Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18949


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Full Text
AUNO Lili HUMEO
r\
IMill A tiPIIAL Jb JLl tiAH Q.%OE \VO HE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados .
Por seis ditos dem......
Por um anno dem......
Cada numero avuiso, do mesmo da.
600
120000
24.J000
100
DIARIO DE
(jOMfA-FfilllA 6 DE (MIMO DE 1886
PARA lUvV.ltO K FORA DA PROVISO!
Por seis mezes adiantadoa. .
Por nove ditos dem......
Por um anno dem.....
Cada numero avulso, de dias anteriores.
13A500
20,11000
27i}OOG
0100
NAMBUGO
Proprtefrafc* J>* JHancel Ji#ixe\t&a t>t Jara & Styos /^\^^^^ /^/jffi?
O* Srs. Amedee Prlnce HC,
de Paria, sito as nossos agente -
exclusivos de unmunioa e pn<
blic icdes da Franca e Ingla-
terra.
Os Srs. Wasburne normanos,
de ew-York. Bread Way n.
SAO. sao as nossos agentes ex-
elusivo* de annur.clss nos Es-
tados-Unidos.
TELE6RAHHAS
S2SVIC: rA3TISLiS 10 HABI
RIO DE JANEIRO, de Outubro, s
o horas e .r>5 minutos da tarde. (Recebi-
do s Ti horas e 40 minutos, pelo cabo sub-
marino).
itlsruiindi) Ke boje, na Cmara don
epatado*, o orcamento do Mlnltie-
rio da Agricultura, remedido do Se-
ado. o soverno fez ciueafAo de ron-
Aanra para que foMem rejeitdaa
as emenda* do Sr. conselhelro Jone
Bonifacio.
ProeedencTo-ae tiilnrau, que foi
nominal, vencen o ^overno por JO
roto* contra II.
qaenlo rol propona por parte do
soverno pelo Sr. Bario de Cotegipe,
presidente do conselho.
Bls-eraoa deputado* da aaalorla.
inclaalve o da provincia de Per
nambuco. acompanbaram o soverno
aesta votacao. declarando, porm.
que nao eatavam Inhibido de aceel-
tar no futuro Ideas mal* adlantadd*.
rol naneada prealdenfe da pro-
viuda de Matto-Crosao o Dr. Alvaro
odovalbo Marcoadea de Mello.
ss:.::::a- .s*..1... sms
(Especial para o Diario)
MADRID, 5 de Outubro.
Mu I (o* Jaranea beapanhoea da no-
ticia de que oa binaos Invocan a cle-
mencia de S. M.a ralnba e do sover-
no esa favor doa Insurgidos eoadena-
aauos a pena de saorte pelo canse-
las de guerra.
SOFA, 5 de Outubro.
O general Kaulbar*. enearregado
dos negocios da Bnaaia. exige do go-
rerno blgaro ussa reaposta aaals
explcita relativamente A transfe-
rencaa do da ena que devena ser fel-
fas as elelcocs pasa a grande as-
sessblea.
O governo do Csar recuaa-se a ac-
ceder ao deaejo do governo e decla-
ra que aa elelcoea aerlana nuil, se
sereallaarem anteado praso pedido
pela Mala.
O general blnulbara sanio de Sona.
tendo Ido visitar a Bulgaria.
Ageu-is HavHB, tiJial em( Pernambuco,
5 de Outubro e ISSI.
E nao s o anliyJrido carbnico que vicia o ar:
pelos pulmoes e p-la pelle excretamos muitos
outros residuos ftidos e pr< judiciaes saude.
Segundo Paulo Mantegazzaum homem, para
resDrar regularmente, deve ter sus disposieao
300 a 400 metros cbicos de ar puro em cada 24
horas (o mnimo 10 mi-tros cbicos p r hora.)
E' certo que, se as casas fossem hermticamen-
te fechadas, anda mesmo as grand< s, nio nos pro-
porcinariam toda esta relo de ar de que carecem
os nossos pulmes e dentro dellas sentir-nos-hia-
mos suffieailiis. Mhs os qoartos teem portas, teem
jaDellas ; e por nossa felicdade os operarios sao
irap^rfeitos na maioria das vezes e deizam as
portas e nas jane las fendas, que nos salram a
vida. E, se a ignorancia da Hygiene leva o ho-
mem a morrer tsico e escrophuloso, a imperfeicio
do operario livra-o de morrer aspbyxiado.
Segundo Papllon,todos os fictos em que a
influencia das qualidades do ar sobre a respiracao
se m-mifesta. explicam-se pela seguinte : aleires-
pirabilidade do um me o directamente propor-
cional densidade do elemento respiratorio; o grao
de densidade do oxygemo serve de medida res-
pirabildade do ar, e o qui constitue asna viva-
cidade.
A experiencia prova que o ar tanto mais res-
piravel, quanto mais puro, mais rico, ma:s fresco
e mais denso .
0 lmite abaxq do qual a vivacidade do ar deixa
de corresponder as necessldade da economa, est
subordinado as circumstancias physologicas da
idade, do sexo, da constitnicio, etc. ; nssim o ho-
rnera, qaando descanca, tem menos necessidade de
oxygeniodoque quando pratica grandes trabalhos
musculares ; creanca tem menss necessidade do
que o velho.
Papilon estabeleceu a seguinte tabella, pela qual
sao satsfeitas todas as necessidades por igual at-
tenneddo combinacao das diversas dades :
i.i t ron de ar a fornecer por bora
Cranlas
Urna s ou com outras, sem velhos 1:500
Em companbia de velhos 3:000
Adolescentes
Um a ou com outros 2:500
Em cempanhia de adultos ou creancas 3:000
Em companhia de velhos 6:000
Adultos
Um s ou com outros, sem velhos 4:000
Em companhia de velhos 8:000
Velhos
l'm s ou com outros 6:000
Para Fonssagrives a cnbagem de um quarto de
dormir com um nico leto nao deve aer nunca in-
ferior a 60 metros.
Bousaiogaut diz que o homem acerrado no
interior da su* caaa necesaita de 10' metros de ar
por bora para afastar completamente todas aa pro-
babilidades de mal estar oa de doeoca.
(Contina)
JARTE OFFICIAL
1HSTRCCI0 POPULAR
HIGIENE DA HiBITi(A0
(Kxtrahido)
DA B1BMOTHBCA DO POVO K DAS B80OLAS
( C-mtinitaefio )
C iPITULO II
O ar e a lux
A casa, primeiro osa tudo, deve, ter multo ar e
mnita luz,isto resolver o problema de abrigar
o homem da chuv Na outrai alteracoea atmoa-
pherieaa, permittindo lhe entretanto respirar tanto
ar o tio puro, como se vvesseem campo deseober-
K> e sombra das arvores; e ser tanto mais s.dia
qnanto mais se approximar d'este ideal de perfei-
cio ; pelo contrario, quanto menoa ar e menos luz
proporcionar aos seus habitantes, tanto mais Ibes
i avenenar a vida e tanto mais fcilmente os dia-
por para as escrophula, para o raehitisroo, para
a tsica, e para um sem numero de enferradades.
Daremos em poucaa pslavras a esplieacao do
motivo porque temos coactante necessidade de mul-
to e bom ar.
O aangue nao pode inaoter a vida nem nutrir os
nossos tecidos, ee uio f.- um determinado numero
de vezes por minuto a<> pulmes abarrer oxyge-
nio deixar gaa, anhydrido carbonic- e outras
substancias, de que nos devenios libertar,- verda-
deiras eiereces gazosas, de que nos devfmosdes-
. embaracar pela czpiracSi. O sanguo assim ven-
tilado torna se mais vermelho e lev o oxygenio a
'lescmpeah.ir os varios mUterea que tem a cum-
prr no nesso organisn-o.
Um homem que respira dezoito vezes por minu-
to e que a cada nspiracilo introduz nos pulmes
meio litro d; ar, necessitapor bora de raais de 500
litros de ar puro.
No fim de urna hora um homem quo estiveese
incerrado n'u cepaco da capacdadede 500 litros
de ar purfcimo, telo hia turnado incapaz para a
respiracao juntando lhe, entre outras substancias,
mais de 2 "', de anhydrido ca bonico. E estes 2"/
sSo bastantes prejudicial noaaa saude, pois que,
ana'ysando o ar de urna sala de espectculo?, onde
por estar muita gente falle a respiracao, nao se
t-ha mais de 1 % **auelle gaz.
Brand, na su ibese obreoar confndo, uiz
3ue cbt'gou a conelusJo de que u'um quarto de
irmr o mitydndo carbmico nunca deve exceder
t propnco de 2 por l;0'.)0,pira que as pessoas
que n:lle ermanecm se nao sintam mal dispost^a
-parrc ndo que a epprejsJo e mal estar produz-
dos por aquelle gaz se manifestam muto raai; f
Cimente durante o semni.
ftoveroo da Provincia
DESPACHOS DA PBE8IDENCIA DO DA 4 DK
OCTLBBO DE 1886.
Antonio Barbosa de A guiarNao ha que defe-
rir, visto que o supplicaste ja foi requisitado pela
autoridadr competente.
Francisco Candido de M-deiros.Iuformc o Sr.
inspector do Thesoaro Provincial, tendo em vista
a informacao junta-
Isabel Senhorinb Viegas. I aforran o 8r. iaa-
pector do Tbesonro Provincial.
Jos Ignacio d'Avilla.Sun, satisfeitos os direi-
tos fisoaea e procedidas aa diligenc as do eatylo.
Joa Ribeiro da Fonaeca Brarja. Bemettdo
ao Sr. inspector do Thesoaro Provincial para eu-
tregar, nao bavenda inconveniente.
Jos Joaquim Alvos & CSim, com aa reetrie-
cea do es'ylo.
Jo2o.Aguarde o resoltado das diligencias rc-
commendas em 18 de Agosto ultimo.
Joao e sua mulher.Beclamem pernote o juizo
competente, na forma do art' 34 do regulamento.
Luiz Joaquim de Freitaa.Informe o Sr. r.
juiz municipal do termo de Timbaha.
Bacharel Lua Bodnguea Villares.Informe e
Sr. fiscal da ompanhia Ricife Drainage.
Melchiades Antones de Almeida. Previden-
ciado.
Mara da Cooceico.-Iuforme o Sr. comman-
dante da Escola de Aprendaea Marinheiros.
Mam el Menelio do Nascimen'o. Requeira k
autoridade competente.
Manoel Mara Seixaa Borges Encaminhe se,
pagando 3 supplicante o p irte no correio.
Seba-tio Antonio de Albuqoerqae Mello.Con-
cedo.
Sophia Maria do Rosario.Aguarde a decisito
do governo imperial.
Victorino.K -mettido ao Sr. Dr. juia de direito
interino na comarca de Iguarass para attender
come fr de direito, na forma dos arta. 34 a 36
do regulamento de 13 de Novembro de 1872.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, em
5 de Outubro de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonio Silveira Carvalho.
Deus guarde a V. Ezo.Illui. e Erra.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vico-presidente da provincia.
-O chefe de poli-a, Antonio Domingo
Pinto.
The so uro Provincial
DESPACHOS DO DA 4 DE OUTUBBO DE
1886
Hippolyto Velloso Pedernciras, Jos Au-
gusto de Mello, engenheiro director do
proloogamento da estrada de ferro de S.
Francisco, Pereira Ferreira & C, Luiz
Manoel Viegas e Rayaiundo Maguo da Sil-
va. -Informe o Sr. contador.
Jos Francisco Cavaloante, Manoel Joao
Lopes de Castro Fonseoa, Bell rmino Pe-
reira de Lucena. Certifique-se.
Irmanlade de S. Pedro Apostlo, Jacin-
tba Candida de Aleacar e Joanna Moreira
da Costa.Haja vista o Sr. Dr. procura
dor fiscal.
Domingos Jos Ferreira & C Junte
documento da cliefatura de polica de en
trega e ricebimento dos objectos de que
trata.
Antonio Goncalves Ferreira CascSo.
Prove o que allega e junte conhecimento
de decima do ultimo semestre.
Ponto da Secretaria da lustro ecSo Pu-
blica.Ao Sr. pagador para os devidos
fins.
Joanna Delpbina Nunes Ferreira e An-
tonia Leopoldina de Amorim.- Ioforce o
contencioso.
Euphrosina Francisca Ferreira e Jlo
da Silva Villarouca. Entregue-se pela
pela porta.
Jos da Silva Reis. Satisfaga a exigen-
da contadoria.
Jos Al ves Teixeira GuimarSes, Fran-
colina Sabina do Monte, Alfredo Baptista
de S, offi-io do Dr. procurador dos fei-
tos, Aurelio dos Santos Coimbra, Thomaz
Antonio Guimaraes e Izidro Bastos de Oli
veira. Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
Serviliano Correia Maia.Facam se as
notas da portara de lice ica.
Officio do Dr. procurador das feitos e
Barbosa & Santos. Informe o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
ment qnalquer medida de iniciativa do Seaa-
do, nao significa o que significa a separacao da
materia que vem da Cmara dos Deputedos;
porque separada a que tem origem no Sonado
nao pie constituir projectos; ha de ser iniciada
de novo.
rara que assim nao auccedesse sera preciso
que as emendas do nobre S<-nador por S. Paulo
fossem concedidas nes termos por que o feram as
do nobrs aaosdor por Mioaa-Geraes, o Sr. Affon-
Celso, que norpoz a suppressao de alguaaas dispe-
si^jes do regulamento da Escola Naval e roraet-
tidas a ama commisxo.
Esta eommissSo que deve iniciar...
O Sr. Alfonso Celso Mas o nobre senador
pelo Paran conheee mais o regiment do que
en-..
O Sr. BarSo de CotegipeIsto urna especie
de malicia. u prosigo.
O Sr. CorreiaAcceito a separacao para ir a
urna commisaS.
O Sr. Affooio CelsoO nobre senador j esta-
va no Senaob quando eu entrei.
i) Sr. Bulo de CotegipeSr. presidente, con-
sideradas as emendas do nobre senador por S.
Paulo, debtlso deste ponto d_> vista, nada teria
en a opnor-SM : mas V. Exc. recorde-se dos ante-
cedentes do asaumpto e das razes justificativas
das emendas do nobre senador.
O governo ao discurso da coroa hava incluido
um tpico em que atrmava ter executado a lei
de 28 de Sstembro de 1885 com toda a lealdade;
o Senado por ama votacao supprimio da resposta
eaae periodo, isto declaroa positivamente qne u
governo havia faltado a lealdade no reglamelo
para execuelo da lei.
Senhores, foi urna censura e censura gravtssima
ao governo. En nao a dssimulo, acceito-a como
foi feita.
Eu poderla entao proceder como em occasiSo
opportuna ptoeedeu o chefe da oppoBco neata
caaa qaando ocenpava o cargo que presentemente
oceupo de preaiaunte do conselbo.
Tiuha-OMM ama maioria talvez de 2/3; a com-
misaSo de reaposta falla do threno incluio nm
periodo em qbe ia urna censura tao leve, tilo en-
capotada que poda passar sem reparo, mas fia
sentir que naque'le periodo havia censura ao g)-
verno, e o digno presidente do conselho daquells
poca responden me: voto por ella tal qual.
Pois V. Exc. vota por urna censara oestes ter-
mos t Persntei lhe eu. Voto, porque nao re-
conbeci no Sendo o direito de derribar ministerios
por meio de smaura.
Dir ae-ha fie a reaposta fundava-ae em qae o
Senado nao fai poltica. Senhores, nunca profea-
sei esta opina?.
O Sr. Ferandes da Cunha a outras -Apoiado.
O Sr. Bar de CotegipeSeotpre pensei que
o Senado, carpo poltico, nao pode senio fazer
poltica, e casos haver em qae elle dever at
arriscar a sra propria existencia para defesa de
nosaas institoJcoes.
O Sr. Ferssodea da Canha Apoiadiaaimo.
O Sr. Bais> do CotegipeMn o que aempre
conteste e o que contesto oeste momento que o
U22^ Miguel Francisco dos Santos, JoSo Gon- "Senado posas oppr taes embaraces ao governo
RepartleiB da Palela
Secc&o2.' N. 971. Secretaria da Poli-
ca de Pernambuco, 5 de Outubro de 1886.
Han. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos na Casa de
Detenco os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jos Francisco da Costa Mo-
reno, vindo do termo de Pao d'Alho como crimi
noso de inorte na comarca da Escada ; e Maria da
Conceic j Costa, p >r embriagues.
A' ordem do Dr. Delegado de 2 dstricto da ca-
pital, Pedro Augusto Monteiro dos Santos, por dis-
turbios .
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ser-
gio Aotonio Importe da Silva, por disturbios ; e
Mana Manoella da Conceicl) ou Espirito'Santo,
por i'fiensas moral publica.
A' ordem do do Io dstricto da Graca, Manoel
Ferreira do Nascimento. per crime de ferimeutos.
o da 30 do mez findo, As 3 horas da tarde
oa roa da Lam-i, da cidade de Liuioeiro, o me-
nor de notne Aotenio, lilho de Manoel Aotonio de
liveira Reg, foi ferido, casualmente, no hombro
esquerdo, por sen proprio irao Jos de Oliver
Kego, na occasio em q-ic este experimentava^hma
espingarda.
O delegado fez as deiigenoias da lei. sendo o fe-
rimento considerado leve
Communicou me o delegado do termo de Pes-
qaeira, qne no da 19 do mez findo fallecer na
cadeia daque'la cidade o detento de nome Jos
Simplicio Uuarte, que hava sido condemnodo no
mximo do art. 257 do cod crim
Pelo delegado do termo de Limoeiro foi. re-
inettido ao juiz> competente o nqueiito policial a
que procedeu centra Manoel Monteiro do Nasci-
ment-i, prrso em flagrante por haver feriao leve-
mente a Manoel Gomes da Silva:
Hontem. s 7 hor..s da noite c na freguezia de
Afugados, rua de S. Miguel, ara individuj co-
nhecido por Sizn tirio, com urna tacad*, na cxa
d* pern-i esquerda, a Joo Jines de t&l.
Estava-n ambos embriagado', o 4'ic entretnSB
nao apadlo que o dvlu quonte se evadiasi*.
O ofx uUido fjiTecolhiio no II^pKal Pedro II,
onde su fez a vittotia c auto de p;rguntis para
ulterior protediinento.
Commuuicou me o tenente Severino Bar-
bosa da Silva N que no aia 2 do corrente assu
mira, naqualidade de 2o sopplente, o exercicio da
delegada do termo de Bom Jardim.
Consulado provincial
DESPACHOS DO DA 4 DE OUTCBBO DE
1886
Francisco Jos Leite & C, Marianno & C.
e Ignez Marques da Cmara. Informe a
1.a seclo.
Amelia Austriquilina A. Ribeiro. A'
1.a seclo para os devidos fins.
Regino Ferreira de Carvalho. Certfi-
que-se o que constar.
JoSo Pinto de Paula, Her mano de Mi
randa, JoSo Manoel Rodrigues Eduardo
Silva o mesmo Jos de Souza Ribeiro e
Maaoel Horacio deFreitas. Certifique-se.
- 5
Deodato Francisco da Silva Francelino
Barbosa de Oliveira e Barao de Petrolina.
Satisfacam a exigencia da I.* scelo.
Melubiadea Francisco das Chagas e Sil-
va. Certifique-so o que constar.
rsula das Virgens* Vieira da Cunha.
Informe al.* seccSo.
Joaquim Moreira Res. Certifique-se
o que constar.
3 petigSes de Alfredo Silva.- Certifi-
que se.
10 peticSes de Antonio Miguel Filicio,
12 de JoSo Pora pe i no Cavatcante, 3 de
Francisco Dias Barreto. Certifiqese.
INTERIOR
senado
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSO DE
31 DE SETEMiJRO DE 1886
3.* DI3CCS8O DO ORCAKKXTO DA AOBICCtTlRA
Sr. Barao le Cotegipe (presidente do
conselho) :Sr. presidente, n venho responder
a nenham dos nobres senadores que tomaram par-
te neata dscuasao, discorieudo especialmente so-
bre os merit >s e variados asaumptos que se pren-
dera a este ministerio.
Venbo apenas explicar urna emenda que en-
vici mcaa e dzer o motivo por que assim pro -
cedi.
V. Exc. sabe que o nosso regiment contm urna
dtposico a respeito das propositos qae ven da
Camera dos Deputados.
Depois de longa pratica, tornou se regra o foi
incluida no regiment.
Certas assumptos sao separados dos orcnmcr.tos
ou das proposicots e constituem projectos do Se-
nado, considerando-se-os desde entSo como de sua
propria iniciativa e passando pelas discusso.-a pre-
scriptas.
Estas emendas sao consideradas emendas sup-
prcesivas, embora por urna eapecie de delicad za
sa diga :separem-ae, e sejam consideradas ini
ciativa iussa. Mas o certo que nas propositos
devolvidas a outra cmara a redaeco 6 a seguin-
te ; aupprima-sa tal e tal dispoaicao.
A respeito, porm das proprias emendaa da ini-
ciativa do Senado, nao ha Sr. presidente aerara-
cao, ha apeoaa approvaeJo ou rejeico.
Assim, dizer se : que seja separada do orea
oa por meio ds mocoes de desconfianza, ou por ou
tro qualquer Me o impossibilile completamente de
govemar.
EsU corpoS$aonao me cancarei de repetil-o
vitalicia cas nao pretende ser modificada
senio pela maape, deva de aer mnito prudente ao
modo de conefcirrar todas as medidas tendentes ao
, nio conceder eertos
jir abxuoa actas e
calves Ferreira Guiraaraes, officio do Dr.
procarador dos feitos e Urbano Jos Cor-
deiro. Informe o Sr. contador.
Rosa Mendes da Costa Figaeirda, Mau-
ricio Jos Lopes da Silva, Antonio Hen-
riqae de Souza Gomes, Manoel Al ves Pe- ^ ,
reir Jma, v rancisco uomes da Silva, .xbjtrioa, aso<*acsr e eorrigir
Toso GnTrrio Perarr OOiBes, Jas* Tdt- eaae mAo debilttsr a fnre* mo
nandes Marques, Maria Theedora ds As-
aumpgSo Pereira e Hermillo Jos de Mello
Escrpture ss a divida.
Alfonso Monteiro Pessoa.Registre-se
e facam so as notas.
Luis Baptista Nogueira.Pague-se.
Manoel Hugolino Pereira Giraldes e Al-
varo Trjano Fialho.Certifique-se.
to sem duvida, em ama eorporacao amo esta,
sufficiente.
Entendo tambera qae o governo deve prestar
mnita attrocao aa opines do Senado, qaando
ellas nao forem til has de um espirito partidario
systematioo de bbw opposicso intransigente.
Aqui, senhores, o governo rata prompto a tran-
aigir quanto aer posas cota a opposicao, ceder
multas vese daa auaa opinioos, mas tambea pede
que a opposicao nao torne imposaivel a ana mar-
cha e omito meooa lhe tire n torga moral inflin-
gindo loe certas censaras qae na se fasem a nenham
envalheiro, como aquella de qae o den coa falta de lealdade na execucio da lei de 28
de Setnmbro de 1886.
O Sr. F. Octaviano reclama.
O Sr. Si I ve ra Martina -O governo podia ter erra-
do.
O Sr, Bario de CotegipeNio quero tornar
atrs, quero a taser aeoavel a minha poaicio.
Propeaesaem ama emenda no sentido de qae o
governo nio interpreUva fielmente a lei, ou con-
vidaodo-o a qae de aovo examionsee a qoeatio;
o que apeoaa prentoado asaignalar que recebi a
censura, e recobia de um modo que muiti me
mnitnoa -devo confesanl-o.
Vem agora, Sr. presidente, na diaeasaio do
orcameto da agricultura, amas emendaa nio direi
contra o regiment, porque emfim V. Exc. en ten-
deu o contrario, mus emeaaaa soe eleven coasu-
tnir um projecto separado, -jaer de ioterpreUcSo,
quer de materia aova.-Se o governo nio inter-
pretou bem a lei, e carpo legislativo d a nterpre-
tacao autbentica, coja iniciativa ihe pertence e se
emende que materia nova, deve iniciar a refar-
ma da lei.
Inclair, porm, em um oreameato disposices qae
oa retormam a lei oa ioflngem ao governo ama
censara por nio lela execatado com eff.itopro-
cedimento que nio se eoaduua com a aabedoria e
prudencia do senado. Appello do seaado para o
proprio senado.
Sr. presidente, a emenda do nobre senador por
S. Paulo renovoa a queatto qae ji h dida pela votacao oa respoeta ao discurso da cor*.
Ao votar se esta meada, dooa oobrea secadores
entenderm qae o aasampto oio cabia ooorcamento
da agricultura, e nropaseram que foaae a materia
dabi destacada. *
Mas como foi concebida ? Se forem appro-
vadas bs emendaa do Sr senador Jos Bonifacio,
sejam separadas do orcamento a isto depois de
infligida a censura aer* ao governo, porque o no-
bre aenador oor 8. Paulo oio occnltou a seu peo-
samento, nem ha de occultal o agora se eu recor-
rer i sua lealdade.
O Sr. F. OctavianoEsta claro.
O Sr. Bario de CoteglpoAcaso todos da op-
posicio que vetaram pelas emendaa do nobre sena-
dor por S. Paulo o flzeram sem conhecimento de
cansa oa para accentnar ainda maia gravemente
a entura qae haviam teito ao gabinete ?
O Sr. Escragnola Taanay- Alguna nio.
O Sr. Bari^ de CotegipeEstou me retenndo
opposicio.
O Sr. Martnho CamposDe todos os matizes.
(Risadas )
O Sr. Silveira MartinaO governo fea questao
de gabinete, e oa governiatas que votaram pela
emenda acompanharam a opposicio.
O Sr. CorreiaPeco a palavra.
O Sr. Barao de CteripeMas, Sr. presidente,
para que strem estas emendas destacadas do or-
camento? Segundo observe em principio das
minhas explicacea essas emendaa nio pdem
constituir projecto separado, e V. Exc. m'o dir.
O Sr. Metra de VasconceilosAs emendas
mandara.
O Sr. Barao de CotegipeMandam o que nao
pJem mandar.
Porccnseqa'.nca, senhores, subsiste a ceusura
severa, sensura que nio posso, nio devo aceitar.
NYo tmho cutro recurso s-nio appellar, cu para o
proprio senado afim de reconsiderar a sua votacao
ou empregar o nico meio constitucional queme
por ansa sania anda Tesa
moraTdo governo la- O Sr. Bario de Coteeipe :Mas se
O Sr. Burlo de CotegipeA cmara dos depu-
tados votou que o governo havia procedido lealmente
uo',mo lo pelo qual executou a lei de 28 de Setem-
bro; ella presta a sua confi&uca; oa ao menos
estou persuadido que a presta ao gabinete actual
ainda nio lhe faltou a confiaoca do piiur modera-
dor.
Tenho, pois, o direito, tenho a obrigacio de ap-
pellar desta cjrporafio para aquellas que mais im-
mediatamente, ou mais prximamente representara
a opiniio do paiz.
0 Sr Siqueira MendesE a questao deve-se
decidir quanto antes.
O Sr. Bario de CotegipeE este o terreno em
3ue eu colloco a questao. Nao tenho a pretencio
o que a nobre opposicio vote de outro modo,
porque ella votou sciente e conscientemente
(apoiados), venho apenas explicar ao paiz o porque
nio aceito es'a separacio, que nio passa de um
modo de dar o golpe explicaodo-o pela boa inten-
cao.
Senhores, respeito profundamente a opniao de
meus honrados collegas, assim como daquelles
c^nsevradores que neata questao se separaram do
ministerio. Quanto a estes nio so respeito como
si uto profundamente...
O Sr. CorreiaO mesmo sentimento tornos nos.
O Sr. Barao de Cotegipe.. .porque me pareca
que o caso nao era de consciencias de modo que
prejudicasse de qualquer forma as opiniocs quea n-
teriormente tivesse sobre a questao.
Eu sei que alguns nobres senadores, conserva-
dores, desde o comeoo da sessio, se declararam em
oposicio manifesta ao governo, embora desconheoa
os motivos porque o faxem.
(Apartes dos Srs. Cruz Machado e Martnho
Campas).
Al hoja apenas, incidentemente, o nobre sena-
dor por Minas Geraes deixoa escapar...
O Sr. Affooso CelsoOs motivos de roupa auja.
O Sr. Bario de Cotegipe... ama das razca
porque era inconciliavel com o ministerio actual,
mas fechoa tao depressa a tal trouxa de roupa,
que eu mesmo nio sei qual das suas p- cas j ser-
vidas mais influio no animo do nobre senador.
O Sr. A Sonso Celso d um aparte.
O Sr. Cruz Machado :Um partido que viveu
maia de sete annoa em diasideocia quer condena -
nar os outros. (Ha outros apartes).
O Sr. Bario de Cotegipe : Este nosso arete
ma de governo, qae o da liberdade, deve ser o
da franqueza, o ministerio nio pode aer condem-
nado no silencio, ha de sel-o por seus actos.
O Sr. Alfonso Celso : Tem toda razio, venham
dar oa motivos do deseo atentamente'
O Sr. Crus Machado: Hei de fazer-lbe.a von-
tade.
O 8r. Alfonso Celso :Facam como nos.
O Sr. Bario de Cotegipe : Se deixo passar
maitaa occaaides em que possa dar eiplicacoes oa
respoader, na minha opiniio com alguma vanta-
gesn a certas aecusaces, porque o tempo tao
curto que ma inhibe de occupal-o ; prtfiro que se
aceose de nio poder responder, por falta de boas
rasdes ou, na phraee do mea honrado collega pela
Bah'a, qae hoja fes me a injustica de pensar qne
eu nao he queria bem e muto bemembuchar.
(Risadas). Estaaos em urna prorogacio e vejo
que oio temos anda orcamento a discutir. Apre
veito a occasio para pedir aos nobres senadores
3ue nio se demorem tanto, porque precisamos
aa les annoaea, e isto oio 4 um favor ao go-
veros, um servico ao pais. Quererio levaar-nos
ao extremo Je nio termos orcamento ?
O Sr. Martina Cnoapos :Poique nio manda
empregar
reste para manrer a forja moral do goven e
O Sr. Affonao l.elao Nisso procede
bem.
muto
O secado
tem aido tio prudente e tem cerrigido faltas da
outra cmara, se falta houve, porque oio dario
bom exemplo ? Temos votado orcamento em um
s dia, sendo a redaccio apre sentad a em conti-
nente, e at j celebramos sessio em domingo
para adantar oa trabalhos. Nao sou tio exi-
gente.
O Sr. Affooso Celso :Porm muto mais tar-
de, em Outubro, em Novembro.
O Sr. Bario de Cotegipe : -Peco ao senado
que regette tudo quanto julgar dever ser regolfa-
do, e vote depois de alguma diacuasio; mas
triuta e tantos discurso neata diacuasio do mi-
nisterio da agricultura, demais!
O Sr. Bario de Mamor (raioittro do imperio) :
S na 2a dscuasao do ministerio d agricultu-
ra trinta e oito discursos.
O Sr. Luis Felippe :O ministerio doa estran-
geroa passou sem discoasio.
O Sr. Bario de Cotegipe : Entio paga a
agricultura pelos estrangriros ?
O 8r. Luis Felippe .-Isto mostra que nio ha
proposito.
O Sr. Bario de Cotegipe :Eu nio estou cen-
surando, natou pedindo, maa acbo qae trinta e
oito discursos sobre qualquer materia demais !
O 8r. Affooso Celso :Nos liberaes s obtive-
mos orcamento em Outubro e mais tarde ainda.
O Sr. Bario de Cotegipe : Segue-se qae oa
nobres senadores querem ir at 31 de Outubro oa
Novembro ?
O Sr. Affonao Celso :Nio, senhor.
O Sr. Bario de Cotegipe .Parecesae nao s-
quecem cousa alguna, maa ae forem justos hao
de coocordar, em que ao meooa aquelle qae est
ae dirigiodo ao seaado nio tem eotrado nessi-s
maoejoe.
U Sr. Affooso Celso :Nioguem diz o coo-
trario.
O Sr. Bario de Cotegipe :Sempre procure
conciliar ; aempre conced a todos os ministerios
os meios para acudirea ao servic >.
O Sr. Affonao Celso :Apoiado
O Sr. Bario de Cotegipe :Nanea fia obatruc-
cio, e nunca de i Voto de completa re pro vacio aa
medidaa do governo.
O Sr. Affonao Celao :Maa ex rea o sea di-
reito de crtica e censura, prefera ideas aoaa a
do govarno, e obrigav* multas vezes o governo a
transigir, como eu transig quando fui ministro
da faseoda. .
O Sr- Bario de Mamor (mioiatro do imperio :
Assim como os transigimos coui as de V. Exc.
O Sr. Bario de Cotegips :Peen ao tacbygra-
pho que riaque tudo quanto eo dase a respeito d
demora do oreameato, e doa trinta e tanto discur-
sos, e peco ainda aos nobrea senadores que se e=-
quecam. ,
O Sr. Croa Machado :O Sr. Affooso Celso nio
tem rasio alguma, teve muto apoi >.
O Sr. Bario d Cetrgipe : Cnclo, rep- liado
ao sena lo, oio o pedido, mas a supplica de votar
seja como fr. Votem contra ss emendas qae
maodei, e ae fr preciso qne eu me retire para
terem maioria, me retirarei ; porque, se o seoa-
du nio reconsiderar o seu voto, se a minha emen-
da nao fr approvada, j declarei qual o alvitre
que tenho a seguir ; o se este me falhar, entio
oa nobres eeuadores comprehendem perteitamente
que nio me conservare! neata poseio sem a dig-
nidade eceaaaria para mantl-a. De outra fr-
m i nio vejo que baja homem de bem que pella
iiueir.-. persistir. (Muito bem.)
Correspondencia do Diario de
Pernantbnco
PARAHYBA, em 3 de Outubro de
1886
Por amor ao compromissj que espontneamente
tomamos, vamos, nao obstante os affazeres de que
nos achamos cercado e ao aio estar com que ama
nhecemos h je dar Ihes resumidas noticias do que
de mais ootavel tem oecorrido nesta provincia, a
Partir de 22 de St.terebro findo, data da nossa ul-
t ma carta.
__ A Aaaembla Provincial, que deveria en-
v
cerrar-se a 30 de Setembro, foi prorogada att
hoje, e ainda assim nio lhe foi possivel, .'.pesar
da actividade com que tem ltimamente funecio-
nado, fazer votar todas as les annuas, sendo para
aso anda mister urna segunda prorogacio at 6
do correte mes, a qual acreditamos nio se esgo-
t ir, atento o estado de adiantamento em que
est aquella trabaiho.
J passaram em 3 diacussao os projectos da
fixacio de forca policial, de orcamento municipal
e da Santa Casa de Misericordia, faltando apenas
o que or^a a receita e fxa a despeza provincial
para o exercicio de 1887, o qual se acha bastante
adantailo, e somonte poi falta de temp deixou
tambem de passar na cessao de hontem.
A opposicio tem procedido correctamente, nio
regateando o seu concurso passagem das leis de
meios ; alguns de seus membros teem at feito, da
tribuna, justica a actos administrativos do Sr. Dr.
Souza Handera.
Pela marcha por que vio as cousas, temos a
fundada esperanca de que, na nossa carta ulterior,
lhe daremos noticia do encerriraento da actual
sessio legislativa.
Quanto ao attentado de que foi victima o
Dr. juiz de direito de Atea, e do qual fallamos na
nossa carta precedente, apenas podemos dizer-lhe
que, segundo corre por aqui, o promotor publico e
delegado de polica respectivos tratara com inte-
resse de averiguar o facto, alias attribuido pelo
proprio (.Hendido, que recusou-se formalmente ao
examc legal, segundo declaracilo sua autoridade
competente, a individuos ebrios.
Contina na Alfandega a commissio de em-
pregados da Thesouraria de Fazenda, encarrega-
da da conferencia da descarga do vapor inglez
Merehant.
J vio para mais de dons raezes que aqui che-
gou o n ferido vapor, e agora que, segando so-
mos informados, acha-se em meio aquelle tra-
baiho.
Dizem que essa morotidade devida crise
por que passamos, por isso que alguns negociantes
nio podem de prompto, sem detrimento de transac-
ces que nio admittem a mnima delonga ou ada-
ment, satisfazer a importancia dos despachos.
Vio, portanto, exigindo-os proporcao da sahi-
da das mercadorias.
Aqu este ve por alguna dias o Dir. Joao Car-
uciro de Souza Baadeira, actual secretario do go-
verno da provincia do Para, para onde fui removi-
do da do Cear.
8. S. j seguio a seu destino no Far, que aqui
tocou a 28 ds Setembro findo, e a sua visita a esta
capital teve por fim passar algumas horas em
companhia de seu digno irmio o Sr. Dr. Souza
Baadeira.
Na 3* sessio do jury que ltimamente func-
cionon nesta capiul foram submettidoa a jnlga-
mento oa doua soldad s da eompaoha de liona,
acensados pelo asaassnato do marojo norueguense
ils Johnson.
Os debates estiveram importantes, e ao tribunal
atrlui > urna grande massa popular, inclusive os ad
voghdos do fOro, sem excepcio de um t<>-
Occupou a cadeira do ministerio publico o Dr.
Tbomaz de Aquinc Mindello Jnior e da defesa o
Dr. D. Luiz de Souza da Silveira, ex-chete de po-
lica desta provincia.
Os reos foram absolvidos, mas deasa decisao
appeilou immediatamente o presidente do tribunal
Dr. Antonio da Trindade Antunes Meira Henri-
qaes, juiz de direito da com rea do Conde, ao im-
pedimento do Dr. Joio Cavalcnote de Albuquer-
qu*. __^___
Begresaou ala Europs, onde ae achara desde
O principio do corren te anno, o Sr. Samuel Agnew,
vice-cousal de S. M. Britaaniea nesta provincia,
bem como o negociante desta praca, Francisco
Gomes Marques da Fonaeca.
Foi capturado oo termo de Mamaoguape o
salteador Antonio Hjgioo, comparsa do celeore
faccioara Jos Beroardo.
Vai comesaodo a safra de aasucar e algodio,
que promette uaia abundante colheita.
Os agricultores estio animados pelas altinvts no-
ticias da Europa, relativamente ao preco do aasu-
car, em coaaequeocia do desastre qae acaba de
soffrer a safra da beterraba, sua competidora.
Causn grande dosanimo aqui a noticia teie-
graphici de cadueidade da conceaaio do eogenho
central em conatruccio nesta provincia.
Felizmente, porm, a m impreaaio de aeme-
Ibante noticia deeappameea completamente com a
verficacio immediata do sua inexactidio.
O que a respeito delibereu o governo imperial
foi a auapenaao por oito mezes da garanta de ja-
ros ao capital empregado Baasata coaatru.cao,
at qae se eoaclaam aa respectivas obras.
Falleceram nesta capital o negociante tran-
ces Beroardo Norat, sea filho Affonso Nirat, e a
Exma. Sra D. Severina Pereira Mara de Jess,
mii do Sr. Dr. Maximiano Jos de Iuojosa Va
rejio.
A Alfandega reodeu de 20 a 25 de Setembro
findo 9:631*976.
KtVSTA DIARIA
averno do biapado A Aurora de 3 de >
correte publicou oa seguintes provimentos de 17
a 30 do mes prximo findo :
Proviaio de vi gario para a f regucs-a da Jacoca,
oa Parahyba, por maia um aono, a favor do Rvd.
Joaquim Lopes de Oliveira Galvio.
dem de coadjutor da freguezia de Penedo, em
Ab goas, a fvor do Rvd. Virssimo da Silva Pi-
uheiro. .
dem, dem, da fregu ta de Rio Fornoso, nes-
ta provincia, a favor do Rvd. Miguel Peres de
Azev'-do Faleio.
dem de uso de ordeos, confessor a pr^gador, a
favor do Rvd. Francisco Constancio da Costa, re-
sidente na ci lade do Natal.
Proviaio de vigario, por mais nm anno, para a
freguezia de Salgueiro, nesta proviucia,.. favor
do ltvd. Manoel Antonio Martius de Jeana.
dem de uso de ordena, confesor e pregador, a
favor do Rvd. Jos Gomes d.< Lim* M .me Raso,
residente na freguezia do Pilar, na Parahyba.
Iaem, idem, a favor do Rvd. Franciaco Ferrei-
ra de Sonsa Braaco, residente em QojIlBSN
Tiro anualNo dia 89 do mea findo, na
eidade de Limoeiro, o menor de nSSM Autonio,
filho Je Manoel Antonio de Ouveira Bago, i fe-
rido casualmente no nombra esquerdo por sea
proprio irmio Jos de Oliveira Reg, quando este
eaperimentava urna espingarda.
A autoridade loel tomou conhecimento do fac-
to ; sendo considerado leve o ferimento.
racadaAntebon'em s 7 horas da noite e
rua de S. Miguel de Afogados, o individuo co-
uhecdo por Siso ferio com urna facada ua coxa
esquerda a Joio Gomes de tal.
Ambos estavam embriagados.
0 criminoso evadise e o ferido foi recomido
ao Hospital Pedro II.
1 n pos lo sobre Induatrlaa e Pp"n"
oes-Termina impreterivcimente no da dO do
correte mez na Reccbedoria de rendas geraea,
a cobran?a do Io semestre do imposto sobro in-
dustrias e profiseors do exercicio corrate de
18861787. .
FaltecintentoHontem, s 7 e meia horas
da noite, falleceu de urna c ngestio cerebral 9
empregado da Companhia do Beberibe, Lua
da
pro-
Souza Bundeira. Era cusa o, natural d'csta
vinci,'e tinha 65 aniu.8 de idade.
0 esierro ser h j" s 3 1/2 h ras da ^ 4rde> 8t_
hindo o cadav. r da rua do P-dre Flor ano n .^^
Comit liltterarlo **!'jaleo No
dia 3 do eori' me uve lugar cuino rguva hDnnn_
ciado a quinta coufereucia da se/ ie qte ,, f?^.





'
[ Iftfttl 1



Diario de Pernainbnco([uarta--feira 6 de Outubro de 1886

anaatm esso grupa de esforzados catu-
1da noasa Faculdade.
ar ais de meia hora digje'tou satisfactoria-
vasatarV sobre a theae Polygenismo e Monosenismo,
atadeamco do 3* anas, Sr. Jos Antonio de Mel-
Sa*,*"' anereeeu muitcs upalausos e aquem segui-
sr*a-e divera oradores.
moriaco do< runrrlonarla Pro
laeae* de PeruambucoE' hoj, s 6
3|ft!4:ara8 da tarde, ero sua respectiva sio roa
Aalmperador u. 71, 1 andar, que se reahaar a
jtwmLt magna deata Anaociagao, dovendo effeotnar-
-a po68o do esaselho deliberativa que tem de di-
Hn(e Pss#on*Mcoese> Tenda esta
asaee<*de de oammcmorar o 0 anoiversaria de
jci .'cetllacj no i do andante, manda
._3ef.-&rar una misen esa *<,-"' de gr-ifas sua pa-
4iviir, s 10 horas da iaub na igreja da -.Via-
Are cus.
Eas seguida havera sessio magna na sede ao-
r ll da BoaVVixtaEm 31 de agosto ul-
-*a*-<;8crevem-nos desta villa o segrate :
A inacao em que vivera u'esta pobre e deca-
f na t i vittt. sem habitautes, despertando em mis
.^SaSadeestimulal-os ao t.-ubalha que necesario
-: s rogar-lhas o grande obsequio de inaerl-aa
i colaron ;s de seu eonceituado orgo de im-
jsswara.
i 'oarpclo rpida e exacta d esta co-
'ssiarea, que so olha pira seu passado.
m A i .u-Vista, aasiui se denomina ostt crair-
*s_ *"*** par sJea villa do Santa Maria da Boa-
'Wk*-, situad* margem ctquerda do guante e
S Francisco, em nm alto donde Oobser-
^mi-nr pode distrarhir-so derramando a vista, ao
~A. eU tarde, .obre o borisonte que iescortni-
..-sttl i'j t rubio.
l e marea i: presente muito limitada,
aayaaktaea queja f de grande exteusilo quaado
*'; roa muitus loealidaies, que actualmente for-
.trtras Comarcas.
* di-Vista urna villa alegre e ao passi que
presenta risooha ar.s olbos dos viajantes, os
tsrt habitantes, em s.ftYivcl parte, verdad'iros
aridy'icos r.nte a aceaa e o trabalho, sao melan-
sasa uma tardo do invern ; nao tem mo-
c mmerca!, assim pode contar, pois so-
rale fres badegas sortidas lie rapaduras repre
a a actividade de seus filhos, nao tem ama
fclii i i.::ib inJispensavel n'e6tas alturaa, nao tui
.:;',>, que n'estes serios pelo movmcnti
iMsiagaco das missas, qne attrahem todos os
i rea das circumvisinhancas, de grand
_;K;'.id', o entretanto sua matriz esta entre-
4prc a veos dos marcaos ; nao tem eollectora,
JSfvi sigoiiea falta de desvelo de seus represen-
* i villa dos offieiaes sem farda da guarda
al, pode sa direr, uma villa sem alma.
A' aargem do rio, piscosa com os seas
raarea mais arranjados ne podem matar um
V-vj i que porventura Ihes appareca, de apreciar
aa b m s'irubim ao jantar, porque a elasse baixa
t i indolente como a preguica e prefere alimen-
jer-aR ecm um insignificante pedazo de rapadu-
j*,^iic peJem por csmola as porta-', a fazer una
|K.:Ma para d'ella tirar resultado e ter assim
ubbm vida honesta.
m O negocio de gado e de animaes, que aqu
Je vasitagcns estupendas, despresado por grande
tgKi-te! dos que podem.
.r estas poacas palavras se pie avaliar o
Bd aetual da B-a Vista, que ja foi de alguma
ateanaaeia.
< Uoje urna condemnada da aorte, um arra
"iefe de distraccio para os criminosos da Babi i.
^aas coraantemeate a irequentam e sao bem aco-
"jiea em muitaj casas de consideracio, onde de
atO'C-ai oito dias tomam parte em jogoa nocturnos,
tno-que alguma autoridade, que porveutura quei-
,rc* ta,->tiiral-os, possa fazel-o, pois nao conta coa
us ilio, nem dispe de forca.
- F.is abi o qie a Boa Vista. O seu estado re-
alsMsa a atteueiio das primeiras autoridades da
ii i,""que, parece, olba para ella cjmo urai
ataa. ,
- Para a Boa-Vista bem'se pJc diaer : qaem
< -(imeiita em espeancas, morre de miserias .
k illa de *. BeuCo Escrtvem nos com
. "bfd de 'JO do miz prximo fiado :
De passeio por esta villa, ende vem para re-
- apurar a saude bastantemente alterada por urna
jarMcbitc-asth'natica e amante da instrut-cao pu-
Hs->, porgas da mesma depende o futuro da no3-
rst aaeii dade, fui ver, com meus proprios olh e.
asa se mimatrava, no serto, o ensino p.ima -io,
f&l? que vi, faltara nm dever sugrafo, se nao
Vwuiciasse pela imprensa o descalabro que vai
Jfet'* escolas publicas de nm c outro sexo degsa
ata, c assim chamar a esclarecida attencao, aelo
\2i:<.-i:udedo Exm. Sr. Dr. director geral da ins-
n*o?> publica desta provincia.
m O professor coronel Luiz Paulino de 1Jollan--
aa Valonea, nenham respeito imprima a ssua
asUir.nas !
Qaando a sala da escola nao est i convertida
j3 directorio poltico (porque o respectivo protes-
30t fantico pjr e3ta entidide), parece mais uma
-ia iiiimim caso faze n do que uaia aeln publica !
m Assim, as lutas corporaes do; alumnos, oe
ilf.ijii, aa palavras deshonestas e actos iamo-
saas uenhuin abla causam ao professor, s;mpre
weiirs ido em ler as folbas opposicionistas, e w"r.-T-m- u'um espelho de algibeira que comsigo
iras: e peatear se diantc para traz as suas m
aeaoLs! !
Nao declamimo3 : ainla hoje foi apuuhalada
Mr uin s.'u compinheiro d'aula o menor Jola Jo-
iie Figaei'edo, quaudo sabia da escola pra ca
jai -d-j sua inii, viuva, a qual roora f<5ra da villa c
.ma ttiataDCn de 2 kilmetros !
A professora iut- ria D. Maria Mirandolina
Je Ovelra, nomeada altiaameatc pelo delegado
Yatsi ari >, em sobstituiclo da eff-'ctiva D. Julia
Matt-ia Pereira Rocha, alm de affeccio pulmonar
c ale ophtalmia que, ha anuos, a p rsegue (miles-
-tiaa jntagiosas), inteiramente analphabeta, e
30t!um geito tem para o ensino piimano ; e cstts
saaurss obrigaram os pais de familia nao mandar
Va a escola as suas filhas, tanto Jmais quan
'^s>m publico e rlotorioque uma diseipula de
J>. Julia Rocha espichou a noval professora iote
sata na tabjada de s. Eso entaarto a antecessora d professora ef-
Seetiva durante qaasi uin auno deaernpenb >u como
yru pora interina o saocarg): maito adiantou
jtaaas discp-ilas c a populaco em geral dirige
cpauuras ao delegado Iliterario por ha ver caque-
cidd o u.mJ dVssa mica, li fe oryba a e>m prati-
-a. j ensino, pira uomcir a D. jMarra Miraadoli-
tjL <-ra babi'it i{0.s para o magisterio !
'm Uin estado de cousas asaim nao deve perdu-
r*r, e o Em. Sr. Dr. director geral deve remediar
* grande ma', pois em suas mos tem o reme- '
fie legal, nunca onviudo o delegado litterario, pois
ame cate apenas s>be assignar o seu nime c baja
3nU que-^-na secretaria da Instrucco Publica
2i> existe'um 'fBcio ou attestado escripto de seu
ftcpr.9 punbo, como me alfirmaram.
As iiuhas cima escript is nao sao filhas do
Jeapeito.
Aqu ebegando Ha quiuze dias nenhuma dc-
afeicao cncontri i at hij, e pelo contrario su
ar de mais grato aos habitantes desta villa, dig-
ax de melhor sortj, e onde cm menos d ; oito dias
f.aiiirei compl-to resabelecimento em miuba
Mtude, seriamente compromettida n'essa cidade ;
c sao cessarei de aconselbar aos meus concila-
Ho), du ntes do terrivel tuberculosa, qui nao se
Jeta ore m cm vir recuperar a saude perdida nos
Jasdavcis ares desta v'lla.
' m Situada a 210 kilmetros da capital, com uma
cetario do proiongamentc da via-frrea do Reci
fe no S. Francisco m Canhotinho, na distancia de
72 kilomctio.', pode-se, sem muit-i esfor^, Ba-
Jr da Recife em um dia e no dia seguinte per-
aaitar uesta villa.
v Casas baratas e com excellentes accommoda-
nea, o passadio baratissimo, porque vende se
.carne s-cca, denominada do serto de 320 a 400
ia o kilo, a farioha t. 40 rs. o litro, o f< ijao de
50 a 80 ra. o litro e o milho a 20 rs.
As feiras s5o abuudantissimaa e nao faltam
a fructas propriaa "da estacao, vindaa do Belio-
Jardim, do Alunho e do Brejo da Madre de Deus.
O leite d se gratuitamente e a agua potavel,
raando ha invern, como no corrate anno, nao
' alta e de primeira qualidade.
H um club litterario cora a sua bibliotheca,
jdu. banda de msica e agora mesmo a grande e
-trad'eional festa do Jupy, comparada com as fes-
' dos arrabaldes deaaa cidade, arrastou qaasi
"^^ a populacho da villa para o ameno Jupy,
*^ '". renderem veidadeiro culto a Santissima
?**** lo Risario.
ir irgeaa.
de convidado, aconselhararx-me que
_* Ap"*^ fupy por ser o seu clima muito fro,
^~*J*** ""L -mar a minha saude.
* '"a i *n evaso de presos da cadeia, ac-
-ctcodTaW 'Pe** gow. e urna veaoo
outra algum farto de cavalloe, este termo gosa de
uma paz patnarchal.
Se me demorar voltarei a dar-lho noticia do
que tor occorreuJo uesta villa .
I n ti ti tria accharlna- O Sr. conselhei-
ro Thoma Coe.bo do Almeida enviou a seguate
comraunicacSo ao Jornal do Commerdo da corte
de W6 de Setembro :
Permitta-me oppr alguna reparos comma-
nicac) dirigida pelo 8r. H. A. Milet ao Diario
de Pemambueo, transcripta na Gaaelilha de hon-
tcm, sobra caeaultado da cx;-.. i iencia, ultimamen
te realiaada na Usina B reelloa do proeeaso
da diflPasio, applicado i canna d aasucar.
O)appar4lhoa invriiri-n'al.n t-rain realssen-
te importado*- pt'os nllemies por $ua conta e risco,
como ai Sr. Mili-1 mtonnuu o Sr. Boueh, repre
scnraire no Brasil da eomp-inhi-i Fives IMlc. E'.
porm, inteiranviite inexacto que n> eng>nho Bar-
eellos, depois de se ter arrancado a moenda, foue
preciso reinttallal a, eonltrini aaseverou o Sr.
Mil.r.
E-ises apoareHhis foran qollosadoa emuma scc
vio do engenho, seiVque para isso se tveae tiito
a nriaima alteracio daa.maendas e seas accesso-
rios ; 8e modo que estas ptraarjl) funccioiiar, lng)
depois de terminadas as experiencias da diffaso.
Se o *r Milet c?nheces5 o Sr. Barao de Bar-
eellos, sua illustracito e comp-tenci i, adquirida em
muiros annis consagrai'-s ao eitudo th-onco e
pratieo de todas as qnest8-a q'i i intoressam 4 in-
dustria saccharina, de cuj is melhoramentos tem
sido desinter-ssado e ineatrsavel promotor, de cer-
to nao Iha faria a injustica de acnsdfCar, que, tra-
tando-se de uma experiencia, hjuv.se elle feto a
substituicao immediata das moeodas pelos appa-
relhos da difrusu.
Teria sid) erro, qaa se nao pidoria relevnr,
nem ao mais ignoranto do? nossos f bric*nt'l'd
assucar, e que pennittiri* ao Sr. Milet applaufir-
se como fea, da jujteza de suas previedes e da op
portunidade do seu consdho.
E' certo que o resultado das experiencias re-
tas na ILina Barcellos nao corresponfeu ao que i i
se tem conseguido obter era outros paizes ; mas os
apparelhos experimentadla > los/a6r/iife alie
miles nSo merecen a conderonacS-i que Ihes inflin-
g indigni representante d* fabricantes francetes,
o infirmante do Sr. Milet. D- feito, era carta
que me dirigi o Sr. Bariio de Bircellos, commti-
nieando- me o resultado de taes experieocias, diz
8. Exc. :
A superioridade do proces30:da iliSasSo sobre
o emprego das raoendas est enmprovada com et
tes 12 dias de trabalho. a
O Sr. Milet, porm, que com tanta profieien-
eia e llastraci, tem discutido na irnpvensa os no -
vos melhoramentos do tabrci do assuear da Ba-
as, nal foi s inexacto cm sunj apreciaeoes, mas
injusto e contradictorio.
A-sim, considera illu'iidrfs aquelles que,
olhando atravs do prisma nimiamente optimista
do eonselheiro Tbomaz Coulho, reputnm infallivel
o nosso triumph) na lufa travada entre a sanna e
a beterraba,o proprio Sr. Milet. que na mesrm
eomiiunieacJo ao Diario de Pernambuco, rWconbf
ce que o emprego di .diffjiSo ser o principal
factor da salvicSo da industria do assucar da can
na, depois da c nfessar (na* ir-.lm"nte olhando
atravs do meu prisma nimiam''nto optifisra)
qa o futan perrencu sem dnvid'i ao proesso da
diflusilo applicada A eanna de assucar, e mais dia
menos dia, assegurar-lhe-ha a vic'oria na luta
travada com a beterraa.
E' possivel que o Ilustre agrnomo tenha ra-
zio para exprobrar ao Sr. Darte de Bareellos seu
grande empenho na golucXt d > problemn mais m
portante da industria saccharina, a pinto de per-
mittir que os fabricantes allerailes, por sua conta e
risco, experimentassem no engenho Bireeos o
proee?so da diffosao.
Realmente, quando um governo como o dos
Estados Unid s, est mandando proceder des^e
1883, a grandes e disp odiosas experiencias da ap-
plicacao desse processo eanna de assucar, nao
se comprehende qae no Brasil, cujo governo ain-
da n2o engitou de semelbante ssumpto, a inicia-
tiva particular oosasse eraprehender to grande
eommettiment. Nestc ponto, repito, talvcz te-
nh* o "-'r. Milet maita raxao. afBrmando que o il-
lustre Barao de Bircellos foi p r dcmals animo-
so. Para os espiritos nimiamente optimistas,
cimo o rneu, esse procedimento mais um titul
de benemerencia pratidi de seus concidadaos.
e especialmente da industria, da qual, incontesta-
velmente elle, entre nos, o mais achantado re-
presentante.
tilintan nota veta -Relativamente aosno-
tavsis artistas Virginia e Mathilde Simiy, e Wolf,
que na sexta feira se apresentaroa) publico desta
capital no Thaatro de Santa Isabel, transcrev. mos
do Jornal do Cotnmercio o do Paiz, folhas da c irte,
de 21 de Maio deste anuo os segurares artg a, cs-
crptos pelas rsapeetivas reducfoea, e que muito
honrara aos referidos artgos.
Eis o que diz o Jornal do Commerdo :
Nem o nome de dnsa artistas brazileiraa, nem
o de um violinista, considerado nos paizes estran-
geiro?, tiraram antr-hontem o ns3u publico da
apathia que accommette desde algum temp;, so-
bretudo em questoes de arte. Se psta arag- m de
ideas parcimuninsas fosse ac nnrianliada de omits
outris, nttribuiriamos a vasant de quaai todos 03
noaaos theatroa s precarias circumstancias econo-
iniciK do paiz, o com ellas as de todos os seus ha-
bitadores.
C rotado, ha muito te.-ipo que se nao jnn-
tam tres artistas de tanto valor como os que
bontcm appareceram no Theatro Imperial. Vir-
ginia Siniy um primeiro premio do Conservato-
rio de Paris, mas um primeiro premio que justi-
fica a intelligeneia e bonradea de qaem Ih'o con-
ferio : porque si a dito aem menoscabo da intei-
resa de lio abalisados mestrea, nem todos os laa-
reados d'aquelle coaservatorio se nos affigurum
aqu inteiramente dignos de semelhante distiaecao.
Na-cida de pais franceses n Para, a nessu violi-
nista braaiieira por naseimento, so bem qu >..
pela paternidada e pela escola, nao f-.lt.ni razes
de sobra para que a Franca noa dispute a posee
de to grande talento musical.
Virginia Sinay revelou-BP, ante-hontero, um
verdadeiro raeatre, no instrumento. Afinacao,
nitidez de rxecuao, arco franco e rasgado, e so-
bretudo absoluta comprehensao da ndole meldica
que esteva interpretando. A Pantatia-capricho
de Vieuxtemps e a fantazia de Alard sobre moti
vos do Fausto valeratn-1 he um triumpho sincero e
esp ntaneo e qne se v ter nascido, nao dos enga-
adores arroubis do patriotismo, mas dae nscien-
cia de estar ouvindo uma artista de dotes excep-
ci raaes.
Mathilde Sinay, sua irma, diseipula do gran
de Ritter, que a Franca perdeu ultimhmsnte. Dos
pianistas que tem vindo uestes ltimos dez ar-ot-s
so Brasil, anda nenham ostentou tanto estylo,
to limpida e serena execucSo e sobretodo to
grande e as mesmo t'-mpo to modesta elegancia
ai piano. O concert, em sil menor, de Mendel
sihn, foi um verdadeiro primor de estylo e acaba-
manto e valeu-lbe triumpho to enthuaiastico como
a tmha obtido, antes, pa irma.
J. haiioes Wolf apresentou-se executanda a
deliciosa herceuse de Faur, pe^a de grande sim-
pliciJade, mas onde a alma inspirada do artista
se p>de elevar s mais sublimes idealidades. E'
uira meloda que s reqaer estylo, e qaanto difli-
cl A, em to singelo canto, apresental o por modo
que domine e avassale todo o auditorio r De
Wolf nao basta dizer que mestre, necessario
consideral-o cemo summidade artstica, destas que
raras vezes appareccm no mundo da arte e que,
ama vez apparecidas, ficara na memoria de todos
por longos annos. Nk. Polacca, de Vieuxtemps, e
as Arias Russes, o viclinista bollandez mostrou
a sua bravura, a amplido do seu arco e uma afi-
nacao to exacta e ininterrupts, que bastava essa
qualidade para o col locar entre os grandes violi-
nistas da velha e nova escola. Os seus harmni-
cos fiis o infalliveis nao se lbe negsram urna s
vez, antes acudiam cada vez com mais certeza e
ntensidade sonora O publico, que applaudio com
tanto enthusiasmo as irms Sinays, anda teve
palmas phreneticas e prolongadas para victoriar
eete extraordinario instrumentista.
Eis o que diz o Paiz:
Depois do primeiro acto do Fra Diavolo, repre-
sentado ante-hontem n* theatro D. Pedro II, teve
legar a primeira parte do concert dado pelas ir-
ms Sinay e pelo Sr. Johannes Wolff.
Ao entrar em acea foram oa concertistas re-
eebidos com palmas, homenagem s prestada a ar-
tistas conhecidos on de reputacio firmada; os
dous concertos organiaados em Petropolis, a trans-
cripcao dos artgos de jornaes europeus, e o juizo
da nossa imprensa tornavam-n'os conhecidos
pelo publico desta capital, e d'ahi a honrosa re-
cepcj.
Ouvimos em primeiro logar aSra. D. Virginia
Sinay, violinista, na Fantasa capricho, do celebre
Vieuxtemps.
Cbegou i rampa e onvio a introduccio da or-
cheitra Km mostrar a menor emocao; ao encarar
o publico tinba a pbysinnomia calma, olhar con-
fiante e respiraco tranquilla.
> Contando ella uns 17 anuos talvec, nao oa po-
da traduzir tal sereoidads p.do habito do palco ;
acreditar n'uma aensibilidade pouco accessivel aos
abalos de uma exbibico, ou u'um syatema ner-
voso indifFerante ao grande momento que procede
a entrada n'uma iuata, seria negar-lha a alma de
mulher Suppol-a desinteressada e fria, quando
linha diante de si uma platea rigorosa e attrabida
pelo annuucio quo a classificava om> celebre
VioIMata ; vela impassivel quando iaserjulgada
[> .r um tribunal suinrnari >, onde as pruvas se ba-
- iam cm iniquas eonparaco-a e a sentenca nasce
1 s rmpulios da fymp.thia e de coraco, que se
uam se a o mau lo do racijcioii ; oba"rvar o
I sasiaxhri per'.ute o eouc lio que decreta a
".ii i "i artistas ou oa riaaa do catalogo
.1 ,-i eelebri lis i', para que u estuda os pheno
lu'i lu ans cauas, motivo sol) j i
pnr c snneluir di seguate modo: ou llrnxtftada
cani'iQi mi si ou eoraei) ins mivel aa bella
alin i a.!:n ii! il.
Mas as primeiras arcadas eo andante nos tirara
a davida e resolvem o problem i, dictandocoa-
fiauca.
Nao exageremoi, porm, para que tenham tido
a ?aloi o merecimenta qae lha damos.
a lleeouheeemos-lhe todas as baas qualidades
exigidas para um violinista de primeira ordem,
afinaeSo j iat<, arca forta e d^xtro, sentim nt), ele
vaco deosrjro e cxpressa ta variada cuna ml-
tiplos sao os senlimentos affeetvos de uma mulher
artista; mas a celebridade em uma arte em que
reinan o grande bohemio genovez, que par vezes
illurainou o co das grandes capitae.s cimi me-
teoro brilh inte o fugasPaganini: se consegue
depiis quo s dimina e se subj.igi a tirrente d js
]ue lutam pira atcanoar uaa alistamento entre os
Sivjry, Viauxferap3, Viatci, Tirtini, Kentzer,
15aiilot e outr ?.
E' aorta que nem naquello paleo, ora nesta
eajital anda ouvrajs urai oirtUOte ta diStiBct
ca:n i a Sra. D. Virginia S.a.y, e toado olla obtido
o primeiro premio do conservatoria de Pars, 'oa-
edrdaMOi ser iasa um passaparte ara acelebri-
dade qm certaaente a espera, se continuar Cira
pers veranet u estudar e a observar en trabans
das mestres", anda assim, j na piueo o
que tem coaquis'ad) a diga i dlsainllla de Missart
e Wolft.
Acerejccnteims a estas linhis a noticia
de ter ella agradad) cabalmente no publico, que
applandio-a franciment', chamando-a ecena
duas vezes.
ASra. D. Mathilde Sinay nina menina
dtuusquinz! anuos, quanja muit). Foi.disei-
pula de Ritter, j o dL-semas, e segu a sua es-
.la.
Nidiffieilimo Concert em so'menor, de M*n-
d^lss >hn, mostrou b la efu icS I utistiea, nii icz,
grande agilidade, rl -xiblidsdc mxima nos raavi-
n-utoa dos punhos as oitavas, extrem i deliCi-
leza ni t)c.r. pauca '"jrc nos p 19*33 d bravura,
i i:ecntn ifi-, certezi nis s t)3 e abaso da pe-
dal snrdo.
Eis m r Basa l o com to la a fi anqueza c m-
pTCsao que n-a deixou a maiista poseo vulgar
naqdeih idad-Uin o seu peq-ieuo desenvolv
m-nt pbysieo.
N) lbe regateamos eligi-, apnlaudmo.-a
e.am toda a satisfaca c notamCf, sobretodo u
cattoa e oragom com que lutou oti a orchestri,
|iie fez tudo para eatragar o cokcerto, sera conse-
gu!-o.
Os vio iuos a vasillarem, o cantrabiixi em-
brenh indo-sc p la piuta do violooeelo, no andante
o tympanista perdido, o atierro fi.nl sos tromb>
Ibo'S n anda assim, com todas estas contrari'! i-
d 's dividas in-xpTencia de um regente obri-
gad a desempenh ir a maior das dfficul ladea do
s-u cirg)acompauhar um concertistaanda a
am, dizistno?, a Sra. D Mathilde mastr use de
urna superio-dade a toda a prova, revelando-ss
una pianista de merecimento indiscutivel.
Execu'toa mis o Nocturno em r bemol, de
i.li ipin, qae nos satisfez, e a Valsa capricho, de
iiubinstein, do bravura superior iia forca mus-
calar.
O Sr. Jolunnes Wolff uma celftbri'dade in-
contestavelxente. Antes de ouvil-o, sabamos que
0 sympathico e intelligente meca tem 21 arVnos de
idade. e em scena. aquella cibca e aquell'eolhar
dominara o espectador, corno fizcm todos'bs ho
mens superiores.
Oque paderr-m)3 dizer do antigo diseipulo de
L'opol-lie de Jsachim ?
0 que pederemos accrcscentar a reputacio de
quora, por seus concursos, conquistan o lugar de
violinista do re ca Hollanda, o primeiro premio
do coaservatorio de Pars, o titulo do cavalheiro
da Academia Franceza e um grao na ordem hono-
rfica da Corda de Carvalho ?
Cortamente na veu ao Rs>de Janeiro bus
car celebridade quero j a conquistou as princi-
paes cidades da Europa.
O publica flumineuse sanecionou a fama
1'ie procedeu o grande artista que ante hontem
uuvio.
E bonito vi-l-o tocar, com a fronte earregada ;
movimentos nervosos, decididas e francos : uma
eorreefo assomoTOsa, sem desafiaar nunca, modi-
fican io os sins de uma mesma nota, fazendo va-
rinto.'s em harmnicos sem uma falta, multiplicao-
d) as diirieuldades eabre tres cardas cam indepen-
dencia anda por n* nao observada antea de ou-
vl-a as Arias russas, de Wieniawikk ; bello
eaae maco comraovendo uma grunde aala que eahe
< m profundo silencio durante a cantilena sarda e
longiqua da Serceaede Faur; grande c a-
nente na Bailada e polaca de Vieuxtemps, e ja-
mis o nasso espirito tinta se abalou ne.o deixaa-
se amistar, preso, como ante-hontem, pelo violi-
uista que tem o pader de inspirar tanta aff ica e
traosraittir ao auditorioas suas impressdes aub-
j"ctivase que nos fez sentir a grande influencia
da ario sobre a maginaco.
m brava a Johannes Wolff.
ir.ntiiuio Iiltferario OllndenaeA
bibliotheca a cargo desta associaco fui treqaenta-
da nos ra zea de Agosto e Setembro findo, por 359
pcs9oaa, aa quaea consultaram 7U obras em 81 vo-
1 umes; e tahiram para recreio dos socios 41 em
49 volnmis.
Recbense as seguintes afierras :
Pelo socio efectivo tenente Manoel Jos de
Sant'Anna Araujo, Synopses, por M. da Costa Ho-
norato, 1 vol. ene.
Carta sobre a Companhia de Jess, 1 vcl.
me.
Pastos da Igreja, por L. A. R. da Silva, 1 vol.
ene.
Sentimentalismo e Historia, por C. C. Branco,
1 vol. ene.
Postillas, por Francisco S. dos Res, 1 vol.
ene.
Arte da Grammatca da lingua portuguesa, 1
vol. ene.
Os Lusiadas, por Luiz de Cames, 1 vol.
ene.
Quadro da Historia Portugucza, por I. F. S.
da Motta, 1 v.-l. coc.
Discurso lido na sesso do Atheneu Perr.ambu-
cr.no, pelo Dr. Aprigio Gaimaraes, 1 vol. eac.
Lices Elementares de Potica Nacional, por
Francisca F. de C, 1 vol. ene.
Historia para gente moca, por J. O. Machado, 1
vol. ene.
Perfis Romnticos, por A. Mendes, 1 vol. em
brotan.
Estado Sociaes, 1 val. cae.
A Luneta e Bengala de Balzac, por Mme. Ge-
rr.rdiua, 1 vol. em brech.
Novo Manual Epistolar ou arte de escrever to-
das as cartas, 1 vol. ene.
O Livrodas Gentes, primeiro ensaio da medici-
na reformada, 1 vol. ene.
O Tributo das Virgens, 1 vol. em broch.
Pelo socio cffectivo Dionisio Maciel Monteiro,
a Fome de Cames, por G-mes Leal, vol. em
broch.
Homorismo, por Paulo Pereira, 1 vol. em broch.
Pela Typograpbia Central, discurso pelo sena-
dor Alvaro B. Uclia Cavalcante, 1 vol. em broch.
Pelo Instituto Archeologico e tteographico Per-
nambucano, Revista da mesmo Instituto, da sesso
especial de 9 de Maio de 1886, pelo Dr. Jos E.
Duarte Pereira, 1 vol. em brocb.
Pelo Club Litterario Ayres Gama, o estatuto do
mesmo Club, 1 vol. em broch.
Pelo Sr. tenente Manoel M. dos Santos Stockel,
Discursos parlamentares, por V. de Castro, 1 vol.
brech.
Pontos de historia antigs, por A. M. P., 1 vol.
em broch.
Pontos de historia media, 1 vol. em broch.
Pela Secretaria de Estado dos Negocios da Agri-
cultura Commerco e Obras Publicas, relstorios
apresentados Assembla Geral, 1 vol. em broch.
ivelo> socio effectivo Manoel Procopio da Silva,
Uuma Sogra & C, 1 vol. ene.
Pelo socio effectivo A. H. B., Os netos do Acei-
tado, por T. Espinca, 1 vol. ene.
Pelo socio effectivo Manoel Theophilo de A. L.,
o Calabar do Amor, 2 cadernos inauuscr.pto.
Pelo s ci honorario Francisco Soares Quintas,
uma collecco da Folha do Norte ene, de Janeiro
Agosto de 84.
Pelo sucio honorario Trajano F. Nery Barcello,
Prazercs da Juventude, por Lamartine, 1 vol.
ene.
Pelo socio effectivo Dr. Ferrer, La Vraie Mare
Antoniett, por M. Lescure, 1 vol. em brocb.
Pelo socio effectivo Jcs "N. de Olinda B., um
quadro com o retrato do maestro Carlos Gimes.
Pelo Sr. J. P. t, Accioli de V.. Potica compila-
da da Hugl es Blar, por F. B. Pinto B, 1 vol. em
broch.
Pelas respectivas redaec,cVs, Diario de Pernam
buco. Jornal di Recife, Provincia, Rebate, Seis de
Oalnbro, (Vrense, Paeotil/ia, './, 5o Fernandes e a
Lantema M rica.
MMt.xtii-4-a Popular da Parahvha
do"T*iori^ Eis o moviment i no trimestre de
Abril a Junh > do carrente auno
Visitas 431
Volumes sabidos 262
Ditos restituidos 253
Obras lidns na recinto dabiblotlieca 136
dem no de Julh i a .Setembro :
Visitas 332
Volumes sabidos 239
Ditos restituidos 212
Obrs lijas id recinto da biblioilieeo 153
liOterla de Madrid Reacio dos ame-
ra mnU premiados nacx'ricfo da lotera que se
verificuu em 14 de Setembro :
Ns. Pesetas N . Pesetas
24.125 8 i.OOO | 10.S>6 2.500
15.520 40.000 1 11.385 2.500
21.931 20.000 | 14.878 2.500
12.185 5.000 | lu.631 2.50)
157 .flOtl 1 19.171 2.500
1.479 2.000 | 20.886 2.50
2.194 2.00) | 23.161 2..c.00
1.771 2.0 O 24.121 2.500
5.841 2.00i> 24.126 2.500
6.424 2.001 15.519 l.KX
6.983 2.001 15.521 1.100
9.090 3.000 |
OlrcctoriA dan ottrnn lie counerv
cao il<>n r-orloB'iletiin in-teor ilgica d>
di i 4 d Outuhrode 1886:
. B
Horas S ;-, !Bar)meta-ii tai =0-^ Tensa > io vap>r i
- 1 '^
-------- ------------- ----------------------'-------------------- ~~ -----------
6 m. 219 76'~'""> ' 16.32 84
9 27-9 76i">97 18.22 69
12 2K 6 761"Vi 18.77 64
3 t. 27-6 76nmC 19.91 6i
6 261 - 760-72 18.47 73
TemD'Tatara maxma29*00.
Dita'minina2190.
EvaporacSo era 24 horas : aml7"0, som-
bral'").
Chova0,"'.'.').
Direccjai d> venta: SEdeinola noi' u'l har
e 20 minutos da tarde; EE a' 7 li iras e 10
minut>s; E at me:a noite.
Velocilid-- mad) v-'nto O.mj'> par segando.
N-hulosi-lde media entre 0,5 e 0,6.
'7ll*pital Porlusuez O movimento das
enfermaran deste hospital du ante B semana fiada
foi o seguiote :
Existiam era tratamento... 20. .
.............. 3
Entrarara
Sahiram curadas........
Ficam eui tratamento... .
23
3
O
23
Cratinua de semana o Sr. mordomo Henrique da
Suva Horeira.
niiilK'IroO vapor lp"juca, lavou p-.ra o
norte 62:500*000
LellAe*.Eff.-ctnar-se-hao:
Hofe :
Pelo u<,ene Martin, s 11 horas, na ra da
I.nperatriz n. 52, de varios g Mieras.
Pelo agente. Alfredo (xttimar3.es, s 11 horas,
ra do Bora Jess n. 15, de diversas miudezai.
Amanha :
Peio agente Gusmo, s 11 horas, ra do
Mrquez de Olinda n. 19, de miude zas, movis,
etc.
Miaaan fnebre*. S riia celebradas :
Ho.ie :
A's 7 e 1/2 hars, na igreja da Cngregacao.
por alma de Manoel MendoraC;*.
Amanh :
A's 7 horas, na matriz da Bia-Vfsta, por alma
de Maria da Cunha Oabral; ;3 8 boras, na con-
vento da Carmo, por alma de Rita de Azevedo do
Xaacimento.
PanaagelroaChegados das pertos da nor-
te no vapor nacional Cear :
Jean Renons, Luiz Oliveira, Jos Fran-.sea
Freir, Jos de Oliveira Praca, Jos Bastos, An-
tonio Lopes Brsg, Dr. Josquim Jos liebdlo,
Ludgero J .idi n da Costa, Aphrodisio G. Gondin,
Hermenegildo S Cavalcante, Dr. Vicente F. P.
de F. Camargo, Victor E. de Camargo. Dr. Anto-
nio E. da Silva, Arthur Amaral, Dr. Jasti io de
Serpa, Dr. Luiz N. Brigido, Jos Francisco de
Moura, Augusto Ribeiro, Torquato da Cmara,
Franc3eo Dantas Cavalcante, Jos Justino P. de
Almeida, Vicente Epipbacio, Flix Fenis.da, Ber-
nardino Collines, Joo Fenisala, Jes Pereira Mi-
randa da Cunha, Antonio Magois, Francisco Os
tion, Sophia Lopes doa Santos e 1 filbo, Antonio
Domingnes dos Santos, Joaquim M. Sobrinho, Dr.
Franklin Rebello, Antonio Domingos Pinto, Jos
Epiphanio, G. Fenisola, Nicolao Dobcle, 1 pracs,
1 preso e escola.
Chegados Ja Europa no vapor trancez
ATior t
Laudio Arnould, Vallemenier Jean, Frances-
co Angelo, Lomeree Retro, Indelecio Fernandez,
ngel Valoirax, Joaquim Maria, Mauool G. Al-
vares, Manoel Farinha Blanco, Jos B. Valeirax,
Jos da Suva Loyo SobrinOa, Luiz de Ma^alhes,
Manoel de Souaa Leal Flores, Anna R. de Mello,
Mana Porfiria, Augusto Vaz F.Coutinho, Joaquim
da Silva Ferreira, Jos Joaquim Samarcos, Joo
G. da Fonseca e sua senhora, Domingos Jos
Antunes Guimares, Henrique P. Leite Jardn,
Bernardno de O. Campas, Man el B. de Miranda
Jnior, Abilio F. P. de Magalhes, sua senhara e
5 filhos, Americo Augusto G. da Silva e Marceli-
no Constante Barbeito.
Sabidos para o s"l no mesmo vapor :
H. J. Amnist e John Este Keen.
Chegados do sul no vapor francez Ville de
Rio de Janeiro :
Rinvel Synai, Mathild Synai, Eugeu Synai
Blanche Jenge, Jobanne Wolt, Antonio de Car-
valho, Manoel Ramos e Manoel de Aranj.
Sabidos para os pottos da nerte na vapor Jpc
jutTa :
D. Anna Ricardo de Mello e 1 criado, Manoel
Correia de Araujo, Juvenal Augusto de Salles
D. Jesuina Gondim, 3 criadas, 1 criminoso, 1
praca de polica, e Francisca Mana da Con-
cecao.
Casa de DetencaoMoyimcnto dos pre-
sos do dia 4 de Outubro :
Existiam presos 314, entrarara 7, sabiram 7,
cxUtem 314.
A saber :
IJacionaes, 85, muiberca 4, estrangeiroe 10, ca-
er vos sentenciados 5, procea lado 1, ditos de cor-
receo 9.Total 314.
rracoados 282, sendo : bons 271, doentes 11
Total 282.
Nao houve alteraco na enfermara.
Lotera de MaceloPor telegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sabe so que, na IO.
parte da 13a lotera extrahida em 5 de Outubro
foram premiados os seguintes nmeros :
itpproximaror.
28.290 4-0005000
28.292 4:000*000
38 883 2:000*000
38.885 2:000 C00
17.30 1:300*000
17.322 1:300*000
Os nmeros de 28.201 a 28.300, excepto o quo
sahio o premio grande, esto premiados com.....
400*.
Os nmeros de 38.801 a 38.900, excepto o que
sabio o premio de 40:000*000, esto premiados
com 200*.
Todas as centenas cujos dous algaiismos termi-
narem em O, esto premiadas com 100, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros quo tertninarem em I e 4
esto premiados, cora '20* -
Proclama de eaanmenlo-Xa m triz
de Santo Antonio foram lidos no da 3 di> correht',
os seguintes:
Ctetaon Jos da Costa e Silva coun Maria Luiza
da Silva Ramos.
Francisco Guedrs de Barros cam Jonnna Au-
gusta de Santiago.
Na matriz de Afogados foram lijos no mes-
ma dia, os seguintes :
Severina Tliom Baptista com Julia de Maraes
Baptista.
Praneieca Antonio de Andrade Liaia com Anna
Mana da Uonceifo.
Eiotei la da provinciaQuinta feira, 7
do eorrcnc, ao meio dia, s; extrahir a *.* parti-
da 1. lotera em beneficio da .Santa Casi de
Ifisericordia do Recife, pela novo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Koaaa Senhora H:,
OonceicSo doa Militares srra feifa a cxtracciio
p la sydtema da machina Fich.
Eioleri i'lxlraonarin do Vpirnn-
ira O 4. e ultimo lorteio dos 4" e 5 serirt
leata imprluite lotera, cuj maior premio 6 150:00000(), ser extrabida na da 30 Je Oatu-
bTO-
Acbam se espostas vendaos restos de.g bi-
e- na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
a 83.
Tambera aclnm-se venda na prac, i da Inde-
pendencia n&. 37 e 39.
Lotera\ 4-i parto da 1* lotera da provm-
ufa, em benfico da Santa Casa do Misericordia
do Recife, pelo nova plana, cuja premio grande
100:0.^OS^OO, s r extrabid i amaul a 7 lo corren
ie, Drincrpando a extracc^o ao mei i i.-i.
Os bflbetes acham-se venda na Casa da Fcr
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da corteA 2 parte, da 2 0< lo-
tera da corte, cuj i premio grande 6 de 100:000.
ser extrahi la no dii 8 de Outubi
Os bilbetes schara-sc venda na Casa da For-
tuna na Primeiro d: Marco n. 23.
Tamben] acham-se venda na prac ida Inde
pendencia ns. 37 e 3'.'.
Iioteria .< BloA S* parte da
. flB6, di novo plano, do premio d- 100: '. '' >.
ser extraada u oi.i de S t mbr
Os bilbetes ach im se i venia tu i
tuna k na Prim iro de Marco.
Tainb. m achira se }. venda na praca da InH
pen leocia ns. 3. v 39,
Lotera tt- Macelo de 2:m?
A 10" p 1 "a I ile 11, cujo premi
s-.nri-1 da 2?O:O0O*J pe'o oovo plau se
retervelmeuto no da & do Outubro,
11 h iras da raanh.
rlilbetes venda na Casa Pelia d .: ra.-'i da i
. n.s 37 e 39.
Tambera acham-se venda
K isari i
n.a Rij la c'a
n. li'j.
tnna rna Larca do
Precos resumidos.
Halailiuiro PublicoForam abatidas no
\iatadouro d Cabanga 70 rezea p-ie.i o consum
da dia 6 de Outubro.
Sendo: 15 rezes perteoeeatsa Olivvira Castro,
A C, e 15 a diversos.
Mercad Micreli-ipal de*. Jo-0
movimento dese Mercada no d;a 5 do corrente fci
o scruinte :
Entrarain :
32 bus pesando 4 613 kilos.
'.120 kilos' le peixe a 20 res 18*400
l'l largas de farinha a 200 ris
32 ditas de fructas diversas a 300 rs. 9*600
7 raTJoietros a 200 ris 1*400
14 Smn s a 200 ris 2*80 '
Foram oecuaa los :
231/2 columnas a 600 res 14*100
23 C'mrartimentis de, farinha a
500 res. 11*500
23 ditos d comida a 500 ris 11*500
72 1/2 ditas de legurk-s a 400 ris 29*000
16 ditos de suin.ia 700 rea 11*20-i
11 ditos de tressras a 600 ris tj*6?K)
10tlhosB2* 20*000
3 dito a 1* 3*000
A Oliveira Castro & C,:
54 talhas a 1 ris 54*000
2 tahos a 500 ris 1*000
Deve ter eido arrecadada neste dia
a quautia de
Rendimento dos das 1 e 4 de Outu-
bro
Do CabaAppellaate Antonio Jos de Sant'An-
na, appellada a justica. Relator o Sr. descai-
bargador Alves Ribeiro.Deu-sa provimeoto a
appellafo, nnanimemeote, para se impr ao reo
a pena do grao mnimo do art. 222 do cdigo cri-
minal.
De GoyannaAppellante o promotor publico,
appellado Joo Ferreira Cabra!. Relator o Sr.
desembargador Al vea Ribeiro. Negon se provi-
monto, contra os votos dos Srs. eonselheiro Quei-
roz Barros e desembargadores Pires Ferreira e
Monteiro de Andrade.
De GruyannaAppellanto o juizo, appellado
Antonio Pedro da Silva. Relator o Sr. desembar-
gador Alves Ribeiro Mandou-sc ?. novo jury,
unnimemente.
De Agua PretaAppellante Joo Carlos dos
Santoe, coahecido p ir Guabir, appellaada ajusti-
ca. Relator o Sr. desembargador Alves Ribeiro.
vftndou se a novo jury, unnimemente.
De Nazareth Appellante o iuizo, appellado
Manoel Francisca da Silva. Relatero Sr. desem-
bargador Buarquc Lima.Maadou-se a novo jury
unnimemente.
De Nazareth Appellante o juizo, appellado
Jos Basilio de Sant'Anna. Relator o Sr. des-
embargador Buarque Lima. Mandou se a novo
jury, unnimemente.
Da Palmeira dos IndiosAppellante Joao Cor-
roa oa Silva, conheei 1) por Jif.o Varzinha, ap-
pellada a joatioa. Relator o Sr. desembargador
1!jaique LimaConfirmou-se a sentenf;*, unan-
iiiKine. te.
Da VictoriaAppellanto Francis o Antonio de
Oliveira, nppellaaa a jiiEtiea. Relator o Sr. das-
embargadar Oliveira Maciel.Maadou-se a novo
j .ry, uiiaiiiraeraeute, decrotando-se a re-pansabi-
lidaile do cscriv do jury B.dlarimno da Santos
Bulco Filbo, o m uma obset vacia ao juiz de di-
reito.
De JaboataoApp alantes Manoel Jos da Cos-
ta u outros, appellada a justica. l-lator o Sr.
desembarcad r Pires Ferreira.Maodau-se a no-
vo jury, noauim m nt -.
De JabaatoApp-illanta tenente coronel Jo-
ro >ymo .te Soaz i L'iao, appellado Flix Jos da
Silv-: Gomes. :- later o Sr. des rabrre idor Pires
Fer iraAnninlou-se o julgamento pela incom-
petencia dojuiza, uiiauimemente.
PASSAGENS
Da ?r. conselbeirq Queiroz Barros ao Sr. des-
embarga lor Buarque Lina :
Appcllaf) crme
Di Parahyb iAp "-liante o juiz', appellado
Joi Anastacio Gomes de O iveira.
Appel'aco coramercial
Di l cif Apa- ant- D. Maria Joaquina ds
Don'H. Hppelludo FraneisCO Cecilio Fernan.ies da
Silva Gaimares.
Do Sr. dscmbargstdor Toscano Barreto ao Sr.
nbsrgador Oliveira Maciel :
:'laeao eiime
.' i 'aa i-agib Appa ante o jaizd, :;.,) til ido
, liberto.
Do Sr. deseinbargader Oliveira Maetel ao t'r.
S Perr 'ira :
Haclo crimo
i>- Paeras -Ap i n'e Antonia de Siqfra
C iva cinii, upp i jostia*.
..(i scmbargadoi Monteiro de Andrade ao
-i- di'seabirgad r Pire3 Goncalves :
Appefrafa crime
De Pane!lasA:>pel!imte o-jaizo, ap '. -
f.-r ::o da Espirito S into,
Ao Sr. cnseiheiro Queiroz Barros :
App --i aico cive!
Da RecifeAppellanto Jos Sjares do Amaral,
liados Nino-I L'ordeiro di Reg Pntese
aiitro'.
laj ^r. desesabaegadoz Pires Goncalves ao Sr.
d sembaig ;dor Alves Ribeiro :
App llacao crime
8. JolaAppellante o juizo, appellado Ma-
no I Fn ir da Silva.
Appellacao civel
Da Recife Appellante Manoel Cargoso Jnior,
appcllados Frai cisco 51 ireira Frag za e Luiz Ma-
nuel Rodrigues Valeuca.
Dj Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
c.-nselheiro Queiroz Barros :
Appellacocs crimes
Di GaranbunsAppellante Francisco Ferreira
d..s Pasaos, appellada a justica.
Do R.-cifeAjip liante Antonio Francisca Car
ga, appeKda u justica.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. eonselheiro procurador da co-
ra e proraotar da Justina :
Appellacao crine
Do RecifeAppeliaaie o juizo, appellado Igna-
cio Luii de Moura,
Mindiu-se devolv r ao juizo a qu para vir o
traslado a
Appellacao crime
De Palmares \ppellante o juizo, appellado
Antonio J.isdo Natcimcnto.
226*900
B13*66Q
1:040*J60
Foi arrecadado liquido at boje
Preces do dia :
Carue verde a 403 e 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
S n .o; a 560e 640 ris idem.
fannba de 280 a 320 ris a cuia.
Milho de 240 a 320 ris idem.
Feijo de 560 a 610 idem.
CetniterJo publico.Obituario do dia 4
de Outubro :
Etelvina, Pernambcco, 2 annos, S. Jos ; ente
rite.
Joaquina Maria do Espirito-Santo, Parabyba,
35 annos, soltura, Boa Vista; hipaemia.
Minervina, Pernambuco, 3 annes, Graca ; den-
t cao.
Umbelna Maria da Cenceico, Pernambuco, 64
annos, casada, Boa-Vista ; anazarca.
Mara Tavares Ponce de Len, Pernambuco, 37
annos, casada, S. Jcs; tubrculos pulmonares.
Julia Maria dos Santos, Pernambuco, 21 annos,
casada, Graca ; tubrculos pulmonares.
Jovina, Pernambuco, 2 annos, S. Jos ; febre
perniciosa.
28.291 200:000*000
38.884 40:000*000
17.321 20:000*000
23.047 10:000*000
4.884 5:000*000
1.107 2:000*000
9.S80 2:000*000
11.113 2:000*000
15.906 2:000*000
22.626 2:000*000
25.472 2:000*000
25.741 2:000*000
27.167 2:000*000
29.244 2:000*000
Premio* de liOOOa
91 4.102 4.634 9.056 9.460 10.071
12.156 13.204 13.321 13.692 14.323 18.344
19.545 22.456 3.981 24.998 28.560 29.080
31.598 32.J!2 36.891 37.573 37.620
Tribunal da elaefio
SESSO ORDINARIA EM 5 DE OUTUBRO
DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SB. CON8ELHEIRO
QUINTIXO DE MIRANDA
Secretario interino Dr. Alberto Coellio
As horas do costume, presentes os Srs. desem-
bargadores cm nume-o legal, foi aberta a sessao,
depois de iida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fetos deram-se os
seguintes
JLGAMENTOS
liabeas Corpus
Pacientes .
Luiz de Franja e Souza. Mandou-sc soltar
contra os votos das Srs. desembarga lores Pires
Ferreira, Monteiro de Andrade e Oliveira Ma
ciel.
Jos Alves CUudina da Silva.Mandou se sol-
tar, ide.i, idem.
Recurso eleitoral
Da EscadaRecorrente Dr. Joo Manoel Wan-
derley Lina, recorrido o juizo. Relator o Sr. des-
embargador Pires Ferreira. Deu-se provimento
ao recurso, unnimemente, para se annulL.r a
eleico.
Recursos crmes
De Aguas BellasRecorrente o promotor pn-
DISTRIBCICUES
Aggravos de petieao
Ao Sr. conse'heiro Queiroz Birros :
Do Recife Vggravante Francisco Tcixeira
Barbiaa, nggravuila o juizo.
Ao Sr. desembargador Buarquc Lima :
D RecifeAggravante Matliias Lopos da Cos-
ta Mais, aggravada Aatonio C-isirairo deGouvea.
Aggravo de instrumento
Ao Sr. eonselheiro Queiroz Barros :
De PalmaresAggravante Joaqnim Justino de
Almeida, ag^ravado Dr. Antonio dos Santos S-
queira Cavalcaati.
Appellagrs crimes
Ao Sr. eonselheiro Queiroz Barros :
De GoyannaApaellant) o padre Joio Mar-
ques de Souza, appeiada a justica.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De CimbresAppellaate Antoaio Gamelleira,
appellada a justif*.
Ao Sr. desembigador Toscano Barreto :
De SalgueiroAppellaate Antonio Gomes Cor-
reia da Cruz, appellada ajustic,.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel .-
De NazarethA,ipeUante Francisco de Lyra
Barbosa, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
DuC>mnte6Appellante o ju:zo, appellado
Fraucisca Vaz Romeiro Capit.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De CaruarAppellante Maria de Barros e
Silva, appellada a justica.
Enccrrou-so a sesso s 2 bu-as da tarde.
luuta C'ommercial da cidade do
Iteciic
ACTA DA SESSAO EM 30 DE SETEMBRO
DE 1886
PRESIDENCIA DO ILLM. SR. COSIME.NDADOR ANTONIO
GOMES DE MIRAKDA LEA!,
Secretario, Dr. Julio Guimares
A's 10 horas da mauha, declarou-se aberta a
sesso, estando presentes os Srs. : depufados
Olinto Bastos^ commendador Lopes Machado, Bel-
trao Jnior e supplente Hermino de Figuciredo.
Lida, foi approvada a acta da precedente sesso'
e fez-se a lcitura do seguinte
a 1111 una n
Officios :
De 25 do corrente, da junta dos correctores
desta praca, enviando o boletim das cotaces of-
fieiaes de 20 a 25 do corrente.Seja archivado.
De 21 do corrate, da Associaco eos Fuuccio-
narios Provinciaes de Pemambueo, convidando os
membros d'esta junta para a sesso magna que
ter lugar a 6 de Outubro prximo vindouro.__
Scinte.
Diarios Offieiaes de ns. 250 a 261 Sejam ar-
chivados.
Foram distribuidos rubrica os seguintes li-
vros :
Diario d Gonvs & Pereira, copiador de Joa-
blico, recorrido Antonio Carneiro da Silva. w-
A "' quim Duarte Simoes &, C, dito de Silva Guima-
i rJes g. Q.
lator o Sr. desembargador Toscano Barreto. i n c. .-.... j .
Adjuntos os Sr. desembargadores Monteiro de L8/- ^meu^r P^'dente deu scienca
Andrade e Buarque Lima.-Negu-se provimento Wta "UMfin ao recurso, unnimemente. "dos na8 ""te* .peticoea, ordenando registro
De Souza-Recorrente o juizo, recorrido Luiz ^?^^J''""S5. ^"^"JS-,!
Pereira de Souza Gonzaga. Relator o Sr. des-
embargador Oliveira Maciel. Adjuntosos Srs.
Negou se provimento, unnimemente
Aggravo de petico
Do Recife Aggravante D. Joanna Robiliard,
aggravado Antonio Francisco Martina. Relator
o Sr. desembargador Pires Goncalves. Adjuntos
os Srs. desembargadores Toscano Barreto e eon-
selheiro Qaeiroa BarrosDro-se provimento ao
aggravo, unnimemente.
Appellacoes crimes
Da Victoria Appellante o juizo, appellado
Jos Correia de Amorim. Relator o Sr. desem
bargador Alves Ribeiro.Mandou-se a novo ju-
ry, unnimemente, decretando-se a responsabih-
dade do escrivo da Victoria.
prazo paraaleancarse isencao de 30 por cento de
imposto provincial :
Rosas A C, Jos Vicinte Ferreira da Silva
desembargadores Alves Ribero e Pires Ferreira. i ,-\f ^, ^kX^liA TT 1.
_v-, nrnvimentn. unnimemente. Jun,or. Manoel da Cunha Saldanha, Joaquim Ms-
mede da Naseimento, Rodrigo & Sobral, Caetano
Ramos & C Rodrigo Carvalho & C, Julio Costa
& C., Manoel Lourenca Pedroza, Jacintho Pa-
checo Pontes, Antonio Martias Jnior, Manoel
J. de Miranda, Jos Paulo Botelbo, Francisco
Barbosa & C, Man: el Francisco Texera, Ma-
noel Xavier Carneiro de Albuquerque, Teixeirs, &
C., Jos Fuegals, Manoel Alves da Silva Maja,
Deodato Francisco da Silva, Manoel Joaquim dos
Santos Ferreira, Jos Ferreira & C, Antonio Al-
ves da Costa, Silva Antunes & C, Manoel Cle-
meutiao Ribeiro, Henrique Luis Ferreira & C.,
Augusto do Reg & C, Demetrio Caldas & Ir-

..



-
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4
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Diario de PernambocoQnarta-feira 6 de Outubro de 1886
3


)
mi, Vctor Prealle, Cunha Oiroeiro & C, Vuva
Adolpho Marques dos Santo, Antonio da Foo.se
ea e Silva, Frsiikn de Va3eoaceUos Linas, Soa-
sa Ponte & C, Franca & Adriauo, Jo= da Silva
Layo & Filho, Joo Baptsta de Ylraes, Matheus
Astin & C, t:nente Francisco de Paula Mara,
CkisU Pereira Irmaos, Almeida As C, Manoel Bo-
telbo ec C, BaptisU & C.
DaSFACHOS
PetcSes :
De Jos TheotonLo Domingas*, subdito portu-
gus, de 30 anuos de idade, domiciliado e esttbe-
lecido n'esta cidade, con casa da commercio de
molhados por groseo e a retalho ra de Santa
Cruz n. 9, solicitando carta de commerfiante ma-
triculado. Sao afrentantes do crdito commercial
do impetrante JdSo Manoel da Veiga e Seixaa
Filho, Joaquim Mauricio Goncalves Rosas e Joio
Joa Soarcs do Amaral. Ada Ja na sessiio an
terior.Como requer.
De Joaquim Felippc & Aguiar, da cuja firma
sao socios Joaquim Kelippe da Costa e Antonio
Alberto de Souza Aguiar, para que seja archivado
o instrumento de proiogaco de contracto de so-
ciedade, por roas um anuo, entre elles celebrado,
e registrado a 17 do Outubro de 1884, em nomo
colleclivo, com o inesmo capital de 20:000$ para
a continuaco do commercio de gneros da^ estiva,
n'esta praca.Archive-se, na forma da Ici.
De Jos Augusto dos Santos & C, para que se
d baixa no registro da nomeacSo de seu ex cai-
xeiro Aureliano Tsixeira Busto. Dse a baixa
pedida.
De Joo Augusto Ignacio Moreira e Antonio
Ferreira de Carvalho, para que fique sem effdito o
distracto de soci.-dade que firuaram em 30 de
Jonho prximo passxdo. da firma Joo Morcir. Si
C-, entrando desde j em liquidacao poconta e
concurso de ambos os socios.Archive-se e faca-
se a nota competente n> distracto anterior.
De Antonio Adalberto Gomes Penna, solicitan-
do titulo de fiel depositario dos gneros que reto
Iher nos armazens ns. 12, 14 e 16 a ra do Barao
dj Triumpho.Firmado o termo de responsabll-
dade. na forma da le, pxsse se o titulo.
De Ferreira & Mir-nd, para que se d baixa
no seu ex-caixeio Joao liento Rabello.De se a
baixa pedida.
De Thomaz Ferreira de Carvallo, natural d'esta
provincia, de 40 annos de idade, domiciliad! e
estabelecdo n'esta praca, raa do Barao da Vi-
ctoria n. 10. con leja de calf-ados estrangeiros,
sob a firma Thomaz de Carvalho & C, da qaal
nico responsavel, pira que se lhe mande passar
carta de cummerciante matriculado. Sao ages-
tantes do eredito commercial do impetrante, Sa
tyro Serafim da Silva, Flix Pereira e Souza e
Pareute Viauna sSt CDeferida.
De Bento Alies Machado Guimarites, subdit
portugus, do 40 annos de idade, domiciliado! e
estabehcido n'esta cidade, com casa de commercio
de miudeza ra do Barao da Victoria, sob a
firra i de Bento Machad < & C, da qual nico
respousavel, solicitando carta de commereiane
matriculado. Sao atestantes es commerciantes
matriculados Eugenio G"ncalves Csea", Balsas
O.iveira & C. e Jos Rufino Clitnaco da Silva
Como requer.
!> Eugenio Regadas, natural d'esta provincia,
ae 2 anuos de idade,domiciliado n'esta ci-lade e
u'ella estabeleedo com armazn de miudezas e
ferragens rua do Marques de Olinda n 31, sob
a firma responsavel, para que sej i aimittido matricula
de commerci inte. Sao attestaote3 Domingos Tri-
zara Bast?, Eugenio Goncalves Cuscao e Fran-
cisco Joao i Barros. Passe s? a carta.
1-': Jos Ferreira Marques, padindo igualriv nt
ser uJmiitid o a matricula de e mmerciante. O
Eupplieaute natural d'esta cidade, casado, de 23
ani .-; de idade, domiciliado e estabelecido n'esta
praoa coui ai la* mil de assucar rua do Viscoude
de laparici n. 10. Sao attestantes o Barao da
. Manoel da Silva Maia e Manoel da Cu-
nh.i Lobo.--Deferida.
De Cuetxno Cyriaco da Costa Moreira & C,
para qne sejam registrada treo letra, que repre-
sentara crditos m riri'r.is.
De Ad-imo Lucas Alves Pequen'', para que s-'
archive o dis'racto di firma Figueiredo & Alvcs,
da qual era socio Joaquim Aot ni i Goncalves de
Figueiredo, que por estar muito doente arsifrneu
asa rogo tu mulner D. Mara Epir-liania do
de carapira por machina o por preeoB cem
con"*'""'^*.
Uros; siria
Faria Sobrinho <& C, droguista por at-
acado, rua do Marqu;z do Olinda n. 41.
PLBLKJACOES A PEDIDO
Rjgo VSgneired >, fieando o suplicante Alelino de
posse do activo e do estabelecimrnro de calcados
praca da Independencia ns. 32 e 34. Aichi-
ve-se.
D^ Olintc Jardioi & C, pedindo registro da
pro ur.aco feita em L-oba ;> i D. Delna. do
Nascimento Dintas. Registr.
Nada mais har'endo a despachar, 0 Illm. Sr. cntn-
mendador presidente encerrou a so sao a 11 e
34 da manila.
INDICACES ITEIS
lledlco
O Dr. Arthur Imbassahy, medico oecu-
lista, recenteroente chegado, esta cidade,
d consultas todos os dias, das 8 s 10
horas da maobS, sendo gratis aos pobres
no 1. andar do predio n. 8, largo da
Santa Cruz.
Dr. O'jma Lobo, medico operador e par-
teiro, resi'le rua do Hospicio n. 20, cride
pode ser procurado qaalquer hora do dia
ou di noite. Consultas : da 1 s 3 boras
da tarde. E^pscialidade : molestias e opc-
racBes dos orgaos genito urinarios do ho-
mera e da raulher.
Dr. Barreta Sampaio mudou sen consul-
torio do 2." andar da cas n. 45, a roa do
BarSo da Victoria, para o 1 andar, da
casa n. 51, mesma rua, como consta do
seu annuncio inserto na seceso compe-
tente. Residencia a rua S'te de Siem-
bro n. 34.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio mlico, rua do Bo-n-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Lope* Pessoa Me Jico.Residen
cia a rua de D. Pedro I n. 9, onde pode
ser procurado at s 9 horas da roanha.
Consultorio rua do Bom-Jesns n. 37 1.
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de.
Advoca-! i
O Dr. Henrique Milltt tem o seu es-
i_riptorio do advogicia rua lo Inp?raior
r.. 22, 1.' andr.
Taftelltao
O Bachnrel Amaro Fonseca rU Albuquer-
que, tabllia.) do notas interino tiesta tal, MMMnksft lo wsJpMUvd pulili> qfl
abri seu'es-riptuno no pi.imeuto temo
rio predio n. 4, sito a rita 'o Coronel Fran-
cisco Jacintho, oatr'ora d" 8. Francisco,
onde, com socituie o mxima lealdnde,
est prompto para desempenhar as fuo
f,"e8 de s?u cargo. Reside na freguezia
da Boa-Vista, rua do Coronel Lamenha n.
.'O (oatr"ora dos PrazTes) pra onde, fr?.
das horas do expediente de seu oscriptono,
deverSo deri^ir-sa os chama ics, para im1-
tura e approvac;ao de testamentos.
(iinnllorli> ailopailro iiosmolric
Dr. Miguel Tliemitdo d consultas das
1J s 3 da tarde em mu nnsul'.orio rua
7, l.
idar.
no Bario da Victria n.
Chamados por cscrip'.o a qualquer hora
Especialidades partos, febres, syphilis,
laolestias do pulmo e 'gao.
Ikrocarin
Francisco Manuel d sitarios de fbdas as e ; pharmu
ceuticas, tintas, drogas, productos chimio
e laedicamentoe homosopaticos, ro 'i" M "
quez de' Olinda n 23.
Storruriti a Vapor
Serraran vapor e ojpdivi d* carnpinv
de Francisco do.i antps iacedo, c;u
Japibaribe q. 28. N 11 sK
cimentlo priraeiro da provincia n
ripro, cohipra-8o e vea l ma iciraa ii*
todas as' qualida;i"S/ serr.i-se ma
conta alheia, assim como se preparara obrn
OKr. fos Mari aun o
Abaixo o Ikfbradob 1
Viva o Iicpsradob 1
IX
Deus o o ouro foram sempre os dous maiores,
prineipaes poderes que vetuaram sobre as accoes
du homem na maioria dellas, ora era mnior ou me-
nor parto, oraquasi senio absolutamente.
Tambem a inolher fo: m vel de seus grandes
feitos, o que chegou a tal fanatismo na idade me-
dia, que os hroes armados cm cav*lheir03, de-
feusoves da honra e vingadores dos alhpios ultra-
ges, tinham, cada um a sua dama, a dama de seus
pi-nsiment js, tal como divindade protectora de
suas facanh.is.
Ao entrarem em eombate invocavam-na ou eco-
cavara na a accender a ana coragem, a sustentar
tilo firta o vigor de seu braco, como er i a tempera
da limiu i de sua espada, qu parta os capacetes e
rompa as armaduras de polido e rgido ac.
O f xcesso, passando do herosmo, chegju a tal
ridiculo que matou pira sempre a cavallana, pela
satyra zjmb ttira dj immortal Servantes, qne a
syothetiscu na obra sempre nova do inqualificavel
D. Qusote. Finou-se com Dulcinea del Toboso
toda a gruudeza da sentimento que a mulher pode
inspirar
Cessou o smor, a mulher cessou, e abrirara es-
pac s mulheres, aos amores. Foi aevolufao
do positivismo, da realidad-!, de real goso.
Ds entilo por diunte o romance nao galardn
mais seus hroes com cori de espnhos ou de
ro3as que brotassem delles ; mas com os milhoes
cm papel ou onroevolufo que certeira couduzia
ao prximo imperio do positivismo.
Decahida a mulher, ficou a luta entre Deus
e o ouro, luta que naosei quando ter seu termo
em todas as demas regio -s do orbe, como entre
nj por ora so Tiente, nrste Brasil glorioso, que,
suppantando a Deus, levanten o homem que sabe
ostentar-so erguido sobre pedestal do ouro.
NJt foi sem dor esse assombroso parto ; nio
sem espirito que nn pivos das ni<;oes contemplara
iqui o seu frueto.^Mis a dor nao foi nossa, a sof-
freram ourros, maij que todo o povo fiances onde
tem oscilado tanto e sembr a fugir, a almejada
hora da r?"rnndo3a queda do tal Deus eterno ; a
hora solemne do reinado do ouro.
J lhe esteve mais que perto esse triumpho. j
gosou delle, mas e em urna parte aqu'lle povo,
quando demiti Deus c fez symb.lo do Djus da
raio de urna prostituta. Mas nao fra anda o
ouro o que entilo levantoa-te sobre as fuinss da
divindade; fui o patriotismo e a lberdade. Des-
tes-feit.s j i v.ii mis de um sceulo.
Como sao os temp'8 como sao as eousas Em
outro tempo souiprd com Diis se amparara a pa-
tria ; sempre fez-so de le o primeiro esteio da l-
berdad", ou ames a pedra angulur e;n que se f 8-
Misttna o seu grandioso templo.
N iq-iulie tesopo o grande povo, como era ento,
desDrendeu d L)?u3 a patria e a lberdade.
E' que na ;no dos padres unidos nobresa e
ao rei, era I)eii3 crudelissmo verdugo, um mons-
tro horr.-n lo'de oppreaso de povo, da grande na-
ci. Clero, n-ibrtzae o rei, com o Deus, feito seo
uutnment, fien.m do povo reduzdo todo a vil
enalba, o j >gaete e a victima de todas as suas
infamias, de roda a corrupcio da mais horrenda
opprc- (o iqaeHs) povo.
i I nlorse!, Diderot, Voltairc a ineyclopedia e
eutro>, inD3tr:r;m pela mais vehement propagau-
da e muitis vez"speia mordaz e ridente satyra, o
|'i." er.i (M Deas de que aquelles monstros, clero,
Debresa 8 r i fizii-n s-u instrumento na mais in-
fnme Oppf SSO do povft
Uoetraram, cobm depot sjnthetis;a Proudbon,
que Drai o mal
tu B gl'. i le p >vo, como era, po3 que hoje se
MU Ji inte Ji eleraolo a que se tem guindado os
brasileiros pelo positivismo, aquelle povo abatendo
Deus, o primeiro anal e dvnisando a r.zao sym
bolisando-a ea una prostituta, anda era pivsa
de ura sentimento que o tomav quasi era delyro
e a que s tem ebamJo sublime, do amor da pa-
trie, c da lberdade fraternal.
A pilrii gem da con;e*va, que, sem ser positivista, iustin
c:ivain-'ntc txiernou um dia a grande verdade, a
patria que no seu d'zor nao pista de urna palavra
abstracta : a lberdade que est longo de ser a
positiva v .-.! :': quando se pretende t*zel a fra
(ernsd, e nhrelal-a entre os houvns, fazer. o menor
sacrificio e seus gOS em favor do bem estar
alheio a p.tri i e u liberd de cram anida como
duns i- : :i! i sciencia social em quo o
Brasil da a primeira palavra, estende a sua theo
ra de altruismo fazeudo pedantesca traduccao da
frateruidade de pobre Deus da caridade, que fez
lo n tro bumild a paciente cordeiro do monstruo-
sas oppres o >s e m rfyi ios : mas esse pedantesco
aaramo aiada ama ccncesso da grande sciencia
03 velbos precooeeitoa que nao se dostroem to
-sa.
E' esta a razio porque o grande povo que em
um ii Unir, em 'in impeto d--struio a Bastlha ;
que i-z .6 sals das prisojs lagos de sangue os-
uincha io d >s craneo dos nobres e clrigos pelas
rascas da ib idade; que regou pela guilhotina
com eese sinrrne tolo o solo Irancez ; que com o
mesino pun i firbiu as aguas dos rios e matou o
peix": que ntiigou abracados, e todos ns de
frente a tren c. de pir em par, freirs con frades,
afnndandi o* bire-s quo a-sira os contiubam ; o
pove enj o chefe, batendo eom o p no soalho da
cooven:"n f*z* levantar um milhao de soldados ;
que, Inri'; i:; lo suas formidavei host s ao encon
tro -Vlle3 Euppl^ntava os ezerritos das naques to-
Deizemos isto porm para outra vez, que o pre
sent j vai muito longo.
Recite, 4 de Outubro do 18R6.
Afonio de Albujuerque Mello.
P. S.Nao dispensamos o corao do novo profe-
ta rei, puis pode ser preciso pira quem ainda nio
o teoha lido. *._
> O orador fu' nterpellado no rmeting anterior,
por um amigo, porque nao 83 deelarava pela re-
pblica !
E' porque 6 mais amante da repblica do que
esse amigo : e porque, como disse no seu Ilustre
como concorre mais pan a propagaco das
ideas democrticas, afim de habilitar o povo a as-
sumir a direcco de s mesmo, do que os idelogos
que e pregam a repblica, como idea abstracta,
quando se devem lembmr deque precito antes
de tudo destruir as instuicoes anachronica e im-
moraes que servem du ponto doapoiu ao despotis-
mo constitucional, de que a fa'ca do Ypranga in-
vestio a bastarda da casa de Bragauc.
O orador nao tem as illusoea do seu illustr*
amigo Joaquim Nabuco, que anda acredita poder
a monarchia no Brasil ser o ideal do um bim go-
verno.
Para que a monarchia no Ti| podesse ser
mediador plstico que se ostilw r:itre as lutas
desencontradas dos partidos, en preciso que mu
dassemos a familia do Bragaiico, qo hoja alada
mais perigosa do que honte.-n, p r ..- n- ntrela-
Qada com a avarenta familia de Drltraas. (Ap-
plauso? repetidos.)
Ora, quando tivermos de fazer esta "itbslitai
C&0 que cada dia mais se nos impic. da remo estar
preDaiadis para nos servir e>ma l tt;a de casa e
nao precisa importar do estr.mgeiro re para nos
governar. (Muito bem)
Mlica o orador no part 1 > l!b Til, p i.-quc o
mais aiiantado doa partidos c mais aptJ para levar a naciry nr> gon tio q-te o
ideal de todos os pooos livres. H e n easa ideas
pensa o orador u.io pider ser icjjsi i > dn irahir
a causa d* democracia, era in'sco s\ ilgam dia
chegasse a se.- ministro,cor-a ali.j quo nunca
ambicionou, pois n'^nca seria urnistfj do r'i, iaas
pa nvflo. (Muto bm.) ..
Ao publico
c ao Illm Hr. Dr. app'lor gcral
da Instriic?5 sVt:?;>!5ea
Com os documentos abiixo traus.-riptos,
dou urn solemne desment lo as oalu nnias
contra mira asjacadas pelo ex magarefe
Thomaz Jos Marques, no jornal A Pro-
vincia de 26 do mr-z pretrito.
Es3e typo que enente agora conatituio-
se racu inimigi ranoroso, eonsta-mo que
pretende continuar na Jabit ingJoria de
calumniar-me, para o que t?m com lagri-
mas pelos r-stabelecimelitos e casas parti-
culares, supplicado covardetmnte nos que
verJadeiramenti me conlieccui a recusa
e suas assign-.tur/is para minha d-fesa.
Cuitado I como se as pesso.is do '.r-trio se
prestassem a eervir-lho de manivt1/1 p.ara
a minl.a perseguido !...
Em conc-lusjloeu o aguar lo, prsvaoiodo
respeitosamentj aos mius Ilustres oh fes
que sem dcscer ao nivel em que el/e e seu
rabicador se achara rastjando, dar-Ihes-
hei resposta ca'egorioa e formal, p Is nao
receio iniraigos que a Wrnelhsnja de cues
mordem de furto.
Pedra Branca, 4 do Outubro de 1386.
O profe830!* publico,
Antonio de Alleluia Pa'vio.
Ao Illm. Sr. Dr. fuspeeoi* ge
ral da Inslrucvo pnhliea
Nos abaixo asssiznados, inora lores na
povoac&o do Podra Branca c pas di; alum-
nos que frequentam a escola pablioa regida
nesta Iocalidade p"lo Sr. protessor Antonio
de Alleluia Patricio, protdsttraos enrgica-
mente contra todos os tpicos da publica-
c5o inserta no jornal -A Provincia n.
213 de 26 do mez corrente, e nssignada
pe!o Sr. Thora Jos Marques, visto nada
conter que seja a expressao da verdad.
Nala temos quo ver coro a dcsaff-icao
particular quo o signatari > do tal artigo
vota ao referido professor; o qaal l h j'o
tem procedido com moralidade, o fielmente
cumprido os seus devores cora aproveitamen-
to de todos os seus alumnos, noss >s tillios. e
com inteira satisfujao nnssa, quo s enxerga-
mos nelle o prototipo do verdad* iro prece-
ptor da infancia.
Pedra Branca, 29 do S-tembro de 1886.
Tenente, Joao Fernandes da Silva Barbo-
sa, negociante.
A rogo de Miguel dos Anj s B %> rra,
agri<:ulto^ Jlo Pasthosnri > daSilvi.
A rogo do Tiiereza Mari da Concei;ao,
agricuitora, Joo Pasthosio da Sika.
Joaquim Manoel da Silva, agricultor.
Manoel Joaquim da Silva, negojiant*.
Joo Manoel da Silva, agricultor.
A rogo de Maria Francisca do Carmo, agri
cultora, Manoel Bernarlino Fcrr.'ira.
das : esta razio porque o grande povo, depois A 0 de Manoel Francisco do Albnouer-
de nba' r ...-.un r. Den, de s paga -o ate no mil* ... T .. v
intm v deoois de urnas dez-nas de annos el'ei qe. gr-cultor, Jos B.-rn^r Uno da Fon-
levaiitar-j-'i'iip'n*-n'e dom-nante pela magia del seca.
um canto trbente que embevece e arrasta, quclj08 Rodrigues de Senna, agricuitora.
anda h-.j? o sustenta l,e todo o mondo o coihece jQs Qoe\ho de Arauo, proprietirio.
com a den -minaca deO genio do christianismo.
L i'eus entode todo nio so apagara,
na s--mmente do povoera a patria o D^u, em
cujo altar altar da patriafe depunham todcs
os obal >s e r-ff rendaf, todos os voluntarios sacri-
fieics. irjue era a lberdade no sentido ira-
terna1, o lao qoe rstreitava em f-ich.s que os
temtva foit a, in venc veis, contra torpeza infa-
me d>>s mirnigos los direitos do homem.
E' p r ito que do novo levantara o Deus na
Franc; o sen estn lurte ; por isto quo ess in-
feliz naeto, nob ra t intos rsforcos, tao horrendos
saerljcioa, uin !;. ttSn Deas) o mal, o inimigo do
horneir. da iera lib rale, de seus doce e facis
prazer'-?, de sua lberdade inteira, do livre uso de
suas foress d- sen ardil, de sua seduccao, de eus
tatVal E' p pie era a patria 0 O.nis....
C..ir..:o-- liitl'er.-nto o e ao. tai um parto
si-m dor e im um iastint--.- Em um abrir e te-
diar il'i l'o. o Deus voava do Brasil para fra,
sem de-Til- o":n amor nem pitm, era idi ataja-
ma de t'r.U'iiil s ntimenf 8 ficou a verdade
u i, ni :hih, mas ngralavel, doce, sublime, de
real, d i p lp W I, d i onattivo ouro ; sen rival, seu
:miI o t--m:"que o snpplantou por fim na brasi-
lea torra. -
S':n U '>. -sem amor, sera honra, tolo? escru
pule? ile -dtimii t03 vis, todo acabou-e e ficou
o uir mico, real, positivo, que supplai.tou
para sem o sen i-imfte, seu inim'go eterno. 1
B-sp'ia. pots, livr-", brasil, iro, que, livre de
Deew, l lo livre, de todas as nrisias, de to
,lu3 oa i praeoiioetos.
A lu i i <- -- I h-jr cm'diante, nquelle c
sub si no futuro re ou imperador qne
s'-r i mW b v.
m atoa con a Dous de teus mseros
pre.j.-n -i-.; '. ii^ pratcaa de sua vida publiea,
b qu ii le fez livre no rigor iuciro da er
pre-1
k' ;ieih~s tena ddo t3o solemnes (
estr- n io=.i iriutapnuS, por isto que vascoroal o
r.-i
Viva pi- o re, ^rifo en adiante, imp lliio pelo
iinv; r.-'i! ntim ni
V.\ i de cas ou groes, exprtsjil-
;ii! revela o orguiho do sen-
,i,i ur.ndeja immensa, suprema
: r ., m Deus.
,\!.. i, n-i neg icio latente que oceupa
r'.izer p'iliticH de um roubo ou
honra, quando Deus j mo ,
: lo ilnerclu boa a to grave nogo-
S rtas outros^muito dedicados
srus. 'is m por h--s tallar a minha
Villa do Botuto
Os actos do Sr. Dr. Joaquim
Moreira de Lima, julz de II
relio do Itiailo. publicados
para o Kxm. Sr. ministro da
Justlea e o publico ler.
E' verdadeiramente lastimaveis para vida das
sociedades, quando cm seus seios eneootram-se
homens, que podendo e devendo ser factores da or
dem, da tranquillidade, do progresso social, tor-
companhelro Jos do Patrocinio.-deveis querer a "^l^^f, "iirejJr*",1,J0 de',lorajA. %traa8"
repblica e nao repqb canos ; o orador^liberal gTr: Jl *J"' P"' Perfecbll,8a^0. 1
Dar i a pro, is I P^|aB pr0m,VM P"a bl e P"a P "> cu" "8
Um destes homens, torna-se no mechanismo so-
cial, como a mola par .ida da urna dessas machi-
nas fabris atropeilando, atrasando mesmo, a pro-
ducto de seu trabilho. E, so o m-chamei, en-
vida logo todos os osforeos, para concertar a peca
que parte-se, o filho do povo, o filho da aociedade.
que desija ardenteraente, o ideal do povoa tran-
quillidade, o fim das sociedadeso eograndeci-
mento, deve fiznr tudo, para que essa molla se
concert, e pioiuz em ves do atropellaraento o
lvii:ioi'i= nnento, continuaco do trabilho bom e
I .'010.
I.' pir estas razos, qne p.ietendo ocenpar u cha-
mar a attenco do respeitavel publico, que '8 ero
bondosamente deseulpir-me-ha a ousadia, para os
factes graves, que so estao dando as Bonito e que
mais graves se tornam, de dia para dia.
V> u portant > relatar com a maior fideldade que
me fjr pissivel, esses factos, nao para conseguir a
piinieao de seus autores, mas para alcancar quo
elles deixem d; existir e que outros nao appire-
C-sm mais, oara ver se amigos bons nieus paran-
tes dedicados, polem continuar a vi ver tranquil-
Io, a sombra da !o, pela foroa do direito, para
qu-- ns precisem empregar o direito da forca.
Vo't pussar aos factos :
Antonio l.ins, msico da banda marcial, no3o
arr.ig), altertndo um dia com urna muiher pab i
ca, deu-lhe urna pancada ou emparrSo, anpirece-
ram seis companheros s.'us e acabada a alterca-
ba) retrcram-se. No da segrate, um individuo
de nome Joaquim, promotor interino, (por esjaroeo
A magistratura) rcqui-ren corpo de delieto e for
gic.u um proceiso, que terminado quando jaso
chava ni promotoria o Sr. Dr. Luiz arbalho
Uihia. Cavaiaante, com ajusticae mparcialdade
quo lhe peciinr, ilissa em sua promovi, que nio
achava materia para pronuncia. Indo para o jniz
municipal, o r. Dr. JaliAo Tenorio de Albuquer-
que, liberal, mas que ae tem portado conveneite-
meote, ness i lucta local dos dous gruoos conser-
vador, despr inuncin os sete rapazes, mas o Sr.
Dr. jniz de direito Joaiuim Moreira Lima, inimi-
go dos rapazes e ao que parece, desojando hosti-
isar nos, reformou a despronunca, pronu leian -
do Ainda m i tudo I A offeudida tabendo
que se procsssavam aq, elles rapazes, requereu,
dizendo que nai era misera vel e poderia, se qui-
zosse, proceder contra seus offensores e que con-
seguintemente nao caba a aeco da justica, ex
oficio, e t a seu pedido.
Pois bem, a isto sabo o publico o que respon-
dan o Sr. Dr. Moreira Lima, que sempre acatei
com i juz recto e imparcial ?
Mandou em um dspacho, que se enenntra nos
untos, fosso retirada aquella peticao do3 autos,
ou le JA s aeh iva e se continnasse o prreesso ex-
ofHci-i! E o moco foi pronuncia 'o porque o jniz
quiz Elle, quo a pro.ria offjndida. dza na
ser criminoso ; mas o Sr. Jr. juiz da direito quiz
que o fosse e lieou sendo, porque elle ple fazer
de um absurda, um virdade! e djaaavna que
elle diz. que pira servir a um amigo, salta por so
bre a le !
E, ha duas ou tres sesso's, o meu consttuinte
nao ple ser julgado, porque nao se pler formar
conselho .'
Este o primeiro tacto E a verdade; se
pedereu, neguem-no, que eu relatal o hei com
mais precsfto.
Vamos a outro :
Jo&|Om Coolbo, um homem trabalhador, tem
sus tizeuda de gado, seus animaos, o rico, onda
mota. Urna n t, chegaram em sua fizenda, cin-
co hom-ns d.c aitemente vestidos, pedem-lhe nga-
Iho, dizen lo p-r -ra de Pesqueira e que vo'tavam
de cmi vend i i o gado no sul. Pascara a noute ;
no dia segninte, querem comprar um bom cavallo
de Co-lho, mu-vlies sahe para experimental-o ;
Coelho aproviita a pequea viag,m e vai ae uns
seus devodor, obrar suas dividas, volta para
cas i, os boiiier. nao chegam o preco do cavallo,
vao embora Jous das depois, estes homens rou-
bam du-.s casas; ooia bem, Coclh) pronunciado
duas vezes, pelo juiz de direito como cumpl.ee
de3tJ3 roub >s, porque dera agasalbo a cinco ho-
mens de decentes, no campo, onde costumo dar
se liospcdagem a qualquer que pe?a Foi preso
sem mandado de prisas e passou quasi dous me-
zes preso, sem culpa formada, apezar dos esf^rjos
que empreguei. Tendo sido o roubo em casas d i
pessoas do grupo a qe pe tee; o juiz du dir t\
receiou entrar em juicamente e contina pre30 .'
Coelho t una tamb 'm a mim como advogado e ao
vigirio como amigo.
Se destes tactos, nao se collgo prevencao con-
tra os nossos amigos, o publico que julgue, os h-
rreos sensatos que o digam.
Mas nao tudo. Ha outro3 mais importan -
tes!
Ura da pela manba, apparece na parede da ci-
sa onde reside o juz de direito, escrpto, segundo
me ds8eram : o Dr. Moreira Lima, v- a.. ao
que lodos tem e ninguem quer.
Ah Pobres bnut rases, que tivesse a audacia
de nsear a pareJo do juiz de direito e mndalo
ao qne tem na praia I
O n >sso juiz, coitado, perdeu a cabeca ; man-
dou prender nao sei quaiitas pefsoas ; (mais tar-
de direi o numero c o nome dellas) ; parecendo -
lhe a letlra, c m a de um moco da casa do vigario,
mandou cercar da caso do vigario e intimal-o com
a forca a entregar ao rapas. Ao que o vigario
rrspondeu, que s a forro* de bala entregal-o-hia.
E t n5o teveo pezar de ver sua casa varejada
pela polica do juz de direito, porque usou toda
energa.
Garanto ao publico, que o que digo, ouvi de
militas pessoas conceituwdas e que c; nseguintc
mente a verdad.-. Os factos sio estes e as pro-
vas apparecerao sendo preciso.
Amanha entao r. latarei os factos miis graves e
quealarmaram verdadeiramente o Bmito, ao pon-
to, de mu: las casas fecbarem so eos douos fugi-
rem, com resea de irem para a cadt.ia.
(Coninua).
Claudino de Mello.
fu acciona rio honrado, intelligente e enr-
gico, quididades por torios re'jonhecidas.
O cornm-rciu honesto e os homens mora-
lisados estsrao sompro ao lado do S. S. e
todos deaejam que o governo geral saib.i
corresponder t5o importantes e asaignala-
dos servicos prestados causa publica.
Oxal que todas as repartigoes tivessem
sua frsnfc ebefes as condigSes de S. S.,
por que ent.aj poderiamos assegurar que as
rendas publicas teriam o desenvolvimento
qui infulizinent; dSo t n tido.
Parabens provincia da Parahyba, que
j se vai emancipando do monopolio que
a eotava suppl.intando.
Um pernambucano.
A rogo de Luiz Soarc3 da Silva, marchan-
te, Jos Bernardito da Fonseca.
rogo de Luiza Maria da Conceiguo, agri
cultora Joio Manoel da Sil va.
Joaquina Correia de Aranjd, agrieultor.
Joao Baptista da Selva, "griniliora.
Ao Illm. Sr. Dr iaspeclor geral
dalostrnceo Pnhliea
Os abaixo assignados, moradores nos ar-
redores da povoaclo do Pedra Branca, e
costumados a frequentar Maidnamonte esse
lugar, nilo podera deixur de protflar non
tra o que se acha ostaupado '-:ii A t'rtv'ni
cia. n. 213 dj 20 do somanto i ilativo ao
professor publico Antonio A?teli: Patri-
cio.
S o deeptito, a oveja ou o odio pode-
ra m difjtsr 8eraelbante public \(;H\ j/oii ca-
tamos convictos o pubii -n.-tit.-; u le-'ar.i-
mosser nteirainent-; .ilu tod'i O ^i; all
se contem.
29 da Setambro do IS8G.
Olementino Marques \ Fonscc-, pgri-.'ul-
tor.
Jos B'rnnrdioo da Fondeen, rg ioultor
Manoel Joaquim Pereira dos -'a-it s. coi
xeiro.
Miguel Bapt'Sta dos Anje?, rrg.i.d m%n.
Adclino Fru tu oso dos Anjo-, itkj-rt".
Antonio Soares P-ssoa de M-II >, I .vralor.
Francisca Antonio da Mella. n^g-,i-;a-ite.
Isb?llo Francisco Pessoa' do M II gri tor.
Manoel Pereira de Qawfror.
.Manoel t.lement'n > ilu F Leoncio Fragoso da Silva, lavf.nl >r.
Jos Flix de Sa, idem.
Luiz Manoel de Franna ioTam.
Manoel B-rnsr.iitio F-reirs rg i trHtr.
Nstor Corbiniano Jos do M I -, i le rt.
A rogo dejo".) Baptisui Faustino Al
dem, Jos B im-ir.iiuo u F.ii
A rogo de Aatonio Liiz da lo In, agri-
cultor, Nstor Corbeniano J s le .VTello.
Agrade cimento
O abaixo assgnado ven manifestar sua grati-
d2o ao intellgente mdico Dr. Joio Bastes de
Mello Gomes, a quem deve ter sido salva a vida
de seu filho Prancseo Augusto Ponsee da Silva
Jnior, Hcciniiii-ttido, no da 26 de Agosto de urna
bromeo i-pnemnonia, enjos efF-itos foram vautKJo-
sameut- il -bella Io, irrayas ao :ic rt di mediea.
,,- > pelo Ilustre Lr. Mello Gomei applicada.
Igualmente se eonfessa agradeci > s pessoas
que pelo iestabe!ccnr.ento do mesmo se inters-
saram.
R-cife, 5 de Outubro de 1886.
Francisco Augusto da Fonseca e Silva.
Afandega dd Parahyba
Bata r p rti>;a,o, cam as medidas acer-
tadas e enrgicas que acaba do tomar o
inspector da thesouraria, o Sr. Alonso de
Almeida. vai enlrar em urna nova orden
de colisas, ficanlo assim restabslecida a
moralidaio qne ha rauitos annos nao exis
ia all.
O referilo inspector mandn cinco em-
pregados da thesouraria fuzor as coaforen
cas do carregareerto de um vapor que l-
timamente entrn nessa provincia, vindo
da Europa, o j estilo arrecadados 88:OOOf)
de direitos, faltando anda despachar gran-
de parte da carga o por isso espera-ge que
a nrrccadcalo exceder de 140:0000000.
Tres carregaraentos que vieram antes
deste vapor rird rim apenas 85:000(J000.
l'i-r cita g.-ando differenja so podera
bim avaliar do descalabro quo ia por
aquella repartidlo.
Prosiga assim o Sr. Al oso que se tor-
nar credor da estima geral o cada vez
mais firmar os crditos de que gosa como
Igaarassi
No expediente da presidencia de 18 doraez pus-
sad*, inserto no Otario de Ptrnambuc do 2 do cor-
rete, eticnnfra-so o segrate oflieio :
Ao b ich irel Teiephoro G ornes de Araujo
.Sal'C3, juiz substituto da comarca de Ig larass-
Constando quo Vrac. esteve ausento dessa co
marca asomliemja d-'sde o dia 4 at 13 do cor-
rente asas, signado verificase da declaracSo,
c aqu j nit i i -r ro.ola do agente do correio dessa
villa, eaeripta no \?rsi do envcloppo do seu of-
fico, dtalo de 9, bmtem recebiie na secn-ta-
ra d'esta p-esi-J neta ; reeommendo-lhe que me
u informen r-'sp-Ko. ^^
O z-.lozo D.-. Iiacio J >aquiui atterdeu aa nos-
sas reclam-ico "i, mif, eendo de presumir que o
bacharel Til-.-ph ro, cuj amor iny/rdade m-
mense, negus o faeto; nos, desde^^edjmos a S.
Ezc. que sol,ie iirfnrinafSes d<__ecrjVao de or-
pilaos Maxim'a'r< Oaarts Janior, em cujo poder
est-ve por diai i' !H io do Dr. flisbe'lo, communi-
cando ao sen sustituto que deixav, o exercicio,
mandando ao mejino tempo que os escrvaes do
foro d'esta comarca infrinem se o alludio bacha-
rcl Tolcsph^ro deu audiencia na quinta-feira, 9
do mez prosimo pus do. Assim S. Exc. pesrar
o bichj cim n cania na ratoeira e poder delibe-
rar sobre o caso.
O bichare! Teierpbora continua estar ausente
d'esta com ;r i.
Ketirou-se n i fuhrta-ferra prxima pausada e
at hoje nao h i noticia d'elle.
Declara publicamente que juiz de direito inte-
lino e que nii) eonhece superior.
A' no soldado de polica, aqui destacado, de
nome Pedro He Tal, ja elle te'c o arrojo de deca
rar, na occasiiio en que resabia um offico do pro-
motor publico Dr. Pues Barrete, que este e o
Etm Dr. Ignacio I-nqnim eram urna o a mesma
consa e que amfe >s nada valiatn.
Qoanta nud icia .'
Iguires 3 le Ontnoro do 1886.
Ju*lus.
Pedido
Pede-se no dono da fibriea do cerveja, quo ha
dous annos snla ti ibj bando para o fechamento
d->8 estabele.'iment'?, qne delae de pu'olicar an-
uuncios sirvin.i) so (I i assigoatirn deAlguna
caixer.is, porque o= caixeiros moralisados nao
aceitam ama le ( ne f-i reverte rm provato das
fabricas de c-rvej e qie traz a devassidao en
embriaguez.
Um prejudieado.
A mullir i :' -.a que conheoe a
arte diioil das r i'cl'cadezas fe mini-
nas, sabe 1) :n i,. : imnorlaocia tera para a
sua belleza uraa cuta fina e fresco, c por
isso que (di-i e aprega diariamente a Agua
de K'tnannga tf-i JpSo, da casa Rigsult &
C, n3o e p r -I -.- r o r'sto, m. tambem
nos banhos pif-i 03 c gSTstos, por que os
principios h\-v- ni o desta agm do s
carnes inri- rao um perfil me de-
licado persisl I o que nao se obtra
co:n nonhuma onfrt prepavacSo.
ti ma Fl-orl,t;-- ito "Jnrrny & Lanman
O*
Est oom orna rapi i.z espanfora transmittindo
e entregando :: > megro-csaaeefstfafc urna chusma
de essencias e i tata cKeirosaa para o toucador, as
quaa i bem qi" q difra, teem servido de urna mi-
scravel deshonra ao gabinete de toilet e de um
detpresivel i tod.s a3 pessoas de refina-
.1 > tr"8to. Al o de : menos i-xpndiosa do que os
extractos e enropas, olla a mais pu*a
e delicada eesencia rl ral existente, e til j como
um escolente m io iiv^ieei-'o p ssuindo superiores
qnabdades coameti i- ; e fioalmeatej coao deli-
cado eapra-ive! a 1 iruo na boa socjdadc. E' nm
mimoso e delicado oompoato de tuio quante til
ao que hade muis aqradavel.
Para os se:llores quo Eoflr-m de rritacao e ar
dencia da petle causad i p? i min'pula{.ai da na-
valha de barba, n* n lo dea-a balsmico e refige-
ran'e perfume, dri lo em a,-ua, cncontrarao n'elle
a virtade Bopdifiesnto, o unidoto necessario, ser-
vindo ao mesm i I np >, debaiao (esta mesma for-
ma, como uin ir., i i exe.-llente de dssipar o gosto e
clieiro qne tioa na bicca depois de se haver fu-
mado.
Como garanta contra a falsiGcaeoes, obsrve-
se bem ijue os nouies ,:e Lanman & Kemp veuham
estampa-tos cm lettcaa transparentes no papel do
iivrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se renda em todas as boticas e lojas de
pcrlumarias
Agentes em !' rii-irrrlmco, Henry FosteriC,
rua do Commercio n 9.
Viva Jess, Mas:
Jos
Segunda-feira, 4 do corrente, ri
partir para a cidade de Ocnpinr.
levar soccorros aos nossos neees*i^-ri:a*jr>
pobre recolhmento da dita tadad, i ssnr|
me dar os devidos agradecimentos u>&\
fetores p^rnambucanos, que com iiilo><
rido8as nos deu com quo mitiga:
a fonje e nudez dos nossos orpbdo erflpv
mos desvalidos, mil grnca3 dan tjbb
em dispensar as suas libirali.at; d cf** ss&-
corafjes do povo de, Pornambu o. IA jjbbj
sa parte continuamos a votar ao'foVigp
GoracSo de Jess, i-nploraaao r.
racao e accressimo que prometi o- loserwaa
benhor Jesu3, pag.r cinto por um, :i jxra
com m2os piedosas so correr *a o?i-bv at-
viuva, e outras em dreumstanciat- ;. *
Sito, Deus Nosso Sonhor abeujCs sa-.*-
8s, os filhos, os negocios, as artesj >owV
ncios o empreg03 emiioa do* bor,.- n mm
bucanos. E sobretudo a poss ; ..
mansito eeleste. Adrus, gei.c. .*=-
nambujanos. A paz de Nosso -c::
sus seja com vosco.
Cidado de Olinda, 1" do Outu',
1886.
Francisca Maria dfJUeump^sSas.
Rachel Mirii da Jesu;.
Theodora Maria de Jess.
Conlorioeileo-eiriirgir
O Dr. Estevao Cavalcante de AfiMqaaerqiM s*~
:nna a dar consultb Hiedico-cirurtri'-'s, xge -vopu.
io Bom Jess n. 20, 1 andar, do meu di ,W 3-
lioras da tarde. Parase domis eonsnlte e pw
'as era sua residencia provisoria, rua d> j3oiOB>
u. 53, 1 andar.
Especiaidades Partos, molestias de i
do tero e seus annexos.
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio rua do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia s 3 hora?.
Residencia rua da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Urna da3 il-.ff -rencas notaveis entre a Asna
Florida !< ilnrry e todas as entras que
em telas s oara se encontra algnm cheiro pre-
dominante, era u an a cae lia, em entra o almiscar,
om cutra a bergamota, etc., baseando-se o aroma
de todas cm alguna issencia barata. Nao succede
assim com a tatas* Flotilla do Ilarr.v. In-
grediente nei.liu-n Oaia'o ou ordinario admittido
na sua eosaposiylo nem tao pouco no seu fragran-
t aroma predomina perfume algum em especial.
Gotejada no bu; como rertia no banho, despede
sempre nata puv n de fragrancia lio rica e deii-
cios qusnto b u:mipiv a, sndo a combinacao to
delicada e artstica qne resulta em um perfume
nico, cujos componentes simplemente iinp:ss-
rel descobrir.
Cijinibia
Este efficrz e noffensivo preparado, que
nao contm m.-r-urio nem arsnico e ape-
nas Una doaa Iflo diminuta de ocloreto dfe
potaaaio, ;i;' l> i so pode qualifiar de
homo3.'>pai!ii(-n : i iiii.is '> meio grao em uroa
eolUer de v.oa .i i v-hiculo), deve aomente
sua maravUos \;ituto depurativa aos ve-
getos que i-i.'rnin ,-m sua oomposiyao.
Outros preparadoa que n3o.contm ab
so'utimcnte tt n .oto-r.o de mer:"jrio ou seus
ciiiipcstos, l a !^! des* do iodoneto de po-
taasio, que cata, (iissolvida em agua pura,
cur.ri. o lioen'ea que t n silo curados
pelos taca .-:! g a loa d purativos vege
taca.
A efR '.".t i. di r.jarubeba prova-so:
4o Pelos nnui:eroa atost.idos de mod
eos c de aWftl i-r ellos curados de ma-
les reputados in ;r:vis.
i.0 Pela proi upi qne tem ; de modo a fa-
zer dcsaoprircL- r os preparados congene-
res, quo antes n'ello (iominavam a Ibera-
peutica das mrc lias syphiticas do rneu-
matistno o berpeticas.
3o Pela le.dlnda cora quo seus sntores
lera fallado m pi filien,.fazendo-lbe conhe-
-er a composi'-ao lo seu prepsrado, o que
nenhum ni(,-o w .-:r.imou ainda a fuzer.
N. 8. Na itai a pulmonar a potencia
da Emul-a S i'il orno i\;m do mira-
vi hosa. li :' ii a o sangue ao se.i esta-
do normal. Sa :a os indaromacSsa do gar-
ganta e dos puli s. Calma a tosse o a
rouquido. l).i oHr faces o aumenta a
carn" e as f.,r
,
ampaic, m-dc i i
liita, ex-chefo de clnica do Dr.
Wecker, mudou seu consultorio, (i o 2
andar da casa n. 45 4 rua do Bunio da
Victoria, para o 1. andar da casa ib
51 da mesma rua. Consultas de melo-
da s 3 horas da tarde. Resid -.
rua Sctc de Setembro n. 3 A.


Dr. Balthazar da Silve

Especialidadesfebeos, moles!;'..-
eriancas, dos orgajs respiratorio i
enheras.
a qualquer cbcati
I I Presta so i
( ) n d i eipittk
I!
JVKi)
{}
Todos es chamad,-,s devem rcr d':;i:-i-':f"
dos pbarmacia do Dr. Sabino, raa d& 5*
Banlo da Victoria n. 43, onde se i: i
sua resideaeia. 1K
Consultorio medie-
eirurgico
O Dr Castro Jess, conraado mais d-'
de escrupulosa observacao, reabre cons ':
ta cidade, 4 rua do Bom Jess (astiga
n. 23, l.o andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 as 8
Nss demais horas da noite aeri ene n'rairxwar*
sitio travessa dos Reav-dios n. 7, pri ?i I
to esquerda, alm do portao d Dr. C .-::
Dr. Goel&o Lele
Medico, parteiro e operr Residencia rua da Imperatrix n. 48, S? a*!KG-~
Consultorio rua Duque de Caxias n. 5S:
D consultas das 11 horas da reanoa ;i-s- .tf -^:
tarde.
Attende para os cbamsdos a qualr;
telephone n. 449.
Aviso
O Dr. I). Ossjlan Bonuct Mella ;jris.
Facnldade de Medicina do Paria.
Condecorado com a medalba dos hospitarst
Socio correspondente : das Academias d V.'irJ
cia do Rio de Janeiro e de Barcelona ; da!***
ciedade de Medicina pratic de Pars c da rfriaw
dade Franceza de Hygiene, ex-director d
AnatomoPatolgico d Facnldade de .Ni<.-'.:-..-ntj,-^
do Ro de Janeiro, tem a honra de prevenir B'.|aa>
blico que durante a sua estada rm Perna'sfet'
fica a disposcao dos doentes que descj heij- ~a.s>-
ral-o com a sua confianca.
Chamados e consultas a 1 s 3 hora .
at novo aviso: na hospedara da D. Au2>.3e
(Caminbo Novo).
Especialidades : molestias daa ra rc*p?-
ras coraeao, estomsgo, ligado,
nervas, e syphiliticas.
Reeife, 6 de Agoste del886.
etc.,
i
Ociiisa
DR. MATT08 BARRETO, ex-chofe S. J
ca do Dr. Moura Brasil e da po'ycliiica g: Man*
Rio de Janeiro.
Consultorie, ruado Imperador n. 65, '.' -aa&mfr.
das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, Camiiiho Novo n. 159.
As operaces sio feifaa sem dor', pt!o m**s
Cccaina.
Dr. Gdwi Me
HtiOStJO
Tem o seu escriptorii) a rua Duque > SaTaa
xas n. 74, das 12 s 2 Inoras da tarde, li^SSaa
hora em diante em sua residencia rua fcww -
ta Cruz n. 10. Especialidades, melestras.- s^-s*-
nhoras e c-riancas, teleph.ne 11. 3ti.
Leonor Porto
Rua do Imperador u. -52
Prim iro andar
Contina a cxecut.ir os mi di&r:.3>-'
figurinas recebid-.s de londrc, i'
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfec.aode. cestera, ervbro>-
vidude, modicidade em preco a n.!
gosto.

riiBiiHn
t


Diario de PernambucoRuarla -Feira 6 de Outubro de
V3S6



C, Heckmann
usinas de co^re, lati e bronze ee d
Oolitecr Ufer n. 9. Berlina S. O.
Espeef alldade:
Construcpao de machi-
nas apparelhos
para fab icas do assucar, destla$3es e re-
finacBes com todos os aperlecoamentos
modernos. _
DSTALLAgAO DE:
Engentaos de assucar completos
Estobelecimonto filial na Havana sob a
mesma firma de C. Heckmann
C. e San Ignacio n. 17.
Inieos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informales dijarase ai
Pohlinaii &C
tn do Couersio d. 10
EDITAES _
O Dr. Hermogenes Scrates Tavare de
Vascon cellos, uiz de direito de orphios
da comarca de Olinda por S. M. I qae
Deus guarde, eto.
Faco saber os qae o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que no di* 7 de Outubro
vindouro, 1 hora da tarde, depois da audiencia, o
porteiro interino dos auditorios, trur a publico
pregao de venda e arrematscao, a quera mais ar
e roelbor lanco offereeer, os beas seguate* : urna
casa torrea de taipa, no lagar Mana Simplicia,
avaliada era 2004000; um sitio no lugar Mirueir,
avallado em 8004000; os quaes perteocem ao es-
polio de Miguel Arcbanjo de Barros, e vai prac*
por ordem deste juizo para pagamento de ere-
dores.
para qae ebegue ao conbecimento de todos,
mandei passar edital, que ser afiliado no lugar
do costme.
Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos J 4
de 8etembro de 1886.
Ei, bacharel Francisco Lins Caldas, escrivo, o
escrevi.
Hermogenes Scrates Tacares de Vasconcellos
Edital n. 32
E De ordem do Illm. Sr. inspector se fas publico
que achando-se as meresdonas contidas nos volu-
ntes abaiio declarados no caso de seiem arremata-
dos para consumo, nes termos do capitulo *'> titulo
3* do regulamento de 19 de Setembro de 1860 ( -
tolo 5a capitulo 5 da consolidacio), e art. 18 do
decreto de 31 de Deiembro de 1863, os seus dono
on consignatarios deverao despacbal-as e retral-
as no praso de 30 din, sob pena de, lindo elle, se-
ren vendidas por sua conta s<-m que Ibes fique
direito algum de allegar contra os ctleitos desta
venda.
Armasen? n. 3
Marca circo R no centroUrna o.xs, sem na
mero, vinde de Liverpool no vapor ingles Warrior
entrado em 19 de Novembro de 1885, consignada
a Browns 4 C.
Arma z-m n. 4
Marca AHCUrna caixa n. 4892, viuda de Huir -
burgo no vapor allemilo Paranagu entrado em 23
de Desembro de 1885, consignada a Theodoro
Just.
Armazem n. 5
Henry Foster < CUm pacote n. 175/191. vin-
do de Liverpool no vapor ingles Elidid, entrado
a 3 de Dezcmbro, consignado a H--m v Foster
& C.
Soasa B. Amorim & CUrna caixa, n. 12, vinda
de Leverpiol no vapor ingles Scalutor, entrado em
31 de Desembro, consignado a Souxa Bastos Amo-
rim de C.
Armasen) n. 6
Marca JBQuatro caixos. ns. 1000/3, viudos no
vapor fraocez Wger, entrado em 7 de J->ncro de
1886, consignado a Antonio Pereira da Canha.
Ferreira Guimara. s & C Um paote, sem na
mero, vindo dos portos do sul. idem no vapor in-
gles Araucania, entmdo em 19 de Janeiro de 1886
a Ferreira Guimaraes & C.
Jos da Silva Loyo & FilhosUrna caixa sem
numero, idem idem no vapor francs Cong, idem
em 26 de Desembro de 1885, idem a Jos la Silva
L070 4 Filhos.
Armasen) n. 7
Saundars Brotheres & C.-Um dita, sem nu-
mero, idem de New York no vapor ingles Merri-
mack, idem en 14 de Abril de 1885, idem aSaun
ders Brothers 4 C.
Marca diamante B no centroUrna dita, n. 38,
idem de Liverpool no vapor ingles Orator, idem
em 27 de Desembro de 1881, idem a Browns & C.
Marca triangulo PV4G no centroUrna dita,
sem marca, idem de Londres, no vapor trancrz
Emilie idem em 14 de Novembro de 1883, dem
ordem.
Marca M. A. Barretto Duas ditss, sem numero
idom do Haver no vapor f < anees Ville de Santos,
idem em 23 de Maio de 1881, nao consta do mani-
nifesto.
3* Seccao da Alfandega de Pernambuco 5 de
Outobro de 1886.
O ebefe
Cicero B. de Mello
Msntenho o meu parecer de fl. 8, accrescentando
qae a sentones, de fl 8 v. s pede ser reformada
por meio do recurso do 3 do art. 5 da lei n. 309,
c } 3 e 4 do art. 14 do respectivo regulamento,
de qual nao pode mais asar o requerente, por se
achar esgotade o praso para sua interposicao.
Requerente Joao Francisco SaraivaO reque-
rente nao aquilino da casa n. 8 da travessa de
Jlo Francisco, onde moram algaus estudiles,
dev.ndo notar-se que o requerente mora ra de
Domingos Pires. Nao pode, pois, ser attendido.
Vai um documento.
Reque.-ent; Eustaquio de Carvalbo Souxa -O re-
querente nSo pode ser attendido- Na casa n. 66
da ra Velha mora urna preta africana de nome
Mara Thomasia da Costa, e nao o requerente
Onvm ainda accrescentar que o recibo de fl. 4
nao pode ser acoeito, utna ves que sendo aquella
casa pertcncente a Bemardino Gomes de Carva-
Iho, n Jo est demonstrada a razio de tor por este,
firin .do este recibo Antonio Lino Pereira Dutra.
Com um documento.
Requerente Gaspar de Meneses DrummondA
renda de Meneses Dinmini.nd nao pode ser jul-
gada provade, porque na casa n. 141 da ra do
Visconde de Guyanna mo-a Alfredo Pinto, e nao o
requerente, sendo de notar que este em 24 de Se-
tembro ultimo allegou no documento junto ser mo-
rador na ra do Conde da Be a Vista n. 16, pr<-
teudendo um attettado n'este sentido, o que nao
conseguio.
Rt querente Francisco Jos da Costa Ferreira
U requerente alhgou com documentos de rlj. 4 v.
ser pra'.icante da reparticao do Correo e ser
dono de urna parte do engeulu B.irbalho no termo
do Cabo, pretende ido por esa--s dous me i o es-
tar as condices de ser eleitor. Nao pode, po-
rm, o requeronte ser attendido, perqu o seu em-
prego da classe d'aquelles que vencem diaria
documento de fl. 4 v.?, portanto sem direito
a aposentacao, conforme a circular do Ministerio
da Fasenla de 28 do Janeiro de 1881, condica
essencial para prova do renda proveniente de em
prego publica| 3 do art. 3 da le n. 309.
Quanto a renda proveniente do immovel, tam-
bera o requerente nSo pode ser attendido, porque o
1 n. 1 do art. 1 do Des, de 7 de Outubro de 1882
exige o titolo legitimo do propriedade, cuja
falta nao supprida pela certido de fl. 5 v.
Requerente Joao Gomes dos SantosEst ve -
rificado que na casa n. 43 da ra do Vise nde de
Pelotas mora a vinva D. Emilia Braga, e nao o
requerente que nao pode ser attendido, em Face d.>
documento que vai junto.
Requerente Baldomro Eudoxo de Brito Macedo
E" necessario que o requerente prove ter pago o
imoesto predial ou decima uibaa, desde um anno
ante*, pelo meaos, di ultimo dii do praso do 6
lo art. 6 da lei n. 309, conf rme exige o 8 1 n. 1
do art. 1 do Dec. de 7 de Outubro de 1882.
Requerente Frederico Augusto do Reg Na
casa n. 38 da ra do Visconde de Pelotas mora
D. Maria Maranbio, viuva, e nao o requerente
cuja renda uao pode ser julgada provada, attento
0 documento junto.
Requerente Manoel Das PontualMsntenho e
o meu parecer de fl. 8, ac>.reaventando que a (en-
tone* de H 8 v. s pode ser reformada por meio
do recurso do 3 do atX. 5 da lei n. 309, a $ 3 e
4doart. 14 do respectivo regulamento, do qual
nao pode mais usar o requererte, por se achar es-
gotado o praso para sua interposicao.
Dita n. 78. Urna dito dita arrendada
80. Urna dito dito arrendada
92. Urna dita dito arrendada
104. Urna dito dito arrendada
por
Dito n.
por
Dito n.
por
Diu n.
por
Dita n. 110. Urna dita dito arrendada
116. Urna dito dito arrendada
19. Urna dito dito arrendada
33. Urna dita dito arrendada
83. Urna dita dito arrendada
99. Urna dito dito arrendada
101. Urna dito dita arrendada
105. Urna dito dito arrendada
por
Dita n.
por
Dita n.
por
Dita n.
por
Dito n.
por
Dita n.
por
Dita o.
por
Dita n.
por
Dita n. 109. Urna dita dita arrendada
por
Dita n. 111. Cma dita dita arrendada
por
Dita n. 117. Urna dita dita arrendada
por
Dita n. 127. Urna dito dita arrendada
por
Conde da Boa-Vista n. 24 E. Urna dito
dita arrendada por
Dita n. 38. Urna dita dito arrendada
por
Dita n. 52.
por
Dito n.
92.
pos
Dito n. 21.
por
Dita n.
Urna dita dita arrendada
Urna dito dita arrendada
Una dita dita arrendada
Urna dita dita arrendada
Urna dita dita arrendada
l .".na dito dito arrendada
Urna dita dita arrendada
Urna dito dito arrendada
Urna dito dita arrendada
115. Urna dito dita arrendada
123. Urna dita dita arrendada
67.
69.
71.
75.
85.
89.
Servido de vacciiiacio
Em cumprimento do art. 26 1" d i regulamen-
to sanitario vigente, ficam designados os dias de
8' rundas e qaintos-feiraa ao meio da, na inspec
toria de hygiene, que funeciona no pivimento
terreo do palacio da presidencia, ao lado em que
se acha a reparticao das obras publicas, para a
VHCcinacio de todas as pessoas nue all se apre-
jentan-m.O membro da inspectora de hygiene
Dr. Augu9io Serfico da Silva.
DECLARARES
Thesouro Provincial
De ordem do lllm. Sr. inspector desta reparti-
lo, fa;o publico que no dia 6 do correte nv-z
paga-sc a classe de Uymnssio e Escola Normal;
e no dia 7 a de Dcteoco, relativamente ao mez
de Agosto prximo passado.
Paga/loria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, en 5 de Outubro de 1886.
O escrivo da despera,
Silvino A. Rodrigues.
Dita n.
por
Diu n.
por
Dita n.
por
DiU n.
por
Dita n.
por
Diu n.
por
DiU n.
por
Dita n. 139. Urna dito dita arrendada
por
DiU n. 139 A. Urna dita dU arren-
dada por
Dita n 139 B. Urna dita dita arren-
dada por
Dita n. 113. Urna dita dita arrendada
por
Dita n. 143 A. Urna dita dita arren
dada por
Diu n. 115. Urna dita dita arrendada
por
Dita d. 147. Urna dito dita arrendada
U.na dito dita ar-
por
Riachuelo n. 2 D.
rendad* por
Dita n. 2 A. Urna dita dito arrendada
por Dita n 10.
Dita n. 26.
por Dito n 28.
rv1** Dita n. 30,
por Dita n. 32.
por Dita n. 34.
por DiU n. 36.
por Dita n. 46.
p>r Dita n. 4a
por Dita n. 52.
Urna dito dita arrendada
Uma dito diu arrendada
Urna dita dito arreudada
Uma dito dita arrendada
Uma d>ta dita arrendada
Uma dita dita arrendada
Uma dito dita arrendada
Uma dita dita arrendada
Urna dita dita arrendada
453J000
278J000
357JO0O
393*1000
213*000
240/000
210/000
213J000
240*000
393*003
333*000
453*000
273*030
273*000
373000
240*000
120*000
240*000
393*0u0
453*000
1:000*000
,264*000
300*000
300*000
336*000
312*000
700*000
300*000
210*000
408*000
328*000
300*000
240*000
408*000
360*0 0
360*000
144*000
228*003
240*000
273*000
273*000
273*0 0
273*000
273*OCO
273*000
216*000
192*001
216*000
idem.
ordeaux ou ana-
Promotoria publica do Recite
"2. PBOMOIOE PUBLICO DB. OI.IVEIBA
ESCOBEL
Parecer obre allatsmento eleltorsU
Requerente Davino dos Santos Pontual Filho
Bolsa coinnierclal de Pernam
buco
RECIFE, 5 DE OUTUBRO T)E 188.
; As tres horas da tarde
'oace* otfiiacj
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 3 d/v. com 3/8
0/0 de descont.
Cambio so ore Santos, 60 d/v. com 1 1|2 0/0 de
descont.
Cambio sobre S. Paalo, 60 d/v. com 1 1|2 0,0 de
det cont.
Descont de letras, 8 0/0 de descont.
O presidente,
Pedro Jos t'mto.
O. secretario,
Candido C. G. Alcofoiadc.
SEHU1ENTOS PBLICOS
Mea ia O-itubro de 1886
ALFANDEGA
Kbsd* oaaa;
Dclsl
dem ce 5
Ruma PBoviaciax.
Dola4
Ijem do 5
Total
96:3340<2
44:699b61
13.778i370
4:9H6486
BicaaaooaiADj 1 a 4
tosui de. 5
CjKi 1 ilem de 5
141:033* 63
18:774*856
159:808*509
3:312*547
1:278*5(8
Recite Drainage
A companhia faz publico, para conhecimento
dos interessados, que collocou no mez de Setem-
bro prximo lindo, oa appar~Jhos abaixo declara-
dos :
Fregntzia do Recife
Ra do Commrrcio n. 46. a.oparelho n. 6024,
sota o.
Santo Antonio
Ra nova da Praia n. 2, apparelho u. 5,658,
hoja.
dem.idem idem, appa'elho n. 5,659, primeiro
andar.
Segundo becco da Cambo* n. 8, apparelho n.
5,660, casa terrea.
Boa-Vista
Ra de Rischuello n. 17, apparelho n. 10,936,
casa t'rrea.
Recife, 4 de Outubro de 1886.
O gerente,
J. Doicdc'j Jnior.
Alterares encontradas para mais no lan^Hmento
da decima urbana da freguesia da Bo i-Vista,
no exercicio correte de 1886 a 1687, pelo lau-
cador Isidoro T. de Maltes Ferreira.
Ra da Ponte Velb'a o. 38. Uma casa
terrea arrendada p r 453*000
Dita n. 52. Uma dita dita arrendada
por 273*000
Dita u 58. 1 na dita dita arrendada
por 165*000
Diu n. 60. Uuia dU dita arrendada
por 2G0*000
D ta n. 74. Uma dita dita arrendada
por 240*030

. ll'B HIIAVNAHK---O 1 a 4 748*593
Id-jn d 5 104 4445
4:591*125
1:666*078
1:257*053
2:923*131
883*038
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
Vapor francez Niger, entrado dos por-
tos da Europa, no -Jia 4 d- Outubro, e con-
signado a Augusto Labille, manifestou :
Azeite 2 caixas ao consignatario, 2- a
Victcr N'-csea.
Ameixas 1 caixa a O. Pluyn C 1
ao consignatario,'' 6 a CJarvalho & C, 5 a
Rosa & Queiroz.
Amostras 3 vuluraes a diversos.
Batatas 200 caixas ao consignatario, 100
ordem.
Bilti-r 1 aixa a (Jarvalho & C.
C-iiuias 1 caixa Silveira e C.
Cryst.es 1 caixa :l ordem.
Cliepcos 2 caixas a Prente Viann;*
& ..
CriOL-i.'lite 1 c. xi a Ramos it C.
Couros 1 caixa a Prente Vianna 8c C.
1 a Otto Bohres Successor.
Ci'gnnc 10 caixas a Sulzer, Kauffman
& C, 45 a Domingos Ferreira da Silva
C, 50 ordero, 20 a Carvalho C,
5 a Jos Joaquim Alvea c% C.
Conservas 10 caixas or.iem, 3 ao can
signa t*rio.
Uoc s 1 ci.ixa Pluyn iC-, 6 a Jos
Joaquim Ales di C.
Ji iao 3 c.ix-.s a A. R go & C, 2
ordem, 1 a E. Goetsohel.
Li ores 7 caixas a R irnos & C, 10 a
Carvalbo & C.
Men-adoriss diversas 1 volurae a Joilo
I. de Medeiros Reg, 1 a irma Chouve-
roch, 1 a Prente Vianna &C, 3 Otto
Blircs Successor, la A. C. de Vason-
cellos, 1 a Sulzer Kauffman di C.
Massus alimenticias 16 caixas a F. Que-
des de Aranjo, 6 a Ramos & C.
Uma dita dita arrendada
por
Diu n. 56 A. Uma diu dita arrenda-
da por 84*000
Dita n. 57. Um sobrado arrendad por 1:6U0*0(HJ
Dita n. 61. Uma casa terrea arrenda-
da por 300*000
Dita n. 67. Uma dita dito arrendada
p >r 300*O, 0
Princesa Isabel n.5. Urna dito dita ar-
rendada por 60010'W
Dito n. 3. Uma dito dita arrendada
por 540*000
Uniao n. 19 A. Uma dita diu arren-
dada por 72*'XX1
DiU n. 23. Um sobrado arrendado por 1:000*00 >
DiU n. 25. Um dito arrendado por 950*000
Dito n. 29. Um dito arrendado por 800*000
Dita n. 43. Uma casa terrea arrenda-
da por 360*000
1.* Seccao do Consulado Provincial, 4 de Outu-
bro de J886.
O ebele,
J. X. C. de Barros Campe lio.
-^^SBW -S
Club de Regatas Per-
n a m lu cano
Pelo presente convido os senhores socios a vircm
rebeber do Sr. thesoureiro, das 7 s 9 horas da
noite, at o dia 8, na fde deste club, seus ingro-
sos para o sarao dansante de 9 do corrento.
Secretaria do Club e Regatas Pernambucano,
em 5 de Outubro de 1886.0 1 cecreturio,
Osr C. Mo tciro. .
suDiicioKat'ia do dialrlcio da
Boa Vista
Esta subd* legaca remetteu ao Dr. chefe de
pol.ci-t as armas seguintes : 9 vaccas de ponta, 4
naval has, 6 compasso?, 2 limas, 1 est que, 1 pis-
tola e 1 revolver de 6 Aros ; armas estas tomadas
a diversos desorderos no seu districto policial.
Mantciga 7 caixas a C. Playo &C.
Mustarda 6 caixis a F, Guedes de
Araujo.
Perfumara 5 caixas ordem.
Papel 1 caix i a Carvalho Cunha & C^,
11 a Lapor'- & C, 1 a Sulzer Knuff
man & C, 20 a Rodrigues de Faria &
C. Dito de cmbrulho 50 fardos a J. Fer-
nandos de Almeida, 60 a Souza Busto
Amorim di C, 75 ao consignatario, 20 a
Costi Lima & C.
Peixe em conserva 2 caixas a F. Gue-
des de Araujo.
Queijos 50 caixis e 1 tina a C. Pluyn
AC.
R'.-IogioB 1 caix* a E. Goctscnel, 1
or lein.
Rolhiis 1 farlo ao consignatario, 1 cti-
xa a W. ILio.l.
Sanguesug 2 caixas a F. Manoel da Sil-
va & C.
Tejidos diversas 1 volune orJem.
Vinagro 1 caixa ao consignatario, 2 a
V. Neesen.
Vinho 8 barris a Fouqueaux Fr-res, 7
ordem, 8 aos consignatarios, 4 a C.
Pluyn A C., 2 a Abrantes A JO., 2 a Bcr-
netAC, 1 a Ramos & C, 8 a G. L--
port & C, 1 a W. Hood, 7 a H. Nuesch
& C, 3 a Jos Joaquim Alves & C, 80
caixas a Domingos Ferreira da Silva & (].,
6 ao consignatario, 25 a Ramos, 25rdem.
Vapor nacional Ceara, entrado dos por-
tos do nortO) no dia 4 de Outubro e con-
signado ao Visconde de Itaqui do Norte,
manjfestou:
Gamma de mandioca 54 encapados a
a M-tia di Rezcnde.
Miu iezas 3 caixas a Luiz Oliviire.
Tapioca 26 encapados a Amorim IrmSos
AC, 15 a J. J. daFonseca.
Briguo portuguez S. Lourenco, entrado do Rio'
Conselho de compras da repar-
tido de Marinba
Mupprlmento de vlverea aoa navios
de guerra rundekdos sso porte d'ea-
ta capital e h dependencias d'ea'e
Arsenal, durante o semestre de I
de Janeiro a SO. de Timbo de 1 s o.
De ordem do Exm. Si. chefe de divisao Jos
Manoel Picaneo da Costa, inspector d'este Arse-
nal e capitio d porto d'esia provincia, fa^o pu-
blico que no dia 12 de Outubro, s 11 horas da
manhi se recebe propostas para o foroecimento
dos artigos abaixo declarados ; nao podendo ser
aceita proposta alguma que nao contenha todos os
artigos annunciados, com excepcSo de pao e carne.
que serSo propostas distinctos.
A proposto de carne veide dever conter a de-
claracao de ser o genero fornecido nao tendo mais
de um quinto de peso em osso.
Vivera
Agurdente, prrc por litro.
Arroz, dem por kilo.
Assucar branco refinado, idem por kilo.
Assucar grosso, idem por Mo.
Azeite doce para comida, idem por litro.
Azeite de coco, idem
Azeite de peixe, Jem.
Azeite para luz, idem.
Albo.
Aletria, idem por kilo.
Araruta, idem.
Bai vivo inclusive o pasto, um.
Batatas inglezas, dem por kilo.
Bolacha, idem.
Bacalbo ou peixe salgado, idem.
Cat em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cirne em conserva, idem.
Carne de porco salgada, idem.
Carne verde, idem.
Conservas picantes nacionaes (piklet), idem.
Caf moido, idem.
Cha verde, idem.
Cha preto, dem.
Cangica, idem por litro.
Ervilhas seccas. idem por kilo.
Farinha de mandioca, dem por litro.
Fub de miiho, idem pjr kilo.
Fi-ij i preto ou mulatinbo, idem por litro.
Legumes conserva los ou julianas, idem por kilo.
Oallinha, uma.
Mantciga ingleza, idem por kilo.
Matte em folha, idem.
Milho, idem.
Pi, idem.
Queijo de Hollanda. idem.
Rapadura de melado, goiabada ou marmelada, ou
cutos docei, idem.
Sal, preco por litro.
.Sabio, precxi por kilo.
Toucinbo de Lisboa ou Sant
Ti picea, idem.
Vinagre de List i, idem por
Vinho do Alto Douro, Lisboa
logo, idem.
Sig, idem.
Aletria, idem.
Chocolate, idem.
Gela de marmello, idem.
Goiabada, i>iem.
Bulachinha, idem.
Peptona Catillon ou outra. idem.
L"ite condessado. litro.
Crrveja Guies, idem.
Vinho velho do Porto ou Madeirs, idem.
Cognac, idem.
Conservas de galliuha, de carne de carueir
carne de vacca, kilo.
Extracto de carne, idem.
Dieta extraordinaria*
Ovos, duaia.
Leit', litro.
S^g, klo.
Certeja preta ou branca, nacional ou estrangeira
litro.
Catne de porco, kilo.
Dita de vitelo, idem.
Dica de csrneiro, idem.
Frangj, dio.
Gela (frucras e g illnha1.
Marmelada, kilo.
Rnp, kilo.
Po de lot, kilo.
Pao secco, kilo.
Vinho Xti z, garrafa.
Vinhus Collans o Figucira. dem.
Clinrutos, um.
Cigiirrcs, masso.
Filhote de pombo, um.
Mkcjs, urna.
ICias, uma.
Uvas, kilo.
Cbnpto
1.a Todos os artgoa ser) de primeira
daJe.
J}.* Serao entregues pelos furnecedores naa por
toes que Ihe forein pedidas pelo almtxnrifado e
p'.'los navios de guerra, no praao de tres das,
contados da data em que os pedidas forem despa-
clmdos pjlo Exm. Sr. inspector
3 O- gneros fiema i sujeitos approvacao ou
reprovacSo do perito que fjr designado para exa-
ininal-os.
4> Os forncjudores pagaras as multas de dez
p r cento do valor dos gneros no caso de demora
iihs eutregas e de vinte por cento no de falta du
entrega, ou rojeicao por m qoalidade, indemni-
sandj ueste caso a fatenda nacioual da diffe-
renca que se der entre os precos a justad s e oa
por que forem comorados os geneos nao forneci-
nos ou rejeitados, salvo se forem immediata-
mente substituidos por outros da qualidade con-
tractada.
b O pagamento da importancia dos f ,rne-
cimentos seri feito pela Thesouraria de Fazen-
da vista dos documentos que obtiverem os f.r-
necedorer, e depois de satisfeito o sello provin-
cial.
6 Coufo-me o aviso circular do Ministerio da
Marinba n. 172 de 28 de Janeiro do corrnnte anro
o f irn-cedor ficarff sujeito a mais sessenta dias de
suppnmento, alm lo praso estipulado no contracto
sem que esta circumstancia lhe d direito pro
regicAo do ajuste.
7. Oj objectos fornecidos s<5 serSo pagos no mez
g. guinte.
Jo
Obtervaoet
1.* Nenhuma proposto ser tecebids sem que o
proponente nclla declare por exteoss, sem claro al-
gum, emenda, entrelinha ou rasura, o preco de
cada genero.
_ 2.' Nao ser aceita proposto sem que o nego-
ciante declare qua se sujeito o pagamento da
multa de cinco por cento do valor provavel de for-
necimento durante o praso para que este annun-
eiado, se nSo comparecer nesta secretaria para as-
signar o contracto, no praso -.i tres dias, conta-
dos d'aquelle em que for notificado pela iinprensa,
como determina t aviso de 28 de Dezembro de
1871.
3.a Conforme o recommendado em aviso de 11
de Maio de 1880, nao serao admitlidas as propos-
tas dos negociantes ou firmas sociaes que nao
apresentarein es documentos seguintes :
Certido da matricula da junto commercial:
Bilhete de pagamento do imposto de industria
no ultimo semestre.
C -rtidio de contracto social exhibido do regis-
tro da iunta commercial.
4. Nenbuma proposta sar recebida depois do
dia e hora designados neste annuncio.
5.a Os pr.'p meutes apresentaro os documentos
exigidos pelo aviso de 11 de Maio cima referido
tres dias antes do praso marcado para o reeebi
ment das propostas, para a necessaria verifiea-
co.
Secretaria da inspeccSo do Arsenal de Marinha
de Pernambuco, 29 de Setembro de 1886
O secretario,
Antonio da Silva Azeuedo.
Manta Casa da Misericordia do
Recife
Puf esta sccret ra sao chamados os parenfes
ou protectores das menores constantes da relac&o
nfra, para que as vil recolhir ao ollc-gio das
orpala
Belacao das orphls a que se refere o edital
Banca
1 Donna, filha de Paulina Maria Ferreira.
2 Maria, filha de Joanna Baptista de Jess.
3 Ameli, filba de Anna Amelia Bezerra de Al-
buquerque.
4 Olindiiia, filha da mesma.
5 Rota, filha da mesma.
6 Emilia, filha de Feliciana Veira da Rocha
Falcao.
7 Maria. filha de Joaquina Mirandoliua da
Silva.
8 Genoveva, filha de Hermina Correia de Lyra.
9 Carolina, fi ba de Antonia Dioiz Bandeira
de Mello.
Secretaria da Santa Casa le Misericordia do
Recife, 13 de Setembro de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Ciso i)e compras da Bepr-
quali-
Grande do Sul no dia 5 do corante e consignado
4 nrdi-m, manifestou :
Xarque 169,900 kilos ordem.
Lii.;ar nacional Juvenal, entrado do Rio Gran-
de do Sul nc da 5 do corrente e consigaado a
Maia 6 Rezende, manifestou :
Xarque 242,040 kilos ordem.
DifPAGHUS DE BXPRTAgAO
Em 4 de Outubro de 1886
Para o exterior
No brigue inglez Lucille, carregaram :
Para New-York, M. J. da Rocha 100 saceos
com 7 50-3 kilos de assucar mascavado.
Para o interior
No vapor allemao Hohlein, carregaram :
l'.ir-i Santos, J. J. Moreira 00 saccas eoiri
lf>,G'.K) kilos de algolilo ; S. Guimaiaes & C. 100
saccas com 7,762 1|2 kilos de algodo ; P. A- de
\ se vedo 450 saceos com 27,030 kilos de assucar
brinco ; Mala & Reseade 30) icio .com 18C00
kilos de iissucar mascavado e 350 ditos com 21,00
ditos de dito br.-.nco ; T. de A. Souza 213 saceos
com I2,7e0 kilos de assucar mascavado ; Baltar
limaos C. 150 saceos com 9,000 kilos de assu-
car branco e 200 ditos coa 12,000 ditos de dito
mascavado.
No vapor nacional Ipojuca, carregaram :
Pura Acaral/. Fernandes & Irmao 1 barril c:m
96 litros de sgunrdentc.
No bate nacional Santa Rita, carregou :
Para Parahyba, J. Baptista 50 saceos com fa
rinh-. de mandioca.
No hiate nacional Ires, carregaram :
Para o Natal, E. C. Beltro & Irmo 4 barricas
com 221 kilos de assucar mascavade.
No vapor nacional CVard, carregaram':
Para o Rio de Janeiro, A. B. Correia 100 caixas
eajurubea ; V. da Silveira 70 saceos com 5,250
kilos de assucar branco ; J. A. da Costa Medeiros
47 saceos com 2,280 kilos de assucar mascavado ;
V. de Itaqui do Norte 267 saceos com 16,020 kilos
de assucar mascavado ; J. M. Dias 100 saceos
com 6,000 kilos de assucar br. neo ; R. J. Barata
de Almeida 1 barrica com 25 abacaxis ; F. Si. d .
Silva & C. 15 caixas com 500 kilos de oleo de
ricino ; Bartholomeu & C. Successores 5 caixas
vinho jurubeba.
Para a Babia, P. Alves & C. 25 barricas com
1,500 kilos de assucar rtfiaado.
Propostas para o suppriin. nt.i de medicamentos
entermaria de marinha e a->s navios de guerra
tundeados no porto desta capital.
De ordem do Illm. Sr. i-befe de divisao, Jos
Manoel Picaneo da Cost-i, insp-ctor, faco publica
que no dia 9 do corren)-- mez, s II horas da
man ha, contrata se em cmeclho o supprimento de
medicamentos enfermara de mariohi e aos as-
nal de guerra fun 'eadoi no porto desta capital,
por 6 mezo?, a contar d > 1 de Janeiro ao ultimo
de Junto vindouro.
As propiatas d-verao ser presentadas nesta
secretaria em cartas fechadas at s 11 horas do
dia precitado, tendo por base o formulario, qu
desde j acha-se erposto a consulta dos preten-
dent a.
O contrato ser celebrado sob as seguintes con
dices :
1 Todos os medicamentos serlo de primeira
qualidade.
2o Serao entregues pelo fornecedor quando pe-
didos unmediatamente.
3U Ficam exp istis a approvacao ou reprovaco
do medico da enfermara.
4* O fornecedor pagar a multa de 10 por cento
do vmor dos medicamentos que nito entregar, e
d'1 20 por cuto o daquells cuja entrega nao
effectuar on forem reprovados, se os nao substi-
tuir pir outros, que s-jmn aceitos; e bem assim
adilferenca que pnssa haver entre os precos ajus-
tados e fcqnelles porque s-.' ti ver de obter no unr
cado.
5* O fornecedor ser pago da importancia ''o
fnnecimento que fizer. pe'acompetente repirucao,
em vista dos documentos que obtiver.
ObservHCo-a
Ia Nenhuma proposta ser recebida sem que o
proponento nella declare p>r extens}, sem claro
algum, entrelhha ou rasura, o preci e mais cr-
cumstancias que interess-'U) ao forn''cim?nto.
2a Nao ser aceita proposto em que o nego-
ciante uao declare que se suje'ta ao pagamento da
multa de cinco por cento ao valor provavel do
fornecimento, durante o praso para que este an-
nuuciado, se nao comparecer nesta secretaria psra
assignar o contrato que for celebrado no praso de
tres dias, contados daquelle em que for chamado
pela imprenss
3a Nao s<-iao admittidas as aropostas dos nego-
ciantes ou firmas sociaes que nao apresentorem
certido de matricula da junta commercial, bilbe
te de pagamento do imposto de industria do ultimo
semestre, e cenidao de contrato social, extrahido
da junta commercial
4a Nenhuma proposto ser recebida depois do
da e hora designados neste annuncio.
5a Os praponeuten apresentaro os document s
ex gidos, tres dias antes d > marcado para o rece-
bimento da9 propostas, afim de ser feita a compe-
tente verifieaca >.
6a Oj fornecedores ficarao sujeitos a mais 30
das de supprimento, alm do praso es'ipulalo no
coutrato, sem que esta circumstancia Ibes d di-
reito proregaco do ajuste, conforme a clausula
estabelecida pelo aviso do Ministerio da Marinha,
de 13 de Julho de 1877.
7" Os objectos fornecidos s sero pagos no mez
seguinte.
Secretaria da inspeccao do Arsenal de Marinba
de Pernambuco, 1 de Outubre de 1886.
O secretario,
Artonio da Silva Azevedo.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro chefe, faco
publico que no dia 15 do cor-ente, ao meio dia,
recebe-se na secretoria desta repartilo, em car-
tas fechadas e competentemente selladas, propos-
tas para o execucao dos reparos da cadeia de
Caruar, oteados em 2:188*117.
O orcamento e mais condices do contrato se
achan a disposicao dos senhores pretendentes.
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Pernambuco, 1 de Outubro de 1886.
O secretorio,
Joao Joaquim de Slqueira Varejao.
Lyceii fie Artes i OlTicios
A Imperial Sociedade dos Artistas M-
chameos e Libcraes ae Pernambuco, que
tcm a seu cargo o Lyceu de Artes e Ofi-
cios, no Intuito de Ilustrar as classes arts-
ticas e manufactureras, mantm como j
bem conbecido em seu palacete no Cam-
po das Princezas, aulas de diversas linguas
e s iencias, as quac?, fun^ciooam em todos
os dias uteis, das t s 9 horas da noite.
Com o mesmo intuito mantm ella uma
pequea e modesta bibliotheca que, cota
patriticos donativos, augmenta so de dia
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as mesnus horas cima.
Assim, pois, com o raui applaudido in-
tento de t>rnr bem conhecido o progres-
so das artes e ofS ios entre nos a perfei-
cSo e utilidade de seus productos, fazer
conhecido seus autores, bem como oa lu-
gares de seus estabelecimentos, afim de
facilitar a sabida e o consumo delles, pro-
move ella todos es annos para o dia de seu
anni^ersaro, segundo disp3e o f 6o. do
art. 2." dos seus estatutos, uma expoaicSo
dos trabalhos d'artes o& ios e manufactu-
E' para a consecucSo de to aper-
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 4
Pelotas 30 dias, brigue portuguez Lourenco, de 218 toneladas, capillo Ma-
noel de Jess Moraes equipagem 9, car-
ga xarque ; a Pereira Carneiro A C.
Rio Grande do Sul 23 dias, lugar nacio-
nal Juvenal, d> 204 toneladas, capitulo
Jos dias Netto, equipagem 8, carga
xarque; a Maia Rezende & C.
Navios entrados no dia o
Rio de Janeiro-16 dias, barca ingleza
Picton Castle, de 566 toneladas, capito
William Chalk, equipagem 12, era las
tro ; a LHstone & C.
Rio de Janeiro14 dias, lgai americano
Bonny Doon, de 546, toneladas, capito
C. Busquen, equipagem 10, em lastro ;
a H. Lundgrin fS C.
Santos15 dias, brigue norueguense Ves
ta., de 215 toneladas, cepito M. Iver
sen, equprgem 8, em lastro ; a H. Lund-
grin & C.
Santo315 dias, briguo ingl-z W. W.
Lroyd, de 243 toneladas, capitao O.
Griffit, equipagem 7, em lastro; a H
Burle & C.
Rio de Janeiro 14 dias, lugar norueguen-
se Bertha, de 329 toneladas, capit3o L.
Halversen, equipagem 9, em lastro; a
H. Lundgrin & C.
Rio de Janeiro 7 dias, barca americana
Wallace, de 613 toneladas, capitSo J. M.
Cosmak, equipagem 10, em lastro;
ordem.
Rio Grande do Sul15 dias, barca portu-
gueza Lopes Duarte, do 317 tor. dadas,
capitSp Jos Pereira Lopes, equipagem
12, em lastro ; ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
Rio de Janeiro por escalaVapor nacio-
nal Cear, commandante Guherrao Pa-
checo, carga varios genero. '
ras.
feicoado quo vantjoso Sm, que a directo-
ra da sociedade vera pelo presente, soli-
citar de todas aqu'-llus pessoas que pos-
suera porpergaminho o trabalho, sua cffi-
caz con urrencia ExposicSo que, em 21
de Novembro deste anno Be eflwetuar em
sua sede, Lyceu de Artes e Officios.
Curapre tambera a ella fazer conhecedo-
r-s oj illn6tre senhores e senboras, que
a quizi-r.-m honrar com seus productos, os
seus direitos e
t Deveres
1. Deverao at 15 do dito mez envia-
n-m as amostras de seus vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceu.
2. E'ii todos os objectos deverao acom-
panbar o nome do autor, ou proprietario
ios meamos.
3. Ser imprescindwl em todo e qual-
quer objecto a declaracao do prego, e lu-
:ar d<: sua fabrica ou deposito.
4. Que os objectos para a Exposiclo
djveiu ser tal qual os costuma fazer e
vender.
Direito
Art. 8o do r gulamento da Exposg2o
Artistii'o-Industrial:
Surtiente aos expositores permittido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tantes es seus produ tos.
A directora conscia de que cuito Be es-
forcarao para o faustoso i sultado deste
certamen to pro/eitoso e lisongeiro a to-
das as classes industriaes, antecipa seus
devidos agradeciroento8.
Secretaria da Imperial Sociedade dos
Artistas Mechanioos e Liberaes, em 18 da
Setembro de 1886.
Jos Castor de A. Souza,
1 secretario.
Santa casa
Na asaetoria da santa casa de misericordia do
B?eife arread-* par espado de um tres an-
co as ** abaixo asriararta ;
c'^s 02 Moada a. 46, por 204 menaaes.
Idm idem n. 49, 204 idem.
Dito da Lingueta n. 14 1' andar, 16^660 idem.
dem idem 2 dito. 15 dem.
Ra do Burgos n. "t idem.
Dita da Madre de Deus n. 10-A, armaiem
154, idem.
dem idem n. 12, 404 idem.
Ra da Guia n. 25, 164660 idem.
Dito da Senzalla-velha n. 132, 2- andar, 154
idem.
Dito da Detenco n. 3 (dentro do qaadro) 104
idem.
dem idem, 8&T00 dem.
Dito do Visconde de I tapanca, n... 2- andar
e sotao, 354 idem.
Dito do Marques de Olinda n. 53, 2- andar
404 id. m.
Caes da Alf. ndega n. _____________________
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenix Per-
nambncana
Ruado Commercio n. 8
AntilhasLugar americano M. A. Gray,
capitio O. S. Burg, em lastro.
Rio Grande do NorteBarca norueguense
Theodor, capitio a. M. Andsrsen, em
lastro.
Rio Grande do NortePatacho inglez Has-
tings, capitio Joseph Coumans, em las-
tro.
Barabyba Hiate nacional Sania Rita,
mestre Manoel Joaquim da Silveira, car-
ga varios gneros.
Maeo Hiate nacional Bom Jess, mestre
Clementino J. de Macedo, carga varios
gneros.
Acarah Vapor nacional Ipojuca, cora-
mandante Antonio M. Ferreira Baptista,
carga varios gneros.
Rio Grande do Norte Briguo inglez W.,
W. Uoyd, capitio O Griffith, em lastro.
Rio Grande do NorteLugar inglez Hor-
net, capitio Israel, cm lastro.
Parahyba -Brigue norueguenso Vest ca-
pitio, M. Jersen era lastro.
VAPORES ESPERADOS
Prncipe do Gro
Para da Bahia hoje
Ville de Baha do Havre hoje
B. Keminy do sul a 8
Trent da Europa a 10
Galicia do sul a 11
Manoi do sul a 12
Baha do norte a 13
.76e do sol a 14
Rosario do sul a 15
Pernambuco de Hamburgo a 16
Espirito Santo do sul a 17
Allianca de New-Port-News a 21
Britaania da Europa a 23
Para do corte a 23
La Plata da Europa a 24
Equateur do sul a 25
Cear do sul a 27
Neva do lu a 29

I


. __:
Otario de Pernambueotyuarta--feira 6 de Outubro de 1886
.
-.
>--;




SEGVB6
CONTRA FOGO
The Liverpool & Londoo & Glob
1NSIMANCE COMPANY
iers & c.
Pacific Sieam taigation tompanj
8TRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Galicia
London and Brasilian Ba
Limited
Ra do Commercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ea
do mesmo anco em Portugal, sendo
xa Lisboa, ra ti os Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglezes.
COMPANHIA
Imperial
DE
MECIRON contra FO0
EST: 1803
Edificios t mercaduras
Taxas baixas
P<-omplo pagamento de prejuio
CAPITAL
R. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. hRa do CommercioN 5.
xoimiiix
de liOndrrn e Aberdeeu
Poniro iiiiaiirolra (Dezcinhro 1895)
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos accurauladoa 3.134,34tf
Beeelta mutual t
D premios contra fi go 577,330
De premios sobre vid as 191,000
De juros 132.000
O AGENTE,
John H foxwell
l< COMMEBDOCIO *. < 1 1ND4B
GraiailiK Jp Seguios filme,
AGENTE
Sligael Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
*f*ui' maritiaaoa e lrrrr*ltr*
lestes ultimo time* companhia uisto prage
que concede aoi Srs. Mgurudii itrsspcodc paga
ment de r romio em cada Htimo moas, o
equivale ao descont de ccrrxjda 15 por eeoto em
favor dos sc-curados.
lOHI'AMIH I>:j SEGUROS
Espera-sc do portos
do sul at o dia 11 de
Outubro aeguindo pa-
ra a Europa depoia da
"iemora do coBtume.
Este paquete e os que dora
em diante seprem tocaro em
Plymoulh. o que facilitar che-
garem os passageiros cora mais
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, e encommendas, tracto -
cota os
AGENTES
lYHson Sons N. 14- RA DO COMMERCIO N. i4
t'oiiPA.vau PKa.niHfliCt.M
DE
tavegacoo Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Araeaju
0 vapor Mandahu
Segu no dia 8 dt
Outubro, s 5 horas
da tarde.
i Recebe carga at o
Idia 5.
Encommendas, passag^.,8 dinheiro a frete at
i 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Perrwmbucana
__________ n. 12
K0Y4L M4IL 8TEAH PACKET
[COHPANV
O paquete Trent
Agente Pestaa
Leilo
Qaartafeira 6 do crvente
A's 11 horas
No armasen? da ra do Vigario n. 12
De qastro excellentes casas terreas reedificadas
a moderna, as quaes pelas suat boas locali-
dades e melbores rendimentos, ehaioam attenco
dos Srs. capitalistas.
O agente Pestaa, vender livre e desembara-
zadas de qualqner onua e a quem mais der, as
casas abaizo declaradas.
A importante casa terrea sita ra de S. Jos
n. 74, com 2 janellas, 1 porta de frente, 2 boas
salas e corredor forrados, 3 quartos grandes, co-
zinha fura, quarto para ciado, di'o pura appare-
Ifco e c< zioba s.ffn vel em terreno proprio, renden-
do annualmente 40000
Urna dita travesa de 8. Jos n 23, com 2
salas, 3 quartos, cozinha fra, quarto de appare-
Iho, grande telheiro, cacimba, bm quintal em ter
reno proprio, rendengo annualmtnte 3605000.
Urna dita travejada e prompta para sobrado,
sita ra do Coronel Suaasuna n. 141 (outr'ora
de Hurtas, onde fui o antigo thcatro) magnifico
ponto para estabelecimento de molbados e mora-
dia para tres familias independentemente, tenlo
apparelho, Quintal e cacimba, i endeudo annual-
menie 600*000.
Urna dita ra di Palma n. 11, com 2 salas,
2 quartos e coainha, rendendo annualmente...
3c0*000.
As tres primeiras casar, acham-se abertas por
se estar concluindo as pinturas, podendo os senbo-
res pretendentes examinal-as at o dia do leilao.
Le'lao
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelc'da em t*S5
CAPITAL 1,000:0001
SDISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Maritimos..... MIO:000$000
Terrestres,.- .116:0008000
___44Raa do Commerelo-
; COHPAHHA DB SEBBOS
< t>> TI* A FOGO
Nortb Brilish & lercantile
CAPITAL
:OOO.OOo de libras sterllnaa
A O EN ES
Adomson Howie & C.
THEATEO
DE
VARIEDADES
Companhia lyrico-coraica de operetas
francezns de variedades e ao modo dos
concertos
dos Campos Elyseos, em Paria
brese no dia9docorrente
cm raoa de Chairlesi Pluym A f
ra do Commerelo i. SI. Recife
A assigoatnra
para vint'i espectculos
PRECOS
Camarotes c Cadeiras e gilorias OJO
Plateas 1*000
Entrada no j rdim $500
Visto o prcc> reduzido para platea e entrada
geral, so toma-sc assignatura para camarotes, ca-
deiras e galeras.
Os seuhere* assignantes tero dircito a um des-
cont de 10 '
V. gami 111 e :
50 % na occasiSo de tomar a assignatura, outra
metade na vesp-ra do primeiro espectculo, dia da
entrega dos bilhetes.
MARTIMOS
DE
^dTecsciio eostelra por vapor
Fernando de Noronha
^apor Giqui
Segu no dia 11 de
Outubro, pelas 12 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
dia 9.
EnC -.irmendis, passagens e dinbeiros frete at
as 3 horas da tarde do .lia 10.
ESCRIPTORIO
raes da Companhia Persambo
cana u. 12
0 Fi5r austraco B- Kemeny
E' espirado do sul no dia
8 i'.- Outubro, segniado de-
pois da demora neeeasaria
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Recebe carga e encommendas a frete mdico
tractor com os
AGENTES
JOHNSVON PATER & C.
RA DO COMMERCIO N, 16
Mossor eMaco
O biatc Aurora 2* sahe com brevidade paraos
porto* cima, e pira o resto de carregamento se
trata com o mestre a bordo, no caes do Loyo.
E' esperado da Europa no dia
10 do corrente, segurada
depoia da demora necessa
ria para
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Santo,
Montevideo e Buenos-Ayre
O paquete Elbe
esperado
do sul no dia 14 de
De um balco, nma carteira, um armario envidru-
cado, mesas cem eavalletes para fasendas e
prensa de copiar. Urna mobilia de junco, can-
dieiros a gaz, jarros para t ir?, urna mesa els-
tica, um guarda-louca, urna cama francesa, loa-
cas, cortinados, espelhos, garrafas, vidros, um
guarda-comida, 2 cadeiras de balanco e outros
movis de casa de familia.
Ornarla felra O de corrcnle
N'j sobrado da ra do Mrquez de Olinda n. 24.
Ageute Burla maqui
Qaartafeira 6 do corrente
X'H
11 horas
De casas terreas na cidade Olinda todas cm
perfeito estado, as qucs acham-se alugadas.
Ruado Imperador n. 22
O agente cima autori jado levar a leilao na
seguintes casas terreas : Dual roa do Ampa-
ro ns. 6 e 26 em solo proprio, urna dita ra
Nova sob n. 6 em solo proprio e maii um terreno
ao lado ; todas estas casas eSo com muitos com-
modos.
Os Srs. pretendentes pod>jm examina r e infor-
mar- se com o Sr. Candido Gnedes Alccforado, na
ra do A'jube, junto cadeia cu com o agente
corrente seguinlq Burluinaqui no Recife.
lepois da demora
11.325Ua annel de ouro com um brilhante e
na> volta, ouro de lei.
11.332Dous pares de brincos, dous alfinctes,
um cordlo e tres teteias, ouro de lei.
11.842Urna corrente e medalba par. relogio,
ouro de lei.
11.852=Uma corrente e medalha para relogio.
ouro de lei.
11.871Um trancelim e um par de brincos (in-
completo) ouro de lei.
1) .873Um oceulo de ouro.
11.874Um annel de ouro com brilhantes, um
par de rosetas c in ditos, urna cruz com
ditos, um fio de perolas, urna corrente
de ouro e um relogio, ouro de lei.
11.883Dous casticacs, prata de lei.
11.884Um alfinete, urna pulseira pequea, um
par de brincos e urna' medalba, ouro de
lei.
11 885Uma volta de trancelim. ouro de lei.
11.904Urna pulseira, uirj broche e um par de
brincos de ouro deilei, com brilhantes.
II .910Um relogio, ouro de\ lei.
11.927Uma corrente e medalha para relogio,
oorj de lei. I
11.938Um par de rosetas- de ouro com bri
Ihantes e um annel com ditos, uma cor-
rente para relogio, e um relegi, ouro
de iei.
11.946Urna corrente dupla com medalha para
relogio, ouro de lei.
11.950Um eordiio, ouro de lei.
11.951Lm alfinete pequeo, um par de rosetas,
duas voltaa Ue trancelim, um replendor e
duas cruzes, ouro de lei.
11.954-Uma volta de'ouro, uma medalha, um
trancilim, um alfinete, uma ohave para
relogio e uma cruz, ouro de lei.
11.9' Uma corrente e medulha para relogio,
ouro de lei.
11.971Dous alfinetes, um p&r de brincos, uma
medalha, um crucifixo, um cordao, uro
dedal e um aunel, ouro de lei.
11.974 Uma corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.975 -Um annel de ouro com brilhante e um al-
finete com ditos.
11.976Urna corrente para relogio e um relogio
pequeo, ouro de lei, um paliteiro, prata
de lei.
11.981Uma pulseira, ouro de lei.
11.987Dous alfiuetes, um ponteiro, dous e meio
pares de boto-.'s para punho e quatro bo-
tos para abertura, ouro de lei.
11.988-Um annel de ouro com brilhantes, tres
boto-'S com ditos, uma volta de curo c-m
duas medalhas para relogio, um par de
brincos ouro de lei, seis motdinhas de ouro
com botos.
11.990Um annel de ouro com'.um brilbantn.
12.152-Um cordo, um par de brincos, um dito
de rosetas, um alfiuete e duas medalhas,
ouro de ]ej.
12.163Duas mentes para relogio, ouro de lei.
12.168Unja cruz de ouro com brilhantes.
12.178Um par de brincos, um laco de ouro para
gargantilha,, um par de argoloes, uma
peca de brinco, ouro de lei; dous relica-
rios, um par de argolas, uma cruz e uma
peca de brinco, ouro baizo.
12.186Urna corrente e medalba, ouro de lei.
12.187Uma cbrente para i elogio, uma medalha
pequea e um annel, ouro de lei.
12.188Uma pulseira, um alfinete e um par de
rosetas, ouro de lei.
12.190Dus8 pulseiras de ouro e um par de rose-
tas com brilhantes.
12.191Um trancelim e nma uicdalhu, ouro de
lei.
12.201Dous anneis de ouro com brilhantes
grandes.
12.202 Um annel de ouro com um brilhante e
um trancelim, ouro de lei.
12.203Duas pulseiras e um broche, ouro de lei.
12.207Um par de rosetas com brilhantes, um
pulseira, tete pecasde ouro para cinteiro,
ouro de Iti; um assucareiro, um pali-
teiro, um garfo, 13 colheres de prata.
12.203Urna salva, um bule e uma colher de
prata.
12 212Uma corr.-nte e medalba (com diamante)
e um relogio; ouro de lei.
12.216Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, 6 bote> de moedinhas.
12.217 -Um relngio, ouro de lei.
12.220Uma gargantilha e uma medalha, ouro
de lei.
12.229Uma moeda de ouro de valor de vinte
mil res com laco de ouro.
12.230-Uma corrente e sinete para relogio, um

Tima-se um rapaz de 12 a 14 auuos, para pra-
ticar em escriptorio : na ra do Vigario n. 31, pri-
neiro anlar,
Compra-se
Sir d-j argoloes, um broche, uma meda-
a e dous relogios, ouro de lei.
medalba e um relogio
12 231 -Uma corrente c
ouro de lei.
13.235Urna pulseira, dous alfinetes, um par de
brincos e um annel, ouro de lei.
12.239Uma volta de trancelim, uma cruz, ura
dedal, uma inedaha e um annel do onro
lei.
12.249Uma corrente com medalha para relogio,
um relogio, ouro de lei.
12.250Duas pulseiras, duas medalhas e um par
de rosetas, ouro de lei.
12.252Tres anne de ouro, dona pares de rose-
tas, com brilhantes, uma pulseira, un
porta-relogio, uma corrente para relogio,
dous relogios, um dito com perolas e qua-
tro moedas de ouro de valor de cinco mil
uma taverna dentro ou fra desta cidade, prefo
riudo-se B>> arrabuldes. Aceita-ie tambein so-
ciedaleemestableeimento desta o.dcm : a tratar
na ra estrena do Rosario n. 4- i.
Milita alleiicao
Roubaram do engenlio Velbo, freguezia da Luz,
comarca de Pao d'Alho, na madrugada de28de
Setembro, quatro cavallos de cangalba, sendo tres
rudados e um russo, os tres rudados andadores
baixo e o russo sem pisada nenhuma, sendo um
russo e u-n ruciado, castrados, e os dous inteiros,
todos fenadts na p direita e quarto direito :
qoem der noticia exacta dellea ser bom recom-
pensado no mesmo engenbo.
Precisa se de uma ama
Paraizo n. 18, taverna.
a tratar no pateo do
Ama
Precisa-se de uma ama para casa de pouca fa-
milia : a tratar na ra de Pedro Affonso n. 1].
Na ruceara
da engenboca B-mfica, estradr Real da Torre,
precisa-se de um ajudante de vaqueiro, qus saiba
tirar leite e tratar de vaccas: a tratar na mesma.
ris.
' 12.256 -Um annel de ouro com brilhante,
11.991-Dou* alfinetes, tendoeraum um bnlhan- 12.257Um paliteiro, prata de lei,
te, nma volta de ouro, dous pares de ro- ; 12.272Uj correte e medalha
necessaria
\. Vicente. Lisboa, Vlgo e ion
thampton
Para passagens, frotes, etc., traet c. m
CONSIGNATARIOS
Adanison Howie &i>.
CilARGEURS REU.S
Companhia Francesa de Navega
co a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro
Santos
steamer Ville de Baha
E' esperado da Europa
ni dia 6 de Ou'ubro, se-
guindo depois da indispen
tavel demora para a Ba-
ha, nio de Janeiro
e Haatos.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p 'los
vapores desta linha,auciram apresentar dentro de 6
di..8 a contar do da descarga das alvareng ,..:i!
quer reclamacAo concernente a volumes, qud po-
ventura tenbam seguido para os portos do sul.afim
de se poderem dar a tempo a* previdencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia alo se
responsabiliza por extravio*.
Recebe carga, encommendas e passageir** par*
es quaes tem excellentes accomodacoes.
I
Leilao
E n nontinuatjo
De miudeza*, perfumaras, moveis, barricas
com fumo picado e muitos ontios artigos.
Quinta feira, 9 do corrente
A's 11 horas
AO CORRE K DO MARTELLO
No armazem da ra do Mrquez de Olin-
da n. 19.
Por intervencao do gente Guanajo.
para relogio,
ouro de lei.
12.206 Uma pulseira, uma medalba e uma cor-
reute para relogio, ouro de lei.
12.299Uma pulsein, um alfinete, um par de
brincos e um annel, ouro do lei,
12.300Uma corrente e sinete para relogio, ouro
de lei.
Recife, 16 de Setembro de 1886.
O gerente e guarda-livros,
Felino D. Ferreira Coelho.
AVISOS DIVERSOS
Augusto F. de OheiraM,
AGENTES
42-RA DO OOMMEROIO -42
Lisboa e Porto
Para os portos cima recebe carga a frete o pa-
tacho portugus Commercio : a tratar com Perei-
ra Carneiro 4 C. ra do Commercio n. 6.
USIL0BS
O de sardiuhas, champagne, cognac, papel
almac', caixas com jarros e relogios, para fecba-
mento de contat, no eEcriptorio em qu esteve o
Sr. Ricardo Hill, 4 ra do Mrquez de Olinda n.
24, quarta feira, 6 do enrrente. as 11 horas.
Quarta feira, 6, deve ter lugr e leilu de mo-
veis, louca, vidrot, electro-pate, relogios e mais
objectos de casa de familia, no sobrado da ra do
Mrquez d; Olinda n. 24
Em continuao
Grande leilo de mindezas
Quarta feira 6 do corrente
AS II HORAS
No armazem da ra do Bom-Jess n. 45
Constando de botoes para vestidos, guarnices
para camisa, pulseiras, boioes de charlo, anneis,
alfinetes para gravata, redes para cabelle, resmas
de papel almasso, brincos, pecas de tranca, cazo-
letas, lapis para mareineiro, torrentes pretas, bo-
toes drjl' iif-i, ilo metal, enveloopop, escovaa para
sapatos, e^tojoB para barba, pontea, voltas, guaroi-
c3o pira punbos, papel amisade, fita de 13 para
debruar, dedacs para altaiate, lapis encarnados
com cast r e muitos ontros br.'igos.
O agante Alfredo G'jimaruis, autoiisa.lo por
urna pessoa que acxbou com o sen armazem de
miudezas, far leilo das morcadunaa cima men-
cionadas, as quaes sero veudidaa
Ao correr do martello
2 leilo
Da arroagSo, fazendas, calcados, moveis e
mais p'Ttences da luja da ra da Lu-
peratriz n. f)2.
Massa fallida de Joao Francisco Paredes
Porto
Q,iiarta feira, 3 do corrente
A's 11 horas
O agente Martins, far leilo pela segunda vez,
por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio e em sua prsenos, a 1-ja e fazendas
pertcncente a massa fallida de Joo Francisco
Paredes Porto, servindo do base a oflerta de
2:530*000.
Leilo
De cognac, ehampanhe, papel almaco. agua de
Scltz, caixas com jarros, um variado sortimento
de relogios e objectos de electro-plate e diffe-
rentes moveis de escriptorio.
Quarta feira O do corrente
Agente Pinto
No primeiro andar do sobrado da ra do Marques
de Olinda n. 24, onde teve escriptorio
O Br. Richard Hall.
Leilo
Sabbado O de Outubro
a's 11 horas
Roa Estreita do Rosario n. 21
O agente Modesto Baptista por mandado e com
assistencia do Exni. Sr. Dr. Juic de orphaoa, e a
requerimento de Hermes Dias Fernand-'s, inven-
tariante dos bens drizados por Joaquim Dias
Pernandes, far leilao de uma casa terrea & ra
do Coronel Suassuna n. 189, con 6 metros e 50
centmetros de frente e 19 metros de fnndo.
Monte de Soccorro de Pernam-
bneo
I.RiI.AO DE JOIAS
Este estabelecimeuto far leilo no dia 14 de
Outubro, por intervencSo do agente Martins, ra
do Bom Jess n. 32, s 11 horns da manh, do
objectos que nao forem resgatados at a vesper*,
das s guintes cautellas, a diuht-iro de contado.
11.128-Seis casti(aes prata baixa.
11.388Um cordao, um par de rosetas e uma
cruz, ouro de l< i.
11.610Uma corrente e medalha para relogio,
ouio de lei.
11.611Uma pulseira, um par de brincos, duas
pecas de dito, um par de rosetas, dous
anneis e uma medalha, ouro de le.
11.617Um broche, dous pares de brincos, uma
loneta, um trancelim, uma volta de dito,
dous anneis e um casto, ouro de lei.
11.618Um par do rosetas de ouro e um annel
com brilhantes.
11.620Uma pnlsoira e um broche, ouro de lei.
11.629Uma corrente e medalba para relogio e
um relogio, ouro de lei.
11.632Um aunel de ouro com brilhante, uma
pulseira, uma corrente e medalba para
relogio, ouro do lei.
11.633Uua par de rozetas e um annel de ouro
com brilhantes.
11 634Um par de rozetas de ouro com brilhan-
tes.
11.616Urna pulseira, uma corrente para relogio
o dous br.toes, turo de le.
11.649Um jarro e bacia, uma tijella e uma tam
pa de assucareiro, prata de lei.
11.654Um annel de ouro com brilhantes.
11.655Um par de brincos era vejados de brilhan-
tes.
11.659Uma corrente para relogio, ouro de lei.
11.666Um trancelim, uma medalha, um par de
brincos, um dito de rozetas e tres anneis,
ouro de lei.
11.674Um trancelim, dous pares de rozetas,
uma medalha, seis botcS 3 quatro armis
ouro de lei, e um relogio de ouro.
11.687Urna salva, um paliteiro, trinta c duas
colheres e uma concha para sopa, prata
de lei; um copo, prata baixa.
ll.?02Dt-z aunis e no-a cruz, ouro de lei.
11.705Um relogio de ouro.
11.715Um n-.u.-clim ouro de lei.
11.72bUina corrente para relogio, ouro do le.
11.734Um annel de ouro com brilhante.
11.746Uma crrente para relogio, um annel com
nm brilbnntc o um relogio, ouro de lei.
11.747Urna crrente para relogio e dous anneis
ouro de lei; um anm I com um brilbante
p queco e duas moedas do ou:o, da ll'
cada uma, em boto' s.
11.761Tres traucelina o um relogio, ouro de le!.
11.763 Uui>i pulseira, amaitinte, um par de ro-
zetas, um dito dito contendo brilhantes
pequeos, ouro de lei; uma, salva peque-
a, ucn paliteiro e nove colheres paru
cha, prata de. lei; onze colheres para so-
pa, prata baixa.
11.764Uma corrente e medalha para relogio e
um relogio, ouro de lei.
11.769Uma volta de cordao, uma diti de tran-
celim, tres p .res de argoloes, dous ditos
de rozetas, uma cruz e uma teteia, ouro
de lei.
11.784Uma pulseira, um alfinete, ouro de lei.
11.790Um annel do ouro ernu brilhante.
11.795Uma volta de ouro com medalha e um
cordo, ouro de lei, uma cruz, ouro
baixo.
11.796Um par de rosetas de ouro com bri-
lhantes.
11.797-Urna corrente e medalba para relogio, e
um relogio, ouro de lei.
11.798Um annel de onro com brilhantes, um
par de esporas de prata.
11.803 Uma nrrente o medalha para relogio,
ouro de lei.
11.805Uma volta de trancelim, deus emblemas
da Cenceicao e Espirito Santo e uma
cruz, ouro de lei.
11.823Uma medalha e um par de rosetas com
brilhantes.
setas e uma cruz, ouro de lei.
11.992Uma pulseira do ouro com um brilhante
e uma volta, ouro de lei.
11.911Um par de rosetas de onro cravejadas de
brilhantes, um anuel coa dito; uma salva
e um paliteiro prata de lei.
11.995 -Uma correte e medalha para relogio,
uma dita com broche e pequea medalha,
um trancelim, um loneto, nm dedal e um
relogio, pequeo, ouro de lei.
11.997-Um emblema da Conceico, um covdo,
uma gtrgaatilha ouio de lei.
11.998Um currentao para relogio, ouro de lei.
11.999Um trancelim, um medalha e um annel
ouro de lei; cinco moedinhas de onro em
butes.
12.000Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, um annel cem um dito, um annel com
uma esmeralda e circulo de brilhantes, p^e-se aos abaixo notados, o favor de vir
urna pulseira, uma volta de ouro com me-, on ,andarem ra do Marques de Olinda n. 51.
10 rv ?t ej Is.WlDa cordao com dous bentinhos, ouro de Frederico Vieira.
,m. \V' 1C ... Manoel, do Banco.
IJ.004Um alfinete de ouro com brnhante, um i---------------.------------------------------------------------------
par de resetas com ditos, um abito com | Na ra do Rangel n. 34, 1 andar, se pre-
pequeuos ditos, uma corrente para relo-; c.'8a de nm* mulher de meia idade que saiba co-
gi, duus dedaes, e dous relogios ouro de
lu; um trancelim e uma redoma ouro Precisa-se de um menino para vender
ra, dando fiador sua conducta ; a tratar
ra da Uoio n. 47.
Aluga-se casas a 8J0O0 no becco dos Coe-
Ihos, junto de 8. Goncatlo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.
trato se na ra do
, baixo; um paliteiro, um par do casticaes,
prata de le; vinte cinco colheres e dous
maracaes, pr.ta baixa.
12.008Urna pulseira e um alfinete, ouro de lei;
uma cruz de on/o e um annel com peque-
nos brilhantes.
12.009 Um par de rosetas de onro com brilhan-
tes, e uma salva, prata de lei.
12.018Dous aunes de onro com brilhantes, tres
medalhas, uma corrente para relogio,
cineo anneis, uma luneta, e um relogio,
pequeo, ouro de lei.
12.024U de rosetas, um cordo, uma tnedilba pe-
quea, quatro boto s, tres anneis, um Aluga se um grande sitio com exoellente
dedal e uma moedinha ouro de lei. casa de vivenda, na Estancia : a tratar na roa
12.025Um annel de ouro com brilhantes, uma j doMarquez de Olinda n. 40.
pulseira, um alfinete, um par de brincos,
Precisa-se de uma ama
Caldeireiro n. 39, taverna.
Aluga.se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com excellentes accommo-
dacoes para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
ra do Commercio n. 10.
Precisa-se de um hornera que cntenda de
pl otacoes, para tomar conta de um sitio : a tra-
tar na Torre, no litio, junto de cujo porto, fioa-
lisa a liaba dos bonds.
TorMOi t Cd, grande
Compra-se um torrador de caf, perfeito e com-
pleto ; na ra Duque de Caxias n. 46. 1 a.
Noiidades do ExooMico Central,
ma larga do noaarlo n. S8
.Meias de fio dn Eaoossia, para senbora 1/800
Ditas cruas e brancas, para senhora, rs. 809
Extracto Port'viene 2*000
dem Thcodoro 2J0OO
Boquet Carlos Gomes 2 000
dem Guaran y 24000
Lionas para machina, rs. 80
Meias, fio de seda 600
Bordados por tolo o prego.
Expoalcao Central
Ra larga do Rosario numero 38
A o commercio
{^Declaramos ao publico e ao corpo commercia'
d'esta fracs, que desde o da 30 de Agesto prxi-
mo passad >, deixou de ser nosso em pregado o Sr.
Manoel de Oliveira Bastos ; assim coreo tambem
declaramos que nao nos responsabilisamos por
qualquer debito que o mesmo Sr. tenhs contrabi-
do de 1 de Setembro em diante.
Recife, 6 de Ontubro de 1886.
Francisco Petrocelli & Irmao.
Aos 100:000^000
e um dedal ouro de lei; uma pulseira, um
alfinete e um par de brincos, ouro baixo
1.2.028Urna pulseira, uma volt de cordo, uma
medalha e uma cruz onro de lei ; uma
pulseira ouro baixo ; e uma cruz era ve-
jada de diamantes.
12.C36Umpir de brincos, nm cordo, ouro de
lei; desoito colheres, prata baixa.
12.055Um relogio de ouro.
12.061Uma corrento para relogio, dous pares
de brincos, dous ditos de rosetas, dous
alfinetes, um cordo, duas voltas de tran-
celim, onze teteias, tres botoes, um annel
dous eartoes, ouro de lei; doze moedi-
nhas de ouro em botoes e um relugio ouro
de lei, um paliteiro e trese colheres para
cha, prat* de lei.
12.065Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhantes.
12.067Um trancelim. uma medalha, um par de
bricos, um dito de rosetas e um annel de
ouro.
12.079Vinte tres colheres, prata de lei.
12 082Urna pulseira, ouro do lei.
12.083-Uma pulser, um alfinete, um par de
brincos, ouro de lei.
12 084- Um relogio, our-j de lei.
12.089Urna corrente para rtlogio, cinco teteias
e um relogio, ouro de lei.
12.090Um br che do ouro c>m brilhantes, uma
corrente para relogio, um cordo, ouro de
bri.
12.091Um par de brinecs e uma cruz de ouro
com brilhantes e uma pulseira, ouro de
lei.
12.093-Um alfinete, um par de brincoe, um dito
de rosetus e um annel, ouro de lei.
12.094Um pir de rosetas di- ouro com brilhante
e um annel com ditos e diamantes.
12.098Duas pulseiras, um trauCelim, uma volta
de ouro, um medulbu, um alfinete, um
par de brincos e dous anuea, ouro de
le.
12.099Um alfinete de ouro e um par de brincos,
ouro de lei.
12.101Duus alfinetes e dous parea de brincos
ouro de lei.
12.108Uma pulseira, ouro de lei.
12.103Uma pulaeira de onro com perolas e t'ir-
quezis.
12.1' 4Um relogio de curo de lei.
12.1(5Um alfinete para senhora c um relogio,
ouro de lei.
12.106Uma cruz de ouro cora brilhantes, um fio
da perolas, um trancelim, ao dedal, ouro
de lei ; um paliteiro. uma conoba p>ira
sopa, vinte e quatro colheres, prata buixa.
12.107Uuia pulseira de ouro" com brilhantes,
quatro anneis com dito*, um correuto
uma corrente com medalha p ira relogio
uma gargantilha, uma pulseira, dous alfi-
netes, duus pares de brincos e um relo-
gio, ouro de le.
12.108 Uma corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
12.109Uma volta de trancelim, dous pares d
rosetas, dous alfinetes, tres botos, um
curaca" de cornalina em ouro de lei.
12.110Uma pulseira, ouro de lei.
12.118Um annel de ouro e uma pulseira com
brilhantes.
13.121Um par de brincos, uma chave, um par
de botoes, um annel, nma argolla, ouro de
lei
12.123Uma corrente para senhora e um relogio,
ouro de lei. s
12.127Uma corrente para relogio, ouro de lei.
12.129Um relogio, ouro de lei.
12.132 Uira pulseira, um broche e um par de
brincos de ouro com brilhantes, duas pul-
seiras cravrj'.das de diamantes, fios de
parolas, um alfiuete, um par de rosetas
com diamantes, um fio de perolas, uma
corrente o um relogio, ouro de lei.
12 133Um boto de ouro com brilhante.
12.140Uma cruz de ouro com brilhantes.
12.145Um corrente de uro para re.ogio.
Precisa so de uma
ra do Rangel n. 9. ,
ama para cosinbar ; na
Quem preeisar de boas amas de leite, como
tambem boas cosinheiras, criados e copeiro de
conducto afSancada, dirij-se ao largo de S. Pe-
dro n. 1, que se dir quem indica..
- Preciswe de um coainheiro ; na ra Velha
numero 40.
Guilherme Figueira & C, teado perdido
dous vigsimos n. 2121 e 2122 da 4* parte da 1*
lotera da provincia, que se extrahir no dia 7 do
correnta, previnem ao Sr. Santos Porto e a Sr.
thesoureiro que nao os pague, caso saia alguma
torta
= Aluga-se 4 excellfnte casa de vivenda com
ptimas accommodaces para numerosa familia,
qoe toi do fallecido corretor Oliveira : a tratar na
Torre, na mesma casa, ou no Recite, rna do Com-
mercio n. 46, pavimento terreo.
AVIA Precisa-te de uma para cosinbar : na
ra Imperial n. 42.
Aluga sh o 1* e 2- andar da casa n. 34 i
ra estreita do Rosario ; o terreo de a. 27 do pa-
teo do Terco ; a tratar na ra do H >spicio nu-
mero 33.
Aluga se uma ama perita para todo o s;rvi-
co ; na rna do Livramento n. 15.
O abaixo signado pelo presente declara,
que distolveu emigavelmente desde o dia 30 de
Setembro findo a soeiodade que tinba no estae-
lecim n '.o de cubelleireiro ra larga do Rtsario,
que gyrava sob a firma de Castel o Branco &
Oarneiro, fioand) o mesmi socio Castillo Sranco
obrieado pelo activo c passivo da referida firma.
Recife, 4 de Outubro pe 1886.
Pedro Carneiro.
Precisa-se de um caixeiro de 12 annos de
idade, com pratica de molbados : a tratar na ra
das PernRinbucanas n. 38 (Captmga).
Aluga-se uma es>-rava preti. que engomme
perfeitamente, c.ise e c:sinha ; na ra Vinte Qua-
tro de M to n 24.
16-Eua do Cabug-16
O abaixo assignadn vendeu nes seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so
guinte : 1 dezena com a sorte 30:0005000
3564 com a sorte de 1:000$, e 1008 com a
sorte 1:0000000 da 3 parte da Ia lotera.
Convidase aos possuidores a virem rece-
ber sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 4a pirte da Ia lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrahir '
quinta feira 7 de Outubro.
Presos
i Vigsimo 10000
Sendo qaantldade superior
a 1j:000
A dezena 90000
Joaquim Pires da Silva'
Cumpra-se algodo ora caroca ; na prensa a
vapor, no cn-s do Rumos n. 4.
7&300
A'ug se o 1- andar ra da Roda n. 17, lim-
pie com muitos comm idos ; a tratar no largo do
Mercodj o. 12.
Consilho de *'aiva
Precisa-se saber noticias do Sr. Manoel de Sou
za Barros, portugus da freguezia de Rial, por
isso pe le-se uo mesmo senbor ou a quem dol" der
ii itici'i, o favor de se cirigir ra do Apollo n.
36 ; c msta que o mesmo; senbor morou na ra
nova de. Santa Rita n. 5.
.iiiocao
Vende-se uma casa de molbados, afr^uezada
para o mato e para a praca. no largo do Merca-
do : o pretenden te pode dirigir-se ao mesmo largo
do mercado n. 11, que achara com quem tratar.
polices irovnciaes de 7 0(0
"Compra se polices provinciaes ; na ra Duque
deCaxias n. 16, luja.
Meninos-
Precisa-se de dous meninos para vender bolos
e fructas ; na ra do Ypiranga n. 2-B (outr'ora
viveiro do Muniz).
Predios
Compra-se alg-ins predios c na ra da Manguei-
ra n. 7,
Aos 100:000^000
23raa Primeiro de Marfo-23
Os abaixo assignado3 tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos os ns.
21,527 com a sorte de 1OJ:OOO0, 22,100
com 10:0000, 20,135 com 2:0000, 15,606
com 2:0000. 23,322 cora 2:0000, 2,050
com 2:0000, 8,042 com 1:0000, 14,920
com 1:0000, 23,483 com 1:0000, 7,496
com 1.0000, 15,744 com 5000, 16,747
com 5000, 23,352 com 5000, 23,227 coln
5000, 2,561 com 5000, 6,749 com 5000,
10,597 com 5000, 3,194 com 5000, 9,199
com 5000, 7,23 i com 5000, da 3.a parte
da 1.a lotera Santa Casa, que se acabou
de exjtrahir, convida oh possuidores a vi-
ram roceber integralmente.
Aehrun-se expostos vendaos afortunados
bilhetes garantidos da 4.a parto da 1.a lo-
tera a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrahir quinta-
7 do corrente.
PREC0.S
1 vigsimo 10000
porco de &oo pa cima
1 vigessimo 0900
Mir'itu Finm& C
feira
ea
Commendador Antonio Jos
Koilriitin'* de Soasa
Maria Joanna Fiuz. de Souza manda resar
i-.i&sis por alma de sen muito presado esposo, An-
tonio Jos Rodrigues de Souza, na ordem terceira
de N. S. do Carino, no da 6 do corrente, tri-
gsimo dia de seu fallecimento, s 8 horas da
manh.
t
Dr. Grarillaito de Pauta Vap-
ll*ta
No dia 8 do corrente. trigsimo do "alleoimento
do Dr. Graciliano de Paula Baptista. s 8 horas
di manh, na matriz da Boa-Vista, sarao cele-
bradas algumaa missss com que os lentes da Pa-
culdade de Direito resoiveram fazer suffragar u
alma daquelle seu finado colleg de saudosa me-
moria. Para este acto sao convidados os paren-
tes, cal legas, amigos e discipclos o tinado.
if 'SjiataSMSxSSxssSsssssMsBnsi^MSMsssSBSin




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6
Diario de Pcraaiiibueo([uarla-feira 6 de Outubro de 1886
^ ^H>
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Extracto ComposLo
SAL

Bcrolulas o todas as Molestias
munantcs Aellas e para
Dar Vigor ao Corpo
Purificarlo Sangue.
Versira*!; !o l'r JCAV!r,-.
Alug
p-sft
edio n. 140 rua Iu
lecimento fabil : a 'ratar di
:o n. 34, efim J. I. de 11 i Itego.
propri i p
abelecimento fabiil : a 'ratar na rua d
Alagase barato
rf.ua Visconde de G yanna >. 79
Rua de junto Amaro n. 14, loj.
3ua do Calab.uco N 4. laja
O armazem da rua do Corase! Su*s3una n. 141
Boa do Calabeuco n. '4,i uidar.
3na de S. Jcs n. 74.
Rua do Coronel Su suba n. 50, Io ai.
Casa terrea da travesea de S. Jos n. i3.
Rua da laiii Vi le, n. 3, Hito cid \ve;ro.
Trati^-se na rn u rcio n. 5, 1* aniai
scriptorio de Silva Guimaraea O.
Aluea-se
casa n 1 mu L: m! rai.cn do Gomes, era !
imaro, tero agua : a ti alar na rm da Icip ratriz
a. 32, 1. andar.
Alagase
o 1" andar dj predi > u. 21 '. na do I? lao la
Victoria ; na rua do V gario u 31, l- Badal*.
Preciea-ecdo Basa iim pura eosinharc eng n
mar : a tratar na roa Vel'.i o 7,r.
\ina
.
Precisa-se de urna ama para casa depcqa'a
familia-, a tratar Da rua rayaand n. I:1, Pai
ssgem da Magda'ena.
Am
a
Na rn da Aurora n. 149 ;c precita de
ama para cosinhai lavar pora casa de peo,
familia.
Ana
Precisa se de urna p ;f ita xitinbeira ; n .
do Cahug n. 11, 1 m dan, reala da frente.
na de Ne
Precisa-se de urna ama de I- te, paga-fe bem :
a informar-te, rua Duque de Coxiaa a. 56, pri-
meiro andar, Pastiihas vcrniilugas
de
crine
o melbor especifico centra v-rmei : depotito een-
tral em casa de Fi na ij-bi inh ilC, ma do Mar
quez de '-linda n 41,
Caxang
Alugam-se quaitos ni !5 mensi. id antigo hotel de Casai ci no tamb n
commodcs com cosiuha e d. pi iiden-cins para .nii-
lia : a tratar na rua Prjmeho J>- Mareo n. i Irja
de joias.
triado
Precisa-se de ora criado de 11 a 18 aunes ; t.
tratar na rua do Psyshudu n. 19, Pastagmi da
Magdalena.
Peitor
Precisa-se '!c un f> itor p tagnes, para traba-
har em nm sitio, dando se ..n'eresM ; r.o caes da
Companhia n. 2, escriptorio
Alhifo
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MABTINS* BASTOS
Pernamhueo
NUMERO TELPHoNICO : W 35
Agua florida. Estrbica ci flores bra-
geiraa pelo sen delicado perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, excede
a tudo que ueste genero tem epparecido de
tnaia celobre.
Tnico americano. E' a primeira das
preparares para a ^cnservejilo dos ca-
bellos. Extingue es esps e outras mo-
katiaa eapillares, faz nasccr oa cabellos,
iiredo que imbraoquecam e tem agrande
vanh.geiii do tornar livrea de hetbitantes as
cabegns dos que es usara."
01(0 vegetal Compcsto com vegetal
innocente, prepfrado ptra srtatiar, for-
tificar o dar bruno ana chbcllua.
Agua den'ifricia. Exc-llcuto remedio
Dotttra a carie dos drntee, fortifica as gen-
givea e f.z des.ippsrecer o u.o balito.
Vand -se ras printipaes cosas de-sta ci
e oa f.biicade olaoa vegetaes a rua
di Aurora n. 1G1.
TF LE PEONE N 33
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cerecrescer o cabello ainda
aos mais calvos, i
tinha e a caspa e reraeye
todas as impurezas do cas-
ALCATRAO DE G17YOT
GOUDEON DE GUYOT
O Alcatro de Gnyot serve para preparar urna agOa de alcatrad, muito efflcuz e agradavel aos
mais delicados estmagos. Purifica o sangue, augmenta o apetite, levanta as forcas e efficaz em todas as
doencas dos pulmos, catarrhos da bexigoa e affeccos das mucosas.
O Alcatro de t.uret foi experimentado com vautagem real, nos principaes hospitaes de Franca,
da Blgica e Espanba.
Durante os calores e em tempo epidmico urna bebida hygienica e preserradora. Um s vidro basta
para preparar doze litros fuma bebida salutarissima. .
O Alcatro de Gnyot Al I ll\TI< O vendido em Tidros trazendo
no rotulo e com trez cores a assignatura :
\ cmla a varejo na mor parte das Pbarmaciaa. Fabrlcacao em
atacado: Casa L. FREIIE 19, me Jacob, Paria.
I cabeca. Pobitiva-
mente impele o cabello
de oahiroade embnta
cer, e in ate o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundr-nte.

Agua Florida de Barry
;:nda a formula
I d la pelo inventor em
B' o nico perfume no mun-
d r> que tem a approvacao offlcial do
verno. Tem dnas rezes
mais fi.'.uran'-iaqno mnltjner outra
dobrodotcuipo. E'muito
a, snave e deliciosa. E'
2na e delicada. E'
l rrcanente e BgradaTel no
lenco. E' duaa r^zas mais refres-
co b:'.nbo o r.o eiuaito do
E" especifico contra a
tac c denudad*. *Cura as
le cabeek) 03 cr.asacos e os
I
Xarope ie TiSa ie Renter No. 2.
AHTES T>Z USAL-O. DEPOIS DE CSAlr-6.
Cura positiva a radica] de todas as formasde
escrfulas, Syphilis, E)erids Escrofulosas,
Afec<;5e8, Cutneas o a do Conro Cabel-
lado com perdn Jo t'abello, e de todas os do-
5n9asdoSanguf^Figado, e Bins. Garante-ge
qne purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
9 restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Reuer
fiOHAS REGENERADORAS
do Doutor SAMUEL THOMPSON
A Cura* mais inesperadas sao derids a este PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, reparador por eieellcncia de toda as pardas eiperimealada
pelo orfinismo conseijaeiiles i EXCESSOS de PRAZERE3.
Sataa Oottas dan vior aos orgos rexucs dos Jous sevo : curo nfalluelmaote lodas as alteccflcs
aenooiinadas ESGOIAMLNTO, laes coido Impotencia, Espermatorrhva, Pedas seminaes, etc.
O Frasco : S Fregos (em Franca.) S7 ,
rodo fraioo qut nao rouier t Marca di Fabrica regiitrada i a auitnitura^^^L forloanta
deve aer rigorosamente recusado. j2^v--^ deafe
PARS, Pharmacia OELlw, rua Kocbochouart, 33. ^x' fniuoto.
Depositarios em Pernambcco : FRAN" M. da SILVA & C1*.
^v2^>^^^^
~%,->-^~> -* -.k > -_" <>
Fumo desliado do Rio-lVovo
ISC
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Liurttdo da Faculdade de Medicina da Pars. Premio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro c contra as affeccSes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpitagoes do Coracao, Epilepsia, Hallucinacao,
Tonteiras, Hemicrania, Aieccoes das via'; urinarias et para calmar toda
especie de excitado.
i:-- Urna exoliccio dstalhada aoompanha cada Frasco.
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto te Camphora de CLIN & C*
de PARS, que se encontrao em casa dos Droguistas et PUarmaceuticos.
VINHO
DO
Dr Catanes
i


1
Para o Banho, Toilette, Crian
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
* em todos os periodos.
i'r psito em Pemam buco casa da
Fian cisco Manoel da Silva & C.
Jos Antoni P-icira de Monra psiticijia un
oorpo irnuncrcial (esta pr<,--', qin cotnjrou m
Sr. Jos Bi'nto Pinto o > ata bel i ciment i
zeadas sito rua do Ujaae 'Eu, ni cidadf c:<,
Cabo, livre c deseR>' I de qnalqacr o mis oh
respoDsabilidade. C.l>,. 1 Ja Gurabr) Je Iff-.ii
um ii i
Prec;sa-se de um
na refinacaa diVn
d- 12 a 16 .

ll-!
>a {JiU4iiaA
MOJEOO N. O
Pretendendo te .e.,!i r e- m p!'
fm vasos n'esfe j--
muito grundcp, e dandn fmci SjUJtiO. le,
feiras, muito cin' ,'Kh' ?
axis, e sapoticires peo ^ i
preco._________
>
Chegou a Dura f rir.lbi
armazem do V, at< n, Ri
ra n. 81.
u -na, t
\r. ra o
Auro
TendPN
(di
Usai o rrx
DE CAMBABA',
deaapparece V. n
agent'
cisco Wanoel da
Onda u. '3.
IOf* ntl -(li, h :!> 'icila :
. IKAI.
im -Ir fr.., ,a ,;,. .
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PHARMACIA DE
Hcrnies de Souza Pereira & C,
Successores
Ri-e lien QTanda aortim-i.to d'esta excellent.
lioa '.'e to-Mo M lies o em latas de 1 a 5 liLras.
qne eoiitiauaot n vender p>.r ci iranodo preco.
Qa .!:!.;r pessoa (rrenino ut ciiac'o) pinta cem
;>eii- 'e:"i .
C.iu i- a tantn p l-rvar Miaa CaJM ir pie limpan.
n itOMa 1,21
i
VM DO VOimSW* CMMESM lACTO-WaSMJITEBECHaUX
ETnEflRAUOilINATITBEETALKaRCEirQPhSESAHEurS
iiiieiitwnfTaBj EXPORTATION ff.waTOoawimu.3
UATI f,.., .. ilif.Int. ,.: -^ J-
HOT. Para evitar as cor,:' se (ie
accear aj garrafas qui ttrtrem -o rrtfro
as palavrai Vinho do D' Ctanea. Par;3, p
oore oj ro.'u.'os, tir.-s de pa
lrgalo e a marca de fabrica, s\jl /9,
a assignatura to D' Ca-J/t-'/ /> ,
bese o sello de garantia^*^' (~ de goicrno frincez. ^--r /
tP. fi!. .
KNA-CBANES
~~~m------------
O Vinho do S' Cabanes, submettldo
approva o da Academia de Medicina de ,
Pars, fui reconhecido como um tonteo
enrgico; por encerrar os principios consu-
mitivos do Sangue c da Carne), que d ao
:; forra, vt In- I>" Troussean, Curard e Vel-
pcau, proessores da Kaculdade de Medicina
de Parte, o reecitaui todos os das com o
r xito s tnulherts enfraqueculas por
toda especie, trabalho.prazeres,
mentCruacdo, edude critica o ,ia,;ientacio
prolongada. E1 extremamente efGcaz contra
I ie, Ms dtgestCes, Dvtpeptutt, Gastritis,
Tonteras e Vertiens. ,

Da rcsullados n Pastp ., gue, Esleri-
K&aieatiuulheres, Flirts grectniitto
gerul. Tsica pulmonar, S'ebrcs tercia, Interaaiitciatts, Palustres, endmicas e
Epidmicas.
O Vlnno do D' Cabanes, pela iner la de soa accf.o cordial, desencolec as toreas, activa a
circular*) do sangue e mnftrj lavel para as convmleccr-ca.
Faz censaros vomito- nto a gravidez, augmenta a sccrccao do leite nos
nutrlzes o d extraordinario ;, mama, gr.ieas a iniluencl dos scus prin-
cipios tnicos, soberano nos casos de ptubetes, Afecfo da aiodulln. Btftteria, Epilepsia,
Rachttismo e em geral, em todos os casos cm que c predio recorrer um tnico poderoso, que
di vigor e restaure a* ; i SottUet
Como aperitivo substltuc com grande vamascm os li.iuidos perniciosos como absintho,
vermouth. etc E'um preservativo apreciado pelos viajantes e marlnliciros, como anii-epide-
mico e antidoto da robre amari-ila. Vomito c oulras Molestias troplcaes.
Deposito geral: TROUETTE-PEHRET. 264, boolerard Voltaire, PARS
Depsitos em JPej-.-iaji lusco.-FRAxr- la. da silVAi c, c as principis Pliirmacias.
DE
Fmas Silva &
O miior e o ntaiM paro que lera
t inil a fin prnra
NICOS IMPORTADORES
Costa Lia a & C. Rua do Amonio n. 37.
Almeida Machado & C. Rua da Madre de
Deus n. 36.
Jos Antonio des SantosRua do Mrquez
de Onda n. 5 e rua Priraeiro de Marco
n. 3.____________________________
T"

Sem dieta esem modifi-
ca^oes de costumes
Laboratorio central, rua do Viconda Jdc
Rio-Branco n. 14
Esquina da rua do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
macculico Eugenio larqnes
de Holianda
pprovado3 pelas juntas de hygiene da Corte.
Repblicas do Prata e academia de industria d<
Pariz.
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
t5ea e promove as ejec<;oes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debea a hj porua
intertropical, rtconstitue os hydr^picos e benbe-
ricos.
Xarope de flor do arueira e ntutamba
Muito recomm>iidado na bronehite, na bem-'p
3se e as tosses agudas ou chronieas.
leo de testudus ferruginoso e caaeaa de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da Casquera dj orga
nismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas ;om
^oererina, quina c jaborandy
Cura radjea|m:'iite ns febres ntern.itrentes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e ta.iibcm fer-
ruginoso, preparados e.n vinho de caj
EtEcazes as iuammacoes do figa-lii e bac
igudas ou chronieas.
Vinbo tnico do cnpil-ria e quina
Applicado nii eotwaleatMaeaa das pm'.utientec
urtico anttJebril.
Deposito : Francisco Manoel da Silva c C.
Francisco Manoel da Sil,a 4 0.
RUA MRQUEZ DE O LINDA 23
^nMr.a*!^^4ft.i*or..atR*A.'a^Ar^ra*ta1
g^eB.-r-t- -E^t*,^
AO LACTO-PiWSPHATO DE CAL
Approvado3 i;ola Jauta Hyaisne do Rio-de-Janeiro.
0 Lucio-Phoiplutto de c.i/, que entra na composio&o do V3NHO e do XAROPE
de DU3ART, o medicamento mais |Hdi roso que se conhece hoje para restaurar
de cortos dciites.
Consolida e eudircita das creaucas Rachitiau. torna activos e vigorosos
os Ai!o'f$ccnics mulles e lymphaticos e que so achao atigados em consequencia
de rpido crescimento. Facilita a ciealdsoco das cavernas do puitpSo nos Tsicos.
Sendo administrada -'is maHieres durante :i gratritiei (das atravess&o todo o periodo
da gestagao aem i menor radiga, sem nausous, sem vmitos, e dao ti luz a creancas
fortes e vigorosas.
O Lacto-Phosjiliato de atl administrado ;is ninas e s mfir-s que crino os filhos,
torna o leite mais rico, mais nutritivo, e preserva as creancas da drarrna e de outras
lias, que se deelaro durante o creseimento. A deulifo opra-so sem fatigar a
Breanca, sem cree apparecuo convulsOes.
0 VINHO e o XAROPE de I.actu-l'itos)hato de cal do DU3ART ilesperlao o
appetite e levantino as forcas dos convalescentes e devem sor em| regados em todos
os casos em que o corpo humano se adiar fatigado ou exhatiriilo tic forcas.
Deposito em Pariz, 8, rua Vivienne
Duas rpidas curas (2)
Illtn. Sr. Jo6 Alvares da Souza Soa-
res Pelotas, 12 de Novembro de 1884.
Tem esta por fitn seientirical-o de mais
duas esplendidas curas devidas ao seu pre-
cioso peitoral de Cambar,
Por occasiSo de i ffectuar-se o ultimo
bazae em banefieio da Bibliotheca Pablca
Pelotease, fui atacado de una forte bron-
cate que me levou ao leito.
Vendo-me prostrado e desojando o rneu
restabelecimento o mais prompto possivel,
deliberei usar o Peitoral de Cambar, e o
fiz com tanta felicidade qu, no terceiro
dia da molestia, pude reassumir as minhas
funcc5es de bibliothecario naquello estabe-
lecimento.
Na mesma poca foi a ruinha filhinha
Juliecta atacada do uaia tossa impertinen-
te, com carcter asthmatico. e spplicando-
lhe eu o mesmo effieaz medicamento, vi a
restabelecida em poucos dias. Subscrevo-
me, etc.
Francisco de Paula Pires
nicos agentes e depositarios ge raes em
Pernambuco
Francisco M. da Silva & C.
Rua Mrquez de Olinda n. 23.
"I
MARROS INDIOS
da GRIMAULT e Ca
Pliarmaoeuticos em Paria.
Admitdo ua nova
pkarwaeopa ofSmJ de Franca.
Ai'PnovAiio pei.a Justa central ok
HTontm do Brazil.
Basta aspirar a fumaca dos Cigarro
Imllospaiafazerdesappareceienieomple-
imenle os mais vilenlos ataques de
Asllima, a Tosse nervosa, Rouquido,
Exliiicciio da voz, Nevralgia facial,
Insomnia, e tambero combater a Tsica
anjngca.
Cada estojo leva a marca de fabrica, a
firma e o sello de GUIMALT 4 C .
PARS, 8, Rua Vivienne, 8
E AS PRINCIPAES PUAItHACIAS.
KANANGAaoJAPO
RIGAD & C'a, Perfumistas
.PARS, S, J?ua Vivieaue, 8, PAJtIS
extracto de (Kananga I
Novo o delicioso
perfume para o len-
co producto da
preciosa flor conhe-
cida sob o nome de
Pirus japnica.
O seu delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que
se respira, espar-
,'indo ao mesmo
,r_i ^-v"'" 2tempo ao redor da
,*"i',*'7ltJpessa que o usa,
as suaves emanaces que revelam distineco
i? elegancia.
Acha-se venda em lodas as Perfumaras
*^/>**<,i**^s>*>*eVT

': rJ'Vm


SWSSSVUKJUO^V^i. ic/- ouo

p
H ifu M ni i. .
Carrofwo


fubni
A SaPOMrll < !;, 5; : 5
para ocii
meia. colla: i ., nm
ezpleodido e oque sita su,.
raros : na ru ;
Lima A C.
: A I I X (i I Ii A
I Barba eos cabellos
1-. :i barli e os cab-ll.s 'listan-
u*tn/s>', ...,, f.u nt ampies o mnitu
rpido V'iin e e n-cx* t dregaria
de l uqii-y..i Pie -soreri d.- A. miv,
, i. a.
Elixir c rminalho eTonlco do
"fin as, ..,tr-i'^ie e o-
-
i : ir vuiiis tii
i un-
C
o|Hlo do carvao
.;;;i'-/. >1| lleii'il n. I
-
r* I \ic, e nes
fieles di s .oadujtcr s.


(iliipees e cinipeiinas
36 cO--PBUADA IND2BNDEA.....36110
B. S. CARVALH0 & C.
rrepretariss ei.st. bemcoahocida estubelednientopaitecipaea
as Exirii. familias c ao publico eru gen.I, qce ir.eniahncnto recebem
drs piiocip.'!"3 eas i om LfaHs, e alanuhester o que -!c meJItor e da
apura-io gosto ba ein !i > ii-a? e chap* para sinhoras e /r.cnin.-s
e das prii'ioiras fbrica to Liuburg o qao ha de ir.eior em cha-
e rouiti.4 ou!r;s UtifpM M "montea
cbstpelaria,
FlOr-s artificiacs p-ra rnameno de sala1-.

o*:
i
se
c^:

ae
Regulad ?v da Ma ri-
nda
Este importante estabeleciraento de re
lojoaria, fundado em 1869, est funecio-
nando Agora rua Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Re-
gularaentajilo dos relogios: Arsentldo Ma-
rinha, Estrada d Ferro de Limoeir, Cotr-
paDbia Ferro Canil de Pernambuco, Af-
socia(3o Corairercial Beneiieenle, Estra-
da de Ferro do Recito a Caxang, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
o Estrada de Ferro de Caruaru' ; cercado
de intelligentes e habis auxiliares, fazcen-
certos por mais difneeis que s- jam, n3o
s em relogios do al^ibeira, mas de pendu
la, torro de igreja, caixas de musita
pan-lhos electrieos e t; l'-grapliioos.
O mesmo acaba do receb'-r "rala sor
timento de relogios americano que ven
do de 7|) a 205 de p-rt-dee to mesa, Jes
pertadores de nikel.
Aos scus collegas vende forueiiniito om
grosso ea retalho : a a *eita encommendaf
; para seu correspandente em Piis.
Acha-se beui rnontdo nesto ct.-,!)< !eei
n.ento um observatorio pelo qud r. gula to-
dos os relogios uaritimea o tt-nrstres.
Recebe asssignaturns psrad.ra ioru ' ta desta cidade pelo telephono n. 458.
Prejo oDinraodo
Em frente dn teu eatabeJecirurnto a<
acha collocado um relrgio, oujos receta lo
res poderlo ser viateg pelos pass; g ri s da
Ferro Carril, tendo sempre a hora in
desta cidade determinada peina tu.na ob
servajoes f-strono'ii as.
^lnro>i'o Jos di Costa Attu
MOLESTIAS
CORACAO
Asma, Catarro
CTJEA ce:rt__
COM O EMPREGO DOS

L
ISraaIos Anaionlaesf
D' PAPLIAUD
Rtlawrio favorarel da Acadtmia ii Medicina ds Par. 1
Apprvados pela Junta di Htgient do BratU.
O.'ia-ss exigir Siiftre caifa frasco os romes da M
E. l0USNISRi& ^PAPILLATJB |
P!iarr.acii GIGOH, 25, rm Coqu.H.tre, PAE3 S
Em Pmamhv.ro : FPAM- *. da SILVA 4 C\ S
->;".r:-:-;-.-.-:-.-.-j-;: ;;_-; :--.-.:-..-- i^i~*
Canoa
Vndese urna canda em bom retado decenser-
vagio : a tratar ao cscriptori > da companbia do
Beberibe, rua do Imperadora. 71.
Qiicm
nuneie.
Violoncello
tiver um violoncello pin vender an
D. Rila de teieil!)
nenio
O tenente-ceroncl Manoel de Azevedo do eTss-
etme to manda celebrar no dia 7 do enrrente. As 8
horas da manhil, no convenio d C rm uuia
missa pelo descanso eeru d'ntftM iIp sj, presa-
dissima fiiba D. Rita de Azevedo do N-.s stimo anniversrio do sen f^leiim.nti, g pin
iissistirrm a este acto convida aos seus pereatee.
el mpaiibeires e amig s, e anteeipadainente a-
deep.
Criado ou fcilor
Precisa-se de um criado
rea do Cbue n IB.
ou futir ; a tratar n
f
Precisa-SJ d>' urna una para coiinh r em ana*
de peqj'n.i I-.inilia ; a tratar oa rua da A
n. 21, Capurga<
Ruado Hruui
Aluga-se ol', 2- e 3- andares do sobrado
rua do Brum n. 6>, cem *gaa : a tratir no n t
padaria.
Mara da Cuulin Cabrai
Diegeues Vasco Cabnil tidios, Antonte ''
de Algonrz Cabral, Ji'o Vasco Cfcbral, Anfonto
Maro line Al ves da Costa, S*8 Ml
e JoSo Vniei Cibral Xefo, imiifo -i
te "as np (rasoas que se tfignaram n
ultimo ja:go os -estos mirtaes de Mari-i da Cc-
iba Cnbral ; e de novo rogam-ihe o ::: t 'itb-
seqnio de iissiatirem aoi-sa i rjue
8ei4 celebrarla por ahna d iiramii I
'i-feira 7 do corren**, na mnti; -, Boa
Vista, s 7 horas ; reiteram osa. utts
D ir este aeti de caridade._______________________

-
W
!
r



f-
Diario de PernambncoQunrta-fcira 6. de (tatabro de JSS6

PIMO DE Rlf.l
de 3X9, 4X9 e 3X'2 ; vene-se na iPrraria a va-
por de Oimaco da Silva, caes Vinte Don* de No
vembro p. 6. _____^_^___^__^^_
n
Tome ni nota
Trilitos para engentaos
WAGOHS PARA CANNA
Locomotivas
ch'plsms completo para en
gentos de todos os taannos
Systema apcrfeicoado
Especificantes e precos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
X. -Ra do C ommereio
N. B Alm do cima B C, tem cathalogos de
snu'i t implementos necietarios a agricultura, como
.ambem machinas para descarocar algodio, moi
nhos para cat, trigo, arroz e milbo; cerca de fer-
ro galvanisado excellcnte e mdico em preco, pes
oa nenhuma pode trpala, n=m animal que-
bral a._____________________________________
*Pnho resina
de 3X7 at 3X12.
Pinho branco (da Suecia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VENDE V!
F r c s c a Irmos A C.
A RevoluQo
co-
co-
Hotel do Cabo
Firmino Varejo, tendo assumido no dia 26 de
Hetera bro a gerencia deste cstabelccimento, cha
sna a ntnncaodo rcspeitavel publico c particular
mente de seus amigos c freguezes. que desta tm
iBante rncrmtraro sempre boa mes, boas bebi-
da?, bons commodos para familias, banb e, bilba-
res e cutres muitos diflerfntes jogos, e que a ludo
jase reuoe bsa ordem, mniti limpeza, rcep-ito.
sinceridad'* c prcf >s ao alcance de todos.
se
quero entregar no 2- andar Ao predio n. 19
ra ias Trinen, iras, tres chaves de cofre, sendo
duns menores e urna maior, as qr.acs foram perdi-
das na mesma ra na noite di 25 do corrente
tamarindo ;
numero 34.
Compra-se
na pharmacia rna larga do Rosario
Marca
Registrada
Cal irgem de Jaguaribe
Abri se ra do Bom Jess n. 23,
un armr.zem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionad:! era barridas proprias para o
fabrico do issucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do cstrang fixo de Gf$000 a bnrrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento coro o Sr.
Jos Costa Pereira proprietario do engenho
Jaguaribe, cujas pedreirsB llie d o nome
E' envarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr. Sebastiao Bezerra,
com escripturio ra da Bom Jess n. 23.
stopa
Tem a loja n. 1 rna
para bordar
do Bario da Vic'oria.
Fabrica Caxias
Marca Registrada
Para previnir a ignorancia de a'guns Srs. fabri-
cantes de igarros que fraudulentamente esnao
uzando do emblema de notsa fabrica, abaixo pu-
blicamo80 theor do registrado do referido emblema
feito na mcrtissima Junta Commercial d'osta
cidade, protestando proceder criminalmente contra
quemquor que procure d'elle faser uso.
Begldiro
N. 197. A presente marca por mim rubricada
enntendo udenomnaco Cavias, cemposta de duas
mos apertando-se, de que team Azevedo & C.
firma c-mmercial d'eata prc, composta dos com-
raerciantes Marcelino Guncalves de Asevedo e
Antonio Luiz da Silva Brando, domiciliados
n'esta praca, para distinguiros cigarros de seu
coramos ci a rna do Forte ns. 3, 5 e 7 e deposito a
ra Duque de Casias n. 68, foi apresetada s
egistro as 11 horas da manh do dia 2 do corrente
registrada n'esta dacta em enmprimento dos
despaches de 9 e 16 flo corrente. E para cum-
prir pteeeito da M fiz esta verba igual do
Mgristco n. 197. l'agou 2*(M) de cois pareceres
figeaes.
"Hmlnrla da Junta Commercial da cidade do
Recite, 16 de Setombro de 1886.
O Secretario Julio Guiaran.
Becife, 20 de Setembro de 1886.
Azevedo <6Jc'.
EMULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
-" Fisrado de bacalho
COM
Hypophosphitos de cal c soda
Approvada pela tunta de Hy
glene e autorisaria pelo
governo
' E' o melher remedio at boje deucoberto para a
tlai<-a bronctoite. escropholMt ra-
etallia. anemia. :ellli
deDuion. taime cbronlea e aH"ecc#e
dio pelto e da garganta.
E' mnito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter eheiro e sabor agra-
daveis, postue todas as virtudes medicinis e no-
- tntivaa do oleo, alm das propriedades tnicas
reconBtituintea dos hypophosphitos. A venda nat
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
VENDAS
g Yende-se urna linda catraia, FeZ Ameri-
oaua u. 12, nova, completa de tndo, 4 remos, 1
vela americana, nova, tapetes; a examinar do
i cae da Linocta,e tratar na rna do Rangel n. 42
com o dono.
Vende-se ama mobilia de jacaradd em per-
feito estado e por com modo preco ; a tratar na
roa da Imperatriz n. 53, 3 aidar.
Vende se um piano ingle*, da armario, em
anito bjm estado, visto ter sido ha pouso eoncer-
*ado ; a tratai na ra Velha n. 85._____
Capachos de esparto
Pintados, de diversos tamanhos, vendem por
D competencia Martina Capitio A C. com
de molhadoa roa estreiU do Rosario
rol
A' ra Duque de Caxias, resolveu a vender
os seguintes artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
tu tina damass a 360 rs. o covado.
Gorgorinas de listrinhas a 360 rs. o covado.
Lis com listrinhas a 640 rs. o covado. *
Fustoes d.' cores a 320 rs. o cavado.
Merinos de cores a 900 rs 1000 e 14200 o co-
vado
Merinos pretos a 14200. 14400, 14600, 14800 e
24000 o covado.
Velludilbos lisos e lavrados a 14000e 14200 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Cachemira bordada de seda a 14500 o
vado.
Lis cscosseas a 500 rs. o covado.
Cambraia com salpicos a 64 rs. a peca.
Chitas escuras e claras a 240 rs. o covado.
Linhos escossees a 240 rs. o covado.
Lis com bolinhas a 640 e 500 rs. o cavado.
Gaze com bolinhas de velludo a 800 rs. o
vado.
Linn com salpicos a 500 rs. o covado.
Giosdcnaples pretos a 14800, 24000 e 84600 o
covado.
Z-pbiros listrados a 200 rs. o cevado.
Cretone finos a 320, 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
Setinetas modernas a 860, 400 e 440 rs. o co-
vado.
Fustao branca a 320, 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o covadu.
Setinetas lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
Flanela de cor a 401 rs o covad.
Flanella branca a 400 e 14000 o covado.
Chapeos de sol de efires para senhortt a 74500
um.
Chales de casemira finos a 94000 um.
Fechs de 12 a 24000, 34000, 44000, 54000
e 64000 um.
Tapete para janella, piano, sof e cama a 44,
6401)0, 74OOO, 84000 e 244000 um.
Esguio amarello e pardo o 500 rs. o cevado.
Casaccs de laia a i'-l 00 um.
Lencoe3 brancos a 1480O um.
Brim prateado a 60C rs. o covado.
Timo.'B para meninos de 4 a 5 anuos a 54000
um.
Lencos a 24000 is. a duzia.
Colchas brancas a 14800 urna.
Setins maio de cores 800, 14200, 14400,14600
e 24000 o covado.
Setinetas bramas a 500 e 560rs. o covado
Cortinados bord-doe a 74000, 94000 e 164000 o
par.
Capellas e veos a 104000 e 144000 urna.
Colchas bordadas a 54000, 64000, 740U0 e 84030
urna.
Espartilhos de cwaca a 4*000, 5*000, 6*000
e 74000 um.
Cortes de la p-.ra vestidos a 2040 0 um.
Algodao com duas larguras a 800 rs. o me-
tro.
Cortes da casemira para calca a 34000 um.
Bramante de linho a 1*800 o metro.
Dito de algodio a 1J200 o metro.
Toalhas lelpudas a 44000 e 64000 a duzia.
Camisas nacionaes
A stooo. a*ooo e S4500
32-*c Loja i ra da Imperatriz 32
Vende-se neste novo eatahelecimento um gran-
de soninvnto de camisas brancas, tanto de aber
turas e pjnhos de linho como de algodio, pelos
baratas precos de 2*500, 84 e 44, sendo taaenda
muito melhor do qu<- as que vecm do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por seren cortada por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda faser por encommendas, a vjntade dos
fregueses : na nova loja da ra da Imperatriz n
3;, de Ferreira da Silva,
Ao32
Nova loja de fazer Jas
& Rna da Impe = 31
DE
FERREIRA DA M^VA
Neste novo estabelecimanto encontrar o res-
p itavel publico um variado sortimento de fazen-
das de todas as qnalidades, que se vendem p
precos baratissimos, assira como um bom sorti
ment de roupas para bouens, e tambem se man
da taser por encommendas, p r ter um bom ines-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras e brins, etc,
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este escolente Whisky Escesses preferive
40 cognac ou agurdenle de canna, para fortifica
> corpo.
Vende-se a rctalho nos h> lhares armasena
oolbados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo nc
me e emblema sao registrados para todo o Brasi
BROWNS z. C, agentes
Novas lsinhas
A 8tO e too res o covado
Acabam de ebegar para a loja da ra da Im-
perstriz n 32, um grande e bonito sortimento de
lisinhas de cores pa;a vestidos, sendo fasenda de
muita phantasia, com cores claras e escaras, e li-
quidan) se a 320 e 400 reis o covado, por ha ver
grande porco na loja de Pereira da Silva.
Fazcndas brancas
SO" AO NUMERO
-lo -- rna da Imperatriz 4o
Loja do* baraleiro*
Albeiro & C, a ra da Imperatris n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estts fazendas
abaixo mencionadas, cem competencia de precos,
A SABEK :
AlgodioPac*', de Igodczinho com 20
jardas, pilo- barato preco de 3*800,
4|, 4 4500, 4* ..', bg, 54500 e 6|50l
MadapolaoPecas de madapolio com 24
jardas a 44500, 54, 64 at 124000
Camisas de meia com listraa, pelo barato
preco de 800
Ditos branc e croas, de 14 at 1*800
Creguella francesa, fazenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
crcalas, vara 400 rs. e 600
Cero'as da ms-sma, muito bem eitas,
a 1*200 e 1*500
Oolletinhos c"a meema 800
Bramante fraoces de algodio, muito en-
corpada. com 10 palmos de largura,
metro 1*2
Dito d linho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 24500 e 208OC
Atoalhado adamascado para toalbas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1(800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
droes delicados, d 240 rs. ate 400
Faptista, o que ba de mais delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fasendas baratissimas, na conhecida
loja de Albeiro & C, esquin i do becco
dos Ferreiros
\lgodo entestado pa-
ra Jen?oes
A OOo ra. e llooo o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
0 rodilo para kneoes de um B panno, com 9 pal-
1 s de larguras 900 rs., e dito com 10 palmos a
taj o metro, assim com dito trancado para
nialhas dr mt sa, com 9 palmos de largura a 14200
i. otro. Isto na leja de Alheiro t C, esquina
do ceco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200,1*400,1*600, 14800 e 2* o covado
A heiro. C, a ra da Imperatris n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pelo pre^o acimt
dito. E' pechineha : na loja da esquina do bec-
co d> s Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da ra da Imperatris n. 40 vcude-se
mnito bons espartilhos para senhoras, pelo preco
de 5*000, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 34 a covado
Alheiro & C, ra da Imperatris n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas larguras, com o padres mais deli-
cados para coetume, e vendem pelo barato precc
de 2*800 e 3j o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fazer costumes de casemira s
h)", sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande pechineha : na loja dos barateiros da Boa
Vifcta.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcio de brim pardo lona, por estar com princ
po de toque de mofo, pelo barato proco de 32(
rs. o covado, grande pechineha ; na loja da es
quina do beceo dos Ferreiros.
Bordado* alMrs.a pera.
A ra da Imperatris n. 40, vende-se pecas de
bordaao, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., on em cartio com 50 pecas, surti-
das, por 5f, aproveitem a pechineha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
St-Boa da Impcrsirli 31
ljoja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as roupas aba)
so mencionadas, que sao ba- i *.u,as.
Palitots pretos de f*ftp>., aiagonaes e
acolchoados, sen jo tazenaas muito en-
corpadas, e forrados 7*0XX
Ditos de casemira preta, de cotdio muito,
bem teitos e forrados 10*00(
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*001
Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
dadera, e forrados 12*001
Caifas de gorgorao preco, colchoado,
sendo fazenda muitr encornada 54501
Ditos de casemia de cores, sendo muito
bem f-'itas 6450"
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas 40(K
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*00f
Oeroulas de groguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e 146IK
Colletinhon de greguel'a muito bem feitos 140<
Assim como um bom sortimento de lencos d<
l'cho e de algodao, meias cruas c collarinhes, etc
to na loja oa ra da Imperatriz n. 3*
e*. aetlnetaa e lslnhas a SO
r. o covado
Na loja da rna da Imperatriz n. 32, vende-
am grande sortimento de lustes brancos a fiGi
rs. o covado, lisinhas lavradas de furta-core
fi-senda bonita para vestidos a 500 r. o covade
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 rs. i covado, pechineha : na loj
do Pereira da Silva.
aigcdocinho francs: para lence
a OOOra.. iS e lioo
Na l.ija da ra da Imperatris n. 32, vende-s
superiores algodaosinbos franceses com 8, 9 e 1'
palmos de largura, proprios para~lencea de un
so panno pelo barato preco de 900 rs. e 14000 >
metro, e dito trancado pa a toalhas a 14280, ai
sim como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a 14500 o metro, barato na loj
d Pereira da Silva.
Malvasia
Yinlio proprio para senhoras
Em barris c a rctalho : P.cas Mendes & C,
ua estreita do Rosaiio n. 9.
r ,_____________
Tceidos de linho
A OO rs. o eovado
Na luj i da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
um bonito sortimento de fazendas da iinhs para
vestidos, tendo largura de chita fr mecza, com
muito bonitas cores e palminhas bordadas, pe-
chincha a 500 rcis o covado, na loja e P-.reira da
Silva.
Cabriolet e victoria
Vende-se um cabriolet e uraa victoria em per-
feito estado de conservacio e por preco mdico :
na cocheira n. 16 ra do Duque de Caxias.
Borros
Vendo se burros ; a tratar no escriptorio da
compaohia do Beberibe, ra do Imperador nu
mero 71.
Aos 1000.0005*000
200:0
0*000
i00:000800v
DE3 Bl
En) fav r dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
lo: no i 15 fiDszeiro lili
0 thesoureiro, Francisco Gonfalves Torra
CAJURUBE
Vende 6e na fubrca Apollo, ra do Hospicio n. 79e era seas dep;sitos, ras do
Cobug n. 14 e ra do Mrquez de Olinda n. 52.
Viuvos e viuvas
Podaro ir Graciosa, ra do Crespo n. 7,
que acbarao sempre artigos proprios para luto,
taea como :
Leques pretos de papal, setineta e setim.
Val'as, brincos, pulseiras e broches pretos.
Meias pretas, fitas, bicos de linho, 15 e seda
pretos.
Guarnicoes para camisa de homem.
Cadeias de fita, retroz e metal, pretas.
Meias pretas para enancas.
loarte dk C.
Cocheira a yenda
Vende-se orna cocheira com bons carros de pas-
eio, bem localisada e afreguesada, por preco mui-
to mdico em rasio de seu dono nio poder admi-
nistrar por ter de faser urna viagem : os preten-
dentes acharito com quem tratar 5 ra do Duque
d Casias n. 47.
Boupa para meninos
A a. 4fSOO e ilt
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, s>
vende um variado sortimento de vestaarios prt
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
nba curta, feitos de brim pardo, a 44000, ditoi
de molecquim a 4450C e ditos de gorgorao preto
emitando casemira, a 64, sao muito baratos ; n
oja do Pereira da Silva.
T' Florida
Rna Dnqne de Casias n 103
Chama te a attencao das Ezmas. familias para
os procos seguintes :
Lnvas de seda preta a 14000 o par.
Cintos a 1*500.
Pnnhos e collarinhos de cores para homem a
1*000.
dem para senbora a 1*500.
Orampos invisiveis a 60 rs. o tnasso.
Luvas de seda cor granada a 24, 2*500 e 34
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.eanos para homem a 34-
Meias de Escossia para crianca a 240 rs. o par.
Leques de papel com corrente a 1 *.
ritas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de eseuiao a 1*500 a dutia.
Albuns de 14500, 9*, 3*, at 8*
Ramea de flores finas a 1*500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 r., 14, 14500 e 24.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 8H0 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos a 200 rs. o par.
Guarnicoes de dem idem a 500 ra
Anquinhas de 1451-0, 24, 24500 e 3* urna.
Plisaos de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Bicm de cores com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 3* a peca.
dem com 4 dedos a 44500 a peca.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
Me:, La Figurine a 54000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
24500 a peca.
dem estreitinbos com 10 metros a 800 e 14000
a peca.
Pentes para codo com inscripcao.
Para toilet
Sabao de areia a 320 rs. nm.
dem phemeado a 500 rs. um.
dem alcatrao a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealface a 1*000.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 34 a duzia.
BARBOSA & SANTOS
Grande liquidacilo
NA
Loja das estrellas
Papoula k (i.
N. lB-ill 110 CaW--N 18
Tem
Luvas de pellica, pelle de cao, camurca, seda fio
d'Escossia e casemira.
Agua florida e Tricofero de Barry.
Saboncto diversos e curativo de Heuter.
Cambraias lisas, bordadas e abertas.
Camisas e ceroulas de flanella e meia de l.
Camisas sem collarinhos e sem punhos s/c c/p
c/c e c/p.
Collarinhos. punhos, meias, plastrons, mantas,
gravatas de laco.
Lencos, espartilhos, penteadores em cambraia,
vestidos de cambraia bordados, boleas tapetes, fi-
nia de seda e de Id, casacas elsticos, casacas de
casemira greoadine de seda e todas de seda.
Alpacas de seda a 600 rs o covado.
Maduro
Yinho puro da uva
O que pode havvr de melhor para mesa, em
barris e a rctalho : Pocis Mendos & C, rna
estreita do Rosario'n. 9.
VAPOR
e mocada
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver no engenho Timb-ass. muito perto
da estacao do mosmo nome ; a tratar na ra da
mperador n. 48, 1 andar.
Pin lio de Riga
Acaba de chegar pelo brigue Atalanta um com-
iieto sortimento de pinho do Riga da melhor qua-
idadu e de diversas dimenso-.'s, como setam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2 X 12
e taboas da mesma madeira do 1 e 1*1/2 polle-
gadas.
Vendem MATHUE3 AUSTIN & C, ra do
aCommercio .18, 1 andar, ou no caes do Apollo
51, por precos commodos.
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w ijieumati8mo ,Cajiero6, Bobas, bnragens
etodatias molestian cpietcnho ana origem
na impureza do sarigue devida a syphie
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. : USO PARA ASWiTOt \
GH*r^jyea*l**aJ ctvCc*- r.oi* cotv ama .'uoio* *
aSORATORIO jEaTRAl OE"f ROOUCTOSlHiaiCI(lA*f
14 Ruado Vise onde do Rio Branoo Wf'
- HIO ItK JANKIKO

. .
1 5
P
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a. 2
5
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Por aelN da*
Este bem conbecido rstabelecimento de fasen-
das roa Duque de Casias n. 58, tendo de mu-
dar se para o n. 56, faz una completo liquidacio
dos artigos abaixo, com 75 0,0 de batimento.
Zephir de urna s cor a 103 ri o covado.
Granadina da diversas edrea a 200 rs.
Popelinas a 120 rs.
Casemira irlandesa a 160 rs.
Damascos par coberta a 320 rs.
Orleans de urna s cor a 300 re.
Lencos de esguio, 24000 a dusia.
Camillas de linho bordadas, 45* a dusia.
Panno ingles a 1*600 o covado.
Casemira de cor a 1*200, 14600 e 1*800.
Penteadores de cambraia bordada, 3* e 4/.
Babados bordados, 1* e 1*200.
ntremelos a 500 rs. e 1*.
Guardanapos de linho, 2*C0D a dusia.
Cortes de cambraia bordados, 64000.
Brim avariado a 160 rs.
Meias inglesas a 44000.
dem de cores, 3*500.
Setinetas de cores a 240, 300 e320 rs.
Fustoes brancos a 320 rs.
Fichus a 500 rs., 1* e 2*000.
Cortes de casemira, 3*UO0.
Algodao de duas larguras a 700 rs. o&atro.
Lencos com barra de cor a 320 rs. a dusia.
Chitas moreninhas a 160 rs. o covado.
Chapeos de sol a 2* e 3*000
Vestuarios Jersey para crianca a 8* e 9*.
Linn com todas as cores a 820 rs. o covado.
Aberturas de esguie finissimo para camisa a
500 rs.
Bramante a 320, 400, 600 e 800 rs. o mstro.
E muitos outros artigos, assim como urna gran-
de quantidade de retalhos de sedas, las, chitas,
batistas e brins ; nio se do amostras, visto ser
urna liquidacio em 5 ou 6 dias.
GRANDE
LIQUIJP
Exposif o central ra larga do
Bosario n.58
Damiio Lima & C, cbamam a attencao das
Exmas. familias para os precos seguintes :
Carreteis de 200 jardas 80 rs.
Pecas de bordados de 200 a 60Ors.
Ditas de um palmo a 24500 e 3*000.
Fita n. 80 para faxa a 2*500.
Leques regatas e D. Joannita a 1*000.
Fraseos e extractos de Lubin, grandes, a 2*000.
Leques D. Lucinda Colbo a 6*000.
Toalhaa felpudas a 500 600, e 1*ii00.
Dusia de meias para homem a 3J000.
Ditas para senhoras a 3*000.
Luvas de sida a 2*000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colarinbos de linho a 500 ra
Ditos de algodao a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordao para vestido a 20 rs.
nvisiv is grandes a 320 rs.
Grampos invisiveis a 60 rs.
Um leque de setim (novidade) a 6J500.
Ricas bolcinhas d > mndreperola de 1*500 6*.
L para bordar 2*800.
Urna capella o veo de 15*000, por 12*000.
Um espelho de mol lura por 5*500.
Urna pulseira de fita per 1*200.
Pliss a 400 e 600 rs.
Urna boneca grande de cera por 24500 e 34000.
NA EXPOSICO CENTRAL
58-Bna Larga do Rosario58
Noivos e Doivas
Encontraro sempre na Graciosa, ra do Cres-
po n. 7, urna variada colleccao de object03 pro-
prios para casamento, como sejam :
Capellas com veos, de 54 a 254000.
Grintldas de fljres de larangeira a 54 c 6*.
uigas de seda bra ca a 1 j e 2*000.
Luvas de pellica branca para senhora a 2*500
o par.
Ditas de dita para homem a 3* o par.
Meias abertas de fio de Escossia para senhora a
2*000 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 8*000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para homem
a 1*500.
Leques brancos de setim, de 6*, 10* e 15*000.
Gravatas brancas de cambraia a 800 rs.
Ditas ditas com laco a 1*000.
Ditas de setim branco a 1*500.
Duarte 4fc C.
Serrara a vapor
Caes do Caplbarlbe n. *8
N'esta serrara encontraro os senhores fregu-
es, um grande sortimeuto de pinto de resina de
lineo a dea metros de comprimeno e de 0,08 a
1,24 de esquadros Garntese preco mais oomo-
io do que em outra qualquer parte.
Francisco dor Santos Macedo.
BANHOS DE MAR
Superiores costones de excellenle fazenda para
sj^.ro'xaias dos xwxjldb.
Para senhoras. .... 10$000
Para homens ...... 8#000
Para crian?as-. ..... 5$000
Promptamente prepara-se qualquer eos-
turne para o qu3 temos os melhor es tecidos.
Xo mesmo ostabelecimento se continuar
a encontrar constantemente verdadeiras pe-
chinchas.
M Prieiro i laico 128
JUNTO DO LOIVk
Tetephone n. .:8
PaRIS
15 Kae Fcv.iocedor
prrilegiado o. Caa Real da Espanha
e de 0. I'I. a Rainha de Italia.
Ozea Pd.
Ozea Sachet.
Ozea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os dentes.
07ea Pasta para os dentes.
Ozea Oleo.
Ozea Sabo.
Ozea Pomada.
Ozea Fixativo.
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream
Estas exquisitas preparaces sao mnito apre
ciadas na mais distincta sociedade pela deli
cadeza do seu perfume.
JV*1 pi EC ER'S
T&ANSPARENT CfiYSTALSOAP
(Sabo transparente cristalino)
reconhecido como o mais perfeito de todos os sabaos de toilette pelas suas
propiedades hygienicas, pelo seu arocia c pela sua larga duraeo.
<. .. Dofilo : ..i [irlaoi[.^. Perfamaria., FarmacUt, *e.
I Itflffl j
V


t


Diario de PcrnambucoQnarta-feira 6 de Outubro de 1S86
ASSEMBLEA GERAL
*






CAWAIlA DO ePL'TADOi
SESSO EM 15 DE SETEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO SE. GOMES DE CA8TBO
1. VICE-PRFSIDENTE
< Continuadlo)
O. Sr. Alfonso Celso Jnior (continuando)
Antes do Digesto j se reconhecia no es-
cravo urna certa persanalidade. Adriano
que tirou ao senhor o direito de mnrte so-
bre o escravo, contiaudo aos tribunacs o
julgamento dos culpados ; Antonio Pi que
iujpoz pena de homicidio quelle que, sera
grave motivo, dzesso justica por suas mi >s
ao escravo : Marco Aurelio, Oaraoala, Jus
tiniano, Basilio, Constancio Porphyro gene-
te promulgaran! dispusieres liberaos, de
modo que a privativa aspereza do direito
romano desappareceu no tocante escra-
vidlo, podendo dizer que, no seu ultimo
estado, o statu-liber nlo era rigorosamente
captivo. Sustenta o eminente romanista
Maynz quo o statu-liber pauco diff=re do
escravo, tanto assim que tica em poder do
senhor, e pode ser dado, vendido ou troca-
do, desde que seja respeitado o seu direi-
to eventual; nos textos de Modestino e
Ulpiano consignam positivamente que, en
coutrado em crime, dave o escravo ser pu-
nido como homem livre, conforme rcscrip
tos expressos. Quo o statu-liber j nao
escravo, mas homem livre, apezar de nlo
ter plena disposiclo de sua voutade, de
sua pessoa e de seus uireitos. como o mo-
nor, o prodigo, o roentocapto, prova-o o
proprio texto em que se diz que quasi nao
se difFerenca do escravo. Se quasi nao se
differenca em alguma cousa e nessa diffe-
renca devo prevalecer o elemento favora
?el.
Mas, a questlo de direito patrio, cujas
disposieSes antigs devem de ser interpre-
tadas, conforme a loi de 18 do Agosto de
1769, inundando admittir como subsidia-
rio o dirfito romano nlo sendo contrario
boa razo; declara qu= por essa boa razio
deve entenderse sua conformidade com os
principios do seculo. As ordenacSes 'deter
minam que em beneficio da liberdade co-
dera as | reseripc5es da lei: liv. 4o tit. 11
4'J que o captiveiro contrario natu-
reza : (o mesmo livro, tit. 42) preceitu*udo
a lei de 1 de Abril de 1680 que sao
sempre mis fortes e do mor valia as ra-
zSes era prol da liberdade de que as que
possam tornar justo o captiveiro.
Ora, se a lei de 18 de Agosto de 1769
manda admittir o direito romano, mas sem
tccjes ncm asperez s de conformidade
com ts bons principios, se ha aquellas dis-
posieSes terminantes, por mais nfimo que
seja o lo quebrado cadeia da escravldo,
cujos pedacos con-tituem o statu lber, a
nfima parcella de liberdade nella encerra-
da deve prevalecer como elemento pre-
ponderante, i.tinento e decisivo.
Nem se allegue que o steUu lber nao de-
riva da decretadlo previa da liberdade dos
sexagenarios, visto como o projecto adop
tado nenhuma alteracao to nou as rea
c,5es entre senhores e escravos, por aso
qus pouco importa que a lei modifique ou
alo expressamente a condiclo do escravo,
desdo que taes modificares derivem lgi-
ca e jurdicamente de urna nova ordem de
cousas por el'a estabelecida, pois a Ui nlo
obriga s quanto ao que nella est expres-
o, mas tambera ao quo naturalmente ah
se contera, nos seas consectarios legiti-
mas deduccoes. Se o statu lber nSo es-
envidio, se firma direitos que a escra-
vidao exclua e dispensa encargos a ella
inherentes, nao permanecen as raesmaa as
relacSes entre o senhor e o escravo, quer
a lei o declare qi er nlo.
Nem se allegue tao pouco que a lu que
designa a liberdade dos sexagenarios, fixa
o prego dos escravos das diversas idadea,
denominaos formalmente escravos e man-
da matriclalos sob pena de extinguirse
o dominio do senhor, pois quanto tixacSo
deprecos e matrcula, fundo ao emancipa-
dlo sao providencias applicaveis aos statu
lber e importam approxiwar o dia em
que entrarlo no gozo da sua liberdade j
adquirida, ou pelo resgate dos servicos ou
no carcter de pena, e no mais sao antino-
mias e incoherencia do texto legal. Pde-
se objectar arad* que o corpo legislativo
tenha a facuade de alterar o statu-liber,
ms urna lei nSo solada, faz parte de
un corpo de legislaclo e isso seria retro-
gradar 15 secaos, que Unto implica reti-
rar do statu-liber vanstagens que se lhe re-
a^a^^^
conhecera em frente de nosso direito esta-
belecido. A liberdade deve ser sempra a
causa maii favorecida e as concessoes a
ella feitus slo irrevogaveis.
Poder ae-ha modificar a capacidado jur-
dica do .tlatu 7i6er, porem para eleval-a,
para raelhoral-a, nunca para attenual-a.
Firmados estes principios, poder pre-
valecer a pena de acoites, pena aflictiva,
pena infamante, a nica nesse genero em
nosso coligo, pena absurda, pois s con-
8ciencia publica pertence decretar a infa
mia, que deve resultar do acto intrnseco,
do crime, o^jraais da forma do acto exte
rior da pena, porque a vergonha est no
dlicto o nao pode r alera?... Poder
prevalecer esta pena, mormeuto quaud ),
segundo o aviso de '20 de Agosto de 1874,
o recurso de graca nao tera efFeito sus-
pensivo, e quando prvido, j o paciente
lelle nlo so aprovoita, essa pena que, no
dizer do notavel jurisconsulto, mais do
que urna anomalia, um germen ue corrup
co.
Comprohende-se, contina o raesmo ju
risconsulto, essa pena nos terapos barbaros,
quando dominava o principio da ntimida-
clo para soffraar os raalfeitores; mas,
actualmente, um coutransenso, pois n
legislarlo penal domina o principio da cor-
recclo; urna ignominia eterna inflingida
a un* familia 'toda, attentatoria da cons-
tituiclo, que aboli todas as penas crueis.
O art. bO do cdigo criminal s seria ap
plicavel aos escravos. Ora, os actuaes es
cravos passaram a statu liberi, os quaes
devem ser punidos como livres; logo, aos
actuaes captivos nao pode mais ser appli
cada a pena de acoites, implcitamente re-
vogada pela lei de 28 de Setembro de
1885. No mesmo caso se acha a lei do 10
de Junlio de 1885, que, na phrase insus
peita do Sr. Jlo Peni lo, que propoz
sua revogc2o, nodoa que rebaixa e afea
a l'g'slacao do paiz. Parante ella o escra-
vo nao goza da menor regala, nem do
mas insignificante direito, nao se indaga do
movel do crime, tomase o facto brutal,
sem attenclo a circumstancia alguma e
irape se ao delinquente a pena capital. S
se compara a ella a lei Couthon, decretada
na poca do Terror, a qual supprimia tes-
temunhas e defensor nos procesaos contra a
repblica ; mas oi logo revogada, ao passo
que a de 10 de Junho dura ha mais de
meio seculo. A le de 10 de Junho urna lei
de algozes julgando victimas, em que todos
os agenteB da lei sao suspeitos, em que nao
se admitiera attenuantes, nem appellaclo,
nem aggravo. Quanta repugnancia inspi-
ra esse rgimen cooscienca nacional,
educada pelo progresso da razao e da jus-
tica, demonstra o horror que produziram os
aconteciraentos da Parahyba do Sul, que
mais pareceu um sombro e phantastico
pesadelo do que ama realidade, e empalli-
deaem as mais tremendas tragedias da in-
quisicSo, aconteciraentos era que ba porme-
nores horripillantes, em que 300 acoites
multiplicara-se a 1,500 ; era que ha carnes
apodrecdas, cortadas, para evitar a gan-
grena ; era que as reinadas fazem espada-
ar sangue, misturado com fragmentos de
carnes dilaceradas que borrifam a face da
jnstica ; em que ha individuos ajoajados
como animaos ferozes e conduzidos a trote
presos cauda das montaras; em que um
homem desraaia disnte das scenas que as-
sistia ; ora que ha cadveres insepultos du-
rante 36 horas beira da estrada, lauca-
dos juntos e amarrados em rovas abertas,
d'onde nlo se pode fazer ama exhura.iglo
para verificar a existencia de um crime,
porque haviam sido devorados pelos porcos
e pelos caes I...
Os estatutos inglezes do XIII e XIV
sceulos punam o adulterio obligando os
delinquentes a andarem ns pela cidade.
As omitieres adulteras erara, arrastadas
despidas de cidade om didade, at que
morressem sob as vergastadas. O orador
sent que a sua voz nao possa repercutir
por todo o Imperio narrando esses hor-
rores.
A e8cravid2o o concubinato da lei com
o crime, a prostituido da justica ; deve ser
exposta om plena nudez repeliente era to-
das as pracaa do peosaraento, at que suc-
cumba coberta da opprobro, sendo entilo
o seu corpo, mais cardosamente que o dos
escravos, arremessado com duas balas aos
ps no fundo mar do esquocimento...
Outro ponto sobre o qual o orador quize-
ra ouvir a opinilo do governo se pretende
fazer alguma cousa era prol dos ingenuos,
aos quacs a nova lei smente se refere para
declarar que, extracta a escravidSo, oes-
FOLHETIM
s
DE
EMMA KOSA
POR
um de mma
coiTimg.o ss szaoiQ
(Continuaco do n. Ji8 )
;XIII
Faga isso, faca isso, Fernando, e eu
o abencoarei e perdoarei todo. S me
lombrarei de que o araei e que p-i de mi
nha filha.
O Sf. de Rodyl, commovido at as la-
grimas, eatendeu os bracos.
A pobre mulher deixou se cahir nelles.
Coragem I disse-lhe o substituto, bei-
jando-a. Trinmphou. A evidencia lhe
contraria, mas eu neg a evidencia e creio
na sua innocencia I
A em' co foi tao violent deraais para
essa alma batida por tamaita tempestado,
para esse corpo gasto por tanto soffrmen-
to e tantas insomoias.
Angela sol ton um longo suspiro e per-
deu es sentidos.
O Sr. de Rodyl charaou.
Chegou um guarda.
Acuda depressal dase lhe o substi-
tuto. Esta mulher acaba de desmaiar.
O guarda foi chamar dous dos sejis col-
legas.
Angela foi levada para a sua celia, es-
tendida na cama, e urna enfermeira teve
ordem de ir velar sua cabeceira.
possibili
na quasi
admi-
sar o direito dos senhores de escravos
prestado de seus servicos ou indemnisa-
cSo era ttulos de renda. Da lei de 1871,
emergi essa geraco heterognea, escrav,
pela origem e oondicSes de vida, e livre
pelo destino. Ao Estado cumpre olhar para
ella, pois sao seus pupilo?, sendo irapres-
ciodivel a sua tutela, mesmo para os que
oilo lhe forera entregues mediante a apolice
de 6005003. Suppjnhauos que lhe sao
confiados todos os ingenuos nascidos quan-
do a C8crovid5o cstivor por acabar, quando
nito valha a pena conscrval-os, attnto o
curto praZJ da preatacSo de srvijo Pela
priraeira lei de 28 de Sotembro, o governo
polo dar os ingenuos a assooiacues por elle,
autorisadas, quando retirados senhor; devonlo tacs associa^5)8 gozar ou
sublocar os seus servigus at a ilado de 21
annos, cralos, constituir lhes un peculio,
ficando salvo ao governo o direito de reco
Ihel-os a asylos ou estab-;lecimentos pbli-
cos, transferindo-se, nesso caso, para o Es
tado a obrigaco imposta s assocar,-o :s.
Era 1877 consignou se 25 /0 do tundo
de eraancipacSo para educar ingenuos, mas
essa disposicao foi revogada. Que preten-
de fazar o governo era prol dessas -.-naneas,
para com as quaes contrahio sole:nnes cora-
prom8Sos ? Releva aqui notar urna injus-
t9* qu> j foi eloquentemente assignalada
na cmara, mas que conv n raptor para
que bora se grave no animo publico : os
irraos dos ingenuos, o.i que mais prximos
estavara da liberdade, os que estara ra li-
vres se a le da emansipacao viesse ura dia
antes, sao os menos favorecidos, pois silo os
mais altamente avallados. Duas enancas
nascidas urna a 27 do Setembro e outra a
28 : a segunda ser ingenua, eraquanto so-
bre a priraeira posar mais forte o jugo da
escravidSo, pois sarao as mais avultala
mente cotadas, as de mais diffi :il resgate,'
erabora os melhores cidadaos do porvir.
Cumpre ao governo ir sanando tao flagran-
tes desigualdades propoocao que a es-
cravido fr chegando a termo : proteja os
filhos, j que nada fez em proveito dns
pas.
Versa o derradeiro ponto da interpella-
50 do orador sobre o alcance da naturali-
zado do eacravo na nova matrcula. Fe-
lizmente vai sendo jurispurdecia uniforme
que a lei de 7 de Novembro de 1831 adia-
se om pleno vigor, entretanto duvidas tera-
80 levantado a respeito de se incluir na
nova matricula africanos que pela confis-
sSo do proprio senhor, constante da 1.a
matrcula tivessem sido importados depois
de 1831, quando, por forg desaa lei, de-
vem ser declarados livres todos os africa-
nos de menos de 55 annos, e seus descen-
dentes.
Assim, porem, nao se decidi em Minas,
declarando em documento offioial que na
nova matricula s importa ins rever os es-
cravos e arrolar parte os sexagenarios,
devendo ser matriculados como escravos
os africanos que o forara era 1871, salvo
se foram declarados livres pelo poder ju-
diciaro e bajara attiogido 60 annos, po-
dendo assim ser registrados como escra-
vos individuos livres da direito, tornndo-
se indifferente a circumstancia de natura-
lila les. Ainda mais, um aviso do minis-
terio da agricultura determinou que os 'ral-
lectores deveriam limitar se a verificar a
authenticidade dos dooumeatos apresenta-
dos, matriculando todos os escravos infe-
riores a 50 annos, africanos ou nao. De
forma que o governo fecha os olbos vio-
lacSo da lei internacional de 1831, declara
que nada tera com esssa violacSo, pratiua
conscientemente o crime de reduzir pessoa
livre escravidSo. Qual, entilo, o aloanoe
da circumstancia de nataralidade da nova
matricula ? O collector torna-se pelo aviso
do governo um registrador de attentados,
pois os africanos do 1831 sSo verdadeiros
estrangeiros, que deveriam merecer todo o
respeito de um governo seria que para
cumprir os sem cempromissos de honra e
pratioar actos de huraanida lo nSo precisa
de reclamadlo de potencias estrangeiras,
raaofeatadas em notas insolentes e apoia-
d8 na forca dos caohoes. Convm eluci-
dar esta questSo.
Est formulada a ioterpellacio.
Aguarda o orador ancioso a resposta do
Sr. ministro :se essa for affirraativa, se
declarar que effeotivamente no Brasil j
nao 1* escravos, mas staturliheri, que a
lei de 10 de Junho de 1835 e o art. 60
do cdigo criminal estilo implcitamente re-
rogados, que o governo pretende occopar-
se seriamente dos ingenuos e que aos afri-
canos importados depois de 1831 deve ser
O magistrado foi ao gabinete do direc-
tor.
Est terminada a sua entrevista com
a presa, Sr. substituto ? perguntou este.
Fernando de Rodyl den resposta affirraa-
tiva.
O director tornou :
Essa crea tura um mons'ro, nao
assim? Cumplice de um crime de parrci
dio, dizer tudo.
NSo techamos pressa em julgar, racu
caro senhor, replicou o substituto. *5' pru-
dente aba ter-se a gente, eraquanto a justica
nao sa pronuncia, e, ainda assim, os erro*
judiciaros sao muito fr<-quentes.
Eatao er na possibilidade da inno-
cen :ia dessa mulher ?
Si ra... e nlo somente na
dade, mas a probabilidade, at
certeza.
O senhor causa-mo profunda
relo.
A minha nlo menor. Porque che-
guei aqui muito prevenido contra ella. A
pobre croatura perdeu os sentidos, depois
de urna conversa commovente demais para
a sua fraqueza phyaica e moral. Peco lhe,
Sr. director, em nome dos seus sentimen-
tos de hnmanidade, que lhe torne a prislo
o menos dura possivel.
Farei o postivel para obedecel-o, Sr.
substituto. Tado quanto nlo me parecer
ncompativel com o meu dever profissional
ser feito.
Demais, agora espero que
della seja de pouca duraclo.
Fernando de Rodyl sabio da
3. Lzaro, e tornando a entrar
que o tinha levado, mandou que
palacio da justica e :dli eubio para o gabi-
nete do Sr. de Gevrey.
Este nlo eslava l.
O substituto foi entlo ra de Rennes,
ao domicilio particular do seu amigo.
Ricardo de Gevrey acabava de entrar.
Foi logo procurar Fernando de Rodyl na
sala, levoo-o para o seu gabinete de traba-
lho e perguntou lhe:
restituida a liberdade a que hlu jus a
presento sesslo legislativa nao ser estril,
mas de altos resultados para o resgate da
honra-nacional, pois sabera todos quanto
vale neste paiz a palavra do governo. Se,
ao contrario, obscurecido o seu alto crite-
rio, nlo sabe o oralor por que nuveos de
prcconcfcitos ou falsas apreciares, espon-
der o Sr. presidenta do conselho negativa-
mente, ser raais urna desillusao que deve
estimular a propaganda abolicionista. Mas,
nesso caso, o oralor appellar para a ma
gistratura, essa classo tilo nobro quanto
desprotegida entro nos, quasi perdida, na
phrase do Sr. presidente do '.ooseltio, des-
viada da sua raissao pe iraan fatal o per-
versar da poltica, mas simpre da iaataca-
vel probidade, supplicando-lhs quo estude
estas quest5es com animo desprevenido e
que lembre-se de quo constitue um dos
quatro poderes do Estado, fazendo sentir
311a fora na applicaclo dos principios da
liberdade, suavisando o rgimen escravo
nlo cora favores, mas com estricta justica,
nos pouco3 annos que ainda llie restam de
durajlo. Para invocar a manifestacao do
sua equidade, basta a leinurar.ca de que
conforme j mostrou no parlamento :1o-
quentissima voz, inmensa a divida de
gratidlo de que credora para com o
Brasil a raja escrava. Poderoso foi o con-
tingento cora que ella contribuio para a
formaclo da nossa nacionalidade ; repre-
senta quasi exclusivamente entre no o
trabalbo ; o^factor primordial, sonao ni-
co da riqueza publica: a fiadora das divi-
des nacionaes. a quem o Brasil leve tudo
quauto o que, no momento do perigo,
quando a honra nacional estava em jogo,
juncou heroicamente do suas ossodas os
ea.upos do Paraguay ; que, cora sublime
resignacl.j, jamis quiz formar no cadinho
dos seus tormentos a alma de un Sparta-
cua, e que nlo s contri bue para a nossa
vida econmica e social, como at para a
nossa vida material, pois quasi todos lo-
mos alimentados na infancia com leite es-
cravo. No tempo do imperador Antonino
Po ordeneu-sa que fossem vendidos em
justascondicojs os escravos que se rafu-
giassera ao p dos altares ou das imagens
imperiaes, em consequencia da crueldade
dos seus senhores. Nlo ha mais sacrosan-
to Jtar do que a justica : os magistrados
sao, na phrase de Ulpiano, os sacerdotes
do direito. Constituara-se elles o amparo,
o asylo dos captivos ae menos nos 10 ou
12 annos que (altara de ignominia.
Para vencer a presslo que p ir ventura
interesses mal entendidos queiram exercer
em suas consciencias, basta terem sempre
presente memoria o conceito celebre de
que ha sentencas que hlo de ser julgadas
sem appellaco nem recurso pela posteri-
dade, que applica nlo raro iuexorovelmen-
te s pessoaa moraes a pena de talilo, de
sor te que muitos juiaes e potentados de
agora serlo condemnados, como os capti-
vos actualmente, a ser acoutados aa praca
publica da historia, pela indignaclo das
geracoes vindoaras, e a carregar pelos
tempos a fra a grilheta de abjecelo I...
(Muito bera, muito bora. O orador fe-
licitado.)
O Sr. Bario de Contegipe (pre-
sident do conseibo): (Attea^lo) Sr. pre-
sidente, o Ilustre depatado interpellante
foa-me a honra de querer ouvir-me, nlo
sobre actos do gover o, mas sobre miaba
opinilo a respeito de quesitos que forran-
loa.
Nlo poda, portanto eximir-me de com-
parecer neste recinto. Fez-me, pois, o hon-
rado deputado urna injusticia quando recla-
tnou pela demora do raeu comparecimento.
Nlo voltaroi ao exemplo quo citou o hon-
rado deputado, recelando minha ausencia:
creio que entlo, assim como boje, usei de
ura direito que me d o regiment da
osa. (Apilados.)
Paaiarei a responder aos quesitos de sua
interpellacao : (L.J
c C .1 na opinilo do governo, a verda-
deira condiclo dos escravisados existentes
no imperio, desde que, pelo art. 3o 10
da lei n. 2,379 de 28 de Setembro de
1885, foi fixa i o dia certo para entrareis
no gozo de ua liberdade ? t>
Notarei que nos textos das nossas luis
nlo ha a palavra escrarsados, ha a pa-
lavra escravo.
O Sr. Coelho Rodrigues : Apoiado.
Outro Sr. Deputado : Slo synonimos.
O Sr. Bario de Cotegipe : Noto a dif-
ferempa, porque considerara os que pensara
a pristo
prislo de
no carro
fosse ao
Entlo ?
Venbo de S. Lzaro. Vi Angela
Bernicr, conversei longamente com ella,
respoodeu o Sr. de Rodyl.
Oue resultou para o senhor dessa
conversa ?
A convicelo de que Angela inno-
cente.
O Sr. de Gevrey deu um polo na cadei-
ra.
Innocente repeli elle em tom que
traha completa incredulidaie.
ffu o affirmo.
De onde vera essa convicelo espan-
tosa ? Ella entlo refutoa victoriosamente
as provas amontoadas contra ella ?
Nlo, mas eu vi o seu desespero, as
suas lagrimas.
Todo isso urna comedia.
-- Eu jaro que Angela estava sincera 1
Ser esta entlo a priraeira vez que appa-
rencias^allazes^acabrunham um innocente?
Sabe o contrario to bem como eu. Por-
que nlo ser urna victima Angola, que lhe
parece uraa culpada ?
Entlo na sua opinilo o canhenho de
Csviii' Bsrnier ?...
Pode ter sido escondido no quarto da
hervanara por gente que tivesse interesse
em Uncir a justica em pista falsa, para
les vial-a da verdadeira.
A correspondencia to cora orme tte-
dora enviada a S. Lzaro ?
Parece me uraa manobra do mesmo
genero. Essa correspondencia foi enviada
para ser apprehendida,
Mas Eraraa Rosa desappcreceu como
estava annunciado.
Annunciarara o seu desapp raciraen-
to jautamente para que a mli parecesse
cumplice nelle.
- Isso urna loucura exclamo ti o Sr.
de Gevrey. Um romancista, ura autor
dramtico, talvez inventasse combinaco.-s
semelhantes a ssas que o senhor suppoe
reaes. Mas o senhor um homem serio,
um magiltrado e admira-me que essas
oombinaedes lhe parejara admissiveis.
como o nobro deputado que ha malta diffa-
renca sobre um e outro vocabulo.
Se slo synonimos, como disse em aparte
um Ilustre deputado, nada observarei.
A miniia resposta ao quesito que a
condiclo dos escravos de que falla o art.
3", 10, da lei n. 2,370, -de escravos.
A nossa legislagSo nlo reconhece essa con-
diulo intermedia que o uabre deputado, ci-
tando o direito romano, pretendeu applicar
ao caso : acredito raesmo que o direito r^
raanj nlo consagra esta differenga.
O Sr. Coelbo Rodrigues : Apoiado.
O Sr. Burlo de Cotagipe : Djxo a
defeza da minhi opinilo nesta parto ao
honrado deputado, lerte do direito romano,
que j contestou o autor da interpellnglo,
e que melhor poder rcsponder-lho latra
cora latira. (Hilaridade.)
Respondido assim o primeiro quesito, f-
ca prejudicado o sagundo, isto a Perma-
necen! rig.irosamente escravos ou. tornam-
se statu libere ? 1 Perraanecem rigorosa
mente escravos.
Terceiro quesito (L) :
i Subsistera era pleno vigor o art. 60
do cdigo criminal (pena de acoites) e a lei
de 10 de Junho do 1835, depois da nova
situaclo para elles creada pela referida lei
de 28 de Setembro ?
Subsistera. Nenhuma lei rovogou essas
disposijoes p3iiaes, nem se ple conside-
rar irapli.itaiaente rovogadas pelos benefi-
cios que para a extinecao da es ravidla fo-
rara consignados as leis de 28 de Sitara
bro de 1885 e de 1871.
O nobre deputado appellou para a ma-
gistratura ; mas observo que esse appello
nlo pode ter lugar. A magistratura nlo
ple julgar, cnilo de accordo com as leis
existentes, boas ou ms. (Muitos apoia-
dos.)
O Sr. Affanso Celso Jnior : Eu rten-
me s leis existentes.
O Sr. Bario de Categipe (presidente do
coaselho) : So a magistratura pode, leva-
da por principios humanitarios ou de inte-
resse qualquer, julgar revogadas leis que
ainda nlo o foram pelo poder legislativo
e tanto assim que ha propostas para que
ellas sejara revogadas), digo que a magis-
tratura est mais perdida do que eu sup-
punha. 'Riso. 1
Cora que direito ura juiz, decidalo o
jury que o reo eacravo commetteu crines
que o sujeitara a penas do cdigo criminal
ou da le de 1835, mu la a applicaclo da
pena?
Nlo sei que isto seja permittido em paiz
nenhum.
A Inglaterra, que o nobre deputado ci-
tou e que sempre trazido como exemplo,
nos d o de maior valia da sua magistra-
tura, que to rigorosa, o qne at julga o
absurdo segundo a lettra da lei. (Apoia-
dos.)
Portanto, os juizes que julgarem contra
aa disposicoes claras, positivas das leis
sciente e conscientemente, prevaricara.
(Apoiados.)
< Quarto. Pensa o governo era promo-
ver alguma medidas no intuito de acaute-
laa a sorte dos ingenuos ?
Senhores, a sorte dos ingennoa est
acautelada, no que essencial, pela lei de
28 de Setembro de 1871.
- O meu instincto adverte-me de que
estou com a verdade, por mais inveros-
mil que lhe pareca.
O meu instincto nlo me diz nada
disso. As suas conviccSes nao slo as mi-
nhas.
Entretanto, preciso que sejara, pa-
ra que possa assigoar a ordem de soltura
provisoria de Angela Bernier.
O Sr. de Gevrey levantou-se brusca-
mente como sob o choque de urna corarao-
5I0 elctrica.
Angela Bernier solta exolamou elle,
e para que ?
Para que ella possa procurar a filha
e deacobrir os iniraigos que a qutrem per-
der, os verdadeiros assassinos de Jaym
Bernier I
Nunca assignarei essa ordem.
Como! nem mesmo sendo eu fiador
de Angela ?
O senhor, seu fiador, o senhor !
- Eu nlo hesitara.
Sabe que ira possivel. De vemos obe-
diencia le ; ra o artigo 113 do cdigo
do procesao criminal diz isto : A liber-
dade provisoria nunca peder ser concedi-
da ao indiciado, qnando o crime for passi-
vel de pena alflictiva ou infamante. >
A lei nlo tem piedade.
Nlo a nos que compete exprobrar-
Ihe isso. O nosso dever submetter-nos
s suas pr.'scripcoig, quaesquer que ellas
sejara.
Podem-so ladear essas prescripcoes,
Nao tomsrei sobre raim fazel-o. Por
nada neste mundo, nam mesmo pela arai-
sade que lhe tenho, consentira em incor-
rer nessa < ulpa.
Pois bera I he de rae dirigir ao pro-
curador da repblica, ao procurador geral,
ao ministro, se for necessario.
Cuidado, Fernando. Ura acto des
se 1 pode ser perigoao. Pode corapromet
ter sua posico, o seu futuro.
Oh replicou o substituto cora vio-
lencia, que rae importa a minha p.^siclo
actual e o meu futuro na magistratura ?
usufruir os servicos dos ingenuos at 21
annos. Nlo appareceram, creio, mais de
dous proprietarioa que pedissem a indem-
Disaclo ao governo, o supponho que esses
mesroos nlo forara indemnisados.
Vozes : Nunca o foram.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
conselho) : Qual o numero desses inge-
nuos ? Dave estar no relatorio do minis-
terio da agri :ultura ; pens que elles hoja
devem exaeder de 400,000. Como que
o Estado poda encarregar-se da criiclo 6
educado de todos c3ses ingenuos ? Como
sepralos tambera das roSis, dos pais, da!
suas relajoes, etc. '
As associacoes particulares devem pro-
mover quanto ser possa a educacao dos
meamos ingenuos, e estou persuadido de
qne a maior parta dos propriet irios nlo
hesitar era entregal-os a essas associa-
cojs para sustntalos e edcalos, mas nlo
para explralos. (Apoiados.)
Tera havido propostas, afira de se esta
belecerera fazendas para educaclfo e
para trabalho desses ingenuos ; mas nem
o ministerio actual, nem os anteriores tfim,
dado andamento a esses projectos, porque
elles nlo sao outra cousa mais do que pas-
aar os ingenuos das ralos dos seus actuaesl
protectores para as mos de especulado-
res.
O governo est prompto a aceitar qual-
quer projecto que possa na realidade tra-
zer beneficio a estes ingenuos, mas nlo
sei, nao posso por ora dizer quaes sao as
medidas a tomar....
O Sr. Araujo Gas Jnior : Nlo
ooosvZo.
O Sr. Bario do Cotegipe ...., e me-
nos dar a minha opiniara particular, porque
a resoluclo do problema muito difficil.
(Contina)
VAfllEMDE
egredo
A'
Tenho na vida um segredo,
que commigo sepultura
baixar, que a desventura
assim o manda calar.
Sou pobre: nlo tenho nome,
o infortunio o negou,
a sorte avara o roubou,
devo, soffrendo, o guardar.
Fugir, nlo posso esquecer-te ? !
nlo tentarei, hei de amar-te,
hei de viver p'ra adorar te
como adoras ao teu Deus.
Por ti eu soffro e nlo choro,
nlo maldigo minha sorte,
espero s pela morte
que termine os dias meas 1
Se antes, porm, podesse
abrir-te mea coracao
e mostrar desta paixlo
a vehemencia, o ardor,
se no piano, tardinha,
ao som da walsn mimosa
que tu tocas carraosa
tu sentiste o mesmo amor...
\
A mesma lei promettia outros beneficios
feitos por associaeSes, pelo governo, etc.
mas o certo que nada disso se tem podi
do levar a efiVto, nada absolutamente.
Si nlo fosse a hamanidade dos proprieta
ros de escravos (apoiados), en dira que a
geranio dos ingenuos era a mais desgrasa-
da deste imperio. (Muitos apoiados.)
O Sr. Bernardo de Mendonca Sobraho :
Esse o melhor acautelamento que elles
tm no imperio do Brazil.
.0 Sr. Aflnso Celso Jnior:E finda
a prestaclo de servicos ?
(Ha outros apartes).
O Sr. Presidente: Attenclo! Qaem
tem a palavra o Sr. presidente do con-
selho.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
conselho) : Senhores, no te-so que os pro-
pretar08 de escravos, que slo considera-
dos como barbaros, como os maiores ty-
rannos, deram a maior prova de humani-
dade reeebendo os ingenuos (apoiados),
sem exigir do governo cousa alguma.
(Muitos apoiados.)
A lei lhes garanta, depois de oito annos,
urna indemnisoclo. Aqaelles qae nlo qui-
zessem receber a apolice de 6,008 como
ndemnisaclo da creaclo, que alo vai s-
m-nte at oito annos, tintara o direito de
Nlo se trata de mira, trata-se da minha fi-
lha, que exprobra amargamente de ter
abandonado por tanto tempo e que hoje
talvez esteja perdida por causa desse aban-
dono. Qml seria o mea futuro se eu nlo
empregasse todos os muios para salvar mi-
nha filha ou, pelo menos, para vingal a I
Angela oonvenceu-raeI Tenho f nella.
Estou certo da sua innocencia e cont
com o seu instinato de mli como com o
guia infallivel que nos far descobrir Em-
raa Rosa. E' preciso que Angela seja sol-
ta Ha de sel o 1
E sem esperar urna resposta pela qual
nlo queria deixar-se convencer, Fernando
de R >dyl sabio vivamente do gabinete de
trabalho e da casa do amigo.
'tacar Rigault, j odisemos aos nossas
leitorus, havia recomecado a sua sentnella,
na ra Bonaparte, arim de espreitar o bo-
raem de paletot forrado de pellos ; e eis o
que imaginou para que essa sentinella, pro-
longada indefinitamente, nlo attrahisse a
attenclo sobre elle e nlo parecesse suspei-
to a ninguem.
No canto da passagem das Bellas Artes,
indo da ra do Sena ra Banaparte,
atrs da grade que fe lado da mesma grade ha ama barraquinha
de taboas de, quando muito, um metro qua
drado, que serve de domicilio desde a ma-
rina at noite a uraa boa mulher que
vende jornaes, cora o rosto escondido em
ura gran ie chapeo.
Desde o primeiro momento em que 00-
raccou a montar a guarda, Osear, muito
aborrecido com o seu passeio na ra, ex-
posto ao fro e abalroado pelos transen-
tes, lancou os olbos para a teada da mu-
lher.
A da de fazer-se locatario da barraca
atravessou-lhe sbitamente o espirito, mas
nesse dia j era tarde. Cahio a noite e a
mulher ia fechar a loja.
Por consegrante adiou para o dia segra-
te a execaclo do sea projecto.
Cbegou cedo ra Bonaprrte e parou

E como feliz seria
se em castos devaneios
pousando a fronte em teas seios
deste amor eu te tallasse,
se as miabas as tuas mos
ao som do um beijo aportadas
ao coraclo conobegadas
santo amor te despertasse ?
Pode vencer-me a riqueza
o dinheiro supplant r-me,
podes tambem despresar-me
nunca, u te esquecerei.
Em minh'alma retractada
terei sempre a sua figura
o perfil de formosura
que a tanto tempo gravei.
Deixa, ao menos, Iludido,
animado na esperanca
(qaem espera sempre aleanca)
de feliz um da ser,
que importa se nlo me amas ?
por este amor enlouqueco
por tanto amar-te feneco
mas hei de amar-te mulher!
Hesse Hemme.
perto da grade da passagem aas Bellas
Artes.
A boa mulher j l estava, espalhaad
as folhas ainda hmidas que acabavam do
trszer-lhe.
Osear approximou-se da .barraca.
A mulher tomoa-o por um treges mati-
nal e pergantou-lhe :
Que jornal quer o senhor?
Nlo quero s um, tiazinha, respon-
dea Osear, quero todos.
O senhor quer gracejar.
Nada absolutamente. Comprc-lhe %
sua mercadora em globo e ainda em cima
alugo-lbe a loja.
A boa mulher enaolheu os hombros, con*
tinuou o seu trabalho o respandeu
Siga c sea caraiaho, nlo brinque.
Ainda uraa vez, nlo estou brincando*
Eutlo que j bobea am bocadinho
de mais, ..
Estou em jejum.
Em jejum ou nlo, nlo me aborrega
com as suas tolices.
Deixe-me explica, tiazinha, asseguro-
lhe que estou fallando muito serio.
O tom em que Osear proaunciou essas
palavras pareceu proluzir ama imprsalo
favoravel na mulher.
Como assim, disse ella, nlo brilM
cadeira ?
Nlo I e ver se nos entenderemos.
Nesse caso, falle. Explique o que
quor.
Quanto ganha nesse seu officio ?
Dous francos e meio, porque eu fe-
cho s oito horas. Eu j estou velha, mas
se ficasse at s dez horas chegara aos tres
francos.
Tres francos no mximo. Que dira
se eu lho offerecesss cem sidos por dia
para tomar o seu lugar ?
Cem soldo3 para tomar o meu lugar
e venderos mous jornias 1 exclamouamo-
Iher.
(Continuar $e-ta^_y^\


i
>
Trp. do Diario ru* Duque de Caxiu n, 4SL
1


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