Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18953


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Full Text
If

Pl^^l
1
A110 Lili ~ ID 111
um
f4>J&e**'
IM A 1 ii'II 1L ii l-l .AHK1 O.iDE NAO JE PAti.4 PORTE
Por tres mczca adiantadoa
Por seis ditos dem.....
Por um armo dem......
Jada numero avulao, do mesmo da.
65000
120000
24^000
0100
^^^M
JJOIO 10 I OTBBO Di 1886
PARA DENTRO E FORA OA PHOVISCU
Por seis- meies adiantados......... ....
Por nove ditos dem................
Por um anno dem..............
Cada numero avulso, do diaa anteriores..........
130500
200000
270001?
01 JO
|)r0prifi>at>e re JHaiwcl Ji^neitin fce Jara & Silbos
TELERMMS
hit.:: :s::::::s :: izasio
RIO DE JANEIRO, 9 do Outubre, sis
3 horas o 30 minutos da tarde. (Receba-
do s 5 horas da tarde) pela cabo srrhaia-
rE).
"Na sessaa do tama foram rrlelta-
Mlai as dun emendan do Senado, le-
pla de oriircm o (venador o i ron I < on
depnlados rooiielfeeiroii Hanoel %l-
ves de .mujo. Tristo de .Henear
Araripe e Dr. \ uaruxio i tupio fco-
mes de Castro e Alfonso crisi de **
sis Figneircdo Jnior.
O ministerio Mubuie-llcu m Supre-
mo Tribunal Militar de Jiioiiea .
;iis. que protiibem oo militares
discutir na imprema, afina de apr-
senme iostrucv-e* que rejam a ma-
terla.
Oa> aiisos. por ni. foram suspen-
sos, menos na parte que diz respei-
lo o discuNSKi>N relama a obyecto
de servir.
Foram torneador*. presidentes :
Da provincia do Bio Grande do Su I.
o senador Manoel Francisco Correas
Da provincia do rara, o Dr. Joa
qulm de Almelda l"irias sobi inbo.
Foram nomcadot ebefes de po-
lica :
Da provincia do Rio (.runde do Sul.
o Joiz de direito Joo Pedro Maboya
Bandeira de Mello;
Da provincia do. Espirito sanio, o
jniz de direito Francisco Kodrlgues
Selle-:
Da provincia do Para, o juiz de di-
reito Jote da Cuaba Telxeira.
Foi exonerado de solicitador don
feitos da fazeuda gerai de Pernam-
liuco. Francelino Iniuslo de Bollan
da harn.
:-,:::: r::-::;::.. batas
(Especial para o Diario)
BUENOS.AYRES, 7 de Outubro.
l'm irir ara mina de Ainimpcioan-
nunria que o general Escobar fol
nomeadu presidente da repblica do
Paraguay.
MADRID, ? de Outubro.
O sr. Sagasfa fol encarregado de
organisar um novo ministerio.
(inuiuuiji multas listas relativa-
mente ao ministerio en* organlsa-
co. |
!: provavel que se resol va crlse
pela lormarao de um ministerio
mais liberal do que o precedente.
PARS, 9 de Outubro.
Tclegranamas de Tonkin annun-
ciam ter fallecido Tuong antigo re-
gulo do tmiuni. prisioneiro do ge-
neral de l'ourev.
Agencia Hars, filial em Pernambucc.
9 de Outubro fe 1886.
INSTRDCClO POPULAR
HIGIENE DA HABTAQAO
(Extrahido)
DA BIBUOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
CAPITULO II
ar e a luz
I Continuas fio)
T Segundo Muleecbott, deaenvolvimento do anby-
drido carbnico pela respirarlo, na obscuridade e
luz do di, eat na razio geomtrica de 3:5.
Almdsso, os individuos que passam grande parte
da sua existencia em legara privados de los,
apresentam carnes mulle?, balotas; sao lymphati-
cos, escropbulosos, etc.
Nem em todas asbora3 do dio, segando parece,
a luz solar favorece igualmente os procestos nu-
tritivos. A luz da maulla, assim como c mais enr-
gica paraos traba ha pbotographicos pela maior
i itensidade da forca chimica dos seus raios, tam-
tom deve influir mais activamente aob:e esses pro-
cesaos.
A aceito da luz solar sobre o syatema"nervoso
conbecida de todos. Quem nao se sent mais ale-
gre, mais bem disposto n'um diaelaro em que o sol
est perleramente deseoberto do que n'um dia de
co velado por nuveus ?
Do que deixames dito concluimos, que a casa
deve ser fortemente illaminada pelos raios directo
do sol. D.ve, pirtanto, ter ampias janellaa com
pirtas envidracadas em que os caixilh<.8 qnc aus-
tentam os ridros oceupera o menor espaco.
As portas de. madeira interiores que poderiam
soppnmir se na maior parte das casas, como per
feitamente inuteis.
CAPITULO III
As origen* de Infecco e a bumida
de. Os Insertos parsitas. Os
desinfectantes
Sio numeroeitsimai as origenj de iofeccao de
urna casa ; edevemos conhec.l-as para as remover
tanto quanto eativer ao nosso alcance.
Sao origetis de infecco o p, a reapiraeo dos
habitantes (racionaea e irracionaes, as exhalacoes
cutineus, os gazes do estomago e dos intestinos,
os excrementos lquidos e solidos depositados nos
urinoes ou nos retn tes, o lixo que se accumula na
cosinha, na escada, nos sages, a sujidade do cha j,
das paredes e dos movis, os foguea mal tratados e
mal ventilados, oa brazeiros e eacalfetae, as luzes, o
fumo do tabico, os gazes que vem des canos, etc.
Tudo isto sao fontes de algama causa qao cor-
rompe o ar,- que o torna impuro e por diverpos
modos prejudicial saude ; mas estas fontes nao
p dem seccar se porque multas d'ellas si > indis-
pensaveis vita;com effeito, nao podemoa deixar
de reapirar, de nos fquecerrnos, de iiluxenarraos
as oossas casas durante a noite ; entretanto algu-
mas destas cansas infecciosas exringuem-se c un a
hmpeza, e todas se tornaut innocentes pela grande
escova da ventltacslo.
A limpeza da casa bygienica c moral. O afaa-
tar para longe tudo quanto exhala mo cheiro, tudo
que immundo, tudo que repugnante, constitue
dever de todo aquello que ae respeita c que quer
conservar rigsrOM a sua suade beo como a dos
que Ihe sao caros e que com elle abitam debis >
do mesmo tceto.
Urna casa limpa eco ordem parece sorrir, como
se toase animada; quasi semprea habitaco da
gente s, laboriosa e feliz.
Urna casa saja e dcauazclada o covil do boniem
vicioso e infeliz.
Urna casa limpa attrahente,convida ao traba'
Iho; volta-sea ella com prazer.
A limpeza da casa esta qnasi sempre em razo
directa com a civilisicao de um pevo e coustitue
fonte de riqueza, porque concede dous thesauros
preciosos, saude e a ordem.
Em quisi todas as epidemias s > as casas menos
acetadas as primeiras a serem visitadas pelo lia
gello homicida. O typho, o cholera, e a febre ama-
relia, fazem alli maior numero de victimas.
Quem tem a sua casa limpa contribue para me-
Iborar o clima do proprio palz, ganba na sua saude
e procede coco bom cidado.
Se todos, conservando limpos o eorpo c a casa,
nao aecumulaasem immund ci nos pateos e nos
quintaes, e se os patamares c vitos do escada nao
foasem convertidos em outrus tantas estrumeiras,
melhorar-se- hia o ar das nossas cidades^ Eitu
causa de irrfecc) geralmente p uco-atiendida,
porque comprebende militas, iracas por si, e appa-
rentemente insignificantes, mas omnipotentesquan-
do reunidas.
Quem deita para o saguo um ramo de >rcs c
o deixa apodreee, nao calcula seguramente o valor
deste acto de desmacelo.
Aqnelle que por gulodice oa mo rgimen ali-
menticio tcm urna indigestao, padece s a pena do
seu peccado ; maso que naomaotem a limpeza do
corpo e da-casa faz iral a si e expoe todos os seua
vizinhos a um ar viciado por sna culpa.
Experiencias feitas om Manchester mostam que
o ar do campo, moito mais salub e que o da cidade
continha muito menos materia orgnica que este
ultimo. Aquantidadede substancia orgnica adia-
da no ar do campo eatava para a que se encontrn
no ar de um tagua > de cidade como 1: 2.
Os cortadores sabem pereitamente que se nao
podem conservar frescas as carnes, quand cipos-
ts a urna origem qualquer de inteceo ptrida; e
conta-se que os frade', que em geral eram enten-
didos em materia de bygieoe pratica julgavara da
salubi idade de um logar pelo tempo que nelle se
conaervava fresca urna peca de carue, quo pendu-
ra vam no mastro.
Em Lisboa ama das grandes cansas da insalu-
bndade das babitacoea o ar que vem da canali
saciio e que se espalh no interior das casas em
virtude da pessimaconstruccao dos canosparciaes.
Grande numero de pessos vidas de eocber a
bocea com palavras -as ceosuram as cmaras mu-
uicipaes porque nao teem posto de parte todos os
projectos de mclboramentos da cidade antes de
executarem ama nova rede de canallsacao. Mas
muitos destes individuos sao proprietarios ; e, em-
quanto canalisacaoparcial da sua casa, mantvm-
ii a no estado mais desgranado, despresando as
posturas municipaes, que urna falta de vigilanci*
deixa no *eaqneeimento, e contnbuindo assim um
contingente relativamente enorme para a insalu-
bridade da capital !
S por excepcao, e muito rara, se encontra em
Lisboa urna casa com um bom syatema de cigoto.
(Contina)
?arte urncisL
Ciovenao da irolucia
EXPEOIEME DO DIA 27 DC SETEMBBO DE 1886
Actos :
O vi ce-presiden te da provincia, em execucao
da lei n. 2,395 de 10 de Setembro de 1873, resol ve
nomear para preenchimento das vagas existentes
no 3i>- batalho de infantaria do ser vico accivo da
guarda nacional das comarcas de Barreiroi e Pal-
mares, os seguintcs officiaes.
1.a companhia
AlferejTiburtin Ui a Frrnandes.
2. companhia
CapitaoJoa Vir'Saiin du R.'go Barros.
TecenteFrancisco de Barros Lins.
AlteresLeonardo Antonio do Espirito-Santo
Porto.
3.* companhia
Teen teFeliciano do Rosario Lins. Coromu-
nicoo-se ao respectivo c lUjinandante superior.
O vice-presidente Ja proVin<^ia, atteodendo
ao que requereu Seryihan^ t.rrea M >ia, profea-
or da cideira de ensino primario de Sertaosmh,
e tendo em vista a. informa^o n. 301, de 11 do
ccrente do inspector geral da Instruccao Puolica
e o parecer da junta medica provincial, resolve
conceder ao peticionario, a contar de 9 do corren
te, tres mezea de licenca, com ordenado, para tra
tar de sna saude onde Ihe convier.
O vice-presid. nte da provincia, attendeodo
ao que requereu o juiz municipal e de orphos di.
termo de Ouricuiy, resolve conceder-lhe ti es me
z<*s de licenca, com o vencimento a que ti ver di
reit'i na forma da lei, para tratar de sua saude,
de.vndo i-ntrar no goso da referida licenca no
praso de eme enta e cinco diaa.
Offi-'ios :
A'. iispector do Arsenal de MarinhaO Mi
niater d i M irinha, em aviso de 17 do corren te,
uVrclam irisado os eoncertos de que precisa
a enfeiui irla de marinba desta provincia, oreados
em l:360134e providenciado no sentido de ser a
Tbesourana de Fazenda habilitada com o reapec
tivo crdito. O que commuoico a V. Exc. para os
devidos efeitns.
__Ao mesmoO Ministeiio da Ai,.;;nha, decla-
rando em aviso de 15 d*ate mez, ter approvado <-
contractos lavrado* para fornecimento dos navii-
e dependencias de marinha nesta provincia, du
rante o corrente semestre, de "veres aobresaieu-
les, objrctos de expediente, avi.in ato do iecei
tuario e lavagem de roupa do- enfermos, rae m
mendo que naa fatur .8 cooeur eneia* cej .m oi>
ervadas as dUposicoes do aviso de 3 de Ag>-o
de 1880, no sencido de serem to^o- os yiver s cu
excepcao de pao e caite verde;, fmu sidos p i u^.
s negociante ou firma coimiiereial, o ti- I" 0
Julho d- 1878, qne exig a r me, na s de t
d s as propostaS, tria- anida du t'-mo de re< Coi-
me to destas i-oin o r lenStivo mipp orgaiiiMaii
pel.i c-i nselbo de, CMSpraS,
  • .p isiyoes que sao -1-
    teiisiva a todas aa uruvincia O que coirimunici
    a V Exc. para seu cuubeciur- u'o e devi ios t
    fetus.
    Ao Dr. ebefe. de polica.P le V. S. autori-
    sar o administrador da Casa de Detencao, s-gun
    do aolieatsn, no seu olcio n. 817, de 21 de Agosto
    (indo a comprar um exemplar do Cdigo do Pro
    eesso Criminal. Reforma Judiciaria, Constitnii; 11
    do Imperio e Regiment de custas.C>mraun;cou-
    ae ao inspector do Thesoeo Provincia'.
    Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
    Mande V. S. ajustar contas ao major Luiz An-
    tonio Ferraz, c cipitilo Antonio [gizeto de Albu-
    querque Xivier do 2- batalho de intantaria eca-
    pito Augusto Frederico Percira de Carvalli i do
    14- da mesma arma que aeguem para a provin-
    cia d, Maranhl-i com destino a do Piauhy em
    commisso do Ministerio da Guerra.
    Ao mesmo.Declarando "o Ministerio daMa-
    rinha, em aviso de 17 do corrente, ter autorisado
    os eoncertos de que precisa a enfermara de mari-
    nha deata provincia, oreada em 1 :.'!>!() 131 e pro
    viilcnciado no sentiuo de ser essa thesouraria ha
    bilitada com o respectivo credit", a contar da ver
    ba Obras, exercicio de 1K8H-1887, assim o fajo
    constar a V. S. para os devidos fias.
    Ao mesmo Con mmico a V. S. para os
    fins convenientes que o bacharel Pedro G udia
    no de Ratis e Silva Jnior em H> do correntemz
    deixi u o exercicio do cargo de juiz municipal ede
    orpbaos do teimo da Escada por baver terminado
    n'aquella data o respectivo quatriennio.
    Ao mesmo.Commuoico a V. S. para os fina
    convenientes, quo a 19 do corrente, o promotor pu-
    bl'co da enmarca de Po-d'Alh>, bacharel Joa-
    quim Pedro Cav.lante de Alboquerqdc nter
    rompeu por motivo de molestia, o exercicio de seu
    cargo, rea-aumindo a 23.
    Durante o seu impedimento servio o tenente Jo-
    s Francisco Paes Barretto, nomeado pelo respec-
    tivo juiz de direito.
    Ao inspector do Thesouro Provincial.De
    accordo com a intormac) desse Theiouro de 13
    do corrento o. 133, fica elevado a 4'J ris o preco
    de 25 ris estabelecid) para a la/agem le cada
    peca de roupa dos presos recolhidos a enfermara
    da Casa de Detencao.
    O qne declaro a Vrac. para os devidos fins e em
    defenrnento do pedido d : Manoel Marques da Sil-
    va sentenciad > encarregado de tal servico.
    Ao commandante de corpo de polica.Au
    toriso Vnjc. conforme solicit u, a engajar no cor-
    po de seu cominando os paisanos de que trata no
    offic i de 23 do corrente, n. 804.
    Ao juiz de paz. preside ite da junta de alia-
    tameuto militar da paroebia de Nosaa Senhora do
    O' de G yanna. Fco inteirado pelo officio de
    Vmc. de 17 do corrente, de baver sido marcado
    o dia 4 de Outubro vindouro para ter lagar a re-
    unio da junta de alistamento militar dessa pa-
    rochia.
    Espero qua Vmc. envidar todos os meios a seu
    alcance para que a lei do alstamento militar aeja
    ah fielmente executada.
    Portara:
    O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
    transportar a provincia do Maranbao, por centa
    do Ministerio da Guerra, no vaoor chegado do
    sul, o major Luiz Antonio Ferraz e capito Anto
    nio Ignacio de Albuqjerque Xavier do 2- bata-
    Ihao de infaiitana e capillo Augusto Frsderieo
    Pereira de Car val Id do 14- da mesma arma, os
    qiiaes para alli seguem com destuo a provincia
    do Piauby em commisso do referido ministerio.
    Communicou-se ao commandante das armas.
    EXPEDIENTE DO SECRETARIO
    A' Agencias de paquetes.S. Exc, a Sr. vice
    onsidento da provincia ficoa inteira do > ffi 'io de
    V. Exc. que o vapor Para entrado hje as 6 horas
    da mauh.a doe portos do sul, seguir para os do
    norte amanb aa 4 da tarde.
    Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
    -O Ezm. Sr. vice presidente da provincia
    manda remetter a V. S. a inclusa ordem doThe-
    s .uro Nacional de 18 do crente, sub n. 208.
    Ao tenente coronel commandante do Corpo
    de Polica.S. Exc, o Sr. vice prosidente da
    orovincia manda communicara V S. que fica
    acicate de ter V. S. a 25 do corrente mez, assu-
    mido o exercicio de seu cargo.Communicou se
    ao inspector do Thesouro Provincial.
    Ao Dr. jniz de direito da commarca de Flo-
    resta.. Exc, o Sr. vice presidente da provincia
    m inda declarar a V. S., em aoluc > do seu IE.-d
    de 31 de Ag ato fiudo, que, nao pode ser reforjado
    o destacamento abi existente vista do que intor
    ma o cotnuiandanie do Corpo de Polica no otficio,
    junto por copia, o. 806, de 24 do corrente mez.
    Ao engenbeiro fiseal da estrada de ferro do
    Recife ao S. FranciscoS. Exc, o Sr. vice presi-
    dente da provincia deu boje o conveniente destino
    aos documentos que acompanbaram o officio de V.
    S. de 24 do corrente sob o n. 86.
    A' commisso liquidadora das contas da es
    trada de ferro do Recife ao Limoeiro.8. Exc. o
    Sr. vice presdeme da provincia nesta data deu o
    conveniente destino aos documentos que acompa-
    nbaram o officio de V. S. de 24 do corrente.
    EXPEDIENTE D0 DIA "O DE SETEMBRO DE
    188o
    Actos :
    O vice presidente da provincia, attendendo ao
    que requereo Ado'pho Astolpbo Lins de Albu
    querque, proteasor la cadeira de ensino primario
    d<> Cabo, e tendo em vista a informaco n. 306 de
    14 do corrente do iuspect ir geral da loa trueca.,
    Publica, resolve eonesder ao peticionario dous
    raezes de licenca, e>m ordenado, para tratar de sna
    san ie onde Ihe covier.
    Oficios:
    Ao commnn lane das armas.-O ministro
    da guerra, em aviso de '0 do corrente, declara ter
    approvado a deliberar i que tomou esta presi-
    leucia de conceder ao cpit-> do 14." batalho de
    iiifautaria, Augusto Frederico Pereira deCarvalhn
    licenca por sesaent-i das para tratamento de sande
    o que communico a V. Exc. para os devidos fina.
    Ao inesin.. Declaro a V. Exc. que, em
    viera das p.inderaces feitas em seu officios n. 481
    de h'jo atado, resolv fazer tranfenr o b chsrel
    K la ud i de Barres Palco d Lacerda da fortaleza
    iio U/um, onde se achava preso, para a Casa de
    Detencao. Cnminumcou-se ao Dr. chefe de poli
    ca.
    Ao Dr. ebefe de polica.Por falta de forca
    dispouivel ni f>0 le por or ser atteudido a reque-
    sica' de V. S. com relaco a urna escolta para
    conduzir alguna sentenciado a gais, da cadea da
    cidade de Escada p ira a Casa de Detencao desta
    nana tal.
    A.-sim fica repp-ndido o officio de V. S. n. 933
    l- 23 do correnr* m9Z.
    A.i iiiap.-r r da Thesouraria de Fazenda.
    ti .me V S ajustar Cintas ao tenente coronel
    it bi-riu rier nuineado commandaute do 1.
    ii .ta'lia i de ii.f iii'ari i.
    - Ain> eiiin.De laro a V. S., para os fins
    roo un ur-, que auturisei o director do Arsenal
    da Guen > a r eber do negociante Joo R idriguea
    i, M ne '!">! u.ctioa de panno azul p-ra fardaa,
    que f rain aeo-itaa p-l" coiis-lbo de compras dn
    .. 8ii..iAr-en ,i -m aejsao de 11 de Maio d'este
    a ni.
    A menino.Declaro a V. S. pira 08 fins
    i-iv nient s, que, h vista da sua inforuiaco u
    iT.I de 25 do ciirrente, appr vei a-* prop
    eeeitiia pelo <*oi.ae ho -le CiiiDprfJ--lo Ateen.I dt
    (hierra, em Mn" de 14 .i'egf- mes, p-ra o (.roe
    ean-iiti de hi ligia m-ntinadns ao Z.* 1." e 14.
    ittali.o a de mt otaria c >mp .nhe d ineaina arui i
    i^ pii.viii.-i-h da I arah'ba e AUgoas, compa-
    .hi de perari-ia un-rea do mesmo Arsenal e
    Enfirman. Milital d' ata provina.
    Ao in. ino. Declaro V. S., para os fins
    unveni. ui-.-. qa. de c .uformidade como aviso
    i ni ni ti lago rra de 18 do corrente, auturise'
    o direet ,r O.. Ai nal de Guerra a mandar forne-
    e. a inn nli. >e iiitautaria da provincia da
    Parahyba a8 alvaa mis artig a e nstantes da
    inciuaunota, p.r copi., de 31 de Julho ultimo,
    organsada na reparncao do quarrel mestre gene
    ral.
    Ao inspector do Thesouro Provincial.Defe-
    rndo buje a petico de Mana Joao,un-. doa San-
    t>s Abren o Silva, a que su refere a nfornricSo de
    Vmc-, de 18 do correte, sob u. 149, > rdeno que
    mande Ihi entregar os documentos cujoa paga-
    mentos nilo foram efl'ji-tuados.
    A i director do Arsenal de Guerra.D fe-
    rindo o n'jiierirnento do negociante Joo Ridri-
    gues de Meara, autoriso Vmc, de accordo com a
    sua infora.ieao n. 590, de 23 do corrente, a rece-
    b t do dit'jjs ;ocant* 354 metros de panno azul
    para {*rij^?i,iic f iram aceitos p -lo courelho de
    compr:n Tessc Arsenal em scsso de 11 de Maio
    d"esto anno.
    Ao mesmo.e confirmidade com o aviso
    do Ministerio da Gu-rra de 18 do correte, mande
    Vmc. fdrnecer companhia de infaiitaria da pro-
    vincia aa Parahyba as alvas e mais artigos con-
    atante: da inclusa nota de 31 de Julho ultimo, or-
    ganisuda na repartco do quartcl-mestre ge-
    neral.
    Ao aesmo.R3m?tto a Vmc, para os devi-
    dos fins, as inclusas propoatas, que ficam appro-
    vadas, acceitas pelo conseibo de compras d'esse Ar-
    senal, ero se.ao de 14 do corrente. para o f.irne
    cimento de artigos destinados ao 2o, 11 e 14" ba-
    t .IId -8 de infaataria, companhia da m -sin i arma
    das provincias da Parahyba e A'fgoas, conpanbia
    de operarlos militares do mesmo Arsenal e enfer-
    mara militar d'csta pr ivineia.
    Ao juiz de direit) da comarca de Bonito.
    Sciente do contelo d > nficio de 24 do corrente
    rae-, acerca da aggresso que soffreu o pr motor
    publico interino dessa comarca, Joaquim R^b-rro
    Pereira, declaro a Vac. que tomtrei a tal respeito
    aa ni-ecosaras providencias, e rcc.mmendo-lhe
    que se esforc pira pacificar os anim is exaltados e
    conservar inalteravel o socego publico.
    AoSr. Francisco Aigusto Pereira da Costa.'
    Acensando o recebimento do otficio de 21 de Ju-
    nbo ultimo em que Vmc. d conta do resultado
    da commisso incumbida por esta presidencia, de
    examinar e dar ptreci-r sobre os llvros e documen-
    tos existentes nos conventos e mosteiros do Recite
    e Olinda, que convenha, mediante cesso da auto-
    ridade competente, remover para a bibliotheca pro-
    vincial, tenho porlim louval a pelo modo satisfacto
    rio porque Vm;. desempenb m a referida commis
    alo, prestan lo assim un servido valioso s lettras
    patrias.
    Portaras :
    O Sr. agente da Compaaha Braslelra faca
    transportar corte, por conta do Muisterio da
    Guerra, no vapor espera 10 do norte, o tenente-co-
    ronel Roberto Ferreira nomeado com nandante do
    1 batalho de mfantaria, e bem assim a sua mu
    fher D. Luisa Ferreira e seus filhos Obvio Fer-
    reira com tres annos, Orlando Ferreira, com dez,
    Octavio Ferrei-a, com sete, Osvaldo, com dous e
    um criado de mine Luiz Mariano.Communicou-
    ao ao comm in i inte das armas.
    O Sr ag nte da Companhia Brasileira faca
    transportar provincia do Maranbao, por conta
    do Ministerio di Mariuba, no vapor Para dous
    ma-tros, duas vergas de pinbo e um Caxo, in -
    diudo noventa e tres decmetros cbicos, conteudo
    'crr igeiis. tu li destinado catraia ltimamente
    remettida Capitana do Porto da provincia do
    Piauhy.Couunuuicou se ao inspector do Arsenal
    de Marini.
    O a"r. gerente a C tmpaniU Pernambucana
    mande transportar gratuitamente d'esta capital
    para a Parahyba, c >m paasageua de r, ao Or. Bel
    armio Cesar Gond.m, sua aenhora o ama ir .a,
    no vapor que segu para os portos do norte a 5 de
    Ou'ubro prximo vndoaro, e com passagem de
    proa a urna criada do mesmo
    EXPEDIENTE DO 8ECRETABI0
    Officios :
    Ao director interino da estrada de ferro do
    Recife aoCaruar.S. Exc. o Sr. viepres d^nte
    da provincia manda d-clarar a V. S em respoata
    ao seu iiffiuio de 21 do corrent:, sob n. 1106 que
    por deficiencia de forca policial nao pode ser at
    tendida sua requisicao.
    Ao agente da Companhia Pernambac .na
    De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
    vincia aecuso o recebimento do officio de 28 deste
    mez, no qanl V. S. communca que, por nao ter o
    vapor Gi'i'ii descarn;*ado todos os salvados d..
    barca italiana LuigiaV,que ltimamente oaufragou
    nos baixos de Fernando de Noreuha dexou de r
    pelos portos de Rio Forra is > e Tamaudar, sendo
    substituido pelo vap >r Mandah, que para ah sea
    gue naquelle dia, pela manh.
    EXPEDIENTE DO DU 29 DE SETEMBBO D8 1886
    Actos :
    O vice presid. n:e da provincia, attendendo
    ao que requereu o esenvo da collectoria das ren-
    das geraes do municipio de Jaboato, Pedro Velh..
    do Kego Barros e tendo em vista a iiif.ru acao da
    Thesouraria de Fazenda de 27 do corrente, u. 679,
    resolve conce ler ao peticionario tres mezea de li-
    cenca para tratar de sua sa 1 urna vez que deixe
    p.'ssoa idnea que o suostita, si.b sua responsa-
    bilidade, nos termos da ordem do Thesouro de 13
    Agosto de 1869, n. 367.
    O vice-presidente da provincia, attendendo
    ao que requereu Aatonio Candido Ferreira, pro-
    f-ssor da cadeira de ensino primario do P.co da
    Panella, e tendo em vista a informaco n. 3(i0, de
    11 do corrate mez, e o parecer da junta medica
    provincial, resolve conceder ao peticionario dona
    m zea de licenca, com ordenado, para tratar de su i
    saade onde Ihe convier.
    O vice presidente da provincia, attendendo
    ao qu- reqtereram os prif-asores Francisco De.
    dato Lins e Manoel Ferreira Gaedes, este da ca-
    deira de en*i o pinnario de Urucu-menm e aquel-
    le da de Canbotiuho, e tendo em vista a inf irma-
    co n. 312, de 20 do corrente mez, do inspector
    geral la mstrucco publica, resolve, de accord
    com o danoste no art. 149 oo regulamento de 6
    de Fever.iro de 1885, oerm'ttir que os peticiona-
    rios permitem as cadeiras em que !e ci mam
    Communicou-se ao inspector geral da marrueca -
    publica.
    O vice-presi lente da provincia, tendo em
    considerar o que repreaentou o cidado J .-.'
    Freir do Nasciuieuto, re dve reintegral o n lu
    gar de 2 suppieute do juiz municipal de orphos
    do term> d Le->pol fina, comarca de Salgueiro, ri
    cando assim sem eff it > a portara de 19 de 0.-
    .ubro de 1H85. que o exonerou do referido lug .r
    Communicou-se ao respectivo juiz de direito.
    O vice-presidente da provincia, tendo m
    vista o oScio do inspector do Arsenal de Marinha
    de bonten datado, sob n. 493, resolve deciarai
    que o cidid > examinado e approvado para usar
    da arte ce terceiro machinista de barcos a vapo
    res. cbama-se Manoel Joaquim de Cerqueira e nao
    Janoci Marques Cerqueira, como por engao foi
    declarada no termo de exame, annexo ao officio do
    di-o inspector de 20 de Agosto findo, sob n. 413,
    portara desta presidencia de 17 do corrente.
    Otficios :
    Ao conselheiro presidente do Tribunal da
    RlucSo do Recife.Transmiti a V. Exc. os
    r.-.|iii rundiros em que 08 sentenciados Joaquim
    Ferreira de Araujo Monteiro e Jos Joaquitn
    Goyauna solicitara do Tribunal da Relaco ordem
    Je h ib-as-corpus.
    Aeompaubam os referidos requerimentos copias
    das informacjes prestadas a respeito pelo direc-
    tor do presidio de Fernando de Norouba.
    Ao mesmo.Tenho a honra de trausmittir a
    V. Exe. para s fins convenientes a copia inclusa
    do otfieto que acabo de expedir ao cidado Anto-
    nio Francisco do Reg, miz municipal snpplente
    do termo de Bom Jardim, em respoata do que
    (tamhi'in junto por copia) me dirigi representan-
    do b bre o faelO de haver o respectivo juz mu
    cipai o .ch .re Vicente Pereira do Reg, actual-
    mente em exercicio da Tara de direito, so auten-
    aem passar
    tado da comarca d-ade 21 do corrente
    o exercicio ao substituto legal.
    Ao mesmo.Rogo a V. Exc. se sirva de de-
    volver-me, com seu pirecer, o otficio ds 9 de Ju-
    lho em que o promotor publico da comarca de
    Cimbres consultou por mt rmedi.o desta presiden-
    cia, sobre p processo mandado alli instaurar pelo
    crime de reduzir se pessoa livre a esdtivido.
    Ao Dr. ch' fe de polica.'Jomumnieo a V.
    S. para o fazer constar ao delegado de polica do
    termo de Granito, que por officio de 27 do corren-
    te, n. 816, informou- ne o commanJante do corpo
    de polica haverem sido expedidas aa convenientes
    ordena no sentido de ser indejinisado o fornecedor
    do dcstac un nt > d'alli daa qnantias que Ibe fica-
    ram a dever os soldados do mesmo corpo -Jos Vi-
    cente da Slva e Jos Antonio Turre3, que se
    refere o officio do mesmo delegado de 4 deste
    mez.
    Ao mesmo.Tesdo o justifijado as faltas
    de exercico dadas de 20 de Juiho a 31 de Agosto
    ultimo, .or motivo de molestia, pelo guarda da 1*
    claase Franciaco de Paula Aibuqucrque Maranho
    aasim o fapo enastar a V. S. para fia fins conve-
    nientes. Pelo que, fica sem efieito pirtaria em
    que con :ed aa r. ferido guarda quatro mezes de
    licenca, visto ter elle rea asumido o exercicio de
    sea cargo.
    Ao inspector interino da Thesouraria de Fa-
    zeuda. Remetto a V. S., afim de serem transmi-
    tid >s a Alfandega as inciuaas copias dis officios
    de 20 e 22 do corrente, na. 19 e 36, em que o di-
    rector nterin, do presidio de Fernando de Noro-
    uba communca haver feito embarcar para eata
    capital diversos salvados da barca italiana Lui-
    gia V, que alli se achavam dcpmitados.Otficiou-
    seao respectivo cnsul da Italia.
    Ao mapeetor do Thesouro Provincial. De
    conformidad?, com a informaeo de c mtador desae
    Theaouro que acompanhou o officio de Vmc, de
    21 de Agosto findo, soo n. 94, n'esta data defiro
    o requerimento do 'Crente di co-npanha de San-
    ta Thereza, no sentido de serem amente dispen
    sada8 as multas referentes a de 3 lampeoes parti-
    culares, impostas durante o periodo de 1 a 7 de
    Junb i do anno passado.Ccmmunicou-se ao eu-
    genhero ch-fe da Repartifo das Obras Publicas
    Ao mesmo.Sciente pelo officio desse Th -
    aouro de 20 do corrente, n. 150, de que fora reco-
    Ihida pelo a ente arrecadador do imposto sobre
    gado vaceum Jos Pedro Velloso da Silveira a
    importancia de 5:8764640, qae dexou ce recolher
    no trienio de 1382-1H83 c 1881-1865, tenho e. de
    clarar a Vmc. que providenc; no sentido de se-
    rem pj cedidas averiguaco-s a respeito da arre-
    cadaco feita por ease agente cm to o o tempo do
    exercicio do cargo.
    Outro-sim fico inteirado da exonera^o do refe-
    rido agente e da nomeacao de Candido Thiago da
    Costa Mello para substitnil-o.
    Ao inspector geral da Instruccao Publica.
    Constando de officio dessa inspect >na, n. 304, de
    13 do corrente mez, que o prof ssor contractado
    Manoel Jos da Cmara, dead.- Janeiro do corren-
    te anno dexou o exercicio da cadeira de Varzea
    Redonda, providencie Vmc. afim de que se proce
    da, de accordo com o diaposto ro art. 125 2o do
    r gulameuto de 7 de Abril de 1879, resciso do
    contracto celebrado com o mencionado Manoel Jo-
    s Ja Cmara para reger a referida cadeira, a
    qual passar nos termos o art. 37 do regulamen-
    to de 6 de Fevereiro de l85, a admittir alumnos
    de amos os sexos.
    A> raesmo. Faga Vmc. constar ao delegado
    Iliterario de falmeira a G ir nhuns, que nos at
    testados de ex rcicio dos professores deve fingir-
    se ao que di.-po-: o art. 17 5." do regulamento
    de 6 de Fevereiro de 1885.
    Assim respondo ao seu officio n. 287 do 1. do
    correte mez.
    Ao engenbeiro encarregado das obras ge-
    raes da conservado dos portos. Sirva-se Vmc.
    da mandar por disposifo do engenbeiro chefe
    da R partico daa Obras Publicas urna cano i, afim
    de transportar do matad uro da Cabanga o ester
    co necessaro para a conservarlo do jardim d'este
    palacio.
    Ao fisc-il da companhia Drainage.Declaro
    a Vmc, para seu conhecimento, que n'esta data
    profer na petico de Francisco Ribeiro Pinto
    Guunares, quo se refere a sua informaco de
    14 de Agosto ultimo, o seguinte despaeho :
    Ordeno que s-j-.m eliminados os quatro appa-
    relhos da companhia Recife Drainage no predio
    u 40 ra do Cuminercio, a contar do semestre
    prximo vindouro at que cesse a causa allega-
    da pelo upp'ieante- Commanicou-se ao in-
    spector do Thesouro Provincial.
    Ao culi- ctor das rendas geraes do municipio
    -!! FlorestaInteirado do que Vmc. exiooe no of-
    ficio de 11 do corrente, declaro-ihe que deve fazer
    :r nua presenta a cscrava de que trata, cujo no-
    uae nao foi por Vmc. mencionado, afim de per n-
    8 ecco ocul-ar, certifiear-se se ao tempo da pri-
    mitiva matricula tiuha ella 5 ou 50 annos de ida
    de proced-ndo do mesmo mudo para reconhecet
    se o escravo averbado como vendido o eacravo a
    que o seu ex-senhor pretendeu dar baixa, ou o im-
    mediato, como elle allega.
    Declaro-lhe, outrosim, que enmpre haver o maior
    escrpulo n'essas diligencias, no interease de ebe-
    gar-ae ao conhecimeoto da verdade.
    Ao Dr. juiz de direito da comarca da Na-
    zareth.Em respoata aos sena officios de 11 e 20
    de Agosto ultimo, declaro a Vm;. que de vem ser
    exhibidos pelo Dr. Antonio Dourado de Azevedo,
    de accordo com a informaco junta por copia, mi-
    nistrada em 13 ds corrente pelo inspector do The-
    souro, as contas relativas ao tratamento dos pre-
    sos p brea, a que se referem os citados officios,
    afim de poder deliberar eata presidencia sobre o
    pagamento de tal despeza.
    Ao Dr. Livino Lopes de Barros e Silva, juiz
    de direito da comarc de Salgueiro. Cabe-mc
    Iouvar a Vmc, pela actividada com que procedeu
    na'a a d-'seoberta dos introductores de sedulas
    falaas u'essa comarca.
    tista pn-sidencia, oonfiando no aeu zelo e inte-
    rmsB pela caaaa da justica publica, espera que
    pru egmra as respectivas diligencias, afim de
    - -na -guir se a pnso d '8 criminosos.
    . ^o Dr. juiz de direito da comarca de Tim-
    bsb i. Remetto a Vmc, era aoluc o ao seu tn-
    !,) do 7 le Juuh i, copia das iriforinaeoiS presti-
    dai pul i juiz municipal e de orphos competente e
    pelo osp'cr r da Th-souraria de Fazenda, acerca
    do mil i oorque > collector geral d'essa comarca
    pro.*'dea .i cobranza doimpisto de industrias e
    pr fissio, qu 'oto ao facto de c mriuuar em poder
    le L i i n des Ale .t ra lo a preta Francisca, maior
    de 60 mi .o*
    A Dr Man .el F-'rreira Escobar Jnior, juiz
    municipal e de orphos do termo le Leopoldina.
    Cabe-me louvar a Vmc pela actividade com que
    procedeu para a deacoberta dos introductores de
    sedulas falsas nesse t-nuo.
    Eata preaidencia, confia,do no aeu zelo e inters-
    s pela causa da justici publica, espera que pro-
    seguir as respectivas diligencias, afim de conse-
    guir-a.1 a punicilo doa criminosas.
    Ao promotor publico da comarca do Salgue-
    ro.Tendo alguem servida-se da aasignatura de
    Jos Freir do Nascimento, em um requerimento
    apresentad a esta presidencia, em oome daquelle
    cidado, solicitando sua deinisso o cargo do 2o
    aupplente do juiz municipal e de orphos ao termo
    de Leopoldina, e verificando-se ltimamente nao
    ter elle solicitado tal demisso, pelo que foi reint -
    grado por portara de boj o datada, reco.nmendo *
    Vmc, que proceda conforme couber em suas attri-
    bu'coes contra quem quer que sejo o autor d'a-
    q.ielle acto en minoso.
    Ao Si. An-onio Francisco do Reg, juiz mu-
    ni pal sappl nte do termo de Bom JardimScien-
    te do que Vmc. representou em officio de hontem
    datado, obre o facto de baver o bacharel Vicente
    Pereira do Reg, juiz municipal, actualmente em
    exercicio da vara de direito de Bom Jardim, se
    ausentado da comarca desde o dia 21 do corrente,
    declaro Ihe qae cumpre ao substituto legal assumir
    sem perda de tempo o respectivo exercicio, o que
    fiz constar ao conselheiro presilente do Tribunal
    da Relaco do Recife, a quem transmitti copia do
    aeu predit) officio e documentos ao mesmo anne-
    xoe.
    Portaria8 :
    Declaro Cmara Municipal da Victoria
    que, nao podem ser approvadas as arrematares
    dos impostos constantes do t r.n > annexo ao seu
    officio de 13 do corrente mez, porqutnru tiveram
    ellas lugar a 9, data era que nao tinha ainda sido
    publ cada a lei do orciraeuio municipal para o fa-
    turo exercicio fiuaaceiro de 1886 a 1887, devendo.
    por 8so, ser levadas nova praca os referidos im-
    postos.
    O Sr. engenheiro chefe e director da estrada
    de ferro do R -cife a Caruar, faca tranaportar
    cidade da Victoria, por cinta da provincia o 2"
    cadete 2" sargento do 2" batalho de infautaria,
    Crescendo Pereira Nunes, que regressa ao desta-
    camento, em substituidlo do 1" cadete do ditoioa-
    taleo Goncalo Uchoa de Souza L' o, que tem de
    recolher ao corpo.^Communicou-se ao comman-
    daute das armas.
    EXPEDIENTE DO SECRETARIO
    Offic03 :
    Ao inspector do Thesouro Provincial. O
    Exm. Sr. vice-pr.sidente da provincia indeferio
    boje o requerimento do bacharel F-ancisco de Pau-
    la Correia dn Araujo, aob o qual V. S. informou
    em officio de 4 do corrente, sib n. 121.
    Aoengenheiro chete da Repartido das Obras
    Publicas. C Exm. Sr. vicepresidente da provin
    cia indeferio hoje, o requerimento do bacharel
    Francisco de Paula Correia do Araujo, sobre o qual
    v". S. intormou cm officio de 21 de Agosto ultimo,
    sob n 152.
    Ao Sr. Gustavo Alberto de Britto. De or-
    dem de S. Exe. o Sr. vice-presidente da provincia
    transmuto a V. S para os fins convenientes a co-
    pia inclusa do aviso de 4 de Agosto findo, do Mi-
    nisterio dos Negocios da lustii-a.
    DESPACHOS DA PKESIDKSCIA DO DIA 7 DE
    OCTCBRO DE 1886.
    Antonio Jos da Costa Araujo. \guarde o cr-
    dito pedido h je do Ministerio da Marinha.
    Antonio Joaquim dos Santos.Sim, pagando o
    supplicante as commedonaa.
    Joo Baptiata da Silva Guimares.Passe por-
    tara designando o 5. batalho de infantaria do
    servico activo da gnarda naciona da comarca do
    Recife para o supplicante ser a elle ag^re^ado.
    Joo Carneiro de Bulhoes.Indefendo, visto
    que a pena terminar a 29 oe Abril de 1888.
    Joo Fructuoso da Rocha.Informe o Sr. juiz
    municipal d > termo de Bonito.
    Lamvntino Alves de Souza.Indeferido vista
    da informaco.
    Manoel Joa de Medeiros.Informe o Sr. Dr
    jniz de direito da comarca de Limoeiro.
    Manoel Caarlos Vita!. Certifi jue-se o que
    constar.
    Themotheo Jos de Sant'Anua.Ao Sr. Dr. juiz
    de direito das execucoes criminaes da comarca do
    Recife para prestar ao pedido a conaideraco que
    merecer.
    Virginio Paes Bezerra.Informe o Sr. Dr. chefe
    de polica.
    8
    Francisco da Fontoura Bntto.Ao Sr. director
    do presidio de Fernando de Noronba para certifi-
    car neste requerimento, que opportunamente de-
    volver.
    Franco Lins de Albuquerque.Sisa, pagando o
    supplicante as comedorias.
    H .norio da Costa MontfiroConcedo.
    Joo Pedro de Souza.Informe o Sr. Dr. juiz de
    direito da comarca de Nazareth.
    Joo e I guac a.Entreguc-ae mediante re libo.
    Julia Mara Caldas Rocha.Concedo em vista
    da informaco da junta medico.
    Jos Paulino da Silva.FiIho. -Concedo, em viata
    do parecer da junta medica.
    Lu'z Manoel de Pinua. Deferido co officio ao
    commandante das armas.
    Mara Leopoldina da Silva.Remettido junte
    medica piovincial, a quem a aupplicante ae apre-
    sentar para ser inspeccionada.
    M-tria da Conc -ico.Provc o que allega com
    relaco a seu filho.
    Miguel Balverde Fernandes.Passe portara e
    a respectiva carta de naturaUsaco.
    Manoel Jos do Nascimento.Sim, pagando as
    comedorias.
    Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.Con-
    cedo.
    Dr. Virgilio de Gusrao Culho. Informe o Sr.
    inspector da Thesouraria de Fazenda.
    Secretaria da Presidencia de Pernambuco, em
    9 de Outubro de 1886.
    O ajudante do porteiro,
    ^l;'0o B. Silveira Carvalho.
    iteparfifo da Polica
    Scelo '.' N. 930. Secretara da Poli-
    ca de Pernambuco, 9 de Outubro de 1886.
    Ulm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
    que foram hontem recolhidos na Casa de
    Detencao os seguintes individuos :
    A' minha ordem, Vicente Ferreira de Araujo,
    remettido como criminoso pelo Dr. juiz de direito
    de Iguarass afim de aguardar a sesso do jary.
    A' ordem do subdelegado do Recife, Elysiario
    Pe.-eira dos Santos, como vagabundo.
    A' ordem do do 1 districto de S. Jos, Manoel
    Felisrerto Moreira, por disturbios.
    A' ordem do do 1 districto da Boa-Vista, Ro-
    que Falco, Jacome PesBo, Vicente alveo e An-
    dr Frucho, por disturbios.
    A' ordem do do 2 districto da Graca, Manoel
    Candido Florencio, por disturbios.
    llantn, s 9 horas da noite, foi avisado qua
    no hotel Rocambole, sito no pateo do Terco, havia
    grande conflicto entre o propri-tario do mesmo ho-
    tel, Alberto Reis e pracas do 2o hatalho de infan-
    taria e que no conflicto tinha sido ferido o capito
    Houorio Martina do mesmo batalho.
    Para all me dirig acompanhado de forca e do
    commandante geral da guar la cvica e fui infor-
    mado que no referido hotel tinham eufrado o cabo
    Joa Vieira de Lima e os ao!dals Antonio Gon-
    calves Lima ei Tertuliano Jos Tenorio a pretexto
    de tomar caf; porua receaod > o dono do hotel
    quo elles foseem aggredil-o como Ihe haviam dito
    nntei edentemente al^um-a pessoas, disse-lhe que
    ae retrassem, visto nao estar diapoato a admitti!-08
    em sua casa.
    Os soldados, porui, nao o attenderam o d'ahi ori-
    ginou-se o conflicto, disparando o aono do hotel
    tiros de revolver sobre os toldados, que por sua
    vea tiraran cadeiras sobre a louca e vdros que
    estavam "bre as mea-.
    Acband i-se o capit Honorio em urna casa fron-
    teira, acudi afim de p;- termo ao aoni cto e na
    uccasi- era que iitrwa na casa foi rule, com
    urna tacada, no baixo ventre, que Ihe vibrou c
    cabo Jo^ Vieira de Luna, como venaquei.
    Os soldados trataram de pr-ae em fuga cm di-
    rrcco ao quartcl, s. nd perseguidos pelo d >uo '4
    hotel; foram, p.irm dous pres-s cm eamia'..' -eio-
    cadete Ueh* i o cano em sna csa por 'j*. es-
    colta envala pelo official de stadi no Cjuarr.,.|.
    Alm das tres pmcas e do dono do hut-;' t nin-
    guem mais tomou parte no eniflut i.
    O capitn Honorio foi trauspor'tdopar a phar-
    macia e ah vistorialo medicado pelos [)Ti% fju.
    rio e Motta, que julgaraui grave e Eea fer.
    ment.









    I



    U
    L
    ]



    Diario de Pernambur.---Domingo 10 A?. Outubro de 1886


    .
    *oe (acto causn grands alarma no moradores
    i pateo e raa adjacentes na snppoeicio de que o
    lieto tomaas proporcoea vtalas; relumente,
    ^a, nada mais occorr-u, devdo as providen-
    _ que foram logo turnadas palo subdelegado do
    i districto de S. Jos, que eacontrei no lugar do
    flicto e commindante e offieiues do batalhio,
    __i tambem comparecern!.
    *etirei-me do lugar 4 meia noite sem que hou-
    aeae occurencia alguma.
    As pracaa toram recolhidas a prisie no quartel
    .edetermineiao Dr. delegado do 1* districto que
    atasee ioquerito.
    Deus guarda a V. Exc.Ilim. e Exm.
    Se. Dr. Ignacio Joaquim de Soasa Lelo,
    amanta digno vico-presidente da provincia.
    O chefe de polica, Antonio Domingos
    Sato.
    Thesouro Provincial
    BBS PACHOS ;BO DA 9 DE OUTUBRO DE
    1886
    Manoel Barbosa de Araujo, Mara Leopoldina
    te U >ura Resende, Francisco Goncalves Torres <
    Jalo Tenorio de Albuquerque Cavalcante.Iafor
    ase o Sr. contador.
    ngenheiro Antonio Vicente do Nascimento
    aTiaKosa e Antonia Guimaries Certifique-se.
    icnacio Fernandos Eiras e Jlo Feliciano Ca
    ral da Silva. Ao contencioso para cumprir o
    aeapacho da junta.
    Jos Goncalves Ferreira Guimariss.Haja ta-
    ri* a Sr. Dr. procurador fiscal.
    Jos Augusta de Mello, Manoel Marques de Al-
    raerquo Maranhlo e Ansdei Honorio Bezerra de
    . Meaezes. Pague,
    HtviSTA DIARIA
    arda nacionalPor portara d i presi
    acia da provincia -le 8 do correntc foi nomeado
    usto Silva para o posto de tenente da 4.a com-
    -jMaaia do 1. batalhio de infantera da guard
    .aaeional da comarca do Recife, vago por nao ter
    Jos dos Santos Selva solicitado a patente no
    .f*aso legal.
    Aatoridade policial Por portara da
    presidencia da provincia datada de 6 do corrent
    e sob proposta do Dr. chele de polica de 6, foi no-
    aseado o cidadio Pedro Joaquim da Silva para ex-
    areec o lugar de 3." suppl- nte do subdelegado do
    "l* districto do terme de Salgneiro, rm substituida
    ate Braz Pereira de Souta, que passou a 3. sup-
    atonfr do delegado do reierido termo.
    Vapplenle de juif ubMlHutov
    di* HecifePir portara da presidencia de
    -aasatem datada foram nomeados os hachareis Da-
    aa- Cavalcanti do Re$o Albuquerque e Lauro le
    ^Castalio Branco para os lugares da 1*" e 2o sup-
    jsieates do 4 juiz substituto da comarca do Re
    cafe, a paraos del e 2 suopleutes do 5 juiz
    oivijtutos foram nomeados o hachareis Joio
    Zrvsio de Castro Fonseca e Aff-uso Olindense Ri-
    ukio de Sonsa.
    Por portara da mesma data foi exonerado,
    a aedido, o Dr. Joao Clodoaldo Monteiro Lopes do
    legar do 1" supplente d* 4* juiz substituto da co-
    marca do Recito.
    artista* siotavei Realisoo-se ante-
    iatatem no theatro de Santa Isabel o concert an
    jacaciado pelos notaveis violinistas Joannes Woltf
    e Virgiaia Siuay e a eximia pianista Ma'hilde
    *uay.
    Ao theatro concorreu o qu havia de mais se
    Sae'o na sociedade pernambucana.
    As duai distinctas mas Smays sao realmente
    .-atea* artistas de geoio que souberam electrisar aos
    se tiveram a fortum de ouvil-as.
    Virginia Siuay. jovem de 17 ; .unos, senhara
    absoluta do instrumento podendo, desde j, riva
    asir com os violinistas mais celeb.es de seu
    trii|io
    Be posco correcta c elegante, maneja o areo
    e asa violioo oin seguranc i e grava, fazendu
    flsrli'shir d'elle sons di vais.
    Soa irru Mathilde :oay urna jovem de 15
    secaos e o que vale como puuis'a esi cima de
    -te-do o elogio.
    Com tanto talaato e anda na primauera da v-
    as, intuitivo que, mais annoa menos anuos,
    aoriell* urai pianista da mais elevada estatura.
    Ji boje domina o piano e forcoso eonfessar
    ejee u'eota cidade nao ouvimos ninguem, pelo me-
    sas, que se lhe avantajsse.
    Com qu-r agilidade, gosto e sentimento extrae
    A jovem pianista os harmoniosos sons do teclado
    secutando as bellissimas composicoes do immor-
    tai thopi/i t
    Cota que bravura, rara na sua dada e sexo,
    srecutou ella as anillantes prodceles de Rubina
    Um e antro d'estes celebres compomistas nao
    adiaoi encontrar interpretacao mais correcta, do
    ame. a que Ihes deu a eximia artista.
    iQuanto ao Sr. Woiff polemos aeseverar que
    ana artista de subido mrito e que se acha acmi
    a critica.
    Jiic summs, os tres jovens sao indubtavelmeo-
    ae uin portento na divina arte e confirmam o bri
    tktute crdito de que vieram precedidos.
    a quarta-fera daro o segundo e ultimo con-
    arta.
    Vaporea do salTanto o paquete inglez
    Qtiieia como o nacional Espirito Santo sahiram
    AaaCem tarde da Babia para o norte.
    U primeiro estar aqu amanha e o segnndo na
    Serca-feira.
    faeoldade de Dlreit > Desde hontem
    emtij abortas as matriculas de encerramento dos
    diversos annos da Faculdade de Direito. Encer
    rar-se hj no da 24,
    atanco Mercantil do Keclfe Os Srs.
    JBr. Manoel Gomes de Mattos, Francisco Augusto
    jPaca-co, commendador Francisco Ribeiro Pinto
    ^Ucimaraes, Joaquim Olinto Bastos e Pedro Jos
    a*4ato, obseqmaram-nos hontem com um exemplar
    .4 rojecto de estatutos, que elaborarara, para o
    Scaeo Mercantil do Uecif-, e teem de ser discu-
    iaas ein assembla geral dos subscriptores, pre-
    ' ariaaseute anouaeiada.
    Agradecemos a offerta.
    Vita do porto da Banla Pelo Sr.
    xo d Agradecemos.
    O BinculoR'cebemos este peridico de
    daora dos Srs. Olynpio de Seixas Borges e Leovi-
    j;ildo Samuel da Silva Costa.
    orracas ao incansav-'l lab ir e constancia d'es-
    tas dous mo^os amigos da imprenta, podemos di-
    ser quj, em nosso centr ja temos uiu peridico
    Wadouro, pois el'e monta o seu 6o auaode lides.
    Blalarblo e ferimenio grawe A's 9
    Imm mii da noite de unte- oniem foi assaltado o bo-
    e! Ito-amri.ile, sito na de Vidal de Megreiros
    a. 7, da freguez'a de S. Jos, e perteneente a> Sr.
    'leoenta Ao rto dos Res, pe i cabo Jos Vieire
    de L'ui, o so dado Antonio Googalves Limi e o
    e&rM -ta Tertuliano Jos Tenorio todos do 2" ba-
    ataao de iuf mtaria de liaba, e que, ha das, ia-
    aTigadot com o Sr. Res, por esta nao querer a fre-
    gaecia deiles, o provoc^vxm promoveado distur-
    bios e atirt ido Iht pedradas.
    Ar il e come^iram a quebrar tu lo quauto iam eo-
    fiaotrau lo mais mo, nao se couteodj uein ms-
    ala sos tiros de om revolver, que para o ac dispa-
    .rava o Sr Reis, para afu^ental os.
    Estando perto dalli o Sr. capito, fiscal do re-
    zids batalbi, (lonorij Cl'-m utino Martina, acu-
    di pressuroso para ver o que seria aquillo
    ata, quando ia entrando, um dos turbulentos deu-
    m uma tacada no laao esquerdo, iuteressaudo-ihe
    a baco.
    Cooduzdo immediatamente para a pnarmacia
    do Terco, foram-lhe ah pie-tados os primeiros
    aooeorros peos Srs. Drs. Jos de Miranda Curio,
    Caruein L ao, Augurio L'pes e Mottt.
    Os criioins8 evadiram-se precipitadamente
    Ojo aps a perpetricao dos i-rimes que acabavam
    4 eunnetter, sen lo perseguidos p *lo ar. R is ; e,
    sntraulo no seu quartel, qu<- a fortaleza de Cm-
    B Pontas, foram presas incontinente.
    O Sr. De chefe de poli'ua e a autoriJade res
    activa tomaram couneuimento do occorrido, de
    conf nnidane com a lei.
    AUi cstiveram tamoen um piquete do batalhilo,
    otro de cavallaria e outro, finalmente, da guar-
    da cvica.
    O f-riin-nto do Sr. captao Honorio foi conside -
    do grave.
    - \rs do BaaaoaO Exm. Sr. chef* de di-
    .^ t''guo inspaotor do Arsenal de Marmha, Jo-
    '** ^,f|oo. 'jeaioo'.cU Cosa, dirigio-nos hontem a
    . te caru: ...
    8 u redactore A insistencia com que an
    * 8f*. tP i,8uaconeeituaia Rcoitla tem cha-
    ufoi-ma. .^^^ mtten^4Q para os abusos commetti-
    ios no caek
    Ka. oohseqa
    du Ramos, obriga-me a solicitar de
    io de declararen! que, pela miaba par-
    te, a dentro dos limitas do regulamento das capi-
    tanas dos portos, tenho teito todo o possivel para
    obstar reprodcelo de ta,* abusos, dirigindo-
    me a autoridades que nease intuito me odiam
    auxilia!, por meio dos officios ns. 350, 408 e 4t0
    de 13 de Julho, de 19 de Agosto a 11 de Setera-
    bro deste anno, ao Sr. Dr. chefe de polica, n. 407
    de 19 de Agosto a llima. Cmara Municipal, e 461
    de 11 de Setrmbro ao Sr. Dr. cimmissaro ia lira-
    peza publica.
    Hoje mesmo dirig ao capatas da estaco do
    caes do Ramos a seguate portara pela qual ve
    rio Vs que oo me tenho descuidado de cumprir
    O regulamento da reparticao a mea cargo.
    Eis a portara :
    N. 56.Capitana do porto de Pernambuco,
    9 de Setembro de 1886.O Sr. capataz do caes do
    Collegio e Rasos intime a s praprietarios das mi-
    deiras acoualmente encalhadas em frente daquella
    caes, para que at o da 25 do correte a retira-
    reo) do lugar em que se jchain cortos de que, es-
    frotado o praso, serio ellas appreheadidas e posta
    em deposito.
    (Assignado)O chefe de divisa-insiector.
    Jos lanoel Picaneo da Costa. *
    acto oniclalPor acto da presidencia de 6
    do corrente tui nomeado, sob proposta do Dr. che-
    fe de polica, o cdadio Pedro Joaquim da Silva,
    para exercer o c.rgo de 3 supplente do subdele-
    gado do 1 districto de Salgueiro, em substituidlo
    do cdadao Bras Pereira de Souza, que paseou a
    3 sup lente do delegado do referido t' uno
    AdelinaAssim ee chama uma linda Rever-
    ve par piano Caprichosamente composta pelo mili-
    to hbil e conhecido professo^ Candido Lyra, autor
    de muitas outras coraposicoes de real meredmen-
    t'. Acba-se 4 venda no armazem de msicas do
    Sr. Vctor Prealle Successor, ra ao Imperador
    n. 55, a quem agradecemos a offerta que nos fez
    de um exemplar.
    a dlITuaao applicada canna de
    assncar-Recebemos do Sr. Dr. H Milet a se-
    guate commua cacio, cuja leitura recommeuda-
    mos :
    Sociedade Auxiliadora da Agricultura de Per
    nambuco, em 9 de Outubro de 1886. Srs. redac-
    tores.Sio posso consentir que passem sem res-
    posta as censuras, que o Sr. eonselbeiro Thouias
    Coelho do Almeida dirigio-me, no Jornal do Com-
    mercio de 26 do mez prximo pasead /, a proposito
    da communicacb, relativa aos resultados do prec s
    cesso da diffusao applicado canna d- assucar no
    engenho Barcellos, que Vv. Ss. acolberam dj Da
    rio de 7 do mesmo mes e fra reproduzida pela im-
    prensa da l rte.
    Principiarei por agradecer a S. Exc. a8 lson
    geiras cxpiessoes de iue servo-se para aquiUtar
    as minhas publicacors acerca dos novos melbora-
    mentoa no fabrico do assucar de canoa; e relri-
    buuido lhe a fineza, dir-lbe-h- que muito apreciei
    o bnlhante discurso, por S. Exc. proaunciado na
    sess-i de 9 de Agosto, e no qual, depois de de
    fender-se cabalmente de toda e qualquer respon-
    sbilidade no malogro d s engenhos centraes de
    juros garantidos pelo goveruo, e roubos escanda-
    losos a que derain lugar as respectivas conces-
    ses, cm. rehendeu mostrara importancia presen-
    te e futura de nossa industria assucan ira no pon
    to de vista da riqueza publica e particular e cha-
    mar para ella a attencao d^s poderes pblicos.
    Cumprid este dever, vou tratar de minha de-
    feza, pus S. Exc. aecusou me de inexacto, hijuelo
    e contradictorio. Nao me pesa coutessar, que a
    duas prineirasarguiccs tcm certa apparencia de
    verosemelhanca ; sobre ellas limitar-me-hei a jus-
    tificar o imu procedimento, repclliodo / limine a
    terceira e certo, quo S. Exc. nao me a teria assa-
    cado si tiv-sse lido com attencao as publicacoes a
    que refero-se, ou mesmo to smeute o final de
    minba carta de 16 de Setembro.
    Si fui inexacto, quando affirme que lora pre-
    ciso reinstallar a moeoda do eog abo Baicellcs
    depois de se a ter arrancado, grande parte da cul
    pa cabe ao meu correspondente, que no trecho de
    sua carta de 8 de Sete-nbr incluido na communi
    cuelo incriminada fallou em reimtallar a n>oenda,
    (remoner le moulin). Entend, que para reinstal
    lar um machimsmo era preciso que o tivessem des-
    montado. Vejo agora', que traduzi mal o pensa
    ment do autor da carta ; mas claro que a inex-
    actidao nao foi intencional.
    Querem que eu tenha sido injusto para com o
    Sr. Baro de Barcellos, julgando o capaz do ter
    substituido no mesmo local os apparelhosdamoazem
    pelos da difiuso. O mesmo trecho da carta do
    representante da Companbia Fives Lille, tanto
    serve para repellir a pexa de injusto como a de
    inexacto. Alin disto, devo dizer, que conheceodo
    apenas o Sr. Bario de Bareelloa pelo relutorio,
    que S. Exc. dirigi em 1885 4 Sociedade agrcola
    de Campos e de que foi servido remetter um exem-
    plar Socieda-.e da qual tenho a honra de ser se-
    cretario geral, e vendo a 1-nguagem entbusiasta
    empregada por S. Exc. para cnearecer as vanta
    gens da diffusao, a confianca que mostrava ter nos
    resultad a do novo procesa), que ella reputava
    funecionando em amitos lugares, c levava-o a pro
    por a Companhia Agrcola, que ace.tasse a pro-
    posta do Sr. Hans Nitzsch, nao tinha eu razio suf-
    ficientc para duvidar da noticia dada pelo meu
    correspondente e podia ci-, sem offenler de qual-
    quer forma o Sr. liara j de Barcellos, que -. Exc.
    oo acrelitava na probabilidade de um malogro, e
    para evitar a necesaidade de novas con8trucc,oe.s,
    tinha asaentaio a diffusao na propria casa da
    mcenda.
    Accresce, que nao se trstava de simples expe
    riencia ou ensaio, como parece cnir o Sr. coase-
    Iheiro Thomaz Coelho, pois a proposta do Sr
    Nitzsch, cuja aceitacao fora autonsada pela as-
    sembla geral dos accionistas, era um. installa-
    cao, que provavelmente seria definitiva, pois os fa-
    bricantes davain os apparelhoi diffuaon s e o mais
    com acondicaode receberem a importancia depsil
    de attingir-se um rendimento em assncar de 10 0
    do peso da canna; e as duvidas que eu podesse
    conservar teriam desapparecido com a leicura do
    discurso, no qual mea Eim. aecusador dava como
    quasi certo o bom xito do tentamen, assegurando
    tar sido elle cor ido com feliz successo em varios
    lugares e nomeadamente as colonias iaglezas (o
    que alias para miin cousa nova).
    Estabelecida desta forma a minha innocencia
    no que toca inexactido e injustica de que fui
    aecusado pelo Sr. eonselbeiro Thomaz Cielho, e
    para as quaes minha participaco loi involuntaria
    c limitada a acreditar n'uma noticia que nao era
    destituida de veroseirelhanca, passo agara con-
    tradiccao que meu Exm. aecusador julgou encon-
    trar entre duas afrmacoes minhas: a primeira
    deelarando, que o futuro pertence ao procetso da
    diffusao applicada canna de assucar, e mais dios,
    menos dios assegurar-lhe-ha victoria na luta trova-
    da cm a betteraba ; e a se.mn l ja1 gando Mudidos
    os que., olhando para o futuro atraotz do prismoni-
    miamente op'tmista do Sr consdheiro Thomaz Coe-
    lho. jalgam infaltivel o nosso tnumpho.
    > A conlradiccao existe na mente do Exm.
    eonselheiio, pois no fioal da carta que mereceu
    suas cen-uras, deelarei positivamente, que dito
    tnumpho dependa de nossa eolio.-acao nasmesmas
    con iic.o s dos nossis concurrentes, do concurso de
    elementos poderosos, que nos faltam completamente
    - a sciencia. o capital, ou o credit > qne p te sup
    pril o e alen de lado pr^tecea enrgica por p irte
    dos pjderes pblicos, e isso sob pena de ficarmos
    esmagados.
    Esi acabada a minha defeca; e passando de
    reo a autor, acaoso o Sr. coos-lbeiro Thomaz Coe-
    lho de ter Sido inexacto e injusto k meu reepeite,
    em seu cominunioado de 26 de Setembro, e reo
    contesso e impenitente no que toca ao uso do pris-
    ma OD'iaiieta.
    I'i' xactoltoi S. Exc, quando attrihnio-mc o
    ter exprohrado ao Sr. Bardo de Barctltos o ter
    permit'do aos fabricantes atlemes experimentar por
    sua canta e riseo no engenho Barcellos o prootsto
    da difaso. Q iem failou ^m corita e risco e fabri
    cantes allemSe fji o Sr. H uchet, e iiiiii>-ini ap-
    ilas a Jiz-r, que o Sr. Baro de Barcellos foi por
    demais animoso quando propux a instal'ocao im
    mediata da diffusao no engenho central de Campos.
    Foi iiiju-it i si. Exc. qun.do inaiiiuuu, que latees
    eu tivesie razo (pnvauelraente n odio aos diffuso
    res alu-maes ou o amor aos diffusores frauceces)
    pila faser ao Sr. Bario de Barcellos semelbaute
    exprobmeio (que en n i fiz.) Si S. Exc. tivesse
    lido algum dos trabalbos, que de 10 annos para e
    tenbo publicado acerca da lavoora da canna e da
    industria assucareira, teria vista que tenh i acon-
    selhado constantemente a introdcelo dos appare-
    Ih s da c izimento no vacuo, turbinas etc.. sem re-
    ferencia alguma a procedencia dos mesmos e sem
    indicar preferencia.
    Cumpre-me agora, para ultimar a presente
    resposta, fallar do prisma nimiamente optimista
    euja existencia negada pelo Exm. cnseiheiro,
    que est lio acostumado a usar dtlle que o faz
    sem ter disto cooscieneia.
    A disposicAo das faces do tal prisma tal, le
    deixa passar todas as ondaa favoraveis i canna e
    intercepta as que favore*m a beterraba, cimo
    bem a de s precisar de5 mes-s, para sao comple-
    to desenvolvimento, em ves de 12 ou 15 que exige
    a canna ; a de contar 95 /0 de caldo, ao passo
    ?ue a canoa s di de 88 a 90 "/. ; a de ceder com
    acilidade a quasi totalidade de seu assucar, ao
    passo que at h> j a canna tem conservado no ba-
    gaco os 4,4 ou 4,5 % de assucar que coostituem a
    ;.ua superioridade e nao ha ainda certeza que a
    diffusao os possa -proveitar sem despezas talves
    superiores ae valor de dito assucar.
    Alera disto, o prisma nada deixa passar qne
    seja em detr.mento da canna (brasileira) e por isso
    S. Exc, quando perscrutou os embaracos que en-
    cootra a nossa industria assucareira na luta con-
    tra os concurrentes das mais naques, s vio clara-
    mente a mperieicio da extracc&o e do fabrico, os
    impostes exagerados de consumo que o assucar
    paga nos paizes estrangeiros e a falta de mercados
    ("provavelmente para os assucares brancos e Borne-
    aos) : nao enxergou a euormidade dos fretes in-
    ternos que pagam os nossos assucares para chega-
    rem aos mercados exportadores e apenas vio con-
    tusamente o pesado unus dos absurdos e incansti-
    tucionaes impostes de e chegau a 9"/, do preco bruto e cuja redcelo ape-
    nas lembrou como meio de desenvolver a expor-
    tacao dos refinados. Finalmente, nlo vio S. Exc,
    (sempre por causa do prisma) a denpeito do toce
    de luz atirado sobre a questlo pelo seu Exm. col-
    lega o ministro da f.zenda, o mais terrivel dos
    iaimig is de nossa industria em geral e parricolar-
    mente da assucareira i padrio monetario da le
    de 11 de Setembro de 1816. Nlo vio que a subi-
    da do cambio, (de 18 a 22) promovida pelo seu
    Exm. collega ja cautava aos nossos senhores de
    rngeuho um prejuizo de cerca de 300 ris em 15
    kilos de assucae bruto, prejuizo qu elle teem de
    accrescenUr ao que mesmo com cambio de 18 cau-
    sava-lhes o b tizo pre?o do assucar. Nlo vio, que
    a continua/cao da al^a, em pro! da realis >cao do
    cambio pai (o que felizmente os reis do caf nlo
    hio de permittir) equival? a seat-nca de morte de
    nossa industria aesucareirH, pois ata -a mesmo com
    o cuito da prodcelo reduzdo a 1QD r como almeja o Sr. eonselbeiro ThoinQi Coelho, es-
    tando o cambio a 27 d., para que o nosso prec >
    local fosse remunerador, seria preciso qu i o nosso
    assucar bruto obtivesseem Lindrea 19 scbllings o
    quintal, isto quasi o dobro do preco actual, O
    que simplesm-nte impossivel.
    Eutretanto, por causa do tal prisma, o Exm.
    Sr. couselheiro nlo cogitm de seraclhaule resul-
    ta Jo; deixuu lavrara se tenca da lavoura da can-
    na sem protesto algum, e quem sab; se nlo con-
    correu para apressar a ex -cuca>, votan lo a favor
    do addtivo n. 10. Tal a for?a do prisma de S.
    Exc! Ainda tena muito que dizer sobre o assum-
    pto ; mas esta j vai mu extensa, e deve ser pu-
    blicada araauhi para aproveitar a passagera do
    Trent.
    Espero que me farlo este obsequio o sou com
    toda a estima e eonsideracio, de Vs. S u venerador
    criado e obrigado.Henri\ue Augusto Milet.
    r. Ilominiion le tlnteitla Acha se
    nesta capital de passagem para Europa onde vai
    tratar de sna s le, o Sr. coioit.Knda.ior Dr. Do
    mingos Joe de Almeida, il-atino o medico quo por
    muitos ann s exorceu clnica na corte do imoerio
    All prestou relevautea servias a causa pub ica
    qner como medie < quer com seus escriptos sobre
    bygiene pratica dos paizes quintes, e tez varias con-
    ferencias sobie ussumptos importantes, assistindo
    a algu as S. M. o Imperador, sendo outras presi-
    didas pelo eonselbeiro Martim Francisco Ribeir"
    de Andrada.
    Acha-se hospedado no hotel da Ponte de
    Ucha.
    Collesio Onic de AgoMloPelo Sr. Dr.
    I Manoel Sebastiio de Araujo Pedrbsa, director
    I do Collegio Onze de Airosto. foraos obsequia-
    do com um exemplar do folbeto, ltimamente pu-
    blicado, sob o titula : Sessio Litteraria em eom-
    memoraclo do 6. anni versarlo do Collegio Onze
    de Agosto, e 5." do installaclo solemne da socie-
    dade do mesmo nome, augmentando o jornal: Orne
    de Agosto.
    Tem 80 paginas o foi hete e trax o retracto do
    menini de 9 annos, Trajauo Chacn, alumno que
    primeiro alcancou o premio de 1.a classe.
    Agradecemos o mimo
    Vapor Epirltu SantoEste vapor ten-
    do sabido hontem, do porto da Babia, s 2 horas
    da t.ir.'e. chegat araauhi (11) ao nosso, aevendo
    seguir amanhi mesmo para o norte.
    Cerve|a de Uanabura-oOs Srs. Sodr
    da Motta & C, n- gociaute desta praca, receberam
    de Hamburgo uma nova e excellente marca da cer-
    veja allema. prtpria para exportaclo. Denomina-
    se Federalista, fabricada por Antn Vogel.
    Agradecemos- Ibes a offerta que nos tizeratn de
    uma garr.fa.
    Reunles s^aclaea Ba hoje as seguin-
    tes:
    Da irmandade de Sant'Anna da Santa Cruz, s
    10 horas da manhi, em mesa geral.
    Do instituto Luterano Olindense, s 11 horas,
    em assembla geral extraordinaria.
    Do Monte Fio Bom Successo, s 11 horas, em
    sessio magna de anniversario de sua instalia-
    clo.
    Do Club Carlos Gomes, s 11 horas, em assem-
    bla geral, para eleger-se o bibliothecario.
    Da irmandade de Nossa Seuhora da Luz, s 4
    horas da ta.de, para assistir collocacio do re-
    trato a ole* do irraao cx-juis bemteitor o aetual
    tbesoureiro, Luiz Alves de Lessa Pimentel
    Do Comicio Dramtico, s 10 horas da ma-
    nhi.
    Do Recreio Infantil Nove de Agosto, na res-
    pectiva sede, (Instituto Acadmico) em sessio ex-
    traordinaria, amia para a coaclusio da leitura e
    approvaclo dos novos estatutos.
    Da Melpomene Olindense, s 10 horas, era as-*
    sembla geral, para tomar contas do tbesoureiro.
    Hibiiuihrca de fioyanuaO movimeo-
    to dessa bibliotheca no mes de Setembro do cor-
    rente anno foi o seguate:
    Freqtientaram-na 123 socios e 15 visitantes. Sa-
    hiram para leitura dos socios 119 volantes.
    ilouveraui as seguintes offertas :
    Pela Secretaria de Estado dos Negocios da
    Agricultura, Commercio e Obras Publicas: Rea-
    torio apresentado pelo respectivo ministro As-
    sembla Geral, na 1* sessio da 20* legislatura, 1
    vol. broc; annexos ao mesmo relatorio, 3 vol.
    brocs.
    Pela secretara da Instruccio Publica de Per-
    nambuco l Potica compilada, por F. B. Pinto
    Baudeira e A. de V., 1 vol. broc.
    Pelo Sr. Jlo d'Aodrade Lima: Lourenco, ro-
    mance por Franklin Tavora, 1 vol. ene. Annaes
    da As3embla Provinc il em 1884, 2 vols. enes.
    P*-lo Sr. Antonio Goncalves Tarares de Mello:
    Apuntes para la historia de la Rpnblica Oriental
    del Uruguay, 2 vols. enes.
    Pelo Sr. Jos Antonio de Lima e Silva: Vulcoea
    e terremotos, por Zurcher e Margilli, 1 vol. ene.
    Obras poticas de Laurneo Rabello, 1 vol. ene.
    Ptlo Dr. Anconio Alves Pereira de Lyra: D.
    Branca, pelo Vieconde d'Almeida Garrett, 1 vol.
    ene.
    Pelo Sr. Octavio H. Ta vares Barrete: Os D us
    Innaos, verslo de Aristides Serpa, 1 vol. ene.
    Fiatn-rande, verslo dom-smo, 1 vol. ene.
    Pelo socio Manoel Aurelio Tavaresde Gouveia:
    Amor veodado, romance or lalvalor Faria, 1
    vol broc. Vixeo, por Mas Braddon, 1 vol broc.
    r*elo Sr. Joao Gomes Carnero: Asalcovas mal
    litas, tradcelo ae A. S&lazar d'Eca Jordio, 1
    vol broc.
    Peas respectivas redacc'S os Sfguintes jor-
    naes: Seis de Outubro, O Incentivo, Diario de
    Pernambuco. Jornal do Recife, A Provincia, O
    Sorro, Monitor, Diario das Alagos e Gateta de
    (ioyanaa.
    Mirectorla da* obras de conserva-
    ro don portnti iletim meteorolgica do
    ui. 8 de Outu'.ro de 1886 :
    ra do Bom-Jesus n. 43, de movis, louca e ci-
    dros.
    Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
    ra estreita do Rosario n. 24, de gneros de es-
    tiva.
    PeZo agente Gusm&o, s 11 horas, na ra do
    Mrquez de Olinda n. 19, de movis e varios ar-
    tigos.
    ia fnebre**Serlo celebradas :
    Amanhl:
    A's 8 horas, na Ordem 3a do Carino, pela alma
    de D. Mara da Conceiclo Tavares Punce de
    Len.
    Cata de DetencoMovimento dos pre-
    sos do da 8 de Outubro :
    Existiara presos 314, entraram 10, sahiram 4,
    existem 320.
    A saber :
    Nacionaes, 289, mulherea 2, estrangeiros 14, es-
    cravos sentenciados 5, procesiado 1, ditos de cor-
    recelo 9Total 320.
    Arracoados 279, sendo: bons 267, doentes 12
    Toul 279.
    Movimento da enfermara :
    Falleceu :
    Manoel Jos dos Santos.
    li-oterla da provinciaQuinta-feira, 14
    do correte, ao meio da, se extrabir a 0.a parte
    da 1.* lotera em beneficio da Santa Casa de
    Misericordia do Recife, pelo novo plauo appro-
    vado.
    No consistorio da igreja de Nossa Senhora Ha
    Conceiclo dos Militares ser taita a extraerlo
    pelo systema da machina Fich.
    Lotera Bxtraordlarla do Ypiran
    Ka O 4. e ultimo sorteio das 4. e 5. sanes
    desta importante lotera, cujo maior premio de
    15<>:000000, ser extrahda no da 30 de Outu-
    bro.
    Acbam-se expostos venda os restos dos hi-
    tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
    n 23.
    Tambcrn acham-se venda na praca da Inde-
    pendencia ns. 37 e 39.
    boierlaA 5a parte da Ia lotera da provin-
    cia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
    do Recife, pelo novo plano, cujo premio grande
    100:000/000, ser extrahda no da 14 do corren-
    te, principiando a extracc'.o ao meio da.
    Os oilhetes acham-se venda na Casa da For
    tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
    I.olerla ao UtoA 3a parte da lotera
    i 365, do novo plano, do premio de 100:000*000.
    ser extrahda no da 15 de Outnbro.
    Os bilhetes acham-se venda na Casa da For
    tuna ra Primeiro de Marco.
    Tainbfin achara se venda na prafa da Inde-
    pendencia ns. 37 e 39.
    Lotera da rdrteA 3a parte da 2 0* lo-
    tera da corte, cujo premio grande de 100:000
    ser extrahda no dia .. de Outubro.
    Os bilhetes ach m-se venda na Casa da For-
    tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
    Tambem acbara-se venda na pract da Inde
    pendencia ns. 37 e 39.
    Maiadon.ro PublicoForam abatidas n>
    Matadouro da Cabanga 88 rezes para o consum
    do dia 10 de Outubro.
    Sendo: 71 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
    .\ C, e 17 a diversos.
    Mercado Municipal de *i. don0
    movimento deste Mercado no da 9 do crreme foi
    o se Entraram :
    30 bois pesando 4,555 kilos.
    1177 kilos de peixe a 20 ris 23*540
    120 cargas de firinha a 200 ris 24*0 )0
    50 ditas de fructas diversas a 300 rs. 15000
    5 taboleiros a 200 ris 1*000
    24 Sumos a 200 ris 4*80 i
    Foram oceupados :
    251/2 columnas a 600 ris 15*30 i
    24 compartimentos de farinha a
    500 ris. 12*000
    23 ditos de comida a 500 ris 11*500
    75 ditos do legumes a 400 ris 30*00<>
    17 ditos de suinoa 700 ris 11*9 0
    11 ditos de tressuras a 600 ris 6*600
    10talhosa2* :WJi>i
    1 dito a 1* 1*000
    A Oliveira Castro & C.:
    54 talhos a 1$ ris 54*000
    2 talhos a 500 ris 1*000
    Deve ter sido arrecadada neste dia
    a quantia de
    Kendimento dos das 1 a 3 de Outu-
    bro
    231*640
    1:657*180
    1:888*820
    Foi arrecadado liquido at hoje
    Precos do dia :
    Carne verde a 280 e 480 ris o kilo.
    Carneiro de 720 a 800 ris idem.
    S unoi a 560 e 640 ris dem.
    Farinha de 240 a 320 ris a cuia.
    Milho de 240 a 320 ris idem.
    Feijao de 500 a 640 idem.
    Cemilerlo publico.Obituario do da 8
    de Outubro :
    Mara, Peruambuco, 8 dias, Recife; convul-
    soes.
    Francisco, Pernambuco, 10 mezes, Boa-Vista ;
    broncho pneumona.
    Um feto, Pernambuco, Boa Vista.
    Antonio dos Santos, Perna i.buco, 60 annos, viu-
    vo, Ba-Vista ; cancro da rbita.
    Tobas Fraueise i do Aesis, Pernambuco, 26 an-
    nos, solteiro, Ba-Vista; tubrculos pulmona-
    res.
    Lannana Maris da Annunciacao, Pernambuco,
    50 annos, solteira, Ba-Vista ; tubrculos pulmo-
    nares.
    Lourenco Jos de Sant'Anna, pernambuco, 60
    anuos, solteiro, Ba-Vista ; dyarrha.
    Manoel Jos dos Santos, Alagas, 30 anuos,
    solteiro, Santo Antonio; congestao pulmonar.
    Silvestre de Souza, Pernambuco, 41 annos, sol-
    teiro, Graca ; sypbilis.
    Vicencia Gomes de Helio, Pernambuco, 68 an-
    nos, solteiro, Recife ; congestio cerebral.
    INDICARES TEIS
    3, i o
    Horas S = 3 o a-a 5 1 * Barmetro a Tensao io vapor o 1
    S >. o DO 0 a
    -G * s
    H 03
    6 m. 254 761-15 17.50 72
    9 277 761 0 18.59 68
    12 28o2 75;>75 17.HU 63
    3 t. 28-3 75nU4 17*1 63
    6 26'8 7.t8-,')5 18.IV 70
    Temperatura mxima28"75.
    Dita miunna240J.
    Evaporaclo em 24 horas : ao sol8">4, som-
    bra5-1.
    Cbuvanaila.
    Di recelo do vento: ESE da m> i h noite at 2
    horas e 35 minutos da manhi; SKa4e25;
    EE at 8 hor-s da manhi ; E at 8 e 10 da tar-
    de ; EaE al 11 horas ; E at meia nsite.
    Velocid ide m lia do vento 0.86 por segunda.
    Ncbulosidade media entre 0,2 e 0,3.
    "LeM*<-Etfoctnar-se hio:
    Terca-fera :
    Peo agente finio, ia 10 1/2 horas, no armasen)
    Medicoa
    O Dr. Arihur Imbossahy, medico occu
    lista, recenteroente chegado, esta cidade,
    d consultas todis os dias, das- 8 s 10
    horas da man ha, sendo gratis aos pobres
    no 1." andar do predio n. 8, largo da
    Santa Cruz.
    Dr. Gama Lobo, medico operador e par-
    teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
    pode ser procurado qualquer hora do dia
    ou da noite. Consultas : de 1 s 3 horas
    da tarde. Especialidad : molestias e ope-
    rucoes dos orgSos geni to-urinarios do Lo-
    mera e da muliier.
    Dr. Brrelo ampaio mudou seu cnsul -
    torio do 2." andar da casa n. 45, a ra do
    Bario da Victoria, para o 1. andar, da
    casa n. 51, mesma ra, como consta do
    seu annuncio inserto na seccSo compe-
    tente. Residencia a ra Sete de Setem
    bro n. 34.
    O Dr. Castro Jess tem o seu cnsul
    torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
    M tarad*.
    Dr. Lopes Pessoa Medico.Residen
    cia a ra de D. Pedro I n. 9, onde pode
    ser procurado at s 9 horas da manb
    Consultorio ra do Bom-Jesus n. 37 1.
    aodar. D consultas das 11 s 2 da tar-
    de.
    Advocado
    O Dr. Henrique Alillet tem o seu es
    criptorio de advog.aa ra do Imperador
    n. 22, 1/ andar.
    Tabclllao
    O Bacharel Amaro Fonseca \. Albuquer-
    que, tabelliao do notas interino nesta capi-
    tal, communica ao respeitavel pjbl *o qu
    abri seu escriptorio no pavimento terreo
    do predio n. 4, sito a ra do Coronel Fran-
    cisco Jacintho, outr'ora de S. Francisco,
    onde, com solicitude e mxima lealdade,
    est prompto para desempenhar as func-
    yoes de seu cargo. Reside na freguezu
    da Bu*-Vista, ra do Coronel Laraenha n.
    30 (outr'ora dos Prazeres) para onda, fra
    das horas do expediente de seu escrptorio,
    devero derigir-se os chamados, para fac-
    tura e approvaeo de testamentos.
    CoiiMultoriu ailopatlco -donlmelrlco
    Dr. Miguel Themudo d consultas das
    12 s 3 da tarde em s.-.u consultorio ra
    do BarSo da Victoria n. 7, 1. andar.
    Chamados por escripto a qualquer hora.
    Especialidades partos, febres, syphilis,
    molestias do pulmo e do coraco.
    I'rouarii
    Francisco Manoel da Silva & C-. deoo-
    utarios de todas as especialidades pharm>
    ceuticas, tintas, drogas, productos chimic
    e medicamentos hommopaticos, ra do Mr-
    quez de Olinda n 23. "
    aterrarla a Vapor
    Serraria a vapor e officina de carapino
    le Francisco dos antos Macedo, cafi3 do
    Capibarioe n. 28. N este gnnde estaba e
    cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
    aero, compra-se e vndese madeiras de
    todas as qualidades/ serra-se madeiras de
    conta alheia, assim como se preparam obra:
    de carapira por machina e por precos cene
    jUlll"t"-ncij,
    Drogara
    Faria Sobrinho & C-, droguistas por at-
    acado, ra do M A i'li-iro de Julses de paa do Poco
    da Pneila e o ir. j'iix, de direilo
    criminal
    ' O Dr. juiz de direito do 1 districto criminal
    acaba de annullar a eleicio de juizes de paz do
    Poco da Pam-lla, em virtude de rae amacao que
    lhe dirigi o eleitor Manoel Ramos Chaves
    O juiz, po.ui, fcz-lbe meia justica, porque nli
    raandou quH a el--iclo se fizi-sse por listas extrahi -
    das da ultima rcvislo concluida, como p di i e
    prescrpto pelo art. 138 do regi'lamento de 13 de
    Agosto de 1881, cono-bido nos Begmntes termos :
    A chamad., dos eleitcres ser feita pela co-
    pia parcial do alistamento elcitoral da parochia,
    do districto de paz ou da scelo, de conformidade
    com a ultima revisao concluid-t.
    Cousid^ra-ae para e*te tim concluida a revisao,
    tind.i o prazo e8tabel-'Cido im ; I (lo art. 51 para
    o registro do alistamento feito pelo juiz de direi-
    to.
    O que requereu o eleitor Chaves foi portante
    justo e legal.
    J) alistamento do Poco da Panilla, alm de
    graudemente elevado por meio de urna qualifica-
    cio ostentosamente fr-uiolenta, foi augmentado
    por um numero nao pequeo de individuos nanea
    listados, porm 8-us u mes introduzidos as lis-
    tas remettidas ao juiz de paz e presidente de me-
    sas eleitoraea jar a chamada dos eletores.
    Este tacto s Jeu, p irque ui > foi feif>, como
    imp-riosameote determina a lei, o registro das re-
    vies annunes.
    Xa imp'issibilidade de sab T-se quaes os lei'o-
    n-s legtimos e quaes os Ilegtimos, a eleicio que
    se ha de proceder em virtude da decrtala ualli-
    dade, devia Ser mandada fazer por listas extrahi-
    das do 1* i.iiatam"uto e nao das revoes poste-
    rioree, visto que nao eslo concluidas, porque fil-
    ia lhe o ceu complemento, que vem a ser o regis-
    tro.
    Quando nao parecesse isto regular, dtveria ao
    mea >a o juiz mandar proceder elei'vlo por novae
    natas, orgauisadas sem os nom -s dos individuos
    apontados, como nao seodoeleitores.
    Iisina porm o juiz que taes individuos s por
    meio de recursos regularmente interpostos pode-
    iao ser eliminados do aligtamcnlo ; mas uio at-
    teodeu que o recurso s pode caber de decisio de
    inclusao ou nao incluaao no al'stamento, a que
    nlo se d no caso em questa i, porque nunca hou-
    ve requermento desses suppustos eleitoie, pe-
    dindo sua inclusao no alistamento c muito menos
    decalo detericuiaudo-a.
    I ortanto, queramos que o douto juiz nos dis-
    seaae : de que se hava de recorrer ?
    be a Relacao dj dis ricto confirmar o recurso a
    ex-officio do juiz sem accrescentar novas razes
    no seutiuo de serem expedidas novas listas para a
    eleicao nos termos p- distes pelo reclamante e pas-
    ear o precedente de poder um juiz augmentar ou
    diminuir a seu talante as listas para a chamadas
    dos eletores, entio a sorte de uma elciciclcar de
    hoje entregue sement ao arbitrio de qualquer juiz
    desabusado, que quizer favorecer a causa de um
    candidato amigo.
    O facto invocado p?lojuiz de que varias ele-
    leicoes t.n sido feitas e approvadas pelas revisoe3
    do alistamento nao registradas, neuhutna impor-
    tancia tem ; porque se precedentes podessem ser
    chamados para resolver esta questa. apontaria-
    mos o da Cmara dos D putados annulland? por
    igual motivo a eleicio do Poco da Panella.
    Deinais a segunda eleicio de juizes de paz
    que se faz pelo actual systema eleitoral : o poder
    judicial veiificador nunca foi (pelo meaos nesta
    capital) coasultado sobre esta questlo, conseguin-
    temente para que invocar precedentes ?
    ' verdade que nlo smente na freguezia do
    Poco que se d a falta de registro das revisoes do
    alistamento; mas o que importa isto se as outras
    treguezias as listas nlo estiu organjsadas fraudu-
    lentamente, comu na de que se tracta ?
    No seu despacho o juiz avanca uma proposicao
    que nlo pode jamis proval-a, declara que os in-
    dividuos que se allega nlo serem eletores estao
    de posse de ttulos passados legalmente e que con-
    feralo com os respectivos taloes.
    Esta proposicio manfesta a parcialidade com
    que julgou a reclamaclo o Sr. Costa Ribeiro.
    S. 8. fes o confronto dos nulos dos elei'ores em
    questlo com os respe :tiv<>8 livros de taloes ?
    Ninguem o fet at hoje, nlo foi junto recla-
    maclo um s documento nesse sentido, e, no en-
    tretanto, o Sr. Dr. Costa Ribeiro nao teve escr-
    pulos de affii mar uma cousa que nlo foi allegada
    neta est provads.
    A > reclamante todo ae negava e nao era possi-
    vel alcancar os ttulos dos eletores para fazer um
    exame de confronto com os taloes.
    Deus, poim, que escreve direito por linhas tor-
    tas, fez a luz sobre este negocio : alguns dos pre-
    tensos eletores requereram ltimamente passa-
    gem da freguezia do Poco para a da Boa-Vista e
    s ttulos qae juntaram a seus requerimen'.os para
    tal tm for. m expedidos em 1884 pelo Dr. Adeli-
    no, constando entretanto do exame feito no carto
    rio do reenvi do alistamento, a requermento do
    Dr. Jos Mariano, vista dos livros de taloes,
    que ditos ttulos foram expedidos em 1883 pelo
    Dr. Qonealves Lima !
    O jus deixou de tocar ainda em ontros pontos
    da reclamaclo, provavelmente com recelo de pre-
    julgar a eleicio municipal.
    Respetamos os seus escrpulos.
    Pelos decumeotoe que foram levados ao conhe-
    cimen'o do juiz com a reclamaclo mostrava-se que
    mais de um individuo havia cominettidoc-ime pre-
    visto pelo nosso cdigo criminal e lei eleitoral ;
    porem o juiz nao quiz ver os criminosos e nlo
    cumprio o disposte no art. 15 4 e 7 da le n.
    2,033 de 20 de Setembro de 1871.
    Para que se possa bemjulgar da decisio do Sr.
    Dr. juiz de direito do 1" districto criminal, abaixo
    publiean os a reclamaclo cima mencionada.
    Eil-a :
    Illm. Sr. Dr. juiz de ireito do 1- districto cri-
    minal.Manoel Ramos Cha ves, eleitor da paro-
    chia do P090 da Panelli, vem perante V. S., nos
    termos do art. 216 1* do rrgulamento n 8,213
    de 13 Je Agosto de I80I. reclamar contra a val -
    dade da ele>c-ao procedida n'aquella parochia para
    juizes de pz peos motivos icgumtes :
    1 Por tercia sido orgonisadas as listas de cha-
    mada de forma contraria ai disposto no art. 138
    pelas reviees do aliatamento nao concluidas por
    uio estarein r gstradas em livro de no as de ta-
    helliio, nos termos do art. 51 do citado regula-
    mento.
    2. Por estarem incluidos era ditas listas nones
    de individuos que uio sao eletores por nunca ha-
    verem requerido nem terein sido maodadoj alis-
    tar ;
    3 o Por estarem as mismas listas incluidos no-
    mes de inliviluos indevidam-'nte alistados, uns
    por meio de simples reclamado -s apreseotadas de-
    joia da publicaco do alistamento, leita de cenfor
    midaue com o art. 0 uo regulameoto citado ; e
    outros por t-r^m sido alistados por meio te recur-
    sos interpostos quarenta e alguna dias depois da
    referida uublicacio ;
    4* Por se acbarem tambem incluidos as ditas
    listas, de possx de ttulos e v tando, varios anal-
    phabetos, alistados as revisoes de 1884 e 1885,
    contra o disp.sto no art. 26 2* do citado regu-
    lamento ;
    5 Por terem sid > admittidos como fiscaes na
    4* scelo dous individuos, um que nlo eleitor e
    entro que menor de 21 annos preterindo se um
    fiscal, legitimo eleitor, e regularmente apresentado
    por um candidato ;
    6.* Por ter sido feita a eleicio por secces de
    parochia e em edificios, estes designados aquel-
    la dividida tres dias antes da mesma eleicio acto
    que someute foi publicado na vespera do da, em
    que ee procedeu a dita eleicao ;
    7" Finalmeute por ter havido fraude no processo
    eleitoral para prejudicar-se o resultado da eleicao.
    O reclamante pede permissio a V, S. para ana-
    lisar cada um des fundamentos de sne reclamaclo,
    afim de levar a convicclo ao Ilustrado espirito
    1.a fundamento
    A le n. 3,029 de 9 de Janeiro de 1881 dspoe
    que nos dez das seguintes ao de 30, marcado aos
    juizes de direito para incluslo ou nlo inclusio de
    eletores as revisoes do alistamento, sejam extra-
    hidas deltas tres copias, para qae seja uma destas
    remettida ao tabelliao designado pelo juiz de di-
    reito do 1" districto criminal pra fazer o registro
    do alistamento, no praso de 30 dias arts. 6 10
    e8 6.
    O governo no regulamento que expedio para
    execuclo d'aquell i lei prescreve (art. 138) que a
    chamada dos eletores seja feita pela lista paicial
    do alistamento, de conformidade com a ultima re-
    visao concluida, c que pir esta exprsalo s se
    comprehende o alistamento cumpeteut. mente regis-
    trado por tabelliao publico.
    A le de 9 de Janeiro quiz tornar publico o alis-
    tamento para evitar a fraude po9terio', e 60 por
    meio do registro pode ser isto conseguido ; sendo,
    portante, muito justificavel essa exigencia.
    Pelos documeutos ns. 1 e 2 e p-'lo documento n.
    3 pan 3 45 e 46 ver V. S. que nlo est feito o
    registro das revisoes annuaes do alistamento do
    Poco da Panella e assim esta nulla a eleicio, vis-
    to ter sido feita por listas extrahidas de revisoes
    uio concluidas, nos termos do citado art. 138.
    2." fuodam'ntc
    E por nao ter havido registro das revisoes d)
    alistamento do Poco da Panella, como imperati-
    vam-ote prescreve a lei, firam posteriormente
    incluidos as listes de chamada us seguintes
    11 mes de iodviiuos qne nunca requereram o
    seu alistamento, nem tambem f ram mandados
    alistar, que veem a ser os seguinteo : Alberto Ran-
    deira, Arihur Silva, Joc Antonio de M --quita.
    Jos- Emilio Cysneiro de Albuquerque, Jos Nunes
    da C sta, Jovino Bandeira Filuo, Liberato Gomes
    de Souza, Manoel Francelino de Moura, Manoel
    Jos Monteiro S li.-inli 1, Manoel R-.sendo Je Albu-
    querque, Pedro Autuucs Ferreira, Jos Joaquim
    Das do Reg Juoior, Joaquim Mena Cardoso e
    Frederico Velloso da Silveira.
    Estes cidadaos j tiuham sido incluidos as !!.;-
    t is de chimada que servir un para a ultima !ei-
    i;ao geral ; e, por isso, o Sr. eonselbeiro Theodoro
    Machado Freir Pereira da Silva procurou obter
    documentos para bater essa ostentosa e escanda-
    I isa fraude, e o Sr. D.-. Jos Mariano d cumentos
    para legitimal-a, resultando d'ahi o infolio publi-
    cado na fypoi,'raphia da inprensa nacional, junto
    como documento sob n. 3.
    Entre as provas apreseotadas pelo Sr. conse-
    Iheiro Theodoro acba se um ex ,m- procedido no
    eartorio do esenvao do alistamento em Fevereiro
    do correte anno, por enjo exame ficou demnstra-
    lo que aquelles cidad-.s nl> eram eletores, por
    nao terein sido ene intrads no eartorio os proees-
    s .s de seu alistameuro (documento n. 3 pags. 42
    e 4-1), o que combinava com s editaes publicados
    pela imprensa (Diario de Pernambuco ns. de 4
    de Noveinbro de 1682. 27 de Fevereiro e 19 de
    Dezembro de 1883 e 28 de Outub'O de 1884), por-
    |ii- n'estee nao esto incluidos os uomes de ditos
    cidadSos.
    E9te exame, que teve cimego no dia 6 (cert-
    1.11 em o documento n. 3 pag 42) continuado no
    dia 11, auto a pags. 42 a 43, e c-incluido 111 17
    de Fevereiro do corren'e anno (auto pagina i4)
    encerra ein si a nica verdade, que cutio nao foi
    possivel occultal a, embora posteriormente pro-
    curasse o Sr. Dr. Jo= Marianno entraquecel-a
    por meio de um contra-i xa ne.
    Por este novo exame teutou o Sr. Dr. Jos Ma-
    rianno demonstrar, alm de outros factos, que os
    jnze primeiros cidadaos cima reteridos foram
    alistados pelo Dr. Goncalves Lima na revisao do
    alistameuro d Janeiro de 1883 (documento n. ''>
    pngtas 97 a 98) o cidadao Frederico Velloso da
    Silveira pelo Dr. Adeliuo, na revisao de Setembro
    do mesmo anno (Jocamente n. 3 pag. 100), Jas
    Joaquim Das do Reg Jnior e Joaquim Mena
    Cardoso pelo desembtrgador Jos Manoel de Fre-
    tas na revislo de 1884 (documento n. 3 pagina
    101).
    Na impossibilidade de serem exhibidos os pro-
    cseos de alistamento que devenam ter sido or-
    ganisados pelo Dr. Goncalves Lima se tivesse
    alistado aquelles cidadaos, como se figura, preten-
    deu o Sr. Dr. Jos Marianno demonstiar que elles
    cram legtimos eletores, porque estavam seus no-
    mes incluidos na lista decbam.ada que servio para
    a eleicio do l."de Dezembro d 1884 (documento
    n. 3 paginas 97 e 124) e porque coustavam os seus
    nomos dos dvros de taloes, assiguados pelo dito
    Dr. Goncalves Lima.
    Este juiz, para adiantar trabalho, ia assignando
    os livros de talao de ttulos de eleitor ; porem fal-
    lecendo e sendo recolhidos os ditos livros ao car-
    torio, aproveitaram-se os falsificadores d'essa cir-
    eumstiucia, e eneberam a seu bel prazer os ta-
    loes, aproveitando se da assignatura do juiz que
    nlo existia mais, para desmentir semelhante falsi-
    dade !! !
    O Sr. Dr. Jo6 Marianno, para legitimar essa
    fraude, apresentou a lista de chamada que servio
    para a eleicio do 1." de Dezembro de 1884, em a
    qual foram os primeiros phos|iboros ob e subrepti-
    ciamente introduzidos, passando por sobre a lista
    que servio para as eleices de deputados pro-
    vinciacs, procedidas em Outubro e Novembro de
    1883.
    N'esta lista deveram achar-se incluidos todos
    os eletores alistados at a revisao de Janeiro de
    1883.
    Do documento n. 4, que traz a referida lista,
    nao se encontra njai.um dos nomes em questlo e
    cimente os dos eleit es que foram ii'-divamente
    alistados pelo De. Goncalves Lima em Janeiro de
    1883, que veem a ser :Augusto Guncalves de
    Barros, Bernardo da Cunha Feixeira e Joao Chrs-
    tiauo de Oliveira,o que combina com o edital
    publicado no Diario de Pernambuco n. 47 de 27
    de Fevereiro de 1883 (documento n. 5) e enm a
    ausencia do eartorio de ditos processos (documen-
    to n 3 pagina 103). ,1
    Pelo documento 3. pagina 44 v-se que tn-
    dem nlo foi encontrado no eartorio o processo de
    alistamento de Frederico Velloso da Silveira e se-
    ment uma peticlo com o seguinte despacho :
    a Informe o escrivo.
    Os outros papis referentes ao alistamento d'es-
    te supposto eleitor existala no eartorio; mas,
    como por elles se verificava que nlo havia sido
    mandado alistar pelo Sr. Dr. Adelino ua revisao
    de Setembro de 1883, quando a ella procede*,
    como juiz substituto do 5.a districto crimiaal, nlo
    quiz o escrivi) apresen tal os, preferiudo declarar
    une nlo existiam 110 sen eartorio.
    E de pasaagem declara o reclamante que isto
    nlo de estranbar, porque o d'to escrivo est
    habituado a essas trafi.'aucias, Como mostra o do-
    ci.m nt 1 n. 3, confrontando-8e a informacao de
    pagina 47 com a certidio de pagina 92, qnanda
    trata do supposto eleit-.r Cosme de Abr u Mace-
    do, o qual em um lugar diz que foi alistado pelo
    Dr. Adelino e no oatro pelo Dr. Goncalves Lima,
    o qne verificara pelos livros de taloes existeatea'ess
    seu poder e que foram subm'ttidos apreciacla
    do juiz de direto do 5" districto criminal !
    O Sr. Dr. Jos Marianno nlo pndia perder m
    s voto e muito men>a o de Frederico Velloso da
    Silveira, que foi temad < em separado para ello aa
    s.uclo do Moutei odoc. n 3 pag 147s por-
    tante o processo que nlo existia uo eartorio ea
    F< vereiro, su'giu como por encante posteriorment
    ase. n. 3 pags. 100 b 122.
    Para se ver quan'o palpavel esta falsidade,
    basta attentar que a iuterinacio do escrivopag.
    123 -que devia estar aimexa a peticlo a que se
    refere a rsposta ao 4 questo do exame feito esa
    Feveroiropag. 44, appareceu posteriormente .
    junta a outros papis !
    Pela ceitidio exhibida pelo Dr. Jos Marianno
    doc. n. 3 pag. 123consta que Frederico Vellos*
    da Silveira foi mandad-i alistar por de-pacho do
    Dr. Adelino de 20 de Novembro de 1883, mas qae
    nlo foi por este expelido o respectivo tirulo e sias
    p-lo Dr 1 retas em 24de Setembro de 1884pags.
    98 e 123.
    Oomo o nome de Frederico Velloso da Silvira
    constasse da lista de assigaaturas d eletores qae
    votaram na seccio do Monteiro em 1. de Dosem-
    bro de 1884doc. n. 3 pag. 126s teudo sido Bo-
    rnete incluidos as listas para esta eleicao es
    eletores qualificadoa at a ultima revislo de 1883
    por causa da dissolccao da Cmara dos Deputados,
    nlo foi possivel dar se como alistado em 1884 Fre-
    derico Vellaso da Silveira, posto qae deciarassem



    -y

    r
    1
    1


    Diario, de PernambanoDomingo 10 de (tatabro de 1886
    3
    os peritos no segundo camedoc. n. 3 pag 98
    que foi este incluido na reviso d 1884, e ento
    falsificou-se o despacho do Dr. Adelino para fa-
    *er 3e suppr que o individuo em qoesto fui man
    dado alistar por este juiz em 20 de Novmbro de
    1883.
    Para mostrar a falsdade desta sentenca o re-
    clamantu alm do exame cm o documento n. 3
    pag. 44add'iz mais as segnintes provas1' o
    adital de 26 de Novmbro de 1883, em que veem
    incluidos os nomes A: todos os ciiados que nao
    jr*m alistados |.-m cojo numero se acha Frederi-
    po Velloso da Siiveir) por nao terem apresentado
    os documentos exigidos pelo jais, edital ease que
    foi publicado no Diario de Pernambueo de 29 do
    meamo mes e sddj doe. 3 pag. 29 ; 2* o edital
    de 15 de Dezembro de 1883, em que veem inclui-
    dos os nomes de todos os cidados que toram alis-
    tados, em cuj-> numero nao se acha o mesmo Fre-
    denco Velloso da Silveira, edital que foi publicado
    no Diario de Pernambuco de 19 do mesmo mez e
    auno ; 3a o facto de nao ter sido expedido a esse
    individuo o titulo de eleitorpelojuiz que proced u
    a reviso do aiistamento de Io83, o Or. Adelino,
    como tel-o-hia feito se efectivamente o tivesse
    alistado.
    Pmss agora o reclamante a tratar doa suppos-
    tos eleitores Jos Joaquim Dias do Reg Jnior e
    Joaquini M Pelo exame contidono doc, n. .3 a pag. 44res-
    posta ao Io quesitut-Be que d'entre diferentes
    procesaos que f -ram exigidos pelo juiz ao escrivo
    para cerera eiarpinsdos, soraente foi apresentado,
    depois de urna busca minuciosa por espaco de 12
    diab, o processo do alistara, nto de Antonio Miguel
    Felicio da Silva, porque os outros declarou o es-
    crivo nao existiiem no sen cartorio por nao Ibe
    terem sido entreguea pelo seo antecessor o eseri
    vo interino Joo Gomes.
    Este tacto procuran demonstrar o escrivo do
    alise-inent o por varias vezes, antes, no acto e de
    pois do mencionado exme, como poder ver V. S.
    pelo proprio doc. n. 3 pags. 47, 43, 109 e 110, sen-
    do urna verdadeira sorpreza para o reclamante o
    facto do apparecimento posterior de taes procesaos,
    desde que estes toram orjranisados pelo Sr. des-
    embargador Jos Manoel de Preitas, tunecionando
    como i scrivo o Sr. ego Jnior, nos autos de
    Joaquim Menna Cardosopag. 129, e no pro
    cesso em que era parte, recebendo-o do escrivo
    Felicsimopag. 112h enchendo o seo proprio
    por outrem a rogo, sem declaraco da razo por
    que deixaram os suppostos eleitores de assignar,
    nem no livro de assignaturas, nem no corpo da
    acta, confa o disposto no art. 143 do regulameu-
    to elei coral.
    5.* Fundamento
    O processo eleitoral est nullo por nao ter sido
    admittido na i seceo o fiscal Augusto Cesario
    de Mello, apresentado em tempo competente pelo
    candidato ao lugar de juiz de pazFrancisco Jo-
    s Quedes de Lacerda, para dar lugar a entrada
    de doos fiseses. que nao sao eleitoresJos Joa-
    quim Uiaa do Reg Jnior, de quero anteriormen-
    te tratou o reclamante, e Manoel Caetano de Al-
    buquerque Mello, estudante da Faculdade de Di
    reito e menor de 21 anuos, como S. poder
    convencer-me pela leitnra do decreto legislativo
    n. 3,113 de 1 de Ootubro de 1882.
    6.a Fundamento
    Tambara se acha nullo o processo eleitoral por
    ter sido feito a eleico as igrejaa da Casa Forte
    e de Apipucos, edificios nao designados com a an-
    tecedencia precisa para nelle terem lugar os tra-
    balbos eleitoraes, nem mesmo nos 15 dias prximos
    a eleico, como pruva o edital publicado no jornal
    Provincia de 18 de Junbo, documento n. 8, sendo,
    pelo contrario, a diviso das seccoes da paro :hia
    e a designaco dos preditos edificios publicados
    por edital na vespera da eleico, como mostra o
    citado jornal Provincia de 30 de Jiiaho, documen-
    to n. 9, o quo deu lugar a deixarcm de votar mu-
    tos eleitores por terem se dirigido una para a igre-
    ja matriz e outros para a do Monteiro, lugares
    nicamente designados no edital do convocaco
    dos eleitores para a eleico.
    A lei toi to previdente a este respeito que, no
    caso de nao haver sido de-ignado edificio para a
    eleico at o terceiro dia anterior qoelle em que
    dever ser publicado o edital de convocaco dos
    eleitores, determmou que o juiz de paz de accordo
    cora o juiz de direito o indique, de forma que, em-
    bora haja urna outra designaco p--lo presidente
    da provincia, prevalecer em todo o caso a desig
    nacao j feitaart 94 2. do regulamento elei-
    toral.
    Este preceito nao foi observado, dando isto lu-
    gar a se prooederem aos trab*lhos eleitoraes cm
    doui ediScios nao designados em temp > compe
    tente para a eleico ; portanto, esto nulias, seno
    todas as eleicoes da parochia, ao menos as da 2
    e 4.a seccoes, nullidades que nao pdenlo deixar
    titulo de eleitorpag. 98 -doc n. 3. | de ser decretadas, em vista do que dispoe o art.
    Aquelle appareeimento inexperado demonstra," 217, n. 1 do regulamento
    que os referidos procesaos foram depois prepara
    dos, porquanto, alm de nao terem sido encontra
    dos no cartorio em Fevereiro. como consta doal'u-
    dido exame a que nelle se procedeu, os nomes de
    taes eleitores, nao se acham nem no edital publi-
    cado no Diario de Pernambuco de 7 de Outubro
    de 188-1pag. 29pelo qual foi marcado dez oas
    a differentes cidados para juntarem documentos
    que provassem osen direito, afim de poderem ser
    alistados, nem no edital publicado no Diario de 28
    do mesmo mez e annopag. 22no qual se men-
    con.iram os comes de todos os eleitores que foram
    incluidos na reviso do alistamento de 1884.
    E tanto era isto fcil, de conseguir- se quanto
    esses intitulaaos eleitores nao juntaran) aos pro-
    cesaos de pro va de renda por aluguel de casa, cer-
    tidoes extrahidas daa reparticoea fiscaes por elles
    requeridas, porm sim por Augusto Paulino de
    Figoeirio Doc. n. 3 pag. 111e por Jos Ma-
    ra de Aibuquerque Mellopag. 129.
    Anda para corroborar esta prova o reclamante
    junta os dous atti-atados do vigario da freguezia
    do Pogo da PanellaDoc ns. ti e 7 pelos quaes se
    v que no auno de 1884 nao inoraram as caas
    indicadas, nem em neubuma outra da freguezia,
    Jos. Joaquim do Reg Jnior e Joaquim Meuua
    Cardoso.
    Alm de todo isto o processo de prova de renda
    por aluguel de cas est em taes condices, que
    se os nomes destes dous cidados fossem ineluidos
    no edital que toroou publica a reviso do alista-
    meneo de x881, o reclamante teria recorrido des-
    ees despachos de inclnao pelas razies seguintes :
    1* porque o cidado Jos Joaquim Das do Reg
    Jnior na.) prova a sua residencia effectiva, nos
    termos da lei n. 3,122, de 7 de Outubro de 1882,
    art. 1, 11, n. 6, no predio n. 5, da ra do Cha-
    cn, nem por meio do atienta Jo do subdelegado
    nem pelo recibo exhib oDoc. n. 3 pag. 111, m-
    xime attendendo-se que a casa de valor locati-
    vo de 800*000 e o recibo apenas de 1202000 ;
    2* porque o cidado Joaquim Menna Cardoso tam-
    bero nao provou a sua residencia effectivj. na casa
    esa que dectaron morar, quer pelo recibo que apre-
    sentou, quer pelo intestado do subdelegado do
    districto.
    Dos cidados de que t- m o reclamante tratado
    at agora que nao sao eleitores, votaram na pri
    meira sececArthur Silva, Jo vino Bandeira Fi-
    lho, Jos Nanea da Costa, Liberato Gimes de
    Sonza e Pedro Autanes Ferreira e na 4 scelo
    Jos Joaquim Das da liego Jnior, Jos Hmilio
    Cirneiro de Albuquerque e Manoel Rozendo ae
    AlDuquerqnr, o taltaram na 1' seceo Alberto
    Bandeira, Manoel Jos Monteiro Sobrinho, Manoel
    Francelino de Moura e Jos An onio de Mosquita;
    na 3* Frederico Velloso da Sil'eir e na 4" Joa-
    quim Menna Cardoso.
    3 fundamento
    Alm destes, no alistameoto do Poco da Panella
    foram illegalmente iucuios varios cidados, una
    por meio de simples reclam-c.'s, e outros de re
    conos interpostos quarenta e mais dias depois le
    publicado o aiistamento.
    O regulamento eleitoralart. 70da que as
    decisoes dos juizes de direito incluindo ou nao ci -
    dadoH no aiistamento sao definitivas, mas refor
    mavets por meio de recursos para a Relaco do
    districto.
    No artigo 74 accrescenta que os recursos serlo
    interpostos por meio de re .uerimentes, no prazo
    de 30 dias, contados da data da pablicaoSo das
    decisOes, quanto as inclnsoes on nao incluso a. e
    tomados por termo lavrado pelo escrivo do jury.
    Pelo documento n. 3pags. 2, 44, 45, 104 e
    105, v se que as decitoes preferidas em 25 de
    Outubro de 1333, nao mandando incluir varios ci-
    dados na reviso do klistam-nto toram publica-
    das por edital no Diario de Pernambuco de 29 de
    Novmbrocitada pag. 29 por conseguinte dahi
    em diante a poderiam ser reformadas aquellas Je
    csoes por meio de recursos interpostos para a Re-
    laco do districto, no praso de 30 dias.
    Assim, porm, nao acooteceu, porquanto foram
    reformadas por meio de simples reelamacoes sen-
    tencas definitivas por despachos de 20 de Dezem
    bro para mandarse incluir no aiistamento Jorge
    Gnedes de Araujo, Marianno Joaquim de Santa
    Anna, Pedro Aagusto de Alcntara e Ceciliano
    Cromencio Pavo par meio de recursos interpos-
    tos em JaneiroDoc. p*gs. 45 e 104mais de
    10 dias depois da publicarlo do aiistamento
    pag. 29qnando as senlencas de nao incluso nao
    podiam mais ser reformadas, porque Laviaui pas
    sado ero julgado, para tambern se mandar iu-
    clur no aiistamentoVicente Claudins Alves,
    Hermenegildo Jos de Souza, Antonio Manoel
    Nones Branco, Malaquias Fernandes de Amorira,
    Joo Goa ifiedo de Moura GouHim, Daniel Camil
    lo Tavarea, Vieente Osear da Gama Duarte, Al-
    fonso Ferreira Balt*r, Antonio Marianno de Sou-
    za Gouveia e Jos Soares Piuto Correia.
    Deates cidados comoareceram e votaram na 1"
    seceoAntonio Manoel Nones Brnco, Marian-
    no Joaquim de Sant' Anna, Ptdro Augusto de Al
    cantara, Vicente Caodino Alves, na 3Vicente
    Osear uarte da Gama, na 4aJorge Guedes de
    Araujo, Hermene^il lo Jos de Souza, e deixaram
    de comparecer na Ia seecSo Malaquias Fernandes
    de Amorirana 2aDaniel Gamillo Tavareae
    na 3" Ceci iano Crumeucio Pavo, Aflonso Ferrei-
    ra Baltar. Antonio Marianno de Souza Gouveia,
    Joo (oiiirelo de -loura Gondim e Jos Soares
    Pinto Coneia.
    4." Fundamento
    0 art. 26 2" d > regulamento eleitoral exige
    Jo cid do qu pretende ser aliatato a prova de
    saber ltr e escrev--r,.e, o rt. 6', alm de assigaa-
    tura do titulo pelo bWprlo eleitor no acto de o re-
    ceber, que elle uasserecibo cm livro especial, d'on-
    Je se v que oa analph-ibetoa nao podem ser elei
    torea ; maa, do documento n. 3, paga. 1 >, 16, 17 e
    18 e da copia authentica das assignaturus dos
    eleitores que c mp.recerarn, v se que ou foram
    alistados no P c> anlphabetos ou votaram estes
    por eleitores devidamente alistados.
    Assim na 1 a seceo foram admittidos a votar
    08 segnintes analph heroa Gulh ime Francisco
    de Carvalho, Jo Me-idea da Fonseca e Manoel
    Al-xanlre: na 2 a Cari s Nones Brando ; na
    3. Nicolao Du.rte da G .ma ; e na 4 a Jos
    Felip^e da F.nseca Tab r a e Luis Martina da
    Costa, t idos aliatad'is as revisoea anima.", p >r
    qnanto es do priim-ir i a.i.stamento sao soraente o
    individuos enumerados no documento n. 3 pags.
    23 a 25.
    Destes apenas Su gira m ssgnaros nomes : Ni-
    atto Duarr d. Gama e Jos l'Vpue da Foneeca
    irda, analphab ros couf;ssoa (citadaa Certi
    Bes de pags. 16, 17 e 18), os d.-mais n- m iav.
    jBBSUlo fizeram, s n lo os seos nomes asaignados
    7.0 Fundamento
    Alm de todos ob vicios at agora mencionados
    pelo reclamante, accresce anda que h uve fraude
    no processo eleitoral p ira prejudicar se o resulta-
    do da eleico como vai mostrar.
    A apnraco geral dos votes das quatro seccoes
    para juizes de paz, deu o seguiote resoltado :
    Coronel Joo Baptista Pereira Lobo 251 votos,
    Jos da Silva Neves 238, Francisco Floro Leal
    236, Luiz Augusto Rubim Mavigner 236, Joo
    Ignacio Kibeiro Roma 8, Anastacio Francisco Ca-
    bral 73 c em separado 3, Ulyaaes de Arroda C-
    mara 72 e ero separado 3, Mauriao Francisco Xis-
    to 71 e em separado 3, Mathias Muuiz Tavarea 70
    e em separado 3, Dr. Salustiano Jos de )liveira
    62, Augusto Cesario de Mello 62, Affons Moreira
    Temporal 60 e em separado 1, Jos Cesario do
    Mello 57, Francisco Jos Guedes ae Lacerda 55 e
    era separado 1, Minervioo Avelino Piusa Lima 39,
    Joaquim Maximiano Pestaa 35, Cantillo Lclis
    Peixoto 15. Jos Alves Tenorio 3, Francisco Gib-
    son 3, Jos Francisco Bittencourt 2, Deodato Gon-
    calves Torres 2, capito Joo da Silveira Borges
    Tavora 2 e 22 votos mais que reeahiram em ou-
    tros t:mt js cidados, entre os quaes se acham
    Francisco Jos Guvolles de Licerda, que o mes
    mo Francisco Jos Goede3 de Lacerda e Dr. At-
    l"iinso_Temporal, que o mesmo candidato Affonso
    More'ra Temporal, votos que foram apurados na
    2.a seccao.
    Sommados todos os votos apurados para juizes
    de paz encontrara-se 1759.
    Compareceram na Ia see5o 18 eleitores, na
    2a 69, 1.a 3a 126 e na 4a 122, o que prefas o nu-
    mero de 445 eleitores. Destes, 443 votaram em
    cdulas contendo 4 nomes cada nma e 2 em ce-
    dulas, contendo ama deltas um s nome e a outra
    dous nomes, isto, porm, na Ia seceo.
    Ora, multiplicados 443 por qcatro, acba-se om
    producto cual a 1772, e reunido a este numero
    os tres votos contidos as doas cdulas ultimas,
    encontra-se orna somma igoal a 1775 votos. Por-
    tanto, se as metas eleitoraes cumprissem fielmen-
    t3 o seu dever e a apuraco feita por ellas expri-
    missem o resultado das urnas, ter se-hiam encon-
    trado 1775 votos para juizes de paz em toda a
    parochia e nao 1759, como achon-se, conforme,a
    apuraco cima, faltaodo conseguintemente^l6
    votos, aendo 11 na 2a seceo, 4 na 3a e 1 na Ia.
    Este resultado altera a votaco.
    Assim, se se reunir os 16 votos que faltam, a
    qu-ilqu t dos candidatos que obtiveram 62 votos,
    fica qualquer um delles com 78 votos, e por con-
    segointe o sexto ma lista dos votados para juizes
    de paz.
    . Ueinais, nao endo eleitores, como j ficon de-
    monstrado, Jos Joaquim Dias do Reg Jnior,
    Manoel Rozecdo de A buquerque e Jos Emilio
    Cysneiro de Albuquerque qu-i votaram na 4' sec-
    co, Arthr Silva, Jovino Bandeira Filho, Jos
    Nuoes da Costa, Liberato Gomes de Souza e Pe-
    dro Antones Ferieira que votaram na Ia seceo,
    e, aendo estes votos descontados a qoalqoer um
    dos quatro immeiiatos aos quatro mais votados
    para juizes le pa, diminue muito mais a vota-
    co obtida por qualqm-r um daqnelles 'inmedia-
    tos, ist-j dos que se acham no 5, 6*, 7 ou 8
    lugar da lista.
    Que houve fraude na apuraco das cdulas para
    juizes de paz pelas mesas eleitoraes e priocipal-
    m--nte na 2" e 4" seccas, coosa que uo resta
    duvida.
    A respeito da 2* aeccio falla bem alto o numero
    de votos que foram supprimidos a um dos candi-
    datos e na 4a leraiu-se nomes differentes dos que
    contiobam as cdulas para prej jdicar-se a chapa
    do partido conservad r, composta dos cidados
    Affonso Moreira Temporal. Francico Jos Guedes
    de Lacerda, joaquim Maximiano Pestaua e Au-
    gusto Cesario de Mello.
    E nao admira que as mesas da 2' e 4a seccoes
    assim procelessem, porque de antemo nao qui-
    zeram acceitar os fiscaes apresentados pelo can
    didato Lacerda, pretexto de terem sido apre-
    sentados mais de trez fiscaes, como declarara
    a mesa da 2* seceo da Casa Forte sem mencionar
    os nomes doa eleitores que os ppresentaram
    art. 107 5 2 do Regulamento eleitoralpara
    V. S. poder verificar se ella te ve ou nao raz'i
    como nao teve para nao admittr um fiscal legiti
    mo na 4* seceo e acceitar doos, sendo om menor
    de 21 annos e utro que nao eleitor, como j
    inotrou o reclamante quando tratou de desenvol-
    ver o 5* fundamento desta reclamaco.
    E nao foi smente at ah o arbitrio de urna
    desaas mesas, porquanto a da 2a seceo da Casa
    Forte nem ao menos quiz acceitar os protestos
    que Ibe fonm apresentados, como consta dos do-
    cumentos ns. 10 e 11, que veem a seros proprios
    protestos que foram levados ao tabelllo Fulgen-
    cio para registral-os no seo livro de notas, assim
    co no das declaracoes dos eleitores protestantes
    na occp.sio de asaignaram a acta.
    Sr. Dr. Joiz de direito, o reclamante espera
    que V. S., declarando nolla a eleico de juizes
    da paz do Poco da Panella, se digne de mandar
    proceder a nova por listas extrahidas do 1 aiis-
    tamento, nma vez qoe nao se acham registradas
    em livro de notas de tab'ellio publico as revisoea
    annuaes delle. as quaes por Isso nao se acham con-
    cluidas como determina a lei, ou, pelo menos, por
    listad orgamsadas regularmente, depois de exclui-
    dos os nomes de todos aquelles quo nio sao elei-
    tores, dos analphabetoa, de um menor e dos qoe
    foram mandados incluir no alietamanto por um
    n do Ilegal, como tudo ficou cima demons
    triado.
    AssimE. R. Me Recife, 31 de Agosto de
    18:6.
    Manoel Ramos Chaves,
    Fabrica do Poco
    Precisamos de calma, do milita, para escrever
    estas linhss; porqan a cada instante assalta-nos
    a lembranca daqueil imroensa grita, daqoellea
    meetings de indiqnacao, daquelles asaalt s e insul
    tos represutaci' nacional, dquellas ovacOea
    Calculadas, quande foi invalidada a eleico do
    P-co da Panella e reconhecido diputado aquelle
    que receben o suffrapi-. dos vriadeiro3 leit;rea
    d .2'distn.tJ de Pernambuco, o Sr. Thtcdoro Ma-
    chado. Mas jurmoj a- nob^o Deus nao nos afas-
    tars s orna t liaba -*e urna dscis'i diana, po-
    rm enrgica, ae aquelles a quem aecuaamos ain-
    marem s-a discutir.
    O e^eitorado do PsfO da Panella o seccea anne-
    xas, preciso que ee firme na consciencia puiolic,
    uo tem conceiro, nao pode tel-o.
    Arranjado de um mol i Ilegal e escndalo i s
    iev* a corrupta) i,os aliat im-ntos e'eito a s de
    tola a provincia, alm dos desastrosos effeitos, que
    tem produzido no 2* districto e da anarchia a que
    conduz o espirito publico nesta capital; serviudo
    de exemplo dissipa na consciencia dos juizes o es
    erupulo de bem julg ir em materia eleitoral, ceden-
    do s conveniencias do partidismo; desorganisa o
    svstema de orna lei, que costoo a vida de ama si
    tuaco, porque, como disse o Sr. Saraiva, aps a
    decretaco da lei 3,029, liquid n-se a situaco li-
    bara! E o pernicioso proceder dos culpados o
    principio de taes cojsi-quencias.
    Querem a todo transe, fazer do Poco da Panella,
    seno um coito de desorderos promptos para qoal-
    qoer assaasiuito a qoe sejam convidados, pelo me-
    nos um centro de eleitores escravos, deaconheci-
    dos, que cedem ao primeiro aceno do aenhor da
    herdade. Maa como ae defend quem assim pro-
    cede ?! Nao sentir-se-ha mal quem quer que seja
    ao 1er e meditar oestas aecusacoes, cuja verdade
    jamis pode ser contestada ? Sem duvida : a
    menos que sejam to subordinados, to automatos
    como oa eieitorea, que fabricano., ou soffram qoal-
    qoer desarranjo mental, e neste caso compre a po-
    lica fazel-os pensionistas de um asylo de aliena-
    dos.
    Ha, como todos sabem, como publico e notorio
    no paz inteiro, no Poco da Panella um to grande
    numero de individuos illegalmente alistados, mas
    desgraciadamente habilitados a votar, que, se nao
    impouivel vencer urna eleico, em qoe taes indi-
    viduos tomem parte, pelo menos, a difficuldade que
    offerece mxima, porque tangidos, poxadospelo
    candidato liberal do 2' districto, todos directa ou
    indirectamente o seguem.
    E aquella seceo, que tudo abafa, com as que
    Ibe sao connexas, centros da repouso, onde a po-
    pulaco a menor,as habitaces em pequea nu-
    mero, sendo qoe a mor parte de pequeos alogoe
    re, em todas as reviaes elei'.oraes o numero de
    votantes cresce, poluta, se multiplica de um modo
    to desregrado que ou faz rir, nu desafia lastima
    aquellos que concorrern para tal descalabro.
    Legitimemos por momentos esta procedimento,
    concedendo que fosse elle mrbido pelo desejo, pela
    ambicio (!) mesmo, de se fazer o Sr. Jos Mariano
    derutado. Mas os illustres alistadores nao querem
    s isto, pretendem estender sua jurisdceo elei-
    toral por toda a provincia, e aquella fabrica pre-
    parada e montada para sataf-izer a todos os pe-
    didos, para supprir c-im abundancia a todos os
    mercados, atira o seu genero aos quatro cantos e
    quer abastecer a todos os commercios. Mas isto
    desanimador, seno rcvoltante oo indigno.
    Vejamos : o Sr. Miguel Felippe tem, supponha-
    mos na sua herdade 20 tangedores de boi, 30 car-
    gueiros ds aesucar, o Sr. Joo Maranbo tem Un-
    tos outros, o Sr Loorenco de S tem outros tan-
    tos, manda fundil-us e ha quem se encarregoe do
    trabalho no Recife, fazendo-os portadores de tito
    los de eleitor! Isto em orna reviso ; na segointe
    os cujos se transterem para a comarca de Jaboato,
    considerados como aptos para votar e ser votados.
    E individuos qoe nunca moraram n'esta comarca
    fazem-sa n'ella eleitores e, sempre residentes cm
    Jaboato, all vo exercer o direito de voto sem
    titulo, que os podesse habilitar.
    Mas julgamos de nm peso tal as aecusacoes,
    que estamos a produzr, que nao poderiamos ser
    acreditados, estamos certos, seno as uzesemos
    acompanbar das competentes rovas.
    Assim pois otferecemos a coosideraco de todos
    os que nos lerem a relaco que segue-se:
    Jos Maximiano Pereira Vianna, filho do coro-
    nel Joaquim Maximino Pereira Vanos, morador
    no engenho Pereira. alistou-se no Poco em 1884,
    com idade de 18 anuo;, tem actualmente 20 an
    nos. vive na casa paterna e, como eleitor, n'estas
    condicoes alistado, requer p:issagem ppra Jaboa-
    to;
    Jos Mendes de Amorira, morador no dito en-
    genho, ba dez annos mais oo monos, sera prova
    alguma que o habilite, eleitor no Kccife, lugar
    em que vem apenas para votar;
    Pedro Barbosa Maciel, idem, dem, dem.
    Andr Alves dos Rios ou Ander Arves dos Rio,
    conformo risca o nome, anaphabelto, idem, idem,
    dem ;
    Duarte Coelho de S e Albaquerque, morador
    em Tigipi, requer passagem para Jaboato, e do
    edital do juiz de direito do 3o di'tricto criminal,
    publicado na Provincia, de 8 do corrente, consta
    ter requerido aiistamento no Recife ;
    Marcoliuo Nunes Via una morador no engenho
    Pereiras, ha longos annos, alistado no Poco, re-
    quer passagem para Jaboato ;
    Joo da Costa Amancio, morador em Venda
    Grande, requer certido de bena part I hados
    mulher com qnem casado por escriptura dotal,
    e que j nflo possuia alguns dos mesmos bens ao
    tempo do casamento;
    Manoel Francisco Cavalcante de Albuquerque,
    morador no engenho Varzea de Uoa, em Jaboato,
    ha alguns annos, juiz de facto e subdelegado at
    Setembro do anno passado, sobrinho do conse-
    Iheiro Luiz Felippe, requereo ser alistado na re-
    viso de 885 em Jaboato, mas nao conseguio
    provar renda legal, conforme se v no despacho
    proferido em Outubro d'aquelle anno, requer ac
    tualmente passagem para aquella comarca, apre-
    sentando o titulo de eleitor do Poco da Panella
    (escarneo) ;
    Joo Evangelista de Carvalho, joiz de facto, ba
    alguns annos e morador tm Muribeca, requer pas
    sugem para a comarca de Jaboato com titulo de
    eleitor no Recife;
    Jesuino Flix de Albuquerque, merador no en-
    ge iho Santo Este vo da comarca do Cabo, onde
    nao poude alistar-se, dem, idem ;
    Joo Jos do Reg, idem, idem;
    Cesario Cavalcante de Albuquerque, dem, idem;
    Joo Francisco Nunes, idem, idem ;
    Dionisio Porfirio Mendes de Amorira, idem,
    idem;
    Jos Joaquim dos Santos, morador ha 3 mezes
    em Moribeca, idem, dem ;
    Jos Joaquim de Saui'Anna requeren seu aiis-
    tamento em Jaboato, ao passo que requeren tam-
    bera perante o 5 juiz de direito criminal do Re-
    cife (hrcguezio do Poco), como se v do edital o-
    certo no Provincia de 1 e 6 do corrente;
    Lauriauo Paes Barbosa com 3 meses de resi-
    dencia em Jaboato, fendo-se modado do Peres,
    freguezia de Afogados, requereu passagem para
    aquella comarca ;
    Antonio Paes Barbosa, idem, modado do Re-
    cife, idem ;
    Liberato Benicio da Fonseca Lima, Francisco
    de Pinbo Borges (? !), Joaquim Estanislao de
    Medeiros, Joo Severo Ferreira Guedes, todos
    moradores em Tigipi e por isso qualificados elei-
    tores no 1 districto, assim como foram muitos ou-
    tros, requerem presentemente passagem para Ja-
    boato, tendo a mesma residencia, ao passo qoe os
    demais continuara como eleitores do mesmo dis-
    tricto.
    Joo Baptista de Carvalho: este explosivo, fi-
    que aabendo o publico que nos ler, charaa-se Joo
    Jos da Cunha, mas nao podendo alistarse, por
    isso qoe nao lhe era possivel de modo algum ha-
    bilitar-se uo lugar, onde sempre residi (Muri-,
    beca), chrismou se trocando o seu verdadeiro nome
    pelo de Joo Baptista de Carvalho para utilisar-se
    de igual nome constante da qualificaco de jura-
    dos de 78 a 79. Assim, requerendo aiistamento
    em Jaboato, cortou-lhc as vazas o juiz de direito
    de ento, mandando qu3 o dito provaase iden'.ida-
    de de pessoa, prova que jamis exhibi o ;ujo.
    Pois bem, alistou-so no Puco da Panella cum o
    nome de Joo Baptista de Carvalho reviso de
    85 e agora requer sna passagem para a comarca
    de Jaboato !
    Msa, como se procede deate modo,1 Srs. alista-
    dores partidistas ? Seno por amor a le, pelo
    amor de Deus sejam menos atirados, nao di'e-
    mos, mais atrevidos, nao diremos, menos auda-
    CI080S.
    E o que nos diz o Sr. Jos Marianno diante
    d'iato ? nada certainente. E nao convm a S. S.,
    porque ninguem est maia certo do que o illust-e
    anarebista de que o eleitorado do Poco urna
    verdadeira fieco, que a sement quo plantn na-
    qu lie sol"; atacada de perro, precisa ser arranca-
    da e substitu Ja.
    O Sr. Jos Marianno sabe, e melhor que nos,
    de que -io paiz inteiro nao ha igual cleitorbdo
    qui lie que o faz deputado -o do .-'090 da Panella
    Felizmente estes criinB, sim estes cnmea, que
    denunciamos, esto affectos a um juiz houesto,
    moderado, incapaz dewoac >rrer para a pratica d
    um abuso, sciente o consciente delle. De sua
    justica. de saa moderaco que esperamos o des
    enlace desta comedia.
    E' quasi material, a certeza, que alimentamos,
    de que S. S. eat dispoato a negar seu p'acet a
    to maehiavellismos arranjos Juiz antea de our po-
    ltico, S. 8. abandonar 11 instruecoes meuoa dig
    as que lhe qniz-vem iudicar caricatos generaea,
    evitar a manobra, ordenar-lhes-ha fazer alto,
    mandando e Ibes toque fogo as innnicoes.
    Precisamos nao fatigir a quero, nos le ; por Lsd
    hoie aqui Seamos, prometiendo, entretanto, nova
    carga, para o que .reunimos dados.
    I'ni terreno dado, ama traversa
    murada
    A circamstancia de ter sido o gerente da Cora-
    panhia Santa Th-reza quem recorreu contra as
    obrus do Sr. Leopoldo perante S. Exc, sendo por S
    Eic attendido, toi sufficiente. para que o ar-
    ticulista, qo no Diario de 8 do corrente, vio ver
    t-fazia effeito alludiudo noticia publicada na
    Revista Diaria de 5, achasse opnortuna a oceasio
    para denunciar que essa companhia mandn in
    topir e tapar as fontes d'agua de beber plena-
    mente abertas e em franco servco em Olinda,
    quer se refira e le aos cha/arites. quer se refira s ve-
    Ihas bicas... Pra que tal affirmaco, pois, si
    que nao serve ella to smente para mostrar a
    sem rat5.o e a m f com as quaes eie o articulis-
    ta 16-se ao servico de urna causa mt!
    Itecorr :ndo o gerentee isto consta das noticias
    ndo contestadas- -fuudamentou nos segnintes moti-
    vos o seu recurso: lo O fechamento da travessa
    prejudica a companhia que pelo seu contrato tem o
    direito adquido de passar por all prolongando ou
    ramieando os encanamentos na mesma travessa
    existentes, em bem dos melhoramentos dos servi-
    COS ao seo cargo. 2." O fechamento ou entaipa
    ment alluddo transfurm -u semelhante seceo da
    travessa n'un oecoo sem sabida para onde, com
    maiona de rasgo e CU1 vista de todos os exemplos
    conbecidos, convirgiram as mmnnaicias all lan -
    cadas, formando um perfeito monturo. O qual
    montura, agora mesmo atraz da caixa de distribu
    cao (tagua da companhia, seceo mais estreita e
    at ento pelo lixo nao invadida, deixar despren-
    der gasea deletreos que sero absolvidos pela
    agua a distribuir por urna populacho inteira. 0
    que obrigar a companhia, em trem dos servicos
    ao seu cargo, ou a mandar limpar a alludida sec-
    eo da tzavesaa quotidianamente, ou a mudar o
    seo deposito, qoe est n'um proprio seo, ficando
    em ambos oa casos sujeita a um onus novo e indi-
    vido.
    Ora, eetaraos autorisados a dizer, que a nrmei-
    ra base foi justificada por informado s do Sr. di-
    rector das obras publica-, e que a segunda o foi
    pelo Sr. inspector da sade poolica.
    Ser poBaivel, pois, que todos esses funeciona
    rios estejam fra da lei e dos sens direitos e lio
    articulista esteja com a verdade ? !
    Nao, mil vezes nao ; e nada melbor o prova do
    qoe o seu syslema de defeza. A noticia impugna
    da diz que a Cmara usou ero sua rospuata um
    verdadeiro nariz de cera, aportada como se vio, e
    elle, o articulista que affirraon qua a Cmara diaae
    que nao ertava disposta a mandar intimar o pro-
    prielario, nem Ido pomo que nao se negara aan-
    nullar o termo de arrendamento do terreno, deixou
    de dizer ao que estaca ella disposta. E vai d'ahi
    atira-se sobre o notisiansta, sobre o gerente, so-
    bre todos os partidarios do derrubamento do muro,
    que o que esiaofazendo urna questao de capricho.
    Ora, dgame c, os def-nsor<-s do muro o qoe
    allegaram para comprovar a honesttdade de sua
    pretensa, que motivo sitio tiraram para justifiear
    0 desvia municipal, o que diro para que o publi-
    co fique convencido de que nao sao elles que fa
    zem urna questo de capricho ? *...
    E' o caso de repetir -.Amiguinha, tire o sen
    car alio da chuca.
    X.c ba meiriur remedio pra a
    molestia* do pello, qoe o Petfo-
    rai de Cambara de 8. finare*, de
    Pellas. (4).
    Tratando de uoa caso de tysica pulmo-
    nar, diz em urna carta o Sr. Delfm F. de
    Vaaconcellos, acreditado fazendeiro em D.
    Pedritj, (Rio Grande do Sal).
    Desanimado, e sem saber mais o que
    fazer, fui instado por nm amigo a dar
    minha doente o elogiado Peitoral de Cam-
    bare confesso que nanea vi remedio
    tilo maraviihoso, pois toi o que salvou mi-
    nha flha de urna morte certa. >
    O Sr. J. Soares Gomes, respeitavel
    cnsul de Portugal em Paranagu, refe-
    rindo-se a urna bronchite de roo carcter,
    diz tambem em carta :
    Minha mulher acba-se perfeitamente
    restabelecida de sua grave enferrnidade
    com o uso de quatro vidros de Peitoral de
    Cambar tendo antes experimentado, sem-
    pre intilmente, talvez cincoenta remedios
    diversos.
    O Sr. Delfim Jos Rodrigues, fazendei-
    ro em Santa Victoria, atiesta 'o seguate :
    t Eu abaixo ay.signado atiesto, a bem da
    humenidade, que urna flha minha, que
    soffria por mais de quatro annos de athma
    e outras molestias do peito fo radicalmente
    curada pelo maraviihoso Petpral de Cam-
    bar doSr. Alvares de S. Soares, de
    Pelotas, s
    O acreditado fazendeiro, residente
    em Itaqui, Sr. Belizario Pereira de Atha-
    de, em carta dirigida ao Sr. Antonio Dias
    de F. Valle, diz :
    Sendo V. S. o sub-agente nesta
    Consultorio medico**]
    cirurgico
    0 Dr Castro Jesos, contando mais de 12 aaassr
    de escrupulosa observaco, reabre consultor?*ca-
    ta cidade, roa do Bom Jeans (antiga da
    n. 23, l.o andar.
    Horas de consulta
    De dia : das 11 as 2 da tarde.
    De noite : das 7 s 8
    _ as demais horas da noite ser encontradan
    sitio i travessa dos Remedios n. 7, primeir fsrv-
    to esquerda, alm do porco do Dr. Cos:

    I

    Dr. Mo Leite
    Medico, partelro e operador
    Rezidencia ra Barao da Victoria n. 15, 1- mtiktr
    Consultorio ra Duque de Caxias o. 59.
    Di consaltas das 11 horas da manna sM
    tarde.
    Attende para es chamados a qnalqwer Mo*
    telephone n. 449.
    Aviso
    Medo
    Petlt portralt
    [Ao meu amigo professor Manoel Pereira
    da Uva)
    Conheci urna senhora sorrideote p bella,
    Assetinado fructo de imnolluto lar,
    Que mais me pareca a Orion estrella,
    Quo virginal mulher talhada para amar.
    Era linda no todo, cacoila de pureza,
    Prototypo do bem, i na- em da cordura,
    Seus labios eram amor, e o virus da riqueza
    Se via em seu trajar com mgica lisura.
    Amou !... E por ter amado esposa foi um dia
    De um educado hornera que muito lhe quera
    Por ser urna cecdm, ama nervosa aorlia.
    Depois um filho teve, tbesouro de su'alma,
    Enleio dos seus das, urna odolente palma
    De seu thalamo em flor. Morreu. Cbamou-se Amelia
    Recife, 8 de Outubro de 1886.
    Galdino de Barros.
    Qne horror !!
    Dizer-se que as madeiras do Caes do Ramos sao
    inconvenientes, e ne se lembram do esterquilinio
    all existente, to nocivo salnbridade publica.
    Para os acrbatas s a polica do
    Zeca.
    Sr. Dr. Jos Hara
    Tenho apreciado em extremo a brilhante posi
    cao que tem V. S. tomado oa impreusa,
    V. S. cidado morigerado, honesto, amanto de
    seu pais, de posico feita, honrado, prudente e
    muito intelligen'.e est bem ao caso de verberar
    os vicios. Ninguem por certo pode disputar esse
    lugar a V. 8., que, campeo denodado, diz as ver-
    dades sem pavor, cauterisa as cbagas sem piedade.
    Continuo a moraiisar esses cancerosos, e te nao
    conseguir enforque 03 as vergas dos lampeoes,
    nio esquecendo at as creancas.
    O cabe'.leira.
    dade do Peitoral de Cambar, dirijo lhe a
    presente, afim de attestar que, soffrendo
    minha mulher ha muitos annos de asthmi,
    s agora, e com o uso do referido medica-
    mento, ficou radicalmente curada.
    Eis o que tambem atiesta o Sr Do-
    minr-os de Jess Braz, negociante em Ja-
    guarSo :
    Eu abaixo assignado attesto que, sof
    frendo dous filhos raeus de bronchites, fi-
    caram completamente curados com o co-
    nhecid Peitoral de Cambar, descoberta
    e prepararlo do Sr. Alvares de S. Soares,
    de Pelotas.
    Muitissimos outros attestados e declara-
    cBea encontrara-se no fblheto que acompa-
    nha cada frasco.
    nicos agentes e depositarios geraes em
    Pernambuco, Francisco M. da Silva 4 C.
    Ra do Mrquez de Olinda na. 23.
    3 horas da tomfe
    de D. Aatsais
    vias respiras-
    etc., mckalssr
    por
    Fcsia de TVossa Senhora .11 Si dos
    Horneas em Agua Fra em Be
    be i-lbe.
    NO DOMINGO 10 DO CORRENTE
    Celebrar a missa o Rvd. parocho da fregue-
    zia.
    A' tarde em frente a igreja tocar a msica do
    corpo de polica.
    A' noote ladainha.
    Execotar a orchestra o professor Antonio Mar
    tns, tocando em todos os actos & msica marcial
    cima.
    Anacahnlfa peitoral
    id
    Est tazendo pasmar a todos os nossos mdicos
    pe grande rapidez com que cura a tosse em todr-s
    os seus periodos.
    A Academia Medica e Berlm teve muita razo
    em considerar o suc:o desta balsmica arvorc, co-
    mo um especifico absoluto para as irritacors e in-
    Hainmacu! da garganta oo vasos bronebios. Nen-
    hum cato de rouqaido, asthraa, catarrho, dor da
    garganta ou bnuichites, pode resistir s auas pro-
    piedades contra-irritantes Restitue e restabelece
    a voz, quando por afioccoes da trachea ou laryux
    se chega a perder ou debilitar, .faz parar a expe-
    ctoraco sangunea e impede a ag;lomeraco de
    mucosidades nos tubos da respiracc. que condu-
    zem aoB palmees.
    Inteiramente mu differente a esses peitoraes
    compoatos principalmente de fructas acre* e ad-
    stringentes, etc., finalmente na sua delicada e ela-
    borada coinposico nao entra nenham acido pras-
    sico, nem to piuco ingrediente algum de especie
    ou carcter veneuoso.
    Como garanta coutra as falsificacoes, obsrve-
    se bem que os nomes de Lanman & Kemp venham
    estampados em lettras transparentes no papel
    do livrinho que serve de envoltorio cada gar-
    rafa.
    Acha-se venda em tedas as boticas e tojas de
    perfumaras
    Alientes em Pernambuco, Heory Poster 4 C ,
    ra do Commercio n. 9.
    Recite, 9 de Cutubro de 1886.
    M0rol.
    Os mdicos recdnhscora qne a tsica e a
    consequencia dos estragos produzidos no
    organismo por um parsita minsculo, que
    se deseflvolve na3 pessoas fatigadas, on
    por excessos, ou por desgostos, ou por rao-
    leatias longas e prolongadas, centrahidas
    muita8 vezes por heranga. E' tambem
    opiniSo correnta entre os homens da scien-
    cia quo o melhor meio de combater os pro
    gresos da terrivel molestia consiste ota
    alimmtir os enfermos dandolhes forya e
    T""r- .r
    Estas ideas estSo confirmadas e justifi
    cadas pelas curas numerosas que se tem
    obtido com o emprego do xarnps- e do vi-
    nho de lauto-phosphao de cal, de Dusart.
    Estas duas ricas preparares despertam
    ojid effito o appitite, txam os alimentoj
    orgaoa,
    em tolos os orgaos, restauram as forjas ;
    e des io qua o doente corneja a engordar,
    a "ura certa.
    i'm:i enfermidade tomada
    ontra ?
    Equivoco dos lacultativ js
    O fallecimento de algum amigo ou p-
    rente a quem amaines ternamente sem-
    pre urna desgrana lamentavel : mas a ca-
    lamidade verdadeiramente terrivel quan-
    do os fastos nos manifestatn que a pobre
    victima 8uccurabio por so ter eropregado
    ura systema de trataraento que nao era
    apropriado para a sua doetga. Comtudo,
    casos ka em que o erro dos mdicos se
    descobre antes de desappareccr a ultima
    esperanga, e nestes casos, algumas vezes
    se consegue salvar a vida do doente.
    Para exemplo do que deixamos dito, va-
    ,ai08 referir certos faetos que estabelecem a
    rerdade da nossa affirmaco.
    Ha cerca de dous annos, urna das se-
    oras mais bellas de New-York, abando-
    nada peles facultativos em um caso deses-
    perado de tsica (pois era este o nome que
    os mdicos davam molestia) julgava-se
    condemnada a morrer. Os paia da doente
    resolveram lvala a Paris, esperanzados
    em que, na capital de Franca, a Faculda-
    de descobriria algum remedio contra o mal
    que ameoyava a vida da joven senhora.
    sta esperanya nao se realisou, mas feliz-
    mente em Paris os amigos da moribunda
    ouviram fallar de um novo systema de tra-
    taraento adoptado primitivamente pelos
    Shakres do Monte Lebanon, no Estado
    de New-York e empregado depois par ou-
    tras pessoas com um xito extraordinario
    em muitos casos de Dispepsia. Aos pais
    da infeliz pareeeu qne era possivel que a
    doenya que affligia sua flha poderia talvez
    denominarse Dispepsia ou IndigestSo, e
    nao a Tsica que tanto temiaru, e abriga-
    vam a esperanza de que, em tal caso- se-
    ria fcil salvar a desditosa joven.
    Apressaram-se, pois, a alcangar urna
    quantidade de um medicamento intitulado
    Xarope Curativo de Seigel, e preparado
    com o fim especial de curar a Dispepsia,
    A doente tomou algumas dozes deste re-
    medio, e o resultado do novo trataraento
    oi maraviihoso. Uoje, aquella senhora, j
    rebtabelecida, vive feliz e goza de urna
    sade perfeita. Certo que, aeste caso
    os mdicos tinham tomado urna doenca por
    outra, e quando se descobrio a origera do
    mal, e se explicou o verdadeiro remedio,
    os symptomas da Tsica desappareceram
    immediatamente.
    O caso que acahamos de citar nao o
    nico neste genero. Ha milhares de infe-
    lizes que actualmente estilo tomando re,
    medios para curar enfermidades do fgado-
    dos rins e dos pulmoos, doenyas prove-
    nientes dos vapores miasmticos, etc., ao
    passo que realmente nSo existen) em mui-
    tos casos taes affccyues, sendo a indiges-
    tad a verdadeira causa dos symptomas quo
    tanto terror inspirara aos doentes; e se
    estes applijassem o verdadeiro systema de
    trataraento, nao tardariam a curarse.
    Nao ser por demais o recordarraos ao
    leitor que o xarope curativo do Seigel se
    vende em todas as pharmacias do mundo
    inteiro, assim como na casa dos proprieta-
    nos, A. J. White, (Limited), 36, Farring-
    don Road. Londres, E. C
    Depositarios na provincia de Pernambu-
    co : Bartholomeud O, J. C. Lsvy & C,
    Francisco M. da Silva & C, Antonio Mar-
    tiniano Varas & C Rouquayrol IriD3os e
    Faria Sobrinhe & C.; em Bello Jardira :
    Manoel de Siqueira Cavalcante Arco Ver-
    de e Manoel Cordeiro dos Santos Filho ;
    era Independencia. Antonio Gomes Bar-
    bosa Jnior; em Palmares: Antonio Car-
    doso de Agniar; e em, Tacarat, Jos
    Lourenco da Silva.
    O Xarope de vida de Renler. X. 2.
    o grande purificador do sangue o remedio do s-
    culo pura Impar e parificar o system.i. Encontra-
    se na saliva, no suor, no leite. n-t saDgii', na urina
    mi'ia hora depois da pnmeira die, mostrando as-
    sim que entrou na circula o e iuvadio todas as
    partes do corpo. Extermina para sempre o virus
    da syphilis, da escrfula, do cancro e do acirrho,
    esses terriveis vrnenoa do sangu que deforman) o
    corpo e aniquilara o macbiuismo da vida.
    O Dr. E. Oaxlan Bonnet
    Faculdade de Medicina de Paris.
    Condecorado com a meialha dos hospitaesv
    Socio correspondente: das Academias de Xetr
    cina do Rio de Janeiro e de Barcelona ; da 8*v~
    ciedade de Medicina p-atica de Pars e da itmm
    dade Franceza de Ilygiene, ez-di rector do Masas
    AnatomoPatolgico da Faculdade de Mediana
    do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir **-
    blico que durante a sua estada em Pernaabaee
    fica a disposi^o dos doentes que desejare
    ral-o com a sua confianca.
    Chamados e consultas de 1 s
    at novo aviso: na hospedara
    (Camnho Novo).
    _ Especialidades : molestias das
    rias coraeo, estomago, ligado,
    nervas, e syphiliticas.
    Recife, 6 de Agosto del886.
    Dr. Cerpira Lei
    ni::i(o ,
    Tem o seu escriptorio a ra Duque dr CE*--
    zias n. 74, das 18 s 2 horas da tarde, e deas.
    hora em diante em sua residencia roa da Sua-
    ta Croz n. 10. Especialidades, molestias a aa>-
    nhoras e crancas, telephone n. 326.
    C, HeckmanB
    Usinas de cobre, atn e bronze ee c
    Golitzer Ufer n. 9 Berlim S. O.
    Espeealldade:
    Constructivo rfc machi-
    pas e apparellios
    para fabricas de assucar, destillaySes e *-
    linloes com todos os apertegoaastiVssBB*
    modernos.
    INSTALLAgA DE:
    Engentaos de assucar completo
    Estabelecimento filial na Havana as> av
    mesma firma de C. Heckmann
    C. e San Ignacio n. 17.
    nicos representantes
    Haupt Gebru/der
    EIO DE JANEIRO
    Para informadles dijamse ai
    Poliiman &C

    -

    t

    Lid
    Gajurubba
    Este efficaz e inoffensivo preparado,
    nilo contm mercurio nem arsnico e
    as urna dose to diminuta de iodoreto d**-
    potassio, que bem se pode qualiftcsa m
    homoeopathica (menos de meio grao en an*a>
    colber de sopa do vehculo), deve scraeatB
    sua maravilbosa virtuJe depurativa ao->
    getaes que entrara em sua composicao.
    Outros preparados qne nao conto asV-
    solutamente um tomo de mercurio o tea*- .
    coinpostos, tm tal dse de iodoreto oep*>
    tassio, que esta, dissolvida em agua paa\
    curara os doentes que tm sido cktj "
    pelos taes apregoados depurativo
    taes.
    A efficacia do cajurubeba prova-se:
    4o Pelos innmeros attestados de
    eos e de doentes por elles curados a-1-
    les reputados incuraveis.
    2o Pela procura que tem ; de moV a fc-
    zer desapparecer os preparados coi
    res, que antes d'clle dominavam a
    peutica das molestias syphiliticas do
    matismo e das affec(,es herpeticas.
    3o Pela lealdade com que seus autraer
    tm fallado ao publico, fazendo-lbe caasWa-
    cer a composicao do seu preparado, o mam
    nenhum outro se animou ainda a faaes*.
    .'
    f

    h
    Oculista
    Dr. Barreto Sampaio, medico oeo>-
    litta, ex-chefe de clnica do Dr. de
    Wecker, modoo sea consultorio, do 2.'
    andar da casa n. 45 roa do Bario d
    Victoria, para o 1. andar da casa a.
    51 da mesma roa. Consultas de meio
    dia s 3 horas da tarde. Residencia
    ra Scte de Setembro n. 3 A.
    Cornil torio nicdico-eirorgic*
    O Dr. Estevao Cavalcante de Albaquerque *-
    tinna a dar consultan wedico-cirurgicas, na Ma
    do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio dia sW 4-
    horas da tarde. Paras? demais consulta e -ms
    tas em sua residencia provisoria, ra da
    a. 53, Io andar.
    Especiaidades Partos, molestias de
    do tero e seus annexos.

    *******
    II

    MEDICO HOMEOPATHA
    Dr. Baltbazar da Silveira]
    Especialidadesfebres, molestias am
    enancas, dos orgaos respiratorio das-
    senhora s.
    Presta-se a qualquer chamado pat*
    tora da capital.
    AVISO

    Todos re chamadas devem ser dirigir-
    dos d pharmacia do Dr. Sabino, roa
    Barao da Victoria n. 43, onde se indio*
    sua resdeuc ia.
    Dr. Fernandes Barros
    Medie
    Consultorio roa do Bom Jess n. 30.
    Consultas de meio da : 3 horas.
    Residencia ra da Aurora n. 127.
    Telephone n. 450


    Uiario de Pernambuco---Domingo 10 de Outubro de 1SS6

    Um perf__e raro, por si s demoaRra
    a elegancia e o bom g)sio da^tssoa que
    o emprega, o complemento itdiapensavel
    de um rico (oucadjr. Nao bastara asta-
    das aa rendas e as joias de valor, preci-
    so que nelle seache tambarao perfume, da
    moda, Este o Extracto de Kananga do
    Japao Ja casa Rigaud & C, bem conbeci
    do das senhoraa elegautes, como o mais
    suave, o nica qne permitte supportar sem
    fadiga-08 bailes, es tneatros e outras rea-
    niSes.
    Falsifi.cac,o
    Os abaixo aasgnado, fabricantes do Oleo
    liyitieiilco e romaliro paira lampa
    rias, pravinem sos consumidores d'ete oleo
    re alguna mi-rcieiros pouc> escrupulosos, lancan-
    mio de garrafas j servidas, cen os rtulos da
    fabrica, enchem-u'as de urna moxinifada, mal pre-
    Sarada, de azeite de carrapato, quo vio impingin
    b ao publico como o verdadeiro Oleo bygie
    seo aromtico, nao se importando com sa-
    crificar a saude d'aquelles que costumam usar
    lamparina nos quartoa de dormida, e smente
    tendo em mira o mesquinhi e srdido interesse.
    Protestando contra tal talsificacito, vio os abai-
    xo asignados proceder criminalmente contra os
    falsificadores, cujos nomes publicarlo em breve, e
    declaram que o verdadeiro Oleo _ya;le_lco
    e arosmatieo acondiccionado em garrafas
    que, alm do rotulo onde se v. ao ladoMARCA
    REGISTRADA, trazem sobre a rolha urna eti-
    queta em forma circular, com a inscripciio -
    brlca de oleoa vegnars, Pcraambu-
    eo. Martin* Hasta*, em letras amarella*
    de alto relevo, sobre campo preto.
    Castilla, poia, com os falsificadores !
    Recite, 1 de Outubro de 1886.
    Martius & Basto Successores.
    Ocu'ista
    DR. MATTOS BARRETO, ex-chefe de clni-
    ca do Dr. Moura Brasil e da polyclinica geral do
    Rio de Janeiro.
    Consultorio, rundo Imperador n. 65, 1-andar,
    das 12 as 3 horas da tarde.
    Residencia, Caminho Novo n. 159.
    A* operacoea sao fcitaa sem dor, pelo
    Ccaina.
    Dr. Carlos Bitteocourl
    Medir, operador
    Operacoea de pequea e alta cirurgia.
    Molestias dosorgos genito-urinarijs do bomem
    e da mulber.
    JEsrettaaieno* da urethra, curados radicalmente
    pela electrolyse, aea dor, bydroceles sem injeccio,
    cura radical, calcitas vesicaee, doencas da gar
    ganta e doa pulmoes pelo tratamento de athnios-
    pheras medicamen tosas, sypbilis, molestias vene.
    reas e da pellc, einhalsaoientos.
    Consultas das 12 s 8 horas da tarde.
    Roa do Marques de Oliuda n. 34
    N. 1?. Atteato ter empregado^com van-
    ajosos resultados em doentes de tubereu
    lose pulmonar, em minha casa de saude, a
    Emulsao de scott oleo de ligado de baca-
    lho com hypopbosphitos de cal e soda.
    O referido e vejdado e o juro in ti Je me
    dici.
    Rio do Janeiro, 15 de outubro de 1884-
    Dr. J. Ta.va.no.
    Leonor Porto
    Ra do Imperador n 13
    Primeiro andar
    Contina a ejecutar os mais difficeis
    figurinos recabidos de Londres, Paris,
    Lisboa e Rio de Janeiro.
    Prima em perfeicode costura, em bre-
    vidade, modicidstie em precos e fino
    guato.
    0 DE. 80_LH0 LEITE
    MDOU A 8A RESIDENCIA PASA A BA
    ario da Victoria n. 15
    Primeiro andar
    EDITAES
    Lieftr depurativo vegetal M*/.#
    DO
    Medico ([.lintel la
    Este notabilissimo depurante que vera preced
    do de tio grande fama infallvel na cura de toda
    aa doencas syphiliticas, escrofulosas, rbeumatica-
    s de pello, come tumores, ulceras, dores rbeumati
    CU, osteocopaa e nevralgicaa, blennorrhagias agu-
    isa e ehronicas, cancros syphiliticot, iuflamma
    c&es v_cenes, d'olbos, ouvidoc, garganta, intes
    tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simple*
    os diathericoe, aaaim como na alopecia ou queda
    do cabello, e as doencas determinadas per satu
    raeao mercurial. Do-se gratis folhetos onde ae
    treeotram numerosas experiencias teitaa eom eit<
    especifico nos hospitaes pblicos e muitos attesta-
    doa de mdicos e documentos articulares. Fas-se
    descont para revender.
    Deposito em casa de Paria Sobrinha & C
    Roa do Mrquez de Olinda n. 41.
    C0MMERCI0
    Edital ii. 752
    Exanaes dos alumnos das escolas
    publicas primarias
    Por ordem do inspector geral da Iostruc$ao Pu-
    blica se f-s saber aos profesa res pblicos de enti-
    no primario com rrJacito aos exames dos alumnos
    das escolas publicas, o seguinte:
    Determinando o art. 151 do reginento das esco-
    las que se continu a proceder a peses exames em
    vista do pogramma de 22 de Outubro de 1881, at
    que seja expedido o de que trata o art. 24 do cita-
    do regiment, f rain remettidos aos delegados lit
    terarios exemplaros d'aquelle prograinma rara
    cada um dos professores, para opportuuamente sei-
    vir nos ref-ridos exames. -,j
    A commigsio examinadora continala a coro-
    por-se do delegado Iliterario, que a presidir, de
    um examinador por elle nomeado e do profess'i da
    cadeira, cujos alumnos tenbam de ser examina-
    dos.
    Observar-se ha por forca do mesmo artigo, o
    novo processo de julgament.
    Para sso, o professor escreve, nos mappas com-
    petentes que por intermedio do delegado litterario
    nao de receber, os numen dos aluraiu s que vao ser
    submettidos a exame e constantes da rulacao que
    delles deve ser spresentada ao delegado litterario
    na forma do art 74 do regiment, at o da 15 de
    Novernoro, e a cada um Jos mttnbros da con miseao
    examinadora te dar um desses mappas, rubrica-
    do pelo delegado litterario.
    No curso do came, a medida que cada alumno
    acaba de ser argido em urna disciplina, cida
    membro da commissdo escreve logo sua nata na
    casa respectiva do mappa, da seguate turma :
    Se na prova o alumno nao couimette erro de
    qualidade alguma e uv.ntra ter bastante conheci-
    inenco da materia, a nota ptima, poim no lugar
    competente do mappa escreve se comente o alga-
    rismo 4;
    Si o alumno nao comr.icttc erros graves, ou os
    erros que comuiette, nao sendo graves, nao sao
    meio do tambem numerosos, a nota boa, e escreve-se 3.
    Si sao poiicos os erros ou lacunas e todava o
    alumno pela resposta dada ao ponto revela ter al-
    ga m couheciiniuto aa maleiia, a nota offrivel e
    escreve-se 2.
    Si o alumno respondendo nao satisfaz mas al -u
    ma couza diz que aftinja ao p rito que Ihe cah
    responder, a nota pouco s< ln ve I e escreve-se 1
    Se o alumno nao al tinge absolutamente ao
    ponto ou c-mmitte. muitos C gia>ca erros, a ola
    m e escrpve-se 0
    Quacto prova escripia, slm de proceder-se do
    _esino modo, eserevendo-se no mappa as uta
    numricas, cada membro da commiesao screve
    Umbem sus nota no alto da prova e por extenso
    (- nao numricamente) devendo ahi ser-ver o
    fundamento em que firma parajulgal-a boa, si.f
    frivel, etc, cublinhadas cu cada prova os erros e
    argem declarado o numero dulies (tamucn por
    extenso).
    Keohuma nota podur ser emendada nos map
    pas era na prova.
    No julgamenta deve se ter em vista o disposto
    no artigo 81 do regiment das escolas.
    O resultado lanca-se no mappa geral (de que
    tambem se remetteram eiemplares) e depois re
    duzido a termo e escripto nu livro competente, men-
    cionando quaesquer oceurrencias que se tenham
    dado, sendo logo remettidos a ecta secretaria, e-i
    original, todos os mappas que terviram nos examen,
    bem como todas as prova escripias lubricada*
    pela commissao, e por copia o termo de exame cun
    stantes do livro.
    Onde por acaso faltar esse livrs o termo lavra-
    do em papel rubricado pelo delegado lit:erari<- e
    ser archivado na escola, depois de tirar o profes-
    sor a competente cvpi* pata *er letneltida a esta
    secretaria com os drmais papis do exaire.
    A inspectora tem 3or escusaHo rccornin<-ndir
    que devem os exames fazer se com toda rejuiaii
    dade e seu julgamenN ser f.ito muito criterioaa
    mente, sendo summamente ccnsuravel e inconve-
    niente o prorediinento eortrario e cjmprinoV que
    nao se reprodtisa o facto de vrem xcessivas as
    approvacoos cem diitiurcao, bem como o de s-rein
    dtdos a exame alumnos mal preparados, ^ue aa
    commistoes examinadoras veein-ec muitas veze-
    na contng'nuia deapprovar p r cont- n.placi para
    com os mestrts e as familias, e ennfia uo zeloe in-
    teresse que pelo aprove.'.aiO' n'n doensiun r-v-lain
    OS >rs. profetsorea no exercicio de suas funeeo-p,
    esperando que os exames sejam feitos com toda a
    pussivel regulaiidade e seu julgameuto exprima a
    verdade da haMataale dos alumnos, como convm
    a regulardade do ser vico e interesse da nstrucca' .
    Secretaria da lustrueco :'ubiica de Pernhmbu-
    eo, 8 de Outubro de 1886 ^
    O secretario
    Pcreutino Sara iva de Ara ojo Qalvc.
    Edital n. 751
    Eacolaa e collegioa parlicularea
    De ordem do Sr. Dr. inspector geral, declara-
    se aos professores e directores de quaesquer aulas
    e cstabelecimentos particulares de instruccoo pri-
    maria, secundarla ru especial, de um e cutio
    sexo, quo at o da 30 de Navembro prximo vin-
    dourn, devero remetter esta repartidlo os map-
    pas de que trata o art. 187 2 do Reg. de 6 de
    Fevereiro de 1885, sob as penas comminadaa no
    art. 192 do citado rcgulamcnto.
    Secretaria da lustruccA Publica de Pernambu-
    co^ de Outubro de 1886.
    O secretario
    Pergentno S. de .\raujo Galvo.
    0 Dr. Adelina Antonio de Luna Freir,
    official da Imperial ordem da Rosa, com-
    mendador da Real ordem militar porta
    gueza de Nosso SenJior Jess Christo, e
    juiz de direito privativo de orphaos e au-
    sentes nesta comarca do Recije, por S.
    M. Imperial e Constitucional o Sr. D.
    Pedro II, a quem Deus Guarde, etc.
    Faco saber aos qu o presente edital virem, ou
    dclle conh. cimento tiverem que no dia 12 do cor-
    rente mez depois da audiencia dcste juizo. na res-
    pectiva sala, ir prac^i para ser arrematada, a
    terca parte do solo em que era edificado o sobrado
    de tres andares n. 12, ruado Mrquez de Olinda,
    servindo de base a quantia de 21*00*000, oft'ere-
    1 ida por Francisco Ignacio de Oliveira. vai a
    praca o requeruiento do Dr. Jos Ventura dos
    Santos Beis, pai dos menores D. Auna Emilia
    Mana doa Res. D. Marianas Ventura dos Santos
    Keif, Msnodl Ventura dos Santos Re,o H-nn
    que dos Santos Res, consenbores da terca parte
    do dito slo.
    E para que chegue ao conbecimentOjde fodoe
    uiandei passar o presante que ser publicado pela
    mprensa e atusado no lugar do contorne.
    D-sde o pasando nesta cidade do Recife, capital
    da Provincia de Pcroambnco. aos 7 de Outubro de
    1886.
    Eu Manoel do Nascimento I'ontes, escrivao o
    subscrevi.
    Adtlino Antonio de Luna Freir.
    O Dr. Adelino Antonio de Luna Freir, official da
    Impela! ordem da Rosa, coinmendador da real
    ordem militar portugueza de Nosso Snhor Jess
    C rioto, e juiz de direito privativa do orpbos
    ausentes nesta comarca e seu termo, por S. M.
    I. e Constitucional o Scabor D. Pedro II. a
    a qurm D--us guarde, etc.
    Faco saber aoe que o presente edital virus ou
    del'e tiverem conbecimento, qie no dia 12 do cor-
    r- nte mez, lepos da audicucia deste juiti na
    respectiva sala, irio prn^a pnra gerero arrema-
    tadla a3 casas seguintes, sob ns. 1,2, 3,4 c 5. do
    aegundo becco do A quino, leudo cada um'a 1 porta
    e 2 jbiiellas de frente, 2 sa'as e ] quarto, mediudo
    d largura 7 metros e 20 centmetro', e de fundo
    3 met.es e 3 centimetios, cm solo proprio, avalla-
    da cada urna cm 5O0 cujo preco servir de base
    ao pre^o da trrematacSo ; e vo praca a reque
    rmenlo da D. Hennelinda Tavarss de Aquno,
    inventxriante djs b-us deixa los por seu marido,
    Mano-I Tavares de Aquino, para pagamento de
    cupts c mais <*cspezas do inesmo inv. ntario.
    E pira que ebegue ao conbe^iuiento de todo,
    mandei passar o presente, que ser publicado pela
    iiriprensa e afHxado no lugar do e .stume.
    Dado e pausado nesta cidado do Recife, capital
    da provincia de Pernambuco, aos 6 de Outubro
    de 1886
    Eu, Manoel ds Nascimento Ponte?, escrivao, o
    su'iMcrevi.
    Recife, 8 de Outubro de 1886. O escrivao,
    Manoel do Nascimento Pontes.
    Ao. lino A de Luna Freir.
    Edital n.
    7i
    00
    Ponae de cadelraa
    O inspector geral da iustruccau publica manda
    fazer fuus'ar aos prole sores de entino pi imario
    Manoel Ferreira Guedes e Kranciscj Doidato
    Lin*, este da cadeira de Cauliotiuho e aquello da
    d-: I7ruv-inerrn. que por acto da presidencia da
    provincia de 29 de Setembro ultimo, peruiittio-se-
    Ihcs permutarem as cadeira* que regaos, se Ihes
    atafaga o praso de 60 lias, a contar duquella data,
    11-ira t.mar posse e as? u n ir o x ruido d suas
    novas eadeiras. -
    8'cretara da instru-cAo pnbliea "de PTnam-
    tiuco, '.? de Outnbro de 1886.^=0 secretarse,
    Perg-n'iiio S. d^ Arauj i Galvao.
    2o PEO MOTOR PBMCO DE. OLIVEIBA ES-
    COEEL
    Parecer sobre listamento eleitotnl
    liequerente Urbano Freir de Araujo.
    0 requerente nao mora e nunca morou em
    tnmpo algum na casa n. 4 da travessa do
    Cemiterio. Nessa casa teve estabelocimen-
    to commercial Soter de tal, at Agosto do
    correte anno. O documento de fl. 4,
    nullo por incompetencia do seu signatario
    Requerente Jos Caetano d? Lima.O
    requerente nao mora na casa n. II da ra
    de S. Joao, freguezia do Pogo. Nessa ca-
    sa mora Luiz Ferreira Lima. 0 docu-
    mento de fl. 3 aullo por incompetencia
    do seu signatario.
    Reqnerente Trajano Patricio da Costi.
    Ni casa n, 4 da rna Real, freguezia do
    P050, mora a praja de polica Joo Fer-
    reira da Silva Jnior, ordnanos do Dr.
    delegado do 2o districto, e nao o requeren-
    te. O documento do fl. 3 nullo por in-
    competencia do seu signatario.
    Requerente Jos Cornelio da Silva. Na
    casa n. 2 da travessa do Cemiterio mora
    um inglez, che fe das officinas de Limoeiro,
    e nao o requerente. O doiumento de fl.
    3 nulle por incompetencia do seu signa-
    tario.
    Requerente Manoel Jaaquim de Souza
    Lea o. -O requerente nao mora na casa n.
    1 do Chacn, como se v dos dous docu-
    mentos juntos. O attestado de fl. 3 nul
    lo por incompetencia do seu signatario.
    Requerente Luiz de Frauc,a Sojza. -
    Na casa n. 16 da estrada do Arraial, de
    propriedade de Jonh A. B-ning, mora
    Viriato Lauriano Gomes de Castro, e nao
    o requerente. O documento do fl. 3
    uullo por incompetencia do su signatario.
    Requerente. Francisco Xvier de Cal-
    das Brandan. O requerente nao mora na
    casa n. 5 do Chacn. Nessa casa mora
    um estrangeiro, negociante nesta cidade.
    Nao se cowprehendo como o recibo de fl.
    6, foi firmado no Recife com a data de 2
    de Setembro do 188G, achando-ae, como
    se acha, o seu propietario Manoel Jos
    de Lima, na provincia das Alngas, ha
    mais de um anno. O documento de fl. 3
    uullo por incompetencia do seu signata
    rio.
    Requerente Jos Cassiano do Figueire
    do. O requerente nao mora na casa n. 0
    da estrada de Sant'Ahna. Nena caga
    mora D. Libania da Silva Borges. O do-
    cumento do fl. 3 nullo por incompetencia
    do seu signatario.
    Requerente Augusto Teixeira Lopes.
    Va casa n. 1 da ra do Rio, freguezia do
    I Poco, mora o seu proprietario Lu:z Au
    gusto Rubim Mayignicr, e nao o requeren
    t-, cuja rcsideneirefcm Santo Amaro das
    Salinas, freguezia da \j3oa-Vista. O do-
    cumento de fl. 3 ntifio por incompeten-
    cia do seu signataria.
    Rquerente Faustiniam Faustino rio
    Paula. Na estrada de Sant'Anna n. 20,
    mora a sua proprietaria D. Francisca de
    Paula Cabr; 1, e nao o requerente. O at-
    testado de fl. 3 nullo por incompetencia
    Requernto Bernardino Austri liano Pe-
    reira de Britto. -O recibo de fl. 6 nao est
    regular por nao estar demonstrada a com pe
    tencia de E. da Assurapcao; para trraal o,
    sendo, como a casa pertencente Nico
    lo Jos Lydstone:
    Requerente Benicio Jos da Costa Oli-
    veira. O requerente allegou e provou
    morar na casa n. 52 da ra do Rosario,
    e viver do economa propria. O documen-
    to, poren, de fl. 7 nao prova a sua idade.
    Requerente Jos Raphael Soarcs de Aze-
    vedo. O attestado junto prava que n
    casa o. 9 da ra do Visconde de Goytnna
    reside Paulino Antucas, e na > o requeren-
    te que tem a sua residencia no Gymnasio
    Pernarnbu ;ano, por ser monitor.
    Requerente Joaquim Pcreira de Brito.
    Na casa n. S da ra do Leao CorOado
    mora Minoel Pereira de Brito, em cuja
    companhia vive o requerente que nao podo
    ser attendido, em face do documento junto.
    Requerente Domingos Goncalves da Sil-
    va. A casa n. 95 da ra da Ponto Ve-
    Iba nao oceupada pelo requerente, como
    prova o attestado junto.
    Requerente Jos Tiburcio do Nascimento
    Tavares. Na casa n. 51 da ra do Ba
    rao de S. Borja reside Vicente de Albu-
    querque Nascimento, e nao o requerente,
    como prova o attestado unto.
    Requerente Elysio Augusto Barbosa.
    Na casa n. 24 da ra das Cruoulas mora
    Herminio Barbosa, em cuja companhia
    vive o requerente, seu irmao. Nao pode,
    pois,
    ser attendido.
    DECLARARES
    Arsenal de Guerra
    Serijo*, de lace naoo
    i ti cnmpriment do art. 26 1* d reglame-
    lo sanitario vigente, ficam de*irnsdu8 os ajas de
    segundas e qniotas-feiras ao mei 1 da, nt nspeu
    toria de hygiene, que funcen.11* no ptviiiieutu
    terreo do palacio da presidencia, ao iado em qu-
    te ecba a repartieao das hras publicas, para a
    vacciuaeao de todas as pessuas nae all ge apre
    sentan m.O membro da inspector a d hygiene
    Dr. Augusto Seraneo da Silva.
    risa commercial de
    buco
    Pernan
    RECIPE, 9 DE OUrUBROOE 186o.
    Aa tres horas da tarde
    f-otactt utficiaes
    Cambio sobre o Porto, 90 dp-. 14C 0,0 e premio,
    kontem.
    presidente,
    Pedro Jos Pinto.
    O secretario,
    Candido C. G. Alcoforada.
    3h,M'IMKiN'UiS PCBL1C0S
    Mes oc Outubro de 1886
    ALPAM'EGA
    f'* HaaP
    De la 8
    de 9
    2.^1:1494324
    49:016,. 044
    --------------332:761/368
    Assucvr mancava lo 81 ra. o kilo.
    Asquear refinado, W rs. o kilo.
    A-ltanaegn de Pernavibuco, 9 de Outubr* de
    1886.
    Os eonterentea.
    Saymundo F. de O Mello
    Antonio L. M. An.orin.
    De ordem do Illm. Sr. major director, distri-
    bnese costuras nog dias 11. 12 e 13 4o corr.n'e
    in-' s ce itureiras de ns. 101 a lfifl, de oonfoini
    da'le com os annuncios anteriores.
    Seclo de costuras doArsenil de Guerra, da
    Pernambuco, 9 de Outubro de 1836.
    Feliz Antonio de Alcntara,
    Alteres adjunto
    Faenidade da Direito
    De ordem do Enn. Sr. conselheiro director l.-i
    terina, faco publico qu desta data al o dia 24
    do crrente estao abertas as matriculas de encer
    rainento di s diversos annos desta faculdade. po-
    leml 1 desde j i ser paga < respectiva taza na
    etcao ompetente.
    Secretaria da Faeuldade de Direito do Kocife,
    de Outuoro de 1886.
    O secretario,
    . Jos Honorio U t'e Meneteg.
    Oli-
    raoviaciu.
    Dela8
    da 9
    TV.a
    31:2}i791
    :2.'5>327
    lCieud.il
    >- 1 a 8
    36:5001121
    369:2tr0489
    7.8JU519
    3:426*775
    CoaKtLBO Paofmcui. I) 1 a 8
    Idea o 9
    Racir r>a*n Idemdv 9
    11.238294
    4.-526W29
    9l. b2
    5:117/911
    3:5961334
    142*760
    3:739/094
    -LTERACO
    Para a semana
    OA PAUTA
    de 11 a 16 de Outnbao
    1886
    Algvdo em rama, 413 rr o kilo.
    de
    DESPACHOS DE 1MPORTACAO
    Biigue portii^nes Ade'.inc, entrado do Porto e
    Figueira no dia 8 do Crrente e consignado a Sil-
    va Guinares & C., manifestnu :
    Alhus 127 canastros a Dumingia A'ves V*
    theus. 93 a F. R Pinto Goimai.l a i C, 96a
    J. io Fernandos ie A'coeida. 90 a A D. Carneiro
    Vianna, 60 a ordem, 50 a P.u'va ValentR & C.
    Cordas de linho 1 eaiza a Ferreira GumitJo
    iC.
    Folhas de louro 2 ssceos a F. R. Pinto Guima-
    raeg de C.
    Ferraeena 4 caizaa a ordem, 1 a Fsrreira Gu -
    maraes & C.
    Mercaderas diversas 1 caiza a F. R. PintoGu-
    maraes < C.
    Palitos para dente 3 ca'zocs sea ircemw, 2 a
    Jv io Fernandes de Alm jda.
    Prego 25 barricas a Domingos Alves Math:t.
    50 a Ferreira Guimares & C.
    Rolhas 20 saceos a F. R. Pinio Gumsrica
    &C.
    8alpicoes 5 caizas a Ferreira Rjdrignei ft C.
    Vinho 104 pipag c 110 quintaos a F. R. Pinto
    Goimai2es 4 C, 82 e 35 qnintaes a Silva Gii-
    maraes & C, H e 99 ditos a Puiva Valente A C,
    58 e 79 ditos a Souxa Basto Am-riin A C. 15 bsr-
    ris a Adamson Hcwie 4 C, 4 a Theodoro Chria
    (musen, 50 caizas a F. R. Pinto Guimaraer t C,
    50 a Souza Bagto, Amorim A C, 20 a Jos de
    Macedo, 6 a Jos da Silva Rodrigues.
    T'Patacho portugus Commercio, entrado da Ba-
    ha no di 6 do crreme e coiisigaodo a Pereira
    Carneiro & C, manirestou :
    Barricas vasias 1,318.
    Pipas vasias 66.
    Piaatava 400 botas i ordem.
    Barca n de Harnburgo om 8 do corrente e consig-
    nada a Fonseca IrmSos dC, inamfcstou:
    Azul ultramar 20 harneas ordem.
    Bter 5 caizas ordem.
    Barras de ferro 200 a G. Nuescb & C
    11 a Wib. Halliday A C.
    Cimento 3,031 barricas ordem, L'50 a
    Antonio Rodrigues do Souza & C, 150 a
    Prente Vianna & C.
    Ci-rveja 13'J caizaa ordem, 50 a Fer-
    nandes da C.ista d C, GO a AiT .uso
    eir & C 35 Rosa & Queroz
    Cevatjiuha 10 garrai7>..'8 ordem, 10
    R>Sa & Queirnz.
    Ervilhas 10 garraS s a- s mesmos,
    i ordem.
    FeTHgeos 2 volumea a Guimarses dC.
    Guncbra 10'J caizas a Fernandas & Ir
    inao, 100 a Souz Basto. Amorim & C.
    2 > a Fe.reeira Rodrigues d C, 20 a Au-
    gusto Figucircdo d C, 3 a Guimanos &
    fennatii.
    Liui.v, ."> grades e 1 caiza a G unes de
    M ttos Ivruaos.
    Mer^adoriaB diversas 6 voluntes a Otto
    Bohrrs Suc-iessor, 2 a Netto Campos & 0-,
    1 a Prente Vianna t ('. x
    Movis 2 ca'xfcs a Jo3j V. A. Ma-
    ilieuB d C.
    Perfumaras 15 cairas ordajtu^s .
    Pianos 2 calzaos a H. Vogel-y. u.
    P.pel de embrulho 600 tardo a Esnaty
    Rodrigues d C, 610 a J Ferreira do
    Carvalho d C, 589 ordem, 200 a Af-
    fonso Oliveira d C, 200 aR>n d Qoe-
    r;z.
    Phospboroe 105 caixSes ordem, 70 ;.
    Ferreira Rodrigues & C 50 a JI. Nuesch
    d C, 10 a Rodrigues de Faiia &C, 10
    Fernandes da Costa C C. 30 u Fraga
    Rocha & C, 5 a J. Felippc d A-uiar, 20
    a Paiva Valento & C, IU t Gjrneg de
    Mattos Irmiias, 20 a Soares de Amar^l Ir-
    maos, 110 a Armjo Castro & C, 10
    a Augusto Figueiredo & C. 5 a Rosa &
    Queiroz.
    Sag 20 garrafes a F. Guedes de
    Araujo. 10 ordem, 10 a Ros. & Quei
    roz. .
    Sebo 20 barricas ordem.
    Vidros 501 volumes ordem, 35 a Mar
    de seu signatario.
    Requerente Francisco Romualdo da Sil-
    va. Na estrada de Sant'Aona casa n. 23,
    mera Manoel Alves de Carvalho, tio do
    Dr. Jos Nicolao Tolentino de Carvalho, e
    nao o requerente. O documento de fl. 3
    nullo por in ;ompetenuia do seu signata-
    rio.
    Requerente Jos Antonio de Sonzi.
    Na casa n. 7 do Chacn inora a viuva do
    major Francisco Faustino qe Brifto, e nao
    o requerente, como se v dos dou docu-
    mentos juntos.
    Requerente Laurentno Ca .dido Vieira.
    Os dous documentos juntos provam evi-
    dentemente que na casa n. 8 da estrada
    lo Arraial, mora o seu proprietaro Anto-
    nio Francisco Cort % Car oso, e nao o re-
    uuorente. O attestado de fl. 3 nullo por
    incompetencia do seu signatario.
    ReqajeTente Jote Antonio de Miranda.
    No predio n. 28 da ra da Ponte Velha, e
    no paviasento terreo, uuieo que tem mora
    dores, ride Simio de tai, e nAo o reqne
    rente.
    Requerente Cuetano Jo da Costa e
    Silva. O recibo de fl. 7 nao est regular,
    por nao atar demonstrada a competencia
    do seu signataria, para firmal-o, em face
    la certidio do Consulado.
    Riqucrente Joao de Freitas Serpa. A
    renda do requerente est no oaso de ser
    julgadaprovada.
    Requerente Joaquim Mar ello d3 Olivei-
    ra. O requernto nunca morju na casa
    n. 29 da ra das Creoulas, freguezia da
    Graca, conforme nrova o attostaao junto.
    Requerente Jos Correia de Amorim.
    O requerente allegou e provou morar, ha
    mais de um anno, na casa n. 21 da Estra-
    da de Joao de Barros, onde vive de eco-
    noma propria. Nao provou, porm, ter a
    idade legal.
    Requerente Jos Floriano Correia de
    Brito. A renda do requerente est no
    cuso de ser julgada provuda.
    R-quereate Jos de S e Souza. Nada
    tenho a oppr.
    Requerente Marcellino Fernandes da Cu-
    nha. O requerente allegou o provou mo-
    rar na casa n. 2 da Cruz de Almas, onde
    vivo 'I') eoonomia propria.
    O recibo, poru, de fl. 3 nao tem valor
    hlgum por Ihe faltar a assignatura da pro-
    pietaria da casa.
    Lyctifl do Artes e QSb
    A Imperial Sjciedade dis Artistas Me-
    cbanicos e Liberaos ae Pernambuco, que
    tem a seu cargo o Lyer-u de Artes e Oli-
    cios, no intuito de illustrar as classes arts-
    ticas e manufactureras, mantm como j
    bem ennhecido era seu pal&cete no Cam-
    po das Prioccz38, aulas de diversas linguas
    e S'.-iencias, as quaes, fun-jcionam em todos I q'^
    os diat uteis, das t s 9 horas da noite.
    Com o mesmo intuito mantm ella urna
    pequea o modesta bibliotheca que, com
    patriticos donativos, augmenta se de dia
    para dia, e franqueada ao publico em
    gersl diariamente, as roesrass horas cima.
    Assim, po>s, com o mui applaudido in-
    tento de t/rnar b*m conhecido o progres-
    so das artes e offi :ioa entre nos a perfei-
    cao e utilidade de seus productos, fazer
    condecido seus autores, bnra como os lu-
    gares de seus estabelecimentos, afira de
    facilitar a sabida e o consnmo delles, pro-
    Instilato sLlflerarlo Olindense
    Do'uingu, 10, s 11 horas da miuha, haver
    sessao extraordinaria de assembla geral. Olinda.
    5 de Setembro de 1886.O 1 secretario, Samuel
    M. de Lima Botelho.
    Melpomeuc Ollndene
    De ord-ui do Exm. Sr. presidente, convido a to-
    dog os socios, para se reuuiretn domingo 10, s 10
    horas da inanha, em assembla geral,para serem
    tomadas as contas do Sr. thesuureiro, e deliberar-
    se sobre assumptos diversos. Olinda. 8 de Outu-
    bro de 1886.') secretario, luvino B. da Cuiiha.
    Obras Publicas
    De ordem do Illm. Sr. engenheiro ebefe, faco
    publico que no dia 15 do cor-ente, ao meio dia,
    recebe se na secretaria desta repartilo, em car-
    tas fechadas e competentemente selladas, propos-
    tas para a execaeao do* reparos da cadeia de
    Caruar, oteados em 2:18l'7.
    0 ornamento e mais condices do contrato se
    acii-im a dispasigao dos seubores pr Secretaria da reprtieao das obras publicas de
    Pcruambuco, 1 de Outubro de 1886.
    O secretario,
    Joao Joaquim de Slqueira Varejdo.
    Santa Casa da Misericordia do
    Recife
    Por esta sccret ria gao c'-'amadog 03 parentes
    ou protectores das menores constantes da relacSo
    afra, para que as v'u recolher ao cjllogio das
    orphs
    Helagao das orphs a que se refere o edital
    Basta
    1 Mara, filha de Joauua Bapt3ta de Jess.
    2 Emilia, tilha de Feliciana Vieira da Rocha
    Falcao.
    3 Carolina, filha de Antonia Diuiz Bandeira
    de M II j.
    Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
    Recife, 13 de Setembro da 1886.
    O escrivao,
    Pedro Rodrigues de Sonsa.
    Obras publicas
    De ordem do Iliui. Sr. engeoheiro chefe,
    faco publico que, em virtode da autodgacio do
    xm Sr. vice-presidente da provincia, recebe-se
    na secretaria debta reparticao, no dia 15 do c r-
    reute, uo meio dia, propostus em cartas fechadas e
    competentemente sella lm. para a < xecucao dos
    reparos da cadeia de Serinhaem, oreados em 480.
    O orcameut > e mais coudicoes do contrato, se
    acbam dn-p >sir;ao dos seubores pretenden tes pa-
    ra seren examiuadis.
    Secretaria da reparticao das obras publicas de
    Pernambuco, cm "t de Ouubro de 1886.
    O secretario.
    _____ J^ao Joaquim de S. Varejo
    Santa casa
    Ma aanetaria da santa casa de misericordia do
    Btarf arread se Dor espaao de um tres an-
    a: 1 a mu aboli acebradas t
    _ ii _--.1a a 4">, par _>a menaaes.
    M-.m idem o. 49, _(U idem.
    Dita da Lineneta 11 1-1 1- andar, 165660 idem.
    dem idem 2 dito. 154 dem.
    Ra do Burgos n. ~-' idem.
    Dita da Madre de Deus n. 10-A, armaren
    154, idem.
    dem idem n. 12, 404 idem.
    Ra da Gua n. Ib, 16*660 idem.
    Dita da Senza'.k-vclha n. 132, 2- andar, 15/
    dem.
    Dita da Detenco n. 3 (dentro do qttadro) 104
    idem.
    dem idem, 8J0O0 dem.
    Dita do Visconde de Itaparica, n... andar
    e gotao, 355 idem.
    Dita do Mrquez de Olinda n. 53, 2* andar
    40* idem.
    da Alf. ndeea a, ',
    Nul&gar americanoiascotte, carre_irain :
    Para New-York, Julio Inn com 150,000 kilos de assocar mascav* No l&gar ingles tetriever. carregou :
    Para Nw--Voik, M. J. da Rocha 1,3(1) -accog
    20 I cm 97,50 No Hgar norueguense htdia, -arregaram:
    Para New-York, J. 8. Lov_ Pilho 8>7 saceos
    c m 63,525 kilos d assacar masca vado.
    rara iairriir
    No vap.ir nacional Mandahit, carregaram :
    Para Penedo, Barrbolomeu & C. Succcssores 3
    caixas medieamentos.
    Para Alagoas, Bartbolomeu & C. Suec< ssoreg 1
    ctixa medieamentog.
    Para Penedo, Fernandes Irmo 1 eaixa com
    15 kiloa de doce.
    No hiate nacional Correia de Maco, carre-
    garam :
    Para MacahybH, E. C. Beltrao & Irmio 40 bar-
    rias com 2,127 kiloa de assuear maacavado.
    e lu-
    MOVIMENTO DO PORTO
    Navios entrados no din S
    Terra Nova,42 dias, logar iu^les Racer. de 251
    toneladas, capitao Thomax M.Oibson, equipa-
    gem 11, carga bacalbo ; a Saunors Brothers
    de C.
    Mat-in8 dias, hiate nacional Adelina dos Anjos,
    de 85 toneladas, mest-e Manoel Francisco Mon-
    teiro, equipagem 5, carga varius geueros : a
    Manoel Jas da Cuiiha Porto.
    Navios saludos no mesmo dia
    P-rVapor inhles Norsemnnn, cuinmandant-
    Lacy, carga apparelhjs telegmyhieoa.
    Baha-Lugar inghi hacer, capitao T. M. G
    bson, carga bacalbo.
    Ri de JaneiroPatacho nacional liomula, capi-
    tao J. L.de Almeida, eirga gal.

    quer objecto a declararlo do preco,
    ;ar d" sua fabrica ou deposito.
    4.8 Que os objectos para a Ezposiyao
    ddveru ser tal qual os costuma fazer e
    vender.
    Direito
    Art. 8o do r^gulamento da Exposijao
    Ans tico-Industria I :
    S 'mente aos expositores perm:uido
    abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
    Untes os seus productos.
    A directora conscia de qu<> "ouito se es-
    forjarao para o faustas r -soltado deste
    certamen tilo pro/eitoso e lisongeiro a to-
    das aa classea indastriaes, antecipa seus
    devidos sgradecimentos.
    Su .-retara da Imperial Sociedade dos
    Artistas Mechanicos e Liberaes, en 18 de
    Setena bo de 1886.
    W Casor de A. Souza,
    1* secretario.
    * IRMANDADE
    aa
    Xossa Senhora da Luz
    Coa
    Tendo de ser inaugurado
    desta
    tina Viegas
    &C.
    & C, a Affjnso Oliveira
    D__PA_H0S DE EXPORTACAO
    Ere 8 de Outubro de 1886
    VAPORES JSPKKADOS
    rs o extersor
    americano Atalanta,
    carrega -
    ----No patacho
    ram :
    Para New-Yrk, P. Cascao & Filho 2.0T0 sac-
    eos c?m 150(0"0 kilos de assuear mascavado.
    Trent
    Galicia
    Muimos
    B. K'mny
    Espirito Sanio
    Uahia
    Author
    EU*
    Rosario
    Pernambuco
    Frnancr
    Vitle de Victoria
    A(lsa..ca
    Brttaina
    Para
    /_ Plata
    Kqvateur
    C_
    tfeixt
    da Europa
    do eul
    do sul *
    do sul
    do sul
    do norte
    de Liverpool
    Jo sui
    do sul
    de Harnburgo
    do oul
    do Havre
    de New-Port News
    da Europa
    do norte
    la Europa
    do Sitl
    do sal
    do sol
    hnje
    amanha
    a 12
    a 12
    n 12
    a 13
    a 13
    a 14
    a 15
    a 16
    a 2!
    a 21
    a 22
    a 23
    a 23
    H \
    H 25
    M 27
    a _
    vite
    no consistorio
    veneravel irmandade o retrato a oleo do nosso
    utoSo ex-jinz betnteitor e actual thesoureiro Luis
    Alvea de Lesea Pntente!, mandado fazer pela
    actual mesa adiiiinigtratuva o alguna irmoa que
    exp.intaneamento ge presta ram orno prova de gra
    tiJo an irmo pelos relevantes servicos por elle
    prestados De ordem do nusso irmao juiz, con-
    vido a todos os irina-if a comparecerem em o nuggo
    eaosiatori domingo 10 do corrente, as 4 hors da
    tarde, afim de tomar uiais imponente esta feeta
    de mer-cida gratidao. Tocara negte acto urna
    banda de nusiea marcial.
    Cousitoi-io, 7 de Outubro de 1886.
    O secretario,
    Jos Ramos de Oliveira Jnior.
    negocio.
    iNo mesmo escripto-
    rio se encontraro as
    amostras tos da oiaria mechani-
    ca do Ta^uarj, pro-
    priedade da m e s m a
    Companhia.
    lEINIoiDOlli
    Companhia de Seguros
    martimos e terrestres
    Estabelclda em t *__
    CAPITAL 1,000:0001
    SINISTROS PAGOS
    %( 31 de dezembro de fS8_
    Warinios..... i.liO.-OOOSOOd
    rerrestres,.. .I6:000$000
    t-t-Rua do c ommereio
    _ _
    De ordem lo Sr. presldeute, convido aoo se-
    'h ires s-iciog para, reunidos em assembla gerai
    no domingo 10 da frrente, polas 11 horas Jo dia,
    na sede de club, afim de proceder se a eleicao
    pnra o "ar(ro de biblinthecario.
    Secretaia do Club Carlos Gomes, em 7 de
    Outubro de 1886.O 1- secretario,
    P. C Casanova.
    Lisboa
    AGENTE
    Miguel Jos Alves
    N. 7 RA DO BOM JESS-N.
    Nevar* mariitaaaa e a_rreal>_
    Ne.-tes ultimo a nica eo_pa||_a aeata praea
    iue concede aos Sra. segursdr &a>pciode paaa
    nenro de premio na cada ssIjaSaano, o aa*
    -quivale ar r! ="onto de ecrcaf?a XR por eeato ea
    favor dos sepr:odni.
    CO-P.IXHU U*_ DECIROS
    l
    .

    Companhia de EdiOea^Oes
    O escriptorio desta
    companhia acba-se in-
    s la liado na prac,a da
    Concordia n. 9,conser-
    vando-se aberto das 7
    nove ella toJos os annos para o lia de seu -. ^ _
    annirav*rio, segundo disP5e o % 6. do( horas da manila as 5 da
    art. 2." dos seus estatutos, urna exposicSoj .
    doa ^abalhos darles offi-_o e manufactu tarde, Cm tOQOS OS diaS
    ra, K' pra a consecucio de tilo apar .
    ie9Q||0 quSo vantajoso firn, que a directo- j UtdS.
    ria da sociedade vem pelo presente, sol ^ .
    cita/ de todas aquellas pessoaa que pos InCUmbe- SC de COnS"
    suern por pergaminho o trabalho, sua effi-
    eai con urrencia Exposicao qne, em 21' trUCCOCS e reCOnStrilC-
    de Noveuibro deste anno se effectuar em ^
    sua sede, Lyceu de Artes e Officiot. COCS,
    Cumpre tambem a ella fazar conhecedo-1 -- m _
    ns o illnstre eenhores e snboras, que! KeCeDe-Se miOTma^
    a quizerom honrar com eeus productos, os ^ .
    seus direitos e Qoes bcctcs de terre-
    i. D^erso at 15 do dito me* enva nos na cidade e subur-
    rem as amostras de seus vendareis pro-1 aa "-,
    ductos para o dito Lyceu. DIOS, e a TeSOeitO dOS
    2. Em todos os objectos de verlo acora- i *
    panhar o nomo rio autor, ou proprietaro i qUaeS Qlieiram OS TCS- /
    dos roesjios. I S 1 t
    Ser impresoindie*! em todo e qual peCtlYOS donOS faZer

    I
    I
    T
    ( Ih-B I


    MpaaBBaMMi
    I ^
    Diario de Pernambuco---Domingo 10 de Outubro de IHH%
    *
    <**
    CONTRA F0GO
    The Liverpool k London & Glob
    INSURRANCE GOMPANY
    THEATRO
    VARIEDADES
    (JOMPANHIA
    Imperial
    Companbia
    francezas de
    de operetas
    ko modo dos
    SECl'ROS contra FOCO
    EST: 1803
    Edificios e mercadoria*
    Taxtu baixa
    Prompto pagamento de prejuizo
    CAPITAL
    fia. 16,000:000*000
    Agentes
    BROWNS & C.
    N. SRa do CommercioN. 5
    Ba
    i.ontlon and Braslllan
    Jmlted
    Ra do Commercio n. 32
    racca por todos os vapores sobre as es
    do mesmo anco em Portugal, sendo
    rm Lisboa, ra dos Capcllistas n 76 N
    Porto, ra dos Inglezes.
    lyrico-comiea
    variedades e
    concertos
    dos Campos Elyseos, em Paria
    brese no da9docorrenle
    em casa de Charlen riujm C.
    ra do Commercio o. ti. Recife
    A assigoatura
    para vinte espectculos
    PREQOS
    Camarotes con 5 entrada 106000
    Caderas e galeras 23000
    Plateas lOOO
    Entrada no jordim 500
    Visto o preco reduzido para platea e entrada
    geral, t t.ima se aesignatura para camarotes, ca-
    deiras e galeras.
    Os senhores assignantes terao direito a um Jet
    cont de 10 /,
    P.gmentus :
    50/o na occasao de tomar a assignatura, outra
    metade na respira do pnmeiro espectculo, da da
    entrega dos bilbetes.
    __________________________/__ ______________
    CUMPtMIIt PERNAMBUCAXA
    DE
    Viregaco coste ira por vapor
    Fernando de Xoronh a
    O vapor Giqui
    Segu no dia 11 de
    Outubro, pelas 12 ho-
    ras da manha.
    Recebe carga at o
    dia 9.
    Enommendas, passagensee frte dinbeiros at
    a 3 horas da tarde do da 10.
    ESCRIPTORIO
    raes da Companhia l"erc*aibn
    cana n. 13
    Leilo
    Conpanhla Uahiana de navega
    cao a Vapor
    Macei, Villa Nova, Jrenedo, Aracaj,
    Estancia a Bakia
    O VAPOR
    Principe do Gro-Par
    Gommandante J. F. Teixeira
    Segu impreterivel-
    mente para oa portos
    cima no dia 11 do cor-
    rete, as 4 horas da
    tarde. Recebe carga'
    'nicamente at o 1/2 I
    De movis, tacas, vidros, quadros, relo-
    giog de parerie, jarros para flores e mu-
    tos outros movis.
    A SABER
    Urna mobilia de Jacaranda, 2 cadeiras de janeo
    de batanen, 4 cas'icaes e mangas, candiciros a
    gaz para kerosene e carbnico, jarros para flores,
    e 1 tapete de sof.
    Urna mobilia de junco, 1 piano, 1 rico globo de
    chrystal, 1 lindo quadro com cavalele, 2 relogios
    de Darede, 1 carteira e 1 prensa de copiar.
    Urna mesa el a.-tica, 1 guarda -louca, 1 sppara-
    dor, 12 cadeiras de junco, 1 relogio patente, lou-
    ca. vidros, talheres, eolheres, copos e compo-
    teiras.
    Um fngao de fjrro novo.
    Camas, lavatorios e ouros movis-
    Terca felra. 19 do correte
    Agente Pinto
    No sobrado da ra do Bom Jess n. 43
    11.991 Dous alfioetea, teudo era um um brilha-
    te, urna volta do ouro, dous pares de ro-
    Leilo
    MARTIMOS

    COIPUH DE BUS
    COKTRA F4M.O
    Kortb Brilish & llcrcanle
    CAPITAL
    9:OOO.OOo de libras Merlina
    AGENTES
    Adonison Howic&C.
    ORTIIERX
    de LOmiria e aberdeeai
    PoairH flnancelra (tieti-mbro ssii
    Capital oubxciipto 3.000.000
    Fundos ai-cumulados 3.134,348
    Beeelia aanasal t
    D premios contra f< go 577,330
    De premios sobre vic as 191,000
    De juros 132,000
    O AGENTE,
    John H- Boxwell
    Ka comuehrocio k.* %>i>h
    SEGUROS
    MARTIMOS contra fogo
    Companhla Phenls l'er-
    nasabucana
    Ruado Commercio n. 8 .
    I'VVIUIO
    0 nw austraco 6- Kemeny
    ' esperado do sul no dia
    12 ie Outubro, cogsindo Je-
    po.s da demora neeessaria
    em direitura para Santos,
    voltaudo depois para o Rio
    de Jan iro.
    Recebe carga e encommendas a frete mdico
    tractar com os
    AGENTES
    JOHNS"*N PATER & C.
    RUADO COviMERCIO N. 16
    R0YAL1AILSTEA1 PACKET
    COMPANY
    0 paquete Trent
    E' esperado da Europa no di a
    10 do corrate, seguiude
    depois da demora neceEsa
    ria para
    dia do dia 11.
    Para carga, passagens, encommendas e dinheiro I "tre de 8 bracos da vidro
    a frete tracta-se na agencia
    7Ra do Vigario 7
    Domingos Alies Na heus
    Terca-feira i do correte
    A's 11 horas
    A' roa estreita do Rosario n. 24
    ^De 204 libras de manteiga, em latas pequeas
    35 latas com cb, GS garrafas com vinho do reino,
    10 caias com cerveja, 9 bracos para ba anca de-
    cimal.
    Em coiiiinnaco
    De 1 piano, movis diverso, 1 espelbo grande,
    jarros, louca, cali-
    cea, perfumara* e outros mtiitoa artigos.
    LnuedSlalestf Brasil Mail S. 8.C
    0 paquete Finance
    ' esperado dos portos do
    sul at o dia 21 de Uutubro
    depois da demora neeessaria
    seguir para
    Maranho, Para, Barbados, S.
    Thomaz e \cw-rork
    Para carga, passagens, e encommendas tracta-
    *e com oa
    AGENTES
    0 ior9 rapor Alllanca
    Espera-se de New-Port-
    Newa, at o dia 22 de Ou-
    tuoro o qual seguir depois
    da demora neeessaria para a
    EMPREM M. & B.
    Grande Gompannia Epstr
    DIRIGIDA PELOS HABIS AUTISTA8
    Abasida e Palacios
    Boje! 10 do correnle Hoje!
    Magesiosa funeco
    A'S d 1/4 HORA* o.l TARDE
    Um espctaeul" dado so recido ao Illms. Srs. paes de familia !
    Dircra mi e lenlml!!
    Varias creancas que anda na < trabalharam, to-
    . arao parte n'enti especulo eiecutanio
    Bonitos exercicios
    gymn as ticos!
    \0Y0S TRABAMOS ElJlESTRES
    De noite :
    t\j tendida funeflo!
    V;jriedadc sera lim!
    \n\v;A>s
    Camarotes com B entrada* 10*000
    Cadeiras 2*U)00
    Geraea 1*000
    AVISO
    O espectculo entrar s 8 1|2 horas.
    THEATRO
    SAMO TII0
    Domingo, f O do corrate
    BENEFICIO DA VIUVA DO
    Maestro Colas
    Depois que o corno da orchestra do Congresao
    Dramtico Beneficente, auxiliado por algn ds-
    tincto* professores sb a regencia do insigne maes-
    tro Antonio Martin*, tiver execntado a grande oa-
    rertura intitulada RAINHA SANTA ISABEL,
    Subir scena o apparatono drama em cinco actos
    inti talado
    0 CONDE DE l GERMANO
    oc
    0 DIADO EM PARS
    Finalisando o espectculo com a chistosa co-
    nedia
    0 Typo Brasileiro
    A beneficiada desde j agradece o obsequio que
    be prestara os eorpos soenico e o da orchestra do
    Congresao Uramatcc, assim como os professores.
    Ao repeitavei pablico o sen eterno reconhecimeoto.
    Presas do cottume.
    Principiar as 8 hora e 1[4.
    O reato dos bilbetes no escriptorio do theatio,
    ne dia do espectculo.
    Macei, Baha, Rio de Janeiro, Santo,
    Montevideo e Buenos-Ayres
    0 paouete Elbe
    esperado
    do sul no dia 14 de
    curren te segualo
    iepoi da demora
    neeessaria para
    S. Vicente, Lisboa, vigo e Soa-
    thaiuplon
    Para passagens, trefes, etc., tract c bj
    CONSIGNATARIOS
    Adamsonllowic &t.
    Miire-SoBuuiuerilcaiiJsclio
    DiinipfsehiTfahrls-GeselIschal
    O vapor Pernambuco
    Esperase de HAMBURGO,
    via LISBOA at o dial 6 do
    corren te, seguindo depois da
    demora neeessaria para
    Rio de Janeiro e Santos
    O vapor Rosario
    E' esperado do sul at i
    o dia l do corrente, i
    seguindo depois da de- l
    nora neeessaria para
    Hambnrgo
    Para carga, pasagen* e encommendas e dinhei-
    ro a frete tracta-se com o*
    Consignatarios
    Bor&telinann & C.
    RUADO VIOARIO M. 5
    2* andar
    Pacific Nieam Navigalion Companj
    8TRAITS OP MAGELLAN UNE
    Paquete Galicia
    Espera-se dos portos
    do sul at o dia 11 de
    Outubro seguindo pa-
    ra a Europa depois da
    'demora do costume.
    Este paquete e os que dora
    em diante seguirem tocaro en
    Plymoulh, o que facilitar ehe-
    arem os passageiros com mab
    brevidade a Londres.
    de Janeiro. Monte
    e Baenos-Ayres
    Baha, Rio
    video
    Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
    a frete, tracta-se com oa
    AGENTES
    Henrv Forster C.
    N. 8 RUADO COMMRClO N. -8.
    V andar
    COMP4WH1K 'ES atESHAVE
    RES H .1111 TIMES
    UNHA MENSAL
    0 paquete Equateur
    Commandant* Lacointre
    E' esperado dos portos do
    sul no dia 25 do corrente,
    seguindo, depois da demora
    do costme, para Bordeaox,
    tocando em a
    Dakar e Usboa
    Lembra-se sos senhores passageiro* 4e toaa*
    as clasaea que ha lagares reservados para esta
    agencia, que podem tomar em qualqoer tempo.
    Fas-ae a batimento de 15 % em favor das fa-
    milias composta de 4 psaoas ao menoa e que pa-
    garen) 4 pastagen* inteira*.
    Por excepcao os criados de familias que toma-
    rem bilhetes de proa, gosam tambera d'este abati-
    mento.
    Os vales postaea s se da at dia 23 pagos
    de contado.
    Para carga, passagens, encommendas edinbeirs
    afrete: tracta-se com o
    AGENTE
    Auguste Lab lie
    9 RA DO COMMERCIO-9
    PCB\lICtM
    DE
    fllaTegaeio Costelra or Vapor
    PORTOS DO NORTE
    Parhyba, Natal, Macdu, Motsor, Ara-
    caty, Ccar, Acarahu e Camossim
    O vapor Pirapama
    Segne no dia 20 de
    Outabro, a 5 horas
    da tarde. Recebe
    carga at o dia 19.
    Encommendas passagens e dinbeiros a frete at
    3 horas da tai de do dia da sahida.
    ESCRIPTORIO
    Catada Cempanhia Pernambuwui
    n. 12
    Para earga, passagens, e encommendas, tracta-
    leconi oa
    AGENTES
    Ullson Sons dk C, Unted
    SJ14- RA DO COMMERCIO N. 14
    ContpabkJa Bra> llelra debate
    sscaoa Vapor
    PORTOS DO NORTE
    Vapor Espirito-Santo
    Commandante Joao Mana Pessoa
    ' esperado dos porto do *ui
    ateo dia 11 de Outubro, e
    seguir depois da demora in-
    dispensavel, para os porto
    do norte at Manos.
    Para carga, passagens, eDcommendas valoree
    racta-ee na agencia
    PRACA DO CORPO SANTO N. 9
    PORTOS DO SUL
    0 vapor Baha
    Cammandante Silverio Antonio da Sdva
    ' esperado dos >rt"8 do
    norte at o da de 13 Ouiu
    bro e depois da demora in-
    dispcusavel, seguir pura
    os pi' do sul.
    Recebe tambem carga para Santos, Pele:as
    e Grande d > Hu, frete modicr.
    Para carga, passgens, cncouimendas valores
    ratase na agencia
    PRAQA DO CORPO SANTO N 9.
    Lisboa e Porto
    _ Segu com brevidade o brigue portugus Ade-
    lina, por ter engajado parte da carga ; para o
    r s tan te. trata-se com Silva Gu maraes C,
    roa do Commercio n. 5.
    Lisboa e i'orto
    I*se os portos cima recebe cra a frete o pa-
    tacho portugus Commercio ; a tratar c m Perei-
    ra Carneiro 4 C ra de Commercio n. G
    Mossor cMaco
    O biale Aurora 2> aahe com breviad.- jaraos
    portos cima, e pir o resto da carrt-gamento *
    trata com o musir a borlo, no caes do Luyo.
    LiL
    de movis, jarros, qu.drn, grande quantidade A*
    miudesas, p-rfum>irii.M, ebapox do Chi'e castor,
    barrica can fumo peado, e.u luiros par gas car-
    bullic" nni'tiii- oiltri-.- m Veis avuljns.
    Te rea-fe ira I a do correte
    A'a 11 lloras
    No armuz^m da uta do Mrquez de Olin
    il.i v. 19
    POR INTKRVEXgO DO AGENTE
    Giismo
    E.
    II
    contiriu tf^o
    IriluO
    D- 1 i.iv l 2 ih
    Ith >na, 5 (*MIX( r ui
    chnmuaKiie h .-une
    p*r. fl >r.'S. t t.' i
    Terca felra.
    I proprios par enge-
    paiinl hIiiimQ), JO dttM com
    i. losrinS'C jrro*
    m'Odi 2as
    3 do corrente
    O lua prtuc>p uxiL as 10 1/2 horx
    Monte de Soceorro de Pernam-
    buco
    LRILAO DE JOL4S
    Este estabelecimcuto fari leilo no dia 14 de
    Outubro, por iotervenco do agente Martina, roa
    do Boa Jess o. 32, s 11 horas da manb, doj
    objectos que n3o forem resgatados at a vespers,
    das 8' guintes eautellas, a diuheiro de contado.
    11.128Seis castijaes prata baixa.
    U.388:Um eordo, um par de rosetas e urna
    crut, ouro de ki.
    11.610 Urna carrate e medalha para relogio,
    nino de lei.
    11.611Urna pulseira, um par de brincos, duas
    pecas de dito, um par de rosetas, dous
    aunis e urna medalha, ouro de le.
    11.617Um broche, dous pares de brincos, ums
    loneta, um trancelim, urna volta de dito,
    dous aunis e um casto, ouro de lei.
    11.618Um par de rosetas de ouro e um annel
    com brilhantes. .
    11.620Urna pnlseira e um broche, ouro de lei.
    11.629Urna correte e medalha para relogio e
    um relogio, ouro de lei.
    11.632Um auoel de ouro com brilhante, ama
    pulseira, urna corrate e medalha para
    relogio, ouro do lei.
    11.633Um psr de rozetas e um aancl de ouro
    com brilhantes.
    11 634Um par de rozetas de ouro com brilhan-
    trt.
    11.646Urna palseira, urna correte para relogio
    e dous botocr, euro de lei.
    11.649Um jarro e bacia, urna tijella c urna tam
    pa de assucareiro, prata de lei.
    11.681Um annel de ouro com brilhantes.
    11.62JUm par de briucos era vejados de brilhan-
    tes.
    J*52Urna corrente para relogio, ouro do lei.
    11.666Um trancelim, ama medalha, um par de
    brincos, um dito de rosetas e tres anneis,
    ouro de lei.
    11.674Um trancelim, dous pares de rosetas,
    urna medalha, sejs botoes s quatro armis
    ouro de lei, e um relogio de ouro.
    11.687Urna salva, um paliteiro, triata e duas
    eolheres e urna conchi para sepa, prata
    de lei: um cpo, prata buixa.
    11 ."02Des anneis e una cruz, ouro de lei.
    ll. 705Um relogio de ouro.
    11.715Um trtocelim ouro de lei.
    11.729Urna corrente para relogio, ouro de lei.
    11.734Um annel de ouro com brilhante.
    II. 74'iUrna corrente para relogio, um annel com
    um brilhante e um relogio, ouro de lei.
    11.747Urna correato para relogio e dous anneis
    ouro de lei; um annrl com um brilhante
    pequeo e duas moedas de ouro, de 10-5
    cada urna, em botte.
    11.761Tres traocclios e um relogio, onro de lei.
    11.763Urna puldeira, um alfioete, um par de ro-
    zetas, um dito dito conteudo brilhantes
    pequeos, ouro de lei; urna salva peque-
    a, um palitero e nove eolheres para
    cha, prata de lei; ouze eolheres para so-
    pa, prata baixa.
    11.764Urna correte e medalha para relogio e
    osa relogio, onro de lei.
    11.769Urna volta de eordio, urna drt de tran-
    celim, tres pares de argoles, dous ditos
    de roseta*, urna eras e urna teteia, oora
    de lei.
    11.784Urna pulseira, um alfi.ete, onro de lei.
    11.790Um annel do ouro com brilhante.
    11.795Urna volta de ouro com medalha e um
    cordao, ouro de lei, urna cruz, onro
    baixo.
    11.796Um par de rosetas de ouro com bri-
    Ihtotes.
    11.797-Urna corrente e medalha para relogio, e
    uta relogio, oaro de lei.
    11.798Um annel de oaro com brilhante*, nm
    P r de esporas de prata.
    11.803-1 uia corrente e meiUiha para relogio,
    oaro de lei.
    11.805Urna volta de trancelim, deas emblemas
    da Coocecao e Espirito Santo e ama
    crux, oaro de lei.
    11.823Urna medalha e um par de rosetas coca
    brilhante*.
    11.825=Um annel le oaro com am brilhante e
    oa volta, ouro de leu
    11.832Dous pires de brincos, dous al fine tes,
    um cordao e tres teteias, ouro de le.
    11.842Urna corrente e medalha par relogio,
    onro de lei. *
    11.852=Uma corrente e medalha para relogio.
    onro de lei.
    11.871Um trancelim e nm par de brincos (in-
    c mpleto) ouro de lei.
    II .873Um oceulo de oaro.
    11.874Um annel de ouro com brilhantes, am
    par de rocela* c-:m ditos, ama crus com
    ditos, am fio de perolas, ama correte
    de ouro -. am relogio, ouro de lei.
    11.883Dous casticacs, prata de lei.
    11.884Um alfinete, urna palseira pequea, am
    par de brincos e urna medalha, oaro de
    lei.
    1 88Uibh volta de trancelim, ouro de lei. '
    11.904Urna pulseira, um broche e um par de
    bi irnos de ouro de lei, cin brilhantes.
    11.910U.n relegiu, uuro de lei.
    11.927Uia correte e medalha para relogio,
    onr. de lei.
    11.938Um par de rosetas de ouro com bri
    IbkDtcs e um annel com ditos, urna cor
    r- nte pxra relo(ri<>, e um r. legio, ouro
    d^ ei.
    11.946Uina crrente dupla com medalha para
    >el kio, ouro de lei.
    11.95"Um eorao, oun> de lei.
    11.951Lu alfinete pequeuu, u.j par de rosetas,
    nua vulUM .ie trancelim, um rcpleador e
    mis ciase*, onro de lei.
    Uma v.lu de oun, urna medalha. um
    tranciliiD, um altinet-, uma chave para
    r> I igio e uma crus, oaro de lei.
    Urna eoftvate e med-.lha para relogio,
    ouro uV li-i.
    11.971Don alfinet s, am pw de brincos, um
    medeuba, um crucifixn, nm cordao, um
    11.974 Uma eorieiite a medalha para relogio,
    Mu., de lei.
    11.975 Um annel de ouro com brilhante e um al-
    tim Le Ciin ditos.
    11.976Uiea i'nirenie paia rel-igio e uro relogio
    pequeo, our.i de I i, um paliteiru, praU
    di- lei.
    11.981U M iiilKiira, nur" de lei.
    11.987lioue alfi.ieietf, um pnuteiro, dous e meio
    pare* de boto s para piinhn e quatro b i
    para abeiiur-t, ur de lei.
    11.988 Um annel de uuro mm brilhantes. tiec
    n i.'i i coan dito*, um volta da uro c?m
    Ueila ha para relogio, um pr de
    0 os niir i Je ei, seis moidiuhas de our
    11.990Um anu.l de ouro com um brilhante.
    11.992Uma pulseira do ouro com um brlhaute
    e uma volta, curo de lei.
    11.991Um par de rosetas de ouro oravejadas de
    brilbaotes, um anuel com dito; urna salva
    e um pa.'iteiro prata de lui.
    11.995-Urna corrente e medalha para relogio,
    uma dita com broche e pequea medalha,
    um trancelim, um loneto, um dedal e um
    relogio, pequeo, ouro de lei.
    11.997-Um emblema da Cooceieo, um coi da o,
    uma gargantilba ouio de lei.
    11.998Um correuto para relogio, ouro de lei.
    11.999Um trancelim, uma incdiilha e um annel
    ouro de lei; cinco moedinhas de ouro em
    b ites.
    12.000Um par de rosetas de ouro com brilhan-
    tes, um annel com um dito, um annel com
    uma esmeralda e circulo de brilbaates,
    uma pulseira, urna volta de ouro com me-
    dalha, e quatro anneis ; ooro de lei.
    12.001Um cordao com dous bentinhos, ouro de
    lei.
    12.004Um alfioete de ouro com brilhante, um
    par de rosetas com dites, am abito com
    pequeos ditos, ama correte para relo-
    gio, dous dedaes, e dous relogios ouro Je
    lui; um trancelim c uma redoma ouro
    baixo; um palitero, um par do casticaes,
    prata de lei; vinte cinco eolheres e dous
    maracaes, prata baixa.
    12.008Uma pulseira e um alfinete, ouro de lei;
    uma cruz de ou-o e um annel com peque-
    nos brilhantes.
    12.009 -Um par de roseta* de ouro com brilhan-
    tes, e uma salva, prata de, lei.
    12.018Dous annes de onro com brilhantes, tres
    raedalhas, uma corrente para relogio,
    cioeo anneis, uma luueta, e um relogio,
    pequeoo, ouro de lei.
    12.024Um alfinete, um pr de brincos, um dito
    de rosetas, um eordo, uma medalha pe-
    quena, quatro botos, tres anneis, um
    dedal e uma moedinba ouro de lei.
    12.025Um annel de ouro com brilhantes, uma
    pulseira, um alfinete, um par de brincos,
    c um dedal ouro de lei; uma pulseira, um
    alfinete e um par de brincos, ouro baixo
    y2.02jUma pulseira, uma volt de cordao, uma
    medalha e uma cruz ouro de lei; uma
    pulseira ouro baixo; e uma cruz era ve-
    jada de diamantes.
    12.C36Um par de brincos, um cordao, ouro de
    lei; dezoito eolheres, prata baixa.
    12.055Um relogio de ouro.
    12.061Uma corrente para reloro, dous pares
    de brincos, dous ditos de rosetas, dous
    alfinetes, um cordao, duas voltas de tran-
    celim, onze teteias, tres bot oes, um ann> 1
    dous cartees, ouro de lei; doze moedi-
    nhas de ouro em botoes e um relogio ouro
    de lei, um palitero e frese eolheres para
    cb, prata de lei.
    12.06;)Um par de rosetas de ouro com pequeos
    brilhantes
    12.067Um trancelim, uma medalha, um par de
    bricos, um dito de rosetas e um annel de
    oaro.
    12.079Viute tres eolheres, prata de lei.
    12 082Uma pulseira, ouro de lei.
    12.083Uma pulseira, um alfinete, um par de
    briucos, ouro de lei.
    12.084- Um relogio, ouro de le.
    12.089Uma corrente para relogio, cinco teteias
    e um relogio, oaro de lei.
    12.090Um broche do ouro com brilhantes, orna
    corrente para relogio, um cordao, ouro de
    le.
    12.091Um par de briuces e uma crus de ouro
    com brilhantes e uma pulseira, ouro de
    lei.
    12.093Um alfinete, am par de briucos, um dito
    de rosetas e um annel, ouro de lei.
    12.094Um par de rosetas de ouro com brilhante
    e um annel com ditos e diamantes.
    12.098Daas pulseira*, am traaoelim, ama volta
    de oaro, um medalhao, um alfioete, um
    par de brincos e dous anneis, ouro de
    le.
    12.099Um alfinete de ouro e um par de brincos,
    oure de lei.
    12.101Dous alfinetes e dous pares de brlnccs
    ouro de lei.
    12.102Uma pulseira, ouro de lei.
    12.103Uma pulseira le ouro com perolas e tur-
    quesas.
    13. f 4Um relogio de ouro de lei.
    12.105Um alfioete para senhora e am relogio,
    oaro de le.
    r
    12.256*-Um annel de ouro cora brilhante,
    12.257Um palitero, prata de Jei,
    12.272Uma crrente e medalha para relogio,
    ouro de lei.
    12.206-Uma puUeira, uma medalha e uma cor-
    reute para relogio, ouro de lei.
    12.299Lma pulseira, um alfinete, um par de
    brincos e um annel, ouro de lei,
    12.300Uma correte e sinete para relogic ouro
    de lei.
    Recife, 16 de etftmbro de 1886.
    O gerente e guarda-livros,
    Felino D'. Ferreir Coelho.
    AVISOS DIVERSOS ~"
    Aluga-se casas a 8OO
    Ihos, junto de S. Goncallo :
    Imperatria n. 56.
    no becco' dos Coe-
    a tratar na ra da
    rede-se aos abaixo notadas, o favor de vir
    ou mandarem ra do Marques de Olinda n. 52.
    Pedro Squeira, Alfaudega."
    Frederico Viera.
    Manoel, do Banco.
    Aluga se os andares superiores do predio n.
    51 ra do Imperador, com excellentes accommo-
    dscoes para familia : a tratar com N. L Lidstone,
    ra do Commercio n. 10.
    - Precisa-se de um cosinheiro ; na ra Velha
    numero 40.
    Aluga-se o 1* e 2
    ra estreita do Rosario ;
    teo do Terco ; a tratar
    mero 33.
    - andar da casa n. 34 4
    o terreo de r. 27 do pa-
    na ra do H spicio na-
    Precisase de um caixeiro de 12 anuos de
    idade, com pratica de molhados : a tratar oa na
    das Pernambucauas n. 38 (Capunga).
    Compra-se algodao em caroco ; na prensa a
    vapor, no caes do Ramos n. 4.
    Aluga se uma ama nerita para todo o servi-
    co ; na ra do Livramento n. 15.
    Precisa-s'.' de uma ama que saiba cosinhar:
    na ra Nova, pharmacia n. 51.
    Aluga-se a casa da ra do Pilar n. 37, com
    6 quartns, 4 salas, coaiuha e apparelho fra, re-
    construida, catada e pintada de novo ; a tratar
    na ra da Imperatriz n. 56.
    Offerece-se, na ra
    ama para rngommar.
    Precisa-se
    da Aurora n 155, uma
    de uma perita cosinheira, que
    compre e durmt em casa, prefere-se portuguesa ;
    na iub da Imperatriz n. 73.
    Quem precisar de urna senhora para cosi-
    nhar ou para tratar de enancas em casa de pe-
    quea familia, dirja-se travessa de S. Pedro
    o 4, 1 andar, que achara com quem tratar.
    , Vende -se uma mesa elstica, grande, em
    perfeito estado, e alguns ps de plantas delicadas,
    no Caminbo Novo n. 128. Na mesma casa se pre-
    cisa de um trabalhador para tratar de sitio, que
    d fiador de sua conducta.
    4 Vnde-se um boi
    do Rosario n. 9.
    e carroca : na ra larga
    muito nova
    do Rosario n. 27.
    Cal de Lisboa
    vendem Palmeira & C ,
    na larga
    11.954
    11.961
    12.106Uma cruz de ouro com brilbaotes, um fio
    de perolas, um trancelim, ..mu dedal, ouro
    de ei um palitero, uma concha para
    sopa, vinte e quatro eolheres, prata baixa,
    12.107Urna pulseira de ouro com brilhantes,
    quatro auoeis com ditos, um corrento|
    uma corrente com medalha para relogio
    uma gargautilba, uma pulseira, dona alfi-
    oete*, dous pares de brincos e um rolo -
    irio, ouro de le.
    12.108 Uma corrente e medalha para relogio,
    ouro de k'i.
    12.109Urna volta de trancelim, doui pares de
    roseta*, dous alfinetes, tres botea, am
    corago da cornalina em oaro de lei.
    12.110Uma pulseira, ouro de lei.
    12.118Um aooel de ouro e uma pulseira com
    brilhantes.
    13.121Um par de brincos, uma chave, um par
    de botoes, um aooel, uma argolla, ouro de
    lei.
    12.123Uma corrente para senhora e um relogio,
    ouro de lei.
    12.127Uma corrate para relogio, ouro de lei.
    12.129Um relogic, ouro de lei.
    12.132 -Uma pulseira, nm broche e am ps.r de
    brincos de oaro com brilhantes, duas pul-
    eiras cravejadas de diamantea, fios de
    perolas, um alfiuete, am par de rosetas
    com diamantes, am fio de perolas, ama
    corrate e um relogio, ouro de lei.
    12.133Um boto de ouro com brilhante.
    12.140 Uma crus de oaro com brilhante*.
    12.145Um conente de uro para re.ogio.
    12.152Um cordao, am par de brincos, um dito
    de rosetas, um alfinete e duas medalbss,
    oaro de lei.
    12.163 Duas correales para relogio, ouro de lei.
    12.168Uma co de oro com brilhantes.
    12.1 8Um par de brincos, um laco de ouro para
    gar^untilba, am par de argoles, uma
    peca de brinco, ouro de lei; dous relica-
    rios, um par de argolae, uma crus e uma
    peca de brinco, ouro bniu.
    12.186Urna corrente c medalha, ouro de lei.
    12.1*7Uma corrente para i elogio, uma meJalha
    pequea e um annel, oaro de lei.
    12.188Urna pulseira, um alfinete e um par de
    rosetas, ouro de lei.
    12.190* Duas palseiras de ouro e um par de rose-
    tas coa brilhante*.
    12.191Um trancelim e uma medalha, oaro de
    lei.
    12.201Dous anneis de ouro com brilhautes
    irrandes
    12.202Um annel de oaro com am brilhante e
    um trancelim. ouro de lei.
    12.203Duas puiseiras e um broche, ouro de lei.
    12.207Um par de rosetas com brilhantes, um
    pulseira, ete pecas de onro para cioteiro,
    ouro de ki; um assucareiro, um pali-
    tero, um garfo, 13 eolheres de prata.
    12.203Urna salva, um bule e uma colher de
    pra'a.
    12 212Uma correte e medalha (com diamante)
    e um relogio, oaro de lei.
    12.216Um par de rosetas de ouro com briihao-
    tcw, 6 botej de moedinhas.
    12.217 Um rel-gio, ouro de le.
    12.220Uma gargautilba e uma medalha, ouro
    de le.
    12.229Uma moeda de ouro de valor de v.'nte
    mil tis com laco de ouro.
    12.230-Uma correte e sinete para relogio, um
    par d- argoles, um broche, uma meda-
    lha e dnua relo(rioe, ouro de lei.
    12 231 Urna corrate e medalha e um relogio
    ouro de lei.
    12.235Uma pulseira, dous alfinetes, um par de
    briucos e um annel, oaro de lei.
    12.239lima volta'de trancelim, uma cruz, um
    dedal, uma medalha e um aooel de oaro
    lei.
    12.249Urna correte com medalha para relogio,
    um 'elogie, ouro de lei.
    12.250Duas pulsrirar, duas medalhas e um par
    il- r< 12.252Tres anneL de ouro, dous pares de rose-
    tas, cun brilhanteb, ama pulse-ira, un
    0 cap ieho da Moda
    Praca da Independencia a e
    Recebeu novo sortimento de flores, plo-
    mas e outros eofeites para chapeos.
    Pede s Exmas. familias que se dignis
    de vir apreciar o que ha do mais gosto e a
    precos muito reduzidos.
    Profcssora
    Urna senhora com algumas habilitaces pro-
    poe-se a eoaiuar em engvoho oa em arrabaldes
    deesa capital ; a tratar oa .ua estreita do Rosa-
    rio n. 43, 3- andar.
    Ama c criado
    Precisa se de ama cosinheira e de um criado ;
    a tratar aaraa do Bario da Victoria n. 54, loja
    de trastes de Carralho & C.
    Ama
    Precisase de uma ama para cosinhar e fazer
    mais servicos em casa de pequea familia ; na
    roa do AragSa n 14.
    Ama
    Piecisa se de na ama de leite, sem filho ;
    tratar oa ra da Soledade a. 64.
    Ama
    Precisa-se de ama ama que compre e cosido*
    com perfeieao ; a tratar oa ra do Bario da Vic-
    iara ?. 69, 2 andar.
    Nubdelegjtf-a do 1* dlairirio de"
    neberlbe
    Fra apprebendido e acba se depositudo nesta
    subdelegada uma besta razia aciseotadt ; quera
    for sen dono e jutitificaado-a Ihe r entregue.
    O cubdelegado.
    Alvaro Joaqun de Aleo.
    \t tem i t!!!
    Boqueta da ultima invencao. para casamento*,
    etc., etc., de Jos Samuel Botelbo ; a tratar na
    ra do Barao da Victoria, Uja n. 20, e roa da
    Cadeia oo Recife, leja n. 43
    (nelleirelro
    Participa ao* seos amigos e fregueses que d'ora
    em diante ser encontrado oo Salao do Commercio,
    de Joo Rodrigues de Almeida. situado roa do
    Cabug n. 2-0, onde contina a d-sempenhar
    com toda promptiHSo s misteres de sua arta
    Aproveitem!!
    Vende-se o predio n. 7 na segunda entrada do
    Campo-Alegre ; quem desejar, dirija se traves-
    ea dos Artistas n. B, em -anto Amaro das Sali-
    nas.
    Oleo de mocot
    Su: erior e sem falsificado : vende Luis Jos
    da Silva Guimares, roa do Commercio u. 5.
    Aviso
    S se pode responder ao autor das duas cartas
    anonymas acerca do pavSa existente em uma casa
    da ra da Saudade, depois que com a sua asaig-
    oatura facilitar o enderesso da competente resnos-
    ta. Fique, porm, sabendo que nao ha anoovmo,
    que o encubra, que o p.vao ha 11 auno existe
    onde se acha, e finalmente, que os incommodados
    sao os que se mudara.
    Alhnc
    Nao podem aer vendidos oa beos do finado ma-
    jar Custodio Floro da Silva Fragoso sem seren
    partilhados pelos l6gitimoa herviros do casal pa-
    terno, seodo milla qualqoer venda.
    Campia Grande, 29 rirj Setembro de 1886.
    Manoel Sabioo da Costa.
    ;rf -- .-^^s^-

    l.iiiz. de Souaa nasadeira,
    Joaquina Leopoldina de Souxa Bandeira, Joo
    de Souza Bandeira de Mello, Luis Antonio de
    Millo e Antonia Leopoldina de Mello, agradecen)
    profundamente i todas as pessoss qae acompa-
    nharam o enterro do sea presado mando e cucha-
    do ; e de oovo aa convidara, e o* demais parete!
    e amigos para assistirem aa missas que mandan
    resar uo stimo da de seapassamento, terca-feira,
    porra-relogio, uma corrente par;: relogio, na igrej-a do E8prt0 Santo, as i horas da ma-
    dous relogios, um dito cora perolas e qua- nD^ ^^ 0 uo 8e C0Dfe8sam desde j ainda mais
    tro moedas de ouro de valor de cinco mil agradecidos r
    ris. a^^.^.^.^_^.H

    .





    Diario de PernanihiiniDomingo 10 de Outubro de 1886
    O Vigor Cabello
    Ayer
    (Ayer's Ha ir Vigor)
    CBA1H0 SUA
    \IBUOMIEECflRNSUME
    f
    FASA O CABELLO,
    T0RNANC0-O
    MACIO. FUX1VEI E LUSTROSO-
    Hmndp iljP-JCf-ta80A.lPniMj!',-;>
    Alug-a-se
    > predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
    abelecimento fabril : a tratar na roa do Commer-
    Alaga-se barato
    Sua Vsconde de Gnyanna N. 79
    Ra do Rosario n. 39.
    Rui de Lomas Valentinas n 1-
    Roa do Bom Jess n. 47, 1 andar.
    Largo do Mercado n. 17, leja.
    '} armaxem da ra do Coronel Suassuna n. 141
    Roa do Calabouco n. 4, 1." andar.
    Rna de S. Jos n. 74.
    Ra do Coronel Suassuna n. 50, l andar.
    Casa terrea da travesea de S. Jos n. 23.
    Roa da Baixa Verde n. 5, sitio com viveiro.
    Irata-se na rna do Commercio n. 5, V andar
    criptorio de Silva Guimaraes & C.
    Aluga-se
    4 casa n 1 ra Le mbrane,a do Gomes, em Santo
    Amaro, tem agua : a tratar na na da Imperatris
    a. 32, 1. andar.
    Alugn
    -se
    barato o primeiro andar e sota em perfeito esta-
    do, na travessa da Lingoeta, boje roa de Tbom
    de Sonza n. 3. Serve para escriptorio pela boa
    localidade, entre o correio e associa^o commer-
    cial, onde ba grande concmrenea de commercio;
    tambem serve para tan lia : a tratar na ra do
    Imperador n. 31, armazem dogsz.
    -% i% A.
    Precisa-se de orna ama para todo servido de
    orna casa de 'amilia de duas pessoas: na rna do
    Rangel n. 53, loja.
    Mmm
    A
    Precisase de urna ama para cosinhar e engom
    iar ; a tratar na ra Velh n. 75.
    Ama
    Precisa ge de una ama para andar com duas
    enancas, lavar e engommar para as mesmas ; a
    tratar na ra da Ruda n. 16.
    Ama
    Precisa-se de urna ama para casa >le pequea
    familia; tratar na ra do Puysand o. 19, Pas
    a&gem da Magdalena.
    Ama
    Precisa-se de urna perfeita bosinheira ; na ra
    do Cabng n. 14, 1 andar, sala da frente.
    Ama
    Precisa se de urna ama para cosinhar em casa
    de pequea familia ; a tratar na ra da Amizade
    n. 21, Capunga.
    Ama de leite
    Precisa-se de urna ama de leite, paga-se bem :
    a informar-ce, ra Duque de Caxias n. 56, pri-
    meiro andar, escriptorio.
    Bcriptono.
    (%ang
    Alugam-se qaartos mobhadoe a 15 mensses'
    na antigo hotel de Cazang, assim como tambem
    commodoa com cosinha e di pendencias para fami-
    lia : a tratar na ra Primeiro de Marco n. 25 loja
    de joias.
    triado
    Precisa-se de um criado de 14 a 18 annos ; a
    tratar na ra do Paysand n. 19, Passagem da
    Magdalena.
    Feitor
    Precisa-se -e nm feitor portugnez, para traba-
    bar em nm sitio, dando-se .nteresse ; no caes da
    Companbia n. 2, escriptorio
    Compra-se
    tamarindo ; na pbarmncia ra larga do Rosario
    numero 34.
    AcDClo
    A ExpoHiran Central convida o sexo ft-in
    paraoseu bonio soitiuK-nto de gravaras, Itnjoe,
    incias, collariiibos e pnnhcs, psiin como tem um
    explendido e rsquesito sortimento de perfumes
    raros : na ra larga do Rosario n. 38, Danuao
    Lima & O.
    Rna do Brun
    Alaga-se o 1 2- e 3* andares dn sobrado
    ra do Brum n. 62, com agua : a tratir no ineemo.
    pa dara.
    Luz elctrica
    Vendc-te um appaieiho de illuicinsco elctri-
    ca, contiiilo nm yntm't Siemens, machina a
    vapor, urna lamo >da de arco, coui intensidade de
    2,000 vela, e duas de 1,1.0') velas cada urna, com
    es competentes lampe-a, fas elctricos, i>oladores
    e de maia arcessuriua, tudo exj eriuvlirado e em
    boas OoodioS s d't cons-rv.-icao : a tratar no es-
    criptorio da companbia do B beribe, rna do "m-
    traoorn. 71.
    Pensin Boursoise
    Rna de lo? quina Xabueo n. e
    Luz brlhante, sem Fumo
    OLEO AROMTICO
    Hygienico e Econmico
    PARA LAMPARINES
    ft
    MAHTINS, BASTOS
    Pernambuco
    NUMERO TELPHQNICO : M" 33
    Agua orida. Extraim a de flores bra-
    sileras pelo sea delicado perfume, suavida-
    de e 8U8s propriedades benficas, excede
    a tudo que ueste genero tem apparecido de
    mais celebre.
    Tnico americano.- a primeira das
    preparactes para a conservaeSo dos ca-
    bellos. Extingue as caspas e outras mo-
    lestias espillares, faz naseer os cabellos,
    impede que t-mbrarquecam e tem agrande
    vantagem de tornar livres de habitantes as
    cabecas dos que os usam.
    Oleo vegetal- Composto com vegetal
    innocente, preparado para amaciar, for-
    tificar e dar brlho aos cabellos.
    Agua dentifricia. Exctente remedio
    contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
    givrs e faz desapparecer o rro hlito.
    Vend-se as principaes casas desta ci-
    dade e na fabrica de leos vegetaes ra
    da Aurora n. 161.
    TFLEPHONE N 33
    Tricofero de Barry
    Garntese que faz nas-
    eer ecrescer o cabelloanda
    aos mais calvos, cura a
    tinha e a caspa e remove
    todos as impurezas do cas-
    co da cabeca. Positiva-
    mente impede o cabello
    de cabir ou de embranqno-
    cer, e infallivelmcnte o
    torna espesso, macio, lus-
    troso e abundante.
    Agua Florida de Barry
    Preparada segunda a formula
    original nsada pelo inventor em
    1829. E' onniconorfamenomnn-
    do qae tem a approvacao oficial de
    um Govemo. Tem duas vezes
    mais fragrancia que qualquer outni
    e dura o cobro do tempo. E' mnito
    mais rica, suave e deliciosa. E'
    muito mais finn e di-lieada. E'
    mala permanente e aijradavel no
    lenco. E' duas vezas mais refres-
    cante no banho e no quarto do
    lente.* E' especifico contra
    frouxido e deLilidadc. Jura as
    (lores de cabeca, os cansados e os
    dcs.naios.
    Xarope Je Viia ie Reiiter No. 2.
    AXTES DZ r SAI, -O. DKPOZS DE US1X-A.
    Cura positiva e radical de todas as formas de
    escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
    AffeceSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
    ludo com perdo-do Cabello, e de todas as do-
    encaadoSangue Figado, e Bins. Garntese
    que purifica, enriquece o vitalisa o Sangue
    restaura e renova o svstema inteiro.
    Sabao Curativo de Reuer
    gooeu oe "AST7LH4S
    **.
    As Sores de Estomago
    Digemtes difflceis, Constipaces, Acide
    SXO RPIDAMENTE CURADAS COM O EMPREOO DO
    CAVO D BELLOC
    Quer em PASTILHAS, quer em P.
    ULpx>ro-vado pela Academia de Medicina d Paula)
    I a PkbTlLHAS POR OA
    pars
    -----------
    Se vniletn em toda as Plic.rmarttiH.
    w FABRICACO id
    Em PARIZ, em Casa de L. FRF.RE
    ^OOELO DE PASTILH*S'"'
    XAROPEdeSEIVAooPINHEIRO MARTIMO
    de LAGASSE, Pharmaceutieo de Bordeanz
    Approvado pela Jnnta de Hygiene do Rio-de-Janeiro
    Os mdicos francezes mandao para Arcachon, perto de Bordeaux, os
    doentes fracos do peito, afim de que respiren! o ar embalsamado dos seus
    pinbeiros e bebao a seiva que se extrahe do pinheiro martimo. Estes
    admiraveis principios balsmicos sao os que o Sr Lagasse concentrou no
    seu Zaxope e na Pasta de Seiva do Pinheiro Martimo, excellentes
    peitoraes receitados constantemente contra a Tosse, os Resfriamentos,
    os Catarrhos, a Bronchite, a Rouquido, e Extincco da voz.
    Cada frutea ttm a marc di tibrio, s Urina e o te//o izul i nosn cait.
    Deposito em PARS, 8, Ru Viv'.enne, e as principaes Pbarmacias.
    TTTbTBTiTTt rinrrnrfiiTi-tf m ~m
    (fllft^ Cura rpida e certa pelo -tfgrto-
    lARSENIATOdeOURO DYNAMISADO

    li^i
    do Doutor AJDDISOIV
    da Cbloroae, Anemia, tolas as Molestia do Bystema nervoso, nuamo as
    mala rebeldes. Molestias snronlcas dos Pulmoes, etc., eto.
    Aj raaiores lllaatracOee medicas tm attestado o poder ooratiro deste medloameato e deaUram-u'o :
    o primeiro t o mait enrgico dos reconstituintu.
    O FRASCO i S FRANCOS [EM FRANOA) jj
    Todo frmeo que &> trouxer a Marea ie Fabrica registrada e sauiewtura^z'J''lc'' Ftbrionti
    dove ser rigorosamente recusado. ^jZt-^ dtst
    TA.V.19, Vbarmacla OBUV, ras ochechomart, S8. ^/ Producto
    Deposito em Pernambuco : FRANco M. da SI I-VA & Ca.
    rjjul
    SAUDE PARA TODOS.
    UNGENTO HOLLOWAY
    O Ungento de Uolloway um remedio infallivel pata o:; males de pemas e do peito tambem pura
    as ftidas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todcs as enfermi-
    dades de peito as se reconhece egual
    Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
    Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semclhante e para os membros
    contrahidns e uncturas recias, obra como por encanto,
    Cssas medicinas sao preparadas smente no Kstabelecimento do Professor Ioliowav,
    78, NEW OXFOED STKEET (antes 633, Oxford Street), LONDRES,
    E vendemse em todas as phannac s do universo.
    tf Os compradores sao convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada saixa e Pote, se nao teem a
    d*ecao, 533. Oxford Strret, sao falsincaooes.
    Os GRANULOS
    ANTIMONIO-
    FERROSOS
    oDPAPILLAUD
    conatituein o Preparado terrucinoso
    mais efficaz ampregado pelas summidadea medicas com xito ha mais de
    20 ANNOS
    Contra a Anemia, trhtnrome [Pales couleurs), Kevralglaa, AffeeeKe^ Um, 9e\le.
    MLATORIO FAVORAVEL POR PAUTE DA ACADEMIA DE MEDICINA DE PAREE
    > Dir-osiTOsebai.: r*tiarmaeia C3-IOOX^T, 25,rna Conuillire, PARIZ
    Em Pernambuco : FRAN M. da SILVA 4 C".
    BBS
    Para o Banho. Toilette, Crian.
    Ss e para a cura das moles-
    s da pelle de todas as especies
    * em todos os periodos.
    Deposito em Pernambuco casa de
    Francisco M a noel da Silvn &, C.
    Gralifica-se
    ^Jk fl^ pOB MIJO DO I1PHEGO DOS ^^s#*"Jfc*,,
    ^P Elixir, Pe Pasta dentifricios ^6^r
    " RR. PP. BENEDICTINOS
    da ABBADIA de SOXJIL^A.C (Gironde)
    DO MAGUELONE, Prior
    'i Jleilallia* de Ottro : Bruxellas fSSO Londres !S84
    AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
    1373
    * quen entrogsr no 2- andar do predio n. 19
    ra ias Trinch- ira, tres chavea de cofre, sendo
    duas menores e urna mamr, hs quaes foram perdi-
    das na mesma ra na noite de 25 do corrente
    "PAHFDE RIGA
    de 3X9, 4X9 e 3X'2; vende-sc na serrara a va-
    por de Ciimaco da Silva, caes Vinte Dous de No-
    vembro p. 6.
    Pinho resina
    de 3X7 at 3X12.
    Finlio taco (da Succia)
    de 3X7 at 3X12.
    Cimento inglez
    VEXDEM
    F**nse-a Irmos Se C.
    INVENTADO
    no sarao
    Pelo Prior
    P.. rrr BOUKSAGD
    O uso quotidiano dos RR. PP. Benedictinos, con doaa da
    ;i];iiiii;is gottW nmi fJOB, preven e cura ,1 carie
    dos ilunto. omhrannuGceos, fWtoleeeisdo c tor-
    naiiilo as gengivM uerfeitamonte sadias.
    Prestj'mios um veriladeiro servido, asifrna-
    Inudo aos iiossos leitofefl este antipo e utilia-
    monreiMirasfo. o melhor curativo u o nico
    preservativo cunta as AffeccSes den-
    tarias, u
    Glaill millt t 1817
    Agente Qeral :
    m
    Tomein nota
    Trilhos para engenhos
    WAQONS PARA CANNA
    Locomotivas
    HachlDlsmo completo para en
    genhos de todos os f amanhos
    Syatema aperfeicoado
    E$pecificagde e presos no escriptorio dos
    agentes
    Browns & C.
    IV. & Rna do Commercio
    N. B Alm do cima B & C, tenr. cathalogos de
    mo'i t-implementos necessarios agricultura, como
    .ambem machinas para desear-car algodo, moi
    afaos para cat, trigo, arroz e milbo; cerca de fer-
    ro galvanisado excellcnte e mdico em preco, pea
    toa nenhuma pode trepal-a, nem animal que-
    tral-a._______________________________
    Aviso
    A Sra. D. Maria Archanja Cavalcante de A'bu-
    querque, mi da Enn.1 Br." Baronesa de Vera
    3ruz, senbora do engenho Monjope, qut-ira tora
    bond,.de de mandtr ptgar a Jos Feliciano de
    Nazar tb a quantia de 3.000/ e tantos de xarque
    que lbe rcmetteu para alimentacao de sua fabri-
    ca ns tng-nho Tauatape de Plores, alera disso
    quande sou iilho Joao Cavalcante foi para Europ*
    e que ficon a dever-lhe ama letra de 2:0000(A>!
    tanto, proveniente anda de zarque, elle foi a sua
    casa fazer-lbe ver ato, assim como se devia con-
    tinuar a mandar xarque para supprir a sua fabri-
    ca, e suas palavras foram estas, que anda boje
    nao as nega, o senhor pode continuar a mandar
    porque a sua divida est segura, poiquanto se
    meu f i I lio morrer na Europa eu lbe pagarei, e se
    eu morrer primeiro ahi est meu filho para Ib-
    pagar, palavras estas que confessou a outras pes-
    soas, que mais tioha dito ; alem disto a .-'r.' Baro-
    nesa viuva e rica e na tem filhos, nio n> cessita
    portanto qne a Sra D. Maria por meioa menos
    proprios accumule fortuna para lbe deixar de he-
    ranv .. Esta divida alem de tudo urna divida
    proveniente de xarque para alimentado de sua
    fabrica e nao deve ser igual as outras que V. Exc.
    dcixou de pagar.
    Novo porto do carvo
    Ba do Mrquez do nerval n. 3?
    Tendo um consumidor de carvao completado o
    nnmero de 60 barricas, receben um vigsimo da 1*
    part'- da 14.a lotera das Alagoas n- 21.947, ese
    ihe couber a sorte grande podei vir receber os
    cem nmeros de bilbetes, de conformidade com o
    annuncio. Neste porto vende-se mutto bom car-
    vao a 720 rs. a barrica, e aceitam-re reclamares
    dos fregueses, quando nao forent bem seevidos na
    qualidade do carvao, e nos fretes dos conducto
    Criado
    No largo do Corpo Santo n. 19,2- andar, se
    precisa de um criado que more uo bairro do Re
    cife.______________________________
    Curso preparatorios
    O bacbarel Franciseo Correia L. Sobrinho tem
    aberto um. curso de arithmetica, algebra e geome-
    tra ; na rna da Matriz n. 7.
    Na vaccaria
    da engenheca B?mca, estradr Real da Torre,
    precisa-se de um ajudante de vaqueiro, que aaiba
    tirar leite e tratar de vaccas ; a tratar na mesma.
    Criado on feitor
    Precisa-se de um criado ou feitor ; a tratar na
    ra do Cabug n. 12.
    Fumo desliado do HiWovo
    liste
    DE
    Frotas Silva &
    O melhor e o mais paro que tem
    -Indo m rala prara
    NICOS IMPORTADORES
    Costa Lirna & C. Ra do Aroorirn n. 37.
    Almeida Machado & C. Ra da Madre de
    Deus n. 36.
    Jos Antonio dos SantosRa do Mrquez
    de Olinda n. 5 e ra Primeiro de Marco
    n. 3.
    1 i Bario
    Aluga-ge ou vende-se um grande sitio no Bar-
    ro, frt guezia de togados, com muitos arvoredos,
    dando fraco, tendo duas casas de tap, lugar
    muito fresco, sendo o pr.'co da venda muito bara-
    to, e pelo aluguel de 10 mensaes; a tratar na
    1 andar n. 22, ra larga do Rosario. ____
    Ensino primario e secundario
    iiiin no e nocturno
    O abaixo assignado contina a lecconar pri-
    saeiras I tras, portugnez, francez, aritbmetica,
    rethorica e nutros preparatorios, em casa de sua
    residencia ra do Mrquez de Olinda n. 1, se-
    gundo andar, mediante remuneracS > razoavel.
    Pe Iro Estellita C. Lins.
    i>e PASTILHAS
    t>> De ANGELIM&MENTRUZ es
    // Grande aw!sfe^r o -<
    S8 es
    O jSggSp^v Pu>isnu.ba4ASs
    es aWRlMae rJfI
    9 ttkMfwm 7^ ^v V ' es
    5 * ii
    ^ *2mzs- ^rt <&K*%ff?i w tJffj| o
    eo ^^,jm7^fMi ss.
    ae mV&lM&Pm
    -i
    C*3 ijfGh T^^^^EiKniHB es
    B8 \.vWMB\J/'Jym mrm^bl^baY\m js
    3 svSsBv^^av^dsaaF flPafiGsBBBstfi


    "J=
    as Pj'ifVJB ^II^^BsiH 5 eT:
    49
    as 9
    ss
    1 JB3lSlKiic^^3JS^^^| 1?
    0 Remedio mo/s efficaz e
    Seguro que se tem descoberto ale
    t>a boje fiara axpe'lir as ton trigas. ROQUIAYOL HIERES
    Pilulas purgaiivas e depurativas
    de Campanba
    Estas pilulas, cuja preparado puramente ve-
    getal, teem sidj por mais de 20 annos aproreitadas
    com os melhores resultados as seguintes moles-
    tias : affecefes da pelle e do figado, syphilis, bon-
    boes, escrfulas, cbagas inveteradas, erysipelas e
    onorrhas.
    Hodo de uflal-an
    Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
    Oi-ndo-se apos cada dde um pouco d'agua adoca-
    da, cha ou caldo.
    Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
    Estas pilulas, de invenidlo dos pharmacenticos
    Almeida Andrade & Filhos, teem veridictum dos
    Srs. mdicos para sua melhor garanta, tomndo-
    se mais recommendaveis, por screui um seguro
    purgativo e de pouca dieta, pelo que poden ser
    osadas em viagem.
    ACHAM-SE A' VENDA
    i drogara de Faria Wubriiiho A C.
    Al BCA DO MRQUEZ DE OLINDA 41,
    flSAlitit
    AOS
    1OO:8O8$O08
    Ba do Baro da Victoria n. 4
    e casas do costme
    1
    % !
    O abaixo assignado acaba de vender
    1 vigsimo de n. 20,998, eom a sorte
    de 2:0005000, 1 dito de n. 11,561 com
    a sorte de 1:0000000 e 3 ditos den. 9,002,
    10,424 e 22,456 cora a sorte de 5000000
    da 4.a parte da 1.a lotera que so extrahi
    a 7 do corrente.
    O mesmo abaixo assignado convida ao
    possuidor vir receber na conformi-
    dade do costume, sem descont algum.
    Acham-se venda os afortunados bi-
    hetes garantidos da 4.a parte da 1.a lote-
    ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
    cordia do Recife, que se excrahir a 7
    do corrente.
    Presos
    SEQUlN*Vo^?Ka
    Acha-se em todje as boas Perfumeras, P/ianpiaci'as a Drogara.
    CapuDga
    Aluga-se burato a casa n. 28 rna da Amiza-
    de ; a tratar na ra Velba de Santa Rita n. 14,
    sobrado, das 8 h irB da marital 1 da tarde.
    Predios
    Compr-t-se a'guns predica : na na da Manguei-
    ra n. 7.
    aixeiro
    Capunga
    Preciase de um n.lx.-iro aV 18 alGams
    na refina^is do Varadonro, em Oilnda.
    BANHOS DE
    Superiores costones de excelleule fazenda pa a
    Quartos nmbilii d. s, indep- ndentps ; a tratar
    k> mesme, ou ra Nova n. 21,
    A'ug-i se < 1 andar iua da Ruda n. 17, lim-
    p> e e-un c ti toa ci mu idos ; a tr,utar no largo do
    lo D. 1-.
    Apolices provinc,aes(le7 0|0
    Com ra se apunes provmciats : ns roa Duqne
    deCaxiaa n. t6, I j.:.
    Viooncello
    Qj. m (ver nm \ j pan vender an-j
    Duncie. 1
    Para senhoras...... 10^1000
    Para liomons ...... 8$000
    Para crianzas. .* 5^000
    Proniptamcntc prepara-sc qualquer cos-
    tume para w que temos os m^lho.es teeidos.
    o mesmo ostabelee-imeuto se continuar
    a encontrar constantemente verdadeiras pe
    chinchas.
    Rm Primeiro ie Marco 120
    JUNTO DO LOUVRi
    Telcphone ji. Ia8
    Criado copeiro
    Precisa-se de um de
    14 a 16 annos, na ra
    de Riachuelo n. 17.
    \nia para rozinliar
    Na ra de Riachue-
    lo n. 17, precisa-se
    de urna inulher que
    saiba cozinhar.
    J^^Jardim *s plantas
    MONDEGO N. 80
    Pretendendo-se acabar com as plantas qHe estile
    ?m Vasus n'este jar Jim vendem-se os sapotiseirns,
    mnito grandes, e dando fructe a 2^000, lat
    geiraa, muito grandes, para enxertar, a 6*000 >
    duzia, e sapotiseiroa mais peqnenes por barato
    preco.
    Aos .00:000^000
    23ra Primeiro de Marc>2o
    Os abaixo assignados tendo vendido nos
    seus afortunados bilhetes garantidos os ns.
    11,611 coro a sorte de 3J:000$, 3,545
    com 10:000,$, 16,105 com 2:000-j, 10,217
    cora 2:l.00?. 11,000 cooi 1:005, 13,496
    com 2:000,5, 18,810 com 2:0005, 8,612
    com 2:000$, 11,561 com l.OtKM, 5,844
    cora 1.000-5, 22,189 com 1:000,5, 22,039
    com 1:0005, 6,553 com 1:0003, 6,922
    coro 1:0005, 12,756 cora 5005, 8,161 cora
    5005, 6,866 com 5005, 5,855 com 5005,
    20,643 om 5005, 8,934 com 5005, 7,883
    com 5005, 19,953 com 5005 ila 1.a lotera da Santa Casa, que se acabou
    de extrahir, convida os possuidores a vi-
    rem receber integralmente.
    Acbain-an exp 'stos vendaos afortunados
    biliieta g: teria a beneficio da S nta Casa de Miseri-
    cordia do Recito, que so extrahir quiuta
    feira 14 do corrente.
    1 vigessimo 15000
    Km qnantfdadc malor de oo$
    1 vigessimo 5900
    Joao Joaquim da Costa Leite
    CASA FELIZ
    ios 100:0001000
    B1LHKTEB fclfWHBO*
    t'raca da Independen-
    cia ns. 37 e 39
    O abaixo assignado vendeu da 4a parte
    da 1* lotera extrabida boje, 7 do corren-
    te, os segnintes premios : de 4:0005 em o
    n. 13103, outro de 1:0005000 em o n.
    22419 e outro de f 005 em o n. 17360.
    Acham-se venda os fezes bilhetes
    garantidos da 5a parte da Ia lotera a
    beneficio da Santa Casa de Misericordia
    do Reeife, que se extrahir a 17 do mez
    vindouro.
    recos
    De cada vigessimo 15000
    Em porfo do 1005 para cima 900
    Antonio Augxtsto dos ianro* Porto
    Hara dn Conrelrao Tatares
    Punce de Len
    Antonio de Burgos Ponce de Len, seus filhos.
    e sua sopra 1). Francisca Maria de Moraes Tava-
    res, cordialmente aerndecem a todos aquelles que
    se disnarsm acompanbar ao cemiterio publicos
    restos morisca de sua presadsima esposa, nuli e
    tiiha, Mari da Cooceicao Tuvares Pouce de Len.
    o os convidam par.-i assigtirem as n is-as, que por
    sua ala, mandxm celebrar na ordem terceira do
    Carm, no di 11 do corrente, segunda-feira, s 8
    horas da manhS, prl que se cnnfessHm erutos.
    * V
    1 vigessimo 15000
    Kza iorrw de loo par olma
    1 vigessimo 5^00
    Martin* Fimo & C.
    Maria HhEdalenn Jnjme (.aivao
    Francisco Cavalcante Juyme (alvil Francis-
    co Jos Jayme >lv3o, suh mulher, seus rinaoa e
    cunhudos, agiadececi cordinlmente a ti^dos os
    amigos que se dijnsrirn iicurrpanhar ao cemite-
    rio publico os restos momea de sua presadissima
    e sempre chorada esposa, mai e sogra, Maiia
    Magdalena Jayme GMvac, e ai ida Ibes pedem o
    Cnridoso favor de assietirem as mistas que por
    sua alm msndam celebrar na nutriz do Corpo
    .auto, no oia 12 do corrente, s- timo de seu pas-
    aam>nto, :is 8 horas da manhii, pelo que Ibes sero
    elernaipente a?r,,d'Cidoi>.


    -



    t


    Diario de PernambncoDomingo 10 de Outubro de 1886




    Marca fjaB.,.rii,e' ] Registrada
    V. JH
    Cal lirgem de Jaguaribe
    Abri se ra do Boro Jess n. 23,
    um armazem onde se vende constantemen-
    te a superior cal virgem de Jaguaribe
    acondicionada em barricas proprias para o
    fabrico do assucar.
    Esta cal, em nada inferior que nos
    vem do estrangeiro, vendida pelo preco
    fixo de 60000 a barrica por contracto que
    fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
    Jos Costa Pereira proprietsrio do engenho
    Jaguaribe, cujas pedreiras llio d o nomo
    ' enearregado da venda nicamente
    nesta cidade o Sr. Sebastiao Bezerra,
    com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
    VENDAS
    &MLSAQ
    DE
    SCOTT
    DE OLEO PURO DE
    Figado de Uacalho
    COM
    flypophosphitos de cal e soda
    Approvada pela Jimia de lly
    giene c autorizada pelo
    governo
    E' o melhor rem> dio at h> je deocoberto para a
    tsica bronclttie*. cbilN. mii ma. eblllrtadc im urrai.
    defloxo*. loNMe chrunlca aIT<-c<;oei
    do pello e da saruama.
    E' muito superior ao olio simples de figado de
    bacalbo, porque, alm de ter ch-iro e sabor agr-
    daveis, possue todas as virtudes medicioaes e nu
    tntivas do oleo, alm das propricdades tnicas
    ceconstituintcs doa bypopbusphitos. A' venda mu
    drogaras e boticas.
    Deposito em Pernambuco
    Vende-a- um* cast na rna do Socego, com
    sota, 8 quartos, 4 salas, cacimba e quintal; a
    trataroa mesma n 32. Faz se tambem permuta.
    Vende se duas "paites do engenho Pomo da
    Cal, em Olinda, no val r de 6:0004, ou permuta-
    se por eosR no Recife, oa sitio em tebenbe, que
    fique a margem do rio ; muito frtil para canas e
    tudo quanto lavouras, boa baixa para capim,
    sitio de coquei.-oa, grande pedreira para o fabrico
    de cal, bom barro para tijolo e teiha, matas para
    Irnha, grande proporcoes para criar, para o que
    t. m bom parto, que ondo sustenta-se todo o
    gado e vareas de leite deata cidade ; a tratar no
    mesmo sitio defronte da igreja de N. S. do Gua-
    dalupe. ______________
    A Revolueo
    BUM
    FeltoTal .;dqu!ri'.i u_oa reputacao inals incrlclda
    dii pie a Ua fasta e do Xaropc de Xaf da
    Vela nijroit ier.
    su u t n ti n i vrrMi, fut.da-tie:
    1o Sobre su- uperloridade e i .o. lerof a eficacia
    vcriiicadas pelos Mdicos do todos os hospitaec
    de Pariz c nmmDros c:a Academia de meCfna de
    Fr.in.-a contra os Dcfluios. Broncbltes, Irrir
    taroti do Peit-- e da Garganta.
    2 c, Suacomposieo.cuj.i bascofructo do Kart
    da Arabia 'Hlniscus esculentus de Linn)
    que rcl__ao alguma te.r. com os outros peltoraes.
    3o Sobre as nnalymea dos Srs Barruel *
    Cottkrkau, dimteos da Faculdade de Pariz,
    que den or-'.r.'io nao conter nem Opio, nem Mor-
    phina, nem codema pelo que podem ser dados as
    crianoas com xito e seguran _a quando atacadas
    de Tte o Tosae convulsa.
    tti A TT O s'r, ostitulosautlientlcosquerecom-.
    iiLiJ mendo a Pauta e o -tarop de
    Xaf 3 eonflanca dos mdicos e do publico, tilulot
    que nunca fora concedidos*, peitoral algum antlgo
    ou moderno
    D.ELAXGBKSIER, 53, mi Vmtnne, PARMM
    so Mis u triociju Ps-tmi-s M rrtij_l e M IraziL
    ATKINSON
    PERFUMARA ingleza
    afamada ha :ntis de um scalo: excede todu
    as o tlt rspelo ata pe rf ume dehe i Joe exquisito.
    TRI Z Mr'ALHAS DF Ol'RO
    PARIZ 1871 CALCL'TTA 1*84
    pela *Tlra-Hn.i exrHIe'ida desoaqualidade.
    IVrfnnirt mnuVrri'H de AtLinsoD
    FAGR.-i & CYMBIDICH
    11 raro t peculiar perfumes, tendosido
    i~tns*rdo* o podem serobtidoK pw intermedio
    do* Inventores oa seu* rente*.
    10CA0 DE PIMO DE iT-JJSM
    un riraJ para forta)<-cer e embelecar os caVIIot
    Garantida innffen-vi.
    AGUA FLORIDA DE ATKDISOI
    perlume excepcional para o lenco; Jisullado
    da mais exquisita escol-a.
    Iioalra n Uu 4. U4. M 5eg*iutes e FatriaiitM
    J. & E. ATKINSON
    24, Od Bond Street. Londres.
    _ Marca de Fabrica L'ma Rosa branca "
    obre ama Ljra de Onro.'
    W*MMVMMV*MYMJlr*r*r*r>Ar*A*C
    KANANGAdoJAPO


    RIGAUD & C, Perfumistas
    PA.RIS, 8, Rna Vivienne, S, PAMIS
    Extracto de Kananga
    Novo e delicioso
    'perfume para o len-
    co producto da ar
    preciosa flor conhe-
    cida sob o nome de
    Pirus japnica.
    0 seu delicado
    aroma, de persis-
    tencia sem egual,
    refresca o ar que
    se respira, espar-
    ;indo ao mesmo
    r-jj lempo ao redor da
    *"pessa que o usa,
    as suaves emanacoes que revelam distincco
    e elegancia.
    Acha-i,e venda em lodosas Perfumaras
    ******V*e***e*e>*r>e*Or*V
    EXPOSITIOM Jf? MIV* 1878
    Mdaille d'Or^TCroiideCheTalier
    us hus mures rcokpenses
    PERFUMARA ESPECIAL
    LACTEINA
    E. COUDRAY
    Pneooisada pelii Celeiiridadrt Melicn de Pars
    PAR* TODAS AS NECESS1CA0ES 00 I0UCAD0I
    PR0DUC TOS ESPECIAES
    rifffld 1BR0Z de LICTEIVI para hanquear a pehe.
    Sitio de UCTEINI pan i toncador.
    CREU e PO e SABIO d.- LiCTtINi para a barba.
    POIaDA de LACTElli para a b. ll.-/.a dus cafx-lios.
    iG. de UCTEIMi para o loncador.
    I EO de UCTEIII pa a emb.ll, zar os cabello*.
    ElCU de LACTEIM para lene*.
    P e AGUA Bill JUICIOS de UCTEIII.
    CREIE LACTEilA ih ai di selim UCTElalIl para branqnear a pelle.
    EITEI UTICOS tC AM-SE NA FlIRIGA
    pars 13, ne d'Eigbieo. 13 pars
    Dspotitossoi tSU.u Per umanis, Pkarmaeias
    e Dabe.lereim la America.
    A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
    os seguititt-'S artigos com 25 /0 de me-
    nos do que em outra qualquer parte.
    Cachemira bordada de seda a 10500 o co-
    vadD.
    Merinos de cores a 900 rs., 11000 e 11200 o co-
    vado
    Merinos pretos a 11200, 1*400, 11600, 11800 e
    2('O0 o ce vado.
    Velludilbos lisos e lavrados a liOOOe 11200 o
    covado.
    Palha de seda a 800 rs. o covado.
    Las cora listrinhas a 600 rs. o covado.
    Giosdcnapoles pretos a 11800, 2*000 e 21500 o
    covado.
    Setins damass a 320 rs. o covado.
    Z"phiros com desenbos modernos a 240 rs. o
    covado.
    Liobos escosseres a 240 rs. o covado.
    taze com bolinbas de velludo a 800 rs. o co-
    vado.
    Zepbiroa lisos a 100 ris o covado.
    Ditos iistraddB a 200 ris o covado.
    Chitas finas a 240, 280, 300 e 320 ris o co-
    vado.
    Crotones finos a 360, 400 e 440 ris o co-
    vado.
    Bsptistas finas a 200 ris o covado.
    Nansuc finas com 3 padroes lindos a 300 ris o
    covado.
    Las com mselas de seda a 700 reis o covado.
    Setinetas com desenhos lindos a 320, 360, 400 e
    440 ris o covado.
    Ditas tarradas a 500 reis o corado.
    Dias lisas a 400 e 500 ris o corado.
    Fustoes de cns a 320 rs. o covado.
    Enxovaes para baptiaado de 9*000 a 18000
    um.
    Colchas bordadas a 4*, 5, "ti, e 8*000 urna.
    Ditas brancas a 1*800 urna.
    Cuberas de ganga a 2*8o0 urna.
    Lencoes brancoa a 1*8mu um.
    Lencos de 1*200 a 2*0lK) a duzia.'
    Tualhas telpudas a 4*000 e 6*U00 a duzia.
    Bramante de 3 larguras a 900 ris a rara.
    Dito de 4 ditas a 1(200 a dita.
    Dita de liiib a 2*000 a dita.
    Cobertores de la a4*c00 e 7*000 um.
    Fecbs de \3. a 2*000, 3*000, 3*500, 4*000,
    e"4*500, 5000 e 6*500 um.
    .Chales finos de 5*000 a 9*000 um.
    3 Setins maeo a 800 e 1*200 o corado.
    Cortinados bordados a 7*000, 9*000 e 16*000 o
    par.
    Espartilhos de ciuraca a 4*000, 5*500, 6*000
    e 7*500 um.
    Guardanapas de linho a 4*000 a duzia.
    Madapolcs geama de ovo e pelle de ovo a
    650U a peca.
    Camisas de meia a 800, 1*000, 1 500 e 2*000
    urna.
    Seroulas de bramante a 1* e 1*400 urna.
    Flanella branc a 400 ris o covado.
    Casemira diagonal a 1*800 e 2*500 o covado.
    Cortes de caaemira a 3*000, 5*o00 6*000 e
    7S000 nm.
    Camisas de linho a 30*000 a duzia.
    Brim pardo a 320, 360, 440 e 500 ris s co-
    rado.
    Linn com salpicos a 500 rs. o covado.
    Fustes brancas a 369, 440 500 e 640 ris o
    covadu.
    Panno da costa a 1*400 e 1*600 o covado.
    Dito admascado a 1 *800 o covado.
    sguiao amarello e pardo a 500 ra. o covado.
    Cortinados de crochet a 24*000 o par.
    Henrique da Silva Moreira.
    Camisas oacionacs
    A SA&OO. 3*000e S*500
    32=; Lja ra da lmperatriz 82
    Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
    de 8ortim<*uto de camisas brancas, tanto de aber
    turas e pjnhoc dj linho como de algodo, peloe
    barates p-*\os de 2*500, 3* e 4*, sendo tasenda
    muito melhor do qu as que vecm do estrangeiro t
    rauiu, mais bem fi-itas, por serem cortada* por
    um hora artista, especialmente camiseiro, tambena
    se manda fazer por encommendas, a v intade dos
    fregueses : na nova loja da ra da Imperatris n
    &:, de Ferr ira da Silva.
    Ao32
    Nova loja de fazo
    a* Rna da Impe = 3;
    DE
    FERREIRA DA Sa^VA
    Neste novo estabeleeimento encontrar O res
    p ;itar<>l publico cm variado sortimento de fazen-
    das de todas as qualidades, qae se vendem poi
    presos baratissimos, assim como um bom sorti
    ment de roupas para hoinens, e tambem se man
    da tazer por encommendas, p r ter um bom tne-
    tre alfaiate e completo sortimento de pandos fiuot
    casemiras e brins, etc
    rJas
    WHISKY
    ROTAL BLEND marca V1ADO
    Este excediente Whisky Escesso preferivr
    ao cognac ou agurdenle de canna, para fortifica
    i corpo.
    Vende-se a retalho nos h> Ihores armazens
    nolhados.
    Pede BOYAL BLEND marca VIADO cujo ne-
    me e emblema sao registrados para todo o Braal
    BROWNS & C, agentes
    Novas is.nhas
    Dar
    J-Kua da Imiieruiriz 31
    Loja de Pereira da Silva
    Neste estabeecimento vende-se as rnupsa aba
    ii> mencionadas, que sao ba- i ,,,as.
    Palitots pretos de v acolchoados, senuo tazenaas muito en-
    corpadas, e forrados 7*001
    Ditos de casemira preta, de cotdo muito,
    bem teitos e forrados 10*00"
    Ditos de dita, fazeoda muito melhor 12*00>
    Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
    dadera, e forrados 12*00"
    Calcas de gorgorao preio, acolchoado,
    sendo fszenda muitr encorpada 5*50>
    Ditos de casetnia de cores, sendo muito
    bem L-itas 6*50'
    Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
    muito bem feitas 8*00"
    Ditas de brim de Angola, de muleskim e
    de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*00>
    Ceroulas de greguellas para homens,
    sendo muito bem feitas a 1*'J00 e 1*60=
    Coll-tinhoa de greguella muito bem feitos 1*0U>
    Assim como um bom sortimento de lencos di
    linho e de algodo, meias cruas c collarinbos, etc
    . to na loja oa *ua da lmperatriz n. 3i
    ees, kelinrlns e lxlnbaa a til
    I r. o covado
    Na loja da roa da Imperatris n. 32, vende-t
    um grande sortimento de niBtdes brancos a 60-'
    rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-coret
    f>zenda bonita para vestidos a 500 rs. o covadi
    e setinetas lisas muito largas, tendo de todas u>
    cores, a 500 rs. covado. pechincha : na lo;
    do Pereira da Silva.
    Algodoslnbo francos para lence
    a OOrsi.. la e loo
    Na loja da ra da lmperatriz n. 32, vende-s
    superiores algodSozinnos francezes com 8, 9 e 1'
    palmos de largura, proprios para teneres de un
    b panno pelo barato pre$o de ^HK) rs. e 1*000
    metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*28", ai
    sim como superior bramante de quatro largura
    para lencoes, a 1*500 o metro, barato na loj
    da Pereira da Silva.
    Ronpa para meninos
    A *. I5O e *
    Na nova loja da ra da lmperatriz n. 32, s-
    vende um variado sortimento de vestuarios pn.
    prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
    uha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dito.
    de moleequim a 4150C e ditos de gorgorao pren.
    emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; n>
    oja do Pereira di Silva.
    A' Florida"
    A 8tOe 400 reis o covado
    Acabam de ehegar para a loja da ra da lm-
    peratriz n 32, um grande e bonito sortimento de
    lasinhas de cores para vestidos, sendo fazenda de
    mnita phantasia, com cores claras e escuras, e li-
    quidara se a 320 e 400 reis o covado, por ha ver
    grande porcao na loja de Pereira da Silva.
    Malvasia
    Yinho propriii para senhoras
    Em harria e a retalho : P. cas Mendes & C,
    ra estreita do Rosario n. 9.
    Tecidos de linho
    A 500 rs. o covado
    Na loja da ra da lmperatriz n. 32, vende-se
    um bonito sortimento de tazrndas de linho para
    vestidos, tendo largura de chita fnnecza, com
    muito bonitas cores e palminhas bordadas, pe-
    chincha a 500 reis o covado, na loja oe Pereira da
    Silva.
    Cabriolet e victoria
    Vende-se um cabriolet e urna victoria em per-
    feito estado de consrrvacSo e por preco mdico :
    na cocheira n. 16 ra do Duque de Caxias.
    Papoulal C.
    N. 18-lB 119 Cster-I 18
    Tem
    Luvas de pellica, pelle de cao, camurca, seda fio
    d'Escossia e casemira.
    Agua florida e Tricofero de Barry.
    Sabonete diversoa e curativo de Beuter.
    Cambraias lisas, bordadas eabertas.
    Camisas e ceroulas de flanella e meia de 1S.
    Camisas sem collarinbos e sem punhos s/c c/p
    c/c e c/p.
    Collarinhos punhos, meias, plastrons, mantas,
    grava tas de laco.
    Lencos, espartilbos, penteadores em esmbraia,
    vestidos de carabraia bordados, boleas tapetes, fi-
    zs de seda e de l, casacas elsticos, casacas de
    casemira greoadine de seda e todas de seda.
    Alpacas de seda a 600 rs o covado.
    Canoa
    U
    PeLora! de Cambar (5)
    Descuberta e preparya-i de Alvares de S.
    Sobres, de P<-lot8
    Approvado pela Ezma Junta Central de Rygie
    e Pubea, aut-,riado pelo g verno imperial, pre-
    Bflindo cm as med.lh^s de oSiro da Aead' nua Na-
    cional de Paris e Exposicao Brsi-il ir Aeina de
    1881, e rodeado de va.w.s n.-oladus mdicos e
    de muit.it outr s d imples, broni-bites, astbum, moquidan, tieica pul-
    soouar, coqueluche, escarr s de tiangue, etc.
    Preces as agencias :Prasccs 2*500, mein
    dusia 13*0(10 e duai 24. KX).
    Preco as sub-agenei :r rasco 2*800, meia
    dusia 15*000 e duai i 28*00".
    Agenr.-s d.poaitMri s getaes r.eMt provincia
    FRANCISCO MANUEL DA SILVA He C, a
    roa Mrquez de O inda n. 23.
    Viiilm puro de Collares
    ' Jos Pernandef Lima C, tendo r-eebido nma
    Sartida deate especial vnbo. vendem -m brns de
    ecimo, assim como engarrafado a 6*500 a du-
    sia.
    Fazendas brancas
    SO" A0 NUMERO
    40 rna da lmperatriz AO
    Loja dos baraleiros
    Alheiro & C ra da lmperatriz n. 40, ven-
    dem um bonito sortimento de todas estis fasencuu
    abaixo mencionadas, cera competencia de precos,
    A SABEK :
    AlgodoPees-, de lgodoznho com 20
    jardas, pelo' barato prevo de 3*800,
    4|, 4O0, 4*, 0, 6J, 5*500 e 6|50<
    MadapoloPecas de madapolao com 24
    jardas a 4*500, 5*. 6* at 12*00<
    ('misas de meia com hstras, pelo barato
    preco de 800
    Ditas branc ts e croas, de 1* at 1*800
    Creguella francesa, fazenda muito encor-
    pada, propria para lencoes, toalhas e
    ceroulas, vara 400 ra. e 500
    Cerou as da mesma, muito bem feitas,
    a 1*200 e 1*500
    Colletiuhos r'a mesma 800
    Bramante fraodes de algodo, muito en-
    corpada, com 10 palmos de largura,
    mitro 1*2
    Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
    tro a 2*500 e 2*m
    Atoalhado adamascado para toalhas de
    mesa, com 9 palmos de largura, metro 1|800
    Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
    droes delicados, d 240 rs. at 40b
    Baptista, o que ha de mais delicado no
    mercado, rs. 200
    Todas estas fazendas baratissimas, na conhecida
    loja de Alheiro & C, esquina do becco
    dos fVrreiros
    \lgodao entestado pa-
    ra lencoes
    A iOo rm. e lSOOO o metro
    Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
    n rndo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
    1 8 de larpuraa 900 rs., e dito cim 10 palmos a
    "0 o metro, assim como dito trancado para
    oalhas de m< sa, com 9palmos ue largura a it'M
    i otro, lato na U ja de Alheiro ot C, esquina
    do ecco dos Ferreiros.
    MERINOS PRETOS
    A 1*200, 1*400, l*6<-0, 148(10 e 2* o covado
    A b- iro & C, ra da lmperatriz n. 40, ves
    dem muito bons merinos pretos pelo preco acinv
    dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec
    cu 8 Ferreiros.
    Espartllhoa
    Na loja da ra da Imperntria n. 40 vcude-sr
    muito bons espartilbos para sennor, pelo pri(,-
    de 5*""0, assim c rao um sortimento de roupar
    de casimiras, brius, etc., isto na loja da esquio>
    He becco dos Ferreiro*.
    CASEMIRAS INGLEZAS
    A '2*800 e 3i o covado
    Alheiro & C, & ra da Imperatris n. 40, ven
    dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
    sas, de duas Urguras, com o padroes mais del
    i-adus para costume, e vendem pelo barato prec<
    le 2*800 e 3| o covado ; assim como se encarre
    tam de mandar fazer costuines de casemira a
    *>', sendo de paletot acco, e 35* de traque,
    trrande pech>ncha I na loja dos barateiroa da Boa
    Viste.
    BRIM PARDO LONA
    A 320 rs. covado
    Os barateiros da Boa-Visto vendem unta grande
    porcao de brim pardo lona, por estar com prioci
    po de toque de mofo, pelo barato pr. co de 321
    rs o covado, grande pechincha ; na loja da es
    qu-na do becco dos Ferreiros.
    Borda doa KM ra a peca
    A ra da Imperatris n. 40, vende-se pecas de
    bordaao. dous metro cada peca, pelo barato pre
    eo de 100 rs., ou em carteo eom 50 pecas, sorti-
    das, por 5|, sproveitem a pechincha ; na loja da
    esquina do becca dos Ferreiros.
    Ra Duque de Caxias n. IOS
    Chama te a atb?nco das Exmas. familias para
    os pr. eos seguintes :
    Luvas de seda prcte a 1*000 o par.
    Ciatos a 1*500.
    Punhos e collarinhos de cores para hornera a
    1*000.
    dem.para senbora a 1*500.
    Orampos invisiveis a 60 rs. o masso.
    Luvas d seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
    o par.
    Suspensorios p ra menino a 500 rs.
    dem amer.canos para bemem a 3*.
    Meias de Eseossia para crianca a 240 rs. o par.
    Leques de papel com correte al*.
    Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 ra o
    metro.
    Lencos de eseuio a 1*500 a dusia.
    Albuns de 1*500, 2*, 3*. at 8*.
    Ramea de flores finas a 1*500.
    Luvas de Eseossia para menina, lisas e borda-
    das, a 800 e 1* o par.
    Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
    Pentes de nikel a 600 rs., 700 e ft'O rs. um.
    Rosetas de brilbantes chimicos a 200 rs. o par.
    Guarnieres de dem dem a 500 rs.
    Anquinbas de l*5"-0, 2*, 2*500 e 3* urna.
    Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
    Bicta de cores com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
    largura a 3* a peca
    dem com 4 dedos a 4*500 a peca.
    Espartilho Boa Figura a 4*500.
    Idea La Figurine a 5*000.
    Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
    2*500 a peca.
    dem estreitinbos com 10 metros a 800 e 1*000
    a pe^a.
    Pentes para coco com nscripeo.
    Para toilet
    Sabio de areia a 320 rs. um.
    dem pbemeado a 500 rs. um.
    dem alcatro a 500 rs.
    dem de ameudoa a 300 rs.
    dem dealface a 1*000.
    Agua celeste a 2*000.
    Agua divina a 1*500.
    Agua Florida a 1*000.
    Mac eos de seda a 100 rs.
    Meias branc8 para senhora a 3* a duzia.
    BARBOSA & SANTOS
    Vende-se urna canoa em bom estado de conser-
    vaco : a tratar ao eacriptorio da companhia do
    Bebeiibe, ra do Imperador n. 71. #
    Maduro
    Vinli puro da uva
    O que pode hver de melhor para mesa, em
    barris e a r< talho : Pocas Mendes & C, ra
    estreita do Rosario n. 9.
    VAPOR
    e moenda
    Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
    uso ; a ver no engenho Timb ass. muito per lo
    da estaco do raetmo nome ; a tratar na ra de
    mperador n. 48, 1 andar.
    Serrara a vapor
    Caes do Cap bar he n. 98
    N'esta serrara encontrarlo os Sfnhores fregu-
    es, um grande sortimento de piohj de resina de
    inco a dez metros de comprimen e de 0,08 a
    1,24 de esquadros Garante-se preco mais como-
    lo do que em outra qualquer parte.
    Francisco dor Santos Macedo.
    de Riga
    de 1 e ll/2 polle-
    Capachos le f sparto
    Pintados, de diversos tenannos, vendem por
    preco sem competencia Mnrtins Capito & C. cum
    armaiem de molbados 4 rna estreita do Rosario
    numero 1
    Cocheira a yenda
    Vende-se nma cocheira com bons carros depas-
    seio, bem localisada e afreguesada, por preco mui-
    to modicoem razio de seu dono oio poder admi-
    nistrar por ter de fnzer urna viagem : os preten-
    dentes acbaro com quem tratar i ra do Duque
    da Caxias n. 47.
    Acaba de ehegar pelo brigue Atalanta um com-
    pleto sortimento de pinho de Riga da melhor qua-
    lidade e de diversas dimensdes, como sejam :
    4 X 12
    4X9
    3 X 12
    3 X 11
    3X9
    2 X 12
    e tabeas da mesma madeira
    gadas.
    Vendem MATHUE-3 ASTIN & C, ra do
    iCommcrcio .18, I* andar, ou uo caes do Apollo
    51, por presos com modos.
    Noivos e noivas
    Encontraro sempre na Graciosa, ra do Cres-
    po n. 7, urna variada collecco de objectos pro-
    prios para casamento, como sejam :
    Capellas com veos, de 6* a 25*000.
    Grinaldas de flores de larangeira a 5* e 6*.
    Ajigas de seda bra ca a If e 2*1 00.
    Luvas de pellica branca para senhora a 2*500
    o par.
    Ditas de dita para bomem a 3* o par.
    Meias ab'-rtas de fio de Eseossia para senhora a
    *000 o par.
    Ditas de seda branca para senbora a 8*000.
    Dilas de fio de Eseossia, brancas, para homem
    * 1*500
    Leques brancos de setim, de 6*, 10* e 15*000.
    Gravatxs brancas de cambrxia a 800 ra
    Ditas ditas com laco a 1*000.
    Ditas de setim branco a 1*500.
    Duarte fc C.
    CARNEIRODAClMAaC.
    GRANDES NO VID A DES
    m
    Explendido sortimento dos roelhores tecidos em 12 para vestidos, des de 400.
    500rs. st 10000 e U00 o covado!
    Cachemiras de urna s cor, duas larguras, a lfJOOO, 1#400 e 108OO.
    Lindos desenhos em failes, a 460 e 500 rs., o covado !
    Bonita escolha em setins de cores, desde 800 rs. a 2^000 o dito!
    Merinos da todas as cores e preto, sortimento sem competencia, desde 900 rs. a
    2^000; do melhor que se possa desejar.
    Esguiao pardo e amarello para vestido a 460, 500 e 600 rs. o covado !
    Riquissimos cortinados, todos bordados, para cama de casal a 90000, para ia-
    nella a 60500. '
    Velludilhos de todas as cores a 10000, 10200 e 10500, o covado !
    GuarnicSes de crochets para cadeiras e sof a 80000.
    Meias arrendadas para senhoras a 80000, a duzia !
    Camisas inglezas para homem a 360000, a duzia 1
    Cheviots pretos sup-riores a 30500 e 40000, o eovado !
    Lindos chapeos para senhoras a 60000 e 80000 e para crianjas a 30500 e 40000.
    Luvas de seda, leques, colariohos, fichs, lenjos de seda e muitos artigos qus
    serSo lembrados pres"nca das Exmas. leitoras.
    i \U\VAIVO DA C\^H\ & C.
    59 Ra Duque de Caxias 59
    C^5

    5*5
    Ztn
    IV
    ;/2
    e*

    Chapeos c apelinas *
    36 A40PRACA D INDErENDEIA--36 A 40
    B. S. CARVALH0 & C.
    Proprietarios deste bem conhecido 'estabeecimento paitecipam
    as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
    das principaes casas em Paris e Manchester o que de melhor e de
    apurado gos'.o ha em chapelinas e chapeos para senhoras e meninas
    e das primevas fabricas de Hamburgo o que ba de melhor em cha-
    pos para homens e criancas, o muitod outros artigos concernentes
    chapelaria.
    Flores artificiaes para ornamento de salas.
    OS

    6
    W5

    G
    5
    QJQ


    Ozea P.
    Ozea Sachet.
    Ozea Essencit.
    Ozea Agua de toilette.
    Ozea Vinagre de toilette.
    Ozea Agua para os dentes.
    Ozea Pasta para os dentes.
    Estas exquisitas preparaces sao muito apre-
    ciadas na mais distincta oociedade pela deli-
    cadeza do seu perfume.
    WMR ECER'S
    TRANSPARENT CRYSTALSOAP
    (Sabj transparente cristalino)
    reconhecido como o mais perfeito de todos os sabaos de toilette pelas suas
    propiedades hyjicnicas, pelo seu aroma e pela sua larga duraeo.
    < Dcpsi:a i .} l,ciBCj.... | Perrumaru, Farmacias, dea.

    THES0RAR1A
    DAS
    GRANDE
    Uleiiro
    Vende-se urna casa de molbados, arre^uezada
    iara o mato e para a praca no largo do Meren-
    d : o pretendente i de dingir-se ao mesmo largo
    do mercad* n. 11, que achara com quem tratar.
    Viuvos eviuvas
    Poderao ir Graciosa, 4 ra do Crespo n. 7,
    que acbaro sempre artigos proprios para luto,
    laes cum.i :
    Leques pretos de oap-l, setineta e srtim.
    Volas, brincos, pcisi-iras e broches pretos.
    M- ias pretas, fitas, bicos de linho, l e seda
    pretos.
    Guarnicdes para chmisi de hornero.
    Cadeas de fita, retroc e metal, pretas.
    Meias pretas para criancas.
    arle k C.________,
    Nowlifuden do Exooslro C'i-nirai. >
    ra lana do Buaurio n. S8
    Meias de fio d Eseossia, p^ra aenbora 18 Di'as cruas e brancas, para senhora, rs. 800
    Hxtracto P.rt'viene 2*000
    dem Th.oloro 2*0" 0
    B quet Carlas Gomes 2#'i00
    dem Guaran? 2#00
    Lu has para machina, rs. 80
    Meias, fio de seda 600
    Bordados por to lo o pn co.
    Eipusiro Central
    Ba larga do Koaario numero 38
    Expsito central roa larga do
    Rosario n. S 8
    Damao Lima & C, cbamam a attencao das
    Exmas. familias para os precos seguintes :
    Carretela de 200 jardas 80 rs.
    Pecas de bordad'* do 200 a 600 rs.
    Ditas de um palmo a 25 Pita n. 80 para faxa a 2*500.
    Leques regatas e D. Joauuita a 1*000.
    Frascos e extractos de Lnbin, grandes, a 2*000.
    L-ques D Lucinda Clho a 6*000.
    Toninas felpudas a 500 600, e l*"O0.
    Duzia de meias para h m- m a 3f000.
    Ditas para senhoras a 3*000.
    Luvas de teda a 2*000.
    Meias de fio de seda para menina a 1*000.
    Colarinhos de linh> a 5)0 rs.
    Ditos de algodo a 320 e 400 rs.
    Macos de grampos a 20 rs.
    Pecas de cordo p> ra vestido a 20 rs.
    Hvioiv is grandet a 320 rs.
    Grampos inviaiveis a 60 rs.
    Um leque de setim (novidade) a 6J500.
    Ricas bolcinhas de madreperola de 1*500 6*.
    1- para bordar 2*800.
    Urna capella e veo de 15*000, por 12*000.
    Um espelho de mol lura p ir 5*500.
    Urna pnlseira de fita per 1*200.
    P list a 400 e 600 rs.
    Urna boneca grande le cera por 2*500 e 3*000.
    NA EXPQSICAO CENTRAL
    1 38-l.ua Larga do Ruario-S8 I
    mm u tmm
    Acha-sc yenda a 5a parte da Ia lotera a
    beneficio da Santa Casa de Misericordia do
    Recife que se extrahir quintafeira, 14 de Ou-
    tubro ao lucio uia pelo se^uinte
    -i'

    3o4:0OU000
    69:060iOOO
    314:940,5000
    -- 2
    100:0- 000
    30:00.^ )0O
    10:000,5000
    4,000 bilh etes a 160000
    Beneficio, sello e comuiis-
    sao......
    1 Premio de.
    1 Dito de ... .
    1 Dito de ... .
    1 Dito de ... .
    7 Ditos de 2:0000000 .
    10 Ditos de 1:0000100 .
    16 Dito de boUS OU .
    99 Ditos de 2tXi,5iJOO para
    a centena em que sabir
    o primeiro premio
    99 Ditos de 1000000 para
    a centena em que sa-
    hir o segundo premio
    99 Ditos de 600000 para
    Caso a teruiinagao do segundo premio seja igual a do priaeiro passar ao a-
    men) inmediatamente superior
    Esta lotera divide se em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de 800 ri
    cada um,
    Os premios maiores de 2000000 em cada parte estao suj-kos ao imposto pro-
    vincial de 15|, e 5i0 Hfidcional sobre o referido imposto.
    EXTRAi CAO PELA MACHINA FICHET
    Thewmraria das loteri-s, 9 de Outubr.i do 18*6.
    Augusto Octaviauo de Sovza,
    Thesourelro.
    a cent- u.i em que sabir
    o terciro premio
    Approxim a e 5 e s do
    2:0000000 para o pri-
    meiro premio
    Ditas de l:G00j)000
    para o segunio premio
    Ditos de rJ.'O0OOO para
    o tereeiro premio .
    4:00 JOOO 2,400 premios de 20^000
    14:00(10000 para todos os algaris-
    10:0000000, mos iinaes do prim iro
    8:0000000: premio ....
    2,400 Premios de 200000
    para todus os algaris-
    19:9000000 mus finis do segundo
    premio.....
    9:9000000 5,140 Premios .
    5:9400000
    4:0000000
    2:0000000
    1:3000000
    48:0000000
    4S:OOO0OO
    314:910:000


    'm>W
    S
    Diario de PernambwcoDomingo 10 de Outubro de 18S6
    UTTRATli/

    A tradac?5 do Dante
    [Commercio de Portugal)
    Publicamos ha dias a versuto do canto
    XXXIII da Divina Comedia, no qul se tra-
    ta do afamado episodio do conde Ugolino,
    mas com taes onoissSes e erros sahio a es-
    merada tralncco do Monsenhor Pinto de
    Campos, que no podemos deixar de a
    reproduzir, at porque este o nico meio
    de satisfazer aus pedidos que temos recc-
    bido do numero desta jornal, onde se fez
    a publicacao referida, e do qual se exgo-
    tou a odico.
    Dante Beata canto revelou bem o seu
    espirito recto e justieeiro. Iuexoravel com
    o crime, juntou no mesmo supplicio, en-
    terrndoos no gelo at cabeya o conde
    Ugolino e o arcebispo Roggero, nao obs-
    tante este ter sido urna alta dignidade eo-
    clesiastua e aquella acabar horrivelraente
    aeus dias, exhalando o ultimo suspiro as
    agonias da fume, depois de ter visto fi-
    aarso do mesmo modo s^us proprios fi
    Ihos e netos !
    E' que ambos foram dois malvados, no
    mens de insidias e de traicoes, falsos ami-
    gos e sanguinarios ioimigos. Nem anobre
    za do conde nem a inissao toda de amor e
    de perdo do arcebispo, coutiveram os
    seus instinctos ferinos e brutaes. E foram
    tantos e taes o* seus malecios, e as suas
    infamias, que Dante entendeu dever in-
    flingir lhes es9a tremenda punico, de que
    elle faz urna tao bonifica pintura nos bel-
    los versos, que o erudito escriptor brazi
    leiro adrairavtlraente vert.u para o nosso
    idioma.
    A iraaginaco do poeta fel-o representar
    cousas ver ladciraraeutc assombrosas, como
    esso enorme lago de gelo, onde as al-
    mas s* esoroero, e aquello trio que con-
    gela as lagrimrs de tal sorte que as primei
    tas congeladas npeaVm as segundas, e,
    como viseira di crystal, enchem toda a cu-
    lidade dos oOuts, cmo elegantemente tra-
    duziu Mouseuhor Pinto de Campos a hor-
    rivel iraagera do poeti.
    Toda a descripoao que faz o conde Ugo
    limo ios sotYrinicntos por que passou na
    Torre da fome de urna singeleza e na-
    turalidade incxccdiveis e ao mesmo tempo
    de um norror que asombra e atterra. E
    no meio daquelia ttrica uarraco, como
    mentida o dilorosa es'a formosissiraa phra
    se: ... e se t manlri desventura nao
    vale tuas lgriiua8 : por quo outra causa
    costumastu vertel as ?
    Mas nos nao preciamos chamar a atten
    cao do leitor para as raaravilhas deste can-
    to e por isso po n, p>ra dar a pa-
    lavra ao i uraortal poeta rentiuo e ao
    seu digno tr iuu<-tor.
    muitaB las, quando tive aquelle ino so-
    nho, que me rasgou o veo do futuro.
    < Na sinistra viso que se me .figurava,
    que este, que estou roendo, era ebefe, e
    senhor de urna turba de gente, que dava
    caga ao lobo, e aos lobinhos nos contornos
    do monte, que veda aos Psanos ver a ci-
    dade de Li:a.
    Afigurava se me tambera, que seguiam
    na vanguarda Gualandi, Sismondi, e L<
    franchi, escoltados do cadellas esfaimadas,
    rapidns, e montearas.
    Api urna breve correra, o pa1?, e os
    filhos me pareiarn deaf dicidos, e como
    que eu via, que deates agujados lhes dila-
    cera vam as ilhargas.
    Quando despertei antes de romper o
    dia, ouvi, que meus filhos, que jaziara ao
    meu lado, choravam no somno, o sjnhan
    da pediam po.
    Furas bem cruel, si nao te doGra na
    alma o pensar no grande mal, que se an-
    nunciava ao meu corarco; e si tamanha
    desventura nao vale tuas lagrimas : por
    qual outra causa costumas tu vertel as ?
    Eram j meus filhos acordados, e pas-
    sava da hora em que de costume se nos
    trazia a comida, e cada um delles, sob a
    impressa) de sonho similhanto ao meu, se
    mostrava duvidoso.
    >< Eis que ouvi cravar u porta inferior
    da horrivel torre, e sem gesto 10 surpreza
    oihei sile cioso para o rosto de meus fi
    lhos.
    Eu nao chorava pnrquo tinha o cora-
    cao petrificado pela dr: ellos porm se
    desfaziara em lagrimas, e o meu Anselmo
    X'este canto narra a historia tragi;a da
    morte do Con'e Ugolino, e do seus fi-
    lhos e netos. TraeU em seguida da ter
    ceira e.-phera, chamada Ptoloma, na
    qual sao ouni ios com horrives tormen-
    tos os traidores dos amigos : Encontra
    entre esses traidores Cre Alberco dos
    Manfredos.
    Do fr pasto aquello peccador a bocea
    levantou ensanguentada, liiupaodo-a nos
    podios da cabera, que estava roendo p-la
    nuc.
    Depois comegou a diz.-r : uQuerestu que
    eu renov urna dor d<-s-sperada, que me
    rasga o coracao, s e,n pensal-a, antes de
    manifestar a sua cusa.
    < M*s, si as minhas palavras devem ser
    fructif-ras d- infamia para o trailor, que
    devoro, me vers talar, e chorar ao mesmo
    teropo.
    n Nilo sei quem tu sejaa, nom por que
    modo descesta a esta lbrega morada ; ma,
    quando t< "U?'. ne pareues vordaleira-
    mente um At ntino.
    Dev- s sab r, que fui o Conde Ugo-
    lino, e est- o arcebispo R ggTo : agora te
    d'.rei o porque sou pira com elle tai vizi-
    nho.
    i Nao n-cessirio, que te refira como,
    por cnfiar na sua amizade, fui preso, e
    uepois morto por effeito /de ouas perver-
    sas urdiduras
    , Mas o quo nao p es ter sabido e quan-
    to a minha mort^ (o cru-1 : ouviras, e sa-
    bers, si dlle me nao queixo com razilo.
    Urna pequ n > fr-sta dentro da Muda,
    sinho me disse : << Que tens tu, pae, quo
    nos olhas assim ?
    " Mis nem esta enternecida pergunt*
    rae arran''OU urna lagrima, nem faloi por
    toio aquelle dia, nem por toda a noito se
    guinte, at que outro sol brdhou no mundo.
    i Qundo um peqosao raio de luz pone
    trou no car!ere angustioso, c que pude ver
    no ros'.o de meus filhos estampada a mi
    nha propria iiuagem, n'um phrenesi de
    dor, mordi ambas as raaos ; e ellos, eren-
    do qui eu o fizesse por excesso de fome,
    erg icram-se de sbito, e disseram : Oh
    p.u ser-nos-ha menos doloroso, que nos
    devor.'sa nos, do que a ti! Tu nos ves-
    tisW destis miseras carnes ; despjanos
    d'ellas, e com Has te alimont, c vive
    para nsso amparo I
    Com esse rasgo Je piiade extrsma
    procurei dissimular o meu desespero, afira
    de lhes niio aggr.ivar a constcrnaeao : na-
    quells da. e no suguinta no3 conservarais
    mudos: ah, torra ob lurada, porque nio te
    abriste para nos tragar vivos *?
    D.-pois que chegnos ao quarto dia,
    Gaddo atirou se-me aos ps dizendo :
    Meu pai, porque me no soccores ?
    c ^il exalou o ultimo suspiro ; e como
    tu me v<"s agora, assim eu os vi car um
    aps outro, entre o quioto, e o sexto dia.
    J cgo pela dr, e pela fraqu^za, ar-
    rast-i-ma 3 apalpidellas por sobra seus
    cadveres, chamanio-os, durante dous dias,
    depoia de raortos: mas por fim pie mais
    a fome que a dor I
    o Concluid* esta fnebre narracao, Ugo-
    lino, esgazeando os olh >s, affirrou de no-
    vo a misera cabega com dentes tao fortes
    que panetraram no nosso, como si foram
    dentes de cao 1
    Ah Pisa, vituperio do3 povos do bsllo
    paiz, onde o sim sa! Pois que os teus
    si bem qu-, pelo ezoesso do fri, o
    meu rosto houvessa perdido toda a sensa-
    recia sentir na face algura sopro de vento ;
    pelo que perguntei a Virgilio : < Mestre,
    quem move esta vento ? Nao este abya
    rao privado da actividad** do sol?
    Dentro em poiico, res^onieu me, che-
    girs a um ln^ar, onde com os t-*us pro-
    prios olhos conhoeer a causa do phenome-
    no. que Vm raaravilha.
    E um dos iufeliz-'S do tanque de gJlo
    gritou para n: O' almas crujs, que
    fostes cond mina las a vir penar nesto ulti-
    mo circulo do Inferno, arraneai-ma dos
    odos este duro veo, afira de que eu desa
    fogua um poueo a grande dor, que ru
    inunda o .oracao, antes que o fri gele as
    novas lagrimas.
    1 eu lhe disse : tSi qupres que te soc
    corra, declara quem s: o depois, si te nao
    desembaraco 03 olhos, seja eu lanjido ao
    fundo do godo entro os mais iniquja raido-
    res.
    Eutio respondeu: < Eu sou Frei Albe-
    rico, aqudla tito famoso p das fraetas do
    mo horto ; e agora recabo aqui tmaras
    por figos.
    Oh, II13 dis3e eu, pois tilo depressa
    morreste ? E respjndeu-rae : o N2 s>d
    como meu corpo esteja no mundo. Tal
    vnntagem tem esta Ptolora^a sobro os ou
    tros circuios do Iuf-rno, que umitas vezes
    a alna aqui precipitada, antes que tro-
    pos lhe corte o to da vida.
    1 E para que mais depressa me desob-
    struas os oibos destas vitreas lagrimas,
    saibas que, apenas um 1 alma commette
    urna accao infame, qual a que eu commet-
    terras para cultura e de 2J para criayao. sSo do projecto, c sobre as trras do cul-
    EV-,... ,1;, ::~-----____. e ._ -_: ____ -_ ^___-j-.. .1* :' _
    o s:u corp) arrebentado por um de-
    monio, que d'ahi por dianto o goverua por
    unido
    estar
    o fi:0u chamando o supplicio.
    onde o sim sa!
    vizinbos s mostrara tardos em punir teus
    rimes, raovam-se de seus lugares a Ca-
    pra, e a Gorgona, e se colloqnem como
    dique inconcusso na f>z do Arno, de rao-
    do que as suas aguas, retrocedenio com
    impete, alaguem, e subraerjam todos os
    teus habitantes !
    Si a fama arga o Conde Ugolino de ha
    ver entregado t'ius castellos ao inimigo, n3o
    devias ter votado seus filhos a morte tao
    cruel.
    Sua dado juvenil! nova Thebas, era
    o mais seguro penhor da innocencia de U-
    guci3o, e de Brigata, e dos outros dous
    mencionados nesta canto.
    i Proseguimos at o lugar, onde o gelo
    aperta duramente os outros peccadores, que
    estao com o rosto, nao voltados para bai-
    xo, mas para cima.
    O mesmo pranto nao lhe3 permitiera cho-
    rar; porque ogilolhes condensa as lagri-
    mas apenas borbulham e a dor, que nellas
    busca um Unitivo, encontrando os olhos
    obstruidos, reflue para dentro, e eduplica
    l-
    que p'T
    torre da fome, e ni qu il onvera que
    cura outo sej ainia encerrado, me bavia
    permitti I.) ver p lo s-;u orifi'io 0 curso de
    As primeiras lagrimis congeladas impe-
    dem as segundas, e, como viseira de crys-
    tal, enehom toda a cavidade dos olhos.
    tanto tirapo, quan'.o devera
    alma.
    Ella cae dentro desta cisterna, e tai-
    vez no mundo anda app-reca o corpo de
    urna, que se es torco de fro aqui atraz de
    mira.
    (i Tu deves conhecer, s vens agora de
    l : senhor Branca de < >ria, e j sao pas-
    sados muitos annos, que a sua alma toi
    clausurada n'esta Ptolo nea. "
    Eu lhe disse: ^Creio quo tu meenginas;
    pois qu Brau :a de Oria na) mprreu an-
    da: come, e beb?, e dorme, e veste roupas
    finas.
    A sombra replicou : < A fossa de Male-
    braoche, onde ferve o pjz tenaz, nilo ti
    nha ainda reeebid) Miguel Zinehe, quando
    a alma de Branca du Oria deixou ra seu
    lugar, dentro de seu corpo, um diabo, e
    outro dentro do corpo de um prente da-
    qu'lie, que se II13 associara no crimo da
    traicAo.
    Mas estende tu agora a mo, o mo
    abr os olhos. E eu Ih os nSo abri; e o
    ser villS para com aquelle scelerado foi
    acto da cortezia.
    Ah Genoveses, homens de costuraes di-
    versos da todos os outros, e eheios de todos
    os vicios, porque nao sois exterminados do
    mundo V
    Porquanto, com o peior espirito da Ro-
    manha eacontrei um vosso con -idad2o que
    em castigo do sua obra infame, a sua al-
    ma est no banho gelado do Cocyti, ao
    passo quo o feu corpo apparece ainda vivo
    na trra.
    ASSEMBLEA GERAL
    > 4*1 Alt A IH- l-:i*t'T%0%
    SESSA.0 EM 22 DE SETEMBRO EE
    1886
    PRFlDENCU DO SS. GOMES DE .0ASTEO, 1*
    VICE-PBESIDEXTE
    O Sr. Antonio Prado (continuando )
    Quanto ao prejo de 8,5 por hectaro que
    julgam alguns elevado, comparao cora es
    da ai e 1850 e cora o regulamento da
    1867 e diz que o projecto em relagao ao
    do regulamento muito menor, e se me-
    nor em relac3o lei de 1750 este excesso
    compensado nao s porque as despezas
    de medigo correm por conta do Estado,
    como porque o proprietario recebe logo o
    seu titulo de propriedade e nao os traba-
    lhos nem os incommodos que trazem sera-
    pre 03 trabalhos dessa medicao.
    i'ara se evitar o qua se d ha mais de
    30 annos o projecto marca o prazo de ura
    anno para requerer a revalidacJo e o de
    tres para a conclusao do processo. Aos
    que dizem qne esso prazo curto, lembra
    que ha mais de 30 annos est sendo proro-
    gado.
    O projecto estab lece que nenbum pos-
    seiro possa ter mais de 1U0 hectares de
    Esta dUposicao tem por fin evitar que se
    constituara as grandes propriedades.
    Sobre o registro creado no projeeto nilo
    tera necessidade de encarecer a sua ncce3-
    sidade, indispensavel.
    R^spondendo ao Sr. Henrique Salles,
    diz qna o projecto nao altera os mol es da
    l<"i de 1850, apenas procura corrigr alguns
    def'-itos a quanto-a emenda do mesmo n >-
    bre deputado, quo d ao estrangsiro que
    adquirir trras por qu dquer dos meios da
    lei e tiver residencia por mais de ura anno,
    os direitos e perrogativas dos eidado3 na-
    turat'saios, dizque naeeitavel porque
    os colloearia em cndilo;s multo superio-
    res ao bresileiros e essa exigencia de natu
    ralisa^ao longa de concorrer para a immi-
    gracAo seria um bice.
    Rcferindose ao Sr. Ferreira Vianna quo;
    Jladio divisiblida le das trras que tan-
    to exaltou, pensa que nao considerou a
    questSo pela su 1 face verdadeira, por que
    o proprietario nao trata de dividir a3 suas
    torras devolutas do Estado.
    Aprecia o parecer da Sociedado Central
    de Irnmigracao sobra o projecto qua se
    discute, parece aua foi mandado publicar
    pelo governo, e que mostra que o orador
    deseja acurado escudo, e aceita o concurso
    do todos.
    Andysa alguns pontos desse parecer e
    diz que nilo pd! deixar de notar que hou-
    ve precipitacao 00 escudo do assuuipto ; e
    para demnstralo aponta diversos erros
    qua n*lle so encontram, e confusoes que
    all se faz da lei do 1850 como o regula-
    mento de 18G7.
    Reconbece os servicos da sociedado, mas
    nao tem ella raziio as reclaraac*:s que
    faz.
    Concluindo, declara quo aceita as emen-
    das que foram reconhecidas necessarias
    para completar o projecto e, votado elle,
    ter-se-ha prestado um importante servico
    ao paiz, pois a nova Ui ser a baso para
    a rcalisacao do programma do immigra-
    5I0.
    A questjo que se debate nao partida-
    ria, nacional e nessa terreno deve ser
    resolvida.
    O Sr. Rodrigues Silva (pela ordem) cora-
    munica que a deputaoo noraoada para
    apresentar a S. M. o Imperador o decreto
    da as3emh!a tixando a forca naval para o
    exercicio de 1887-1888, de3empaniou a
    sua coramissa), e que S. M. diguou se de
    responder Examnarai.
    O Sr. Presidente :A resposta de S.
    Magostado recebida com muito especial
    agrado.
    tura se admitte a limitacSo para os irami-
    gruntes nao a poda aceitar para outros que
    queiram compr*l as.
    No entanto pondera que, ao passo que
    se nega esse favor a ciiados, elle conce-
    dido a companhias que se frmam para
    especul-cio.
    Nlo comprehende como o parlamento
    ha da votar neste projecto algumas dispo-
    sigoes nelle incluidas e quo j esto na lei
    do 1850 que o mesmo parlamento appro-
    vou.
    Lamenta ^quo tendo trasladado para o
    projecto disposicoes dessa lei esquecesse
    algumas importantes, como a relativa
    posse indevida de trras de votaba.
    Entende quo nao ha necessidade de au-
    torisajJo para que o gobern imponha
    multas, porque j a tora na lei de 1850.
    Nota quo ha no projecto aberrares ju-
    ridicas, e lembra que sendo o pleno domi-
    nio a base p^ra o contrato hypothecaris o
    projecto cons -nto a hypotheca de trras
    das quacs s tem quem aellas est, o titu-
    lo provisorio.
    Faz diversas considerares sobre o |
    4. do art. 13 relativo a trras devolutas e
    indaga se sSo validas as legitimacSsa feitas
    de confoncidade ao projecto que se ds
    cute. Porque a ser assra ha verdadeira
    iniquidade,
    Entende quo o nobre ministro exagerou
    os rgore3 da lei de 1S50 sobre o prazo
    para a legitimaoao, e combata o marcado
    no projecto.
    Tratando da rinda de inmigrantes diz
    que o nobre ministro nada tem feito, ala-
    bando at com commssoes de medicao
    quo eram rendosas para o estado.
    Refere se aos inmigrantes mandados vir
    FOLHETIM
    DE
    EMMA ROSA
    POR
    i continua c- o do n. 2 (2 )
    vv
    Ella ia representar .-orn raiva.
    Tendo do mud..r vestido, subi para o
    seu camarim, onde a coatureira a espera-
    va.
    Qua tola esaa D -rtil, meus amigos,
    tLzia Darnala no foyer. Ella vai estragar
    jo repletamente a minha scena do ultimo
    %0to !
    Toma cuidado quo ella te nao v ce-
    ^ar, replicou um camarada.
    Nao tenho susto. Antes de entrar
    em scena hei de xecommendar-lhe quo te-
    i.Lfi calma. No ensata hoje ella nilo andou
    muito mal.
    Emfira, des confia sempre.
    Os ma-chinistas do tablado mudavam a
    scena.
    A's oito horas e meia da noite Lngi
    mandou abrir o gabinete do doutor, que
    tinha dado ordens ao seu criado, a esse
    respeito.
    O operario armeiro tirou do bolso a cha-
    ve do armario onde fechado o embrulho,
    tirou-o e com elle e sahio da casa de sau-
    de. '
    O Sr. Candido ide Ollveira-
    Diz qua bem fez em tomar a palavra o
    Sr. ministro da agricultura defendendo o
    projecto, porque os merabros da maioria
    que at agora oc-cuparam a tribuna, s
    tera apresouta lo oliju i.-ocs e censuras.
    O nobre ministro entende que nada pode
    iniciar em relacilo immigracao sem o es
    tabelecimento da pequea propriedade :
    bem se v que nao quer S. Exc. a lei de
    1850 tanto que esqueceu as suas principaes
    disposicoes.
    Recorda como em tempos anteriores
    eram feitas as concesses de trras, tanto
    que os fidalgos do Kio da Janeiro e os
    empregados, ficarao senhores de vastissi-
    mas trras, lembra o decreto do tribunal
    ultramarino qua modificou essa modo de
    concessao e cita a lei de 1850 qua acabou
    com esse systema e obrigou venda das
    trras por contrato oneroso, reservando a
    gratuidade para as zonas fronteiras.
    Trata de demonstrar quo pea lei de
    1850 pode o governo creara pequea pro-
    prie< apresentacio.
    Nlo comprehende o reccio pelas grandes
    propriedades, o susto pelos latefundios
    quando tendera a desipparecer, nlo s pela
    nosja lei do sucessSo como pelo desappa-
    recimento do brago escravo que tam sido
    o sustentculo da grande propriedade.
    Diz que pela lei de 1850 a medicao das
    trras nao corre por cont dos comprado-
    res, estando as despazas com esse servico
    incluidas no preco dos lotes.
    Tratando dos precos analysa os da le
    de 1850, qua julga rauiti mais favoraveis,
    e quanto ao3 do projectos se nao pode ser
    aceito como no mximo, muito menos como
    no rainirao.
    Sobre a quantidade de trras para cria-
    co faz o calculo e mostra que as de
    criaao nao podem ser adraittidas mais de
    40 caberas, sendo portanto nalla a conces-
    pelo Sr. Carneiro da Rocn, quo eram
    15,000 o i.ao 60,000 como se disse, ha-
    vendo dous mil lotes preparados que po-
    diilo receber dez mil.
    Sent que o nobre ministro que apeioua
    deliberacao do Sr. Carneiro da Roeha,
    quando no governo, nada tenba feito pela
    immigragilo esperando fazar alguma cousa
    depois da creagao da pequea propriedade
    que conta vira do projecto que se discuto.
    Est certo que o sealo ha de pa em-
    bargos obra do nobro ministro, que nao
    quer emendas, embora diga que as aceita,
    a cmara nao mais quo o livro da poi-
    ta, qu=t rebebe do governo os papis, o se-
    nanado depois emenda o que sahe da c-
    mara.
    Com le, declarando que a commsiao
    que emittio parecer sobre o projecto nao
    se deu ao trabalho da saber o que tinha
    occorriJo na cmara, senlo teria encon
    trado nos archivos o projecto apresentado
    pelo Sr. Buarque de Macedo, que foi ap-
    provado em 1.a discussSo.
    Esse projecto nao foi o primitivo, mas
    o Sr. Baarquo attendeu s razoes quo era
    parecer apresentaram o tinado Viscon^e do
    Bora Retiro e o Sr. Teixtira Jnior e rao
    difi'cou-o e como entende que elle muito
    melhor do que o do nobre ministro vai
    apresental-o como substituto.
    Nilo pele para elle preferencia j por-
    que infirraaramlhe que o nao podia fazer,
    mas reserva se para a 3.' discussSo.
    Vem mesa lida, apoiada e entra
    conjuntamente em discussao a seguinte
    emenda :
    Apresento como substitutivo o projecto
    n. 121 de I8rl0. Candido de Oliveira.
    A discussao fi -a aliada pela hora.
    O Sr. presidente d a ordem do dia
    para 2 i.
    a Sala das sessoes, 24 de Seterabro de
    1886Candido de Oliveira.
    O Sr. Affonso Celso Jnior pede a pa-
    lavra para apresentar um requerimento.
    Vm mesa, lido, e apoiado, e entra
    em discussao e adiado por pedir a pala-
    la/ra. o Sr. Rodrigo da Silva, o seguinte
    requerimento :
    Requuiro quj por tatermedio do mi-
    nisterio de estrangeiros; se solicitem infor-
    raacoes do governo acerca do estado em
    que seacham os trabalhos da coramissao
    mixta internacional, estabelecida em Santia-
    go, para julg*r de reciamacocs de subdi-
    tos allemaes eontr- o Chile, da qual faz
    parte ura comunitario Brasileiro, cncarre-
    gado tambora do deedr as reclamacSes
    belgas e italianas contra a referida rep-
    blica.
    Sala das sessoes; 24 do Setembro de
    1886. Affmso Celso Jnior.
    O Sv. Ilion* Penua tara pedido'
    icformayes ao governo em requerimentos
    anprovaios mas nao tem conseguido ob-
    tel-as. Entre outros fez um requerimento
    pedindo inforinayoes a respeito do estado
    em questo relativa 3 trras do Tingu,
    porque queria chamar a attanjilo d<* cma-
    ra e do governo para o assumpto. Parece
    que o governo proce leu desapropriailo
    dessas trras a fim de aproveitar a agua
    para o abastec ment da cidade do Rio de
    Janeiro, procedeu-se a avahacao, e, como
    sempre acontece entre nos, o preco foi
    exagerado, )00:0003. O arbitramento foi
    annullado pelo poder judictario e ueste in-
    terim o governo deidarou que nao precisa-
    va mais dessas aguas. Entretanto, leu que
    a Rela^ao tinha reformado & sentenga an-
    uullando o arbitramento.
    Quer, pois, saber se o govorno tera de
    pagar essa somma p-las aguas do Tingu.
    No seu rdatorio o nobre ministro diz que
    tem agua sutH i-nte de outras cachoeiras ;
    e o orador pensou quo a questo do Tin-
    gu era negocio fin io, perqu o goverao
    tem o direito de abrir mao da des3pro-
    priafSo.
    Ha outro assumpto importantissimo
    para o qu .1 quer chamar .ttencib do go-
    SESSAO EM 24
    DE SETEMBRO DE
    1886
    PRESIDENCIA DO SR. GOMES DE CASTRO
    1. VICE-PRFSIDENTE
    Ao neio dia comeca a chamada, que
    t rmina ao meio-dia e dez minutos.
    Abre-se a sessao.
    Sao idas e approvadas as actas dos
    dias 22 e 23.
    O Sr. Io Secretario d conta do seguin-
    te expediente.
    Vem mesa, lido, apoiado e eDtra em
    discusso e adiado por pedir a palavra o
    Sr. Rodrigo Silva, o seguinte requeri-
    mento :
    Requeiro que, por intermedio do mi-
    nisterio d. marinha, se requisito do gover
    no copia da representa$o dirigida pelos
    operarios do arsenal de Marinha da corte
    contra o regulamento do monte pi do mes-
    mo arsenal.
    verno e da cmara ; ha estradas de ferro
    que quercm invadir a zona da D. i?edro
    II, dando lhe langrias, e o orador do que
    o nobre ministro disse no senado, coctalo
    que S. Exe. estava disposto a fazer algu-
    ma concessao nes-e sentido. O orador op-
    p3e-8e a isso, porque a lavoura da provin-
    cia do Rio de Janeiro, pela via ferea D.
    Pedro II, paga freto muito inf rior ao que
    paga a lavoura de outras provincias.
    Para a estrada de f.-rro D. Pe iro II
    Uanspor a serra do Mar o governo fez
    grandes sacrificios e no foi para tirar re-
    sultado immediato. Essa zona est bem
    servida do m--io3 de transporte e deve ser
    grata D. Pn-iro II e no pod", para
    augmentar os seus lucros, querer diminuir
    a reeeita da estrada D. Pedro II.
    O estado, como proprietaiio de estradas
    de ferro, nao deve ficar em condicoes in-
    feriores s emprezas part miares, e estas,
    por certo, nao consentiriam na invaso da
    aua zona privilegada.
    So se permictir ligar se a estrada de fer-
    ro de Leopoldina corte por meio da es-
    trada do Sumidouro, o traf.-go daquella
    via-ferrea, que contribue com cerca de
    l,40:000# para a renda da D. Pedro II,
    d ixar de transitar por esta estraia, pre-
    judcando assnu muito a renda desta. O
    governo eet uo seu i.ireto mantendo o
    privilegio de zona, e no pode abrir mao
    da reeeita da D. Peilro II. Se depois, em
    vista da concurrencia, tiver de baixar as
    tarifas da sua estrada, ba de dizer que o
    g.verno dispoe 00 dinheiro do contribuinte
    para guerrear emprezas particulares.
    Entende quo aeria melhor construir a
    Italia por Belm Serrara, que lhe consta
    encurtria a distancia consideravelmente e
    custaria dous ou tres mil contos.
    (Jrc o orador que a estrada de ferro do
    Gro Para tambera quer invadir a zona
    da D. Pedro II.
    O Sr. Antonio Prado (ministro da agri-
    cultura) d um apaite.
    O Sr. Affonso Penna estima muito ter
    tido occasio de provocar essa defdaracao
    do nobre miniaro e espera que S. Exc.
    defend.r do mesmo modo os interaases
    da via-ferrea D. Pedro II.
    {Continua).
    Um carro, que tinha ido busc.ir anteci-
    padamente, esperava-o porta.
    Entrou nelle, depoia de dar ordem ao
    eocheiro que o levasae ra de Courcel-
    les.
    Chegando ahi, metteu o embrulho em
    baixo do braco, depedio o carro e entrou
    no apoaento de Proli pela porta que dava
    directamente para a ra.
    Ahi demorou-3e bastante tempo ; do re-
    pente abrio-ae a porta por onde elle tinha
    entrado e apparecou urna cabefa coberta
    de chapeo armado, um rosto dividido era
    duas partes por bigodes comprides e ter-
    minado por um cavaignac basto.
    Oa olhos dessa cara voltaram-se para &
    direita e para a eaqnerda, afim de verifi-
    car que ninguem passava nesse momento.
    A ra estava deserta.
    Ento o homem dos bigodes sahio, fe-
    chou a porta atrs d* si e subi pelo bou-
    levard de Courcelles, a passo largo e re
    guiar, com ares de militar.
    Esse personagem era Luigi, disfarcado
    em tenente de aapadorea bombeiros, com o
    uniforme do8 officias de ronda.
    Os bigodes o o cavaignac tornavam lhe
    a cara absolutamente desconhecivel.
    As luvas de caraurja branca cobram-
    Ihe as nios callosas.
    Trazia espada.
    Tendo passado o boulevard de Courcel-
    les. seguio pelo boulevard de Batignolles
    at ao theatro.
    All entrou na ra que isola o edificio e
    checou porta de entrada dos artistas.
    Subi alguns degros e chegou a um
    patamar oude havia duas portas.
    A da e3querda dava para o quarto
    porteiro.
    A da direita dava para o tablado.
    Lui"i empurrou esta e penetron no inte-
    rior do theatro.
    Quem est ahi ? perguntou a portei-
    ra ao marido, que respondeu :
    E' o official de ronda dos sapadores
    bombeiros.
    Esse j veio.
    do
    Ento outro. Pensam sem duvi-
    da que duas rondas valem mais do que
    urna.
    Irra! so severos agora.
    Quequeres... ha tantos incendios.
    Luigi tinha entrado para o tablado.
    Um cabo de bombeiros alli eatava ins-
    peccionando o servigo.
    Vendo um tenente de uniforme dirigi-
    se para elle, fazendo a continencia mili'.ar.
    Que ha de novo ? perguntou Luigi.
    Nada, Sr. tenente.
    Bem...
    E o piemontez desceu pelo tablado.
    Tinham collocado a ultima pega das de-
    CorajoeB.
    O cabo tinha ido para junto dos seus
    homens, afim ds avissl-os de que hav
    outra ronda.
    O falso tenente atravessou obliquamente
    o theatro, lanjando um olhar rpido aos
    obj actos que guarneciam o tablado, chegou
    at o panno o examinou a sala por um dos
    buracos, como Joanna Dortil tinha feito.
    Em baixo das oseadas qne iatn aos ca-
    marina, o director gritava :
    Senhoraa e aenhores, em scena para
    o ultimo acto...
    Luigi, olhando sempre para a sala, met-
    teu a mao direita no bolso da cale...
    Chegou Joanna Dortil.
    Esto prompto os accessorios ? per-
    guntou.
    Paulo Darnala, entrando ao mesmo tem-
    po pelo outro lado, perguntou :
    Onde est o revolver ?
    Alli, respondeu Joanna, que o tinha
    avistado.
    - Carregado ? Sim, tornou o autor,
    examinando o.
    Tornou a colbcal-o em cima da mesa,
    e accrescentou, dirigindo-se a Joanna ;
    Cuidado, minha filha. Cuidado cora
    os meus olhos.
    Ah isso tambam j absmeo 1 ex-
    claraou a futura estrella, batendo o p com
    coliara : creio que sei o que tenho a fzer. i
    x, ..." V___ -l-J. c ________J.___'
    nervar-me ainda mais com as tuas recom-
    mendacoes tolas.
    E a Sra. Dortil entrou para os bastido-
    res, para onde Darnala seguio-a.
    O falso tenente de sapadores bombeiros
    deixan lo o buraco do panno, dirigio-se
    meainha onde estava o revolver, qua apa
    nhou com a mo esquarda, emquanto com
    a direita tira va do bolso urna arma abso-
    lutamente igual e a substitua outra.
    M tteu esta no bolso e approximou-se do
    pumo.
    - Todos esto promptos ? perguntou o
    director.
    Sim, responderam dos bastidores.
    - Ento, vai subir o panno.
    E, entrando no labiado, o director vio o
    official.
    Cuidado, Sr. tenente, disse-lhe elle,
    eu vou dar o sigaal o o panno sobe j.
    Luigi voltou-ae, curaprimentou o direc-
    tor com a mo e aahio, sem apressar-se.
    Os persongena que deviain estar era
    scena ao subir o panno estavam n03 seus
    lugares.
    O director toraou um martello preso a
    urna placa de ferro, co no os martelloa an-
    tigos das portas das casas e bateu as tres
    pancadas tradiccionacs.
    A sala estava barulhenta.
    Conversava-se por tola a p-rte ; Joanna
    Dortil servia do theraa a to-ia aa conver-
    sas, e o publieo declarava unaiiimcnte que
    a futura estrella era to execravel quanto Dainala, o
    As apparenciao no engaara. Estou
    com urna dr de cabeca louca.
    - Ento, vamonos embora...
    No, quero esperar at o fim. De
    pois do espectculo havemos de ir ceiar, e
    a dr de cabeja passar logo.
    Como quizeres.
    Eraquaato trocavam estas palavras o pan-
    no subi.
    Angelo ficou attento.
    Tornou o binculo, dirigi o duplo tubo
    para a scena e olhou para a mesinha sobre
    a qual levii estar o revolver que tinha de
    servir na scena final; ao vl-o, estreme-
    eeu.
    Largando ento o binocuta, apertou ner-
    vosamente com as mos o velho velludo
    verraelho do balaustre do camarote.
    Annibal, que continuava a observal o,
    acbou singular a expresso do seu rosto.
    Precia lha que a dr de cabeya a mais
    ..tensa nao explicara a alterayo da su
    phyaionomia.
    Comecava o ultimo acto.
    Cansado de rir, o publico conversava,
    era vez de ouvir.
    Angelo aconopanhava a accao com urna
    fe bre crescente.
    Mil i as succediara se e chocavam-se
    no seu cerebro.
    Teria Luigi sido bem succeddo na sua
    empoza temeraria ?
    Iria cessar de ser temivel esse Paulo
    homem cujas revelacoes po-
    pretenciosa.
    E' pena, porque realmente bonita,
    diziam os mais indulgentes. Ella Caria
    uraa cocotte de primeira agua, e no urna
    actr.z.
    Proli eateve alegre, mas de urna alegra
    nervosa durante os pnmeiroa
    a>tos ; de-
    Ja estou bem amolada. E' escuaado eu- dito.
    poi, puiiu, tornou-se sombro subita-
    ueute.
    P.re.ia bsorto, inquieto.
    Annibal G rvasooi, a quem a mudanc.
    111,1 tinha -scpi.do, peiguntou-lhe :
    - Que tens ? Pareces estar incommo-
    oiara pordel-o?
    As respostas a essas
    p^rgunta3 no se
    podalo f z r esperar muito tempo.
    Ciiniuuava o acto.
    Joanna Dortil entrou para a ultima sce-
    na. a scena do desfecho trgico.
    Dessa momento em diaute, Proli no
    respiran mais.
    .ora a oabeca pendida para a frente,
    olhos fixos, pareca esp3rar alguma cousa.
    O contador da casa de aaude nao lhe
    pr siava i.ttencao e acompanhava as peri-
    pecias da peca.
    S Garvasoni estudava com attenco va-
    gamente desconfiad a attitude inexplica-
    vel do seu compatriota.
    Joanna Dortil tratia-se enthusiasmado.
    D publico, impressionado por urna situa-
    cJo coinraoveute e dramtica, nao conver-
    sava mais, a despeito da insufficiencia da
    artista.
    A futura estrella tomou o revolver.
    Um estremeciraento brusco abalou o cor-
    po de P roli.
    Annibal Gervasoni notou esse estreme-
    ciraento e perguntou a si mesmo :
    Que tem elle ?
    De revclver em punho, continuando o
    seu papel, Joanna correu para Darnala.
    Ella levantou a arma com um gesto brus-
    co.
    O actor 'io o tubo de & o S'-u rosto.
    Teve raerlo, e, esqujenlo qu estava
    em Scena, disse. em voz *lta :
    - Com os diabos !.. Tona cuidado !...
    Sera ouvil o, no tendo mesmo coo3cien-
    cia do que tazia, Joanna apertou o gati-
    lho.
    Urna detonarco tremenda lancou o susto
    entre os espectadores.
    Ouviram-se dous gritos terrivais.
    Paulo Darnala e Joanna Dortil cahiram
    ensanguentados no palco.
    Dos bastidores acudi gente.
    A! voz do director, desvairado, desceu o
    panno.
    Todo o pessoal do theatro estaba em
    uraa desordem mais fcil do comprehender
    do que de descrever.
    Actores, macinistas, comparsas, todos
    perdiam a caneca.
    A Sra. Litrod, porteira da ra de Cour-
    celles, tinha corrido para a porta de com-
    municaco praticada entre a sala e a sce-
    na, gritando:
    __Minha filha !... minha filha !..,
    (Continuar-se-ha.)
    :
    -

    Typ. do Diario roa l>uque de Caziaa n. 42.


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