647 de 2 do corrente, alterando varias dis-
posicoes relativas aos exames geraes de prepara-
torios, afim de que o mesmo decreto se execute
nessa Faculdade nos termos do art. 4- 1' parte e
3".
Por esta occasi) tambem remetto a V. S.,
para os fins convenientes, um exemplar do aviso
circular que na presente data exp co aos presi-
dentes de provincia sobre a execucSo do citado
decreto.
Havendo sido estabelecido o preceito do supra-
l:io 3- do art. 4' com o fim de evitar que se
prejodique o servico dos actos do carao seperior,
attenta a disposico, que continua em vigor, da
ultima parte do art. 2' do decreto n 4623 de 5 de
Novembro de 1870, em cuja conformidade os pre-
sidentes daa commissoes julgadoras dos exames
de preparatorios serio nomeados d'entre os lentes
daa Faculdades de Direito, declaro a V. S. que,
smente no caso de que da realisacao dos ditos
exames p'eparatorios no mez de NovemOro re-
sulte aemelhante inconveniente, podero elles
ficar adiados para quando fiodarem oa do curso
superior.
Deua guarde a V. S.Bardo de MamorSr.
director interino da Faculdade de Direito de S.
Paulo.
Expedio-ae idntico aviso ao director interino
da Faculdade de Direito do Recite.
CSoveruo da provincia
BXrBDIEKTE DO DI\ 16 DB OCTBBO DE 1886
Actos:
O vicepresidente da provincia, attendendo
ao 4ue requeren o Dr. Pedro de Athayde Lobo
Muscoso, medico do hospital Pedro II, resol ve, de
accordo com a deciso desta presidencia, de 26 de
Marco ultimo, prorogar por 30 dias, com duas ter
cas partes do vencimento respectivo a licenca l-
timamente concedida ao peticionario para tratar
de sua saude onde lhe convier.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requeren Thomaz Antonio Maciel Monteiro,
professor da cadeira de ensino primario da Tim
b uba e tendo em vista a iotormacao do inspector
geral da instruccao publica, sob n. 297, de 10 de
jetembro lido, resolve prorogar por 30 das, com
ordenado, a licenca ltimamente concedida ao pe-
ticionario para tratar de sua saude.
O vice-presidente da provincia, de confor-
midade com a proposta do Dr. ebete de polica, re-
solve Bornear o alferea do exercito, Vicente Magno
Nunea, para o cargo de delegado do tetmo de Leo-
poldina, ficando sera efleito a portaria de 5 do cor
rente mez, pela qual foi noraeado para o referido
cargo o capito do carpo de polica, Antonio Fran
cisco Cordeiro de Mello.
Oficios :
__ A j commandante das armas.Deferndo o
requerimento do soldado do 14< baalhSo de iufan
tana, Jos Pompilio da Silva, autoriso V. Exc, a
vista da sua informacao, n. 512, dehjntem datada,
a conceder-lhe baixa do servico do exercito, me
di ante substituto.
__ Ao inspector interino da Thesouraria de
Fazenda.Hemetto a V. S., para oa devidos fina,
copia do aviso do Ministerio da Agricultura, Ooto-
mercio e Obras Publicas, de 27 de Setembro ulti-
mo, n. 14, relativo ao pagamento dos venciuieotes
devidos ao ex-ebef de siccao da conservacao das
obraa do port >, Augusto Joa da Silva Ribeiro.
Ao director do Araenal de Guerra.Pico
intoirido pe > oficio de Vmc, de boje datado, aob
n. 633. de terem sido admittidos na corapaohia d<-
aprendizea artfices deaae Arsenal es meoorea de
que trata o citado oficio.
Ao raesmo.A' viata do expisto no oficiod
brigadeiro como ndante das armas, de hontein
datado, sob o 511, declaro a Vmc para os devi-
dos fina e era respoata ao aeu oficio n. 617, de 6
deate mez, que ao almoxanfe uease Araeual deve
ser feta aomente a carga d 43 aixoeae ni de
46, conforme a ordum dsata preaidenci em >.tfi<-i
de 7 d- Maio do corrente anno.
__ Ao commandxnte do eorpo de polica.Au-
toriso Vmc. a aliat.ir no corpo de su commanJo
os paisanos mencionados no oficio n 88i*, de 14
do c rreiite nv-z.
__ Ao director do presidio de Femando de No
rnb >.Paca Vmc. regressar para esta capital,
i eativer completamente curado, o pr>'so M aoel
bVrreira da Silva, afim de ser aubm^-ttid a jmga-
ao Dr. chef de polica.
o procesao que vigora no referido collegio.
AttenJendo a que aa condigoea geraes dos eatu-
dos aecundarioa entre n nao comportam. aem
malogro d i que essencial, os procesaos diffiueis
da cultura chsica, procurou-se cora a aubstitui-
co indicada promover o preenebimento doj mo-
dernoa intuitcs do ensino daqjella materia, que
consiatem principalmente em hxbilitar o estudante
para c-imprenender os uw leloa litterarica da ant-
guidade e melhor conhecel a.
Um doa caracteres do atropello e da anarcba
dos exames de preparatorios era a ausencia de
gradacao congruente hierarebia das disciplinas
Afim de remediar este mal, o art. 3o do decreto
determina que, sem approvaco em examf de po-
tugues, nao dado faz. r outro iua!quer, e que na
admisao aos de acieneiaa ae observar o principio
da dependencia, o qual cumpre respeitar nao s
as r8lat s entre urnas e outras das mesmas
scicucias, como entre eataa e o eatudo daa linguas.
Paia execuco da segunda parte daquelle artigo
tenho resolvido que o estudante c\i nao houver ment.Communicou-se
aido habilitado em arithuietica nao s. r admittido I A' junta clasaificadora de escravoa do mu-
nicipio de Villa-Bella.Fico uteiraro de haver< m
Vmca, segundo seu o&jcio de 2 d > corrente, se
ao exame de algebra e ao de geometn ; que deate
fica dependente o de geographia e cosmographia;
e que nao pode prestar eiame de philoaophia qu-in
nao poasuir approvaco noa de historia e de miih
maticas, e alm disto nao tiv. ros de linguas, sendo
que tambem deata ultima condicio depende o de
rhetorica
Quanto aos exames de trigonometra rectilnea
e de elementos de phyaiea, chmica e historia na
tural, que juntemente com de all-mao, e a con
tar do prximo auno de 1887, sao exigides, na
conformidade dos arfs 372 e 562 dos estatutos
de 25 de Outubro de 1884, para a matrieaia as
Faculdades de Medicina, ae obaervar a ordem era
que ae mencin* m aquellas acieneiaa no plano de
estudos do Imperial Oll-^gio.
Nao comprehendendo o programma de 8 de Ja-
neiro ultimo es novos preparatorios, aos respecti-
vo* ames applica-se desde j i disposicao do
reunido n'eaae di i para cumprimeuto do que re
c mmenda esta presidencia, no dia 31 de Agiste
Quanto ultima parte do seu citado ..fficio. res-
pndo que a iuformacao exigida no fi ial do que
lbc lirgi nao se refere ao numero d cpaa d
cUasificuco, que devem ser remettidaa, valo que
o art. 33 do reeulamento de 13 de Novembro de
1872, determina que, concluidos os trabalnoa, asi
janua enviem uma copia preai enca e
ao juiz de orpbos.
O que st pretende saber porque, tendo Vmcs.
se reunido a 21 de Junbo, como informarais, e
iunecionado 30 das, isto tendo concluido os
traiaihos a 20 de Juiho, s os enviaram a 7 de
Agosto.
A mesma exigencia rabe agora fazer, isto ,
tendo-se ordenado em 31 de Agosto que se fizesse
reunirara Vmcs. ?
Ao juiz municipal e de orphaos do termo de
Boa-Vista.Informe Vmc, com urgencia, se pelo
individuo de nome Flix, residente em Cabrob,
foi tomada a ilha de Santa Mara, do extiucto al-
dciamcnto da comarca de Boa-Viata, aos indios
Tertulias da Coata Souza Honorato e Cyriaco
Francisca de Souza, como cates allegara.
Portarlas :
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande conceder passagem r, at Natal, a Joo
Atbenogenes de Barros Lima, por conta das gra-
tuitas a que o governo tem direito, no vapor que
segu para o norte ; providenciando igualmente
sobre a valla ds mesmo opportunameute.
O Sr. gerente da Compauhia Pernambucana
mande conceder passagem r, at Natal, a Ma-
ra Palmeira, por conta das gratuitas a que o go-
verno tem direito : providenciando igualmente so-
bre a volt do mesmo opportanamente.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Oficios:
A' Companhia Bahiana, 0 Exm. Sr. vice-
presidente da provincia manda acensar o recebi-
mento do oficio em qne V. S. participa que o va-
por Mrquez de Caxias, chegado hoje da Baha e
escala, seguir para os mesmos portes no dia 20
do corrente, s 4 horas da tarde
Ao engenheiro chofe da repartic&o das Obras
Publicas.0 Exm. Sr. vice -presidente da provin-
cia ficou inteirado, pelo oficio de hontem datada,
sob n. 186, de haver V. S. mandado lavrar termo
de reetbiasento definitivo da obra de recouBtruc-
cao da ponte Muribequinha e paasar certificado de
pagamento, a qne tem direito o respectivo arrema-
tante.
EXPFDIEKTE DO DIA 1 DB OUTCBB0 DE 1886
Acto:
O vice-presidente da provincii, tendo e n
vista a proposta do inspector do ''haaouro, conti-
da em oficio n. 202, de 15 do corrente, resolve
exonerar Jos Luiz de Miranda do cargo de col
lector das rendas provincias do municipio de
Barreiros, e nomear para substitnil-o, o cidadao
SJanoel Lsito Figueira.Commnmcou-se ao ins-
pector do Ihesouro Provincial.
Oficios t
Ao Commandante das armas. Deferndo o
requerimento do soldado do 2. batalho de infan-
tera, Antonia Britto de Lima, autoriso V. Exc,
viata da ama informaco c 514, de i6 do correa-
te, a conceder-lhe baixa do servico do exercito,
mediante substituto.
Ao conselheiro presidente da EelacSo.
Submetto a consideracao de V. Exc. a copia in-
clusa, do talegramma de 17 do corrente, no qual
se representa a esta presidencia contra o fa ;to de
achar-se fra da comarca de Iguarass, desde 14
do correnta, o respectivo juiz de direito interino.
Ao iaipector da sade do porto. Para os
fins convenientes, transmiti V. S. copia do te-
legramma do Exm. Sr. ministro e secretario de es-
tado dos negocios da imperio, declarando infeccio-
nado de tbolera-morbus o porto de Cagliari, e
suspeitos os demais portes da Sardinha.
Ao infpector interino da Thesouraria de Fa-
zenda.A' yista da autorisacio contida no tale-
gramma, jauto por copia, expedido em 16 do cor -
rente pedo Ministerio da Fazenda, recommendo a
V. S., providencie para que sejam despachados na
Alfandega, lvres de direitos, os mil metros de al-
godo riacado, destinado ao collegio das orphas a
cargo da %pi* Casa de Misericordia do Recite
Communicou-e ao provedor da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recite.
Ao mesmo.Declaro a V. S., para os fina
convenientes, que, de conformidade com o aviso ds
Ministerio da Guerra, de 5 do corrente, autorisei
o director do Araenal de Querr a mandar forne-
cer companhia de cavallaria desta provincia o
tardamente esnstante das duas inclusas notas, por
copia, de 6 de Maio ultimo, organisadas na repar-
tico do quartcl-mestre general.
Ao director do Arsenal de GuerraDe con
formidade com o aviso do Ministerio da Guerra, de
ri do corrente, mande Vmc. fornecer companhia
de cavallaria deata provincia o fardampnto con-
stante daa duas inclusas notas de 6 de Maio ulti-
mo, organisadas na repartilo do quartel mestre
general.
Ao com nandante do corpo de polica.Pro-
videncie Vmc. no sentido de s?r aprsentela ae
Dr. chefe de polica, no dia 20 do corrente mez,
s 11 horas da m.nha, uma escolta de qua',ro pra-
cas, afim do conduzir quatro criminosos a bordo
do vapor Pirapama, atea provincia da Parahyba.
Commuuicou se ao Dr. chefe de polica.
Ao juiz de direito interino de Iguarass.
Tendo o udado Joo Francisco Delgado Lins
representado a esta presidencia achar se inhibido
de interpor um recurso eleitoral, por estar Vmc.
nuaente deasa comarca, recommendo-lhe que me
informe a respeito com urgencia.
A' juuta clasaificadora de eacravos do muni-
cipio de T carat a' vista do que Vmc. infor-
mam no oficio de 6 correte, approvo a nova clas-
sificaco que, por copia, acompanbju o mesmo ot-
ficio, para a applicacao da 7> quota do fundo de
emaocipaco :
Determino que, findo, perante o iniso de or-
pbos competente, o praso do art. 34 do regula-
uieoto de 13 de Novembro de 1872, qual dever
ser contado da data em que foi ah conhecido o
acto da approvaco, o agente fiscal, membro desaa
junta, prumova o arbitramento dos libertandos, na
f .ro do art 37 e seguintes do mesmo regnlamento,
tendo na maior consideracao o disposto na ordem
circular do Tbesonro Nacional, de 16 de Jnlho de
1883, a que se refere a circular do inspector da
Thesouraria de Fazenda, dirigido ao mesmo agenta
em 22 de Julb i ultimo, sob o. 20, em virtude da
qual cuinpre attender idade, defeitos pbysicos e
outras circuu.8tanc.aa, que depreciera os valores
de taes libertando-! ; tauto maia quanto -a preca
da tabella do 3 do art Io da le a.'3270, de 28
je Ser.mbrodo auno pastad sao os mximos per
raitudi par* nova matricula, mas nao autorisain
a indeumiaaco aem aqu-Haa cmdico-a, o que me-
lhor te re^uhece pela diaposicao d 7o do art.
3 da citada lei, p la qual se estaoelec que couti-
uuera at .i eueerramento di mncion .da matri-
eula as providencia reciraineidaJas u> aris. 37
e segiiiitea, j relendos Remetteu se copia a
respectiv.. juiz innuicipal.
Mutatis mutandis a junta classificad ira d
eacrav di muuicipi do Tnurapho, approvando
a c'aaa'ficacao annexa por eop. ao offijio de 16
de Agosto, a vi a do que inf rraou a junta no de
I- do corr.-nt .Remetteu-ae eopia ao respectivo
juiz luunieipal.
Porta iaa :
A' taara municipal da fiscadaConstando
Jo termo amiex) a> oficio de 29 de Sete ubiO u-
do, da cmara municipal la Lacada, que pelo ci-
dadao Oaw ido Ottoni Vi-ira de Soun f,ram ar-
iianatsrtia pel quautia de 1:210J os imp >stos so-
br mtacatese outras liceucas, recommendo ames-
in rain .ra qu>~. me informe quaes aa licencas a
que ae ref re :.fim de que possa resolver sobre o
.lasumpto do aeu predito oficio.
A' cmara municipal de Panellas Recom-
luends cmara inuaicipal do Panellas que mede-
v^lvaa represeutacAoquelho foi enviada por des-
pacho de 17 de Ago3to ultimo para informar.
O Sr. auperintendente da eatrada de ferro
do Rcife ao Limojiro, pouba a diepoaicao do juiz
otra municipal do termo de Nasareth passagena de 3*
ciasaes por canta da proviucia, para tranaportea
de d ti sent-'ueiados e da competente escolta,da
dega Odorico
Jos Mululo e sete filhos, por conta das gratuitas
a que o governo tem direito.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
de Navegacio, mande dar passagem por conta do
Ministerio da Justica, a quatro criminosos at a
provincia da Parahyba, a bordo do vapor Pirapa-
ma, que para all segu no dia 20 do corrente e
igualmente a quatro pracas que oa devem es-
coltar.
Ao mesmoFaca transportar a provincia da
Parahyba, por conta do Ministerio da Marinha, no
vapor Pirapama, o 2- tenente Afrodisio Fernan-
des de Barros, que toi deaignado pelo quartel-ge-
neral da marinha para servir na escola de apren-
dizea marinheiros d'aquella provincia e bem assim
a sua mulber D. Irin de Oliveira Fernandes de
Barros, conforme solicita o commandante daesco-
la de aprendizes marinheiros, em oficio de hoje
datada, sob n.205. Communioou-se ao comman-
dante da escola de aprendizea marinheiros.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Ao engenheiro Misael Domingues da Silva
O Exm. Sr. vice presidente da provincia manda
aecusar e recebimento do oficio de 16 do corren-
te, em que V. 8. participe haver n'aquella data
asaumido o exercicio do cargo de fiscal daa eatra-
daa de ferro de Ribeiro Peaqueira c de Palmares
a Colonia Soccorro.
Ao Dr. juiz municipal e de orphos do ter-
mo de Nazareth.De ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, declaro a V. S. em res-
posta ao seu oficio de 14 do corrente mez, que fo-
ram expedidas aa competentes ardeos no sentido
de ser satiateita a requiacao contida no mesmo
oficio.
EXPEDIENTE DO DIA 19 DB OTCBBO DE 1886
Actos :
O vice presidente da provincia, tendo em
vista a proposta contida no offiicio do inspector
do Thesouro, de 8 do corrente, n. 189, resolve, de
conformidade com o desposto noa arta. 2 e 3 do
regnlamento de 7 de Juiho de 1879, crear uma
collectoria d rendas provinciaes no municipio de
Boa-Vista, que ficar segregada da de Petrolina.
e ter por districto collectorial o territorio da
respectiva eomarci. Communicou-se ao inspector
do Thezouro Provincial.
O vice presidente da provincia resolve nomear
o cidadao Joaqun da Racha Sampaio para o cargo
de 3o supplente do juis municipal e de Orphos do
termo do Buique, por nao ter Manoel Rodrigues
de Lima Oldrado tirado o reapectivo titulo.Ao
nomeado fica marcado o praso de dous meses para
prestar o juramento do estylo.
__O vice preaidente da provincia, attendendo ao
que reqnereram oa proteesorea Felippe Benicio
Correia de Figneredo e Manoel Carlo8 Vital, este
de ensino primario de Pedrs Tapada, e aquelle da
de Tres Ladeiras; e tendo em vista a informaco
o- 326, de 4 do corrente mez, do imposto geral
Instrueco Publica, resolve, usando da autorisacao
conferida .pelo. art. 148 do regnlamento de 6 de
Fevereiro de 1885 permittir que os peticionarios em
que leccionam.Communieou-aoao inspector geral
da Instrueco Publica.
Oficios: .
Ao presidente da provincia do Paran.Tenho
a honra de responder ao oficio que ". Exc. diri-
gi me em 25 de Setembro findo, declarando que
a t jlha oficial desta provincia o Diario de Vernam
buco, o qual regularmente remettido secretaria
das presidencias de todas as provincias, segundo
allegam os respectivoa impreasarios,Aprea.-nto a
V. Exc. os meas protestos de estima e conside-
racao.
Ao commandante das Armas.Para que poaaa o
governo imperial resolver sobre o requerimento q-e
acompanha o oficio de V. Exc, de 14 de Juiho
ultimo, sob n. 323, em que o soldado reformado
do exercito, Jo Joaquim de Albuqerque, pode
ser admittido no Asylo de Invlidos d* Patria, o
ministerio da guerra, em aviso de 7 do corrente,
manda que o peticionario aeja inapeccionado de
saude, devendo a junta militar declarar se est
elle impossibiliudo de provar os meos de subsis-
tencia; oque lhe communico para seu conheci-
mento e execucao, cumprindo que o respectivo
termo seja enviado secretaria d eata presidencia,
para ter o conveniente destino.
Ao mesmo Remetto a V. Exc, para serem
entregues aos iateressados as inclusas cartas de
penso dos soldados reformades Romoaldo Perei-
ra Gomes e Joa Joaquina Hilario da Silva, cujos
requerimentoa esae commando infjrmju em offijioa
de Junbo e Novembro de 1886.
- Ao inspector interino da saude do porto,Para
os fins convenientes transmittiudo a V. S. copia do
Exm. Sr. ministro e secretario de estado dos ne-
gocios do imperio, declarando infeccionado do
cholera-morbus o porto Malaga, e auapeitos oa
demaia portes hespauhoes entre Gibraltar c Cabo
Palos.
Ao inspector interino da Thesouraria de Fa
zenda. Nos termos ie aua informaco de 15 d .
corrente. n 78, mande V. S. pagar a Fieldeu
Broth-rs a importancia de 272*700, proveniente do
consumo de gaz na enfermara mititar durante o
trimestre de Juiho a Setembro deste anno.Re
metto a conta em duplicata, concernente ao allu
ddo consumo.
__ Ao mesmo.Para os fina convenientes, de-
claro a V S. que o Io suppleute do juiz muoicipal
,-. de orpbos do termo de Bonito, Francisco Beni-
cio das Chavas, aasumio no dia 15 do corrente o
exercicio pleno da respectiva vara, visto o jui
municipal efectivo ter entrado no exercicio da de
direito, conforme participou-me o referido 1 sup-
plente
__ Ao inspector do Theaouro Provincial.- De
accordo com a informaco deaae Theaouro, de 7
do eorrent1, n. 188, fica permtlid a Joao Rodri-
gues de Moura transferir o contracto de tiremi
taca do servic-i da illuminaco publica de C-
ruar a Antonio Fernand-8 X*vier de Lima, uma
vez aatiateita a inposieao do 33 art. 2 da le
d" orcamento. O que declaro a Vmc. para os de-
vid'.8 fina.
Ao director do Arsenal de Guerra Auto-
riso Vmc, de accordo com a sua informaco n
626, de 12 do corrente, a mandar fornecer ao com-
luaudanle da fortaleza lo Bruin as duas band i
ra, por elle pedidas, e de que trata a citada in
f rmaci.Commuuicouae ao uapeit .r da The-
aouraria de Fazenda e ao commaudante daa ar
publica em Rio Formoso, e dar certificado de pa-
gamento ao respectivo ampreiteiro.
Outro sim approvo a despeza, na importancia de
98*800, de obras excedentes, autorisadas por Vmc.
nos lerm a do art. 56 do regulamento de 24 de Fe-
vereiro de 1874, o constantes do mesmo oficio ;
isto dietribuicao de todas as tercas e da cn-
mieira e collocaco de 30 vidroa noa caixilbos das
janellasCommunicou-se ao inspector do Toe-
souro Provincial.
Portara:
Declaro Cmara Municipal do Rccife qne
ficam approvadas as arrematacoes das obras para
a reconstrueco de dous Lancea de muro do cemi-
terio publico de Santo Amaro das Salinas, median-
te as condices constantes de seus oficios, a qne
respondo,- us. 39 e 46, de 25 de Agosto ultimo e 6
do corrente mez.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Oficios :
Ao Sr. Dr. Honorio Horacio de Figueiredo,
secretario da provincia da Parahyba.Responde
ao oficio de 13 do corrente mez, declarando a V.
8. que no archivo deata secretaria e nos vn
correspondencia da corte e ordena reaes,existen-
tes na bibliotheca provincial, nicos que poderam
tratar do assumpto, nada encontrou-se relativa-
mente ao acto da creaco dos oficios de escrivac
de orphos e annexoa do termo de Campia
Grande.
Ao commandaute superior da guarda nacio-
nal da comarca da Escada.S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia, manda comminicar a V.
S., para seu cjnhecimento e fins convenientes, ter,
por despacho de hoje, prorogado, por 30 lias, o
praso pira Tiburtino Joa Pessoa Lima, nomeado,
em 5 de Juiho uitims, tenente da 2> companhia
do 15 batalho de intentara do servico activo da
guarda nacional, sob seu commando, tirar a pa-
tente.
Aa inspector da Thesonraria de Fazenda.
O Exm. Sr. vice preaidente da provincia manda
remetter a V. S. a inclusa ordem do Ministerio da
Guerra, de 6 do corrate.
Ao engenheiro chefe da Reparticao das
Obras Publicas.O Exm. Sr. rice presidente da
provincia ficou inteirado pelo oficio de hontem,
sob n. 182, de haver V. 8. mandado lavrar termo
de recebimento definitivo da obra de reconstrae-
co da ponte de Bebenbe, por ter se findado o
praso da responsabildade e achar-se elle em per-
feto estado ; pasaando-se a favor do contratante
o devido certificado de pagamento.
A' junta clasaificadora de eacravos do muni-
cipio de Panellas. -S. Lxc. o Sr. vicepresidente
da provincia ficou inteirado, pelo offi jo de 16.do
correte, de haverem Vinca, ae reunido nease dia,
para cumpnmento do que determinou o mesmo
Exm. Sr em 24 de Setembro ultimo.
queila cidade para eata capital.
O Sr. agente da Companhia Brazileira de
Navegaeo a Vapor, mande em cumprmento do
telegramma do Exu. Sr. ministro da agricultura,
comm-rcio e obraa publicas de 13 do correute, dar
passagem a r, do porto desta cidade ao da Vic-
naa. .
__ Ao commandante do corpo de polica.Au-
toriso Vine, a comprar o c fre requisitado em seu
oficio n. ?20, de 28 de Setembro prximo findo,
para deposito dodiuheiro retan** s economas da
music i, saldos e descontos das respectivas pracaa.
Neata data autoriao inapector do Theaouro Pro-
vincial a pagar a imp .rtancia desp ulida m
compra do mesino cotie p.la verbaEventuaea.
__Lommuuicou se ao iuapeet >r do Theaouro Pro
vino: al
__ Ab mesmo.Com a inclusa cj* d* infor-
maco do inspector d Thesoaro Provincial, em
oficio n. i92, de 9 do c Trente mez, respondo o
que Vmc. me dirigi em 30 le S-te bre prximo
lindo, sob n. 828, acerca da entrega do tardamente
desse corpo.
4,__ Ao engenheiro chefi da Reparticao daa
Obras Publicas.Autoriso Vmc. a mandar por
em prac*, noi termos das instrueco-a da 30 de
Agosto de 1875, os reparos urgentes da poote so-
bre o rio Pirapama, no engenho Novo do Cabo, na
importancia de 700*000, conforme o orcamento
hoje approvado, que acompanh u o eu oficio da
14 do corrente, sob o. 179.Cominuuioou ae ao
inspector do Thesouro Provincial.
Ao mesmoFico inteirado pelo oficio de 14
do corrente, sob n 180, de baver Vmc. mandado
lavrar termo de recebim nto orovisorio da obra de
reparos do proprio provincial, que serve escola
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 26 DE
OUTUBBO DE 1886
Capito Antonio Ignacio de Albuquerque Xa-
vierComo requer, recolhendo primeramente o
debito em que est para com a fazenda.
Herculano Pereira Das.Ao Sr. Dr. juiz de di-
reito da comarca de Jaboato para interinar.
Joa de Vasconcelloi.R-inettido a junta me-
dica provincial, a quera o aupplicante ae apresen-
tar para ser inspeccionodo.
Dr. Jos Julio Fernandes Barroa. Informe o
8r. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Olavo Correia Crespo.Informe a cmara mu-
nicipal de S. Beato.
Romualdo Victorio Rodrigues.Sim, pagando
o aupplicante aa comedoriaa.
Dr. Vicente Ferrer de Barros Wanderley Arau-
jo.'Infcrme o Sr. engenheiro chela da reparticao
das Obraa Publicas.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, em
27 de Outubro de 1886.
O ajudaote do porteiro,
Antonio f. SUveira VarvaCho.
Reparticao da Polica
Secjao 2*N 1046. -Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 27 de Outubro de
I86. Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Exc. que foram hontem reolhidos na Casa
do D tenyo os seguintes individuos :
A' minna ord m, Dario Paix > de Oliveira, re-
raettide pelo subdelegado do districto da Baa-
Vista, por disturbio!; Pedro Americo Machado,
Joo Pedro de Souza, Antonio Joaquim de Mea-
douca, Manoel Franciac> Carloa, Mauoel Vieirado
Nascimeoto e Manoel Valeotim da Silva, vindodo
termo de Nazareth como s-ntencial >s ; Mauoel da
Costa Pinto e vlanoel Damasio, vindos da provin-
cia da i'arahybt, este como pronunciado em
Goyanna e aquelie nao a aeuteaciado alli, como
un ninoao em Bezerro.
A'ordem do subdelega lo do Recite, Francisco
Teixeira de Barroa, Amancio Francisco Mendes e
Miguel dos Auj .aCarvalh., eom> vagabundos.
A' ordem do auodelegdo de Santo A .tomo, Ma-
noel A itonio da Costa Mello, Juveuiano Augusto
de Oliveira e Joo Romo Francisco de Jess, por
disturbios.
A'o dem do subdelgalo do V districto deb.
Jos. Joo Viente Ferreira, por ds.urbioa.
Houtem s 11 / ho'as da noite, toi de sur-
preza assaltada p r pracaa do 2- batalho de n-
fautaria a 3 staco da guarda cvica situada
ra de Limas Vslentiaaa.
Os assaltantes em numero de vinte mais ou me-
nos, armados de cae-tes, facas pistolas invest-
ram s -bre a seutinella que nao esp-raido a ag-
gresso, we apenas temoo de recuar para dentro
do quartel e dar o grito de alarma, pum inves-
tiudo os assaltantes e disparando ur.s, travou-se
lucta era as prnSas qu i eatevain na estaca > sen-
do m >rto por um tiro o cab n 47 L mrenco Pe-
dro daSilva, fendo com b.ia v.n .s gilpes o
sargento Laarindo Pereir.de, Bri'to, as oracas n.
58 Francisco Vt-tr* d Aidrate, n. 61 To-odoro
de Albuquerque L.p a, n. 63 F.-lipp nutia^-
Maior.
Estando tambem na porta da -staciVi as pracas
doc rpo de pohci Isaas Gabriel de Oliveira e
Joo Vensaimo da Silva foram tambera aggredi-
das, resu't.uio ser imrta com vanos fenmentOS
le faca eata ultima pondo se os aggr aaorea em
JW tmbem f rido o cabo do 2- batalho Ma-
noel Gabriel que talle.cu una h fermana militar.
A meta lur.u p u o u-inp', estando a estaca
escura p r haver os aggreasorea I so que entra-
ram arrebnudo o candieiro k-^rObene.
Eaae depl.ravel acutecimento de que results-
ram tres mortea e quatro fenineutos prende-se a
um faci occorrdo no da 24 uoite entre pracas
da guarda cvica e um cabo do 2o batalho Ma-
iijel Joaquim Cavalcante e que deu-se da segamte
Tondo Mauoel de Abel no becco dos Patos, feri-
do a Eufrosinio Soares da Chaga, para all seguio
uma escolta de 9 prac&s a fim de capturar o offen-
gor e ao pasaar por orna casa prxima a em que
se dra o conflicto um cao investio aos soldados
que deram-lhe uma pancada para afugental-o.
Sisso um homem que nessa casa esteva de cal-
ca e camiaa travou altercacao com a escolta e
de nma pistola para aggredlr a
lancon mao
mesma.
Ncsse interm travou-se lete e as prac
guarda cvica empregaram a for?a para desar-
mar o aggresaor e condusrem preso para a es-
U Ah chegado, toi que elle deelarou que era pra-
ca do exercito e recouheceu se ser cabj do 2 ba-
talho.
: ia da
y

:

.
riiiH





2
Mam

.
-
i

-
EnUo toi pedid* pura o qiwrt. 1 uro* escolta, .
para o coudusir, e cbegando ella foi narrado ao
sargento que a corutnaodava o fact diiendo o
coinmxndaHti; ger,.l ao meimo Sargento que no dia
seguate ra esrtrndeiia com o tcoeotti coronel coin-
mandante do aatalhlo.
Consta-me, porm, que esse (argento adnlterou
tacto e o que se Ine bavia dito como se v da
publicacao que boje foi inserta nos ornaes desta
cidade e aseigoando a do Diario de Pernarntae*
o lar. ajudante do butaio, Mm-s fiV.oiin^wa de
Mello Uostit>.
E' obvio, poisaaae oswntsaiaientn de bon*'m
noite foi umanapiai c praoM'do 2* ba-
talho quizeraio tarar i>-l>^:io se pamnu co:n o
aeu camarade oo < m o Si ajo lane j
esperava como se depreHen le Oe son pableacao.
N3o precisa ensareuiir a S. Esc. o pcrigo qnu
provm desscs eonfl .ctoa eutre agentas .la
policial e pracas que pir m ais ue urna vea se
tem dado nesta capita scnd > o quo venh do
reterir o trerceiro e o mais nctavhi qusvse d na
3* estaeao. ^L
Eocarreguei ao "e^ Q^'!drKdo jo dlfc^ I
de abrir inquerito sobe e faio > darei sciencia a V. Ese. ^^
Em 20 deste mez assutni o o cargo de delega
do di Hom-Jordim, na qualidada de 1 aupplento,
3 cidado Nicolao Antouio Duartr*.
Deus guardo a V. Exc.Iilra. e Exm.
3r. Dr. Ignacio Jo-iquira de Suiza Loao
milito digno vice-presidente da provincia.
O chele de polica, Antonio Domingo'
Pinto.
Thesoiiro Si'ovln!\il
DESPACHOS DO DIA 93 DB OUTUBRO
DE 18SG
Jos Paulino da Svi e Candida Fran-
ca de Menezea Maraes. Faga-ai a* notas
da portara de licenga.
Vicente Sabino de M .gallillos o J fio
Fernandes Marques. Hija vista o "r.
Dr. procurador fiscal.
Francisco Evaristo de S uza e Francis
eo Gongulves Toire.s. Cirtitique-ae.
Paulino de Oliveira M da------Entregue-su
pela porta. ,
Caib.irina Marcorella e Balthar & Ir
mSos 1 iforrao o Sr. Dr. administrador
do Consulado.
Padre M ino .1 EspiridiSo -Muniz, Costa
& Silva, Amelia Prudencia Alves Irma,
J. J. Alves de Albuquerquor Gaspar,
ferro-via, estrada de ferro do Limoeiro e
Her.u-ia de Sjuza Pereira.Informe o Sr.
contador.
KhVlSTA DIARIA
O* acontecimealos do Rotilio Tolntino do Pi-
i-.to da apitio da 5
aun da guar la nasioual
roo nao extraabar isso? Como raceber coca
sympathla taes iuverdadea, quando linhamus in-
formaco'.'S em cintraiio ao que dizia o tetegram-
ma?
B tn v a Provincia que nao procedem os seus
raparos nossa noticia, o que esta contm a fiel
posto que resumida ni.rracJo dos acontecimientos
da 22 dfttmala
Se neW'kamnnaamos esees acontamc otos, nha-
pHrn peda tittssr-no o direito de eondeinnnl'os.
TW o qutitfiawio a 24, e o que repetimos Im$b.
Cuanta -racionalPor portara de 39 di
covente, foi Horneado
(woire.io'Lima, para o p s
entupa nhta do 27." bntalba
da comarca do Cabo.
Por eaosa de um eo Na folba de
hontem inserimos ufca carta que nos dirigi o Sr.
alferes-ajudante dajs^aralhao de 'nfanUria Do-
mingos de MenVr^Jian^Ct'fenndOi um rast> grave
occorrido no domingo^WaJxorrente, pelas 7 ho
tas da noite, no becco dos lTfcn, sendo espancada
urna praca daquelle batalhJi, por causa de um
c4). qne al-.vimaa prncs da (fuarda cvica preten-
d r.m matar, por ter o ineaino ci mordij.i ama
le taes pracas ou ter simplesment' ludrado (fian-
do elle por all pacsaram.
O Sr. alferes Mllo C caso dits* qne tiraba i-m vista prevenir o publi-
co d um lacto que po3"ndo tratrr eoruequeucias
desastrosa, pots vem augmentar a rivalidad* eu
tr? o ex'rcito e a po'i;,, elli nie:h'r pissajul-
gir, i ii lo em vista -sta pr.ivocaejo.
Ai tue csntfqw.ncia detastrota, uSi se fise-
r:'in esperar. Ante-hont -n. intrt- 11 h>rse
nvia noite, anles nv-sroo d- sce peblicada a U-
dldi eirt', um grupo de 12 ou 11 individuOB, 4
puisan-, mas qu- soulie M de* I* a- r.in praea
de linhi, e do indicado batalho, foi pasear pela
frente da 3* estaca i da guarda cvica, ni ra
Lombas Valentinas, e atacan a sertttnells; da mei-
mesina estafS''. s^ibre quem um d >s do grupo den
IbSO um i grande cictada, derrubando-o.
A' i?s > segnio-?;1 nm conflicto etMre os guar-
das cvicos que esfavam na retepida estacao e os
taes indi idu>s que foram contra elle uar de re-
presalias, e houve trica da tiros, t'aeailas e eace-
-. pendo o tardlio milito fu te, e doli resul-
tando ires mortes e tres tVriment >s em guardas
cvicos.
Foram os moitos : cabo da guarda cvica Lou-
reogo Pereira da Silva; prac* do 2 batalho
(cabo) Antonio Gabriel da Silva; ea praca do
corpo de polica Joo Virissimo da Si va, senda
que este envolveu se na luta casualmente e por ter
passado pelo local quando ella se travot, estando
de ronda.
Foram os feridog os goardag-civcoa : sargento
Laurindo de Bri"o, gravemente ; eoiw. 63, 58,
a 61, Pelippe Santiago de lloara, Francisco Viei -
ra de Andrad, e Tbeodoro de Albuquerque Lopes,
todos levemente.
Depois do conflicto, que durou poucos momen-
tos, retiraram-se as pracas do 2. para o respecti-
vo 'iiiartel.
* commandante do batalhio presenta o iju-
danfe do Sr. general cpmmandante das armas.
batalbio.
r pas'ou revista, lo^'depjis do faci, ao
Provincia de honteto fes reparos a not.e.a que d,- ^ R Sr8;pre3Sd(,nte j. p^VineU. e com
Leo-cantora oomica excntrica dos concertos de
Paria.
Valdicantora ligeira du concert Colame.
Pars
Litleur cantora ligeira das Folia ilarigm/.
Pars.
Lesage -cantora cmica de grande concert eu-
ropu,Paria.
Bloudmclantora i dietion
Cecile cantora, dem.
(iarconarlista, modista.
M. de Mrecy.director da orebeatra.
Mr. flarejoo,tegetfai
Eis o repertorio da c mpanhia :
Todos os romabats, cancos canconetas etyrolezas
nltinHWient) creadas em Pars.
UesMaJMoh* aambam ii.uitae operetas novas,
Wandwrilta e comed .s uao ha ver repeteSw, em
ada'asBaetacato.'o psaframma ser novo.
PiOsrliK W gas ~E3crevni nos :
Pedem diversos moradores da ra do Ria-
chuelo, que pelo seu cuiiueituado Diario, cbavem
a atttenco de quein competir, para um insuppor-
tavel ftido, que constantemente se respira em
dita ra, devido, cremes, que ao encanamento da
Coinpanhia Drainage.
. Nao sabemos orno j nao se tem desenvol-
vido aqu urna epidenv iu qualquer.
asvaasinaioH ntein, pela rnatih, corren
a noticia de ter sido asaassinudo, cm seu eogenho,
na fregoezia da Escada, o engenheiro Francisco
Das de Amida Falcao.
Sao variadas as versoes respeito do crime e
sobre sua causa. Entretanto sabe-se, segando
nos informaran!, que o Dr. Anula Falcao foi vic-
tima de um tiro, que miio perversa lhe destebou
antehontem, noite, quando elle repousra em
um sobradinho do seu engenho
O Dr. Arruda Falcilo era anda joven, pos nao
tioha tnais de 30 annos, e era b' in-un rit- lligente.
Foi deputado proviueial no hi uni de 1884
1885.
i-alleclmento Paieccu uo oagcuho Qu-
ranga, cm S. Loureneo a Mait.i. u tenenre Isido-
ro Camello Presea de S queim Ca raleante, victi-
ma de nma congegto do Figado, na idade de 52
anuo.
Foi hom m labor roso uatd prestim >so aos
seus amigos. Ten lo sempre de lutar com a a l-
versi.iade da sorte, m rreu pobre, deirando nume-
rosa 'amil'a.
Rennlo aorisllEU li jo a .-egumte:
Do RecTcio Infantil Nove de Ag'.'St', 1 hora
da tarde, na respectiva s le (Instituto Acad-
mico).
Tribunal do jury la ReclfePrjc-
deu-se bontem ao julgaojento do reo Cnetano
Francisco de Pauia, que toi abaaltido.
Achando se elle pronunciado n i art. 205 do
Cod. Crim., e M p itrocina lo pelo Dr. Luis E
Rodrigues Visnna.
Directora da osrai lo conten*
cao dON portos itoletim meteorolgica do
dii26 de Outui.ro de 1836:
3KM sobre os aconteeimaatos do dia 2 i, e os fez em
termos eomoididos, ao invz do qie acontece i
no dia anterior, relativamente noticia que de-
2&OS do trespasso do couselheiro Jo Folppe de
Souza Lo.
mandante das armas, inteirados dos faCfos, tr"a'n
de nroviden"ar c'mo o caso pede.
I'elo que nos diz respeit--, julgamo no d -
obrfrados de coinmentar -s^es facfos. Bsa in i
tas nutras orraaM xfe-namo< o nosso modo de
pens-ir ; sTia enfadonho estar a repetil o. Ll-
mitamo ns, pois. a deplorar sg duas oceurrenems
Se tiveasemos dereapoader virulenU critica e,,ndennal as ambas.
do Cinteaiporaoeo i respeito da noticia desse tr i
passo, limitar-nos-hiamos a t.-aascrever da Demo-
eracia de 1880 oque ella eacreveu acerca do
eonselheiro Jos Felippe, c dos aunaes da Asam-
blea Provincial do mesmo ai;uo tudo quanto aili
se disse sobro o mesmo cinselhero, proposito da
Itecatombe da Victoria; e ver s-'-hia que a nossa
noticia, loo ge de conter injuria ao fallecido, toi
parca, nimiamente parea na cririei que ez, e -
E em concuna- diremos : triste que p>r ca-i
sa de iip c i ree mecasse oa lut-i qae tolas as
c ---venieneos sociaes aeoneelham nao exista entre
os mantenedores da ordam e da paz publica.
o crime da Theaournrlo-O Dr. Joao
Joaquin de Freitns H nnqnes, 1 promotor nu-
bli i da n'marea, apresentrn a d-nnnea persnte
o jais du direito criminal. p!o referid" nttaatado,
dentro in (.raso legal, entra o lie.=otir>ro, daqucl-
la reparticioo hachare) Eduardo de Burros Fale;"o
le Lsuwrdae -s respectivos fiis Francisco de Si-
qneira C.rneiro da Cimba f Victorino T rajan o da
O
Horas - 0 0 Barmetro a 0 Tinsaa lo vapor i o i 3 a
6 ro. 26*-2 7M*8> -'0.: so
! 28T 76<).S1 20.73 71
13 S*6 760"5! ia.90 63
3 t. 27-!) 7n>2 1.39 70
6 a4*i 758*31 19.5 74
( .! 7', a som-
cou enormemente disUnciada da desosada ta Fi.lho como incursos no art. 170 do cedigo
criromil.
iade com que os liberaos da Democracia e da
dissidencia da Assembla qualificaram o morto
que, a gora, a Provincia endeosa.
Nao nosso intento, porm, responder Pro-
vincia sobre isso, principalmente porque estarnos
no proposito de guardar silencio sempre que o
Contemporneo esciever ao termos agros e viru-
lentos de que se setvio no artigo de ante hontem
. Assim, entretanto, nao acontecendo relat vam-n;e
io reparos de bontem sobre a nossa noticia doi
acontecimentos do dia 22 do crrante, vamos in-
sistir na alludida noticia, aaseverando ao Ciutcm-
poraneo que as informacies que temos de pOMI M
que testemunharam os factos sao todas e.c- r lel
exn a narre.co que d'elles fez o 8r. Dr. chefo de
polica na sua comaunicacio ao Exm. Sr. Dr. si-
sa presidente da provincia.
Demais, a aggrcssao foi de pjblico conf-ssada
pelos seos autores ; e, embora negando-se as eir-
cumstancia3 da emboscada, das armas o do auxi-
lio de outras pessoas, nem por is.o desmen c
aggresso. Nao armamos a existnica d.:s ar-
aas, damol-a como prcvavel ; o que affirmaaios
foi a superioridade do numero e a emboscada. A
primeira confessada pelos proprios aaWas
sgressao ; equauto segunda, a apreciaci des-
apaixonada dascondites da atjgressio poe.-n'.
m evidencia, sem contar que ambas sor'-ri-
das pelas tis'emunhss que ouvimos.
Relativamente supposta tentativa de aw
mantemos o que dissemos, por que i :i verdade.
Nao houve tal tentativa. Estando um giupo de
individuos em frenie typographia da Provincia,
interrompend > o transito, e aps a indicada ag-
gresso da ra 1 de Marco, cntendeu a polica, e
entendeu b-'in, que devia dispersal-o, e n'ess-
tido fez a autondade a iatmaca neeessaria ; e,
nao seodo attentida, e sendo m sino desreapeitada,
siandiu pela foi ca de polica e cavallaria d6per
sar o dito ajuotamento.
A prova de que essa disperso foi sem impor-
tancia est em que ninguem foi ferido, ninguem
mesmo soffreu contuso ou qualquer outro damno.
Aponas appareceu i. cavallaria, o povo apSMM,
sem mais cousa alguma.
Onde, pois, o pretendido assalto typographia,
9 portanto a repulsa da tropa, que nao sao
meio da roa ?
Diz o Contsmporaneo que nao noticiamos o fac-
io seno a 24 para podermo-nos por de aceordo
eom a adminstraco. Essa asseveracao uo pro-
aede, porque tambem a Provincia de 23 o nao r.--
ticioo, eso o fez a 24, isto no meecBo di
nos. Pr,oeaderia ella assim tambem para pr-se
de harmona com alguem ?
se systetaa de emprestar ars cotros ateneo s
malvolas detestivel, e nao se en?padece com a
aobnza da iui nensa. Todos podemos discutir os
mus encandecidos factos sem acrimonia, sem vi-
rulencias, seo? d> turpar os intuitos e actos uos
dosoutros. E'assim que cogttimain s proceder;
i pur isso que deixamus c deixari-mos sem res-
posta os artigos iujuriosos e ealumniusos que fo-
rera publicados eom enderfeo nos.
n2o crea a Provincia que nos incommodon o
telegramma do Exm. Sr. ministro da Justina. O
oue nos mtg i u foi a falsidade do telegramma ex-
pedido d'aqui para a-corte, e mencionado pelo re.
jerido ministro
All ue oarravan infielmente as oceurr. ncias i
UTa-se de --jujicto, quando o que bou ve foi ag-
rttsio; referia-s? um finito, que se nao dea, e
ama repiUtc, que f se poderia dar no caso do
o, depois chamado tentativa.
Ii- queien tamHtpa copias de todos os pipis
para de"iinciar o inspector Antonio Csefano da
S Iv i Kelly que se acha administrativamente sus-
o -uso pela presidencia da peoohlfffa, bein cooio ao
bacharel Arthur de Barros FalcAo de Laeerda, fi-
Ih > do tbesnureiro, como for de direito.
Brevemente publicaremos, integralmente a refe-
rida denuncia'.
VlatlAN Ante-hintem toi o >r. msj >r Ant;-
Bio Tutela de Castro Tavarea, director do Arse-
nal de u'uerra, visitar o cruzador Almirante Bar-
roto, com toda a offiejalidide. S. 8. foi all roes
bido com a maior cirt'za e amabilidade pelo
cmmandxBte e s^u estado-maior tocando a msi-
ca n'essa occaso.
H nteiD, s 2 horas da tarde, f., o Arsenal
de guerra visitado por S. A o Sr. D. Augusto,
e seis companheiros guardas-marin'oa, qne all te
demorara in, nercor rendo todo o estabeleci ment, e
retrando-e satisfeitis.
Aiui foi S. A. r cebido pelo respectivo director,
sendo lh" prestadas as honras a que te.n dir'i'.o.
llagoaiiRecebemos hiutem foi has desta
pr ivincia aleancand at 26 des te mez
feto Dr jais municipal do termo da Assemb 6a
foi pronunciado como iaeurso no art. 193 do co
digo criminal o c.ipitao d i corpo do p'licia e de-
o de piliciad) termo de Porto Calvo, Tilo-
mas Vcspasiaoo da Silva Pontes, por actos prali-
cados como delegado de Quebrangjlo.
L' moa no Orbe :
Com a maior satisfacao transcrevemos para
nossas columnas a segunte ordem do dia n. 33,
le 20 de Outobro corrente, na qual sao mereci-
damente apreciados os bous e leaes serrices do
illustre espito Capitalino Loureiro, cejos -nobres
predicadoj Untas sympathias lhe captaram esta
ter i durante o teinpo em ^ue aqui commjndou s
companlii m Imba.
Eia a ord-in do dia :
Tendo sido desligado da coiBpanbia de in-
fxutaria desta guai-nica, para reunir-se do Hio
Glande do Norte, o Sr. Canitulim. Loureiro. uikd-
do-o louvar pela lealdade u promptid > cam qu
sempre de^einpeiiro i os sena deveres-(Asigna-
do)Geminitmo liratU dr. Oliveira (oes.
L so no Irabalho, de i'a > de Amuear :
A .-hamo-nos ua poca d safra d-i al^'oio,
que brevemente se concluir em vista da falta
absoluta do chuvas, ha mais da aW meE-.-s.
O sol contina abrazador e parece quer r re-
dusr a lavoura a quarta parte do que se esp -
niv i.
N i dia 26 dj Brrente, as iminediacoes da
povoaco de Jatob, f i bubarameef asaassina-
do com um tiro e 12 faadas Esievo Jos de Ge-
nova, sub : aquelle distri.it
O assassino, consta ter sido um homem de
nome .1 .nuario Pereira Vianna, que ba 12 anuos
viva intrigado com Esteva >.
Em ocessio que Esteva rogreasava da po-
voaco para o seu sitio racebeu o tiro de embos-
cada e logo a, os miis ierimentos.
No dia 3 do corrate, n> lugar denomiuado
Umburana d'Agua, d'este. termo, inc-endiou-se
mni i'niu, resultando a morte de ama inulher e
de uma sua filba de 13 anuos de idade, hs quaes
ficaram cmnpe'entcmente earboniaadaa.
Uu tico de fugo que ficou encostado a pare-
de da casa que era de pilha den origen, a este
laia -o,' .v. d saeevaaa, tilho do das saldo e da im-
previdencia.
Maciedade recreativa Visite e Cla-
co de JulhoEscrevem-nos :
Diversos mocos empregauos uo commercio da
freguezia da Boa-Vista, constituiram uma eocie-
dada creativa cora o tituloVinte e Cinco de
julho. A sua directora ficou assim coraposta :
Prei lente, Joaquim da C. Moraes e Silva.
1* secretario, Francisco A da. Silva B. riz.
2" dit Joaquim A. de Sonsa,
Orador, Jos Auto lo F. B'orto.
Tbesoureiro, Jof Joaquim F. Pacheco.
Procurador, Joo L. Gonzaga.
Ficou mareado o da 1. de Novembro para a
posse da nova directora.
Vapor JeaSabe-se por telegramma que
sabio hontem da Baha este vapor, e dever es-
tar em o nosso porto amanb.
Conpaahia lyrlco coalea de op-
relas francesa*E' este oelrnco da compa-
nbi* lyrico cmica de operetas francesas, empresa
Richard que se acha trabalbando no tbeatro das
Variedades :
Garcon1 comiendo Alcoser de Pars.
Valere i" cmico lyrolez de Pars.
Hovenbarytono do grande concert da Pars.
Artatenor ligeiro.
Stainvillecantorade genero Alcasar do Havre.
TinDenirur.i mxima29*6.
Dita mnima262.
Evaporaban ess 21 horas : a
bra-m !.
Cbuva milla.
D're c d i vent i : E d-- rneia noi' at I horas
e 30 minutos da m-,uha ; ENE al h t 'a nn-
nba ; 5 al 10 horas e 5 miivit-s di tardo.;
ENE a' rneia i .ote.
Vclocid d media do vento l^Mt por segandt.
N bulosijxde meda: iiit'e 0,4 ej)..
Fa cuida de de Wlretio -'> a listados
estucantes da l'onnique mro flumadoj ama-
nb na respectiva ba-ica para pina eseripta :
.1 nio Ritos i le te I >
Tlioreaz de.Aquino Poaas a.
'ojo Martina de Andrae,
Altredo Augusto Pendra
Migml Vicenta Calmnn Vianna.
Francisco ll-zen le de Me !
Aogust' Qlympio d" Axaaj i e Souja.
Vl\ indi" ATjqso de M.ura.
Man el do Nascpnentfl Sil-..-, i' jtris.
Antonio Fartadp Deserra ae Mdfeezes.
Zefarino Gougalves Agr.
J o Augusto de Figueirodo Senas.
Salvador, Celso de Albuquorque.
J s de Castro Pai's Barre'
Feliciano d i Reg Barros.
Lista eupplementar
Homero de Souza Mendos.
Pedro Francisco llidrigues do Ligo,
Joaquim Raymuudo Pires.
Mano.! Ar luir de Si Pe- ira.
J. i 8. da Cunh..
de Moraes .Vlartins Filho.
Aupu.;t) Di oiizio G
Jo} i Francisca de Arruda.
Estanislao Cardos.
Man el Alves da Silva Freir.
I.rnitti Eiteves da Silva Filho.
Joo Baptista Fcrr-ira de S0117. i
Alfredo Henriqne Baptista B ar..--
I'aulo Julio de Mello.
Jonqnini Permr Teixeira.
qujaae prlmeiros se faltarem carao prete-
ridos, i *
laboatiio -Dcsa I', cali iade escreveram-oos
em data de 20 do corrente o segujnte:
No domingo 24 do corrente, a cidade de Ja-
boato (fferecia um aspecto rjsoabo e festival.
. O eleitorido u'aquella pan chia, querendo ma-
nife-tar ao Exm.Sr. desembargad r Henriqne Pe-
r. ira de Luceca seu digno representante na Cma-
ra dos Depata los, a sympa'hia que vota n este pre-
claro cidado, e ro memo tempo tesUununhar-lhe
o e!cvadis8mo conceitc que forma de seus rer.es
\nncntes, cff -recen Ih; naquella cidade um
sumptiieso banquete.
As 3 oras da tarde, acoinpunhad.) o mesmo
Sr- dcRcmbarga-lor de. S. Exc. 0 Sr. presidente da
pi-i vineii, de diversas familias e iunumeroso ca-
v-n'bciros da ma* alta sociedade, parti da estacao
central da va frrea de Caruar erntom expresso.
Em Tlgipio, rol S. Exe. o Sr. Dr. Lucena alvo
das mais \ivas demo istrace?, o ao chegar esta-
can de Jaboato, que se achava primorosamente
decorada de bandeira?, arcos e II >rrs, eondeestru-
giram 03 ares innmeras girndolas, fii elle eau-
iado e victoriado ao sem da msica de polica por
crescido numero de amigos e de sentaras, que all
o aguardaram.
0 trajecto da estacao chcara de S. Exc.
estava apurada e vistosamente ornado de arcos,
festes, flmulas e galbardetes.
As 6 horas foi profusa e delicadamente servi-
da a primeira mess, a que seguiram-se segunda,
tercera e quarta, de 100 tslheres cada uma, tro-
cando-se entro os convivas diversos brindes, dos
quaes citaremos os seguintes:
Do Dr. Seabra, em nome do eleitorado de Ja-
boato, ao Exm. Sr. desembargador Lucena, como
digno representante do V> districto desta provin-
cia.
Do Exm. Sr. Dr. Lucena agradecendu ao ele-
torado do 7 districto a manifestaco com que mais
uma uma vez o penhorara.
Do Dr Seabra, em nome do mesmo eleitorado,
a 8. Exc. o Sr. presidente da provincia como dis
tincto delegado do geverno imperial.
De 8. Exc. o Sr. Dr. Ignacio Joaquim, ao elei-
torado do 7- distrietc, agradecendo a prova de
confianca que ja uma ves recebera sendo eleito seu
representante em uma legislatura.
> Do Dr. Donato Torres 8. Exc. o Sr. degem-
sembargador Lucena, como amigo dedicado e pres-
tlmoso.
.. Do Dr. Sophronio Portella ao mesmo Sr. des-
embargado/, em congratulaco pela humanitaria
le de 15 de Outubn de 1886.
o Do Dr. Cardoso de Castro so Exm. Sr. conse-
lh iro Joo Alfredo, como ura dos chefet maisproe-
mineutes do partido conservador.
Do Dr. Gomes Poreute a S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia como administrador honesto e
jusiiceiro.
A's 11 horas terminada a festa, e achando-so
aiuda Iluminada a cidade com lindas lampeoes e
globos, dirifjiram-se todos para a estaejU), deida 8.
Exc., depois, de er anda um vez victoriado por
seus amigos, regressou com os de sua comitiva para
eita capital, trazando todos os mais vivos e agra-
daveis impreseoes de Jaboato e de seus dignos
habitantes.
lima perrgrlnaro ponitlviataHa
tempos, n'uma data memoravel, adeptos hraaceaes
de Augusto Comte, receberam a visita de perto
de frinta positivistas ingleses, os quaes eram con
dnaidos pelo Sr. Frederico Harrisson, redactor do
Times.
Os positivistas das duas naces devam fazer
ama dessas pc-egrinacoes, como se costumam fa-
zer muitas vezes, ao recinto consagrado para a
morada dos philosophos, que Comte considera
como seus precursores.
Estas peregriuaco s sao gerajmeute feitas na
poca das fustas instituidas pelo fundador di p>si-
tiismo, que quiz que se celebr.sse em 1 do Ja-
neiro a festa da huinanidado, e no dia 31 de De-
axinbnra commemoraco dos mortos.
C^ioa-'das 10 1/2 da manh, o 8r. F. Hirriawn
c seus amigos se dirigirm para a ra de Monsieur
le Prinee, n. 10, pira a casa qae Augusto Comte
Inbiaava.
E' aHi que os dsciputoe do nwttre estabeleaB-
rain u sede da sociedade poarrivista, all que se
procede a presen! a<; do dos neophitos, sacramento
que corresponde ao oaptismo catholico e se confj-
rem ou-.ros sacramentos positivistas, a ilestinnrn,
casamento, etc.
O Sr. Pierre Laffite, rodeado do seus amigos,
esperava os positivistas ingleses na sala que foi
outr'ora o gabinete do trabalho de Augusto
Um'i.
O positivismo, disse elle, naseeu em Franca,
mas deve omito i Inglaterra, onde a sua doutrina
se espalhou rpidamente. Ni estamos ligados
por essa commun;caco sentifiea e nao ha nada
que nos pos?a separar.
O Sr. Harrisson disse algumis palavras ; e, de-
pois, dirigindo se em inglez aos seus compatrio-
tas, pronunciou um discurso, no qual enumerou as
recordacies que se ligam sala onde est o busto
do mesfre, ao lado do retrato de Carolina Vaux.
Depois de r-r examinado minuciosamente o an-
tigO quarto d Angosto Comte, dirigiram-se es
p'8itivistas, ecq numero de c-rca de duzentus, para
a igreja de S Panto, porque Augusto Comte ve-
neniva 8 Pau'o de uma maneira inteiramente
pirtieulhr I He eonsiderava o como principal
fundador do christianismo. Deu-lhe at um lugar
no kilendario positivista, ao lado de Vloyss, _A-
ristoteles, Bichat, Shakesp-are, Newton, etc.
Dlrigtram-aa em seguida ra Pay-'nne n. 6,
cosa em que habiten mad.iine Vaux, a fiel amiga s
admirali ra d > fundador do positivismo.
A peregrin ie"i I termin u no cemiterio do F'ere-
Locbaise, onde os positivistas se detiveram por
alguns instantes, diante dos tmulos ri.j Comte e
de C ir dina Vaux, ede inultos hom>'ns Ilustres, a
que o fundador do positivismo chainava tijfios da
buniandade.
De volia o Sr. Fierro Litute e su-i amigjs
niostraram aos seus correligionarios ingleses o
enligo sitin da B.istdha.
A' noite bouve banquete, a qual assstram os
positivistas ,0 Sr. Harrisson agradeceu noa positivistas
franceses o boas acolhimento que haviam futo ars
in :l-zee.
O banquete termiu.'.u muito tard b-bendo-ee
pelo tnum.ibo do positivismo e p la unio Ja
Franca e-da Inglaterra.
Os positivistas ingiez'B retiraram se i-ucanta-
dos da sua pcreriaaa|..
Em Lindies, in Sewton Hall |uo aM se re-
unein.
Vluit s ded.s, taes como os Hra. Chauberlain e
I hu Morley, oasupam lagares ;r eminentes.
Cara prflmrusn.\iiss Foit srtie, s actnz
inglesa que nbri. u lord Ciims a lo i pistar 50
cmtos de lis* como iudeinoisacao por nao t-r
^o a sua promessa de casamen'o, embarcou
h i di-s paru a Am-rica, eo traer da pos Si :s ulu-
les.
lli.-s Partesana, antes da soa pirtida, segaron
o eu guarda-r una na importancia de 10 cun'os
Conforme o c istuins t.-cu 11 n >s Estados-Un
d >s, se a miss casar autes de ter expirado o prazj
de c n'r.it '. pagar ao seu director um i IBaVsa-
aisaco de 50 cent, f, ex u-tamente a me un soin-
oi i ni-r ella reeebeu por nao f c.isar.
1,1'ile. ES c oar-ne-ho :
Hoto .
IV ,o aattif': Pnilo. s 11 horaii, na ra d-is Nym-
pli.s n. 6, o movis, lene B, vi Iros. etc.
Pelo ageie Gueio, as 11 horas, ru i de
Mor pez de Oim 1 n. l'l, de movis, miu tesas,
ele
Amanh :
Pelo agente lirito, l11 8 1,- h iris, na estrada
-iHiet.-. n. 2 I, da taveru ah sita.
Velo agente Modesto Baptista, s 10 e 1/2 horas,
* ra do AI.ir,|Ui-z le Oiinda n. M, das me.ca.do
ria-. ut.-iisl i i armo,!.' de cstabulccimento ahi
sdo.
Sabbado:
Pelo agente Martin, s 11 horas, na ra da
Imperatria n 02, da armar e utensilios da loja
de faze.ndas ahi sita.
MtaMiaa fnebres.S rao celebradas :
Hoje :
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonio, por
sima do ronseibeirj Jos Felippe de Souza Leao;
s 6 horas, no Carao, por a'raa de D. Lniza Ma-
na rie Jsus Xavier ; s 9 horas na matriz do Ca-
bo e s 7 horas na da Victoria por alma do'con-
Souza Leo.
botera do asiA 4* parte da lotera
n. 866, do novo plano, do premio de 100:000<000,
ser extr.hida no da.. de Outnbro.
Os bilhetes acham-se 4 venda na Casa da For
tana ra Primeiro de Marco.
Tambem acbam se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Maiailouro PublicoForam abatidas nc
Matadouro da Cabanga 80 rezos para o consumo
do dia 28de Outubro.
Sendo: 64 rezes pertenceutsa Oliveira Castro
A C, e 16 a diversos.
Das 64 rezes pertencentes aos Srs. Oliveira Cas-
tro & C 1 foi para acaldeira.
Mercado Municipal de alon 0
movimento deste Mercado uo dia 26 do corrente
foi o segunte :
Entraram :
301/2 bois pesando 4,296 kilos.
532 kifos de pce a 20 ris 10f640
120 cargas de farioha a 200 ris 240u0
36 ditas defruetas diversas a 300 rs. 10*800
6 taboleros a 200 ris 1*200
16 Sumos a 200 ris 3*2>X)
Foram occuoados :
25 columnas a 600 rie 15*0!.0
23 compartimentos de farinlia a
500 ris. 11*500
23 ditos do comida a 500 res 11 *500
671/2 ditos de legumes a 400 ris 27* 16 ditos do saino a 700 ris 11*2'0
11 ditos de treseuras a 600 ris 6*600
10 talhos a 2* 20*00(1
3 dito a 1* 3*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a lfj ris 54*000
2 talhos a 500 ris 1*00(1
Deve ter sido arrecadida neste dia
a quanta de
Reiidiincntodos das 1 a 25 de Outu
bro
210*640
5:155*260
5:365*900
selbeiro Jos Felippe d
Sabbado :
A's 8 horas, na matriz da Boa Vista, por alma
i! p Dr. Aristarepbp Cvale inte de Albuquerque; s
S hor.is, na groja da Madre de Deus, por alma de
D. Amalia. Le jpoldina das Neves Cardos.
PANNagiroN. Chsgadcs dos portos do sul
no vapor nacional Marinlto Visconde :
D. Adelia Vallada e 1 filho, Alvino da Silva
i'.ix.eo, Joo .los da Silva, Antonio Carlos da
Silva Seixas, F. Inopes Sqneirs. B-rnardino C. de
Carvudho, Joo Rufino da Cunha, padre Joaquim
Fa ury, coroue; Cavaicante, Julia ti., 2 filhos e 1
ariada, Siiveia Jauujria, Carmo Jos da Costa,
Joo Hermenegildo, teneute Joaquim Flix Be-
zerr-s capitn Capitalino Cesar e sua familia, 20
pracas, 7 mulheres, 1 menino e 3 presos.
Operace* cirarficaNForam pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 27 do corrente, as
se .tilintes :
Pelo Dr. Malaquias:
Urethrotomia interua pelo processo de Maison
neuve reclamada por estreitamento da urethra
complicada de fstulas.
Extracc de bala de rewolver da regio gltea
eequerda.
Extracco de corpo eatranho (pedaco do vidro)
da planta do p.
Pelo Dr. Puntual :
i;tirpaco pelo th'rmo cauterio de epitelioma
da rega parietal.
Pelo Dr. Fernandes Barros:
Posthotomia a bistur, redamada por paraphi-
mosis.
Cana de DetencaoMovimento dos pre-
sos do dia 26 de Outubro :
Existima presos 283, entraren 18. sahram 4,
existen 267.
A saber :
Nacionaes, 284,muiheres 4, estrangeiroa 7, es-
era vos sentenciados 4, procos iado 1, ditos de cor-
rec^ao 7.Total 297. I /np-vof-HAri* K
Arralados 259, sendo : bons 249, doentes 10- ) vDEMOl-KAC1A N
Total 259.
Movimento da enfermarla :
Teve baixa:
Domingos R imo.
Teve alta :
Jesu Jos de Sant'Anna.
L>terla da prowlnclaHoje, 5 feira,28
do corrente, ao meio dia, se extrahir a 7.* parte
da 1.a lotera em beneficio da Santa Casa da
Misericordia do Recife, pelo nov plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceico dos Militares ser teita a extraeco
pelo systema da machina Ficht.
ijoterlaA 7* parte da 1* lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casi de Misericordia
do Recife, pelo novo plano, cujo premio grande
100:000*000, ser extrabida hoje 28 do corren-
te, princir ando a extraeco ao ineio dia.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco nume-
ro 23.
Tambem acham-se veuda na Casa Felis,
praca da Independencia ns 37 e 39.
EiOterta Katraordiarla do Vplrau
ia O 4." e ultimo sorteio das 4. e 5." series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrabida no dia 30 de Outu-
bro.
Acham-se expostos venda os restos dos ti-
tea na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
a. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
ajotarla da car teA 4* parte da 20O lo-
terii da corte, cujo premio grande du 100:000*
ser extrabida boje .8 de Outubro.
Os bilhetes achum-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Maryo n. 33.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 89.
Foi arrecadad o liquido at hoje
('rejos do dia :
Carne verde d'. 320 a 560 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 80") ris dem.
S un i- de 560 a 640 reos idein.
armh de 240 a 320 rea a cuia
Ha 280 331 ret dem.
PeijaO le 560 a 610 dem.
Ceailterlo publico.Obituario do dia 26
de Outubro :
Man al, P.-rnambueo, 21 hiras, R;cife; es-
pasmo.
Miria L-(celia da ''onceao- gaera-afl ana-
ciooalidade, ida-le e stado, Gr.ji; lesa. car-
diac .
Mara, l'ernambuco, 11 m s, S. los ; den-
tifia
Rosa Mara da Silva, l'rnunbuco, .37 anuos,
viuva, Bo..-Vista ; tub'iculos pulmonares.
Severino, Peroambuco, 2 annos, Boa-Vista ;
f bre perniciosa.
N ir isa H.iria do Espiri'o-Sant l'ernambuco.
24 anno-i, sdreira, ; i-Y'i-M: accesw ferniei -
Amalia L-op.ldina das N'ves Cardos., 24 ao-
on, casida, Varzea ; fe >re palustre.
Maris, Pcrnamboco, 7 m i^es, S. Jos; eonvnl-
ij s.
INDICACOES UTF.IS
lie (9 icn
O Dr. Arthur Liiwv*ih:/, iii'-.;.>
listi. rverats begad rsta I
r consultas tad is o .;i 8, dS S s id
nnraa >!a tanh, s in lo gratis nos pobros
t; 1." andar do ;,c dio n. 8, \atgp ds
Santa (Jruz.
Dr. Barreta f/tmpato nmdou sen ooosaW
torio d i '-'." i 1 y '-'Si n. 45, ; na d
B-iro Ja Vivtoru, para o 1." andar, d
i n. T>1, nesom na, eonto Bdnata da
bpu aiirmoeio inserto M secyao campo-
t.nti. R'si! acia ;. ra Sote da Setern-
bro ti. S4.
O Dr. Castro Jests ten o seu cnsul
torio me lito, ra do Bom-Jesus n. "3,
sobrado.
Dr. Lopai Pessoa Medico.Residen
cia a rita de D. Pe oro I n. 9, onde pode
ser procurado at s 9 horas da ian'n.
Consultorio ra do Boro-Jesus n. 37 1.
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia raa do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das i 1 horas da mauha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
c3es dos orgiios genito-arinarios do homem
e da mulher.
4lvoi;alo
O Dr. Henriqne Millet tem o seu es-
jriptorio de advog.ieia ra do Imperador
n. 22, 1."
andar.
l rosar I a
Francisco Manoei da SUui & C o
iitaiios de todas as espcialidaues pharinn
ccutif-iis, tintas, drogits, productos chimici
a medicamentos hoinasopaticos, na do Mr-
quez do Oiinda n 23<
errarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de Garapio
Je Francisco dos antos Macedo, caes do
Capibaribe n. 28. N '>s'.e grande estaba e
cimento, o primeiro da provincia n'cste ge-
nero, cotnpra-se fc vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obras
de carapira por machina e por precos cem
O 5m nA*on/i a.
Drogara
Faria Sobrinho & C-, droguistas por at-
acado, ra do Mrquez de Oiinda n. 41.
CnapoM para entrera
Um lindo e variado sorli.nento de cha-
peos e chapelina para senhora, a^aba de
receber Antonio (Jorreia de Vasconcellos,
ra 1. de Marco n. 13.
PIBL1CAC0ES A PEDIDO
iloontouilie da Victoria
43 DE 30 DE JDNHO DE
1880)
Pernambuco est de luto !
J nao existe m o Ilustre Baro da Escada,
distincto chefe do partido conservado da Escada ;
o capito Pedro L'ns, o proprietario Jos Pedro
de Oliveira e outros respeitaveis cidadSos!.....
Gemem no leito da dor o eminente liberal Dr.
Ambrosio Machado, seu cunhado Ilesnnque Lias e
grande numero de cidadSos, todos da muito nobre
cidade da Victoria !
Cahiram uns e outros a sinha brutal dos ledos,
os mandantes desta horror, si carnificina.
Cahiram armas do govemo, ao servig, i da oly-
garebia, manejada pelas oaos poJutas dos man-
datarios dos Srs. Adelina de Luna, Andr Caval-
c inte e das proprias ensauguuntadas do Sr. Nico-
lao da Cunha Lima!
Cahirain I... e o Sr. desembargador Jos Pelip-
pe de Sonsa Leo, o principal responsavel daquel-
la feroz hecatombe, est guardado pela forca pu-
blica I...
Pernambuco resolve-se na dr que o opprime.
Pernambuco cobre-se de luto I....
A Democracia confunde-se com elle na dr e no
luto.
ANNAES DA A8SEMBLA PROVINCIAL
abo db 1880Searo extraordinaria de 28 de
Junbo
8r. Jos MariaDirei apenas duas palavras,
porque o meu estado inoibido e a comocoque nes-
te momento experimento, nao me permittem oceu-
par por muito tempo a tribuna, espendendo as
ideas, que alias turbilham-me no cerebro.
V. Exc, Sr. presidente, o a casa, todoo sabem,
que os asaassinos baten s portas da cidade!
(Apoiadoej.
A dose leguas de distancia desta cidade feri-
se uma luta renhida e as victimas dessa luta tom-
baram na vala dos mortos, contando-se entre elles
membros proeminentes do partido liberal e do par-
tido conservador, victimas todos das graoadeiras
da soldadesca infrene e do punhal do assassino,
vibrado pelas mitos de um corrilbo de salteadores
ao sold de uma familia que vive qual byena fe-
roz a sevar-se no sangne de seus semelhantes.
(Apoiados).
Urna voz das galerasPara os assassinos a
forca.
O Sr. Jos Maria -Eu oisse ha das nesta casa,
Sr. presidente, que a familia Sousa Leo que a to-
do o transe quer dominar no leo norte,' compos-
ta de icarios, de assassinos e do ladroes. (Apoia-
dos das galeras).
Gitei factos e pediram-me piovas. Esta oceur-
rencia grave, verdadeira hecatombe, carneficina
sem noire, veio comprorar o que eujhavia dito es-
ta tribunu.
Em Santc AntS o Sr. Luiz Felippe, pretenso
chfe do partido liberal, nao teve um voto as ul-
timas eleices. Era neceasario, pois, quo se fizes-
se exercer uma vendicta contra aquella pop lacio.
Ncste intuito as torcas convergirn todas para
aquella localidad.\ Das columnas dos orgos op-
pjsci -nistas pedia-se todos os das providencias e
o mesmo se fazia da tribuna desta asaembla.
Mai, as providencias nsVi foram tomadas, e o re-
sultado qual foi ?
O resultado foi, qu para t.unar-se vinganc i
d'aquelle povo brioso, que nao estava disposto a
solirer o jugo du uma familia de esbirros e de sal-
teadores ; o resultado foi, que os chofes prestrno-
sos de ambos' os partidos, que nao pictuavam com
es=e Currilho infame, tombaram victimas ; (apoia-
dosi e o que mais e, aenhores? Um dos assassi-
nos, acaba de ser preso, ao sabir da casa do Sr.
desembagador presidente da l*laco, o sangui-
nario Jos Felippe de Souza Leo. (Apoiados.)
Crnsta que l mesmo, na casa do presidente da
ReUcio esto acoitados os outns assassinos.
(Manitcstaco ruidosa das galanas)
0 Sr. Jos MariaA despeito do telegramma
do Sr. ministro da. justica, recommendan lo instan-
temente ao Sr. presidente da provincia, quo fi-
ess retirar das proximidades das matrizes, aonde
se tivesae de proceder a eleico, quaiquer forca;
a despeito uisto, no jornal oficial do h.je, vem um
il i j do Sr. vici.'-preaidcnte, ordenand i ao Sr.
)uiz municipal da cidade da Vctor: que inui-
d:.sae postar a tarea as portas da matriz pan
que uma hecatombe, como a de bontem, se desse.
Maldco sobre elie, maldeo sobre todos os al-
tos e i oderoBfia asassinos.
V. Exc. sabe perfeitamenta o faeto como se
deu.
Tomaram de assalto a matriz, para o quo dei-
taramabnlxo as portas, e n'ella se ac.stell.iran.
O povo d'all, que liberal e c aserv id r, que re-
pelle u olygarc^i d-prava la o assassiua, sccnte
e consciente das suas forjas, contando ciai urn
triu nplio esplendido hoje, fea passeatas pilas ras
da cidade ; e quando passava em frento igreja
fui accommettido pela forca infrene dis domolido-
res da 8uaco.
Enti -, como j i disse, tombaram na vala ,dos
mjito-, tombaram para nao mais levantar-ae. h i-
ui ns pr minantas...
O .Sr. -.breu e LimaII .mm ds primeira cr-
dein. ,-
O Sr. J f Maria como es Srs. IJarao da
Escada, AcahroaVo Haeba4o e muitrs outros.
O S:'. Abreu o L'ma O Sr. H'nriqu' tam-
bm ..iir'ii, cegando a noticia que aesba de
i.
O Sr. ,1 i- Mari-ii diversas as vcrmis.
Entenlo, senil res, que devemos f iz r cmp'eta
i : levemg n is unicarneu'e
. patriotismo, >; pernambn-
Canoa Comtl somis, tina urna vinganca com-
pinta.
V es das galerasMuito bem ; queremos v n-
ranea!
o Sr. Lr.pea Masando Completa e leeai.
O Sr. Jos Mar aenliores, sit n; neata casa
nao tomarmos nina medida enrgica, tu, cem a
miniia rispunsabdiJ ida do cidado. iri pira a
praca pnbli a convidar o povo a pumr, um por
nm, todos os assassinos, por mais elevados que
sej.im.
(Milito bem das galeras.)
O Sr. Jos MariU que me peder sucoeder?
Ser tam na imadas victimas. Que importa?!
Nao serei cu o prior iro cen o ultimo, c:no ha
poucos das o disse.
(Ha um aparte.)
0 Sr. Jos ManaPelo contrari', seria um ho-
mem que ae levanta p ira combater de frente 08 la-
dros e assassinos, os reos de polica < os infames.
(Apoiados.)
Nao concluir), Sr. presidente, como o met il-
lustre amigo tr. AnJrade Lima, pedindo que
processemos ao Sr. vice-preaidente.
0 Sr. Lopes Machado S, nao. ,
O Sr. Jos MarieNao, elle s mo culpado;
mais culpado, vinte inilboos de vezesf o piesi-
dente da fielacac, o Sr. desembargador Jos Fe-
lippe de Souza Leo. elle o verdadeiro assas-
sino !
Vou, pois, neste sentido mandur uma emenda,
para que seja tambem considerado como reo, e
como tal sujeito s p:uas da lei, o presidente da
Relaeo de Pernambuco, o chefe dessa olygarcha
miseravel e corrupta, des3a familia, que se elevou
passando aedulas falsas e roubando uas estradas.
(Apoiados e muito bem ; vivas das galeras ao Dr.
Joa Maria.)
aaw loaras palavsas proferidais
na nensio ftsneltre do Club (ilite-
rario Carnaruenne. no dia 13 de
elembro, IrlKeNimo dia co paoi-
namenlo do r. Halaquis de l.a-
gos Ferrelra Cotlai pelo noci ef-
f.Ttivo Manoei Becerra de Vas-
concellos Cavalcnnie
Uma lousa se abri, um
coracao se fechou ; o cora-
cao o thalarao do amor,
a lousa o tmulo do coracao.
R. V.
Meus senbores.Permitti, tambem, que
o mais humilde e obscuro dos preceptores
desta comarca, e quic de toda esta pro-
vincia ; associando se a vos e pranteando
a vossa dor, pronuncie duas toscas pala-
vras perante esta sesso fnebre, qua este
Club Littorario comruemora era attencao
daquelle, quo era vida se chamou Mala-
quias do Ligos Ferr ra Costa !...
Este Club Litterario carpa amargurado
o fallecimento deste Ilustre magistrado,
e mais anda porque foi, por mes do con-
demaavel e muito pugente suicidio !
O Dr. Malaquias suicidou-se I eis a ver-
dade em sua nudez ; mas, meus senhores,
ninguom pode fazer min juizo firan e
exacto sobro a causa, que j 1 ;vou a este
acto condemuavel pela moral, e pela so-
ciedade ....
Elle mesmo no quiz ou nao pd le re-
velar aos seus amigos, nada disse, nada
deixou escripto, e assim conservou-se
mudo e quedo at o seu ultimo suspiro.
S Deus e seu corajo sabia : visto
como o seu coracao de homem quasi
como um sacrario, qne s Deus pode pe-
netrar e determinal-o !
E' lgico e concludento, meus senhores,
que quando alguem com suas proprias
maos procura a morie. este alguem nao
eet no seu senso perfeito, soffro quaiquer
methamorphose mental; e e eu acredito
perfeitamente, que o Dr. Malaquiss teve a
loucura quando commettou. o1'suicidio.
Foi uma fatalidade?
Foi um facto horroroso, estupendo e
tristissimo, que encheu do consternaeo .
todos em geral I
E qu"ai meus senhores, que diante
d'ura "facto horroroso e tristissimo, como
aquelle, nSo soffra ommoc3es de tristeza
e de dor ?
S um idiota ou um mentecapto, ca-
paz de alegrarse perante um quadro tSo
estupendo e fatal como aquelle?--------
Deixemos de lado a causa da. morte, e
tratemos somonte no Ilustre morto, mesmo
-1 ue estava determinado nos designios

I

J
llEGNtL
I


III 'IIIlll'IIIIM IIWi Diario de PemambncoQuinta fefca 28 de Outubro de 1886

da Providencia ser aquella dia o seu ulti-
mo da vida; e ae asara nao fossa, ella,
por corto, nao teria pereoido, ainda mes-
mo que easse todo ora vado de projectis!
Mas, meo sonborcs, o Dr. Malaqaias
nao morreu no todo ; porquanto os grandes
fcomens nao atorrara, e assim perdura a
sua reputacao, seus feitos, e seu norae
ser sempre lerobrado nos corajes dos
amigos.
O que morrer, se 14S0 viver sem-
pre ?
Assirn disse o grande poeta, o eminente
Vctor Hugo, de saudosissima memoria,
luda diste amia o seguiote :
O tmulo a porta, que se fecha
c para o mundo; mais a porta que se
t abre para os mundos mvisiveia.
Disse, tainbem, o illustrado professor
Ac.-ioli de Vasconoelloa, e distiocto poeta
conhecido por Francioo Cismontano, tam-
bera do saudosissima memoria: O que
morrer t=Morrer viver na trra e surgir
na eternidade.
Pois bem, meus senhores, se assim ,
ainda digo, que o Dr. Malaquias nao racr-
rer no tolo, e se morreu para o muido v-
sivel, por certa no morreu para os raun
ios invisiveis; o assim seus feitos perdu-
rarlo, e sua alma ser sempre lembrada
por todos os amigos cora os suffragioB ne-
cesarios.
Agora, meus senhores, direi, era pou*
cas palavras, quem foi o Dr. Malaquias do
Lago Ferreira Costa !
tJsse illustre doutor nasceu no dia 2 de
Novembro do auno de 1857, e por conse-
guinte inda nao tinha 2'J primaveras com-
pletas ; e falleceu no dia 13 de Agosto,
prozimo passado; marcando, hoje, o relo-
gio do ternpo o trigessimo dia de seu cruel
passamento I
Formado em direito pela Academia do
Recife, depois nomeado promotor publico
da villa de Flores, e mais tarde juiz mu-
nicipal da mesiiia comarca, sendo, neste
carcter, removido (a pedido) no anno de
1883, para esta comarca, onde pautou
sempre seus ajtos pela norma do justo e
do honesto ; foi, portanto, ura sectario do
dirito e da ustica !...
Logo, justissimo o motivo quo nos
rene neste momento sob o tecto luterano,
cujo recinto est coberto de crep !...
t. muito justo, tambera, chorar so a
morte de um defensor de nos.a magistra-
tura !
Meus senhcres, o Dr. Malaquias era ca-
rcter respeitavel, sympathico, simpl-'s' e
affavel ; soube conquistar muitissimos ami-
gos, e sua ruort**, portanto, abri um Jva-
cuo na magistratura, nesta sociedade, da
qual ara seu prestimoso e digaissimo pre-
sidente, e, finalmente, nos corsees de to-
dos os parentes e amigos I
Meus senhores, vou concluir, e antes
disto peco vos desculpa destas tos-as e
desaliaba las palavras, sem nexo, destitui-
das de eloquencia, e das figuras oratorias,
que costuma qualquer orador rnalas;
porquanto f.-iltam-rae as habilitares ; en-
tretanto, foi a primeira vez quo snbi a tri-
buna, eso tiz (embora acanhadamente)
por ura dever de amigo, visto como, o de-
ver para todo o cidado (que o sabe
cumprir) urna cadeia de ac, da qual ne-
nhura pode fugir sera urna degradayo.
E assim, pois, concluindo, desfolho, an-
te esta sessao fnebre solemne do Dr.
Malaquias, os goivos da saudade, e implo-
ro ao Todo Poderoso o descanso perpetuo
para sua alma.
Disse.
O professor,
Manoel Bezerra de Vasconcellos Cavalcante.
Caruaru', 13 de Setembro de 1886.
nstruero Publica
Segunda repola do llim. ir. Ur,
*> r'. de Alliuquerqiie Varna
Muito illustrado Sr. Redactar. Como Alexin
drc, o Grande, eu digo aos homeus intelligentea e
de boa vootade que tem acompanbado esta lua,
que reservo para mim & esperanea.
*
Agradece so lllm. Sr. Dr. Ayres de Albuquer-
que Gama ter-ine dado o prazer de ler a $ua fron-
te intelligentc este bellitsimo pensamento com que
encima a sua defeza :
Quand la critique veille
Les sota n'ont pas beaujeu.
i'ois como es ton com os orbes abertos S. S. nao
marca o poato Visando a rei da palma.
*
eus escreve direito por linhas tortas, mas o Sr.
Dr. Ayres Gam como Lucifer, para contrariar n
Deas, que a Verdide e o Bem, escreve lorio por
linhas direitas.
Eu contava com a replica de S. 8.; e quando
entre um grupo de bomtna distractos iras lettras e
competentes para julgarera a sua Critica Littera-
ria, M a minua resposta, um del les, o que deu mais
gargalhadas rxr causa das defioices do campen
dio mestre de S. S. disse, apoiado por vosea auto-
nsadas :
* A ma defeta to completa, poe tas em re-
levo as falsidades do parecer da primeira secc
do Conselho Litterario ; tal a cunfuao em qu
deve ticar o seu relator, assombrado por ter sido
sempre pilkado em flagrante, compromettende a
ba t dos seus collegas de anecio, qu*, esterili
sado, por eerto nao Ibe replica.
Pense perfrftaaWite o contmrio, diase-lse
eu ; elle volta arena da peleja com as mesmas
armas, ja quebradas ; a mesaos agagea eeredica,
e o mesuio porte castetbano; mas entao o seu fim
era aui diftercate : nio trara mais na fronte
aquelles lampe/os de smbedoria, irradiados pelo aea
uinor proprio, quando leu k imprensa para publi-
car qnelle moostreago, que, cerno cavarlo de
Troia, trazi* a Traicio bo veatre ; na vira fin-
gir que defende a primeira seccAu de acoasac,ea
gravismtnas, pmvadaa por a*. aaciedade, coa
a serie de falsidades do eelereftareser.
E assim o foi.
Os tres artigoa de 15, 16 e 17 de Abril, publi-
cados nos a pedidos, a sata te espera que illas
trido Diario reserva para es cceles da palavra, e
onde 0 homein prudente tambem ah vai, mas a
procura da sua bengala de deteta; os tres rti -
goa, repito, apenas esleebiibara desentosdamentf,
como msica de brbeiros, w queja ficou destruido,
de modo cssnagador, como de PeraambiKio
mandou-me dizer im amigo; e, ainda ogtro, em
parase telegrama :
Parabeo. Furaste bala) Aytea Gama.
Mas nota ae, salierdesneate, u'aquaaea artigo* a
cinfoeao-sw ue ficoo S. Si, eam nnkt retposta.
pelag ciaitdimcSe u qe*eae, mm vau pro-
var, ein cada 10 linhas queaa*rere.
Em pregan J" um esforz desesperado para fazer
suppir i eeiedaae em jue apserece cosa peana-
cho de scientjfico, que nao comprometteu os seus
collefjte de aaceao, e nem oa crentot do OmnHho
LilterariOj que nesta qaettao vio o seu cambio
bailar oio diae segirirferoeatc, ic o luatca tata |
t)r que o parecer ass'Bta i.aqaetle aeatmfwto de
dever e de Justina que gu non sempre os seus pas-
aos ; osas, o pe certa, ajo eaaaago aTatieao,
de sciencia e conacieocia, peWeitamente o contra-
rio : maadou o Dever mia flan na aacrevia
o parecer; e orno sabe que a J ustica cega,
equilibrou astim as conchas da sua balauca : col-
lo.-ou em urna, a \olumoaa. Critica Utteraria toda
gotosa, e hmida de arotmts pingos t cliu-va, e na
Planejando a replica miaba respjsta, S S. co-
meoa pelo quede modo alg-im podia e devia fa.
ser : assignar ssinho, como o fes, a dtfeza do pa
reeer da seecao.
O parecer da olleotividade da primeira see-
cao ; S. 8. certo qae o eserevea, mas, desde que
seus coliegas, no indirfrente laissez-aller, a
como dis 8. 8, o assignaram, fasenio suas as ra-
ides dadas pelo relator, que a responsabidade do
parecer cabo a toda primeira seco&o, e 8. S. nem
por forca do direito nem de anthmetica a pri-
meira seocao. Si por abuso de contiaoca eouse-
gue sl-o, aevi 1 ter ferto mais esta exploraco e
trazer a publico a defesa assignada por suas se
nhorras.
A seecio, poie, est indefeza, e sob a pressao da
grande injustiea quo me fez ; indefeza nao s pela
ausencia abso.uta de argumentos valido) e de bot
dialctica, como pela falta de competencia de fa-
aer-sc, ari ogantemente, u Sr. Dr. Ayres de Albu-
querque Gama, de dono da primeira seecao.
Os sjU3 illustres eolle.-a?, melhor avisados, tai-
vez se livrassein ou se livrem de, a respeito do
uieu livro, cabir em outra cilada ; e S. S. sosinho,
que urna parte e nao o todo mas pode chama: a
si o que s pjde ser feito pelo corpo cotlectivo.
_ 8. 8., pois, otfendeu aos seus coliegas, abusando
ainda da sua liberdade de pensar, chamando a
cada um, l a sua pbrase empregada de laissez-
aller, de Hara vai com a* mitras.
Foi o insulto a nica delieadesa que 8. S. pode
dispensar s Ilustradas eorpirac-s que. tm
adoptado o rneu livro, chamando a cada um de
stus uieinbros de Marii vai com as oulras, pois
este e o peasarneuto empregado no seu laissez-
aller. a
8. S. talves um dia se arrependa de haver usa-
do di sta greeseria, quando conber um por um os
Domes duj iliustrados cavalbeiros quem otfendeu
tio desusadamente, narrando o seu cont mytho-
log co para chamal-os de PAPAGAIOS. E' esta
a applicacjo do seu cont ; mas como 8. 8. da
quella lgica de queo rato roe, mas como rato
tem duas syllabaa, S. 8. conclue emphatieamente
que dttas syliabas tambem roem; talvez, por
iasj, queira fugir seringa da applcar;ao ; mas
mesmo purque nai estou aa frica que reppillo
em nome daquellescavalheiros a desasada grosse-
ria.
A imprensa do paiz, porm, que tem recommen-
dado o livriubo com palavras generosas, que 8.
i 8. arregae.nu o brac, o e atirou maior pedrada sre -
tas palavras:
A facilidade com que geralmente se faz uso
da critica encomistica ou laudatoria perfecta-
mente caracterizad por Gustavo Planche, produz
em nesso paiz resultados ainda mais funestos do
que em Franca, onde ha espirito litterario e opi-
nio Ilustrada. E' ella, dizia Macedo Soares, a
causa dos desmandos da multidao, falseando-lhe o
gosto pela conaagrac4o de theorias errneas, rea-
lisadas em pessuuas oDras Que dnra verda
de !... a
Entao Macedo Soares j i conhecia todas as obras
do atoo Sr. r. Ayres Gama ?
E tudo isto 8. 8. disse por coota >'a primeira
seecao, verdad* que sanente com a sua asigna-
tura e 11 is a pedidos. Como tem desodo o seu ba-
lo!
E quem sabe se depois dquella cortezia im-
prensa e aos litteratos S. 8. nilo preten Jeu publi-
car a sua deftza na 8' pagina da redaccao do Dia-
rio ? Talvez achasse at que era moito lgico.
No emtanto, em respeito ao principio da igual-
dade a da Ilustrada red-cea", son o primeiro a
pedir ao rneu muito estimado Sr. redactor, 4 quem
devo muita gratidn, mande esta peroba para a
sala de espera do Diario, onde se acha o meu il-
lustre piqui. De.proposito teobo-o deixado ah
de castigo...
Como oj espiritos esto mais prevenidos com S.
8- porque j viram pelo seu compendio mestre que
8. 8. nao competente na materia, como at ago-
ra por aquelle laissez-alle te suppunh, nao
e muito fac fazer acreditar de prjmpto que a sua
defeza ao parecer passa como o Dhristo dar vida
ao pobre Lissro. Eu, pois, nio son tao ingeuuo
que tome a serio essa cacateaeo, (permita-me e
leitor a phrase), que's de novo apparece e pode
tancar duvida no espirito daquelles que nao esto
como cu escrevendo estas linhas diante do parecer
de 17, publicado no Diario de fernambuco de 30
de agosto do anno pasfado, e comparando-o com a
defeza de 15, 16 e i 7 de Maio ultimo, onde noto
os recursos e as novas investidas com que preten-
de o Sr. Dr. Ayres Gama tudo baralhar ; pois 8.
8. j se contenta em Velar com folbas de parreira
aquella nudez em qua deixei, ao calore brilho do
ao! da imprensa, a sua querida critica luterana;
8. j se satisfaz em lancar o pode ser que
sim, pode ser que nao no espirito infantil e des-
pr venido daquelles para quem fot feito o reino do
ci.
Si, pojs, j prove toda luz que o tal parecer
das luminarias ausenta em baset falsas, e esse o
parecer oficial, que j fo: aniquilado pjr mm, s
me cumpre arar agora as excrescencias da
suppasta defeza preparada para os que sao como
aquelles peixinhos que sabiam das aguas e ficavam
tintinando nos fluidos, a ouvir a palavra mi-
lagrosa de Sinto Antonio de Pada.
Ha na defesa de 8. 8. um tom geral de luz
frouxa c apHgadica que Ilumina enchando de
sombras a critica Utteraria dos tres das de Abril.
8. 8. inurou at, senhores da instrncc&o publica,
o proprio parecer oficial da seecao, ora fazend -me
concessoey, ora eDgolindo proposicoes arroiiaote-
rcente afumada* all ; e ora adduzindo una taes
desconchavos eompromettedores dasua inculcada
capacidade intellectual, senao da geometra do
seu raciocin-o.
E 8. 8. podia assim alterar a peca fKcial, o
padro per onde se afferio um por um doB votos
dos ineinbrns do Conselho Litterario ? !
Tire se dcs'ses tres rticos puxados sustancia
que S. 8, colbe em seara albeia, que o que fica
redui-ee na parecer apaixnnadoe improcedente a
de 17 de Agosto ; a empoladas contradieces,
symptoma de desmantello na mobilia do pensa-
mento, sempre por acatW : e a um tremor de es-
pirito irrequieto por nao saber onde para a sus
barqun ha de sal vacio.
Para que, diabo, dix 8. S-, a passeiar, distra-
hidj, mett-me neste cipoal ; eu que viva na-
qnelle engao d'alma l lo e eego que a fortuna
nao deixa, durar irruto. a... agora furaram o
meu BALAO FEITO DE FUMO esinto-me mar-
cho como qu a... Ora, nao tanto assim. 8- 8.
o Sr. r. Ayres Gama volton carga fiagindo
mais corsgem para ver se interresava em seu fa-
vor a homeos de lettras criterioso qne o deixa-
ram, depois da minha resposta, para tomar posi-
e&o de defesa e meu lado.
Apezar do tom grave, de r-bemol, com que 8. 8.
falla, comee, >u a sua defesa chamando me de tolo
em fraucez, e, mascaramio aa suas bateras de
papello, disse que eu quera impingir a fjrtiori
260 compendios e urna so ves proviacia, e qne,
p r isto, me achava despertado. Para inculcar 6
acert da uroposicio citon am pensamento de La-
cordaire de que : tout ce qne s'est fait de mi-
serable s'est fait an nom di'intert ; e insinuon
anda que em onera vender gato por febot.
Eate Sr Dr. A. Gama tem mesme dedo para
facer bonitas caranacaa qne Ike ficam justinhas
com o que. Emfim, prodnsialo a sua defesa, S. 8.
diese tantas causas e Jousas, contea tantas ane-
doclas salpicadas de pimenta nalsgueta e sal de
cosinba que, longe de eoraiveeer-me, por que a
boa causa nes d trranquillidade da,espirito e ar
alegre, achei muita graca en ver S. 8. o Cardeal
da PhysicM, fazendo, de boo branco e avental,
um sarapatel litterario.
Do qne tenho pena do estomago que receben
em ves de aumento um caustico.
Escripias estas liabas, pasa a entrar mais no
amago da queatao.
Paula Barros.
(Coataia.)
occasio em que eu protestare, em termos con ve-
nientissimos, contra os apoiados e bravos qae lie
diriga ao advogado da defeza, que eu rebaixava
o Tribunal do Jury com a midha presenta n'elle.
Mais tardo e no dia seguinte, repetio a mesma
graca, qualificando-me de homem sem educacSo e
procurando intimi iar-me cem a enxovia.
Tudo provei com testemunhas juradas no pri-
meiro e no segundo processo !
he diante de taes insultos eu me conservaste si-
lencioso e mudo, teria necessidade qV desapparecer
da face da trra e eu son muit contra o sui-
cidio.
t Homem honrado, antes raoitn, que inju-
riado, a
Acredito muito nos sentimentos de justics dos
dignos magistrados, que vo julgsr-me e espero
que ser completa a minha victoria.
Se n s autos encontraren) materia para a minha
coodemnacitn, (e 110 macano com as aggravantes
desenterradas pelo jury processante) por Deus nao
me pouptm ; ma9, no caso negativo, pco-lhcs en-
tao que proclamen) bem alto a minha innocencia,
daodo-me justo reparo dos atropellos de que tenho
sido victima.
Do alto da imprensa faco um sppello a honra de
S. Esc. e concluo com as ultimas palavras, de que
me serv as razdes de recurso, presentadas por
mim no primeiro processo. Feitas as devidas al-
teraces, sirvi ellas para o easo :
Se despeito d tudo quanto venho de dizer,
Vossa Magostada Imperial entender que en, mo-
co ainda, cheio do mais ardente entbusiasmo
pela sagrada causa da justica, do que hei dado
constantes e repetidas provas (Does. hs. 1, 2, 3)
devo comparecer barra do Tribunal do Jury
para responder por Um tacto que tudo pode
ser menos um crime ; paciente e resignado
com a cabeca altiva, sentindo embora lavrar-
> me pela alma o fro glo da descrenca, sen-
> tar-me-hei no banco dos reos e direi aos meus
> julgadores :
Como promotor publico, cahi na luta porque
nao quiz deixar que mito profana e sacrilega to
casse na glorioca bandeira, que havia sido con-
1 fiada minha guarda ; como homem, venho res-
1 ponder. porque j nao licito repellir um insul-
1 to, vulgar a honra ultrajada, a
Iguarass.
Francisco Xaxier laes Barrctto
Conpaiiliiii do Beberik
PrPvhe se aos senheres concessionarios de pen-
nas d'agua, que principiou-se a, fazer a limpeza
das incrnt.icoes do interior de urna das linhas de
eiicanamento, para ligaci'j deste ata novos e
fuuccionamento das novas obras, pelo que em al-
guus dias^ nao aeeuidos, durante a guias horas,
baver diminuico no fornecimento d'agua, mas
nao s flrero detfalque na totalidade d'agua po
que a bomba a vapor trabalhar a noite'nos refe-
rid s das, tantas horas supplementares quantas
forem necessariaa preeneher a differen^M.
Escriptorio da cimpanhia do Beberibe. em 16
de Outubro de 1886.
Ceciliano
MamcJe,
Director gerente.
Ocolista
Dr. ferreira da Silva, consultas
das 9 o meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
C, fleckiiianrt
DOCUMENTO N. 1
lllm. Sr. Dr. juis de direito da comarca de Ta-
quaretinga.0 bacharel Francisco Xavier Paes
Barretto, precisa bem de seas nteresses quo V.
. se digne attestar se o supplicante, durante o
tempo que exerceu o cargo de promotor publico
desta comarca, foi exacto no eumprimento doa de-
veres inherentes ao mesmo cargo.
Pede deferimento.E. R. M.
Comarca de Taquaretinga, 28 de Setembro de
1879.Francisco Xavier Pues Barretto.
Tanto quanto era de esperar de um funciona-
rio ntellijrente e zeloso. Vcrtentes, 28 de Setem-
bro de 1879.Litis Ferreira Madtl Yinheiro.
DOCUMENTO N. 2
lllm. Sr. Dr. juiz de direito da comarca do Bo-
nito.O bacbarei Francijco Xavier Paes Bar-
retto p-ecisa, bem de seu direito, que V. S. se
digne attestar se o supplicante, durante o tempo
que exerceu o cargo de promotor publico d'esta
comarca, loi ou nao exacto no cumprimento de
seus deveres.
Pede deferimento.E. R. M.
Comarca do Bonito, 2 de Mari; 1 de 1880
Francisco Xavier Paes Barretto.
Atiesto pela affirmativa. Villa do Bonito, 2 de
Marco de 188.Miguel Aaehanjo Monteiro de An-
drade.
DOCUMENTO N. 3
Villa de Iguarass, 17 de Marco de 1885.lllm.
Sr.Havendo sido hontem pelas 6 boras da tarde,
notificado pelo Dr. juiz substituto d'esta comarca
de minha remocao para a de Penedo, em Alagas,
isto mesmo commuuico V. S.
E, t'-ndo sido V. 8 meu companheiro durante
vinte dous mezas e meio nos mltiplos trabslbos
crimes n'esta comarca, nos quaes mostrou Sempre
muita ntelligencia e sel) no cumprimentc de seus
deveres, aproveito a occasio para agradecer-ihe,
em nome da sociedade e de meus ex-comarcoes,
taes servicos, que os considero relevantes, offiereco
a V. 8. na comarca de Penedo, para onde terei de
seguir, meus servicos, quer elles digam respeito ao
servico publico, quer ao particular de V. 8.
Deus guardea V. S.lllm. Sr. Dr. Francisco Xa-
vier Paes Barretto, muito digno promotor publico
da comarca de Iguarass.O juiz de direito, Fran-
cisco Justiniano Cezir Jacobina.
Mo ta melhor remedio para rm
molestia* do pello, qne o Pelto-
ral de Cambara de S. atoare*, de
Pelotas. (4).
Tratando de um caso de fysica pulmo-
nar, diz era urna carta o Sr. Delfim F. de
Vasconcellos, acreditado fazendeiro em D.
Pedrito, (Rio Grande do Sul).
a Desanimado, o sera saber mais o quo
fazer, fui instado por um amigo a dar
minha doente o elogiado Peitoral de Cam-
bare confesso que nunca vi remedio
tao maravilhoso, pois loi o que salvou mi-
nha tilha de urna morte certa, o
- O Sr. J Soares Gomes, respeitavel
cnsul do Portugal em Paranagu, refe-
riado-se a urna bronchite de rao carcter,
diz tambem era carta :
a Minha mniber aeha-se perfeitaroente
restabelecida de sua grave enfermidade
com o uso de quatro vidros de Peitoral de
Cambar tendo antes experimentado, sem-
pre intilmente, talvez uiocoenta remedios
diversos. .
0 Sr. Delfira Jos Rodrigues, fazendei-
ro em Santa Victoria, fcttesta o seguinte :
f Eu abaixo assignado atiesto, a bem da
huraenidade, que urna filha minha, que
8offria por tnis de quatro annos de athraa
e outras molestias do peito foi radicalmente
curada pelo maravilhoso Petoral de Cam-
bar do S Alvares de S. Soares, de
Pelotas, b
Usinas de cobre, iatEo e bronze ee d
Golitaer Ufer n. 9 Berlim S. O.
Ksprr: ti datle:
fonstraefao de machi-
nas e appareihos
para fab icas de assucar, destillacoes e ra-
li uacSes com todos os apereyoamentos
modernos.
INSTALLA9AG DE:
Engenhos de assucar completos
Estabelecimonto filial na Havana sob ?
mesma firma de C. Heckmann
G. e San Ignacio n. 17.
(Mieos representantes
Haupt GelWder
EIO DE JANEIRO
Para infotma^Ses duijamse ai
Pohlman &
M Jo Coiirsio 1 IB
Falsifica Os abaixo assignados, fabricantes do Ole*
byglentcoe a rooaalico para Inmpa
sssa*, previnem aos consumidores d'este oleo
que alguna m< rcieiros pouco escrupulosos, laucan-
do mo de garrafas j servidas, cem os rtulos da
fabrica, enchem-n'as de ama moxinifada, mal pre-
parada, de azete de Garrapato, que vio impingin-
do ao publico como o verdadeiro Oteo feygie
nico aromtico, nao se importando com sa-
crificar a saude d'aqbelles que costumam usar
lamparn* nos qnartos de dormida, e sement
tendo em mira o mesquinho e srdido interesse.
Protestando contra tal talsificacao, vio os abai-
xo assignados proceder criminalmente contra os '
falsificadores, cujos nomes pnblicaro em breve, e 1
declaram que o verdadeiro Oleo hTzienlrn
e aromtico acondiccionado em garrafas
aue, alm do rotulo onde se v ao ladoMARCA
REGISTRADA,trazem sobre a rolha nma eti-
queta em forma circular, com a inscripta)__Fa-
brica de oleo veceiaes, Pernamba
co, MnrliiiN te Vaaton, em letras amarellas
de alto relevo, sobre campo preto.
Cautella, poi9, com os falsificadores .'
Recife, 1 de Outubro de 1866.
Martina 4 Bastos Succetsores.
Ao publico
Os abaixo assignados, tendo a-egistrado e depo-
sitado ae auaa Haaeaa mduntriaee euas preparacoes na junta commereiai :do Rio de
Janeiro de cinfr rm'dade seripv'ies das
leis do imperio do Brasil, d e-:.r.m e participan
ao Bienamados, que coir.o nicos j)rr)rietarioe,
f. ni dinito exclusivo de osar as marese indus-
triaos e rtulos relacionados com manufactura
fabricado e -venda das s puiu prepara\ds ;
Agua de Florida da fJ urray e Laman.
Tnico Oriental.
Peitoral de Anacahuta.
Paetilhas Vermrfogae de Kemp.
Oleo de figado de baoalhio de Lanm-in & Kem'
Emulso de oleo de figado de bacalho com hj
pophoBphites, de Lanmam & Kemp.
Salsaparrilha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, e
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e que, portanto, perseguirlo a todos os falsificado-
res ou imitadores das ditas marcas industriaos e
rtulos, procurando que sejam castigados com toda
a severidade da le.
Tambem acautelamos e publico contra todos
aquelles que intentan) substituir as nossas prepa
races cima mencionadas com artigoa falsificador
que levam rtulos ou marcas industriaes que imi-
tain as nossas.
Lamnan & Kemp.
N. o. Mais se tendes iilhos debis que
por taita do appitite estao do;ntes, dae-
Ihes .1 rJmuls3o de Scott
L maravilhoso come em pouco tempo,
ao t'juiarera-na, n-atabelecem-se e como
recuperara a energia e a sade.
Dr. Ceranera Leite
MKIHCO
Tem 'i aeu canipaonu a ra Duque de Ca-
xia8 n. H, das 12 as 'l horas da tarde, e destt
hora um Oante em sua residencia ra da Man-
ta Cruz a. I11 Kpcfiaidades, molestias de ae-
nhnras e eriuvas, telepbone n. 326.
EDITiES
Aviso
5a secvio.Secretaria da presidencia de Per-
nambuc, em 6 de Ontubro de 1886.
Por esta secretaria se taz publico, para conhe-
cicnento de quem interes6r possa, que pela secre-
taria da presidencia da i'araliyba sao ehamades
concurrentes a contcactar diversos servicos, de
ccntormidadc ton os editaes abaixo transcrip-
tos.
0 secretario,
Fedro Francisco Correia de Oliveira,
O acreditado fazendeiro, residente]
era Ilaqui, Sr. Belizario Pereira de Aiba-jC;
O Dr. E. Owglan Bonaet Medico ps\.
Faculdade de Medicina de Paria.
Condecorado com a medalba dos hospitaes.
Socio correspondente: das Academias de Med
de, em csrta dirigida ao Sr. Antonio Das cina do Riode Janeiro e de Barcelona; da So
,Je p_ Valle diz I cied*de de Medicina pratica de Paria e da Socie-
a^ v o' dade Francesa de Hygiene, ex-di rector do Museu
1 j d sabagete ata ci-I Anatomo-Patologico da Faculdade de Medicina
dade do Peitoral de Cambar, dirijo lbe a do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
presente, afiu de attestar que, soffrendo D'ico que durante a sua estada em Pernambucr
minha raulher ha rauitos annos de astbra,, ^^g! *m *******
s agora, e cora o uso do referido medica- Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tarde
Ao publico
O promotor pnblieo de Ignaras-
aa Egregio Tribu a al la He
laeo.
Aebando se o meu procemo em maoi do segundo
a ultimo juiz adjunto, o Eam. 8r. eaeraaargador
Pires Ferreira, V crer qOe esteja em paHasai-
dades de ar juhrado.
Suflvro, desde Feaereiro o aorreateasiBoa eaais
terrrvel persegoicie de ana tmimjfit qae tenho
a "esta comarca, of qaaea lesa sida raareaentadi s
palo juiz que funooonou no primeiro processo, que
ei annullado, e no aguado, qua vai ser Vctdtdo,
em gr> de appeiiaeSo.
Pebre e mu fu pobre, tenho paseado, altimaa*M-
t*, grandes privscces, sem coaUae raaldizer-me,
porque, aervindo-me de phrase albeia, todo perdeu-
e. meno* a haora.
Fui oSendido no dnpto carcter de hemem e de
fanceionano publico.
O Dr. Aateaio Jos ae Amorim, abusanao, jera
receio de puaicao, i ate cargo e suppondo-se in-
,,utra, o *.isalario eoni*lalHopM|ai)1TO|OTel M ^^^ ^ ^dente do Tribunal do
em can* uta*^aaiatta : eOre. \ JarJ^ ^ ^.^ rvsaateuianatHaaao auditorio e na
Nio meu intuito responder ao arancel, assig-
nado por Flore tino Bezerra Leite e publicado na
Piovincia de 17 do correte, porque nao devo en-
treter polmicas com tal senbor, mas apenas, em
satisfazlo ao publico, contestar por nega^ao tudo
quanto vem inserto em semelhsnte verrina, qoe
s merece o despreso des homeus serios.
Nio careco de conselbos do Sr. Florentino,
desde que nio os solicitei, nem devo olicital-os
por amor minha dignidade; guarde-os, portanto,
8. Mme. para os seus apaniguados.
Tenho esnsciencia de haver sempre procedido,
como autoridadc policial, com toda a moderacio e
energia, e n'esta qualidade s devo coutas de
meus actos aos meus superiores.
Quanto ao titulo de analphabeto com que me
mimo.-a S. Mine, nio me julgo por isso ctiendido.
urna vez que cada um s d o que tem; alm de
que ninguem, em boa f, poder acreditar ser eu
analphabeto, sendo eleitor e exercendo cargo de
subdelegado do 2 districto dcste povoado.
Pertenco a urna familia muito conhecida, e com
toda a sobranceria, peculiar a quem sabe zelar a
sua reputacao, don plena permissao ao Sr. Floren-
tino para revolver os csrtorios desta provincia ra-
teara, porque nelles nao podera obter certidio de
piocessos que teoba eu aoffrido pela pratica de
crime de qualquer natureza.
Protesto nao voltar imprecisa, perqu nao ra-
tn acostumado s retaliacoes, nem considero-os
insultos e doestos meios de argumentar e conven-
cer.
Lagoa de Gatos, 23 de Outubro de 1886.
Antonio Francisco da Suva Vieira.
A tyslea circiinrlusa
Nio s se curir rad'calmeufe mediante o uso
do Peitoral de Anacahuta, todos os casos ordina-
rios de tosse cbronk'a, broneaitis, eatarrhoa, as-
thina, etc., mas sim, tambem mesmo quaado a mo-
lestia hja aflectado seriamente os orgios da res-
pirafao. seas progressos podem se atalhar pelo
espai,') de annos inteiros, e a applicacio do reme-
dio proporeionarA um all vio inatantaaeo e indi fi-
nido. Nio ha nnoessidade de abrigar ou ter o me-
nor receio relativamente aos seos offeitos, mesmo
durante os periodos mais ayancados de debildade.
Na sua elaborada composicao nio entra opio,
nem aeido prussico, asm antimonio, nem nenbuma
outra droga nauseabunda, e sim tao gmente
composta a preparada da extraccio dos suecos e
urna arvore balsmica do Mexici, a qual possuo as
propriedades as mais admiraveis e curativas, e as
suas caras sao realmente aravilboaaa.
Cono siaisriA cortlra as f|sifiueoee, observe,
se bem que os nomes de Lanman & Kemp ve -
nhain estampados em lettras transparentes no pa-
pel do livriubo que serve de-envoltorio a cada gar-
rafa,
Aeba-se venda etn todas as boticas e lajas d^
perfemarias
Agentes em Pernambueo, Hanrj Foster 4 C ,
ra do Commercio n. 9.
ment, ficou radicnlruente curada.
Eis o que tambem attesta o Sr. Do-
rain os de Jess Braz, negociante em Ja-
guarao :
t Eu abaixo assignado attesto que, sof-
frendo dous filhos meus de bronchites, fi-
carara completamente curados com o co-
nhecido Peitoral de Cambar, descoberta
e preparacao do Sr. Alvares de S. Soares,
de Pelotas.
Muitissimos outros attestados e declara-
(,3e8 oncontram-se no folheto que acompa-
nha cada frasco.
at aovo aviso : na hospedara de D. Antonio
(Caminho Novo).
Especialidades : molestias das vias
rias coraeao, estomago, ligado, etc.,
nvas, e 8yphlittcas.
respirato
molestia*
Dr. Carlos Bittencourl
Medica operador
Opera;oes de pequea e alta cirurga.
Molestias dos orgitas genito-urinarioa do homem
da mulh er.
Ettreitamentos da urethra, curados radicalmente
pela electrolyse, sem dar, hydroceles sem injeeco,
cura radical, clculos vesicaeg, doencas da ear-
Unicos agentes e depositarios geraes em gantae dos pulmdes pelo tratameoto de athmos-
Pornambuco, Francisco M. da Silva & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 23.
Consultorio medieo-
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 anuos
de escrupulosa observacio, reabre consultorio nes-
ta cidade, roa do Bom Jess (antiga da Cruz
n. 23, I. andar.
Horas de consultas
Do dia : das II as 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
as demais borss da noite ser encontrado no
sitio i travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
fi i esquerda, alm do poreio de Dr. Cosme.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu~
luta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 ra do Bario da
Victoria, para o 1. andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia s 3 horas da tarde. Residencia
rua'Scte de Setembro n. 3 A.
pberas medicamentosas, syphilis, molestias veue-
reai e da pelle, embalsamientos.
Consultas das 12 s 3 boras da tarde.
Ra do Mrquez de Olinda n. 34
Dr. Coelho Leite
Medico, parleiro e operador
Residencia ra Barao da Victoria n. 15,1- andar
Consultorio na Duque de Cazias n. 59.
D consulta das 11 horas da manda ai 2 _i
tarde.
Atiende para es chamados a qualquer bo
telepbone n. 449.
i
%
Febres intermiten le
1
Eu abaixo assignada, certifico que, es-
tando urna rcinha netinha de 9 annos de
idade, cora febres interraitentes durante
4 raezes, e depois de ter usado bom nu-
mero de remedios receitados pelos nossos
di ni eos, s se reatabeleceu completamente
om o Remedio Peruviano que roe vendeu
o Sr. La-roque, phamaceutico em Bor
dos ; por ser verdade passei a presente.
Gujan, 1 de Setembro de 1885.
Viuva Tautin.
Encpntra-se as pharmacias Americana
e Cenceicao.
MEDICO HOMEOPATHA )
r. Ballhazar da Silveir.]
Especialidadesfebres, molestias das
criaocas, dos orgios respiratorio das
senhuras.
Prestase a quaJqaer chamado para
da capital.
Cajurubeba
Cachoeira de Itapemirin, provincia do Espirito-
Santo, em 15 de Julho de 1886.
lllm. Sr. Antonio Pereira da Cunha.Apresso-
me em levar ao coobecimento de Vmc. o resultado
satisfactorio obtido em pessoa de minua familia,
com o emprego do Cajurubeba, de cujo preparado
Vmc. o propagador.
Meu filho Maurilio Coelho, de 18 anuos, mais
on menos, sofFria de nma grande ulcera na per ax
direita, no lugar que o povo geralmente chama
canalla e este soTrimcnto datava de nm anno
para mais; foi tratado por muito tempo com di
versos medicamentos internos e externos, mas
sempre sem resoltado; porque a ulcera continuava
no mesmo estado e ato eausuva-me serio cuidado.
Afina] vendo annunciado o Cajurubeba como po-
deroso depurativo, tomei a deliberacio de eainre-
ral-o para o curativo de meu filbo, comprei um
vidro e comecei a dor-lhe, e fiquei realmente sor-
prehendido vendo que meu filbo, muito em antes
de acabar o vidro esteva com a ulcera completa-
mente curada Est elle, poia, completamente
sao do inoommsdo qae por mais de um anno o
afilila e muito me incommodou, e s posso attri-
buir o restabelecimento delle ao uso do Oajuru
beba.
Elle ainda continua usando do Cajurubeba para
mais consolidar o tratameato.
Apresso-me em faaer-lbe esta communicacio,
que sede tornar ipahliaa, atm de que outros em
casos idnticos poseam colber resultados igaaei.
Com toda a ooosideracio sou de V'ae. atiento
respeitador a abrigado.
(Assignado) Mariano Josi Coelke Filho.
(\ firma est reconnecida).
Por esta secretaria se fiz publico, de ordem
de S. Exc. o Sr. presid" da provincia e para
coiiheeimento de quem inlcrcsear possa, que den
tro do prazo de .) oas, a contar deata data, se
acetam propustas para, na forma da le provin-
cial n. 8^3 de 5 de Outubro de 1886, ser contrac-
tad 1 com quein ut<-lhores vantagens offerecer o es
tabeleciioento n> si a capital de urna fabrica para
extrabir oleo das semeutes de algodao, eom privi-
legio exclusivo, luciendo a mesma fabrica apro-
veitur o oleo de outros productos natnraes da pro-
vincia.
^ A a coadicoes para o contracto e preferencia se-
rio as seguintes :
I
O privilegio durar o numero de annos que se
convenciouar, a contar de dia da inauguradlo dot
trabalhos da fabrica.
II
As obras de injutagein da fabrica sero come-
didas dentro du um auno, a contar da data do
contracto e estaro terminadas dentro do prazo
que se justar, em ambos os casos e sob pena de
cauucidade, salvo forca maior, em que os ditos
prazas podero ser proregados pelo presidente da
provincia, sob i.s eondicoes que se estipularem.
III
_0 con racta-ite resgatar, em beneficio da pro-
vincia, o numero de conhecimeotos da divida pas
siva que se couvencionar.
IV
O privilegio nao poder ser transferido a ou-
tro individuo 011 companhia, sem previo assen-
timento da prAidencia.
V
lies ilvida a preferencia, nao ser assignado o
contracto, sem que o coutractante recolba ao The-
souro os conbecimeutos rescatados, e prove haver
pago os impostes provinciaes.
VI
Serio principies motivos para a preferencia o
menor numero de annos 1 ara a duraco do privi -
legio, e o maior numero de conbecimentos que se
resgatarem.
Secretarla do governo da Parahyba, em 18 de
Outubro de 1686;
O secretario,
Honorio Horacio de Figueirtdo.
A grande assioria da populacio dos paizes civi-
lisados herda dos antepassados e germen da escr-
fula, o qual simplesmeote o venene diluido da
syphili", qne depois de passar pelo angus de ge-
racoes nos chega na forma du caagas, soDlestias
dos ros, nrupQoes, tiuhas e outras ujidades. Ci-
to ka em que o mo ssngoe resultante de nos-
sos proprioa neceado e excessos. Em outros a m
alimentaco, oeeopaioes iaaalcrbres, a falta de lirn
pesa, a respiracjto de ar impuro ou de emaoacoea
nocivas sao os factores aativos do esultado. O
Xaroae de Vida de Bealer IV. *.
gjaude punficador do sangue. cura positiva de
toda a elasse de molestias do aasga da peMe,
desde brotoeja at escrfula.
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio ra do Besa Jess n. 30.
Consaltas de meio dia i 3 botas.
Residencia roa da Aurora n. 127.
Telepbone n. 450
a VISO
Todos -s chamadas deven) ser diriga
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra do
1 Bario da Victoria n. 43, onde sa indicar
1 j sua residencia.
ra I
do j
Dr Paula Lepes
De volta de sua viagetn Europa, rea-
\ bri-i seu consultorio raa do Marques de
I Olinda n. 1.
\, Especialades : Molestias de creances e'
I ] nervosas.
Tracamentos pela electrecidade (Electro-1
' vtherapia). '.
Consultas: De 1 hora aa 4 da tarde, j
Residencia : Ra da Soledadc n. 50.,
Trlephoars na. tft e I7S
Licor deparalivo vegetal M^
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Medico Quinte lia
Este notabilissimo depurante que vem preced
do de tio grande fama infallivl na cura de todat
as doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumatica
e de pelle, come tumores, ulceras, dores rheumati
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das e chronicas, caeras syehihticos, iaflaaima
ooes vieoeraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes
tinos, etc., em tedas as molestias de pelle, simple?
ou diathercos, assim como na alopecia ou qnuda
do caheilo, e as doencas determinadas per sata
racin mercurial. Dio-se gratis fometoe onde se
encentram numeroaas experiencias feitas com est*
especifico nos hospitaes pblicos e muitoa attesta-
dos ae mdicos e documentos particulares. Pas-se
descont para revender.
Deposito em casa de Paria Sobriaho & C.
Ra do Margues de Olinda n. 41.
**' >" ** mWm v "saj. "N,sja^ ^, ^^
Leonor Porto
Hna do lataerader a. 4
Primeiro andar
Contina a execntar os mais difSceis
figuriaos reeebidos de Laadres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicoae costura, em bre-
vidade, modicidade em precos nao
goste.
Por esta secretaria se fas publico de rden:
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia e para
conhceimi-nto de quem interessar possaque, Bs*f*J
do praso de 60 dias, a contar desta data, se acei-
Um propostas para, na forma da le provincial n.
827 de 6 de Outubro de 1886. ser contratado com
quem meihores "antagens ofierecer o abastec-
ment d'agua a esta capital e o estabelecimento
de nma luha de transwys, podendo aa propostas
referir-ae aoa do ib servicos englobadamente ou a
qualquer delles isoladamente.
As eondicoes para o contra :to e preferencia se-
rio hs segnintes :
I
O praso para a daracao do privilegio ser de 5fi
anno para o abastecimento d'agua e de 25 para a
hcha de tramways.
II
Os contractantes prestarlo fianza idnea para
a 1 xecugao de seus contractos, conforme se con-
vencional
III
Sei motivo para preferencia o maior numero
de conbecimentos da divida paariva que o con
traelantc se propuzer resgatar em beneficio da
provincia, antes da assignatura do contracto.
IV
As obras, em ambas as conerscoes, serio ce-
mecadas dentro de nm anno a contar da data
do contracto, e estario terminadas dentro de
praso que s ajusfar em ambos os caaos sob
pena de aducidade, calvo forca maior,em que
os ditos prasos podero ser prorogadus pelo presi-
dente da provincia, sob as eondicoes que se esti-
pularem.
V
A concessio nao poder ser
tretn individu> 00 companhia,
tmenlo da presidencia.
Secretaria do Ooverno da Provincia da Para
ny ja, em 18 Je Outubro de 1886.
O secretarlo,
Honorio Horacio de Figueiredo.
Pi r esta tecretaria se faz publico, de ordea
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, para
conbeermento de quem iuti ressar possa, que, den-
tro de praso de 60 dias, a contar d'esta data, se
acetate propostas para, na forma da le provincial
n. 823, de 5 de Outubro de 1886, ser contractado
com ,qii' m inolborea vantagens offerecer, o estabe-
leeimeuto, n'esta cspitl, ds urna fabrica de fiace
e t cidos.
As coudivoes para o contracto e preferencia se-
rio as aegmntea :
0 privi'egio durar o numeio de annos que se
coovtwaeiuaar, a coatar do da da inauguracio dos
trabalhos da fabrica.
II
A* chas de inootagvu) da fabrica serio came-
ladas dentro do prazo de um anno, a cantar da
data du contracto, e estario terminadas dentro
do praso que se ajusfar, em asobee os casis seb
p na de caducidade. salvo turca matar, aso aue os
ditos praios poderio ser prunrgados palo-presi-
dent>> da proviucia, cofa as candivoos qae e esti-
pula rem.
III
O coutraefauts rosgatar, am beneficio ata pro-
vincia, o numera de coubecimentos da divida pas-
siva quo ae conveneioaer
IV
0 privilegio nio rxMau ser traasreride a on-
trem, individuo on c. mpauhia, sem previo aeaen-
timeuto da presidencia.
V
Resolvis a pr ferenam, nao sr assigaado a

i











'


V-
i
mflan


Diario de Per Bambuco(urnta-feira 28 de Outubro de ir

contracto, sem que > contractanto recolna so the-
-jonro o* coobecimentoa resgatados, o prove haver
pago m impostes proviaciaes.
Serio principaes motivos pura a preferencia o
menor numero de annos para a duracao do pnvi -
veglo, e o maior numero de coohecimentoB que
te re tarea.
8ecretaria do TJoverno da Parabyba, em 10 ae
Outnbro de 1886.
O secretario,
Honorio Horacio de Figueiredo
Edtal n. 12
De ordem do Illas. Sr. inspector faco publico que
no da 11 de Novembro prximo vindouro, perante
a juDta deate Tbesouro, ir a pracc, conforme e
oficio do Exm. Sr. presidente, de 7 de Settmbro
ultimo, a obra dos reparos da ponte subre o rio
Pirapaina, no engeaho Junqueira, na importancia
Je 7:00, sob as clausulas abano transcriptas u
de accordo com o orcaroento sobre a m esma obra
apresentado pela repartiere das Obras Publicas e
existente nesta secretaria i dispoticao dos Srs.
concurrentes.
Clausulas especiaes para a arrematacao da obra
da ponto sobre o rio Pirapama no engento Jun
queira:
A obra ser executada de conformidade como
oroamentc approvado pelo presidente da provincia
na importancia de 7:5OQtO00.
Ser a mesma obra coorecada uo praso de 30
iias e concluida no de seis meses, contados da
lata da approvacao do contrato.
III
O contratante ter, nos termos do art. 50 da
Eeg. de 24 de Fevereiro de 174, copia authentica
do respectivo orcamento.
O pagamento ser realisado em tres prestaces
iguaes proporcio do servico execntado.
O praso de responsabilidide ser de seis mez.'s,
contados do dia em que for lavrado o termo do re-
.ebiment provisorio. Durante este praso o con-
tratante fica obrigado a conservar aTeferida obra,
sendo responsavel por quaesquerruinas que appa-
recerem por falta de boa execucao.
VI
Em todo o mais que noestiver especificado as
eondices cima, segoir-se-ha o que prescreve o
reguUmento citado.
Secretaria do Thesoure Provincial de Pernam-
buco, 23 de Outubro do 1886.
O secretario,
Affonso de Albuquerque Wto.
Edtal d. 13
De ordem do Illm. Sr. inspector faco publico
le no dia 11 de Novembro prximo vindouio,
perante a junta deste Tbesouro, ir a praca, con-
torne o officio do presidente, de 22 de Setembro
ando, a execucao dos reparos de mais 3:000 metros
correntes de eropedramente da estrada da Eacada
(ramal da da Victoria) sob as seguintes clausulas :
A reconstruccslo do enpedramento da estrada da
Eacada (ramificacao da da Victoria) e os reparos
geraes da mesma serao feitos de conformidade
com as instruccoes da Repartilo das Obras Pu
blicas, mediante o preco de 45O0 por metro cor-
corrente at o limite de 13:500*000.
II
O empedramento e os reparos geraes do que se
trata serio executados nos lugares em que a juiz>
da Reparticao das Obras Publicas for mais neces-
aario ao melboramento da estrada.
III
O pagamento desse servico ser tffeetuado no
exercicio de 1887 a 1888, ou posteriormente quan-
io permittirem os recursos dos cofres provinciaes.
IV
O praso para a conclusio das obras ser de um
anno e o de respoasabilidade ser de seis mezes
contado este ultimo da data da entrega provisoria
la referida ob'a.
V
Em todo mais que nj Lt cogitado as presen-
tas clausulas se observar o que dispde o Reg. de
24 de Fevereiro de 1874.
Secretaria do Tbesouro Provincial, 23 de Outu-
bro de 1886.
O secretario,
Affonso de Albuquerque Mello.
Edilal o. 52
Por ordsm do Illm. Sr. inspector interino se fax
publico, que em virtude da ordem' expedida pelo
Exm. Sr. Ministro da Fazenda, por lelegramma
de 25 e transmitida esta reparticao por poru-
a da Thesonraria de Emenda de 27, tudo do
corrente ; as leis do orcamonto de receita e des-
pesas para o corrente exercicio e 2 semestre de
1887, principiar ao a vigorar no dia I* de Novem-
bro prximo vindoure.
3* scelo da Alfandega de Pernambuco, 27 de
Ontabro de 1886. -O chefe,
' cero B. de Mello.
Antonio Mari de tal e nio o requerente, eomo
prova o documento junto.
Requerente Francisco da Silveira Lins.A ren-
da do requerente est ao casad* ser julgada pro-
bada.
Requerente Rodrigo da Silva Campos.Na ca-
sa n. 5 A da roa do Espinheiro, freguezia da Ora-
ca, mora Rodolpbo Araujo e nao o requerente, co
mo prova o documento junto.
Requerente Justiniano Francisco Pereira da
Silva. Na casa n. 12 da roa do Bario de I toma
rac, freguezia da Grraca, mora o major Joaquim
Francisco de Moraes a nao o requerente, como
prova o attestado junto.
Requerente Augusto Policronio de Moraes da
Mezquita Pimentel.A renda do requerente est
no caso de ser julgada provada.
Requeren e Innocencio Feliciano Nasareth.
Na casa n. 6 da ra do Baro de Itamarac, fre-
guezia da Oraca, mora Feliciano Jos Marinho
nio o requerente, como prova o attestado junto.
DECLARARES
2 PROMOTOR PUBLICO DR. OLIVEIRA ES-
COREL
Parecer sobre alistamento elettoril
Requerente Ernesto I ereira de Parias.Na ca-
sa n. 2 da ra do Bario de Itamarac, tr<>guesia
la Grraca, mora Paulo de Albuquerque Gama e
nio o requerente, como prova o documento junto.
Requerente Albino Antonio de Mattos Barreto
Na casan. 4 da ra do Bario de Itamarac, fre-
guezia da Graca, mora Jos Pereira do Re e e
uo o requerente, como prova o attestado junto.
Requerente Onisio Pessoa de Mello.Na casa n.
21 da ra da Amisade, freguezia da Graca mora
COMHERCIO
Sofsa eommerclal de Pernam
buco
RECIFE, 27 DE OUTUBRO OE 188o.
As tres horas da tarde
'otaces ojiciats
Cambio sobre Londres, 90 d(v. 22 d. por 1 000,
do banco.
Dito sobre dito, vista, 21 3|4 d. por UO00,
do banco.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Aicoforado.
Consulado Provincial
Relacao dos contribuintes cotnprehenuidoB
nos impostoa decretados nos 15, 16 e
34 do art. 2o da lei n. 1860, com re*-
cao a freguezia do Recife e pertencentes
ao exercicio de 1886 a 1887, pelo lac-
eador Joaquim Tranquilino de Lomos
Duarte.
Ba do Marques de Olinda
N. 1. Dr. Rodolpbo Paula Lopes, me-
dico 24*000
N. 51. Maria Angelita, modista 30*000
Ra de Thom de Souza
N. 2. Antonio Gomes da Silva Jnior,
Uverna 72*000
N. 4. Joaquim Gonoalves Cascao, idem 120*UOO
N. 6. Jos Maria da Costa, idem 54*000
N. 8. Joio Beato Rodrigues, hotel 160*000
N. 10 Chaves & C, loja de cigarros 60*000
N. 1. Pinto & C, casa de pasto 60*000
N. 3. Andr Antonio Chstalo, ta-
verna 72*000
Ra dos Torres
N. 6. Francisco Botelho de Andrade,
escriptorio 60*00H
N. 18. Silva Pinto, oficina de alfaiate 20*0 0
N. 20. Antonio Campos da Silva, idem
de zapato BOsttO
N. 20. Guimaries & Valente, deposito 28*S00
Largo do Corpo Santo
N. 2. Lopes & Braga, taveroa 90,1000
N. 2. Candido Alcoforado, escriptorio 40*000
N. 4. Manoel Francisco Pereira, bar-
beiro 50<00J
N. 6. Guimaries 4 Valente, taverna 120/000
N. 9. Visconde de Itaqui do Norte, es-
criptorio 80*000
N. 15 Beltrao & Costa, armazem de
massame 180*000
N. 17. Baltar Oliveira, deposito 60*000
N. 21. Joio Baptista de Moraes, ofi-
cina de calcado 30*000
Hispo Sardinha
N. 5. Manoel Monteiro Braga < C,
hotel 160*000
Vigario Tenorio
N. 4. Frucuoso Goncalves Ferreira,
Uverna 72*000
N. 6. Manoel Goucalves Ferreira, idem 54*000
N. 8. Antonio Moreira Pinto, loja de
fuuileiro 60*000
N. tO. Alberto Rodrigues Branco, ar-
mazem de gneros 72*000
N. 12. Jos Maximiano Pestaa, leja
ae movis 48*000
N. 14. Paterniane C. da Fonseca Bar-
ros, casa mortuaria 36*000
N. 16. Xavier Simas 4t Irmao, arma-
zem de fumo 90*000
N. 18. Oliveira & C, oficina de mar-
cineiro 48*000
N. 26. Viuva de Araujo Braga & C,
loja de cigarros 60*000
N. 7. Caetano Cyriaco da Costa Mo-
reira, armazem de massame 150*000
N. 13. Joaquim Alves da Silva San-
to, idem 90*000
N. 15. Antonio Lucio de Albuquerque,
taverna 72*0U)
N. 17. Carvalho -& C. armasem de
fumo 108*0JO
N. 19. Joaquinu dos Santos Gaima-
res, oficina dv njarcineiro 30*000
N. 21. Jos Mafia da Costa Lima,
barbeiro 24*000
N. 23. Joaquim,Alves da Silva San-
tos, massame 72*000
N. 26. Antonio da Silva, hotel 100*000
N. 27. Jos Copertino de Moraes, ofi-
cina de marciaeiro 30*000
N. 29. Manoel Joaquim da Silva, ofi-
cina de tuoileiro 30*0'K)
N. 33. Aotoui Gomes da Silva J-
nior, taverna 72*000
Ra de Barreto de Mcnezes
N. 1. Jo-ui Francisco L-ite, armazem
de lomo 90*000
Ra de Mariz e Barros
N. 2. Silva Curado & C, Uverna 72*000
N. 6. Antonio Ferreira Nobrega, dem 72*000
N. 6 A Jbio Luis da Costa, idem 36*000
N. a Silva & C, idem 72*000
N. 12. Aguiar & Irmio, loja de ci-
garros 36*000
N. 14. Sodr da MotU & FilhO, arma-
sem de fumo 120*000
N. 16. Melchiades Theo^ ro, barbeiro 24*000
N. 16 A. Rosa Gomes da CosU, dem 4<*00 N. 1. Santos Si Motta, taverna 108*000
N. 3. Theresa Ca-olina de Medeiros,
barbeiro 24*000
aKlMMMENTOS PBLICOS
M- e Outubro de 1886
vacsaaooBiA' 1 a 26
Usual o,'.' 27
Ootoncano psovisciai. D- 1 a 26
Idem de 27
taom DaavsOB'.>o 1 a 26
dem U 27
79:2764388
3:372*807
82:649*195
27:478*658
8:329.425
35:808*083
14:0C6il09
*
14:006*409
DESPACHOS DE IMPORTACAO
Vapor nacional lp juca, entrado dos portos do
norte, no dia 26 do corrente, e consignado a Com-
panhii Pernambucana, manit stou :
Algodio 315 saccas a Pereira Carneiro & C,
:78 a Rodrigues Lima & C, 200 a Maia & Re-
zende, 280 a Machado & Pereira, 24 a Andrade
Lope- & C, 24 a Antonio Pereira Rsmo, 16 a
Antonio Jos de Moura, 83 a H, Nusch lt C.
Borracha 5 birrieas a Fernandcs & Irinio.
Caf 32 saceos :i G ,m-s de Mattos Irruios.
Cauros salgados seceos 16 a H. Nusch & C.
Gomma de mandioca 19 saceos a Gomes de
Mattos Irmil s, 20 a Eusebio da Cnnha Bllr'u
Irmio, 10 a A. D. Carneiro Viauna, 0 a Pinho
Alves & C.
Mercaderas diversas 10 volumes ordem.
Pelles 1 fardo a H. Nusch C.
Hiato nacinna, Deus te Guie entrado de Ara-
caty, no dia 26 do correte, e consignado a Bar-
thoiomeu L lurenco, manifestou :
Algodio 485 saccas a Maia & Resende.
Chapeos de pnlha 2 fardos a Gomes de Mattos
Irmios.
Hiate nacional Bom Jess, entrado de Maco,
no dia 26 do corrente, e consignado a Manoel Joa-
quim Pessoa, manifestou :
Algodio 319 saccas a Gomes de Males Irmios,
48 a Rodrigues Lima de C, 21 a Mochado & Pe
reir.
Sal 19,200 litros ao consignatario.
Vapor nacional Marinho Visconde, entiado da
Babia e escalas no dia 27 do corrente, e consig
nado a Domingos Alves Matheas, manifestou :
Algodio 430 saccas a Ferreira Rodrigues ce C,
114 ordem, 250 a Mendes Lima & C.
Azeite de peixe 8 cascos ordem.
Couios salgados seceos 100 ordem, 26 ao con-
signatario.
Mantega 10 canas a Silva Guimaries Jt C.
Pelles 35 amarrados ordem, 4 a H. Stolzem-
back (x. C, 2 ao cnsignitario.
flKWMfltlR i>H> KXKm'l A;()
ta 26 de Outubro de 188
Para o exterior
No vapor ingle Steily, carregon :
Para Liverpool, Paul Stublmann 535 sacess com
38,480 kilos .le algodio.
No lugar ingles Merrett, carregaram :
Para New York. F. Cascio & Filbo 1,50) sac-
eos com 112,500 kilos de assucar mascavado.
--Na barca americaua Ella, carregon :
Para New York, M J. da Rocha SJXO saceos
com 150.UU0 kilos de assucar mascavado.
No paUcbopor.uguez Connnercio, carrega-
ram :
Para o Porto, M. Lima & C. 160 saccas com
12,964 kilos de algodio.
rr o Interior
No vapor nnti'Tial l'ar, carregarajn :
Para o Kio Graude do Sul, Burle & C. 89 gacc >s
com 6,675 kilos de assucar branco e 49 ditos com
3,675 ditos de dito maecavudo.
Para o Rio de Janeiro, Mendes 'Jnior & C. 5
rolos de tola ; P Pessoa 1 grade com abacaxis;
F. M. da Silva <* C. 5 caixas com 150 kilos de
ole,> ; F. di* Saboia 1 caixa espanadores.
-'ara a Babia, F. M. da Silva t C. -0 caixas
meJicamenUs.
- No vapor nacional iJarinho Visconde, car-
regon :
cara Babia, M. C. Lopes Vianna 60 saccas
com 4,.)00 kilo8.de al N hiato nacional Aurora de Maco, carre-
gon :
fsra Mossor, J. V. Campello 223 saceos com
fannba de mandioca.
N. 5. Joio Pinto, casa de pasto 48*000
N. 7. Baptista & Santos, taverna 90*000
N. 9. Manoel Fraacisco de Almeida,
casa de pasto 38*400
N. 11. Rodrigues & Faria, armazem
de fumo 90*000
Travessa da Madre de Deus
N. 2. Bellarmino Alves Arouxa, acou-
gue <96*000
Ra do Amorim
N. 8. Jos Paulo Botelho, enebimento
de agurdente 240*000
N. 20 Fi ancisco Mondonga de Vascon-
cellos, Unoeiro 48*000
Ns. 24 e 26 Pereira Pinto & C, idem 48*001)
N. 44. Lima & C, taverna 90*000
N. 1. Jos Soares Lapa, idem 72*000
N. 13. Augusto Paulino de Figueire-
do, Unoeiro 24*000
N. 9. Joaquim da Silva Moreira, ta-
verna 72*000
N. 17. Manoel Pinto de Castro, idem 60*000
N. 21. Maria Baptista de Mello, casa
de pasto 21*000
S. 23. Marianno & C, Unoeiro 36* 00
N. 25. Estanislao Luis, Uverna 36*000
N. 29. Joio Alves Pimentel, idem 57*600
N. 37. Augusto Pinto de Lemos, cor-
retor 24*000
Ra da Moeda
N. 11. Jeronymo Joaquim S. dos Reis,
Unoeiro 48*000
N- 17. Joio Ferreira de Almeida, ta-
verna 54*000
N. 21. Joio do Reg Lima, deposito de
barricas 36*000
N. 15. Manoel Marques Lima de Oli-
veira, idem 40*000
N. 23. Miguel de Lima & C, taverna 36*000
N. 25. Francisco Antonio Pereira, idem 18*0"J0
N. 25. Joio do Reg Lima, deposito
de barricas 28*800
N. 29. Joaquim d'Almeida, Uveros 90*000
N. 31. Companhia de carnes verdet,
acougue 40*000
Ra do Bom Jess
N. 45. Alfredo Guimaries, leiloeiro,
armazem de movis 120*000
1. Seccio do Consulado Provincial, 23 de Ou-
tubro de 1886.Conforme, J. X. C. de Barros
Campello.
Matriz de Santo Antonio
Irmsndada das timis
Pelo presente convido aos irmios da irmandade
das Almas, erecta na matriz de Santo A'itonio
d<-sta cidade, comparecerem no reepectivo con-
sistorio s 6 horas da Urde do dia 28 do corrente,
afim de proceier-se a eleicio da mesa regedora
que ha de dirigir a irmandale no aano compro-
mtssal de 1886 1887.
Consistorio, 25 de Outubro de '886.
O escrivio,
_______________ M. A. Lessa.
IRMANDADE "
DAS
Almas da matriz do Corpo Santo do
Becife
De ordem da mesa regedora, convido aos nossos
carissimos irmos a comparecerem na segund -
teira 1- de Novembro, no respectivo consistorio
da irmandade das Almas, pelas 10 horas da ma-
nhi, afim de r unidos em mesa geral, proceder se
a eleicio dos funecionarios da nova mesa reg:do-
ra que tem de reger a referida irmandade no anno
ompromissal de 1886 1887, na forma dos arta.
30 e 42 do nosso compromisso.
Secretaria da irmandade das Almas, erecU na
matriz do Corpo Santo do Recife, 26 de Outubro
de 1886.
Jos Alves Cavalcante,
Escrivio.
Companhia de trllnoii orbtnoi do
Hecife a Olinrta e Bebcribe
ASSEMBL l GERaL
Na forma dos estatutos e por ord sidente da assembla geral, est convocada a su.i
reuniio para o di. 29 do crrente em seesio or-
dinaria, afim de ser apreciado o relatoro da di-
rectora, o parecer da commissio de contas e o
projecto de reforma dos estatutos para a contec.
ui) do ijual fra nomeada urna commissio na an
terior sessio. A reuniio effectuar se-ha na s' '
da companhia, ra da Aurora, ao meio dia.
Uecife, 21 de Outubro de 1886.
O 8ecrtUrio,
Jos Antonio de Almeida Cunha.
sd<
De ordem do Exm. Sr. conselheirn director in-
terino, faco publico que saboado 30 do correte
ser encerrada a inscripcio de exames prepara-
torios.
Secretaria da Faculdade de Direito do Rrcife,
26 de Outubro de 1886.O sccreUrio,
Jos Honorio B. de Menezet.
Instituto Archeologico geogra
pillea Pernambucano,
Qninta feira 28 do corrente, hora do costume,
haver sessio ordinaria,
Depois do expediente o socio effectivo Dr. Joa-
quim Loureiro, lera na qualidade de relator, o pa
recer da commissio onvida pelo Instituto sobre os
ossos encontrados na presumida sepultura de Joio
Fernandcs Vieira.
S -cretaria do Instituto Archeologico e Geogrft-
phico Pernambncano, 26 de Outubro de 1886.
Baptista Regueira,
1 secretario.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engenbeiro chefe,
fa(o publico que no aia 29 do correte, ao meio
dia, recebe se na secretaria desta repaiticio pro-
postas era cirtas fechadas e competentemente sel-
ladas, para a execucao dos reparos uigentes da
nte sobre o rio Pirapama, no engenho Novo do
ibo, oreados em 700*.
O ornamento e mais coodifSes do contrato, se
acham a dispoaicio dps senhores pretendentes,
para serem examinados.
Secretaria da reparticao das Obras Publicas de
Pernambuco, 20 de Outubro de 1886.
O secretario,
Joo Joaquim de Siqueira Varej&o
S. M. 0. M.
de
Soeledade munirai loatorze
Marco
De ordem do Sr. presidente, communico todos
os senhores socios, qtie esta sociedade mudou sua
sede da travessa do gaz para a travessa do Carmo
n. 18, 1 andar (outr'ora becco do Sarapatel) e
convido aos mismos associados reanirem-se h je
s 6 horas da Urde em assembla geral ordinaria,
i tratar-se de interesses sociaes. Recife, 26 de
Outubro de 1886.
Joio Alves de Carvalho,
1 secreUrio.
Imposto sobre indos-
trias e profissoes
O administrador da Reci bedoria fnz publico,
que at o dia 31 do corrente mes ser cobrado
por esU reparticao, livre de multa, o imposto so-
bre industrias e profissoes, relativo ao 1 semestre
Jo correne exercicio de 1886-87, depois do que
ser cobrado com a multe de 6 0|0.
Receoedoria, 26 de Outubro de 1886.
Alexandre de Souza P. do Carmo.
Thesonraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector e de conformi-
dade com o que foi determinado pela presidencia
em offl :io de 9 de corrente, recebem-se no da 28
do corrente, perante a seseio da junta desU re-
particao, propostas em carta fecha, pira o foroe-
cimento de 150 barras de madeira com os compe-
t- ntes ps de ferro para dormitorio das pracas
destacadas no presidio de Fernando de Noronba
e dos respectivos presos militaras all existentes.
Os pretendentes devem apresenUr suas propns-
tas at as 11 horas da mauhi do dia cima indi-
cado.
Thesonraria de Fazenda de Pernambuco, 25 de
Outubro de 1886.O secretario
Lniz E. Pinheira da Cmara
"EMPREZA DO GU
Pede-se aos Senho
res coDsumraidoi'es que
queiram fazer qualquer rio se encontrara** as
COmiinicacO OU recia- amostras dos produc-
Direito
Art. 8o do regula ment da Expsito
Artistico-Industrial:
Somente aos expositores permittido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tan tes os seus prodtntos
A directora conscia de qup oaito se es-
t'orjarao para o faustoso t sultado deste
certarcen to pro/eitoso e lisoogeiro a to-
das as classes industriaes, aoteeipa seus
devidos 8gradecimentos.
Secretara da Imperial Sociedade ios
Artistas Mecbanicos e Liberaes, em 13 de
Setembro de 1886.
Jos Qastor de A. Souza,
1 secretario.
Companhia de Ediiicacoes
O escriptorio desta
companhia acha-se in
stallado na pi ara da
Concordia n. ^conser-
vando-se aberto das 7
horas da man ha s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
trucQes e reconstruc-
Qes.
Recebe-se informa-
Qes acerca^ de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmoescripto-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da mesma
Companhia.
maco, seja est feita no
escriptorio desta empre-
sa ra do mperador n
29, oiide tarabem se re-
ceber? qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
extemos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro- C4"^^1'^000^
Jrigues Freir e Manoel
Companhia de Seguros
martimos e terrestkes
Estabelelda em f *.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 27
Rio de Janeiro11 dias, barca norueguen-
se Ross, de 373 toneladas, capitn L
AnderSen, equipagem 9, em lastro ; a
H. Lundgriu & C.
Bahia por escala11 dias, vapor nacional
Marinho Visconde, de 400 toneladas,
com mandante Jos Joaquim Coelho,
equipagem 25, carga varios gneros; a
D.imingos AI ves Matheus.
Ri'> Gran Je do Norta-3 dia, hiat.i nacio-
nal Qeriquity, de 45 tonelada, mestre
Joaquim Honorio da Silva, carga varios
gneros ; a Manoel Joaquim Pessoa.
Pelotas, 25 dias, escuna alleraa Johan, de
145 toneladas, capitao R. A. Piper,
equipagem 6, carga x,>rqu?; a Baltar
Oliviira & C '
Naoios sahidot no mermo dia^
Guii Barca norueguense Garibaldi, ca-
pitulo J. Tallikson, em lastro.
Mussoi -Hiate nacional Deus te Guarde,
mestre Antonio Alves da Silva, em las
tro.
Maco Palhabote nacional meu, mestro Manoel Mafia Marcantil.
Rio Grande do NortoHiate nacional Ade-
Inia dos Anjos, mestre Mauoel Francisco
Monteiro, carga varios gneros.
VAPOUKSESPERADOS
Poruense
Sicily
Marinho Visconde
Sculptor
Harret de Uphan
Cear
lleva
Montevideo
Delamlre
Seneyal
VUXe de Maxanhao
Cotopaxi
Mondego
Trent
Paranagti
Tagus
Ortnoeue
La Fala
de New-York hoje
de Bu.'iios-Ayres boje
da Bahia hojo
de Liverpool hoja
de Cardiff boje
do sul Hinunbi
do sul amanbi
do sul a 31
Novembro
de Liverpool a 4
da Europa a i
do Havre a 5
do sul a 8
da Europa a 10
do sul a 14
de Haroburgo a 15
da Europa a 24
do sul a 25
do sul a 29
\ntonio da Silva Ol
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ins Carvalho.
Todos os recibos dessa
empresa devero ser pas -
sados em tales carimba-
dos e firmados pelo abai-
xo assigj ? do i?em o que
nao tero valor algn).
George Windsor,
Lycea de Artes e rnelos
A Imperial Sociedade dis Artistas Me-
cbanicos e Liberaes tem a seu cargo o Lycea de Artes e Ofi-
cios, no intuito de Ilustrar as classes arts-
ticas e manufactureras, mantera como j
bem conhecido em seu pal&cete no Cam-
po das Princczss, aulas de diversas linguas
e s.iencias, as quaes, fun.-eionam cm todos
oa diaa uteis, das 6 s 9 horas da noite.
Com o raesmo intuito mantm ella urna
pequea o modesta bibliotheca que, com
patriticos donativos, sugmeuta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as mesmss horas cima.
Assim, po's, com o mui applaudido ir-
te nto de tornar bem conhecido o progres-
so das artes e officios entre nos a perfei-
cZo e utilidade de seas productos, fazer
conhecido seus autores, bem como os lu-
gares de seus estabelecimentos, afim de
facilitar a sabida e o consnmo dilles, pro-
more ella todos os astfios para o dia de seu
annifersario, segundo dispoe o 6". do
art. 2." dos seus estatutos, urna exposicao
dos trabalhos d'artes ofB.ios e manufactu
ras. E' para a consecucSo de tSo aper
feicoado quSo vantajoso fira, que a directo-
ra da sociedade vem pelo presente, soli
citar de todas aquellas pessoas que pos-
suem por pergaminho o trabalho, sua effi-
caz con urrtncia Exposicao que, em 21
de Novembro deste anno se effectuar em
sua sede, Lyceu de Artes e Officios.
Cumpre tambem a ella fazer conhecedo-
r,s os Ilustre senhores e senhoras, qu
a quizerem honrar com seus productos, os
seus direitos e
JDerc ros
1. Deverao at 15 do dito roez envia-
rem as amostras de seu-- vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceu.
2. Era todos os objectos deverao acom-
panhar o nome do autor, ou proprietario
dos raes .nos.
3. Ser irapreseindiv! em todo e qual-
quer objecto a declaragao do prego, e lu-
gar do sua fabrica ou deposito.
4. Que os objectos para a Exposicao
devem ser tal qual os costuraa t'azer e
vender.
SINISTROS PAGOS
M 31 de dezembro de 1884
Haritimos..... 1,110:000$000
rerreslres,. .llfi:iMM}S000
M-* Kua do onmiert'io
sLondoo aod Brasillan Ja
Umited
Ra do Commerci? n. 32
>acca por todos os vapores sobre as ca
do raesmo anco em Portugal, sendo
?tn Lisboa, ra dos Capellistas n 76 N
Porto, ra dos Inglezes.
SEGUROS
VIARITIMOS CONTRAFOGO
Companhia Phenlx Per-
aambacana
Ruado Commercio n. 8
Coipai i Segaros MUk,
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RUA DO BOM JESS-N.
Seguro* marHIsssua terrestres
Nestes ultimo a nica cocapanhia esta pra^a
que concede aos Srs. scgnradis isfsnpfiode paga
ment de premio em cada stimo asno, o tjM
equivale ao descont de cerced3 15 por cacto em
avor dos segurados.
(OMPANHIA
Imperial
DK
SEGUROS contra FOCO
E8T: 1808
Edificios emeroadorias
Taxas batas
Prompio pagamento e prejuito
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. ?Ra do CommercioN. S
COMPAMA DE SEGBOS
COMTRA FO0
Kortb Brilisb & Hercantile
CAPITAL
e.-ooo.ooo de libras sterllnas
A GEN TES
Adomson Howie & C.
THEATRO
DE
VAKIEDADES
COMPANHIA LYBICO-COMICA DE OPERE-
TAS FRANCEZAS
Regento de or.rhestra : de Mir cky
Ensaiador: Gurjon
Oiiinl-I. ini 28 de Outubro
A's 9 horas e Si i da noite
4- ESPECTCULO
1* partle
Ouverture par l'orchestre
RIGOLETTE ET RIGOLO
Do par Mr. GARCON et Mlle. LEO
Ouverture par l'or hestre
1' Mon petit tipio, cbansunnette, par Mlle.
Cecilie.
2- Bois avec moi, romance, par Mr. Arsia.
3- Clara, chansonnette, par Mlle. Le9aee.
4* L'amouri'sp, bluette, par Mlle. Valdi.
5- ,Le pelit bien, cbansonnette, par Mr.
VALERE.
* J'arrive de Orleans, dito, par Mlle. Stain-
ville.
7- C'est un rixpan qui vient de France, roman-
ce, par Mr. HOVEN.
8- La Vnns de Bjrdeanx, cbanson comiqoe,
par MU.-. LEO.
el
Oprette en 1 acre, juue par Mr. et madame
Garcon
Ouvenure par l'orchestre
9- Gigolettc, chaoson coinique, Mlle. IV. n-
dine.
10' Joanne rapelle toi! romance, Mr. Arsia.
11 Mefie toi de t>n cousin, chausonnette, Mlle.
LtSHgC.
12- Le petit coin, dito, Mlle. Valdi.
13',Lecuap de Lise, chanson com;que, Mr.
VALERE.
14- Le petit bsug^oir de non vjisin,cbanson-
nette, Mlle. Stainville.
15- Verses moi done baire, romance, Mr.
HOVEN.
16- pelestiae a son plumet. chanson comique,
Mr. LEO.
Ouverture par l'orchestre
ANASTASE Bf ANASTASIE
Do boutfr par M. M. GARCON et VA-
LERE, tale par toute la troupe
PREQOS
Camarotes com 5 entradas lOjOUU
Cadfiras e galeras 2000
Plateas 1500
Entrada geral no jarditn (theatro aberto) 1000
Os bilhetes desde ja venda em casa de Ciar-
les Pmym C, na roa do Commercio n. 24, Re-
cife e a partir de 3 horas da tarde na bilbetaria
do theatro.
O espectculo terminar s LO horas e 45 minu-
tos 'la manhS.
Haver b nda para todas as linhaj.
MARTIMOS
Compa.: !a Bra-Ileira de Sare
gaeoa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear
Commandante o 1.* tenente Guilherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do sui
at o dia 29 de Outubro, e
seguir depois da demorain-
dispensavel, para os portoe
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommeadas valores
racta-se na agencia
PRAgA DO CORPO SANTO N. 9
C- UPA XIII. PKB. DE
%avegac5o Costelra por Vapor
PORTOS DO SL
Macei, Penedo, Ara caj' e Bahia
0 vapor Jacuhype
Segu no dia 29 de
Outubro, As 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 28.
Encommendas passagens e dinbeiros a frete at
3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
CONTRA F0C4
Fhe Liverpool & London k (Iub
ixsiRRwcE cmnw
H.
OUPAXIHA Dt KEfa-ROK
NORTHERN
de tiOndrea e iberdecn
Po^irwOnanrelra (llezi-niltrii 1885)
Capital oith'fipto 3.000.000
Fundos accumulac os 3.134,34"
Rt-ceila annual i
Di premios contra fogo 573,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
0 AGENTE,
John H- Boxwell
Bit COHMERDOCIO X. 16 1 t\UtU
Companhia Bahlana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Marinho Visconde
Commandante J. J. Coelho
Segu impreterivel-
mente para ns perros
cima no dia 30 do cor-
rente, a 4 horas da
[tarde. Recebe carga
'nicamente at o 1/2
dia do dia 30.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete f racta-se na agencia
7Ra do Vigario7
Domingos Alves Ma heos
Pacific Sieam ftavigation lompany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Cotopaxi
Espcra-se dos portot do
sul at o dia 8 de No-
vembro seguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.
Eslepaqoele e os que dora
eui diante segnireni locaro em
PljdiouIj, o qne facilitar che-
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frota tracto-e com os
AGENTES
Wllson Sons fc c, Limited
S. 14- RA DO COMMERCIO N 14
I
lUflHl
->

V



I i
I

\




Diario de PernambucoQuinta-feira 2 de Outubro de ISS6
i

CHARI.EIRS REINIS
ompaakla Francesa de savega
ci a %'apoj
Linha quinzenal entre o rlavre, Lis-
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
San toa
Steamer VI Je Mar*
' esperado da Europa
n> da 5 de Novembre, se-
gurado depois da indispen
' savel demora para a Ba -
,bl. Blo de Janeiro
e Ha a loa*
Roga-se aos Srs. importadores de carga p -los
vapores desta linha.queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng. :-1
quer reclamacao concernente a volumes, que po-
ventura tenbam seguido para os portos do sul,am
de se poderem dar a tempo as previdencias neces-
asrias.
Expirado o referido prase a companhia nio se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageiro par
es qnaes tem excellentes accomodacoes.
Leilo
Quinta feira 28 do correrte
V 11 horas
Na ra Estreita do Rosario n. 24
De pianos, mobilias o outros mu i tos movis, jar-
ros, quadros, cilices e outros muitos artigos.
Agente Modesto Baptista
Leilo
Augusto F.de O iveira H.
ACEKTEi
42 RIJA IX) OOMMERHIO -4*
Haite-fllamerttscH
DanipfschinTahrts-GeselIschat
Vapor Montevideo
Da arrancio, gneros e utensilios da venda
sita estrada dos Atflictos n. 20 A,, en-
tre as estacSes do Espinheiro e Afflictos
Agente Brito
vender em leilo a referida armacao e utensilios
e todos os gneros existentes, tudo ao correr do
mirtillo, por ter o dono de retirar-se por doente.
Sexta felra *f* do corrate
A's 10 1\2 hora*
Leilo
E' esperado do sul at
i> da 31 do correte,
seguindo depois da de-
uora necessaria para
Lisboa e llamburgo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADOVIGaRJON. 3
/ andar
< O Patt MEMNAve
itSES hakitiyii:*
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Es pera-se da Eu-
ropa no dia 4 de
Novembro seguin-
do depois da de-
Imora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha. Rio de Janeiro e ir
video
Lembra-se sos senbores passageiro* de tudas
as classes que ba lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqoer tempo.
Previne-se ao ssenhores recebedores de merca-
dorias que 3 se attender as reclamaces por fal-
tas nos volumes que forrai reconbecidas na occa-
sio da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir-
a frete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Lab He
9 RA DO COM.UERCIO-9
Em continuado
Na ra do Mrquez de Olinda n. 51
O agente Modesto Baptista, por maudido e as-
sistencia do Exm. Sr. J)r. juiz do commercio e a
requerimento do Sr. curador fiscal da massa fal -
lida de Jos de Azevedo Braga & C, far leilo
da armacao, utensilios e resto de mercadorias
existentes no estabelecimento da rna do Mrquez
de Olinda n. 51, pertenceotes mesma massa.
Em seguida tari tmb m leilo na mesma con
formidade cima de um rancho na estrada de Ca-
xanga, denominado do Sabino e de dividas na im-
portancia de 29:9994615.
Sexta feira *9 do frrente
A's 10 1/2 horas
Da
. { [Leilo
taverna e alguna gneros, sito ra
s>
Fazendas brancas
80' AO NMESO
lo rna da imperatrlz = 4O
Loia do* barateiros
Albeiro & C, a rna da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas est-.s fazendat
abaixo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABEK :
AlgodoPac*' de Igodonnho com 20
jardas, pelo' barato proco do 3*800,
4|, UJUO, 4a ,, 6J, 54500 e 6f50>
MadapoloPecas de madapolo com 24
jardas a 44500, 54, 64 at 12400*'
Camisas de meia com listras, pelo barato
preco de 800
Ditas branc a e eruas, de 14 at ) 4800
Cregualla franceza, fazenda mnito eneor-
paefT, propria para lencoes, toalbas e
ceroulas, vara 400 rs. e 500
Cerou as da mesma, muito bem fetas,
a 14200 e 1460c
Clletiuhos ra mesma 800
Bramante fraacez de algodio, muito en-
cornada, com, 10 palmos de largara,
n uro 142
Dito de nbo ingles, de 4 largaras, me-
tro a 24500 e 2J801
Atoaihado adamascado para toalhu de
mesa, com 9 palmos de largura, metro lf 800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado uo
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na conhecids
leja de Albeiro A C, eaquiu do becco
dos ferreiros
Aos 10O:O0OSOO0
Imperial n. 279
Se&tafelra, do corrente
A's 11 horas
O agente Burlamoqui, levar a leilo por man-
dado e assietencia do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos
e ausentes, a requerimento do Illm. Sr. cnsul de
Fortuga', armacao e mais pertenceotes e um resto
de gneros, em um s lote, e garante-se a chave
do mesmo estabelecimento.
Os Srs. pretendentes desde j poderao ir exa-
minar.
Leilo
BOYAL MAIL STEA PACKET
C01FANY
0 paquete Neva
esperado
do sal no dia 29 de
cerrente segoin lo
depois da demora
necessaria para
Lisboa e Soulhamplon
Para passagens, fretes, etc., trace- u os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & C.
Porto-Alegre
Segu com brevidade para o porto cima a es-
cuna nacional Marietta ; para o resto da carga
quelhe falta, trata-se na ra do Mrquez de
'llinda n. 4.
A viso martimo
Para Santo*
Com toda a brevidade segu para o porto cima
: barca portuguesa Elitzer. recebendo carga a
frete mdica ; a tratar com Hrm: Lundgren di
J-, consignatari >s, ou com W. W. liobilliard.
De ama armacao inglesa, 1 vitrina, 1 machina
para carimbar calcado, 1 fiteiro grande envidru-
cado, cabides para leja de alfaiate, mesas, repar-
ti ment de cscriptorio, um bonito guarda-louca de
amarello, I mesa elstica, 1 jardineira de jacaran
d com pedra, 2 cadeiras de bataneo de Jacaran-
da, apandare de columna, cadriras, marquezoes,
louca, vidros e outros movis.
Na casa n. 52 da ra da Imperatriz, onde
fai estabelecido o Sr. Paredes Porto
Sabbailo SO do correte
A's 11 horas
O agente Martins far leilo des movis e mais
objectos cima descriptos. para liquidar.
Ao correr do martello.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se a leja e o sobrado da travessa do
Livrameato n. 10 ; na roa do Apollo numero 4,
sobrado.
Aluga-se casas a 84000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na roa d
Imperatriz n. 56.
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 na do Imperador, com excellentes accommo-
daces para familia : a tratar cam N. I. Lidstone,
ruaOo Connm-rcio n. 10.
Precisa-se de urna ruaNova, pbi-rmBcia n. 31.
Alnga-ze a casa da ra do Pilar n 37, com
6 quart' e, 4 Balas, cosiuha e appsrelho lora, re-
construida, catada e pintada de novo ; a tratar
na ra da Imperatriz n. 56.
Precisa se de urna ama para andar com duas
cuantas, lavar e engommar para as mesmas ; na
ra a Aurora n. 81, 1 andar.
Precisa se de um riado p<>r~. casa de tami'
lia ; a tratar na rna do Bardo da Victoria nnmero
39, loja.
Aluga se a metade da casa n. 99 ra do
Visconde de Goyanna, antiga do Cotovcllo, por
84000 mensaes; queca a pretender dirjase i
mesma, que achara com quem tratar.
Algodo entestado pa-
ra CllfOCS
Oo ra. e AOOO o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
;odao para lencoes de um s panno, com 9 pal-
s de larparaa 900 rs., e dito om 10 palmos a
00 o metro, assim com* dito trancado para
malhas de mesa, com 9 palmo ue largura a 1420t
o ctro. lato na leja de Alheiro ic C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 14200,14400,14600, 14800 e 24 o covado
A heiro A C, A roa da Imperatriz n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pelo preco acim
dito. E' pechincha : na loja da esquina do boc-
eo d< s Ferreiros.
Espartiihoa
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vcude-se
muito bons espartilhos para senhorat, pelo preco'
de 54000, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
le becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 24800 e 3* o covado
Albeiro & C., ra da Imperatriz n. 40, veo
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas larguras, com 0 padrSes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preot
de 248OO e 3f o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar facer costumes de casemira a
30ff, sendo de paletot sacco, e 354 de traque,
Cde pech'ncha 1 na loja dos barateiros oa Boa
u
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. e covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem ama grande
porco de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 3(
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Hordadoa a 100 ra. a pera
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., oa em carto com 50 pecas, sorti-
jas, por 5f, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Tendea toce oa aoflrela do pelto t
(*)
Usai o melhor remedio, que o PEITORAL
DE CAMBARA', e veris como vosso soffrimento
desapparece. Vende-se na drogara dos nicos
agentes e depositarios geraes na provincia, Fran-
cisco Manoel da Silva & C, ra. do Marques de
Olinda n. 23.
16-Lua do Gabug-16
O abaixo assignado venden nos seas ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so-
guintes: 1 dezena do 1- premio 71 a 80, n. 1
com 100, n. 29 com 100, n. 41 a 50 com
100000, 13370 com 2:0000, 22450 com
5000 da 6 parte da 1* lotera.
Convidase aos possuidores a virem rece-
ber sem descont lgum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 7* p*rte da 1* lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrahir
quinta feira 28 do corrente.
Presos
1 Vigsimo 10000
Nendo qnantidade superior
a 100:000
A dezena 90000
Joaquim Pires da Silva-
Os proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao respeitavel PUBLICO que reeeberam oa
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam-
bera relogios de todas as qualidades. Avisam tambera que continuara a ruceber por
todos os vapores vinds da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que em
outra quatquer parte.
MIGUEL WOLFF & C.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Compra-se curo e prata velha.
SMCmnONEM GOSTO DOS LEOS OBDMABIOS
OLEO
DI XEHRA-NOVA
HOGG
CASA FELIZ
Aos 100:000$000
BILHBTEi 4i IR IWTIUOS
^ratja da Independen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 6a parte
pa 1* lotera extrabida boje, 21 do corren-
te, os seguintes premios : de 4:0000 em
o n. 1353, outros do 2:0000000 em os ns.
3856, 12085 e 17315, outros de 1:0000
em os ns. 16263 e 23701 e outros de 000
em os ns. 3967 e 11114.
Acham-se venda os felizes bilhetes
garantidos da 7 parte da 1* lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, que se extra hir a 28 do
rente.
I de FIGADCS Frascos
Macalhau^
Klccidade certa contra a Molestias de Pelto. a Tsica.
Bronquitis, PrlsOes do Vcatre. Toase ehroniess, afteccOes escroiulosaa. |
ADVERTENCIA. Exga-a no rotlo o sello-Azul do Estado frarWir. j
OOG. Pharmaceutico. 2. risa CasUaliona, PAK.-.Z, e priaejaaea l'har
cor-
De cada vigessirao 10000
Em porcao de 1000 para cima 900
Antonio Augusto do* Santo* Porto
a loja e o sobrado da 'ravessa do
10 ; oa roa do Apol o n. 4, so-
LEIL8ES
Quinta feira "2S, o dos movis da casa em
que residi o Sr. Anvuno Ramos de Axevcdo J-
nior, ra das Nymphas n. 6.
Leilao de movis
A' saber :
Urna mobilia com 1 sof, 2 consolos, 2 cadeirss
de bracos, 12 ditas de guarnicao e 2 ditas de ba-
lance, candil iros a gaz, jarros para flores e 5 lan-
;as para cortinadus.
Urna cama francesa, 2 toileta, 1 lavatorio, 1
guarda-roupa, 1 guarda vestido, 1 commoda, 6
cadeiras e 1 machina de costara.
Urna mesa elaticn, 1 gaarda-lnuca, 1 aparador
com pedra, 12 cadeiras de janeo, 1 mesa, 1 relo-
gio de Darede, 1 machina para limpar faene, 1 es
pelho oval e mi. i tos outros movis de casa de fa-
milia.
Quinta feira S do correte
Xa casa da ra das Nymphas o. 6, esquina da roa
da Conquista, Soiedade
Antonio Rmos de Atevedo .lunior, tendo mu-
dado sua residencial Dar o Maranhao, faz leilo
por intervenco do agento Pinto, dos movis e
naU objectos da casa em que residi rna das
Xymphas n. 6.
Principiara o leiao as 10 1/2 horas
Leilo
Em continuac,o
De movis, miudesas, csp>lb<>s, jarros finos, qua-
Jros, balancas grandes e pequeas, cam de ferro,
mallas para viagens, machinas de costara e amitos
outros artigos.
Rulota feira, 8 de Outnbro
A's II horas
No armazn da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENCO DO AGENTE
Gusmo
Alnga-se
Livrameoto n
brado.
Precisa-se de um criado para vender tabo
leiro e fazer mais servicos de casa : na ra da
Matriz da Boa-Vista n. 3.
Preuisa-se de duas amas, sendo urna para
cssinhar e outra para eugommar : na rea da Ma-
triz da Bou-Vista n. 9.
Precisa-se de urna ama
tratar na ra do Atalho n. 3.
para cosichar ; a
Pirciaa-sr da uoia cobiuhcira ; na ra da
Aurtra n. 81, 1- andar.
Pncisa se de nm caizeiro de 12 A 14 annos,
com pratica de molbado, e que d fiador sua
conduct* ; a tratar na ru a de Marcilio Dias nn-
mero 124.
Ven ii'-se ps de chrotes, fljres, reseirns a
trucieiras de todas as qualidades : na ra do Ouro
o. 82.____________________________________
Aluga-se um escravo pra copeiro e tolo o
mais servico de casa de familia, ercriptorio ou ou-
tro qualquer estabelecimento, garantndo se sua
conducta ; a tr>tar na ra de rj. Jorge n. 115, 1-
andar.
Camisas nacionaes
A SeUOO. *000 e 3 J500
32^: Loja k ra da Imperatriz 32
Vende-se oeste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber
turas e pjnbos d linho como de algodSo, pelot
barates p'e\os de 2500, 3f e 4f, sendo tasends
muito nvelhor do que as que veem do estrangeiro t
ntu mais bem feitas, por serem cortada por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encommendas, a vintade dot
freguezea : na nova loja da ra da Imperatriz n
3, de Ferreira da Silva.
Ao32
Sova loja de fazer Jas
t
= JX
Leilo
Da tazendiis, mindezas mobilias, guiirda-vestidos,
guard-louca, mesa elstica, c^minodas, toilet
te, secretarias, cstantt s, cadeiras de junco,
amaro.llr. e Jacaranda, 2 cofres, 1 lustre a gaz
carbnico e outres muitos objectos.
Agente Britto
No armazem ra ue Pedro AtTonso
n. 43.
Quinta eira tSdo correte
a* 10 12'horas
Aluf^a-se a casa terrea ;i run de S. Fran-
cisco u. 27 ; a tratar na ra das Carvalhas n. 1.
Precisa-se de nma ama para cosinhar ; no
pateo do Terco n. 32, loja.
Aluga se o 1- andar do so arado n. 43 ra
da Aurora : a tratar > om o Sr. Negreiroe, rna
do Imperador n. 24.'
MOTI
AOS
lOO:$Oft$000
Rna do Bar So da Victoria o. 4 o
e canas do costante
O abaixo assignado acaba de vende;
um vigsimo de n. 14,105, com a sorte
de 2:0000000, tres ditos de ns. 18,778,
11,432 e 11,275 com a sorte de 1:0000 e
tres ditos de ns. 12,795, 14.173 e 22,069
com a sorte de 5000000 da 6. parte da
1.a lotera que se extrahio a 21 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida aos
possuidores i. virem receber na conformi-
dvie do costume, sem descont nlgum.
Acham-se a venda os afortunados bi-
hetes garantidos da 7.* parte da 1.a lote
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se cxrahr a 28
do corrente.
Presos
1 .Tig'fmo 10000
Km qnantidade malor de 104d
1 vige8simo 0900
JoSo Joaquim da Costa Leite
Ra da I ni pe
DE
FERREIRA DA Si^VA
Neste novo estabelecimento encontrar o res
pjitavel publico cm variado sortimento de fazen-
das de tod.is as qualidades, que se vendem poi
precos baratissimas, assim como am bom sorti
ment de roupas para hoinens, e tambem se man
da fazer por encommendas, p r ter um bom Dies-
tro alfaiate e completo sortimento de pannos finos
casemiras e brins, etc
Koasas pin hoiiu
It-Rna da Imperan-la S9
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as mapas aba
xo mencionadas, que sao ba* -^u.as.
Palitots pretos de (t-Tp. aiagonaes e
acolchoados, senao tazendas muiio en-
corpadas, e forrados < f0(X
Ditoi de casemira preta, de cerdao muito,
bem fcitos e forrados 10J0(X
Ditos de dita, fazenda muito melbor 12/00
Ditos de fianella azul sende inglesa ver-
dadeira, e forrados "h 12/OU
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fazenda muitr encornada 0/50
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem faifas G5<
Ditas de fianella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas 3/OtH
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2/, 2/500 e 3/00
Ceroulaa de greguellas para nomens,
sendo muito bem feitas a 1 /200 e 1/601
Colletiuhos de greguella muito bem feitos 1/0U
Assim como um bom sortimento de lencos di
l'nho e de algodo, metas cruas e collarinbos, eb
to na loia aa ra da Imperatriz n. 3i
esi setlaeas e Kainnaa a SO
ra. o covado
Na oja da ra da Imperatriz n. 32, vende-
am grande sortimento de istoes brancos a 50
rs. o covado, lisiabas lavradaa de furta-coret
fzenda bonita para vestidos a 500 rs. o covado
e setinctas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 ; s. > covado. pechincha : na loj-
do Pereira Ha Silva.
Algodoainbo francs para lencae
a 900 ra.. 1* e IOO
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-a
superiores algodozichos franceses com 8, 9 e 1<
palmos de largura, proprios para lencoes de no
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1 /()00 i
metro, < dito trancado pa-a toalbas a 1/280, as
sim con superior bramante de quatro largura:
para \> < vjch, a 1/50U o metro, barato na loj
do Peieir:, ia Silva.
(ioupa para meninos
a A. 4 Na nova .'oja da ra da Imperatriz n. 32, a
vende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
nha curta, feitos de brim pardo, a 4/000, dito
de moletqaim a 4/50C e ditos de gorgoro prsti
emitando casemira, a 6/, sao muito barates ; ni
oja do Pereira da Silva.
Pastilhas v^rmitugas
de Jerng
o melhor especifico contra vermes : deposito cer-
tral em casa de Faria Scbrinho C, ra do Mar
quez do alinda n. 41,
m 100:0001000
23rna Primeiro de Mar^o23
Os abaixo nssignados tendo vendido nos
8eus afortunados bilhetes garantidos os ns.
87 com a sorte de 100:0000000, 15,704
cora 30:0000000, 7,920 com 10:0000000,
8,175'e 6,670 com 2:0000, 3,465 1,610,
3,575, e 21,365 com 1:0000000, lj,635
4,662, 22,450, 910, 22,515, 21,409,
22,186 e 9,364 com 5000000, da 6.
parte da 1.a lotera da Santa Casade Mise
ricordia, que se acabou de extrahir, con-
vidan* os possuidores a virem receber inte-
gralmente.
Acham-se expostos vendaos afortunados
bilhetes garantidos da 7.a parte da 1.a lo-
tera a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrahir quinta
feira 28 do corrente.
Precos
1 vigessirao 10000
Bal porco de 1 OOA par cima
l vigessimo 0900
Marf.in* Finta & C.
FUNDICAO GERAL
ALLANPATERSONa-C
N. 44--u t do Brum-N. 44
JUNTO A E? /AJAO DOS B0NDS
Tem para vender, por pret^ mdicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas, batidas e* caldeadas.
CrvaeSes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeameutu para jardim.
Vapores de torca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos
Moendas de 10 a 40 pollegadaa de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertes, e assentamento >ie machinisrao
rtabalho com perfeicao e presteza.
.
I
e xecumm qaai-
DOMESTIC
Sao reconheciaas ser as mais
legantes, as mais duravels ?
em todos os sentidos.
AS MELH1ES
Para precos, e
illustracoes de todos
jam se
Domestic Sewing Machine k C.
NEW YOR, S. A.
circulares come
os estylos, dir-
wwSSSuvsu tVH''1^
NEVRALGIAS
CUMA
Pelos CIG1P.80S ESHl
Uplra-se a fjmac* que penetra no pelto acalma o symptoma uer^oso, tadllta
a expectors^aO e ravorlsa as funccOos aos orgaos respiratorios.
Tsar 11 alasaas isa rasa ir I BSPIC. f *, iaa SuLaaare. eas Paria
BANHOS DE MAR
Superiores costumes de excellente fazenda pa a

, Regulador da Mari-
nlia
Este importante estabelecimento de re
lojoaria, fundado em 1869, est funecio
nando agora ra Larga do Rosario n. 9'.
O seu proprietario encarregado da Ro-
gularaentacSo dos relogios: Arsenhl de Ma
rinha, Estrada do Fprro de Limoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pernambuco, As-
sociar;2o Comir.et^ial Beneficente, Estra
da de Ferro do Recife a Caxang, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada da Ferro de Caruaru' ; cercado
de inteiligentcs e habis auxiliares, fazcon-
certos por mais diffiVeis que s'-jam, nao
s em relogios do ilyibeira, mas de pendu
la, torre de igrejn, caixas de msica, ap
parelhos elctricos e tehgraphicos.
O mesmo acaba de receber variado sor
timento de relogios americanos que ven
de de 70 a 200 de parede e de mesa, des
pertadores de nikel.
Aos seus collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalho : e aceita encommendas
para Beu correspondente em Pars.
Acha-se bem montado neste estabeleci
ment um observatorio pelo qual regula to
dos os relogios martimos o terestres.
Recebe asssignaturas para dar a hora cer-
ta desta cidade pelo telephone n. 458.
Preco commodo
Em frente de seu estabelecimento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res poderao ser vistos pelos passageiros da
Ferro Carril, tendo sempre a hora media
desta cidade determinada pelas suas ob-
servacoes astronmicas.
Antonio Jos da Costa\Araujo.
Para senhoras.
Para homens .
Para crianzas.
10^000
8^000
511000
Promptamente prepara-se qualquer cos-
tume para o que temos os melho.es tecidos.
No mesmo estabelecimento se continuar
a encontrar constantemente verdadeiras pe-
chinchas.
no
JUNTO DO LOLVRE
Teephone n. .58
0 ma Slmpltt, e milt lipWo s o as/l fflcsz oi REVULSIVOS
INDI8PEN3AVKL *m rtefTTXA.B a sos TXA-JAJXIttS,
USADO NO HUNDO INTEIRO
A Omtm ItIGOI.t.OT peda aos Snrsrt. Medios compradores que ecljeim
VERDADEIRO PAPEL RIGOLLOT
itu em cada iaixa
t em cada folba,
trut turtput
m Tinta incarnmdm
ranas.
- a?
-1


Diario de, PernambucoQuinta--teira 28 de Outubro de 1886

\&jfi
yz&

\
'* TOOAS os usQS
Purgante as Familias.
Pernio p. 3sJ.CAMRfHl LaWJuL.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PAR lamparlas
#
Alaga-se
o 2' andar da casa n. 46 ra do Imperador, tem
2 salas, 5 quarfos, cosinba fra com 2 fogoes, 1
de ferro e outro de tijolo, terraco rom quarto para
baoheiro, agua e caz encanados ; a tratar na ra
do Imperador n. 65, escriptorio.
Aluga-se
predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
ioelecimeuto fabril : a tratar na ra do 'Joinoicr-
o n. 34, com J. I. de Medeiru Reg.
Aluga-se barato
Ra do Bom Jesus n. 17, I andar.
Ru de Lernas Vl:itinas > 4, com scto.
Largo do Merend u. 17, I ja com agua.
As casasda ra do CorooaJ Suassuna n. 141
Roa da Baixa Vw!' u. f, sitio cem vivero.
frata-se na ra do Coinmercio n. 5, 1 andar
es-'riptorio de Silva Ciuimaraes A C.
.-tua V'iscondi: d Goyanna N. 79
Aluga-se
casa n 1 na L inbianca do Gomes, em Santo
imaro, tem agua : a tratar na ra da Imperatrix
32, 1. andar.
Aluga-se
o segando andar da ra de Lomas Valentinas n.
100, no oito do TV reo : a tratar no l andar.
Aluga-se
urna casa na ra de S. Jorge n. 26 (Becfe), com
5 quartos, com cosinba, 2 salas, quintal com por-
tlo, ete. ; a tratar a ra do rauta Tberesa nu-
mero 38.
Aluga-se
urna casa pequea, no becco do FundJo n. 5 (Boa-
Vista) : a tratar na ra de Santa Thereza nume-
ro 38.
Aluga-se
MAMUTS* BASTOS
Pernamhuco
NUMERO TELEPHONICO : N* 33
Agua florida. Extratiida de flores bra-
aileiraa pelo aeu delicado perfume, suavida-
de e auas propriedades benficas, excede
a tudo que neste genero tem apparecido de
mais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
preparacSes para a ccnservaeSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias capillares, faz nascer os cabellos,
impede que embranquecam e tem a grande
vantagem de tornar livrea de habitantes as
caberas dos que os usani.
Oleo vegetal- Coropcsto coro vegetal
innocente, preparado paxa amaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Exctente remedio
contra a carie dus dentcs, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo h&Iito.
Vend-e-se as principaes casas desfa ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161. .
TELEPHONE N 33
Exeellente morada na
Torl-e
Aluga-se urna cas com commodos sufncientes
para familia nuintros, com grande sitio e jardiffi,
muito fresca e alegre, margem do rio, em cojo
portao termina a linha dos bonds, fundo na mar-
gem opposta do rio, a estacSo da Torre, da com-
pauhia dos trilhos urbanos do Recite Caxang :
a tratar n Recife, ra do Coirmercio n. 46, pa-
vimento terreo.
Cochelra da na da Imperatriz
a. 99
TELEPHONE N. 189
O abaizo assignado avisa aos seus amigos, fre-
fuezes e ao publico em geral que o Sr. Delfino de
se ve do Villarouca despedio-se da administrado
de ana coeheira, ra Ja Imperatriz n. 29, desde
o dia 9 do eorrente, tendo prestado todas ao contas,
ficando a mesma sendo administrada pelo Sr. An-
tonio Joaquim Moreira, a carga de quem se acha
tamocm a cebranga; espera, pois, merecer a mes-
ma confianza dos seus freguezes.
Recife, 18 de Outubro de 1886.
______ ioii Pedro Rodrigue* da Silva.
Criado copeire
Precisa-se de um de
14 a 16annos, na ra
de Riachuelo n. 17.
Hotel de Beberibe
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cer e crescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinba e a caspa e remove
todos as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahironde embranquo-
cer, e infalliv<-lniente o
torna espesso, macio, lus
troso e abundante.
'//AlUtv
Agua Florida de Barry
Preparada Regnnda a formla
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mnn-
i'.o qne tena a approvacao oficial de
um Govemo. Ten dnns vezes
mais fragrancia qne qualquer ontra
eduraodobro do tempe. E'muito
mais rica, suave deliciosa,
muito mais fina e delicada.
orna casa terrea com 2 salas, 4 quartor, cosinba
f.a, quintal murado e cacimba, rna do Hospi-
cio n. 70 ; a tratar na mesma n. 81.
Sii!o,aluga-se
Com casa para familia, tendo muitos arvoredos
dando fructo, elogojanto excellente bauba sal
gae, ni travessa do Motocolomb n. 4 (Afoga-
dcs), perto dos bonds e do raminbo de ferro ;
junto do Illm. Sr. chefe Lima : a tratar na rna de
Santa Therraa n 38.
Si!io,aluga-se
Excellcnle morada
Com casa para familia, alguna arv. redes, todo
murado e fiea perto dos bonds e estrada de ferro,
roa de S. Miguel n. 99, em AnSgados, d. fronte
da saboaria a vapor ; a tratar na ra de Santa
Thereaa n. 38.
Ama
Precisase de dnas amas, nma par comprar e
cosinhar e ontra para engommar : a tratar na
rna da Palma n. 29.
4lM
Precisa-se-lle :flirhi ama para casa de familia
3ue seja perita cesinheira ; a tratar na ra Duque
e Caxias n. 59, 2- andar.
K
E'
mais permanente e agradavel no
lcnc;o. E' dos vezas mais refres-
cante no banho e no quarto do
ripete, fe E' especifico contra a
fronxidao e deiiuiade. Cura as
clores de cabera, os cansados e os
desmaio"-
lareje Se Vite Je tater lo. 2.
Eiisrommaer^
Precisa-se de tima anca que engomse com per-
feico ; na ra do Marqqez do Herval n. 10.
muito nova ;
do Rosario n
Cal de Lisboa
vendem Palraeira ce C
27.
r<>a larga
Coslnelris
Na rna do Imperador n. 55, 2- andar, precisa-
se de costureiras.
Costureira
Precisa-se de urna pessoa que cosa com perfei
(So ; na ra do Mrquez do Herval n. 10.
AttiMiditf!
f
Bcquets da ultima invencao, para casamentos,
etc., etc., de Jos Samuel Botelho ; a tratar na
ra do BarSo da Victoria, luja n. 20, e ra da
Cadeia ao Recife, leja u. 43.
Para eonzinhar
Precisa se de urna nma ;
Mrquez de 0'"nd n. 41.
a tratar na ra do
Superior vinho de Pasto
Loun-iro 4 C r- ceberam pe-o Vi/le de Victoria,
per rncomu' nda e ci.ula propria, que ba de mais
sup'rior cti rindo ie Ps'", no msio mercado.
Em p.pas, quiotes i: ticciuios, vendem em grosso
e a reta lio. e pe .em a seus freguezis c amigos o
favor de e.-pcrimentaiein. K' multo proprio pura
hol. i. esUurant ecsis .le faicili. Eneontra-se
venda no es'Nbelecimeiilo mos L'ii'iro ft C, Piisaatr-m n. 7 ; An."isto Fi-
gU' iredo & C. Reeile.
~~
~# Medalha de Ouro oa F-xpOKiffio amver,.il 1870 #"
5 'Z*K*SENX*Z
tures di 8AI.-0. dkpois de vv-A.
Cora positiva e radical de todas as formas de
scrofulas, Syphilis, Feridos Escrofulosas,
Affec9oes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdadlo Cabello, e de todas aa do-
ncaadoSangue^Figado, e Bins. Garante-se
que purifica, enriquece e vitaliaa o Sangua
e restaura e renova o systemo inteiro. w
SaMo Curativo de Reuter
Ama
Precisa-se de urna ama paia engommar e eos
tarar perfeitamente ; a tratar na ra de Kiichucl-
lo n. 57, portao de ferro.
Ama
I'iccj -n de ama ama para casa de pequea
a -i'lia ; tratar na ra do Paysand o. 19, Ps-
l Ama
Precisa-se ie urna perfeita cosinheira ; a tfatar
na rna do Cabug n. 14, sala da frente, de meio
da as 2 da tarde.
Ama
Precisa-se de urna a na de meia idade ; na ra
da Aurora n. 137.
Ama
Na ra do Padre Ploriano n. 48, precita se de
una ama que nao seja muito mo$i, para todo o
trabalho interno de urna casa, e externo qaando
baja precisao, paga-se ordenado regular.
Precisa se de urna ama para cosinhar, que seja
perita e que darma em casa do patr.io ; na ra
de Riachuello n. 57, porta de ferro.
Para o Banho, Tdifette, Crian-
Sis e para a cura das moles-
as da pelle de toda3 as aspecjiia
^ fn todos Os peModos.
Deposito era Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
"W BRDEOS (FRANCA)
-A Depsitos em todts as endas de Contstales- 9*
PIMO DE MU
le 3X9. 4X9 e 3X12 ; vende-se na serrara a va-
por de Ciimaco da Silva, caes Vinte Dous de So-
7embro p. 6.
Joaoda Silva Villatiova, pnpii. tario ileg-
se aprazivel estabelcciiui uto, situado na
melhor casa da povoricTo ie Beb-ribe,
previne aos seus nuni'-nisus friguezes que,
o ter competentemente remontado este
arjno,o prornpt-j pnra attend-r os mais ur
gentes gostos.
A grande concurrencia cora a qual foi
honrado a festa passada, animou-o a nao s
crear uovas commodiHades para os seus
hospedes e inquilinns, ootno i.unbein a am-
pliar a serie de jogos e passatempos que
serSo na occasiSo eui que o calor afugeutar
do Hecife nacionaeB e estrangeiros em bus
ca do ar do campo, em nenhnma parte
mais ameno que alli, a mais bonita e tran-
ca digressSo. Para que se avalie da mo-
dicidade dos precos, toma a liberdado de
oflferecer aos seus numerosos freguezes a
presente tabella, que soffrer descont
quandose tratar de familias ou de ajustes
por atacado.
Tabella dos precos do hotel
Dormina em quarto separado, com di-
reito ao banho, refresco e cat pela ma-
chi H-
Almcco, contendo dous pratos segundo
a lista, um copo de vinho, caf ou cha,
etc. Ir)-
Jantar, tres pratos segundo a lista, so*
bremesa, um copo de vinho de pasto, e
caf 10500.
e' o caso de EXPERIMENTAR PARA JLGAR I
Jogos de jardins.
Jogos do salao.
Divertimentos ao ar livre.
Concertos em lecto enxuto.
Inauguraco do Club das Corridas.
Msica gratis.
Surprezas, roysterios.
rioa palestra e... tuti quanti...
A' Bebenbe rapazeada, A' Beberibe,
olhem bem (isto muito em segredo) o Villa-
nova s nao gosts do FIADO !
Povoac3o de Beberibe, 5 de Outubro
de 1886.
(IHgettivo com Pmpaina, Diantate e Chlorurrtuu alealitf)
CONTRA AS
MOLESTIAS do ESTOMAGO e dos INTESTINOS
Du innss de suteesso demonstraro a superioridsde deste medicamento para ei:itar o appetite e fazv digerir. CURA
DYSPEPSIA t VMITOS a DYSENTERIA
CLICAS ACIDEZ DO ESTOMAGO DIARRHEA
-^ E'o tlKllioi- recoiwtlilinte taru un l'psni/ii i-n/rmitieiiilan. |^-
ARIZ, Ph". 9. ra Le Psleticr.
F3AN M.
31', VA Se C".
LO DE
Approvado pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro
Suppiime a Copahiba, as Cubebas e as Injeccoes.
Cara em 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da maior
efficacia as affecgoes da bexiga, torna as urinas claras por rnais
turvas que sejo. Deposito em Paria, 8, me Vivieune.
Aviso
Urna senli ira habilitada tfferece se para dar
lice* de desenho cravon, pastel, aqnarella,
bem como a tirar retratos, em casas particulares
e em collegios ; a tratar na ivraria franeezs, ra
Primeiro de Marco n. 9.
Tomeiu nota
Trilhos para engenhos
WAGONS PARA CANNA
LocoiDolivas
Hachlnlsmo completo para en-
genhos de todos os taannos
Systema aperfeiyoado
Especificacdes e presos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
.V Rna do Commercio
N. B Alm do cima B & C, tem cathalogos de
mn'i implementos neceasarios agricaltara, como
oinbtrin mitcbinas para descare car algodao, moi
anos para cat, trigo, arroz e milbo; cerca de fer-
ro galvanisado excellente e mdico em prego, pea
ioa nenhnma pode trepal-a, nem animal qne-
bral-a.
Alheo
Aluga-se era urna casa de familia, um quarto a
alguma senhora viuva ou soiteira, qne seja de
conducta moralisada ; trata ee na ra do Mr-
quez do Herval n. 182.
Marca
Registrado
Afwlices provineii's de 7 0(0
na rna Duque
Compra se apolices provinciaes
de Caxias n. 46, toja.
Ama. de leitc
Offerli^lbma^^e'^/'SlffcaVH'^rM^^
Jancia jfe^rie ; a tratar n-miWCd>'..ff%n,|- ;
suna n.T.8.
Madamoiselle Cotinha
Anda centina na ra do Imperador n. 55, 2
andar, ande suas amigas e treguezas podem eu-
contral-a yhra comprar Ihe os traDHlhos, qne como
modista dsempenba, cimi sejam, toilettes e pen-
teados de todo'gosto, de Wcedrdo'com os figurinos
modernos
Lindos alhuns
para cromos, e Cromos psra os meamos, receben a
l.ivriirljl l'lirllrno
N. 7 ARila Primeiro d Marco N. 7-A
Bazar de passaros
Km tto Ki>m J Nese n>4Hbe4eeimentoffncontra se sempre gran-
de sortimento de espet-ians parsaro^ e gaiolas,
nacime e estrangeirks, fruos de'diversas qua-
lidades, baluinhos para ninh^s de canarios do
imperio, jarrn e cesto da timb, 'trlHmibo muito
aperfeicoado, a saborota pimenta em conserva em
lindos fra-quinhoa viudos da America, pelo barato
preco de 120,rs. cada um, e nutro* muitos gene-
ros, que se tomara enfadonbo mencionar, tudo por
precos m -dieos
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Cahirgem de Jaguaribe
Atrio se rna do Bom Jesus n. 23,
um armazem onde ae vende constantemen-
te a superior enl vjrgem de Jaguaribe-,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo preco
fizo de 6f$000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascment com o Sr.
Jos Costa Pereira proprieta rio do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras Ihe d o notne
E' encarregado da venda nnfeamente
nesta cidade o Sr. Sebastio Bezerra,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
Atten^o
" Compra se urna escrava engomraadeira perita e
tada, ou aluga-se urna ama para o mesmo mister :
a tratar na rna da Imperatriz n. 11, primeiro
andar.
Olinda
Aluga-se casa t rrea sita rna de S. liento
n. 53, com 2 salas. 2 quartos, cosinha fra o quin-
tal fechado, esta limpa e tic muito peno dos ba-
nhos salgados.
'atoen >ilul*Bj
fekMfHn-ni |wj
com ^a MhTnm-ft ftlMu/Mih seguintea ..
rm: 4iftc(0es W plto do-ft^do, jlpflilis,-
OOm, eseTiiMs,ch*KSs inveteradas, erysiplaf<
^onorrWas. -fc.------
Hoilo C' mv. ptrtti*s : frJWWP a 6 por da c
e'ndo-se iips cada'dS'J liiiipouco d'agua aA{Si-
da,_cha,%b caldo.
o refclaiioras : tiJAe-ae'itti pT>ufc1io jajtnr.
pinas, de invencao Ais pbarrnacedhcai
h ftrrlrfle & FVfin, tei trfiietuilfvt
, -CO p\ra sua mplbonfarimlia, tornlde-
VecowVenira.v.if, por, serein nm sJhirn
onrgutivo e de V>*^Hta.':'P>*>,ty,e Jfctrem'Ser
nadas em visgein.
ACHAM-SE ATfE&tA
KriMrlrilt Vari Multrlnho 4
*l BTJA DO MAKQKZ DE OLIKDA 41
Cid ara alagar
O 2' andar da iuh larga do Uosario n. 37, cs-
quiba defronte da igreja a trntar no pavimento
terreo.
&MULSA0
DE
SCOTT
1>E OLEO PURO DE
Fijado de bacalho
COM
Hypophosphitos de cal e soda
%pprovada pela Tunta de iiy
glene e autorizada pelo
t governo
E' o melhor remedio at h> tlalca bronebtteM. >. r cbillN. anemia. (Iebllldmlc f m 1,-eral,
deflaios, toante rhronlra e aVeccOea
do pello e da cnrtanin.
E' muito superior ao oleo simples de ligado de
bacalho, porque, lm de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituiutt s dos hypophosphitos. A' venda na
drogaras e boticas.
Deposito ein'Pernatnbuco
Precisa-se
a lugar nma casa terrea com bons commodos, que
tenha sota corrida ou que seja assoalhada, ou
mesmo casa com sota, que tea em Santo Anto-
nio ou S. Jos, com agua encanada e bom quintal :
quem tiver e quizt-r alugar, faca favor de deixar
carta nesta fypogrupbia sob as iniciaes N. O., de-
clarando onde a casa, o uluguel, e com quem se
deve tratar e a que horas.
Para lar "
Precisa-se de nma ama : a tratar na ra do
Marques de Olinda n. 4.
Oleo para machinas
Em latas contendo cinco galoej, a 9JO0O ; ven-
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.
Aviso
A Sra. D. M ria Arcbanja Csvalcaote de A bu-
querque, tni da Exm." Sr. Baronesa de Vera
Compras por atacado
O Peltoral de Cambar
tem presos especiaes para a melles que compra-
rem grandes porcoes. Distnbuem seimpressos a
qui ni os pedir, contendo as i-nndicoes de vendas :
na ra d<> Mrquez de Olinda p. 23, drogara dos
nicos i gentes e depositarios ^eraes
Francisco M. da Silva & C-
A o commercio
Eu, abaixo assignado, pelo presente declaro que
nesta data comprei aos Srs. Souza Meirelles &
C. o teu estibelecimento de molbados ai t j ra
do Viscood de Goyanna h. 191, hvre e desem-
barazado de todo e qualquer ono- que possa ap-
parecer.
Recite, 27 de Outubro de 1886.
Lino F rnandea de Azevedo;
Ao commercio
Pelo presente fazemos publico, que nesta data
vendem s ao Sr. Lino Fernaodes'le Aevedo o
nosso estabclec:mento de molhados sito ra do
Visconde de Qoyanna n. 191, livre e desembara-
zada de todo e qualquer onus : quem for credor
aprsente suas contas no praso de tres dias, a
contar da presente data.
Recife, 27 de Outubro de t8' 6.
Sobza Meirelles & C.
Tavcrna
Vende-se urna taverm em urna das principaes
ras do bairro da Boa-Vists, cora poneos fundos
e com um sortimento de gneros novo, com urna
elegante a-macao. casa com commodos indeo' n-
dentes para familia, e aluguel coinraodo ; L se
vende por o dono ter de cuidar de outro ni'goeio e
co poder continuar testa : quem pretender
aproveite que urna boa acqusicilo : a tratar na
travessa da Madre de Deus n. 23, armazem.
Criado
Precisa se de um criado de 14 16 annes ; a
tratar na ra do Commercio n. 44.
Casa no Encanamento
Aluga-se urna casa com duas salas, dous quar-
tos, cosinba fora e cacimba, nova e uluguel
coinmodo : a tratar roa de Pedro AfFonso n. 4,
antiga da Praia.
Sem dieta escm modifi-
ca$ocs de eostumes
Laboratorio central, ra do Viconde ^do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar-
oaceutico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de irabiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tes e promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, r. constitu; os hydropicos e benbe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommt ndado na bronchite, na humip-
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
lararijas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambera fer-
ruginoso, preparados em vinho de caj
Etncazcs as iuflammacoes do ligado e bu9o
gudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as convalescenyas das parturientes
urtico RDtefebril.
Deposito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoei da Silva & L
RA MRQUEZ DE OLINDA-23
Conaelbelro Jun Fefifepe de (
Moma Leo
O Visconde de Campo Alegre, D. Anna Marce-
lina Pessoa de Mel'o, Dr. Miguel Felippe de Souza
Leo, capito Manoel Felippe de Souza Leao. Dr.
Frlippe de Souza Lean, senador Lu:z Felippe de
Souza Ledo, Baronesa de Mtenos, Visconde de
Tabatinga, corouel Joaquim Uazimioo Pereira
Vianna, Dr. Felippe de Souza Leo Sobrinho, Dr.
Antonio de Souza LeSo, Luiz Felippe de Souza
Leao Filho, Dr. Sigismundo Antonio Goncalves e
suas familias, snininamenre condoidos pela morte
de seu preirdo irmo, cunbado. tio e amigo, con-
selheiro Jos Felippe de Souza LeSo, rogain a seus
prenles e amigos, e acs do finado o obsequio de
assistirrm as u.isaas que por i-ua a mu niandam
resnr na matriz de Santo Antonio, s S horas do
dia 28 do eorrente, quieta-feira prosima, stimo
dia de seu fallecimento
Attenco
O abaixo assignado tenJo justo e contratado h
ermpra do sobrado n. 31 ra Duque de Caxias,
pertencente ao Sr. Luiz Jo j da Silva, previne
antecipadamente em geral, que compra livre e
desembarazado de qualquer onus", e se honver
quem tenba direiro a oppor-se a dita venda recla-
me 110 praso de tres dias Pernambuco, 27 de
Outubio de 1886.
Jo6 Augusto de Fojos Correia Cesar.
Aliiga-se
o sobrado de um andar e totao ra do Mrquez
do Herval, travessa do Pocinho n. 33; a tratar
no largo do Corpo Santo d. 4, 1 andar.
Vende se

i.uizn Hara de J.-us Xavier
Antonio Francisco dos Santos, sui mnlher An-
na Rosa Garca dos Santos e seus Slboa, Dr. Ma-
notl de Souza Garca, sua mulher e filbes (au-
seates), agradece! d.iiinim d'alma toias as
pessoas que se dignaram ucompanhar ao cemitero
publico os restos uiortaeg de i-u sempre lembrada
cunhada, irm t tia, O. Luiza Mara de Jesus
Xavier, e de novamente convidan) as raesmas pes-
soas assistirem ai missa?, que por alma da mes-
ma serio celebradas no dia 28 do correte, s 6
horas da mauhu, no convento de N. S. do Carmo,
stimo dia de seu infeliz passamento, pelo que se
confessam agradecidos.
a taverna da ra das Calcadas n. 15, bem afre-
guezada, prcpria para principiante ; a tratar na
mesma.
Hotel popular
Rna de llorias numero 2-1
O dono desic acreditado estabelecimento pro-
poe- e paia fornecrr comida, quer ra sua casa,
quem em casa ce quem pretender, por preco sem
competencia a outro qualquer, com promptidao e
asseio. 1
j----------------------------------^__
triado
Prec8a-;e le um criado de 15 20 annos de
idade, para cusa de familia ; a tratar na ra do
Bario da Victoria n. 52, 1 andar.
Ao publico
Vende
s
um carro de passeio em bom estad
ra do Imperador n. 19.
a tratar na
Casa para alugar
Aloga se 2- andar do sobrado -A ra Primeiro
pateo do Paraso 11.18.
Cxeiro
Precsn-e de um menino para eafrtiro ; ao
"--
Uruz, senhora do engeoho Monjope, quera ter a
bond..de de mand-ir pgar a Jos Feliciano de
Nasar th a qnan'ia de 3.000 e tantos de xarque
que Ihe remetteu para alimentario de sua fabri-
ca na engenho Taoiatape de Flores, alem diss"
quanda aeu iilbo Joao Cavnlcante foi para Eurort
e qae ficou a rjcver-lhe nma letra de 2:000400)
tanto, proveniente anda de xarque, elle foi a sua
casa fazer-lhe ver isto, assim como se devia con-
tinuar a mandar xarque para snpprir a sua fabri-
ca, e f uhs pslavras foram estas, que anda boje
nao as nega, o senhor pode continuar a mandar
porque a sua divida est segur, poiquanro se
meu filho morrer u Europa eu Ihe pagure, e se
eu morrer primeiro ahi est meu filho para Ihe
pagar, patavnts estas que confesson a outras pes-
soas, qwe mais tinba dito ; ulm disto a fr.1 Maro-
nesa viuva e rica e'iD tem filhos, nao uecessita
portanto que a Sr D. Maria por meios menos
propnos accumule fortuna para Ibe deixar de he-
raoci. Ksta dirida atem de todo urna divida
orotenientc de xarque para aliirteutaco de sus
fabrica e nao deve ter fgual as otrs que V*. Exc.
rdoixou de pagar.
O Visconde de Campo-Alegre convida sos seus
psreutes e amigos para assistirem a urna missa
que manda rcsr por alma de seu presado irmao o
coobelheiro J j, Felippe de 8ouz:t LeSo, na ma-
triz da cidade do Cabo, no da 28 do eorrente,
pela 9 horas da manhi, pelo que fiear muito
agradecida
arlmarrbo Cavalcanie de tiliu
jaquertfue
D. Herooiiina Marn Kerreir* Cavalcante, F-
lix Cava canf-; de Albuqnerqiie Mello, Manoel He-
raclito de Alboquerque, Dr. Demoerto Cavalenn-
te de Alboqnerque, Jote 'Phales do Mello e Ly-
curgo de Albuqueique, inandam celebrar urna
missa na'matriz da Boa Vista, :ls 8 horas da ma-
nhl do rila SO do correnf, 1 anniversario do fl-
lecimeuto xa cidade d* Araeaj, de *-u presado
msndn, fiHio, irmilo, cuiiharto e tio, Dr. Aristarcho
Cicyaloaiitv de Aibuqiierque ; e paia esse neto de
ligiJo e carinado com i hun ao* prenles e ami-
) Amaral & C, tendo comprado ao Sr. Alberto
1 Reis Ferreira de Oliveira, o aeu hotel denominado
Rocaoibole sito ao pateo do Terco n. 7, livre
e desembaracado de todo e qualquer onus; deela-
ram que nada tem com o activo e passrvo'do mes-
mo hotel. Se alguem bc julgar com 4iKito a qual-
qner reclamacau, queiram fazel-o no praso de tres
diss, a contar desta dMa.
Recite, 27_de Outubro-de 1886.
A lu^a- se um es-
crayo para copeiro, e
todo o mais servido d
easa de familia, es-
criptorio, m outro
qualquer esta bel e-
eimeiito, gat-antindo-se
sua conducta atraetar
na ra de S. Jorge n.
11) 1.-andar.
4ltencfto

da pro-
Ao aenhor theaouriro da lotera
vracia
O abarro attigaado, tendo perdido o vigsimo
fla lotera qne correr a 28 do correcta me*, den.
19603, e estar/do o mesmo garantido pelo Br. An-
tonio Augusto dos Santos Porto, pede qie nao
tmaa prtwsr algnnw,sepor caso for premiado.
Cidade de Olinda, 26 de Outubro de 188G.
J080 Damatio da tjilr.
' t
Elixir carminativo e Inico rfo
nharniaceulico Ye as
Kettedio qtte eunrjrspepsias, gastralgias e to
ttasasperttrBacos'IrgadiSs A desarrtrtrjdsde e-
tomago e intestinos. Aeonselhado por varios cli
nlcoB dos mais conceftlados Vsta cidade, eha-st
viuda exclusiviimente na pbarmacia americana
deA.M. ras&a, iroaocme de'Cetfcs mi- |q"da n^nmT^dYa"^ d0"errVtie.
mero 97. >|BjM|iBaBaaHaBBH|
eos pira arsistir,
agradecidos.
. -'imnn'jiMnwi"
nt< satido ae eternamente
,- l'wwilaMii
Fumo desliado ^o Bo-Aovn
ll
LE
t
V ... 1 ima-ai ..Ji.lJ-J.JU_.l_?
D. naII i.vopoiiiiiin ta \eeii
WWMN
Franriseo Cinvia de Mesiruita Caidopo, AbSo-
nio Franc-iaeo C'i-nuia Canloso, Oahriel Ildefonso
das Nove* Caiduso, ennrnetid-dor J- s Pedro das
Neves e Francia?" Antonio Correia Car toso, agr-
decem cordmlimen'c hos prenles enit que tu
dignaram aeoinp*nhar :io eemiterio publifO 08
reftos mortaes de sua presada evjmsa, nlha, irmS
e S'ibrinh, D. Amalia LeopoMiMt das Neves Car-
doso ; e de novamente o>- eonvidam para assisti-
rem as missas do stimo da, qne"-por ua alma Jos Antoriio dos Santo3 Itda do Mafqtlt25
mandam resar na igreja da Madre "de ms/s 8 de Olinda n. 5 e ra Prinreiro de Marco
m.' -3-
Freitas Silva &
O mtelhor e a mala taro qne lena
iludo a eaaatmMwra
NICAS IMPORTADOBES
Costa Lina & C. Ra do' Amonio a. 37.
Almeida Machado C.-Ji*ada,%Wre de
Deus o. 36.
(


Diaria de P^nambnco^uinta-feir 2S de (tatabro de I&86
\

TORDAS
Vende le casa de imlhadoa sita ra Di-
reita do Afjgado n. 16 : a tratar na meama.
Coelieira a yenda
Vende-se duih cocheira com bong carro* de p^
eio, bem locnlieadn e ufregocaada, por preci>-'u"
to mdico em rsalo de aeu dono nao pod<- dmi-
nistrar por ler de fuaer uuia viageto : preten-
dentca ncharo com quein tratar a ra o Duqcn
de Chxks n. 47.
GRAJV.DE
lfllliiP
4 Vencedora
Rna da Imperatrii 82
4. H. Li'miK 'luirlo
Nesre esubeleoimeno eucmtnir o pablicc
sempre um competo sortiir.ento di' loiudeaa e
objectos de moda c phanUsi, u grande eiposico
de briDqatdes p^rn crianza, per pieco lem com-
petencia, a saber :
Leques do diversas quaiidadtw.
Socos paia crian;.
Chaposinhas e sapatiuboa para baptisado.
Enxovaes completos pira baptisado.
BC08 do todas as quali ladea e coree.
Sortimento completa de fitas, eoresoqualidadcg.
l'unb s ecollarinhos para lu.inins c sinhoras.
Completo sortimento r*e i de todas aa cores *
2/800 h libra.
Espartilbos.
Grande sortimento de meins brancas e de cores
para humen*, seaborxs e meninos.
Objectos de plaque : broches, pulseiras, brin.-os !
voltas, ulmtes e mis artigas.
Perruinamc de todas ks qualidndes.
Velas de cera e bogias d-- t > M lnianlios.
I.uva
De seda, bra?o ioteiro.
dem, m"io braco
dem! de 3 e 4 boto's.
em da EacoMM.
dem prctH, de 2, 3 e 4 boto s.
Luan de pellica
A lfiiUOo par, e mais tiuia laifinidade drf rti-
cos que seria ooft\d< nn > idm i r r.
O proprit t.ir:o dsatS S*1 ibelrcimento convida
ftego ZAS i-< eeialuiente &3 Esn > fami-
lias para visitareis o seu esttbeluciatent e Irva-
: r !'. o que iieim fica dito.
82 Ra dalmpt-rutrizSi
Expsito central rna larga do
Rosario n. 58
Damj&o Lwna & C, cnanam a attenoao das
Exmas. familias para os precos segmntes :
Carretela de 200 jardas 80 rs.
Pecas de bordados de 200 a 600 ra.
Ditas do- um palmo a 2(500 e 3J000.
Fita u. 80 para faxa a 2*500.
Leqres regatas o I). Joannita a lfOOO.
Frascos e extractos do Lubin, grandes, a 2*000.
Lequee D. Lucinda Colho a 6*00!).
Toalhas felpadas a 500 600, e 1 Duzia de meiua para homem a 3#000.
Ditas fmia senhoms a 3*000.
Lava de tila a 2*000.
Meias de fio de eda para menina a 1*000.
1 Colarinlios do liuho a 5W) rs.
DJtM de algodao a 320 e i<^ rs.
Macos de grampos a 20 rs. .
Pecas de cordo p ra vestido a 20 ra.
nvisiv s grandec a 320 rs.
Grampos iuvisiveis a 60 re.
Um leque de aetim (uovida ie) a 6f500.
Ricas bolcinbns ele madreperla de 1*5(X) 6*.
La para bordar a 2*800.
' Urna cpela e v > do 16*008, por 12*000.
Um eapelbo de mol tara por 5*500.
Urna palaeirs) de fit* p--r 1*21/).
list a 400 e 600 r
Aovas lsmlias
A 3 3 e 400 reis o ovado
Acabam de cbetf para a I ) i ilaru. da lm-
peratriz n 32. um grande e booito aortiuiento 'ie
"has oe c res paca vestid s, sendo lascada de
O) ..-ia, com cores lai (. e tacaras, B li-
lan se a 320 e 400 ms s cowtd, p r bavsr
irande poica o na loj de Per Ci|lm
Y
\ Uma boueca grande Je era por 2*500 e 3*000.
NA LXPOSIQO CENTRAL.
38ia Larca do Ku, irio58
Serrara a vapor
Caes do Capibarbe n. 8S
V'esin serr ua en". .. e libares fregu-
is :iui arauda sortni i li de resina de
, eeqaadfoa Sairants-ci praco maia com>-
lo do i|ue em Mitra qualquer parte
Francisco d.i Sant 6 Mi e. do.
0
Vende-se nina arroacao eD.v4racada, propria
Pinito de Riga
Acaba de chegar pelo brizne Atalanta um com-
pi< i,i turtimento de pinito de Riga da meJhur qua-
e ce diseas djaaeneoes, como sejam:
4 X ;
4X9
. 3 X 12
3 X 11
i X
8 X 13
i 'aboas da mesma madein <-' le 1/2 polle-
ifadaa.
V:ndem MATHUE-* AUSTJN & C, ruado
[ ara fnzendas ou molhados, em p-rfeito estad.' : a (J inmTeio u. 18, andar, ou na caes do Apollo
' na ra da Impera'.! iz H.
ii. '', por precoa commodun.
jRCTTFAt
Peptonas Ppsicas
de CHAPOTEAUT
'farmacutico de 1* Claaae
Approvadf pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro. Empreadas nos
Eospitaes de Pars e nos de Marinha
A Peptona o producto de di gestao da carne de vacca pela pepsina de Chapoteaut
extrahida do estomago do carneiro e transformada em um alimento soluvel, inme-
diatamente assimilavel, que vae ter a todos os pontos do organismo por meio da
circula(;ao venosa, e alimenta os doentes sem fatigar-lhes o estomago.
O Vinho de Peptona de Chapoteaut por isso indicado as molestias que
tem por causa as ms digestoes, as affeccoes do figado, dos intestinos, as
gastrites, na anemia, na chiorose; as molestias do peito, na dysenteria
dos paizes quentes, as digestoes difficeis e laboriosas. Este Vinho alimenta as
creatinas, que nao supportao a comida, augmenta a secrecao do leite das pessoas
que criSo e torna-o mais rico; fortifica os velhos e levanta promptamente as forcas
dos convalescentet.
A Conserva de Peptona de Chapoteaut, que pode ser empregada interna-
mente e em olysteres, tem o poder de alimentar du.-ante meze$ os doentes mais
graves, como os tsicos, que nao possao tolerar alimento algum, os cancerosos, os
que soffrem da bexiga, dos rins'e da medulla espinhal.
E' preciso nao confundir as PEPTONAS DE CHAPOTEAUT com outras fabricada
com carne de cavallo e vegetaes fermentados.
Deposito em Paria, 8, Rae Vivienne e as principaea Pharmaclaa.
THES0URAR1A
DAS
mm % mm
Acha-se venda a 7a parte da Ia lotera a
beneficia da Santa asa de Misericordia d(i
dfe que se extrahir quinta-feira, 28 de Ou-
tubro ao meio dia pelo seguirte
A RevoluQo
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintea artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Cachemira bordada de seda a 1*500 o co-
vado.
Merinos de cores a 900 rs., 1*000 e 1*300 o co-
vado
Merinos pretos a 1*200, 1*100, 1*600, 1*800 c
2*000 o covado.
Velludilhos lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Las com listrinhas a 600 ra. o aovado.
Oioedenapoiei pretos a 1*800, 2*000 e 3*500 o
covado.
Setins damass a 320 rs. o covado.
Zepbiros com desenhos modernos a 240 rs. o
covado.
Linhos eacosse'es a 240 rs. o covado.
Qaze com bolinbas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Zepbiros lisos a 100 ris o covado.
Ditos listrados a 200 ris o covado.
Chitas finas a 240, 280, 300 e 320 ris o co-
vado.
detones finos a 360, 400 e 440 ris o co-
vado.
Baptistas finas a 200 ris o covado.
Nansuc finas com 3 padroes liados a 300 ris o
covado.
Las com mselas de seda a 700 res o covado.
Setinetaa com desenhos lindos a 320, 360, 400 e
440 ris o covado.
Ditas Iavradas a 500 reis o covado.
Das lisas a 400 e 500 ris o covado.
Fustoes de corea a 320 rs. o cavado.
Enxovaes para baptisado de 9*000 a 18*000
uin.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 uma.
Ditas brancas a 1*8(H) uma.
Cobertas de ganga a 2*8'J0 uma.
Lencoes brancos a 1*800 um.
Lencos do 1*200 a 2*000 a duzia.
Toalhas lelpudas a 4 000 e 6*000 a duzia.
Bramante de 3 larguras a 900 ris a vara.
Dito de 4 ditas a 1J200 a dita.
Dito de linh, a 2*000 a dita.
Cobertores de 12 a 4r00 e 7*000 um.
Fecbs de la a 2*000, 3*000, 3*500, 4*000,
eT4*500, 5*000 e 6*500 um.
Chales finos de 5*000 a 9*000 um.
SetilM ma'jo a 800 e 1*200 o covado.
"Cortinaaos borddos a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Espartllbos de ouraca a 4*000, 5*500, 6*000
e 7*500 um. '
Guardanap-is da lnl)o a 44000 a duzia.
Madapolos geu?m^jde ovo e pelie de ovo
6*500 a peca.
CamuaB de meta a 800, 1*000, 1*500 e 2*000
uma.
Seroulas de bramante a 1* o 1*400 uma.
Flanella branca a 400 res o covado.
Casimira diagonal a 1*800 e 2*500 o covado.
Cortes do caaemira a 3*000, 5*000 6*000 e
7*000 nm.
Camisas de linho a 30*000 a duzia.
Brim pardo a 320, 360, 440 e 500 ris s co-
vado.
Linn com salpicos a 500 rs. o covado.
PustS.'s branos a 3G0, 440 500 e 640 ris o
covadu.
Panno da costa a 1*400 e 1*600 o covado.
Dito admascado a 1*800 c covado.
EsguiSo amarellc e pardo n 600 rs. o covado.
Cortinados de crochet a 24*000 o par.
Henrique da Silva Moreira.
WHISKY
KOYAL BLEND arca VIADO
Este excellente Wbisky Escbeos prelerive
ao cognac ou aguarden* de canna, para fortifica
o corpo.
Vende-se a retalho nos tu lberes rmaseos
nolhados.
Pede KOYAL BLEND marca VIADO cujo m-
me e emblema sao registrados para todo o Brasa
_________BBOWNS & C agentes___________
Malvasia
Vinho proprio para senboras
Em harria e a retalho : Pocas Mendes & C,
rna estreita do Roaaiio n. 9.
Tecidos de linho
A 500 rs. o onvado
Na loja da ra da luiperatriz u. 32, vende-se
um bonita sortimento de lazendas de linha para
vestidos, tendo largura de chita friuccza, com
multo bonitas cores e palmichas bordadas, pe-
cbincha a 500 reis o covado, na loja ae Pereira da
SHva. J_
VAPOR"
e inoenda
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver no engenho Timb-oss. muito perto
da estacan do mesmo nome ; a tratar na ra da
nperador n. 48, 1 andar.
Maduro
Vinho puro da uva
O que pode huver de melhor para mesa, em
barris e a retalho : Pocas Mendes estreita do Rosao 9.
ieULYSSE R0Y,csi?-
-milePROUST, Sao6' & Sen*
.lflOCIOSEICl
P4rtuma ensntlno no* Yiaboa ou
de Me toe.................oslOOfnmai
:. ocio EssonciaiCognB-n 100 fraaco
PnrtumoapantodwotLloorafeM 100 frucoe
-' Rencla de Rimm ou deTa*io, os !S0 fruoofl
Depositarios em jv-imo >&BOiao Xa\. da SIX/TTA. a
3WSC
soo*
300 te
600
24,000
Beneficio
l'lh*tP8
sello
a 165000
e commis-
1 Premio de.
1 Dito da
1 Dito de .
1 Dito de .
7 Ditos de 2:000tf000
10 Ditos de 1:000(5000
-4:0005000
69:0605000
814:9405000
100:O"\S000
;;o:G. ~)b0:
10:0005000
4:00ti9000 i 2,400 premios
14:0005000 para toos
centena em que sabir
o terceiro premio
2 Approxim a 5 5es de
2:0005000 para o pri-
meiru premio
Ditas de 1:0005000
para o segundo premio
2 Ditos de 605000 para
o terceiro premio .
de 2O5OOO
os algaris -
10:0005000' idos finaes do primfiro
8:0005000' premio ....
I 2,400 Premios do 205000
para todos os nlgaris-
19:0005000! mos fiaaea do segundo
premio.....
5:9405000
4:0005000
2:0005010
1:30050-0
48:OO050O<
16 Dito de 5OO50O .
99 Ditos de 2005000 para
a centena em que sabir
o primeiro premio
99 Ditos de 1005000 para
a centena em qile sa-
bir o segundo premio 9:9005000 5,140 Premios
99 Ditos de 605000 par.
Case a terminado do > pr#mo sej-a igual a do primeiro passari ao nu
mero imraediatamente supirijr
Esta lotera divid' n 1 m 20 partes e os bilbetes em vigessimos
cada um,
O) premios matares de 2005000 eaj cada parte esto sujeitos ao imposto
?incial de lo[, e 5[ sdiciaBal soire o referido*impo8to. t
KXTRA<:9O PELA MACHINA FICHET
The*ouraria das loteri -s, 21 de Outubru do l*
Augusto Octaviano de Souza,
Thfsourflro.
48:0005O0t
314:9-10:00T
de 800 ris
pro-
BRONCHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
CURA RPIDA R CERTA PBLAi
Gottas LiYoniennes
TROUETTB -PERRET
Otm CRKOSOTM ie FAI, ALCATSAO ie NOMUBOA e BALSAMO ie TOLJJ
Este preparado, infallivel para curar radicalmente todas as Molestias das Tas
respiratorias, 6 recommeiii..ao pelas Notabilidades medicas como o nico efflca
t o nico medicamento que alen de no fatigar o estomago, o fortifica, reconstituya e despert
o appetite : duas gottas pela manhi e i tarde hastam para triumphar dos casos mais rebeldes.
DEVE-SE EXIOIR O SELLO DE GARANTA DO GOVERSO rRAHCES
Deposita priicipal: TROUETTE-PERRET, 264, bode4 Yoltiire. PARS
Dtoositoi em Vrnambueo i nAM~ M. da silva v C, ( ui srlsetpaM PsinaKlst
%Sfsf^fyrlVYlVtV>^^>,*^^^^^^"l^^^^^***^>^*^>^^***,*,>^^''^'^^',^',*,^' ^ ^ ^ ">|
A' Florida *
Rna iiuquc de Caxias n. 103
Chama-se a attencao das Exmas. familias para
os procos segu otes :
Luyas de seda prcta a 1OO0 o par.
Ciatos a 1*500.
Luvas de pellica por 2*500.
2 caizxs de papel e envelopes 800 rs.
Grampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p .ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para bomem a 3*.
Meias de Escossia para crianca a 240 rs. o par.
Loques de papel com torrente al*.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de eseuiao a 1*500 a dusia.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramos de flores finas a 1*600.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 el* o par.
Porta-rctratc. a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 60 rs., 700 e 800 rs. um.
Rosetas de brilhantes cbimicos a 200 rs. o par.
Guarnicoes de idem idem a 500 rs.
Anquinbas de l*5t>0, 2*, 2*500 e 3* urna.
Flisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Biccs de cores com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 3* a peca.
dem com 4 dedos a 4*500 a peca.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
Ideo La Figurinc a 5*000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
2*500 a peca.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Pentes para coco com iuscripca< .
Para toilet
Sabio de areia a 32 rs. um.
dem phenicado a 500 vs. um.
dem iib-atrau a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealface a 1*000.
Agua celeste a 2*00*).
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*00'.
Mac .eos de seda a 100 rs.
Meias brancas pura eenhora a 3* a duzia.
BARBOSA & SANTOS
inla prcta
Imprem o ypoferapblca
Vend-m Rodrigues df' fr'nria & C\ latas de cin-
co e tinte cinc. libras, nn ra de Maris e Barros
numero 11.
lVS2,Boideaux: Hedaih*. th Brome;
L!oii : Mtoa na da Prata; Boche-
lort : Menc3o -la Medalha da Prata,
randamodelo -.1883.Amiite.clam:
Kadalha da Prat* douraoa. 18S5
l^tpoc4de irabalho:Admatto
FILTUl
Allmentar.o Rica
ib jriiciiic: niUsai e fittsttUtu.
A FA".:?raa stini k o mellior auxiliar
da ama tenaallmei iodanalnnas.
Experlm^nlada com o rccJior xito as Q
Hospital
ifi'reu! ie
OasiMtr-'" Xtea-
tsnos, 1'risSo de Veotre r.;iclJc.i, c
as ATe
irppor: ; para a pro-
duccao ETItlh i MA(.C\ BEStltaA : A VI6H
Fhtrmacn MTiMStem Bordeatix(fn{a
JB i Pntn" R, da 811*a aV C'.
Vende-se
urnas trras ventado dos compradores, junto a
estacao de Campo Grande, com diversos arvore-
dos de (rucio, terreno de barro para edificaco,
com boa agua para beber e preco baratissimo ; a
tratar no mesmo sitia, ou ra larga do Rosario n.
2. Avisa-se que o te'reno 6 proprio.
INoivos e noivas
Encontrarlo sempre na Graciosa, ra do Cres-
po n. 7, nma variada colleceao do objectos pro-
prioa para casamento, como sejam :
Capellas com vus, de 5* a 25*0 Gnn&ldas de flores de larnngeira a 5* e 6*.
uigas de seda braica a 1$ e 2*' 00.
Luvas de pellica branca para senhora a 2*500
o par.
Ditas de dita para bomem a 3* o par.
Meias abortas de fio de Escossia para snhora a
*000 o par.
Ditas de sedabr* ea iara senbora a 8/000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para bomem
a 1*500.
Leques brancos de setim. de 6, 10* e 15*000.
Gravatas hn.wp.s de cambraia a 800 rs.
Ditas ditas com laco a 1000.
Ditas d>' sntim branco a 1*500.
IMiarlo *fk C.
Pechinchas!
Sao ss negulnicii qne deflnltlTSi-
ntesite nao entrarao nu prximo lia
lasco
Admire m!
Bonito sortimento de mariposas e fustoes, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o covado !
Nansokq de cores mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
ditol
Lnhoi eseocezt's, novidades em padroes, a 200 e
240 rs. o dito !
Setinetas, as mais finas que tem viudo, a 320 e
360 rs. o dito !
Cretones francezes a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o
dito'!
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs., listras de se-
da, barato !
Lazinhas modernas, a 440 e 500 rs. o dito !
Cachemiras, lindos gostos, a 600 e 700 rs. o dito !
Renda indiana (imitacao), linda fazenda, a 700 rs.
o dito!
rlanda, delicados desenbos. um metro de largura,
a 800 rs. o dito !
Merinos e cachemiras, pretas e de cores, a 900 rs.,
1* e 1*200 o dito!
Setim macan, todas as cores, a 800 e 1* o dito !
Veludilbo de todas as cores, lisos e bordados, a 1*
e 1*200 oditi!
Casemiras inglesas, de cores, a 1*200 e 1*400 o
dito!
Cberiots, preto c azul, a 2*500, 3* e 3*500 o
dito!
Casemira diagonal, a 1*800 o dito .'
Panno inglez superior, preto e azul,
4* o dito !
Pecas de esguiao para casaquinhos,
4*!
dem de superior algodao, a 4*, 20 ids !
dem de madapoldes americanos, a 4*500, 5* e
6*, 24 ids !
Para as Exmas. noivas, lindas grinaldas e veos,
por 12* e 15* !
Ricos cortinados, todo bordado, completo, por
9*!
Lindas gnarnicoes de crochets, cadeirss e sof, a
8*!
Superior bramante de algodao. quatro larguras, a
900, 1* o 1*800 o metro !
Atoalbado bordado a 1*400 e 1*800 o dito !
Pannos de differentes cores para mesa a 600,1*200
e1*600 o covadoI
Cobertas de cretones, lindos padroes, a 3*800 e
Lencoes de bramante (cama de casal) a 2* um !
Colxas francesas, de cores, a 2*, e 6* superiores !
Lenccs de cores, lindos desenhos, a 2* a duzia !
Seroulas bordadas, de bramante, a 16* a dita !
Meias inglesas, brancas e de cores, a 3*200 e 6*
a dita.
Cainbraia bordada, branca, a 6* e 7*. ns melborcs
que tem vindo !
Sortimeato completo de sedinhas de cores, grosde-
naples, filos bordados, crep, manfilhas, capas
de 13, fich.
ChamadosTemos pessoal habilitado.
Vendan e:n RrosaoDsscontos da praca.
Rna Duque de Caxias -59
a 2*200 e
a 4*500 e
Carneiro da Ma & G.
Vende-se
i;m bom estabeleeimento de molhados, com arma-
cao toda envidracada ; a tratar na roa Bella nu-
mero 37.
Viuvos eviuvas
Poderlo ir Graciosa, ra do Crespo n. 7,
que acbarao sempre artigos proprios para lato,
taes como :
Leques pretos de papel, setineta e setim.
Votas, brincos, polseiras e broches pretos.
Meias pretas, fitas, bicos de linho, 11 e seds
pretos.
Guarnicoes para camiso de homem.
Cadeias de fita, retro e metal, pretas.
Meias pretas para enancas.
'liarle A C.
Bom negocio
Vende se uma pequea casa de pudra e cal
construida ha pouco ternpo, sita na Torre ra
do Kio, tem 2 salas, 1 qnarto e cosinha fra ;
edificada em terreno proprio, com 123 palmos de
funde e 50 de trente : quem pretender dirija- se
ra do Imperad jr n. 65, escriptorio.
FABRICA DE CIGARROS
DE
ME 17 RON & C.
MEURON & C. parceipam sos fumantes e apreciadores dos seus c que es podem encontrar as casas seguintes :
Recife
Mearon & C-, na d.i Madre de Deus n. 7.
Charles Pluyn & C, praya do Oommerdo. /
Jo3o Martina da Silva, pra$a do Chaco n. 21.
Jos Pinto da Costa Sobrinho, ra do Barao do Triumplio n. 35.
Manto Antonio
Jos Joaquim Al ves, ra do Bario da Victoria n. 69.
JoSo AffoD6o Torres, ra do Imperador n. 65.
Nunes Pedroza & C, ru. da Penha n. 32.
Boa Vista
Joaquim Antonio de Vasconeellos, ra da Aurora n. 81.
Arthur Mao-s, ra da Aurora n. 85.
Manoel Lins Ribeiro, ra do Rosario n. 51.
Recife, 20 de Outubro de 1886.
(ZTf VINHO DEFRESNlT^Hm
TNICO-NUTRITIVO
COM PEPTONA
Cami assimilavel)
FERRO E LACT0-FH0SPHAI0 0E CAL MATURAES
Sendo o Vinho Defresne d'nm prosto delicioso, lam-
betn o unicu lecoustituuite nutuva e cmplelo.
o mais precioso de todos os tnicos; sob a sua
influencia, desvanecem-se os accidentes febrfs, renasce
_ Hppetite,fortalecem-se os msculos e voltam as torgas.
Emprega-se com xito contra a inappetencia,os cres-
cimentos rpidos, convalescencas. molestias do
estomago (Gastralgia, Gastritis c Dysenteria), c
debilidade, a anemia e consumpeao.
DEFRESNE : ornecedor dos Eospitaes, Par, Autor da Pancreatina
______J tedas as ghaimaaas______
Fhaiiucii M. da SILVA A O*.
S.6. n
s
U ?.
14
m *

- Cfl 5 .
E* ik
g^ SS5
c *-
Mi h'*
1

sS'*3e3i
CORO
M0RTIIR1AS
A loja ie cera da na Dnp ii Caxias n. 119 mm w
mpleillo sortimento de coroas mortuaras, desde o pe ia de su-
ples al ao lior e lis rico, tai en gosto cono en palidade.
Collocai-se os dsticos GEATIS a ratafle itrninlinL
Quanto a precos desafiam toda com-
petencia.

zsz
a
&
f*
JX:
C^
Chapeos e chapelinas
36 M0--PBivADn ISDEEMDEIA--36 A 40
B. S. CAEVALH0 & C.
Froprietarios dest'i bem conhecido estabeleeimento paitecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que raensalmente recebem
das pnacipaes casas em Pars e Manchester o que de melhor e de
apurado gosto ha em chapjlinas e chapeos para senhoras e meninas
u das primfira8 f'abriit;;s do Himburgo o que ha de melhor em cha-
peos para horaens criani;:s, e muiti.d utros artigo? concernentes

ce
5
iimmI
0

cr
a c
.liapelarii
Flores artificiaos para ontsmento de salas.
0,000 Do**,
W evades t y
D artros, Chavos
Virus, Ulceras
PELO
DEPURATIVO CHABLE.
. ^m todas as Pharmacias do Universo
Onde te contra gratis a
loticia Cbablt.
36
CHAB
pAR/S
5,000 fio^J
* ratos de **
&0N0RRH4, fLOBES brancas,
PERDAS SEmNAES.
EsGOTtmEMO, etc., etc.
PBIX)
H1TRAT0 DE FERRO CRELE
Em todas a? bt^as
9%
Pharmacias
Se o adresse
\*
Pa
I
o
i
idH f^T ^k/r rBP
JOSEPH KRISE 8: C.
icabara de augmentar o sen j bem eonbecid
mportanlc estabeleeimento rna Io
de marro n. 6 com mais
nn; saldo no \ andar Inxuosainente prepa-
rado e prvido de nma exposi-
yk # dos mais afamados rabrteaales do
mundo inteiro.
norivida, pois, as Exmas. familias, sens nume-
rosos .amigos e fregnezes a visitaren,
o sen estabeleeimento, aOm de
apreciaren, a grandeza bom gosto com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaran!, em honra
desta provincia.
lA-SE ABERTO DAS '1 A'S DA IITt
COMVITI



*--^yy
HVHHMBHHBMHB^B
8
Diario de Pcrnambncotyuinta--feira 28 t Outubro de 1SS6
LITTERATW

'-.
A tradocfio do Dante
(O EPISODIO DO COKDE UODLINO)
(Do Commercio de Portugal)
(Cnchisclo)
Diz elle : t O Conde Ugolino, de ac-
corde cono os Florentinos, com os Sanezes,
e com outros oaudilhos toscanos, expulsou
de Pisa, em Janeiro de 1274, todos os gi
belinos, e della se fez seohor com os guel-
phos (Hist., vol. VII, 98). Depois, no
mea de Maio de 1275, foi elle por sua vez
expellido do Pisa com seus sequ-azes, (ibid.,
VII), at que os Psanos, desbaratados
pelos Florentinos pouco alm de Pontede-
ra, restabeleceram ein Pisa o dito Ugolino
com todos os seus expatriados Guelphos
(ibid, Vil). Mas pelos annos de Chriitu
1288, corren lo o mez de Julho, surgiram
grandes divisCes nos nimos por causa do
supremo governo da repblica (signoria) ;
sendo chefe de ama das parcialidades Giu-
dice Nio da Gallura dos Viscontis, de
paroeria com alguns Guelphos: ehefe de
outra parcialidade era o arcebispo Rogge
ro com os Lanfrancbis, Gualandis, Simn
dis, e outras familias Gibelliaas. Ugoli-
no, em o intuito de impolgar o supremo go-
verno,. colligou-se com o arcebispa, e tra-
bio Giudice Nioo, sem attender que era
seu neto, filbo de sua filba, e logo or ena-
ram, que fosse expulso de Pisa com seus
adherentes, e preso em pessoa. Giudice
Nio, avisado da conspirado, e nlo tendo
torgas para suffocal a, saio as occultas da
cidade para o seu castello de Calsi, e log >
fez pacto de allianca com os Florentinos, e
os Lucheses para debellar os Psanos. No-
te-se, que Ugolino, para melbor disfarcar
a sua traicao ao neto, ordenada que fosse
a destituiclo, e captura deste, parti em
continenti para a sua casa de campo, qua-
si castello na magnificen -ia, e fortidlo, e
que se chamava Seltirao, d'onde voltou,
apenas soube da expulsao de Giudice Ni-
o, e foi acclamado pelos PisSes governa-
dor da repblica no meio de grande so-
lemoidade e alegra.
c Mas pouco desfruitou, continua Villa-
n, as delicias do mando
porque Deus,
no designio de castigar suas traigoes, e
crimes, Ihe tornou adversa a fortuna.
Com effeito, muitas eram suas traigSes e
crimes. Quanto aos crinaos eram-lhe im-
putados : Io, o envenenamento do conde
Anselmo de Capraia, flfao de sua irml,
do qual tinha grande inveja por sua popu-
laridade em Pisa, e pelo reieio de o privar
do exercicio do poder publico ; 2o, o as-
sassinato de un sobrinho do arcebispo
Roggero, que disputava a outro sobrinho
seu a mo de urna rica herdeira ; e quanto
s traig3es patria, contam-se : Ia, a que
prat'cou a 6 de Agosto de 1284 no acto da
batalha de Meloria, conservando de propo-
sito inactiva a terca parte da armada ; o
que occasionou o triumpho dos inimigos;
2a, a de ter provocado tumultos favoraveis
ao portido Guelpuo; 3a, de ter entregado
por dinheiro a Florenga, o Lua, de com-
binoslo com o arcebispo, os castellos de
Ripafrata, de Vernia, e de Anciano : dis-
pondo de outros a titulo e dote de seus
tilhos ou sob outro titulo. A ira de Deus,
portento, repete Villani, nao tardou de cair
sobre o scelerado que, assim como de con
certo com o arcebispo havia trahido, e ex-
pulsado sea aeto Giudice Mino, da mes.ua
sorte vio de repente os seus novos alliados
excitar contra si o povo, que em grande
furor se dirigi tumultuariamente ao seu
palacio, tendo sua frente o arcebispo de
cruz alfada, os Lanfrancbis, os Gualandis,
os Simondis, que' todos a una voce, accu
sando-o de trahir a patria, o fizara pren-
der com seus dous filhos, e dous netos, ii
lhos de seu filho Guelpho; sendo mortos no
conflicto um tilho bastardo, e um neto de
nome Heorique- Colbidos assim mi,
foram mettidos na torre Muda.
' Aqu temos pois o traidor pelo traidor
trahido I E cos fu il traditore dal tradi-
ore tradilo. Est entendido que a par-
cialidade guelpba foi completamente abati-
da, e exaltada a facglo gibellina (ibid ,
VII, 121, 128). Os Psanos, em 1289,
elegeram por seu capitn de guerra o con-
de Guido de Montef.'ltro, dando-lhe gran-
de jurisdi gao, o poder. Chamado Pisa
l dof confina d'Asti, logo que chegou,
achando presos o conde Uguliao e seus f-
lbos e netos, mandn trancar a porta da
torre, e porque o povo nao duridasse, lan-
cou as chaves no rio Amo, afm de que
fosee vedada aos presos toia a alimenta-
clo1 (ibid.) >
Em face d'estes fautos histricos, passa-
dos sob os odos do proprio Dante, nlo po-
da elle por em duvida que Ugulioo hou-
vesse trahido a patria, e, por isso, o met-
teu em Antenora entre os traidores da pa-
tria. Nao sirva de argumento contrario o
ter o poeta, ao exprobar a Pisa a morte
cruel de Ugdiao, se mostrado como duvi-
cioso da criiuinalidado d'este. O poeta na
pareceu retrahir o brco, se nlo para vi-
brar golpe mais proiumlo. Disse calculada
mente que, si era certo qae Ugolino havia
entregado os castellos da patria aos inimi-
gos d'ella, nao era isso razio para que os
tilhos, qu eram innocentes fossem con-
demnados mesma pena tao barbara. Dan-
te pois nlo po! em duvida a existencia do
crime. Nao parece attenual o senao para
realcar a innocencia dos flhos, e carregar
de negras cures a iniquidade de Pisa que,
qual outra Thebas, onde as furias arruta-
ran) Athamante a matar seus flhos inno-
centes, se deixou com tal excesso dominar
do furor da vinganca, que, na conde mna-
gln de Ugolino, pretorio todas as formas
regulares do processo, ao ponto de nlo
discriminar a innocencia dos flhos da cul-
pabilidade do pai, e (Fahi o serem irremis-
sivelmente sujeitos a padecer a ursina
pena cruel: acto esse tao atroz, que tor-
nou os psanos indignos do nome italiano 1
Alguns interpretes superficaes tem no-
tado com ares de grande novidade, que
Dante errou quando disse, que quatro, e
nlo dous somonte, eram os filhos de Ugo-
lino, o que os outros dous eram netos. To
fa l a arte da critica, quanto diffi il ser
critico vertUdeiro! Que'O. no sabe, que
na accepcao vulgar se chama flhos tam-
oem os netos ? Deraais, Dante, ascrevendo
no meio de contemparaneos, que coaheciam
porfeitamente o numero dos flaos, e dos
netos de Ugolino, teve, ainda asiira, a
precauglo, nao s de declarar os uomes
doa dous flhos de Ugolino, como os noraes
dos dous actos, que morreram com elle na
prisio. Outro critico sem criterio tambera
houve, que disse ter havido equivoco em
Dante em affirraar, que dous foram os ne-
tos de Ugolino, que morreram com elle,
Brigata, e Ansalmucio, quando morreu mais
um, de nome Henrique I Mas j o leitor
vio das transcripcS 8 histricas de Villani,
que esse Henrique morreu com effeito, nao
na prisao, mas na ocasio do assalto, po-
pular ao palacio de Ugolino. Em sum na,
outros interpretes, alias respeitaveis, iu-li-
nam-se a crer, que Ugolino fra innocente,
e que s por inveja, e ciume foi atraigoado
pelo arcebispo I na veadade estranha-
vel, que eruditos do pulso do Pagiali e
Lombardi mantivessem duvidas, a respeito
dos crimes do conde Ugolido Isto s se
explica por nao serem ainda conlieci los no
tempo d'elles os documentos histricos, que
ltimamente foram exhumados dos archi-
vos, e bibliothecas da Italia e at da Alie
manha.
Quanto ao arcebispo Roggro dase a
dupla circumstancia de ter trahido a patria,
e o amigo Ugolino, e, segundo Dante,
maior delicto trahir a amisade, do que tra-
hir a patria: mas porque colloca o arcebis-
po na Antenora entre os traidores da pa-
tria, e nlo na Ptolemea entre os traidores
dos amigos ? A razio porque Dante
enteode, que entre homens polticos, mor
mente si s3o mos, como foram Ugolino, e
Roggero, nao se d aquella amisade sin-
cera, e virtuosa que o poeta prefere ao
amor da patria ; visto que a tra gao entre
taes amigos nao delicto to grave como
a traiga) patria: portante o delicto mais
grave do arcebispo foi a traicao patria,
aconselhando, ou concordando em que
Ugolino entregasse os tres castellos de Pisa,
rOLHETIM
DE
EMMA ROSA
POR
ZAVIES DS II3SISKS
cs&?:m;a ss mw .
(Continuacao do n. 24 0)
XXII
O assassino de Jayme Bernier abri a
porta de um gabinete t-scuro, no qual met
ten o cumplice, e cootinuou:
Eu vou recbelos. Tranquillisa-te,
Luigi. Recobrei todo o mea sangue fri e
hei de affrontar a tempestade, se a tem-
pestada desatar.
Eu nlo po8so, estou tremendo.
Proli encolheu os hombros e fechen a
porta do gabinete.
- Fazenio depois um esforgo heroico para
nada deixar apparecer no rosto da ernogao
fulminante que sentio, foi sentar se sua
secretaria, tirou de urna das gavetas e
poz no nariz uas oculos ligeiramente col
ridos.
O Dr. Parali, dizia de si para si : do
especialista celebre, do rico proprietario de
urna das casas de sade mais importantes
de Pariz, ninguem pode desconfiar.
Nesse momento bateram porta do ga-
binete.
Entre, disse elle em voz firme.
Debrucou-se e folheou com mo febril e
grande attengao pparente os papis que
tinha diante de si.
O eropregado entrou.
Sr. doutor... disse elle.
sua patria, a Lu:a, e a Floreng. Por
este motivo o arcebispo mettido na An
tenora, e nlo na Ptolcmca, bem que nlo
deixe de ser punido pela traigao quell i
tal ou qual amisade, que o ligara a Ugoli-
no ; por isso, alm do glo cominum, em
qua sSo atormentados os traidores da pa-
tria, foi o arcebispo posto merc de Ugo-
lino, que lbe devora a nuca do modo hor
rivelmente doloroso.
Ha tambem outros eruditos, que consi-
derara innocente o arcebispo Roggero, e
criminoso smetite o conde Ugolino. O
conde de Troia, por exemplo, diz no seu
Veltrt A!legoricj (pag- 29) o seguinte:
Uaico, entre os conterrneos, Dante foi
o primeiro, qae ac msou o arcebispo Rog-
gero de ter dado o impo conselho de fazer
morrer fome o infeliz Ugolino, e seus ti-
lhos ; mas nenhum outro historiador coevo,
Guolpho ou Gibellino langoa tal atrocidade
conta do arcebispo.
Todos afSrinara ter sido obra dos Pisa
nos. Um desses historiadores disse a ver-
dade, quando affrmou que o responsavel de
tudo foi Guido de Montefeltro em'cajas mos
estavam as reas do governo de Pisa. Oocorre
que o arcebispo nlo era naturai d e 'isa, mas
sim de Magollo. Quando era podest, ou
g.ivcrnador supremo, poda mandar matar
Ugolino, e nio o fez. Ao inverso do his-
po de Arezzo, daraittio-se do exercicio da
governaglo publica. Si Roggero, pois,
trahio Ugolino, trahio o traidor da propria
patria, e nlo na sua patria, que era Mu
gsllo, como j ponderei. Nlo obstaote, en-
tre os traidores da patria figura o arebg
po na Antenora do autor da Divina Come-
dia, ao qual geguio, sem mais exame, a
inaumeravel tuiba dos commentadores;
nlo advertndo, que Nicolao IV, novo pon-
11 ti e, successor de Honorio IV, mandaodo
ir a Rima o arcebispo, para defender-se
da morte de Ugolino, e de seus filhos, nlo
lue resultou d'isso conderanagao, ou cen-
sura alguma, e continu-ju a reger a sua
diocese por mais de tres annos.
Todas estas asserg is do Con le de Troia
alo evidentemente faleas parante os fa tos
histricos at aqu por mim adduzidos,
como perante outros, que passarei a addu-
zir. Primeiro que tudo, por n, comego
por dizer, qua Dante nlo protare em todo
o drama h>rrivel, que descreve, u'oa s
palavra de indi^naglo contra o arcebispo,
nem to pouco deixi escapar cousa, que
faga crer ter sido elle o autor do impio
co tselho de matar de morte to cruel os
tiseros prisin viros. Nlo import:. que o
poeta ponha na bocea de Ugolino as mais
acerbas accusacSes contra o arcebispo,
como autor de todos os seus males; mas o
certo que o poeta, ao acabar de oavil-as,
am vez de proromper em imprec icSes con
tra a memoria do arcebispo, vasa toda a
sua bilis sobre Pisa I Affirmar, pois, que
Dante foi o nico dos contemporneos, qu -
aecusou o arcebispo de autor de tanta
barbaridade, de ignorar de todo o ponto
a historia patria Alm do testemunho
de Villani, que de per si vale todos, temos
o testuraunhode outro contemporneo igual-
mente autorisado, o de Boccacio, qua as-
sim so exprime : Neste tempo (falla
como coevo), a communa de Pisa elegeu
p t 83U capitlo e senhor, o conde Guido
Montafeltro. O arcebispo Roggere dos
Ubiidinis, aconselhou a este, o Commu
na, que tzassam aferrolhar na prislo da
torre Muda o Conde Ugolino.
Butti, natural da Pisa, e que explicava
a Divina Com~dia em cadeira publica, em
1385, nlo arguio nunca o poeta de ter,
na mnima circunstancia, alterado a nar-
r glo histrica a respeito Ja morte de Ugo
lino, da idade juvenil de seus filhos, etc.
E quanto parte, que em todo esse hor
roroso drama teve o arcebispo, Butti de-
clara positivamente que o arcebispo Rog-
gero foi o ordenador, e machicador da
obra contra o Conde Ugolino: L'Arcivesco
Ruggieri fu ordinattore, e traUatore del
trattato contra il Cont. Boccacio, e But-
ti seguen litteramente a narraglo histri-
ca de VilUni, o todos tres eram contempo-
rneos dos acontecimentos, de que falla
poeta, nlo esque rendo que deste fura ami-
go ntimo o referido Villani.
Cesar Balho, que passa com justa razio
pelo mais correcto dos biographos de Dan-
te, depois de descrever todas as circuios
tancias da prislo, e morta de Ugolino, <
Fioou, ponHn.
primando como
de seus filhos, conclue :
to, o arcebispo Rjggero,
chefe da oommuoa de Pisa com o titulo
de podest, por cinco mezes j passado os
quaes, resigoou em Gualteri de Branfor-
to o mando supremo, que sem demora
caio as mos do Conde Guido de Monte-
feltro, o qual apenas chegou a Pisa, orde-
nou com furia de banido, em l de Mar-
go da 1289, qua fosse trancada a porta da
torre, e langadas no rio Amo as chaves
da horrenda prislo, dentro da qual jaziam,
ha nove mesas, o velho Ugolino, e seus
jo 'ens filhos e netos, que por fim acaba-
ram de cruel e ignota morte pela fome.
Donato Boeei, eruditsimo investigador
das cousas, quo su raferam a Dante, e ao
eu torapo, diz: Nlo ha duvidar, que o
Conde Ugolino fosse clpalo de graves
traigoes, nlo s patria, e aos partidos
em que militou, como aos seus proprios
consanguneos ; assim tambem nlo ha du-
vidar, que por todos esses crimes meraces-
sem o justo castigo, que lhe inflingiram os
seus concidadlos. Todava, Dante Alli-
ghieri soube excitar a compaixlo em favor
do traidor, j ponde-lha ao lado outro trai-
dor mais censuravel, que ello, o Arcebispo
Roggero, j expondo em estylo inimitavel
a secna trgica, em que figura um velho
pai, que morre de fome, e que, antes de
morrer, ve morrer igualmente de tome
seus filhos e netos, sem os poder sal-
var B
Qua ? parguntou o italiano, sem
mudar de posiglo.
O Sr. Ricardo de Gevrey, acompa
nhaio de variis pessoas, dse ja fallar com
o Sr. doutor.
O Sr. de Gevroy ? repetio Proli,
voltando-se.
Parece que vem consultar o Sr. dou-
tor a respeito de urna menina, por qu -m
muito se nteressa, urna pobre menina ce-
Cega I exclamou o italiano, sentindo-
se sbitamente alliviado do peso medonho
que o opprimia.
Sim, Sr. doutor.
Mande entrar j o Sr. de Gavrey e
as pessoas que o acompanham.
O empregado sabio.
Cega. ... cega. ... ella est ceg !
rourmurou com urna especie de delirio P-
roli, quanio ficou s, tirando os oculos de
cor. Entlo nlo ha nada a receiar I Estou
salvo 1
Ao cabo de alguns segundos appareceu
Ricardo da Gevrey.
O italiano foi a iressadamente ao s(,u en-
contr, com o sorriso aos labios e estn-
Jendo-lhe as mos.
Atrs do juiz de instruglo ia Fernando
d: Rodyl, couduzndo E ama Rosa o An
gela
Lolo Leroyer e Renato Dharville os se-
guiam.
Des:ulpe-me, Sr. doutor, si e per
turbo no seu trabalho, disse o magistrado,
apertando as mos ardentes do dono da
casa, qua respondeu :
Bam, sab.-, roeu caro Sr. de Gevrey,
que nunca me perturba, e que as suas ra
ras visitas fazein de mim cTiomora o mais
feliz...
O a viudo a voz do doutor, Eraraa Rcsa
estremeceu o os seus sobrecilios approxi-
maram-se.
Quera fallou ? perguntou ella.
Angelo approximou se com audacia da
menina e respondeu :
Eu, minha senhora.
O Di. Proli, disse o Sr. de Gevrey,
o hornera eminente, cujo auxilio vimos pe-
dir... o medico incomparavel, que faz mi-
lagrea e que, esperamos, far o de resti-
tuir-lhe a vista.
XXHI
E:uma Rosa calou se.
A voz que ouvira tinha produzido nella
Bannassutti, to virtuoso sacerdote, quan-
to Ilustrado interprete de Dante, resum-
raindo hbilmente todas as particularidades
histricas do horroroso drama da torre
Muda, mais explcito aioia a respeito da
parte principalsima, que o arcebispo Rog-
gero teve no trgico fim de Ugolino.
t A noticia de to horrorosos fiagicios
chegou a Roma ; o Papa falo irarae ata-
mente citar sua prasenga para ser ouvi-
do, e processado. Nlo ousou comparecer,
e foi conde aado por contumaz!
Eis aqui destruida pela base todas as as-
sergSes do illustre conde de Troia I E
porque nlo fique sem resposta outra, em
qu sustenta, que a arcebispo Roggero era
natural de Mugello, e nlo de Pisa, dir-lha-
hei que ainda n'isto se equivoca; porquan-
indigna^ao t&o clamorosas infracgSes das
lei divinas ^ humanas.
Sob outro aspt,.*; 0 episodio de Ugoli-
no, como p de Francia,., ae Rimini, pres-
tam-se revelarnos os proai^iog do ganio
creador de Dante Allighieri ; p>tam-se a
servir de etern preglo da gloria o seu
nome entre todos os povos civiliaados, one~
o culto do verJadeiro bello as artes do
g >sto urna religilo sensata, e nlo una
idolatra treslouead i, delirante, etc. Um
canto s da Divina Comedia, vale mais em
solidez, e profun iidade, e invenglo do que
volu uas, e volumes, quo aturdem boje no
mundo litterario o cerebro das turbas, que
provavel nenta os nlo avaliam, senlo pelo
estado, que fasem.
Emfim Faltam-ma as tintas, e o pin
cel para reproduzir todas as bellezas deste
inimitavel episodio.
Rematarei o quadro com estas palavras
do grande J. B. Giuliani: a Todos, qual
mais, qu .1 manos, celebrara este estupen-
do episodio, em que foram desvendad; s ao
mundo as angustias extremas do infeliz
conde Ugolino, e todos mostrara compre-
hendel-o pelo sentiraenti ; mas pouquisai-
mos sao aquellas, que sabern dar a si mea-
mos a razio da primorosa excellencia de
ama composiclo, que nem a inveja de seis
seculos tem achado nada que emendar, mui-
to menos imital-a O mais que alguem j
ousou dizer foi, .que este episodio de Ugo-
lino, sam duvida admiravel, nao era a obra
prima de Dante
A cabra puxa para o nome
I
urna impresslo profunda, despertando re-
cordagffes odiosas, mas poda nascer no seu
espirito urna suspeita a respeito dasse ho-
rnera que o Sr. de Gevrey chamava seu
amigo T
Evidentemente nlo.
Poda ella suppor que esse principe da
sei-n -ia fosse um miseravel assassino ?
Seria urna loucura.
A sua visita tem rslago com esta
menina ? perguntou o italiano ao juiz ie
iuatrucy'j.
Sim, meu caro doutor.
Est cega ?
Lo-nplatamente cega, infelizmente I
e, repito, vimos supplicar-lhe que faga um
rail-gre. E' praciso que, gragas ao se
nhor, ella recupere a vista, preciso que
ella possa ser o principal ou antes o nico
instrumento iU justific igao de sua mli.
Proli fingi sorpreza.
A justiticaglo de sua mli! repetio
elie; nlo comprehen io.
H i de comprehendar, tornou o subs
tituto, quando souber que esta menina
filha da Sra. Angela Bernier....
Angela Bernier I exclamou o italia-
no com urna expresslo da asco. A parri-
cida I
Ah nlo a acense, meu caro doutor,
disse ora vivacidde o juiz de instrucglo.
Ella innocente. ..
-- Innocente repetio o italiano. Entre-
tanto lembro-me que provas esmagadoras
pesavam sobre ella.
E' verdade, mas as apparen ras eram
engaosas e esses indicios desappareceram
quasi completamente.
- eseobriram o verdadeiro assassino ?
perguntou Proli.
Lescobr nol o ante hontem ; mas ain
da desta vez fugio nos das mos.
Descobriram o homem ?
Sim... O sceler ido deveu a sua sal
vacio a novo crime. Faz fogj contra o
homem quo o persegua e que, no comego
da instrucglo foi preso em lugar dalle.
O italiano sentio um calafrio.
Esse Rigault em quem fallou-mo ?
disse elle, procurando firmar a voz.
Esse mesmo...
Mas como poderam saber essas minu-
dencias ? Houve testemunhas desse assas-
sinato ?
Nenhuma, alm de Rigault, testemu-
nba e victima ao mesmo tempo.
assegura, no seu
to o citado Donato Bocci
Diccionario Histrico Universal, que o
arcebispo Rjggero foi dos Ubaldinis de
Pila, e teve o poder arcliiepiscopal da sua
patria.
Seria absolutamente impossivel, que Dan-
te condemnasse, como traidor da patria,
em Antemora, um homem, que houvesse
trahido urna patria nlo sua E' provavel,
que o equivoco do conde de Troia pro-
viesse do facto de ser a familia Ubaldini
originara de Pila, qua era um pequmo
castello sobre o monte Imario, em Mugello;
mas sabido que um importante ramo
d'cssa familia, muitos annos, mesmo antes
do nascimento do arcebispo,' veio estabe-
lecer-se era Pisa ; d'ahi vem a denomina-
glo dos Ulbadinis de Pisa, para distingui-
rem-se dos outros ramos.
Este celebre episodio, era qua o sublime,
o atroz, o amor, e o odio, travam se de
concert, na phrase de Cesar Balho, um
grito de guerra contra os demandos da
poca, e eu accrescentarei, qua um bra-
do, mais de.iodignaglo, qua de compaixlo,
como pretender alguns. Nlo poda certa-
mente ser o fim do poeta provocar senti-
raento de piedade em favor de um repro-
bo, que elle condemnou na Antenora entre
os traidores da patria, e nlo na Caina,
porque maior peccado trahir a patria,
que os parentes. To pon jo teve ella por
fim lastimar a morte dos filhos de Ugolino,
ambora innocentes ; pois nlo tinham nada
que ver com o Sacro Poema, e-n o qual
nlo entram de concomitancia, senlo por
acaso, nicamente para fazer sobresahir
cada vez mais a odiosidade dos fiagicios
de Pisa, e ao mesmo tempo tornar perenne
o horror s discordias civis, parto abomina-
val das ambiges fructulentas das parciali-
dades polticas, sob cujo damnoso influxo
a justiga se havia tornnado iniqua, devassa,
e cruel. O poeta da rectidlo nlo podia
daixar de fulminar com todo o azedume da
Pobre Telesphoro Nunca teve sorte
com os demonicos das cabras! Nunca
chegou a crear urna que dissessemos : Ben-
za-te Deus Todas, todas foi perdendo de
mesmo modo.
Assim qua as levava para o estabulo,
partam a corda e tugiam para a monta-
nha, sem qua as detivessem as caricias de
s-'u dono, nem o medo aos lobos que, l
na grimpa, as espreitavam para as devo-
rar.
Cabrasndapendentes, qua desejavam,
mesmo custa da vida, respirar o ar da
liberdade !
Telesphoro nlo comprehendia coisa algu-
ma do que lhe estava succadeado, e sem
se lembrar de que a cabra puxa sempre pa
ra o monte, andava consternado sob o peso
de tantas desgragas.
Vou acabar com isto! dizia elle. As
cabras aborrece ra-se em minha casa, e nlo
ha remedio senlo deixar de as ter.
Ainda assim, no fundo do coraglo senta
o contrario, e nfagava mudamente urna ri-
sonha esperanga, ainda que muito dbil.
Depois de ter perdido seis cabras, que
os lobos comeram, meditou, hesitou, e re-
solveu-so a comprar a stima
Mas desta vez comprou-a pequenina,
afm de a acoatumar casa e para que lhe
creasso amisade.
Ah Muito bonita era a stima eabra de
Telesphoro 1
Que engragados chavelbinhos nascentes,
que marcial pera e que b .'tinas pretas, to
reluzeutes como o pulimento !
Era quasi to bonita como a cabra de
Esmeralda.
Al n do que, mostrava-se to dcil, to
carinhosa !. .. Estava to quietinba quando
lhe faziam fastas !...
Em summa, era urna cabra toda mocan-
quaira 1
Telesphoro tinha por traz da casa um
espagoso terreno jardim e boita ao mesmo
tempo, cercado por um cannigado, para ah
levou a sua nova prisioneira.
Escolheu o local mn bonito e agrada-
vel, amarrou-a a um barrote, deixando lhe
muita corda, e de vez em quando ia ver
se ella estaa a seu gosto ou se lhe falta-
va alguma cousa.
A cabra pareca sentir-se de veras feliz,
e co nia a herva com tao boa vontade, que
o Telesphoro estava entbusiasmado.
Ah I exclamava o pobre homem, es-
esfregando as mos de contenta. Esta nlo
se aborrece e.m minh< casa, j me tem
amisade e nlo me deixar.
Nao morreu ? perguntou o italiano
estupefacto.
Nlo. Gravemente ferido por urna
bala, cahio no Mamo c nadou em baixo
d'agua. Foi a essa queda que deveu a vi-
da.
Angelo coraecou a tremer dos ps ca-
bega.
Entlo nlo tinha matado Rigault.
O perigo qua julgava conjurado para
sempre, surga mais ameagador ?
Entretanto, o miseravel, forga de ener-
ga, conseguio conservar a apparencia da
sangue trio.
Nunca consaguirlo prender esse tra-
tanto exclamou elle. E' urna vergonha
para a polica franceza, que, entretanto,
dizem nlo ter rival
Ha vemos de prendel-o. Agora nlo
nos pode escapar.
H muito tempo que diz isso, meu
caro Sr. de Gevrey.
Desta vez temos certeza de ser bem
wcoedldoa.
Certeza ?
Sim.
Em que base essa certeza ?
E.d que, buscado pelos nossos agan-
tes, por Osear Rigault, pelo entregador a
quem entr -gou o embrulho destinado a An-
gela Bernier, presa em S. Lzaro, e que
tanto coiDpromettia a pobra mulher, nlo
podrr pisar as ras de Pariz sem ser apa-
nhado
Talvez.... mas elle tirar em Pa-
riz ?
Por qua nlo ? A sua audacia tal,
que elle se julga inven rival. Estou con-
vencido do qua elle nlo ha de partir.
- Parece-ra singular que esse homem,
por maior qua se ja a sua audacia, tenha a
loucura do nlo usar nenhom disfarce e da
sahir de cara descoberta.
Os grandes criminosas tra dessas
lou uras !
Sa o sen hor conseguir prende I o, elle
ha da negar a sua identidade, ha de sus-
tentar que o aecusam sem razio. Como
convencel o ?
Gragas ao sanhor, meu earo doutor/,
isso ha de ser facii. O scelerado nlo po-
de negar, quando for acareado com Eram a
Rosa, que por duas vezes elle tantou as-
sassinal-a e qual o senhor /ai restituir a
vista.
E'1 juste, murraurou Proli. A justi-
O T-lesphoro enganava-se de meio a
meio ; a cabrita enchia-se de tedio, e bra-
dava olhando para o visinho monte:
Muito bera sa deve estar all em ci-
ma, pastando pelo meio d'aquellas mattas,
livre desta maldita corda que me afoga e
longe deste maldito cerrado, que s pro-
,nrio para guardar um burro l As c*-
bis querera espago e liberdade.
Oa-melle dia em dian;e comegou a achar
amarga a herva do jardim ; apoderou-se
della o fatio, terminou por zangarse.
Fazia d 4-a estendida ao comprido,
com a cabga meij oceulta entre as patas
dianteiras, olhando sempre para o monte e
gritando tristemente:
M 1
Telesphoro comprehendia que alguma
cousa tinha a cabrita, mas nlo advinhava
o que poderia ser.
Certa manha, quando elle mais a a faga
va, a cabra voltou se, e disse no seu idio-
ma :
Telesphoro, estou farta desta prislo ;
deixe-me ir at ao monte.
Ai. meu Deus.'... tambem esta j se
fartou exclamou o infeliz, estupefacto,
deixando-se cahir sobre a berva e ao lado
da cabra.
Pois tambem tu me queras deixar ?
accrescentou, depois de urna dolorosa pau-
sa.
Sim, senhor.
Falta-te herva, porventura ?
Nada disso.
Ser talvez curta a corda que te
prende? Queiea que a ponha mais cora-
prida ?
- Nlo vale apena.
Entlo que que queres ? que dese-
jas, que te falta ?
Quero ir para o monte.
Mas nlo sabes, desgragada, que ha
all muitas lobos ?
Nao importa.
Qua fars para te defeuderes d'el-
les ?
Dou-Ihes chavelhadas.
Os lobos zombam dos teus chavelbi-
nhos.
L veremos.
Ests doida ? Nao sabes que os lo-
bos j me comeram seis cabras, muito mais
bem armadas do que tu ? Lambras-te da
ultima que aqui viste? Era um macho,
mais forte que urna pedra, mais rijo que
um ferro; pois o!ha, o desgranado fugiu
para o monte, andou luctando com os lo-
bos toda a noite, e pela manbl, apezar de
seu valor, comeram-n'o mesmo cru.
Essa historia muito triste, Sr. Te-
lesphoro ; mas nlo tem duvida, deixe-me
ir para o monte.
Bondade divina I exclamou Teles-
phoro tristemente ; quo fizeram as minbas
cabras para que assim as cegues e conda-
zas sua perdiglo !... Tambem esta quer
ser devorada pelos lobos .'... Pois nao !
Quer queiras, qaer nlo queiras, hei de sal-
var te, pedago de maluca !
Fugirei.
Fugir !... Vaes ver como te eusino
Para evitar que partas a corda, vou fechar-
te no estubulo, a ferrolho e duas voltas de
chave!
Se bem o dissa, bem o fez; na sua ata-
rantaglo, poroi, esqueceu-se de fechar a
jnnella e a cabra saltou por lia e safou-se
mal que o Telesphoro voltou costas.
n
Quando a cabra chegou ao monte, tudo
lhe surria.
Orgulhosa de si meso-a, passeava de um
lado para outro, mostrando a sua f'ormosu-
ra como pequea rainha.
Os insectos do campo nunca tinham vis-
to um animal to precioso, os matagaes
pareeiam abrir lhe caminho, o tomilho e o
trevo embriagavam-n'a com o seu aroma :
o sol illumnava um horisonte azul e es-
tenda as trancas dos seus doirados cabel-
los sobre urna paisagam cheis, de mattas
em flor e atravessada em difterentes pon-
tos por crystalinos riachos.
ca fez me a honra de contar commigo.
Vou trabalhar para ella.
Depois de um instante de relL-xao, elle
chegou-se a Emma Rosa e tomou-lhe as
mos.
- Venha c, minha menina, disse elle
na sua voz mais meiga.
E levou-a para aquella das duas janellas,
cujas cortinas levantadas deixavam entrar
no gabinete de trabalho um grande lengol
de luz.
Alli levantou, urna aps outra, as pal-
pebras da menina e examinou-lhe os elhos
com a mais profunda uttenglo.
Emquanlo fazia esse exame pensava :
Bastara urna operaglo de tres minu-
tos para restituir-lhe a vista. Mas se eu
fosse to tolo que prati lasse essa operaglo,
a pequea havia de reconhecer-rae e eu es-
tara' perdido.
Os ospectadores da scena que narra-
mos, olhavam para o medico com ancieda
de, esperan lo a sua seuteogi.
Parcli pareca proseguir as suas inves-
tigacSes, mas na realidad preparara a co-
media que ia representar com o seu talen-
to habitual.
Ha quanto tempo pardeu a vista
completamente, miaba senhora ? pergun
tou elle.
Desda a noite da hontem, respondeu
a menina. Quando acordei, achei-me as
trevas : entretanto era dia claro.-
A vista diminu) a pouco e pouco,
nlo msira, lentamente, por gradaeo rs
insensiveis ?
Sim, senhor.
A'b vezes a senhora senta picadas
nos globos dos olhos ?
Sim, sanhor.
Tinha habitualmente a cabega pasa-
da ?
Emma Rosa respondeu afirmativamente.
Angalo tornou :
Quem a tratou ?
1) ius mdicos.
Mdicos habis talvez mas que nlo
tinham fe'to um estudo especial da ophtal-
mologia, porque sem isso teriam radicado
o mal. Deixe-me ver outra vez.
A menina levantou a cabega que havia
um minuto, tinha abaixado.
Proli, tomando urna lente, tornou a
afastar as palpebras e pareceu comecar no-
vo exame, com mais attenglo ainda do que I
no primeiro.
(Continua)
Ninguem respirava livremente.
Da repente, sem dizer palavra, o italia-
no, largou a lente no lugar da secretaria,
de onde a havia tirado.
Urna ruga profunda cavou-se-lhe entre
os sobrecilios.
Entlo, doutor ? perguntou o Sr. de
Gevrey.
Entlo meu caro senhor, m noti-
cia, respondeu o italiano. A operaglo pa-
rece-me impossivel.
Impossivel! repetiram os ouvntes,
attonitos.
Cega exclamou dolorosamenta 'm-
ma Rosa, qua a mai tinha tomado nos bra-
gos e apertava contra o corago. Tenho
de fijar caga, querida mam, e nlo pode-
rei provar a tua innocencia, reconhcendo
o assassino !
Sangue de Christo! cont com isso,
pensou Proli.
Minha filha cega para sempre bal-
buciou Angela Bernier, com o rosto inun-
dado de lagrimas. E nos contramos s
com o senhor. Se o senhor ^nos abando-
na, o s'-utior, o mais hbil de todos, nada
mais podamos esperar. Rjgn-lhe de mos
postas, nao perca a esperanga. Faga o
impossivel.
Fernando de Rodyl interveio.
Sr. doutor, disse elle, restitua a vista
a esta menina, e eu com prazer lhe darei
metad da minha fortuna.
Senhor. para mim o dinheiro nlo
tem valor, raplicou Proli, com ar de gran-
de dignid-.de. Se eu recuo ante a opera-
glo, porque eu a considero perigosa.
Ella s pode ser tentada pelo senhor.
A sua scieucia vasta e a sua mo segu-
ra. O perigo seria conjurado. Se a cura
deve ser um milagro, faca esse milagro.
Restitua a vista a esta menina.
E disponha da minha vida accrei-
centou Lalo Leroyer em voz trmula de
emoco. A minha vida lbe pertencer.
No meio desse concert de supplicas, P-
roli nlo estava a sea gosto.
Que despreso senta or essa gente hon-
rada, por esses simplohos, que estendiam-
lbe as mos pediodo a elle que se per-
desse !
(Continuar-te-ha.)
Trp. do Diario roa Duque de CaziM n. ix.



r lID
mi i i


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