Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18959


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Full Text
{
ANNO iiii minio

I

/


PARA A CAPITAL. 12 LUCiARFJS ONDE MO MIS PACA PORTE
Por tres mezes auiantadoa .
Por seis ditos dem......
Por um anno dem......
Cada numero avulso, do mesmo da.
6J000
12*000
24000
(5100
Ff*
ODTfiSO DE 1886
DIARIO DE
PARA DE.\1HO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados............... 13 Por nove ditos dem................. 200000
Por um anno dem.................. 270OOP
Cada numero avulso, de das anteriores........... 100
NAMBUGO
Pxoft^bt ir* JHaiwel /tgnrira be Jara & Lujo*
{
.
Os Srs. Amedee Priaee A C,
de Pars, silo os nossos agente*
excliuivoM de atinan<*tos e pu-
blie coc da Franca e Ingla-
terra.
Os Srs. Wasburne II tmanos.
de lew-York, Bread Hsy n.
SAO. sito os nossos agentes ex-
elusv(i de annn icios nos Es-
tados- Unid os.
TELEGRAMAS
ssst:;: pasi:::::, so habi
RIO DE JANEIRO, 16 de Outubro, s
3 horas e 20 minutos da tarde, (Recebi io
s 4 horas e 30 minutos da tarde, pelo cabo
submarino).
Fol boje encerrada por S. H. o im-
perador rom as formalidades do ea-
ijio al. temo ordinaria da SO. le-
glalatura da A embica eral Legia-
latlva.
Foram nomeadoa :
Prealdente da provincia daa Ala-
goaa o Dr. dot More ira Alvea da
Silva i
Prealdente da provincia do Rio
vraniie do Norte, o Dr. Antonio Fran-
cisco Perelra de carvalho:
Deaembargador do Tribunal da le-
larao da Corte, o Juiz de dlreito doa
Alvea de Asevedo Magalbea.
Fol recondnaldo no cargo de Jula
municipal e de orpbaoa do termo de
are, da provincia no Para, o lia-
cbatel Antonio Clementino Accloly
1,1 na.
Fol nomeado Jniz municipal e de
orpbaoa do termo daEacada, da pro-
vincia de Pernambuco, o bacbarel
Henrlque de Barro* Lln.
Partiram tambem para Pernam-
buco. em o paquete norte-america-
no FINANCE. o dro da Caoba Bel t rao e o engenbel-
n Dr. Alfredo Fernandea Diaa.
:",:::::: ..:-:;::;;. satas
(Especial para o Diario)
BUDA-PE3TH. 15 de Outubro.
De bontem para boje bouve S5 ca-
no* de cholera-morbua. aendo IO
fataea.
ROMA, 15 de Outubro.
O cbololera-morbua deaapparecea
quaal que inteiramente da Italia.
RIO DE JANEIRO, 16 de Outubro.
. i. o Imperador encerrou boje a
I.3 eaao ordinaria da JO. legiala-
tora da aaemblca Ceral l va. com aa formalidad? do eatylo.
Agencia lia as, tiial em Pernambuco,
10 de Outubro le 1HS6.
NSTRDCCO POFDLAR
"HY&KNH DA HABITAQIO ~ J
Di
(Extrahido)
BIBLIOTUECA DO POVO
tes,ha com tudo nu invern, em diversas locali-
dades, abaixamcntos de temperatura, contra o effei-
to dea quaes necessario resguardarmo nos : ape-
lar disto o naaso sangne, quando estamos de sau 'e
tem ama temperatura de 36" a 37" centgrados,
caja alteraco i.idica um estado mrbido.
Q jando a temperatura do corpo sobe a 41 ou
42", ha todas as probabilidades de morte prxima,
e o m>*smo succede se ella desee a 32.
A Natureza trata em grande parte de manter
em equilibrio a temperatura do nosso sangue, mas
nem por isso devenios deixar de auxilial-a.
Quando o sangue tende a aquecer muito, come-
tamos em geral a suar ; e os milhoes de gottas
que sahem pelos poros da pelle, evaporando-se, re-
frescam-nos, como refresca a agua de urna bilba a
evaporadlo do liquido que atravessa os seus poros.
Pelo contrario, quando o sangue tende a arreie-
cer, sentimos mais viva necessidade de alimeota-
cao e de movrnento, que sao duas fontes de calor.
Mas estes procesaos naturaes n2o sao em geral
ufficientes ; e por isso devemos tratar de arranjar
a casi por modo qm nos suavize as temperaturas
extremas do verao e do invern. Ittu porm,
um problema lcil de resolver convenientemente.
Os pobres, que nao teem meios para comprar os
eombastiveis, inteirigam-se de fri durante quatro
mexes do a ne,e passam outros quatro padecen
do os incommodoi do calor em cubculos snffocan-
tes.
Muitos dos ricos, pelo contrario, fazendo consis-
tir o luxo em contrariar a Natureza, no invern
abiisam do fogao, tornando demasiadamente eleva-
da a temperatura das suas casas, as quaes no ve-
rao convertem quasi em adegas hmidas c obscu-
ras,-xpando-se assim durante a maior parte do
anno necio de um ar que deprime o organismo.
Parecer extraordinario, mas pode affirmar-se,
sem receio dn errar, que urna parte da humanida-
de se aquece com os proprios productos excremen-
ticios e com os dos outros animaes !
Em muitas localidades o porco, a vacca, aovelha,
vivem em communidade de casa com urna familia
humana, que no inverna se julga feliz por encon-
trar no balito desses animaes, as suas exh alacies
cutneas, e at na fermentacao dos estrumes, urna
porco de calor, que pouco lhe custa appareute-
mente, mas que na realidade vem ficar bastante
caro porque se paga com a saude.
O selvagem, que na flore- ta se aquece junto
urna fogueira feita com ramos de arvores e accesa
por um processo absolutamente primitivo, poderia
rir-se com razo deise mode de aquecimento a que
se recorre nos paizes civilisados.
E nao sao s as povoaces ruraesque assim pro-
cedem ; as cidades como nao ha aproveitavel o
calor dos irracionaes, recorre-se ao da familia.
Muita gente no invern reune-se em quartos
aesnhados para se aquecer com as propinas exha-
lares : e sao to avaros dcstes productos de excre-
co q e tratam de calafetar as mais estreitas fen-
das das janellas, por onde elles pudessem escapar-
se, sem se lembrarem de que comprara aquelle calor
custa da propria vida, porque o ar que se respi-
ra em taes circunstancias um perfeito veneno.
(Contina)
S DAS ESCOLAS
III
CAPITULO
Aa origena de Infeceo e a hmidav
de. a Inaeetoa paraaltaa. Os
dealufectantea
(C'onaauacQO)
. Elles decoropoem completamente as substan-
cias orgnicas e por causa desta propriedade e de
algumas outras se tornam magnficos desinfectan-
tes, mnio prefer vea ao chloreto de cal e aos nypo-
ehloritos alcalinos, porque sao agentes directos da
oiydacao das substancias, s quaes cedem o sen
proprio oxygen'o, quando os bypo-chloritos actuam
indirectamente deeompondo a agua e libertando o
sen oxy genio.
As aguas, as mais impuras e ftidas, tratadas
pela sua solacio de manganato ou per-manganato
alcalino at a ponto em que a cor caracterstica
da salina tic persistente, tornam-se completam-n-
te claras o inodoras, e sem n nhum jrincipio no-
civo saude,quando as mesmas aguas purifica
das pelos bypo chloritos conservara um cheiro par-
ticular, talvez d.-vi.-io a formacao de urna pequea
quantidade 'e chloreto ,ie azote.
A aceito di-stes desinfectantes devidamente
empregados, to efficiz e definitiva que oo hesi-
tamos um mstiiite pura a recummendar todas as
vezes que se tratar da desinteccao dos canos par-
ticulares, em que s putrefecco de materias fe.-aes
e acha em estado tauito ndiantado.
Mr. H. B. Loodi, fabricante destes productos
em Lonles, foi o mico expositor de desinf cun-
ten, premiado na Exp sic' Uuiversalde 1862.
CAPITULO IV
O fri e o calor dentro de caaa. Me-
thodii* brutaea de aqueciiaemo*
Braselroa, 'Ncairetaa. e ralxaa de
agaa, Fogea <- rhamina. Calo
rlferoa de ar qnente e de vapor.
Proccaaaa de rearnamento.
No clima de Pirtugalque, como distemos, te
pade talvea consid rar quasi entre os climas quen-
?AHTE 0FF1CL
Ciovcrno da l'rovlnela
SXrEDIEKTT Ta T1K 5 DE CrDTTBBO U* 188S
Actos:
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu Rufina Demetria de Souza, pro-
fessera da cadeira de ensino pnrturio de Bebe-
doura, e tendo em vista a iniormaco n. 2% de 9
da Setembro findo, do inspector geral da Iostruc-
co Publica e o parecer da junta medica provin-
cial, resol ve conceder peticionaria um mes deh-
cen;a com ordenado p ra tratar de sua saude onde
lhe convier.
O vicepresidente da provincia, de conformi-
dade com a proposta do Dr. chete de polica em
officio n. 954, de 30 de Setembro findo, resol ve no-
mear Leonardo Pacheco de Mello e Jos Pacheco
do Couto para os cargos de 2 e 3 supplentes do
subdelegado do districto deOlho d'Agua dos Bre-
dosdo termo de Cimbres, ficando exon.rado os
actuaes.
O vicepresidente da provincia, de confor-
midade com a proposta do Dr. chete de polica em
officio n. 961, de 2 do corrente mez, rerolve no-
mear Manoel Ramos de Albuqcerque Maraohao
para o cargo de subdelegado do 1.* districto do
termo de Aguas-Bellas, ficando exonerado o ac-
tual.
O vice-presidente da provincia, de confor-
midade com a p'oposta do Dr. ebefe de polica em
officio n. 951, de 30 de Setembro fiudo, resolve no-
mear o alferes do corpo de polica Jos Felippe
Gomes Jnior para o cargo de delegado do termo
de Ouricury.
O vice-presidente da provincia, de conformi-
dade com a proposta do Dr. chefe de polica em
officio n. 952, de 30 de Setembro findo, resolve
nomear Manoel Ferrcira Lopes de Siqueira para
o cargo de subdelegado da Io districto do termo
de Ouricury, ficando exonerado do referido cargo
conforme pedio, o teen te Jos de Castio Bar-
roso.
O vice-presidente da provineia de confojrmi-
dade com a proposta do Dr. chefe de polica em
officio n 951, de 30 do Setembro findo resolve no-
mear o caDtaj do corpo de pjlicia Antonio Fran-
cisco Cordeiro de Mello pira o cargo de delegado
do termo dr. Leopoldina.
0 vice-presidente da provincia de conformi-
dadeoOm a proposta do Dr. chete de polica em
oficio n,. 947, de 29 d3 Setembro findo, resolve
exonerar, a pedido, Francisco Jos de Souza Pinto
do cargo de subdelegado do districto de Cruangy.
Comoinnicou-se ao Dr. chefe de polica.
Ufficioi:
Ao presidente da provincia das Alagoas
8irva-se V. Exe. de providenciar para que de con
f ,r nidade, com o aviso junto, por copia, expedido
a 25 de'Agosto, ultimo pelo Ministerio da Justic;
srja effectuado por couta da consiguaco destri-
buida para as despezas secretas dessa provincia
ne ex<>rccio prximo paseado, a itnportanci i de
2432000 das passagens le que trata h inclusa cun-
ta concedidas p> la companbia Pernambucana de
Navegacao Costeir, em N .vembro de 18S5.
Ao commandante das armas.Para os fina
convenientes declaro a V. F.xc. que, no da 9 de
Setembro fiado, foi remettida Tbesourara de
Fazeuda a carta imperial pela qual fui concedida a
na 1 Iba de 1 classe ao 1 sargento almojarife da
fortaleza do Brum. Joaquim Basilio Pyrrbo, e bem
assim a dita m-dalna e a respectiva fita, s quaes
aeompanboa a carta de m dalha de 2* classe an-
teriormente concedida.
Ao c ids- Ib-ir presidente do Supremo Tribu-
nal de Justica.Teiiho a honra de transmittir a
V. Exc. a resposta dada pelo juis de direito da
com .rea de villa-Bella sobre a reclamaca de an
twuidade do juiz de direito Joo Paulo Gomes de
Matt is. Commuuic use ao respectivo juiz de di-
reito.
Ao conselheiro director interino da Fae.ul-
dade de Direito do Recife.Para os fia* conven en-
>es transmuto a V. Exc. copia do t- legramm do
txin. nr. ministro e ecretario de estado dos nego-
cios do imperio, declarand > dever comecar no dia 1
de Novembio vindouro os exames geraes de pre
paratorioe.
Ao Dr. chefe de polica.Achando-se na
secretaria desta presidencia os documentos, que
devem instruir o recurso de graca, no qual Joa-
quim Domingos Lima impetra perdSo da pena
ie 8 anno* de gales multa de 20 / do lor r"a-
b.do, imposta pelo jury d> termo de Sauto Anii
em 22 de Setembro de 1885, couvm que V- S.
providencie, no sentido de ser-me transmittida a
petcao de graca, qu.' por elle deve ser enderezada
a Sua Magestade o Imperador, acompanhaia de
in formacao prestada pelo administrador da Casa
de DetencSo, acerca do comportrnoslo daquelle
sentenciado.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Transmiti a V. 8., para os fins convenientes,
copia do officio de 2 do corrente mes, re tivo ao
exercicio do supplcntc do juiz municipal do termo
de Bom Jardim.
Ao mesmo.De conformidade com o aviso
junto por copia, expedido em 25 de Agosto ultimo
pelo ministerio da justica, e a ordem do Thesouro
Nacional, de 20 de Setembro, prximo findo, n. 209
mande V. 8. effectuar o pagamento da importan
ca de 3374500, das passagens de que trata as
inclusas contas, concedidas pela companhia per-
nambucana de navegaco costeira a presos de jus-
tica e escoltas de unas para outras provincias por
conta do alludido ministerio nos mezes de No-
vembro e Dezembro do anno passado e Abril o
Maio do corrente.
Ao mesmo.Defcrindo o re uerimento a que
alinde a sua informacao de 25 de Setembro nltimc
n. 675, recommendo a V. S. que mande pagar a
D. Adelina da Silva Raines a importancia de 100/
correspondente ao premio que lhe compete por ha-
ver alistado o sen filho Joao Alfredo dos Santos,
na escola de aprendizes mariuheiros, conforme o
incluso documento.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os fins
convenientes que por aviso de 11 da Setembro ul-
timo, declarou-me o Exm. Sr. ministro da fazenda
haver concedido 'por despacho de 6 do mesmo mez
ao bacbarel Vicente Saraiva de Carvalho Neiva a
exoneracao que solicitou do lugar de praticante
dessa Thesouraria.
Ao meso o. Declaro a V. S., em additamen-
to ao officio de hoj *, que o juiz de direito da co-
marca de Bezerros, segundo intormou em 27 de
Setembro ultimo, reconheceu a identidade de
Joanna, escrava de Candido Jos Paulino, para o
fim de ser matriculada com alteraro da filiacao
vista dos 2 e 3 do artigo 3 do decreto n. 9,517
de 14 de Movembro de 1885.
Ao mesmo.Tendo ouvido o juiz de direito
da comarca de Bezerros acerca do que V. S. expoz
no officio de 11 de Agosto, sob n. 586, declaro-
lbe, para fazer constar ao respectivo collector ge-
ral, que a esta presidencia nao cabe resolver so-
bre a matricula de Joanna, visto que esseassump-
to pende de decisao do poder judiciario aa forma
dos SS 2 c 3 do artigo 3 do regulamento n. 9,577,
de 11 de No vembro de 1885.Communicou-se ao
juiz de direito.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Em
soluca) ao exposto no sen offi :io, de 18 de Setem-
bro ultimo, n. 148, declaro a Vmc que devem ser
extrabidas aos negociantes ou casas eommerciaes
a que forem consignadas ss mercadoras sujeitas
ao imposto de gyro, despachadas na Alfandega,
sob nomes simulados, as contas relativas ao pa-
gamento do mesmo imposto sem prejuizo da res-
ponsabilidade das pessoas, em nome das quaess
foram despachadas taes mercadoras e de confor-
midade com as instrueces de 19 de Agosto de
1885, a que alL de a citada informacSo.
Ao mesmo.A' falta de passes impressos
gratuitos, mande Vmc. pagar ao gerente da es-
trada de ferro do Recife ao Caxang, par conta
da verbafc.ventuaes a quantia 61/600, confor-
me os documentos juntos, importancia das passa-
gtMPSasn na metras estrada de Ierro, por no-
ridades policiaes durante o mes de Agosto ultimo.
Communicou-se ao respectivo engenheiro fis-
cal.
Ao director do Arsenal de Guerra.Rmet-
to a Vmc, para os fins convenientes, o incluso
termo de consu mo de diversos artigos da compa-
nhia de cavallara.
Ao commandante do corpo de polica.Ten-
do sido hoje nntneados, por proposta do Dr. chete
de polica, para os cargos de delegados dos ter
mos de Leopoldina e Ouricury, o cap tilo Antonio
Francisco CordeiroVde Mello e o alfeies Jos Fe-
lippe Gomes Jnior, assim o communico a Vmc,
para os fins couvenientes, recommendando-lhe que
providencie para que os respectivos destacamentos
sejam commandados pelos nomeados.
Ao mesmo.Expega Vmc. as necessarias or-
dena, no sentido de ser augmentaba o destacamen-
to do termo de Leopoldina com 10 pracas, reti-
rando duas de Pedra Tapada, urna de Pao Bron-
co, quatro da Colonia Isabel, urna de Caraaru',
urna de Bebedouro nma do Brejo.
Ao mesmo.Expeca Vmc. as necessaros or-
dena no sentido de ser augmentado o destacamento
do termo do Bnique com mais duas pracas que de-
vem ser retiradas do destacamento de Bom Con-
8elh>.
Ao mesmo.Expeca Vmc. as convenientes
ordens afim de ser augmentado o destacamento
de Flores com mais duas pracas que serao tiradas
do destacamento de Aguas Bellas.
Ao mesmo.Autoriso Vmc. a alistar no cor-
po de seu comm&ndo os paisanos mencionados no
officio de hontem datado n. 844.
Ao mesmo.Ao Dr. chefe de polica mande
Vmc. apresentar com urgencia urna escolta de qua-
tro pracas afim de conduzir dous sentenciados do
termo de Serinhem para esta capital.Commu-
nicou-se ao Dr. ebefe de polica.
A' junta classificadora de escravos do muni-
cipio do Recite.Sirvam-se Vmcs. de informar
porque nao foi anda remettida a esta presiden-
cia copia da claBsificaco dos escravos libertados
no municipio desta capital, por conta da 7 > quota
do fundo de cm*otipa(o.
Ao Dr. jui* de direito da comarca de Goyan-
na. Sirva se Vmc. de prestu me com urgencia
as inf irinacoes de que trata o meu officio de li de
Setembro findo.
Portaras :
A' Cmara Municipal do Recife. "umpre
que a Cmara Municipal do Recife me declare
com urgencia quanto se tem despendido por cunta
do crdito consignado na art. 2 17 ns. 1, 3, 4,
5, 6, 7, 8, 9, 12, 13, 14 e 15, e bem assim se ha al-
gm pagamento a effectuar, proveniente de des-
pesa autorisada dentro do respectivo exercicio por
conta dos crditos de ns. 8, 9 e 13. afim de poder
r Iver sobre o assumpto de seus ifficios ns. 36e42
de 18 de Agosto e 29 de Setembro flndos.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
de naveg: $ao, farja transportar para a provincia da
Parabyba, por conta do Ministerio Ua Jnstica,. o
criminoso da mesma Manoel Ferreira, couheculo
uor Manoel Periquito e bem assim a praca do Cor-
po du Polica da sobredita provincia, Coostantin -
Ferreira da Silvi que o vai escoltando.
ESPEDIENTE DO SECRETARIO
Oficios:
Ao commandante das armas.De ordem do
Exm. Sr. vice-presidente da provincia commnnieo
V. Exc que foram remettidos ao Ministerio da
Guerra os ornamentos da despesa a fazer se com
os repara, cai*coe pintura deque carecein os edi-
ficios militares de que trata o seu officio n. 406, de
5 de Agosto ultimo.
Ao Dr. chefe de polica.De ordem do Exm
Sr. vice-presideate da provincia commuuice a V
S. que provid- oeiou-se boje relativamente ao as-
3Uui,.io do seu i.ffiuio n. 951 de 30 do mez fiudo.
Ao Dr. juiz municipal e de orpHAos dos ter-
mos reunidos de G-iranhuus e (JorrantesDe or-
dem do Exm. Sr. vice-pre*idente da proviucia de-
claro a V. S. que nao pode ser reprodusiJo pela
imprensa desta capital a copia do edita), annexa
ao sea officio de 29 de Setembro finde, pondo era
concurso o provimento bVm lugares le He 2. ta
oeluaes do termo de Correales, visto que a tal res-
peito deixou de ser observada a diaposicao do art.
153 do decreto n. 9,420 de 28 de Abril do anuo
paSSado.
Convoi por tanto que V. S. faca affixar doto
edital, observando a citada disposicSo e remetta
copia do mesmo em acto continuado a sua affixn-
Sio para o fim indicado no art. 157 do referido
ecreto.
Ao engenheiro fiscal da estrada do ferro do
Recifo ao 8. Francisco.O Exm. Sr. vice-presi-
dente da provincia deu o conveniente deaino aos
documentos que acompnbaram o officio de V. 8.
.de 30 de Setembro ultimo, sob n. 91 boje rece
bido
Ao gerente da Caixa Filial do English Bank
of Ro de Janeiro Limited, nesta cidade.
O Exm. Sr. vice presidente da provincia
manda aecusar o recebiinento do officio de hontem,
com o qual V. S. euviou epia authentica do ba-
tanete das operacoes effectuadas por essa Caixa
Filial, durante o mez de Setembro prximo findo
DESPACTfr* DA PRESIDENCIA DO DIA DE 15
OCTUBRO DE 1886.
Antonio Benicio Salgado. Remettido ao Sr.
inspector jpterino da Thesouraria de Fazenda
para attender ao supplicante, noi termos de sua
informacao n. -731 de b je datada.
Bacharel Francisco de Paula Crrela de Araujo.
Informa o Sr. inpector do Thesouro Provincial.
Francisco Pereira Lago.Informe o Sr. juiz
municipal o termo de Palmares.
i.'iipitao Jeronymo ^abral Pereira do Amaral.
Def trido com o officio de hoje Thesouraria de
Fazenda.
Joao Cancio Cavalcante de Albuquerque.In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Maximiaao Jos da Silva.Deferido de accor-
do com o officio de^sa data ao director do presi-
dio.
Manoel de Soaza Azevedo Pires.Remettido ao
Sr. inspector interino da Thesouraria de Fazenda
para attender ao supplicante nos termos da sua
informacaj n. 72C de hontem datada.
Mara Elisa da Rocha Gomes.Remettido ao
Sr. inspector interino da Thesouraria de Fazenda
para attender em termos.
Silverio Fernandes de Araujo Joi ge Filho.In-
forme o Sr. juiz municipal do termo de Palmares.
Visconde de Tabatinga.Remettido ao Sr. ins-
pector interino da Thesouraria de Fazenda para
attender aa supplicante, nos termos de sua infor-
macao n. ?12 de 8 do corrente.
Theopbilb Xavier Cavalcante de Albuquerque.
Informe o Sr. juiz municipal do termo de Pal-
mares.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, em
16 de Outubro de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonio f. Silveira Carvalho.
C ominando das Armas
QCARTEL GENERAL DO COMUANDO DAS AR-
MAS DEPERNAMBUCO, EM 16 DE OUTUBRO
DE 1886-
Ordem do dia n. 125
Publico, para conhecimento da puarnigao, que
apresentou-se hontem neste quartel general re-
nunciando o resto da liceoca de dous mezes e
vinte das, que lhe foi concedida por portara da
presidencia de 24 de Setembro ultimo para tratar
de sua sande nesta provincia, o Sr. 2 cirurgiio
do corpo U'- saude do exercito, Dr. Manoel d'Arvel-
los Bottas.
( Assigaado ) O brigadeiro Agostinho
Margues de S, commandante das armas-
conforme)O tenente Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordens inte.,
rinoeencarregado do detalhe.
Repartlfo da Polica
SeccSo 21N 101U.Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 16 de Outubro de
1886.- Illm. e Exm. Sr. Partecipo a V.
Exc. que foram bontem re:olbidos na Casa
de D tengao os seguintes individuos:
A minha rdem, Jos de tal, alienado, afim de
ter destino para o asylo da Tamarineira.
A' ordem do subdelegad. do Recife, Jos Joa-
quim de Souza, como vagabundo.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Joao
Romas Francisco de Jess, por disturbios; Fran-
celino Manoel da Trindade e Serafim Das da Sil-
va, por uso de armas defezas.
A ordem do do 1 districto de S. Jos, Antonio
do Nascimento Ro ha e Manoel Jos Candido de
Oliveira, por disturbios.
A' ordem do do 2 districto de S. Jos, Mancel
Gab, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da B>a Vista, Mi-
guel Lippo e Vicente de Palia, por disturbios:
Antonio Goncalves Torres, Liborio Antonio e Joa-
quim Sergio de Sanl'Anua, conhecldo por Cata-
Sol, por embriagese disturbios.
A' ordem do de Apipucos, Jos Celoncio Ribeiro,
por uso de armas defezas.
-No dia 24 do mes findo e no lugar denominado
Serra do Ignacio, pertencento ao termo de Ouricu-
ry, o individuo de nome Joo Lopes do Nascimen-
to, armando-se de um punbal assassioou a Joaquim
Al ve de Souza.
Contra o deliquente, que evadio-se procedeu-se
nos termos do inquerito policial.
Deas guarde a V. Exe.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lelo
muito digno vicepresidente da provincia.
-O chete de polica, .Antonio Domingos
Pinto.
Auto de persnntaa feltaa a Pra"cla-
co I. <|U.-irn Carnelro da Cunta.
Del do i ti .'.ou retro da Ttar aoararia
de Paaeuda,
Aos 27 dias do mez de Setembro do anno do
nascim ato de Nosso Senhor J sus Chriato de
1886, n, secretaria da polica, prescitos o Dr. An-
tonio D. mingos Pinto, chete de p >licia da provin
ca, commigo Abdiei > Je Vesconc- los, amnnueose
de sua secretarla servalo de esenvao, e-mpa recen
Fra cinco de Siqucira Carneiro d-.Cunta, aqu.-m
o mesmo Ur. ch f- de policia Intenvgou uuvameo
te da forma seauuiie :
Perguntado porque razSo no di 6 quando se
retiraram u tbesoureiro e o fio! Fialh-. in .ndou qu-
o servente Silva acabasse lego com u servic d i
carimb ?
prti- span leu que mandoa acabar porque tinh.
caeciso de.sabir, mesmo porque esse servico nuu
la at 4 horas.
Pergouta io se o inspector sabia qu- esse *ervi-
00 nao i.i at qut.tro horas confome hava deter-
minado?
Responden que suppe que nao sabia, poruiqu
o theioireliO sabia.
r*ergautad" porque tendo mandado acabar o ser
vico d< carimbo .leinorou-se orea de raea b r
fcchad.no gabinete do thetoureiro, cimo di* o
serve te Silv ?
hVepo.ideu que demonu-se pouc > teinp > e ist
em iMaam lia um pouco de um romanee de Julio
VerneViagera da trra a lapwrui que. ni-
estavn trancad-. n> g-.bin.-te p-rque porU el-
va -b riae (elle) diurnas vezes paoseava do ga-
t iaete para a sala.
rerguotado a que horas sabio da repartici",
onde estove, se dem .roa ae em conversa com l
guia p.-ssoa e que horas ch gou a sua casa r
Respoiideu que sabio da re^arlioao dep.is dt 3
horas, qu eiieve algum totopo na luja de jolas de
Joseph Kranse esperando um bond de Santo Ama-
ro e veio para a sua casa, onde chegou cerca de 4
horas.
Perguntado se estava presente quando o the-
soureiro entrn na sua sala no da 9, para onde
se dirigi, com quem estove e at quando demo-
rou-se fra da sala ?
fespondeu que quando o thesoureiro entrou na
sala elle respondente nao estava presente
porque tinhi sahdo e ido para a sala do porteiro
com quem conversn sobre bilbetes de lotera que
estavam vendo em urna li. ta juntamente com ou-
tros empregados da repartcao e que demoron-se
at que foi avisado de que o thesoureiro tinha che-
gado e que o cbamava.
Perguntado quando soube que as portas de en-
trada para a Casa-Forte foram encontradas aber-
tas, onde estava e onde se conservou d'ah por
diante ?
Respondeu que soube que as portas de entrada
para a Casa Forte estavam abertas quando che-
gou na sala do thesoureiro vindo do compartimen-
to do porteiro, onde tinha estado como j disse, e
d'ah em diante cons-rvori-se na sala do thesou
reiro at fechar-se o expediente.
Perguntado quem o convidou ou o apresentou
para fiel do thesoureiro, se prestou fiaaca a este,
c se o thesoureiro j o conhecia ?
Respondeu que tendo de deixar o lugar de fiel
seu irmao Marianno, por nao lhe convir esse lugar,
indicou elle resp mdente para oceupar o lugar e
foi aceito pelo Dr. Eduardo que o conhecia de vis-
ta, e na prestou flanea.
Perguntado se elle respondente nao era nessa
occasilo negociante ou se j tinha liquidado o seu
negocio ?
Respondeu que ha muito tempo tinha liquidado
um armazem de molhados que tinba na roa do Ro
sario por nao lhe offerecer grandes vantagens
e estava ltimamente com nma sub-empretada de
obras na estaca da estrada de ferro da Caruar,
cuja empreitada era feita com seu irmao.
Perguntado se teve prejuizos na liquidacao de
sua casa commercial ?
Responden que nao e que esse estabelecimento
era para fornecer barracoes que tinham ao longo
da estrada de ferro de Caruar e de sociedade
com diversos empreiteiros para fornecer de vive-
res aos trabalbadores e mais pessoas do ser-
vico.
Perguntado quem arrumou as sedulas carim-
badas no dia 6, se as sdalas foram embrulhadas
emmassadas e empacotadas, quantos pacotes se
fizeram ?
Responden que as sedulas carimbadas n'aquelle
dia foram apenas amarradas como se costuma fa-
zer porque os pacotes costumam ser feitos depois
por algum dos fiis.
_ Perguntado no dia C que quantia ficou por ca-
rimbar ?
Respondeu que ignora porque quem dava o di
nheiro para o carimbo era o fiel Fialho e que as
notas que se carimbaram nesse dia eram de qoi-
nbentos ris.
Perguntado se haviam pacotes de sdalas ca-
rimbadas, quantos, onde estavam guardados ?
Respondeu que lhe parece que haviam quatro
ou cinco pacotes, porm que nao se records bens
onde estavam, se no armario da sala ou.no da
saleta queda entrada para a Casa-Forte.
Perguntado quem gnardava as sedulas carim-
badas e emmassadas.
Responden que era o fiel Fialho porque tinha a
sen cargo organisar as remessas que tinham de
ser enviadas a Caixa de Amortisacao.
E nada mais disse, nem lhe foi perguntado, pe-
lo que mandoa o Dr. chefe de polica encerrar o
preseute auto em que se assigna com o espon-
dente depois de lido e achar conforme, as teste-
munhas abaixo e commigo Abdisio de Vasconcel-
los, servindo de esenvo que de tu lo don f:
Antonio Domingos PintoFrancisco de Siqueira
Carneiro da Cnnha Francisco Geraldo da Silva
Barroso Manoel Jos de Oliveira LimaAbdisio
de Vaseoncellos.
Naaa mais se continha em dito auto aqui bem
e fielmente copiado ao qual me reporto e dou
f.
Recife, 27 de Setembro de 188G. En, Abdisio
de Vaseoncellos, amanuense servindo de escrivao
o escrevi e assigno.
Abdisio de Vaseoncellos.
Thesours Provincial
DESPACHOS DO DIA 16 DE OCTROBBO
Antonio Firmo de Oliveira, Miguel Fran-
cisco dos Santos, R. Druzina & C. e Igna-
cio Fernandes Eiras. Entregue-se pela
porta.
Contas do commandante do corpo de po-
lica, Francisco Gongalves Torres, Benja-
mira Naroizo da Fonceca Soares e Silva,
Mara Angela Furtado. Hja vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Pret da guarda cvica. Encaminhe-se.
Minervina Francisca Cardoso.Junte-so
copia das rformacSes.
Pereira Carneiro & CAo Sr. Dr. ad-
ministrador do Consulado para os devidos
fios.
Joaquim Alves de Souza.Certifiqese.
Paulioo de Oliveira Maia, Alfredo Bap-
tista de S, lzi loro Bastos de Oliveira
& C.Ao contencioso para cumprir o des-
pacho da junta.
Francisca Monteiro LofH-r. Prove a
desoccupacSo da casa.
Pinto Corroa & C, Martiniano & C.
Informe o Sr. Dr. administrador do Con
otado.
Pret da guara cvica.Pague-se.
Padre Floriano de Queiroz Coutinho,
S de Aguas-Bellas, offi ios do Dr. chefe de
polica, comraissao administrativa do li -
colbimento da Gloria e Candida Hermoge-
geni do Mello Mascarenhas. Informe o Sr.
contador.
Francolina de Jess Cardoso.ho Sr.
conta lor para cumprir o despicho da junta.
Allieiro Olivi ira & C. Provado o que
allcgam, venhara pelos canaes competentes.
oiiMiil-tdu rrovincial
DES BACHOS DO UIA 16 DE OUTUBRO DE
1886
J ao B-zerra & C, B. Gerllo Jos de Barn, Carolina Josepha
da Silva Pinheiro. Informe a 1.* s-eja.
ttviSTA MARli
Valla ou tnruno Pela rupir icau geral
ios telegrapoos f uo> ob*' quiadoi. com a s. gui-
te copia da Faha niis que S. M. o Iinp rador en-
c rrou a primeira seaao da vigsima legislatura
da asserabia gerai no dia 16 de Outubro de
1886:
Angasioi e digniaaimos Srs. representantes
da naci Ao encerrar a presente sesaao legisla-
tiva apraz-ms communicar-vos que em todas as
provincias da imperio conservou-se inalterada a
tranquillidade publica.
Continuamos a manter com as potencias es-
trangeiras relaces de boa ntelligcncia e ami-
sade.
AgradecD-vos os recursos com que dotastes o
governo para o melhoramento do nosso estado fi-
nanceiro.
" Se nao pudestes, apezar do vosso zeio e as-
siduidade attender a todos os assumptos indicados
pelo governo, confio qu serao elles resolvaos na
prxima sesso com a sabedoria que preside aos
vossos trabalbos.
Augustos e dignissimos Srs. representantes
da nacao. Regressando s vossas provincias, es-
tou certo de que continuareis a empregar vossos
esforcos para que se justifique cada vez mais no
aniso dos nossos concidadaos o respeito consti -
taico e asvleis.
< Est encerrada a primeira sessTo da vigsima
legislatura/
D. PDBO II IMPEBADOa O9NSTITDC10KAL t E-
r.ssor. raarETCO no brasu..
Comarca de SalgnelroO juiz de direi-
to dessa comarca em officio de 28 de Setembro fin-
do participou presidencia da provincia que as
autoridades locaes se acbam ameacadas de soffrer
desacatos por parte de Marianno da Costa Araujo
Japiassu' e denm grupo do criminosos que o acom-
paas, sendo que estes protestaran] invadir a vil-
la com o fim de se vingarem por meios violentos
das autoridades que funecionaram no processo all
instaurado ha pouco con'ra o refererido Japiassu'
por crime de introduccao de moeda falsa.
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia or-
denou ao alferes do exercito Vicente Magno No-
nes que, quanto antes, siga para aquella comarca
com o destacamento volante sob seu commando,
que se acba em diligencia no interior da provin-
cia ; e, por proposta do Dr chefe de polica no-
meou aquelle official delegado do termo de Leo-
poldina.
Igualmente expedo as ordens necessinas para
3oe seja transferido desse termo para o de 8. Jos
o Egypto o destacamento policial que alli
est.
Extravio de dinneiro du Tbeaou-
rrla de Fazenda Pela presidencia da
provincia foi dirigido ao Io promotor publico o .
seguinte officio :
2 seceo.Palacio da presidencia de Per-
nambuco em 13 de Outubro de 1886.Para os
fins convenientes, transmuto a Vmc. o incluso
officio do inspector interino da Thesouraria -de
Fazenda de hoje datado acompanhado de nove
documentos, por copia, afim de ser formada a cul-
pa contra o thesoureiro d'aquella repartido ba-
charel Eduardo de Barros Falcao de Lacerda e a .
?uem mais da direito fr, pelo extravio de......
93:1455387 dos cofres a C8rgo do mesmo the-
soureiro.
Deus guarde a Vm; Ignacio Joaquim de .
Souza Leao.Sr. Dr. 1 promotor publico da'ca-
marca do Recife.
Clrnrslo do corpo de policaPor
portar'a da presidencia de 14 do corrente mez,
j nomeado o Dr. Belchior da Gama Lobo para
exercer o cargo de tenente cirurgio do corpo de
polica em substitm'cao da Dr. Matheas Vaz de
Oliveira que aceitou o cargo de inspector de hy-
giene.
turso polytbecbnlco preparatorio
a cargo do Club iliterario Ayrea
ama Comecarao segunda-feira (18) os exame*
deste curso, que teran lugar todos os_ das das 4
horas da tarde por diante, na respectiva sede.
Tabella doa valorea do aaancar
brutoPublicados tn seguida urna tabella dos
valores, nesta praca de 15 kil. de assucar brnto,
correspondentes aos precos do mesmo genero na
prac i de Londres, desde 10 at 16 schillings por
quintal de 50,78 kil. e a3 diversas taxas de cam-
bio da nossa moeda nacional de 17 1/2 a 27 d. por
15 e representando os precos, que deve obter 0
agricultor, por j terem soffcido a diminuico de
30 /o. que comprehende as porcentagens do ar-
mazenario e do exportador, os impostes geraes e
provincaes, o frete, a commisso, o del credere e
mais d-ispezas no mercado consumidor.
O trabalho de que nos oceupamos, que ser
compulsado pelos notsos agricultoies, devido ao
infatigavel Sr. Dr. H. A. Milet, que nos dirigi
esta carta .'
Sociedade Auxiliadora da Agricultura de
Pernambuco, em 15 de Outubro de 1886.Srs.
redactores.Embom algune dos nossos agricul-
tores estejam to poucos versados as questdes
fiscaes, que chegam a ignorar que o seu a sacar
paga impostes, por nao lhe serem estes exigido*
directamente, o maior numero sebe, que o estado
do cambio de nissa moeda nacional, em relaco
ao ouro, nao deixa de ter influencia snbre o preco
que o seu genero obtem na praca do Recife e que
a alca IheB desfavoravel.
. Entretanto, nao t&u elles geralmente pleno
eonhecmenlo do alcance da supracitada influen-
cia; e alguna julga-n'a de te diminuta impor-
tancia, que at acreditam, sob a f de certos eco-
nomistas improvisados, que o pr. juizo causado
pela auhida do cambio fica compensado para elles
pela baixa dj prec> dos geueris e mercadoras
imputadas do estrangerc, que alias to diminato
papel representara as despezas fetas para a
eroncao e colheita de suas safras
No intuito de proorcionar-lhes toda a facili-
dade para aquilatar a mesma influencia e o logro
da pretendida coinp. nsaca i, assim como pura mos-
trar-lhos, que-a permanencia dos impostos de
exportacao, cuja auptiressao pjr elles reclamada
c .m toda justica, n> aggrava a sua sorte mais
que uma subida de 1 1/2 d. na taxa do carasio,
calcule) o- preC/.s que devem encontrar na nossa
pr*c.> 15 kil.. de aasucur bruto, uat diversas hy-
potbeses dos pri-c-'s i-btidos ua praca de Lnndres
por quintal de 50,78 kilos, des '.e o de 10 schillings
at o d" 1 e das diversas tuxas de eambio da
nussa moeda nacional, detde 17 1/2 ai 27 d. por
mil res, < orgtoioei a inclusa tabella, ceja pu--
ulicacao Ibes rec -mmendu e parece-me de muita
utilidade, uosmente para os agricuit res, como
,.ar todo, o uit> ressnd .8 directa o indrecta-
ueote na industria assucareira.
Ve, por exeinplo. de dita tabella, cujo USO
aSM-inelli i se comp'eameute 0 dn t..h ada de
multiplu'Hcio usada as esc las, que se anda
vigor .ase a taxa de 17 3/4, qil era a do cambio
. ui Outubro do anuo prximo passado. antes do
einpre timo xtern ., que i mimo a Exm conse-
lheiro Franeaco Belisari.. fazel-a subir at 22,0
ur. co le 15 kilos de assucar brut n.-ta praca
du hV :e n s.;na hoie de 1*200 e sin. .le 11500;
< que se i-hegnase me mo cambio 27. reduzir-
s hia a mu r a ; seguindo-se d'ai i. que u senhor
Ue uugeub > caja safra, p-rman> cend inalteraveis
o aeinal pr.c. us Eur.ipa e a actual t^xa do cam-
oi", propor i*u-r-ihe-ha uma KCeita de 12 lonto,
riceb ri 15 c.iutJS si o cambio V .Itasse cotacao
de OuiubM de 1885 e b<5 eceber H coates se
contu.uar a alca at 0 par de 27 d.
Sa- resu lado que uo peder- ser contestados
rmqnant.i 2 iuis 2 f rea iguaes a4ejulgo de
muito lateresse fel os chegar ao coubecimento
de tod os nteress-d s.
S.iu com stima e considericS> De V. 8.
Ve-erador, amigo "e criado.Benrique Angiuto
Milet. ,






Diario de PernambneoDomingo 17 de Ontubro de 1886
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-Xi:i*--cct-x^i*Cvi^.xi!i4.-i---j;:s:
-&*oetsta9tt*t>i
1 t* t> ti o* '
v| v| CS CS C. -! -: i,;*^^(^-i^-i1-C UKI>i- I -^,
--*csi:5~ii!i*0 33*--xi!iso~i^-3r.i;e i*
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^1 O - -^ 14- ^1 O iCO r*. -' *~l C C 14 -: -j -^ O
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--I SS i"! -^ "' V -' iS l* l I* O
O -11: it ^1 -* s; X : O m 1 c m -J* 1* c r.
BpSgaQCijqaog^qsco mq >_raqs s ss ss s es o ; jj
te
i 3b 5s X os u o oc -; xs : i i; i* O ~i i: i,
-3,, x i* ^1 o; ;^3y ~i te os :; co ^ os g,
Cu
a.
c

3

m* fanebre*.Serfto oelebndas :
AmanhS :
A's 8 horai, na igreja de S. Francisco,
alma de Franciioo Antonio da Natividade !
jela
tal-
U
a?
!j
:e;
/




___,aal do Jury do BefeFunc-
iMBtm este tribunal no julgamento do reo
Leandro Pereira Leite, pronunciado no art.
-ood. crim. e aecueadode ha ver tirado para
ate violeneia, uma corrente de onro, rclo-
scas ae roupa e outros objectos pertencen-
S AELonio Augnato Marques Gnimares, mo-
mIv sa companhia de outros ra Duque de
Wsjo j. 70 3andar.
BtaKOvea h defeza o Dr. Argemiro Aroxa sendo
sdemnado a pena de 14 metes de prisao,
r.mo das penas do referido artigo combi-
o art. 49 2o do dito cdigo.
ve e AlsoaP-'lo vapor nacional
OH recebemos h.ntem t>lh*s de Aracaju
Ms7te Macei at 15 do corrente.
--- ) presidente da provincia seguir no
mZS~e passado, na vapor Principe do Grao-
Vmm *ra o norte da provmci., co:n o ictuito de
aMtar conhecer as priuc-ipaes localidades
XnHtlt roa productora.
iSr.chef.i de polica, o secretario do governo
mm+, i avalheiros gradis o acompanharam.
___ralieceram : na cidade de Maroim, a 2o do
--arfe, o continuo da Hlfan1"g* Francisco ^oa-
^rindradeenavilladoSjcci-r, em V do
'rte o gnculfor ALiandre Pereira di Jess.
fe -cabedori-i provincial arrecadou no mez de
r< finio 4:lW096. No m-sm. mez des-
j-se por aquella repart.ca. 5,()98 v-jIomM
ros de commercio reudendo l:adiw.
MaaOatEra esperado ante-hontem na capital,
. de sua eicurso ao Pentdo, o presuente
Jkt-acwiocia. ,
___ Fallecen na caoital a profesora de_h. Jo=e
tl^tce, D. Mana Anglica Eamos Freir.
_ a Laraageiras, ao ch^'ir um pregador
------ante, o povo reunio-s.', deu-lh grande as-
_ j aSnal atiron o rio o calite de livros que
* kacagem do r^rido pregdor.
A's 10 horas da noite de ante-hontem
,u de Franca Lima e Silva a
Tivimos occasiSo de ler este trabalho e pote-
mos garantir que elle se recoounenda por mais de
um titulo.
O Sr. Carvalho n3o ponpou esforcos para tor-
nar sea livro digno de leitura, esiudou e couve-
nient mente explicou a crigem e razSo de ser des-
tas locucoes tiio usadas.
Basta dizer que este livro vem anda uma vez
confirmar a justa reputacAo que gosa sea autor de
Iliterato tao distincto qu.uto modesto.
O referido Diccionario, segundo nm annun
ci na mi'sma folha publicado, contm as locucoes
phrses e termos da lingoa latina e de ontras,
usados c m frequencia na lingua portngnena e as
de todos os paites civilisados com a ana tradaeco
e conveniente -xplicaco do seo nnprego, conten-
do os principaes apborismos de rlireito,abra in
tetramente nova na literatura portugueza e bra
silira.
Era para lastimar a falta de um livro em nos
sa liiH'ua, que proporcionasse aos que della preci-
sassem o conhecimento exacto deasas locucoes,
afim de podnrem sir bem entendidas e convenien-
temente usadas.
8im, com frequencia onvimos, temosRs non
verba, VeHmm ad verbum. Pro labore. Cpalo te-
mu. Discndo disentur, MiUatis mutandie, TUitur
qnaestis, Quid inde ? Quantum satis. Tutis viribiu.
Per accidens, Per cpita, Per stirpea, In solldum,
Suigeneris. Sunm cuique tribuir, Ipeo fticto, In
fieri, Ad rem, Ad hoc, In rem propriam, In inte -
grum, Steeple chose, Impet'o, Flaneur, Debenture,
Home-ruler, lncome tax, Tutti quanti e muitisai-
mia outros trrmos ; phased e locucoes.
Precisamos e desejamos entendel-og.
Procuramos no emtanto na nossa lingua uma
fonte, onde p.asninos beber taes conhecimentos, e
a nao encontramos !
Com a publicacao, porm, deste modesto dic-
cionario sanada fica esta falta relativamente bem
gensivel pois nellc encon:raro, osque delle pre-
cisaren! as locucoes com a sua tradcelo (logo
eate para o interior da casa, afim de ir [ locucoesj i vertidas ero portugus e de maneira
[iuheiro, Leopoldino aproveiton-se disto e | dar os principaes Apborismos de direito, ali-
cerct-s Bobre que repousa essa sciencia do bem e do

saphteiro Apolinario na porta da casa aesie | baixo de cada locucao) e a conveniente explica-
ta>-|,ir-in Largo, quanuo pparcceu Le poldino da'cao do seu emprego (em frente mesma locuco).
j^ nedio a Apolinaiio que desse dous viutens. I ,, Hao de encontrar tambem nesgas phrases
gMaxEdo
M^n^rrn imprevistamente nm tremendo tocco
,%*ir. de Franca, que ficou com o nariz em mi- \ justo ; e isto por certo de alguma vantagem para
siiTni". perdendo bastante sangue. I as peaso-is que lidam uo foro e nao sejam por ven-
guarda cvico n. 29 pr ndeu em fligrante o I tura versadas na lingua latina, fonte d'onde dima-
nte que pouco depois estava na Casa de nam esses sabios preccitos e regras
. DlntielroO vapor Jacuhype, levan para
___ 0 offendido nem Apolinario conhecem o au Macei 15:000*000.
ita*-Ho pedinte noturno, que pardo. Directora dan obra* de conserT*-
kwaaNiiiato N<> lugar denominado Serra <>&o don toriosBoletim meteorolgico do
ab^stacio do termo de Ourieury, toi assassinado, dit 15 de Outubro de 1886 :
m* 24 do mez fiudo Joaquiui Aiwa de Sooia,
jrr- > de um punhal mauejado por nm individuo
fe so; Jo&o Lopes do Na^ciinento .
lOdetioqnente evadise, e contra elle proeede a Horas
taiitiil local, nos termos da lei.
ale Imperial JaaOs Srs. Silva &
fe eabam de abrir nesta cidade ra do Via-
delnbam* (anti^a do Kiog*i) n. 41, um
te, montado com o mximo aceio, de caf
procedente do Cear e do semeatea origi-
.j da ilba de Jav i.
3 akeellen'e o producto de que damos noticia,
^ roni e jamis falsificada se respunsabihaam
ltk. Silva & Irmo.
fla paeotes de i,000, 500 e 250 grammas.
ajradeoemjs-lhe a anustra com qae uos obse-
Horas Barmetro a Tensao do vapor a a
0 a s
a
6 m. 259 75936 19.04 76
9 278 761"19 20.02 73
12 294 760"3 19.77 65
3 t. 28-5 759">0 19.56 68
6 1-2 7.r>9'' 20.33 77
danba; s 8 horas, na matriz da Boa- Viata e na
cspella do engenho Morenos as 9 pela alma do Ba-
rio de Morenos.
Terca-feira:
A's 8 1/2 horas, na igreja da Santa Cras e as
7 na Capella do Cemiterio, pela alma de D. Flora
Grata da Silva Albuquerque ; s 8 horas, na Jr-
dem Terceira do Carmo, pela alma do capillo
Joaquim Leocadio Viegaa ; s 8 horas, na igreja
da Psdba, pela alma de D. Alexandrina Amelia
Cavalcante.
Paxnaft-eiroa Chegadoa do sul no vapor na-
cional Marques de Camas:
Francisco Leareiro de Caaralho, sua senhora e
1 criado, Brasiliano da C istp Oftaviano Carva
Ibo, Samuel Vas, Joviniana S. Moura, JoJo Fran
cisco, Jos Alersndrino, Ensebio Mancel, Joa-
Iuim Francisco, JoSo Baptilta, Francisco Luis,
otonio da Silva, Jos Barros, Manoel de Sonsa
Lopes, Alfonso Tanhi, Emilio Americo Podest e
Marcelino Jos Pereira.
Sonido para o anl no vapor nacional Jacu-
Crloa da Silva Regadas.
Casa de DetencoMovimento dos pre-
aos do dia 15 de Outubro :
Exiatiam presos 284, entraram 14, aahirsm 9,
existem 289.
A saber :
Nacionaes, 259, mulhereg 5, eatrangeiros 11, es-
cravA sentenciados 4, proceaiado 1, ditos de cor
reccSo 9.Total 289.
Arracoadoa 250, sendo: bons 242, doentes 8
Total 250.
Moimeato da enfermara :
Te ve baixa:
Joa Luis de Sonsa Lima.
Lotera da prowlnelaQulnta-feira, 21
do corren ce, ao meio da, ao extrabir a 6.* parte
pa 1.a lotera em beneficio da Santa Casa da
Misericordia do Recife, pelo novo plano appro-
vado. -^
No consistorio da igreja de Nossa Senhora Ha
Conceicao doa Militares ser teita( a extraeco
pelo systema da machina Ficht. <
LoteraA 6 parte da 1" lotera da provn
ca, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, pelo novo plano, cujo prejpio grande
100:000*00^, ser extrabida no dia 21 do corren
te, princir ando a extraceo ao meio dia. ,
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
liOterla do RioA 4* parte da lotera
o. 365, do novo plano, do premio de 100:0004000.
ser extrahida no da .. de Outnbro.
Os bilhetes acham-ae venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-ae venda na praca da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Lolerla Extraordtaria do Yplran
Ka O 4. e ultimo aorteio das 4. e 5. sanee
deata importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, aera extrahida no dia 30 de Outu-
bro.
Achara-se expostoa venda oa restos dos bi-
es na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da i-orteA 3* parte da 2"0 lo-
tera da corte, cujo premio grande de 100:000
ser extrahida no dia 22 de Outubro.
Os bilhetes achim-ae venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de M.-irco 23.
Tambem cha m-ae venda na praca da Inde-
pendencia ns. -37 39.
Maiadouro PublicoFcram abatidas no
Matadoufo da Cabanga 75 rezes para o consumo
do dia 16 de Outubro.
Sendo ."'61 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
j C, e ,14 a diversos.
Herrado Municipal de H. JomO
movimentd deste Mercado uo dia 16 do corrente
foi o scruine :
Entraram :
30 bois pesando 4,238 kilos.
1502 kilos de peixe a 20 ris 30*010
135 cargas de farinha a 200 ris 27*000
51 ditas de fructas diversas a 300 rs. 15*300
7 taboleiros a 200 ris 1*400
22 Sumos a 200 ris 4*4u0
Foram oceupados :
25 columnas a 600 ris 15*000
22 c- m partimento a de farinha a,
500 ris. 11*000
23 ditos de comida a 500 ris ll-OO
68 ditos de legumes a 400 ris 27
>; d,tos de saino a 700 ris 11*2 0
12 ditos de tressuraa a 600 ris 7*200
10talhosa2* 20*0 H
1 dito a 1* 1*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 13 ris 54*000
2 talhos a 500 res 1*000
Oeve ter sido arrecadada neste dia
Ja quantia de
ttendimento dos dias 1 a 15 de Outu-
bro
ex-csixeiros Januaro de Sonsa -ilva Serodio e
Moyas Gsdelha de Souza.Na forma requerida,
depois de aatisfeito o parecer fiscal.
Ue Joao Bexerra 4 C, idea de eeu eaixeiro
Antonio Nunes Guimaraes e baixa no ex-eaixeiro
Joao Beserra de Gouva'. Deferida, depois de
aatisfeito o parecer fiscal.
De Manoel Al ves Barbosa, auccessor, idem de
seos caixelros Jos Adanto da Costa e Jovino Be-
serra de Mello.-Como requer.
De Manoel Martina Fiusa, como bastante pro-
curador dos hedeiros de Antonio Jos Rodrigues
de Sonsa, para que seja archivado o distracto de
aociedade que gyrou nesta praca, sob a firma de
Jos Augusto doa Santos & C, da qual erara so-
cios o fallecido Rodrigues de Souza e Viriato Se-
veriano Gomes de Castro, ficando a vinva e filhos
de dito finado de posse do estabelecimento sito
n'eata praca e do activo e obrigados pelo passivo
da estete sociedude. Archive-ee, na forma da
le, depoia de aatisfeito o parecer fiscal.
De Luis de Paula Lopes, natural d'esta pro-
vine, de 43 annos de idade, domiciliado e esta-
belecido n'esta praca com armazem de farinha de
trigo por groaso, solicitando carta de commer-
ciante matriculado. Sao atteatantea do crdito
commercial do aupplieante, Gratuliano doa Santos
Vital, Pedro Alexandrino Maia e Silva e Manoel
da Cunha Lobo.Como requer. Nao tomou parte
na votacio o 8r. commendador Lopes Machado.
Nada mais ha ven do a despachar, o Illm. 8r. com-
mendador presidente encerrou a se. sao s 11
e 1/4 da manha.
IRDICAyOES OTIS
237*240
3:136*700
3:373*940
Foi arrecadado liquido at boje
Precos do dia :
Carne verde a 320 e 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sunoi a 560 e 640 ris idem.
Farinha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 240 a 320 rea idem.
Feijo de 560 a 640 idem.
Cemlterlo pulillco.Obituario do dia 15
de Outubro :
Manoel, Pernambico, 2 lias, S. Jos; espasmo.
Cypriano Marques de Athayde, Pernambuco, 28
annos, s Iteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Brnno, Pernambneo, 9 dias, Santo Antonio; he-
morrhagia umbelical.
Joanna Mara do Espirito-Santo, Peruambuco,
26 annos, casada, S. Jo j; hemorrhagia puer-
peral.
Jos, Pernambneo, 7 meses, S. Jos ; convul-
sea.
Medico*
O Dr. Arthur Imbassaky, medico occa-
lista, recenteroente chegado, esta cidade,
d consultas todis os dias, das 8 a 10
horas da manha, sendo gratis aos pobres.
no l.o andar do predio n. 8, largo da
Santa Cruz.
Dr. Barreta 8tmpaio m'udou seu cnsul
torio do 2jS_- andar du casa n. 45, a ruado
Barao .da Victoria,, para o 1." andar, da
casa Et. 51, mesma ra, como consta- do
seu annunciV inserto na seccSo compe-
tente. Residencia a ra Sete de Setem
bro n. 34.
0 Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, raa do Bom-Jesus n. 23,
obrado.
Dr. Lope PessoaMe i ico.Residen
ca a ra de D. Pedro I n. 9, onde pode
ser procurado at s 9 horas da manha.
Consultorio ra do Bom-Jesus n. 37 1.
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
te iro, residencia ra do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 10 horas da manha s 2 da
tarde. Espedalidade : molestias e opera-
<,5es dos orgaos genito-urinarios do hornern
e da mulher.
Advocado
O Dr. Henrique Millet tem o seu es
criptorio de advogacia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
Drogara
Francisco Manoel da Silva & C-. dcDO-
sitarios de todas as especialidades pharm>
oeutio48, tintas, drogas, productos chimico
e medicamentos homceopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serraria a vapor e ojjicina de car apio
de Francisco dos antos Haced o, caes do
Capibaribe n. 28. N'oste grande estaba e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
aero, compra-se 6 vende-so madeiras d
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obras
de carapira por machina e por pregos cea;
comrx^noia.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguistas por at-
acado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
PLBLIC4C0ES A PEDIDO
-<
sa telaea Ha h je as segmn-
absaatirato Litterario Olindense, a 11 horaa
JpjM iBhft om aasembla geral extraordinaria.
Sto Gremio Recreativo Familiar, s 11 horas,
abla geral, p-ra approvacao de eatata-
Contraria de Santos Chriapim e Chriapinia-
-as% *f* asembros da commiaaao riscal, para esco-
E 4ha *o novos funecionarios.
JPa iranandade de Nossa senhora do Terco, a
^ aeras, em assembla geral, para eleger os no-
ga inoeeionari is.
j|aaa DleeloaarloO Pota do Maranhao
^i dU corrente, d a segniute noticia relativa-
aaaaae d ama obra que pretende publicar o Sr.
Mmbs Emiliano Valle de Carvalho.
^ j;* aa curioso estudo, at boje nico no ge-
sobre as phrases e loeucSde da lingua* es-
ras, adoptadas geralmente no noaao aso
detallar.
Temperatura mxima30*0.
Dita mnima257.
Evaporaco em 24 horas : ao sol6m6, som-
bra 42.
Chuvanalla.
Direccao do vento : E de meia noite at 3 horas
e 50 minutos da manra ; ESE at 7 boraa e 50
minutoa da manhS ; E e ESE alternadamente at
5 boraa e 15 minutos da tarde ; ESE at meia
toite.
Velocid ide m lia do vento 0,>82 por segunda.
Nebuloaidade media: 0,4.
Lell*eaEfbjctuar-se-hao:
C AmsnU:
Pelo agente Modesto Baptisla, as 11 horaa,
na ra do Mrquez do Herval n. 51, de um ran-
cho no Caiang.
Terca-feira :
Pelo agente Qusmao, s 11 horas, na ra do
Mrquez de Olinda n 19, de movis diversos
Pelo agente Pinto, s 11 oras, na rna da Impe-
ratris n. 6, de movis, e 1 hora, de vaccaa, car-
roca e boi.
Qoarta-feira :
Peto agente Modesto Baptisla, s 11 horas,
raa do Bartaalomeo n. 33, de movis diversos.
CBR0N1CA JDDICIARIA
Jimiii Commercial da cidade de
Recife
ACTA DA SESSO EM 14 DE OUTUBRO
DE 1886
PBESIDENCIA DO ILLM. 8R. COMjrBSDADOB ANTONIO
OOMES DB MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio QvimarSxs
A's 10 horas da manh, declarou-se aberta a
sesso, estando presentes oa Srs. i leputadoa
Olinto Bastos, commendador Lopes Machado, Bel -
trao Jnior e supplente Hermino de Figueiredo.
Lida, foi approvada a acta da precedente sesso
e fez-se a leitura do sesniinte
EXPEDIENTE
Officios :
De 8 do corrente, da directora da Aasociacio
Commercial Beneficente, em reaposta ao que ae
Ibe dirigi a 7 do presente mez. Para o ar-
chivo.
De 9 do corrente, da anta dos corretores
deata praca, enviando o boletim das cotacoes of -
ficiaes da semana de 4 a 9 do correnta, Seja
archivado.
Um exemplar offerecido Junta Commercial
pela directora da Companhia Indemnisadora, da
Accao de seguro martimo intentada contra dita
companhia pelos seguradas Moreira Irao C.
Para o archivo.
Diarios Offieiaes de ns. 265 a 273. Sejam ar-
chivados.
O Sr. commendador presidente assignou os edi-
ta es convocando o eleitorado commercial para ae
reunir no dia 5 de Novembro prximo vindouro,
na Associacao Commercial Beneficente, para a
eleicio da dous depntados e de dona aupp lentes,
conforme foi resolvido na presente sesao.
A Janta ficou inteirada do despacho proferido
pelo Sr. commendador presidente a 9 do corrente,
mandando registrar a nomeaco do eaixeiro de
Jos Ramos Sonto e dar baixa no registro da do
ex-caixeiro Benjamim Francisco Duarte.
DaSPAOBOS
Peticoes :
De Antonio Garlos Ferreira da Silva e Jos
Faustino Porto, interpretes do commercia. selici-
tande o registro do conhecimento do imposto res-
pectivo.Registre nn.
De Rodrigues Saraiva & C, para que se regis-
tre a nomeaco de sea eaixeiro Manoel Rodrigues
Lima.Seja registrada.
De Ribeiro & Almeids, idem do sea eaixeiro
Carlos Alberto da Armada.Como peder.
De Jos de Sonsa Agniar & C, dem do sea
eaixeiro Aoguito Francisco dos Reta e baixa nos
Joces sobre a cultura do ca-
caoelro
A cultura do cacao deve ser recommeudada e
animada, porque feita a primitiva plantaco, e,
quando o cacaoal tem chegado a seu mximo crea-
cimento, uma fonte perenne de renda.
Qualquer agricultor p>de cultival o, porque de-
manda de pouco capital, trabalbo moderado, est
no alcance de todas as intelligencias e nao neces-
sita de custoaoa machimsmos, instrumentos, ap-
parelhos, utensis, animaes e combustivel, que dis-
pendiosamente reclama a cultura e manipulacao
da cauna e caf.
Occorre outra vantagem para aer animada a
cultura do cacao, e que Ihe peculiar ; poucos
bracos e diminuto capital.
O cacao uma p anta til pelo emprego que tem
cuno materia prima no fabrico do chocolate e bem
assim as pharmacias, conteitarias e perfumaras.
No intuito de cooperar para o melhoramt-nto da
lavoura de minea provincia (Alagoas) e deata, de-
stajando aer til ao mea pas, formulei as Noeoes
sobre a cultura do cacao iro, compiladas das
notas dirigidas ao Biro da Bella Vista pela ao
ciedade Auxiliadora da Industria Nacional e doa
Cultivadores do Amazonas e Para.
Plantacao
As trras que melhor con vem a esta plantaco
silo aa de varzea, especialmente as que esto su
jeitaa a a- rem cobertaa pelas aguas, ou trras vir-
gens e hmidas ; sao improductivas as plantacoes
fcitasem terrenos que tenham servido recente-
mente cultura de mandioca, milho, canoa, etc.
Na eacolha,da sement de boaqualidade para a
plantaco, dve o cultivador ter o mais acurado
esmero, para aureri- no futuro maior produeco de
cacao, e a sement que melhor coovem a oriunda
do Amazonas e do Para. Recommendo a semen-
t destas provincias, porque o cacao mu estima
do na All> raauht e vale maia do que o da Baha
16 e 20 Ve-
Ha duas maneiras de plantar as sementea : em
viveiroa, ou directamente no terreno que tem de
constituir o cacaoal.
E' geralmente adoptada a primeira, a qual con-
siste f irrnar em lugar frtil montculos afofu-
dos de trra de dous palmos de altnra, na distan-
cia de um 8 meio palmo doa outros, collocando no
meio dos montculos orna sement, rccenteinente
extrabida do fructo, no mes de Janeiro, iito na
e-ocha chuvosa ; na falt" da chuva necessario
regar as sementeiras todas aa manhas, ntea do
sol ; no fin de oito a dez dias brota a nova plan-
taco, reaguarda-se com palhi do oxtremu do sol,
ae o viveiro feito em lugar que nao ha sombra.
Tambem pode-se fazer o viveiro com vasos de
barro, de circunferencia larga, aem fundos, para
haver facilidade as mudas e nao offender as
raizes.
Ha cultivadores que preferem a plantaco di-
recta pelo receto naa transplantaces.
No fim de seis meses roudam-se as plantas para
oa lugares em que devera ficar, nos mezea de Jn-
nho a Julho, sendo estes lagares uma cova de am
e meio palmo de profundidade ; esta covas sero
alinhadas, guardando entre ai a diatancia de vate
palmos ; quanto melhor o terreno maior deve aer
o inter vallo, pelo desenvolvimento que pode a plan-
ta tomar.
Coovem conservar limpo o espaco da plantaco
para que aa plantas nao sejam atogadas pelo mat-
to, sendo a principal utilidade deata capina, faser
qne o calrico penetre rais e desenvolva o crea-
cimento da ar"o.e.
Chama-se cacaol a superficie de 809 metros qua
drados oceupada pela plantaco de cacaoeiro.
l'lanta-ae noa intervallos doa cacaoeiroa novas
bananeiraa para os abrigar com sua sombra doa
ardores do aol e bem assim rodeal-os de arvores
frondosas para evitar a aceito dos ventos.
Na idade de dous annos decota-se a arvore para
qae nao se torne ramosa.
o fim de tres annos comees a arvore a lores-
cer da flor para o fructo decorre qua tro meses para
madurecer.
Di minu o trabalho de decotar a arvore no qaar-
to anno, porque fechando a copa das noves, e nao
penetrando o sol, deixa de crescer o matto ; d'ahi
em diante, annaalmente leva uma limpa o cacaoal,
assim como tirar da arvore a herva de pasaarinho
e o lagarto, que ama molestia que da, fazendo
gue oa novas rebentoea tornera nm desenvolvimento
repentino, sem seren catados com a cor natural,
porm amanillados.
Um agricultor diligente trata de 2,000 ar-
vorea.
E' uma cuitara que est ao alcance do mais po-
bre lavrador, e so for cuidadoso pude fazer os vi -
veiros em tempo.
Conservem o terreno limpo, revo'vam a trra
duas vetea no anno, cortem-se as raizes delgadas
capillares) qae brotam debsixo do tronco, qae o
cabaceiro vivera 60 annos, produzindo excellentes
fractos.
Colheita
A colheita fta quando estiver a frncta per.
fetamente madura, colbel aao mesmo tempo e r-
pidamente, p iis que demorndose na arvore en-
negrece a tructa e as sementes germinam dentro
da casca, tornando-ie o cacao de inferior quali-
dade,
As fructas devem ser apanhadas de modo a nao
quebrar os ramoa da planta, nem deixar macha-
cal-as.
Em algnns sitios tazem a colheita durantejtodo
o anno em consequencia das fructas nao smadure
cerem todas ao meamo tempo, em ontroa por qua-
tro vozea ou duas vosea por anno.
Manipulacao
Colhida a frncta,'trata-ae de preparar o ca-
cao.
Quebra-ae a frncta com um oa hdus golpes de
faco, aacca-se de dentro ai sementes de mistara
com a polpa, langa-so em tinas oa cocb.'s de ma
doira ; deixa-se por espaco de 24 horaa para ter
effeito a fermentaco, que para abandonar a agiia
da vegetacio e deaapparecer o principio amargo
que contm.
Sao applicados varios procesaos para a pwpa-
raco : transportara as fructas para os terreiros
onde fazem tulhaa, depoaitam em covas pouco
profundase cobrem cora trra e deixam neste'es-
tado quatro dias, mechendo da vez emjjuando ;
outroa procedem 4 ,^.' ivagem para sepa>*r a se-
ment da polpa depois. 'e-vara w> sol.
Estes procesaos
timo, porque deixo o cacao com o principio amar
go, em virt'ude da pequea quantidade do perfune
que' se desenvolve.
- tjigam oa agricultores o methodo que primeiro
demonstrei, para obterem cacao de .sabor docij e
agradavel.
Passadas 24 horas, no dia immediato sao ex-
postas ao sol as aements esteadidas em uma es-
teira forte.
No fim de cinco dias de sol, qunndo as semedtes
estejam bem seccaa, deixara se eatalar entre os
dedos a pellicula que as cobre, e se os recolhe ao
paiol, evitando sempre a humidadu.
No havendo pericii na preparaco do cacao,
as aements ficam mofadas e perde.u o aroma, i
Da agua da pjlpa esponjosa, quando fresca, se
obtem a maia saborosa bebida refrigerante.
Aproveita-se de polpa fermentada uma agur-
dente extremamente forte
A casca dura e expeasa excedente auxiliar no
fabrico do sabao, reduzida cinza.
Neata provincia, no sitio Pilojs, comarca da Es-
cada, existem diversas cacaoeiros, que j contara
40 annos de plantados.
Vi alguna f ict >s bonitos e bera sazanalos, os
3aaes me foraui apresentados pelo commendador
os Pereira de Araujo, que asseverou-me que as
primitivas sementeiras desaes cacaoeiroa erara pro-
cedentes do Para.
L^uvando-rae, psis, nestas palavras autorisadas
inculco cim confianca, aoa agricultores, pro-
verem-se desaas sementea, que terao feliz resul-
tados, v
O fabrico do chocolate
Consegue-se fazendo pasaar as sementes do ca-
cao por uma ligeira torrefacelo.
Esmagam-se as sementes, separam-se as pell-
culas por meio da ventilaco.
l'isa-se o cacao n'um pilo at que fique redu-
zida massa un .. ajanta-se assucar para toraal-o
mais digeativo de sabor miis agradavel, aro-
matisa-se com baunilha, canotla e outras subs-
tancias, e colloca-se em formas de folha aque-
cidaa.
Fallei suceintamente da manufactura.
Quanto ao procesao para ir mesa tao sabido
de todos que dispenso do tratar, o que deixo ao
gosto de cada um.
Concluindo, seja-me permittido indicar o itine-
rario aos agricultores das duas provincias i o at-
tributo distinctvo do lavrador inglez saber me-
dir no futuro o seu interesse.
Oxal animem-se os agricultores experiencia
da cultura do cacao ; a receita ser aatisfaetoras
e ha de de libertar aquel les, que por empeohados
comprom88oa estejam oppresaos, segninato-ie as
deaobrigadas propriedades ruraes para patrimonio
e jubilo de anas familias.
E' o que anhela com toda a eff usas d'alma, o
obscuro alagoano.
Antonio 'la Costa.
Secife, Agosto de 1880.
O crlme da Thesonrarla de Fa-
zeoda
O Dr. Arthur de Barros veio hontem na Prow'n-
cid e uo Jornal do Recife, com um sermao de mo-
ral, urea d->s deveres para com os no aos genito-
res, insinuando se de bom filho, e oceupou, escre-
vendo tres columnas desses peridicos paradescom-
por a polica e dizer que : tira pai, guarda e res-
powavel do erario publico, onde se acha dfpositada
avultadissimas quantias do estado, pode dar entra-
da franca, contra lei expressa, a um filho ; confiar-
ihe as ch-ves dos cofres e da casa forte, facuitwdo
o extravio dot dinheiros. podendo anda esse depo -
sitario emprestar a negociantes e a torceiros, gas-
tar fabulosamente dezenas de contos de reis, so-
mente, porque, esseestranho se jnlga um bom filho
e rico.
O thesoureiro nao pod a de modo alguna entren
gar as chaves dos cofres da Tbesouraria um ae
filho, embora, este tosse um anjo, um modelo dos
filhos, porque a lei, a praxe assim expressamen
te o prohiba, tanto asaim que, existem os fiis com
reaponsabilidade propria, e nm deates designado
pelo superior, para sabstituir o thesoureiro, sendo
a pedido do proprio Dr. Eduardo nomeado Victo-
riano Trajano da Costa Fialho.
Mandando, p*is, o Dr. Eduardo de Barros sub-
stituir ae pelo aeu filho Dr. Arthur, que na repar-
tico excreta toas as funecoes desse cargo, pondo
e dispondo, trocando notas, dinhe'ro velho por novo,
fazendo pagamentos avultadisaimos aos empreitei-
rosdas estradas de ferro, aos bancis, e aoa porta-
dores de apolices, canferindo caixa, recebendo oa
dinheires da Alfandega e de outras reparticoes,
dando ordena e entrando francamente na casa forte
etc., e dando-ae, como se deu, a subtraeco ie ele-
vada quantia, e nao pode dcixar de ser perante
a lei e a sociedade, o mesmo thesoureiro, o princi -
pal reapoueavel como peculatario, quando por ven-
tura, se verlacasae que fora victima das candidas
qualidadee de um tereeiro.
A quesillo nao de honradez e probidade e con-
fianca deate ou daquelle individuo, a }uem se en-
tregra as chavea doa cofrea ; quest exclusiva
mente de lei e di direito.' Tanto nao se trata de
maior au menor confiaaca, que o g>verno geral
exige dos exactorea e seus cooperadores, a compe-
tente flanea idnea e outros requisitos especiaes.
A quest > jurdica ossa ; da qual o Dr. Arthur
fugio vergonhosamente, para asaacar insultes e ca-
lumnias con ra o honrado adminUtrador da pro-
vincia, o Or. Ignacio Joaquim, o qual felizmente,
acha-ae to altamente collocado, que os caes hy-
drophobieos nao o attiogiro.
Dr> inquento policial e do que eet revelado na
imprensa e o publico j sabe, verifica-se a exis-
tencia de am plano concebido pelos responsaveia
do dioheiro da Fazenda, para eneibertar e justi-
ficar o desvio e subtraeco de deafalqu'-a succeasi
voa, sendo, porem, mu intelis a execuco desse
plano que, ou por falta de tempo ou porque nao se
t >
crivao da receita, serventes, e escriptnrarios, dis-
seram que o Sr. Arthur de Barros (um estranho,
semfianca e sem nomeaco (11)) por ordem do the-
soureiro, o subitituia sempre.
O fiel Victoriano Fialho disse em sea depoi-
mento tambem, que Ihe competindo por lei a sub-
stituicao, o thesoureiro nanea se iignoa ntregar-lhe
as chaves dos cofres, mandando estas por sen fi-
lho, qae permaneca na repartico, com i se fosse
o legitimo thesoureiro/ e accrescentoa qae quando
por ventura o Dr. Eduardo de Barros, tivesse a
lembranca dj ordenar que elle tomasse conta dos
cofres pra effectuar pagamentos se recusara,
salvo se primeiraoente este fiel verificasse a exis-
tencia do dinheiro, contando os maesas nota por
nota, o qne denota claramente o receio de qae ha-
via anteriores deafalques.
Nao se explica esse proceder do thesoureiro. Se
e Sr. Victoriano Fialho tora designado, como fiel
mais antigo, para seu substituto; se merecia-lbe
plena confianca e dos superiores ; te era sea in-
timo amigo, pirque, quaodo doente, nao mandava
chamar este sua caaa de moradia, nao Ihe fazia
entrega das chaves das cofres ?!!
A razo tacilima; Victoriano Fialho, tomando
conta dos cofres, naturalmente verificara, qne ei-
tavam vasios e descobertos seriara immediatamente
OS desfalques.
_ O Sr. Arthur com a publicacao de sea longo ar-
tigo, fomeceu am bom documento para veriuaco
dos autores e cumplices do peculato, nao devendo
o illustrido Dr. promotor, esqaecer de juntar este
corpo de delicio, aoa autos, onde se v claramente
o simulacro da roubo da Tbesouraria.:'E' o caso
de dizer-se.com am nofaveJ escriptor: a nossa
consciencia quem nos j'dga; C.nfessam >s er^onta- -
n.ament multas vetes aqaill, que prc'.ena.imo
iccultar aos olhos dos horneas e de Deas.
Na verdade.
O Dr. Arthur de Barros n'ease s< artigo con-
fessou ivgenuamtiUe s -^/guintes circumstancias
comprometted.orks, cuja-importancia e valor, o~ pu-
blico e os magistrados podero desde ja avaliar
Io qae realmente substitua ao thesoureiro, em
seus impedimentos, (sea pai) effectuando pagamen-
tos, recebendo ainheiro, trocando notas, etc.
essa confisso, apezar de- exudada,' ata provada
exbuberantemente pelo inquelito; pois, se v3 que,
os fiis, escrivo, serventes e outros empregados
sao prejudioiaes, mxime o ul- da. Tbesouraria, os gerenteados bancn.s, o eifiprei-
teira do prolonga ment de f>. Francisco e Ca-
ruar e divera.a pes." ias attestam. que em lu-
gar do iv:uct'^i-':,' r orircom os seus (feveres
era o Dr. .rt.'iP- que pnba e desuuuha na cata
forte e Suas "dependencias, quem paga va, recebia e
fazia todo o expediente. *
2% qu trtrjxe da Tbesouraria com consenso e
annuencia^e tal vez por ordam de seu proprio pai
e entregara ao.Sarao de Limoeiro ci ris em notas novas vindas da caixa da amortisa-
co, devidamente emmassadaa, num-rac-ao aeguida
de valores de dez tuitoes .a cinco mil ris, notas
que estavam destinadas a substitnico- das qae
esto sendo recolhidaa- por extineco de praso, por
isso mesmo e prohib .o expressa do Thesouro
Nacional, da propria lei que regula a Fazenda,
uo p i liara essaa nota'' sabir uos cofres pelo modo
narrado e nem para o / O Dr. Arthur nao expliu u em seu artigo, onde
foi buscar igual quantia em notas grandes para
dar a seu pai, como diz, desde que reouncioa s
quantia offereci Ja pelo Baro de Limoeiro, que ai
contrario em seu interrogatorio declarou haver
trocdo com o proprio Dr. 4rthur a alladida quan-
tia era notas anda nao circuladas, mas que s fi-
zera entrega do equivalente em cdulas grandes a
tjr'/f depois do jantar. tendo anteriormente j re-
ceido os referidos cinco contos de reis em notas
miadas e novas.
Dessa confisso e intsrrogatorio prova-se a evi-
dencia que deaaa vez aahira como de outras umi-
tas valores dos cofres pblicos da Th-'souraria,
sem que ficasse all o equivalente, como bera disse
o Dr. chefe de polica em sua becpitclaco e se
prova pelas differentes pecas do inquerito.
Por ora basta.
Recife, 15 de Outubro de 1886.
Jwenal.
Telcgrammas aos se-
nadores Luiz Peliptr
peeSoaresBrando.
Um pequen oartigo publicado hontem
no Diario, a proposito do enorme attenta-
do commettido no engeaho Ibura, sob a
epigraphe que en .urna estas liabas, provo-
uam-nos ligeiras consideracoes em home-
nagem verdade.
Eotre o desembargador Lucena e a Ni-
canor Bandeira nao existe aquella paren-
tesco que suppoj o alludido anonymo, e
bem ao contrario, um parentesco, se o ha,
era grao mui remoto; quando certo que
sendo Nicanor casado com uma sobrinha
do Sr. senador Luiz Felippe, a este se
acha preso por um laco muito estreito, pois
seu sobrinho, em fa"*or de quem sempre
trabalhou aquello senador, procurando col-
local-o sob a egide de seu valimento.
Fosse, embora, Nicanor prente prxi-
mo do desembargador Lucena, e isto ja-
mis seria motivo para S. Eso. homem do
direito e da justica, encampar um crime
de tamanha hediondez, um attentado con-
tra as leis naturaes e sociaes, o qual, alm
da indi^nagao e animadversSo publicas,
ha de encontrar, certamente, severo cor-
rectivo nos tribunaes competentes.
O facto de ser Nicanor prente prximo
do Sr. senador Luiz Felipp, at uma
razo ponderosa para S. Exc. estigmati-
sar semelhante crime, mostrando assim,
isengo de animo c provaudo a todos sua
imparcialidade em uma causa, na qual sao
priacipaes interessados a sociedade e
lei.
N3o e tambem exacto qua os Srs. Nica-
nor e Jovino Bandeira tenham con;orrido
para a victoria do desembargador Lucena
no ultimo pleito eleitoral : si este benem-
rito cida-dao representa hoja no parlamento
sua proviacia nati, deve-o ao seu presti-
gio, aos seus servidos iaolvidaveis, de-
dicaco de seus amigos poljtijos, mas,
nunca ao voto de Nicanor, que aeompa-
nhou em Jaboato os parentes in seu so-
gro, Manoel Felippe de Souza Lao ; nem
aoa estoreos do Sr. Jovino Baaieira, que,
alliado do Sr. Dr. Jos Mriaono, de
qu*.m se diz, ostoatoaamente, amigo, e em
favor de quem trabalhou, s claras, no
PSjo, onde eleitor com um seu filho,
nao contribuio para a eleijo do desembar-
gador Lucena.
Era preciso nao deixar passar o equivo-
co do anonymo, e eis porque lavramos
esta protesto.
16 de Outubro.
Tito.
A travessa fechada, o terreas
dado
(Continuaqo)
Ora, vamos a ver como se ata agora o tarda
amigo da Cantara de Olinda, aefensor desinters
V
r



i
!

V
utraue umhabil cmplice, ou por outro qual- 8ado d, tetwiaaito da travessa; e mal aventurada
quer motivo ou cirenmstancia, fra deacoberto com
facilidade pela polica, saltando boje aoa olhos de
quem quer que seja, que nao houve roubo na The-
souraria de Fazenda, e simplesmente um simula-
oro, preparado por pessoa que conhece a legislac&o
criminal t os meios criminosos e facis de ludir e
desviar a justica.
O ingresa o da Sr. Arthur na casa forte, a faci-
lidade com qne o theioureiro dava-lhe aa chavea,
as faltas continuas dadas por este, era motivo de
marmuraco e reprovaco entre todos os emprega-
dos, e do proprio inspector (que, diga-se a verdade,
i responsavel por tuda quanto aconteceu, pois, re-
velou criminosa desidia, ou mera acquiesciencins a
tudo, sem ter a precisa coragem de chamar aa cousas
ordem).
Todos os empregados da Theaouraria, fiis, es-
contestante ou protestante da noticia publicada i
Revista Diaria* qae temos alludido..".
S. Ere, tomando em consideraco o que allego
a Cmara, que j uma v- z havia garantido qne
Ihe recenhecia a autoridade superior e que nao era
sea intento a ella desobedecer, returquio-lbe qat
nao proceda a sua deaculpa, visto como sabia que
tinha ella advogado e procurador, que tinha ver.
ba para desposas eventuaea e verbas para proces-
aos decahidoa, e que obedeceaae a sua portara,
sob pena de aer considerada no caso de desobedien-
cia.- '
E esta o caso de ficar bem patente qnem qae
est fasendo poltica, quem que est sustentas-
do uma questao de capricho...
O. Sr. Leopoldo aot-n r a ana petco a qne al-
ludimos no artigo, anterior e -que alias foi dirigida
,
Dmfii
T


Diario de PernambucoDomingo 17 de Outubro de 1886
$
>
ojio Cmara, e sin ao 8r. Tereador commisaario,
ao paaao que declara que ella nao i original presa
rou iustifical a eom as presentes raao*:
1. O transito que se fax por eue beooo naig-
nificaotisaiino: ama oa outra pessoa anima-te a
atravessal-o, em ratao de achar-sc convertido n'um
do* maioret esterquilioios desia cidade.
2." Esse mesmo transito nao fica prohibido, mas
apenas desviado para outrasduas saludas cae o beoeo
offereee, orna para a ribeira e outra para o beccodo
Bom Fim;
3 A parte do becco que o sapplicante deseja
fechar, actualmente serve para deposito de todo lia
immundicia, at de material fecaes (.'.'.'/) que sao
all laucadas durante a noite e depois revolvidas
pelos porcot; alm de que serve tambem para a
praticx de toda especie de obscenidades;
4* E urna medida de hy iene publica fechar a
parte mencionada ; porque desapparece assim esse
grande foco de miasmas deletreos, que se des-
prendeos d'alli principalmente, durante o dia por
effeito dos raioa solares, e*e damno manifest da
saude publica;
5 Finalmente, esaas mesmas razoes j levaram
a Cmara Municipal a permittir o fechamento de
beccos (?) nesta cidade, taes como o do Carnario e
o dos Cardins.
depois de accrescontar ainda que foram di-
versas pessoas da visinhanca que lhe suggeriram a
idea do fechamento da parte mencionada do becco,
como um grande beneficio para todos, o Sr. Leopol-
do terminou dizendo:
Entretanto e afim de obviar qualquer duvida,
declara o supplicante que, se tanto for necessario
para a coocessio da licenca impetrada, sujeita se
at a assignar na secretaria da Cmara um termo
de responsabilidade, abrigando-se ademolir, em
todo lempo e san direilo a indemnisacao alguma, os
muros indicados para restabelecer a sahida do becco
LOGO QB A CMARA LH'o OBDBSAB. >
Os gryphos, as interrogacoes, e exclamacoes sao
noasos.
Quem conbecer o Sr. Leopoldo nao tem duvida
que em tudoisto andou o advogado en questo.
Esse mesmo que o'bando agora para o espelbo falla
a ana imagem como se fallassem a outrem : Voc
est fasendo des maii tolos
S. Ezc, poro, com a seguinte portara, a qual
tambem prometti publicar, gloso perfeitamente o
motte:
O vice-presdente da provincia, a quem foi
presente o recurso interposto pelo gerente da oom-
panbia Santa Tbereza, da delioeracao pela qual a
Cmara Municipal de Olinda, sob o pretexto de
extinguir nm esterquilinio eonsento, segundo cons-
ta de sua informaco, que o cidadao Leopoldo Mar-
ques de Aspumi'cao, a titulo de arreodamento e a
seu beneficio mdidwil, fechassse a rea do terre-
no, comprehendido por urna das entradas da tra-
vessa de S. Pedro Apostlo, a qual ficou intercep-
tada ao transito ;
Attendendo que a Cmara, ebrigada a fazer res-
peitar as srrvides publicas, n&o devia concorrer
para a violacao de sua lei orgnica, enem lhe at-
sistia a faculdaile de arrendar, o que nao Iheper-
tence, considerando de propnedade municipal um
terreno de dominio publico, e quando o f jsee, o ar-
reodamento so poderia ter lugar mediante aotori-
saeao da presidencia, sendo, portanto, em qualquer
des casosmanifestamente nulla a dtliberac&o recor-
rida, resolve, em virtude do disposto nos arts. 41,
42 e 73 da lei do Io de Outobio de 1828, e de ac-
cordo com ai informa oes prestadas a respeito pele
inspector da saudcpuUica e director das obras pu-
blicas provinciaes, dar provimento ao recurso io
terposto, para o fira de determinar Cmara que,
sem perda de temp-i, faca repr no antigo estado a
servidlo da travesea obstruida, fjcando de nenbum
effeito o contiato de arrendamento celebrado com
o mencionado Leopoldo Marques de Assumpco.
E' real que o Sr. Leopoldo assignou um termo
oo qual nio repetio a obrigacao de demolir, por-
que a petican onde fes a declaraeo, a requeri-
mento de m tereador literal, ficou transcripta
va acta (!).
Mas nao de crer que S. 8., que tido por bo-
tem honesto, qoe esta com toda a rcspensabihda-
de, soja quem a tal se opponha.O Sr. Leopoldo,
como diz, foi levado pelo pedido dos cisinhos, e na
persuadi de que a (.'amara, como julgara ser, lhe
ihIiii Of o terreno; e principa'mente porque
qneria beneficiar o publico. sanear a tracessa, etc.
etc. Mas vem S. Exc. e lhe diz : o Sr. est de
poese de um terreno que n3o pertence a quera lhe
ih a. Vem o Sr. inspector da sade publica e lhe
di* :O fechamento da travessa na parte em qne
lhe foi necessaria rara o se- quintal, nada sanea,
visto como ns montvreiras l estao no resto desse
mesmo trecho. Vem o Sr. gerente da companbia
Santa Tbereza e lhe diz :De aceordo com a C-
mara desmanche] o muro do tundo do quintal da
caia d'agua e o tu todo de novo no alinhamen-
to, afim de tiiar UM reanlo que ahi havia ; no
entretanto o Sr. com o muro que fez veio resta-
belecer esse monturo !.. .
Ora, o Sr. Leopoldo que nao est consrienle-
iii- ule na machi narru> poltica, e que nao temo
seu corpo pura os outros Ibe andarem a dar em
cima ; zas. Irs,, e eetouram no chao o muro e a
puxada, qne nao recebeu ui" pilailn...
E se asaim uio for, se toda a nossa crenca a
respeito da iiniacenaa do Sr. Leopoldo, urna il
luso se a questo tiver de continuar ; hei de ver
o contestante a fugir das sassOes da Cmara.
Nao ser essa retirada fm de tempo um meio
de mostrar que se fazia jmlitica, que nao se sus-
tentava urna quesillo de capriehn. Nao querer
ella dizer que demos urna notirin fulsii ou de era
numero de pessoas sobre a calcada Ora, se o
povo havia sido chamado pelo juiz e seas amigos
JoSo Braulio e Regueira Costa para defender a
cadeia, li devia eollocar-se e nao aa calcada de
miaa cata (mais de cem bracas de distancia e em
posico diversa), tanto mais j tendo o jala man-
dado atacar- me de dia ? A coucluaao que sup-
pondo-se estar eu em casa e que sentindo o ru-
mor do povo, abrira a porta ou janella, onde se-
ria victima; e, depois de aaaassinado, diriam que
me havia atirado sobre o povo e algum desalma-
do me assassinara, sem se saber quem foase ?!
Tereeira tentativa contra a minha vida. Tra-
tou o juis Dr. Moreira Luna de engendrar um
processo doa, do seu costme, contra mim, por di-
zer-lhe o sen msico promotor, qoe o empuriao lhe
fra dado a meu mandado, uo intuito de assaasi-
oal-o E o juis, para ver se eu me precipita va,
fes ir a sua preseoca meas amigos e sobrinbos,
interrogoa-os e o subdelegado que como dizem me
a sea lado s servia de coxilar, aasignava tudo
que o Sr. Moreira manda va escrever 1...
E para que nao se diga que o meu juizo dea -
titoido de fundamento, saiba o publico que o juiz
conforme me assevera pessoa de criterio, eodere
coa outra vez a mioha casa um oficial de juatica
com um mandado para que eu fosse tambem ser
interrogado por elle achando me eotao ainda no
Recife Nao pois claro que o jais com este
novo insulto esperava urna resposta minha que o
obrigaase a novamente desacatar-me, do qoe poda
resultar a mioha morte T !
Bem coohec'do est que, o mandar o juis arras
tar pessoa mioha, o collocar gente em mioha por-
ta na noite do seu alarma e finalmente, o chamar
a sua preseoca para serem por elle interrogados
nao s meus amigos e sobrinbos mas at a mim, o
seu fim foi ver-me em qualquer dessas veses ser
assassinado, se resistise com a energa que a mi-
nha dignidade impoe.
8* a verdade do quaoto se psssou oo Bonito
o'aquelles das de tao tristes recordares.
Bonito, 10 de Oatubro de 1886.
O vigario, oaquim da Costa Cavalcanti.
1!
E' com a Cmara MuaioipsJ.
Vem diariamente de Olinda, ora as 4
horas da manhS em costas de ca vallo, ora
de dia, nos trena da manha e da tarde, 2
e 3 saceos com carne verde, que desem-
ba cam na estacSo do Principe, o condu-
sida para nm talbono Caminho Novo, onde
ezpusta venda de envolta com outras
carnes que veem da Cabanga !
Cumpre que o Sr. vereador commissa-
rio de policia providencie no sentido de
repremir tao escandaloso procedimento.
Pela legislagSo municipal prohibido
ezpor-se venda na cidade do Recite car-
ne de rezes que nao forem abatidas no
matadouro da Cabanga; entretanto, ahi
est a infraccKo da lei.
Alerta! Sr. vereador commissario
policia.
Um municipe.
PKOGRAMMA
DA
de
intriga.
Mas com certeza tal sahida, inspirada em vista
do arrojo da partida, tirar o homem de entre a
cruz e a cableirinha...
MOMIO
No primeiro artigo eu disse ligeirameote (no
Diario de 30 do mez findo) que o juiz de direito
Moreira Lima maodou cercar mioha casa por
urna patrulha ; agora devo dizer que, essa teota -
tiva contra mioha existencia, nao b? limitoo a
isso; piis oppoodo me a ida da pessoa que o juiz
queri que fosse a sua casa para a insultar, como
iosultou a Mnoel Eduardo (cousa tao impropria
de um homem de educaco) eoviou depois o sub -
delegado para conduzir a torca essa pessoa. no-
vamente resist, e, finalmente, ebegaodo um ofi-
cial de justic,a com um mandado a minba p"rta,
sem n'elle pegar, disse lhe que declarasse ao juiz
estar eu prompto a dar-lhe a devida resposta, e
que viesse a miaba casa. En to o Dr. Julio,
juiz munici; al do termo, vendo que o negocio to-
mava carcter serio e que reunia-se povo para
vir aggredir-me, em contiaoca de amisade, p 'dio
me que concedesse ir o perseguido, juntamente
com' elle, a casa do juis, sob sua respoosabilidade,
attendendo-o, consent. Aioda tentn o Sr. Mo-
reira Lima mandal-o a casa da cmara (sem du-
vida para assigoar termo de bem viver, que est
aqni em uso para os discpulos de Manod Eduar-
do, como peo aviltaote !) porm a isto se oppoz
0 juis municipal.
A essa hora acbava-se na casa da cmara nu
meroso povo, que applaudia o termo de bem viver,
que se lavrava, a mandado do juiz cootra um des
r.ipsses da n uaica de Maooel Eduardo, quando,
justamente, deu-se o facto de imparro do promo-
tor msico, ioimigo dos msicos condemnados ao
t:rrao de bem viver !...
Entilo o Sr. Moreira Lima, conforme dizem-me,
de ccete em punbo, bradava pelas ras, dizendo
que nao era s na qualidade de autoridade, mas
tambem como homem que se vingaria !
f Foi o homem recolhido a cadeia e por ordem do
promotor posto ao tronco! A tarde o delegado
passando pela cadeia e vendo presos oo tronco
por ordem do promotor, mandou tiral-os, o que
constando aojuiz de direito, tao furioso ficou que,
precipitadamente dirigio-se a cadeia, apossou-se
d'ella o fez o alarma, de que tratei n'oatro srti
go. E aventando que o delegado quera soltar
os preses mandn buscar gente de diversos pon-
tos da f reguezia, dizendo que era para oppor-se a
isto i Euto eu a o delegado vendo sentbante
explosao por prisma diferente e cosoprehendendo
qne nossas vidas e dos nossos amigos se achavam
em perigo, partimos de 'J horas da noite d'aq'ielle
dia para a capital, a pedir garantas ao governo ;
e disse, entilo, o Sr. Joio Braulio, aeguado consta,
que ainda nada se liana dado, pira que me diri-
gase ao Recife, como que maiores cousas se pro-
jectava -' -
Desapparecendo o delegado, espalbaram que
havia ido buscar forca para baterse com o juiz
de direito .'
Soabo oa minha chegada que, no correr d'aqnel-
la noite grande multido de povo oceupava esta
villa!
Fosso dizer que o jais de direito nevaaieate ten-
tou contra minba existencia, porque, tarde da
noite, .depois de agasslbada mioha familia e me
achando j bem longe do Bonito, sem que soubes-
sem, seotio-se na calcada de minba casa porco
de gente a cochchar e urna minha irmi abrindo
subtilmente a rotula de ama janella vio grsnae
TELEGRAMMA AOS SENADORES
LUIZ FELIPPE E SOARES BRAN-
DA
Recife, 1G de Outubro de 1886.
NSo procedem as razoes que apresentou
o Sr. artiguista no Diario de Pernambuco
de bontem em resposta aos telegrammas
passados aos senadores Luiz Felippe e
Soares Brandao.
as melhores intenses, e com o intui-
to de despertar aquelles senhores no gran-
de empenho que mostraram pelas cousas
de sua trra pedi-lhes que tratassem no
parlamento dos douB extraordinarios factos
aqui acontecidos roubo da Thesouraria e
assassinato do Ibura.
Deviam elles agradecerme o servigo
que lhes fazia; longe disso, porem, vejo
que o Sr. artiguista abespinbou se tanto
que ameaga cos e trra !
Eu nao esperava isso !
E' certo que o Sr. Luiz Felippe apenas
soube do facto da Thesouraria veio pres-
suroso tribuna pedir informacSes ao go-
verno.
EntSo ignora va que a cousa fosse des
falque, logo, porem, que soube disso nem
mais urna palavra foi possivel arrancar-
Ihe, acalmando-lhe a consciencia a certeza
de que as autoridades cumpririam seus
deveres.
E acerca do de Ibura nem urna palavra
sahio-lhe dos, labios.
O paladino, como eu o considerava,
emudeceu, e o Sr. Soares BradSo fez o
HMt
E* que Provincia nao convinha que
se allasse nesses negocio........e para
ser agradavel a seus novos amigos emmu-
deceu.
Com referencia a Ibura diz o artiguis-
ta que se Nicanor simples nffim (negocio
de parentesco) do Sr. Luiz Felippe pri-
mo do Sr. Lucena, e deu-lhe o voto (se o
deu) e o Sr. Lucena tambem guardou si-
lencio, de sorte que, por ser o Sr. Lucena
primo de Nicanor, e ter recebido o seu
voto, eslava na obrigacao de esmerilbar o
facto de preferencia ao Sr. Luiz Felippe
que se tinha arvorado em defensor dos op-
pnmidos da Pernambuco.
E' bem acbada esta !
O artiguista conclue dizendo que se
se aquillo que escreveu nao satisfaz, entilo
vira oceupaa a atteo(3o publica com uns
factos que se deram na Varzea, Goyanna
e outros pontos.
Ainda bem 1
E' isso mesmo que eu desejo, no inten-
to de proflig. r os criiaes outro nao foi o
meu proposito passando os telegrammas,
Nao nos em barajara as teias da poltica,
venbam estes factos, eu tambem nao sou
ignorante de alguns e prometto auxilial-o
tanto quanto me fr possivel.
Aceito o desafio, mas pego ao artiguis-
ta que nao se zangue, discutamos, nao
digo bem, externamos todos esses factos,
nao esquecendo os dos outros pontos inclu-
sive os do Cabo......
Fica na estacada o
Santos
Dadlvaslnha
AO INNOCEXTE PRIMINHO JORGE, FILHO DE
MEUS PRESADOS PRIMOS O ILLM. SR. FE
LIX CYPRIANO DA SILVA TEIXEIBA E SUA
DIGNA COXSORTE A EXMA. SEA. D. MI-
RANDOLIXA DE SOUZA RAKGEL, NO 3. AN-
N1VERSARIO NATALICIO.
Mais um anno da existencia,
Contss hoje flor mimosa;
Tres essencias de ama essencia,
Tres botoes de urna s rosa :
Tres primaveras em flores,
Ou tres cantos de um poema,
Sao tres affectos de amores,
Ou tres emblemas de emblema:
f
Sao tres Itrios na campia,
De ama existencia gentil ;
Tres cantos de voz divina,
Que se eleva ao co de ail:
Sao tres quadros que reflecten
Bellezas e sedaeces ;
Sao tres gosos que se mettem,
Dos teas paes nos e >racoes :
Sao tres luzes diamantinas
Do mais formoso esplendor ;
Ou tres florea purpurinas,
De suavissiino olor :
Jorge, sao tret, tio sotcent?,
Os teus annoa, tea viver;
Deas, que Pai Omnipotente
Que prosptre o teu crescer:
De toa 'ota, casta Elisa
Ao lado aempre a brincar,
Te bafeje a doce brisa
Um futuro de invejar !
Que teus paes victoriosos
bejam sempre por te ver,
No meio de amitos goos
Multiplicar e crescer.
D. Alexandrlna Amelia
Ca aleante
'Fallecida a 13 de
1886
Outubro dt\
A SEUS IRMAOS
Joao Galdino, Maooel Getulio e D.
Rosa Bal bina
A. G. de Gusmao Lobo.
Caridade !
Bate Bate B*-, at que abram a porta.
Palavras do Noaso Bom Deas.
Sinto bastante acaohameoto, todas as veses
que me dirijo a vos ; e isto por nao vos poder
provar o justo motivo de minhas auppli-as.
Ah Si eu podesse accommodar em um cesto
ou bandeja as mil e tantas orpbsinhas abrigadas
nos 18 recolhimentos de carfdade, eu vos apresen-
tana ellas de porta em porta, para vos examinar
des a maneira com que luctam com as amarguras
da miseria. Receio at,
Festa de Nossa Se ahora das Uler-
ees, creca na Igreja de fi>. ala-
se de Riba Mar, no dia 17 do
corrate.
SABBADO 16
Ao meio da, sabir ao ar urna salva de 21 tiros
acompanhada com diversas gyrandolas de fogue-
tea annuneiando aos fiis devotos a vespera do
dia em que se ha de celebrar com todo brilhantis-
mo a fasta da Virgem de Nossa Senhora das Mer-
cs, tocando n'esta ocoasuto as duas bandas mar-
ciaes do 2 e 14 batalboes de infantara.
4 HORAS DA TARDE
Depois qoe se reanirem os paraavmphos e pa-
raoymphas que tem de asaistir a ben^o da mea-
ma Virgem, assim como a de nm sino, ser em
seguida feto este acto com todo brilhantismo, to-
cando n'esta occasiao as referidas bandas mar-
ciaes.
1 HORAS DA NOITE
Entrar a novena sendo annuociada para este
fim com diversas gyrandolas de foguetes antes e
depois do mesmo acto sendo queimado n'esta oc-
casiao um Hado fogo de artificio, acompauhado
com diversos baldes de gosto e capricho.
DIA 17
A's 4 horas da manha, ser celebrada urna
miasa em tencao dos irmos e de todos os devotos
que concorreram para este acto de devoco e fes-
tividade, finda a qual subir ao ar ama salva de
21 tiros e diversas gyrandolas de foguetes que
anouncifaro aos habitantes d'esta heroica cidade
qoe chegado o dia em que se festeja com toda a
pompa a Rainha do Co e noasa protectora a Vir-
gem Santissima das MercSs, redemptora dos cap-
tivos, tocando aioda as referidas bandas marciaes.
11 HORAS DA MANIJA
Entrara a testa com a missa Santa Cruz do
maestro italiano Marianno Russo de Messina,
urna das mais importantes d'este maestro, sob a
direccao do'babil professor o Sr. Jos Tavares de
Medeiron, os solos serao executados pelos melhores
profeaso.-ea desta capital; oceupar a tribuna sa -
grada o btm coobecido e eloquentc pregador o
Illm. e Revm. Sr. commeodador padre Maooel
Moreira da Gama, moito digno vigario da fregue-
zia de Santo Antonio. Finda a missa tocarlo as
referidas bandas marciaes que executaro es me-
lhores trexos de seiirepertorio ; n'esta occasiao su-
bir um liado balio- acompaohado com diversas
gyrandolas de foguetes.
4 HORAS DA TARDE
Ser arriado o estandarte da Virgem Senhora
das Mercas, e d'ahi c< nduzido casa da Exma.
Sra. futura jniss, D. Maria Firmina de Seooa
com toda i as formalidades do estylo.
7 HORAS DA NOITE
Entrar:', o grande Te Deum denominadoEspi-
rito- Santo, do maestro Colas, os solos eato con-
fiados aos primeiros profeisores; a tnbuua sagra-
da ser iccupada pelo sloqueote pregador da ca-
pella imperial o Rvd. Sr. Fr. Augusto dalmmacu
lada Cooceicao Alves, e fioalisar-se-ba com um
lindo fogo de artificio, feito a capricho pelo dittin-
cto profissiooal JoSo Hyppolito da Silva.
O pateo acba-sc ricamente adornado de bandei-
ras, assim como com diversos arcos a gaz; as ban-
das marciaes acbam-se em seus respectivos cor
da pobreza e da miseria. Kece.o at que vos onde exccntaro M melhore3 ftM de Beus re.
faria ama tal mpresao e compuucilo que mo ai- 'torioa ^v
riscava a voltar de tarde para o convento_onde f DEGORAMENTO DO TEMPLO
me agasalho. com urna carroca carregada de c. a bem
molas, 8offreodotalvezmu.toobo.quea8Jra.-|^ Bartholomeu Valeriano da Silva, que
tasse at a portara do mesmo conven. ..... fo mostrar mais urna ves o seu
Ah Que gloria para mim, e fel cidade para deaenhos.
vs se o sempre chorado padre-mestrelbiapina habitantes deste pa-
nst.tu.dor d'aquelles recoib.meoto. podesse appa- g }J ^ inanliaem as fachadas de
recer no meio de Wt***** . Ah estao a. provas desde as serras da Baha at ^ ^ 0utubro de 18g6
Casa-Amarella, 17 de Outobro de 1886.
Antonio Ignacio de Torret Bancir*.
as portas do Maranbao para atteatarem os sacri-
ficios, amarguras, suores, trabalhos, tribnla^oes e
contrariedades que padece para poder desvial-as
do caminho da perdico, e prepralas com todas
as prendas que deve saber ama mai de familia
na scciedade, para assim poderem ser atis a si, :'.
f miha. patria e ao co ; assim tamb m outros
muitos beuefieio8 plantados por elle em sua pas-
sagem, como por exemplo : matrizes, capellas, ce-
miterios, estradas e ajudes, e a iuteroatos de
meninos de que nunca vos fallei, e que agora me
escapa da peooa. Permitti, irmos e irmes,
que eu aqu exclame abysmado, e diga : Oh
aojo de humildade Oh anjo de pureza Oh anjo
de alegria Oh anjo de bondade e de carida le
oceulto em urna batina velba e preta Ci le,
todos vos que lerdes, ou ou vir Jes ler e3tas lettras,
que cu me reputara o mais feliz dos filhjs de
Ado si ainda lbe podesse beijar os ps ao menos
urna ves oeste desterro oode vivemos amargando
pecetidos e por causa del les derramaod i prantos.
Contooae, se qaizerdes, a mandar vossos dona-
tivos dos seguintrs pontos : escriptorios do Dia-
rio de Pernambuco e Jornal do Recife, e na casa
commercial dos Srs. Braga Gomes & O, ra
do Marques de Olinda o 50 e oa Boa- Vista ao
Revd. Sr. Vigario Angosto e em Olinda ao Revd.
Sr. Conego Dr. Maia.
Deus e Maria Santissima a tqdcs recompen-
sarlo.
Recife, 16 de Oatubro de 1886.
lrmao Ignacio.
Libertaco .
O Jornal do Recife de hontem appaieceu oa sua
GazetUha faseodo mysterio com um engao que se
dera na redacclo da mesma noticia publicada na
revista deste Diario, sob o titulo libertaco.
Para que o mesmo Jornal nao contine espan-
tado com i ficou, retificamos dito eng-no e em let-
tras gordas aqui o deixamos :18 ssnoi.
0 informante.

0 secretarlo.
Antonio Soares Pinto.
Aviso
- O abaixo assignado procurador do mon-
senhor Dr. Manoel da Costa Honorato,
tendo lido no Diario de Pernaubuco, um
annuncio que Hilario Jos Rodrigues Lopes
declara ter para alugar urna baiza de capim,
previne a quem interessar possa, que esta
n3o pode ser alugada por se achar em ter-
reno pertencente ao Dr. Honorato, terre-
no sobre o qual ba urna accSo em juizo.
Recife, 16 de Ootubro de 1886.
Jos Nogueira de Souza.
^Calavera con peluca, assm^chama Quevedo de
um modo cruel a mulher sem cabellos. Com ef-
feito oada mais feio, nada mais triste do que ver
ama mulher privada desse adorno precioso.' Fe-
lizmente nada mais fcil do qu; prevenir e
corrigir esse defeito, faseodo-se uso do famoso
Oleo de Kanunga do Japo, da casa Rigaud & C.
que conserva e tonifica o cabello, torna-o brilhan-
te, falo crescer, e d-lhe um perfume suave e
voluptuoso.
i-icaew de ranres. talntorla. geogra
pista. pbyNica. prosodia, mie-
ra tur a e rtietoriea fran-
cesa pelo
Bunio I. oderroy d'Herpeat -Prival
ren i)
As pessoas que desejarem seus servicos podem
escrever-lhe oa ra do Hospicio o. 10.
Preeos rasoaveis.
Modada de collegio
O professor particular Julio Soares de Aseve-
do, participa ao respeitavel publico em geral, que
mudou o seu Collegio Emuiaco da ra da matriz
da Boa-Vista, para a ra Velha n. 36.
Contina a receber alumnos, internos, externos
e meio-pensionistas, pelo que espera merecer a
mesma proteccao do distiocto povo peroambucano,
e em geral de todos os filhos do imperio da Santa
Craz.
Roa Velha n. 36
Jallo lloares de Asevedo
Pensin Bourgoise
X0SOII0 par isnls
Tdule et lmint tres coirtal
Rna de loaqnlm .\ubuco
Capunga
N. 6. Em casos de tsica no primeiro e
segundo grao o poder curativo da Emulsao
de 3cott surprehendente.
As u c propriedades sanativas e fortifi-
cantes is suas virtudes balsmicas e cal-
mante zem-8e sentir immediatamente ao
drinc: r a tomar o remedio.
Caso Importante (0)
LE-SE B CM JOBNAL DE PELOTAS
A joven Marciana, de 15 annos de ida-
de, morad, ra ra de S. Miguel n. 11,
nesta cidade de Pelotas (Rio Grande do
Sul), ha muitos mezes acbava-se soffrendo
do peito.
O seu organismo depauperado apresenta-
va todos os symptomas de urna grave affec-
cao pulmonar : falta de appetite, cansago,
tosse, dores no peito e as costas, extrema
debilidade, todos estes caractersticos da
terrivel doenca apresentava a pobre- mo-
cinba.
A sua saude, tao profundamente altera-
da, comecou a inspirar serios cuidados
sua tia D. Joanna Ferreira Cardoso, que
em vao apresentou a sua doeote a alguns
Ilustres mdicos, sem nenbum conseguir
atalhar o curso da enfermidade.
Esta senhora, seriamente preoecupada
com os progressos da doenfa, teve a feliz
i'>a do- recorrer experiencia do uso do
Peitoral de Cambar, importante descu-
bera do Sr. Alvares de S. Soares, desta
cidade, e em tao boa hora o fez, que al-
guns dias depois a doente apresentava sen-
siveis melhoras, o o medicamento fazendo
triumphar a natureza da enfermidade, de-
pois de alguns mezes de tratamento, res-
titua a saude perfeita joven Marciana.
O autor do Peitoral de Cambar, com-
pletamente cstranho a esta prodigiosa cura
obtida pelo seu maravilhoso medicamento,
recebeu um dia, com sorpreza, a visita de
D. Joanna F. Cardoso, que muito satis-
fcita. e em companhia de sua sobrinham,
trazia lhe um attestado que corre impresso
na maior parte dos jornaes da provincia e
em todos os opsculos que acompanha
cada frasco do Peitoral de Cambar.
O leitor deve procurar apreciar esse im-
portante documento, por meio do qual po-
der devidamente julgar a transcendencia
da victoria obtida na cura de urna affeecao,
que ainda em nossos dias faz os desespe-
ros da sciencia medica. (V6de o folheto
que acompanha cada fraseo.)
nicos agentes e depositarios geraes era
Pernambuco -Francisco M. da Silva & Ca:
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Febres intermitentes
Eu abaixo assignada, certifico que, es-
tando urna minba netinha de 9 annos de
idade, com febres intermitentes durante
4 mezes, e depois de ter usado bom nu-
mero de remedios receitados pelos nossos
cKnicos, s so restabeleceu completamente
com o Remedio Peruviano que me vendeu
o Sr. La-roque, phamaceutico em Br-
deos ; por ser verdade passei a presente.
Qujan, 1 do Setembro de 1885.
Viuva Tausin.
Encontra-se as pharmacias Americana
a ConceicSo.
Dr. Cerpira Luite
MU DICO
Tem o sea escrptorio a ra Duque de Ca-
rias o. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz o. 10. Especialidades, molestias de se-
oboras e enancas, telepbone o. 326.
Vm erro Fatal na America !
Jfcj peridico Cleveland, publicado em
Oblo, nos Eatados-Unidos do Norte, lemos
a descripcSo de urna operario cirurgioa,
cojos funestos resultados sobresaltaran! pro-
fundamente todos os facultativos da Repa
blica Anglo-Saxonica. No entender do ci-
rurgiao mais eminente de Cleveland, o Dr.
Thayer, semelhnte operacSo foi quasi um
crime!
Havia muitos annos qne urna senhora
chamada King padeca de urna enfermida-
de de estomago, e nenhum dos systemas
de tratamento empregados por varios me
dioos puderam alliviar-Ihe os soffrimentos.
A doenca tinha principiado rom um leve
desarranjo dos orgSos digestivos, de mis-
tura com um grande fastio. A estes symp-
tomas seguio-se um malestar indescriptivel
no estomago (malestar que foi tomado por
urna sonsacao do vasio interior) accumulan-
do-se em torno dos dentes urna materia
pegajosa, acompanhada de um gosto des-
agradavel, especialmente de manha. Lon-
ge de azer desapparecer a sensaco do
vazio, o alimento parecia augmental-a. En-
tre outros aymptom as, notava-se a cor ama-
rellenta dos olhos. Pouco depois, as maos
e os ps esfriarem e tornaram-so pegajo-
sos, cobrindo-se de um mor fri. A enfer-
ma padeca de um cansaco constante, sen-
tindo-se nervosa, irritada e cheia de ne-
gros presentiment08
Ao levantarse de repente, a pobre se-
nhora sentia urnas tonturas. Com o tempo,
os intestinos chegaram a estar estreidos
at o ponto de tornar se necessario empre-
gar quasi todos os dias algum medicamen-
to catrtico, nSo tardando a enferma a sen-
tir nauseas e laucando fra os alimentos
pouco depois de tel-os engulido, algumas
rezes em um estado de azedume e de fer-
mentacSo.
D'estes desarranjos proveio urna palpi-
tarlo de coracao tao violenta que a infeliz
quasi que nao podia respirar. Finalmente,
cn'outrou-se na impossibilidade de reter os
alimentos, atormentando a sem cessar do-
res de ventre atrozes.
Attendendo ao facto de que todos os re-
medios at entao empregados nao haviam
produzido resultado algum satisfactorio,
reuni se urna junta medica, cujo parecer
foi que a Sra. King padeca de um cancro
no estomago, tornando se necessaria urna
operacSe.
Em resultado d'esta decisae, no dia 22
de Janeiro de 1882 fez o Dr. Vanee a
operajSo em presenta dos Drs. Tucker-
mann, Perier, Arms, Cordn, Lupier e
Halliwell.
A operaeao consisti em abrir a cavida-
de do abdomen at descobrir o estomago,
os intestinos, o ligado e o pncreas. Ve-
rificado isto, os mdicos examinaran! os
ditos orgaos, e, che ios de assombro e de
horroi, viram que nao existia cancro al-
gum.Cerraram e fizeram opossivel para cu-
rar a ferida que haviam feito; mas a pobre
senhora morreu dentro de poucas horas
Que triste a sorte do viuvo que sabe que
a esposa parecen por causa de urna opera-
gao errada Se a Sra. King tivesse em-
pregado o verdadeiro remedio contra a dis-
pepsia (sendo este o nome da doenca) esta-
ra hoje em sua casa viva em lugar de es-
tar na cova.
Por meio do uso do Xarope Curativo de
Seigel, remedio proprio para a dispepsia e
para a indijiestao, muitas pessoas se resta-
beleceram depois de terem ensaiado outros
remedios sem proveito. As provas d'este
facto sao tao numerosas que nao nos pos-
sivel rcprocluzil as aqui, mas os que leram
os certificados publicados em favor d'este
grande remedio eonsideram-os como irre-
futaveis e convincentes.
A venda do remedio Ilimitada-
O Xarope de Seigel vende-se em todas
as pharmacia a do mundo, assim como no es-
tabolo ment dos proprietarios, A. J. Whi-
te, (Limited) 39, Farringdon Road, Lon-
dres, E. C.
. Depositarios na provincia de Pernambu-
co : Bartholomeu & C, J. C. Levy & C ,
Francisco M. da Silva & C, Antonio Mar-
tiniano Veras & C, Rouquayrol & Irmos
e Faria Sobrinho & C. ; em Bello-Jar di,
Manoel de Siqueira Cavalcante Arco-Ver
de e Manoel Cordeiro dos Santos Filho :
em Independencia, Antonio Gomes Bar-
bosa Jnior; em Palmares, Antonio Car-
doso de Aguiar; e em Tacarat, Jos Lou-
renjo da Silva.
Cajurobk
Este efficaz e inoffensivo preparada^ *j
nao contm mercurio nem arsnica
as urna dose tao diminuta de iod<
potassio, que bem se pode ipinfiftii in
homceopathica (menos de meio grio-1
colher de sopa do vehculo), dev
sua maravillosa virtude depurativa :
getaes que entram em sua composi$Snv-
Outros preparados que nao coi
solutament um tomo de mercurio;
cotnpostos, tm tal dse de iodoreto-1
tassio, que esta, dissolvida em agua
curara os doentes que tm sido-1
pelos taes apregeados depurativos
taes.
A eficacia do cajurubeba prora-MC:
4o Pelos innmeros attestados d:
coa e de doentes por elles curado fa i
les reputados incuraveis.
2 Pela procura que tem ; de modo a|lb-
zer desapparecer os preparados caasjjBJn*-
res, que antes d'elle dominavara a iawav-
peutica das molestias sypbiliticas dtxdkmatr
matismo e das affeccSes herpeticas.
3o Pela lealdade com que seus MntaM
tm fallado ao publico, fazendo-Ihe arnM*
cer a composicao do seu preparado,, w-ap
nenhum outro se animou anda a fas
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico oeo-
litta, ex-chefe de clnica do Dr. dar
Wecker, mudeu seu cousultorio, de i**
andar da casa o. 45 roa do Bario- si
Victoria, para o 1. andar da casa ml.
51 da mesma roa. Consaltas de isic
dia s 3 horas da tarde. Residencio
ra Sute de Setembro o. 3 A.
Dr.
Medico, parlelro e operadav
Rezidencia ra Bardo da Victoria n. 15,1: isuim'
Consultorio ra Dnque de Cazias o. 59*
D consaltas das 11 horas da manbi s- )-^
tarde.
Attende para os chamados a qaalqMr-ar
telephooe o. 449.
Conultorio medico-eirorgkr
.-
O Dr. Estevan Cavalcao te de Albuquerq> i
inua a dar consulta medico-cirurgicas, as> aa
do Bom Jess o. 20,1 aodar, de meio i% nHW
horas da tarde. Paras? demais consulta a a>-
tas em sua residencia pr ovisoria, ra da _*:..
a. 53, 1 andar.
Especiaidades Partos, molestias de c inrsji,
do tero e seus annexos.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da SilveimS
Especialidadesfebres, molestias- an>\
criancas, dos orgaos respiratorio iza.
senhora s.
Presta-se a qualquer chamada
or* da capital.
AVISO
Todos r-s chamados devem ser airsjr*- |
dos pharmacia do Dr. Sabino, 'nM(!a-j
Bario da Victoria o. 43, onde se indicar j
c^&
Leonor Porto
Ra do Imperador a. *.
Primeiro aodar
Contina a ezecut&r os mais dilficeis
figurinos recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicaode costura, em hre-
vidade, modicidade em preeos e fino
gosto.
Ocu'isla
DR. MATTOS BARRETO, ex-chefe de dioi-
ca do Dr. Moura Brasil e da polyclinica geral do
Rio de Jaoeiro.
Coosoltorio, ra do Imperador n. 65, 1- andar,
das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, Caminho Novo o. 159.
As operacoes sio feitas sem dor, pelo meio do
Cocana.
Dr. Carlos Bilteocourt
Hediea operador
Operacoes de pequea e alta eirurgia.
Molestias dos orgias geoito-urioarios do homem
e da mulher.
Estreitamentos da urethra, curadet n xdicalmente
pela electrolyst, sem dr, bydroceles sr :m injeceo,
cura radical, clculos vesicaes, doenijas da gar-
ganta e dos pulmoes pelo tratamento, de athmos-
pberas medicamentosas, syphilis, me Jestias veoe-
reas e da pelle, embalsa atentos.
Consultas das 12 s 3 horas < Ja tarde.
Ra do Marques de Oliud i n. 34 '
- *
Consultorio medico-
cirnrgico
0 l)r Castro Jess, contaai" lo mais da 12 annos
de escrupulosa observaco, re tbre consultorio ces-
ta cidade, roa do Bom Jet aa (aimga da Crua
n. 23, I. andar.
Horas de tu insultas
De dia: das 11 s 2 da t arde.
De^noite : das 7 s 8
as demais horas da n> fite ser encontrado no
sitio travessa do Rem' .-dios o. 7, primeiro por-
to eaquerda, alm do j joriio d Dr. Cosme.
om-
I
I!
j | su a residencia.
Fajs fica^o
s abaixo assignadof, fabricantes do
liyuMiico e a romalico para lai
rias, previnem aos consumidores d'esta
qne alguna unreieir.s ponco escrupulosos,
do mi de garrafas j servidas, cem os rol
fabrica, enchem-nlas de ama moxinifada, Bal _
parada, de azete de carrapato, que vio impa]
do ao publico como o verdadeiro Oleo Ji]Mn
nlco aromtico, nao se importando eeatiaav-
crificar a saude d'aquelles qoe oostumaas aaar.
lamparina nos qnartos de dormida, e m i lSl
tendo em mira o mesquinho e srdido intemawfs-
Protestando contra tal talsificacio, vio aa-aow
xa assignados proceder criminalmente eozufte at
falsificadores, cujos nomes publicarao em \>itrrat-j*
declaram que o verdadeiro Oleo Iiygicasaa
e aromtico acondiccionado em garataA*
aue, alm do rotulo onde se v ao ladoM
REGISTRADA,trazem sobre a rolha ni
qneta em forma circular, com a inscripcio3
brlca de oleo vegetaest Ptrnaja^isa
co, Martina di llamn, em ledras amaw3M*>
de alto relevo, sobre campo preto.
Cautella, pois. com os falsificadores '.
Recife, 1 de Outubro de 1886.
dj^rtins & Bastos Succettona-
Dr. Fernandos Barros
Medico
Consultorio ra do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia ki 3 horas.
Residencia ra da Aurora o. 127.
Telephone n. 450
Aviso
O Dr. E. Osglan Bon net MeaJCTadfi
Faculdade de Medicina de Pars.
Condecorado com a me da) ha dos hospitees
Socio correspondente : das Academias de BB&sV
coa do Rio de Jaoeiro e de Barcelona ; dtSa-
ciedade de Medicina pratiea de Paris e da Saaar-
dade Francesa de Hygiene, ex-director do HviaiMi
AnatomoPatolgico da Foc uldade de Mosluas.
do Rio de Jaoeiro, tem a hoo ra de prevenir*^*
Mico que duraote a sua estada em Pernaaafeanr
fica a disposicio dos doeutes que desejaias>Sssj-
ral-o com a sua coofianca. .. .
Chamados e consultas de 1 s 3 horas a>lfctsy
at novo aviso: na hospeda ria de D. Jaftaaa*
(Caminho Novo).
Especialidades : molestias das
rias coraeio, estoma go, ligado,
ovas, e syphilittcas.





vas reasasts-
etc, saaotiian

C, Heckmann
usinas de eobre, iatao e bronze eff
Golitzer Ufer n. 9. Berlim S. O;
Espeealidade:
Constracfao de maeiS-
na e apparelhos
para fabricas de assucar destillace m*-
finaQSes com todos os aperte$oa*3
modernos. _
DSTALLAgAO DE:
Engenhos de assacar complete
Estabelecimonto filial na Havana sSms
mesma firma de C. Heckmann
C. e San Ipnacio n. 17.
Dnieos represntenles
Haupt Gebru'de^
EIO DE JANEIRO
Para informajSes duijamse ai
Pohlinan &.-C"
1.


I
riHii
t


Diario de PernambucoDomingo 17 de Outnbro de 1886
t
?

*
licor depurativo vegetal iod^o
IX)
Medico QuintcUa
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de tilo grande fama infallivel na cora de todas
ai doeacas syphilitcas, escrofulosas, rheumatica
e de pelle, come tumores, ulceras, dores rheumati
cas, oiteocopas e nevralgicas, blennorrhagiaa agu-
das e chronicas, cancros syphiliticos, inflamma
coes visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simple
on diathericos, assim como na alopecia on qu.da
do cabello, e as doencas determinadas per satu
racn mercurial. Do-se gratis folhetos onde se
encentram numerosas experiencias feitas eom est*
especifico nos hospitaea pblicos e muitos attesta-
do! de mdicos e documentos particulares. Fas-se
descont para revender.
Deposito em casa de Faria Sobrinho & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 41.
ED1TAES
Promotoria pnldica io BiciTo
2* PROMOTOR PUBLICO DR. OLIVEIRA ES-
COREL
Pareceres sobre alittamento cleitoril
Requerente, Cyrillo da Costa Filgueira.Na ca-
sa n. 6 da estrada do Monteiro mora Alejandre de
tal, e uao o requerente, como prova o attestado
junto. O recibo de fl. 5 nao tem valor, por nao
estar demonstrada a competencia do seu signa-
tario.
Requerente Alipio da Silva Apolonio.O recib >
de fl- 5 nao tem valor algum, por nao estar de-
monstrad a su i competencia, para firmal-o.
Requerente Manoel Emiliano da Costa.O re-
querente nao provou morar na casa n. 3 do largo
da Casa-Forte. A certidio de fl. 6 nao prova a
na idade.
Requerente Antonio Geroncio da Costa.Na
casa n. 6 da estrada do Arraa), freguezia do Po-
co, mora Joo Quimino do Espirito Santo, e nao o
requerente, como prca o attestado junto, devendo
notar- se que o recibo de fl. 5 falso, urna vez que
figura nele como signataria Rita Mara da Cun
ceico, que fallecen em 29 de Novembro de 1885
Requerente Manoel Francisco Goncilves Pires.
O attestado junto prova qne na casa n. 11 da ra
da Aurora mora, ha um mez, Jos Goncalves, e
do o requerente. Podendo ter succedido, porm,
que o requerente se tivesse mudado daquella casa,
depois de ter requerido o sen alUtemento, convem
que 9 requerente prove a ana nova residencia.
Requerente Jos Candido Fonseca de Medciros.
Na casa n. 66 da ra de Fernandes Vieira, fre-
guezia da Boa Vista, mora Joaquim Francisco d-.
Medeiros, e nao o requeieute, como prova o attes-
tado junto. Convem anda accrescentar que o re-
querente nao provou viver de economa propria.
Requerente Alfonso de Souza Mello. O reque-
rente allegou morar na casa n. 34 da ra do Li-
ma, freguezia da Boa-Vista. NSo provou, pjrm,
viver de economa propria.
Requerente Manoel Angelo da Silvr.Xa casa
n. 1 da ra do Lima, freguezia da Boa. Vista, mora
o seu proprietario Francelino do Reg Machado, e
nao o requerente, como prova o documento junto.
Requerente Antonio Jos Vianna.Na casa n.
131 da ra do Viscnnde de Goyanna mora Jos de
Carvalho, e nao o requerente que residente, como
se sabe, no lugar Ponte dos Carvalhos, comarca do
Cabo.
Requerente Manoel Horacio de Freitas.O reci-
bo de fl. 6 nao tem valor, por nao estar demons-
trada a competencia do seu signatario Joao Fran-
cisco de liveira, para firmal o, desde que a casa
n. 7 do largo da igreja de Santo Amaro acha se
averbada em nome de Jos Miguel de Souza Ma-
galhes d cutres.
Requerente Augusto Leopoldo de Araujo.O
requerente allegou e provou morar na ra das
Nyinphas n. 19, freguezia da Boa-Viafa, e viver
de economa propria. O recibo, porm, de fl. 5
aao tem valor, por nao estar demonstrada a com-
petencia do seu signatario, para firmal-o.
Requerente Joo Gregorio Goncalves.O re-
querente allegou morar na casan. 5 da ra do Prin-
cipe, freguezia da Boa-Vieta. Essa casa, porm,
pertence ao proprio Requerente, a Eduardo Gre
gorio Goncalves, Antonio Gregorio Goncalves,
Francisco 3regorio Goncalves e Mara Rosa Pin-
to Gonealves, aendo que tmente por esta se acha
firmado o recibo de fl. 6 que nao tem valor, desde
que nao est demonstrada legalmente a sua com-
petencia como signataria daquelle recibo, quanto
ha tres dos referidos conienhorea daquella casa.
Requerente Adolpho Manoel de Oliveira.Na
casa n. 125 da ra Velha mora, ha qoatro annos,
viuva D. Julia Magaihes Cocino, e nao o re-
3uerente que, como se sabe, residente em trras
o engenbo Santo Estevao, da comarca do Cabo.
Requerente Joao Honorio dos Santos Porto.O
recibo de fl. G nao tem vilor, por nao estar de-
monstrada a competencia do seu signatario.
Requerente Francisco Jos Soares.O reque-
rente allegou morar na casa n. 2 da estrada de
Joao de Barros, porm nao provou casa allegacao
com o documento de fl. 4.
Requerente Joaquim Isacio Vieira.O reque-
rente allegou morar na cat n. 1-A do Rosarinho.
Nao provou, porm, a sua allcguco com o docu
ment de fl. 3. A certido de II. 4 ni prova a
sua idade.
Requerente Augusto Fcrreira da Rocha Leal.
<) requerente allegou morar no 1" andar e soto do
predio n. 28 da ra do Baiao de S. Borja. A cer-
tidio do Consulado, poim, declara que o predio n.
8 da ra do Bario de S. Borja urna cas- terrea
com soto. Requereu alistameuto, allegando mo-
rar na mesma casa. Affonso Ferreira da Rocha
Leal
Requerente Francisco Joaquim de Moura. O
requerente nao mora na casa n. 10 B. da ra da
Cruz das Almas, fregutzia do Pojo, como prova
o documento junto.
Requerente Joviniano Joaquim Alves. O re-
querente nao mora na casa n. 7 da estrada de
Santa Auna, freguezia do Poco, como prova o do-
cumento junto.
Requerente Affonso Ferreira da Rocha Leal.
O rtqnerente allegon morar no pavimento terreo
do predio n. 28 da ra do Bario de b. Borja.
Base predio urna casa terrea com soto, conforme
declara a certido do Consulado. Entretanto re-
quereu aliatamento, allegando, tamben), ahi morar,
Augusto Ferreira da Rocha L- al.
Requerente Tbomas Lopes da Santa Anna.
Na casa n. 19 da estrada do Arraial, freguezia
do Poco, mora o seu proprietario Sebastin Cor-
rea de Albuquerque, e nao o requerente, como pro-
va o attestado junto.
Requereute Antonio Cezario Moreira Das J-
nior.O requerente allegou morar na casa n. 30
da ra do Onde da Boa-Vista, porm nao provou
viver de economa propria.
Requerente Jos de Luna Ribeiro. O reque
rente allegou morar na casa n. 121 da ra da Au
rora, porm nao provou essa allegacao ; porque o
documento de folhas 6 nao se refere casa n. 121
da ra da Aurora.
Requerente Luiz Gomes de Moura. Na casa
n. 5 do becco do Quiabo, freguezia do Poco, mora
o seu proprietario Guilherme Jorge Fiai-ky, e nao
o requerente, como prova o attestado ju ao.
Requerente Francisco Gomes da Silva Saraiva
O requerente allega ter a renda do n. 1 S l- do
art. I.0 do decreto de 7 de Outubro de 1882. E'
prec'so que o requerente prove ter pago o imposto
predial desde um anno antes, pelo menos, do ulti-
mo dia do prazo do 6 da le 3,029. O reque-
rente nao junta a sua certido de idade.
Requerente Manoel Belino de Araujo Lima.O
requerente allegou m rar na casa n. 2 da estrada
de Campo Aleare, freguezia da Graca, porm nao
provou viver de economa propria, e nem provou
aquella sua allegacao ; porque o documento de
folhas 3 nao trata de economa propria e nem de
aua residencia u'aqnella cas i.
Requerente Joao Caetano Pae* Jarreto. Na
casa n. 1 do becco da Ladeirs, fregnezia do Poco,
mora Geitrudes de tal, e nao o requerente, como
prova o attestado junto.
Requerente Joo Francisco Leite.Na casa n.
28 A da ra do Encanamento, freguezia do Poco,
mora o seu proprietario Frederico Vlaia, e nao o
requerente, como prova o attestado junto.
Requerente Antonio Machado Botelho. O re-
querente allegou morar na casa n. 6 da travesa
do Feitosa, freguezia da Graca, porm nao pro-
vou essa allegacao, por nao ser jurado, o attesta-
do de tolhas 3 ; devendo notar-so que o reque-
rente ne provou viver de economa propria. O
recibo de folhas G nao tem valor, por nao estar
demonstrada a competencia do signatario.
Requerente Jos Duarte do Patrocinio. O re -
querente nao mora, ha um anno, na casa n. 2 da
ra da Matriz, freguezia do Poco : purquanto a
ana reaidencia era, at pouco tempo, na travessa
da Casa Forte, em urna pequea casa.
Requerente Jote Antonio de Siqueira. O re
querente allegou e provou morar ha mais de um
anno na casa n. 54 da ra das P< rnambocanae,
freguezia da Graca, e viver de economa propria,
juntan io alm disso o recibo do proprietario. A
sua renda est no caso de ser julgada probada.
Requerente Francisco Cornelio B.'zerra. Na
casa n. 6 da entrada do Arraial mora, ha muitos
annos, Joao Quintino do Espirito Santo, e nao o
recurrente, coma prova o attestado junto.
Requerente J orino Luiz da Silva. E' preciso
apreseutar o contracto de arrend amento, desde
que o immovel ns se acha na demarcaco do im
posto predial.
do do ezame de lineua portugneza e arithmetica,
folha corrida, certido de idade, attestado medico
de cpHcidade physica, certido no caso de ser
maior de 30 annos, de ter saafeito a obrigacoda
le n. 2,556 de 26 do Setembro de 1874, procura-
do especial se requarerem por procurador, e oomb
documentos que farem convenientes para prova de
capacidade prufissional, tudo devidamente sellado.
A falta de exhibico de qalquer dos documentos
cima mencionados, e motivo para excluir do con-
curso o pretendente e prejudicar a sua nomeaco.
Outrosim faz maia saber que o decreto de 30 de
Janeiro de 1834 que creou os referidos oicob assim
pn.-ceira : Regencia permanente em nome do Im-
perador o Sr. O. Pedro II. Ha por bem determi-
nar, em auipliico di decreto do 1. de Marco do
anno paasado que em cada urna das villas refe-
ridas hajom dous tabellies do publico, judicial e
notas, aervindo o 1." de escrivo de orphaoe e dos
residuos e capellas e o 2." de escrivo das execu
ucees civeis e Crimea.
E para que chegue an conbevimento de todos
mandei passar o presente edital que ser affixado
no lugar do costume, extrahindo se copia para ser
remi-ttida ao Exnj. Sr. presidente da provincia
para os fina necessarios, com declaracao do dia da
affixaco e publica cao, o que ser certificado pelo
porteiro dos auditorios.
Dado e paaaado nesta villa de Bom Conseibo
ao 1 da do mez de Outubro de 1886. Eu, Aman
co lago da Cunha, eacrivo interino o escrevi.
Mieuel dos Anjos Barros.
E mais seno continha em d to edital que fiel
menteexpiei do proprio original ao qual me re-
porto e don f. Bom Conselho 1 de )utubro de
1886. Eu, Amaocio lago da Cunha, escrivo inte-
rino o escrevi.
Ce-tfico que h je s 19 horas da manh affixei
o edital na porta da casa das auliencias, abrindo
concurrencia para pruvmento ao officio de se-
gundo tabeliao do publico judicial e notas e maia
annexoa. O referido verdade don t. Villa de
Bom Conselho, 1 de Outubro de 1886.O otficial
de justica de semana servindo de porteiro interino,
Luiz Antonio dos Santos.
E mais seno continha em dita certidio que
fielmente copiei co original que fica archivado
em mu cirtorio. Bom Conselbo, 1 de Outubro
de 1886.O escrivo interino, Auanias lago da
Cunha.
O Dr Adelino Antonio de Luna rreir,
oH-ial da Orden da Rosa, commenda-
dor da Real Ord<>m Militar Portugu-za
de Nosso Senhor Jess Christo o juiz de
direito privativo de orphaos e ausentes da
comarca do Recife e seu termo em Per-
naubuco, por S. M. o Imperador o Sr.
D. Pedro II, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem, ou
d'elle n< tic' tiverem, que no dia 19 do crreme
mes, depois da audiencia deste juizo, na reapecti
va san, iro praca para serem arrematados com
o abatimento da lei, aa casas s-guntes aob os os.
1, 2, 3, 4 e 5 do segundo becco do Aquino, tendo
cada urna urna porta de 2 janellas de frente, 2 sa-
las e 1 quarto, tnedindo de largura 7 metros e 20
centmetros, e de fundos 3 metros e 39 centme-
tros, cm solo proprio, avahada cada urna em 600,
que com o abatimento fica fcendo por 400, que
servir de base a arrematsco. E vo praca a
requerimento de D. Hermelinda Tavares de Aqui-
no, iuventsnanta dos bens deixados por seu mari-
do Manoel Tavares de Aquino, para pagamento
de custas e mais despezas do mesmo inventario.
E para que chegue ao conneciinento de tod.>s
mandei passar o presente edital que ser publicado
pele imprenaa, e afiliado no lugar do costume.
Odo e pasaado nesta cidade do Recife de Per
nambuco, aos 15 dias do mez de Outubro da 1&8G.
Eu, Manoel do Nascimeuto Pontea, escrivo, o
subscrevi.
Adelina Antonio de Luna Freir.
COMERCIO
ttoisa commerclal de
buco
Pernam-
RECIFE, 16 DE OUTUBRO VE 18So.
As tres horas da tarde
CotacSes officiaes
Nao bouve.
V presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
XENDIMENTOS PBLICOS
Mes de Outubro de
ALFANEGA
1886
Uno* QHl-
De la 15
dem da'.t
Roda raovuciu.
De la 15
dem da 16
537:317/694
62:709*405
59.397/617
8:115*438
600:027/099
67:513 055
Tcal
liwaraDOBiA D* 1 a 15
toen de 16
667:540/154
25:731/944
3:862/183
vomclado Pxoracut.
Idea de 16
De 1 a 15
29:594/127
15:8481905
1:666*486
Xsctra datha^o 1 a 15
Ideada 16
17:415^391
7:921/933
318/438
Copia.2.* Seceso.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco em 15 de Outubro de 1886.Edi
tal.De ordem do Exm. Sr. vice presideate da
provincia e em observancia ao disposto no art. 157
do decret > n. 9,420 de 28 de AbrU de 1885, faco
publico o edital abaixo transcripto pondo em con-
curso com o praso de 60 diaa o officio de 2." ta-
bellio do publico judicial e notas e mais anoexos
do termo de Bom Conselho. Servindo de secreta-
rio, Emiliano Ernesto de Mello Tamborim.Edital
O Dr. Miguel dos Anjos Barros, official da Im-
perial Ordem da Rosa e juiz municipal e de orpbus
do termo e comarca de Bom Conreino, por 8. M o
Imperador etc. Faz saber aos que o presente edi-
tal virem e a quem intereaaar pi.su, que aehando
se vago o cartorio de 2." tab.-llio do publico, judi-
cial e notas e escrivo do crime, .civtl e execucoes
civeis, por fallecimento do respectivo serventoari
Luiz Elias da Silva e Albuquerque, nos termos do
art. 150 8 3" do decreto n. 9,420, de 28 de Abril
do anno pasaado, fica aborto concurao para piovi
ment aoa ditos officios, por eapaco de 60 dias, que
correr-i d'esta data, devendo dentro desac p aao
os pretenden tes aoa mencionados officio-, apresen-
tar seus requerimentos datades e assignados pelos
meemos ou seus legitimes procurador- a e instruidos
nos tormos do art. 210 do citado decreto de 28 de
Abril com auto ao came de sufficieocia, certifica
DESPACHOS DB IMPORTACAO
Vapor nacional Mrquez de Coxias, en rado di
Baha e escala no dia 16 do corren te e con
senado a Domingos Alves Matheua, manifes-
tou :
Aigodo 310 saccas a Ferreira Rodrigues 4 C,
32 ordem, 10 a Nunea Fonseca & C.
As8ucar 10 saceos a Joaquim da Silva Car
neiro.
Couros salgados seceos 231 a Pereira Caraeiro
& C, 48 a J. H. Bt.xwell.
Ferragens 5 volnmea a Manoel Joaquim da
Rocha, 1 a Albino Silva & C.
Mercadorias 1 volume a Sauoders Brothers & C.
Pedras de amollar 150 ordem.
Pell-s 11 amarrados a J. H. B..xwell.
Bolla 400 meios ordem, 80 a H Nusch & C-
KsPACUOS DEKXFOKTALU
Em 15 de Outubro de 1886
Para o exterior
Ne vapor allemo Rosario, carregaram :
Para Hamburgo, Borstelmann c 0 209 fardos
com 41,224 kilos de algodo.
Na barca ingleza Brinlcburn, earregou :
Per* Hal ilax, M. J. da Rucha 1,000 saceos com
75,000 kilos oe assurar mascavado.
No patacho americano Atalanta, carrega
ram :
Para New-York, F. Casco & Filho 1,500 sac-
eos com 112,500 kilos de assucar mascavado.
N iiar agl z Matcotte, carregaram :
Para N>w-Ymk, Julio Irmio 1,000 saceos
com 75.000 kilos de assucar mascavado.
Na bar a norneguense Loospring, carrega-
ram :
Para N^w-York, J. 8. Loyo & Filh 1,820 saceos
com 136,500 kilos de assucar mascavado.
No ligar noruegueose Potmos, cfciregaram ;
Para. N-w Yoik, Amorim Irmoa or C l,8W
taceos coau I35,(i00 kilos de assucar mascavado.
No va per io Para 8outnmpton, F. Goodcbld 6 barricas com
72 abacaxit,

Para o interior
No lugar nacional Tigre, earregou :
Para o Ri., Grande do Mu. J. M. Dia 700 bar-
ricas om 61,402 kilos de asanpnr brinco.
No vap ,r nacional Jacuh'pe, carregoa :
A Junta Commercial da cidade do R cife con-
vida o Srs. commerciantes nacionaes, matricula-
' dos e residentes neate districto, a comparecerem
no dia 5 de Novembro prximo vudouro, a 9 ho-
ras c Beneficente, para a eleico de dous deputados
commerciantes e de dous supplentes, que lm de
funecionar no seguinte quadriennio de 1887 a 1890,
na forma do titulo nico do cdigo commercial,
arts. 4, 5, 6,14, 15 e 16, e regulamento n. 696 de
5 de Setembro de 1850, como prescreve o art. 5o
do decreto n. 6,384 de 30 de Novembro de 1876,
visto findar este a- no prazo da eleifo, em vir-
tude da qual cfficiaram como deputados Joaquim
Oiintbo Bastos e Antonio de Moura Rolim, e como
supplentes Hermino Egydio de Figueiredo e o
commendador Antonio V alentim da Silva Bar-
roca.
E para constar mandou a sobredita junta fa-
zcr o presente edital, que, asaignado pelo seu pie
sidente, ser publicado no Diario de Pernambuco,
Jornal do Recife e Provincia, e affixado na praca
do commercio, com a lista de que trata o art. >
do precitado decreto n. 696.
Junta Commercial da cidade do Recife, 14 de
Ou! ibro de 1886.
O presidente,
A. G. Miranda Leal.
LISTA
Antonia Gomes Miranda Leal.
Antonio Geraldo do Regj Barroca.
Antonio Valentiin da Silva Barroca.
Antonio Jos de Souza.
Antonio Rodrigues de Souza
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
Antonio Gomes de Mattos.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Antonio >eraphim da Silva.
Antonio Machad-i Pereira Vianna Jnior.
Antonio Pereira da Cunha.
Antonio da Cunha Ferreira Baltar.
Antonio de Moura Rolim.
Antonio Vicente de Magalbes.
Antonio da Silva Ferreira Jnior.
Antonio Guilbermino dos Santos.
Antonio de Oliveira Maia.
Ant-nio Muniz Machado.
Adolpho Francisco Lavra.
Aureliano Augusto de Oliveira.
Augusto ctaviano de Souza.
Alejandre de Souza Nogueira.
Altredo Gibeon.
Bario de Petrolina.
llar.: j da Soledade.
Baro de Santa Cruz.
Baro de Aguas Bellas.
Baro de Nasaretb.
Caetana Cyriseo da Costa Moreira.
Corbtniano de Aquino Fonseca.
Claudio Jos de hant' nna.
Carlos Pinto de Lemos.
Carlos Jos de Medeiros.
Carlos de Paula Lopes.
Candido Jos da Silva Guimares.
Candido Goncalves Ferreira.
Carlos de Moraes Gomes Ferreira.
Domingos Alves Matheus.
Demetrio Acacio de Araujo Bastos.
Oeodato Luiz Francisco Mon'eiro.
Ernesto Arcelino de Barros Franco.
Eduardo Candido de Oliveira.
Eugenio Goncalves Casco.
Euzebi i da Cunha Beltrao.
Eneas Ainerico de Medeiros.
Eugenio Regadas. .
Francisco Vieira PerdigSo.
Francisco Ferreira Baltar.
Francisco Antonio Gomes de Mattos.
Francisco Tbeophilo da Racha Bezerra.
Francisco Apolonio Bezerra da silva.
Francisco Gumea de Araujo.
Francisco Botelho de Andrade.
Francisco Ignacio de Oliveira.
Francisco Ferreira Baltar Jnior.
Francisco Jote da Silva Guimares.
Francisco Gnrgel do Amaral.
Francisco de Paula Gomes.

No vapor austraco B. Ketnny, carrega-
ram :
Para Santos, F. A. de Aievedo 550 saceos com
33,000 kilos de assucar branca e 950 ditos com
57,000 ditos de dito mascavado; Am rim Irmos
i- C. 600 saceos com 36,000 kilos de as su ca bran-
co e 701 ditos com 12,'-00 ditos de dito mascavado.
No hiate nacional Adelina, earregou :
Par Maco, F. de Souza Martina 2 barrica?
com 22 kos de assucar branco e 2 dita com
120 ditos de dito refinado.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 16
Bahia por es-ala9 dia; vapor nacional
Mrquez de Caxias, de 390 toneladas,
comuandante Fclippe Rodrigues da No-
va, equipagem 26, carga varios gneros;
a Domingos Alves Matheus.
Hamburgo e Lisboa20 dias, v*por alle-
mo Pernambuco, de 1,523 toneladas,
commandante L. Scharfe, equipagem 39,
c>rga varios gneros ; a Bolthara & C.
Bahia 2 1/2 dias, vapor austraco B. Ke-
m'ni, de 885, toneladas, commandan
te '.. Katinch, equipagem 26, carga fa-
rinha de trigo ; a Joubston Pater & G.
Navio taido no mesmo dia
Mass- r Vapor nacional Jacuhype, com-
man ante Joaquim Jos Estoves Jnior,
carga varios gneros.
VAPORES E3PERADOS
Francisco Correia de Meaquita Cardoso.
Flix Pereira e Souza.
Genuino Jos da Rosa.
. ratuliino'dos Santos Vital.
Graciliano Octavio da Cruz Martina.
Gabriel Ildefonso das Noves Cardoso.
Henrique Bernardes de Oliv ira.
Henrique Xavier Je Araujo Saraiva de Mello.
Hermico Egidio de Figueiredo.
Ivo Antonio de Andrade Luna.
Ignacio Bezerra Pi ssoa.
Jos Antonio Pinto.
Jos Marcelino da Rosa.
Jos Frsnciaco S Leito.
Jos Gomea Leal.
Jos Adolpho de Oliveira Lima.
Jos da Costa Pereira.
Jos Fiuza de Oliveira.
Jos Braz da Conceico Silvs.
Jos de Oliveira Castro.
Jos Pereira da Cunha Jnior.
Jos Moreira da Silva.
Jos Aogosto do Araujo.
Jos de S Leito Jnior.
Jos Francisco do Reg Mello.
Jos Antonio Moreira Dias.
Jos Ferreira da Silva.
Jos Feliciano Nazareth.
Jos Rodriguea da Silva Barroca.
Joa Alves Barbosa Jnior.
Jos da Silva L yo Jnior.
Jos Ferreira Baltar.
Jos Candido ds Moraes.
Jos d'Assumpco Oliveira.
Jos Luiz de Mello.
Jos Rufino CJimaco da Silva.
Jos Luiz Goncalves Penna Jnior.
Jos de Brito Bastos Filho.
Jos Ferreira Marques.
Jos Francisco Pinheiro Ramoa.
Joo Ignacio de Medeiros Reg.
Joao Chryaoatomo Goncalves Rosa.
Joo Joaquim Alvea.
Joo Baptista Gomes Penna.
Joo Pinto de Lemos.
Joo Manoel da Vciga e Sexas.
Joo Baptista Castauha. v
Joo Jos da Silva,
Joo Jos de Carvalho Moraes.
Joo Walfredo de Medeiros.
Joo Rodriguea de Moura.
Joo Baptista de Mora ;s.
Joo de Aquino Fonseca,
Joo Ferreira Looreire.
Joo Pereira Reg.
Juo Joaquim de Mello.
Joo Chryaostomu Gal vo.
Joaquim Olinto Baatos.
Joaquim de Souza Silva Cunha.
Joaquim Alvaro Gaica.
Joaquim Bernardo dos Reis.
Joaquim Lo es Machado.
Jeaquim Francisco das Cbagaa cSilva.
Joaquim Mauricio Goncalves Rosa.
Joaquim Felippe da Costa.
Joaquim Nicolao Ferreira.
Joaquim Jos Goncalves Beltrfo Junicr.
Julio Cesar Paes Barreto.
J iviniano Manta.
Jovino Cesar Paes Barreto.
Jovino Bandeia.
Bacbarcl Laurino de Moraes Pinheiro.
Leocadio Jo de Figueiredo.
Lenidas Tito Loureiro.
Luiz Antonio Siquaira.
Luiz Jos da Silva Guimares.
Luiz Alfredo de Moraes.
Luiz Leopoldo d >s Guinnrcs Peixoto-
Luiz Antonio Pereira.
Leopoldo Marques d'Assumpco.
Manuel Ignacio Peaaoa de Mello.
Manoel dos cantea Villaca.
Mhuol'I Antonio da Silva Moreira.
Manoel da Silva Maia.
Manoel Jos da Silva Guimares.
Manoel Paula de Albuquerque.
Manoel M 'ivir de Souza.
M'.noel Pereira da Cunba.
Manoel Bernardes de O iveira.
Bacharel Manoel Gomes de Mattos.
Manoel Jos A-onteiro.
Mauo-1 Joaquim da Costa Carvalho.
Marc lino Jos Mara de Almcida.
Marcelino Goncalves Rosa,
Mathas Tavares de A'meida.
Miguel Jos de Abren.
Narciso Jos Monteiro.
Oly.-npio Goncalves liosa.
Olympio Frederico L up.
Pedro Joaquim Vianna de Lima.
Pedro Oaoro de Cerqu-ira.
Pedro Jorge da Silva Ramos.
Pedro Alejandrino Maia e Silva.
Piulo Pereira Simoes.
Primenio Duarte Ribeiro.
Sa'yro Serafim da >ilve.
Tbomaz Teixeira Baatoa.
Secretaria da Jnuta Commercial do Recife, 14
de Outubro de 1886.
O secretario,
________Julio Augusto da Cunha Guimares.
Edital T 751
EwcolaM e colleglosi pariicnlarea
De ordem do Sr. Dr. inspector geral, declara-
se aos pVofeasorea e directores de quaesquer aulas
e eatabelecimentos particulares de instrueco pri-
maria, secundaria >u especial, de um e cutio
sexo, quo'at o dia 30 de Novembro prximo vin-
douro, devero remetter esta repartifo os map
pas de que trata o art 187 2 do Reg. de 6 de
Fevereiro de 1885, sob as penas comminadas no
art. 192 do citado regulamento.
Secretaria da InstraccAo Publica de Pernambu-
co, 6 de Outubro de 1886.
O secretario
Pergentno S de >raujo Galvo.
DECLARACOES
C. C. E.
Club Coramereial Ent'erpe
SARAO EM 6 DE NOVEMBRO DE 1886
1 anniversario da installaco da banda
musical
Solemnisando-fe o 1* anniversario da installa-
co da banda musical deatecluo, com um sarao
dansante na noite de 6 de Novembro prximo,
queiram os senhores socios dar suas notas de con-
vites ao abaixo assignado, nesta secretaria, das
8 s 10 horas da noite.
Secretaria do "lub Cemtoercial Eaterpe, 15 de
Outubro de 1886.O 1 secretario,
Francisco Lima.
Mnbdelegacia de polica da fre-
guezia de Santo Antonio
De ordem do Illm. Sr. capito subdelegado,
faco sciente a quem interessar possa, que se acha
depositado, e ser entregue pessoa qne provar
Ihe pertencer, um annel de onro com brilhantes,
que fora acbado, e apprehendido em poder de um
menor. Recite, 16 de Outuuro de 1886.
O escrivo,
Jcec de Arimatba Costa Pontes.
G. R. F.
De ordem do nosso presidente, convido aos nos-
sos consocios para comparecerem domingo 17, s
11 horas da manh, em nossa sede, sita ra de
Mareilio Das n. 91, em assembla geral, para
approvaoao de noasos estatutos.
Cjsecreiaria do Gremio Recreativo Familiar, 15
de Outuuro de 18860 1 secretario,
Alexandre dos Santos Selva.
Prolongamento da estrada de
ferro de Pernambuco e eatra-
da de ferro do Heelfe a 'a-
ruar.
De ordem do Illm. Sr. director, faco publico
que, at o meio da de 20 de correte, no eacripto-
rio central, ra Antonio- Carneiro n. 137, re-
cebem- se propustas, em carta fechada, para o for-
necimento dos objectos aeguintes, necessarios ao
alm ixarifado desta repartico :
Carvo Cardiff, tonellada.
Dito para forja, dem.
Dito Cock, dem.
Dormentea de aicupira, aapucaia, otcica e pao
d'arco com 2,0x0,25x0,20 furados e entalhados, um
Ditos de amarello vinbatico, aroeira, angelin
amargoso, balsamo de cabrahyba, barana, bafin-
ga, bom nome, cedro, coraco de negro, cumar,
mirindiba, oiricica, pao ferro, pao d'uleo, pao d'ar-
co, pitia, pao santo, sspucaia de pilan, sapu-
cfcyriina,8ucupira mirim, tatajuba, euiucuba, com
2">,0x0,16x0,12.
Oleo para carro, litro.
Dito de mamona, idem.
Dito para cyhndro, idem.
Dito de mocot, dem.
Dito para candieiro, idem.
Dito para machina, idem.
Dito de linbaca, idem.
Pinho branc (5,nl50xO,22xO,08), prauchao.
Dito dito (I",0x0,21x0,24), vigame.
Dito dito (3,>Ox0.24xO,24), idem.
Dito dito (5,50x0,19x0,i9), idem.
Os objectoa si rao de 1* qualiaade e entiegaps,
convenientemente acondicionados, no almoxarifado
na estaco de Cinco Poutas ou as officioas da es-
trada de ferro de Caruar, conforme as exigencias
do servico. Os dormentes, porm, devero ser en-
tregues na c.dade de Jaboato. Oa lira, propi-
niutes devero acompanbar as suas propostas das
respectivas amostras, condieco esaencial para se-
rem acceitaa, N'este eacriptorio acro prestad, s
os esclarecimentos necessarios.
As propostas sarao bertas e lidas no lugar, dia
e hora cima indicados, na preaenca dos Srs. pro-
ponentes, que devero sellal-as e assignal-aa, in-
dicando n'ellas auaa residencias. O forneciui-nto
poder ser ajustado com um s p. op nente ; ou
parcialmente conforme as vautagens que offe-
recer.
Secretaria do prolongamento da estrada de ferro
de Pernambuco o estrada de ferro do Recife a Ca-
ruar, em 13 de Outubro de 18l6.
O secretario,
Manoel 'uvencio de Sabaya.
Santa Casa da Misericordia do
Recite
Por e8ta secret ra sao chamados os parentes
ou protectores das meuores constantes da relaco
infra, para que as vas recolber ao collegio das
orphas.
Relaco das orpbs a que se refere o edital
Supra
1 Mara, filha ie Joanna BaptUta de Jess.
2 Emilia, filha de Feliciana Vieira da Rocha
Falco.
3 Carolina, filha de Antonia Diiiiz Bandeara
de Mello.
Josepha, filha de Hermina Correia de Barros
Waldetru-lea.
dem de Magialena de Araujo Cavalcante.
Virginia, idem de Mara Francisca da Purifica-
co.
Josei'hina, idem da nitma.
Francisca, idem de Claudina Mara do Nasci-
mento.
Secretaria da Santa Casa le Misericordia do
Recife, 13 de Setembro d 1885.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa casa
Na societaria da santa casa de misericordia do
Bssife aiTsadasi-s por esnago de um tres an-
?3l, al mu abis) claradas ;
Sa dj acoda a 45, p r 20 mensaea.
Idi.m idem n. 49, 204 idem.
Dita da Lingueta n. 14 1- andar, 16660 idem.
dem dem 2 dito. 155 dem.
Rui do Burgos n. '"Jidem.
Dita da Madre de Deua n. 10-A, armazem
15*, dem.
dem idem n. 12, 404 idem.
Ra da Guia n. !:>, 164660 idem.
Dita da Senzalla-velba n. 132, 2- andar, 154
idem.
Dita da Detnco n. 3 (dentro do qaadro) 104
idem.
H'm idem, 8gC0O dem.
Dita do Visconde de Itaparica, n... 2' andar
e soto, 354 idem.
Dita da Mrquez de Olinda n. 53, 2- andar
405 idem.
Caes da llf ndeea a. '
' >
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro di-
rector interino ae faz publico o telegram-
ma abaixo transcripto do Esta. Sr. minis-
tro do Impero.
Em virtude do mesmo telegramma terao
lugar na poca que devo cou.ecar em No-
vembro prximo os exames de lioguas e
sciencias.
Outrosim, para fazer-se exame de qual-
quer das materias 'preparatorias preciso
provar ter j feito o de portuguez ; para fa-
z-r-so o de geometra ou algebra, ter j
feito arithmetica; para o de geographia e
cosraographia ter feito o de geometra;
para o de philosophia ter feito os de histe-
ria, mathematica e lioguas; para o de rhe-
torica ter feito os de lioguas; e finalmente
quanto aos que devem preceder ao de his-
toria consultado nesta data o mesmo Exm.
Sr. ministro do imperio.
A inscripcao para os exames comecar
amaob pela de lioguas, o continuar as-
sim alternativamente com a de s:icncias
at que ser em te i.po annnciado.
Telegratnma
Ao director da Faculdade de Direito do
Recife: *
A ordem a seguinte: Sem apprava-
ao em exame de portuguez nao se far
outro qualquer. Quem nao hnuver sido
habilitado em arithmetica nao ser ad-
re ittido ao exame de algebra e ao de geo-
metra, deste fi:a dependente o de geo-
graphia e cosmngraphia e nao pode prestar
exame de philosophia quem nao possuir
approvaco dos de historia e de mathema-
ticas e alm disto uao ti ver os de linguas,
sendo qm tambem desta ultima condicSo
depende o de rhetorica. A exigencia de
taes approvacoes para a admiseo aos exa-
mes que dependendo d'ellas nao se refere
inscripcao euraprindo somente tornal-a
effectiva quando' s< trata da mesma a I mis-
sao. A dUposicao do art. 4. compre-
hende as provincias onde ha facnldades e
portantr> os exames devero fazer-se cm
urna s .poca, comecando em Novembro,
ou no caso de ser isto de todo impossivel
depois de lindos os do curso superior na
forma do 37. do citado artigoMinistro
do Imperio.
Secretaria da Faculdade de Direito do
Racife, 15 de Outubro de 1886.
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Empreza Telephonica
Sourgard
VENERAVEL IRMANDADE
DB
Xossa Senhora do Terco, 1S de On-
111 ir<> de 198
De ordem do nosso irmo procurador geral, fa-
zendo as vetes le iuiz, convi 1o aos nossos caria-
simos irmos para con parecerem no nosso consis-
torio, pelis 10 horas da manh do dia 17 do an-
dante, para reunidos em assembla geral, como
manda o nosso compromiaso, eleger os nossos func-
ciooarios para o anno comi.romissal de 1886-87.
Secretaria da venerave irmandade de N. S. do
Terco, 16 de Outubro de 1886.
O secretario,
Alexandre dos Santos Selva.
Itol < o dos as^igoantes entra-
Jos no mez de Setembro
343. Alexandre Ferreira da Cruz, (nadara), Ra
da Imperatriz.
C
462. Carlos Alberto de Menezes, Mondejo.
463. Chirles Pluym e Eugenio Chalime, Ra do
Commercio.
469. Candido A. Sodr da Motta, Ra Mariz e
Barros.
470. Club Internacional de Regatas, Ra do Sol.
O
403. Dr. Jos Marianno Carneiro da Cunha, Ra
do Imperador.
467. Dr. Joo Paulo (escrptorio), Raa Nova.
S
464. Joaquim Alvea da Fonseca, (reaidencia'1,
Magdalena.
468. Joo Vctor Alves Matheua, Largo do Corpo
Santo.
47i. Jo.- Azevlo Maia Silva & C, (pharmacia)
.-iua Larga do Rosario.
296. Manoel Jos Agr, (cochsra), Ra do Impe-
rador.
455. Manoel de Barros Cavalcanti e Tavares
Martina, Ra Nova.
S
399. Siqueira Borges o Contador Almeida, Ra
do Imperador.
Q
427. Qaartel do 14 batolho de infantera, Raa
do H 00 pie o.
Estando do Caldereiro.
30. Major Merguibu, Monteiro.
Recife, 30 de Setembro de 1886.
O gerente,
Antonio do Carmo Almeida.
Segunda-feira 18 de Outubro de 1886
AS 8 HORAS DA NOITE
GRANDE FESTA ARTSTICA EM DESPEDIDA
Honrado com a prosonoa 40 Exm. Sr. Br.
Pmidonto da ProTnoia
Em beneflcio das compatriotas
EMAS SNAY
COM 0 VALIOSO CONCURSO DO CELEBRE COLONISTA
JOHANNES WOLFF
PROCiRAHI
8-2404'i7l ^>ara MoBor*. J- V. CampuiiO 100 taceos com
' farinha de maudioni.
Rosario do sal boje
Viile de Pernambuco do sul amanh
Hildegard de Buenos-Ayres a 19
Manos do sul a 21
Wnance do sul a 21
Ville de Victoria do Havre a 21
AHianca de New-Port-Newi a 22
Britannia da Europa a 23
Para do norte a 23
Lo Plata da Europa a 24
Eqnateur do sul a 25
Unir do sul a 27
Sculptor de Liverpool a 28
Umm do snl a 29
Portuaue de New-York a 29
Cunfraria de S. Chrlapim e Chrlapl-
iiMino aso convento do Carmo do
Recife
De ordem do irma provedor, convido os mem-
bros do conselho fiscal para se rennirem no dia
17, pelas 10 horas do'da, em njsso consistorio,
para a eacolha ios novias fnnccionarios que teem
de servir no anno de l86-87.
Jos Mara da Conceico,
Secretario interina.
Arsenal de Guerra
De ordem do IlIm.Sr. major director, distribae-
se costaras nos dias 18, 19 e 20 do corrente mes,
s costureiras de ns. 151 200, de conformidaie
cem os annuncos anteriores.
Secco de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 16 de Outubro de 1886.
Feliz Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto.
1.a PARTE
1. Fantaisie Caprice (violino) Vieuxtemps.
Virginia Sinay
2." a) Romance, j. I
> piano solo
b) Fileuse .).....Mendelnohn.
Mathilde Sinay
3. a) Romance 1. Scendsen.
b) Adagio du 3me*. > violino
c) Havaneira ). .Draper-J. W.
Johannes Wolflf.
4." a) Cantilene 5 Maro Gounod.
b) Les filies de Cadix, chan-
t par Virginia Sinay. Delibes.
5. a) Srnade espgnole Ketten.
> piano-solo
b) Mazurka. J. Godard
Mathilde Sinay
6.o Fantaisie Ballet (violino) Beriot. I
Virginia Sinay
2. PARTE
7." Andante con variasioni de la
sonate ddie Krtutzer Beethoven.
Mathilde Sinay e Johannes Wolff
acc. de.
8." a) Ave Maria av.
violn...... .
b) Habaneira de Carmen,
chant par Virginia Si-
nay'. ......
9. Ballade e Polonaise (violino,
Johannes Wolff
10. Scherro (piano-solo).
Mathilde Sinay
11. Fantaisie sur la Traviala
Gounod.
Bizrt.
Vietufemp*
(violino
Virginia Sinay
PRESOS
Camarotes da
1.* ordem.
2.a
3.
4.
.....
V
i .....
Paraizo
120000
125000
8,5000
60000
Galeras............
Cadeiras de 1.a classe.
Plateas
2.a
Chopini
Alar.
2 30000
25000
lOOO
5500
Os bilhetes acham-se desde j venda no escriptorio do theatro, e no estabelecimento
d joias dos Srs. Joseph Krause & C' e na casa do Sr. Vctor Prealle ra do Imperador.
Hayer bonds para todas as linhas e trm at Apipucos e Olinda.
O piano do concert em que vai tocar a pianista Mathilde Sinay, da casa do Sr. Victor
Prealle e chegado a esta capital emfins do mes de Setembro ultimo.
f



C
_
JL-




Diario de Pernambnco Domingo 17 de Ontubro de 1886
5
i


S. R. J
Seci dade Recreativa Jnventnde
Soire bi-mensal em 17 de Oatubro
Otomnico a todos os senhores convidados e sos
jocios qui- a soire principiar as 7 horas da noitc.
Oe iugrf saos fornecem-se em casa do Sr. the-
soureiro e os convites na do Sr. presidente.
Ruga-se simplicidade as toilettes e previne-te
que. nao sao admissiveis aggregados.
Beeife, 11 de de Outubro de 1886.
L. Quedes de Amorim,
1 secretario.
ecife Drainage
RelacSo dos concertos feitos no? apparelhos
do mez de Setena bro do correte armo,
de conformidade com o art. 10 do con-
t-acto e | 2o do art. 15 do regulamento
de 12 de Janeiro de 1872.
Frtguea do Recife
Mrquez de Olinda n. 24
Dita n. 28
Dita n. 27
Dita n. 53
Bom Jess d. 0
Dita n. 26
Ditan 28
Dito n. 42
Dita d. 44
Ditan. 11
Dito n. 19 1
Dita n. 29
Dita n. 41
Dita n. 57
Alves Cabral n. 3
Commercio n. 32
Largo do Corpo-Santo n. 2
Dito n. 3
Bispo Sardinha n. 16
Dita n. 3
Torres n. 14
Thom de Souza n. 10
Dita n. 1
Vigario Tenorio n. 5
Mariz e Barros n. 11
Trv vessa da Madre de Deus n. 7
Dom'ngos Jos Martins n. 22
Dita n. 42
Dita n. 52
Dita n. 82
Dita n. 102
Dita n. 142
Travessa para o Corpo-Santo n. 5
Bestauraco n. 3i
Dito n. 41
Dito a. 57
D. Mara Cesar n. 14
Dita n. 3
Visconde de Itaparca n. 34
Dito n. 45
Dita n. 61
Dita n. 62
Pbarol n. 40
S. Jorge n. 44
Dito n. 21
Dito o. 115
Frcgutzia de SaiUo Antonio
(aperador n. 19
Dito n 35
Caes 22 de Xovembro n. 30
Praca Pedro II d. 1
Boa 1 de tla^o n. 17
Duque de Caxias n. 10
Dito n. 36
Dita n. 33
Dito n. 59
Cabug n. 16
Bario da Victoria n. 44
Dito n. 15
Ditan 49
Travessa das Cruzan n. 14
Largo do Paraizo n. 33
Roa larga Jo Uosario n. 20
Dito n. 40
Estreito do Rosario n. 10
Dito o. 12
Dito n. 30
Diton. 38
Dita o. 31
S. Francisco n. 80
liba do C-rvaibo n. 29
Boda n. 27
Travessa dos Quartei n. ')'<
Santo Amaro n. 32
Travessa da Matriz n. 2
Paulino Cmara n. 10
Travessa do Carmo n. 4
Travessa da Bomba, n. 9
Pogo n. 6
Dito n. 31
Livramento n. 36
Visconde de Inbauma n. 53
Pedro Aflonso n- 9
Dita n. 37
Marcrfio Dias D. 26
Dito n. 42
Dito n. 46
Ditan. 64
Dita n. 5
Dita n. 25
Lenas Valentinas n. 9
Coronel Suassuna n. 32
Dita n. 9
-Santa Tbereza n. 28
Travessa da Concordia n. 38
Palma n. 46
Dito n. 23
Mrquez do Herval n. 32
Dito o. 47
Cadera Nova n. 9
Frtguaia de S. Jos
Marcilio Dias n. 113
Coronel Saassnna n. 130
Dito b- 151
Dita n. 158
Dita n. 190
Dita n. 21)4
Dita n. 208
Dito n. 258 .
Dita n. 382
Dita n. 59
Dita n. 155
Travessa dos Martyrios n. 8
Palma n. 76
Marques do Herval n. 135
Dita n. 221
24 de Maio n. 52
Padre Nobrega n. C9
Vidal de Negreiros n. 62
Ditan. 86
Dita a. 198
Dita n. 115
Dique n. 1
Travessa do Forte n. 1
Assumpcao n. 42
Dita n. 76
Dito n 3
Padre Floriano n. 72
Jardim n. 32
Nogueira n. 11
Santo Cecilia n. 29
Santa Rito n. 13
Dita n. 59
Nova de S.nta Ritan. 44
Diton. 5
Ditan. 61
Pescadores n. 18
Travessa do Peixoto n. 23
Dito n. 27
Imperial n. 19
Fregtiezia da Boa- Vista
Imperatriz n. 4
Dita n. 20
Dita n. 30
Dita n. 65
praca do Conde d'Eu n. 9
Dita n. 21
Uonceieo n. 10
Diton 40
Dito n 48
Visconde de Pelotas n. 14
Diton. 30
Visconde de Alboqaerqae n. 34
Dito n. 126
Dito n. 174
Aurora n. 5
Dito n. 9
Dito n. 23
Dito n. 57
Ponte-Velba n. 5
Dita n. 115
Praca da Santa Cras n. 14
Cood-- da Boa-Vista n. 8
Boa-Vista n. 29
Riachuello n. 13
Unilo n. 15
Hospicio n. 6
<,
4*800
2-51110
3*080
1*520
44620
9*140
6*820
2*640
18*030
11*550
1*100
2*64U
4*600
2*640
2*640
2*640
2*640
3*u80
8*740
13*480
l*340
2*820
2*640
3*080
4*' >40
4*160
2*640
19*140
4*400
2*640
10*740
4*t>60
14*740
7*920
9*640
5960
2*640
3*340
5*710
7*700
11*180
20*6n
2*640
4*620
2*640
11*420
Dita n. 11
Dita n. 17
Dita a. 69
Gervasio Pires n. 71
Travessa da ra de Gervasio Pires n. 19
Socego n. 54
Santa Cruz n. 4
Dita n. 44
Dito n. 50
Coelbos n. 14
Coronel Lsmenba n. 4
Travessa de Joo Francisco n. 8
Bario de S. Burja n. 22
Dita n. 37
Dita n. 51
Solrdade n. 41
Visconde de Goytnna n. 20
Recife, 15 de Outubro de 1886.
O gereote,
J. Dowaley Jnior.
3*960
9*120
17*200
7*100
2*640
6*820
25*740
9*660
2*700
8*140
8*640
37*940
3*960
2040
11*300
31*490
2J890
COWAHHIA PERNA1MUCA V*
DE
*avegaco Coste!ra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba,* Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
Leilo
De movis,
Se,
Oatu
da tarde,
carga at o
ue no dia 20 de
ro, as 5 horas
Recebe
dia 19.
PAVILHAO
EHPREZA H. & B.
1
DIRIGIDA PELOS HABIS ARTISTAS
Alawida $ Palacios
Domingo 17 de Ontubro
DOAS GRANDES FDNCQOES
Urna as 4 14 da tarde e a outra as 8 lj2
da noite
Grande abailmento para as crean
ca at IO auno de Idade.
Encommendas passagens e dinheiros a frute at
3 horas da tai de do dia da aahida.
ESCRIPTORIO
Caes da ompanhia Pemamiueana
_________________n. 12________________
Companhia Dahlana de navega
eo a Vapor
Macei, Villa Nova, tenedo, Aracaj,
Estancia e Baha
0 vapor Marpz le Caxias
Commandante Nova
Segu impreterivil-
mente para os porros
cima no dia 20 do cor-
rente, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at o 1/2
dia do dia 20.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete tracto-se na agencia
7tina do Vigario 7
Domingos Alves Ma heos
louca, vidros, espelhos, jarros e
quadros
A saber :
Urna mobilia de Jacaranda, com 1 sof, 1 Jardi-
neira, 2 consolos, 2 cadeiras de bracos e 12 ditas
de guarnicao, 2 .-spelbos de crystol, 4 jarros para
fl.res, 4 caaticaes com mangas e pingenteg, 1 ta-
pete para sof, 2 cadeiras de bataneo, 2 camas
francesas, 1 mesinha de mosaico, 1 marquezo, 1
lavatorio, 4 quadros compridos, 2 cadeiras espre-
guicadeiras, pannos de chrocbet, 1 mesa elstica,
1 apparador grande, 1 dito menor, 1 guarda lon-
ca, 6 cadeiras, 1 relogio, 1 sof, 1 galbeteiro, lou-
ca para cha e jntr, vidros, 2 jarros para agoa,
colheres, talheres, 4 vasos para biscouto. 1 mobi-
lia de junco preto e outros movis de casa de fa-
milia.
Terca-feira 19 do correle
A's 11 horas
Pinto
ra da Imperatriz
AVISOS DIVERSOS
Vende se urna mobilia complera de Jacaran-
da quasi nova, Lniz XV, e outros movis de
casa ; na rus Augusto n. 228.
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No 2- andar do
Agente
sobrado da
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Leilo
PROCOS
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10*000
2*000
1*000
1*000
<500
2*640
2*640
6*6o0
2*640
2*700
3*96r)
3*960
20*900
2*640
2*61u
9*460
1*9-0
4*560
7*460
2*640
3*960
2*640
2*640
4*620
3*960
2*640
13*410
2*640
2*640
2*.640
2*640
2*640
3*MU
10*960
5*940
21*040
2*640
3*040
3*960
2*640
2*280
2*640
2*640
2*640
2*640
8*580
6*120
37*220
7*200
4*620
2*640
19*060
2*640
2*220
5*280
28*380
4*560
2*480
3*000
12*320
2*610
24*680
3*860
1*320
2*640
49*96
2*640
12*320
24648
2*640
3*960
4J660
2*640
8*560
2>640
4*620
2*640
2*640
11*420
4*6.0
2*640
2*:60
2*64.1
18*740
13*680
2*640
l*5t
1*520
2*640
2*040
9*420
27*710
2*610
14*740
4*360
3*080
17*720
5*280
3*!-6u
6*200
2*640
25*740
2*640
.US
2*640
3*830
2*640
3*00
2*640
2*640
2*640
3*800
2*640
2J640-J
8*540
2*640
12*7-20
2*640
2*640
6*820
7*050
3*080
2*640
Camarotes com
Cadeiras
Geraes
Cadeiras para creanc s
Geral dem, iilem
AO PAVILHAO
AVISO
Haver bonds para Fenandes Vieira, Magda-
lena, e Afogados.
THEATRO
DE
VARIEDADES
CURI.lIRS RELMS
t ompanhla Franceza de Navega
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro
Santos
De 2 grandes e lindos consolos dourados com ri-
cos espelhos de moldura dourados, (novidade),
importantes espelhos grandes e pequeos, (ovaes)
moldura dourada de diversos modelos, mobi-
lias, camas francezas de Jacaranda e amarello,
guarda vestidos, commodas de Jacaranda eama-
rello, marquezoes, diversos movis avulsos, miu-
deae, perfumaras e azenda*.
Terca-feira 19
A's 11 horas
Por intervenro do agente
Gusmo
No armazem da ma do Mrquez de Olin-
da n. 19
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra di
Imperatrs n. 56.
Kude-se aos abaixo notados, o favor de vir
ou mandarem ra do Marques de Olinda n. 51.
Pedro Siqueira, Alfandega.
Prederico Vieira.
Manoel, do Banco.
Aluga so os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com excellentes accommo-
daces para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
ra do Commercio n. 10.
Leilo
De Juas vaccas tourinas, 1 bezerra, 1 carroca de
redas e 1 boi manso para carroca
Terca feira 19
A"1 hora
Agente Pinto
Companhia lyrico-comica de operetas
francezas de variedades e ao modo dos
concertos
dos Campos Elyseos, em Pars
em caaa de Charle Pluym A <'..
roa do Commercio n. SI. Beeife
Est aberta a assignatura para vinte espe-
ctculos
PREQOS
Camarotes com 5 entradas 10 000
Cadeiras e galera 2000
Os senhores assignantes terao direito a um des-
cont de 10 /
A companhia aclia-se a bordo do vapor
francez l i/le de Victoria, esperado no dia
20 do corrente.
Espera-se des Dortos do
sul at o dia 18 de Outubro
seguindo depois da indis-
pensavel demora para o Ha-
vre.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecem ezcellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pascagens poderlo ser tomadas) de ntemSo.
Recebe carga encommendas e paesageiros para
os quaes tem excellentes accommodaces.
Os vapores desta companhia entram no porto,
ancorando em frente ao caes da praca do Commer-
cio o sendo inuito incommodo o embar jue dos pas-
sageiros no fundeadouro dos paquetes transatln-
ticos, no Lamarao e demais devendo todos apsrtar
ao Havre, que o porto mais visinho de Pars,
fra de duvida que ha grande vantagem para quem
quizer ir Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores tonto mais quanto, alm de serem os precos
das passagens mais mdicos, as despezas do embar-
que aqui e as de transporte do Havre a Pars, sao
inuito menores do que as que demandam as viagens
nos paquetes das outras linhas.
Na ra da Imperatriz em frente ao sobrada n.
6, onde haver leilio de movis, louca, vidros e
crys '-aes.
Leilo
De movis, loucas e vidros
Quarta-feira 20 do corrente
A's 11 horas
MARTIMOS
Pacific Steam NavigationConipany
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Britannia
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 24 de Ou-
tubro, e seguir de-
pois da demora do tos-
turne para a
Baha, Rio de Janeiro. Monte
video e Valparalzo
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracto -e con os
AGENTES
Vilson Sons C .. Limited
S. 14 RA DO COMMERCIO N. 14
co
Pllilil. rE HESSIAVB-
RIES H.1RIT19EN
LDHA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Lacointre
E' esperado dos portes do
sul no dia 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Berdeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se sos senhores passageiros de tedas
as classes que ha lugares reservados para esto
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Faz-se abatimento de 15 */0 em favor das fa-
milias composto de 4 prssoas ao menos e que pa-
gareis 4 pastagens inteiras.
Por excepeo os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tombem d'este abati-
mento.
Os vales postoes s se dia at dia 23 pagos
de contodo.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracto-se com o
AGENTE
Angusle Lab He
9 RA DO COMMERUIQ-9___
Companhia Brasileira de ave
gaeSoa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos portes do sui
at o dia 21 de Outubro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portes
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommendas valeres
racto-se na agencia
PRA CA DO CORPO SANTO N. 9
vapor austraco B-Komiy
E' esperado do sul no dia
12 de Outnbro, seguindo de-
pois da demora neeessara
em direitura para Santos,
volteado depois para o Rio
de Jan1 iro.
Recebe carga e encommendas a frete mdico
tnactar com os
AGENTES
&c
JOHNSTON PATER
RA DO COMMERCIO H. 16
StrairTillii fie Victoria
' esperado da Europa
m dia 20 de Outubro, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a B-
tala Btlo de Janeiro
e Ha moa.
Boga-se aos Srs. importadores de carga polos
vapores desta linha,queiram apresentor dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng. .a-u-
qner reclamadlo concernente a volnmes, que po-
cen tura tenham seguido para os portes do sul.afim
de se poderem dar a tempo as previdencias neces-
saras.
Expirado o referido prase a companhia nio se
responsabilisa por extravio.
Recebe carga, encommendas e passageir** par
os quaes tem excellentes accomodacSes.
Angoste F. de Oiveira&L
AftEXTEN
42-RA DO COMMERCIO-42
Lmied SUtes k Brasil Mu S. 8. C-
0 paquete Finance
E' esperado dos portes do
sul at o* dia 21 de Outubro
depois da demora neeessara
seguir para
HaranhSo, Para, Barbados, S.
Thomaz e Xew-Vork
Para carga, passagens, e encommendas tracto-
te com os
AGENTES
0179 vapor Amanea
Espera-se de New-Port-
News, at o dia 22 de Ou-
tubro o qual seguir depois
da demora neeessara para a
Baha, Rio de Janeiro. Monte-
video e Buenos Ayres
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, tracto-se com os
AGENTES
llenrj Forster i C
N. 8 RUADO OOMlaERClO N.-8.
1' andar
Mossor eMaco
O biate Aurora 2' sabe com brevidade para os
portes cima, e para o resto do carregamento se
trato com o mestre a bardo, no caes do Loyo.
No 1 andar n. 27 do sobrado da ra estreito do
Rosario
Constando de :
Urna mobilia de junco, composto de 1 sof, 12
cadeiras de guarnicao, 2 dit s de balanco, 2 ditas
de bracos, 2 consolos com pedra, 2 quadros, 1
candieiro de gaz, 1 espelho grande, 1 quadro com
vista do Rio de Janeiro, 1 cama franceza, 1 guar-
da vestidos, 1/2 commoda, 1 marquezo, 1 cama
para crianca, 1 lavatorio, 1 guarnicao de porcela-
da, 1 berco, 1 bidet com pedra, 1 mesa elstica com
4 toboas, 1 guarda louca, 1 aparador grande, 6 ca-
deira sde junco, 1 marquesa, 1 banca para machina,
1 quartinheira, 2 consolos de amarello, loucas, vi-
dros e outros movis de uzo domestico.
Em seeuida:
Ser vendido 1 cofre e grande quantidade de
movis existentes no estabelecimento sito a mesma
ra n. 22.
O agente OusmSo, antorisado pelos Srs, Gomes
& C, far lei'So dos movis existentes em casa de
sua residencia e no armazem cima mencionado,
e serio vendidos sem reserva de preco. _______
Aiuga-se a casa da ra do Pilar n 37, com
6 quart's, 4 salas, cosiciha e apparelho fra, re-
construida, caiada e pintada de novo ; a tratar
na ra da Imperatriz n. 56.
Aluga se urna casa na Estancia, com bas-
tantes cimmodos e grande sitio ; a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n. 40.
Precisa se de um cosiaheiro ou cosmheira
que aejam peritos e asseiados em seu trabalbo,
admite-se um no estabelecimento de banhes nos
arrecifes, psga-se bom ordenado, dando fiador de
sna conducto.
Precisa-se de um criado ; na ra ov%
pbarmacia n. 51.
Antonio de Souza Botelho, retirando-se para
a corte, declara pelo presente ficarem de nonhum
effeito as procuracoes por e.le firmadas nessa ci-
dade ou fra della, inclusive as passadas na corte
pelo tobellio Castro. Recife, 15 de Outubro de
1886.
Venie-se urna a.-inacao envidracada, ra
de Santo Tbereza n. 25, tem commodos para fa-
milia ; a tratar na mesma.
Precisa se de urna ama para ajudar a eutra
na cosinha: na ra de S. Joo n. 13.
Precisa-se de um criado para copeiro e cui-
dar de no jardim pequeo ; a tratar na ra do
Bom Jess n. 52.
Francisca Xavier da Silva QaimarVs, tendo
perdido urna cautella do Monte de Soccorro, sob
n. doze mil e tantos, de um' relogio de ouro, vem
prevenir ao Sr. gerente que s entregue o objecto
ou saldo que por ventara posra ter ficado, tendo
ido a leilo, ao seu legitimo dono. Racife, 16 de
Outubro de 1886.
Francisco Xavier da Silva Guimaraes.
Aluga se a metade da casa n. 99 roa do
Visconde de Ooyanna, aatiga do Cotovcllo, por
8f000 mensas; quena a pretender dirija-se
mesma, que achara com quem tratar.
Aluga- se a excedente casa de vi venda, cem
ptimas accommodaces para numerosa familia,
oe foi do fallecido cerretor Oliveira ; a tr*tor na
'orre, aa mesma casa, ou no Recife, ra do Com-
mercio n. 46, pavimento terreo.
Roa lar),' do Rosario n. i s
Aluga-se o 1- e 2- andar ; a tratar na ra da
Aurora n. 1, 2- andar.
Aluga-se em urna casa de familia, nm qcarte *
alguma senbora viuva ou so'teira, que seja de
conducta moralisada ; trata-se na ra do Mar-
ques do Herval n. 182.
Exeellente morada na
Torre
Aloca-se urna casa com commodos suficientes
para familia numerosa, com grande sitio e jardim,
muito fresca e alegre, margem do rio, em cajo
porto termina a linha dos bonds, fundo na mar.
gem opposa do rio, a estaco da Torre, da eotn-
pauhia dos trilhos urbanos do Recife Caxang :
a tratar na ftecife, ra do Coxmercio n. 46, pa-
vimento terreo
Aviso
Telephone 103
O abaixo assignado scientifca aos seus amigos,
freguezes, commercio e a qu'm mais interessar
possa, qne o Sr. Antonio Joaquim Moreira deixou
de ser empregado da cocheira da roa de Santo
Amaro n. 1. por sua livre e espontanea vontade,
desde o dia 16 do corrente mez. O mesmo abaii :>
assignado avisa que desde o dia cima referido
os nicos, na sua ausencia, encarregados de re-
ceber suas contas, sao os seus antigos empregs-
dos, Domingos Ooocalves da Silva e Jos da
Hora, Recife, 16 de Outubro de 1886.
_____________ J. C Freitei.__________
Casa em Caxang
Aluga-se urna casa com bastantes sommodos,
muito fresca ; a tratar na ra do Imperador n.
41, 1 andar.
Aviso
Leilo
Quarta-feira 20 do corrente
AS f t HORAS
Na ra do Bartholomeu n. 33, esquina da
ra do Mrquez do Herval
De 1 mobilia de Jacaranda massico em muito bom
estado, 1 piano quasi novo, 1 cadeira para o metmo,
1 toi et de Jacaranda, 1 mesa elstica de 6 taboas,
2 aparadores com tompo de pedra, cama franceza,
1 dito para menino, 12 cadeiras avulsas, sendo 6
de junco, 2 marquezoes, 2 commodas, 1 guarda ves-
tidos, 1 mesa redonda, 1 dito para cosinha, 2 ca-
deiras de balanco de janeo, 2 ditas de ditas de en-
cost de panno, 2 serpentinas modernas, 6 pares
de jarros, 1 topete grande, 6 pequeos, copos, c-
lices, louca e outros objectos de casa de familia.
Na mesma occasio se vencer 1 vacca da trra.
Os abaixo assignados, tendo dissolvido amiga-
velmente, 30r acto celebrado em 14 do corrente,
a sociedade commercial em nome collectivo, que
tinham nesta praca sob a firma social de Eduardo
Cardoso & C, no estabelecimento de caldeiraria,
sito ra do Bario do Triumpho, outr'ora do
Brum, ns. 61 e 66, assim o taiem publico quem
interessar possa, com especialidade ao corpo do
commercio, declarando que todo o activo e passi-
vo do mesmo estabelecimento est hoje a cargo do
ex-socio Luis da Cruz Mesquita, a quem fica per-
tencendo o mesmo estabelecimento, em enjo nome
individual gyrar de hoje em diante. Recife, 16
de Ontubro de 1886.
Eduardo Correia de M^sqnita Cardoso.
Luiz da Cruz Mosquita.__________
Ama
Precisa-se de urna
da Aurora n. 137.
ma de me i a dade ; na ma
Agente Modesto Baptista
2o leilo
4|nin(a-feira, t do eorrente
A'$ 11 horas
Na ra estrsita do Rosario n. 24
O age- te Modesto Baptista, por mandado e com
! assistencia do Exm.' Sr. Dr. juiz de orphos e a
reqoerimento de Hermes da S. Fernandes inven-
tariante dos bens deixados por fallec nento a J.
Dias Fernandes, far leilo da casa n. 189 da ra
do Coronel Suassuna, com muitos boas commodos,
tendo encanamento d'agua e gaz.______________
Leilo
LEILOES
Terca-feira 19, deve ter lagar o leilo de
movis, louca, vidros, quadros e espelhos annun-
ciado para o sobrado da ra da Imperatriz
n. 6.
Em continuaco e 1 hora da tarde, o de vac-
cas tourinas, 1 carro de 2 rodas e 1 boi manso.
kilao
Segunda feira is do corrente
A's 11 horas
Na ra Mrquez de Olinda n. 51
O sgente Modesto Baptista, por mandado e com
assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz do commercio e
a reqnsrimento do Dr. curador fiscal da massa
fallida de Jos de Asevedo Braga & C, far lei-
lo da armaco, utencilios, balances, pipas, can-
teiros e mais gneros existentes no estabelecimen-
to da ra Mrquez de Olinda n. 51.
Leiio
De um importante rancho na estrada do Caxan-
g junto a barreira do mesmo nome, conhecido
pelo rancho do Sabino, um dos melhores no lng-ir
e acba-se beta c nservado e tem espseo para
accommodaco de 100 cavallos, por mandado e
com asistencia do Exm. Sr. Dr. juiz do commercio
e a requerimento do Dr. curador fiscal da massa
fallida de Jos de Asevedo Braga. Na occasio
se vender tombem nm cofre prova de fogo.
Segunda-felra 18 do correte
A' 11 horas
na ra do Mrquez de Oliuda n. 51
De bons movis, finos crystaes, objectos
de electro-plate, espelhos, passaros e
plantas.
A saber:
ENTRADA
Um porta-chspo de sol, 2 cadeiras^spregni-
cadeiras, 2 ditos de p*lha, 5 quadros, 4 ettagers,
4 jarros para flores e 1 pendente a gaz.
SALA DE VISITA
Um piano forte e nevo de Stuttgart, 1 linda mo-
bilia de Jacaranda, com dunckerqaes, (msssica) 1
cadeira para piano, 1 estante psra msicas, 1 se-
rafina americana com excellentes vosee, 1 espelho
oval grande, 2 ditos dourados p ra consolos, 1
candieiro de crystol com 2 bracos, 8 espitis, 8
jarros, 4 casticaes com mangas lavradas, 2 jarros
de alabastro, 1 tapete de sof, 6 ditos de porto, 1
esteira branca forro de sala e 4 escarradeiras
grandes.
PRIMEIRO QUARTO
Urna cama francesa de Jacaranda, i commoda
de Jacaranda com tompo de pedra, 1 espelho oval,
1 toillet, 2 jarros finos, 4 cadeiras de fantasa, 6
cadeiras de jnuco, 1 machina de costura e 2 ca-
bides.
SEGUNDO QUARTO
Um quadro grande, 1 cama de ferro, 1 mesa de
cama, 1 lavatorio com pedra e espelho, 1 guarda-
roupa, 2 cabides torneados, 1 mesa e tentos para
jogo, 1 panno para mesa e esteira de quadros frro
dos qaartos.
8ALA DE JANTAR
Urna mesa elstica com 6 taboas, 1 panno para
mesa, 1 guarda-louca envidracado, 2 aparadores
com armarios e tampos de pedra, 2 ditos tornea-
dos, 1 guaida-comida com rame, 1 quartinheira e
qaartinhas, 1 sof de amarello, 2 cadeiras de ba-
lanco, 18 ditas de guarnicao, 1 lavatorio na pa-
rede, 1 reUgio de parede, 2 ettagers, 3 jarros, 1
machina para limpar facas, 1 quadro grande, 4
menores, lou;as, vidros, copos, clices, garrafas,
compoteiras, bandejas, 1 candieiro a gaz com 3
bicos.
ELECTRO-PLATE
Um apparelho para cha com 5 pecas, 1 salva, 1
urna, 1 galbeteiro, 2 porto-fatias, 1 porta-gelo, 1
porta-licor, 4 cobertas para pratos, 4 porta-gar-
rafas, 4 porta-biscoats, fracteirss, 1 porta-carto,
1 tvmpano, colheres e gsrfos.
Um viveiro, diversos passaros, flores, plantas,
crotos, 1 veado, 1 escada de abrir, mesas, cadeiras
avulsas, formas para bolos, flandres, trem de co-
zinha e mais accessorios de exaa de familia.
QUITA-FEIRA 21 DO CORRENTE
Na caaa da ra da Unilo n. 31 ^
O sgente Pinto, legalmente autoriaado, levar a
leilo os movis, louca, vidros, electro-plate e mais
objectos, cima mencionados, existentes na easa
da roa da Unio n. 31.
Os referidos movis e mais objectos tornam-se
recommendados pelo seu ptimo estado de conser-
vaco, solidez e gusto.
O leilo principiar s 10 1/2 horas em ponto,
por serem muitos e differentes os lotes.
A entrega efiectuar se-ha em acto continao e
en 24 horas.
Na praca do Conde d'Eu n. 7, 2* andar, prec-
sa-ee de urna ama que cosinbe bem, para casa de
familia.
Ama
Precisa-se de urna ama. para todo servico de
casa de pequea familia ; a tratar na rea da Ma-
triz da Boa- Visto n. 3.
CASA FELIZ
es 100:00011000
BILHETBS GAB.4.STIUOS
t*ra^a da Independen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado venden da 5a parte
da 1* lotera extrahida hoje, 14 do corren-
te, os seg-.tintes premios : de 100:0004> em
o n. 18777, outro de 2:000,5009 em o n.
4305 e outro de 5005 em o n. 17177 e
20461.
Acham-se venda os felizes bilhetes
garantidos da 6a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, que se extrahir a 21 do cor-
rente.
Preeos
De cada vigessimo 15o00
Em porjSo de 1005 para cima 900
Antonio Augusto dos Santo* Porto
I, alexandrlna Amelia (aval
cante
Joo Oaldino Cavalcaute de Albuquerque, Ma-
noel Getnlio da Rocha e P. Risa Balbina Caval-
ante, ainda dominados pela dolorosa impresso
que lhes produzio o prematuro passamento de sua
idolatrada irm, D. Alexandrina Amelia Caval
cante, tallecida a 13 do corrente, agradecem sin-
ceramente a pessoas que se dignaram de acom-
paohal-a ao cemiterio publico, e pedem-lhes o
obsequio candoso de sssistirem a raissa de stimo
dia, que mandan celebrar por seu eterno repous >
na igreja da Penha, s 8 horas da manb de 19
do andante, aniecip .ndo-lhes por is'.o o seu mais
intimo reconhecimtnto.
Este remedio precioso tem gozado da accefta
to publica durante cincoenta e sete annos, coe>
ecando-se a sua manufactura c venda em 1807.
Sua popularidade e venda nunca forao tio exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua eficacia marav-
hosa.
Ko hesitamos a dizer que n2o tem dewado
em caso alguin de extirpar os vermes, quer em
enancas quer em adultos, que se acharo afilio-
tos destes Hiimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantements
attestafoes de mdicos em favor da sua emeacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificac&es, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
yermiftgo fle B. A, FAHNESTBCK.
m ma!
Sem dieta esem modifi-
ca(oes de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde [do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente.Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
macentico Eugenio Marques
de Holianda
Approvados pelas jontas da hygiene da Orte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de imbirbina
_ Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tes e promove as ejecces difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os ch loro -anmicos, debella a hjpoemia
intertropical, rtconstitue os hydropicos e berib-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recomm ndado na bronchite, na hemop-
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o prmeiro reparador da fraquesa do orga-
oismo, na tysica.
Pilulas ante-peridicas, preparadas com a
pererna, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer-
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflammacoes do figado e baco
agudas on chronicas.
Vinho tnico de capilara e quina
Applicado as convalescencas das parturientes
urtico antefebril.
Deposito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva &C.
RA MRQUEZ DE OLINDA-23
D. Joaquina Cavalcante de Al-
. buquerque Mello
Feliz Cavalcante de Albuquerque Mello, Ma-
noel Heraclito de Albuquerque, Dr. Detnoerito
Cavalcante de Albuquerque, Jos Thal< de Meilo
e Lycurgo de Albuquerque, mandam celebrar nma
missa na igreja da Santa Cruz, s 8 horas da
manb do dia 19 do corrente, 1 anniversario do
fallecimento de sua presada esposa, mi, sogra e
av, D. Joaquina Cavalcante de Albuquerque Mel-
lo, e para esje acto de religio e caridad* enn/i-
dam aos sens parentes e amigos, aja quaes cor
d'alment frd em.
ios 100:000$000
BILHETES GABANTIDOS
16-K.ua do Cabug-16
O abaixo asfiignadn vendeu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so-
guintes: 1 dezeoa do n. 18751 a 1S760, 1
dezena do 2 premoio, 10581 a 10590 e
duas mais de 5005, nos ns. 8482 e 2396
da 5a parte da 1* lotera.
Convida-se aos pnssuidores a virem rece-
ber sem descont aigum.
Acbam-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da i p irte da 1' lotera da
provincia em b-nefici da Santa Caaa de
Misericordia do Recife que se extrahir
quinta feira 12 do crrante.
Presos
1 Vigsimo 1,0000
Sendo quantidade superior
a l>u:000
A dz-na 9,5000
Jixiquim Pire da !Uoa
Fados e nao palavr^s
Aos qnt se anejan tratar sem comi-rumetter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta rypiigriiphi ua ru Diruna u. 66, 1.
andar vende-se tinturas bumeopathicas para ino-
fensiva cura das si-guiuti-s mulestias : astbmatieo,
ainda mesmo bron.hitico; eiysipela, ensaquecas;
internitentes (Hem o emprego du ftnl quinino) ;
toase convulsa, falta de meusiruitcao ; cmaras de
sangue : estericos u metrite ; dores de denles ou
oevralgHS, metreirragia; vermfugos, denticoe
convulsoes das enancas ; tudo manipulado de faer-
vas do pai.
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I



6




i




Diario de PeraauburoDomingo 17 de Outubro de 1886

>'
O Vigor Cabello
Ayer
(Ayer's Hair Vit-or)
CMUUWSIW
rauMDt t con wuraes}
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rKFMKM SEM IOi
MR* O CABELLO,
TORNANDO-0
MACIO, H.EXIVEL E LUSTROSO.
ftlWlldo e.lot>JCYIII>OA.IomiMiJil
Alag-a-se
predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
abekcimento fabril : a tratar na ra do Commer-
io n. 34, com J. I. de Medeiros Reg-
Aluga-se barato
Ba do Bom Jess n. 47, 1.* andar.
Ra de Lomas Valentinas n. 4, com Botao.
Largo do Mercado n. 17, loja com agua.
As casasda ra do Coronel Suassuna n. 141
Casa terrea da travesea de S. Jos n. 23.
Boa da Baiza Verde n. 5, sitio com viveiro.
Roa do Rosario (Boa Vista) n. 39.
Trati-se na roa do Commercio n. 5, 1* andar
escriptorio de Silva Guimaraes & C.
Ra Visconde de Goyanna N. 79____________
Alnga-se
* caa n 1 ra Lembranca do Gomes, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na ms da Imperatriz
a. 32, 1. andar.
Aluga-se
a loja do sobrado no largo de S. Pedro n. 4 ; a
tratar no 1' andar.
0 2
Alaga-se
andar na roa da Palma n. 71,
com agua
e gaz.
O 1' andar do sobrado ra da Moeda n. 19.
A grande casa terrea com jardim ao lado, ra
do Amparo, em 01 inda.
O sobrado sito na povoacao de Preguicas. com
o armacem proprio para compras de assucar ou
negocio.
O sobrado ra dos Pires n. 20, com agua e gas.
A tratar com Temporal Filhos, na ra do Bom
Jess n. 57, 1 andar.
Alug
a-se
urna boa planta de capia) na estrada de Joao de
Barros n. 18, ou vende-se o corte da mesma plan-
ta ; a tratar com Hilarino Lopes, na ra da Pe-
nha n. 9, loja ou travessa de S. Pedro n. 4, se-
gunde andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar ; na ra do Cotovello 129.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia ; a tratar na ra do Paysand o. 19, Pas-
sagem da Magdalena.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e engom-
mar, para casa de pequea familia ; a tratar no
escriptorio deste diario.
" AMAS
Precisa-se de urna ama para cosinhar e outra
para tratar de crianzas e mais servicos de casa ;
na roa da Aurora n. 81. 2- andar.
Precisa-se de urna ama para cosinbar ; na tra-
vessa dos Pires n. 5 (Geriquiti).
triado
Precisa-se de um criado do 14 a 18 annos ; a
tratar na ra do Paysand n. 19, Passagem da
Magdalena.______________________________
PINHO DE'HGT
de 3X9, 4X9 e 3X12; venciese na serrara a va-
por de Climaco da Silva, caes Vinte Dous de No-
vembro n. 6.
Luz brilhante,sem Fumo
OLEOlATICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MAETESTS* BASTOS
Pernatnbuco
NUMERO TELEPHonICO : ** 33
Agua florida.- Extrahida de flores bra-
sileras pelo sea delicado perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, excede
a todo que neste genero tem apparecido de
mais celebre.
Tnico americano. a primeira das
preparacSes para a conservado dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz naacer os cabellos,
impede que embrariquecam etem agrande
vantagem de tornar livrea de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal* Composto com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilbo aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dos denles, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo hlito.
Vende-se as prncipaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TELEPHONE N 33 ________
Tricofero de Barry
Garntese que faz naa-
cer ecrescer o cabello runda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co da cabera. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranquo-
cer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E" o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao official de
um Govemo. Tem duas vezes
mais fragrancia que qualquer outra
eduraodobrodotempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
amito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
leu',o. E' duas vezas mais refres-
canto no banbo e no quarto do
doente. *> E' especifico contra a
fro-ixid8o e debilidade. Cura aa
dores de cabera, os cansacos e os
desinaios.
larope e 7iia k Benter No. 2.
1 HIGINICOS para TOUCADOR da PELLE e para FIEH a BARBA
mmia Oaom do Mando fio excelliatea contra aa AtteccooM a
da palle a a Picada*
DB MOSQUITOS. fe
pppondo-se a accao dos Miasmas e Microbios do ar e das aguas 8
sio nucessarios contra as moles'.las contagiosas e epidmicas T
LEIA-SE A BOCHURA EXPLICATIVA i
Exije-se a Marca de Fabrica A* MOIiabd 6*
TEHE-K El TtDi 1 PiBTE US BEOSOUS, PUUAC1AS E PEBf DIUUS -=r
A. JOUBERT, Sncceoi. Pharmaceutico del'Classe S
8, Ra des Lombarda em PARI2.
2 MEDICUAES ceme d. bahces friccoes buhos
COLLARES EOTER
glaetou-Mesmetteee
* "rdbM MIJBli & Uft*" MMII u
OONVTJLBEB
i r i riouTai i umji i&i atufas
Os COLLARES Kf1,seahsen ka mais
de 25 uiaM, siv o ueicea relmenU a* ereanetstas CONVUL8E5
ajudmmd su mm ttmpo m Umtcio-
** evitar ar rabarlnmlii aa lasHmli ex*)a-us <*
ittkA mUFrmm'l*' *"r*1 ^ r'^r^a nnri*m-e. aariadero
AjrrESDxrsAii-o. sjsjsjsjsj deusal-9.
Cura positiva e radical de todas as formas da
scrofulas, Svphilis, Feridas Escrofulosas,
Affecodes, Gutaaeas e aa do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
eneas doSangue^Pigado, e Rins. Garntese
que puntea, enriquece e vitalisa o Sangus
e restaura e recova O svstema inteiro. 4,
Sabao Curativo de Reuier
Para o Banho, Toilette, Crian.
Sas para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C
Apolices provine aes de 7 0|0
Compra se apolices provinciaes ; na ra Duque
de Canias n. 46, loja.
Taverna
Boa arqniftlfo
Joaquim GodcbIvcs Casco, achandose doente
c precisando retirar se para Europa, vende seu
cstibelecimento ra de Tbom de Souza n. 4,
ou admitte um socio que entre com algum capital:
a tratar na mesma.__________^____________
Curso preparatorios
" O hachare! Franciseo Correia L. Sobrinho tem
aberto um cursa de aritbmetica, algebra e geome-
tra ; na ra da Matriz n. 7.
Pinho resina
de 3X7 at 3X12.
Pinho braneo (da Suecia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VENDEM
Fonseca Irmios t C.
copeiro
Precisa-se de um de
14 a 16 annos, na ra
de Riachuelo n. 17.
Feitor
Precisa-se de um feitor portuguez, para traba-
har em um sitio, dando-se interesse ; no caes da
Companhia n. 2, escriptorio'
x\rrnda-se
o sitio Ipianga, dos Affogados. con' urna pequea
casa de tijo'o junto ao rio Capibaribe, e bom ter-
reno, nao s para plantaQao como para solta de
gado.
<; tratar na rus do Commercio n. 46, 1-" andar
Vende-se
a loja de charutos e cigarros, ra da Imperatris
a. 58 ; a tratar na mesma lija.
Cal de Lisboa
muito nova ; vendera Palmeira & C, ra larga
do Rosario n. 27.
Ao commercio
O abaixo assignao. na quaHdade de procura
dor dos herdeiros ua finado Antonio Jos Rodri-
gues de Souza, declara ao respeitavel corpocm-
n-ercial, que o Hr. Veriato Sevenano Gcmes de
Cistro deixou de fazer parte da firma Jos Augus-
to dos Santos & C., da qual iazia parte co oo so-
cio coaunsoditario e nico capitalista o mesmo
finado, e dito Sr. Castro como socio de industria,
ficando todo o activo e nassivo a cirgo dos her-
deiros do dito finado. B.ecife, 11 de Outubro de
1886.
Manoer Martin; Fiuza.
AVISO TIL
Manoel Bernardina Ramos, agente de lo-
carles, cobraricas, compras, vendas e in-
dicares uteia, mudou sua residencia e es-
criptorio de sua emprezaAgencia Pro-
gressiva Pernarobucana para a ra das
Flores n. 18, (pi rta largaj.
Casa no Encana ment
Alagase urna casa com 2 salas, 2 anartos, co-
sinha fra o cacimba, nova e alugne J commodo
a tratar na ra de Pedro Alfonso n. 4, t ntiga da
Praia.
Madaiiioiselle Cotinha
Anda contina na roa do Imperador n. 65, 2-
andar, onde suas amigas e treguezas podem eu-
contral-a jara comprar lhe os trabalhos, que como
modista desempenba, jtmo sejam, toilettes e pon-
teados de todo gosto. de aecordo com os figurinos
modernos
S EDA LEA DE HONRA
0 OLEO CHEVRIER
demlnUcUdo pelo Alcatrio,
tnico f blmmico, o que multa
augmente aa proprtedadae do
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
I i tra/cj prepesacio que permita
dininutrat o Ferro aem pro-
duilr PriaAo de Ventre, omi
Incommodo.
^5@ggB>
IE FERRUGINOSO]
Smm:
* &>! Oriin, i' l"~
^rST
IPhOMA DB BOJRA\
MCUTADO TOm TODAS AS
Colobrldad.es Medicas
DXm*N?AIDAELR0l>A
MS
MOLESTIAS 00 PEIT0,
'AFFECQES ESCROFULOSAS
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
ceutico de
DIPOSirO fin! M us
11 ni ri'-Iontoirtrt, 21
DEPSITOS EM TODAS AS PRNCIPAES PHARMACIAS DO BRAZIL.
Vinho de Coca
PERFUMARA
P ATUSE
Segredo da Juventude
AGUA LAFERRIRE
Para o Toucador.
POS LAFERRIRE
LAFERRIRE
PARIZ
Segredo da Juventude
OLEO LAFERRIRE
Para oa Cabellos.
ESSENCIAS DIVERSAS
Para o Rosto. ^f^fj pHPP Para o Lenco.
PRODUCTOS HYGIENICOS para coBserrar a BeMeza do Rosto do Corpo.
i1-1 J- /' -:'- FRAN-HdaSlLVAiCe na- principies Perfamariai e Cabellereiroi._____
. S0LUCAG C0IRRE
Exigir o tillo
FrtMZ.
AO CHLORrlYDRO-FvOSPHATO DE CAL
K> 4 /I.uiaUi "V. f ..i -i. r______. i __ ^___.?..... b.
Frmquetm geral. Anemia, CMtvosit, Tilica, Cachcxia, Escrfula*, RacMtitmo, Dotnau
&*s ossos, Cretcimetto tfftcii cas criancat, Pastio, Dvsftpsai. ^^ I
_Hrls,_COIRRE,_Pt>>, n, na i Chcrche-Iidi. Ditnitn ut rine>M^Fh>rMu.___ _J
Gotta, Rheumatismo, Dores
Soluqo do Doutor Clin
Laureado da Faculdads de Medicina de Paria. Premio Uontyon.
A Verdadeira Solugao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As Affecgoes Rheumatismaes agudas e chronieas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que necessario calmar os
sofTrimentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira Solucao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
U23 Umi explicaeo detalhada acompanha cada frasco.
Exigir a Verdadeira Solucao de CLIN & Cie, de PARS, que se encontra em
\_ casa dos Droguistas e Pharmaceuticos. _
|ggg^^^^^^^^^g^^^^^^^^^^^^^^^^^^^S^^^^ci
GOTTAS REGENERADORAS
do Doutor SAMUEL THOMPSON
As Curas mais inesperadas sao rienda* a este PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, reparador por excellencia de todas a* perdas experimentadas
polo organismo consecuentes a EXCESSOS de PRAZERES.
Xst&s Gottas dao vigor aos orgaos sexnaes dos Jos sexos : curio infallivelmente todas as alTeccAcs
denominadas ESGOTAMENTO, taes como Impotencia, Eapenrjatorrhfca. Perdas nemlnaes, te.
O Frasco : 8 Francos (em Vrsuicst.) yp ... ____
forfo froo ou nao Irouxtr Mires de Fabrica registrad* i a astigniturtt_fe''n'co rmtwmatU
dero er rigorosamente recusado. _Z2r-^ <',!'
^^ Producto.
US, Pharmacia CE1IH, roa Rocbechouart, 38. __/
Depositarios em Pernambuco : FRAN M. da SILVA & O.
16,600 RECOMPENSA rlACIOHAL 16,600
A Quins-Laroche conten todos os
principios da quina, tem um posto muito
agradavel, e superior aos outros vinbos
e xaropes de quina; contra o descai-
menlo das forcas e da energa, as afecces
do estomago, as febres inveteradas, etc.
.0.. FERRUGINOSO
a feliz combinaedo de um sal de ferro
com a cyiina. K' recommendado .contra
a pobreta do sangue a chloro-anemia, as
onsequencias do parto, etc.
Psrit, 22, ru Orouot. e as prncipaes P>armacias do Mundo.
n
ORIZA LACTD CREME ORIZA ORIZA VELO'UT-E
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARS 207, Ra Saint-Honor, 207 PARS
OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA LLEGRAND
tlrrrm eu eureeaao e favor publico :
_lAo ciliado escrupuloso com mu < 2 A sua qoalidade inalteravel s
sao lalrlcalos. j saavidade do su pirlome.
MAS 8E IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA
em attinglr o sen gran de delicadeza e ^eiielclo.
^a apparencia exterior destas imitarles sendo idntica aos rt-rfo-
W4. miro* Proatietoa Orina, os consummidores decenio se
^a precaver contra este commercio illicito e censiderar como
iTV contrafacedo quqiquer producto de quaHdade inferior .XJ
^ rendido por catas pouco honradas. CR-
v ^win;piii.ri:n'.iiii,^6 O
*"" >o Catalogo Ulnstrado pedido franqneaflT

m
A La REINE DES FUE'JRa
Raunalbetes Nevos
L T. PIVERem PARS
i Mascotte
PERFUME PORTE-BONHETJR
Registrada
Cahirgem de Jaguaribe
Abri-se ra do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo preco
fizo de 6#000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr
Jos Costa Pereira proprietario do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras lhe d o nomo.
E' encarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr. Sebasti2o Bezerra,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
Allenfo
Aviso
A Sra, D. Maris, Archanja Cavalcante de Albu-
querque, ma da Exm." Sr.a Baronesa de Vera
Cruz, senhora do engenbo Monjope, queira tera
bonda.de de mandir pipar a Jos Feliciano de
Nazar. th a quantia de 3.000/ e tantos de xarque
que lbe remetteu para alimentaclo de sua fabri-
ca u engenho Tamatape de Flores, alem disse
quande seu filbo Joao Cavalcante foi para Euror*
e que ficou a dever-lbe urna letra de 2:000Oj
tanto, proveniente anda de xarque, elle foi a sua
casa fazer-lbe ver isto, assim como se devia con-
tinuar a mandar xarque para supprir a sua fabri-
ca, e suas pabivras foram estas, que ainda boje
nao as nega, o senhor pode continuar a mandar
porque a sua divida est segara, poiquanto se
meu filho morrer na Europa eu lhe pagarei, e se
eu morrer primeiro abi est meu filbo para lhe
pagar, palavras estas que confessou a outras pes-
soas, que mais tioba dito ; alem disto a Sr.* Baro-
nesa viuva e rica e na tem filhos, nao necessita
portanto que 11 Sr.1 D. Maria por meios menos
proprios accumule fortuna para lbe deixar de he-
ranca. Esta divida alem de tudo urna divida
proveniente de xarque para alimentacao de sua
fabrica e nao deve ser igual as outras que V. Exc.
deixou de pagar.
Criado
Precisa-se de um criado de 12 a 14 annos, que
tenha boa conducta; a tratar na ra do Bom
Jess (antiga da Crus) n. 28.
Attendit! r
Boqueta da ultima invencao, para casamentos,
etc., etc., de Jos Samuel Botelbo ; a tratar na
ra do Bario da Victoria, loja n. 20, e ra da
Cadeia ao Recife, loja n. 43.
Ama para cozinhar
Na ra de Riachue-
lo n. 17, precisa-se
de urna mulher que
saiba cozinhar.
A Expostic&o Central convida o sexo feio
para o seu bonito soi timento de gravatas, lencos,
meias, collarinhos e punhos, assim como tem um
explendido e esquestto sortimento de perfumes
raros : na ra larga do Rosario n. 38, Damiao
Urna & C.
Costureiras
Na ra do Imperador n. 55, 2- andar, precisa-
se de costureiras.
Fiambres semosso
- De 1, 2, 3, 4 e 5 libras, proprios psra lunches,
receberam nova remessa Jos Fernandes Lima &
C, ra Nova n. 3.
AS MES DE FAMILIA
Para remediar fraqueza das criancas, deaeo-
volver suas forcas, seu crescimento e preser-
val-cs das molestias communs idade trra,
os prin';ipaes Mdicos e Membros da Academia
de Medicina receito, com grande xito, o verda-
deiro Racahout dos rabes de Delangrenier,
de Paria. Este alimento muito agradavel com-
posto de suLstanir's vegetaes nutritivas e
orticantes, se espalh por toda a economa
e em vista de suas propriedades analpticas,
memora a composico do leite das senhoras
que criSo, e restaura as forcas enfraquecidas
do estomago.
i/ot m oai Cidadea do Bramil a do Partufml.
I'ouiem nota
Trilhos paraengenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
Hachtoisnio completo para en
genhos de todos os taannos
Systema aperfoicoado
EtpecificaqZes e presos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
IV. 5-Rna do Commercio
N. B Alm do cima B ce C tem catbalogos de
nu'l s implementos necessarios agricultura, como
mbem machinas para descarocar algodao, moi
ahos para caf, trigo, arroz e milbo; cerca de fer-
ro galvanisado excellente e mdico em preco, pes
loa nenhuma pode trepal-a, nem animal que-
bral-a. *
tDasau
M0lKAISm_
P CLERY Vende-se em toda a parte
Hotel de Bcberibe
JoSoda Silva Villauova, proprietario des-
se aprazivel estabelecimento, situado na
melhor casa da povoa53o de Beberibe,
previne aos seus numerosos freguezes que,
o ter competentemente remontado este
anno, e prompto para attender os mais ur-
gentes gostos.
A grande concurrencia com a qual foi
honrado a festa passada, animou-oanao s
crear novas commodidades para os saus
hospedes e aquilinos, como tambem a am-
pliar a serie de jogos e passatempos que
serao na occasi2o em que o calor afugentar
do Recife nacionaes e estrangeiros em bus-
ca do ar do campo, em nenhuma parte
mais ameno que all, a mais bonita e fran-
ca digressao. Para que se avahe da mo-
dicidade dos precos, toma a liberdade de
offerecer aos seus numerosos freguezes a
presente tabella, que soffrer descont
quando se tratar de familias o de ajustes
por atacado.
Tabella dos prejos do hotel
Dormina em quarto separado, com di-
reito ao banho, refresco e cat pela ma-
cha l-.
Almoco, contendo dous pratos segundo
a lista, um copo de vinho, caf ou cha,
etc. 1,5.
Jantar, tres pratos segundo a lista, so*
brenipsa, um copo de vinho de pasto, e
caf 10500.
e' o caso de experimentar para jlgar I
Jogos de jardins.
Jogos do salao.
Divertimentos ao ar livre.
Concertos em tecto enxuto.
Inauguracao do Club das Corridas.
Msica gratis.
Surprezas, mysterios.
Boa palestra e... tuti guanti...
A' Bcberibe rapazeada, A' Beberibe,
olhem bejn (isto muito em segredo) o Villa-
nova s nao gostn DO FIADO !
Povoacao de Beberibe, 5 de Outubro
de 1886.
Joao da Silva Villanova.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosi-
nbar ; aa rila Vidal de Negreiros n. 134.
Js^^Jardim das plantas
MONDEGO N. 80
Pretendendo-se acabar com as plantas qae estao
em vasos n'este jardim, vendem-se os sapotiseiros,
muito grandes, e dando fructo a 2000, lana
geiras, muito grandes, para enxertar, a 6/0O0 a
duzia, e sapotiseiros mais pequeos por barato
preco.
6MULSAQ
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
Hypophosphitos de cal e soda
Approvada pela Junta de lly
glene e antorlsada pelo
governo
E' o melbor remt-dio at hoje dencoberto para a
(luir broncbtea. eMcropbalaa. rav-
r-hiun. anemia. ebllldadc em ecrai.
deflaxoa. (osme cbronlca e alTeccen
do pello e da araanla.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
aacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituintes des hypophosphitos. A' venda nat
drogaras e boticas.
Deposito em;Pernambuco
I
^

D. Flora rala da Silva e Alba-
qoerqae
Sebastiao Antonio de Albuquerqae Mello, Fran-
celina Maurins da Silva e .albuqaerque, Intomo
Joaquim de Albuqnerque Mello Netto, Maria J.
de Albuquerque Mello, pai, mi, na> eta, agra-
decen! cordialmente s pessoas que se dignaram
de acompanbar ao cemite.io publico a sua nunca
assa chorada iilha, irma e sobrioha ; e de novo
as convidam para assiktir as missas que pelo re-
pousc de sua alma mandam celebrar no cemiterio
publico, s 7 horas da manh, e na igreja d* San-
ta Cruz, s 8 1(2 horas, stimo dia de seu infaus-
to fallecimento, 19 do corrente, e desde j se
eonfessam eternamente gratos.
'^-f-'-'/- j--1*1 .i *.n WBM8-^1,"Miw iniMf
Baro de Moreno
A Baroneza de Morenos, seus filhos, ora egen-
rs, mandam celebrar mismas por sima do seu fal-
lecido esposo, pai e sogro, na segunda-feira 18 do
corrente, anniversaiio do seu fallecimento, sendo
na matriz da Boa-Vista s 8 horas da manh, e
na capella do engenho Morenos s 9 horas da
manb.
ifwr 1 ii
Extracto de Corylopsis do Japo |
PERFUMES EXQUISITOS :
Boucruet Zamora Anona du Bengalc
Cydonia de Chine
Stephania' d'Aiiatralie
Heliotrope blanc Gardenia
Bonqnet do l'AmitiWhite Ro3e of Kezanlik Polyrlor oriental |
Brise do Nice Bouquet de Reino des Pr, etc.
ESSENCIAS CONCENTRADAS Ci) QUAHDADE EXTRA
Depattoi nai principaei Perumaria, Puarmacias e Uabel*rtros aa Amansa.
Bazar k passaros
Ra do Bom Jestnit n. ss
Neste estabelecimentoencontra-se sempre gran-
de sortimento' de especiare passaros e gaiolas,
nacionaes e estrangeiras, frucuts de diversas qua-
lidades, balainhos para oinhns de canarios do
imperio, jarros e cestos de timb, trabalho muito
aperfeicoado, a ssborosa pimenta em conserva em
lindos frasquinhos viudos da America, pelo barato
preco de 120 rs. cada um, c outros muitos gne-
ros, que se tornam enfadonho mencionar, tudo por
precos mdicos. _________
ia
Precisa se de um' pratico ;
larga do Rosario n. 34.
a tratar na ra
Tiitmi ili!
PARA TINGIR A
Barba eos cabellos
Capilo Joaquim Leocadio
Viesa
Os irmios di finado Joaquim Leocadio Viegas
mandam resar missas por alm* do mcsaic finado,
na ordem terceira do Carino, no dia 19 do corren-
te, s horas da manba, trigsimo dia de seu
fallec ment.
Ernewlo do carmo Perreira
Antonio do Carmo Perreira agradece a todos os
seus parentcs e amigos-quo acoinpanbaram ao ce-
miterio publica o seu presado filho, e convidam os
mcsmos para assistiiem algumas missas que man-
da celebrar no dia 19 do corrente, s 7 horas da
manbS, na igreja de N. S. do Terco, pelo que se
confeasa grato a todos.
:.sta
tintura tinge a barba e os cabelLs instan-
tneamente, dando-Ibes urna bonita cor preta^ c
natural, inofensiva, o seu uso simples e muito
rpido. Vnnde-se na botica francesa e drogara
de Raubusyrol Freres, successores de A. t'aors,
ra do Bom Jess (antiga da CruiJ n. 22.
'ranal cu liilonin .la *all ulailr
Saldanba
Francisco da Natividade Saldanba Jnior, Fe-
lismina Fra icisca Saldanba, Oledia de Mendonca
Saldanba. filhos, e todos os seus parentes agrade-
cem com profundo reconhecimento a todas as pes-
soas que se dignaram acompanhar at o cemiteno
publico os restos mortaes de seu digno Pai'.irJ,a?'
cunhado e tio, Francisco Antoaio da Natividade
f-aldanha : e de nove os convidam para assistirem
aff misase que por su alma mandam resar no
convento de S. Francisco, segunda leira 18 do
corrente, pelas 8 horas da msnba, stimo da de
seu passamento, pelo que Jesde j se onfessam
ratos.

'
/


V
Diario de PernambucoDomingo 17 de (tatabro de 1886
Gralifica-se
a qneo entregar no 2- andar do predio n. 19 A
roa las Trincheiras, tres chave de cofre, sendo
da menores e urna maior, ai quaea toram perdi-
das na. mesma na na noite da 25 do correte.
"Novo porto do carvo
Isa do Mrquez do nerval n.
Tendo um consumidor de carvo completado o
nnmero de 60 barricas, receben um vigsimo da 1*
part'' da 11a lotera das Alagoas n- 21.947, e se
lhe couber a sorte grande poder vir receber os
ccm nmeros de bilhetes, de conformidade com o
annuncio. Neste porto vende-se multo bom car-
vo a 720 re. a barrica, e aceitam-re reclamaces
dos fregueses, quando nae forent bem seevidos na
qualidade do carvo, e nos fretes dos conducto-
res.
fe Quina m0wt te ba de nsja awrgs.
TNICO RECONSTITUINTE
Remedio soberano
CONTRA A
chlorose, anemia, carie oos ossos.
affeccSes das vas digestivas,
diarrhkas chronicas, rachitismo,
escrfulas, oebilidade,
convalescencas de feeres typhoideas
e de molestias graves, etc.
Venda emgrosso:.7. JB. ISoHfedot
rcaran-wtiri) em ORIVES (Crrja), FRAfCi.
FS? JV1ST
1
ii P nu.ubuco :
da SILVA & C*
B-uil. i
fWWRv\\vv/y//////jr#//
NOVO
THERMOMETRO MEDICO
de Lon BLOGH
(nurrLsauDa)
Systenia extra-ttensivel
Que nio experimenta variarlo alguna
devida a contxacc9o d vldro-
Adoptado pela Academia de Medidna de Ptril
i 22 de aeplembro d 1885-

Tm*i m ass Instrumental truta
suata Auinatora:
Acha-M as principara Casas de Instrumentos
de Cirurgia.
Venda em Grosso: 18, na Albooy, en PARIZ
Deposito em Peroinurai :
FRAN" M. da SILVA & O
e as principaes Pharmaoias.
ritrrit. \\\\\\\\\\\
CURA CERTA
de todas as Affeccdes pulmonares
Todos aqueiles que soffreml
Jdo peito, devem experimentan
[as Capsulas do Dr. Fournier.
Depositarios em PernamDuoo
FRANCISCO M. da SILVA *
C*.
Quinina aePelletier
ou das trez firmas
O Sulfato de Quinina Pelletier
preferido por todos os mdicos, por
ser inteiramente puro, contra as
Enxaquecas, as Nevralgias, os
Accessos de f ebre,contraas iebres
intermitientes e paludosas, a
gota e rheumatlsmo.e os suores
nocturnos. Cada capsula, da gros-
sura de uma ervilha.contm lOcenti-
grammas de sulfato, e nella l-se
PELLETIER.Estas capsulas tem >""^
acc&o mais prompta e maispairntii
segura do que as pilulas e\_/
confeitos, e engolem-se mais fcil-
mente do que as hostias.
Deposito em PARS, 8, Roa ivienne
e as principaei Pharmaciaa e Drogaras
VENDAS
Vende se dnas paites do eneenbo Pomo da
Cal, em Olinda, no val. r de 6:000$, ou permuta-
se por eosH no Recife, ou sitio em iebenbe, qoe
qne a margem do rio ; muito frtil para canas e
tndo qaanto lavouras, boa baixa para capim,
sitio de eoquei.s, grande pedreira para o fabrico
de cal, bom barro para tijolo e telha, matas para
enha, grande proporcoes para criar, para o que
tem bom parto, que onde sust> nta-se todo o
gado e vaccas de leite desta ciaade ; a tratar no
soesino sitio defronte da igreja de N. S. do Gua-
dalupe._______________________
Vende se uma armaco, propria para taver-
na, ou ainga-se a casa com armaco ; a tratar na
roa Imperial n. 236.
Vnde-se um boi e carroca : na ra larga
do Rosario n. 9.
Vende se a casa de molhados sita roa Di-
reita dos Afogados n. 16 : a tratar na mesma.
Oleo de moeot
Surerior e sem falsificaco : vende Luis Jos
da Silva Gaimariies, A roa do Commercio n. 5.
"VAPOR
e moenda
Vende-se um bom vapor e moenda com ponco
aso ; a ver no etgenho Timb a seu. muito perto
da estacao do metmo nome
mperador n. 48, 1 andar.
a tratar na roa de
0 cap ichodaloda
Pra<*a da Independencia *- e te
Recebeu novo sortimento de flores, pa
mas e outros enfeites para chapeos.
Pede as Exinas. familias que se dignero
de vir apreciar o que ba de mais gsto e a
pregos muito reduzidos.
Atten^o
Agente Burlamaqne
Vndese tres casas terreas em Olinda, sendo
duau & ra do Amparo e uma A roa Nova, em
terreno proprio, com muitos commodes e em per-
f eitc estado de conservaco ; a tratar e infonn r-
se com o agente Burlamaque A roa do Imperador
a. 22, on em Oli.ida, casa junto a cadeia do Alja-
ba, com Candido Quedes Alcoforado. ^^^^^
de pepri
em porcio e a
Esleirs
A Revoluto
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintes artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Cachemira bordada de seda a 14500 o co-
vado.
Merinos de cores a 900 rs., 14000 e 14200 o co-
vado
Merinos pretos a 14200, 14400, 14600, 14800 e
24000 o covado.
Velludilhos lisos e lavrados a MOOOe 14200 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Lis com listrinhas a 600 rs. o covado.
Giosdcnapoles pretos a 14800, 24000 e 4500 o
covado.
Setins damass a 320 rs. o covado.
Zephiros com desenhos modernos a 240 rs. o
covado.
Linhos escoeseres a 240 ral o covado.
Gase com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Zephiros lisos a 100 res o covado.
Ditos listrados a 200 ris o covado.
Chitas finas a 240, 280, 300 e 320 ris o co-
vado.
Crotones finos a 360, 400 e 440 ris o co-
vado.
Baptiatas finas a 200 ris o covado.
Nansuc finas com 3 padres lindos a 300 ris o
covado.
Las com mselas de seda a 700 res o covado.
Setinetas com desenhos lindos a 320, 360, 400 e
440 ris o covado.
Ditas lavradas a 500 reis o covado.
Dias lisas a 400 e 500 ris o covado.
Fnstoes de cores a 320 rs. o covado.
f Enxovaes para baptiaado de 94000 a 184000
um.
Colchas bordadas a 44, 54, 74, e 84000 uma.
Ditas brancas a 14800 uma.
Cobertas de ganga a 248U0 uma.
Lencoes brancos a 1/8" Lencos de 14200 a 24O11O a duzia.
Toalhaa felpudas a 4*000 e 64000 a duzia.
Bramante de 3 largaras a 900 ris a vara.
Dito de 4 ditas a 1J200 a dita.
Dito de linho a 24000 a dita.
Cobertores de la a4*;00 e 74000 um.
Fechas de la a 24000, 34000, 34500, 44000,
e44500, 54000 e 64500 um.
Chales finos de 54000 a 94000 um.
Q Setins maco a 800 e 14200 o covado.
Cortinaoos bordados a 74000, 94000 e 164000 o
par.
Eanartilhos de ciuraca a 44000, 54500, 64000
e 74500 um.
Guardanapos de linho a 44000 a duzia.
Madapoloes gemina de ovo e pelle de ovo a
650 a peca.
Camisas de meia a 800, 14000,14500 e 24000
ama.
Seroulas de bramante a 14 e 14400 ama.
Flanella branca a 400 ris o covado.
Casemira diagonal a 14800 e 24500 o covado.
Cortes de casemira a 34000, 54000 64000 e
74000 nm.
Camisas de linho a 304000 a duzia.
Brim pardo a 320, 360, 440 e 500 ris s co-
vado.
Linn com salpicos a 500 rs. o covado.
Pustoes brancos a 366, 440 500 e 640 ris o
covado.
Panno da costa a 14400 e 14600 o covado.
Dito admascado a 14800 o covado.
Eeguio amarello e pardo n 500 rs. o covado.
Cortinados de crochet a 244000 o par.
Henrique da Silva Moreira.
Camisas nacionaes
A ttoOO. efeOO e 14500
32^3 Leja A ra da lmperatrii = 82
Vende-se neste novo estabelecnento um gran-
de sortimnto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e punhos da linho como de algodo, pelo
baratos p-ev>s de 24500, 34 0 44, sendo fasenda
muito ntelhor do que as qoe veem do estrangeiro e
meitu mais bem feitas, por seren cortada por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambis
se manda faser por encommendas, a vontade des
fregueses : na nova loja da roa da Imperatril n.
3 i, de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazer 'as
%t Raa da Impe == 3*
DE
FERREIRA DA SI-VA
Neste novo estabelecimento encontrar o rea-
poitavel publico cm variado sortimento de ralea-
das de todas as qualidades, que se vendem por
procos baratissimos, assim como um bom sorti
ment de roupas para homens, e tambem se man
da faser por encommendas, p r ter um bom mos-
tr alfaiate e completo sortimento de pannos finos.
casemiras e brins, etc
I
Maduro
Yiiilio poro da uva
O que pode haver de melbor para mesa,
barra e a r-talho : Pocas Mendes estreita do R ssor 9.
em
ra
Vende-se na raa da Guia n. 62,
retamo.
lXoivos e novas
Encontraro sempre na Graciosa, roa do Cres-
po n. 7, nma variada colleccao de objectos pro-
prios para casamento, como ewjam :
Capellas com veos, de 54 a 254000.
Gnn&ldas de flores de larangeira a 54 e 64-
Ajigas de seda bra ca a 1{ e 24' 00.
Lavas de pellica branca para acnhora a 24500
o par.
Ditas de dita para bomem a 34 o par.
Meias abertas de fio de Escossia para senhora %
4000 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 84000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para homem
a 14500.
Leques brancos de setim, de 64, 104 e 154000.
Gravatas brancas de cambraia a 800 rs.
Ditas ditas com laco a 14000.
Ditas de setim bra neo a 14500.
________Piarte A C.________
Pechinchas!
Sao a wesHlnleiN qne deflnlllva-
Dicnlc nao enlraro no prximo lia
lanro
Admirem!
Bonito sortimento de mariposas e fastes, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o covado !
Nansoks de cores mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
dito!
Linho escoceses, uovidades em padres, a 200 e
240 rs. o dito !
Setinetas, as mais finas que tem vindo, a 320 e
360 rs. o dito !
Cretones franceses a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o
dito '
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs., listras de se-
da, barato!
Lziohas ntodernas, a 440 e 500 rs. o dito !
Cachemiras, lindos goatos, a 600 e 700 rs. o dito !
Renda indiana (imitaco), linda fasenda, a 700 rs.
o dito!
rlanda, delicados desenhos, nm metro de largara,
a 800 rs. o dito 1
Merinos e cachemiras, pretas e de cores, a 900 rs-,
14 e 14200o dito!
Setim macan, todas as cores, a 800 e 14 o dito 1
Veludilho de todas as cores, lisos e bardados, a 14
e 14200 o dito t
Casemiras inglesas, de cores, a 14200 e 14400 o
dito !
Cheriots, preto e azul, a 24500, 34 e 34500 o
dito I
Cas. mira diagonal, a 14800 o dito !
Panno ingles superior, preto e azul, a 24200 e
44 o dito!
Pecas de eeguio para casaqainhos, a 34500 e
44!
dem de superior algado, a 44, 20 ids !
dem de madapoles americanos, a 44500, 5& e
64, 24 ids!
Para as Exmas. noivas, lindas grinaldas e veos,
por 124 e 154 !
Ricos cortinados, todo bordado, completo, por
94!
Lindas gnarnicoes de crochets, cadeiras e sof, a
841
Superior bramante de algodo, qoatro largaras, a
900, 14 e 14*00 o metro !
Atoalbado bordado a 14400 e 14800 o dito !
Pannos de differentes cores para mesa a 600,14200
e14600 o covado1
Cobertas de cretones, lindos padres, a 34800 e
44.
Lences de bramante (cama de casal) a 24 um !
Colzas franeesas, de cores, a 24, e 64 superiores !
Lencos de cores, lindos desenhoa, a 24 a duzia !
Seroolas bordadas, de bramante, a 164 a dita !
Meias inglesas, brancas e de cores, a 34200 e 64
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 64 e 74, as melbores
qne tem vindo!
Sortimento completo de sedinhas de cores, groede-
naples, filos bordados, crep, mantilhas, capas
de l, fichas,
rhamadoaTemos pessoal habilitado.
Venda* em (rossoDescont* da praca.
aB-Rna Duque de Caxlaa&
MroiaCiaK.
Il-Hns do Impernirli l
Loja de Pereira da Suva
Neste estabelecimento vende-se as ronpas aba)
zo mencionadas, qne sao ba' i >.u,aa.
Palitots pretos de p->rpu. aiagonaes e
acolchoados, sen a o razenaas muuo en-
corpadas, e forrados 74001
Ditos de casemira preta, de cerdo muito,
bem tintos e forrados 104001
Ditos de dita, fasenda muito melhor 124001
Ditos de flanella azul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados 124001
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fasenda mnitc encornada 54501
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem feitas 64501
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas 84001
Ditas de brim de Angola, de mnleskim e
de brim pardo a 24, 24500 e 34001
Oeroulas de gregaellas para homens,
sendo muito bem feitas a 14200 e 14601
Coetinhob- de greguella muito bem feitos 140U
Assim como um bom sortimento de lencos d*
linho e de algodo, meias cruas e collarinbos, etc
to na loja a& rna da Imperatriz n. 3i
de*, selinela* e lazlnha* m 50
ra. o eovatdo
Na loja da roa da Imperatril n. 32, vende-
um grande sortimento de fustes brancos a 60
rs. o covado, lsinhas lavradas de furta-cores
fi.zenda bonita para vestidos a 500 rs. o covadi
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 s. > covado, pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
aiiioilozinlio frnnrez pora lence
a OOra.. i A e lsfoOO
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-a
superiores algodozinhos franceses com 8, 9 e 1'
palmos de largura, proprios para lencoes de un
so panno pelo barato preco de 900 rs. e 14000
metro, e dito trancado pa a toalhas a 14280, a*
sim como superior bramante de qnatro largura,
para lencoes, a 14500 o metro, barato na loj
ds Pereira da Silva.
.lulipa para meninos
* 44. ir,o e 4
Na nova loja da roa da Imperatriz n. 32, a
vende um variado sortimento de vestaarios pro
pros para meninos, sendo de palitosinho e calo
una corta, feitos de brim pardo, a 44000, dito
de molesquim a 4450C e ditos de gorgoro preto
emitando casemira, a 64, sao muito baratos ; n>
oja do Pereira da Silva.
A'Florida-
Ra Duque de Casias n. IOS
Chama ce a attenco das Exmas. familias para
os procos seguintes :
Luvas de seda prcta a 14000 o par.
Ciatos a 14500.
Punhos e collarinhos de cores para homem a
14000.
dem para senhora a 14500.
Grampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Luvas de seda cor granada a 24) 24500 e 34
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para homem a 34-
Aletas de Escossia para crianca a 240 rs. o par.
Leques de papel com corren te a 14-
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de esguio a 14500 a dusia.
Albuns de 14500, 24, 34, at 84-
Ramcs de flores finas a 14500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 14 o par.
Porta-retrate a 500 r., 14, 14500 e 24.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 8t>0 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos a 200 rs. o par.
Gnarnicoes de dem dem a 500 ra
Anquinbas de 145K), 24, 24500 e 34 urna.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Biccs de cores cora 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 34 a peca.
dem com 4 dedos a 44500 a peca.
Espartilbo Boa Figura a 44500.
Ideo. La Figurioe a 54000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largara a
24500 a peca.
dem estreitinbos com 10 metros a 800 e 14000
a peca. ^ ,
Pentes para coco com inscripcSo.
Para toilet
Sabo de areia a 320 rs. um.
dem phenicado a 500 rs. um.
dem alcatro a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealface a 14OO0.
Agua celeste a 24000.
Agua divina a 14500.
Agua Florida a 14000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 34 a dalia.
BARBOSA & SASTOS ____
Cocheira a venda
Vende-se ama cocheira com bons carros de pas-
seio, bem localisada e afregoesada, por preco mui-
to mdico em razo de sea dono nao poder admi-
nistrar, por ter de fazer uma viagem : os preten-
deres acharan com quem tratar A ra do Duque
de Cazias n. 47.
Viuvos e viuvas
Podero ir Graciosa, ra do Crespo n. 7,
que acharo sempre artigos proprios para lato,
taes como :
Leques pretos de papel, setineta e setim.
Vol'as, brincos, psiaeiras e broches pretos.
Meias pretas, fitas, bicos de linho, l e seda
pretos.
Guarnices para camisa de homem.
Cadeias de fita, retros e metal, pretas.
Meias pretas para criancas.
i liarlo C.
WHISKY
BOYAL BLEND marea VUDO
Este excellente Whisky Esoeesss preferive
ao cognac on aguarden. de canna, para fortifica'
o corpo.
Vende-se a retalho nos n lheres armazens
aiol hados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cojo no-
me e emblema sao registrados para todo o Brasil
_______BROWN8 & C, agentes_________
Novas lsinhas
A 3o e 400 res o corado
Acabam de chegar para a loja da ra da Im-
peratriz a. 82, nm grande e bonito sortimento de
lsinhas de cores para vestidos, sendo fasenda de
umita phaotasia, com cores claras e escoras, e li-
quidan}-se a 320 e 400 res o covado, por ha ver
grande porco na loja de Pereira da Silva.
Malvasia
Ynho proprio para senhoras
Em barra e a retalho : Pocas Mendes & C, A
rna estreita do Rosario n. 9.
Vovidsde* do Fxoohcmo Cenlral, a
rna larsa lo Honorio n. iH
Meias de fio d Escossia, para senhora 14800
Ditas cruas e brancas, para senhora, rs. 800
Extracto Purt'viene 24000
dem Theodoro 24000
Soqoet Carlos Gomes 24000
dem Gaarany 24000
Lionas para machina, rs. 80
Meias, fio de seda 600
ftordados por tolo o preco.
i:ipolro Central
Roa larga do Rosario numero 88
Luz elctrica
Vende-se nm appaielho de illuminaco elctri-
ca, cont ido nm dyn*mo Siemens, machina a
vapor, ama lampada de arco, com intensidade de
2,000 velas, e duas de 1,000 velas cada ama, com
os competentes lampefcs, fios elctricos, soladores
e de mais accessorios, todo experimentado e em
boas condicoes de conservaco : a tratar no es-
criptorio da compauhia do Beberibe, A roa do Im-
peraaor n. 71.
Tecidos de linho
A oo rs. o eovado
Na loja da ra da Imperatris n. 3i, vende-se
oso bonito sortimento de tacendas de linho para
vestidos, tendo largara de chita francesa, com
muito bonitas cores e palminhas bordadas, pe-
chincha a 500 reis o covado, na loja de Pereira da
Silva.
Cabriolet e victoria
Vende-se um cabriolet e uma victoria em per-
feito estado de conservaco e por preco modice :
na cocheira n. 16 roa do Duque de Caxias.
~PanolaTC.
1.18--B1.0 GuVf-118
Tem
Lavas de pellica, pelle de cao, camorca, seda fio
d'Escossia e casemira.
Agna florida e Tricofero de Barry.
Saboneto diversos e sorativo de Reutcr.
Cambraias lisas, bordadas eabertas.
Camisas e ceroalas de flanella e meia de l.
Camisas sem collarinhos e sem punhos s/c e/p
c/c e c/p.
Collarinhos, punhos, meias, plastrons, mantas,
gravatas de laco.
Lencos, espartilhos, penteadores em cambraia,
vestidos de cambraia bordados, boleas tapetes, fi-
ns de seda e de l, casacas elsticos, casacas de
casemira greoadine de seda e todas de seda.
Alpacas de seda a 600 rs o covado.
Telephone 500. __________________
Raridade
Vende-se na rus estreita do Rosario n. 19, qua-
ro collecces do Diario de Pernambuco, relativas
aos anuos de 1839, 1840, 1844-e 1847 ; e do Dia-
rio Novo, correspondentes aos adnos de 1841,
1846 e 1848. ,
4 Vencedora
Ra da ImperatriE 82
J. M. Lentos Ouarte
Neste estabelecimento encontrar o publico
sempre um co npleto sortimento de miodezas e
objectos de moda e phantasis, e grande exposico
de brinqoedos para crianca, per preco sem com-
petencia, a saber :
Leques do diversas qualidades.
Socos para crianca.
Chaposinhos e sapatinhos para baptisado.
Enxovaes completos para baptisado.
Bicos de todas as quali lades e cores.
Sortimento completo de fitas, crese qualidades.
Punhos e collarinhos para homens e senhoras.
Completo sortimento He l de todas as cores a
2f 800 a libra.
Espartilhos.
Graode sortimento de meias brancas e de cores
para bomens, senhoras e meninos.
Perfumaras de todas as qualidades.
Objectos de plaqu : broches, pulseiras, brinsos,
voltas, alindes e mais artigas.
Velas de cera e bogas de todos os tamanhos.
Lavas
De seda, braco inteiro.
dem, meio braco.
dem, de 2, 3 e 4 botoes.
dem de Escossia.
dem preta, de 2, 3 e 4 botoes.
Lavas de pellica
A 14500 o par, e mais nma infinidade de arti-
gos que seria enfadonno enumerar.
O proprietario dcste estabelecimento convida
seus fregueses e especialmente s Exmas. fami-
lias para visitarem o seu estabelecimento, e ava-
haren] o que acim fica dito.
82Ra da Imperatriz82
GRANDE
Expsito central rna larga do
Rosario n. 58
Damio Lima & C, chamam a attenco das
Exmas. familias para os precos seguintes :
Carreteis de 200 jardas A 80 rs.
Pcas de bordados de 200 a 600 rs.
Litas de um palmo a 24500 e 34000.
Pito n. 80 para faxa a 24500.
Leques A regatas e D. Joannita a 14000.
Frascos e extractos de Lnbin, grandes, a 24000,
Leques A D. Lucinda Colho a 64000.
Toalhas felpadas a 500 600, e 14"00.
Duzia de meias para homem a 3J000.
Ditas para senhoras a 34000.
Luvas de seda a 24000.
Meias de fio de seda para menina a 14000.
Colarinhos de linho a 500 rs.
Ditos de algodo a 320 e 400 ra
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de eordao p> ra vestido a 20 rs.
aviaiviis grandes a 320 rs.
Grampos invisiveis a 60 rs.
Um leque de setim (novidade) a 6(500.
Ricas bolcinhas de madreperola de 14500 A 64.
L para bordar A 24800.
Uma c pella e veo do 154000, por 124000.
Um espelbo de mol lora por 54500.
Uma pul' ira de fita per 14200.
Hliss a 400 e 600 rs.
Uma boueca grande le cera por 24500 e 34000.
NA EXPOSIQO CENTRAL
38Roa Larga do RusarioS8
Serrara a vapor
Caes do Capabarlbe n. 98
N'esta serrara encontraro os t* nbores fregue-
ies, nm grande sortimento de pinh j de resina de
nco a des metros de compnmenco e de 0,08 a
1,24 de esquaiiros Garante-s preco mais cont-
lo do que em nutra qualquer parte.
Francisco dor Santos Macedo.
Pinito de Riga
Acaba de chegar pelo brigue Atalanta nm com-
pleto sortimento de pinho de Riga da melhor qna-
lidade e de diversas dimensoes, como sejam :
4 X 12
4X9
:x 12
3 X 11
8X9
2 X 12
e tabeas da mesma aadeira de 1 e 111/2 polle-
gadas.
Vendem MATHUE-l AUSTIN & C, A rna do
aCommcrcio .18, I andar, on ao caes do Apollo
n. 51, por precos commodo*.
THES0RAR1A
DAS
Acba-se yenda a 6a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recife que se extrahir quinta-feira, 21 de (ta-
tabro ao meio dia pelo seguinte
24,000 bilhetes a 160000 3tOOO,5O0O
Beneficio, sello e com mis-
silo. ....
69:060^000
1 Premio de. .
1 Dito de ... .
1 Dito de .
1 Dito de ... .
7 Ditos de 2:0000000 .
10 Ditos de 1:0000000 .
16 Dito" de 5UO0DOO .
99 Ditos de 2000000 para
a centena em que sabir
o primeiro premio
99 Ditos de 1000000 para
a centena em que sa-
bir o segundo premio
99 Ditos de 600000 para
a centena em que sabir
o terceiro premio
2 Approxim a 5 o e s do
-I 2:0000000 para o pri-
314:9400000 meiro premio
__ 2 Ditas de 1:0000000
lOOcOCVKKX) para o segundo premio
30:00*. )00 2 Ditos de 6500000 para
10:0000000 o terceiro premio .
4:00: 5000 2,400 premios de 200000
14:0000000
10:0000000
8:0000000
19:9000000
9:9000000
para todos os alga ria-
mos finaes do primeiro
premio ....
2,400 Premios de 230000
para todos os algaris-
mos finaes do segundo
premio
5,140 Pret
5:94O0OOf
4:000*000
2:OOO0OCO
1:3000004
48:0000000
48:0000000
314:9405000
Caso a terminagao do segundo premio seja igual a do primeiro passara ao nu-
mero inmediatamente superior.
Esta lotera divide se em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de 800 rif
cada um,
Os premios maiores de 2000000 em cada parte estao sujeitos ao imposto pro-
vincial de 15 j0 e 5r0 addicional sobre o referido imposto.
EXTRACAO PELA MACHINA FIGHET
Thesouraria das loteras, 15 de Outubro do 1986.
Augusto Octaviano ele Souza,
Thesnurelro.


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iUGNiO MAROESDE HOLIAHDA.

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O
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^^ Rheii ma t te mo. Cajic ros, Bobas. Impig ens
e todas as. moles tas quelenho ana origem
na impureza do sa/igue devida a syphe.
VtO OARA aOVUTOf f
Xx43 v*&eojrot, va, mfn^i* a, mU*v*>a> dumoj
til
- -ia*
-r-^rf^-j.
'^SOBSTORIO^rWTRAt Ot f ROOUCTOSfTtDICIRAEg'
i 0A FLORABRASiUtk $
l-t Ra do Visoonde do Rio Branoo m

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RIO DE -IA3K1KO-
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Exio. Pernambuco : Fran" 1/Z. de. SrLVA Se C*.
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Diario de PcrnambucoDomingo 17 de Outubro de 18S<5
ASSEHBLEA GERAL

CAARA DO UGPriiOOS
SESSAO EM 4 DE OUTBBO DE
1886
PBESIDENCIA DO SB. GOMES DE CASTRO
1. VICEPRESIDENTE
Ao meio-dia comeya a mamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abre-se a sessao.
Sao lidas e approvadas as actas dos dias
1 e 2 do correnta.
O Sr. 1. secretario d conta do expe-
diente.
Vio imprimir os seguintes pareceres :
Da coraraiss3o de Justina criminal, opi
nando que se ja publicado no Diario Offi
cial o relatorio do chefa de policia do Rio
Grande do Sul sobre factos reputados cri-
minosos .
Das commissoss de instruccSo publica e
fazonda autorisndo o governo a crear urna
acola publica de instrucyao primaria para
o sexo femino na sed* da paroehia do Cam-
po Grande, no municipio neutro.
j A commissao de opamente examinou
*i emendas e auditivos approvadoa pelo se-
nado proposta do gov rno para o orca-
mento da agricultura de 1886-1887.
E' de parecer que se approvem todas as
emen-las, coin excep^ao dos dous additivos
do senado e assim redigidos :
k Accresceutera-se os seguintes addits
vos do senado e assiin redigidos :
4 Io A dedcelo annu^l do valor primi-
tivo dos escravos, nos termos do % Io do
art. 3o da lei n. 3,270 de 28 de setembro
de 1885, contar se-ha da mesma lei.
s N* prohibicao do P 19 o art. 3. da
lei n. 5,270 de 28 de Setembro de 1885
compreuende se o municipio neutro como
divisao administrativa separada.
Pensa a commissao que estes dous arti-
fos nao podem ser adoptados pela cmara
os diputados, quer como interpretajao da
lei de 28 de Setembro de 1885, quer como
modifiiagao da mesma lei e por tantodou-
trina nova.
No l. caso a nterpretacSo dada pelo
senado contraria ao espirito e letra da
lei. O regulamento publicado pelo governo
a traduzio leal e fielmente.
No 2. caso, a lei do ornamento nao
offerece ensejo para derogaco da dispo-
sicao de urna lei especial ltimamente vo-
tada para resolver o importante problema
servil.
- E' nois a commissao de parecer :
Que nio sejaro adoptados os referidos
dousartigoB.
Pago da cmara dos deputados, 4 de
Outubro de 1886. Lourenqode Albuquer-
que. Pereira da Silva. Lucena. Ro-
drigues. Aloes. Suva Tavares. Gua-
hvl__Mattoso Cmara. Henriques.
O Sr. Joao Henrique requer e a cma-
ra approva que s^ja dado na ordem do dia
para amanha o projecto que apresentou
ha tempo revogando impostos ioconstitu-
cionaes cobrados na provincia do Marannao,
sobre o qual a respectiva commissao dei-
xou de dar parecer.
O Sr. Affonso Celso Jnior pede a pa-
lavra para apresentar dous requerimentos.
Vera mesa, sao lidos, apoiados, entram
em discussao e sao adiados, por pedirem
a palavra sobre o 1. o Sr. Soares e so-
bre o 2." o Sr. Christiano La:
a Requeiro que por intermedio do minis-
teriotda justiya se solicitem informases
do gobern acerca de tropelas praticadas
pelo delegado de policia e pelo comman-
dante do destacamento da cidade do Rio
Pardo, provincia de Minas Geraes.
Sala das sessoes, 4 de Outubro de
1886. Affonso Celso Jnior.
Requeiro que por intermedio do minis-
terio da justia se solicitem informases
do governo acerca de varias arbitrarieda-
des praticadas pelo delegado de policia da
villa de Salinas (provinria de Minas Ge-
raes), capito Carlos Dias Torre-?.
. Sala das sessoes, 4 de Outubro de
1886. Affonso Celso Jnior*
O Sr. Henrique S-lles faz algumas ob-
servases sobre a bitola da estrada de
ferro D. Podro II.
Procede se votacao por escrutinio se-
creto, do projecto n. 68 sobre tempo para
jubilacao do bacharel Luiz Pedreira do
Couto Ferraz.
E' approvado o projecto e remettido
commissao uo ornamento.
ORDEM DO DI A
O Sr. Bulhei Carvalho, depon
de explicar que s o jcumpriraento de um
dever o traz tribuna, passa a fazer o
histarico da desapropriasao dos terrenos
do convento da Ajuda, tustentando que o
foram illegalmente e que praticou se urna
ojustica que deve ser reparada, porquan-.
to honve desapropriasao de bens pblicos
para utilidade particular.
Se o governo entende que n8o tem com-
petencia para destruir esse abuso e ne-
cessaria a intervencao do corpo legislativo,
o orador, assumindo toda a responsabili-
dade, apresentar um projecto revogando
essi decreto, que tanto tem escandasado
a opiniao publica.
Leu muito historia romana e pensou se-
riamente em xgouros, que tanto o impres-
sionaram outr'ora ; recorda-sa que ha as
grandes cidades lugares celebrisados por
erimes nelles commettido9, e entre outros
est a volta da Via scelerata, em que a
execranda Silvia, caleou o cadver do ve-
lho Servio ; relata que se acbando urna
vez, ao anoitecer, o historiador Ampare,
que n3o era supersticioso, teve um sbito
pavor exclamou apontando para ella
Fi all I Acredita que se algum historia-
dor guardar a memoria dos meios empre-
gad'is para extorquir das v*lhas monjas
do convento da ..juda parte da sua habi-
taao e da seus bens, algum transente que
se achar por acasi noite na volta da
ra Senador Dantas, da qual se v o con-
vento, embora nao crea em interdictos
episjopaes asm em superstisSes romanas,
sentir se-ha tomando de sbito pavor, como
se percebesse repentinamente que se acha-
va no caminbo de urna emboscada.
Entra em discussao nica o projecto n.
64, deste anno, concedendo um anno de
licenca com ordenado ao ajudante do cor-
n-tor Ja Caixa de Amortizas* Ernesto
de Azeredo Coutinho Duque-Estrada.
E as s-'guiates emendas concedendo
iguaes favores:
Ao secretario da reparts3o fiscal juntu
companhia Rio de Janeiro City Impro-
vements, Antonio Correa Saabra. -Co-
chrane.
ao lancador da recebedoria da Baha,
Jos Olegario de Abreu. Gnahy.
Ao juiz de direito da comarca de Cama-
quam, na provincia do Rio-Grande do Sul,
Ignacio Accioli de Vasconcellos. Accioli
Franco.
Ninguem pedindo a palavra, encerra-
da a discussao e adiala a votagao, por es-
crutinio secreto, para a seguinte sessao.
OBGANISACAO DE MESaS BLEITOEAES
Entra em 2.a discussao o seguinte pro-
jecto n. 79 A, vindo do senado:
c A assembla g 'ral resolve :
Artigo nico. as parochias e distric-
tcs de paz existentes at a promulgacao
deata lei, creados dentro dos limites mar-
cados para os districtos eleitoraes, tendo
15 ou mais eleitores, se organisarilo me-
sas para o recebimento, apuragao dos vo-
tos e mais trabalhos de eleictes; revoga-
das as dispusieres em contrario. >
O Sr. C'anto ou nao comprehendeu
o fim do projecto ou se o comprehendeu
n3o pode dar-lbe o seu voto.
Le o projectD e diz que para haver mesa
eleitoral preciso que tenha a paroehia
15 eleitores pelo menos e nao os tendo,
n3o. O projecto contrario lei & o regu
lamento eleitoral pratic3 urna injustisa.
Diz que na organiaacao das mesas a lei
atienden a districtos das freguezias e nao
ao numero de eleitores e pelo projecto em
muitas parochias nao poder haver e'eicao.
Cr que o projecto se refere s parochias
que tenham mais de 250 eleitores, mas
como est o projecto em todas as porochias
e districtos de paz que nao tiverem pelo
menos 15 eleitores nao haver eleao. O
projecto nao disp3e o modo por que de vem
votar os eleitores onde nao houverem me
sas elutorees. Se o projecto attende por
um lado a eleitores que moram distante das
mesas eleitoraes, creando novas, por outro
traz embarazos para aquellas parosbias cuja
votagao por districtos ou seccSes cujas
mesas podem nao existir dianta da exigen-
cia do projecto quando ao numero de elei-
tores.
O Sr. Oliveira Ribelro requer
que o projecto volte commiesao de redac-
cao para tornal-o mais claro.
O Sr. Presidente nao pode aceitar o re-
querimento de addiamento porque nao ha
numero para votar.
Sr. tioes iUBlor esparava que
o Sr. Candido de Oliveira viesse tribuna
defender o projecto iniciado no senado por
co-religionarios seus.
O autor do projecto entendeu que facili-
tarla o voto do eleitor, augmentado o nu-
raero de collegios eleitoraes. Pensa qne ha
de trazer difliculdadeB, nao s aos eleito-
res, como aos candidatos, havendo grande
embarazo nao s para achar pessoal para
essas mesas como especialmente para fis-
caes. A idea podia ser adoptada se fosae
adstricta a districtos de paz que tm gran-
de numero de eleitores para evitar grandes
viagena sede eleitoral. A limitacao do
numero puramente arbitraria, porque a
paroehia pode ter 15 ou 30, e no emtanto
s comparecerem cinco.
Justifit.-a urna emenda mandando crear
mesas eleitoraes em todas as parochias
readas.
Nao aceita do projecto a parte que crea
as mesas eleitoraes e a que lisa o numero
de eleitores.
O Sr. 4ffonso Peona diz que a
emenda do Sr. Araujo Ges contraria a lei
de 9 de Janeiro. Justifica o projecto que
tem por fim attender commodidade dos
eleitores. Entende que se devem manter
os elevados intuitos da lei de 1881. A
emenda do Sr. Ges dando ampliado s
mesas eleitoraes, pode trazer grandes abu
sos.
O Sr. Goes Jnior admira as dou-
trinas do Br. P> nna, contrarias ao do seu
partido. O partido liberal sempre defen-
deu as attribuicu-is das assimblaa provin-
ciacs, e no emtanto se o Sr. Penna justi-
fica o cerceamento de urna das suas attri-
buico.'s relativa administracao civil das
provincias. Se os abusos de urna ou outra
assembla justificam a restriccao, entilo fa-
Samos muitas outras porque se tm dado
abusos em relacjlo a ellas. Trata de de-
monstrar que nao a distancia que impede
o eleitor de exercer o seu direito, a sua
abstancao quasi sempre proposit J.
O Sr. Affonso Pe na a diz que nao
pugnou pf-lo cerceamento das atribuicSes
das assemblas provinciaes. Pondera que
por a lei eleitoral, attendendo ao interesse
geral, fez as circuroscripcos eleitoraes,
permanentes. A divisao das parochias pela
lei antiga era sempre ditad partidaria. Sustenta que a distancia mui-
tas vezes um grande embaraco para o exer-
eicio de direito de voto.
A discussao fica adiada pela hora.
O Sr. Presidente d a ordem do dia
para 5.
Grande do Sul, general Dodoro da Fon-
seca. Segundo telegrammas publicados no
jornal O Paiz par-ce haver proposito no
exercito de desacatar o nobra ministro da
guerra (l" os telegrammas.) Partem, pois,
de diversos pontos do imperio as manifes-
tajBes do exercito em favor do tenente-co-
ronel Madureira.
Ninguem mais do
os brios da classe militar, por sso mes-
mo pode fallar com toda a sencao,
nao s para censurar a classe que infringe
a disciplina, como para pergantar ao go-
verno se nao acha qua tempo de resta-
belocer o principio da autoridade.
Nao se trata mais de um official que in-
subjrdinou-se, o que ha urna reprovacjlo
em massa do acto do governo que quiz ap-
plicar ao tenente coronel Madureira a lei
qua applicou ao tenente coronel Cunha
Matto8.
Cresse a gravidade do acontecimento
por a838tir impassivel a estas manifesta-
S3es o general Deodoro da Fonse&a, com-
raandante das armas e presidente da pro
do Rio Grande do Sul.
lia poucos dias, perguntou o Sr. Alves
de Araujo se o general Deodoro da Fonse-
ca tinha supprimido o aviso do Sr. ministro
da guerra e um membro prestigioso da
maioria, o Sr. Rodrigo Silva, declarou
expedido pelo honrado interpellante quan-
do ministro da guerra.
O general presidente da provincia, infor-
mando a respailo, assevera ao governo que
a reuniSo se realisou com a maior calma,
sendo tomadas resolucftas que nao offendem
a disciplina.
Estas reclamacSes contra a doutrina do
que o orador presar"1 aviso expedido pelo honrado interpellante,
e reiteirado pelo seu suicessor, o Sr. con-
selheiro Camargo, pareeem nao ter funda
ment, pois, pelo qua consta, se basaara
em urna falsa e errnea apreciado dos f-c-
tos, que, se tivessem sido b ;m considera-
dos, n2o dariam lagar a ellas. Esses actos
nao visavam impedir que militares em caso
algum recorressem imprensa, mas sim
quo nao podem e nao devem vir impren-
sa, qualquer que seja o motivo, tratar de
servigo militares sem previa lieenga.
A interpretacao que dei em sentido mais
lato do que aquella que se intere do aviso
do nobra deputaao, que parou consignar
um principio absoluto, isto que o mili-
tar nao pJe vir m caso algum impren
sa sem liaenga previ t; entretanto, pela ra
solusao que tomoi, segundo a interpreta-
cao por mim adoptada, podem elles vir a
imprensa em questoes que nao envolvam
afisumpto de serviso militar, e a prohibisao
rafere se unidamente as questo^s entre os
F0LHET1M
DE
EMMA KOSA
POR
. ZAVIBS 11 mtef:h
:::::^::;a: :: jwno
'Continuaco do n. 238)
XVIII
As portas que davam para a plataforma
estavam abertas, e inultos passageiros ti-
?ham tomado lugar nos compartimentos
dos wagoe8.
Osear nao via mais Proli, porque o ita-
liano teve o cuidado de entrar e fechar a
porta atraz de si, mas iaso pouco impor-
ta va.
Descansa, rncu tratante, inurmurou
elle, eu sei para onda vais. Hei de apa-
nhar-te om Joinville, quando sahires.
E astallou'ae em um compartimento de
egunda classe.
Ao dko de algn* segundos, ouvio-se o
sigaal de paitita e o trem poz-se a cami-
aho.
Era um trem-mnibus, que para va em
todas as estacOes.
Foi s as dez horas e quarenta minutos
que-parou em Joinville.
SESSAO EM 5 DE OUTUBRO DE
J886
PRFSIDENCIA DO SS. GOMES DE CASTRO, 1.
VICE-PEESIDENTE
Ao meio-dia comeca a chamada que ter-
mina ao meio-dia e dez minutos. Abrase
a sessao.
E' lida e approvada a acta da sessao
anterior.
O Sr. 1. secretario d conta do ex-
pediente.
Sao approvadas as redactes :
De projecto n. 51, sobre a venda, afora-
mento e concessao gratuida de trras de-
volutas.
Do projecto n. 68, sobre tempo de ju
bilacao ao bacharel Luiz Pedreira do Couto
Ferraz.
Do Projecto n. 48, mandando contar
como tempo de servico em campanha o
tempo que esteve como prisioneiro do go-
verno do Paraguay, o o facial de 3.' classe
do corpo de fazenda, Jo3o Coelho do Ama-
ral.
O Sr. Affonso Celso Jnior ha dias pe
dio qne fosse incluido na ordem do dia o
projecto que apresentou abolindo a pena de
agoutes. O projecto votado pelo senado
acaba de ser lido, pp* isso pede que nao
haja demora na sua inclusSo na ordem do
dia.
Aproveita a occasiao para apresentar um
requerimento.
Vem mesa, lido, apoiado, entra em
discussao e approvado sem debate, o se-
guinte requerimento :
Requeiro que, por intermedio do Mi-
nisterio da Agricultura, se solicite do go-
verno, copia do parecer formulado pelo en-
genheiro Antonio Augusto Fernandos Pi-
nbeiro, contra o requerimento da bitola da
estrada de ferro D. Pedro H.
c Sala das sessSas, 5 de outubro de
1886.Affonso Celso Jnior.
O Sr. Candido de Oliveira diz
que a cmara deve ter estranhado que o
o nobre ministro da guerra nao tenha dado
explicacSes sobre factos gravissimos que
tm ocerrido no exercito.
Tendo S. Exc. mandado censurar o te-
nente coronel Madureira, por ter respondi-
do pela imprensa observ^^ao do Sr. se-
nador Franco de S, parece que a ordem
do nobre ministro da guerra nao foi cum-
prida pelo presidente da provincia do Rio
que presidente do Rio Grande do Sul nao Ma classe militar, ou que envolvam seus
tinha levantado embaraco ao a:to do go
verno. Preparam-se agora manifesta3es
ruidosas ao tenente coronel Madureira, en-
tretaato ainda a cmara nao ouvio urna pa-
lavra a esse respeito do Sr. ministro da
guerra.
Pergunta se li ito ao governo conser-
vador assistir impvido a essas manifesta-
S3es. O governo tinha a obrigacTio de vir
dizer cmara que nada disso ver Jado
ou demittir o seu delegado.
O Jornal do Commercio tambem publi-
cou hoje um telegramma a esse respeito e
a verdade nao pode mais ser posta em dl-
vida
E' de receiar urna sedicSo militar. Um
movimanto militar nao poderia ser domado
e exporia o paiz a graves perigos. Haja
pelo menos urna manifestacao de forja por
parte do governo.
Ao general Deodoro da Fonseca, mili-
tar distincto, faltam a prudencia e o criterio
e nao era a elle que devia ter sido confia-
da a administracllo do Rio Grande Sul.
Infelizmente elle poz-se ao lado do Sr.
Viscondo da Pelotas, para censurar os ac-
tos do governo ; e se o ganeral Visconde
Peiotas, est frente do movimanto, tam-
bem merece censura, mas com a difiere nca
de nao oceupar posto de confianza do go-
verno.
Pergunta se nao censuravel o nobre
ministro da guerra, que consentio que a
primeira autoridade do Rio Grande do Sul,
fomentasse esse movimanto com o seu ab-
sentis mo. /
Podia o orador, como membro da oppo-
sicao, explorar esse faeto, mas o que quer
que o nobre ministro da guerra venha
dizer que providencias foram tomadas para
cohibir esses actos de indisciplina.
O Sr. Alfredo Chaves (ministro da guer-
ras):Pejo a palavra.
O Sr. Presidente :-V. Exc. tem ape-
as dous minutos para responder.
O Sr. Rodrigo da Silva pela ordeii) no-
ta que trata ae de urna verdadeira ioterpel-
lacao a que o nobre ministro da guerra qu -r
responder j, por isso entende que discussao
deve continuar.
Proli sahio.
Osear, que estava 3om a c&beca para f-
ra, vio-o e sabio do se j vagao.
O italiano vio perfeitamente, e teve um
mo s..iriso.
Rgault deixou-o tomar ama dianteira de
uns vinte p as sos e tornea a dar-lbe cae*,
dizmdo de si para si :
Vou saber onde pousa o tratante.
Quan lo, tirar certeza, volto para Pariz,
corro prefeitura, perganto pelo chele da
seguranja, que me pare;:: ser bem bem ho-
mem e que nao tem nada de tolo, e ama
nb.5 de manha cedo nao de vir segural o
pela golla com meia duzia de policiaes ro-
bustos. Ilavemos de ver se me enganei,
mas impossivel. O entrenador n3o esta-
va tonto.
Proli tinha chegao A ra grande de
Joiaville, que da estrada da ferro leva por
una desoda assaz rpida a estrada a Vil-
liers.
Proli sacou o r>avoi?er do bolso e tirou
a vareta do descanso.
Chegando ao fim da ponte obliquou
esquerda e tomou o cam:>nLo que, seguindo
a uiargem do Mamo, vai a P^tit Bro pas-
sando por baixo do granes viaducto do ca-
minbo de ferr do Efi'.e.
Rigault, naturalmente, s?g;xio pelo mes-
rao caminho, porm cm mi humor ma-
nifest.
j'as dorme onde
ara si. Oue
! Como nio per-
? Ngm olha pa-
< Este chim par
anoitece disse elle
confianQa extraord
cebe que o ostou se;
ra tras I
Angelo, como quersseo dar mais urna
prova da sue coutian; z, omecou a asso-
oiar urna aria de oper* italiana,
Sim, sim, podes assobiar, mau melro I
continuou o ex-mascate. Amanha has de
graraar gaiola, como ea gramei em teu lu-
gar, durante dez di&s! -la de ser um pa-
O relogio da igreja de Joinville deu on
ze horas.
O co tornava-se cor de tinta.
A nev comecava a cahir em ocos li-
geiros que a pouco e ipouco tornavam-se
mais espessos.
'.) italiano comecou a caminhar com pas-
so igual, margeando o Mamo, cujas aguas
turvas corriam com ruido sinistro.
Desse lado nao havia villas, nem casas
de camponezes nem de recreio ; campo
raso, campos seceos pelo trio violento do
mez de Dezembro.
Aqui e alli algumas arvores, cujos ra-
mos ns destacavam se na escuridao como
forcas pintadas de preto.
Por toda a parte silencio profundo, lu
gubre, que s o murmurio do rio interrom-
pia.
Rigault persista na sua perseguido,
mas, s vezes, sentie um pequeo estro
mecimento.
De repente Proli, erguendo o seu ca-
che-nez at a bocea e enterrando o chapeo
ai os olhos, deu meia volta e parou no
meio do caminho.
O irmao de Sophia, vendo esse mov-
ment sbito, ou antes essa interrupcao
de movimento, parou tambem.
Tinha as duas ra3os nos bolsos.
O italiano, voltando, dirigio-ae para elle,
e, quando chegou t,ao perto que quasi po-
dia tocal-o, disse-lhe em voz baixa a sibi-
lante :
Oh 1 l I meu rapaz, voc pretende
seguir-me assim por muito tempo ?
Eu ? replicn o ex-mascate, muito
sorprehendido com esae principio de con-
versa. Eu nao o 03toa s 'guiudo.
Nao me engaa com essas tamurias I
disse o italiano. Tenho dous olhos que
vem bem o que se passa atrs de mim
Voi-6 comecou a seguir me na ra Bona-
parte 1 Desde eoto eu o tanho feito ca
Uiiahar ; roas preciso acabar com isso,
Sr. Osear Rigault.
O Sr. Presidente diz que, se urna in-
tcrpellacao e o Sr. ministro quer responder
, dar a palavra.
O Sr. Candido de Oliveira manda me-
a seguinte interpellacSo:
Requeiro que se marque dia e hora pa-
ra o Sr. ministro da guerra responder
seguinte interpellacao:
Tem o governo nothia das oceurren-
cias havidas ltimamente no exercito ?
a Sala das sessoes, 5 de Outubro de
1886. -Candido de Oliveira.
O Sr. Alfredo Chaves (ministro
da guerra) : Sr. presidente, proeurei sa-
tisfazer ao nobre deputado pela provincia
de Minas, nformando-o e cmara do que
sabe o governo acerca dos factos sobre os
quaes acaba de de ser interpelado.
Na capital do Rio Grande eo Sul, com
licenca do vice presidente da provincia em
exerc-io, que acontece ser na occasiao o
commandante das armas, reuniram-se offi
ciaes do exercito para, era termos, repre-
sentarem contra a doutrina estabelecida
pelo aviso de 26 de Dezembnde 1884,
superiores bRrarchicos.
No oxponho theoria de occasiao. Cuan-
do fui criticado pelo Sr. Visconde de Pelo-
tas, no senado, na sessao de 17 da Agosto,
por haver advertido o Sr. coronal Cunha
Mattos, eu disse o seguinte :
i Ao honrado senador pareceu que o
orador punir o coronel Cunha Mattos pelo
facto de haver elle escripto contra um de-
putado geral, mas nao tem n'isso razao; o
coronel Cunha Mattos foi advertido porque
contra a-j disposijo-s em vigor no ministerio
da guerra, discutio pela imprensa assurap-
tos militares sem licenca do ministro, s
Ora, sendo esta verdade dos factos, e
tendo asseverado o presidente da provincia
e commandante das armas, de cuja leal-
dade nao deve o governo desconfiar (apoia-
dos) que havia autorisado a reunio dos
offi;iaes para que pidessem palos meios
legass, representar ao governo sobre urna
medida que considerara em bem da classe
eu n3o podia, levado apenas por telegram,
mas, qua n3o ten o cunho da irapareiali-
dade, tomar providencias (apoiados) qua
fossem terir alguem quo nao tivessa, por
qualquer motivo, delinquido.
E nem outro podia ser o mcu procedi-
mento, quindo tinha prstelo a mxima
attenc.a<) a tu lo quanto concerne aos inte
resses do exercito.
Quer o nobre deputado saber at onde
eu poderia ser arrastado, sa me deizasse
levar por informases telegraphicas ? Ain-
da hoja, ao chegar cmara, um dos n-iS
sos collegas mostrou-me um telegramma,
que acabava de receber do Rio-Grande do
Sul, e no qual se dizia que alli tinha che-
gado noticia, d'aqui enviada, de que o
Visconde de Pelotas fura por mim repre-
hendido, de que estava demittido o briga-
deiro Resin ; e, todava, senhores, o gover-
no nenhuma resoiucSo tomou relativa a es-
ses geneiaes, a vista das razos expendi-
das, sendo que o segundo foi ha poucos
dias nomeado por proposta do commanian
te das armas.
Qual, portanto, o fim com que se passou
esse telegramma para o Rio-Grande do
Sul ? E' urna explorasao (muitos apoia-
dos) pela qual nao posso deixar-me levar
om a responsabilida'ie que me mpoe o
cargo que oceupo. (Novos apoiados.)
U governo tem tido o maior cuidado em
informar se dos factos. Elle ainda n3o os
conheca com a minnciosidade precisa para
pronunciar-se com seguranca, como o caso
exige, se sao taes como se publicam na cor
te ; mas p le o nobre deputado estar certo
de que elle est no sen posto de honra e
de vigilancia, e ha ce manter o principio
de autoridade, que o nobre deputado, sem
motivo nenhum, disse estar desprestigiado
na pessoa do ministro da guerra. (Muito
bem.) Asseguro a S. Exc. que, no mo-
mento em que nao poder conservarme no
governo com o prestigio que exige o meu
cargo, deix: 1-o-hei immediatamente; mas,
emquanto nelle permanecer, hei de fazer
respeitar a lei, porque esse o dever do
governo.
(Muitc bem I Muito bem !)
ha um movimento as fleiras do exercito
que podem todos man lar manifestasoes.
Entretanto tudo regular porque assim
commuaicou o presidente do Rio-Grande
do Sul e porque foi feito com a sua li-
cenca.
O que todos devem estranhar o facto
de urna reuniao feita cora apparato o mo-
do porque fai communicado imprensa.
O exercito n3o tem o direito de censurar
o seu superior pela forma apparatosa por
por que o fez. No caso presente trata-se
de urna manifestasao ruidosa pela irapren-
sa com um acto do ministro da guerra.
Acha S. Exc. regular essa licensa dada
pelo presidente ds Rio-Grande do Sul para
ess's actos ? O nobre ministro nao pode
applaudir es3es actos do seu delegado, cuja
imprudencia e leviandade sao incontesta-
veis.
Nao se trata simplesmente de pro-
longar por mais alguns dias a agonia de
um ministerio que nao soube aproveitar a
occasiao. O que se quer saber se o pre-
sidente do Rio Grande do Sul podia con-
sentir nossa reuniao.
O orador acompanharia o nobre ministro
so ti /esse havido s urna representajao a
S. Esc, mas o que vemos o pronuneia-
mento de corpos do exercito, de bataldes
da fronteira, do 3" batalhXo de arthaiia
que est no Amazonas a dos alumnos das
escolas militares, todos afSrmam a sua ao-
lidariedade com o exercito, ha consenso
unan'me para obrigar o nobre ministro a
iv 'ii ir. Entretanto, S. Exc. vem dizar
que ainda confia na lealdade do presidente
do Rio-Graode ao Sul.
Estes factos vm provar que o general
Deodoro mais militar do que administra-
dor ; e o nobre ministro vem dizer que nao
ha nada a providenciar. E' preciso que o
nobre ministro d um grande exemplo,
chamando o delegado do governo ao cum-
priraento do seu dever.
Ninguem mais pedindo a palavra, en-
cerrada a discussao.
ORDEM DO DIA
Procede-se votas3o do projectos n.
57, deste anno, cuja Ia discussao fieou en-
cerrada na sossao anterior, revelando da
preseripso em que incorreu D. Josepha
Leopoldina de Mello Gondim.
E' approvado.
O Sr. Coelho Rodrigues requer e a c-
mara concede que o prsjecto entre em 2*
discussao immediatamente.
Entra pois cm 2a discussao.
Ninguem padindo a palavra encerra-
da a discussao e approvado o projecto
co n as seguintes emeudas :
Relevando da preseripsao em que in-
correram para o fim de Ibes ser pago o
meio sold de seus finados maridos a D.
Mara de Azambuja e D. Francisca Joa-
quina de Moraes Queiroz.
Contina a 2* disaussao do projecto n.
79 A, vindo do senado, sobre a crea$3o
Ah I tratante, cooheces-me oyla
mou Rigolo. Isao prova que nao me enga-
nei a teu respeito I Tu s o assassino de
Jayme Bernier Eu gramei cadeia era teu
lugar Nos dous temos contas a ajustar.
Segurei-te a n3o te largo mais I
Crs isso ?
Vais ver.
E Osear atirou-se de cabeca baixa a P-
roli, cuja rnao levantuu-se armada da um
r. volver.
Ouvo-se um tiro.
O ex-mascate recuou.
Ah assim dissa elle. Pois bem,
esse jngo p le sar de dous, meu velho !
E puxando o revolver que tambem tinha
no bolso, deu um tiro no italiano, como
este tinha atirado nelle.
Rsponderam-lhe duas outras detonaes.
Osear estava em p na beira da mar
gem que domina o Mamo.
Um grito surdo escapou lbe dos labios,
emquanto recnava, sam disso ter conscien-
cia.
O terreno fugia-lhe dos ps.
Kolou pela margena at o rio, onde des-
appareceu.
'i Est feito I murmurou o italiano, com
um acento de triumpho. Est supprimi-
do o ultimo perigo 1 *
E voltou quasi correndo pelo caminho
por onde tinha ido.
Arfando, com a fronte molhada de suor,
a despeito do rigor da temperatura, che -
gou ponte de Joinville.
f Se eu tomar o caminno de ferro, po-
derilo notar, disse elle de si para si. Mais
vale ir a p at Pariz.
Pul. estrada da Faisanderie chogou ao
bosque de Vimenaes, seguio pela avenida
Oauraesuil, passou as fortitLayoes, subi
em um carro e mandn que o levasse ra
da Saude.
Deixeraos esse miaeravel, e pecamos aos
nossos leitores que nos acompanhem 4 rus
Gungaud.
O Sr. Candido de Oliveira a
situaeao mais grave do que pensava; o
constrangimento do nobre ministro e a fr
ma vaga porque se enunciou provam que
Havia d< us dias que o estado det Emma
Rosa tornava-se mais grave.
Sophia Rigault, metamorphoseada em en-
fermeira e dando prova de urna dedicagao
admiravel, teve de chamar um medico.
Essa medico receitava poetes para de
bellar a febre, mas essa febre nao Lia pa-
reca ser o peior dos males que tinha a
combater.
Emma Rosa qurixava-se da espessura
sompra eres sent, do veo estendido ante
os seus olhos.
Ella viva, mesmo dia claro, em um es
pecie de crepsculo.
Interrogada a esse respeito po<* Sophia,
o medico abanou a cabes e fez signal
moya para que se afastasse com elle.
Entao o caso muito grave, Sr. dou
tor ? perguntou ella em voz bu xa.
A febre pouca cousa, repli ou elle,
Tenho certeza de vencel-a sem grande dif-
ficuldade. Infelizmente nao po.so dizer
outro tanto dos olhos. Urna cataairophe
inminente.
Ent3o er que essa menina est em
perigo de perder a vista ?
Faso mais do que acreditar, estou
certo.
Entao ella vai finar cega ?
Daqui a d us dias ella o estar com-
pletamente.
Sophu Rigault, boa rapariga, dotada de
urna sensibJidade muito real, quando nao
sa trata va dos seus amantes, comeyju a
chorar.
Pobre pequea, balbucioa ell<, que
desgrasa I Nao se pode tentar nada para
evitar a perda da vista ?
Eu,' jiuinha querida senhora, nada
posso absolutamente, responden c doutor.
Sou i:ieii'o, mas nao oculista, e nao tenho
senao noySas geraes sobre a ophthalmolo-
gia. Portanto ma impossivel tomar a
responsabililade de um tratamento. A ca-
tarata, qua vai determinar a cegueira, des-
envolve se com urna rapid-z medonha.
de collegios eleitoraes,,
O Sr. Milln assignou a emenda
apresentada pelo Sr. Araujo Ges Jnior e
quer dar a raz3o porque a subscreveu. O
projecto veio do senado, circumstancia
que o embarara, porque o saber a a expe-
riencia daquella corporayao merecem o seu
respeito, mas achaodo o projecto defeituoso,
far algumas observayoes.
Nao v necessidade de se crear mesas-
el-iioraes em parochias que tenham me-
aos de 250 eleitores, ponto este que est
regulado pela lei de 1881. O motivo que
iaduzio o legislador a subiividir as mesas
eleitoraes foi a necessidade de concluir a
eleicao no msrao dia.
Sabe que a lei eleitoral tem defeitos que
devem ser corrigidos, mas a medida de
que trata o projecto pode ser adiada, por
isso vai mandar mesa um requerimento
de adiamento.
Vem mesa, lido, apoiado e entra
em discussao quo fica adiada pela hora, o
seguinte requerimento :
t Raqueiro que seja adiada por sete dias
a discussao do projecto n. 79 A de 1886-
A. Milton.
A discussao fica adiada pela hora.
Entram em discussao nica as emendas
do senado ao projecto que fixa a dospeza
do ministerio da agricultura para o ejer-
cicio de 1886 1887, discussao que publi-
camos a 12 do correte.
Esgotada a 2a parte da oidem do da
volta-se 1' parte.
Contina a discussao ao projecto n. 79
A sobre organisasao de mesas eleitoraes,
precedendo a discussao do requerimento
de adiamentodo Sr. Milton.
{Continua).
Tal vez possa tentar urna opera yao com
mais ou menos probabilidade de successo.
Nao posso pronuociar-me a esse respeito,
nao tendo, eu o reconheso, a competencia
necessaria. Dirij t-se a um especialista.
Nao faltam em Pariz.
O medico retirou-se, e Sophia ficou mui-
to commovi la com a certeza desoladora
que acabava de Ihe dar.
Nao tendo ella entrado s onze horas
menos um quarto, ella deu boa noite sua
protegida, a qu^m teve cuidado de nao
contar a seotenya do medico, e voltou para
casa.
Depois que Emma Rosa tinha ido mo-
rar ra Gua>ud, Sjpciia estava muito
mudada.
Tinha havido modifijayao absoluta nos
aus habit 'S.
Nao punlia mais ps no caf La Vague,
e enmquant a phantasia que tinha por
Dharville nao t vus.-e passado completa-
mente, os cuida lis que prodigalisava, des-
lio a manha al a noit", pobre menina
martjr, obsta va u qu p>;nsasse muito nelle.
Emilia R a no SeU leito de flur suffria
moralcente, t Lembrava se lo futuro com susto iodi-
zivel, porqu- con.qu uno nao fallasse nella,
conhe da perf ilaiuunta a sua posiyaj.
Nao enzergando s-no atravs de um
vi opaco os "bj 'tos que a cercavam,
sentia se conde mi .di cegueira completa
a isso breve nem .
Vou ti <*r o g-, dizia ella de si para
si, e nao t're 'Mua mai a meu lado, es-
tarc s no ni ti ii u, purque nao devo ri :ar
a cargo drsta bo g-nt, que t*ve a cari-
dado da dar me "ga*lho. de L-.ao aou-
basse onde esi.m, a., podessa vir, tlvea ti-
vessa compaixo de mim.
(Continuar seha.)
Tjp. do Diario tu Uuuue de Casias *n. 43.
UEGiVEL
i
i


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