Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18967


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Full Text

^^ ~(>i-
AMO Lili fllflJlO Ul
.




I
IV*K K A CAPITAL E LH.AK^ O.^UE NAO E PAVA PORTE
Por tres maiea adiantadoH .
Por seis ditos idem......
Por un anuo dem......
Jada numero avulso, do mesmo dia.
60OOU
12^000
245000
,5100
DIARIO DE
(jAM-M 21 BE OTBilO HE 1886
PARA OEJVIMO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados......... ....
Por nove ditos idem....... ......
Por um anno dem................
Cada numero avulso, do das anteriores..........
NAMBUG
13*500
20*000
27,|OOG
AlO
Ikoprietefct tft Jttaiwel Sxqfxeixh fc* iaria ft -fUtjn*
Om Srs. Anede Priace A C .'
de Paris, sSo os nossos agento
exclusivos de aonados e pu-
blieucSes da Franca e I aga-
te!
-
Os Srs. Wasburne Hernanes.
de cw-York. Bread Way n.
2SO. sao es nossos agentes ex-
elusivos de nnii elux nos Es-
tados-Unidos .
TELEGRAMAS
sssv::: fastzclas so siabio
RIO DE JANEIRO, 2G de Outabro, s
11 horas e 20 minutos dacoanba. (Recebi-
do 14 1 hora da tarde, pelo cabo submarino).
** oxenerodo o mal ajudanlc
de orden* do conaraandaote dan ar
man da Parabyka. aendo nomrado
para ul>stiluii -o Wenepulo Car-
valko.
Fallecern! : no corle (arlo
Eduardo Reedel : em H. Paulo, o le-
ador ronnelheiroJone Bonifarlodr
Andrada Silva.
A ultima casa a que se dove attender a sala
de recepcao ; na pratica, porm, iaverte-sc com-
pletamente esta ordem; a sala das visitas a casa
a que a maioria das familias dio maior importan-
cia, despresando completamente o quaito da cama !
Para dormir, para passar urna parte tao impor-
tante da vida, considerara bom qnalquer local !
Os qaartos menos vastos, peior ventiilados, mas
hmidos, menos Iluminados, sao aqnelles, onde se
pemoita ordinarmente,emquanto o ar, a luz e
o calor, se reservam para as salas de recepcao, por
que essas sao vistas pelas visitas e o que tem
grande importancia, ostentar grandezas pata cora
os estr .naos! !
E' quasi geral em Lisboa a existencia de pas de
despejo collocadas as cozinbas e destinadas a re-
ceber tanto ai aguas caseiras como os excrementos
lquidos e solidos ; sao raras as habitacdrs provi-
das de latrinas e rmrissimas aquellas em que as
latrinas offerecem boas condicoes hygiencas.
A vantagem da latrina bem estabelecida, ma-
nifesta.
Deve evitar se o collocal-a prxima dos quartos
de cama, porque, por perfeita que seja a sua con-
atruccao, em certas occasioes cvolvem-se emana-
coes deaatradaveis que se espslhariam nesaes
quartos, principalmente, se elles tivessem chami-
ns que detertmnassem urna tiragem, dando em re-
sultado a entrada para dentro delles do ar contido
nos aposentos vizmbos.
(Contina)
?ARTE OFFICiAL
SSSVZgO : A&3NCIA SA7AS
(Especial para o Diario)
PARS, 25 de Outubro.
A lumia moiira-xe multo Irritada
artualmenle em retorno & Bulga-
ria.
VENEZA, 25 de Outubro.
O linio main ellio de D. Cario
arba se gravemente Joenie
MADRID, 23 de Outubro.
abertura da aea>s o ordioarla da
corten lienpanbolaa (era lagar IB
de \oi('mbri) prximo.
LONDRES, 25 de Outubro, tarde.
Juica ne que s. M. a rainha de In-
glaterra vlnitar brevemente a Ir-
landa.
RIO DE JANEIRO, 2C de Outubro, s 4
horas e 25 minutos da tarde.
Fallecen ahitamente o aenodor
Jos.- Bonifacio de Andrada. e Silva.
Agencia lia vas, filial em Pernambuco,
2fi de Outubro de 1886.
INSTRUCCiO POPULAR
HIGIENE DMTAOO
( fca triihido)
DA MrtLIOTllECA DO POVO E DAS ESCOLAS
CAPITULO VI
Altura dan naimaroen. Saiubrida-
de don dlvernon nndnren. lainpttni-
ro d SOtlon
(ContinuaQo)
Eatas alturas deven ser medidas ao centro da
fachada desdi' a calcada ou paeieio at parte su-
perior da crnij*.
A sa'uoridiide dos diversas andares nao a
BMOM.
Segundo o Dr. Strassraann, em Berln % morta-
lidade era representada pelos nmeros 25,3 nos
subterrneos ; 22 nos domicilios ao rez do chao ;
21.6 nos primeiros andares ; 21,8 nos segundo ;
22.6 nos terceiros ; 28,4 nos quartos. Quer dizer :
era maior us andares extremos ; de vendo isto ex-
plicar-se, nao s pelos defeitos bygenicoa destes
andares em si, mas talvez tambem pelo tacto de
ser n*lles maior a aocumnlaco.
O andares interior.- sao em geral hmidos, fal-
tos de luz e de ar, deittndo muitas vezes pra pa-
tees ou sagues que, pela sna pouca limprza, sao
verdadeiros ateos de infeccao.
Becquerel verifieou pelas suas observagoes no
hospital, ser a classe dos porteiros (numerosa em
Paris, e domiciliada t to cubculos acanhadissimos
as condicoes cima expostas) a que fornece um
maior numero de cranlas escrophulosas, rachiti-
cae e tuberculosas.
Os andares superiores, presentando condicoes
melhores que os interiores, sao por consequencia
anais sadios. Exeeptaam se os ltimos, que muitas
veies teem os tectos baixos, sao hmidos e fros
no invern,extremamente qoe.itesno vero, e quasi
semprc faltos de iuz : este defeitos nao se daro,
entretanto, se as aguas tortadas tierem os tectos
om forros, altura suficiente, e otelhado constitui-
do por telhu de modelo marselhez.
Os andares extremamente elevados, ou aquelles
a que for fatigante a sceusao pelo mo traeado da
escada,- tamb-m nao aSo convenientes, principal-
mente para pessoas alFectadas por doencas cardia-
cas, pulmonares, etc.
Fonssagrives procarou determinar por experien-
cia propria, pelo rythmo do pulso e da respiracao,
a influencia das escadas ; e verifieou, que o pulso
o subir urna escada bem construida de urna casa
de 26 metros de altara, emquanto no rez do cbo
dava 72 polaaces, no segundo andar marcava 90,
e perto de 130 no tcmeiro.
Sendo o qusrto da eama um d'aquelles em que
h unis permanencia, e ond-: o homem em cada
dia se refaz pelo repoua-, de novas forcas para o
trabalho do dia seguinte,deve escolber-so par^
elle orna das melhores diviso-s da casa, que rena
capacidade a boi exposico.
Em seguida ao qnarto da cama, as habitacoes
para as classes medios, deve considerarse a casa
de jantar, porque nella tambem te passa urna gran-
de parte do da.
Actos do poder legislativo
LE N. 3310. DE 16 DE ODTBBO DE
1886
Dom Pedro Segundo, por Qraca de Deus e un-
nime Acclamacao dos Povos, Imperador Coostitn
cional e Defensor Perpetuo do Brasil: Facemos
saber a todas os Nossos subditos qae a Assembla
Geral Decretou e Nos queremos a Lei seguinte :
SECEITA GERAL
Art 1* A receita geral do imperio oreada em
132.881:600*000, e ser effectuada com o produc-
to do que se arrecadar dentro do exercicio da pre-
sente lei, sob os ttulos abaixo designados :
Ordinaria
Impcrtaca o
1. Direitoi de importacaj para consumo.
2. Expediente dos gneros livres de direitos de
consumo.
S. Expediente das capatazias.
4. Armazenagem.
Despacho martimo
5. Imposto de pharoes.
6. Imposto da doca.
Exportaeao
7. Direitos de exportaeao dos gneros nacionaes.
8 D.reitos de 21/2 % da plvora, fabricada por
conta do governo, e dos metaes preciosos em
p, pinha, barra ou em obras.
9. Direitos de 11/2 % do ouro ein barra, fundi-
do na Casa da Moeda.
10. Direitos de 1 o/0 dos diamantee.
Interior
11. Juros das acedes das estradas de ferro da Ba-
ha e Pernambuc >.
12 Renda da estrada de ferro D. Ptdro II.
13. Benda das estradas de ferro cuateadas pe o
estado.
14. Dita do Correio Geral.
15. Dita dos Te egraphos Elctricos.
16 Dita da Casada Moeda.
IV. Dita da Imprensa Nacional e Diario Oficial.
18. Dita da Litnographia Militar.
19. Dita da Fabrica da Plvora.
20. Dita da Fabrica de Ferro de S. Joao de Ypa-
nema.
21. Dita dos Arsenaes.
22. Dita da Casa de Correccao.
23 Dita do Imperial < ollegio de Pedro II.
24. Dita do Instituto dos Surdos-Mudos.
25. Dita das matrculas dos estabelecimentos de
instruccao superior.
26. Dita dos preprios nacionaes.
27. Dita dos terrenos diamantinos.
28. Foros de terrenos e de manobas, excepto os
do municipios da corte, e producto da venda
de posees ou dominios uteis dos terrenos de
marnba, nos termos das anteriores leis de
orea ment.
29. Laudemioa, nao comprebenddos os provenien-
tes das vendas de terrenos de marinha da
orte.
30. Venda de trras publicas.
31. Premios de depsitos pblicos.
32. Coucess&o de pennas d'agua.
33. Sello do papel.
34. Imposto de transmisso de prop'ledade.
35. Imposto de industrias e profissoes.
36. Imposto de transporte.
37. Imposto predial.
38. Imposto sobre o subsidio e vencimentos.
39. Imposto sobre datas mineraes
40. Impostas sobre patentes de privilegios.
41. Imposto do gado.
42. Cooranca da divida activa.
Extraordinaria
43. Contribuido para o Monte-Pio da Mar-
nba
44. Indemnisaces.
45. Juros de capitacs nacionaes.
46. Venda de gneros e proprios nacionaes.
47. Beceita eventual.
Renda com applicac&o especial
1. T.xa de escravos (inclusive a addicional i.
2. Transmisso de propriedade dos meemos. \
3. Multas.
4. Donativos.
5. Beneficio de loteras, isentas de impostas.
6. Decima parto do benficio liquido das conce-
didas depois da lei.
7. Divida activa.
8. Imposto "sobre os consignatarios de escra-
vos.
9. Imposto de 15 o/o sobre loteras.
10. "'lio dos biihetes, idem.
11. Remanescentes dos premios, idem (lei n. 1,11-*
de 27 de Setembro de 1860, art 12, jj 3).
12. -Importancia correspondente quota de 2/3 da
taxa addicional de 5 /< conforme a lei n.
3,270 Je 28 de Setembro de 1885, art. 2,
3, 1 e 2' partea 3.108:033*338.
13. Importancia relativa qnota de 1/3 da taxa
addicional de qae trata a mcama lei n. 3,270,
art. 2, 3, 3 e 4' partos 1.514:000*030.
A importanciacoriespondentH quota del/3 da
taxa addicional, conforme a lei n. 3,270 de 28 de
Setembro de 1885, art. 2", 3, parte 3', ser re-
partida na proporco da populacao de cada pro-
vincia.
Si, dentro d exercicio financeiro, nao tiver ap
plicaco aoi fina da citada lei, artigo, paragrapho
e parte, a quota pertencente a cada provincia, se
r a mesraa quota ou saldo qae della houver en-
tregue administracao provincial, que a embrega-
r como julgar conveniente ao servico da immi-
grac.
Art. 2. O governo fica autorizado a emittr bi-
ihetes do Thesouro at somniu de 16.0 ^):000*,
como antecipaco de receita, no exercicio desta
lei. C
jgParagrapho nico. Contina a vigorar a auto-
risacio conferida ao governo no art. 2*, paragra-
pho unieo, da lei n. 3.018 de 5 de Novembro de
1880 relativamente converse da divida Hac-
inante em consolidada, interna ou exterta, no to-
do ou em parte.
Art 3.* E' concedida ao governo a faculdade
de receber e restituir os diuhi iros das seguintes
origens:
Emprestimo do cofre de orpboi.
Bens de defuntos e ausentes o do evento.
Premios de loteras.
Depsitos das caixas econmicas.
Depsitos dos mentes de soccorro.
Depositoi de diversas origens.
O saldo, que produzirera esses depsitos, ser
empregado as despezas do Estado; e, ai as som-
atas restituidas excederem as entradas, pagar-se
ha a differenca com a renda ordinaria.
O saldo ou excesso das restituices ser contem-
plado no balanco sob o titulo respectivo, conforme
o disposto no art. 41 da lei n. 628 de 17 de Se-
tembro de. 1851.
Ditposicoes geraes
Ar. 4. A disposicao do art. 3 da lei n. 3,270
pe 28 de Setembro de 1885, extensiva s dividas
de exercicios fiados que provierem de vencimentos
de aposentados e jubilados ; de sold, meio sold
e etapa de ofEciaes e pracas do exereito e armada
do servido activo, invlidos e reformados; e de
pentoes e monte-pos.
Art. 5. Fica revogada a disposicao do art. 10
da lei n. -3^229 de 3 de Setembro de 1884, que
mandou atljKtar a porte do correio a correspon-
dencia oflrcial.
Art. 6.a Fica o governo autorsado para : 1, an-
nexar a qualquer repartico publica as caixas eco-
nmicas que nao tiverem renda sufficiente para se
manter, e extinguir os respectivos montes de aoc-
corros, liquidando e pagando os seus dbitos, para
0 que far as necesaaraa operacOes de crdito;
2, fixar a taxa de juro abonado pelas caixas eco-
nmicos .os depositantes, de modo qne se reserve
para occorrer s suas despesas pelo menos 1/2 /
do jnro paga pelo Estado aos depsitos desta
origem recolhidos aos aens cofres.
Fica supprmida a restrieco das entradas se-
manaes, sendo livre o deposito de qualquer quan-
tia, dentro doa limites marcados na lei de 22 de
Agosto de 1860.
Art. 7. O governo retirar da circulacao an-
nualmente a somma de 5,900:000* em notas do
Thesouro, at qae o valor do papel-nioeda se eleve
ao fixado no art. 1" .la lai n. 401 de 11 de Setem-
bro de 1846, ficando antorisado, neste exercicio,
para faser as operaefes de crdito necessaras
para este fim. as futuras propostas de ornamen-
to, o producto do imposto do sello aera eacrpturado
como renda com applicaco especial ao melbora-
mento do meio circulante, tendo o mesmo producto
elevado por operacoes de crdito, semprc que nao
attingir referid* importancia. Esta disposicao
ceasar quando, durante tres excrcicios, o valor
do papel-moeda se mantiver no padro legal da
citada lei de 1846. As aedulas, assim retiradas
da circulacao, serao entregues junta administra-
tiva da Caixa de Amortiaaco, que as mandar
quemar.
Art. 8. A iseneao de direitos de importacao,
concedida a qnaeaqaer empresas por lei ou con-
tracto, entende-se restricta aos artigoa especial-
mente prerrioa para realiaaco das meamaa em-
presas. Nao serao comprehendiioa na laenc&o de
i rcitos os artigoa neoeasarioa ao cuateio de em-
presas qne nao gosarem deste favor, em virtnde de
disposicao expressa por lei ou contracto.
as conesaoea que anda se fizerem, o governo
determinar o praso de duraco da iseneao de di-
reitos e especificar os artigos favorecidos, com de-
claraclo dos que continuaren a goear do mesmo
favor, depois de completo o "r"^al da canatruccao
e installado o seivico da empresa.
Art. 9. E'o governo autorsado :
I. A rever a tarifa das alfandegaa, reformando
ou alterando as respectivas classificacea, podendo
para eaae fim :
Io, corrigir os valorea officiaes que difFerirem
dos presos correspondentes das rnercadorias na
actualidadu;
2o, modificar as razoes dos direitss que pagam
alguna gneros cuja aituacao commercial tem va-
riado nos ltimos annos com o desenvelvimento da
produccao nacional, diminuindo-se as ratea dos
meamos direitos sobre as materias primas indis
pensaveis a industrias que estejam muito tribu-
tadas ;
3, cobrar direitos de imrertacao sobre o sal
commum, nao excedentes de 10 ris por litro :
4", consolidar as talas da tarifa o imposto ad-
dicional de 60 %;
r>", rever a tabella doi gneros livres de direi-
tos de conaumo, qae o sao tambem doa de expe
diente, excluindo-se ea qae estejam em condicoe8
de prescindir desse favor.
II. A rever o regulamento do sello fixo e propor
cinnal, afim do corrigir os defeitos ou omHSoes
que se tum reconbecido na pratica e bem assim
para tazer u a a jgmento rasoavel as taxas doa di-
plomas, apoatillaa e outroa ttulos mencionados na
tabella B, ficando approvadaa as tabellas annexaa
aoa decretos n. 9311, de 25 de Outubro de 1884 e
n. 9360, de 17 de Janeiro de 1885.
III. A rever o regulamento do imposto de in-
dustrias e profissoes e barmoniaal-o com a dispo
sico do numero antecedente, no qne fSr appli-
cavel.
IV. A eobrar nm imposto, at 50 riapor litro,
sobro as bebidas alcoolicas fabricadas no paiz e
d atinadaa ao sea consumo, exceptuadas someote
as fabricas existentes nos estabelecimentos ru
raes e que aproveitam os productos da sua la-
voura.
Art. 10. O imposto sobre patentes de privile
gios passar a ser cobrado como ello, sendo eli-
minado do orcamento da receita o respectioo ti-
tulo.
Art. 11. Formarlo um s titulo do capitulo
exportaeao as rendas de 2 1/2 /. de plvora, de
1 1/1 s/o de ouro em barra e de 1 % doa dia-
mantes.
Art. 12. Contina em vigor a autorijacao do
1*, art. 7 da lein. 3230 de 3 de Setembro de
1884, relativamente ao resgate das estradas de
Carra do Becife a Francisco e da Baha a Ala-
gomhaa, inclaindo o ramal do Timb ; ficando o
governo ontrosim autorsado a f.zer para eaae fim
as pn cieaa operacoes de crdito.
Art. 13. O abat i ment de que trata o art 5
da lei de 6 de Outubro de 1835 far se-ba, de ora
em diante, nt seguate proporco :
2 / n s tres primeiros meses que deerrer ni
depois do praso marcado pela junta administrati-
va da Caixa da Amortiaaco, para a subatituico
aem descooto;
4 #/o n < outro* trea meses;
6 '/o aoa tres aezea seguines ;
8 10 ''/o no primeiro mea que aeguir-se e mais 5 ",~
meneis, d'ahi em diante.
A junta .dmiasiiativa da Caixa poder, si for
nrcessario, prorog.r o praso da aubatitucao seui
descont, nos terin.a da legialac) vigente.
Art. 14 C"ii'iii i i m vigor a cobranca do im-
poato aobre sub i.li > e vencimentoa. de conf-tmi-
d-de c m o art. 1, n. 42, da lei n. 3,018, de 5 de
Novembro de 1880, comprebendendo-ae t"do* os
gu ^'l pagoa ob quxlqner titnlo, por aervico pu-
blico ou apoa' ntadoria, e superiores a 1:000* por
anno.
Art. 15. Os mitteriaes importados pelas caina-
raa muiiicipa- a p.ra canal'aavSo do agua polavel
scril-i isent. s '.O direitor de alfandega.
Art. 16. -Fie-i o governo autorsado a conceder
isen;o d'' direitos aos materiaes que vierem pan
a coiistrneeao d i porto do C ara.
Art. 17. Fica o giverno autora .do a reveros
reirulain utos d.. Corr.-io Geral e dos Telgiaph'.s
do Estado, podendo redusir at 20 "/ do valor daa
laxas actuaes
1 As taxas d< s telegrammas receidos ou ex-
pedidos prUa folhas diarias exclusivamente dtsti-
nadoM pubJicidade;
2o As tazas de transporto dos jornaes dentro do
Imperio
Art. 18 A c mtribuicaa de candade po- litro de
bebidas alcoolicas despachadas para consumo na
Alfandega da Corte fica elevada cinco res, des -
tinado o augmento maantenco do Imperial Hos-
pital doa Lazaros, e a sobra, si houver, ao patri-
monio dclle e do da Santa Casa de Misericordia
da Corte, ficando annullada & verba de despeza
c.m o referido hospital abonada ao Ministerio do
Imperio.
Art 19. O empregado addido a qualquer repar-
tilo de fazenda s tem direito ao ordenado do sea
emprego e nSo as vantagens do exercicio.
Art. 20. E' o governo autorsado a ceder, para
servioos da administradlo provincial e municipal
os predios urbanos que o Estado poasuo na cidade
da Campanha da Princesa (provincia de Minas-
Gewea).
Art 21. Ficam relevadas do pagamento do de-
bito em que se acham para com a fazenda nacio-
nal, proveniente de decimas dos predioj qae pos-
sueo na capital da Baha, as religiosas do con-
vente da Soledade d aquella provincia.
Art 22. A proposta para o augmento das ver-
baStqne nao deixam sobras e peiaa quaes ae te-
nhaa, entretanto, de pagar dividas de exercicioa
findjH), ser apresentadu pelo Ministerio da Fazen -
da, ao qaal serio remettidos, em tempo opportu-
no, pelos ontros ministerios, os pedidos convenien-
temente justificados qu-j devamacompanhar a pro-
23. Fica o governo autorsado a pagar a
usmia de 667:608*298 de excessoa as despesas
e Orversos exercicios anteriores dos Ministerios
do ftnperio, Jastica, Marinha, Guerra e Agricul-
tura, constan.e da relacao respectiva: e mais a de
30:CX* e oa juroa que se iiquidarem devidoe a
Jo3a Etcbgoy-n, noa termoa da eondica > 7* do
do eaotracto que prepara as obras no canol da La-
ge Grande, na provincia do Maranhao.
Art 21. Oa objectos destinados a Exposico de
industria e artes, da cidade de Santos, ou pagaro
os diteitoa de importacao, e lhes sero restituidos
os qae se referirem aos re-exportados, ou presta-
rao Sanca para pagaren) oa impostas relativos aos
qne se consumirem no paiz.
Art. 25. Fica o governo autorsado a iaentar de
direitos de importacao os materiaes destinados a
constrnecao da estrada de ferro Bto -Pardo, na
provincia de S. Paulo.
Aft. 26. O productor de vinhos naturae s no pais
teri transporte gratuito as estradas de ferro do
Estado para os seus productos, pelo praso de dons
anafe, contados da data de ana primeira remeaaa
aoa Mercadea de consumo interno.
Art 27. Fica redmido taxa ordinaria o im-
post o predial que a irmandade da Santa Crus
doa Militares paga actualmente pelos predios de
sua propriedade na cidade do Bio de Janeiro.
Att. 28. Os orcameatos da receita e despeza
do Imperio para o exercicio de 1886-1887 rege-
rao tambem o primeiro semestre do de 18d7-1888.
Nasfnturaa propostas o anno financeiro dever
coinodir com o anno civil.
AB. 29. Ficam revogadas as diapoaicea em
contrario.
Mandamos, portante, a todas as autoridades a
quesa o conhecimento da referida lei pertancer,
que "a cumpram e facam comprir e guardar tao
inti'iramente como nella se contm.
O secretario de estado doa negocios da fazenda
a faca imprimir, publicar e correr.
oda no palacio do Rio de Janeiro aos 16 de
Ortfbra i*. \)m, (** ^a mmimm*- do im-
perio.
Imikbadob com rubricae guarda.
F. Beluario Soares do Souza.
Carta de lei, pela qaal Voasa Magestadn Impe-
rial Manda execatar o decreto da Assembla Ge-
ral, que Houve por bem sauccionar, oreando a re-
ceita geral do imperio para o exercicio de 1886-
1887, e 2o semes're do anno de 1887 e dando ou-
tras providencias como nella se declara.
Para Voasa Magestade Imperial Ver.
Augusto Fredenco Coln, a fes.
Chancellara mor do imperio.Joaquim Delf.no
Bibeiro da Lm.
Transitan em 16 de Oatubro de 1886.JJbse Ju-
lio de Albuquerque Barro*.
Publicada na aecretaria de estado doa negocios
da fazenda em 16 de Outubro de 1886.Jos Se-
veriano da Rocha.
ftoverno da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 14 DE OUTUBBO DE 1886
Actos :
O vice-presidente da provincia resolve, de ac-
cordo com a proposta coutiia em officio do inspe-
ctor do Thesouro, de 2 docorrente, n. 179, transfe
rir a ade da collecteria cas rendas provinciaea
do municipio de Tacarat para o povoado de Ja-
tob.Oommunicou-se ao inspector do Thesouro
Provincial.
O vice-presidente da provincia resolve, de
accordo com a proposta contida no officio do in-
spector do Thesouro de 2 do correte, n. 179, no-
mear o cidado Joao Correia Lima para exercer o
cargo da escrvo da collectoria daa rendas provin-
ciaea do municipio de Tacarat, vago peio fallec-
mentado respectivo funecionano.Communicou se
ao inspector do Thesouro Provincial.
O vice-preaidenta da provincia, resolve no
mear o Dr. Belchior da Gama L-.b j para o lugar
de tenente crurgiio do Corpo de Polica, em subs-
tituico do Dr. Matheus Vas de Ollveira que acei-
t m o cargo de inspector de hygisne.Communi-
cou-se ao commandante do Corpo de Polica.
O vice-presidente da provincia, de contar-
midade com a pi o posta di Dr. ch'-fe de polica em
officio n. 999, de 12 do corr, nte mes, Resolve exo-
nerar, a pedido, Antonio Correia de Araujo Lima
do cargo de aubd- legado do diatricto de Pinduba,
do termo de TimbaabaCommunicou-ae ao Dr.
ebefe de polica
O vice-presidente da provincia, atteudendo
ao qne reqnereu Julia Mar a Caldaa B cha, pro
feasora da cad' ira de eoaino primario de 8. B-uto,
e tendo em viata a iuformacao do inapector geral
da Inatruccao Publica, sob n. 303, de 13 de Se
terebro findo, e o parecer da junta medica previn
si ; reaolve conceder peticionaria doa8 mesea
de lieenca, c m ordenado, para tratar de sua sa-
de, onde Ihe convier.
O vic-preeidente da proviacia, attendendo
ao que requeren Luisa Amelia Drummond, p-o-
f. asura de euaiuo primario em Rio Formoso, re-
solve prorogar por tres esea, aem veucimeatoa, a
licanca ltimamente concedida peticionaria.
Officioa :
Ao commandante daa armaa.Defenndo o
r. qiierimi>iito-do soldado da companh.. de cavalla-
ria (Jas.iuiiro Jos G mcalves, aatoriso V. Exc, de
esnrdo com a sua iniormaco n. 508, de hout m
datada, a concder-lhe baixa do servico do exer-
eito, mediante suostituto.
Ao brigadeiro Jos Angelo de Mi raes Bego,
inspector doa corpas e estabelecirneutos militares
do norte.Tiansmitto a V. Exc. em aatiaf ao
aeu offici.- n. 14, de 24 de Setembro findo, o in-
,-lusa majpa lemonatrativo, de qu fas meucao o
citado offi. io, e bi-m assim a informaco, por copia,
do director do Araeual de Guorra, de hontem da-
tada, aob o. 628.
Ao inspector da Theaonraria de Fazenda.
C mmuiiico a V. S., para oa fioa eonvenientea.
que, par t. r dado ,-arte de doeute o barhart.1 Pe-
dro Francisco Correa de Oliveira, aasumio boje
ex- rcicio do cargo de secretario interino desta
priMil. ncia o official-maior Emiliauo Ei'ncsto de
Mello Tainborim
Muta muandi ao nspecier do Thesonao
i'rovuicial.
Au mesmo Transmiti a V. S. para sen
e ,uh emento e fins convenientes, a inclusa cepa
do aviao do Miuiaterio da Guerra, de 22 de Si-
embro fiud relativo ao descont de 9% f--ito p r
ata theaonraria, sobre a gratificacio de3:6u0*,
que percebe o major do corpo do estado maiur de
Ia claaae, Antonio Villela de Caatro Tavares, di-
rector do Arsenal de Guerra.
Ao mesmoCommunico a V. S. para oa fina
eonvenientea, que a 11 do correte mes, o hacha-
re! Vicente Pereira do Bego reaaanmio o exerci-
cio do cargo de juiz municipal do termo de Bom-
Jardm, deixando o d i juis de direito interino da
comarca da mesma denomiaaco.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os fins
convenientes, que, a 22 de Setembro findo, o ba-
cbarel Ly fio Alerano Bandeira de Mello assumio
o exereicio do cargo de promotor publico da co-
marca de Cabrob.
Ao mesmoBecommendo a V. S. em solu-
co do sen officio n. 7l3, de 8 do correte mez,
que, na forma da lei, proceda contra os negocian-
tes Ferreira Silva & C, pelo facto de terem re-
mettido para o presidio de Fernando de Noronha,
sem a precisa autoraacao as vmte latas com
agurdente, de que trata incluso officio por co-
pia do director d'aquelte e^tabelecimento e qae ha
pouco enviei a V. S.
Ao presente officio acompanha copia do qne bo-
je dirijo aquello funcionario e quatro cartas fr-
madas por Manoel de Souza Almeida, relativas ao
mesmo contrabando.
Ao inspector do Thesouro Provincial.De
accorJo com a sua informaco de 4 do corrente,
n. 182, ficam juatificadaa aa falta8 de exercicio do
1- eacnpturario da contadoria desse thesouro,
Thom Joaquim do Rege Barros, relativas ao tem-
po decorrido de 9 a 28 de Setembro ultimo.
O que declaro a Vmc. para sen conhecimento e
fioa eonvenientea.
Ao commandante do corpo de polica.Man-
de Vmc. refercar o destacamento de Lagoa Sec-
ca, do termo de Nasareth, com duaa pracas que fa*
r retirar do de Bezerros.Communicou-ae ao
Dr. chefe de polica.
Ao director do preaidio de Fernando de No
ronha.Scenta do qae Vmc. participou no aru of-
ficio n. 24, de 21 de Setembro fiado, deelaro-lbe
3ue enviei ao inspector da Thesouraria de Fazen-
a, para proceder a respeito, na forma a lei, as
vinte latas com agurdente, qae acompanharam o
citado officio, ahi appn-hendidas como contraban-
do dentro doa caixoea de gneros, destinados a
diversos empregadoa e sent ciadas, remettidos
pelos negociantes Ferreira Silva & C.
Entretanto, recommendo-lhe que proceda a ri-
gorosa syadicancia no intuito je verificar quaes
os individes implicados no mesmo contrabando,
afim de serem severamente punidos.
Oa gneros detidos e que Vmc. fez recolber ao
almexarfado, serao entregues a quem oa pedir,
viata que o respectivo embarque foi autorsado de
accordo com o diapusto nos arta. 73 e 76 do regu-
Ument anDexo ao dec. n. 9,3 6 de 10 de Janeiro
de 1885, salvo se for m encontrados em qaanti-
dade maior, ou qaalidade diff rente da que cons-
tar da relacao qne acoapanhou a portara desta
presidencia.
Neste caso, taes fecos e qaaesquer outros
objectos que forem anda encontrados, sero tam-
bem conaideradoa como contrabando e devolvidos
para esta capital, afim de terem o conveniente
destino.
Ao major Antonio Villela de Castro Tava-
res, director do Arsenal de Guerra. Reinetto a
Vmc, para sen conbecimeuto, a inclusa' copia do
aria do Miaiatari USuaria, de 22 oe BsOmbro
fiado, relativa ao descont de 9 /o qae Ih fes^a
Thesouraria de Fazenda, sobre a ana gratificacao
de 3:600*, pelo cargo de director desae Arsenal.
Ao juis municipal e do orphaa do termo de
Panellaa.Inteirado do que Vmc. expoe no ufficio
de 8 do cerrante, declaro-ihe qae compre aguar-
dar a nova claaaificaco e a approvaco desta
Presidencia, do art 34 do regulamento de 13 de Novembro de
1872
Ao Sr. Francisco Ferreira de Andrade Nin,
preaidente da Cmara Municipal de Currentea
Acensando o recebimento do officio de 9 do cor-
rente, em qua Vmc. declara que nao tem aido pa8-
sivel reunir ae a Cmara, apesar de serem convo-
cados por tres vezi-a os respectivos vareadores,
para proceder-se arrematado dos impostas des-
se municipio, recommendo-lhe, em resposta, que
faca reunir de novo a Cmara para esse fim,
enmprindo a Vmc, quanto falta de cempareci-
mento dos vereadores, proceder nos termoa do art.
28 da lei do 1 de Outabro de 1828, art 22 4* e
6o da lei n. 3,029 e aviso de 27 de Setembro de
1881, isto multar oa vereadores remiaaoa, e, se
anda aarm nao compareceris, convocar auppleo-
tes, em numero strictamente preciso para haver
maioria.
Portara:
O Sr. gerente da Companhia Pernambucaoa
mande dar passagem r, at o o orto de Carnea-
aim, no vapor que seguir para > norte a 20 do cor-
r.-nt-. a D. Bosa Carneiro e Laisa Mara da Con-
ceivo, por conta das gra'uras, a que o governr
tem direito, providenciando igualmente sobre a
volta das mesmas oppnrtunamen'e.
EXPEniBHTE DO SECBETABIO
Officio :
A' junta classificadora de escravos do muni-
ciqio d Cimbrea.S. Exc, o Sr. vice-prcaideate
da previncia, ficou inteirado pelo officio de 30 de
Setemb ro ultimo, de baver-se reunido nease dia a
[unta claaaificadora de escravos desae muni
cipio.
EXPEDIENTE DO DIA 15 DE OUTUBBO DE 1886
Actas :
O vice-preaident" da provincia, attendendo
ao que aolicitou o capto J ronymo Cabral Perei
ra do Amaral, no requerimento a qae alindo a iu-
t rmaca i da Tbeaouraria de Fazenda de boje da-
tado, aob n. 734, reaolve aorir, aob sua reapmsa-
bilidade, um crdito na importa .cia de 593*760,
v^rba d^spesas de corp.s e quarteis do rxer-
cicio d i 1886 1887, do Ministerio da Guerra, afim
de occorreu au pagamento da despesas relativo ao
furnecimenta de c*pnn que, em Setembro findo, fez
o peticionario a cavalhada da compaubia de caval-
laria deata provincia, visto ter sido inadiavel o
mesmo toraecimento e ser iiisufficiente para efie-
ctuar-ae o pagamento, o aald > existente naquella
verba.R metteu-ae copia ao inspector da rhc-
aouria de Fasenda.
O vice-preaident da provincia, vista do
que xpdz u Dr. juis de direito doa feitoa da fazen-
da em itfieio de 12 leste.mez, resolve nOL ear o Dr.
Joaquim Correia de \raujo, procurador doa teitos
ad hoc da faseuda provincial p da mearan faz- uda, aos term H d- libello que contra
eata encaminh >m o Dr. J.. Ventura doa Santos
Beis e sua iiiuibcr, vista terete se dado por suspe
t .8 .a Drs. procurador dus fetos e procurador fis-
cal respectiva.Commuoiciiu-se ai Dr. uis dos
fritos da fas nda e so iusp ctor do Thesouro Pro-
vincial e ao noioeado.
__ O vce-preaideute d% provincia, resolve de
0 uloruiiuad'- c m o qu- (xp. o eugeuheiro fiscal
da estrada de trro ao Becife ao Caxaog no officio
de 6 do corrente, s b o.. 138, aoprovar a tabella
auuexa au meau officio aprasentado pelo respec-
tiv gerente, para o servico de reus em todas as
liuims, uicluoiva a do ramal do povoado da Varzea,
que tei de eer abiiti ao tratego no dia24 Umbem
d corrente, a qual poder ser alterada, com ap-
pr.Vavodapreaideucia, confirme aconselhar a con-
veniencia do servic-i.
Reaolve, ouirosim, approvar a tabella dos p'rettos
que devem ser cobrados por passageus e transpor-
tes de cargas no dito ramal iguaiuient apresen-
lado (.or aquel e gereute, e aumio ao meociouado
officio. -Remetteu te c pa o ngenheiro fiscal da
estrada de ferro do R.-cifo ao Caxaug.
Offici .8 :
Ao eouselheirc Jua Capiatrano Bandeira de
Medo, presidenta da provincia da Baha.Pelo i f-
1 :io, a que ret pon io, de 11 do crrente mez, fice
lutoiradu de b.ver V. Exc. n.quella data, depois
depoia de ter preatado o jaramente, assumido .
exercicio do cargo de preaidente desaa provincia.
Apreaento a V. Exc. oa meua proteatos de esti-
ma e conaideracao.
Ao inapector da Thesouraria de Fazenda.
Sirva-ae V. S. de designar um empregado desaa
theaonraria para proceder ao inventario no almo
xarifado do Arsenal de Marinha, visto ha rer ee:
data de hontem entrado em exercicio do carga o
almoxarife ltimamente nomeado, Maneel Ugciscc
Pereira Giraldea, segundo declara o inapector do
mesmo arsenal em officio daquella data, aob n. 53.
Ao director do Araeual de Guerra.Mande
Vmc. fornecer, por emprestimo, ao commandante
da guarda cvica trinta mosquetees com os com-
petentes sabres.Communicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Ao director do preaidio de Fernando de No-
ronha.Fa.ca Vmc. regreasar para esta capital
ae estiver completamente reatabelecido, o reo Ma-
rianno Jos da Silva, para aer aubmettido a jul-
gamento no termo de Gamelleira.
A' junta claasificudora de escravos do muni-
cipio de Serinhaem.A' vista do que Vmes. in-
tormam 'ap .dfficio de 30 de Setembro ultim), ap-
provo a nova classifica^o remettida com o de 16
do meBmo mez, para applicaciio da 7 quota de
fundo de emancipadlo.
Determino qau, fiado perante o juizo de orphoe
o praso do art. 34 ho regulamenta de 13 da No-
vembro de 1872, o qual dev.-r correr da data em
que foi ahi conhecido o acto da approvacao, e
agente fiscal, membro desaa junta, promova na
Torma do art. 37 do dito regulamento o arbitra-
menta doa valorea doa libertandoa, tendo na maior
conaideracao o dispoato na ordem circular de
Theaouro Nacional de 16 de Juiho de 1883, de
que o inspector da Thesouraria de Fazenda den
sciencia ao mesmo agente na circular n. "0 de 22
de Juiho deste anno, viato qae oa precoa mximas
da tabella do | 3o d art. 1 da lei n. 3270 de 28
de Setembro de 1885, sao oa permittidoa para a
nova matricula, mas nao firma direito indemni-
aacao pelo fuudo de emaacipaco, o que ae reco-
nhece pela ispoaicao do 7 do art 3 da mesma
le, qnando determina que continuamente o encer-
ramento dessa nova matrcula as diligencias de
citado art. 37.Remetteu-se copia ao reapective
juiz municipal.
Portaras :
O Sr. gerente da Companhia Pernambacana
mande dar paeaagem gratuita, r, at Natal
no vapor que segu para 08 portes do uortc, a 20
do corrente, a Tito Francisco da Silveira Mendon-
5a, providenciando igualmente afim de aer o mes-
mo d'alli transportado para eata capital quaade
para iaso ae apreaentar.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande conceder passagem proa at a Bahia a
Lucas Al ves Pequeo, por conta daa gratuitas a
que o governo tem direito.
EXPEDIENTK DO SECBETABIO
Oficios :
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda-
O Exm. 8r. vice-presidente da proviucia manda
remetter a V. S. ss inclusas ordena do Thesouro
Nacional de ns. 218 e 220,
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 23 DS
OUTUBRO DE 1886 4
Abaixo af signad os, ebefes de familias
moradores no povoado de Campos Frios.
Informe o Sr. inspector geral da Iastracc2o
Publica.
Amalia Prudencia AI ves Lima. Sin.
Abaixo assignados, moradores na villa
de Palmares.-Informe o Sr. Dr. chefe de
de polica.
Companhia The Great Wester of Brasil
Railwajr Company Limited. Informe o
Sr. inspector do Tnesouro*Provincil
Bacbarel Francisco Caracciolo de Frei-
tas. Sim, provisoriamente e sec venci-
mentos.
Luiz Pereira da Cuoha. -Deferido coro
officio ao Sr. brigadeiro commandante daa
armas.
25 -
Abaixo s asignados, pnoprietarios e mora-
dores do lugar Feitosa, na estrada de Be-
leun.-Informe o Sr. engenheiro fiscal da
estr-da de ferro do Recife a Olinda e Be-
beribe.
Amalia Prudencia Alves Lima e Cleo-
menes Lopes de Siqueira. Informe o Sr.
inspector ao Thesouro Provincial.
Candido Thiago da Costa Mello. Infor-
me o Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Columbo L tino Vieira de Souza.Sim,
pagos os direitos fiscaes e procedidas aa
diligencias do eatylo.
Enzebio da Cuoha Beltrao. Aguarde
Eaasbbda Ounha Beltrao.Aguarde
o crdito solicitado do governo.
O mesmo. Aguarde o crdito pedido
ao governo.
Fr meisco da Fontoura Brito. Entre-
gue-SH com a certido.
Francisco EustaquioRolrigues. Enca-
minhe s pagando o supplicante o porte na
repartilo dos Correios.
J..^ Vicente Ferreira (3- ) Informe o
Sr. Dr. juiz de direito das execuc<5<8 firi
minaes Jos Marcelino d-f Ar-.ujo. dem.
Jeronyrno don Ferreira Cabra!- In-
firme o Sr. engenh-iro chefe da repart-
90 das Obras Publicas.
JuM Ignacio Ribeiro Roma. Informe
o Sr. inspector uterino da Thesouraria de
l'azenda.
Joaquim Gomes Ferreira eS Leitlo.
Sim, satisfetos os direitos fiscaes e proce-
d 'as as diligenciss do estylo.
Bacharel J s Augusto de Oliveira.
Enaminhe-se, devendo ser pago o porte
na repartico dos Correios.
Liberat.i Leopoldina Vital.Remetti-
do junta medica provincial a quem a
peticionaria se apresentar para aer in-
gpecionada.
Odorico Jos Molulo. Paase portara
na forma requerida.
Quilidonio Luiz Caldas.Deferido com
officio ao Sr. brigadeiro commandante das
armas.
Quintiliano de Barros Correia. Infor
me o Sr. Dr. juiz do direito das exauySe'
criroinaes da comarca do Recife.
Vilardo Justiniano Carneiro da Cunha.
- Informo o Sr. Dr. juiz de direito da
comarca de Groyanna.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, em
26 de Oatubro de 1886.
O sjadante do porteire,
Antonio l. Sveira Carvalho.
\
3
.*u




Diario de Pmsumhuco((oarta-feira 27 tt Outubro de 1886
.

.
-1


X
eyariivo da B'olicia
Snt^lo 2-N. 1044.-Secretaria da Po-
a<4 L Ulna, e Esm. Sr.Partecipo a V.
ue foram hontom recibidos na Casa
.--onc^o os a-quiotes individuos:
linha ordeui. Anna Mari da Con-
po; so a--har soffrendo de surs fa-
lea incnUe, ;i! ser removida para
ai respectivo isyio.
A" rdeui >Umh!> i do Santo Au-
Jos Gila nav u SanvAnna, An
i-Jos de >)!iv in, TUeo.loro Joa da
Antoni') do tai, que diz chamarse
lid Pcrehra Ja Silva, por embriaguez
asefsMcrbios.
A." rdom do ib 2 liettlrto de S. Jof,
Sfcato Jofi do S.nt'Anna, 4 disposicSo
4b r- delegado do 2o disiricto da capital.
2K ia 23 do corrate, s 6 horas da
a*a'ii tres individuos dirigiram-so ao hotel
XacatU? aito roa do Coronel Suassuna,
Ae^aetria de Santo A'itjnio, p^rtenoentc
Jsaacuira Soares de Pinho, e aps a con
fea. -^v.e tizeram, de nina laranj, insulta-
aaam -an rcferio proprictario.
Bterviado Gongalo Correia do Aran jo
an. a/rcr de seu patr?.i, oi ferido leve-
por um dos tres individn entre
raasaea havia u.n i'e nomo Barros,
todos etn fuga.
Vcsrea deste {acto procede a autoridade
lmr ti ma forma da le.
as guarde a V. Exo.Ulna, e Eira.
Ignacio Joaquini de Soasa Lio2o
digno viee-presidente da provincia.
befe de polica, Antonio Domingo*
Respmdeu que nao sabia se a: ose- ,
Ibava uso, sabendo porm, que nos pagamentos
se davan o dinheiro recebido da Alfandega e de
oulras repartieses em que havian cdalas em
substituco porque estas nao se upottavara
logo.
Perguntado quem o eonvidou para ser fiel do
thesoureiro, re. toi instado para uso e se alguem
se empenhou para que aceitasse ?
R-spnn ieu que foi convidado para o carg de
fiel pelo Dr. E luirlo c seufilho D-. Artlmr e que
reeusou-se o e aceitn depois de instancias do
De. 1M nardo ede empenhos que este fez cora un
I easrhado delle respndante o ra-.j r Ferraz.
Perguntado se sabe qnem se intercasou par
serem arrmittidos como fiis Mananno Xavier
Carneiro da Cunha e seu irmo Francisco Jo S
queira Crneiro da Cund ?
BeepDaaCU que nao sabe.
Pergnnttda se sabe porque motivo Mariaono
Ihcsonr.-i ra de Fazeada
lad perguntas Victorino Trajano da Costa
>: Em seguida compareceu Victorino
aVajaao da Costa Pialho, fiel do tbesoureiro da
tTtnfonraria de Pszenda para ser novamente in-
Sorregado e a quem o Dr. chefe de polica fez as
jaerguntas seguintes :
9ari^untado se no dia 6 quando se retirou da
3mmmt*;> quem ficou Da sala do tbesoureiro ?
repoadeu que retirou-se era o mpanhia do
taaarstnsiro, ficando na sala o fiel Carneiro da Cu-
ska4s dous serventes, sendo que o fiel Carneiro
fe Ocaa fino* dentro do gabinete reservado e o$
anar-i-ernn/e. no lugar do carimbo. D sse mais
acv rundo se retirou anda ficaram no trabalho
aaaaaaeaaj
Jeroratado se a csse servico nao assistia sem-
prex Sol?
flUsroudeu que siro, e como a hora do expedien-
atacs sido prorogada, por ordem do Sr. inapec-
taCj .aieeava a elle responderte ficar assistindo >
o, f porm tendo Sr. thesouri'iro o chamado
I takire.n juntos, deitrminou o mestno thesou-
>s ficasse o fiel Carneiro da Cunha a assis-
wr trabalho. Que sahindo da repartigdo tai
anst'j Dr. Eduardo botica do Baitholomeu, por-
jn.e .XTer/sou elle comprar ura medicamento e d'a-
fc i*ti:-"tiin juntos at transpor a ponte da Boa-
Wata, seguindo o Dr. Eduardo p-la ra da uro-
s>*.e respondeute pelo caes do Capibanbe.
Oosaontado se vio fechar as portas da casa tor-
lat?
Bietscodeu quefoi esse servico feito pelo fiel Car-
eeLxia Cunha c que vio elle empurrar a porta
4*4MMletra quando a fechou.
^s^aataao se quando o thesoureiro nao poda
ic i cc-yarticao se mandava chamar elle respju-
tmtB ara Ibe entregar as chaves do oofira ?
toepaodeu que nao e nem elle as aceitava.
ftacgvatado se o thesoureiro fu o ehamava pe-
laiflfanhone Dar vir receber as chaves do entre
s*m forte ?
atatpandru que o thesoureiro ehamava o pelo te-
"" i para avisal-o que nao vinha repartica>
{o Dr. Arthur levaria as chaves, e effec-
ate quandoto thesoureiro uo comparceiM,
m Be. Arthur se apresentava na repartifao com as
ahMVOQ, 6ria as porta* qne davam entrada para a
SMHerte e neil entrara com os fiis, un oucu-
<1mll'l a caiza que continha o dinheiro para
1IJ i mil i i do da, assistia at ofim do expedien-
Cwcaava a conduzir as chaves. Dia-e mais
sne le res|>ondente nnnin uwlon com ns rhitres
.-aasi n*fl forte tumi do rnfir
VsiruiUado se assistio aoa balances?
iba joudeJ que os balances semestraes sao os eos
see contara dinheiro, quanto aos ontros s o
rziro quem verifica se os saldos era caixa
: com ai escripta.
favgantaio se no ultimo balando semestral bi
-nnasM o dinheiro nota por nota, ou se vtrificava-
as eiuuita pelo m co? ?
SOasponaVu que contava-se nota por nota.
dscffntitado se entra va gente es t rao ha no gabi-
s ie thesoureiro ?
adeu que entravam mui porteas pess:as
i e eseas mesmas eram peasoas qnalilica-
^Vjr^sntHdo a quanto tempo se colloco o biom-
lM tfeaiadeiri e para que fia ?
ftctjioadeii, collocou-se ha pouco tempo c para
tac ves trocar notas, se debrueae.ein quasi sobre
cesrx do thesoureiro e estivessrm interroip"ii-
-^?ifaaiho.
Bscadn tais disse nem Ihe foi perguntado pelo
^a andn o Dr. chefe de polica encerrar o pre
s-snto em que se assif^na com o respndeme
i* promotor publico e as teetemunhas abni-
roigo Abdmo'de Vatooncello, nervindo Oe
vio, que de tuda don t.Antonio Do i.ingoe
MfmtM.Victorino- Trajano da Costa Pialho..VI-
ssjot Joe de Oliveira Lima.Francisco de Paula
(es.Joao Joaquim de Preitas ilenriques.
Aktiraim de Vasconcellos.
Hada mais se continha em dito auto aqci fiel-
Bn%; copiado, ao qnal me reporto c don f-
tocife, 29 de Setembro de 188ti.
Ba, Abdisio de Vasconcellos amanuense servio-
%4e ecriv&o, snbscrevo e assigno.Abdisio de
Tfaagoncel tos.
tMb*2 de perguntas feitas a Victorino Trojan da
Oasis Fialko, fiel do thesoureiro da Thesoura-
nade Pazenda, feito a 26 de Setembro.
Ka seguida no mesmo lugar comparecen Victe-
Kv Trajano da Costa Pialho, fiel do tbesoureiro
fbOThesouraria de Pazenda, a quem o Dr. chefe
4k{K>Mca interrogou-o novamente da forma se-
jgansae i
(fezgnntado porqne nao ficou no carimbo no dia
"Ay4MUo con o thesoureiro, para onde foratn e
jtafcre qne -eonversaram ?
Xespondeu que nao ficou no carimbo aproar de
mt sempetir o servico porque o thesetireiroihe con-
t. para sahirem junios sfim de comprar med-
talos para botoes hemorroidaes e effectiva-
te sah'.ram em direccio a botica do Bartbo-
h C para fazer a compra Ah chegando
jbe 48se o r. Peizoto socio da botica qnc nao
HBBa remedio qne procuravam o que s pede-
twkb aehal-o em casa de Francisco Manoel e en
i5 o Dr. Eduardo disse qne chegando a eaaa
o. pedo telephone a Francisco Manoet e a'ab
Je J* Boa-Vista, no fim da qual se apartaram
tit Dr. Eduardo pela ra da Aurora e elie
. asjBMVidente pelo Caes do Capibaribe.
Wrgnntado se na ra Nova quiz voltar para ir
Maprar o remedio em casa do Francisco Ma-
mell
Responden qne nao se lembra disso.
3rgnntado se o Dr. Arthur, quaado ia a Ths-
aajamria nos impedimentos de sen pai e levnndo
m ojaves da casa-forte c do cofre entregnos
lejana w*t so contador Cardoso ou aos fiis '.
JUspondeu que nunca vio o contador Cardoso
:mmas chaves referidas nem os fiis e que o pro-
Or. Arthur quem conservava a chaves em
i poder comoj tero dito cm aeus intemogato-
io ater ures.
Perguatado so o inspector sabia que othesou-
i esa teas impedimentos era substituido por
m 6\ho o Dr. Arthur ?
espondeo que sabia, e tanto que algunas ve-
im a fala do thesoureiro sem estar este pre-
l to o Dr. Arthur fasendo as suas veses.
^erganiadu te o Dr. Arthur quando substitua
- -ana esarivio da caixa ?
Responden qne con!
fergnstado se sane a razio porque se fazam
"ffirntni com cdulas dilaceradas e em substi-
lajgliie cueni aconselhava isso ?
Xavier d'ixou o lugar ?
Responden que ouvo elle ^iz^r que o ordenado
era pouco e nao so acostumava com a vida de em-
preado publico e suppouho que por -ase motivo
foi que o larg.iu o c insta-.he que fu ser la-
vrador.
E nada mata dase fl nem Ihe foi aaaajSMtiStfla
polo qut mandn o Dr. chefe de polica encerrar
este auto err. "|UO ae assigna eom o respoodttnt'i
s testemnnhas commigo Aedsia de Vaseoncllos,
servindo deeserivjo de que tnrio dou f. -Anto-
nio Domingas Pinto.Vict trino Trajano da Cos-
ta Pialho\lanoul (}jnc;alv'.'8 IJibero.Manoel
Poliano do Lima.
Nada ._ais se cintinh'i em dito auto aqu fiel-
mento copiado o quil in- r,?p trtj e .Ion t.
fc;if.-, 4 de Outubro de 188b\ En, Abdizio de
Vasconc dios, iinnu ase, servin-l i da eseriva,
snbscrevo e assiga-i. Vbd'sio de Vasconcellos.
Auto tle percnnlns rollnis n Frnncla-
codeNIqneirn Corneiro (IR Csnh
flel do iripnonrolr la Tbennura
rln le Fazendn.
A"3 18 dis do mee de S-rpn.brn .loanno do in'-
cimento de Koaaoi Senhor Jess Chrisfo de 1880,
na secretaria dH pikeiade lJernimbu-o, presente
o Dr. Ai.t mi Detatng l Pinto, ehefe do polica
da pDvineri, eimmigo Abdi.io de Vasconcellos
amanuense de ao* easaataeis, eervindo deescrivao
eomparceeu Francisco dn Siqueira Carneiro da Cn- j
nba, liel di 'thesoureiro ua Thesouraria de Pazen-
da, para ser novamente interrogado e a qnem o
Dr. chefe de polica, fez as perguntas seguintes:
Perguntado quem fechou as portas da casa forte
no dia 6 do correte ?
Responden que foi elle respondeute quem as
fechou em presenca do thesoureiro.
Perguntado se nesse dia abri o cifre para tirar
e guardar dinheiro?
Responden que nao sabe se se abri o cofre n'es-
se da porque sahio da renarticao para almocar, e
se se abri elle respondente nao esteve presente.
Perguntado se quaado o thesoureiro se retirou
coro o fiel Fialtio, qnem ficou na sala ?
Responden que ficaram os doos serventes e elle
respondente e tambera anda ficou por algom tem-
i n escrivio do cana.
Que pouco depois sahindo o cserivao do caixa e
o servente Candido, c que sahin lo elle responden-
te depiis de nanea demora, (ieo;i o servente Si'va
encarregado de fechar sala.
Perguntado ce depois qne o thesoureiro retirou-
se elle respondente entr u n e se se demircu a'eum tempo?
ResponoVu que entreu varias vezes por estar
pameiandn na sala at ser horas de e retirar e
que Manta de retirar-se/ecAciH aporta da varanda
e ei rn/uida a porta do gabinete c deitou a chave
sobre a mesa da sala.
Perguntado se elle respondente qupm costuras
fechar a prta da varanda e do cabinetedo thesou-
reiro ?
Responden que s^mpre que 6 o ultimo a sabir taz
ess servs i.
Fereuntado se nesse dia c carimbo demorn-
mu*-. ?
Resoondeu que nao porque logo i[ue o thenoureiro
sahio os seiveatet c ncluiram o Heroico.
t'i rguntado se depois que sahio o thesoureiro
citrn algsem na sala?
Respondeu que nao entrn ninguem.
P- rguntado se no gabinete do thesoureiro eatra-
va i idistinctamente qnalqucr pessoi.
Resp- ndeu que so entravam pessens conbecidaa
e da rr-avee com o thesoureiro.
Disse mais que a pessoa que permaneca no ga-
binete do tbesoureiro era n Dr. Arthur sen Jlho
quando elle ia nos impeda1 ntcs de seu .pai-luvar
a chave do- cofre e da casa forte ah permaneca
at tecbar-se o expediente para tornar a condu-
zil-as.
Perguntado se asfaltas do thesoureiro cram fre-
qnen'eo?
I es pe ndeu <; eram, c as vezes deixava de ir a\
reparticao 2 e '> dios seguida*.
Perguntado se na vnracn do gabwete do the-
soureiro faltava algum vidn ?
Reeponden que nunca fez reparo.
Perguntado se na iheeouraiia se deu o tacto de
ficar aiguma jiuella aberta por descuido?
Hesp nil-o que empregaao alii lia pouco tempo
e que duraut esse praso una ouvo tratar d'sso.
Ferguutauo se por alli proxino a Sudar-so ^ex-
pediente, quando na repartu.-ao ja havia nouca
ente, appxrecia aiguma pensuw deacaahacida c un
protexto do procurar signas empregado V
Responden que raras vezes appsreea.
Pergunt>tdo para onde se dirigi nosabbado 11
do correter
H-sp 'ndeu qne tendo encostrado o sen irmao
Dr. Joe Mananno, na esquina da roa. do I
dor para o pateo do Collegio seguio junto com elle
wt a ra do Cabaga, o d'ahi separaraaa-se indo
elle respondente para sna casa na ru da Unio
nao tornando mais a sabir n'esse dia.
Perguntado se nao f*-algum desees das ra
da Palma i
ResDoaden qne nao.
Perguatade se na ra da Palma mora pessoa de'
eua taiaili.'
R"spendeu qne mora sna rsae e sen irmo Jos
Mara na irwsui casa.
Perguntado quem no dia o guardn as notas ca-
rimbadas ?
Recife, 25 de Setembro de 1886.Eu, Jos de
Arymstha Costa Pontea, esciivo escrevi, snbs-
crevo e assigno.Jos de Aryniatha C'sta Pon-
Tiiesouro Provlacial
DESPACHOS DO DIA 26 DR OUTUBRO DE
4886
Dr. arthur Qareez Paranhos Montene-
gro. Informe o Sr. contador.
Antonia Leopoldina da Amor ira. No
ha quo providenciar, visto que, segando
informa o Cnsul ido, a casa da supplican-
te desde o priraitivo langamento no exer-
ciciod* I!ci'l85 teve o n. 27 e nunca o
de L>5 A.
LaSz; Manoel Viegas, contas da cdHeoto
riaB de S?rianh''n Dr. Fr.^neisco de Paula
(Jordairo Araujo e juiz municipal de Aguas
Bellas. Haja vista o Dr. procurador ta-
Ral.
Anna Saturnina Lobato de Souza, Maria
Marriaos de Amori n o Delfnira Gandida
de Sant'Anna o outra. Certifique-se.
Gustavo JVIerraond Filho. Satisfaga a
exigencia.
Antonio de Barros Falco o offieio do
eng':ih-Mfo chefe da repartigio das Obras
Publicas. Ao Sr. Thesoureiro para os
devi.ios tins.
*.'oiiMiilaila a'rovinoial
DESPACHOS DO DIA 23 DE OUTUBRO T>F
1886
Domingos Jos Pinto.Certifique-se
"Onze oflkias do Dr." procura lor feitos.
Informes al.* seegSo.
Joaquim Martina Moreira.Em" vista
das rntortnaoSes nada li-i que dofer r.
Antonio Lopes.Informe a 1.* 9e?gio.
Manoel Joaquim da Rocha.Ao Sr. che-
fe da 2.a seccilo para a sua sciencia e da-
vidos tins.
25
Alfredo da Silva Gruiniariles.Certifi-
que-se
Viuva de Adolpho Marques des Santos,
Francelino Barbosa de Oliveira o Jos
Goncalves Ferreira Guimares.Informo
a 1.* scelo.
JcSo Bezerra & C. A' L secgilo para
o devidos lins. I
26
Barbosa & C Jos Cursino o P. Fer-
reira e Jos Bernardino Ferreira.A' 1.a
secgilo para os devidos fins.
Joanna Francisca da Oonceigao, Do-
mingos Manoel Maitins, Francisco Jos
(|.s l'assos Guimaraes, Dr. pru-Mirador t't'itos, o mesmo.Informo a 1.a secgiio.
Jos Antonio PintoD-'ferido co:n rea
gao ao 2. semestre em vista das iufur-i:
V.o-8.
C'orre.i|ondenr5a Pernnuibuco
NOTICIAS DE HESPAXHV
PORTUGAL Lisboa, 13 da Oulubro
de 1886
P.>ram indiiltaos, com i ia de prever, o gene-
ral Villacampa e.S seas Cunpanbeirot, conilem-
, nados morte pelos eonseibos le guacra.
As manifestaeois da < piniio faVoreceram
Responden qne foi o seevento Silva que sem-
pre quem faz esae servico.
Perguntado se tea relaees estreitaa com o Dr..
Artbnr de Barres?
ResponJeu Dr. Arthur e por isso nada sabe a respeito de sua
vioa e de seos ha veres e que na sna casa so foi
urna vez uepo.a do acontecimento da Thesoura-
ria.
Perguntado se algum dos empregados do the-
soureiro ou elle proprio, levavam bolsa ousaeco de
va eom.
Responden que naV>, s sahiam com bolsa os fiis
ouando lam fazer pagamentos fra da repart-
cao.
Perguntado se as chaves do thesoureiro anda-
va m por cima das mesas feico de qnem quiies-
se pegar n'ellat?
Respondeu que nao; e que elle as trszia seiapre
comsigo.
Perguntado se fia da casa forte ficou dinheiro
que fosse reoolhido no di
Respondeu que fra. da casa forte ai ti cava o
dmhriro carimbado.
Perguntado nos impedimentos do Thecouro o Dr
Arthur de Barros que ia em seu lugar fama paga-
mento ou recebia dinheiro ou se se limitava l-
mente a abrir a casa forte e cofre ?
Respondeu que estava na sala, fazia pagamentos
com o fiel e ajudava < m entres servicos do expe-
diente, com ezcepcSo do troco de notas qne era
feito por elle respondente.
Perguntado se o servico do carimbo era feito
alternadamente o no dia 6 a quem competa esse
servico?
Respondeu que esae servico era feito alternada-
mente pelos fiis e qne no dia 6 competa ao fiel
Palbo, porm, qne o thesoureiro o chamara para
aahir em sua companhia, ficou elle respondente rm
sen lugar e qne nao fez questo por oto, porque no
sabbado anterior tocava-lbe o da e nao compare-
c u a reparticao.
Perguntado se quando o thesoureiro nao ia a re-
particao algom dos fiis foi buscar as eb >ves?
Respondeu que durante o tempo que est empre-
gado nunca se den isso, qne o Dr. Arthur era
sempre quem levava e trazia as chaves.
E nada mais dizendo nem Ibe sendo perguntado
encerrou-se o presente auto cm qne se aasigna c
Dr. chefe de polica eom o respondente, depois de
Ihe ser lido e achar coniforme, o Dr.,1 promotor
publico, as testemunhss abaizo e commigo Abdisio
de Vasconcellos servindo de escrivo do que tndo
dou t.Antonio Domigos Pinto.Francieeo de
Biqneira Carneiro da Cunha.Joo Baptlsta Ca-
bral__Joaquim Jorja de Mello Pilho.Joaa Joa-
quim de Preitas Hennqnes.
Bata conforme ao proprio original ao qual me
reporto e don f.
por
crto a realiS'icao do pins-iinento que o f pinto
perspicaz do Sr. Sagasta tinta* sem duviJ.i en
mente ; mas no momento em que o ptico de que
a-i apoderara o poder, determinara m matates vio-
lencias, e pupprmira a ixpruuaa, 6 nim^i-aade
conquista qoo opino gencrOBH p-.fdeiiseTr^.ia do
que o ini. iih dos que pretenden! suffocar m a-
piravoes liberaes o Ueinocrati.-as d* nobre Hi-s-
pmilia.
O Sr. Salmern, acompanhado dos Sre. Pedre-
gal g Azcarate, dirigindo se cm n"nv; oa raaioria
r-.-publicana ao Sr. Sagasta, diin iuo a historia
de quasi nm seculo demonstr.. v.i. ; csttrilididi> do
derramamento de sangue.
A Hespuuha que no anuo paasado inoatr.iri um
vigoroso eentimeiilo patritico, agora mosir-use
igualmente digua da liberdade lelemptora, que
ha de levaiitaj-a e engi-Hiidecel-a no aeio de urna
duioocracia genero9a e progreasiva
A Hespanha ag^ra ja nao teve na reinante que
preferase is fuziamentos pratica ua uadl nobre
das tuncees, c o reinante teve a telicid ic decu-
contrar ministros que ajeilassem toda a respousn-
bilidade desse acto inspirado p r um seatim-i:o
generoso.
Ha.laces>qit's os fde bem daacrever urna
tebiemuuha ocular.
Eis como so expressava no dia 7 deste inez um
, correspondente, madrileo para urna folha de
EES: Lisboa:
Poi hontfm un d:a extraordinario fin Ma-
drid .' Dia de satisfacio, de dr, da esperanCH e
de alegra Porque ? A noite anterior os mi-
nistros, drpois de t'xainiaarein a senteuca do su-
premo eoiieelbo de guerra, em que no dmiuuiam
hs coudemuacoej a alguna dos sentenciados pelos
,c->nteciaiontos da noite de 19 do inez paasado. e
se approvava a de morte para seis, resolveram,
por unauimidade, quo nao honvesse perdii. Aiu
da nao se sabe qnem, mas o eerto que alguein
cnmnunieou imprensa e at ao publico, que a
resoloeao tomada era perdoar.
fatm hoatem, s 11 horas, souba-se que Sa-
gasta tinha ido ao paco manifestar raiulni re-
gente que os ministros eram partidarios do luzla-
mento, e que portauto os sentenciados liaban sido
mandados para a capella, ficando toda a gente
ronressionada com tal noticia e formando grupos
as mas, eoromentando o Immediatanente correu o bo tj da qne a
rainba regento tinha pedido a Sagasta que reuna-
se outra voz o conseih de ministros, pnra ver se
podiam barmunisar os seus deveres de honna de
goveruo com os desejes de perdoar, quo Sna Ma-
gestade senta. SagMStc chamou o seus collegas
a conselho extraordinario ; a espranos apodera-
se de todos os coracoes; os milhares de pessoas
reunem-e na roa de Alcal, debaixo da jaui lias
da presidencia, onde estad reunidos alguna antigos
ministros.
En frente da presidencia, ao Anerica*
Lunch, estad os depntados republicanos Salmern,
A jarate, Portuondo, Baselga e ontros, esperando
o resultado do conseibo, emquanto que outros leaos
amigos estad as cape lias de 8. Francisco, conso-
lando ob sentenciados.
Por fin, s 6 horas da tarde, sanen Sagasta
e Jovellar da presidencia e dirigem-se para o pa-
co a participar rainka regente que o ministerio,
por maioria de votos, tinha resolvido conmutar a
pena de norte na de r cluso perpetua as nossas
colonias, ao brigadoiro Villacampa, a o tenente
Gonzlez, aos sargentos Velasques, Cortas, Bor-
nal e Gallego, e castigar coto todo o rigor das leis
os assassiuos do general Velarde e coronel Conde
de Mirasol.
A rainha regente approva e encarrega o ge-
neral Blanco de ir s prisoes tirar os sentenciados
das capel las.
A noticia tranamitte-ae con a lapides de an
rsio, e toda a gente corr a prisoes de S Pran
cisco ; e as capellas passa-se nna scena inpos-
sivel do se deserever. com a filba do brigadeiro
Vllacampa e con as familias e amigos dos outrus
sentenciados.
g Villacampa ao reeeber a noticia, parece que
disse a general Blanco :Diga tainha regente
que bou cavalheiro e saberei agradecer a quem
devo a vida. Tambem seu irmd proenrou Sa-
gasta e apurtou Ihe a rolo, vertendo lagrimas.
O jubilo em Madrid iudescriptivel, como o
ser as provincias e no estrangeiro.
Nio possivel contar os lelegrammas que
teem ch.-gado, pedindo o indulto. Entre clles ci-
tarei apenas o telegranma de Cavallotti, em nome
dos jornalistas italianos, e a ezposicao do Barce-
lona, qne trazia 41,000 assignaturas.
D. Enilia Villacampa e seu tio D. Francisco
teem recebido mudas visitas e parabens, pela sal-
vacao do brigadeiro D. Manoel. Honra e gloria
a quem, tendo na sua nd a vida doa seus seme-
lhantes, perdda e esquece
Noticias d Madrid dizem que a rainha de Hes-
panha c mmunieAratelegraphicamenti! ao Santo
Padre a materia do indulto.
Peas 4 horas d i madrugada do dia 9, foram
transferidos das prisoes de 8. Franciso para o
Carceie *1 dlo, em carruagem cellular, o briga-
deiro Villacamp e o tenente Gonzlez e os qnatro
sargentos do regiment de Albuera.
S;ihiram d'alli para irem cumprir sentenca naa
po3essoes hespanholas cm frica.
Diz-se que a filha do Villacamp iicompanhar
seu pai para o desterr i.
Diversificam -s notioas sV>a jornaes fran-
COaes acere i do indulto, das que nos transmitti-
rain as foi-is h"spanholas.
O 7emp e o Fgaro relatam, como causa certa,
que foi a regente, de mota proprio o contra a op-
inlo do ministerio, qus resolveu-o indulto manda-
do participar aoa presos que seriam perdoadoa,
antes de saber a ultima resolugan do ministerio.
Dizem os dnus jornaes franceses que o governo
res I .-.t no prnn-ir i conselho dizer 4 rainha que
dcixassR executar as sentencas do c mselho de
guerra.
Tndo o Sr. Sagasta ao pago, a rainha nao s
manifest!! desejos do peni iar, mas tambem deu
claramente a .entender que, sob ma responsabili-
daoVj usara da prerogatva regia. Nao que.-en-
do deixar a regente abandenada n'aquelle acto de
tanta gravidade, o Sr. Satrasta reuni o novo
conseibo de ministros para expor as iutencoes da
soberana e saber se em vista d'ellas os seua colle-
gas queriam reconsiderar.
Couforme os dous jirnaes francez's o ministerio
manteve a sua anterior resoluco, e o Sr. Sagas
ta vio-se foreado a ir commiiiiiuar 4 rainha o que
se passara no segundo conselho. Mas a este tem-
po j sua ma^estade. tinha mandado communiear
aos presos que seriam indultados, e portauto o Sr.
Sagasta entender que ui> tinha outra ciusa a
fazer senao pedir a sua demiss.-io do ministerio.
Se, pelo menos, o Sr. Sagasta njo estivesse de
accordo con os sentimentos generosos da rainha,
i-ra-lhe eBiieccssario reunir de nevo o eonselh :
b.istva-lbe daer 4 aua mngestade que a res lo-
gad do ninialerio era nabadavei. 0 que parece
mais natural qne o Sr. Sagasta, conhecendo que
s a dura neeessidade tivesso levado os ceus col-
legas a votarem contra o indulto, confiaste em que
alguna d'elles o acompanhas3em na reconsidera-
cao, que estara do aecrd i com os sentimentoe
da rainha e que o tivesse conseguid) no ultimo
coonselho, votando cunta o indulto, pelas suas s
tuic's e.'D'Ciaes, oaministros da guerra, naariaha
ejuttioa. Acliaii loso estes niniatros cm lisai
dencia com os restantes, estando doente o minia
tro do reino e tendo ha tempo o das obras publi-
cas manifestado desejo de se. rccolher 4 vida par-
ticular, nao restava ao Sr. S-igasta outro recurso
senao pedir a dmisco de todo o ministerio.
O ser chamado o Sr. Sagasta para formar o
novo gabinete, parece indicar que aoi.iniai .i > se-
gundo conaelho foi unnime, como dizem os jor-
naes franeezef.
O gabinete hespanhol reorganisou-se, conser-
vando os homens mais i-npnrfantea da anterior
aituacilo, entre elles o illustre Moret, 0 escriptor
imaginoso e diplmala hbil, que. ara as lides
do jornalismo chegou 4 mais elevada si'uagao po-
ltica. ,
Katram tanpem na recomposeao do ministerio
os ministros da inurioha, da fazenda e das obras
pubcas da situacao auteri r, o qia priva qaf nao
nos engaamos sustentando qne no ultium conse-
lho da roraistrot tinha prevalecido por maioria a
opiniao fav.-ravel ao indulto.
O novo raissaario fiem asain) c mpislo : pre-i-
denfe, o Sr. Sagasta ; miuietro dos negocios es
trangeir t, o Sr. Moret ; da juntia, n Sr. M"UJO
Martnez ; da marinha, o vu-. -almirante Sr. Ro-
drguez Arias ; da fazenda, o Sr. Puigeerver ; da
gasara, gaaeraj Castillo; do reino, o Sr. L.'on
Casiillo ; .las obras puulcas. o Sr. Navarro y
Rodrigo ; e das fliilnitiat. Sr. lia'.aguer ; o nov .
gabinete prestou jurain-nto n-) dia 10.
A 10 do correte foram expedidos t-legrara-
mas circulares aos governadorea de provincia e
reprcs-i.tantes de Hesrianl'.a do estrangeiro, not-
fid iido-lh"s a constituigao ilo novo gabinete.
O Sr. Cm vas -le] CistiH i devia ch'gir a Ma-
drid no dia 11.
Affirma-se que serio njineadns : o m-irechal
Martines C-nnpis, gocenaador militar da Madrid ;
o urDa-rai Blaaco, gavornador militar da Citalu-
nlii ; e o general Diboin, sub-secretario da
guerra.
O duqoe de Tetuan, en cousequenca de estar
em daae.cord.) com o goveruo a respeito ao por-
dad coutiecldo aus milit-ires coud- -mu i i's 4 marte,
deu a sua demissao da ve--presidente do Se
nadi-
O brigadeiro Villacamp a oa demaia indultados
da pena de morte vo ser transfer des para C-
diz, onde scro depis embarcados para o presidio
de Fernando P.
As cmaras de eommereio hespanholas serao
esiabelceidas em Paris, Londres, New-York, Tn-
ger, Mxico, Lima, Valparaso e Buenos-Ayres.
Morrea o heroico tenente Peralta, do regiment
de Al vera. Este bravo ufficial fra preso uoquar-
tel pela -oldadesea sublevada. Apenas foi liber-
tado pelo -capitaogeneral do Madrid, correu sobre
os revoltosos, e encontrando alguna em Vidleeas
avaucou para elles d.^ espada cm puuho, cahindo
do naval lo gravemente ferdo. Infelizmente foi
impossvel roedicinr. salvar a vida do brioso of-
ficial.
Quantaa victimas custou aquella nssurreieo
que durou apenas uieia duzia de horas !
O tenente Peralta dexa tres filhos menores, de
cuja c lucago se cucarregou a virtuoea regente
de Hespanba.
Na s-xta-feira 8 realisou -sa em Madrid o
enterro do ton 'ufe Peralta que falieceu em Valle-
cas.
O cortejo fnebre parti da estaca) do Meio dia
a 11 horas da mi- h.
Abrirnin a marcti* > cornetas e atiradores do
regiment de Albuera, a que pertencia o finado,
seguindo se lo.-o dnas bandas militares, os solda-
dos do regiment de Albuera c outras dnas han
((.18.
Seguia-so o coche fnebre, tirad? par tres pa-
relhas de cavalloa enteitad'is e con arevachit,
conduzmdo o atade sobre o qual se viam a bar-
retina e a espada do finado. Do coche pendiam
varias coreas.
' Ltdeavam o carro fusebre alguna criados do
Circulo Militar com brandOes occesos e nuitos
soldados do regiment de Albuera.
As b ir. as pegavam os otficiaes.
Seguia-se o acompaobamento a qne presidia o
Sr. Jovellar, levando sua direita o irmao do fi-
nado e esque.-da o Sr. Sagasta. Tambem to-
maram parte no acompanhamento O) Srs. Que: a-
da, D. Venancio Gongalez e o general Pava.
Pecharam o prestito um numeroso acompa-
nhameuto composto de ommandantes e otficiaes
de cavallaria, cuinmisscs de todos os corpos e
mnito* paisanos, entre os quaes se viam pessoas
de todas as cores polticas.
Na ponte de Toledo despedio-se parte do acom-
panhamento e retiraran as bandas militares.
Tomam entao a direccad do cortejo o general
govemador militar de Madrid, que, acompanhado
do ministro da Gobernacin o do regiment de
Albutra, que preceda o carro fnebre, segua o
cortejo 4 ctbedral de Santo Isidro, ende o corpo
foi sepultada
, A rainha de Hespanha acaba de praticar
mais um acto grandioso : cea o nltimo golpe na
escravatura.
Nao ha mais escravos en Cuba, nem mesmo a
meia escravidd autorizada pela lei de 1880.
As bencos que a Hespanha inteira e todo o
mundo civiliaado dad a D. Chnstioa pelo indulto,
Bao agora avivadas pelas lagrimas de reoonheci-
mento de tantos milhares de uesgri.cados livres de
horrivel oaptveiro.
liis una prava da magnaninidade do coradlo
da rainha de Hespanba.
Emquanto o duque de Sevilha insulta a rainha
rm conversase publicacoes e aura aos quatro ven-
tos protestos violentos e manifestacesultra-repu-
blieanas e appellos revolucao, sua magestade,que
j se tinha incumbido da educacd de una das fi-
Ihas do principe, acaba de dar orden para a filha
mais velha entrar, 4 sua custa, no recolhimento
de educaco de Saint-Auguatine, en Pars.
Que contraste.'
A rainba regente recebea a 9, peas 11 ho-
ras da nanh, em audiencia privada, a commis-
sao da sociedades litterarias, artsticas e mercan
tis de Madrid, encarregada de Ihe agradecer o
indulto conoedido aos reos polticos.
O Sr. Nuuez de Arce, presidente da Soe edade
de Escriptorcs c Artistas, felicitou aua magestade,
u'um breve e sentido discurso, pelo piudoso ejer-
cicio que f z da sua regia prerogatva, e pelas
heneaos do povo que, com as suas virtudes, ten
attrabido sobre o tnroao de Alfonso XIIL
A mota* respondeu ao Sr. Ame que nao quera
inaugurar o reinado de seu filho con derrana-
nentos de sangue e que estimara que os desejos
d povo hespanhol concidissem com os seus sen-
timentos de mi e deveres de rainha.
'.'olebrou-se no sabbado 9, em Madrid, na
esplanaia do quartcl da Montanha, a ceremonia
da entrega de medalhas heroicamente ganhas pe-
los soldados dos rgimen toa da princeza e de Al-
buera, feridos nos campos de Morata e de Taju-
nha no da 20 dj Setembro pelas forgas subleva-
das.
A's 3 horas da tarde cstavam j4 alli formadas
as tropas d guarnigd. A infantaria a direita
da rampa, que d4 accesso ao quartel, 4 cavallaria
4 esquerda do centro, em frente da porta princi
pal do edificio, tinha-se formado o quadrado, 4
trente do qual cstavam as bandeiras dos regimen-
tos de Albuera e da princesa, aoa lados os coches
e oa soldados que pouoo depois deviam receber
publicamente o premio de seu procedimento he-
roico.
Sua magestade a rainha, que teve noticia da
eolemuidade, sahio do palacio em landau fechado,
acompanhada da dama do sfu servie.) e do briga-
deiro Maulau. Ao chegar ~o quartel, as banlas
das cornetas tocaran a mareb-i real. As tropas
apresentaram armas.
Celebrada a entrega das medalhas, na preaenga
da rainha, disse esta qui quera, que 'ha fossem
aprosentados os bravos soldados que tiuham sido
premiados. A rainha failou carinliosamente a to-
dos, diiigindo a cada um palavn-s inuito affectuo-
sas. Entre os outras ciusas, perguntou-lhea ae
desejavam vir suas mais, e como lodos redon-
deasen afirmativamente, a rainha dirigio-ae ao
geaeral e pergontou :
General, poasivel coneeder-lhes licenga
oara que vo ver auas mus?
Nao s possivel, respondeu o general Pa-
va, mas at Ihes pagare a cada um a viagem de
ida o. volta.
Os pobres solidados manifestaram cora palnvras
de reconhecimenfo a alegra que Ihoa ciu->av a
lembiauga da bondosa rainha. Mai carinhosa, o
seu priit-eiro pensamento toi para as mais daquel
lea modestos hroes, que tero pasead i hor. s de
terrivel anciedade, reccando, tal vez, nao poderem
nunca mais apertal-os junto do cora.;i I .'
Esta scena eommoveu profundamente a quantoa
a presencearam.-
Qnaodo a rainha voltm ao palacio, as mas por
onde pass.u esta van apinhadas de povo. Em
muitas j mellas havia colchas.
A rainha foi alvo de enthusiasticas ovaces no
seu regreaso do quartel.
O patatal D. Ignacio del Castillo, nomoada mi-
nistro da guerra no ultimo ibinete hespanhol,
um doa mais antigos generaes do estado mator
Procede do carzo de i-ngenh-jr,s em cujo Cirgo
subi por aatguidade ao posto de brigadeiro.
Eutrou na ultint gnerrra carlista, seudo o
facto mua notavcl da sua hisoria militar a de-
fesa di; Bilbau, durante o largo cerco de aue foi
objecto aquella heroica citiade pa'aa hoates de D.
Carlos.
Foi promovido a inarechal do campo, timando
parte em outros feitos tParmas.
Com t-tnente general, losainpsnho'i n cipiti-
nia gen tu 1 de Aragao. e depois de a Val neis,
onde o snrpreh-'ndeu a priciamacao dd D. ArY*->- .
pelo exercit.o de Gurvio, e,.posto qne na, > comba-
tesse as forcas qne fijeram i restautaco .la mi-
narehia, naa qois adherir ao movimeuto, apezar
de estar iicutificado roma r.'-t iiir \ t.
I) 'i is di chegada do re obt^va eommandos
ein difirerentes distrietos, e eio 18-j f .i nomeado
capk -jeneral de Cistel'.ia Nova o mais lard-'
governador geral da itha.de Cub-t, realisando-se
dorante o seu giv-r.io d seori irq i de Cab.'ci-
Iha AgUTO.
As difficuldades que eneoatmn na ilha, |or i f
feito do is-ido eeononieo daquellas provincias,
augmentadas ;i lo intento insurreccional, akjae-
brara n-lhe a s uide. e t. iva que regressar Penin
Silla.
Nos prmeiros das degiverno de Ssgasta ii
lomeado cpitao-gen -ral de Navarra, cargo que
detem;)-nh ni mnito pouco tempo.
as ultimas eleicoea foi eleit) senador pela pro-
vincia de Saragoe*.
Parece que a solucao da criae nao agradin mul-
to en Hespanha, talvez por si! haverem coaelnid i,
aein fundamento serio, esperanzas qne se nao rea-
lisarain.
Esperon-se que o Sr. Sargasta ae inclinara
para a esquerda di fuso, indo pedir a esse gru-
po ministros qu-J ajudassem a realisar as refor-
mas deroocratio is ha muito permittlas ; elle, pi-
rm. persisti na poltica de p-inderac4o dos ele-
mentos fusioniatas, deixani >, a!m d'iaso, que no
novo gabinete ficaasem pesando mais, era virtude
da demasao do Sr. Montero Ros o da conserva-
eo do Sr Alonso Martnez, as tendencias conser-
vadoras.
Oa novos ministros, apenas se reunirn, decla-
raram-se meros continuadores da poltica do mi-
nisterio transacto ; tedes julgam, porm, que os
principies democrticos nada gauharam cim a
crise e a sua soluc-o. NI) o occulta a propria im-
prensa ministerial.
O Correo, por exemplo, annunca que o goveruo
>' dar preferencia aoa problemas relacinalos
com a disciplina do exerc-to e 4 manutencao da
paz publica e accrescenta, naturalmente, dando
como suas as opiui.'s que sabe serem as do Sr.
Sagasta :
.... Sena ama verdadeira loucura que, quan
do se abriasem as cortes, o governo, s para fa
zer ostentadlo de liberalismo e armar 4 populari-
dade, se dsse pressa em apresentar reformas po-
lticas, estando, como est, muito primeiro,
problema do exercito e da ordem, que ha de ser
preferido porque tudo mais depende d'elle.
Isto quer dizer que as tacs reformas publicas
ficaro adiadas indefinitvamente, o que no sur-
preheude nem parece que poaaa ser estranhaUo
entretanto, ; verdale que o novo governo foi
recebido com accentuada frieza, enteodendo-se
que nilo representa nenbuma das duas polticas
entre as quaes se devia agora optar francamente:
a poltica de repreaaao ou a de concesso, a poli-
tica que subjugasse com mo de ferro oa adversa
ros das insttuices ou a que os reconciliasse e
desarmarse moralmeote.
Oa jornaes hespanhoes dizem que serao nomea-
dos : para subsecretario de ultramar, o Sr. Raz;
para sub secretario da guerra, o general Dubu
para capitao general de Madrid, o Sr. Martnez
Campos ; para capitao general da Catalunha, o
general Blanco ; o para o governo de Madrid, o
duque de Fras e o Sr. Maura.
Depois de seis ou sete audiencias, em que
foram ouvidas algumas dezenas de testemuohaa
no celebre processo do padre Galeote, que assas-
sinou aleivosamente o bispo de Madrid, monsenhor
Izquierdo, e de ter envidado todos os seua esfor-
508 a defesa para que o padre assassino fosse
absolvidopor louco, acareando-ae nnitos dos prin-
cpaes mdicos alienistas de Madrid, o reo afinal
foi condemnado norte, cono nos acaba de par-
ticipar o telegrapho no seu laconismo terrivel o
fatal.
Ser indultado como os revolucionarios polti-
cos ? Nao de crer.
Para aquelles, pronunciara-se a opiniao pu-
blica.
Ocrime de Galeote de outro genero, e a in-
dignaco d'aquella monstruosidade anda nao se.
apagou na alma do povo hespanhol.
/.
PERNMBCO
O cruzador Almiranle Bar rozo
I
Cono haviamos infirmado, realisou-se uo sab-
bado (23 :o crrente), s b horas da tarde, na ca-
pella dos Expostos, a bencao e entrega da bandei-
ra, i.ffertada pelas senhdras pernambucanas ao
cruzador Almirante Barroso, ondeacha-se em via-
gem de instrucco, entre 29 guardas-marinha,
8. A. o principe D. Augusto, neto de 8. M. o Im-
perador.
Deaempenhou as funecoes ecclesiasticas o Rvdn.
capelln do Arsenal de Marinha o Sr. padre Silva.
Presente a connisso, vinda de bordo por consen-
so do Exn. commandante, previamente solicitado
para isso, composta dos otficiaes pernambucanos,
os Srs, segundos-tenentes Carlos A. do Reg Bar-
roca, Jos Tbonaz Machado Portella e Joo da
Silva Retumba. Ajoelhados os dous prineiros,
cimo do rito, pegavam na bandeira, lervindo
entretanto de paranymphas dVlla, todas de p
(faltando algumas que deizaram do conparecer)
as Exmas. Sras -:
D. Joaquina Portella de Souza Leo.
D. rsula Guimaraes.
D. Anna de Assis Brito.'
D. Genoveva Marques de Amorlm.
D. Maria da Concaico do Reg Barros.
D, Umbelina Alcoforado.
0. Arcelina Carneiro Campello.
Baronesa de Naaareth.
D. Anna e D. Constaaca do Reg Dantas.
D. Thereza e D. Elisa Rtumba.
1). Maria do Kego Barroca.
D. Elisette de Barros.
D. Francisca Dubeux da Silva Loyo.
D. Olindina Carneiro da Cunha.
D. Joaquina e D. Emilia Coelho de Lemos.
D. Anna Mari i de Medeiroa Reg.
Baroueza da Soledade.
D. Marcionila de Barros Figueira de Fsria.
Uaroneza do Jub)ato.
Baroueza de Serinhem.
D. Alice Amorim.
D. Mara do Reg Barros.
D Mara Clcinentna Portella.
D. Candida Pereira Carneiro.
D. Julia Guimaraes Novaes.
. Juvina e D. Maria Veras.
D. Mara Emilia de S Cavalcanted'Albuquerque.
D. Josefa do Reg Barros.
D. Olrmpia de Mondones.
D. Igoez Marinho Vaz.
D. Thereza Cavalcante de Barros Barreto.
Urna Pernambucana (dd familia do Mrquez da
Recife).
D. Mara Mathildes Lopes.
D. Amelia. Mathildes Lopes.
D. Evelina do Rugo Barros.
D. Rosa da Silva lteg.
D. Mana Philomeua Bastos.
D. Clementina da Silva Pinto.
D. Thereza Borges Diniz.
D. Olympia de Barros Seve.
D. Zulmira de Barros Bolitreau.
Urna Pernambucana,
D. Ceci ia Th u da Silva.
D. Mara Emilia Freitas Henriqucs.
D. Isabel Dtttrte Pinte.
D. Francisca Rigneira Milet.
D. Mtna Anna Cavalcante Rogo de Lacerda Bar-
rato e suas duas filhaa "lua Auna u Francisca
d>.' Paula de Barros Barreto.
D. Lydia Pitanga.
I). R)sa e D. Isabel Alcoforado
1). Niana Franci.-C d- Mello.
Depo'J d^ realisada a bencao foi a bandeira
entregoe 4 eommissao cima referida.
Dor.ule a cerimouia foramouvidos barmoniosos
e apropriados cauticos religiosos. cut"ados pelas
Orpliaus do Estabclecimeuto, qua deram csrto
realce 4 modesta seremouia.
No acto da entrega d'essa riquissima bandeira
aos jovens e esperanzosos Pernambucanos, repre-
sentantes do Almirante Barroso, dirigi-tai o Sr.
Dr. Ignacio de Barros Barreto as seguintes pala-
vras (que aqu vio mais ou menos testuaimeote:
tienhores offieiaes, este estandarte, que acaba
de *er beuto, < teatemunho o mais solemne do
patriotismo e an*>r 4s nossas insttuices funda-
mentaes, uutiidoa pelas matronas pernambucanas e
eu-is fillias, aqui presentes em grande parte.
ct S p'ilsos vigoruaoa e civismo extremado sao
dignos de aguentar-lhe o peso; pois abi est o
fiel srtnbi lo da una) do vasto imperio Sul Ame-
ticaoo. Eis a razio de destinarse ello ao cruzador
Alinirante Barroso, construid' iuteirain--nti no
imperio c com materias primas todas nossas de
superior qoalidade; [ue rec irda um doa ma3 glorio-
5 ia o m da Armada Braaileira, esse instrumento
poderoso da uossi iutegridade; que tem por com-
:. in iam um marinhe'ro dos maia iilustiados c de
u'iuiero-' raievaataa servaos patria ; e per
offie.i es, J ivena de tantas esperanzas para o Brasii
i; m di unos de t"r p -..- conpaoheiro urn neto
le sua nag: btade.
" Creio .er uterpretc, embora s^m o merecer, do
sent ment qne n >s lomina a til >s nesta solemni-
-, i i-i ,i- v -i- rep reuf ir an en peso o generoso
-. iiis .n-' Peciiainbuen, onde o z-li fogoso n-.-las
uoasaa lberdades publicas corre parelh^s com o
mau aiuc-ro respeito autoridade, e cem o aferr
a noasas inatitniees jralas, brilh tn 11 entre estas
ultimas a da monarebia constitucional por ser ella
a mais etiieaz, a mais firme, a mais .... a mais
.... air.t'S (tarare! garanta da mulo d-.i to
variados e vivaces membros da naci, que ber-
uii m o >- 's progenitores que se foi eonsti-
titumdo por longos annos e por.phases varalas
s espeosas de pr ciasissino sangue c 'le hendeos
esforcoa; dos quaes uma boa parte pertence-nos a
Peroambuso.
Recebei, senhores uffietaea, a levae a seu dea-
tino homosissimo esto ?yinbjl) da mtegridade da
patria, porque estremecemos tod-.s, ....todos at
quaudaja Vertlgpm nos oft'jsca o pensamentJ e nos
appnme o roracao.
Oa eos permitan), q"e a tordo do Almirant'
Barroso este estandarte cada vez mais concorra
para p-rpetuar a gloria do nome que records.
Tcnho dito.
Em resposta, o Sr. 2." tenente Joo da Silva
Retumba, dirigindo-se s Sras. pernambucanas, alli
presentes, agradeceu lhes em nomo do comraan-
dante, doa otficiaes e da gnarnico do cruzador
Almirante Barroso a off-rta da baudeira, teste-
uiunho bnlhante da gentileza patritica das Sras.
pernambucanaa ; e prorestou, que se algum dia u
Almirante Barroso fosse amistado a lucta em defeza
da patria e de sua3 instituicoes, a guarncli res-
pectiva, empunhando a estejestandarte, conquista-,
ra com enthuaiasmo a victoria, s tendo na
mente a honra nacional e o patriorismo dos per-
nambucanos.
Assitn terminou a ceremonia, que impressionou
a t dos pelo seu alcance de alta poltica, alcance
to grandioso quanto modesta e espontanea sin.
manitastacao, toda extreme das influencias de cos-
tumeira, tanto a oficial quanto a partidaria.
Por um feliz acaso a Exina. Sr. D. Conatanca
Dantas, a*b dobrar e acondicionar a bandeira, teve
por auxiliares urna filba do ilonde di Boa-Vista,
uoine sempre lembrado em Peruambuco ; duas ne-
tas do liirlo da Victoria, nome glorioso neeta e
em outras provincias do imperio; e duas netas do
prestimoso Baro de Ipojuca, de vastas relacea com
aa mais antigs e numerosas familias der.a nossa
trra, em euja defeza impvido nao poupava elle
ao preprio sangue.
No dia seguinte, no domingo, s 11 horas da
mauh, desembarcou do cruzador referido uma
forca de imperiaes maraheiros de 200 pracas, sob
o commaudo do Sr. 1 tenente Joo de Miranda
Ribeiro Sobrinho, tendo por offieiaes os 2' tenen-
tes Jod da Silva Retumba, V. de Magalhes Mo-
reira Sampaio, Manoel Accioli Pereira Franco,
Firmino de Moraes Aurora, e guardas-mariuba
Manoel Barbosa de Magalhes Castro, Arthur Au-
gusto de Carvalho, Jos Guimaraes, T. Alves de
Brito e D. Augusto Leopoldo.
Chegada a forfa ao Arsenal de Marinha e de-
pois do formada em parada, o Exm. commandante
do cruzador, capitao de fragata Luiz Felippe de
Saldanha da Gama, acompanhado de toda a sua
officialidade, collocou-se em frente da forca, e de-
pois de obter do Exm. inspector do Arsenal de
Marinha (tambem pr< sent) a devida licenca, tez
entrega da nova bandeira ao destacamento do na-
vio, dirigindo nessa occaaio aos offieiaes e impe-
riaes nariubeiros do Barroso palavras de reconhe-
cimento e de gratido s pernambucanas e cha-
mando a attenco dos seua commandados para o
fim que tiveram ellas em vistas offertando-ihes Ur-
sa bandeira. A espontaneidad*! da offerta, alm
do mais, revelava o grao de gentileza e sympathia
peloa esforzados marinheiroa, que arriscando mui-
tas vezes a propria vida na luta dos elementos, le-
van ao nundo inteiro a prova da civiliaacae e
grandeza da querida patria. As distinctas senho-
ras quizeram assim mostrar guarnicao do Bar-
ro o quanto Pernambuco se acha satistsito pelo
desempenho da eommissao que o Almirante Bar-
roso havia desempenhado nos Estados-Unidos, de
cuja viagem acabara de chegar.
Disse mais o Sr. commandante que casa prova
de peregrina recompensa ao trabalho devia ser
por todos considerada sobre maneira sincera, por
isso que era teito por brasileiros, ede mais a mate
pelo sexo -a q je pertencen as verdadtiras sacer-
dotisas do lar domestico, casa primeara, palestra
de virtude dos cidados.
En seguida S. A. o Sr. D. Augusto ao son do
hymno nacional desfilo diante da torca desfral-
dando a bandeira e foi collocar-se cn forma.
A compaohia de guerra depois seguio, cono
dasenos, pelas mesmas ras que noticiamos
um dos notsos nmeros passadss, indo ouvir misan
matriz da Boa-Vista. O que realisou-se
meio dia com assistencia do que ha de mais di**
tincto em nossa sociedade.
Achava-se tanben na igreja, junto ao i.itu-
mor, o Exn. Sr. connandante Saldanha da Gama
e toda a sua oQcialidade. Tanto a fore* cuno o
Sr. commmdante o olciaes.trajavam uniforme de
segunda gala.
Dorante todo o trajecto de ida e volta d'e^-a
mocidade eaperancosa pelas ras de nossa capia!,
todos respiravam uma aura de satisfacd e de ale-
fria e tinhan razo .' nunca vinos forca alguna
e nossa armada que se nos apresentasse com
tanto garbo, e, podemos dizer at, com tanta
luxo o luziment. A eleganci do vestuario,
o porte altivo e sobranceiro de toaos, a uni-
formidade das manobras, o brilho das armas e,
d
(
f
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Diario de Peraambueo---tyuarta-feira 27 de Ootnbro de 1886
3
mU
nio se esqueeendo, > esplendor do nosso estandar-
te nacional, aiuuo dai aaatinstaa peruambucauss,
e oarregado iwr uta principe imperial, nr
nosso Imperador (o pbitoBpfco) e bisneto do le-
gendario fundador do imperio : tudo contorna
para aquella satwfacao intima do novo pernambu-
cauo. .
Foi de nm etf.-ito verdudeiramente mdeecri
vel n oelbl .- verse prostr..
inteiramente l r trra o querida estandart*, quin-
ao 8 bandas de msica proroaspe^am ex< ou
o bymno nicional, ao elevar-so a hostia inora
Ao regrssar par a corveta foram easas d.-i roa da Aurora o d:i rna da Imperatnz,
bin coni > il > pslsaiu da presidencia, atiradas Ai-
res sobre a tropa, que deslava ga'bosa, e quo tu-
do iicolhia c*Ji griividade e satisface
testemuuh '.ii'io i todos serein o refLxj espontaneo
de profuu la gratidao.
As 2 1/2 horas di tarde recolhu so a torca ao
Arsenal de Marnha.
m ouiro numero descreyramos a corveta, que,
como e sabido, esteve tm Saposieio nos Estados-
Unidas da America eptentrunal.
CviSTA OIABU
Kcpaiiiiiio la* ObruN Publican
Por p wtor a da pceri leoa, de 21 do corrate, foi
uomeado Aut-.nn > Tol.-ntiuo de Pigamredo Lima
Sra o hjgar d amanuense da Keparticao das
ora? Publicas, vas i pe'o tallecimento de Autouio
da Costa e Silva Maduro.
Senador alon Bonifacio P> lo tele-
gramma, inserido na competente rubrica, tivemos
a infausta iioticfci da ter fallecido cin S. Paulo o
idor p r essa'provincia conselheiro Joa-Boni-
faeio d i An liada,'! Si!.
Era o ilustre finado homein de cerca de 60 an-
de idade, urna inteligencia brilhante reatoeda
grnete t-6pia d meato* scientitcos e
(erarios e um carcter srio.^digno do tod: re-
paite.
i lente d-. le de direito d<-sta cidade,
sepis transferid i para a de S. Paulo, caigo ea
que se jubi.ou ; era c-minendador da od
I ato; foi epatado g>ra! por 8. Paulo em oais
uia legislatura ; exesoea o cargo de Ministro
do imperio nos gabinetes de 24 de Maio de 1863 e
no de 15 de Janeiro de 18t, o toi eecoihido sena-
dor do imperio pela provincia de S. Paulo por
carta imperial de 1- d i Agosto de 1S7'J.
Foi semnre um dos oraameutos das facilidades
m que servio, e deixi ees amases de ambas as ca-
sas do parlamento os mais bellos traeos da sua
vasta mtelligeiieia e nrofnnda iliustrai;
Poltico de crencus fundas, liberal adiantado,
prestou relevantes servase ao seu partido e ao
pas, bonraudo as tradiccoes de sua Ilustre fa-
milia.
Vinllu ao Arsenal le fierra inte-
boatea foi este estabslsabtiwnto militar visitado
pelo Sr. capital de fragata Luis Fehppede Salda
da Grama, commaidante do cruzador Almiran-
te Barroso, tundeado ba diss em nosso porto.
6. S. demorou-ae ulgumas horas uercorrendo as
diversas KeaSes do Arsenal) cujo estado de asseio
e b ;a ordem nao pode deixar de lou rar, mostrau-
do-se penhoradissimo pelas provas de aetWfS B
Cinsideravao iju'o I .'rector, Sr. mwjor An-
tonio Vilclla de Castio lavares, julgou de seu de-
ver dtspeasar a as militar, que por seus servidos e
uobilissimaa qualidades, bjura claasj a quo pc--
tence.
Almirante BarrosoS. Exe.oSr. Dr.vice
. i da provioci, acompaubado do Dr. chufe
. polica e do seu aji'dant-; de ordene, fu; li aten
visitar o transporte Vmiranle barroso, onde foi
obsequiado pela ic-j etiva oflieialidade, sendo
satinado pela mariubagem.
FallcclnsentoPelo tel.-gramma da corte,
que publicamos na scelo respectiva, sabemos que
.lii o esnfereate da Alfandi-g* Carlos
Eduardo liedel. que por inut"S anuos residi
testa eaaitBl o foi abete do aseis de uossa Al-
fana1
Era o fallecido um l.om.in atoUigentft, honrado,
expedito e trabalh-idur, dualidades estas qeeoto-
uarain do veras estimavel por todos quanios o co
nbi-'eiam
Oulr uma febre de mau carcter tille-
cu ante-bontein L). Amalia L^poldma das Neea |
Cardos), esposa do Sr. Fralteisco Correia de Mo-
quita Card so, a quem spresentamos as nossas
condolencias.
I Tribunal do Jury do Recife Sub-
metteu-se buutem a julgameuto ueste tribunal o
reo Felisbino, eacravo de D Herculiiia Adelaide
.1., c;,:..., m"*' ^u..o,, oronu: iado no art.
lito combinado com > art. 35 do Cdigo ornaiuai
por ha ver em 30 de Uatnbro de 18S3, em urna casa
sita roa da Aurora, amarrado de pee e niaos a
menor Espcraucn, a mandado e de acco.-do com
quem fes na roesma menor as efiensas que Ihe cu-
aaram a morte por aspbixia por estrangula-
inento.
Promoveu a aecusac-ao o 2. promotor da comar-
ca Dr. Mauotl Clementino de Oliveira Escore!, no
impedimento do 1., Dr. Frcitas Henriquet. que
fuucciona ua presente sessao; sendo a defera pro-
duziia palo Dr. Luis Drummond.
Em vista des resjieetivos quisilos dados pelo
couselho de seuteucj. foi o reo absolvido.
Ituubo lie ante bontem para hontetn os la-
droee peuetrarsm em casa do Dr. Jos Vicente
Meira de Vasconcellas, no Encanamento, e, sr
vindo-se de pa, arrombarain urna janeHa qOe
communica da dispensa para a sala de jantar,
onde agadanbaram o que Ibes esta va ao alcance.
Alm de p'quenri> objectos, r, ubarain de um
guarda looca colberes o liberes novos de electro-
pate, grandes e pequeos, tazendo assun um sorti-
neutu soTritrel.
No Encanamento e Purnair.iirim os ladroes ao-
datn assanhados, sendo diversas casas atacadas
quasi diariamente, pelo qne parece prudente a po-
lica redobrar de esforcos c vigilancia.
RelatorioKecebemos boat.'m e agradece-
mos um exemplar do Uelatorio,apresentado junta
administrativa da Santa Casa 'le Miscricoidia do
Rccife pe j sea provedor, Exm. Sr. desembarga-
dor Francisco de Assis Oliveira Maciel, as sestao
de posse da uttual junta, ein 1 de Julho deste
auno.
Exaetes preparatoriosNo sabbido,
30 do correte, encerrar-se-ha, na Faculdade de
Direito, a iuscripcao dos exames preparatorios.
A trra das maravilbasliecebemos
e agradecemos a ecena-comica rimada >|Ue, com o
titulo cima, acaba de ser impressa nesta cidade
Eelos Srs. Eduardo Garrido, Arthur Asevedo c Ri-
iiro da Silva.
Dulcinea del Tabsso-Com este titulo
SSiba de ser impresso, no estabelecimento de m-
sicas do Sr. A. J. de Azevedo, ra do Bario da
Victoria n. 3, um bcllissimo bolero para piano,
composicao do Sr. I. C. Dcsormes.
Agradecemos a ofierta que noe fez de um exeir-
plar.
At onde ser real tRecebemos non-
tem a seguinte carta, relatando um fseto de que
nao tivemos couhecimnto anteriormente :
Na impossibilidade de avallar at onde real o
mesmo facte, nada diremos.
Eis a carta :
Recife, 25 de O itubro de 1W6.Illm. ir. re
dador.Foi com a maior sorpresa que lendo hoje
seu conoetuado Diario, vi que nio t polica
o--cuitara do publico urna bravura que muito dove
lioural, como tambera nioguem se dignou lvala
1 ao seu conbecimento, segundo parece.
Eis o facto :
No domingo ultimo, 24 do correte, is 7 ho-
ras da nnite, um grupo de 10 guardas cvicos
aggredio e espancou brbaramente no cabo de
esquadra do $ batalbao de infantaria, Mauoel
Joaquim Cavalcante, em sua propria casa no
Becco dos Patos, d'onde, depois foi arrastado
para a 1* estacao da dita guarda, e ah nova-
mente castigado eni quadrado por ordem do res-
ayo commandanle geral, que teve o arrojo de
mandar dizer ao coinmandante do batalhio que o
espancamento fora ordenado por si e eslava prom-
po para responder '!
. Das iatormacoe que tenho de pessoas que
presenciaram o facto, sei que deu causa a pri-
meira aggresaio, o de ter O cabo Cavalcante re-
provado o procedimento de um gnarda que Ibe mi-
tara um P' queno >ao, que ladr.iva, quando pasta-
ra ti os bravos mantenedores da iTdem !
Este acontecimeuto foi presenciado por omi-
tas pessoas entre as quaes seachavam o fiscal da
freguezia de Santo Amonio e o Sr. Numa Pom-
piiio que indignado commnnicou o pelo telepbone
ao offi.-ial de estadj maior.
O oomm-ndante dos cvicos, convencido de
;u iir guiar procedimento, levou o logo ao conbs
cimento do Dr. chele de polica e este foi poscoal-
inente scienticar o commandante das armas, tai-
ves para predispol-o a favor de sua gente, cujo
procedimento nao quis mencionar em sua porte
oficial.
Pedindo-lhe a publioacAo d-stas liuhas, so
tenho em vista previuir o publico de um tacto que
podendo trazer consequenoias desastrosas, pois
vem augmentar a rivolidade ''iitre oxereito e a
polica, elle melhor possa julgar, teado em vista
esta provocoslo
Assguranio-lhe os protestos d. eoaatdei
e resp ito, i o a V. >-, criado e att.ueioso.-
Domingos de Mello Castro, alteres ajudanto do 2-
batulsio
Imposto sobre Industrias e profls-
sdes -At o fim deste mea ser cobrado pula
Recebedoria, iivrede multa, o imposto sobre iu-
dustrias e profissoes, relativo ao 1" sumestre do
corrente exercieio, d^ois de quo s-r cobrado
com a multa da 6 por cento.
Parase- atei.tildoEnvtaram-uos ase-
guinte lecbunacSo :
t Moradores i > Arraial pedem a Vs. Ss. qu-
chamem a attenco da pe83oa competente pir>i o
abuso de nao esparar o trem, que larg pela linba
do At.ikI pira o>interior, o terapi uecessario
para reei-ber o1* passageiros quo ebegam do Ca-
sanga n'oqaella oceaaio ; de onde resulta que,
apenar do os cheles de trem verem os p isssa-
geiros approximir-mse, uio signal de partida sem
que haja o tempo para tomarse o trem, perdendo-
80 assim 1 liara esp-.-ra de novo trem.
(liado CarplnaEm data de bontem es-
ram-nos d-!sra loeaiidade a segainte carta :
" 11 as, Srs. Redactores do Diario de Pernam-
buco.Publicando Vs. Ss. as observacoes meteo-
rolgicas i! i directora das obras de conservuc-fto
dos portoa de Pernambuc '. para u cidad i do Re
cife, peusei que nao seria fra de proposito remet-
ter-llij as observcocs thermomelricas deste lu-
gar, tanto mais que elle tem-se tornado de alguus
meses para c rauit i concorrido por doeates, que
a Couselho di; mdicos, veem aqui procurar allivio
aos seus sofifrimentos, sentindo eu bastante nao
poder fornecer a Vs. Ss. ados mais minuciosos
por deficiencia do instrumentos.
Cointudo, taes como si > ; pidein aa observa-
fues que Ibes remetto, e continuarei a remetter
se julgarem til a sua publicacao, servir de o-uia
part os Sr-.' me.lieos.
Este lugar admiravelmente situado, n'u'ra
planicie ele^ ada, e bastante agtadavel ; sufH-
eientemjuii- prvido do inus necessario alimen
tacio, havendo carne fresca ddas veze.s por se-
mana e feira aos doining s ; as casas que sao
poucas, e inultos doentea 'e n sido privados de
aqui permanecer falla u'di is, as poucas dispo-
niveis achando-jn todas alugadas por familias do
Recife em numero de dez ; existem dous botis,
mas qae nio t m .ceomui-;daces para hospedes;
ha'padaiia que foruece pao escelieule todos os
dias ; relativamente agua, com quanto sej^ pre
ciso ir bscala lonii" pua tel-a boa, ha em
quautdade, sraito solfrivel e nao muito cara ; os
habitantes si i muito prestantes : sobresahiudo os
que tesa i ra ; os gneros pouca diffe-
i fnzem em pr c is dos do Recife.
Coo-o podero verificar, es dias sao muito
quentis, porm ss n. iles silo soffriveis e 03 pas-
seios de tarde das 5 horas ein disntu e do manba
al 7 l| agradabilissimos, pittorescis e variados;
corre sempre vento tresco e para juein t m a
pa pequeo espseo, e poderia ser acemmodaa .
pequeo arma?.
Coutm ella dous foruos, cada um dos quaes
produz por hora, 3 ini.tros cbicos de i.
to, em 10 horas d cbicos.
Um metro cubico iorneca luz a uma la
de wagn dnrauto quareuta e cinco horas e tanto.
Nas bjias, onde as lampadas toem ti" s bcos,
um metro cubico foruece luz para 40 b ra ; :s.-i.i
urna boia, BOOM a que servir para e.\
poder couservar-se acceaa, dia e ooite, por mais
de tos meses. O prodotto de 10 horas de traba-
las dara para alimentar urna lampada
de estrada de ferro durante "_',700 horas, q te
culaudo-so aersa durante 12 horas por di, dur.-
i ia 7 meses e m
(Jaista-uos que em poueos dias se lano es-
perieneios em corres ca estrada de ferro D. Pe Iro
II e uma b .: esperamoi \ fiearentlom
miudamcir .ntageas do v.j\'j :ystema, que
. ." a fuser earreira.
Club tiitterarlo Hncuiusyne
sociedado fuucciouou domi.igo, 21 do con
sob a presidencia do Sr. Mauoel Nivulio \r
reir..
Lida acta da sesiao anterior foi npprovad:.
sem debate.
i'assando-se discussaO da these, luilara-n os
Sr3. Ayres Filn, A it nio Campos e Vasco Lame-
Das, sobre a these daas linhas verticaes podem ser
parallelas, foi approvads.
Segrtiudo-se o jury h.atorico de Bfwus achato,
tallaram os Srs. Fraucisco Ltmen.ia, como prom -
to.-, e Pedro Campos como aovogado, sendo absol-
vido.
A prxima sessao ter lugar no dpi ^11 do cor
rente.
Colera em Buenos--lyresO Pis, da
eorts, publicou o seguate telegrauuna, cojo s-
sumpto deve ser aeolhido em reservas :
Buenos Ayres, li) de Outubro.
" Manif.'sfoii-se o cholera morbos a bordo do
courac ido argentino Los Andes.
A'suus mdicos desta cidade couteataai a su
theuticidade dos casos all h ivi
O goveruo, cntret mto, deu or !"iu d afastar-
se para longe do aueoradouri aquella na./ >.
alarma na populacio grande e a
timorata prepara-se para emigrar.
Directora das obras de eeservo
rito dos torios 1 .letim meteorolgico de
dit 25 de Outubro de 1886 :
ports avec la politi.|ue actuelle pour taire su
i'eaclav.ige ( traite par Agnor do Gasoaiin. Pa-
ria, 183J, 1 vol.
imie genrale, par L. Manil. Pa-
Oes ipletes de Ch. Foarier. Tbeorlo-de
i'nnil universelle. Paris, 1843, 4 vol.
E'tbiqne ou scicoce des rnieurs, par Jb. T
, 1840.. 1 vol.
le Florence, par Nicols Machiauel.
aris. 1812, 1 tol.
L'H rtoi e al'andiene 18401848, par S. Pi-
P-.ris, 1848, 1 vol. .
L. enuverainet dn peqele essaia sur i'esprit d.'
la rvolutio.i par Paul de Flotte. Pars, 18 .1, 1
Sermona iuiits de Bergier. P^ris, 185-', 1
Vol.
De l'affaiblssement des idee-, et dea eludes mo-
rales, par M. Matter. Paris, 1311, 1 vol.
CHRONCA JUSICIARU
Tribauai da t&elaeo
OUTBRO
p a- A. Gri- j
Le Pi.
PV", W60,
o .
Lloras 5 2 Barmetro a o Tensao do vap ir i 9 ta
G m. 26"0 75>i[)l 20.00 so
9 28-6 760*10 90.89 i>
18 W1 759-33 20.27 M
3 t. 28"-6 75S">01 19.90 08
a 7-1 7.,">2 19.85 6
licidade de ter casa daudo, para E nao ha calor
mesmo com B3r\
As ubservaces S'guintes abrangem os d:as
23, 24 e 2o. Do ora avante as recebero de dous
emadoua dias e accresceutarei a direccao do
vento :
Tlierm. cenliq.
Di* 23sol
-, 10 L96'
| 12 h. 20 6
J 2 h.30
8 h -i5'
a Dia 2130Inublado
0 h.-20'
9 h.26'
12 h.303
2 h.-30
6 h. 2
8 h2l>
Da 25 -sol
li h.23
9 h.-*
19 h.-6*
2 h.30-^
6 h.27
_60
8
S
2
Temperatura mxima300.
Dita mnima260.
Evaporacao cm 24 horas : aosolB"f, booi-
bra5"'!).
Chuva nulla.
Direccao do vento: E de mcia noite at 4 horas
da manha ; ENE eE alternadamente ate 11 horas
e 5 iniuutos di manha : XE e ENE al 1 hora da
tarde : ENE e E at 3 li >r.is e 25 uiiuut a di tar
de ; NEc ENE at t horas c 20 minutos da tard !
e E at mei.i coito.
Velocidado mia do vento 1,">75 por aegosd ,
(das 3 s 6 horas da manba 4,U1J por segundo )
Nebulosidade media : entre 0,4 e 0,5.
Bibliotbec Provincial Continuado
das obras offerecidas a esta reparticao pele Sr.
Dr. Jos Joaquim Alves de Albuquerque :
Riche ou Pauvre. Expositiou succincte des cau-
ses et des effets de la distribution actuelle dea
richesses sociales, par A. Chcrbuliez. Paris,
1840,1 vol.
Esclavage et tra'e, par Agnor de Caspirin.
Pars, 1838, 1 vol. (Dupl.)
QuestO;s h varias resolucoes do direito emphy-
teunco, obra posthuma do insigo i juriscoasulto J.
II. Correia Tc'.les. Coimbra, 851, 1 voi.
Smiotique des Uries, ou traite desaliratious
de l'urine dans les maladies, par A. BcCquerel.
Pars, 1841, l vol.
Oeuvres completes de Ch. Fourier. Paria,
1848, 1 vol.
Histoire des transforinations religiouses ct ino-
8 b.26 -
Vas terreas do Estado Limos no Jor-
nal do Conunercio de 19 :
Consta-nos que por ceereto de 15 do corrente,
attendendo o governo imperial a uecessidade de 'es des Poples, par J. F. A. Auguate Boullaud.
rectnngir as despezas de custeio das estradas de i Pars, 1039, 1 vol.
ferro de Sobral, baturit, Paulo Afifouso, prolon- Des dro.te et des devoiro de la magistrature
gameiuo do Itccife Fua>aM> ramal d Ca- traucaise ct du jury, par M. Boyai-d. Pars, 183^
ruar, deliberou approvar novas tabellas de ven- 1 *0'- ,..,. ,
cimento para o pesaoal das reteridas linhas, fican-I Tableau de I etat physique et moral des ou-
doassim modificados uessa parte os regulamentos I vriers employa dans les manotactures do cotn,
vigentes | de iaiue et soie etc., par M. Villerm. Paris,
Iuformairnos ao mesmo tempo qce da appli- ; lf 2 vo'8,.
cacao das tabellas agora decreUdaa confronUdas Conservatoire des arts et metiera. Cours d o'O-
s que se aeham cm "vigor, resultar a seguinte j oomie iiidustnelle 18361837, par M. Blauqui.
reduccao auuual as despezas de custeio : Paria, 1837, 3 vola.
Sobral
Baturit
Paulo Affenso
Prolongaiueuto do BseMs a S. Fran-
cisco e ramal de Caruai
14:600*000
52:510*000
ToUl 117:600#000
Ser esta a mnima reduccao annual, por nao
se haver levado em conta no computo da econo-
ma cima demonstrada a que ter de provir da
dimiim-vao do imu'-ro de jornaleirOS.
a Taes leJueco.s nao saodiscricouarias, mas de-
terminadas por exame prolundo das exigencias do
i'.ei vico de cada uma d fego e todas as .lomis circumstaucias que devem
ser pouderadas ein providencia desta ordem. Por
esto modo deseinpenbou-se o ministerio da agri-
cultura do programma que annunciou quanto ao
rgimen da< vias-ferreas do Estado, ao estabele-
cer ltimamente a importante reduccao de tarifas
que tivemos o prazer de egislrar. Era conve-
niente que, na p.'evisao da diinnuicao da receita,
fossem sujeitadas aquellas estradas a economa
mais tevera que se tornasse possivel sem trans-
toruo do!erv9o.
A referida diminuico ser nos primeiros tem-
pos resultado natural- da reduccao das tarifas e ao
governo nao poda ser desconhecido eate pbenome-
no, que infelizmente procurou attenuar. Estamos
coitos, eutretanto, do que o novo rgimen dos fre-
tes, applicado .viacao frrea do norte, smente
Sor ptqueno periodo impor sacrificio ao estado,
transporte econmico, satisfazeudo uma das pri-
meiras uecessidades da lavoura, ser incentivo
para exuansao do trabalho as zonas da viacao
frrea, a
Novo astenia de illunslnaroLe-
mos no Jornal do Commercio, da corte, de 20 :
Em uma pequea rea do terreno qne tiea em
frente es'aco da estrada de ferro D. Pedro II,
na Gamboa, acha-se montada orna pequea asina
para fabricar gaz de illuminacao por destillaco
de substancias graxas, segundo o systema do en-
genheiro J. Pintoch, de Berlm, privilegiado no
Brasil, tendo como representante a casa Behrend
Schmidt os C. Tanto quanto uma visita rpida
permitte, pudemot apreciar a simplicidadee vanta-
gens do systema.
a Os apparelhos constara de duas retortas su-
perpostss, em uma das qua"3 penetra lentamente
a substancia gordurosa, que redut-se em parte u
c-stodo de vapor ; este penetra em seguida na ootra
retorta e pasea a estado de gz. Por um encana-
mento apropriadn penetra cm um vaso condensa-
dor, oude liberta-as de impurezas que contm, e
aps em um lavador. Seguem-se um apparelho
simples que marea a quautdade produzida, um
gazometro e um reservatorio, no qual, a favor de
uma bomba, o gaz comprimido a 12atmospheras.
E' di reservatorio que tira-se o gaz para peque-
nos depsitos a wagous da estrada de forro, carros
urbanos, boiae para signaes, etc., etc.
Comquauto nao baja verdadeira novidade no
principio scientfico, pois sabido que a distilla-
cao dos o conjuncto do systema constitae aperfeicoamento
real. Alm de que a siinpticidade des apparelhos
es torna econmicos, fuu-cionam elles cun toda a
qualidade de substancias graxas, qne abundam
entre uj, o com residuos de varias industrias que
sao habitnahnente despresados. Easas circum-
stancias tornara o novo systema bem proprio jiara
um dos os a que se destina : a illuminacao de
pequeas cidades do interior. A compreiso, na i
diminundo de modo notavel o poder llluminador
do gaz, importa a vanlagem de contel-o em pe-
qaeoo volom*, o qne torna-o principalmente appli
cavel acs lius indicados. As lampadas para di-
versos usjs sao originaes; vimos accesos algumns,
offereeendo luz clara, firme e excellente.
< Nao sao destituidos do nleresses, alguna ca-
des prr.ticos qae toroeccu nos o engenheiro que
oeba-se leste do trabalho.
a A pequea urina que acba ee montada, occu
20:770*000 Introduction a l'tude de la phlosophic, par
29:720*000 l'Abb Vicente Gioberti. Oavrage traduit de
l'it-.lieu, par M. L. J. Alary. Paria, 1845, 4
vola.
Jess Christo por sua tolerancia, modelo aos
legisladores, traduzido do francez, por Miguel Le
Bourdiec. Lisboa, 1821, 1 vol.
Oeuvres philosophiques du Pre Andr. Pars,
1843, 1 vol.
Nocde's elementares de ontologa, psychologia
racional, e theodica etc., por M. Pinheiro d'A. e
A. Porto, 1845, 1 vol.
Ricconti 'opolari di Pietro Thomas. Firenze,
1855, l vol.
Dieu devant le aicle etc., par A. Madrollc.
Paris, 1841, 1 vol.
Piludes philosophiques, par Hyacmthc Bs-
lierea. Paris, 1841, 1 vcl.
Analyse phyaiologique du l'entendement bu-
main, par J. C. Collineau. Paris, 1813, 1 vol.
Traite de l'usnre. par M. Pett. Pars, 1846,
1 vol.
Jaequeliue Pascal, par M. V. Cousin. Paris
1845, 1 vol.
Cours de gologie. par M. Nrie Boubie. Paris,
1834, 1 vol.
Ea science du vrai, phlosophic thorique et
pra'ique, par E. Koenig. Pars, 1844, 1 vol.
De la cration de la terre et des corps celestes,
par Marcel de Serres. Paris, 1843, 1 vol.
Traite philoeophique et experimental de m i-
tire medcale et de thrapeutique, par G. B.
Gihomiui. Paria, 1842, 1 vol.
Rituale Romanum Venetiia, 1827, 1 voi.
Balthazar Ciis ou la recherebe de l'absolu, par
M. de Balsee. Paria, 1839, 1 vol.
E'tudes sur la Tbodice de Platn ct d'Ariato -
te, par Jules Simn. Pars, 1840, 1 vol.
Mthode pour arriver la vie bienheureuse par
Fichte. Paris, 1845, 1 vol.
Phrnologie moral, etc., par J. B. T. Serrurer.
Paris, 1840, 1 vol.
Fragmente littraires par M. Cousin. Paris,
1843, 1 vol. (Dupl.)
Curso da historia da pbilosophia por V. Consin,
vertido em portugus por A. P. de Figueiredo.
Pernambuco, 1843, 1 vol.
Cours d'bistoire de la Philosophie morale en 18*
siecle, par V. Cousin. Paria, 1841, 1 vol.
Deatinstion de l'homme, de Fichte. Paris, 1836,
1 vol.
Des Collges, de l'instroction professionnelle,
des Facultes, psr M. C. Despretz. Pars, 1847, 1
vol.
The Visar of Wakefield. A tale. By Oliver
Goldsmith. Paris, 1833, 1 vol.
Souveurs oontemporains d'bistoire et do litt -
rature par M. Villemain. Bruxulles, 1854, 1 vol.
Discussion aur l'usure par M. l'Abb Masiroli.ii.
Lyon, 1834, 1 vol.
Principes de Philoeopbie par L. Lefranc. Pa-
ris, 1845,1 vol.
Meditacoes ou discursos religiosos pelo conse-
lheiro Jos Joaquim Rodrigues Bastos. Porto,
1857, 1 vol.
Fragments de Philosophie Cartsienne par M.
Vietor Cousin. Pars, 1845. 1 vol.
La Stnogiaphie, ou l'art d'ecrire nussivite que
i'on parle; mthode simpiifie, par C. D. Lega-
cha. Aaiens, 1839, 1 vol.
Do la rpartition des richesses ou de la justice
distributivo en, sonomie ocale, par F. Vidal.
Paria, 1846, 1 vol.
Thoiie de la raison mpersonneile par M. Fran-
cisque Bouillier. Paris, 1814, 1 vol.
L'Isthme de Panam, par Michel Chevalier.
Pa/is, 1844, 1 vol.
Des rapports de la France et de TAngleterre
la fin de 1847, par M. Michel Chevalier. Paris,
1 vol.
Resumo do Cathecsmo de Perseveranja pelo
abbade J. Gaume. Porto, 1853, 1 vol.
hecherebes sur les csssea de l'indigence, par
A. Ciment. Paris, 1846, 1 vol.
De 1'affranchisement des eiclavis et sos rap-
Trait pratique de la Pneumoni
olle. Paris, 1841, 1 vol.
Oeuvrea de M. A. de Lan
presan, l'..venir de la rpubllque.
1 vol.
Traite sur la Vacciuc, par Ch. Stcubrenner.
. 1846, 1 vol.
Di a rope etc., G. B Battur. Pars, 1350, 1 vol.
De ia Physiologe dans sea rapports avec la
philosaiphic par J. J. Virey. Pars, 1844, 1 vi.
Manuel de Philosophie l'usage des clleg.s.
Indtroductou et psycbolo^ie par Arade Jacquus.
Logqu! tt histoire de ht phosopbte p Morale et Thodue par i.
Pars, 1846, 1 vol.
de l'organologie phrnologi.iu.i de Gal!,
s successeure, par R L5lut. Paris, 1843,
1 vol.
C irtitude dans tes rapports avec la scieo-
ei la fu', par Edouard Mercier. Par-s, 1844, 1
vol.
A Virgem da Polonia pelo conselheiro Jes .Ija-
quimjsMdngaet do Bastos. Porto, 1854, 1 voi.
SjeMaaes., j :
l"jc :
Pes-agcnle Pestaa, de um predio no Arraial,
ia, no lucsuio predio.
Pe!a*.u Beso; o. 45, I re xeis, loaoats, videos, femstens,
- te., ele.
Abiaiih \
Pe o agente Pinto, s 11 horas, na ra das Ny.n-
I. 6, 'J moveii, Ioucms, vidros, ete
Peto agene Ousmo, s 11 horas, ra do
Mrquez de Oliada n. 19, de movis, miudoza.s,
ote.
isbas fnebres. Serio celebradas :
m
A's 6 \ horas, na matriz de Pau d'Alao, por
S Antonio Autuucs da Silva ; s 8 horas, na
matris da Boa-Vista, por alma de D. Joaunu Be-
z-.-rra de Aorado.
Amiiuh-i :
A'a 8 h iras, na matriz de Santo sVatenio, por
alma d i eonsubeirj Jos Fclippo Je Sou
s l> horas, no Carra), por alma de D. Luza Ma-
ra de Jasas Xavier ; s 9 horas um matriz do Ca-
bo e i 7 boros na aa Victoria por alma do cou-
selbero Jos Felippedn Souza Leo.
t'a brasnsfteo Ipo/uca :
-ro A. Eustaquio, Antonio Tibao. .1
sari i dss C'ia :.t, Joo G. da FOnsrca. Isidro ,1.
da B iel C. Hembim, Jc4j Luis Vclho
>le Meil, canituo Mauoel Jos Fructuoso, Joo
Fiuctu so, Joo Augusto F. Pinto, D. Anua Frac-
tuoao, I). Joauu i Olympia Fernandea Pinto, 1).
Quitori* F. do Reg Barros, D. Maria A. Fruc-
tuoso, .tgostinho Augusto Feruandes Pinto,D. A^-
na F. Pfuctu wo, Annunciada Fructuoso, Carri-
lano Frtetu iso, Elyseu Fernandos Pinto e 2 oiii-
nores, EVariato Jos L.iiz, Joa Pedro, Jos Alves
Ja Rocha, Jos Antonio da Moura, Ignacio Leo-
poldo de A. Maranbo, sua senbora, 2 netos e 1
criado, Joaquina Guimares, H. W. Talmage, Ua-
noel Pedro, 2 presos e 4 pracas de polica.
Cusa de Uetenco-Movimcnto dos p-e-
90- do da 24 de Outubro :
oxttinn presos 299, entrarum 7, eabiram 23,
L'x.st.m383.
A saUr :
Naciotaes, 280, muiheres 4, estrangeiros 7, es-
cravos sm tenciados 4, preces iado 1, ditos de cor
rceQ&p 7Total 283.
Arraeoidos 259, sendo : bons 250, doentes 9
Total 25d.
Movimento da enfermara :
Teve oaixa :
Vicente Ferreira de Araujo e Silva.
Lotera da provinciaQuinta felra, 28
do coirente, ao meio dia, so extrahir a 7.* parte
da 1.a lotera em beneficio da Santa Casi da
Misericordia do Recife, pelo novo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Nosaa Senhora da
Concacao dos Militares ser teita a extraeco
pelo systema da machina Fieht.
LoteraA 7* parte da 1* lotera da provin-
cia, en beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, pelo novo plano, cujo premio grande
lOO^X^OOf, ser extrahda amanh 28 do corren-
te, pr.ncir ando a extraccao aomeio da.
Os bilbetes garantidos acham-se venda na
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco nume-
ro 2B.
Tambera acham-se venda na Casa Feliz,
praca da Independencia ns 37 e 39. -

laolerla Extraerdiaria dq Vplran
{ta -O 4. e ultimo sorteio das 4. desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahda no dia 30 de Outu-
bro.
Acham-se expostos venda os restoa dos hi-
tes nt Casa da Fortuna ra Primeiro do Marco
u. 23.
Tainbem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Latera da rrleA 4* parte da 2U0* lo-
tera da corte, cojo premio grande de 100:0004
ser extrahda amaubi .8 de Outnbro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na prae* da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera do BloA 4* parte da lotera
n. 365, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahda no da .. de Outnbro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se i. vonda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Hniatlonro PublicoForam abatidas no
Matadonro da Cabanga 84 rezee para o eonsumo
do dia '26 de Outubro.
Seudo : 68 reaes pertenceotsa Oliveira Castro,
JiCe 16 a diversos.
No mesmo estabelecimento foram tambem
abatidas para o consumo do dia 27 do corrente 70
rezes. ,
Sendo : 56 pertencontes a Oliveira Castro & C ,
e 14dversos.
Cemiterlo publico.Obituario do dia 24
le Outubro :
Agostiubo, Pernambuco, 6 horas, 8. Jos ; ao
nascer.
Joauna Marta da Conceicio Salgadinho, Per-
nuno'.ico, 62 annos, viuva, Boa-Vista; hepato-
peritonite.
Jos Antonio de Souza, Babia, 30 annos, soltei-
ro, Boa- Vista ; tubei culos pulmonares.
Auna Maria d a Prazeres, Peraambueo, 50 an-
uos, solteira, Boa-Vista ; anemia.
25
Mauoel Brasiliano do Patrocinio, Pernambuco,
26 anuos, solteiro, S. Jos; pulmona.
Jos, Pernambuco, 28 metes, Grac* ; impalu-
dismo.
Argemira, Pernambuce, 2 annos, Boa-Vista;
bronebite.
Joaquina Maria da Conceico, Pernambuco, 46
annos, viuva, Boa-Vista ; acyrrbose do ligado.
Silvana Thomasia do Espirito-ttanto, Pernam-
buco, 60 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos
pulmonares.
Mano 'I Felippp, Pemambneo, 25 annoa, sohei-
ro, Boa-Vista; diabetes.
Joanna Francisca Wanderley, Pernambuco, 42
annos,casada, Bjo-Vista; diarrha.
Lucas, Pernambuco, 80 anaos, solteiro, Boa-
Vista ; dyarrha.
Joaquina Ferreira, Pernambuco, 22 annos, sol-
teira, Boa Vista; anasarca.
Isabel, Pernambuco, 6 meses, 8. Joa ; conval-
ides.
Um prvulo, Pernambueo, Boa-Vista. Remct-
tioo pela subdelegada.
Maria, Peraambueo, Graca. Remettida pola
sabdelegseia.
SESSAO ORBINARl V EM 26 DE
Or, 1886
PBKSIDENX'IA DO EXM. SR. C0N3E,HE1K0
t>i;j>.": '.UiAXDA
Secretario interine Dr. Alberto Coelho
A's horas do costme, presentes os Srs. desrjm-
bargaderes em unmeio legal, oi aberta u. Bsalo,
desos de lid mtecedentc.
O .>.'- i Vic'orino do Reg Tjs-
liarrjt-'. propoz e fj BDaoinn
u i acta ura voto de ,
p -lo fdieeiii'.-uto do Exo. Sr. agaasibsiro Joso
pe de Souza L' So.
bisados os fetos deiom-se un
ieguiutos
JLUA.111 RISO t
abeas corpua
i'acieut' a .
Man-, i .io= Fcrnanle.-.Foi injeferido, ui:a-
niinci/i
gBsaii 0 .i'Joncedeu se a sol-
Inra, eoetnt os vetos fas Srs. Jesembargadorua
Pina Gongalves, Mouteiro ele Andradc, Prea
Ferreira e Oliveira ii
U-. curtos crmes
_" i ..,! late o jnlzo, re-orrioo
Vital J i o,- o Sr. dcstrnoarga-
i. Aojas! n barga-
adores Oliveira M,.-: a Alves itiboiro.M
Js' pr.e uniniiimonro
O'Arem o juizo. recorrido lilo
Peteira ek itoroSr. conseiheiro Qo-
ros Barros Aduntoa os Si, d s."nbarg..dor>-s
Mouteiro do Andradc e Prea Goucaivcs.Me-
gos le provimeutn, Unauimeraente.
De PalmaresK eoReate O jais, recorrido Ma-
uoel Rbymuuuo de Souza. Relator o S
cinbargidor To-cano Barreti. Adjuntos o. Srs.
duseuibaigadere Mooteiro de Aadrade e Alves
Rieeiro.Negoase proviateato, aasnimeeseate.
De Beserroa Reeorrajate o Jatee, recorrido
Antonio Pata da Silva Liodose. Relator o Sr.
desembargador Pires Ferretf*. Adjuntos 03 Srs.
desembargadores Oliveira Maciel e Boarqae Lima.
Megos s prevuneut muuim meato.
Aggrav a de oeticSo
Do-ReeifeAggravaate Fraaciseo Antonio la
Oliveira, aggravaJos Tno :i de Corvalbo K C.
Relator o .. Arves libero. Ad-
jaotoa ea ira. jwinbirladores Pires Ferreira e
coiiciheiio QaeM BariosNegou-se provimeu-
(O, nnaiirmemeiite.
Di! I/uar8S-AssrvaT'.te Vicente Autouio
Noveliuo,aggravdo Vicente de Albuquerque as-
ciuicuto. Relator o Sr. d-serabargador Montciro
de Andrade. Adjuntos o, Srs. desembargadores
Tostano Barrete e Alves Ribeiro.Dea-a
vimento, conti-.i voto do Sr. desembargado!- Toe-
Caui Brrelo.
Appeliocc'a crimes
Da Gloria.do Goal AppeUasM Ji.o Goncai-
ves l'eicii 1, nppellada a jastiga. Relator o Sr.
desemborgador Oliveira Maciel. Mandou se a
novo juiy. meniimniiimlii
DuBoui JatdUD Appellaate Jos Joaquim
Correi-i, appellada a justica. Relator o Sr. da-
embargador Oliveira Mseiel.(Joufirmou-se a sen-
tencu, 1111a.1ia11-1.Tnte.
De Ban ni ir.. A liante 0 juizo, appeado
Joao Autooio do Nascimcnto. li-.iator o Sr. des-
ea bal? i ,i- Olfveira .Maciel.Mandou-se a novo
jury, uiia.-ii, n
De PalmaresAppedanle o juizo, appellado
Joo Barbosa de L'.ui-1. Relator > Sr. desembar-
gador l'i.es Ferreira. Maudou se a novo jury,
unauimioi.oulc.
le AnadiaApoellaut Joaquim Jos de San-
t'Auna, appellada a justici. Relator 00 Sr desem-
barga ior Oiivrira MacieLConfirmou se a sen-
tenca, nnnsirinimtinti.
Do PiancAppellante o juizo, appellado Joao
Cassiano da Siles. Relator o Sr. desembargador
Pires Ferreira.\landou-so a novo jury, unni-
memente.
De liecifeAppellante Antonio Francisco Cor-
ga, appeiiada ajustica. Relator o Si. desembar-
gado.- Alves RibeiroL'onveitcu-ae, o julgatncuto
em diligencia.
PASSA6ENS
Do Sr. conseihei.-o Queiroz Barros ao Sr. des-
eesbargador Buarque Lima :
Appellaco civel
Do ReeifeAppellantea os herdeiros do com-
raeudador Vieenie de Paula Oliveira Villas-Boas,
appellados Aff jnao Augusto de Brito Taborda e
culros.
Appella^io contcnorcial
Do RecifeAppellantea Erneeto &
appellado o curador fiscal da maasa
Joo Gomes Coimbra.
Embargos infringentea
De Pedras de Fogj Embargantes Dr. Joaquim
Franciaco Vieira de Mello e ouro, embargado
Mauoel Vieira Bernardo-a Jnior.
Do Sr. deseuibargador Buarquc Lima ao Sr.
desembargador Toscano Barreto :
Appellacoes crimes
Di VertentesAppellante o iuizo, appellado
Amaro Joa de Saut'Aunu.
De Porto CalvoAppellante Antonio Jos do
Espirito Santo, appellada a juatica.
De Pedias de Fogo Appellante Justina de
Souza Oliveira, appellada a juatica.
Appellaco civel
Do R-cife Appellante o juizo dos feitos, ap-
pelladaa Bernet tk C.
Do Sr. desembargador Oliveira Maciel ao Sr.
desembargador Pires Ferreira :
Appellacoes crimes
De GineileiraAppellante o juizo, appellados
Joo Pedro e Josepba Francolina.
De IguarasaAppellante Dr. Francisco Xa-
vier Paes Barreto, Hfixdlad:. a justica.
Appel.'ai,...' comercial
Do RecifeAppellantes Sulzer & Koeckn, ap-
pellado Miguel Jos Alves.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrxdo :
Appellaco crirpe
De GaranbunsAppellante o juizo, appellado
Francisco Braz Romeiro.
Embargos infrio gen tes
De Jaboati embargante o Baro de Lim-.ei-
ro, embargado Luiz Cesar Pinto do Faria.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalvcs :
Do Bouito Appelluu'e o juso, appellado Si-
mio, eacravo.
Do RecifeAppellante Jos Flix, eacravo,
appellada a justica.
Appellaco commercial
Do RecifeAppellante Joo Holmes, appellado
Casimiro Fernandes 4 C.
Do Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaco crime
De Se.-inluemAppellante o juizo, appellado
Pedro Celestino.
AppeliacSo civel
Do RecifeAppellante Jos Alves da Silva
Guimaies, appellada a junta administrativa da
Santa Casa de Misericordia.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. conselheiro promotor da jas-
tica :
Appellaco crime
De Bezerros -Appellante o juizo, appellado
Pedre Gomes dos Santos.
Md"u-se desccr ao juizo a qu em diligen-
cia a
Appellaco crime
De Pao d'AlhoAppellante Francisco Antonio
Gomes, appellaaa a justica.
DISTRIBUIDLES
Recursos eleitoraes
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De Iguarasa Recrreme Jos Benigno do
Araaral, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Piren Goncalves :
De OlindaRecorreute Antonio Francisco de
Miranda, recorrido o juizo.
Recursos crimes
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do RecifeRrcorrente o juizo, recorridos Joo
Gimes dos Santos Filbo e oulroe.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
De CamarsgibcRecorrente o juis >, recorrido
Joo Cancio do Reg.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Da EscadaRecorreuts o juizo, recorrido Sil-
vine) Jos de Mello.
Ao Sr. conselheiro Frcitas Henriques :
De Mawauguape Recorrente o juso, reeorri
do Pedro Velho do Reg Mello.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Berros :
Ds NazarethRocorrente o juizo, recorrido
Franciaco Baptiata Espindola.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
jaizi

Xk
Do Bototo1'
..m dos Sal
Ao Sr. deserr.b-iigadi 1- T
Di Bque Recorrente o j rsi<
noel C.'ernciitini I.
Ao Sr. desembarg id .
Da Imo ratrisA ,., .w^^ojsss
Piunutel, aggrarado n ;'":~ il'i MiISi
doea Sarment.
Ao Sr. desembargador Oliveira Ji
De BauaneirasAggravante Luz:.-. J Moisv'ssfc
Conceicac, aggravado o juizo.
Encerrou-sea sessao a 1 1/2 hora da i'i*i*-_
PIIBLIG.4G0ES A PEtMn
Ao tribunal da Re!ur>o
Foi distribuido ao Exm. S con*)
Araujo Jorge o recurso ex-offido o jjsiav
le direito do Io districto oraoaj tckm as
rl-icao de juizes de paz do P050 da V-
neHc.
Dentro umitas allegaySes qui fea e- oM-"
tor Mauoel Ramos Chaves contra a vai-;
ds densa eleigao, mostrou que r'.ii .
4' seceso 3o 'aro um estudaoto da iatjssi-
'.'.d'i acnas,. ale
Caetano de Albur^wasda
Mello.
IJ u de Si annns se
e fiscal de um el< _-."o V
A B 1] trietj sanecionar
osteotosa frauda, qne ello
nu". b
2r e
r ^v psse moG
r ura e'
-\ tati ...r proi
t" ei d 1 pi ia iota >
o da fakid id ?
Toii-.s as v3; : para o
ran'lo Tribunal 5 c experaai
velhas boi r iieios de umita uigpsia-
d- tonta 1. j : direito o sata/sa-
mante d aquel]
Nao ba prova mais robtwta ca a^o^-ci
que lica allegada qu '' ereto legis!taie>
que passaraos a ti. r :
a De-rcto n. 3,1 7 de Ot&dhto
de 1882.
1 Hei por b mu sanucionar e saanchBr
qaa se exc-.ut'i a seguinte resolueie
Assembla Greral:
Art. 1. E' KUtorisado o governo']
-
mandar que soja ndmitfido matrici
qualquer das facnloladea lio imperio *aa-
tudante Manoel Caetano no Albuq-tsaass
M.-!l), dispensan i para esae- Seb m
exigida por 1 i
Art. 2.a R ivog
em contrario.
o redro L"&o Vccso do meu cosas
senador do iiafMria, ministro e seenetecs
de estado dos neg.ios do imperio,, iiriiiwii
o teriha entaa ii le e l'.ija executar.fita-
cio do Rio
de 1882, 6* da mdopeudeicia e e-<
peo.
Com a rtibrica de Sua Magestatif:
imperador.
Pedro Leao Vdlo&%.
i
m
Eeopoldo,
fallida de
O procurador fiscal interine 1
fazenda geral
Os dous miseraveis qus cobarde e
coeiramente agerediram-me, na lard*
22 do Brrente-, nao de frente como
cam, mas um pela fronte e outro pelaac-
taguarda, nao oom dou';. mas com rwrj-
sos capangas, fszor ostentagao quis
do su 1 cobarda, iasiuuando que eos
ram desfeitear-m physicamente.
E' mais uma viesa, propria do airac-
cobardes, aeostumados, como nnTfti^, 4b
seena de pugilp.? i, as quaes dao e ae-
b !' bofotn-l.-S a CS'HO lndr, .lopwtcr wfomto^-
car-s'. na primeira cervejaria.
Nenbum delles toeou-me ; pois- ososa
deudos pelos dous amigos que fomrai^rf "
acbavam, um dos quaes, o Sr. A brea, afia
ehegou casualmente o ao mesmo
que os vis aggressores.
Apenas soffri urna cacetada de aa-.
panga, dada pelas costas ; e sahi caaa as
faces limpas, como foi presenciado pea ato-
dos quantos alli comparecern!, pelea jae
vieram commigo no mesmo bond qaaiae-
mediatamente depois, passou pela na 5f
de Marc, e pela qual cu esperava, soax
do fui inopidamente aggredido, e po?todn
aquclles que procuraran)-me em rarna*
casa.
As causas da aggrcsso, tentada ynftor
dous amigos e correligionarios do tfsra
reiro, silo conhecidas e transpareeota. Ht*
que publisarara elles no iornal qae mi i'Bui
orgS-i do partido liberal.
Continuo, pois, a dar parabens aa-
tido liberal, por ter sua frente tS 1
C08 e bravos correligionarios.
Recife, 26 de Outubro de 1887.
Olympio Marqu*%>
L.la dos cidado* que. no
legal, ooncorroram ao provl
dos ofiiios de 1* tataelllao
nio de orptiauN e annexoa da.ansr
mu de Palmares deaia provl
I '
1 Capitao honorario do exercito Antonio %*m-
cindo de Gusmao Libo.
2 Tenente dito, Miguel Joaquim do fiega-Saa-
ros (escrivodo termo de Panellas).
3 Ttente dito, Urcino Teixeira de Barrot.
4 Alferes dito, Antonio Cordeiro Cavaleaatos.
5 Capitao da guarda nacional Jos- daQtotoa
Reg Lima.
6 Paisano Jos Z .'ferino Brayner da
Raogel.
7 Dito Aggeo Cesar de Andrade.
8 Dito Theopbilo Xavier Cavalcante- <
querque.
9 Dito Cicero Vieira Torres Grangeir ^i>sa-
gado no prolongamento).
E fra do praso :
10 Alferes honorario do exercito Franetecc
reir do Lago.
11 Capitao da guarda nacional JeroaTtao Ctljssj-
pio Cavalcante de lbuquerqne.
12 Taisano Affonso Marioho Csvaleaaliaaa
prietano do hotel Pctropolis de Palmares.
13 Dito Manocl lernsndes Cslute (ta^sOBst
interino da mesma cidade).
14 Dito Silvero Fernandes de Arasj>.
Fiibo.

-.<

4o publico
A proposito do tpico do artigo
do boje no Diarit de Pernambueo- aaVa
epigrapbeDesfalque da Tiiesoorea an-
lusivoa intormacoes que se dizero porta;
ministradas ao Dr. Olympio Marques- pjb.-
contrastam com o que disse o Sr. Ysa>
mendador Siqueira J3rilto, sobro o g*ha
do de sua safra de 1885 a 1836 em-eVv
er o seguinte :
E verdade, que conversando coasaSor.
Olympio Marques no Payo da Caman
nicipal, ha cerca de tres semanas,.
depois de uma publicaclo do Dr.
do de Barros onde se menciona tali
tado, mostrei-me sorprendido da te!
attingiio a soraraa de 35 coatos. acaaain>
llEBlVt


Diario de Pernaiubucu^uarta-lera 27 de Outubro de 13! 6
inverosmil qae duaa pequeas iafrms, co-
mo em geral fonim as do anno passado, ama
das quaes n3o foi purgada, produziase tal
*omn>a ...... j
Entretanto, rao sah do dominio das
OODecturas; porque, como naturalmente
antlo declarei nao tinha lemento* para
affirmnr cousa alguma a respeito, sendo
corto que ainda boje ignoro sequer o nu-
mero* de pites dan duas safras colhidas pelo
Sr. Commendadrr Siqueira Britto, cuja as
ievemyao agora, alias, nao tenho razao
toara pr em duvida.
Sou tao interessado como o Dr. Olym-
po Marques na descoberta dos autores do
facto criminoso de que foi victima a Fa-
send-i Geral, mas, ainda mais o sou, em
que nao me tenbam como leviano e capaz
de emittir juizos difnitivos em assumpto
de tal ordem sem dados precisos o segu-
ros.
Recife, 26 do Outubro de 1886.
Dr. J Augusto.
Gompanhia do
Pravine se aos senheres concessionarios de pen-
aas d'agua, que principiou-ae a faaer a 1 impea
das incrustacoes do interior de urna das liabas de
encaoamento, para ligaclo deate aos novos e
funccionamento das novas obraa, pelo que em al-
guna das, nao seeuidos, durante a'gumas horas,
haver diminuicao no fornecmento d'agua, mas
nao a flrerao desfalque na totalidade d'agua por
que a bomba a vapor trabalhar a noite nos refe-
ridos das, tanta8 horas supplementares quantas
.'orem necesaarias preencber a diff-Tcnc*.
Escriptorio da companhia do Beberibe. em 16
ie Outubro de 1886.
Ceciliano Hamede,
Director gerente.
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
c,
mingos de Jess Braz, negociante em Ja-
goarSo :
Eu abaixo assignado atiesto que, sof-
firendo dous filhos meus de bronchites, fi-
enram completamente curados com o co-
nhocido Peitoral de Cambar, descoberta
e prepararlo do Sr. Alvares de S. Soares,
de Pelotas.
Muit8S>nos outros attestados e declara-
c5ea oncontrarn-se no felheto que acompa-
nha cada frasco. '
nicos agentes e depositarios geraes em
Pernambuco, Francisco M. da Silva & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 23.
Como eal Vmc. da ana toase 1
Esta pergunta feita diariamente com ben-fiea
solicitude a milbaiea de pessoas, e no em tanto
milito milhor seria se os perguntantes indicassera
o aieio de conseguir um allivio immediato e segu
ro, recommendando o aeua amigos enfermos, o
Peitoral de Anscahuita, pirque anda mesmo e
embora que o donte bouvesse catado otffrundo
durante emanas inteiras de urna toase violenta ou
de urna constipa?:!o for'iasima. este soberano re-
medio para todas as eofermidadea pulmonares, os
alhviaria e curara dentro do curto fspaco de '24
horas. Os nativos do Mxico conheciam perfeta-
mente as extraordinarias virtudes medicinaes da
arvore da qual se extrahe esta maravilhosa prepa
racAo, e era o seu grande remedio favorito em to-
das as enfermidades da garganta e dos pulmoes.
O Peitoial de Anacahuita nao tem seu igual en-
tre todos os pulmonicos da materia medi'.-a, e por
isso pdese- Ihe chamar com toda propriedade c
razio, o nico remedio digno do nome.
Cono oabastia contra as falsificacoes, observe,
se bem que os nomes de Lanman di Kemp ve-
nham estampados cm lettras transparentes no pa-
pel do livrinho que serve de envoltorio a cada gar-
rafa,
Acha-se venda em, todas as boticas e lojas d<
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Heury Foster 4 C,
ra do Commercio n. 9.
lamparina nos quartos de dormida, c sement
O carcter perfeitamente inoffensivo do Trl- j tendo em mira o mesquinho e srdido interesse.
sofero de Barry, provado por analyse e ex-1 Proteotondo contra tal talsificaco, vo os abai
periencia, a causa de ser elle o favorito univer-'xo asignados proceder criminalmente contra os
sal para enancas e reputado nico na sua especie | falsificadores, cujos n mes pnblicarao em breve, e
para manter as cabecinhas litnpas de caspa, ti- declaram que o verdadeiro Oleo hyclentc
Usinas de cobre, tatito e bronze ee d
Golitzer fer n. 9 Berlim S. O.
Espee alldade:
Constru ao de machi-
nas e ap pare l los
para frnicas de assucar, destillacea e re
finales com todos os apertecoamentos
modernos.
DSTALLAgA DE:
Engenhos Estabelecimento filial na Havana sob <
mesma firma de C. Heckraann
C. e San Ignacio n. 17.
Laicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO PE JANEIRO
Para nformacSes dij arase ai
Polilman &C
. te lo Con n. 10
Falsificaijo
O* abaixo asignados, fabricantes do Oleo
bvsienicoe a roma tiro para lampa
ilnaa, previnem aos consumidores deate oleo
que alguns m>rcieiros ponen escrupulosos, laucan-
do mi de garrafas j servidas, cem os rtulos d
fabrica, enchem-n'as de urna moxinifada, mal pre-
parada, de azeite de carrapato, que vo impingho-
do ao publico como o verdadeiro Oleo bysrlr
nlco aromtico, nao se importando com oa
orificar a saude d'aquelles que costumam iur
de dormida,
AEmulsao de Scott nSo urna
novo, pois ha longos annos que
N. .
remedio
est se nsando na Europa, no Estados
Unidos e muitos outros paizes e tem sem-
pre dado os melhores resultados na tisica,
as molestias do peito e da garganta e as
bronchites ebronicas. .
\ao ba melhiir remedio para aa
toleallaa do pello, que o reltu-
ral de tambar de S. soares, de
Pelota*.. (4).
Tratando de um caso de tysica pulmo-
nar, diz em urna carta o Sr. Deifico F. de
Vasconcellos, acreditado fazendeiro em D.
Pedrito, (Rio Grande do Su!).
< Desanimado, e sem saber mais o que
i'azer, fui instado por um amigo a dar
minha doente o elogiado Peitoral de Cam-
bare confesso que nunca vi remedio
12o maravilhoso, pois ioi o que salvou mi-
nha filha de urna morte certa. *
O Sr. J. Soares Gomes, respeitavel
ionsul de Portugal em Paranagu, refe-
-indo-se a urna bronchite de roo carcter,
diz tambera em carta :
< Minha mtilher acha-se perfeitamente
L-estabelecida de sua grave enfermidade
-om o uso do quatro vidros de Peitoral de
Cambar tendo antes experimentado, sem-
>re intilmente, talvez cincoenta remedios
diversos.
O Sr. Delfim Jos Rodrigues, fnzendei-
^w*vu> "uU Vi^-t-.ria, atiesta o coguinte
t En abaixo assignado atiesto, a bem da
umenidade, que urna filha minha, que
soffria por mais de quatro annos de atbma
o outras molestias do peito foi radicalmente
jurada pelo maravilhoso Petoral de Cam-
ar doS1. Alvares de S. Soares, de
Pelotas.
O acreditado fazendeiro, residente
:m Itaqui, Sr. Belizario Pereira de Atha-
de, em carta dirigida ao Sr. Antonio Dias
de F. Valle, diz :
a Sendo V. S. o sub agente nesta c-
lade do Peitoral de Cambar, dirijo lhe a
presente, afim de attestar que, soffrendo
minha mulher ha muitos annos de asthm >,
3 agora, e com o uso do referido medica-
mento, ficou radicalmente curada, t
Eis o que tambera attesta o Sr. Do-
nba, esenriaces, borbulhas e outros males cuta-
neos a que todas as crianzas de tenra idade sao
mais ou menos sujeitas. Note-se que nao iat<>
elogio interesaado ma sin. o t> stemniibo de senbo-
ras e cavalheiros de cuja veracidade ninguem se
atrevera a duvidar.
Consultorio medico-
eirurgico
O l)r Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observacao, reabre consultorio nes-
ta cidade, roa do Boin Jess (antiga da Cruz
n. 23, l.o andar.
Horas de consulta*
De dia : das 11 as 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
as demais horas da noite ser encontrado n<
sitio travessa dos Remedios n. 7, primeiro por
to esquerda, alm do poro d Dr. Cosme.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu
lifta. ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 ra do Bario da
Victoria, para o 1.* andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia s 3 horas da tarde. Residencia
ra Seto de Serembro n. 3 A.
.11
I
o aromtico acondicionado em garrafa*
une, alm do rotulo onde se v ao ladoMARCA
REGISTRADA,trazem sobre a rolha urna eti-
queta era forma circular, c m a iihui ip<;uoFa-
brica de oleoa weg-eiaea. Per n una bu-
co. Martina A Baaloa, em letras amarellas
de alto relevo, sobre campo preto.
i/u.tella, pois, com os falsificadores !
Recife, 1 de Outubro de 1886. J
Martin 4 Basto Succetsore.
Febres intermitente
Eu abaixo assignada, certifico que, es-
(audo urna minha netinha de 9 annos idade, com febres intermitentes durante
4 mezes, e depois de ter usado bom nu-
niprr. de remedios recaitados pelos no&sna
clinicoE, s sa restabelecou completamente
com o Remedio Peruviano que rae vendeu
o Sr. LaToque, phamaceutiuo em Bor
dos; por ser verdade passei a presente.
Qujan, 1 de Setembro de 1885.
Viuva Tausin.
Encontra-se as pharmacias Americana
e Conceicao.
Ocu'isla
Aviso
O Dr. E. Oaglan Bonnet Medico pl
Pacnldade de Medicina de Paria.
Condecorado com a melalha dos hosptaeg.
Socio correspondente : das Academias de Med
cia do Rio de Janeiro e de Barcelona ; da rio
ciedade de Medicina pratica de Paria e da Socie-
dade Prunceza de Hygiene, ex-director do Muset
AnatnmoPatolgico da Puculdade de Medicins
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu
blico que durante a sua estada em Pernambuc
fie.j a disposicao dos doentes que desejarem kou
ral-o com a sua confianca.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tird<
at novo aviso: na hospedara de D. Autooi
(Caminbo Novo).
Especialidades : molestias das vas respirato
rias coraeo, estomago, ngado, etc., molestia-
uvas, c syphittcas.
Dr. Carlos itiltoucourl
Medica operador
Operacoes de pi quena e alta cirurgia.
Molestias dosorgitos genito-uruarijs do hemem
da mnlh-r.
Estieitamtntos da urethra, curado radicalnenle
pela eleetrolyse, sem dr, bydroceles sem injiCvao,
eura radical, clculos Vesicaee, dioneas da gar
anta e dos pulines pelo tratamento de athiios-
pheras medicamentosas, aypbilis, molestias vtne
reas e da pe le, embalsmente*.
Cvnsaltaa Has 12 da 3 horas da tarde.
Ra do Marques de Oli-ida n. 34
Licor depurativo vegetal looy.o
DO{
Med o Quintella
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de to grande fama nfallivel na cura de todas
as doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumatica
e de pelle, coma tumores, ulceras, dores rheumati
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das o chrouicas, cancros sypbiliticos, inflamma
c5e8 visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, iutes
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assm como na alopecia ou qa da
do cabello, e as doencas determinadas per satu
racao mercurial. Dao-se gratis folhetos onde se
encentram numerosas experiencias feitas com este
especifico nos hospitaes pblicos e muitos attesta-
dos de mdicos e documentos particulares. Fax se
descont para revender.
Deposito em casa de Para Sobrnho & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 4.
Dr Paula Lopns
De volta de sua vihgem Europa, rea-
br seu consultorio ra do Mrquez de
Olinda n. 1.
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ti KIIIC O
Tem o seu escriptorio a ra Duque de Ca
xias n. 74, das 12 as 2 horas da tarde, e deu
ora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de si -
nhoras e (-naneas, telephone n. 326.
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enancas, dos orgaos respiratorio das
senhoras.
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ora da capital.
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Todos ob chamadas devem ser dirig
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra do
Baro da Victoria n. 43, onde so indicar
sua residencia.
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Dr. GOBlbo Leiie
COMMERCIO
oUa commerelal de Pernam
buco
RECIPE. 26 DE OUTUBRO VE 188b.
As tres noraa da tarde
Cotacbe* iitfir.iart
,'ambio sobre o Rio Grande do Sul, 60 d/v. com
1 3|4 0/0 de descont.
u presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. O. Aleoforada.
REVISTA COMHERCIAL
Da semana de 19 a ts de o afil-
oro de 8
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 15 d/v com 3/8
le descont.
Cambio sobre a Babia, vista com 1/4 de des-
cont.
Cambio sobre Santos 30 d/v cem 7/8 de des
cont.
Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v e 1 e 1/2 de des-
cont.
Cambio sobre Para, 15 d/v 3/8 e 60 d/v le 1/2
ItoMonto.
Caabio sobre Londres, 90 d/v 21 e 7/8 e vista
21 e &J8.
Cambio sobre Par*, 90 /t 434 e vista 439.
Cambio sobre Hamburgo, 90 d/v 539 e vista
.45.
Cambio sobre Portugal, Lisboa e Porto, 90 d/v
44 o/a e vista 146 o/0 de premio.
Cambio sobre Italia. 4 vista 439.
Cambio sobre New-York, vista 1,310.
Apoliees da divida publica de 6 >/, nao houve
'ransaeco.
. Dita provincial 7 / vendas particulares com 2
i 3/. de uescouto.
Companhia Seguro lndemnisadora, cutamos as
iccoea de 2c0* a 335 porcada urna.
Companhia J'benix, dem ideu..
Companhia Seguro Anphitrite, nao conste ter
rlectuado ven as.
Companhia Pernambucana.cotamos as accOas ce
-004 a H0& cada urna.
Companhia de Fifcco e Tecidos, nao consta
vendas.
Companhia do Bebribe, colamos as acc-Set de
004 a 150 cada urna.
Companhia de Santa Thercza, cotamos as accocs
ie 505 a 424 cada urna.
Coiapanhia de Olinda e Beberibe. cotamos as
acgfea oW 2004 a 220OOJ.
n.-sennto de lettras, regulou 8/. com boas fir-
mas.
Gneros nacionaes
AgurdenteAs vendas foram de 6640OO por
DR. MATTOS BARRETO, ex-ehefa de clni-
ca do Dr. Moura Brasil e da polvelinica geral do
Rio de Janeiro.
Consultorio, ra do Imperador n. 65, 1-andar,
das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, Camiuho ovo n. 159.
As operacoes sao feitas sem dor, pelo meio do
Oicaina.
Alcoo! Aa vendas foraro de 130'00 a pipa.
Assucar. Entraram de 1 a 21 de Outub r,>
111,831 saceos; vendas, o branco de 34000 a 34400;
rnenos, de 24500 a 24600; o masca vado, de
1*500 e 14600; o bruto de lfOO'J a 14ICO ; o do
Caual, de. 700 a 800 rs. os 15 kilos.
Mgodao. Entraram de 1 a 21 de Outubro
18,411 saccas, regulou a 64500 os 15 kilos.
Arroz em casca. Retalho 25500 a 24600 o
sacco.
Cat.Entraram 1,850 aceos retalho de 6400
a 9*000 com 10 % de descont.
Cera de carnauba. Cotamos niminalmente de
44OOO a 64000 os 15 kilos.
Couros salgados seceos. Vendas a 540 ris
o kilo.
Cerveja nacional -Retalho de 54 a 64000 por
duzia.
Farinha de mandioca. Retalho de 24800 a
34200 o sacco.
Pumo Retalho em latas de 155 a 2550C0 os
15 kilos, conforme a qualidade.
Oomma de mandioca. Retalho de 24700 a
24900 os 15 kilos.
Graxa do Rio Grande do Sul. Cotamos a 54
os 15 kilos.
Gordura do Rio da Prata. Citamos a 54200
os 15 kilos.
Genebra nacionalRetalho de 34000 a 44000
por duzia de garrafas.
Mel. Cotamos a 404000 a pipa.
Milbo. Refi.Iho a 50 rs. o kilo.
Pelles cortdas Cotamos de 404 a 504 o cieno
Prlles era cao. lio.Idm 'dem de 10M cento
Sal do Asa e Mossor.-Retalhes de 700 ris
os 100 litros.
Sebo cuadoGotam.-.s a 64 os 15 kilos.
TapiocaRetalho de 34800 a 4/000 os 15 ki-
los.
Velas stearnas do Ro de Janeiro. Retalho
a 300 ris o masao de 6 vella:.
Ditas ditas da provincia. Retalho a 280
ris o raasso, dem.
Vinagre do Ro. Retalho 704 a pipa.
Vinbo do Rio. As vendas tem sido de 1004
a 130*000, conforme a qualidade.
Xarquedo Rio Grande do Sul. Deposito de
105.OU0 arrobas. Retalho de 44200 a 54000 os 15
kilos.
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Medico, pnripini e ooierador
Rezidencia ra Bario da Victoria n. 15,1 andar
Consultorio ra Duque de Caxias o. 59.
D consultas das 11 horas da man Ha s 2 i
tarde.
Atiende para os chamados a qualquer bor
telephone n. 449.
Conultorio medico-eirurgico
O Dr. Estevi Cavalcante de Albuquerque co
inua a dar consulta uiedico-cirurgiuaa, na r
do Bom Jess n. 20, Io andar, de meio da s I
horas da tarde. Paras demais consulta e visi-
tas era sua residencia provisoria, ra da Auron.
o. 53, 1 andar.
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tero e seu9 ai.nexos.
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Alfaxema Retalho a 84000 os 15 kilos com
10 por cento de dccuuto.
Arroz da India Retalho a 24300 os 15 kilos
dem dem."
Alpiste.Retalho a 44300 os 15 kilos dem
idem.
Azeite de olivera em barrs.Retalho de 340C0
o galo, idem, idem.
Dito un latas.Reta loo de 15450J a lata, idem,
idem.
liacalho. Deposito 7,000 barucas, retalho
de 164 a 184000 a barrica.
Banba de porco.-- Retalho a 420 ris a libra
c m 10 %de descont.
Batatas portuguesasRetalho a 44000 a caixa,
idem dem.
BrcuKctalbo de 84 a 135 a barrica, confor-
me qualidade.
Carrito de pedraO proco tem sido de 155000 a
204000 por tonelada.
Canella Retalho de 13400 a 15500 a libra, coa
10 o. de descont.
Cervejas Retalho de 74000 a 114000 a duzia
couforu e a qualidade.
Cimen'o. Retalho de 6550'J a 85 a barrica,
:anforme a qualidade.
Cominhos. Retalho a 184 os 15 kilos, cora
10 'o"de descont.
Farinha de trigo Deposito 11.000 barricas.
Retalho: a Americana de 184000 a 194000 a
barrica; a de Triestre, de 234000 a 254000 a
barrica.
Feijo-Retalho de 84000 a 85500 o sacco.
GariafJes vasioa R:Ulho de 600 ris a 14500
cada um.
Doces cm caldaRetalho de 640 ris a lata.
Farelio do Rio ia Prata Retalho de 3400 o
sacco.
Dito de Lisboa Retalho de 35800 a 44000 o
sacco.
Genebra-Retalho 124000 a 154'00 a duzia.
Herva doceRetalho de 174000 a 185000 os 15
kilos com 10 '0 de descont.
KeroseneRetalho de 34600 a lata.
Looca ingieza ordinariaRetalho de 904000 a1
1305000 o gigo cenforme o sortmento.
Massa de tomateRetalho de 520 a 600 ris a
libra com 10 / de descont.
Manteiga em barraRetalho de 740 ris a libra
cem 10 0 de descont.
Dita em latasRetalho de 4900 a 5200 a iir-ra
co3i 10 de descont.
Massas italianas -Retalho de 84000 a 95000 a
caixa cam 10 0 de descont.
Oleo de linbacaRetalho de 14500 a 156C0 o
galio, com 10 '0 de descont.
Paasas aomm.ins--Retalho de 85 a 95000 a ca
xa, com 10 / de descont.
Paesas finas-Retalho de 135000 a 144000 a
caixa com 10 ^ d* descanto.
Papel de embrulh.Retalho de 640 ris a 15500
a resma, com 10 "/. do descont.
Pimenta da Indi-Retalho de 1.53C0 a lJ400'o
kilo, com 10 ',0 de descont.
Plvora ingiezaRetalho de 205000 o barril.
QueijosRetalho de 34 a 34200 um com 10 %
de descont.
Sard;nhas Rei-.ilho de 260 a 280 ris a Uta
de 1/4.
Toucinho de LisboaRetalho do 124500 os 16
kilos cem 10 0 d. descoato.
Toucinho americanoRetalho de 105 8,104500
os li kilos com 10 de descont.
Velas stearinasKetalho 540 a 900 ris o maceo
com 10 '. d descont.
Vinagre de Lisboa -Cotamos de 1304000 a 150J
a pipa,'conforme a quilidade.
Vinlio de LisboaCotamos de 2255000 a 2404
a pipi, conforme a qualidade.
Dito franoezCotamos a 2404000 a pipa.
Dito d* FigueiraCotamos do 2354000 a 2504
a pipa, conforme a qualidade.
XarqueDeposito de 16,000 arrobasJfctilhos
de 54000a 5/800 ce 15 kilos.
Cajurubeba
Cachoeira de Iiapemirin, provincia do Espirito-
Santo, em 15 de Julho de 1886.
lllm Sr. Anton 1 Pereira da CunhaApresso-
me em levar ao coohecimento de Vmc. o resultado
satisfactorio obtido em pessoa de ininna familia,
com o emprego do Cajurubeba, de cujo preparado
Vmc o propagador.
Meu filli) Maurio Coolho, de 18 annos, mais
ou menos, soffria de urna grande ulcera na perna
direita, no lugar que o novo geralmeute chama
canella e este sofi'rimento datava de ura anuo
para mala; Ioi tratado por multo teuruo com di
veaos medicamentos internos e externos, mas
sempre sem resultado; porque a ulceracontiuuava
no inesmo estado e islo causava-me serio cuidado.
Afina! vendo annuncialo o Cajurubeba como po-
deroso depurativo, tomei a deliberaco de empre-
eal-o para o curativo de meu filho, compri i um
vidro e comecei a dar-lhe, e fiquei realmente sor-
prehendido vendo que meu filbo, muito em antes
de acabar o vidro etava com a ulcera completa-
mente curada .' Est elle, pois, ci mpletamente
silo do incommodo que por mais de um auno o
afHi^ia e muito me inc.ommodou, e s poseo t.trri
huir o restabelecimento delle ao uso do Cajuru
beba.
Elle anula continua usando da Cajurubeba para
mais consolidar o trnt-.mci.to.
Apresso-me em facer-lhe esta communiccao,
que poie tornar publica, aflu de que outros em
casos idnticos possain colher resultados iguaei.
Com toda a considerado sou de Vmc. atiento
respeitador e obrigado.
(Assignado)Mariano Jos Coelho Filho.
(A firma est reconhecita)
5a secciio.Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 26 de Ontubro de<4886.
Por eata secretaria se taz publico, para conhe-
cmento de quem imerv-ssar possa, que pela secre-
taria da presidencia da Parabyba sao ehamad s
concurrentes a contractar diversos servicos, de
contormidade com os editaes abaixo transcrip-
tos.
O secretario,
Pedro Francisco Correia d Oliveira,
Por esta secretaria se ftz publico, de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia e para
coiibecimento de quem interessar possa, que den-
tro do prazo de 60 dias, a contar desta data, se
aceitam propostas para, na forma da le provin-
cial n. 823 de 5 de Outubro de 1886, ser contrac-
tadu com quem melhores vantngens cfferecer o es-
tabelecimeuto nes'a capital de urna fabrica para
extrahir oleo das s> mentes de algodao, com privi-
legio exclusivo, podendo a mesma faorica apro-
veitar o oleo de outros productos natnraes da pro-
vincia.
As condicoea para o contracto e preferencia se-
rao as segumtes :
I
O privilegio durar o uumero de annos que se
convenciouar, a contar de dia da inauguracao dos
trabalhos da fabrica.
II
As obras de montagem da fabrica serio come
c-.idas dentro de um auno, a eoutar da data do
contracto e estarao terminadas dentro do prazo
que se ajusfar, em ambos os casos e sob peua de
caaucidade, salvo forca maior, em que os ditos
prazss poderao ser prorugalos pelo presidente da
provincia, sob as coodices que se estipularen).
III
O contactante resga'ar., em beneficio da pro-
vincia, o numero de coubecimeutos da divida pas-
siva que se convenciouar.
IV
O privi'egio nao poder ser transferido a ou-
tro individuo ou coinpiuhia, sem previo assen-
timento da presidencia.
V
Resolvida a preferencia, nao ser assignado o
contracto, sem que o contracante rrcolha ao The-
souro 03 eoiibeciineutos resgatados, e prove haver
pago os impostos provinciaes.
VI
Serao principies motivos para a prefereocia o
menor numero de anuos ara a dumcao do privi-
legio, e o maior numero de conhecineiitos que se
rescata rem.
Secretaria do governo da Parabyba, cm 18 de
Outubro de 1686.
O secretario,
Honorio Horacio de Figueiredo.
Por esta secretaria se fiz publico de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia e pira
conhecimento de quem int- r-ssar possa que, dentro
do pmso de 60 dias, a contar desta data, se acei-
tuno pr>'postas para, na forma da lei provincial n.
827 de o -ia Outubro de 1886. ser contratado com
quem melhores "antagens offerecer o abastec
ment d'agua a eata capital e o eetabeleciinento
de urna linha de trausw .ys, podendo as propostas
referir se aos do is jervicos cnglobadamente ou a
qualquer delles isolad.imente.
As couclices para o contraeto e preferencia se-
ro as si guintes :
I
O praso para a durac-lo do privilegio ser de 50
auno) para o abastecimento d'agua e de 25 para a
linha de traunvays.
II
O confr.ictantes prestarlo fianc 1 idnea para
execuco de seus contractos, coiifjrme se con-
venciouar.
III
Ser motivo para preferencia o maior numen
de conhecimentos da divida pasFiva que o con-
tactante su propuzer resgatar em beneficio da
provincia, antes da assignatura do coutracto.
IV
As obras, em ambas as conc so s, serao co-
oie^adaa dentro J.- uu auuu a cuutar da dar
do contracto, e estarao terminadas dentro do
praso que se Bjustar em ambos os casos sob
pena de caducidade, ealvo forca maior, era que
03 ditos prasos poderao ser prorogados pelo presi-
dente da provincia, sob as coudicoes que se esti-
pularen!. ,
V
A coiicessao nao pad-r ser transferida a ou-
trein individuo ou ompaabia, sem previo assen-
timento da presidencia.
Secretaria do Gjverno da Provincia da Para-
by'oa, em 18 de Outubro de 1886.
O secretario,
Honorio Horacio de Figueiredo.
lecimeoto, n'esta capital, de urna fabrica de fiacSo
e tecidos.
As coudicoes para o eontracto e preferencia se-
rao as seguintes :
I
O privilegio durar o numeio de annos que se
convencionar, a contar do dia da inauguracao dos
trabalhos da fabrica.
II
As obras de montagem da fabrica serao come-
cadas dentro do prazo de um anno, a contar da
data do coutracto, e estarao terminadas dentro
do prazo que se ajuBtar, em ambos os casos sob
p na de caducidadr, salvo torca maior, em que oa
ditos prazos podero ser pr .rogados pelo presi-
dente da provincia, sob as cond^Ses que se esti-
pularen).
III
O contractante resgatar, em beneficio da pro-
vincia, o numero de conhecimentos da divida pas-
siva que se convencionar.
IV
O privilegio nao poder ser transferido a ou-
trem, individuo ou companhia, sem previo assen-
timento da presidencia.
V
Resolvida a preferencia, nao ser assignado o
contracto, sem que o ontraetanto recolha ao the-
souro os couhecimentoa resgatados, c prove nave;-
pago os impostos provinciaes.
VI
Sero principaes motiv s para a preferencia o
menor numero de anuos para a duraco do privi-
vegio, e o maior numero de conhecimentos que
se resgatarem.
Secretara do Governo da Parabyba, em 18 de
Outubro de 1886.
O secretario,
Honorio Horacio de Figueiredo.
e ordem do Exui.'Sr. c nselheiro director
interino faco publico que alterando-se diariamente
a ordem das chamadas dos tatujantes que t-in da
fazer prova escrpta do primeiro nno por falta
de matricula de uns' e de comparecimente de
outros das turmas dos reepectivos diai; d'ora em
diantu se far a chamada pela lista que for
annonciada na Faculd-.de, e pela imprensa ; e
declara se mais que os que nao comparecerem
chamada das turmas annunciadas b poderao ser
admittidos de novo justificando a sua falt- peran-
te a congregaco ena epocba e dia que for por esta
determinada.
Para supprr as faltas das turmas annunciadas
para cada da sero chamados tantos quantos bas-
taren) para a substituir 1 al in 'ia 15
Lista para o dia 27
16 Azaria Carlos de Orvalho Gama Nillo.
ID Miaquim Rodrigues Teixeira,
21 Manoel Guedes de Araujo P- reir Jnior.
23 Bernardlno Joas de Mello e Albuquerque.
24 J s Moreira da Rocha.
25 Fabio Rio Jnior.
29 L.dislo Aurdianode Miranda Costa.
30 Antonio Soares de Piubo Jnior.
31 Eugenio Barroso de Amaral.
32 Juvino Barroso de Mello.
33 Joo Baptsta Eupamiuondas d'Assumpe
Vellez.
34 Augusto Jos Mendes c Hollanda.
35 Raymundo da Silva Perdigao.
36 Paulo Rod.igues Teixeira Filho.
28 Th maz Gomes Viega?.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
26 de Outubro de 1886.
O Secretario.Jos Honorio Bezerra de Meiit-
zes.
Edital n. 12
De ordem do III n. Sr. inspector faco publico que
no dia 11 de Novembro prximo vindouro, peran:e
a juuta deste Thesouro, ir a pracc, conforme e
officio do Exm. Sr. presidente, de 7 de Setembro
ultimo, a obra dos reparos da ponte s bre o rio
l'iranama, no engeoho Junqueira, na importancia
de 7:5005, sob as clausulas abaixo transcriptas e
de accordo com o oicamento sobre a m esma obra
presentado pela repartico das Obras Publicas e
existente nesta secretaria disposicao dos Srs.
concurrentes.
Clausulas especaes para a arremataco da ob:a
da ponto sobre o rio Pirapama no engenho Jan-
queira : *
.tilMJlVIb.iNiS fLBLMA/a
Mea de Outubro da 1886
ALFANOEGA
CaCDA QKRt
D.i 1 a 25
laa d' 26
ttaiiA PROVINCISL
De la 25
d-aj de 26
Tc.a'
iiaOUtEDOBIAD 1
(oeu) de 26
864:3375111
32:018* 457
896:3555568
106.6080J9
3:449*096
110:057 I35
Por esta secretaria se faz publico, de ordem
de S, Exc. o Sr. presidente da provincia, para
conbecimento de quem interessar possa, que, den-
tro de prazo de 60 das, a contar d'esta data, se
aceitara propostas para, na forma da \i\ provincial
n. 823, de 5 de Ou'.ubro de 1886, ser contractado
com quem molbcres vantagens offerecer, o estabu-
a 25
1,006:412*703
76:8684541
2:4125845
; ,N8txAno PsorrociAi.
dem de 26 )
Da 1 a 25
'Cira DBAYNAOE C 1 8 25
dem de 26
79:276*388
26:0665012
1:366.246
27.-4324258
13:7004479
3554060
14:0554530
DESPACHOS DEIMPORTAQAO
Patacho sueco Henry, entrado de Ir ndres, no
dia 26 do corrate, e consignado a Adainsoo
Howie & C, manifeston :
Barras da ferro 2115 a Samuel P. Johnston & C-,
132 e 110 feixes a ReeifeJDrainage Company
Cimento 4,358 barricas a Sulzer Kauffman 6 C,
650 ordem, 30 a Recife Drainsgn Company.
Cerveja 80 caixas ordem.
Canos de lsuca 175 a Recife Drainage Com-
pany.
Ferragcns 13 voluao.es a Samuel P. Johnston
pany.
Macbnismo 161 volumes e pecas Companhia
do Beberibe.
Materiaes para estrada de ferro 132 volumes e
pecas a Estrada de Ferro do Recite a S. Fran
cisco.
Plvora 50 barrit de quarto ordem, 50 ditos e
15 caiioes a Ferreira Guimaraea & C.
Phosphoros 50 eaixoes a Prente Vianna & C.
- Salitn 50 barricas a Gomes de Mattos & l-
maos, 50 a Prente Viauna & C.
0K5PAGBOS DE EXPORTADO
Em 25 de Outubro de 188S
Para o exterior
No vapor inglez Hildegard, carregaram :
Par Liverpool, F Casca. & Filho 600 sac
c:m 45,000 kilos de assucar mascavado
Saceos
M. J.
da Rocha 812 saceos com 60,900 kilos de amwiar
mascav.do.
o vapor inglez Secily, carregou :
Para Liverpool, A. 3. Correia 20.) saceos com
9,000 kilos de sement de carrapato.
No vapor americano Allianca, carregaram :
Para Montevideo, S. S. Loyo & Filho 100 bar-
ricas com 10.786 kilos de assucar mascavado.
Nj vapor francez Equateur, carregara v :
Para Paria, J. Krause & O. 1 caixa com 6 kilos
de ouro velho ; A. Aze redo 1 barrica com aba-
caxis.
-- Xa barca americana Ella, carregou :
Para New York, M. J. da Rocha 1,000 saceos
com 75.0JO kilos de assucar mascavado.
No lagar norueguense Potmos, carregaram;
Para New York, Amonio Irmos & C. 300 sac-
eos com 22,500 kilos de assucar mascavado.
No lugar norueguense Len, carregaram :
Para New York, J. S. Loyo & Filho 1,942
saceos com 145,650 kilos de assucar mascavado.
No lugar americano Maicolte, carregaram :
Para New-York, Julio & Irmao 000 saceos
com 150,000 kilos de assucar mascavado.
Para o Interior
No vapor nacional Pard, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, H. Burle & C. 350 saccas
com 31,2 '2 kilos de ahodo ; A. M. da Costa Oli
rafra 400 saceos com 24,000 '< 'os de assucar mas-
cavado ; M. F. da Cunha 30o eac os com 18,000
kilos de assucar mascavado: viuva M. F. Mar-
ques 500 saceos com 37,500 kilos de assucar brau
co e 100 ditos com 7,500 ditos de dito mascavado ;
F. M. da Silva & C. 600 saceos com 24,000 kilos
de sement de carrapato ; Maia & R-aunde 50
saceos com 3,750 kilos de assucar branco e 150
ditos com 11,250 ditos de dito mascavado ; A. B.
Correia 30 caixas com 300 kilos de oleo de ricino.
Para o Rio Grande do Sul, V*. da t lveira 200
saceos com 15,000 kilos de assucar branco e 100
ditos com 7,.00 ditos de dito mascavado ; Burle
& C. 232 saceos com 17,40) kilos de assucar bran-
co e 283 ditos com 21,225 ditos de dito raascava
do ; E. larbosa 150 saceos com 11,250 kilos de
assucar braoco e 50 ditos com 3,750 ditos de dito
mascavado ; T. de Aaevedo Souxa 301 barricas
com 28,060 kilos de assucar branco e 75 ditas com
8,470 ditos Je dito mascavado ; F. A. de Azcved
250 sacos com 18,750 kilos de assucar branco e
50 dito9 com 3,750 ditos de dito mascavado ; J.
A. da Costa Medeiros 15 barricas com 1,739 kilos
de assucar branco e 35 ditas com 4.067 ditos de
dito mascavauo.
Ha barcaca Aurora 2', carregou :
Par M ssar, J Paes de Oliveira 20 barricas
com 500 kilos da assucar branco e 10 ditas com
600 ditos de dito refina lo.
Na fcirc I Cacique, crrregirain :
Para o Natal, r\ Alve & O. 19 barricas com
1,198 kilos de. assircar mascavado, 4 saceos com
300 ditos de dito raneo e '3 barricas com 1,380
ditos de dito iefiuado.
MOVDIENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 26
Acarah por escala 11 dias, vapor naeio-
A obra srr executada de conformidade com o
orcamentc approvado pelo presidente da provin:iu
na importancia de 7:5005000.
II
Ser a mesma obra (onrJ- P-..-.. Aa
us e concluida no de seis mezes, contados da
data da approvaco do contrato.
O contratante ter, nos termos do art. 50 de
Beg. de 24 de Fevereiro de 1874, copia authentca
do respectivo orcaraenlo.
IV
O pagamento ser realisado em tres preata;o6s
iguaes propon;io do serVCO ejecutado.
O praso de responsabilido.de ser de seis me:>,
erntadoa do dia em que for lavrado o termo do re-
cebiinento provisoria Durante este praso o con-
tratante fica obrigado a conservar a referida obra,
seudo responsavel por quaesquer ruinas que ap: a-
recerem por falta de boa execuco.
Em tudo o mais que nao estiver especificado as
condiedes cima, seguir-se-ba o que prescreve o
regui iinento citado.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 23 de Outubro de 1886.
O secretario,
Affonso de Albuquerque Mello.
nal Ipojuca, de 360 toneladas, comman-
dante Francisco Alves da Costa, equipa-
geni 30, carga varios gneros ; Com-
panhia Peraambucana.
Maco 7 dias, hiate nacional Bom J sus,
. de 85 toneladas, inestre Clementino Jos
Macedo, equipugein 4, carga algodao e
sal; a Manoel Joaquim Pessoa.
Aracaty 8 dias, hiate na-ional Deus ie
Guirde, de 90 toneladas, mestre Anto-
nio Alves da Silva, equipageni 5, carga
algodao ; a Bartholomeu Lourengo.
Rio de Janeiro21 dias, barca norae-
guense Minde, de 382 toneladas, capit&o
O. N. Anderson, equipagem 9, em las-
tro ; a Heorique Burle & C.
GenoTa 61 dias, brigue italiano Mara
C, de 342 toneladas, capitSo Caet&oa
Romano, equipagern 11, carga varios
gneros; a H^miquo Burle & C.
Navios sabidos no mesmo dia
LiverpoolVapor inglez Hildgard, com-
manlante E. Daveis, carga varios g-
neros .
GuauBarca norueguense Grant, capitSo
II. C uns toasen, em lastro.
GuanBarca sueca Nordon, oapitao Au-
gust Kalm, em lastro.
Guan Barca norueguense Minde, capito
O. N. Andorson, era lastro.
Rio de Janeiro por escalVapor nacional
Para, comman"ante Carlos A. Gomes,
carga v?rios gneros.
Rio Fonnoso e Tarnan^ar Vapor nacio-
nal Mandaba commandante Mafra, 9XTF1
varios gneros.
VAPORES ESPERADOS
Portuense de New-York hoje
Sicily de Bueuos-Ayres hoje
Marinho \isconde da Babia hoje
Sculptor de Liverpool amano."
Harret de Upitan de Cardiff amanhi
Cear do sul a 29
Neva do sul Novembro a 29
Delambre de Liverpool a 4
Senegal da Europa a 4
Ville de Maraado do Havre a >;
Colopaxi do sul a H
Mondego da Europa a 10
Trent do sul a 14
Paranagu de Hamburgo a 15
Tagut da Europa a 24
Drenoque La Plata do sul do sul a 25 a 29
/

t
msivti
t
-" .1



\
Diario de Pernambmo (Juarta-felra 27 de (tatabro de 1886
Edtal n. 13
De ordcm do Illm. Sr. inspector (seo publico
qne no di 11 de Novembro prximo vindouio,
perante a junta dente Thesouro, ir a praca, con-
forme o officio do presidente, de 22 d.- Setembro
lindo, a execuco d >a reparos de mais 3:1-00 metros
correntes de empeiiramrute da estrada da Escada
(ramal da da Victori) sob as segniutes claasalas:
A recoustruccao lo enpedramento da estrada da
Secada (ramificlo da da Victoria) e os reparas
geravs da mesma sent fcitos de couformiaade
coa as instrucedes da Re part cao das Obras Fu
blicas, mediante o preco de 4450(1 por metro cor-
corrente at o li nite de 13:5U0fl'00.
II
O empedramento e os n-paios geraes de que se
trata sirio executados nos lugares em que a juiso
da Repart cao das Obras Publicas for mais necei-
iario ao melhoramento da estrada.
III
O pagamento desse servico s-r i ft'ectuado no
ejercicio de 1887 a 1888, on posteriormente qunn
do permittirem 03 recursos dos cotres provinciaes.
IV
O praso para a conclusao das obras ser de um
anuo e o de respousabidade sei de seis meces
contado este uhiuij da data da entrega provisoria
Ja referida obpa.
V
Em todo m iis que n2.< f.r cogitado as presen-
tes clausulas se observar o que dispoe o Keg. de
24 de Fevereiro de 1874.
Secretaria do Thesouro Provincial, 23 de Outu-
bro de 1886.
O secretario,
Affonso de Albuquergue Mello.
BECU8K0ES
(01PA\HI\ Dti NEfil.-ROM
NORTHERN
de LOndres e Iberdeen
Pnica Onanrelra (Deiembro 1885)
Capital oubuciipto
Fundos accumulados
Breelia annuali
D premios contra fogo
D premios sobre vidas
De juros
3.000,000
3.134,34j
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John II- Boxwell
BA COMMERnOCIO N. O 1 1*1)tK
CONTRA IO<0
\orlb Brish k Mercanlile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras stertlna
A O EN ES
Adomsun IIwie&C.
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
lias Carvalho.
Todos os recibos dessa
empreza devero ser pas-
sados em tales carimba-
dos e firmados pelo abai-
xo assig t lo sem o que
nao tero valor algum.
George Wiudsor,
Para
passagens, fretes, etc., tract -
CONSIGNATARIOS
(OMPANHIA
Imperial
DE
COI RO* CONTRA FOGO
EST: 1803
Edificios e mereadoriai
Taxat haixai
Prompto pagamento de prejaitoi
CAPITAL
fts. 16,000:000*000
Agentes
BROVVNS & C.
N. *Ra do CommercioN. 5
MARTIMOS
HamDnre- i.neaainerlKaiLiscnB
DampfschifTTahrts-Geselischan
Vapor Montevideo
E' esperado do sol at,
o da 31 do corrente, j
seguindo depiis da de-
cora necessaria para
BOYAL MAIL STEAM FACKET
COMPANY
0 paquete Neva
-esperado
do turno da 29de
corrente seguin lo
iepois da demora
necessaria para
e Southampton
fes, etc., tract- > os
NATARIOS
Adamson Howie &C.
Comps.b.iiila Ora.< ileira de late-
*ra?oa Vapor
, PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear
Commandante o 1* ente Ouilherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do sui
ateo da 29 de Outubro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portof
do norte at Manos.
Para carga, passagens, eneoromendas valeres
racta-se na agencia
PRA^A DO CORPO SANTO N. 9
Aluga-se a casa da ra do Pilar n 37, oom
6 quartos, 4 salas, cosiuha e apparelbo fra, re-
construida, catada e pintada de novo ; a tratar
na ra da Iraperatriz n. 56.
Precisa se de urna ama para andar com duas
ciiancas, lavar e engommar para as mesmas ; na
ra a Aurora n. 81, 1 andar.
Precisa se de um criado par casa de fami
lia ; a tratar na ra do Bario aa Victoria numero
39, loja._________________________
Aluga se a metade da casa n. 99 roa do
Visconde de Qoyanna, antiga do Cotovcllo, por
8*000 uieniia-is ; querj a pretender dirija-se
mesma, que achara com quem tratar.
~~a~
Bemfica, roa Real da
Torre n. 23, precisa-se de dois embregados que
engenhoca de
aibam tirar lene.
Aluga-se
Livrameoto n.
bradoa -
a loja e o sobrado da travesea do
10 ; na ra do Apol o n. 4, so-
Porto-Alegre
Comvnnliia de trliho* ni l-n BecilV a intua e Bebcrlbe
A6SEMBLE GERaL
Na furm "ios statutos e por ord m do Sr. pre-
sidente da assembla geral, est convocada a sua
reonio para o di 29 do crrente em sesso or-
dinaria, afin de ser apreciado o reIatorio da di-
rsetoria, o p-trecer da c inmissao de contas e o
prometo d' retorma dos estatutos para a confec
cao do qn'l fra nomoada orna c m mis sao na an-
terior avasu. A reuuio effectuar se-ha ni sede
da eompan bi>i, na da Aurora, ao meio dia.
Recife, 21 de Outubro de 1886.
O secretario,
Jos Antonio de Almeida Cnnba.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engenbeiro ebefe,
tafo publico que no >:ia 29 do corrente, ao meio
dia, recebe se na secretaria desta repaiticao pro-
poetas em cirtas fechadas e competentemente sel-
ladas, para a execacito dos reparos uigentes da
ponte sobre o rio Pirapaina, no engenbo Novo do
Cabo, oreados em 700
O crcamento e mais condic^s do contrato, se
acbam a disposieo dos seuhores preteodentes,
para aerem examinados.
Secretaria da repartidlo das Obras Publicas de
Pernambuco, 20 de Outubro de 1886.
0 secretario,
Joii Joaquim de Siqura Varejo
Arsenal de Guerra
De ordrm do Illm. Sr. major director, distribua-
-costuras nos dias 25, 26 e 27 di corrente mea,
s costureiras de ns. 201 250, Da forma do c< s-
:nme.
Seccio de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 23 de Outubro de 1886.
Flix Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto
CONTRA FOGO
[he Liverpool & London & Glob
l\Sl lili \\(,E C0MP4NY
se.
S. H. 0. M.
de
Kociedade muMiral Qualorse
orco
De ordem do Sr presidente, commonico a uxlua
s seuhores so:ios, qne rata sociedade mudou sua
ade da travesea do gas para a travessa do Crmo
a. 18, 1 and ir (oatr'ora becco do Sarapatel) e
convido aos m sinos associados reunirem-se h< je
as 6 h >ras da tarda em assembla geral ordinaria,
tratar-se de interesses sociais. ecifc, 26 de
ijtubro de 1886.
Joao Alves de Carvalho,
1 st cretario.
Thesonraria deFazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector e de canfor mi-
dade com o que foi determinado pela presidencia
en offl:io de 9 do corrente, recebem-se no da 28
do cerrante, perante a sesso da junta desta re-
particao, propostas em carta fecha, pira o iorne-
timento de 150 barras de aadeira com os compe-
tentes ps de ferro para dormitorio das pracas
destacadas no presidio de Fernando de Noronha
e dos respectivos presos militares all existentes.
Os pretendentes devem apresentar suas propos-
tas at as 11 V.jras da manha do dia cima indi-
cado.
Tbesourana de Fazenda de Pernambuco, 25 de
Ootubro de 1886.O secretorio.
Luiz E. Pinheira da Cmara
Insdtnto Archeolog;ico geogra
l>hico Pernamboeano,
Qiinta feira28do corrente, hora do costn?,
haver S'-ssao ordinaria.
Depois do expediente o socio effectivo Dr. Joa-
qun lionreiro, lera na qualidade de relator, o pa-
recer da ei.mmissao ouvida pelo Instituto sobre os
otaos encontrados oa presumida sepultura de Joo
Fernandes Vieirn.
Secretaria do Instituto Archeologieo e Geogra-
phico Pernuu.bufano, 26 de Outubro de 1886.
Baptisto Regueira,
1* secretario.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino, faco publico que sabbado 30 do corrente
ser encerrada a inscripeo de exames prepara-
torios.
Secretaria da Facoldade de Direito do Rccife,
2 de Outubro de 1886.O secretorio,
Jos Honorio B. de Menezes.
Imposto sobre indus-
trias e profissoes
O administrador da Reo-bedoria fi qne ate o dia 31 do corrento mes f era cobrado
por esta repartico. livre de multa, o imposto so-
bre industrias e profissoes, relstivo ao i* semestre
do corren'e exercicio de 1886-87, depsis do que
ser cobrado com a malta de 6 0|<).
Rece?edoria, 26 de Outubro de 1886.
lexandre de Souza P. do Carteo.
Compaiihiu de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda em i s.5
CAPITAL 1,000:000
SINISTROS PAGOS
Vt 31 de dezembro de t84
Martimos..... .,I10:000$000
Terrestres,- 316:0008000
4*-Rna dm rommerelo'
Loadoa and Braslllan a
Limited
Ra do Commercio n. 32
r'acca por todos os vapores sobre as ca
do mesmo aneo em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellisias c 15 5-
Porto, ra dos Inglezes.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambncana
Ruado Commercio n. 8
de Lisboa
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
Seguro mnriliSMoa Irrrealre
Neates ultimo a nnicat companhia cesta praca
que concede aos Srs. soguradis isetop$ode paga
ment de premio em cada stimo anno, o ajas
equivale ao detwmto de eesjda 15 por cent em
avor dos segnrados.
Lisboa e llambargo
Para carga, pasagens e encoinmendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelinann & C.
RUADO VIGARON. 3
i* andar
(UHI>4VHI4 l'KRIHimCi A
DE
iravegaco Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Babia
0 vapor Jacuhype
tegae com brevidade para o porto cima a es -
cana nacional MarieUa ; para o resto da carga
qaelhe falta, trata-su na ra do Mrquez de
Olinda n. 4.
Aviso martimo
Para Santos
Com toda a brevidade segu para o porto cima
a barca portuguesa Eliezer. recebendo carga a
frete mdico ; a tratar com H"rm: Lundgren U
i., consignatarios, ou com W. W. Robiliiard.
Precisa-se do um criado para vender tabo
leiro e fazer mais servicos de casa : na ra da
Matriz da Boa-Vista n. 3.
Precisa-se de duas amas, sendo urna para
cssinhar e outra para engommar s* na roa da Ma-
triz da Boa-Vista n. 9.
Precisa-se de urna ama
tratar na ra do Atalbo n. 3.
para cosichar ; a
Piecisa-se de urna cesinheira ; na ra da
Aurora n. 81, 1- andar.
Precisa se de um caixeiio de 12 14 annos>
com pratica de molbado, e que d fiador sua
conducti ; a tratar na ru a de Marcilio Dias nu-
mero 124.
CV
recisa-se de urna ama
da Aurora n 137.
Ama
de moia idade
na ra
Ama
LEILOES
"Quarta feira 27, deve ter lugar o leila de um
variado sortimento de alcaides existentes no ar-
mazrm da ra do Boin Jess n. 45.
Quinta feira 28, o dos movis da casa em
e no dia 29 de que residi o Sr. Antonio Ramos de Azevcdo Ju-
Na rui do Padre Floriano n. 48, precisa se de
urna ama que nao seja muito moca, para todo o
trabalbo interno de urna casa, e externo quando
baja preciso, paga-se ordenado regular.
Ama de leite
Offerece-se urna ama de leite, com milita abun-
dancia de leite ; a tratar na ra do Coronel Suas-
suna n. 64.
da tarde. Recebe
carga at o dia 28
_&*n
Encommcnda8 passagens e dinheiros a frete at
3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambw/ma
n. 12
Segu no
Outubro, ia 5 horas mor, ra das Nymphas n. 6.
LeHao
De urna vacca tounna cora cria.
Hoje, 91 d<* Onlnbro
POR INTERVEN*,O DO AGENTE
Pinto
ra do Bom-Jesus
Em 'rente ao armazem da
n. 45.
Por occasiao do leiliio p? movis.
Agente Pestaa
PAVILHAO
COSMOPOLITA
SITUADO 1TO
CAMPO DAS PRI^iCEZAS
AO LADO DO THEATRO
EHPREM H. & B.
Grande \mwki Emuitri
Gyranaslica. Fac tica e Mmica com ag-
gregacao zoolgica
SOB A DIRECCO DE
HILARIO DE ALMEIDA
Quarla-feira 27 de Outubro
EM DESPEDIDA DA
Resumo dos rnelhores
COMPANHIA
trabalhos I
Todos ao pavilho!!!
ULTIMO ADES
CHARGEIRS REHIS
Companhia Franceza de\aveg
eSo a Vapo"
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santoa
Stosur Filie de Maranhao
E' esperado da Europa
n dia 5 de Novembro, se -
guindo depois da indispon
savel demora para a Bs -
bla. Blo lie Janeiro
e Ha atoa.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pMos i Xrraial", ra da Harmona, aividindo com
vapores desta linha,aueiram apresentar dentro de 6 a ^^ e Bt0 0 sr. Hermenegildo Bandouin.
dias a contar do da descarga das alvareng. |ual-| duarta feira *1 do corrente
qner reclamaco concurriente a volumes, qne po- >f0 trem de mcj0 dia partir o mesmo agente
ventura tenham seguido para os portos do sul.afini para effectoar o dito leilao em o referido predio,
de se poderem dar a tempo as previdencias neces- podendo os Srs. compradores segnir no mesmo '
Aluga-se
ama casa terrea com 2 salas, 4 quartos, eosinha
f.a, quintal morado e cacimba, ra do Hospi-
cio n. 70 ; a tratar na mesma n. 81.
Para cosnJiar
a tratar na ra do
Da excellente casa terrea com 6 quartos, 3 sa-
las, cosioha e 1 importante sitio bem arborisado,
bom banbo de chovisco, cacimba com bomba, ba-
nho em um riacho que passa pelo centro do sitio,
onde se acha urna linda pon'c com bancos e car-
ramancbo para recreio, jardim com boas fbres
dependeui'ias para criados e arvores fructferas
de diversas qualidadts no ameno lugar denomina-
Precisa-se de urna ama
Marques de Olinda n. 4.
Olinda
Aluga-se a casa terrea sita raa de S. Bento
n. 53, com 2 salas, 2 quarto3, eosinha fora e quin-
tal fechado, est lioipa e fica muito perto dos ba-
chos salgados.
Gasa para alagar
O 2' andar da iua iarga do Rosario n. 37, es-
quina defronte da igreja j a tratar no pavimento
terreo.
Vende s
um carro de passeio < m bom estado ; a tratar na
ra do Imperador n. 19.
Atten^o
Compra se urna escrava engommadera perita e
eadia, ou aluga-se urna ama para o mesmo mister :
a tratar na ra da Imperatriz n. 11, pria-.eiro
andar.
sanas.
Expirado o referido pruse a companhia. alo w
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encoinmendas e passsgeir* par-i
es qnaes tem excellentes accomodacoes.
Augusto!, de Oiveira&t,
AGENTES
42-RIJA DO COMMEROIO -t
(onipanhia Bahlana de navega
eo a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Marinho Visconde
Commandante J. J. Coelho
Seguc impreterivel
mente para os portos
cima no dia 30 do cor
rente, ai 4 horas da
rde. Recebe carga
nicamente at o 1/2
trem para bem poderem examinar, em o acto do
leilao, ou mesmo antea, cuja casa acha-se alagada
ao libo. Sr. chancellor do Consulado de Portugal.
Lei'o
Aluga-se 2
de Marco n. 12
Gasa para aiugar
andar do sobrado ra Primeiro
; trata-sc na loja.
Caixeiro
Pinto
bs, encommendas e dinheiro
DA
COMPANHIA
Grande reducto de presos
Camarotes
Cadeiras
Entrada geral
10*000
2*000
ADELTS.ADEUS!
AVISO
llavera bonds para Fenandes Vieira, Magda-
na. e Afogados.
Os bilhetes acban-se k venda no pavilho du-
rante todo da.
"" EMPREZA DO GAZ
Pede-se aos Senho
res coDsumraidores que
queiram fazer qualquer
comunicaco ou recla-
maco, seja esta feita no
escriplorio desta empre-
za ana do mperador n
i9, oi.de tambem se re-
cebera qualquer cont
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Seuhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva OH-
da do dia 30.
Para carga, passagen
a frete 'racta-se na agencia
7tua do Vigario 7
Domingos Alves Ma heos
Pacific Seara Navigaon Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Ootopaxi
Espcra-se dos portos do
sul at o dia 8 de No-
vembro seguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e es que dora
em diante seguirem locaro em
Plvmouth, o que facilitar che-
gareni os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta -e mm os
AGENTES
%Vilson Sons dr. .. Umlted
S. 14- RA DO COMMERCIO N 14
CO P.1X1111-, li* MKNMAur:-
ME% HAKITIS1EW
LINIIA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Espera-se da Eu
ropa no dia 3 de
Nu vm bro seguin
do depois da de-
rnora do costume
^^JIsbI B^BS^siBB-~^para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de alandro e Monte
video
Lembi-a-se xos senbores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar ero qualqner tempo.
Previne se ao ssenhores reeebednres de merca-
dorias que s se attender as reclamaces por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa-
siao da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
afrete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Lab He
9 RA DO COMMEUIO-9
De 1 piano, 1 mobilia de Jacaranda, candeiros
para kerosene, carbnico e azeite, jarros e vasos
para flires, espe'hos.quadros, camas de ferro para
grandes c pequeos, marquezas, mesas avulsas,
machinas de costura, globos, la cas par" cortina-
dos, cibertas de metai, relogios de parede e de
mesa, gaio'as de ferro, barris com pregos, caixas
com garrafas com vinho, latas com milbo em con-
; serva, manteiga, leite condensado. papel para
! forro de salas, papel almuco, 1 caixa com livros,
| r-iias com champagne e rhum, 1 cofre de ferro,
2 alavancas e moitos outros objectos existentes no
, ARMAZEM DA RA DO BOM JESS
N. 45
Agente
Quarta feira, 27 do corrente
PEDIDO
. O agente de leiloes, F. I. Pinto, pede aos donos
dos movis e mais objuctoe ra deposito com preces
ou estimaco (alguna desde 1860) se dignem reti-
i al os i,o praso ae 3 dias, sob pena de serem ven-
didos ao correr do inartello, no h-ilo do dia 27 do
correte, no armazem da ra do Bom Jess n. 45.
Leilao de movis
A' saber :
Urna mobilia cam 1 sof, 2 consolos, 2 cadeiras
de breos, 12 ditas de guarnicao e 2 ditas de ba-
laneo, candieiros a gas, jarros para fiares e 5 lan-
as para cortinados.
Urna cama francesa, 2 tolets. 1 lavatorio, 1
guarda-roupa, 1 guarda vestido, 1 commoda, 6
cadeiras e 1 machina de costura.
Urna mesa clstica, 1 guarda-Iour;, 1 aparador
coa pedra, 12 cadeiras de junco, 1 mesa, 1 relo-
gio de parede, 1 machina para lirapar facas, 1 es
pelbo oval e mi.itos outrus movis de casa de fa-
milia*
Quinta fe ir :i '8 de corrente
Na casa da ra das Nyropbss n. 6, esquina da ra
da Conquista, tioiedade
Antonio Hornos de Azevedo Jnior, tendo mu-
dado sua residencia Dar o Marauho, faz leilao
por atervenco do agente Pinto, dos movis e
mais objectos da cas em que residi ra das
Nymphas n. 6. .
Principiara o leiio as 10 1/2 horas
Leilao
Em continuao
De m>.veis, miudexas, tsp'-lh >s, jarros finos, qus-
dres, bataneas grandes e peq-iens, cama de ferro,
mullas para viageos, machiuus de costura e amitos
outri.s artijos.
Quima feira, 8 de Outubro
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENg' DO AGENTE
Gusmo
_ AVISOS DIVERSOS _
Aluga-se a loja e o sobrado da travessa do
Livramento n. 10 ; na ra do Apollo numero 4,
sobrado.
Precisa-se ds urna
reita n. 10, 1- andar.
costurcira ; na ra Di
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na raa d
Imperatris n. 56.
Aluga-se os andares superiores do predio n.
51 4 raa do Imperador, com eicellentes accommo-
dacoes para familia : a tratar com N. I. Lidstone
dacSes para ..
ra do Commercio n. 10.
Precisase de urna ma para
ra Nova, ph-rmscia n. 31.
cosinhar : na
Precisa-s? de um menino
pateo do l'araizi n.Ib.
para caixeiro ; no
Regulador da Mari-
nha
Esta importante estabelecimento de re-
lojoaria, fundado em 1869, est funecio-
nando agora ra Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Ro-
gulamerjtaQSo dos relogios: Arsenal de Ma-
riaha, Estrada de Ferro de Limoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pernambuco, As-
socaQSo Commercial Beneficente, Estra-
da de Ferro do Recife a Caxang, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberlb
e Estrada de Ferro de Caruaru' ; cercado
de intelligentes e habis auxiliares, fazcon-
uertos por mais ditficeis que sjam, na
s em relogios do algibeira, mas de pndu-
la, torre de igreja, caixas de msica, ap
parelhes elctricos e telegraphicos.
O mesmo acaba de receber variado sor-
timento de relogios americanos que ven-
de de "$ a 20$ de parede e de mesa, des
pertadores de nikel.
Aos seus collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalho : e aceita encommendas
para seu correspondente em Paria.
Acba-se bem montado neste estabeleci-
rr.ento um observatorio pelo qual regula to-
dos os relogios martimos a terestres.
Recebe asssignaturas para dar a horacer-
ta desta cidade pelo telephone n. 458.
Preco commodo
Em frente de seu estabelecimento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res poderao ser vistos pelos passageiros da
Ferro Carril, tendo sempre a hora media
desta cidade determinada pelas suas ob-
servarles astronmicas.
Antonio Jos da Costa\Araujo.
Pintura domestica
PHARMACIA DE
Kermes de Souza Pereira k C.
Snecessores
Becebeu grande sortimento d'esta excellente
tinta de todas as cores e em latas de 1 a 5 libra.-.
que continuam a vender por commodo preco.
Qualquer pessoa (menino ou criado) pinta com
perfeicii.
Com esta tinta pedem todos com peuco dispen-
dio conservar suas casas sempre limpas.
te
i.
Aos 100:0005000
(1
Ao senhor thesoureiro da lotera da pro-
vincia
O abaizo aisignado, tendo perdido o vigsimo
da lotera qne correr a 2b do corre ite mes, de n.
19603, e estando o mesmo garantido pelo Sr. An-
tonio Augu to dos Santos Porto, pede qae nao
pague a pessoa algfema.se por acaso for premiado.
Cidade de Olinda, 26 de Outubro de 1886.
Joo Damasio da Silva.
GM. iMSif
AOS
100:0001088
Ra do Baro da Victoria n <>
e casas do costume
BIIHETES (JBAMOS
O abaixo assignado acaba de
um vigsimo de n. 14,105, com
vendei
a sorte
de 2:0O000O. tres ditos de ns. 18,778,
11,432 e 11,275 com a sorte de 1:000)$ e
tres ditos de ns. 12,795, 14.173 e 22,069
com a sorte de 500)5000 da 6.a parte da
1. lotera que se extrahio a 21 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida aos
possuidores virem receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acharn-se a venda os afortunados bi-
lletes garantidos da 7.a parte da 1.a lote
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se excrahir a 28
do corrente.
Presos
1 rg'ssimo 1,J000
in quantidade malor de lo
1
^ 900
Joo Joaquim da Costa L'eite
O Visconde de Ctmpo-AIegre convida sos seus
parentes e amigos para assistirem a urna miesa
que manda ressr por alma de seu presido irmao o
ciiosclheiro Ju- Felippe de Souza L-So, na ma
triz da cidade do Cabo, no da 28 do corrente,
pela' 9 horas da manha, pelo que ficar muito
agradecida___________
Conaelheiro J..,<- Felippe de
Sonsa Ledo
Convido meui amigos e os dj Ilustre finado
eonselheiro Jos Felippe de Souza Le, para as-
sistirem a missa que manda celebrar p >r alma de
tao venerando cidadSo, na cidade da Victoria, s
7 horas ia manha do dia 28 do corrente, stimo
do stu passamento.
Recife, 26 d.' Oulubro de 1886.
Ji zuin i Arehano do A P nentel.
i6-Lua do Cabug-16
O abaixo assignado venden no3 seus ven
turosos bilhetes garantidos os premios so
guintes: 1 dezena do 1* premio 71a 80, n. I
com 10$, n. 29 com lU.-j, n. 41 a 50 com
10O00, 13370 com 2:000,, 22450 cera
500)5 da 6a parte da Ia lotera.
Cut vi da-sc. aos possuidores a virem rece-
ber sem descont algum.
Acham-se venda 03 venturosos bilhe-
tes garantidos da 7a pirte da 1' lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so extrahir
quinta feira 28 do corrente.
Presos
I Vigsimo 1^000
Sendo quantidade superior
a l>0:OOO
A dezena 9000
Joaquim Pires da Silva'
lfflTT
Aos 100:000^000
BU.UGTEM fttaiVUllON
Pra^a daindependen
cia ns.; 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 6a parte
pa 1* loteria extrabida hoje, 21 do corren-
te, os seguintes premios : de 4:000i em
o n. 1353, outros de 2:G0OJ0O0 em os ns.
3856, 12085 e 17315, outros de i:Ou0
em os ns. 16263 e 23701 e outros de 00(5
em os ns. 3967 e 11114.
Acham-se venda os feizes bilhetes
garantidos da 7a parte da 1 loteria a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Re.fe, quo se extrahir a 28 do cor-
rente.
PRECOS
De cada vig;ssimo 1|)000
Em por3o de 100$ para cima 900
Antonio Augusto do San*o' Porto
Plalas purgativas e depurativas
de (umpanha
Estas pilu'.as, cuja preparac&o puramente te-
jctal, teem sido por mais de 20 annos aproreitadaa
o os rnelhores resultados as seguintes moles-
tias : affeccSes da pelle e do figado, syphilis, bou-
boes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas e
onorrhas.
Modo de sala*
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por da, be-
oi-ndo-se ap6s cada dse um pouco d'agua adoca-
ia, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um piiula ae jantar.
Estas pilulas, de invercao dos pbarmaceutieos
Almeida Andrade & Filhos, teem veridietum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, toroande-
ie mais recommendaveis, por serem orn segnN
Durgativo e de pouca dieta, pelo que poden ser
isadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
> drosaria de Fara iobrinho *
-ll BA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
.'






Diario ce PeroambocoQuarta-feira 27 de Outubro de 1886
Tbno
Oriental.


o

/&

M
(Aye"sCherryR:ro!)

IITE.
Cmueukhe wfosscGowvuM
'ulnwnar,
Aluga-se
o 2- andar da ca3a n. 46 ra do Imperador, tem
52 salas, 5 qnartos, cosinha fra com 2 foguea, 1
de trro e tutro de tijolo, terrado eom quarto pura
banheiro, agua e gaz encanados ; a tratar na ra
do Imperado- n. 65, escriptorio.
Aluga-sc
redio n. 140 ra Imperial, proprio paca cs-
-oelecimeoto fabril : a tratas ua ra dj Comen r-
3 o. 34, com J. I. de Medeir.M K.'eo
Aluga-se barato
itua do Bom Jesns n. 4 i, I aDdar.
So de Lomas Val 1-ttiiuM 4, com s;tao.
Largo do Mareado u .' 7, i ja com igua.
As easasda ra I. '' mh fSuasauna n. 141
Boa da Baixa Vl> n. f, sitio c m vive;.o.
Vata-se na rij> do Con murcio a. >, 1 andar
esjriptorio de Silva fiui.naiea ib. C.
.iua Viseonde do Uoyauna N. 79
Aluga-se
. -S n 1 iiii j oibiaoca do Gomen, cm Santo
--maro, tem eui' : ti atar na rus da Imperatriz
> 32, 1. and>r.
Aluguel barato
Alugi-S' o importante 1- andar com mbito bous
ejnimodo ra da Ruda u. 17 ; & tratar no lar-
to do Veteado n. 12.
Aluga-se
o segundo andar da ra de Lomas Valentinas n.
100, no oito do T< reo : a tratar no 1- andar.
Aluga-se
u_na amsa na ra de S. Jorge n. 20 (Kecife), com
5 qusrtos, com cosinha, 2 calas, quinta! com por-
teo, ete. ; a tratar ua ra de cauta Thereza nu-
mero 38.
Aluga-se
orna casa pequea, no becco do Fundi n. 5 (Boa-
Vista) : a tratar na ra de Santa Thereza uitme-
K 38.__________________ ______
Sii:o,aluga-se
Com casa para familia, tendo amitos nrvon-d s
dando fructo, e logo junto ezcellente beaba sal
gade, na travesea do Motoculomb n. 4 (Afoga-
dcs), perto dos bonds e do eaniinho de ferro ;
junt do Iilm. Sr. ebefe Lima : a tratar na ra de
Santa Thereaa n 38.
Sio,aluga-se
Encllenle morado
Com casa para familia, alguns arvi.tedos, todo
murado e fica perto dos bonds e estrada de ferro,
i ra de S. Miguel n. 99, em Aff-igados, dt fronte
da saboaria a vapor ; a tratar na ra de Santa
Thereaa n. 38.
Ama
Precisa-se de duas amas, urna para comprar c
cosinhar e outra para engommar : a tratar na
ra da Palma n. 29.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de familia
que seja perita cosinheira ; a tratar na ra Duque
de Caxias n. 59, 2- andar.
Ama
Precisa-te de urna ama para engommar e eos
tarar perfeitamente ; a tratar na ra de Kiachucl-
lo n. 57, portao de ferro.
Ama
f'i ccj -sr de urna ama para casa de pequea
s 'i'lia; h tratar na ra do Paysand a. 19, Pas-
*._-j'!i da Magdalena. ______________^^
Ama
Precisa-te le ama perfeita cosinheira ; a tratar
na ra do Cabug n. 14, sala da frente, de meio
dia aa 2 da tarde.
Ama
Precisa-se de urna ama para lavar, engommar
e mais servidos de urna cata de familia ; na roa
larga do Rosario n. 10, 2 andar.
Precisa-te de urna ama para cosinhar, que seja
perita e que durma em casa do patrio ; na ra
de Riaehuello n. 57, porto de ferro.
de 3X9, 4X9 e 3jffe ; vndese na serrara a va-
por de Climaeo da Silva, caes Vinte Dous de No-
embro n. 6.
DO ENGAS do ESTOMAGO
DIGESTES DiFFICEIS
Dyspepsiaz, Gastralgias, Anemia,
Perda de Appntte, Vmitos, Diarrhea,
Debihaide das Cnangas
CURA SEGURA t HAP:>A I'GLO
ELIXIR GREZ
TONIC)-C>IGEST!VC>
eom Quina, Co9*t t Vepninn
Adoptado eni todos os H os pitaes
MEDALHAO HAS EX>0SI{flE8
PARS, r. Lilwit.34, e tm iu u faiMriN.
Luz brilhante, sem Fumo
0LE0AR0MATIC0
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MARTIETS* BASTOS
JPernatnbtAco
NUMERO TELEPHqnICO I M" 33
Agua florida. ExtrnLicia de flores bra-
sileiras pelo seu delicado pi rfume, su&vida-
de e suiis propriedades benficas, excedo
a tudo qu< Beate gaitero Uin apparecido de
mais celebre.
Tnico americano. E' n primeira das
preparares para a tonserva^ao dos ca-
bellos. Extingue as caspas c entras mo-
lestias capiilaree, faz nascer os cabellos,
impedo que embranqueyam e te:n agrande
vantHgem do tornar iivres de habitantes as
cabecasdos que os usam.
Ole o vegi-tal- Corcpcsto com vegetal
innocente, preparado para ainaciar, for-
tificar o dar brillio aos cabellus.
Agu;i de'ni.ifricia. ExaHlente remedio
contra a carie dos denles, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o iuo hUito.
VeDd'-se as principues casas desta c-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TF.LEPHONE N 33
Tricofero de Barry
Garante-se quofaz nas-
cerecrescer o cabello ainda
aoa mais calvo, cura a
tinha e a caspa o remeve
- (odas as impurezas do cas-
co ta cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahirou ele embranque-
eer, o infa'.livchncnto o
toma espesso, nutri, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Treparada segunda a formula
original nnada jielo inventor eui
1829. o nico perfume no mun-
do que t- m .. ::pprnv:icaoofficial de
un <: nenio. Te:u dnas vezes
L,Tinciaqu( (jualquer outru
i dobro do tempo. E' muito
maia rica, suave u deliciosa. E'
limito mais tina e delicada. E'
p< -muiente e afrradvel na
len<;o. E'uuasyt-zns mais refres-
canto no bunho e no quarto do
doente. # E' eapaciAco contra h
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
[.' '
i!
Xarope e Tila Je Renter No. 2.
42rrZ8 DB SAl^O. DPOK DE U8A1^-.
Cura positiva e radical de todas as formasde
escrfulas, Sypliilis, Feridas Escrofulosas,
Affecce8, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo ipom perdado Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue^Figado, e Rins. Garntese
qne purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
e restaura e renova o systema inteiro. 4,
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian
Sis e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
* em todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco M&noel da Silva & C.
Aocommereio
O abaixo asaignadn. na qualidade de procura
dor dos >-srdeiros dj finado Antonio Jos Rodri-
gues de Souza, declara ao respeitavel corpo Cum-
irercial, que o Sr. Veriato Sevenano Gomes de
Castro deixou de fazer parte da firma Jos Augus-
to dos Santo 1 & C, da qual fazia parte cono to-
cio comaaanditario e nico capitalista o mesoio
finado, e dito Sr. '"astro como socio de industrie,
ficando todo o activo e passivo h cugo dos her-
deiros do dito finado. Recife, 11 de Outubro de
188.
Manoe| Martin? Fiuza.
Apolices provine aes de 7 0|0
Compra se a plices pri.vinciais ; n ra Duque
de Caxias n. l(i, leja.
Excclcnt inorada na
Torre
Aluga-so uma casa com commodos sufticientes
para familia numerosa, eom gr-inde t-ifio e j::rdim.
muito fresca e aleen-, a margeiu do rio, em cujo
portao termina a linha dos bonds, fundo na mar
gem opposia do rio, a estaco da Torre, da coin-
paubia dos trilbos urbanos do Recife Caxang :
a tratar ne tecife, ra do Co'rraereio n. 46, pa-
vimen'.<> terrro,
Cocheira da ra da lmperati'iz
n. 9
TELEPHONE N. 189
O abaixo assignado avisa aos seua uinigon, fro-
ruezes e ao publico em geral qu A-evedo Villarouca despedio-se da administracaj
u aua cocheira, ra Ja Imperatriz n. ), d
o dia 9 do corrente, tendo ate todas aa eootat,
ficando a mrsma sendo administrada pelo Sr. An-
tonio Joaquim Moreira, a cargo de quem se acha
taii.uem a cobranca; espi-ra, pois, merecer a mes-
ma eonfianea doa rus fregu
Reerfe, IB de Outubro de 1886.
jote Pedro tLodriaucs da silva.
Criado copeiro
Precisa-se de um de
14 a 16 anuos, ra ra
de Riachuelo n. 17.
Eii?:oniiua Precisa-se de urna aua que engommc com per-
i ; na ra do Mxrqqez do Herval n. 10.
Cal de Lisboa
muito nova ; vendem Palmeira o C pa larga
do Rosario, n. l'~i.
Criado
Precis-se de um rapaz ; na iravessu do Corpo
Sauto n. 27.
Coslureiras
Ha roa do Imperador n. 55, 2- andar, precita-
sede cosfiireir.-is.
Costurein?
Precisa-se de urna net a que cosa com perfei-
eio ; na roa i.i Marque* di Herv! n. 10.
Attcnditc!
t quets da ultima invencSo, para caanmeatM,
etc., etc.. de Jos Samuel Bot>'lbo ; a tratar na
ra do BariTo da Victoria, loja n. 20, e ra da
Cadeia oo Heeift, ioja o. 4'5.
wvifvwirvwwwwvwwvifv^.
DAY& MARTIN
r'o.'.ioetfor dt Sua Hajuttit i Ralrht di tnfitttrrt,
da Enroito *j Uarlnhi brifinlot.
ORAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GR AIX A em pastaUNCTUOSA
OLEO para AEEEIOS
tUntasqunaccsuno p>r>iininu'tn{i4{Mcttrt
sfi tsdis n flirmn.
DBPOS1TO QBBAl. BM LONORIB :
", Bigh Ilolborn, 97
Batea***: IUH" LHSIlUtr,
De Figado de Bacalhau Pancretico
X>2 DEFBESNE
TODOS OS QUE PABECEM MOLESTIAS DO PEITO
Devem lar o aeguinte
Este oleo tem o aspecto de um reme branco
que se pode diluir no leitc, cha, chocolate on
caf. Possue todas as virtudes e propriedades
de to precioso remedio, e tambero toma-se sem
repugnancia alguma pelos doentes mais deli-
cados ; gi acas efficaz addicao da Pancre-
atina, chega no estomago, digerido de tudo,
e nunca provoca nauseas nem diarrhea.
Depois de um seranumero de experiencia
praticadas nos hospitaes da Corte, este medica-
meut obteve a approvacao dos mdicos da Fa-
euldade de Pars. Hoje em dia, todos os mdi-
cos receitam o Oleo de Figado Panera-
tico de Defresne, como nico remedio
para curar radicalmcnto:
LY-nrUATt SMO, KACUMTI8ME
TSICA Pn.MOXAR
e mais affeccOes que impedem os effeitos da
nutrico e assimilaco.
KM TODAS AS PHARMACIAS
Hotel de Febcribc
JoSoda .Silva Vlanova, propri tario des-
se aprazivel etftabeleciiDeQtO] situado na
mellior casa da povoayJio previne aos anua numerosos freguezes que,
o ter competentemente remontado este
auno, e prompto para attonder os mais ur
gentes gostos.
A grande concurrencia cora a qual foi
honrado a festa passada, animou-o a nao s
crear novas commodidades para os seus
hospedes e inquilinos, como tarabem a am-
pliar a serie de jogos e passalempos que
ser2o na uccasiau em que o calor ufugentar
do Recife nacionaes e estrangeiros oji bus
ca do ar do campo, em nenhuina parte
mais ameno que iJli, a mais bonita o tran-
i .iigressSo. Para que se a vali da nio-
di.idade dos precos, toma a libunlado de
offerecer aos seus numerosos freguezes a
presente tubella, que soffrer descont
qtiandose tratar do tainilim cu de ajustes
por atacado.
Tabella dos precos do hotel
Oormina em quarlo separado, com di-
reito ao banho, refresco e cal pela ma-
ca 1#.
Almcjo, contendo dous pr^tos aegumio
a lisia, um copo de vinho, caf ou ii ,
etc. I.
Juntar, tres pratoa segundo a lista, so-
Lre-rnesn, utn copo de vinho do pasto, e
caf 1($500.
E' O CASO K KXl'KltiJlENTAK l'AKA JLOAK I
Jogos de jardins.
Jogus (i Salio.
Divertiiueutos ao ar livre.
Concertos em lecto cnxuto.
InauguracSo do Club das Corridas.
Msica gratis.
Surprezas, luyatenos.
Uoa palestra e... tuti quanti...
A' Beberibe rapazeada, A' Beberibe,
olhem bem (isto muito em segredo) o Villa-
uova s nao go3ta do FIADO !
PovoajJo de Beberibe, 5 de Outubro
de 1886.
Joao da Silva ViUanova.
Aviso
Para conzinliar
Pncisase de una ama ; a tratar na ru,a de
Mrquez de Ol'nda n. 41.
Superior vinho de Fasto
Loureiro & C. receberam pelo Ville de Victoria,
por cncoinmenda e emita propria, e que ba de mais
superior em vinho de Pimo, do nosso mercado.
Em pipas, quiutos e decimos, vendem em grosso
e a retaibo, e pedein a seus fregus* s e amigos o
favor de experimentaren). E muito proprio para
hotel*, restauran! c casas de familia. Eucontra se
venda no estabelecimento de molhadea dos mes-
mis Loureiro & C, Pasaagem u. 7 ; Augusto Fi-
gneiredo & C Recife.

PAST1LHAS
D8 AN6ELIM & MENTRUZ
C9
3
as
so


as
se
se
Urna senil ira habilitada offereee se para dar
litocrf de desenbo crayon, pastel, aijuurella,
bem como a tirar letratos, cm casas particulares
e em cillegios ; a tratar na hvraria Iraaeeaa, ra
Primciro de Marco n. >.
Aos sensores fle eagetilio e ootros
Tomeiu nota
frilhos para engenhos
WAQONS PARA CANNA
Locomotivas
aachnismo compleo para ea-
genhos de lodos os lmannos
Systema aperfeijoado
Especificares e precos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
IV. 5-Ra do Commercio
N. t AlmdoacimaB & C, tem cathalogosde
mu t implementos necessarins agricultura, como
.ambem machinas para descarecar algodao, moi
nhos para cat, trigo, arroz e milbo; cerca de fer-
ro galvanisado cxcellente e mdico em preco, pes
loa nenhuma pode trepal-a, nem animal que-
bral a.
eBUCHU
i
CvlNY* Tota
MOLESTIAS te VAS BDIBIIS
i
4?
cr.
ea
O Remedio mais effcsz e
Ceguro qut se tem descoberto ate
hoje para expe'lir as Lcn brlgas.
MQBliAYOl -HIERES
Atl^nco
Aluga-se era urna caBa de familia, um quarto a
alguma senhora viuva ou soiteira, que seja de
conducta moralizada ; trata ce ua ra do Mr-
quez do Herval n. 18.
Madainoiscllc Cotinha
Ainda c utiiiH na ra ilo Imperador n. 55, 8"
andar, onde suas amigas % treguezas podem eil-
contral-a .ara comprar Ihe os trabnlhos, que como
modista desempenha, Cmo sejam, toilettes e pin-
teados de lodo gosto. de accordo com os Sgurinos
modernos
Lindos aliiuns
pap". cromi'R, e cromos para os meamos, receben a
i.itrnrln ParlMlenaie
I\. 7 A Una Primeiro de MarcoX. 7-A
Bazar sde jiassaros
Rata Neste estabeieciuientn eiionfrn te sempre gran-
de sortiminto ce especiara pausaros e gaiolas,
nacionaes e estrangeiras, fruc'as de diversas qua-
lidades, balaiohos para ninhos de canarios lio
imperio, jarros e cestos de timb, tr>.balho muito
aperfeicoado, a saburota pir.enta em conserva em
lindos frarqninhos viodcs da Amrrica, pelo barato
HH) is. cada um, c outros inuitos gerie-
roB, que se tornain i-nfadoi*no meacionar, tudo por
SUSPENSORIO IWIILLERET
Das'.fco, sem ligativas debido dai coxw.l
l'u.- i etntw an f exioiic.finxi* h-M.renlu >s; tripada^
etn e< da ;u.
PDMDiS DE TQOOS OS flSTEHSl
MIIAS PARA VAIIIZES
ULEMT.LEGOlilBEC.tnr.-'Si.T.Pinii. 49, r. J.-J. BmuMat!
aaoisiRADO
Marca
Hgislradt
preco de
ros, que
precin m I
Casa no Encana ment
Alaga-te urna casa com duas talas, dous quar-
tos, cosinha fu e cacimba, nova e aluguel
commodo : a tratar roa de Pedro Affjaso n. 4,
antiga da Praia.
ahirgeni deJaguaribe
Abri se rt lo Bom Jasus o. 23,
um arroazeru onde se vende constantemetf-
te a superior tal virgeui de Jaguaribe,
acondicionada un barricas proprias para o
fabrico do nasucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida p*Io prejo
fixo de 6|5000 a barrica por contra oto que
fea o Sr. Vicente Nascimento com o r.
Jos Costa Pereira proprieta rio do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras Ihe d o nomo
E' encarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr. SebastiSo Bczerra,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
ttaracMunina
Catarro cronico ta textga,
trrltayo do canal ta urstra,
Molestias ta prstata,
ihcontlnancta ta Urla&,
Arela na urina, ete.
8WANN, Pharmaceutico-Chimico.
_i?A3IS, *, aua caariGUOM, .1*. PARS
EMULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fiffado de bacalho
COM
Hypopbosphilos de cal e soda
ipprovada pela Punta de iiy
giene e anforJsada pelo
goveruo
E' o melhor remedio at hoje dencoberto para a
iinira broncblte. etcropbolaa, ra-
rtiilin. anemia. < rltiliiladr *-m ceral.
lieOaxon. late elirmiira nlTerrAm
iio pello e da gnritanta.
E' muito auperior ao oleo simples de figado de
aacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes mediciuurs e uu-
tritivaa do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituintes doa hypophosphitos. A' venda nat
drogaras e boticas.
Deposito em'Pcrnambueo
U commercio
anocl Lourento da Silva Oliveira e Alipio da
Silva Apoluuio, teudo comprado at> Sr. Antonio
Perreira Prente o ettaiiilcclmento de molhaos
que o meamo senhor tiaba u roa do'Oapitao An-
tonio de Lima n. 08, dedamm quenada teem eom
o activo c pussivo do mesmo estabelecimento, i.or
lereta fic-idu a cargo do mesmo Sr. Prente. E aa
alguem se julgar coto di re i to a alguma reclama!
cao, qneira fuzel-a no pn.ao de tres das, a contar
desta data. A nova razio social ser Oliveira &
Alipio- Hecife, 24 de Outnbro de 186t.
Precisa-se
alugar orna casa terrea com bona eommodos, que
tenua totea corrida ou que seja assualhada, ou
mesmo cata com totea, qne teia em Santo Anto-
nio ou S. Jote, com agua encanada, e bom quintal :
quem tiver e quizer alugar, faga favor de deizar
carta nesta typograpbia sob as iniciaea N. O., de-
clarando onde a cita, o aluguel, e com quem se
deve tratar e a que boma.
>JJSEIH1S1515151S1SIS151S151S151
VINHO E GRAGEAS mm VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiado coa medalhaa de Ocupo e Ptata
PELA. ACADEMIA NACIONAL
Ordenadc no bospitaea da Franc. Amoric, Inglaterra, HuiaU, ao.
Administrar sob forma mui fcil e agradavei todos os elementos curativos do ola*
evitando assira o cheiro e sabor nauseosos d'ette; alem d'isao esta preciosa ni uparauaa
tem urna superiordade incontestavel sotare o-, oleo porque pode ter usada doraata a
grandes calores em luanto o uso daqueUe iaapossivel, tal o eminente servico praatad*
peo Doutor VIVIEN; a experiencia tem confirmado o bom xito ..''este producto.
Exigir a firma do inventor H. VIVIEN em duas cores ao redo.- do garsa.ro da cada
yai-i-aia com o Bella de uniao dos Fabricantes o, boulevard Strasbourg, tm PARS.

XAROPEd reinvillier
Cor
Laureado pela Academia d Medicina
'*^-,-^ Cav alharo daLegio de Honra rf'3&
o^
O pnosphato de cal a substancia mineral mais abundante do organismo e toda vez que sua
Faculdades
cado
cilieo mais scgQrO contra a Tsica pulmonar, Broacbitt* lironicu. Anemia,
Racliitlsmo, Debilidad.' do Organismo. O Xarope ilo !> IleiKCillier admniislrao
diaiiamoute as crianeas faclllU a deatico e o ci-escluieuto :nas maes e amas dj leite torna o
leite mellior; impede a carlu e queda do denlos to froquentes depais da prenez.
quantldade normal dlmlnue resulta umaalTeccao orgnica grave.
Mais de cinco mil curas, a mor parte justificada pelos Professores e ^.eaICOs das racuioa
forao obtidas intimamente e fizerao eom '[vie o Xarope ta Mt' Heinrillier fosse classlllc
Deposito.- Pharmacia VZREITQtTS, 8, Place de la Magdeleino. VASIZ.
Em Pernambuco: FRAX" XI. fta SILVA & C, a as tfincipaes Pharm.icias o Prcganas.
Compras por atacado
O Pelloral de Cambar
tem prec/is especiaes pra amelles que compra-
rem grandes poredea. Uistribu-m seimpressos
quun is pedir, contri. In as contlices de vendas :
ua ruado Mrquez de Oliirla n. '23, drogara dos
nicos gentes e depositarios geraes
Francisco AL da Silva & C.
Cottatelbeiro Souii Iiro
O Visc-jude de Campj Al gre, D. Anu i Marca-
lina Pessna de Mel'o, Dt. Miguel Felippe deSuuza
Lcio, capitaO Mauflel Felippe de Souza Lea^. l'r.
Fflippe de Souza Lean, senador Luiz Felippe de
Souza L'uo, 15aroueza de Melenos, Viaconde de
Tabatiuga, corauel Joaquim Uaximioi Pereira
Vianna, Dr. Felippe de Souza Leao ISobri'ihj, Dr.
Antonio de Sena Lea.), Luiz Felippe de Souza
Leao Filho, Dr. Sigismundo Antonh Goncalves e
suas familias, suinmamenre condoidos pida mortc
de tiupr. s-ilo irtnto, eunhad". rio e amigo, cou-
seibeiro Jos Felippe de Bonn Lioio, rogam a seus
puentes e amigos, e a^s do finado o obsequio de
assistirrin as miboas que por na a na niandam
res.-.r na matriz do Santo Antonio, as 8 horas do
da 28 do corrente, quinta-feira prxima, setimol
da de sen fallecimeoro
l.uiza ai i; de Jimis \u%ier
Antonio Francisco dos Santos, su i niulhcr An-
ua Rosa Garca dos Santos e seus albo?, Dr Ma-
no. 1 de Soasa Garca, sua uiullier e flhes (au-
sentes), agradcelo do iniiino d'alina atlas as
pessous que se dignaram acompanbar So cemilerio
publico os restos mortaea de Ula tempro lembrada
eunbada, ruia a tia, D. l.uiza Mara de Jess
Xavier, e de novamente convidam as mcsnias pes-
soas assistirem ni miaaaa, que por alma da mes-
ma seraj celehndaA no dia '8 do corlate,
horas da maulla, no convento do N. S. do ('armo,
stimo dia de sr-u infeliz paeseracuto, pelo que se
confessam acriidecides.
W GBIU!
Sem dieta esem modifi-
ca ^oes de costumes
Laboratorio central, roa do Viconde [do
Rio-Braneo/ti. J4
Esquina da ra do Reqente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo pilar
Diaceuco Eugenio Marques
de Hollanda ]
pprovados pelas juntas de hygiene da Corte.
Repblicas do Prata c academia de industria df
Pariz.
Elixir de irabiribina
Kestabelece os dyspeptico<, facilita as diges-
tes e promove as ejeccoes ditKcies.
Vioho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a bjpoemia
intertropical, r. eoustitue os hydropicos o benbe-
ric H.
Xarope ae flor de arueira e mutamba
Muito recommi-ndado na bronchite, na hemop-
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
Jaran jas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, ua fysica.
Pilulas ante-peridicas, preparadas nom a
pererna, quina cj.iborandy
Cura radiealmente as febres intermitientes, i.-
mittentes e perniciosas.
Vinho de jurubeba simples e taaibeiu tur
ruginosa, preparados em vinho da caj
Efficazf'a naa iiflaunacoes do figado e bac
igudas on chronicas.
Vinho tnico de capitana e quina
Applicado BM convalessev's das parturientes
ateneo aateiebrit.
Deposito : Francisco Manocl da Silva Francisco llanoel da Silva & C.
-RA MRQUEZ DE OLINDA-23
I, leanna Beierra de Andradc
Alfredo Correia de Oliveira, Pedro Francisco
Correa de Olvern, Jo Baptista Correia de
Oliveira e Samuel Bemvindo Correia de Oliveira,
tristemente impressionados com o faUecimeoto de
sua presada a\u, D. Joanna Bezerra de Andrade,
succedido a 21 do corrente. un engenho Uruah,
em Goyanna, rocram a todos oa seus i rentes c
amigos a caridade de assistirem as miesas que,
por seu descauso eterno, raandam celebrar as 8
horas da man tul do dia 27, stimo de seu passa-
uunto, na igreja matriz da Boa Vista desta cida-
pe. Por esse acto de rtligiao se cunfc;.-iin tum-
mamenie grt>s
c...
uiC^JP
Manocl Barbosa Camello e Julio Emilio de
Carvalho mandam celebrar missas na matriz desta
cidade, i'u 6 1|2 horas da mauh do oia 27 do
corrente, trigsimo dia do fnllecimento de seu
amigo, Antouio Antunf da Silva, e conridam os
parentcs e amigos do tinado assistir a esse acto
jo religiaa.
Pao d'Albo, 23 de Oatobro de 1886.
D. Joanna Bezerra de Andrade
Alfredo Correia de Oliveira o tua inulber, pun-
gidos da mais acerba dr pelo passameuto de sua
presada av, D. Joanna Brxerra de Andrade, con-
vidam aoa seus paren tes e amigos para assistirem
s rnissas que mandam resar na capclla do enge-
nho Conceicao, as 8 horas da manb de 28 do cor-
reute, 7 dia do teu fallecimento, pelo que desde
j se confestam agradecidos.
Ust remedio precioso tem gozado da acceit
;.1o publica durante cincoenta e sete annos. com-
^ando-se r. sua manufactura e venda em 18370
Sua popularidade e venda nunca forao to exten-
sas como ao presente; c isto, por si inesmc,
offereee a melhor prova da sua etncacia maxavii-
hosa. ,
Xo hesitamos a diaer que n3o tem delicado
cm caso alguin de extirpar os vermes, quer em
rcancas quer em adultos, que se acharo afilio
'os destes inimigos da vida humana.
N.o deixamos de receber constantemente
ttestacOes de mdicos em favor da sua emeacia
admiravel. A causa do successo obtido por estn
remedio, tem app?.recido varias falsificafes, do
sorte que deve o comprador ter muito cuidado^
examinando o nome inteiro, que devia ser
^ermifngc fle B., FAHNESTOCK
Elixir carminativo e tnico do
pharniac'lico Ve as
Remedio que cura dvpopaias, astralgias e to-
das as perturbacoes li_-ad.s desarfaojos de es-
tomago e intestinos. Aeuuselbado por varios cli
nicos dos mais conceittiadi'S desta cidade, acha-se
venda eieluriv>ui-iire 11.-1 phannacia .imerieaua
de A. fcl. .eras & C-, naa Duque de Caxias nu-
me r* ^'7.
Oleo para machinas
Em latas contendo cinco galoes, a 9OO ; ven-
de-se nos depsitos da fabrica Apollo. _________
Aviso
A Sra. D. Msrla Arcbanja Cavalcante de Albu-
querque, mi da Exm.* 8r. Baroneza de Vera
Cruz, senhora do engenho Monjopp, qneira ter a
bondade de mand'ir p^par a Jos Feliciano de
Nazar tii a quaotia de S.000/ e tantos de xarqne
que Ihe remetteu pa alimentacao de sua fabri-
ca n engenho Tamatupe de Flores, alem dit>: 1
quanda aeu filbo Joao Cavalcante foi para Furor a
e que ficou a dever-lhe urna lefra de 2:00000
tanto, proveniente ainda de xarque, elle foi a sua
casa fater-lhe ver isto, assim como se devia con-
tinuar a maullar xarque para supprir a sua fabri-
ca, e uhs palavras foram estas, que ainda hoje
nao as ne(ra, o senhor pode continuar a mandar
porque h sua divida eetd segara, porquanto se *
meu filho morrer na Europa eu Ihe pagarei, e se
fii morrer prineiin alii ,-6t meu filho para Ihe
pagar, palavra estas que confessou a outras pe-
soas, que mais tmlia dito; i.lerc disto a !->. Barc-
neza narra e rica e na tem filhos, nao necessita
portanto que a >'r D. Mari* por meios menos
proprios aeeumule fortuna para Ibe deixar de he-
raiiv 1. Esta divida alem de tudo urna divida
orovenieiite de xarque para alimeotacao de sua
fabrica e nao llevo aer igual as outras que V. Exc.
doixcu de pagar.
ba Pmatnbvco:
Este MEDiCAMEtirro Je ma gusto agradavei, adoptad com trrande xito ha
tais de ZO annos peioa mellioies Mdicos de Harlz, cura os De/tuxo; C'iiie, Tost,
Iras d Qaroanut. Caitrro uulmur. IrrHo.tbm U daa Vio* nno-iti la fitcw.
yaaaif^PlililifiiwtijBai^p.^.^^ppaiai^aiaitiai^tjtiyttiai*,^*,,,
SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOILETTE, OS BANBOS E CUIDADOS PR AS CJUANpA8
Este SABOXETE, vtsrdmdtslr* antisptico, o maia efficaz para a cura de todas aa
tnOLESTIAS DA PILLE
SAPO CARBONIS DETERGENS
i.avm vosttu Crianrus tomo SAPO CARROSAS VETERUEXS afm de prMtgtlrOt contra
o SARAMPO, a VARILA a a PEBRE ESCARLATINA
Estes 8ABOXETES sao recommendados pelo Oorpo medico Inteiro porque prevlnem aa
MOLESTIAS EPIDMICAS c CONTAGIOSAS e te adapto a qu*m*r cima.
MARCA DB FABRICA NOS ENVOLDKROS B MOS PKS
Dapoadto sroral: 'W.'V. 1VRIGHT SO C, Soiatliwaxlc ONBRES
Bxia. Pernambuco : SVaj.33. TtOl. da SILVA &.__________
mmtmmm+mm


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lataaaaaaa^i ata >> a aaaaaaai

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s
Diario de PernambucoQuarta-feira 27 de Outubro de 1886
-----------------------------------------------------------------------------'
GRANDE
__ Vend'i ni a casa de m.>lhados .ita ra Di-
reia doe A fugados n. 10 : a ti atar na tncsma.
Coclicira a venda
Vende-se nesa co< heira cora bons carros de pa*-
seio, bem localisada o afre^ucrada, por pisco imii-
to mdico em rar.o de seu dono nfi<> poder
niftr r pi r ter de faser urna \ iafrem : os pre.tea
denlos achara:" cora quem tratar ra ri;> DiiqOo
da Caxiaa n. 47.
4 Vencedora
Ra da Impera"tris 82
J. II. LpMO* (luirle
*i"t,> ettabeleeiuieuto encontrar o publicc
semprc ntn eoopltto sormento de iniudccaa e
nbjecfos de moda e phantasi, e grande eipoico
de brinquodos pira crianza, per preco sein ci-in-
petenea, a saber :
Leques do diversas qualidadis. ,
Socos paia enanca.
Chaposinhos e sapatinhos para baptisado.
Enxovaes completos para baptisado.
lucos de todas as quali .des e cores.
Sortimento completo d* titas, cures cqualidades.
Puuhos ecollarinboi pura hnmens e triihoras.
Completo aort.roeuo ''e la de todas as
2S.800 a libra.
Eapartiili
Orando aortilaVato de meias brancas r de cores
cara i omens, stnhoras e meninos.
Objcctos de plaqu : .roche., pu.aeiras, brin,s. j fcy^ **
voltas, uluai tes e mais artigos.
IVrlqinari tu 'le t->ias M8 qil ililiid 8.
Velas de cera e bog^as d.- t idos oj tan allos.
liUtn
r>e S' Ja. lirado inteiru.
dem, rre O braco.
. a a, 3 i b'Ho.'S.
:: de EaOOMM.
dem pul .. de -. 8 e 4 hofops.
I,ua le pelllra
Al.~iO()o par, e ina.s mu infinidnde de arli-
_t''s ojue seria colad do......amerar.
0 proprietano deste estabelecimento eoi
"tns frcgii"2i"s e especialmente .i Exims, fami-
lia! para vis tarea o mu etbolecimcnto, e ava-
eiai fien dir .
32Hoa '': IropcratriZ8
Nms is.nhis
A 3O c lOO res o eovado
Acabara de CMgar | ara a l'Ja da ra da Iin-
Teratriz n 3-J, nin grande e bonito sortimeatio lie
has de B res pala Vestido*, Bsado f senda de
rauita phantasia, eom cores clarea e vacgtaa, a li-.
m se a 320 e 41)'' is eovado, por haver '
'i reir
Exposifo central roa larga do
Rosario 1.58
Damiao Lima & C, cbamam a attencao das
Exmas. familias para os precos seguintes :
'Jarri'teis de 200 jardas a 80 rs.
f'ecas do bordados de 200 a 600 rs.
Ditas de uui palmo a 2500 e 3J0OO.
Fita n. 80 para faxa a 2*500.
Loques resatas e D. Joannita a 1/000.
Frascos e extractos de Lubin, grandes, a 24000.
Leques i D. Lucinda Colho a 6*000.
Toalhas felpudas a 500 600, e 1*000.
Diuia de meias para h> mem a 3g000.
Ditas para senhorss a 3*000.
Lina.; de seda a 2*000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colarinhos de linho a 500 rs.
Ditos de algodao a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordao p ra vestido a 20 ra.
nvi.iiv is grandes a 320 rs.
Urampos invisiveis a 60 rs.
Um loque de setiin (noviSade) a 65500.
Ricas holcinhas de madreperla de 1*500 6*.
I.;i pan i ri .r 2*800.
lima capilla e veo tic 15*000, por 12W<0.
Um esnelho de molinra por 5*500.
Urna boMca grande le cera por 25500 e 3*000.
NA iXPosigO CENTRAL
58Ba Larga do llwario38
Serrara a vapor
Caes do Capibaribe u. 'H
N'esta serrara, encontrarlo OS suihoros fregue-
ses, um grande sortimento de pinh i de resina de
inca a dea metras da eomprimemu e de 0,08 h
1,34 de esqoadroe Garante-te preco mais como-
lo do qu em ontra qoalquer parte.
Fran Mi cedo.
A Kevoluco
Menean
Vende-se uma rmaeao envidracada, propria
lia I' zendas ou milhados, em p-rfeit > estado
- na ra dalmpera'riz n. 52.
Pinio de Riga
Acaba de cliegar pelo Bngue Atalanta um com-
nifto sortimento de piulio de Riga da melhor qua-
lidade e de diversas dimenpocs, como sejam :
4 X
4 X '.)
1 X 12
.-: x n
X '.'
2 X 12
e taboas da mesroa madeiri de 1 e 1 1/2 polle-
llanas.
ndeto MATHUE- AUSTIX i C, ra do
a I (jeramcrcio n. 18, andar, ou ua caes do Apollo
n. 51, por precos cjmmodos.
VERDADEIROT T) T}r.VLIQUID0
PURGATIVO illl U IPILULAS
aaeiEiiiic
4HAR
TTIM
PI'RCIATIF LE RO
TIIMIRI PllSATIVI MJ CODII EeliLCORD
Os Purgativos Le Roy justifican!
rsua reputaco secular e sua superio-
idade por ciilbates de curas; hoje sao
'adoptados por toda a parte, de preferencia
qualquer outro para cura rpida e pouco
A Vis
[Dei liiiJiii rMuallal mi mu billete
I lita lophjt.qica, a a >
i onerosa da?
MOLESTIAS OHRONICAS
sal coofaecidas, ma'. curadas, e consideradas seni
razao como incuravet*. Nao existe medicacao mais
fficaz contra os humores, pituitas ou biles alterada
jue provocam ou entretecm estas lorigas affeccoes; nao
reconslituinte mais enrgico contra as reincidencias.
A' roa Duque de Caxias, resolveu vender
oa seguintes artigos c-oni 2i % nos do que em outra qualquer parte.
Cachemira bordada vado.
Merinos de cores a 900 rs., 1*000 e 1*200 o eo-
vado
Merinos pretos a 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e
2*('00 o eovado.
Velludilhos lisos e lavrados a l*000e~l*200 o
eovado.
Palha de seda a 800 rs. o eovado.
Las cora listrinhas a 600 rs. o eovado.
Oioedcnapolea pretos a 1*800, 2*000 e 2*500 o
eovado.
Setins damass a 320 rs. o eovado.
Zephiros cura desenhos modernos a 240 rs. o
eovado.
Linhos escosseres a 240 rs. o eovado.
Gazc coin bolinbas de velludo a 800 ra. o eo-
vado.
Zephiros lisos a 100 ris o eovado.
Ditos liatrados a 200 ria o eovado.
Chitas finas a 240, 280, 300 e 320 ris o eo-
vado.
Cretones finos a 360, 400 e 440 ris o eo-
vado.
Baptistas finas a 200 ris o eovado.
Nansuc finas com 3 padres lindos a 300 ris o
eovado.
Las com mselas de seda a 700 res o eovado.
Setinetas cem desenhos lindos a 320, 360, 400 e
440 ris o eovado.
Ditas lavradas a 500 res o eovado.
Dias lisas a 400 e >00 ris o eovado.
Puatdes de cores a 320 ra. o cevado.
Enxovaea para baptisado de 9*000 a 18*800
um.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, c 8*000 nina.
Ditas brancas a 1*800 urna.
Cobertas de ganga a 2*8U) uma.
Leneoej brancos a 1*8*X> um.
Lencos de 1*200 a 2*000 a duzia.
Twilhas lelpudas a 4*000 e 6*000 a duzia.
Bramante de 3 larguras a 900 ris a vara.
Dito d 4 ditas a 1J200 a dita.
I'i' i de linho a 2*000 a dita.
Cobertores de la a 4r00 e 7*000 um.
Fechas de l a 2*000, 3*000, 3*500, 4*000,
e'4*500, 5*000 e 6*500 um.
Chales finos de 5*000 a 9*000 um.
S-iiiis maso u 800 a 1*200 o eovado.
* Cortraauos bordados a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Espartilhos de eiuracn, a 4*000, 5*500, 6*000
e 7*500 um.
( :..! lanajns d : linho a 4000 a duzia.
Madapoloes gemina do ovo e pelie de ovo a
6*500 a peca.
Camisas de meia a 800, 1*000, 1*500 e 2*000
uma.
Seroulas de bramante a 1* e 1*400 uma.
Flanella branca a 400 ria o eovado.
Casemira diagonal a 1*800 e 2*500 o eovado.
Cortes de casemira a 3*000, 5*000 6*000 e
7*000 nm.
Camisas de linho a 30*000 a duzia.
Brim pardo a 320, 360, 440 e 500 ris s eo-
vado.
Linn coia salpicos a 500 rs. o eovado.
Fust s brancis a 36, 440 500 e 640 ris o
covadu.
Panno da costa a 1*400 e 1*600 o eovado.
Dito admascado a ) *800 o covauo.
Esgniao amarello e pardo a 500 rs. o eovado.
Cortinados le crochet, a 24*000 o par.
Henrique da Silva Moreira.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escessc preferivt
ao cognac ou agurdenle de canna, para fortifica
i corpo.
Vende-se a retalho nos tu Iheres rmaseos
nolhadoa.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO enjo a
me e emblema sao registrados para todo o Brasi
BROWNS 6c C, agentes
Mal
aivasia
Vinlio proprlo para seihoras
Em barri c a retalho : Pocas Mendos & C,
ra estreita i. > Rosario o. 9.
Teeidos de linho
A 500 rs. o eovado
Na toja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
um bonita sortimento de fazendas de linlu para
vestidos, feudo largura de chita fr mnito bonitas cores e palminbas bordadas, pe-
chincha a 500 reis o eovado, na leja oe Pcreira da
Silva. i
VAPOR
e moenda
Vende-se um boro vapor c moenda com pouco
uso ; a ver no engenbo Timb nss, muito perto
da estacao do mesmo nonie ; a tratar na roa de
aperador n. 48, 1 andar.
Maduro
Vinho poro da uva
O que pode haver de melhor para mesa, em
barris e a retalho : Pocas Mendes & C ra
estreita do Roeao* 9.
FABRICA DE CIGARROS
DE
MEURON
C.
Vende-se
urnas trras vontade dos compradores, junto a
estacao de Campo Grande, com diversos arvore-
dos de fructo, terreno de barro para edificacao,
com boa agua para beber e preco baratissimo ; a
tratar no mesmo sitio, ou ra larga do Rosario n.
2. Avisa-se que o tereno proprio.
MEURON & C. pareciparn aos fumantes e apreciadores dos s-ns cigarros,
que os podem encontrar as casas seguintes :
Hecife
M'uron & C, na da Madre de Deus n. 7.
Charles l'luyn & C, praca do Commercio.
Joo Jlariins da Silva, praga do Chaco n. 21.
Jo Pinto da Costa Sobrinbo, ra do Barao do Triumpho n. 35.
wn(o Antonio
Jos Joaquim Al ves, ra do Barao da Victoria n. 69.
Joao Affonso Torres, ra do Imperador n. 65.
Nunes Pedroza & C, ru.i, da Pcnha n. 32.
Boa Vista
Joaquim Antrnio de Vasconeellos, ra da Aurora n. 81.
Arthur Macs, ra da Aurora n. 85.
Manocl Lins Ribfiro, ru.". do Rosario n. 51.
Recite, 20 do Outubro do 1886.
VENHOgilbertSEGUIN
Approvado pela Academia de Medicina de Franca
MAIS DE SESSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de uma efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as Fbre*,
e como Fortificante na.- t'nnritlvsveiiv Falta de JleiisfruacOo, Inri apetencia, IUgent/ie/t difflcei*,
hJnfermidade* nervosas, Dbilidade.
Pharmacia O. SEGUEN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Deponanos em Pemamimco t FRAN" M. da silva o C.
e noivas
Afim da vitar as Contrafases :
Se dtvt recusar como ufficaz ou perigoto qualquer Purgativo
: Boy liquido ou em pilula que nao tahit da i si
rPkarmacia Cottin, genro do drurgiao Lie Ltoff l Rat de Seine
nao trazendo a attignrtura ao lado sobre o rotulo. \ PARI8
THES0URAR1A
xmm & tmm
Acha-sc venda a 7a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do
lleeife que se extrahir quinta-fcira, 28 de Ou-
tubro ao meio dia pelo seguite
centn: em que sahir
-?4,000 bilhetes a
Beneficio, sto e commis
sao.....
16^000 ::*4:O0O(500O
o terceiro premio
69:060^000, 2 Approxim a 9 3 e s do
--------------------; 2:0004000 para o pri-
314:940)J000; meiro premio
2 Ditas de 1:000,5000
para o segundo premio
2 Ditos de 6500000 para
o terceiro premio .
2,400 premios de 200000
para todos os algarts-
raos finaes do primeiro
premio ....
2,400 Premios de 20,$000
para todos os algaris-
mos finaes do segundo
premio.....
OO.-CC'WXX)}
3O:CKX.fll)0Ol
10:0000000;
4:00rJ(O0O
14:0000000,
10:0000000
8:0000000
19:9000000
1 Premio de.
1 Dito de ... .
1 Dito de ... .
1 Dito do ... .
7 Ditos de 2:0000000 .
10 Ditos de 1:0000000 .
16 Dito* de 5000000 .
99 Ditos de 2000000 para
acenteua em que sabir
o primeiro premio
99 Ditos de 1000000 para
a centena em que sa-
bir o segundo premio 9:9000000 5,140 Premios
99 Ditos de 600000 para
Caso a terrainagSo do segundo premio seja igual a do primeiro passar ao nu
mero immediatamente superior.
Esta lotera divide sa em 20 partes e os bilbetes em vigessimos de 800 rit
cada aro,
Os premios raaiores de 2000000 em cada pafto est2o sujeitos ao imposto pro
?racial de 15[0 e 5[0 addicional sobre o referido imposto.
EXTRALCAO PELA MACHDA FICHET
Thesouraria das loterii.8, 21 de Outubro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesonreiro.
5:9400000
4:0000000
2:0000000
1:3000010
'48:0000000
48:0000001.
314:9401000
i
Purgativo Julien
CONFEITO VEGETAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISO DE VENTRE
Approvado pela Junta central de Hyciene publica do Brazil
Este purgativo exclusivamente vegetal se apresenta sob a forma de um confeito agra-
davel, que purga com suavidacie sem o menor incommodo. E' admiravel contra as affeccoes
do estomago c do figado, a icterieU, bilis, pituita, nauseas e gazes. O seu effeito rpido
e benfico na enxuqueca, quando a c6eco est pesada, a bocea amarga, lingua suja,
falta o appetite e a comida repugna, as inchafoes de ventre causadas por injlammaco
intestinal, pois nao irrita os orgaos abdominaes. Emfim, as molestias de pelle, usagre e
couvulsoes da infancia. O Purgativo Julien resolveu o difficil problema de purgar as
creancas que nao acceitam purgativo algn, pois o pedem como se fosse uma pastilha
de chocolate sahida de confeitaria.
Deposito em Paris. 8. Rna Vivienne, e as principaes Pharmacias e Drogaras.
!Mk!lal!L'JMt
NICA II TNICA
DE FLLIOL j De FILL.IOL.
URbUpbario- J oanamti darosciHaMai
8* um Rdro. Km preparm^a o i brincos
n laTagem. sua Cor primitiva
fcpsferenl em Paria 1 FZXZiZOSV, 17, rm Tiv.-one, Plifl
a t*>na,,w c* : FRAN M da 8ILVA e C-
A' Florida
Ra Duque de Casias n 103
(.'Inmute a uttenco das Ezmaa. familias para
oa procos seguintes :
Luvaa de aeda prcta a 1000 o par.
Cintos a l500.
Luvaa de pellica por 2500.
2 caixaa de ppel e envelopes 800 ra.
Urampos invisiveia a 60 rs. o masao.
Luvas de seda cor granada a 2, 2^500 e 3$
o par.
Suspenacrioa p. ra meninu a 500 rs.
dem amer.canos par bomem a 'Si.
Meias de Escoaaia para enanca a 240 rs. o par.
Lequea de papel com torrente a 1 .
ritas de velludo n. 9 a 600 ra n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencoa de eseuiio a l5O0 a dunia.
Albuns de 15500, i, o*, at 8-
Ramea de florea finas a 1J500.
Luvaa de Escoaaia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e lo par.
Porta-retrato a 500 n., II. 1*500 e 2.
Pentea de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. nm.
KosetHS de bnlhantes chimicoa h 200 rs. o par.
Gnamiees de idem idem a 500 rs.
Anquinhaa de l*5(--0, 2, 2*500 e 3* ama.
Pliaas de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Bicos de corea com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 3* a peca.
dem com 4 dedos a 4*500 a peca.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
Idee La Figurine a. 5*000.
Bicoe de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
2*500 a peca.
dem eslreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Peotes para coco com ioscripcao.
Para toilet
Sabio de areia a 320 re. um.
dem phemeado a 500 vs. um.
dem alcatrao a 506 ra.
dem de amendoa a 300 ra.
dem dealface a 1*000.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Maceos de seda a 100 rs.
Meias brancas para eeuhora a 3* a duzia.
BARBOSA & SANTOS
Vende-se
ern bom eat.^beleeimento de molbados, com arma-
can toda envidracada ; a tratir na ra Bella nu-
me'o 3".
Tinta preta
Imprrsa, o l> rtourapliira
Vendem Ksdrigiica de l'Vria & C. latas de cin-
co e vinte cinco libras, na ra de Maria e Barros
numero 11.
PBRFUHARU 00 UUNDO ElBAMTf^
DELETTREZ
64, 56, Ra Rlchar, 64, 66
CREAgO PARIZ NOVA
E -*- RIVAL
cjjxYjSsia
SUAVIDADE
concontr-aQao
CREME OSI
SABONBTB, EXTRACTO]
AOUA DO TOCADOB
POS DE ARROZ
COSMTICO, BHILHANT1NA.
OLMO, POMMADA, VINAORB
ark.
Pertumaria OSMHEDIA assegura aos
pLIBMTBS f IBIS
UTintnde eluna i Coi sin ipul
Encontrarlo aempre na Graciosa, ra do Cres-
po n. 7, uma variada collecco de objectos pro-
prios para casamento, como sejam :
Capellaa com veos, de 5* a 25*000.
Grintldas de flores de larangeira a 5* e 6*.
uigae de seda bra-'ca a 1.$ e 2*! 00.
Luvaa do pellica branca para scnbora a 2*500
a par.
Ditas de dita para bomem a 3* o par.
Meias abortas de fio de Escoasia para aenhora a
*000 o par.
Ditas de seda branca para senbora a 8*000.
Ditas de fio de Escossih, braja-cas, para bomem
a 1*500.
Leques brancos de setim, de.6, 10* e 15*000.
Gravatas brancas de cambra ia a 800 ra.
Ditas ditas com laco a 1*000-
Ditas de setim braneo a L*'<00.
______________Uarle Pechinchas!
Sito ai aesulnlea qoe deflnitiva-
menle nao entrarao no prximo ba-
taneo
Admire m!
Bonito sortimento de mariposas e fust.'s, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o cavado !
Nanaoka de cores mimosas a 180, 200 e 320 ra. o
dito?
Linhos escoceses, navidades em padres, a 200 e
240 ra. o dito !
Setinetas, aa mais finas que tem vindo, a 320 e
360 ra. o dito !
Cretonea francezea a 260, 280 e 320 ra. o dito !
Sargelim diagonal, todas aa cores, a 240 ra. o
dito '
Popelmaa de cores, a 160 e 240 rs., liatrss de se-
da, barato!
Lzinhas modernas, a 440 e 500 ra. o dito !
Cachemiras, lindos goatos, a 600 e 700 ra. o dito !
Renda indiana (imitacao), linda azenda, a 700 rs.
o dito!
rienda, delicados desenhos, nm metro de largura,
a 800 ra. o dito !
Merinos e cachemiras, pretase de corea, a 900 ra.,
1* e 1*200 o dito !
Setim maco, todas as corea, a 800 e 1* o dito!
Veludilbo do todas as cores, lisos e bardados, a 1*
e 1*200 o dito !
Casemir.is inglesas, de cores, a 1*200 e 1*400 o
dito!
Cheriots, preto e asnl, a 2*500, 3* e 3*500 o
dito I
Caaemira diagonal, a 1*800 o dito !
Panno inglez superior, preto e atnl, a 2*200 e
4* o dito!
Pecas de esguiao para casaquioboa, a 4*500 e
4*!
dem de anperior algodao, a 4*, 20 ida !
dem de madapoles americanoa, a 4*500, 5* e
6*. 24 ida .'
Para as Exmaa. noivaa, lindas grinaldas e veos,
por 12* e 15* !
Ricos cortinados, todo bordado, completo, por
9*!
Lindas gnarnicSea de crochets, cadeiraa e gofa, a
8*!
Superior bramante de algodao, quatro larguras, a
900, 1* e 1*200 o metro !
Atoalhado bordado a 1*400 e 1*800 o dito !
Pannos de difieren tea cores para mesa a 600,1*200
e 1*600 o eovado !
Cobertas de cretonea, lindos padres, a 3*800 e
4*.
Lencoea de bramante (cama de casal) a 2* um !
Colzas franeezaa, de corea, a 2*, e 6* superiores 1
Lencos de cores, lindos desenhoe, a 2* a dusia !
Seroulaa bordadas, de bramante, a 16* a dita !
Meias inglesas, brancas e de corea, a 3*200 e 6*
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 6* e 7*, as melhores
que tem vindo !
Sortimento completo de sedinbas de corea, grosde-
naples, filos bordados, crep, mantilbas, canas
de la, fiebs.
ChamadosTemos peasoal habilitado.
Vendan em gromiaDescontos da praca.
50-Rna Duque de Caxias59
Mro lia U & G.
CORO
MORTIARIAS
3p.a.:r..a. :px3Nr.A.:aas
A Jola ie cera fia roa Dop da Gaas a. 119 h m
asplentt sortimento de ccroas nortaarias, desde o 101 la de Ul-
ules at ao laelaif e mais rico, taito en gosto coi o gaalidado.
CoHocan-se os dsticos GRATIS a roitade dos coipdoras,
Quanto a precos desafiam toda com-
petencia.


ee
5
Attengo
Vende-se uma armacao envidracada e uma dita
ngleza, trea fiteiros, urna vitrina c orna porcao
de formas para sapatos, tudo em perfeito estado e
baratos : a tratar a ra da Imperatriz n. 52.
e viovas
Poderlo ir Graciosa, ra do Crespo n. 7,
que Bcbaro aempre artigos proprios para lato,
taes como :
Lequea pretos de papel, setineta e setim.
Votas, brincoa, polseirss e broches pretos.
Meias pretas, fitas, bicos de linho, 12 e seda
pretos.
(uarnicoes para camisa de homem.
C'adeiaa de fita, retroz e metal, pretas.
Meias prelaa para crianzas.
loarle S C.
ce
ns
D
ce
Chapeos e chapelioas
36 A40PRAQADAINDEENDEIA--36 A 40
4
B. S. CARVALHO & G.
Proprietarios deste bem conhecido estabelecimento paatecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principaes casas em Paris e Manchester o que de melhor e de
apurado gosto ha em chapclinas e chapeos para senboras e meninas
e das primniras fabricas de L.raburgo o que ha de melhor em cha-
peos para hsmens e enancas, e muit<, outros artigos concernentes
chapelariu.
Flores artinciue8 para ornamento de salas.
se
5<
SO

V2


I

DOMESTIC
Sao reconheciaas ser as mSM
elegantes, as mais daravels '
em todos os sentidos.
AS MBLHOEES
circulares como
estylos, diri-
os
J
Para presos, e
illustracoes de todos
jam se
Domeslic Sewing Machine k C.
NEW-YOR, S. A.
Bom negocio
Vende se tuna pequea rasa de pedra e cal
c< nstruida ha pouco ten>po, sita na Torre ra
do Rio, tem 2 salas, 1 qaarto e cosinha fra ;
dificada em terreno proprio, com 123 palmos de
funde e 50 de trente : quem pretender dirija se a
I roa do Imperad jr n. 65, escriptorio.
BANHOS DE MAR
Superiores eostumes de excellente lazenda pas
Para senhoras. ..... 10^000
Para homens 8^000
Para crianzas...... 5^000
Promptamcntc prepara-se qualquer eos-
turne para o que temos os nu*lho.es teeidos.
No mesmo ostabelecimento se continuar
a encontrar constantemente verdadeiras pe-
cliinchas.
Raa Primeiro ie Marco n. 20
JUNTO DO LOUVRE
TctephoMc n. 158



8
ario de Pernambuco-- ASSEMBLEA GERAL

i
----- ME7VADO
DISCURSO PRONUNCIADO NA SE3-
SAO DE 7 DE OUTUBRO DE 1886
(FL'SAO)
(CunclusUo)
O Sr. Saraiva: NSo sou eu s,
todo o mundo.
O Sr. BarSo do Cotegipe : Tudo o
mundo nioguem.
O Sr. Saraiva : SSo sete amigos seus
no secado e dos irais conspicuos.
O Sr. BarSo de Cotegipe : Continu
mos, vamos adianto.
Ora, senhores, tendo nos de exeiutar a
nSo podamos admittir a interpretado
do nobre senador, porque, quando osse-
mos aecusa ios de nSo tela executado con-
forme sua lettra, nao haviamos de allegar
para justifieajSo nossa, interpretajSo do
exministro que a havia proposto.
Eu n$o quero discutir nesta occasiSo,
j aqu discut e mostrei que nao se podia
dar oulra interpretajSo; j meu colega da
fazenda demonstrou com documentos q"ue
essa fra a ntenjSo da cam ra quando vo-
tou.
O Sr. Saraiva:Nao demonstrou nada.
O Sr. BarSo de Cotegipe : E' boro
modo de contradizernSo demonstrou na-
da ; eu posso replicar quj V. Exc. nao
demonstrou.
O Sr. Saraiva: O paiz nos julgar.
O Sr. BarSo de C )tegpe : Isso tam-
bem urna chapa, permitta-me a expirs-
s3o; de certo que estamos todos sujeitos
ao juizo do paiz, como pode, portaoto vir
o nobre senador dizer aqui ao senado que
o governo procedeu mal ero nSo telo con
sultado? E' possivel; concederei mes no
que o governo obrou mal ero nao consul-
tar ao nobre senador; mas nao seria peior
se depois de consultat-o nao abservasse a
sua opiniSo ?
Quando o nobre senador falloume es-
quivei-me a responder-lhe. Praticar o acto
como foi praticado pelo governo n$o era
falta de considerajSo ao nobre sanador;
mas pratical-o depois de ouvil-o e nSo adop-
tar a sua interpretaco era de certo urna
especie de descortezia. Eis o ministro pa-
gando por ter respeitado, como devia, ao
nobre senador.
O Sr. Saraiva: Nao quezeram minha
interpretajSo.
O Sr. BarSo de Gotegipe :V. Exc.
at a deu em urna carta.
Essa foi a razSo que o nobre senador
deu para votar prla sippressSo do tpico
da resposta falla do throno em que vinhi
mencionada a fiel execujSo da lei. V.
Exc. explicou o voto do senado de manei-
ra que de certo nilo me pode ser desagra
davel; no mesmo sentido foi a decUrajAo
feita pela autor do requerimento ; mas, se-
nhores, nSo se tratava aqui do individuo,
tratava-se do ministerio, e a censura era
real e positiva. Eu sou christSo, senho-
res, mas nao sou Christo.
ministerio soffreu esse desar politico
que foi apregoado pelas quatro partes do
mundo como urna derrota que o enfraque
ca e o toroava iropossivel para gerir os ne-
gocios pblicos ; eu nSo tinba recurso, nao
podia appellar senSo para o mesmo senado
e este estava sistemticamente disposto a
votar contra o rninister o; como ebratao que
sou, resignei-me, mas nao consolei me.
{"^Estava acabada a questSo; mas como
natural huroanidade abusar da forja (nSo
sei se tinha razSo Hobbes quando dizia que
0 bornem naturalmente mo) ; vieram no-
vamente pisar a ferda, ainda roais accon-
tuar a censura de falta de lealdade com que
o gaverno proceda, laucando Be para isso
mo das emendas, que nSo tiveiam outro
fim. Nao podia o nobre senador por S.
Paulo, esclarecido como tctico de pri-
meira ordem, s por'si valendo um exer-
cto...
Q Sr. F. Octaviano : Apoiado.
O Sr. BarSo de Cotegipe : ... apre
sentar aquellas emendas com a esperanja
de que ellas pudessem ser approvadas n=.
lei do orcaroento em ambas as earaaras ;
nao podia; (de novo recorro lealdade do
nobre senador para que responda) se o fez
sen3o com o fim de aucentuar mais a opi-
niao do senado.
O Sr. Joe Bonifacio: Ou a interpre-
tajSo da lei
O Sr. BarSo de Cotegipe : lnterpreta-
jao ? Siro, o caso d'aquelle que d urna1
bofetada e diz : Qu-ira perdoar, enga
nei-me, nSo era essa a minha intenjSo.
Continuemos, eu fajo minha defesa e
sei que luto contra a propagando, ilss sus
tent meu posto e bei de sustental-o em-
quanto tiver forja.
O Sr. baraiva : NSo questSo de
propaganda, questSo de lei.
O Sr. BarSo de Cotegipo : SSo appro-
vadas as emendas. O nobre senador me
censura, diz que errei, que nilo de esta
dista, e com tffeito no o sou, nao acei-
tando a sahida ou a escapatoria da sspa-
r.jSo das emendas para formar projecto
em separe do...
O Sr. Saraiva:Lembrada pelo Sr.
Cor rea.
O Sr. BarSo de Cotegipe : Deixe-me
continuar. Todos os partidos, ist 6 uro
parenthesis, quando nao inventam scis<5 ;a,
exageram-se. E' o que se d actualmente,
exageram a divergencia que houve entre
alguna amigos e o ministerio, a proposito
desta quesillo.
O Sr. Snraiva : O que digo que as-
8;gnei urna emenda que me deu o Sr.
Correia.
O Sr. BarSo de Cotagipe:Se as emen-
das iossem urna interpretajSo authentica
da lei, estava o governo salvo de censura;
se eram urna disposicSo nova, isto urna
reforma na lei, (abstrabiudo da inconve-
diencia de incluir-se em urna lei do meios)
que tanto nos cuou, e que versa sobre as-
sumpto to importante, perguntou em que
ae funda este capricho para fazer vingar a
opiniSo de que o governo nSo bavia dado
fiel execujSo lei? Proposta, como ma
teria nova, a discussSo correra os tramites
estabelecidos no regiment do senado: te-
a de ser remettida cmara dos deputa-
dos, e alli soffier o mesmo processo de
exaroe, de urna nova disposicSo.
Mas, em lugar disto, vSo enxertadas as
emendas em urna lei de meios.
O Sr. Saraiva: E porque V. Exc. vo-
tou contra a separacSo ?
O Sr. BarSo de Cotegipe: J respon-
d. Porque que V. Exc. a propoz a se-
para jSo?
O Sr. Saraiva: Foi o Sr. Correia
do appellar para a cmara
foi isto
ou as-
embara
quem a propoz ; eu assignei.
O Sr. BarSo de Cotegipe: .
signou.
O Sr. Saraiva : NSo quera
cal-o.
O Sr. BarSa de Cotegipe:Senhores,
nSo aceiiei a separacSo, porque j estava
frita a censura sobre a execujSo da lei.
Embora alguns dos nobres senadores de
clarassem que nao era essa a sua inten-
jSo, bem se vi i que a intenjao da oppo-
sicio era declaradamente hostil ao gover-
no...
O Sr. Barros Barreto : -Apoiade.
O Sr. BarSo de Cotegipe : ... actual.
O Sr. Saraiva : E' favoruvel a le.
O Sr. Cbristiano Ottoni : -E' favoravel
aos escruvos.
O r. BarSo de Cotegipe : -Tenham os
nobres senadores paciencia....
O Sr. Saraiva : -O governo fai que to-
mou para si a bostilidade.
O Sr. Barao de Cotegipe : -... de
xem-me continuar a fallar ; nao irei muito
longe, ero devo, porque entendo que esta
discussSo nSo bem cabida agora. Do que
tratamos da decidir se deve ou nSo ser
concedida a fusSo
Esta a questSo.
Quando nSo ac%tei a separacSo nSo foi
(j o disse e sim que o nobre sanador nSo
me tivesse prestado attenjSo) senSo por
consi ieral-a como urna censura ao gover-
no, censura que debilitava a sua forja
moral ; e accrescentei que o gabinete nSo
poda continuar tendo contra si votajocs
do senado, sem contra por-lhe os votos na
cmara, mais immediata representacSo do
paiz.
O Sr. Siveira da Motta : -Entretanto
V. Exc. disse que 10 e 20 votajoes no
senado contra o governo nSo faziam mal
O Sr. BarSo d > Cotegipe : ... e nSo
F0LHET1M
S $
DE
EMMA ROSA
POR
zAvisa de mnn.
a:si:nA:: be ?,:::::
(Continuadlo da n. 245)
XXI
LeSo c Renato tom S Fernando de Rodyl ficou em p.
Estava paludo e a alteracSo no scu rosto
trahia violenta emojSo.
Os senhores, sem duvida, disse diri
gindo se aos estudantes era voz uro pou :o
trmula, perguntaro a si mesmo por que
lhes ped ha peuco que tivessem a bonda
de >ie aroropaonar-nos.
Os mojos iaro fazer u n gesto negativo,
que elle nSo lhes deu teropo para acabar.
O substituto continuou :
Vou Ibes dizer qual o motivo do meu
pedido : o modo indirecto por que ficararo
implicados ueste negocio myst> rioso, sobre
o qual, infelizmente, ainda nao se fez &
luz, babilitou os a comprehender, a adivi
r+iar que lajos secrotos ligam-roe Sra.
lia cier e su i filha...
Sr. substituto, balbuciou LSo.
Deixe me continsar, disse Fernando.
Os senhores, em conscieacia, devem julgar
me severamente. Essa severidade jusU.
Eu commetti, como os senhores sabem, um
desses actos qu a sociedade, com urna in-
dulgencia mal cabida, chama falla da mo-
cidade e que, na realidade, sao verdadei
ros crimts 1
poderia deixar
temporaria.
O Sr. Silveira da Motta : -NSo
o qua V. Exc. disee aqu.
O Sr. BarSo de Cotegipe : -Mas meu
caro amigo, V. Exc. que mestre de di-
reito, que parlamentar, seoo mais an-
tigo que nos outros, ao menos mais ve*
lho...
O Sr. Silveira da motta : Sim, senhor.
O Sr. BarSo de Cotegipa : ... como
membro do senado, e nSa vC que dizer que
votos do senado nSo mudam situacSes, nSo
obrigam a qu? qualquer governo se retire,
nada tero de coromum coro a outra i lea d
que o senado tem grande influencia e as
suas opinious podem debilitar muito a for-
ja moral dos governos e at tornando im-
possivel em certos casos, se nSo bou ver
aquello recurso constitucional? nSo ve em
que consiste a difieren ja ?
O Sr. Silveira da Mtta : Foi por isto
que estranhei que V. Exc. dissesse que 10
ou 20 voios podiam ser dados.
O Sr. BarSo de Cotegipe : Na opinio
do honrado senador pela minha provincia
to los os embarajos provro da minha falta
de tino na direcjSo desta questSo...
O Sr. Saraiva : Susceptibilidade gran-
de.
O Sr. BarSo de Cotegipe: Pejo aS
Exc, que acredite que nSo por sus-
ceptibilidade individual que assim proce
do. Posso, de certo errar, como membro
do governo; mas declaro solemnemente a
S. Exc, que abstraio completamente do
minha individualidade.
Se eu tivesse em vista qualquer outro
motivo que nSo fosse o do interesse publi-
co, S. Exc. sabe, acredito, sabe, nSo oc-
cuparia o lugar em que estou, e menos
teria o desgosio de contrariar algumas ve-
zes o nobre senador.
O Sr. Saraiva :Pessoalmente em nada
roe contraria.
O Sr. BarSo do Cotegipe : ... que
tal vez supponha que tenho um motive an-
tigo, novo ou futuro para nao prestar-lbe
o respeito e a considerajSo que Ihe sSo de-
vidos...
O Sr Samva : Deixemo-nos disto.
O Sr. BarSo de Cotegipe : ... e por
isto que des jara que o nobre senador de-
clarasse se alguma vez recebeu de mim
aggravo.
O Sr. Saraiva :Alludi a isto pelo mo-
do porque V. Exc trata co umigo na tri-
buna
O Sr. BarSo de Cotegipe : E' que V.
Exc anda tSo prevenido conmigo que at
os elogios que lhe fajo entende que sSo
censuras, ou irnicos. S alguma vez pro-
nunciei-me coro a fo-ja de que pode dis
por uro hornero de 70 anuos, com mais
alguma vehemencia, e que de alguma for-
ma S. Exc me quera constituir seu agen-
te de negocios, quero dizer, um executor
de suas intenjS ;s.
O Sr. Saraiva : Da lei.
O Sr. BarSo de Cotegipe : Ora, isto
nSo. posso, nao era-me possivel fazel o,
raesmo porque segundo o nobre senador
lerobrou, sou mais vclho do que S. Exc ,
e o nobre senador como mais mojo devia
respeitar os mais ve'hos, (riso); um con-
seibo da nossa religiSo.
S robores, evito entrar em certas discus-
s5es com o nobro senador. Para que ? Su
nos lances dos mais difi;eis para o nobre
senador noi achamos uaidos, porque bei
de oceuparme com estas pequeas diver-
gencias, contrariando-o quando anda es
oero concorrer de novo com S. Exc. para
alguma cousa mais importante para este
paiz: e assim podo S. Exc concorrer
com migo ?
NSo sou o mais iiabilitado para as gran-
des emprezas de salvajSo da patria : para
realisar grandes reformas; o mais que
fajo...
O Sr* Saraiva :Se ironia repillo.
O Sr. BarSo de Cotegipe : NSo iro-
na, pcrdde V. Exc O nobre senador tem
seu nome gravado em duas grandes refor-
mas.
O Sr. Saraiva : -NSo procurai gravar
nellas o meu nome, nem procurei ir ao
governo para realisal as.
' preciso que isto fique bem liquido
O tr. BarSo do Cotegipe : -Foi para
isto.
O Sr. Saraiva : Mas fui constrangido
as duas vezes pelo meu patriotismo.
O Sr. BarSo de Cotegipe : Senhores,
si o nobre senador por duas vezas foi cons-
trangido a subir ao poder para realisar
estas reformas, S. Exc me perdoar di-
zer que eu sub no poder constrangido e
t irabero fui constrangido a oceupar a atten-
jSo do senado. (Muito bero.)
UTTRATlh!
COITOS IMNTIS
EH VERSO !: PROSA >
DESTINADOS
AS ESCOLAS PRIMARIAS DO BRASIL
POR
Adelina \. Lopes Vieira e Julia
Lopes
(Commercio de Portugal)
Dos grandes problemas sociaes, o de
mais vulto e o de mais diffi.il solujao
certamente o da edu^ajSo das crean jas.
E tSo sympathico o aaaumpto, que
delle se tf"u oceupado os boroens de maior
IlustrajSo e as grandes summidades na
scienca e na poltica.
E' que encontrar o methodo mais se-
guro e mais efficaz para preparar as erean-
cas para todos os trabalhos e para todas
as vicissitudes da vida, equivale a trans
formar a sociedade, sinSo salval-a de to
dos os perigos da ignorancia.
Porque, preciso accentuar ben esta
da, a educajSo da creanja nSo consisto
s em robustecer-lho o corpo e formar 1111 a
inteligencia para as lettr. s, mas tambem
dispOr-lhe o cor-jilo para a virtude.
. Reunir osses dous fias nos meios a em
pregir pira conseguir, ir Iluminando o ce-
rebro infantil, faze.ndo o mesmo teropo d-s
abrochar na alma da creanji a compre-
henjSo ''o b3m, eis a erdadeira nojSo do
que deve ser a educajSo dospequeninos.
Saber e amar o motte da bandeira d'es
sa cruzada do cu si no da infancia.
Saber ter a ilIustrajSo qua faz compre-
hender tudo o que a intelligencia humana
pode attingir; amarquerer a Daus, aos
paifl, aos irmSos, aos prenles, aos supe-
riores, aos pobres, aos animis, s fbres,
querer com um corajSo innocente, boro,
pie loso, a grande aspirajSo do quem
sabe que na creanja fraca, inoffensva,
intil, est o futuro Jo mundo.
Pois bem, para essa obra grandiosa, nin-
guem mais apto, mas proprio, mais com-
petente do que a mulh?r, porque s a mu
lher, como ente sublime que pode com
prebender o que ha tambero de sublime
nessa gloriosa tarefa.
Vem a proposito esse discorrer, que nos
levara muito longe, a apparijSo de um li-
vro verdadeiramente encantador, escripto
por duas gentis e talentosas senhoraB bra
sileiras, as Exmas Sras. D. Adelina A.
Lopis Vieira e Julia Lopes, estremecidas
filhas do distincto clnico o Sr. Dr. V. J.
da Silveira Lopes, das quaes fallamos ha
dias quando publicamos da ultima um lin-
do cont, com o titulo As Violetas. O li-
vro intitulase : Contos infantis, em verso e
prosa, destinados s escolas primarias do
Brasil, contendo urnas historietas es -ripias
n'ura estylo fcil e primoroso ao alcaace
da inteligencia das crean,as e uroas poe-
sas finissiroas e facis de decorar, e prosa
e verso tudo subordinado santa idea de
formar o corajSo infantil polos principios
mais puros 8 mais saos.
O servijo que as duas senhoras vSo
prestar infancia brasileira com a sua obra
relevante e s podamos explicar a res-
tricjSo feita no rosto do livro s escolas
primarias do grande imperio americano,
como acto de escrpulo e de exagerado re-
ceio de ferir susceptibilidades, por isso que
o livro pode e deve ser iotroduzido, e ur-
gentemente, e largamente, em todas as
escolas primarias Je Portugal, porque nSo
conheceraos nenhum no seu genero, nem
mais perfeito, nem mais completo. Ve su
na obra asolicitude da mulher, para quem
nao ha segredos quando se trata de levan-
tar o espirito da creanja e revela-se alli
um grande talento e urna aptidSo especial
para uro trabalho tao diffidl como o des-
ee esplendido livro que t\z a reputacSo das
suas distinctaa autoras e confirma a prefe-
rencia dada s roulheres para dirigirem a
educajSo da infancia.
Os Contos infantis vSo fazer poca, nao
s no Brasil, como em Portugal, porque
onde houver creanjas que fillero a lingua
portugueza deve esse bello livro ser dado
a 1er.
Quizramos transcrever alguns dos con-
tos e das'poesas roas c diffi :il a escolba,
porque quasi que nSo ha onde a fazer, vis
to que tudo o que eucerra o primoroso li-
vro digno de serlido. Ainda assim, co-
mo bomenagom s talentosas escriptoras,
abrindo ao acaso a sua bella obra, demos
com os lindos versos e forrooso cont, que
vamos reproduzir, e que deveras nos en-
cantaram.
Eis a poesa Vingan$a, imitajSo deLuiz
Rotisbonne, e escripia pela Exro.' Sra. D.
Adelina A. Lopes Vieira :
Ignez corra atraz da irma levando a mo
cheia de pedraa.Hh Espera ; vaes pagar
o teres-me batido, ea vou...
Eis v ehegar
a mamS, que lbe diz :Calmerao-nos, entilo '.
Paula bateu me; assim, preciso defenderme.
Abre essa mao primeiro e atira as padras fra.
Ignez obedecen.
Beu>, minha filha, agora
repara : ao apanhar as pedras arrancaste,
sem suspeitar seqaer, ama violeta inerme,
que, cega pnla raiva, inconsciente, esmagaste.
Ve como a doce fl ir castiga a tu* offensa.
P'ra vingar se de ti a mo te pertamoa.
Ignez, seatindo eat > urna vergonha iinmensa,
curvoa a cab cinhi e trmula coron.
Filhinha, disse a mai com mgica docara,
deves vingar te, sim... como a violeta o fez.
Jurou nSo faz-r mal ao< aniroaes, a
muito tempo em sonhos, ouvia a dbil tos
do passarinho dizer-llie):
Como tu foste ingrato eu raorrro!...
eu morro I...
Choras, querido Paulo ? nSo vs que
sto urna historia ? entSo!... mas onde
eat a Jua lind^avesioha ?
Derxea a partir ; ouvl-a-he cantar
de manha cedo nos galhos da larangeira I
E a perfamada mo, to peqoenina e pora,
irinasinha estendeu a arrependida Ignez.
O canto, escripto pela Exma. Sra. D.
Julia Lop-js, intitula-se O passarinho, e
assim :
Ao ver o traijoeiro disfarce com que o
pequeo Paulo preparara urna armauilha e
cajra no quintal urna avesinha, chegou-se
a elle a irmS mais velha e disse-lhe n'uma
admoestajSo branda :
O que fizeste, Paulo ?
Apanhei esta passarinho, cant.i muito
bem ; todos os dias o ouvia.
Mas se o ouvias toios os dias, para
que o prendeste '(
\ Para tel o na gaiola ao p da minha
cama I
E ach is s&o bonito ?
Acho.
Olha, vem c; eu vou contar te urna
tu seduzi urna menina, repetindo-lhe es-
ses protestos de a-uor mentiroso, essas pro-
roessas mentirosas de reparajo, de que os
homens sao prdigos : depois, ubandonei-a
covardemeote, s*bendo que "Ha estava gr-
vida e que a crianja que trazia no ventre
era meu filho ; porque disso eu nSo podia
duvidar e nSo duvidava.
Emma Rosa apertava Angela nos bra-
jos, bxlbui-iando :
Minha mSi... minha mSi...
Ouve... uve, mioba querida, disse
lbe baixinbo a Bella Hertaara, pondo
lbe nos l.bios urna mSo que a febre da es-
pera tornava ardente.
Fernando contiruou :
Agora que lhes fallsi do passado, de-
vo tiiz -r-lhes alguma consa do futuro. Os
seuhores julgaram a falta commettida, de-
vem assistir obra de reparajSo. Na oc-
casiSo em qua, sem motivo, eu rompa, co
mo uu covarde, os lajos que deviaro ser
agrados para mim : no rooroento em que
eu recuava ante o cuwprimento de um de-
ver, que a natureza e a honra me impu
nham ; no momento em que eu abandona
va a n,a e renegava a filha, Angela Ber-
nier, que s cooimctteu urna falta, a d*
amar-me, a iiiim, que era indigno do seu
amor. Angela B-rner, que o meu abando-
no poda perder par aeropre, tirando-lbe
a forja e a coragero, soube achar na ma
ternidade urna energa quasi sobrehumana.
Quanto mais indigno era eu, tanto mais
digna de respeito so toroava ella Quanto
mais infame era eu, tanto mais nobre se
mostrava ella.
A baixeza do meu egosmo s encon-
trava igual na iro.-nenBdade da sua dedi
c cAo 1
Venbo boje ajoelbar me ante a mai e an-
te a filha em sua presen ja, implorando del-
las o eaquecimento e o perdSo.
O Sr de Rodyl foi obrigado a interrora-
p r-se.
A eroocSo o suffocava.
Fernando, Fernando, disse Angela,
cujo rosto urna torrente de lagrimas inun-
dava, eu perdoei desde o dia em que o se-
nhor quera dabi em' diante viver para a
nossa tha.
O substituto deixou-so- cahir de joelhos
aos ps de Emma Rosa.
Tomou lbe as roSos e gaguejou, cobrin-
do-as de lagrimas e de beijos :
Tua mSi perdoou-me, estas ouvndo,
minha filha querida ? Nao fars o mesmo T
NSo queres per loar-me tabem ?
Se eu titease alguma falta que per
doar rajSo, exclansou a menina, lanjando os bra
jos em torno do pescojo de Fernando ;
mas eu s tenho que amal-o, e bei de
aroal-o com tolas as forjas 1
Estas palavras foraro seguidas de um
silencio.
Durante alguns segundos, nSo se ouvio
senao o ruido de solujos abafados no ga
binete do magistrado,
Renato e LeSo, comquanto menos direc-
tamente interessados do qne as duas so-
nhoras ne que se passava, nSo p >diam cen-
ter as suas lagrimas.
0 Sr. de Rodyl desembarajou-se do
abrajo temo de Angela e Emma Rosa.
Agora, meus senbores, tornou ella,
conservero baro na memoria as palavras
que vSo ouvir Nesta hora, Angela Ber
uier minha mulher parante Deus, e logo
que a justija tiver reconocido a sua inno-
cencia, ella ser minha esposa perante os
hoxiens 1 Sr. Leroyer, o senhor ama a mi
nha filha T
Oh se a amo exclamou LeSo, cu
jo corajSo bata da modo que pareca que-
rer anvbentar do peito.
E tu, minha filha, accrescentou o
substituto, tomando a raSo de Emma Rosa,
amas no Sr. Leroyer, teu salvador ?
Oh I sim, meu pai, com todas as mi-
nhas forjas, dase a menina com impeto.
O Sr. de Rodyl collocou a mSo de Em-
m i Rosa na de LeSo.
Pois bem, prometto-lhes que se hSo
de unir 1 disse elle. Quando fores a filha
legtima do BarSo de Rodyl, o pai de LeSo
ha de vir-me pedir a tua mao para o fi-
lho.
E Fernando tornou a apertar a filha con-
tra o corajSo.
LeSo e Renato ficaram para jantar em
casa do substituto, e durante a refeijSo
fallou se muito, como era de esperar, sobre
a visita que deviam fazer no dia seguate
ao oculista em voga, Angelo Proli.
Pelas dez horas, os dous mancebos des-
pediram-se do Sr. Rodyl.
LeSo voltou s para a ra de Nevers.
Um poueo de alegra, um pouco de es-
peranza substitua em todoa os corajoes o
desanimo sombro; mas urna e outra esta-
vam longe de ser completas.
O co, sem duvida, menos escuro, s
clareava de modo muito relativo.
Havia pontos de interrogarlo que se
apresentavam, aos quaes era iropossivel
responder.
Angela, sempro debaixo de urna aecu-
aajSo terrivel, conseguira provar a sua in-
nocencia ?
Emma Rusa, cega, recuperara a vista ?
S o futuro, felizmente futuro prximo,
traria a solujao desse duplo enigma.
No dia immedioto quelle em que se p:.s-
sararo os faetn que acabamos de narrar,
Luigi e Proli acbavam se juntos ra da
Saude, no gabinete da direccSo.
Proli, terminada a visita da manha, ti-
nba mandado chamar Luigi, que nSo tinha
ido aasa do armeiro ra Boursault.
O doutor julgou intil fallar ao curopli-
ce no seu en /outro coro Os ;ar Rigault.
A morte do ex-roascate, para He, nSo
era assuropto que merecesso a, menor du-
vida. j
Julgava-se absolutamente certo de que
o ultimo obstculo que elle podia t'-mer ti-
nha desapparecido.
De ora ero diante o seu caraiuho estava
desemb rjalo.
Nenhum iropecilto polia retardar a sua
marcha ou collocar se entre elle e o firo
cobijado.
Havia um instante que a conversa tinha
cimejadi.
EntSo, perguntou Proli, o desastre
do theatro de Batignolles nao causou ne
nhuraa deaconfianja ?
Nenburoa, respondeu Luigi.
Entretanto, houve uro inquerto ?
Houv .
Qual foi resultado?
Que nSo ha motivo para incriminar
nioguem, sendo de m qualidade a arma de
que se serviram e tendo essa pertencido
ao material do theatro desde te ropos imroe
moraos. Aa roinhas precaujoes foraro bem
tomadas.
- Etofin, o que baver?
Darnala era um enjeitado educado
custa dos soc-'.orroB pblicos. Nao deixa
nenhum prente, portanto nSo ha ninguero
que reclame. A directora ene arregou-so
do enterro, qu-* ter lugar hoje, e, segundo
parece, a couaa ser feita coro largueza.
historia senta-te mesmo ahi na grama, eu
fizo nesta pedra.
Conta depressa, Eugenia.
NSo sejaa impaciente, escuta :
Era um dia um passarinho muito bo-
nito, muito alegre, muito gorgeador. la to-
das as maonas cantar perto da janclla de
um menino, que se chamava Jos, mas
que era muito mais lindo do que o nome.
Um dia quando o pobre passarinho canta-
va, o pequenito o agarr^u, assim como tu,
traijoeiramenta. Metteu o n'uma gaiola pe-
quena Ciro bebedouro de crystal e chSo
dourado, mas desde entSi o passarinho im-
mudeceu e ficou triste, triste a mais nSo
ser I Urna noite sonhou o menino que a
avisinha lbe segredava estas palavras ao
ouvido :
Como tu foste cruel I En vinha con-
tar-te todos os dias as minhas alegras, de-
leitarte com meu canto, e para agradece-
res-roe, prendeste-me Onde est a minha
liberdade ? Onde est o meu nioho ? Onde
estar minha mSi ? Tiraste me tudo I
roubaste ao teu artista a ventura, dste-
Ihe um carcere, a elle, que te vinba con-
tar todas as manhSs seus sonhos !... Co-
mo foste ingrato .. Eu morro !... Eu
morro !...
Uro bater d'azas angustioso acompanbou
as ultimas palavras. Jos accordou es
pantadinbo e corr-m para a gaiola.
A avesinha tinha acabado de roorrer, es-
tava ainda moma e como biqunho entre-
aberto.
Jos desfez em pranto suas maguas.
A traduceo do Dante
(O EPISODIO DO CONDE UOOLINO^
(Do C.mmercio de Portugal). '
Publi. amos ha dias a traduejao do canto
XXXIII da Diona Comedia, de Dante,
trabalho apuradissimo do erudito escrptor
brazileiro Monsenhor Pinto de Campos o
vamos hoje, para satisfazer ao justificade
eropenho de alguns dos nossos assignau-
t -8, dar introJucjSo do mesmo canto,
um soberbo quadro, no qual o lluitre tra-
ductor revela o profundo estudo do as-
suropto e farta copia de conhecimento da
historia italiano no secuto XII, tilo cheis
de criroes monstruosos e ao mesmo tempo
de extraordinarios actos de heroi -idade.
E' effectivamente o canto XXXIII, em
que avulta a seena roedonh i do conde Ugo-
lino, enterrado em gelo at ao pescojo,
roendo a nuia do arcebispo Roggero, aquel-
lo em quo o leitor, quo tero segu>do atien-
to e com interesse o perpassar de todas
as a88ombrosas concepgoes do grande en-
genho do imroortal poeta, carece de mais
luzes e de mais informajSes, por isso que
sabido quanto tero sido combat la a ideia
de Dante de dar ao mesmo conde coadem-
najao tSo cruel, depois da horrivel, que
elle teve em vida, co.no castigo do seas
crimes.
Os contradictores do sublime auctor da
Divina Comedia ousaram por em duvida a
justija de tal condemnajSo, mas os seus
defensores, e, mais do que ninguem, Mon-
senhor Pinto de Campos, com solidos e
abundantes argumentos deroonstraro que o
poeta, semore seguro e serapre correcto
na sua obra monumental, ainda nesse pon-
to escreveu com todo o rigor histrico e
prestan homenagero verlade. Mas para
isso, para nSo deixar duvida no espirito
mais desconfiado, para desaffrontar, sem
receto de contradicta seria, os crditos de
Dante, que trabalho, que investigajes,
que pesquizas, que confrontajoos, que ho-
ras empregadas em detido exame de tudo
quanto se escreveu acerca do co de Ugo-
lino e dos acontecroentos e dos homens
do seu tempo I
E' pela introduejao desse canto, que
vamos hoje publicar, e pelos commentarios
que se lbe seguera, que se pode apreciar
com que bonestidade, com qua conscieacia
e com que f ligoso empenho se houve Mon-
senhor Pinto de Campos na sua esplendi-
da traducjSo de um dos mais adroiraveis
e admirados poetas conhecidos. Mas, em
verdade, s por esta forma S. Exc, que
j tinha urna reputajao feita pelos seus
anteriores trabalhos, poderia inscrever o
seu nome no livro que vae sabir em breve
dos prelos da Iroprensa Nacional de Lis-
boa e que aera urna das mais brilhantfS
glorias para esse nome tSo honrado e tao
bemquisto. Noblesse oblig > c o Ilustre
acadmico nao po lia esquecel-o ero obra
de tanto vulto. Eis a introlu;jSo a que
nos temos referido !
O peccador, que no firo do canto pre-
cedente, disse Dante haver encontrado ro-
endo com furor a nuca de outro, era o
C mde Ugolino dos Gerardeschis de Pisa,
senhor de Pisa: o outro era Rogjero
Ubaldinis, tambem de Pisa, e seu Arce-
bispo. Estes dois boroens forara por algum
tempo amigos polticos, e depois rompe-
ram a mutua allianja. Mas para melhor
se comprehender o enredo da scena trgi-
ca, que o Poeta introduz episdicamente
neste canto, necessario condensar, e es-
clarecer os factos, que precedern), e acom-
paaharam a horrenda catastrophe. Toroa-
1880 quanto a Darnala ; mas quanto
a Joanna Dortil ?
Isso outro par de botas! A moja,
aconselhada por um finorio, querella a di-
rectora e quer tornal-a responsavel civil-
mente peto fermento, sendo esse ferimento
o resultado da pouca solidez de um revol-
ver fornecido pela ad ministra jSo. Por seu
lado, a directora volta-se contra o armeiro
mas ella ha de perder a^ causa, porquj o
meu patrSo pode provar que o revolver
nSo foi vendido por elle Pelo contrario,
parece-me absolutamente certo que Joanna
Dortil ha de vencer.
Quanto reclama ella ?
Cincoenta mil francos de perdas e
damnos.
Ella peri u dous dedos ?
Sim. Isso vem a ser vinte e cinco
mil francos cada dedo. Conhejo muita
groie que por esse prejo dara a mSo n-
te.ira.
Que ser da peja que pretendiam re-
presentar ?
O dra a da P. L. M. esse c.hio na
agua. Primeramente os ltimos dous ac-
tos nSo estSo escriptes, e deo/jis, nSo es
tando Darnala ahi para os eacrever e re-
presenta o principal papel, a directora nao
quer mais ouvir fallar nesse negjcio.
Muito bem, e para o lado de la Pie^?
Absolutamente nada, nenhuma pala-
vra.
O que, entre nos, prova que a poli-
ca feit* de modo deploravt-1.
Ou que, quurendo procurar em se-
gredo, eha guarda silencio.
Afinal de contas pouco nos importa !
Est mos ao abrigo de toda a suspeita.
Agora procura um pretexto e deixa o teu
armeiro. NSo precisas mais trabalhar, por-
que en te darei um rendimento.
AmanhS mesmo irei ra Borsault
dizer ao patrSo que a morte de uro paren-
te, que me deixa urna pequea horanja,
me chama para a miaba trra.
E isso mesmo.
Emquanto trocavam estas palavras, os
dous cumplices passeiavam no gabinete de
trabalho de Proli.
Os nossos leitores sabom que as janellas
desse gabinete davam para o grande pateo
da casa de saude.
De vez em quando, ae chagar perto de
urna das janellas cujas cortinas eatavam
rei por fonte, e guia, de par com outros
historiadores, G. Villani, que, sobra ser
contemporneo, passa pelo mais verdico,
e severo de todos.
(Con.'wVr
levantadas, Luigi lanjava machioalroeuta
um olhar para o p teo.
De repente parou, paludo e trmulo, de
olhos risos, e ao mes no tempo urna excla-
majao surda escapou lhe dos labios. m
EntSo, que isso ? perguntou P-
roli inquieto.
Luigi nao estava em estado de respon-
der.
O medo apertava-Ihe a girganta e o tor-
nava momentneamente apbonico.
Sentindo-se incapaz de pronunciar urna
palavra, por nica resposta estendeu a mSo
para a janella.
Proli sjguio com o olhar a direcjSo in-
dicada por essa mSo e estremeceu dos ps
cabeja.
Urna cousa inverosmil, iropossivel, ap-
parecialhe e fazia cora que elle pergua-
tasse a si mesmo se nSo era o joguetM de
um pesadell .
Via, ou julgava ver, Emma Rosa, o Sr.
de. G.-vr-y, urna mulher desconbe.ida e
tres b mieos, parados no pateo, a dez pas-
8os da janclla e fallando com um enton-
gado da casa.
O italiano cairbaleou e recuou dous pas-
aos.
Emma Rosa viva 1 balbuciou elle.
Viva!
Luigi recobrou a falla para gagnejar ee-
tas palavras :
Estaraos perdidos !
M*s, quero a salvara? continuos P-
roli. Quem a tirara do Marno, onde as
a lanjmos ? E com ella esse magistrado.
Essa mulher. Qu 'm essa mulher ?
Angola Bet uier, sua mSi, repEcou
Luigi.
- Angela Bernier I Solta *
Ah I estaraos perdidos I repetioe ar-
meiro. Perdidos sero r curso.
Proli levantou a cabera.
,Vamos, disse elle, s os covarfea
que se abatem E' preciso hitar. Hatve-
nos de lutar.
Mas essa gente vem c.
Tero calma! entra ahi... depreaaa!
(Continuar 84-ka~)
Typ. do Diario ma Duque de Casias n.
>
* !

insto!


Full Text
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