Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18947


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Full Text
1
9
a O O lili NOMBRO
i-Aa a (un, i,n,iH^i Uiiii. .vo *.*<*.% ruure
Por tres niezos amantado. ... ........ t 4000
Por seis ditos dem............... 120000
Por um uno cieai.............. # 240000
'-Jada niuaern arusu, do mesmo en......... 0100
DIARIO
*P*^C?
2 Xf^*
3 OH (MIMO M 1886
PARA HMIMO K PORA DA PRVViat'U
Por seis mezes adiamados............... 130500
Por nove ditos idem................. 200000
Por um anno dem................. 270006
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 01>JO
|)r0prtet>ai>e Ir JHanocl -ftguctra fce Jara & Jilljos


O* Srs. \iihmI i Pr.nco tt C ',
le Paria, sil os nosaaa aguate-
exclusivas de umiiin >-<> i pu-
blic icSes dtk Franca e Ingla-
terra.
Os Hra. Waibirue II ranos-
le \e\v-Yorlt. IBrand iVay n,
"SO. sin s aaosos aje-utiia ex.
elusivo* de umi;i el i uns Cs<
tal>s-l luidos
TELEiRAMMAS
(Especial para o Diario)
PARS, l.o do Outubro.
O Duque de tumalo f>c.iba de en-
tregar o aeu palixlo Se Chautilly no
Instituto de Franca, do qual luem-
bro.
MADRID, !. de Outubro.
O Duque de Se liba, primo do lina-
do re tlTonwo III. araba de publicar
em Tarbea (Franca) um maniiVMlu
repnnllrano ao povo hp*panhol.
Agencia Ilavas, -filial em Pornambuco'
2 de Outubro -.e 1886.
IHSTRCCCiO PQPBLAB
HIGIENE DA HIBITaQIO

(Extrahido)
Da BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLA
( Cn u tmuafdo)
C aPITULO I
PoNlco e orleniaco da caita
Hi urna outra qu-sti o, alera da natur.-za do
solo, e que tcm gran iissima importancia sob o
ponto de vista hyjjieo.ee, m ayieerea da qual n--
podern estabeleccr-se regras filas, porque o as-
sumpto c tio complex > que demanda uro* p irtico
lar sppcagt para cada caai especial ; entretanto
ha alguna principios g-raea a que em t idus os ca-
sos deve attender-se, e quo paasamos a expr.
Na orientacSo de urna cas deve attender-se
sera i re ai clima BJQ3 yemas d una aula.
Nos climas (rup^roTias reg.fie que pela soa
eleVagao cima do nivel di mar participara delles,
OS constructores ubrera naturalmente as jaujllaa
C as p irtas das casas para u sul,emquanto nos
pases quintes c nos valles As jaucllas e partas
s5o abertas p ra o norte.
Esta exposigao t-'m as rantagens de lima tem-
peratura pinico oscilante, moderada no vero ain-
da que rigorosa no invern, e a de urna atmos -
phera mas secca c lmpida.
0 <'xp isicao so aul corresponde a ura calor e
non luz mais intensos e uurad.niroa. oscillando a
temperatura regul ir ou irregularrocnte duraire as
dina-rentes horas do da e manifostandi-ar- uuv.ua
no co.
Aa exp isicoi,8>.a'oeste e late 83o*as suas pro
predadea c >mo inter/lcdiaa ntre as do norte e as
do aul,Spproxiinaftoo-so as primeiras mais da
orienta gao bui e as segundas da orientac-1 norte.
Do lad do nascenfe os nevoi-ir -n e a humidade
da manha desappareeem rpidamente : do lado do
poente as habit ge# i,ffr-ra a irradiag tarda
do b il, cujo m-x mi te d proiiiniinente aa tres
boras fla c;.rde-
A acgo -los wnt ia tem tamb m una grande
importancia, na ve itoH que s> aurdaves e salu-
bres, >utrui iucouim "loa ou ios hibr-s l guando
nao reun m nwa dous inc invenientes) ; a tal res-
peisa-ic ve ^uiar-seo c-ustructor pe a experiencia
local. .
Os v. nt.s seeccs S g ramente excitantes,
Cinqnaiito ns li'io'iloi rii'priin^m.
Qa vi n: s O :-><- quintes o:l os q le, segundo
Vauvray, ii ii! a VCJC) pr in ivm a >xp ctoiaca
aanguiueit n u tiaicos in-,lve>n ser tem los
p -los i'i iivi in is le brnr.bi irr tavi-ia, com pelas
pessois pr.sn ist.sf pira a tub-reulose, quer pela
comu S-ylo, qii-irpla hioe lltaneilnde. lente ha
pjrin, de compl-ici ispecial, para quera est>'S
vent a orn .o oalutares proluxin io appetite e
bias d'g sos.
O ar S ce e fri, nao tendo ama tamperatura
muit' ba xa A i'prilante tonm augm-nta o ap li-
te e fa-ilira a di_'e. i. i, nao f.iseude sentir a t le ;
a CTaporacao culaaoa e pu inuiiar turna-se pouco
consideravel ; o syst-ma mrv ia -stimula se e ini-
prime todas s fuii-coea os carcter -s dos teo
peramenros sanguneos
U coea aaunri.lade ; exerce s-bre eonjuneto das
lunero-a umaaucao ilebilitante, imbota o appt'tite
atrsa os trabalhos digestivos e diffi-nl' a r>-spi
raco ; conatitae a utmospbsra dj lympbatismo e
da ser phula.
' sob a iiifl lencia do calor e da humidade ju''
se d-B-nv ilVf-m aa f-nneniac-s ptridas o se for-
mara o mialmas com tonas as suas terriveis con
seq 'eiici s.
0 ar m .iioviineii'o tem a< SQatqnalidadesexag-
"eraila; um vwito fri itnpresaioua muito mais
desi.g-ailnveline'it qne o ar em rnpouao me.-ma
tempi-ratura, e uiesujo com nma temp ratura mili-
to suave ccbe-ii s rn geral uni.i iiiigressa i alguin
tanto desagradavel s-- n '8 'xpoinns a cor cutes de
ar. Da sr isto porque o vento, renovando constan
temen'e o involucro aereo do u 'Sso corpo, expoe-
i n'o a mces'iautea perdat caloiilieas.
Bas'ant -s 1.1-z -s as corren'es ue ar, nao tu eao
nocivas p lo calor-' bunii la-eijun adquirem no seu
traject", mas 'ambem porqu.- arraatam comsigo
poeira, msentos raeomm .dos, ebeiros infectos e ate
miasmas pautanusos.
(Contina)
i i
>arte m\mi
DE
Coveruo da rovlucla
DE-SPACHUS UA PKKSIKNC1A DO DA 1
8ETEMBRO DE 1886.
Major Emyg'iio Francisco de .- ouz Ma-
galbi'S. FurnejH se.
Folippe Moreira da Cruz. Sim, medi-
nt- recibo. #
G.liuio Al ves Pinto. Aguarde requi-
s'gao dn juiz competente.
M-jir Juotinu Rodrgaos da Silveira.
Foroefa-se. '
J<)8 Don.ito Oines Rqneira ao gu-
verno imperial.
Secretaria da Presidencia de Peni: mbnc, em
2 de Ontnbro da 1886.
O ajudanto do porteiro,
Antonia f. Silciira Carealho.
Reparflrao da Polica
Secglto2.- N. 960. Secretaria da Poli'
iade Pernambujo, 2 Illm. o Exu. Sr.Participo a V. Bxc.
que foram hontem recolhidos na Casa de
Detengo os seguintes individuos :
A minLa ordera, Anna Felicia da Silva, aliena-
da, at quo se ofFereca opportuni lade de ser trans-
ferida para o a_V'0 da T unuriie ira.
A'ordem do sublel'-gado di Reefe, Paustina
Mara da ConcccSo, Emilia Valdivma Mara da
Conceicio c Genoveva Mura da Conceicil >, P>r
ofl'ensaa moral piblica ; L>urenc> Jos d-* Pa-
rias, por uso de a mas def-z*s; M moel I.n;re i
tino da Paz e Jos Carlos Fe'ix de Lima como
vagabundos; Man el Jo> dos Santos e Francis-
co Candido da Silva, por embriaguez.
A' urdern do de Santo Antonio, Antonio Mir-
!|U'S da F.raseca, Arminio Jos do S>uza, Jos
juiz da l'.iz e Justino Cypiiano de AnJrad', por
dis'urbios.
A' i r li-in do do 2" distncto da lina Vist i. Joo
Jos Evangelista, por cmbriagu> z e disturbios.
Hintem, s 5 horas da tarar-, os individuos
de n nnes Antonio Joi Mauricio e Manuel Ciernen
te, d-pois de bvberem agurdente em um casebre
tito no lugar -algidiiiho, travaram se de razoes e
iuturam a taca, dan-i i em resmtado ser morto o
primeiro em conai-q icncia de ura batcate que
recebeu sobre o corae'.
F*-z se o examc cadavrico c contra o delin
quinto, que evaUo-i>e, proeedeu-se nos termos da
le.
Tendo o coronel Luiz de Albuquerque Ma-
rauho, pronrietario do engenho Aiduia, s.ifo na
c>m irea de Pao d*Albo, encou'ra io em um canna-
vial do mesmo engeuhi o cadver de urna mulh-r
de cor picta, j em adiantado estado de putrefac-
Cio. en i-nii.-u -.--' a respeit vm o delegado do ter-
mo, que cncarregi.u ao subicl'gado do Io diatric-
to p*ra syndicar do facto e proceder s diligen-
cias da le.
tasa uutoridade, compareeendo no alludio en
genho, eacontroa a infeliz convletam nlo des-
pida, com os bracos c peruas quasi devorados pe
los caes e tendo as costas grande quautidade de
carocos de chumb >, dj que se colligio htver sido
ella assissinada.
Na> foi recunhecida a identidade de p-'ssoa, en-
tretauto a autoridade proeegue em outraa diligen
cas para deacobriioento do aut ir do criine.
Commun'cou me o d-legado 'o t-rmo de Pal-
mares, qne na uoite ile 29 pira 3U do mez.fiod i,
evadira-se o criminoso Oihon Cicero de Andrar! i,
que eslava reeolhido na casa da Cmara Munici-
pal por ser cffi'-ial da guarda nacional.
Oihon est prenunciado no art. 103 do Cod
Crim. e haveudo sido sub.nettdo julgameuto,
foi aosolvido; mas, deesa doci-ao appellou o Dr.
juiz do direito da comarca para o Superior Tribu-
nal da ttelafo, que maodou o reo novo jury.
Em vista disao, elle qne eslava solt, apreaen-
t-.u se voluotanaine ite para ser recolhi io a pri-
eBperauoa biltn ow sr ioy* strtwnrtTld > *
lulgameuto, o que nao se realisou, visto A terem
dec.rndo quatro mezes dcpois de sue. apresenta-
co.
A evaaio aeu-se pelo Se'lhado da sala em qne se
achava e sem que fuste praaeutido pela seutiuella,
que se achava na frente da casa.
Nest i data ree immendo a captura do referido
Criminoso.
H ratem, pr>r volta de 8 horas da noite, um
grupo ae cerca de vinte prssoas, invadir a typo-
ephia do jornal purn- .b Larangeiras n. 18, de propnedade de Fortu-
na v> Corlbo Piaheiro, que seu priucipal redactor,
na ausencia desl, que se achava no p iv-iado da
T re. estragaram parte d> material da mcama
yC'gT'Phia, cnnsistindo es es estrag03, na opi-
mao dos peritos, na damuifieacaJ de ulgumas cai-
iij, nos typos cominuns e de phantasia, que foram
rr,i istcll.i os e eaparsos pelo chao, e n i qurbra-
ment d.3 sos cadeiras, urna mesa com pequea
estante e urna marquesa, movis este bastante
usados, avallando ditos peritos em 498(5000 os
dainn s causa us,
Os assaliantes demoraram se piucos minutos
.1 ii tr i do israb-lei-iin-:nto, tendo talv- z um delles
ferido aa impressor Francolino de Mello, umco
que nppozcra resistencia, e trataiara deevadirem-
se em acto coutiuu<, sendo, porm. dous delira per-
seguidos pela raca de olieia Antbero E ysio de
Carvalbo, que ues=a occaaio passnva, a qual re-
cebeu um t-rimeutj na rego mmbir esquerda e
ii; im'ure.a leve, e immediatxinentc viatoriado
p. 1-8 Drs. Lopes Pessoa e Arvell is Butta.
> s r- f.-ri'i 9 individu s f-nm anda perseguidos
por alguns guardas civics peisoas do povo, em
direceo fregjezia da Boa-Vistt e tomarsm o
Caes do Capibar.be, sem poderem ser alcanca
dos.
Ao passarem pe: ponte da Boa-Vista, ainda fe-
rirara ao guana n 77 Francisco Duarte de Pa-
rias, que all ae achava oe ponto.
O Dr. delegado do Io districto da capital, ao
ter cmih cune ,to de ta> ficto, dirig -se ao lugar
nde elle a dra, ac-mp-nhadu do subdel gud><
da freguezia de Sanio Antonio, coinuiaiidante ge-
rl da guarda cvica, aif.-res Luiz Joa .Vntaiie-
e odtras peas cias, coa- dando proceder s vistonas C recolher
os feri la ao bespital Pedro II.
lie i--va aol-.r que a 'lieuaciio publica contra o
redactor priuei al do Rebate, qne se tem oceupad-
da Vida priva la das f .nnli-is de p asnas e con-
Bideracao. era geral, lauto assim, que aps a ch- -
gala do Dr. 11-I- ira lo v das demais antoriila les,
iiiUit-s peaaoaa do pov se mostraran! au i >a -s em
aea'iar d- inotiliaar a imt-riaea que restavain da
mesma lypojr .pliia, o que uo l-varain a feitn
em viat.. dod p-dido e medidas en rgieas oue se
enmarara
Do interrogatorio iti a Fortunato Pmhi-iro.
est averiguado q i nao houve arroinbainento as
portas da typogia| h a, que eataVain abert>8 e que
se Hchavam converjan lo aiguna de seas em pre-
gados, nao c-niheceiido p irio, estes, i.enhuin dos
asaat tantea.
Dsclarou aiada o m sino Fortunato Pinbeirn,
quo em ambos os partidos tem inimigos de t lu-
na especies, porquaiito sen io redactor do Rebate,
jornal que oimi lera livre e indepeiidente, teui
zombad i das amea^as de todos, nao obst nte re
ceber eoiislauteracute cartas e cartes jostai-s
auunym s, naturalmente d'aquelles de qu-m ae
tem oecupado em seu jornal, prumettendo urre-
b nta-ihe a typographis.
O Dr. delegado abri i- qaerito, n* forma da le.
Deus gu-rde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joiquim de Suuza Lea
oiuitc digno vi-je presidente da provincia
-O chefe de polica, Antonio- Domingos
Pinto.
-ttritmicoen a deaprrnier-se di resp insabllida-
do, com que. nao pule, c d-4 culpis, que carreg.
com grande detrimento d > crdito qne devem ins-
pirar as insttuic,&es do imperio. (Ap ados).
Pcdindo venia nos n >br- s deputados qne se in-
cumbiran cp tratar de tilo importante aasainptf, Si as obras vio mal, a reiponsabildade d ; g
lirci que o pedito solictalo pelo honrado minia- ~
tro do imperi' u:lo foi examinado pelo aspncto, -m
verdade, o mais interesan ite. 4rrastada a dis-
cu.sao scmpwe para o Indo das eaoiamiao; cnleva
dos os iiobri deputados pir ease idesl irrea'isa-
vel de equil.brio do orgameuto ; seducidos pela
esparnuca tr*)'Cjcra c Ikgitiva de destruir em um
da a di'3'irdsm, que ;cin de 'antes annos, c de
dissipar p-il^tcsolsc.o de momento o acerco de
Tfro pr ic-diSte de paseado long ; emfi.H, de tor
nar Solvavel 9^n operacoea de cr-difos repetidas
-Herdeiros de Manuel Alve9 Guerra. dp reetituiraoc municipus e As ni->viiicias asma
Intormo o contencioso.
MiriaJos Pereir R)3ado.Sat'tsfaca
a exigencia.
Joanna Baptista da Conceigilo. Ai Sr.
Dr. administrador do Consulado para cun
priro despacho da junta.
Fonseea Irmao C contas do colleitor
dn S. Binto e Thom Joaquim do R -g
Barros, -unja vista o Sr. D\ procurador
lis cal.
Judo-vina Augusta Maia ^irroto.Rj-
gis're-30 c faf.ain-33 as notas.
Pontos da Casa do Detencao, do Insti-
tuto Vac:ini:o, das S-tcr-tartas la Presi-
dencia e da Ass-mbla, das Obras Publi
cas e dos guardas da illuinin4C.il-> publice.
- Ao Sr. pagador para os devidis tns.
L isepba Augusta du Castro Fonseca.
Fagam-sn as notis na portara de li-enca.
Silva & Ir.nao, Agistiaho B'Z-rra da
Silva Cavalcante, Joaquim L lo e Joao da Silva Villaruuoa. -Ao con-
tencioso para cumprir o despacho da
Junta.
FranJsea Joaquiua de Oliveira Campos
Sellada a petic/to o pr vado o que alle-
ga cora exhibii-ao dos attestadis, volte.
Balthar IriiiS<>3 & C o. Osear Dosti-
beaux. Eutr -fiie-s-i pela porta.
Mariann > & C- -Informe o Sr. Dr. ad-
ministrador do Consulado.
Joilo Qiston,, Augusto AdriSo Paulino
Ha Silva o Dimingos Aatouio B -irao. Certifiqu'-se.
Dr. Paulo Jos di Oliveira o pilrv
M a noel f-creiri da Rocha.Entregue-se
i quauii em deposito.
Mara Joaquina dos S -ntos Abreti e
Silva. Ao Sr. contador para cumprir a
ordera do Exm; S. presidente d\ provin
cia, mediante recibo do iut-ress-ido.
J. J. Alviies do Albubuquerqu) o Leo-
poldina Teixeira Jacobina. Pague-se.
E' preciso que n miinicipilidade seja ouvida so-
bre as obras do s- u inunieipio, cuj is despezaa de-
vem r c-ahir eobre elle cxcluaivnmente-
Dizia Nupol.-ilo : a de porto se administra, s
de longe se governa.
Invertido o piocesso, oque succede, aenhores?
Esto o
c. aqu -lie,
dizer, quo i
A despzs
valer. o sil
constitucin!
Sr. presid
a provincia,
luz das no i
supplica per
rando protej
para raim o
Consulado provincial
DES?ACHOS DO DA 1 DE OCTBRO DE
1886
Manoel Jiaquim dos Smtos Ferreira,
Franco & Adriano, Joao Wdfrelo de Me
d-iros, Manoel Ferreira B^rtholo, o mes
no, o mesmo, Jos da Silva Ly. & Filbo,
Antonio de Miranda Caatello tir.inco, Joito
da Rocha Lima, Carvalbo Jnior & L-ite,
Jos Lipes Ferreira Maia, fieverino An
ionio da R> hi C li ruarlo Joaquim
Gomes i C, M iiioel dos Saot-is Araujo,
S iuza Pontss d C, Antonio da Fonseca
eSrrr, Ma'^H1^, Joi
llodrigues B -irilo, o m-'s no, Joaquim An
tonio Pereir* B >stos, Francisco Ferreira
Tavar-s, Frai.klm de Vasconcell >s Lima,
Jolo Joaquim Alves de Albuquerque, Pe-
dro Manoel da Trindade e J.icintho Pa-
cneco Pontee Informe a 1.a secg&o.
- 2
Joaquina Delfina de Mello, bacbarel Ma
noel Ferreira da Silva, Henriqueta Teixei-
ra Lopes da Silva, Fraocis-o aI nio Al
ve4 da Gualda e Joao Sitares da R-ijha e
outro. Informe a 1." se<-cao.
Rodrigues Saraiva & C. e Moreira &
Paiva. A' 1.a secc&o para os devidos
fin?.
inTEfilR
Thehouro l*rovi oclal
DE8PACTIOS DO DlA 2 DE OUTCBRO DE
18S6'
J. J. Alves de Albuquerque, Mariinhn
da Sil -a Costa, Rodrigues de Mello, J. J.
Alves de Albuquerque e Francisco Jos
dos Passs oii<>MrSes. Informe o Sr.
contador.
Camars dos Delatados
DISCUBSO PRONUNCIADO NA SESSAO DE 14 DE
SETEMBRO DE 1S86
CBEDITO AO HINISTEBIO DC IMPERIO
Sr. F-rrrir Vmunn (ra ivimento de
attencao)r. preai (ente, paree.-u-rae que o cr-
dito era diacuaao nai deveria paasar votaca ,
antea que o nobre deputado pela provincia de Mi-
nas, qne aeaoou de. fallar, ouvisse algunas con-
sideraco s no 8 ntido de rectificjr ideas, que re-
put-'i mal arriscadas;
Nao tiuha no p immeato tomar boje parte no
deb .te, posto que (ora do incu de ver taz-l-o, por
ser, na falU de mitras pessoaa mais idneas, re-
pres 'iitant- do municipio ucutr >.
Nem quinto ae t-m dito so >re >-8te crdito im
pieisi grado, em attencao aos int-ress-a ainitarios d i
municipio neutro, e particularmente, ao encargo
que p.-8alia Subre o contribuale cern.
A cidade do H\a de Janeiro devera ter renda
multo 8np -rior aquella que nrrecada (chara i cid..-
ae do lii de J -ne verno geral) A leuda aisorvida pelo cofre geral,
e que pene.ice, ra.incip oid ,.e. exee I ramto a
vautairens que o municipio tein rec bid-i de obras
promovidas e fetia por autondaie do goV ru
ceutial. i
0 Sr. Bulhocs CarvalboApoiado ; isto pro-
v .d.s-im ).
O Sr. Lourenco de AlbuquerqueSit apoiado.
O Sr Forreira Viaium') empreotiin ia que a
sdininiatracao geral tem f- ito pua acudir a ser-
vicos lomuuicipio ueu'ro, tanto em rflaoi'i ao a-
gaineuto d-a juros como amortiz .ca arf effec-
uvameiite conip usados, e larca, cora a r u-J.
municipal que o .-ara lo iu.levid--ine.ite p rcebe
O Sr Bulhes Uarvalho Tres mil e quiuoentos
cotilos de inip iBto predial.
O Sr. Ferreira VuunsSeria fcil f>zer e-te
calen o, ja tiz ; iuteuzraente nocontava fallar
hoj -, s-'iiao re o hit -presentado.
Ac.-icsce que a mor parte dos ser vicos do inum-
e-p o ao r muurra los por meio de laxas pa_,n -
por aquellea qoe -a receb m, Como o das aguas, a
da City //nproffmen/s, o do gaz e todos os outroa,
que a ['liiniiio'r cao eral tora m a seu cargo.
Por CollBegunite, acreditadas arrec-idac io do
imptsto anaicipal easas taxas, arad* fi:a maior I apartes)
saldo i m proveito do estado i- prejuizo do munici-
pio.
f'eria precia -, portanto, res'abelecer a compe-
tencia da iniiuicip.iiilade, restituir lhi esaca ira
p stos, pura ser justa a reelaraaco dos nobres de
pillador, quaitto desigUaldade, que figurara na
reparfieao d .s deapezaa e dos serv.coa puonco em
b infici do municipio da corto e preterico da*
provincias ou de outroa municipios.
C- amo a atiencio dos nobres deputados oara
rite prato; confio de sua jssnga, t .gara o ame
e bao de recmihecer que, se nl o direito de queixn, neuhum a pode levantar mais
alta do que o desta capital.
O Sr. Bulhoes Carvaiht Vpoiado.
0 Hr. Ferreira ViauuaSr p esidente, me re-
puto insuspeitu n ate. saumpui, porqua as m nhas
ideas, uaienladas em tu.i s -a lemp is tiesta tri-
buna, foram sempre : acouselhar o governo geral
um thesouto ^desequilibrado pir dr./icits seguidos
em um rcirtaSo uteiro, seoao raeio oeculo : eis o
que afi'istuti a discussao do ponto que considero
iinminente, e sobre o qual nem o partido I i Itera 1
deve t-ansigfr, e milito im-nos fu.
Kefiro-me autoridade, competencia e auto-
tonomia do po.!er municipal pira d-crc*ar obras e
taz-r despeis dentro da trbita de sua juris iocao,
firmada na 10 do 1. de Outubro de 18^8, que nao
f .i revogad* por le posterior, nem pela de 1840,
que eon*i iorsju i ministro di imperio superior
Cmara Municipal, nicamente eorao juiz de re
cu -so e provip iriamente, emquanto uao ab rta a
Asi mbli Qeral Legislativa.
ti elevado, o mais alto da quostan,
perd i nos nobres leput tdo3 p-ira
iinitresii ni i na verdade.
|b 800:000, anda que dssipada,
"ci da competencia dos ped-.-rea
? Sao me parece,
te o municipio sera po-lor mnnicipal,
m poder provincia! : entida'le re-
o era que as v.jolo j.lhos em
lastimando a sua s aos altos poderes do Estado6
u. h i de ma'i3 trate o de maia de
ploravel ao awz-
O Sr. Joi. Pcuido Apliarlo.
0 Sr. Ferr irs VmnnaQ .al ser o resultado
da absorpcaV completa de toJoi os poderes as
raaos de ura V> V
O descredi > das ustituicoes.
O piiz pstl'cre receber o b.-in das mos de um
poder usurpador (apoiados) : a manter institu-
ces s-m cresjito e sem autoridade, que aerv.-ra
para ojpriiml o, que I he poiein fazer o mal, mas
que sao de Cwdo impotentes para o bem.
C uno sustentar a nossa forma de governo as
sentada na ufvisio dos poderes, na adraniatracl
das localidaui), na competencia das pr.-viucias, se
algum bem que app >r-c vera do goveruo geral o
se todo o ma lh attnbuido ?
A nao nav-r ura piauo premeditado, longo, pa-
ciente, de substituir esta forma de governo por
ura poder omnipotente, s.m peas nem corre-ti-
Vos, de v.'at c .nt, ;a i. nao compreheud > o que es
tou vend, nem o que de tai loug vera.
Sejamoa ustos. Para que aerve a municipali-
dade da c"> -te V De que capaz V
Q te couiianc i p ie t<-r o muuioipio em sua au-
toridade '' Ella nao pie biprisar urna ra, ie-
mover o cisco das pracis, decretar quaiquer dca-
p-za, anda que estejt dentio das verbas do seu
orcaraeato, sao digna de ser ouvida sobre as
obras qne 'evera ser levantadas ou intentadas
para a salubridade, asseio, recreio e dec iraca > da
cidade !
Para que-existe pois f Ser para fiear expista
injuria publica, como exemplo da m.-lcicia das
insiitincoeB. que nossos autepassados seguirara
Com t oilo esforco ?
Sei esto o camiuht para cjmpletar-se a obra
rifle, tida e premedit-ida de abairp-ili completa de
t idus os p i lercs polticos do Estado, anaullan -
di-"S, deaacredltaudo-os e desraoralisando-os ?!
Eis para mim o pmto mais impirtante lo ere
dit i solicitado pelo nobre ministro do ..,pari. A
Cmara Maincipil j Confirmada e convencida,
uem respira, aceita o atygma de incapacidaie ?!
O nobre min.stro do irap rio, diante d'eate cada-
ver, d'esta sombra pallida de urna nstitmco que
foi, surgi como um lord Mayor, o chufe real da
municipalidad.-.
Creio que nao son aventuroso, ropetindo C-
mara o que tantas vez .-a j t-nho ousado dizer-
Ibc.
Sem municipios livres e n lepen -lentes, sera
provincias, qu- oossam goveruar-su, nao acredito
na estabilidadc do imperio, uem de suas iastitui-
ces. ( ap dados.)
Ede continuar tutelado, com tem sido at
boje, apecar de tantos anuos decorridoi desde a
carta de suas franquezas : sem iniciativa, condi-
cao de vida do< p ivoa modernis einfim qual tur-
ba de murmuradores, que se queixa, mas nao a
associacao de citda-is livres, capaz de sea des-
t i n i. (VI u to bem !)
Nao ha hoj governo na Europa, inda os ed-
calos na escola do cezariarao e da omnipotencias,
que nao ceda dia por dia blguma competencia e
aut ridade aos muuicipios e a juriadn-co .a pro
vinci-.es, como o in-io de repart r, nao tuto o
poder, que bc.-n Ihes custa, maa a respoiiBabilida-
de. que es assegura. (Apoiados )
A constituico di imperio, inspirada pm boa
fonte, e no alvoreccr das ideas de adraiuiatracao
livre e local, consagrou a nutnnoma c un profuu
didade a nao supp iruir irreaoluetea, neinduvidaa.
II .vera muniuip ilidadea a quera on etira o g
vei no das villas e cidades ; e esta expreasao foi
pi-.p isitalin -nte. usada pila Canstituicao para sig-
niricar a exieus la surori iade I al. Ni .-,
joint muit ia cogitara, para inelhor auerfeieo r a
eonqinsta, a .1 -111) -ra; i como lambe n a execu
(X >, qne cimpleta o govern > local.
Seria improprio que alguem atinbusse 4 Ca
mar do- -- n'ados antes o gov run do Estad-
duque a d-liberac" ; porque nos maisdi-lib ra
ni .8 d que g .veriiara i8, p ir iu-eguiute, U and
d'a^u- la IprtMfA-. a conitituic qmz assigna-
lar TtttJI. que coufena s inonicipali ladea o po ler
deliberanvo e exe.utiv ., aera e ndicoes, 8 inex-
c- pea -. aaivo u'tquillo era que pu ies-m ffeiiie'
o jii-ei o pi-ival i e o i i E-ralo. (Ait'ialos)
O Sr LiirmiC) de A buquerqueQu r-an fazer
a/o. Ola i aia-nt e-uti ario.
O sr. Fenein VonnE' uic> adrainietrac*
plena e qu or ore-leu 1 ; a deliberadlo e a tl'-
0'11,- i.
O que na p le competir ao gaverno ce. al, do
que f i lelnni ipc c uistiluicAi. e cu i.pr- que u
-.eja em v iltlag m da naga I (ap lad aj, do g->-
veru > i .s ei-l "les e das vid is. ( V ola !-.)
SVi non su.-p-ito. porque eiu toI-B os temaos *
oa nobres depuiadoa, que sito in use nipaiih-ir.ia
de lulipa dar-, .1 -veui se recordar, tenho protes
tado d'esra tribuna, e firmad i por tal is os ra -idos
adoiiiriui que acabo do defeii ler. (\poiadose
A u-iuroac i velht, dn m-MO seeulo.
O Sr. Lourenct ie Alouqu r|ue -E pretendem
legalisal-a por ra io de um pmj c'o.
0 Sr. Ferreira ViaunaT miada a qnesto ain-
da ob o a-pecto da conveniencia admiuistrativa,
i-ata u-urp tjjo um mal, e um pe ig i.
O governo poder insinuar U mira Munici-
pal, a'tento, como devo estar, aos mteresses de
urna grande ctua le, cap.tal do imperio, a prcra<>
gao de i-ertos melb iraracnt-os ; ja aquellea que m-
ti-resH-un a p'ilicia, p r intermedio do ch-fe de po
1'cim, cuno prH.enin o rogu an.ento n. !">> de 31
le Janeiro de 1812. j cade ordera adiniuistraCiva,
pelas b iaa i ca o s qu deve mauter c un tolas a
iili.iiiietrio.-a que gyrain em circuios concentri
eos do Estado. Mas o governo ilo pode era de-
ve pretinr a competencia das (Jamaras Muuici
pa s, uiurpar as suas premgativas e substituir
pela sua, a iniciativa que deltas.
verno, e a o seu deve.-.
A Cama- a n5o d'ive aguardar do governo a ini-
ciativa, ella o poder competente para a obra
grande ou pequea de quo carece o municipio.
(Apoiados).
Senhor-s, nito pida d-ixar de protestar como
represen! .nt.: da cidaic 1o li o de Janeiro, contra
a suppressac de um d-s poderes publico, que tem
urna historia envolvida cora a do imperio em suas
mais bellas paginas.
Hi.-m-'ni da Ici, formado na escola das regras e
da t-radiccao, nao poda consentir que diante de
ir.itn se suppriraisae, aera protes', um poder publi-
co. (Apoiados, mnito bem)! Desde muitos an-
n-ig. fut lavrei este protesto; o que qner dizer
qun a resoonsabilidade uao nossa, nem vossa, a
resoonsabilidade anterior.
O Sr. Lourenco de Albuqn"rque d um aparte.
O Hr. Ferreira VianuaOs nobres d patados
nilo me c-intestarao, quo > ata substituidlo da im
ciatva tem perig .a : desluca a autor i iade supe
ri ir, po'-na em situago in-li l'-nsav-l, e arma ns
paiz a c nviccao de que o governo, o p ider execu-
tivo, omnipotente; esta omnipotencia a sua
fraqueza, 8*u declinio, si nao a perd do seotinicn-
to de liberdade constitucin!.
Nao a este tacto, como outroa que se derara em
ministerios uiitcriores me convencerm, Sr. presi-
dente, do que o paiz marchava acceleradamente
para urai das duas calamidadesa anarchia pela
dcsmoralisacaJ do poder constituido, a dictadura
pela anarchia.
Estas formas castas pelo b -o, estas inatittn
coes, desacreditadas pelas repetidas usurpacoes,
preparara naco dias ditceia, violentas crises.
Nao sel a quera recorta o iinuen-. em um trau-
se; nao sci uudo encontrar forft moral e prestigio
para vencer emb traeos supervi-uieutea.
A Frang era grande, dominava na Eiropa, mi
nalavra era a ultima ; mas, n dia em que a cab
ca que p-.-n-ava por ella doaappareceu venc la, a
Franga ficou paralysada, e cahio presa merme dos
inimigos invasoros.
J Napoieu I dizia, recordando no exilio os er-
ros do eeu governo : Mal fiz em invadir a H.-s-
p-.nba .' era ura paiz constituido por tal frm que
cala municipio, cada fuero era urna H upaulri no-
va, que surga para di b- llar me; era uraa nago
que sd reparta i.o mora- nto do perig > em lautas
patrias, quantas as suas circumscnpges munici-
paes. Asa m nao acontecer uos p ivos qu cen-
tralisa-n o que nao centralisavel; a admiu9tra-
c.in dos interess.-s muucipaes e provincia, -s.
(J i ni i. nesta casa se i'ivulg.u a infausta noti-
cia de que, p ir um telegramma, o governo geral
auiiull.ii-a a acgo di poler legislativo provincial
na decretaco de irnpostos, levantei-m e el .ra i:
Porque, aenhores, supprimir as firmas h-galisar
a tyrannya, e aa formas para aunullar um act > le-
gia-ativo provincial esto estabe ecidas no Acto
Addicional. CApoladoB).
Resolver o governo por ai, pondo de lado o par
lamento aberto...
O Sr. Theodoro HacbadoAh est a marar gra-
vnlade do attentad.
O Sr. Frrreira Vianna... a reapeito la de-
cretaco de iinpjjtos legaitoute feita, den em re-
sultado o que, seuli ir.-a V O decit das provincias
(apoiados) e a sua couse pente aggravag*.
No dia em que n imperio ousasse dizer s pro-
vincias : o 0 v-i.sao dficit nao meu, ellas te
riam tarab-iu, eu creio, a o.ragem de respouder :
Em no.-sas in--s rasgamos a carta de uni >, que
uo serve do def za, nem du garanta. (Apela-
dos, inuifo bem)!
O Sr. S. MaaearenbasE a reaego do desespe-
ro ha do chegar um da.
O Sr. Ferreira ViauuaSr. presidente, cumpre
que os poderes mnic pal e provincial se lcvaut i.-i;
0 stu mal estaran d joeihns.
Em p s rio iguaes a quaiquer poier legal e
c mstituido (pillador), p rquu nenhura tem baae
man solida, mais legitimt do que esa-s poderes
consagrados, um pela r.-voiuco e o "Utro pela n .-
tureza das cuisaa. A proviucia eo municipio me-
recein maiur reapeilo dos poderes geraes do Eata
do, porque nell 8 est o alicerce da segnrauga pre-
sente e d prosp-rilade futura. (Apotaios, mdi
to bem)!
0 partido conservador, por seus org-is os mais
autorisados, j ua tribuna, j em trabalhos scien-
tificos, tera sustent-do as opioies, pue aqu to
toscamente ouao offerecer conaid-rago da C-
mara.
VozeaBrilhantemeate.
O Sr. O Sr. Perreira ViannaO que qu na o nobre
leputalo que fizesse? (Rao). Vcjuaelca-me que
pegu- era armas ? (Hilaridade).
O .Sr. Can lido de Oliveira Nao.
O Sr. L lureugo de AlbuquerqueSao; o nobre
deputadn falla e o seu Voto -8> serapie de ac.-or-
do em SUaS palavraa. (Ha oulioa apartes).
O Sr. Ferreira ViannaS.-nhores. minea me
ieixei Bcdui-r por applausoa e wV-coes popula-
res.
Quantos, e a historia ensina, ou lam os choa
i a aiiplauaos da veap ra q tan I", ni da segu li-
te, er-i.n ezposlos aos insultos, vitupen s H ino
anuas I
O chancelier Daguessfau, no reina io do des
v nturad >, do diaaipad .r Luiz 5, -ipiiz-ae s com-
biriayoes atuciosas dt iilandez I. w ; o cinco n i
eoiiselho privado Para acapar i-ora vida das
ni il'nloea seduzidaa pelos senh r-a -mpo' reeidoa,
|ue espreitaVain a occaaio -te r ano .tr hirtunaa
ariuina.i.i-, foi lavado ao exilm, a--n lo o seu car-
ro cercado de a.ldadoa: H ni, xd onava o Ve-
iii rav.-l ch iiiceti.-r. amanh us que m-- condemuam
sers "9 coudemnad.18.
E na verJade, quindo f ka a explns qjind
g neos ficaraui potrea oa p b'ea desrag-.dos.
-. Uhaucel'er voltou do exilio -m tnu nph como
um seini D -us ; era tur I-
Tenho clamad >, e nS-t c- siarei o f ,zer. b j
mais du qu-- hnit-m, p .rqu h je cou'0 e un a in-
fl.ieucia Jo3 tneua amigos p litio s no pn.i- r, e ae|
I ie n'hode abaudouar a causa da u-go.
(Ap UMiioe).
CUmo, nao para merec r amanh a gloria do
ch .nceller, de ser apontado c.-rao urna e->p.......le
espritu fpaialyptici', mus para previmr.si pua
8> vel, que as u03sas dcagragas correapondam aos
iioasos errua.
Nao ha espirito, por maia inclinado 4 pratica
loa airas s, que catrauhe o p-nsa lor que se levau-
ia e api.uta o caininh da i-gcm raga.).
Senhor a, o tetnpo e a liga dos liv os me t-em
ensillado, q ie e ha lima sulugo para os difficeis
problemas que s 'gium : liberdade, lib-rdade e
1 b- rdade. E' a nica
A auiondade, que foi o ponto d- apoio de ou
tr'ora, sera i iiber-l* '<; ser conflct-o.
A liber'a.l., trausfirmida em licenga, por
aqu- Ib-e que menos a presara, porque della abu-
sara, aera anarchia.
O govern i de cada competencia no qu i Ihe
proprio ou p-li uatureza ou pela le, a liberda-
de .olleetivt. (Apea i i- )
N i vej o goveru do E-ud a na 8"rosde
angrav. nvuia, cuj s ttmpos j pasaaram, capas
ie, em boa fe, toranr sobre si a r. spouaabilidaie
io g verno 1 .cal.
Cr.-iu que e-tou abusando da attencao da C-
mara, (tluuua uo apoiados)
O partid i o uservador, assumindo a resp ns.bi-
lidade d-" goveruo. unuuciuu p diuca daa ci-
! noiBias, mais do que aeonselnada, imposta pelas
cncumst incias ; acceita a coro toda aanseristla
seno enthuaiasmu, porque ella exprima pa ajase
tudo que era possivel ns occaaio e alisas-
aavel.
Era urna legenda, qne devia ser levantada Veu
alta, pura qu.- fosso vista por todos.
Com a economa rigorosa, dtsia. podeApt esa-
seguir o equilibrio, sem ella augraeiitaaeaoe o
dficit a o dficit a ruina geral; elle 0/pasta-
do e a economa o futuro; devemos reatiarar o
que est quaai p^rdid i, recrguer o qu3 estl aba-
tid ., recimpor aa finangas c, portanto, lovasuar c
crdito.
O Sr. JSo PeniJo :V. Exc est paiiiafc
agora por urna grande decepgn. ^
O Sr. F. rreira Vianna : Quera nao as t<*:
tido ? S aqu-lleg que pensara mais no rtrts-
res3es paasageiros do sea partido do que oes al-
tos interesses do Estado. (Apoiados.)
Pois bem, senhores, dei o neu voto, a mota
palavra, o m"u coragi a eata pnlit ca, que rae
pareca a nica, as d.rlornaaa i'cu nstancias do
oiz Eu disse, difiici', empenho superior
vnntade do governo, sem a co .perago activa da
Cmara dos Deputados. do sen.do e do jJ
pider exeeutivo. Todos, convencida
eeisidaie. talvez posaara fazer para]
cresce, que se avoluma, no nca ilImTTnoj, e pa-
rece irreaistivcl. Senhores, urna situagao de urt-
pago ionca, de poder illegit'ra, que dur as
tanto t mpo, ii 11 p le dispensar despezae exage-
radas para suffo'.-ar, a truco de supp stes beae-
ficios, os queixumes da liberdade restricta e
p-ada.
N'ap leo III rasga Pars em novas russ e pra-
ga8; celebia ns ncir.es do priraeiro Imp. rio. Dar
crem que por candade e 0 exaltam qual otrtr
Vicente de Paul>; ouiros. que para sanear z
grande ridadu ncclamiim-no propheta da inda.
Mas qnaudo chegutl o oia, em que cah'ram t da
ns illub -, viu-se a astucia, que comprara a Irbaa-
dado pelo prego das obras, distribuido por apa
raries famiut-is. Gastar muito dinheirono a
i.elhor c iranti .-da liberdade, nem a sua segur-.api;
o deputado de urna nago livre deve estar de
sobreaviao, com o olhar inquieto e suepettofs.
(Apoiades).
A saude cousa preciosa, nao ha questo. S
Hyppocrati a, o sabio grego, a tiuha enriqowefa
com p ua nph rismos ; mas ha urna cousa m*
precies i do que a sar.de ; a ennscieucia de ser
livre. (Muito bm, romio bem)!
Talvez por defeito de e^ucagio, ou preocapaafa
de espirito, sou desconfiado no que perienoe aa
patrimonio da liberdade publica; e nao he "de
perder esta descnnfianga teno com a vida, puist
as l'c 8 do passado, em vez de amort. cerera um,
aviventam-na.
G.s'ar dinheiro par fazer grande bam, caaror-
d i. ni i" c m urna condigo:legalmente, (Apoia-
dos). Como votar crdito para -.rab.lhoa presa -
ratorios, que ameacamdcsp.eza t-nnrme, coas ter-
vicos'ainria nao discutid .a e deliberad-s pilsp-ster
competente ?# (Apoiados). Ougainns a Cauata
Municipal. s-u direito. K mais; nossa deasc
(Muito bem)!
Se a cmara dos dennlados, poder constt-eer-
na' despreza a rxunicipalidade, depreza-se a\
porgue a fontn de ura poder a fonte do nutro. VAt
aqui nao estamos c ndeinni.dos a fazer bcaears
contra a v .utade de eu d. no; nao quero, nem dea-jo
que acamara dos deputados, Saccimando au ra>
c-ss-i de-poder, torne-sedelle cum.olice,|. m piaejatas
de tereeiro, que nao fot i uvido nem eonrenetds).
Si que se diz para durar a usurp^gan: a C-
mara Municipal incapaz, seus precedentes o asa
pro va do.
Ougo t-.mbem dizer no senado, perdoem ase a
n<>bres deputa alta : o podi r judicial BrA Cv.rr.mpid-. !
E atrs de unm os m lediceut- s m turba 6sz*tm?.
o parlamento nao vale nada Uns des-creataas
os outros ; e, nesta reciprocidadw de diffaiiapinr,
nao si qne poder se salva.
Si devi m .8 supprimir a competencia de aa
poder por abuso real ou denunciado, aereara t*r-
gados a supprimir todos os poderes do estado.
Parece que o raeio de recrguer o que est ata-
tido, restituir ao depauperado as suas forgaa. aa
p.vo iniciativa. (Apoiados).
Porque, na Rom.de T.b-rio, os desceaiteaea.
do san ne illiiatre fugiatn das honras e digiS-ader
da repblica ? Porque impunbam alem do
ficio ua f .senda o da dgni iade pessoal.
R atitui a cada um o que ihe pert-nce e(
conlmente, e veris quanto proveito tirario
govern do stad-., pelo correctivo dos poAensf
resu-ciladoa.
Era verdade, s>-nhres, quem querer prestaras
aos tiabaibes e s luas n- lit cas eleitoraes, pasa,
em v z de xercer um poder, represent.r past*
mima.- ? (Muto b- n)
Consentir V. Exc, Sr. presidente, qne agua
falle, tanto quanto pie Uui leico, de asmauto
estranho sua pr fiaso, e dequeto sob-dara
honra io Sr. ministro do imperio : da bygieae <
auueameuto da cidade do li.o de Jaooiro.
E' lauto o que tenho para diter, que receio poa-
co dizer; h-i de talvez sacrificar, por cuata i*
teinp ', o principal ao acc- ss ino.
Nao discurirei, nem regatearei ao n. bre Rr. a-
Dtaim do imperio o seu crdito de 300:009Jide-
p iade competenteinente resol virio o as;uiuu< pcff
Cmara Municipal.
A nmguem c-ailiara c m maia segun-osa oo av
nli -n- i.a p-.-iid 8 para aer ra einpregu-ios o attaes-
meut i da ei imperio (Apoiados). que sotre .- asaumpto tesa isi-
to Hotadoa apr.'fuuiiaiiiff.
U n nr. eiUid Desde mu i tos annos-
O -r. Ferreira Vianna Nao sei a qucu BM
at I acora a sal le cora que V--U Vivendo.. (1 a(_
O Sr L ur. ngo de AlbuquerqueProvaviaaa
to a D us.
O Sr. Ferreira Vianna... t-i s medidas tjp
tru-nic .a r ni .1 s pala autoridade puhdea. si 4yaaV
laa que -b eivo, .elido que estas 'en a ve.ntagtas
de. giatuilade e aquellas impoe sac.itiei-ie. C
aqu, niuito -i puridade e s-un in'eugo de deaea-
iihecer a ciencia de quem sanio, dir-i que cae-
dit......uto .-in adoba at-Ato, pirque nao tonto fs>-
medi.ia (ns ), e to das as vez- s, tem sido um av
i. li ia i que ua inuih. vida euiprch-udo at-
ril < oe pn-v uir .lo,,.,, incounnodo,
del' vid m infsIliveliiH-nie ; e at os meas
m-! a n 4 > csca.-ado !
A ma h ije. Sr. presid-ute, nao obstante o orav
t qu. tenh-i lino 8 bre o SHiieauonto da cidade de
Rio de I o ir->, en pr-crea e siieculentos SatS-
go8, i-Htou B nvelici lodsculpr V. Exc, 6 frMat
de uiiuha ingenuidad- de que p-rdi um criad*),
li m-in bnn, t.-menr.; a ua e As a atondados
(rii ), e cora a vntude de aer muito iguoraaai
(riso), p rdi o porqu-, log que se publicara aa
inatruegoes preventivas, man lei aviar a ree -ata,
e dci-lhe por muito r co uiiicn lado que as oaser-
vasse rigor iBarr.ente. P s senh 'res, esae h latea-,
de amiJe perfe ta, vaddo, robust fez a prevrasjSs,
e neesa mc-ma nuire cah-o fulminado; nSofe-Mue
remedio e que nao anab SOS a molestia, vate a
morrer 60 horar- d. p is !
) Sr. S. Maacirenh.sMrreu d. sanesmeato
O Sr. Ferreira Vianna Morreu da reeoaa.
(Huaried .de) E an sou eu p quem --ati -ao-
ven-Ho disto 1 o criado uue sobreviveu. dsaas
emprc : Vl.-n aan, a causa da ra >r-te do daaaf
foi aquella diffamaco. (Ris--). Elle quiz datar
diffuin-igo. iH landad )
Sr. pieailente, o mal que t-m devastado a &>
dfl do lii d- Janer a f bre am.rella, a tubrr-
culoso, afebie typhoide e fotutas outras esnata*
ou onav-s (riso u.io ser preveuido pe t daf
que vej, acotuelhado. Sou pm'losopho e, de reu.-ur eerto acervo de Aito-, t-nho por <
me geonralisai-us e f izer o meu ente de razia.
U nrfJC
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Diarii^ifc PcriiHiiihiiriiDoiingo 3 Outubro de ISSfi
tr
S

E si en i du-in > v Ihts, parioictido a tolo
1. tallar e n me licim ou, pe i m -nos, uii
a* ara ;uera ]IM alo t -aba um tul ou qu il, uio es
0**Oei d curailder o (riso), lili ser deiO lis
jae at anua* cuota -arrisque alguna coneeito*
O que diara o n ibre depmad "lo Igu -ra
no ibes vi Oi"pr deb-'lar mtl, cuj natura*t
ie uhecjdi' O dimanara con ausalo. O
que f bit aratrelia? T-ra se iuterro/ado *
jrieacia de* le que es a epidemia appareceu al
fcj-, i8 inm ciiui-nc Di r npnii'i'ia : E'
a t*i m E.la no org.u. t' ara o-gaitiarai, a sen
tnrau viv. Dizem astas* I Ni>, ira p iner-
te, tjma sacud lo pe'o veuto entra na circutaci > e
a nOia auuutl, pr iduimlo a euferiui i de.
JE* C tl'agoaO
NI. euntagoso. E as vietimis vl> ct
hia i i e o* caimn e enaoen lo 1' ilivrs !
Curar un mtl. cuj n tures, muguen coob'C-,
i -e ib i preteaci > p ir i mS nlo atten livel
JE* a cas > d- dx-r : Eaiuda mais, ulo
tep> 'l'' lir.nir jins ..
O que sanear uraa ei lade ? Ser, porventu-
, (impar os b 'in ns oor dentro e por fra (ri*').
aaeorp.i e n i espirito? Nl>; tomar agrada-
Te* > -u aspee'" !
Ora, era verdad-, pira que o tem urna, crrui
m d ia'las de loadas, f.bneada m L mires,
i a agr l iV I e .i reon unicn. que r ->de >b e
a trallehpip -.1 i, portailaia-mla ajustados era niv-l
a ce, do qu eme ilo i os chin de salieuci is,
C m < as que tem >s
ti < que re .co ha entra estes nieih 'ram uitO'
c f-bre mnarell 1, a tuberoulose e ty.tb o!
ju'' r .. sanear... d 4 i-atemunU 1, era ra -
do dt y'e ie, de qu a ramha ciaa era multo
< I : berta dix-r que sou h je o auic f. le
u'^qu He coiiv.nto (n>) ; eutf tuto, o meu uia
iwaiurnlo tain'Ho fui fulminado e de m d< vio-
loS'U pi'l euipt TI".
> tr. Mtt-. M ebad.Txve >f'C> deinlecSo
faca ua visinhtuc, eui a ijirai casa pr ximt.
O &t ferreira Vi.nn. r* I s r, mas iui ist
mi* eouj jtura", e a casa pr xiim nao estav m
i.cra ron no s. >a me oer'urbu j n ibre de-
satado : o.lie que ni sou lid > na mat-na.
>Sr Matea Mchalo -Sim. un isS nli p> lia
pasaar s--m uin pr.ires'uioh > ie me lieo.
> Sr Kmimi Vianna') que s-r sanear? A
XPiBBa C isa eslava as me hores c indico -s seubi
i, e o eriido foi vicua. Para que aquella-
qae a 'iiuis euidad > 111 saueain-nio da si, de
saaa casas, d vem s*T ex tet tinente os poupados
s Ma desla epi t inica.
4) eocravo, qu o b.unem qn- menos tasa tem
e ue ir ler, raramente ataotdo da febre ama
rifa.
Laye, un quid : ou l no organismo, ou 10
r organismo, mas nao tem absolutamente nada
Cj.i an ain nto ia ci lade.
Mi-i quero diser, que na > se)a milito agradavel.
are Mario e couveiii-uia sanear a capiui do im
snii, para goso l'q 1 lies que p>dem ueufiuir es-
a-s ls-uetivios ; as victimas sabein, quer I os qu-
sk foes.
a tube'cu'os ? E 1 'y,iho ? E as-outras mo-
le*tia qu- fas m innor numero de victimis T
-vri o remedio < lEoaz steuder custjso ea-s des-
ai- sua *" mo da eidade a' O "UTO, gastan 11 sr
39 1 OO>l:HOU# ; seri mandar arerrar a lago.
t4ng le tr-ilst, uim bellesa, urna i .rm isiira
SkaCaral? (Apoixdos).
O ar Mana Hachado Mas um laboratorio d
I"""
O Sr. Ferreira Vianna Isso eu nJj sei, 6'
atetasda miuha intelligaucia. (Riso). Srioei"
fia ludas'Sas obra mooumentaes, que preten-
aVast fazer, e que effactivamente se taro, que ha
V produsir os resultados --sperados.
Qta aran'1 a ter-iEU* da obter bjm resaltad.'
Spia a despej 1 ?
|seste as-umpto. trate que ningaem escruveu
ae:h r di que o finado Dr. Francisco de Pauli
Cddo. ..
O Sr. J Penid \p liado, foi na sabio.
4> ir. Ferreira Vi mn... nos sens lunmoso-
srelaturios, e pri icipalm-'nie n dj I8V3: as-im
alin a governo : cumpre facer o saneam-n'o
4a eida le, mas sen desposas extra rdinarias, sem
4>asi aeastado final.
Chr. presid ute, para nos mvergonharem poem
swem confronto c un nutras cidadea da Eur'p
Pana, L ud'ea Vieuna : neubumas deltas et-
aaaa* sanead do que a do Ri de Janeiro.
S. areatdedte, V. Exe., sempre benvolo eom
saijrs, quer ouvir o que p.-uso a este re*peito ? E'
aja proj cto da 8r ministro da imperio, ca'ead..
esa proaorcv s tao giaranrencas, que reclamam o
crcslit pr limiuar de 3O0:O0O0-KJ, ter o mrito.
s t auviJa, de pr.paiar plau s e estampas para a
I aracan, o ass- i -, o ornato e a c mmo.lidade da
idaaie ds Rm de Jan. iro, 1 nada m.is.
Uin 8r L)ep tadoSA ap.)ido.
O stf Ferrrir Via na As d-soesas fritas ni
aa a^Mram a iuVaa da tebre marrlla nem a des
tUH'i que as ou'raa molestias ten causado **
asaa-lor.-t da cidad--. 0 meu espirito tem si i
ducado em escola pratica. Sao peusem s 11-
hr* dep ita.los que tallo 8' m coubreer al^ums
aaa da realidade, pelo coutrario, serviudo em
amattas ordena r>ligiosa8 e em seus hnspirae-,
euaaec < r gein las enfermidades, qu- faz
asis victimas u Rio d Jouriro e, como observa-
4.r. >i quaea sao as suaa eauaas.
O Sr. Matta Machado O atado sanitario eral
fc.ije muito meihor d qu ha de' anuos.
O >r Fernura Viaiiua') n b.i 'eputado falla
aa eetad. geral Mas que ii.ti leocia pode ter o
.lado (militar o geral t-ubre o r&tado sanitario iu-
Tididaal ?
O Sr. Malta MachadoMuito directa.
O Sr. Ferreira ViannaD gam-nie os nobr^s
*>putad e, na- ser o jard m no Campo da Ac la-
saarjn um pulma^o que ae den a esta eidade, nir
teateoto de sane amento? Sem duvida. Mas para
jae serve em relavao ao operario, ao mercad -r
a vive todo o dia na ra s se rec Ih ndo noite.
fecha a n* p rta para dorsir n'uin qaarto ond<
aauram 8 e 10 prseoas?
O Sr. Vatta Machad O 8r. Ferreira ViannaT m o prazer de res
pirar por momentos o ai do jardiin e substituid
aor oatru, que a medicina chama mepbitic p s
ttleacial. eniretant', levantar se g rd > e valnd .'
E* diffi-rente, coucordi-m os nobres deputadoa
(ioaniaigo, 8 noar urna cida le, de sanear as habit -
rs, os hbitos e costantes ne uin povo.
QoaiquL- que a-ja a so. mtfuencia, na 1 p le
aeaiBtir aos abusos, aos rxcessos que pruvm do
aaa- a costumi-s.
lima p. iiti -a materialista, que acredita poder
'a*il*ficar as fontis envenenadoras e destruidoras
ala eidade, auicameute por obras publicas ; que
acredita que os jardins. que o aeeio das ras, qu
a y- getaci" p le bnijcxr as condicea da exis-
tmeia para aquellas que estragam o s**u corpo no
exceaso aos praserec, sj cah-m victimas da mis-
ata ; >a a poltica est na innocente p rsuaco de
me a ai-cAo exterior definitiva na vida dos b -
Qu m resoive o sancameotn a voatade
sa, educada na disciplina christ. E' pre-
levanlar ee costumes, a^erficoal-os, din
cil-ae; e esta ama missao de alta moral, e do
asiao publico.
Em Paria, o que sao as mansardas dannnciadas
aor Haussonvilie? Que esterqueiraa mephiticas
MUiseabnudas nao sao as p cilgis dus trapeiros,
ame arrecadam das ras os ossos, que suas des-
atacadas mulneres e fllhas raspara, para d 18 res-
to* da carne agr-gida tirare n o sueco com que
faseso o cald> para manter a sua j depauprala
aatareaa! Quem nao c >nhece vs fructos desta
Cii'ica censualista, de trabalhar para goaar inde
lamente; desta potiet ant-ebrista, que faz
osa que os faihos nast'in raehitiros, eserophu-
loaas e tao repugnantes, m haver qurm preteuda
me devain ser exterminados para nao perpetuaren
a defeiio da especie humana?
JET a miseria; e a miseria destroe o sanramento
Cblico, porque torna impossivel o privado. O
tu de nao querer ver os andrajos do mendigo ;
a praaer de respirar dentro de ama bella berlinda
ar parificado das ras ; a ostentafd de ter urna
ilaile ex'inrmente bella e decrala, cu compre-
hendo pira os ricos, mas uo para os polres e
ruiseraveis.
C Em vez de entrarmos com espirito de goso ma-
terial, que 1 iu fecunda, penetr> mos com o e.-pirito
de earidade ai esses escon lrij>s onde se oceulta
a miseria, para dar pao a qu m Mn fome, procnrar
traba Ih ) para os que eslo inactivos, levantar as
almas pelo bafo aalular do rhristianis.no. DeiXar
de lado esta poltica material, se nao atheista, qu.
a primeira das p stes e insaneamentos de todo
O cnuado. (Muito b.m).
Ki lado desta propaganda, que vjo tilo accesn,
a troco dos maiores sacrificio- e anda, do dinheiro
do eontribuinte, a levantar por emp estimo dentro
a eidade do Rio de Janeiro, dersa propagan la ic
ttentacao peii s trabalhos materiaes; preciso
activar a pniwpuU aalu'.ar, beoefiea e civilist-
dora da e luciclo m ra.1 e religi isa.
Sli teub 1 f nessa saaeanauro, oor que nao
ul' proluxir os eff tjs desejaiiS diaute da mi-
seria qu-> se prip'ga H cresoe ua uossa sieiedide.
E' mi), diz o profeasor de hygieoe ho desgr>-
cad': rail que nesini aparuim-tut) an que do un \
Mas eu, replica o pibre operario, nao tenho re-
eurs a para duus apartamentos; mau salario ni 1
b-ga.
E' pjngiso que du-ma com mus oito ou dea
0 1 -lua.iheir >s n mas no ouoio lio.
Mu isti tsVlMa-ta, torna o d -sgracad>, pela
leeessida le i*teliiiavel Si con lelo de morte,
nao p mso denar de ac iul-a pela torca d,s cir
eiimsta iCas.
Seria ina.r qu* m v-r de bab-r vnihi falsu
cido ou envaueuado, bebssaa o s.biroso e fiuo vi
oh 1 d > Porto.
Seria muiti b >m, dia o eoaselbido, e robus-
tecera a ininh naturea ; mu nao lenho Moursos.
luct cim a p -brezi.
Seria muito laelhor que mu lasse 1 r upa, se-
nlo indis o das, ao m-uis tudat s seminas-
Miipi.s.; a>t* oib-rod.i atr| m ftit > trabilh >, e se estes d^sap-larocerem, te
rei de m Piraqi- s rvd aUM 1a team mto ? Para imp-
lir que 1 frbra a nar-dia e .acr.s pestes aocon-
m-tiam a eilalo? S i. !
E' pejisi aana.r "* habita, atacar mal em
su ongem; e uaU v j Sr. prec.i laut a est
resp-iti.
Pelo c mtriri 1. a f.-nl-nriado piia pira or>-
m iver o b m public un smente por ooras mate-
ria-s.
A ju-llea que p iuc>ar-presentantes te:n, sao a
aar-a, f.dnr pir oi'O nesta ouuasiii parante a
(Jamara loi tVs D m'ad is.
Taahd dito mus d q le devia e o qua ara ne-
cessano pira iujomnoUr au^usc A**"inli
l'ie se dig'ia d ouvir me com tanta ben-'V den -ia ;
en ve.-d le uoa-.re litiV m reoel-a. (Siapua
1 s F.lir-o c un tala a ver lade com t c Caaio
ias maos. ni quer 1 aaeu eoer u-m a meu asMgM
nem a meas a tversari is, umdopir que c >n-
pr h nli o eraditi s.li.-itado pdiiubre minis-
tro d> im ano ; nao fac> qa-sta A liaatirs
ai <> fana a mu41 n e muito .n -n is aquede que
. p-de que t-nv l'reito a s'r atteudi i> p -r s'ua
orewd-n'ea e aal no servio> malea, e particn-
I um MM da sM* le do Rio de Janeiro.
Fac, s bietu lo, qu-stao da co npeten.-ia (ip)ia-
I s) porque iaopii*> pr-s.undir dalla par. legi-
timar o crdito s.lieitado da Cmara d s D yuta-
los.
\ eidade d 1 Riode Janeiro nao dev-estranhar o
iro:e lmenlo de un A* seus rejre8 entintes, em
bor. faseinadi pela* vaniai u* xt-noresd> Iuseu-
volviman'o da* ooras le sua d-c>raca> ornato ;
1 |ii estoa para vigiar e z-lar a d ubur tas si
se ala gasiaram bao de gastar, ou oagm I > jur a
Je amornsaci d > e npre*tiutJ.ou impists im ne-
liatim -me d -cretad *
Hnp uidi-so o giverno a conseguir este traba-
iho. que julga ur4 nto e ind-eliu .vei, offireeeu o
proj-cto de levantar o diuu.iro por me.o de en-
pr-stimo, aal sirva concurrente o .nte ao regite
ie p.rta fo pipi ia4i,ui pagam uto di aa
u- amento.
Na sei como o governo ireral poleria faxer esta
lupia iperacao, demola 'esgaUr op.pol moeii
e un o in -ni 1 dinh uro com que c >nla faz r as
obras do san amonto.
Si, poi*, a emprestimo deve ser feito,os ja pela
Cmara Municipal.
O Sr. Araujo to s Jnior Apoiad 1.
O Ar. Ferreira ViaonaVeoha elu s iliciUr da
Vssmbli Q ral a autoraicl) oara fazei-o, afim
de ataa-rar aanor.s a eatu Iu* conveuieutea ao sa-
ueamento e ootros servio a.
Finalmente a Cmara sabe que os mumcipae
de pagar aa obras (ap.iados), prmeipal |urj*
e custas ;e nestas cust.* incluo a diffronca que
.io p de deixar de apjareeer, entraoprac real
u remunerailor daa empreitalas e o exiggerado
e mal* do que usurario.
Easts obri iiti as miis urgente* ; pam>
que a n ** eidade As R o de Janeiro car-ce de
uitras que atteu tem, sem davida, a int re**e
muito 10ais permanente*. Nao duvido que a cida-
I- nao t-nh ue taUtMwM que poderi adquirir a cuota do -e
restimo; mu c-r'o qie o resultad! lio oorros-
pondtr ao sacrificio.
Eis, Sr aresideute, -m resumo, o muito que en
1 nba a dizrr a re5p-ito lo saneam nto da cida le
capital do Imperio.
L uvo, e louvo quaato posso o empenho qu--
pelo adiant-mento de noaaa cidile, t-m tomad > o
uonre ministro do imperio, e em mim euco .trara
sempre S Exe u n coopera lor s oc ro e infatiga
vel para o fio de e!i"Cr eata capital em c nu-
co- de ass-10. de belleza e de corara -lidada par.
ro los os s us morad ires ; nao posuo, intelizm-n'
orm, dar, cuno tambera desejava, o meu V ito.
j4 oeste momento, ao crdito, pirque p-uso qo
deve ser legaliado, iniciaodo-se na Cmara Mo
nopal da Crt- (aplalo), como a primeira auto
ridade oeste ssu npto, cooiiqu m tem exlusiv.
ni cn'iva nell -, e A quem cabe a respouaaoilidade
dos ompromi'sos que vio pzar aobre oa muui
,-ipes ateo p.gamen'o das obras.
1) Sr. J ilo PeuidiMuito bem, perfeitam nte
O Sr. Ferreia Vlauna Siuto profuiil.mciit
ainla nao poder occu tar a incompeteoeia d j pe
lulo uas condico-s ero que o v \ p -rque tenho
p rante a Cmara o o paix a responsabilidad d
i'iia coher ncia, que nunca fji quebrad., a res-
pailo da aut momia dos municipio* e das provin
las. .
0 Sr. J0S0 PcniduHonra lhe t-j* feta.
(Apoiaios).
OAn ferreira Vianna-... por maior que
fosse o m--u ffecto pesaoal, a def -rem-ia qu me
m rece, o resp-iito que tenho a pessoa do asara
ministro do imp rio. nao me sacificari oor mu
v >s e razes humanas h ex i ir me ao alygina de
umi apwtasiade principios, qu repulo fm.damea-
tos ; e s >bre os quaea niof.g>, n-m farei truns
necio de especie alguma. (Muito bem).
E 8 fosse possivel, o que nao creio que o
partido con-ervador no3 pniueiros raioa da sua
nova asorncio, quizesse parante a naci to-
mar a attitude de quem pretende resoscitar dou
'rias conderauadas por secuta de abusos, resta-
helreer princ pioa apo. reeilis e levantar do se.
p ilehro systema impossiveis, 8 ria de exclamar :
Nao: nao; rste partido inalteravel eomo um ro-
i-h'do, este partido, q ie ni> quer acompinhar o
raiv ment do sen tempo e t-m p>r gloria guardar
>i amentea trao a lembranc. do pissad ,
este partido que nao pode ir com a civilisacio at
as ultimas expresses do pr igres-o, e do deseuvol-
vi me nto e i-a graiid-za moral c material: nao tem
futuro. (Apoiados, muito b 111) Este nao o
partido coue-rvador que eusteutamo*. poiquj t -
m s feto sacrificios e i-uja loria desejamos :
urna mumia para ficar no *' pnlebro.
Nao estam is filiados a um part do que queira
tornar-se i'di-so pelo confisco das lib-rdades uio-
nicipa-s, pela aonuliacio das franquezas e das
com eteuciaa proviuciaes. (Ap dados, muilo bem).
Nao nos podemos finar, nao o querrin s a um
partido que couiprebeuJesse boje restaurar o que
t i cond-mnad", e proacrevrr as victorias do espi-
rito publico consagradas na Contituicio e no Acto
Addici nal (Muito bem).
Si este o partido que appance no horisonte,
se esta a idea jue lhe serve de legenda, si esta
-cttiin a bandeira que dt ve nos oooduzr, desde j
digo e bem alto :
N.i 1. esta bandeira cabio atraz : a nossa ou-
tra, a do partido conservador, que apoiado na
I icio da vi la, ci no futuro, e nelie tem oa olh is
cheioa de esperanca. (Numerosos apoiado : mul-
to bei., muto bem.. 0 orador vivamente feli-
citado p r quaii todos os Srs. deputadoa presen
te)
fiUiSTA DIARIA
iimrinlila Proa lucias Kuiu-ci nou
hont m em d3 aessao preparalona, sob a presi-
dencia do Exm Sr. Dr. Jos Eustaquio Ferreira
Jacobini, pres nt-s 10 Srs- depntadns.
Foram lidas e appnvadas sem debate as actas
das sesao '8 de 29 de Srtcmbro e antecedente, bem
como a da reunido de U de Set-mbr 1.
O Sr. Joio de uvaira, pela ordein, levon ao
eonhecimeuto da Aaaembla o tacto de haver-lhe o
Sr. Dr. 6-cretario do governo devolvido em um
enveloopt au oftlcial pela falta de signa- 8 carac-
tersticos o oflieio em que a Assembia lhe com
municara o reconh-cim-nto do Sr. r. Alfonso
Lustos 1, como deputadu eleito pelo 9 districto
O Sr Jote Mana, tambera pela ord-m, cenau-
rou o nio c .mprccimento da maioria, a qual
numerosa, e r rminou fax-ndo suas desconsidera-
do a do Sr. Joio du Oliveir*.
O Sr. 1" secretario procedeu i leitura do re-
quinte expediente:
Tres offi :i d > -cre'aro l> ifiv-ru. co 01
nicaulo que tiver.m coiivauieuta JflSdn 1 os pu- '
toa los emp -gi 1 h di a-C'Btini r-l.tivi* ais
mezas de Jalhj, Agisti e S-itarabro uitnmlu-
tei-ala *
Outro do m-sra ', id m. ilam a relaoi 1 loa Srs
depurados que a > opir-cram ii s ssos al 2 de
Julno ultuni.I itenala.
Outr 1 do ineam 1, c un nu lieao 1 que a Ec n. Sr.
Dr. vice-preaid-uto da pr ivnicia fita s-ieutaadi
proro racio lociutraet ilos-r^ici atoa igr ipbie 1
da Asa-mbi, aj qual dan 1 couvanience deitiu >.
[ut-irada.
0 itro do loasm >, i -v 'nnli un ei -n >l ir 11
resoluoii sanoonnala sob a, 1877 -A* archivar
Outro di raes no, d-voivendi o -xenp rd-
ea launa da* red ico aane :i nit I ia so is.
1874 a l7ri I8i8, 18>) a 1831 a bra asai riav
iu o ro da axemjiares q i- ln.r.m 11 sal u, t n
do tid 1 publica 11 s ib u. 187. a res ilucl 1 (U ap-
p' iva artigo* de pwturas da aainira mumcipd
da Itamb. V' ar ibivar as prnu iraa, ludo a* Si
gun la i co n ii'ssi I I h uio i -. 1.. e
iot- radi quautn i ultuni.
Oitrj d 1 m'so 1. tr.nvn t'ind) pa dipi-'i-
ria pelaquil o Erra. Sr Dr. vi i'-prasi i un di
povoicia, c moo 1 a Asaembli extr< .r loiaria-
meu e pa-a o ua 1* I) cirro te miz I t'irali.
O itro I 1 m 1 o fi-i sm un 11 jai reprs eu
t ci, feir pil<> i nz li lira.r., |, ,., n ,rra I i a
bres, no intni'o le pevenr stltarajBsM ra'.tiv.
in uite a a'.rrib roo-s d n resp'ii'Vn ser/en u 1
nos le jijtig .V o o nisslj dijuitica civil e
crimiual.
Oicrido m-am 1. 'rius nit'in I > un co na ti
ortarida'ali la V) lo .ni* lis I > ool t quil o
Exm. Sr. Dr vic pr I-a'e li aaian, aliui
pira o da l* la D aeuitri 0">x m futuro a *-
ali -xtraor li i.na li V.nniiii.Ii'ainli.
O sr. priai ljnt* 11 m
qu ult'm > 1 >s orB -.i i loimi h 'or 1 eu'n.rn<
u > sen aaariaMri 1 I le n rnte n sa i b iras s ni 1
I* ta'dr ; qu 1 o pan 1 ti n 1 efe'ifara it Vi hiri.
la manhi p la *e raiana li Aas raili,
que, fi a al n tute, am 1 ta sit d tttl ta da.3 la Si
t -m'i o ni ti .
"m **g udi uspii lej-se a s-issli en qu in' 1
se lavrava a aula -. |<
li 1 n lo- 1 ) m Hstoa le 1) tu s-tU lni-ai--
ara. I-puta I s, I 1. tica ista nli aajjriiril
sem lebita lecliraili 1 Sr. O'aii lio' u: r-4
li* aa sasso n pr-it" .t >ri ia lareuuilt ex-rii-
donna la las mb'i o ivi:ai 1 p>n o J> 1 Io I
co renta a ada 11 jal 1 pj-tana qji tuu I
lila.
ibp-i o fi-u in-ni <1 >* eata'iiile
tomata* m-roatatla Saganto parlara
i'imi pi ili:il., Il Sr. i)' Ijn- llUlOtOW,
0 en nnsari 1 d p'loi. la C > nara InMaii, ri
iiuirlar se uti'i ir de ib -rioi r 1.11 v 1 o m'-a
-x :.;nci' lo a t 81 la le n. 18S2 ircirntu' 1 m 1-
01 -ip i1, que c un i) iu a v girar 110 lia 1 dj o >r
r -nte
0 referido artig 1, cuja integra iuj-Aqh h
lia*, pr >vi 1-ii- 1 stbre fethiam'-t I >a p -rt -
I estaba ei n-nto* m irjantia, os doninjai e
lias sin :'ifi ta lo-.
Eia a portara :
Siiaeit.nl -li di vi lia Wtei At ib!r'aa.:n
la iispii'clt d> art. 43 li 1-1 di are --nto qi
.: m -o 1 h je a vig irar, p ir se acbar a ni -nc> 1 ia .
I p<> iclu em lesacc irl 1 e m diversas re. ilujo -.
la presi 1-uci 1 diafa pr aaa n ., .ilo te 11 p" '
lo funeci -na- hei I 1 n C1 n ira. q i I >vi 1 tu
>r cmb-cuna uto la raateri., r-c o n-u i ai.
Srs. fis^aaa le e mu ucioto, qu ag 1 arde n i -llb
r.c'i la m ama .ainira a r;ap-ti la x-eieii
li r-f-rilt rug. injris". Pac 1 la Un
ra Muiiiipal I Rifs l la Oitubr. di H*>
O enn-n asari 1 d- piiioia, Joti FrancUa dt Gu
Caixilcaate.
11 o'--e soa Sra. fie.as.tari Hichi
Paaamiiil-'or oartas, qi in lin^i
run-l- Pi i' s. h 1, 1 o a imcam 10a o f til-.u mi 1
0 do autig e h -ora I n ; leiaul' o sWasft A 1
tinn Jos \iituu-.-a, d-paiadelonga diai de eru *
soffrineiitos
O fi 1 id 1 resida ba muitot aun ja mquella ei ta-
le ou I -, p ir f i-ci de s-us i.btre* couae^uio ac
cumular umi raideata f -rtuna.
Foi casad a atas v-zee, an lo qua da ultim. ea
pos i deisa filloa, que pir rem menor a e Brasa
-arem de educaci, mala deve.o sentir a u -r la do
jiiqtepor lies tanto se desvelara. A ai da-i
ula familia, e eapecia'm, ute, a *eu ligi'filbi
nas 1 amgi D. J 4 A itunas da Aran jo Pmh ti-
ro, apr-aeutain Oulra-Si midrugali de h > i'e n faliaeeu-
i'-.ta cidale, o typigrtpbt Tto M.chil) Freir
le Barros.
E nrir-gals b 1 lougts aun >s n'asta typig^aphia,
ni le apr-udeu a arte que ti-i dignim -ute exerci.
pela su lutelligenoia e ajtivi lide, nrioio
j.d cimeutos autigos, cni'an li apeu ia 4 i ana >*
ie i lade.
D-ixa sua vinva ine msolavel.
Si-i-ia olr-rane tjctcMttura Veride-ou-ia ua terc.-feira, ci-
ui 1 to a aiinuiict ia, 111 alio de honra da Asa 1-
ciicio "ominercal Benejen'e, 8 -tail-i I -lemue
la Sociedade Auxiliad >ra da Agricu'Ura, marcada
par o m-sm -lia pfilo art. 57 l-seus estatutos.
A querer ciogu-se a l-ttr doa iseamis -tat
'os, dita aessi era destinada apenas a lei'ura h
liscussin do relat -rio, aprrseota o p-la g-roocia
ac-rca do eata lo da Sociedade, de seus acto* a da
-{-atoes qu- diz-m rsp uto aos int-resee da la
vonra p. nua buea a ; s d viam figurar nella o
seus soci a eff -etive* h morario*; e p-tr isso era
a turai qu- tiv ase lugar na s le social.
Enteudeu toilaia o Sr. gerente que, s-n io a
parte raaia importante de s-u re'atorm a que tra
ia do cataciyaraa. com o qual n 18 esto ara- aeau -
do a actual e descommunal baixa di* precia do
sasucar e aua provav I p r aau ncia, cujos r-tul
tad .s desastrosos d-v m atlingir directa ou indi-
rectamente a mor paita dos habitante da provin
-ia, era cunveuieut- dar ensanchas a um i dis.'Ua
si 1 franca das diversas queodea que prendera s-
a do prec do noaso piincip.l genero, ampliando o
ci-culo das pessoas chamadas a tomar parte em
tal discusso e esc dhendo para a reuniio um lo-
cal menos acauhado que o da sede social.
T ndo a benemrita Aaaociacio Cotnotercial Be
n tiieii.e franqueado para este tira o sen sali de
li 11ra, dirigirn se numerosos convites a p ssoas
gradas d' ta capital e daa localid idea servidas
pulas vias-ferreas e a 1 har e O da tarde fu
aberta a aesslo, com a assiatencia desocios efec-
tivos e hoaorarios, agricU'tore, n-gociaut-s, ina
giatrados etc., em numero de mais de uitenta pe*
suaa.
Achando se na coi te o presidente da assembia
geral da sociedade, conselheiro Maooel do Nusei-
m-nto Mach do ortella a ni-j teudo comparecida)
1 vice-presid-nte Dr. Ambrosio Machado da Cu
nha Cavalcante, prea dio ao acto o Sr. Bario dr
Seriubiem, que depois de ler o art 57'dos estatu-
tos e declarado qual o fim da reuniio, deu a pa'a
vra ao gerente da sociedade, Dr. Ignacio de Bar
nal Btrreto para ler o relatono de que tratam os
estatutos.
Embora procurarse o m"smo doutor abreviar a
leitura d'aquella peca, cuja primeira parte, a que
trata da baixa do preco do a-isucar, ja publicamos
por extenso no logar competente, e para eate fim
-ncurtaase a segunda parte, passanto por tito
muitoa pormenor- a relativos a vida interna da so
ci-dade, trabalhos aoci.es e sitnaco financeira, j
passaa muito de 2 h iras, quando deu por fiuda a
tarefa e o Sr. presidente poz em discussio o rela-
torio e os assumptos de que tratava.
O Sr. Dr. Democrito Cavaloante, Bocio h mora
ri > da Auxiliadora, obten lo a palavra p-la ordem,
iudag m da mesa, se alen da discussio das mate-
rias altineutes ao relatono da gerencia p disto ser
admittidaa propostat e deliberaces, respoodeu-
Ihe o preaideute em sentido n-gativj a vista do
art 57 dus rstatutos.
Em seguida, pedio a palavra o Sr. Bario de
Natar- tb, presidente da Associacio Comaercial
Agrcola, pr nuu .i.ndo breve discurso, no qual en-
carecen o aoert 1 da delibera;iu tomada ao dia 10
na reuniio das tres dir ctorias, de limitar o pedi-
do f ito aos p ideres pblicos a suspensa > tempo-
raria dosdireitus de exportacio e reducoio do fru-
te do assui-ar as linbas frreas; fbeitou a Soci -
dada Auxiliadora pelo atan com qua procura de-
fender ns internases da classe agrcola, asse^u
ranio-lb" qu- p le contar cora a ooadjuvnoip d-t
Commercial Agrcola para tudo que tor ten lente a
consecuci 1 do desidertum commuma aalvacio
da lavoura da Can aa.
.. N.io hav-ndo mais qu.-m pediste a palavra, o se-
cretario geral da Soci-d.de Auxiliadora, eng--
uh 'i.o H. A. Mil-t disae qu- partilh ivaaaopmioes
emittidas pelo sen digno collega da superinten-
dencia da Sociedade Auxiliadora o Dr. Ignacio
dr Barros Barreto, acerca da insuffioi-ncia dos pe
didos constantes da r>-presentacio d liberada no
da 10 na reun > das tres directoras e dos males
que resultara da intervuncio do gov rao no mer-
cado do cambio procurando, com fundos devidos a
emprestimot externos, eleval-o e mantcl-o cima
do uivcl na'u r.l, q ier p ir m io lvenla le cun
bi.es, q lar f iz-ii Jo vir ouro lo est.rau^ -iro : (m ilea
1- i'ii temos um exerapl 1 piipavel n or-juizo de
l /_ n* ven la d n is* aa.uiir.-s qua a-arri-
t u a sub la lo ca nbm de 18 a 21 1/2 I); disae,
qu-o-ne irdava i gu time a'e 110 peng im nno ote
era qua iua a n-.oa o plan finauciiro lo Exm.
Sr ctuseihinri Keli*ario, (nnp iciiam tute ssu -.: o
u id) |MU c un ira d is Srs. leoutid s, cun a ap-
orovaoii da ad litivo n. 10)' le restib ilao-r eara
btp.r da le d- 11 de S it-rab'o dal-ilG, pir
nai da retralas auueesaivas de pipel nula,
visto es e piano unp icar a aupjr-sai 1 c nnpleta
la lavnira da eanna, cuj ia p-ilu:'.oa. em eve 1-
t.uali la la algmn t, p 11 -ri. tbtar us* gran les -o ;r-
01 luli Europ 1 e E iu Jfl haii'i<- pir qumtai, uiJispeus ivea, c im 1
uinii le 27. 1 r 1 irui'-ain-ie re n 1 ten I ira., a
I 11 hoja u i 1 b n u n is u us su tari irea q 1 -
11 lt I s la a-ism.r a reli na, c >ta 11 ulti oium-
te p ir me 1 ts le JS -h Iliaca 0,**t qu- manten lo
ti-s eoutnest*, 1 lo.incas .a q 11 piieitei o reli-
-or I. S < nota, aub iv 1 cu iveni-u'a me al-
la Dad 1 'litf-ren'e pillase aptUvra pira co.mi-
e'a.. ed.r U'oie.al' lir-unlT ia obj te-
co a i|ue uorve i'ura fiasen apr laauta lia.
Nii sppir-oa 111 q 1 o aaa tiste n con vita e
vu'.iu' a i'Wi n I fui lia ola 1 ia li E( n.
v| ts'ri i, P.zatl, o naini Sr. H. %. tfl nl'i ue-iioi pin l'r iljii umi a aerea
li Oinm bat, {ii o a Sr. Cus* da-aire tJi-
iain 1 a m-rn r-irio um .-iiaulils sen
n "O i, a i t lllfl li a u q id -a-i S rJts, q 11 o no
r'tortita a u ; is.ivia I p p il m 111 c n i;u -1
fn-r santir o cimou ai pir lt p.lrit li 181 i e
.u ni 1 :ei o.
X-.ta c 1 if r ni li le. 1 maiai-Si-. H \. >C I t.
J--l uli t -uili It'qiijt t. 111 1 vil* -di
iimti I 1) anu pin :i lau'rm is r> 11x11 la ia o-io sema-o segnlii i- 1 1-1 11 s la
iroipara lat e i.^nit 1 I. policio ai piaso
ji- 11 iiiili. (.aore te'.arm 11 la pila oitar-
ei-ii I j-MMrn pir m d 1 1.a ti ni iea t
n ir atim ia l'aru..), Inirn uno cri.ei, as
.av^t horrir .sis, 01 o 1 t I' ISol, jui t-ouxi
i.ufr.gn la {it-u (tti. iicnu t aflama la
idr'a : d iu 'U-ir a sulJlll r-sa 1 i ip 10 Ji
l-gl li ij-nuir.;ii, a a la 187>, |H 11 401
11 :> 1. Vi.: 1111 ,1 i 1 ,i 1 rt,n tir 2
nu a ni' 1 i.ijii m 111 pir. silva ts b .n .
It-.iital 1. Ira un i, ti|i' liji.oni iin-i-
ts q t b-ta e a -u tpr -ssl 1 1 mu li -IU -n
b la: n i' ta d i-a aasva- I D aia, q n n-n p
an qua r.ztr ii..n 11 ni q 1 ir va 1 a n o |i; 1,11 min< 1 o 1 1
V x 1 1 o tn ti n i i n ii 1 i'-i nu
f opon 1 rsvu d ir latti a aaatia jr .va, 1 le
i-aiei. di pr 1 lui(;i, uinniil ^ir. piir 1
I1V1 I a 1 r -suita .'.os las Tin ;>.,; iiOi'-O
. is 1. p 1 u> tur*,,uro; a io I st 1, :>n en
gflrai a i.ib n 1* ,n -t is n 1 n 11 *, e re ni 1.1
I 11 p.- .pia J 'U'ii fu leas oari re'10 dea ir
(i'liijii) l.i tuutcti ; pea a cu.ta la u .1 1 n-
aisti inlirac;> so ir- tilia ta ein.ninlir de
je.nr ta a oiri.lirus muniln, f.vtr-ci .
ir. 1 u ores, li ibilita Ir a o lo a -erase n d i *u
1: Hta 1 i{ na it.r ra ana p* 1 lu :;i > ; a s a 1
irius, 1 n. vez, ni fia liru-'r* -in iPt
*'U y, a'ti t^ o t eu slv 1 f t p ir 1 11 1 4 tv !ru ..
il a 1:1'>u I > a-in cas ir o-t a-na c-nirioisais
e Ouliilll 1 p q eti I >s n ax-,e >a-, 11 n-lh
pian inan 1-riva s ifltsttefllot C 1 iu 1111 ra n-
'111 1 "O x un jos e .i'insnti, qu vieti -i'i
II la-lia da pr ilu -ci uciiu.l, vi/ar-s, ilu.-iei.
: iist, il.s li lt ub ta, salario, le' toil-i 1
I -ra* a cria I *, ete, ni' aa>m,i tnlirera 1* -*:nl*
,-as di cinbio, a biixa tivoravel. ala ami-
na pro 1 actor 1* de geuartadd atp>rf.a;!, co
1 .a 11 -; ei ltei in j irla tarea e I tf s'aa e ngi
/ -ru 1 pr .vinei .1 : |u- pilt q le 1 riaptiti a .
1 Ansa fra -tea nia t'-ra j--j nai. j-rqia o
n.-ere*eun ) da re 111 i -vi li a at) trta^l |i n -
o-u-aoeii manos 3/4 la verb giala C i-n diflFi-
raata le ca no 1 a ait m 1 |>i trt 1 a saa-4 tutu
p-nailip-o aii;-aiit d oriluoto l'ia Itrailts
> 10-a a* irapirtaooes a I vilir-m, sello las tr.o
tagAsaj etc., cun riu I n itar, que o gov -ru 1 ge
ra U-rarria taut c mi o pro I tetona, xjt'ta-
1 ir ts, i-n.oirt 1 1 ira., ii.e 41 exigsaa 1 ni;.n-ut'
ao eimnoo le 27 l>a diraitia la aaSMrtaaik
Cinfessiuo me*ra s-ubir, qua uara tula* as
aiaaaiada so-m-.1 1 la I 1-r va n c 1 n a bi'Xt, pus
un al
tari quan
viva se d ra 11 ia fitas, 10 n ba n da ju-ia le
ip ilic-a ou le or leu 11) C un eapr-gili publico
m de casas c ira a-rea is, pa 1 aun viva a-
siurop 1 de reo tira mi da capitaaa eraorigalo.
ao Impirii, etc., e p prece lhe ter at'-rirundo o autor do relat iri 1. de
jrrteQinar urna b da coutiu 1 a ; 1 qu t quer ,
que emq lanto en.tir a ra ti ta que a baixa d
ambi) raanifesti de.equ libn 1 aa cura in-
ternacional, ait se procure artifieialiante c ultra
nar a aoeio da uuioj remello natural e p ove
toao.
Fin.lisoii ra >stra ido queseado a biixa 6 ha d>
d -equilibrio le que acab iva de fallar, cara 1 ra 1
.certa l.m-ute in istraram ao Sr. Conacb tiro Be-
lisario, na actual aessi da cmara, os Sra Dapu
talo* K si e Silva, Laureuc<) de Al uuquerqu 1
outro*, uio poderi o raesin 1 Sr Conselheiro, ra
q lao durar seinelhaule des -quilibrm, ma-ite-
carabio par, por maior qu- aeja a qumtid.de de
papel retirad> da circulaca> e s eras-guiri S.
Exc, cora s-luchante procedim-nto, emp-bree-r
1 patz e faz-1-0 Vultar, no pouM i; vista da pro
ducci't, ao estado rm que se ach va no meiado do
accul i e tal Vi maiaatrat.
J.-pois do Sr. H. A. Milet, nlo havendo m is
qu-m pe liase a paiavta, o Sr. presdente levantou
a sessio is 3 1/2 horas da tar le, ten lo naquMla
ocensiau o Sr. Osear Deatibeaut apreaentado
algumas cousiderace* a cerca da talla d amraa
ci que eucontraram aqu as vocaces artsticas e
cientficas.
O reebamealodaa portanO Binculo
acab do puolicar um livruho dedicado ci asa
uaixeiral em reg aiijo ao art. 83 da le n. 1882,
d'es'e nno, que manda techar os esfabelecim-utoa
commerciaes us domingos e das santificados.
Um punhado de pachecadat vem no folhet,
que trata de assumpto caixeiral com certa gr .ca.
Iialliuio treaeolntlro e ti -orn
rtica Pernambucan. Quiuta-teira, 30
1- Set-mbro, i urna h ira da tarde, reu no se
Institu) em sessio ordinaria, sob a piesidencia do
Exm. Sr. cras-lh-'ro Pinto Jnior, c >m assiatencia
dos Se conselb-iro Quintn 1 da Miranda, Drs.
Luua Frer-, Baptista K-gueira, 1 secretario, Lo-
pes Machado, D. Juan Bnaon, Augusto C >sta, Au-
gusto Cesar e maj m Codeeeira, 2o secretario.
Lid., foi appr .V ida a acta da sessio ant-cel-n
te e o Sr. Dr 1 secretario meoconou o segu nte
expediente e off-rtas:
Ura atfiti do Sr. Bichvorsel, concebid j nos se-
guintes termts:
Ina-ituto Arcbeologico e Gaographo a Per-
nambucu.
a Messieurs.Infiniraent bon ir par votre bien-
v-illance en m'admettaot hu umbt- de vos asso
cia booor .ires, j'accepte avec erapressement eette
nomnatioa.
J'attacbe surtou beaueoup da prx i l'honnenr
que vous me faites parce que le* qu-lquea Services
que j'ai t en at. de reu Ir a Vi le Ur. Duarte
l'ereira, j- ne puis lea cuasi ler- r que rame une
tres lger i -orapte sur tout ce qui des centaines
de Brsiliens nnt fait pour m > pendan) les aunea
que j'ai pass* daas votr<- patrie.
Je vous "fli e en mS na temps mes excuses
parar sua repons un p-u tardive; j'ai t en
voy age, et n'ai trouv Votre lettre qu'avant bier a
mon retour.
Agrez, Messieurs, l'assurance de ma hanle
conaideralion. Fon Bichvorsel Rotterdam.
Westplein le 4 Septembre 188.
U o lito do consocio Dr. Vicente Ferrer d B.
VV. Arauj >, de 16 do corrent-, remettendo para o
archivo do Instiiut 1 a Sentenca exirciidada wcao
de nullidade do testamento 4o p-idre iamie Fer
nandet Vieira, atcao pn,posla por Agoetiaho Cesar
de Mello, Joo Fer uanaes Vieira e outros.
Ua dito do coiiS ait) maj ir Luiz Cutra conmu-
nieando ter uorapra lo para o Instituto ura diccio
tariu de Historia Natural, que rumetteri breve-
mente, nem como uutras obras que pretende com-
prar anda.
Offurtas:
Peio Exra. ministro da agricultura, cocse'boiro
A it.n1) da Silva Prado, 4 v-duraus d < K-iatorio
qua apre*' ntou a Assembia Geral, na Ia sessl 1
da 20' legislatura.
Pela Secretaria da Instruccio Publi :a d'usta
provincia, um volune da Potica compilada d-
Hugbos Biair e outros, por F. B. Pinto B uideira e
A. de V.
Pela Sociedade de Gographia de Lisboa, um
numero de seu baletim.
Pelo Exm. Sr. aeserabargador Olivcira Maciel,
40 m >edas de cobre antigs e modernas.
Pelo Dr. L ina Freir, um foloet : Memorial do
ji'Z de dir-no Adelmo Antonio de Luna Freir.
Doze volumes da Historia da Bevolu-
ci da i8t7 e urna joia da aocio e-
fectivo 90*00'
Dficit ao Sr tbesourero M)0ij..()
Somma 99 'G.MJ
Despea a :
Diversas desp-zas documentadas 517i920
Salda favor do Sr. thesourei-o 34-')7.'Jil
S-mma 99.MQ
Na la mais havendo tratar-se foi levantada a
aessi i.
maniato Auta-h uitem, ia 5 hora da
tar la, estam 1 M .noei Clem-ote, uo Salgadintto,
a c ni vera ir c un a parla Joaquina de tal, i porta
di rauta-ib d'e.ti, chegou Antn.o J-s Mauri
ca, oara oaif ir un loa i o que leva a Joaqiiua.
VI nioal Ciera uit i ra m 1 ra u'eata occasia b .la.
um viniera 1 a^u ir 1 -ule, e cora entre ambos,
bavia rua velha, cinauram a questiouar, mtr
vi 11) deb.ll le a pab-d mulhar para que se reti-
ra as -m
Abarra ido-ae os d im, Manoel CI mrate que,
estava ar nido c im umafatt d pinta, oux m por
ol e Oieirre'Ju u a ira oan I go'pa eo vi.ri-
co, cart'iro ai ciraol ra itm lo o instautaaea-
ne ite e o in 11 *e ira n li ita n rafe en f-iga.
Ligi que Ai tit t.-iste occireuca te vi mnba-
airamC) 0 Sr dilart|, de |J iu la, estafa* En-
pi tni le Fr me 1 Vi ti o, p ira all e dirig. ac ira-
pi iliiii 1-12 pi-a;i. I-, po i a e in 1 tas pi*o.a
lipovt. Ei'i prtcilnid) nit turnia d 1 reapeo-
tivo 1 iqi-nt).
Qir o as.asara i, q lr a victima enm casados,
i- 10 lis di 41 imlii la id lie, tullo qu Uro filbos
ci I a u (i
I m filfa le di ltaaarlii lo Carpo
1 tul 1- V Bata regadora dairmanl.de de f.
S. di hVi. ri o da- mitriz Jo Corpo Santo, para o
aun I- IS8'} a 1S87, riera .sjnn organisada :
J na-----1 .uotl Feruaiiles V-H -o
Es mea t V1.1 -h t Codb Piuheirt.
rii.our-irjdintel Aiv s Paiolio.
PrnenjraJor garai Francisco Autoni) Corra
Car da 1.
-Procor 1 lora* Antonio Manoel d 18 S n'os t JJ^
.-ve dos Santos.
Itsiri Fra icisco I i Passoa Guimaries,
ta a-ic mo vli-;iri. Man i-l M. Ciinp >* Jnoior.
i 1 freir da Coar.a, Joio Beuto Mouten Fran
:a a A i'oui 1 Al oes V/illela.
I 1 1 )- A n ilia das Naves Cari so.
BaeriviJ Eithiiiua Uauc.lve* Torrea Sil-
va.
C-amit liUlerario %ea]
. 11 U-r l da, no* sa o ia doli.buiete Por
Uiroj z le L-itu-i i rua do I operador, reansari o
C 1 nit a 5a c >uf reacio da serie que tio regular-
a -uta na it a.
O Sr li Ant mi 1 leVI-l), esru lante do 3>
ai 11 la Pici'lala nsaertir sobrePoly^euitraj
a vt ni tg niara .
Filiecl U;'nlnYtre-h-i i'e n oalas 9 h tras
ci n 1 te a victi.nt le fiare pilulni fajieem uesta
adata D. Ana VI irgari ia S ihefler.
A II1 al 1 era Viuvi, cinta va 82 aun'is 1) i lad-
a er 1 e.ti n ili p>r 1 1 ts q 1 mtoi a cnib iterara.
S isas c ra I ti -nci n i ua exir -ra 13 1 familia.
I"B< Mmtr- P>r t-lg-anna re-ebi 11
h tute u li lia 1 a, saot ae qua leve che^.r breva-
n u'e la li ibi. is las diat uctt artistai Vi ginia
a d it ni le S a .y.
Aq 11 I ir i 1 ilruis e muertos.
Ca I a ver i a u a cmivial 1 en'eob 1 Al-
ie a, 1 'ii 1' i- 1 f 11 ui ora m -uta ii'ii'fil 1
n aliui'.al) es't Al I) pttr-ta tul) o cilivir de
a a 1 oreta
"li s- p la r01 i-ibinr a i l-n'i 111 i oeat >a.
Potas a f-eneo ^ pirtt pilicii1 d z
I ie ai va tit l.i-iu intade'Ji p.ri 30 li
Caraira Mim^ipal le Paioires, 01I1 ei'i'i r---
io bi 11, par er otfi -i .1 di g .r la nmonal, O'-btn.
Jli-iri d> Vilrali. pro lluvial 1 ni art l9Jdt
cil jo enmiu il.
Uiveul) i 11 subni'tilo a ju'gi-aato fra
). htu aoiilvdi, ajj-.lii 1 lo o Dr ji'Z d- dir-ir 1
tara o Su je tur Tribunal da Kil ic >, qu- mandou
1 a n tvo jury.
Pira sei jul^al s reco'h-ra-sa Othm prisin,
voiuucti.ra -ata, na 4 .mzis, mas juigameutu
uio sa re fian a ell', talves anisado de esperar,
faajis,
A avaaii d-u-aa pelo telhili da sala da casa
la Ci -iara.
ajtutt acadmico Vylvio Hnaii-ro
Fu'ioeio 1 ni 10 di 1 30 es'e clan, era sessio xtraor-
linaria, sob a sataf leuci* de V. 0 Lite, 2 vite-
pr -silente.
Proce leu-sa a eleicio para a nova directora,
a qual ti: ra aas m orgaaisala :
PresidenteMirui L)p.;s Ferrer P 'to.
1 vicc-presi ent los de Oliveira Leite.
1* secr-tar oVlanoal Jo (iomea.
2J ecr-tario Vutouio Candido Vieira.
(Jr.dorJiii Siptista da Costa Cicvalhj.
Tnesour-iroAibuquerque N-tto.
Kil 1 tihec.ri.ilote Duras da Mi'a'hlaa.
Cimniasi) de iy 1 iictnciaParreira Piuto, re-
lator, Joio Bapisu e Dantas Maga'baes.
Era s gula fu e npissali .1 director a recem-
elei'a e encerrad 18 oa traba bis As erab 00 auno
crrante, uitrcau I) o Sr. presidente primeira
d .minga o mes da Abril do anuo prximo vin-
douro pira a pros mi se.sai or linaria.
Foram elimnalo, tres do ouraero da I icios p>r
bi -rvaucia a uin doa artigos d >s estatutos.
O BlaoculoDistribuio-se bontem o n. 38
d-sta p ri el ico buraaristieo.
lasorlarait doa runcclonarioa pro
i'lucUca de l'i-maisliac B sol vendo
esta Assocacio coraraeiuorar naquarta-teira, 6 de
Outubro, o 4" anntversario da sua existencia, f>-
r.m convidados associados e bem assim os de-
mais ra. qae faiera parte do tunecionalismo pu-
blico, qu-r provincial quer geral, a asaistir
aessi 1 magua que dever effectuar se no mencio-
nado da, pelas 6 e meia turas 'la tarde, na sel-
da m sra a associacio, 4 rua do Impera W n 71.
Teudo na m-sra 1 occatio de r alisar-se a po.se
do c raselho deliberativo qua tem d- dirigir os tra-
bilbos sociaes durante o anuo de 1886 a 87, esto
igualmente convidados para comparec-r a esse
auto uio s os Srs. do actual conse.ho, mas anda
s do ltimamente 1-it 1.
Na r ferida a-ssio magna s-rlo inaugurados na
sala de hanra, oa retrato s de duus socios b neme
rito* da uiesraa Associacla dos Funcci-niarios Pro-
vineiaes, o Srs. Dr. An'on-o Wilruvo Pinto
Itan teira e Accj^y de Vasconcellos e Fclippe
Enilio VIenn-i da Costa.
Ocuiselhj quj vai ser empossado compoe-se
dos seguiutes senhores :
Presidente Dr. Antonio Witruvio Pinto Bandei-
ra e Accioli de Va sei ncclios.
1. viee-prcsidente -Major Lsopoldo B. Galvlo
Uoha.
2 o ai to Francisco Carlos da Silva Fragoso,
i." secretario-Alfredo Bolngues dos Anjos.
2 ditoSilvio i Antonio Rodrigues.
Thesoureiro Felippe Erailn Menna da Costa.
1 orador Lu lolph ) Olyopio dos R.-is Compello.
2 ditoJoio Jos Rid'igu-s.
Commissie de redaccio Dr. Antonio Jos de Al-
ai'ida Pernambuco, Dr. JoS> Birb.lho Ucbi
Cava cauti, Dr. Jos Antonio de Alracida Cu
nha, Dr. Pergenfino Saraiva de Arauj 1 Qalvio,
Autoni 1 F-rnaudes da Silveira i'arvalh >.
Comnissio de S/n licancaJos Luiz Salgado
Accioli, major Hem -teno Maciel da Silva, Jos
Joaquim Birgea Uchi.
CouselheirosJoaquim Lucillo de Siqneira Vare-
ja Pedro F. de Paula Baptista, Pedro Alexan
drno M.chado, Francisco da Silva Miranda,
Manuel Mara de Araujo, Dr. Jes Horacio Cos-
ta, Francisco Pinto d- Car\albo, Lib rato TV
birtiuo M. Maciel da Richa Pitta, Dr. Add-
pho Tacio da Costa Cirne, Antonio Adolphi
Jorges Leal, Masmiano L Machad 1 Juna ir,
Jos Luiz de Franca Torre*, Dr. Mano-I Gomes
Viegas e Frederico Augusto N-iva Jnior.
Masareis!. Desta eidade escreaerara nos
em 27 du mes fiudo o seguate :
Realisou-se ni dia 2o do crrante, na matriz
desta cidale,a beuc.l> solemne da imagem de Nos-
sa Senh ira do Bom Parto. H uve missa cantada,
pregando ao Evangeho o Rvm. vigario Manoel
Jo- de Oliveira Reg e oceupando a tribuna sa-
41- .da o Rvm vigario Anisio de Torres Bandeira.
Foi confiada a regencia da orebestra ao habd pro-
tesaor Joio Bjrc -j.
A's 5 horas da taris houve rasoura e ao re-
colli r fii resada urna ladainha, sendo todos es ac-
tos bastante concorrido. Q iciraou-se depois um
lido fogo de artificio cargo do haoil artista Li-
berato C. da Albuquerqoe.
Cummemorou no dia 28 do crrante, o Centro
Luterano a ttecreativo Nazareno o 5 anniv rsa-
rio da instaliacio de sua bibliotheca, saudaudo a
aurora d'aquelle da urna salva de 21 tima ao som
da sociedade musical Vmte e Dona de Novembro.
> A'* 8 horas da noite, depois de rcuuidas na
s le do Cintro, as pessoas mais gradas desta ci -
dade, o Sr. presidenta Jordio Cbaves, de accordo
eom os estatuto?, convidou ao sosia bsuorario mu, '
volh 1 para presidir a a-asio, o achaudu-se pr-sen-
t- o Sr Dr Alano 'I Cabral de Mel. ', nina commis-
ilo 11 lineada o convid u lomar assi-n'O
C 1 ocan lo ae no lucar competente, abri o
referulj d rator a sessin, mostrando o fim .quella
r ramio.
Em seguida fui concedida a palavra o ora-
lordacna, 11 sucio Pranciac Horotsio. Depois
fi/.eniin se ouvir, -h Iiiins. Srs Os. Manoel ga-
pa- Pereir., Carlos Auguxto Vas d- Olivara, 0
acadmico M.noel X>vier de A. V. Sobriuho e O
sacio Jordi- Chaves N fim de cada discurso 10-
cava a Vinie U ras d- \ove oro.
T-ruainou tio agradavel testa s 10 huras da
noit-, conh -i-rii o- no semblante de todos os Con-
vivas a grande satisfacin que sentiam.
Quem lli-'S -li a prra nt n iiicia fas votos
paia que ti 1 u 1 il iust'tuirjao continu a repiodusr
luios os ann- rio agradivc feats, >
ouirarran nramalira Familiar
A'ite-h ntera ea'a s ce I ie >r luojeu ii-lccaida
nova dir-ct ira que a lem de dirigir no auuo de
1886 a 1887, dando o seguinte resultad t
Pr id nre M.j.r Ti ajano A. de CaTTalho
lien doea (r elei.o .
Secr-'ario I i B. Portado
TbesoureroI .0.111 in A d- Mcndonca Simoag.
Orad 'T Arseuio O istav 1 B irges.
D r-c or le sena Joio. Frauuisco de nouxa
Ju i T.
t.'uNti Kiniii'-irKii ferro de liilii.t eatraallit O largaDe
mu discurso lo Sr cous Iheiro Aftt Si Penna,
pr enlodado na Cinara dos IJV.raliidos em 1 do
O -S lo 10, Xlr llliuor o seguinte l e, h 1 :
* Cueto k lo uetrico de algumat estradas de b-
to a estreit (ura matro) :
50:0 > >#008
77:liDHOJ
VoitJliOJO
4V:.>said00
47:d 4O30
4>:00 i<000
6I:7:AKX)
4*:iKjial000
36:761 66 6h*000
6l:it9400
'6:7l.'#KX)
6H:> f3 00
35: 47 000
3-1:0 K'AOOO
91:148*030
3l:7Sii/>.,'0
2.:7 HINOJO
4<>: 1^1*000
43:0k)iKX)
-.".i d.' kx)
4(i:N.JoiiX>)
5W:6-'7(XX)
U'':1-4IXX>
maounoo
1-9:1 HMO
ISt):-^0*1)00
lt':4;ii'0A
67:-iaai KX>
algarisraaa lo de
(Apoiado.)
S.br-l
Kalunt
Nat I a Viva Crus
C011I- d'Ku
I c fe i Liraoeiro
i'ul 1 Afilian
Central il- Alagnas
0 ntr.l da Babia
Nas.reth
S.nto Amaro
Ca tagall
l' ii 10 Valenciana
ala-'ah e C.uipos
la oto Ant uno de Pa la
PirabjeaaC)
limas e Rio
Jo z de P late de M t. (0"i"6)
S. Paulo Rio de Jmeiro
Soroeabana
l'ua.ia
Srag.ntna
Mo.yana
S, Cari is do Pinhal
Esta u- S. Cario-, Sr. presidente, nao i-m ga-
raniia d j iroa, ipt isa 1 se v cun o preco ki-
1 unetrico foi lio r z el. 'i mdico, piuco exce-
daudode 2ii:irK)*'lilO. (Coutiuua alar)
D. Th-reaa Chr iiua 48:21650.00
liio Ur 111 I- 11 l!-o,'. I-i: .' '1 5 l'KI
P-raaagai a (Juntaba 101:118>0J0
Ctm i a Cantara, a estrada du Paran.gui a
(Jjritiha d- oreen maia elev.do. Se ella t va de
' .10-01'- a S-ra do vlar. tamo.-ra a estrala Ri*
iid M n .s t-ve de ir.niiiir a Sorra da Vlaoti-
(oeira, atrista t, <> eustt testa ficou iqnera de
IO0:Oi)O#OiK). S c-nc estradas, as de B.tunt,
S.u'o \in.ro, oautagalli. Via-ab e Campts e Mi-
oi- an I Rio ex--ler un era costo kljmetncO a
50: 'KJOat.
V >u 'e* i Cunar' o i-mti kilomtrico daa et-
rUs d- ferro de 1.6 I () :
R cfe a S. Francia.-o
Babia a S. Ftauciscj
) Pedro II
S.nto. a Juudiahy
Palista
Ora, Sr preaid-nte, est-s
Urna el iqiieuiua irrefut ivel.
0 pr-co kil tm-trieo da -atraila de f rro d- Pa-
rana.'u a Ctrtiba pnict inferior, apenas de
vin' e o tuco, c in'os, lo cust 1 klun-tri-i las
estrada de f-rr 1 da B .hia. Rete e Pedro II,
que ni > de I 0 e Uo -ri ir ao cu.t 1 kd meiri-
ai da estradas do ferro Paulista em iuisi.......
.0:0 'OJ .
Crian de ilamnii e Incendio Eis o
P'ojecto apprivadtt em il An mez ultimo m C-
mara d s Ueputedos, B-gundo noticiamos por tele
gramma :
A Assembia O -ral decreta a reforma segrate
do cdigo criminal :
Os arts 266 e -67 do co ligo criminal si j sub-
stituidos pelo seguiutes:
Daino e incendio
Aru Io Destruir oa dainuificar causa alheia da
q 1 Iqu.-r Valor :
Pena : De prisao pn 20 a 90 das o multa
de 5 a 25 */ do valor do objecto destruido ou dam-
nificad i-
Io Si a des'ruicio ra damnfieacio fr dacou-
sas qu- sirvam para distinguir ou separar ou h-
sattsa da orour edade imm ivel :
Penas: De prisao por um a quatro mozos e a
mesma multa.
2J Si a destrucio ou damnificaci t n ste caso
fr feita para se appropriar o deliuquente do ter-
reo', alheio :
Penas : Ae mesmas lo furto.
Art. 2 Destruir, inutilisar ou oceultar, de qual-
quer maueira que a ja, livros de notas, de regis-
t o, de asseutauenot de actas e trra .8, autos, ac-
tos origmaes da aut iridaie publica e em geral
todos e quaesquar ttulos, papis e livro- commer-
ciaes e uscrtproa particulares, que servem para
fundamentar ou provar dirjtoa, sem haver para
ai ou para outr-m vaiita;-m ou lucro :
Penas : De prisao c un tr.bi'h p ir d tus mezes
a um auno e multa d.- 5 a 25 "/> do pnjuzo cau-
sado.
Si este crime fr iWaatlUtliJ1, tirando o
e mquente d'ella proveito para si ou para 0U-
trem :
Penas : As mesmas do furto ou roubo, coaforme
ascircumstancias que se der. ra.
2o A d-struicio, inutlisac- > ou oceultaeo de
livros de netas, de r gmtro, de aaaen amento, de
actas e termos, autos e actos ori^raaes da au.ori-
dade publica cas de denuncia ou procedimento
official d juatica.
Art. 3o Derrubar, demolir ou destruir por qual-
quer modo, no todo ou em parte, edificio ou
qualquer construccio concluida ou aumente cume-
eiJa :
Penas De prisao cun traba1 lio por J us a seis
annos e de multa de 5 a 25 do damno can-
sado.
Ficam substitu las por estas aa penas coramina-
das no art. 178 do cdigo en uinal.
Art. i" Incendiar edificios ou construccoes de
qu.lquer g -uero, navios, embaruaco -s, lujas offici-
11.is e aru.at-ns habitados ou que sirvam pira ha-
"it.cio ou para reuniio de homens uo t mpo em
que se acbarera rt unidas, quer esses edificios OU
onsirucco 3 p.-rtenc iiu a terceir., quer ao pro-
prio autir da incendio, anda que este possa ser
extinc o lo_-o depois de sua manif-siacio, e qual-
quer qua sej a destmicio causada :
Cenas: D-prisao com trabtlho por quatro a
doze airaos e de multa de 5 a 25 % do valor do
damno causado.
S 1 Si du incendio resultar a morte de alguma
pesa a que, no momento em que o fugo fu posto
se acbava no lugar incendiado :
Penas : A do art. 193 do cdigo criminal.
2o S do inc-ndio resultarem ferimeiitis ou
ftausas phjsicas de alguma p-estaque, no mo-
mento em que o fogo foi posto, se achava no lugar
incendiado :
' Penas : De prisao com trabalho por 4 a 18
annos.
3" oferim-nto proluzir grave inorn nodo
de saude e luhabilitacio de si-rvico por mais de
um ra-s :
Penes : De pritlo eom trabalho pir *> a 16
annos, alm d. multa le 5 a 25 >/ do valor do
damuo cauado, que *.m todos os casos ser im-
posta
4o S os edificios e constru-cues de quo trata
este artigo nlo torera habilitados, nat aervirem
para habitacio, nem o'elles houver reuniio de ho-
mens ao tempo do incendio e uio perteucerem ao
utor d crime :
Penas : De prisao cota trabalho por um a seis
annos e multa de 5 a 25 % do valor do daran-j
Causado.
5* Si alate incendio resultar a morte,
m utos ou off'utsas physicas em alguma
que, n i momento em que foi pesco o fogo, se ac
no lugar incendiado :
Penas : No caso de morte, de prisao cora
balh t por 2 a 12 annos;
No de ferimeutos ou ..ffensns pbysicas, de prisao
com trabaihi por 1 a 7 annos ;
Si o ferim-nto_ produzr grave incommido do
sale ou iahsbilitacio de servico por mais de am







I



Diario o> *VninihiifDomingo te Outubro de 1**8
5
P

mes, pristo so tr.ha lio por 2 h 10 auno-, en
t-du ca.os a multa de 5 a 25 ",' do valor d
daino snaaaa '
g i Si os dit>8 edifi-io3 e c nstrnc oes p'Tfen
ii a' autor do incendio, sendo esto prnticaiio
cora u prop -i'u de crear uin c*s> de rcspnji-
bili-lad contra lerceiro oa defraudar direitos de
algu >n :
I*, un : De priai com trablho por 1 a 6 un-
cos e inulta de 5 a 25 fl i val >r dt\ rejponsa
biiiila'icuu do prejuizj resultante do3 dircita frau-
dad i.
7 Si do i-ce-idio resaltas a inirte, ferimen-
tus un ftcusn p'iya cas m lguma pesa i* que.
no ui ui.-i.t i c i qu fui pisto o ii'go, se achava
no 11>i i- d<< incendio :
P.u::s : N > cuse de marte, d>i pnsai com tra
balho p..r 2 a 12 anuos.
No ile f lim-i.tos ou .ffensa phyai.as, do pri
lau com trauslho por 1 h sece ih4
Si u forte uto produsir ftrave incwn'niso de
sauie ou iiihabilifacaj de. servio, p r i ais le um
mes, prisa-'c m tra'.'lho por 2 a 10 aniioi, ac-
dimiinm d i-ae fin todos os casos a mulla de 5 a
25 % *" val do dau no causado.
Ait. 5 o rdr fiig ein quaeaquer ob ctos pcr-
tenc'ntes a n-n-eiros ou a i autor do criine, e el
loCSdlia Cin llliur de Onde s ja f.Cll a Ci'inii'iillic.1-
cao aos cdiBcios e c a-tmoe -s do qu- trta o
art 267, segiund >-aa a .ffecnva prr >p .g incendio n s ditos edificios ou constructora, a ja
qual f r a destniiC'o causada :
A nenas : As uiei-uias estancl. cidas para os caso
rm que o iuc-ndio directamente atrado (art 267
* 1")
Paragraphi umco. as mcsaias oenia e guar
dadas as mesmas distineco-s i corr-r qu lie
que de-truir os nhj.-ctos nvncionad-a nos para-
graphus antecedentes, p ir meio de nulas ou do
empretr" d quaeeqner materias explosivas.
Art. 6." Incendiar v. hicul s da estrada de ferro
oceupadus por pabsageros, acbaodo-se ein mov
ment, ou de mu'ira qu- o fogo so manifest
quau 'o cin niovuneiito, ou causar aos ditos veh-
culos qua'.pi' r accidente que expouba pergo a
Vid do p iSSageiroS :
Penas : le priso c. m frabalho por quiltro a 12
mrii s la malta do 5 a 25 o/o do valor do dainuo
canaado:
1." Si do incendio oo accidente resultar a
O)Ite.
P as : As d > nrt. 193 no easo de morte.
2o Se do incnaBa resu'iiirein feri...-nti)s ou
Densas pliysicati de al urna pei.- i que, n > mo-
mento eul que o figo toi posto, se achava n.s ve-
hicnl- s ineeodia los :
Penas : De priee com traba'ha por 4 nos.
$ 3 Si o ferimento prodnzir grave incommodo
de sa le e iiih;.biiitaci i de seivico Por mais de
um mez.
Penan : de priso com trahalho por 5 a 16 an- .
nos, alm da milita de 5 a 25 \ do *tvr lo dam
no calina lo, qn en todaa casos ser imp'-sta.
Art. 7 Inet-n liar vehculos de estrada de f.-rro
carr g los de m -rcadorias ou outr s obj az'-ndo parte de uin trem de pugageiros, ajuar eg-
fcjam pa lo., q ier em movimentiS) ou causir-lhes
^U'lquer aceid-.-ute ic que resulte dcstruico total
ou paicial:
Penas D priso c:a tr-'bilhi por i os a s^is
anni p r ie ma fu -le 5 a 2">[0 Ai damuo causado.
| 1 Si do incendio u aeiidente causado re
soltar a ui i te, ( rio n'o I u i ff osas pBjraar.111 :
Penas: lo caso de morte, de prisio eom tr.aba-
lho por deis a se annoa.
N > de t>'ruiei:t.i u Sntsaa ptrjra&eaa, de pri;'
com tr V ilb-i por um a i-eto anno.
2e ?i o fe'imeiitu pr.jdnzir erave i'crmmDdo
de au le mi inhabilitac" do servir; > por raais de
um mt z. p ia&a com trab.lhi por dois a d> z n-
nos. ac re-eentando se em todcs os cases a multa
de 5 a 1*5" do valor do d-mn > causado.
Art t) Iiie-n liar, on da^'rnir por qna'querm*
ncira planCa^Saa, eoibeitaa, mitas, leu'.n ourtadg,
parta* OU enripia de taSfladas da cultura M i .-t -
balvciaBcnioa de cratfio pertcneeotes a tere-i
ros:
Pena? : !) prinVi om tr. I ilh por um a tres
nua a multa Ue5 a 25 |0 do valor do damno cau-
sad-.
Art. 9o Accnder figos 8"br eseolhns, arreci-
fes, baleos de arej oo i utr. 3 sitios pericos a. que
dom.....ni ii ni ir, Sajn to ahaioaa, ou p-aticar ou-
tros aviiiui s aupases da aaganar os n.vegaufe e
eoniluir qualqaer navio ou embareavaj perigo
de ataufragi :
< Penas: De pristo c m trabaiho de sei3 a \l
annos mu i.i m 5 a 25 |0 do dKmuo cusado :
Si io f',,!s i pharol resultar naufagiu e mortd d
MlgUIIS na>ii;:,iiti s :
*> o.s: As da art l)3.
Ait. 1". Envenenar t-ntea publicas on particu-
lares, tanqms i u viveiros ilc peixe, ugua piiavel
vveres d stinaUos ao cui.sumo e^pvsaius certas
ou iovertas ;
i' ni: Uj pri3) em tr.iiiliio p>r seis a 12
limos.
>i do enri-ncnmpnto resultar a morte de a'gu-
ra pes.-.i :
Pc-uas : As do art. 193.
o Art 1! Iunun lar por m<.0 da ab'rtnra le
comportas ou rompioieot i da represas, .qu-luct ,
acms iu p albea :
Penas : Dj prisilo com trsbslko pjr um a tres
horas, na igr. ja da Madre de Deus, por alma d.-
Jos Jonqirm Das Kernaul'a; s 7 horas, na
igreja do Terco, p ir alna de D. Justina Constauu.
do S iuza Pin-ntel ;\A's 8 horas, na ruitrii le
Po d' Aih % por aim< dn Ant'inio Autjues da Silva.
lijin Uc Mcntliitlade O movimenro
d'este estabcleciineuto d\ caridade no mez d.;
Sctei:ibru, foi o seguinte :
Cxistiam Eutruram HomenV^. Oi 3 __Mulhercs lu6 4
Saliiram - 68 8 110 4
Existcm as enfermaras: Existiam Eutraram 60 20 1 106 30 8
Tiveram alia 21 4 38 6
F.illeceram Existein: as enfermaras Nos dormitorios 17 1 16 41 32 fj 30 76
60
106
anuos a do multa do 5 n 2J',, do dainuo cau
b:: i o.
Si da nundaep resulta? a u.ort de alguem :
fVtMM : As do art. 193.
Art. 12 l'ratiear em navio o eui'o..rcacao do
ojualqu-r nitiirezi, propria ou alheiu, en vig.u>
OU ein all ral ur qi.-'iu-r a'orluri que pro-
dnzii invas i de agua s-fii'j.cnte pira iaz.d-a sub
mer ir:
Abalr jar navio on embarca gil. propria oua'h'ia,
com outrs em cammho, ou fizel-a varar, prueu
rardo por qualqu r des' s m-i'.s fraglii :
Penas : De priso eom ir ibillio de seis a 12
annos e de multa de 5 a "-'5 7, do damno cau-
sado.
Si da sub-TiTs', abalroam nto, varacao ou nau-
fragio resultar a mort de alguem :
f as : As do art. 193
Art. 13. A obngac^lj ds in lemaicar o d subsiete, i inda quaulo u tacto nao -aej* julgado
crim-, si t idavia provar q*uc h mre da parte do
autor ou Causador i o in> 1 naglig uciu, culpa ou
taita, que 8 :i-:itoam segn lo ireito, quasi de-
licio.
A 8 n'enca de >ibsolvicao do acema.! i, prnf r-
da polo juizo criminal, s f tra A a-eio c:vel. de indeinnisaca ', ii'.s termos do
art Vi da le de 3 de l-zemhro d 1641.
Esta diaposieoes serao a,.p cavis, qualqucr que
srj a {.-ita u criine que motive a acco civel de
i:i leniu:? iga..
P,Co do S-nado, om !l de S.temhro de 1886
C't'ni'- de Ba-p-ndy, pr manguape. I aecrnario. Joaqoim Floriano de
Gody, secr. tarta.
Dirnc4i'la ita- obran dn roaserva-
riio non .orloHoietun meteorolgico do
d'iil d- Ooturode I.-J36:

3
Horas Sil Barmetro a
Se* 0"
Si 1-
-.
6 in 2491 781 "57
tf 7ii_
13 iv-i'i 7IS9
3 t. 2" < 76ii'" 73
'i 'C,_o | 76 !
Tettiao
io'vapir
1
S
9
83
Total 166.
Escolas de nstruecao primaria o i Aylo :
Forain frequeatadas por 16 alumnos, inclusive
2 na dos ceg.
Cusa l 'OelenroMovimento dos p e-
sos d i da 1 de ^utnbro :
Existan presjd314, eutraram 14, sahirun 20,
exist.' m 308.
A aabei :
Si'jioiii-s, 275, mol horca 6, estrsngeiros 10, ps-
craVOS seilteriealos 5, pnces i*'l i 1, ditos do cor
rcelo 10 Total 308.
Arravoalo8 2?t) senlo : bous 270, doentos 10
Total 2f-0
Movimento da enfermara :
Te/.- baixa :
Isaas Antonio Macbdo.
l.aK'.in dn protlis rila Quinfa-fura, 7
loe rren-e, ao meo da, si extralnr a 4 pan-
da 1 lotera em beneficio da Santa Cas* de
Misericordia do liecile, pelo novo plano appro
vado.
No c. Conceieao dos Militaros s. ra teita a extraccao
p"lo systema da machina Pich.
LoteraA 4' parte da 1 lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa do Misericordia
do liecif pelo novo plan cujo prem o grande (
100:0.$000,8 r4 extr.hid. n"o da 7 do corren
te, ,o le-ipoindo a ejraec o aoinciodia.
Os oilhetes ;icham-e a venda na Casa da Por
tono, ra Prineiro de Marco n. 2't.
Ijiierin Kstrn<*r lia O 4." e ultimo Tteio das 4. e5 rarui
d-ata imp rt.nte lotera, cujo m .i ir preroi 0>
15n:000000, ser extrahida no da 30 de Outu-
bro.
Acham se expietaa 4 venda os restos dos bi-
tas na Casa da Fortuna ra Primeiro de Mure i
u 23.
Tambcm acliam-se i randa na praca da Inde-
pend -ncia n&. 37 e W<
S i .'(-'. fju ii ivo plano, do premio d- 100:000000.
s-ra cxtralnda no di i de S tembro.
Os bilhete.i aetiam se .-i v. n la na Casa da Fo:
:una .a ra Prim-ir/i de Marco.
Tambera acham se venda na praca da InJo-
p-ii leocia na. 37 e 39. ,
luteriw ta ArleA 2' parte da 2 01 lo-
'eria da (rte, enj i premio grande do 100:0004,
. :itri:ln la no di 8 de Outubro.
Os biibetes ch m-so A venda na Casa da For-
tnaa a ra irimeiro d>- AI .reo n. 23.
Taiahiill aeliitn-se \ venia na prac da Indo
p -o.lela lis. 37 .".'.
l,ot>rin a)<- Harel lo COOKIOOSOOO
A 10* (t.r'es ila 1 I .loria, cujo premi
grande de 2t'O:O0O, pc'O novo plano, sera ex
r lio. la iripr.t.eriv.lioeutc no da 5 do Outubro,
.'s 11 h ra di tnanhs.
liitni'f-'s i v uli na Casa Feliz da praca da 1 i
i- ncia us 37 e ,'i'i
T-uiheu-, acham-se venda na Roda da Por
ruin. A ra Larg- do liosarij n. 36.
Pr--c resumidos.
Ifniadnirit PutillroFeratn abatidas no
>lata.loiiio d i Ciiiauga 87 resta para o cousuin-
do da 3 de Outubru.
rienda: 73 rezes pertcncentsa Ohveira Castre,
A 0 e 1-4 a divers-s.
l-rr.-t lliinlripal J* *t. Jnu-O
movimento desre Mercado no da 2 de Ouiubro
foi o sc/uiiite :
Entraran) :
31 1/2 b os pesando 4.577 kilos.
1420 idos de paua a 20 ris 234' 0
1<)4 cargas de l'.rinha a 20 ) ris 2 '80
35 ditas de fruetaa direraasa800 rs. 105-0
Sineeriigradi';Ciiiciito
U-piis do e-ijlruiido triuuiplo que a
b > do obti r, levanJo vasta a ardua a
difijc.il empresa de urna testa religi .sa, on
de nSo d'Miitiou outro i.ovel que o >l u
jrand c r e loiivr ao Primipe dos Anjos -
U Arohunjo 3. M'guel -cujo culto tenh i
pronovi o ha tres uaos a 'Sta parte, des-
do a restarate la respectiva capella no
m-iuoraud'j da 29 ilrf 8-toinbro do l>Jri4 ;
depo de un Iriu uphn tanto mais sor,'Te
hen lente qu nto mais critica a situ-ylo
tifl neeira que ora atravessimo8, quaiito
menos silo ns elementos d-< que diupjuho,
forco8> couivssHr que s ao seutunento
eminentemente religioso do povop-inan
bueano, o s-u ia X-edivil z lo e umor s
erencaa catliolieas, reorbidas ds seas m .io
res e que constituom o seti mainr brz3 >
le gloria, devo darer eucontrado desde o
lia eiu que. npuz'tSo penosa empr-zi, o
resultado ob'idoj em referen a r stau I
raala dn dita capella j em r-f<-rencia s
si I uirii lal-s iU" liei proirovido, ie ntfto
para i ao niesuio Ar;:hiijo do S'-nhur.
E ueiD se nao desv.me t ao v r na
sim compens dos os seus esf' em um tempo ein que a inaledi eni ia de
uns, a iov.ji de "unos, a perddia de tuui
tos se le n colligado para amesquinhar a
surte, ei'piii'i'O brilho da gl-iria qu< re-
sulta do tr-ballio ifanosOj da daifhuifao e
acrifieio8 de queiu quer que seja que as-
sim proceda ?
Niuguem curtamente.
i'ois b^in : u u dia ao surdo murmu-
rio do povo afogidense, que so aeolia in-
sultado em su is .-renr-as :>o cont.uplar
profanada prestes a desabor nsl-g-nda-
na o tradicional capella de 8. Miguel, j
tendo eu preconcebido a idea de ergu 1-a
do suas ruinas, convi lei aos meus bon.a
p rochianos, app'-ll-i p.raos seus 8 iiiiiiieu-
tua religiosas, a obra ttvo couieyo a um
atino (lepnis testctnutihavam todos, com
111 1 i' v < | prazer, o illl ante 0 s den.lie ac-
to da resta un.(fio da mitiga capilla de S.
Migu-d, no seinpre l mbrado dia 29 de Se
tamben de, ItiS !
Rcoulieco qu- por mim s nada Gana,
mas ao inesmu temp i i-xulta miith'ul.iia nu
i-r que nao foi bal la lo attM uppello que
liz s'-n ic fraila e l.-alm ri t- secundndo nflo
> pe is in-us bous parochano3, desdo o
potentado at o p|.-b-U, -les le O lien at O
pobre, como por muits p'-ssons generosas
|g.iit-.s del a i... o b.iiiij ou n uin ropn d'agua oo
caso que e d.-sej dar urna lava^eui o lorifera aos
dentes, auhar-s ha ser eininentf mente refrigeran
te e ailininaiu. nte salida vi. e para a bla cou-orva
co dos deutes nao ha cousa m Ih r; n m' sma usa
da o um bu i lonco do cambraia por ot-CaBao de
urna unta ou ao ir-se A um bol a delicada e do
leitavel fragrancia que 8 diffuude do lene attra
hir A si mais Mttcnca.. do que o raro b ird do de
q.m o mesmo com,u to.
Aquellas pessoas sujetas vertigens e dores
viol. nt .s da cabev-a, quaudo pres -ntes i m grandes
asseinblas, achara j um proiiiiit.- aliivio no uso da
agua de Fl nd.i, a inesma fas des- pparecer como
p >r cucaoto tuda a oppresso d espirito, resfi
tuiudo ao mesmo um< doce e refrigerante su-ivi-
dade, alljviando as ideas, dando ao espirito uina
briiliaute elasticidade, e meule novo allivio e
vigor.
Cono oabantia contra as faljificacoes, observe.
e bem que ..a uouiea de Lanman & Kemp venbain
estampados em lettraa transparentes no papel do
iivriuho que serve do envoltorio cada garrafa.
Acha-se A vi-nda em todas as boticas e lojas d.
perfumaras
Agentes em Permimbuco, Ileury Foster 4 C ,
ra do Commercio n. 9.
Jiiizo ilc ausente:,
Preven^o
Dcclaja-se que a casa n. 7 no povo^do Casa
Forte, a qual era da finada Carolina do R -go Bar
roa, f i arrematada era I' laj do agente Burl i..ia-
qm, e por mandado do juiz> civel, a requeiimento
de t dos os berdeiros daquella finada, no inventa-
rio pioced'do pelojuizo civel, cartono do Sr. Bur-
gos.
O nrra nataute acaba de protestar nojnizo de
ausentes pela praya que se annunciou da alludida
casa.
ti Inbaleiroa a 200 ris
1S fSum .s a 200 lis
F.iram occu jados :
l 1/2 columnas a 000 rea
3 c inpurtinentoi) de farinha
6B0 r.s.
21 ditos d comida a 500 ris
<4 \/i ditia de lacapca 4'X) ris
Id ditos de sninoa OOiis
11 ditos de treaauras a 600 ria
10 Unios a 2>S
diio a \t>
A O iveira Castro & C.:
51 tiiih a n 13 lis
talhns a faMl ris
Oevc fer sido arrecadada neste di-i
a quantia de
Keudiineutu do da 1 de Outubro
I *'-'>"'
360
I9|9 *>
11*5iO
lOaiH
2J8..0
1I*2H
lilil
20iO>M>
2*| KIO
S4K
l-i 1'
22000
2' "8*120
432 Fui arreeadado liquido at hoje
rrecoa do dia :
Carne verde a 40D a 480 ris o kilo.
('arneiro de 720 a -0) rea idem.
Sil o- a 560e t>40 ris idem.
Karuilia de 240 a 320 ris a uuia.
Milho de 240 a 320 ris idem.
Ph.jo de 5(X) a 640 dem.
Cemiaerio puulico. Obituario do dia 1
de Outubro :
Um feto do sexo masculino, Pcrnambuco, Santo
Antonio ; nasceu morto.
J o, F^rnambuco, 1 anno, Boa-Vista; espis \
rr.o. '
Emiliana Jonnna, P. rn.nibiic 1, 4 annos, Santo
Antonio ; gastro inte ite.
Jos Joaqun Feix. Pernambuco, GO annor, ca-
sado, Boa Visla ; anemia.
M..oocl loaSBb F.rreira, Rio Grande do Norte,
18 anuos, soltsiro, Boa-Vista ; tub.-rcolos pulino
nares.
Jo- I?n-ci Corris, P rnatnbucB, 15 annos,
casad >, B ja-T*Mts; erysipela. ^
Alex.ni irina Mara do passos. Pcrnambuco,
60anti>s, viuvk. S. Jos; tubrculos pulmtna-
rte.
JuiiAna Mara dos Anj is, Alrca, 71 annos, s-l-
teira, S Jos; infero c ilite.
Cbrispim, Pcraambuc 30 das, Grac^ ; espas-
mo.
18.57
18.7.r
18.77
17.80
17. (>
11
ti
94
sM
70
Teroperat ira max Ula!9*26.
Dita mnima2t*3.
BrMnmclo em 24 horas: aosol7"i6, A sota-
bra("">
^Chuva- nnlla.
Direei;a 1 d 1 *rento ; E de rucia noif'- al 4 horas
e 40 iinoiitos da maiihi; ESE a' lOhiraae 10
ininutja ; nE at 10 horas c 45 minutos ; ESE
19,00 ; c SE al meia imile.
VclociJ ide at Ha do vento 0.m79 por scgnnd-i.
N-bulosi da Je media entre 0,3 0 1.
* kTellftenEUlcuar-se bao T ;
. Amauli.'i :
Pelo agrnte Alfreda Gm'ouirSet, As 11 hora*, A
ros da loin-I -os 11. 45, d diversas miulesas
T.r?H.f.:ra :
Peto agente Modetto Baptisla, as 11 horas, A
roa estreita do Rosario n 21, de movis e Joua ca-
vado.
Quarta-feira:
Pelo aiftnie Martin, s 11 horas, na ra Ja
I nperatris n. 52, de varios gneros.
Mlssas rmiiessre*.dero celebradas :
Amanh :
A's 7 1/2 horas, na matriz da Boa-Vista, pr
klma do tenente Mio I Perd a Qoraldo; s 7 1/2
i'LBLiiJVi;0tS 4 l'EDiDO
V lia do ISiiiiiio
O *jr Dr. Friiiu Inr.i snlonio RPCDci
nt Conin n niiis tetimii o lirofennor
1*11. !!<<> Halsiqaiinn.
Por i.ffl i.iii-iii de trabadlo nesta typogruphis.
deixa de aahir hoje o Segundo artigo desta serie,
sondo, imprrterivi linete, publicado no numero
eeguinte.
CUuidi'no de Mello.
Despedida
R- tirando m c un minha familia para a rte
no prximo paqueta eperado do norte, all esp- ro
inrreci-r de meis comp-nbeiros ci'uri", e de tudas
as pessoas que m i h tirar,.m com sua amiaade a
misma confianca de outr'ora.
Holierlo Ferreira.
An comercio
O abaiz 1 aasigrmdo avisa ao coromercio dFBts
praca que u'ora ein diante a firma de roa c iSk
Cominercial pasaa a er Pontual, Rosendo it C,
fazendo parto d lia o acu filho Bernardino de Mso
na Puntual e e Sr. Manuel Rozcn lo Torquato de
Almeida.
R c le, 30 de 8etmbro J-. 188G.
(Sardo de retrolina.
i|e>ti 8 de nutras provincias, at inesmoda
orte ilo imp. rio, ,l n do muito om que
iiixiliou 11.e h illu-tri' e b -riHinerita re io -
cao do Dtmrio '/<: Pernambuco. publicando
gratis tolas as es mi 3 r ebid.-s e todo o
nsovimonto d -sse 1 fonos 1 se vio.
Portinto unida urna z v.nlio pela
prensa ninuifust r a tao diatinctos cava-
Ih-iros o iiieu siti iri agradec ment e ro-
g.r-lb-'s quo coiitinui'iii a b'neliii.r, para o
futuro, a pibre cap-lia d' S. Jliguel, qu 1
t-uppoato esteja a -tu .Imeiti; lmpa 0 itn
ti r nda a hustctitado o culto do 81 U g!
noso padroeiro, porqttMtto nAo dispj- de
outr rn tirso quo a beneficencia dos fiis.
Afogados, j0 d- Setonjbrq da \S6G.
Vigano Padrosa.
Viva ajesus, Mari i c
Jus
Segtin'a-feira, 4 do corre-nte, tenciono
partir para a eidade do Cu npina Grande,
ie.vnr sOiicorros aos nosss neeessitados io
pobr ree>-ltiim nto da ilitaciiad-, umprc-
nie lar os devidos agr.tdeciiuentos aos bem-
teitor s p rna 1 buc-ios, qur com mos <; -
ri.l isas nos leu com que mitigar ou saciar
a foiue e nudez dos n-issos orphaos e ir
inauB nesialidos, mil grabas d.inos a Deus
ein ilispensar as sua.8 lib- r .i 1:.t* b com os
u6tfay8oa do povo de Pernambu o. De nos-
a parte -ontinuam 18 a votar ao Sagrado
.oro^ao de Jess, impluranQo a remune-
.5..0 a ac.r-ssiiuo que proraette o mestno
.-euhor Joans, pg r cinto put um, a quem
com nik'S ii ilusas so teorrer n orpliil, a
viuv, e outr8 em lircuinsiam-ias ta-s.
Sim, D-us Nosbo Senlior abeuf-ui as ca-
s-e, os hlii.js, 03 negocios, as i.rtes, os ot-
n-ioi e empregos euifim dos bous pernam-
bucanns. l, sobretudo a posse eterna na
mansito celeste. Ad- us, generosos per-
nambu -anos. A paz de Nosso Senhor Je-
ss 1 ja comvosco.
Cdada de Olinda, 1* de Outubro do
UMC
Francisea Mara d'Assumpjlo.
Rachel M ira do Jess.
Ttieodora Maria.de Jess.
Caridade
Bate, bat?, bate at que te kbram
u porta.
(Palavras de Nosso Bom Jesus).
De noc v de Per 1 tinbuei, nma e-c:-:U para mais de mil
irphaos (l*sv .lillas e dous h-ispitaes com doentes :
dai de voseas ecom mi .8 nm obulo, que I leus vos
recnuip-nsar c >m ceui peles menos, e alera de tao
generosa secompens.i, v s prouiuttc misericordia
para vossa aim.t.
Oizia S. 0X0 Ch-ysostoneo : qnando te vires
em ti'ahalbos, atrasos, do- ncas e out.-os males, d
mu i s e vers que Dos 11 olh >ra tu 1 j em ten
favir. Qitein d esmola, oaipreaia a Deus. O
pie vos p. co., m us irmoa e roas, uina chave
que vos abia as p ras para o b m na tem, o
para a eterna felicidade no co.
Anda vos 4rai 1 que todas ess-ia mil e tantas j
pessoas abrigadas qas vinte e r.netas .asas de cari-
dad'-, edito promn'ns por Jess, Mara e Jos a
m irrer do fe me, le. nodal e de 1.otras enfenni-
da'lcs que tera atfectado 11 anda poiem aff cut a
familia d-i A lio na trra, anda abr:;.am 'S as
Grillas de S. Lucren^', "8 tcrnv.is tormentos
|U- 8 tfreu S. Vicente, ni ft-jL-has que traspasan
ruin S. nebastiao, d.ico da c mella Imperial e Pa-
droeiro da tdrtr do Rio de Janeiro copitil do un
pe rio da Santa Cruz.
Tendo, Deus por nos, quem contra nos?
Recomm -ndo a t- d"8 >a fiis chiista sestas tres
grandes virtudes primi'tra, t- le cari'atii-a, so
guela, devotos do Rosario di Sai/rada Virgem Pa-
ilroeira do Imperio da Saotu Cruz, torceira. devotos
das almas do purgatorio. Vos atSrinu, que sa ab'a
cardes este couse bo,.seris felizes na trra e bmi
aventurado no co.
Deus a M.iria Santissima a todcs recompen-
sa rito.
Se poderdes e qnizerdos dar-nos tima esmola, po
deis duigil-a aos seguuites p mt Diario de Pernambuco, do Jornal ilo llceife, e a
casa coinmercial dos Sra. Bragn Gomes & C., ra
iio Mrquez de Olinda n. 60, na Boa-Vista ao
Revin. vigario Augusto e em Olinda ao Kcvm. Sr.
conego Di. Maiv
V0110 irmo Ignacio.
Hceife, 12 'e Outubro de 1S8C.
ajan Floridn le Usarme A Lamas.
toi
As si'iiboras que desejarn c gostsm do gvrar e
mover em ama atmoiphera radiante de frescura e
fragrancia, deverao eempre osar ft-ata rica c mi
inosa sgua nos seas toncid j'cs. Urnas poucas de
Irmandade de Nossa Senhora do
Ter^o
leitjao dos devotos que t'ra de festjar
a Excelsa Seoh- ra do Teryo em aua
igr ji no domingo 31 do corrente mez
luizes protectores
Os Illu:-. trs. :
Ten. nte coronel Manoel de Azcvedo Nas-
ciuieiito.
Dr. AIv.r: Augusto Carociro L ai.
Ur. Mi.noel Clem-ntino de Barros Car
m-iro.
Cap tao Joc Placido Lucas de Bion.
Juizaa protectora
As Exmus Sras. :
D. Jonnna Liurade Mattos.
D. M riu H rmina de Senna.
D lina UchOa Gomes de Muttos.
U. Brasilina, esposa do liltxi. Sr. Dr. Ma-
nuel Arglo Parras.
Juizea por devoco
Os Illms. Srs. :
Tin- >d m Just.
Augu.-t 1 Lbille.
m- l'apo Deodaro Pinto dos Santos.
Jr P-r-Ti do Amares.
Antonio J te Maia
J.iSo Ferreira dos Santos.
danocl Nunes la FoDBQCa.
H noel Jos'S M lia.
Carlos llalli ay.
Joto Ignacio Avila.
Juizis por devo5io
As Exiinis. Sras. :
D. M ria Emilia Caminha do Mattos.
I), i telvina dos Santos Pefeira L.g03.
D. Fori ia la Costa Soixas.
D Mara Bezerra (iav.-.lcante Neiva.
) I abel Augusta de Mello Santos.
D. Tiicreza le Mesquiti Wandcrl y.
D. Clandina de Armijo Lopes.
D. Qracttiana Fclieissima (J -bral.
1).-Aii.eli.i da Cunha K is.
. Mari a Lipa tsiivas por devoro
Os-Illms Sra. :
Ooi'-nvnd.-.dnr Albino da Silva Loal.
Man.1 1 fijdriguea la Silva.
Jacintlio do Azcvedo.
Joo Fa<-undo de Castro Menrzea.
T anquelino la Cruz Ribciro.
Daniel Francisco Piofaeiro.
Jos G unes Pi -dad-:.
Manoel Luiz Pa leo
Jotiquin branles Wnheiro.
Amonio A-ves Vilella.
Victorino Antouio de Menrior.ca.
Revm. Victorino Souza Meo es d.i Pi.iva.
Escrivits por devoco
As Exmas Sras. :
D. Can ida Soarcs Montiro da Franca
D. Flori la Castillo Br.nci Pinliciro.
D. I isa de Azevedo Ka nos.
D. Vfaria Magdalena Nunes Baptista.
D.' Felisiuina Augusta Mai-i-1 Sobreira.
D. isa bel Moreira Puntes Falelo.
D. Maria de Souz* Fernandos.
D. Maria Alexandrina Mmez'S de Arao-
rin.
D. GuilhermiDa Eduarda da Cruz Ri
beiro.
D. (."andida Laura do Prrdo.
D. Luiei Augusta do Senna Reis.
U. llermelindu Baptisla de Moraes Maia.
Mordomos
Iilms. Srs..:
Dr. Manoel de Btrros Rigo.
I'.i'pitlo -Honorio (Sementino Marlins.
Jsa Bernardo CarnairO da Costa R<-is.
Jonatlus lenlo la Silvu CarvaUo.
Antonio Gusmao Ucld.
Peilro Goncnlves e touza Mira.
Luiz dos SanvOS Selva.
Joviniano la Ro -lia Poreira.
Pe iro'JoaC-irreia
Mono I Clavdino doBirros.
Luiz Maria Ribciro Guiraariloa.
Manoel Ferreira Cruz
Mordomas
A's Ildnag. e Exmas. Sras.
Esposa do Iilm. Sr. Jos Prudencio
Santos.
E^po8a do Illm. Sr. Antonio Ferreira aa
S,l.\i.
Esp sa lo Iilm. Sr. Antonio Artlntr Mo-
re ir* do Mendnnca.
Espo do Illm. Sr. Podro Birljosa da Sil-
va Netto.
Esposa do Illm. Sr. Jjs Albino do Abren
Cardoso.
Esposi do Illm. Sr. Manor-1 Luiz de Oli-
v ira.
Eiposa do Illm. Sr. Antouio Joiquim Fcr-
nandes.
Esposa do Illm. Sr. Francisco DjmiSo dos
Santos.
Esposa do IllmJ Sr. Francisca Antonio
Moreira.
Esposa do Illm. Sr. Mto^rvino Jos de
Almeids.
Esposa do Illm. Sr: Antonio de M 908a.
Secretaria da irmandade de N 'gsa Se-
nbora do Tvro, 2 de Outubro de 18S5.
O secretarh,
Afexandrc dos Santos Se'ct.
l<"e(a delVoosi Neahoia do ato-
sarao
A mesa regedora d'-s'a eoafrrla, tendo d" ce
lebrar a feafa de eua Excesa Padr eir, a Sin
liaainM V>nreni Roeaa Seuh ra d- R'.sario, em
eua iiir j* da f eyuezia de .'auto Aut in no d-
inui^o 3 de Oti'utiro prozimn vindour", c m a rl -
cenca c oidii^na ao culto da Santiseima Virgem.
s ndo annuncado est.- ac-t", n > dia 2 an meio
da por urna salva e div< mus girndolas de fsi
lo ar ; 4< 7 horas da imite doieferido da TBvpe-
ra da f.-s a, entrara a ladanba mnu e n< ter
miuacuo deste acto, os iim s presentes sepiran
para ncuisistorie da igreja, fu sen lo alli a s- lem
ne ioaui;.ira(,-;1o do retrato 1 ff'i tdo a ezpennae
d- diversos innil a da confraria, ao irmao ex joiz
beinf-.tor e actual secretario Henriiue Jos Dlan
dw Chag'.s, em si ii .1 de aprec.o e ijrati la r
No d 'injin; Celebrada urna misaa em teiicJo oos irmos vivos
e difuntos e doa fiis q 1.- onc rreram c<>m aeu
obulo em auxilio do r f ndo act-i ; fiiidar. urna
i-alva e diversas niruu las de fo|>o do ar, hiiiiuii
cara ao respeitavel publico dista capital, que
eheijado u dia ein q e na fiei <'>>inm<*m rain <
Sautmannu Nom- da .Suntiss ma Virgem Noss*
rSi'tihora do R sario.
A's 11 horas do referido dia entrar a missa
solemne, rcciip-tnOo a tribuna sairrada n" Kvan-
sellio mu disiiiieto pr-g.d r da Capella Impe-
rial o Iilm. e Rvind. Sr. H-dre meatre fr. i- Augus-
to da Iinmacuiada Cm. eieao Alvos, as 7 horas
da n ite entrar o Te-Dnan, ein cuja occaaiao
ocoupar tribuna sagrad* o mui distinco preca-
dof o Iilm e R-zind. Sr Padr.- m.stre fre Pedro
da Puri ieayao Paes e Paiva. A orchestra >>ob a
oirecca, do uoss" ch- phii., r'ernaudcs da Paixilo, executur us inissss e
Tc-Deum do seu repertnrio.
No. nrc v..llo d<- tados ns actos a banda mar-
cial do hatalliao de infi>taia ixeeutar as
harmuii'isas p cas do s< u Vasto repertorio.
A mesa regedora agrnd- ce desde j a tenias a-
pessoas que s ulnar 111 acceilar oa carena da
el- icao aos noss'-s harissimos e prestimos
m s, a todoa oa fiis a benvolencia ci m que so
digiiarmii auxiliar-nos, ciuicorren lo eom o seu
obulo para o ref-rdi act-i, e pelo pieseutc om
11 me da mesi- ngedora o nvido a tod. s ns uos-os
irina/s paraineiita'log, e uiiiacs a as.--iilir.in us
actos.
Secretaria da CoatYsria de Nossa S.o.h ra di.
do Rosario, cm sua igr- ja da fr> uuczu de Santo
Antonio, 0 do Setemliro de l*8tt-
Benrtque D.at das Vhcgai.
dos
N. 6. Fm casos de tsica no primeiro e
segundo grao o poder curativo da P^mulsao
de 3cott surpreh'-nilente.
\s su is propriidides sanativas e fortifi-
cantes e as siias virtudes balsmicas e cal
mantea fiiZum-se sentir inmediatamente ao
principiar a tomar o remedio.
l'iia luiveiu escura encobre a
luz fio sol tfa nossa existencia
A' incerteza da vida juntase o 11 ysterio
tenebri'sn da morte Em quanto que, por
um 1 parto, esse primeiro grito infantil que
nos iiiiin ia aue outro ser acallado unir se
nossa esp ci, inspira urna alegra profun-
da, por nutra p.irt- trememos de espanto M
OQvir o bat-T horriv-1 das azas do tufo ex
t-rminador A voz omnipotente da in-
fluencia suprema que gov rna o univ- rs
lecretou nosso destino, a Eenteuc fatal fui
pronunciada e toos os hotneus estao con
domnados a morrer !
S'-ui duvida algnma, a merte inovita-
ve|. Nao piiemos, porin, retorcida?
E' esta nina que tSo qu" 8- ria de tima im
portani-i.i incalcula rol, aida se tratasse h
ment! do gatiher uina bofa de vida, pois,
animados d esse si-ntimento sublime que se
chama instincto, estaos sompra resolutos
a 'iar b t Iba com um valor in loir.av! ao
nosso iiiimig') mortal em favor io glorioso
privilegio da exist-n' i 1 Aquello senti
uient.) a voz espontanea da natoresa, e o
nosso di-V'. r consisto em obedecer. Va-
mos, pois, a ver; possivel retardar a
norte ? Indubitavt-Iinuu'e o pois que o
mundo est sujeito a certas leis, e quem
as 1 stii ia ooovenue se que n ellas se com-
preh'-nde a dita pissibilidade.
Os que se aeh .m dota 03 do valor e
Hizo oeoessarios para se cobrirem com o
escudo que a propria natoresa llies propor-
ciona para est-i eff-ito, poderao repoUir os
ataques incendiosos do inimigo da vida, at
que as ficuldndes vitaes vio piuco a pou-
o em decadencia em urna velhico madura
e ditosa, e al que o anno da luz se lh-a|
apr-senta com aspecto risonho e sein ter
ror, para os cunduzir, como n'ama visan
d Ii--ioia, a C8a regiao rcsplandecente que
brba mais nlui das trevas do eepulchro.
U destruidor toma dmrsas ruias, mas
d a pr feren ia a de um inimigo moral qm-
devori actualmente a p-rtes vitaes da so-
ciedado moderna. Martyriscu j e mar
tyrisa ainda quasi todos os habitantes deste
paiz.
Que inimigo est ? Quer o leitor sa-
ber se tambi-m victima da ni-1 iade
leste tyranno ? Pergunte a si proprio se
atormantado por algum dos symptomas
que vamos enumerar: dor-s de cab'fa,
d;.s costas o das espaduas; f.lta de appe-
tite ; aci-umulacao do Dina lama viscosa,
espessa e p"gajosa ere roda das gengivas i-
dos (lentes, 8' ntindo-sn simultneamente
um sabor lesagradavel, especial nente pela
manlia; trstezi o dcscahimento ac 1 pa
uliados de somnolencia ; muas vezes a sen-
sayao te urna carga pesada no estomago,
e outras, debilida les na bocea do mesmo
orgiio, nao bu vendo satisfayao nlguma em
tomar alimento; aspecto tristonho e cor
amarelli-nta dos ollios ; estado fri e pega-
joso ilan nios e dos ps ; urna t>>sse seco a
ao principio, acoinpanhada, porm, depois
de uma cxpec.orac.ao de r csverleada ;
cansado constante sem que o somno pnrega
proporcionar descanso algnm; euervagao,
irritayilo e mos presentimentos; deliquios
0 vertigens ao lovantar-se de rsente ; pri-
so de ventre ; esta lo 'secco, o veces, ar-
rente, da cutis ; condigno esD' ssa e em-
botada do Eaugu-*, escassez e cor tnuito
tinta da urina, que deposita um sedicucnti
depois de permanecer por algum tempo em
repouso; devoluyao frecuente do alimento,
urnas vezes com gosto acido, e ontns re-
zes algum tanto doce; palpitaclo do cora-
<;ao ; manchas apparentes n is ollios; e U"-
lavel prestracao e debilidade do paciente.
Todos est-s sy.nptomas custumam pre-
sentar se por aeu turno Acreditase que
quasi urna terca parte da nossa popula cao
est afFectfida da dita enf. rmidade em nl-
guma das suas variadas furmas Como
lijiiriihia
Este effieaz e iii"ff.-nsiv nao conten m-nnrio nem arsnico ^po-
nas un a dose tao diminuta de io <>rrt.> de
potassio, que bem bo pode qualiti ar ds
homoeopatliica (n enos de,.....io grao 1 uma
colher de sopa do vehculo), devn aora^sts
sua maravilhosa virtu 1 depurativa sos ft-
getaeg que eiitram era Slla cnnpoaiyo.
O otros preparados que nSo cnntftn ab
solut .mente um aduno de merurio os sosa
eoinpnstos, t o tal ds de iodoret ta .sin, qu ata, dissolvida em gu-a pjura,
curar-. os doemes que 11 si o carados
pelos taea apregialos depurativo vege
taes.
A effienria do cajurubeba prova-se:
4o l'elos innmeros attestados de mdi-
cos e de iloetit' 8 por elles urados do oasv-
l'-8 reputados in.-ur .veis.
'." P la pro' ura que tem ; de modo % fis-
zer desaiparecer os p>ep rados corgooo-
res, ijii antes d'elle do ninavam a tt>sra-
peutica das moleilias ypliiliticas do rheo-
iuat8mo e das aff-cc3s herpeticas.
' l'ela Icaldade jnin qu> seus antores
'em f II oio ao publico, faz-ndo-lho cenbe-
er a coniposi;ao io su preparado, o tjSS
nenhum outro se aninnu ainda a faaer.
Quatro lllustres mdicos brasi
leiros res dentes na Inpsr
tanta rldatlc d- Pelotas
Dr. Al igual Rodrigues Barcdlot, vee
presidente 'la pruvio ia, medico da Saaja
Casa de Miseri orlia, conde-orado p-l&
govi-rno8 da Alie uanha, de Portugal e da
Italia.
iJr. Vicente Cypriano da M"ia, nsodies
la Cmara Mu ni ip I, commissario aj^scei-
nudor da mesmo, capitai 1 irurgiao-iMf do
-omman lo superior da ou .r la nacioas).? do
muni-ipi 1, delegado da sa le publica, ete,
Dr. terafin Jos Rodrigues de Aravfo,
cx-n.e lico da Cmara Municipal, es-Jele-
g ilo da sau'de qublica, cavalleiro da im-
perial ordein da Risa, etc.
Dr. Oclaclio Arisiides Cmara, medies
Ii m'.'p.itlia, cirurgio honorario da iras-
da nacionol, etc.
Attesto que o xarope PeitorS de
Cambar, preparado pelo Sr Jos Alvares
de Sonza S ar-a, <'stab<-lecido nesta eida-
de, goza d propriedades emoliente. e fa-
cilita a tespeetoracS?, o considero tomo
u n excell' nt-i ra io para alliviar e corar s
toase quaudo convenientemente prea-
'ripto.
O referido ver lado e o afflrmo sob f6
e raeu grao.
Pelotas, 21 do Fev-riro de 1884. Dr.
Miguel. Ro riguet Bar cellos.
Atiesto que o Peiioral de Cambar*.
do Sr. J^ Alvares de Soasa .>oareg, pre-
parado d* una r7ore aromatte 1 deuomi-
nada CAMBARA' quo vegeta na Serra
los T-.pes, desta provinia, um excel-
lentn balsmico e expectorante, e como tal
o tedio expregado seoipre co o bom resol-
ta'o nos iff-ceSes pulmonares.
O o referido verdade e o juro sob a f
de in u gio.
Pel.tas, 2S de Fevor ir de 1884.
Dr. Vicente Cyprno da Maia.
- Att sto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Sooaa
Sobres, um i-aeellentc medicamento esn-
preg.do cora muito bons resultados as
mol ostias bron'dio pulmonares.
K por ser vrda te pasei o presente qae
assigno em f de raen grao.
Pelotas, 38 d- F-ver-iro de I8S4.
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Arattjo.
Attesto qu-' o Peiioral de CanAarf
preparado pelo Sr. Jos Alvares de IS'"*
Soarcs. tem urna act-ilo especial sobre a
mu -osa das vas respiratorias, corando oa
alliviando niuitas molestias destas racomas
vias, 1 qoe^irova cabalmente a sua i-reaeen-
V', procura e aceitar-no, qun ainda nao teve
pro /Teto algum i'ffi inal nesta pr ivincio.
O refer io verdade, o que affinao em
f do m; u g'o.
P I t.s, 28 de F^vereiro de 1884. Dr
Octacho A Cmara.
nicos agentes o dep sit03 geraes esa
Pernambuco
FRANCISCO MAN't.L DASILA AC.
Hila Mrquez de (Jiloda n. 23
Fumo 11 .tranco
regra geral, os mdicos se equivocara n
respeito da naturrzi tiesta doent^a, cujo
verda leiro nomo dyspepaia ou indigna
tao; enferma lado qo-> se cura nfaihvel
nente por tocio do Xarope Curativo da
Mai Seigol. Esto medicamento ter.i obtido
om ambos 09 bemsphcrios uma reputneno
justiricada incontestavelmcnto por suas
grandes virtudes. Vende-so em todas as
bonicas, o pliarma-'i-u e na casa dos pro-
pietarios, A J- Wliit, (Limited), 35, Far-
ringdon Road, Londres, E. C, Inglaterra.
INDUSTRIA NACIONAL
iTiineira n'este genero
Eete fumo, j tao vant jos mente Cinbe-
cido, tero em si qunlida les muito espeeiaes,
o alias recommendaveis de preferencia,
sobretudo porque elle encerra para o Ja-
mante a sup-riondade s 'bro' utro oualqaer
no seu uso i-oiistantc. Alm de um paladar
brando o saboroso, esto preparado om nada
s privou da t-saaenciaqualiticativa de fumo
puro, superior e es -olliiilo propriameato,
reunindo-lhe proprie-lades espetdae, qae
firmara um conjuncto apreciavel no sen
gosto e no aroma que esparg-- su fomaea.
Nao cst.i anda a sua nica recoiosoea-
layan; a mais importante a sita ac/jio
liygieuica, a que n>'m se.npre ao attcotfc
essi's preparos do fumo entiegues.10 eon-
i-uo-idor, o qu" nao off.-reoetn garanta pa-
tliol 'gi -a ao tu liante, nem mesmo as
causas locaes pie. muito interessam, rosno
sejam : as irrifat-Q^s das mucosas, suscop-
tiDili'tadea infl nnmatorias, as laryngites e
afl ufo yi's la bocea, etc., a qu-; si sa-
j"itos muitos fiMiunt-'s, obngandu-809 a pri-
va rem-sc lo fumo, forjados pelo sen esta-
lo mrbido.
Attendondo 1 todas estas eircuinstancias,
o 8 u maiiutactir depois de umitas expon
encas o de t- r buvi lo a opini3o do moitos
sennores fumantes, subraett- u este pro-f-tD
de industria nacional apreciacao d Jx-
raa Junta Central de Hygiene, o esta alas-
trada cipiraco, dcp.is de t r masdao
proco ler aos eximes convenientes, pa-
recer favoravel que o rec.omraenda, pareen-
este nica <\ai existe em productos date
genero.
Tambera tem a vem'a lo no Csp ra!
Progresista, Buarque do Ma elo, f>anea-
do pelo moaaao. Venias 00 Rio i 3 m-in, '
L)cp 8 to Geral na Fabrica ao Mimutaotar,
a ra do Qoncalvcs Dias 20, e em fVr-
nambuco na Fabrica Vendo ne, a rao ala
Bario di Victoria 39, D. J. S f (S C-
Propri.'tario e nico agento.
gDr.r .nte o jverao, a falta le appetiterori
aboiidaiites, o abuso dos lquidos eatrayaaim
0C830 organismo, o nesie estarlo eontralniso mm-
li-otiHs, que p issain reinar epidcoicameate, ?> -
to.nago repugua a carne e outras ntiaaaalW:
Barios 4 vida, justamente qusado teasa as
'
1
.

X"
'
f-
'
l
I
I InfllE


k
Diario de PcriiaiiibuciiDomingo 3 de Outubro de I'!' O
de sostontao foroaa perdidos. Em tac
__c8 -a urgente fizer bao du Vinha de Pepto
i ate Chapoteaat, saturado de carne de vacea di -
gatada e asaimilavel.
Baie producto, que de tenhum toado fat:ga o
Wtnwifii, um pvderoeo alimento concentrado e
diaaoiTido em um vinha tnico e generoao.
ED1TAES

&
Servifo de vare naco
Esa eomprimento do art. 26 1 d < regulamen-
to aaaiiario vigente, ficam dcaigoadus os dias de
srguuaas e qnintas f iras ao mei j da, na apee
toras de bygiene, que funeci' na no pevimeuto
terreo do palaci. da presidencia, ao lado em que
~ a a reparticio das ohras publicas, para a
cio de toda as pestoas nae hII se npre
iem.U membro da inssa-ctoria de hygicno
I).-. Augusto Serfico da Silva.
O Dr Adelino Antonio de Luna Freir,
efial da Orlem da Rosa, commenda
dor da Real Ord*m Militar Portugti' la
tJe Nosbo Senhor Jess Cbristo e juiz de
direitode orphos e au3ents da conar-n
do Racife e s*t termo em Pernaiubuen,
por S. M. o Imperador o Sr. D. Pedro
H, etc.
fafojanber que t-nda ido a praca, por v nda.
as> sftat de Agosto passado, e uaa adiando lci-
OstM, a casa terrea eom 2 i>rfhs e janella de
html, 2 salas, 4 qnartos, e octras 2 salas, 2 qoap*
loa fra, quintal muraan, cacimba, parti no sn-
skf, tsado a cssa de largara 6 metros c 60 ceatHuo
tfot, de funi'> 13 metrose 75 centmetros, o quintal
7 avtros de largura e 27 metros e 60 eenfiroetr s
deeitensio, ni lagar Casa Forte, freguez>a do
Poto du Paoella, avaiiada em l:O0, 3i> alio iIh
aaad Carolina do Kego Burros, a qual fal ecei<
jesj estamento era botd-iro ; vai di- n- vo a pra-
a a*> dia 0 de Outubro futuro, d> p i da audien
tjm pablica deste jnizo. a requerinento d Dr. cu
rasVr aera! dos ausente?, Cum o abatimento da '>'
/arte, qoe vein a servir de baso pura a arrema-
*a$3oa quantia de l:'-'1 ''i-
para constar a quem intresear possa, roaudei
aaMar iste editai, q>e ser publie-ido pula im-
prvaea e afiliado no lugar do c- turne.
Dado e pausado n-sta c dade do Recife, aos 28
da 8eteiabro de 1886.
o> Francisco de Siqucira Cavalcaute, escrivio o
joascreri. .
Adelino An'onio de Lona Freir.
Editai n. 750-~
Heaclso de contractos
De aidem do l)r. inspector gcral, se decljra ios
rofe stores contractados Munoel Jos^ da Cu mar a,
m cadbira de Varees Redonda e Mauocl Suan-s
t Albergara, que. em virtudo do determinar"
presidencia da provin ia foi-am por portara* de
aasjtem e boje datadas, rescindidos os contractos
essa Mis celebrados p ra a regencia de ditas ca-
Wraa, por nao terem dentro do prasi que Ihes
mi atareado, se justificado sobre o shaudouo das
imeionadas endeiras por mais de (G) s-is mese*.
- greretnria d\ Inatrwtio Publica de Pernambu
s% 1 de Outubro de 1886
O sccr- tario,
PerqeiUiuo Saraiva de Araujo Qa/vo.
~~
da
Abasteement do almoxarifado
A
Aguihas para bitacula, proco d'uma.
Agulhio, idem.
Agtilba para lona, idem.
Agulha para brim, idem.
Ampulhetas cvm armaco de metal, lo' e 6u",
dem.
Ampulheta com armecSo de inadeira, 11" o 60",
idem.
\tnarras d>' ferro, i iem por kilo.
Ancoras do forro, dem.
Anee retas, idem.
Ancoretas, idi m.
Arrebem, iJom por kilo.
Almotolias do cobre de na. 1 a 7, una.
Ditas do toiha, de ns. 1 a 7, dem.
Ditas de ferro, idem.
Argolas para maoa de ferro, galvauisadas, dem.
Azul da Percira, kilo.
Alg.'dlo cm rama, idem.
Dito branco, idem.
Dito em fio, kilo.
Az ito de sebo, litro.
Alvaiadc d<* z'iico, idem.
Dito de chumbo. id< :n
Ai' ite de peixe, idem.
Ateatro da Suecia, barril.
Agua raz, kilo.
A<;ulhas meto paloinbi, C' uto.
Ditas de paloinli.il', idem.
Alavaocas, urna.
Alvioes, dem.
Alicates de ac, redondos, idm.
Ditos de ac, q'jadradoa, idem.
Ditos de ac de cortar, idem.
Ac > quadrado, kilo.
Dito cm burra, dem.
nitjfiwdidoS 8, idem.
Dito cm vergas, idem.
Dito batido, idem.
Dito tundido iin varao S 8, idem.
I i o em verg lhao redondo, i J- m.
Dito em vergalbiio sextavado, idem.
Dito m tergalhS'1 oitavado, dem.
Dito em bol a, idein
Dito era vergalhilo vitrado, idem.
i'ito para molas, idem.
Aldrabas de ierro, urna.
Ditas de metal anurello, idem.
Ditas de laio chutas com ou sem cachirab},qual-
quer dimensao, idem.
Ditas de lati chatas com iiegadeiras, qualquer
liintM.so, dem.
Ditas d- lati redondas com ou sem cachimbo,
qua quer (limenuo, idem.
Dita* de lati redondas com prugadeiras, qual -
quer diuensio, dem.
"A
i
0 Dr. Munoel da Silva R. g, tcial
da ardem da Rosa n jura de direito
proredoria de capel las e residuos da co
mdPtlri Recife e seu termo em Pero a o
Imeo, por S. M. o imperador o Sr. D.
NfolL
FafD saber que estando rm juiz- D. Mara Frau
eiaca m Aojos Curado par provar o dirett", que
tasa 4 pisse e dominio do vinculo S 8ebastiA>, u
Carado, instituido por Salvador Carado Vidale
b> pjesefite sao chamados > interessados, para,
fonaa le a'legarem o neu dirrin-.
pasa constar maiidei pausar este editai, qn>
pnfalttado pela imprensa, e afiliado no lugar
i cnituaie.
sm pasando neata cidade do Uccite aoi. 3 de
i de Siqucira Cavateauti, esciivio
rame de eobre, kdo.
Dito de chumbo, dem. 0
Dito <>c ao>>, idem.
Dito do fero, idnn.
Dito de lati, idem
Dito du frrro meia canna, id>m.
Dita da Parahvba, um alqueirc.
Dita ainarella, idem.
Dita de moldar, liec'olitrs.
Areolas de trro, urna. %
Dita av ferro g.ilvauibadas, idem.
Ditas de lati, idem.
Argola de metal, una.
Arruelas de borracha, idem.
Arruclas de trro galvHiiiaadus, idera.
Arruelas de m> tal, dem.
rmelas de aC4>, ucin.
Arruelas de cobre, idem.
Arcos do trro, kilo.
Arcos de rabees, idnn.
Arestas de ferro, idem.
Amias do cubre, idem.
Anciiih'S de cobre, i iem.
AsseutaJorcs para forjas, idem.
Almagro, dem.
Azas ou pegadeiras d. lati, qualquer dimeusir,
idem.
Azas oi pegadeiras de lati com cachimbo, qual
.ner dtincnsi s idem.
Az-.iI ultramar, kilo-
Ama re I lo francs, idem.
Archotes alcatroados, Cinto.
Arco de p i para bairil, iJein.
Bmdejade pao, idem.
Bar is de galo, idem.
B-ri is do pao ferrados, grandes, idem.
Birria de pao ferrados, pequeos, idem.
Baldes ferrados, p-queuos, iein.
Baldes funxdos, grandes, idem.
Baldes do sola, id Baldes de linee, toem.
Baldes do ferro agatha, idem.
i.iiuculas, idem.
Barquinbas de patente, idem.
Barro eommum, hectolitro.
rfarro bal inga, i iem.
Badam- s, 001.
Uu'inaz.'S do ferro, kilo.
Bul mases de lati, idem.
Bigornas de lati, dem.
Barro cominum, kectolitro,
Dito tabatinga, idem.
U tdames, ujj.
.ilmazes lo ferro, kilo.
Dito de lati, idem.
Bigornas, idem.
Borracha em lencol, dem. %
Dita em leiic.nl com luna, idem.
Dita cm lencol encarnado, idem.
Dita compound, dem.
Dita um lencol vulcuutsada, idem.
Dita em lencol sortida, ido li.tcs de f-rio para correias de machina, idem.
Dit a de uj. tal apra cainlbus c vidro', idem.
B rboletas de t< rn>, urna.
Ditas de metal, idem,
Bracas du ac para crataca du diversas dimen-
soes, idera.
Ditas de carritel, idem.
Bteu, kilo.
Brechas chatas, duza.
Ditas uiglvzas du 0, OU, 000, uma.
Ditas Iranei zas de us. 1 a 16, idem.
Ditas pira caiar o1*, idera.
Jifas para piular, idem.
Ditas du punta ns. 1 a 4, dem.
Brauadeiras de bruuze, dem.
I)itas de ferro, idem.
Ilridas de ferro e de m-tal para canos, i liin.
liarro'ea de piubo da Suecia, metro corrido.
Ditos de pinlio de Kg, idem.
B onze d ferro, idem.
Brouse, idem.
Itronzil, grammas. "^
Bules du folln, um. ^
Ba: Jeja de pao. urna.
Bildeadeira de folhi, tdem.
Bulus de folha, u Uracos de balaoca, di ni.
Bagottas 8S, un.a.
, Tifcacravi.
Mauocl da Silva liego.
f
DECtABCOES

('seibo de cs\apras la repar-
tltSo de marluha
Sairpriinenlo de sobretHlentes e materiaes ar.s na-
io- do guerr fondeada nn porto desta capital
as depeadencias desta Arsenal.
De orl^m do Kiib. Xr. ebete Ou diviso Jos
Jfaaoef Incanco e capitao do porU desta preVinciu, faco publico
fme no da 13 de Outubro. ia li huras da manii,
as eantraeta rm conselbo, i vista de propostas
pseaeotadas em cartas fachadas, por tnnp> de 6
ases, acontar da 1 de Janeiro i 31 do Junli
Tiadosaq, o sopprim nto do sobrrsaleut s < mate-
jpsja_jff-/t--''- du guerra fundeados n i porta des
: capital e as dependencias deste Arsmal.
f$ Sniliiis ocveii.i ser aprer-Ptadas at a
TSMera do dia co que tem de ao r. unir o conse-
o.
Oa objectos a confraefar-se sao os s- gomtes :
Bandcira nacional do 20 12 pannos, ama.
Bandciras de jacio de 4 pannos, idem.
Bandeiraa du signar de 2, 3 e 4 pannos, uma.
Han li ira de gurupus de 2. 3 e 4 pannos, idem.
lJnin branco, metro.
Krim de buho para veame, idem.
Biiuzio, idem.
Brim da lius'ia, idem.
Baetiibt ou rlmella branes, Jcm.
Barmetro de aneroyde, idem.
Baromo.ro do aneryde da raget, id?m.
Barmetro de Bouruu, idem.
Barou-etro de Bu be, idem.
Barmetro do r'ruutiu, dem.
Bombas de picata completas, de quaiqucr diir.cn-
fi.-, idma.
Bombas de mi psra ertrahir ag :a dos porcs,
idem.
a'anc/is com conchas do metal
idim.
Bataneas hidrulicas para suspender, dora.
Bataneas para mesa cora cuiicaa, idem.
Batanea romana, dem.
Ba'anvas decnaae de inadeira chapadas <'e metal,
ata 60, 1W, .O,20J, 300, 400, OOU e 11*>J k.,
idem.
Bracos de balanzas, idem.
Baldead ares, idem.
Baldi-atieira de tulhs, idem.
Baca do ferro, idem.
Baca de ferro agaih, idem.
Bandejas de f. rr", idem.


GOHMBGIO
a uaiuerihil de rernaai
HkX'IFE, 2 DE OLTUlISO \)E lWo.
As Uea Hura da tai de
l-Oianue* ujunac
lo houve.
fJoa
O presidente,
Pedro Jos i'iuiu.
Pelo s.-cretaric,
Augusto P. de Lcuio.
.IrvNOIMh^ 11 > PLBULS
."Mes ie O'itubro de 1886
ALFANoEOA
oajn;-
raonaciat.
Del
de 2
53.808*300
37:86-4
3:3'Jl*4Ji

Total
acaaauoaia D>
CoasvLado Pbovisul D 1
okib de 2
-n,ira uaAttuos e 1
idem de 2
C7;7'J4824
10:9414172
75:1864756
1:7*64615
457*615
2.251 .-^JO
0844315
1^3.897
1:178/212
8274829
4
827/8*9
**
..LTERACO da pauta
Para a semana de 4 a 9 de Outubao de 188t>
-rascar oranco, 206 rs. o kilo.
Astncar retinado, 166 rs. o kilo.
Altanaeg. ae Peruavitiuco, 2 de Outubr* de
1886.
Os conterentes,
J. da Costa Girne.
v'asco da Gama Lobo.
DUTiPACHOS DE UXPORT^t
Em 1 de Outubro de 1886
Para o exterior
So brigac ingles Lucille, carregarau :
Para Niw-Y.rk, M. .Ida Roeb* 1,600 aaccos
com 1*0000 kiloa deaasucar masca vado ; P. Cus-
cao or Kilbo 1.5U0 saceos com 112,500 kilos de
assucar mascavadn.
No lugar noroeguenso ludia, earregaram :
Pr N.w-Yoik. J. 8. l^yo 4 Fi'ho 1,320
aaccos cum 9^,000 kilos de assucar mnscavado.
Par si Isiifrlitr
Ho vapor americano Fi'u me, carrcgaraia :
Para o Rio de Janeiro, C. Burle 20 raucos eom
1, jOO kilos de aesucar branco u 101 ditos eom
6,/40 titos de dito inaseavado ; S. Guiuiaries a
C t sac os com 1,500 kiloa de assucar branco e
25 dit com 1,500 ditos ae dito masca vado.
No hiate nacional Santa Rita, carregou :
Para parahyba, A. B. Corris 27 canas com
810 kilos de oleo de rieiao.
N hiate nacional Geriquity, eam-gou :
Para Macabvba, A. B. Carreta 15 caitas com
450 kilos de oleo de ricino.
MOVIMKNTO DO PORTO
Nai-ius entrado no dia 2
Santos 2o dias, patacho inglez Fanny, de 301
t- notadas, espitio J. C. Smitb, equipagem 9, em
latro ; 4 ordem
Rio de Janeiro16 das, patacho m^-lez Aldinc,
ae 344 ton- lada, captio Charla VV Cartry,
< qtnp.iueiii 8, em lastro ; a II. Lundgrc ik C.
Rm Fuimos-- T-mandar 8 h ras, vapor na-
cional Mandahu, de 222 toneladas, cianman-
dante Souza L bo, umpagein 18, em lastro ;
C>u>paiihia Pern.inbucaua.
Navio sufiidos no mestno dia
Paiahyba''atacbo mglez Aldinc, capitio Cbarls
W. 'airtry em lastro.
Rio Grande do NorteBarca noruega^nsa Ve-
gar, capitio Chriaiieiiseu, m lastro.
Veuezii- laBirca lugl'-za San Lorenzo, capitio
P. I M.'gaf, em lastro.
New Y ik Barca njroeguense Ariadae, capitio
P. Hauen, cargt assucar.
VAPORES ESPERADOS
Ville de Rio de Ja-
neiro
I'rara
Principe do Grao
Para
Niger
ViUe de Dahia
ICtrade
B. Kcmny
VrmU
Galicia
Halda
ter
P h.*]nrWj anio
llrilannia
Para
La l'lala
Equuleur
Cear
Seva
do sul
do norte
da Babia
da Europa
do Havre
do sul
do sul
da Europa
do tul
do norte
do snl
de Uamburgo
do sul
da Europa
"do corte
da Europa
do sul
do sul
do sul
Conchas de ferro para cosinha, uma.
Dita r de ferro agatha, dem.
Chamins ou tubos de vidro para lampeos de ke
ruseiic ou oleo de colga, diversos, idem.
Ca&licaes de bataneo com" globo, idem.
(Jascas de cuco, aera.
Cestos do Porto, grandes, idem.
Di s pequeos, idem.
Caiaa de guerra eom vaquetas, idem.
C'l> lie tes comino ns, grOsa.
Ditos para correias, duzia.
Cera preta para corrame, kj.
Dita ainarelia, idi in. I
Dita em pi, em.
Dita in velas, i Iem.
Dita virgem. idem.
Cadarco de algodio branco, peca.
Ditj de dito Urgn, dem.
\);:.i de Indio, idtin.
Dito de dito largo, idem.
Di'o de algodio eucainado, idem.
Dito de la encarnado, dem.
Dito deli prto, dem.
Cortinas de damasco de la, uma.
Dita de damasco de liho e seda, idem.
Ditas de damasco de seda, dem.
Ca rain, liquido iugles, vi ira grande, um.
Ca teiras cus assento de pi, dozia.
Ora i n archoio*, kdu.
i adeira com assentx de pilha, urna.
D>t com asiento e encost du palba, idem.......
Caneco* do pao f.rrado, um.
Diu>s de pao, idem.i
Ditos ou pucaroa de fciro agatha, idom.
Camas de ferro reforcada* de 1 52X64 c.
1 ",98X66, idem.
C Irtsssn de capim de la,550X'W6, idem.
Luisa de crin vegetal l,845Xt!60, dem.
Cal leras de ferro para fugo, k-io.
Cestas para papi is, uma.
CatHi de I i olio u-aiK'O, kilo.
Dito do inaiiillia, dem.
Dito de cairo, idem.
Dito de rame, Krupp, Jcm.
Dito -lo couro, i.leo.
Cr^ ks de ferro, utn. *
Culliercs de ferro, uma:
Compassos para desenlio, uro.
Can i vetes fines de IoJg. rs de 2, 3 e 4 folhas
iJem.
Caetas, duza.
horsontaes,! Casarulas de ferro rstanhado, kilo.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de ferro esmaltado, idem.
t.'balciras de trro estaiibtdo, idem.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de ferro esmaltado, idem. < I
Ditas de cubre para graza, idem'.
Ctelos para cortar carne, um.
Chocolateira de ferro, uma.
Cairetel de barquiuha, um.
Corrt-iite de rame galvauisadc, kilo.
Csinurca, pe le.
i:-cbimb Cadiubus de pafi nt-, lUllerentes nnmeros, um.
Canas de tarracba Wlutsvorth, legitim s, de dif
f. renti niineros e di verses, idem.
Ca'racaa de diversas diment ><>, idem.
Carracas com manivelia, idem.
Cal virgem em p, kilo.
Dita em pedra, dem.
Diu de marisco, hectolitro.
Mita brsoc, litro.
Dita preta, dem.
Dita de Lisboa, idem.
Dita de Jaguaribe, Jera.
Cadeadoa d- ferro, um.
Diti s de lati", diversas dmeuses, um.
Carapuvas para olhaes, idem.
Cera da trra, kdo. ,
Dita branca, idem.
Crazas azu s, kdo.
Colla da Babia, 1 qualidade, kilo.
Dita de pellica, idem. .
Dita oe pintura, idem.
Colche o de metal para correias, cent o.
D.ie de ferro para corda de tripa, diversas di
un litos, id' ni.
Colberea de ferro p-.ra pedreiro, uma.
Compassos de ferro, um.
Compasaos du volt, idem
Comoassos de cent, ar, idem.
Dit- s de mua direita, dem.
Corris* de borracha, metro.
Ditas de aula singedla de 'i'nke, id ni.
Dita de sola dobrada de T Ditas ou iieiras de algodio de 4, 6 ou 8 deliras,
idem.
Corda de tripa, idem.
(urda de buracha, dem.
Cuntas de ac, uma.
C rdel psra pedreiro, um.
Cobre em chapas, kilo.
Cubre em barra, dem.
Cobie em vergalbio, dem.
Cobre em f Iba para farro, uVro.
Ciuie doce, nin.
Cobro em vario, dem.
Cotiic em folln, idem.
Cobre cm leucol, idem.
Chumbo em u 119 I, idem.
Dito em barra, dem.
Cravos e.e cobre para c&rretas, dem.
Cbaves de fciida ou para tuzo, uma.
Chav 3 de tai-racha, idera.
1 haves inglesa*, Mera.
Cimento P. tland, barrica, orna.
Dito iiydraiuico, kilo.
Chapas de turro liso galvanisada, uma.
Dita du dito usado galvauisadc, idem.
Corr-.utes de rame, kilo.
i Craa 10, um.
' Coiiiin< otad..r- um.
Cotia to de ac,o, dem.
Oavilhas div-rsas, idem.
Culher para dcireter in.tal, idem.
Carcauc s, idem.
Chaves para pureas, id> ra.
Cadaifi'8 de linho brauco ou encarnado, largo e
estreito, prca.
Dito de li ene-urnalo, idem
Catracas differ.oiciacs, id m.
Ditas cum carritel, idem.
Carrinho de mi americanos, de uma roda, idem.
Dito* americanos de duas rodas, idem.
Curvas pequeas de madeira de le, decmetro cu-
bico.
Ditas ditas de mad-ira do lei, por forma, idem.
Carnauba cm velas, kilo.
Cr, idem
Cravos .erro cento.
Canos do chumbo, kilo.
Caibros de qualidade, um.
Caldeirau de ferro estancado, kilo.
Ci bertores de li, un.
Cmclia de batanea, par.
Caderuaes bronseadus .>S, um
Corris para cana de guerra, uma.
O
Dudara de repudio, um.
Damasco de li, metro.
D tu dito azul, dem.
I) to dito de li e S' di, dem.
Dito de seda, idem.
D- bastad ares, dem.
Dcsamuadorcs, i em
Desbastidores, idem.
Oatn .nte para cortar vidro, idem.
Dobradicas de ferro refoisadas de junta, compri-
das, de qualqu'T diuiciisiu, uma.
Ditas de dito qua,dradas para machina, de qual-
quer dimensio, id m.
Ditas do dito batido, quadradas, du qual'q'uer di
mensio, idem.
Ditas do Jatio,Je'mpriilas, de junta, c ir. ezo do
mesmo metal, refurcadas/dc qualquer dimensio,
idem.
Ditas de la ao, cotnpridas, de junta, com cuo do
mesmo metal, n toreadas, de qua'quer dimeusio,
idoa.
Ditas de dito, compridaa ou dejun'a, com eixo do
resino metal, nao ref iicadas, de qualquer di
mensio, idem.
Ditas de dito c,uadradas, reforcadas, de qualquer
dimensio, idem.
Ditas de dito qua'lradas, nao refirmadas, de qual-
quer dimensio, idem. ,
Ditas de dito quadradas reforc'das, para m..chi-
nas, de qualquer dimeusio, dem.
Ditas de dito reforcadas para inadeira, idem. ,
Ditas de ferro, idem.
Ditas de metal, idem.
E
Enzorre em p, idem.
Dita em p< dra, idem.
Esmeril ns. 1, 1 1|2, 2 e 2 1|2, 3, e 3 1)2. dem.
Espirito de vinb de 37 a 90 graos, litro.
E-t-inho em verguiuha, kilo
Duo cm barra, idem.
buzadas de ferro, uma.
Ditaa deditu calvadas de ac, idem.
Ditas da p< nta, dem.
Engeuli 1 ou machinas de furar, de ns. 4, 5, 6, 7.
8, 9, 10, 11 e 18, dem.
Eiiis para cara pinas ou doriteirs, idem.
Ditas para ditos ou don te 11, com cubi, dem.
Dita para carpintciro, com cabo, idem.
Estopa da trra, kilo. -^^
Dita d linho,*idem.
Escpulas de ferro, dem.
Dita de latao, idera.
Dita de lati com annH, idem.
Escalas mtricas, idem.
Ftais cem p icas, idem.
Estampas pura rehiri, idrm.
EC<>\as de ferro para limpar limn, dem.
Dilaa du anime para igual fin. idem.
Ellg-'uhoS para cIracas, idnn.
E'paiiadc-rv de cabellus, un;.
Ditos de p miar, id-m.
Escarradeiras de t- ir., icVm.
Ditas de f-rru agathii, iiera.
Ditas de Imiea, i iem.
Ditas de p reellana, idem.
Ditas de folha, dem.
Encerado uu uleado para inega, dem.
Dito ou ulcado para MI idem.
Dito ou oleada para o ca ', idem.
Esleir d coco, dem.
Esquadro de ac, qualquer dimensio, idem.
Estopa de algodio, idein, kilo.
Dita ingle-n, idem.
Escuvua de rame para tubas de caldeira, qual-
quer dimensio, idem
Dits de cab'llo, idem.
Ditas inglezas, idem.
Ditas du rame, id--in.
Espumadrra de folha, ulna,
r ncerado para encapar, metro.
Esmeril em p, kilo.
Ditas de dita du duas entradas du uma e duas
chavas, qualquer dim-nsao, idem.
Ditas ele dito du embatir com cania, qualquer di-
mcuiii, ideja.
Ditas de dito de embutir canastras, qualquer di-
mensio, dum.
Ditas do dito eom trincos e macanetas, qualquer
dimensio, idein.
Ditas de dito de tamborete, qualquer dimensao,
id'-m.
Ditas de dito de lanceta para portas, qualquer di
inentao, idem.
Dttiis d lati deogorja com ou gcmcanbo, qual
'quer dimenfSo, idem.
Ditas de ferro, drm.
Ditas de meta1 amarello, idem.
Ditas eom macanetas (francesa) idem.
Ditas de metal surtid-s, id. m.
F- rro em chapas BB, kilo.
Dito cin vergitltii idem.
Dito em barra BB, idem.
Dito cin c>intorrviras BB, idem.
Ditn inglez em barra, id-m.
Dito inglez em vario, Jcm,
Dito inirles rm lencol, dora.
Dito inglez em canto, ro, idem.
Dito L waier em chapa, idem.
Dito Lawmo. r em v.-rgalhio, idem.
Dito L wninnr em cantoneras, ii. iu,
Dito L winoor em vSrio, deni.
D ti Liwmoor era lencol, idem.
Dito J wmonr em barra, id-ra.
Dito da Su ca em barra, id' m.
Diro d 1 dita em voriralhio, idem.
Di*o patente Dito ptente ral V> rgalfctto, dem.
Dito para ira s, id< to.
Dito p.ra grclhas. i l-m.
Dito Sndrea m chapa, idem
Dito KtUa, idem.
'to inglez em vario redondo SS, dem.
Dito inelez em vario quadrado, idem.
Dito da Suecia em Vario re londo, iJem.
Di'o proprn para grelhas, dem.
Pechos p.-dieze.', um.
Fo es SS, :iro.
Ferrol xis de metal amarello, dem.'
Ditos de ferro S, tem.
m
Ganchos de lati, ura
Ditrs du ferro, dum.
Garlones con turro, idem
Goiv..s para calafat-, dem.
Dita para carpnteiro, idem.
Ditas chaufradas para dentro, qualquer dimensao,
idem.
Goivctas, idem.
Grozas de ac. idrm.
(aieta de alg dio, kilo.
Dita de liaba, id. m.
D ta elstica patente, idem.
Dita ele algodio para condensadores, idem.
Dta paf.. nte, idem.
Giz em podra, id 111.
' 111111. laca clara, idem.
(n- seas iug czas branca e preta, Jera.
Gessc, dem.
Ciadea de erasaa de zinco, metro.
la a li is Galla p-'reba in panno, k lo
Da 111 fia, i Iem.
1 'raiiniih H, s -1 m.
Gempap 1 in toros, duciinetros cubieoa.
Dito 1 in tabea*, dem.
liu-rdi. je.cli a-, um.
(alliatdeies de siguaes, uin.
Coinuia aiabiea m pe>1ra, kilo.
Goduto pira deseiih mn.
Grisetas para lamia-oes, idem.
(i if s para e siuha, dem.
Dito ue f.-rro, id- m.
G tos coir- sapatilh ', dcm.
D tos singclos, dem.
Ditoj doiiri d s, dem.
Di os de tour.-l, idVm.
Glorias de vidro, idem.
Ditos de vidro car* lampeo is, ; : :n
(iris, te du folha, um.
iiz erayoii, ca'ia.
D todito encarnado, idein.
Graza du Rio Lraule em besija, k;J.
Hitaste vistas, idem.
Liinpnrinus de soldar, idem.
L.vatorios de ferro, um.
M
Mealbar branco para gaceta, kilo-
Dito alcatroado, dem.
Mangotes de borracha para bamba eou.pietce,
um.
Ditos de lona para bombas, completo, idem.
Manguciras de lona com 1 sguiucho e competeute
tarracha paia bombas, dem.
.Vlenun, kilo.
.Momiius para caf de Fry, de 6, 8, 10,12, 14,16
18 e 20 kilos, um.
Machado para cortar carne, um.
Medidas de ferio .leeimaes para seceos, jogo.
Medidas de ferro dcciina. para lquidos, idem.
.VI didas du estauba para seceos, idem.
Medidas mtricas de tulla, terno-
Mauumitro de Bourdon, dem.
Mechruuiclros de qualquer autar, idem.
Morim, metro.
Mavain-ias ou uiulcEtae de lati, duza.
Muc.netas uu m Jetas de vidro, idem.
Mau netas 111 moletas de pureclaua, idem.
.Maeoic las du madeira, idera.
Machado, dem.
Alachado cora cabo, dem. .-
."'.! irr.lii du ferro, i Iem.
Mar re Oca calcados du ac, idem.
Muyas du ferro, dem
Magos du lurro ca cdos de ac,", idem.
Mall, a d. f.-rro, d.
Malln de chumbo, dem.
Alauje?, idem.
Martello du carpinteiao, idem.
Martello o; pedreiro, dem.
Martello de cobre, dem.
Maitcdo de ma.'lnsta, idem.
Metal muutz, k"o.
Mctel patale, dem.
M.-tal em f'a, dem.
M-tal em toba, dem.
Massarieos, um.
Mordeute, k lo.
Al.>la ou faunos de ai; ;, um.
Mandril, iideui.
Alaulhas de barro, uma.
Al acetes de ip, id m.
.Mull Mooes bromeados, dem.
N 1 vainas para irariulniro, uuia.
Nankm inglez li^mdu, vidro.
Nankiu em pi >, 2 on.gous, pnmeira qualidade,
pao.
Nivcis de p-umo, uui.
leo Je craina mineral, litro.
U."i os de alcance, um.
Uleo de liuhaca, kdo.
tJcre, idem.
Duro do Poito, milhciro.
O-ro cm pao, livro.
< I eado para u.esa, metro.
Osid Je ferro, kilo.
/
I
-
hoje
hoje
h manhi
amanbi
>i G
a 7
a 8
a 10
a 11
a 13
14
17
17
as
2:1
24
25
27
29
Flamrnulas do navio de 9 metros, urna.
Dita de escaler de um metro, idem.
Pelele SS, metro.
Pi de vela de uma dualidad.', kilo.
Dito du l, idem.
Dito deslgadi", dem.
T.tena., kilo.
T r quetas de ferra, uma...
Ditas de metal, idem.
Pacas para uozinlia, Iem.
Foguea de ferro para navio com duas caldcias ro-
lantes de 6, 8, 10 e 12 furo, mn.
Ditos de dito inacisBo du 6, 8, 1 u 12 furos como o
de caldeira, idem.
Fngiduiras du trro esmaltado, tuna.
pifas de frrro estairhado, idem.
Funil de vidro, ura.
Dito de folha, din.
f'ae-Oes gratules C pequeos, idrm.
Fio de cobre, kilo.
P.irj-s purtateis com ventiladores ns. 1 e 2, idem.
Ditas ditas coin deposito d'agua 11 1 e 2, idem
Ditas cilindricas inglesas ns. 1 e2, idem.
Ditas pon. t-ie para caldeiras, diversas dimeuto.s,
idem.
Ditas ditai de Grofer Fils, idem.
Fo ha da Plaudr.-s grandes, Charcool, marca
XXXXXX,eaiia.
D.taa dita grandes K ke, marca X XX.XXX,: f-'ha dem.
Ditas dita p -quenas K ke, marca XXX XXX,
dem.
Perro de calcar, ura.
Dito de soldar, id-m.
Dito de cortar para calafate, idem.
Folhas do ac para serra, nm.
Ditas de ac para serrotes,du cortar metal, idem.
ForiLes, ioeni.
Furadores de correia, dem.
Fe ue-es, uiaa.
Flor de enxafre, kilo.
Frses de ouro, idera.
Peltre neceo, idesa.
Fogareiros de ferro, idein.
Fechos de ferro, qnalqner dimensio, um.
Ditos de dito ineio fio, do embutir, para fechaduras.
em baim e em cima c: ra dobradicas, qualquer
dimensio, idem.
Dito de lata simples, qualquer dimensio, idem.
Difoa du dito de paletio cobertos, idem.
Dit.1 de dito de junta e meia, fio de embutir, para
armario e portas, idem.
Ditos de dte com ssrgetas, idera.
Ditos de dito com arsuha, dem.
Ditos de ditos de emnutir, iJem.
Ditos de dito de'bolita, cobertos, idera.
Ditos de di'o de m las de afarrae-har, idem.
Ditos de dito de untar com targetas, idem.
Peehaduraa de ferro para armarios e gavetas,
qualquer dimensio, uma.
Ditas de dito para gavetas, duas linguetes e duas
voltas, qualquer dimensio, idem.
Ditas de dito de enfalhar, para porfi, com ou
sem macanetas, direita ou esquerda, qualquer
dimeiis idem.
Ditas del dito de caiiio para portio, cem ou sem
macanetas, i direita ou esquerda, qualquer
dimensio, idem.
Ditas de dito com ferrolbo para catxio, qualquer
dim iiaio, idem.
hit.. du dito de b>mba, qualquer dimensio, idem
Ditas de dito francezas, qua.quer dimensao, idem.
Ditas de dito de embutir, de lanceta, qualquer di-
mensio, idera.
Ditas de dito com trinca e macaneta, qualquer di-
mcusi idem.
Ditas de dito de tambor, qualquer dimensio,
idm.
Ditas de dito de lanceta para portas de correr,
qualquer dimeusio, idem.
Ditas de dito de gorja, com e sem canhao, qual-
quer dimensio, idera.
Ditas de dito de broca, com tres chaves,at 0",120,
0,080, dem.
Ditas de lati para armario e gavetas, com e sem
canhao, qualquer dmeusi idem.
Ditas de dito de entalbar para porta., com maca-
netas de pao, vidro ou porcelana, direita e
esquerda, qualquer dimensio, idem.
Ditas de dito de entalbar para portas, sera maca-
netas, qualquer dimeusio, direita e esquer-
da, dem.
Ditas de dito de caiiio para portas, com ou sem
macanetas, direita e i esquerda, qualquer di-
mensio, idem.
Ditas de dito com macanetas de vidros ou porce-
lana, qualquer dimensio, idem.
II .alias, uma.
I N
Indicadores H vidro Je iiualqacr compri monto de
O.oi, .013, 0.016, 0,019, 0,022, OfiSA, OfUB e
0032 de cirrumstaicia para calduims de ma-
china, um.
Indicad res de Richards, de qualquer comprimen
t' e espeasura, idem.
ndices Hlpbabcticoe de 25 a 100 folbas, dem.
llbs de metal, dusia.
Jal de cr. w, kdo.
Dita de aples, idera;
Juuccoes de barro, diversas dimnso-'S, uma.
Jacaranda, praiic-boes, decmetros cubico.
Dito violeta, dem.
Jarras de madeira para agua, uma.
Ditas de ferro agatha, id- ni.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de flh:, dem.
Junta du m-tal para mangotes e mangueras, de
qualquer dirceueio, idem.
Kerosene, lata.
I
Li de rar.ieiro, pelle.
Lixa de paira 1 branco. idea.
Dita de pap-l, idem.
Dita de pene, iJem.
Dita de vidro, i.Iem.
Dita esmeril, idem.
Lubrificadores, um.
Dita de crivo, idem.
Dita crua, dem.
Dita pra panno, dem.
Dita cuiliaina, idem.
Dita alca-roada, idem.
Dita de b rea, dem.
Lati em chapas para todas as dimoncoc, idem.
Dito em vergalh', idem,
Dito em folha para ferros, idem.
Dito 1 in IciiV"!, idem.
Lemas inglesas quadradas de 0,1(1 a 0,550,
duzia.
Ditas nglezas chatas 1/2 canna, speras e abas-
tarda de 0.11 a 1)550. idem.
Ditas inglesas psrallellas bastardas, de 0,101, a
0.550, dem.
Dita.- de 3 quuas bastardas e speras de 0,101 a
0 550, idem.
Ditas inglesas maurca chatas 1/2 canoa de 0,101
a 0,550, dem.
Ditas inglesas maurcas parallellas de 0,101 a 0,650,
i-iem.
Dita >ie quinas maurca* do antor P. lachson de
0,101 X 0,0.', 0,100 X 0,100 e 0,200 X 0,016
id.m.
Ditas inendoinas maurca do mesoao autor de
0,100 X 0.U09, 0,200 X 0,011 e 0,200 X 0,016
idem.
Ditas cylindricas maurcas do mesmo antor 0,100
X O, 00. idem.
D r s lancheiros murcas, do mesmo autor 0,250
X 0,125, idem.
Ditas curvas de 0,101 a 0,550, idem.
Ditas de 3 quinas do autor W. Wales de 0,101 a
0.650, id. m.
Ditas de 1/2 cannaa chatas o bastardas do mesmo
autor, 0.101 a 0,5X1, dem
Ditas parar, lies m.urcas e bastardas do mesmo
autur, 0,191 a 0,550, idem.
Di'as speras do mesmo autor, de 0,101 a 0,5f0
idem.
Ditas amendoeiras do mesmo autor, de 0,101 a
0.550, idem.
Ditas de a?.', uma.
Dimatoffs inglez.8 quadrados, de 0,101 a 0,550,
duzia.
Ditos ingleses redondos de 0,101 a 0,550, idem.
D tus cy I ni incoa de 0,200, idem.
Ditos, um.
Liaiiies de cmara direitos, dusia.
Ditos de cmara curvos pela turma, idem.
Ditos curvos a pegar, dem.
Ditos sicupira, um.
Era* di ltiissia larga, metro-
Dita estreita, idem.
Dita uglezH, larga, idem.
Dita 1 stieita, idem.
Dita de Algodio nacional, idem.
Latrinas de patente, idem.
Ditas de Stcra & C, idem.
Ditas de Taylor, idem.
Lautei na de patente, uma.
Ditas de rede vidro, idem.
Ditas para inachiuas, idem.
Ditas com reflectores, dem.
Ditas porta fogo, idem.
Ditas retangularrs, idem.
Lampees de cobre para machina, idem.
' Ditc8 nicbelados, idem.
Ps de ferro, uma.
fas de ferro com punta, dura.
fas d ae,o, J.an. ^
l'a de afp cum p xita. idein.
I'au- lias para derreter chumba e breu, ideal.
P-dras Je arlar, idem.
pe iras de aratlar, idein.
P dra de rebolo, idem.
Pedia do m-er Untar, idem.
Pedra rara limar ierras, idem.
Pico.'s le ae;o, idein.
Puchadores de in-d. na, dcm.
Puch idorus do metal, idem.
Puchados" s de vidro a h-uca, idem.
Peueiras de rame e ferro, idem.
Peneira de rame de ferro galvanisado, dem.
Penetras d arana) de lati, idem.
I'eneiras de cabello, idem.
P. neiras de palba, idein.
Pem-irus de eeda cern tampo, idem.
Peneiras de rame, idem.
Peueiras d- 5*da sem lampo, dem.
Puiira pomes, kilo.
Pedra pod>c, idera.
Palba liara a mohilia (amarilbo preto) 1-' qjal-
dade, na. 1, l 1|2, 2, 2 1|2, 3, 31[2, 4 e 44,2
dcm.
Piumbagina, dem.
Potassa em pudra, dem.
Pxe da Suecia, litro,
peumos de p-dreiro, nio
Puiceis, duzia.
Ditos cncastoados, id-m.
Ditos eteopir, denj.
Ditos para d'-senhu, idem.
Ditos para aquarelln, dem.
Muimos patentes, idem.
f> toa do -humbo, idera.
Pincele eseupei.-os, idem.
Ps de cabra, um.
P de raartim, k'io.
Dito de spido, idem.
Pj leve-8., idem.
Ditos preto, idem.
Paos de ip para cabos, um.
Ditos de quiri, idem.
Pcatelas de trro, uma.
Plainaa, dcm.
Pas completas, idera.
Pontea de pao* com cabeca, kilo.
Ditas de po, com cabeca, idem.
reges de cobie batido, idem.
Dito de cobre de embutir, idem.
Ditos d brouse, idem.
Ditos de cobro para forro, idem
Ditos de cobre de talbstnar, idem.
Ditos de ferro,-pra forro, idem.
Di tes de ferro de p so, idem.
Ditos de ferro, grandes, cento.
Ditos de fiara, pequeos, kilo.
Ditos batelliuhos, dem
Ditos de ferro, de batel grandes, dem.
Ditos de ferro, d batel pequeos, idem.
Ditos de ferro, ripaes, dem.
Ditos estopares idem,
D>tos do ferro, eaibraes, idem.
Ditos de embocar, dem.
Ditos de zinco, idem.
Ditos de f.-rro galvanissdos, idem.
Ditos de eobre, ripal.
Ditos balmazes, idem.
Ditos de ferro, de coatado, idem.
Ditos de costados, galvanizados, idem.
Ditos de cubre de batel, idem.
Ditos de cobre, de c atado, idem.
Ditos de cobre para forro, idem.
Ditos de ferro, de guarnicio, idem.
Ditos franceses, idem
Ditos de ierro, de soalho, cont.
Ditos cabeca de porc. llana, um.
Dito cabeca deurada, dem.
l'unco s, dem.
Paratusos de ferro eom porcas, qualquer dimen-
sio, idem.
Ditos de porc com espclhos, idem.
Di vi de ferro de cabeca chata, d1tle.reo.te3 diineu-
sors, grasa.
Dit de f.-rro, cabeca redonda, differentes diraen-
soes, idem.
Ditos de lata", de cabeca chata, difierentes di-
mentos, idem.
Ditos SS, ura.
Ditos de meta amarello, idem.
Panuo fiuo verde, metro.
Papelio asi), rt, dem.
Pineeis d<> Malta, um.
Ditts de seda, idem.
Platina em barra, k lo.
PranCuV'S de cedro di Baha, decmetro cubica.
Paos curios de pe-rola v.-rmelba, idem.
Ditos de perola branca, idem.
PeQas de pinbo de R>ga, do diversas espsstuaras,
metra corrido.
Pan 10 de li, damasco pera mesa, metro.
Dito de linho, damasco, dem.
Pellea para caiza du guerra, idem.
Pesos de ferro, jugo.
Ditos de metal, dem.
I'ratos fundos de ferro agatha, um,
Ditos travessos de trro dito, idem.
Patullas de ferio latado, kilo.
Ditas d<- ferro, estanhadas, idera.
Ditas de ferro, esmaltadas, dem.
Ditas de folha, uma.
Pisssava, kilo.
Phurul para topes, um.
Pbarol para os lados, verde e encarnado, dem.
Passadeiras, uma.
Patescas de pao SS, dem. ,
Pannos para mesa, metro.
Pellerdemarroquim, uma.
Phospboros de seguranca, dusia.
Pucaro de folha, um.
Prato travess ds folha, dem.
Dito redondo de folha, idem.


''




//
Diario de PernainbucoDomigo 3 de Outubr: de 18S6
5
s
Pavios para lairpeoe., kilo.
Pelle de caineiru preparada, uuw.
Quartolas para escaler, urna.
Dita* p ra liquido, dem.
Rumos de faia SS, dem.
Re.ogijs de parole auioriearr-.s ou IngleaM, dem.
iiegua mtrica do metal, dem.
Si.-as de eco, da-a.
Rebutes de ferro, ledo.
Dito de ferro gnivuiiisado, idetn
Ditos de ferro jraii-ausado coi ainarcllo, ideal
RelitPi de t>r--, ideui.
R'bGlos cem caixa de mude ira, dem.
Dit- s com caixa c veio de in, ideui.
Ra-pus de ferro, idcui.
R puebos, idem.
loidanas ccn rodizio de l.itao, dem.
Roug, kd.
Rx<> re*, idem.
Registro de Into, um.
Registro de metal aiuarollo al "330 Je diamo
to interno, ideu..
Ratoeiras, mua.
. Taboa de pi carga de 0,037, idem.
I Tab 'a do po costado, i J'iboa de pao costudiiiho, dem.
Taboa de amarello para torro, idem.
i Taboa de iiinurello de 0,025, idem.
T.bji de amarello.*) 0,01!*, idem.
Taboa d- ain.-ircllo de 0,087, idem.
Tat de nin in lio dr costado, idem.
Taboa de iiiarello de o stadinhn, dem.
Taboa de pinlio ila Suocia do 0011), idem.
Tboa de pinlio ds Suecia de 0,02 j, idem.
Taboa de pinito di Suecia de 0,035, idem.
Tab a de pi.iho da Suecia4tle> T.baa de ouru para torre, id- uN.
Tabea de pi diga de 0,010, id-nr
Tauoa de pinho da Suecia de 0,('3T, id. m.
Taboa de pinho da Suee de 0.050, idem.
Torua do genipiuio ce ,i a 2,'JO de euaaritlKBto
e de 0.5.1 a 0,(35 de dimetro no topo mais grosso
e o je uo teuliaui r.i, un.
Saceos do conducci", um.
Dites para crva<> de podra, idem.
Salinmetro, i lem.
Sipatilhus de Ierro, idem.
Dito de b unze, Mi-iu.
Diti.s de n.-tal. dem.
8ab>o em pao, kilo.
Sebe em velas, iilcm.
Dito ciado, id-m.
Sterii>H8 cin vela*, dem.
Ditas cm Hrehotes, id m.
Soudurexx, i. i n>-
Serras sem liin, uina.
Ditas brac*c&, dem.
Ditas circulares, idem.
Ditas de imio, uem.
Ditas de voltear idem.
Ditas iiiechsuicas, ideir.
Ditas de drsdcbrar, idem.
Serrotes br*v*' 8, duiu.
Ditos de costas, idea.
Ditos de paita, id-m.
Ditos de tractK, idtsn.
Ditos de corir, id Ditos de mi, idem.
Ditos pura cortar carne, idem.
Sota preparada c gruseada, uio: _>.
Di'a bruta, idem.
Dita pri parada a ingle, idem.
Dita prepara.ua ;i lrauceza, idem.
Dita ingiesa, idem.
Dita da letra, idem.
Dita pr parala a L-ivall, idem.
Sndalo, idem.
Sautiu-' de drago, idi'io.
Seccaute de ziuco. idem.
Dito de chumbo, id cu..
Suida forte, idem.
Dita traca, id. m.
Servicus para f.iioes: um.
Saceos de l-.na, idem.
Seecaut'' de onro, kilo.
Safras de ferro calcadas, urna.
Sebo em velus, kilo.
T
Trmela* de ferro, urna.
Ditas de la lo, dem.
Ditas de l.t*'o can chapa c pjaJcirj, idem.
Trincos di- ierro, idem.
Ditos de latn, idem.
Trieos de lato c Cun muas le altsuchas, idem.
Ditos de latdo com inucaiiutas de msdeira, dito, li-
to, idem.
Ditos de latao com macaneta de Ijuc i, dito, idiin
idem.
Talbadeiras de ac,o, i.'om.
Taadlas de tnadeira, idim.
Ditas de JO, 30 e G0 furos, idem.
Tainas ou apparclb-u de Ierro para suspender, do
autor Weston, de 5'J i a 5,iXW kilos, idem. '
Tesouras para cortar metal, idem.
leauaras de trincheiro, idem.
Turos de ferro de baucada, kilo.
Turnos de mesa, um
Tornos pequeos de tnao, lem.
Dito* de int-sa c in-cliiiias de furar, k 1j.
Diti 3 mecnicos, idem.
Oiti.s piralle'os, idem.
Ditos dw mesa americanos, idem.
Torqueze*, orna.
Tractos de roseas de todas as diiBCnsKS, idem.
Dit a de-cjiber de t-idas as dimciis^s, Jcui.
Trsnqtfeta* de labio de molas con ina; :ne::ii de
pao, louea on metal para atarracbar, id.in.
Tranquetas de ferr, idem.
Dita* de metal, dem.
Treua mtrica, idi-m.
Trincha* para carpinteiro, idem.
Dita* para pintor, idem.
Trunchas, dem.
Telas de rame, metro.
Telas metsilicar, dem.
["uDos de barro, dem.
Ditos de ferro, idem.
Ditos de ferro para caldeiras, i Jcm.
Ditos de lata. para caldeiras, idem.
Ditos de latao para estis de caldeiras, kilo.
Dito* de cubro, i J< m.
Ditos de chumbo, idem.
Dito de metal, dem.
Ditos d.- borracha, idein.
Ditos ou mangueira de borracha sem rame, me-
tro.
Dito* on mangueira de b >rracba c un rame, dem.
Ditos on mangueira de lona de 0">,001 de dimetro
iuternu e metro corrido.
i'elhas de vidro, urna.
Ditas nacianae*, ceuto.
Dita* iraneczas, idem.
Ditas de barro, idem.
Dita* de aiueo SS, urna.
Tijulo* de alvenaria, cento.
Ditos refractario*, idem. r
Dito* de ladrilho, idem.
Dito* mosaicos, quadru.
Dito* prensadores, ceuto.
Ditos ingleses, um.
Tachas de ac, kilo-
Ditas de bm ba, dem.
Ditas de a.nco, idem.
Ditas de cobre, id-m.
Ditas de ferr >, id.-m.
Trinca', dem.
Terra de en-, cra o quaimad, idem.
Tubos de tinta, francezes, bisu- / s, um.
Tinte azul ultrauarina, kilo.
Dita amarella preparada, dem.
Dita branca de zinc i, dem.
Dita biiiea de chumbo, idem.
Dta p.lba, dem.
Dita preta preparada, idem.
Dita terdrf preparada, idem.
Dita encarnada pre. arada, idem.
Dita azul pr parada, idem.
Dita roxo-terra, idem.
Torneiras de estanbo n. 1 a 10, urna.
Dita* de metal curvas, idero.
Dita de metal, idem.
rr.n.-feridures, idem
TWraOofaa par caf de 6, S, 10, 12, 14, lii: li o
20 kilos, idem.
Tiuta sardinha, idem.
Dita inglizi, dem.
Torcidas francezes, metro.
IS'auula*, cuixn.
Thermometros, dem.
Ditos de Caiifil com caixa de o'jr i Jcm.
Ditos ceiiUgradns, conforme u autor, idem.
Terrina de terru agatha, idem.
Terrina de f Iba, dem.
Tapete de l, idetx.
Tapete para escaler, metro.
Tafet, iiem
Trave-seiro de capim on de eriaatt r~
Dito* de pdi.a
Taheres de ferro, idem.
Tinas para saidurja, utstt.
Ditas para b Meecio, idea,
Tigellaa d- f iiba, i lem.
Tr vea de qualidade, idem.
Talhade'ras, id-m.
Tinteitos de i stauh >, idem.
Toroo.de gtnipaoo, dem.
Taboa* de pinho americano dlffereate* espumas,
metro quadrado.
Ditas de pmh > da Sueeia, metro corrido.
Ditas de pinho de Riga, dito, ditJ.
Ditas de cedro da Babia, dec. cub.
Ditas de aman lio de assoalho, idem.
Ditas de cestado de pAo carga, dem.
Dita* de eostatinho. dito idem.
Taboa de ceJ.o para forro, idem.
Taboa de cedro de O.ir'-, idem.
Taboa d < cedro de 0,019, idem.
Taboa de louro para aaaoalho. idem.
Taboa de pi carga de 0,013, idem.
Taboa de pi carga de 0,025, idem.
Vidros curvos para pbares, brunco* c encarna-
djs, id-m.
Vidros de vidraca, brancoa c'do cores, dem.
Vidru olho do b >i, idem.
Vistas d- 08 o, idem.
Vaoaras du piatsuva, com cabo, idem.
Vassuuras de palha, idem idH|i.
Vassourus de faxiua, idem. Wr
Vaquetas par caii de guerra, idem.
N'eio de u., uin.
V.rrum.s de roscas para catafitc, ij.in.
V'irumas de colher, idem.
Verruma* para carpinteiro, id"m.
Vaquetas de cola, um.
Verniz brai cu de boneca, kilo.
Vermz da cltier, idem.
Veiuiz brancj f.aiiee, cncorpade, idem.
Verniz amarello, dem.
Verniz de pincel, brawcn e preto, vidros grandes.
Verniz de queimar nos, ko,
Verniz e alambre, dem.
Verniz branca e preto de. 8. Freir, vidro grande.
Verniz seccativu nglt-z, kilo.
Verniz copal, idem.
Verni metallico, idim.
Veruiz crysfal, uleui.
Verniz Hert IJiai.k Japn, lata.
Verniz Beit VVeainirag, idem.
Verde l'aris, kdo.
Verniz de coaltar, idem.
Verde composto, dem.
Dito nativo, dem.
Vi-rde fraocez, idem.
Verde ingliz, dem.
Vermelhio da China, saVaa.
Vidros para vidrcas de ,00*, 0,001, um.
Dito* iuglezes de O.OIKO, 0,'K)1, idem.
Ditos da 15. hernia, idem.
Ditos lavradus, idem.
DitwS estrellados, idem.
Ditos de cores lisos, idem.
Ditos de c res curvos, idem.
Ditos opacos, idem.
Ditos para espclhos, idem.
Ditos musseiitri. idem.
Dito* redondos para Mciaf. idem.
Vlvula* de borracha, idem.
Ventiladores para forjas, idem.
Vigas de guarab, massaranduba e de o itras uia-
deiras de le, occ. cub.
"e ordi-m do Illin. Sr. cominaudante, se re-
ce beri na secretaria da escola do anreudizes mu-
rnheiros, no da 12 du Outuhn pr.x.m), pelas
11 bu-as da roauha, pruposta fichada para o for-
nceiuientode fardamento A mesmu escola, durante
o semestre do Jaueiro a Juulio de lt>j7, com de-
claracito dos preejos por extenso :
Boint. cuica u camina depiuho; calca, camisa
e capa* de biim pua bouets ; cn'ca c camisa de
algodo msela ; cobertor d la. lencos do seda,
saec c maca de lona ; coleho para maca e supu-
to*, preco por peca.
O contratante ob'igar-sc-ba esm a tua assig-
natura arlas as cliso .sicoes de lei, ou regula-
ment que n gem os fornecimrntos o contratos do
ministerio da niaruiha.
Para mus informacoer, os interessados devem
tliiigir se recula de apreudiz-s marinheirof.
Recite, 29 ci Setcmhro de 188i!.
Jos Elizeu (i de Ahneida.
Obras Publicas
Do orfom du 11 fin tr. engenheiro chefe, f^go
publico que no dia 15 do cor -ente, ao rneio dis.
recebe se na secretan*) desta rcpariicio, em car-
ta f-ebidas competentemente selladas, propis-
tas para a execueau do? reparus da t-udeia du
Caruai, qjcados cm 2:18"|S1 '7.
0 un.'aini'iitj e tnais eumliccs do contrato se
acli .ni a dBpos<;ilo dos genitores pr.tendentes.
Secre'aria da rep-rti(.'o das obras publicas de
Pernambuco, 1 de Outubro de 185(3.
O secretario,
Jodo Joaqaim de Situara Vare/iio.
(oiioialoilu clr irinandiiilf do Me-
olnir lio ni J (-.!< don Hlelo a.
erecta sin lura-jn il> f. Jus
ileUlbaHsr
De ordem da m-si r sedara, con vi lo i tados
os iiussus lindos que estiverein uo ^;oso dti seus
direitos pira comparece em cunsisto-
riu no domine) 3 du crrente, p-las lOhor.sda
rn.nha, para reunidos em as-emb' de m til ge
ral, procedcroi'is aeleicao dos novos fuuccionaries
que teein du reger a nossa rntandude no anuo
compr iinissal de 188IJ a lb87.
Coiuiitorio dji irwauiude, I-' e Outubro So
1886.O escriviu,
Miguel dos Santos Costa Jnior.
Job.\ Aug.*. Cas.*. Mac.-.
Cor.'. Livr.\ Pop/.
De ordrm do Exm Ir.'. Ven.', sao convidados
f jd s os ir i.', do... para urna sexs.-. extraordina-
ria terca-feira. 5 do crrente, s 7 horas da noite,
ao val da ra da Penha n. 3-.A, para tratar-se
de negocio importante e urgente.
Secretaria d* Nob.\ Aug.-. Cas.-., Io de Outu-
bro do 1886. E...C...
O fetret.'. rr.'. 1
Maula Casa
*
da Misericordia do
Reclfe
Por esta sccret .ria sao chamados os paro; es
ou protectores das meuores constantes da retaceo
infra, para que as vas recullnr ao cjllegio das
orphaa.
ReU(;ao das orphas a que se refere o edital
Supr
1 Daina, 11 ha de Paulina Mara Ferreira.
2 Mario, filha ie Joauua Baptita do Jess.
3 Amelix, filha de Anua Amelia Bczerra de Al-
huqoerquc.
4 OlindiiiM, filha da mesma.
5 Rota, filha da mesma.
6 Emilia, filha e Feliciana Vicira da Rocha
Falcuo.
7 Maris, filha de Joaquina Miranduliua da
Sil va.
8 G onveva, filha de Hermina Correia de Lyra.
9 Carolina, ha de Antonia Diniz Bandeira
de Mllo.
Secretaria da Santa Casa Je Misericordia do
Kceife, 13 de Setembro do 1886.
O eacrivilo,
Pedro Rodrigues de Soasa.
Arrematarn
Zircilu, kilo,
/ineo em barra, dem.
I Zi.-co em fulba, dem.
'/ co rendado, idun
/ineo inglez em barra, dem.
CV.ndlfOf
1.* Todos os artigo seao de primeira quali-
dade.
2.' Serio entregues pelos fornecedores as p ir- :
5,-fie* que Ibe fjfm pjdidas pe| almoxarifado c
pelos navii'S de guerra, uo prazo de 3 da* cunta- |
dos da data em que o p.-did s turein deapacnadua '
pelt Exm. Sr. inspector
3." Os generas ficario suj-itos i apprpvacoou
reprovaeio do perito que f Jr dcsiguado paia exa-
minal-os.
4.* Os fornecedores pagaiilo as multas da 10
por e> uto do valor dos gneros nojeaso de demora '
ds entregas e de 20 por cunto no de falta de
entrega, ou rejeico por ma qualidade, iudem- (
nisand.i note caso a fasrnda nacin ti da dille-
renca que s der entre os prec.s ajustados c os \ a ordm 0 ij|m> Sr. ^mu, Francisco Camel
pur que f..rcm cuiprados o* gneros nao forneci- peBtOH Cavalc^nte, juis da irmandade de Nossa
dos uu r-jeitado, salvo se turem iromediataiaente 8e,ihora do O' da treguezia de Marangoape, faco
substituidos pur outro da qi.ahdade contractada rbIico que domingo, 17 do correte, pelas 0 bo-
l O pagamento da importancia dos forneci- i rMi ja mHnug, consistorio da igreja qu serve
menlos seri feito pe* Thesouraria de FZ' nda, do mKtriz da dita frvguezia, se i* de por em Insta
vista dos ducuuvjDtos que obtiverem u. MMM ; poilicao arrendamento annual do sitio de coquei-
res, depoi de satufaito ello MlM ro, denominado Ensadinha, pcrt'-*ncnte a-i pa-
6.' Cont nne o ari* e^-cla? do. MtaistfTJ ~- trIln, B10 mesma irmindnde, sob a base de 6l5i
M-rinhan 172 de 28de Janeiro docorrentn anno annuae3i devendo os protendmtea se. apre-enU
o firnucedor ficai sujeito a inais 60 das do sup- \ rf.m habilitados com fiadores idneos c em cartas
priuiento, alui du prazo estipulado no rontraelu, j fe^hadag u selladas,
sem que esta circuuutaticia llie d direito proro- ^utu Senhora do" O', Io de Oitubro do 1386.
gacao do ajuste.
7 Os objectos forrn cidos t serio pago* no mez .
seguinte.
06serujf(5ei
1.' Nenbuma propo*ta ser recebida sem que o :
proponente della declare por extenso, sem claro
fJfM, emenda, entrtlinba ou rasura, o preco de
cada peero.
2.* Nao seri aceita proposta sem que o neg- i
ciaute declare que se njeita ao jasgamento da |
multa de 5 por cento ao valor airovavel de forne- |
cimento dorante o praso para qu eate aunun-j
cisdo, se nio comparece*- n sta secretaria para
assiguar o contraeto, no prazo de 3 das, contad js :
daquelle em que toe natifieado p la impronsn,
como determina o avi*x> de 28 de Dczembro de I
1874. j
3 Conforme o recommeodado em aviso de 11
de Maio de 1880, nao serio admittidas a* propos-
tas dos negociante s ou firmas suciaes que nio a.
presentaren! os documentos seguinte :
(Vrlidio da matricula da Junta Coinmercial.
Bilhcte de pagamento da imposto de industria MARTIMOS E TERRESTRES
uo ultima semestre. I'ut.lbplclda Ana I &&
Certi.io de cuntr..cto social exhibido do regs- .afnna TaT.. ano
tro d. Junta Cuntmerci-I. lC4PlT4li I 00(MI()
4 Nenhuma proposta ser recebiJa depais do ; Vtr 11 Ali 1 fVW.UVVfli
dia e hora designados ueste anuuncio. SINISTROS PAGOS
5 O. pr ponente. "P^entario 8 J~u'nen' A( 81 de dezeinbro llf IH-|
exigidos pelo aviso de 11 de Maio, cima retento, i un aiukCnnii
tres dasi antes do prazo marcado para o receb.- H)|>lllD10S..... 110! 000^S(HM
mcuto da* propottas, para a necesaana vwrin-
caciu.
Si erctaria da in6D'Ccio do Arsenal de Marinh.
de Pernambuco, 29 de Setembro ds 1P86.
0 secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Ojeacrivao,
Manat F, de Torrea Falcuo
COXTRA I Xortb Uriiish k Mercantile
CAPITAL
:000.00o le libras slerllaaa
AGENTES
A do ni so ii lio wie & C.
toadoa aad Braslllaa Ba
Uwited
Ra do CominerciQ n. 32
kacca por todos os vapores sobre as ca
do mesmo anco em Portugal, sendo
*n Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglezer.
SESiiac*
OiNTRA F060
Hic Liverpool & London & Glob
l.\SL'BRA\CE mW
__8urini Bntttri 4JL_
SEGUROS
>I\RITIMOS COlVTIIAFOGO
Companhla Phealx Per-
nambncana
Ruado Comtnercio n. 8
TjwliArtes i Olci-
A ImperU' Sociudndo di9 Artistas
cbani'.os o Liberaos a o Pemambueo, qno
tom a seu cargo o Lyccu de Artes e Ofi-
cios, uo iotuiti di illuxtrar as elasses artis
ticas o mauufactureiras, mantm como j
bem cnnbecido em seu pal&ccte no Can
po das Princezis, aulas do divorsas linguas
e sciencias, asqu-us, fuicjionam em todos
os dia uteis, das U s 9 horas da noite.
Coiu o mesmo intuito matitm ella urna
pequea o modesta bibliothsca que, com
patriticos donativos, i.ugmcuta so de di
para dia, c franqueada ao publico em
geral diariamente, as m-smis horas cima.
Assim, po's, oom o mu applaudido in-
tento de tirnar bom couhecilo o progrns-
so das arios o ofli -ios entro o3 a perfei-
cSlo o utilidade de seus productos, fazer
condecido seus autores, bem como os lu-
gares de seus estabelei'iraentos, afim do
facilitar a sabida e o consnmo d-lles, pro-
tuovo ella to ios es annps para o dia de seu
annit'prsario, segundo dispoe o G. do
art- 2." dos seus estatutos, urna exposicjlo;
dos trabalhos d'artcs ofli ios e manufactu
ras. K' para a consecuclo de tilo aper
feicoado quao vantajoso dio, que a directo-
ra da aociodade vedi pelo presente, snii
citar do tolas aquellas pessoas que pos-
Buem porpergaminhi o traballio, sua ctu-
ca z con urruich Cxpo.iicao que, em 21
do Noveiubro deste auao sa nff tanri ow
sua sede, Ly,c,i de Artes e Ofli do. dorM que u atu.nder M Me,.m-^es w
Lumpre Uiobeiu a ella Uzir conde cedo- i tas nos Totumes quo forem reconbecidas na occa
res os Ilustre senbores o seuboras, qui i so da descarga.
-w
t.PVIIH NUliUlt'l.
VE
%aTCga;5o CosCeira por Vapor
PORT08 DO SUL
Macd, Pencdo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Segu no dia G d
Outubro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
dia 6.
Eiicotnmendas, passag,. s -dinheiro a frote at
as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae$ da Convpanhia Perixambucana
n. 12
CHARMIRS REUIS
Compaahia Francexa de \avcga
ci a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
ste amer Ville de Baha
iV esperado da buropa
n i dia (i de Ou ubro, se-
gumdo depois da indispen
aavel demora para a as si-
Illa. Rio le Janeiro
e Hniiioa.
ttoga-se nos Srs. importadores de carga p -In
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
dina a contar do da descarga das alvareng
quer reclamaQio concemente a volumes, qae po-
ventura fenhain seguido para os portos do sul,afitr
de se podercm dar a tempo as providencia* necea
sarias. %
Expirado o referido praso a compaahia nio s<
responsabilisa por extravos.
Kecebe carga, enconunendas e passageir.* para
'.* quac.i tem excellentes aceomodavocs.
Augusto F. de Oii veira (,
.\t i:\ri:*
42 RIJA D<) COM M E ROIO -42
0 vm austraca B- Keniny
E' esperado do sul uo ia
8 de Ouiu'iro,sogoHd>dc-
p.s da demora neeessari
para
Baha, HimIc Janeiro e Sales
Recebe csrga e cncummendas a frete modiej
tractar com os
AOENTE8
JOHIVSr^N PATER & C
RUADO CO vi MERCK) N. 16
LILOES
CO
1%MIII, Ef NRNMAve
iuis 11 mi ti mtm
LINlA MENSA L
0 paquete Niger
C onimandante Banle
-~g Espera-se da Eu-
fflP -^W.>Cb, /ftll^. Outubro, segin
^^^B Hmora do costnme
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Mosto
Grande leilao
DE MIUDEZAS
Terga-feira, 5 de Ouubro
As 11 h-.ras
NO ARMAZtM DA RA BOM JESS
N. 45
Constando :
De butoes para vestidos, guarnicOs para c-
mieas, palseiras. botoes de cbarao, aunis, alfio: -
tes para gravatas, redes para cabello, resmas j
papel almaco, brincos, pi ca d trancas brancas,
cacolet.6, lapis para marcineiro, correntes Mstas
com escoletas, botoes de lnca, ditos de metal, en-
velupes, rscovas psra snp.ttos, estojos para barba,
pentes, villas, guarnido s para punhos, papel ami-
snde, fitas de l para dcl-rum, deduc para alfais.-
tt's, lapis encarnado com easto e multo, outro
artigos.
O agente Alfredo Guimaraes, antorisado par
urna pessea que acabou cum o seu armazem de
miudezas, fura leilao das mercadorias cima me. -
Clonadas, s qaa 6erao vendidas ao correr j
martello.
T
Leilao
K
XBa movis, jarros, !ooca, qaadr a, vidros, miu-
dezas, perfumaras, ilupjs e ca!;oi muito* ai
tigos.
Terea felra, A do correte
Ao meio dia
A' ra estreita do Rosario n. 24
Lrmbra-se sos senbores passsgeiro. de todas
as elasses que ba lugares reservado, para esta
ag<-ncia, qae podem tomar em qaakraar tuapo.
Previne *e ao ssenhnres recebedores de merea-
a quiaeretn honrar com seus productos, os
seus direitos o
Deveres
1. D.iverili at 15 do dito miz covia-
rcm as amostras do sem ven-lave is pro-
ductos para o dito Ly<:eu.
2." E-a tejos os odj-setosdverXo acom-
paubar o njirio rio autor, ou propriotario
dos mes nos.
3." Ser mpresoiudval em todo c qual-
qu"r objeoto a declara<;ao do preco, e lu-!
q;ar do su fabrica ou deposito.
4." Que os objectos para a Expsito '
devem ser tal tiiial os costuma tazer e
vender.
. Direito
Art. 8 do regiamento da Exposiyo
Aitistico-lndustrial :
Somanto aos" expositores permittido:
Lab lie
Para carga, passagens, encommondas e dinheir.
a frete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste
9-RA DO COMMERCIO-9
COP i >II114 IEBHVVC*.%*
DE
%aTegaco C oslclm oor Vapor
PORTO DO NORTE
Parahyba, Natal, Macan, Alntsor, Ara-
caty, Ccar t Acarahu
0 vapor Ipojuca
Scgae no dia 5 de
Outubro, as 5 horas
ds tarde. Recebe
carga ate o dia 4.
Encornlendas passagena c dnbeiros a frete at
abrir as vitrinas para mostrar aos vibitat.- & 3 hora da tai de di dia da sabida.
tan tes os seus produ tes
A directora conscia de
INDEMNISADOR
Companhia de Seguros
Martimos.....
Terrestres,.- 316:000*00
44- Una do Coiuniereio -
TUesoMia da Fazeaa
De i rd m di Mra. tr iuspector, faco publico,
que pela ordem do TVaoure Ntciookl n. 1931 de
2 de Setembro lido, foi concedido o necessario
endito p.ra pagamento, aos anaixo ass'gnados,
do qiirt se Mies deve de ezercicios lindos.
Bachar I Antonio Luiz de M :llo Vieira,
181 I8>t 187G?'6
Jo^qu.in T-ixeira PeiJto, 1881 1885 5i5*W*l
Bci.to Ferreira da Co.U, 1881 188 1:^X) Ueiievide* de > (gitano Vieira d^ Si'va. 18811885 3'.)t359
Pairea Aielino d C. oris, 1878 1879 19*.08
J.* Tu jrols 1878-187 l'J#*W
Maiioei Faustino d C.mha, 1884-1885 l"-< <)
IMrfK de Carv-.lh & C, 1883 18t o:135000
H. nriiiue D. l'avaies dos 8antos, 1884-
188 2473l0
Thesouraria de Fasenda ds Pernambuco, 2 dd
Outuoro de 1886.O secretario,
Luiz E. Piiih.iro da Cmara.
Santa casa
Na oenetaria du santa casa de misericordia do
n\ii arreadatc-.e por esi.aco de um tres au
es t as aasai aWo alaradas :
!; r'oa a 4% por 20 menaaes.
Id. m id-m n. 4^, 20 idero.
Ditu da Lingueta u 14 1- mu lar, 16*660 dem.
dem dem 2 dito. 15^ dem.
Ka* do Burgos n. '^i dem.
Dita da Madre de Deua n. 10 A, armazem
15*, dem.
dem dem n. 12, 40/1 dem.
Ra da Guia n H>, 16*660 idem.
Dita da BenzalU-velba u. 132, 2- andar, 15*
dem.
Uita da Detencio n. 3 (dentro do qasdro) 10*
idem.
Ivmidem, 8|C00 dem.
Dita do Visconde de Itaparica, n... 2' andar
c snriio, 35* idem.
Dita do Marques de Olinda n. 53, 2- andar
40* id m.
Caes da Alkudega n. 1.
GompaMR Seguro
a Lisboa
AGENTE
Miguel Jos Altes
que imito se es-
foryarao para o laustaso r sultado de8te
-ertaicon tao pro/eitoso o lisoDgeiro a to-
das aa elasses industriaos, aulecipa s-us
devidos agradecirnentoB.
Socretara da Iioperlal Sociedade los
Artistas Mecbani-os e Libe raes, era 18 de
Setembro de 18"<6.
Jos Castor de A, Souza,
1* aecrct irio.
N. 7 RA DO BOM JESS -N.
Negaras inartilssaua leritslws
Ne-ie* ultimo a umea ooiapanhia tata pnsoa
que concede aos Srs. M-gnradis isrscpcode paga
ment de premio em cada .timo aaao, 0 Jtt
i|iiivale ao d -wonto de ctTC=di 15 per osota 6ci
favor dos segurado*.
(OHIMMIll u: si:i.i nos
NORTIIERX
de IjOnilre bordeen
Punirito lliuincelra (Oesentliro INM)
npit.ii OUM-liptO
Fundos accumulados
tteeellts sisisial i
Dj preaiioB contra fi-go
De premios sobre vidas
De juros
3.U0O.OUO
3.134,34
577.H30
191,000
132,000
O AGENTE,
John H- Hoxwell
III % < OHHKIlliniJO \. 1 \l li
(0MPANH1A

Imperial
DE
Slfi l ROS contra FOCO
F.ST: 1803 -
Edificio t mercadorias
Taxat baixa
Prompto pagamento de prejuizo
CAPITAL
As. 16,000:000*000
Agente*
BROWNS & C.
N. 5Ra do CommercioN 5.
PVVlLttAJ
cosiiiMLin
MPKx(A M. & tt.
Grande GoHPailt:a Essestra
DIUIQIDA PELOS HABIS AItTISTA.8
.LiniLU S FALACZOd
Domingo k Outubro
Un is grandes funches!
Sendo urna as i 1/4 horas da Urde o outra aa
SI,2 da noite.
Km ambos os especuculos terii-j exibidos mv
enifi'Cs trtbalbos eqni'Stre e cymi stieos.
Fnurai-n satn samrazas
PUECOS
Camarotes com 5 i niradas 10*000
Cadeiras 2*KX'
Gerae* 1 'JOO
AVISO
Htvcr bonds pra tolas as iinhas.
MARTIMOS
i'ariBc Sieaui avi^alion Conpaii)
STKAITS OF MAUKLLAN LINi
Paquete Galicia
Espera-se dos portoa-
do sul at o dia lid*
Outubroseguindo pa-
ra a Europ depois du
demora do costume.
Este paquete e os que dora
en. diante seguireni locaro em
Plyoioulh, o que facilitar che-
jarem os passageiros com mas
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, e enconunendas, tracta-
aecoin os
AGENTES
WUsob Hom A C, iJuilied
. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Periambiwsiin
n. 12
< otnpanhia llablana le navega,
eio m \'9por
Macai, Villa Mota, r-enedo. Aracaj,
Estancia < Bfthia
0-VAOB
Principe do Gro-Par
Cominandante J. F. Teixeira
E' esperado dos oortor aci
ma at o da 3 de Outubm
e regressar uhta os mes-
mos, depoi* da demora do eos
turne.
Para < aiga, passagens, enconunendas a dinbeiro
. a freto 'racta-se na agencia
7 Ra do Vigario 7
Iloiiiinir s Alves Ma lieus
Leilao
De 2 cavallos proprios para carro
Terca felra. d corren!t*
A'S 11 HORAS
Na Prara do Commeicio
Agente Modesto Baplsta

2 leilao
Da armacao, fazcudas, calcados, movis o
raais pertences da loja da ra da Iro-
peratris n. 52.
Massa fallida de Jacto Francisco Paredes
Porto
Hilara felra. 9 do correrte
A's 11 horas
O agente Martin?, fura leilao pela seguada v_..
por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz espacial do
oinint-reio e em sua presenta, a loja e fasendas
pi-rteocente a massa fallida de Joo Francisco
Paredes Porto, servindo de tase a ofterta di
2:530*000.

Leilao
De cognac, ch'imjanjjp, pa,iel almaco. agua do
Srlts, caixas com Jaran, um varindo sortimenat
de relogio. e objetos de clectro-plate e difio-
rentes movis d escriptorio.
ttuorts ft'lrn O lo correrle
Ageste Plato
No primeiro andar do i-curado da ra do Marque a
de Olinda n. 24, onde teve escriptorio
o Sr. hichxrd Hall.
Lrlao
( ouipic t lira ilelra de *te
sciio a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Ce ara
Commandante o 1.' tenante Ouilherme Pa-
checo
E' esperado dos p.rtiudo
norte ateo dia 4 de Outu-
bro e depois da demora iu-
dispensavel, seguir para
os p'rtoa do sul.
Recebe tautieui earga para Santos, Pelota*
Grande.di nuI, treto modicr.
Para carga, passgens, encommendas valores i
trata-vena a'nci.
l'RAfjA DO CORPO SANTO K9.
MULIULWH1 PACIT
GilMPAHY
0 paquete Trent
E' esperado da Europa no dia
10 do corren te, seguindo
' depois da demora necessa
ria para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro, Santos,
De um balco, nma carteira, uta armario eavidra-
cado, mesas om cavalictes "para fasendas O
prensa de copiar. Urna mobilia de junco, can-
dieiros a gas, jarros para dores, urna mesa els-
tica, nm guarda-Iuuca, urna cama franceza, lou-
5s, cortinados, esp-lbos, garrafas, vidros, um
guarda-comida, 2 cadeiras de bataneo e entres
movis de casa d-- familia.
loara felra* O rio corrale
Ni .obrado da ra do Mrquez de Olinda n. 24.
Agente Pestaa
Leilao
Quarta feira 6 do corrente
.%'.* 11 horas
No armasen? da ra do Vigario n. 12
De Rustro excellente E.3SS ** a moderna, a* quice pelas snas boas .'vali-
dades e melh'ires rendimentos, chsuam attenco
dos Srs. capitalistas.
0 agent* Pestaa, vender livre e desembara-
zadas de qualqner onus e a quetn mais der, as
casas abaixo declaradas.
A importante casa 'terrea sita ron de S. Jo.
o. 74, com 2 janeltes, 1 porta de frente, 2 boas
salas e corredor forrados, 'i quartos grandes, co-
sinba fra, quarto para crad, di'o para appare-
ho e c- zinha s ffrivel em terreno proprio, renden-
pao annualmenfe 4 OiOOQ .'
Urna dita 4 travesaa de S. Jos n 23, com 2
salas, 3 qunrtos, coziuha fra, quarto de appare-
Iho, grande ti-lbeiro, cacimba, b->m qnintaletn ter-
reno proprio, rendenuo annualmnte 3604000.
Urna dita travejada e prompta para s brad^,
sita ra do Coronel Suaeaun* n. 141 (ootr'ora
de H Ttas, onde f i u antig<> tbeatro) magnifico
pouto para i-s'abeleciuicnto de molbadus e mora-
dia para tres familias independen'eraente, ten i >
appareih". oiiintal e cacimba, rendendo annual-
I mente 6(l0;000
Uina dita a ra di Palma n. 11. com 2 salas,
2 quart 3 100.
As tres prime-iras casar, ai-hara-se kbertas por
se estar concluindo as pinturas, pud-ndo os s>.nho-
res pretendentes examinal-HS at o dia do leilao.
Agciitf* Burla ma qtii
-'-
I

Montevideo c Butnos-Ayres
0 paquete Elbe
esperade
do sol no da 11 de
enmate seguin lo
lepois da demora
uece8saria para
S. Vlceate, Lisboa, Vlgo e ou-
thaniptoii
Para passagens, fretes, etc., tract t u os
CONSIGNATARIOS
A dainso ii Howic & t.
Lisboa e Porto
Para os porins cima recebe carga a frete o pa-
tacho portugui-7. Cimnercio : a tratar com Perei-
ra Carneiro 4 C, ra dj Cammoreio n. G.
Quarta feira 6 do cerrenis
A's 11 hora
De casas trrreas na cidaue Olinda todas cm
pcrfeito et-taon, as quacs aebam-se aluiradas.
Ra do Ilustrador n 22
O agente cima auti-rUado levar a leilao as
seguiutes casas terreas : Duas A ra di* Au>pa-
ro i.s. 6 c 2ti em solo proprio, urna dita ra
Nova sob n. 6 cm ulo praprio e mai? um terreno
no lado ; todas estas casas eao cum muitos com-
modos.
. Os Srs. pretendentes podan examina r e nfur-
inar-se com o Sr. Cuudido Guedes Alciforadu, na
ma do Ajube, junto cadeia eu com o agato
Burlamaqoi no Keeife.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 85CX/ no hceco dos Coe-
ibes, junto de S. Goncallo : a tratar na roa da
Impeatris n. 56.
i-'ode-se aos ibaixo Utados, o favor do vir
ou mandarem ra do Marones de Olinda n. 51.
Pedro Siqueira, Alfandega."
Frederico Vicira.
Manocl, do Banco.
O barateiro vende no pateo do Catn: n. 1
copos linos a 2*1800 a duzis.
t
nam


>
Diario 3'iTiMiuiiMi.,.Doiiu'ngd 3 Preilna-se 4r uui U3>- liim para vt-uder lia
raa, dan tu fiador a su conducta ; a tratar na
raa da Ui.iao n 47.
'---------------------------------------------------------------^.
Precisa-s>* de uina ama : trata se ua roa do
Caldeirtiiro d. 39 taverna.___________________
__ Vende be um piano ingle*, d armario, m
imito b tn Hitad", vistn t>-r sido ba pouco concer
tado ; a tratar Da ra Vvlba a. 85.
Alaga so os andar.-s sup-riores do predio n.
5) 4 ra do Imperad.-r, coin eiceilentei* sccommo-
dacSeg para familia : a tratar Cun N. I. Lidstun,-.
rtl du Cou.mtTCO u. 10.
" Alnga se acata terrea em rVberibe de cima,
tarrtsoo de Stepple ; a tratar no becco das Carva
o. 1.
Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
tica de faaendas ; a tralar ra Duque de Ca-
lis o. 43_____________________________________
O profesor Ignacio d Uegn barros Pensoa:
achirado se restibelecido do grave incouiinodo un'
aofreu em eua axde, abrin mn curo de geogra
{Ata, bistnrih, pbi'os >phia e rheturieK, -m casa de
Mi ri-ti 1' neii ra estrella 2- andar, p- lo modic prec<> de ti HJ menaalinrii-
fe, Okda ciencia, pag S adiantadus.
Precisa se dt -ma p- : na ra da Unio n. 54, taverna.
Precisa se de um h nrm que rntenda di
pl otaeee, para tomar cnnta de um siti : a tra-
tar na Turre, no litio, junto de ciij > p rtV, fina
lila a lipha dos bonds.
Alaga se a casa terrea com sota externa,
eso bom estado, un pat- o do Terco n. S : a tra-
tar em Fra da Portas, ru > do Pilar n. 56, taver-
na, depois das 4 h iras da tarde
Na ra do Rangel u. 34, 1- andar, se pre-
cisa de ama mnlber de uieia idade que saiba co-
einhar e fazer o ser vico de casa de familia.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
ienico e Econmico
PARA LAMPARINES
Hyg
APPROVACO DA
ACADEMIA DE
V i i*f) [ftg)
MEDICINA DE PARS
A|IIE
i
_____ O-qunium Labarraque 6 um Vinho eminentemente tnico et feb fugo destinado substituir codas a
ootraa pieparaces de quina. }
O quinium Labarraque contem todos os principios activos dos vinhos mais generosos.
O quinium kabarraque prescripco com vanta^em aos convalcscentes de doencas graves, as parturientes e
a todas aspessas iracas ou debilitadas por uma fil.-c lenca.
Tomado com as vtrdadeiras pilulas de Vallet, sao rpidos effeitos que produz nos casos de Moros*, ane-
mia, cores pa-das.
Em razao da efficecia do Quinium Labarraque, prefcrivel _, ry^P
tomal o em copo de licor, no fim da referi c as pilulas de Vallet antes. _^cCy> &<
Vende-se na mor parte das pharmacias sobe a assignatura :
Fabricaco e atacado : Casa L. FRERE
19, rae Jacob, Paria.
Al
u-i-se
i predio n. 140 ra Imperial, proprio para pb-
' abelecnnento fabril : a 'Talar na ru-i do Gummir-
do n. 34, c Aluga-sc barato
Sua VUcnnde de 6 yanna N. 79
Roa de tviiito Ainam n. 14, lij>.
Sua do Calab 'uco N 4 I ja
O armiizem da rna du C"rniie' Suassuna n. 141
Ba do C.'lab ii?" n 4, 1." andar.
Sua de S. los n- 74.
Ba do Corone! Su.souna n. 50, Io andar.
Casa terrea d* travissa de S Ji.a n. !3.
Ra da Baixa Verde n. 5, sitio c m vin-iro.
Tratb-se na ra do Coarta reio n 5, Io andar
acriptorio de Silva Uuimarilcs &. C.
Al
n^a-se
casa ola. ra L> intranet do Ooine?, em Santo
amaro, tetn agua : a tintar na ra da linpcratriz
.32, 1. anclar.
Alug
a-se
a cea frrea ei'a a trva da Punte de Utlia,
margem do Cspibaiibe, cu ( n Di'idn para
grande familia, sitio rom nrvnr s frucr>fera>-, tud -
Binrado, agua putavel ata'to b a, deposito e ba
nh.irn; nuein pn ti nHer dirja te ao ntw dj Aren
OU no Becife. ra Duque de C-.xias n. 30, pada
ria, que acbur com queui tratar.
Ahijase
por baratitsirro pieg
2o andar do si brdo n. P rna Minz e Barro3.
2o andar do eohrad.i n. 45 i ra do Ap .lo.
Armazem a rna P.dro Atf'Dsn n. 44.
Cara ferr n 70, i rna da S. Jnrt'c.
dem idjm ra do 6-rvasio Pirca n. 137 : a
tratar ioui o Paulino, rna do Impcradur n. -&.
actigo riDniem do Cumpog.
Anta
Precisa-ep de uma ama para casa de ppq'.r na
familia; > tratar i.a ra do Puynid u. 1'.', Pas
kgem da Magda ena.
Ama
MAP-TINS* BASTOS
Pei-namhUvo
NUMERO TELEPHONICO: f-" 39
Agua fli tilla. Extrj-liii'a le flores bra-1
sibira pelo spu fi luido pe i"unu',.sua\ idr
de e euns pripnedi-des beneficas, excede
a tucln que nebie genero tim pp retido de
mais celebre.
Tudco americano. E' a primeira das
prpptragSeB ftMm a cnserv^ bellos. Extingue as csp>B e outras mo-
lestias cepillares, faz nasccr os cab lio,
impede que ubrai'qupya.ii o ten a grande
vaiitegpin de tornar livres de habitantes as
cabreas ios que os usain.
01'O vegetal Completo com vegetal
innocente, pr< parado para au aiiar, for
tficar e dar btio aos ci b< los.
Agua deiiiifrit'ia. tx< lente remedio
centra a carie "os riiniet-, inri i tica 6 g'*n
givi 8 e fnz desappar'-cer > o hlito.
Veml -se as principacs casas dista c
d.-.di- e na fabiica de ticos vigetacs ra
dri Aurora n. I til.
TFI IFflOKE N 33
Tricofero de Barry
Garntese ^uefaz as-
cer ecrescer o cabello anda
nos mais calvos, cura a
tinha c a caspa e removo
todos os impurezas do cas-
co a caben. Positiva-
mente impede o cabella
de cahir on .le embranqne-
cer, e iufalliTelmente o
torna espesso, macio, Iob-
troso e abundante.
Airua Florida de Barry
rrppnrr.do segunda a formula
original nsnila pelo inventor em
S^D. E* o nico i'iorfnme no mun-
do que tm n approvaefio ofHcinl de
um oyerno. Tein duns Texas
nini8frner:i!!piaiincqn'd'iupr oitra
e.'. un o dobro do tenipo. E' uinito
muis rica, suave o deliciosa. E'
mnito mais fino e delicada. E?
mais permonenrp e a^radavel n
lenco. E' Aval rozas ninis refres-
i-out" un lianlio e no qnnito ilocntc. # E' especifico contra n
fiMuxido e debilldnde. jura os
3 cloros de eabeca. os cansa90s e os
larope Je Vida de Rener No. 2.
Ni i ti do Aurora n. 149 se precisa de um::
ama para cosinba e lavar para casa de pequea
farhilm.
Ani.i
Precsa se de ,,ma^f"a "S*! nfl ro*
to Cabug u. 14, 1 anda,; "*'" u f"?;,__
Ama ile Nl
Preeisa-Be de tima tuna de ite. paga-*c bem :
a intorm^r-te, A rna Dieue d>- Caxias n. 5t>, pn
meiro andar, seriptorio.
Pastillias vermilusas
de Bering
o melhor espec-ifie.i contra v riai-s : deposito CPn-
tral em caa de Fria S. brinh i & C, ra do Mar
quez de linda n 41,

Caxaiiir
ANTIS DE 8Xr-0. MIWS DE DBAIr-S.
Cura positivo e radical de todos os formas de
escrfulas, Syphili*, Feridos Escrofulosos,
ATec95es, Cutoneas e a? do Conro Cabel-
ludo com parda do Cabello, e de todas os do-
ncasdo.Snnge, f'igodo, e Itius. Goronte-so
"uritica, enriqaeC? vitoliso o Songue
V10 i renov o systemu in'eiro.
e restour '^^^^^^^^^^^'^^"^^^^
SataoCnia'5 Rent"
Al--
____^irrBerqTi^rfsmi.lii hados a 15 mcnssps'
" ant>> hotel de Casanga, assiro cnw t-mbem
commodns dun coninha e d' pendencias para *-
lia : a tratar na ra Primcirode Marco b. 25 loja
de joias.
triado
Precisa-se de um criado de 14 a 18 annos j a
tratar na ra do Payaaudii. a. 10, Passagem da
Magdalina.__________________
Feitor
i
Precisa-sc ^e nm Mtor portoga**, para traba
hanm um fitio, daiid se ..nteiesec ; no caes du
CornjMibia n. escriptorio
Criado
Precisa se de ura i rindo : t.a ra dj Imperad r
i'. 42, 1- andar. ___________
Criados
Na rus da Ciulni i uo Giin.O ii. 23, precisa-ec
de criades.
Para o Banho, Toilette, Crian
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
+ em todos os periodos.
Deposito em Pernmtiu-o casa de
Fian* seo Mnoel da Silvn & C.
Uhnrio
i
Jc< Antoni O rn ia s)s Vioura paiticipa ao
orp-i rci:il desta araea, OJM cotnjiou ao
Sr. Jos H iit.i I'inti'i S'-i'Slabel'cim-nt. i de fa-
aendas sito ra da Cuele 'En, m cidade (o
Cabo, livre e desembaraza 'o de qualqurr o ni ou
respousabilida'le. Cabo, 1 de Outubro de 1M.
Cos nhr ira
Precisa-se de uma eoaiaactra ; na na de Per
nandes Vieira n 3, jauto a estacaa dos b nde.
C<>sin!\eira
Precisa-te de uma ama que f aiba c siuliar bem :
a listar na ra do Calinga n. 0 A.
Ao comnicmo
Declaramos o enrpo commereml e a qccm in
teresear ii ra. que desdi; o I" da Junho pro.viir.o
pastadodps'iriii-e de n"?sa firma o t'r. Jni joa-
quim de llarros I< bi. qsje tinlii a e-rincia de
noso esta bel. ciicento de mnlhadof, 4 ra do Mr-
quez do Hrrval. Ricife, 1 de urubro de I88 Mansa Trausscs 6t C.
Tetfdea toco ou aosTrrla da pello i
(4)
Usai a mellior inccdio, quca o PEJTORAL
DE CAMUAlA'- c venia comvvosso acrimento
jlesapparcce Veiide-sx na (fregara dos iinicoi
agentes e depositarios geraes n ptovineia, Pran-
isco liaaoel da Silva C, ii :u i do Martraes de
Olinda n. '3.______________
s!6pa para bordar
Tem a loja u. 1 ra do Bario da Vic ora.
Sen phIc eormprio
Comprase A t.brica Apjll) : na ra do Ilopai-
Z\> n. 7'J.
ir
4s IOO:aMlOS400
bu m sMisticO
lS-Rna do Cabug-lt
O abns i pjMgnadr v. n feu n< s scti3 v-n
Inrosos inlho es g.irttiti'os i s pr i i s i
g linte : \
<|.z-na .on. a or* 30:f)000O'
3564 c w a s rftjte 1:0005, t 1008 com a
serta 1:0000000 da S J-rt.- (la 1 nterin
C..n'i i'- aos poasuidorei a vireo rece
bor SCIIi deSCOtlIO hlfUID,
iiri.i es vnturosos billn
Aeliam-s Ve
tPS gir.-.ntidos 'la 4a pirta da 1* lotera d>
pr ivincia en b ir Rea da Santa 0 M ii-
Mgci-ci r lia do RWtfr que su (Xirabira
quinta filfa 7 de Outubro.
IVTMS
I Vi-'simo 10000
Nendo <|iiaall<1n(le Nii|>crir
;i f-4t: A dez ru. ^SOOO
Jmiuun Pires du (Ufar
NA EXP0S1CA0 UNIVERSAL :DE 1B78
YINH0 de CATtLLON
de OLYCrniNA o QUINA
Onuh r/i!ikn*i l> "tuinti' pre^cnpCo
I -Doros'b-st unaijo.I,angor. Anemia
D:rbati3, ConsumppSo, l obres,
ConvalesconQa. Rezul'adcs dospr.rtos, elr. H
O mvmw viulio 'm fe rft. VINtlO FER USIKOSO D: J
CAT.LL. re,'i'iiLT*lor \>r iMi-ellenCM ,Jo ki-i/ : : r. j
e Je:'*ori r f 12 i ilutar r. o.-r.i \Hr tdm a
HBllrlIllJI e U!.l Ol
'. rji St;nl-Vincen! > Pa-,1. I m Pcrafiinos
mne- M. fcUC-.>?**> l'V-.nm.
imiiiii:u'aiililiai
s
Molestias das Creanpas
XAROPE DE BABAOIODADO
de GRIMAULT e Ca. Pharmaceuticos
Approvado pela Junta d'Eyglene do Rio-de-Janeiro.
Este Xarope que, pela sua reconhecida eflleania, figura na Pbarmacopa francesa
l'Edifo^ de 1884!, goza da mellior reputi(;a > entre os mdicos do huios os par/es.
Subslite o oleo de ligado de bucalhao pela iutelcronte cotnhmuco intima do indo com
O sueco de plantas anliscoibuticas, como o rgriao, o rabfto i a coch'earia, bem
conhecidas na medicai'ao dos adultos <; das >'<'< m as pelo iudoe o enxofie que ellas
conten. Este xarope convain as ceeatiQas piliasia, fs*aeaa, setn nppetite. pre im-
postas a certas molestias, como a oxagrch as orostna do leit". o enro rjitarr ento
das glndulas do pesecco. que dfs:ippnrr<*ciii debaixo da stio mo&n
Essensialmenfe depurutlvo n inolTeiisivo. na- oio lurotn i i
o lodureto de ferro, mus ootito estes en
debis c para coiiihater a tiritca. as to-r> s t
os mos humores, as molestias <.la .. ,
(lO iU|fU'- ---------------------
r-^OStfo f>m PA^TS R ''
u
FERRO GIRARD
Approvado pela Academia de Medicina de Pariz.
Approvado pela Juncta Central de Hygiene publica do Brazil.
0 Professor Hrard encarresrado do Relatorio Academia demonstrou que
fcilmente acceito pelos doentes, bem tolerado peto estomago, restaura as
forcas e cura a chloro-anemia; que o que distingue particularmente este
novo salde ferro, que nao cansa priso de ventre a qual combate, e elevn-
dose a dse, obtm-se dejecebes numerosas.
O FERRO GIRARD cura anemia, cores paludas, caimbras de estomago,
empobrecimento do sangue; forlilicu os temperamentos fracos, excita o
appetite, regulariza as regras o. combate a esterilidade.
Deposito em Pariz, 8, ra Vivienne e an r'::::::;e: Dnoriai e Pharraaciss
ni \rmiM-w^^-m-B^sns^-&HK-wiM-$rig~xi*-&
CS*eei rnplla e errta pelo
de-
ao JDoutor ^vxjidisoiv
da Cblorose, Anooua, to-'as as Molestias do Syoiurri nervoso, meamo as
mal reboldea, Molestias bionica* dos Puim5e. etc.. to.
Al roaloru iIlaatrA>.0M medican tm atietado o peder curativo doste mudicameato a deol&ram-u'o
o pnmeiro e o mus enenneo dos reconslAutntes.
O FRASCO : S FRANCOS !U FBANOA| S?
Todo frasco que nao trnuxtr a lurea de Fabrica registrada e estsisnatwa^^^tilai Fabricante
dova sar ngoi osamenta recusado. r^~^ ^ deste
Producto
PAUI3, Pharmacia GJU.tSt, rna Socheobonart, 38.
lie icsito era Pemambuco : FRaN" M. da
TI
JILVA i C.
Cuidado rom rs Falsifcace*.
KMeJ
14
AGUA de
dos Carmelitas
BOY
PARS, 14,
I Contra 9 Apoplexia. o CU .lera, o Enjo do mar, o- Flatos, as Cclicaa, Indi-
| gestaas, a Febre amarella, etc. ter o prospecto no qual vai envolvido cad i vidro.
De-ae exigir o lctroiro branco o preto, em loios os vldros,
seja qual fi5r (i Inmanho, cuino lamiiem a asri'jnatirra :
Depsitos em todas ag Pharmacias das Amaneas.
Unioo Sucoossor dos Cai'melito.s |
Ra de PAbbave, 14. I=A.I^IS
JJEDALHA DE HONRA
0 OLEO CHEVRIEB
4 deihitectado pelo Alcitrio,
tmeo fl btltim'co. o Qutfnuito
augment s croprledioes do
leo.
0 OLEO de FIGACO
DE BACALAO Ftn.it Cn0i0
4 a irftVt prepftr*o nuo ptrm:t!e
atmti*tr$r o Ferro tem pro-
uar Pr's3o de Ventre, nam
Itjcommo.io.
BIP6SIT0 j-"l a MB
21 ,ii di rjni',-llom-rtrt, 21
.8RANCOorRO
'Mwn.
'' 'K'kI Ordtm
^^
DIPLOMA DE HONRA]
beceitado roa todas a *
Celetriclalcs Medicas |
DA FKA E DA El ROPA
KOLESTIfls"llO PEITO,
' AFFEugOES escrofulosas I
CHLOROSiS,
NEWiA, 0E3IDADE,
TSICA PLBiUNAR,
BROt..HITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
DKPOSITOS KM TOn\S \= PRINnil>.VE l'HARMACIAS DO BRAZIL
CAPSULAS
athey-Oaylus
Preparadas pelo DOTOR CLIN PrGmio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com nttolttcrw deljaito de Gluten n3o ratit;5o nunca
o estomago e sao recommenduda* pelos Pi ufessores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Pars, Londres e New-Ycrk, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, o Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgaos genilo urinarios.
,,. J Uma explicaco detalhada acompanha cada Frasco.
Exigir o Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & C', de PARS,
que se achilo em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.

'ello
fnmmt. 9 y. UtiW $Jt S^'y Wliliillta f.-uku.
AO CH'-ORHYDRO-f WOSPHATC- DE CAL
O ml poderoso i rjJonetttulnty d'jia-.'Y.;^ IftU o Miicos.da Coropa I
;'ivi caitos un uiiii* *: im
Frcuutza eeral, Anem, Ci\vww. rsasnsv ;:;-c^., ja,roruUit, RacMtumo, Dmncas II
tes ossos, cresar.itiCe HffcH uus citarizas. FlUtlO. DfSpt/SUM. Ja
irii. COIRR. ,_rs~.^l, ruJ*CBMSa-BSM. tfftitn isi '-ineijtet Fhsrieacjai.____ m

SAUDE PARA TODOS.
\MGii E N TO MCti!kCMJm
' 0 nentento de liolloway um remedio infklhSrel pai.i o males de perna e do peito tambera fv ra |
1 es feridns antigs chagas e ulceras. E famoo pira a got e o rheumatismo e para toi-s as enfermi-
dades de peito ns se recenhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as plandalas e rodas as molestias da pelle no tecm semelhante e para os membros
cotitiahidos e juncturas recias, obra como por encanto.

fe, meiemas fo preparadas somcnic no Esiabele.:imti.to do Professor IIolloway,
7, NEW 0XF0ED SThET (sntei 33, Oxford Strest), LONDRES,
E vendeme em todas as pharmaci: s do univer x
iirO erratorade-rts so convidado, rwpeitosaraenle a examinar rtulos de
direccao, 533, Oxfcid ?i"t. st raluficas-i.
cada caia e Pote, se nio teem
d
ESPLENDIDORESTAUKANT
Este iifreciitato rttaMpcimento, ulttaamcnte lliorado, est r-m condioSe:
de servir no inaa exigente lio*p que t.iu magnifica sajas, qoarte, baobab*
a r-stitiraut, cncontriuido-se n'ei, alm das rois exquisitas iguarias, a grande nov>
Ostra;, cheias jorlugneza
(nica casa que as prcpnrs) em todni as qusrtaB o s.-xtss-teiras, de 11 1 r
iiLl Cm (linti-.
P R K q O S RESUM1DI3? M O S
A sctusl ge.rem.in do 8r. IZID0RO ALVES PITi,.w.
Ra da latirede Deitsn. 3, junio Alfandega
f ai m
UAILIZ
. hI00:00IMI0
-raeja da Independen-
cia ns. .37 e 39
O abaixo assignado vendeu da la parte
i!h 1* lotera ^xtrs.hila boje, 3" do frren-
te, os Si-gniutes premi >s : du 3 rOO'^ <'m o
n. 8280 e outra .lo iOO'.o.son 15584.
A< han se vcndn os felizcg bilhet"t
garantidos da 4a purte da Ia lotera s
benfica" da SantH Osa de Misericordia
do Re ife, que se excr<.hir a 7 do raez
vindouro.
Precos
De c^da vigeasim 1$ 00
Em pnryAo de J00;5 para cima 900
Autyji.ln Augusto lia HoSfO' Fortu
5
5
o
c
!
t PILLAS do Dr GRMP1*
de I0DVRET0 de FPH0 e de QUiMd \
TRINTA INNOS tfft bom xito tem demtrs*t tuto
ffflcacia ii c<>'ey.:>v* d'esia Pilulas,qaeucw B
to>ot m uemmmi ,r*xu.'i para J -~j*i**~aio i t ttVhC.
Polas aiiAri prnpiitMlavdM tnica* o >mpa~nJif**,
o soDtnt&To as^EBac di QimBrt'A
Coro t UstoiriQO nhmros* f (tema
p,-(la r.f upoeiiis
Cuta "CrofxtirP'imntP co Sanaca ii
ffecc'jsf ascfofuloaas, eU \
VffsUt* S-al: a, fM 6 6-;s;!l-S4':.-GrTia:!, Fi33 j;
Mra<*Mo t yrtAK- a <*.* silv *,
Ci S5lTs ti&SIr? ^?V>r5 "irviie?
. .- fiT^'i ' .....
Antonio Andinos d Siha
Mari Francisca Antunes, sctis fillio?, Dr. Joiia
Antnn-s de Ar. njii Fintii-ir" (nuseiiti-;, Th'-u-?
Antunes, Aiin Antums. J's Arrrnio de Amuj-i
1'mheiM Maimc-I Jote I iuentt-l, iitfridtci in a tu-
da f.s pcsi'iis de sua aimsiid- que ae <]gii*ram
iici niraiihiir ao cniiteriu os reatas m rtai-s lie stu
prosado < sposo, pni e so^iro e de n. v.i aa eonvi-
dmn a ouviri'Bi aa missas que se deven ci I brar
por stia a!mx. tegtinriti-feira 4 do ntrente, as S
hor8 du miinlia. un matriz di ta ciliado, stimo |
dni de seu fiillecin.oiito.
C'diul d K-nr:o Santo do Pao d'Albo, 1 de
Outubro e lfcHti
Purgante as Familias.
Pnpuia fdo Dr.J.C AYCrtsCU. tc"Mu>Iu>
il i II S3!!
A I00:00IISIIII0
23na PrimcJro de larga13
O* abaixo ;.ssigradoa tendo vendido tlOS
8-ns .'ifc.rtunadus billi-t-s garanti 'os os n.8.
21,527 cora a sorte de 10J-.00' -S, 22,100
cora I0:i 005 2> 15,606
cora 2:i 1OO6. 23,822 co* L':'00j, 2,050
com 2:0005, 8-042 cora 1:0000,14 920
coro 1:00">. 23,483 cora 1:0 05, 7,496
cora 1.000$, 15,741 com W, 16,747
com 5iHJ-5. -3,'2 ora 5000, o,221 cora
5000, 2,561 ei. 5000, 6,749 16,697 com <'<).>, 3,191 com OO0, 9,199
com t>OO0, 7,23 com 5000, da 3.a parte
c'a 1 a lotera Santa Casa, que se acabou
de oxtrahir, ernvida o- possuidorea a vi-
re m receber intigraleiente.
Ach.tn sei xp .-tosa n'la os afortunados
bhetcs grantid'8 -la 4.a parte da Ia lo-
tera a b< n ti.io da Santa Casa de Miseri-
cordia do R'-cife, cue se extrobir quinta-
feira 7 do c rrente.
n
1 vig ssiir.o 1 000
Ksa lort-m <5e SOSt.i ;; nima
1 vige8Scno 0000
Mnr'ivs Finru & C.
w
y
Di. Jcfl'i An unes de Arau]o Pinbciro (aufcnte),
"aefe.-.-*:-, Zs.-tzri & C. e Jos Maris Palmeir do
Krcitss, irn.nr'aa resnr mi?sas n-i rm-triz da Boa-
Vista, &a 7 1 ors da iDacih le 4 de Outubro, ?or
la. d< seu presado pai e ainicr", Antonio Antu
res da Silva, fai!. eidu nj dia '1 do cirrente, us
(linde -"c P:-i d'Alh .
Acaljarao-so a3 Ccs
o::i in tu i or ao3 Cabritos e a Jurbfl
a Cor ntiint..;
ES D G3S A1! caeos sea Lmfn i n P B
33 ANNOS DE EaiTO
E. SALLES f:!s; J. HONECHETTI. successor
Fer'i^.ii'-S-C'aiaico, ?3, aa T ricn, PAHIZ
CUieem.ee tni i ia ja ewlavpeee Ferairams o Oroirf*t
I*
l>S>
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
duatinn (nuaiic. de Sonsa
l'llIUllttl
Os fillios, netos e >isiieios da finida Justina
ConstHDi-a de euia Pimen*el, agradecen ac que
acompanharam-n o cemiterio publico, e convi-
dam aos mesinca e tambein a seus prenles cumi-
ros para iiesistirem a miesas d.isetimc da do uu
fall-cimento, que si-rSo celebradas no dia 4 do
co-reiife s 1 horas das minha, na igreja de N-
8. do Terco. As pessoas ucitna i^enciimadas a -
tciipam-sc desde j agradecidus a s que se dig-
nnr m d HQfl.pil
7.
S^t
4
s
O Remedio mais efficaz e
SS Seguro que se t:ni tfescoberto ate
43 fto/e para expe /ir os en trigas.
I.00.IAY0L HIERES
vf
relenle Jurpimlnio B- da S,
Cuullnbo
Alguns ainig)s, upieeiadoies fio mrito do te-
nente Jucuodin maiidum ctlebrar pelo deeeanaa
Je sua alma, uma m:ss e memento na eapella d..
cm.iterio publico desta cidsde, s 0 l| botas da
mniib do dia 8 do torrente, trigsimo do seu
pafs.meiito ; e para aB acto de reliuiao c cin
lade, convidnm os songos pan ntes do finado ; e
desde ii agradecen a todss qp eoaeonarCM a
itferido acto. Pao d'Alh 1- ueOuiubnde 188G.
A commissAo enearrtgada,
Alfrca Jaiisen QoBe>lvea Ferro ra.
Manoel Mari d Cius Pequeo.
Jote Dirceu l'adilha.
I
Migncl Perelrn UirnIJeM
Prsncisia C-ndida Gimld'-s, Man e! HogoliaO
Pcieira raldea, Fruncir i Capitona (airaldet,
I-abel Cirolina Girnld-9 do Almeid, Joto Sabino
l'erclrs (Jiraldes eaeni liliioi, Anna Le-ibiaa ei-
iraldes e Frincis.-o de Paula K dngnes de
Aimnida agradeofa do intimo d alma todas as
p-ssois que 8h digiinrinn aOompaail ra' sua
ultima morada o restos incrtaes de rea muito pro
do rido, pat, aiesigro; e de royo convi-
dam a tod is oa sai pirentes c am gos e aos do
finad., para assistirem as mics-is que por sua al
ra serJo celebradas na mitriz da Oa Vista, as
7 1|2 h ira da inanh do dia 4 do enrrente, stimo
do seu passamento, D*r> quedi-sie ji se cor.fea
fam eternuirente !igra'l- cd
Jn Joaqun* Hini Fernantlcii
Alberto Uims Feruaades o s us irin&oa mandar
resar par alma de seo presado pai, Jut Joaquii
Dias Fernn s, missas na igrej da Vladredt
eu, s 7 112 hor s da manh do dia 4 do cor-
rente, 1- iniuivirsario do sei fallecimento, o der-
de j ugradeceui a sous pareuies o peesoas de eua
amizade osu c. mparevimeut-i a este acto reli
i IW- _. _.._ ,._^_^__________________
Tintar 11 UMa
PAR A TIN GIR A
Barba eos cabellos
si i tintara tinge a barba e os cab' 11-8 instan-
tanoiretnte, dand.;-lbi s uma bonita cor pretao-
aatatal, inofensiva, o seu so simples o mnito
rpido. Vnnde-eo na botica Imnala e dn garia
de R-uqtiHyrol Fr-res, succ. s-s >res de A. ( aors,
ra do Bom .lesos (amiga da Cruz) n. 22.
Mossor c3I<*.co
O biate Aurora 2 sabe com brevidade jara os
p Tto sennn, e p ra o resto di cariegamento se
trata com o mestre a borlo, no caes do Luyo.
faxciro
Prec'ss se de um cxixeiio de 12 a 16 annos
ua refiuacji* du Varadotiro, en Olinda.
mm
Aloga seo 1- andar ra da Roda n. 17, lim-
po e com ten ir s comm idos ; a tratar no largo do
Mere ido n. 12,
SUSPENSORIO miLLERET
Basta, ta llgUaras dsnaixa daseons.l
Para evitar as falei/lcaeem, I
exigii afirma ttoimnitor, c'iimpodsl
i c irin suspensorio.
FHDAS DE TOBOS 03 STSTEMASI
MCIAS PARA VARIZCS
BJIUERET.LEGOIIDEC, tSSBBSr.rtTt, 4S, r. J.-J. RWtSsMJ
r.E.ISIIMI.0
&
* .
T%
Cotnnsendador Antonio Jos
iiniliisnei fe onza
Maria Joanna Finx. de Sonsa manda resar
cissis por alma do sen muito presado esposo, An-
tonio Jos liodrighes de Kouza, na ordem terceiVa
de N. S. do Ca-rao, o da 0 do eorrente, tri-
gsimo dia de sea fvltctimento, 8 boraa de
m*tha ______


ea

i
a
I
!


biari de Penimliiii*Domingo 3 *te Outuhro

pimo de bii\
de SXV 4X9 e SX' ; venJe a,, na s- rraria a va-
por ,ie Ciu.aco da Silva, cae* Vinte Duu* de No
vetnbro p. b._____________^_______
'itiiilimili'iiBiilu aitm
Tuiueui aula
Trullos para enjillios
WAGON8 PaRA canna
Locomotivas
ach'i'lni5 roaipleto para eo
gento de I-do o f anaauhos
tyaletna ap-rteicoado
yec/casSea e prego no escriptorio dos
a y tutes
Browns ife C.
M. Hoa do Commercio
N. b MmdoanmaB di C leu. eih .lugoade
cor .mj>lMiieiiU>eueces*aT"e agricultura, c- un
aalm machinas para desear- Car algodio, mei
ohiM para cal, trigo, rroz e inilb.-.; eerea d fer
ro gaivanisado exeell- nte e mdico em prec, pe*
coa nenhuiua pode trepai-a, nem auimal que-
hcat a-__________________________
Pinho resina
da 3X7 ai 3X1-2.
riiihii branco ( de 3X7 at 3X1-2.
Cimento inglez
VENDE F*nse a IrmSofl di c.
ari|iiisi(,io
Para sjncn quirr (anbar dlnhelre
N'uma das principa-a .una d. a' cidade, neg
cia se urna pdm ia c- m tda as pertencas e ero
perfeitu estado de c nservacito : a tratar na praca
do Conde d'Eu u. IS.
Precisas' de um
do IflMMl 17.
Biirbeiro
ffieial de barbeiro
Bcservalivo da erysipella
E
PELO DR.
H, de S. Cavalcante
t Para curar a erysi e la e iio dir sen reap
aareciim-nto curar rbeumatisuio do peito e a Va-
lO'M OU bf X'giS.
2* Para fita da menstruacio, para favorecer o
trai-lh > do parto, a sahii'.i das eecundinas, lazer
apprecer secn-co de leile, e loebios sapprimidos.
Estes remedios encontram-se em frascos de 4
grauiin*s, cum rtulos, rubrica tnannscrtpta do
Autor, e acoo-p libados p >r prjectos.
DEOSiTO MCO
Utrarla erunomlra, ra do Crmpo
'limero S
Hotel do C.ibo
Firmino Varejio, tendo assumido no da 26 de
Setembro a gerencia deete estabelecimento, cha
ka a atfencao do respeitavcl publ-cn e particular
atente de sms amigos e freKn.-z^s, aja* desta em
diante nciitrarao sempre boa mesa, boas bebi-
das, boi-z commodoa para familias, banh s, bilha-
res e outrns muitos dien mes jocos, e que a todo
ms reoae boa ordei, uiuit. limpesa, reapeito,
ainceridade, e prec ao alcance de todos.
Contestar, perder lempo e pa-
lam
A caa que ti-m m*ior e melbor sortimento de
meias de s- da, fio da Esenssia e de aigodic, de
cons, a de Pedrosa C, roa da Baro da
Victoria n. 41 "s prc'-s agradara
Alte nc. o
Aluga-re orna boa aasa n rna cora agua e ga,
caiada e 3in'ada de novo, e rom bastamos cin-
inodoe paia familia, ierto d s hanbos salgados r
atacoVe, i-'ta em Oinia, rus 27 de aueiro ; a
tratar no la'go do Corpo Santo n. 17, 3- a->daT.
jj^^Jardim das plantas
MONDEGO N. 80
Pretendendo se acab r c in as plantas que esta-
. m Vasos uVste j.,r Jim, vind-m-se os sap-'tiseirns.
muito grandes, e dando fruc- a 2iU"0, ln
geiras. muit>> grandes, para enx^rtar, u 6*(I0(> ^
duna, e sapotiseiros mais pt-queo-i por barate
prerjo.
GMULSA6
SCOTT
1>E OLEO HUBO DE
Fiff.ido de Wacallio
COM
llypo|ihosphitos de cal e soda
%pprova glene e aniorKada pelo
goveroo
E* o melhr-r rem du- ai h je dmcohe'to para a
111.IC lironelille. oiiIiiiIum. ra
ihli'n.Miiemla. el>tl.! ilraua, luKur ciirnaica e affi-rre
-u> iieiio da uMiuHi.li>.
E' multo sup-rii'r au ol o simples de figado di
aealho, porque, alm de ter eh iro e sabor agr
Camisas n.iciiin.cs
A SMO0. a*4NN e S4500
32^.- L ja rila da hi-peratriz 82
Vende-si- inste novo eSlar-elerilDento um gran
de Boriiii- uto de camisas brancas, tanto de ahei
turas e pjuhos de iinho como de alg"dSo, pelo
lamt.-s pnvo de M*', 3 p 44, sendo tasi-nd
milito oii-lhur da qir s que veem do estrangeiro
aiuito mais hem f- itus, p-.r serem cortadas poi
od b ia artisra, eapi-cialm-nfe camiseiro, tmiib-u
e mauda faaer p >r eueoiiiiin'iidas, a v -ntade dot
trvgucses : na nova toja da ra da imperatris n
3 de Ferreira da Silva.
Ao 32
Nova loja de, faze"
as
. Rna da liupe = 3
DE
FERREIRA DA ha^VA
/ Neste novo i atabal' cimento eni-ontrar o re
p dtavel publico um variado sortimento de tasen
las de fo'i s as qualidades, que se vana p->-
recx baratissimos, assim cano um bom s -rti
ni- nr-- de r npas pura h-mn-ns, e tammu se mal-
la taier por encounneudas, p r ter um bom mes
're altaiate e cmpleto sortimento de pannos fiqot
caseiniras e brius, etc.
lavis, iiossue todas as virtudes medicinaes e nu
ntivas 0o ole, alm das propriedades t-oicas
ec<-nstumnt< s ds hypopboapbiios. A' veuda na>
rugaras e boticas.
Deposito em Pernambnco__________
Fabrica axias
Marca Heglstrada
Para prevnir a ignorancia Je alguna Srs. fabri
can'es de cigarros que fraudul-nt mente esuo
usando do emblema de nossa fabrica, abaixo pu-
biieamoso theor di- registrado do referido embl-ma
t- ito na meretissima Junta Commercial d'osta
cidade, protestando proceder criminalmente contra
quemqner que procure oVhe tater uso.
estalra
N. 197. A presente marca por mira rubricada
enntendo a denominara Carias, composta de duae
maoa apertando-se, de que usam Aaevedo & C.
firma commercial d'esta prac<, composta dos com
merciantes Marcelino Goucalves le Azevedo e
Antonio Lms da Silva Braudao, domiciliados
n'esta praca, para distinguir oj cigarr->a de seu
commercio a ra do Forte ns. 3, E> e 7 e deposito a
rna Duque de Caxias n. 68, foi apresetada s
egistro as 11 horas da inanba do dia 2 d<> corren te
registrada n'esia darta em enmprimento dos
despachos de 9 e 16 do errente. E para cuui-
prir pt-ceito da l>i fiz esta verba igual do
regnstro n. 197. Pagou 2(> O de oois pareceres
fist-aes.
Secretaria da* Junta Commercial da cidade d>-
Becife, 16 de Setembro de 18 ti.
O Secretario Julio Guimares.
Becife, 20 de Setembro de 1886.
Atevedo de]C.
as-
a
viu
10*K.
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31X
16(>
laUf
VENDAS
(ratilica-se
a quem entregar no 2' an> a: do predio n. 19
ra las Trinch iras, tres chaves de cofre, sendo
duas menores e ama ma.nr, as qi.aes fnram perdi-
das na mesina ra na D< ite d- 25 do correte
Compra-se
tamarindo ; na pbarmacia ra larga do Rosario
omero 34.
Ao Publico
.ic-ivc i a de anas e criad**,
ra d s Flores n 1 (porta
larga).
arca
Registrada
Cal tirgem de Juguaribe
A lirio se ra do Bom Jess o. 23,
ana armazem onde ae vende constantemen-
te a supi-rior cal virgen de Jagaarioe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
rem do estrangeiro, vendida pelo preco
fixo de 6(5000 a b rrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprictariu do engenho
Jaguiiribe, cujas pedreir* Ihe d o oras
E' encarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr Sebastiao Beserra,
com escriptorio rna di Bom Jess n. 23.
Cap
m^a
K
Bina de Joaqulm \aburo as. O
Em 1 de Outubro ha para ala^ar-se um quarto
nde v indepeodente, contortavelmente iiiobilia
-* a tratar no me-mo.
"1 ---------- "
E coi as enancas
83o os mais eagra^adinhte que tm vindo a
te inercdo, oe Vi stunrioe de Casemira a de Orion
Be receberam Pedrosa tu, 4 ra do Bario da
factora n. 41 : Peariuho, J.^uioh, Quincas,
Quioqo:m, Ko, Nosiubo, Zumba, Zumbiuba, Ne
90, Ntquinbo e Anti-ombo, veoham todos muni-
resa-se '' s ricos e el- gantes vestuarios, e o que
aiais ii lu- sao os precos commodos, peles quaes
te eainvciideudo, rna do Bario da Victoria
Eerj 41.
fe
\oivos e noivas
Encontrarlo sempre na Graciosa, i ra do Cr'8
po n. 7, urna vanada colleccao de -ibject-is pro-
prioa para casamento, como icjam :
Capellas c m v s, de bi a 25*0(10.
Gnn.lii.3 de floreB de larang^ira i5(e 64.
uigas de seda hra ca a 1 e 2a' 00.
Luvas de pellica branca para scnbora a 2^500
o par
Ditas de dita para homem a 34 o par.
Meias ab- rtas de fio de Eacoasia para senbora a
24(100 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 8^000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para bomem
a 1*600
Legues brancos d- setim, de 6*, HU e 15*000.
travatas bramas de cambraia a 800 rs.
Ditas ditas com !c a 140(10.
Ditas de aetim branco a 14500.
_________Pilarle C.__________
A HevoluQo
M...
A' ra Duque de Caxias, resol vu a Tender
os seguint'-s artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Hetins damass a 360 rs. o c-vado.
Gorgorinaa de listnobas a 360 rs. o covado.
Las com listrinbaa a K40 ra. o Cuvado.
Kustoi s de cores a 320 rs. o cavado.
Merinos de cores a 9u0ra, 1*000 e 14200 o co-
vado
Merinos pretos a 14200, 14400, 1460, 14800 e
V4'00 o vado.
Vellndilboa lisos e lavradoa a 14000 e 14200 o
covado.
Palha de aeda a 800 ra. o covado.
Cachemira bordada de aeda a 14500 i. co-
rad].
Lis escosaesaa a 500 rs. o covado.
Cambraia ci-m aalpicos a 64 rs a pega.
Chitas s 'uras e claras a 240 rs. > covado.
Linbos escusseres a 240 rs. O covado.
Lis com bolinhas a 640 e 500 rs. o cavado.
Gaze com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Linn com aalpicoa a 500 rs. o covado.
Giosdcnaples pretos a 14800, 24000 e 24500 o
covado.
Z- pin ros listrados a 200 rs. o covado.
Cretuncs fiaos a 320, 360, 400 e 440 re. o co-
vado.
Setinetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
Fustio branca a 328, 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o covado.
Setinetas lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 600 rs. o covado.
Flanella de cor a 40 rs o covad j.
Flaneila branca a 400 e 14000 o covad*.
Chapeos de sol de corea para sinbor-i a 74500
um.
Chales de casemira finos a 94000 um.
Fechs de a 24000, 34000, 44000, 54000
e 64000 nai.
Tao- te- para janella. piano, sof e cama a 44.
4<> 0, 7400O, 84UOO e 2440)O um.
Esguiio smarello e pardo o 500 ra. 0 covado.
Casacos de laia I i III um.
Lenooea brancos a 148i*0 um.
Brim prateado a 60U ra. o evado.
Timo, s para meninos de 4 a 5 annoe a 54000
um.
Lencos a 24000 rs. a doria.
Colchas brancas a 148(XI urna.
Setius ma-Ao de cotes 800, 14200, 14400,14600
e 24000 o covado.
Setiuetas bran-'as a 500 e 560 rs. o covado
Cortinados bord. dos a 74000, 94000 e 164000 o
Kaa da laperairli
Loja de Prreira da rttfoa
Neste estbelo: i ment vende-se as roupas aba
11. mencionadas, que sao ba* as
Palitots pretos de oiagonaes a
acolchoados, sen..o tazenaas muiuo en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cordio muito,
bem teitos e torrados
Ditos de dita, faaenda muito melbor
I)i;os de flanella aaul sendo inglesa ver-
dad- -ira, e forrados .
(Jaivas de gorgorito preto, acolchoado,
sendo fus- nda muif ene rpa-la
Dito* de casemia de cores, sendo muito
bem f.-itas
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem t'eita*
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 24, 24500 e
("croulas de gr<-{ruellas para homena,
sendo minto bem teitas a 14*20(1 e
Coll'tinlioh de greguella muito I em feitoa
Assim comi> um bom sortimento de lencos >
l'nhu e de alK-dao, meias cruaa e cnllarinbws, eb
to na loja oa 11 da Imperatris n 3*a
Aea. aetloeaa e iiniubas a &O
ra. o covado
Na loja da rna da luip-iairir n. 32, vende-i
um grande sortimento de istdes brancos a 60.
rs. o covado, laxiubas lavradas de turta-coret
fe senda bonita para vestidos a 500 r. o covadi
e setiuetas lisas muito largas, tendo de todas a-
cor- s, a 500 s. covado. pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
tlKiidiioiinho francs para lencn
a OOOra.. Il e litoo
Na l.*r|a da ra da Imperatris u. '<, vende-*
snneriores algalaosinbos fraucetea com 8. 9 e 1
palmos de largura, proprios para leucoes de ui
oO panno pelo barato preco de "^Kl rs e 14<>00
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1428H, a>
sim como superi. -r bramante de quatro largor
para leucoes, a 14500 o metro, barato na loj;
j Pereira da Silva.
Ronpa para meninos
A 4*. 4*600 e 6*
Na nova loja da ra da Imperatris n. 32,
vende um variado sortimento de vestjarioa pr.
pnos para meninos, sendo de palitosinho e cale-
ha curta, feitos de brim pardo, a 44(MiO, dito
de moleequim a 4450C e dito* de gorgorito preu
-uiitando casemira, a 64, sao muito barate* ; n>
oja do Pereira da Silva.
WHISKY
HYAL BLEND oiarca V lADO
Este eiceliente Whisky Sseess-a pretenv
t ODgnau ou a^uardeu.e de cauua, para tortific
corpo.
Vendese a retaibo nos a, Iberes armasen
olhados.
Pede KDYAL BLKND marca VlADOcujoo
oe e emblema ao registrados para todo o Brasi
BKdVVNS v (j, agentes
Novas ls.nhas
A S0 e -too res o corado
Acthain de cheg.,r para a loj 1 da roa da Im-
peratris n 32, um i'rnniii' e bonito sortimento de
is libas de c res pa.a vestid- s, sendo f .senda de
i-ij't.-i phautasia, com cons claras e escuras, e li-
quidam se a 320 e 4IX) eis o covado, por haver
grande porci" na loja .le P. reir d:, Si'va.
Malva sia
Vnho pro;irii para senhoras
Em harria e a relalh<> : P.fas Meudes & C,
|U cstrei'a do liosa lio O. 9.
Teeiilns de lindo
A OO ra. o corado
Na loja da ra da Iup r-mi n. 34, vende se
um bonita sortimento de tazendns de uuhj para
vestidos, endo largura de. chita fr.nnza, cmn
i uito bonitas cor-, s e palmmhas bordads, p
bincha a 500 res o covado, na lija oe P reir da
Mlva.
Caliriolet e victoria
Vende-se um eabriolet e urna vict ir-a em p>r-
feito estado de con.-ei vaca- e por pr co m-dico :
na cocheara n. 16 i ra do Duque de Caxias.
Burros
Vende le burros ; a tratar
enmpaubia do Beberibe, 6 ra
mero 71.
no escriptorio d*
do Impera tur nu
A' Florida
Ra Duque de < asas n IOS
Chama le a atn-ncio das Extnas. familias para
os pr eos seguiitea :
Luvas de seda preta a 14500 o par.
Ciatos a 14500
i'unhos e collariuhos da cores para bomem a
1400o.
dem para senhora a 145o0.
Grampos invisiveis a 60 rs. o maaao.
Luvas de seda cor granada a 24, 24500 e 34
o par.
Suspensorios p ra menino a 600 rs.
dem amer.canos para bomem a 34-
Vtelas de Escossia para enanca a 240 rs. O par.
l.eoues d papel com corrate a 14-
Fitaa de velludo n. 9 a 600 rs, n. 6 a 400 ra o
metro.
Lencos ie eseniio a 14500 a dutria.
Albuns de 14500, 2t, 34. at 84
Hin- a de flores finas a 14500.
Luvas de Eicossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 14 o par.
P r a-retral a 5(K) rv, 14, 14500 e 24.
Feotes de mkel a 60o rs., 700 e 8 0 rs. nm.
Rosetas de brilhantee chimicos ? 200 rs. o par.
Guarniv'-s de dem i-iem a 500 rs.
Anquinbas de 145-0, 24. 24500 e 34 urna.
Pilases de 2 a 3 ..rdei.s a 400, 500 e 600 rs.
Bies de cores cora 12 jamas e 2 1/2 dedos de
largura a 34 a peca
dem cm 4 dedos a 44500 a peca.
Espartilho Boa Figura a 44500.
I ie La Figurn* a 54000
Bicoa de alencoa com 4 e 5 dedoa de largura a
24500 a peca.
dem estreitinhoa com 10 metros a 800 e 14000
a peca.
Botoes de pbantasia a 200 rs. a dazia.
Para toilet
Sabio de areia a 320 r*. nm.
dem pbenieado a 600 rs. um.
dem al.atra a 500 ra.
dem de ameudoa a 300 rs.
dem dealface a 141'00.
Aeua Celeste a 24000. >
Agua divina al 4500.
Agua Florida a 14000.
Mac eos de sena a 100 ra.
Meias brancas pira senhora a 34 a dusia.
BARBOSA & SASTOS
Pajioula k i;.
N. 18una no CaoogN18
Tem
Luvas de pellica, peile de cao, camurca seda fie
d'Escossia e casemira.
Agua florida e Tricofero de Barry.
Sabonete diversos e curativo de K- uter.
Cambraias lisas, bordadas eabertas.
( amisas e cern las d- flanella e meia de la.
Camisas sem collariuhos e sem punhos s/c c/p
c/c e c/p.
Collarinhi'S punhos, meias, plastrons, mantas,
gravatas de laco.
Lencos, espartilbns, i ent' adores em cambraia,
vestidos de cambraia bordad..e, b 'leas tai-etes, fi-
xs da seda e de li, casacas elsticos, casacas de
casemira greoadine de seda todas de seda.
Alpacas de seda a 6"0 rs o covado.
Maduro
Vinlio puro da uva
0 que pode hav r de melbor para mesa, em
barris e a r talbo : l'oe-a Mendea < C, ra
estreita do R sario n. 9.
VAPOR
e nioenda
Vende-se um bom vapor e mm-nda com pouco
uso ; a ver no engenho Timbo asa. muito pero-
da estacio do mesrao imne ; a tratar na ras d-
mperadur n. 48. andar.
Pinito de Riga
Acaba de ebegar p-lo bngue Atalanta um com
po to sortimento de pinhn de Kiga da melbor qua-
lidade e de diversas dimensi-s, como sejam :
t X la
4X9
8 X 12
3X11
3X9
2 X 12
e tabeas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle*
apata*.
Vcndetn MATHCE-" AUSTN & C, ra d<-
Commercio .18, I- andar, ou no caes do Apollo
6t, por precos ommodos.
ios i.ooo:ooo$ooo
200:0 r|000
100:0003001
LOTERA
DE 3 BTEIS
Em fax r dos nimios da Colonia Orphanologiea Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Eitrs.cc9o: no lia 15 de Dezembro le 1886.
0 thesoureiro. Francisco Gonyalves Torres
CAJURUBBA
Vende se na fabri. a Ap ll-i. ra do Hospicio n.
Cobug n. 14 e ra do Mrquez de Olinda n. 52.
7y e em seus depsitos, ra do
GRANDE
LOTERA
LJUaAaj9
ALAOOAS
CORRE Nll DA 5 RE OUTURRO
INTRANSFERIVEL! iNTuau;:::iyE!.
O portador que possuir um
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar.__
10:006^000.
Os bilbetes acbam-se a' ven-
da na Casa Feliz, praca h In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no da 5 de Outn-
bro 1886, sem alta
CAIiNEIRII MCUNHAtC.
GRANDES N0VIADBS



1

m
teciiios era l p ra vestidos, oes de
Grande liquidaco
NA
Loja dase-ir el las
Criado
Precisa-se de nm criado ; no largo da < enha
a. 4, hotel.
Farioba d'agua
Cbegou a nuva farinha d'agua, para o
armazem do Vas;oncellos; ra da Auro-
ra n. 8!.
par.
Capellas e veos a 10*000 e 14*00(1 urna.
Colchas bordadas a 61UUU, 6*UIU, 7*0 KJ e 8*0 (l
urna.
Espartilhos de t-iuraca a 4*000, 6*000, 6*000
e 7*XMK) um.
Cortes de li para vestidos a 20*0 0 um.
Algodio com duas larguras a 8U0 rs. o me-
tro.
Cortes de caaemira para calca a 3*000 um.
Bramante de liuh a 1*800 metro.
Dito de algi-di a IfSlK' o m-tro
Toalhas lelpndas a 4*000 e 6*ii0 a dntia.
Cocheira a yenda
Vende-*e urna cocheira com bon* carros de pas-
seio, bi-m loealisada e afreftuesada, por pre^o mui-
to modic-em rasi de sen dono nao poder admi-
nistrar p- r ter de facer nina viagem : oe preten-
deres acbario coa quem tratar ra do Duque
de Caxias n. 47.
Per aeia di
Rafe bem conbecido stabeiecimento de faces-
das ra Duque de Cxi-ts n 58, tendo de mu-
dar ae para o n 56, faz urna completa liquidacio
dos artigos abaixo, com 75 0,0 de abatimento.
Z-phir de urna so <6r a 100 n n covado.
Granadina de diversas cor- a a 200 rs.
Pop liiias a 120 rs.
Caaeinira irlandesa a 160 rs.
Damarc s par coberta a 320 rs.
Orleans le urna s edr a 300 re.
Lencos de espina, 2*0 0 a dniia.
Caminas de linho b -rda-iaa, 45* a dusia.
Panno ing'ez a I *600 o covad .
Casemira de cor a 1*210, 1*600 e 1*800.
Penteadore* de cambraia b o dada, 3* e 4/.
Babados bordado, 1* e !*'.00.
Entremeios a 500 rs. e 1*.
Guardanapos de linho, 2*. 0 a dusia.
Cortes deeau-brata hordaaVs, 6*000.
Brim averiado a 160 rs.
Meias indinas a >*(l00.
dem de cores, 3*'iOO.
K-tmeias de cores a 240, 300 e 30 rs.
Fustes brancos a 320 rs.
Pichus a 500 rs., 1* e 2*000.
< i t. s de casemiri, 3* 00.
Aig.a'.i. de duas largura a 7(D rs. o metro.
Leneo Com barra de r a 30 rs a dusia.
Chitas moreninhiH a l60 rs. o covado.
Chap is de s .1 a 2* e 3*000
Vestuarios Je si y para enanca a 8* e 9*.
Linn com todas as con s a 320 ra. o covado
Aberturas de esguiao fnisaimo para camisa a
50(1 rs.
Bramante a 820, 400. 600 e 800 ra. o metre. -
E muitos outr.is artiir-s, assim como urna (rrai-
de qiuantidade de realho* de sedas, lis, ehitas,
batalas e bnns ; nio ea 4fio amostras, visto ser
ama liquidacio eu> 6 oa 6 di.s.
Exposiyo central roa larga do
Rosario n.;>8
Damiio Lama & C, chamam a attencao das
Exmaa. familias para os precos seguintes :
Carreteis de 200 jardae i 80 rs.
Pecas de bordados de. 200 a 600 rs.
Ditas de um palmo a 2*5tNi S*oOO.
Pite n. 80 para faxa a 2*500.
Leqi-es i recatas e D. Joannita a 1*000.
Frascos e extractos de Lubin, grandes, a 2*000.
L-ques i D. Lucinda C-lho a 6*'O).
Toalhas felpudas a 500 6(KI, e 1* 00.
Ouzia de meias para h m- m a SfOOO.
Ditas para senhoras a 3*000.
Luvas de s6da a 2*000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colannhos de linho a 5(0 rs.
Ditos de algooio a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordio para vestido a 20 rs.
viaiv is grandes a 320 rs.
Grampos invisiveis a 60 ra.
Un leqne de setim (novidade) a 6f500.
Ricas borcinhas de madreperola de 1*500 i 6*.
LI para bordar 2*800.
Urna capella e veo de 15*000, por 12*000.
Um eapelbo de mol lura pr 5*500.
Urna pula- ira de fita per 1*200.
Pliss a 400 r 600 rs.
Urna boueca grande le cera por 2*500 e 3*000.
NA EXPOSigAO CENTRAL
38Koa Larga do Rusario-58
Viuvos eviuvas
Poderlo ir A Graciosa, i ra do Crespo n. 7,
que acbario sempre artigos proprios para luto,
taes com :
L-ques pretos de oap -I, setineta e setim.
Vul'as, brincos, pr. suma e broches pretos.
M- iae pretas, fitas, bicos de linbo, li e seda
pretos
Guarnicoes para camisa de homem.
Cadeias de fita, retmz e metal, pretas.
Meias pretas para enancas.
arle A C.

l'.xpl-n o sortin erii .iua ineliiorea leemos era ia p..
500 rs. .t 1,5000 e 1-1X) o covado!
Cachemiras He urna n cor, duas larguras, a 1,5000, 1400 e 15800.
Lindos desechos em failea. a -ICO e 500 is., o i-ovado I
Bonita (Votaba em setius de cSres, des-ie 800 rs. a 24WOO o dito !
Merinos d* todas as <6res*e preto, sortimento sera couip-t ncia, desde 903 rs. a
2^000; do ni-lhor que se pnaa* des jar.
EsguiSo pardo e amarello para vestido a 460, 50U e 600 rs. o covado I
Ri-juissiiuos cortinados, todos bordados, para cama oe casal a 95000, para a-
nella a 6^1. 00. '
Velludilhns de todas as t-6res a I000, 10200 e 10500, o covado \
Guartii(,S-8 de eroch-ts para ca leiras sof a 80000.
Meias arrendadas p -ra senhoras a 80000, a riuaia !
Camisas inglezas para homem a 3<0OOO, a duaia I
Cheviots pretos t-up- riores a 30500 40000, o covado !
Lindos chapeos para a-nhoras a 60000 e H^OOO e para mancas a 30500 e 40098.
Lavas de seda, leques, i-olariuhos, tichs, lencos de seda e muitos artigos que
ser2o lembrados pres- nca Hhs Exmaa. leitoras.
CARNE1UO B\ CUKU\ c C.
59 Ra Duque de razias 59




DOMESTIC
So reconhecii.as ser as Dtalft
clrganles, aa mala daraTcIa a
em lodos os sentidos.
ASUMS
Para precos, e
Ilustrado s de todos
jaro se
Dumislic Sewing Machine t C.
NEW YOR, S. A.
or. u lares como
os estylos, diri-
Capachos le esparto
Pintados, de diversos tamanhos, vendem p r
preco sem competencia Martins Capitio & C. cntn
rmaselo de mulbados ra estrella do Rosario
numero 1.
Serrara a vapor
Caes do CapJbarlbe o. )
N'esta serrara encoutrarao os 8- ubores frejrue-
>es, um grande sortimento de pirhi de reama de
meo a des metros de eomprimeiico e de 0,08 a
i,24 de esquadros Garante *e preco mais cont-
lo do que em outra qualquer parte.
Francisco djr Santos Macedo.
propnetanos
muito conhecido estab^lecimento denominado
MUSE DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, couuiiuuic.-.m ao respea-el PUBLKJO que receberam uat
grande sortimento i*e joias las mais modernas e dos mais apurados gustos, como tas*.
bem relogios de todas as quali-'ades. Avieam tambera que oontinuam a reeober por
todos os vapores vinde da Europa obj'ctos novos e vendem por muito menos que em
outra qualquer parte.
MIGLEL WOLFF A C.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Coropra-se onro e prata velha.


s
i)i:iri< de PrrnainlHim1)
O'.KIII^O
3 v Outubr r
ASSEMBLEA GERAL
CANtlti ll'W DEPITIIIOI
SESSJU) tM 13 DE SETEMBRO DE
188G
prbmmwcu do r gomes de castro
1. vrje-pbfsidjcnti:
f Continuadla)
Apronta a occasiao para perguotar se
o tverno""pretende reformar o corpo lo-
riel.tiva baven lo j ura projetto do Sr
Aciili Franco sobre o assuinpto.
Des-j > tambe :i a*btr e verlad* que
a coraraissilo pan dato arcar os limitas
oom a republtci nao pide cheg ir a um ac-
OOfAo.
OSr. l.ochrin9 req'er e a cmara ap
prova a disensiio am gl >bo di rnenlas
O Sr. llearlques Males cohe
rento coin os s os principios toma a pala
vr para f zer una >>eilaraeao te voto.
T-ndo votado spropr contra o augmento
da3 daip-zis nai- p >de vot ir agora pl
emenda quo augmenta a d-sppza odiosa-
mente, porque trata apias doserupregt-
dos da casa d" correr 10. Sab que no
senado a emenda parpo do lado l.bral,
mas quer ser coosequente por isso vota con-
tra.
O Sr. Lourenco de Albuquer-
que, sute q4 a cuionda sj* df^tf-ig'm
liberal, pnr me os litara** mais do qu* nin-
guem deviam querer fazer economas. Not
a incoherencia d* raaioria, que achou a
emenda de^necessaria, e airora vai votal-a.
Nao estando presente o Sr. ministro de
estrang.-iro3 fioa a p-rgunta consignada.
Niuguern njnis pedindo a pal .vm en
cerrada a discu8silo e posta a votos a emen
da approvada.
Entrara em di>cu3s!lo nica as seguntes
emendas do sanado ao orcaraento da des-
peza do Ministerio di Justica para o ex:r-
cicio H 1886 -1887.
Ao o Em vez da 2.797:410)378,
conformo a emenda d cara ra dos ep-
talos, nga-se: 2.7i9:6l03878, s<-n lo le-
vad a gratfi tagilo do promotor do capailas
e residuos a 2:400$ anouies.
Ao l8. Suppima-se o crdito.
o Ao paragrapho nico, adnitvo da c-
mara dos depuUdos, acriS2ente-se : -Sem
augmento das quots fixadas.
Accn-scentem se :
Os vem amentos dos empragados da
casa de corre cao ta edite, serao sem aug-
mento do crdito votado, regulados pela se-
guate
Tabella
Director :
Ordenado
Gratificaco
Vedor :
Ordenado
Gr*t fiuacSo
:000
1:000,$
----------- 6:0005000
2:2000
800/J
-----------3:030,5000
Chefe de contabili lade :
Ordenado 2:200
Gratificacfc 200
---------- 3:0000000
Capellao e preceptor :
Ordenado 1:6005
Gratificacilo J06
--------------2:100^000
Dous mdicos :
Ordenado 1:2005
Gratileacto 6OU0
1:300,5
----------------------3:G00000
Um escapulario :
Ordenado
Gratiticacao
1:2005
6OU0
______ 1:8005000
1:6005
Cinco amanuenses
Ord-nado 1: 005
Gratificacilo 6005
- n
Ordenado
Gratificacilo

U"rfl porteiro e comprador :
Ordenado. .
Graiificsgao

-------8:0005000
6XJ5
-----------1:8000000
rador :
1:2005
o0u5
--------- 1:3005000
6005
3005
______ 9OO5OOO
32:3005000
U ..pello 'la casa de correcto presta-
r tambora os servidos religiosos no aaylo
de mendicidad'-, e podar o governo, quan
do entender conveniente, empregar os m-
dicos d'aquelle estb<-leciniento no curutivo
dos donatas do raesrao aylo.
Um continuo :
Ordnalo
GraticacSo
FOLHETIM
EIMTAOS A
POR
=*=
1 Con ti nnaco do n. 226)
XII
Aoabj den qmrto de segundo a
30b tu ia explosiva detonou o o cartucho
f.-.'U v. z.o.
L iigi, dep'iis de dt-izal o esfriar, tratou
do o sol I r o outro c-.rtu -ba, d-pois limou
a oliij polio a dgluodo a-dar ao cartucho
rec instituidoJf aipeeto !M&9> e irtrodu-
zio-o em uijob orificios JRulatra do r.-
volver.
A laptava-se perfeitamente e cnchia-o em
todo o eu compriiaento.
To i$ju entilo anua espoleta comraum e
melteu-a no tubo* Com duas cargas de poUora bem sotutda,
sobre as quaes ajuatuu urna rodela de
chumbo.
Da plvora at bocea fi ava um vazio
de cerca de um centmetro do i.ltura.
Luig serrou a extremiiade de na cano
volho de pistola em peda.-os de forma irre-
gular.
Bastaram seis deases nedajos pura en-
eber o vazio.
O *r. Caudillo de livelra aoe
qu 1 a emead ao t-ve v.dos lib-ra;-
wt senado e qui a pretencSo desse funciio-
nario unti,', entretanto no turapo dos
lib-raes ella nao foi votada.
Diss so qu-i o nobro ministro da justica
opp >z so &* omendas do sen.-tdo, a oonso-
qu tocia puis era fusilo, mas o orador m"
que o governo recorro ao recurso dos g >-
vernos fracos -aceit-i a emenda. O go
verno tom uma grind; msioria e devia r g-it.r a emenda. Un governo quo p-de
iiup.istos nao pola dtixir lu aconsclh>r
cmara a regdgao de emendas, que aug-
mentam desp'-zas.
O Sr. Rodrigo S-lva estaa do
aci 6 d > ooru -ia n ibres cna-is nJo inuiss'MO. As emendas foram
.'ff r. i las no senido p*ia opposiga >, qu't
devia ser mi>3 econmica do qio o go
v.-rno.
Agir o re urso seria o do art. 61 di
constituidlo, a fusSo. Admiri-S". o r. Candido de Oliveiri reclame essa me
Jila agora, quaudo lurante a discussao dos
orcameutos dizia que o senado havia de
corrigir os esbanj montos do g.iVerno.
M iS 11S0 h. temp), porque no senado,
on le se procura protellar < discusso, an-
da se dismtc o ory raent-j da ngriciilrur 1.
Se o g.verno contarse all com uma maio-
na governamen'al pedia a cataara rej itar
as emendas, mas as circumstanuias actnaot
n3o.
A responsabilida lo do governo est salva
e as emend is nao podnm ser rej-itadas por
que preciso vot .r os orc-nnentos o o ga
bin-te no qupr govrnnr >om a dictadura.
O Sr. Affous Pean dofende o
senado da aoBMuolo do demorar as dis
ciisso's e diz quo o dever va cmara
examiaar sem tadagar da origem dis
emendas.
Nota que o nobre deputado leader da
minora devia tirar sondusilo diversa da
que tirou das pr un -ssas que estabel-tceu
Dove consignar que o Sr. mioistr) da
u^tiga foi o u ico quj dou prova de sin-
ccri ladfl, quant) a eeommias, o seu orga-
mento fu votado com alguos cortos.
(!om a sopprcssilo d vrba pira ivos
termos e comarcas o senado tirou as con-
sequencias do acto da cmara. Ou devia
dar tudo ou nida. No lh parece c rec-
ta a opiniao que tea ouvidoquj as ca
mar 18 po lem negar fundos p .ra provi-
mento de comarcas pel.s "sscmblas, que
terSo talvez abusa lo, mis o tneio de cor
rigr um abuso nao pr:>ticanlo outro.
O Sr. Coelho o CinjDs (pela ordeno)
p;de e a caara approva o cucerramonto
da discnsio.
Postas a votos as emendas silo appro
va Ins.
Eutram em discussao as sguinte emen
das do senado ao orr; tinento do ministerio
da guerra para o excrcicio de I8SG
1887.
Ao n. 17 Parlamento -Em vez de
l,75.':4625475 -dig..-9 l,53:460$703
dsiluzin io-e 136:083575 do crdito des-
tinado pri p-gaoiento de frdament) em
atro, e3.J:9185697 do roral da ve^ba,
proveniente de .-rrs do calculo no crdito
01 di na rio pra fardamento dos ex^rcicios
de 1884 1884.
t Ao n. 2J.Em vez de 3:8903, diga-se
5:39 '5, sendo o augmento de 1:5005 des-
tinados pul.|icacao de 11 -vista di exer-
cto brailleir.J.
O Sr. C telbo R1 irigues requer e a ca-
marv approva que as emendas sejam d s
cut Us eoglobui mente.
O Sr. Candido de Oiireira
quo a oiias con'der.iro-.-, amia di-sta vez
na > serio mais ffi ; .z-js do qua das ou-
tr-8.
O Sr. Paulino Chaves :E sem proce-
dencia.
O r Candido de Oliveira oao pode ad-
raittir esses apartes do nobre deputado.
(Trocam-se alguraa p >lavras entre o
uraior. o Sr. Paulino Chaves o milites ou
tros Srs. deputados, que nao podemos
ouvir.)
O Sr Presidente suspende a sessao por
cinco minutos.
Rabre se a stssao
O Sr. Cand do de Oliveira so preci-
sasse um juiz nao procurara outro para
o s-u proceiiimeuto seno o Sr. presidenta.
Nao quer taz- r alluso ao incidente, mas
S. Eso. v 'i molo brusco por qua foi in-
terrumpido. (Uaourroa apartes.)
Iuterrompido de novo, diz que nilo ad-
onde presidentes io'.rusos, ha de. eontinuar
a i-xercer o seu dirciu attenJcnlo nica-
mente s observa^-8 do Sr. presi lente,
illa outi-oo .partes.)
O piemouteS". servio-se de um alicate pa-
ra doi.r.ir a b irada de cobre do cartucho
ati o de qud a car^a no cahisse, depois
tarnou a experimental o na culatra do re-
volver.
S-rvia perfeitamente.
Retiran lo o -nifto, metteu-o no fun lo i a
gaveta do seu bao o, depois desmanchan
1I1 c impleta iicntc a arma, sub>aetteu ao
f go daforj* diversas pecas e elevou-ns a
calor braiico, d. struinuo assim a forg-i de
uoln sao das moloculai de &C0 e tomando o
tri >vel.
Eoi entao para o seu torno ea um hora
depois ariuav o revolver, que funecionava
perleitam-nite, e que, poli lo por nailo d-t
oieBtr.-, n&o pareca ter Suffndo nuuhuma
Opef I^JO.
Co nparando-o com o outro, cr.i impossi
ve|, menino rx>minan lo 03 co n n oaior
attencS 1, descobnr menor diftiren^a.
O trabado de Lu gi eslava t rmioado, e
terminado de modo que fizii honra u->
peri-ia uo aroiHiro.
Un talho quasi i upTcep:ivel n coro
nha do revol.er qua tinlia desmontadu e
: deixando as duas armas no seu banco, nft'i
tra'ou senSo do trabilho da c;.s.i.
Desde o da em que Fernando de R> lyl,
depois d^ reoeber a visita de I>ao L -
royer, toha i jo em sua companhia casa
do Sr. de Gevrey, ondo soube o que se
passara relativamente a Angela B rnicr n
as accusac3es esmagadoras, sob cuj peso
a infeliz suecnubia, o substituto, preza de
uma dOr profunda, nao sabia de casa e vi-
va e com a Ba conscieucia que, muda
durante long >3 anoos, agora bradava e nlo
ihe da va rasis uma s hora de des aiso.
Rovii vngela moca, escotando as suas
palavras de amor, sem po ler resistir s
suas instancias p .ixonadas e entregando
se terna e comiente.
Irtmbr tvu-se todas a3 promessas fei-
Ui, de todo* os juramentos prodigalsados
O ">r. Presidente diz qio a m.torta nao
e|eg-u o seu preiiJoiito pira desmorali-
sal-u.
O Sr. C indi lo de Oliveira diz qne as
suas observac3es poriem st pox clamvttu
1% desert A maioria podo ac-itar todas
us despez is votadas pelo sealo, allegn-
do teltade tenpo, mus o orador nSo po le
aceitar asa rnzo qii't e.ii a abdicao do
rt. 6L da constituicilo, p irqu-i o* or? 1-
mentos sempro sao vota los no fim da sus-
so.
S tmpre manifestou a sua sy npaiia
pela nottilissira 1 uluae do execito, conha-
u<5 os S'-us sicriS'ios, a su 1 disciplina e
sua cordura, por isso mesmo animi-so a
prnaaoelar-M contra a subvenyo Re-
vista Militar. M is quando o governo pe ie
novos imposto* nSo pjuo pedir dinlieiro
p^ra subvencionar revistas litterarus <>u
; -ieirijas, aiuda que do milito mcreci-
uiento.
Protesta contra a fraqu?zi do gobern
qu1, nilo pilo rowlisar o seu programla
do e vjiionia.
O Sr. Alfredo Chave* (ministro
la guerra) andar quo u emenda foi acei-
t no s n ido p'l or.i lor, e nao pree.is 1
explicar porque, visto como o nobro depu
tado dejlarou quo a Rcoista Militar honra
a classe, e por isso no poda esperar qu-
o nobro deputa 10 impugnasse emenda.
Sj o nobr3 deputado ntenlo quia ca
mira nilo devia aceitar esta e nmla do so-
nido, d.tvii p>nsnr do mesmo modo, quan-
do us emendas importara ivdu -cilj nn des-
peza.
A emenda atten lo a, u na necessi lado,
p irque a mariuba te n uma publicacilo se-
melh .uto suovcn-iun 1 la. A impugnaban
do nobre*deputado s t'iin oor ti n faZO"
opposi^ilo: pede, pois, a approvacSo da
emen la.
O Mr. Aiorno Peana v qua a
ementa ao 11. 17 pede s.ipprtssao da
verba para p gam-nto de far lamento em
atraso; pegunta, pois, ao nobre ministro
se concorda com a supprcssiio, o qual o
motivo. Ni &e trau de despeza a fazer,
mas do pagar desp'za feita.
Se esta em airaz) o fardamento. pre-
cise regular o ussumpto.
Sr. Alfredo Chives (ministro
da guerr,) respmio que a cmara conte-
deu um crdito apaeial do trezentos e tan-
tos contjs prra fardaraeuto era atrazo. D-t-
pois do vot ido o orc-tmeato, pirom, vori-
jou pelas demoaatrac^ reeabi las quu
n:lo precisara do iluztuios c-ntos donan
crdito, por isso iceit.iu a emenda, cuj
a. pr ivnoao pedo cmara.
Ningiiem mais ptdiad> a palavra, en
cerrada a cliscussilo.
Posta a votos, a emenda approvada.
Esg otada a 2' parte da orden do dia.
O Sr. Presidente diz que volta-se Ia
parta -discussao do projeoto sobre trras
devolutas.
U Sr. Aff raso Penna observa que, nilo
estando'presente o Sr. ministro daugrisul-
turi, a dis uss;V>-deve ser aliada
0 Sr. Pre3ideuto adi a discussao eda
ordem ao da para 14.
JESSAO Eli 13 DE SETEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO K GOMES DE CASTRO
1. VICE PRESIDENTE
Ao meo da cometa a hamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
A'ir -so a sesslo.
Vj lida e approvada a ajta da sessao
autrior.
O Sr. 1. aecretario d conta do expe-
diente.
V n mesa, lido, e appro/ado se n
dis ussao o seguiute r -qurim.-ntos:
* R qu 'tro que se solicite d) governo
por intermedio do ministerio da agri-ultu.
ra, coiii'in-r-io c obras publicas, copia do
avian pir easn miui.-t-ro dirigido pr-^si
dencia de Perca nbu-o om 18-10 approvan
do o accordo celebrado p -I t directora da
estrada de ferro do rtecife a S. Franciseo
tora o procurador do con tessiooario da do
R-icife a Victoria em referencia a zona pri-
vilegioda daquelU empreza, bem como que
se r-quisite ojia do dito aMor.lo o dos
uffi os do engenhero fiscal e da presiden-
cia da provincia atcenles a esta mat-rii
Sala das S'-ssoes, 14 de Setombro de
1886. -Costa Percira.t
V n mesa, silo lidos, apoados o en-
trara em dis ussao os seuiutes requ-ri-
mentos:
< Requeiro que, par intermedio do ni.
nist-rio 'la jusrio.i, se p-tyam inforrasi.'j ts
sobre as pr"viieoci.s adoptadas pelo pre-
sident-t tl-t l' rnunliii'to piri a r.-presso
dos ex tesaos o violencias da poli .ia na co-
marca de Bira Jarli 11.
t Sda das ^es85t3, 14 do S-tterabro de
1886. Po 1ro Be.traj
A liado por pidir a palavra o Sr. R,sa
e Silva.
Requeiro s< sol -itera do Sr. m'nisiro
di agricultura informc8'S sbreos motivos
que a terminara a protelo4o da appro* a
cfto do contrato p ira o l'orneciraento de
cannas ao ongenlio central de Fiuraa, entre
a Compinhii Nntli Brziliin Segar Fas-
torios Limitad o os proprietaros agri olas
daquella regulo
Sal i das S'*js3 188o. -l'clro B Itrio.
A liado p>r t-'-r pedido a palsvra o Sr
Christia-o la Luz.
R-qu-iro qut por intermedio do Sr.
ministro do Imperio se soliciten da pra
sideccia do Pciuambico as segunt-s in
for.nc3oa :
1 8e j foi ra.ir.iado novo dia pira
t-r lagtf a rleiyao do ver-Jadores e ju'zc*
le p.z, lo municipio de B>m Jir lira.
2o Quaes na medidas adopt idas para
prevenir qua se raproiuzam no novo pleito
perturbares por pirte da polica lo jal.
Sala das senSia, 14 de Setombro de
1888. -Pedro B Itrio .
Adiado p ir pe lir a palavrio Sr. Coelho
a Cv nipos.
R'qiieiro que pelo ministerio da justici
se solicitem intorra 158 'S da presi lencia de
Cernambu-.o aobr> o processj por orive de
lu monda fdsi instiUjf^do nx cimirja d.
Lt p lilil 1.
4 Sila das sesso-s, 14 de Sitcnbro do
1680. -Pairo Bdltrfto. *
Aliilo porpilira piUvrao Sr. Coilho
o Ctrapos.
Rqubro quo p to ministerio da fazen-
da mes-jara minstralas informaydes sobre
aa provi l3ncas adopti las p ira puuir o
crime e minirar so nilo r-pirar o damno
caisd) fortuna publica pdo rouboMe
8O0:OJJ,-5 ultima nonto perpetrado na the-
souraria da l'.^ztii i.i da pro/ineia de Per-
nimbu3.
a Sda das 8"ss3i8, 14 de Setcmbro de
18S6. -Pedro BdtrSo.
A liado, p ir p jdir a palavra o Sr. Ro
drigo Silva.
Itoqu uro 8'i p?^* a' governo, par io-
t-rmedio do ministerio da justica, que in-
for na qml o raoiivo que levou o delegado
de polica do Baoanal, da provincia de S.
Pudo, tenante coronel Peuro RraosN<-
gueira, a prender o conservar ncorarauui
Cavcl
noit",
Mtcedo, no conseatindo o mjsmo delega-
do quo eutr.isso na prisJa o jatar para o
preso.
Oatro8:ra qui informe mais o Sr. mi-
nistro d i j'Htiy i porque a polica do mes
rao termo do Binanal lavadio a fazenda do
alf-res Thomaz Verran e s 10 horas da
da noite procedeu a arro nbaraento de por-
tas levando presos quatro libertos ora fa-
vor d is qlues existe ordem de habeif cor-
pus.
Sala das ses-ias, 14 de Saterabro do
1886. Jaao Peuido.
Aliado por p^lirem a palavra 03 Srs.
Rodrigues Alves e Airadla N>guir.i.
O Sr. Affjaso Penna pele p-tUvra para
apr-8-ntar tres repuernentos.
V n mesa, sao lidos, apiados o ap
provados sem discussao 03 s-guint-ss requ t-
riraentos :
R-queiro se s di tita do governo, pelo
Ministerio da Agricultura, C >mra-reio e
Oor.is Publicas, as informales : Copias
de qujesquer inforraac5,)s offitiaes que te-
nham s-trvido de base ao aviso do 10 do
Seterabro do crrante anuo relativo ao que-
bran-nto da bitola da estrada de ferro O.
Pe ir II a partir cidala de Juiz de Fra
at Queluz.
E' peusameot) do giuerno mandar as-
sen'^r siraplesmenti um tareeiro trilho des
de Queluz at Juiz do Fra liab.litan lo
easa parte da linha a fun tcionar co n as
las bitolas ou transformar a bitola Urg
em estrena do'mesmo modo quo se fez de
Qu -luz era diante ?
Sala das sessSes, 14 de Setembro de
H86. -Affonso Penna.*
Requ iro se requiste do governo pelo
ministerio do I nperio as seguintes informa-
y5i8 :
c Io D-aHe qu indo o direetor do Insti-
tuto de Sur Ios-Mu los, tara reclamado pro-
videncias contra a existencia de uma vall
as proxim la les do -ursino Instituto cora
por elle para conseguir a quia dess> me-
nina pura.
Quauta mentira! quinta b-ixezt I quan
ti ti.lira i lenta e sabiament'i pr-paralas.
Depois, Angela toruava a appirecer-lhe,
j nSo a virgera i inmaculada, mas a mo-
ya era lagrimas, qua viiiba dizr lhe que ia
ser mi, conjurando-o a cumprir a sua pa
Uvra le h in-oi honrado e dar o seu no-
rao crianc que i nasenr.
Pareca lhe aiuda ouvir essa voz auppl-
ce que entilo n&o po le oraraovel-u cuj .
le nbrauca o perturbav at o fundo da su.
alma.
Como tinha sido iru-1, mais do que
cruel, infame, e como aciiava justo o c^s-
ligo que o obrgav a curvar a cab -c I
Angela Bernier, elle mo o duvidva t-
ni silo urna mu v r hiirila. se ella ti-
veise apaglo a sua culpa desposaudo-a.
E ora i R isa, ess i adoravril menina, su i
lilha estira a seu la lo, chamando o de
pai, amando o con tola a forja da sua al-
ma ingenua.
All estava o repouso, alli estiva a feli-
:il d-, e esse rep raso e essa feliciiade elle
os tinha repelli lo, despresado.
Agora que urna aecusajao terrvd pesu-
va sob e Angela, j era tarde I
Ms, po i i s', devia se kdmittr como
fun luda essa aceusacao?
A "espeito las provas indiscutiveis em
appai'-nciii, era que se baseava, Fernando
do Ro iyl duvidava, rao grado seu, e lu-
uva eoQtra a evd neis...
Dizia da si para si qua Angela devia
ser nio una culpada, mas uma martyr, vic-
tima da um inimigo mysterioso dotado de
umi habdidade liibolica.
L-mbrava-8'j que Lto Leroyer, repet-
lin lo elle tambora as provas a-cumulada*,
dizia :
Nao, essa mili que vi chorando oa-
baceira da filua, nao pode sor uma lilha
parricida l o&o! essa mulher nao um
das 3 da tarde i 9 1 \2 horas da
o Dr. Zoroastro Nogu-ira Alves de
raonstro, e a fatnlidado, que encamicad 4a
p-rs-guj, uraa fatalidale injustt!
Ilavi tres dias que Fernn lo de Rodyl
era persegu lo por pensomentos terriveis,
p-raegui lo por exprobracSjs incessant-s
da sua conscienc*.
O seu rosto alterava-so profundamente,
as suas futes adquira n lividez, a t'ebiv
qu-imavalhe o s.ngue as veiaa.
Era imposoivel continuar a viver assim,
elle o senta bem, o tomou uma resjlu-
i;ao.
V me buscar um carro, orlenou elle
ao Seu criado.
Pou.tos ius'antes depois entrou em ura
oup e man lou que o Icassu prisao de
S. Lz.ro.
A mu qudi ladi de substituts do proeu-
rOor da r publica abru Un tolas as por-
t.t; ale ii iisso, i-ra pssoalmon e conhoui-
io de iiret.r.
A s-u pe lido, lavara n-o ao g.bnete des-
t qu < ex l.mou :
A )Ut devu a honra da sua visita,
Sr. substituto T
Preciso fallar cora urna das suas pen-
siouist is, respoudeu F.ruando.
Qual dellas ?
Angela Berner.
A hervanaria de Batignolles ?
- Justamente.
- Quer que a mande buscar para aqui?
NSo.. A ininha conversa com ella
no deva ter testemunhas, e eu nao de-
sojo baail-o do bou gabinete, nem mesmo
por nlguns moraent s.
Entilo vou dar ordem para que a
hervanam seja levada ao parlatoria.
Faca-me essa favor.
O director batou em um tympano.
Apresemou-8e um erapregado da prisSo.
- R 'ceben ordera de levar o substituto as
parlatorio a de fazer Angela Berner des-
if-r imrae ii%umente depois
A malker do lpjiabato ? perguntou
o empregajia.
proractielora das cmdicots eauitarus des-
te.
o 2'> Quo p.-ovilenciis foram dadas pelo
governo.
o Sila das sessi;5, 13 do Bstenbro de
1886 Afjonto Pennnx.*
Vera mesa, lid, apoialo e entra
ora dis -ussao e aidos por pedir pala-
vra o Sr. Rosa e Silva, o seguiutos reque-
r uentn :
Rjqueiro qua so requisito do governo
po miii-t-rio d i agricultura, convnereij
obras publicas as sagamtaa inf rmneo^s:
Foram a Ipuirlos pura o Estado os trro
aos oft'-r-oidos ao govern pelo ptadaa
M>nel L'o Ih.ir 1 L ngrub-r para o s Ti{ i
do novo abasteckaenta d'agaa capital do
irap-rio ?
Prosegue o procc330 de desapropria-
cilo dis terrenos ond i sil sitalas as -,a-
clio. iras Brava e Memeos, apezir do dec.
n. 9i')8 de 2h dcJui) de 1885. pala
qual o giverno desisti da dneepropritcaO
desses terrones V
Sala das seso ts, 14 da Stterabro de
188G. Afj'inso Peina.
O -ir M illa .Hachado pele a pala
vra pira presentar um r-^utrun nto.
Ven mes i, lido, apiiilo, entra era
diaoaasio e adiado por pedir a ptlavra o
Sr. Christiaoo Liz, o s-guinte raquiri
ment :
R queroquo o Sr. ministro dajlt'ii-
ca informe a esta e-amara quaes as provi-
lencas tonal .a p-lo givern para man
ter a orlera publica eo resp-ito le na
ci lado do Araasuihy, perturbada pjlas au
toridades p.litiais en exerdeio.
Sala das sessSes, 14 de Setembro de
18-6. M.dVi Machado.
O 9r. Seb^tio Mascarcnhas
protesta contra o quebraiucnto da bitola
ia estrada de ferro L). Pedro II, devendo
toda a deputacao de Minas Bar solidaria
nessa questo. O Sr. ministro da agricul-
tura p ir coherencia devia reduzir a bitola
at a cstacSo central no campo de Saot'
Anna.
LG uma repr^s ntayao as3gnada por 40
pessoa3 sobro faetos horrorosos prattendos
pea polica na cilade do Calhu, em Mi-
nas, nao lhe constanio que st techara to-
mado providencias sobre os faetos que re-
feri.
Oonclue censurando os avisos dos Srs.
ministros da guerra e marinh. prohibiodo
raanifistac3s publicas dos offitiaes e pra-
eaa, ora n >rae do exercto ou da armada
O Sr. Fernandes da Cunha continua o
seu discurso inti-rr.nnpido em uma sessSo
anterior. Passa a tratar dos negijios de
Ilh is ; e defend o chufo di polica da
Babia.
ORDEM DO DIA
Entra em 3.* discussao o projecto n.
55. desta anno, abrindo um crdito de ..
300:000,5 o ministerio do irapetio para o
sanement da cidade do Rio de Janeiro.
O Sr llenrlqne Salles nota que
o Sr. ministro do imperio, na dscusso
ueste crdito, acbm-se em completo abio-
dono. Estranha que, tendo o nobre minis-
tro, de acjprdo cora a commissSo do or-
namento, snppriraido no aeu ornamento a
verbaMelboramento do estado sanitaiio,
venha hoja pedir ura crdito de qaantia
muito maior do qua a da verba iluminada,
para o saaeamento da cidade do Ro de
Janeiro.
O Sr Ferrelra Vlaana (Vai pu-
blica lo sob a rubrica Interior i.
Entra em discussao uni a a seguinte
emenda do senado ao orgaraento da rari
ana para o exercici do 1886 1887.
Ao D. 1 Secretaria da astado Era
vez de 111:390$ ; diga se 109:7900 de
du?dndo-33 alera da qu -nti i da emenda da
cmara, mais de 1:<)00 um amanuense aodi io, que foi tranaferdo
para a secretara da inspe -<%o do arsenal
ie marinha ''a corte.
Ninguom pediuio a palavra, encerra-
da a dis -ussilo.
osta a votos a emenda approva la e
o projacto remettido coramiss.Y.
Entra em discussao un m a seguinte
emeuda do sealo ao projeeto d forja na-
val pira o exerciio de 1887 1888.
Supprima se o art. 4o (adlitivo) da
cmara dos diputados.
i Art. 4o (lditivola cmara dos depu
talos ) Fica o gv.mo di sda j autori-
sado:
1. A rever a L-gislacSo penal militar
actualmente em vigor na armada, ficando
a ex cui;il > dependente da approvacSo do
co-po legislativo, era sua priraeira reu-
nido.
'%*'
II. A rever o regulamento do quartel-
gener.il da armada, uo modo a consultar
raollior as oxigen-as do ser '50, o sem
augmento da despeza quo actualmente se
faz.
III. A alterar o regula ment n. 9,371,
do 14 da Fevereiro de 1885, no sentido
le nugraentar o numero das escolas de
prendizos roarinhciro3 e dividil os em
i-lsaae, sera aug nento da dosptz quo ac-
tualmente se faz, mitando-a de a;cordo
com com n nova classificacjlo.
11 IV. A reformar, ser augmento de
despoja que actualmente se faz, o regula-
ra nto do corpo do sanie da armad, po-
diendo diminuir o numero de mdicos, aug-
mentar o da pharmaceuiicos o crear um
corpo de enfermeiros.
u Art. 5. (E' o 4o da proposta.)
o Sr. Candido de oliveira: -
Ouvio ha pou a voz eioqu-.nta do Sr.
Frrrira Vianna mais uma vez reclamar
pela independencia da cmara municipal.
0 orador tambera precisa reclamar pela
autonoma da cam ra dos deputidos.
A emenda do sena lo as pr ijecio da for-
ja naval siguifita a pouei s-nedade cora
que o governo trata os negocios pblicos
e a sua submissaV ao rarno vit.li io, .brin-
do milo dos brios ds caraara dos depata-
dos.
A cmeada do senado ao projetto de for-
ja ii.-.v..l sigulli t.v a pouca s -ri -dado com
que o governo trata os n'gojioa publi -.os e
1 sia sub nissSo ao rami vitalicio, abrindo
milo dos brios da cmara.
O nobre ministro da guerra, entilo mi-
nistro da marinpa, dentaron na eamara que
considerava essas autorisaeSaa roedi las
governamentis. A' opposicilo pareciam
dispeusaveis, mas o artigo p Exe. quera ; ello suboetdo ao sena io,
a commissito all; ptopoe a sua suppressao,
e o nobra ministro ann e i elminaja de
medidas que na cmara julgava neeessa-
riiis. C ora lor estranha a condescenden-
cia do nobre ministro cora o se adu ; estra-
nha essa poltica de tibieza e de tergivor-
s cao.
Quando hontem se discutio uma emenda
do sonado ao orjaraento de estraogeiros, o
nobre leader da raaioria disse que nao va-
l 1 a peua provocar a fusilo por causa de
uraa emenda do 4:00J-v
Hija, porra a hypothesa 6 diversa ou
o nobre ministro pens.va quo a medida
era indispensavel, ou quiz expr a cmara a
mais esta humilhacilo. A raaioria ain lada-
la vez poder concordar cora o sende? A
suppressao das ao.tOrieac.8di nao ddireito
fusAo ? O nobre ministro nao poda sus-
t ntar a neaessidade do art. 4o sera d lia
estar convencido, entretanto S. Exc. annue
a sua suppresso.
Um governo n2o tera o direito do sus-
teat .r na caraara a necessidade de uma
medida e dizer o contrario no sanado.
Hijo S. Exc. nao precia 1 raa8 das auto-
risneoes? O sealo convenceu o minis-
tro de que nilosSo mais necessirias?
A inpeccabilidade do governo era um
dogma, mas varaos entrar ora outra po-
ca. Applaude a conii-.sao de peccabilida-
de no senado, mas nio co nprehende que 0
nobre ministro queira obrgar a cmara a
cantar a palinodia.
Cr que o nobre ministro vai diz"r quo
preciso quebrar a prepotencia do senado.
Santa para ouvir a palavra de S. Exc.
(Contina.)
Sim.
Se o Sr. substituto quer acompa-
nhar-me...
Vamos, respondtu Fernando.
Depois, diriga lo se ao director, accres-
tentou :
T<-re o prazer de tornar a velo an-
tes de p,rtir...
E <-u terei a honra de o esperar.
O Sr. de Rodyl earainbou atrs do guar-
da, qua u intro'uzio no parlatorio e dei-
X'ino p*ra r buscar Angela B-rnir.
*^ parlatorio era simplesmente uma peca
assaz vasta, de paredes nuas a caiadas.
Alguoi8 cadeiras de palhinha co a pu-
n), ra toda a mobilia.
Fernando, cora o coracSo apartado, a
gargxtita se ca, pr-za de uraa e angusti* febril, paaeeiava cora pai-so irro
gul*r 'e ura lado para outro, esperando a
i-hegada da det nta.
U guarda, qua ampregou apenas o tera
po necesaario para raunir-aa d-- un masan
da ihaves, chi g >u celia da bella herva-
naria.
Quanto devia ter s ifFrido a pohro mu
lher para ter tilo rpida neate p. r Ii lo essa
flor da belleza, cujo brilho p^r3istente ti-
nha i npr>ssionado to vivamente Fernn
do de Rlyl, quan 10, depjis le orridos ue-
z-s-te nonos, tinha se encontrado face a
face com Angela E rnier, na estxcSo da es-
trada de ferro de P L. M. I
No momento em que se abri a porta da
sua celia, a filba de Jayrae Bernier estava
sentada, triste e pensativa, perto da pe
quena jartulla de grade estr ta, que dei-
xava entrar com parciraonia or ea luz.
Ella levantou a cabeca ouvindo o ruido
e volveo para o recera-cheg ido os se'js
grandes olbos, cujas palpebras estavam ver-
melbas.
Para o parlatorio, disse-lhe o carce-
reiro.
Para o parlatorio T 1 repetio a herva-
naria, admirada.
VAR1EPADES
Macnlada
A' Jesuino Liistoza
Oh paluda cecm mimosa tur, nevada !
Cuino c bello o teu rosto examine, sem vida :
Ourr'ora tiste melga, ingenua al na querida!
Mas btiiou-te a desgr -ca, estatua profanada .'
Nos iiiii'ii 1 >s cabelloa a tranca perfumada,
A suav fragrancia, inebriante psstncia
D spettam me subtia, uh : fl r!Hduleoceocia
De ussos idaes, Entao transido o p-ito d'uma >lBicco penivel
Contemplo-te o soffrer rterno, iudrfioive),
Pobre lyno faado a borda djs paea ?
E vej : rque contraste !) a vida lisong -ira
escuhar te do4 Ubia COVa feticeira
A candidez sublime eterna de Jess !
Setembro de 1886.
Benjamn Rubn.
Sra.
Quera rae procura ? E' roinha filba ?
disse ella, levantan lose de ura s Ito.
Ver qu.ndo l cheg ir. Varaos de-
9aroos, l-t e depressa I
Uraa esperanca radiante tinha invadido
bruscameute o coracao desolado da pobre
mai.
Se fosse E nraa Rosa, dizia ella de
si para si. Se fosse niinli.i filli !
Cora a rapidez que lhe perraittiam as
suas pernai frouxas, abatida pela emocSo,
ella desceu os degros da estada.
O guarda lavou-a at s porta do parla-
torio, abrio-a e disse :
Entre!
O cor. col de Angela bata que pareca
querer etour..r.
F>ltava-lh'- a r-spra^3o.
Nlo pode continuar, e teve de parar no
lim r.
Entra I "p-tio o guarda em tom quasi
brutal, eiiipurrao-lo-a pelos hombros.
Afastou-He, di'pia de ter fechado a por-
ta atrs d- ll'.
Angla tmha avancado ura passo, pro-
currado a tilli '-ora os olbos.
Em vi z ue nraa Rosa, que ella pre-
p .rava-se p .ra re -eber nos brjo8 e apar-
tar contra o coracao, vu Fernn lo de Re-
dyl e s Itou uma ex 1 .macao em que a c-
lica in- lava se ao me lo.
O senhor I E' o senhor 1 balbuciou
ella depois, era voz quasi extmet a prin-
cipio, mas que reaninoa se pouco a p meo.
Era ininha tlha que eu esperara abracar,
o o senhor que vejo A decepcao
cruel I Do o, que esperava, cahi nojn-
ferno !
Angela, comecou o substituto.
(Continuar te-ha.)
Typ. do Diario ra Duque de Casias n. 42.
t
r^s


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