Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18956


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AUNO Lili liflBBO
i
x
/
s-
,

PAHA A CAPITAL IS JLUC.ARJE OXDE HA* ME PACA PORTE
Por tres mozos adiantadoa ... ........ 6^000
Por seis ditos dem...... ......... 12#000
Por um anno idear................. 24(5000
?ada numero avuloo, do mesmo da. ....... 100
DIARIO DE
PTA--MBA 14 DE OTuIO DE 1886
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adianudoe............... 13|J500
Por nove ditos idem................. 2SS
Por um anno dem................. 270UU
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 108
NAMBUGO
Proprietaftt fce JUanocl Jigurira i>e /aria -li)**
*>
p
Os Srs. Amede Prlnce tt C.\
de Parts, silo os nossos agentes
cxclu*ivon de aunan fio e pu-
blic tees da Franca e Ingla-
terra.
Os Mr. Wasbnrne Hermanas,
de New-York, Bread Way n.
90. sSo os nossos agentes ex-
clusivos de annu.
tados-Unidos.
clos nos Es-
TELEGRAHIAS
S37IC3 ?A.flIWLA3 SO DIABIO
RIO DE JANEIRO, 13 de Outubro,
s 3 horas e 45 minutos da tarde. (Recebi-
do s 5 horas e 20 minutos da tarde) pelo
cabo submarino).
A Cmara dos Depnladoi apprmua
lio je ess .' dlseussno o projeeio abo-
lindo a pena de arotfea aos evera
TOS.
Foi Domeido presidente da pro
vinela de S. Pedro do vio Cirande do
Mal. o Di. Miguel Calmon da Pin e
Alsselda. visto nao (er aeceltado o
senador Slanoel Francisco Crrela a
nomeaeo para dito cargo.
sango i. a&SsGia ams
(Especial para o Diario)
BUENOS AYRES, 13 de Outubro.
O noi mlnlaterio argentino acaba
de ser organlaado da segalnte ma-
aeira:
Ministro don negocios eatrangel-
ros. Qalrno costa;
Ministro do interior. Mr. ES. \% l-
U. : J
Ministro da flnaacaa. Or. Wen-
ceslao Psebecoi
Ministro da guerra e da marinas,
general Macedoi
Ministro da Justtra. >enador Dr.
Posse.
PARS, 13 de Outubro.
Corre o boato de que Col concluido
am aceordo, ltimamente, entre a
Franca, a Raxsla e a Turqua, rela-
tivamente ao Egypto.
A malor parte don Jornaes lagleses
ataca vivamente a Franca a propo-
nlto do referido aecordo.
Agencia Ha-as, filial e-m Pernambuco,
13 de Outubro --e 1*86.
INSTRUCCiO POPULAR
Um grnalo acal, talvez de lapis lazulh.
Ora todo este cortejo dos tres reinos da Natureza
pode entrar-nos no corpo e conservar-se neUc at
ao fim da vida. Pouchet achou p at nos ossos das
avese pela natureza daquelle p sabia se ama gal-
linha tirina vivido na horta de am pobre campo-
nez ou no pateo de um rico cidadao.
O p eocontra-se em maior porfi naa cidade,
onde a populacao mais densa, e nos pontos mais
prximos do solo.
Em trra encontra-se em qaantidade omito maior
do que nos lagos e no meio do ocano ; e o ar do
campo descoberto, melbor ainda o dj mar on o dos
prendes lagos, nao sao bons amigos do pulmio
pela sua maior pureza gazosa, mas tambem pela
sua pobreza em p.
Paulo Mantegazza, recolkendo n'uma prac em
Milito p a dfferente alturas a partir do solo,
schou que elle di minu em qaantidade medida
que se recolhe mais distante d'aquelle e ao mesmo
tempo torna se cada ves mais leve escasseando o
amido (que alias nm elemento constante). Esta
substancia (o amido) tao pouco alteravel que se
cncontra intacta no p das momias egypcias.
Certas estatiscas affinnam que em media na vida
ordinaria, de cada mil pessoas morrena cinco tsi-
cas, emqnanto da mesma doenca morre ama de
cada vin'e o nove entra os operarios que talham e
faceteiam o vidro, respirando, pela sua occupaco,
durante grande parte do dia, ama ataiosphera car-
regada de partculas miadas e agudissimas.
Homllaud apresen tava, ha poneos annos, Aca-
demia do Medicina de Paris o palmito de nm fun-
didor de bronce com muito p e omitas concreccoes
negras e irregulares, que rompiam e deformavam os
bronebios.
Lombard achou que entre os que rnorrem tsi-
cos figuram em numero relativamente avaltado
operarios obrigados pelo seu mistr a respirar um
ar impregna 'o de p, e que entre os pos sao mais
nacivi s os mais finos e de carpos mais duros.
A este respeito nenbama estatistica mais tris-
temente cloquete do que a que respeita aos bru-
idores de sqo de Sheffield.
A vida media :
Nos bruidores de garfas a secco
c de navalhaa de barba
de thesonras ordinarias
< de thesonras de tosqniar
a de facas de matto
de facas de mesa
< de limas
de foices
Quanto maior a qna< tidade de p metallico
que respiram aqaelles pobres operarios, tanto mais
curta a sua vida.
Os que trabalbam com ms seccas rnorrem mais
cede dos que os que trabalbam com ellas regadas.
Os cardadores de linho, os canteiros, os pedrei-
ros, os tanoeiroB e os carvoeiros, padecem por se
acharen respirando quasi sempre urna atmosphe-
ra de p ; mas padec~nam menos se empregaasem
esponjas hmida, mascaras, ou urna boa ventila-
cao as oficinas.
Sabe se que no Lago I reo os talladores de pedra
dio um grande contingente de tsicos, emquanto
entre os pescadores ha rarissmos casos diquella
doenca.
Urna grande parte do p que nos incommoda
dentro de casa provem do pavimento das roas ;
mas do das casas tambem pode pro vi r em grande
<,. ticladr, scoate for fWto OMa tffolios mil F*8fl
cados.
Para obviar este inconveniente tem-se recor-
rido com bom resoltado ao emprego dos silicatos
alcalinos.
Urna diisoluc-Jo de silicato de potaaaio, na den-
sidade de 36 do aremetro de Baam, safficien
te para 4 metros qaadrados de pavimento ; appli-
ca -se por ua ou tres veses com urna brocha de
caiar, deixando secar cada demao antes de ap-
plcar a immediata, e sendo a ult'ma de ama di-
solnQo muito concentrada.
(Contina)
29 annos
31
32 a
33
34 (c
35 s
35 a
38
?ARTE fFICUL
HYGIENEBAHiBITMJiO
D-. lUHt-IOTHtti;* DO POVO K DAS ESCOLAS
CAPITULO III
As origen* de tnrecco e a humilla
de. O lajSSllnS paruolla*. Oa
oeatn feriantes
{Con'inwico,
Urna causa de infecs a que em geial se d pou-
ca importancia, mas que a merece bastete, o p ;
a maior part da gente encara'o s pelo lado do
incommodo que produz ou pela estrago que cansa
nos movis, io conheceudj oa olo Ihe lembrando
que antes um lento veneno que se introdnz com
o ar nos palmea, irritando-os dispendo os para a
doenca.
Dons filhos de um pai que morrease tsico, traeos
e magros, tero de granadamente disposicSo para
morrer do mesmo mal que morrerao pai; mas, se nm
destes irmaos escolher urna profissao que o obrigue
a respirar um ar impregnado de po, ter muito
maior probabilidade de morrer tsico.
Cada corpsculo de p poder penetrar at a
collulamai profunda do nosso apparelho respira-
torio e produtir ahi centros de irriUcao qm se tor-
nem ptimo focos para deseovolvioaento d'aquel
las malditas granolaces a que se d o nome de
turberculos.
So p encontramse as mais miudas partculas
de todos os corpo vivos e mrtos que se imbatem
oa se entrelacam nos mil mov entos da vida e do
trabalho,e que tormam as in> easaotea obras de
deitrncao e de reconstrucco executedas em volu
de nos.
NO p encontram-se fragmentos da nossa pelle,
aaes do nosso uor, amido do nosso, pSj pellos dos
nossos vestido, derrito do noaso planeta e t"dos os
cetenares de destrozos do mondo microscpico.
Aque'.les Crpuaculosbrilhantes de todas as formas
e de todas as corea que se veem mover-t:e phanta
ticamente no ar illamioad) por usa facbo luminoso
que penetra pela noaaas janellas, si) maravilhas
para quem obsrva ao microscopio.
Pode tazer-se idea da riqueza do p pela analv
se seguate de urna porfi rec/.hida no gabinete
de estado de P. Montegazza.
Continha:
Amido de trigo ;
Anydo de milbo;
Oraos de silica ;
Graos de carbonato de calcio;
Urna unha de urna garra de araaha ;
Algn ^infusorios seceos;
Um fragmento de conlerva ;
Un* pello de ortiga ;
Filamento de algodao braaeo ;
' de seda amareUa;
i de algodao asul;
de l vermelha roxa, azul e preta ;
Um pello de eoelbo ;
C; o ver no da Propnela
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA DE 11
ODTUBBO DE 1886.
Engenheiro Antoni) Pereira Sime.Deferido
por oficio buje expedido a Cmara Municipal de
01 mda.
Club Litterario de Palmare.Sim.
Jos Luis Netto de Mendonca. Concedo na
forma requerida. #
Juao Baptiate Gomes Penna Jnior.Informe
o Sr. commandante superiot da guarda nacional
da comarca do Cabo.
Jos Jeronymo de Carvalho.Inlorme a Cma-
ra Municipal de Olinda.
Jos A itonio de Castro.Como requer.
Veneravel Ordem Terceira de Noaaa Senhora
do CarmoBemettido ao 8r. brigadeiro comman-
te das armas para attender opplicante se nao
bou ver inconveniente.
12 -
Anna Rosa da Silva, Jos da Costa Silva Maia,
bacharel Manoel Gomes Viegai e Bita Mara de
Souza.Bemettido so Sr. inspector interino da
Thesouraria de Fazenda para attender ao pedido
nos termos de suas informacoes ns. 694, 714, 715
e 176, de 2, 8 e 9 do correte.
Fiellen Bruther. Informe oSr. inpoctor do
Theouro Provincial.
Joo Lopes da silva.Ioforme o Sr. director
interino do presidio de Fernn Jo de Noronba.
Joio Fernandes Marqnes.Informe o Sr. ins-
pector do Tbesouro Provincial.
Mara Candiua da Canciclo- Informe o Sr.
iuspect r interino da Thesoararia de Fazenda.
Vicente i- Aiii Tavares. R-queira a The-
souraria de Fazenda o pagamento do peculio a
que se refere.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, em
13 de Outubro de 1886.
O ajodante do porteiro,
Antovio f. Silveira Carvalho.
Thesoararia de Fazenda de
Pernambnro
PARECER DO DR. PROCURADOR FISCAL IN
TEB1NO
Secco do Contencioso d* Thesouraria de Fa-
zenda de Pernambuco, em 2tf de Setembro de
186.
O theaoureiro dVsia reparticSo, Dr. Eduardo
de Barro Falcio de L .cerda, quer renunciar o
prazo de 15 dia, qo-- ih- foi mareido, para rec"-
Iber a quntia de 793:1454387, -m quanto imp r-
toa o desfalque venficaOo n s cofres ob pna
guarda ; e d& como rxo de s>u pedido a imp >-
ibilidade e ii que est4 de tss r e reeoihimeuto.
por ter sido o desfalque nao o resultado d.-
aeto eeu, mas de um roubo, como foi commuaica-
do pelo Di. chef- de panda preid ocia oa pro-
vincia e por esta ao VImisterio da Justic-
A fin ^ao do prazo para oa thes -ureiros. e mais
responsaveiB por dinheiros p os seas a1 cauces, na > um favor qu a le Ihe
faz, e que elle pos3am r. nnnciar ; ina urna pro-
videncia a beneficio da tazeiid.. Dar compol-
lil-os retitnicj do valore extraviad .
Nem eriacoriil que a le quizesse atena fax?-r
um favor ao empregado que abusa d seu caru-.
para apropriar se do rtinhei." psWtsos.
E quand eja um fav r, a regra invUo bme-
ficium T"n i >tu cotlre divers-.s excepces, I Hn
outras, quaudo a d>sp sicao di le, que c nced o
favor, tem por fond^rnento n'.guma caua publica
ou o interease de trceiro.
A finca' do prazo tem por fim princijul a i-
moestar o fuoccivoario drf-audador, obrigal-o a
reflectir as consecuencias de sus culpa, eaten-
der-se com os seus auxiliares, c mplices ou re-
ceptadores, denuncial-os, e, par qualquer outro
modo, fazer restituir o dinheiro subtrahido fa-
zenda publica, que, em tees casos, reprsenla os
contrbuintes, que nao podem ver tranquillamenje
que os impostOB, que pagam para occorrer as de
pezas publicas, sirvam para enriquecer os sen
gestores e ahmentar-lhes o vicios.
Trata-se, pois, tambem de acautelar intereases
pblicos e de ordem geral da sociedade, e nSo
simplesmente ds nm favor ao funecionario que
prevarica.
E se licito a cada um renunciar o favores
que a loi Ihe concede, tambem certo que as se
pode derogar aquillo que estebeleeido pela le,
no interease da ordem publica e des bons costa-
mes : t privatorum conventio juri publico non de-
rogaL
Longe, pois, de annuir ao pedido, pens que a
prazo de 15 dias, marcado ao thessureiro, foi mui-
to restricto, e deve ser elevado, de aceordo com o
que, em caso semelhante, recommendou a Ord.
n. 287 de 27 de Agosto de 1857 ; tanto mais qaan
to trata- se de um desfalque de quantia elevada,
o maior de que temos noticia io Brasil ; e certa
e est exhuberantemente provada a culpabilidade
do thesoureiro, bem como que elle teve auxiliares
ou socios, pelos quaes deve estar repartida a
quantia subtrahida aos cofres sob sua guarda.
Com efieito, dos documentos j existentes cm
meu poder, dos quaes constara as principacs dili-
gencias feitas pela polica, e de outras informa-
coes offieiaes, por mim requsitadas, est provado;
1." Que, ao abrir-se a repartico na manh de
9 do correte, achavam-se techadas, como o ha-
viam sido na tarde de 6, todas as portes e janel-
las interiores e exteriores do edificio, inclusive a
porta do corredor que d entrada para a sala do
tbesouro, e cujas chaves eram por elle guardadas ;
2. Que foi encontrada tambem intacta a porta
de um b'ombo ou repartimento de madeira, que
divide esta sala em dous compartimentos, no pn-
meiro dos quaes funecionam o escrivo do caixa e
os serventes, e no segundo o thesoureiro cem os
seos fiis, nao so tendo, porm, encontrado a cha-
ve da porta do biombo, qual era de costme fi-
car, ou na feehadura, ou sobre ums mesa que Ihe
fica em frente, ou em poder do servente Silva,
para que este podesse varrer e espanar o com-
partimento do thesoureiro. antes de principiar o
expediente do dia seguate ; como j4 nao a tinha
encontrado o mesmo servente na tarde de 6, qaan-
do se fechon a repartidlo, e por mais que a procu-
rasse ;
3. Que, apparecendo afinal a chave sobre a
mesa, e aberto o compartimento do thesoureiro,
entrou este, e, encontrsndo aberta nio s a porta
de madeira que do mesmo compartimento d para
urna saleta, no fondo da qualacba-se a grade de
ferro que d entrada para a casa forte, como
tambem esta grade, mandn avisar ao inspector, fl
ambos ao Dr. chefe de polica, cojo comparec-
ment aguardar^m ;
4" que, ebegando logo o Dr. chefe Je polica e
procedeodo a exames e vistorias em todos es com-
partimentos do edificio, e a autos de perguntas ao
tnesoureiro, seos fiis, serveote Silva, porteiro e
outro- embregados, declararan o thesoureiro e
seus fiis que, ante de sabir da repartico, as 2
1/2. horas da taasW da fl, toch-a fcaaoa5ao
corre glande da asa forte, mandn fechar, e em
sua presencia foram fechadas por um dos seus neis,
a grade de ferro da casa-forte e a porta de ma-
deira da saleta; venficon que ambas estas portas
estavam bem fechadas e levou comsigo todas as
respectivas chaves, retirando-se na campaohia do
outro fiel ;
5' que a porta de madeira da silcta anterior
casa-forte acnava-se aberta por ireiode orna chave
falsa, encontrada sobre urna mesa ao lado, a qaal
chave, fabricada poneos dias ante, poda tel-o
sido vista da chave verdadeira, sob a guarda de
thesoureiro, e por artista perito ;
6 que a grade de ferro da casa-forte eslava
tambem aberta, encontrando-se dentro da fecha-
dura um instrumento de latao, simulando urna
chave; mas, procedendo-se ao mais rigoroso exa-
me, venficou-se qoeeste instrumento, pela sua im-
perfeicSo artstica, ns poda fnnecionar na fecha-
dura e abrir a grade, que s poda ter sido aberta,
ou com a propria chave, existente em poder do
thesanreiro, oo com outra f- ta a viste deste, tees
as difficaldades de sen fabrico ; sendo ainda de
notr qoe o orificio i esta feehadura cob rto por
urna chapa de ferro, que se fecha por urna mola
de segredo;
7* que achou-se fechado o cofre grande, exis-
tente na casa-forte, encontrando-se ao lado d'elle
daaa chaves falsas, iguaes s verdadeira, qae es-
tavam em poder lo thesoureiro.
Da vistoria verificou-se que, como a primeira,
estas chaves s podan ter sido fabricadas a viste
das verdadeiras, (que, alia, coufessa o thesourei-
ro, nuuca sahiram do seu poder); bem como que
nenhama delias poda ter sida feite por modelo
tirado sobre as respectivas feehadura ;
8" que, alguna outros instrumentos encontrado,
como garas, limas, parafuso, urna vela e duas
pecas de cordas finas, com pequeos ganchos de
ferro na pontaa, uenhum presumo tiuham, e nem
feram nem podiam ter aido utiligados.
Todos eftes indicios formara um conjuacto de
pro vas circumstanciaes, bastante para fazer con-
vencer que, qaando se fechou a Thesouraria na
tarde de 6, j se acbava rudo no estado em qu>
foi encontrado na manh de 9
Parece certo que, quando retirou se o thesou-
reiro s 2 1/2 horas da tarde de 6, Safaos fechada
a porta da saleta anterior casa-forte, no tundo
da qaal est a grade de ferro ije i-cha a m-sraa
casa-forte ; mas, depois de sua sah la. ficando nm
dan fiis oceupad >, com dous serventes, uo arim
bod-uo'jis r colindasedilacrala (apesar de n
ihe competir naquelle da este serv? ) logo qu-- s
iCtiraraio os emoreeadoa das deraais seccoe, -
3 horas, devendo elle demorar se por maii ama
hira na servido de carimbo, conforme ai ordena 'O
inspector, qae, alia, ha muito nao eram cumprid >s,
ii'spedio um do serventes, disendo Ihejque esteva
acabxdo o servir; p, porque ti.iba necesai 'ade bir ; e em se^u'da rraocou-ae dentro do coin..ar'i
mulo do theaoureiro, do qual sabio de 20 a 30
ininu.oa deuoi, fechando a'pequena porta do nioin
oo, sem ser vit:1 (ao que par- ce) >pelo servente
->p v<, que eslava na sala a espera que ene aahiiW<
para fechar, oino de costme, a pirta que a m s-
ma sala d para o corredor, e levar ao theaoureiro
U respectiva chave (Je fecha iu a e eadv^d' ).
Notando depois o servente Silva que o fiei ji
havia fcatdo, tra'oo de pricurar nade tinha ell
Icixado a chave do biombo ; e ainda a proeortva
qpjaudo o porteiro o advirti de que devia sahn,
para t cli .i -n- a repartico
Em sus differentes iiitenoat iri.M ora diz *X-
tiel que, durante uqoelle temno, esteve pasaeiando
1 sala para o corredor, ora qie estiva leodo ara
romaneo de Julio VerneVi .gm iua; ora 411
> oviamente lia o romaO' e passov&; O
oue razo.iveim-nite M d?dus do seu procedirieuto
que elle f o principal auxiliar do thesoureiro, p
que lli couserv use para preparar o ultimo
dro da y-aua que devia ser descortinad q-
s abrase a rep.irtifo ua manb do da 9
Diz elle (riel) que, ao entrar ua manb de 9. en
'.-entrando- fect-si: a porta do biombo, pergaotou
ao servente hilv;i porque nao a tioba anda ab r-
to, para esp-inar e arrumiir o compartimento d"
theajurero ; e obteulo k resposta que devi.i
v r, mostru Ihe a chave sobr a mesa, onde Suva
aft< a inha encoutrado, nem antes ds chogiia
ineumofiel, uirm depots do sua sabida uj tfi; 6.
E, em acto continuo, retirou-ee para a h
ti-iro a c-'uves .r com este, pasaanJo d'nbi para a
eontado.a, udds t> achava, quaptlo foi ebainado.
R'.ceoo o6b dovida qae faltae'u-iu n'aquella
occasio o sangue fri e a coragem qne sobraram-
Ibe quando na tarde de 6, com tanta sagacidade,
prenarou o scenario da farpa.
E* digno de reparo o modo pelo qual, tres mezes
antis do simulado roubo, foi elle admittido como
fiel, em substtKco de um irmo, que at ento
xercia este cargo.
Diz o thesoureiro que o admittio para correspon-
der ao deujo manifestado p>r um outro seu irmo ;
porque, tendo 11 mesmo fiel liquidado com prejuize
una sociedade eommereial qne teve com um irmo,
achara-se deaempregade ; maa isto em parte
eoneatado pelo fiel, qu i affirma nao ter soffrido
prejuizo algum. E na verdade assim parece ; pois
que leu irmo e ex so'jio foi qaem pagou diversas
lettras da r-sponsabilidade do fiador do thesourei
ro, de qnem psssou a ser commissario, ou corres-
pondente, e s quaes referr-me-hei mais adiante ;
e contiuuou a commerciar.
Tamb-m faz admirar que deixasse elle fiel um 1
profissao segura, na qual nao teve prejuizos, para
oceupar um lugar de 1:600 j000 de vencimsntos,
quando seu irmo e antecessor, dispondo de poucos
recurso e depois de abandonar a profissao de agri-
cultor, voltava para ella em urna quadra em que
to poucas vantagens ofierece este profissao.
OutroB muitos factos e crcumstancias comple-
tam e fortalecem os que ficam resumidamente men-
cionados, autorisando induccoe to coocludentes
qur aB confuodem cora a evidencia inmediata :
indicis ad probationem in iubitatis et luce cla-
rioribus (L. ult. Cod. de prob.)
Cajn efieito; desde a nomeaeo do thesoureiro que
ao assentou no plano de um assalto aos cofres des-
ta Thesouraria, o qual se foi aperfei^oando at a
sua completa realisaco.
O theaoureiro nao tinha fiador idneo, por mais
qut a procurasse, e conseguindo, depois de seis
mezes, apreseotar um, que foi acceito, recusou este
assigMr a flanea, ignorando-se ainda o motivo da
recosa.
Tare, pois, de procurar outro, e de offerecer um,
a quem pouco ou uaaa conhecia, mas que Ihe foi
apresentado por um tereciro.
Parece, porem, que este segando fiador s resol
ven-as depois de 7 de Abril do anno passado, data
cm qbe, malograda a primeira fianca, foi expedido
p.'lo JExm. presidente do conselho e ministro da
fazeda d'aquelle tempo, um telegramina a presi-
dencia da provincia, permittindo que, se o thesou-
rei roiioovesse assignado o termo de fianca provi-
soria, entrasse em exercicio, marcando-se-lhe o
praso de 60 dias para especialisar os bens.
A expedicsko deste telegramma, cuja redaeeo
deixa suppor que a fianca j devia estar prestada
pelo proprio thesoureiro, e nao por terceiro, denota
qne a situaba) do thesoureiro era aperteda, e que
s ponera elle achar fianza, depois de tomar pesse
do cofre, afim de garantir o fiador de prejuizo certo
e j bevisto.
No dia 2b do mesmo mez, o novo fiador, que nao
posBUja ainda integralmente o immovel que devia
ser dado a fian^ provisoria, comprou a crdito,
maa por praso breve, a parte que nelle tinha um
dos ssns condominos, e no dia 30 a de nm outro,
nao constando porque titulo, nem quando comprou
as partes dos outros condominos ; pois qie ao pro-
cesso da especialisa^o apenas juotou urna oerti-
do redigida capciosamente e extrahida dos autos
de dabs inventarios fiados ha muito annos, dos
(jH'p-vtM'3uat*;- atas neqriixii^:-
O fiador s posauia urna parte deste immovel ;
era um agricultor de poucos recursos e esteva e-
vendo nesta praca.
Oppoudo um dos seus credores embaraces a
fianza, foi pago por m?io de lettras, tambem a
praso curto.
Removidas estas difficuldades, foi prestada a
flanea provisoria no dia 6 de Maio, entrando o
thesoureiro em exercicio no dia eeguinte.
As lettras paseadas pelo fiador, tanto as da pri-
meira compra como a outra, foram pontualmente
pagas. Quanto, porem, as outras acquisicoes
nada posso affirmar por agora : estou averiguando-
O Immovel dado a fianca, engenbo Fernanda,
do municipio de Ipojuca, foi em 18(57 avaliado por
45:0004000, quand a propriedade agrcola li-
aban o.ai valor do que actualmente, e achava-se
elle ento convenientemente prepralo e benefi-
ciado.
Hoje, que nc est as mesmas condicea, des-
falcado em cerca de me:ade di seni m Ihorea ter-
renos, onde foi edificado o engenho Castello, foi
avaliado por cem contos de res, para garanta da
fazenda publica, pela responsabi'idade tanto de
thesoureiro como dos seus fiis I !
E tanta conviecs tinha o fiador que o engenho
hypotbecado seria, em praso breve, excutido pala
fazenda, que tratou logo de comprar, levantar ou
arrendar outro em lagar distante, e municipio dif-
ferente ; o qoe uo se pode conciliar com a compra
que, as condigoea descriptas, fes das partes do
engenho Fernandas, somente para afianzar nm
thesoureiro a quem pouco conhecia.
* nuco depois de entrar em exercicio, comecou o
'hesoureiro a abusar da condescendencia do ebete
da repartirlo, com quem confessa, e e publico, que
andava na melhor convivencia, daxeado-se sub-
stituir, em seas frequeates impedimentos, por um
Gibo, pessea extranba repartico, o qual tinha
entrada franca na Thesouraria, e exercia, publica
e simultneamente com o pai, as funeces d'este
0 que parece, pois, que os desfalque se foram
succedeud, e eran acobertadoi por meio de quaes-
quer artificios, a que de ordinario recorren! os de-
positarios inflen, e contra os quaes nao ha fiscali-
saco possivel; tanto mais quanto, gozando elle
da maia plena eoofianca do seu chefe, nao poda
ser apiiih-ido de sorpresa.
Depois daaltimo balanco, em 30 de Junbo do
corrent" anso, Drnuipou elle a dar execuc
ao plano, man lando substituir a grade de sua
sala por um tapaueuto de madeira, ou biombo,
eu-n una orta, que se conservava s-tnpre fecha-
da, e dous pequen* postigos que s se abriam
ua oucaaieg de pagamento ; de corte que conser-
vav i-.-e inteiramente fra das vista do publico e
10- en pregados que trabalhavam na scelo.
A 3 de Agosto foi prorogado o expediente do
thesoureiro por urna hora, u pretexto Je atraso no
serve 1 do carirnbi da n .tas dilaceradas; mas
p ,ados priineiro* da, nio obstante ficar
um d a fien com don serventes ua aec^o do the
M.iireiiv, eob o mesmo pretexto, o servico nao se
faZ'*.
T na ia 1 c^tes cautelas, era fac I, como foi,
pr- parar o scenario do eriine, na h .ra da proroga-
co, e quando so conservava aben* a secco
o lBcs-lureifi).
Uniouir circnmtancia da maior pooderacio
me ocCorre I mbrar, para mostrar que, depois do
u tuno balanco, s cofre- desa Toe uraria fica-
1 a n aiada .nais desfalcados Em 18 e 29 de Jn
Iho eulrurain dou certificados de pag imento ao
inprcitr irn da* oirs do prol nigam.tiito da via-
f rrea r) RVeif. a Caruar, am de 402:558*524 e
litro de 226:43 )*02 0 primeiro foi pago um
. na, em 21 de Ag.jsto, dando-se ao emprei-
to d ^0 cutis em notas miudas, velhas
; diiacsi i.; i e at notas em reco bimento, o que
era ei|irppisiuentp prohibido ; deixando de ser pa-
sfirado certificado, sob o inexacto pretexto,
I 1 thesoureiro, de que nio tinha di-
Bco que ehegasse; quando a verdade que ti-
l'tvia tei, -aquella data, um aalda de
MO), ulo^25:3O200Odo exercicio em
Uqaidata 1, que poda fazer passar para o correte
o momento om que qttizese; e qaando est veri-
fi rado ojc de 21 de Agosto ut 6 de Setemi.ro fo-
rim augmentando os recurso da ca-Xa, oicillando
-' sHos mor periodo dedez em des dias, a con-
tar de 26 (k Jnohi) entre 708:9Jl32 e.......
y36:915fi4l8, excluido oa saldos da calzas espe-
cias.
Pela mesma raxo nio se justifica a grande de-
mora ao'pagamento do primeiro certificado; es-
tretanto, sob o pretexto j declarado, foi-se pro-
tellando o pagamento do segando, at o da em
que descobrio-se o simulado roubo, no qual dia,
apezar de estar doente e de costumar fazer-se
substituir pnr seu filho, dirigio-se o thesoureiro a
carro para a repartico, sob o pretexto de pagar
ao empreiteiro, quando certo que neuhuma ra-
zo tinha para suppr que este fosse recober o di
nueiro naqaelle dia, urna vez que o prevenira com
antecedencia de que s podara pagar-lha depois
do 8 dia utll do mez (e o da 9 era o sex'oj, com
porqne o mandara avisar na tarde de 6 (o que
nunca fez nem havia necessidade de fazer) que po-
derla ir receber at o da 11. E' que, por mais
doente que estivesse, nao poderia deixar de estar
em sen posto para assistir e tomar parte do desen-
lace da comedia.
Outra circunstancia de grande peso: ao passo
que as quaotias subtrabidas conaistiram em notas
em circuiac/io, dexaram os suppostos roubalores
de levar a qu mtia de 28:00040 0 em notas novas,
resto de ama remessa de 100:000*000, feita pouco
antes pela caixa de amortit>aco, e perfeitamente
acondicionadas ou 1 mpacotadas, naturalmente por-
que, podendo ser conhecida a sua nomeraco, ar-
riscar-Be-hiam elles a ser descobertos, qaando ti-
vessem de laneal as na circulagao ; o qne s pole-
ria ser previsto e com tanto acert calculado por
pessoas conhecedoras desta especialidade.
Outra circimstaueia de grande valor :
Na saleta, entre a grade de ferro da casa forte
e a porta, que foi aberta com a chave falsa, exis-
tiam diversos pacotes j lacrado; mas os preten-.
didosroubadores nao tiverain a cunosidade de abrir
nem um s, porque, sem duvida, sabiam que con-
tinham sedulas sem valor; o que mostra que a
subtraccao foi feita por quem conhecia a especia-
lidade daquelle Bervico.
Decompondo o scenario do crime, c acompa-
nhando in mente os passo do famoso 'adro, an-
tes de entrar 1 quando se achou fechado no com-
partimento do thesoureiro, veremos o segunte :
Para penetrar neste compartimento teria elle
necessaramente de abrir ou alguma janella, ou
(passando pela sala da guarda, no pavimento ter-
reo, e subindo a escada) a porta do corredor, para
depois abrir porta da sala do thesoureiro, fechada
chave e cadeado, finalmente a porte do biombo ;
mas todas estes portas estavam e conservaram se
techadas at a manh dodia 9, sem o menor signal
de violencia ; nem podiam ter sido abortas por
meio dos instrumentos all encontrado.
Estavam e foram encontradas igualmente fe-
chadas as janellas que da sala do tn-soureiro
do para o exterior do edificio, abaixo das quaes
esteva a sentiella, junto ao corpo da guarda.
Admittida a hyoo'hese de que honvesse elle
conseguido oceulter-se dentro oa sala, ao fechar-
se a repartico no dia 6, (bypothese ua > aceita
por todos os interrogados), por onde ter-se ha
alie escapado, si as portas e janellas conservaram-
se fechadas e na > soffreram a menor violencia ? !
As chaves da porta da entrada estavam em po-
der do porteiro; as da sala do Thesoureiro em
poder deste, e a do bmmbo em poder do fiel, qjn a
tinha fechado no da 6 ; as janellas fechadas inte-
riormente, e as varatdaa sem o menor indicio dr
se baver por ellas descido; seudo que as cordas
com peq'ieno ganchos, encontradas sabr a meaa
do hese 11 re i ro, all ficar am e nao fjram, nem po-
diam cor sido uii'.sadas.
Accresce que as janellas interiores (do corredor)
do para um pateo sem sabida, e as exteriores
sobre o corp) dagua'da e a respectiva sentiella.
Sapponha-se, pirm, que conservou-se elle traa-
e*do, te abrir-so a repartico no dia 9: por onde
poder-se-hia elle escapar, e com to volomosa
carga ? 1
Consideremos.ainda o modo pelo qual teria pro-
cedido o suoposto ladro, qaando se achou, nao
se sabe como, dentro do compartimento do thesou-
reiro.
Aberta a primeira parta interna (a da saleta)
com a cJrv falsa, deixou elle a chave sobre ama
mesa, adjado da porta.
Aberta a grade de f.rrroda casa-forte, depois de
descoberto o segredo da chapa que cobre 1 orificio da
fscuadura, e nao bavendo ao lado lugar onde pon-
zasse a chave, deixou-a na feehadura ; mas fi-
cno provado que esta chave, imperteito instru-
mento de lato, j quebrado e mal soldado, nao po-
da funecionar naquella complicada feehadura
Aberto o corre, e effectuads o roabj, fech >o-o
de aovo e deixou ao lado aB chave falsas, introdu-
zindo, porm, em ama das fechaduras nma gazua
impresta vel.
0 que era natural, e ettava ao alcance do mais
inexperto larapio, era levar comsigo a> chaves de
qoe se havia servido, deixando fechados tanto o
cofre como aa portas, para comprometter o thesou-
reiro e desorientar a polica, em samtna, apagar
os vestigios do crime, para dificultar, seno im-
possibilitar a propria perseguico.
Mas n o ; quiz ser caridoao para com o thesou-
reiro, com sac ificio da propria seguranfa ; e para
nao compromettel-o, foi deixando viste as ota -
ves com que abrie a primeira porta e o cofre
grande; e como uo tinha chave qae abrase a
enger hosa feehadura da grade de ferro da caa-
forte, deixou all urna chsve imprettevel.
Como, porm, nao tinha maia chaves para ir
deixando ao lado das porta, por onde deveri
passar para ganhar a ra, e nao querendo utiliaar
se das cordas que lev ou, para deacer por qualquer
janella, all temoem deixou as corda ; e enro,
abandonando o tbesonreiro sua sorte, moderno
A adino, subtilisou-se e deaappareceu com a pre-
ciosa c-trga....
Ora, forcoso convir que este roubo sui qeneris,
alm de estar fra de todas as coodicpes artis i-
Cas, indispeusaveis a um semelhante commetti-
uiento, est superior s leia raoraes e pb/si-
Cai, pelas quaes se regem o acto humanos;
e uo passou de urna farca preparada pelo
thesouieir e seu i cumplices, a qu*l nao at-
tiairio a deaejada perteijo, porque nao pod a ser,
p>r maia tempo, adiado o desenlace, e nao se
ple preparar cenvenieotemeate a chave falsa
para a grade de ferro ds casa-forte, como foram
prepralas as outra. O estalo em que f-i en-
contrada esta chave denota que anda nao esteva
concluido o seu fabrico, e qu tora experimentada,
mas, quebrando-se, f >i sildada e talvez ainda
a arrteico^da, porm intilmente, ante o engenbo
daquella uivencivel feehadura, camo declararam
O oitj peritos stirralheiro, do mais habis desta
cidade, que f unccionaram o vistorias.
A precipitaco do desenlace, antes de enncuido
0 fabrico da chave da grade de ferro da easa for-
te, e ant s da realisaeo de um facto, de que tra-
ctarei em occaaio opportana, foi- devida k pres-
so exercida pelo empreiteiro das obras do pro-
longamiento, quando o cofre j* esteva exhausto, e
nao tuina mais o theaoureiro pretexto algum para
demorar por mais tempo o pagamente do segundo
certificado.
Este concurso de circumstancias pois, (e omitto
muitas outras de que uao juigo conveniente oceu-
par-me por agora), accenta e turma a responsa-
bilidade do thesourei o e o convence de -ua culpa.
A parte official do Dr. chefe de polica e o tele-
gramma do Exm. prndente da provincia nao Ihe
podem aproveiter, porque esta autoridades refe-
riram-se ao acto material do crime, que, se em
sua general id-do deiiomia.'.-se roubo, considerado
subjetivamente, e qaando commettido por fune-
cionario publico, que tem dinheiro a seu cargo,
denomina-Be peculato; o que s se poderia veri-
ficar depois de informaste que at a data d'a-
quell&s peca offieiaes ainda nao tinhaia sido ce-
rnida.
Tao quanto tenho affirmadr neste meu psrecer
est comprovado por prcas otficiae de crdito rr-
recusavel, taes como, interrogatorios dos proprioe
culpados, vitoria e doeonieafo* authenticos
1 Se preci8a>e em meu apoio de um opimo,
que deve ser insuspeita ao thesoureiro, invocara.
a do inspector seu rnnig\. que em um de seus h.
terrogatorios nao teve a menor duvida em decla-
rar que o considerava o nnico responsavel pea
desfalque, emquanto nao provasse que outro frx
o sea autor. *Hfl
Farece-mehhver justificado o meu requerimento,
para que, em lugar de annuir se renuncia pedi-
da pele tbesonreiro, se Ihe marque nm prazo matar,
afim de que, convencan, como deve elle estar, do
sen crime, em vista de provea to videntes, ie-
licta as consequencias d'elle e recolha aop cefrec
pblicos os valores qne extraviou, on deixou extra-
viar.
Ainda em tempo : acabo de receber informa-
ces offieiaes, que requisite, das quaes consta
qoe as duas psrtes do engenho Fernandas, com-
pradas pelo fiador a 28 e 30 de Abril, o foram por
preces correspondentes ao valor de 45:OO0WO0,
ou pouco menos, dado ar mesmo engenho em sea
integridade : entretanto, quinze dia depois, no
processo da especialsaco da hypotheca, ava-
liado o engenbo em 100-000^000, sendo dispen-
sado o fiador, contra a xprcssa disposco do art.
5 das instruccoes de 27 de Abril de 1866, da er>
hibico dos titnlos de acquisicao, cujes precos eos
traste vam com o da escandalosa avaliaco
Diante de tanta facilidades para que o thesou-
reiro tomasse posse dos cofres pblicos, o desfal-
que era um facto natural e lgico ; e, at, ba Mi-
to previsto e esperado.
O procurador fiscal interino,
Olympio Marques.
Repartico da Polica
Sec9ao 2 N.lOt 2. Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 13 de Outubro s
1886.- Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Ezc. que foram hontem recolbidos ua Casa
de D tenco oa seguintes individuos:
A' minbs ordem, Marcolina de tal, alienada, afim
de ter destino para o asylo da Tamarineiri.
A ordem do Dr. juiz de direito do 2* distrietc
criminal, Fortunado Francisco de Souza, rcmetti-
do pelo commandante das armas para cumprir a
pena de 6 annos de priso com traba lho.
A' ordem do subdelegad do Hecife, Jco da Su-
va Oiiveira, por embriaguez.
A' ordem do de Santo Antonio, Mara da Con-
ceicao, Anglica Mara da Conceico e Jos Csac-
dido Pasa Barretto, por disturbios e ofiensas
moral publica.
A' ordem do do 1" districto de S. Jos, Jos
Vieira da Cunha, por disturbios.
A' ordem do do 2o districto de S. Jos, Manee.
Antonio da Silveira Franco por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da Boa- Viste, Anto-
nio Calisto Pe eir de Barros, por embriagues -
disturbios.
A' oraem do de Apipucoa, Emilio Joaqnim da
Silva, por uso de armas defeza.
Pelo delegado do termo de Palmares, foi remet-
tido ao juno competente o inqaerito policial a que
procedeu contra o major BeMarmino Antonio Sos-
res da Fi nseca, aecusado de baver praticado o cri-
me de delloramento em urna menor que se acht-
va sobre ana tutella.
Pelo subdelegado do districto de Afogados Vi
tambem remettido ao D.. juiz de iireito de 3*
districto criminal o inquerito a que procedeu con-
tra Cecilio de Franca, conbecido por Sizo, aator
do fenmento grave praticado na pessoa de Joa
Jos dos Prazeres. qne vein a fallecer em coase-
quencia do mesmo ter i ment.
Anda pelo mesmo subdel gado do 1*districto da
Gi-ac-i foi remettido ao Dr. juiz de direito o 4a dis-
tricto criminal, oinquiritoa que procedeu contstt
Manoel Ferreira do Na-cimeuto, preso em flagraar-
te por baver ferido levemente a Jos Amaro dos
Santos
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lean
omite digno vicepresidente da provincia-
O ebefe de polica, Antonio Domingot
Pinto.
-
Thesouro Provincial
despachos do dia 13 de octubbo
de 1886
Tbomaz Antonio Guimaraes Archive-
89 pelo contener so.
Manoel Alves Guerra. Informe o Sr.
thesoureiro.
Francelino Augusto d Holland:; Cha-
cn e Mara Joaquina de Lucena. Regis-
tre se e facam se oa assentamentoa.
Francis'-o Go'iiesd SiI-m, J isepirn i*
Miranda Pinto, Antonio Lina Pereira, Mar
tinho da Silva Costa e Antonio Marinho
Faldo. E8cripture-se a divida.
Irineu Coelho da Silva. Ao Sr. Dr.
procurador fiscal para attender. nao h ven-
o inconveniente.
Mariano & C, Amalia Prudencia A vaa
Lima, Jlo Fernaudes 11 ,rques, M ri- Leo-
poldina de Amoriro, prom Taquaretinga < H. Burle & C. luf ra
0 Sr. contador.
Raymundo Marques da Silva. Pagso-
se.
Jos da Silva Rea e u< Hctor de Pal-
mares. Hja vista o Sr. Dr. procurador
noL
Irraandade d-S. Pdro postolo Sa
tisfaga a ex:.geucia.
DIARIO DE ffte 19
RECIFE, 14 D OUTUBRO E 188
HoCicias di n > re
Eis as noticia d que toi portad t o paquete
nacional baha chegado hontem do por:os de
norte e que h j tarde, oui para os do suL
amsionas
Data at 2 de Outubro
la funecionar a assembla provincial em ses-
eos preparatorias.
) vapor Acre, da linha do rio Negro, enes-
ihsu na lhad-i B.iass, 4 horas de viagem ds
M i naos.
J alga se que sem Jau -iro conseguir safaras.
Continuavam os iuqueritoa policue? sobre O
horroroso asssssioato do capitn Gtc a.
A'requerimento da premotoria puboca dense,-
oo dia 24 do passado, urna miuueo.-i. bitaca *s
casa do indigitedo assassino, Taciau.' Maurdls
Torres.
No dia 26 tevo lugar. distribuicio do
premios da exposicao provincial.
Foi, comeado despachante da alf..udgX
Sr. Antonio S. Costa.
Na villa daLabra comecou a ser publicad*
um pequeo jornal, intitulado Commerao do Ps-
ri, semanal.
Durante o mez de Agosto foram_ exoortda.
para o Para gneros no vaior de 1.267:107jH3i
para o estrangeiro no d' 301:448141)0.
Para
Date at 6 de Outubro.
Ijemoa uo Diario de Belem deata ultima da-
ta as seguietes noticias :
Chegou hontem do sul, com ua Extna. fami-

C aMfl


...aitmB


Diario de PernamhiwoC^uinla-feira 14 d? Outubro de IHSfi
i .{di* da Caita Bar-
n:, i > n iaclo p' *at provincia.

ia, o
, g, b io lo pajuata fara
Ble n Freitas H-ariques e
gran ic n un ra de "* oigis polticos e part-
miares.
<) I ni)i''||i[ veri cii-ia na ponte di guar
k-m T. i I i u huirs da -stylo ama guar-
% ii. i-a d l")* o.' i ti 1 > mtantaria.
N cau.ra taiuciptl. h je, a un hora da
tarde, o "ir. ieseaeargalor 8trr da prestara
jorain r di c indo ens','U ii > aaeroiitio do m'siai cargo.
E it^hIj aoje a aaBsioistraelo da provin-
da, se*i aa*. e-asa **a Ex na. tauvlia o
JJr. co n i 'in >* i artujo Freitas Hen-
liques
O ir. ))' lita G. iir> S ma Ban jaira,
accr-t .ni u>mili par* arta provincia, tenia
hegil> imtin i sal, prestoJaWH hm-
tera m-s-ni asfu-nio exereieio dess* cargo.
N> gisi i- ami ticuc*, segu boje para Per-
jfctnb i: > o Ei n Sr. d se-a-iargador Coustintino
Jos 11 Si. vi Ji i.
A'vo entre ni das mais justa* consideracies
txpr $% nio ad pir se i espine i recto e jastieei
Bi o ai p >r 11 ,h Uattaitai -nlales pesajes,
f ini iui njii sua n'in'n'e sentida.
i) sejwijs ao alustre inigutrado prospera
tfagem. .
Omstiv* q servio) t-legra ohioo taraaataa.
N st'o Su n ii o i, 'i r& no da 18 do pas-
ado saieiJou 3 pelas 3 hora-i da 'arle o infeliz
uVegoio I .s Iji njii-s diapartada uta tiro de
eaviaga'dt sibra u o n> direito, o que proluzo -
lie rce insta UiHta.
a O iuf ilii Baasia a ti ihi 2i sanos de idade e
gn filbode Baiito .los Lim-ura.
_ Lemo* n> Diario da Grao Para:
l>eve brev .* ate apaarecer una livro da lavra
b ilUatraio Sr. D. Amonio de VI icad o G ata, in
fltala lo A questa.i religiosa e a tmssao Pea-do
ala resunta aoqu% ha lempoi, s>bre o mesm>
aBaomoto escmvdii o Sr. (tari) le Penado.
S. hemos qiu a obra ja est ioapreasa e que
ti trtala com ejj:ial eeraarn aata sea talenti
9Rsut>r que, en ana ultima viagain a Runa, co-
Jtyn Jiraraal d>cuio*'it>3 para corriborar as anas
SBVnn*tivs. t
F aferg i-; innpect>r doialuniis d> Ljo-*a Psraen-
a).o L'ihli) 'Sirtli>l i n -'i l>is Ou.-rriro.
O Sr Carlos H. Muller acaba de praticar
fBji neto que muito o h-inra.
PrafandaJieut-1 feridj pelo prematuro fallec
acoto da saaaioida mp>sa I) Estephaiia Placi-
> d' .Miranda Mu lir, qu. prestar a sua mem>
Sauni graaii'iat hm-oij-m, libertando grande
joco -ro le escravos.
ITeata iutuit > agaardiu O 7 lia do su passa-
as-nr > (2? de Sot-nilrj), depois do offijio fun-
jtp eon sufFragiode sua alma, deu lib-rdide a 26
aacrnvos !
Et necia alta t-ite mtritoria, e certam;nt
atre' I cuji manira foi prestada tao sublime
Irxn-'iiag'm, o ab:uc>ira j ci.
A alfan 1 : i arr cai>u ni mes finio a quan-
fe d 16'i:t6lt37, 11 > mrala rj a de igual
mee 'naaon anteriore] di :
1981 866:0651383
18S l,0)l:'JJl)i)JO
1883 SSl:l);.il
184 il:713*720
1S85 761:1364900
18S6 765:561*7)7
ro de 239:4191906 a a.uama arrecadada pela
:>e i >ria.
Com i:ra id] cu iguil niss dos aajajs anterio-
3B, t-mos :
1881 181:7744632
1882 76:128*115
1883 26:6tli618
1881 14:3f94S8
1885 2.13:431*197
1886 J (.1:11.1* -6
Durinto o r-iferii mez i r-nlim^nt j dj correi >
Sal f.i de5:583i3i>, siulj & t^taeias......
7311 8 da admiiiistraci) 5:0.'6i2-')
m'.ttio saquea na ion urtan -ii 4a 15:985*006 ;
avado pira dentro d> imp:rio 13:538*786 e pin
Saropa 2:446*220
araabao
Dita at 7 di Outubro.
8egaira ni da 3pi-i > Pira, o Erin. Sr. des-
aba-^' i-ljr J.nqnia aGjsti tirrlaa, que foi
awnt a p'esideacia da provmoia risinba, da a
Paa:
Ho Para ha de S. Ele deiur o mi nom
a*JB d ii 03 Caira, on 1; sua ;iljiinistracil) me-
saceu )^ M 11 im jreusa de ambos os credos pD-
Mm
r Ao ssu embarque eoacorreram omitas pessoas
fcaenli-lhe as coatueaens decidas urna gaarda
ala baoaa paitada na raospt.
O 'itohircl J>*|u >n Lipes Libio, foi a seu
jedido. exonerado do car) de promtor publico
a% coin irea de Caxias.
Ei'ava definitvamsnte tratada a venda da
Eopr-:* Perro Garril da capital a urna compa-
aaaa, "Jjo capital fra logo todo subscripto.
At a ultima data nao se htvia deacoberto o au
lar autores do horroroso c'rime praticado no ce-
WL- > oublico.
T.int i os j irnaes da a?tual politia como os di
a^p-i-i ;i' oceupavam se Io-igam:ote do assumoto,
mr til a de iniciativas enrgicas da parte da po-
O presidente da provincia fra etn viagem
sfe ricr'i ao interior da mesma, tead-> perc-or-
jaso o Icat, \xix, Morro, Cacboeira e Rosario.
ia signal de regosij i, por ter sido a primeira
Jaitas localidades vistalas por nm presidente de
Erincia, o Sr. Feliciano da Pontonra Chaves, dea
rd >ie a sua escravisada de nome Joanna, sen
o a cirta escripia pelo proprio punho do presi-
ente.
Os jornaes da capital tratam longamen(e da
Ssaaisra^ao para as provincias do sul e peJem a
ynaideacia qne interceda pela provincia, junta ao
((vera > geral, afim de que ae decrete algum au-
3ritk> para a colonisac4o lo MaraahSo.
IT o caso de perguntarmos ; o que fazem tres
Kradores e seis deputados as cantaras ?
O Tribunal da Rehtcao despronunsiou o ca-
jttao Joaquim Cvrillo de Carvaiho, no orocesso
aco'ra elle instaurado pelo juiz de direito do
Br?jo.
Fra nomeado solicitador da Fazenda Greral,
*Sr. Aurelio Arail i.
A promotoria publica da capital dera denun-
s*b contra Zet-rino Crus e Arthur Duarte Ponfa-
Slhi. iadigitados autores do assassinato do joven
Jaa Je S uza Borgesa, que eahira do caes di Sa-
pn<; io, ao mar.
O Dr. Jos da Silva Mi i a, deputado ereral,
jas all chei;ara no vapor Bihia, fra pomposa-
mente recebido p>r grande numero de amigos e
sjerre'i^ionaros.
Tem chegado do interior grande carrega-
jentoi de assucar, especialmsute do engenbo cen
Ital.
Referen, os jornaes qa) tem fgido grande
rn'Mide de escravos dis p-in ;ipaes fasenlis
V im e Moi?i>, p'aticando muios normes.
Di/.-m que os escravos a tem dirigido pila '-s-
dda i i telegrapbo terrestre, para esta provincia.
Anda na tiuhi dea* oireci lo da pipuiaca
JbM.rinhi) aterriv4 imoressii causada p-'l i
arof 11 ii de a a i i > i l i i a mu ma pnbliei
da capital. Ei-i q le um novo caso, nao menos
Isrrivnl, vem avival-a.
A t imilla G >sta Ki trihues, da qual taz parte o
JaV. Mmoel Bernarlu" la Catata Rodrigues, cli
ico di cipital t m um jiz'.'o na c-tp-lla da Pas-
aos, .o laij la *re}a ds Roa S uhira do Car-
aao, e no quil esuviu depisiti I >a os o sos de
na mis. Sueceleu qa\ <-m un dos ltimos das
dom/. n timo, tiveis; da ir all teooaitat mu da
ras pessus di fanria e pinaram pila dece-
: l-.iro-ro i .). m'rar arrimbala apirta
kjazigo, aem a urna que encerrava os restos
i le s"us pr igeDit >r
Ap'licia estiva o o-..) Unlo a rigiroso inque-
jfto, pi-naiuii uli mv.i laaaobarto, que a
pdele lu.-a ni.ihar para encontrar o- malva I >.
Os jornaes, occupinsj do assunpto liranlo
jBBja nnpirtancia, a iato, t.lvez, seja causa de
Cu n facti tao gjave ni'"* na obscoridade, as-
c >mo o de cemaasrin publico.
Na cidade de V!c miara, o saenor Ignacio de
fcyulli, que se achara pasea ni > cmr s, foi
panbado por um tubarao que arraneoa-lhe as car-
aa di nad-ga esjuerla, pmdo a deseiberto os
Baos da coila, at a arncuiacao d> joelho.
O ca deu-se no da 1 do corrate, e a infe-
Sm veto para a capital, para ser operado.
\ Vlfi.ile renleu em Setembro ultimo.. .
!h5J -)'t Bui igual mea do anno passado ar-
l.a Ii3:978*l6
5 riaatav
Datas it 21 le 8Hjoo.-o:
^ O pr iiiint- i i provioin, Or. Jansaa de Mat-
aTiiMrt Itaaraaa npartiedes aabiieas.
__Por acto de 15 foi nomeado o Dr Gentil P -
Ir'ira, para leccionar interinamente a cadair de
traneea do Lyoeu uesta capital, duraute o imp 1-
uieot i do respectivo cithedratico, pharmaceutio
Arrhur Pedreira, que se ach no giao de monga.
Na mesma data foi nomeado o major Bsuja-
min Jos Nigueira, para o cargo de promotor pu
blico da comarca de Parnagui.
r-or acto de 17, foi nome* do o Dr. Polydoro
Cesar Barlamaqui para exercer interinamente o
cargo de director geral da instruccao publica da
provincia, durante o impedimento do Dr. Theo-
Joro Al ves i'aeh'Oo.
Tinham tallecido : o Dr. Linloro Augusto
de Moraes Reg e capitilo Aanoel Cavalcante de
Albuquerque.
CearA
Datas at 10 de Outubro :
Trab.lhava regularmente a Assembla Lo
gislativa Proviueial
__ Em trem erpreaso seguir no da 4, para o
Quizada o Exm. Sr. Dr. Torroao, presidente da
privincia. *
A S. Exc. acompanharam os Srs. director da es-
trada de ferro de Baturit e Celso A. de Lima,
empregado da Thesouraria de Fazenda.
S. Etc. fra providenciar sobre o melhcr aec in-
mlame, ito do material alli existente para o pro
jactado acude.
L mis na Gnela do Norte de 7:
Hoj-, pelas 3 h iras da tarde, quando o ha-
chare! Paul i Kessoa se retirva da junta de fa-
zenda, cahe-lhe do bolso do palitot um revolver
armado, e disparando vai ferir no joelho ao serven-
te Antonio Perera Cavalcante.
i. E' para lameatar nao a o triste accidente
que rouba a um moc > pobre a 8 le para haver a
subsistencia para si e sua familia, como o escan
dalo de apresent ir-ae armado n'uina reparticao de
fazen la o seu respec'ivo fiscal!
c Chamamos a atten -io da autoridade para essn
crime, tpe de outra vez poder ser mais tatal.
O ferlmento foi considerad > leve.
L-se na supracitada folKa de 8:
H j i pela manh, na praca de Jos de Alan-
car, perto da feira, citando o menor Joa soitanlo
foguete-i, un destes errou a directo, e ferio a c
xa da um m-nino que pir alli passava casual-
mente.
A pilicia acudi logo, prndendo o menor, e
coaJuzmdi-o para a cideia, (fonda talvea nao aia
tao cedo!
Qui dUraraaea .' Um filho d i pivo, por ser p >-
bre vai conducid a pns;lo por estar soltin la fo-
guetes, o que nao pr'biuido pelas posturas mu-
nicipaes; o ba'harel Francisco t'iula, procurador
fical da Tb wat aria, vai armado de revolver pa-
ra su i reparticao, deixa cahir a arma psiigoau
cij i nao o istitue por si nm crim, umi infrac
cao s illUluaM posturas, f re um potra empralo
a v Ita impuuementa para sua casa, aem eotfrcr
cous i algum i.
E lizem que parante a lei todos lo Igaaes!
Ni birra do rio Ciar, a seis kilmetros da
For'aleza, foi encontrad > urna garrafa pelo capitn
tenante M m tal \u -nsto de Castro Haa zei-, capi-
tn J i porto, que continhi dintro um pipel, com o
seguinte :
A g.rra^a foi saculila de burdo em J.5 de
Agosto de 1886.
Aos 706' latirnde sul e 30' 45' Lng. 0 Gw.
Di escuna VaUUia, de B.aukeneae, capito II.
Ostelrnan.
Em viagem de H mburgo a T.iliahuano.
Qaein a achar qoeira, depiis de encher as per-
gonta3 do nutro lad i, remetter ao obs-rvatirio Al-
enla) em Hmburgo ou ao consulado par re-ex-
pe lir. '
No verso eicoitram se as perguatis a que se
ref :re a notae sao :
Q iem achou a garrafa, quandi, onde com de-
claracio da latitude, longitud?, se a garrafa esla-
va p^rfeita, se cont'oha are a ou no
A garrafa urna das inuitas Actuantes qne o
observatorio de Hamburgo tem mandado laucar
em diversos pintos d ocano para c ilher dados
qne o i.uxiliem na determinaba) da direccao das
correntes ocenicas.
Falle--cr m n: capital: JcSo Gonca'ves Le-
da Jnior, commandante de um dos vapores di
coinpinbi: de n ivegaco do Amazo las, e que fra
do Para em busca de melhora aos seus incommo-
dos ; Ignacio Nina da Silva, a bordo do vapor
Cear, em viagem do Maranhj para a capital,
para onde ia tratarse de benben; Joo Antonio
Soares Jnior, natural de Portugal e cominera in-
te na praca do Pata, onde se distingui por suas
aoas quahdades, merecendo a estima de seus pa-
tricios e da sociedadj paracnse; e Serafim dos
Anjo3 Jatahy.
Fall 'cerain tambem : em Arronches o capito
Jos de Frenas Ramos; na villa do Pedra Branca
Targino Ferreira de Mell i; na cidade de Livraa
Joaqain Manool d'AssumpcS >; e na Granja Jos
Domiogues Ferreira de Veras.
itio Cirando do \nrio
Datas at 11 de Outubro:
Em consequeocia de urna lata que se dera na
pnveaclo de Luis Gomes, do termo de Pao dos
Ferros, no dia 5 de Agosto, entae dona fiihos de
Amanci i Ben dicto de S->nza e Francisco Ros,
este, no dia 8, encontrndose com aqaelle, fize-
ra-lhe diversos ferimentos com um caao de espin-
garda.
O dennnente se evadir e contra el!e, a re-
querimenio do oflvnli lo, cajos ferimentos fo.-im
considerados graves, a autoridade publica procede
na forma da lei.
No da 11 de Setembro, na villa de Apoly
Faustiniano Augusto da Silva, matou focadas a
seu primo Francisco Flix de Oliveira, depo; do
que entre^an-se priso.
O delegado de poiicia proceden ao exame cada-
vrico e organisou o respectivo inquerito, a que
deu o d -atino legal.
Na madrugada do dia 14 do corrate, em
viagem d i porto de Santo Antonio para a Areia
Branca, do termo de Mossor, conseguio evadir ge,
lanjandi-se ao rio salgado, de bordo de urna 'an-
ch em que era cooduzdo, sob gnarda da 3 ou 4
soldados, o criminoso Antonio Simio, o meamo
que no dia 6 havia sido preso pelo subdelegado
de Areia Branca, req"isico do subdelegado das
AVeias do termo de Aracaty da provincia do
Cear. como criminoso alli de tentativa de morte.
De Sant'Anna do Hattos, escreveram em
data de 19 do passado a> Crrelo de Natal:
* E' digno de louvor o acto que acaba de prati
D. Ignacia Mua da Conceicao, libertando sem
unus al^om seus don" escravos Man vd e.Hara,
esta com 33 annos le idade, e aquelle com 49.
Den origem a easa exprnso p itrio' ca e humani-
taria a nomeacio e iosse no resp-j tivo cargo do
jais municipal drste termo do Dr. Francisca Carlos
Pinhei.-o da Garuara carcter digno e hourado^e
como juiz garanta da lei, do direito e a Justina
ao.- sen-i juridicionados
L-se ua mesma tilba :
Per tel grammi de l do oor-en" consta que
foi ciptuialo pelo delegado de polica de Maman-
guape, em cuja cadeia *e acha recoH 11, o cele
bre crimiu s> teoente Antonio Hyjiuo de fl (llan-
da L-iros, sentenciado no termo la Canguan tama
por crime li furto e pro-essido em Pedras de Fo-
go pelo ie ronb i.
Pira i rea'is.co de tao imp> tante diligen-
cia mnt co icorreu o hoi'.docife depilicia
d ata pr ivncia, Dr Praneisti > myutas da Costa
Barras, qne se tem mo trado '. ,-imsiv 1 na expe-
dir da diligen as ten.ienic: captura de en
minio
Pelo delegado de poliem do termo de Can-
uare' iTii foi capt ir _'en!i i (I -eiro o cri-
miuo<< B r.-ira da Silva, pronunciado
no ter no le ioy i niiob i ni artig i 2j do col'g)
crimina1.
Timbe n foi capturado no termo e Campia
Graule e .chi-s- ro-o In li i eadaia desta capi-
tal 3 crimiii > Jo- lo nCacia de Lima, autor da
ii irte i > i ifs i L >i de tai pi-" ata i la no lug r
Ci'rs V m ii -n i da Imp -ratru no d'a 4
de JuUij i i corrente aono
Pe o de igaia l'p i iid' 8. Jos d-> Mipibn,
foie.oiunl no lii 26 o urunin so Jlo 8oares
. taruM l lioyiiniubi no artigo
Uli lo C i ligo crimio i|.
Prata7ia
Datas at 12 1-- Ootuoro:
-^ Na carta do >oss i crrospndente, publica-
da i ib a ru ir ir a Interior ach se relatado o que
de inais importante o ;correu nesta providcia.
INTERIOR
PARAHYBA, EM 12 DE OUTUBRO DE 1888
No dia 6 do correte, com s-is das apenas le
prorogaco, ficaram encerrados 01 trabalhos da
tasso legislativa provincial, tendo sido votadas
aa leis anotas. Havendo apenas 15 conservadores
aa assembiea, aquelle lesultado fai devido ao au-
xilio que prestaran a adainistrac&o, quanto as lea
de naeios, oa amigos polticos do Exm. Sr. Dr.
Paula Primo, oa quaes doata forma aouberam col-
licir-s- a: mi l>s oeqaeoOk e meaquinhos inte
reas s politios pir i t. rare n lismelilis nenes-
sarias aos internases pub'ieos.
C im i nem sempr-, piren, este procelimen
agr-i la aos politiqueiros. temoi asoietl.li aiju ai
triste especta vilo de vermos que oa toi dUaalt li
baraes i^enuin >*, que n.im se quer piierun orga
uiiir um directorio sano, insultam o Dr. Paula
Primo e seus mu ;os p ir aquello acto de pttri itis-
m i e dizetn que o illustre parahybano trahio o
partido liberal e rmdeu-se ao presidente da pro-
vincia.
Por ah v se que o programma do partido libe-
ral era asterilisar a sssso legislativa, tazendo
com que oa deoutados faltassem para uo tasar
casa, ou negando systematicam -nto os orcamen-
laia. Os amigos do Dr. Panla nao entraram em
conchavos polticos e nem na assembla foram de-
cretadas qu'toe9 polticas. Em toda aaeasi, nos
poucoadios em que houve casa, foram apenas dis-
cutidos os ornamentos e algumas p meas medidas
administrativas, que pidiara ser votadas pelos li-
bernas sem o men ir compromettimento. A si > se
limitaram os poucos servicia prestados aadmi-
nistraco.
O c-rto que nem o Dr. Paula, nem os seas
amigos, andaram em palacio solicitando favores
da pr sid incia ou pretendendo empregos.
Se prestaran) ser vico a admi istraco, fizeram-
n'o desinteressadamaote. Foi um auxilio que hon-
rou a quem o deu e a quam o recebeJ.
O genero de intriga agora explorado que o
^cimento, qual foi vota lo, obra exclusiva do
presidente que o iinpoc assembla e por tuutoan
Dr. l'auU e seus amigiis, os quaes d-st'arte cur
varam-sc submissos s ordens do governo.
E' inexacto eniugu m aqu ignira oque se pas-
sou na ass-'inbla.
0 or ijecto de ore tmento foi sem invida apre-
sentado sob a responsabilidaie do presidente, co
mo nao o poda deixar de ser no nosso rgimen.
Elle, porm, foi livr-mente discutido e alterado
pela ass-uibia, sem que muirs das medidas ado
ptadas partissem da administraco.
Pelo exame que li-ra is do orcamento, vimos que
muitas medid s ao mtadas pelo presidente em seu
relatirio nao foram aloptidas, e que muitos con-
servadores minfiverim-so independ ;ntes de quai-
quer p-nsamento partidario, votaudo por sua pro-
pria ennt..
Foi um erro, porque podara o actual orcimento
ser obra mus aproveitavel, e estamos meamo con
vencidos de que o Exm. Sr. Dr. Banleri mi
aC itar a responsabiliiade de diversas disposiyes
do orcimento, que muito contra a ana vonradt ti-
rata votadas, a gomas mesmo ultima hora, sem
que dHas S. E c. '.ivesse conhecimento.
Isto prova que S. Exc. nao pr curou coagir aeus
amigos e muito mems os do Dr. Paula.
O ircamen'o toi sanee ouado. i qne n i quer
dizer que o Exm. Sr Dr. Bmleira teoba tuitivos
para estar muito situf-ito com elle. 8. Exc. a i-
tirco'ise o mai que pode para conciliar os seus
ami< 8, de mi lo que. em n n'ium cas -,ficiase sea
orciinm'o, porque antes de tudo se deve preferir
a iegih lile. Um aeeordo ainda que pouco satis-
fact "ro trazia a vantagm de apressar o ene irr i
ment da ses- >, a evitar as tongas pro. ogases
tao mcivas pira os ootres pubiicis
E-itr-- as me li las adoptadas id on; i n 'ii'o est
um i autoiisacao para o prcsilent' enteader-ae
com os ere lores da provincia, possuidares de ap>-
licea, uo sentido de obter certas eme -aso -s |i-
fac litem a r u .-i lile d pigammto aaflbal ios
juro3 das u-sini apolla s. E' de crer utte i -
er 1 Tes aproveitari os bous d*s-j >s d- 8 Ex.
pirqu", feifis as coocesses, natural que o th--
souro posea por riein em su is coutas e ass-gu-
rar-lhes i pontual1 dale que at aqui tem faltad i.
Firam j sanceipnalos al^uns pnj -ctos de lei
importantes. Entre elles chamaremos a atteucao
para os que autorisam aa emeeses para o abas-
te imento d'a^ua capital, e assen'ameoto de li-
ahas da c-.rri3 urbanos, o estabelreimjn(o Jj fa-
bricas de fiaco e oufros de qu; cim u.-iis vagar
daremos opportunamente noticia.
O directorio liberal parece que vai cabindo
aos p.-d eos. Aiada nao tem um mee de vida, e
j com'c.a a merrer.
O qu se sabe que o Dr. Aragao e Mello poz-
se lora do uegocio, dizeado quemacaco velho
nao m ttc mo em i.mbuca.
Os Drs. ama e Mello e Novaes recusarsm a
insigne honra, allegando qua squer motivis de
incompatib.liiade, segaudo corre.
O redactor do Publicador um empreado que
deve ana c Jlocac-o, ais ciaaervadores SW nao
enrra em liuha de co.-ita.
O Dr. Maoiel Carlos injustamente suspeitado
de li m.O 's com o gov -rno, por ter aceitad i a no
m--ac.ii interina de inspector da hyzieae, carg i
que alias vai deixar, pirque brevemente asiutnir
e exercicio o Dr. Jos Evaristo.
Os restantes membros do directorio nao p > i m
assumir p -lie posico preponderante, a excepta i
do Dr. Francisco Jos ttibello, que hoja tem di-
reito a ser acc'amado o verdad iro ch fe do par-
tido liberal parahybauo, e eftactivameoto vai mus
trande ser cap z da empresa.
E' S. S. quem tem asignado em primeiro lugar
os manifestos e circulares ; quem no Diario da
Parahyba tem defendido com talento e -ledic ico
a causa do partido liberal; quem se tem ex pos vi
s iras dos adversarios que ainda urna vez na as-
M nbli votaram outra a sua preteusSo de ser
consilerado pr ifessor vitalicio. Ao passo que os
oatr -a pretendidos chefes aadam escondidos pelos
engenhos a pelas enenhocas, ou aceitam favores
da : nninistraco, o Ilustre Dr. Rab-llo revela sor
urna tempera antiga e faz lembrar o bom temp)
de Felisardo, J io Leite e outros distinc ja tibe-
raes parabyianos.
Si o De. Panla o verdadeiro chefe no serri, o
Dr. K ib lio o uuic-i homem da capital qua p le
com rao aspirar o basto de chefa. Basta que
S. S. com o seu Diario fall grosso, e se conven-
cer de que o tal directorio urna ciuaa para in-
glez ver. Os cutros saochefes da pa ha.
Cootiauam a trabalhar com a-tivilade na
Alfandega os empregados da Thesonraria, que
para all teram mcumbir-se do servico das confe-
rencias.
De nma pubiieacio iaedictorial do Diario da
Parahyba de 9 do corrate," extrabimos os seguu
tes dalos, os quaes provam evidencia quanto era
irregular e at escandaloso o servico qua alli se
fasia.
O ultimo carregamento tracido pelo tterchant,
fui de 373 toneladas, e j renden 89:600*0X1, res
tan lo anda urna parte por despachar que pode
proluzir cerca de 40:000*00), o que elevar o re
aullado a parto de 13 1:000*00 >. Entreunto op
tres ltimos ca.regameutws, qua sommados formato
730 t.iieladas ou quasi o dooro do 0rn gament
do Merohant apenas rroduzram 85.-000*000, o
que qu r dizer, que feitas as devidas prip^ryOes
os cof'es ,,ubiic is foram tesados em perto de
170:000*000.?
Dep iis '(aquella publicaca o prolncto dos d-
reitis do carregame-it i do Merckunt j subi a
92:0J0*i)O0 pouco mais ou meaos.
Em virtud de unta denuncia apresentada pelo
negiciante Uenry Quius, sobre fact is ocerrid"
na Altan lega, t. onarun-se infirmac-s a-erca de
pratieas irregulares que eram introousidas na Ai-
fandeira. C msia que m vista dss Jef-z i< impro-
c-d t-s dos emjregalos, e das iuf Tinacocs pres
tadas pelos inspectores da Alfandeija e da Thesou-
raria. firam ex-iierados u daspachnite Franciae.i
J.-a Rioellie s iiortcirc .1 nio ,'utu Rodrigues de
l'aiva ; e ma id o-s- i)ue ficas.se ad lido a Thesou-
raria, at sejfOndi orlen di goveruu, o esciipu-
rar Martina > Vlarques de Almeida.
Para o locar de porfeiro da Alfandega foi no
i Jos Judo Soares Neiva, que rra ui al d
secretaria do governo.
Fui aposentado o chefe de siccii da secreta-
ria do g .v rno, capito Jos Bezerra Cavalcante
de Aibn|ii rque, e para xubstituil-o f i pnn vi
do o otficial liutiuo Olavo da Costa Machado Ju-
nmr.
Foi nomeado otficial Francisco Pedro Carneiro
da Cunha, removido do lugar de collector provin-
cial de Santa Rita, e supprimio-se o lugar de ar-
chivista da secretoria, que tinha o vencuneuts an-
imal de 1:3001000.
Asaegura-se que pensamento do presidente
supprimir diversos lugares as repartices jrovn
ciaes preporco que vagaren, em vista do esta-
do fiuauceiro da provincia.
A 6 do corrente sepultou-se no eemiterio
publico desta capital o cadver da Exma. Sra. D.
Mara Clamentina Xivier da Franca, viuva por
fallecimeuto do tenente-coronel Jos Antonio Bap-
tista, mi do nosso saudoso amigi Dr. Jos Anto-
nio Baptista e eogra do nosso distincto compro -
vinciano desembargador conselheir o Joo Rodri-
gues Chaves.
KliViSTA MARO
urda anclo -al Pr pirtana da pre-
sidencia de 12 rto correte foram comeados os se-
guinfes officiaes :
47- batalh&o de in/antaria da guarda nacional de
Itambi
5a conipanbia
Alferes, Antonio Tavares de Oliveira Mello.
42- batatho de Goyanna
3> companhia
Teoente, Antnoiu A'-ruda da oamara.
12' seocao da rettrva
4' companhia
Capital, Francisco de Araujo Lima.
Telefrsmais do lliitrl da llrao
'rdR c -b. moi boutem do Para o seguiule
telegramma :
BeUm.13 de Outubro
' Ao Diario de r'eruam'meo.
O iiario do Gr&<> Para comprimenta a im-
prensa pertiimbiicaua pir mais este melhoramen-
to : a inauguraco da liona telegraphica nacio-
nal, a
Retribu-mns a saudago.
Tribunal do Jury do Be.- ife Com-
pareceram h mt m 2 juizes de tacto.
Procedeu-se ao sorteo dos seguintcs jurados
supplentes :
Freguezia de Santo Antonio
Manoel de Ara.ijo Lima.
Augusto Adrii Paulino da Si'va.
Graciliano Octavio da Cruz M>rtins.
Freguezia de S. Jote
Antonio Perera d- Fra.
Jos Simplicio de S Esteves.
Joo Riirin i Barb.iza
Estevo Jos '*aes Barreto.
Freguezia da Boa Vista
Eduardo ursino de (iusniio.
Dr. J o II ni ri i B-jerra de Meneos.
Antonio Augusto Ferreira Lima.
L ni renco Jos de Carvaiho.
Dr Gaetano Xavier Perera de Britto.
Francisco Jos da Costa.
Chnstovo de Barros R-gi.
Jos Affmsi de Araujo.
Dr. Jos Novaes de Souz-i C-rvalho.
Freguezia da Grasa
Jos Francisco da Costa.
Freguezia de j\fogados
Francisc B rga L al.
Dr T.bi.s Barreto de Meuezes.
dolph' Glno Ptnbeiro.
Antmio Callas i i Silva.
Freguezia do Poco
Jo- Joa-iui o lor^.-s U-hi.
Ki 11 neo de Lima Cdutinbo
Foram multados un 20*, os segnintc3 ju-
t I :
D.-. Antonio Esevo de Olivara.
Vngelo de P.J..8 orr a Cesaf Filho.
Emilio Mena da Costa.
Sympiir, nio Oynpio da Queiroga.
I ii i Ao' n'O de Vlello
li ymu iio Pereira de Siqucira.
C iBtaa i Groa i de Si.
B alfa i i Autonio Bo.'ba.
loa i Em llano de L m is Duarte.
BnMato Arselino de B H ni que de M'ran la H -uriques.
Ur. Dem rita Caval -ante de Albuquerque.
MaOoel F-rr ira de Me -ezes.
loaquim Mu ician i Pt-s'ana.
Gri'.n n^t d i Bego In josn.
!>r. Augusto S r fijj da Silva.
-\nt mi i !','-!r i Di -niz >.
Tenente Fraucisc Bvarsto de Souza.
Jos Du-trt das Nevos Janl ir.
)i:i i do Beg P .checi.
Joo Ant Mito Monti-iro.
Ant.ini i Jos i Abreu Rib'iro.
\ugusto Jeaar Per-ira do Mculonca.
Arstdrao Jos da C-sta Carvalli i.
Prancisc de \ssis F. rnandes Banks.
II nriqne de S L-ito.
Dr Jud i J s Pinto Jnior.
Coaimendador Joaquim Lipes Michado.
Job Alves Barb za Jnior.
i :i. Pedro da Cruz Nevcs.
los Francisco Machado
Jos Ji.aquim da Costa Maia;
Jos Antonio Moreira Dina.
Francisco Jot- da Silva GuimarSes.
Ti'lc:rsphn lerremre O encarregado
da ct i(,'-io t,.-i ;r.i|ihiea des'a cidade obsequiou-a-'s
boii'em com a seguirte agrad Estacan do Recite, !3 Je Outubro de 1886.
Illms. Srs. redactoi-.-s do Diario de Pernambuco
Iin.ugu.-ou-8o h qe "tfi.-ialmeute a est.ci
telegraph ca de Btlem, do Para.
As.-istiram a este acto as principaes autori-
dades da provincia e na corte, s. m. o imperador.
uiiiiisT-i da agriculturo, impreusa, etc.
A ta'xa fixada d'aqui ao Para de 7l>0 rs. por
pala. ra.
O encarregadoNilo Jos da Silva Pereira
loaporcante p recer Sob a rubrica
Thesouraria de Fazenla de P.'rnambucopu-
blicamos o luminoso e de-envolvido parecer pro
f rido pelo Dr. Oiympio Marques d Silva, pro-
curador fiscal interino da Toesouraria de Fazen-
da, lelativam ote renuncia pelo tbesoureiro, Dr.
Eduardo de Biri- a, do prazo, que fhe fora mar-
cado, para reeolh-r a importancia aubtrahida da
mesma Thesouraria.
E' um trabalhi paciente, jariio e b m escrip
to, para o qual chamamos a attenco dos lei-
tores.
Eircllenlr viagem 0 piquete nglez
Tamar da Real Mala, sahilo d'este porto para a
Eur-pa em 30 do mez pnximo finio, chegou
Lisboa s 5 h iras da tarde de ante-hentem.
Vapor do Sal Os Srs. Adamson, Howie
& C, agentes dos paqu tes da R-al Mala, com-
inunicaram-nos que o Elbe sahn hontem tarde
da Babia, pelo que s chegar aqu atuanba.
ImpoNtoH sobre laduafria e pro
OmriS at o dia 31 do corrente que na
ttecebedoria se receber este imposto livre da
multa, que de 6 /.
DiolielroO paquete nacional Baha trouxe
dos portus do norte 25:777*190 para diversas
pess ias desta praca.
Apprehenao de'carne verdeOSr.
Dr. Job Franciao de G es Cavalcanti, commts-
sario de polica da Cmara Municipal expeda
boutem a seguinte p rtaria :
Nao havenpo dispoaico alguma do cdigo das
p isturas dente municipi i qu- autorise apprehemo
de carne verde, viuda de outros mnnicipioe. prin-
cipalmente nao sen o encontrada esta mercadura
exposta a venda para consuin i publico, recomeaao
aos Srs. fiscaes que a-- absteuham de faser a rete
rila apreheuso, limitndose as providencias
est ibel-vi las na lei para os esos expressamente
pir elia oeterminadaa. Cumpra se.Paco da
Cmara Municipal do Recife, 13 de Outubro de 186
O c anrainsori-i de polica,Jos' Fran.isco de
Goes Cavalcanti.
Urge providenciarExiste no quintal
do urna casa da ra d- II irtas, cuj is fuios dri
tam para a ra le S .uta Tberesa, um estibulo
que, pela falta de ass'in, exhala um fetiJo que
tras rave in -ommodo a visinh nca.
T nio notic a l'isso a junta de hygieas e o fis-
cal da freju z i ?
Dicant paduani.
.luis.- do 'omoa-rcioDurante a pie
teaad l I jury, o Dr. juiz do o-mmercio dar
-as audn acias s 10 hojas da mauh, uo lugar
do cnstuine.
o Mr. srrenir da la-ferrea de
Oliiidu e Uebcriue.ii ceomos hontem o
sfgUUl'e billl te poatal :
Ara. redactores.Scientes, como estamos, de
io- Vv. nao se p lUjiain, quanli se trsta d-
I) in publie', vimos por in io d'.-ste r> gar ihes
pin qu se ilgnin de cnaunr aalteiiv-, na sua
Hevista Diaria, do Sr. gerente 'a liuha terrea de
O mi., uo icntido de ser coilucadu mais um Carro
le primeira i lasse, porm de sali, no trem de B -
berib-, afim deque ni entume a dar a- o abuso
das tainiiias, que nVlle viajun, sereui fr qucute-
mente incommodadas pelos fumantes.
o Mr. serens da va frrea do
Caxaug Tainbem hontem recebemos a se
guinte carta-bilhete :
Srs. r-'dactores. Peloseu conceitoado Diario
sirvam-se de peoir, em nome dos moradores de
Apipueos e Porta d'Agua, ao Sr. gerente da tinha
frrea, que providencie de form que o trem uo
Arraial, que chega ao Monteiro s 8 horas da
manb, v at Apipueos para d'ahi partir s 8 e
15 minutos, com o que far um grande servio <
quelles moradores, sem prejuno dos ioteresses da
compannia nem do servico da mesma,- visto como
o trem, partiodo de Apipueos s 8,15, chegar s
8,22 > no Monteiro, antes da hora em que actual-
mente parte8,80".
Aquellos habitantes esperam que Vs. nio
deixario de defender tao justa roclaosaoao e tao
fcil de aer satiafeita. *
O lonsellilrii l'rellii Henrlqacs -
Chesr ,u houreui, no piquei- n ,ci m d Baha,1 pr i-
I norte, o eoaselbeiro .1 i i Antonio de
Ai iuj > Fi ita H-nriques, acompaubado de sua
Exma. familia.
S. Exc veio da provincia Jo Para, emcuja ad
miuistraco sa demiriu aliruus m-zea, minenlo
ill-sa a repu'ac'i que, mereo lamente, giza no
carcter dedistiucti e bmrali magistrado. '
Fflicitaudo-o, ding mos-lhe aossos comprimen-
tos.
TheMouro Prevlnci!Deh-ije por dian-
te i liiit-te a uo Toes mo Pi-ovmeial aos pro-
iessnres de tere ra entran ca. e escitas nocturnas
os S'-us ordenados, relativos ao miz de Agosto
prximo findo.
Timliaba Em 8 do corrente escreveu-nos
o 6 guiiit..-:
Mais urna vez pedimos 4 Vs. Ss. que tenbam
a boudado de dar nos, espaco oa importante He
vista de seu jornal, para a preseute mis-iva.
C mecemos por aoticiar-lhes que o uosso estado
santario por c mais ou menos lisonjeiro, apezar
do graode color que actualmente occasi na um
ver-i rijo e abrazador. O tempo de colbeita ;
os ent;enh s eato tolo3 miento, os vipores e
bulandeiras eato desear iciudo algodo: em
i-noi-n.. um trabalho alfam-sa e continuo por
estas parag ns.
Infelizmente, pirem, o preco do assucar e do
a'godo tao baixo, que o povo, enfraquecido
triste, sent se desanimado, nao vendo em tantos
labores lucra a1 um. dan o se por muito feliz
qu 'He qu em ajuvte de conl m pode satisfacer as
despease, sem daar o aeu crdito aob jug de um
oVic<'.
N podemos resistir ao desejo de deaicar
urna parte desta mis iva noticia da festa das
Cores, celebrada no dia 3 do corrente na matriz
desta cidade per ter sido este o acontecimento
mais impirtante que houve aqui neases ltimos
dias.
Esta festa, tmdiccional nesta pirochin,
celebrada tod is os ann- s na primeira dominga de
i lutubro, c mo epilo-o do sentimental mez dolo
r so, em consagrarn N. S. das Dores, gloriosa
padroeira desta matriz.
Aoezar do pes-imo estado fioanceirodo povo,
precia faze-juatic i, a f- cta esteve imponente
e na altura dos seutimentos r- lii os dos fiis,
que em numero avultadiosiini correram iiresuruscs
i el ir fie r o santo iimne ta Mi das D ires. A
tnis8i Baldada comee u aa 11 horas, estando ot' m-
plu bella.ii' ntj. ata ido e litteralmento cheio de
fiis.
Foi celbrente o Rvd. Fr. Alberto de S.
lag ista Cabral, dign i e virtuoso irmo do nosso
q I vinario o qual de bom grado veio assistir
a fenta Beata eidade, niie ji e nheeido k geral-
'ii:do. S rvir.un ic d'ac uo c sub'lia-
c DO M'.u-e; Fr.iiicisjo de S luza e Joiquim Ave-
bu C.valca'ti, sendo meafre de ceremonia o
no s syinpathieo parocho p .tire Augusto Cabial de
VascoiiC' -il.is.
Pr'kou tanto ao Evange'ho como ao Te-Deum,
o Rv. Pr. Joiio de Stita Tuer.za, que mosrruu,
i, ir alia floeate pilavra e elegite, eitylo, ser um
d >s or i r sniiis not.vi d tribaua sagrad
neata ptovineia, avdeji tem c aquistado vir ut s
luuros para a c ro -i de pregad r llustre e abali-
8ado. A ircheatra fi confiada nos cuidad'S do
hbil eint lligente professor. LuizGomosda Silva.
'. m t id 9 os annos temos a satisfaga) de prc-
. j i e o eQthuoi'ismo d povo timb i
por occaio desta frS'i vi ..: que t. n
reatlee i Birse menta tem Hado eeta 1 ciiidade.
Tudu isto, ii^ramisa verdade, d vi io ao z.-io,
abnegaco e acttvia'ade in-xcedveis io bondoso e
virtu .ao vigario ^ugu-to C.ibrai, cujis qu lidades
.i siftii ras toruiUfla sua p sso. ,veni ravel e
trada peio povo qu o cerca. E,sem duvida,
f. licissima a fr-gu-zia, cuja regncia estiver
sobrecarre,'.Ja a um sacerdote" da altara e dos
-f-urimeiitos do padre Augus'o, que j tem daao
bastantes pr ivas de nao encarar sacrificios quando
se trata de prom ver os inicresses e o engrande-
cimento da religio cathoiica; da qual elle fer-
voroso e digno ministro
No dia 4 foi cantado uai memento por alma do
capttS Jacinto da Silva B rrroe. Foram celebra-
das cinco missas. s quies aseistiram umitas
pes.-as. Ha muito tempo que o digni vigario
Ausuato intenciunavn cumprir esse dever, mag a
ditS-u1 iade de reunir maior numero de padres,
. fim de toruar o acto mais oolemoe, couc rreo para
que sumeute agora podesse elle satiaf izer o seu
deaejo. .
Basta por hoj ".
Beanio .oralHa hoje a seguinte:
Dj Recceio Infantil Nove de Agosto, 1 h->ra
da tarde, na respectiva sedo, (Instituto Acadmi-
co) tra 88so extraordinaria, para 3' e ultima
Jiacusso dos novos estatutos.
Proclsmss de casamentoForam 1-
dos na Ma'rz da Boa-Vista em 10 do crente os
8e^uintea:
Dr. Carlos Bettencourt com Adelgiza Matheus
Ferreira.
Liberato da Costa Fontes com Mana Adelaide de
Moraes Carvaiho.
Dr. Antonio Lupicinio Buarque com Eurhalia
Fre3 de Odveira Filha.
Caetano Jos da (Jos-a e Silva com Mara Luiza
da Silva Ramos.
Joo Martiuiano de Sant'Anna com Basiliana
Maria da Conc-i^o.
Aureliano Bemjamim Pereira de Carvaiho com
Francisca Olympia Vieira Falco.
Hircrtorla dan obran de conserva
cao dos portnBotetim meteorolgico do
Ui 112 de Outubro de 1886 :
o a
Horas i =-o g 5 2 o te Barmetro a 0 Teaso do vapor a a o S
ja 5 3
6 m. 239 760"18 17.85 83
9 281 162- 19.24 68
12 290 761-31 20.58 6U
3 t. 28-2 759m30 19.71 71
6 26'7 759-ii 18.05 73
Temperatura mxima295.
Dita mnima239.
Evaporaco em 24 horas : aosol7m3,. som-
bra5-2.
Cbuva nalla.
Direccao do vento : E dmela noite at8 horas
e 20 uiinut is da manh ; ENE at 8 horas da
tarde ; t at meia noite.
Vclocid ide m lia do vento l,m0 por segunda.
N buiosidade media entre 0,1.
L.eii<<*.Elfectaar-se-ho :
Soje :
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, na ra do
Mrquez de Oliuda n. 19, de 1 piauo, movis e
miudezas.
Pelo agente Silvrira, ia 10 1/2 horas, na ra de
Santa Tn-reza n. 28, de gneros, armaco e mais
uteni'is da taverna abi sita.
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, aa ra de
Cedro Alfonso n. 43, de fazeudas, miudezas e mo-
vis."
A'ii ubi :
Peio agente Modesto Baptista, s 11 horas.
. estreita do Riaario n. 24, de fazendas e rou
pnS feit .3.
Pelo urente Martins, s 11 horas, na ra de
. Francisca o. 31, de movis, espelhos e louca.
Sabbado :
Peio agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ra Estrella do R isario ti. 24, de um pre lio.
Minnan fuaelsren. Serio celebradas :
II
A'a 8 h ras, na matriz da Bia-Vista, pela alma
do otuiselh -iro Francisco Rodrigues da Silva.
Amaiib :
A'n 8 h ra*, na i.'-ej do Porpo Santo, pela al-
ma 1 Antonio G mealves Beltro.
PsoRRelriin -Cli-^ados dos portea do norte
uo va o T na-iotial Bahia :
Manoel Jo- da Silva, Ricardo M ireira da Con-
ceij", Manoel Cesir, Adolpho Cimp-llo, J ao
Joaquim Alves, Jos Joaquim de Miranda Alves,
D Francisca Theodora Alves, Jos de Castro e
Jos (criadas), Fr >ncisco, Jovioa, Mara, Jalus-
tiano, Joi, Jeronymo e Antonio, conselheiro
Frettas II -uriques, sua senhora e urna fijha, Joa
quim Raymundo Cesar, Jos da Silva Braga, Al
fredo Das de Campos, Franciso Rodrigues Li-
ma, Aurelio Antonio Marinho Cesar e um filho,
'Francisco Perace, Jos G. de Cerqueira Carvaiho,
Antera F'easoa, Dr. Pedro Velho, sua senhora. um
filhi e um criado, Carlos Lain, Nicolao Martinia
uo, Vicente Foraja, Carlos Arthur, Orestes Aris-
tides de Asevedo Cunha, Antonio Peraira dos
Aigos Cavalcante e Carlos D. de Soasa Moreno.
Sabidos para o norte no vapor nacional Es-
pirito Sanio:
Jas Gabriel, Elias Faro, Felippe Moreira da
Cruz, Arcelino D. l>s Si iros, Ji.io almeida, Pe-
dro L'monge. Angela d Francesco, II. II ;iing,
Jos Pioelli, Vic ute Eptpbaui, Jos Botphaaio,
Flix Fenizola, Geral lo F-.-it2a|a, Joaqum Vli-
chelem e sua senb ira, L .rre Pterre, Dr Manoel
A Pereira, cominea lad'ir Jo-. Francisco de M mra,
Francisco Monteiro, Jos .Justino, D ireingos de
Souza Barros, Luiz Mjloue, Domingos Goacalves,
Fulgencio C. Alvares.
Sabidos para Fernando de Noronha no vapor
nacional Utiqui :
Antonio Francisco Bezerra de Araujo, Sertone
Moreno, Theophilo Augusto deSouzi, Francisco
Emygdio da Si va, Fe-ix Julio Teixeira Lima,
major Solomo Soares de Mili i, Manool de Miran-
da ciarapam, 5 filh03 e 1 criado.
OperocOem elrurgtcaForam pratca-
das no hospital Pedro II, no dia 13 do crrante, aa
segu ntes :
Pelo Dr. Malaquias:
Extraccao pela torso e arrancamento de polypo
nasal.
Pelo Dr. Esteva i.
Exciao pelo thrmo cauterio de epifalioma do
dorso do p.
Exciso pelo thermo cauterio de hypertrofia da
graode labio esquerdo.
Casa de DetencoMovimento dos pre-
sos do dia 12 de Outubro :
Existiam presos 37, entraram 10, sahiram 51,
exist m 286.
A saber :
Nacionaea, 255, muiheres 6, estrangeiroe 11, es-
cravos sentenciados 4, ir ees ado 1, ditos de cor-
reeco 9 Total 286.
Arracoados 286, sendo: bous 274, doentes 12
Total 286.
Movimento da enfermara :
Te/e baixa :
Vietona, eserava de Francisco Antonio de Oli-
veira.
Jos Jeronymi do3 Santos.
Te ve alta :
Jos Joaquim de Sant'Anna.
Pedro F- lix Antonio.
Mni'.o'i Luiz M-.nteiro.
Proclaman de casamentoNa matriz
de Af gados foram liJoa no da 10 do corrente,
os aeguintt-s:
Feix Jos dos Sa.-it is Jnior com Maria Mellar-
mina Pereira da Si va.
Frederico com Maria J aquia da Luz.
Lotera da prolnjaHije, S'feirajl*
do carrate, ao mem da, se extrahir a 0.' parte
pa l. lotera em beneficio da Sania Cas* de
Misericordia do iiecit, pelo novo plano appro-
Vado.
N<> consistorio da igreja de Nossa Senhora da
onceicio dos Militares r teita a extraeco
pelo systeata da machina Fich.
Lotera Extraordlara do Ypiran-
xa O 4. c ultimo s-rteio das 4. e 5. gsries
i- sta importante lotera, cujo maior premio de
I50:000000, ser extrabida no da 30 de Outu-
bro.
Acham se expostos venda os restos dos bi-
es na C a da Fortuna ra Primeiro de Marco
n 23.
Tambem achain-se venda na pra9a da Inde-
peud- ncia ns. 37 e 39.
{oleraA 5 p -rte da 1* lotera da provin-
,ii, um bju-cio da Baata Casa de Misericordia
do Recife. pelo novo plauo, cujo premio grande
)i:0-.'0J KJ r extrabida hoje 14 do corren-
'e. .in ii ai.do a extrac? o ao meio dia.
ictes acham-se venda na Casa da For-
tuna, i roa Primeiro de Mar^D n. 23.
tjoteria att RioA 3 parte da lotera
-. do BOVO plano, do premio de 100:000^000,
nerA extrahiu amanbl5de Outnbro:
Os bilhetes acham se venia na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Margo.
Tauibem achara se venda ua praca da Inde-
pen lencia ns. 37 e 39.
Lotera da forteA 3 parte da 2i 0" lo-
eria da corte, cuj.^ premio grande de 100:000*
ser cxtrahida no dia .. de Outubro.
Oi bilhetes ach. tnoa rua Hrimeiro de Marco a. 23.
Tambem acham-se veuda na prac-t da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Matadouro PublicoForam abatidas na
M'itadnuro da Cabanga 71 rezes para o consumo
do dia 13 de Outubro.
Sendo : 55 rezes pertenceutsa Oliveira Castro,
i C, e 16 a diversos.
Das 5b rezes pertencentes-sos Srs. Oliveira Cas-
tro A C 1 foi para a caldeira.
No mesmo estabelecimento foram tamben
abatidas para o coasumo do dia 14 do corrate 80
rezes.
Sendo : 64 perteaceutes a Olivera Castro & C,
e16 versos.
Mercado Municipal de S. Jos -O
movimento deste Mercado uo dia 13 do corrente
foi o seguinte:
Entraram :
28 bois pesando 3,780 kilos.
1240 kilos de peixe a 20 res 24S800
52 cargas de f .rinha a 200 ris 1040i
26 ditas de fructaa diversas a 800 rs. 7800
6 taboleiros a 200 ris 1*200
13 Suhos a 200 ris l 2J6'Jt
Foram occuoados :
25 columnas a 600 ris 15*000
24 compartimcutcs "de farinha a
500 ris. 12*000
23 ditos de comida a 500 ris 11*500
65 ditos de legumes a 400 ris 26*003
16 ditos de suino a 700 ris 11*2J0
12 ditos de fressuras a 600 ris 7*200
10 tainos a 2* 20*000
3 dito a 1* 3*000
A Oliveira Castro 4C:
54 talh s a 15 ris 54*000
2 tainos a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada oeste dia
a quantiade 207*700
Kendimento dos dias 1 a 12 de Outu-
bro 2:492*730
2:700*420
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde a 320 e 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a -00 ris idem.
S unos a 560 e 640 is idem.
Farinha de 240 a 32 < ris a cuia.
Milbo de 240 a 320 ris idem.
Feijo de 500 a 640 idem.
remeterlo publico.Obituario do dia 11
de Outubro :
Jos Peres da Cruz, Portugal, 73 aonos, viuvo,
Oiinda; ti-hre pernicicsa.
Maria Euzebia dos Reis, Pernambuco, 22 an-
nos, solteira, Poco; tubrculos pulmonares.*
Reinaldo, Pernambuco, 2 anuos, Boa-Vista;
convulsa,
Benedicta Maria da Conceico, frica, 70an-
uos, Boa-Viata; embaraco intestinal.
Joanna Maria das Dores, Pernambuco, 21 an-
uos, S'.lteira, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Joaquim Antmio Pereira, Pernambuco,66 an-
uos, doro, B)i Vista; febre biliosa.
Joi G>piatrano de Araujo,-Pernambuco, 26an-
uos, solteiro, Boa Vista; tubrculos pulmona-
res.
Berthold Joanna Maria dos Prazeres, Pernam-
buco, 61 annos, solteira, Boa -Xista ; cachfia pa-
lustre.
Dionisio de Brito Bastos, Pernambuci, 36 an-
nos, solt iro, Boa-Vista': cyrrbi-se do figado.
12
Francisco Paulo Borges Uch >a, Pernambuco,
83 anuos, viuvo, Graca ; caeb xia senil.
Mara Th nnaaia da Cou "ei^Jo, Ri Grinde do
Norte, 30 aunos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos
pulmn ires.
Felipp-i Santiago Pereira, Pernambuco, 12 an-
nos, solteira. Boa-Visca ; qu -imidura
Loi, Pernambuco, 6 mezes, S Jos ; obstru-
vio intestinal.
INDICARES OTIS
Mdicos
O Dr. Arthur Lnbassahy, medico oceu-
lista, recentemente chegado, esta cid de,
d consultas tod >s os dias, das 8 s 10
horas da manh, sendo gratis aos pobres,
no 1.a ndar do predio n. 8, largo da
Santa Cruz.
Dr. Gama Lobo, medico operador e par-
teiro, reside roa do Hospicio n. 20, onda
pode aer procurado e-oalquer hora do dia
ou da noite. Consultas: de 1 s 3 horas
da tarde. Eipecialidade; molestias e ope-
rarles dos orgSos genito-urinarioa do W-


>
/
N

inem e da mulher.
!
.^a,^^.


Diario de Pernambuco---Quinta-*-f eir 14 de Outubro de 1886
3
-


Dr. Brrelo Mampato niudou sea cnsul- dicoes sim te revelan o seu crise e perver-
j a a j A. o=n r. AK mo H sidade, inventou Nicnnor,aconselnKdo por siguen),
tono do 2. andar da casa n. 4o, .ra do que o eu escravo f horaB ,ntf8>,,Jlirt,| ;
Bario da Victoria, para o 1." andar, da njo sabido, e aconelhra tembem por sua vei e
casa n. 51, a nfesma ra, como consta do at pedir, svpp icando, como se evidencia de to-
aen nnuncio inserto na seccSo compe- das as ptcas do inquerito, a todos seos eseraros
tente. Residencia a roa Sete de Setem- ^n^cTbavU Cd~" ***
bro n. 34. orna pura iuvenci a fuga desse escravo, que
O Dr. Castro Jess tem O seu consol- estava no trooco e enfermo e pela sua morte deve
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23, desde j ser respcnsavel Nicanor, al que se resol-
va apresental o justica, afim de ser o niesma
soora o. vistoriado, porqusoto, o estado delle era tal, se
Dr. Lope fessoa Medico.Kesiden gundo a descripcao feiU, que JoJo deveria ter se-
da a ra de D. Pedro I n. 9, onde pode guido o mesmo caminho de Catharina.
ser procnrado at s 9 horas da manh. Dos autos a fls. 30 consta ter sido encontrada
C..nli A oti. An T}nrn I__. v, 7 t o dous troncos em um immundo e trio compartimen-
onsultono roa do Bom-Jesus n. d7 1. to ^ ^^^ tme0) logM qUe ^ ,. ^. ba8ta
andar. D consultas das 11 as da tar- ria para prtK|uzir a morte a um bomem robusto e
de. sadio, quanto mais a om infeliz escravo chayado,
tdvoiado sen? nenbum tratamento.
0 Dr. Henrigue Millet tem o seu es- Jr> fado
criptorio de advogucia a ra do Imperador _. t. Qto a morte de Catbarina
oo i j Est verificado e provado, das differentes pecas
n. JJ, 1. andar. deste inqnerito, que Catbarina lora morta em
Tabellio acoites.
0 Bacharel Amaro Fonteca d< AUmquer- Nicanor desconfiado que Catbarina havia tsm-
que, tabellilo do notas interino nesta cap- bem favorecido a tuca das duas parceiras LuLae
tal, communica lo respeitavel publico qu ISa, depois do aJmoco agarrara pessoalmante a
,'. r. sua escrava de nome Catbarina, com 40 aonos de
abri seu escnptono no pavimento terreo dadei e a mandara aceitar por Donata, e Bene-
do predio n. 4, sito a ra do Coronel Fran- dicta, depois de ter sido amarrada em um banco,
cisco Jacintho, outr'ora de S. Francisco, '" C P* pnhos tambem atados, de modo que
onde, com solicitude e mxima lealdade, Di !e >"" .
uuuc, wm N3o sement o propno reo confeesa haver dado
est prompto para desempennar as tune- C88a iUrr8. como a propria executora Benedicta,
cSes de seu cargo. Reside na freguezia nos difierentes autos de perguntas, ti anqu llamea-
da Boa-Vista, ra do Coronel Lamenha n. te narra, o que tambem foi confirmado pelo mari-
30 (outr'ora dos Prazeres) para onde, fra do davict.ms, e8CraV0 Ant0.n, : .
, \"u" ?"" .. ,' Da ella :que armada de um bom relbo,
das horas do expediente de seu escnptono, bem a88m Dcna,ba, na presenca e por ord*m do
deverao derigir-se os chamados, para fac- seu senbor, acoitaram Catbarina as nadegas por
tura e approvacao de testamentos. eBpsco de algumas horas, e que, immediatamente
Cnsul lorio allopatico-dosimelrlco aos acoites, a infeliz victima da escravidao, fora
Dr. Miquel Themudo d consultas das ?dui,d P J" n0 comparta cuto j re-
_ i. fendo, nao sendo tratadas as fendas, que pro-
12 s 3 da tarde em s-^u consultorio raa.mieafe dos acoites, fiesram as costas e na-
do BarSo da Victoria n. 7, 1. andar, j degas.
Chamados por escripto a qualquer hora, j V-se sinda que depois da urra, achavs-se Ca-
Especialidades partos, febros, syphilis, thar?a ot,rODCO- no 5Darto- 'r3nc&da ?'>
*^f f, j i Pr Benedicta, e que, desde o da que sottren essa
molestias do pulmo e do coraso. gnrra at 0 moinento do seu fallecimento, nao de-
hroitarla correram mais de 48 boras, e durante esse peno-
Francisco Manoel d sitarios de todis as especialidades phanns o "enor tratamento.
ceutioas, tintas, drogas, productos chimic 3Ccn^a d, >*'*>. We> feccndo Catharina,
nao comente Nicanor, como sua senhera ficaram
bastante vezados.
da
Baa-Viagrm, no Ji.i 23 ao mcio dia, servindo de
peritos os distinctos mdicos Ors. Jos Joaquim
de Sjusa e Jos de Miranda Curio, que presenta-
ran! seas rea torios e parecer de fls. 48 53 v.,
dos quHHs se c.nclue que nao bou vera de modo al
gum congestao cerebral, e que a causa da morte
foi na opi iiiio do perito Dr. Curio, eertamente a
pr fundidade e eztenco da contuso, miuiosam nte
di'scripta ao seu relatorio, as nadegas e nSo me
dicadus de modo algum, e oa opinio do Dr. Sousa,
a es usa dessu morteprovavelmente deoida a febre
traumtica cowecutiva aferida das nadegas.
V-se d'ahi que ambos os peritos affirmam :
1 que nao houve congestao cerebral; 2 que os cas-
tigos produtiram a morte.
Do interr'gatnrio feito diversos que assisti-
ram a exhumaco e autopsia e ainda dos rol. to-
rios dos proprios peritos, v-se que o cadver apre-
sen ti va os 83guiotes signaes : Os oihos salien-
tes das rbitas, a lingua com saliencia de 4 cent-
metros fra da bocea e ezcessivamente tumefacta ;
o pescoco no lado esquerdo com urna solucao de
continuidade em sentido transverso com sete cen-
tmetros de extensao, interessaid* a palle e tecido
ccllular e msculos, em toda regido lombar, nadegas
e parle posterior da coxa, forte, profunda, contuso,
notando-se as nadegas esmigalhamentos dos tecidos
mollee e focos purulentos que estravazavam-so a
menor inciso em qualquer direceo. *
x -j j.ui.oiK-; .o <-
D o-ts-j
*

s
cr te
3 SCI?!

num
cgg-
p
B g-EJ O.B
O n u tt n
**M'

o t>
B .

2. H
;2.S


II
O
ES
H
GC

e medicamentos homceopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Nao convindo que se drscobrisse a causa
Serrarla a Vapor morte, pelo contrario, que ficasse tudo as trvas,
Serrara a vapor e oficina de carapino procurara es autores dessa negra scena de tirar a
de Francisco dos antos Macedo, caes do g0''8 *r MPul"da.n0 cemi,er, d **-
uo x louuabv i Viagem ; felizmente, poim, um morador do en-
Capibaribe n. $. 'iste grande estabe e ^^ hava algun8 mementos antes avisado ao
cimento, o primeiro da provincia n este ge-; vigario de Afogados, e este cumprindo, com a
ero compra-se e vendo-se madeiras de verdadeira misso de Cbristo, nao s recusara a
todas as cualidades, serra-se madeiras de Suia- ~mo oficiara so subdelegado da Boa Via-
luuaD 4>*^ / i ^em e ao pjr Chefe de polica. D abia o nm-
conta alheia, assim como se preparam obras ^ ;acro da vtoria de fls. 16 e a conservacao do ca-
de carapira por machina e por presos Mu daver insepulto por dous dias e meio.
ComT,A,AB" ] ta pelo jiunbo do Nicanor, que a confisso de seu
i enviando ao vigario essa nota
-se a guia, oecuitara propesi-
molettis, que occasionara o falleci-
Orocarla
Fara Sobrinho & C, droguistas por at-1 ^Z' BS
acado, ra do Mrquez de Ulinda n. 41
PVBLICACOES A PEDIDO
Os ciiiiies do engenho Huir
Nesta data reir.etti ao juiz competente o inque
rito que proced contra Nicancr Bandei.a de Mello **?*!
e cutros, autores dos borrorosos crimes praticados
no dia 21 do mez prximo passado, no engenhu
Ibura. em tres infelizesescravcs.
A polica cumprio com o seu dever ; resta que a
justiea faga cutro tanto, attendendo que a impu-
mdade tem sido : causa principal da tepeticao e
augmento dos crimes, cada vez mais grave: nesta
provincia.
Aos protectores (sem distinccao de poltica) dos
autores deesa triste scena de sangue c de outras
iguace, diroi nicamente Cum um moralista : '
uro dever de tooo ~rfkdjp o coadjuvar as autori-
dades para melbor descoorir<.__ae 06 crmes e pu-
n os ; e deede qne este dever nao .. ,-,mpre
porque, infelizmente, es sn.mos viciados -
para por
talmente a
ment, o que dera lugar ao vigario escrever por
baixo da ir.e?Jia o seguinte :
O Sr. subdelegado da Boa-Viagent queira in
formar-me de que molestia fallecen a escrava
stipra. Denunciarem aqu haver ella suecum-
bido uns acoites que Ihe inflingir seu senhnr,
bem como que ha um escravo tambem a morte por
Afogadcs, 22 de Setcmbro de 1886.O vigario.
Pedrosa.
Essa communicaciio fra entregue pessoalmente
ao subdelegado em exercico Emydio de Assis per
Manoel Gomes, conforme consta de sua declara
cao a fls. 9 a 10, 22 a 23 e 66 e confissio de Ni-
canor a fls. 27 v. a 28, no mesmo da 22 tarde.
Essa autoridade limitara se a entregar pessoal-
mente a allndida eommunicaco Nicanor e a
iazer com um escrivao ad-hoc nao juramentado,
cora dons peritos nao profissionaes, a vistoria de
fls. 16 mais tarde fornecera ao vigario, o attes-
tado de fls. 6, pttribuindo a morte de Catbarina
umn eangntaa cerebral.
Terceiro faci
Sevicias na escrava velba Benedicta
Ainda se v do mesmos autos que a escrava Be-
nedicta, maior de 50 anno, fra tambem surrada,
a mandado de Nicanor, por suas parceiras Catba-
rina (fallecida) e Donata (corpo de delicto defl 43)
pelo tacto de ter sido ella acompanhada, por um
cachorro de estima de seu senhor, e haver o mesmo
sf perdido, sendo depois eucontrado o dito ca-
chorro, no engenho Uehoa.
Esse facto criminoso e selvagem, est provado
at pela declaraco de dous eacravos de mais coo-
fianca de Nic:,nor,que aconselhando a estes que re
ferissem na polica a historieta da congestao cere-
bral de Catbarina, esqueceu-se tambem de dizer-
Ihes que negassem a surra de Benedicta, que dada,
ba mais de um mez, anda apresenta vestigios,
como se verifica do corpo de delicto e fra pre-
senciado por diversas pessoas n'esta delcgacia.
Conclusao
Nieanor Bandeira de Mello e aquelles que o au-
xiliaran), devem ser responsaveis perant i Den e a
sociedade, por esses factos delictuosos, cumprindo
a Justiea nao deixal-os ficar impunes.
Devo squi notar que nao eff. ctuei 23 a prisio
de Nicanor, porque infelizmente a librrima refor-
ma judiciaria, nao o permettia, desde que nao
bouve flagrancia e nem o inqnerito ento iniciado
apresentava as robustas provas colhidas mais tar-
de, recusaudo-se um dos peritos, apr- sentar,
apdi o exame, o seu relatorio, pedindo 48 horas
para esse fim, allegando molestia. A' esses obsta-
culos d reforma judiciaria accresce que n'esta ca-
pital se concede com facilidade habeas-corpus, pon-
do-se quati sempre entraves a policio, que vive
manietada aos caprichos de alguns juizes partida-
rios.
Indico como testemunbas. alm das que depu-
zeram no inquerito mais as seguintcs : padre Cu-
nha Pedrosa, vigario de Anegados, Mauricio de
tal e Antonio Corris de Mello.
Recife, 11 de Outubro de 1886.
O delegado de polica,
Francisco Izidoro Rodrigues da Costa.
-i cj -j e -a -j o <
W O i -1 ts O r C
>aaC5G505aia:c
g--3
m"
,"3
2 8-a-
s-fl
T- -BtcCC~i(
^^^^ss02
3
r
e

a n *
p
a333aa
"S
8-
B
s
nao d,.
Ainda assim o distincto c bonrado vigario, for-
tea^quele sagrado odio tutelar da moralidade, *-ndo a guia para o eoterramentn no dia 26, o
aue deve te tvr sos vicios, aos crimes e aos c.-imi-, fixera COui P/u95o e enviou-me immediatamen-
que--------
noses e estes que assim pioccdem e que
constituem defensores e protect res dos criminosos
(nicamente d- s ricos, fidalgos t polticos) &o in-
dicio de nenfcoma educaco moral, de culpa\el in-
doleocia e nnhum amor ao prox.mo, scciedade e
Reci'fe," de Outubro de 1886. .
'francisco Izidoro Rodrigues da Costa.
Relat(ro do inquerito policial sobre os cri-
mes do tngeho Ibura.
jfiis urna tcena barbara da escravidao Mais
UD-tri6te documento tornecido hi toria por recentes de sevicia* nos adegas da dita escrava,
^uelles que Ee dizem esersvoeratas, e nao que- 0 que demos'.rava haver ella sido surrada ; naoc-
em adianar um passo na solucao do problema da : casio que levantarais a mortalha do corpo, a
/emancipacao dus captivos. p lie das nadegas largavae estas ficaram en cha-
/ A descripcao do crime hediendo commettido no *
engenho Ibura, da freguezia de Afogados, e que
consta do present inquirir, revolta a tedo ho-
mem sensato e mora'.ieado e merece geral repro-
te para os devides fine, o i mci a attcLtajo de
fls. 5 e 6.
, Da vistoria procedid t>o cuirenbo Ibura pelo
tubdelegbdn a fls. 16 dieseram os peritos simples
mente : encontranm sevicias de castigos as nade-
gas, julgando por isso qne a causa da marte fra
urna congestao.
Como me cumpria, no dia 23 i n te, estando
em Imberibeira, mi rjdei vir a minba presenca os
dous peritos nao prtfissionaes, os quaes declara-
ran! Oe fls. 12 a 13 v., que no engenho Ibura pro-
cedern! exame na escrava Catbarina, cujo cada-
A" Brazllelra
No mundo ha u'a mulher que prima pela graca
Que tem o todo seu aos olbos da natura,
Vista-se de purpura, cu viva na lesgraca,
E' sempre encantadora, ingenua creatura.
E' meiga e caiinhosa, tolerante e boa.
Um mixto de paixao, o symbolo da paz,
Sua voz seu pema, o canto seu reba,
Tem tudo que seduc e que ao amor apraz.
Seu typ i jovial : dos puros labios d'ella
Desbrochara tropicaes os risos de pucella
Qual lindo bu3ai a luz do sol primeira.
Por ser da creacao a oympba mais fermosa,
A virgera mais serena, at mais amorosa
Que a bella de Dirceu. 'Ste anjo aBrazileira.
Recife, 131086.
Galdiuo de Barros.
\ ver se achavam putrefaccao ; encontrari- m signaes alludido despacho :
Ao Tribunal da Relajo
O Illm. br. Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, digno
juiz do 1 districto criminal, annullando a eleicao
de juizes ds paz da paroebia do Pocj da lanella,
interpoz do seu despacho eomo lbe cumpria, re-
curso ex officio para o Tribuaal da Kelaco.
As consideraces qua abaixo, vo s-r feitas,
foram motivadas pelos dous seguintes periodos do
va cao.
Infelizmente, no psiz, ainda existe senhores
de escr&vc s, (como urna excepcao) que, s.pezar da
geral tendencia da proprii navio para a inme-
diata abolicao da escravidao, praticam actos re-
voltautes, iguaes qielles que os R manos, devido
aos costumes depravd^, e 4 sua propria legisla-
cao, antigarr.ente praticavam.
E' sabido que Roma toi o tbeatro onde se re- jacr0 dessa vistoria.
presentaTamassccnasmaisverg.mhosasdaescra-j Andrde
vidio. Por muito Umpo ah o escravo era cons- 0 a "' v v j u i .i *, ..
, "j ,u_. !_ _.,:_ : Paes Baireto, seubor do ergenbc Lchoa, que ser-
derado olena moorieJaoe do senbor, e pela mais .", __ ? ___
, F'cu* v ? ,f vio de escrivao ad-hoc leve culpa, e as veres at sem ella, poda ser e-1 .
talhado, morto em acoites, precipitado n'um abys- j
mo, queimado ao fogo lento, m ito de fome ou
ga viva ; que elies sendo agricultores e nao en-
tendrndo de medicina, se prestaram fazer o
exame pedido, e como deveres p' ssones da fa-
milia de Nicancr diziam qne a morte de Catbari-
n fra repentinamente, elles de boa f, assim tam-
bem der'araram, mas que boje estava verificado
o contrario, sendo illudidos.
Cumpre a tar que eeses peritos sao homens rs-
treos, mas ccnhecidcs como honrados e smente
levados pela boa f e astucia de Nicanor, se pres-
taram dar se me hante parecer fl. 16, pelo que acho
que uenhuma culpabilidade, elles tecm no simu-
suspenso no ar em ganchos de ferro, para B:r de-
vorado semi-vivo pelas aves de rapia.
Nao obstante ter desapparecido com o correr
dos tempos essas atrocidades e acbar se boje ex-
tincta a escravidao em todas as nacoes do mundo,
com excepcao do Brasil, que ainda a supporta por
causa de seu ruinoso estado de financas e como
urna transiiccj ou mero fuvor russe agrcola,
entendeu Nicanor Bandeira de Mello (pretenso
abolicionista e liberal) voltar aos antiges tempos
de Roma e imitar urna d>-osas sceaas de sangue,
eoja narrativa se aefea neste iuquer.ro.
Frimeiro facto
Fcrimsatos e deea p i .-cimento do escravo
Joi
Dos diversos aot^s de perguntaa eios aos es-
eravos Antmo. Os. 32 a 34, 59 a 61, Benedicta,
fls. 37 a 40, 57 a M, Waadrl y, fl. 62 a 63, Do-
nata, fls. 64, Manuel oines, fls. 8 a 11, 22 a 24,
66 a 6S e das testemunbas de s. 19 a 21. 4 a 47,
57 a 60 e da confisso oo pruprio protagonista, flj.
25 a 2'J, pro va-as a esisteucia desse primeiro facto,
que passuu-se da seguiute tonna:
Kugindo as esucayat Luiza e Luaia, cneai rega-
das do servic-j castigadas, Nicanor Bindeim de Mello entundes
que o sea eravo Joan havi facilitado essa fuga,
e, sim outro motivo, mandara agaral-o dias de-
!oisdessa fug., e por Ues veze, urna pos outra,
6ra cruelmente surrado, para o que o amarraran
n, em um banco, pelos ps, cintura e pul,o, d<:
modo que nao se moveai-e, senda applicada a pri-
meira surra por Manoel Gjbs-'S dos Santos osi-
tros ; a segunda, que OJMM pouco menos de ama
hora, peto propno Hiwimir; e a terceira pilas es-
cravss Birntuicta u D .nata, r. dobrando deta ul-
tima ves os ae^it' s, filando esse inttliz sem iaila,
pelo que izeram-lb f.ci;ojj e dcrain-lbe espirito
acbemr.
Dtysis desaas surraj era c escravo posto no
tronco e algemado e aiisim se coaserTOu at o dia
do enteiro de CUibarujt. quaudo saluado esta para
O cemitsrit, rotiraraia do tronco, mudaram-no a
roopaque estava podiee ensanguwstnda e ainau-
slaram conduzir por dous individuas desconhocidos
para 'ugar que al b je e igruira.
O escravo Joao, pailido e abatido, quando ra
conduzid.', 4a aanevu ia in4:c*dn, mt palia
andar, porque estava bonivelmente ferdo e caui
bichos as reridas, que exhaUvam mo ebe-o, por
falta de tratamento, p* isso de me algum pode-
rla fugir, oem sneistira viagem.
Nicanor ountvasa a fls. 32 e em conversa com
diversos sjaigos, que de.pozi.rain no inquerito, que
havia acoitado mais rigorosamente e por mais de
ama vez Jacio.
Nao qaereado de m>do algum entregar o escra-
vo para ser viatqcwdn, parfM tsrtwia m aaaonn-
41 a 42 v. : que sendo vizinbo de Ni
canor, rendeiro do eng>nho Ibura, o aual ah se
acba ba peuco tempo, tora na quarta-feira 22
chamado per sea dito vizinbo, qne lbe dirigir
um bilbece, e aunuindo esse chamado, para l
se dirigi ; ao chegar ao engenb o mesmo N -
canor instara para que elle servitse de escrivao
em urna vistoria, que ia se proceder, como se pro-
ceden, na sua caer ve Catharina ; que elle limi-
tou-se a desempenhar o lugar de escrivao, escre-
vendo o qu diziam os peritjs, porm, pea re-
dacejio do rejpectivo subdelegado, e que de modo
algum elle se prestara a examinar Cathari-
na (l l) ; que ouvira na eccasio do exame, o
SBefino Nicanor dizerhaver mandad.) surrar
Joao e. Catliarina. sendo que esta fora levemente e
aquello com bastante rigor.
Desrjando ainda, pora esclarecimento da ver-
dade, demonstrar a improcedencia da vistoria de
fls. 16, internguei ai re-pectiv.i subdelegado,
(que j se acb* exonerado, pedido), e elle de-
p ndo disse a ti j. 35 a 36 v.que no dia 2.' de
Setcmbro, s 5 boras da tarde, Manoel Gomes
em companhia de Nicanor, na estacio da loa-
Viagem, lho di-serxm qne tendo o vigario de
Afogados se reservada a dar lc>ni;a para ser
sepultado a esorara Cstnarina, de propnedade do
referido Nicanor, fasia preciso procjdei se a um
vistoria na niesma escrava, e imm- .itununte
elle rrspendente sfguira i eavallo, convidaudo
em caminho daas peasoas pura servirem de peri-
tos, e chegando ao engenho, encontrara no pavi-
m< nto terreo e sobre urna mesa o cadver da es-
crava Catbarina, ordenando que este fasse exami-
nado pelos peritos, os quaes procederam nica-
mtte-o exame as costas e nos nadegas, encontran-
do natas signaes recentes de sevicias, teudo o cau-
ro largado em ambas as nadegas, deitando agua de
sangue.
V-se desse depoiaoeoio, do parecer dos peri-
tas ailudidos, que a escr-.va fallecer do castigos
inmoderados.
A vistoria de fls. 16, portante, em direito, ne-
nhiin valor tro, pirquj culla, nao s por faltar
as tormaU tad'-s rsseucises, raes, como juramento
ao asTivo ad hoc, perito?, a exposigao ou relato
rio destes e aprsentelo de quesitos; eomo tam-
bem porque n4o coorm a exprrssVo ds ver-
dade.
Das deelaric5cs d>* peritos fls. 12 14, sub-
delegada tts. 35, Mtuoel Gantes fli. fls., do es-
crivao ad nos fls. M e da urda do owssra
Bernardiuo J- Seno P reir fls. 20, v-se que no
referido anto a-'. rtstarU Si. 16, nada *e diste so-
bre o diversas vestigios da/ sevicias, encontrados
no ctniav. r d Catbarina, sendo ao contrario o
dito auto ocisso e infiel em tudo.
Necesario ae faaia, nortanto, que apenar do es-
tado de pntretaeco em, fus so nena va o cadver
da infeliz escrava* se prucedease a competente au-'
topsia, para o qne toi exhumado no cemiterio da
De se nao terem achado no cartorio compe-
l tente alguns processos do alistamento, nao se-
gue-se que os eleitores que tem seus titulos
passados legalmente, os quaes da niesma sorte
achou-se que conferem com os respectivos tclbes,
nao tenham sido alistados, atormente quando
a est provado o estado de desordem em que foram
entregues pelo ex escrivao os papis trancados
do dito cartorio.
Menos valor tem esse facto para fazer a preva
a da falsidade dos titulo*, do que a existencia des-
tes, a soa conformidade com os taldes e a falta
de vicio externo, para provar o extravio dos
autos, s
Houve equivoeo (pois nSo podemos suppor que
fosse m i) da parte do Ilustrado juiz na apre
ciaco que fez dos documentos, visto que destes
S. S. nao poda jamis concluir que es presumidos
eleitores estivessem de posse de titulos legalmente
passados e que conferiam com os respectivos ta-
lofs.
Nanea foi feita couferenoia dos titules de elei-
tor com os respectivos taldes ; or comegninte,
como dizer S. S. que se achau que aquelles con-
ferem cum estes ?
O reclamante nao fundamentan a sua reclama-
cao nicamente no facto da nao achada no cartorio
dos processos do alistamento; nao: fundou prin-
cipalmente na ausencia de seus nomea nos editaes
publicados pela impreusa (oroya esta que nio po-
da ser preparada posteriormente como f ram dous
processos) na falta do registro publico das reoisoes
do alistamento.
Nao foi a nao existencia dos processos no car-
torio que fez o reclamante concluir que ta. 3 e taes
individuos nao erain eleitores, foram sim os editaes.
servindo aquella prova de mero auxiliar, tanto
qae quando toi dada busca no cartorio ein Pe-
vereiro d'este anno nao pergantou se quaes os pro-
cessos que alli nSo existiam ; porm ped j-se qne
03 processos terminados fossem apresentades para
sereno examinados
Nao se fez confrontaclo dos titulos com os rea
pectivos talo s, porque os portadores d'aquelies
nao se prestariam a entregal-os para este examr,
mxime tendo elles a consciencia da falsidade dos
titulos.
Para ver-se que os titules nao foram passados
legalmente, Dasta ter-se o documento n. 3 (iufolie
pjDlicado na imprens-% nacional), pags 91 a 92,
97 a 98 e 103 e attender-se para a nurneracao do
ordeno na revizao do alistameuto e para os nu
meros que tem os titulos.
Pelo edital do juiz de direito do 5U districto cri-
minal de data de 20 de Fevereiro de 1883, publi
cado no Diario de Pernambuco, n. 47 de 27 do
mesmo mez de KVverciro e que foi junto, sob n. 5,
a reclamaco do eleitor Manoel Ramos Chaves,
snvnte toram alistados na revisio de Janeiro do
dito anno de 1883 seis eleitores no 5 districto
criminal, sendo 3 no Poco, 1 na Varzea e 2 e:n S
Lourenco da Matta ; pelo exame feito no cartorio
a requerimeuto do Dr. Jos Mariauno fcrsm alia
'ados em a mesma revisa, alm d'aquelies seis,
mais 11 no Poco e 1 na Varsea, ao todo 18.
O que se toria muit> notarrel nessa rerisao
principiar pjr 56 o numero de ordeui da revrsle do
alistameuto e por 125 o numero do t luio.
Nao {rodemos atinar na ras&o d'essa numrracSo;
pois ao 1* alistamento foram alistados no 5* dis-
tricto criminal 411 eleitores, sendo 269 ao Poco,
87 na Vanea 56 em 8. Lourenco da Matta e (ta
revisto de 1882125, sondo 63 no Poco, 56 na
Vanea e 6 em S. Lourenco, nao roclaitrdo oeste
numero Joao Francisco dos Prazeres, Antonio
Aquilino da Sitaa Ribeiro e .los Joaquim Dias
Fernandes Jnior que fi .ram as listas de cha
mada da fregnezia da Varsea e sao portadores de
rtalos falsos.
Ds citado documento n. 3, pags. 97 a 98 e 103,
extrshnnos o seguinte meppa :
Do mesmo donomento n. 3, paginas citadas edo
documento n. 5 consta que todos os 18 cidadSos
scima mencionados fi ram alistados pelo Dr. Joa-
quim Goncalves Lima, o qual exptdira-ihes os
respectivos titules ctm excepcao desque estocol-
locados em tiente dos ns. 11, 12, 13, 14, 16 e 18,
ciijcs ttulos feram passados celo Dr. Adelino de
Luna Freiie.
De foima que o Dr. Goncalves Lima dentre os
seis cli iteres que aliston, conforme o mencionado
edital publicado no Diario de Pernambuco n. 47,
de 27 de Feverelro de 1883, sonriente a um expe -
dio titulo, au passo que aos que elle nao alisten a
todos < ntregou titulos !
Isto i lembra ao Sr. Dr. Jet Mananno, que
quiz confundir tudo para ee nao fazer a luz em
torno desta questo.
Perdeu, porm, o seu tempo e o seu latim.
cima j ficou dito que se nao conferio, como
suppoz o fcr. Dr. Costa Ribeiro os titulos cem os
tales.
Tres dos snppostes eleitores alistados em Ja-
neiro de 1883 requereram na reviso actual do
alistamento passagem da freguezia do Poco para
a da Boa Vista e peles titulos aprtsentado con-
rma-se a aecusseao que se Ibes fez de serern
puit.dore3 de titulos falsos.
Estes suppostos eleitores sao os seguintes : Jos
Antonio de Mesquita, Pedro Antunes Ferreira e
Jos Nunes da Costa, que no mappa ncima esto
coilocsacs em frente dos nmeros 6, 7 e 8.
Os ditos titulos aprrsentados nao cenierem com
os tales e ioiam expedidos, nao pelo Sr. Dr. Gon-
calves Lima, cerno pretendeu provar o Sr. Dr.
Jos Marianno pelo seu exame feito no cartorio ;
porm sim pelo Sr. Dr. Adelino de Luna Freir
em 17 de Marco de 1884, tendo debaixo do diser
impresseData do abafamente1885 ; donde
ee nao pede saber de que reviso ce tratase da
de Janeiro ou Setembro de 1883, parecende antes
que se refere a esta ultima.
O titulo de Jof Antonio de Muqu 1. tem o nu-
mero176e o numero de ordem no alistamento
da revisc46 ; o de Pedro Antunes Ferreira o
numero- 49 ; e o de Jos Nunes da Costa o nu
me re181e o numero de crdem da reviso
51.
J m" u superior Tribunal da Res cao -ue nao
verdadeira a parte do despacho do juiz de di-
reito do 1 districto criminal, scima transcripto,
pois, cemo tica provado, es titulos sao falsos, por-
que cao conferem cem es tales.
Nao se pretende, pois, snnnllar alistamento, e
(ue o poder vttificader judicisiio declare a
ICfaue u viudal', Lre ita _.. ?l .. ,..x
falsificadas, visto icrem sido celas incluidos no-
sces de individuos que nanea forsm alistados e
que sao pcrtadoies de titulos falsos.
Tudo isto foi devido a desidia des juizes emno
cumprin m o seu dever, fazendo o registro das re-
vites do alisti ment elcitoral desta capital no
tempo e forma prescriptos pela tei e regulanrento
eli toral.
0 Justus.
cidado Leopoldo e si elle resistir pteam transfe-
rencia de verba para a questo judicial.
A cmara obediente se lembrar que ha no or-
namento mais de urna verba anda intacta e estar
acabada a questo ; pois, nem ella faz capricho,
nem e la sustenta a raft causa do Sr. Leopoldo.
Sinceramente lastimo qne o contestante esteja
boje contra mim, quando tanto o aprecio e distin-
go. Vale me a certeza de qae nesse negocio eu
apenas Ihe sirvo de tabella e nao de alvo Mas
a este respeito mesmo devo dar Ihe um conselho
nesta eccasio em qne para aqu traoscrevo a pe-
tico do Sr. Leopoldo por elle mesmo publicada
ao Jornal do Recife, de 5 de Maio do corren te
anno, e a portara de S. Exe. publicada no expe-
diente de 20 de Agosto qae se acba no Diario de
4 de Outubro. O conselho o seguinte :Olhe
l, para outra vez nao me deve contestar noticia
que venha publicada na Revista Diaria, est en-
tendido? porque como agora ser sempre peior a
emenda que o soneto.
( Continua.)
I* anal versarlo da morte do
uit' 11 1111 uo Jos Cae tao Lu-
uiaehi de Mello
' um dia de luto, dia de pezar e eter-
na saudade para todos, parantes e amigos,
que, em convivencia intima, apreciavam e
estimavam o bonrado mogo, que sobre a
trra chamou-se Jos Caetano Lumac-hi
de Mello,
Ilcje, 1" anniversario do passamento
prematuro dessa crianca de 20 annos ape-
nas, mas venerado por todos, j pela mag-
nitude e generosidade de su'alma, j pela
probidade de carcter e modo ezemplar
de proceder, boje esquecel-o, abandnalo
ao misterioso silencio do tmulo seria urna
cruel ingratidSo de que nao merecedor.
Em sua curta peregrinarlo por este
mundo de torpezas nunca negou seu au-
xilio aos que nelle procuravam um abrigo ;
soube sempre evitar as escolbas do mal e
caminhava sereno ao sentir-se attrabido
pelo sorvedouro da campa.

Foi i> 11! (5)
A' Sra. Rcsa Mara da Conceiclo, coa-
tureira, nuoradora m. Pelotas, (Ric-Gran/rk
do Sol), roa Goiicalvta Chaves, em
1877 achava-ae, fssia dens anuos, perse-
guid;, por urna tota* atormentadora, ac.
panh. da de cfjies no prito ene restac
respiracSo fnb.-rit.aiia, dtbilidade eroiex-
tremo e finalmente cem tcdts os symate-
rnas de fysica pulmonar. ,,
Durante todo esse t que a medicina acecaelka em aes/ata*,
porm nenlium proveito colbia e a
midade Ergua lempre o een curso ic-
nesto. >#3
Um dia len.bren-se tos; r o Teitoral ds
Cambar, e foi tao feliz qne rm ponco tem-
pe restabeleceu-segozando boje a maif
vigorosa saude (\"Je o f< Ihtto qne cobs-
panba cada frasco.) ,
nicos gentes c drjioeffsrios geraeseac
Pernambuto Francino M da Silva Cf
Ra Mrquez de Olinda o. 23.
Fbres intcrniiliztes
Eu aban
que,
sim .
nu 111
Um terreno dado, urna travessa
morada
E' um par.drgo de ferta o tal protestante, isto ,
o t>>l que protestou centra a ultima noticia da Re-
vista Diaria a respeito das obras do Sr. Leopol-
do !...
Ora, pergunta-sc-lhe uual o motivo justo e ho-
nesto que o faz com tanto calor defender essa pi-
tada de tabaco, fpermitta-me que acceite a expres-
siva qualificbcao), isto urna servido publica
confiada so goso exclusivo de 'um particular por
q uem nao a poda dar, e urna arteria fechada sem
vantagem provada em prejuizo da viaco publica.
E o bomem apruma-se todo, quer cretcer, poe-se
as ponas dos ps como Marat quando enunciava
um pensamento sublime, e trovej;. :Voc pi nsa
que eu sou tolo, pensa que c&io na csparrolla.
Voc o inimigo da Cmara, Dr. Fausto tendo
por trsz Mephistcpbeles. E', ja Ihe disse ; ; na.
admitto replica ; e ainda que nao soja ba de ser .'
Sino me diga ja e ja e j e ja qual a razo pela
qual mandou a noticia ao Diario ?...
Escate-mec; snspenso da Cmara, amigi-
nho, entra no sea e nSo no mea plano, pois noti
ciando o abaso apenas tire por fim profligul-o
como hemem de bem. Ao passo que o Sr. protes-
tante completamente deslocado em tilo invio tee-
no, te denuncia quando no seu artigo de bontem
diz, por exemplo, quanto a soa pessoa psr ad-
mirar sua intervenco em cousas polticas (a ques-
to do maro, pois, do que se trata), desde que
S. S. acba que essa cousa, a poltica, urna mi-
seria ; e quando em relaco as respostas da Ca-
111 m nesta questo vein dizer: arteiramentc, e
pea inconsciencia de alguns cillocaram a insigui-
ficanre (!) questo no ponto de urna desobedien-
cia ao Exm. Sr. vice-presidente da provincia e
(te itc. Logo a Cmara faz pclica, logo a C-
mara foi levada por outrem artetramente, logo s
Cmara deve ser suspensa. E queui pura isto est
tocando fogo na cangica eertamente aquelle a
quem tal acto pjd r aproveit .r. Nao ser possi-
vel, por exemplo, que existan) em Olinda dois galos
no mesmo terreiro, e que a sabida do qae tem ajo-
ra aptnbalu na crista venha ser t-u a porta aberla
o baque de todos os que sejuem o vencedor por um
enchotamento geral...
Pois quanto a suspensa > da Cmara ja se us-
quacvu o m- u contestante qne na minba Revista
eu d.sse que esse torno nao resolvera a questo?
Suspensa a cmara chamada a cmara liberal
cujo ch te ja disse que mandara ap.'uas b itar a
bnxo um pedaco do muro para abrir passagem
(Miando o jardim e a puchada do Sr. L ou A lo.
O qu ; em vez J* um recanto crear na trtvess
en.ai,;ida mais dois recantos f
Nao, amigainho, eu nao que nao quero a sus-
p nsao. .\ /impon que a cmara liberal ha ae
fazer ser da outra nttturesa___
Nao esteja a esmiucar ; eu tenbo o folego com-
prido e Ib ire bateado uas pisadas em prova da
pureza de intcoces que ha na pusicj que me
enttoqaei.
E' oovio que qae S. Exc. nSo precisa desse re-
curso extremo para cortar a questo pela raz.
A cmara n> quer desobedecer a S. Exc, nao
assim ? Ma apouas nao man la intimar o bomem
do muro, que sob sua firma obrigou-se a demolil o
quando tai tntimacao viene, p icn acba qae an-
doa ah am arteiro atropellwido tudo ; e porque
ach.t que esse bomem (j qne se responsabilison
qne tido como bomem bonentu torcer o caminho.
vindo >. questo judicial owuoitr e lugnr d fatta
do c uiiproniaa* ? Pois be, fique sabendo qu-
8. Exc. achara o mein de sobrepujar a qu'-ttSo'
venoendo o etcollio ; S. Exe., par eiemplo, scieoti
ciuacieote de que a cmara nSo quer desobedecer
seiente e csosciente do qne ella o-YeeonAece por
autoridad! superior, Ihe dir:Mande ia timar o
Dorme, pois, em paz amigo o somno
dos bemaventurados que jamis tua memo-
ria ser mareada pela mao destruidora do
tempo, e aceita sob a lage que te esconde,
este pequeo tributo, e prova de conside-
racao, gratidSo e saudade.
Adeus amigo 1 Dorme tranquillo, que
um dia nos encontraremos ante o juizo de
Deus.
14 de Outubro de 1886.
Henrque H. de Menezes.
Thes on reros
A esforcos do Sr Dr. Jos Marianno foram no-
rmados os cidados seguintes:
1
Antonio Jos Silva do Brazil, tuesoureiro do
Correio, suicidado por desfalque.
2
Brsz Barrete Carneiro Lean, thesoureiro do
Proiongamente, fgido por desfalque.
3
Eduardo de Barres Falcao de Lacerda, the-
soureno da Thesouraria de Fazenda, preso por
desfalque.
4
Francisco Goncalves Torres, thesoureiro das
loteras para o fondo de emancipacao e ingenuos
da colonia Isabel, suspeosas as loteras.
zo assignda, certifico Muc,
'ando urna minba netinba de 9 annos
idade, com frbres intermitentes durante
4 coz es, e depois de ter otado bom nu-
mero de remedios aceitares pelos nossoe
clinicds, s se restsbesecen completamente
com o Remedio Peruviano que me venden
c Sr. La'roque, pbamateutico em Br-
deos ; por verdade passei a presente.
Gujan, 1 de Setembro de it6.
Viuva Tavsin.
Nota : Encontra-se naB pliarmaciae
Americana e Conceic,2o.
( i
Todas as dllacea oa demoras sao
perlgoaa*
435
Quando a enfermidade ataca os orgos da res-
piraco, a sua marcha progressivs, terrivel e r-
pida, e o doente nio deve perder urna 60 hora em
tancar mo do Peitoral de Anacahuita, quando a
tesse, as suffocacoes, o catsrrbo, e a difBcnldade
de respirar annunciam que a enfermidade comecou
a desenvolver-so e a contaminar as delicadas mem-
branas e tecidos cellulares dos orgos da respira-
racao. Urna s dse tomada em tempo evitar
muitas dores e soffrimentos. Porm, por mais for-
midaveis que sejam os syrriptomas, por mais arrai-
gada e inveterada que se sebe a molestis, nem
por isso deveis desesp'rar. Os cases reputados
fados i^rlS^-aBr11&r^
llmente, mediante o uso de_te admira vel e mara-
vrlhoso balsamo pulmonar.
Nao deixeis, pois, de acudir a elle immediata-
mente que se aprsente a apprcximaco da enfer-
midade, porquanto existe um periodo as affeccoes
pulmonores, em que preciso infelizmente, per-
der-se toda a esperanca. Nao arrisquis, pois,
vessa vida por meio de mal cabidas dilacoes a in-
uteis demoran.
Cono garanta.contra as falsifcacoes, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp vcnbam
estampados em lettras transparentes no papel
do livrinho que serve de envoltorio cada gar-
rafa.
Acba-se venda em todas as boticas e lajas d-
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Heury Foster 4 C ,
ra do Commcrcio n. 9.
Com o empre'go deste .emedio phenomenal, o
X&rope de Vida de Beutei. X. Z, mui-
tas doencas que sotes eram reputadas de todo ia-
curaveis hoje dominam-se e caram-se completa-
mente Entie taes doeness cumpre citar a dos rins
dt nominada de Bright, em todos os seus variados
desenvolvimentos de granalaco, degenerado adi-
posa, etc., etc., doencas rebeldes do figrdo tenden-
do a ulceraco do org-j ; clculos na vescula do
fel e os urinarios, a fysica tuberculosa, a sypblis
secundaria e terciaria, as molestias nervosas chro-
uicas, o envenenamento do sangue, etc., etc. Na
realidade, podemos declarar sem temor de des-
mentido qae o Xarope de Beater \. 'i
cara quasi todas as doencas do figado, rins, pul-
moee, estomago e intestinos.
Para sostenannos ns forcas vitaes, que esto
expostas aoe insultos das molestias epidmicas, c
preciso dar-lhes a energia necessaria afim de po-
derem repellir os geimens iofeccics s que deter-
minam essas enfermidades. 0 meio mais pode-
roso consiste em urna nutrifo riea, que nao fati-
gue o estomago e que repare promptamente as
p( rrlas ineessaut' s do urg-mismo. O Vinho de
Chapoteaut satisfaz estas condiccoes, por qae
nelle acba se em ditsolacao com um vinho ge
neroso de Hespsnha a carne de vacca j dige-
rida, chamada peptona, que se assimila immedia-
taaieote e cens. rv* os orgos no seu estado uor-
mal, upesar da nflaeccia debibilitante dos gran-
des calores.
-------------es&esee-------------^
Falsificado
Os abaixo ssignados, fabricantes do Oleo
bygienlro e a romalico para lampa
1 loan, prevn-m aos consumidores d'este oleo
que alguns ra- rcieiros pane escrupulosos, ranean-
do mo de garrafas j servidas, em os rtulos da
fabrica, enchem-u'.ts de urna moxinifada. mal pre-
parada, de azeite de carrap^to, qae vo impingia
do ao publico como o v. rdadeir;i Oleo bygie-
nlco aromtico, nao se importando com sa-
crificar a saude d'aquelies que costnmam usar
lamparina nos quartos de dormida, e smente
tendo em mira o mesqninh 1 e srdido interesse.
Protestando contra tal talsificacn, vo os abai-
xo assignados proceder criminalmente contra os
falsificadores, cojos nomes publicaro em breve, e
declaram qne o verdadeiro Oleo hygletaleo
e aromtico acotidiccionado em garrafas
aue, alm do rotulo onde se v ao ladoMARCA
KEG1STR\DA,trazera sobre a rolba urna eti-
qneta em forma circular, com a in-cripe Fa-
brica de oteo* vrteues. PrrnimlMi
co. Harllns rt Mslss, m letras amarellas
de alto relevo, sobre campo pr-to.
Caut lia, pois, com os fnlsifieadoras !
ltecife, 1 de Outubro d 1886.
Martin* & Bastos Sucoessores.
ajiolih
Este efficaz e inoffensivo preparado, que
nao contm mercurio nem arsnico e ape-
nas urc<\ dose tao divinuta de iodoreto ds
potassio, que bem pode qoalificarde
homreopatbica (menos de meio grao em tuat
colher de sopa de vehculo), deve sonriente
sua maravillosa virtud depurativa aos ve
getaes que entram em son ccmposi(So. Q
Outros preparados qne nao centm ak'
solutamente um tomo de mer-.urioj ou aeoe
cotnpestos, tm tal dse de iodoreto de po-
tassi'-,. que esta, dissclvid em agua pura,
curara os doentes qce lrn sido curador
pelos taes apregeadt3 drpnratfyos "vegt
taes.
A eficacia do cajurubeba prova-se:^:*!3
4o Pelos innmeros atteatados de med-
eos e de doentea por elles curados de ma-
les reputados incurave.
2 Pela procura qae tea 4 de modo a^t-
zer desapparecer os preparados congene-
res, que antes d'elle oesnavam a tbera-
peutica das molestias fypbilitic*s do rbea-
matismo e das afTect,Vs berperir-as.
3 Pela lealdade coa* aae seus autorec
tm fallado ao pubfiee, fazrado-lhe conhe-
cer a composicSo do sen prepararlo, o que
nenbum outro se animou ainda a iazer.
C, Beelieaflfi

Usinas de cobre, ata e bronze ee d
Golitzer Ufer n. 9. Berriim S. O.
Kspeeaiidide:
Construcfo (fe mach-
pas e apparelhos

modernos.
I n*
^--Jlacea e rt-
es apiiecoamentos
DSTALLAiJAO BE:
Engentaos de assacar complelog
Estabelecimento ia.1 aa Havana sob i
mesma firma de C. Hrckmann
C. e San Ignacio n. 17.
nicos representantes m
Haupt Gebru'der
EIODE JANEffiO
Para informa^oes dinjagar ai
Pohlmais &C
tu ll C816 118^
Ocnlia \\
Dr. Barreto Sanijsnis, Medien ocu-
lista, ex-ebefe de riinim o Dr. de
Wecker, andn sen escenltoro, do 2.*
andar da caea n. 45 na da Bario da
Victoria, para o 1.* andar da easa n.
51 da niesma rea. Cftssakus de meio
dia s 3 horas a tarde. Besidencis
ra Sete de Setcshro m. 3 A.

H fim ]m
rzas^i
Medico apemivr e a>arteir
Rosidencia rao d* ilntmirio n. 20
COB8DnroCI0
BA LAEGA DO BttvARIp N. 94 A
Consultus das 40 betas da Bbx s t da tarde.
t Especialidade : nn.Vstia < ^-Tfcoen dos ar-
g4.os genito-urinsrios de -..anean da malher.
Consultorio medieo-
eirvrgieo
O Or Castro Jesns, c*oc.b- swin de 13 armet
de escrupulosa obsvrvatai,rvnlts eenaoltorio nes-
ta cidade, roa do Bonn Jm> (astiga da Crac
n. 23, I. andar.
Horas da wtxmm&twM
De dia : das 11 as 3 da tanda.
De noie : das 7 a* 8
as dentis horas da acife rrri encratrado as
sitio travcBsa don Remedias T, prneiro por-
tao esquerda, aleen d pnreS* >n tSr- Coaaa.
*
N. 3. M3is se tendea filhos debis que
pnr tal a dw appitite estao dosntes, dae-
Ihes a Emutsao de Scott
B' maravrlaoao come "m pouee tempo,
ao tomarem-na, restabelece.-n-se e como
recaperaoi a etriergi* e a sade.
I
MEDICO HOSSOTATHA
l)r. Baliliaiar ia Silvcra
Especialidades fehnea, asakatian asa
crianc-is, don nrgSfjn sinuSmlniin dan
senhorss.
Presta-so a qnaa|aw tVrnadn fac*
tari da c .piel.
*
f.jtfoy cfaamMiso ofensan mr diruj
dos a pba7n.teia A tt. Skina, m
Itxmo ii Vitj- 5* 43, mas an
ana mssdenciav
OMa


Diario de Pernambuco-Quinta--feira 14 de Outnbro de 1JS6
ir
i
;>
I



.,.



Ocu'isla
DB MATT08 BARBETO, ex-chefe da olini-
?a do Dr. Moura Brasil e da polyelincs geral do
Rio de Janeiro.
Cosismltorio, ra do Imperador n. 65, 1-andar,
jrT 1} s 8 horas da tarde.
Residencia, Caminho novo n. 159.
As operacSes sao feitas sem dor, pelo meio do
Cocana,
Leonor Porto
Raa do imperador u 45
Primeiro andar
Continua a ejecutar os mais difficeis
figurinos recebidoa de Londres, Paria,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costara, em bre-
vidade, modicidade em procos e fino
gosto.
Conaltorio medico-eirnrgico
O Dr. Estevao Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consultan medico-cirurgicas, na roa
do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio dia ai 4
horas da tarde. Paras? demais consulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
m. 53, 1 andar.
Especiaidades Partos, molestias de creaoas,
do tero e seua annexos. ,
Dr. Carpir L
MEDICO
Tem o seu escriptorio a ra Duque de Ca-
as n. 74, das 13 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia i ra da San-
ta Crui n. 10. Especialidades, molestias de ac-
abaras e c-riancas, telephone n. 326.
Licor depurativo vegetal iod^o
oo
Medico Quinte I la
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de Ha grande fama iufallivol na cura de todas
as rtoenca* syphiliticas, escrofulosas, rheamatica-
e de pelle, coma tumores, ulceras, dores rheumati
as, osteocopas e nevralgicaa, blennorrhagias agu-
das e chronicas, cancros svphiliticee, inflamma
jiea viaceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes
'inoa, etc., em todas as molestias de pelle, aimples
oo diathericos, assim como na alopecia ou qo^da
db cabello, e as doencas determinadas por satu
-af&o mercurial. Dao-se gratis folhetos onde se
soentram numerosas experiencias feitas eom este
pacifico nos hospitaes pblicos e muitos attesta-
doa de mdicos e documentos particulares. Fas se
descont para revender.
Deposito em casa de Paria Sobrinbs & C
Ba do Mrquez de Olinda n. 4i.
Dr. Fernaodes Barros
Medico
Consultorio raa do Bom Jess n. 90.
Consultas de meio dia ai 3 horas.
Beaidencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
ED1TAES
Editaln.751
Eacola e colleajloai particnlare
De ordem do Sr. Dr. inspector geral, declara-
se aos professores e directores de quaeaquer aulas
e estabelecimentos particularea de instrucca > pri-
maria, secundaria >u especial, de un e iutro
sexo, que at o dia 30 de Novembro prximo vin-
douru, devcrSo remetter esta reparticao os map
paa de que trata o art. 187 2* do Reg. de 6 de
Fevereiro de 1885, aob as penas comminadas no
art. 192 do citado regalanento.
Secretaria da InstruccSo Publica de Pernambu
co, 6 de Outubro de 1886.
O secretario
Pergentino 8. de Araujo Qalvo .
Promotoria pnlica do Kecifs
Dr. Carlos BiUeucourt
e.
,"* Medica operador
' Operaces de pequea e alta cirurgia.
Molestias dos orgJos genito-urinarios do homem
fl da mulher.
Bstteamentos da urethra, curado radicalmente
pela eieetrolyse, tem dor, hydrocelea eem iojecco,
cara radical, clculos vesicaee, doencas da gar-
ganta e doa palmees pelo trtame oto de athmos-
oberas medicamentosas, sypbilis, molestias ven-
reas e da pelle, embalsamentos.
Conaoltaa daa 12 s 3 horas da tarde.
Ba do Marques de Olinda o. 34
Dr. Gil Lette
^9 estico, sarleiro e operador
Jezideneia ra Bardo da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio i ra Duque de Caxias o. 59.
Di consultas das 11 horas da manna as 2 ^
arde.
Attende para es chamados a qualqner hora
leiephone n. 4* __
0ssf
Aviso
Br. B. Ululan lonnrt Medico pela
faculdade de Medicina de Pars.
Condecorado com a medalha dos hospitaes.
J Socio correspondente : daa Academias de Medi-
cina do Rio de Janeiro e de Barcelona ; da 8o-
siedade de Medicina pratica de Pars e da Socie
dade Francesa de Hygieoe, ex-director do Museo
AaatomoPatolgica ds Faculdade de Medicina
o Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
alico que durante a sua estada em Pernambuco
3ca a disposicao daa doentes que deaejarem hon-
:al-o eom a ana confianca.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tarde
at novo aviso: na hospedan de D. Antonio
(Caminho Novo).
t Especialidades : molestias das vas respirato-
rias coraeao, estomago, ligado, etc., molestias
servas, e syphiliticas.
Recife, 6 de A?osto del8S6
GOHMERCIO
Bolsa cotMinerclal de Pe mam
buco
RECIFE, 13 DE OUrUBRO VE 188t>.
As tres horas da tarde
''olaces ofician
Obrigacoes garantidas da companhia ferro-carril
de Pernambuco, juro de 7 0/0, do valor
. -^BBjde 2004 a 1904000 cada urna.
Cambio^sobre o Rio de Janeiro, 30 d/v. com 3[4
0|0 de descont.
Dito sobre dito, 3 d/v. ao par, do banco.
Cambio sobre Londres, 90 d[v. 22 d. por 14, do
bencc.
Dito sobre dito, 60 d/v. 2115/16 d. por 14000, do
banco.
Dito sobre dito, vista, 21 34 d. por 14000,
do banco.
Cambio sobre Lisboa, 90 d/v. 143 0/0 de premio,
do banco
Oito sobra dito vista, 145 0[0 de premio, do
banco.
2 PBOMOTOE PUBLICO DB. OLTVEIBA ES
COBEL
Pareceres sobre alittamento eleitoril
Requerente Jos Gabriel da Silva.Na casa o.
69 da ra da Casa Forte rao mora o requerente.
Nessa casa tem estabeleci ment com inercia I Mt-
noel Ferreira da Crui. O documento de fl. 3 oul-
lo por incompetencia do seu signatario.
Requerente Bernardo da Costa FerreiraNa
casa n. 6 da ra da Poeira, f.-eguezia do Poco,
moia Joaqnim Nunea da Costa, e nao o requeren-
te. O documento de fl 3 nullo por incompetencia
do seu signatario.
Requerente Joo Alfredo Machado Guimares.
Na tstrada de Sant'Anna, casa n. 37, mora o
seu proprietario Hypolito Martina Gomes Pinho, e
nao o requerente. O documento de fl 3 nullo por
incompetencia de seu signatario.
Requerente Manoel Borgee Leal.Ni casa n.
27C. da estrada do Arraial nao mora Manoel Bor-
ges Leal. Nessa casa mora Camillo Augusto Fer-
reira da Silva. Nesea mesma casa requereu o seu
alistamento Jos Paulo de Souza, prente do Dr.
Mus de direito do 5o diatricto criminal.
Requerente Antonio Luis da Fonseca.Na casa
I n. 3A da ra da Harmoaia mora um vendedor de bi
I lheteg de lotera, conbecido por MaranhSo e nao c
requerente.
Requerente Luis Jos Gonsaga.Na casa n. 10
do Largo do Monteiro nao mora o requerente, de
vendo notar-se que essa casa tem estado techada,
desde que d'ahi mudeu-se Dr. Olympio Marques,
como provam os attestados juntos.
Requerente Francisco Rodrigues Tavares.Na
casa n. 29 da estrada do Arraial mora Joao Car
neiro, escrivao do delegado do 2 districtr, ni i
o requerente. Nessa casa requereu tambem alista-
mente no 5o distrieto criminal Francisco Borges de
Senna.
Requerente Francisco Mauoel da Fonseca.O
requerente nao mor- na casa n. 75 do Monteiro.
Neasa casa tem estabelecimento commercial Ma-
noel Ferreira da Cruz, como provam os attestados
juntos.
Requerente Joao Gualberto de Andrade Lima.
Na casa n. 9 da estrada do Arraial mora, ha
meses, Amaro de tal, e nao o requerente, confor-
me se v do attestado junto.
Requerente Antonio Rodrigues Tavares.Na
casa n. 33 da estrada do Arraial mora, ha quatro
mezes, Ignacio Nery da Fonseca, e nao o reque-
rente.
Requerente Jos Ferreira Braga.O requerente
nao mora na casa n. 12 da travesea da Ponte
d'Ucha. Nessa casa mora o seu proprietaria Luiz
Pereira de Parias, como provam os attestados jun-
tos. O documento de fl 3 nullo por incompetencia
de seu signatario.
Requerente Joaqnim Marques dos Santos. O
dous documentos juntos provam que na casa n. 63
da raa do Monteiro nao mora o requerente. O do-
cumento de fl 3 unllo por incompetencia do seu
signatario.
Requerente Umbelino Alexandrino de Souza.
O attestado junto prova que o requerente aao mo-
ra na casa n. 22 da ra da Casa Forte. O docu
ment de fl 3 nullo por incompetencia do seu sig
natario.
Requerente JoSo Albino de Souza Rolim.O
requerente a** ulora nacas o u "a Cruz
ue AlmasViregoezia do Poco, conforme provam os
attestados juncos. Nessa casa mora o proprietario
Francisco Guedes de Araujo. 0 documento de fl 3
nullo por incompetencia do seu signatario.
Requerente Belizaro Augusto de Siqueira.O
requerente nao mora na casa n. 28 do largo de
Apipucos. Nessa casa mora Joao Francisco Evan-
gelista de ilmeida, conforme se v do documento
junto.
Requerente Joaquim de Araujo Saldanha.O
requerente nSo mora na casa n. 21 di ra do Rio
freguesia do Poco. Sua residencia em Santo
Amaro das Salinas, rreguezia da Boa-Vista. O do-
cumento de fl 3 nullo por incompetencia do seu
igoatario.
Requerente Manoel Campello de Almeida Cato-
nho.O documento junto prova que o requerente
nao mora na casa n. 10 da estrada do Brejo, fre-
guesia do Poco, sendo que essa casa, ha mezes se
acha fechada. O documento de fl 4 nullo por in-
competencia do seu signatario.
Requerente Juvencio Jos Gomes.Na cata n.
10 da ra Real, freguesia do Poce, mora D. Maria
Goncalvos Torres, e nao o requerente, devendo no-
d'n da 13
D 1 a 12
9:9704593
3:0861569
imcm nsirsAOB '">o 1 a 12
dem de 13
13:0574162
5:5974284
2:0164414
"~7:613!698
tar-se que o seu proprietario, Francisco Jos Gon-
calves Torres, declarou ser falso o recibo de fl 5,
cuja firma est, entretanto, reconhecida como ver-
dadeira pelo tabeiao de pas Mauoel Francisco
Coelbo. Requeiro um exame na firma do recibo re-
ferido que vai por mim rubricado, e que o escri-
vao extraa copia de todo o processado, e me seja
esta remettida.
Requerente Ignacio Veridiano Campello.O re-
querente allega morar na casa n. 6 da ru i da Bs-
taco, freguesia da Varsea, porm, os dous attes-
tados juntos provam contra essa allegaco, sendo
que o attestado do vigario Marcellino d o reque-
rente como residente no logar denominado Bar
reiras onde cocheiro.
Requerente Antonio Francisco de MelloO re-
querente nSo mora na casa n. 28C da travessa do
Costa do Encanamcnto, devendo notar-se que
essa caBa perteocente a Joauna Francisca de
Hollanda, conforme a certidio do Consulado, e se
acha collectada por setenta e dous mil ris, emvi-
tude da lei provincial 1544. O recibo, pois, de fl"5
pastado por Antonio de Souza Cabral nao tem va-
lor e nem a casa tem o valor locativo exigido por
lei.
Requerente Isaas Manoel dos Passos.0 reque-
rente nao mora na casa n. 9 da ra da Casa Forte
como prova o attestado junto.
Requerente Aladim Faustino Monteiro.O re-
querente allega morar na casa n. 3 da ra da Es-
tacao, freguesia da Varsea, entretanto que o at-
testado junto sob n. 1 declara que o requerente nao
mora nessa casa, devendo notar-se que o attesta-
do do vigario sob n. 2 declara ignorar-se a res.den
ca do requerente n'aquella freguesia. Figura
como proprietario da referida casa n. S Francisco
Goncalves Torres cuja firma se acha no recibo de
0 5, porm,' a oertido do Consulado junta declara
ser a casa pertence-ite a Jacintho Cardoso Pires.
Requerente Jesuino de Asevedo Costa.O re-
querente nao mora na casa n. 23 da ra do Vis
conde de Inhauma. Nessa casa sai establecidos
com urna loja de fazendas finas Costa 6 Irmos.
Requerente Jos Januario da Costa.O reque-
rente allega morar na casa n. 1 da raa da estacan,
freguesia da Vaisea, porm o documento junto sob
n. 1 pronnncia-se contra essa allegaeao, e o sob
n. 2 firmado pelo respectivo vigario affirina que o
requerente nao reside naquella freguezia. Convem
anda notar que o recibo de fl 6 est firmado por
Francisco Goncalves Torres, orno proprietario,
sendo a casa pertencente a Jacintho Cardoso Pi-
res, conforme declara a certidao do Consulado
junta.
Requerente Joao Constantino Goncalves da Sil-
vaO requerente nao mora no predio n. 39 da ra
do Visconde de Inhauma. No pavimento terreo
desse predio se acha um estabelecimento commer-
cial que gira sob a firma social Franklim Vascon
cellos Lima C, e o pavimento superior por es-
te ocenpado.
Requerente Joo Guelberto Pradinea O reque-
rente nao mora na casa n. 17 da travessa da Cam-
pia da Casa Farte. Nessa casa mora Antonio dos
Santos. Requereu tambem o seu alistamento, alle-
gando morar na referida casa, Francisco Pereira
Soares.
Requerente Domingos Ferreira de Souza.O
requerente nao mora na casa n. 4 do largo da Casa
Forte. Essa foi, ha pouco, reedificada, e anda
nao te ve morador.
Requereate Francieco Antonio dos Passos.Na
essa n. 5 do largo da asa Forte nao mora o re-
querente, csim um negociantn desta cidade, cujo
neme nao igual ao do requerente.
Requerente Francisco Pereira SoaresO re-
querente nao mora na casa n. 17 do largo da Casa
Forte, como prova o attestado junto. Nessa mesma
casa requeren alistamento Joao Gualberto Pradi
nes, allegando tambem all inorar.
Requerente Francisco Solano Pacheco da Costa
O requerente nao mora na casa n. 13 da estrada
do Brejo. Nessa casa resido Ignacio Costa, empre-
gado as oficinas da via-ferrea do Limoeiro, como
provam os attestados juntos.
Requerente Manoel Apilio da ;ilva.Na casa
n. 7 da travessa da Casa Forte mora D. Maria
Emilia de Albuquerqus, e aao c requerente.
Requerente Joo Gomes de Mello. Va easa n.
18 do Chacn mora o tenente-coronel Britto, e nao
o requerente, conforme provam os dous attestados
juntos.
Requerente Ant mi Rosalino Bandeira de Mel-
lo.O attestado junto prova que o reqaerente nao
mora na casa n. 2 da ra do Poco.
Rrquerecte Fernando Joao Evangelista de Sou-
za.U requerente nao mora na casa n. 19A da
ra do Encanamcnto, como prova o attestado jun-
to.
R-.-qufrente Rutilo Jos de Sonsa. O requerente
nao mora na casa n. 18 da ra Real, freguezia do
Poco.
querent* nao mora na casa n. 30 da ra da Casa
Forte, em face do documento junto.
Requerente Joo Ceciliano de Albuquerque.
0 requerente nao mora na casa n. 34 da estrada
do En anamento. E' digno de nota que Joo Fer-
nn lea da Ressurreico tenha firmado o recibo de
fl. 5 p-lo pai, Francisco Fernandes da Ressurreico
quando este falleceu, ha anuos, na cidade de
Goyanua.
Requerente Manoel Medeiros de Souza.0 at-
testado junto prova que o requerente, que chefe
da estaco dos Quatro Cantos, nao mora na casa
n. 25 da estrada do Encauamento, freguezia do
l'oci. O requerente residente na freguezU da
1 i r a; a.
Requerente Dionisio Jos Gomes.O attestado
junto prova que o requerente nao mora na casa
n. 13 da ra do Rio, freguesia do Pogo.
Requerente Antonio do Monte Pas Jnior.O
attestado junto prova que o requerente nao mor
na casa n. 16A da estrada d'Agua-Fria.
Requerente Abilio Jos Correia.O requerente
nao more na casa n. 9 da ra da Cruz de Almas
freguezia do Poco. N -asa casa reside, ha mais de
anno, Joo Baptista Gomes Pena.
Cambio sobre o Forte, avista, 145 0/0 de premio,
do banco.
Na hora da uoisa
Vendeam-se :
9 obrigacoes da companhia ferro-carril de Per-
bambuco.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforade.
afc.MUMKiYi.US PBLICOS
Mes oe Outubro de
ALFANDEGA
1886
Ruana
De la 12
dem da '3
Kjbtda rsovmciAL
Del a 12
dem da 13
392:1094069
51:813*850
43.9314623
5:374;800
443:9224919
-
-------49:3061423
Tela'
Bswixstu-Oa 1 a 12
fd-ra de 13
493:2294342
16:746*609
2:8364080
19:5824689
DESPACHOS DE IMPORTACAO
Vapor nacional Baha, entrado dos por-
tes do norte, no dia 13 do corrente e con-
signado ao Visconde de Itaqui do Nort-j,
manifestoa:
Barris vasios 40 a Amorim Irmaos
C.
Pipas vazias 55 aos mesraos.
Tapioca 430 encapados ordem.
Vellas de sebo 25 eaizas ordem.
Hiate nacional Aurora de Maco, entra-
do de Macei, no dia 12 do corrente, e
consignado a JoSo Paes de Oliveira, ma-
nifestoa :
AlgodSo 257 saceos.
Sal 10,240 litros ordem.
DESPACHOS DE KXPOKTAgA
Em 11 de Outubro de 1886
Para o exterior *
Na barca inglesa Brinkburn, carregon :
Psra Halifax, M. J. da Rocha 1,000 saceos com
75,000 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Eibe, carregaram :
Para Lisboa, 8. Basto Amorim 0, 450 saceas
com 31,381 kilos de aleodia.
Para o interior -
= No lugar nacional Marinho 7, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, F. A. de Asevedo
25 barricas com 2^75 kilos de assucar mascavado
e 355 volumes com 29,940 ditos de dito branco.
fo lugar, hollandez Zurdile, carregaram:
Para o Rio Grande do Sul, Amorim Irmos A
C. 20 saceas com 1,450 kilos de algodo : H.
Luadgnn & C 7,680 litros de sal.
No vapor nacional Baha, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, M. F. da Cunh& 200
saceos com 12,000 kilos de assucar mascavado; T.
de Azevedo Souza 600 ditos com 30,000 ditos de
dito.
Para o Para, A. B. Correia 17 caixas com 700
kilos de oleo de ricino ; J. Monteiro 15 pipas com
7,050 litros de agurdente ; A. P. Lapa Irmo
5 pipas com 2,400 litros de agurdente ; Amorim
Irmos & C. 60 barris com 5,760 litros de agur-
dente, 10 barricas com 900 kilos de assncar refi-
nado e 2 calas com 75 ditos de doce ; L. G. da
Silva <& Pinto 30 caixas com 1,200 kilos de oleo de
ricino; V. da Silvelra 55 volumes com 2,245 kilos
de assucar branca; V. T. Coiinbra 50 barricas
com 4,374 1(2 kilos de assuear branco ; F. M. da
Silva 4 C. 18 caixas com 800 kilos de oleo de
ricino.
Para o Cear, J. M. Dias 13 caixas com 212
1|2 kilos de rap.
Na barcaca Divina Providencia, carregon:
Para S. Miguel, J. L. ios Reis Ferreira 15,000
lit.og de sal.
Na barcaca Nova Etperanca. carregou :
Para P. de Alagoas, J. L. dos Reis Ferreira
15,000 litros de sal.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 13
Liverpool por es ala19 dias, vapor in-
glez Autor, de 1,073 toneladas, comman-
dante David James, equipagem 27,
carga varios gneros; a Saunders Bro-
thers & C.
Manos por escala11 dias, vapor nacio-
nal Baha, de 1,999 toneladas, com-
mandante Silverio Aotonio da Silva,
equipagem 59, carga varios gneros; ao
Visconde de Itaquy do Norte.
Navios sahidos no mesmo dia
Gibraltar Barca norueguense Sondre, ca-
pito J. O. Lie, carga madeira de pinho.
ThomazBarca norueguense Amia, ca-
pitao O. Ierysen, em lastro.
S
VAPORES ESPERADOS
ram
I Equateur
o vapor nacional Espirito Santo, carrega- Cear
'Neva
B. Kemny
flfc
Rosario
Mrquez de Caxias
Pernambuco
Mandos
Finance
Ville de Victoria
Allianca
Britannia
Para
La Plata
do sul hoje ,
do SUl amnnfcg
do sul amanh
da Baha amanh
de Hamburgo a 17
do sul a 17
do sul a 21
do Havre a 21
de New-Port-Nows a 22
da Europa a 23
do norte a 23
da Europa a 24
do sul a 25
do sol a 27
do sul a 29
Requerente Antonio Cursino de Barros Paes
Barretto.Na casa n. 13 da ra de Apipucos nao
mora o requerente, devendo notar-se que essa ca-
sa est em ruinas, conforme prova o attestado
junto.
Requerente Tibureio de Mello Santos.Na casa
n. 4A da estrada do Monteiro mora Tibureio Vc-
tor de Mello e nao o requerente, como prova o at-
testado junte.
Requerente Celestino Pereira Leite. Na casa
n. 2 do becco ou ra da Cruz das Almas mora osen
proprietario Matheus Gomes Fernandes, e nao o
requerente, como provam os dous documentos
jun os.
Rquerente Severiano de Paula Franco.N
casa n. 11 da ra da Cruz de Almas mora Capi-
talino Candido Ucha de Gusmo, e nao o reque-
rente, como provam os dous documentos juntos.
Requerente Manqui Luiz Filgueira.Na casa n.
22 da estrada do Monteiro mera Mmervino Aveli-
oo Fiuza Lima, e nao o requerente, em tace do
documento junto.
Requerente Leop ildo Ferreira de Souza. Na
casa n. 12 do largo da Casa Forte mora seu pro-
prietario Antonio de Paiva Ferreira Jnior, e nao
o requerente.
Requerente Luis de Franca de Albnquerque
Filho Na casa n. 1 do becco do Quiab > mora o
seu proprlettrio Pedro Francisco dos Santos Costa
nao o requerente, em tace do documento junto.
Perante o Dr. juiz de direito do 5o districio ciimi-
nal requereu alistamento, allegando tambem mo-
rar na mesma casa, Alexandre Jos de Farias.
Requerente Alfredo Augusto Vieira.O reque-
rente nao mora na casa n 4A da Pedra Moile, e
sim no lugsr Barbalho, cerno prova o attestado
junto.
Requerente Antonio Maria Machado. -Na casa
n. 2 da estrada do Acude de Apipucos mora Gc-
roncio Gomes da Silva e nao o requerente, em face
des documentes juntos.
Requerente Joo Baptista de Franca.Na casa
ii. 32 do largo de Apipuos mora Joo Rodrigues,
e nio o requerente, como prova o attestado junto.
Requerente Joaquim Jos de Siqueira. Na casa
n. 11 da ra do Apipucos mora Joo Machado
iJraudo, e nao o requerente, como prova o doco
ment junto.
Requerente Joaquim Severiano Barbosa-O
requ rente nao mora na casa n. 9 da ruada Ponte
do Monteiro. Essa caa acha-se techada, ha mezes.
Nao ee comprehende como no recibo de (1 5 foi fir-
mada no Recife com a data de 3 de Setembro do
corrente anno, acbando-se o proprietario da casa,
ha annos, na provincia do Rio de Janeiro.
Requerente Dionisio de Moura Pimentel.Na
casa n 10A da ra da Cruz das Almas mora Jos
Vieira Lea Braga, e nao o requerente, em face dos
documentos juntos.
Requerente Candido Emilio Manoel Ribeiro.
Na casa n. 31 da ra do Conde da Boa-Vista mo-
ra Joo Coelbo do Reg Barros, e rao o reque-
rente, como prova o attestado junto.
Requerente Carlos Augusto da Veiga Figueire-
do.Na casa n. 20 da ra das Nymphas nao mora
o requerente, como prova o attestado junt O re
cibo de fl 8 nao est regular, por nao estar de-
monstrada a competencia do seu aignatario.
Requerente Joaquim Do-ningues Ferreira.Na
casa n. 51 da ra do Baro de S. Borja mora Vi-
cente de Albuquerque Nascimento, e nSo o reque-
rente .
Requerente Jlo da Silva Guimares.Na ca-
sa n. 49 da ra da Conceico mora a viuva Rocha
e nao o requerrnte, como prova o attestado junto.
Requerente Baldomiro Eudoxio de Brito Macedo
O requerente allegou e provou ser dono da casa
o. 10B do becco de Santo Amaro, a qual foi col-
lectada nos trez ltimos eiercicios pelo valor loca-
tivo de 3004, conforme declara a certidao do Con
sulado de fl 4 firmada pelo escripturario Jo6 Tor-
res Campos de Medeiros em 27 de Julho do corren
te anno. Entretanto a certidao do Consulado de fl
8, firmada pelo escriptnrario Antonio Adolphu
Borges Leal, em 7 de Outubro do corrente anuo,
declara que aquella casa deixou de ser collectada,
ein virtude da lei provincial n. 1544. Se essa dei
xou de ser collectada dep is do mez de Julho, o
requerente nao devia se limitar a apre tentar a cer-
tidao de fl 8, porm devia tambem exhibir o ulti-
mo conhecimento de pagamento do imposto predial
selativo ae exercicio de 1885 a 1886
Requerente Carlos Gustavo van der Linden.O
requerente nao mora na casa n. 28 da estrada do
Arraial. freguesia do Poco. Nessa casa mors 7,-'fe-
rino Piuto desde Abril do corrente anno. Demais
sabido que o requerente mora na freguezia da
Boa-Vista.
Requerente Jos Antonio Gencaives Pires J-
nior. O requerente alie ou e provou ser o 1* cai-
MtM da casa commercial de Fernandes & lJo
cuJ* ._r:_i r Requerente Joo Mxnoel de Souza. Na casa n
84 da ra da Ponte Velha mora I 'arlos Pereira
Burgos e nao o requerente, como prova o attesta-
do junto.
Requerente Antonio Augusto da Cmara. O re-
querente nao mora no predio n. 31 da roa do Con
de da Boa-Vista. O pavimento terreo oceupado
por um estabelecimento commercial de um portu-
gus e o pavimento superior por D. Maria Lias de
Albuquerque Lima, como prova o documento
junto.
Requerente Antonio Joaquim de Rezende. Na
caea n. 9 da ra do Riachuelo nao mora o reque-
rente. Ha ah um cortico, onde moram algumas
muflieres, como prova o attestado junto.
Requerente Heliodoro Alfonso Pereira Lame-
go. O requerente al legua e provou morar, ba mais
de um anno, na casa n. 32 da ra da Soledade, por
cujo aluguel paga anuualmenteaquantia de 4704.
Nada tenho a reclamar,
Requerente Joaquim Elesbo Ribeiro. Na easa
n. 53 do Corredor do Bispo mora Oreates da Costa
Reg Monteiro e nao o requerente, como prova o
attestado junto.
Requerente Joaquim Euthimia de Mendonca
Poggy. O requeran allegou e provou morar na
casa n. 6 do becco de Santo Amaro, na estrada do
Maduro, ha mais de um anno e viver de economa
propria.
Requerente Justino Florentino de Aguiar. Na
casa n. 24 da ra da Ponte-Velha moram, ha qua-
tro mezes, Luiz Jos Antunes, oficial da guarda
civioa, e Jos Martins de Almeida e nao reque-
rente come prova o attestado junto.
Requerente Antonio Alves de Jess. Na casa
n. 33 da ra do Visconde de Pelotas mora, ha 18
anuos Manoel Jos Henriqno e nao o requerente,
como prova o attestado junto.
Requerente Alfredo de Oliveira Bastos. Na ca
sa n. 48 da ra do Visconde de Goyan.. a mora
Mariano Figueiroa de Faria e nao o requerente,
como prova o attestado junto.
Requerente Henrique da Costa Carvalho. O re-
querente reside na easa n. 65 da ra Velha, perm
a sua residencia data do mes de Desembro do an-
no prximo passado.
Requerente Charles Lynch Reed. A renda de
Charles Lynch Reed, que allega morar na casan.
38 da ra de Gervasio Pires, est no caso de ser
julgada provada.
Requerente Ernesto de Albuquerque Nascimen-
to. A renda do reqaerente que allegou e provou
morar na casa n. 10 da ra do Progresso est no
case de ser julgada privada.
Requerente Luis Tenorio de Mello Albuquerque.
A renda do requerente que allegou e provou mo-
rar na casa n. 67 da ra Velha, est no caso de
ser julgada provada. A reclamaco, porm, de fl.
(0, so podia ser admittida, interposto o recurso
legal.
Requerente Julio Clementino da Cunba Cata-
nho. O requerente provou ter a renda do art. 1
1 n. 2 do dec. de 7 de Outubro de 1882.
Requerente Joaquim Diomsie de Barros Arau-
jo. Na casa u. 7 da ra da Conquista mora Joo
J aquim Lobato e nao o requerente, como prova
o attestado junto.
Reqaerente Jos Vicente Ferreira Baptista. No
2- andar do predio n. 35 da ra da mperatriz
mora o comisen Jador Kelly, inspector da Thesou-
raria de Fazenda e nao o requerente, como prova
o attestado junto.
Requerente Fabricio da Costa Alecrn]. Na ca-
sa n. 87 da ra do Conde da Boa-Vista mora Joa-
quim Rocha e nao o requerente, como prova o at-
testado junto.
Requerente Antonio Jos Simoes Brandao. Na
casa n. 85 da ra do Conde da Boa-Vista mora
um carpina de nome Adelino e nao o requerente,
como prova o attestado junto.
Requerente Beltrando Pedro de Azevedo. Na
casa n. 13 da ra do Visconde de Pelotas, mora
ba quatro annos Manoel Dias Coelho c nao o re-
querente, como prova o attestade junto.
Requerente JoSo Floriano Coelho da Silva. O
requerente mora na casa n. 36 da ra do Viscon-
de de Albuquerque, ha apenas tres mezes, deven-
do notar-se ainda que o requerente nao tem a ida-
de legal, como provam os documentos juntos.
R' querente Joo Alves de Jess. Na casan. 35
da roa do Visconde de Pelotas mora, ha um an- '
no, o psrtuguez Victorino Francisco Rodrigues
Silva e nao o requerente, como prova o documen-
to junto.
Requerente Jos Pompeu Ezequiel. Na casa n.
26 da ra da Ponte Velha mora ha 4 annos o ita-
liano Pedro Paulo Ferrara e nao o requerente, co-
mo prova o documento junte.
Requerente Julio Cesar Furtado de Mendonca.
Na casa n. 33 da ra do Baro de S. Borja mora
o Dr. Temoleo Maranho e nao o requerente co-
mo prova o attestado jante.
Reqaerente Martinho Francisco de Araujo. 0
documento junto preva que o requerente nao mo-
ra aa casa n. 26 A da estrada do Arraial. Essa
casa se acha fechada, ha mais de seis mezes
Requerente Manoel Rapbael dos Anjos. O re-
quer-nte nao mora na casa n. 32 da ra do Lima,
em Santo Amaro. Nessa cas> existe um estabele-
cimento commercial que gyra sob a firma social
Costa Ramos & O, 0 que contrasta com a declara-
cao do requerente, quando diz ser artista.
Requerente Ildefonso Jos Pereira Simoes. O
requerente all gou e provou ser dono da casa n.
34 da ra do Nogueirs, e da de n. 12 da Praia do
corte, freguesia de S. Jos, collectada a prime ira
pelo valor locativo de 1894 e a segunda pelo de
1444 e ter pago o imposto predial relativo ao ejer-
cicio de 1885 a 1886. O reqaerente est no caso
de ser alistado.
DECLABACES
Relacao dos contribuintes compreheados
nos impostes decretados nos 15 e 16
do artigo 3o da lei n. 1860, com relacio
a fregu:zia do Recife, e pertencentes ao
exercicio de 1866 a 1887, felo lancador
Joaquim Tranquilino de Lamos Duarte.
Ra do Bom Jess
N. 2. Casanar, officinade mar-
cineiro 360000
N. 16. Chaves Jimio, bar-
beiro 48^000
N. 10. J js Ricardo da Costa,
officina de marcineiro 720000
N. 22. Rouqueyrol Frres, bo-
tica 3000000
N. 24. Ignacio Francisco Pe-
reira, loja de funilaria 480000
N. 28. Joaquim Augusto Xa-
vier Maia, deposito 480000
N. 38. Viuva de Antonio Jos
Paula de Carvalho, taverna 1200000
N. 40. Antonio Miguel da Cruz
Braga, barbeiro 600000
N. 42. F. H. Caris, lithogra-
phia 1000000
N. 44. Mendes & C, idem 800000
N. 48 Abrantes & C, taverna 1500000
N. 56. Anna Maria do Nasci-
mento, loja de livros 1200000
N. bO. Francisco Jos dos I'as-
sos Guimants, loja de cera 900000
N. 68. Oliveira & Goncalves,
loja de fuoileiro 1080000
f. 9. Telegrapho da estrada
de ferro da S. Francisco, es-
criptorio 800000
N. 13. Costa Pereira C,
taverna 720000
N. 15. Thereza Tavares de
Macedo, casa de bandos 600000
N. 21. Braz Januario Fernan-
des, officina de calcado 600000
N. 25. Jos Martiniano dos
Santos, barbeiro. 200000
N. 27. Manoel Pereira de Cas-
tro, taverna 900000
N. 29. Fonceca & C, idem 640800
N. 35 Alfredo da Costa Morei-
ra fornecedor de navios 1200000
N. 37 Lopes & Irmao, taverna. 720000
N. 39 Joo Manoel Mendea da
Cmara Azevedo, concerta-
dor de relogio. 2Sfi900
N. 41 Ferraira A Santos &
o., !<. ue cigarros. 54000
N. 43 A Antonio Jos da Sil
va, idem. 600000
N. 43 Pedro Jos Pinto, corre
ctor 400000
N. 43 Francisco Ignacio Pin-
to, leiloeiro. 400000
N. 43 Domingos Joaquim Fer-
reira, taverna. 720000
N- 45 Alfredo Guimares, lei-
loeiro. 120000
N. 59 Manoel Moreira Cam-
pos Jnior, taverna. 1200000
Ra do Commercio
Ns. 4 e 6 H. Lundgrin & C,
fornecedor de navios. 2400000
N. 8 Carool N. 12 J. Haguin C, hotel 3OO0UOO
N. 16 Antonio Sampaio do
Nascimento idem. 1200000
N. 18 Torres & Ir.nZo idem 1200000
N. 24 Charles Pluyra & C. for-
necedor de navios. 1800000
N. 26 JoSo Gomes Jardim ar-
ma zem de fructas. 600000
N. 26 A Mathias Gomes Fer-
nandes, idem 560000
N. 23 Manoel Francisco de
Souza, quinquilharas 600000
N. 30 Antonio Caraense, ta-
verna. 720000
N. 32 Thelegrapho Submarino
escriptorio. 600300
N. 32 The Werstern & Bra-
silian tbelegraphe, idem 800000
Ns. 3e 11 Luiz Josda Sil-
va Guimares, armazem de
assucar.
Na. 13 e 15.Burle d C, idem.
Junta commercial
Esta secretaria faz publico que foi registrada a
escriptura antenupcial, celebrada entre Thomaz
Rubert Penton e D. Catharina Eddit Comber, na
qual se estipulou nao haver communhao de bens
entre os futuros esposes, mas cada um delles ter
o dominio e administraco exclusiva sobre os bens
que possuem actualmente e auaesquer outros que
de futuro possam vir possuir por qna'qner titu-
lo, ficando todos esfes bens considerados dotaes,
e como taes inalienaveis e nao sujeitos dividas
He qualquer dos esposos. E para constar se fas
esta publicaco.
Secretaria da junta commercial do Recife, 12
de Oatubro de 1886.O secretario,
___________________Julio Guimares.
Prolongamento da estruda de
ferro de Pernamlmco e estra-
da de ferro do Reelfe a Ca-
ruar.
De oraem do Illm. Sr. director, faco publico
que, at o meio da de 20 de corrente, no escripto-
rio central, ra Antonio Carneiro n. 137, re-
cebem se propjstas, em carta fechada, para o for-
necimento dos objectos seguintes, necessarios ao
almoxarifado desta reparticao:
Carvo Cardiff, tonellada.
Dito pura forja, idem.
Dito Cock, ilein.
Dormentea de sicupiro, sapucaia, oiticica e pao
d'arco com 2,0x0,25x0.20, um.
Oleo para carro, litro.
Dito de mamona, idem.
Dito para cylindro, idem.
Dito de mocot, dem. '
Dito para candieiro, idem.
Dito para machina, idem.
Dito de liuhaca, idem.
Pinho branco (5,>50x0,22x0,08), prancho.
Dito dito (I",n>0i0,24x0,24), vigame.
Dito dito (8,""0x0,24x0,24), dem.
Dito dito (5,>50xO,19xO,l9J, dem.
Os objectos sero de 1' qualiaade e entiegaeg,
convenientemente acondicionados, nq almoxarifado
na estaco de Cinco Pontas ou as oficinas da es-
trada de ferro de Caruar, conforme as exigencia*
do servico. Os dormentes, porm, devero ser en-
tregues na cidade de Jaboato. Os Srs. propo-
nentes devero acompanhar as suas propostaa das
respectivas amostras, condieco essencial para se-
ren acceitas, N'este escriptorio sero prestados
os esclarecimentos necessarios.
As propostas sero abertas e lidas no lugar, dia
e hora cima indicados, na presenfa dos Srs. pro-
ponentes, que devero sellal-as e assigoal-as, in-
dicando n'ellas suas residencias. O fornecimento
poder ser ajustado com um s proponente; on
parcialmente conforme as vantageus que offe
recer.
Secretaria do prolongamento da estrada de ferro
de Pernambuco u estrada de ferro do Recife a Ca-
ruar, em 13 de Outubro de 1886.
O secretario,
Manoel Juvencio de Sabaya.
VENERAVEL IRMANDADE
M
GlorlONa Henbora Hnt'.-lnna da .
ig*eja i'i Santa Cruss
De ordem da mesa regedora, convido pela se-
gunda v_z a todos os nossos caros irmos que es-
tivrem m goso de seus direitos a co'nparecerem
-m nisso consistorio na quinta-feira 14 do corren-
te, s 6 horas da tarde, afim de reunidos em nu-
mero legal de mesa geral. tratar-se da construc-
V,o de catacumbas no cemiterio publico.
Consistorio desta ir.nandade, 11 de Outubio de
1886.O secretario,
Antonio Rapbael Alves da Costa.
s.O
Soei dade Recreativa Juvenlude
Soire bi-mensal em 17 de Outubro
Communico a todos os senhores convidados e aos
socios que a soire principiar as 7 horas da noite.
Os ingresaos fornecem-se em casa do Sr. the-
soureiro e os convites na do Sr. presidente.
Rctra se 8mplicidade as toilettes e prevne-e
que nao sao admissiveis aggree'4"'-
Recife, 11 de de On-*" a.e 188-
i. (ruedes de Amorim,
Io secretario.
Instituto Archlologico geogra
phlco Pernambueane,
Q'iinta feira 14 do corrente, hora do costme,
haver sesso ordinaria.
Secretaria do Instituto, 12 de Outubr de 1886.
Baptista Reguein,
1* secretario.
1:4400000
7200000
1.* 8eccao do Consulado Provincial, P
de Outubro de 1886..
O chefe,
J. H. C. de Barros Campello.
Obras Publicas
Oe ordem do Illm. Sr. engenheiro chefe, fgco
publico que no dia 15 do cor-ente, ao meio !a
recebe -se na secretaria desta reparticao, em cw .*
tas fechadas e competentemente selladas, propos
tas para a execuco dos reparos da cadeia de
Caruar, oreados em 2:188|17.
O orcamento e mais condicoes do contrato M
achm a disposicao dos senhores prstendentes.
Secretaria da reparticao das obras publicas da
Pernambuco, 1 de Outubro de 1886.
O secretario,
Joo Joaquim de Siqueira Varejio.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. eugeabeiro chefe,
faco publico que, em virtade da autooisaclo do
Exm. Sr. vice-presidente da provincia, recebe-se
na secretaria desta reparticn, no da 15 do c r-
rente, ao meio dia, propostus em cartas fechadas e
competentemente sdalas, para a execuco dos
reparos da cadeia de Serinhem, oreados em 480.
O orcamento e mais condiepes do contrato, se
acham disposicao dos senhores pretendentes pa-
ra s.-n-m examinados.
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Pernambuco, em 7 de Outubro de 1886.
O secretario,
Joo Joaquim de S. Varejo
PlVlLHAO
EHPREZA M. B.
Imposto sobre indas-
trias e profissoes
O administrador da Recebedoria fas publico
que at o dia 31 do corrente mez ser cobrado
por esta reparticao, livre de mnlta o imposto so-
bre industrias e profissoes, relativo ao 1* semes-
tre do corrente exercicio de 1886 1887, depois do
que ser cobrado com a malta de 6 /s-
Recebedoria de Pernambuco, 14 de Outuoro de
1886.
Alexandre de Souza Pereira do Carmo.
Correio geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor nacional Bahia, esta administraco
expede malas para os portos do sul, recebendo
impressos e objectos a registrar at 1 hora da
tarde, e cartas ordinarias at 3 horas ou 3 1/2
com porte duplo.
Administraco dos correios de Pernambu .-o, 14
de Oatubro de 1896. O administrador,
Affonso do Rtgo Barre.
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta reparti-
fo, faco publico que no dia 14 do corrente mez
paga-se a classe de 3< entrais de professores e
escolas nocturnas, relativamente ao mez de Agos-
to prximo passado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 13 de Outubro de 1886.
O escrivao da despesa,
Sil vino A. Rodrigues.
DIRIGIDA PELOS HABIS ARTISTAS
Alnttula $ Palacios
HOJE
lira 14 ile Oatubro
Espectculo arrebatador!
BRINDE DE II CAVALLO
Os emprezarios da companhia querendo mimo-
sear o Ilustrado publico pernambucano, resolve
ram brindar com um outro bonito cavallo que
ser entregue quelle que por sorte lhe sabir.
Cada espectador que comprar um bilhete ter di-
reito a um numero do brinde (sendo este gratis)
e ser elle corrido na occasio do intervallo pelos
palhaco8 da companhia. __
PBOIMMA ATTfiAHENTE
Aproveitem !
Aproveitem !
LTIMOS ESPECTCULOS
Camarotes com 5 entradas
Cadeiras
Geraes
AVISO
O espectculo entrar as 8 1(2 horas.
10*000
2*000
1000
mm .
V,

.
\

(
f


I
Diario de PernambaeotyninUi--feira 14 de (tatabro de 1886
retarla, da venera v/el orden ser
Ira de N. > Carmo do Beclfe,
II de Ontunro de l8
De ordem d* mrea regedora, convido a todos
ni saos cariaaimo irm2os para que devidamente
paramentados e collectiv;; r.rote asaiatirem do dia
14 do correte as vesperas, e no aabsequente a
facta, roseara e Te Deum de nosaa matriarcha
Santa Therea de Jess.
O secretario,
Adolpho Coeiho Pinbeiro.
fHEATRO
DE
VAKIEDADES
Companhia
irancezas de
lyrico-cornica de- operetas
variedades e ao modo dos
concertos
dos Campos Elyseos, em Paris
ra do Commerclo ti. ti, Beclfe
Est aberta a assigoatura para vinte espe-
t tarulos
PREgOS
Camarotes com 5 entradas lOjOOO
Cadeiras e galera 2*000
a senhores assignantes tero direito a um des-
monto de 10 /.
COMPANHIA PE1S1MLCA\
DE
Navegacio Costelra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acaruhu e Camossim
O vapor Pirapama
Segu no dia 20 de
Oatubro, as 5 horas
da tarde. Recebe
ga at o dia 19.
Encommendas pasaagens e dinheiros a frete at
4 3 horas da taide do dia da tahida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Pemambucana
___________n. 12
CBAISEI1S REUNS
Companhia Franeeza de Navega
ci a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro
Santos
Leilo
De 85 pegas de chita, 15 de sitineta o 50
vistnarios para baptisados e grande quan-
tidade de plisss.
exta felra. 5 do corrate
A's 11 horas
A' ra estreita do Rosario n. 24
Leilo
abbado I de Oulubro
A's 11 horas
Na ra estreita do Rosario n. 24
O agente Modesto Baptista, por mandado e com
assisteacia do Exn. iir. Dr. ]uiz de orpbos e a
requenmfento do herdeiro Diaa Fernandes, inven-
tanaote dos beos deixados por Jcmquim Das Fer-
nandes, far leilo da casa terrea u. 189 da ra
do Coronel Suassuna, com muitos bons comiLodos,
agua e gaz encanado, quintal, cosinha fera, tendo
de frente 6 metros e 50 centmetros o de fando 19
metros.
A co.-np inhia aclia-se
franccz Ville de Victoria,
20 do corrente.
a bordo do vapor
esperado no dia
MARTIMOS
Haitirg-SoeilaffleriMisc5e
Damprschiffahrts-Gesellschaft
O vapor Pernambuco
Esperase de HAMBURGO.
via LISBOA, at o dial6 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
<
Rio de Janeiro e Santos
O vapor Rosario
E' esporado do su! at
o dia 15 do corrente,
-seguindo depois da de-
|mora necessaria para
Lisboa e Haraburgo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
rro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borsteluanii & C.
RUADO VIOARION. S
1' andar
Conapanbia llahiana de navega-
cao a Vapor
Maceio, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
0 Taior Maranez de Caiias
Commandante Nova
E' esperado dos oortoe aci
ma ot o dia 15 de Outubro
'e regressara ,.~ aa mes-
mos, depois da demora do eos
'turne.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheiro
i frete iracta-se na agencia
7Hua do Vigario7
ioming"S Alves Ma hens
Steamer Villa lo tantico
Espera-se des oortos do
sul at o dia 18 de Outubro
seguindo depois da indis -
pensavel demora para o Ha-
vre.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecera excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pascagens poderao ser tomadas de antemo.
Recebe carga encommendas e paraageiros para
os quaes tem ezcellentes accommodacoes.
Os vapores desta companhia entram no porto,
ancorando em frente ao caes da praca do Commer-
cio o sendo inuito incommodo o embar jue dos pas-
sageiros no fundeadouro dos paquetes transatln-
ticos, no Lmanlo e demais devendo todos apartar
ao Havre, que o porto mais visinho de Paris,
fra de duvida que ha grande vantagem para quem
quizer ir Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores tanto mais quanto, alm de serem os precos
das passagens mais mdicos, as despezas do embar-
que aqui e as de transporte do Havre a Paris, sao
muito menores do que as que demandara as viagens
nos paquetes das outras linhas.
Leilo
Segnnda felra 1* do corrente
A's 11 horas
Na ra Mrquez de Olinda n. 51
O agente Modesto Baptista, por mandado e com
assistencia do Ezm. Sr. Dr. juii do commercio e
a requerimento do Dr. curador fiscal da massa
fallida de Jos de Asevedo Braga & C, far lei-
lo da armacio, utencilios, bataneas, pipas, can-
teiros e mais gneros existentes no estabelecimen-
to da ra Marques de Olinda o. 51.
I'eraam
Ule fle Victoria
0 nw austraco 6-Keiiiy
E' esperado do sul no dia
12 de Outubro, segaindode-
1 pois da demora necessaria
. em direitura para -Santos,
voltando depois para o Rio
fe .n- iro.
i. lecebe carga e encommendas a frete mdico a
acter eom os
AGENTES
JOHNSTON PATER & C.
RA DO COMMERCIO N. 16
PASranE, >E HESMAVB-
RIE* SiHITHGN
IJNHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Leeointre
E' esperado dos portos do
sul no dic 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Xieaobra-se aos senhores passageiros de tudas
as eiasses que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqoer tempo.
Fas-ae abatimento de 15 /0 em favor das fa-
nlias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garen 4 passagens inteiras.
Por excepeo os criados de familias que toma-
ren biihetes de proa, gosara tambem d'este abat-
Os vales postaes s se daa at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a trote: tracta-se com o
AGENTE
iste Lab He
9-RUADO COMMERCIO-9
E' esperado da Europa
no dia 20 de Outubre, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
ha. Rio de Janeiro
e Maatoa.
Roga-se aos Srs. importadores de carga polo
vapores desta Iinha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng. : .i-
quer reclamaco concerneute a volumes, que po-
ventura tenham seguido para os partos do sul,afito
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
saras.
Expirado o referido prase a companhia nio se
respoasabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passsgeira* para
os qnaes tem ezcellentes accomodaces.
Augusto F. de Ofiiveira & t.
AGENTES
42 -RIJA DO COMMEROIO -A'
R0YALMA1LSTEA1 PACHET
COIPANY
0 paquete Elbe
esperado
do sul nodia 15de
corrente seguinlo
depois da demora
necessaria para
8. Tcente, Lisboa. Vlgo e Son
thamptom
Para passagens, fretes, etc., tract' cum os
.^CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & i .
Mossor eMaeo
O hiate Aurora 2' sabe com brevidade para os
portos cima, e para o resto do carregamento se
trata com o mestre a bordo, no caes do Loyo.
LEILOES
Leilo
Aii!(u>
lliiied SU.es& Brasil M1S.8.C
O paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 21 de Outobro
depois da demora necessaria
seguir para
Waranho. Para, Barbados, *
Thomaz e \ew Vori
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
os
AGENTES
0 novo nw Mliete
Espera-se de New-Port-
News, at o dia 22 de Ou-
tubro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha, Rio de Janeiro, Monte-
video e Rueos Ayres
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster k ,
S. 8 RUADO COMMERCIO N. 8.
! andar
De gneros, armacSo e utencilios do esta-
belecimento, sito ra de Santa Tbereza
n. 28.
Quinta feira. 14 do corrente
A's 10 1/2 horas
O agente Silveira, devidamente autorisado, le-
var a leilo os referidos gneros, srmacao e uten-
cilios, em um ou mais lote para pagamento dos
credores.
Garante se as chaves.
Leilo
De fasendas, miudezas, genero de molhadoe,
joias, mobilia de Jacaranda, pao carga e junco,
guarda-vest dos, guarda-loucaa, carteiras, carnts,
cemmodas, estantes, jtrros, quadros, perfumaras
e muitos outros artigos.
No armazem da ra Pedro Affonso
n. 43
Quinta felra, 11 do corrente
A's 10 1/2 horas
Agente Brito
Leilo
Em eontlnuaco
De 1 piano de Jacaranda, 1 mobilia de mogno
massico, 1 dita de junco, 1 guarda-vestido, 1
guarda-louca, camas irancezas de Jacaranda e
amarello, mesas, cadeiras, commodas, csrteiras,
espelhos, quadros, e om grande sortimentj de fi-
nas, miudezas e perfumaras.
Quinta felra. 14 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
V 19
POR INTERVENQO DO AGENTE
Gusmo
de movis, espelhos o louca
Constando de 1 mobilia de amarello com cadei-
ras de bataneo, 2 grandes espelhos para consolos,
1 par de laternas, 3 pares de jarros, 3 candieiros
a gtz, diversos quadros, 2 escarradeiras, 1 lava-
torio e guarnico para o mesmo, 1 cama francesa.
I cabide, 1 cama pequea. 1 espelho, 1 marqueao
cem colzio, 1 marquesa, 2 aparadores, eadeiras
para sala de jantar, 1 mesa para janter, louca e
vidroe, 1 taboa para engommado e muitos outros
movis que serio vendidos so correr do martello.
Sexta feir 15 do corrente
A's lt horas
Na ra de S. Francisco, casa n. 31
O agente Martina autorisado pela Sra D. Ma-
ra de Sonsa far leilo dos movis e mais objec-
tob cima, os quaes se acbam bem conservados.
Monte de fioccorro de
buco
LBILAO DE JOLAS
Este estabelecimento far leilo no dia 14 de
Outubro, por interveucu do agente Martina, ra
do Botn Jess n. 32, s 11 horas da manb, dos
objectos qne nao forem resgatados at a vespera,
das seguintes cautellas, a dinheiro de contado.
11.128Seis casticaes prata baixa.
11.388Um cordo, um par de rozetas e urna
crus, ouro de lei.
11.610Urna carrete e medalha para relogio,
ouio de lei.
11.611Urna pulseira, um par de brincos, duas
pecas de dito, um par de rozetas, dous
anneis e urna medalha, ouro de le.
11.617Um broche, dous pares de brincos, urna
loneta, um trancelim, urna volta de dito,
dous anneis e um casto, ouro de lei.
11.618Um par de rozetas de ouro e um annel
com brilhantes.
11.620Urna pnlseira c um broche, ouro de lei.
11.629Orna corrente e medalba para relogio e
um relogio, ouro de lei.
11.632Um aunel de ouro com brilhante, urna
pulseira, urna corrpnte e medalha para
relogio, ouro do lei.
11.633Um par de rozetas e um annel de ouro
com brilhantes.
1 634Um par de rozetas de ouro com brilhan-
tes.
11.646Urna pulseira, urna corrente para relogio
e dous botoes, uro de lei.
11.649Um jarro e baca, urna tijella e urna tara
na de aasucareiro, prata de lei.
11.654Um annel de ouro com brilhantes.
11.655Bm par de brincos era vejados de brilhan-
tes.
11.659Urna corrente para relogio, ouro de lei.
11.666Um trancelim, urna medalha, um par de
brincos, um dte de rozetas e tres anneis,
ouro de lei.
11.674Um trancelim, dous pares de rozetas,
urna medalha, seis botoes a quatro anneis
ouro de lei, e nm relogio de ouro.
11.687Urna salva, um paliteiro, trinta e duas
colheres e urna concha para sopa, prata
de lei; um copo, prata baixa.
11. ~2Dez anneis e urna cruz, ouro de le.
11.705Um relogio de ouro.
11.715Um trtncelim ouro de lei.
11.729Urna corrente para relogio, ouro de lei.
11.734Um annel de ouro com brilhante.
11.746Urna corrente para relogio, um annel com
um brilhante e um relogio, ouro de lei.
11.747Urna corrente para relogio e dous aunis
ouro de lei; nm annel com um brilhante
pequeo e duas moedas de ouro, da 104
cada urna, em botoes.
11.761Tres trancelins e um relogio, ouro de lei.
11.763Urna pulseira, um alfinete, um par de ro-
zetas, um dito dito con tendo brilhantes
pequenoa, ouro de lei; urna salva peque-
a, um paliteiro e nove colheres para
cha, prata de lei; onze colberes para so-
Si, prata baixa.
ma corrente e medalha para relogio e
um relogio, ouro de lei.
11.769Urna volta de cordo, urna dita de tran-
celim, tres pares de argoloes, dous ditos
de rozetas, urna cruz e urna teteia, ouro
de lei.
11.784Urna pulseira, um alfinete, ouro de le.
11.790Um annel de ouro com brilhante.
11.795Urna volta de ouro com medalha e um
cordo, ouro de lei, urna cruz, ouro
baixo.
11.7% Um par de rosetas de ouro com bri-
lhantes.
11.797-Urna corrente e medalha para relogio, e
um relogio, ouro de lei.
11.798Um annel de ouro com brilhantes, um
par de esporas de prata.
11.803-Uma corrente
ouro de lei.
11.865Urna volta de trancelim, deus emblemas
da Conceico e Espirito Santo euma
cruz, ouro de lei.
11.823Urna medalha e um par de rosetas com
brilhantes.
11.825=Um annel de ouro com um brilhante e
ama volta, ouro de lei.
11.832Dous pares de brincos, dous alfinetes,
um cordo e tres teteias, ouro de lei.
11.842Urna corrente e medalha par relogio,
ouro de lei.
11.852=Uma corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.871Um trancelim e um par de brincos (in-
completo) ouro de lei.
\ .873Um oceulo de ouro.
\ 1.874Um annel de ouro com brilhantes, um
par de rosetas com ditos, urna cruz com
ditos, um fio de perolas, urna corrente
de ooroe.um relogio, ouro de lei.
11.883Dous casticaos, prata de lei.
11.884Um alfinete, urna pulseira pequea, um
par de brincos e urna medalba, ouro de
lei.
1 885Urna volta de trancelim, ouro de lei.
11.904Urna pulseira, um broche e um par de
brincos de ouro de lei, com brilhantes.
11.910Um relogio, ouro de lei.
11.927Urna corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.938Um par de rosetas de ouro com bri
loantes e um annel com ditos, urna cor-
rente para relogio, e um relegio, ouro
de iei.
11.946Urna corrente dupla com medalha para
re Jgio, ouro de lei.
11.950Um ordo, ouro de lei.
11.951Lm alfinete pequeo, um par de rosetas,
duas voltas ue trancelim, um replendor e
duas cruzes, ouro de lei.
11.954Urna volta de ouro, urna medalha, um
trancilim, um alfinete, urna chave para
relogio e urna cruz, ouro de lei.
11.961-Urna corrente e medblha para relogio,
ouro de lei.
11.971Dous alfinetes, um par de brincos, urna
medalha, um crucinxo, um cordo, um
dedal e um annel, ouro de lei.
11.974Urna corrente e medalba para relogio,
ouro de lei.
11.975 Um annel de ouro com brilhante e um al-
finete com ditos.
11.976Uma corrente para relogio e um relogio
ngi-no, ouro de lei, um paliteiro, prata
ei.
11.981Urna pulseira, ouro de lei.
11.987Dous alfinetes, um ponteiro, dous e meio
pares de boto-s para punho e quatro bo-
toes para abertura, ouro de lei.
11.988-Um annel de ouro com brilhantes, tres
bolo s com ditos, uma volta de ouro c-m
duas m>-daihaR para relogio, um par de
brincos ouro de 'ei, seis mo> dinhas de ouro
om botVs.
11.990Um annel de ouro comjum brilhante.
11.991Dous .alfinetes, tendo emum um brilhan-
te, uma volta de ouro, dous pares de ro-
setas e uma crus, ouro de le.
11.992Urna pulseira de ouro com um brilhante
e uma volta, ouro de lei.
11.994Um par de rosetas de ouro era vejadas de
brilhantes, um annel com dito; uma salva
e um paliteiro prata de lei.
11.995-Uma corrente e medalha para relogio,
uma dita com broebe e pequea medalha,
nm trancelim, um loneto, um dedal e nm
relogio, pequeo, ouro de le.
11.997Um emblema da Conceico, um cordo,
uma gargantilba ouio de lei.
11-998Um correntio para relogio, ouro de lei.
11.999Um trancelim, uma medalha e um annel
ouro de lei; cinco moedinhas de ouro em
botoes.
12.000Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, um annel com um dito, um annel com
uma esmeralda e circulo de brilhautes,
uma pulseira, ama volta de ouro com me-
dalba, e quatro anneis ; onro de lei.
12.001Um cordo com dous bentinhos, ouro de
lei.
12.004Um alfinete de ouro com brilhante, um
par de rosetas com ditos, um abito com
pequeos ditos, uma corrente para relo-
f;io, dous dedaes, e dous relogios ouro Je
ui; um trancelim e uma redoma ouro
baixo; um paliteiro, um par de casticaes,
prata de lei; vinte cinco colheres e dous
maracaes, pr.ta baixa.
12.008Uma pulseira e nm alfinete, ouro de lei;
uma cruz de onro e um annel com peque-
nos brilhantes.
12.009 Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, e uma salva, prata de lei.
12.018Dous aunes de ouro com brilhantes, tres
medalhas, urna corrente para relegio
cineo anneis, uma luneta, e nm relogio
pequeo, ouro de lei.
12.024Um alfinete, um pir de brincos, um dito
de rosetas, um cordo, uma mednlha pe-
quena, quatro botoes, tres anneis, um
dedal e uma moedinha ouro de lei.
12.025Um annel de ouro com brilhantes, uma
pulseira, um alfinete, um par de brincos,
e um dedal ouro de lei; uma pulseira, nm
alfinete e um par de brincos, ouro baixo
X2.028Uma pnlseira, uma volta de cordo, ama.
medalha e uma cruz ouro de lei; uma
pulseira ouro baixo; e tuna cruz enve-
lada de diamantea.
12.C36Um par de brincos, nm cordo, ouro de
lei; desoito colheres, prata baixa.
12.055Um relegio de ouro.
12.064Uma corrente para relorio, dous pares
de brincos, dous ditos de rosetas, dous
alfinetes, um cordo, duas voltas de tran
celim, onze teteias, tres botoes, um annel
dous cartoes, ouro de lei; doze moedi-
nhas de ouro em botoes e um relogio ouro
de lei, um paliteiro a trese colheres para
cha, prata de lei.
12.065Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhantes.
12.067Um trancelim, uma medalba, um par de
bricos, nm dito de rosetas e um annel de
ouro.
12.079Vinte tres colheres, prata de lei.
12 082^Uma pulseira, ouro de lei.
12.083Uma pulseira, um alfinete, um par de
brincos, ouro de lei.
12.084- Um relegio, ouro de lei.
12.089Uma corrente para relogio, cinco teteias
e um relogio, ouro de lei.
12.090Um broche do ouro com brilhantes, uma
corrente para relogio, um cordo, ouro de
lei.
12.091Um par de brinecs e uma crus de ouro
com brilhantes e uma pulseira, ouro de
lei.
12.093Um alfinete, um par de brincos, um dito
de rosetas e um annel, ouro de lei.
12.094Um par de rosetas de ouro com brilhante
e um annel com ditos e diamantes.
12.098Daas pul se irn, um trancelim, uma volta
de ouro, um medalho, um alfinete, um
par de brincos e dous anneis, ouro de
lei.
12.099Um alfinete de ouro e nm par de brincos,
oure de lei.
12.101Dous alfinetes e dous pares de brincos
ouro de lei.
12.102Uma pulseira, ouro de lei.
12.103Uma pulseira de ouro com perolas e tur-
quezas.
12.104Um relogio de ouro de lei.
12.105Um alfinete para senhora e nm relogio,
onro e*>lei.
12.257Um paliteiro, prata de iei,
12.272Urna crrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
12.206Uma pulseira, uma medalba e uma cor-
rete para relogio, ouro de lei.
12.299Uma pulseira, um alfinete, um par de
brincos e um annel, ouro de lei,
12.300Urna correte e sinete para relogio, ouro
de lei.
Recife, 16 de Setembro de 1886.
O gerente e guarda-livros,
Felino D. Ferrara Coelho.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 84000 no becco dos Coe-
ihos, junto de S. Ooncallo : a tratar na ra ds
Imperatris n. 56.
Pede-se aos abaixo notados, o favor de vir
ou mandarem ra do Marques de Olinda n. 51.
Pedro Siqueira, Alfandega.
Prederico Vieira.
Manoel, do Banco.
Cosureiras
Na rna do Imperador n. 55, 2
se da costureiras.
andar, precisa-
Madamoiselle Cotinha
?inda centinu na ra do Imperador n. 55, 2'
andar, onde suas amigas e ireguezaa podem eu-
contral-a para comprar lhe os trabalbos, qne com
modista desempenha, como sejam, toilettes e pon-
teados de todo gosto. de accordo com os figurines
modernos- -
Precisa-se de uma ama
da Aurora n. 137.
Ama
de meia idade : na ra
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com ezcellentes accommo-
daedes para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
ra do Commercio n. 10.
Aluga-se o 1- e 2- andar da casa n. 84
ra estreita do Rosario ; o terreo de a. 27 do pa-
teo do Terco ; a tratar na ra do H spicio nu-
mero 33.
Compra-Be algodao em caroco; na prensa a
vapor, no caes do Ramos n. 4.
Aluga se uma ama perita para todo o servi-
co ; na rna do Livramento n. 15.
Aluga-se a casa da ra do Pilar n. 37, cem
6 quartpa, 4 salas, cosinha e apparelho fra, re-
construida, caiada e pintada de novo ; a tratar
na rna da Imperatriz n. 56.
mt-B se can
Precisa-se de orna perita cosinheira, que
compre e durm em casa, prefere-se portuguesa ;
na rus da Imperatriz n. 73.
Quem precisar de uma senhora para cosi-
ar ou para tratar de criancas em casa de pe-
quena familia, dirja-se travessa de S. Pedro
n. 4, 1 andar, qne achara com quem tratar.
Precisa-se de uma ama para cosinhar e que
nao durma fra na ra do Rangel n. 9.
Precisa se de uma ama qne saiba cosinhar e
engommar para casa de pouca familia ; a tratar
com Joo de Deus, em Olinda, Praia dos Mila-
gree. ___ _______ ____________
Preeisa-se de uma cosinheira e de um criado
para casa de familia ; a tratar na rna do Bario
da Victoria n. 39, loja.
Vende-se a casa de mol hados sita ra Di-
reita dos Afogados n. 16 : a tratar na mesma.
Precisa-se de uma ama para cosinhar ; a
tratar na ra do Bario da Victoria n. 41.
Aluga se uma casa na Estancia, com bas-
tantes commodos e grande sitio ; a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n. 40.
Pede-se a pessoa que tenha achado nm vigsimo
da 5 parte da lotera desta provincia de n. 11194
o obsequio de entregar ra do Nascente n. 30,
que ser gratificado ; assim como pede-se ao tbe-
aoureiro o obsequio de apprehendel-o no acto do
recebimento de qualquer premio.
Ofierece-se um rapas para feitor ou eopeiro,
com bastante pratica para os dou4 misteres ;
quem precisar dirija-se ra nova de Santa Rita
numero 9.
^Precisa-se de um socio com bastante pratica
de molhados e algum capital, para um estabeleci-
mento em boas condicoes, bastante afr -guezado e
em uma das principaes ras de commercio desta
cidade : quem pretender dirija-se par carta fe-
chada praca da Independencia n. 40, com as
iniciaes C. R com as necessarias informacoes.
Precisa se de um cosinheiro ou cosinheira
que sejam peritos e asseiadoa em seu trabalho,
admtese um no estabelecimento de banhos nos
arrecifes, paga-se bom ordenado, dando fiador de
sna conducta.
Alnga-se
O 2- andar na rus da Palma n. 71, com agua
e gaz.
O 1 andar do sobrado ra da Moeda n. 19.
A grande casa terrea com jardim ao lado, ra
do Amparo, em Olinda-
O sobrado sito na povoaco de Pregoicas, com
o armazem proprio para compras de assacar ou
negocio.
0 sobrado ra dos Pires n. 20, com agua egaz.
A tratar com Temporal Flhos, na rna do Bom
Jpbus n. 57, 1 sudar.
Criado
Precisase de um criado de 12 a 14 anuos, que
tenha boa conducta; a tratar na roa do Bom
Jess (antiga da Cruz) n. 28.
Precisa-se de
pharraacia n. 51.
um criado: na rna Nova'
e medalha para relogio,
12.106Uma cruz de ouro com brilhantes, um fio
de perolas, um trancelim, ,um dedal, ouro
de lei 5 um paliteiro, uma concha para
sopa, vinte e quatro colheres, prata baixa,
12.107Uma pulseira de ouro com brilhantes,
quatro anneis com ditos, um correntio
urna corrente com medalha para relogio.
uma gargantilha, uma pulseira, dous alfi-
netes, dous pares de brincos e um relo-
Sio, ouro de le.
ma corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
12.109Uma volta de trancelim, dous pares de
rosetas, dous alfinetes, tres botoes, um
coraco de eornalina em ouro de lei.
12.110Uma pulseira, ouro de Iei.
12.11Um annel de onro e uma pulseira com
brilhantes.
13.121Um par de brincos, uma chave, um par
de botoes, um annel, uma argolla, ouro da
lei-
12.123Uma corrente para senhora e um relogio,
ouro deJei.
12.127Uma corrente para relogio, ouro de lei.
12.129Um relogio, ouro de lei.
12.132 Urna pulseira, um broche e um par de
brincos de ouro com brilhantes, duas pul-
seiras czavejadaa de diamantes, fios de
perolas, um alfinete, um par de rosetas
com diamantes, um fio de perolas, uma
corrente e um relogio, ouro de lei.
12.133Um boto de ouro com brilhante.
12.140Uma cruz de ouro com brilhantes.
12.145Um corrente de uro para re.ogio.
12.152Um cordo, um par de brincos, um dito
de rosetas, um alfinete e duas medalhas,
ouro de lei.
12.163Duas corren tes para relogio, ouro de lei.
12.168Uma cruz de ouro com brilhantes.
12.178Um par de brincos, um laco de ouro para
gargantilha, um par de argoloes, uma
peca de brinco, ouro de lei; dous relica-
rios, um par de argolas, uma cruz e uma
peca de brinco, ouro baixo.
12-186Uma corrente <. medalha, ouro de lei.
12.187Uma corrente para i elogio, uma medalha
pequea e um annel, ouro de lei.
12.188Uma pulaeim, um alfinete e um par de
rosetas, ouro de lei.
12.190Duas pulaeiraa de ouroe uro par de rose-
tas com brilhantes.
12.191Um trancelim e uma medalha, ouro de
lei.
12.201Doub anneis de ouro com brilhantes
grandes
12.202-Um annel de ouro com um brilhante e
um trancelim, ouro de lei.
12.203Duas pulseiras e um broche, ouro de lei.
12.207Um par de rosetas com brilhantes, um
pulseira, tete pecas de ouro para cinteiro,
ouro de I'i; um aasucareirn, um pali-
teiro, um gario, 13 colheres de prata.
12.203Uma salva, um bule e uma colber de
pra'a.
12 212Uma convnte e medalha (cum diamante)
e um relogio, ouro de lei.
12.216Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, 6 bote de moedinhas.
12.217 Um reliigio, ouro de le.
12.220Uma gargantilha e uma medalha, ouro
de Iei.
12.229Uma moeda de ouro de valor de vinte
mil ris com laco de ouro.
12.230Uma corrente e sinete para relogio, um
pac de argoloes, um broebe, uma meda-
lha e dous relogios, ouro de lei.
12 231 -Uma corrente e medalha e om relogio
ouro de lei.
12.235Uma pulseira, dous alfinetes, um par de
brincos e um annel, ouro de lei.
12-239Uma volta de trancelim, uma cruz, um
dedal, uma medalha e um annel de onro
lei.
12.249Uma corrente com medalha para relogio,
nm relogio, ouro de lei.
12.250Duas pulseiras, duas medalhas e um par
de rosetas, ouro de lei.
12.252Tres anneis de ouro, dous pares de rose-
tas, cum brilhantes, uma pulseira, um
porta-ri-logio, uma corrente para relogio,
dous relogios, um dito com perolas e qua-
tro moedas de ouro de valor de cinco mil
ris.
12.256Um annel de ouro com brilhante,
Vende se uma mobilia completa de Jacaran-
da quasi nova, Luis XV, e outros movis de
casa ; na rus Augusta n. 228.
tamarindo ;
numero 34.
Compra-se
na pharmacia ra larga do Rosario
Aliento
A Eipoairo Central convida o sexo feio
para o seu bonito soitimento de gravatas, lencos,
meiaa, collarinhos e punhos, assim como tem um
explendido e esquesito sortimento de perfumes
raros : na ra larga do Rosario n. 38, Damiio
Lima & C.
Escripturap o mer-
cantil
Urna pessoa com algum conhecimento dest i ma-
teria, se oflvrcce para praticar em qualquer es-
criptono ou casa cemmercial ; a tratar na ra
Direita n. 84, ou Padre Floriano n. 41.
Pensin Bourgoise
80W00 par m'ols
Tdi et logement tres conMi
ff> Rna de loaqulm Mabnco 9
Capunga
a loja do sobrado
tratar no 1 andar.
Aluga-se
no largo de 8. Pedro n. 4 :
f
foa Peres da Cruz
Frederico Moutmha, sua mulher e flhos, Ernes-
to de Oliveira, sua mulher e filhos, Adolpho Mou-
tinho esua mulher (ausente), Carlos M- B. S. Leo
e sua mulher (ausente), Mara Braga e seus fi
Iho', Laura P. da Crus, Jus P. da Cruz Jnior
(ausente), Alfredo P. da Cruz (ausente), Pedro E.
Roberto, Marganda P da Crus, gradecem cor
dialmente todos os parentes e amigos que se
dignaram acompanhar ao cemiterio publico os
restos morties do seu nunca asss chorado pai,
sogro, av, irmao e cunhado, Jos Peres da Crnz ;
e de novo os convidan) para aasistir as missas
que por sua alma mandam celebrar na igreja do
spi.ito Santo, uo dia 15 do corrente, s 7 1(2
horas damanha, stimo dia do sea fallecimento, e
pelo que desde j se c mfessam eternamente agra-
d"ciHos.__________________________I______________
MES W HTH!
Sem dicta esem modifi-
cafoes de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde [do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Reqente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
maeentico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas ds hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de imbiribina
Restabelece os disppticos, facilita as diges-
tes e promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chlero-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, rteonstitue os hydropicos e benbe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recomuundado na bronchite, na bemop-
tvse e as tosses agudas on chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Pillas ante-peridicas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer-
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes as infiammacoes do figado e baco
agudas ou chronicas.
Vinbo tnico de capilara e quina
Applicado as convalescencas das parturientes
urtico antefebril.
Depasito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva C.
RA MRQUEZ DE OLINDA-23
Antonio Gonealveft Heltr&o
Joaquim Jos Goncxlvrs Beltro, Joaquim Jos
Goncalves B Itrio Jnior e suas irms, Joo An-
tonio da Costa Moreirs e sua esposa, mandam ce-
lebrar missas na igreja do Co.po Santo, s 8 horas
do dia 16 do corrate, por alma de seu presado
irmo e tio, Antonio Qoncalves Beltro, fallecido
em Portuga 1; para assistir a esse auto, convidam
seuB parentes 6 amigos, e desde j se confessam
gratos.
Franclaco de Paula BorareN
l'rha
Joo Joaquim Borgea Ucha, seui irmos e so-
brinhos, gratos s pessoas que se dignaram acom-
panhar os restos mortaes de seu venerando pai e
ave, Francisco de Paula Borges Ucha, ao cemi-
terio publico, de novo as convidara e aos demais
parentes e amigos a atsistirem as missas, que
pelo eterno repouso do mesmo finado, mandam
resar na capella da Encruailhada de Belem, s 8
horas da manh do dia 18 do corrente, e por enjo
acto de caridade se canfessam eternamente gra-
tos .
Regulador da Mari-
nha
Este importante estabelecimento de re-
lojoaria, fundado em 1869, est funecio-
nando agora ra Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Re-
gularaentacao dos relogios: Arsenal de Ma-
rnba, Estrada de Ferro de Limoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pernambuco, As-
sociacao Cominercial Benefcente, Estra-
da de Ferro do Recife a Casanga, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada de Ferro de Caruaru' ; cercado
de intelligentes e habis auxiliares, faz con-
eertos por ruis difficeis que sejam, nao
s em relogios de algibeira, mas de pndu-
la, torre de igreja, caizas de msica, ap
parelhes elctricos e telegraphicos.
O mesmo acaba de receber variado sor-
timento de relogios americanos que ven-
de de 7fS a 26jhde parede e de mesa, des-
pertadores de nikel.
Aos seus collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalbo : e aceita encommendas
para seu correspondente em Paris.
Acba-se bem montado nest estabeleci-
mento um observatorio pelo qual regula to-
dos os relogios martimos o terestres.
Recebe asssignaturas para dar a hora cer-
ta desta cidade pelo telephone n. 458.
Prejo commodo
Em frente de seu estabelecimento se
acba collocado um relogio, cujos mostrado-
res poderSo ser vistos palos passageiros da
Ferro Carril, tendo sempre a hora media
desta cidade determinada pelas suas ob-
servares astronmicas.
Antonio Jos da Costa Araujo.
Pastilhas vermitugas
de Vering
o melhor especifico contra vermes : deposito cen-
tral em casa de Faria Sobrinbo & C. ra do Mar-
ques de Olinda n. 41,











-
Diario de PeruaubumQuinta-feira 14 de Outubro de 1886

0 nti .rnjO^AVER
re i Bfe?TRA SEZOES (ATnCS AGt) fTBE) cuMUMucm f. ce* carra ) as VFebros Inlennittentes SlReimUeiese Biliosas;
HL Matlas,os Calanos, Sm/ t TODAS AS Molestias Paludosas.
MgV RfMt3.0 UCUIXBT DUA
h,,.M pc Dr.j.c>YnciA.iiia.iUijM.t,i
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARAS
Alug
;a-se
urna casa na raa de S. Jorge n. 26 (Recife,, com
5 quartos, com cosinha, 2 salas, quintal com por-
fo, etc. ; a tratar na ra de Santa Therea nu-
mero 38.
Alnga-se
urna casa pequea, nc boceo do Fundi n. 5 (Boa-
Vista) ; a tratar na ra de Santa Thereaa nume-
re 38.
Aluga-se
Gdio n. 140 ra Imperial, proprio para ea-
ecimento fabril : a tratar na ra do Commer-
o n. 34, com J. I. de Medeiros Reg.
Aluga-se barato
Ra do Bom Jess n. 47, 1.a andar.
Ra de Lomas Valentinas n. 4, com sotio.
Largo do Mercado n. 17, loja com agua.
As casaida ra do Coronel Suassuna n. 141
Casa terrea da travessa de S. Jos n. 23.
Ra da Baixa Verde n. 5, sitio com viveir.
Eua do Rosario (Boa Vista) n. 39.
rrat!-se na ra do Commercio n. 5, 1' andar
escriptorio de Silva Guimaraes & C.
Ra Visconde de Goyanna N. 79
Alaga-ge
. casa n 1 ra Lf mbranca do Gomes, em Santo
Vmaro, tem agua : a tratar na ra da Imperatric
. 32, 1. andar.
Aluga
-se
barato o primeiro andar e sota em perfeito esta-
do, na travessa da Lingoeta, boje ra de Thom
de Souza n. 3. Serve para escriptorio pela boa
ocalidade, entre o correio e asseciacao eommer-
cial, onde ha grande concurrencia de commercio;
tambem serve para tan lia : a tratar na ra do
Imperador n. 31, armazem dogaz.
Sitio aluga-se
Com casa para familia, tendo mu tos arvoredos
dando fructo, e logo junto czcelleute banbo sal-
gado, na travessa do Motocolomb n. 4 (Afo dos), perto dos bonds o do caminhe de ferro ;
junto do Illm. Sr. ebefe Lima : a tratar na ra
de Santa Therrza n. 38.
Sitio aluga-se
Excellente murada
Com casa para familia, alguna arvoredos, todu
murado e tica pert^ dos bonds e estrada de ferr:>,
ra de S. Miguel n. 99, m Afogados, defronte
da saboaria a vapor : a tratar na ra de Santa
Thereza n. 38.
Ama
Precisa se de urna ama para andar com duas
enancas, lavar o engommar para as mesmas ; a
tratar na ra da Roda n. 16.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia; a tratar na ra do Payaand n. 19, Pas-
tagem da Magdalena.
Ama
Precisa- se de urna perfeita bosinheira ; na ra
do Cabug n. 14, 1 andar, sala da frente.
Ama
Precisa- s a de urna ama para coainhar em casa
de peqnena familia ; a tratar na ra da Amizade
n. 21, Capungs.
Ama
Precisa-ce do urna ima para cosinhar e razrr
mais servias ra do Arag n 14.
Ama
Precisa-se de n n ama que compre e cosinhe
om perfeicio ; a tratar na ra do Bario da Vic-
toria a. 69, 2 andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para lidar com urna
crianca do um auno ; na ra de Santo Amaro nu-
mero 14.
Preciaa-sc de urna MH que cosinhe, para casa
de familia ; na na de Pedro Affonao n. 34.
AMAS
Precisa-ce de urna ama pura cosinbar e outra
para tratar de enancas e umis servidos de casa ;
na ra da Aurorad 81. 2- andar.
Preiisa-se de urna ama pvra cosinhar ; na tra-
vesa dos P;rcs n. 5 (Gcriqniti).
Ama e criado
Precisa se de urna cosiaheira e de um criado ;
a tratar aaruado Bari da Victoria n. 64,, loja
de trastes de Carvalbo & C.
Precisa-se de am criado de 14 a 18 _
tratar um ^ jrysaaa si. 19, Passagem 4a
Magdalena.
Criado
MARTItTS* BASTOS
JPematnbueo
NUMERO TELPHON|CO : 38
Agua florida. Extrahida de flores bra-
sileras pelo seu delicado perfume, suavida-
de e euas propriedades benficas, excede
a tudo que neste genero tcm spparecido de
mais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
preparares para a icnservacSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que embraaquejam e tem agrande
vantagem de tornar livres de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal- Compcato com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilno aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o ao balito.
Vendc-se as principaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
___________TPLEPHONE N 33___________
Tricofero de Barry
Garantas que faz nas-
cer ecresoer o cabello ainda
aos mais calvos, eura a
tinha e a caspa o removs
todas as impurezas do cas-
co da cabera. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranque-
cer, e iafallivelniente o
tomae8pesso, macio, los
troso e abundante.
'-///UUV
Agua Monda de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor era
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvaeSo official de
um Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia que qualquer outra
e dura o dobro do tempo. E' muito
maiB rica, suave e deliciosa. E'
muito mais asa e delicada. E'
mais permanente e agrndavel no
len90. E* duas vwzas mais refres-
cante no banbo e no quarto do
doentc. E* especifico contra a
frouzidao e debilidade. Cura as
dores de eabwja, os cansados e os
desmaios.
Xarope 4e Viia ie Reuter No. 2.
auras mvBir-o. dxpois dcusal-a.
Cura positiva e radical ds todas as formasda
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affeccoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdatlo Cabello, e de todas as do-
jncas do Sangue^Figado, a Eins. Garantes*
que purifica, nri^usoe a vi tal isa o Hangua
a restaura e Tenswa o systema inteiro. w
Sabao GnnttiTO de Renter
Para o Banho, Toilette, Crian.
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernambuio casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Apolices provinciaes de 7 00
Compra se apolices provinciaes ; ni. ra Duque
deCaxias n. 46, loja.
Finho resina
de 3X7 al 3X12.
Pinho branco (da Sueeia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VENDEM
P*niea Ir nio* & c
Preoiav-se de um criado : no largo da Peana
numero 4,
Pensin Bourgoise
Rua de Jo.-quii Xabtico n. 9
Criado ou IVilor
Precisa-se dp um criado ou feitor ; a tratar na
r,ua do Cbug n. 12.
Predios
Compr-i-sc alguns prediis : na ra da Manguei-
ra n. 7 ^___
Criado
No largo do Corpo Santo n. 19, 2- andar, se
precisa (le um criaos ce more uo bairro do Re
cife.
Capunga
Qoartos mubiliado, iadep- ndentes ; a tratar
no aeemo, ou ra Nova n 21.
Acommio
O abaixo asignado. na qu;.li 'ade de prncura
dor dos berdeiros do finado Antonio Ji.s Rodri-
gues de 8i uza. declara ao reapeitnvel corpo ci'm-
nercia!, que o Sr. Veriat'. Sf-veriauo Gentes da
Castro deixou da fti"'r parte da Arma Jos Augus-
to dos Mantos & C, da qual fnzia paite coin so-
cio ooBaaDoitario e nico cipitalista o mesmo
finado, e dito Sr. i astro cam-> socj de industrie,
ficaodo todo o activo e passrvo a cirgo dos ber-
deiros do dito finado. Becife, 11 de Outubro de
1866.
llanoel Martint Fiuxa.
wwhwhhhUh4UWW^^
Pfseiftato
0 MAIS ENRGICO E 0 MAIS ACTIVO 00S RECONSTITINTES
----------------------------> S I---------------------------------
O ARSENIATO DE ORO se impoe a todoaqucllc que for puidadoso do snu bom estado de sade. Com um ou dous
granulopor dia, volta o appeiile, as forqn augmentan c urna rpidamente um estado inquietador. Nenhum
medicamento pode competir com elle no tratamento das ISol*Btiaa '."irnicas do Peito c do Estomago, AfecQes
intestinaes e nervosas.
AHEMIA, ESGOTAMENTO, MOLESTIAS NERVOSAS, MOLESTIAS DE SEHHORAS
O Arseniato de Ouro dynamizado do Doutor ADDZSON, resultando da combinaco de dous medicamentos
heroicos, combate victoriosamente a Tsica, Bronchites c.ironicas, Asina, Rheumatismo chronico c todas as
Molestias que resultao do Esgotamento do systema narvosr.
Nao tem rival nos Enfraquecimentos que resultao de urna longa molestia. Aun propriedades tnicas e reguladoras da
innervafuo tomSo-no superior ao Ferro contra a Anemia, as Flores brancas aa Nevralgias. As Pebres que
resistem ao sulfato de quinino cedem ao Arseniato de Ouro.
O Arseniato de Ouro torna as inulhercs jovens e nutridas. Auxilia poderoeamcute o atravossar a poca t5o temida da
idade critica e communica urna nova juventudo.
MOLESTIAS DO SAHGUE, APOPLEXIA, MOLESTIAS DA PELLE
Gracas sua propriedade de restabelecer o equilibrio entre os elementos constitutivos do sanano, c Arseniato de
Ouro dynamisado recommendado e pessoas de idade como reservativo das di:':' rentes especies de Apoplexia e Con-
gestes. Tomado em fortes doses, cura rpidamente qualquc Molestias proveniente de impureza do sangue.
Combinado com um tratamento local, cura infallivclmente as Molestias mais rebeldes da pelle. Lupus, Eczemas,
Cancroides, etc.
Mimares de Doentes devem hoje sua cura aos Granulos de Arseniato de Ouro do Dr. ADDISON.
Innmeros attestados forfio dados, citaremos aqui alguna.

0 FRASCO : 6 FRANCOS
(em Franpal
Desconie-se das Contraales
eexija-seaVERDADEIRA ETIQUETTA
com a MARCA DE FABRICA assim
como a assiguatura <&^zZ)
e a do Snr.
nico Preparador
rP\\KRMACIE Gf
PARS
rueRochechoiiart
ATTESTADOS DOS DOEMTES
Snr. SsUafi Phirmic*atico At 1" r|ss*>. ^m I'.iri/
Trndo tirfo tlorrs mi prtfn. tttQlMfiQ t
Hfi>p*T(t- li'iodt ''
vomtt'intlo quanto ViiiKr cm Groolo
de Arsenialo df Ourr dyrumi-a dMOD.
Empoucozrfiagtt
me o OfpetUe,
Qurra enriar-mc mai* um franco lrtrs /' '
nulos.
Nn espera, tenho a honra, de cum>rwfi<'
Lauuent. HeioJ. Ouriccs em BrtZOM fjf--* /
Nota. Autoriso-o a pub'icor vsta carta.
Snr. Gft.i. Phrmreiitiro de la rlanjp, em Pilis.
H.'V ,
nulus -le
!vniinii
Addisoii. lia dOM M nuto de onro do D-ir
... roga n'estr pas i
quantbs (/eUesfafotuo.
U'j'rxntf
Muito 11"1 ''ido ile me rm-mr nma>.<
brc i Uco ''e*tc mtica
tem $taQ o u'nco rciiii'iUo que 'fin acalmtf/o nun-
has dorm m rigiciu.
De v. 8. m" -/ \.
F. Aumand. Adjuncto a Mairte.
KmCabrieresffAeiononp. ll*l>.-->'' r.u. \ Vnurt.)
Caro Snr. (in.iv,
O rjfe'to dos Granulos de Arseniato <- ouro dym-
miud do Doulor AddisoD. t''m sida marurilhosQ'
Anda nao voltei de minha surpreza. Nfio tenho
Deposito Geral :
Pharmacia G-ELZ1T
38, ra ochectiouart, em Parz
E AS PRINCIPAES PHARMACIAS'
Em Pcrnamlmco:
Franc00 M. da Silva & Cia.
trt d
ihr tnhn
- fllL '"'
. I, .
< <>l>l>, 1,11 1), I,


La i nc, m i iaj na, tt.tm Ck*
Stl'. |
'
.
' '' I

Doctor Mfitea. um,! de ; i
i > < "hida.
Mu i'
'i' Un ':<..
V | \ .
A Qut udt$, par Sczaniu i \farm ).
Sor. Gei.ik
Tendo mni ^ -/ i
malo dr ocrfi i '
cura i dt tnaiular*

me '"-- /"" /rateo d* ttt
\ grcuief
de a/ife-mlio.
BODDIU V '
A Prrriny *r->>;*:;< ;
er 18 l'hnrma.-eutico de 1 rlasw ero Par*.
' Granulos de Arseniato de
I'.utor Addison que Ihe ped ulti-
'. ProdUTiro-me muito bom ejfrito; s
nhn rum .,
que iiiu* os l aram .-- m resultado.
Ti-uhti a Inmlnde de mciar-mc mais um frasco
lie V, S. atv V" O Obi/*'.
Ti:oi \h. frldj. Ouriees.
A M iscara, proouuie d t/mn (Algctia).
Si-. Gkun, Phinnaceuticu de 1* ca fe em Pariz.
Tenho honra de incluso remetter-ihe seis
01 -i ele ni" /rateo de Granulo, de
TO lyoaaii*ado do Doutor Addison, que
' de remetter-me.
areouei e$U medicamento que comprei em
do i u correspondente -'e Lili- g flqiu%
n oteeu*pro$nptoeexeeuentet
Flamkjvt, mrtttutor
" P Snr. Gi n Phcrmae tico em Pariz.
>' ftundo m conet lho<* de um Medico empt
' .< Granulos de Arseoiaio de ouro dToaznisado' d
l>..m r Addison.
to do maraeUhoeo effeitoque comteeei a
qui prtkeipiei a usar dos
mro dynmfado do Doutor
-i. rOQo-the de anda* me o mats brece pos-
tais d',ti< frascos.
1>- V, 8. <'"'' Y" Vr** OhQ*:
Jahjayk. Joio (PaeJ. proprietario.
Em Yevcoiron, por Le Hus (Orme).
X
^??????^^??^^??????^????^?^
^Molestias da
PASTILHAS DE PLANGi
de Cblorato de Potassa e Alcatrao
Capunga
Para as enfermidades da bocea, in/lamtnacao da garganta, aphtas, ule-,-,rulo das
gengivat, seccra da linouaedo paladar, rouquidt'o, inchaco das amygdaias, etc.,
nao ha remedio mais efticaz e rpido do que o chlorato de potassa. Si .se llie junta
o alcatrao cujas propriedades balsmicas e purificantes sao umversalmente reconhe-
cidas, accelera-se a cura deslas pequeas enferiaidades e evila-se sua repetic&o,
dando ao mesmo tempo niaior forrja aos orgos.
As Pastilhas de Palangi se dissolrem lentamente na bocea e obro como gar-
garjo; passo, depois para benfica influencia do alcatrao.
Estas pastilhas sao milito usadas pelos Cantores. Advogados, Prgadores e todas
, as pessoas que sao ohrigadas fallar em publico.
k& Deposito em Pars, 8, Raa Vlvjenne, e em todas as Pharmacias.
m
1
ERDADHMS PILULAS
Procos preparad-): ferrugiooBot podem prtsunti
J voentos apoiado* am documintoa Uo anthemticos
So p-mvmti3i\at < m o melli ir czlto. ha mala de ni
pin arar Anemtit, Ctalorse Corti p&tiu), e tacllltar a fi)
Si. tot ;ue a tnsercio deltas Phu n nc novo Cede.r frunttt u*
} noa UsiUreuoM ioi nica citaobo, do nout -
fuai 1S uro; rtir uorfo a ntuc'ak,iliz ene, rcDD>i
Vb*2*C8M lacontestaveto ~v>bre
i o imrr tlnrilwtlo
e eitnt ffcprn;rnoo
C DOU
tt-HttUtutl t t-limtm
4tftt&sti-se qae oaeo nomewielaeraTao sobre cada Plala
OUDPRE DESCONFIAR DA "!"
Pilis, r.iaPjeia. 8.--Pezambuco: FB1W-*. mtmmwmmmiri^mmmuaafMmmmmmmmmWKm
Aluga-se barato a casa n. 28 ra da Amiza-
de ; a tratar na ra Velha de Santa Rita n. 14,
sobrado, das 8 horas da manh 1 da tarde.'
larca
Registrada
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina ds Pars. Premio Mont/on
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affeccOes seguintes:
Asthma, insorania, Palpitacoes do Coracao, Epilepsia, Hallucinaco,
Tonteiras, Hernicrania, AfeccSes das viac urinarias et para calmar toda
especie do excitacSo.
Mi Urna explicado dttalhada acompanhi cada Fratco,
I Exigir us Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN & G'S
\ de PARS, que se encontro em casa dos Droguistas et Pharmaceuticos.
Galiirgem de Jaguaribe
Abri se ra do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada era barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo preco
fixo de 6)5000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietsrio do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras lhe d o nome-
' encarregado. da venda nicamente
nesta eade o Sr eb..stio E-zerr,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
Casa no Encanamente
Aluga se urna casa com 2 salas, 2 quarto, e-
sinha fra o cacimba, nova e aluguel eommo te
a tratar na ra do Pedro Alfonso n. 4, antiga te
Pra^___________________________________ _
Teade* toce on olTre d* pel *
(4)
Usai o melhor remedio, que o PEITORAt
DE CAMBARA', e veris como vosso anffrinento
desapparece Vende-s na drogara dos unics
agentes e depositarios geraes na provincia, Fr*
cisco Manoel da Silva & C, ma do Marque te
Olinda n. 23.
Elixir carminativo e (nice do
pharmaceiitico Ye as
Remedio que cura dyspepsias, gastralgias e te-
das as perturbacoes ligadas desarranjoa de -
tomago e intestinos. Aconselhado por varios di
nicos dos mais conceitusdes desta cidade, aebav-a
venda exclusiv* mente na pbarmacia american
de A. M. eras 4 C, ra Duque de Casias n-
0 cap icho da Moda
Pra?a da Independencia *4 e *
Recebeu novo sortimento de flores, pl*.
mas e outros enfeites para chapeos.
Pede s Exilias, familias que se dignis
de vir apreciar o que ha de mais gosto e S>
precos muito rcduzidos.
k_
Deixou de ser caixei-
ro de nossa casa o Sr,
Frederico \. Miehaclis,
desde 2 do correrte*
fVtson Sons Sf C. Ld%
Esleirs de peperi
Vende-se na ra da Guia n. 62. em poryab e a
retalho^____________________________________^_
~ Feltor
Precisa-se ie um fcitor portugoez, para trai-
har em um sitio, dando -se .nteresse ; no cae; te
Companhia n. 2, escriptorio'
Atten^o
Agente Burlamaque
Vendc-se tres casas terreas em Oauda, seate
duas ra do Amparo e urna ra Nova, *
terreno proario, com muitos c mu odas c ere par-
feito estado de conservacao ; tratar e inforsa'X^
se com o agente Bi;rlamsque ra do Imperater
n. 22, ou em Oiindq. casa junto a cadeia do Alji-
be, com Candi 10 Gii'-des Alcoforado.
Criado copeire
Precisa-se de um de
14 a 16 annos, na raa
de Riachuelo n. 17*
Ama para eozinhar
Na ra de Riachue-
lo n. 17, precisa-se
de urna raulher que
saiba eozinhar.

I8S00
Aluga se a casa n. D ra de Riachuelo ^
Boa-Vista (antiga do Destino), com 2 sata), x
quartos, cosiuha, quintal, est limpa ; a den.Si
travessa do Freitas, em S. Jos, por 11J00O ;
chaves cchoin-se junto, e tntte-M na ra ta 6v%
numero 62.


ss
PASTILHAS
DeANGELif&MENTRUZ
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fiando de >aea!ho
ilypnhosplulos de cal e soda
ApproTada pela 2na de ny
glene e antoriftada peEo
governo
* E' o IP'-H or ronr din al hoje dcscoberto para a
tlnlrn bronrliitett. rarropholaa. ra-
chittn. anrmta. ebillciade em eral.
deloio! tooac rlironlca e aBTeecfle
lo pello e da aricanta.
E' muito sporior ao olio pimples de ligado de
Ecalho, ptirqae, alm de ter eh -iro e salor agr-
daveis, possue tedas as virtudes medicioaes e nu
-Titivae oo oleo, >-lm das iropriedades tf.nlcus
reconstituint's dos hvpo|-ti' sphitos. A' venda na
te)gAriaa e WfM.
Denotlo etn Pernmr.buoo
Pintara domestica
l'HAlMACIA DE
Kermes de Souza Pereira & C,
Succpssores
ex>
5
35
as
N
0 Remedio ntoft effiesr e
Seguro que se tem dtscobeiio ate
hoje para expe'lir as on rrlgas.
..OQHIAYOL FRERES
4
5-
Sfi
se

C
c
Aviso
A Sra. D. Maria Aicbaujii Cavalcante : Abu-
querque, u.ii da Ex:i." Sr." Barn za la Vera
ma, Btiohora do eugcubj '' .:; queira te: a
Lond.t de manjar pagar Feliciano de
N';,znr th a qttimia de 3.000: > 'notos d>- xarque
quo lhe nu.utteu paraali^:: <; i fabri-
ia n maullan Tasnatsne de Flores, :;-m disso
qa.'.sd sou filfau Juil- utfi foi par: Euror*
e que ficou a ^ver-ih-1 una letra de :00#00!
tinto, proYeoieai elle foiasua
cas* MMr-lbe veristo, assim como s* deva con*
turnar ::.u..du- xarque para ^pprir a sua fibri-
Ca e eu.18 pal.-.vras foram Satas, que ain-la hoje
n3o aa nega, o senhor pode coutinuir a mandar
porque h ua divida est S'gura, po:quanto se
i&<'u filho Huner un Europa e lhe pagsrei, e se
cu tnorrer primeiro ahi est mea nlb.> para lhe
pagar, palavras estas qn coufeseou a ontras pes-
soas, que mais tinha dito ; Jeir. disto a : r.* L'aro-
neza viuva e rica e 2 tem filhos, uao n(cctsita
portauti que a Sr.a D. .Maris por meios menos
proprios accumule fortuna p&;:t Ibe ri< isas de he-
ranci. Esta divida a!em de tudo 6 nma dMta
orovniente de xarque para aluMatscao i.'e s.ua
fabrica enao deve ter igual as oulras q'-e V. Exe.
deixcu de Fagar-
Antonio toncalve Beltrao
Antonio dos Santos Lopes e Manoel Gorj^atan
Estrella, convidam seus amigos e aos de sea ja-
sado socio Antonio Goncalves BeltrSo, fallsesd
em Portugal, para assistirem as missas que, pda
eterno descanso do mesms, mandam resar aa
igreja do Corpo Santo, pelas 8 horas da masM da
dia 16 do corrente, e confessando-se agradcelas
por esi-c obsrquio.____________
- .
^ nhotinlio
Candido Ladislao de Azevedo, b este eennor
(pede-se) o obsequio de vir ra Direita n. 16
Vcsdo Branco.
Curso preparatorios
O bacharel Frnnrlsfio Correia L. Sobrinho tem
aberto um curso de nritbmetica, algebra e f.oume-
Becebru grande sortim-nto d'esta excellente jtria i nH rua da M,tri n- 7-________________ .
tinta de iii as coros a hu latas de 1 a 5 libras,
quacontinu'.ni a vender por eommodo prec.
das plantas
MONDEGO N. 80
Pretendendo-se acabar com as plastas que estilo
em vasos n'este jarm, vendom-s os Bpi;tiseiros,
muito grandes, e dando fruc a 3#0O, lam
geiras. muito grandes, par- enxeri::; a 000 a
duzia, preco.
I
dos
Quli|uer pesaua (menino ou oriado) pinta cera
punale-
Com asta tinta podem todos com piuco dispen-
dio conservar suas css sexpre limpaa.
Roa do it-TtM le Olla i
Boa morada
Aluga-se a casa terrea com sota, no oito de
Terco n. 82, lado da imbra ; para ver, as chaves
e n. 56, taverna, ate as 11 horas da manh, ou de-
pois das 4 horas da tarde.
o? sites ion!
Toihcei nota
Frilhos para engenhos
WAGONS PARA CAttSA
Locomotivas
laohfk t m< completo para en-
genho de todos os santannos
Syeteina aperfeirofido
Eapecificarjo'ea e pregos no escriptorio
agentes
Browns & C.
.*. 5 Rua do Commercio
N. ti \lm do cima ti 6t C, tem cathalogps de
e .m^lementogneceasarios agricultura, como
..Bibem machinas para descaroar algodfio, mei
ohos para caf, trigo, rrrox o milho; cerca de fer-
ro galvanisado excellente e mdico em preco, pes-
tos uenhuma pode tj-epal-a, nem animal que-
iral-a.________________________________
Cal de Lisboa
muito ora ; vendem Palmeira & C, r"s larga
do Rosario n. 37.
Antonio (onralves Bellruo
D. Constancia F'erp^ tu.i Machado Beltrao, V
cisco Jos da Silva Laja e sua mulbcr D. Coae-
tancia Btltro Lapa (ausentes), Joaquim Dia a
Silva de Azevedo Lemos e Jos Antonio da Sitas.
Lapa, convidam aos seus prenlos a amigos para
assistirtm as missas que, por alca de seu sempre
chorado esposo, sogro, pai e amige, Antonio Goa
calves Beltrao, fallecido em Portugal, manda
celebrar na igreja io Corpo Santo, s 8 horas a
manh de sabbado 16 do corrente, stimo dia da
infausta noticia de seu fallecimento, pek) que aa
contossam summamente agradecidos.
,.._.;._..... '.. TTT I III111
Jom ruetano tomnrbl de Kellat
Io AX.MTEBXARIO
A mesa rfgedora da devoco V Nossa Senkam
da Conceico erecta uo convento -du Santo Anto-
nio desta cidade manda celebrar missas pelas 7
horas da manh do dia 14 do corrente, 1 anj-
versario do fallecimento do seu empre chorado ar-
ma" Jos Caetauo Luma.'bi do Mello," e para esaa
8Cto de religio convida a todos os irmos de de-
vo^So, parentes e .-.micos do finado ; confeisaafe-
se desde j agradecida.
Consisto: 10 da devi eao de Kossa Senbora dt
Conceic', 12 de Outubro de 1886.
0 escrivlo,
Antonio S. do C. Neiva.
\\ti ves Jone caetano Lamaekl *
fjmNn
Heorique Hordarho d Meneses convida o p-
renles e amigos do fina.lo Jos Caetano Liimaeai
de Mello para sssistir, m urna ir.issa que maaam
rezar na quinta-reira, 14 do corrente, no conven-
to de S. Francisca, acias 7 boma ds nmhi, l.
anniversario do seu passamento ; desde j m tsa
tessa stemamente agradecido.
Vi
k

44
1
ti
s
.
II*


Mario de PcrmimliiM'ii-t-(lninta-feira 14 i*
Vinho puro de Collares
Jos Pern*ndee Lin.h & C tendo r**bido urna
Metida deate especial vicho, vendem em barris de
4aouao asaim como engarrafado a b#UU a ou-
jCnsino primario e secundario
Diurno e nocturno
O sbaizo asignado contina a leccionar pri-
assiras litras, portugus, frannez, artbmetica,
setborica e nutros preparatorios, em casa de sua
eaMencia run do Mrquez de Olmda n. 1, ae-
i andar, mediante remunerac i razoavel.
Pe no Estellita C Lina.
se
qeera entregar no 2- andar do predio n. 19
ta isa Trinen* iras, tres chaves de cofre, sendo
U menores e urna maior, as quaea foram perdi-
l aa mesma rqa na noite d-- 25 do corrente
Novo porto do carvo
ia do Marqaei do Henal 9
Teado um consumidor de carvao completado o
im rn de 60 b -irricas, recebeu um vigsimo da 1*
par da 14 lot ria das ANgoas n 21.947. e se
Ifceeoabe* a torta Brande p.a>r vir roceber os
em nmeros de bilhetes, de cnDformidade com o
jamancio Neste porto v nde-se multo b-m car-
Va* a 720 rs. a barrica, e aceitam-re reclamantes
dos freguezea, quando nao forenr bem seevidos na
patuda de do carvo, e nos fretes dos conducto-
A Revoluto
AtttMiditc!
Boqueta da ultima iovenco, para casamentes,
e^ te, de Joa Samuel Botelho ; a tratar na
do Bario da Victoria, luja n. 20, e ra da
Oadeia a Becife, laja n. 43 ____
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
afamada ha mus de um secuto; excede todas
a outrspelo tea perfume delicado e exquisito.
TitKZ Mk;>aI-Has df. Oi.ro
PARIZ 18T*. CALCUTTA 18M
pala extra-ti na tXCdJiaMfii'*! 'uaqualidade.
GOLD MEDAL BOQOET
ESS. BOOET I WJOD VIOLET
TEEVOL I CHYPRE
6 ontroa muitos perfumrt rouheci quaiidade r odo- isMiml a exquisito.
EAI DE TOILETTE OE LINDIES DE AUMSIN
incompanel para refreara- e mansar i pello
e pela mexcedivel escolha de Perfumes
ptn o leoco. Artigas novo preparado* pelot
Inventores exclosiviro-nte.
bevitra-se ti Cali it l sin k V-*ociiiles f lamuM
HE ATKINSON
24, Cid Bond Street. Londres
. Marcare Fabrica Urna llosa branca'*
obre ama Lyra de Ooro.'
X*2K,3;
PIMO OE KIG\
* 3X9. 4X9 e 3X' 8; vende-ae na serrara a va-
Star de Ciimaco da Silva, caes Vinte Dous de So-
tro p. 6. 0
VENDAS
Vfrtde se duas paites do cnpnhi Forno da
Sal, n Olinda. no val r e 6:0004, ou perr.uta-
e por eosa no R' cife, ou sitio rm <, a margem do rio ; muito frtil para canas e
todo quanto l..v iuras. boa baixa para espiro,
sitia ie coquei s grnde pedreira para o fabrico
de si, bom barro para fijlo e te'ha, matas para
grande proporcoes para criar, para o que
bom parto, qii" onde suatenta-se todo o
gw&o e vaccis de lefta desta ciaade ; a tratar no
cauto sitio defronte da igreja de N. S. do Gua-
darap-'.
Vende se urna aripaco, pr.pria para taver-
Sn, oa ulugn-s a casa o ir armaco ; a tratar na
iwlirprwl n 886
V -nde-se um bui e carroca : na ra larga
da-3aario n. 9.
A' ra. Duque de Casias, resolveu vender
os seguintes artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Cachemira bordada de seda a 14500 o co-
vad?.
Merinos de cores a 900 rs., 14000 e 14200 o co-
vado
Merino pretos a 14200, 14400, 14600, 14800 e
241'00 o covado.
Velludilhos lisos e lavrados a 14000e 14200 o
covado.
Palha de eeda a 800 rs. o covado.
Las com listrinhas a 600 re. o covado.
Gioedcnupoles pretos a 14800, 24000 e 24500 o
covado.
Setins damass a 320 rs. o covado.
Z'-phtros com desenhos modernos a 240 rs. o
covado.
Linhos escosseres a 240 rs. o covado.
Gace com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Zephiros Usos a 100 ris o covado.
Ditos Marrados a 200 fis o covado.
Chitas finaa a 240, 280, 300 e 320 ria o co-
vado.
Cretones finos a 360, 400 e 440 ris o co-
vado.
Baptiatae finas a 200 ris o covado.
Nansue finaa com 3 padrdes lindos a 300 ris o
covado.
Las com mselas de seda a 700 reis o covado.
Setinetas com desenhos lindos a 320, 360, 400 e
440 ria o covado.
Ditas lavradas a 500 reia o covado.
Diaa lisas a 400 e 500 ria o covado.
Fustocs de cr.'S a 320 rs. o cavado.
Enxovaes para baptisado de 94000 a 184000
um.
Colchas bordadas a 44, 54, 74, e 84000 urna.
Ditas brancas a 14800 urna.
Cobertaa de ganga a 248.X) urna.
Lencoes brancoa a 148' KJ um.
Lencoa de 14200 a 2400 a duzia.
Tualhas felpudas a 4*000 e 64 10 a duzia.
Bramante de 3 largur. s a 900 ria a vara.
Dito de 4 'litas a 10200 a dita.
Dif) d>- linh a 24000 a dita.
Cobertores de la a 44 00 < 74000 um.
Fecha de l a 241X10, 34000, 34500, 44000,
e 44500, 54000 e 64500 um.
Chales fiuoa de 5*000 94000 um.
Setins ma-o a 800 e 14^00 o covado. J
' Cortinaaos borddos a 74000, 94000 e 164000 o
par.
Espartilhos de ciuraoa a 44000, 54500, 64000
e 74500 um.
Guardanapos de linho a 44000 a duzia.
Madapolo -s g^nm de ovo e pelle de ovo a
645K. a pee i.
Camisas de meia a 800, 1#000, 14500 e 24000
urna.
Srroulaa de bramante a 14 e 14400 urna.
Flanella branca a 400 ris o covado.
Cas.mira diagonal a 148*0 e 24500 o covado.
Cortes d>> casemira a 34000, 5400 64000 e
74000 nm.
Camisas de linho a 304000 a duzia.
Brim pardo a 320, 36o, 440 e 500 ris a co-
vado.
Linn com sa'picos a 500 rs. o covado.
Fusto.s brancos a 360, 440 500 e 640 ris o
covadu.
Panno da costa a 14400 e 14600 o covado.
Dito admascado a 14800 c cuvado.
sguio amarello e pardo n 500 ra. o covado.
Cortinadus de crochet a 244'XK) o par.
Henrique da Silva Morara.
Camisas nacionaes
A **<*>. S4MMt e S4500
82=^- L ja roa d-t linperatriz 32
Vende-se nosto novo eslal>ele<:iineDt de sortim-tito de camisas brancas, tanto de aber
turas e pjnboc da linho como de algodo, pelot
baratos p'e^os de 24500, S4 I 44, sendo taz.ndb
muito melhor do qu- as que veem do estrangeiro e
nn.iW< mais bem fritas, por aeren cortada por
um bom artista, eapccialm>'nte camiseiro, tambeni
ae manda faser por encoinm. odas, a vmtade det
freguezes : nn nova toja da roa da Imperatriz n
3.-, de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova leja de fazr 'as
8>9i Ra da Impe = 3
DE
FERREIRA DA S^^VA
Neste novo atabel< cimento encontrar o res-
p -itavel publico nm variado aorfimento de fazen-
das de tod-.s as qualidades, que ae vendem poi
precoa baratiasimoa, aeaim como um bom sorti
ment de pupas para houn ns, e tambem se man
da tazer por encommendas, p r ter um bom mea-
tre altaiate e completo sortimento de pannos finos
caaemiras e brius, etc
WHISKY
^lYAL BLEND marca ViADO
Este excellente Whiaky EBCeasf* preferiv
10 cognac ou aguarden^ de canna, para fortifici
> corpo.
Vende-se a retaiho noa b. Iberes armazena
oolhdos.
Pede BOYAL BLEND marca VIADOcujon
me e emblema sio registrados para todo o Brasi
______BKOWNe C, agentes
Novas ls.nli.is
A Sto e loo reia o covado
Acabam de chegar para a loja da ra da Im-
peratriz n 32, um grande e bonito sortimento de
lsinbaa de cores pa:a vestid aendo f zonda de
moita phantasia, com cores claras e escaras, e li-
quidara se a 320 e 400 reia o covado, por ha ver
grande porco na loja de Pereira da Silva.
Mal
a*
as
7400
104001
124001
1240c
5450
;;:..'
84OU
3400
146c
14'-
Tavcrna
Vecde-se nma taverna na estrada des AtBictos
S. 30-A, propri* para principiante e com cummo-
ast para i milia.
Raridade
\
Vnde-ae na ra streta do Rosario n. 19, qua-
fin olieccoes do Diario de Pernambuco, relativas
anuos de 1839, 1840, 1844 e 1847
e do Dia-
vi* Novo, correspondentes aos adnoa de 1841,
1846 e 1848. _________
Pecliinchas!
Sao c osulnteM que deOnitlv-
Baeate ianro
Admirem!
Bonita eort:mento i- maripoaaa e fustoea, cores
firmes, a 240 e 320 ra. o covado !
Ranaok de core8 mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
dito!
Xiinbo; escocezes, nevidades em padroes, a 200 e
340 rs. o dito !
Setiaetas, as mais finaa que tem vindo, a 320 e
360 rs. o dit .'
Cretones 'rancezes a 260, 280 e 320 ra. o dito !
Jiargelim diagonal, t das as cores, a 240 rs. o
dito '
JPajvlinna de cores, a 160 *> 940 ra. liatraa d -
da, barato .'
iAzinhaa modernas, a 440 e 500 ra. o dito !
Cachemiras, lindos gostos, a 600 e 700 rs. o dito !
Beoda indiana (imitoslo), linda fazenda, a 700 rs.
o dito !
I risada, d-licados desenhos. um metro de largura,
a 800 rs. o dito !
Merinos e cachi miras, protas e de cores, a 900 rs.,
14 e I4200 o dito!
Setun macan, t>das as cores, a 800 e 14 o dito!
Yelud'lbo de t-das s cores, lisos e berdados, a 14
e 14200 o dit !
Casem.r..a ingltz:.s, de corea, a 14200 e 14400 o
dito !
Cheriors, preto e azul, a 24500, 34 e 34500 o
dito!
Cas mira iag nal, a 14800 o dito !
Panno inglez superior, preto e azul, a 24200 e
44 > dli I
Pes-aa de t-aguiao para cassquinhos, a 34500 e
44 1
dem de saperier algo73o, a 44, 20 ida !
dem da ruad oes amiricanos, a 44500, 54 e
64. 24 ida 1
Para i* Ex11, a. no"va, lindaa grinaldaa. e v. a,
por 124 I 'r*!
Bic cortipxld, todo bordado, con-.p'eto, por
94 !
In las gaarnico s de cro.h. U, cadeiras e sof, a
84 !
Buu ri rbram ilgodao, quatro larguraa, a
O, 14 O 1**0 mtr I
Ataalii...... tarda*- a 14400 e 148 o dito!
Panno- le lutVr nt r. e p-ra mesa atXMJ. I400
jt 1 4600 na 1 !
6ebvrt* de er. fouea, l.ndoa padroea, a 34800 e
tjnatftns de bramante (eama de raaal) a 24 ssa !
Colx.a fi me laa, deeorea, a 24, 6* "'"' r
fieaecx de cores, linios dravnb a 24 a duzia .
er.ulas 00. dad .a, de Bramante, a 164 dita I
Blriaa iilez brancas de coies, a 34200 e 64
a dita.
Can.braia bordada, branca, a 64 e W, melbores
ue tem vindo !
Sortiine-.itri completo de sedinhaa de cores, groade-
pl. s. fioa berdados, crep, montunas, capas
da U, fich-..
dJft*nnamdoTemos reasoal habilitado.
aTessda n iroaao-Doecontoa da praca.
JbSJS Ra Uuqiie de Caxlaa-&9
Cn la Cita & c.
6J50
aaoot.
80(i
14800
500
14601'
800
142
2A8A
1|80H
40u
200
Taverna
?ende-se a taverna da roa de 8. Jlo n. 17
aa mesma.
Fazendas Iracas
SO' AO SUMEIO
4 roa da Imperatriz 40
Loja do* baraleirot
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendat
abaizo mencionadas, rem competencia-de precos,
A SABE : i
AlgodioPac" de Igodczinho com 20
jardas, pe'o- barato preyo de 34800,
44, 4 500, 44 <-. &S, 54500 e
jardas a 4iV)0, Of. OC re
Cnmisaa de meia com liatras, pelo barato
preco de
Ditas branc uj c ernas, de 14 at
Creguella francesa, fazenda multo encor-
nada, propria para lencoes, toalhaa e
erguas, vara 400 re. e
Cerou as da mesma, muito bem fetas,
a 14200 e
Colletiuhos ("a mesma
Bramante fraocet de algodio, muito en-
corpada, com 10 palmos de largura,
m-trj
Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 24500 c
Atoalhado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro
Cretones e chitas, claras e eacuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at
Paptiata, o que ha de maia delicado nc
mercado, rs.
Todas estas fasendaa baratiasimas, na co^hecida
loja de Alheiro ft C, esquin do becco
dos Ferreiros
Algod* entestado pa-
ra len-j oes
A SOo ra. e lAooo o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
n 'odo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
1 s de iarcuraa 900 rs., e dito esm 10 palmos a
00 o metro, assim com dito trancado para
malhas de misa, com 9palmos . otr. iot uj Ho Alheiro ot C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 14200,14400,14600, 1*800 e 24 o covado
A heiro & C., rna da Imperatriz n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pele preco aeim-
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co d> s ferreiros.
Eapartllhos
Na loja da ra da Imperatris n. 40 vcude-se
muito bona espartdbos para senhora*, pelo prec"
de 54iMI0, assim como um sortiinentu de roupar
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquim
de becco dos Ferreiro.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 24800 e3in covado
Alheiro 4 C, ra da Imperatris n. 40, ven
dem um elegante sortimento de easetniras ingle-
eas, de duas larguras, com o padroee mais del>
cadns para costume, e vendem pelo barato pn-ci
de 24HO<) e 3f o covado ; assim com" 8e enearre
gam de mandar tazer cnstumes de casemira a
:N, sendo de paletot sacco, e 354 de traque,
rinde pech ncha : na loja dos barateiros da Bot.
Viata.
BRIM PARDO LONA
A &0 re. a covado
Oa baraf eiros da Boa-Viata" vendem urna grandi
porcao de brim rard.. luna, por estar cosa princi
po de toque de mofo, pelo harato pr 00 de 32'
rs o covad.., -graud. pechincha na loja da es
qu-na do beee doa Ferreiros.
Bonlstdoa r IH ra. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-ae pecas d.
borda 10, dous in-tr-s cada peca, pelo barato pre
c,. de 100 rs., ou em earto com 50 pecas, sorri-
laa, por5|, apr v it.m a pechincha ; na loja da
sqillna do K. r; do F. rrein
Oleo de inoeotd
Su1 etior e sem falaifi-acao : vende Luis Jos
da Silva Guimares, ra de Commercio n. 5.
Vende-se
um terreno com algumaa arvorea fructferas, na
estrada de J ao de Barros, fronteiro ao sitio do
lr Arrea Gama, e junto das estacos da Encru-
zilhaia, em chao propri", tendo de 90 a 100 pal
m >s de frente e 800 a 350 de fondo : qoem pre
tender c m rar, dirjase estacan de Timb-
Asta, ou para all enve ama carta com as ni-
ciaes J C. M. C, indicando a sua residencia para
er procurado. Para iaformaoSes, os pretendentea
podem dirigirse 4 viava qae mes as teneoo an-
aallo
Bna da Impertirla
Luja de Pereira da tStva
Neste estabeleeimento vende-se as ronpas aba
zo mencionadas, que sao ba- 1 aa.
Pal i tota pretos de aiagonaes e
acolchoados, sen .0 tazenoas muito en-
corpadas, forrados
Ditos de caaemira preta, de cerdo muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella asul sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcaa de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fazenda muit. enorpada
Ditos de casemia de ores, sendo muito
bem fjitas
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem fetas
Ditas de brim de Angola, de muleakim e
de bnsp pardo a 24, 24500 e
Oeroulas de gr-guellas para homens,
sendo muito bem fetas a 14'<>0 e
ColletinhuB de greguella muito lem feitos
Assim como um bom sortimento de lencoa o>
l'nho e de algodo, meias cruas e collarinhes, et:
to na loja oa n da Imperatriz n. 3i
dea. aelinelaa e Kslnhas a fiO
ra, o covado
Na loja da raa da Imperatris n. 32, vende-i
um grande sortimento de ustes brancos a 5<.
rs. o covado, lizinhaa lavradas de furta-coret
fi-senda bonita para vestidos a 500 rs. o covad
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas a>
eona, a 500 rs. covado. pichincha : na loj
do Pereira da Silva.
tlSixliiofinlKi rranrea para lenroe
a OOrs., 1* e loo
Na loja da na da Imperatris n. 32, vende-a
superiores algodaozipbos franceses com 8, 9 e 1
palmos de largura, proprios para leucea de ui
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 14000
metro, e dito tranyado pa a toalhaa a 14280, a
aim como superior bramante de quatro largurj-
para lencoea, a 14500 o metro, barato na loi:
d Pereira da Silva.
Koo|ia par meninos
.4 *, ir,oi e ea
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, a
vende um variado aortimento de veataaros pr<-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
.ha curta, feitos de brim pardo, a 44000, dito
de molesquim a 4450C e ditos de gorgoro pr-it.
emitando casemira, a 64, sao muito baratea ; o
oja do Pereira da Silva.
A' Florida"
Ra Duque de Casias n IOS
Chama te a attencao das Exmas- familias para
os pr. eos seguintea :
Luvts de seda preta a 14000 o par.
Cintos a 14500.
Punhos e collarinhos de cores para homem a
I4OO0.
ij. t~~ tara, a 14500.
Qrampn tirv.,Vo m eo r. o mnsao.
Luvas de seda cor granada a 2#, a#ooo e 34
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para hemem a 34-
Meiae de Eacoasia para crianca a 240 rs. o par.
Leques d papel com corrente a 14-
PiUs de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de eseuiao a 14500 a dusia. ,.
Albuns de 14500, 24, 34. at 84
Ramcs de florea finas a 14500.
Luvas de E-icoaaia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 14 o par. .
P. r a-retrat." a 500 rv, l, 14500 e 24.
f en tes de nik'l a 600 rs., 700 e 81O ra. um.
Roaetaa de bnlhan'e. cbimicoa a 200 rs. O par.
Guarnicoea de idem idem a 500 ra.
Anquinhaa de 145K), 24, 24500 e 34 urna.
Pliaas de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
Bic-.-s de corea com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 34 a peca
dem com 4 dedos a 44500 a
Espartilbo Boa Figura a 44
Ide La Figurine a 54000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
24500 a peca.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 14000
a peca. ...
Pentes para coco com inscTip?ao.
Para toilet
Sabio de areia a 320 ra. um.
Idesa pbenicado a 500 is. um.
dem alcatrao a 500 ra.
dem de amendoa a 300 ra.
dem dealface al4OO0.
Agua celeste a 24000.
Agua divina a 14500.
Agua Florida a 14000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 34 a dusia.
BARBOSA & SA\TOS___
Cocheira a venda
Vende-se urna cocheira com bons carros de pas-
ceio, bem localisada e afregezada, por preco mui-
to modic> em razio de seu dono nao poder admi-
nistrar p' r ter de fazer urna viagem : os preten-
dentea acharas com quem tratar ra do Duque
da Carina n. 47._______________________________
Vwm e viuvas
Poderlo ir A Graciosa, ra do Crespo n. 7,
que acharao seuipre artigoa proprios para luto,
taea c n :
Leques pretos de op I, setineta e sftim.
\ I as, hrme .s, puiaeiras e broches pretos.
M. Us preaa. fitas, bicoa de linho, la e seda
pretos.
Guarnicoea para camia-i de Womem.
Cade ai .le fif .. retr. z metal, pretaa.
Miiis pelas para enancas.
1 nnrl A C.
\o i'niPo rto Kx-><>mIco Central. A
ra lar. a do Honnrlo n. &H
tfeias de ti 1 il Loe ssia, para senhora 148' 0
D tas cruas e brancas, para senhora, rs.
Kxlract" P rt'vi'-ne 24"0O
Id 111 TI o loro 240" <
H qu.-t i; rl a Gomes 2*000
Ideui Guarany 240"|0
Ijinhaa para machina, rs. ^0
Meiaa, fio de seda 600
Bordados por to o o preco.
Kxpoaicao Central
Ra larga do Koairio numero 38
Luz elctrica
Vende-te um appaielho de illuminsco elctri-
ca, cunt ido nm djrn->mo Siemens, machina a
vap t, urna lamo da de arco, com intensidade de
2,000 velaa, e duas de 1,000 velas cada nma, com
os competentes lampe a. fioa elctricos, iaoladorea
e de maia accessorios. tode experimentado e em
boaa oondicoea de conservacao : a tratar no es-
criptorio da compauhia do Beberibe, roa o lss-
peraaor a. 71,
vasia
Ynho proprio para senhoras
Em barris e a retaiho : Pocas Mendes & C,
ra estreita do Rosario n. 9.
Teeidos de linho
A &OO ra. o covado
Na loja da ra da Iuip-ratriz n. 32, vende-se
um bonita sortimento de fazendna de linhi para
veatidos, tendo largura de chita fnnecza, com
muito bonitas corea e palminhas bordadas, pe-
chincha a 500 res o covado, na loja ae Pereira da
Silva.
Cahriolet e victoria
Vende-se um cabriolet e urna victira em per-
feito catado de conarrvaco e por pr-co mdico :
na cocheira n. 16 ra do Duque de Casias.
Pinoula k 0.
N. 18--H8 AO ftlli-118
Tem
Luvas de pellica, pelle de cao, camurca, seda fio
d'Escossia e casemira.
Agua florida e Tricofero de Barry.
hab.net.- diversos s ""urativo de Reuter.
Cambraias lisas, bordadas eabertas.
Camisas e ceroulas d flanella e meia de 1S.
Camisas sem collarinhos e sem punhos s/c c/p
c/c e c/p.
Collarinhos punhos, meias, plastrons, mantas,
gravatas de laco.
Lencos, eapartilhos, penteadores em cambraia,
veatidoa de cambraia bordadoa, bolcaa tapetes, fi-
ns de seda c de l, casacas elsticos, casacas de
casemira greuadine de seda e todas de seda.
Alpacas de aeda a 6(Hj rs o covado.
Telepbone 500.
Aproveitem!!
Vende-se o pred3 n. 7 na segunda entrada do
Campo Alegre ; quem dceejar, dirija se traves-
ea dos Artistas n- B, em,.-anto Amaro das Sali-
nas.

*>s
>2
0
QQ
C&*
ZS2


Chapeos e ehapolinas
36 AtOPRA5ADA LNDEPENDEI36 A 40
B. S. CARVALH0 & C.
Propietarios deste bem conhecido estabelccimento pajtecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principaes casas em Pars e Maachester o que de melhor e de
apurado gosto ha em chapelinas e chapeos para senhoras e meninas
e das primeiras fabricas de Hmburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e crianyas, e amitos outros artigos concernentes
chapelaria.
Flores articiaes para ornamento de salas.
tac
oa

<*i
THES0URAR1A
DAS
Maduro
Vinho puro da uva
0 qne pode haver de melhor para mesa, em
barra e a r taino : Poc-s Mendeo & C, ra
eatreita do R.sario n. 9.
VAPOR
e moenda
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver no engenho Timb aas, muito perto
da estacao do metmo uome ; a tratar na roa da
mperador n. 48, 1* andar.
\ Serrara a vapor
jbaes do CapSbarlbe u. 8
fTeaT uo. : onpontraro os s< nhores fregu-
es, um grande sortimento de pinh, d inco a des metros de comprimenro e de 0,08 a
>,24 de esquadros Garante se preco mais como-
o do que em outra qualquer parte.
Francisco dar Santos Macedo.
PdIio de Riga
Acaba de chegar pelo bngue Atalanta um com-
pleto sortimento de pinho de Riga da melhor qaa-
iidade e de diversas dimensots, como sejam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2 X 12
e taboas da mesma madeirs de 1 e 1.1/2 polle-
gadas.
Vendem MATHUES AUSTIN & C, na do
.Commercio .18, 1 andar, ou no caes do Apollo
51, por precos commodoa.
e iioivas
Encontraro sempre na Graciosa, ra do Cres-
po n. 7, urna variada collecco de objectos pro-
prios para casamento, como aejam :
Capellaa com veos, de 54 a 254000.
Grui.l jas de flores de larangeira a 54 e 64-
uigas de seda bra ca a lf e 24< 00.
Luvas de pellica bracea para senhora a 24500
o par.
Ditas de dita para homem a 34 o par.
Meias ab rtas de fio de Escossia para senhora a
4000 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 84000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para homem
a 14500.
Le iucs brancos di s. tim, de 64, 104 e 154000.
Gravatas brancas de cambraia a 800 rs.
Ditas dita com laco a 14000.
Ditas de s. tim braaco a 14500.
Duarle fe C.
GRANDE
wtsm u im
Aeha-se yenda a 5a parte da Ia lotera a
benefieio da Santa Casa de Misericorda do
Kecifeqm* se extrakir quinta-(Vira, 14 de Ou-
tubro ao meio dia pelo seguinte
4,000 bilhetes a 160000 384:0000000
Beneficio, sello e commis-
69:0600000
314:9400000
1 Premio de. 100:0C\5000
1 Dito de ... . 30:0(X. )00
1 Dito de . 10:0000000
1 Dito de ... . 4:00: 000
7 Ditos de 2:0000000 . 14:0000000,
10 Ditos de 1:0000000 . 10:0000000
16 Dito de 50001100 . 8:0000000'
a centena em que sahir
o terceiro premio
Approxim a 5 o e s de
2:0000000 para o pri-
meiro prcroio
-- 2 Ditas de 1:0000000
para o segundo premio
2 Ditos de 6500000 para
o terceiro premio .
2,400 premios de 200000
para todos os algaris-
roos finaes do primeiro
premio ....
2,400 Premios de 200000
para todos os algaris-
mos finaes do segundo
premio.....
5,140 Premios .
5:9400000
4:0000000
2:00000.0
1:3000000
48:0000000
48:0000000
314:940-000
i xpo- ii'.i central a ra larga do
Rosario n. 8
"Dimao Lima 4 C, chamam a attencao das
Exmas. fainin -s p.ra <-s precos seguintea :
Carreteis le 200 jardas 80 rs.
Pei;a8 de bordad >S d" 200 a 6O0 rs.
Di'as de um palmo a 24500 34' 00.
rita n. Su car., faxa a 24500. .
L.|. es regatas e D. I lannita a 14000.
Frascos e extractos do Lnhin, grandes, a 24000.
L que D Lucinda Clho a 64'KKI.
Toalhas felpudas a 500 600, e 14 00.
Duzia de meias para h in-m a 3,000.
Ditae para aenhoras a 34000.
Lnvaa de seda a 24000-
Meiaa de fio de ada para menina a 14000.
Colannboa de liuh.. a 5o0 ra.
Ditos de algooao a 320 e 400 re.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de eordo p. ra vestido a 10 rs.
avisiviis grandes a 320 rs.
Grampos inviaiveis a 60 rs.
Um leque de setim (novidade) a 6f500.
Ricas bolcinhas de madreperola de 14500 64
L para bordar 24800.
Urna capella e veo de 154000, por 124000.
Um espelho de mol lura p r 54500.
Urna pulseira de fiu per 14200.
Pliaa a 400 e 600 re.
Urna boneca grande ie cera por 24500 e 34000.
NA EXPOSICAO CENTRAL
58Roa Larga do Rusario38
99 Ditos de 2000000 para
a centena em que sabir
o primeiro premio 19:9000000
99 Ditos de 1000000 para
' a centena em que sa-
hir o segundo premio 9:9000000
99 Ditos de 6O0OOO par* l
Caso a terminacSo do segundo premio aeja igual a do primeiro paes&ri, ao nu-
mero immediatamente superior.
Esta lotera divide se em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de 800 ris
cada um,
Os premios maiores de 2000000 em cada parte estilo sujeitos ao imposto pro-
vincial de 15i0 e 5is addicional sobre o refer.lo imposto.
EXTRACpAO PELA MACHINA PICHET .
Theaouraria das loteras, 9 de Outubro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesourelro.
FUNDICAO GERAL
ALLANPATEliSUN i C
N. 44Eu i do BrumN. 44
JUNTO A E? M-fAO DOS B0XDS
Tem para vender, por pret mdicos, as seguintes ferragena:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacfes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de 'orea de 3, 4, 5, 6 e 8 oavalloa.
Moendas de 10 a 40 poegadas de paadora
Rodas d'agua, arstema Leandro.
Enearregam-se de concertes, e assentameato de maflhiniamo e execacam qual-
traballio com perfeicla e prestesa.
z.
0

joro*/ a ar ae
JOSEPH KRAISE Se C.
Acaban de augmentar sei j kcm conhecid
mportante estabelecinento rna Io
de marfo n. S com mais
nm sale no lti andar lidiosamente prepa-
rad!) e prvido de ima expesi-
P m k prata k tmk edMrtfbtf
dos mais afaoadts tiWcantes de
nntido iiteiri.
I nonvida, pois, as Exias. ftmilias, sens nome-
rosos amigos e fregieies a visitaren
o sen cstakelecimenlo, afim de
apreciaren a grasdea km gasto eom qie
nio obstante a grande
despea, o adornaran, n honra
desta provincia.
icu-u uno mi i n oa m
a
e
m
LJIffllMF.
t


8
Diario de Per BambucoQuinta-feirft 14 de Outubro de 1886
SSEIBLEA GERAL


CMARA OS DEBUTADOS
SESSAO EM 24 DE SETEMBRO DE
1886
PBESinBNCIA DO SR. GOMES DE CA0TBO
1.* VICE-PRF8IDENTE
(fiontinuaccia)
O Sr. Araujo oes Jnior nao
teni tido occ asilo de reaponder s recla-
macoVs do reuresantante da companhia
dito e o nobre miaistro sabe que o senado
teimoso. Foram os marechaea do par-
tido conservador que assignaram a emen-
da que o senado votou.
A opposicSo vencedora nesta questSo e
vai ver a maioria aceitar as suas doutrinas
de torna viagim ao senado. 0 paiz ha de
exprobrar cmara a sua condescenden-
cia cora o governo, que nSo qaiz fazer na
cmara o que fas no senado com o voto
do Sr. Paulino.
Vai se ver o pronunciamento unnime
da cmara, sobre esta emenda.
Baha Central Sugar Factories e dos Srs.
Joto Dantas e Maaoel Dantas Filho. Mas
antes de entrar no <-.i ame desaas reclaraa-
c3es vai reenr-se aos contratos dessa com-
panhia.
O orador qu,ndo tratou desses enge-
ishos centraos, dase que a sua inaugura-
cao nSo passou de urna farca para obter a
garanta do juros, agora vai acabar a sua
demonstracSo cora ura offi o do engenhei-
ro fiscal ao presi lente da Baha, remettido
ao Sr. ministro da agricultura^ que o a-
cultou ao orador.
Esse enherairo fiscal allega que na inau-
guracd nSo"se fez*8ssucar, que a fabrica
nao podera funccionar sem reparos, e que
debalde tem exigido os raelborainentos de
que carece o engenho. O orador julga ter
prestado ura servico conseguindo que, por
decreto de 29 de Agosto, o nobre ministro
suspendesse o pagamento dos juros garan
ticos. L o oficio do engenheiro fis al.
As assercoes do orador estilo, pois, cor-
roboradas pelo officio do engenheiro fiscal.
A eoojpanhia tem incorrido em faltas de
toda a especie cora relacSo ao seu contra-
to, uin dos artigos do qual manda crear
mn fundo especial de 10 j0 do seu capital,
o que a companhia ainda nSo fez, o ora-
dor, porera, sabe que o nobre ministro da
agricultura expidi aviso a essa e outras
companhias para que recolham esse fundo
em algum baoco.
O reprea ratante actual da companhia
o Sr. Hugo Wilsou, que pensa que todos
tm obrig*cSo de curar dos seus interesses,
por que diz que tem promovido muitas em-
presas para aellas tirar proveito para si.
VVilson tem queride abarcar todo o Brasil
com as pernas. O orador cita as cropreza
que elle tem em mSo, e diz quese roais
mundo houvera l chegara
NSo se opp3a a que qualquer empregue
a sua actividade em emprezas, o qus con-
demna que nSo se curapr-un os contra
tos. Wilson sujeita-se a tudo, conteado
ruis Urde, obter modificacSo as condi-
cSes do contrato.
Sendo o orador avisado pelo Sr. respi
dente de que estSo fiados os tres quartos
de hora, requ-r e a caman concede-lhe
urgencia de urna hora para concluir o seu
discurso na seasSo de quinta-feira.
ORDEM DO DA
Entrara em discussSo nica as emendas
do senado proposicao da cmara dos de
putados qu: concede diversos favores i
Q. Fogliani e ao Dr. Jos Ferreira de
Souza Arujo, ou empreza que organisa-
rem, para o fim de rectificar, alargar
prolongar a ra do Senhor dos Pasaos.
Ninguem pe lindo a palavra, encerrada
a discussao.
Procedendo-se a votacSo, sao approva
das as emendas e o projecto remettido
coromissao de redar cao.
Entra em diacusso a seguinte emenda
do senado proposito da cmara dos do-
putados, concedendo ao ministerio do im-
perio ura crdito'de 125:000$, para obras
do matad o uro :
A asaembla geral decreta :
t Artigo uni.-o. O governo poder au
torisar Illma. cmara municipal da corte
para contrahir, cora as clausulas que o
mesmo governo julgar convenientes, o em
prestimo de 125:000,?, afim de occorrer ao
pagamento das obras urgentes do edificio
do matadouro publico de Santa Cruz, des-
tnalo para o pagamento do principal e ju-
ros at a quantia de 50:000$ annuaes, que
ser contemplada nos respectivos orcamen-
tos das despezas raunicipaes; revogadas
as disposicoes em contrario.
O Sr. Candido de Oliveira d pa
rabeus a cmara por poder votar segundo a
sua vontade. A condescendencia de urna c-
mara pacata levou a votar, como pedia
nobre ministro, um crdito para emprestar
dinheiro, quando por outro lado o governo
iancava impostos. Est convencido de
a cmara contava com a volta do ere
O Sr. Rodrigo Silva dir poucas
palavras: O nobre ministro do imperio
disse no senado que toma va a responsabi-
lidade do voto da cmara, mas declarou
que nSo fazia questao da emenda.
O nobre ministro nSo abandonou a pro-
posta como se disse em aparte.
Os nobres deputados oppuzeram-se
paaaagem do ere lito in li nine, nao sus
tentaram o que passou no senado, disse-
ram que o crdito nao era necessario.
O senado apenas autorizou um empresti-
mo por parte da cmara municipal, nao h*
portanto motivo
victoria.
para a opposicao cantar
que
O Sr. Alfonso Celso Junior
diz que o Sr. Candido de Oliveira deu pa
rabeas cmara, o oralor d pozamos ao
nobre miaistro.
Disse o Sr. Candido de Oliveira que o
senado tez o que a opposiclo pregn na
cmara e vai votar o que veio do senado,
, pois, claro que d um xeque ao nobre
ministro do imperio.
Basta comparar a propoaicSo da cmara
com a emenda do senado para ver que
existe entre as duas differenea radical.
A opposicao tem pois o direito de can-
tar victoria e o orador taz suas, as ponde-
rac-s do seu nobre collega.
Todos os dias est vendo retractares
dos conservadores, que estao aceitando
ideas do partido liberal, que combateram
quando os liben.es estavam no poder.
Estad pasaando e repaasando pelas torcas
caudinas.
O que no senado votou, foi justamente
o que a opposicSo propozfazar a cmara
municipal um emprestmo.
O i-rdito volta emendado, completa-
mente transformado e esse facto deve abrir
os olhos da caraara. O senado est assu-
miudo urna suprdmacia que ao tencia que
nao lbe compete; se a cmara nao
consentisse n'isso, o governo nao se
veria obrigado a recorrer fusilo por cau-
sa das emendas ao orea ment do ministe
rio da agricultura.
O Sr. Lourenco de Albuquer
qiie ai-ha o caso grave. As prupostas
de crdito sao discut las em conselho de
ministros e depois submettidas ao chefe do
Estado. A questao de gabinete est for
muala em todo o crdito.
A commissSo do senado convencida de
que a opposicao da cmara tinha razad,
substituio o crdito por urna autorisacSo
cmara municipal para levantar um em
prestimo. O decreto desappareceu e, o
proje 'to voltou cmara em forma aceita-
vel e vai merecer a approvaco unnime
da cmara.
Penaa que o-aunado quiz proteger o n>-
bie ministro da fazenda, contra aquelles
que se afastam do programma da econo
raa.
Aceitando a emenda o Sr. ministro do
impar raconhoo<< e wa Tro o Compro
roetutu os seus amigos da cmara. S.
Exc. tem abuaado da condescendencia dos
aeus amigos e assira vai-se enfraquecendo.
Voto com su ramo prazer a emenda do
senado, nao a porque poupa ao thesouro
125:00041, mas porque obriga o governo
a respeiur as attribuicSes da cmara mu-
nicipal e, principalmente, porque urna
advertencia ao nobre ministro.
O Sr. AfTonso Penna ponco dir porque
os seus nobres Jepllcgas esclarecoram per
feitaraeute a qneato.
O nobro leader da maioria disse que a
opposicao tinha combatido o. crdito in limi
ne; contra sao que pede licenca para
protestar, lendo ura trecho de um discurso
do Sr. Candido de Oliveira, qne diase que
era a caraara municipal que devia levantar
o emprestimo.
Na cmara o Sr. min8tro do imperio nao
quiz aceitar as advertencias dos seus ami
gos, mas no senado aeeitou a emenda que
tambera foi de amigos.
F0LHET1M
DE
EMMA SOSA
POR
ZA7IEB DE JOIEF.U
0$Tim;3 SE 3I33L!
1 Continuadlo
XVI
do n. 835 )

L"vvif.ou a cabeca, urna chamma accen-
deu s--lhe noa olhos, ainda to bellos, pos-
to qne amortecidos pelas lagrimas derra
madas, e exclamon :
Ah! que importa ser o tempo cur-
to ? Deus ha de vir em meu auxilio, pcia
beic sabe que son innosente Em quinze
dias farei milagres I Em quinae dias dea-
cobrirei minha filha, viva ou morta, e bji
de desmascarar os scelerados que depois
do t apparecer minha filha.
E en a auxiliarei com todo o meu
peder, rom todas as minhas torcas, disse o
Sr. de Rodyl. Disponha absolutamente de
mira.
Obrigada, diasa siroplesmente Ange-
la, depois contnuou : Terei permissao pa-
ra veltar para o meu antigo aposento da
ra das Damas?
Uto cont com isso, porque os sellos
ao forara ainda quebrados.
E o dinheio que apprebenderam em
minha casa nao me ser restituido T
Nao antes que a sua innocencia aeja
provoda.
Mas entao que posso eu fazer ? Pri-
Camara e governo tiveram de cantar a
palinodia.
que na concessao deste crdito, que foi
completamente transformado no senado,
dru-ae a anomala de tomar o poder legia
atvo a tutela da municipilidade. Esta nao
pedio autorisacSo para emprestimo, e, no
entanto, a cmara autoriaa o governo a
concedel-a, aconselhand a municipalidde
que a peca. Foi um abuso do governo
este pedido de crdito, e fel-o porque con-
t.va com a maioria da cmara, e esse
abuso nS ficar ahi, ainda o coniirmou o
Rr. presidente do conselho, nao aceitando
a solucao honrosa que lhe offereciam os
Srs. Saraiva e Corroa sobre os additivos
do Sr. Jos Bonifacio, porque contava
com o pronunoiamento da sua maioria, em-
bora contra o sentimento nacional.
Conclue asseverando que nd se pode
negar oppoaico da cmara os louros da
victoria nesta questSo de ere lito, embora
nao tivesse apresentado emendas, indican
do o verdadeiro camiaho, e no senado um
senador conservador t5o bera comprehen-
deu a necessidade de ser alterada a con
i-esso do crdito, que tratou logo de dou-
rr a pilula, substituindo, o qtie foi para o
senado pelo que se discute agora.
O Sr. Penldo principia contando os
apuros do Sr. Rodrigo da Silva para de-
fender o Sr. ministro do imperio, que de-
sortou do crdito, aceitando do senado
cousa diversa daquillo que pedio
O nobre ministro tem as melhores in-
tenses, pedio, rogou, S. Exc. metteu-se
em camisa de onze varas e sahio com ella
bem curta do s nado. A culpa da c-
mara, que devia ensinar ao governo obom
caminho, pois triste que homens inde-
pendentes e illustrados passera constante-
mente pelas torcas caudinas. E' preciso
que a cmara recupere a sua autonoma,
para que nd esteja o senado desfazendo
tudo o que elle faz, e isto com relaco aos
dous partidos que aceitam todas as repri-
mendas do senado, que os vai obrigando
a engulir as piiuias que antes rejeitaram.
Ninguem pedindo a palavra encerrada
a discussao.
Nao havendo numero para votar proce-
de-se a chamada e tica adiada a votaco.
Continua a 2a discussao do projecto n.
54, deste anno, sobre pagamento de juros
Compagnie Genrale des chemins de fer
Brsiliens
Ao an,. '! 8 3o n. 2. Em vez deva-
vada de todos os recursos, de todos os
meios de aeco ? exclamou Angela, tomada
novamente de desanimo.
NSo lhe disse, ha pouco, que con-
tasse commigo, replicou o substituto, ti-
rando do bolso urna carteira e offereceu-
do-a Bella Hervanaria : Ahi estao dez
mil francos, servirao para fazer fa que for mais urgente. Sendo necessario
mais, eu aqu estou.
Angela hesitou.
Fernando tornou :
A senhora nao tem o direito de re-
cusar. Lembre-se que ae trata da nossa
filha, preciso descobril-a viva ou vingal-a
ae eativer morta Nao hesite.
- Sim, tem razad I para nossa filha.
Aceito.
E eu agradeco-lhe, diase o substituto.
Onde irei morar ?
Na casa em que moro ha um peque-
o aposento vago, por cima da meu. A
senhora pode occupal-o.
Bem. Estarei mais perto do senhor
p ra trazer-lhe a minha filha... a nossa
filha.
N- ose momento vieram avisar ao Sr. de
Rodyl, que o director espera va a Sra. An
gela B-rnier na secretaria.
E' a liberde, disse o substituto. Ve*
nha.
Cinco minutos depois a Bella Hervana-
ria sabia com Fernando da pao, cuja
porta feehou-se atrs delles.
Sentindo em torno de si o ar livre, ven-
do oa iianaeuntes, o movimento da ra,
Angela nao pude dominar a sua erxocao.
^ O que o aenkor acaba de fazer apaga
as ms recordacSea do passado, disse ella
ao Sr. de Rodyl em vos trmula. Creia
que lbe sou reconhecida.
Ella titubeou.
Fernando, pensando que ella ia cahir,
quiz sustel-a.
Oh I nao i nada, disse ella, nm des-
fallec ment momentneo. J passou....
Olhe... Eeton forte. Eatou proropta pa-
ra a lata. Vou trabalhar.
Por onde vai comecar ?
O Sr. Affonso Penna diz que o
esforgo da opposicao na defesa do thesou-
ro tem sido infructfero. Recorda que
quando fallou pela primeira vez, leu as in-
formagoas do governo que diziam nSo tor
a companhia direito, mas poderia ser paga
por equiJade.
Desde que se.cream impostos, nao se
podem autorisar despezas sem justficagao.
O governo j iodeferio a pretenscao da
companhia cuje direite lhe negou o tribu-
nal arbitral a que recorreu. Recorda que
j o visconde do Rio Bronco achava exces-
sivos os favores concedidos Compauhia
Chemins de Fer Brsiliens e no entanto
querem augmental-os. Sabe que as com-
panhias tem poderosos protectores e que
intil o esforco dos defensores do thesouro
que 83o poucos.
A proposito da elevacd das tarifas que
sao a causa da falta de renda na estrada
de ferro do Paran, l a resposta dada por
alguan dessa companhia a urna certa pes-
aos que prguntav por nm reque*giment
pedindo a diminuicao das tarifas. 7Nessa
carta se diz que a moditcacZo,.da',4>ri*8
para men* ma uuiave augmento na
renda da estrada e grande deaenvolvimen-
to ao commercio do Paran, mas que se a
nSo pedera enquanto nao fosse resolvido
o pagamento pedido pela companhia, con-
tra a qual o governo tinha praticado certas
hostilidades.
E' um acto de capricho que traz funes
tas consequencias. Declara que s se le-
vaolou para lavrar um protesto sobre o
pagamento da quantia a que na tem di-
reito a companhia.
A discussSo fica adi .da pela hora.
Continua a 3o dis ussSo do projecto n
51 deste anno, regulando a venda, afora-
raento e concessao gratuita de trras devo-
lutas .
V u mesa, sao lidas, apoiadas e en-
trara em discussSo as seguintes emendas :
Ao art. Io | 2o Em lugar de 8,5 por
hectar diga-se 65 por hectare ; e em vez
de \0$, diga-ae 85000
Antes de tudo quero v.-r Catharina.
E' a ella que me devo dirigir em primeiro
lugar. Separmonos, meu amigo, A' noite
irei dar lhe coota do resultado dos roeus
priraeiros pasaos. Tem um carro ahi ?
T n lio e o ponho sua dispoaico.
Eu aceito... Tnh< presea de saber
muita cousa.
Fernando metteu no coup a sua antiga
amasia.
Ra daa Damas n. 403, disae ella ao
coch-iro.
Estendau a mao ao Sr. de Rodyl, que a
apertou com effusSo.
At breve, meu amigo, tornou ella.
Sim, at brve.
O substituto feehou a portinhola e o car
ro atastou-se rspidameote, subiado para o
lado do boulevrd Magenta.
Se< ella be a uc edida T nquerio de
si mesmo o Sr. de Rodyl, muo peMativo
e muitn sorabrio. Descubrir ella a nossa
filha? Provar ella a aua innocencia ? J
D.aceu a ra do bairro Saint Deniae oa
primeira estaco de carros tomn nm'kue a
lvou ru de Nevrs. '
Os 0*8408 leitorrs nao terao eequecido
que elle havia promettido a Led L--roye
ir annua'-ihr lhe o bom ou rno acolhtineu
to do pedido de liberdade provisoria par*
Angela Bernier, feito por elle a seus che
fes bierarchicoa.
LeSo e Renato nao tinham sahido do
seu aposento e esperavam o sebstituto.
Cora o intuito de matar 0 teuipo de #
pera eHes trabalhavam, ou antee, procuri-
vam trabalhar, mas, sem o conseguir, por-
que o seu senti lo est*va algur.-a.
Quando o Sr. do Rodyl tocou a oampai-
nha, Renato foi abrir a porta e re<:ebel-o.
Vendo-o eDtrar, L ao corren para elle
Entao perguntou elle com vivacida
de, o sennor conseguio ?
Consegu.
Entao, a Sra. Bernier ?
A Sra. Bernier est livre...
Emfim I exclamou Leao, depois tor-
nou : Onde est ella neate momento Ti
lor legal daa trras.
Aoart. 1' | 5o. Depois das palavras
perda'da posae daa torras adquiridasdiga-
se -com as bemfeiiorias que tiverera, sem
direito indemniaaco, aendo as trras de-
claradas de volutas.
Ao art. Io 6o Suprmase.
Ao art. Io 7o Em vez de 80 por hec-
tare diga-se 65 por hectare.
Ao art Io 8o Substitua-se pelo seguin-
te :
A ninguem permittido comprar mais
de 4 lotes de trras de 25 hectrea ou 100
hectrea. O governo poder, entretanto,
ceder gratuitamente s companhias de es-
tradas de ferro, que se propuzerem con-
strueco de novas liohaa e s associacoes
de immigracao e colonisacao porches de
trras, que nSo excedam de 2 ki I ora-tros,
de cada lado s linhas ferreaes, e 20,000
hectrea aquellas associacoes, urna vez que
hectrea aquellas associacoes, urna vez que
se obriguem a respeitar as disposicBes des-
ta lei, quauto venda e aforamento das
mesmas.
Ao art. Io 9* n. 3. Em vez de 85000
por hectare, diga-se 64 por hectare.
Ao art. 1* 10. Era vez deNenhum
particulardiga-se ninguem.
Ao art. 4o | 11 n. 4. Em vez de 45
hectare, -diga-se35 por hectare.
Ao art. Io 11 n. 5. Depois das pa
lavras As trras concedidas nestas -on-
dic3es accre8;ente-se assim como as
bemfeitorias ne lias existentes.
Ai art. Io | 11 n. 6. Accrescente-s
sem direito a indemnisajSes pelas bemfei-
torias que existirem.
Ao art. Io 13. Em vez decuja re-
validacao tenham sidodiga-secuja re-
validaco for, etc.
Aoart. 1" 13 n. 4. Em vez de cuja
legitimaco tenha sidodiga se cuja legi-
tiinacao for, etc.
Ao art. Io | 13. Accrescente-se.
Os que se apossarem de trras de-
volutas ou nellas derrubarem mattas ou
Ibes puzerem fogo, serlo obligados a des-
pejo, com perda de bemfeitorias e soffre-
rd a pena de 2 mezes de priso e multa,
alm da satisfauo do damno causado.
Esta pena, porm, nao ter lugar nos actos
promissorios entre heres confinantes.
Ao art. 2o 1 regra Ia accrescente
se, comprohendendo-se nessa rea 50 hec-
trea de mattas, serapre que for possivel.
i Ao art. 2 regra supprimam-se as pa
lavrasbem como as que se acharem as
trras do dominio particular.
: Ao art. 2 | 4o necrescente-se.
: Paragrapho. Os posseiros ou conces-
sionarios podero, pura os effoitos desta
lei, mandar meiir e demarcar as ter
ras adquiridas por posse, sesmara e ou-
tras concessoes por professionaes de sua
confianza, precadendo autorisajo do go-
verno e com a clausula de ulterior appro-
vaco dos trabalhos effectuados.
Ao art. 5o Em fez de, podendo im-
por penas de prisao at tres mezes a de
multa at 5005, diga-se podendo impor a
pena de multa at f>o0,->()00.
Ao art. 6. Snbstitua-se pelo seguin-
te:
Fica rovogada a lei n 601 de 18
de Setembro de 1850 e todas as diaposi-
coes em contraro.
a Sala da* sessSes, 28 de setembro de
1886. Bario de Guhy. Lacerd a Wer-
nack. Rodrigues Alves. -Carlos Peixoto.
-Castro MhmmU- Silr Tarare*. .
O Sr. Cesarlo II vi ni diz que o
honrado presidente do conselho nd deve
ter perdido de memoria o incidente pouco
agradavel occorrido na sessao de hontem
relativo ao debate do presente projecto em
2* discuseo.
Inscteveram-se diversos oradores da op-
posicao liberal de que faz parte, no intui-
to que todos observaram de discutir o pro-
jecto sem outra preoccupac&o que nao fosse
a do interesse publico.
Folga o orador de dar tambem testemu
nho de que o honrado Sr. ministro da
agricultura e os Ilustres membros da maio-
ria, mantiveram no debate procedimento
consoante ao da opposicao e asssim va se
que a discussao ia correado com certo
aproveitamento para o paiz.
Entretanto, sem que pudesse a opposi-
cao suspeitar, entendeu a nobre maioria
?ue devia ser enceirado o debate, quando
ltavam proounciar-se a respeito o nobre
deputado pelo 3* distrcto de Minas, que
o faria com a habitual proficiencia, e o ora-
dor, que nada adiantaria certamente, mas
que desejava ser onvido.
O orador nao se queixou do encerra-
mento, mas a cmara ganharia com a pa-
lavra do seu collega, no debate to bella-
mente iniciado pelo honrado deputado pelo
7o districto da sua provincia.
De tudo sto decorreu a declaracd do
tal prazo s para requorer, tendo anda
requereate depois mais quatro annos, par
liquiar o seu direito.
A comm8so entendeu necessara a re
vogacao da lei de 1850, porque se no pro-
jecto estao muitas disposicoes dessa lei, ha
outras que nao podem ser aceitas.
Quauto s censuras feitas centralisa-
nobre deputado pelo 2- distrcto de Alinas, ig0! "J"^ Pedentes a pensa que
de que a opposi^o liberal abandonava a fc/^X VT^ P
rf;.-... a! .^. ....:. j ___;al.tn ra descentrahsal-o, recordando que o go-
discussao dos outros artigos do projecto,
reservando se entretanto o orador o direito
de intervir na terceira discussao, que a
presente.
Achando-se, porera, o orador inorraado
de que sao importantes as emendas offere-
cidaa pela coraraissSo especial, sacrifica o
seu direito de fallar boje para requerer o
adiamento da discussSo r.t que as emen-
das em questao sejam impressas e distri
buidas.
Assim, manda o seu requerimento de
adiamento.
A questao neutra e importante. NSo
convm preciptal-a.
Vem mesa lido, apoiado, entra em
discussSo conjunctameate com o projecto o
seguate requerimento:
Requeiro o adiameoto da discussSo
por 48 horas, at que sej am impressas e
distribuidas as emendas offerecidaa pela
comoiissSo.
a Sala das sessSes, 28 de Satemoro de
1886.Cosario Ceaario Al vira.
O Sr. ttodriho Silva aceita o re-
querimeoto do Sr Ceaario Alvim, encur-
tando o prazo do adiameoto.
- Em vez de 48 horas diga-se, at
amaoha.Rodrigo Silva.
Ninguem mais pedindo a paiavra c en-
cerrada a discussSo do requerimento e
adiada a votacSo.
O Sr. Presidente diz que os requerimen-
to i em 3* discussao nSo ficam prejudicados
por falta de nuxero e serSo votados aa
sessSo seguate e assim eateade que adia-
da essa discussSo fica tambem adiada a
discussSo da materia principal, no caso de
nSo baver quera queira a palavra, taoto
mais quaato desistiram da palavra alguas
Srs. deputados, reservando-so para tallar
depois di impressas as emeadas.
O Sr. Rodrigues Aires pedio a
palavra, oSo para protelar a discussao,
mas para dar alguas esclareciuieatos sobre
as eraeudas apreseatadas pela commissSo
de que faz parte.
Attsndendo s obserracoes feitas quanto
ao prego, a commissSo re uizio a 65 para
a compra vista e a 85 quando..- a prazo,
com o que fica o prego inferior 4 da lei
de 1850.
Para uniformisar o linguagem da lei ha
urna emenda ao 3 do artigo : em vez
do valor legal aas trras valor minimo
legal das trras
Em relacSo perda das trras por falta
de curaprimento de algumas das condc3ea
da compraa commissSo apresenta urna
emeoda tirando todo o direito i adera ni
sacad peUs bemfeitorias, porque desde
que se legisla sobre vendas a prazos ha o
direito de estabelecer coodicSes.
A commissSo resolveu supprmir no ar-
A pobre mSi coraeca as suaa pesqui-
zas. Quaolo rae deixou foi para Batig-
oolles, casa da sua criada Catharina,
ra das Damas.
Lora que conta ella que possa servir
de guia no ddalo que vai entrar?
Com o seu iostiocto materno.
Isso bom nos romances! murmurou
L-So L-roy- r, mas na vida real vale mais
o auxilio da polica. Porque nSo a recla-
ma ella ? nSo possivel que lh'a negas
sem ..
Angela quer trabalhar s. NSo tem
confianca senSo em si...
LeSo contnuou: v
Eu querena vl-a no momento em
que ella sahio da priso, dizer-ihe como
compart aa auas dor-a e porque o meu
suffimento igual ao dell, confessar-lhe
o oieu mor pela menina Eraraa Rosa. Se
ti"e8se ppdido assim abrir lbe o raen cora-
oo, ella abena que sou todo sen, que s,
ella imprente, que apenas cousegur
gastar toda a su* energa em um trabalho
msn>, era uraa luta esUril ; que estamos
Hqui dous para ampar d-a o que a unio
faz a forc.
Ella quera ir interrugar a criada ve-
era cuj-i casa Eraraa Rosa eu.-on-
tigo Io
"
que
autorisava a venda e
que o go-
verno tem sido forjado a retirar autorisa-
95as que nesse sentido foram dadas. Sus-
tenta a fixidade do prego e a conveniencia
de ser ie 3 annos o tempo para as vendas
a prazo. e
Depois de algumas considerares para
demonstrar que nSo houve razSo da abs-
tencSo por parte da oppoaiuSo na discussao
do projecto diz que as emendas apresen-
tadaa o furam de aecrdo com o Sr. mi-
nistro da agricultura e pensa que nellas fo-
rara attendidas muitas das observaces
apresentadas pelos que combateram o pro-
jecto.
A discussSo fica adiada.
Esgotada a 2.a parte da ordem do da
volta-se primeira.
O Sr. Carlos Peixoto responden-
do aos Srs. Alves de Araujo e Affonso
Penna, que fizeram urna increpacSo de an-
tagonismo entre as commissSes da cmara
e o governo, diz que nSo foram fiis quan-
do julgaram que as eomrassoes reconhece-
ram o direito da companhia, pelas nfbrma-
coes que a ella deu o nobre ministro da
agricultura. As commisso* -s reunidas nao
disseram, que a companhia tinha direito,
mas sim que o ministro informando favo-
ravelmente, nessa informacao nSo reoonho-
cia direito, mas dizia que, por equidades-
poda pagar-se.
Le a informacao do miaistro e os con-
siderados das commisse-es, que foram as
que reconheceiam o direito da companhia,
e nSo o nobre ministro.
As commissoes apreciaram o decreto que
regulou as bases para g>rantia de juros, e
esse decreto estabeleceu que urna vez de-
positado e empregada qualquer quantia se
pagasse o juro; houve deposito ca quantia
e emprego em obras feitas, portanto do
justica que se pague e nao ha que admirar
no pedido de fundos para esse paga nento.
Allega se de que nenhum documento pro-
vasse que o deposito lora feito, as conrais-
s5es louvaram-se na declaracd do Sr. mi-
nistro da agricultura. Assim, pois, as com'
missuea alm da apro iacao do governo ti-
nham por base o decreto a que j se re*
fere. NSo comprehende aomo o Sr. Af-
fonso Peaaa desconheee a competencia da
caraara para resolver sobre pretencoes co-
mo a de que se trata. NSo tem tamben
razSo o mesmo nobre deputado quando res-
ponsabilisa o governo por este project
quando d'elle nSo pois foram as com-
missoes que depois de informadas reeonhe-
cer3o o direito que o governo nSo reconhe-
ceu. No parecer estao assignados mem-
bros da opposicao que de certo continua-
rSo a sustental o.
A discussSo fica adiada pela hora.
O Sr. Presidente d a ordem do da-
para 29.
a bypotheca das trras.
A commissSo substituio
risando o governo a vender
lanbias
iro a
o art. 8o auto-
tem.8 at 2
kilmetros a companhias de estradas de
furro o 20,000 kwur a companhias de
mmigracSo e colonisacao que se sujeitem
s disposicoes da presente lei, substituindo
as palavrasnenhum particular do mesmo
10 pela palavra -ninguem.
Sobre o 13 art, 1- que se refere a
trras devolutas entendeu a commissSo de-
ver accrescentar um outro paragrapho im
pondo penas aos que ae apossarem de tr-
ras devolutas e nellas derrubarem mattas
ou Ibes pozerem fogo.
Ao 4. art. 2. que trata da legitima-
5S0 e revalidacSo, a com missao para nSo
facilitar estes processos declara que para os
effeitos da lei os posseiros ou concessiooa-
rios podem mandar medir e demarcar suas
trras por profissionaes de sua confianca
com autorisacSo e dependendo os trabalhos
da approvaco do mesmo.
No artigo que se refere a pressS e mu -
tas, a commissSo conservou estas e acabou
aquella para nSo dar lugar a futuras re-
claraac5e8.
Quanto ao prazo de 1 anno para requerer
o titulo de posse deve ser conservado, pois
o seu plano
cousas que
como pode
Ih-
Que fZ ella f
trun um asylo, depois da prisSo da raai,
lospoodeu o Sr. Rodyl. Mas esta noite
hei de vl a, lhe dir- qU4es sao os sena
ilesejos e inat->r-i cora lia para que aceite
gineroa coui-urso qu os aenhorea lhe
"ffereeom.
Quanto sahio la ra de Nevero, o sub-
stituto foi prefeitnra, procuren o chefe da
aeguranca e perguntou llie so afioal tinham
des -obert a pis di-aappare-ido.
Na partes dos agentes nada liava que
fiaease esperar um an-esso prximo. Ne-
nliuma luz, u- ntra n indicio.
- Como poier.lU faaar aquillo que a
poli* ia nS ooll8^gue ? perguntou Fernando
a si mesura
Entrou em casa completamente desani-
'mado.
xvn
Angela Bernier organisava
de batalba no cupo oa pidameote.
Prraeiramente baviam duas
precisavam ser esclarecidas ;
ram encontrar em sua casa, escondido em
baixo do musgo de um vaso ie flores, no
primeiro andar, o canhenho de Cecilia Ber-
nier ; e ae que modo Emraa R isa tinha sa-
hido da casa era que Catharina dava-lbe
agasalhj.
E*sas duas cousas tao distingas e que
par-cia impossivel ter ligacSo entre si o ca-
nhenbo prfidamente introduzido na sua
casa, o arrebatamento da filha, pare :iam
a Aogela preparados pela mesma vontade,
seoSo x-;i-utados p-la raesraa mao.
O carro per torren a ra das Damas em
todo o seu compriraento-
Vendo a sua (ja fechada, Ang -la sentio
o coracao contrahir-SH-lhe no peitj, taes
erara as olorosas reeordacoes que ess
lhe troza mente.
Uraa torrente de l^grinas corren lhe pe-
las faces p-dli'las.
O carro parou era frente casa que ti
nha o n. lOs.
Aagela ap"OU-se fazeodo um esforco Vio-
lento para d irainar a eraoco que a suffo-
cava.
Sabendo, havia muito, onde era o qu*r
to da su i criada fiel, nao teve necessidade
de fszer porguutas aos porteiros e subi a
escaria cora rapidez ailiniravei, a desprito
dos abalos que tinha sorTrido nos ltimos
quioze dias.
Chegou ao patauar do primeiro andar.
A chave eatava na fechadura do quarto
de Catharina.
Angela bateu urna pancada secca para
avisar, deu volta chave e entrou.
Gatbatiaa voltara-se ouvindo o ruido.
Reconheccu a ama e soltou uraa excla-
macSo era que ae mesclavam em dse igual,
a alegra, a sorpreza e o susto.
A alegra e a sorpreza por ver livre a
hervanaria qu sabia estar ptesa e acensa-
da do um crirae terrivel.
SESSAO EM 30
O susto por ver o rosto tSo profunda-
mente alterado da pobre roulher e sobre
tutiu loojbrsbdu oa juu oaoa iuit la ^PdT-
guntar lhe o que era feito da sua filha.
A ama e a criada correrara urna pira a
outra de bracos abertos e tic ara m rauito
tempo abracadas o chorando :
Depois Catharina balbncion atravez das
lagrimas :
Afioal, deram-lhe i liberdade l
Angela, ouvindo essas palavras recupe-
rou toda a sua presenta de espirito e res-
ponden :
Liberdade provisoria concedida por
raiseri ordia, porque contino a ser aecu-
aada e auspeita. As portas da miaa pri-
sSo abrirara-8e para que eu possa procurar
minha filha e provar a minha innocencia,
mas o tempo que me concederam curto.
Preciso, pois, dar-me pressa, nao perder,
era um di*, nem urna hora, n-ra um mi-
nuto. Desde este momento era que te fal-
lo devo banir toda a emocSo. Preciso da-
calma absoluta, do sangu fri inalt-ravel
de um policial antigo. Preciso, coraprehen-
des, saber tu.io, tudo absolutamente. Re-
corre, pois, tua memoria, preciso que
uSo te escape nada do que ae passou em
casa eraqnanto eu estava em Saint JuHen-
du-S.ult com minha filaa. E' dessa que-
rida menina que devenios tratar em pri-
meiro lugar. Sei que a recolhcste quando
lia ficou sem asylo depois da minha pri-
sSo. Mas nSo fallemos desse momento
terrivel, do qual s a lembranca degptrda-
ca-rae o coracSo. Fallemos do da em que
Eraraa Rosa desappareceu da tua casa.
Quero saber, se minha filha est viv oa
morta, para descobril-a, se est viva, o pa-
ra vingal-a se est morta. Lembra-ta que
o menor indicio, a cousa em apparencie
menos significativa, podem adquirir jan
mira valor enorme e servir-me de guia na
pesquizas que vou ereprehender. Inttfrre-
ga a tua memoria e falla.
(Continuar sena.)
Typ. do Diario roa Duque de Caxiaa b %
v
.
expe*

l
DE SETEMBRO DE
1886
PRFSIDECIA no ss. otatea mr aotbk, I-
\1CE-PBESIDENTE
Ao meio-dia omeca a chamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos. Abre*
se a sessao.
SSo lidas e approvadas as actas dos dias
28 e 29.
O Sr. I. secretario d conta do
diento.
Vad imprimir:
Os pareceres da commissSo de orna-
mento opinando que sejam approvadas a
emendas do seoado, aos orcamentos do
despeza do Ministerios do I npero e fa--
zenda, para o exercicio de 1886 -1881-
A redaccSo do projecto sobre o jrolon
gameato da ra do Seohor doa Paesos,
pelo senado.
Vera mesa, sao lidoa, apelados, e en-
tra m em discussSo, os sejjuintes reqoerin
mentos, sendo o prmeieo approvado e O
segundo adiado por pedir a palavra o Sr*
Rodrigo Silva.
(Contina)

.1
I
4

y
Lfill
Mffl



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ED0FZB08B_AHR88E INGEST_TIME 2014-05-19T18:57:46Z PACKAGE AA00011611_18956
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES