Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18951


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Full Text
UaaMSBaa.
w
AUNO Lili -- IfOMEBO 231
!MH A tlFIIAL aj] l.t 4. tli* N OM>F. VIO StJE PACA PORTE
Por tres mezos adiantadoa ... ........ 60000
Por seis ditos idem...... ......... 12,J000
Por um anno dem................. 240000
Oada numero avulso, do vxesmo da. ...... 0100
DIARIO DE
SIU-flIi 8 Jffi OTOBI 1

PARA DBHTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adianudos..............
Por nove ditos idem................
Por um anno dem................
Cada numero avulso, de das anteriores..........
130500
200000
270OOe
01 JO
Proprieirafce fcc JHanoel -figuctra fce Sxm & f\lt)o$



Os Srm. AmedV Prioce fifc C.%
de Pars, silo os nossos agente-
cvelusivos de ammiii o e puw
bllc cales da Franca e Ingla-
terra.
Os Srs. Wasbiirne JI ranos,
de \c.v-York. lroad Way a.
490. silo os nossos agentes ex-
clusivo* de annu. dos nos Es-
tados- laidos.
TELEGRAMMAS
:s7i;s "abuela?, do diasio
RIO DE JANEIRO, 7 de Oatabro, s
7 horas e 10 minutos da noite. (Recei-
do s 8 horas e 15 minutos, pela linha ter-
restre).
A commlftito eapecial aprcsenloii
hoje i Cmara < Depulailon o nen
parercr. declarando que nao de-
ve proxeguir na denuncia contra o
ronaelbeiro Carnelro da Rocha, o-
nilnlmlroda aarrtrnltura, tobre o con
tracto Varlaajr Broilierw.
A eNNo da fusio reallnar-ae-ha
o atibado, no paco do Senado, de
coaformidade con o mi. Ol da Con-
wliluSco do Imperio.
Seajuio bo|e para Pernambuco. cm
o paquete ingles GALICIA, o Sr. lien
rlque Burle.
INSTRUCQIO POPULAR
(Extrhid)
DA BIBI.I0T1IECA DO POVO E DAS ESCOLAS
CAPITULO II
O ar e a la
I Continua fo)
Nassalasde recepcao, na de jantar (onde multas
votes se rene bastante gente durante cm longo
periodo acm que eo possam abrir s janedas) para
evitar a grnnio vioiaco do nr dnvida respiracSo
e muitas vez--s as iuzes que sao um poderoso agen-
te viciador milito conveniente recorrer nos ven-
tiladores, quan'li i 3sa casa nSo teuha chamiuo
ventilador por cxc. Ilcnca.
Oa ventilad a-es paaVm consistir < m pequeas
aberturas praticalas ^Broda-j c que CJminuni-
quem cora um tubo aberto no exterior da pruede ;
ser vi rilo pira dar nreeeso ai ar exterior. 0 ar
aqaecido que se eleva podara ter sabida fcil, se
as bal- iias das jancllas puderem tbrir-te ou je
houror abi rearas mra '* sahida.
Ni ci-.m-li' maioria das h ibita^-'s de Lisboa nilo
ha ebninin. .-.Igmn tirando a das eosinbas, nem
ventiladores de qualquer i spccie, que s se julgam
neceas >rios nos collegios, "no* asylo* a nos bospi-
taes : ato, p irta, na 1 -v adamar, se attender
mos a que Hy:iio orna sei-nuia ainda boje
rnui ales pensad pelo ni go, e a que a maioria das
constru^-oe* fira Moa pla e sob a direccio de
j pedr ir > ou eat pinter i que arvor>d>s rm mestres
deobas. mi! s.-lora e.- -rever o S"U norar, quinto
mais r-p rtn "i que o ar e a luz possam ter na
saade dos iubitantes d-is cas:s que edifican) 1
Ha p neo tciopo em Samaren, suceeden que urna
casa de d-us and iros 'Stava jl muito adiantada,
tratando 30 at. d> n;v."i':nent > interior dis pare-
les e do a9.j"n'r.mento dos sobrados, quando um
visitante Ib > i) ,t a um pequeo ilefeito : nao tinha
"escuda fixa c m eBpaco para II !
Os c >ua".r ict-ires, ac stuinad s a tropar bem pel>*s
escalas de m), na tmham dadj pela filta da
outra f
Um 'loi bjns tneios de pnver i ventilaelo lenta
das c>as piusisteem prauenr aberturas n toct-)"
\, dos iliffereutes c mpartimcnti?, p nJo-oa em em-
maDicaclo con a caixa de ar firmada pelo resp' ct
vo tector pe i pav mentado andar superior, e fa-
zendo commuiiicar a s'Q turno es;a caixa de ar
con tub s qu vio :;brir se nos telhados.
Nos ulioi'-s fri emque o aqueeimento das casas
de habitacSo 6 indispensavel, a vcnnlacao encon-
tra um grande auxiliar nos f'g-s e priiicipulmen
te as ch-m-na.
Ette m igu-fico mc-io de quecimento cncontra-s"
n'algumas provincias de Pertugal; nuutraa,poriu
conserva-se quasi geral o uso incmvenientissim
dos braseiros que sao urna tonto bundantrasima
de ai'hydrido carbnico.
Em El vas, ende os braseiros esto em neopara
ovitar os envi'neoamentos por aquello g.z tio do-
Kte.rio. eenaervan se as jauellas aberta mosino d.j-
rante es dias Quandj ha chamin. o ar ii.ferior dos qurlo,
onde se faz lume, aquecendo-se e tornando se por
sao menos se na atraosphers, bon io immediata o sueeossiva-
mente -uvstitnido p ir outro, que eutra pelas por-
tas, jelns jan- lias, p^r todas aa ab rtur 8 que en
contra.
^ Fonscagriref, ainda na sua c,-.mpaniclo da ven
tilacao il ia casas com a rcspiraci) dos animaci.
diz que a cbamin poi excelleucia o urgi reapi-
ratori i 'le um quarto de .aam, e quo portaoto con
viria que i idivoecmpartimeto destinada a sor b.i-
bitado duraat* a noite fosas munido de urna cha-
min, i lubr.ra uilo s- ut 1 mu para r. aqueximnito.
Basta a pqneiri diffen Dea de feaiperatuia que
!ia entre o ar de um quarta de cama e o artxtenor
para proJuzir a tiragem j or una cliammc ; e os
qne tinnam Jormir com luz no quarto, a- a j.u
zorem na i h,.iniii, podem aproveitar ?saa la para
Ibe HUgrocojar a tiragem couvertendo assim um
gem de vioiacJo em elemento benfico.
(Cootina)
?ABTE-OrriGUL
Gove no da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 'i DE
OCTCBRO DE 1886.
Adelaide augusta Alves Barbosa. Sim,
satisfeitos os Aireaos fscaes e procedidas
as diligencias do estylo.
Padre Antonio Qracindo de Araujo Gua
rita.- Informe o Sr. nape-tor do The-
soaro Provincial.
Corapanhia Brasilian Stret Riilway.
fiesta data autoriso o inspector doTnesou-
ro Provin.ial a mantiar in luir o debito no
quadro da divida passira, nfi n de ser up
portunamente indeinnisado.
Francisco Autonio Teixeira de Albu-
querque. Remetti-'o a junta medi-a pro-
vincial quem o peticionario se apresen-
tar para ser inspeccionado.
Fieldem Brothers. RemettMo ao Sr.
inspector do Thesouro Provincial, para st-
tender aos suppli.-antcs nJlo havendo incon-
veniente.
O mesrao. dem.
Joaquim Domingos de Lima. Hrn, pa
g.indsS jis com dorias.
Jos Antonio Baptiza de Souzh. In-
forme o Sr. inspector geral da Instruc^So
Publica.
Jos da Silva Baptista de Almeida.
Renn tti io ao Sr. inspector interino da
Thesour ria de Fazenda para attender,
nos termos da 9ua informayao n 700, de
2 do corrente.
Jos Baptista Braga. RemcttMo ao Sr.
inspector interino da Thesouraria de Fa-
zen la, para attender. nos termos da sua
ioformuc3o n. G97, de 2 do corrente.
Loa engo Alvf s de Brito. Remcttido
ao Sr. inpector interino da Thesouraria
de Ftzenda, para attender nos termos da
sua informacao n. 70.' de 4 do corrente.
Marcelino Ferreira da Luz e outros ex-
gu .rdas da Casa de Detenc2o. Remet-
tido ao Sr. inspector >!o Thesouro Provin-
cial para tomar na devida consiiciacfto.
Mar.ionila Rita do Reg Corroia. Re
raettido ao Sr. inspector interino da The-
souraria de F.zen la, para attenier, nos
termos da aua informajJo n. 698, de 2 do
crente.
Ricardo Jos Gomes da Luz. R*met-
tido ao Sr. nspectir uterino da Thesou-
raria de Fazenda para attender, ur.a tr-
mos da sua informadlo n. 699 de 2 do
corrente.
Sergio Bezerra. ladeferido^oorjauyi^
to da certiJSo de idade de Engracia cons
ta que toi ella baptisada, tendo dous rae-
zea, no dia 3." do Novembro de t8G0,
pelj qus conta hoje 26 annos.
Assim, mesiuo ao tempo da liberta^So
de Quitria e Domingos em 188J, tinha
ella 23 annos, o por isso n.*o Ibe pode fa-
vorec r o disposto na 6.a rpgra do aviso
circular de 19 d- Janeiro desse anno.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, em
7 de Outubrc de 1886.
O ajuilante do porteiro,
Antonio f. Silceira Carvalho.
Rejjartleo da Polica
Seccao2.' N. 978. Secretaria da Poli-
ca de Pernambuco, 7 de Outubro de 1886.
Ulm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram hontem recnlhidos na Casa de
DctencSo os seguintes individuas :
A* miaba ordem, Mnib'as Alvos de Aguiar, re-
meitido p lo Dr. juiz substituto da comarcad-
Olioda afim de ser tractado ni enfermara.
A' ordem do Dr. delegado do 1" districto da
cap tal, Caetano Lr da .Silva, p;r disturbios
A' trdem do subdelegado do lteeife, Severo
Francisco Ferreira, por crime de ferim^ntos ; e
Mielmel Oinulia, a re U'-riraent.) doconrul iuglez.
A' ordem do de Saato Ant nie, Jos Francisco
dos Santos, Antonio Vital de Souza e Jos Ga-
briel dos Santos, por disturbios.
A or.iej) do do 1 districto de S. J v, Jos Ro-
berto dos Santos, por nnbriagui'Z e disturbios ;
M.noel de Senna de Uliveira Filho e Cosario Au
tomo, por disturbir*?.
A' ordem do do l" districto da Boa-Vista, Ma
noel Paulo do Nasciincut-. por disturbios c U30 de
armas defozas : Jnnuaia Mara Adelina da C>n-
cei^ae. por distu bios.
o da 26 do m-z findo, s 6 horas da tarde, foi
wsttaado no districto de Jatob, com um tiro
de g-irriieh-i e ODSO facadas, o cidaiSo Estevo
Jos il" O' n: va, |MM intao se achava uo exercicio
di biiSdelegacri, na qualidade de 3: siipploute.
O er:m toi praticado pelo in lividao de nomo
lanuario Ferreira Vianna. morad r na fregu "zia
i!e Smto Antoni i da Gloria, na provincia da Ba-
bia, para onde c nsta ter seguido lego afs o at-
t< ntado.
M itiroa p .rtioi'larcs c r;x s antigs f-> que de-
nt causa a Jur.uario matar a E-:tev-', tendo para
sso se c> locado de emboscada em lugiir por onde
devia p.esr a victima.
O delegado de Ta au-al log) que teve couhici-
men o do ficto, traiup r;ou-se a Jatob, em cun
pauhia do escriva-i dj crime e dos Drs. juiz mu-
uicipal c pr; m tor publico do to:mo c fez as dtli
gcoeins da ki.
Pela rabdaii neta 'o 1 districto de Buiqno
foi cap'urado no dia 3 do tara de Agosto, o indi-
viduo d'1 nonv? J.s6 Vicente de Lima, criminoso
no termo de Corr ntes, por h-vor om data de 20
de Jalao feri lo gravement", com uintirodepis
tola, a l'aulino de Souza Villela.
Conrir.unie. u me o delegado do termo de Coi-
rcnte.e, qu n > dia '0 do mez ultimo f3ra r colin-
do ua eaoria respettiva o crimii oso denomeMa-
noel Rodrigues de Lnm, proa .nciado no r.it. 193
d Cod. Crlm., t"ndo sido a prisJo ffectuada no
termo de Palmcira dos Iadi, da provincia das
Ai-.g 8.
Foram coptnrados pelo delega'o doferp-o
de Quique ns gegu ntes crimines .s : J.-e Vietori
no aba Santos, pr.nunei.do ni termo de Boin
CiUf-lhi, por hay"-r nar-assinado a Manoel B zer
ra da Silva ; Sanisfi.-.n > G'-m.s da Silva, eonhe-
cdo por S>i', pronun. iado por haver dosfechnd-^,
ha crea de qu-tm annos, usa tiro de pistola em
Jijo Kibeir.; Filx Jo^ de Caiv.lho,jronun-
ciado pr crimo do catoprn, ft violencia, prati
cado em nma mi or de 14 nn ; e Manee I Ce
nuntino da Silva, por hav> r furtado nm oavallo
pertencente a um alinocreve do lana:.
X i tonco de Agune Bellas f iram tamben)
capturados os crimMioa<>8 de nomos Mauoel Joo e
Au'i nio Cabopieto, Esto ambos pronunciados,
o primeirn por b.x-r aasassinado a Manoel Victo
rio da Silva, e o sen nudo como cnmplice em cri-
me de 'enutiva de m >rta.
Hoje, pelas 8 horas da manh, pouco mais oo
monos, se achava na porta do corredor da escoda
do predio n. 18 ra das T-arangeiras, em cujo
secundo andar resido, o individuo do nome Fortu-
nata Coelho Pinheiro, redactor principal do Ileba-
tt, quando, sendo convidado por urna pessos, de-
centemente vestida, para diupensar-lhe em partN
ciliar algumas palavrna. entrara para o referido
corredor e. lora espancado por ess* mesma pesaos
e urna outra, qne tambera trajava com deceniia,
aj.s o que se evadiram.
O subdelegado da tregnezia de Santo Aut
leudo st-iencia do facto, dirig---:e incontinente *
residencia de Fortunato, acompanhado do escrivsfo
e do alteres command-ute da Ia cstuco da guarda
civici, para interroga!) a rospeilo e fazer visto-
rial-o pelo Dr. Jos de M randa Curio, que n re:i
convite all comparecer; mas, essas diligencia?
nao se realisaram por ter o offendido se recusado
tenazmente a ellas, declarando que visto terem si-
do leves as off nsas phyacas que recebera, a po-
lica nada tinha quo ier.
Dous guarde a V. Exc. Illrn. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poli :ia, Inonio Dominga
Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 7 DE OUTUBRO 1
1886
Aurelio dos Santos Coimbra. Indefi
rido, a viatn das informad-oes.
Fieldeu Brothrs e Jos Mont )iro Pe3s0a|
Jntese i-opi d^s informayo'JS.
Jos da Motta Cor leiro, Cleodon Augut>
to de Albuquerquo Ohaves, Jos Antonio
Babia da Cunha e contas do excollector
Timbauba. II ja vista o Dr. pro urad
fiscal.
Brnz tC, fiscal da collectoria da Fl
rosta, Dr. bibliothecario, Fielden Brothe:
Dr. chefe de podcia, Dr. procurador d
fetos, Padre Antonio Graciano de Arau
Guarita, Joao lodrigues do Moura, cont
do corpo de poli -ia, e Izabel Senhorinhfi
Viegas. Informo o Sr. contador
Mara Rezende & C. e Augusto de Fl
gueredo do Consulado para attender.
Ignacio Fernandes Eiras. Doferid
dando se baixa no debito da decima
casa n. 3 travessa dos Quarteis do e
ercicio de 1881- 82.
Luiz Irmo o Antonio Gomes de A
m"ida Leal. Informe o conten- i< so.
Cnntas dos colleetorcs da Escada e
S. Be uto. Approvadas.
Dr. Jos H morio B-zerra de Meneze|
Informe o contencioso.
Joaquim Gomes Ferreira do S Leitil
Venha p-lo Consulado.
lairiia ltiia Atavia 4 Bapifito-SUatay .
Informe o Sr. Dr. administrador do Con-
sulado.
Ofti io do Dr. chefe de polica. Iufor-
me o Sr. collector de Buique.
Antonio H -nnjuc do Souza Gomes.
Exceptu se a divida.
Luiza Amelia de Drummond e Antonio
Candido Ferreira. Fucao se as notas
da portara de li enja.
i I Butle & C. Destes papis nao
consta optiro de recurso para a instan-
cia suprior e por isso nao ha o que cnca-
minbar.
Jos Marcelio Al ves da Fouseca e An-
tonio Doiz Estolote. Certifiqese.
Fran isca Joaquina do Olivera Campos.
Informe o Sr. thesoureiro.
Agostiuho Bezerra da Silva Cavalcante.
Dse, fi:ando copia por certdao.
INTERIOR
Concert Wloay- Volff
Folhi tira i o Diario de Noticias de 21 de Maio
O alfaoge da dous gumes por cima do uual ima-
ginara os iniliom-taos a enti&da no I'araiso,
estrada larga e e anio la em comparacilo com a
qu^ tem de trilhiros desgranados a quem incum-
be criticar os espectacu:os musicaes no Rio de Ja
neiro e o pilotar urna casca de noz atravez Ua
urna ffotilha de icebergs brinquedo de crianza
comparado com a tarefa do critico de msica, que
se \ < brigido a abaulonar a via da alegra ter-
restre causada pelo rotular appareciraento hebdo-
madario das 127,00) p iikas, pelas qu.es se sup-
poe que elle se ruche de > nthusiasrao, para vir dar
conta d um concorto ,no qual estream nao um,
mas dous violinistas um d'elles Urna senhora
e violinistas queja se tornarain distinctos no rei-
no da arte musical.
O destino do critico de msica nunca foi cm
parte aiguin* mmt.. de inv- jar-se ; e uVsta occa-
siao temos um es-TiopIo em qne a questilo de >e
passar entre o S -y la da tympathia e o Chiryb.f :s
da c ii paro cao. torna se um d ver oneroso.
J se disae que a mu-ica de urna naeao a hi-
tla pila qoai se avaha da sua civiliaicio -Ha
c itani-ute a mais poltrona de todas as infjuen-
cius educadoras.
A respeito do msica, a hamos-nes a:nla muito
longe di perfeiC/o e o uosso mil emo musie-.l
nao passa ue um souho fantstico. Foi Men-
delssolin que u disse que a sua idea de ceo era um
lugar oii-ie h iuvi-ss tempi estrelos, e onde os
usiiuraeutss de. sopro nunca arranta*m Pode-
rla ter uccrcscentado i onde h >uv- sse urna sala de
concert* respetave', na qual ns aiti-tas de incn-
ciminta pudesseui faz r-.-e navir, s- m nocessiilad
de ap^entarem as mas exhibii,-6's cam *s fugaces
legrins de uTia opera co.nica o as piruetas es
cassez de vestuario das nyoioh as do bailado e ni
qual os pr duetos do contrariara e do sctnojra-
pho f'ss-m substituidos polo enlourage mais s i lo
mais serio c'o salo de c.ncerto.
Todava, quand on n'a pa ce que l'on aime il
faut aimer ce que Van a, ou por outra* palavras,
nao se pode gozar de tudo ao mesrao trmpo, como
sentidamente notou aquello individuo, q io, ji ata-
cado de cbolera-nrrbuso da t. bre ami.rvlla^fbube
que as bexigas andavam na sua vi-iuhaoca.
A ecolha d.- palee do tbeatro Pedro II para ex-
hilrcSo de solistas n.Io pode ser consij. rada se-iilo
infelicissiran, pois que elle 'So proprio para cou-
ceitos como urna igreja para espectculos de pros
tidigifacio ou a guarita da sentinella para ejer-
cicios gymnasticos. Pela natureta de sus con-
atraoftw ha de elle foicisaracuto contriboir para
3uo os instrumentistas ii>panciui con grande
sv^ntagem.
E' um facto lauwnlavel e para verg^uba r.ossa
devemos coutessal-o que cm tanto apreoado
amor pela msica, ainda nao p latuain s no Rio do
Janeiro jma sala de coucerf s digna desse nomo
Temos um suujotuoao salo dbanle eomo o do
Cassioo, imperfeito acsticamente, e cujo princi-
pal caracterstico parece ser conservar-se fechado
durante todo o anno, ao passo quo por outro lado
temos o sal So d Conservatorio, que nSo nem
thoatro n-'cn sala do concert, cora capicidde ape-
nas para um puuhado de gente, e tSo vantajosa e
joittorcscatnente situado qne, pata ebegar l, pre-
cisa uaia coragera moral pouco commum, para na-
vegar atravez das ras que o cercam e para aohar
qnando all se chega, urna ventillacSo rival da d)
acA' Role, de Calcutta. Aqu encerra-se a nos
sa lista. NS) pos, de almirar que os artistas
se vejam obrigados a exhibir os seos talentos a
bibilidades no palco do tbeatro Pedro II.
Os tres artistas que ante-honfein estrearam, per-
ante um auditorio pouco numeroso mas om com -
pensacao bastante cnthnsissta, n~o dosmentiram a
rputacio do que vinh-m precedidos.
A apparicSo de estrellas instrumentaos no no
so firmamento musical aeonteeim'mto que nfe
lizmente occorre bem raras vezes, mis que sem
pie reno o pequ rao grupo do amadoros de msica
que, sentimos dizel-o ainda nao pissa de um pe-
queo grupo.
Era todos tres, ora MIIcb. Mathilde e Virginia
Sinay e no Sr. Johann s Wolff, temos artistas do
c osi ienivel merocime:ito.
A listas de senhoras violinistas do pa?sado e
d> presento, nSo nada formiJavel, eemb>ra hojo
em dia as senhoras mostrom maior predilecto
pelo violino, nunca foi elle adoptado livremente
pelo bello sexo p>r vrias razios, nmas imagina
ras e nutras mais ou meaos justificaveis, sondo a
da organis icSo pliy-ica tal vez a mais impsrtant.
No numero das violinistas celebres encontramos
os nora?8 de Gertrudes Scbmaeling, Maddalena
Sirmon, Regina Schlieb, Norman Neruda, Camilla
Urso, Vtiley Liebe, Fernanda Tedesca Tcresina
Tui, Florenco Shinner, c d3vemos ajuntar agora
o de Mlle. Virgiuia Sinay.
Os vi linistae pidem dividir-sa en duas esco-
las : os antigos ou estrictamente classicos, c o*
modernos e romnticos. Us priraeiros p>dem ser
comparados tranquillidade fra e correcta do
nina .madrugada, por um dos pintores da escola
rl itEonga. ao passo que os ultim >8 rejirosentam o
calor e o vigor de um por de so! por Tumer.
A priraeira a escola que demauda nt -rpretacSo
correcta e m<-thi dcadas obras do3 velhos mestres,
e que nao p rm tle ao executaute firmar a sua
iu iivi Ju ili la le dando livro etpansao s suas fa-
cilidades imaginativaa c augrn -ntar o pittoresco
ou o cavalheirismo de accento po dade de maneira. Sao esses os principios da es-
cola classica.
A romntica justaxente o reverso.
Ambas as escolas sSo igualmente recomraenda-
vois,'pisto que parece que a ultra classica, da
qual J achira. Wilielmy e Norman Neruda con-
tara-se n> numero dos chefes, tem ultiraam-mt"
silo rudem-cnte deslocad* pela classe potica e
rcmantica de executaut'S, igualmente bem repre-
sentada por Sarasate, Sauret, Leopold Auer, Pa
pini, a cuja lista devemos ajuntar es nomes de
Johanncs WoifFo Mlle Virginia Sinay.
Esta joven senhora era ambas as pocas escolta-
dasna Fantasie caprice de Vicuxtemps e na Fan-
tasa um tiuto artificial de Alard sobre o Fausto
-mostrou urna arcada graciosa e um pulso flexi-
vel, que Ihe permittcm dar as mais vanadas cam-
biantes a todas as phrases, accresoentando ao
mesmo tempy eseeH>-nt intoit*eao e amatante oa
uhecimento, Ella nSo posane a grandeza de es -
lylo o o vigor de um Joachim cu de um Sarasate,
qualidades qne sena absurdo esperar de urna se-
nhora ; purera comp< nsa isso por urna elegancia e
a pureza de i.eiho lo e urna extrema delicadeza de
phrasear, que possuem nm encanto particular para
os connai'.scurs da arte do violinista. O seu
ttaccato excillentc e o trillo igualmente bom
dual qualidades consideradas por Tartini como
miiitissimo essenciaes em um bom executante.
Um critico capcioso tal vez achasse que ella
abusa um tauto do vbralo e do gliss, mas essas
sao qualidad-'s que pertcncem essencialmente
escola franc z i, o erab ira, quando sot>r das posaam trazer comaigo certa mouatooia de co-
lorido, todava passam hoje sem censura.
Mlle. Mathilde Sinay, julgamos-uos pefeita-
moute justificados diz u io que havemos de vel-a
tomar lugar preeminente na (letra das primeiras
pianistas da pocha. A mterpretacao que ella
leu ao c nerto de Mendclssohn, ao Nocturno de
Valse caprice de Rubiustein, proraette grandes
cousas para o futuro.
Feriudo o t ciado com delicadeza o elegancia,
toca com extrema graca e sent'mento, casando ex-
cedentes qualidad-'s tochnicaa com urna escola a
um tempo seria e oheia de dignidad-'. A msica
de Mendelssohn eminentemente varonil e perde
d- lcito, rnais do que a de qualquer outro dos
sius contemporneos, qnando rxecutada por mSos
feraininas ; mas Mile. Sin.=y, entretanto, infundio
na sua interpretacSo tanta paixSo e QJ aentimen-
to tao delicado, que Ihc deu um excedente efrVito.
0 acirapauhameuto orcheitr.il esteve longe de ser
perfeito.
No Nocturno de Chopo, Mlle Sinay foi ainda
mais feliz, e o modo como t icou a valsa de Ru-
biustein, se bem quo Ihe faltasse vigor e grandeza
de estylo, f A de bom eff-rito.
Em Johannes W fl! encontramos um bello violi-
nista 24 anuosdiscpulo de Joachim om Bor-
lim e de Alassart era Pariae nao oufficil de di-
ser para qual scola propenden as suss syapa-
thias.
Paganini costumava dizer quo o melhor violi-
nista era acuelle que raen s ieaafitiava. Se as-
sim Wolff ten dimita a um lugar entre os me-
h oes, pois a sua iutoua^-ao as ^assagens as mais
d'tucis o mais intrincadas perfeita ;o som,
clieio e redondo, e a pur za das notas altas e das
harmnicas, digna de notar-se. A sua inferpre-
ttjo da graciosa berceuse de Faur, dos^irs Rut-
ses de Wi UH1.W ki, que elle execut >u no esrylo
ta l:cci nial do co np sit r, c o molo como eX'CU
tou a Balala et Polonaise de Vieaxtemps, foram
excedentes.
O acompanhamonto orchestral da ultimo peca,
que mostrou iu Jicios evid rales de taita de eu.aias,
diuiinuio ura tanto o i fFoito geral, que de outro
modo seria digno de lo.ivor.
11 apenas duas nbservaco'S que aquelle critic >
c.pcioao, de queja fallamos, podena f^zer cora
icte eucia au raoao de tocar do Sr. W-lff o us<
cveesaivaraentc pro ligo do vibruto equina irre-
quielabi'idade e interpret cSo abrupta e espasmo-
lilca de ; rfu* phrases, que, embora mos raudo
.-uiduviia alguma a bibilidaio^e do executante
u'u r.u e<-pautoa aexti za de ataque, oSo podem
.1- ixar de piejudicara f.rma c a peucicSo de cer-
1 :s phras s. ^-^
O* tros artistas receberatn um acolhuneoto en-
thusiastieo, s -i.de chamados limitas teses scena,
I- f> ii de cada p.aja.
O's c! tioetea virluosi seguem amauha qara S.
Paulo, de oude s rgresim in Juiho.
I or ss* poca ispernmos ouvil os era outro lo-
c l, i ra que bem me hor do que aute-hsutera, pos-
s-.in inosr-r as sua* excedentes ^Ujlidades ar-
t .-ticas.
Qu.-.esquer que lej itn as ciicumotnncias, desde
j Ih-.s astoguraaos recepto cordial e euthusas-
tica.
R J. Ktiuman Benjamn.
23.de A ri".
Concert iony %* oirf
E' cousa rara no Rio de Janeiro ter um critico
satisf .ci de escrever sobre uin conoerto instru-
mental de tanta importancia como o dado ante-
hontem no Conatrvatorio de Msica por Mides.
Virginia e Math'lde Sinay e o Sr. Johannes
Wolff.
Dafnia de urna ausjncia da mezes, ora xcur-
sSo p das provincias do Sul, Montevideo o Buenos-
Ayres, eil-08 ds volta entre nos, de passagem pa-
ra a Babia, Pernambuco e Para; mas, infelizmen-
te para s nos darern o etiS' jo do ouvil-os urna
nica vez, o bastante todava para deixar-nos pre-
sos de saudades e de gratas recordaces.
O Rio de Janeiro bom raras vezes assiste a bons
concert* instrumentaos, para poder assim dispen-
sar a presenca do artistas de tanto merecimento.
O programma de ante hontem, palpitante do
mais vivo intensase, foi severa, poim artstica-
mente org.inisadi), tSo arMsticamente mesmi, que
p5d dispensar a parte cantante, sera que so des
se por sua falta.
Mlle. Virginia Sinay escolbcu para solos de vio-
linoa Ugende de Wicniawski, Air Vari, fitiR,
de Viecxteraps e Fantasa do Alard sobre motivos
do Vasanielo, e tocn conjunctaraintc com o Sr.
Wolff um adagio e presto tirado de dous dos mag-
nficos du.s de Spolr. pecas que sSo nicas no seu
genero.
Em tidas estas obras Mlle. Virginia S:nay
mostrou as mesmas qualidades artsticas qu j ti
vemos oecnsiao de apontar em anterior artigo :
elegancia de estylo flixibilidade de pulso, certeza
no ataque c tcebnica seraprc na altura das exi-
gencias da msica do seu repTtorio. Xaturalraen-
te, notou-se at corto ponto a falta do vigor mas
culino necessario na interpr- tacao da Lgende de
Wieniiw-ky ; mas, esta qualidade, scouliecemos
urna violinista que a possue em grau suficiente
Naiman Neruda. as passagons, porm, em que se
roquer delicados cambiantes de colorido, Mlle.
Virginia Sinay sempre admiravel. Sequizesso-
mos campar de critico exc 'S3varante rigor Nao,
poder'araos notar o eso um tanto exagerado do
portamento; mas, esta qualidade urna que forma
frequenteracntc ijuasi um earacteristco da maior
parte dos discpulos da Escola Francesa, e quo,
com estudo, p le sor fcilmente remediado.
Mlle. Mathilde Sinay, joven pianista de excep-
cional tal rato, nlm de a':ompiiiliar todas a3 pecas
de que consta va o pregramma, o que por si cons
tiruio tarefa pesada, e fatigmte, d-u nos o andan
te. variacdts c finle da celebre Sonata d- Kreut-
zer, com o Sr. J. Wolff; um Preludio de Mendcls-
sohn, a bella Inqiiitude de Goorges Pfeiffer, a 2*
Rbapsodia Hngara do Liszt, uuia Molodia de
Rub istein, a Mazurka de (Jodard e a Idale do
Arthur NapoleSo, no todo trabalho "matante pr
nm gigante do piano, quanto oais para urna fr-
gil menma. Nao de admirar, pois, que a peca de
Liszt, que exige um pulso de ferro, soff esse al-
guma cousa por causa do evidente cansaso da exe-
cutante.
A interpretacSo, todavia, da sonata de Bectho-
vcu f i ce diente e mostrou vantajosa mente o es-
tylo serio eclassico que a joven artista adquiri
do seu irantalo professor. Oprelulio d-j Meu
di'lssohu, a Inquitude de Pf ffer, a valsa de A.
Napol So, tiveram igualmente a mais cuidadosa
interpretacSo.
So quis-'ssomos encontrar algara* falta, seria
tal vez nos tempi da meloda de Rub'ust i i e da
mazurka de Wodard, pordendo a priraeira muito
do encanto acariciador do estylo meldico, e a ul
tima a sua graciosa audacia, por aerem tocados
em andamento muito rspido de mais. Comtudo, ni
passam estes de pequeos seuoes que era nada po-
deiB atarear o iiK|iitstlOBavel ment da joven pia-
nista, que tem diante de si um brilhante futuro, se
continuara estudar, e que assim como sua inna,
f i npplaudida eutbusiaaticameute.
Eis-oo8 ag Ta e o presenca de Johannes Wolff.
Que podemos dizer que el'e ji nSo teuha ouvido e
lido a seu respeito V Todava, ncate tempo emque
a gente vive como que a vapor e esqueco tao de
pressa, nSo s-r supetfluo caracterisar 8 estatura
artstica de Wolff, e por rm relevo, plena e com-
pletamente, o valor de um artista, cujo appareci-
rn> nto no hvmamento musical do Rio de Janeiro,
nSo pode donar de ser Considerado como um acon-
tociraenfo da maior importancia, modo de tocar
de Wolff possue o cuuho do artista verdadeiro e
conscieocioso, do homom que o culto pela sua arte
faz estar s -tnpre no nivel da verdad-ira perfoicSo
artista, c que nSo permitte a si proprio rebaixar o
seu ideal e do que tem como nobre e puro na arte
musical, para lisonjear o irosto da parto h n s
educada do publico.
Ouvindo-se W.lff, nenhuma idea de virtuosida
de surge uo espir.to d, ouvinte, nao prque elle
possuaetn menor grao menos habilida'e t.^linic .
do que os inelhores dos seas contemporneos, mas
porque e seu grande mrito musical consiste na
(.otundoza e grandeza da sua manoira de conce-
ber e de executar, qualidades que fazom coa) que
o acto do artista executante a reproduccao
como um producto inciepeiideute de nao pequeo
valor artstico, se asairailbe a urna verdadeira
crea cao musical.
Johannes Wolff portence classe dos violinis-
tas, que, como Joacbino, ao pas=o que possuem
todos os at tribu tos i ssenciaes da vrtuosidade,
desdenhara emprega'-os na prostituicao da sua
arte, quer para hriihr, quer pira fascinar coin
lances atrevidos de enorme babdidade executovu,
dos quacs, p>r via de regra, lancam mao muitoo
artistas como meio de cau-ar eiithusiasnio e as
sombro grande inassa do publico.
A prifei^o de forma, a firme e calma corre, c
de estylo, a plasticidade de expressao, ta-sto
alguna dos attributos de um b >m violinista ; e
estes attrbutos. possue-os era nao pequea rsoala
Johannes Wolff. Toda a peifeicao techni.a um
simples meio para a expressao da verdadu, isto ,
alguma cousa muito d ll'-r n:e da mera vrtuosi-
dade brilhante.
A penetracSo in'ellectual para es pormenores
de um todo con-ttuc o g- ni'- da ateup"; idus, o
.jeuio requer tanto grande inti-llig- ucia como ie-
quer rigorosa educaco artstica.
Todo aqu' lie que prosa que | oda haver ge-
ver genio sem comprehonsSo disse Joao Paulo
t peusa sera comprubender-se a si mesm O dover do virtuoso instrumental ensile em
tornar urna coniposieo inteliigivol no oucin'e,
mais lutolligivel do que era r. gra ella o pode ser.
Isto quer dize. muito. Nraguem pode por
tudo por escripto -Jisse K.y rbcer,urna vez
que Ibe pedia n couselhos a respeito das menon s
lUinudi'iieia* de col >rilo qu elle desejaVa.
Era Wolff, o virtuoso confunde se completa-
mente no artis a
Nada ha sup iflu >, iieuhuina orn-im'ratacSo sem
razio de ser, porm toda a raostra it. poder ex l
tivo, toda a viredude de colon.io tnico, teda
eipressao de phrasoologia musical suarda strictu
concordancia com o espirito da msica que exo-
cuta.
Quando so sahe do concert, a gente nota que
os maiores assembros de bravura passaram dos-
aperci-bidos, esdalas de tercas, escalas chromati-
caa em otavas, staciato para c'raa e para baixo,
harmnicas cm escalas rpidas,que durante h
xeeuco das differentes pecas estiveram to *n
globadas na su propria individualidnde dolas
que uSo foram observadas.
Das pecas eacolhidas por W" fl s ria nifficil ci
tur especiafmente alguma, quando todas foram lid
magistralmente executadas. Nao ped mos, ce m
tudo, d'ixar de notar a Romance ae Rice, ecj i
execucao por parte do rioiiciata, foi urna maravi-
Iha de bdl.za tanto na m- a ucencia de s ir. can
na inteipretaco artstica. No (spiendido Ro-
mance t Rond, de Wieni w ki, elle elrcCriseu
compntaiiiente o auditorio. E' muito de u'ir
qu em breve lenhiuno de perder este ndunr-vel
artista, mas, tiraio motivos pai a acre litar ^u-
Wolfi anda voltar a sta capital, occasiSo em
que eontamos ha de reeeber acuibimmto anda
mais entbusiaatico do que o permitte a sua uto
carta demora entre nos.
Antes de fochar esta noticia, nSo pojemos dei-
xar de fazer urna censura S* pessoas que, apozai
do concert comecar s 8,40, insisten em entrar
durante a oxocucSo de urna peca e com o ruido e
desarranjo geral incoamodam nSo s aos ejecu-
tantes, mas tamhem aos que vi -rara para uvir e
nSo para fallar. Demais, convm lenbrar que un
salSo de concert nSo o lugar niais apropriado
para unoa calorosa discussao polticacemo pare-
cen ante honlem a alguos dos cavalheiios preson-
,eS- n ^
R J. Kinsman Benjamn,
PERNAMBUCO
IsMiciacfio cloa runrlonaroo prinlo-
iae de Pernambuco
DISCCaSO PBOSCKCI.VDO NA SF.SSAO UAQKa CEALI-
8ADA SO DIA 6 DE OCTUDBO DB 1866
Zleus Senhores
A nossa le orgnica, marcando o dia 6 de Ou-
tubro p ra ter logar a pusse do novo Conseibo De-
liberativo perante o da eh icao transacta, n2o
creou para o presidente desta associacao, e que
dcixava do oceupar o lugar, a obrigacao de fazer
um relatoro circu ustanciad' do movimiento social
duran'.e o anno que fidou. Os mens antcoessorea,
porm cstabelt corara essa praxe, e devo dizel-o fi-
zeram bem, e por conseguinto procurando cu imi-
tar, tanto quanto estiver ao alcance das m.'uhac
fracas forcas, quelles nossos condignos associa-
dos, aos quaes c iifcsso, imm- roeidamente substi-
tu, nao poda eximirme de satsfazer scraelhsnte
obrigacao.
Sci que nao poderei fazel-o com a mesma profi-
cioncia e minuciosidade, que se notou em igual
trabalho, apreseutado pelos meus antecessores, pa-
rm, se ha nisto falta, esta dever recahir sobre
aquellos que, mo cscolbondo para o cargo, cujo ex-
ercicio deixo h je, nao consultaram os verda:eroe
interesses sociars, e portanto me julgo com direi-
to a ser descu'pado.
Durante o anuo social de 1895 a 1886 a Asscm-
bla Geral func.-.ono'.i era 11 sess 8, sendo 9 or-
dinarias c 2 extraordinarias ; e o C raselho Delibe-
rativo em 20 sessoes econmicas ordinarias.
O que se passou uestas sesso -s, e quaes oa re-
sultados benficos que produziram. j >'js foi dito
e demonstrado, nos diversos relatnos m-rasaes ;
enera precisar de corto repetil o, pois deve tuda
achar-ae bem gravado em vossa mem.ria.
Infelizmente nao foram 8 referidas sesses fre-
quentadas por grande nnmero de associados; mas
isto deve sor attribuido aos nossos hbitos e eos*
turnes, e nio a falta de amor Assnciicao. E' de
suppor entretanto que, urna vez perteitamente co-
nhecida a grande vantngem da convivencia social
jamis possa ter lugar a recordando de um facto
desagradavel.
Da escripturacao a cargo do thesoureiro nossao
digno e ben -mrito consocio, o Sr. Fclipp? Emilio
Meuna da C- sta, se evideucia qual a procedencia
da re caita, assim como da despeza, durante o anno
de que s- tracta-
Na importancia arrecadada se acha computada
a quota do 71350 proveniente de offertas feitax
os cofres socaea pelo empreados do Thesouro
ProTificlat.
Esta associacao agradecon aquellas provas dein-
teresse social.
Nic obstante o grande auxilio pecuniario, pres-
tado pela associacao, j ba socios que fi :arara pri-
vados dos sous empregos por d?missoes, para aa
quaes nao cono- rreram de forma alguma, confor-
me toi decidido pelas Assemblas Geraes, e j ii
familias dos socios fallecidos, considero prosperaa
as inancas s ciaes. Para sso concorre nao s o
facto de ser a eobrai Thesouro, pr uccasido de se i ffoctuar o pagamen-
to i'os venciuientns do funecionalismo, como ainda
o ioexcedive' ze'o do Sr. thesoureiro qne nio pou-
pa esfore > para realisar-se o p.ogresso c bem estar
da nossa associacao.
Presentemente o numero de socios rffectivos k
do 244. D-stes sao benemritos pelob'dervicos pres-
tados a associacao 08 Sis. Dr. Antonio Witruvio
Pinto Banicim e Accoly de Vasceucellos e Felip-
pe Emilio Menna da Coata. Como socio honoraria
apenas figura rm nosso quadro o Dr Gaspar de
Drummond Filho, que tem procurado sempre cor-
responder aquella prava de censideracao e grati
dan que Ihe f i dada.
No anno a que nos referimos, perdemos, por ha-
ver pedido a sua eliminacao, apenas o concurso e
uxilio do associado JoS.i Hermenegildo Borgea
Diniz.
A inorie em seu camnhar devastador, nio pos-
pou a vida dos seguintes consocios donando esa
nossa* filenas tao sonriveis vacuos.
Francisco do Barros FalcSo de L -.cerdo.
Manoel Pereira da Cunha.
Audr J s de tlmeida Catanho.
Antonio da Costa Silva Maduro.
Joaquim Leocadio Viegas.
Quando parecamos smorvedo*, por semelhnntea
golpes, no empenho, que temos, de empregar todos
os meios i. ara que um diajse torne esta sociedad*
um completo C"ngracamento de todos os funeciona-
rir.s publie s provinciaes, veram em nosso auxilia
aovos trabaihad res que nos deram uiiimacao, a
foram ell.-s <>s secuint.-s :
Caetane FrincisC" Dura o.
Jos Martiniano de -ouza .
Ji So I5.pi.--ta abral.
Man'"I Alvos Cudeiro.
Jos XoVir da Cunha Jvarenga.
Francisco C'or-'ciro Falcan Brasil.
Alberto da Silva M r.nda.
Ida lina Alio de Albuqueiqnc.
Mano.l Ferreira da Coar .
Victorino Aichiab de Faria.
Dr. J. acuno Penra da Silva Guimaraes.
Dr. Joaquim Antonio de astro i.oureito.
Dr. Joao Feliciano da M tta e Aibu^uerque.
Gaspar do Nasciraento lesucira Costa.
Julio Qezar Cardoso Ayres.
Francisco Ant nio Biando Cavalcanti.
Urna das tarefas mais espinhosas que pesarasa
sobre a mesa foi sem duvida alguma a redaccaa
de nosso penodi. o.
Neile proeuiou se defender tar.to quanto foi
poesivel difeoderos interesses da classe que repre-
senti na imprensa, ropellindo muius visea com
energa quaud.i se tornava necessaria, as injurias
contra a mesma classe aeeacadas, a demonstrando
cabal nenio q !at s.ja o veidadero papel de feneci
nario publico cm una nacao.
Tratando ile in ato peii.dico, quo uo daixosi
urna s vez de ser publicado nos dias marcados^
, asioarava un a falta bem essencial e at injusti-
fieav.l, se nio chatnasse a v ssa attencio p-ra tos
importantes fevicos prestados po-loi^no cnsoeia
lo aecr^ur.o. Aiiiedo rlodrigaea dosAnja so qual
se d. ve quosi que exclusivamente o cu.nprimento
de tao ii riiei! tarefa.
Al n do st ic que se.ii.pre cm pregan para dar
ixcuva' eonifi e lotcl i ente ao frabulho que Iba
era pripri p ir f TCa do cargo que Oioupava c qae
felizmente pira assoc-ifS'-, continala a ex^rcer,
nio dasiuidou-ee um s momonts do A'ei* de
Outiro, j escieseiido artigue que honraram suaa
colomoHs- i incumb ud) se dato.rice das pruVU
e at finalmente, da parle noticio.- *-* nosso diga
consrcn, o Si. Francisco da ftva Fnag so c qa#
exerce lugar de 2o secn tarto iguam ute f uns
graude auxiliar que a mesa rano ti a todo 00
trabalbos a bou targ-. inclusive na tur. fa do qu
ka pouco lallei, o p rlauto nio poaao taoibem daK

I
-

>

( afOffl 1
arVaflaM


Diario de Prniamhiiro)Sexta-feira 8 de Outubro de 1886

xar de convidar avout aitmclo para o sena ser- i
Tc- I
Folgo neste momento de dhtel-o Be nao tvess
tido companbeiros to dedicados, taires boje nao
me tost dado oenaejo de dirigir- jo a palavra, no
Carcter di- presidente desta assoeiacao porque ha
IBuil" que ten* deixado o logar para ser preenchi-
4o j) i' ^utroque melhores elementos tivesse.
Grtnde fji a le a em que se achou empenhada
% tiossa assoeiacao no anno que Andn. E' veda-
de que nao a proveen tros, spenaa nio recuaosos,
Jnando se nos atina a lava: Temo craeciesteia
e que se da peleja jio colhomoa tropheos, raanti-
?eme-s illeto a nossa tionr* o dignidad.
Est cumprido, na nainh humilde opiniio, o de-
ver de relatar-vos- as ocourrenetas mais su menos
importantes, que sapassiuran no auno de 1885 a
1886-
M is a nossa rcano boje tem um trplice tara :
O 1- o empossamentoda nossa dnanistravo que
tem de fuuccionar no anno de 18S6 a 1887. O '
a testa do 4 anniversario da creaco da nossa
sociedade. 0 3- finalmente a inauguraeio dos
retratos dos nossos 2 distinetos consocios benem-
ritos, que foram mandados tirar a costa de alguus
oci s, afina de ser comprida a disposicio do art
85 dos nossos Estatutos.
Estou convencido de que palavras nuil abalisa-
da** e eloqu^ntes se faro ouvir a respeito de cada
un destes motivos e portanto nada direi.
Viu concluir, poi-*. omprehendo que ja tenho
po- demais abusado da vussa benvola attencit
Ao dexar esta cadeira sou toreado a declarar
que no mru e<.raco aninha-se o mais vivo senti-
mento de gratidao para e. m todos aquelles conso-
cios, que souberam disculpar as minhas faltas e
deri.ua me a ma**, quando por tantas vezes tive de
cabir com o piso da cruz que sobre es meus hom-
bros carregav i.
Antonio Jos de Almeida Pernambuco.
Anda urna vez, Srs. consocio*, oeeupo esta ca-
deira ; cadeira qu-- nos corpos collectivos, alera de
representar o governo da A^ociaciio, traduz uma
dUtincco qaelle que uella c-l!ocado.
Va o quisestes, e valic3o correspondeu o fa
Ctop ir forma que pe-aatu ella por um lado m-
dcv> int'inar agradecido, e por outro nao p iss s
deixa de ceder As instigacoes do deevanecimento.
Nao se me increpe, porm, esae sentimento ; por
que en tes enseos elle natural. Nein seo
prenda um mobil men >s confesaavel, porque com
iss > recugnam os impulsos de legitima satistacSo,
que procede em directa filiadlo da consideracao
de que alvo a pessoa.
A rscilba, que aind* de mim fizestes para pre-
sidir aos trabalhos da nossa Assoeiacao, reputo a
em signal de estima pessoal e p r canseguinte a
dignificaca de urna individu-lidade, cuja aspira-
cSo constante nao tem tido par ?>nt objectivo se
nao manter na socirda le em que vive um conceitj
correspondente ao esforco empregado na conquista
do que per ventura baa adquirido.
Em face di um prova tai significativa de cor-
dial Hade e leutidade da intuitos, como a quera
noto, nao terei motivo para desvanecer-me, no
bom sentido da palavra ?
E, tenio o, haver justa fin de censura por
extornal o ?
Nao de erer que disso so taya capitulo de ar-
guica '
Nao possa admittir que se levem conta de lss>
mal -stia m'nha estas palavras de reconbrciraento
nesta solemne oeeasiao.
Nao racional que asaim se averbe esta exp.-.u-
ao de quera em familia expe o s-u pensar, histo-
ria o seu sentir, e em ultima analyae na fas mais
que enaltecer a personal!dade collectiva na accen-
tmcao de um acto seu de aeco refl -xiva, que re
vestindo o duplo carcter, que em principio a9sg-
nslei, ebega a distinguir a um de seus membros.
No entretanto, Srs. consocios, nao presumo de
minhas torcas; porque, por maior que seja a ca-
pacidude da aetiviaade bumini, a sua forja de
tenao nao illimitada.
At n d'isso, as finjas de que rae dotou a natu
reza, tuho-as distendidas em diversas appica-
50-s, para excluir essa confianc que em caso al-
gum prudente nutrir.
Esp to, portanto, o V0S3O concurso na obra de
frateruisacao, de que somos tolos operarios cons-
cientes do trabalho que exceptamos em conquista
de direitas, em s-guranca do presente c m-lhora
do futuro, em nobilitacao m.-smo do praprio ser.
Qu ua trabalha se engrandece, porque tambem
O trabtlho magnifica o operario pelos fructos que
produz, pelos exemplos que abre, pelos impulsos
que provoca.
Espero o vosso concurso, para que possa conti
nuar na senda das meus antecessores, to dignos
quauto dedicados, que oceuparam esta cadeira com
honra para si e brilho para a Assoeiacao ; e que,
quando della tem d-scdo, deixam aps si um ras-
tro de luz que encamnha como fanal e manifesta
opulencia do seu trabalbar no interesse da c-m-
juuhao.
Esp-ro ainda o vosso concurso, para que a nova
mesa, avigorada por e,ssa collab racSo, possa guar-
dar a tradicao do trabalho fecundante no terreno
social, e com esse contingente valioso chegar 4
comprehensSo e praticados seus deveres pela es
teira d'aquflla luz que dirige, e Ih-^ ser na longa
joraa ia do governo social a estrella pjlar de sua
orientacao.
Na forma dos nossos estatotrs, poie, acha-se em
Sossada a nova mesa ; e sob esta relacao e no que
propiamente regulamentar est sat teito este
fi-n da presente seosao. Mas a sua convocacao
nio teve este fim exclusivo ; a elle asaoeou se o
de cuninemorar o anniversario da funda ;o desta
Ass>'Ciavio, cuja solemnidaCe rematar pela inau-
guracio e collocacJlo na sala de honra de retraes
de s ;i-ios, dos quaes assim aflirma esta Associaco
a ben. merencia que nelles reconhece.
E, pois, si este duplo acto urna funeco de re-
gosijo, nao prop iv.mente urna feeta, qne se cele-
bra, opulenta de sa'as que mcantam os olbos, e
resc uden'e de etHuvios que deleitam os sentidos.
E' simplesmente urna b' mmagem que fe presta
um tacto grandioso ; um preito que se rende
ideas n ibres. cuja expressao toca ao espirito.
Manifestar quo e viva, a mesmu vida em ac-
Cuaiprir deveres a comprehensao dos meemos
deveres.
Tat-s si) 03 sentimentos que ora nos congre-
gara : c.nsciencia da vida pela observancia dos
preceitoa ;?< ciaes.
E e.-te phenomeno que tem por causa effieicnte
m forca da eapontaneiaade, honroso deveroioi-o
O proprio ecforco : honroso ligarmol-o exclusi-
vaueute energa da classe n'ura da genesiaco,
que roinpeu das trevas da inercia, que levautou-
se do m liffereutismo que constitua asommt da
Condicao ie sua exist. ocia, tornando a por isso
autos ii accilo neg-itiva que. positiva no desenvol-
vimeiito pratico ila mesrna existencia.
E- la mundo nertence energa, dissr-o Tocqne-
ville c n sus-Obras e e"rresp"ndencas n edr-as.
A gran le do'-ii'a d'alma ofria, e para cumtia-
teriiios e->n'mal terrivi I, devemos riitrt-ter o mo-
vnn-iito vivo do 110S8U espirito r.o e p r ineio di-
traliaH seoio taosbeas pelo ou'aeto dos nossos
fem hantes e dos negocios desle mundo. Na vi -
di ife cada dia, aetrrsceiifa Samuel hmilles. an1
Jtsd r e bella ver mn hom m oppr a paciencia
dr, truii>phar unieMim-ute pela firca do s-u ca-
rcter; e, qun o Ihe sangram os ps, e Ihe fra
que mi as peni .8, continuar a Camiuhar, ain,
do pela sua c-nata ocia.
Este beilos conceit 8 de espiritos esclarecidos
diviuiaain o vigor Bubj ctivj Jo hum^ui ; synihe-
tisain a forca que t >d t roos ero DOS uieuiog, e
que uu subsste imuianente d'ah a innec >,
OU aiiua e d'ahi a energa. Folgo em manitea-
tal o, que t-sa energa n'um momento d .do tive-
topl-a nos ; que obedecemos Ihe ao impulso ; e
que os rioesoa esforQ f ram eoroados de ex
E'certo, Sis. iousoc s, "que op-rou-se assun
um -. trauot ,ruiai; 1 na vida do funccioualismo
provincial de Pernan.buco
De eer relega 'o qua era, de ser deseonheedo
de si 1 m si, v-.-e "g ra, pela cohesao de vis'as
e unifie5ao de interesis, libertado desse estado
de frauueza relativa forma j reconhece que nao foca isolada; j
seni- que si nao pode ci no h> m in. na phrt.se de
John Limme, augmentar am ceitil im sua esta-
tura, sueceptivel todava de multiplicar seus
meios dr acc^o e de expressao ; j experimenta
finam nte em seu seo as palpitacoes da aspira-
So de melhorar.
Ora, essa aspiracSo A a iaiciacao do progredir;
tas a evoluco do progresso nao se proiut ins-
tantnea. Tanto tem ella de mltipla quanto de
lenta, e em suas phasee Ihe o tempo foicado au-
xiliar, urna vez que o pregreeso seno realisa de
m jacto, nao independe de tra sicao ou de urna
Certa gradaclo, nao a Minerva aura golpe sahin-
do completa da cabt-cade Jpiter.
E do tempo de mios dadas com a boa vontade i
de todos que, como factores d'essa equace, tea I
tudo a esperar o funcciooalismo provincial si esta
Associaco compenetrada de sua missio, como en-
carnavao do mesmo funeconalsmo, insistir no
dcsi-nvolvimento das coudicSes impulsivas de que
dispoem as agremiacoes.
Continu se a trabalhar e f sea-so por obras
condignas ere quo se exist" cffectivamente.
DUatc-M o coraeo o a iotelligencia no seio da
sociedade, e todos os ramos convirjam para um
ponto e formem urna e copa'da arvore represen-
tada neste gremio.
Estreiiem-ee mais.os lacos de uniio cora o de
um carinho paternal, e assim realise-se o lema de
um por todo e todos por um, formand> neasa tro-
ca de b ns otficiso a eadeia inquebrautavel o
proMcciio matua.
Seja este o domo hymno de trubalho e unilo, e
s suas harrroaias continuemos no labor que en-
"cetamoB com f no porvir.
OontioaemoBv.qae nem o terresto safare, nem
a sement ileaio 1 ae germinar ; e quem epreciar
j o seu movimento e os elementoi Je vida que
em tio curto prazo havemos aproveitado nao se
recusar a homenagem de admiraca;, que a todas
as almas sinceras inspira o trabalho que frustifi-
ca, o esforro que produz.
Srs. consocios e vos outras senhores que nos
honraes com a voassr aosistesK-ia, do nai tensa
prendido a vossa attencio, senao abusado da au-
dico complacente oue me tendee dispensado.
Essa deten ncia agradeco vol a, e com esta inani-
festacao termino estas palavras, para dar lugar
ao orgo da Assoeiacao, ni carcter que Ihe at-
tribuea os estatutos, a expressar-ves oj senti
incntos della neste momento multip-cadamente
o'"inne em seus fastosAntonio Witruvio Pinto
Bit !eira e Aceta!i de Vatconcellos.
Paz -ra h je justamente quatro anuos qu> o
fuucci'ualisra > publico ileafa provincia desparto-.!
ti leiliargi.i, a quo a e-Jucacao ofiloul o havia
- .bmert i 1 : deu um pisas gigante na senda do
progresso ; coustituio-se em siciedade. F01 pre-
ciso, era iiecessario mesmo que um acto violento
do pider central o viesse arrancar desea ine-cia
euerv 1 Jorra do hamem e coui>equeiiteineute do ci-
Julio.
E' que o funcc'iooaliam-J publico, como parte
c inpoueute do organismo sicial, nao poda sub
trabir-sc is Icis aocialogicas que regem caso or-
gausmo.
Os povos, asaim como os iniividuos, pa>saui pir
todas as phases d)8 seres cr ai -seo fue ion
liara 1 publico nao poJia constituir urna excepcio
a essa le uuivsasal.
O homem, conforme a theoria correte, desde
qu perdeu o aspecto fero da naturez-i ambiant"
que o aesiini'ava, desde qce seprou-sJ dos ani
maes interiores com os quaes fazia por igual urna
guerra de 1 ilsiiisin. movido por um iustinct-
Je conservaba desde que accordai"am em seu ce-
rebro 03 sentiui-ntos 6yuspathi:o3, as ncliuicoea
sflWlif elle teve de constituir so em familia e
1 a familia pa8Sou a soc'edaie: un pr.igreasao
Je goc abl lad", cujo termo final ser n'um fu-
tan iimpceciavel a buooanidalea patria de to-
dos os b imens.
E' miiiha crenca que n'esse grandioso resultado
do caminhar da eivilisa^io atravez dos sculos e
1I1 rspac ', quando as naijoea forera elevadas ao
raesino grao de desenvolvmento inteectual e
moral apparecer a federacio universal.
E o fuccionalemo publico nao poda ficar esta-
cionario aute a evolucio social ; elle tinha de
obedecer s l'is sociolgicas ; taltaram-lhe, po-
rin, as CHiSMlstBos para vencer as resis'.enci as do
uieio, eessas appareeeain com o hornera hoder-
11 -, em cujo crneo se rniuhara as ideas novas da
philo.-opina regeneradora.
Era preciso que os afoutos mineiros do pro
resso, viessem accelerar com a retolucao m ter-
na, escudada as leis, o prmeiro passo para nos-
sas emancipaces.
O funccimalismo publico estava de certo aba-
tido ; elle nao tinha a considerado morecHa, nem
dos poderes constituidos, nem da siciedai; em
particular. Era pn ciso agir contra esse estad)
de colisas, era neeessario oppr urna barera
c mtra a invaeao que attingia at M nosios direi-
tos pessoaca.
E' verdadn que anda nio podemos ter um
fluxo sem refluxo e para isso preciso que so ele-
ve o 11 ss i nivel mental e que as incliuacoes
egosticas dimiuua-n de intensidade.
A disadenca. filhi iesaa p I tica bastarda,
que tudo avasaala, desse elemento atrophiante
das sociedades modernas, nao tem deixado de pe-
netrar no nosso seio soeial, retardando assim a
conquista da emancpacao o iunccioualismo.
Nada ie dissidencia A dissidenci; a fra-
qu-'za e a fraqueza a morte de qualquer corpo
E ipint s pensimistas. espiritas irieflectidos, ho-
mens que euppoem que no curto espaco de qu otro
annos podem-se derrocar instituices, que se
acham, por assim dizrr, infiltradas nos coetumes
nacionaes, tem entendido que esta Ilustre Asso-
eiacao nada ha feto, esquecendo assim que
3-U3 esforcos foi promulgada urna lei pela ciu-il a
familia do funecionario, quando o v baxar
campa, ainda fica por um auno ao abrigo da mi-
seria, da nudez e da tome !
E essa forma de julgardo criterio desta socic-
dade, de certo ser a verdadeira si continuar a
amar o espirito social o interesse particular.
O nosso objectivo trabalhar pelo bem com
nanos ; os negocios pessoaea da classe s en-
trara em nosso pro^ratnma em condcoes excep-
cionaes.
Dsvemus, portanto, unirmo nos. banir de nos
todas as ideas que possam intorpecer a marcha
que encelamos para a tena da promiseo do
tunec inalismo, isto para a vita iciedade, para
o monte-pio, para a autonoma do empregado pu
blico.
E, si, pelas causas que expus, a nossa gocieda-
de nao tem ainda altiugido a todos os fina a que
se prop: em sua lei orgnica, forzoso confe-
sar sns o altruismo, esse sentimento que nobilita
a humanidade, essa forca de attraco que man-
tm o ser social, tem-se manifestado n'uma ex-
teusao tal, que a sua pratica tmeute, quando
mais nada <>btiv- ssemo em fav. r da classe, qu
teuho a grande honra de representar, bastara
para fazer transbordar de jubilo e corceo de ho-
mens qne tanto devem sentir en favor de s--us
irmaos, porque bem de perto Ihes accena a fi uru
hedionda e esfarrapada da miteriaa heranca
da buma'iidade.
E' pena que nao tenhamos podido, ou antes
querido, e isto pela fraqueza de uns e indifferenca
de iut s, av lumar o nosso auxilio social.
Senhores, si nos pensassem s um moment) se
qui r sobre a situacao afflic'va em que tica a fa-
milia do h mem pubre, da viuva que derrama la-
grimas sinceras pela morte l'aquelle que f i seu
i- inpanhciro dessa j rnada que se chama vida.;
d'aiuell- que Ihe defenda os diretos, a honra; na
posica~ dessa infeliz que lamenta urna perda irre
p.ravi-l junto ais filbus qu. j eboram torturados
pila fon-e, nos, senhores, seriamos mais p'udentes,
mais activos, curaramos de um modo positivo do
futuro de uoseas ta.-nilias.
E de n tar que quando pom-s em inovimento a
nossa actividad-? em tav r da funlacao de um in -n-
t---pio, Irvantam-se sempre Vozes contra eesa ins-
Iltaico ; allegando uns na 1 podrrem diepr de
urna fiaeco de seus vencimentos, e outros nao te-
rem i-onfianca as mos dep-.sitantes !
E* que nao iinagioum que o homem que lega
familia urna penso pecuniaria, dirig.- do tmulo
oa destinos desua familia; o marido vi-lando
anda pea honra da nulh-r, o pai continuando na
educac.au dos tilhos, o morto alimeuteudo os vi-
vos.
Qu torturas nao devem presidir a morte do ho-
mem pobre mas inttllig- n'e, do h um-in que deixa
a mulher a quem ama, os filhs a quera adora, sem
recurs>8 m um paiz onde nao ha trabalho oiga
usado ? !
A mulher brasileirH, preciso que o digamos sem
rebuco, infeliz. Arruetando ha long s annos
urna cduuaco de prejuizos, unorando iut. mente
o que se pasea neste inundo externo, sem sufiiciente
suitivo de intelligencia, sem pratica da vida, sem
hbitos do trabalho n mun ratiro, aferrada por
d -uiaia beatice, ella e pode viver escudada pelo
braco ili homem.
E j que nao podemos remediar esse mal, que
nao s- r extirpar! ua g-rac > presente, cuidemos
a-i menea em proporcionar meios de minorar as af-
ficeocs de nnssaa mulheree,i esas victimas do atraso
mental de nossos ant- paseados.
E' verdade que a direccao que acaba de ser
substituida, empregou os meios de que poda dis-
pr para conseguir nlgum beneficio para a classe ;
mas apesar de ter tio sua frente um moco que
dispe de elementos, e que usou dos recursos de
occasio em bem desta sociedade nada obteve por
que cnube Ihe lutar em circumst.ncias anormaes,
pois todos es poderes se levantaram contra nos
de urna maneira sorprehendmte, illudindo mesmo
a nossa eapectatva.
Mas, meus senhores, eu creio que a tempestsde
serenou e achande-se a nossa nao, corso se acba,
as maos de um bom timoneiro, de usa marinaefro
experimentado e prudente, devemos eaperar qv.e
era brevo possamoa ancorar no porto que deman-
dames.
Poreui, nao devemos abandouar aqu-'lle a quem
unanim .-mente elegernos para 110390 presidente,
pirque assim todos oa seus esforzaos sero balda-
dos.
Trabalhr-mos e a nosaa Assoeiacao saber pre-
miar o servicos que bouvermos teito em seu be-
neficio.
E a prov.. do que ucabs de dizer, est nos dous
retratos que foram boj 1 collocados em nossa sede,
aquelle (o do Sr Dr. Witruvio Pinto Bandeira)
o reconhecimento do trabalhi em prol da nossa
causa ; elo r-presenta anda a personificacao d
h nradeSj a concretiaaeao do cavalhuriamo ; este
(o do Sr. Pelipp* Menna) um premio merecidis-
simo, cossMdido a um moco, que esquece es sena
uter-Bsoe pessoaes para se consagrar ao servico
dasta corporacio, a uus inc insavel batalhador, a
usa s ilaado sempre prompto na defesa dos dire -
tos desta casa.
E, tratando desses dous socks benemritos en
eomin-tteria urna falta imperdoavel se deixasse no
olvide um neme que nos caro por muitos ttulos :
eu me retiro ao nossi uuico consocio honorario, o
Exm. Sr. Dr-Gaspar lo Druranioni. E' a esse
Ilustre moco que devemos a dieposicSo legal de
que uos fallei ; sera a sua deteza nos nao teria-
m-s os nos3os esfor^is eoroados na Assemb a
Provincial ; um nom que devemos ter sempre
em alta consideracao. Elle tem dircito a um altar
em nossos coraco 's.
Exmas. Sras.
A vossa pr -senca nesta solemnidade, a'm da
honra com que nos penboraes, sindo a mauifes-
tic-as feliz de que os negocios do mundo social nSo
vos e 1 indiff -rentes ; mais um indicio de que
vos nos queris auxilia-as luctas que travamos
fura do remans > do lar, que a vossa temara cu-
che do luz e de aromas.
Precisa vamos de vos. A vossa presenca eem-
pre necessaria ; ella tras coragera e afoutez.t a
quem lucta em orol de urna causa. Os vossos sor-
risos, as exp inaoes da vossa boudade, sao a mais
grata recompensa aos quo trabalbam.
Meus senh ires.
Em n>me da Sociedade que re-resento, e cujo
anniversario se solemnisa, vos agradeco a honra
que nos deate*, asW ufando o nosso convite para
abrilhantardea e3ta modesta festa.
Descuipai o tempo que vos roubei ; s-le indul-
gentes para quem pe'a primeira vez tem a honra
de se iirigir a um auditorio, mxime da Ilustra-
cao de-te.
A' Sociedade dos Funccionarios Pblicos Pro-
vinciaes pego condescendencia por nao haver po-
dido elevar me altura de sua mentalidade.
Lindolpho Campello.
KtviST DIARIA
Serglpe e al 11 son*'to vapor nacional
Priucipe do Grao-Par, recebemos homem folhaa
de Aracaj a'caiicando at 26- do mez passado e
de Mucei at 6 Jo correte.
Eiso que de raais importante colhemos dellas :
SergipePor acto de 9, ra vafa de proposta
I., ca.rita 1 ilo port), foi nomead > o pratico J0S0
lo-aquim do Oliveira para exer.-er o lugar d-- pri-
tneiro pratico ncarregido da praticagem do Rio.
R-al, qu- vagou era eonsequencia de ter fallecido
oci ladiloque ooecnpiva Anstides Oorreia Mendes.
A 12, c imec'iu a ser publicado nesta capital
um jornal litterario, cilic 1 e i.oticioso, cora o ti
tulo le A Ortiga
Alagos Fra notnaa lo promotor pub'ico da co-
marca do Pilir o Dr. PeJro Valerianj Cavalcante
Buarque.
O presidente da pnviniia seguir no dia 29
1) m -z ultimo, h buril do vapir cisteiro S. Fran
cisco, e-n viagem psra f'aul i-Affmso, a encontrar-
se com o presidente de Scrgipe, e ambos coinbina-
r-ra o mei > de fazer ceasaretn os contrabandos que
feess sppaceeido ultimimente por aquellas pa-
ragens.
L -mo3 na Or6e de 29 d) Setembr > :
I) 1 t legra mina pub'icido no Diario de Peri
nambuo, sabemos qu>- foi removido lenta para a
provincia do Rio Grande da Norte o illuatre cap!
ao Capitulino Cesar Liureiro, commandante da
companhia de huht dejta provincia.
m Ticlmas de intrigas indignas de civalheiros
preferio o llustre capito L >ureiro dexar esta tr-
ra onde a n broza le seu caiacter c asiuceridade
de suas crenc is lhc havam creado mais que af-
feicoados, admiradores.
Sentaos profundamente a retirada do Ilustre
capito L iureiro, mas a p ipulaco alagoana que
sempre fesejou os mritos do brioso militar ha de
g-iardar inolvidavel memoria do quanto soube tar-
liarse credor de noesas sympathias e respeito .
Em relavan ao eelvagem assassinato prati-
cado no dia 26 de Setembro ultimo, s 9 hiras do
dia, por J laquu" Jo= de San'.'Aun 1 no infeliz me-
nor de 18 aunos, Joao Gomes no engenho S. Pe
dro do municipio do Muricy, d-noa um nosso
amigo, all residente, as seguintes informacoes :
Joaquim Jos de Sant'Anni morador no en-
genho Ju-s ira, estava trabalhando no engenho do
uiajor Fortunato, quando all ttve noticia de que
urna sua liiha tinha abandonado a casa, e procu-
rado a ville de Muricy.
No sabbadodirigio-se Joaqun Jos ao Mu-
ricy, e depois de diversas pesquisas soub onde es-
lava a filha, que no da seguiute logo cedo condu-
zio para, sua casa, onde chegou s 8 horas da ma-
nila, pouco mais ou menos.
Diz-se por aqu que em caminho, interrogara
elle a filha, oSrigando a a declarar quem fura o
s-ui seductor, a que ella designara o infeliz Joo
Gomes, que, entretanto, atnrmam algumas pessoas,
era inuoceute no faCto.
O qu-, porm, certo, que Sant'Ann de-
pois de dexar a 3lha em casa, fra em procura de
J o Gomes, e encontrando este ao entrar em casa
de seus pais e desprevinido, dera Ihe urna ta-
cada
Joao Gomes eentindo-se erido e tem poder
defenier-se, procura fugr, sendo perseguido pelo
asaassiuo, a quem pedia que o no matasse, o sem
que as pessoas, que presenciaran) o crime, podes-
Sem detel-o.
O infeliz procura.: sua mai que estava no
rio, para acudil o, e ao passo que corra, era cor-
tado a 'ac 1 pelo feroz assassioo, e extenuado ca-
bio n s braco da desolada mai que ne o poude
valer, sendo tambera effenlida pelo assassino, que
abandonou a victima, quando a vio inanimada, e
reduzida a urna massa informe.
a O assassino depois de saciada a sua ferac-i-
lude, diri^io-ae ao engenho do major Fortunato*e
referindo-lhe o fado, ihe entregara o faco e a
taca.
C rstanos que o delegado de policia all a an-
dar cinco pracas para prender o assassino, e lhes
foi r sp inl'lo :que elle alli nao eitava!...
Atnrmam todcs que o nosaoaiuo nao ae au-
Sentoo
Peca providencias ao governo para. que esta
lera nao c< vez que nu a querer prender.
O infeliz aeeassina lo tem pae, que nao estava
11'essa occasio aqu.
Fallecern) na capital : no dia 26 de Setem-
bro a respeitavel directora do Collegio Jo Sanlis-
sirao Cora cao de Mana, Exma. Sra. D. Antonia
Mara do Espirito Sano Porto; a 'l Antonio de
Mello Albuquerqu-' Accioly, c em Atalaia o capi-
t;to M ni el Cl mente da Vasconcellos.
Foi n s gutute o rendirnentn da Alfandega
de Macei .m tetfmbr93:OGf>192.
Renda desie mez pertencente ao espaso addi-
c onal de 8086 687/itJ6.
Eopaasra renlo- Hutem. por volta das 8
h 1...- da n:-.nli, estando o Sr. Fortunato l'mii i-
rn, propiieiario do Rebate, a conveisar com o Sr.
Mi.:u- 1 Xavier da Fonseca, na otncioa de encar-
denador ueste, contigua typograptuia daquella
to lia, foi pmcarado por um individuo, ainda moco,
moreno, cheio do d>rpo e decentemente trajado, o
qua', na tarde do da anteced nto, ti i-ara oe ir to-
mar urna assiguaiura do Rebate pira CanoOtinbo,
onde dissera residir, feudo o cuidado de certificar-
ee de que a folha continuara a ser publicada bre-
vemente.
O dr. Fortunato Pinheiro tratou immediata-
mente de ir attender so freguez, e, sahindo, en-
trn no corredor do predio n. 18, em cujo pavi-
m> nto terreo existe a sua oficina, (que anda se
conserva fechada depois do assalto, que ha poneos
dias nella se deu) atina de lvalo para o 2* an-
dar, onde reside, recejaer ah o dinheiro da assi-
guatura e pasear o competente recibo.
Mas antes de galgar o 1 degro da escada,
rece be u na cabeca ama tremenda cacetada, de
outro individno que alli se achava, tambem decen
teniente trajado, cacetada a que se seguiram ou
tras, dadas por ambos.
Aggredido por esta forma, apenas pode o Sr.
Fortunato Piobeiro, defender se, aparando com o
braco direito as escotadas e, alm de muitas es-
' oriacoes, fie m com a cabeca quebra la e com o
hrac 1 bastante contundido.
Os criminosos, conc'uida a sua tarefa, muito cal-
mamente segu'rara pela ra abaixo e d'ahi to-
mando pela ra treita do Rosario, desappare-
ceran..
Qumdo a policia chegou, nada mais tialu o
que fazer
O paciente nao se quiz prestar nem a ser visto-
ra do, nem a s -r interrogado.
Asjaoctactto dosj Pncelonario P-
blicos) Proviiiclaea Esta corporuoo so
lemoisou aute-houtem com urna esplendida festa o
4o anniversario de sua instituico.
Esteve presente um oum-reso concurso de pes-
soas entre as quaes se contavam multas senhorae
e comraissoea de diversas sociedades.
Aoerta a sesso pelo Sr. Dr. Antonio Pernam-
buc, les) este o seu relatorio, e convnlou o Sr. Dr.
Antonio Witruvio Pinto Bandeira Accioly de Vas-
concellos para assumir presidencia.
Este, pronunciando em seguida um importante
discurso, declarou irapossado o novo conseibo cleito,
e deu a palavra aos oradores que se aehavain in-
scriptos, e foram elles :
Dr. Lind ilpho Campello, orador da sociedade ;
Rutilio do Olivoira, orador do 2o anuo da Escola
N iruial; Cynllo Santiago, orador do Gremio das
Prof-ssores Primarios; Exma. Srs. D. Auna Isa
bel de Oveira, oradora do Club Pinto Jnior ;
Dr. Galdino L ireto, orador da Sociedade Propa-
gadora de Iu8truc;o Publica; Arthunio Vieirs,
orador do Club Ayres Gama; orador da redacei
do Incentivo; Benedicto Almeida, orador da Nova
Thalia ; Lau Jolino Cmara, orador do Instituto
dos Protessores de Peruanabuco; Mano-I Jos de
Saut'Anna Araujo. orador do Instituto Litterario
O.iii tense; Dr. Julio Pires Forreira Sobrinho,
orador do Comit Litterario; orador da redaeco
do Estado, Francisco Augusto Ferreira da C ista,
orador da Imperial Sociedade dos Artistas Mecha-
ncos e Liberaes ; orador do Club Litterario Die -
gues Jnior; Joao Jos Rodrigues, Dr. Jos H>-
raeo da Costa e Dr. Antonio Jos de Almeida
Peruanabuco, que usando anda da palavra dlseer-
tou sobre os fina da sociedade e benefi -ios que tem
ella prestado classe dos funeciou irios.
A's 9 1/2 horas da noita foi encerrada a eeseo,
deixando a festa ugraoillss' > inapress.-li no es-
pirito de todos os concuireotes. A aala em qu-
foi celebrada, achava-ae caprichosa e elegantc-
m nte decorada.
Fez -ss ouvir durante a testa a banda de msica
da policia.
Era solcmuisacSo ao anniversario distribuio-se
na testa um num-ro especial d 1 .SV,\- de Outubro,
primorosamente impresso, e noqual se acham publi-
cados um grande numero do artigos de diversos as-
sodados, muitos doa quaes esoriptos em estylo ele-
gante.
Foram inaugurados no sali de honra da s >cie-
ciedadi os retractos d s sjoctoa beo-meriroa Dr.
Antonio Witruvio Pinto Bandeira Accioly de
Vasc nc los e Felppe Eind o Menna "da C'sta.
Em outro lugar publicara s oa tres prim-irns
diacuraos, que forain pronunciados na rcteiida ses-
so magna, isto ,-pe:o ex-presidente da Assoeia-
cao c pelos actuaee presidente e orador.
ftet* li'Oulubro Fomos obsequiados cora
um numero esp-cial desse periodic 1, publicado e
distribuido aute-hontem, por occasio da soleuini
dade em commi-mori so-iaco do Funcei uiariu Public s Provnciaos,
Oa qual orgao.
Primorosa nente impreso e elegaritemente es
crpto, o Scit de Outubro v- stio s-' de gala, e nani-
ta merecidamente deu brilho f.sta da qual fes
parte.
Agradecemos a otferta.
rliml at nota velNE' h-j-, s 8 h iras da
noite, qne no theatro de Sant. Isabel estreara o.
notivei. artistas Virginia Siuay, Alatli:! I Siosy
e Johannes \V dtF, dos quaes to lis ingriram"nte
se occupirai) as f.lhas do su!, em longos artigas
que temos transcripto.
As lilas artistas -inay sao brasileiras, nasei
das 111 Para, o Sr. Wo fi boiland-z.
Na sescSo competente publicamos o program-
ma. que summamente attrahente.
ENtnolaPara ser entregue ao roslo Igui-
co receo m is hont-ra, enviada por M. J. a esrao-
la de ."1 iu i'i.
Tcntalivc de nuicidio O cidadao Fran-
cisco de Asaia Correia, ..parlo, de 17 annos da
dade. e morador ra de Limas Valentinas, ape-
xir de nao ter offieio nem benefiei-', asseotou pra-
i; bom cedo no batalho do deus Cupido.
Nao padendo, porm, por falta de meios, conti-
nuar a sustentar com dignilaJe urna costella que
*rtquirira de um companhero, totmu-se de des-
alent c resol ven hontem, s 7 horas da n te, dar
cab 1 do canastro.
Assim, por barato prejo (seis viat-ns) obteve
um pouco de acido oxlico, que deposti u n'uma
garrafa com agua, e depois de bem vasco!, jado o
liquido, temou urna boa dso delle e foi dar um
passi io para refrescar ae ideas.
Encontrado no pateo de J. Pedro, eotaj a dita
garrafa na mo, e apres -ntando syrapt-mas de en-
ven 11 amento, foi ccnduzido para a estacao da
guarda civica da fregnezia de Santo Antonio, sen-
do dalli, pelo respecuo subdelegad-, euviauo pu a
o hospital Pedro II.
O seu estado grave.
Tres facndaHintem, ao escurecer, na
ra d 1 Bartnolom -u, 1. districto da freguezia de
S. J's, na taverna n. 67, travon-ai de razei o
caixeiro da inesraa, Joaquim Jos de Souza Cor-
ris, com Manoel Leonardo de Lima, que estava a
maltratar com pancadas a outro caixeiro de me-
nor idade.
Deu isto era resultado sabir Manoel Leonardo
ferido levemente com tres tacadas.
Souza Correia foi presa em flagrante delicto,
mas bavendo prestado tiauca o pu.erara em liber-
dade.
NStnwMinato. No distnefo plicial de Ja-
tob do termo de Tacaiat, foi assassinada com
um tiro de garrucha e 11 tacadas, no diu 6 do cor-
rete, o cidadao Esteva- Jos de Genova, que se
achava em exerccio da subdelegada d'aquelle dis-
tricto, na qualdade de 3o supplente.
O enm meo um individuo de nome Januario
Pereira Vianna, morador na freguezia de Santo
Antonio da Gloria, da provincia da Buhta, para
onde se retirou depois de perpetrado o crime.
Determinaran) o lamentavel tacto, intrigas o ri-
xas particulares.
O delegado respectivo tomou conhecirtento do
occorrido e procede nos termos da lei.
Quo horror J -- Communicaram-aos o se-
guiute hontem i
Par c- que nao produzio o ofvito des-jldo a
noticia que V. deu hontem na sua conceituada Re
vista, pois que, h je s raesmas horas o nos mes-
moa orancheB eateve a mesma companhia acro-
btica, que o ntinuoii a exhibir os aeua trabalhos
nos meamos trajos. Una familia que passava na
occaaiao do espectculo teve a prod -ncia de ntro-
IceJer para nao presenciar taes escanlalos.
fia n Exm. c-pito do porto desj sae tomar
em consideraca i o nsss 1 juetu pedido, nao trria
mandado uppn'hender aqueiles pranchea e mu
tado aos seus denos, prestando assim um irap r
servido a morahdade publica e cumpriudo o
rakulamenM da repartico a seu cargo? Se o
Dr. cliefe de policia recoinmendisae ao respectivo
subdel'gido a apprehenso d'aquelles vadios, re-
mettendo-08 para serem educados na companhia
de apr-nilizes miriiibeMS, nao teria prestado un
ptimo servico, evitando algum accidi-n'e lamen-
tavel para os acr.batas da barc?- Joao Alfredo,
S habilitando para uma vida regular p. la aprenli
zagein de una 1 ttici a m- io cinto de vagabundos
e tribtenlos?
' Nada disso se fez nem se far, porque esta
a trra das palmeiras, onde canta o sabia.
Meloda para plano e -amO esta-
belecm- nto de msicas do Sr. A. J. de Azevedo,
ra d> Baro da Victoria n. 13, acaba de publi-
car uma linda meloda para piano e canto, deno-
minada Giulia.
A msica de Luigi Densa e a lettra de E.
lian legger
Agraueeemos o roiino que nos fes o Sr. Azeve-
o deaum exemplar.
Ri-rlauo JunioOs moradores da roa do
Caldeireiro, pedrua nos para chamar a att-nc-
de quem competir, para uma sucia de va los, que
moram em um sobrado ra 24 de Maio, amiga-
mente ra dos seos.
Levana durante o dia a botar binculos, o espe
lbos aosol, prohibindo assim as familias de che
garem ao quintal de suas asas.
Club Itinerario Jos de Alenesr
Funccinnou esta corporacio sub a presidencia do
Sr. Jos Hi meteno Cruz, sendo lida e sem debate
appnvada a acta da sesso anteced nte.
Foram propostos e proclamados socios effectivos
os Srs. Henrique Marques da Silva, Manoel Joa-
quim Ribeiro e Manoel Alves de Albuqnerque.
O Sr. Gomes Prente Filho dissertou sobre a
seguintc tbese :
Q-iaes as priocipaes causas de todos os cri-
mes ?
Foi inmeada uma commisso de redaccao, sendo
relator o Sr. Alfredo Lima.
O Sr. Alfredo Lima prop:z a these : Se os
elementos da gn-rra sao bons ou mo3 ? sendo
sorteado o Sr. Witruvio.
O Sr. Hsuriqu-; Marques propoz para jury his-
trico o persouagera Nones Machado, sendo advo-
gado o Sr. II-iiriqii> Marines e promotor o Sr.
Alfredo Lima.
O Sr. Witruvio prop;z o tai sorteado o Sr. Al-
fredo Lima para a ibes.-: Ojuiz ser volun-
tario ?
Foi designad* a saaJo viaoura para domingo
s 11 b iras da man ha.
CaptaraSegundo reza a parte policial di-
versos criminosos xcabam de ser capturados nesta
provincia, alguna delles asaassinos. Eia os nomes
de torios elles : Manoel liodrigues de Luna, Jos
Victorino dos Santos, Salustiano Gomes da Silva,
conhecido por Sal, Flix Joe de Carvalho, Ma-
noel Joo, Aatonio Cabo Preto e Jos Vicente de
Lima.
O PatiiNCo Distribuio-se hontem on. 5 des-
te peridico Ilustrado e humorstico.
Club Iliterario asierra Juntiaelra
Sob este titulo fui fundado um club de estu-
dantes, tacando assim org misada a directora pro
visoria :
PreoidenteAssis de Mello.
Vice presidenteCavalcante Pina.
1* secretarioPedro Mauta.
2 ditoFrancisca Andrade.
O adorM inte Falo Bello.
Vice oradorPort 1 Netto.
Thesourei'oJoao Quintal.
Coramissao de eyodicanciaJ. Q.
RelatorC. e S. P.
0 Sr. presiiento designou o dia 10 do corrente,
s 11 horas para a 2' s--s >.
Diccionario universal de edneaco
e enslno D-sta excellente publicayo, qu- se
e-t faz -ii lo na cidade do Port-. j chegou para
a Livrara Francesa lo Sr. J. W. de Medei.os,
ra 1 de Marco n. 9, a Caderueta n. 35.
Eatu obra til mocidade de amb s os sexos,
As mais de familia, aos profasaores, aoa directores
de collegios o uos alumnos que pn parum-ae pira
exnnta.
UuiheiroO vapor nacional Principedo Grao
Para tr^ux" dos portas do sul para :
Esuaty & Rodrigues 350o O 1
Seilaa Irma .3 330000
Ai 1 ron limaos & O 2 03 K)
Antonio Teixera Pontea IcOOID
Herdeiroa B w nao lSMatlOO
a.ln! le Pei'crrlro Eata sociedade
reune-ae lijaein aaseinbli geral no lugar do C03-
tunae.
E>nrniN<> P'riliiloDa tradnccaodeVcpri
moioso ooemide Miltoo acabamos de receber u
fasc-ulo u. 6.
Au'radecemas a afferta qur- nos fez o traductor
de um exemplar.
0 faiz Ja c irfe d 20 do mez ultimo diz sobre
o traduct r o seguate :
Te nos s-bre a mes-, viuda d-- Peni miau .
es dous prirnei os facienl s de um 1 traduccili lit.
t-r-.l portuguesa do immortal poema de Miltaa
i'aradise Lost. Esconde se mode tan n- o tra-
hi t ir, qua apenas preten le haver o pao de mol 1
'i-cent- preat ir U n p-queno auxilio) a s mo(jo8,
qi-, estuJ am! 1 inglez, team de int -rpr tar 1 -m 1
A tradu-ciXi ajolirar p reates primeiros taa-
ei o tarace noa b., o danto-1 por ella os para
beus a s-11 au;.->r.
A ref ri.la t.r .-'d; i;1.i acha se venda neta ci-
dide as lvrari a Francesa, Parisiense, Flumi-
nense, e na do Sr. Cari so Ayrcs, raa do M r-
osles de Oinida.
Bom Conelhi)-Ln) 3> do mczfiuiaes
cr-veni-iios o noes i correspondente :
Vamos boje citar o fi i de noasafl raissivas,
it-rc-ptadj ba lonijos dina, por motivas iudopen-
dentcs da noss vontade.
i A leitura lo Diario de 13 do passado encheu-
noa de inti no orgulho e satisfaco, ao noticiar-D -
o xplendl' triumpho oDtilo pelo Exm. Sr. Dr.
Fclippe de Pigu- iri Paria uaa urnas do 3o dis
tncto, na eleivilo precedida alli no dia 12, par*
pi-henchim-nto da vagi que na cmara tempo
raria dcixou a prematura BBOlte da sempre chora lo
r. Correia de Araujo.
o Honra, pois, ao brisa e independente elei-
torffdo do 30 J stroto, que mais urna vez s mb
premiar o verdadero mrito, coll icando na ca-
deira oceupada por to conspicuo cid ido o Exm
Sr. Dr. Felppe de Figu-'ia, espirito nimiamente
cultivad-,' e cujo patriotismo, dcdicic/lo e cafircos
causa publica eato sobejamente demonstrados,
j nos annaes da nossa Asacmb'a Provincial, e j
as brilhantes paginas do sexagenario Diario de
Pernambuco, o pcimeiro e mais acreditado esta
beiceiraeuti typographica ao norte do imperio, e
do qual S Exc. proprietario e principal redactor.
Por este motivo, a t ida essa llustre redac-
cai, em particular, e imprensa, em geral, envii-
mos as nossas sinceras congratulares.
Anda traiisinittio-U'S o Diario a noticia do
repentino passaraeuto do celebre Bilontra.
Fazemos votos para que Deus se compadeca
de sua alma (si que elle a tinha).
Coitado! Morreu quando mais precUava vi-
ver, para honra e gloria de seus i Ilustres progeni
tires, e amparo da numerosa prole que ahi fica na
urphandade...
- A nossa internaraavel matriz, acude, chatariz
e a ponte sobre o Papacacinho cumorem o dever
de proximiliide lamentando... nao ter elle morrid
mais t mpo.
No dia 15 do mez pausado terminou a festa
da excels" padroeira do termo N issa Senhora do
Bom Conaellio, q lal proc-d-ram 9 animadas noi-
tes do novena, bustante concorridas, mxime nos
dias 14 e 15, queimando se em todas ellas variadas
pecas de fogos artificiaes.
Foi immenta a concurrencia dos fiis, calcu-
lando-se em 5.000 o numero dos que afnairaua na
noite do da 14, c em 10,000 no dia 15. em o qual
houve mis9& cantada pelo vigario Chagas, otfi-
ciando de mestre de cerimonias o Revd. frei Cle-
mente.
D-pois da missa, bouve, no banito patea do
Collegio, urnas sotfriveis cavalhadas, dirigidas pelo
hbil matmador Candi lo Villela, fervoroso adepto
de Roldo e Carlos Maguo.
A' arde, uma expleniida e magestosa procis-
sao percorreu as priucipaes ras d'esta villa, na
seg-iinte ordem :
I un na frente as alumnas da aula publica di
vididas em duas alas, e aioros mente v-ai las.
Preceda as 03 andores de S. Luiz G-inzaga e um
outro, em cujo orno ia um grande quadru repre-
sentando a Asaumpcao de Nossa Senhora. Mas
atraz segua o andor de Nossa Senhora do Bom
Con.-elho, e junto a este, e tamoem em duas al s
viam-se as fre*ras profesias, aa novicas, e a r-
m 111-le do Santiaaimo Sacramento, p ir ultiin >
o Pallio, debaixo du qual o Revm. v gir o Cliagas
conduzia o Sautissmo Sacramento. Circulara 1
uma guarda de bonra, bem uniformizada, comp 1 U
d 18 pracas do noa30 destacamento policial, e com
mandadas p- lo capito Joo Francisco Hem 'terin
Hotelhi, delegado do termo.
1 Ao recolher da pr 1 -isso foi entoada urna so-
lemne ladiiulia, terminando com o Tautum-ergo.
e-iitaoo pxUs e lucnndas do reeo hau-nto, e p-r
ti n a ben^o do Siutiasim 1 Sacramento, dada pelo
Chagas.
Anda em a noite do dia 14, os Srs Molesto
Coe'hi e Anastacio Borges, escamoteadores, di-
v- rtirana nos coql diversas pe<,-as de seu vasto re
l_e torio.
O Sr. An-stacio, depois de engolir noa os ca-
bras, c inclu por engolir espadas.
Garganta e tnpi deacommunaes !
Na serra do Gigante, deste termo, Nemesio
Correia Paes, f i ten lo traiyoeiromehte no dia 19
do passado p' r Aut-uiio Luiz da Silva, desearr -
uando-lhe este urna faca-la na regia-; do risa, de
cujo ferimeuto anda est du cama, e dizem-nos
que em p-rig 1 de vida.
Nemesio Correia tai supplente de subdelegado
do 2 districto durante a situacao pass ida, e ao
finp ilgar aquelle cargo jalgou que nao era mais
fi bo de Adao
Auacac-av.i, eabordoava, feria a quem qur que
tosse, e por d c aquella palhade sjrte que
tolos fugiara espavoridos quando elle se approxi
mava cora alguraa forca.
Antonio Luis, seu primo, japaz morigerado,
foi uma das victimas, e desde ento evitavu a pre-
senca de Nemesio, at que no referido dia, che-
gando este em uma casa und ae achava Antonio
Luis com uma turma de trabalhadon s, asseuta-se
descuidadamente, e com ares de quem despresa va
o Bu antagonista.
Antonio Luiz, porm, nao pode mais soffrer
tanta pertinacia e ousadia, e, procurando o pelas
costas, fe-lhe o ferimento que desereveraos, sendo
logo preso.
No dia 22 aqu chegou o Dr. Israel Cysneiro,
no intuito de estabelecer entr nos uma residencia
provisoria. O Dr. Cysneiro formado em medi-
cina, e alguna a cousa podeiia fazer, so a arte de
curar nao estivessn por aqu inteiraraeute embryo-
naria. Os nossos campmezes sao finorios no tra-
tamento de todas as molestias, com cascas, folhas
e raizes, e mu raras vezes consultara um boticario;
quando isto succede mal pagara os medicamen-
tos e nunca a receita.
A 10 do correute o soldado de pili -ia aqu
destacado, Aureliano de Sooza Barros, surrou
brutalmente cora o sabr a sua amasia Caetana
Mara, nao teudo conseguido assassinal-a por con-
servar esta nos bracos um filho enor qua tem do
dito soldade, e apresental-o ponta do sabr to-
das as veses que elle o apontava para traspas-
sal-a.
A pobre mulher ficou em misero estado e o
offensor e-t preso.
Anda no da 10, na Serra Gran le, por causa
de um lenco, o individuo de nome Pedro Torree
asaassinon a Pedro Jos da Racha. Coutaram-nos
assim o caso : Pedro Joa. estando a depor de
Pedro Torre, vio este encaminhar-se pira o seu
lado, acompinhado de uma irrn de nome Isabel
Vlaria da Conceicao ; e como ju'gasse que elle v-
nha atacal-o. dispara-lhe uma arma, de cuja carga
plc Poro Torrea dcsviai-se.ficanio, pirm, Isa-
bel ferida levemente com 2 bagoa de chumbo.
Pedro Torres, em face de to aggressivo pro-
ccli1ne.1t.11, valo-se de uma faca, e com ella conse-
gu; fazer um ferimento em Pedro Jos, na regio
dopeito, do qual marreu duas h n-.-ta depois.
" A polica, aviaada d 1 occorrido, prendeu a Isa-
bel e outras comp inheiras, para avenguaces,
evadindo-se Pedro Torres.
A3i seasao do jury, mareada'para o dia 13 s
no da 14 do correte pMe reuuir-se, re3pondendo
n-sse da o infeliz Prxedes Jos de Mello, uma
das vi timas da inslita agg.-esso d 20 de Maio,
capitaneada pdo celebre Boina 1.
Patrocinou a causa o cidadao Joao Baptista
Lusitano, sendo o rea aba olvido.
o No dia 15 eutrou em juramento Jos K ra-i
da Costa, (o tal Roma ) couseguindo tambera a
abaol vica >, tendo pr. duzido a defx-za o Dr. Joaqnim
Antonio d 1 Si'v ira Jnior.
Aind 1 uo mesmo da tai julgaJo o r 1, ausrn-
tc, Jos Beasrra dos Sautoe, pronunciada no art.
2J7 di cdigo criminal.
Foi c u lean ia lo a 4 aunase 8 mezes de prislo.
A 16 r;spn)deram os ris Luiz Ni.ry Manga-
beira o Herculino Silverio do Nascimenro, pronun-
ciados uo art. 19i do cnd. enm p ir tcr-in assas-
sinado no da 15 i Janeiro do anno passado ao
iudtosi 1 .-naci Corado, por mitivoa frivolos, e
por cuj crim foram uu .nioi-ineute a'asolvidos a
12 de Dezembra do auno finio, e appellados pelo
Dr.juz di-direA.'
Anda desta ncz foram unaniraem-nte procla-
mados innocentes
Patrocinou ucuisa o laujar Lotirenco de Car-
valho de Araujo Ypiranga.
o Por iuap-riimeuto dx respectivo juiz de direi-
to, pre-ilio o tribunal ueste dia o Dr. Miguel dos
\ j is Barros, juiz mamcipal.
A 17 toram julgados os reos Antoni i Leitcde
Siq leira e Venancio escravo, autorea do birbaro
eaoaocaraenta de que f ti victime. Ant mia Fran-
c'ajo da Silva, era 11 de Abril desta anno, no lu-
g,r Frccheiras, desle terina, de cujo espancaotei-
11 ficou c >na um b.-aca inutilisado. Forara absol-
v, >s. pilera o piesilente do tribunil app-allou da
d cisj do jury pira a li-lacao do distncto Oc-
ip ni a e ideir 11 I t za o Dr. Sveira
i X i dias 18 e 20 responden o reo Francisco
Alves do Soasa Taaoeiro, incurso naa panas dos
artigos 1 y e 250 11 coJig i criia>ii .1. A'aa lvido.
Ainda o D.. Silvcira patrocinou esta causa.
N dia 2. f ii jul-adi o ro Jos Go.^alves
dos.Santos indigitaio autor d* tiro que a 29 de
Marco d ate anna eoff.cu o negociante Luiz Vives
r'eitosa.
> Advogau a cauaa o alf -res Francisco Antonio
Tavares, conseguido a absolvilo do seu consti-
luinte, porm, s-ndo o Dr. Silveira advogadd do
queixoso, na se onformou c -m a deciso do jury,
appellunl') p>ra o superior'Iribuna! da KelK*?o.
Nao ha vendo mais processa preparados, en
-i 3- a s-ssai, ten lo silo presidida pelo Dr.
Francisco de Castro Rub-llo, juiz de direito da
c ora arca, oecupan lo a ead-ira do miniat-ri i publi-
ci o resp-ctiva promotor Dr. Augusta C-sar Pe-
reira Caldas, e funecionanda c rao escrivao o ci-
dad > Ananiaa Lago da Cuoha.
No di. 21 aqu ol gau inesperadamente, do
regresao d.i corte, o Exm. Sr. Dr. Bento Ceciliano
dos Santos liara .-, onde tuha i lo tomar parte nos
trabalhos legislativos, como deputadopeloll > dis-
tncto desta provincia
S. Exc. por motives que ignoramos, quiz sur-
preh.-nder os seus amigos, sem duvila, para ci-
tar uma ruidoBa recep^io que com certeza Ihe se-
ria feita.
t Tem sido moifo visitadj por todas as pessoas
gradas da localidade.
. No dia 31 da passado seguio daqui para essa
cidade o subdito italiano Domingas Rosai, contra
quera ojuiz municipal deste trra i mov-u uma ac-
eab de interdicco, pir acbar-se elle sofFreudo em
suas facilidades m-ntaes.
E' uma raelgueira grossa a alludida aecSo, a
qual daremos estampa na prxima irjissiva.
O infeliz tnliano foi recolhido ao hospicio di
alienados por ordem de S. Exc. o Sr. cnsul da
Italia, onde se acha em ratamento
Esperamos anciosam-nte a chegada do nosso
amavel diocesano q"e deve reilisar-se no da 11
do vndouro.
Bous ventos o canduzam.
Congreo i-ltlcola de Bordeost
N'ista assembla agrcola indus'ritl que acaba
ds celebrar-se, e cujas sessocs foram intereasantes,
adoptarara-se as segu itea concluso ;a :
1." A phyloxera nao teudo a diminuir, mas con-
tinua, como antes, sua marcha invasora.
2." A queato do ovo do inveruo nao se pode
resolver e fica dependente do estudo.
3." A vde europt plc efficazmente ser defen-
dida do pbyloxera pir meio de insecticidas, se-
gundo o terreno era que for plantada.
1 Os terrenos, em que esta defeca deu e con-
tinuar a dar bons r-sultados cora a applicacao do
sulfurcto de carbone, sao os terrenos suficiente
mente ricos em silyea.
5 as demais, isto uos terrones calcreos,
argilo-calcareos e de ;ub solo imperraeavel pouco
profundo, o Lulfureto de carbone nao : florece de-
teza efficaz.
6." O sulfo-earbonato de potassio pode empre-
gar se com resultad) em toda a especie de terre-
nos, comtanto que s-jaua de boa quilidade, e que
a sua applicacao se faca em condivo.*-: que garanta
o xito.
7." As applicaco'8 de adubas enrgicos devem
teinpre ser o complementa dos trataraentoe pelo
sulfure' a de carbn-*, e quasi sempre preforivel
ao sulfo carbonato de potassio.
8 As plautacoi's di novo d- vena ser objecto da
cuidado, e raiis frequintes qu- outras vezes, para
ubter resultados rpidos e fructferos.
9." A submerso para todos os insecticidas o
que tem dado resulto.ios indiscutiv is, e deverae
ser praticados sempre que seja possi el; mas deve
evitar se com cui I 1 o a natureza das cepas que
se acenraraodam mais a este tratamen'o.
10 Esta op-racao exige applicacao de adubos
complementares, quando nao se faca cora aguas
ricas em sedimentos, couao as de Gerona e o Dar-
gone.
11 Q nado porventiira o exijara as candicoes
excepctoi aes, parece imprudente suspender o tra-
tam-'iito pela subraersao um anno aira, outro nao.
12" Nao se tem arfado at >qui dainno algum
as viulus plantadas em c -rt s terrenos arenosos.
Phonoineao curioso Um phentraeno
bastante singular acaba de ser pn-s-nte ao Sr. de
Qnatrefig-8, o sabio naturalista francs. Este
pi.enoraeno um provencal de 3 annos, chamado
Sira*on Arguier, que a si proprio se aopeliilade
Homem Proteo. To depr -ssa d ao seu corpo a
lividez de urna estatua,reaoando coma um bloca
le pedra, quaudo se Ihe bate, com taz correr de
alta a baixo e da direita esquerda a sua raassa
intestinal sob a forma, le urna bolado tamanbo da
um : m lancia Outras vezes impelle-a para a
trente, o que Ihe d uma obesidade colossal, fa-
zeudu-a refluir para a cavidade tboracica, que se
entreabre, o que produz um resalto cavern iso s*o-
bre'o abdomen deprimido, assemelhaudo-se a usa
esqueleto.
Aiguier simula o homem que soffreu o su >plics
da roda, o que se enforca, aposentando um as-
aecto cadavrico prouunc adissimo.
Mas o que mais surprebendeu o Sr de Quatre-
fages foi que, devido a uma contraccao muscular,
a circulaco da sangue se interrompia ora do lado
direito, ora do esquerdo.
0 Sr. ae Q aatrefages, para explicar estes phe-
nomenos, dis que Aiguier tem .um systema mus-
cular anormal e hypetrophico desenvulvido cos-
ta de trataraento especial. 4
alto rxemplo-0 bstalhio -Jde cacado-
res de forto Rice, que est actualmente na Gran-

- s

(

'
>


Diario de PeinambncoSexta-feira 8 de Outubro de 1886


.


jem Hespanha, te ve exorcicios de tiro ha dina
assietiudo a elles s rainha cara o rei e as infanta
sinhas.
Traham-se destinado premios para os atirado-
res e a rainha quiz que esees premios fossem do
eu bolsinbo particular. Eram era numero de >
r companhia, um de 15 dures, dos de 10 e dois
6.
D ipoia de feita a claasificajao, a*prinoesita das
Asturias e a infanta Mara Thereza distribuirn)
os premios.
Od rxircieios repetiram-se dias depois, aasis-
tindo a infanta D. Isabel, que reparti os premies
as aotae da raiuba.
Cada premio iu dentro do subscripto trndo
eacripto a quantia pelo punbo de aua mages-
Ude.
.4* gc-anile manobra alK-ra A
Sando levista do 15. corpo de exercits foi bri-
antissima. O t-flvetivo das tropas que tnmi-
ram parte n'eUas era de 36:000 homena; bavia
14 regimen'os de cava laria da Prussr, do gro-
ducado de Bada, de Gespe, do Wurtemberg e da
Ba viera.
O imperador passou de carruagem diantc da
testa das duas linbas ; a oarruagem ia a pass c
a nspeccao duren quarenta e cinco minutos. O
imperador era seguida assistio ao desfiliar, de p,
na sna ct-rruagem.
O imperador e a imperatris deixaram o campo
das manobras urna e meta
N'^sse msmo da, 11 do eorrente. houve um
jauta i de 333 talheres, cfferecido pelo impe-
rador 03 geucraes e officiaes do estado-maior.
O imperador, um tanto fatiga lo pela revista,
que foi longa, pedio disculpa do nao assistir
ao jantar. Nao assistio tambera representac&o,
no theatro, a que estiveram presentes tajos es
principes.
-Km Strasburgo os imperadores foram recebidoe
otan affeet.
A antiga fortalesi francesa apresentava um lin-
do aspecto, e as ras e casas habitadas pelos al-
lemaes estavam ornamentadas cora as cores da
bandeira do seu paiz, mas as casas dos alsacianos
estavam fechadas.
Alm das numerosas commissoes militares, os
empregados foram recebidoe na estseo pelo rei
da Saxunia. que para esse fim chegara momentos
antes, e ao qu*l fisera as honras urna companhia
do regiment 105 saxSo, os trrJ-duques da Badn,
e de Hesse, o principe Leopoldo da Prussia, o
feld-roareeh il Moltke e o principe de H benlohe,
governador {eral da Alsacia.
Os officiaes recebiram com vivas caloros-is o
imperador Guilberme, permaneeendo a popula-
cho alsaciana coi attitude ind'fferentc, mas di-
Sn** ...
Urna companhia de infantera prusssiana, ou-
tra bavara, com bandeiras e irusica, fizeram as
honras na estacSo a suas majestades.
O 4>xerclto allcmo Diz um jornal
allemSo que os progressos realisados no ejer-
cito do grande imperio dorante o actual anno ex-
ceden) todos os que se < ffectuarem no decurso dos
dez ltimos Hunos.
Assim, mvnci-na a introdcelo da arma da rrj.e-
tieio, c rcodi'icacSo da raochilla que foi oais ali-
grirada, a substituida> do sabr-bayoneta por
nim bayoufita em forma de punhal, e pnblicacao
de um novo regulamentu sobre exercicios de ca-
vallaria e arrvico de Jampaoha ; melbora as
forcs do engenberia, creacao de um regiment
de artilheria e engenberia de fortalezas, o au-
gmento de insperco da landcwthr, a creacio de
urna nova divisao de cavallaria.
Progressos estes que esntribuiram a tornar o
exercito mais f rte ain ia.
O corpo de aereostatos, que foi organisada ha
piuco por orlem da administradlo snperior mili-
tar, e cuja nstrucco progride cada vez mais, I
aera ti.mbe. um grande auxiliar era caso de
gneri.
nhecimento pelas nacoes, que hbertaram na in-
vaso musulmana a capital da Hungra.
Depois da inauguradlo de una praca eo nmerno-
ra'.iva di centenario, o imperador retiran se da ca-
thearal para o palacio, tendo sido eclamado vi-
vamente no trajelo. Qnando ja estar no pala-
cio, teve que apresentar-se rep.tidas veacs va-
randa f m frente da qus.1 cao cessavam de resoar
as relgen !
Enviou-se ao conde Ziehy, representante de
Austria Hungra na Sofia,uia mensagem assigna-
d* por militares de individuos, e a qual termina
da segninte maneira :
Todos os hngaros, toda a Europa civilisada
deseji.m eordealmente que a Bulgaria e a Servia,
que luctaram pela sua independencia, nao sejara
esmagadas pelo despotismo estrangeiro.
O conde Zichy oftereceu ao principe Alexandre
constituir orna escolta de h nra, composta de 200
cavalbeiros hngaros.
Directora da* obra de conserva
cao do* tortoaBoletim meteorolgico do
di. 6 d Outu'.ro de 1886 :
resultante
Horas 9 o eo Barmetro a 0 Tensao do vapjr i o a
a
6 m 259 761ml3 19.04 76
9 28 0 763m<> 19.24 68
12 289 7G2a,09 20.08 67
3 t. 28-7 760i05 19.40. 67
6 2?li 760-65 18.89| mM
tiMrchlitai no* Eiado*-l nldos-
Os anarehistas dos Esta los-Unidos tiveram nma
s'vera lifao. cia > se p avallar pela Reguinte
nota que dao as Navidades de Nova-York de 21
de agosto <
Hontem teve o (eo epilogo o grande drama
jurdico de Chicago, que se chama o proeesse
criminal dos anarchistM.
O jury den o seo vertdietiim confra os ote
accusdS, condenmando sete A pena de tnorte,
e o oitavo a 14 annos de presidio e trabalhos for-
jados.
Qiiasi todos os condemnados esfavun scom-
panhados de suas miles, esposas, ou noivas ; e por
isto e p6e eomprehender a sceca da choro femi-
i!moque honve.
A mulher de Schwab, um des comdemnados
morte, desmaioa, e as ontras tttulheree, baviara!
conservado serenidade apparent'-, durante a lei-|
tura da sentem;*, deiam larga margem ddr so
sabirem da sala do tribunal.
'. Com excepcao de Schwab o Neeb, os ostros
loj nuviram as suas sentencus com indifferene.
n O verediam foi geralmente approvado, ape-
zar da imprensa atrcbista censurar e qualifiear
de duro este acto, u
Modelo anatotairo Urna ernosidade
partreularm-nte intereasante, e que tamben um
bjecto d'arte e nm trabalbo seit-ntifico importan-
te, acaba de ser enviada 4 exr-osicio das cien-
cias e dan -artes indostrraes e nos Campos E-iy-
sees, en Pariz. E" utna nova nreparacao anat-
mica, inventada por M. Jules Tobrieb, estartnario
mod*Hn cia de Pars e de Namcy. Representa mu ho-
rnera de Tinte annos, de tamsnho natnral, poden-
do se dividir em tres partes que podem ser estu-
u .das com a snaior ficiiidade,
Esta prepaTacSo prestara importante servico
ii is demonstracoes phyeiologicHS, tanto ois facul-
cod's e escolas de mediciaa, como nos lyceus e
.cillas ncrmai s.
\ femai eos aslai reath Cmcaram
era 1 de Setemaro en Buaa-1'eai. eoh presiden
ca do imperadi r da Austria e rei da Hungra, as
feefos officia**" para a celebra gao do segnndo cen-
tenario da reconquista de Boda aos turco.-.
As festas foram esplendidas e os hngaros cele
brarmn as com patritico enfhusiasmo. A ci-
dade eatava magnficamente embandeiraia e as
ruas apmhadas de gente. A multidan vestida de
galla e trajes de vistosas cores, pruduzia um -ffeito
I ittoreeco, que mais os faaia realcar o dia claro e
sereno.
O imperador chrgou a P-'sth na minh do do-
innso, e presidio a vanas ceremonias, entre ontras,
a inangoracio do quartel.
t'tr Mot occasiao prosoncioo nina hbil alocs-
vio, ni qual ft-z a elogio .10 xereito hngaro, al
ciiaao que produzio um grande <<'.-ito em Pesth e
niu iam lio poneo para as deinonsiracoes de '*nXhu-
.va-mo de qur foi alvo i soberana.
Na tarde l'eete atestno dia reuni se na univer-
sidade a grande aseembla, presidida pelo impe-
rador, que tioha a seas lados o conde de Bifatat-
Kheidt, ministra da guerra, o principe Fernando
Cokorgo, arcbduqow Jos e grande numero de
notabilidades civil e militares.
Estavam ia st.la os memoraso parlaieDtnaan
gara, os ofieiaes genraes das tropas hngara, es
nontbroa das orpor tc&es seientificaf n depu-
tagoes cstratrgviraa. Notava se com mal dlss*
ululad 8titf< miles.
O burgom* stre de Pesth, Sr. lotli. abri a ses-
Mj,o can um aNueursa, no qui pl*c > a motivo e
O fim ii*e estas, concltiiiido por dar as l'i .s viu-
a is a todot o oavidadu, qualqucr que fose a
jsia nacioaalidade.
O ministro das obras publicas da Hungri, o
Sr. Ktrrpeay e o eonde o%j Kmoi^, naj-uehal da
palacio, pronunciaram outr -s discursos, terminados
os mies, se refirou o aperador.
Va i ser distribuida nona medalha eommemoratin.
de robre praleado, 4o Um.inno d- cinc ti.s'oef,
s pessoa que ass'Btiram as testas.
De nm lado da medalha est rep-rsentada a fr-
rales* de Buda, ocenpada pelos taren*', >* sitiada
velo exercitc imperial : no primeiro plan i eapare-
C m ginetes ga opando eran a espada d' aembainha-
da ; uo funde aa cu, v-te o anjo da victoria |e-
raudi. ti Mina man nma palma e na utr uma enr ;
e a seguate inscripeo era volta :
A* gloria da ehristandade.
No rvr*o l-se a segui'le Inscripco;
Buda, tomada po- Snlrnian em 1526 e astu
eii ample decapada esa 1 11; tomada un seguida
de hssalto p r sua m.igestade o iirperadoi Leo-
poldo en 23 de Agosto (2 de Seieinbn d l(i86^,
Vlta dut*X*reif'>a do gran Viz'r. "
Em dtts de eetmbfo celebroo-ee na etthedral
urna inisM soltiaue em commemor i;1j da nova
Ki-.ista de Buili.
O imperador, con o uniforme de genera! dos
tracedo v acompanhado do ssinietro da guerra e
- Jguoa judantes, foi recebido pelo caracal pr-
i \z, a tuin u asiento no Ihraflo.
Entre os c.neur.-tntes faziam-sc notar varios
d-fcendMtei dos hroes de 16S6.
IVmpeacura mxima''i".
Dita mnima257.
Evaporaco em 24 horas : aosol 7'"9, som-
bralmo.
Chuvanalla.
DireccSo do vento : E da ma noite at 1 hora
e 57 minutos da tarde : ESE at 8 horas ; SE at
9 e 46 ; fc.SE at mria noite.
VelociJade mia do vento 0.m99 por srgundi.
Nebulosidade media entre 0.4 e 0,5.
L,<-il*<".EQ.'Ctuar-su-ho :
Amauh :
Pelo ayenie Marliru, as 11 horas, na roa da
Ponte Velha n. 95, de movis, etc.
Fe/o agente Bruto, s 11 horas, na ra Pedro Af-
fjmo u. 43, de movis.
Vele agente Pettana, s 11 horas, na ra do
Livrameato n. 39, de movis, etc., etc.
Usas fnebres.Scro celebradas :
Hoje :
A's 9 horas, no convento do Carme, pela alma do
Dr. Grkciliano de Paula Baptsta.
A's 7 horas, na igreia do Livramento, por al-
ma de Tito Machado Freir de Barios.
Amanb :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, pela alma
de D. Leopoldina Mara da Silv:; Duarte.
Segunda-teira :
A's 8 horas, na Ordem 3a do Carmo, pela alma
de D. Mara da C mceijo Tavares Pouce de
Len.
ppracoe* clrurglca*Foram pratica-
das no hospital Ftdro I, no da 7 de Outubro, us
seguintes :
Pelo Dr. Malaqnias:
Amputaco do penis pelo processo de Guyon,
redamada por cancro corrosivo coji destrucao da
glande.
Pelo Dr. Pontual :
Pcsthot imia a bistur indicada por paraphimo-
sise cancro prepucial.
Dlatacao da p icao da urethra da glande indi-
cada pir bypospadia congenita em enanca.
Caaa de DetenraoMovimento dos pre-
sos do dia 6 de Outubro :
j- Exiatiain presos-318, entrar.- m 12, eahiram 11,
exist m 319.
A saber :
Nacionaes, 289, muiherea 4, estrangeros 11, es-
cravos sentenciados T>, preces lado 1, ditos de cor
rcecfio 9Total 319.
Arracoados 283, sendo : bans 72, doentes 11
Total 283.
Movimento da enfermara :
Teve baixa :
Matbas Alves de Aguiar.
liiiieila da provinciaQuinta-feira, 14
doeorren~e, ao ir.eio dia, so extrabr a O.* parte
da 1 lotera em beneficio da Santa Cas* de
Misericordia do Recite, pelo novo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Nessa Senhora da
Conceicio dos Militares s pelo systeoia da machina Fich.
leiicrla i:\traoriliaria do Vplran
aa O 4." e ultimo sorteio das 4. e 5. sarirt
desta importante lotera, cujo maor premio de
150:000*000, ser extrabidano da 30 de Outu-
bro.
Acham-se expostos a venda os restos dos Li-
tes na Caaa da Fortuna ra Primeiro de Marco
a. 23.
Tuinbein achararse renda na praca da Inde-
pendencia ns,. 37 e 39.
Laolerla\ 5* parte da 1* lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Kecife, pelo novo plano, cojo premio grande
100:0\JOfOO, aera extrahida no da 14 do corre-
te, principiando a extracc'io aomeio da.
Os bhetes acbam-se a venda na Caaa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da rrteA 2 parte da 2 0 lo-
erik da corte, eojo premio grande de HKO.-OOA
ser extrahida boje 8 de Outabro.
Os bilhetes aeh m-se venda na Casa da For-
tuna ra l'rimeiro de Marca n. 23.
Tambera achara-sen venda na arac da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera do RaA 3* parte da lotera
n. 365, do novo plano, do premio de 100:000*000.
era extrahida ao dia .. de Setembro.
Us bilhetes acbam-se venda aa Caaa da Feo-
tona roa Primeiro de Marco.
Tambem acfaam se venda aa praca da Inde-
pendencia ns. 37 39.
Matadonro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 51 rezos para o consume
do dia 8 de Outubro.
Sendo : 44 reaes pertencentsa Olveira Castro,
ji C e 10 a diversos.
Mercado Municipal de % Jos-0
movimento deste Mercado no dia 7 do correte foi'
o segurte :
Entraran) :
J51/2 bou pesando '..311 kilos.
397 kilos de petxe a 20 ris 7*910
70 cargas de farinha a 200 res 14*01*0
54 ditas de fruetas diversasaJOO rs. 16*200
Dr. Barreta ampaio initdou seu cnsul.
torio do 2. andar da casa n. 45, a ra do
Burilo da Vbtoria, para o 1.* andar,, da
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu annuncio inserto na seccao compe-
tente. Residencia a ra Sete de Setem
bro n. 34.
Oj Dr. Catiro Jess teta o seu consul-
torio me lico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Lvpe Pessoa Mlico.Residen teTterraosT
cia a ra de D. Pedro I n. 9, oade pode
ser procurado at s 9 horas da manba.
Consultorio ra do Bom-Jesus n. 37 1.
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de.
Advocado
O Dr. Henrique Millet teta o seu es-
criptorio de advog.icia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
Tabelllo
O Bacharel Amaro Fonseca d-, Albuquer-
que, tabelli&o do notas interino nesta capi-
tal, communica *o respeitavel publico qu
abri seu escriptorio no pavimento terreo
do predio n. 4, sito a ra do Coronel Fran
cisco Jacintho, outr'ora de S. Francisco,
onde, com solicitude e mxima lealdade,
est prompto para desempenhar as func-
eSes de seu cargo. Reside na freguezia
da Boa-Vista, ra do Coronel Lamenha n.
30 (outr'ora dos Prazeres) para onde, fra
das horas Jo expediente de seu escriptorio,
deverao derigir-se os chamados, para fac-
tura e approvaco de testamentos.
Cnsultori tllopattco doalmetrlco
Dr. Miguel Themudo d consultas das
12 s 3 da tarde em seu consultorio ra
do BarSo da Victoria n. 7, 1. andar.
Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades partos, febres, syphilis,
molestias do pulmo e do coracjlo.
Uroxarla
Francisco Manoel da Silva & C d?,ro-
tanos de todas as espocialidaaes phuru:.
eeutioAB, tintas, drogas, productos chimi
o medicamentos homcaopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oj/icina de campia
de Francisco dos antos Maeedo, caes do
Capibaribe n. 28. N oste grindo estaba o
cimento, c primeiro da provincia n'oste ge-
nero, compra-se e vende-se madeiras de
todas as qualidades/ serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparaos obrar
do carapira por machina e por precos cerr
comr>*ra.
Drogara
Farm Sobrinho & C-, droguistas por at-
acado, ra do Marqmz de Olinda n. 4 1.
nao da maor quantidade de pipel
i pipel
inoeda, examinemos pri.neiramente o que 8. Exc.
chama sold no jogo de cintas cor os paizes es
trangeiros, do qual taz depender a eficacia da
substituiclo do rgimen do ouro ao do papel.
Devemos notar pira precisarmos quanto posei-
vcl o pensamento de S Exc, que ello repoodndo
ao Sr. Bel8aro, como vimos cima, disse que ee
o saldo fosse a noeso favor a consequencia sera a
vinda da rnoedi metallica. Anda confirma S.
Exc. o mesmo pensamento ou inex'CCa ou confusa
idea do que chama saldo, demonstrando, como
vemos no mesmo discurso, sqaella proposicao nes-
PllBLlCACOES A PEDIDO
O Mr. Rosa e llva
6 taboleiros a 200 res l*i 12 Sainos a 800 ria - 2*400
Foram oceupados :
25 columnas a 600 res 15* WO
24 compartimentos dr. fariuba a.
500 ris. 12*000
23 ditos d.i comida a 500 ris 11*600
69 ditos de leiruaDea a 400 ris 27*6u0
16 ditos de suinoa 700 ris 11420.1
11 ditos de tressaras a 600 rea 10 talhos a 2* 20*000
2 dito a 1* 2*000
A Olveira Castro 4C:
Si talh-.s a 1* ris 54*(XX)
2 talhos a 50D ris 1*000
Ueve ter sido arrecadada aeste da
a quantia de 2024640
Rendiineuto dos dias 1 a 6 de Outu-
bro 1:241*760
Coi arrecadado liquido at hoje 1:444*400
r/recou do dia :
Carne verde a 240 e 480 ris o kilo.
Carneiro de "-o 00 -ris dem.
S ui ii a 5$0e 640 re dem,
rarinha dk> 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 240 a 320 ris dem,
r'.ijio d^ 560 a 640 dem.
HDICACOES' OTIS
Hedlrou
O Dr. Artkur Imbatsahy, medico oceu
lista, reontemetite chegadr-, CBta cid*rle,
d consultas tod is os dias, das 8 s 10
boros da mnnhlt, sendo gratis aos pobr-s
no 1." andar do pr dio n. 8, largo da
nnta Cruz.
Dr. Gama Lofo. medico operanW e par-
teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado qualquer hora tfo di i
uada noite. Consultas :'de 1 s S hora*
O Ilustre e distincto deputado do 5o dstricto
de Pernambuco, que, no assnmpto dos neeocios
das provincias excedeu o proprio fallecido Gaspar
de Drummond, que tSo brilhantemente se oceupra
delles, pascando a tratar do resgate gradual do papel
noeda, proposto pelo Sr. ministro da fazenda, ex
terna a meu ver, tbeo.-ias, principies ceon- mieos
tSo errneos, ideas militas vezes tilo confusas e
ah contendo o que se chama escolsticamente pe-
tico de principio, que levam-me, segundo o meu
cotume, a vir contestar o que me pareca cami-
nho errado, distinguir o que me parece ver ero con-
fusilo.
Nesta materia, mais que era todas, as tbeorias
errnea* sa > tanto mais prejudiciaes quanto sao
fcilmente engaosas; tanto mais prejudiciaes
quanto de sua pratica resultam grandes desastres
econmicos e tinanceiros na vida das naces mais
prosperas, quanto mais na tristesituacSo a que te
moa ch- gado e para a qual nao se tem atinado
cora-remedio algnm.
Trata se de autorisaco para o resgate de 5,000
cont d> papel-moeda. Nao obstante declarar o
Sr. Rosa e Silva que vota por ella, prenuncia-se
assim :
Digo, porm, que nao espero, conforme os de
feosores da autorisacSo un questao, esplendidos
resultados de sua cxei*ucao, pirque a considero
inefi.az para o duplo fim quo se tem em vista, is-
to a el vacSo do cambio e o estabeleciim nto da
circulacao metalice..
Seobores, qualquer que seja a quantidade de
papel-moeda em circulacao, haremos de ter o cam-
bio desfav ravel, emquanto no jogo de cantas com
os paizes estrangeros os saldos forem contra
.nos. <
Nao cffirma o orador, a maor ou menor quanti-
de papel moeda que determini a depresso cans-
taute de nosso cambio; ella nflue certamente,
mas a razSo principal est em nos seren contra-
rios os saldos no jago de con tus com os pases es-
trangeros.
O Sr. Bel isa rio diz em aparte, que o saldo a
nosso favor; o Sr. Rosa responde que isto ap
prente, .porque remettemos, realizamos no estran-
geiro pagamentos da joros, de renda de capitats a
residentes etrangeires, do que se despende Coro o
corpo diplomtico, de juros do methoramairtot Ue
materiaes encommendadoa, etc.
O Sr. Belisario diz que nao possivel que uma
nacac fiqae constantem. nte devendo i ouira.
O Sr. Roes, insistindo, diz que se os saldos fos-
sem a nosso favor, a consequencia sera a vin la
de moeda mdtalica, como j por vezes tem aconte
cldo, e justifica esta proposicao disendo que, nao
deixando os notsos exportadores na Europa a ira
portaocia das vendas, toda a vez que a tomma das
mercadura* exportadas fr superior somata de
todos os nossos pagamentos no estrangeiro, coi-
to que, sendo o excedente era inoeda metlica, esta
ba de necessanament vir para o paiz, elevando
o eambi", qunlquer que seja a quantidade de pa-
pel-moeda em circulacao; que isto actualmente
uso se d, porque, repele, os saldes lo contra
rras.
O Sr. Berrearlo dii anda em aparte: Mas como
que o camb'O tem chegado ao par?
Responde o Sr. Rosa ene por causa dos em-
prestiosos. e que se conservar aqnelle alto em
quanto i.2o se esgotarem estes, e que anda seria
inaior alta do cambio te, em tusar de deixar^e
o empre8timo em Londres, ooaao fui o 8r. Belisa-
rio, e mandaase buscar, seria, porm, menos du-
radoura.
Isto revela para o Sr Rosa, que, embora o pa-
pel anoeda influ para a baixa do cambio seja
un meto circulante, justamente eondemnado, n3o
fodat*a mi inaior rsanridade a eausa principal
da depreasao constante do cambio neo das rpidas
osclaoSes que presenciamos. Dah conckie S. Exc.
que a retirada de uma pequea quantidade do pa
pel-moeda, nao pode determiri'.r por si s a eleva-
5o do cambio e o estabeleeimeoto da circulacao
metlica.
Conclue este assumpto o Ilustre depurado, fa-
zendo-depender nao a substituicao do ireto cireu
lante pnr pareellas, mas de uma vea, como fez a
Italia, d> auzmento da prodcelo q" d maor
differesjca entre a exportacito e a nporracao, para
que tenhamos saldo* reaes a aosao favor.
Obtido este desidertum, o saldos reaes a noo
favor, o-Sr. Rosa opina pela substituicao do meio
circulante por mero de uro bao nico, de emisso,
no saeteo a do banrtde Franca.
Emquanto, puvm, esf i vermes sob o rgimen dos
dficits, emqnanto uossa proluceioestiver un
atrnz-, nao er S. Exc. que poemmos fazer com
vautagem a wbsttnicao.
1). txposto noto em primeiro lugar um gra-i
de ero e non;, USM granV- eonfisdo de ideas,
oowpleta f lta de sua precisao.
Aquelle manifesta-se precisamente no paragr
pito segtrade, do imttmtl supra do diseur-,.,
do Ilustre depu'ado: Qui.lqucr qu* s. ja
a qu 'ntidado de papel moeda em cw-catac&<% I a-
vriaos de ter o eambio Hoafavorav.'i emqnnto )>
jjg.) de coritas com os paisi a estraugi-iros, os Sal
rea contra lrr5>.
A confuso de inc, a fWa dte sua pn vh&o, et
n> final des'e mesmo para^rapho-^saldo a wosso
avorie laborada em todo este techo do dlfcui-
Nao deixando o exportador na Europa a im-
portancia das vendas, toda a vez que a somna
das mercaderas ex orladas for superior s. rama
de todos os nossos pagamentos no estrangeiro,
eerto que, sendo o excedente em moeda metallica,
esta ba de necesariamente vir para o paiz, ele-
vando o cambio, qualquer que seja a quantidade
do papel moeda em circulacao ; que isto actual-
mente nio se d, porque os saldos sao contra nos.
Anda conSrmaui c nos poem ao aloance de seu
pensamento os termos com que eonelue-o assump-
to ; isto que emquanto vivermoi sob o rgimen
dos dficit* e' nossa prodcelo estiver em atraso,
nao er queposaamos fazur com vantagem a subs-
tituicao.
A vista de tudo isto, o que que S. Exc. cha-
ma saldo, que diz ser contra na ? E' o excesso
no valor da nossa exportaclo comparado com a
menor importadlo, com que pirramos dividas de
que j recebem s, (importamos) com que forneee
moso corpa diplomtico o os toui islas, com que os
enriquecidos neste paiz, transportan! seus cani-
taea. (') V
A ida neBte ponto tao confusa entre os eco-
nomistas, que a este mearas facto que o Sr. Rosa
e^ Silva chamasaldo contra na, o Sr. Belisa-
rio chamasaldo a mtso favor. A razio, po
rm, porque isto nl> salds nem contra nos,
era a nosso tavor.
O phenomeno s precisamente se pode determi-
nar pela exprsaloexcesso da exportadlo sobre a
iinp irtaclo.
Aqu uo ha jogo de cantas que se liquide por
um saldo centra esto ou aquello esmj entre parti-
culares. D: naci a naci, de praca a prueba,
nunca ha enerramento de cintas, que esto s.-ui-
pre abertas, emquanto nlo cessam aa rclacen
commerciaea. O que ha constante remesa i de
mercaderas que uma pr.-.ci pede as outras e que
reciprocamente vio pagar as mercadoriab pedidas
ou receb das.
Se todo o anno o ministro da fazenda estudande
a eatatistica da importa;!) e ex pe rucio, ach que
a exportacli foi de maiar valor, mas que na e os
noss is importadores estamos reciprocamente pa-
gos e pagos ao tempo des vencimentos, oude est
o saldo ?
Se aeha que uma p-irte do excesso de n>ssa ex -
portaco foi conduzda pelos donos dos eapitaes
que os transportara coinsigo, pelos touriatas que o
querem gistar ni estrangeiro, pdos capitalistas e
proprietarios que na Europa eatlo co.iaumndo aa
suas rendas que d'aqui vao, pelou credorea que
nos mandaran) material para construccoes, pelos
capitalistas que nos emprestaren] eapitaes, ual
o saldo neste caso?
Procurar o economista n'este facto complexo
um saldo a favor ou contra este ou aquelle, usar
de um termo com a maor impropredade.
O saldo d se entre os particulares, entre os
coinmereiantes, mis nlo entro uma praca e a ou-
tra, entre uma naci e a outra.
No primeiro caso d se s Ido quando, ten lo h i-
vido durante certo periodo venda de Jlo a Pe-
dro e venda de Pedro a Jlo, ou quando um s
tendo vendido e o outro s comprado, aommados
os pagamentos em dinheiro e o valor das vendas,
ou suminaias as vendas c compras reciproca*,
acba-sn que um eet devendo a outro, porque den
ao outro mais ou menos mercadoriaa do que rece
beu, ou mais ou menos dinheiro do que receb.'U
em mercaduras, ficando um credor do ou'ri pelo
excesso que deu sobro o que recebeu, um devedor
do outro pelo excesso que recebeu sobre o que
d.u.
lato que um fica a dever c o outro a haeer, o
que se chama saldo.
L)e praca praca ou iracas de naci n.;clo
ou a nacoes, nada se fica a dever de maior ou me-
nor reuiessa ou exxrtaslo de mercad .ras, sobre
a importadlo, nlo ha perodos de ajuste de con-
tsa, n!> ha conta corrente.
Nao fica se devendo nada da impirtacl), quan
do se importa mais do que se exporta, uao fica se
credor de cusa slguma qu'indo Be exporta mais
do que se importa ; porquanto, c mo temos visto
as precedentes inlias. o que se expor'a mais do
que se impsita, dos donos que mandara busetr
o que seu, ou que levara, dus credorea que esa
merendonas recebem os seus paramentos.
So assim nos nio ficamos credorea nem deve-
dores dj que exportamos de mais sobre o que im-
portamos, onde e>t o saldo a favor nem coutra ?
Smeute .podera haver uma apparenca do que
se chama suido, a favor ou contra, da quantia dos
eanprestimos contrahidss em paiz estrangeiro ;
mas ai o a nao h i ah um saldo coutra nos quando
somos tomadores, era a nosso favor quando fos
sernos prestadores, pirque estes etnprestimoe s
sao devidos por prestares de araortisaeao e juros
em p icas regulares, e assim nao ha divida antes
d' asas picas, e psrrauto anda estes eraprestimos
nio determinsm saldo nem a ftvoi nemcontia ;
e quando se vio rmettendo cssa amortaafio e ja-
roa, sendo a demasa da exportaclo s bre a impor-
tacSo para pgala, nao ha -.inda u'essas picas
d'esses vencimento? sallo alg'i'n.
\l6in d'isto esses emprestim.s podendo ser im-
portados em dinheiro ou cm outra mercadona, ou
podendo ficar no estrangeiro para U r l destino,
d'ahi resulta que, quando p idease elle constituir
uro safdo, nlo seria deCcrm.nad) pela dffereoca
entre a importacli e a exportaclo.
Anda nlo se dara que entra particulares se
charas saldo, quando fosse reuito excedente a im-
portadlo sobre a exportaol>, produz'da pela in-
trodcelo de materiaes e eapitaes para coostrua-
g3es de compauhias cstrangeiras no pas ; pir-
que, nlo sendo nos devedores nem Credores i'eate
excesso de importacio, nlo dase sald) a favor
nem contra. *
Se essas omoanbias constructoras sao nacio-
naes, nio produz a intportxco nm exowso sobre
a exporacao, porque esses pedidos ul) se fazem
sera remessa de fundos ; e estes fundos ainia que
se effectuem peloi saques, elles sahem do produ-
cti correspondente da exportadlo, sem oque se-
riam os saques imposaiveia.
Nio ha^ pols, de praca a pracas, de naci a
nacoes, saldo a favor nem contra, como se preten-
de encontrar no excesso da importacio sobre a
ejporfacao, ou da exportaclo sobre a importacio,
visto que este i-xcesao nao constitoo a praca ou a
najlo em debito para com a outra, como temos
visto.
O proprio Sr. Rosa tem a idea d'este debito
Em seguida, o informante diz, que a questlo i. ,
parece estar sendo dirigida pelo advogads de'
Leopjldo para o lado poltico. Se o informante
refere-se aos vereadores conservadores, ou eaga-
na-se, ou falta propoaitalmente verdade.
O advogado de Leopoldo nada tem com as deli-
beraces da Cmara, e se alg-im daquelles verea-
dores, na qualdade de seu a nigo conversasse com
elle sobre o assumpto, creio que a sua lealdade se-
ria suficiente p ira nlo compromettel-o.
Mas, ou fosse elle, ou fosse quem toase, quo qua-
lificasse a quo-tio de caprichosa por parte de cer-
tas pess^as de Olinia, teria acertado.
S o capucho e capricho rancoso, recto ou crvo,
poderia dar vults a uma questlo de bobagem,
porm j hoje, ara desaforo dessas pessoas.
Querem por forga desoioralisar a Cmara, fa-
zendo-a passar pelas raaiores provacocs, alardean-
do grande interesse por um becco do qual ninguem
servia-se como caminho, simplesmente porque era
inmundsimo, g ha caminhos parallelos, que o
substituem.
Entretanto, nlo do hoje que tapam-se beceos
nesta cidade, sem a mnima reclatnacio nem pro-
testo de quem quer que seja. Com vagar eu !he
forn.-cerei uma lista nominal de beeos tapa-
dos.
Mas, nio isto s : a companhia de Santa The-
reza tev o arrojo do entupir e tapar as fon tes
d'agua, onde o p)vo sqppria se da agua de beber
o de outroa mistares de casa, e a Cmara nio fez
nada, e os patriotas, nlo appareceram de banda,
para catigmtliaarem essa malvadeza 1
Agora, um repugnante eaterquilino, sorneute
frequentado por antropophgos, como todoa aab m,
levanta tantas dedicacoea pelo bem publico !!
A Cmara, como diz o informante, allegou mui-
t) judcosimente, que ni) impuguava, nem podia
impugnar o eumprimento da ordem de S. Exe o
Sr. vice-presidente, to somente reperava que, re-
siatindo, como deve se esperar, o proprietario a
demolir o muro c parle da casa, a Cmara a era
forcada a propor accio judicial, para o que, en-
tretanto, nio tem .inlieiro, pois que no seu orca-
m-'nto nao se cogtou d'iaao.
Contestar o ioformante a verdade d'easa alle-
gaelo '?
^ Ora dexe-sc o uform inte de fazer dos mais
tolos, e cuida dos seus deveres...
Se quer tornar-se advogado dospobresde
Olinda e censor da Cmara, enti) chame a a coli-
tis psr outras militas cousas cm que o municipio
prujuJicado, e revela o mesmo interesse.
Assim, indague e censuro o arrenlamento dan
destino do proprio municipal destinado ao pac da
Cmara convertid i hoje em bodega ou qualquer
outra csus*. ;_ indague por outrea mu i tos factoa em
que os muuicipes sao logrados, e deite verbo ao
mundo.
A Cmara tem sido coherente n'esse negocio
do muro, e se algu m faz poltica n'esae n-gocio
nio alo, de corto, os veri-adoras conservadores.
Voltaremos, oppo'tun-imente, se fr necessario.
ava ogoverno para beru cowpr'r
os seus devores ; n.8 o podendo fazer, li-
nitei-me a promover sua romocSo j aem
isto pude conseguir I
Picando aquello inspector condemnado
ao maior da todos es supplicios qua se podo
imaginar, qual o de ar obrigado a servir
com um p-ssoa! com o qual se acbava in-
co.upativel, por falta de confionja ; isto
incrivel 1
Felizmentrt o exarao e a designayao de
5 ompregados da Thcsour.iria, para faze-
rem as tonfereni ias, veio trazer luz da
evidencia a razilo que tinba aquelle ia-
spector para pedir as providencias que pe-
dio ao governo de sntSo, quo n2o tendo
querido, ou no tendo podido tmalas, so-
mente por sua conta devem oorrrer as cob-
sequencias.
Por hora limito-mo somente a estas con-
sidersr;5e8.
Recife, 7 de Outubro de 183b'.
Jos Domingues Codecoira.
ViHa di> Bonito

Fabrica do Popo
Contina no Poco da Panella a grande fabrica
de phosphoros que reecbe cncommendas para o
interior e exterior da provincia, garanti Jo segu-
ranza, limpeza e accio nos seus traua'h >s.
Este acreditado estabe'eeimento, montado poueo
lempo depois da le da r. firma ele toral, tem sa-
tiafeito ao respeitavel publico de um modo comple-
to. Mismo agora acaba de ser abastecido o com-
mercio de Jabsatlo, pi quanto era preciso, mas
o bastante para que seja accesa a anarchia as
eleictes d'a |uell lugar. Entre os muitos dos di-
tos exportados para all, um appareeeuobra pri-
ma. Levnu o nome de Mauoe. Francisco Caval-
canti de Albuquerque. Apreciem os commercian-
tes d'etsa materia inflamante : na revisa i de Se-
te obro do anno prximo fiado requeren dit) ex-
plosivo alis'amento n'aquella comarca, por ser all
m irador e at autoridad* policial; mas alo al
cancou encaixir se por nlo lhe s r possivel satis-
faier nenhuma das condicoas reclamadas por lei;
agora, porm, no alistamento a que se est proee-
dendo comparece Minoel Francisco, unido de
um titulo d-elei'or, de phosphoro alistado fabri-
cado na casa Mariann i a. C, e requei transfe-
rencia para o alistamento d'aquella comarca !
lato, porm, solado nio oflVeee a precisa ga-
ranta para a valorosa fabrica que des ja recom-
mendar-se e mais acreditar-se. Os Srs Migue"
Felippe de Souza Leao e Jlo Augurto je Albu- tor interino do Bonito
O arios do Hr. Dr. tPoaqiuM
.ti o reir de I.hi i Jniz de dl-
reitc do Boaito, publicados
para o Exa.filr. ministro da
justica e o publico 1er.
Continuando na m faina de pers-'^uiclo aos
nossos amigos ou de d-svairampnto intelectual, 0
Sr. Dr. Moreira Lima, f. z sbrignr um mu i a as-
tignar termo de bem vi ver tem hver causa para
ifto e ii.flueuciado, ou a pedido do... Joaquim.
O facto que Antonio Mari, otcial de pedreiro
e amigo do que foi obrigado a as'-igmr o referido
termo, encontrando-se com o tal cida+iao, deu-lhe
um sopapo, que o fez rolar no chio, ist; s 10 ho-
ras da maulla e em frente da cadeia !
Preso Antonio Mara, que um homem pobre
psrm de sentim ntos muito r.obre., f,.i Icado
para a cadeia e ah deven ficar simplesmente're*
colhido a ordem do delegado, porqne aquelle de-
licio qua ido milito constituira um stssM afian-
?avel
Sabendo, porm o Sr. Dr. Moreira Lima, do
faeto e que o honran upenas eslava preso, por or-
dem do delegado, foi, a cadeia, mandoi fo mar o
destacamento e disse em altas vozes, gritando
mesm que o destacamento nio i.bedee-tse ao de-
lgano, que o delegado era elle e maud iu ao car-
cereiro, que pizcase An'onio Mara no tronco I
E, sua vontade foi feita e o destacamento oou
insubsrdinado contra seu superior legitimoo de-
legado Este, dcsautorado, corren precipitada-
mente e veo ao Kecife pedir providencias. Pois
bem o Sr. Dr. Moreira Lima, pensando que o nosso
amigo tivesse ido reunir gente para arcar contra
a sua prepiteocia e contra o destacamento, cacre-
veu para todos os lados, pedindo fsrea ; e desde
8 horas da noite comecou a ehegar gente armada,
s ordena do Sr. Dr. Moreira, que pareca querer
ser o capitio-mr gov-ruador do limito e querer
fazer guerra! Passou a villa'essa noite em estada
de sitio, verdaderamente alarmada, at que se di-
vulgou que o meu amigo o Sr. tcnente Jos Perei-
ra de Albuquerqua Mello, delegado, nio pretenda
agir contra o juiz de direito, por meio da foros s
sini que como o Revm. vigario Cunha, bava seguido
immedatamente para pedir providencias ao pre-
sid nte da provincia.
Paesados que torum. os receics da arbitrarieda-
de commettida, e comprehendeado o Sr. Dr. Mo-
reira, que o grupo dos amiges do vigario era tao
crdeiro, que se nio levantara nem m. amo para pro-
testar contra o que elle fisera, contra toda a dis*
pisifio de lei, e teudo as suas maos Antonio
Mana, autor do sopapo que levou Joaqun), dase
comsigo e como o autige filbo da scieuoi*: Eureha !
acbei um modo fcil de perseguir, de incommodar
o vig to, o Malaquias e outres merrs inimigos !
E deatro em poucos minutos, o juiz de direito-es-
tava com a enead.-rnaca? de delegado ou aubdele-
gadode polica, na casa da Cambra, fazendo o in-
querto do bilhete ao portador, acceito pelo proms-
querque Maranbao, propagandistas decididos da
dita fabrica, requereram pi-sagem de individuos
enesixados na revisa i de 85 no alistamento do
Poi'i em numero maior de .-O, todos seus mora-
dores, qu-s sempre o foram, para aquella comarca,
ficando por conso ;ui.ite abasteeido, como dissemos
acuna, o commercio, se por veutura o juiz de di-
mito que tem de conhecer da validad dos ttulos
de que sao portadores taes iaiividuos, nlo os in-
validar cono tendo sido conferidos a quem de mo-
do algum satisfez as exigencias legaes.
Mas diante de taes abusos, praticados por um
juiz descripcionario, poltico, sem reservas, aem
escrpulos, bastera um s cidadio, por tmis exal-
tado que seja pelos principios que abraca c de-
feude, capaz ne considerar valido um alistamento
a que assim se procede, prejudteando e anarchi-
sand) nio e o lugar em que feto, mas a todo
o el- iterado da provinttia '-
Dimite de taes abiso mister, pensamos, que
nenhuin juiz, que se compenetre de seu papel,
deve escrupuUsaro emprego dos raeias represeivos
de taes escndalos que, concorrendo para a des-
moral isacio da le, abrange a dos seus exeeuto-
fes. Cnn effdito si um juiz, que conheee oabus;.
quo uio pode detxar de conhecel-o, por isso que
est no espiri-.o de todos, de vendo por coaseguin-
te ?star principilmentc H seu, que tem de jal-
gal -o, nao o condomia, nio o corta, nio o des
troe, comj jslgalor, huutilba-fe aerante a sua
conseiencia. E' urna aratiii de ph)sphoroa, de
ncapazes, de analphabetos, que conseguem por
raeibs illegnes ludi*, ou mnocabar da lei, en-
contrando em um seu executor poueo escrpulo,
decidida parcialidad..- ; si os desmandos de um
julgador que assim procede nlo tiverem, pelo me-
nos, uma reprsalo indirecta d'aquelles que pro
curara antc9 cuir-prir os seos deveres, entio me-
Ibor ser que ninguem cont com a justica da ma
gistratura. O juiz de direito de Jaboatlo conhe-
ee, ttKo pode deisar d eonheeer, quaetos pbos-
phoros requereram passagem para a sua wmarca,
phosphoros que foram alistados no Poco, mas que
nunca deixaram de residir esa Jaboatlo, e por^
tanto Bao os pode, nem os deve mandar admittir
ao alistamento sob pena de flagrante desrespeito
lei. Se esses individuos sempre residirn) em
sua comarca, como podenam ser leitores no Re-
cife ?
Dos editaes publicados pela) imprensa dcata ci-
dade constara uomes de individuos residentes na
oomarca de .'aboatio que aqu se esto alistando
a fim de que aa revisas vin soura se passem para
aqdelia omlrea. Si por eonsegointe d'esde j
Mas, era preciso aproveitar a occasii.- E posto
que Antonio Maria dissease ama eraais vezes, nao
haver sido manda-Jo par pessoa alguma, descootar
aquelle bilhete, na cara do Joaquim, todava a pro-
mocoria publica interina ficando com o seu fron-
tispicio estragado, julgou que me nao baatasse o
prjuizo para reedifiual-s E apenas per mera
vontade do Sr. Dr. Moreira e de seu cap eho, fo-
ram envolvidos os nsra B do professor Pacifico
Malaquias, vigario Cunha, teuente Man.MiI Eduar-
do, Jos Thomaz e outros.
(Conimia).
Claudino de Mello.
P. S.No artig) d'es*a serie publicado hon-
tem muitos erros sahiram que seria difficil corrigif
todos, sendo o maior ter sahido-patholo^icios,
em vez de pathologicos e diversas vezesme, em
vez de lhe, contar por conter e outros muitos que
o lertor camprehend-r logo ter sido culpa do ty-
pographo.
como condioional do tal sa'do como o mostra<;uan-i nlo for cortado esse abuso, teremos all um elei
do affir ..a qne se elle fosse a nssao *avor viria o- torado invalido, dependente dba mandues, incapaz'
outo para sen pagamento. Afnrmatlvu anda er-
rnos, em roda a hypothese, porque a necessidade
de pagamento nlo determina a entrada de ouro,
p cora i mereadoria. segundo a
necessidade d'elle ou procura no paiz ou em certa
praca, como melhnr veremos.
Asxfin a prOposiclo d distini-to deputado...
liavem s de ler o cambio d.-sfavoravel em
quanto nojgo de antas com os paizes estrangeros
o laido Jor contra ni um jogo de pt lavras
iiiteiremente vasio de sentidos : nlo por culpa
sua, mas levad i pelo erro do outros economistas
que eiintiinder:i como S. Eic o exe-sso da exp ir
(eaa sobre a importacio, com uma couoa que nao
existe s nio no nome, o saldo a 'aver, ou eonira
uma nuca'/.
Cass.-mos agora a examinar a questao do car
bio e do papel moeda de que se oceupa o dittincfo
deputado ernambucano.
R.'cife. 6 de Outubro de 18C.G.
Affonso de A>bii}>ieroitc Mello.
da tarde. Epeelidade : molestias e m>e
rabees dos org3rrs genitb ufinarlos do bf--Iodo iilusfre deputado.
- mem e da mulher. Para apreciarmo* a questlo da baixa docarab o
Cantara Mmii. i>:ii di- Olinda
Sr. re.lictor do Diario de Peni imbitcoEm o
seu num ro de ante hornera, f>, vein n Reci-ti
urna nrticia cm o m-snio titulo delta, na iiua i
su infirmante, revelando grande ir. vontade
Cmara, ou antes, aoa veivajor-s, procura Intri-
gal-os com o Exin. Sr. Dr. vice-prcsilenrt. da pio-
vineia.
C mec ele pi-Ia faisid id ''c que a Cmara af-
firiiniri elttrr disposta a nao por em execiro > a kn
linlk ao proiirietario p-:ra a d.-m ili^io 1 is obra, etc.
NAo ha tal. A Cmara nlo opjjO; seacTousa
al^uma, Como respcit.is-unenr- ) .iidernu a i Exin.
Sr. vice-pres:d?nf cm um i iiiformnci que Coa-
lla de pri star p r orden de S. Kxc.
,(aj i doRiode Janeiro psra Portugal......
9,01)0:
OOO* por anno.
e sujeito a vontade de seus senhores.
E o que esperamos se evite, afim de que mais
tarde nao tenhamos de s-'ntir e lastimar os abu-
sos de h.je.
Kecife71086.
Marca!.
Allaiiflega dn Paraliyba
A cnmpanho ao qae se assigna Um
Pernambuc no Diario de 6 rio andante no
rneresido elogio que fez ao mea amigo o
Sr. Alonso Moreira, dig*o ospector da
Th^srur-rta da Pura'hyb pelo exame h
q*t'! est procedendo na alfandega daqael-
la provincia, devo porem ponderar, por
amor verdade, qne esse exame ha mu*
to Te.lamalo p. !o inspiotor da'qti lia Alfan
dega, desdfi quo tomn passe datjuolle lu-
gar, nlo s ao antecessor do Sr. Alonso
como ao Thes-uro Nacional em tHflferentea
reprisentacSes, algumas acompanha^as de
do'.-u icntos comprobatorios das miserias
da^uella rep.irtrjSo, e at directamente ao
Kxm. ministro da taaeda.
E' pre-iso que sa separo o joio do trigo.,
cab-m lo a cada um cirregar com a n-s-
porlsabili-lade do seus netos.
O governo de cntlo tienhfima provilen-
6va tomm, por quo isto o obstou um i
no'tabili la'tfe p ilifiea daquella provirjcta,
qu; j nao existe.
Se tivesse fortuna, ea elle no fosso 6
nffrhflo de fiarilia, o leri'a aco'osclhado que
podisso driissao, j que neahuma garan-
.4' sandosa memoria de D. inaa
.tlargarida McheOer
i SUA EUI. r A SI 11.1A .
A' dura lei da morte todos ceder devemos.
A misera criatura tributa o Creados.
Por tanto o seu poder nos todasr espeitemos,
Etnbra nos enrvemos ao peso de uma dor.
A morte tu Jo invade Todo aniquila a morte!
O leito da velbiee, o berco da innocencia,
Tudo desapparece ttrica cohorte,
Que leVa nosso espirito verdaderra eeseocia.
Apenas oito dias nlou-sa desta vida,
Ergastulo miserrimn de borrive's podridoas,
Aquella que no lar era um i flr querida,
E raeiga viejara cm nossos coraces.
Partir Partir asim, sem temp.) dar, siquer
Que um beijo se lhe imprima na face macilenta,
Sem mesmo se lhe ouvir nma orac) qualquer,
Era quanto que a materia bem p'Uto'se avivante;
E' triste, com pungente E dor que dilacera
A prole que lhe amava, cora infinito amor.
Mas, boa. recompensa por certo Deu? lhe e'ra
L onde catacTi> a primavera, "m. flor
E vas matrona Ilustre, da lyr da am's,pi
Acceita o triste canto quo venho aqu o ^at '
E elle pura copia da nsperrima esu lade,
Qne vossa dura ausencia me soob-.- innocoK '*
Recife, 8 de Outubro de 1886.
Antonio Ignacio de Torre* Bandeira.
afiistlca aas boas
Preso ao leit9 da il3r em que na pros-
tou por u o longo tempo urna enfeV.nidada
terrivel, que, so me poupou a vida, dei-
xou me inutilisado o paralyti-.o do lado es-
qaerdo nlo pude vir logo ou nprir o -dever
que me tinha imposto a mim mes rfo de
saudar pola sua eleiclo pra a mesa rege-,
dora da vencravel Ordem Tercoira de S.
Francisco, a todo* os meas camsTmas r-
tnaos e rspecialiNcnte iquelles, qu>^ por
seu telo o d-dicagito, constitaem garanta
segura de prosperi lado para nossa venera-
ve I Ordem Terceiro. v
A co ninissilo actual do orcam nto, com-
posta dos rmios x ministros, os Illms.
Srs. co-nmefjdador Mino! Jos da Silva
Gui liantes, Antonio Jo.ao d". Atnori o e
Jos. Clcmentino Henrique* da Si'*-"!
pronntte lora da milito, porquanto nlo se
taro desmentir a nbnegatjSo o a t.alaasv
co com qtio tuo 'lastres c ivall.ciroa em-
pro soub-rim nssig.ialir os s us '-t is em
pr.'l los irit.i-css-a da Ordem.
Da ni'soi i sort-, Vz-se iuteira j-i-tQa
ap diuisuimo ir.uiu i?">in-'seo '5 .- da
Silva Guimariles, coriti^iul) s suas apti-
diiJS c io ansavel Jiligncia, o elevado en-
cargo de mordomo, do uttal ae sahir, como
*






'
iflB i


Diario de Per naiiihuco-- Sexta--feir S de Outubro de 13S6


i



ostuma, com-toda a galhardia e intelli-
gencia.
A colloeacHo do charismo irmSo Pasaos
Guimaro3 nu espinhosissimo cargo de mi-
nistro, uma'confissSo expressa de que
reuns em si todas as capacidades e habili
tacoes, que o tornam distincto e recom-
mendavel entre os que mais o sSo.
E o nosso veneravel padre commissario,
verdadeiro levita do Senhor, cuja caridad e
uto tem limites, e cuja bondade de cora
ci iooxcedivel, continu ir a e linearnos
com os seus exemplos e a alentar nos com
a palavra chela de unclo de um inimitavel
postlo de Christo.
Eu falt-ria justiga so nSo comprehen.
desse no moio de t&o presados cavalleiros
O nome do Illm. Sr. Joao Chrisos'omo
Goncalvos Rosa, cujas habilita;?.a e inex
eendiv I amor ao trabalho, o tornam sobre
mane ira estimado e recoromendavel, hon-
rando por suas raras qualidades, a Ilustre
classe dos guardas livros de que orna
lento.
Tendo a nossa veneravel Ordom Tercei
ia, por zeladores, de seus magnos interes-
aos urna pleiale tilo dis'incta de nomos
honrosos, de esperar, e eu confio, que
esta se manteaba sempre na altura eleva-
da em qu sempre se fez querida e respei-
tada.
A' to los rainhas felicitar3e9 e meas cin-
ceroscum primentos.
Recife, 8 do Cutubr da 1886.
Marcolino Vasconcellos L. A,
Honra ao mrito
No dia 29 do moz prximo paseado fui
operado de urna catarata que soffria ha 12
para 13 anuos. Foi "operador o insigne
oculista Dr. Birretto Smpaio, tendo por
sea ajddaDte o nao menos insigne mlico
operador Dr. Pootual, que como amigo se
me off-rc-eu para esse ti n.
A operajao correo parteitanente boro,
eo sen resultado foi explendido por isso
que me acho vendo muito bera, tendo tido
permissSo para desde j entregar me ao
meu trabalho quotiiiano.
Estas quatro palavras silo dictadas pelo
dever que tenho de render horaenagera a
sciencia cultivada por tilo distinetos mdi-
cos em l'.vor da humanidade.
Recife, 7 de Outubro de 188i5.
Jesuino Barroso de Mullo.
Q-A veneravel confraria de Nossa Senho-
ra do Livramento deata cidade convida eos
parentes e amigos do fiando Tito Macha-
do Freir de Barros para a missa do sj-
tiroo dia por alma deste prestiraoso irmSo
exjuiz e ltimamente secretario. Con
vida tambera aos irmSos para este acto de
earidaie, que ter lugar hoja s 7 ho-
ras da manha na mes i) a igreja
Recite, 8 do Outubro de 18S6.
Joaquim lnnocencio do Espirito Santo.
Thesoureiro
Festn de |HM Srnhor.-i tli dos
Horneas em Agua Fra em Be
be r i be.
NO DOMINGO 10 DO CORRKNTE
C'lebrar a musa o EvJ. parocho da fregue-
ia.
A' tarde em frente a groja tocar a msica do
eorpo de polica.
A' ooute ladainha.
Executar a orcheatra o profesaor Antonio Mar-
tina, tocando em todos o actos a msica marcial
cima.
A o publico
O abaii. assignado protesta sobre todo aquello
que tiver en sea poder o ingenuo d nome Agui-
eie, de 12 annos de idade, j em bein de sua edu-
caco e j do sen estado.
Recife, 17 de Abril de 1836.
lanoel Joaquim de Catiro ]iadeira.
gna Florida, de Murraj A
Laminan
*OT
Todas as prepara oes chimieaa envolvem em s<
haitacoes grosseiras de essencias de fl res extrabi-
das da muita casta de ingredientes de ama natu-
resa acre e revoltante; porm o refrigerante e de-
leitavel aroma que dimana do natural incens das
verdadeirai fl Tes da natureza, quando, por assiui
dizer, ainda n'um estado virginal de adolescencia
sendo docemente embalada* pelas gentis brizas
dos trpicos, jamis pode st simulado, '.qui
provm e nasce toda a saperioridade deste adm-
ravel e 'ao afumado perfume, a concentrada essen-
eia de flores, colhidas por entre os enramados jar-
dina da Florida, sobre todos os d- mais perfumes
existentes; e finalmente dabi nasee esas innata
renacidade com que ella se api'ga s tudo que toca,
jem jamis variar on desm. reccr.
Nao coohecemos, pois, eousa alguma neste ge-
nero que apenas de leve se posea approzimar on
comparar em delicadeza e persistente diirabilidaJe
exc peo dos extractos maia 6uos de Pars ; e
ao entanto a agua de Florida de boameote pre-
ferida pelas senhoras d'Ameriea Central e do Sul
Mi xico e Antilbas at mesmo ao melhor d'elles, e
para mais ajada o seu casto, segando nos consta,
nao chega exceder a metade d'aqaelles outros.
Como oabantla contra as falsificarles, obsrve-
se bein que os nomes de Lanman < Kemp veubam
estampados em lettras transparentes no papel
do livrinho que servo do envoltorio 4 cada gar-
rafa.
Acba-se venda em todas as boticas e tojas do
perfumarlas
Agentes em Pernambuco, Heury Foster & C,
roa do Commercio n. 9.
O Xarope de Rabio iodado de Griinault ao qu ti
o iodo acba-se intimarrente combinado com u
jaeco do Rbao, urna verdadeira panuc i para
as cranlas que sao extremamente seosiveis sua
aceito. E' assim que gran Je numero de affecc s
mais ou menos dcsagradaveis, como sao os corr-
mentos do nariz e ouvidos, a separaco das palp
bras, mos humores, furnculos, a leucorrb das
meninas, as adeuites, os abeessna fros e outras
manifestacocs do lymphatsmo pr .prias da idade,
curara se promptamente, as mais dss vezes sem
ner.lium outro tratamento, com o emprego regular
do Xarope de Grimault
O veoeno hereditario da e crofula d- senvolvo
u delicados tecidos do cerebro debilidad.' mental
e outros achaques, idiotez, demencia, loucura Di-
lata as glndulas do garganta, afiVcta o paladar .
o olfato ou rebenta em ulceras no p acoco. Des-
tri." os pnlmocs ou eoche-J3 de secrecs tuberci-
losas. Consume o revestiicento do estomago, in-
fiamma e incba o figado, entorpece os rins, cria
constipaca intestinal e hemorrb jJu. Ncobum
agente humano pode tai prnmpta, permaneute e
econmicamente curar o sangue dos humores es-
crofulosos, limpar a pello e o casco da cabeca e o
rosto, restabelecer a sade, como o Xnrope de
Vidst de Reuler, N. 9. o grande purificador
dj sangoe.
Falsificai^o
Os abaixo nssignados, fabricantes do Oleo
h.Tgieniro e n romalico para lampa
ilnan, provinrn aos consumidores d'oste oleo
que siguas nvrcieiros poaco escrupulosos, hincan-
do mo de garrafas j servidas, cem os rotlos da
fabrica, enchem-n'as de urna moxinifada, mal pre-
parada, de azeite de carrapato, que vo impingin
do ao publico como o vrdadeiro Oleo bygie-
nloo aromtico, nao se importando com sa-
crificar a saude d'aquelles que costumam usar
lampariaa nos qoartos de dormida, e sement
tendo em mira o mesquinh > e srdido interesse.
Protestando comra tal talsificaco, vio os abai-
xo assignaduS proceder criminalmente contri, os
falsificadores, cajos n mes publicarlo em breve, e
declaram que o verdadeiro Oleo lij .-ionio.
e aromnllro acondiccionado em garrafas
oue. alm do rotulo onde se v ao ladoMARCA
REGISTiiAA,trazera sobre a rolha urna eti-
queta em forma circular, com a in?crip;oFa-
brica de leos vezciac, l'irn ..riihii
co. Martina A HmnIom, em letras amarellas
de alto relevo, sobre campo pr^to.
Cautella, pois, com os falsificadores !
Recife, 1 de Outubro de lb86.
Martina & Bas!o$ Successore?.
Lde com alioneo
Importaadssimo documento
O Sr. B; raardo Jos dos San'os, residente no
Serrito. municipio de Pelotas, provincia d Rio
Grande do Slu, querendo prestar urna horaenagom
verdade, timando publico as virtudes do Pei-
toral de Cambara, preciosa doscoborta do
Sr. Alvares de S. Soares, de Pelotas, f.z publicar
o seguinto importantissimo documento, em diver-
sos jomaos du referida provincia:
Levo so conhecimento do publico maie um
triumpbo alcaa^ado pelo popular remedioPeito-
ral de Cambar descoberta e preparacilo do Sr.
Alvaros de S. Soares, de Pelotas.
Havia seis aunos que urna tosse grave ae
atormentavn dia e noite, faz^ndo ltimamente (iei-
tar j abundantes escarros de sangu.-: os pu'mc?,
com certeza achavam-se afFectados e eu trria in-
fallivelmente de suceujibir tcrrivcltysca pul-
monar !
Um amigo sabendo do rreu estad., aconse-
lli. u-me o precioso Y'eitoral de Cambar, e Borna-
le esm o uso de 12 vidros d'este importantitsimo
medicamento, consegu curar-me radicalmente,
sentndo-me hoje f re e podeudo j entregar me
as lides de uiinba fazenda do Serrito.
Dcpois d'este caso, teuho aconselhado a mui-
ta gente o Pcitoral de Cambar e todos t'.n co-
Ih.do resultados importantes.
Act.alm nte faz uso d'este preparado, com
muito .piovitamentii, iniuha filha Nt-utriJes, que
ambem se achava aifi'rendu do eitu.
Fezenda do Descanco, no Serrito, 21 de Ou-
tubro de 1884.Bernardo Jote dos Santos. Re-
conheieco como verdadeira a firma supra. Em
testemunho de verdade, o esen vio de p .z. liul-
dao S de Gouveia.
nicos agentes e depositarios geraes era Per
nambuco Francisco M. da Silva & C Ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
LicOr depurativo vegelai iod^o
OO
Medico Quintella
Este notabilsimo depurante que vem precedi-
do de tilo grande fama infalliv<-l na cura de todas
as doencas syphliticas, escrofulosas, rheumatica-
e de peHe, com tumores, ulceras, dores rhoumati
cas, osteocopaa e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das o chronicas, cancros syphiliticos, inflamma
edes visceraes, d'olbos, ouvidos, garganta, intet
tinos, etc., em todas as molestias de pello, simples
ou diathericos, assim como na alopecia ou qn da
do cabello, e nas doencas determinadas per sata
racuo mercurial. Do-se gratis folhetos onda se
encentram numerosas experiencias feitas com este
especifico noa hospitaos pblicos e muitos attesta-
dos do mdicos < documentos uarticulares. Faz se
descont para revender.
Depositj em casa de Paria Sobruh*. & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. i\.
Leonor Porto
Ra do Imperador a. 45
Primciro andar
Contina a ejecutar os mais difficis
figurinos reesbidos de landres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicode costura, em bre-
vidade, modicdade em procos e fino
goato.
Cajurubba
Este efficaz e inoffensivo preparado, que
nito contm mercaro era arsnico e ape-
nas moa dose tilo diminuta de oioreto dt
potassio, que bem se pode qualificar de
homoeopathica (menos de meio grao em urna
c illn-r de sopa do vehculo), deve somonte
sua inaravilbosa virtudo depurativa aos ve-
getaes que entrara em sua compoeicSo.
Outros preparados que nlo contm ab
solut.mente um tomo de mer:urio ou seus
coinpostos, tm tal dso de iodoreto de po-
tatsio, que esta, dissolvida em agua pura,
curari os doentes que i:n si lo cutados
pelos taes ap regia ios depurativos veg-
Um.
A etBjaeia do cajurubba pro va-se :
4o l'elos innmeros attestados de medi
eos e de doentes por elles curados de ma-
los reputados ineuraveis.
J l'ela procura que tem ; de modo a fa-
z r desapparecer os preparados congne-
res, qu antes d'elle dominavam a thera
P'Uti.a das molestias syphiliticas do rheu-
matisuao e das affeccSes herpelioas.
3o Poli lealdade com qu> seus autores
tm fi liado ao publico, fazondo-lhe conhe-
cer a composicao do seu preparado, o qui
O'-nhutn outro se animou aiuda a fazer.
Consultorio medico-
cirurgico
O r Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observacao, reabre consultorio n"-
ta cidade, roa do Bom Jess (antiga da Cruz)
n. 23, I. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
Nas domis horas da noite ser encontrado no
citio travesea dos Remedios a. 7, prmeiro por-
fi esquerda, alm do portio de Dr. Cosme.
Dr. Coelbo Loito
Medico, partclro e operador
Residencia ra da Imperairix n. 48,2- andir
Consultorio ra Duque de Caxias o. 59.
D cousultas das 11 horas da manha s 2 ^
tarde.
Attende para os chamados a qualqner hora
telephone a 449.
Oculista
N. 10 Recomiueuda-se
Scott aos doentes do peito,
dos pulmSes ; aos anmicos,
a EraulsSo de
da garganta e
debis e es
crofulosos, e a todos os jue precisem de
nm bom reconstituinte.
A EmuisSo nilo tem igual para reparar
as forjas dos debis e eofraquecidos.
Ocu'ista
DR. MATTOS BARRETO, ex che fe de cliai
Ca do Dr. Muura Brasil e da polycliuica g ral do
R o de Janeiro.
Coii-ultori', ra do luiperadcr n. 65, 1-andar,
das 12 ki 3 huras tra tarde.
lii dcncia, Caminho ruvo n. 159.
As operacoe8 sao f. itas sem dor, pelo meio do
Ccaina.
Dr. Barreto Sampao, medio ocu-
li'ta, ex-ch Wecker, mu ion seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 ra do Bario da
Victoria, para o 1." andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia s 3 horas da tardo. Residencia
ra Sote de Setembro n. 3 A.
GoDiillorio medico-eirurgico
O Dr. Esteva i Cavalcante de Albaquerque con
cinua a dar consulta uiedico-cirurgicas, na rus
do liom Jess n. 20,1 andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Parass domis consulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
u. 53, 1 andar.
Especiaidades Partos, molestias de crcacaf,
do ut.ro e seus unnexos.
:
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silvclr
l
Especialidadesfebres, molestias das
crianzas, dos orgios respiratorio das
enhoras.
Prestase a qualquer chimado par
di capiul.
AVISO
i
Todos rs chamad ;s devein ser dirig
dos pharmacia do Dr. Sabino, rus do
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua resideucia.
i!
!
I
Aviso
O Dr. K. Oaslan Bonnet Medico pela
Faculdade de Medicina do Paria.
Condecorado com a mcialha dos bospitaes.
Socio correspondente : das Academias de Med
cia do Rio do Janeiro e de Barcelona ; da So-
ciedade de Medicina p-atica de Paria e da Socie-
dade Franceza de Hygiene, ex-director do Museu
AntomoPatolgico ds Faculdade de Medicina
do Rio de Janeiro, tom a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada em Pernambuco
tic:: a d8p>sicio dos doentes que desejarem bou
ral-o com a sua confianca.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tarde
at novo av.-o: na hospedara de D. Antonio
(Caminho Novo).
Especialidades: molestias das vas respirato
ras coraeao, estomago, ligado, etc., melestias
norvas, e syphiliticas.
Recife, 6 de Agosto dcl886.
Dr. Gerpira Leite
HIDICO
Tem o sen escriptorio a ra Duque de Ca- j
xias n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desTa
iora em diante em sua residencia ra da San |
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e orian as, telephoue n. 326
C, Ilcrkiiianii
Usinas de cobre, tatu e bronze ee d
Golitzer Ufer n. 9 Berlim S. O.
Espeeialidade:
Construcfo fie machi-
mas c apparcllios
parafabucas de assucar, destiilac'n e e re-
Sna55e8 com todos os aperleycamcntus
modernos.
INSTALLAQA DE:
Engenhos de assucar completos jpcZgJ:
Estabelecimento filial na Havana sob
mesma firma de C. Hcck-nann
C. e San I Inicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO TE JANEIRO
Para iufonnayoes dijij.imseai
Pohlman A ('
Boa fio Commeroo fl. 10
ED1TAES
COMMERCIO
Bolsa eommerelal
bneo
de Pernam
RECIFE, 7 DEOUrBRO^E 18M.
As trea hora da tarde
t.'otacbet olfiac
Sao houve.
O presdentr-,
Pedro Jobo Pinto.
O secretario,
Candas C. ti. Atcoforado.
afiNDIMENTHS FL'BIJCOS
Mes de Outubro de 1886
ALFANOEGA
liacD* anaar-De la6 Ideas a 7 185:2004219 62:71 U021
247:914*270 27.-0234582
RaHDA PBOV1BCI4I. De 1 a6 idem d 7 22.25b- 118 4:767*464

Tci:l 274:9374852
i
MCRBaoOBIA O* 1 i/i- m ds 7 a 6 3:6264178 7704501
7.3:6.679
Cossa.Ano Paorraei dem d 7 n. De 1 a 6 3:280/038 709, 7H2
3:969*800
a--------
Bacim Dunuas dem ds 7 >oU6 3:0764104 275 865 3:351*969
DESPACHOS DE 1MPORTACAO
Vajor frunces VUU de Baha, entrado do Hi-
vre e Lisboa ni da 6 do correnU- e consignado a
Augusto F. de O.veira te C, manfestou :
Carga do Havre
Ammoniaco 1 cana a A Fouq-ian.
Agua minoial 10 caixas a Francisco M. d.i Sil
Va Oi C.
Amostras 9 volumes a diversos.
B tatas 25 caix8 a J Joaquim Alvos & C, 25
e 5<) ggas ord.m, 25 e 50 a H. Nuesch & C, 50
gig.-is Paulino de Oliveira Maia.
Chi.ci'late 1 caixa a F. Guedes de Araojo.
Conservas 6 oaixas a H Nuesch & C
Cachimbos 1 caixa a Azeied i & C.
Correiitcs de fono 5 caix Fiaca<> e T. cidoe.
buf a 1 ciixn a Carvalho Irmao St C, 1 aj.
J. SxinirC'S, 1 Affonso .iv.ira \ C, 1 J Chris-
ti .ni & C, 1 A. fJ. de Vasconoeilos, 1 a Martina
Viegas 4 C.
C^'tae p:.ra j gos 1 satas a Gomes de Matt s
rmeos.
Coleado 2 caizes a Pilro Se Irmao, 1 a Fer-
-ira Barbosa & C, 3 ordom, 1 Albino C. uz
fcC.
duros e chapeos 1 eaxao a Francisco de A.
& V.. 1 Antonio J..e M-ia & C.
Dr. gas 2 volunie* Bartholomeu & C, 5 a Fu-
ria Sobrinho ce C, 1 a R..uqaayrol Frrres.
Dooi s 5 en uas a ordrm.
Ferragens 1 v. lame 4 ordem, 2 W. Hallidsv
& C.
Flores art'ficiaea 1 csixa a A. D. Carneiro
Viann.
F uctas soccms 5 caixas ordem.
Li.-ore 3 canas a C. Pluyn & C.
L d Mojen os
Legames, vellas o choc lato 6 caix.-.s a Kamos
& C.
Manteiga 40 birria e 60 me. s dito a Augusto
L^oiile, 85 e 145 ordeat, 5 o 10 JoSo F. da Coa
tu, 30 e 4(1 a Joiquim F> ir. ira de Carvalho & C.
90 e 4' a FernaddM & Irmi), 15 e 30 a Jos de
lo, 50 e 50 a Puiva.Valente & C, 10 o 20 a
F. rroira R.dngues 4 C, 30 e 40 a Soasa Basto,
Amorim & C, 25 o 25 a J. F. de Almeid*, 19
i'Hvas ordem. 8 a Joaq.iiin Ferreira de Carva-
lho 4 C, 14 a J' o Fernn tes do Almeira, 27 a
Amorrm Irinoa & C, 8 a Otto Boboros auccessor,
12 a Scuza Basto, Amorim & C, 4 a Ferreira da
Silva, 1 a H. B. de Oliveira.
Morcad ras diversas 9 volumes ordem, 2 a
Augusfe L biile, 2 a Gjiuarace IrmJo 4 C, 1 a
Dr. Fernandes Barros
Medico
Coosultorio roa do Bom Jess n. 30
Consultas de meio dia i 3 brax.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone u. 450
O-Dr. Ilcr.Mogones Scrates Tacares ds
Vascorcollo, jniz de direito de orphaoe
da comarca de Olinda por S. M. I que
Deus guarde, et,\
Faco saber ai s que o present* edita) virem e
il":li- noticia tiverom. que no dia 7 de Outubro
Vindouro, 1 hora da tarde, dopdsda audienoi, o
p-.rteiro interino dos auditorios, tr:r a publico
pregan de venda e arreaiatacaV, a quem mais or
e melhor lanco offerocer, os bous seguiutcs : urna
casa terrea de taipi, no lugar Mara Simplicia,
avaliadu em 204OO0 : um sitio no lugar Mirueira,
av.ilindo em 800*000 ; os quaea portencem ao es-
polio de Miguel Arebanj do Barros, o val pracn
por ordem dente juizo para pagamento de ere-
dores.
E para qao chegue ao conhecimento de todos,
n)an1ei passsr edital, que ser afSxado no lugar
do costme.
. Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos 14
de Setembro de 1886
Ei, bacharel FrancUc? L:ns Caldas, escriv5o, o
esc revi.
Hermogenes Scrates Tunara de Vusconcellos
tonio Borges da Silveira Lobs'uma certido do
idade, dada em 6 de Julho de 1878, pelo vigario da
freguozia de Santo Antorio, Antonio Marques de
Castilha, sendo que n'aquella publica forma o re
querento figura como tenio nascido a 22 de Feve-
i-eiro de 1863. R. querendo, porm, em data de 2
do correte, ama ora ccitido de idade, verifi-
quei que neste documento concebido nos mesmos
termos d'aqjclle com dfferenca apeoas da data do
anno do nascimento, o requerente figura como ten-
do nascido em 1868, o que faz comprehender-sc
que a primeira con ida o ti i falsificada, tanto mais
quanto o requerente preferio juotar aquella publi-
ca forma, a apresentar o original, para nao se co-
nhecer a altoracio feita. Servindo-5e o requeren-
te, como se servio, de tal docu.oento, para se fa-
zer alistar, commetteu o crirae do 5" 2a parte
do art. 29 da loi 309, cojas penas sao as do art.
167 do Cod. Crim. Hequo.no, portauto, que o es-
crivio extraa copia do todo o processado, e me
seja esta remettida.
Keqner. ute Adriano Ferreira Mondes Guinia-
resC\ requerente da casa n 76 da roa do Vis-
conde de Goyanna Jos Thalos de Mello c nao
o requereu'e, como prova o documeuto junto ; pe-
lo que sou de parecer que a sua renda nao podo
ser ju:gada provada.
lteqoeri nte Aristides d'Olivoira No oredo n.
3 da ra das l'ern^mbneanas mora o pr. pno dono
Thamaz Rezcndo de Oliveira, em cuja compunbi.
vive o requerente quo nito pode ser attendido.
Requerente Juiio Demetrio Fernandes Vianna
O requerente allega inorar na casa n. 4 da estra-
da do Parnemerim, ha mais d-- urna anuo, e vivi-r
de economa propria. O al testado jurado firma-
do pelo 1" juz de psz, provando essa allegacao,
nao tem valor, desde que esse jniz noesrem
exercico. Pouco porta que b le n 309, indi-
cando o juiz do paz eom > c uipetente par ps-ar
os attestados de r. snleneia, niw declarasse ser
essa competencia do jmz de paz i m exercico o,
porque essa explicac^o nao neoessaria, urna voz
que sendo quatro o numero de juizes de p z em
cada districto, tres destes sao simplesmeutc subs-
titutos legaes do qu est cm exercico, re-uttando
d'ah que b, uo impedimento d'este, pode um d'a-
quelles exoreer as euas attribuicoes, oOservada
aiuda assim a devida ordem. Or, aohtndo-so
em or rcicio o 4 juiz Je pnz, nSo p ule o Io func-
ciunarior, sean no impedimento d'este, de quom
, na terma da h i, immediato substituto legal.
Est, entretanto, pro vado enm o d cumento junto
e firmado pelo juiz de paz em exercico, que o re
querentc niio mora na estrada de Parnam.rim u.
4, e sim no Hcude do Apipuc.s. A renda do re-
querente, pois, nito pode ser ju'guda appnvada.
Requerente Antonio Jos dosSnnt'SA casa n.
6 do lariro do Aj pucos estove s m nqnilmo por
muito t- mpo. Desde Ag. t-to do cirrenio Hnno, re-
sido neila a viuva D. Anua Alv. s Gama, e nao o
requerente ; p' lo que sou de parecer quo este na
pode sor aticudidn.
Roqu rente lof Francisco de Suuza Bray.dao
O requerente nao podo ser atrendido. Os tres
documentos juntos provm <-videnti mente qiio o
r. queronte in.ua na cas* n. 6 da travo-..a do Ce
i! iterio, CSa Ain in-lla, des io o ni z de Dczein-
bro prximo pitsaio, qptaodo ahi abiio um esta
belocimont de m Iludo-, sendo que, anr s d-ssa
data, morava om outra Casa c un D mingos Cor-
re a Gomes, de qoem era caixi-iro. O nttestado
do fl 4 um dooinni-uto uu'li'. p.r incompet-ncia
do seu signatario.
Ueqnanol J .a.|iiin \unes Pal. iba.O r'que-
ronte nao mora na casa n 2 da ra da BcMa-Vis-
ta, fr.-guezia do Poco E' inqulino dessa cusa
Emilio R zi-i.ilj da Silva, portoiro do Arsenal de
O requcre-iir r.-sde na froguezu de S. Fr.
Ivs, conf irme se v dos dona docu-
mentos. O att. atado de fl 4 e o recibo de II 5 sao
nuil oh, por iiicomp-t.ncia aos seus signitarios.
Bequereu'e Slvnu Nones Vianna.O reque-
reute i.ao pr cu m rar na casa n. 2 d ra d*
pi'tira, friguozia io Poco, c nem viver de econo-
ma propria, porque o atlestado de fl 4 um dc-
.'uir.onto nullo, p i incompetencia do 8 'U signata-
rio. Sou de parecer que o requerente nao ple ser
attentido, em tace do documento junto, com o qu il
se prova que ele na i mora n'aqiiella casi.
Requerente Fra icisco Jos Machado di Silva
Na casa ii. 12 da ra do Encauamento, freguozia
do P u'gucio e tumbem mora o sen propriotario Adria-
no da Rocha I'or- in confjrmo se v dos attesta-
dos juntos. O documento presenta do pelo reque-
rente, millo, por ine ;mp tencia do signatario.
Requerente Joao Geralio Martina C attesta-
do do fl S um documento duII > por incompeten-
cia d) sou signatario. N* casa n. 20 da estrada do
Brcj i, mora, ha mais de um anno, D. Lima Mari-
nh i de A'meid i, e niio o requerente A asignatu-
ra do recib de fl. 6 apocrypba. Ignacio Mj tei-
ro fallcido. Roqueiro que o o.-cr:v.i i extraa co-
pia de todo o processado, me seja esta remettida.
R-quirontr- Joaquim Nunes Correia Passarnho.
O requerentn na. mora na casa n. 5 da travessa
da Casa-Forte E-sa casa, conforme se de um
dos dous documentos juntos, se acha fechada, ha
muito tempi. O attestado de fl 3 nullo por in-
competencia do sen signatario. Reclamo a atten-
cao do doiito jnlg..d .r para os autos de p-ova do
renda do M nael Pinto LeSo, qu- pretende alistar-
se na r-fenda casa n. 5 da travessa da Casa-For
te, sendo que sao dignas de reparo as assignatu-
ras dos recib s.
Requerente Man :el Pinto Lao. O requerente
nao mora na casa n. 5 i.a travessa da Casa-Forte.
Essa casa est f--chada, ha muito terap >. N'ella
pretende tambem alisttr-se Joaquim Nunes Cor-
reia Passarnho
Scrvifo de vaecoacao
Em camprimento do art. 26 Io d > regolamen-
to sanitario vigente, ficam designados os das de
segundas e quintas-feiraa ao meio dia, na inspec-
tora de hygiene, qae funeciona no pavimento
terreo do palacio da presidencia, ao lado em qae
se acha a reparticao das obras publicas, para a
vaccioacao do todas as pessoas lentarem.O membro da inspectora de hygiene
Dr. Augusto Serfico da Silva.
DECl^RTcgES
Club de Regatas Per-
nambucano
Pelo presente convido os seuhores socios a virem
receber do S. thvsouroiro, das 7 s 9 horas da
noite, at g dia 8, n:t t !e deste club, seus ingres-
sos para o sarao dan santo do 9 do crrente.
Secretarla do Club de Regatas Pernambucano,
era 5 de Outubro de 1886.O 1 roen!fio,
Os"ar C. Mo teiro.
VENERAVEL IRMANDADE
DI
Glorio a Sanl'Anna da igrej.: da
Santa Cruz
osa gei-al
De or.-ni da mesa rededor, convido a todos os
u issos caros irmaos que estiverein no g is i do seus
direit. s, a comparecerem em oosso consistorio no
domingo 10 do corrate, pelas 1) horas da manha,
afim de reunidos em num -ro legal de mesa geral,
p issamos tra'ar da construccio do catacumbas no
cemitoio publico.
Secretaria da veneravel irmandade da Gloriosa
Sonhor.i San'.'Anna da i^roja da Santa Cruz da
odada do Recite, 7 de Outubro de 1886.
Autonio Riphael Alves da Costa,
Secretario.
Obras Publicas
De ordem du Illm Sr. engenhoro ebefo, faco
publico que no da 15 do crente, ao meio dia.
recebe se na secretaria desta repartilo, em car-
lai fech idas e competentemente selladas, propoe-
tas para a execucao dor reparos da Cadeia de
Caruai; oteados em2:18^*!'7.
O oryameuto e mais eomlicoes do contrato se
aeh-.iii a disposicao dos soabores pr. tendentes.
Secretaria il i repartico das obras publicas de
P. ruambueo, 1 de Outubro de 1856.
O secretario,
Joao Joaquim de Slqueira Varejio.
Arsenal de Guerra
De ordom do Illm. Sr. ra jor director, su cha-
mados 08 negociantes abaixo, para virem atsigoar
no praeo de tros das, os seus contratos, sob SS
p.'uas do 4* do art. 64 do Reg. de 19 de Outubro
de 1872.
Farias Neves & Cordeiro.
Maia e Sha os C.
Jos Joaquim de Azevedo.
Baso-* & C.
Manuel r'erreira.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
co, 6 de Outubro de 1886.0 secretario,
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Instliu o LiKei-aiio Olindense
Do niug>, 10, s 11 horas da minh, haver
sesso extraordinaria de assombla geral. Olinda.
5 de Setembro de 18860 1 secretario, Samuel
Ai. de Lima Botelho.
SOIIEDADU
Monte-Pio Bom Suc-
cesso
Tendo es'a sociedade de soiemnisar o nono an-
ni versarlo de su i installacao, no domingo 10 do
crrente, havendo misaa em accao de graca ana
pidroera, s 10 horas da manha, na groja da
Maire de Deus, e em seguida aesso magna na
tele social, convido aos sonhores socios effecti-
vos, honorarios e benemritos, para com suas pre-
sentas ahrilbintarem os di'os actos.
Secretara do Monte-Pio Bom Successo, 7 de
Outubro de 1886 O 1 secretario,
Benigno de Figueiredo.
Obras publicas
Edital n. T.
E. G. Cascao, 1 a A. Silva & C, 1 a Ferreira *
Irmito, 1 a Cesar L>pes & C, 3 a Oliveira Bastos
& C, 1 a Ridrigo de Carvalho S C, 3 a Caetano
Ramos & C 1 a Mantel da Cunha Lobo, 3 a G.
L iporte & C, 3 a Prente Vianna t C, 3 a Pe-
tr^cclli & Irmao, 1 a Maia tV Silva, 1 a Guiraa-
res & Perman, 2 a J. Augusto dos Santos & C,
1 .. F. aneisco do Azevedo 4 C, la Casemiio Fer-
nuidei. & C, a II. Nuesch & C, 3 a Guima
raes Caldoso & C, 4 a Ferie.ra G jmaraes & C,
1 a Du M.-nr & C, 2 a Ibino Cras t C., 8 a
Sulzec Ki'.iifiraan 6t C, 2 D. Hynee.
Movis 3 caixSes Silva Fernandos.
Vei s 1 caixa a Luiz Antonio Sequera.
Machinimo 2 volumes a Ccmpanbia de Fiaciio
e Tecidos, 4 ordem.
Masa alimenticias 2 caixas a J. Joaquim
Alvos & C.
Objects para chapis de sol 2 caixas a F. X.
Ferreira & C, 2 a Lete Bastos & C.
Perfumara 1 eaxa a Francisco Manoel da Sil-
va & C 1 a Guimnries Irmao & C.
P. reelana 2 volumes a I. Just, 1 Manoel Joa-
quim Pereia.
Papelao 1 tardo a M. J. de Miranda.
Papel 1 fardo, ao mesmo.
Pedras de fego 10 barricas, a Prente Vianna
& C.
Qiieij-s 12 caixas a ordem, 11 a Paulo Jop
Alves & C, 15 a Sanlres Brothers & C, 25 a
Ott i B hns Succcssor, 10 a S a-.i Bi&tos Ainiriai
4 C, 15 a Paiva Valente & C, 16 a F. G. de
Araujo, 2q a Jote Joaquim Alvos Si C, 8 a Fer-
nandes & Irmo, 23 a Joaqui n ferreira de Car
valho & C., 11 o D mingos Cruz S C-, 10 a
Joaquim D. Simos & C.
Roupi us.da 1 mala ao Dr. Paula Lopes,
Tinta 1 caixa a ordem.
Tecidos diversos 7 volumes ordeai, 1 a Caetano
R,moa & C, 13 a Bornet A (' 1 a F. Gurgol
d'Amarol & C, 5 a A. Burl C, 2 a Guima-
raes & Peonan, 1 a J. Alvea Fernandos, 3 a D
P. Wild & C, 1 a Jos Farrrir.a 4 C, la Ma-
noel da Costs Lobo, 1 a Alvs de Britto & C.,
2 a A. C. de Vasconcelos, 4 a O i oto J irdm 4
C, 4 a Agostinho Santos 4 C, 2 a Machado 4
Perejra, 3 a Bast S C, 1 a Albino Amorim 4
C-, 8 a Luiz Antonio Sequira, 5 a Monhird
Huber&C., 6 Rodrigues L ras & C, la
Ramos ds Silva', 1 a Andrade Maia 4 C, 2 a A'
Guimares, 1 a Guerra S F mandes, ditas e
caixa de msica 1 caixa a Francisco Gurgel
Amaral i C
Velas 4 caixas a Fernandas & Irmito 1 a Au-
' PROMOTOR PUBLICO DR. OLIVEIRA ES-
COKFX
Pareceres svbre alilamen'o eleitotal
Requerente Alvar > Augusto de Almeida O re-
querente daclaron na peticao do fl 2 ter 23 annos
de idade, e juntou como prova d'cssa al I eg, cao a
pub ica forma de fl 7, extrahida pelo tabcllio An
Carga de Lisboa
meias barricas a F
R. Pinto
Amendoas 15
Guiinaracs S C
Aaoitonas 16 caixas a J. B. de Carvalho
Bagas 1 barrica a Gomes Maia 4 C.
Crbolas 25 caixas a Ferreira Rodrigues & C,
20 a J. B. de Carvalho.
Fi uctas 15 meias caixas a D mingo Ferreira da
da Silva ft C, 2 a J. D Campo*.
Figos 5 ciixas a Carvalho 4 C, 9 a Domingos
Ferreira da Silva & C.
Passas 50 fardos e 4 caixas ao mesmo.
Uvas 25 meias Bastas aos mesmos, 2 a J.D.
Campos.
Vinho 20 pipas e 20/5 a Francisco R. Pinto
Guimarcs a C, 8 20/5 a Souza Basto Anorim
k C.
Dito branco 25/5 e 10/00 aos mesmos.
Patacho diuamarquez Mette Joaane, en-
trado do Rio Grande do Sul em 6 do cor-
rento e consignado a Baltar Oliveira & 0.,
rnanifestou :
X.rquo 180,000 kilos ordem.
Earola* e eiiilesiii pai ticnlaron
De ordem io r. Dr inspector g. ral, declara-
se aos prnfossoros e directores de qnanqu.r aulas
e estabelecimeotos particulares de instruccii pri-
maria, secundaria oa especial, de um e outro
sexo, que at o da 30 do Nove obro prixim> vin-
douro, devcrSo remetter esta reparticio os
mapnas de que trata o art. 187 2o do Reg. de 6
do Fevereiro de 1885. sob as penas coiomlnadas
no art. 1^2 d citado regu amento.
Secretaria da instruccao publica de Pernambu-
co, 6 de Outubro de 1886 O secretario,
Perarsntino S. de Aranj i Galvo.
De ordem do Llin. Sr. eogeabero chefe,
faco publico quo, em virtudo da antouisacao do
Exm Sr. vice presidente da provincia, recbese
na secretaria desta reparticio, no dia 15 do c r-
reiite, ao meio da, propoatns em cartas fechadas e
cjmpeteatemente seila lai, para a execucao dos
reparos da cadeia de Serinhaem, oreados em 480*.
O orcament-j e mais coadices do contrato, se
acbam dispjsico dos senhores pretendentes pa-
ra a-rom examinados.
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Peruambuco, em 7 de Outubro de 1886.
O secretario,
Joao Joaquim de S. Varejio.
De ordem do Sr. presidente, convido aos se-
nhores socios para, reunidos em asaembla geral
no domingo 10 di corrento, pelas 11 horas do dia,
na e le do club, afim de proceder se a eleico
para o cargo de bibliotheenrio.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 7 de
Outubro de 1886.O 1- secretario,
P. C Casanova.
gaste Dabi I le, iO a ordem, 35 a F. G. d'Araujo,
1 fardo a Domingos Ferreira da Silva 4 2.
Vapor nacional Principe do Grao Vara,
entrado da Babia e escala em 7 do cor
r 'nte e consignado a Domingos Alves Ma-
theua, rnanifestou :
Algjdo 3'J5 saccas a Ferreira Rodri-
gues & C 144 ordem.
Barra vasios 233 ordem.
Barricas vasias 254 ordem.
Cauros seceos salgados 90 a Seixas iniios, 56 a Pereira Carneiro & C.
Charutos uro caixSe ordem.
Co os seccoa 84 barricas e 9 amarrados
a ordem.
Fio de algodo 26 saceos a Ferroira 4
InnSo.
Fumo 43 volumes a Antonio Pereira da
da Cunha.
Oleo 90 latas ao consignatario.
Pelles 7fardos a J. H. Boxwell, 39 a H.
Stoaenback & C, 5 _ao consignatario, 7
amarrados a Flix Sinos.
Pennas 2 volumes ao mesmo.
Sola 604 ineios ao consignatario, 430
ordem.
Patacho hollandez Ida Joanna, entrado
de Montevid > na mesma data e consigna-
do a Pereira Carneiro & C Manifestou :
Farello 6'10 saicos.
Xarque 2,315 fardos orddtn.
OllSPACHUS DE EXPORTAC
Em 6 de Outubro de 18S6
Para o exterior
No brigne inglez Lucille, carregaram :
Para New-York, F. Cselo 4 Filho 811 saceos
com 60 825 kilos de assucar mascavado.
rara o iiro
No vapor francs Villc de Baha, carrega-
ram :
Para Saat^s, Maia ir Rezende 443 saceos com
26,80 kilos de assucar branco e 350 ditjs coai
21,000 ditos de dito mascavado.
Par* o Rio de Janeiro, R. Valente 200 saceos
com 12000 kilos de milho.
No vapor allemao HoUlein, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, P. Carneiro 4 C. 1 fardo
com 40 kilos de algndao.
No vapor nacional Mandahu, carrcearam :
Para Penedo, Fernandes 4 Irmito 1 barrica com
100 kilos de assucar branco
No hiate nacional Geriquy, carregaram :
Para o Natal, Fenandes ce. Irmao 54 saceos
com fari: ha de mandioca.
rt barcaca Cecilia, carregou :
Para Macei, Augusto G lvao 15.000 litros
de sal.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 7
Maco 22 das, patacho naciooal Roanla,
do 233 toneladas, capit&o Antinio de
Souza Castro, equipagem 11, carga sal;
a Joaquim da Silva Santos.
Ri> Grande do Sul 39 das, patacho hol-
landez Bernardi Geodolowos, de 156 to-
neladas, capitulo W. Sypheus, equipagem
Montevideo 22 das, patacho hollandez
Ida Johann, du 150 toneladas, capitS
C. A. Druves, equipagem 8 carga fare-
llo e xarque ; a Pereira Carneiro & C.
Bahia por escala 10 dias, vapor nacional
Principe do Grao Para, de 300 tonela-
das, com mandante Tcxeira, equipagem
26 ; a Domingos Alves Matheas.
Cardiff, 48 dias, barca inglesa Selmi, de
348 toneladas, capitao J. A. Bicker,
equipagem 10, carga carvSo de pedra;
a Wilson Sons & C.
Santos 21 dias, brigue norueguense Ss-
kutnmezen, de 214 toneladas, capitao N.
Stiansen, equp^gera 7, em lastro; a Her-
komanm Lundgrin & O
* Navios sahidos no mamo dia
Santos por escalaVapor alIomSo Holsiein
commandante W. Havek-r, carga va-
rios gneros.
Patagonia (Madryn)Patacho inglez Geor-
gie, capitao Geo A. Morris, carga ma-
deira de pinho
GuaroLg-ir norueguense Berthr, capitSo
L. Halversen, era lastro.
VAPORES ESPERADOS
6, carga xarque; a Amorim Irmaos
& C.
Rio Grande do Sul35 dias, patacho por-
tuguez Varita, de 186 toneladas, capi-
tSo Manoel Marques de Souza, equipa-
gem 8, carga xarqns; a H. Lundgrin
d C.
B. Kemny
'Trent
Galicia
Manos
Bania
Aulhor
Elbe
Rosario
Pernambuco
Espirito Santo
Finance
Ville de Victoria
Allianca
Britannia
Para
Lo Plata
Equateur
Cear
Neva
do sul hoje
da Europa a 10
do sul a 11
do sal a 12
do norte a 13
de Liverpool a 13
do sal a 14
do sul a 15
de Hamburgo a 16
do su! a 17
do sal a 21
do Havre a 21
de New-Port Nows a 22
da Europa a 23
do norte a 23
da Europa a 24
do sal a 25
do Bul a.27
do sul a?9
r
%

*'
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MM^B^BBHHMPiBBl
i

M^H
Diario de PernambocoSexta--reir 8 de Outubro de 1886
$

(



IRMANDADE
M
Nossa Senhora da Luz
Con % lie
Ten do de ser inaugurado no consi torio desta
veneravel irmandade o retrato a oleu do p isso
irmio ex-juiz bemfeitor e *ctul thesoureiroLuiz
Alve de Lessa Rmente', maniado faz-r pela
acta' mesa administrativa c alguos irman que
eipontenenmento se prestaran jomo prova de gra
tiJSo ao insto pelos relevantes servio' s por elle
prestados. De ordera do ni-sso irmo juiz, con-
vido & todos os irmam a comparecer ein o noiso
consistjri > domingo 10 do corrente, 4 hora dt
tarde, fim de tornar asis impom-ote esta festa
de merecida gratidio. Tocar n ste act> urna
banda de msica marcial.
Consistorio, 7 de Outuhro do 1886.
O Mentarla,
Joe Ramos de Oliveira .lun'or.
SB6IRS
CONTRA FOC^
he Liverpool & London & Giob
l.\Sl liliME (KllTAM
SaaDrters Brottiers & G.
Lyceq do Artes i Oiclos
A Imp erial S 'ciedade d^s Artistas Jle-
chani:'.J3 e Liberaos ae Pernambueo, que
tcm a seu cargo o Lyeeu de x\rtes e Offi-
cios, no Intuito d- Ilustrar na classes artis
ticas e roanufactureiras, manten) como j
bem conhecido cm seu paUcete no Cara-I
po das Prinecz is, aulas de diversas liuguas j
eseneias, asqu>es, fuo-.'eionam ero todos
00 dias uteis, das t s 9 horas da noite.
Cora o roesroo intuito m mt.n ella una
paqueas o modesta bibliotlieca que, cora
patriticos donativos, nugroeuta se do dia
para dia, e franqueada ao publico em
gersl diariamente, as mesrafs horas cima.
Assiiu, po>'s, coro o raui applaudido in-
tento de tira-ir bjra conheciio o progres-
so das artes e offi ios entro nos a perfei-
cao e utililado de scus productos, fazer
conhe-ido s3us autoras, b'in como os lu
gares de seus estabelecimentos, afim de
facilitar a sabida e o cons mo d-lles, pro-
move ella to los es anno pnra o dia de seu
anni^ersari, segundo dispSiO 6o. do
art. 2." dns seus estitutos, urna exposicSo
dos trabalhos d'artes offi i s e mnnufietu
ras. E' pira a conse^ucao de tao nper
feicoado q jo vantjoso ara, que a directo-
ra da sociedade ven pelo presente, soii
citar do todas aquellos pssoas qui pos
Buena porp-rgarainho c trabalho, sua effi
caz con unxncia KxpoM^ao que, etn 21
de Novembro desto anno se eff<;tuar ero
sua s le, Ly eu le Artes e Oficios.
Cumpre tambero a ella lser conhecedo-
res oj Ilustre senhorts e sonhoras, que
a quizi r.'!u bourar com scus productos, os
seus dircitos e
De. veres
1. DsveriLu at 15 do dito mez envia-
ren! as amostras de seuj vendaveis pro-
ductos para o dito Lyeeu.
2. Eu todos os objictosdoverao acoru-
panhar o nome rio autor, ou proprietario
dos mes .nos.
3. Ser irapres.indiv*l em todo e qual-
quer objecto a declaraeao do pngo, e lu
gar d<- sua terica ou deposito.
4. Que os objeutos para a Exposieno
vender.
Direito
Art. 8a do r.gularaento da Exposiyao
Artistico-Iudustrial:
Somonte aos expirtores p-Troittido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tantes os scus produ tos
A directora conscia de qijp rauito se es-
forcarao para o faustaso i sultado deste
certamen tao proveitoso e lisongeiro a to-
das hs classes indus'riaes, antecipa s-uis
devidos agradeciroentos.
Secretaria da Imperial Sociedade dos
Artistas Mchameos e Liberaes, em 18 de
Setembro de 1886.
Jos Castor de A. Souza,
1* secretario.
CoMPANfflA
THEATRO
sito mm
Domingo, lo do correte
BENEFICIO DA VIUVA DO
Maestro Colas
DE
NECl'ROS contra FOCO
E8T: 1803
Edificios e mercadoria*
Taxtu baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. 5 Ra do Cummereln N 5.
london and Braslllan Ha
UoiKe
Ra do Commercii n. 32
t'acca por todos os vapores sobre as ca
do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglezea.
ft
D. pois que o eorpo da orehestra do Congresso
Dramtico B>'neficentp, auxiliado por alguns dis-
M P E RI A L tlnetoB professores sob a rcenos do insigne maes-
tro Antonio Martins, tiver ezecatado a grande on-
VMtura intitulada RAINHA SANTA ISABEL.
I Subir suena o apparatoeo drama em cinco actos
iotitiiludo
! 0 CONOS DE S. Olffl)
oo
0 DI4D0 EN PARS
Fmalisando o espectculo com a chistosa co
media
0 T\|hi liras i le i ro
A beneficiada desde ja agradece o obaequio qne
llie prestum os corpos scenico e o da orchcslra do
Congresso lirainatic'', afslm como os professores.
Ao repei'avcl pnblic > o seu eterno reconhecimeoto.
I'rec >s do costume. ,
Prin.ipiur as 8 Loras c 1|4.
O resto dos bi.betes no escriptorio do tbeatto,
no dia do espectculo.
Paciflc Sieam Navi^alion Company
STRAITS OP MAGELLAN LDE
Paquete Galicia
Espera-ee dos portos
do sal at o dia 11 de
Outabroseguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os que dora
em diante seguirem tocarn em
Plymouth, o que facilitar che-
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
j com os
AGENTES
BfWIIson OD8 dt C .. I.lllll< I
N.J14- RIJA DO OOMMERCIO N. 14
_COMPANUIt PEHNAMVL'CAKA
DE
x.'vcx.o eostelra por vapor
reniando de Noronha
AGENTE
Miguel Jos .Uves
N. 7-RA DO BOM JESS -N.
H-Kiiro. niftrillsa* e Ierre*-**
Ne-ies ultimo a uinea coapsnbia aestst praga
que concede aos Srs. srgnradis isesopso ment de premio em cada stimo aano, o qse
equivale ao d "looto de esrsaffis 15 por eenj eci
txvor dos sesnradne.
(OHI'A\IIH VHR'i JECIHO
XORTIIERX
det I.Omlre* e .beriloen
Poalcii fluancelra (Deientbro IS85)
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos accumulados 3.134,348
Beceila animal i
Di premios contra fogo 577,330
De premios sobro vidas 191,000
De juros 132,000
o AGENTE,
Jo) n H- Boxwell
Ht l ( OH1IIIIIHX IO 1. SO 1 M4H
THEATRO
DE
VARIEDADES
O vapor Giqui
^4v
.f^'.lgSS
Segu no dia 11 de
Outubro, pelas 12 ho-
ras da manb.
Recebe carga at o
lia 9.
Encommendas, passagensee frte a dinbeiros at
as 3 horas da tarde do dia 10.
ESCRIPTORIO
raes da Companhia Perusmbn
cana u. l
A-gente Pestaa
Ijeilo
Sabbado 9 de Outnbro
A 11 horas em ponto
No 1 andar sito ra do Livramcnto
n. 39
O agente Pestaa, competentemente autorisado
p r urna familia qne se retira desta cidide, ven-
der os mov is abaixo declarados, os qua<"s pelo
seu bom estado de conservado cbamam attencil.)
dos Srs. compradores.
Sala de visite
Urna mobilia de Jacaranda, constando de 12
caderas de guarnico, i ditos de brago, 1 sof, 2
consolos cm podras e 1 inesi redonda, 1 Upet-,
1 candieiro a gaz, 1 par de jarros de porcelana
dourados, 1 bom espelbo com moldura djurada.
1 lindo quadro a oleo com moldura dourada, 2 ct-
lungas ae pedia, 1 par de lantcrnas, 1 dito de
jrro8 azucs, diversos pan.ios de crochet, 1 tapete
e 2 escarradeiras.
Quarto de dormida
Urna commoda de amare l; 1 cabide de dito,
1 guarda roupa de dito e I. banquinba.
Sala de jantar
Uina mesa clstica deamarello, G cadeiras de
dito, 1 guarda l.nca de dito, 2 apparadores de
dito, 1_ s-.f de Jacaranda, diversas loucas e trens
de cesioha e muitoe outros movis qne se acharo
patentet no acto do leilo.
Leiiao
ii
COSTRA FOGO
Norh Brilisb k Mercantile
CAPITAL
t:OOO.OOo de liliras sterllna
AGENTES
Adomson Howie & C.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhla Phenlx Per-
nanbucana
Ruado Coromercio n. 8
Companhia lyrico-coraica de operetas
francezas de variedades e ao modo dos
concertos
dos Campos Elyseos, em Paris
brese no dia 9 do corrale
cm cana d Charle* i'iiivm roa do Commerclo si. SI. Rcelfe
A assignatura
para vinti espectculos
PRESOS
Camarotes com j entradas 10000
Cadeirag e galeras 21000
Plateas U009
Entrada nojordim 500
Visto o prec i reduzido para platea e entrada
geral, toma-se assignatura para camarotes, ca-
deiras e galering.
Os senbores assignantes tero direito a um des-
cont de 10 /
Pagamentos:
50 / na occasi > de tomar a assignatura, outra
metade na respirado primeiro espectculo, dia da
entrega dos bilbetes.
MARTIMOS
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Kstabeleelda em t.
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
Ate 31 de dezembro de 18841
Martimos..... 1,110:0008000
Terrestres,. 3I6:000$000
i i -R sia do ominen'I o -
Santa
casa
Mu eteUri da santa casa de Bisericordia do
Beeift itwtdis m par eapaeo de um tres au-
na* as ai abajas deeUradas j
Ej :. (to Moeda 4o, por 204 menaaes.
ldi-m id'-m n. 49, 204 dem.
Dita da Linguete n. 14 1- andar, 16/660 idem.
dem idem 2 dito. 15/ dem.
Ra do Burgos n. I v idem.
Dita da Madre de Deus n. 10 A, armazem
15, idem.
dem idem n. 12, 40/ idem.
Ra da Guia n. >, 164660 idem.
Dita da Scnialla-velha d. 132, 2' andar, 15/
idem. *
Dita da Detencao n. 3 (dentro do quadro) 10/
idem.
dem idem, 8J000 dem.
Dita do Visconde de Itjparica, n... 2' andar
e sot>, 35/ idem.
Dita do Marques de Olinda n. 53, 2- andar
40/ idem.
Caes da Vlf ndega n. i
Sexta-feira S de Outubro de 1886
A'S 8 HORAS
GRANDE CONCERT
Honrado com a pmoitca do Exm. Sr. Br.
Prosidonto da Provincia
Dado pelos celebres violinistas e pianista
JOHANNES WOLFF
Violn solo de SS. MM. o Re e Biioha dos Paizes-Baixos
VIRGINIA SINAY E MATHILDG SINAY
ARTISTAS BRAZILEHUS-J.0 PREMIO DO CONSERVATORIO DE PARIZ
*ROGR%Nll%
1. PARTE
i. Sonata cm r maior, para vio-
lino o piano.......Beethoven.
Mathilde e Virginia Sinay
2.* Polonai-e mi bemol (piano solo) Oopin.
Matliilde Sinay
a) Cavaline...... Haff.
h) Habancira de Draper i vio-
3.
linm
Joliannes Wolfl"
a) Melodie)
}(piano solo),
b) Valse .}
Muthilde Sinay
a) Legcnde 1
molino
b) Air vari J .
Virginia Sinay
J. Wolj}.
fubinstein.
Vfieni'iv-di.
Vieuxtemps.
2 PARTE
6... Duo para 2 violinos Sfokr.
Virginia Sinay c Johannes WolfT
7 a) Andante religioso) Thomr.
>violino
b) Srnadc ...).. Moixkomdci.
c) Rerceuse..... Fanr-
Jdlianncs WolfT
8." a) Rerct^se .) Chopin.
> piano solo
b) Polka la Reine) Rnfi.
Mathilde Sinay
9 Fantaisie sur la Muctte (vio-
lino)........ Mar.
Virginia Sinay
10 Dans les Rois (piano solo) Koff
Mathilde Sinay
U. Airsrusses (violino) \\'tn>twski.
Johannes Wolff
0 Tapcr austraco B- Kemny
E' esperado do sul no dia
12 de Outuhro, seg indo de
pOiS da demora neceasaria
em direitnra para Santos,
volteado depois para o Rio
de Jan iro.
Recebe carga e encommendas a frete mdico
tracter com os
AGENTES
JOHNSroN PATER & C.
RUADO COUMERCIO N, 16
BOYAL NAIL STGAM PACkET
C01PANV
0 paquete Trent
E' esperado da Europa no dia -
10 do corrate, seguinde
depois da demora necessa
ra para
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Buenos-Ayre
O paquete Elbe
esperade
d su! no dia 14de
correte seguin lo
iepois da demora
neceasaria para
S. Vicente, Lisboa, Vigo e *n
thamplon
Para passagens, tretea, etc., tract u i
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic &Aj.
CuKI>i.\HI PKHMIHK >
DE
Javegaeio Coste! ra por Vapor
PORTOS DO SUL.
Nacei, Tenede e Aracaj
0 vapor Mandahu
Segu no dia 8 de
Outuhro, a 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
dia 6.
Encommendas, passag. s dinbeiro a frete ate
s 8 horas da tar le do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Perr.ambucana
n. 12
Compa sia llra?ileira de Xae
&eo a Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Jocto Mana Pessoa
E' esperado dos portos do sui
at o dia 11 de Outubro, e
seguir depois da demora iu-
dispensavel, para os porto*
do norte at Manos.
Para carga, passagens, CDcommendaa valores
raefa-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
0 vapor Baha
Cammandante Silverio Antonio da Silva
E' esperado do* urtos do
norte at o dia de 13 Outu-
De predios e terrenos
Agente Brito
Urna casa de taips, onde mora a professora do
Cumbe, em Bt-beribi', 1 sitio prximo dita casa,
1 terreno no mesmo logar do Cumoe, que foi da
viuva do D.\ Sxntos Oliveira, 1 casa terrea ra
Augusta n. 2(8, 1 casa terrea ra do Gaz me-
tro n. 1.
O agente cima, competentemente autorisado,
vender os ret-ridos predios e terrenos.
e'ABBADO, 9 DO CBRENTE
A'S 11 HORAS
Ra de Pedro Affonso n. 43
Precisa-se de urna ama para todo servico de
urna casa de familia de dnas peBsoas : na rna do
Rangel n. 53, loja.
Ama
Precisi se de urna ama para andar com duas
enancas, lavar e engommar para as metmas : a
tratar ns rna da R,da n. 16.
f Ensino primario e secundario
Oiuruo e or turno
O aoaixi assignado continu* aleccionar pri-
eiras Utras, portuguez, fran^cz, arithmetica,
rethorica e outros preparatorios, e:n cisa de sua
residencia run do Mrquez de Oliuda n. 1, ee-
gundo andar, me liante remuneraci i razoavel.
Pe Iro Estellita C. Lins.
Ao Publico
Eu, abaixo assignado, venho pela imprensa de-
clarar que assumi a responsabiiidade de todo o
activo e passivo da firma Jacom* & Oliveira. Em
vista do que, todo e qualquer devedor n, > far
pagamento a qaem quer que seja, sem autorisa-
co minba p>r ercripto, sob pena de perder.. Co-
mo um quidam ieve o arrojo de cobrar de devedo-
res meus, at com amiac.as, tico o presente, no
que me assigno.
Alagoi Secca, 4 de Outubro de 1886.
Poajpu Jacome.
Aviso
Leilio
Kabbado 9 de Oatnbro
a's 11 horas
Ra Estreita do Rosario n 2-
O agente Modc4to Baptista, pir mandado e com
assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphoe, e a
requerimento de Hermea Dias Fernandes, inven -
teriante dos bens deixados por Jsaquim Dias
Fernandes, far leilo de urna casa terrea ra
do Coronel Suiruna n. 189, com ti metros e 50
centmetros de trente e 19 metros de tundo.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 800 no becco dos Coe
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra dt
Imperatris n. 56.
- fede-se aos abaixo notadoa, o favor de vir
b7oe denotada "dcmra"'n- I u !a^!"rw o Marqne. de Olinda n. 51.
dispensad, seguir para A,tode*
08 f-tng do sul.
Frederico Vieira.
Manoel, do Banco.
Recebe tambem carga para Santos, Pelotas
e Grande d > Sul, frete modic-.
Para carga, paasgens, encommendas valores e
trata-se na s.gencia
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
Coi
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com excellente* accommo-
dacoi'8 para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
ra do Oommercio n. 10.
Aluga ae nm grande sitio com excellente
casa de vivenda, na Estancia : a tratar na rna
- Precisa-e de um cosinbeiro
numero 40.
panhia llahiana de navega-; do Marque de iinda n. 40.
eao a Vapor
Macei, Villa Nova, 1-enedo, Aracaj,
Estancia e Baha
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
Segu impreter i vil-
mente para os pertos
cima no dia 11 do cor
rente, ai 4 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at o 1/2
na ra Vi-lha
ll
UampschilTralirts-GeselIschal
O vapor Pernambueo
Espera-se de HAWBURGO,
vio LISBOA, at o dial6 do
corrente, seguindo depois da
d-mora necessaria para
dia do dia 11.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete tracte-se na agencia
7liua do Vigario 7
Iloniing. s Alvos Ma heos
tnuedSUles& Brasil 1HS.8.C
0 paquete Finance
AVIA Precisa-ae de urna paru cosinhar : na
rna Imperial n. 42.
Alaga ay. o 1- e 2- aodar da casa n. 34
rna estreita do Rosario ; o terreo de r. 27 do pa-
teo do Terco ; a tratar na ra do H spicio nu-
mero 33.
Aluga se urna ama perita para todo o servi-
do ; na ra do Livramento n. 15.
Precisa-se de um caixeiro de 12 annos de
idade, com pratica de molhados : a tratar na ra
das Heruambucanas n. 38 (Cxpiinga).
Aluga se urna eserava preta, que engomme
perfeitamente, cose e csinha ; na ra Vinte Qua
tro de Maio n 24.
Comp-a-se algodao era caro9); na prensa a
vapor, no caes do Ramos n. 4.
Precisase de urna ama de meia idade, para
comprar, cosinhar e fazer o ser vico de umi casa
de pouca familia : na roa Velha n. 38.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar:
na ra Nova, pbarmacia n. 51.
^ Aluga-je a casa da ra do Pilar n. 37, com
6 qoartos, 4 salas, coainba e apparelho fra, re-
a 21 de Outubro construida, calada e. pintada de novo ; a tratar
na na da Imperatriz n. 56.
A Sra. D. Mara Arcbanja Cavalcante de A'bu-
querque, mi da Ex n. Sr.' Baroneza de Vera
3ruz, senhora do cngenln Monjope, queira tera
bond..de de mandir pigar a Jos Feliciano de
Nazar th a quantia de 3.000/ e tantos de zafana
que Ihe remetteu pira ali-nentaco de sua fabri-
ca n eugenbo Tamatape de Floren, .slem disso
quande aeu filho Jo5> Cavalcante foi para Europa
e que ficou a dever-lho uma letra de :000000 e
tanto, proveniente anda de xarqne, elle foi a sua
casa fazer-Ihe ver isto, assim como se devia con-
tinuar a mandar xarque para supprir a sua fabri-
ca, e suas palavras foram estas, que ainda hoje
nao as npga, o senbor pie continuar a mandar
porque a sua divida est segara, poiquanto se
meu filho morrer na Europa eu Ihe pagarei, e se
en morrer primeiro ahi est meu filho para Ule
pagar, palavras estas qn- confessou a outras pes-
Boas, que mais tinha dito; alerr. disto a Sr. Baro-
neza viuva e rica e n tem fihis, nao necesaita
portento que a Sr. D. Mara por meios menos
proprios accumule fortuna para Ibe deixar de he-
"?'_ Esta divida alem de tudo uma divida
oroveniente de xarque para alimentaco de sua
fabrica e nao deve ser igual as outras que V. Exc.
deixou de pagar.
Novo porto do earvo
Ra do Marques do Herval n. Z?
Tundo um consumidor de carvilo completado o
nnmero de 60 barricas, recebeu um vigsimo da 1J
part' da 14 a lotera das Aiagoas n 21.947, e se
Ihe coube' a sorte grande podra vir reeeber os
cem nmeros de bilhetcs, de conformidade com o
annuncio- Neste porto vende-se mmto b.m car-
vo a 720 rs. a barrica, e aceitara-re reclamacoes
dos freguezes, qaando nao forera bem seevidos na
qualidade do carvo, e nos fre tea dos conducto-
rea.
E' esperado doa portos do
sul at o di
depois da demora necessaria
seguir para
aranho, Para, Barbados, *.
Thomaz e Mew-Vork
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
ie com os
AGENTES
0 mw vapor Allianga
Espcra-se de New-Port-
Newa. at o dia 22 de Ou-
tubro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha. Rio de Janeiro. Monte-
video e Buenos Aj res
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, trete-se com os
AGENTES
Henry Forsler k t
N. 8 RUADOCOMMfcKClO N. 8.
1- andar
Lisboa c Porto
Para os portos cima recebe carga a frete o pa-
tacho portugus Commercio : a tratar com Perei-
ra Carueiro & C, ra do Commercio u. 6.
JMossor e Macan
O biate Aurora 2a sahe com brevidade >araos
portos cima, e pira o resto da carregaraentu se
trata com o mestre a bor lo, no caes do L yo
Vendi-ee a teveraa site roa doBrumn.
11, fasendo bom negocio ; se dir ao comprador
o motivo da venda.
Vende-se um* casi na ra do Socego, com
sota, 8 quartos, 4 salas, cacimba c quintal; a
tratar na mesma n 32. Faz-se tembem permuta.
Vende-se uma mesa elastiea, grande, em
perfeito estado, e alguns ps de plantas delicadas,
no Caminho Novo n. 128. Na mesma casa se pre-
cisa de um trabalhador para tratar de sitio, qne
d fiador de sua conducta.
Vende se duaa paitea do engenbo Forno da
Cal, em Olinda, no val r de 6:000i, ou permuta-
se por eos* no Recife, ou sitio em iebenbe, que
fique a margi-m do rio ; muito frtil para canas e
tudo quanio lavouraa, boa baixa para capim,
sitio de coquei is, grande pedreira para o fabrico
de cal, bom barro para tijolo e reiha, matas para
l'iihn, grande proporcoes para criar, para o que
t- m bom parto, que onde sust nta-se todo o
gido e vaecas de leite deste cidade ; a tratar no
mesmo sitio deironte da igreja de N. S. do Gua-
dalupe.
Offerece se, na ra da Aurora n 155. uma
ama para ug mm;r.
Caixeiro
Pre.dga-se de um caixeiro de 10 a 12 annos,
qne d fiador sua conducta, para molhados : na
ra do Sol n. 21, Olinda.
Vos .00:0008000
23roa Primeiro de Marfo-23
Os abaixo assignados tondo vendido nos
seus afortunados bilbetes garantidos os ns
11,611 com a sorte de 3J:0001, 3,545
com 10:000,$, 10,105 com 2:000<>, 10,217
com 2:0000. 11,000 com 2:0005, 13,496
com 2:0000, 18,810 com 2:0000, 8,612
com 2:0000, 11,561 com 1:0K), 5,844
com 1.0005, 22,1S!1 com 1:0000, 22,039
com 1:0000, 6,553 com 1:0000, 6,922
coro 1:0000, 12,756 coro 5000, 8,161 com
5000, 6,866 com 5000, 5,85 coro 5000,
20,043 coro 5000, 8,934 com 5000, 7,S83
com 5000, 19,953 coro 5000 da 4. parte
da 1.a lotera da Santa Casa, que se acabou
de extrahir, convida os possuidores a vi-
rem receber integralmente.
Acharo-Be expostos vendaos afortunados
bilhetes garantidos da 5.* parte da 1.* lo-
tera a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrahir quinta-
feira 14 do corrente.
1 vigssiroo 10000
Em poreo de loo par cima
1 vigessimo 0900
Martins Finta & C.
Aos 100:0008000
Sitio io Bao
LEILOR
Ls-ilio
PRECOS
Camarotes de 1.a ordem. ...
, 2.a > .....
> 3. .....
4.'
Paraizo
120000
100000
1O0OCO
80000
Galeras................. 20000
Cadeiras de l.1 classe...... 30000
2. ...... 20000
Plateas.................. 10000
...... 0500
do theatroeno estabeleeimeDto
Os bilhetcs acham-se desde j venda no escriptorio
de joias dos Srs. Joseph Krause C. ,...,,. ^ 4J j c v..
O piano do concert em que vai estrear a pianista Mathilde Stltay. 6 da casa do sr. \ ictor
prcale ebegado a esta capital cm lins do mez de Setembro ultimo.
Rio de Janeiro e Santos
O vapor Rosario
' espirado do sul at
o dia 15 do corrente,
seguindo depois da de-
nora necessaria para
Ilaaiburgo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADO VIOARON.S
i* andar
De bnns movis, arras, quadrosj'classes
para escolo, pedra para calculo e diver-
sas plantas.
CONSTANDO DE :
Uma solida mobilia Je Jacaranda a Luiz XV,
com consolo8 e jardineira c-im fampo de pedra, 2
pares de lauteruas, 2 ditos de jarros, quadros, es
pelho oval, uma importante cama francesa d.' ja-
caranda, 1 dita de hmart-llo, marquesa, cadeiras,
consolos avulsos, banquiuhas e lavatorios.
Um bonito guarda lou^a de amarello, uma mesa
elstica de 5 tab as, aparadores, cadeiras, cabi-
des, tapetes, esteiras, carr. .para crianca, telhas
de zinco, bandejas, traslados para escola, bancos,
diversa "lalibado, 9 do eorrente
A'a 11 horas
Na casa de azulejo da rna da Ponte Velha
n 95
O agente Martins competentemente autorisado
por uma familia que se retira para fra da cidade,
tara leilio dos movis cbjectos de escola e plantas
existentes em dita casa
Ao correr do martelln
Aluga-se ou vende-se um grande sitio no Bar-
ro, friguezia de A toga dos, com muitos arvoredos.
dando frne'0, lindo dnas casas de taipn, lugar
muito fe-co, pendo o pr?co da venda muito bara
to. e pelo iil'.uel de 105 mensaes; a tratar no
l- andar n. 22, ra lurga de Rosario.
Cursa preparatorios
O bacharrl Praneiseo (Jorreia L. Sobrinho tem
sbezi um cursi de iirithmetica, algebra e geome-
tra : na ra da Matriz o. 7.
Pharmacia
Precisa se de um pratico : a tratar na ra larga
do R is.iri.i o 34.
Viiili puro de Collares
Jos Pern .ii es Lima & C, tendo r?cebido uma
p dcimo, assim tomo engarrafido a 6500 a du
zia.
4o commercio
D.'clarams m publico e ao corpa csmmereial
desta prac:i, que desde o dia 80 de Agosto proxi-
t..o passido deixou de ser nosso empregado o Sr.
Manoel de Oliveira Bastos ; assim como tembem
declaramos qae nao nos responsabilizamos por
qualqner debito que o mesmo senhor tenha con-
trabido de 1 de 'etembro em diante. Recife, 6
da Outbro de r86.
Francisco Retroeelli & Irmo.
16-Rua do Cabug-16
O abaixo assignado venrleu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios 80-
guinte: no n 1244 com 100:0000 e as
dez<-nas si guintes do Io prc;n-'io, 1241 a
1250, 1251 a 1260, 261 a 270, 1271 a
1280, 7476 coma sorte de 1:000000, no
n. 3772 e 2 .19 com a sorte de 5000000,
da 4a parte da Ia lotera.
Convidase aos possuidoros a virem rece-
ber sem descont algum.
Aeharo-8e venda os venturosos bilhe-
tes g.rantidos da 5a pirte da 1* lotera da
provincia em b-m-ficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so extrahira
quinta feira 14 do corrente.
Presos
i Vigsimo 10000
Mendo quantidade superior
a f o utouo
A dezena 90000
Joaquim Pires da Silva
Pei.oral de Cambar (5)
Descobert o preparabas do Alvares de S.
Soar?s. do Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica, a'itiris'.dq pelo governo imnerial, pre-
miado com as medallus de ouro da Aialemia Na-
cional de Paris e Exposicao Br.isileira Aliena de
1881, e rodeado do valiosos at testados mdicos e
de muitos outros de pessaa curadas efe : tossea
simples, bronchites, aatbma, rouquidAo, titi-a pul-
monar, coqueluche, escarros de sangua, etc.
Precos naa agencias :Fraaccs 2500, meia
duaia 135000 e duaia 24*000.
Pre;os as sub-agencias :E"raCO 2*800, meia
dusia 15000 o dusi i 23*000.
Agentes depositarios gerae; oeste provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
ra Mrquez de 3






.-*


6
Diario e Periaiwburo-- Sexta--feir 8 de Outubro de 1886
CUIDADO COM
AS FALSIFICACES!

s
PARA
O LENCO O TOUCADOR
E O BANHO.
de Ayer j*
(Aje-s CherryPerioral)
PU AITBA DC COKSTOAfSES.
iOSSl.ASTIIMA .Broxchite.
CoQUtlUCHE OuToSSf. CONVULSIVA
Tisica ePulmonar.
<> pe') D. JCAVHCIAi~.M.,i Estlh
Alujase
predio n. 140 & ra Imperial, proprio para ea-
beleeimento fabril : a tintar na ra do Commcr-
io n. 84, com J. I. de Medeiros Reg-
Aliiga-se barato
Sua Visconde de Goyanna N. 79
Ra do Rosario n. 39.
Ra de Lomas Valentinas n 4.
Ra do Bom Jess n. 47, 1 andar.
Largo do Mercado n. 17, loja.
i armazem da ra do Coronel Suasauna n. 141
Ra do Calabouco n. 4, 1." andar.
Roa de S. Jos n. 74.
Ra do Coronel Sunssuna n. 50, 1 andar.
Casa terrea da travesea de S. Jos n. 23.
Ra da Baixa Verde n. 5, sitio cem viveiro.
Trata-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
criptorio de Silva Guimarae* & C.
Aluga-se
casa n 1 ra L( mbranca do Gomes, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na rna da Imprratris
.33, 1. andar.
AM*
Precisase de urna ama para cosinbar e cogom
aar : a tratar na ra Velb n 75.
Ama
Precisa-se de urna aroa para casa de pouca la-
milla ; a tratar na ra de Pedro Affonso n. 1].
Ama
Precisa-ee de urna ama para cas de pequea
familia ; tratar na ra do Paysand o. 19, Pas-
sagem da Magdalena.
Ama
PrfCisa-se de umn perfita oosinheira ; na ra
00 Cabag n. 14, 1 andar, sala da frente.
Ama
Precisa s de urna ama para cosinbar em casa
de pequea familia ; a tratar na ra da Amizadc
b. 21, Capunga.
Ama de leite
Pracisa-se de urna ama de leite. pagase bem :
a informar-te, ra Duque de Caxia* n. 56, pn-
meiro andar, rseriptorio.
Caxang
Alngam-ae quartos mobiihado* a 164 mensiws'
ju antigo hotel de Casanga, asaim Oomo tamben
commodos com cotinha e d.p< ndencias para fami-
lia : a tratar na ra Priineirode Marco n. 25 loja
de joiu.
triado
Precisa-se de um criado de 14 a 18 annos : a
tratar na ra do Paysand n. 19, Passagem da
Magdalena.
Feitor
Precisa-se -fe um feitor portugnez, para traba-
har em um sitio, dando-se .nteresse ; no caes da
Companhia n. 2, escriptorio
ardin das plaas
MONDEGO N. 80
Pretcndendo-se acabar com as plantas que estile
em vasos n'este jardim, vendem-st; o sapotiseiros,
muito grandes, e dando fructo a 2fl0U0, lata*
geiras, muito grandes, para eazertar, a G^OOi >
duzia, e sapotiueiros mais piqueos por barato
preco.
Farinlia (Tagua
Chcgou a nova farinha d'sgua, para o
armazem do Vasconcellos ; ra da Auro-
ra n. 81.
Alienta
.% ExpoHiru CcntrnJ convida o eexo fein
para osen boni.o soitimonto d.'grvalas, lencos,
meias, collarii.bos a punbns, atssipn como tem uin
esplendido e rsquesito sorttraento de perfumes
raros : na ra arga do Rosario n. 38, Damiao"
Lima & C.
llua do Bi ui
Aluga-se ol 2 o 3- andares do sobrado
ra du rum n. 6?, c.m gua : n tr.it ir no mesmo,
padaria.
Luz elctrica
Vende-te um oppaic'bo de lluminxc.'lo elctri-
ca, centsido un dyiismo Siemens, njaehina i
vapor, cica lsm;>>da de roo, c.>in nlenridudr 2,000 reina, c duna d'' 1,( 00 velas cada urna, com
08 competentes lam*3 s, li eleetriaaa, icoladores
e de mait. a*crso:i.., todo xreiiin-n'adj e.em
boas i de con* iv;.vi : a tratar no es-
i eompanhia d 15 1> ribe, rn i do m-
ocraaor n. 71.
Pensin Eourgoisi'.
Hiia de Jo'qiiiui \abnco n. 9
Luz brilhonte, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINAS
1CAETDT8 BASTOS
JPernambnco
NUMERO TELPHqNICO : r." 33
Agua florida. Extrahiria de flores bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida
de e Bas propriedades benficas, excede
a tuda que oeste gent.ro tem apparecido de
mais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
preparac5es para a icnservacSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que embranquejara e tem a grande
vantagem de tomar livree de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal- Compcsto com vegetal
innocente, preparado para airaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua den'.ifricia. Exctente remedio
contra a carie dos den tes, fortifica as g^n-
gives e faz desapparecer o rro hlito.
Vend so as principaes casas desta ci-
dade e na f .brica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33
Tricofero de Barry
Garante se que faz nas-
cer e crescer o cabello ainda
aos mais calvos, cura a
tinha o a caspa e remove
todas a9 impurezas do cas-
co da cabeea. Positiva-
mente iinpede o cabello
de cahir on de embranqnc-
cer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
E' o nicoperfnmenomun-
(lo que teas a npprnvn<;fio offlcial de
ura Govemo. Tem dos vezes
mais frairranciaquequalquer outra
i- '.uraodobrodotempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E*
muito mais fina o delicada. E'
iuais permanente e o?radavol no
I li'n<;o. E' dos vezas mais refres-
canto no ltanho e no quaito do
doente. E' especifico contrn
frouxidio o debilida'.1..:. *Cura as
I dores de cabeca, os cansacos e os
l desroaios.
larope te Vida te Reuter No.
kmii'^^iii^^iu^ifti'iNffl^^;^^
* Approvados pela Junta Central de Hygiene da Corte.
j Aperientes, estomacblcos, purgativos, depurativos, contra a
7 Falta de appetlte, Frl&ao de ventre, Eniaqueca, Vertig-ens,
0 CongeitSaa, etc. Dos* ordinaria : I, i .5 graos.
* Kxlglr (J lk'4(l,i'l,l.'Wlll-4 com rotulo cm cores, c a
usf^nalura A. touiere em tiuU ei::irnaJa.
CATXTNHAS AZUES
*+**
Em PARXZ, Pharmacia IZBOT,
DEl'OSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMACIAS
AUTES DB U8AI-0. DBP01S DE SAIy-O.
Cura positiva e radical de todas as formas de
scrofnlas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AifeccSes, Cutneas e os do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todos as do-
eneas do Snngiie^Figado, e Rins. Oarante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangna
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Reuter
ELIXIR &VINH0
Dige stivo &
TROUETTE-PERRET
de PAPAINA (Pepsina vegetal)
slo os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECQOES DO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PESO NO ESTOMAGO, M DIGESTAO. ETC., ETC.
UM CAUCE LOGO DEPOIS DA COMIDA BASTA PARA CCKAR OS CASOS MAIS REBELDES
venda as principaes Pharmacias e Drogaras.
Venda em grosso em Pars .TROUETTE-PERRET, boulevard VolUire, i6i
Deve-se exigir Sello do Oovemo Francs sobre os Frascos para evitar as VaJalflcaedea.
Oepoi/fo em Pcrnambuco:FRAN M. da SILVA 4v O*, im irtactiiN Pkarmaeiai.
Na vaccaria
da engenheca B.'mSca, estradr Real da Torre,
precisa-se de um ajudante de vaqueiro, qu>- saiba
tirar leite c tratar de vaccaa; a tratar namesma.
TorMor e Ui, mi~
Compra se um torrador de caf, pprfeito e com-
pleto ; na ra Duquo de C'axiap n. 46. Lija.
Criado ou feitor
Precisase de um criado ou feitor ; a tratar na
ra do Cnbug n. 12.
Yioloncello
Qucm tiver um violonccllo para vender an-
nuncie.
Caixciro
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 6 annos
na refinaca do Varadouro, em Olinda.
27S:;o
A!uga seo 1* andar ra da Koda n. 17, li.n-
p< e com iruitos comm idos ; a tratar no largo do
Mercodo n. 12.
r
f VBSf<*
VVpt*i>,
FEPTQNA
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pifules purlflcao o Sanue, eorrem todas as desordems de Estomago e
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constitus delicadas, e sao d'um valer incrivel para todas as enfermidades '
peculiares ao sexo feniinino em todas as edades. Para rs menino a^. im coipo tnmbem para as
pessoas de idade avancada a sua efficacia e incontestaveL
i
Essas medicinas slo preparadas tmenta no Estabelccimcnio do Professor Holloway.
78, HKW OXFORD STREET (antes 5S3, Oxford Street), LOUDBBS,
E venderme em lodas as pharmacias do universo.
Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos do cada caixa e Pote *e nfio terj '
direcao, 533, Oxford Street, sao falsificacoei.
't
SWl CHUMO NBM GOSTO LOS LEOS ORDiNABIOS
PERRA-NOVA
do FIGADCS Frsacos
<*BACALHAU
'.ij.iciJ.fl>: caria contra ai Molestias de Feito. a Tsica.
Bronquitis, PnsOes de Veatre. Tossea chronloas, AlecfSes ascrotclosas. 1
ji&VEK i-'.XClA. Exiffa-90 no rotulo o aullo-Azul Uo ExcaUo fraLcez. >-*J
QOCSG- Pharmaceutico. 3, rom Castialiona. PARIZ, e p-inci'uirs Phqnaw*^
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franga e do Exrangeiro
I "^ A -TJ5-TC< Q "I
.gs de glrde Anoz especial
PREPARADO COM 3ISV CBO
PARS, 9, K\aa de la Paiac, S, r.AJEIS
Snb a tercia Cj^ IKEO de PEPl'OWA
prspando por Paireas de F*r, utti'
meijicameno que munu cjfl'ribu cara fac- A
.itar as fu nc^ cea lo >.sto:r.ago, e refral&riaa a.
digeirtio, unice a eia J 'a7cracer t natnc** <
do donntm.
Stmniinero 9 ezper^Mia fca^ pelos
rrcis afanujVoe m dicoa 4e Paria e '*Dtrof]
I b.izi-s demensti -irai a efn.ta:ia do V1HS
,t3E l'EPTONA DZrRSirfi; na im-
J poasibilidade em que estados de i-*prodotir'
Vtoat.3 as raas cartas, limitmo-'ios a apr*-'
v sentar aaui a carta dirigida 90 Sor Defranc?'
P*r baa coiitiecilos pelo mundo medical.
Da o P* "ziSel ao Sf,r Defi tsae:
3nlis, a 'J! ie Ma-co de S82. 'i
( lenas o gostu de lhe auiifestar a -
ishx^o que tive com tai F.-ptona, pa*a
tat resuluoo o'.? coa ella alcance! aos
c tton grava em ir^e a teob> eo pregado.
Semnre quando tive de t: ata um eata-
rcjg-j cansadn, doec'e ou com > ii diget
tees a preparac'T allviou o
1 icrA>. ^alioraciidc-lhc as funecoes Jigeati-
va&v 1 muitaa tfihcrcp idosaa, airit
-5nic--<> ( menino racn-tlcos derm a
anda a da Peptona. Por iaa i qo*.
considero a * commeiidai-o, es misi oenJes n'a n grand*
numsr.) de ccs: * Tr-o praUcado eetBi madicc tsco da-
rai ca amnes o'o 183! .1 1S0. nerodo esn
qie a .".ecssidadV de disirir os'alimeiitoa,'
lcnisdiatamente ojzu?ni(ot era menos isn-
oria do que hoje; en'io r. constitu^dea
tftzn mais vigorosas, aanguinea, en->:-gcas
'.' icvadax 4'um robusto ippefcte. favort ridaa
' ' ctmoc \e ^-ovoeava a prora pa tran^okina-
'cic (toe .'inventos mais refractarios.
s Hoje, porm, ti que 03 estomago* dibili-,
t, los carecem de enrTgia, convmicte
f lrr:pa- mo de todas ar substancial tM fa-
c litam a digestao, como, wr zent(ita( d
sea Pl3ire>"taa.
O preceito de h-gier.e mais roporOaU,.
I orm mais desprezWa este : OtiHi'
mu Jo rara r/rr.irar v.ut. a? asta *-
gredo da sande, e durante muito tempr o>
metv* est"iioi tiverara esto Msr>mpto jior
nrtnd|W ofcje^to; alean d'itso. a nutha ai
tu'^o de medico na P.epai tifio da Benfl
cenca d'sta cidade, emqna os.tscrofulosoa
e lymphacof ibundsm fora de iedidi me
permitieM fn>r muit fnHtes ;ppiac5t
de sen* esrei'rntesproducto*, t
Aclia-S6 o deposito de to vaKtto -nedi-
caroento t Pharmacias e Drogan*: 'J'easa
cidada, E'^secMO eafdar u reconhecel^
Blo leeiAr a* imitapfes. jxipnloyna.
ia-^rr'^l^rrir-JHC BESrea**-
/
'
'
Molestias da garganta
PASTILHAS DE PALA
\
apifte!
da Chlorato de Potassa e Alcatrflo
Pan as enfermdadep ila hocen, in/liinimaca da garganta, uiihtaa. ulceraran nVrs
yengivas, secci'irusda liiv/iia edo palaitur, rnuquulo, inclta^'10 das n>iitj[iduUi$,
nao ha remediu mais efllcaz c rpido do que o rlilorafo u% ptasaa. Si fe lhe jun'.i
o alcatrao cujas propriedudcs Ijal.-amicas c purificantes s8o iiiiiversalmenle reconhe-
cidas, aecelfi-a-sf a cura da*tM petfuenas etiformidades e ervlta-s* ana *epetca dando ao mesmo tempo tnaior forga aos orguos.
As Pastilhas de Palangi se dissolvem lanamente na bocea e obrfao como par-
garjo; paspao, depois para o estomago e dalli para o wrrgtre que so purifica sob a
benfica inllnciicia do alcaiiao.
Estas pastilhas so nanita usadas polos Canlures. Advoftados,Prosadores e todas
as pessoas que sao uhrijra'las fallar em publico.
Deposito em Pars. 8, Rui Vivieime, e em todas as Pharmacias.
nn\ cmbaitkii a ,
INDIGESTAD
Sob a forma de
rsascos, roa
01 d.OBTJX.05.
VENDE-SEnc MUNDO iNTEIRO.
Pr.KPAHADOB DE
/<;> i'i(i .llorsou
Muito recommendsdas
pelos principis Mdicos.
MORBO* SON
Soutbimptoa low, Rusiell-Squaro |
LONDON
111111111111*1

W05tarlMtBP9ram6uco :^^H~M.*aSIXVA*C,

l\
Para o Banho, Toilette, Crian.
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
^ em todos os periodos.__________
Deposito fin Pernambuco caai de
Franc-Bco Mlnoel da Silvft & C.
CPPRLSSO
CAT1RKH-SH1B
m
MEVRil
GIAS
Fel.i CliARBM SSrIC
ap ii liga
Quartos m< biiiados, iodep ndenteg ; a tratar
SM> me;mo, oo ra Nova n 21.
Cmpra-sc
nina taverna dentro ou fra dcsta cidade, prefe
rindo-se nos ar'ubt.ldea. Acii>a -:e tambem so.
ciedale em eatabi-lecimento d-t* oid>m : a traiga*
na rna estreita do Rosario n. 4- i.
Tintor i diana
PABATIN'GIR A
COSCi
a tintura tinge a barba e os cab-ll s instan
taneaixento, dando-lhes urna bonita cor j,reta c
natural, inufcusiva, o s.:u uso simples o muito
rpido Vmite-se n:. butie* francesa e drogara
de R uquayrol Freres, suwssores de A. i acrp,
ra do B;.m Jesi^s (amiga da Crntj n. 22.
Fabrica 1axiis
.n.'ii-ca ItcgUtraa
Para prevmir k j;niiihih-ih .le afgana S'?. fabri-
eantcn de cipnrrog. que Ir-udul iir*u>ent: esnii
ozaiidu lrm:i de no&sa tjtbrica, abaixQ pu-
MKUSJXMi ti ir il t- nijtrailn do Vrf.'tiil ui t>l- t' tw Ha ni'-i '-'.-^(il.H .lllnl:; Ci;ll!IM-i iai il'(.Il>
cidade, in.i. .-Inndn proi-cder irimiiiHim lili Uoat,i
qucmqncr que procure oVIJe f.er uso.
K,-K>*r N. 107. A pn 6i uto mu rea por mim rubricada
ciintriiiiii a "iiiK.uiinuciii Cavia, cmprfta de dus
milos aporrando-n-j de que Lsain Azevedo c C.
firma cunmcicnl il'tstH uri.g<, cmiijiotla (ios com
merriaiites Marcelino Quucalvea Antonio Lu>z da Silva rando, di miciliadit
n'esta pracu, para distinguir oa cigarras de teu
couiini-rcio a ra rio Ftat4 np. .'!. o 7 e deposito a
rna Duque .(,- Aslita n. i giro hs 11 r.n':..s ila i'i.iidi^ du dia 2 do corroiiti
Kgtstrada o'iniu ilaeta ra ciimptiincuto dos.
despacln s del) n Kido ouirraate. K para tua.-
prir piMijf. da I i fiz '.Ma v.rp iguaj i A
rcgr:'.-t,ri, n .i)T. i'agou 20^ll liCH. .-.
n;tHia il i Jutat* Couvi-iti-i.1 lx eiiada
KcciCf, lli .!, siiitnbro O >i-.n Ijro ,)niio Gaimarei.
Becif.-, 20 de Seiembiu dr 8G.
Azrveda vsplra-ee a finar* -.uiua o syinptoina neroao, (acUlU
xpoctor-a e favorita a* funecos aos orxa.'.s restiu-atorlot.
Te*- orna (Macaca m rnmm de *. RSiraC. f 1. fia m I.ubii rr. eos Pan
. _. *W' "'foraos em ft.-MBl'nf. j^ IM4J 1. oc a 'LIA ib C*^_____
INJECQO DE GRIMAULT E C
Preparada com aa folias lo Platico
ipprovtda pela Junta d'EygJene do Ro-de-Janen.
Esta injeccSo preparada com as folhas do Matico do Per pan a cora
da blennorrhagia, adquiri em pouco tempo urna reputacao universal por
sor a unioa. unocento, contendo apenas vestigios de ses adstringeptes, que
se eucontrao em outras em grande quantidade. Gm poucos dias ella acaba
com os corrimentos mais dolorosos e mais rebeldes.
Deposito em Paris, 8, Ru Vivienne, 8
Cada frmtmoo tora a marca do fabrica, a Orto o eolio da notma cay a.
BANHOS DE MAR
Superiores iMistuu.es de exeelleule bm pa i
%&

W*
hi
Tonaem nota
Trilhos paraengenhos
W.iGONS PARA CANNA
Locomotivas
Hachlvlsmo completo para en-
genhes de t Systema aperfei^ado
Es2>ecificarSes e presos no escriptorio do
agentes
Browns & C.
. 5 Ra do Commercio
N. B Alm do cima B 6 O, tcir, cathalogos de
mu i timplementos nect-saarios Hgricultura, como
,-iinbcm machinas para descarocar algodo, moi-
ahos para caf, trigo, arros e milho; cerca de fer-
ro galvanisado excellcnte e mdico em preco, pes
toa nenhuma pode trepa!-, nem animal que-
bral-a._______________________________________________
G. Laporte k C.
Com cana de tonnnlssies rna do
Imperador aa. !<;. Io andar
VENOF.M
Elixir deniifricio
Hassa dos reverendos p idres benedictinos de Soulac, a
melbor dentifricio quo tem vindo para o merca-
do (s s duzas).
.*uli moaa.!iqaa<> Qnery para matar as
morissocas, maiuins, etc. (fa duzias).
Vliilin de Cbatnpagaae da afamada mar-
ca Moel & Chandon em garrafas e meias (s eai-
xas).
Vii>ii<> de Champaenc,marcaMarquis de
La Tuur Byrou (35 45 a caixa) (s caixas).
Cognac, marca Hildeb.'rt (<5 caixas).
Viaaagre aromaticj, para a mesa, cspeciali-
dade para familias, garantido puro de vinho bran-
co (s garrafas).
Salsa |inni:.rrc Eau de mliNMe d- Carme*), a preco
de facura para liquidar 10 duzias vmdas por
engao (s duzias).
Rob Lecbaux, grande depurativo vegetal,
('rnente aos ecnbores droguistas e pharmaceu-
ticos).
Papel almasao duplo, lis^, proprio para
impressao de obras, etc., etc.
Papel para carian, grande e variado
sortimento, a presos nunca vistos neste mercado
(em porcao) todos os formatos, e os competentes
Enveloppeaa tambem a preco sem compe-
tencia.
Car-toe* de isltn de todos os formatos
brancos e de phantaaia, caribes para o commer-
cio, em Cristol, framlim etc.
Tinta* Blne-Black. verdadeira de Sle-
phensun, recebida por remrssas peridicas do pro-
prio fabricante : presos inexcediveis de barateza.
.t a-tisn* de 'criptorio t rs como livros
em branco, copiadores, tintas, caetas, lapis, tin-
teiros e todos os mais sempre vendidos a prepa
muito baratos para negocio.
(.iimnin arbica de Adriano Maurin fras-
ees grandes e pequeos, en cxixas de duzia,
Tisala de marcar a roupa, do mesmo fa-
bricante.
A' ra do Imperador n. 46
Este remedio precioso tem gozado da acceta
.ao publica durante cincoenta e sete annos, cca>
ecando-se r. sua manufactura e venda em 1887.
Sua popularidadc c venda nunca forao to exten-
sas como ao presente; e sto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua efficacia maravit-
hosa.
X.lo hesitamos a dizer que nlo tem doixado
em caso alguin de extirpar os vermes, quer en
orean9as quer em adaitos, que se acharo affio
*os dcstes tnimigos da vida humana.
NVio deixamos de reetber constan tem enta
attestaoes de mdicos cm favor da sua efficacia
admiravel. A causado successo obtido por este
-cmedio, tem apparecido varias falsincaces, do
sorte que deve o comprador rer muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
7erraiftac Se RA. FAMSSTQCX

CONTBA
Dsflaxo Gaiape, Braccliltea,
TtritafSes do Poito,a XAHOPE. r.PASTA petoraj
doNAF leDIXANORENIEH -.' I imm<41tes>faoaa*a
Trilii-iiil:iprMe*ro Sem Opio. MorjJiina neiu 1'mtHna tt-M -''-m recis *
Deas r.ffeetudns de Tosse na Coqueluche.
rfe;iaae, SS, J-ARIS
Ledpolctliaa Maria da Silva
Dnarfe
t 0 major Antonio Jos Dnarte e saa fi:ha agr
Ideeem a 'idos os amigos que se dignaram acona-
panha.' an cemiteriu publico os restes mortaes
sua presada mullier e mi, Leopoldina Maria da
Silva Duarte ; e de nov.> a convidara para aasis-
tinm as miesxs que mandara celebrar a 9 do cor-
rete, p-las 8 boras da manha, na matriz da Boa.
Vista, stimo da de seu fallrcimento. e desdeja.
se confecsam agradeeidos aquel les que fo digna-
rem sasistir a esse acto de re.ligiao e caridnde.
80Q0
l-iiibo iiraneo (da Succia)
de 3X7 ..t 8X12.
Cimento inglez
VKNDEM
F rosca Ir naos <& .
hira setiii^ras. .....
Para homciis......
Para crian^s. ^ .
Prouiptamciitc prepara-sc qualquer eos-
Bine para qu*? temos os in<*iho* es tecittos.
Xo mesmo ostalielceimf'lto se eontiauar.:
a Kcoutrar coiistantenieiite V( vi|j? ehiiUhas.
120
Carroeciro
Precisa-se de um carrceaire mi.trien!ado ; na
| fabrica Apello.
IHiia .llcnciio
Roubarain do ngpn o Wlho. freuezia di La.
ci marca de Pao d Aibi-, iim madrugada d- 'JH d--
Setembro, quatro eavalloS do cHaigalha, s-ndo tres
ludadoa a um rusfo, os tri-ja mniadoo anailoros
bftixo e o riitSij sem pisada nonhuir;'. tond i um
HUSO e uin niadn, iM*Ha'in., i-isii-nii iotoir*,
todos f-i'-ad 8 na |.ft dtr-ara ipl.lto lreilo :
qnrm der noticia rx icta dclles ^er bnm recom-
pensado no mesmo ensenho.
Apoiices proviees k l OjO
(lomera se aponeos provinciacs ; M rna Duque
deCuxias n. K), l.j*.
se
i quem cntrc:-.r. no 2- an'av do predio n> 19
la iss-Triiicii ras, tro cha.ves do cofre, sendo
d .-i'S amores o umii manr, s satsa>s hnm perdi-
da* na nesmii ra uin i!c d- ''-> do cjrrenta
arla da Caneelefio Tatare
Pnee de Len
Antoiii.' de Burgos Pcnce de Len, seus filbos
e f na sopra 1>. Francisca Maria de Moraes Tava-
res, i-i i ialinoiito agriitecem a todos acuelles que
se denari m acoinpanhar ao eemterio publico 05
rfsto. mnrtars de sua preiarissim-.i > sposa, mu e
fiaha, .Maria da Coareiyao Tavures Poncede Lf"
e oo convidam para iissistiicm as iris a?, que |
9Ua al h, iii.i-.iImiii celebrar na ornVni terceira
CSanaa, uo di 11 do correte, secnuda-feira, s b
horas ila manli. or one rp cond'-SHm eriifc.".
A viuva, filhra, irmaoa e eunbados do fnllecid
Dr. (ra-Hcil'iuio d Paula Bnprista, cenvid*; os
parentcs e amibos do ines'i) rutado para assisti-
Telfpilone n. .08
VnhUts
Coippr-se alguna piedi ? : na iub da Manguei- I
ra i>. 7.
Ao commercio
O hbnixo atsigniulo, pie vine o cormrercio e ao
publico dcsta tulail one [,ii.lo pra|dA nina i
tra de seu saque em 7 de S teuibr > do con rute
nniao, eacuic d Mano.l Joae I>:1.1:<-. ne vnloi-d
doig. eolitos de ieis, a. vencer cm Do7finbrn, ,n;
n iiguciii fui;a negocio c m a,ditn letra, h qual
iMibora endossada pelo hiiiiuucihiiio, nao tlie^iu
sor i decouUii.
Gratifica se a quom tier entrega da ineema.
Uccire, 6 do Gatabr de lNSti.
Jos Joaquim Goncalve*. Basto*.
r.
ra ala
Ciraelllainu le
BnptiMtn
0 Monte Fio dos NSu'cnisrios a Patria convida
aos4 prenle < ainigos do finado eo s-Ihtiio. aeu
si co lionororio, a a*.-iniicm a urna inissa qoe
manda usar na seita- fisra S co con luto, trigsi-
mo da do fi'ii passamcrifo, na Cond icJ Jos Mi-
litares^ a 9 borsaid* manb.
O a.'fere* edr B; Careeiro.
2- seeietario.
V

.Tk.......-i.i -.. ~**-ymmM
I


Ir
Diario de PernambocoSexta-feira 8 de Ontubro de 1JSN6

pimo se ma
io 3X9, 4X9 e 3X'2 ; vende-se na serrara a va-
por de Ciimaco da Silva, caes Viote Doos de No-
vembro p. 6.
Compra-se
tamarindo ; na pbarmacia roa larga do Rosario
numero 34.
Marca
Registrada
Cahirgem de Jaguaribe
Abri se ra do Bora Jess n. 23,
um armi:zem onde se vende constantemen-
te a aupprior cal virgera de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Eata cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida p^lo preco
fixo de 60000 a barrica por contracto que
tez o Sr. Vii-ente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Percira proprietsrio do engenho
Jaguaribe, cujas pedreirss lhe d o noroe
E' encsrrcgsdo da venda nicamente
nesta cidade o Sr Sebastiao Bezerra,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
sldpa para bordar
Tem a loja n 1 i ra do Bario da Vicoria.
BMLSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fiarado de bacalho
o
COM
Hypopbosphitos de cal e soda
Approvada pela Jimia de Hy
glene e autorizada pelo
governo
E' o melbor rem* dio at hijo deocoberto para a
tnica bronriiitoN. eacropiialai. ni
cblliH. anemia,. etiillrtadr en (eral.
leflax*. iom>e ehronloo afferre
lo pello o da garganta.
E' muito superior no cb'O simples do fjgado de
bacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daveia, possuc todas as virtudes medicinara e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
raccnstituinti e dos bypoj'hosphitos. A' venda na
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
A jUevoluQo
A' ra Duque de Caxias, resolveu a Tender
oa seguintes artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Setins dainase a 360 rs. o covado.
Gorgor mas de listrinhas a 360 rs. o covqo.
Lis com listrinhas a 640 is. o covado.
Eustoi s de con a a 320 rs. o covado.
Merinos de cores a 9O0 rs, 14000 e 14200 o co-
vado
Merinos pretos a 1*200, 1#400, 1*600, 1*800 c
2*('O0 o covado.
Vellndilhos lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Cachemira bordada de seda a 1*500 o co-
vadi.
Las escossezas a 500 ra. o covado.
Cambruia com aalpicoa a 6* rs. a pega.
Chitas escuras e claras a 240 rs. o covado.
Lmbos escosseres a 240 rs. o covado.
Las com bobunas a 640 e 500 rs. o cavado.
Gaze com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Linn com aalpicoa a 500 rs. o covado.
Giosdcuaples pretos a 1*800, 2*000 e 2*500 o
covado.
Zepbiros listradns a 200 rs. o covado.
Cretones finos a 320, 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
Setinetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
Fusto branca a 320, 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o covado.
Setinetas lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
Flanella de cor a 40 I ro. o covado.
Flanella branca a 400 o 1*000 o covado.
Chapeos de sol de corea para senhorns a 7*500
Camisas nacionaes
a t*&oo. sooo a*5oo
32; Loja ra da Imperatriz =* 32
Vndese neste novo estabeiecimeuto um gran-
de sorum"nto de camisas brancas, tanto de aber
turas e p.mbot da linho como de algodo, pelos
baratea p-e^os de 2*500, 8* e 4*, sendo taienda
muito raelbor do qu as que veein do estrangeiro e
rruito mais bem feitas, por serem cortada por
um bom artista, especialmente camiseiro, tamben.
se manda faier por encommendas, a vmtade dos
fregueses : da nova loja da ra da Imperatrit n
3.', de Ferreira da Silva.
Yo 32
Nova loja de fazc
as
sz
3'*
VENDAS
Vende-se urna linda catriia, Feliz Ameri-
cana n. 12, nova, eomoleta de tudc, 4 remos, 1
vela amenciia, nova, tapetes ; a examinar no
caes da Linoet8,e tratar na ra do Rangel n. 42
com o dono.
Vinde-su urna mobilia de jacaradd em per-
feito estado e por com modo preco ; a tratar na
ra da Imperatriz n. 53 3 a .dar.
Vende se um piano ingles, dj armario, em
auito b im estado, visto ter sido ha pouco concer-
"ado ; a tratar na ra Velha n. 85.
Capachos le esparto
Pintados, de diversos tamanhos, vendem por
proco sem competencia .Mi.rtins Capitio armnaem de molbados ra estreita do Rosario
numero 1
Chales de casemira finos a 9*000 um.
Fechs de l a 2*000, 3*000, 4*000, 5*000
e 6*000 um.
Tapetes para janella, piano, sof e cama a 4*,
6*0i:0, 7*000, 8*000 e 24*000 um.
Esguiao amarello e pardo a 500 rs. o covado.
Casacos de laia a i* 00 um.
Lencoes brancos a l*80u um.
Brim prateado a 60C rs. o covado.
Timo,-s para meninos de 4 a 5 annos a 5*000
um.
Lencos a 2*000 is. a duzia.
Colchas brancas a 1*800 urna.
Setins maco de cores 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o covado.
Setinetas bramas a 500 e 560 rs. o covado.
Cortinaaos bordados a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Ch pellas e veos a 101000 o 14*000 urna.
Colchas bordadas a 5*000, 6*000, 7*00 e 8*0.0
ama.
Eapartilhos de couraoa a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Cortea de 12 para vestidos a 20*0' 0 um.
Algodo com duaa larguras a 800 rs. o me-
tro.
Cortes da casemira para calca a 3*000 um.
Bramante de linh > a 1*800 o metro.
Dito de algodo a 10200 o metro.
Toalhas felpudas a 4*000 e 6*000 a duzia.
Fazondasbrancas
Altenc&o
Vende-se urna casi de molhado?, afre .ruezada
para o mato e para a praca. no largo do Merca-
do : o pretenden"e pode dirigir se ao mesmo largo
do mercad n. 11, qne ncbar com quem tratar.
Notltfade* lio Ex*>Mlrao C inlral. A
na laraa do Rosarlo n. >8
Me as de fio da Eacoaaia, para aenhora 1*800
Ditas cruaa e brancas, para senhora, rs. 800
Extracto P. rt'viene 2*000
dem Theoioro 2*(XO
Boquet. Cari, a Gomes 2* dem Guaranv 2*0110
Liribu3 para machina, rs. 80
Meias, fio de seda 600
Bordados por to io o prf eo.
ExpoHlco Central
Ra larga do Rosario numero 38
Maduro
Vinho puro da uva
O qne pode hsver de melbor para mesa, em
barris car talho : Pocs Mendes estreita do R >sario n. 9.
Pinito de Riga
Acaba de chegar pelo bngue Atalanta um com-
pleto sortimento de pinho de Riga da melbor qua-
lidade e de diversas dfmensoes, como sejam :
4 X la
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2 X 12
fl taboas da mesma madeira de 1 e 1*1/2 polle-
gadas.
Vendem MATHUE* ASTF.N A C, ra d"
nCorom-rcio .18, I" andar, oo no caes do Apollo
51, pnr prec/is c imroodos.
"VAPOR"
e mocada
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
us i ; a ver no engenho Timb ass, muito perto
da eafacao ao aseslDO uome ; a tratar na ra d-
Bip radnr n. 48. Io andar.
Serrara a vapor
Cae do Capibarlbe o. t
rTeata serrara encnntraro ot s> nbores fregu-
es, um g'audu sortimento de pirb^do resina de
ineo a des metros de coroprimenco e de 0,08 a
0,24 de eaquadrue Garante se preco mais como-
do do que em outra qualquer parte.
Franeiseo dor Sant. s Macedo.
Noivos e noivas
Encontrar Jo sempre na Graciosa, 'rua do Cres-
po n. 7, urna vanada collecco de objectos pro-
prios par casamento, sido s jam :
Capellascom v.a, de 5* a 25*000.
Gnn.ldas de fljres de larang-dra a 5* e 6*.
ijigas de seda bra ca a lf e 2*< 00.
Lavas de pellica branca para senhora a 2*500
par.
Ditas de dita para bomem a 3* o par.
Meias abertas de fio de Escossia para senhora a
S*000fgpar.
Pim de seda branca para senbora a 8*000.
,Dita de fio de Eacossia, brancas, para bomem
Le-iues brancos de setim, de 6*, 10* e 15*000.
Gravataa brancas de cambraia a 800 rs.
Ditas ditas com laco a 1*000.
Lhtmt de aetia tmw a> 1 *00.
Duurte kC.
SO' AO NUMEIO
4o roa da Imperatrlz 4o
Loja dos baraleiros
Alheiro & C, roa da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaixo mencionadas. cem competencia de precos,
A SABEK :
AlgodaoPe' de lgodaczinho com 20
jardas, pelo- burato preyo de 3*800,
4J, J./iO, 4* ', 60, 5*500 e 6f50i
MadapolSoPecas de madapolio com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at 12*000
Omisas de mcia com listras, pelo barato
preco de 800
Ditas branc is e cruas, de 1* at 1*800
Creguella franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
ceronlcs, vara 400 re. e 500
Cerou as da mesma, muito bem feitas,
a 1*200 e 1*500
Colletiuhos r*a mesma 800
Bramante francs de algodao, muito en-
corpada, com 10 palmos de largura,
m'tro 1*2
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 980<.
Atoaihado adamascado para toalhaa de
mesa, com 9 palmos de largura, metro lf 800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at 400
Paptista, o que ha de mais delicaio no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na cor.hecida
loja de Alheiro & C, esquin do becco
dos Ferreiros
Algodao entestado pa-
ra ertfoes
A 90o r. e lAOOO o metro
Vende-se na loja doa barateiros da Boa-Vista
n rodio para lencoes de um s panno, com 9 pal-
1 de iar{rur8a 900 rs., e dito om 10 palmos a
00 o metro, aasim coma dito trancado para
malhas do mi sa, com 9 palmos ae largura a 1*20(
otro, lato na lt-ja de Alheiro & C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200,1*400, 1*600, 14800 e 2* o covado
A heiro & C., roa da Imperatris n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pelo preco acim>
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co d> s Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vcude-se
muito bons eapartilhoa para senboraf, pelo prec<
de 5*11(0, asaim como nm sortimento de roupa*
de casimiras, brins, etc., sto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 31 o covado
Alheiro A C, a ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de easemiras ingle-
sas, de duas larguras, com o- padrdes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato prec<
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fazer coatumea de casemira a
0<, sendo de paletot sacco, e 35* de trauue,
grande pech>ncba .* na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. e covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por es'ar coro priuci
po de toque de mofo, pelo barato pr-co de 321
rs o covado, grande pechincha ; na loja da es
qu na do becco doa Ferreiros.
Bordado* r. luurt.t peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
borda io, dous metros cada prca, P6'0 barato pre
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
das, por 5f, aproveitem a pechincha ; na loja da
-equina do becco dos Ferreiros.
Ra da Impe
DE
FERREIRA DA OlJVA
Neste novo estabelccimento encontrar o res-
p.-itavel publico um variado sortimento de fazen-
das de todas as qualidades, que se vendem poi
precos baratissimas, assim como um bom sorti
ment de roupas para homens, e tambem se man
da tazer por encommendas, p r ter om bom mes-
tro altaiate e completo sortimento de pannos finos
easemiras e brins, etc.
tinas para Homens
IIBoa da Imierr.irl7, S?
Loja de Ptreira da tiva
Neste estabeecimcnto vende-se as roupas aba
xo mencionadas, que sao ba~ .i.as.
Palitots pretos de rtp aiagonaes a
acolchoados, senuo tazenaas muito cn-
corpadas, e forrados 7*00(
Ditos de casemira preta, de cotdo muito,
bem feitoa e forrados 10*00
Ditos de dita, fazenda muito melbor 12*001
Ditos de flanella azul sendo inglesa ver
dadeira, e forrados 12*00(
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encornada 5*50
Ditos de casemia de ioreB, sendo muito
bem fjifas 6*5C
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas 8*0CK
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*00f
Ccroulas de gregaellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e 1*60(
Colli tinhoa de greguela muito tem feitos 1*0U<
As9im como um bom sortimento de lencos di
l'nho e de algodo, meias cruas c collarinhss, etc
to na loja aa na da Imperatriz n. 3*
oes, etinetaa e iiizlntian a SO
m. o covado
Na loja da ra da Imp-ratriz o. 32, vende-i
um grande sortimento de fustes brancos a 50<
rs. o covado, lzinhas lavradas de furta-coret
fi-zenda bonita para vestidos a 500 ra. o covade
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas a>
con 8, a 500 rs. < covado. pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
Als;odozil>o francs para lencr-
a oo rs., i* .- l**O0
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-s
superiores alg idozinho1- franceses com 8, 9 e 1'
palmos de largura, proprios para lencoes de un
a panno pelo barato preco de W0 rs. e 1*000
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, at
sim como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a 1*500 o metro, barato na loj)
d i Pereira da Silva.
Roupa para meninos
A IS. iSr.oo e Oo
Na nova loja da ra da Imperatriz u. 32, a.
vende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dita
de molesquim a 4*50C e ditos de gorgoro pretc
emitando casemira, a 6*, sSo muito barates ; n>
oja do Pereira di Silva.
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
Este exccllente Whisky Escosee preferive
ao cognac ou aguarden.* de canna, para fortifict
i corpo.
Vendo-se a rctalho nos t Iheres annaiens
nolhados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cajo m>
me e emblema sao registrados para todo o Brazi
BROWNS Novas is.nlias
A 8O e 400 res o corado
Acabam do ebegar para a loja da ra da Im-
peratriz n 32, um grande e bonito sortimento de
lsinhas de cores pa:a vestidos, sendo fazenda de
muita phantasia, com cores claras e escaras, e li-
quidam se a 320 e 400 reis o covado, por haver
grande porco na loja de Pereira da Silva.
Mal
vasia
e viuvas
Podero ir Graciosa, roa do Crespo n. 7,
que acbaro sempre artigos proprios para lato,
taes cnm<> :
Leques pretos de papl, setinefa e setim.
Volas, brincos, pulseiras e broches pretos.
M ias pretas, fitas, bicos de linho, l e seda
pretos
Gaarnicoes para camisa de homem.
Cadeias de fita, retroz e metal, preta*.
Meias pretas para criancas.
Listarte dt C.
A' Florida
Ra Dnqne de Caxlas n lo3
Chama te a uttenco das Exmas. familias para
os pr, eos seguintes :
Lavas de seda preta a 1*000 o par.
Cintos a 1*500.
Puniros e collarinhos de cores para homem a
1*00".
dem para senhora a 1*500.
Grampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Luvaa de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
. dem amer.canos para homem a 3*.
Meias de Escossia para crianea a 240 rs. o par.
Leques de papel com corrente al*.
ritas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
LencoB le eseuio a 1*500 a duuia.
Albuns de 1*500, 2*, 3*. at 8*
Ramts de flores finas a 1*500.
Luvaa de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porra-retrao. a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikrl a 600 rs., 700 e &'0 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos 200 rs. o par.
Guamicoes de idem dem a 500 rs.
Anquinhas de 1*51-0, 2*, 2*500 o 3* ama.
Pliaaa de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Bic. s de corea com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 3* a peca
dem om 4 dedos a 4*500 a peca.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
Un La Figurine a 5*000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largara a
2*500 a peca.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Pentes para coco com inscripeo.
Para toilet
Sabo de areia a 320 ra. um.
dem phemeado a 500 rs. um.
dem aleatr') a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem de alface a 1 *OOU.
Agua e-leste a 2*O0O.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.'
Mac cus de seda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 3* a duzia.
BARBOSA & SA\TOS
(ruido liquidaco
NA
Loja das c>rcllas
Cocheira a yenda
Vende-se ama cocheira com bons carros de pas-
seio, bem localisada e afreguesada, por preco mui-
to mdico em razo de sen dono nao poder admi-
nistrar por ter de fazer ama viagem : oa preten-
derles acbaro com quem tratar I roa do Duque
da Caxias n. 47.
Por Mein dia
Rate bem embecido stnboieeunento de fazen-
daa A'ra Duque de Cxi-is n 58, tendo de mu-
dar ae para o n 56, faz u doa arugos abaixo, com 75 0 0 de aba'imento.
Z.phir de urna s ir n l0) n > covado.
Granadina d- diversas cor. s a 200 rs.
Pop linas a 120 rs.
Carunira iran..eza a I60 ra.
Oamarc 8 par eoberta a 320 rs.
Orleans de urna a >'- a 300 rr.
Lencos de esaruio, 2*0.0 diisia.
Camioas de linho b Panno ing'ez a l *H00 o eovwd .
Casemira de .r a l*20, l*R00 e 1*800.
Pen'radores de cambraia h o dada, 3* e 4*.
Babados bordados, 1* e l.OO.
Entremeios a 50) rs. e 1*.
(iu rdanapoa de linho,.2*. 0 > a duzia.
Cortes de cambraia hordidos, 6*000.
Brim avariado a 160 ra.
Meiae inglesas a 4*000.
dem de cor> s, 3*")00.
twtme'as de cores a 240. 300 e320 rs. .
Fustoes brincos a 320 ra.
Ficbus a 500 rs., 1* e 2*000.
Crt' s de casemira, 3* 00.
Algidi de duas largura a 700 rs. o metro.
Lenco* enm barra de <> a 320 rs a duzia.
Chitas moreninhas a 160 ra. o covado.
Chapeos de sol a 2* e 8*000
Veaiuarios Jersiy para crianea a 8* e 9*.
Linn com todas as cores a 320 rs. o covado.
Aberturas de eaguis finissimo para camisa a
500 rs.
Bramante a 320, 400, 600 e 800 rs. 0 metro.
E mnitos ouUos artigos, aasim como urna gran-
de qoantidade de retalhoe de sedas, las, chitas,
batalas e brins ; nao se do amostras, visto ser
urna liqutdac&o em 5 ou 6 dias.
Vinho proprin para sentaras
Em barris e a retalho : Pecas Mendes & C,
ra estreita do Rosario n. 9.
Tecidos de linho
A 500 rs. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
um bonito sortimento de fazendas de linh? para
vestidos, fondo largura de chita franceza, com
muito bonitas corea e palminhas bordadas, pe-
chincha a 500 reis o covado, na loja oe Pereira da
Silva.
Cabriolet e Tictoria
Vende-se um cabriolet e urna victoria em per-
feito estado de consrrvaco e por preco mdico :
na cocheira n. 16 ra do Duque de Caxias.
CARNEIRODACUMAitC.
GRANDES N0VIDADES
m~wm& BWQwm w>m ,m&%-m
Esplendido sortimento dos raelhores tecidos em 13 para vestidos, des de 90t
500 rs. at 10000 e 1;00 o covado!
Cachemiras de urna s cor, duas larguras, a 1)5000, 10400 c 10800.
Lindos desenhoa em failes, a 460 e 500 rs., o covado !
Bonita escolha em setins de cores, desde 800 rs. a 20000 o dito !
Merinos da todas a.s cores e preto, sortimento sem competencia, desde 900 rs.
20000; do melbor que se possa desejar.
EsguiSo pardo e amarello para vestido a 460, 500 e 600 rs. o covado 1
Ri^uissimos cortinados, todos bordados, para cama de casal a 90000, para ia-
nella a 60500. P J
Velludilhos de todas as cores a 10000, 1#200 c 10500, o covado !
Guarnas de cochets para cadeiras e sof a 80000.
Meias arrendada! para senhoras a 80000, a duzia !
Camisas inglezas para homem a 360000, a duzia !
Cheviots pretos superiores s. 30500 e 40000, o covado !
Lindos chapeos para senhoras a 60000 e 80000 e para criangas a 30500 e 40000.
Luvas de seda, leques, colarinhos, 6chs, lengos de seda e rauitos artigos qme
serlo lembrados presenca das Exmas. leitoras.
i Atl\V\l\i, HA C13NILY & C.
59 Ra Duque de Caxias 59

...........,, FUNDICAO GERAL
i.li-inii}aii(i-HiiALLANPATERS01\ u~ C
N. 44-Ru i do Brum-N. 44
JUNTO A EF fACAO DOS B0NDS
Tem
Luvas de pellica, pello de cao, camurca, seda fio
d'Escossia e casemira.
Agua florida e Tricofero de Barry.
Saboncte diversos c curativo de Reutcr.
Cambraias lisas, bordadas eabertas.
Camisas e cerou'as de flanella e meia de l.
Camisas sem collarinhos e sem punhos s/c c/p
c/c e c/p. j
Collarinhos. punhos, meias, plastrons, mantas,
gravataa do laco.
Lencos, espartilhos, pentcadores em cambraia,
vestidos de cambraia bordados, boleas tapetes, fi-
xus de seda e de IS, eaaacas elsticos, casacas de
casemira greoadine de seda o todas de seda.
Alpacas de seda a 6(>0 rs o covado.
Vende-se urna ca i cm bom estado de conser-
vaco : a tratar ao escriptorio da companhia do
Bebenbe, ra do Imperador n. 71.
Tem para vender, por pre(_ mdicos, as seguintes ferragens:
Tachas rundidas, batidas e caldeadas.
Crivac3es de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liados modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Grradeamento para iardim.
Vapores de ^orja de 3, 4, 5, 6 e 8 cavalloB.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-ae de con ertos, c assentamento de machinismo e
traballio com perfeico e presteza.
^
execuiam qaal-
GERAL
.

Ba 4. part$ da 1.a lot$ria m b$nfi$io da Santa Casa da
Misericordia do Booifo
EXTRAHTDA EM 7 DE OTUBRO DE 1886
i ;
1244
11611
3545
13103
8612
10217
11000
13496
16105
18810
20998
5844
6553
6922
7476
11561
16152
20446
22039
PREMIOS
^00:000^000
I
i
30:0001
10:000$
4:0001
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
22189
22419
2619
3772
3884
4867
5855
0866
7883
8161
8934
9002
10424
12756
1736-
19953
20643
22456
1:000$
1:000$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$




1243-2:
1
3544
11610-1:
11612-1:
Os nmeros de 1:201 1:300 (excepto o da sorle grande) estilo premiados com 200).
Os nmeros de 11:001 11:700 (excepto o premio de 30:0008) esto premiados com I00
Os nmeros de 3:501 3:600 (excepto o premio de'10:0U0$) esto premiados com 608.
Todos os nomeros terminados em 4 e 1 estilo premiados com 20$. (Vejase o plano no
verso dos bilhetes)
N. B. A extracto da 5.a parte da 4.a lotera, em beneficio da Santa Casa, ser
na qninta-feira 14 do corrente,
0 thesoureiroAugusto Octaviarlo de Souza,


8
Diario de PcrnambucoSexta-leira 8 de Outubro de 18S6
ASSEMBLEA GERAL


CANAR4 DO* DEPUTADOS
SESSAO EM 17 DE SETEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO SB. GOMES DE CASTRO
1." VICE-PRFSIDE.NTE
i Continuadlo)
O Sr. (.'andido de Oliveira diz
que se qualuuer duvida restaste ao seu os
pirito, sobre a3 tendencias do gallineta d
20 de Agosto, esta projecto a dissiparia,
pois apreseutou-o esquocaado que nos acha-
mos no ulti no quartd do secuto XIX e
que a soiadade brazil.ira o deve ser
profundamente democrtica, que sendo
anda possivel um partido conservador no
governo, deve ser elle progressista, segura-
do as tenden i s soeiaes. No cuitante a
apresentago deste projecto indica que o
governo tudoesquoceu.
J esperava o ataque instituido do
jury pelo que leu no relsfr rio do Sr. ra
nistro da Justina. Cora o pr ecto nao se
quer t restaurar o que na lei de 3 de De-
zembro havia de niais feroz, vai se alera,
salta se por cima do cdigo criminal, es
qnece-sa a lei de 1860 de origem consor
vadora, prorura-se a restaurago da de 26
do Outubro de J.861, -mgraentan lo se a
ponalilale, oreando novas cireumstancias
aggravanteso Icsdassificando delictos pora
dar Ibes novi.a julga lores.
Diz que foi a iustituieJo sui generis dos
capotaras qua prooccupou o autji do pro-
jecto, que nilo hesitou era dar vida a pre-
ceitos roortos e tirar assira a iuipoitancia
do jury. Tcudoo como juiz presi ido mui-
tas vezes, convenceu se do que elle a
causa da impuaidade, devindo por isso ti
rar-se-lhe o julgaraento de cortes delict s
Para librar a >rta d pr.igi que a iafei
ta, estenio por todo o Imperio as malln
do urna gra do re !e, que ha de apanhar
rauitos outros, que nao aquellos para os
quai-s fcita.
Estranha que a coroniissao de justig.
criminal nao dessa a sua opinio sobre o
prejecto e se contentasse em declarar que
na discussao presentara emendas ao mes
ido sem os eselareciraentos da coramissao.
examinando o projecto era si contesta a
sua utilidade o a sua eotistitucionalidade.
Inconstitucional p>r que corea a com-
petencia do jury, intil porque os crimes
a que elle 83 refere fsto todos contempla-
dos em diversos artgoa do cdigo criminal.
Reeorda revogagao por arabos os par
tidos das Iris du 1850 o 1860, e isto por
que a experiencia di-u raspo ao jury con-
tra o magistrado, que julga t pila pro va
legal e niuitas vezes manda erabora indi-
viduos que o jury couderanaria.
Rvfcrindo se a repro luegilo ''os Crimea,
diz que a causa est na nao exeeugao da
le, e quanto instituido dos capoeiras,
pondera que se se tero desenvolvido pea
fraqueza, pela) con descendencia culposa da
polica, qu", ^oi~o notorio, tera tido al-
guna delles como seus agentas secretos.
Antes le pedir penas, o autor do pro-
jecto Hagia nxlrri noraaaeao de urna cora-
missao de/nqueritv'pVacji se apre iar o pro-
cedimento da polica <'a corte, quo sonta
em sua oraanacfto tantos elementos para
o deseropeuho de sua mit-alto.
Discorre sobre o uso de armas prohib
das e le a lei que <' s i amaras muoiei-
fiaes a competencia de dar a necessaria
icenga.
Com urna lei feita especialmente para a
corto brange se todas is provincias, e
cafa regularoentago igual por todo o Ira
pe-rio tera sido a causa da decadencia e
empobreciraento das provincia.
O pnjecto ataca duas nstituigo's o jury
e a aiun .palidade, e por isso pensa que
o partido conservador nao est coro o autor
do pr. jacto.
Concias protestando em norae do partido
a que pertence contra os attentados que
en erra o projecto.
A discussao tica adiada pela hora.
O Sr. presideate d a ordera do da para
18.
SESSAO EM 18 DE SETEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO SE. GOMES DE CASTRO
1. VICEPRESIDENTE
Ao mcio-dia corneja a rbaraada, que
termina &o meio-dia e dez minutos.
Abr.'-se a sessao.
E' lida a acta da sessio a*, tenor.
O Sr. Canudo de Oliveira redama con-
tra inexactido da acta publicada no Dia-
rio OJJiciil e p de ao Sr. presidente que*
rocammende revisao da folha que tenl.a intencao de ofender o Sr. Affon?o Celso os negocios poltico* d provincia do Cea-, sao, que reconheoo necessidade de raod/-
maia cuidados. Jnior., d ello a raaior pro. a retirando o I r ; e queixa-se de haver o Sr. R>iriguea "
documento dos annaes; assira como o Sr
F0LHET1]
DE
EMMA SOSA
POR
ZA7ISR es :sjrsp:u
c:siisua;: ss bislo
( Contin uacao do n. 230)
VIV
A futura estrella tirou as Iu7ss o, com
effeit), parecou un pou:o mea dcsag^i
tada.
Aqu fsou prorapto para regenero
teu tiro, disse o actor, tomando a posi^ao
em que dovia lijar ora scena. Venha aera
h.usto.
Joanna caminhou para ell", estendeu o
braco, exee.utou milito cirre; ta ncnty o rao
vimeato indicado, desviou a arma para a
direit e apertou o gatilho.
Muito bera aiutj bera miirraurou
o director. Fuzendo assira nao haver nem
sombra de perigo!
Pirfetamente apoiou Daraala. Ag>
ra ensaieaioa. Ao levantar a cortina o
revolver est em cima da raesinba. Po-
nho-o abi.
Joanna eolioon a arma no lugar iodica-
do> e comecou o enaaio.
Ninguem maia lazendo observervac3-8,
d-se a acta por approvada.
O Sr. 1. aocretario d conta do expe-
diente.
Vai imprimir parar entrar na ordera
dos trabalhos o piojenta autorizando s ir-
mandades coi juncias do S. SobastiSo e San-
tissrao Sacramento da ci Ja lo de Bag,
provincia do S. Pedro do Rio Grande do
Sul, para adquirir bens de raiz, que faenan
p-rte do seu patrimonio.
E' approvada a redaeco do crdito de
300:000|5 ao Ministerio do Imperio para
saneamento da capital e re toa1, ti lo o pro-
jecto ao seisa'o.
Vra raosa, li lo, apoiado e approva-
do sem dis ussao o s> guinto requerim-.nto :
Rcqueiro qu-.*, pelo Ministerio da Agri-
cultura, Coinraer2o e Obras Publicas, 8<-
requisitem dj gov*in) as seguintea infor
macoca :
Era que data foi ordenada a pub-a-
5I0 do rolatorio do engenheiro Antilo Res
sobre o acude do Quixtd?
Copia da odem expedida nesse sen
ti lo iraprensa nacional.
i Copia do aviso do mesrao MQ9terio
dando por finda a cointuissao do referido
engeuhero Varia Rsis.
S'la din scss3js, 18 de Siembro de
1886.*S'. Mascarenha.8.
V" n mesa, ido apuialo, entra em
dUeusso e adliado, por p-.-iiir a p.davr >
o Sr. Christiano Luz, o seguinto requer
memo :
Requeiro que, por intermedio dos Minia
terios da Justic e da Agricultura, aojara
solicitadas as seguintea informado s :
edital do juizo oommarcial do Vassour.is
p^ra venda e arrematar-ao de "arios escra-
vds sexiigennarios ?
Sao ou nao sao l'vres csses individuos
nos tornos Ja ultima lei la 28 do Novera-
bro?
PjJcm sor obje:to de tranafreucia os
servigos dos mesmos s'Xageuarios ?
No caso negatiro, que providencias
tra sido tomadas para obviar cso abuso ?
t Sala das MBBoea, 18 de Sot'inbro de
1886.Affoiuo Qtlsa Jnior.
O Sr. llenrique Salles reclama pelo pa-
recer da coramissao especial noraeada para
dar parecer sobre a dcuuncia contra o Sr.
Carneiro da Ro:ba; o a'ssuTipto muito
grave o n.Io se podo feilur o parlanento
sem que easa parecer seja apresantado.
O Sr. Sianocl Portella, como relator da
coramissao especial, diz quo a cororoissao
re quero u ao Ministerio da Agricultura o*
documentos nojossariis para formular o
parecer ; os documentos aiada nao foram
reraettido3 coramissao, que, portanto, n:-
nhuma responsabilida le tem da demora.
O *r. Ferrelra Vianna diz que
no discurso do n<>bre deputaJo Sr Araori-
co de Soasa t Diario OJficial, copia dasr^zS^a de apclla-
(ha do juiz d direto, sebre absolvir-ao dos
ros aicusadts pelo crime denomidado de
ilhs, era que se faz ref-rancia era p*8
anal, ora indirec'a ao n-ibre deputado Sr
ArTonso (?elso Jnior.
Nao podia estar no prop sito do Sr. Amo-
ro de Sjuza tomar a responsabilidad*
di.a juizo8 toroerarios d:aquello magistrado.
Aquelle documento podoria aervir para en-
treter olios e p..ix3es da localidade, mas
nunca para perturbar ojuizo sereno da ca lia-
ra dos deputa los a respeito da capacidade e
honorabilidade dos leus Ilustres deputados ;
nao tem purtanto a i nportancia que a pri-
neira impressao lha poleria dar. Todava
para maior brilho e lastro da amara julg>
que se deve firmar o principio, que no
admis ivel que um representante da nncio
junte ao seu discurso na folha offi -i.il ou
nos annaes documentos quo faam referen-
cia injuriosa ao deputado, seu coropanlieiro.
Tero a corteza do que o Sr. Americo de
Souza nao fnr inserir nos annae*, desse
documento, a parte que directa ou indirec-
tamente se referia ao Sr. Affonso Celso J-
nior.
Nao tova o Sr: Affonso Celso Jnior a
intencao do offeader a qublquer do saus
eoUopjM
O legislador entre nos confiou muito dos
sentimentos de fina odu'ocjilo dos ropr--son-
tantea do paiz, por isso nio deu nenhuma
autirida leao proai lente da cmara. A ga-
ranta est nos membros da cmara. O ho-
rnera maia livre o que sabe dominar-so a
si ims.mo.
Nao se julga autorisado, nestas < ire.ums-
tancias, a propnr n>*nliuuia providencia.
Qio o Sr. Ami-rico de Souza nao tove
O ultimo acto da peca curto, mas mui-
to dramtico.
A joven actriz etevav a voa, gcca-1 ,a "preparad por elle.
lava, nao parara, era u na palavra pare-
ca, liitt ramente, qu ti tilia o diabo no
Ctrpo.
0 director e Darnda faziara a parara
cada momento e um apz outro dizis-lhe :
Mod ra te, minh tlha I
Essas palavras d-itavara agua fria no
bello fog d-* Joanna.
Fingia moderar se, mas pensava :
Sira. siin... Daruala tem raedj
qui ou Ihe eitrague os effeitos e qm todos
os applausos scjaio para mim Pois bera
meu caraarada, has de ver se h*i de rao-
d r >r-me na noite da priraeira represeuta-
(,ao Has de "T... s o que te digo !
I o ensaio con.inuou :
Cb-gou a se na do desfecho.
O tiro d revolver toi menos bera dado por
Joanna fio que na exp rienda preliminar,
a,as em sura a nao havia motivo para que
se imp-Tt issem demasiadamente, porque
.ir. 1 apenas receheu um grao de pl-
vora no qm-ixo.
Eapi-reraos que amanha a cousa nao
v pee r, disse ello salando da 8cena.
No di* seguate grandes cartazos prega-
dos na fa.diada 'o theatro annunciavam
para aabbido e domingo duas represe t.
-89I extraor iioarias do Serge Panine, coi
o concurso do Sr. Paulo Darnala, do Gyra-
na&) e da 3ra. Joann* Dortil, dos ttiea-
tros do Pariz.
Oj nouies de Darnt.la e Joanna Dortil
i-atara u do vedeta no al'o do cart .z.
A loeat;3o annunciava-se boa, contra a
oupectaiiva da dirc.torn, qu*. senta muito
ter dado una sessenta lugares eatreante.
Esta lio lia pissa o parte do da ante-
rior l--vando casa doa seas amigos novos
e velhos oa seus camarotes a as suas ja-
deiraa e conseguio passal os todos.
Angelo Proli, fiel sua proraessa, ti-
nha ido ra lo CVureelles bascar oa qua
tro camarotes comprados por mil franoos,
de um doa qu.-ie* centava assiatir ao dra
Affonso Celso Jnior no teve nenhuma
intencao de faltar alta conaideracao que
devido ao primeiro magistrado da .ama-
ra, deixando do retirar a palavra que pa
rceia prjudicar a roputic-lo do Sr. Araerico de
Sonsa.
Nilo manda raosa um requeriraento,
pnrquo nilo vi" necessidade do nenhuma
providencia por parto da cmara.
O fea*. Affonso Celso J-iuior
niz quo a graciosa nobreza cora que o il
luatre mestre, representante do capital do
imperio, a:aba de intervir espontneamen-
te na queatao agitada pela magoada sus
ceptibilidade do melindre do orador, deve
este recebel a como completa c fidalga re-
par gao,
A' generosa bondad* do S. Exc. t'm
apr. zi !o emprosl: r ao oralor ttulos co u
qm nem por sombra alardoou a nature
za. S do um issisto lh pleao direto para
ufanar se : jraais praticou na vida pu-
blica ou particular ara s ta ;'o qua o obri-
gasso a corar perante a propria conscien-
cia.
Nunca adraittio que era terreno do oa-
valheirisrao e de lealdade pudessa o sen
proce.iiraento ficar quera do de quera quer
quo s-j a.
Apressa-se, portanto, era declarar que
uas phrases houtera profer las duranto o
in dente que provocrui se tiouva natur.d
e impetuosa vehemon da do dignulado mo-
lstala, niio insullou-os o menor designio
ntenoi&al de irrogar offdnaa cmara dos
Srs. d"puta los ou a qualqu-r de seus
membros.
Depois do porfeito de aggravo quo um
dos principes reaes da tribuna brasiieia
erio a: dar Ihe, consd-ra o oralor dever
de honra pedir sejara considralas como
ao existente quiesqmr expresases suas
em que so possa enxergar lavo de injuria.
Compra ficar fixa la esta quostao do pu-
bli a;.*ij de documentos,
Incotitestavelmente direto de cada de-
putado apr-sentir da ribuna e publicar
com o s"U discurso qnnntos uocumeutos
jale ir aeoeuaiios para oorrorjorar os seus
asiertos.
O proprio orador, uo discurso que pro
nunciou s.ibbado sobro um cielito do nii
nisterio do imperio, para terminar < ata
propria csttrrada quostao de libos, leu
gr udj eopy de docunentos que anda nilo
foram publicados, mas opportuuamentc o
serilo. 'rcseindira porem, da quilquer
delles, fosse qual losse a sua forja pro-
bante, se contivesse alIusSo injuriosa con-
tra colega seu. Assira devem todos pro-
ceder.
A caraaru dos deputades deve ser a
raais alta assembla da nagao ; tera risos
sobro si os olhos no paiz inteiro ; alera da
m'SE.ao l'gislatiti, inmmbo-lho a tarefa de
educar o aniwo publico. Para que nilo
p rea o seu prestigio e a sua justa in-
fluencia f;.z membros reine a raais Mtreita coheso de
dignidade coramina constituindo uraa an
temural contra a tendencia para a calum-
nia e para a diffara ic-iio que vai corrom-
penlo a al na nacional, incutindo Ihe ins
tiuct03 p -rversores c depriraetitos.
Curapre que cada um zele a dgnidade
de todos e tolos a de cada um.
Mais do que fautor da lei in-umbe ao
pirliraentode um paiz civilisado ser o re
forraador dos costumes, revolando supe
rior torga corr-ctiva do seus retes a
autordade salutar de seus exemplos.
(Muito bem, muito bara.) .
O Sr. Araerico de Souaa por seu turno
tera de repetir o que j teve o -casiao de
declarar, principalmente era attnngilo ao
nobre deputado Sr. Pamir* Vianna. Ao
palavras qu* tera de proferir silo a mani
festacSo de profundo respeito polos seus
collegas
Era junho o nobre deputado Sr. Affon-
so C Iso Jnior declarou que o juiz do di-
mito de lbeos tnha graduado os autos sub-
mettidos ao a-u zoos de appellay.ao dess^juiz silo datadas
de 3 le Maio. Foi pns, paj i justifisar e?se
de direto,qua leu essas razSes. Seu fira
alo foi oS-nd-r o nobre deputado. Sabe
qu* toi menos justo ojuiz> detso inagis
Irado a respeito dos advogados des reos
no processo, mas as raz3es sao ura docu-
mento publiee, entretanto nao tera duvida,
se a cmara assira o ent"u ler, era cancel-
lar easo documento e r>-t:ral-o do sea dis-
curso.
O Sr. Alvaro Caranha occupa-3e cora
Jnior, no discurso q o publicou no Dia-
rio Official, s'jppii-niio os apartes que deu
o orador:
O Sr. Eufrazio Corroa referrado-ae a
ura discurso pronuncalo no senado pelo
Sr. Escragnollo Taunay, protesta contra
a pro aucao do tirar da provincia do Para-
n qualqucr poroao de territorij cujos ha-
bitantes nilo querora perteoccr a outja
provincia.
ORDEM DO DA
Procede-so votacto do projecto n. 54
deste anno autorisaupo o governo a pagar
350,000 francos dos juros Campagnie
ge&?rale des chemins de /* brsiliens-
O projecto approvalo o passa 2a
discussao.
(Contina a Ia discussao do projecto n.
49 deste anno sobra o usj do armas pro-
hibidas.
O r. Oliveira ilibelro diz que o
acolhimeuto que da iraprensa da capital
teve o projecto, cuj fi u garantir a se-
guranca publica, ura contrasta cora a
rapugnaylo que dclle f.z o Sr. Caneado
de. Oliveira.
Quando o ora 'or apresentou o projecto,
doraonstrou o estado era quem se acba
esta capital, quo nos desraoralisava peran-
te 03 estrangeiro*; e o acasi parece que
qu'Z funda n-ntar o projecto pirqua oifo
dias depois o orador leu, que Carapanhao, <
celebre oapocira tinha morrido a-;sassina-
do. No paiz em quo so malta para nilo
morrer, nao ha libcrdade ; preciso que
ve b. a preenoher a lacuna na W.
O capoeira uraa aroeaj* permanente
populajilo da c G te o o pnjoeto quer pre-
venir os delicio* para que ninguem seja
obrigado andar armado. As ricas deis*
projo. to partirara d.i Sr. Lafayete, um dos
maiores vultos do p .rtido liberal, que no
su rotatorio de 1788 tratou da cr a9lo de
colonias penaos.
Diz-se quo o projecto inconstitucional
porque invada a corapet' n-.-ia lo jury, mas
ha d^lictos em qu? o juiz singular pJe
applicar a pona a' de 20 annos de gales
O projecto nada (ira ao jury mantn fra
do jury o crime que nunca pertenoera ao
JUT-
Quanto cmara municipal, o quo s =
quer dar Ihe autonoma, nilo ella a
raai= competente para resolver sobre o uso
de armas prohibidas; entretanto nao se
tira essa competencia da cmara munici-
pal.
Esta lei opportuna, nao uraa lei de
excopcao, visa o soego da populacho, e o
seu adantamauto. Retira da ocioaidado o
vagabundo e manda o trabalhir:
Ponsa ter r< futa lo os argumentos do Sr.
Candido de Oliveira.
O Sr. affonso Peana toma a pa
lavra p.-ra fazer ligeiras considerado*s so
bre o prejecto.
E' o primeiro a r'conh'eer qua o esta
do de policiamento da corte nao sulri-
cente, mas qual ser o remedio 1
A comnsso diz *ue ura dos motivos
do necessidale do projecto a falta de re-
dressao prorapta do crime, falta do mcios
disposiyo da polieia; parece aceitar o
projecto de m vontade.
A falla do throno fez meng.Xo da refor-
ma judiciaria, e o orador pen3a qua qu.ra
do esse projeito fosso discutido, sria oeea
aiSo mais opportuna para tratar dessa ma-
tara.
Da maior ou menor en-rgia da polieia
i n 1 a diminuidlo cu o augmento do
crime ; e triste raconbacer qu3 a autor-
dade lan<;i inao do (demento da desor 1 ra.
A dejrctajSo desta metida poueo influir
na repressa) do crirae ; e mutas vezes
urna Li mais rigorosa vein aujfncntar os
crimea.
Os capaeiras nag suas correras prati-
cam actos de tentativa de raorte ou de fe-
rioento leve o esses crraos esto previs-
tos na lei e silo devidos falta de acyao
da polica.
S'be que os meios da ropressao do qua
disp8a a polica sao defectivos, raas 03 ac-
tos que o pr.'jecto qu r reprirar silo prin
plmente de.idos falta de energa.
Pansa que o projecto, postj que seja ins-
tigado por intuitos generosos, nao conse-
guir os flus que se tera era vta O n>-
bra depuudo o Sr. Oliveira Ribeiro, trato
em mente o estado da capital, quer 1-gis
lar para todo o imperio, entretanto as pro
videncias reclmalas no interior nao silo
que a eapit J exige.
As c->nsidcrai-3i8 que o oralor faz, os-
t'o impli itaraanie no parecer da corarais
Tres dessea camarotes haviara sido da-
dos aos seus alumnos e ajudantes.
No quarto, rescrcad) para elle, de^ia fa-
zi-r figur r Garvasoni e o contador da ca-
sa -te saude, como os dous directores pari-
zi-ns 8 promettilos a Joanna D rtil.
Esta prep rava os seus vestidos.
Laigi tinha pedido ura da de liconca ao
patrio, pretextando o curativo qua devia
tasar Ihe o ^enlista que o tratava.
Passou ease dia nos bairros perdidos de
Pars. -
Pelas quatro horas voltou casa de sa
de, munido do um embrulho ass volu
uoso, que levou para o gabinete do direo
tor.
Proli osperava o e perguntou :
Tudo est prorapto ?
Tu lo.
O que contera esse embrulho?
A minh a. roupa.
Onde vais ta vestir ?
Em sua cas., na ra de Coureelles.
D me a chave.
Toma, mas nSo te parees quo isso
urna imprudencia ?
Nao. Nao ha nada a receiar, nada
absclutara nte. A porteira ha de ir assis-
tir no triumpho da tlhn, deixm lo o quar-
to sob a guarda de urna comadre qualquer,
que nilo ha ousar entrar no seu domicilio.
L estirei s dez horas. O ultimo seto
de Serge Panine comeca s oaze horas rae-
nos cinco mioutoa. Isso exacto. Tenho
visto representara poya d<*z vezes. s on-
za menos ciuco minutos farei o qus tenho a
fazer. Uoixo o embrulho nqui, mas como
nao convra que siguen teuha a curio^i-
di-do de saber o que contm, fecha o seu
gabinete 80 eahir. Eu mnndarci abrir s
"ito boras pura tomal-o. Avise o seu cria-
do.
Estamos entend loa. En janto fra
e vou sabir.
Com effoito, depois de ter rnettido o em-
brulho em um movel, caja "have Luigi
ficar o projecto, entretanto nao apresenta
emendas, dizendo que o aceitou como base
para a discussao.
Rafere se um projecto apreseotado pelo
Sr. Alencar Araripe, no qual se tratava de
crear tribuno.es corraccionaes para a corto,
creacao essa mais conssntanea da que as
medidas proposta pelo autor do projecto.
Nesscs tribunaes correcioaaes attendia-3e
as duas magistraturas perpetua e popu'ar
Cera clles seria mais prorapto o julgaraeo-
to dos crimes do que o ser pelos magistra-
dos peda ausencia da prova o quo trari a
iiiipniidade.
Pondera qne trataudo-36 do derrogar
dispaaic;3es que entendera cora a Consti
tuicao, a coramissao julgou assumpto de
tilo pouca monta que nada dissera a res-
peito.
Conelue propondo qne o projecto v
coramissao da constituidlo o po.-eres, para
estudal-o o attendendo aos projectos ante-
riormente apreseutados dS parecer, habili-
tando assim a cmara a votar cora conhe-
ciraonto de causa.
Vera mesa, ldo, apoiado e entra era
discussao o s "guinte requeriraento :
Requeiro que o projo -to 3eja raraetti-
do coramissao de constituiyilo para dar
porecer.
Sala das se.ssoes, 18 de Sotembro de
1836. Affonsa Penna.
O r. Candido de Olivera -
NJo acbp completo o requeriraento apre-
s na lo, erabora seja necessaria a audien-
cia da comraiss..o do ConsttnicSo e poda
res, porq le o projecto refere-so ao jury,
as tambera eleva e mnito a penalidaie *
estabeloee a comp toncia para o ulgaraan-
to: necessario quo seja ouvida outra
coramissao.
ICcatoa a ine.on 'enien ia de dis:utr se
no fira da snaso tao importinto prejecto,
que exige profundo estado.
Ent-*nde quo so deve dormir sobro o ca-
so e adiar a discussao para a prxima
sessao legislativa lo anno prximo.
Nilo comprehende como estando a ma
gistratura perdida, na opinio do nobre
presidente do conseibo, se Ihe quer dar
maiores attribuic,o;s.
Sustenta a necessidade de acurado estu-
o e por isso vai aditar o requerimento
apreser.ta lo pelo Sr. Affjnso Penna.
Vera mesa e ldo o seguinte reque-
riraento :
Ficaudo a liada a votajao para a ses-
sao do .mi io proxirao.
t Sala das sess3as, 18 de Setembro de
1886. i1.'andido de Oliveira. i
O Sr. Presidente diz que no p le ad
raittir o requeriraento era vista do art. 76
do regiment, que n.Io permite adiamento
por tempo indefinido.
O Sr. Candido de Oliveira observa quo
ha precedentes.
O Sr. Alvos de Aran jo diz que o
requeriraento do Sr. Aff>uso Penna leve
ser a;eito e que o do Sr. Candi lo de Oli-
veira pola si r reproduzido raarcando-se o
prazo. Mostra a oonveniencia de ser ou-
vida a coramissao do (ranstituijao o pode-
res que estillar nao s o projaeto era dis
cusso como outros qua tara sido apresen-
dos e dar pareeer que habilitar a cma-
ra a resolver -e visto que necessaria a
liraitacSo da tarapo, propoa o adiamento
ateo da 24.
Vera mesa, lido, o approvado sen
discussao o seguinte requeriraento :
t Adie-se a discussao do projecto para
o dia 23 do correte.
Sala das 8osso*8, l de Setembro de
1886. Al?es de Araujo.i)
Nmguem raais pe-lindo a palavra en-
cerrada a discussao.
Nao havendo numero para voter fica
prejudeada.
Continua a discussao do projecto.
Ninguem mais pedndo a palavra, en-
cerrada a d scussae, o approvado o projec-
to qua passa 2a discussao.
Entra era dscussa o projecto sobre reo-
da, afora ment e concessilo gratuita do ter
ras de volutas.
O Sr. llenrique Salles:-O as
surapfo era discussao nao adrante espirito
partiuario, e sendo o erapenho do Brasil
que venha o cupar suas vastissiraas trras,
a raaior populaco po3sivel, preciso que
baja urna boa lei de trras.
Refere-sa le de 1850 que se nao pro-
duzio todos effeitos no foi por si, mas por
divers>s de-retos qua annullaram
Nota qua o projecto deV-rado facilitar a
v*nda da trras, dilficulta-a pelas exigen-
cias que oontm.
guardou, o dar as suis ordans ao criado,
Angelo foi ter cora Gervasoni e o conta-
doi da casa da saude, que levou para jan-
tar corasigo antes de os levar ao theatro.
O italiano pareca muito alegro.
- Varaas bodega, urna verdadeira bo-
dega, disse elle rindo, aos seua convivas,
cjovMo os para urna p-quena orga era
casa di to Litliuile, na avenida de Cl
chy, cnia ad**ga oizem ser boi. Iremos
lepois ao theatro, nao nacional nem sub
vcn> sonado, de Bitignoll-s. (Jreio que nos
haveraos de divertir. O amigo quo me
dc-u os camarotes amanta da jov-ra actriz
que vamos ver representar esta noite. Pro-
metti honrar a repr-sent icl) com a minha
presanja; ora, so acre litarraos em um boa-
to que corro, a cou3 i iia de ser engraeada,
pirqua a a-nasi do meu amigo nao tem
nem sombra de talento.
Mas benita ? perguntou Gervasoni.
- Oh qumto a isse, .
Pois I talvez seja menos engracado
da qua se pensa. O publico serapre in
diligente cora u na raulher bonita.
Trci quai tos de hora dopos, Angelo e
es 8 mis douo amigos chegavara casa de
pasto da avenida de Clicby o consultavain
um carlaz do theatro de Bitgnolles, collo-
cado ora ura qualro parto da porta.
1 espectculo ooraejava por um vaude-
vilte lo repertorio; o panno s s oito ho-
ras o maia havia de subir para a peca
grande.
Ora, quaado muito erara seis horaa e
um qurt.
Tere moa tempo de jant tr muito a
nosso gosto, disso Proli, entrando na casa
do p s*.o.
Pedio um gabineto, encomraendou nm
jantar opparo, mandn chamar o adegue-
ro o int'irraou se a respeito dos melhores
vinhoM da ad-ga, que preten lia offerecer
aos eeua convivas.
Sustenta qua exageradissimo o prego
das trras, racordanJo que omquanto, ago-
ra se compra uraa sesmaria por 3:000)5000
pelo projecto fi:a custan lo mais de......
8:0005000.
Pansa que sa se quizesse facilitar a ven-
da de trras, devia-se cobrar o prego da
raodiejao o nilo querer fazer desta venda
fon te de receita.
Discuto a necesaiJado da ccn!ralisas5o
do servier>,jentandendo que em vez de urna
repartilo central na corte, devia-se entre-
gar o serrgo aos preai lentoa das provincias,
intervindo as theaouraras, as quaes se
croara ura registro de trras.
Pensa quo no caso do torean de voltar
ao dominio de Estado, trras cujos compra-
dores a prazo nilo t-raham curaprido certos
devores, devia-se Ihes entregar a quaotia
que j tivessem dado e in leranisal-os das
barafci:oria3 que tivessem feito, porque nao
justo quo fiquem ainda raais prejudica-
dos aquellas que por forca maior nao pude-
rara cumprir i-ertas obrigagoos.
Nota a desigualdad que no projecto se
cstabelece entre o foreiro e os compradores
visia ou a prazo, pois aquelle fica eenhor
da trra depois do 10 annos por 3:00041,
e 03 compradores por 8:000$, no entanto
que o foreiro nao passa da um comprador
a prazo.
Entcnde qua deve ser bam clara a dis-
posicjlo da lei sobro .'egtimaco de trras,
para quo se entrada bara o que priraeira
oteupaco.
Raferindo se justificacao de pesse, diz
q.c preciso nao s acautelar os interes-
ses do Estado, cono garantir os direitos
dos pos3eiro3, iievondo facilitar-se princi-
palra nte aos paquenos os noios de legti-
ma gil o.
Entende que inconveniente o prego
ro fixo, porque as trras variara de prego
quanto situaeo e qualidade.
Pensa que para facilitar a oceup gao de
trras s so deve exigir o prego da raadigao.
Raferindo se s servidoas dos viznhos e
outros ser vigis pblicos, diz que do va tudo
ficar bera explcito na lei, para evitar ..s
abusos que se tra dado quanto a desapro-
pciacoes.
Conclua fratando do pr-zo de um anno^
findo o qual, nilo requerida a posse, pas-
sam as trras para o Estalo; enten le que
o prazo deve ser maior, pira evitar pre-
juzos.
O Sr. Ferreira vianna comega
elogiando o honrado ministro da agricultura
pela apresen'agSo do prejecto, cujo pensa-
raento promover a divisibilidade da nro-
priedade agrcola, pensaraento que est con-
signado as raaSis justificativas da pro-
posta.
EntenJe que a aspiragao do projecto,
isto a reduego da grande propriedada
nilo ha do ser operada por forga de lei por
quo o valor da propriedada territorial se
eleva ou abaixa conforme as cireumstancias.
A t*rra antigaraonte cstava sujeita a uraa
espaciraa de sobarafnia ; mas entre n3 pela
mssa legislagao, cora a igualdad das par-
tdhas, a facildade do dispor era testainen-
raentos, o pelas lea da araortizagS) n2o
aevo haver receio de oxc-sso. Trras
nao nos faltara, faltan horneas.
A sua tendencia nao enfraquecer o
centros de populacao porque delles vira a
expanso e foi e pir 3so que nao con-
corda cora o prolongaraento das estradas
de ferro.
Quanto raaior o acu nulo de habitantes
raaior a prolucgao.
Entende que as torras deviara ser divi-
didas em tres classes fronteiras, interiores,
e prximas ter to ver esta zona, mandar medir e demarcar
per que assira se evitarlo demandas por
causa da posse.
Depois do outras con3deragoas sobre as
deas do 8eeulo a respeito do dominio, uso
egoso o de tratar das consaquencias que
podem provr da luta dos qua nada tora
contra os que t n rauilo. p^recendo que a
idea da divisibilidade um tneio terrao que
se quer crear entre os dous lados, conelue
quo a solug.to melhor, raais prudente eco-
nmica seria dar a proprie lade com o onus
de ura imposto proporci .1 sobre a pro-
duegao, creando.se assim desde j o impos-
to territorial que angraentaria na razio do
augraento da producgSo.
A discnsailo fica adiada pela hora.
O Sr. Presidente d a ordem do di
para 20.
ciavara ostr-s de Maresnes conversavam
sobre os neg .ios da casa de saude.
Ou eu me engao muito, Sr. dautor,
nsinu u o contador, ou o senhor deve es-
tar satiafeto com as contas da qainzena,
quo Ihe ontregusi esti raanha.
Muito satsfeito, responden o italiano
sorrindo, eu o estara cora menos.
Eu o cnio Ha apenas ura mez que
o senhor est testa da casa e a receita
tem augmentado de raais de um terco. Se
isso con'innar, o senhor ter um lucro li-
quido de cera rail francos no anno proxi-
rao.
Coito qu s isso ha de continuar.
E eu nilj o duvdo, apoiou o cout i-
dor.
Naturalraente, Annib.il Gervasoni foi
da m s n.i opiniao.
O matador nilo exagerava nada.
A fura das bellas operagoes feiras pelo
su -eessor de Grisky e a cura quasi rada-
grosa da Sra. de Gevrey, mi do jui-s de
iutitruegao, tendo se espalhado rapidaraen
tp, nova e numerosa dinica tinlia ido aug-
mentar a qua j exista no tampo d velho
raestre polaco.
Os collegas de Proli nao Ihe prardoa-
vara os seus grandes successos o entre si
nao o poupavam, o quo, entretanto, nao
obstava, quando era sua prosenga, que Ihe
fizessem boa cra o lha dirigissem os raais
lisonge.-os cumprimentos.
Deixemos os tres homens continuar o
seu jantar e varaos &t theatro de Batignol-
les, situado no boulevard de Clichy, como
aabem todos os p rizienses do barro Ro-
chechonart.
Ura numero importante de futuros es-
pectadores forrnavara uraa fila de compri
Tiento poueo usual nesBas paragans, baten-
do oa ps para se aqueoer o exigiado a
abertura das portas, porque o fro era in-
tenso.
Sontararo ae mesa e omquanto apre-1 De repr nto nm gavroche gritn :
Vo abrir as portas. Ahi estao os
bombe;r"S !
E indicou quatro bombeiros era p uniforme, que estovara de servigo no thea-
tro n-ssi noite, segundo as ordans da po-
lica.
O g vrocbe ao mesmo tempo cantarela-
va o celebre Zimba i la dos nao menos ce-
lebres Pumpiers de Nanterre.
P ra eff ito, ao cabo de alguna minuto
abrirm as portas.
Os espectadoras, gelados, eutraram na
sala com ura murmurio de satisfagilo.
Km breve quasi to los os lugares de se-
gunda orden estovara o- cupados.
Nao havia raais cadeiras da priraeira
classe.
Todos os lugares ainda v^gos estavam
vendidos ou dados.
Joanna Dortil, coraquanto s tivesse de
appareaer era scena duas horas raais tar-
de, j estova no seu camarira e prparava-
se paara a represantago.
A sua honra-la mli fazia Ihe ro i panhia.
A porteira da ra de Coureelles julgou
conveniente vestir para essa sularanidade
ura vestido'vistoso, de supremo rao gosto,
mas que naturalmente ella aehava elegante
e rico.
NaquelU occasiilo tinha tirado o chale,
ura chais Fernaut que datava do seu casa-
mcuto, e o seu chapeo de vallulo cor de
irranat: ornado de plumas misturadas oai
flores.
Ella ajudava urna costureira do thanfro
a dispr os vestidos que a filha a uar, e
omquanto fasia isso murmurou era raea
voz, mas bastante alto para Ber ouvida :
O meu corago de mi est fazendo
tic lac ; quando me lembro que esta noite
v.i decidir-se o nosso futuro, fico toda nao
sH como I O que verdade quo par
saber o que ser mXi, preciso ter fi-
Ihos [Continuar te-ha.)
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Trp. do Diario n* Daqoe 4a, Carias r. 48.



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