Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18945


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Full Text
AMO Lili --rlDlfiO
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I
I
l

J

I
Hf
v

*
fAKA A tAFlliL u.%HK *i: AO *>K 1A*.A POHIK
cor tres mezes amantados
ror seis ditos idem......
& I*or um auno dem......
)ada numero avulso, do mesmo da.
64000
125000
240000
0100
^
T
SEIA-FA YO OTO IB 1886'
PARA 1IISV1HO K FUHA O A HKOHICIA
Por seis meses adianudoi.....
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
13500
20*000
27*006
lvJO
DIARIO DE
NAMBUGO
|)r0prulrabe re JBLanoA J\%ntixAn fce Jara & M\)os
O Sra. mede Prlnce 4 C '.
de Pars, mSt os domsos agwnte-
exclusivos le axniinioi e pu*
blic c*es da Franca c Ingla-
terra, t
~Os Wrs. Waoburne II -rmsnoi-
de %ework. Hr.d Way n.
f f)Q. sA os noasos ajrntAS ef.
eluwvot dn annu elos nos Es-
tados-Unidos
TELEGRAHHAS
sssTigs ?a3i:s::a?, so sxasio
RIO DE JANEIRO, 30 de Setembro, As
3 horas e 40 minutos da tarde. (Receba-
do s 4 horas e 55 minutos, pelo cabo
sub.narino}.'
O Senado approvnu liointem em 3.*
dlai ao, ni dibHii', o crdito
para conilnuacao dan obran do pro-
loBiamealo dan enIradSN de ferro do
acetre ao S. Franclaco e do Beclfe a
Caraani.
Foi numi'adii rommanil unl<- da for
talara do Buraco o major Manoel
Joaquim Bello.
:.-,:::: fia asocia satas
(Especial para o Diario)
VIENNA, 29 de Setembro.
^
Ztom t& rattoN de cholera que ae de-
ram em Hu.tn Pt>t. conta e II lc-
llnaaa de bontem para boje.
MADRID, 2? de Setembro.
general Villa Campa, time lti-
mamente fura preoo como abirva-
do. aera boje aubaaeiltdo aroaaelbo
de guerra.
Aoplnlo publica Impetra cicatea-
ela em favor d'elie.
Agen i Ha-as, tilia! em Pernambuco,
1)0, de Setembro e 1**6.
INSTRDCCIO POPULAR
SGMEDaMTP
(pjXtraJiido}
DA BIBLIOTHECA DO POVO B DAS ESCOLA
INTR0DUCQ0
O v.'l. XVI da BiUiotheca d Povo e das Escola
ceup u- se d Hygirne ui gentl.ssumpto ae m*-
lim mp .rt*ucia, porque ilo trn con beci manto e
boa applicac depende rm grande parte u bein
estar d i h..mem.
Ni coube, p im aos cetreitos limites de nm
simpas livriuhu dar o neceesario es< ovolvimxntu
aquel e iutert-isautissiniu ramo dos ccnbecinieutos
huiMIl 8.
Por isso trataremos de deaenv lv"r em livros es-
pecia'h .-ifurpaada sU'iS parte mais importantes,
com i praticmos repet a Hyq men'acao no yol- XLIV. I tf^Wea do Povo e
i as Escolas.
lm harmona com o des
gramms, tratramos boje d
O ht>m m -ssenhorea-se
o sen planeta,espaco fec
redes de janeo a de matto
aria, mas onde hja alg
a na casa. A casa ada a-ae e r.
ao 'elie tao ajtim*meu <-ua
no"8" p'o-
hubi'ac&o-
u- ii p rvi"H
tro pa
e aive-
oella
ic em tor-
(f'li.safei-e av-loa
A lnr..: que contm hnmem p-t s.-u lurnu mi.
pt i -.....i .i .asa p'-r mudo qu UapEputru
parece in un ficar-s--. Tai ban-m, tal haSHQao.
A Cabn ren lie o selvageai J*a. c.d^Hv-l* o
aoin m e-vilisadn >> p lacio irimc>s o nd^^bj.te
A um rraojal elmp> m'>atr*-iaMHnou>em
konest", ii bonein f- 11 x ; a h*bitf,So niwiflaiit e
fitida iiidii-H a miseria, vicio, a doeuca, e JToiD'-
O ar iue se respira em casa e a las qn^Eh sr
esf nieta sao *|ff r- nte 4-" red u da ra'
do ca>np -, por jflue sa ar e lus ieituq por iap e
ara nos, de tn<>do que se em gue pio-luiir u n
ulioia artificial melhor ou p iordo que o que 0 >
aircam'ia. ^ ?
Pode g'izar-se de uoajtr secco em um clima hu-
mid e pude respirar (m ar infecto no p^ismais
A bata escoba le aiBSB^e os pona sao tanto
ais h>n- s'os q iai.to m*m a preciam, uims a cul-
tivam e mais a cobeliraan.
h>-mem vicios >, seiT' Ihante tf t ra, nao p-co
casaienio alta n'lite para dormir ;o homem
pelo coulr rl", al i trabalh, all aisa,
ht.rs le^rt-8 r teranas im a f mlia r
:gw-
d' ve S'T tacla oe saude, mas maitixsi-
nts doeiiQn8 all se adquirem p ir te respirar um
u iniart e sa deac uheorein as miis simples no-
.aaitfHjrgi-ne. j. ,
(Guavswij
s
fkp i i| i H.ikt
Ministerio do Imperio
Wt d cieti (i 18 de Snubro foi ele
*W'> o B-ro d Can i a viaeonde do
acsino nome.
Foi hfiefep la a p tic-.o de gr .9a <
fina.io Fer ira 'las SaniN*, cooit-mnadn
a 15 1^ D'zi rubro d- -l?"80 a. oi'o anona
de gales o, multa d-- 20 *|# do valor rt>uba-
to. e.n ir'nS' d>- deriva do jury do fr-r
rao da Vitorift.'prOTIDlia d- P-rnambuC",
por if 11 e de ruuo*) d i-avall", < omtuetti-
d a 27 da Janeiro do mesra anao.
a>
Ministerio da l.isttca
Por decreto d 18 de 8-t-iioro i'oi >-xo
serado, a pedido, o bacharel Basilio Ribei-
ro Dantas, do lugar de juia municipal e de
orphaos do termo de D. Pedrito, na pro-
vincia de S. Pedro do Rio'Grande do Bul.
Ministerio da Fazenda
Por portara de 22 de Setembro foi pro-
robado por 90 das, com veo ment, na
forma da lei, a lieenca em cujo gozo se
ai-ha o inspector da alfandega de Pernam-
bu-.o, bacharel J0S0 Cruvelo Cavalcante,
para tratar de su aaude onde Ibe .-onvier,
ncando incluida neste prazo a prorogacSo
de 20 das que lhe foi concedida por por-
tara de 31 de Agosto prximo passado.
Ministerio da Guerra
Foi mandado contar ao 2o tenente do 3o
batalhSo de artilharia a p, O ilherme Phi-
lito Fi-rreira de Abren, a antiguidade de
alteres alumno desde 12 de Janeiro de
1884, data em quo foi nomeada a turma
habilitada pela escola militar da corte.
Foi reconheudo o direito do coronel
oramandan.e ^0 16 batalbao de infantara
Frederico Christiano B tys ao officialato da
imperial ordem da Rosa.
Apresentou se ao quartel general o 2o
cirurgiao do corpo do saude do exereito
Hortencio Lov gildo de Mendonca Uchoa,
ltimamente nomeado.
Foi exonerado do lugar de secretario
do co ornando da troottira e guaroicad da
cidade do Jaguar2i o capit&o reformado
Maroel da Silva Bueno Filho, a seu pe-
dido.
Foi transferido do 9o batalhSo de infan-
taria para o 20 da roes na arma, a que se
ai-hava addido, o alfores Antonio Pacifico
Alves.
Ministerio de Estran^elros
QuDveuv3'*s consulares. Aos uiinisU rios
daJustica e da fazeoda dirigi o dos nego-
cios estrangeiros o seguinte aviso, com da-
ta de 22 do corrate mez : Tenbo a
honra de participar a.V. Ex que, p r
ueio de cocrnunicacS^s dirigidas hnje aos
respe.-ticos ag-ntcs diplomticos ou consu
lares nesta orte, que seao repetidas .pelos
no888 nos ebt-.djb correspondentes, fayo
aos governos da' Qr Bretanha, Italia,
Franca, Allemanha, H"8panha, Caizes-B d-
xos e Suissa as nctitieagSes necessarias
para que as convencS-s consulares que
cura ell s celebramos oessem em todos oa
.-eus effeitos no da 2 de Setembro do
jr ximo anno de 1887.
O .prazo ubrigatori.i da convenci com a
B.-'gica, espira a 4 de etembro de 1888,
e poia s em Setembro de 18^7 podei
ella ser denunciad.
O tratado de aruizade, commercio a na
"Cacito, concluido COin o PargnT *ax 7.
fie Ju'ihoTBTrn) -*n di.e-1;a_,. fyr\g+.
toiia de se-s annos que termiuaro em 28
de Maio de 1890.
>6 eotSo fiuarSo sem vigor as suas dis-
p sices relativas a attribuicoes consula-
res.
Aproveito a opportunidade para reiterar
a V. Exc. as s. g irancas de ininha alta
estima e muita distin ;ta consideracao.
Ministerio da Marinha
Km 22 de S-iembro foi exonerado do
-onimando flitilha do Amazonas o ca-
pitn de fragata Manoel Lopes da Cruz, e
nome >dj pra substituil-n o capitao de Ira
gata J taquim Nolasco da Font-mra Perei-
ra da Cuoha.
Por titulo da mesma data foi nomeado
Lincoln Apinags Gomes de Cas'ro para o
empr go de es revente das ofB inas do
Arsenal de Mannha do Para, em substi
teivilo de Luiz Adalberto S '-res, que fal-
leceu.
Em 21, foi nomeado o Io tenento d ar-
mada Jos da Cunha Rib -irn Espiod-da
p .ra ejercer interinanente o log- r de ins-
rui-tor da escola pratha de aitilnaria e
torpedos.
Furi.ni designados oa hachareis Jnaquim
viendes Alalheiros, Jo3o Pedro de A.iuin .
e o chi fe ,imlia Antonio de. Babo Rib-ir S'u
fjuni-r p*r a-rvirem de i-xan inadjres no
. oncur-, qu-*-se f-ra no dis 2*7 'lo corr n
ie, pra proviineot-i das vag.s de 4* es
i-ripturariod mesma reparticAo.
A Peruiittio-sa que fosa id notados nos asseo
jtment .s do capitao-teiii nte Tbeotunio Coe-
rho tferqueira de C-rvalho os dous avisos
elojjavudo o pelos servidos qu prest"m na
.[de de. capillo do porto da pr<>vin>-ia
i-piflto-Santo.
Foi nunieado o 2 pliarma.'i-u'ico Jos
Rph eljle Azevedo Vi^ii p ra ex r er
< lugr de s-gundo phanua eu'io no
H >pit 1 d Mariuha da i&Vte, em substi-
tu o *e Manoel Jorge da Paixo que foi
uroiuoVldO.
Fot deatac do, do v. p >r Amazona
para o ais nal de mariuha da cort-, o |.
teneute J -io VhIIos.i de ll" ir s-m pr-
ju ii ar' curso da escola pratica le arti
iban e torpedos
F'i ll'iinoade para servir oa escola de
aprendizes marinheiros n. t (P rn .mbuco)
> l". t> n.-ite Joli Maximiliano Algeiioil
Sidn-y S tuf r, sendo desligado do bita-
Ihao n-Val.
Foi nomeado para servir no batalhSo na
val, o 1." teuente Poly-arpo Cesario de
B nos.
D'larou se aos commandantes dos na
vio da armada, i-orpoa le mariuha e i 8 o-
1. de apreudiz<-8 in-rinheir i n. 6, que de
ur e o .unte os utos rorpos a s'-ola
k-verao rebeber mantimeDtos n< pri.neiri
la uiil le cada ra *, e n"8 ubaequeotea
dias os navios da armada, ^v-mlu li ar
i-oni-lui luautiut" utos e sobresaleut-s.
Tiverara or lera rajado Riachuelo o 1 pharmaceutico Ma
noel Jorg" da PaixSo e o guardiSo extra
ordinario Jos Pedro da Cruz.
Tiveram ordem de desembarcar : do va-
por Amazona o 1. tenente Polycarpo
Cesario de Barros ; do encooracado Sete de
Setembro, o 2 pharmacutico Jas Rapha
el de Azevedo Vianna ; da corveta Nicthe-
roy o calafate de 2.' classe Ignacio Bene-
dicto Dias.
Governs da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 29 DE
SETEMBRO DE 1886
Augusto Berenguer de Alm-id Alcoforado
Encaminhe-se, drvendo ser pago o porte na repar-
ticAo dos co- reos.
Antonio Luis Caetano da Silva e outro.Inde-
ferido.
Dr. Antonio Bruno da Silva Maia.Informe o
Sr. inspector interino da Tbesouraria de Fazenda.
Engenheiro Antonio Pereira Simdes. Deferido
quanto a relevacSo das maltas referentes aos tres
lampeo o particulares, impostes durante o periodo
de 1 a 7 de Junbo do anuo passado.
Antonio Barbosa de Agular.Informe o Sr. Dr.
cb" fe de pulicia.
Capitao Antonio Graciado de GusmSo Lobo.
Informe o Sr. jmz maoicipal e de orphSos do termo
de Palmares.
Compinhia Pernambucana Informe o Sr. ins-
pector do Tbesouro Provincia1.
Elisa Guimari's luforme o Sr. inspector inte-
rino da Tbesouraria de Fsenda.
Bacbsrel Francisco de Paula C .rreia de Araujo
-Em vista das inform98es, nao convin o que
propoe o sapplieante.
Francisco d- Paula Albuquerque Maranho.
Deferid por officio boje expedido ao Dr. ebefe da
polica.
Francisco Deodato Luis e Manoel Ferrei: a Gue
des.Como requerem.
Francisdo Ribeiro Pinto GuimarSs.Ordeno
que nejam eliminados os* quatro ap,iar-lhns da
Companhia Recite. Drainage, no predio n. 40 ra
do Commercio, a eontar do semestre prox mo vin
douro, at que cesse a causa allegada pelo suppli-
caote.
Henriqne Burle & CIaterpoabam o seu re
curso pelos m los reculares.
Jop Amonio Baptista de Sousa.J foi pro-
vida a cadeira.
Jo de Calasans Rufo Duarte.Nesta data
offic'0 ao inspector g.-ral da iustruccao publica no
sentido de f-zer ennstar ao delegado Iliterario,
que nos attestado* de ei'rcicio deve cingir se ao
que diapoe > ar'. 17 5 do regulamento de 6 de
Fevereiro de 18-5.
Joaquim Piulo de Almeida Junier.Informe o
Sr. inspector da.Tbesouraria de Fnsen-ia.
Jo.- Freir do Naseimento.m vista das in
formacors, seja deelarada sem eff ito a portara de
li) d Uuti.bro de 1886. pela qual foi o snpplicante
ei aerado do cargo de 2 supplente do jmz muni-
cipal do termo de Leopoldina.
Liurentin.i Vnalino de Mello.Requeirs ao Dr.
cb- fe de p licia.
Manoai Feneira Bo.ges.Remettido ao Sr. di-
rector da Colonia Isabel para attender ao suppli-
uaote, de aectrdo com a na informacjlo de 18 do
corrente.
Manoel G .nc-lv.-a Agr.lut irme o Sr. in.pec
tor int.nuo da Th souraria de Fazenda.
u ni-=.,... iui,.raii. o 8r brigadeiro comman-
dm.i das nrau
Pedro Velho do Reg Barrto.=^!sim, por tres
meses.
Rodrigo Jacome Martina Pereira.NSo tena lo-
gar o que requerporque o tem,o de servioos ge
raes, a que se refere, smente contado na apo-
sentad oria.
Vicente de Asis Tarares.Requeira a queso
Competir
O inesmo dem.
0 m -ami dem.
O mesu.o.Id. m.
O n esmo.dem. ^^
Secretaria da Presidencia de Plrnam-
buco, em 30 de de Setembro 1886.
O ajud. nte do porteirp,-
Antomo F. da Sveira Carvalho.
**cse>ezi~
Repartieo da Polica
SeccSo 2.* N 949. Secretarla da Poli-
-ia de Pernambuco, 30 de Setembro de 1886.
-Ulra. e Exn. Sr.-Participo a V Ex<.
que foi hontem recolhdo na Casa de De-
tenyao ap-nas o individuo de nome Jo*
Jo quim de Sant'Anna. preso como vaga-
Dun.io por oidera do sub telegado da fre-
guezia d / Recife.
II-inteiu, s 9 horas da manhS e na
ra do Pilar, o individuo de nome Manoel
oxiol o travou-se, de rz5e8 cora JoSo Cas-
8UHI) de Oliveira en ferio, com urna faca-
da an bravo esquerdo.
O deliqueute evadiu-se.
A tl reapeiio procedeu se nos termos da
lei.
- Conimunicou ton o cidadSo Jos Gui
Ih-noe de S"-uza Brazil- rn, que no dia I i
deste mez a-su nira, na qualidade 3o sup-
p| nte, o exercicio da deiegacia do termo
de Ourii ury.
L> us guarde a V. Eso. Il>ra. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquira de Souza LeSo,
mono digno vice-presidente da pnivincif.
O chefe 'le poli :ia, Antonio Domingo
Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 30 DE SETEMBRO DE
.8>6
Joanna Baptista da Conceico. Deferi-
do, v-n'o eli oin. la da contrlbuicSo da
dei-iuia a casa o. 9 ra de S. J"So na
fr gu'zi-i d<> Poco p-ir achar-se as con-
dicSes -la li n. 1544.
A-i-lioo CeleBtioo de M" ndonca. Ao
Sr. Dr pro.-uradnr t acal para attender,
nS' baveudo incoo eniente.
B rAi de Frech iras. Certifique-se.
P .ronilla Aurr de M- ll, Manoel
Cuovr.lv -s Agr, La inda Q Moutinho.
P..gUH-8.
Isni el G.ud'-n ca. H ia vista o Sr. Dr procurador fia-
cl
Luiz B^ptisU Nogu ira. Resiitin s-.
Jn. qunu L'pe-- .Vl.ii-ha'io, Silva A Ir-
inAi, JoSo oa Silva Vdla-Nova e Agsti-
i.ho B s- rra da Silva C V Icaite. Di-fe
ri -o, tcando irr- apousavel p 1 debito atl-
i" rior o pr meiru inquiliue que estab" I. cer-
a- nos aiiuuz-nis n. 5 ra do V>gario
Tenorio e n. 8, 4 ra do Amonio, no pa-
vimento terre. do predio n. 41 ra do
Visconde de Inhauma, as de ns. 3
ra do Socego e as c 330 B 4 ra Imperial cuja desoccupacSo
se prova.
Antonio H-rarique Rodrigues. -Volte ao
Sr. Dr. administrador do Consulado para
satisf izer o despacho.
Pa Ir Manoel Ferreira da Rocha. -De-
ferido, tomando se por termo a fiaoca of-
ferecida.
Siiup!:-.'io da Silva Coelhi, Antonio Ge-
raldo cio Furtado de Mendonca e Manoel
Clementino Correia de Mello. -Deferido,
poden.i? li ilar.
Braz A C Informe o Sr. Dr. adrai-
nistr*:d.,.ade Consulado.
Luiz Felippe dos Santos Porto.Es-
cripture-se a divida.
Dr JoSo de Oliveira. Observe o dis-
posto a 9 art. 10 Io do R g. do 4 de Ju-
Iho de 1879.
Coritas do thesoureiro das obras publi
cas, doa collectores de Garaelleira e Ipo-
juca e do vigario Martinho Cardoso y Mar-
tnez. Approvadas.
JoSo da Silva Villarouca e Francisco
Ferreira^Baltar -Eotregu--se pela porta.
B iltar Imn & C. Deixa-so de tomar
conhecirento por excesso do prazo regu
lamentar.
Framsca Joaquina de Oliveira Cara-
pos. B.ro de Ciir, Thom Joaquim do
Reg B rros e J. J. Alves de Albuquer-
qu-. Informe o Sr. contador.
T-nente coronel Manoel Goncalves Pe-
aeira Lma e Antonio N >bre de Al neida
Castro. Registre se e facam-se os devi-
dos assentaraentos.
Consulado provincial
DESPACHOS DO DIA 30 DE SETEMBRO DE
1886
Jos Gomes da Costa, Antonio Rodrigues da
Mlva, Jos de Freitas Mndonc, Antonio Pas<
chod do Bou -Fim F.rreira, Jos Floriano Fer-
reira Laeerda, Affmso Mooteiro Pess-ia, Bento
C^etani. tfieira, umeaon, V ldevino D-metrio da
R -cha Wanderley, Agostiuiio G'-meniam Pereira
dos Santos, Sxbiano Oas da Costa. f'ran--9co No-
berto de S. Castro, Auxencio Cardos? le Ibu
qu rque, Paulino Francisco Ferreira da Silv e
Deolindo Ptdrooa de Mirauda Henrique.Certi-
fique se.
Almeida & C, Baro de Petr.hna, Bernardiuo
da Silva Ramos, vi uva Cunha Ganes C-, J -
Augusto de P drigues Moote Lima, M quim Luis T xeira & C, Aribur X Desiderio.
Mi lio torrei* 6e C E ias Baptista duS Sant s
Rocha, B>ttO Braudao, JoSn Brb"Sa de Carvalho
Jos Ai Vo dos Sfcnto-, Manuel da Cunba rial<
daobn, S'ic^i, Neesen, M.rtiuha PranciBCH de Je-
ss, MarcoliBo de Sousa Travassos. J m Joaquim
de Asevedo, Jop Francisco do Reg Mello e Can
pos QajrciaIntorm. m 1 e.-o4o
joaquim Mamede do Nasciaienio.Requeira na
funna do artigo 6 do regulamento d : 7 de Oatu-
bro de l8'3.
Br. s i C.Informe a 1 seccSo sobre a ioclusa
petioo de Bras C.
L .un-nc" Gomes Pr .C'-pio, Joaqaim Daarte Si
mes & C Visconde de Iia-iui do NorM, Carnet-
ro da Cunha & C, Braga & C, Francisco Jote do
Naseimento, Antonio Uutlhermino di s Santos,
Emilio Roberto, Antonio de (raiza Bras, Costa
Ramos 0 C, Manoel Joaquim A'ves da Costa,
Giiarrao de ousa P>ixe, rana Neves & Coraei-
ro, Martinian Jos Ribeiro fessoa, M .noel L-ai-
renco Pedrosa, Baptista Colaco C, Joo Gr gori.i Goncalves, Manoel
Machado B 6. C, Rodrigo os Sobral, &--
driito Carvalho & C., Nones Coimbra & C. H r-
miua C ta C, IIe.in.iu.- d<- 84 Ueitio, G .nga
lo Jos da Gama, Francisco A it mi de Onveira,
Aodrade Lopes ft C, e viuva Barros & Filbo
Intorm a 1' seccao.
Mello & C A' 1" se^ySo para os fins con Te-
nientes.
D1AK10 DE PERAJai-uCO
R .CIFE, 1 DE OTUBRO DE 1886
noticias do ni
O piquete ingles T'amar trouxe-nos hontem,
n ni "las noticias odfi.naes publicadas na Parte
Oficial o d Cdrte, insertas s^b a rubrica Interior,
mia as secutles :
B pnbllcaa do Parifico
Fi-ih.s oeaautiago o Valparaso ate 3 de Sn-
tr rubio.
As fulhas chd as nao adiantam nenbuma noti-
cia iinp.il tante s que tiuba-m<>s das ri publicas d >
Haciriii; eocontraino*, porm, n> diario p..rtenho
Le Nacin segu.ntes teiei;-aminas, datados de
14, expu-ii 'os, primeiro de Sucre, os outros de
fiantiagu do Chile, pelos correi-p ndentes particu-
lares da mesma i< Iba.
O presidente da cmara dos deputados (la Bo-
livia) toi insudado pelos espectadores das galenas
i-auarb stas que des-catavam o poder legislativ
por uo t-r m si lo rec.-nh.cidos oa poderes de al
guns depufa-los i*auiachistas.
A guarda aa.i poitf Cuuter a desordem.
N. senado triinnpbaram os "am chistas, reen
uhecud i-ne os poderes dos meinbr.-s desoe partid >
E asaba ru'mu o general Campero, como se-
ad r p r Pot si.
O eorreio do norte .rouxe as seguintes n"ttcas
do 'ei.
DiMsute-se em c-ngr-sao pieao (assemb ge-
ral) o trata I i d I.miles com a B -li\ iu, estipulad.,
pelo pleuip tenciarm >! I Va le.
Eate tialad toi appr >vado por conselh i d
nnnintro lo gov-ru p rilan.
Aa entraiias "la alfaudeg -.p-u-s dS orapa-
g r a">s empreados d .s mesin i.- r-partiCO 8.
r-nra <<: orr-r aa deapesas eoui jen' rro d-j
arcebisiio de Lima, empiestimo d g'-S'-
A verba do me inmoto relativa ao servo i dl-
plomauco l'iriiarA onpissivel a cns-rvacSi de |e-
giaeo S 0e 1 classe.
O goverm. se veA na nec ssidade de nmnear
simples encane a'los de negocios uas repblicas
visiuhas.
vulco Ulnooi", vi-iuho da piv i.icSj Amate,
arr- j va grau es e .luuiuas de fume avenneinado e
f guihas c iu fraudes e.tr.-ineciin'-iitoB e ruidos
surd s.
I-ti e u-ava serio r-cei> uas p iv..acas vii
uhas d- Arequipa.
itnpieiioa de todo "B uiat sea p li-lc-.s de
Saut'ago ppUuilio a delib ra^ qi- louiou B-l
UiaCe ia de uao a.c itnr lOauqn te qtt S s uscr
religiouari.is iue i-ff-n-oiam
Fallec.'u al.ns-"te n.ci oGnt.
ato ra Praia
Fulhas d- Bueii.is Ayies at iti ede Montevideo
ate 18 d" rteteoibr >.
.i O senado da Repblica Argentina acceitou
todas as tmdifi-*c.'Kjs f-itas pela cmara do> de-
putados no pr ijec'o de lei que cria o banco na-
cional hypothtcari.
O ministro dos negocios estrange'ros apresentoa
ao angtesso o tractado de extradicco com a Bl-
gica receatemeute assignado ad referendum em
Bruxellss.
A' mesma assembla toi subm-ttido o pedido
de in'ervencio na pr ivincia de Corrientes, ptra
restabelecer o supremo trib mal de justica desti-
tuido sediciosamente pela legislatura daqaella pro*
vincia.
" O joverno nacional, diz La Nacin do Bue-
nos- Ayres, rxpedio urna resomcao approvando o
cnveuio celebrado pela c.mmisso argentina de
limites com a brazileira, sobre a forma por que
dev-m curaprir seu encargo.
< Para este couv-nio reiaou completa cordiali-
dad.' entre ambas as commissoes, sendo errneas as
vers5;s em contrario que s tem .iropalado.
Noticiar m de Jujuy que se sublevara parte do
regiment 10 de liuha que ia lo guaruici > para o
Chaco.
A sublevac'i teve por nico fim o saque do
comboio.
O chefe do regtmento mandn forcas em per-
segu.cao dos sublevados, que foraui alcancadjs in-
mediatamente
as eleieoes para governador da provincia de
Mendoza triumpbaram os partidarios da candida*
tura B negas. ge re nte do Banco Nacional.
O diario 47 Sensor instigara o presidente do
banco da provincia para que o accasasse se consi
derasse calumniado, as revolaceg publicadas so
hrc manejos illn-it >s de fundos para favorecer can
didatara do Dr. Achaval a governador d provin-
cia.
La Pampa, continuando as suas accasac-s,
aesegurava que o Banco nacional na i tiuba em
can nm nico peso em ouro.
El Diario puoli :ou um artigo de Manoel Lai-
nez qualifiuando de mentiroso, can Iha calutn
niador a Benjamn Posse, redictor de El Fgaro,
por ter arfirmado que elle, Lain-z, havia (yp.the-
cada ao banco urna propriedade por maior v >lor
do que o real.
Era crenca gpral que semalhante artigo provo
caria um dueilo.
Fadi-ceu o general Benito Nasur, que tinha com-
pletado 88 annos de idade.
O governo da Repub ica Orie tal mandou cum-
prir a lei que autorisou a reabertura do asylo do
Bueu Pastor.
Vimos uji boletim da Nacin, de Montevideo,
onde vem publicada um ora io com a data de 18
de Agosto, em que os Drs Francisco Antonio Vi
dal, Julio Rodrguez, Isaboliuo Bisch e ngel.
Bria i, cirorgioes do exereito da Reuublica Orien-
tal do Uru:u y, comiDunic-.m ao Dr. J. Castillo,
jmz do crime, o resulcado do ritme medico-legal,
a qne proce leram nos ferimeutL pr jec'il ti" rosto do general 0. Mximo Santas.
Pela i-xposicao, feita na primeira ..arte da c va
man cacSo v se qae o tiro foi dado a queima-
rou la, e tanto que alguos graos de plvora se en
cravarain na face dir ita, entra as duas mandi-
bulai", pr-xnn i do lugar onde se nota um feri-
en uto circular feito pela bala, a qua>, depia de
ffeuder a hugua ns na mandbula inf-rior esquerda, arrancando pri -
in iro e o segundo dente molar, um dos quaes,
com p.-j'i-n.s tragmeutis da dita mtndibuia,
bio pu* um dos quatro ierimentos occasionados
pela i|Moa i.
Um destes ferimentos, o maior e mais irregular,
fica transversalmente ao en i vertical da cara, e
se estn de de tres centmetros baixo da commis
aura Unial esquerda at ao bordo posterior do ma-
ullar superior, per orfcndo os tecido* comprehen
di los entre os dous maxillares, uniudo-se a Oous
dos out.'os terim otos e ten di urna extensa i de
site e meio centimetros Eate ferimeuto apre
stnta ndtavel reviramento de b rdos e perda
muito seusiV'-l de substancia, tendo por isso o as
pi ct i de urna cavidade dMSurme.
A arma disparada foi um revolver, calibre 12
milmetros.
Houve desde o principio abundant" h morrha-
gia, e o onendid.i, como acontece quando ha gran-
de per la de sangue, teve durante o prnneiro ca-
rativo urna tyuco .e que durou mudo p uco temuo
e foi tamhem devida, em parte, ao facto de man-
ter-se o f.-rido de p-
Na parte propriamento medico legal diz a com-
muntcacao :
O traumatismo, de qae n >a oceupamos, de
carcter grave, e mudo mais n'este caso, t-ndo se
em cmta que o projectii que o pr.nluzi > era ex-
plosivo, o que avrgrav u muito o precesso cirurui-
co, tanto p- la fr-gmentacao do projectii, cojos di
versos pedacos f irm arr.-messados vi-ilentam-nte
em ilir c oes diversas, como pela m. rtificaeo que
caos.'U o -8 teeid.iB a substancia cbimica expl siva
(iu-- soppomos foi o fulminante de meicun) por
causa dos priucipioa tone s que pruduz, e ainda
por causa da ddaeeracio, forma irregular e per
das de substancia que produz tos fenmeut<"S.
Poi esaaa cunsiderafes o ttau.n-iti.-m do
lado esquerdo do rosto deve, c m mais proprieda-
de, ter a cUssificaco de muiu grave.
Q.iauu As conseqencas que t. rao estas le-
5'-s 0 i lado ehqn.-rdo e ao tempo que seria pre
eisii para o seu curativo, dami-s <> nossu prigin 8
ticn, com o carcter de reservado, reserva justifica-
da, Cum nal oria de raza >. a" ate. cato ir que a
rigen, das leses, sua xientao e cataruza teem
o carcter especialissimo do ag- nte que aa pr<>-
duzio.
Quanto a ferida dos tegumentos do lado d.-
reito. p-Ja consideaar se seguro o seu curativo.
Teudo ein consideracao estes fact is. w baveu-
d-> so c> nseguid sus'ar a abundante h lunrrhagia
o i o euipr go do ciitorm eto de t rr di ui-lo -a
agua com a'umen, di fri a de tames c mpres-
-iv s ; levandu-se em Conta as ondn.-des hygie-
uicas do ligar e as demais que concoirerem ; r
...r outro lado as vautagens do arsenal -utis.-pti-
e i, ap'ulieado ligor-sameut- n''ste caso, que pre-
vine qna-i absolutamente s cumpl'cac' Pr-'P as
dVste genero de feriuieutos ;
Oa abaixo aosig.iad.is, a dopeit das reservas
do seu oroguoSlico, opinam qu-' esta leoes po
dem s.-r cur .d iS Mtn os det- itm e lefonn dades.
ciisequ ntes, em un temp qu nao se ple de-
t- raimar por cau.a das o-mpiicavOe que nos
tem s r- fendo
sob o tiAilo d-Pera ubcou a Ha.ri
de Vlontivid/asgu nte n ticia de urna h.niv I
tragedia : \
t OsjirnaeB de P*ystn, ebegad* b-ntem.
craz- in suas c-dutnoas cb- ias cu deser'pcS de
h r.eiidos rini1 s c mmeitidos u'-q ielia el l.d.-,
II. inauhil d' 13 lo CO.r ut pelo iu livi IU Ale-
lan Ir Tszooi, v rU'li-.in tera. qu ha fres ou
qualroin z-s c.npl tara n'eata capital a peu de
tres aun is de care-re, p-r teniatiVa de aisasoi-
aaio comra a j ven M .ria I. nie. que i>- qui
era orrepi..der aos eu* aw/n.
D ib miniii i-.*es dei.le- que l'-s crim-s p-r-
p. 'r -i p ir T zzmf, Sin os c nagas de Paysau
d, va.n a faz r um Concsi p.ohato.
Asmm que Tasaiiii se vio em liberda.l.-, re-
greso u a ^-.yaanda, g rmiuando ainda lia sua
alma ma dita se.itno ato la viug.nv contra a
a fiitdi ft iiuern.
t No da 13 I > Corrate, pe* ins-ihi. dingi se
T s.iii a c si da r f-n i t.india, o ..p -ta de
o 11 i, mu'b-r e qua'r o tdio-, seuli es es : um
j ven -le 14 unos .le i UaV, u n me.iiuo de l au
U">>. urna uieuiua de e una taitra de 'i mez--s
.ipe.iaa.
i r h-fe la f*m li i, ae m^* u .1 d- >> hl ..
m .ia saib. ja ti.iha sabido i e* em d.r<3.-cao i
chcara eudo m ..ava .ua f ha Vlaiia, casa la ha
pouco tempo, e contra a vid* da qual, como acia
dissemos, tiuba T zzoni attentado.
i Coinprebindend o crimiaiso qut o auxdo de
Romero nao p.deria evitar a satisfaco de sua co-
barde vinganca, peaetroa ao interior da cas* d'a-
quell-, tendo sorprendido os seus moradoras as
tan-fas pmprias do lar domestico.
Teszoni, armado de um* fac e um revolver,
atacou furiosam-nte aquella familia indefeza.
Q us primeirameute uiti n .r a j iv-n de l',
ann >s, <> quo c niegui i, com a agilij* de oua idade, saltar um muro que separava s
casa com a dos visinhis Srs. Jjierez i C.
O feroz assassico correa entSi em direccSo
ao aposento em que estav a esposa dt Romera
com os outros fi biuhos.
a A infeliz mit ficou aterrada pelo espanto :
comtude corren at ao pateo p ira pedir auxilio,
send n'esse momento ferida nn peite.
i. O b rbar asaassm i, com a rapidez di relm-
pago, atirou se depois a enancas abri o vea-
tie de u;n., d indi urna feroz puahalad*, e fez
um grave fenmeati n* regan pulmiuar da outrs
de 2 mezes.
Nao querendo deixar escapar a outra presa,
que ni'" sin ferida correr para o pateo pedindo
soccorro, Tezzini precipitou s-' atraz della e, al-
ca 'Cando a a p .ucos pas-os da pir'a da rus, crs-
v u lhe a arma homicida at metade do cora-
ra !
Depois de commetter estes hediondos crime,
Tezzoni fugio
Ad .ticia do triste successo correr logo por
todo a cidade, com a velccidade de um raio. A
autorifade poz se logo no encalco do assassioo.
A pri nciia pesaos que o vio foi o Capitu Ol vea
cia.
0 malfei'or desfechoa um tiro, que erroa, ten
do a bala tendo o ante braco cseiierd d Sr. Pi-
lar Li-zoann, que se achava na p arta de urna con-
f itaria, Um outro capitn, o Sr. Berro, correa
tamb m p. ra capturar u assassino : outra bala foi
desf chada por este, que rocou a omoplata direita
daquelle.
o Um cabo, de n-m Etchunique. armado de re
mington., velo em auxilio dos seus superiores, 00-
rm um* terceira bala o poz fra de combate, tea-
do-lbe fracturado urna perna.
Entii i o capitSo Berro, sem dar tempo que 0
aas 'Ssnio destecbasse o quarto tiro, deix u cabir
pesadamente su., espada na cabeca do teros Teazo-
ni, derrubando-o por trra M smo assim, o mal-
f itor anda feno a *ista esquerda daquelle mili-
tar, '"can lo afinal rendido.
o Tezzoni toi al ja i., lugo na cadeia publica,
ende o cod Caram no cp> de la^j.
. -endo iuterrogado pelo ch fe de polica, disse
que tiuha cmnmet'ido esses en mes pira vmgar te,
accieBeentaudo com todo o saunue trio qu^ leseja-
ru acabar com to-la a familia Rom- roj ainda qu
Ibe dessem quatr-> tiros !
Os mimes das victimas do T- zzoui sao: Lo- .
cia P. de Romero e TVreza Romero, a primeira
. i e a segunda .ua filha de 2 aunoa, que expiroo
meia hora depjis de 8 r ferida.
A outra victima, de 2 mezes de idade, apexar
de seu estado ser grave, os mdicos t a esperao-
cas d- salva-a.
Q lando o d aventurado pai e esposo teve co-
nhecuneiito do succi sao, foi quasi arrastado que
ch iii sua cas, dando-se entao um qiiadro do-
loroso, que a peona incapaz de d- s.-r.-v. r.
A (. pulac-i de Pay andu' inipregsionada
indignada com esse triste auccess", promoyea ama
sur-scripcao para Succorrer o resto da familia.
a Mana Romero achva-se gravemente enfer-
ma.
S. Pedro do alo Ciraade do Sal
0 Jornal do Commercio da Cr'e de 25 publioM
esta noticias :
Ti I gramma hurem recebido n ticia ter fai-
lecd i ante hontem u te na cidade de Pel.itaa,
no Rio Grande do Sul, victima de. urna lesao car- .
diaca, na idade de 64 annos, o couselbeiro Fran-
cisco Carlos de Araujo Brusque,
O c nse.he.iro Biusqiie, que representan oapa
s.liute na p.itica de sua p w-ocm natal, foi di-
versas vezes membro da Assembla Pi uviucial, tea-
do sido eleito depois seu r presentante na Asseat-
b a G'-ra', ni qual representou tamb-'m a pro va
<-ia d A u.zwuis na I gialatura de 1864 Presidia
as provincias do Par4 e Sauta Catharina. e -
meado mini-tro da mariuha em Marco de 1864,ex-
erceu u cargo at Ag-.to do mesmo auno, tendo
servido iutenuameute aigam tempo na p* ta da
guerra.
Era Gra-Cruz da Ordem da Aguia Negra, oj-
ficiai da da R sa e tiuha a mcdalba da Campanas
de 185f> *
a Por telegramma reci bido hontem, sabe-se que
f .llsc-u na tarde de <1 d- corrent-, em S B arfa,
provincia d Rio Grand do Su<, o alfares do 3 re-
giment de cavallaria, Florencio Pomp; Mira-
da.
S. Paulo
Datas at 24 de Setembro : .
Em S. Joo da Boa-Vista, Silvestre Jos da
Silva p-d'o ein ca.ainuuto una inn de .)o- Ma-
nanto da Silva. Este. mostrou->e mmto satisfei-
tn e pro-uetie-i dar are.pista no dia seguinte.
Vas, voltaud i. Silvestre re-eneu ain tir, deste-
chado pir Jos Mariauno, que evdio-se em ao-
guida
F i encontrado morlo, na estrada qai dt
Campias vai f ze da.do Sr. D-mnigis de \to-
r~es, o-ailemo G-i.lavo le tal As pesa ias que 0
cooduziiam p ra C mpiwu-, disse-am autorida-
des qun a morte pnvi.-ra da queda da animal eos
qu elle mouiava ; ..orm feto o exaine, declara
r-m os pernoa qu a mo te for* occasionada por
um feriin-oTo qi o e.d.ver tiuha uacat<>ca,e
que es-e f-nuieoto d vi s r attribuido a crime f
nao a i?ei*fcotr .
R f re o Correio de Camp'na o seguinte tacto,
KM-ori lo iu y'il uiib laiacao da lioba frrea
Itaun.i :
Augusto r*oi wky. el .no do Sr. >imingosde
Mora, s, -ch.odo s u < aa iet< estado eos-
bri.gu t, na casad- M liimio de tal, urant a a
c .val e r tir u-.e daqotfH- lugar, sendo mais
tarde -nO ii.rad.1 na .-atraa p r um carra-
ceiro, ) moribiinlo, vio lo a fa lecer inon.-ntos
d-polS 11 c.daV. r f o t'iins.Mjrla lo p.raG'imai-
ims, sobreel-i.e f i Xniie m d CO, iioud.i os
iier tos e n duvid qu-- a mo.te de P iii.woky fosa
ca.-ual.
udtwta a Gazela dt Moyy mirim que na fa-
zend i do Sr M-u, i V oi.u le VleHo, .10 diStrie-
t.. de M gy 'iua-nii', m- iWH t iieados p r um l j ', e outro Vlaiilo,
fe-iramgr vein.-uii- o pre o Jnsti o, escravo meso, vlell,. e loiiiii.ian grande quautidade de -
ao tnaea
I) s > Correio de Ilat-b-t que inulto is'caa-
. ., -eseeuei i asfi- a >aq i le launicipts,
pe lli qtl co llt'I a l-i i a l |ii-lg'llflcMiHe
Em S Cailos do ir ha! d-a ., uieainn facto.
I) u-6. aO-a I ......n ,m at ci i I VlsC .
de do H anal i -h. ir-i U i i Claro, lait nU-
vel deo t mi Vi la,:, li-xi 0 m en,
o- n.t. ni- a e l >u- w o -
t. ein | i' ei-ga''- -
tornan I ne-easari.
Ha- i o p u .-. t -ni u u I t-
OIV-ta-iaa ni O ; qu Acudiram alguna
vii"ii i .s -i r -i o -> '* i em oatigu.-, asa
e mpl.-l'llleille c I ....
ra i.ipo ,u i tire, d-< ecessSfe
i.iU nr *p i i ..n if i t-iU-c u ..a eapi-
r | J ,. (u ti M i >4ieir z Teoea Jnior,
fib h .o C, i .i. T- \es e aibriuh i do dr.
..

na is pr. s'is nutre
'-aig s, n m una-
Hiuv- ejiuini-iia,
o u cao.
reaidente e.m Casa-
a i i--e c -ia tr-a C-

muhlmO


Diario de PemamfwcoSexta -fcira 1 d^ Outubro de iNSft
M.

V.




.-
>*

Brio de Parnahyoa, aetuat presidente da oro-
viucia.
O fiando tinh 42 ann os de idade, era solteiro,
Toreador, e oceupou diversos cargos de el' icio po-
pular e de nemeaclo do governo, em Jun tiaby,
tu trra natal, oude r>-9 ii-*, e era geralmente es-
tioi ido.
Aecomroetido da grave enferrnidade, que o le-
Tou a i tuinul-, transp.rt ra-" para a capital em
bu-en de ah vio aos seus incom'DodoH, que lufelis-
mente de da para da tu ugin*aaM*h>de la-j
teuai lad ate que euMWU a aJma.it CAr
Dis o ario d n< qpe f i eneiaadr
o porto d'aquelta ci-**-o aaawe de uaaaartu-
guei, de 40 aunos de aliase ma* or meu**a, b-i
Teatido e apres-manda ao neaaoco e n eabec*
signa-s de feriuiento paadjadaa pa arma, dto t>g >
t instrumento eortanBR-
No da 16 d.i nkW1' anhaaf-aa'tre
oco no rio Mogy, na aWadu- tia^ara, dw Sr.
Dr. Martiuho Prado Jimut (beir*i Pret"), um
delie, de noine Francisco Tilomas Carvalho, ub
o-rgio-se e deppr ce i, em que at buje fose
esc utra lo o seu cadever.
O infeliz cunt v ap-naa '24 anuos de idade e er
Slbo do faeudeir. Th.iin d- A quino Pereira.
Rio de Janeiro
Datas a' '25 oe Setembro.
No Su d... i dia 22, o Sr. Viriato de Me-
deir 8 dei-lanu que v..tra pe i requerrnoslo lo
8r. J liouitacio e contra a leciam.c i Waruig
Br thers-
O Sr. J.>a Honifacio justificou um requerimeuto
pp luid por intermedio do Ministerio da Faseiida
inforinacdcs sobre os estatutos do Bauco do Kraai>
aubuMtudue a p r.vaco d gove a- e fobr- o
dealin i de urna repre*utac i teita em assernb
go.-al uo aeeionistas d> s*' bauco.
Poat. a voto o rqueriraiuto, bravo empate na
v. tacan.
O Sr. Ignacio Martin d'sse que nao cootara
yo do Sr. Viriato de Med' iros na votaco de ante-
bou em poique e.te Sr. acuador so deixra ficar
as-' ntadn.
O Sr Teixeira Jnior podio que o Sr. presidente
noineaaae d un m.mbr.is para a c inmisso de p^n
socs e ordenados que e.iava incompleta.
Paseando-se a urd.-m do din, proce-i-u-se vo-
taco do requerimeuto do Sr Vieira da Silva, qu-
ii rjjaitado.
O Sr. J s Bonifacio justificou um requeriraeuto
Sara que o proj-ctod-aeioaentadona dos raagiatra
ii.- f..*s a coiumiasn de constituico.
O Sr. Meir de Vascouc. Uos dt^udeu o projecto
declarand" q- ni" bavia d'*r para o magistia-
j, eu> ser aposeutadn em virtude de disposiu&o le-
gisl.tiva.
O Sr. Martinho Compos disse que o governo
pr a decretacio da le para violal a, como
t. v a fr.nqueaa dedecluar o Sr. ministro da jus-
tica ; a que o seu voto en contrario ao projecto.
O Sr .iar.iiva di.- que a questo u2o de c >n-
fianc, mas de votar W uio as emenda da cama
ja do D-putado que r. puta inuito cirreetas.
U requerimento d i Sr Jo B mitacio foi rejei-
tado.
Ea seigaida foram appnvaiias as emendas, sen
do o prijecto enviado c immisso de redacto
par* subir a saoccao imperial.
t.itr .ud- em diacuasao o crdito para as obra
do inatnilouro, o Sr Jo Bonifacio justificou um
requei menio, adiando a discuaso at boje.
O I>-qu rimentu ficou prejudicado e a d.scussiu
O : rdito adiad pela llora.
En/rou em 3 discuaaAo o orcamento daagrieul
tura sendo enviad- a mesa duas emendas.
Fji lida nina propiaU do Sr. presidente do coa-
elbo suppriinindo "8 ad litivus do 8r. Jos Boui
iaeto que f rni.approvado= em 2' discuaaao.
O Sr. Aff iis. C Is reepoudeu ao Sr. Viriato de
Me Je i ros 8-bre celebrarlo d. contrates n secreta
ria da agricultura. Rcspondend > ao Sr. Tauuay,
analywu a le de I..cacao de servicos, achando a
boa i-m gerai, se bem que suseep'.ivel d al^uu
retoques. Demonstra que a noasa lea, principaj-
meutenaque concerne naturalisacio nao sj
fttrnsadissuaaa, nomo dase o Sr. Tiunay, pelo
Corr^MW", nuibum pata da Europa e da America,
' en-epto a C dumb', as t-m mais adiantadas. Con
clufo.ir.taniloiieaaaumpuis relativo miieraco.
A Jiscusoao 6c >u a.nada p la hora.
___N-> da 24, no meaaao Senado, fu rem ttiilo
i commissao de legislaco o projecto sobre deciaes
judiea. s.
O Sr. Sin va justificou um rquerim-Bto que
foi approvad i pedin lo diversas iuformavO reati-
Tam.-ate a queati da ennatruccao de um tucoura.
c* o pala S^ti-l de Porga tt Chantiers.
O Su. Peruaa 1 -s da Cu ilia juatijou um reque-
rim-Mito cuja discusaao fio u adiada ped'udj iufor-
n-Co s s-.bre a data do deereto que jubilou o con-
selh-iro Doaaiagis Crl >s da Silva, lente de pa
ftotagta extern da Faeuldade de Medieaua, da
'Bapi a ; e robre outroa faetjs relativos mesmaf a
''eu'dn'jc
Ai la paita da ordem do dia con'inuou a 3*
discossi do creJito para as obras do matadouro.
OrouuSri Ji Boinfaso, que disae negar o sea
vot-', porque ja se t-m Mo grandes gastoscom
esaii.- obr.a, porque, alm aa nao conhecer o or-
eam- a*o da qu s.- quer executar, nao sabe te a
C.mara maaieipal fex proposta para este empre-
timo
O Sr. ministro do imperii das* qne receneu o
<; ment da cau.ar municipal e ceitou-o por-
qn r couh' ce a c mpet-neia da meama causara
cto assumpto. Quantu ao empreatim, declara
Iue houve prop .ara da cmara, como cousta do
oeuui-ntoa ja declarou ao senado.
F. i uppruVadj o crdito com as emenda apre-
aentada.
Depoia de approvado um crdito do miuisterio
da uiariuha, ntrou e- dieUsio o crdito para o
aaiieio- nto da capital do imperio.
sr. Octaviauoref.no se a urna proposta spre
Sentada para saueanento da Capital do imperio, e
pedio a reep.iro if rimnca ao goyerno .
O Sr. minia-1 o do imperio disse que haveudo na
prop la pedido oe tavorea que bo o corpo legis-
lativo pode conceder, at nJi* gov roo q8>
s,o parJamenio devtain ser preaeutea todoa M pa-
pen."
O Sr. Cruz Mchalo reqiereu o adiamuto da
discussao i-.t que seja estudada a proposta a que
Su ref- rio o Sr Out,viano.
a '2* parte discutio-se o orcamento da agricul-
tura.
O Sr presidente do conselho depois de algumat.
aonaiueracoes de ordem poliica,disse que as emen-
das do Sr. J s Bjnilai-i nao podiam ser aceita
por involv rain materia nova, e que se ellas fos
. se:n votadaa pelo senado, p.ra manter a oi forca
oral e dignidad-, uaaria do nico recurso cous
tiiucioual que Ihe resta, visto como anda tem o
jp .io da i-orna e do parlamento.
O Sr. Viriat de Medeiros responieo ao dis-
curso do Sr. Aff >uso Celso e eensurou o abandono
im que se acha a ^ngenbaria brasileira.
O Sr. Correia expiicou o voto que djn paa que
H terceira emeuda do -r. Jos Bonifacio, se pas-
sasse, conarifuiaae projecto seperado.
A diacuasao licou adu.da pela hora.
__L.-uioa uo Jornal do Commercio de 24, o se-
anjinte sob o tituloExereieio gerae :
. A crnmissao de arbitros aasigoou e remetteu
fcont-m S. A o Sr. Coude dEu o relatorio eom
seu pareeer acerca do grande exercicio do Jia 9
do correte mea. donata nos qno attribue os er-
joe commetudos e os accidentes occorridos, indi -
ados no relatorio, 4 falta de exercicios metbodi -
sos d-- togo as tres armas tanto assun qne sobre-
-sabiam oe alumnos da escola militar, nada
Ib- s acontrcendo, porque tem exercicios quasi
diarios.
C'.ndemna taes exprcicios na corte, visto ser
siecesano estarem acampadas lora della, por al-
guna dias, as tropas qa- nelles tjmam parte, afim
de e exercitarem previamente em manobras de
eombinaco das tres armas, pan bem executarem
^ exercicio de batalha simulada.
Dando por finios os seus trabalhos, a commis-
sao dissolveu se.
__o dia 24 fallecer o Sr. Luiz de Albuquer-
ue, que pertenceu i redacedo de diversos jornaea
a cotte.
Eis as noticias commerciaes da ultima data:
Rio, 24 de Setembro de 1886. _
O mercado Je cambio continua firme, man-
iendo oe bancoe a taxa de 21 5/8 i. sobre Londres,
saetnd o London Bank e o Englisb Ranki 21
U/16 d. contra caixa matria.
As tabellas no Commercial e no do Commer-
ejo e aa taxas no London Bank e English Bank,
form as aeguintea: |
Lon iras SI H/l e215/8 d.
Faria440ra por fr., a 90 d/v.
Haaibanro 545 rs. por m., a 90 d/v.
Italia 446 e 443 i a. por lira, a S d/v.
Portugal 251 250 /* a 3 d/v.
. Nova-York it0 por doi, iate.
0 ioovim-nto do dia foi recalar sobre Loo
dres. a 21 5/8 d. baocario, e 2111/16 e 21 3/4 el.
sito, eaisa netrie.e a II 8/4, 21 18/16, SI 7/8 s
31 15/M d^ j>es Repas ou-se papel bancario sobre Londres a
213/4 i.
Na Bolsa o movimeuto toi regalar.
Babia
Datas at 28 de Setembro :
Relativamente pirede feita pelos chapal-
leiros, dis o Diario de Noticias le 25 i seguinte :
O Sr. Joaqii n Sampalo, rep-esentaote da fa-
brica de chap is de Sampaio t C, chegadiante-
hontem da Peira de Saut'Anna. d-u por deapedi-
a i aaaaa os ..aasai1 da- b-ww fabroa, em ir-
ead-eaV *e aar nagsaajrveii ahHg-ar a no ae-jordo-
com oaaesoaa opaaasnoa aubra ae casaaaa que o
levaasssB a e oatclasaar em a^eee-
Aaaeamafcim am-u* i*ta-eosaniasao coasv
oostaska Sr Wmmmk Praaajnc* CMtaae. Eug
aioaWsd jVbxandmni da W-to-San lio, que-
se eaaaoTcra** de as-!aber Va-jau par o servica
la faiawa, aajaalI Jas opaaaBioaajaH aaaprea
tarea r o- aa 3 aa l VTSSMa refeaaaa
ciaasainoBij ccna-atraaraai aa^aajBMajaeasvdki
readimttidos.
Nost caso, parece-n is que estao muitos dos
.ntigos ooerarios, alguo-i do qua-s manifestam
fraucamente ease desejo em osKta aeer;ao do nosso
j irnal, protestando aim disto contra o procedi-
m-uto doa outroa aeua collegas.
Nunca eurrmos na apr eiacSo dos niotlvrja
ea s qu levaram na operarios da fabrica de cb i
p .s doa Sra. Sampaio 4 C, a dardm o passo qo
leram e no qual jog.r.iin o sea pao o o de toda
aa suas familias.
Q.er n >e parecer, porm, p>r inform ic-s qu"
temos de boa fonte, qu entre e:les alguna bM
que se d ixram arras.ar por id >a mil r- fl metidas,
ideas a que muitos mitro* iuc inscientemente ad4e-
rira:n, resulta lo l'ahi o que infelizmente se deu.
Estamos aertiwimis ile qu-. ae em v-a d- ex
plosirem nputaraante os hiiiiiiii, como sueeedsn,
-e tiv- se andado eom a prudencia e o ntecincinio
que o fauto r- querii, as cous .a nlo chega'iam ao
ponto que ch3*>raiB, porqu..nfo bem c mb-eda
* bwodide dos Srs. Sampaii C, para -om to*ji
a sena empregados, quer da r.SLiua quer da gran-
de fabrica.
< D-aaa fatal pr-cip*tac3o n reanltoa desrp-a-
ca.i iin.ni- s o deSMwpr^g'J OW alauu* op-raaej
aeni tambem a iquii oi d Monte pi doa eha-
peUeiros, utilisaiinai.saosiaco cr -Ja pelo Sr. Joa-
qiiun Sampai", eia pro 'ello J- t-.-dns os que traba -
.b.vam na sna tattriea ; e que pr -mema garantir
iij futuro o bem eatar de muitas taindia-i.
Fo pr-wpor era o estado do Mmtrpio, qu
fun lado em fins de Setembro de 1884. j boje
apres'ntaVao saldo de 5:72112>> >.
Pensauam, por ventura, .w operraios que pro-
moveram a grve, que ela dsria, inteluineute para
todos es tns'isaimo resu'tado?
4re noa pamente que ado.
jsr*.m viag^m < porto da capital pira o recon-
eavo, barco Santa Cru* f i< abalT--do, o aabb-.-
de ultimo, p^l* laueba a Vapor Formota ficanao
esta iub nergidn.
Um do tripoiantes, do Sonta Cria, descerni ao
Basas para examinar se o b.-rco e-tava eom agua
ab-rta, foi apanbado or umai ciix.a de k-roae-
ue, que cahindo-lhe sobre a eabec, occasionoolne
a mor te.
Dm outro, que a2ompnhava> o referido tnpo-
laota, fieou com as pernas fracturadas.
O smistro dense as alturas di villas de S.
rYaueiseo
A supracitada foi ha, tob o titulo talledtoen-
to, dia esa 27 o segointe :
Victima de nephrite parenchymatos, tallecen
um quart de hora epoi de m.-i-t noite d b t-m, no pal-cete da Peoha, o R-vd ceaego Dr.
K.mualdo Mari* de Seixas Barroso, illuatruda
director do collegio Marques de Santa Croa.
r Era uin sacerdote distiucto, nao s pelas mui-
tas virtudes que posaui, como tambem pela le-
vacdo do seu espirito eminentemente religioso,
profundamente esclarecido.
Iilustrou a imp nsadesta capital eom artigoj
no'aveie pela sna C'-rreccio da- forma e pela eru-
diccao.
Na tribuna sagrada oceupou logar saliente,
apesar de failecerem Iba certos requisitoe orato-
rios.
. Na* luetas da imprensa releva noraeiar as
que travoa eom o grande polemista B- Iarmino
Barreteo, de saudosa mem ria, e coui o Dr. Quedes
C ..brai, tamben j* raileuiJo.
Seu Borne que releabra urna gloria do epis
copad* braaileiro, foi p r mai* de uta ye* apre
sentado corda qieodo vagaram as dioceaea do
Cear e de p.-ruamouco ; pareee por^oa, que a po-
litiea, para a qu .1 entrara a instancias de amigos,
qne t'i que nao viugasae a sia legitima aapira-
m Nomeado director da nstruccao publica
desta provincii, se u> introiuzm gnndes e radi-
caos ref >rmaa neste ram> de servico publico, son-
be entr-tanta manter-as condignamente a n to
'importante cargo.
o Un-mmente esta va frente do collegio Mar-
qu.-s de Santa Cruz, e vivia modestamente, delu-
dan lo de eW*roe eredits do seu ji conoeitudo
estan-lecimento.
. M .rreo. como utorrem os boas sacerdotes da
sublime relig'o dj Crucificado pobre e resigna-
do, legando i clasae que enobrecia ara exempto da
verda.ieira toi. rancia e amor ao prximo.
Exha'ou o Ultimo -uapiro no uiesino quarto e
no m-sin i leito em que viera ao mundo, cumprin-
do untar aas nos m s nos lugares fallecen tambem
eu eminente to o .V rqnez de Santa Cruz.
Incln ..do, resp-itoaos, diaute d .a aeu restos
murtae, apresentamos os uossos pszames 4 su i
.iina familia, particulariaando o uoseo amigo Ray
mundo Barroso.
< O corpo do finado foi transportado para
igreja caihedral, afim dt celebrar, m-se o* officios
iun-or. s, egumdo d. pj.s para o cemit-no da
Quinta dos Lizaros, oade aera dado sepul-
tura.
Tinhain fallecido tambem : em 26 de moles
tia d. c racio, aa 5 horas da tarde, em sen con-
vento, o religioso carm-lita Prei Manoel Pr.copin
do Coraco de Mara ; c -utava 68 auoos de idade
e s- r sepultado boj -, pela tard uo jemiterio da
Quinta dos Lasaros ; de antigua pad.-ciu entos o
artista chapelleiro Qaudencio Jos da I ouc.icao,
e de varila o menor de uome Ignacio de Castro ;
e o vigario da freguezia de Ceremjabj, padre Ju-
lio Castro.
IHTERlua
Cor responde ae'a do Ulario de
l'cruauhuc
RIO DE JANlilltO Corte, 24 de Setem-
bro de 1886
Summario : -Discussao do prijecto do governo so
bre a le de trras, na Cmara.Os
p.ntos da lei que o governo quer re
formar.Trabalbos do senado.Os
requetimi-iiti.s do Sr. Jos Bonifa-
cio. Urna equivocacio do >r. Viria-
to. 3* discussao do crdito para
obras do Matadonro. Projecto so-
bre aposentad ria d smagiatra los.
3a discussao do orcamento do tninis
teo da agricultura. Discurso do
Sr. Aff nao Celso.Urna qnesto re-
novada.
A discussao da proposta do Sr. Prado, relativa-
mente as trras publicas, na cmara dos de, ufados
com qusnto verse sobre materia importante e de
grande interesse para o paia, nao me fornece as-
aumpto para oceupar a att' nco do leitor.
O debate tem corrido fri, e o publico, pela ari-
dez da materia, tamb -m nao Iue tem ligado atten-
co. Os deputa loa da opposico que trm tomado
parte na discussao acham que o projecto defei-
tu iao, nao satisfaz iuteiramente o fim a que e
propoe e, em al. nns pontos, inferior a lei exis-
tente. Os amigos do governo pen am de modo Ji-
cerao, achando quando muito que conven dar-se
mais garantas aos immigrantes, facilitando-Ibes
os meiospara se constituiris proprietarks, que
a grande aspiracdo delles.
00 Sr. ministro da agricultura, procurando jus-
tificar o seu trabalho, declara que aceitar todas
as emendas que tiverem por fim melboral o, tanto
mais que todos os oradores qne tem-se ocenpade
eom a materia, recoob.cem que a lei de 1850 ca-
rece de reforma e assim tambem recouheceu a ne-
cesaidade do projecto, que visa os seguiutes pon-
toa dessa lei que precisis ser r. formados :
Io a nao limitaco da proprieda le adquerida
em trras devolatas do Estada* falta esta que liga-
da ao preco mnimo das trra*, den logar a gran-
des abasos efez eom qae se coostitaisseai em tr-
ras devolutas, grandes propriadad.-s com todo os
sena inconvenientes ; o 2a refere ae a ineaSeac
da lei de 1860, em relaoao aos meio* para revali-
dacio daa sesmariaa, teodo o governo o arbitrio
de marcar ea prasse e de prorogal-os, provendo
(Tahi qae ha mata de 80 anuo que a le ae exe-
caU ate Jibarea de seeaaanaa anda nao legiti-
madas ; o 3" p-mco refere e ao artig > em virtud <
do qual os ppsseiros aproveitando da vtriedade da*
trras ficam propnetarios i i grandes exteuc
porque nao ha litnitauan de posse. sendi o quarto
e ultimo relativo ao registro sobre o qual a lei de
1850 tuinoii providencia*, uuo t rain depua su
pe usas e que no entanto inlispens ivel pira o
cadastro ofn :inl .
Na ref ir m deat'S pontos descancam as base*
do projecto, como les-uvolvidammt -mostra o ora-
dor, respeitando ao* que o tem un jugo id i
Alm dwaaadiaenosdi, n uirued- saaaala
ae de qiaaae lasa oceupado a cmara antea d
aaoVm do aay ani raaim > mi nova .-feza f i'a
pa*i- Sr. fawaaaaV da C<*uoh fimo a ebefe de
f-sasna da sBatsW nsa n-'gocaie* dV I h is, defeza
qnca seu'-la aaajfvaa eutoansar-s o cal lo qu o
iv sftrr ira Viuaii Iktvis fcu-j eafriar, p.r ter o
oPisaa fet-j. aaaWeii jm a i aaeidenaj uccoaad
tre aadrs. ataarii.'ii >saae isC'fco
miaaaah s#sa q ieiarawirai*i aVsaqpsi
z -ss imp ir a aua vo talo a maiori i.
No sanado, como j ponderei, qu se concentra
o mteeesse doa trabalhos do parlam-nt >, ja pi1*-1
mataras da ord-m fo di i, j pel>g assumpto all
tratados hora dos r queriinen:oa. N'dia 21. o
Sr. Jos li.uifajii, u i acliau'l) completas e _i-
plicitae com.) -He qui'.era aa iiiinnaeSea que p--
d.o sobre os d iqs uitim is m.irestim i3, eiin ao pir-
ti--siI inda lea que indicou, oceupou a 'riba ia, len-
to vanos trecbia di reapoata do Sr. ministro da
faseuda, comm otan lo->s e onticau lo-os com se
veridade, ecmcliii mandando a m-sinovare-
Juerimento para que se reiterS36 o pedido ji
turna internos e externos .
Timando s palavra o Sr. Cit-gipe obervm que
o Sr. ministro da faz-nda responden o que na
occasiiio poda declarar a<> sealo ; repetido o p <>
dido, ser rep'tiia a resposta, e runa vez qu'o
m amo ministro tem do ir ao senado p ir i a dia
cusso da receita, seria occaaii d> uobre se.oa
lor apurar coin ee tolaai-ssas queai5-s'; mu
c mtinuar o sen ido a pedir infor .aJ-i e o miis
tr i a recusar, uo pa.ece qu i aj c inveniente
P'st) a votos o reqnoriin-into fu- rejotidip >r
"20 vot w eootra 14. O Sr. Viriato d Me leiros,
rendo fieado sentado durante a votacio- foi amtad
e mtra, mas no 6 u maulou a mea*, declaraba > de-
ter votido a f iv.t do requerimento do San-Jos
Itomfacio.
No da seguinte feudo ate de justificar um nj-
vo re luenm -oto sobre outro aasninpco, jipi'oveic m
o eas jo pira diz.-r. nao com o fim d-' roclartiir
contra a votacio d > dia aatecedi-ata, mas s para
reatarjelecr a verdade da meama votaca, que o
sen requerimento nao tinh a sido rejeitado, porque
o Sr. senador pelo Cear, que por dma vezes
quando se contaran os v-.t >s, tioara s-nta lo, de
cltir.nlo de{.ois que o sen voto* era favoravel ao
requerimento.
Acu lio o Sr. Ignacio Martin, como 2" secr'ta
rio, que fez a contagem e que inauapeito e at
votos pelo requerimento-, dizerrio qu? tendb visto
o rir. Viriato sentado, nao pidia ter coattdb e sru
voto s.'ii i como contrario.
Parece que o Sr. Viriato, por desatiento, eng.-
oouse e votou Cintra, na persuaso de qu vota-
vu a favor : ji distraccio .'
Peita aquella ob?ervacilo past-ou o 9r. Jos Bo-
nifacio a tratar tongamente de negocios do Bmci
do Brasil, apresentando por fim um requ- rimeoto
para qu-o governoiuforuiasse 8-> toi subincttida ao
governo e por este approvada a ultima reforma
dos estatutos d> Banco ; se fot uuvido o con-elh >
de Eitado, de cujo parecer p-lio copia : se o g>-
vemo j providenciou sobre a representacjLi de
um dos accionistas contra o Banco; se foi esto
servido sobre os fictos allegados, etc.
Posto a voto* eeae requaninratu houve empate
na votacao, que -ic .u adiada, tendo votado coutra
18 senadores e 18" .-favor.
Pa8aou-se a 3* discussao do crdito remettido
'ela Cmara, aii'ons indo o Minist-rio do Imperio
a deapender 125:0->0 cm obras do maia lo no,
que a commissao do ornamento do S tnado a terou,
fizando -o- substituir ^or urna autorisaco da C-
iii >ra Municipal para cuntrahir an emprestimo
i'aqu 41a qoairia, appiicando-e aquellas ob-as.
Poi o Sr. Jos Bonifacio, qne actualmente
o mais en-.- miniado dos opposieionistas ao gabi-
nete, queso o combaten, por ser um emprestimo
que a Cmara Municipal nio- pedio, observandj
que na emenda aub titutiva da commissj v
um voto de deteonfiaoca ao Sr ministro do impe-
rio, tratando ae de um servico ,-erca do qual o
governo eota seare a cantilena da eostume,
quando vai ao parlamente pedia crditos pura des-
p tiaa. n Pasen do largas coaaidferbaoea, coaelue
qae o Sr. ministro do imperio diante daa maorfes*
taces do Senado e-da Cinara sobre esta sduiiaia-
traoo e doa seas collogas, de ve refirar-sa do asi
niaceno. f
Ficou a diacuas i adiada, entrando em > dis
cusso o orcimento da Ministerio da Agricultura.
i r. Cofgipe apreaimt-iu urna Monda e propon-
do a suppressao dos dona additivoa do .-?r. Jos
Bonifacio, de que j dei noticia.
Toinou a palavra o Sr. Affooso Celso que pre-
enebeu o resto da sessao e fes ama m diaairs) segundo atlinni a Guata de Noiioia,
joruul que, como sabe o leitor, ni c*m de fazer
propaganda em prol das ideas do Sr. T.iunay -er
ca de coloniaacao, iinmigraeao e grande naturali
saca i. Entretanto, a maior parte do diacurae do
honrado seuador miueiro foi dedicado a combater
easaa mosmas idea* do sea joven co.lega por San
ta Catharina.
O Sr. Affjnso Celso, tratando detidamente d'a-
quelles pontos, affinnoa que, em qual iu r desses
assuinpros, o Brasil est mano mus adiautado do
que -utra qualquer naco. O que se deve fazer,
disse elle, antes de localizar o colmo, aproveitar
o elemento nacional e dar tanto a eate como o ea-
trangeiro oa favores das leie, sendo que o Sr. Tau-
uay com as saas idea* nao levou novidade ao Se-
nado.
Por fim passou a tratar da legislaca) de miaas,
enteudeud > que a prooriedade d'ellas pertence ao
p .ssuidor da superficie, que tanto senhor desta
como doa productos do ub solo, considerando,
como dem mstrou nes'a importantiasima questo,
tres pmtca imp irtaut's : o interesse do Estado,
do dono e do trubuhador.
A discossao ficou adiada.
U >ntem, por estar o dia muito ehavoso, nao hou-
ve sessao no Senado, n-m na Cmara.
Por isso s boj i ter lagar o desempate da vo-
tacaj do requerimeuto do Sr Jos Bonifacio, ques-
to a que se tem querido ligar ama certa impor-
tancia.
Nao sei se o leitor t r idea de urna questo que
teve lugar em 1881, ni primeiro ministerio do Sr.
Saraiva, proposito de um contracto, que nao foi
levado a effeito, para a Construccio de um encu -
racado, c~m a c impanhia franoezaSociet gene-
rale de forge e Cnantier. que j tinha construido
os monitores Javary < Solimoes.
Na imprensa e a* triouua do Senado foi o facto
deacntido, por constar que a companhia reclama-
va ama indemnisaco de um miihio de francos por
per daa e damuos, ailegaudn que o contracto tora
assignado e pago os respectivos direitos de sello,
na importancia de quatio coutos e tantos, e era
acto consumado que devia pioduzir todos os seu
eff-itos, n podeudo o governo rescindir o Dirimo
coutracto arbitiaramenie Como fea.
Soube-se qae a companbia appellou para os tri-
buuaea, e nao se pensu m.is uesta questo. quan-
do ltimamente uoticiaram os jornaes que na re-
luci da corte havia a companh.a oOtido seuteuca
favor.
Por isso foi a qnesti novam -nte agitada no Se
nado, e est sendo discutida na imprensa.
E' urna historia louga e cariosa qae contare i
mais lar le.
tria. Notis, porm, da patria tal qual ella
c>m suas b-liezas e d-f-irinidales tal qual a h r-
dmis do noseoa antuoaasa los com suas galas e
andrajos, at mss no immun los, t arleute dove
ser o n sao amor p Si por qualqu-r motivo p-n leroaj uo ten sido
S'u je eum indas as preaeripvO m de n '83 '8 et.a-
tuti* c >uceru-utea a tae* s-saOiia c mm-morati
va--; ai iU' uos tem auecelid aempre un raras
efFtctuadt* terse p -lo m-nis avent 111 alguin as-
smnoto de interesse vital o ira nossn agricultura,
que aonrelev a to loa, cun que u'essas ocuasirf*
eunore otnmpar-uos.
Hojb ta*aa-m succede assiax.
*aili aaamoios de conjurar-a oa minisaai s-
a, pir que est piisniti iusmi la*
trias, st nao aprimem d esta > -i-
aecilos a attilicai. do aaauea"
i*eUai i^mmm
que, (Mb
PERiUHBDCO
Sociedade Auxiliadora da Agri-
cultura
KKtVtTOItlO
Do garante Dr. Igaa ^io de Rarroa Barreto,
lido Da ea*o de 28 de S tembro
Senhoret.Pelos estatutos da 8 ciedade Auxi-
liadora devemos festejar o auniversarlo da pro-
muigaco da lei d 28 de Setembro de 1871, por
modo ertameute f.ra do usual, bem lifferente d' -
queile, qae se emprega as triumpbaea ruidosa
testas, a saber : devemos ocmipar-oos com a* con-
dicoes da econimia agiicola da provincia, procu-
rando melhoral-as. E.a em que tem de coasietir
a feata de boje, que v-j-i abniQauta la por to hon-
rosa e distincUasiaM c ncorreucia.
A aessa alegra, m> us s-nbores, deve expaadir-
ae, partindo nao at'd* oorsou, eosao da eabro ;
deve reoumar nao um> asara otim -maliam i juve-
nil ; mas urna dedieaoio pertiaaa, ral atida e eal-
aaa pelo mais estavel e peculiar progrise da f%-
a crasa
primeiras
Vllli'.-l, I 'I
da i: i mu.
H i musa* sjsa ni platonia
dora aaaafc-t; cnse to
adi aggravada cada vezmiis ooreiusas liff
rentes, ( ntre as quaes a seguri lade beatifica de
nosso. Ii un tu positivo) nareci) agora, e-wa i-ria-,
betn aejeutna.ia no oneeiro geral, qu-r d is a* i-
cultores mais euteudiJos, quer dos cuino rciant a
law'i praticos e ptrapicmH*.
0"s trabalhos da sociedade (1 sde 0 contracto
le 3J teJivihi di 1874 aso i su i re :u-i I-to-
pear prte na expooioao de B wtisa) >- trabalho
la sociedade, constantes de a-Us ri > .-tina, ni' n i
riaes e da imprensa diaria, omfirin im o primer
asnert ; e o que se fri-
tica seasio de 10 docirr-uto, etfeituadi o'est1 re
cuito, onde ios acbamis (gracia fin-za ca"a-
.heirosi da digna directora da Aa*>oiac Com-
m-'reial Benericente) confirma ao segundo ans-Tto.
Para ra-'lhor onsegu nn n o euoi I a in 11 i da
'ido.s, (rniKenoa p"r eata mem E' publico ferem-se aqui reunido a 10 .lo cor
reuDe e*sa digna directora e cun .-lia a su ein-
vite a direcuria da Aiaiciaci Comn>rcial Ai-
ooU e asupirinteu.leacia d* IftoeteJaie A ixdia
lora da A,-r i-ult.i; i.
Abirta aseaai, presidida pela m'si dadirec
t-iria-conv>cidora da reu io, e -'xoistos os intui-
ros d'ella, d'-p-tis rhbrevea r tl*t-s lo *> eu -
nhi'ii'i H A Md t. s -ere ari i geral da Autiliado
ra, e (ae bem me reaurda tambem 4o diirno pr-si-
denfe da Commercial Agrcola, fii con;-lila a
pilavraao gerente d'aquel'a -soe-el ale iu Auxilia-
dora) cujas variadas couaiderac -a vej i m-i onri
gadl a eitmetar aqui, pira q-io vi, aenh >rea,
(o levaafi en c lufa sen des ili oh i era-tesa)
pussais cihl!cer aquillo qu de a'gumi sirte h a
causa ocsasiQual da convo -aya i da avaa-lM reti-
nio. as tranoompto do pensaiaenro ea d il 'les-
te relatorio, mirando porventum um i rentan va d-
iiicru-iita, pacifioi ajtfne.io, t-da identiea a aqtl lia
que-servio de fiat lux i Sociedale Aniih dora e
o segreio de aua eziatencia entre nos no man
m ignum de n uso iiidiff'reii'isin i, lale o dia 2
de D-zembro de 1872 at hoje. Pensim-Bt e^s
qae'syitb ti-a o eaf-reo vavnil sVai na d"irar
moj suucumbT pelos el-'mentos-vivajeg d t miseria,
Iue se nos afi'un.n wi^imim d-- cada cauto,
parluido ora do alto, ora dbain.
Em prioeiro loirar diasii a gere ite ser "lie muit
zeloeo das garantios c inotit i-ioua-s braaTlera-",
^ar dar aasentim -nto reproduecao d > aet > db
usiniaterio Paranagu snap-ndendo aeraos mpis
toi. Votara por iaso nao pela snsptniao dictuto-
rki ( -o.n i pirecia n indicar spala-ra do Sr.
vico- presiden te da Ben-ficente} mas i ala -"ipor-s-
so legal do imposto de exoortacio, parta 1 > ella
lo poder com-jtente; va enfrotauto ser isso quasi
imprat:eavel agora na eonelusio d-e ses ea'de
maso parlamento, j estando em pi>r gaofi.
Lu tal emergencia a via claramente un i cousi.
a uecessidade imperiosa' do rev>-stirrBo-no9 da C">-
ragem de sorvermoa at a ultim i d'.a o calix da
miseria. Aora a podemos Temerfemamos poi
(disse elle)mis continuando tambem dase, que .-ss
gemido a-ja nao de desesp-romis de quem tem
fjrcas aind i para viver e para luciar.
Oase tambom qu; a crise pirque .Mtarrns pas-
saudo hoje aguardada hi omti pela \uxiliad>
r* at ul-imiin>-nte pn- oceasio da esprisic> dr
Berlim tornarim se bo salientes suas apprehen-
soe a tal respeito e por um m ido embira Imtscii
altamente eloqnente ; que oufras causas de biixa
do preco do assucar anda existem e por ventura
muito mais graves qae o impost de exportaco, a
saber : l talo* de tratados eommerciaes que fa-
vorecam o consumo do asaltear, lembrada p-lo
digno deputado, conelheiro Coetho de Almeida
tfm sea imaoriHntissimj liaeutso de 9 de Agosto
(se bem me record); 2* a mais grave da tedas,
refino-a as oecillacoe* anermaes do cambio, ag-
Igravadas pelas medidas financeiras do governo, o
qae pasav'ttem ae* cala vez mais desastresas em
virtade da aararieaed, que julgo-estar votada
boj., pela parlamento para elevar se o cambio ao
par do padri mmetarii de I81'i. Conclue o ge-
r-ute diaendo : se o cambio estando a 18 pasaur a
27 (salvas as cansas estranhaa marcha natural
das transaeco -a) neoeseariamenta o-a"" n ra'
na que estiver a dous mil -* moad. (
p,uaara a aear a mil ria para o a rricultor que
paga salari is (de moros i alterago) que pia rea
daa {reguladas pela maior parte por escripturas
puMioas de longo prato); qae tem de satisf zar
comproaiiaaes no periodo de semelhante transico,
depredadora do trabalho industrial.
Ora tuio isso muito e muito mais grave qie
o imoosto de exportaco. Pecamos a miga'ba,
baje de mais a mais intilmente : porm mo na
caquecamos do que muito e muito mais pioficuo
e argente : a tstabilidadt cambial desde j e
tanto quanto o permittir a naturesa daa cmaas.
Ei o que deve ser o primeiro de nossos cuidados
na presente emergencia. Nao us illuiamos, cou-
cluio elledizenio. s podemos h i: gemer, seja, pois,
esse pedido a forma de nos i gemido.
De toda quaat ja manifeetaram saas opinioes,
quer em discursos, quer em apartes ou por seus
gastos pronunciarais se pela estabilidade cambial,
o Sr. Wild e so bem me record o Sr. Pereira Si-
mpes ; os mais deram provas de julgarcm a' imper-
'.iaentes as couaideracoes-eipeudida- a tal respeito.
Note-O, porm, que o Sr. Mdet muito digno secre-
tario geral mistrou se de accordo com o gerente
na pie ziao dis males que acarretar a elevaco
do cambio, as parecen nao ligar estabilidad.'
cambial tola ana importancia e alcance, to afer-
iado partidario elle da baixa do cambio e da
m )eda-papel Do mesmo mod i o Sr. Dr. Ulysaea
Vianna tallan lo com a proficiencia, bem conheoi-
da p ; todos aquelles que apreciara seas talentos,
pareccu tambem dar poueo apreco a ea'a estabi-
lidad: to aspirada pelo gerente; maa foi quem
acoaselboa nao nos emaranhassemos em questo
de tanto melindre, qne segundo pensa, ataca de
frente os anhelos do actual Sr. ministro da faseu-
Ja, afim de nio comprometteroios o pedido sobre
a suppressao ds imposto de exportaco. Assim se
o Sr. Milet nao d peso estabilidade cambial por
entender que o camoio deve baixar, baixar; o Sr.
Dr. Ulyssee proeede do mesmo modo, mas dese-
jaudo qae o c.rsbio suba, suba, al attiogir ao
el dorao. o cambio par de 1846.
O resultado daa deliberacoes foi o que j sabi-
do :pedilo unnime aos poderes competentes
tanto de suppressao (anda que temporaria) do
imposto de e tarifas de transporte as vas frreas subvencio-
nadas.
Se a noasa questo cambial de tanto alcance
e urgencia, c uso pens, p ir influir em nossa
economa agrcola tanto ou mais do que a melin-
drosa lueoto do abolicionismo, com que se tem
oceupado repetidas v a-.s esta sociedade; deve
ella ler todo o carnmento neste relatorio sem a pe-
cha de impertinente. Occupemo-nos, pois, iiais
detidamente com a estabilidade cambialantes de
outro qualquer asauuipto.
Pelo uiappa mais moderno doa que conbeco sobre
noasas alteracoes cainbiaes o de que servio-se o
Sr. depurado i^ochrane no sea brilnaate discurso
do ciHneoo de Agosto, v-se que os extremos des-
eas floctu-iCo-8 cambaes, desde o ex-rcicio de
18501851 at o de 1845 a 1886 sao 14 e 31; e
qne a media approximada em tjdo esse longo pe-
riodo de 36 anuos o cambio de 21.
Ora, em pas em qae sto se da, aa traosacedes
nao pode a deizar de ser aleatorias em grande
parte, e de martyrisar as industrias em sua forca
vital, subju^audii-as a infernal tyrannia da ince.-
uza Na agricultura, onde o lempo um dos
nriuc.paea factores de sua economa oa pbysiolo
gla, semdhaute oacillaco-s ano'uiaei, orne
mais sensivel tornam-se iufluindo sobre as dividas,
sobre aa rendas cus prapriedadi-s e soore os sala-
rios. Isto couiesinho para preeisai de demons-
traca i e antora-nes a avancarmos esta outra
propisicio;
* Em pas onde houver industria agoniaante
productora de gneros de exportaco, coocorrer-sa
deliberadamente quer para baixa, quer para alea
io cambio par vu da regra dar-ae a essa indus-
tria o golps decisivo le exterminio. *
Nk> rgimen do papel-moedt de carao forcado a
instabilidad i cambial tornase anda mai* prooun-
dtabi aroata oa uafnafas que oertoe esta-
dista* cmpr-gain para estabel-eerem a circulaco
metahici ; mas entre > ha oufras -ansas de ins-
tabili 'ale camb al nao menos graves do que esse
per i cioso rgimen, taes sao :
1* A divida exterua, cuja a-aortizaco e juros
teem de ser satisfeitus pu- meio de saques do th
souro, que lufluein artificial e ood ^rosissimamente
oo mercado d .s eambi es.
2* Est ir grande parte do coma reio em m
de que n min muito natural e justamente o t-a is-
pnrte para fra do pas das riquezas aecumu-
hkdas.
Este mal (devo desde j advertir) nao de *er polr. san nte nulificado pe. augmento das
fbrea pro iuct .rae nuconaea, resultante do con-
onrso puderosissima dos Capnaes egtnngeiros tra
aados pelo eeua donos quo vm conviver com-
ne-i-..'piind-i os en* gyro.
3Jcusa: O da' qnilbeio oroamentaaii ou os-
tfcits chmnicos obrigaatu ao g.vemo a renoa-
d* empri-tim is, indo t a coagil'-o emisso dV
papel de curso f-rcad<>, iiatauciaudo o cada v-z
miis da circula.o metalliea, sem a qual ealen lo
c un a ort.ho lori i fiumceira ser imporsivel a cir-
cu, ca fi locara em seus ju-itis limirea.
Or, os dficits orcamuntarios, sabido, podein
pVif dsi-naseao '*e 'leap-ZHS *i Eatidn ou de de
presso ou atrophia das foreaa productoras das
principies industrias do p-ia.
Ambia esSaa causas Meteras, temo'-as infeliz
nenie eta toda aua pujanca. Ora a ilca do cam
0 i importando firfalecnn nto da moeda cnente,
d'ella resultar i que as d'-sp-zis como p -asnal
augmentar nec -ss iriam nt i ipso facto, desdes
lii'iadn op -r.irio al o subaidi > do a -n-id re do
c mselheiro de estad i; o mestno a* dar com Os
joroseain rti-acoeada iin-neisadivila interna fun
dada, qu tm I.; aer satisfeir.as eu m .eda cr-
reme, tiirretanto u est idist. finand-iro deve b j
ter tod tfmpenh". em din iuiiir as d-'spezas, s-in o
qu ri infructi eroa seus esforcos em restab.de-
saff aa fiuancas aacioiiaea.
Por outro lado ae p-ra Conseguir eto aohel
forooiainente deve ello pr nnover tiuiO-m a pr '8pe-
rtdide das inlu.trias, cumpre he jamis olvidar-
se d ser intuitivo de ac .rretar o fortalecimeuto da
m ed % no estado h--sent con o a'rophia das
priueipi-s industrias d gneros d- exportaco.
D-tuli is-i i cmcliie-se : n .a aetuaea crcuin-
stancia de d*/icits chronic ia, de colossal divida
lili HU. II de industria ag nrsKnte", aa inelidaa fi-
iianeeiraa, q.l est., oeud i votadas pido uoso ar
1 .ment para ficar o g iveruo aute n a lo a elevar ..
cam no ao p.r do palri d- 27 ili.ili -ir .8 p ir mu
ris, p i leud i ed i de mus a ma a faz.-r rjparaeS -
dcrelit aaafae ereluircmos emprestiin ora
do paz (qu atrgrava n una das causa* das eslra
nh n e l--*afroaaa fl i.;tuc-a euno a--s) sa-i, ta-
ma lilas, "in ra-u huiidd-! eutend-T, un f nnid i
ve presente de gregos : silo urna aut. .risac >. que
para o iroveru imperta um verlal-ur. boppl el
las D'ila'i-s: pasa ui'u, tmbtim ar** pniiiet)-
r'S lo assn-a-, un i'p- d nnrail'n t. pr
fu ido c un i a victoria decisiva la b larraba, qu-
a asoh'xi > : e u. in-u m (rave, e i- ni 8 o -
grave (r pit q de qu ibolici uiuino iufr ne.
Prrc uno la mt -rvenai _' veruar va m iu
vi la, j o disaemOs, bem p sitivam ufe lia mus de
d 'Z ';iU iJ. -"a SSSa luten.'il o p "ler l p 11
em cuilie"! de .ir-tbilau ;ninn im lf it "
dos desvelos da Allemaaha, d Pranea e de outro
paite* .nT'n'us p.r sua pWanttHf iniluefi'ia aaa*J
Cirein; que entretanto muito mis Bandera
qu a n ossa p-ra a sua t'irre iutressar mais a
tae* govem is do que a sorte da uossa ao goveiu
braseiro.
N. s dr- migalhas orcamentiras que preci
sainos, eoioo bem o disse o iilu-trado a-erelaP-
geral da Auxiliadora, ref rindo se ao uup'St-> de
"XportHCai. Veuh ae polerein dar una ( qae du
vilo na corrent" s-fra) a isencao aolicitada ; po-
rm de coasa ainda mai seria fficaz o qu
i ns~.lilemente pree-aanvis, a haber :
A estabilidad'- cambial desde j Que todos os
bri'liaut.-s i d-iit i-i, peri-jia, r,io os recure is qu
vo ser posto .lispamcit) do illutre estadista, qu.-
esti b j testa ds nos-as fiua>n;aa, s>jam p.
elle empr.-gados u* satisf .c.lo plena d'esse acdaata
anhelo do c unincrciauf.e honrado e do agncu t-n
lab irioso.
Teaihe exposti o- principal sssumpto dVste rela-
torio, qae motivos a c nv cacao da presante re-
unia.
Passemos a oalr.18 msterias mais ad.quadas i
lettra dfe nossos e tatutos.
(Continuar se-ka)
2o supplente Genuino Amazonas de Tigaei-
redo.
O. ador Alfredo Vas de Oliveira Li
Vice-or-dorKololpho Arantes
ThesoureiroJos Augusio Pereira fuVen-
donca.
Piel Thom lysse Perreira de M lio.
Bibliotecario- Virg I o do Reg Motta.
Coiinnia-o de ayu liean.ua Relator, Al
Vaz de Oliveira Lima; cumini iso, Virgili
R go Motta e Jos Augasto Pereira d
doCa.
Poi designado o dis 3 do corrate mes, domin
i8 U b-iras d manh para a poss^.
jertrdade riillolilrra Punccioni
h mtem esia sociedade sob a piesidencia do 8:
A 'tomo Me.ira.
Poi eondetanado em jury hystorico o persona
g-aa stuneea. Aecuaaram-n'ooa Sr. Pedro Dias,'
Francisc i Cascb.
fall"U o Sr. Ignacio Puntual.
Pr-'ced u e d.-poi>*a leico da nova directora
a qual fi.-ou asaun con-tituida :
l-'r.'siiieutedin iiiiii Castro.
I8 vice p-esid nf-Joi Puntual.
''o vic pn-sidente 1 8-cretari Pedro Das.
2* dito Manuel Das.
V'ijirufo ao me m iBenedicto rtibeiro.
O'a lorAntonio Meia.
Vice-.ralorIgnacio Pontos],
Tnes uirer L'es d' M d o.
B bliothecano Z ferino i-ontn .1.
U "inm'sso de ayudicancia -Z f rio, Meira e
I o naci
Commissao fiscalBenedicto, Goncalves Fer-
p-ira e Man i.-l Dias.
OaiiaMHto db juramento\nd< Dias, Fer
rein, Casco. Beiiedi.-to e J lio l'o .*ual.
Poi aorteda a peramigen -Ce pitra e a
th'-seO hmae.n n.. |i I -u-eilar-.se. .rovas.
T rn deeiBb.i('aila-\i t.-rca f ira ul-
niii', cerca de oito e .uea h la Pont -V-dlia, da feguezia da Koa-Vista, e na
easa n. \', >-m qu- moiain os innos Antonio da
Silva Ram a Nevea e Agostiuho da ."ailv'a Nevea,
tendo como com, anh i na Artaur d- Luna Cam-
pos e "8 xeadeTiii-os Ttiomaz linhaj oe .alm ida
S b'iiih. e Antonio Caz* a hehoTo da Gama,
um descouhec do i.eu t, n pelo quintal da n.c tna
eaa e por urna jan- II atimu e urna pistola
sobre o a'-ad mii-o Th-uuz C-'ho 1 A\i\-\ ia
inbriuh ', quan io este duigia-su mesma para
I-eh >l a, leviauJo-s>', f-iizmenfe, o pr..j- Mil, que
f" attinirir um i eataiua d gesso que eslava pre
jada em urna dos pared-a ra aala. Oa outroa
-eua coinpaiih--iros se aehavam em pagaeo oa oc
c.si*. o criado tambem tinha s^hido a cooi-
a)ueimailura\nfe-hmt-in, Ai niti boraa
la ii ne, u i ia/ar (' lti s. d tre-gat* a da Boa-
Vista r q. "l.n un -r Aut ino Cirn r > da Cu-
nt i, em u o na qo >rtna u qu ha.uta Florentina
ilinia da C neeici, auc-eleu que es'a ni i i fazer
f igo a quer oilo apr.-asal-o, Ueitoti-lhe kerosene
.'i-, leva it ni i o labar das, qu.-i uou ih a vestid
. r>*< mi fo a .nio o corpo, d<-ix ui s gravemente
pi 'lina a da '.miara' p-ra baix. (Jia seu com4
i djen le n rn.- Euiy^lio, ind i em seu saccorro.
ti o.i (amones eum aa mana qu imadas.
A polica t tn iu i'oi.hccimeuto e remetteu-a para
. boi ltal Pedro II.
iqn'le nacional Haiion-As'folhas
ia C t" ii .ticia.i. que, por .-rd- m superior, fra
tr-in-f.-rida p.ra o -lia 4 do corn-ute a s-.h da para
s p rt is do norte d-i paquete nacional Manon,
q-iu d'alli d .ver a a.hir h- nt.-in.
.' feia <>e s. Mism-i An'e h otein tarde e a n ite, duas bauas de.
uiuaica toearam em f-ente apella de ^. Miguel.
raa oes>e uorjw* ne a bava g Ihai-doa.la de arca-,
das de i aba de Cauella b. oz'nh a giurno t
b.ii-K'ir Uas \' n.ite f i qneiin l um lindo fo-
gn de artificio, e nao obstante aer dia til fo;
grande a c incurreucia m a devot. s.
Gr.CiS aba p.z que reui-m alli, pod-mos di-
z-r que, a- ni iftVa uim u- qr. na baiburdia a
aahir toc->udo a mu.-ica 'i 2o bntalhd de iufanta-
na. tU"lo meis coren na dulce kankonia qneno
peeuli .r mi n-ss i i-entro
Rendimenloa publico* Arrecadaram
aa seguitites estaeoes em Setembro :
Mfandega :

KtiSTA DIARI
.4embica Proilil Na. u uv.
hontem seaso preparatoria p terem Comparecido
apenas 9 -i s. dnputados.
A r Uiiii foi prest lida pe > Exm. -r. Dr. Ig-
uaci-i d Bittw Bait-ti Jnmor, serviud* d- l*r
2o secretarios oa Sre. Dra. Fe" 'woTtf'e
Jui d Oitveira
O Sr. presidente declaroa que nao havendo nu-
mero para 8er huje installada a sess > extraordi
uarui, ia olficiar se e nnmuui mu .o ae Exm. Sr. vi-
ce-presideute da pruviucia nos termos do arL 10
do regiment interno.
Dissdv- u-.ie em seguida a reanio.
U.inroNO Pela presidencia da provincia fo-
raui expedidos oe seguiates ofcios :
Palacio da p.-esi'.encia le Pernambaco em 29
de Setembro de 1886.2 si-cco.Cabe-me lou
v..r a Vmc. pela envidado com qae proco leu pa
ra a descoberta doa introductores de sedulaa fal-
sa' nessa comarca.
Esta presidencia, confiando no seu z lo e in-
teresse pela eausa da juatica publica, espera qae
proseguir as respectivas deligeucias, afim de
conseguir-se a punico dos criminosos.
Deus guarde a Vmc. Ignacio Joaquim de
Souxa Le&o Sr. Dr. Levino L ipes de tf*rros e
Silva, juiz de direito da Comarca de Salgn-iro.
" Palacio da presidencia de Pernambuco em 29
da Setembro de 1886.2.a secrio.Cabe-me lou-
var a Vmc. pela act. vida i t com que procedeu pa-
ra a descoberta doa introductores de sedulas fal-
sas nesae termo.
Eata pr.si -enca, confiando no a-u selo e in-
teresse pela causa da juanea publica, espera que
proseguir as respectivas deligeucias, afim de
c.nseguir se a punico dos criminosos.
< Deas guarde a Vmc. Ignacio Joaqim de
outa Lto Sr. Dr. Manoel r'erreira Escobar
Jnior, juic municipal e de orphos do term de
Leopoldina.
Nubirrlp o Acha ae aberta urna sub-
scripco para a vmva do Dr. Graciiiano de Paula
Bap.isu, ex-lente da Facaldade de Direito desta
cidade.
Pedim. s aos amigos do finado, qae os nao teve
ooucos, que ne dignis de concorrer pa. a to me-
ritorio aCIO.
Na Faouldade de Direito ha urna lista, outra na
Livraria Frauccza e outra na relujoaria do Sr.
A. Liberty, ra do Cabug.
Med da nyastenieaMH ratera o Dr. Ma-
thcua Vaz, inspector de liygi--ue, man lou remover
para fra da cidade o atabulo da ra Hele de
Seto i bro n. 7, por julgal-o com defeit..s bygie-
uicoa iusauaveis, tendo tambem, na visita sanita-
ria que fez nos corneos da Soledade, intiuado oa
rei-pectivos pruprietarios realisarem melhora-
is otos indispeusaveis seu saueaineuto.
Por sua vea o Dr. Augusto S rafim, visitando
hontem diversos curtios e estabulo oa freguezia
do Recife, ordenou medidas bygieuicas, indispen-
aveis e urgentes.
CBegada De volta da corte, onde se dem
rrapir albura temp, chegju bou tem o n naso ami-
go comisenjader Jos da Silva Luyo Jnior,
bordo do paquete inglez Tomar, procedente dos
portes do sul.
Felicitando-o pelo seu felis regresso ao seio da
familia e dos amigos, apresentainoa lhe os nossos
compninentos.
Em iruiialtoO paquete ingles Tamar con-
dua o para a Europa 88 paaaageiros, sendo 4 em-
barcados neste porto.
Uiakeiro -O paquete ingles Tamar, levoa
para Franca 100 .
K ex ti d ttoaasa aenhora do Bota
rio de Manto AnlouloNo dominio cele-
brar, com o briihautlamo e esplendor do eostu-
me, a mesa regedora da innandade de Nossa Se-
nhora do Rosario da freguezia de Santo Antonio
desta cidade, a feata de sua Santiasima Pa-
droeira.
No lagar competente poblieamos o program
ma.
'Club LUterarlo Joa de Alencar
Alguua estudautes de p eparatorio fuadnram ama
sociedade com o titulo cima. A respectiva direc-
tora ficou asaim organizada :
PruaidaateJos Hemeterio Oros.
Vioe-presiden:e Joo Cavalcante Pina.
Ia secretarioMiguel Jos da Motta Jnior.
2* secretarioFrancisco Emilio de Andrade.
1" supplen Virgilio Bacellar Caneca,

De 1886
De 18h5'
De 1884
De 1883
De 1882
Recebedoria Geral
De 1886
De 1885
TK 18-
De m
Consulado Provincial
De 1886 M
De 1885
De 1884
De 1883
De 1882
sss^giiie
5'3:637i7:d3
7VteM*t}.im
916:882, 124
1,155:482*745
43:829 <893
6ii:05t362
aa,41 79
51:2 79l
eOr.oMKTr)
139:83' l3:2-i:l*VI 16
61: lOilli 181
97:6>0939
105:2(12*057
Ifl
(#) N'-sta sinma est comprehendida a da
89 214*069 arrecadada pela Alf.ndeg .
Cumpanhla PeraambHrana-O vapor
Pirapama perteneento eta companhia arge
hje(l eOntubr..) peas 3 homs da tarde, em
viajera extraordinaria, directa ao porto de Mes-
sor.
t,. t-mlo Lllterarlo Pcrnambocane
Func-im-iu ^sta corporaco b( b a presidencia
do Sr. Bernardina Vieira Fnbo.
Nao houve acta.
Veio mesa um parecer da commissao de syn-
dicancia mandando rec mhec r e pr a'l-.mHr -ocia
.ff-ctivo > Sr. Franc:8eo de Panla Oliveira Lima,
deatacaiide-se do parecer o m- moro Prente Fi-
Iho, p isto em discussao travnu-se um reohido de-
bate entre o relat -r da commissao Enren Witrc-
vio, f rente Filli -, Drumtnond, Bino Jnior, Viei-
ra Fiiho e Jos de Castro
Pelo Sr. Castro e Silva foram prupoatos para so-
cio nonorarir-s os Srs. Dr. Tobas Barreto, S -
vio Romero e Victoriano Palbares, e a ereago de
um peridicoApprovado.
Pelo Sr. Witruvio furam propostos. para socio*
h inranos os Srs. Drs. Migu-l Pfga -ir .. de Pfc
ria, Jos Mara de A. Mello a Jos de Vasc mcel-
los.
Pelo Sr. Rim foi proposto para presidente ho-
norario o Sr. Dr. Francisco de Gomes Prente.
Foi approvado.
Foi marcado para hoje ama assembla geral.
Grande qnanildaile de onroL-se
no Huno Ditricto, da Franca (mo Paul) ;
Estiveram nesta cidade os engenheims Manoel
Ton itlieo da Costa, lente substituto das cadeira*
do 3 anno d>< curso de minas da escola polyte-
chnica, Joo Lei to, Francisc > de Mnulevade e o
Sr. Joo Ros, queseguiro para a villa de Ane-
cura, provincia de G yaz, oode pret.-nd-m esgotar
um poco que existe em om corre go, qae banha
aquella villa e que tem 80 palmos de profundi-
dad''.
< Suppd'-ae existir nesse poco grande quanti-
dade de ouro.
E esta a mais sena exploraco mineralgica
que vai f-zer-se na provincia de Gi.yaa, plo em-
prego dos proceasjs scientificos e de aparelhos
molernos.
A enlacio-Deste peridico de modas pari-
sienses que pubicam na corte os Srs. Lambaerts
A C-. recebemos hontem o n. 18.
Tr .z lem de mu tas e finas gravuras, doas figu-
rn -s e8colhidos.
Aceito doa banhot de mar as oto
leaalaa da pelle\ pelle humana fre-
quenteinente auj. ita a urna repugnante serie de
raanifestaee* morbosas que coastkuem ama las-
tima vel fauna cutnea, urna especie de pathologia
animada.
A diatheses dartrosa, transmissivel pela gera-
co, ordinariamente predomina no temperamento
lympbatico, que causa abuadantiasima de mo-
lestias da pelle.
Os banhos de mar sao remedios poderosos e he-
roicos contra as dermatosiv as constituicdes lyu-
pbaticas.
Depois de alguna banhos a dermatosis costoma
irritar se e essa irritaco um signa! e quasi nma
condico de que o darthroso ficar curado. ^ *
Quasis todas as dermatosis (sardas, t asmas,
liquem, herpes, impegos pernt/os, etc.) ouram-se
aimpiesmente pelos banhos de mar.
E itre os banhistas, da o Dr. Monlau, muito
commum ver carns caras coberta de herpes fari-
nceos e furnculos darthrosoa, e acabada a eata-
co dos baunos essaa mesmas caras acham-ae lim-
pase .saa. ,
U Dr. C. Jame aaaagora depois de ooastanw
oocervaco qae entre oa habitante das praiaa e
oa. marinbeiro tripolanes de embaroacoes, al der-

[
1
t iitafm
'


[Marr ne *rnambnwiSextafrira 1 de Outiihro de INN6
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matosis ** quaai daecah ajas, e s'melriante re-
gulr"u aaaribairo ca> attaao h influencia do r
e ,' u au mar.
ajt* de OMlObrDiatribuio-se bontem "
n. 17 deei jjuui-'uniio. org i ila Asao'-iaco do
Fnn'.-i'i iwn l'rovinciaes de PernaiabucO
A <> lliaoraila Dente excedente
jornal das familia receb.-nfos honteui o n. 185, do
*- m, i que h j eo loOa.
Traz, atin de militas e finas gravaras, nteroa
ladas no SOEM, urna f .Iba de moldes bordados e
Um figuriso Ci 'lorido.
Iiuna MaairaDiatribaio so bontem
o n. 167 dest peridico livie e humorstico.
A plitiiraphla tlcail ai c"
daxlro-O Piyaro, de R^ria, deu conta do re-
Ditado obtf.do pela phot"gra,jbia aerea.
Ein urna etjarsoa" balo, N*dar tirn vistas
photographieaa d* auperfime da t-rra coin mar
Tiihosa precia**.' eraoaa o papel Eastman, a -pe-
racao de ficr-ao clich *a imagen da trra d..nu
ap.-uad 1/50 de a-guudo, isto mn es paco de rem
po, ante o qual as oset'lHedee da ba qumha nada
spreeeut -m Em una bmm salas do Fgaro esto
exp islas em Pars estas vistas, que tem aurore
hendido o (ublico.
Esta deseoberta querem j applical a guerra,
as seiencias e i economa.
Pensa-ae nada menos que no cad astro photo
graphico.
Para esse fim, dieem qae desde o momento em
5De possivel photograpbar oom preciao a supr-
ele da trra de um balao, o problema do cadastro,
o levan amento de planes e das triaugulacoe ,
est resolvido.
Com a no va descobeita ftaam snpprimidos os
theodoltoa e os ni veis, os atrincaba calculo tri-
riometricos, e as plantas laboriosamente trocad*
aisla.
Basta uro globo, cuja barquinha tenhi no funda
im buraco onde coi locar a machina photographna.
e c id esie simples elementos levantar se bao em
poucas horas planos mais porfeitoa quie os do de-
posito da gnerra. O caleulo do cusi e do tem,,o
aece-isanos para levantar a planta completa s)e nm
paiz, o seguiote. tomando por ypo a Franca.
A 1,000 m-tros de altura pode levjntar-se cmn
a maior precisa a planta de urna super jcie de um
aailhio d metros quadradoe, isto de 10 ncta-
res, e como por dia sepjdem tomar del poscoe
taeil levantar o cadastro de 1,000 hectrea por
dia, isto po'co inais ou menos de nm municipio.
Calculndose que se formassem 250 com pn ninas
aerosttico photograpbcas, gastar se-iam 160 das
a levantar a planta completa ae um pan da su-
perficie territorial da Franca.
Com a forin-cao deste cadastro pbi'tographico,
eada manicipxlidade teria nos seus archivos urna
planta exacta do stu territorio com a marcaco
das pr iprii daJrs, e a m ama planta servira de
base ao registro da propriedade. As partilhas de
hemuc--is far-se iam vista d'escas plantas, o nao
havia mais pleitos por cansa de nimban utos.
Formar se-iam brigadas livres de aerstatos pao-
tograpbos, qae, s> uipre qae fosse preciso, levanta-
riam as plautas de um territorio, como boje os le-
Tantam os topographos, e o cadastro estara sem-
pre em dia.
Que a phot.'grapeia aerea constitne nm progres-
io nota'-el, e que pode ter uteis applicacoea, in-
ubitavel.
Mas, d'aqui a pensar que pode faser-se por este
meio um cadattro de riqueca territorial, vai a dit-
fereiiy'H que ha entre o veidadeiro e o absurdo.
O ijiiaiileiei. BIO jardim de aeell-
MBlaeun de l'Mriw O jardiin aoolugico de
accniatacao, de Paria, d ctnalmente hoapitali-
dade a tuna Caravana muito importante.
Compo -ae esta caravana de setenta ryngale-
zet (eiucienta e sete bomens e trexe mu'heres)
Estes uaturaes da liba de Ceylo veem acoin-
panbado de padres da sua r.ligio (a religio de
Buddba) de s< us mdicos, bobos, dancarmos e do-
madores das aerpeuti'S.
DoZ" ili phanies, urna femea dos qaaes alimen
ta um filho, quatorae tebus trotadores, at e'ados a
arrocas, e div rsos ania, a do paiz, tompletam
esta exhibico consideravel. stea elephant^s,
ades'raaos para o rabalbo, aob a direceao dos sea
mahvi$y m cavallo no peacoco do auimal e armados
com os seus tridentes, executam trabalhos de f ir-
aa os M,ais curiosos, transportando traucos de ma-
deira enormes, peaadissimas pedras, aliohando-se
Com destreza e preciso.
Esta eihibieo elbnographica nao tardar em
dispi-rt r a attencao dos sabios, assim como a do
publico da gran le cidade francesa.
E' pela 13 v-z que o eatabeleciment aoLgico
do bosque ae Bolonba manda vir de di /eraas par-
tea do mundo iudigenas, at entilo couhecidos a>-
mente peina narraco^s dos viajantes. Os habi-
tantes da Nub a, os esqninaus do pilos, es fue-
gioa d Am. rio. m-n..>,..i, ot gauctuis das Pam-
pas, oa araucano da Au.eriea oecidvaul, os gah.
bis dos grandes bosques da Guayana, os kalmu
cks dos stepp- s do Caspio, os pelles vermelhas 'las
planicies do Missouri, os la|>6 s das n-gioes gla-
ciaes da Euro, a sp tentrional, vieraia auccewiva
aaaute desfilar diaute do publieo paiiaienae, que
aempre t. m moatraao intereaae por eaaaa exposi-
aoes instructivas.
A expwico actual tal vez a mais int- reasaote
de ti das, porque o jarditn de acclimttaco nunca
apreaeutou a seus visitantes urna caravana to
ompieta e t > numerosa.
Pde-se accresceutar que est ejposta ao pu-
blice urna collecca etbnograpbica das mais im
portantes ; comprehende diversisaknoa objectos
provenientes do fabrica indgena.
Nao foi sein custo que os cyngaleses consegui-
rn! vir ao j.'irdim de acclimacao, e a toa entrada
em Paris foi assignada por incidentee muito com-
aos
Um paquete ingles trouxe-oe de Dovre a Calais
porque el!es deeembarcaram prinseiro em Ingla-
terra ; em Calais entraram n'um c mibci > esp. cial
;ue os tronxe c >m os seus animaes e peasoal de
hapelle, cerca da roeia noite. Espeirava-oa o snb
director do jardn) de acclamacao, o qual, nao sem
custo, tratou e diapor a caravana que tinba aiu
da nm b ,m pedaco de caminbo a percorrer para
entrar em Pars pela porta daillot. la tudo mui-
to bem, oa bomens caminhavam em pelot&o cerra
do, os elephaates portavam -se muito b--m ; mas
ajuando i-hegaram encruslbada de Saint-Uuen,
am dos zubut' espantou ae quando paasava p- los
Cavados de madeira da fclra, e largou a galope.
Correr im atrs delle e e no da immediato que
conseguirn) a apanbal-o.
A* uranliHNPublicou-ae um intersasete
estudo com r apeito a estes insectos, que servir
cert mente, para minorar a deaditosa sorte a que
etao condemnadas geralmente.
O Sr 15 anchard ai resentou algures urna por
cao de curiosas observacoes anbre as aranhas, qce,
se iuspiram repugnancia, aem fundamento, uiaio-
ria das pessoas, maraviiham e seduzem a quein as
observa detidamente.
Tem-se feito muitas aecnsacoes falsas a ra-
obaa: disseram que as aranhas eram animaes ve-
nen sos e p-rigosissrnos em determ nados paizes.
Esta asserco completa cente falsa : as aranhas
poisuem um vmeno que serve para matar os in-
sectos de que se alimentan) : na Euiopa, pelo me-
nea, nenhuma especie de arnnba pengosa para
o lio.nvn, pelo contrario, sao nossaa coilaboradoras
teis.
'.s aranhas sao insectivoras e contribuem
para a de*truca> dos animaes prjudiciaes
nosea cnltura agrcola Ter num rosas aranhas
na hurta ou na vmba, uinu felicidaJe para o pro-
pietario.
Una especie dest. a animaea chamada por
W. k nacr o thtridion bem/ctor, parece ser ea
pecialmenle .,pr.ciala, e em particul r pelos viti-
cult rea.
0 thertdii.n vive geralmente de insecto* pr'ja-
dici es a* vinhaa, e para ae aponderar d- lies en
volve as uva u'un tecido .-xtremamente fiuo qi.aai
imp 're, pt.v I vista. Este tecid suibcieute
para proteger o bago dos ataques de taes aoi-
maeiuhos, cubicoaos do deiieico fru'.-to.
No campo, onde as moscas atormentan) de um
modo incrivel as pessoas e os anima, s, eouve-
uitnte nao destruir as leas de aranhas, que esta
rendilha as easas porque destroem um grande
Damero destis insectos to encominodativos.
Demais, aa singularidad da couformacao ex-
terior e mais anda, da organiaacao interior da
sranha^demonstram que sao aerea dotados de urna
ppreicioque nao cesaa de aaaombrar oa inveati-
gadorea, e quedeve excitar a canosidade de-todos
aquelles que gostam de onbecer os pbenomenos
da vida.
O fi i, de que f .sem as Anusimas ti. prn-i ,,s>
e i in t<>mpos lora i n enviados academia frau
cesa por um diatiueto naturalista uus dous par.-a
le meias feltos deste fio; mas como eram precisas
umis tres mil e tantas aranhas para ee obter um
..rratel d. sta ? a, abandouou-se a idea do meu-
cii'iwdi nalnrall ta
C.tn prebtMtarlno\ Republi
que Fraltfnc da que um barqueiro empregaiiu no
moiulio d- Ros-y, descabri qjanlo escavava o
leito do C'ier, um enorme ba co euttrr .do ua ar.-ia
IJ.-p lia de iL'Um diva de tr .bilhi conaeguio-se
desenterrar quell barco.
0 conaervador do irni-eu de Bourges, qu i f-i a
Saint George sur-la-pre d elarou que esta vam
m preaeuca de u.n barco gaulea
Afua coustrueco sem I balite ao ty podes-
cripto pelo almirante Junen de Li Gravire na
sua labra aobre a Marinha dos antigvs
Com o auxilio de utn laaaori! de rr:innporte,
f tu cido pelas glandes officinas de Viera n o barco
gaules poude si i transportado nara Bturg s.
i) ven-ravel vestigio da arte da navegicao dos
gauleses vai aer inatallado no muaeu Cujas, onde
constituir a mais bella das antiguidad' do Bei ry
Fie i-s" mar> vilbado perante as prop >rco s Col
lossae Jos carvalbos que ser vi rain para constru
o baico gaules. A madeira est bem conservada
apezar de ter estad" mais de dona mil anuos as
re s e as senas do Cher.
itMMMa tuoebrea. -Serao celebradas :
Ainanlia :
A's 6 horas da man ha, na igreja do Carmo, por
alma de Kufin i J.se Gomes.
hegunda-feira :
A's 7 /J horas, na matria da Boa-Vista, pr
alma do tenente Migu 1 Perena Geraldo; as 7 1/2
horas, na igr- ja da Madre de Oeua, por alma de
Jos Joaqu'm Das Fernn l.-s; a 7 horas, na
igreja do Terco, por alma de O. Juatina Cooatauca
de nmza Pimeutt-1
Lelinra,Etf c'uar-se ho :
Hoie :
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, na ra Di-
o ta n lO't, da rrmaco e gneros do eatabeleci-
mento ah sito.
Am uih.i :
Pelo agente timfo, s 10 1/2 horas, ao armasem
da Companhia Peruambucaua, do casco e salva-
dos la barca italiana Luitta V
Pela agente Brito s l'i e 1/2 horas, na ra de
Pedro Att'-n.-o ii 43 ne predios.
Pelo ajenie Martin*, s 11 horas, na ra da
I n,.crati iz n. 52, da armaco e fasendaa da loja
ah sita.
Velo agen'c Pestaa, s 11 horas, na ra do
Vigario Tenorio u. 38, do hotel O. Mara.
Pelo agente Hit reir, s 10 1/3 horas, no Largo
do di i' giii n. 75, de um esp .lio.
"aaajeilr*Chegadoe doa portos do sul
no apor ingl. s Tamar : "
Jos da bilva L jo Jnior, J. Magalhaes, Cal-
tone l'ietro, Mr.Hugh W. t. Bird e Mise. H.
iStolzeinbaelce.
- 8 'guiram p,ra a Europa no mesmo vapor :
Mr. E. Mortaldo, Mr. Chas E. Cacy, Mr.
Fredk H ssack e 1 criado.
Ca* de Ui-lrnro-Movimento dos p-e-
sos do da 29 de Setembro :
Existiam presos 323, entraram 3, sahiram 6,
-xistem 20.
A saber :
Nacionaes, 286. mulheres 9, estrangeiros 10, es-
era vos sentenciados 5, procesiado 1, ditos de cor
rec-cao 9Tota I 320.
Arracoados 278, sendo : bons 264, doentes 14
Total 278.
Movimento da enfermara :
Tevealta :
Antonio de > >uza Almeida
Operataes ctraitjlcataForam pratica-
das uo hospital t'tdro 11, no dia 30 do corrate, as
a. guuites :
Pelo Dr. Puntual :
Tallia bypogastrica pelo processo Gayn para
extraco de um grande calculo vesical pesando .8u
grammas.
Pelo Dr. Malaqnias :
Ki'raccao pelo amygdalotom de duas amygdala
hypertr. fiada.
i-oi.-ria da provincia alo Rio de la
neiru Eis os numeres mais premiados na 2*
parte da 365" lotera, da 1' em beneficio das obra
da nova matriz de P- tropolis, extrabida em 21 de
Setembro :
premios de 100:0004000 a 1:0001000
Herrad Hiiinilpat de I. JoS -<
movimento deste Mercado uo da 80 do corrate,
fei o se quinte :
Eiilrarain :
31 b >is pesando 5.525 kilaa.
718 kilos de peixe a 20 ria 141360
80 cargas de f trinha a 20.) ria 1im)i
47 drtiis defructaa diversaaatWO ra. 14U>0
5 taboleims a 200 ris la tH)
12 rtu-n s a 200 ria 2*40'
Porain oceu lados :
201/2 columnas a 600 ris 12*3 l
25 c mpartimento de fariuha a
500 ris. 12*5ilO
23 dte* d-comida a Tu Miris 11*5 141/2 ditos de legiuues a 4K) ris '29*8'JO
16 ditos de sninoa 700 iis 1I*2U
11 ditos de treasuras a 6(X) ria 6*6 10 taihos a 2* 20*0""
1 duo a 1* 1*'00
A O'iveira Castro & C.:
54 talh a a 15 ria 54*000
2 taihos a 500 ria 1*0(XJ
l)eve ter sido arrt-cad da nesfe di
a quantiade 207*760
ttendimeuto dos das 1 a 29 deSetem-
bro 5:881*320
Foi arrecadado liquido at hoje 6:089*08u
Precoe do dia :
Carne verd a 280 400 ria o kilo.
Carneiro d- 720 a 80 J res dem.
8 i o- a 560 e 640 res dem.
Carinan de 240 a 320 ris a euia.
Wilho de 2X0 a 320 ris dem.
P lian de 5 JO a 640 dem.
Cemllerto paallco.Obituario do din 9
de fefem uro :
Sevenno, Pernambuco, 7 annos, Bea-Vista ; tu
bercuios pulmonares.
Julio Ceaar rerera de Carvarho, Peroambuco,
18 aau s. solteiro, Bon-Viata; erysipala.
G ncala Mara da Penhn Ibiapina, PaTahyba
29 annos, casada, Graca; tubrculos pulmona-'
rea.
Antonia Pranciaca de Mello, 40 annos, casada,
S. Jos; hidropesa.
g~i,erul o.xnmaodaarte das Armas, e depis de u-
vrr o Dr 0b. te d- polica, do tenente Leoncio e a retirada do destacamen-
to i-- liana existente em Leopoldina.
8-ndo i-ssa delib -racao de 2i de Jnlho, a a 7
ou 8 de Agosto -podia aer conheoida em Laop >l-
d mi, e, p irtant), nenhuma infliiencia mais exer
ceria sobre o resudado ski iuquerits fie t acerca
do ernne de si- tulas falsas, o qual j eonstava offi
cialmeute ter sido concluido.
E de tacto, estimoi informados qu o inqu> rito
iniciado em Liei p.ld>na 'DO da 26 de Junho, fin
dou nos primeiros di .s do roez de julho, sendo
que o por otficio de 5 d'esse m z communicou o
tenente Leoucii t r concluido esse inquerito e Ihe
dado o competente destino.
Acabado, como estava, o inquerito antee de 5
de Julho, a retirada do tenente Leoncio deter ni-
ada por despacho da presid-ncia de 22 de Ju
lio, em nada poda maia influir Si bre esse in-
querito, nem favorecer de modo alguna Ja-
piasB.
Em 13 de Julho j o promotor publico de Sal
gero, conservador, tinba cumplido o aeu dev d ndo a den une a contra Japiass e outros indi-
viouos como autores do crime
Em 30 do mesmo m-z, estando findo o processo
da fonnac'io da culpa, deu a sua promogSo, pedin-
do a pronuncia dos reos, e em 2 de Ag ato o juiz
municipal de Leopoldina communicou ter lavra.1 ,
o seu despacho de pronuncia.
Assim, quando n'aquella loealidade obegon or
dem para a retirada do tenente Leoncio e do des-
tacamento de lina, a apresentou-se o novo dele-
gado, j o processo eatava concluido e a pronun
ca sustentada pelo jui de direito da comarca.
Portanto a retirada do ten' nte Leoncio nSo
riBLIL\COES 4 PEDIDO
3963 100:000*000
9332 20:000*000
11652 5:000*0- 0
1411 * 2:00i'*000
8635 2:000*000
3645 1:000*000
fi.i.'i 1:000*000
6813 ' l:"nOOO
81IC 1:0000000
12251* 1:000*000
2367 1:000*000
ArraoxtnACOES
3962 1:000*000
3964 l:*o00000
9331 600*000
9333 600*000
I16.il * qOOO
11653 400*000
1433 / 300*000
1435 30 4000
8634 800*000
8636 300*000
PBBHI06 DE 500*000
512 1-/85 1495 6034 8666
762 1316 2"57 6927 11277
825 1347 4101 7049
PBKMtOS DE 200* 00
70 5289 8263 9382 12437
250 6471 8743 10624 12879
2582 6829 9023 10857 12973
443 7400 9255 11145 13236
5013 7210 9366 12363 13505
PUNIOS DE 100*000
263 3087 5466 9319 11210
321 8196 5479 9409 11494
829 3293 6551 10001 11633
1509 351S 6689 10139 12081
1932 3909 7114 10305 12946
2140 4206 7355 10322 13189
22 7 4221 7470 10489 13303
2246 4273 7702 10674 13384
2553 4*36 8104 10810 13642
2602 5386 846J 10859 13764
Na ordem moral tambera as aranhas tem direito
i noaaa estima. O Sr. Blanchard diz que sao mes
incomparav is pelo, cuidado, pela vigilancia pelo
carinho qae depansam sua progenie. No seu
ardor maternal esquecem-se de ai, cleixam de ali-
atectar-ae a chegam a aaa completo estado de rn-
fraquecimento. Ao contrario si o laa aapnaaa :
nada da amor nem de galanteras. O macho a
com bastantes preaaoctoa qtte ae approxima
dellas.
Lotera da proilnrlaQuinta-feira, 7
do rrene, ao meio dia, aa extrabir a 4.a par te
da 1 lotera em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recite, pelo novo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Noaaa Senhora rls
Conceico dos Militares ser teita a extraccao
pelo systema da machina Pich.
LoteraA 4a parte da 1* lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Hecif', pelo novo plano, cujo premio grande e
100:000*000, aera extrabida no dia 7 do corren
te, priuc piando a ex trcelo ao meio da.
Os oilhetes acham-se venda na Casa da For
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
I.olrrla Eilraordlarln do Vplran
a U 4.* e ultimo aorteio daa 4. e 5.* aerie
i stu imp rt inte lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrabida no da 30 de Ootn-
bro.
Achara se expostos venda os restos dos bi-
es na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
u 23.
Tambem acham-se venda oa praca da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Lotera uo BleA 3 parta da lotera
r. Uno, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. de Setembro.
Us bilhetes achara se venda na Casa da For
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham se venda na praca da Inde-
pendencia us. 37 e 39.
Lotera da drteA 1 parte da 2 0 lo-
tera da corte, cojo premio grande de 100:000*,
ser extrabida boje 1 de Uutubro.
s bilhetes ach m-se venda na Caaa da For-
tuna ra I rimeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia us. 37 e 39.
Lotera de Mcele de tOOi(H)OaOOO
A 10* partea da l' lotera, cujo premi"
grande de 2V0:000*, pelo novo plano, lerA ex
rrabida impreterivelmente no dia 5 do Outubro,
s 11 horaa da tnauh.
Bilhetes venda na Casa Folia da praca da la
iepeudt.ncia ns 37 e 89.
Tambem acham-se venda na Bada da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Prego resumidos.
Maiadouro PtilalleoForam abatidas no
Matadouro d* Cabanga 54 reaea para o consume
do dia 1 de Outubro.
Sendo: 43 reaea perteoceataa Olivetra Castro,
A C, a 11 a diveraoa.
Sdalas falsas
A Provincia, desu.rtea la por nao ter felizmente
occorrido, do da 9 deste ta.-s em diaute, crime al-
gum capaz, pela sua importancia, do d-aviar a at-
encao publica da celebre eecamcteac&o doa... .
793:000*, que deviam exist r nos coiros da The
souraria de Pazeuda, procur u conseguir esse re-
sultado temando, diariamente, para assumpto obri-
icado de seas a-ti iros de fundo, o faeto da ap>
pri'b' na la no alto serto de urna qaantia inferior
a 30 J* 00 em sedulai falsas, sabidas da fabrica
que aqu exista e foi deseoberta, graeas aos ea-
forcos e diligencias dos Drs. chefe de polica e
deie^ado do 1* districto.
Em tolos os artigoa repetio quaai as mesmas
considera o-a e falsidades. pretendeudo fazer crer
aos seus leitores que o Exm. Sr. vicepresidente
da provincia e o Dr. chele de polici i, procurarais,
por espirito partidario, dispensar a Marianno Ja-
piass proteccao, de modo a que nao s- lhe podes-
se attrbuir respousabildade criminal pela intro-
duccao d'aquellas sedulas, que recebera de Seve-
rino de Albuquerque Barros.
Por esse meio a Provincia nSo alcancou ador-
mecer a opiuio publica, que fundada na lei, in-
dica quaes os responsaveis pelo desvio d'aquella
avultada somma.
Nao temos em mente tratar d'esse facto, nem
aecusar aquelles que, pela ambicio de enriquecer,
nao trepidaram apossar se dss diuheiros pblicos;
polica e ao poder judiciano cabe a deseoberta
dos criminosos e sua consequente pnuicao.
O nosso objectivo outro: consiste no restabe-
lecimento da verdade constante e propositalmente
deturpada na sene de artigos que a Provincia
tem publicado sob o titulo sedulas faltas.
E mauifesta a injustica das aecusaedes feitas
aa primeiras autorida.'es da provincia, de terem
dispensado proteecao a Japiass, e, a aeu pedido,
d- tuittjdo o tenente Leoncio di delegado de poli
ca de Leopoldina.
Marianno Japiass em nrincipio do corrente
anno tendo encetado urna viagera esta capital,
onde tinba de tratar de negoei >s de seu particu-
lar intetesse, catre outros de uraa questo de in-
ventario, que pende de deciso da Tribunal da
Relaco, foi em Salgueiro victima de um tiro que
de emboscada lhe dera um sicario, a mandado Je
n fl leucias liberaes.
N podendo continuar a viagem, volti.u par
sua casa afim de curar-se do grave ferimento re-
cebido, e do qual resultou ficar elle aleijado do
br*co <4witO- .
Iniciado o procesiO' para erem devidameote
puui I. s os autores d'esse crime, foram pelo cele-
bre juiz de direito de Salgueiro, Levino Lop.-s de
Barros c Silva, d-'sprouunciados oa mandantes e
mandatario do brbaro alternado.
Restabelecido Japiass e vendo sem garanta
a sua vida constantemente atabacada pela impu
nidade :ouced p ir estar em Leop-ldina inveatido no cargo de
inspector de quarteiro aquelle que geralmente,
com bus fundamentos, se dizia e consta do pro-
cesso, ter sido o autor do tiro, reaolveu vir ca-
pital pedir providencias a esse respeito, e tam
bem entender se com o seu advogado sobre a
questo do inventario.
No dia 11 ou 12 de Julho chegando a esta ci
dade, piocurou o Exm. Sr. vico-presidente e o Dr.
chefe de polica, e expoodo-lhe os factos pedio
providencias. Nessa occasio, sem que existisse
ai da commuDicaco alguma official ou particular
relativamente a apprebenso das sdalas falsas,
disse Ibes qae em caminbo para esta cap'al, re-
cebera noticia de que oa seus inimigos, desconten-
tea por nao ter elle merrido do tiro qae levara,
propalavam aer falso um dinbeiro que elle tinba
dado em pagamento e para compra de genero,
maa que nao Babia se era isto exacto, porque havia
em boa f recebido esse dinbeiro de Severino
A' vista d'esaa de. laraco, entendeu o Sr. Dr.
chefe de polica de seu devet fazer a Japias auto
de perguntas, que r metteu para Leopoldina, re-
C mmendando quj ae pn cedeaae a inquerito sobre
o facto, caso nao eativease feito.
Niuguem. que cniheca o cdigo do procesao cri-
minal e a lei da ref rma, dir qae o chefe de po
lica poda e devia prender Japiass.
O simples facto de pasaar sedulas falsas, sup-
poudo-as verdadeiras e como taes tenao-as rece-
bido, nao crime.
A m f que constitue principalmente o de-
licto ; e pelo art. 175 do cdigo criminal e lei de
3 de Outubro de 1833 >6 se considera criminoso o
que introduz dolosamente na circulavo inoeda falsa.
A u i ser aisirri, quantas victimas iiinicentes
dos moedeiros falsos nao teriam sido presas injus-
tamente ?
Quera estara livre de ir para a cadea, desde
que, commumente, nao havendo suspeita, ninguem
u-se ao trabalbo de examinar detidamente as
sedulas que recebe ?
Se prevale* eso a doutrna da Provintia, de
que d ve a r preso e peocesado aquello que ti-
ver p'-ssado s.dulas taiaaa, emb ra declare
de quem aa recebera, e que ignorava que foasem
falsa, p rque a allegaeo da ausencia do dolo
con.-MMiudo materia de defesa, t no juizo plena-
rio pode aer apreciada, dara em resultado a pri-
sa i de multa g uie honrada, incapaz de praticar
crimea.
Amia quando o ch fe de p licia tivesse conhe
cimento d,. resulta la do inquerito a esse terapo,
fal'ava lhe c mpeiwncia legal para prender Ja-
piast, porque esa prisio s p deria ter lugar em
virtude de mandad expedido pela autoridade ju-
diciaria c.uipeliiii'e, que tal priso nao requi-
oitu.
A priso, por'aui ', teria sido Ilegal.
A franqueza e expoutaneidade de aun declara-
cSo, revi ladora da boa f ; a deaignaco da pes-
aos de quem tinba rec bido as sadulas suspeita-
oas de falsas posteriormente ; a circumstaucia de
nao ter em sua vida precedemes que o Jesabo-
nassi ra ; a influencia de que incontestavelmente
gnzava no alto serta ; a sua abstanos como pos-
auidor de div-ras fasendaa de gado e proprieda-
dea, e at a fama es pal hada mesmo pelos seus ad-
versarios, de posaur elle avultada quantia em
ouro, deixada por seu pai, e'am motivos bastantes
para atugeutar q'uaiquer suspeita de aer Japiass
capas de praticar um crime por amor a lucro
ilcito de centenas de mil ria.
E' verdade que elle ae qneixara do tenente
Leoncio, mas nao por causa da sedulas falsas.
Essas quenas nao determiuaram en retanto,
a demisso e retirada d'aqurlle tenent-, tanto que
Japiasr voltoo deata cidade a 18 de Julho, sem
que a tivesse obtido.
fi no dia 22 de Julho o Exm. Sr. viee-presi
dente, attendendo Instante exigencia que em
officio de 20 do mesmo mes lhe fes o Exea. Sr.
poda prrjudcar a causa da justica, nem apro-
veitar a Japiass.
O Exm. viee presidente da provincia e*% Sr.
Dr. ebefe de polica sabiam perfeitamente d'iato, e
coneeguntem-nte nao tinham fundamento proce-
dente para nao attendere.c a exigencia do com -
mandante daa armas, que declarara aer argente a
viuda d'aquelle official e das pronas destacadas em
Leopoldina, visto a insufficiencia da forca exis-
tente n'esta capital para 0 servico da guarnico e
por ser prejudicial disciplina militar a continua
ca da ausencia ja demasa lamente longa em que
estavam dn respectivo corpo, aquelle official e pa
Cas que compuuham o destacamento.
A presidencia e e chete de polica, que nao po-
dan) dar providencias para ser perseguido Japi-
as-, pois que at o dia em que d'aqui parti nada
existia que o fiz-ase considerar ertminoa >, nao se-
riara c .pases de dispensar lhe proteccao, desde que
ti.vesaem eoohecim"nto de estar elle realmente
campromettido como introductor de sedulas falsaa
na circulac >.
Estas distinctas autoridades, que nao dispensa
ram a mnima proteccao a Japiass a esae -espeito
como convence o modo porque procederam todas as
autoridades polica -8 de Ourcury, Salgueiro e Leo
poldma no inquerito, o promotor publico e juiz
municipal no procesao da formaca > da culpa, tero
necessariamente recommendado a captura doa pro-
nunciad -a A presidencia, de accordo c un o ch te
de polica, tendo mandado elogiar o procedimiento
do tenente Leoncio, tornou patente que nunca hou-
e deaejo de proteger Japiass, sendo elle crimi-
noso, nem de dificultar a deseoberta do seu crime.
A provincia tem repetido constantemente que a
d' mis.-.i i do tenente Leoncio foi dada em virtude
de telegramma do Exm. conselbeiro Joo Alfredo,
exigiudo que fosse attvndido o pedido de Japiass,
e at inveuta as palavras de tal telegramraa, afim
oe faaer crer exacta a ac existencia.
Assegiiramos, porm, ser falao o que diz a Pro-
vincia e provocamol-a para declarar quem vio ee
melhanto telegramraa.
Sabe as estacoes telegraphicaa a existencia de tele-
grammas c ao cates Pois bem, apreaente a prova
da sua affirmac^o oa e^tio eonfesse que ialtou a
verdade inventando esse telegramraa para tirar de
ah pretexto, afim de involver em suas malsn c -s
o uorae do disiincto chefe conservador, a quem
illas nao podem attragir.
C Exm. Sr. conselheiro Joo Alfredo nao dirigi
quer preaileneia, quer ao Dr. chefe de policio,
telegrarmoa algum a respeito de Japias- Aqu 1-
les que conbecem o carcter d" S. Exc. sabem que
elle incapaz de passar telegrammas de tal ordem,
e muito menos estando na ndministraco da pro-
vincia o Exm. Sr. Dr. Ignacio Joaquim, em cujo
criterio e justica deposita inteira coufianca
Se Japiass, nosso correligionario dedicado, cu-
jos servioos ao p,rtido e influencia legitima entre
a teaa amigos e pan ut' a do 13 diatricto nao nos
licito descoubcer, dexou-se cegar, como tem
succedido a muitas influ ncias lberaea, nela am-
bico do "Uro, e nao conseguir provar de molo ca-
bal qae O mn tcente no orime por que foi pronun-
ciado, iameutarein >B a sua infalicidade e fraqueza
moral; maa, nao p'tder elle contar jamis com a
pr iteeco do nosso partido para eximir-se da pu
nica-i que merecer.
J v, pois, a Provincia, que nao imitaremos
aquelles que esto acistumados a defender e en
cmpir os cri nes, anda os que denotara maior
somma de parversidade, quando praticados por
seus correligionarios.
Cremos ter respondidos es pantos dos diversos
artigoa da Provincia a respeito do crime de sedu-
las falsas e satisfcito oappello feito a nos, que nao
cscrevi raa s b a iuapiracao da presidencia, nem
da ehefatura de polica, e sim por nossa propria
coota.
Se mais cedo nao acudimos ao convite da Pro-
vincia, foi devido a nilo dsporm i gratuitamente
das c lumnas de no> jornal, n i querermoa entre
ter polmicas que nada adiautam, aguardando a
conclusa) da siie de seus aitig .8, o que a a te-
hontem teve lugar, e mesmo receiarmoa que a
Provincia, lesviaudo-se p ra o terreno dos doestos
e das talsidades, as obrigasse a abandonar um
terreno em que nao queremos, nem sabemos com-
bater.
Nao mais pretendemos voltar sobre o assumpto,
embora a Provincia continu em falta de outro
tbema a repetir de novo todo quanto tem dito m>
serie de artigoa, que ficam assim cabalmente rea
pondidoa.
Rccife, 29 de Setembro de 1886.
Veritas.
verno, mostrar a inconveniencia de algum .8 da
puaico-s consignadas no parecer da respectiva
commissSo, e bem assim a iuconveneu ia que ha-
via de o lente mais anti^o em eieicicio que to-
masse conta ida directora, nSo aer dispensad > da
regencia de sua cadeira e dos respectivos venc -
msntoa; porqu-, alm da imp Ttaucia dos traba
Ihos de ambos os cargos nao era possivel que como
director nspecci nasse a s proprlo na outraqoali
dade de late, medida esta que, comquanto nao
tivesse ido approvada pela congregaco, revela o
d.-ainleresae e imparcialidade eom que o Exsa. con-
selheiro Piolo Jnior proceda
Alm d'isso o conselheiro Pinto Jnior s- ube
aempre reunir ao cumprimeuto dos eeus deveres
um trato ameno -e urna urbanidade exceasiva
N'uma d eaaaa occaaiSes em que tinba de re-
metter para a Theaouraria de Faz rada a t .Iha de
pagamentos, rec amarara alguna empregadoe au
balterm a qae por molestia tinham dado algumas
faitas, fim de nao serem levadas em conta, res-
pondeu lhe o director uterino que se iaao Ibes
fasia grande d,i?erenca, em vista do eiienninod >
que si ffreram, eatava prnmpto a pagar de aeu bol-
eo, mas cora o que nao Ib p -rti n ua e era do Es-
ta o, em face daa leia vigeutes, nao lhe era licito
fazer favores.
Ao ebegar aqu a noticia da nomeacao de um
vice director para a Paculdade, muitoa estudantes
reuniram-se no rabinete de Leitura para dar urna
prova de apreco ao couaelheiro Pinto Jnior e pro
cura ndo-o ama comraiseo para elle designar dia,
responden-lar o venerando mestre dissuadindo oa
de aem< lhante idea ; pois, alem de nao ter feito
mais do que camprir os seas deveres entenda que
as vesperas de actos so deviam preparar-se para
acto sem o qae nao corresponder am aos eeforcos
e desejoe de seus pas.
Nao nos demoraremos mais desenvendo os ser
vicos prestados pelo consslbeiro Pinto Jnior ; en-
tretanto nao dexaremos de mencionar aa prov
I ncias enrgicas purera legaes na repressao de
doua mocea na i matriculados, que no recinto da
Paculdade procura van perturbar o aervico daa
aulaa.
Para conseguir a boa ordem reaolveu noinear
maia doua empregadoa aubalternoa que deviam ter
a aeu cargo a portara do estabelecimenro e exe-
eutar a diapoaico dos Estatutos em virtude Ja
qual prohibido que ae esteja uo interior do edi-
ficio com chapeos de sol, bengalas etc.
E' peua que aemelhante acto nao fosse confir-
mado pelo governo como devera ter sido, nao s
porque cncoutra fundamento n a Estatutos por eir
appmvados, como na conveniencia e boa ordem do
estabelecimento. Basta, para demonstrar o que
avaucamoa, dizer que depois da nao confirraaca i
d elle pelo governo, deixou de aer executada aquel-
la a .lutar disp 'Sco dos Estatutos e c- ntuiuam
da parte d >a pas de familias rceos de que seus
nlbos, treq uentando as aulas do curso, voiiem para
caaa de cabeca quebrada.
Nao somos suspeito ; temos as mesmas deas po
liCicas da stuaco dominante, mas pensamos qae
os iini'j que resultarem d'ani nao podem ser at
tribuidos ao director da Paculdade, porm sim ao
governo geral.
R'cife-Setembro de 185.
L. C
P. S.J "inh ini'ii escripto aa linhas supra
quando lemos ao Diario Official de 10 do corrente,
os motivos pelos quaes nao t .rain appruvadas as
uomeacoes dos dou empregadoa de que fallara is
motivos improcedentes porque justamente para
casos urgentes que eXisie a verb*Eventuaes,
e aquelles lugares | tiubam sido creados pelos
Estatuios vigentes.
O promotor publico de Igtiaras-
.II ao Egregio 'JTribuaal la lie
laco.
Paculdade de Direito do Recite
Cumprmos h je um dever felicitando a instruc-
Acabo de ser informado que o bachar-1 Teles-
phoro Gomes de Aranjo, juiz de direito interino
desta comarca, determiu u que o escrivo lian Lo-
ra devolvesse o mea processo ao Exm. Sr. desem
bargadjr Toscano Brrelo, sen que o promotor
publico contrariarse as minhas razoes de appella-
oao.
Pundnu aquelle jafa o aeu acto na circumstan-
cia de nao haver pessoa apta e nem to pouco
quem quizesae aceitar o referido lagar de promo-
tor.
Nao poaso deixar de pedir a attenco do Exm.
Sr. des, mbargador Toscano (Jarreto p> ra > proce-
dimen'o do tacbarel Teleephoro de Arauj ., filho
do d-sej i que nutre de que o raeu julgamento a-j-i
muito e muito retardado.
Affirmou elle alguem que, assim procdeuio,
tinha em vista faz-r com que o meu processo vol
tasae pela eeguuda vez esta comarca, demoran-
do assim a sua deciso.
Ser crivcl que nj baja em Iguarass urna pa-
sa no caso de ser norteado promotor interino ad
hoc para tunec mar no meu proceasu ?!
On le o que funccimoii at a condemnacao, indi-
viduo inteirain.-nte hosp -de em direito, mas capaz
de aaaignar urna cont anedaie, preparada pelo
Sr. Te|ephoro ou pelo seu mentor ? !
Porque nao nomeou o jms para o referido cargo
ao cidado Pedro Celestino de S nza Pimentel,
hora m iatelligente e que j por vezes exerceu
neata comarca o cargo de promotor publico inte-
rino ?
O bacbarel Teleaphoro nao acbou um promotor
para o meu procesao e fal o voltar, sem dar cura-
primento ao que determinou o Ex n. Sr. desembar-
gador Toscano Brrelo, deixando de obedec r
urna ordem aupen ra para prejudicar-me !
Pui conderanado era 29 de Ju ho prximo paa-
sado e, desde eato, Ratou tora do exercicio de
meu earo.
J sao decorriloa doua longos mezes e o meu
pr -esa i e.-t anda bem longe de ser julgado I
S teuh mu i vos pira confiar na honradez e
probidad*' do venerando Sr. desembarg can Barrito e, p rtauto, espero que S Exc. pora
cobro aos deamandoa do bacbarel Teleephoro de
Araojo.
O meu procesao asta bastantemente discutido e
nada adiaotar a contrariedade do promotor.
Montenegro, Tratado sobre o crime de injurias,
pag. 232, ensina que com aa razoe- de ambas
aa parte ou de urna, se alguma nao o fiter, aubiro
oe autos conclusa do jui ad quem; que dar
ou negar pruvnneoto.
Entretanto, carvarei a cabeca ante, qualquer
deciso de S Exc., eos quem, felizmente,'enxergo
cao publica deata provincia pela acertada drecco espirito justiceiro e incapaz de fazer coro com os
que durante sete ou oito meses, mais ou menos, Imeus perseguidores.
teve a Paculdade de Direito do Recife. Ignaras0u, 29 de Setembro de J88b.
O Ex o. Sr. conselheiro Je J s Pinto Jnior,
assuuiind') a drecco interina da Paculdade dn
rante aquelle curto espaco de tempo soube eleval-
a 4 urna altura digna dos seus foros. Assim foi
que na i obstante a pubstituico do novo pelo an-
tigo rgimen e o grande nu ero de preteadantea
a acto r linariis e extraordinarios e a exames de
preparai irios era Marco ultimo, o illuatre coase-
lhiro t in.iu desde logo asmedidaa mais razia veis
para que esse aervico a> fizease sem preju l.-ar a
abertura das aulas uo tempo devido, empregando
todos os meos aau alcance para qne oa meamos
ex ires f iss, m urna realidade.
O quadro les estudautes reprovados e ppro-
vadon ae encarrega de dem rastrar o quanto vai
niaso da verdade.
Sem qu'rerinoa preju'ear nem tirar o mereci-
meuto doa Beus antecessores, pede a justica que
declaremos que outro qualquer p 'doria t r feito
tamo, mas nu M fe-, nem poder taaet maia d i
que o Exm. Sr. conselheiro Pinto Jnior, afim de
dar impulao a aulas preparatorias e da Paculdade.
Erapreoou todos "8 esforc '8 ; tomou as necessarias
pr.'vid ocia para que as aulas do curso annexoti-
vessem urna frequencia regular, que conseguid aa
sistiudo a todas ellas para o que tinha necesaidale
de deini rar-se no estabelecimento at4 horas da tar
de, cousa al ento nunca vista. Quer na designa
cao ros que tinham de completar as eommissoes exa -
minadoia |n Mire >, quer na no neacao de le t-s
que regesS'in aa cad iras de geograph a, philoso-
phia, arithraetica o ireoinetna. duraute o impedi-
mento d a respeetivoa auhaiitutoa, o conselheiro
Pinto Janior procurou p sams conhecidaa e hab
litadas neaeas diaeipnuaa sem se deixar levar por
outraa eonsideraco s que uo fossem as maia tavo-
raveis causa da metrueco e ao bem do ensiuo.
Nem outro procelmenlo ra de eaperar ae do
lente quo soube elevar-se, elevaido a Paculdade
de que fas parte, quando, nos actos do anno pr-
ximo pasaado, deelarou, sem d'isso fazer a mnima
oeieift .cao que s aceitara a to falladas prop
nal cora o fim de detmal-a sustentaco da<
escolia a cargo da Soeie lade Propagadora a loa-
tiU'Ciio Publica da B6 .-Vista, como effectvamente
fes e de que podemos dar teatemunbo.
Alm de outras providencias que pedio ao go-
verno geral afim de meiborar os negocios da Pa-
culdade, ento a seu cargo, demonstran a no-esai-
dade de aerem oa exames de linguaa e seiencias
em ama pica somante aob c>indicos mais ou me-
nos idnticas, e teve occa-io de, deacutindo ae
um projecto de reforma aollicitado pelo mesmo go-
to llliu. Sr. Dr. Inspector l.cral
da lastrneco Publica
Felizmente c nhecida a posic) de qualquer
fuuccionario publico, quando em localidades em
que pretendein predominar espritus rrfegns e
pequenibos ; como o de um *al ex magarfe Thom
Jo- Marques, que al bontem era meu amigo, e
que contra mim assignou de cruz urna correspon
deneia, use ta n > Urgo LiberalA Provincia
de 26 do mes correte.
Ao publico e as meus superiores peco a sus-
penso de quilquer juno, at que u n'estes das
i ssa com documentos confundir o meu celebre
detractor, e plenam nt- defnder oae.
Ao inisorio ex magarfe, e seu escrevinhador ou
rabiscador. ligo... logo... aguardem por mim.
Cuhrain as ct-xtu.
En primo loco, meus superiores o aOpniao
Puilica -.
Pedra Branca, 29 de Setembro de 1886.
O p nfeR..r publico,
Antonio de Alleluia Patricio.
N'ilo julge) S. S que procuramos f zir
eff-ito ao que avancamoa, uony safa-M,
pur o, que diznmoa a verdade apurada na
da de S S. no fiel pnK-edirnerito de < he
fe de ama horda de vndalos, qae nlo res-
pe i to a vida e prupriedade alheies. A
J' a niirui a do chefe, que hoje nega par-
tiipa-;o, setio nuturia, uo asBasa-ioato da
ex-delegado d Quebranguln, quando no-
torio a iniciativa do Sr. Tenorio em todo
ease drama de sangoie, que, verdade, na
ae puni pela juatit/a dos bomens, mas pro-
dazio o rernorso da ctons'iencia.
E por isao v o Sr. Tenorio, de quando
em quando, a sombra do cadver ensan-
grentado daquelle delegado, qu- S S. < ha-
m infeliz, quanlo maia u Ira S. S.
Talvez, parei isso pomo uo Sr Teno-
rio, qiie vive creando ptiantaaias de espi-
rito, no receio de ser ase;.ssi nado por ami-
gos do coronel Constantino, e na Itnda
romntica de pers-guicHo a fanilia Bar-
ros da qual dea endent o fa .inora Ma-
nonl de Mello, dolo de viiiude, bom p-
rente e amigo do Sr. Tenorio.
E como nao S'-l-o se a idiia de herrn
ios crimes, e a patrica dos inesmoa appro-
ximo Mello e Tenorio ? Se nm vale o ou-
tro, tanto que Man 1 de Mello, pronuncia-
do em crime de .homicidio e de roubo em
quantia superior a 8"000^000, o encar-
rega lo do Sr. Tenorio,, em negocios da
maia viva confianca ?
E' que em tud sao lacos fortes pren-
dera o hero* de Quebranguln a Mello, e por
isso o Sr. Tnnorio nada poupi em endo-
s .r o sceierado Mello, que .ffigura, assim
como sua familia, victima de damnada per-
segncao, inda consequente de odios pol-
ticos, f
.issim S. S. fallo da morte de Antonia
Pesquir-, attribuindo-a ao tenente Severi-
no, irmSo do coronel Constantino, quti.de
e .bi lo ter Antonio Pesquita si o assf-S-
sinado na fazenda.Santo Antonio," districto
de Aaeurema, termo de Agusa-Bellss, por
oc<:h82o de all ir attacar o tenente Seve-
rino; dndose entao urna lucta, na qual
pereceu Antonio Pesquira, irmao de gna-
ci, e foi gravemente tendo o tenente Se
verino. Desse confli to nascraui processot
crimes para Ignacio, para Severino e para
um morador deste. Ento apurou se 8 ver-
dade sem outro procedimento, que o inicia-
do para er-t-is pessoas ; entretanto o Sr.
Tenorio ref'rindo este facto conta a exis-
t -n.-ia de 16 a 20 procesaos contia a fa-
milia Barros, qual pertencem Pesqui-
ra, e o faraigerao Mello.
E' que o Sr. Tenorio procura opiniio, e
por isso carrega sobre outros aouillo qua
he pertence. ^
Nao vinga, porem, o plano, pois alem
do que, por nos contestamos, de espe-
rar do n sso amigo coronel Constantino
reposta enrgica perversidade des Te-
norios, ou Si arios
Rcifo, 30 de Setembro de 1886.
Telegrama.;, passado bontem aa
Exm Sr. senador Luiz Felippe j
Senador Lniz Felippe.
Corle.
Esperamos de sua solicitnde peloa nrgo-
cios d su nossa trra, que clam sem cei-'
ear contra o desfalque da Thesouraria._
Nao deixe de apontar os verdadeiros cul-
pado para que se nao diga que o echara-.'
cara motivos polticos .- .
Oig- a .erdode, Exm. Sr., soja contra-
quem f >r.
Ni deixe igualmente de pedir providen-
cias contra o brbaro assassinato no enge-
nho Ibura para que Be n3o d-ga que o em-
bar<<;ain motivos de parentesco.
Diga a verdade, txm. br., aeja cGiitra
qu'in for.
Que cnmparalo tem a enormidade des-
aes rimes com o tumultosinho te Bom
Jardim T
Nao arrefeca em denunciar factos que
pedem reprsalo.
Chame cm seu auxilio o distincto Sena-
dor Soares Brandao.
Santos.
Villa do Bonito
Reapinaabiliao aje Sra. Dra. Joaquim Mcreirs.
Lima e Francisco Antonio Bererra sta, e a ou--
tro indi vnlu i de iome Joaquim R> berto Pereira,-
por todoa oa atienta doa, arbitrariedades e violen-
cias, qne toffrer o men prente e a micro Pacifico
Panlioo Malaqnias, profeasor publico do Benita,
oa qualquer pesaos de 3ua familia, protestand
usar de todos oa meioa lepaes para punir os sene
miseraveia e va calnmniadorea.
Amaub eomeearei a denunciar aa persegnicoes
que tem s- ffrido que I le mru prente e amigo, vic-
tima das prevencoea gratuitas daq jelles referidos
senhores, e moatrarei de quanto sao capazes aquel-
les inimigus vis, pequeos, infames. ^j
Por boje basta
Claudino de MtlicTM.
- i
I
-







Festa de Xossa Menhoi a do Ra-
sarlo < *Sj*
Ao publico
O coronel Paulo )cintilo Te-
norio
O Diario da Manh, que se publica em
Alagas, na e tica > de 21 do corrente, e
na sec$3o liare, do coronel Tnnori que, no lavantamento
de calumnias e injurias t-nta offender o
honrdo carcter do Exm. Sr. coronel
Coaatantino R Luiz do Albuquerque, res-
peitavel "hefe do partido conservador em
Aguas-Bellas, o deputado Assembla
Provincial.
A' ee Ilustre amigo atira o Sr. Teno-
rio os botes i a mais nojenta e torpe aecu-
sac&o, formulada em factos, j conbecidos,
e que n&o poiem ser lavados responsa-
bilidade do cor inel Constantino e de saus
A mesa regedora d'eata contraria, tendo de ce-
lebrar a feata de ana Exce'aa Padrtera, a San-
tiasima Virgem Noaaa Senhc ra do Bou rio, esa
aua igr. ja da freguezia de Santo Autonio, no do-
minico 3 de Outubro prximo vindouro, ctm a de-
cencia coudigna ao culto da Santiaaima Virgenp,
a> ndo arinunciado eate acto, no dia 2 ao n?ei
dia por urna .salva e diverssa girandolaa de foga
do ar ; s 7 boraa da noite do referido dia vespe-
ra da tesa, entrar a Udanha solemne e na ter-
minaco deste acto, oa irm a presentes seguir
para ocouaiatone da igreja, fasendo all a ailem-
ne inanguraco do retrato ffeitado a expensas
de diverso irinoa da confraria, ao irmSo rx-juiz
bemf-tor e actual secretario Henrique Joe Das. _
das Chaga, em si nal de apreco e gratido- ** '
No dmingo 3. s 4 \\i h. raa da maiiha, aera
celebrada urna missa em tenco ooe irmna vivos
e difuntos e doa fiis que concirreram com seu
obulo em auxilio do r. f^rido acto ; finda, urna
salva e diversa tirndolas de fogo do ar, annnn-
ciar ao respeitavel publico desta capital, que
chegado o dia em q ie os fiis cnmmenx rana a
Santiaeimo Notne da Santiaaima Virgen Nossa
Senbora do R sano. f
A'a 11 hora8 do referido dia entrar a mitas
aolemoe, cccupndo a tribuna aagmda n F.van-
gelho o mu distincto preg*d. r da Cspella Impe-
rial o IHm. e Rvmd. Sr. Padre mestre fr< i Augus-
to da Immaculada Conceico Alvea. a 7 horas
da noite entrar o Te-Deum, em cuja occaaiio
ocoupar a tribuna aagrada o mni distinco prega-
dor o Ulm. e Rvmd. Sr. Padre mestre frei Pedro .
da PuriScacao Paea e Paira. A crebeetra aob a
direceao do noas<. chariaaimo irmao Mtinoel Tbeo-
hilo Fernandea da Paixo, executar aa musas a
e-Deum do aeu repertorio.
Noe interralloa de todos os actos a banda mar-
cial do 2o batalhao de infantera executar W
harmonioaaa p?caa do 8eu raato repertorio. )
A mesa regedora agradece desde j a todas aa
peaaoaa que ae dignaran) acceitar 08 cargoa da
eleico e aos noasos charissimoe e preatimosoa ir-
maos, a todoa os fiis a benerolencia com qne f ., .
digoaram auxiliar-noa, concorrendo com o aaa "
obulo para o referido acto, e pelo preaente om
nome da mesa regedora conrido a todos os noasos


r
amigoa, maa responsabilidade doa ban-
didoa, que oonatituem o g upo do Sr. Te-1 irmoa paramentedos, e irmes a asaistirem o
norio, verdadeiro rgulo de aldeia. jacios.

'->


Diario de PernarabucoSexta-feira 1 de (tatabro de 1T6


s
i



>
excretara di Coofraria de Nossa Ssnhora do
lo Eoeario. em bu igr> ja da freguesia da Santo
Antonio, SO de Setembro de 1886-
Btnnque Das das Caga.
|n FlarMA de Horray A LunB"
!
A'ravfi de toda America Hespanbol, desde o
norte do Mxico at ao Estreitu de Magaibes,
eete perfume tido e consid. rado curro a aguH
aromtica a man fina e delicada. Aa senhora
braaileiraa, nao e della tasem uo c mo o mai*
delicioso perfum" ; mas sim tambem habitualmen-
te o osam o'uma lrma de dilnico como um excel-
lente meio para alvejar e conservar o lentes e
dar nm atuve e agradavel goato ao paladar.
Serv indo de modesta e Mgrad vel advertencia,
recommen damos a< s sanhores, que a mearas asara
debaizo deata mesma trnia, e bavendo salpicado
seo fato, isto J'pois de baverem goaado as dclicio-
taa fumacas de um bello charuto de Havana, ot
torna apresentaveis aa prsenos e aociedade do
bello aexo.
Aquellas do sexo barbado, e que tem ama pelle
delicada, achara coui o prazer, que esta agua
ama verdadeira laxara usada d. poia d< baverem
feito a bara, poia que ella tas disaipar toda a ar
deneia do rosto.
Como oabantia contra as falsificarles obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp vennam
estampados em lettras transparentes no papel do
.ivrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se venda em todas aa boticas e lujas d.
perfumaras.
Agentes em Pernambaco, Henry Forster & C,
na do Commercio n. 9.
Aurelia Peana Ferrolra da Silva
8. ANNIVtBSARIO
8ABBATK) 2 DE OUTRRO DE 1886
Banhos de mar
8*000
600
lOuu
200
Do 1 de Oatnbio prximo em diante o trans-
porte dos passageiros para o Estele -imente
de Banhos de Mar, nos arrecifes, ser feito em
am bond martimo vapor.
O b-ind partir de 10 em 10 minutos do caes
22 de Novembro e do Esiab'leciineuto de Banhos
com os passageiros qne estiverem presentes na
occasio de cada partida, desde s 5 at s 9
bjras da manb e das 4 As t d-i tarde.
Acha-se em vigor do 1" de Ontubro em diante
a seguate tabella de preeos de aasifrna'ara de
banhos, passagens, etc., approvada pelo Exm. Pre-
sidente da provincia :
TABELLA
Urna pessea menor oa adulta. 12*000
Duas...........24/000
Tres...........30*000
Quatro..........36*000
De quatro em diante cada urna perten-
cente a mesma familia.....
Um banho avulso com ruapa do banhsta
Um avulso com roupa, calcado e lei.cl
do eatabelecimento......
Urna paasagem de ida e volta para o
que u furem baubistas.
Por qualqaer pessoa que fr indispensa-
vef acompanbar o banbista doente,
por mea......... 9*000
As asignaturas e si rao contadas de 1 a 30
e de 15 a 14 de cada mes, e pagos adan tadamen
te no escriptorio do estabeleciraento, deven.-o es
banhistas turnar suas assignaturas os vetpe-a
doa dias marcados para que pjssam ser bem ser
vidos desde o prmeiro da de seas banbos.
Os passageiros que nao fon m bauhi -tas deve-
rao pagara mportancia da passagem durante o
trajecto da viagem.
os preeos da tabella se comprebende a obriga-
cSo de fornecer o estabelecimento ao banhista nm
compartimento decente, passagem de ida e volra,
pessoa habilit>da paz acompinhar dorante o ba-
nbo as enancas, dueotes e pessuas debis e inex-
perientes, e encbogar as roupas dos baubistas,
que deverao marcal-as com as letras iniciae* dos
seos nomes antes de aprisuntal-as no estabele-
ci menta
Recite, Setembro de 1886.
C. de Medeiros.
N. 4. Todos os ue tm tomado a Emuls&o
de Svott, reconhjcem a sua snperiordade
sobre oa outros remedios empreados at
boje para a cura da tsica pulmonar, escr-
fulas, racbitis, anemia e debilidade em ge-
ral. As suas virtudes sanativas e reoonsti-
tuintes sao maravilhosas.
Caso iMportante ()
LE SE EM UM JORNAL DE PELOTAS
A joven Marciana, de 15 annos de da-
de, morad'ra ra de S. Miguel n. 11,
neata cidade de Pelotaa (Rio-Qrande do
8ul), ha muitos mezei ahava-se soffrendo
do peito.
O seo org.niarao depauperado apresenta-
va todos os ayuptomas de urna grave affec
gao pulmonar : falta de appetite, cansado,
toase, dores no peito as costas, extrema
debilidade, toos estes caractersticos da
terrivel doenga apresentava a pobre mo-
cinba.
A sua snude, tao profundamente altera-
da, comecou a aspirar serios cuidados
sua ta D. Juanea Ferreira Carioso, que
em vao apreseutou a sua doente a alguns
Ilustres mdicos, s-m nenbum conseguir
at.ilhar o curso da onfennidade
Esta senhora, seriamente preoecupada
com os progressos da doenca, teve a feliz
j a d rmiorrer experiencia do uso do
Peitoral de Cambar, importante desc -
berta do Sr. Alvares de B. Sourea, desta
cilade, e em tao o-t hora o fez, que al
guns dias depois a doente apresentava sen
iveis melhoras, o o medicamento fazendo
triumphar a natureza da enfermidade, de-
pois de alguns mezes de tratamento, res-
titua a sude perfeita joven Marciana.
O autor do Peitoral de Cambar, com-
pletamente eatranbo a esta prodigios cura
obtida pelo seu maravilhoso medicamento,
recebeu um dia, com sorpreza, a visita de
D. Joanua F. Canoso, que omito satis-
feita. e em companbia de sua aobrinham,
trazia Ihe um attestado que corre impresso
na maior parte dos jornaes da provincia e
em todos os opsculos que acompanba
cada frasco do Peitoral de Cambar.
O leitor devt> procurar apreciar esse im-
portante documento, por m- io do qual po-
der dovidamente julgar a transcendencia
da victoria obtida na cura de urna affeeyao,
que ainda em nossos dias faz os desespe-
ros da Bciencia medica. (Vede o folbeto
que acompanba cada fraseo.)
Unios agent~s e depositarios geraes em
Pernambuco Francisco M. da Silva & C*:
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Ao publico
Os abaixo assignados, tendo registrado e depo-
sitado as suas marcas industriaes e rtulos das
suas preparavoes na junta commerciai do Rio de
Janeiro de onf rnrdade coa, as prescripces das
leis do impeno do Brasil, declaram e participan
aos interessados, que como nicos proprietarioe.
tem dircito exclusivo de usar as marcas indus
triaes e rtulos relacionados com manufactura'
tabricacao e venda das s guiri es prepara,o ;s ;
Agua de Florida de ** urray e Laman.
Tonicj Oriental. V
Peitoral de Anacahuita. _\
Patilhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de bacalho de Lanman & Kem|
EmuIsSo de oleo de figado de bacalho com hy
pophiMjphites, de Lanmam & Kemp.
Salsaparrilha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, i
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e quu, portante, persegu rao a todos os falsificado-
res ou imitadores das ditas marcas industriaes e
rtulos, procurando' que sejam castigados com toda
a severidade da lei.
Tambem acautelamos e publico contra todos
aquelles que intentara substituir as nossas prepa
races cima m' ncionadas c .m artgos falsificados
que tevam rtulos ou marcas industriaes que imi
tam aa nussas.
Lanman A Kemp.
EDITAES
Edikil d. 749
De erdem do Illm. 8r. Dr. inspector g ral, se
declara ao profesor Antonio Nobre de Almeida e
Castro, nomeado por portara da presidencia da
provincia, de 22 do crrente, para reger a cadeira
de enaino primario de Bengalas, que lhe fica mar
cado o piaso de 6u dias, con'adus da data da
n- meaco, para d-ntro delle entrar em exercicio
da mencionada cadeira.
Hecretara da instruccSo publica de Pernam-
buco, 28 de Setembro de 1886 =0 secretario,
Perg-n'ino S. de Aranjo Oalvo.
O Dr. Adelino Antonio de Luna Freir,
official da Imperial ordem da Rosa, a,m-
mendador da Rral ordem militar porta
gueza de Nosto Senhor Jess Christo, e
juiz de direito privativo de orph&os e au-
sentes nesta o/marca do Recife, por S-
M. Imperial e Constitucional o Sr. D.
Pedro II, a guem Deus Guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital vircm, oa
del'e tivercm ronhecimento, qu- nu da 5 de Ou-
tubro prximo vindoaro, depois da uudienci deste
juizo, na respectiva sala, ir pracapara ser arre-
matado por quein maiur preco ffereeer, a terca
parte do sol, em que era edificado o sobrado de 3
audares, n. 42 ra do Marques de Olinda.
E vai praca a requeriinento do Dr. Jos Ven-
tura dos 8antus Res, pai dos menores Anna En i-
lia Mara dos Res, Marianna Ventura doa Santos
Res, Manoel Veutura do Santos R is e Henrique
Ventura dos Santos Res, conseahures da terca
parte do dito solo.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa, e afiliado lo lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade de Recife capital
da n vincia de Pernambuco, aos 28 de Sttembro
de 1886.
u, Manoel do Nascimento Puntes, escrivo, o
subeeievi.
Adelino Antonio de Luna Freir.
DECLARACES
CffiffiKRIO
Bolsa ouiiiutTfial de >*ernai
f'IH'O
RECIFE, 30 DE SETEMBRO \>E 188.
i ti>-b ,ioi c >u tarde
1 u'utw -Jifinutt
Nao houve.
O pre-i eitr-,
Pedro Jos" i iuiu.
O aeeretnr'o,
Canad> C. U. Aicotorado.
.U 'itlVUl,.. lJLbLI(,08
M t aa Setembro de -886
ALKAN fctJA
SKDA owur
De 1 a 2
Id'm 30
FtsnmA rau.ciL
De 1 a 2a
dem ti-- 30
Total
RacaaBDoaiA
Uh.u .1 30
1 a JJ
Coascuauo Pm iviaaMC i I a
Id.-m de 30
B.ira SAVN dem '-: 3 i
821 652*7.=.8
43 5J8-707
---------------- 863.-25U465
85.80 614
3.HJ.455
------------------89:2144069
951:460453
3(:857 4og
4.9724465
4o:829489<
2!f:6l049,C
21 0)6 133
50:6164,523
3^:616*962
1:964 7t9
34:o8iyi68l>
Conselho de comp as da repar-
tifo de urinha
WapprlmriiKi rt- Hiere oh nu vicio
Ue laerra fiimleuilo ao porte d'ei
la capital e m *tep>denciaii d'eai'e
trm-aali durante o eineire de- I
de Janeiro a SO de Juniic de 1HS9.
De < Manoel Pe anco da Cos'a, inspector d'este Arse-
nal e capno J p'-rtu d'es.a provincia, faco pu
blico que no dia 12 de Ontubn, s 11 horas da
manila su recebe propostas para o forueciment-i
do artigo* abaixo leclaradua; ni1 pudendo ser
ls.it*ArJtOft nh h..\PUhlAiyAU
Em 29 de Setembro de 1886
Para o exterior
No vapor allem Cari W., cauegaram :
Para Hiuiiiire.i, Boretelinau ot C.t?438 fardos
com 87.811 kilos de algodao.
No briirue nil-z Lucille, carregaram :
Para N.w Y rk, Juiio Itido 1,000 saceos
com 75,000 kilos de assucar inascavado.
Na barca portugu< xa Allianga. carreg i
r m:
Para Lisboa, A. C. da Silva 48 paneiros gomma
de maiidioia.
I'sra o iaieriur
No hiatc uacicnal Des le Guarde, cairega-
ram :
P-ra Aiacaty, P. Alvea & C. 5 barricas com
301 k'lus de assucar branco
N hiat-- un-i >ul tiomJcsut, carregaram :
Para Maco, P. A vre & C. 3 barricas c.m 300
kilos de aasucnr refinado e 8 ditas com 87 ditos
de dito m Scavi.do.
No hiate nacional Iree, carregaram :
Para Vlossor, E. C. Be'tiu & Irmo 10 saceos
com 70kiijg de acucar branco.
\a bana(;a Feliz Sociedade. carregaram :
Para MaauMuj iaje, p. Alves & C. 6 barricas
com 360 kilos de assucar refiuuJo.
aceita pnposta alguma que nao cntenha todos os
artgos annunciados, com excepeflo de pao e carne,
que ser" propostas distinetas.
A pmposta de carne veide dever conter a de
claraco de ser o genero furnecido nio tendo man.
de um quinto de peso em nsse.
Vveres
Agurdente, precu por litro.
Arros, dem por kilo.
Assucar branco refinado, idem por kilo.
Assucar grusso, idem por kilo.
Aseite doce para comida, idem por litro.
Aztite de cojo, idem
Axeite de peixe, dem.
Aseite para luz, idem.
Albo.
Aletria, idem por kilo.
Araruta, idem.
B.i vivo inclusive o pasto, um.
Batatas inglesas, idem por kilo.
U lacha, idem.
Bacalbo ou peixe salgado, idem.
Cat em grao, dem.
Jarne s- cea, idem.
Carne em conserva, idem.
Carne de porco salgada, idem.
Carne verde, idem.
0 mservas picantes nacionaes (pikles), idem.
Caf moido, idem.
Cha verde, idem.
Cha preto, dem.
Caogica, idem por litro.
Ervilbas S'-ccas. idem por kilo.
Farin^a de mandioca, dem por litro.
Fub de milho, idem por kilo.
Feiji-, preto ou mulatinho, dem por litro.
Legumes consrvalos oa julianas, idem por kilo.
Gailinba, urna.
Manteiga inglesa, idem por kilo.
Matte em folha, idem.
Milho, idem.
Pao, dem.
Queijo de Hollanda, idem.
Rapadura de melado, goiabada ou marmelada, oa
outros docej, idem.
Sal, pri-r; i pa litro.
nabo, preco por kilo.
T-ucinhu de Lisboa oa Santos, idem.
Tapioca, idem.
Vinagre de Lisboa, idem por litro.
Vinho do Alto Douro, Lisboa, Bordeaax oa ana-
lugo, idem.
Sag. dem.
Aletria, idem.
Chocolate, idem;
Gela de marmello, dem.
Goiabada, irlem.
B"lachinha, idem.
Heptona Catillon ou outra. idem.
L-ite condessado, litro.
Cerveja Guinea, idem.
Vinho velho do Porto ou Madeira, idem.
Cognac, iderr..
Conservas de gallinha, de carne de earneiro, de
cara* de vacca, kilo.
Extracto de carne, idem.
Dietas extraordinarias
Ovni, duzia.
Leite, litro.
.^-g, k-1...
Cerveja preta oa branca, nacional ou estrangeira,
litro.
1 'ame de porco, kilo.
Dita de vitelo, idem.
Dita de earneiro, idem.
Frang, nm.
Gela (frucas e g illinba).
Marmelada, kilo.
R-p. kilo
Pao de lot, kilo.
Pao S'cco, kdo.
Vmhu X -r- z, garrafa.
Vinhvs Collar< s e Figueira. idem.
Cbarntos, um.
Cigarros, maaso.
Filhote de pombo, um.
Macas, urna.
Peras, ama.
Uvas, kilo.
Condifdes
1.* Todos os artgos serii de prmeira qaali-
dade.
2.a Serio entregues pelos fornecedorCB as por-
cois que lhe foi-em pedidas pelo almoxarfado e
p-los navios de guerra, no praso de tres das,
contados da data to que os pedid.a furem despa-
chados p I" Exm. Sr. inspector
3.' Os gneros ficaro eujcitos approvaco oa
reprovaeo do perito que fyr designado para exa-
minal-or.
4.a Oj foroe -odores pagarao as multas de des
p sr ceiito do valor dos gneros no caso de demora
nas entregas e de vmte por cento oo de falta de
entrega, ou rcjeici i por m qualidade, indemni-
sandu neste caso a faeenda nacional da diffe-
renca que se ler entre os preeos ajastados e os
11 ir que f.irem com orados os geneoa nao forneci-
dus ou rejeitados, salvo se forem immediata
mente substituidos por outros da qualidade con-
tactada.
5* O pagamento da importancia dos furne-
cimentos ser feito pela Thesouraria de Fasen
aa vista dos documentos que obtiverem osf r-
i eceaores, e depois de satisfeito o sello provin-
cial.
6 Confo me o aviso circular do Ministerio da
Marnba n. 172 de 28 de Janeiro do crrante anno
o f Torcedor ficarff sujeito a mais aesseata dias de
supprimento, aim io praso estipulado o contracto
sem qne esta circumstancia lhe d direito pro
rug .cao do ajaste.
7. Os objectos fornecidos sd serio pagos n j mes
seguinte.
ObservacScs
1.' Nenhuma propoata ser recebida sem que o
proponente neila declare por extense, sem claro al-
gum, emenda, entrelinh ou rasara, o preco de
cada geoero.
2.' Nao ser aceita proposta sem que o nego-
ciante declare que se sojeita ao pagamento da
multa de cinco por cento do valor provavel de fcf-
uecimento durante o praso para que este annun-
ciado, se nao comparecer nesta secretaria para as-
signar o contracto, ni praso de tres das, c< nu-
dos d'aquelle em qua for notificado pela imprensa,
c uno determina > aviso de 28 de Dezembrj de
1874.
3. onforme o recommendado em aviso de 11
de Maio de 1880, nao sero admittidas as propoa-
tss d s negociantes oa firmas sociaes que nao
apresen'aiein os documentos seguintes :
Certido da matricula da junta commerciai :
Biibete de pagamento do imposto de industria
no ultimo s< mestre.
Certido de contracto social exhibido do regis-
tro da iutita commerciai.
4.* Neohuma proposta sar recebida depois do
da e h<>ra designados oeste annuncio.
5 O propnneutes apresentaro os documentos
exigidos pelo aviso de 11 de Mio cima referido
tres dias antes do praso marcado para o rerebi
mente das propuataa, para a necessaria verifiea-
c-.
Secretaria da intpecc&o do Arsenal da Marinha
de Pernambuco, 29 de Setembro de 1886
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Dekgacia de polica do i: disin-
ti da capital
De ordem do Illm. Sr Dr. delegado, fago
sciente a Nicanor Bandeira de Mello, que fica
marcado o praso de tres das, para apresentacio
da matricula, n'esta deleguis, de teus escravos
Antonio e Benedicto; a caso nao o faca, sero
eseef escravos considerados livres pela autondade
competente.
Recife, 28 de Setembro de 1886.
O c8civao interino,
Jote de Arimatha Costa Ponte.
IRMANDADE
X. S. di RoM>rio da ma-
triz do Corpo Santo
ElelfSo
Convido pelo presente tedos os nossos iriocs
para se reanirem em mesa geral em nosso consis-
torio sexta-feira 1 de Outubro, pelas 5 horas da
Urde, afim de elegerem a futura mesa regedora,
para o anno oompromissal de 1886 a 87 Nos
termos do compromisso a mesa geral iuneciona
com qualqaer numero presente.
Consistorio da iroand.de, 27 de Setembro de
18860 escrivo,
____________Manoel Fernandos de Medeiros.
Comoanhia l*ernani":ii<'aa:i de
navegacocostelrapo vapor
No surteio a que ae pro"edeu, h.ij para o res-
gate de 263 obnga(es garantidas, toram con-
templados os segumtes nmeros
91 a 95 811 a .815
116 a 120 826 a 830
121 a 125 836 a 840
136 a 140 846 a 850
141 a 145 861 a 865
171 a 175 991 a 995
186 a 190 1001 a l 201 a 205 1026 a 1030
236 a 210 1041 a 1045
281 a 285 116 a 1120
336 a 340 1141 a 1145
341 a 345 1246 a 1250
361 a 365 1296 a 1300
401 a 405 13-1 a 13(i5
426 a 430 1306 a 1310
471 a 475 1346 a 1350
496 a 500 13>6 a 1360
546 a 550 1426 a 1430
551 a 555 1436 a 1440
566 a 570 1481 a 1485
601 a 605 1491 a 1495
611 a 615 1586 a 1590
641 a 645 1596 a 160J
676 a 60 1611 a 1615
691 a 695 1701 a 1705
701 a 7u5 1726 a 173o"
761 a 765
Os pnssuidores destas obrigaces sao convida-
dos para receberem as suas respectivas imp r-
tancias no escriptorio da companbia, onde tam-
bem sao pagos os juros referentes a dito empres
timo do semestre que finda aman ha.
Recife, 29 de Setembro de 1886.
I*e ordem do Illm. Sr. voinuiaudaute, a<-te
cebera na secretaria da escola de aprendices ma-
riuheins, no da 12 de Outubro pr.ix.mi, pelas
11 horas da manh, proposta fechada para o for-
uecimento de fardamento mesma escola, durante
o semestre de Janeiro a Junho de 1 87, com de-
claraco dos preeos por extenso :
Bonet, calca v eamisa depauno ; calca, camisa
e expas de brim para bouets ; calca e camisa de
algodao msela ; cobertor de l. lencos de seda,
sacco e maca de lona ; colchio par maca e sapa-
tos. pr>co por peca.
O contratante ubrigar-se-ha com a sua assig-
natura a to las as disousi^oes de lei, ou regul i -
ment que regem os fornecim .'utoe e contratos do
ministeru da mariuba.
Para mais intormacoer, os iuteressados devem
duiarir escola de aprendiz-" muriiihciru:.
Recite, 89 de Setembro de 1886.
Jos Ehzi u C- de Almeida.
Conalntorlo da Irmnndade do e-
nhor Boas Jess don tfflicio.
erecta aa Ifrreja de m. J>a
de KlbH Mar
De ordem da mes* t-egedora, convilo Udos
os nossss i-mos que estiverem no goso de seus
direitos pira comparece em em o nosso consisto-
rio oo domingo 3 do correte, pelas 10 bor s da
manb, para reunidos em asi-embia de m sa ge
ral, proc. dermo- a eleicao dos novos funecionarios
que teem de reg-r a nossa irmandade no anno
compr imissal de 1886 a 1887.
Consistorio da rmaudade, 1- de Outubro de
1886.O escrivo,
Miguel dos Santos Costa Jnior.
Santa
casa
S. K. J
Soci dade Recreativa Juvenlude
Soire bi-inenaal em 17 de Outubro
prximo futuro
Communicu a todos os Srs. convidados e aos so-
cios que a soire principiar s 7 horas da noite.
Os ingresaos f.roecem-se em casa doSr. the
soureiro e os convites na do Sr presidente.
R.iga-B simplicidade nas toilettes e previ"
que nao sao admissiveia aggregados.
Recife 21 de Setembro de 1886.
L. Quedes de Amorim,
1 s- antariu.
Arreoialafo
Liv rpiiol por escala21 dias, vapor in-
glez Editor, de 1,080 toneladas, com-
mandante Thomas H. Cnandler, equi-
pagem 21, carga varios gneros; a
Jolinaton Pater C.
Navios sahidos no mesmo dia
Southainpton por escala Vapor ingles
Tamar, commandante W. Ubapmann,
carga varios gneros.
Liverpool por escalaVapor inglez Mara-
nh-nse, commandante F. B. Tregarten,
Han burgo por escalaVapor allemao Cari
Wnermann, commandante C- Abrubman,
carga varios gen-ros.
Porto e Lisboa Barca portugu za AUian-
c/s, ci'pifto Francisuu Gomes Cardia,
carga verios gneros.
De orde,m do Illm. Sr. c-ipitao Francisco Camel-
Pessoa Cvale >nte, juis da irmandade de Nssa
Senhora do O' da freguezia de Marangnape, faco
publico que domingo, 17 do correte, pelas 9 ho-
ras da manb, n" consistorio da igrej* qu- s^rve
de matriz da dita tr> guezia, se ha de por em h >sra
puilica o arrendamento animal do sitio decoquei-
ros denominado Enaiadinha, pert nente a pa-
trim nio da mesma irm-mdade, sob a base de 6154
annuaes, devendo os pretend utes se apre efjta
ri ra habilitados com fiadon s idneos e em cartas
fechxdas e selladas.
Nossa Senhora do O', t de 0 itubro de 1886.
O egcrivo,
Manoel F. de Torres Falcao
1 a 29
MOVIMF.NTO DO PORTO
Navios entrados no dia 30
Buenos Ayrea por ea<-aia 13 dius. vapor
ingl. z Tamar, de 1,881 toneladas, 'jom-
uiti iaute W Chapn un, equipaginn 90,
carga vatios gneros ; a Alamson Howie
c.
Vli. o 13 dias, palhabite na.onal S.
Burtholomeu. de 150 t aeladas, roes
tr< M noel iLr'a Mercantil, equipagem
5, carga si; a Bartnoloiueu Lourenco.
F'nanc.e.
ViUe de Rio de Ja-
neiro
('faro
Principe do Gr&o
Para
ffger
ViUe de Bahia
Miman..
! B. Kemny
Trmt
Galicia
Bahia
KZar
Pernambuco
b'.HinrUo Sanio
Britannia
Para
Lo Plata
Equateur
Cear
Neva
VAPOHES EdPERADOS
de New-Port News boje
do sul amanb
do norte a 3
da Babia a 4
da Europa a 4
do Havre a 6
do sul a 7
do sul a 8
da Europa a 10
do sul a 11
do norte a 13
do sui a 14
de Hamburgo a 17
do sul a 17
da Europa a 23
do norte a 23
da Europa a 24
do sul a 26
do sol a 27
do sol a29
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes
De ordem do irmo director, convido a todos os
iruos que se acbam no goso de seus direitos a
ae reanirem em nossa A tubro, s 6 h iras da tarde, afim de ttr lugar a
assembla geral do mes de Setembro, que deixou
de baver por falta de numero no da determin-do.
devendo ter lugar agora com o numero que com-
parecer.
Secretaria da imp rial sociedade dos Artistas
Mecbaoicoa e Liberaes de Pernambuco, em 29 de
Sdtembro de 1886 O 1 secretario,
Jos Castor de A. Souza.
Juizo dos feiios da fa
zeiida nacional
Escrivo Reg li..rros
Faco saber a todos que o presente virem e r>el e
tiv r. m noticia, que n-> da 1 do vndouro mez
de Outubro, p-las 11 horas da man ha, oepois da
audiencia e pernote o Dr. juiz ubetituto dos fetos
da faaenda se vender em praca publica oa ben-
seguiutes :
rio irado de um andar com as dependencias da
casa grande das barreiras da cidade de Olinda,
freguesia de S. Fr. Pedro Martrr, pertenente a
Henrique Ferreira Pontea, avallado p-r 80i.
O dominio ntil do terreno de marinba n. 247,
roa de Santa Rita, freguezia de S. Jos, com
alicerce de lijlo e cal, olhando i ara a ra dos
Pescadores, junto a casa n. 101, perteo.-ente aos
berdeiroa de Antones da Costa Reg Medeiros
av hado por80#0i)0
Urna casa terrea de tij lo c cal n. 32, sita ra
do Visconde de Pelo'as, fregnexia da Boa Vista,
com 1 porta e 2 janellas na frente, em muito bom
estado, pertencente a Manoel Paulo de Albuquer
Jue, avallada por 2:500 ; cujus bens sao vendi.
ds para pagamento da fazenda nacional e custas.
Recife, 21 de Setembro de 1886.
Eu, Jos Franeis.-o io Reg Barros, escrivo
escrevi
Na secietara da santa casa de misericordia do
Recife arrendam-se por eseaco de um tres an-
nos, as casa abaixo declaradas :
Ra da Moeda n 45, por 204 mensaes.
Id-m idem n. 49, 20 idem.
Dita da Lingueta n. 14 1 andar, 16J660 idem.
dem dem 2 dito. 154 dem.
Roa do Burgos n. 'w t idem.
Dita da Madre de Deus n. 10 A, arma sem
154, idem.
dem idem n. 12, 404 idem.
Ra da Guia n Ib, 16466U idem.
Dita da Senzalla-velha n. 132, 2- andar, 154
idem.
Dita da Detenco n. 3 (dentro do qaadro) 104
idem.
Hrm idem, 8(000 dem.
Dita do Visconde de Itaparica, n... 2- andar
e soto, 354 idem.
Dita do Marques de Olinda n. 53, 2- andar
404 idem.
Caes da Al&ndega o. I.
Conselho de compras
da Repartidlo de
Marinha
Ofcjwto* <*e 'xpettlente e o aerwlco
1 lavagem, engnmniRilo e -n
cerlu alat ruupa da enfermarla de
marinha.
De ordem do Exm. Sr. chefe de diviso Jos
Manoel Picaneo da Costa, inspector deste Arsenal
e capito d<-p<>rto dest-> provincia, fajo publico
que no di i 15 de Outubro, s 11 hiras da manha,
contracta-se eu coua- lbo, em crtas techadas, por
tempo de seis meses, a c miar do 1 de Janeir -a>
ultimo de Junho viudouro, o foruecimento ucima
declarado.
Os Srs. pretendeutes devem apresentar suas
propustae acoinpanbadas das aiimgtras dos arti-
goa, para cujo l.irneiim uto ae prup m, e em cas
Contrario nao se lomar c.mh-cim-uto das pro-
postas
Objectos de expediente para o Arsenal e depen-
dencias :
Compasso, nm.
Caluta, Ullia.
Caivete fino, um.
Clchete?, urna caixa.
Cartas alphabeticas, ama.
Cathecismo da doitriua christa, um.
Cath' cismo brasileiro, um.
' i'lii i c.i i de c 'Uipeudios, exemplur um.
Couipen los de economa da vida humana, um.
Cray na, um.
Cordo, rio.
Eu vel-pea diversos, conforme as amostras, cento.
Ditos com inscnpco para officLe, idem.
Escrivaninha de metal, mu.
Faca para cortar papel, urna.
Gomma arabiea liquida, vidro.
Guita percha, uin.
Lapis de cores, .nm.
Ditos pretos, um.
Livros em branco de 25, 50, 100, 150 e 200 folhaa,
um.
Liu p idor de panno, um.
Livr.'S grandes para r giatro de oficios, um.
Liosas, tama ho SS, urna.
L- ees de cores, pao.
Obre as de ui.es, caixa.
Ditas de coila, id-m.
I'apel brando lito, conforme a amostra, caderno.
D tu branc pautad cinforme a amostra, idem.
Dito h Hxuda paulado, dem.
Ditu idem liso, dem.
Dito marca pequea, caixa.
Diii. ciin iiiseripco para oficios, resma.
Dito inxta-borro, folha.
Dito ministro, caixa.
Dito pr prio par inappas, urna folha.
Dito pardo pmp io para capa, idem.
Penuaa de ac, Como a amostra, caixa.
Pasta, urna.
Keeos de vidro, um.
Reguas, aiia.
Raspadeira com cabo de osso, urna
Syllabario portugus, um.
'I raslado callygraphico, um.
Tinta par* escrever, litro.
Tiuteir.is de vidn, im't il ou louija, um.
Tinta carmim para escripta, vidro um.
Tira lioh:is, um.
Ti souras, urna.
Vaso c ui e. punja, um.
Condicoes
1.* Todos os artgos aerio de prmeira quali -
dad*.
2 Si rao entregues pelos Srs. fornecedores nas
pon,-es que lhe f.rem pedidas pelo almoxarfado
pelos navios de guerra, no prazo de 3 dia con
tados da data em que "8 pedidos forem despacha-
dos pelo Exm Sr. i spector.
3.* Os cilleros ficaro aujeitos a.approvaco o >
reprovaco do perito que for designado para exa-
mi al os.
i Os fornecedores pagaro as multas de 10 */
do valor dos gneros no caso de dem Ta nas eu-
tn gas e ae 20 */o no de falta de entrega ou rejei-
co p r m qu*hdade indemnisando n> ste caso a
fzeuda nxcioaal da differenca que se der entre
os prevoe justados e os porque forem comprados os
gneros nu fui necidoa ou r-jeitados.
5.a O pagamento da importancia dos forneci-
meutus ser f- lo pela T esouraria de Fz< nda,
vista uos docum ntus qne obtiverem os fornecedo-
res, depois de saiiefeito o sello proporcional.
6 Conforme u aviso circular do Ministerio da
Mariuba n. 172, de -8 de Janeiro do cerrente anno
o fornecedor ficar sujeito a mais sessenta das de
supprimento, alm do prazo estipulado no con-
tracto, sem qu esta circumstancia lhe d direito a
prori-gaco do ajaste.
7.* Os oljectos tornecidos s sero pagor no
mez biguiute.
Observacies
1. Nenhuma proposta ser recebida sem que o
prop. algum, em nda, entrelinba ou rasura, o prefo de
Oada gener '.
2.' Nao sr aceita proposta serc que o nego-
ciante declare que se suj-ita ao pagamento da
malta de 5 % do val t provavel do fornecimento
duraute o praz para que este anuunciado, se
nao comparecer nesta secretaria para aasignar o
contracto, no prazo de 3 dias, contados daquelle
em que for n tifieado pela miprensa, como deter-
mina o aviso de 28 de Dezeinbro do 1871.
3.a Conforme o recommeudado em aviso de 11
de Maio de 1880, nao ser i admittidas as propos
tas dos neg. ciantes <-u firm;.s 'sociaes, que niio
apr teotarem os documentos seguintes :
Certido da matricula da Jutita Commerciai,
bilbete de pagameuto do imposto de industria no
uitimo semestre.
Certido do contracto social extrahido do regis-
tro da Junta Cou mercial.
4.a N nhuma eiop sta ser recebida depois do
dia e hora designados nest-i annuncio.
5 Os propon- ntes apreseotaro os documentos
exigidos pelo aviso de 11 de Maio ama referido,
tres dias antes do prazo marcada para o receb
ment das propostas, para a necessaria averi-
gua cao.
6 Os fornecedores ficaro
Saio em 2 de Outubro
Sao convidados os senh~ res socios a procuraren)
os seus ingresaos na sede do club, todas as nortes,
a contar di. dia 28 do correte, das 7 as 8 1[ ao-
rns da noite, em mo do Sr. tbesoureiro.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 27 de
Setembro de 1886.O secretario. **
_______"_^__________P C Latanova________
Arsenal de Guerra
De ordem do- IlUa. 8r. mnjor director, distrbae-
se costaras nos dias 30 de Setembro, 1 e 2 de
Outubro do corrate anuo, s costureras de lis.
51 a 100, na forma do cosiume.
Secco de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 2S de Setembro de 1886.
Flix Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto
Fiscalisafu da freguezia do
Amanb, 1 de Outurre, comeea a vigorar
art 83 da lei provincial n. 1882, relativo a pro-
hibico de se abrirem os establecimentos mercan-
tis ou casas de negocios nos lomingos e das san-
tificados, com s restriccoea declaradas nos | 1 e
i do meemo artigo. Recife, 3U de Setembro de
1886 O fiscal,
Santos Neves.
Santa Casa
c--J
'l
da Misericordia do
Reelfe
Por esta secret ria sao chamados os prente*
ou protectores das menores constantes da relaco
iufra, para que as va recolh. r ao collegio das
orpbe.
Belaco das orphs a que se refere o edital
Supra
1 D nina, fi'ha de Paulina Mara Ferreira.
2 Mara, filba le Joanua Baptista de Jess.
3 Amelv, filha de Anna Amelia Bezerra de Al-
buquerque.
4 Oliudina, filha da mesma.
5 Rosa, filha da mesma.
6 Emilia, filba e Feliciana Vieira da Rocha
Falco.
7 Mara, filba de Joaquina Mirandoliua da
Silva.
8 G-noveva, filha de Hermina Correia de Lyra.
9 Carolina, fi ba de Antooia Diuiz Bandeira
de M lio.
Secretaria da Santa Casa ie Misericordia da
Recife, 13 de Setembro de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sonsa.
Lycen le Artes e Odelos
A Imperi-I S ciedade da Artistas Me-
chani's e Libi-ra*8 ie Pernambaco, que
ti-iu a seu i argo o Ly<-eu de Artes e Ofi-
cios, no iutuii de Ilustrar as elasses arts-
ticas e rrianufactureiras, mantia como j
bem condecido em si-u paUcete nn Cam-
po das Primez s, aulas de diversas linguas
e s -i ene i as, as qu .es, fun-.-oionam em todos
os d iaa uteis, das ti s 9 horas da noite.
Com o mesmo intuito in-ntm ella urna
pequea e modesta bibliotheca que, com
pa'riotii'os donativos, augmenta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
g'-r 1 diariamente, as mesmas horas cima
Assim, po>8, cora o mu applaudido in-
tento de t mar bem conhecido o prog-es-
ao das artes e uffi -ios sntre nos, a perfei-
V&o e utili lade de seus productos, fazer
conlie -ido seus autores, bem como os lu-
gares de seus estabelecimentos, afim de
facilitar a sabida e o consumo de lies, pro-
ruove ella todos os annos para o dia ne sea
anniversario, segundo HispSe o | 6 do
art. 2a dos seus estat tos, urna exposicSo
dos trabalhos d'artes offi ios e manufactu-
ras. E' p- teicoado quao vantajoso din, que a directo-
ra da sociedade vem pelo presente, soli-
citar de toi-ias aquellas pessoas que pos-
sUero por pergaininho o trabalho, BUa efB -
usa con umncia Expo.Mco aue, em 21
de Novembro deste anuo se t ff- -uar em
sua s'le, Lyeeu de Artes e Oficios.
l'.umpre tambem a ella fazer conbecedo-
ri-s 04 illustre senhores e senhoras, que
a quizi r.-m honrar com seus productos, os
seus direitos e
Devores
1. Deverao at 15 do dito mez envia-
em as amostras de seus vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceu.
2." Em todos os objetos deverao acom-
panbar o nome do autor, ou proprietario
dos roes nos.
3. Ser imprescindi vl em todo e qual-
quer objecto a decIaracSo do prego, e lu-
;ar d sua fabrica ou deposito.
4. Que os obje.-tos para a Exposicao
d-vein ser tal qual os costuma fazer e
vender.
Direito
Art. 8o do regula ment da Exposijao
Artstico-Industria I :
S i mente aos expositores permittido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitarj-
tantes s seus produ tos.
A directora consi-ia de que uito se es-
for^arao para o faustaso : ultado deste
ertan.en to pro/eitoso e lisongeiro a to -'
das as elasses in lustrines, antecipa seus
devidos agradeuimentos.
Secretaria da Iioperal Sociedade dos
Artistas Mechanii.'i>8 e Liberaes, em 18 de
Setembro de 18-6.
Jos Castor de A. Souza,
1" secretario.
Preparados
DA
.


MMiTIBA MWmT
LONDRES
1
ilA U
n
Ui
sujeitos a mais 30
diaa de supprimento, alm do prazo estipulado no
contracto, sem que esta circumstancia lhes d di-
reito a prorogaedo do ajaste, conforme a clausula
estabelecida pelo aviso do Ministerio da Marinha
de 13 de Junho de 1877.
Secretaria da inspeceo do Arsenal de Mari -
nha de Pernambuco, 2y de Set' mbro de 1886.
O -eeretario,
Antonio da Silva Azevedo.
CiBta
Oleo de fluailo de linnilho e lelte
pepltunitatfo
Esta preparaco to saborosa que ama crian-
za prompfamente a toma.
0 leite digerido tem a propriedade de quasi in-
teiramente diafarcar o oleo e aa p^soas de diges-
to mais dbil podem tomar s-m rt;eio de gran-
de efEcacia para afleccoes pulmonares, tsica, toa-
ses, debilidaoea, etc.
Pepiouoldea de Carne
Um alimento nitrog uoso C'..mjioato de eonsti-
tuintes solidos de leite bem como gluten do trigo
(livre de gomma). ,
Recommendado nas couvalescencas de qualqaer
doenca, febres gaatrte, dysenteria e t"da e qual-
quer debilidade, seja qual for a sua origem, espe-
cialmente usando seein combiuaco com o ole, odc
figado com leite.
Hallina %
Um extracto esneentrado de trigo, avea e ceva-
da fermentados.
Valor diastasico 30 vezes o bou proprio peso !
O mais rico agente restaurador at boje conhe-
cido, alt mente apreeiavel n>s css-.a de d- bilidade.
aiitaieniu Souluvel de carnlck para
rilanran
A aoalyse deste alimeuto demonstra que os seus
coostiiuiutes nutrictivos sao quasi idnticos com o
leite materno, por isto o alimento mais aperfei-
coado para crianca.
Fornecem amostras gratis aos Srs. mdicos.
Dopaeito ra do Barao da Victoria n.
V
t



Diario de PeraambucoSexta-feira 1 de Outubr de 1886
PWILHO
EHPREZA H. A B.
Granila Computa Eptrg
DIRIGIDA PELOS HABIS A TISTA8
AlltilD- E PALACIO;
AMANHA
Sabbado 2 de Oulubro
VaRUDISSIMO espe TACULO
Nonflafle np niiMe!
pela primeira \ez
4 E8C4D4 PERIGOSA
Difficilimo trabalho aereo escrutado pelos ar-
tistas Alfredo Roal e AurumIo Mas.
Duas grandes funches
5- <
(Jma de tarde e outra de noite
PllEIJOS
Camarotes com 5 estradas
Cadeiras
Qeraes
COMPANHIA PEI.%*miCA.\t
DE
ftjavegacao Coatelra or Vapor
PORTO- DO NORTrS
VIAGEM EXTRAORDINARIA
Mossor
(Em directora)
O vapor Pirapama
Segu no dia 1 de
Oatubro, as 8 -bor
da tarde. Recebe
carga at o dia 30.
Encommendas passageos e dinbeiros afrete at
& 1 hora da tai de di dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pertamiumna
________ n. 12____________________
CHARr.FlBS REUNS
Com panilla Fra aceza de navega
C*o a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
Stmior Villa Ha Rio fle Janeiro
10*01)0
2'KK)
1 #000
AVISO
Os espectculos cntrarao s horas do eos-
turne.
Haver bonds es para todas as lindas.
Theatro de Oliinm
Sociedad- eiponeae Oilnentr
Espectculo dt gala
SABBADO, DE OUCUBRO
EM SuLEHNISAI'Io DA FE3TA DO 8 A1NITKB8AR10
Dar cuin-co ao espectculo o HYMNO MEL
POMENE cantado em acea aberta por orna iute-
ressante joven.
Segutr-ae ha pela orchestra urna linda ouver-
tora.
Representar-te ha o apparatoso drama arranja-
do por Joaquim C. oilveira Carvalhn, intitulado :
Rosa ou a Alba da adultera
DENOMINAQAODOS ACTOS
1- A suapeita e a denuncia- O ra, toe a pr-
sao. 3 A upplica e a r. pul ja. 4- A infamia,
- O p'-rdao e o castigo.
Urna banda marc'al tocar nos intervallos.
Trera depois d espectculo para o R cife.
Comern* Un *> hura*
Espera-se des nortos do
sal at o dia 2 de Outubro
seguindo depois da indis
penaavel demora para o Ha
wre.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecem excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pascagens poderlo ser tomadas ds antemao.
Recebe carga encommendas e parsageiros para
os quaes tem eicellentes accommodaces.
steamer Ville de Baha
E' esperado da Europa
a dia 6 de Ou ubro, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
ha. Rio de Janeiro
e Ka o ion.
Boga-se aos Srs. importa dores de carga p >lo
vapores desta linha.aueiram apreaentar dentro de 6
das a contar do da descarga das al vareng.
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
vntura tenham seguido para os porto do sul.afu
de se poderem dar a tempo as providencias necea
sanas.
Espirado o referido prase a companhia ais se
responsabilisa por estravios.
Kecebe carga, encommendas e passageir par*
I os quaes tem escellentes accomodacoes.
Augusto F. de Oiveira
ACBNTBN
42 RIJA DO COMMEROIO-42
MARTIMOS
Pacifle Meara Kavigation Companv
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Galicia
Esperarse dos portos
do sul at o dia 11 de
Ontubro seguindo pa-
ra a Europa depois da
lemora do costume.
Este paquete e os que dora
em dianle seguiren. tocaro en
Plvmoulh. o qoe facilitar che-
garen. os passagelros cora mais
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
secots os
AGENTES
WIIsob Sou C, Limited
N. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
Coopit^D.a Bra> llelra de ate*
gaeaoa Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Cear
Cvmmandante o.'tenente Quilherme Pa-
checo
E' esperado dos .rtosdo
norte ateo dia 3 de Outu-
jro e depois da demora in-
iispeasavcl, seguir para
oa pvts do sul.
Recebe tambem enrga para Santos, Pelotas
Grande d > Sul, (rete modic .
Para carga, passgens, encommendas valores e
trata-se na agencie
PRAGA DO CORPO SANTO N 9.
Companhia Dahlaaa de navega-
r a Vrcor
Macei, Villa Nova, teuedo, Aracaj,
Estancia > Bahia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
CommandariteJ. F. Teixeira
E' esperado dos oo-iop aci
ina at o dia 3 de Outubro
'i! regressar ,ara os mes-
I mos, depois da demora do eos -
turne.
Par aig, passagans, encommendas e dinheiro
a frete tracta-se na agencia
7Ra do Vigario 7
Domingos Alves Naihens
"O HAXHIL K* HBNNMIE-
HIEN sURITIHEi
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
t oraniandanle Baale
Espera-se da Eu-
ropa no dia 4 de
Outubro, seguin
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha. Rio de Janeiro o Msate
Leilo definitivo
Da armacao e resto de gneros do eatabe-
lecimento de molhados, sito ra Direita
n. 104
Agente Brito
O agente cima, vender a armacao e restos de
genera ao C'-rrer do martello.
sexta felr de Outubro
A's 10 l-i horas______________
Agente Burlamaqui
Leilo
De casas terreas na oidadn de Olinda. todas em
b im estado de conservaco, as quaes acham-se
todas arrendadas.
Sexta felra I de Omnitro
a's 11 boraa
Ra do Imperador n. 22
O agente cima autorisado levar a leilo
as seguintos Casas: 2 canas terreas ra do
Am aro iob na. 6 e 26, em solo proprio, 1 dita
ra Nova sob n. 6, em solo proprio, e mais um
rreno a laoo, todas estas casas sao com bastan
es commodos.
Os 8rs. pretendentes desde j padero ir esami-
nar as ditas casas.________ ________________
Agente Sil v eir
Leilo
Do espolio de Mara do Carmo Vieira
da Cunhi
abbado, 9 do correte
s 10 12 horas
Na casa do largo do Collegio n. 75
O agente Silveira, por mandado do Or. curador
de ausentes levar a leilj os bens pertencente a
finada Mara do Carmo Vieira da Cunha e troca
diversas imagens da Conceicao, Santo Antonio,
S. Jos, 2 bancos com ps, cadeiras de guarnico,
casticaes, relogio de mesa, quidros com estampan,
divfrsas pecas de roupa, bem como chalea ae Ton-
kin e de seda, 17 caaacos para sjnhora, saias, ba-
ha, e dito* com roupa, toalhaa, 1 tacho de cobre,
pratos e outros movis bem como urna cama para
casal, folha de cinco, jardineira e mais artigos,
tudo ao correr do martello.
Leilo
Agente Pestaa
De movis, louga, vidros e importantes bem-
feitorias do bem afreguezado hotel deno-
minado -D. Mira, em um ou mais. lotes
Sabba o, de outubro
A's 11 horas
No mesm estanelecimeuto ra do Vigario
Tenorio n. 25, andar terreo
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertencer, dos movis, louca, vidros, be-
bidas, trem de comba, pertencente ao mesmo es-
tabelecimento, o qual se a:ha prumpto a funecio-
nnr, j pt-la sua antiguidade e escolente locali-
dade. Sabbado, 2 de Outubro, s 11 huras em
ponto.
Leilo
Lembra-se sos senhores passageiros de toast
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqosr tssspa."
Previne se ao seenhores recebedores de merca-
dorias que s se attender as reclamacoes por fal
' tas nos volumes que forem reconbecidas na occa
i sio da descarga.
Para carga, passagens, encommendas edinheir
I arrete: tracta-se com o
AGENTE
4ngnste Lab lie
9 RA DO COMMKUUIO-9
Lisboa e Porto
Para os portos cima recebe carga a frete o pa-
tacho portugus Commercio : a tratar com Perei-
ra Carneiro 4 C, ra do Commercio n. 6.
Da armafSo de amarello, cofro, calcados,
fazendas e atencilios da loja da ra da
Imperatria n. 52.
Massa fallida de Joo Francisco Paredes
Porto
Sabbado de Oatubro
A'S 11 HORAS
O agente Martina far leilo a requrimeatodo
curador fiscal da massa fallida de Joo Francisco
Paredes Porto, e poi mandado do Esm. Sr. Or.
juis especial do commircio e em sua presenes,
da armacao, cofre e mercaduras existentes em
dita loja.
O balanco pode ser esaminado em poder do
agen*.
Urna casa terrea n. 278, ra Imperial, e urna
casa terrea ru do Gasmetro n. 1.
LEUDES
Sesta-feira, 1 de Ontubro, deve ter logar o
leilo doa b .tes, velas, phr-'s e mais salvados da
barca italiana Luizia V, vinda ltimamente de
Fernando e esistent<-s no trapiche aliandegado da
Companhia Pernambucana.
0 im austraco 8- Kemny
E' esperado do sul no dia
8 :i- Uututiro.sflgcindo de
jo.s da demora necessaria
]>ara
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Recibe curga e eacommendus a frete mudicu i
tractor com os
AGENTES
JOHNSr^i PATER & C.
RIJA DO C0VUIER09 N. 15
tnued Slsiles & Brasil Sals. I
0 paquete Finance
Espcra-se de New-Port
News, at o dia 1 de Ou-
tubro o qual spguici depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas edinheir i
a frota, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forsler & C.
N. 8 RUADO UOMURClO N. 8.
1- andar
O leilo de predios ra Imperial annunciado
para Sesta-fnra 1 de Outubro, ser effectuado a
venda doa meamos, na agencia de leilea rus do
Vigariu n. 12, as 11 huras em ponto, e nao na roa
Imperial conforme se tiuha annunciado.
Leilo
Do casco, mastros reaes o mais objectos da
barca itoliana Luizia V, uaufr. gado na
ilha Rat>, (porto da ilha o Fernando de
NoroDba) em um solete, tal qual 8: aclis
naquell. lug^r.
Sexta/eir Io de Oulubro
A's lO e i horas em nonio
No arniaztiu allanilegado da >ompnha
Perriarubu-anc
Em continuado
urna lancha, 2 bufes, 8 rem s, 1 ebronometro, 1
cabrestante, velas novar e usad. s. cabos, vergas,
mastar'is, retranca, cabos de linho em pecas, co-
lumnas de ferro, moit'f, cadrrnaes, phares, an-
te ras, agulhas de marrar, bandeiras e siguaes, 1
guincho e outros objectos para manobra e ferra-
ineotas necessarias a bordo, salvados uo m. in
navio e vioJ s dalli no vapor da Companhia Per-
nambucana e ixistentes
No ariiiaziii alfandegado da Campanhia
Perna'bucana
O ngentc Pinto, utorisad > pelo ?r. cnsul ita-
lii.no, levar a leilo, cum I cenca d; Sr. inspect r
i'Alf'.ndega, < m prisenca du i mpregado da mes-
in-ir. i repartico para ess.- fim n mead', e por
conla e riso de quem perVnevr, us salvados rt
barca italiana Luizia V, naufragada i.a illn Kita
na sua u:tio_a riagoa du Cardiff para o Iiio da
Prata.
O refeiido Kilo principiar s 10 e meia horas
c Ii | out>
Arenle Pestaa
Leiiao
. Sma 1 fie Oulubru
". -v-..*}**-) 9stsbelecia>eDto de molbad.^s <
do pctxiiu ou ie iuncc ona o mesmi, sito ra Iin
perial n. 299, pertencente ao Sr. Joxqinm de S
L. itao e outrus predios do mesin) aeuh/r, abaau
declralos. ^
O agente Pestaa comp-tentemento ;.utoriad
pelo Sr. Joaquim do S Leitilo que ^ retira pira
tora desta cidade ycndei s quem mais der o im-
portante, ostnbelecimento de mulhtdos e pr>
com ct ir.m'.dus para gr.nle fi'mili, sito ra
Imperial u. 299 A.
j^ Urna casa terrea sita mesma ra n. 298, leudo
grande* commodos para fmnilia, agua encanada e
gas carb mico. Urna sita inutum ra n. 2%
com os meamos commodos para f.imilia. Duh
ditas sitas ra dea Ojsos lis. 5 e 7, e finalmente
urna dita sita ao 15' eco do Mac d > n. 7, todoa es-
tes predios acham-se livres e dastmb.recados de
todo e qnalquer onus.
Sarao vendidoi ao correr do mar'.ello.
Leilo
DE
m *-
a Imperial, e urna
n. 1
Agente Britto
O agente cima, vender as r. ferid-s casas pela
maior i fiVrta, ao correr do martello.
Sabbado, de Oatubro
A's 11 hors
Ra de Pedro Affonso n. 43
Monte de Noce rro de Pe mana
bueo
lkilXo de joiab
Este estabelecime .to far leilo no dia 14 de
Outubro, por interveocao do agente Martina, roa
do Boa Jess n. 32, s 11 oras da manhl. do-
objectos que nin forem resgatados at a veapera,
das s guint-s cautellas, a di.h. ro de contado.
11.128Seis casticaes prata baisa.
11.388Um corde, um par de rosetas e urna
crut, i.uio de l'i.
11.610Urna crrente c medalha para relogio,
nuio de lei.
11.611Urna pulseira, um par de bri. eos, duas
pecas de dito, um par de rosetas, dous
aunis e urna medaiha, ouro de le.
11.617Um br.ch-, dous pares de brincos, urna
loneta, u.n trancelim, urna volta de dito,
dona anii.is e um caato, ouro de le.
11.618Um par de rosetas de ouro e um annel
com bnlbautes.
11.620Urna pula, ira e um broche, ouro de lei.
11.629Urna crrente e midalha para relogio e
um relogio, ouro de lei.
11.632L'm aunel de ouro c m brilhante, urna
pulseira, urna crrente inedalba para
re .gio, ouro cV. lei.
11.633Um par de rosetas e um annel de our
cun brilhantos.
11 634Um par de rosetas de curo com brilhan
le.
11.646Urna palseira, urna errente para relogio
duus b toes, uro de l1.
11.649Um Jarro e bacia, urna tijella e urna tam
pa de assucaicir.., prala de lei.
11.654Um annel de uro com bnlbautes.
11 6:5 Um par de brincos cravejados de brilban-
tes.
11.659Urna correte para relogio, ouro de lei.
11.666Um traoceliiu. urna medaiba, um par de
brincos, um dito de rezetas e tres auueia,
ouro de le.
11.614Um (rancelim, dous pares de roseta,
uuia medaiba, seis Dolo, s equairo amela
ouro de lei, e um rel.gio de ouro.
11.687Urna salva, um paliteire, trinta e duas
colheres e urna concha para topa, prat..
de le; um copo, pr.iia baiza.
11. '02Des aunis e ua a cruz, ouro do lii.
11.705Um relogio de ouro.
1 i.7l5Um tr.n.'elun ouro de lei.
11.72bUna corren te para relogio, ouro de le.
11.734Um annel de ouro com brilhante
11.746Urna correte pra relog o, um annel com
uin b: ilhnnte e um rtl..i.., ouro de l'i.
11.747Una crrente para ni .gio e d..us biiii i-
our) de 1 i; um anu I com um oriibani.
p>queco e iio.i moedas de oU'o, d 1' 5
cada urna, em bulo s
11.761Tres tranceln* e um relogio, ouro de lt".
11.763 Un pul, ira, um altiu. te, uin par de ro-
setas, um dito dito contendo brilbanit-s
pequi noa, ouro de lei; nina salva peque-
ua, um palite.ro v nove Culh res par..
oh, prata de lei; onre Colheres para G
pa, prata baisa.
11.701 Urna correte e medalha para relogio r
um relogio, ouro de lei.
11.760Urna volta d coroo, urna diti de tran-
celn!, tres p.res de argoles, dous ditos
de rozetas, urna ciuac urna (etcia, ouro
de lei
11.784Urna pulse a, um aMoete. oaro de lei.
11.790Um anuui do ouro con brilhaote.
11.795Urna volta de ouro com medalha e um
cordac, ouro de lei, urna cruz, ouro
baisj.
11.706Um par de rosetas de ouro com bri-
lbantes.
11. 97 Urna crrente e medalha para relogio, e
um relogio, ouro de lei.
11.798Um aunel de ouro com brilhante, um
par de esporas de prata.
11.803-U ourn de lei.
11.805Urna volta de trancelim, deus emblemas
da Conceco e Espirito Santo e urna
cruz, ouro de le.
11.823- Urna medalha e um par de rosetas com
brabantes.
11.825=U.u annel de ouro com um brilhante e
una volta, ouro de lei.
11.832Dous pires de brincos, dous alfiuetes,
um cordn e tres teteias, ouro de le.
11.842Urna corr.nte e medalbs par relogio,
ouro de lei.
11.852Urna correute e medalha para relogio,
ouru de lei.
11.871Um trancelim e um par de brincos (in-
c mpleto) ouro de lei.
11.873TJm oeeulo de ouro. ,
11.874Um annel de ouro com brilhantes, um
par de rosetas c m ditos, urna cruz com
ditos, um fio de perolas, orna correute
de ouroe um relogio, ouro de lei.
11 -oSO Dons casticaes, prata de lei.
11.884Um alfinete, urna pulseira pequea, um
par de briacos e urna medaiba, ouro de
lei.
11 885Urna volta de trancelim. our.- de lei.
11.904Urna pulseira, um broche e um par de
b'inco* de ouro de lei, cum brilhantes.
11.910Um relogio, ouro de lei.
11.927Urna correte e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.938Um par de rosetas de ouro com bri
Ihantes e um annel com ditos, urna cor-
reute para relogio, e um relegio, onro
de iei.
11.946Urna crtente dupla com medalha para
re 11.95Um ordo, ouro de lei.
11.951Um alfinete pequeo, um par de rosetas,
duas voltaa de trancelim, um replendor e
duas cruzes, ouro de lei.
11.954-Urna volta de ouro, urna medalha, um
trancilim, um alfinete, urna chave para
relogio e urna croa, ouro de lei.
11.961 Urna corrate e medulbs para relogio,
ouro de lei.
11.971Dous alfinete, um par de brincos, urna
medalha, um crucifiso, um cordo, um
dedal e um annel, ouro de lei.
11.974-Urna correute e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.975 -Umannel de ouro com brilhante e um al-
finete com ditos.
11.976 -Urna correute para relogio e um relogio
naeno, ouro de lei, um psliteiro, prata
ei.
11.981Urna pulseira, ouro de lei.
11.987Dous alfinete, um ponteiro, dous e mrio
pares de boto para punbo e quatro bo-
tdes para abertura, onro de lei.
11.986 Um annel de ouro com brilhantes, tres
bjt'S com ditos, urna volta de i uro c-m
duas medaihaa para relogio, um par de
brincos ouro de lei, seis mo< dmhas de ouro
com boi oes.
11.990Um annel de ouro com um brilhante.
11.991 Dous alfiuetes, tendo em um um brilhan-
te, urna volta de ouro, duus pares ae ro-
setas e urna eras, ouro de le.
11.992Urna pulseira de ouio eom um brilhante
e urna volta, ouro de lei.
11.994Um par de rosetas de ouro era vejadas ds
brilhantes, um annel com dito; urna salva
o um pa iteiro prata de lei.
11.995 Urna correute e medalha para relogio,
urna dita cm bruebe e pequea medalha,
um trancelim, um loneto, um dedal e um
elogio, pequeo, ouro de lei.
11.997 Um emblema da Cunee i cao, um cordo,
una gargantilba ouio de lei.
11.998Um correntio para relogio, ouro de lei.
11.999Um trancelim, urna medaiba e um annel
curo de lei; cinco moedinhas de ouro em
b .toes.
12.000Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, um aunel cxm um dito, um annel com
uma esmeralda e circulo de brilbaates,
urna pulseira, uma volta de ouro com me-
daiba, e quatro anueis ; onro de lei.
12.001Um cordo com dona bentinhos, ouro de
lei.
12.004Um alfinete de ouro com brilhante, um
l>:ir de ri.aetaa com dit s, um abru com
pequeos ditos, uma correute para relo-
f;io, di us dedaea, e dous relogios ouro de
l. ; um trancelim e uma redoma ouro
biuxo; um psliteiro, um .ar de casticaes,
prata de lei; vinte cinco colheres e dous
maracaes, pr>ta baisa.
12.008Uuia pulseira e um alfinete, ouro de lei;
uma crus de ouro e um annel com peque-
ii. s brilhantes.
12.009 -Un par de rosetas de ouro com brilban-
tes, e uma salva, prata de lei.
12.0181) .us annes de ouro com brilhantes, tres
io'daihas, uma crrente para relegio,
cinto anneis, uma luneta, e um relogio,
pequeo, ouro de lei.
12.024Un alfinete, um par de brincos, um dito
de rosetas, um cor lio, ama meaMha pe-
quera, quatro bot a, tres anneis, um
dedal e uma moedinba ouro de le.
12.025Um annel de ouro com brilhantes, uma
puiseir, um alfinete, um par de brinco,
e um dedal onro de lei; uma pulseira, um
alfinete e um par de brincos, ouro bsizo
12.028Uma pulseira, uma volt de cordo, urna
medaiba e uma crus ouro de lei ; urna
pu'seira ouro baiso ; e uma crus crave-
lada de diamantes.
12.C36Um par de brincos, um cordo, ouro de
le.; desoito colheres, prata baisa.
12.055 Um relogio de ouro.
12.061Urna correte para relo;io, dous pares
de brinco*, duus ditos de .-osetas, dous
alfinetes, um cordo, duas voltas de tran
celim, ouse teteias, tres botoes, um ann-1
dous :arte, ouru de lei; doze moedi-
nhas de ouro em botoes e oni relogio ouro
de lei, um p.iliteiro e trese colheres para
cha, prat de iei.
12.065Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhantes
12.067Um trancelim, uma medaiba, um par de
bricos, um dito de rosetas e um annel de
ouro. i
12.079Vinte tres colh- re, prata de lei. w
12 082Urna pulseira, ouro de lei.
12.083-Urna pulseira, um alfinete, um par de
brincos, ouro de lei.
12 084- Um r.l.gio, ouro de lei.
12.089Urna c rrente par r> logio, cinco teteias
uin relogio, euro de lei.
12.090 Un br che do turo c .m brilhantes, nma
correute para relogio, um Cordo, ouro de
l-n.
12.091Uin'par de brincia e ama cruz de ouro
cum brilbautrs e urna pulseira, ouru de
lei.
12.093 Um alfinete, um par de brincos, um dito
de rosetas e um aunel, ouro de le.
12.094Um pr de rosetas d. ouro com brilhante
c iini annel cm ditos e diamantes.
12.098Das pulseira, um trancelim, urna volta
de our.., um medalha' uin altiu. te, um
par de brincos e dous anueo, ouro de
12.099Um a'fiuetede ouro e um par de brincos,
ouro de lei.
12.101 us alnelos o don pare de brincos
ouro de Ii i.
12.1 '2Urna pulseira, onro de lei.
12.103Um pulseira le ouro com perolas e t'ir-
uusssa.
12.1' 4Um relogio'de ouro de Iei.
12.1'5Um alfinete para seuhora e um relogio,
nuro de lei
12.106Urna crus de ouro c.m brilhantes. um fi i
de perolas, um trancelim, Um dedal, ouro
de le ; um paiiteiro, urna concha p.n
..pa, vinte c quatro colheres, prata baisa
12. 1.i7~Uiih puiaeira de ouro com brilhantes,
quatro aunis com dito?, um corr.-niao
uuia correte com medalha para r. |..g o
uma g .rgautilli i, uma pulseira, dous alti-
iiete, dous pare de brincos e um relu -
gio, uuro de le.
12.108- Urna errent-j e medalha para relogio,
..uro d. I i.
12.109Uma volta de trancelim, dous piies de
r. seta-., d.iiis aifinetee, tres botoes um
corac'i de cornuliua em ouro de lei.
12 110Uuia pulseira, ouro de lei.
12.118Um a.'iiel de euro e uma pulseira com
bnlbautes.
13.121 Um pir de brincos, uma chave, um par
d* bo'oea, um annel, uma argolla, ouro d./
12.127Uma or ente para relogio, ouro de lei.
12 129Um relogio, ouro de iei.
12.132 Uu>a pulseira, um broche e um par de
brincos de ouro com brilhantes, duas nnl-
seiras crvej.das de diamantes, fios de
p-rolas, um alfinete, um par de rosetas
com diamantes, um fio de perolas, uma
errente e nm r- logio, ouro de lei.
12 133Um boto de ouru com brilhante.
12.140 -Uma cruz de ouro com brilhantes.
12.145Um cor. ente de oro para relogio.
12.152Um cordo, um par de brincos, um dito
de roaeta, um alfinete e duas medalha,
ouro de lei
12.163Duas correntes para relogio, ouro de lei.
12 168 Urna crus de ouro com brilhantes.
12.178Um par de brinco, um laco de ouro para
gar^antilha, um par de argoles, uma
peca de briuco, ouro de lei; duua relica-
rios, um par de argolas, uma cruz e uma
peca de brinco, ouro baiso.
12.186U>oa crrante i medaiba, ouro de lei.
12.187Uma coeren te para i elogio, uma medalha
pequea e um annel, ouro de lei.
12.188Urna pulseira, um alfinete e um par de
rosetas, ouro de lei.
12.190Duas palseiras de ouro e um par de rose-
tes com brilhantes.
12.191Um trancelim e uma medalha, ouro de
lei.
12.201Dous anneis de onro com brilhantes
grandes
12.202 Um annel de onro com um brilhaote e
um trancelim, ouro de lei.
12.203Duas pulseira e um broche, ouro de lei.
12.207Um par de rosetas com brilhantes, am
pulseira, tete pecas de ouro para cinteiro,
ouro de l>i; um assucareiro, um pali-
teiro, um gario, 13 colheres de prata.
12.203Uma salva, am bale e ama eolher de
pra'a.
12 212Urna corrate e medalha (com diamante)
e um relogio, ouro de lei.
12.216Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, 6 bote de moedinhas.
12.217 -Um relogio, ouro de lei.
12.220Uma gargantilha e uma medalha, ouro
de lei.
12.229Uma moeda de ouro de valor de vinte
mil lis com laco de ouro.
12.230-Uma correte e sineto para relogio, um
par dt argoles, um bioche, uma meda-
lha e dous relogios, onro de Iei.
12 231 Uma corrente e medalha e am relogio
aro de lei.
19.235Urna pulseira, dous alfinetes, um par de
brincos e nm annel, onro de lei.
12.239Urna velta de trancelim, ama cruz, um
dedal, uma medalha e um annel de ouro
lei.
12.249Uma corrente com medalha para relogio,
um relogio, ouro de lei.
12.250Duas pulseiras, daas medalhas e nm par
de rosetas, ouro de Iei. ^
12.252Tres anneij de ouro, dous pares de rose-
tas, com brilhantes, uma pulseira, ua
porta-relogio, uma corrente para relogio,
dous relogios, um dito com perolas e qua-
tro moedas de ouro de valor de cinco mil
ris.
12.256 Um annel de ouro com brilhante,
12.257Um psliteiro, prata de le,
12.272 Una crrente e medaiba para relogio,
aro de lei.
12.206-Urna pulseira, uma medaiba e uma cor-
rete para relogio, ouro de lei.
l'i.299Uma pulseir', um alfinete, am par de
briucS e nm annel, ouro de lei,
12.300Uma corrente e sinete para relogio, onro
de lei.
Eecife, 16 de Setembro de 1886.
O gerente e guarda-livros,
Felino D. Ferrara Codho.
Allencao
Vende se ama Uverna bem afreguesada, eoai
commodos para familia, no centro do povoado S-
tenedicto, em Beberibe, entrada d'Aguasinha :
quem pretender dirija-se mesma, qu^ achara
c .m quem tratar. 0 motivo da venda se dir ao
comprador.
Ao commercio
O abaixi assignado avisa ao commercio desta
praca qu u'ora em diante a firma de sua Cisa
c .mmercial paasa a serPontual, Rosendo & C.
fazendo parte d-lla o sea filhoBmardino de Sen
na Pontual e e Sr. Manoel Rosendo Torqaato de
Almeida.
Reciie, 30 de Setembro d< 1886.
Bardo de Petrolina.
Aos 100:0008000
BUS G-ABANTUS
AVISOS DIVERSOS
Alags-se casas a 8/000 no becco dos Coe-
hos, junto de ti. Goncatlo : a tratar na rus da
Imperatria n. 56.
Kede-se aos abaixo notados, o favor de vir
ou mandarem roa do Mrquez de Olinda n. 51.
Pedro Siqueira, Alfandega.
Frederico Vieira.
Manoel, do Banco.
Alaga se os andares superiores do predio n.
51 roa do Imperador, com escellentes accommo-
daces para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
ra do Commercio n. 10.
Alagase a casa terrea em Beberibe de cima,
terreno de Stepple ; a tratar no becco das Car va-
inas d. 1.
A'ugs-se o sobrado da traveasa do Livra-
mento n. 10 ; a tratar na ra do Apollo n. 4, so-
brado.
O barateiro venda no pateo do Carmo n. 13
copos finos a 2*800 a dusia.
Na roa do Raogel o. 9, padaria, se indicar
quem tem um bom carneiro e carraca para pada-
ria ou encbmento.
Precisa-se de um hornera que entenda de
pl otaces, para temar conta de am sitio : a tra-
tar na Torre, no > itio, junto de cajo pjrto, fiua-
lisa a linha dos bonds.
Precisa-se de nm menioo para criado ; a
tratar na roa do Bario da Victoria n. 54, lija de
movis.
Precisa-se de urna pessoa p .ra vender na
ra ; a tratar na ra Augua a o. 230.
Aluga le a casa terrea com sota externa,
em bom estsdo, uo pateo do Terco o. 82 : a tra-
tar em Fra da Portas, Vu^ do Pilar n. 56, Uver-
na, depois das 4 h >ras da tarde.
Na roa do Raogel n. 34, 1 andar, se pre-
cisa de uma mulber de meia idade que saiha co-
sinhar e fazer o servico de casa de familia.
_ Precisa-ee de um caizeiro com bastante pra-
tica de fazendas ; a tratar ra Duque de Ca-
sias n. 43
Aluga-se o pre lio o 28 ra Velha, fr seo,
com b>na commodos, agua e gas ; a tratar uo
mesmo, das ll horas a 2 da tarde.
O profet-sor Ignacio da Reg Barros Pesaoa,
achando se restabciecido do grave incommodo aue
st.ffreu^ em sua exude abri um coro de geogra
pbia, historia, pbi osopbia e rbetorica, em caaa de
sua residencia ra estrella do Rosario n. 43,
2- andar, p lo modic preco de 64 inensalinrn-
te, e.*da Bcicucia, pag s adiantados.
Precisa ae de ma p.ra coainbar e
mar : na ra da Uuiu o. 54, taverna.
Preeisajse de um menino para veuder
i ua, dan lo fiador sua conducta; a tratar
ra da Un ao n. 47.
cufca.-.
na
na
triado
16-Eua do Cabug-16
O abaixo assignadn vendeu nos seus ven-
turosos bilhetc3 garantidos os premios so-
guinte : 1 dezena com a sorte 30:0005000
3564 cm a sorte de 1:000(5, e 1008 com a
sorte 1:000,5000 da 3 parte da Ia lotera.
Convida-se aos possuidores a virara rece-
ber sem descont algum.
Acbam-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 4a pirte da 1* lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se eztrahir
quinta feira 7 de Outubro.
Presos
1 Vigsimo 1,5000
Sendo qnantidade superior
a l<> i:ooo
A dezena 9,5000
Joaquim Pires da tffw
TaTTTl
.OS 100:000^000
BILHBTKN 4. % lt 4\XIHOS
^raija da independen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 3a parte
la 1* lotera extrabida boje, 30 do corren
te, os 8cgninte8premij8 : de 30:000,5 em o
n. 8280 e outra de ft005 era o n 6584.
Acbam-se *f&.venda os felices bilbetct
garantidos da 4 parte da 1* lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Re :fe, que se extrahir a 7 do mez
vindouro.
Preeoa
De eada vigessimo lj5"00
Em poroso de 100,5 para cima 900
AuUjhio Augusto dos ian'o' Porto
iaSIIMIMl
Aos 100:0008000
23roa Primero de largo23
Os abaixo nssignados tendo vendido noe
seus afortunados bilbetes garanti los os ns.
21,527 com a sorte de 10J:000, 22,100
com 10:000,5, 20,135 com 2:000,5, 15,606
com 2:0000. 23,322 com 2:0003, 2,050
com 2:0000, 8.042 com 1:0000, 14 920
com 1:0000, 23,483 com 1:0(105, 7,496
com 1:0000, 15J44 com 5000, 16,747
com 5000, 23,352 com 5000, 23,227 com
5000, 2,561 cm 5000, 6,749 cora 5000,
16,597 com 5000, 3,194 con 5000, 9,199
com 5000, 7,23 i com 5000, da 3.a parte
da 1.* lotera Santa Casa, que se acabou
de extrabir, convida o* possuidores a vi
rem receber integralmente.
Acham-se exp -atos vendaos afortunados
bilhetes garantid, s da 4.a pirte da 1.a lo-
tera a beneficio da Santa Casa de MUeri
cordia do Recife, que se extrahir quinta
feira 7 do corrente.
K:
1 vig?88mo 10000
poreo de too* pa Iraa
1 vigessimo 0900
MarHnt Finta & C.
CONTRA
Defluxoa, Grippe. Bronchltes,
Irritacdes do Petto, o XAROPE eaPASTA peitoral
de MAF de DELANGRENIER sao do nma effictoia certa
e Tertflcada por Mero broa da Acaderu ia .le M e 1 :c io:i Sem Opio, J/orphina nem Codetna il-e sem recelo a
orlarjca nUectadas de Toase ou Coqueluche.
P.tBfg, ra Utiriutr, 53, l.'RIS
S EK TODAS AS PHARHACIAS
.,.- jji ^i^-'jaMH "'aOKfeS^rSfStt'.Sri&SjfinPO
Precisa-se de um criado d.- 14 a 18 annos ; a
tratar ua ra do Pays*nd n. 19, Passagem d
M
.1
Ama
Precisa-se de umi ama para casa de pequ-na
familia ; tratar na ru* do Psysand n. lu, Pae-
s geni da Magda eua
12.123tti a correte para senhora e um relogio,
ouro de iei.
Ao municipio
Na quarta feira, 29 do Sari pie findou, em ses-
silo iit Caroura Mun'Cipa requereu o Sr. Dr Go.-.-
UaVawaate uin san-- ma cofres innmeip e- :
Aehava-se prexente A sesso o honrad" pr -orador,
Sjue mnin.-iitos antes iu reqnerimentn do Sr Q .>,
havia gi.io cbamxilo ptra intormar sobre nutro as
umptn; ern ves de s .r,irehen ler ee o pr b i r
curador, .1. elarju que e*tav- aiyo da cmara e que pedia, tese, como foi, feit.i
leo;., dito esame.
Nomeala urna commissi, diri^iram tido os
Sr. camaristas p-.-senres > sesso, iepartc
do pr.*urdor, onde lh-g foi presea'aUi,dnci.-
mcntoB de valor, r cib e dinheiro rziftentea nos
clica, s quae pr-elam .ram inai alto d.. que -
taa hiiinild s linhas, a probi.lade > noma es lo
Sr. maj'.r Fnuoisco de Paula e Silva, muit.. dig-
uo procurador da muuicipalidade. Parabeni-.
Recife, 1" de Outubro de 18SR.
Uma te-Umunha.
Feitor
Piccita-s" 1e uin feitor p migues, para traba-
Ihar m um sitio, dando se iuteresse ; no caes da
Uom/anhia n. 2, esuriptorio.
isnel Perelra Cliraidea
Francisc Uaodlda Girald-s. Man el Hngolino
^eieira i.r.ildes, Franciec Capiulina tiraldes,
Isabel Caro .o. Giraldus de Alinedn, Joa > Sabino
l'ereir- U.rnldes e seua filho, Amm Li bin. e-
j'iralles e Francisco e Paula K drenes de
viuic la agradecen) do intimo d alma t .d is as
pegso q e dignaram ac.myanh r a' sua
Minina morada os rectos roertaes de eeu muiti pre-
.do marido, pai, av c stgro ; ede oo'i caavi-
>am a tod >s os eeus prente e am gis e ao. do
finad >, para assiarirem as mi-s i que por su al-
m ser.i'i c-lebradas uam.triz da 8.a Visti. a
7 1,2 h .ra- da manb do da 4 do eorr-,nfe, stima
do otu paiiHitineiitj, pe|.. qned.'sirt j se coafea
san eteroj.mente agra^-cid >s.
J<>.- J .iii|iiim >, l'eriiiin.ies
A beito IJ.as Feruandea e u irma mauJam
rinar pr alma de aru presado pai, J .s J .aquiffi
Oas F.rnanies, missa na igreju da Wadre d.'
i*euK, s7 l|2 hjr s da man ha do dia 4 do cu
reate, 1 auuiv -rsario do seu faliecimesto. e de;
le j a^radecem a eu prenles e pessoa de sua
amisade o seu Comparecimeut-i a este acto rcli
g'Q-Q __________^_^___________
(Jlau I na .Vlnria di C iii cicao e aeu fjili.j Libe-
rato J,>t liomes, veein agradecer a todoa ..seus
a nigoe que ae prestaran) a acompanhar os restos
m .rtaes de seu presido irmao, Rufino Jos Go-
me, >o cemitsiio pu lico. e de n.>vo o cunvidam
p.ra assitirew a um- misas p-l-i aua alma. 3 6
hora da manh, na igreja de N- S. -> Carmo, no
dia aa ibado 2 de O itnbro.
rtfli
<

1
t


**^a^a
Diario fa SVruainiHi......Sexta--.rira l de Outubro de ISNfi


CUIDADO COM
AS FALSIFICARES!

PARA
o-
f O LENCO O TOUCAOOR
E O BANHO.


--AYER
REMED?
SEZOES
IAVERS AOl'C CCWy
cura urnticint ccom cnr2A
Febres Intermitientes
l! Renihtentes l Biliosas:
.est as Paludosas.
e
Rombo inuuu mu
Prc.J. pU. 0. JCAtT^lA.L~t>l.-.lfa
Alugn
-se
a ja do predio n. 24 roa da Imperatris, por
304000 mensaes, tem com .d tratar na roa do Coronel Suassuna d. 201.
Aluga-se
< predio n. 140 4 ma Imperial, proprio para es-
beleciineoto fabril : a tratar na roa do Commer-
io n. 34, com J. I- de Medeiros Reg-
Aluga-se barato
aUia Viecoode de Goyanoa N. 79
Boa de Santo Amaro n. 14, loj.
Boa do Calatxaco N 4 l.ja
9 armazem da ra do Coronel Suassuna n. 141
Roa do Cxlabunc n. 4, 1." andar.
Roa de S. los n. 74.
Roa do Coronel Suassuna n. 50, 1 andar.
Casa terrea da travesea de 8. Jos n. 23.
Roa da Baiza Verde n. 5, sitio c< m viveiro.
IVata-se na ra do Coaunercio n. 5, 1* andar
criptorio de Silva GuimarSes & C.
Aluga-se
caa na na Lembraaca do Gomes, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na m da Impcratriz
t. 32, 1. andar.________________________^______
Alug
ase
a es* terrea si'a i travessa da Ponte de Ucba,
k nargem de Capibaribe, com ce n modos pra
grande familia, sitio com arvores fructferas, todo
Mirado, agua potavel muito b a, deposito e ba-
ahtiro ; quem pretender dirija se ao sitio do Arco
I no Recife. ra Duque de Cazias n. 30, pada
ra, que achara com quem tratar.
Al
uga-se
par baratissirc o preco :
2" andar do sobrado n. 8 i ra Maris e Barros.
J* andar do sobrado n. 45 roa do Apollo.
Armuzein da roa P.dro Affioao n. 44.
Casa terrea n 70, ra de S. Jorge.
dem id 'in ra de Gervasio Pires n. 137 ; a
sratar com o Paulino, i ra do Imperador" n. 28.
antigo armasen Campos.
AI ura-se
Ni travessa do Principe n. 7, ama casa com 2
salas, 2 quarfos, cosinha tora, quintal e cacimba :
a tratar na roa do Atalho n 7.
Ama
Na ru> da Aurora n. 149 se precisa de urna
para cosinhai e lavar para casa de pequea
faalia.
w W
o.
Quen precisar de urna aroa para andar com
sjenmos : dirija-se ra de Manz e Barros nu
ero 15.
Ama
Precisa se de urna perf-ita losinheira ; na ra
da Cabuga o. 14, 1 ai.da, sala da frente.
Ama de leite
Precisa-se de orna ama de (cite, paga-se bem :
a informar-fe, ra Duque de Cazias n. 56, pri-
raeiro andar, escriptorio.
Caixeiro
Quem precisar de um caizeiro com pratica de
aiolhados, aeize carta nesia typographia com as
iaiciaes F E. 8.
Pastilhas verutilugas
de \ering
melhor especifico contra v rnu-i : deposito cen-
tral em cara de Fn Si brinh & !'_.., ra do Mar
anez de alinda n. 41,
Caxang
Alogam-se quartos m..bi hados a 154 mensaes'
M aotigo botel de Caxang, ashim c mu t-,iibem
ommodos com cosinha d. pendencias para fami-
lia : a tratar na raa Primeiro de Marco n. 25 loja
de jolas.
Alten^o
Aluga-Fe uma boa caaa tema com agna e gaz.
saiada e aio'ada de boto, c rosa >. atanrus imd-
modoa pura familia, .cito d s banhos salgados
estaces. hita em Oinna, ru 27 de aneiro ; a
tratar no la'go d i Cor .o Santo a. 17, 3- andar.
4o commercio
Os abaizo asignad' s dVeiafasi que dissolvram
amigavelmente a Sueiwfaide que tiuham na loja de
Salvados, sita praca da l.oiepen.iencia ns 32 e
34, retiran! se por mutuo acc r lo o Socio Figrei
redo pago es esonerad i de qiiaun r r. n ,MiiM>bilid>.de, tcando
activo e pasa vo < afalM o halaiici pri cedido,
a Carpo d. soci. Alves. Recife, 2ti ae Setembro
da l^6.
Joaqum Antonio Gmicalves de Kigueiredo
Ad 'uio Lucas AlV'S P quena,
Cosnhc'ra
Na roa do Aragu u. 14, e precisa de orna co-
saabeira.
Carees verdes
Os aba'*0 asaignados, contratantes do abaste-
imento de ''arns verdes ete municipio, avi-
lan ao publico que d'amnnha 1 de Outubro at
ti de \larVO de 1887, os pi.C'O das carnes ezpos
tas a venda pelos meamos, seii ue 480 rs. o kilo,
se qualidad-, e380rs. a de 2*. Recife, 30 de
etembro de 1886.
Oveirs, Castro & C.
Luz irilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
TWT A BsTUCT at BASTOS
jpematnbuco
NUMERO TELEPHONICO : IT 33
Agua^florida. Extrabida de flores bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida
de e Buus propriedades benficas, excede
a tudo que nenie genero tem apperecido de
sais celebre. P"'3"
Tnico americano.- E' a primeira das
preparacSes para a (tnservsySo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz naecer os cabellos,
impede que embranquejam e tem agrande
vaDtagem de tornar livres de habitantes as
caberas dos que os usam.
Oleo vegetal- Composto com vegetal
innocente, preparado para ama ciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Exc-llente remedio
contra a carie dos denles, fortifica as gen
gives e faz desapparecer o nao balito.
Vend--se as principaes casas desta oi
dade e na fabrica de leos vegetaes raa
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33
Tricofero de Barry
Garntese qne faz nas-
cer ecreaeer o cabello anda
aos mais calvos, cara a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da caboca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir oade embranque-
oer, e infallivelmento o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada sepnnda a frmala
original usada pelo inventor em
lts2D. E' o nnico perfnme no mun-
do que tesa a spprnracao official de
nm Governo. Tem dnas vezes
mais fragrancia que qualquer outrn
e dura o dobro do tem po. E' muito
mais riea, sosve e delioiosa. E'
milito mais fina e delicada. E'
mnia permanente e a^radavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
canto no bonho e no qnarto do
iloentc *> E' especifico contra a
frouzido e debilidad o. Cura as
dores de cabeca, os consacos e os
desmains.
Xarope Je Vida Je Reuter No. 2.
KANANGAdoJAPAO
RIGAUD y 0\ Perfumistas
PARS.- 8, Ru Vivienne. 8, PARS
(A (Aglld de Kllllga, a locao a mais refrige-
rante, a que mais vigor di pelie, e que mais branquea
cutis, perfumando-a delicatamente.
(ExtlctO di KKnHg, suavissimo a aristocrtico,
perfume para o lenco.
QlSO dB tftJlllg f thesouro dos cabellos que abril-
Lama, faz ureucer e impede de cair.
SdbOntQ de Kn&ng, o mais agradavel e macio,
conserva cutis sua nacarada transparencia.
S de (Knng, branqueao a tez dando-lhe elegante
cor mate e a preservao de sardas.
Depsito nu principan Perfumara*
AHTZS DE TSAL-O. DIPOIS Dt USAL-*.
Cora positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Sypbihs, Ferdas Escrofulosas,
Affecces, Cutneas e as do Conro Cabel-
ludo oom perda do Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue, Figado, e Eius. Garante-se
qne pnriflea, enriquece e vitalisa o Sangua
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabo Curativo de Reuter
PHOSPHATO de FERRO
de Iu.mt.AS
Pharmaceutico, Doutor em Sciencias, Inspector da Academia
Appiovudo pela Junta de Hvgione do Rio-de-Janeiro
>
Esta solugao, que foi admittida na Pharmacopa Francesa (Edigao
de 188io, clara, lmpida, anloga a urna agua mineral ferruginosa
concentrada, o nico dos ferruginosos, que, assemeihando-se
composicao dos glbulos dosangue, tem agrande vantagem de obrar como
reparador e reconstituinte dos ossos e do sangue. Sem fatigar
jamis o estomago, sem enegrecer os dentes, sempre de grande van-
tagem para combater as dores de estomago, as cores paludas, a
anemia, a pobresa do sangue, a leucorrha, a irregularidade
damenstruagoeoutras ndisposicijesaqueesto sujeitas assenhoras,
as mocas na idade da puberdade e as creancas debis, anmicas e
sem appetite...................
Deposito am Paria, 8, ru Vivienne a as principaes Pharmaoiaa Drogaras.
G. Lapiirle & G.
Com csiaa d<* romiaissfiea a rna do
aperador >. IG, 1" andar
VENIJr.M
Elrxir denufrioio
Ha denilfricla
dos reverendos padree bt-m-c'ictinos de Soulc, o
mi'lIvT deniifrieio que teui viudo para o merca-
do (so As duzas)
nli niouilqu' Query para matar as
mi i iu-m-an, inaiuii. etc (s duz as).
Vlnho de. (hampatnr da afxmada mar-
ca Mi.el A Chauduu em garrafas e meias (t cai-
xs).
s/|nSjo de t'li' atpasne.mBm Marquis de
La T ur ByruH (35 45 a can) (s caixas).
Cognac, marca ilildeb. rt (s caixas)
Vinagre arumafic, para a mega, ospeciali-
dade para familias, garantido puro de viubo bran-
eo (As Karratas).
Halsa parrllhafreaca doPaiA.,
Bau de mllsae deo Carme*, a preco
de fac'.ura phra liquidar 1UU duzias vindas por
engao (4s duelas)
O^to Lerbaoii grande depurativo vegetal.
( umeute aus s<-ubures droguistas e pharmaceu-
ticos).
Papel almaMO duplo, liso, proprio para
imprt-Bso de ubraa, etc., etc.
Papel para carias, grande e variado
sortimento, a pncos nunca vistos neste mercado
(em porco) t >dns os formatos, e os competeutes
Enteloppea tambis a preco sem compe-
1 I' liria.
Cartoewde *lili de todos os formatos
brancos e de pnuntasia, cartoes para o commer-
eio, em Cristol, framlim etc.
Tinta Blue-Black. verdadeira de Sie
i.hruson, reeebida por rem' sss periodieas do pro-
prio fabricante : precos iiiexeedivei de barateza.
ArlIsoM de eaerlptorlo tn-s como livros
em bronco, copiadora. Unta, caeta, tapie, tin-
teiro* e todos oa mais sempre vendidos a precos
muito baratos para negocio.
tuninin arbica de Adriano Maurin fras-
, eos gruos e p.queuos, em c**ixas de dusia.
Tima de marcar a roupa, do mesmo fa-
, bricante.
A' ra do Imperador n. U
INJECCAO DE GRIMAULT
US
C

Preparad oom m folhas do Matico
Approvada pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro.
Esta lnjeccao preparada com as folhas do Matioo do Per para a cura
da blennorrhagia, adquiri em pouco tempo uma reputac&o universal por
ser a nica innocente, contendo apenas vestigios de ses adstringentes, que
se eocontrao em outras em grande quantidade. Em poucos dias ella acaba
com os corrimentos mais dolorosos e mais rebeldes.
Deposito em Paris, 8, Ru Vivienne, 8
Cada frmmeo uva a marca de fabrica, a Brtaa e o tollo da nomaa casa.
OPPRtSSAO
UTiMurjLIIS
\\
HEVHalGIAS
fm ticiats !M
vsplra-se a l'jaiac* ijue peneu-a uo pello acauoa o syuptoma nervoso, faclUta
a expector^fl e favoria as (unecoes aos ornaos res; tratarlo*.
.mr TaS ni aaSai n r-----*- SHTIC. 1W, ra KwLurre,ea Paru
*__ OeyUurto* em ftrwimKun ; tH4* V? #* V".___
SEM CHElfO NEM GOSTO DOS LEOS OKbiAhWS
OLEO
oa TERRA-KOVA
I de FIGADC S Frsacos
"BACALHAU"
- .i|...ui.uy cena coatra a Molestias de Telto. a Tsica.
Bronquitis, PriaSes de Veatre, Toases ctaronioas, Aftecfdes escrofulosas.
^Sjsaa i I:\C1A. Exiga-se no rotulo o sallo-Azu do Sacado frui.ee/... '
XOCrCr. Pharmaceutico, 3. ra Castialioiie. PAR1Z, e peioctiaeS I'fi-i: in.ici
Para o Banho, Toilette, Criar,
oas e para a cura das moles-
tias da pe lie de todas as especias
+ bjB todos os periodos.
Deposito em Pernambu-io casa de
Fram iscn Maooel da Silva & C.
Coniprain-se predios
0 i g'Lte d<- leiles Pestaa est encarregadn
de emprar alguna predios em b as ras, e lecebe
proposias na ra do Vigario n. 12. Recite.
Boa acquisico
Para qoim N'uma da principaes hms d< s'.h cidade, neg
ca s' uma pidn'i m m toda ms pertencas e em
perfpitn estad.> do c narvaalo : a tratar na praca
do Conde d'Eu n. 11.
^r"4.irdim das plaas
MOAiDEUO N. 80
Pretendi-ndo -e n,b i a m ai- plantas qae estai
.m vssos ii m.- j iiin. v- ud. ni -a oa sapotiseiroB.
Diinro (Pa4s, e dundo fruc- a 20(i0, Init
geirns miiit lioniif, par enzertar, a 6()(Xl >.
duza, e sapi tn-eiroa mais ,o qnen. s por barato
precu.
Seiiienlc de eairapalo
Compra se fabrica Apullj : na ra dj Hopsi-
cio n. 79.
Pilulas pnr^aiivas e depurativas
de raiupanha
Estas pilulas, cuj>: preparacao purameute ve-
getal, tem sid i por mais de 20 anuos aproveitadas
oom os melhores resultados nag seguintea moles-
'ias : affecces da pelle e do figado, sypbilis, bou
bdes, escrfulas, (hagas inveteradas, erisipelas e
Modo de salas
Como purgativas: tonn -se de 3 a 6 por dia, be-
s-ndo-se aps cada dse um pouco d'agua adoca-
di, cha ou caldo.
Como reguladoras : tonte-se nm pilula ao jantar.
Estas pilulas, di invencao dos pbarmacenticos
Almeida Andrade & Edhos, teem veridictum dos
.Srs. mdicos para sua melhor garanta, tornndo-
se mais reeommendaveis, por serem um seguro
purgativo e de puuea .dieta, pelo que poden, ser
isadas em via^ein
ACHAM-SE A' VENDA
^a droaarla de Paria Nukrlnbs sft C.
*1 BTM DO MABQDKZ DI OLINDA 41
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS H0LL0WAY
As PHulas puriflcao o Sangue, corrigen) todas as desordems de Estomago b
dos Intestinos.
Fortalecem a laude das constituyes delicadas, e sao d'um valor incrivel para toda as enfermidades
peculiares ao sexo feruinino em lodas as edades. Para rs meninos assim como tambero para as
peanas de idade avancada a sua efficacia e incontestavel.
Euat medicinas slo preparada. Mmente no Estahelecimento do Profesor Hollowav,
78, HEW OXFORD STREET (antes SS3. Oxford Street), L0NDHES,
E venderose em (odas as pharmjcias do universo.
CaV* Os compradores sao convidados respettosamen'e a examinar os rtulos de cada caixa e Pote te dbo teem a
direcsao, 533, Oxford Street, sito talsUicaooes.
Em casa de todos os Perfumistas e Gabelleireiros
da Franca e do Extrangeiro
13 A -otc? a 1
PAEIS, 9,
(s d /glorie (Arroz especial
PREPARADO COM BISMUTHO
CU, F.A.Y, Perfumista
R-u.a ci la. Paix, 9, i^ AJRIS
arca
Ao Publico
Ri'jiSiTlfi AfiBWI* le Mata* e rlatl *.
(porta
na ti
laK
s Flores u. 1
Cal tkftt de hfjak Hotel do C bo
A'-rio so ra do B>m Jishh n. 2S,
um niiii zem onde sp vi-mle oonati ntfavn-
te sup rior i al virgi-in de J. fu:u i"",
-.,< i i ioaada un barricas proiirias u ra o
fabril o do assui'ar.
h al al. em nada nferinr qu' nos
Vfin ilo --'r ng'iro, venili'a p lo prei,-o
tix'i i'i|5(liKJ a b P'ca p'T em trarwi que
fi z o Sr Vi'-mte Nasriu.....tu .om o Sr.
Jo6 C"8ti P< reir prop ;ets>'i do erg nho
Jiigiuirib", ujis pi'driins ilu- >' o ovni*
t -nriirri gdo da vi-nia riii m. ule
nesta cidade o Sr Seb"Stia5 de Peomsa & C, ra do Baio da
COm escriptTiO ra dj BvW Jesus ll. 3. Vitt.ria n. 41 >8 pri-c s agradara
Firmino Varejfi, ten lo Hssomido nidia 26 de
^t-reiii^ro a gni ciii'iii ,f< '>' HBtabeMWMBflCtlto, cha
am a titr. ncodn n-speitav I piihl ir.i'iitr ilc 8- U9 atnig'i* etr-iu s<*s. 00* dSta m
iliai.IC nC iitraiiVi ei n pr-' h,,: BEK^Sh, b.'MH hi-bi-
tla-, b.jii7. ciinm.id'is ra'.. CaDiilktB, bmili e, bilha-
roB i- i inri s n uit- s itiffer nied ioir*'P, que iudn
i-so T' une ba urdf ni, muir liinpi z, i .-^i 'o,
Hiicpridad'-. e prre'8 ao alcitnc' de todos.
llVM
A (! que ti m minr r melhor sortimento de
meii'8 fin 8-d, fin ih EsiMssia e de aigodao, de
tamarindo ;
numero 34.
Compra se
na pharmacia ra larga do Risario
Cvipun^a
Atlcnro
Raa de Joaqnlm Xuhimi n. O
Ein 1 iie Uiiinriro ha pura "lu^ar-uu um (iiarto
gran.te iiide.p'iid>-nte, < nturiaveluieule u.obilia-
do ; a tiatar no ir mo
P-rmnta se o sitio de Hant'Anna de Dentro, n
6, com 4 quartos, dnaB salas, eos nha e qiiMt i l
ra, quintal murado com grande ten.n em pn.l n
gamento ao muro do tood" ; com urna cap nas
cercanas derla cidade : quem pirfei der rfirija-
se 4 roa das Nympuas n. 5 que acbar c m quem
tratar.
Graliliose
< quen- entregar no 2- in ar do predio n. 19
ra ias Trinen iras, trt-s chaves df Cifre, sendo
d ms m> in>res e uma mamr, ks qi.ai-s form perdi-
das na mesma ra na uuite d- 25 do correte.
Caixeiro
Precia-se de am caixeiro de 14 a 16 annos
Da ra do Eloapi sio n. 34.
&MLS6
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
Fariulia A'mw
o
Cbegou a nova fnrinha d'agua, para o
arajazem do Vasuoncfllos j raa da Auro-
ra n. 81.
ciramr
Sem dieta esera modifl-
cales de costiimcs
Laboratorio csotral, ra do Viconde [da
Rio Braneo n. ]4
Esquina da ra do Bjente .Rio de
Janeiro
EspceiGcos prep irados pelo nliar
maceulico Eugenio Marques
de Hollanda
^pprovudos pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria da
Pars.
Elixir de irabiribina
Restabelece os dyepepticos, facilita as digea-
toes e promave aa ejeecoes difficiee.
Vinbo de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicog, debella a hj poemt
intertropical, rtconstitue os hydropicos e benbe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommt ndado na bronchite, na hemop-
tyse e nas tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferrugidobo e cascas do
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer-
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes nas inflanimacoes do figado e baca
agudas oo chronicas.
Vinho tnico de capuana e quina
Applicado nas eonvaleseeDcas d:.:. parturientes
urtico antefebril. .
Deposito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva & G.
-RA MRQUEZ DE OLINBA-23
/
af
r
COM
llypophosphitos de cal e soda
ipprovada pela Jimia de liy
glene e aulorlaada pelo
governo
E' o melhor rem-dio al h.je decoberto para a
ilalea bronrhlsea. eacroplsalaa. ra
hlim.aiK'inia. eiiliiiiiii em |eral.
deDniosi loaae chroulca e affecf6ea
Jo peleo e da (taanla.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
-lacalho, porque, alm de ter cb-iro e sabor agra-
laveis, possue todas as virtudes mediciones e no -
-ritivas 0o oleo, alm das propriedades tnicas
econstituintes dos bypophospbitos. A' venda nat
-.rogaras e boticas.
Deposito em Pernambueo____________
Fabrica Caxias
Marca Registrada
Para prev.o.r a ignorancia Je a'guns Sct. fabri- j n^n"o J ruR ^ ^ '-^^^ B>
cantes de cigarros que frudul^ntmenie esuao o tj
uzando do emblema de nossa fabrica, abaixo po-1 O seu proprietano enoarr-gado da Ka-
biicamoso tbeor do registrado do referido emblema > gulamentacao dos relogios: Arsenal de Ma-
frito na meretissima Junta Commercial d'osta rinhaj Estrada de Ferro de Limoeiro, Com-
cidade, protestando proceder criminalmente contra
quemquer que procure oVUe fnzer uso.
C'slro
N. 197. A presente mana por mim rubricada
cnnt-inlo i denominaci' Cazias. c< mposta de duas
mana apertando-ee, de qu !- Arevedo Se C
firma commercial d esta Dr5-, composta dos com
merciantes Marcelino 6onlves de Azevedo e 'le intelllgentes e habis auxiliares, tazcon-
Antonio Luiz da Silva Brando, domiciliados i certos por mais diffi eis que sejam, nat
n'esta praca, para distinguir o cigarros de seu Su em relogios do alyibeira, mas de pendt-
* la, torre de groja, caixas de musita, ap-
parelbos electri<-os e teltgraphicos.
0 mesmo acaba de receber tariaio sor-
Regulador da Mari-
nha
Este importante estabeleciraento de re-
lojoaria, fundado em 1869, et funecio-
panbia Forro Carril de Pernambueo, Aa-
Boiiacao r.orainerial Benefi>;ente, Estra-
da de Ferro do Recife a Casanga, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada de Ferro de Caruaru': cercad
ra Duque de Cazias n. 68, foi apresetada s
i gistro as 11 horas da manha do dia 2 do correute
registrada n'esta daeta em enmprimento dos
despachos de 9 e 16 do oorreate. E para enm-
prir preceito da le fiz esta v>-rba igual do
regristro n. 197. Pagou 20u0 de cois pareceres
fiscaes.
Secretaria da Junta Commercial da cidade do
Recife, 16 de Setembro de 18>6.
0 Secretario Jufo Guimarde.
Recife, 20 de Setembro de 1886.
Azevedo db\C.
PeLoral de Cambar (3)
Descoberta e preparado de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Ezma Junta Central de Hygie-
ne Publica, aotorisado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhas de ouro da AcaoVmia Na-
cional de Paris e Exposicao Brasileira Al lema de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de inultos outr 8 do pi-scdas curadas de : toeses
simples, bronchites, aatbma, n uqmdao, tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de saugue, etc.
Presos nas agencias :Frasees 2*500, meia
dusia 13*0(10 e dusia -24*000.
l're;os nas sub-agem-iae :Frasco 2^800, meia
dusia 15000 e dus i 284000.
Agentes di-positarioB g' raes nesta provincia
FRANCISI O MAMUEL D\ SILVA x C,
ra Mrquez de Olinda o. 23.
E co. as mancas
SSo os mais engrucadinh is que fm vindo a
e8'e mercdo, os v-atu-rios de caaemira d' brim
que receberam Pedroaa 4 t, k ra do BarSo da
Victoria n. 41 : Peorinho, Jifi'h., Quinas,
Quinquim, No, Nosiiiho, Zuuibn, Zuuibinha, e-
co, Nequinbo e Anf nmho, venbnm todos muni-
n m-se di s ricos e el giims vestuarios, e o que
mais ii iur eo os precos commudo, peles quaes
fe esiao vendeudo, ra do Baro da Victoria
i uraerj 41.
v f JM' uiaiat p^ mu
timento de relogios americano que ven-
de de 7A a 20(J de parede e de mesa, des-
pertadores de nikel.
Aos seus collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalho : e aceita encommendas
para seu correspondente em Paris.
Acha-se bem montado nestn estabeleci*
ment um observatorio pelo qaal regula to-
dos os relogios martimos o ti-r^stres.
Recebe asssignaturus para dar a horacer-
ta desta cidade pelo teiephone n. 458.
Prego CDmmodo
Em frente de seu estabeleciraento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res poderao ser vistos pelos passageiros da
Ferro Carril, tendo sempre a hora media
desta cidade determinada pelas s uas ob
strvacSes astronmicas.
Antonio Jos da Costa Araujo.
Criad
Precisa-se de um criado ; no largo da i enh
n. 4, h "iel.



ipriano loft de Ibno
loo Ca- tao de Abr.u, tua mulh.r .D Maria
Paula de Abreu, Antonio Jos de Abr.u Kb.-ir.'
" teus irnos, pungidos de dor, mandam resar or
alma de soo presado e nunca equecido to. Cy
priano Jof de Abreu, uma m.ssn na mafris ne
anto Antonio, kr 8 bons da mola do ai- 2 ii
Outubro vind. uio, ti igesimo de s> u fallcimtuto.
na cidade de Lisboa, onde era mirador ; e desde
j agradtcem aos prente e amigos seu com, a-
recimento a este acto de caridade.
Jumina Conatanca de Soaia
Pimentel
Os filhos, netos e Manetos da finada Justina
Constan va de -ouia Pincntel, agradecem ans qn*
acompanbaram-na ao cemiterio publico, e convi-
dan) aos inet-inos e tambem a seus parentes e ami-
gos para assistirem as missas do stimo da do sen
fail. cimento, que sero celebradas no dia 4 da
coTenfe. s 7 horas das mxnb, na igr>ga de H.
S. do Terco. As pessoas cima mencionadas aa-
teeipam-^e desde j agradecidas a a que se dig-
n*r m d --.matil v<
>
Teoente
tait'ry
Or. Joio Aotaoas de Aao|o Pioheiro (aosente),
Macaado, Lspes C. e Jos Mara Palsnetra de
Kreitas, mnriBro resar missas na mtriz da Boa-
Vista, s 7 i oras da manhS le 3 de Oafobro, oor
alma Ar sen presado pai e amigo, Antonio Anto-
nes da Silva, fall-oido no dia 27 do orrente, na
cidade de P Jin'indiiin B. da S.
* IHIlillllll
A'gnps amigos, apreciadoies do mrito do te-
nentn Jiicundin., mandam celebrar p--]p descans*
de sua alma, uma misaa e nn-mentn na eapella da
cuitarlo piblico desta cidade, 6 1|2 horas da
uiMib do dia 8 do enrente, trigsimo do seu
pafsamento ; e para esse acto de reliuio e cari-
dade, convdalo os amigos e parentes do'fioado ;
desde j agradecem a todos qoe concorrerem aa,
referido acto. Paod'Alh 1- a. Oiitubr de 1886.
A commisso encarregada,
Alfredo Janeen Gonc-lves Ferreira.
Manoel Maria da Cruz Pequeo.
.1 ni-... p-d.lha
j i>> iuiiu atuoe u abrru
Mnoel da l'rindade Peretti, sua molber e anal
irmas mandam celebrar uma miasa na matriz da
^anto Antonio, sabbado 2 de Ou obro, s 8 horas,
trigsimo dia do fallecimeoto na cidade de Lis-
boa, do sen presado tio e amigo, Cypriano Josa
de Abren, e agradecem o comparecimeato das
pessoas de sua amizade.

I

?
i
.


ai*


I
.jm
Mario de Periininiiiii.....Scxta-fcira 1 le Outubro de IHMi
, i
V
PIMO DE RIGA
9Y ATTQ t 3X'2 : vende-.e na .errara a va-
- o da Silva, eae. Vinte Don. de So
Tembf'*- *
AO!
Tosca ota
Trilhos para engenhos
WAGON8 PARA CANNA
Locomotivas
Mach*i-i*ni completo para en
gcako!>> de t -dos oa laaaauhos
Systema aperreicoado
Especificante* eprefM Mi escriptorio do*
pastal
Browns & C.
IV. & Roa do C oiMinercio
N. B Alm do cima B 4t U tem cath.logosde
mr i .mpleuieuloBnrCfgBari'* agricultor, cuido
.tnb'-m machinas para desear' car algodao, moi
abo a para ca, trigo, srros o milho; cerca ds fer-
ro galvanisado excellcnte e mdico em preco, pea
oa nenhuroa pode trepal-a, nem animal que-
brafa.________________________________________
u ti vtin
Em quartes meias garrafas, vendew Faria
Sobrinha & C. rna do Marques de Olitioa n. 41
DE 'OSITaRIOS______________
Pinito resina
de 3X7 al 3X12.
Pioln tranco (da Suecia)
de 3X7 at 3X12.
Cimento inglez
VENDEM
F*nrse a M raaio k C .
MO^SONs PEPSINA!
Remedio alaiiive e agraM
PR* COMBA II i (i A ff
INDIGESTAOI
Sob a forma de
r&Ascos, pos
01 GZ.OBTJZ.OS.
VENDE-SE n: UVHDO IHTEIRO.
rnkr*n,M" DR
Pepsina yforuon
Vulto ncommendadtt
pmlo$ principad Ueaioot.
MORSUN SON
Soatbanplon IWw, Ru\sell-3qure
LONDON
tai
A Uevoluco
Pal
SaMSiUriM'B Pernambt'K : Truc" K .1 SILVA asO
ORA NDE-GRILI-E kferrfin I vmnhati cat.it oen-
(U>U> ras obsirucces visearais, cuocreeos <'alcu!osas da bils.
HOPITAL AfretMdaS viaSttij*'*sUfa*if>co:nlU0-
aoi d iUnu^o. A*Bwt4u .Vil, maspetancla,
Ha tralfiai dispepsia.
CLLo riNS Affocfesdos riol, ila tieii^a retas,
euosiwiwsdasonriiia-.g la, diabetes,aHniui;nc-ij.
HAU1ERIVE.- Alie c.sdsris*.ds|ili|i*arssa.
coDcre;e$d.i-o imq is,fata, .iianeie*. albcnunuria.
EXUA-SE nG!I (U FUSTE na CiPSlTuA
Ejb Ptrmmtwco, Agrias -'** Ko-.it de- Vi bj.
ima nome* la*, i-lio-se em cacas de
MEN T LAtTLLE, 9, ni 4o Comman**'
SULZUR ft KOi CHLIN. 35, roa da Croa.
OOD'CrHURGHILL
xarope
D ": HYPOPHOSPHITO DE CAL
Fmtiregados eom tanto etiio para curar a
pL;hisica e as molestia tuberculosas,
vendera-se nicamente ero francos qnadra-
do* cora o nome do doutor Cniar.i tu obre
e ?Un.
80b 3 Influencia dos Uypopbieplilto. a
jtosse diminuc, o apvx-tite augmenta, a* for-
s torn.Vj a vir, os auores nocturno-, cessao,
e o do: n'e goza de um bem estar il>-$usdc
Os lijzopkosphitos qiir leiSo a marc*
<* fabrica da pharmarta SWABM
Jz, ra Catliqhone. Parir, to oa uni
es reronhert'lni: e rccommei.ilado* pelo
jy CHURCHILL au/c da dtaooberta
i* tutt propriedades curativa.
Preoo : 4 francos por frasoo em rn>ca
Cosinhcira
PreciM-se de urna que saiba conglobar bem :
a tratar na rna do Cabula n. 5 A.
Serrara a vapor
Caes do CapSbarlbe o. 9H
N'esra serrara encontrarioos sfubores fregue-
aet, um grande aortimento de pirh > de reama de
tineo a des metros de comprimen e de 0,08 a
,24- de esquadrus Garante re preco mais como-
do que em nutra qualqurr parte.
Francisco djr Sant. s M acedo.
Caixeiro
Precisa-se
tom pratica
omero 41.
de nm caixeiro de 12 a 14 annos,
de padaria ; na ra da Imperatris
Barbeiro
Precisase de um oficial de barbeiro ; na rna
do Lirramento o. 17.
VENDAS
f
i *dTEstopa para bordar
VeDd-e ru1* do BnrAo d Ytofcnrfa u. 1
Pinito de Riga
^caba de ebegar pelo bri^n*- Atalanta um com-
Kpto sortimento de piubo de Riga da melhor qua-
lade e de dirersa* dimeuadts. como sejam :
4 X U
4Z 9
8 X 12
8 X 11
8 X 9
2 X 12
tabeas da lassss Baadcira de 1 e 1 1/2 polle-
fa*. ____
Vendetn MAIBQg^ AUST1N ft C, 4 rs. do
nComasercio .^8, andar, on no caes do Apolle
. 51, por preco. connodos.
aaat
A' na Duque 'le (^axias, resulveu a vender
08 seguint'-s rtfgos i-om 2b /0 de me-
nos do que em nutra qnulquer parte.
Krtiu dainass a 360 rs. o evado.
Oorgnnnas de liatrmbas a 360 rs. o covado.
Lis cora lislrinbas a K40 rs. o covado.
Kuio-'s de cr-s a 320 rs. e covado.
Merinos de cores a 900 rs., 1#0U0 e 1 200 o co-
vado
Merinos pretos a 1*200, 1*400, 1*6140, 1*800
2*1'00 o Covado.
Velludilbos lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
ovado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Caeh.-m.ra bordada de seda a 1*500 o co-
vado.
Las esenssezas a 500 rs. o covado.
Cambraia com saipicos a 6* rs a peca.
Chitas eseoras e claras a 240 re. o covado.
Linhos escossere* a 240 rs. o covado.
Las com bolinhas a 640 e 500 rs. o cavada
Gase com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
rado.
Linn com saipicos a 500 rs. o covsdo.
Otosdonaplea pretos a 1*800, 2*000 e 2*500 o
covado,
Z-psiros liatradns a 200 rs. o covado.
Cretones finos a 320, 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
Setnetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
ustao branCJ a 320, 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o covado.
Setmetas lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500' rs. o covado.
Flan-'lia de cor a 40' rs o covadj.
Flan, ila brauc-H a 400 e 1*000 o covad*.
Chapeos de sot de cores para senhors a 7500
um.
Chales de casemira finos a 9*000 nm.
Fechs de la a 2*000, 3*000, 4*(XX), 5*000
e 6*000 um.
Tapete* para janella, piano, sof e cama a 4*,
6*010, 7*000, 8*000 e 24*0(0 um.
Esgui&o amarello e pardo a 500 rs. o covado.
Casacus de laia al.'* 00 um.
Lencoes brancos ft 1*8(>U um.
Bnin prateado a' 60b rs. o covado.
Timo s pura meninos de 4 a 5 anno. a 5*000
um.
Lencos a 2*000 is. a duzia.
Colchas brancas a 1*800 urna.
8etins macao de cores 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 e covado.
Sefineta. bramas a 500 e 560 rs. o covado.
Cortmaoos bora>dos a 7*001), 9*000 e 16*000 o
par.
Capellas e veos a 10*000 e 14*000 urna.
Colchas bordadas a 5*000, 6*000, 7*000 e 8*0 O
urna.
E.partilhos de cmraoa a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Cortes de 12 pura vestidos a 20*0" 0 nm.
Algodao com duas largaras a 800 rs. o me-
tro.
Cortes de casimira para calca a 3*000 nm.
Bramante de liuh a 1*800 o metro.
Dito de lgida a l2U Toalhas felpudas a 4*000 e 6*000 a duzia.
I,;iii!is;is n.icionai'N
A.aaaoo. s*ooo > a5oo
32j^ L ja rna da Inperntriz 32
Veude-se nesie imvo i'8'ar^let'imeuto uui rran
de aomip-nto de caini>-H> branraa, tanto de hIm-i
turas e p nih.is de Itabo cou.o ile alirodao, pelm-
iarHt.it pn-voi de 2*!alll, 3* r 4*. sendo la, n.l
muitn melhor Ht qu ns que v.-ein d>> estrantseim
maitii mais bem f rtAs, por *erem c .riada p.-?
um b"m artista, eno. cialin n<- cHiiimer", inuibeii
#e manda faaer p r
fregueses : na nova loja da ra da Imperatris
3 de Ferreira da Silva.
Ao 32
t
Nova loja k kir as
Ra 4a Impc = 4
DE
FERREIRA Da S.^VA
Neste novo .-utabel. cimeato eiicmitrari o re
p irtavel publico i:m variado sortimento de tacen
das de tod. presos bara'8s>mos, Hssim como aro boro s >rt)
ment de ri upas prn homens, e tamben se man
da tazer por enuouimeudas, p r ter um bom me
tre altaiate e completo sortimento de pannos fin
casemiras e bros, etc.
a
a*
104/X
12*01
12#t
5*5(
6*.
3*00
3*(X
l6i>
l*uw
Li uidiifo
Vndese porteas de ferro, gradeamento para
cima de muro, JHrdim e terraco, bandeiras d fer-
ro para portas exteriores e interiores, de toda as
qualidades, gallioheiro de ferro, carroca pa>a bois
e cavallos, carrinbos de mi e rodas para carro-
cas, por preco commode : no largo do Forte n. 4,
defronte do quartel das Cinco Puntas, oficina de
ferr tro.
Vimos e viuvas
Poderao ir Graciosa, ra do Crespo n. 7,
que achuran aempre artigos proprios para lato,
taes como :
Leques pretos de papel, setineta e setim.
Vol'as, brincos, pclseiras e broche, pretos.
Meia. pretaa, fitas, bicos de ltnbo, 12 e seda
pretos
Guarnicoes para cami. de aoraem.
Cadeias de fiu, retro, e metal, preUs.
MeiaS pretas para crianzas.
l'nsrle Sft C.
GRANDE
Expsito central rna larga do
Rosario n. ?8
Dam'io Luna & C, chamam a attencSo das
Ezmas. familias para os precos segninte. :
Carretel s de 200 jardas 80 rs.
Peca, de bordados do 200 a 600 rs.
Dita, de uro palmo a 2*500 s 3*000.
Fita n. 80 para faza a 2*500.
Leqces recatas e D. Joannita a 1*000.
Frascos e extractos de Lubin, grandes, a 2*000.
L-ques 4 D. Lucinda CoeMho a 6*000.
Toalhas felpudas a 500 600, e 1*00.
Ouzia de meias para b-m<-m a 3(000.
Ditas para sen horas a 3*000.
Lavas de seda a 2*000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colannboe de linho a 9(0 rs.
Ditos de algodao a 320 e 400 rs. ;
Macos de grampos a 21) rs.
Pecas de cordao para vestido a JO ra.
a viaiv is grandes a 820 rs.
Gramuo. invisiveis a 60 rs.
Um leque de setim (novidade) a 6|500.
Ricas bolcinhas de madreperola de 1*500 6*.
La para bordar 2*800.
Urna cpella veo de 15*000, por 12*000.
Um eapelbo de mol Inra p>r 5*500.
Urna pnls> ira de fita per 1*200.
Plis a 400 r 600 rs.
Urna boneca grande le cera por 2*500 e 3*000.
NA EXPOSICO CENTRAL
38Roa Larga do Rwsario38
e noivas
Encontrarlo .empre na Graciosa, rna do Oes
po n. 7, urna vanada colleccio de objeeto. pro-
prios para casamento, como sejam :
Capellas com v..s, de 5* a 25*000.
Grin^ldas de flores de larangeira a 5* e 6*.
uigas de seda ora ca a 1$ e 2*1 00.
Luvas de pellica branca para senhora a 2*500
o par
Ditas de dita para hornero a 3* o par.
Meias ab* rtaa de fio de Eseoesia para senhora a
2*000 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 8*000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para homem
a 1*500.
Leiaes brsncoad. setim, de 6*, 10* e 15*000.
Grvalas brni as de cambruia a 800 rs.
Ditas ditas com lago a 1*000.
Ditas de setim branco a 1*500.
Miarte al C.
Maduro
Yinho puro da uva
O qne pooe h>vrr de melbor para mesa, em
harria e a r talhu : Poe. Mendos & C, roa
rstreita do R sario o. 9. _______^_^__
VAPOR
la rta Impera irla
Loja de Ptrra da f^ilva
Neste estxbeieeiiiient.o veude-se as roupas aba
zo mencionadas, que sao bH' .as.
Palitots pretos de atagonae. e
acolchoados. sen ,o tazenaas muito en-
eorpsdas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cordita muito,
bem feitos e torrados
Ditos de dita, fasenda muito melhor
Ditos de flanella azul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados
Calvas de gorgor&o preto, colchoad,
sendo fs. nda mnitr ene irpa'ia
Ditos de caseuia de ores, sendo muito
bem f.-ifaB
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
romto bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de bnro pardo a 2*, 2#500 o
Cernula de gr-guellas para bomens,
sendo muito bem feitas a 1 'Hi e
Coll' tinlioo de gn-giiella milito lm feitos
A.-'jiui como um bom sortinusnbi de lencos d<
linho e de algodao, meias crua-8 e collarnbos, eu
to na loia oa *na da Imperatris n Si
es, etlneiss e lslaka. a ii
ra o eotado
Na loja da roa da Imp 'jatriz n. 32, vende-
uro grande sortimento de Tnstoe. branco. a 6t
rs. o covado, lziuhas lavradas de turta-coret
6-senda bonita para vestidos a 500 rs. o covad-
e setiueta. lisas muito largas, teudn de todas
cores, a 500 ra. covado. pecbineha : na lo.t
do Pereira dx Silva.
aigodiiuznho rr.nres para lenco
m tMM ra.. A e 1 A*oo
Na loja da ra da Imperatris n. 42, vende-
superiores alg idoziaboB fraucezes com 8, 9 e 1
palmos de largura, proprios para lencoes de ui
bO panno pelo burato preco de 900 rs e 1*000
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, a
sim como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a 1 *500 o metro, barato na loj
da Pereira da Silva.
Roupa para meninos
A i. 4A&00 e A
Na nova loja da ra da Imperatris n. 32, a
vende um variado aortimento de vestiiarioe prt
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
o ha corta, feitos da brim pardo, a 4*000, dito
de moleeouim a 4*500 e dito, de gorgorito pret>
emitaodo casemira, a 6*, sar> muito baratea ; n>
oja do Pereira d Silva.
Capachos te esparto
Pintados, de diversos tamanhos, veudem por
pn-co aero competencia Mrtiue Capito o C. com
armagem de molbadoe ra estreita do Rosario
numero 1.
Cocheira a venda
Vende-se orna cocheira com bons carro, de pas-
te, bem localisa'la e afregaeaada, por preeo raui-
to mdico em rasan de sen dono oao poder admi-
nistrar por ter de faser ama viagem : o. preten-
deutes acbarao com quem tratar roa do Da qne
de Cazlas n. 47.
~A'"FloridT
e moenda
ana
iTim
Vende-se nm bm vapor e nsoenda coca pooco
su ; a ver no engenbo Timb sss. muito porto
da sf.oao n meveso nome ; a tratar na rna *
aperador n. 48, 1* andar.
a Duque de CaxJas n 103
Chama te a utteucao das Exmas. familias para
os pr. o&s segniutes :
Lavas de seda preta a 1*500 o par.
Cintos a 1*500.
Puohos e collarinho. de core, para homem a
1*001.
dem para senhora a 1*500.
Grampos invisiveis a 60 ra. o masso.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para homem a 3*.
Meias de Escossia para crianca a 240 rs. o par.
Leques de p*pel com correte a 1*.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
L-ncos 3e esguiao a 1*500 a dusia.
Albuus de 1*500, 2, 3*. at 8*.
Rami s de flores finas a 1 *500.
Luvas d. Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Pi ra-retrar. a 500 r., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 0 rs. nm.
Rosetas de brilhantes chimicos s 200 rs. o par.
Guarniooes de idem idem a 500 rs.
Ai.quinhas de l*t-0, 2*, 2*500 e 3* urna
Plisss de 2 a 3 ordene a 400, 500 e 600 ra
Brees de coree com 12 jardas e 2 1/2 aedos de
largura a 3* a peca
dem com 4 dedos a 4*500 a peca.
Espartilho Boa Figura a 4*51)0.
Idc La Figurine a 5*000.
Bicos de ah-ncon com 4 e 5 dedos de largara a
2*5(10 a peca.
dem eatreitinbo. eom 10 metro, a 800 e 1*000
a peca.
Botoes de phantasia a 800 rs. a duzia.
Para toilet
Sabio de areia a 320 rs. nm.
Idean pbenicado a 500 rs. nm.
Id^m aleatra a 500 rs.
dem de aroeudoa a 300 rs.
dem dealface a 1*000.
Anua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*600.
Agua Florida a 1*000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Meias branens pra senhora a 3* a duzia.
____BAEB08A A BASTOS ____
Loja Camacan
Miudczas
Ferreira de Sousa ft C, tendo resolvido vender
todos os 8cus artigos de miudesxs por menas qne
em outro qn->iqu>r e.ubeleciment", avisam as
Ezmas. senboras que apparecam neste estabeieci
ment para assim se convenceren] do. precos qne
acaba m de fazer ;
Oleo oria verdadeiro a 900 rs., linba para ma-
china a 900 rs. a dusia. agulbas finas a 60 rs ,
pao tes com tres sabunetes 400 r.., nm pi de
sabonete fino 700 rs., meia. fina, para senhora a
700 rs. o par.
Lindo sortimento debios finos a 1*200,1*600,
1*ttO e 2*500 a peca, leines finos a 3*500, 5*,
5*6(0 e6*.
Espartiihos fines a 4*500. 5*500 e 7*600
Luvas finas de seda a 1*800, 2*, 2*500, 9* e
88600
Grampos para chapeos o que ha de mais barato.
Bien, preto. com wdrilbo.
Alfinete a 60 rs. a carta, fita, moderas lisas
e borlada o que ha de mais fino.
Sabonetes de Reuter, o que ha de melbor para
a pello, h 900 rs nm, tinta fina para marcar ron-
na a 800 rs. o frasco, lenco, braacos fino, a
1*600 a dusia, 'indo sortimente de broche para
seniora.
Alem oeste annnncio teem muito. artigo.de
moda, qne esto vndenlo barato.
Boa Dnane de Casia n. 88
WHISKY
OYAL BLEND morca VlAXJ
Este escolente Whisky Ssceess. preterid
to cognac oa agiiarrlen.e de eanua, para tortificv
o>rpo.
Vende-se a rctaiho nos a. lbsres armazena
olhadoe.
Pede'ROY AL BLEND marca VlADO cajn,
oe e emblema aV r--gistrados para todo o Brwsi
BkOWNK v C, agestes
Novas ls.nhas
A StO e 400 res o covado
Acxbam de ebegar para a loja da ra da Im-
peratriz'n 32, um grande e bonito sortimento de
asma*, de em*. pa-.a vestidos, sendo fasenda de
todita, pbaotasia, cin cores otaras e escoras, e li-
qnidam se a 320 e 400 eis o covado, por haver
icrande porcao na loja de Pereira da Silva.
Malvasia
Yinho pronritt para senboras
Em barris e a refalan : P. cas Mendes & C, i
ua estreita do Kosaiio n. 9.
Teeidns de linho
A AOO r.
Na loj-i da ra da lo)
um bonito sortimento de
vestidos, tendo largura de chita frmaza, com
muito bonitas <-r- o e palmmhas bordadas, pe
-bincha a 500 reis o covado, na loja oe P- reir da
Silva.
o covado
p ratrra n. 32, vende se
tazendns de liuhj para
Aos 1000.000S000
200:0 r000
I00:000$00f
LOTERA
Em fav< r dos ingenuos da Colonia Orpbanolgica Isabel
DA PROV1JNCIA DE PERNA3IBCO
Extreccao: no flia 15 de Dezembro de 1886.
0 thesoureiro, Francisco (onfalves Torre?
Cahiiolet e victoria
Vende-se nm eabriolet e uro* victor'a em p i -
feito estado de conservarn e por pr co m Jico :
na coebeira, n. 16 ra do Duque de Casias.
Burros
Vende se burros ; a tratar
compaubia do Beberibe, ra
mero 7).
no escriptorio da
do Impera lor nu
Papoula & 0.
N. 18----H DO QftM 18
Tem
Luvas de pellica, peile de cao, camurca, seda fio
d'Escossia e casemira.
FUNDICAO GERL
ALLAN PATEKSON ft C
N. 44-Ru t do Brum-N. 44
JUNTO A B? PAO DOS BONOS
Tem para vender, por pre mdicos, as seguintes ferragen:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
i CrivacSet de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varamias de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para iardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavadlos
Moendas de 10 a 40 pollegadas de paadora
Rodas d'agua systema Lt-andro.
Encarregam-se de con rerteis, e assentamento de maohinismo



Agua florida e Trcotero de Barry.
Sbonete diversos r curativo de Reuter.
Cambraias lisas, bordada, eabertas.
(tamisas e ceroulas d>- Acuella e meia de la.
Camisas sem collarinhos e sem ponhos s/c c/p
c/c e c/p.
Collarinhos punhos, meias, plastrons, mantas,
gravatas de laco.
Lencos, espartilbos, i entradores em cambraia,
vestidos da cambraia bordados, b'lcas tapetes, fi-
sns de eeda e de la, casacas elsticos, casacas de
casemira greoadine de seda e todas de seda.
Alpacas de seda a 6tO rs o covado.
tj-aballio com perfeicao e presteza.
a execuiam qtial
GAJllRUBEBA
Vende se na fabri.-a Apollo, ra do Hospicio n. 79 e em seus depsitos, ru o
Cobug n. 14 e ra do Mrquez de Olinda n. 52.
6EBAL
Ba 3.a pars da 1.a lotera om b$n$fi$io 4a Santa Casa 4a
Misericordia do Bocife
EXTRAHIDA EM 30 DE SETEMBRO DE 1886
215*27
PREMIOS
100:000^000
82S0
22100
12341
2050
3442
6492
15606
18031
20135
23322
380
100$
3497
3564
7496
8042
11695
14920
30:0001
10:0001
4:000|
2:0001
2:000-5
2:000$
2:000
*:000$
2:000i
2:000
1:000$
1:000$
1:0005
1:0001
1:0061
1:0001!
1:000-5
1:000$
20084
23483
2561
3104
6584
6749
7233
8209
9199
12274
14393
15744
16597
16747
18040
19196
23227
23352
1:000-5
1:000$
5005
500$
500$
500$
500
500$
500$
5005
500$
500$
500$
500$
500$
506$
500$
500$


y



\ Os nmeros de i\M 21:600 (excepto o da sorte grande) estilo premiados eom 200$.
Os nmeros de 8:201 8:300 (excepto o premio de 50:000$) esto premiados com 100$.
Os nmeros de 22:001 22:100 (excepto o premio de 10:000$) esto premiados com 60$.
Todos os nmeros terminados em f e 0 esto premiados com 20$. (Veja-se o plano no
verso dos bilhetes)
1 N. B. A extracto da 4.a parte da 1.a lotera, em beneflcio da Santa Casa, ser
na 0 thesoureiroAugusto Oclaviano deSouza,
*
I UsTHJW |
s
I


Diario A* PrnmiiiiwiScita-fcira 1 de Outubro de 1SS6
ASSEMBLEA GERAL
CAVARA DO* DEPUT.4DOW
SESSO ME 10 DE SETEMBRO DE
1886
PBESrnBHCIA DO SR QnMK DE CAsTB )
1. VICE-PBFSIOEMTE
(Continuado)
O Sr. Pereira da Silva -O Basil aeha-se
amo se a/jlmvara o Etida Unidos a<>
terminar a gu rra civil, e a India lia quatro
par cibannos Ambos eBtes paizos era
pregar m, pnn-ra r-cnrsos enrgicos par-
restabel-otro padrau m-n tno, o priraeiro
com peBados irapontos, d-sanados o resga-
t9 das notas, o segundo com erapr-stirao
em ouro no exterior. Ambo* cous-guirara
seu lira e gaoharam as diff r-nyas de
cambio e baixa do ppel-raoeda mais do
que o pagamento de juros e sa.-rihcios
que coinmett -rain.
O finado Visconde de I-aboraby p>nsnu
nisto, mas acabava guerra do P.raguay.
e nao tve t-rapo de tenuiar seus planos,
largar o rainist-rio. Assira mesmo,
aor
equilibran lo a despeza eom a receita por
urna admiravel adrainistrayao obteve i
saldo de oais do mil cont* ra o aE-fetum
de 70 71, e tres rail no de 71 72, fez
votar sua appli cao ao rsgate gradual do
papel moeda. Taiubem s uest s dous ej-
ercicios appre mur salios, porque os
ifficits recoraeyarara oo le 72 73, pelas
illu5 s que a todos nos c-garam, de ero
rehendi-r ao mesmo tempo numerosas
?oras publieas, confiando no futuro, es-
tando multo al n da receita.
O Sr. S.raivi lembrou no relatorio de
32, roas nao ousou pro por, um grande ero-
prestiino ad inst t da Iulia, applicado ao
resgate do papel-moeda,
Nao h, po8, senao um meio : resgate,
maior ou menor, grande ou paulatino.
Nos agora preterimos o segundo, porque
menos abalo causar ao commercio e aos
legtimos interesses particulares, preparan
do o paia para o restabelecim-sato do pa-
iran monet.rio, cuja conservfyao dever
iepois ficar a cargo de um banco de emis-
sao e circulayao.
Ou emprestimo, ou impostes: os primei
ros sobrecarregara o futuro, o segundo sao
preferiveis, porque avisara e advertem, e
pa^ue quem deV,e causoa o mal e nao os
posteros.
Nao ha r gularidade d transaeySes e
negocios com as oseillayoes do cambio,
que sao verdaderas especulares. Suffre
a importacao, 8"ffre a expurtaySo, soffre o
valor das prapriedades fortunas Saques
prejudiciaes atroph ara as forjas todas.
Soffro at a emigrayao de capitaes e ps
soas, porque nem urna garanta fixa encon
tram coro u n '.arabio a ubir e descer.
Con v remedio e j, e o que a eom-
missao pr >p .z de aoiordo cora o governo.
Trata so d- II- oo rassrao teropo em que do
equilibrio nnnciro.
O orador depois de discorrer sobre ou
tros assumptos da receita, e responder a
diversas obje-i,iSef., nao quer roubar mais
tempo camar, cont nt> com o que
disse, e pede a seus collegas que acabera
com esse habito de tanto fallar, da-molo
que as sej-s*- arma a da cmaras mal
chegara para se discutirera os ornamentos,
iepetindo-se as musraas propsitos, e tor-
nan lo 84 esteris os tr*b lbos l-gisltivos,
o que desacredita o rgimen e peiora a si
tuacao do piz.
Sr. AODSO Peona d pezarae*
ao nobre ministro fazend pjr ter de
augmentar ao dficit mais a somma do
roubo na thoaourru de Pernambu o, sen
o iam ntavel a rep-tcao de tao tristes
factos que tanto desmorhsam a nossa ad
min8traya,o acre ando que ess* reprodu:-
cSo vem da impuai lade era que t o fica-
do os autores de f.ltaa anteriores, o que
demonstra de nossa p.rte urna condescen-
cia que chamar culposa.
Diz que. Sr. Pen-ira da Silva proeu-
rou con retisar fis div rsas phas*s por que
temos pasBado para tirar illaySes, algumas
justas outras nao e eatudan lo a nossa ai
tucao elogiou a poltica uan eir do no-
bre ministro da taznda.
J teve oc.asiao de demonstrar qu* o
governo nao teve o e npenho em f .zpr
economas e que, ao passo que se attribuii
0 no880 rao estado pobtm dos melhora
mentos materiaes, vocavara se d> spezo
para obrs sem pleno conheoimento dos
orcament"8.
Trata das tres operac3es financeiras -
eropr-stiloos externo a ;n e pro ura demonstrar que urnas pareoem
conderanar as outraa. .D preca dos m-
prestimos externos e interno nao se pode
deixar de reconhecer que houve tal ou
qual extoraSo aos possui porque dizem todo os economistas que
para a conversao a norma d-ve ser a taxa
do juro real p-la qual o g >vern levaota
cnpita-s. E' alten lendo a isso diz que a
aitua^io do mercado, na poca da conver-
sao, nao a auio isva
Trata do temp mrcalo pasa as re--la
na 3es e diz que f >i una i'upjsic&o aos
ere lores do Eita lo, estaodo convenc io
q ie, se maior fiste o pr z >, mu to maior
s ria o numero dos redamantes, ponteran-
lo que e o relacao a apooes de orph&os
ou de natureza loul a urgencia de t >rm.t-
ldades annullou o pr- Discute o movimento das apoli'jes de 5
Io M Pr** ue *"1 f' ug'' 1lie ao ^0 ^
a 22 le Abril negociara u-ae 16 mil.
nustenta que o nobre miniatro offerec u
aos credores do Estado, condi^S s mmis
favoraveis do que aqu Has cera, que nego-
ciou os emprsii nos.
Perguota ao nobr-< rainis'ro se o Bnc>
do Brasil pode distrahir, para comprar ti
tul>s da divida publica, fundos do su
arteira liyp itecaria, destinada para em-
prestimos A agricultura.
Trata do imposto de sal e diz que nSo
procede para juatitical-o o que disse o no
bre luimuro deso imposto em outros pai
zes; porque preciso considerar as nossa*
con neo s, bastando attender escass<-z
da nossa populacao.
Lamenta que a commissao tivesse rejei-
ta lo urna Iditivo que apresentou iseotando
de direitos o material para a obra de vah-
te imento d'agua eip lugares servidos por
estra as de ferro. Era um auxilio s mu-
nicipalidades, nao se pedia diuheiro e sim
proiec^ao, porque desso modo s obras 8"
fariam, e aproveita a opp irtunidade para
cenaurr o pobre ministro da agricultura
que em relace a essa serelo, tera nado
despachos desencontrados, coocedendo a
uns o que m-ga a outros em i enticas con-
digo ;s. Era pequ -no o favor do additivo
em r^Ucao importancia das obras.
Tratando das loteras pergunta se a
prohibico devenler bilhetes por mais do
pr-co s<5 na corte ou em todo o impe
rio ?
O Sr. F. B-lisario (ministro da fazen-
da) : E' W g-ral.
O Sr. AITjiiso ferina diz que entilo para
evitar contestaces mandar urna emenda
- para depois das palavras venda publica
accre8centar-se em todo o imperio.
Eotende que se deve acabar com a dif
ferenca entre addicionaes e nao addicio-
naes que s servo para embarazar servido.
Trata par ultimo do additivo referente
ao nao pagamento dos vencimentos dos
xposentados quando exercen m empregos
e pergunta se sao os j erapregtdos ou os
que agora se erapn-garera. E' preciso
(leix-ir bem claro, para evitar duvidas t'u-
turs^or que nao se argumenta com a re-
troctividade.
O Sr. Rosa e Silva (J publica
mos;.
O *r. Canudo de Ollvelra prin-
cipia tratan lo da ad licivo que se refere is
lot-rias; \ que a disposiySo nelle contida
jnsagr i o m mopolio do Estado; e nSo
coraprehende como, diante do tris'e estado
das provin ias, que a despeito de todos os
recursos que empregam para obt^r reuda
co a coos-guera suffi iente, anda se Ibes
qu-ira tirar uraa foute de recata, como
sao as l>terias: piis ha provincias, como
do Rio do Janeiro, que dlUs tirara....
600:000$. O additivo annulla conpleta-
iD-nt as leis provin jaes quo tra creado
lot-rias.
Entende qu o melhor a fazer exttn-
guil-as, mas o Estalo deve ser o primeiro
a dar o exemplo.
Faz diversas consid-ra^S^s 8>bre o la-
ra-ntavel estado das provincias, que o go
verno devidou completamente, nao tentan-
do renhum meio para -nel iorl-o.
Rfere-se s pro uettidas reformas pjli-
ticas de que o governo po upusaraente Se
oceupou na falla do throno e nada fez, e
bera assi-n do plano financeiro do pobre
roinitttro da tazenla que nSo produzio o
i-tf.-ito previsto.
Como se levanton contra o imposto do
sal protesta agora contra o additivo sobre
as loteras e as tendencias centralisadoras
do governo.
A dis-.ussao fita adiada pela hora.
O Sr. Presidente d a' ordem do dia
para 11.
ESSAO EM 11 DE SifEMtR DE
186
F0LHET1H
DE
EMMA.KOSA
POR
ZAVisfi de iraisn
c:siis"-: ss sis:::
i i.ontinuat : o do D. 12 i )
XI
Por noite repiti DarnaU rindo, por
uraa crvaco I Fique i-erta que ella nSo ha
da exigir nada. Se for necessari ella at
nade p'g.r-llie alguma -.ousa. Nflo
om o tli'-atro que tila cunta f >z>-r fo'tuna.
Ella t-in outros re< uraos. Qualqu r dia
destes en cooto l-a com um p-qu no pa-
lacete ura couu.
M-ode entrar a Sra. Dortil.
Joanna eutrou, faceira, sorriado, real
mente encantadora, upertou a maos de
Darnala e da dir. tora.
Agora mesmo fall vamos a seu res-
yeito, rainha querida. dU*e-lhe esta
Ah resp'ind-u Joanna, e diziam
muto mal de mim ?
Pelo contraro ..
Acaso l-mbrrara se de mim pa-a al
gam papel na sua pey indita T Contara
maravilhaa dos dous *ctoa que foran li loa
hornera. Paro-e qu- eoto cneos de efei
tos en- rroei.
Ha de ser esplendido, minha querida,
PRESIDENCIA DO SB. O0ME8 DE CASTRO
1. VICE PBE8IDESTE
Ao meio da coraeca a mamada, que
termina ao meio-dia e dez minutos.
Abr'-se a sessSo.
E' lda e approvagoo a aota da sesaao
anterior.
O Sr. l.o oecretario d conta do expe-
dienta.
Vai imprimir o pr!er das corurais-
s3 8 de p-nso-s e ord n .dos e de fazmla,
sobre a liceuea a Jos Ol-g trio de Abri-u,
1-incador da receb-idorit da B-hia, ao qual
couoed'-so um anno com respectivo orle
nalo para tratar de sua suaie onde Ihe
convier.
E' approvada e vai a imprimir a redac-
cao dos provectos ; conceden lo um anno d-
licenya ao Dr. Alfredo da Gr .ca Couto,
bchar>)l Manoel do Nascimento Teixeira e
desembarga tor Marcos Antonio Rodrigues
de Souza, com os respectivos ordnalos.
Entrara em discusso e sao aprovados os
paree-res das oonira'ssfles de pens*-s e or-
denados e de fazeo I.., opinando que si ja
ou vdo o governo sobre as preteneS -s de
D. Mara Dtolinda de AzamDuja e dos 1.*
o 2 os escripturarios da secretaria do estado
dos negocios da fazenda.
V o mesa, sao lidos, apoiados e se n
dis usso appro/ados os seguiutes r-qu-ri-
mentos :
R queiro que se requisitem do gover-
uo, por intermedio do Ministerio da Agri
cultura, Corara rcio e Obras Publicas, as
seguintes informaeSes :
t 1.. Quaes as raz3is 3que amoselha-
ram a supressao do servico de mediyao e
venda de trras devolutas nos municipios
de Manhuasse Ponte Nova, da provincia
de "Vllnas-G raes ?
f 2. Que numero de p-ticS-'s tera sido
apr> sentado no gov-rno, a contar de 1 de
Janeiro do 188t, r-qu-reu lo a m-dieao e
veo u de torra u'aquelles municipios i
3o Nao pretende o governo restabe-
lecer a coramisso oe mediySes ?
Sala das sess3es, 11 de Seterabro do
1886 -Candido de OHveira.
Requeiro que se requisitem do gover-
do, por iut-rmedio do Ministerio da Guerra,
as seguintes inf irmaco -s :
< 1. Quaes as vagas que, durante o
ex-r-icio da 1885 1816, occorreram as
diversas rparticS-t e estabelecimentos do
Ministerio da Guerra ?
1 Qu .es os lug ires supprimidos em
virtude dessas vagas em execucao de dis-
posto as leis de orcamento da 1877 e
1884?
a Sala das tessSes, 11 de Seterabro de
1886. Candido de Olivara.
< R-i meiro se pecara ao governo pelo
Minist-rio da Agricultura as seguintes in-
fornia<,Ses :
o Qual a import mcia da d-speza f-ita
com todas as obras de constru^ito da estra-
da de f-rro de Porto-Al gre a Urugu.yna,
desde seu p rato inicial at Santa Mana da
Boca do Mont ?
i bala da sess s, 11 de Se'enibro de
1886. Th'jmaz i.oelho de Alm-ida.
Vem mesa, lido, apoia lo a entra em
dis ussfto e a liado o s>-guint-i requeri-
mento, por pedir a p davra o Sr. M >uro :
R-qu-iro ai pecra ao governo por in-
termedio do Ministerio da Justica, as se-
guiutes informaeSes:
< 1. Qunt< s juizes de direito avulsos
com direito a 2 e 3.* entran, ia esto ac-
tu lmente espera de designacjlo de co
marca ;
2. A quan'os, no periodo de decor
rido de 20 le Agosto do anno passado a
i-bta data, desigoou comarcas o gov-rno
nos t.Tinos da le que manda pn-feril os ;
Quantos juizes de direito forain no-
meadoa e quantos promovidos de 1.a pr
2.* e de 2 a para 3.a entran.-ia, no mesmo
periodo.
a Sla das se sis s, 11 de Setembro de
1886. H. Salle
O Sr. Alfonso Celso funlor
levanta se par Uzer urna reclamaco : ha
oito das man lou mesa u ni int-rpellagao
ao Sr. presidente do conselho, sobre o ele-
mento servil, que tinha por fim esclarecer
-Ttos pontos obscuros da lei. Aiudt nao
foi marcado dia para sua discussao. O no
bre presidente do conselho o anno passa-lo
de Urou que nao poda responder inter
pellaco do Sr. Candido do livi ira, hoj-
o i-xpedient-. outro; como faltara poneos
lias para encerrar-se a sesgan, parece que
S. Exc. quer que a interpella$ao fique
adiada indefinidamente.
disse Darnala rindo. E' como em casa de
Nicolet cada vez melhor. Os prim-iros
dous a tos nao sao nada comparados com
os seguint- s. Aposto oue ha de dar cin-
cuenta representacSes.
Eu u oes jo, disse a directora ; mas
bei de t -ar inulto satiafeita co n qu .renta,
e sbo j seria bem bonito para aqu.
M>s, eoitm, ha um papel- para miraT
pergumou Joanna Dornl.
Sim, miuha til a, replioou o autor
actor, ha um papel para ti...
Uoi Veidadriro papel, at um papel
de seus cao.
Entro em toda a pe9a ?
Entra s em ara a. tu, e at em urna
scen.. T M is sabes o que se p le chamar
urna s ena ? E' urna s eua de loucura a
faaer deaabar a sala MU appUusos.
Entilo um joven primeiro papel?
Um giaode prira iru pap. I.
- Un grande prnu iru p^pel que s
tem urna scena T Nao -tt iu.
Qae importa isao ? S cora essa soe
na p es obt-r um -.ooir.io era Panz.
fiando tereuos a tritura ?
AraanbA.
H-i Je assistir, e veremos.
Et ncendido, mas de que ser
va a leirura? Se eu te digo que o papel
soberb >, porque eu emendo d.'sao.
Vamos l, minha tilha, tu bem pd-s re-
pr sent-r um pap 1 de um acto para nos
servir a todos s tu com a tu.a bcllea
triumphate, uapitosa, catapultuosa, tiyp-
notisanie e o 'eu tafcwto j muitu conheui-
do e muito apre iavel, p es dar a perso
nagem to lo o seu valor I Vamos l, deci-
de ]. Diz- que polemos contar com li-
go.
Juanita Dortil. d p >is de precer r flei-
tir um ou dous segn ios, responden :
P .ia be o, sim, aceito.
Brvo 1 mi na tilha.
M.s, com urna con ii,ao. Servico por
ervico...
Pedio a palavra tambera para mandar
mesa uns requeriraentos.
Vera mesa, sao lidos, apoiados e en-
trara em discussao os seguintes rerjucri-
raeno8:
* Reqooiro que, pelo Ministerio da Guer-
ra, int'ormj o gveruo qual a somma des-
p-nJi la, e qual o numero das pracas feri-
das com o exercicio militar ltimamente ef-
fectuado.
< Sala das sess* 11 de Setembro de
l886: -Affowo Celso Jnior. \
Aliado por ter pedido a palavra o Sr.
Rodrigo Silva.
R-qu-iro, que, pelo Ministerio da Fa-
zenda, informe o gov roo qual a somma
gasta desde 20 de Agosto do anno transac-
to a' presente data eom a irapressoes
offiiaes de todos os ministerios.
i Sala das sessSes, 11 de Setembro de
1S86. Affowo Celio Jnior.
Adiado, por ter pedido a palavra o Sr.
Chnstiano Luz.
i Requ ir > que, pelo Ministerio da Agri-
cultura, informe o governo se tem conhe-
ciraento de abusos coramettidns em d -tri-
mento dos escravos na nova raatri-ula a que
se est proce lendo, e no caso : fHrmativo,
que providencias tem tomado para os re
primir.
i Sara das sesaS-s, 11 de Setembro do
1886. Affomo Celso Jnior.
Adiado, por ter pe iidu a palavra o Sr.
JagUaribe.
O Sr. Soares : Sr. presidente, V.
Exc. ha de i-r (ido o discurso proferido no
Senado pelo eu distincto comprovinciano
o Sr. senador Ignacio Antonio de Assis
Martina, com relacao apuracSo da elei-
co senatorial em minha provincia;. V.
Exc ha a ter desse discurso coraprehen-
di lo que o honrado senador, deixando de
parte as praxes observadas as relaco-s
j -ssoaes, cuten teu que era azada a occa-
aiao para ferir a honra do humille orador
que se dirige agjra Cmara. (Vivas con-
testajSes da dcpu'acAo liberal de Minas.)
S mu duvida alguma S. Exc. nao pode
ignorar quo o humilde orador que tem
honra le dirigir a palavra a esta augusta
Cmara o candidato mais votado do par-,
tido conservador ; e com a aasoveragao que
fez n'aqu -Ha casa do parlamento, de que
urdens tinham partido do Rio de Janeiro...
O Sr. AffmBo Celso Jnior :Elle
incapaz de ferir a qmm qur que seja sera
ter prov&s convenientes.
O Sr. Candido de Oliveira: E a sua
delicadeza rauito conh>;cida.
(ra outros apartes.)
O Sr. Soares: Se 3. Exc. nao tinha
a intnncSo de ferir a honra do humilde ora
dor...
O Sr- Candido de Oliveira: -Sem du-
vida, nunca tevo essa int-ueao.
O Sr. Soares: ... devia salvar isso.
Vozes : Nao era preciso, esteva salvo
O Sr. Soa es: S. Exc nSo exaraioou
com a devida attenco as informagS-s que
Ihe vieram da capt>l de minha provincia
' .poia ios): foi por deraais pr iptado ; nao
attend-u a que a fraule nao poda dar-so ;
correu tribuna e forraulou urna aecusa-
jo que nSo tem fundamento algum, nomo
vou demonstrar.
Depois ilu discurso de S. Exc. foi pro
fe rido outro pelo honrado senador o Sr.
Affraso C-lso, no qual pre-isou o no ne da
pess<>a que suppuahara intentava falsificar
a apuraco, o Dr. Jos Euphrosino Forrei-
ra de Brito, erabora declarasse que nao
-reditav.. no tacto...
O Sr. Atr.n.. Cela.. Jnior : Perdao.
Esse senador disse que nao a Teditava no
f.aoto ; quo pedia iuformacao d'elle, a bem
meaiuo dos iudigitalus.
O Sr. Soar s: .. O Dr. Jos Eu
pbr.-sino Ferreia de Britto o redactor po-
ltico do jornal Unido cuj primeiro numero
acaba de apparecer, temi no s-u frontes-
pi-io o nomo do raes no doutor, como os
nnbres deputa Jos podem verificar (mostra);
na 4.a pagina se acha a apurayo da elei-
cAo senaturia-, donde se ve que o candi
dato mais vetado do partido conservador
oceupa u -k." lugar.
Este fai to publico e notorio exclue qual
quer supposieo em contraro, mesmo no
auirao d'aquelles que nao condecem O re-
ferido dout >r. (,Ap dados.)
Eu desejo serrr-me do documento apre-
sentalo pelo honrado senador na outra c-
mara, para co n ello mesmo de urna v esmag..r a c lumnia.
Dase S. Ex:, que faltavam 116 actas.
Mas S. Exc. nao se d-u ao trabalho de
examinar so em to I -s esaas parouhias por
S. Exc. mencionadas houve cleicSo, por
parochias nao
Eoto que ?
Quero ser vista representando.
Pur quem T
Pur ve com que preparasse
uma peca e proraetrerain ir prmeira re
pr->--rit icAo
Poi b^m, minha filba, isso dep-nde
lo que vu quizer r-presentar, i'isse a di-
rectora. So isso nao emb racar o espec-
tculo e au ex'gir muitu estuio, podere-
tues nos cnt-nder.
A p -ya est montada aqui e Darnala
a represen'ou uma vez nu Gymnasio. ..
(ue peca ?
erge Panine.
Vo quei r presentar Serge Pani-
ne ? ex. lamoit a dir.-tura.
Porque nao T per^untou Joanna Dor
tii, r-pr. 3 rit-i t.a peca qu.rido a compa
libia andoU em viagem e g Tanto que fui
niuito bem rec*-biia.
Darnala raordeu ob labras para nao r;r.
- Isso n&o ha do dar un sold, disse a
directora.
Eu pagar-i as despezas.
- Eoto sim. Mas s sa ha de repre-
sentar a p ca tres vezis.
I-so pouco impirta, com tanto que
Darnala represente o p>pel de Se ge Pa j
mne.
Estoo prompto, se tu quiz n-s re .re
sentar na minha p -ca o papel que te off-
reccinos, respood u o attur.
Isso j est residvido 1
E.itAo tstaraos de aocordo, disse a
dircu>ra, depuis, dirigindu se a Joanna
Duriil :
Qu indo quer representar irso ?
. P.r est-a oito diaa.
D- d-pois de amauh a uito dial.
Assi n ha vera tempo para recordar a pe-
Sa.
>-ja ento d depois de amaoha a
oito diaa I
quanto em 27 deSSaP 116
huuve eleicao, a saber:.
(Juro Brinco, Brumado de Smta Bar-
bara, Pi-dade dos B .gres, Ibiturnna, S.
Francisco de Paula da Oliveira, S. Jos
do l'hopot, Coirabra, Pedra do Anta, Des-
eob-rto, S. Jos dos B itelhos, Barranco
Alto, Desemboque, Rio Manso, Sucuriii,
Salto Grande, S. Miga -I de Je luitiuhonlia,
Icacambira ; e om ti uunca se fez el-icAo,
bem que incluidas no decreto do diviso,
a sab-r:
Erapossada, Dores da Victoria, Caxam-
b, Buri'-y de P. racat Canna Brava,
Gui-t e n'esta era ha qualidcaeaj.
Nao ha noticia anda de 9 parochias, a
sab-r:
S. SebastiSo do Sacramento, Rio de S.
Francisco, Morada Nova, S. Francisco e
Salles, Alegres, Malacacheta, S Romlo,
Capao Redondo e Parodar.
Das 84 restantes, 44 derarn raaioria de
votos aos conservadores e sao:
Morro do Chapeo, Rio do P. ixe de
Entre Ros, Suraiduuro, Manbuass, Cara-
tinga, Amparo do Rio S. Jos, Santo An-
tonio do Rio cima, J-quitin, Abbadia de
Pitangui, Dores de Inday, Rio ds Mor-
tes, Cajur, Santa Ria .o Rio Abaixo, Pe
nha da Luga, Itatiayasa, S. Sus de To-
cantins. Dores do Torvo, Rio Par lo da
Leopol tina, S. Pauli do Muriab, Santo
Antonio do M..r de H-sp mlia, S. Jo&o Ne
pomuceno, Otaria Pic, Santa Rita da Bu >
Vista, Chrstina, Pouso Alto,, Passa Viuto,
Cambuby, Frutal, Sant'Anna do Rio Jas
V-lhas, Kia Pret do Paracat, Gouv*,
Glufia (Diamautina). Montes Claros, Bora-
tira de Montes Claros, Mi dos Humene,
Itinga, Tremedal e Agua Verradha.
N'estas parouhias o resultado da eleicao
foi o s guite :
Soares 897
Bar.\o da Leopoldina 891
Viga 8.7
Bretas 558
Alvina 542
Carlos Affonso 522
Candido de Oliveira 501
Calmon 236
Nao havia, pois, nteresse em desviar as
actas das eleieo-s d'estas parochias.
Das restantes, 44 derara maioria de vo
tos aos conserva lores. (Apoiados.)
N&o bavia, pois, o menor interesse do
partido conservador era falsificar uma apu-
raco retirando aetas que Ihe dao maioria.
(Apoiados.)
Um Sr. Deputado : lsto responde ca-
balmente.
O Sr. Soares: J v, pois, a cmara
que o nobre senador a quem me retiro,
ne teve nem o incommodo de ir analysar
e estudar essas actas para levantar (per-
mita se me a express&o) semelhante poeira
no senado.
0 Sr. Olympio de Valladlo : Admira
at que o Sr. Ignacio Martins externasse
semelhaDte suspeita.
(Ha outros partes.)
(J Sr. Soares : R-atam, como disse,
40 paruchits das 116 mencionadas cujas
votacSes sao mais fovuraveis aos liberaes.
L)-s'as 40 acha n-se na secretaria do se-
nado aetas de. 28, faltando apenas de 12
at a semana pasaada. Esta semana nada
veritiquei porque nao pude obter inf r a >-
eo;s. Assim pois, se se remettero as
actas para a secretaria do senado, era mui-
tu fcil ao honrado sonador tet-as primeiro
examinado ah e chegar concluso a qu-
e.u -bt-guei sem ser s mador. Seria isto
luelnor ao quo vir levantar ac-usac3os so u
o menor fundamento. rYrguntu aos hon-
rados depuiados que interesse poda naver
por parte du pirudo oonaorrador em fal-
sificar a apnracj da eleicao. N-uhura
absolutamente. (Apoiados.) NSo ha n.-st-
p .iz cidado algum que se prese rapaz de
aceitar semelhante presento de gregus. Eu
p. la minha parto declaro que, pur mais
honrosa que seja a cadeira de senador, j
mais me assonuria n'ella eom a diff-.reuc ,
nao de qmnhentus e tant s votos, como
Candido de Oliveira : Eu nao
nao se recor-
Um sabbadu, o m-lho^ dia. Agora
fallemos na qu-stAo das despezas.
Quanto quer ?
Pe|.s 'res das, como ha de ser de-
pois das fest-s de anno bura, digamos se
tecentos fram os.
S-jaiu setecentos francos, mas para
a pr i i o-ira r-preseutacSo ha de dar-me
quatro cHiiu.r t s.
S dous.
Pre.-iso de qu tro. Eu Ihe pagarei
us outrus dous. Vou Ihe dar j os oito-
centus franci-s, passe-me um recibo.
('o n eff .to, p >es te g .b.r do fazer
bem as -uusas dase Darnala rra lo.
Nao quero qu-* a cousa f Ihe.
Nem tao pouco j revolver que mata
Serge Panine no desf-icho.
Justamente !
E s<>bre tudo nSo me vas qneiraar a
ara Sab s qu- eu a aprecio 1 e mesmo
muito.
Oh i sim, s i que aprecias a tua ca
ra I ura verdadero esp-lho de cocuttes !
Mas nio tenhas medo. Nao BOU to desa-
sada .ilaliu I
i- mquuiitu o autor-actor e a futura es-
r lia tiocavain i stas palavras, a directo-
ra e.-er-via ura recibo de uitocentos ir. n-
eos.
Joanna Donil enir gou-lhe a nota de
mil francos que Angelo aroli tiuha-lbe
dado na v -spera muta e rec.b-u o reci-
bo e o tro o. por cons-queacii d-z luiz-s.
*3 os camarote? p-rguutou ella.
Eu Ihos darei doua ou tres dias an-
tes da prnueira repr. s-nt .cao.
Quaudo -usaiaremo- ?
Aiuauh dia de anno bom. En
saiareinus depois de amautia, quando esti-
v r cuuclui ia a leitura do tereciro acto do
Cnme da P. L. M V S deve estar pre-
sente leitura, nao se esqu-ca.
A qu hora ?
M io da, por emqu >nto...
- Nu teu ha receio, aere i puntual.
a^ora, mas de um s voto. (Apoiados;
muito bem.) Eu seria o primeiro a repel
lir semelhante presente d-- gr.'goa.
Agora p c licenca anda cmara para
lembrar que, se o honrado seuador teve a
coragera de levantar semelhante a.-.cusacao,
porque infelizmente era rainha provincia
jase deu um exemplo. Em 1^6'i, tendu o
partido conservador vencido a el-icao da
assembla provincial, a tmara municipal
de Ouro Preto inverteu os papis e a maio-
ria turnou-so minora.
O Sr. Muurao : O digno deputado pelo
2o distri to pode dar t-si-raunho disso
0 8r.
sei
0 Sr. Soares :-E. Esj
da desse facto ?
O Sr. Candido de Oliveira : N"*, se-
nhor.
Sr. Soares : -Ora rauito obrigado. Mas*
o que eu sinto quo *sta aecusacao tives-
se part lo do Sr. senador Ignacio Mrtias,
cavalbairo rauito distincto 0ora qmm mau-
tenho as m-lhores rdacS^s.
O Sr. Affmso paz le offeud-r a V Exc.
O Sr. Sares; N.turalmente S. Exc.
recebeu all mesmo no senado semelhaotes
dooumjntos e a&o teve tempo de os exami-
nar.
O Sr Canudo de Oliveira: -Elle se fez
a aceu8acao porque suppunha tor todo o
fundamento
Q Sr. S.iares : -Nao ha fundamento al
gu n, como acabo de demonstrar cora a
propria relaca.) do paroohas qui S. Ezc.
exhibi rio s-tuado. Elle devia conheoer os
individuos que Ihe davam essas inform ic.Ses
e nao confiar tanto neTles.
Passando a outra ordera de oon-idera-
y3-s, eu peco licenca cmara para muito
lig-iram-uto, em quatro palavras, fun la-
mentar o voto que aqui dei com relacao
ao imposto sobre o s J, sobro os debentu-
res de companhias ou sociedades amraymas
e sobre beb las alcoolicas.
Voj.ei. Sr. pesilente, contra o impisto
sobro o sil, porque entendo que o governo
antes de faz r economas nao tem o direi-
to de lanyar impostos. (Apoiados e apar-
tes.) Era segundo lugar, votei contra o
imposto sobre b bulas alcoolicas, porque,
tendo o paiz subven donado estradas de
ferro e engmhos centraes cora a intenyao
do alargar a industria saccharioa, e sendo
os priraeiros fregu-z-s dos engenhos con-
traes os f.tbrio antes, j se v que o impos-
to vai atacar de frente a produeco nacio-
nal e a industria- (Apoiados.)
Votei finalmente contra o imposto 1 inya-
do sobre os debentures desniedades anouy-
mas, porque, sendo os debentures divida
passva, o imposto vai recatar sobro a tota-
lidade da divida e nao sobre o ren i:n -ato
Al n disto as soci-dades anonymas j pa-
g ra o imposto sobre a rend, isto sobre
os dividendos, e quando necessitam con-
trahir emprestimo lanyam-n'o ao mercado
e pagara o respectivo sello. O imposto,
pois, como foi con-:-bi lo vai recahir sobre
a totalidade da divida. (Apoiados.) O im-
posto deve ser lancado sobre a renda.
Deraais a lei vai ter eff ito retroativo, por-
quanto vai atacar as emissSes j feius as
suas amortiz i;d'-s.
A'm disso o imposto tem fim especial,
qual o de construir-se u o proprio p associacAo eommercial da praya do Rio
de Janeiro, quando lias elle recahe em
toda a p >pulayao do Imperio.
I 're > que neatas poucas palavras tenh
fun lamento o meu voto.
Nao me iraport.estar neste ponto em de-
saecordo cora o governo, porque trata so de
uraa questao financeira, quest3 -8 que em
rodos os parlamentos, sao qu-s'o s abortas;
nao deixarei por sto de continuar a pre3
tur Ihe o meu frico apoio.
Tenho concluido.
(Muito y.n rauito b-m I
O 4r. AffoQSO Penoa protesta con-
tra a ioterpr-tayo daiapclo uobre deputa-
do >Sr. Stares sp.lavras do nobre sena-
dor Sr. Ignacio Martins, no senado, S.
.'xe. nao f.z rais do que apresentar as
inf.r na^Ses que roceb-u de Ouro Preto,
nao poda pretender offeuder o Sr. Soa-
res.
O <>ra lor, coahece a historia poltica da
sua provincia e nao tem conh-ennent i de
facto que o nobre deputado allega ter se
passado em Minas em 1875.
Quer lavrar um pr it-sto contra -s pa-
lavras que o nobre ministro da agricultura
pronun i)u no senado e que o orador la
Parece que o nobro ministro quiz dizer
que a opposico da cmara discuti o cr-
dito para pagamento dos terrenos do Man-
gue, mov la pela advoca, ia administrativa.
O ora'ior nao sabe porque S. Exc. diriga
essas palavras oppysiyai. S. Exc. tem
de explicr quaes .8 motivos que o induzi-
ram a ver na cmara a advueacia adminis-
trativa. *
A opposiyao nao cele nada em dignida-
de a S. Ex:, que leixon correr a discus-
sao a revelia e vem fallar em advocada ad-
ministrativa.
) #
Joanna apertou as raaos da directora e
dos homens, e sahio convencida de que re-
preseutanuo Serge Panine ia revolucionar
a populayao.
Ora, logo que a porta fechou se atrs
djlla, Darnala disse :
r.is alii uma sujeitinha que se enga-
a rodon lamente, pensando quo capaz de
r- presentar o papel de Pasca em Serge Pa-
nine Ha de ser detesta vel l Ha vemos de
fazr um fiasco moostro I
Cual I replieou a directora. A sema-
na ruira. Eu Ihe darei cem caderas, se
ella quizer. A sala ha de estar ch-ia de
amigos uella que hAo de applau n'r por
peior quo seja o eu tere salvado as dos-
pez- s de tr.-s dias.
Com este adagio emprestado ao defint)
Chilly, saccessiwamento director feliz d
Ambig do Odun, <-. que dizia : Salve-
mos a despeza I mudara u de conversa e f
traiai'am du drama indito que iam mon-
tar.
l'hegouo dia de anno bom, singularmen-
te tiisto para a maior parte dos persona-
g-ns da nossa hist-iri .
L Ao L-r iyer e Renato Dharville passa
r.in p-nt du dia era casado tabelu M>i
gr-t ra de Rivoli.
Soplua foi pedir fe8tas aos seus nume
ru >s amigos-
Osear, metamorphosendo em enfermeiro,
nao ueixava a pubre Eunn Rosa, cuj sao
de n io raelburava e cujo des-sp ru i-rescia
de hora e .- hora.
Paruli e Loigi, uada ura p lo sen lado,
trabara lidu muito attentaraeute os fac'o
nivers.iB do todos os j iroa. s, sem enera
trar nelles a menor allusAo aos ac.unt-ci-
.neiitos de qu tora i' the.tro a quinta de
ia Pie e as margena du M.rno.
Coa -luir o d'ahi, nao sem urna appa-
reocia do lgica, que uto tinha transpira-
do nada absolutamente e que, por tvnse-
queu ia, poda ra dormir tranquillos.
No'dia s guinte au do anuo bom, antea
(Contina.)
de comeyar o ensaiu de Serge Panine, leu-
ae aos artistas do theatro de Batigoull -s 9
terceiro acto do drama de P .ulo Darnala.
O ex-a uan e de Ceoili i tinha sabido ti-
rar muito hbilmente partido dos fictos
n rradus pelos jorna-s e nos quaes elle
guruu ti!o accidentalmente.
O terci-iro acto, qn- nao podia deixar de
pruduzir grande eff-it > sobre o publico,
eoutiuha a seona era que elle tinha levad*
a Cecilia, era presenya do seu tutor, a car-
ta que tinha acnadu em Dijcn.
Os duus autores, usando do direito de
raesckr factos reaes a incidentes fiotiuos,
combin-yOcs seenicas, fithas da sua imagi-
nayao, tinham feito di tutor da filha o ai
sassinu'do pai sem susp-itar que tssa ia-
venyAu, que Ibes pareca singularmente ar-
rojada era de todo o pauto vordadeira.
Os Quites dos p.-r.oiiagcns ostavam mu-
lados, uixs na liguras destacavam se bem
iv.s na trama sumbria do orama < para
Angelo Proli as aliusScB deviam ser terri-
vels.
Por isso os n ti uljade em co opr-h^uder o -ff tu p-
duzi lo no italiano pela tagarelicn de Juax-
na Dortil, que as suas cantaradas do thea-
tro d-< B.tignoll s tiuhara posto ao faetode
aSSU iipl > da peca.
N. tarde da l-itur* de grande effeito
desse tt-r. eiro acto, Joanna Dortil) voltan-
do a ra -ie Courcelles, sonbe pela uai
que o duutur tinha entrado e que estar
no seu aposento. .
Vou fallar com elle, disse elle Sra.
Litro I, elle ha de estira r rauito ver-me.
E f ii bater porta de Proli.
Este abi0 logO.
Aii I ah I vo. 6, minha querida me-
nina, disse elle, apenando Ihe a rato. Seja
bem viuda... Eu quasi a esp-rava.
(Continuar se-ha.)
T/p. do Diario raa Lu^tia de Caxiaa u. 4$.
M
J
t


J
/
L
1
t


Full Text
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