Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18942


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Full Text
AHNO HIT -- 1DIIIO 170
V
#
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*



I
fc
i
PABl A CAPITAL B L.LCARB9 O.IDB NAO SE PAGA PORTE
. ........... 6\JOQO
ljJUU
............ 230000
.......... 4100
Por ire meses adiantados .
Por seis ditos dem
Por um anoo idem
Cada numero avulso, do mesmo dii
SABB DO 28 Si OTO DI 1
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por mu meses adiantados ....
Por nove ditoi idem......
Por um nao idem......
Cada numero avallo, de diu interiore!
1SV5600
20J0OO
27*000
100
DIARIO DE
RNAMBUCO
Proprieftafrt tft M&ncel Si
^.H
Jtria Sxtos
TELEGRAMMAS
3ERFIC0 PAaTICULAS Dfl DIARIO
IO DE JANEIRO, 27 de Julho, a 4
horas e 40 minutos da tarde (pala liaba ter-
restre).
Fanccionaram boje ambas as casas do
parlamento.
Hontem no Senado foi spprovado em 3a
diauasSo o projecto sobre bancos da emis-
slo com as emendas.
Hontem na Cmara o deputado Torres
Portugal declarou que votara contra o mi-
misterio se estivesse presente discussSo da
mocSo.
Foi hoje approvado na Cmara o art. 2"
do projecto sobre baos sgrieolas.
O deputado'Ratiabona discutio urna in-
terpello acerca de negocios da provincia
4o Cear.
O Senado aiprovou hoje em 3 discus-
sSo o prejectodefixaelo das forca6 de mar.
No salle principal do Costino Fluminen-
se realisou se hontem um banquete de 200
talheres offerecido ao Visconde de Figuei-
redo pelos seus amigas negociantes.
SERVIGQ U AGENCIA HAVAS
STOCKOLM, 27 de Julho.
3. M. o Imperador Guilherme acaba de
oheg&r aqui.
Agencia llavas, filial
27 de Julho de 1888.
em Pjrnambu.o,
ntiammi uhja i
LHTEBAUBA
DE
PiMTlKHL E BRVZIL

PELO
Conselheiro Joao Manoel Pereira da Silva
x
iContinu asoj
Tambem nao sio muirjs ; o captiveiro dos so-
senla aonos dt-turpara os espiritos e a educacio ;
o estados escolsticos qae permittiam os jesutas
dominadores as duas uuiveraidadea existentes no
estado, a offi-rial de Coimbra e a da companbia
em Evora e em os callegi js de hamanidades espa-
lhados no reino, e de cania a maie directores das
contciencias nao .- pelo ensino, com > pelo palpito
e pelo confesaionano, refreavam a inteligencia
no circulo de ferro que elles haviam -stib-lcido,
e qae n'o dava entrada s iooovaces, ao pro-
greaso, so deneov Ivimeoto scientifico e litterano.
Qaatro esenptores eminentes se notam todava,
dallados de parte outros inferiores ; e elles espa
lhsxam brilho sobre a litteratur por'uguesa inda
p r algnns ana os Am do de 1640. \
Slo : o abbaie Jaciatbo Froire de Aadrade; o
monge oratoriano, Mimel Bernardas ; o fidaigo D.
Francisco Vianoel de Mellj : e o j auna, Antonio
Vieira.
Nao apreeiarei com par'euUridade os dous pri
meiros, porque poato exee entes prosadores, mes
tres de sea idioma, oireeiose mvi sos na lio-
guagem, o primeiro nos leu um elogio histrico,
e nio orna biographia de O. Jo i de Caatro, viee-
rei das Indias, e dexou-se nao raro arraatar pelo l
gosto gongorice bespaobol, e nfeitiu-s- por veses
de trocaailbos ; o segundo mnis puro e delicado na
por ate escreveo pouco, e o un h ir qae deizoa per-
tence particularmente a meditac'S religiosas,
qae ni" luteressam tanto pelo asauaipto como pela
arte com que o suaviasa e encanta.
Retanr me bei, p rm, maia extensamente na
eonfcrenci actual a O. Pranciao Manoel de Mello
reservando para as seguintes o estado qae merece
o padre Antonio Vieira.
No principio do rcalo XVIII naseera D. Fran-
cisco Manoel de Mello, orinado de familia lio no
bilitad qae se considera prente da casa de
Braganca. Ainda moco, abandonara os estados do
eollegio jesutico de Saoto Autio para s-guir
earreira mi itar. Tomoa parte em combatee de
trra e man nunos. 8 ffrea nautragios, assistio a
| gierras em Flandres e Italia, e subi ao p-sto de
mostr oe campo, no seivico da Hespanba.
Dorante oa tumultos de Evora, em 1(537, quando
os povos do Alemtejo e A'garves se levantara
contra oa tributos que decretara e mandara em
Portugal Cubraro c-.nde duque de Olivares, toi en
carregado p >r O. Joao, Duque de Brganos, de
defendel o perante o governo de Madrid, txplicao
do qae se nao envolver e n-m approvara oa alvo
rotos populare. Deaempenhuu perfeitamente esta
commissio, j pelo sea talento e tino, ji pela in-
iaencia, fama litterana e poderosas nm que dispunba na corte de Pe ippe IV. Descre-
veodo o fact' oa ana Epanoph ra poltica, aatisa se
esprime D. Francisco Manoel
c Contra os pivos mostr a o conde mais despre-
so qoe sentimeoto, e como bom-tn que no cora-
080 elojava a cor e a vinganoa. us u maia d a
. (fivitoa que das paiavras. AfB.ra.arei que oo
perd obaervco de sea mais deaeoilada movi-
' asento, porqae mesa desconfianga da minba
capacidade me tinba prompto a tod.s oa offices
da poltica, Unto no calar como no diftrr e sempr -
* no ouvir ; maa sobretodo no crear, sendo esta
a maja importante advertencia de qae prrcisam
aqaeTlea que tratam de negocios delicados e pe-
rgosos. ,
(Contina)
nacional da comarca de Rio Formoso oa seguintes
cfficiaes :
1.a companhia
Capitio, Francisco Ferreira de Albuqaerque.
Tenenf, Pacifico Fernandas Candeira de Mello.
Alteres, Thomai de Barros Mello.
> 2.* c. mpBnhia
Capitio, Francisco de Ooaveia Soaia.
Tenente, Jos de Amorim Paea Barrete
Alferes, Manoel Jos da Costa Cont.
3.a companbia
Cepitao, Leoncio Ribeiro Campos de Vascon*
cellos.
Tenente, Deo Jato Auaterio de Goaveia.
Alferes, Antonio Raymondo de Luna.
4 companhia
Capitao, Manoel Faustino de Mendcnca do Rsgo
Barros.
Tenente, 9efgio AftB> Jo- Meti.
Alferes, Manoel Cactano de Hollaada e Soasa.
Commonicoa-ae ao commandante superior.
O presidente da provincia, cm cxecnc&o da
lei n. 2395 de 10 de Setembro de 1873, resolve
Hornear Boseado da Silva Camello para o posto
de alferes da 1* companbia do 36" batahao acti-
vo da guarda nacional das comarcas de Barreiros
e Palmares, v-go por nao ter o nomeado solici'a-
do patente.Communicoa-se ao ao commandante
anperior.
O presidente da provincia, att ndendo i in-
atilidade do cargo de capellao do corpo de polica,
cujas faocces nZo estSo defiaidas no respectivo
regulamento, resolve exonerar Frei Angosto da
Iminaculada GonceicSo Alvea do referido cargo.
Fiseram-se as devidas communicaedes.
O presidente da provincia, resolve de con-
formidade com a proposta do Dr. cbfe de polica
em oficio de hontem datado, sob o. 649, demittir
a bem do servico publico, Manoel Olympio Fer-
reira, do cargo de 2* supp'ente do subdelegado da
freguesia da Vanea.- Ccmmuoicou-se ao Dr. ebe-
fe de polica.
O presidente da provincia, attendendo ao
qae requerea o taielliao do publico judicial e no-
t .s do termo de Agua Preta, Manoel de Carvalb
Paea de Audrade Qouvin, reaolve conceder-lhe 3
meses de liceoca, provisoriamente, para tratar de
aoa saude, devendo o peticionara entrar no goso
da referida liceoca no praso de vinte das.
O presidente Ja provincia, attendendo ao
qae reqaereo o bacharel Jo2o Baptista Re 'aeira
C >sta, profesaor do Oymnasio Peroambucaoo, e
ten 10 em viata aa iuf >rinaeo s os. 154 bis e 3'24,
de 9 de Janbo fi ido e 6 do corrate mes do inspe-
ctor geral da InetruccJ) Publica e do Tbesouro
fro vino al, reaolve, nos termos do art. 15 das In-
strueco s de 27 de Oatubro de 1887, arbitrar em
1:0004000. o premio requerido pelo peticionario e
garantido pelo art. 14i do R-gu'amento de 18 de
Janeiro ultimo, pela ompjaica 1 da obra intitalada
Livro de 1 Hura para os alomos do 3 gra
as escolas de iostruccSo primaria, oa -Nocoes
g raes sobre sciencias, artes e industriasfcando
o pagamento dependente de aatrrisacio e verba
consignada pela Assembla Legislativa Provincial,
a cuja dellberac 1 ser ubmettiia copia do pre-
sente acto.Fiaeram-se aa necessarias commani-
cacoes.
Oficios :
Ao presidente da provincia de Alagoas
Rogo a V. Exc. se digne providenciar para qae
pelo ebefe de polica deasa proviocia, s>jam pre-
stadas as itormacas exigidas pelo jais de direito
do 2* diatneto erimin da comarca do Kecite no
oficio, junto por copia, relativamente ao senten-
ciado Justino Patriarcba da Measiaa.Communi-
co'i se ao juis de direito do 2<> diatricto criminal
do Recife.
Ao conselheiro presidente do Tribunal da
Relacao do Recife.A' vista do incluso reqaeri-
mento q/ie ser me ha opportonamente devolvido,
digne-se V. Exc. da informar acerca da estado em
que se acf a appellaco do sentenciado Coriolano
Hrcuann Paea Barreta.
r- Ao Dr. chefe de polica.Informe V. S. se
o preso Silvestre Francisco do M do, segundo da, a oito aooos de gales, e que cuco
pre sentenca desde o anno de 1879, j cumprio saa
pena; e na afirmativa, por que nao foi posto em
liberdade.
Ao juis do 2 diatricto or!u.iu.>l.Informe V.
8. si o preso Silvestre Francisco do Monte com-
pletou o temoo de sus pena, e no caso affirmativo
ai foi expedida a ordem de soltura, e si tem lugar
esta.
__ Ao inspector da Tbesouraria de Fasenda.
Nos termos da aaa iuformaoo de 10 do crrante
n. 380, mande V. S. pagar a Fielden Brothers a
qaantia de 214800 de qae trata a inclusa conta,
proveniente dos concertos da canalisaco e do gaa
c nsumido na garda do palacio desta presidencia,
dorante o mes de H*io ultimo.
__Ao mesmo. Bemetto a V. 8. a relacao do
seravo Henriqae que, segando ioformaco do jaa
de orphoa do termo d Oamelleira, toi all liber-
tado por conta da 7* quota do tundo de emancipa-
cio em audiencia de 12 de Novembro do anoo p-8
Hado, afim de que mande pagar intereaaada D-
Laurian* Bam>s BrandSo a importancia de 4004
viata de aoa i&tormaclo de 4 do eorrente, sob n.
376 Commanicoa-se ao jais municipal e de or
phoB do termo.
PARTE OmiM
.vem* la pro vi acial
itBim DO DA 12 DI JUUW DI 1888
Acto.
O presidente da provincia, n exeeualo da
iti a. 8396 da 10 de .-etessoro de 1878, reaslve
aasatar para a 10 awaetp de marra da gaarda
Ao mesmo. Transmiti a V. S. para os
fins convenientes as inclusas notas do gaa consu-
mido duaante o mea de Juoho finio, nos quarteis
do 2' e 14' batalboes de infantaria, companbia de
cavallaria e enfermara militar, na qoantidadb de
35 31)0 pea cbicos ; bem aaaim a iuformaco jan
ta, por copia, do engenbeiro enearregado das obras
militares de hoj datada, sob a. 226 relativa ao
mesmo consamo.
Aj juis de direito da vara de orphios.
Chamo attenefto de V. 8. para o facto narrado
oa Provineia de 10 do eorrente no qual Canillo
Goav-ia de Aadrade dis se espoliado pelo esen
vio Pontes de accordo com o Dr. Ferrer.
Cpovem que V. S preste as competentes infor-
mneo -a acerca do qae j conaton.
__ Ao inspector do Tbesouro Provincial. De-
elaro a Vm. que indeteri hoje o requerimento da
Delmira Francisca Gomes, a que se refere a sua
inf.-rm-c > de 6 do c irreote, sob n. 37, sobre a
dispensa de appareiho da Companhia Reeife Drai-
nage, collocadj na casa n. 43 da ra de Lomas
Valentinas.
Ao director geral de Obraa Publicas. Re-
fomosendo a Vmc que mande proceder ao orea
ment i daa obraa precisas no cemiterio da villa de
PanellaB de qae trata -a respectiva cmara muni-
cipal nos > ffi-ios juntos em original qae oppjrta
mente me serio devolvidos de 1 e 19 de Maio
ultim> e 2 do eorrente mes. Commaoicoa se 4
Cmara Municipal de Pan-lias.
Ao commandante do corpo de polica. -De-
claro a Vmc. em reaposta ao sea oficio de 6 do
correte, n. 299, qae nests data maodei o Tbe-
souro Provincial p-gar a conta na importancia de
;7940u0, proveniente do eoosammo de gaa no
quartei do corpo sob seu coomando, no trimestre
de Abril a J nbo ultimo, conforme a meama con
ta. Para esta presidencia rea >lver com relacao
propoats cuntida no mesmo oficio, referente 4 mn
nanea no sjateina de iilamin*cJ, conven que
Vmc. me aprsente Dota da despean nrcesaana 4
compra de caodieiros e clcalo de kerosene a con
iBDir se m>nsalri.ente.Offijiou-ae ao inspector
do Tbesi uro provincial.
Ao Di. juia de direito da comarca de Panel-
las.Informe Vsse. sobre o aasampto do requer
meato de Mara Francisca de Jess Moura, boje
renetrido ao jais maoMipal do termo de Paoellas
Ao jas maaicinil do termo de PanelUs
Informe Vmc. sobre o aasampto do reqoerisaente
aqai janto qoo Iba dirige Mara Fraoeiaoa de Je-
Portarias:
O 8r. agente da Companhia Braileira de
Navegicas a Vapor taca transportar 4 corte, por
conta do Ministerio da Gnerra, a Jos Mandes da
Silva, que asaentou praca com destino a um dos
corpos all estacin i dos. Commaaicoa-ae ao bri-
gadeiro commandante das armas.
) Sr. gerente da Companbia Pernamboeana
de Navegaoo mande traoaportar ao presidio de
Fernando de Norooha, por conta do Ministerio da
Guerra, um caixo, contando medicamentos e dro-
gas, destinado s prscas all destacadas, segundo
declara o brigadeiro commandante das armas em
cfflcio n. 2141 desta data.
O Sr. gerente da Ccmpannia Pernambueana
mande transportar para o presidio de Fernando de
Nnronha, por conta do Ministerio da Guerra, ao
oficial e praca8 constantes da inclusa relacao que
all vio destacar, segundo dee*raav brigadeiro
commandante das armas em oficio o. 2128, desta
data.
Ao referido offiei.il acompanha o criado Jos,
que ser tambero transportado.
Expedio se ordem ao inspector da Tbesouraria
de Fasenda para mandar justar con tas ao official
e communicou se ao brigadeiro commandante das
armas.
O Sr. gerente da companhia pernambueana
mande transportar para o presidio de Fernando de
N Tonba, por conta dos negociantes Albino Fer-
nandas 4 C, os gneros constantes da inclusa re-
lacio assigoada pelo secretario do governo desta
provincia e destinados ao pessoal da empresa de
pbospbato de cal.
U Sr. gerente da companhit* pernambueana
mande transportar gratuitamente eom passagem
de r de ida e volta no primeiro vapor que seguir
para o presidio de Fernando de Noronba a Fran-
cisco Antonio Brandio Cav-cente sjudante do ad-
ministrador da Casa de Detenoio que se acha sof-
frenHo de beriberi. Officioa-se so director do
presidio.
O Sr. gerente da companbia pernambueana
faca transportar para o presidio de Fernando de
ifironha por conta do ministerio des negocies da
justica oa sete sentenciados de que trata o Dr.
ebefe de polica no officio juoto por copia, de 8 de
Janbo find> sob n 516.Remetteu-se as gnias ao
director do presidio e commanicou-ee ao Dr. chefe
de polica.
. O Sr. gerente da companbia pernambueana
mande conceder passagem de proa at o presidio
de Fernando de Noronba por conta das giatuitas
a que o governo tem direito a Luisa Francisca dos
Santos, mulher do sentenciado Gervasio Rayman-
do Jos dos Santos e a um filho menor,Officioa-
se ao director do presidio.
O Sr. sane/intendente da estrada de ferro do
Becife ao S. Francisco faca transportar amanbi
por conta da provincia, um cabo de esquadra e
nm soldado do corpo de polica qae vio destacar
na villa de Agua Preta, tendo ambos Hireitoa
baga-rem.
O Sr. enearregado da estacio de Una do pro-
longamento da estrada de ferro do Recite ao 8.
Francisco mande transportar de Barra de Janga-
da a Uaa >m carro de 2* classe por conta da pro-
vincia o anspecada do 14a batalhio de infantaria
Lus Domingos Pereira e duas praoas que o acom-
paoham.
Mufatis muiandis ao superintendente da de S.
Francisco qaaoto a passagem at o Recite.Com-
manicou-se ao brigad' iro commandante daa ar-
mas.
SXrSIBTH DO DR. SECBETABIO
Oficios : a
Ao juia de direito do 2* dstrictn criminal do
Recite De ordem do Exm. Sr. desembargador
presidente da provincia communico a V. 8. que
nos seas > fficios os. 209 e 910 de 9 do corrate
mes foi hoje proferido o despacho seguinte :
A o Sr. directer do. presidio de Fernando de
Noronba para sati.-faaer a reqaiaicio. *
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. desem-
bargador preside i te da provincia communico a V.
8 que informe si os vinte e um sentenciados men-
cionados em seus oficios de 9 e 10 do correte mea
sao os meemos de qae treta o aviso que juntordo
Ministerio dos Negocios da Justica de 5 de Junho
fiado.
Ao Dr. juis substituto do 1* districto crimi-
nal do ReeifeDe ordem do Exm. Sr. desembar-
gador presidente ds provincia communico a V 8
qae no sea efficio de 7 do correte mes proferio-se
o despacho seguinte :
Ao Sr. director do presidio de Fernando de
Heronba para satisfaser a reqoacio.
Ao jais municipal de Floresta.Nio tendo
o concurrente ao provimento do lagar de 2 tabel-
liio desee termo Francisco Alves de Carvaiho Bar-
ros, cojo exame de suficiencia deficiente, satis
feito aa exigencias dos 5* e 6* do art. 210 do
regulam nr<> annexo ao decreto u 9420 de 28 de
Abril de 1885, r.commendo a V. 8. de ordem do
Exm. Sr. desembargador presidente da provincia
qae proceda a novo concurao de accordo com as
disposicpea em vigor.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.O
Exm. Sr. desembargador presidente da provincia
manda commuaicar a V. 8. qae oeste data profe-
rto o s-guiote despacho na peticao de recurso ds
professora Taciana A>exandrina Monteiro Lopes a
quem se refere esse Thescnro cm informacao de 7
des te mea n. 328 : Junte os ai testados a qae al
lude.
Ao commandante do corpo de policaS.
Exc. o Sr. desembargador presidente da provincia
manda declarar a V. 8. qoe tica intnirado do aa-
sampto de sea oficio n. 303 de 9 do corrate mes.
DESPACHOS DO DA 26 DK JULHO DB
1888
Bartholonieu &C. Succeasores. Infor
me o Sr. inspector do Tbesouro Provincial.
Bario do Limoeiro. Em vista do qae
nformoa o Thesuuro Provincial, a poae
r ter logar a rescis&o do contracto, paga
a multa Ac.-ita esta, se providenciar.
Companbia Pernambuuana. Hoje ex-
peco ordem Tbesouraria de Fasenda para
pagar a quantia de 532800 dependendo
a de 81400 de autorisauSo da Assembla
Legislativa Provincial.
Compaohia Santa. The reza, -r Nesta data
se eapede ord-m ao Tbesouro Provincial
no sent 10 em que requera sopplicante.
FirmiuO Firmo de A se vedo. Oada a
rescisao do condado da arrematacio, aera
de novo levada 4 prsfa o pedagio de que
se trata, com a permissSo da barreira jul-
gada neceasen*.
Jos Gitirana. D-se.
Jos Joaquim Alves 4 C Sim, com
as restrici;8es do estylo.
Joao Baptista do Amaral. Sim, com
metade da gratificaoto, nos termos do ar-
tiga 76 do regulamento de 12 de Marco
ultimo.
Leopoldina Feliciana do Nascimento.
A oadeira foi provida por contracto.
Luis Ignacio de ltveira J.rdim. In-
for 010 o Sr. inspector do Tbesouro Prorin-
Cikl.
Dr. Malaqaiaa Antonio aoBcalres.
Concedo.
Reis 4 Santos. Sim, eom as reatrio-
S5a do esiylo.
rsula Hermina de Almaida Neves.
CoDoedo, aatisfeita a oondir>So do artigo
17 das instru -tSes de 21 de Marco de
1887.
Padre Vicente de Moura Vasoonoellos.
Sim, sem a congrua*
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 27 de Julho de 1888.
O porteiro,
F. Chacn-
v*----------------
Repart pao da Folela
2 sjeooSo.N. 698 Secretoria de Po-
li' ia de Pernambuco, em 27 de Julho de
IsWoV^rlm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc, que foram hontem recolhidos Casa
de DetenySo os seguintes individuos :
A' minba ordem, Manoel Francisco dos
Santos, por crime de furto, a disposiySo do
Dr. delegado do 2." districto da capitall
Jos Bernardino de Senna, Joaona Ma-
na da Conoeic2o, Manoel Jacintho, por
disturbios ; Manoel Francisco da Fonseoa
Campos e Luia Coelho Ramos, como alie-
nasios at que tenham o conveniente des-
tino.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Reeife, Francisco Miguel Qaspar, John
de tal, como vagabundos, e Martin>ano
Ferreira dos Santos, por crime da deflora-
m en toe
A' Jordam do do 2. districto da fregue-
zio da Boa-Viata,1- Jos Qarcia da Suva,
por disturbios.
Hontem resssumio o exercicio de cargo
de subdelegado do districto da S do termo
de Olirfde, o cidadXo Jos Marcelino da
Silva Manguinho.
Coto relacSo as facto de qpe tratou o
Jornal do Becife de 20 do Sea passado
8 b 07tituloPalmaresouvi o respectivo
juiz municipal, que acaba de informar o
seguinte :
No dia 8 de Abril d'este anno, Mara
Albina da Soledade, solteira, e que resida
com a propria mSi, Albina Maria da Sole-
dade, em Canhotinbo, deu a luz a urna
criaofa do sexo masculino, nos mattos que
demoram nos fundos da casa de sua resi-
dencia.
Dous dias depois descobrindo algaem o
cadver da crianca, que j era pasto dos
ces, deu dissu sciencia ao delegado do
termo, que fez ir a sua presnea, Maria
Albina, e procedeu as diligencias legees,
para descebrimento da verdade e o resul
todo destas diligencias consta da certido
por copia junta.
No dia 25 do coarente, preatou jura-
mento, o aasumio o exercicio. do cargo de
delegado do termo de Palmares, o cidadao
Jlo Flix Pereira.
O Dr. ebefe de polica da Parabyba,
acaba de communicar-me por tel*gramma
ter sido capturado hontem o individuo de
nome Bellarmino Pedro Ferreira conhecido
por Bello-pipoca, pronunciado no termo de
Itarrb dessa provincia.
Deus guarde a V. Exc Blm e Exm.
Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia.O ebefe de policia, Francis-
co Domingues Ribeiro Vianna.
Juiso municipal do termo de S. Bento,
em 17 de Julho de 1888.- O escrivlo do
crime, revendo v denuncia e inquerito a
qae se procedeu contra Mara Albina da
Soledade, certifique ao p desta a recapi
tulaclo do inquerito % que se procedeu
contra a meama por crime de infanticidio,
os despachos dados por este juizo, tanto
na denuncia, como no inquerito, e se d-8t>
consta que a mesma Maria Albina da Sole-
dade foi presa por este crime. Curopra.
Jos Leonardo.
Cerdeo que revendo a denuacia e iaque
rito policial de que, falla a portara sapra,
do meamo inquerito e denuncia consta a
a recapituladlo e despachos seguintes !
Do presente inquerito averigua se que no
dia 8 do eorrente, Maria Albina da Sol
dade, moga solteira que viva e vive em
caaa de sua mai, viuva, Albina Francisca
da Soledade, nesta povoacl, dea a luz a
urna rianca do sexo mas alio, por trsz
da casa de sua referida mfti, nos mattos,
procurando oocultar sua deshonra, que
deix vultando, encootrou-a morta; nos doa
dias seguintes toi encontrado o oaiaver da
referida crianca j devorado peloa c2es e
corvos, do que se ha exposto, consto do
auto de perguutas feito a dita Mara Albi
na e sua mencionada mSi e corpo de de-
licio de folbas.
Os depoimentos das destemuohas confir
mam a de Uranio de Mara Albina, qoesap-
pondo esta delegacia haver a meama com
mettico o crime, matando a crianca recen-
naacida e para o desoobrimento da verdad
procede nao as diligeociaa exigidas por le,
oenboma calpabifidade ponde encontrar da
parte da dita Mara Aloipa, como todo se
v dos depoimentos daa mesmas testemu
nbaa, e que o tacto de ter dado Ins oc
cultamente foi para encobrir a sua Oes
honra.
O esorivo remettea o presen inqae
rito ao adjunto 'do promotor publico deste
tormo pjr intermedio do Dr. jais munioi
pal, a fim de proceder o que Iflr'de jueti-
ya e indico para testemuobas M-noel Leite,
J-a Feliz dos Santos e (uilherme dos
Santos Bu -Canbotioho, 15 de Abril de
1888.-0 delegado de .policia, P-ulino
Augusto de Sunaa Ayres.
Voltem ao adjunto do promotor publi -o.
porquanto somente depois de inqa-r'aa s
teetemunbas off recidas se pouer reoo-
nbeoer a crosioa>lidade oa nio riminali la-
de ds accasada. S. Bonto, 12 da Julho
de 1888.-Jos Leonardo.
Autoada designando o es rivlo, dia e
hora. Prooeda se a inquericlo de teste-
mjnhas, com citaclo do adjunto do pro-
motor publico e r se for encontrada. S.
Bento, 16 de Julho de 1888.-Jos Leo-
nardo.
Certifico mais qae da denuncia nSo cons-
ta estar presa a mesma Maria Atbina da
Soledade, constando, porm, do inquerito
que fora presa em Canbotinlio.
E mais Be nio continba em dita recapi-
tuladlo e despachos que os copiei fielmente
dos proprioa autos, aoa que me reporto e
dou f. Villa de S. Bento, 17 do Julho
de 1888. O eacrivlo Jos Augusto da
Silva Le n 19.
Secretaria de Policia de Pernambuoo,
27 do Julho de 1888.Coaforme.-O se-
cretario, Joaquim Francisco de Arruda.
INTERIOR
utllios lavoiira
{Cidade do Rio)
Vsi-se desunviando o borisonte carregado qae
smeacava o projecto de bancos de crdito real
N-m servida pelo espirito genial de Joaqun
Na buco e pelo saber do Sr. Loarenco de Al bu
querque, a opp sico consegue demonstrar a pes-
sibilidade de prescindir do crdito do Estado para
a reorganisaco da industria agrcola
Dos de jatea evidencia-se que a medida propos
ta (r 1) governo a anica efficas no momento ac-
tual, porque, sem, ooerar os cofrea pblicos, d ao
Estado o meie de assegarar a cootinaidade da pro-
dcelo.
Os pongos imaginados para demonstrar que a
fanca das lettraa hyp thecanaa redundara em
compromisso nacin 1, sem neohum proveito para
a industria que se pretende benear, coojuram-se
pelas segurancaB de que o projecto cercou o em-
preatimo nominal de crdito poblico.
A experiencia do systema do projecto est feita
na A.llemariha, onde o resultado toi a emanciparlo
dos rendeiios do dominio absoluto dos nobres. Foi
por ama organisaco igual que a trra libertou-se
da escravidlo a que esteva condemnada e cos
verteu se em valor fcilmente negociavel pelo po-
deroso meio da lettra hypjthecaria.
NSo ha duvida, que em toda a parte em que o
crdito real foi ensinado, por isso mesmo que el e
vinha por um lado desafLgar o devedor e por ou-
tro limitar o arbitiio do credor, merecen sempre a
mais viva opposiclo. Por um singular contraste,
levaotam-se quasi sempre contra eise meio demo -
cratico ue autonoma do trabalho, os majs adan
tados espiritos.
Tomando como typo da opposielo, o immortal
Thiers, v se porm, que as mas raaes limitam-
se, em Franca, a urna circumstancia sem cenbum
valor ; o deteito da legialacao bypothecaria, obs-
tculo perfeitamente reductivel.
Oa resultados do crdito real em todo o mondo
respondemos terrores daquelles que o comba
tem.
Apezar de toda a depreciadlo sistematiza in-
fligida aoa nena imooveis e principalmente aos
mmoveis ruraes ellea vio ganhando' dia a dia
maior asceodente 00 mundo do crdito.
A lei Torraos que o mais adiaotado estadio
dessa revoluco silenciosa, de poaco mais de um
seculo, mesmo nos pases como a llemaoha, que
desde logo a comprebeoderam, a demonatraclo
mais segura de que se pode dar ao crdito real a
mesma largueaa e promptidlo do commercial.
O qoe a historia do crdito real e agrcola de
moustra, que elle sempre receben o primeiro im-
pulso do Eatado, ou fosee por subveoco inicial ou
pela garanta da lettra bypotbecana, ou pelo em
preatimo nacional directo agricultura.
E' racional qae a nter venlo do Estado esteja
na razio directa das dependencias da commoai-
dade para com a agricultura.
E' racional que a intervencle do EsUdo esteja
na razio directa das dependencias da communi-
dade para com a agricultura.
Nos paiaes em qae a fonte principal da renda
do Estado esta industria, lgico que a inter-
vencio seje mais intima, as re-cos mais eatre
us. Nio aaaim aaqaeilea pases em qoe o Esta-
do pode recrutar rendas para oa seas servicos em
outras industrias.
O qae sobretodo atterrorisa os opposicioniatas
a poasiblidade de pr. juiso no emprestiao do cr-
dito ; vindo o Estado a carregar com oa onut ie
qae elle pretende libertar a prodcelo. Cumpre,
porm, n fl -etir que nunca essa perda ae d real
mente, porque a contiauidade do trabalho agrco-
la se trados em ezpor 1 cao e consamo, e p >r essas
duas portea entra indirectamente a garanta qoe
a Estado d.
No noaso caso, ameacada a agricultura de di-
minuir pela falta de crdito a saa prodcelo, vi-
rtamoa a.tentir na renda de exportaolo e de im-
portaclo muito maior prejaizo do que o da garan-
ta de juros, mesmo quando ella tivesse de ser
dada ceitil por ceitil.
Entendem muitoa qoe seria muito molbor qae a
garanta de Jaros s 1 ttras bypothrcarirs, os fa-
vores de tarifa. Estes, porm, slopnvacoes reaes
e immediatas de renda, ao paaso qae' aquella se
limita a onu possiveis, mas nao provav-is.
Afora essa cons aera co, outra de um grande
valor se impe. A lavjursVarece immediatamea-
te 06 credite, para ama crise aguda. Lila nio o
pode tirar de si meama, aem urna flanea idnea e
em ircamstanciaa especiaes, porqae o mercado
11 se conforma com as conditSos do devedor,
qae ti pdJe pagar a longo praao 1 por jaro modi
eo. Oeinaia, aa nacessidades alo lio grandes
e extensas, qoe a eoai-urrrncia da lavoura ao mer
cado normal de crdito a*gravana as coodicdes
geraes, pela lei natural da procura e da iS rta.
Q>iaot maiur a nec'snidade de c-redito, tanto mais
elevad) o jaro e esireitoo praao.
A cr- aco de tatabe ecimentoa especiaes para
easea credorea especiaes impe 8', pjis, pelas pro
priaa lea econmicas.
Ora, i sabido, que o crdito nio se obl n como
se qoer, mas como se pode.
&e oa saldos da eoju^mia naeional nio dio mar-
gem oem para aa grandea txpaoes do crdito
comm-rcial, c-mo pe nr-lhe aluda, com pr-juua
am desvse oner .so para um xyst.m* de oper-coes
iuteirroente parte e em que a renda .0 ae pro-
das lent-mete?
E uai : ae o Estado o primeiro a nio fiar da
l.voara, como pedir casa coufiuc aoa capitaes
p.rliculares?
O ducurao do 6c. Andrade Figueira proj-cian
do iot> naa loa, sobre o pr jj cto ao guv. rno, dea
ao pia nm roteiro s'-gur.-, para dirigir-e atrava
das d'tBcal Jadea natura- 8 da r> forma.
O pr. j-cto tem pequen a s. n5 -a, que podem ser
. orrig doa des^e ja e outros que o teaapo ae eo-
carrejar de apuntar e com elles O remedio.
Dai se-ba ?m ujbbo pas o meamo que se tem
dad em todoa oa uuirus.
Nu< ea se foad .a d-finitivamente em nenham
pas o crdito real eom ama uuiea lei. A* priinei-
ra s-guem-sa unirs, que vio completando ua m>-
dificaudo o ay-lema primitivo. Noate assumptt,
de grado oa do loica, preciso faser poltica ex
pari entai Tratase de materia positiva, e por
ao mesan, nio p saivel f.ser com ella poltica
arbitraria e individual.
O dppnsioiunisU ,4e querer orear pela tneoria
sem oihar para a saa relatitidade ; alo raspea-
I savel directo p hi desastres occasionsdos pela lei.
O governo, ao contrario, s pode se inspirar as
coodicea do meio qoe administra.
O que o pais pode faser agora aproveitar o
sen crdito commom para vivificar as industrias ;
aesim qae ae inicia. O qae elle deve ter con-
fianza no eeu futuro.
Se u tivessemos de suppor que em trinta sa-
nos a trra nio ter gacho de valor, a producis
nio ter-se-ha pelo menos duplicado e a populacie
creteido pelo menos nm terco do que hoje, o me-
Ibor desde j pedir a um povo digno que venba
faser a liquidadlo de nosaa patria.
Po:.8 btm, i B:melbaute pessimismo pode so-
nhar com prrjuizo para o Estado na fund ici: dos
bancos de crdito real.
ASSEMBLA GERAL
NK.\ DO
Em sessio de 14 de Julho foi lido e seguinte :
PARECE E-1887
Bancos de emitido
Obedecendo deliberaclo do Senado, as eons-
miasea de legislacio e tazenda \m manifestar e
sea parecer acerca das emeodaa approvadaa na
2.a diac ussio do projecto sobre oano-s de emissio.
I. Pisara o projecto primitivo em 5,000:000*000
O capital mnimo com que deveriam organisar-se
oa respectivos bancos. Em virtade de urna das
emendas, aquella somma prevalecer! relativamen-
te aos estabelecimentos que se fundaren) na capi-
tal do imperio, maa ser redusida a 2,0 0:000**
para os que tiverem saa tde as das provincias,
e a 51)0:000*000 para os que ae constitairem nos
municipios.
Entendem as eommistee nio ser conveniente ir
to I. nge, desde j, na applicacio da idea, alias
fecunda, da multiplicidade dos bancos, sem embar-
go do exemplo em contrario de outros paiaes, por
que nio estamos, como elles, tio habituados so
manejo de inatituicoea desta ordem. "
OeduzioVa do capital de um banco municipal os
20 "o, qoe deverio conservar em caixa para o tro-
co di/8 bilbetss, insignificante margem ficar-lhe-ha
para aa operaco-a que Ihe sio proprias, d'onde re-
saltar que, nio pudendo prestar ainio ineigmfi-
eantts servicos s respectivas localidades, impe-
dirlo talvea qae outros se tormera na provineia,
d spoudo de mais largos recursos, e, censegointe-
meote, podendo ser de maior ntilidade.
Propdem, por isso, que nantida a emenda quan-
to a duas primeiras partea, neja alterada, deter-
minando se para mnimo dos bancos municipaes
1,000:000*000.
II. O 4 do srt. 2 qae, destinava se a cohibir
o excesao das emiato a toi subetituido por ama
emenda, que, aggravando a penalidade, manda
que es respectivos procesaos sejam instas|radc6 eas-
cffio. 4
(Jomqusnto persuadidas de qae o projecto regu-
lis satisfactoriamente este ponto, todava as com-
mi8;o-i8 nio se oppo-m a que com maior rigor se-
jam puaidos os que incorrerem em to revoltaates
e funestos delictos.
Pensam, entretanto, que, para maior clareza, o
qoeSuito importa em disposicSes penaes, dever-
*e-|sz redigir a emenda de accordo com a frmala
primitiva, suponasindo se a aatorissclo para os
procesS!-s jtofficio: Para que taes Crimea nio fi-
queia ioijuio a.stam direito que a todo o c-
dadio aasiate e o de ver, q. blicoa corre, de denuncial-os autondtde compe-
tente.
III. Na Inminoaa discussio por que passoa o
projecto foram aventades algumas ideas, que no
conceito daa commisaoea podem trnalo maia efi-
caz para 08 diversos intuitos que vis .a.
Ausim, jalgsm acertado :
1.a Que ae determiue seja oonverfldp em caro
ama parte do fundo de reserva, que os bancoa de-
vem constituir c m a quota dos lacros semestraes,
qae para isso destinaren);
2. Que se autorisem os noves estabelecimentos
a fazerem empr&atimo aos agricultores, noa termos
do srt. 10 da lei n 3,272 de 5 de Oatubro de 1885,
por prazo de 3 a 5 aooos, e ainda por escripto
particular, aesignado pelo mutuario e duas teste-
munbas, cujas firmas serio recoobecidas antes do
registro, derogados nestes pontos o art. 107
2* e 4 do decreto n. 9,549 de 23 de Janeiro de
1886 ;
3 Qae possam ser aceitas para garanta das
eaiiao-o as actaaea spolices da divida publica in-
terna do valor nominal de 1:000*000 e jaro de 5
'/., na razio de metade do capital de cada eatabe-
lecimento, e com a daaaula de ficarem deade logo
vencendo o juro de 4 1/2 /-
I /. As commissuB adopram as demaa < mendas
fetas no projecto, e de coutormidade com o qoe
deixam expendido offerecem outras, que anppSeo
no caso de merecerem a approvaclo do Senado.
Apresentam sob n. i o pr jecto redigido tal
como f. i votado em 2.a discussio, e em n. 2 as
emendas que ora accrescentam.
Sa'a ds cnmmiso s em 13 de Julho de 1888.
Liio fellosoMrquez de Paranagv J. A.
Saraiva. Danta. Franco de S.Nunet Oen-
galves.
HUMECTO E-1887
Fri jecto sobre banco de emitido redigido de acar-
do com o que venceu te em 2 ditnuttio
A Ass-mbla Geral L giaialiva niaolve :
Art. Io Poderlo emittir bilbetes ao portador e
i, vista, convertivei8 em moeda eorrente do Impe-
rio, precedeudo aatorisafio do Poder Execuive,
aa ccmpai hias anouymas qae se propuaeram a fa-
ser operac 8 bancarias, e que, em garanta do
pagamento doa meamos bilh--tes, deposiWrem na
Jaix da Amortizacio o valor eifficiente em ana-
lices da divida putlica interna, designadas no ar-
tigo 2* deata lei, observadas as dispoaicoes se-
guiotea : i
l* A emissio doa bilh-tes s ser permittida
por somma 'goal ao do Valjr nominal das plices
depositadas.
I Ni poder a importancia das sp lices de-
positadas exceder a d us tercos do capital reali-
aad-. __ ,
II. A autoriasclo para emiesio de bilbetes nio
ser concedida smio aos bao s cojo capital sob-
senpto alo seja inf-ri r a 5.000:000* na capitel
do Imperio, a 2 000:000* naa Capitaes das pro-
vincias e a 500:00 purm, qae ja o capital subscripto de cada ban-
co a uoantidade das plices que depositar nio
exc-der do valor de 20.000:000*000.
1(1. A importancia daa a pulu-es depositadas por
tod.is oa bais em caso neohum excede i i o ms-
imo de 200.000:001*009 Preenchida a dita aom-
ma o governo nio c uceder novaa autorisaooes,
calvo pelas sommas eorrep nd ntes s autorisa-
a anteriores que ficarem aonalladas pela liqai-
dvo dos respestivB bancos, e ti' sdaiente de-
pois de resgatados oa bilbetea por elles emittidos.
IV Os bilbetea emittidos em coufjrmidade das
dispo.ito-s deata le seria recebidos e terio cara*
Q-.S es'ai,5.:s publicas gera-s, proviociaes e muoi-
uipaes, eze-pto para pagamento dos direitos de
itap>-rt tolo e dos juros da divida interna fundada,
une aerio pagos em moeda correte. Oa bancos
emiasores serio ubrigadis a red bar reciprocamen-
te oa bilbetes dos oacros, sob pena de liqnidacio
toreada. .
V. Os portadores de bilbetea terio privilegie
para aeu pagament >, oom excluaio de quaesqaer
ootros eredares s bre as apoiicea dpoaiiias e-
sob e oa 20 % esa oKda correte, qae D*n90t
si i obrirf.doa a eoeaervar esa caixa, oonfurme S>
1 a*, n. 1, desee ai tigo.
A rauaaa de pagar viata e esa moeda oorroa.
Ib



Dferio de PernambucoSabbado 2H de Jalho d 1886

m

I
**"

ao^rtsatorpara
cial d
8 bilhetes di direito
pelo nio pagamento permute o oficial do protesto
da letr da toase i e constituir fundamento legal
pan a dsaratasao da liqodscAo forcada do
banco.
VI. 0< btfeetee para emiesao sarao fornecidos
pela Caixa dV anortisacio, correndo aa .deapeaaa
por conta do banco intoressado, e deverio cooter,
alm da numeracAo e da deaignecao da aerie e
eitaaapa :
a) a ioscripcoatovatasnsjae
vel to portador a ai-avistar;
6) o nome do basas* esaasaor ;
) a declaracaaosto qaa*a pagameasnwse
garantida palas apatice i digitada!,
do-se o valor e o easaarv asnaasm*.;
d) a assi gustosa.-do eB*s*ean*to da* Ge i xa -a
Amortisacio oo Va Tmmw ssatoi iiisA.Bsne
iaao tr deaignado ;
e) afirma do iniaator, ad
reate do banco, a quem peloi estotntoa
ataignar ai responsabilidades do estobelecimento ;
/) oa bilherea serio do valor de 10, 20, 30, 50,
100 e 500*000.
VII. A falaificacSo de bilhetes e a introdcelo
de falsificados seri punida com as penas commi-
nsasi peto direHor vifaato ao erim* da-
tis*.
4Lt> deposita da qae trata este artigo (I)
poder ser redoslo aa proporoso ecn que diaii
unir a miaeao. e deveri ser reforjado sempre
qaa aaffrer que ha a oa desfalque rj-ir dadncco de
maltas ou por bix* do valar venal.daa t. pollera
depositadas i importancia inferior ao .valor da
emaaao, dadusidos oa 20 "^ em moeda carente,
de.ue tratan a. 1 deste paragrapho, devenda stt
a difEerrnca que houver ooberm pelo deposita da
aova* apatices da divida publica ou mjada cor-
tante. Nasta.utti.isa hyp tbese vencer a quajuti
depositada o mis oo juro que sa anhar fixada paia
aa letras do Tbesonro Na-ioual.
I. O banco conservar sempre em caira 20 /.
em moeda corrate do v*ir das bilhetes em
cir'uUcao para acudir aoseuprompto pagamento.
IL NS.eataUxics ae incluir a. clauaul 4 deque,
na bypotheae de corrida dos depositantes em
eonc careante para retirada* aasiudiate as quaa-
asdaaasisaiiisf., e anaen-ae i aasasrar o- xhreito da
pagal-aa por letras qmrvencerao o mesero jarp,
divididas em seia riesaoorraspondentes, quando
for possivel, ordem cbrooologica da requisico
da*.deposita artes, asar isdsmo**nte-? rasgal* vea
da 15 em 15 diaa, de odaqaa ao cabo de 90 das
volte o banco ao rgimen ordinario dos paga -
ou -sjsjfcfft*/,, na
compita
meo toa.
%& O banco emmor>*a.sajenOf n*o*Hisaco
o'guveruo, eapecihkaarateao qae-respaila* erais
sd, sabetitmeio e ssgate do* biaht-tei.
Afisealaaeio seca exetsid por asa funeciona-
riouia eoveao,nomeado p^lo minas te ni o da-f aseada
ooaad ptrceber urna gratifrcaco, oajo maxrm
nao-poder exceder da- 6:090 aoimalaeate.
4. Verificlo o exeaaeo de eaaisaio le buho-
tesdoa banco*, ricir oaetadn adrante id* enssai,
sera? acelerado em liquadaoao foxeadat o banoo
pela,' autoridade judwiaria a cojo caaosvieseato
abogar o facto, e sanio os direoiorea dea banco*
proceasados ex offitio como fabricantes de papel
aoruilo toteo, u Launa do bel, 173 de cdigo
crimmal. e os fiaeae o^uio euajplioes.
$ 5.a O praaode daraco dos basis, de ase
fusta ata, le aio lexajester de J8 aiot; p -
duna, tidavto ser-prorosmio mediante antariaaeao
dj governo.
6. No oaea da Mowriajaoao volantona aa ir-
caos, set, eatreaje 4 Caixa da Aaaortisaca, .por
paite do-basteo, dentro da pea so-ds ees mesas, a
Qaslai da dala er* que for de.ioeratte oa dtere-
tastoa liqaidaci*, qaantia em moeda crrante eer-
raipondete ao asilar, dos balbetes easittidoa, e
-mediante esta entrega serio resoitoida ae analices
depositad as.
Com esta qaantia .effactnar a Caica da Amor-
tiaio o resgate dos- bilheaea.
No caao ido fiaaeo paaaaor biabetea reagisadea,
oa> eaatmgar i Caa da Amortiiauo, taita a
devida deduccao na somma com quertivar de aalrai
pata o rsgate.
I. Si a quantis. oeceesaria para o reagato nao
for entregue deot. o do psaso mancioaado, aCiiit
da Aeaortisaeo alienar pelos preeos eeeseotea S
apilicea depositadas, ccom o seu producto r.aali-
asr o resgate doa balhats. reatitmudo ae aobr-. a
mm sopees sotanees) da suaoa
II. Oa bkekra vesgaUdas aecio iaaiaanadoa.
III. Logo>qaa>Caixa da Amortieasaio eativer
de posse das quantias destinadasr ao ragate dos
bitsMOM, tanto, oo aaao de Iss/Mojatio vosasana,
como no da foreada, fiasi aainaacsar par otaei,
pablioados pesa iaanrenaa, m abart ira da gpralo.de
een ai deadrodalsH, oa poetader* de brMsoaari ttaaesam-
os ao troco por moeda crrante.
Os bilbetea que deiaareuvaaa aer spreaeotasea no
dito praao se reputar* praaaaptoa, e a iaapar-
tancia, em moeda corrate, destinada ao rugate,
ser qneiaiads.
:7.' A aura concedida o Oaoeos.constituidas oa qne se
constitairem pela fomaa aaanym.
Os ditos banc s se recalaran pelas diepaorcoei
de, le n..3I60 de 4 de Novearbro do lbtJ, sea
regutannnl, em toda q'ie nao forem oatrarias
presente lei.
8.* Nos re^ulameotas fl inetraogoaa que ex
padaripaca eoecaeio desu lei,.o goverao i eatabe-
aoeraoproefaao paca oa oarviaM qs fiema a
uofgo-da caixa da ^mrHisaoao, a> na ao aotuato
poder o^aientar o peaaoal-deesa tepartioAo.
S % 'O goweroo nao -podar; autorisar i asaisso b
para a capital do iaiperioemao a' ao danostao-di:
10aLO0O:0J; e p. loa woarosi 10.QOO:OW w.tio
coBMedidas auxorBa<,oee- para ioeorpoiaoojd bao-
coa.nas provincias.
Art 2 O governo uorisado a esaittir op-
rtansmente Hpcriees, aoipar, do- valor nominal
1:080$, ao-juro de qaatro meio paroaam, para
o.fim deturmioado no art 1" desta le, e i sataei
plices podero ser depositada* pasa garantir a
miaso de bilbetea de qae trata o mesmo artigo .
1. A meta de do papet-maeda coa qaa 1.
p*go o preeo das ditas apolieea sari incint rid, e
a cortra metade seri exvlosivameate -enspregada
no rsgate dar de jaro de 5 %, 8> easabetecido no art. 60 da le -m 1 de Noaambru
de 1827.
g 2. Qqaodo, em \rtade da disposico dolara
gaapboautecedeote, tiver.sido mciueaada. cnetoV'
do papafc-moeda 'SCtaatorente em. crculaca;. na
bancos serio obrigados a ffeetoar o troco deesas
bilhetes, metae em aoouda malaUica, e ootr mo-
.Sade tan .sacada cotceote.
.3." A emisaio da trato e art. 1. peder ser-
elevada-, ao triplo da* Bommaa coB-'-epondeot s ao
valor nominal da apolieea qne oe baaeos subiti
Miseat p r deposito de moeda metlica as euas
ckHw, lude que o aoesaio deposito estiver reah-
eado.
Nesto caso deverio os baaeos effeetoar tambem
sa moeda metal-ica o troco total de aeua bilQetee
A* a, olicea serio restituida* mediante a pcov
e Da.propcrcao do fundo metallico besim reaJi-
aado.
Art. 3.* Ficam revogadas ss disposicoes em
onuaxio.
ITissaa las rffermia pelas commMies de legitlaeao
i di {atonda ao projecto n. E de 1887
-Jh art. 1.-, S 1 *. > ,0r 509ft)00*0lj
os municipiosdlga-s1,906^3^9099 aoa mu
aicipios.
"No mesmo art. jj 2., accreeeente-ae
Ul-
Nas mrasMS estatutos ioerairae-ha tamba a
otonaoU de qne ser* convertida em oaro oa em
apoitces da divida paWiaa iateraa de eapital e^
joras em oaro, a parte do fondo de reserva au>'
para iaso destmarem.
a emprestimoe ao agricartorea, noe-tersaoB do
art. 10 da lei m B72.de 5 de Oetobre de 1885.
aoderio ser feilos por- pra de 8 a 5 aanoa, e
asada por escripto particular, asaigoado pelo de
vedor e duas teatetmniBa, cajas firoaa* serio Be-
aonhecrdaa antea de registro, derogados aas'a
rito o art. lsV e jf2 e-^-do deerafo n. 96*9
29 de Janeiro de &8e.
Ao art. 1 $ i.*ajaitoa-e pelo seguate :
| o exaesio da esaissio de brlbatoa alm dos
limites determinados no 1* isapartori :
41) para os baaeos a revogafi* do deeret de
aatonaacio e ana lrqardaeio toreada e isaosedaata ;
po
I!.
Mas, d'ahi n5o se segu qu nos tenham tambera o direito d *c I.A.obnrw*. do. fieu. de qa. trata -Lar^7-eir>t.jWtiante impediai a
SBsaxssao do, capi*akdos*an
conatituir-ae, e bem assim
II. O processo para os ser vicos qae fiesnr-a
cargo da Oaixa da Amortisacio^ sem aa jmeatoisto
fea peeaosJ.
No mesmo artigo, 9,', a/Se, acresoente-see
sena municipios
estoart a.-* sqppassisrs saoas pslssoaase idees
Oprosasaso dsassaes apslirss aes aaaloivaoaa**
il|l dtii nq iHifnli joro- de 5 /.
pasado o osad i ssiib-laado saasa ioVda lei
aaaJsVjveisfi M7.
A* anstag aaaasBc*s)W*e :
dada, d. .aiaamcnusll Esde UO0UHQ00 e
de
assBaaaastsam'odo idi saaoaai ojastadove
faser cada banc, e eom a elinaula de ficarem
desde logo venceodo o jato de 4 '/i /o. faaendo-ae
oo emtauto na Caixa da Amortizac&o as *aa>p*-
teutea anaotacea. Verificada, poros, laikrjipo-
tbese do | 1 deste artigo, iocinerar-ae-ha todo o
papel moeda entregae ao pagamento
As1
m
Elementos que facilitam o estodo e
somjqao do n0880 koblema monetario
BDA (Continuado der n. 16)
XI
O Tcgimen monetario cxelusivameotc
fiduciario, distingM-se do misto e.do ex-
chuivainante mstalieo pela i Boa elastioida-
oiprapriadi
Por arto da preeidsaaia da>proviaota,dat
^Fatdel9 do eorreoto foi exonerado a pedMo Aa-
I tsaso Pereira Calado do cargo de aubdelegado do
"VViistrieto, Bodoc. da temo do ExO, e comeado
trmgindo a eXpaoBibiimade qae aJOCaot .pasa sabattail-o Jos Eaptoasio d Costa Asaujo.
banoarin Ihe posea communicar, s-d.md*v
da baneada V puderem resaltar beneficios
para os interesaos da sociedade inteira e
paraskesmssssitiaffao da paz e da harmona
uo 8WB>adaans^rs,.>m poeibidade do
mininwnpMJssifi pana os que se utilisarem
la moesla awawaria.
Em virtade daqualie-direito soberano,
queoMssaPspsaPde o dever dos gorarnos
de piver o bem-.estar dos asaexoados,
edmprefemde-ae parfeitaateate o direito le
ragular finaaceirasasente aa cendtodea de
existencia da moeda bancaria, aconselbada
peb sciencia financeira para o fin exclu-
sra de soaaiaunioar expanaibilidade ao
meio circulante legal; mas, fra eete, nao
se comprehende absolutamente nenhura ou-
ftro-direito m-g&veTBQB-TUHiaBMK emie-
bsco '& bane9/queYor8Jsa.iusturaBajcn8ti-
tunii nmmm de commere, ornan outro
qrJquer.
A moeda banearia financeiramente coa-
stirtiida justifitndo-3oexelosr\amento pela
necessidade da cxpansibidade do meio
circwlante legal a bem das mamres coave-
niencias sociaes, porque- a moeda emittida
pelos gOTOTwee 'nacionaes oao tem nem po-
de ter a-elastieidade reclamada pelo dea-
envolvimento eewiomrco das nac5cs;
claro que qnaisqner interveneSas ou con-
deseeadoncia dos goveratos naoiosiaes s
servirao para dematnrar a miesa* ifi-
nanaaira dos baaeos, em prajuizo dsptlit

o Para os directores e gei soasa o* pesoas do
rt. 1TB do cdigo crsnsal, ales da tadeosaioat,
fio das perdaa. e dainos oaasado a**'***iaaa-
) para oa *eae ceooiveato* es taea faltas,
sCsjoo, tonda Ato cealia as-ea em toapey ss
rabatiCtra-se pul e;
. Nos rejojaoieoto

-ex
proviacias osa reg** baaearla*, Izando o|BOe4a ciderda| como aeio
da.teKja,"da.activdade aacial, o. da .-todas
as vproduoc3es- nacionaes.
lisa v caaos ntoenoa qwBndo'tudoipaiwce
perdido, como se d com o Brazil, a scien-
cia financerra nao pode derxar de aconse-
Ihar, entre os madores applausos das scien-
cias admioistrativa e econmica, aquelle
rgimen.monetario como remedio ultimo,
porm, efficaz.e ifallivel para restaurar e
desenvolver a -riqueza nacional computada
pelo total da riquezas particulares.
Fouco ou nada importam quaesqner-m-
ooaveaientes que, as rebsgSes puramente
domestica*, .a imprevidenoia ou a inexpe-
Teacra de mnitos particulares possam mo-
tivar, antes que o paiz se familiarBe com
a modanca. de um rgimen de atrazo e de
mil-cria* para rgimen oppoafio c corapati-
rel com o desesvolvimento da proapri-
dade nacional.
E' eerto que as-grandes victorias ao-
ciae tem as miau victima*, masquaoaquer
qne-sejam os fisetos etraordinarios, qae
se possam verificar as nossas relacoes
domesticas depois da;adopc2o de um regi-
JBen monetario salvador, deverao eUx;s aer
coHHdeTados tfio somante ootbo a darra-
lerras consequencias lgicas, da nossa cen-
tralisadae mapoliticaje nunca como effeitos
ou resultados Jogicos do.remedio aeoofleloa-
do jiela sciencia financeira para resoaeitar,
um Lzaro.
Diante das relacacs aeeesBacias e fitaes
qae se notam entre a somma das .conve-
niencias econmicas e daB justas aspina-
co"es nacionaes e a capacidade do regi-
mun monetario adoptado para attendel-as,,
comprohende-fie faeibaente a conveniencia
de um rgimen exclusivamente metlico,
nos casos em que eBc possa bastar para
attejule.r a todas as conveniencias econo-
-micas e financeinas de pequeos Estados
mais commerciaes, do que industriaes oo.
agrcolas, como j foiVeneza.
Em reiacao, porm, aos paizes malares,
cujas conveniencias econmica se.prsn-
dem a vastos horisontes mdusttriaea oa
agrcolas, o rgimen exclusivamente me-
talicQ nSo pode deixar de ceder a pal-
ma ao rgimen mixto qne suaaeptivol.
de e lasterio muito raaior e soffieientepara.
attender anda as mais iHimitadas conve-
niencias econmicas dos .mais novos e va.-v
toa paimes do nervio -.mando ; com. tanto pie
saibam tirar e aceitar orajosaaaenoa'todas
as .consequencias lgicas desse rgimen.
A prova disto nos dao os JEstados-ini-
dos aujo rgimen monotari, apestiT de
bastante vicioso, todava nm rgimen
jnixto e o melhor que j pparecea -no seio
das soeiedadas hunianafi. E disto- oonati-
tuem prev os reauliados que a adopeilo
do mesmo rgimen- est prwduKndo na
Confederacao Argentina.
Mas quando se trato de um paiz como
o Brazil qae tem vivado aecalea, semne-
nham rgimen monetario, sob todas as
consequeBcias lgicas e desastradas da,
centralisai^io do. meio reante e Amercc
ale -toda as contingacias e mtarias ra-
aurtantee da eseacez e ckwnorww insoffi-
ciencia desse proprio meio circulante cen-
trabeado e regateado com verdadeina uva-
iFent;
Quando ee trata fie um pakz como o
"Brazd, cujo pobreza de meio cireuburte o
atrazou e o Ltu-ompatibilisou com a raueda
metlica aponto de tomar absolutamente
impon* i vel, nao km a. adtrp^ae de um rgi-
men metlico, mas alinda a adopefio do wu
regiroi mixto, por Hte. ser impossivel -fi-
xar na sua cireusaon qualqaer porcao de
moeda metlica; a seicnoia naneeiraaao
tem e nem pode aamscmar outro remedio
que nao sejaum rgimen exclusivamente
.fiduciavrio, at que se reutau-em as torcas
vivas do paiz e se eonsolidwm- a riquezas
particulares afim de tornar-se poseis/el.a,
regularsacao de um rgimen monetario
mixto, qne nos vari ji*tf*Us*iumentt.
O rgimen rjatnutario exeUaaivaniiejitOl fi-
duciario, como qualquer ds outroe, J
pode ter por base a moeda nacional emit-,
tida epelo governo,. em virtd de sen di-
reito soberano, e e pode ter por im re-
gular a elastieidade imspenaavel ao meto;
oircMlante legal para qte este se preste a
ctoda* as esvgaaeias da iniciativasaafi'bvtdiu
e do deseavoWitasato eeonotmcisD da na-t
O direito aeberano d cmiftir moeda^
longe de significar arbitrio, significa.a mais
melindrosa de todas as delesjacoe nacio-
noes. fispe direito encentra o sea natu-
ral limite jsaa projwias coavBJaiQias ao-j
cutes das quinas ae*aua goverao se deve
divonsiaT, e a sua juetafioassfio e lagitirai-
dade nos proprios interesses dos aesoeia-
dos e as conveniencias da paz e dp har-
ania, no bpm> /d*aVtacitep*vper nerkA sua,
deJegacSe o imaco peoaedio antra a pesor
de
eressee iauUrridOM*.
Jato cproorqtitDeasc psrfGmmU. do.
ata aaod porque .aescomptreoende a
intorvenc|o do* jgw^ram^ npeieasw; paaraJ
(6Wlr|B. a
eirculate.
laairaeeaao prlatotavn Por acto da ms-
ma data foi removida pan coaveaiencia do servico
a professsra Nympba Monis Tavarea da cadeira
do ensino primario de Mocambo para a de S. Vi*
ceote da Timbaba.
sitio l-tterasres~PM-acto-da saoa-r
osa datas foi exonerado a i pedida 'raoeeae Car-
dosro Fbtoto Brasil do eaasgo
trteto Mttorario de IUmaaaeA
BRecebemos bssWsMde
qaantia de 5, qae -aMatri
ote por fHmitots poasa*i|
dde de OHliaM->.NoHdafe. 21-*
xmioou o praao da -asaripplstppaaa^o
cadeira de srssbsasris i e g-iisssasia i
curso preparatorio, annezo a Pacnlaade de DP
reito.
Reunida a e*sjgregacao naqaelle mesmo dia para
nosnaav oa doavaxaminadares rjoe devam servir
oo referido concurso, foram eseolnidos para essefim
o Dr Joaqaim Aotooio de Castro Loareiro, pro-
iassas daissMsaaaasa**>ay*asaasa*.vr'**a>aas^afcaa*>>
e o engenheiro Dr. Pedro Leopoldo da Silvaira.
Fe-sxa -ale liai' Aafav A Irmsadade de
Baot'AnBad i-^.ja"d*fMaar deOeOs, cWettra,
amaoni, eom toao o esplendora festo de sua glo-
riosa padfoeira, oonataudo de missa solemne pre-
cedida de Terts,- pelas 11- horas da maoba, e Te-
Deum a noite. Sao oradores os Revma. pregador
da capel la imperial Cre Aagaato eo capillo pa-
dre Leonardo Grego, sendo a orebestra eonflada
a d'reccio do professor afedeiros.
Hoje a noite besana ladaiaaa aolemna, agrande
orebestra, e patomaaaagada ssaasa reaada.
Em todos aa>etos sesart a-banda de Corp* de
Polioia, finahirlo osa um ads fogo de arti-
ficio.
Colonlaarn*rasBSsnelMk-.S. Aftasioaptrial
Regente msaasaj, per insssasadio do ixaearo do
imperio, agr-d*aer -ato* res*e*ntasase* da-eslenia
portuguesa dr*ta .praviaoto, as aaBagrasasasaoeB
que a meama^eba Saiqji pato*aproaassasaca-la le
o. 3353, de CT'ilisssat) s^sysAJIsiiftaitsassli ie
dio na Brasil.
Thealro de Mana I abe IRepresea
to-se boje oeste theatro o importante drama Con-
dmsa Sarah, qae muito tem agradada nos tbeatroa
m que tem sido exhibido.
Te-Deara Pedem-nos a pablicaclo do se-
de maier, mais fcil e mais
para ampliar Ilimitadamente aa esphecas U,^,^ .og csxprtalisias de^gaientar ou
aqa ouoII, o aaiaero des ban
ido-se eatclusivantente pelas eon-
dimiauir,
eos,^nii
veaisBcaas do deaonvolvimento econoumeo
do paiz e pelo si seos legitimes interestes.
Nada serportanto mais monstruosamen-
te injaitaicavel permite a amencia rinaci-
cairo do que ocurso nacional da moeda
bancaria.
Ot-goveriras nacieoaes spie Be ipteo-
mettem cm organisaccies bancarias a pon-
rto de permittir curso- nacional moe-
da banearia. quer iqueiram quer nao quei-
Tam e diga a eoonomia-politica o qae qai-
zer, equipacam de faato a :moeda dos ban-
cos do Tbesouro, e ambas constitoinla o
meio. circulante nacional.
So por este facto, oontradara ellos
manifestamente aquelle sea direito sobo-
rano : disvirronm a misso finaneeina doe
bancas, cuja moeda .em ves de servir cx-
elusivamtnte para coBunanicar ebsiCerio ao
Seadu a- commiaeo jnl^adora oompost*rddire:te
daFacoldade. como presidente deila, dos daos
examinadores nomeadaa pela congragacAo, e de
maia doas lentes jul^adores, oemeados, nm pelo
director da FacuJdade e uiitro pelo Exm. Sr. pr*
sideote da provincia, foi.desigaado para e 1 lugar
o Dr. Jos Hyjiao uarte Pereira e para o i*, o
Sr. coosciheiro Joo Jos Pinto Junior.
O conoaro dever comecar peta proVa eaoripta
no dia 30 do corrento aa 11 hora da manhi.
Esto iascriptos os candidatos baehaneis Hs-
noel Pernaodca Si Antniws, Raymaado Hooorii
da Silva, Trajano Alipio Temporal de Meodoni;,
Laariodo Oarneiro Leio e Joaqaim Cavalcante
Laal da Barros.
erlco aauauarnlru Eatram hoje de
aoparior de da o -r. nujor .tevj ferraa e roe-
da de visita o r. alteres Pedro Atozandrino Bti-
tloaiaa ;. a guarnido seri dada pelo 14 baUlbao
e a guarda da Thesoarana de Paseada coaamaa
dada pela Sr. alteras Vicente: Perreira de Lnt.
VoluntarloWrificau haatam,praoa volaa,
tariameare-am individua.
Craiailor Prluelroee Marco Ch-
saas hanteoaesta crasador, que ha doua .diaa abi-
ra do porto da Parabyba.
E' am.dos navios de. gnerra qae faiem parte da
diviaao. das rasadores em visgem de nstrucco
tob o commaBdo do chefe Wandenkjlk.
Xa vio entoatrido O ejmmaiidanto do
vap*r ranc-z Vt'Ue^to Sanio* comanuuicou- nos lar
eaeauiraUo na latitude 3* 43' sal e Ijogitade 34
55' oeste, urna barca inglexa, qua-mostruu os le-
traa.R. D. C. T.
Tada ia beiD* bordo.
Cuattgoa ncua e>raJaa0 Dr. inspector
astil da iosttuuao publica expeda a seguate
poTtaaia;
loapeotorU. aera!Aarstroeaso publica d fer-
Easaaaoo, 21-da Jaibatde.1888O inspector g-aal
da laatraccao publica, viatoo officio de 20 do cor-
rete, do.dilegade littaario d*.distriats de Santo
Antomo alesf* capital, e uffiaio-da m ama data, da
prolesaora F. de eusino piimario dameaua ira
sjuazia;
Consideaodo qae, coaforma coufeaea a usada
doas ruiedas. antagnicas, urna garantida
pelo crdito'particular-e-cutnapelo crdito
nacional; eentralisam o meio c i real ante em
]ir..juizo do desenvolvimento econordioo das
-naeoes -e da multiplicacX das riqsaeaas par-
ticulares ; impossibUitam a disceatrisa-
cao administrativa, que absolutamente
i n rompa ti vel eom a contralila cao do ntoio
cicuUnte; esterfeam a iniciativa indi-
vidual, porque o meio circulante eentna-
lisado nao- susccptivol de olastcrio/ vio-
lara aquelte -dever de promover o beta e-
tar'social; e divoroiam-se dos mais suluta-
res conselbos da sciencia poltica.
Si a^moeda bancaria rto pode nem edeve
ter curso nacional nao se oomprehsnde a
mtervencao do guverno geral- na cireagao
de bancos que s pedem ser-ioclusiiai-
mente provinciaes desde qae alte tenha
eunrpkdo- o seu dever de. regular conve-
nientemente as oondieoes rian oirs do
crdito bamcario.
ssde que a mooda barjcat-ra tver o
aiaonas:
meio circulante legal, vae> constituir meio profaaaaraem.san dito odia*, asa ellsda caatig*
circalantOimaoionai e dispatar'prefereaciaB al permktidos pelo regotomeaie, sendo <|ao otta-
com a moeda fidaoiara garantida pelo ere- "
dito naciimal : impostibibtam a creas;,"*! de
um rgimen monetario como solocJioido
mais importante problema financeifo; anar-
cbasama cineok^So eom as rivalidades de-
Caasidorania qae aaa desculpa aeeitavel o
iiaer que arases, castigos proceda com modetwcio,
porqoaato -esta.nSM legttuna o emprago de castigos
prosnWdoa;
ODoaidosaodo qun-tSo p j*co a ampara-a deeka-
rac&o nao provada (i mesioa qaa o fosas) Ae se
aoJiar, per, parte-das paeside auaa a.uavua, auto-
risada a asar deeemelbantra eastigos ; porqoan-
ta,.nem estas Um comp tenoia para prescrever rc-
gras aoa profeesoraa pnbliaoa-ao deseatpaabo de
auaa funocia, nam.se Ibas pode atlnbuir o pader
de aatorisar os profesEores a infringir as diapoai
oe* laea queUe*,aao obligados a coroprir, en
tr* aa quaes ae santa o rt. 89 do regalamanto d-
18 ata jianairwdoicarrcnte sane ;
(i)uaider*nU(}UB o vigate-regioteato dssas-
colae.pablicaaaieclaavs qiae prohibido o uso de
^uqat*r ..lUraa puaicoea,.tua das ^ue.sc-inen-
cioaam nesie regimeato, anda qaa reolamadna
u aAHariadaa-pe46a paie att 65.;
Reaalv,ai9arlo da. altribaico qae lhecoafare
oa.aita.l* 191 do raguiameoto de 18 de oa-
ro deste anuo, maltar a mesma professora na
qaaotia da 30*000-
(Asaigoado).O iospector geral, Jo&o Bmrbalho
cMa. Cauoioaaa.
*. H ira a asi a -da *f e-aaeaeai Cbegon
h'.ntem d* Europa uo vapor franees VUle de San-
tos- o distinoco lente adtonto da aadeira da clnica
mediea da.Pacuidada dj Medloao* doki de Jo>
usiru. De. Para sfjeeioieaar-e a coobeormeoto de aoa es-
psenrlidaa* Msj frequsotua >o haspitaes-mais
seu pagamento puntualmente garantido por nmprtaa* caueoes depositados oos .tbesoaros pwvin- ** spsaaaotir*.aJ1ie*,eaoia
ciaes onde levanta rain igual quantia de
leerla nacional os- portadores das notas
emittidas pelos bancos que nSo as trooarem
incontinente; -claro qne a irroed banca-
ria nao poder prejndicar a ninguem urna
vez qite acaoioSoinSo sirva sinao para o
pagarmuto das uiasoee do banco. E
desdo qae o seuiourso for exclusivamente
pnuaieial na>est*coes publicas; a. moeda
nacional recoaquiatas. toda.a sua impor-
taneia-.c weiwcimento, tasto polo.ucto de
pagar aan leessidade para as resaeoes inierprovin-
wiaes.
das SBB*eae*ior" pirtea,moia3tiaa.netoaa,
oidoa>aodoaiMia
, V lu Eirj'oOr. s6neia. edrta aa eieroioio
oo sea honroso oarg/Jasuaiaudo^seaoruto alga
tempo nesta cidade em visita ao sea digna irstAa,
oUr 0rljsAiterto4e Meara.S.flerBiite'd Com-
pebi*/'"rrrto Garnl, easeasa do-qaal se*ah hsa-
pdksts
As> daitsaeto professor apraseatamoa'noaeaa-aau
daces.
Va per dja BorapaCh^goa hontem deesa
procedencia o vapor francs f\lle de Santo, qne
ad'antoD um dia ao paquete Tagus.
Nao recebemos Jbraaea.
A moeda fiduciaria dos bancos, tjuedevem
ser txclusivamente provinciaes -em ves de
de lembrar-se de disputar prefeTeirciaaeeii.
cem a moeda nacional, se resignar a
desenvolvimento da sua jnissao exelueiva-
mente tmaneeini, e onde estivere aseen-
ventencras do de6envolvimeto econmico
do paiz, ahi estarlo oe baos-, porque ab
estarn os raeros do capital'bancario. Nas.J
cidades, as villa, as aldeias do interior
das provincias, onde esietirem riquezas
a explorar, por teda a parte surgifSo
bancos attestando o elasterio do meio or-
cubmte nacional.
Nestas condicoes a soienota finanoeira
Tesolvsr perfertamente-o problema de um
rgimen monetario dueiario, para o-nossa
paiz, como mostraremos.
Entre isto 'e o projecto bancario do il-
lusrrado Sr. wraselbeiro IfeiKeim Junior
vae um abyemo, que a ecanoiia poltica
nunca poder transpY, "em bem da apn-,
.tralisacao do meio circulante *pie nos que
rem dar.
(-Continua)
Vanctoeo Amyntas de Garvaha iemra.
Antoridaadeat p>Mctoe*i *>r poatoOW dp
prcaMudca d*-,pioVAtacia ,d*,23 o iwrxci*te,e pro
posta do Dr ch- fe da polica foram nomeados :
Par*.,o lugar vago de subdelegado da fregnesia
de S->i*to Aoteaio, o actual t* sspplaote, eapite-
AutUtU tleaor Couasauo de MMHB.
rParasUiatr vago da 1* Uf,pfeit* o captao
.Qto date r>nto dea Snio>,
- Sara u Jugar de 2* suppleo'e o capifaj Jas Al-
fredo deC^atao iaoier.
ftoaa o*agar oe 3 supatonte o adadso Joaa/am
d*.bouza|Mut- iro o pba^tuicjfe de, Aavaio
iMa*rio de An*i*i 8e W exoaerado.
Para sabdelo^ado d > 3* eiiirieto de
*\aaa*4*safcs> Csssalsrilal AgrUato-
A'dir*c(oria desta-aBae4aao dirigi bsntem a S.
Rfec. o eansalheiro-Joao Alfredo, u seguint* tele-
gaomsaa:
Bm-nuraeda lavonra daeta paovraeia appalk-
oaj*paao.patriotismo da V. fise pedoaae-lhe
qae salve a fundaco das safra* e esbelta da pre-
aeate, oafldaado uisJlic*. idntico* ao que deu a
lavos ato soj.
i* Peraaaaeuco pode evdeve proapassrc, todo ato
petada-do aasio do penaambooaaao qoetlirige o
governo do paiz.Gbcra de Dtoa>retb, preeideo
t*.-A. A.lssfcra de Maddoae*, P seatetoiito--
Miguel J Enrola pabllraA 4* cadeira de eosioo
publico prioaario do sexo femiaioo.da Boa-Vista,
de6ta*idade,-acha-*e faaeeioaand* aa praoa Con-
de d'-fia n 7, 1* audar, o regida -pala profuaaora
D Amelia da Mello Pitea-Xtoloao.
Club IatersaaatoaaialSealiaa-ae hojeaos
8. Jo o
anaresSiar rW Vn >ct-oal V n 'P1(-B* pWoaJsto BvartatoJMeados dai iseohna
Bet^)irai*>.bav fl*,iB4Baat,o, auo foi, evTHaetado.
Sobdeiagado d-j l' (Hatrjcto do termo do Qra-
nito o actoal 2* soppleotc Agistinbo 'Roberto ida
Aguiur, em anbahmigo de .Berrea, qaa muoa>de .djatriato-
cespectivoa saides deate ama eapleadida soirte,
onde se reunir a maia.eaeolhida sociedade.
Em vista dos grendes preparativos, promovidos
pela respectiva dtoeotoria, deve ser brilhaote ar
festo de-boje,
D* dpoaracAa interna incotabio-se o Sr, Fer-
chaolt, tapeceiro decorador.
Ha ver iltomtaacao eletriea e a globo? de coras
no faoswida do edificio.
MiMi-am vea o Club Intemaciatal patentear
o gpsto e delic^deaa, de que tem dado pravas nos
seusvMtos.
t'ummass de expoaa;ia- D preei-
*eaaia fai rocaetlida nn orbeo a commissas per
ambocpna pa* repreaaptacia da jaropinoia na
exposiclo aoiwsal da Paria, em 1889, caja copia
pea foi .enviada para publicar :
. Palacio Vprrstdenea, 33 da Jolao de 1888.
dosatsaueo a W. Ss., de accordo eos a iufor-
inaciu pr-Ato^a P*'o ongenbeiro fiscal interino in
epttpda de ferro do Recite a Oliada e Bebcsibe, em
21 do crrente, qne o gerente da mesma estrada
preeta.se a maridar transportar gratoitaanente os
objeetos>qa*toram. deotaosdo* a exposioao univer-
sal de Paria.
Den* guarde a Vv. Ss.Joaquim Joii de Oli-
veira Andrade.Srs. niambros da commiaso agen-
ciadora de prodoetos destinados a ecposioio uni-
ivettal -de Pads. *
Para o norteNo vapor PtrflpofSft da Cosa-
paobia Pernam bocana, que hoje tarde de ve sa-' *
nir em viagem aos portos do norte, segps para a
proviaeia do Rio-Grande do Mosto, oude vai exer-
ar o.cargo de premolar ppbiico da comarap de
Macio, o nosso amigo Dr. Aprigio Aug.usto F--
r.ejra Chavea, ltimamente Vftmovido, a sen pedido,
de igual cargo qae exeroia aa copiare do Apody
da mesma pravinota, acomsoansado-o asa Ecnaa
Os homjng pretosdeto capital, qocrendo mos-
trar o entbusiasmo de qae se achsm posaaidaapesa
promulgacaj da lei o. 3,353- de 13 de Maio resol-
vern qae no. dia 29 do arrate 4 1 hora da tar-
de, dia do. aoaiversario davprincesa imperial re-
gente, fo;se caatado nm solemne Te-Deum em
celo de graoas igreja de Nossa Ssnhora do
Boaario da-8snto Antaaio.
< Para este tiro, urna coosmissla tapecial dirigi
ejovites ia primaira* antoridadaa da pravaacia,
corpo ecclesiastico, exereita.aaarinba, corpa consu-
lar, magistratura, imprensa, horneas de lettras,
guarda nacional e pesaoas da mais fina sociedade.
O a.-to ser offieado pelo illaatrado vgario
da troguexia de S. Antoato.
A orehestra, dirigida pelo maestro Manotl
The*philo da Paix3S'secundado peloa mevbireB
caotar^s e mais habis professores desta "capitaJ,
execntar ua T* lieum doa oasis brtlbantas at
-baje cinbeci J*.
Urna rauaiea marcial focar durante o acto
os asis liados trechos 4o sea rsperSorio. A com-
auae antral abasto .pedo a eoHdjuaacio do aovo
pernambocaao. para qaa esta festa aheguaa altara
-de tAvnotavat.feito.
Bac-Je, 27deJafbo.de 1888Aogeto Cueto
dio de Oliveire, Maxirmano Ribeiro da Aeaajo,
David Praaciaco Gaatii, Eleaterio. Jos do*. San-
tos, Maooel da M. Moateiro Lopes, Iaaocsocto
Paea rie Mendonca, J >a Mirtoa do Sacramento,
Uiyaee* Agapito do Eepirifo SaatJ, Victorino I Jo-
mes de Oliveira, DamiaoPraaeisco Campos, Qui-
rinoliooes de Asaampcio. Q-iirino J.rf de San-
t'Anna e Miguel Fraaeisc-) dos-beatos. *
Gremio Reereallto Panalllar-----Bata
.sociedade cea4isa.no saboado 28 do corrate a so*
aaire iseesal, de esperar qae seja ama fesfa
bfrilhantejsieocaotodesa come tam sido aantwio-
roa. Aioda maia ocioaoHn daiaberativo da aacor-
doicom oitrr. direclor de mes capttao Sebstiao
Muaia Biatlio Pyrho tem eospregad todaa, oa-as-
f .rc::s para melbor agradar aos Srs. atooiadtat e
c avadado*.
lantluilo t.r"bfMl.ireo e (Mnrra-
jatoisra Perafneueaa*-r> a aeta da saa
aeirJ ainaraadrt U da Jaita de 1688, sob a-pre
wIsaasssaadaiEana, desesabargador- Man el Glesaao-
tino.
A' osas aw* da torda, preasoto* os Srs. Dea.
C.e*Pere rioo, Baptiata Kegueara, 1 secreta
ros csnslheiso Paito Janior, moaaenbor Joa>
qnim Arooverde Cavaleaate, A-uauato Costa, D.
Joan Basoea e major Cxieceira, 2" aeoreisWo
foi berta a seeaao.
Lid* a acta da antecedente <-Spprovada,
O Sr. Dr. 1* secretarioneue*o* o suguiate ex-
pedraotoa:
Uuia earu da 8r. W-ieksoan. dtada de 19 de
Jirobj, pedindo algpmas notioie* leataaiatioa da
estado aotnal do oatitote, afim de puiiieat aa,
atarme tcaetoaa, no Auouario (J-ajgrphicu de
sMna.
Basponna'ssisatiafaapndo ao pedido.
Um* dita do Sr. Dr. Felipas Figueirdj, respou-
deado oes Offie Jonbo Ihe dirigir o Io*trUito.Ioteirad.
Ootra, do Exm. ae. conaslhsirP Francisco de
Carvalho Soares BraadSo, ao mesmo sentido.
Ioteirado.
Um ofiicio do Exm. Sr. coaselbeiro ministro do
irapeeictAle.25 de Jaaao, coormumoaado ter na-
iiqu*a.dato concedido-o.crdito de doua contoaide
rtas ostoo aaxli* para a publieaoio doa doeumea-
tos extstentet ao archivo de Ioatitnto. Iatei-
radn.
Uua ditodo l>r. arieretartod* preaideneia, de 4
doeo.-reote, commuaicaodo, de orden do Exm-
daa*atba*gador presidente da previ" cia, qne por
avilo do Ministerio do Imperio, de 25-de Jubo
ultimo, cooatava ter sido ooaosdida, ao Instituto
.a qaaatia.de doua coatoa dexis para g pabliafa
dos documaatos bastorioos esiatootos esa aeu ar-
erjar-.Inteirada.
UraaioasE- do Ss. aoaxMadadar Sirasjrto Elsidio
Carueiro da Caoba, accasnadnfa aeoepOao do. ontt-
ciadvlaatottato* solioiteado owa. diploa de eo-
ia.aDrraspondaate.
O Sri Dr. 1 -eeretocM informa qae j rentet
tara, o dipioota do auwoio ooatmsadador 3jl-
vioe.
Offertas : .
PcIj coaaocio Dr. Pedro Francisco Correia de
Olivoira, um ehspa deimetal aaaeatada en raa-
naimoam a paiawa^ OUpenta^ra^mento do Rio
Apm, vaaor qaa naoiragasa oa costa da Rio
Grande do Sal em 11 de Jalho de 1887.
Pele* respectivas redaccoea, di varaos jornaes
deste e de outraa provincias, bem como um oume-
r do jornal Le Brzil.
As oi'rtas Ao recebidaa cons agrado,
Ew'sagaida o>S*. Dr. Baptista Begueira, pe-
dindo s palavra, espoe qae M estatuto* do Ius-
tituto t.n sido modifiaados por diversas vesos, e
algusaan deatoa alteraooea cojistam apenas dss
actos dasaessiss o que toram rssolvida, e con -
rindo qae os ostatntos porque a*.rege o Instituto
aejam impreasoa para aterro conhecimento dos
seas cossacios, prapae qae se nomeie ama com-
missftoqne as incoaba de verificar as modifioa>-
oooa dea estatutos e apreseator am trabsibo.cosn
pleto e rago'ar das dpaaige* em vigor, podando
.ao mea*no tempo indicar as alterafim qne inda
convenba adoptarse.
A proposta fji approvada, sendo nomeados
aaabrosfda couiuna*ao os. 8ra. Drs. daptista Re-
gueira, Cicero Peregrino e monsennor Jpaanim
Araa.verde Cavalaame.
Sob propoat* dos Srs. mopeenher Arcoverde,
major Godeoeira, D. Joau Busson e Pereira da
Gasto approrsdo socio honorario do Instituto o
Exm. cousalneito -Jos Feraandes da Costa Perei-
ra, actual ministro d > imperio, bem como socio
correspondente o Dr. Henriqoe Angosto de Albu-
quorque Milet, propasto pelos Srs. Pereira de
Coate, Dr. Baptigta Bagoeira, major Codeceira p
D. J*au Sussan.
0 Sr. ntajor Codeceira pedindo a palavra dia
qae sendo prova vel nao asis tir a promxia sessao
do Instituto por ter de seguir para acorte do imps-
rio, fas as suas despedidas cfferecendo alli oa seuB
servicoa nio s ao Inatiloto como particujarmente
a oada am das dgaos consocios.
Nada maia bs?podo a tratar se foi levantad* ia
saasjto sendo designado o dia 26 do corrente.para
a primeira reonilo.
2 filhos, Dr. ala-
bares brssiler
Joao Alves Qoo-
brasileiro JB$-
Mari*Tranaisc* P8i
neses, su* senbora a 1 criada
-- Cbagados da Patotas aa
Lals Francisc Chavos e Job
vea.
Sabido* par* o sol- na vapor
pirito Sanio :
Coronel Flix de Morses Bandeira. engenheiro-
Miguel Ooimaj*asvCastorinP. dos Santos, As
re Mea* Quimeras*, Masad vtabasto da Costa, Jo-
s Dtoatngaes OodsBeiray F IMssa e saa senbora.
Matea* A a te, Lnail Hagatos, Mara Olyaspia da
Pataaa Doria el riada, Antoato Per reir Mu-
aia, A..C L. M*lsvG*b*ssta Aatoora Cah, Ed-
Gasc, Moa i si Nstor ato Mendoncs, Jos
Monis Freir, Fredertoo Lopes Santos
Lto^attecrata&Mtoia sMaffcassjto|o, Lais Ignseio
Pvreira-ste Silat^Oarlwstataasa Salebe, Mnsor,
DtoaingoaaVisada dllva, 6 rripilantes naofragos,
Joao Harto, 1 erimiooso, 2 praeas de pslieia e 1
de lioha, cadetes Pedro Alves de Oliveira Feitoss
e Helvecio Beioato Besoncheth.
Sahidos para o norte no vapor brasileiro
Pernatnbuco :
Antonio Augusto Rodrigues de Mesqaita, Au-
(rorto Batter, H. PhHipsoa. Jos Gnedes da Silva
Rola, Freaoisao, Maaoel Jos de Sant'Aona, Ma-
ra Amaba, Aegast Oogg, Nloota* Selaoie, Fran-
cisco Saiaaie, Antonia Firaaino, M*a*ei Jos da
Silva e Francisco da Silva Oliveira.
raarectorta, das euras m aaasrva-
cao njtota parta* de ft*eraatmbacaRe-
cite 26 de Julho de 1888.
Bototim nseeeorokrcico
doras III S O MI Barmetro a O* Tensao do vapor i
6 m. 19'-8 764o93 14,69 86
* at-4 NpdJI 16,71 81
12 26-0 765il 17,04 7
3 t. 284 16367 14,17 56
6 24"-9 7tWM 6.9J 72
TetnperaaiDamaxi o*26-,75.
Dita minima^l9*,50
BvaTJosa^am^hoHui--ao'sl:4ia8; sota-
ora-: 2, 5.
Chava2-;2.
Direccao do vento : S de meia noite at tiharas
e,55 mnalos da mlnh ; SE at 8 horas ; varia-
vel de SE S predominaado S-E at 6 beras e
38 minutos da tarda; SSW at meia noite.
Calmara durante 6 horas pela manhS el hora
aoite.
Veiocidade media do vento: 1",23 por segundo.
Neaatoaiadeinrdto: 0.79.
Boletim do norto
n> Istoj ">'

M.
M.
Mw
M.
Dia
26 de Jaiba
27 de Jalho
Horas
0-46 da tarde
17- 4 -
15 da manhi,
7-13
Altara
0-34
B, 0,54
'2-46
II movimeoto do dia
foi o segoin-
Huapltal Pedro
26 de Julho,
te:
Entraran 19
Sabirael 19
Ftleeeram 8
Existem 563
Foram visitadas asirespeetiass ldsoraMcLa pe-
los Drs.:
Ferreir Vellosa fts, 10 1|2, Barros Sobrrnbfra 6
3|4, Malaqaias as 9 1(2, Pontasl 4s 9 113, EstevSo
Cavalcaate as 10 1(2, Cysueiro s 98(4, Baretdo
s 10 1[4.
Cirorgiao dentista Numa Pompilio, as 7 3(4 ho-
ras.
Pharmaceatico entroa ia 8 1(2 esdiio s 4
horas.
Anudante it pt""-'"a^'>"t;'*" saMaaa f^s i 1|2- e
sabio s 4 horas.
Lotera.ato ParAA 7 ptrteda 19" lote-
ra, Detonare plano, cujo proanio graode de....
60:00000, ser extrahida, segunda-feirs, 30 de
Julbo.
Lotera da VlenrtaAchato-se venda
Hrs bilhatea da aaredisada loferto da cidade d* Vic-
toria, da provincia do Espirite-Santo, cojo plano
bastante aainsadnr, conforme ca V do anaaocio
em oatra seccio deate Diario. A extfac$io ter
lagar no dia 3 de Agatto.
Cern ter lo publicoObitoarie do dia 56
de Julbo :
Maria Maooela Wanderley, Peroamboco, 29 aa-
noa, casada, Bea-Vista ; febre perniciosa.
ddse, PtrnMsaoaeo, 15 mezas, S. Jo*.; convul-
so. 8.
Aooa Marcoliaa dos Pasaos Pimeots, Pernsm-
buoo, 52 aono, VH/va, S. Jsa; scjrrhose atre-
pbioa do figado.
Marta Bsurvind, Per*aosbBci, 70 aonos, vioaa.
Bou-Visca; caobana,seaii.
Bflaia Beoevidea, Pamambuca, 14 Hrarrse, aoi-
te ira, Boa-VSeta ; aaemia.peraiaiasa,
Mifaei Petlonerino, Italia, 31 -asaos, cwaaflo,
Boa-Visto ; hemoptiee. ,
Angasto Fsaaciaco de Santa, Peraambaco, 34
anno*. aoloeiro, Bea-Vista ; valala*.
Ftasoeiua, Paroaatoaco, 45 das, S. ot; gas-
totte.
CHHONICA JUDICIARIA
da Rela^ao
DEJtna
Paw o logar dJp4-sa|^^n4*;^rbanBflbe|.to'Q'e reate as amas, pela cria
Aguiar. I raato o sesaestre ae Janeiro a
^ebsoanossos ventas o*.wdasrn ao porto s
que ae destinam e qne o nosso amigo consiga mai -
tas felicidades na earreira qae pbrscoa, sao osi
ac**s* asnearos vsto*.
danta CaaaImportaram era 4:ta&A&00 as
daapesas p**.* Pfy*ty*Jb&&JI*&p_ *-
daolettade Phllarnaoniea Eacadea-
e S de Abril Esto corpjraco sahiri po
domioge (29) a tarde em paaaeiata ; percorrenio
diversas roas desta cidade. o
call#>ai^iocuwrrse-hao :
-r Hoje
Pelo agento Britto, as 10 V2 horas, ras do
Raagel n. 48, de moveia e varips abjactas.
Helo agente Pestaa, ae 11 horas, no largado
Paraiso n. 31. da armafao alli exiateote.
Pelo agente Su mo, s 11 horas, rua Marques
de Olinda u- 48, de l farda com fios de velas.
Pelo agente Gaamio, Aa 11 horas, ra Mar
qsss da Oliad n. 48, de mercadprias,, vi sisas e
tlss.
Segunda faira:
Pelo agsnte Biitto, s 10 1/2 hars, roa, do
Boxn Josas a. 59, da qtoasis de caja de cabellei-
Balo. agento .Bsito, a 10 1/J bar**, A rja do
Baogel n. 48, de s*o,v*vj, f*xed*i, npode**a, etc.
i**a* vcasaeaaraaSsrA* oeaBotaa** :
Hoje:
A's 8-horas, na Ordam Taraeir de S. Eraotis-
_ .. pea, alar* da Bernardo Jas-Coarela ; As 8 ho-
ras, na matria da Boa-^sta, pata alna*, de D,Can-
dida Josepatoa ds C^satora. Hoosaas; s 6Jas,
ha^
da Jssiaaier tj-w,.
o* Con van-a do Carato, apto
Faustino BarrK>f
Pta*>aaUoa>--(llaiadss da orapaao ya- JS'^^
por francs Ville de Santot:
. 111, i.j 1
Tribunal
SESSlO ORDINARIA EM 27
DE 1888
PBB8IDSNCIA DO BXM. SR. CON8EI.HKDO
QDISTINO DE. MIftANDA
Secretario Dr. Virgilio Ooetho
A'b horas do costume, presenta* os'oVs. deseao-
bargader** em ame.-o legal, foi aborta a sessao,
depoia de tida e approvada a anta da antecedente.
Distribuido* e paseados 00 fieitos derau>se os
s*gnis>tos
JISAMENTOB
Habeas-corpua
Pacientes :
Antonio Elias do Carmo.Mandn-se ouvir o
juir de direito de Palmares.
Clemeatiuo Gomes Proeopip. Goacedsm-8 a
ordem, un inimemeptoi e decretpn-se a respoosa-
bildsde dos juies de direito e municipal di co-
marca de Campia Grrsode.
Recursos critnes
Do Limoeiro-Recorreote ojaiso, recorrido Joa-
quim Beato Pacheco. Relator o Sr. desembar-
gador Moateiro de Andrade. Negou-se proVi-
meato, onaaimeaMote.
Do ReeifeRecorreote c jaiso, reeorrido Fran-
cisco Lnix Caeco. Relator o Sr. deaembargador
Alves Ribeiro.Negoa-se provimento, ananime-
mente.
Aggravo de peti^ao
Do Recito Ajjgravaote Adolpho B-mo de
Oliveira, aggravado Joto Ferreira da Costa. Re-
lator o Sr. desembagador Alves Ribeiro. Adjoatos
os Srs. deipmbargadores Delfiao Cavslesate e Pi-
res Perreirn. Negoo.se Jpro vi ment, coaoirae-
meate.
Appellapooe crimee
Do RtcifeAppellante Msnoel Meneodo ias-
cimeoto, appellada s juatica. Belator o 8r. des-
embarrador Pires Ferreira.auden-ae a nove
jury, unnimemente.
.Do ReeifeAppellante o joiso, anpeikulo Jos
Monis de Al mai Ja. Relator o Sr. desembergsdor
iHrss FerreirSLConfirmoo-ae a sentenos, nnaai-
me mente.
De Agqa PretaAppellante Maooel Florencis
da Stlva, appellada a'joatica. Relator o Sr. dea-
embargador Pires Ferreira.Mendou-se a aove /
jury, nnanimemente.
De Nasareth Appellame o jaiso, appensda
Vicente Ferreira Barbosa. Relator o Sr. deaem-
bargador Pires Ferreira-Msodoa-se a aovo ja-
ry, unnimemente.
AppellacAo commercial
Do Reeife Appellantes Pereira Ferreira & C.
e Frencisro4er>sUPintoI(appltados os meamos.
Relator afir. desewWgador Mioteiro de Andrs-
de. Rasuras os Srs. dfsembargadares Pires
Oonaslvss|a Alves Bjbeiro.go/am, despresados
*

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ate a companbia de sea
ros Indamni-
R?lator *
le. 1 rvisa.
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MBOimBUmiMBS 4


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DCuio de cvDMBlHMo-^MlHnlo 38 rl .;nlho de 1888

S""P
jtni,ftejsss;
mento dos embargos, unnimemente.
tar Br. deessabaraa'dor Boarqne,-- ** ao *
slMBsWg*>r T.WftD Ifresfta;
Do,4^eifeApp^Unte Anfoaiq Castaa sibV
aKrly, appeliada a jaBtica.
Do Sr. desembargador Pires Ferreus.. m ib.
dfWnfljargtdor Mostejxo de AnoVrada:
Aa .ejlacso crime
De TaquaretingaAppellante Miguel da,,Siiva
atydSuaaimenio, appeliada a justics.
Be 8c. dasembergador Mnn lauro de Aadrad* as
8r. desembargador Alves Ribeiro :
Appftllacao cisns
De Agua PretaAppelUute Adelino Ferreira
de Soosa, appeliada a justica.
Da Se. desembargador Alveg Hibeiro a Sn.
desasabargador Cavarla da V aausmNflf lnj| '
Appellacea crimea
De Alag* No vr. Appellante o iuixo, appella-
do Francisco Xavier Ribeiro Gomes
Do ReciteAppeUaau Franoeo de Pul* San-
tos, appaada. a jusioa.
Da VictoriaAnpellante o jisp> apneljado Jo-
s Firmo do Nasciment \
De OlindaAppellanU o jaiao, appallado Fran-
cisca. Jote Moc d o Oliveir*.
Du Sr. deaemba/gador Tavares.de Vaaconcellos
ao Sr. conselbeiro Queiroz Barros :
Appe Hacia crime
B o CandeAppeUante Nica ci Antonia de O i -
veira, anpellad. a justica.
O Se. deembargador Picea Goncalve.-, coa"
procarador da corda e promotor da justica, dea
parecer non segaintea feitoa:
Appellacea crimes
Da OiindaAepeilante o juno, appeliada II-r
asiao Tbjni de iiveira.
' Dj CabjAppel,antes o jaiao e o promotor
publico, appellado Jos Pauliao Pereira.
DILIGENCIAS
Gwn vista ao Sr. desembargador promotor da
estica :
Appellacea Crimea
Do PilarAppellaotes o jaiao e Francisco An-
tonio Alves, appelladoa Joaqaim Xavier Alves e a
jsstica.
Da ImperatrisAppellante o jaiao, appallado
Apj.iq.ro Vieira do Nasctmaatp.
Dj ReciteAppellante Firmiano Minoel de Al-
meida, appeliada a justics.
Cora vista as partes :
Appi-Uiclo civel
De CamarsgibeAppellante Antonio Jos Bo-
drgues, app. lado Manuel HJeno Rodrigues dos
Santos.
DISTKMBIC^ES
Recurso crime
Ao Sr. conselbeiro.Qiiiroa Bairos :
De PalmaresSeeorrento Joio Francisco He-
meterio Postella, recorrido o juizo.
Deuuncia
Ao Sr. desembargad jr Tuscano Brralo :
Do promotor.publico da comarca da Ouricury
contra o Dr. Joaquuo Alcebiades Tavanes de
Ha\nda.
Appellacea crimes
Ao Sr. conselbeiro Queiroz Barros :
Do Pasao Appuliauto. Franfiiaco Vicente do
Naacimento, app. ( a a justica.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do RecifeApDelUnte Bernardino Alves de
Oliveira, appeliada a jastica.
Appellacea commerciaes
Ao Sr. desembargador Pires (Joacalvea :
Do RecifeAppellaut.s Jos Fiuaa. de Oliveira
e outro, appellado Jos Francisco Borges Fer-
reira.
Ao Sr.daaerobarg.idpr Alves Ribeiro :
D" Camarag.b'--Appflisoce Rogerio Jos de
Sant'Anua, appeilados Tavares de Mello Qeoro
de Compsnhia.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
De tfoyauaa--Appeltaute Jo.-o val ante de
Arroda Cmara, app.llada D. Hermelinda Mara
de Jes a s.
Encerroa-se a aeasio s 2 horas da tarde.
nwtt k mm
IW IMU UJI.'I
-: vrr.-----f-r
Os nossoa Itjitores ainda devas tec. eclaoip*ris
lis-rt doa al*. aASS^stiums ds dasaM> do
8f. Jfs Josim- d> Coata skilto, qae, pu^lifiajioj
no IHmrifi ds 24 do corsete mea.
Aquellas carias, ua verdade dffrrasnsram saiH a
qoaal^ que discutimos iva elanie aiaislro para
Keim. br. aosteg Dr. Issif, FraaoAsee-4 A qpe.tm por tadoa os.uwIjs procurado sbscuraaer
os tactos, envoivendo-os no fumo negro dae inex -
astidoea e das mais revoltantes falsidadea.
* aasimqiN diuu castas se paSaatrfie.a maf,
eoj que, o iteran. Br. govaroador d luspsdo afir
tan nao s que o Revm. Sr. conego Dr. Jwaquim
Graciano, na ezposicSo que fes a seu sobrina,, e a
aeu caohado em Maio uKimo, octu'tou a cisansas
laacia do txamt medico fe*tom D. Myi^ A'nsii,
como tambem que -i o mesmj t, coaaga Dr. Joa
qaira GraftUnj quwu jggexiu a*eu sooxiuao que
tivesse asta eotyerqusx, com a meacionada D. M*
na Amelia'
sti, portagto, provado sajas cartas a que nos
referimos, escripias pelo Sr. Jos Justino da data
Britto em seu nome e no de sea firh :
1.* Qae o eiame procedida em D. Maria Amelia
pelo Dr. Paula Soaraa foi lesap aa conheeiment
de ambos elles pelo Revm. Sr. conego Dr. Joaquim
Graciano, juntamente com todas as mais circuns-
tancia* chrgadas ao asa conasnimanto em relacio
horestidada d'aqu-.Ji seonar
2.a Que foi o Revm. Sr. governador do bispado
queco lembrou a Paulino de Britto a conferencia
com ana prima e n* o Revm. Sr. cooega Dr. Joa-
quim Graciano ;
3. Que essa conferencia teve logar na noite do
metmo da em que foi acoaaelbada ;
4. Qie pela ezposicio feita pelo Revm. Sr. co-
nego Dr. Joaquim Graciano a seu sobrinbo e a
seu cuuaado, ficaram estes inclinados a nao caa-
vir mais no casamento ;
5.* Que 6 pelos meiop empTegadoa pelo Revm.
Sr. guvernadur do bispado, qae tudoboatos e txamt
medicoprocurou com grande eqapsnbo des>ser,
foi que elles aunuirum de novo j casarcento, qus
t por isso realisou^se;
6 o Que o K.-vm Sr. governador do bispsjdo, por
tanto, l.i querc dolosamente es/orcou-se par que
tivesse logar o casamento de Paulino de Britto
com D. M*na Amelia ; ao paasa que o Re*q>. Sr.
^wmmaemBmamm
qae,jse nio faUan aulogo u prianipio desta Ks-
ctso ns eaaaMdsvDr, Pasla ir*v,foi pMSjai
nao conbtciamoa aja i*iatra facultativo e nos
onstava bser ee rtttrva da rsultd'tisse pa-
me, o que asa dMuwto do pesir-rBe fte nol-o
isroaessse para ternaa tdaVc* conbeerasjao, i.
,cHWrmol-a, tsto,asisr#oassto *** podia-osao
caso vertjute ooaiv eeava jr.flaeoeia da-assiaade,
conforme aconteceu, em -relaeio ao Dr. Pmtual.
E tiftbamos raso para o uossj desaaiaau, ass>s|
o prova a re9poataV'r.psjeada>.qu( noailej o
D Psula Sovres a carta qae mr.is tarde Ibe diri-
gimos e tambem abaizo publicada.
Nao enramo de moJo'algam. proceden te a cen-
sura, que npafectp Rovm. 6r< gov.*i pado em ralacfo faifa do mensai-dssse ezame,
Du. iW''St,1QgmltoS#eaiia.D- pirque n6a njo. jqos o Srcooego Joaquim Gra-
ciano, como temos dito, a despinto da
INDICARES UTEIS
O l>r. Barro tulmares
Pode ser procurado no escriptorio dare-
daejao d'ette Diario, rna Daqae de
Cwias n. 42, 2. andar.
Klisitido
O bochar el Bonifacio de AragSo Faria
Rocha, mudou o seu cauriptorie de advo-
cama, pai'- a ^ua do Imperador n. 22, 1.*
andar, onde ser encontrado das. 10 horas
da manb s 3 da tarde.
O Br. Met mudou o seu eseriptoiio de
sorvocacia, para ra do Imperador o. 22.
0 bachnrtl Joaqunn Theodoro Cneiro
de Albuquerque, tem seu escriptorio de ad-
YQcacia na cidade do Cabo, podendo tarar
bato ser procurado nu seu eogenho Cas-
talio, t'regueaia d'aoaelle-jioaie.
Hesltcoa
Dr. Barrete timipaie meic-aia s 3 horas no 1." anasrr da eaa<
a ra Ai Baraoda Victoria, n. 51. Reai
A fflfu. d rH jji de >etaiabxe-a. 34, es.
trada pela ra da Saudade, c 25.
Dr. Joaquim Loureiro sdico e partean
Consultorio na ra do> Gatsug n. 14, l1
andar, de 12 s da tarde residencia nc
Monteiro.
O Dr. Matheus Voz, medico, mudou *
sua residencia para a ra dos. Pires n.
83 A, onae poder eer procurado para o
exereicio da sua profissio. D consulta de
11 horas da manta s 2 da tarde na. rae
do BrSo da Victoria a*. 32, 1. anear.
O Dr. Alvares Ouimaraet chegado d*
corte, dedica se medicina em geral, o
com especialidade s molestias do coraoSo,
pulmoes, fgado, estomago e intestinos, e
tambem a convulsoes e outraa molestxe
das criansas. Reside praca Conde d'Ea,
o. 28, 1.a andar, e tcm consultorio nu
do Bom-Jc&us, ni 45, onde diariamente d
consultas do ueio-dia. s 3 horas da tarde,
aceitando ckamado em quaisjner desaea'lu-
g?res. Tlepfecne n. 381.
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu eseripto
rio i ra Duque de Caxias n. 74, das 12
s 2 hor&s da tarde, e desta hora em dian
te em sua residencia ra da SsjBta Cruz
n. 10. Especialidadesmolestias, da se-
Dhoras e crianesa. Telepbone n. 326.
Dr. Castro Jess, medico e operador
Pratica a lavagem do tero quando e como
aconselbada. Consultas das 11 s 3 da
tarde em. sua reaideooia roa do Bom
J..bus (antiga ua Cruz) n. 23, 1.o andar.
Occsslisia
Dr Ferreira, com pratica ooa principaes
bcpitaes e clinicas de Pars e Londres,
d consultas todos os das data. 9 horas ae
meio-cia. Coaaulterio e reeiakiiioia a ras
Larga do Kosario n. 20.
Droisns
Francisco Mtmoel da Moa d C, deposi
tarios de todas <-a especialidadea pbarma
oeutieee, tintas, droga, prodoetoa clami-
ooa e medicamentos homeopticos, rna do
Marques de Olindfc n. 23.
erasia m *'>t>r
Serrara a vapvr e officnu de carapina
de Franoisco dos Santo* Macado,, caes de
C'.pibaribfi n. 23. eate g^nsie sstabee-
caniento. o printeifo da praroioia neste ge-
nero, compra-aa e vendf-se mistan s.
datedae es quaiidadee. serrs-se msdeira
sle oonta alheia, asbim orno se prepaiaast
obras de carapins par assobinas e por pre-
oosem compotesoia-Pemaisbuoo.
Fittia totrinho ., drssgmsu
atacado, ruando Marques de OEda n. 4!
coaego r. Joquiui GracianQ proqedeu com ii
e sinceridade em todo esse negocio, deligenciande
sempre descubr- a vetdade ;
7. Que o Rerm, Sr. vigario Guarita, o m wn >
de qnem disse o Revm. Sr. governador do bispado
no Diario de 29 de Junbo prozima ps&isdo que
temeu comprometter sua alma faterido-se echo de
um falso tmtemunho, estigmatisou o procedimento
do m iii.i Sr. governador do biapnd ;
8.o Finalmente que o mesmo Sr. governador do
bispado appareceu em casa.dq Sr. conego Joaquim
Graciano na manba seguinte ao casamento de D.
Maria Amelia e all encootrando-se com o Sr. Jos
Justino da Costa Britto foi por este recebido com
urna vehemencia, de que se ple faser urna id
approzimada p>la iudignaca que a inspirou.
No fondo d. c--aa dessas circumstancias, tao eal-
eula^sm-nte caladas por Um outro ca'hoiico, por
Um inimioo da calumnia e por Vertas, v-se o
crime do K v.u Sr- governador do bispado, do mes-
mo modo que. na phrase eloquente dj Lacordaire,
se vim os peixes no fundo dos lagos lmpidos ou se
descorlinam as estrellas atravtz de um cea sereno e
puro.
Diz o Revm. Sr. governador do bispado no Da
rio de 17 deste mes que D. Mara Amelia, na con-
ferencia que tivera cem Paulino de Britto, protes-
tara a este que esteva perfeita e portanto capot
de casar se com elle.
Assim fui. Caba apenas accrescentar qae a prima
do Revm. Sr. governador do bispado n i revelou
aessa conferencia a menorperturbac&o, ainda mesmo
pbiaionomica, e ao contrario com tal firmeza e se-
guranza exprimi s" que fes acreditar na verdade
do que disia, tanto mais quanto se tinba assenta
do qae a lembranc, qae teve o Sr. governador do
biapa lo da conferencia em questo, devia ser apro-
veiiada, sem que ella fosse prevenida a mesma
D. Maria Amalia.
Csmbnada agora a declaraco do, Sr. Jos Jus-
tino da Costa Britto com a circumstsocis de achar-
as D. Mana Amelia, no dia em que teve logar a
conferencia, em casa do Revm. Sr. governador do
bitpado e de ter este emflpgstdo tantos es torcos
pr* convencer, como convencen, os sens pa.
rentes da pureza da mesma D. Maria Amelia,
tora de- duvida que a menZirosa deoiarafoo feita
por essa senbora a anu noivo fot o resultado de
urna insinuacii do mesmo nr. gyveraador do bis-
pado.
J se vio que al vernador do bispado de que o Revm- Sr. conego
Dr. Joaqaim Graciano occaltou, na ezposicao feita
a seu sobrinbo e a fea conbado, a oirouaetaania
do ezame porque pasaou D. Maria. Mas admit
tindo-se, que, assim tivesse acoutecido, porque o
Revm. Sr. goveraador do bispado, que se dis tao
bem intencionado em todo este negocio e que pro-
testa nao ter por qualquer modo procurado enga-
ar oaoivo de D. Maria Ameba, nao corrigio essa
omissao do mesmo Sr. cenego Dr. Joaquim Gra-
ciano, si por ventura ella se dea?
Si o mesmo Sr. governador de bispado nunea es-
tove de mf nesse negocio, como inculca, nuda
mais natural da que S. Rtvma. lembrar essa cir-
cumstancis, caso tivesse ella escapado ao Revm.
Sr. conego Dr. Jcaquim Graciano na ezposicao por
elle feita em sua pre.enc a Pauliao de Bruto c ao
pai deste !
Pois o Sr. conego Dr. Lss Francisco de Araujo
nao quer faser acreditar que se acba sinceramente
emp- nb.ido em tirar a limpo o qae se disia sebre
o estado gra vides de sua prima ? S Revma.
nao tem dito com tanta insistencia em differentes
artigps, nos Diario* da>L, 3,17, 18 a U acorren
te mes, que Li elle quem lembrou, desnis do fa-
me do Dr. Paula Soase** que fosse ouvido o Dr.
Ponlual e que insist pelo ezame desee ultimo fa-
cultativo, sffirmando que elle nao se fes por culpa
do Revm. Sr. cenego Dr. Joaquim Graciano ? t
Nada mais nstarai, portante, sss.que drelarar o
Revm. Sr. goveraador do bispado a Paulino de
Britto e ao pae deste qss D. Maria Amalia ti a vi a
sido ezsminida pHo Dr. Paula Soares e que este
medies foi de parecer que bavia gravidea, desde
que ao R-vm. Sr. conego Dr. Joaquim Grsciano
isso -koavesse eseapaslo.
J provmoe, porm, que nao escapou seme
Ibante cousa ao Revm. Sr. conego Dr. Joaquim
Gracisn i e que nao passou de urna inezactidio
proposital a afirmativa do Revm. Sr. governador
do bispado nesse sentido.
rara darmos aos nossoa leitores urna prova da
lealdade com que argumencamca, nao ha outro re
medio senSo por-lbes debaizo dos olbos algumas
das paseagens des artigos de dtfaaa do Sr, go-
vernsidL'r do bispado, em que S. Revma. arroga a
si a ideia de um segundo exame pelo Dr Pontual e
sttribu- a Jrustraco desse exame ao Revm. Sr. co-
nego Dr. Jiaqswai Graciano.
Na na. inventamos. .
O Revm. Sr. governador do bispado ao Diari
de 22 do correte mes sub a epigrapheFint Lux
esereveu o seguinte, teterindo-se ao Revm. Sr.
conego Dr. Joaquim Graciano : ... Limits-se (o
cenego Joaquim Graciano) a ter urna conferen-
eia. com o conego Luir, recusa a ideia por <;sle
euggerida de ser D. Maria Amelia examistada
pettDr. Pontual...
Ncste mesmo Diario S. Revma. esereveu ainda
Asa*.palavras: O conego Luis exigi immt
tatmente a opini&o de outro medico e lembrou
o Dr. Pontual... Era neeessario urna ooi.fir-
< ssaejo. o que acontecen O conego Qra
< ciano recusou o novo exame. >
No Diario de 17 do mesmo mes j havi i dito
S. Revma. o seguinte : < Que o eonego Luis nSo
o reaponsavel pelo fscie de nao ter o Ilustre
Dr. Pontual procedido ao segundo ezame, antes
. Reuma, insisti por esse segundo exame.
Lasas mesmas aiseverPiOc-s forasa fetss em
outros artigos.
Vai ver agora o publico qus falta a assevera-
cio do mesmo 8r. governador do bispado de que
foi elle quem emorou dopois do exame do Dr.
Paula &sre a conveniencia dcouvxrse outro me
dico e para isso sdicos o nome da-Dr. Poetual,
sssim como de que o ezame por parte deSte ultimo
medico nao se verifieou por culpa do Revm. Sr.
eoqego Dr. Jeaqsass Grsaieao, ose a elle se
oppcs.
Na verdade, quem-prssKi*qisai)i'Mesi*iSaish
fosse subeaettMa a zame e assiieoa c ooma dos
dous mdicos, Puntual e Paulsvsassa, foro Revm.
Sr. conejo Dr. Joaquim firacinno e no o Revm.
Sr. governador do bispado.
A prova disto est feU em parta pela carta do
Dr. Pontual, que j4peb3iewaa no Diario de 20
do mes de Junbo ultimo, conrpletatra pefo
tWffio Sr. gpyaraader do bispado, qae, como si
*j i ver, darara** tormatewntswa atsiajOiassasU
Bsja|a,
Aasim qua o Rem. St- gosasaador de bispado
ao Diario de IT deste asea laanarsa
> Indimdm ptia.Sr. Graowrme o* deutomraaot
' fycuitntHosi. r** BaiteSonrmei'enml. saas
don elle no dis aprasado a moca c.m umsiAa a
mais um prente. Onegidos ao escwpfairi*. d>
nssta etaade, e Or. Pa*!* Soasas... prsee-
deu a.um. azaroe... O Dr. Psoaual ainiei
smcpntflad a D. Mawa *\ foliada. *
J se v, pois, qne o prapria Sr- goveraador
do bissaaa quem eonassa o que dasewi-nio ,
quo loi o ftmn. Sn conego Dr^JoeifiimnjQoraoimo
quem indicou o
Paula Sosres, para eiamioar D. Marta. Amejia ;
que a indicacao dos deios mlicos foi -teita ao
mesmo lempo e qae portan luyo nosae do Dt Poa-
tusl foi indeao antea. osesssA. que o.Qr. Paala.
Soaraa,linease pro-aedsdo o(aagw a D^Nsria
Araelia-,
E o Sr. governador do biapado mesmo qaes o
dis e os tactos o mostram, ssSe qaa da. palwae
da.8. Reama. rsaa>tsJiojalD.(Mjsns>Amslisi./qk;jao
consultorio dos iout r*sdvs,ao taesawiidi'b. ti4.
encontrado um e drizando, de Qcontrar o outro.
Ora, si os dous madseos foram iajicados ns
mesma oces***'PfU Re, ts^ V*mW> Dr. Joa
quim Graciano e quando, portanto, a nenhum
ezanid sa bavia aujado D- Mria Amalia, a ai.
psateudar, o Sr. governador do bispado, qua foi eU*
quem. ezigio deppii, do exame do, Dr, Paula Soares
que fosse ouvido outro medico e que para esse fia
indicou o -Dr. Pontual 11
Nrm a.menos enosintii 9. quo, pretoad e in-
culca o Kevaa. Sr..ga,v.*Baa!fpr do bispado, daade
qu se, attender que S. Revm*. aarantia- com todas
hS f :rc*s a viryindade de sua prima e a firma v
que o augmento de volunte do vaotre del la-esa di-
vido a uma enieunidade, qaa Uodiaia,ter dado
lugar, furmneio de um caroca e have sido ongi-
oada. por urna suppresso, de regras, motivada p r
certa contraridsele.
Como conciliarem-se essas duas atttudes : asir.
mar e garantir por aas lado, que D. Macia, Amol.ia
estava pura e apenas sobria umlenfermidade, qae.
n-.da.tiuba de commum cen o estado de gravidet,
e p r outro lado nao t exigir exame medico para
verificar si bavia gravidez, como tambula insistir
por esse examif !
Depois como acraditar-se que foi o Sr. gQVftr-
aador do bisp.du, e nao o Sr. conego Dr. Joaqaim
Graciano, quem indicou o nome do Dr' Pontual,
quando certo que o segundo e nao o pr.meiro
que entretinha r.lneoea i am;n4l com o mesmo
Ur. Pontual, como este deciarou em so carta j
por nos publicada,?!
No Diario de 17 do. coreante mee esereveu tm-
b 'in o Revm. Sr. gobernador do bispado o se
gointe: D. Mara Amalia, porm, ndi quit
mais iubmetter se a exame, e menos no consol-
a torio medico, diaeodo ooc^essa occapia >, con aj|
< guma con'rariedade, que o Dr. Paula >oarea.
< pelas perguatas que Ihe fisera, pareca indus-
triado, pois, que aliudia a converjas que ella
D, Mana Ameiia tirara com o contgi Gra-
OI'UIJ.
Que melhpr respqsta podemoa nos dar ao R'vjn
Sr. con-'go Dr. Lqis Francisco de Araujo do que
estas suas pala vras para provar que ezame d ,
Dr. Pontual, frustrado da priraeira ves por uo
ter sido eneoatradp esse. medico no aeu consul-
tor! j, nao foi embarazado pelo Revm Sr. canrgo
Dr. Joaquim Graciano, seta deixou de realisar se
por culpa deste e sim pela opposxe-j de D. A/aria
Amelio, a,qua se sejruirsm ouwas inUtUa circums-
tancias, de que o mesmo Sr. c ,-uego Dr. Luis
Francisco de Ara1 jo soabe tirar todo o partido no
sentida de nao se tns'ir msis questo drsszame ?
Si foi D. Maria Ameba qu. m recusou subaet-
ter-se ao uovo ezame do Dr. Puntual, camo diser
o Revm. Sr. goveraador do bispado que foi o
R'Vi'i. Sr. conego Dr. Joaquim. Graciano quem
oppcz se a esse exorne e o repellio f
As palavraa do Ravm. Sr. gosernadoe da bispa-
do, que aeabm;a de triiiserev.r, levam-uoa mu
tu mais adianie.e habilitam-nos a ufiirasar qae foi
S. Revma. quem impossibiliuu a realisacao desse
ezame.
A recusa de D. Marta A*aelia lbe foi natural-
mente suggerida por S. R-vuia., que, em vista da
noticia que rcc-j.ara djii-vm. Sr. conogo Joaquim
Graciano acerca do resultado'do ezame eito pelo
Dr. Paula Soares, lembrou-se d'aquellas paavrn
de Virgilio Jam preximus ariel Ucalegon e
julgcu .sido tornar-so mala cautloao.
Quem nj deprehende isso das proprias pala
vras do Sr. governidor do bispado?
Notem bem os nossos 1-itores que D. Maria Ama-
lia n&j quiz mais submetler-te a exame e disse ao
Revm. Sr. guvernador do bispado com alguma con-
trariedade que o Dr. Paula Soares. pelas perguntat
o conseree que ella D. Mara Amelia- tiv*M eom
o conego Graciano 1
Porque mostr^u-ss D. Mara Amelia contrariada
com as pergantas que lbe asara o Dr. Paala So
res e que alludsm a conversas que ella ti vera
com o conego Joaquim Graciano ? Porque foi a
mesma D. Maria Amelia fazer eeea revelaeaVo-ao
Or. governador do bispado ?
Quem nao enxerga nisto o loco de tommumr i^te-
resse, que ligava U. Mana Amelia ao Sr. goveaa-
dor do bispado ?
A que vinba queixar se a mesma D. Maria Ame
lia ao Sr. governador do bispado de ter chado,
segando lbe parecen, o Dr. Paula Soares indus
triado acerca do ezame a que proceoeu em sua
pessoa ?
Que estreitss sympathias ligavam ento aquel-
las du-s almas !
Por entro lado como admittir-se que o Ravm.
Sr. conego Dr. Joaquim Graaiaoo se oppos ao eza-
me que devia ser feito pelo Dr. Pontual e que,
porta uto, preteataa encubrir o estado ds D. Ma-
ri Am lia, aeguuda dis o Ravm. Sr. governador
do bispado, si lemasuio quem deslasa, que-a
D. Maria Amelia parecen estar o Dr. Paula Soa-
res industriado pelo cenego De Joaqaim Gra-
ciano ?!
Desde que o Dr. Paula Soares palo exame a qaa
prouedeo foi de opinio que D. Maria Acattlia es-
tata grvida, est visto qae o iiHtalriameno, a
qae se ressri a mesara D. Maria Amelia, ara.no.
sentido -de afjvrmnr-ee a gravidei della e s poda,
como se dedus das palavras do Revm. Sr. conegn
Luis Francisco de Araujo, partir do conago Joa
quim Grsciano, porque ella isso inferi das per-
guntaoque .lbe fiasra o mesmo Dr, Paala Soares-u
que-ailodiam a conversas qae ella tivera com dito
conego Joaquim Graciano.
Si D. Maria Amalia^ prest,
mwrsjnihsssos os-aoia oViashss- me isswaatsaaiaa.
Bis se prendam ao. desgrasado casaaseata de D.
suspeitou que -o
Revm. Sr. conego Joaqaim Graciano industrio* o
Dr. Paala Soares a rtepeit i do ezame a que ella
se ujeirsva essa sospoita foi parte para reso
lucSo que e!,a d.-poia disto tomju deudo sufeilmr
se mais a exame, conforme todo attesta o Revm. Sr.
gosvrnactor do bispado, eomo pretender ente agorsi
com- moetrat de teriedude, qua o mesara Revm. Sr.
convgu Joaquim Graciaao revelo^ nter ss-: em-no
tirar a limpo o estado da m noionada D. Mana
Asoelta, ou eui. esaltar ees* estada, oppando-sti.a
ezigeaoa do mesmo Sr. goveraador du atspado.de
uui n.vo ezame parn sae m ? .'
Essa suspetta'de industriamento da parte de D.
Mara-Amalia contra o Dr. Paula Soares. bar m-
nita ce perfeitameute com o que dissera o Revm.
Sr. goveraador do bispado ao Revm. Sr., coougv
Drv.Joaquim Graciano, qaandu esta ibe dea parte
do, resultado dj ezacae a que pn c-i:ra esse ms-
dieo.
Por essa occsbISo, o mismo Sr. governador. do
bispado, combatendo a prscedenoi dsse exsma e
no intuito de provar a nenhuma coafianei qus
elle mereca, alm de atacar aa hablitaoes d> il-
lustie medico que. a elle proceder, dizanda cobras
e lagartas de-aua capseidMle e oomosteoeia, I nao
a argameotava com o modo potaos baria sido
procedido o mesmo ezame, duendo que elle nSo
passra de um ezsme ezserno, como ainda agora
S. Revms. o dia no Diario de 17 da corrate mz,
o que nao poda babilifnr um facultativo, ainda
mesmo perito, a dtHftnsgurr um estado patbol gico
qualquer, teodo por eie o veatre, de urna gravi
iez; mas tambem disia que o conego Joaqaim
Graciano hav:a feita amito mal em destusar ao Dr
Paala Soares, qr/aado- lh>pediia o i zatae- de D.
Maris, Asnelis, qae o mesmo ezame tinba por fim
.-riucarsi fesa mo9 se achava grvida, por ter
uso chegado ao seu conhecimento e ser preciso
tiral-o a limpo, porque se tratavade um casamen-
to para ella.
Sustenta va cota- osaita- conviceSo o Rtivoi. Sr-
Eremador do bispado que esse procedimento do
ivat.'trr. eonego Joaqaim Graciano tinba preve-
nlo o .pirito do Dr. Panla Soares e o tinba le-
ttfdo'aaerediVar que bsswa ssfwarrsmente grvida,
o questsjtajsv era exacto.
NSo- ss dsvida qaa, o Ravm. Sr. goveraassr
4o bispado tem muito do aaUidittimum sassasr,-
de qae-ass'fasta o ttsossis.
ApWTSiWrsde esta'SBseta^ eassars** declarar
_ aleivoaa af-
fisaaoaVj que oease sentiflo tem leito e mesmo Sr.
goveraador do hipado e anda mais porque 8.
Revma. tendo sob sua assigaatura na Diario de
1* de Joobo prjimo pastada feUo rneacao 4
exame do Dr. Feataal, a que se pretende ano-
mettar D. Maria Amelia, nio fez tequer unta al-
tuslo ao do Dr. Pauta Soase*.
Si da nossa paste, da nossa sim, qaejnio samos
o Sr. cofsego Q, Joaqaira -Casaeia'ao^ sebea o Sr.
goveraador do- bieaedaqae tiaba uuta graodeei-
gujueacao faotode.nos termos oceupado do eza-
me do Dr. Pouiual. do ese S. Revota, til o pri
insiroa Setalrr ttn mte. oaouparraos. do < lime d>
Dr. Paula Soares, de q-* nm^uein ainda. bavia
faUadp, diga, o fajoi^uo, qual > alcance que tem a
Cifcumstaucia .debver o Sr. goverujtdor do bis-
pado viudo impr naa defeader-se com- o seu pra-
prio nome e de ter falsamente chamado a si a iafr
ciajivi do exejaa de l>, Mura Aov*l*,{*i!o Dr.
Pontual sem baver topado, ao. menos a avise do
Dr. Piola .Soares!
ft'Rwai. ir. governador do biepa jo tur mai
que queira oeooltar a verdade .ni; o coate,
gavr
A verdade participa da, nata'' dos, fl jidos
elsticos, que, se, escaaam atravz das inois im-
perceptiveis aberturas.
E' por isso qae, por- notar qae sjo cuidado
do Kevm Sr. govqrnador do biapa>ta em betumar
as auas palava.s,aaa/fl'ade, eal seaipre a esca-
par-ae dellas'e a comprometter a sua pretendida
inaaci-aoia 1
Asaiiu qae atad, agora, no:Difio de, 22 dsste
mez, o Ra^m.. Sr. goveraador do bispa q, quando
quiz fajer carga a.o Revm S'. coaego Joaquim
GrMuiano d inculcar que esto tiaba intaresss-eov
occolar, oet. de D. Maria. Asselie, r'no-so,ao,einme do Ur. Paa'a Stares, que tinba
fallado a sciencia e que, vencidas as duvidas era
o caso de repetirse o adagio latino Tollitur
questio ; ao paaso que I 'go mytiaadiaote, quau :o
pretendeu justifican perfeitameute a sua ignoran-
cia absoluta (lljna deshonra de sua prima, tra-,
hinl-i ', ir. radj seu, escreveq o seguints :
Ascienda podia enganar-se e a noticia era
tj eamaga.iora que nao devia sor aceita por
< urna s opinio. r uatiesaria urna confirma-
cao.
ti' psi ve I msiqr eoptradicc^o ?
So o Revm. Sr. governador do bispado, depo que falln o Dr. Paula toares, entandea qae esta-
vam vencidas todas as duvidas e que era o caso de
dizerseTollitur questio, cou da que a scien-
cia podia engaar se, que a notioia-ns-poJia ser
acuu por urna s opinio e que opiuu por um no-
vo ezame para cuunrmal-a?
A verdada rec-io i d .t pilavraa d3 Revm. Sr.
governador do bispado sem ee o querer. S.
Revma. nunca exigi novo ezame, nem pretend-a
dar importancia alguma ao ezame do Dr. Paula
Soares, que, com a maior babilidade, segundo j4
disa'"acs, procurau desmoralisar e redusir a pro-
poico s aullas.
Piram, Sr. goveraador do bispado, as contra
dicces dos dous velo 's junes, que aUentaram
contra a^caatidade dj Susana, qaa deraot lugar a
que elies f issem coudemoados e p-oelama a a in
noeencia da victima d- sua concapitceae?a.
J v o Sr. goveraador do bispado que, se f actos
di ordem do quo pratiaaram os dous junes bibli-
coa t do..que comm tteu S. Revma., i podessem
ser prova los por testemunhas, tenam sempra de
ficar impunes I
Mat.eo qua le, divina ou humana, esta isto es-
tatuido?
Em cenhuma.
A prova, a conviecJo de um fado, ato se faz
s por testemunhas.
Qaaatos,ostras meios ooa conduiem a certeza !
Na mencionado Diario de 22 esereveu tamb.-m
o mesmo Sr. governador do bispado estas pala-
vraa : < E' verdade nue ella (D. Maria Am-MU)
quoixava se c ,m tasistaacia de falta do flu.cn
< meiisal Ua mais de.quatra inesec e disia.-ae qae
t>ii... ff -unento tct.titk.ui augmento no volume
abdominal
Q ;tui mi) est Vendo neesas palavras, agora
maem eaenataa.pelo eonego Luix,.nma imageio.
anda qae pallida, dos recursos empreeados por
ule para convencer o eonego Joaqaim Graciaao,
a Pauliuo de Bito e ao pai deate, de qne D. Ma
ria Amelia o qaa tiaba ura uma enfermidule pro-
veniente de uma suppresso de regras e nao gra-
videz tf
Pode estar oerto Revm. Sr. governador do bis-
pado de qae a sua defeza urna das mais impor-
tantes pravas para a sua aeeusaeaa.
E nao v ponvaatuta S. Rsvma. nist i mesmo
um aignal da colera da Dsus a cuja magostad* tao
ina litamente ofrenden ?
Q lanto nd seria mais bonito' e mais edificante
mesmo que S. R vma., em vea daiobstinai so em
negar o seu^orime,, o coofastsaaj e pediase essa
punicao, a. qus parece ter tamasbo horror e que
poderia ser no emtaoto o comeco de sua regenera-
cao e o resgate de sua queda 1
Completamente arredio, pirra dss inspicacas
da virtude e destaaida desea, graoa interior, que
o mais poderoso instramaata ds s -Ivacao, o
Revm. Sr. goveraador d.> 'bispado- insarge-se con-
tra a propria conaerenoi, contra a justiei. e con-
tra a verdade, e tosas dsbatar-se contra a rea
lidade de sen rime com>-eauela mesassospotoa-
oa, com que o mar em sua raiva incessante de-
bate-se contra os rocbudjs granticos que demo-
ran! em suas margena sem destruil-os nunca 1
E' tal 0 estada d .- pirturbaoio da espirito do
Revm. br. governadoT'dj' bispado que S. Revma.
ja nao sabe o que esereve defeadendo se.
' assim qae o nresmo Sr.-g;ern*d4r do bis-
pado no Diario ^e 22 deste mes esereve sob a
assigmnira de Um outro eatkoUeo < que falso,
mentira, qy. elle'afirmtmeeque Pau'ins de Brito
casara sciente e consciente do estado de D. Marta
Amelia mediante vantajosa proposta como nos
o dissemos, e nesse mesmo Diario sob-a denomi-
nac! de Veritae esorevaio segannte : Sea so
bnub i (Paulino da Brito) teria hoje o direito
de Ihe pedir severa* coutas de seu futuro, si
admittissimo a hypothtte desopsor esta t7<-
nua emgope crianca complesamtnte alheia ac
papel qae Ihe foi distribuido na projectada co-
ravdia intitstada^ Qietno pai da enanca ? ...
Este- o (nsive^aps na eatreviat qus tivera
< com a noiva e depois de pensar e rtffcctir 24
horaB, pisando naturalmente a tantsigent e
desvaniagens de edictor retpontavsl, proferta o
' Simque importa va a aeesttae iot a cruz
matrimonial.
E se alguem ainda persiste em acreditar.....
'que o cenego Luis criminoso na-deshonra de
Maria Amelia d>tre tiecearea?e conside
a rat Paulino um traidor, qiw, depus-depar/o do
n preco de seu silencio, quetom todas aa esoside-
rac.-s e na teirivel continuasteis de revelar o
o nome dopar pueri eacolne' o do governador
do biapado por ser mais-apreaaiataveH
Eutao, Sr. governador tirosos, como diz S. Revma. ?
O que significa, pois, tuda isto Paulino de Brito casen-'se totea e cense ente do
estado de D. Maria Ames e mediante proposta
vantafota t
Cname'm nltrcso, Sr. gorstaads ^lo bis-
pado ; insulte-nos como quizar, porque usemos a
uobre c ragem de diser a vordede sea.temer
ct cabeca de Medusa de lucfetenudme brlUnU po-
elido.
Ao pssso que S. Revma. assim desee e .desee
sempre; nos nos elevasaos, imstenio ao menos
o procedimmto de saosva a sabios var-s, que
tanto h uram a /groja de Cbristo, quano S.
Revma. a deetaatoa, e que nanaa,aBwfic arara a
Verdad t.gnawresee e vardade-dea poderosos.
Sem a c ragem de diser a verdade aoagraades
e pssWrcsoe.a doaaraa de Gbriaco nao-se teria
paaagana e a.religo corista nio iilaminaria
h Hr o muwta sessoesa sol dejustif:, da que aas.
faila o propbeta. .
O dever tem iuostaasis.c. sinaascoes para to-
das as araaigave*)qaederiv* dbsssssstia,.
E istass-aasta.
Co^aoasaaBgu*aenr,i de que aos falta Hen-
rique Murger em suas tirites de invern, e como
Amelia, e no fundo ie nossa proprio pea
tsswnt?, e d'slli arrsnoanroa Tra> loara perola
{us teengastcaaa>am diasaoza de rainba,. neta e
sreatasasrssfoatesx insaiirsaiissia. beUras,, saassj
urna verdaie, que se engasta em todas aa contoiea-
Cias e que, se ni tem o innocente balho da perojjt,
aera os tvsrivas lampejos do-verse, Maros siatatros
etaioea do Stosi.
SVI-SBH
O Revm. Sr. coango Dr. lava Prancisco de
Arsajo o autor da deshonra de D. Hara Ame-
stsaifa, 23 de Jaiba ac lSaaV
ni-eainoUeo.
() CARTAS a quo se refero o artiftQ snpra.
Recife, 28-de Jaatro de 1888. IUm Sr. Dr.
Fraaeisaa de Paula Ssaree. J^anatando-ma qo*
V. S fjisonvjaado pele Revm. Sr. ossego Ds.
Joaquim Graciano da Araujo asea examinar a
Sra. D. Maria Amelia de Arsnj <, prima do Revm.
Sr. canece Dr. Luia-Prancisee de Araaje, etffee-
ti vaste ate exssiiass-a per eaatassb'de tratar te
doaassataota deasassahora com um sobiiaba do
primeiro dos cooegis cima mencionados, veabo
rogar-lbe qae por mir -i verdade se digne res-
ponder me-:
1 Qaata as rasoea, com qae lbe foi aelcitadaj|
O etraagm aJJsdido ;
2 o Qaal o resultado desao. ezame ;
3.9 Em que termas V. 8. dea cunta desse osa-
me exame a quera Ih'a solcitos e si o fea verbal-
mente ou por eseripto ;
O No caao do nao o ha ver fatti por eseripto,
qual a razan dis so.
A conveniencia que ha em faser-se a loa do
raodo mais coortpltso poesiveJ sobre o grave aooc-
teciraanta, que ae posase ao infausto casamento
da iatalis D. Mana Amalia e de que me tenbo oc.
copado na impeenaa, qae me move a faser lbe
o pedido cima formulado.
Nao me dirijo- peseoalmeota a V. 8., porque osa
tenbo a fortunando cultivar as anas reiapoes.
Estou, corto, pora, ds que ata nao o demorar
de Hender-me, nem tambem a circunstancia de
assignar-me com o mesmo neme, com qae tenbo
appar cido na impreusa.
Tanbo sabido b arar a discuesSo, que enceteiv e
isto basta.
Muiros noo-.es proprios vaiem .menos do qae o
meu pstudonyrr.o.
As discuaaes valem toda pelo modo decaats,
porque sao sustentadas, e nada pelas nossies pre
pros dos que aa sustenUm.
Pelas rases exp-.stas acredito qae V. 8. se dig-
nar servir-me e em qualquer hypothese respon-
der me com brevidada* Soa etc.
Oin catholico
P. 8. Poco a V. 8. autor i saga) para tszer de
saa.respoata o uso qae me convier- Data supra.
Iilm. Sr. Um eatholieo.O exame de qge trata,
V. & foi am trabalbo todo particular ; pelo. qae.
nao 0)3 fie* bem exppl-a publicidad da impreo-
sa sem permissao da pessoa, qaa m'j solcitos.
Eatou certo de que V. S. mi dar raso, e por
isso julgo-me dispensado-de pedir-lhe desculpa de
nio responder aos queaitos.
Entr.-tanto teaho a haura de subsorever me. De
V. S. etc.
Dr. rancisco de Paula Soares.
P S. Ple fazer o uso que Ihe- convier da pre-
s j te resposta.
O major Caldas e o r. se ador
llearique d Avila
Di regresso a esta corte, bem depressa soa
f ireado a oceupar a atteavo publica peta im-
prensa.
Adven me tal necessidade des conceitos que o
Sr. senador Heorique d'Avila profers da tribuna
de parlamento,-em sesso de 21 d.> mes finde, as-
sis deprimentes de minba dignidade e crditos
disciplinares, relativaraeato so artigo que publi
quei na cidade do Desterro e foi aqai transcripto
no Jo nal do Commercio daqaelle mesmo da 21.
S. Ezc mostrndose espirado no feld-mare-
chal Conde de Mulkte (quem sabe, tal ves-que es-
sa hora o grande chele allemae procedeeae bem,
diversamente l em Berlim) pronancioa-se nestss
termos, chamando a attenco do governa :
a Sao injurias inquasficaveis atiradas contra o
superior bierarebico e uma offonsa fligraate dis-
ciplina do exercito ; o nubre senador Vigcottde de
Pelotas bavia oecupado a tribuna, uio para acen-
sar este oficial, mas para auxiliar o nobre minis-
tro da guerra, em vista da nomeaeo delle para o
cargo de inspector, remmorando as graves e in-
fatuante aecusaooes levantadas por seas superior
res e constantes de ordena do dia do exercito, que
SS c'ppuiiharn a essa nomeacio.
a Assim o nobre Viscoads exereitra dentro da
etphera Jegal de suas attribuicoe como senador e
como representante do exercivo ; mas elle, o su- I
tor de artigo, em vea de defender-se, em ves de
mostrar qne aquellas accusae5s eram infundadas,
laucn mo da arma de qu usam os qae nao tem
justica nem razio, veio injuriar.
V o publico, v toda a il ustre representaclo
nacioaal e a classe a que me ufano da pertencer
que nio pode ser mais grave, mais attentatario
da digaidade de qualquer fnnecioaario qae se pre
se, est i anatbeooa laucado sobre o meu carcter
de oficial superior do exercito pelo Sr. senador
Henrique d'Avila ; e d'ahi a contingencia palpi-
tante m que S. Exc. me colloooa psrs isabir-lbe
de trente, como ora facj-s.
Loage e bem longe de- mim o pensamento de
cffendel-o, de malestal o sequer, e muito menos de
faltar ao acatsmento devido sua alta pesieiu de
senador'do imperio a qae sempre rendi toda a ho-
meuagem ; demais, tenbo bem presente que ainda
nio ha longos anaos S. Exc. bonrava-me com a
troca de visitas de amisade e dispensava-me a
maior cansideracao p-:saoal.
A qu-fsto, porm. daquallas que nio dmit
tea circumloqaios e meios tormos, qae exigem a
mxima precisio e todo o positivismo : portanto,
S. Exc. me desculpar qualquer dureza a que mo
leve o imperioso dever da honra.
A ezposicio analytica do Sr. senador nio sim -
plesmente um extracto infiel, uma inversio dos
fctos, uma mvstificacio estupenda, ama desleal
dade atroz, que me prejudiea muito menos, como
militar, do que me entristece, como brasileirj, por
vtr at que ponto, em asaumpto aliis da maior, .
transcendencia e carecedor ds mus seria attencio, | 2* dSo madar tucar-lhes eaaas notas in-
como seja o sagrado patrimonio da honra, a paixio KMtmtmm, sob o prttrzto coademnaosl def.1.
desvair o espirito de um parlamentar Ilustrado. **Ae requenmeoto das mesmas victimas, etc., etc
Conforme fac limo de verificar, bastando re -
muito mal onsattdo nessea estadas, sajo
espardteado tanta tafia tas. 4 eoltaboiaoaoimaii
ti vs e efflcss- da Hlastrscid e jasta sosrjstesci de i
S. Exc. nos momentoBos prsblemss qae astesrisi
oc*n obenr geral da Imperio.
BJsse documento, sarna o Sr; senador, >de fon
portancia- tak, qae nio tanto, a menor dtr(dasao
aun site i al -o, mas sen j ctaaoia : ser a mi n haar-
la anra-de Vendme na tas) csurpeass, dtanfeds
qaal espere ver- estaezr a annwiided daquessss
que, deveudo primar pela eirosiaspeceia pelasaa
varlherrismo, em honrada posi$ qoe oceupiam,
estio sacrificando estos bellos attnbutoe sata.
gloria ephemera.
E assim me exprimo, perqae ni suusrsbans
do parlamento, por mais elevada e grandiosa caos
en a considero, qae se faz a vepataaiJ diidassaso i
da patria, que ee firma a capacidad ou incap-
cndadetnteHeetual emaral do ofikial dUSOSieita,
, sisa, no campe de batana, na- labor secamicov ao
tribunal d* eos pares;
Deixs o Sr. -seaBdor qo Ih'o diga: em faes/sta-
quelia imperial resoluco, aasantasa como est asar-
solemne parecer da mais alta ssraorar;ao mitae do
pas, refereodada por amesta4ista liberal dn polr
ao do Sr. seasdor Candido de Olivaira-e maatida
em tedo o seu brilho e tuertos honroaoeatei hoje
attenta a usencia absoluta de qualquer aesusa-
flio posterior de procedencia acertase!, u; qae .as.
realidade sempre site recaabeei, como sao rsesnba-
qo atada agora, muito quem do msrecamento e
capacidade profissiooal de innmeros outros qoe
fssem o ornamento da e'avse, nao paaso ser eonsri-
derado pelos poderes pblicos e a sociedade seno
em paral lelo cora elles, perfeitas&snte dsgao sp-
to a ezercer esmmissoes as mais importantes, cora-
pativeia com a minha graduacio e a arma a qae
pertenoo.
E releva neste ponto sigaioar na qne o motivo sa gerido paraeobaueatsr a terrivel
sfironta de qua lu vioiaa, da nasa tnfelicidade
digna de laatima : a inspectora de uma comps-
nhia de guarnicio nunca foi nem -pode ser tida por
enc.srgo.mais honroso do qoe o commando interi-
no a afiscalisaeio effectiva de ur batalhao.
Igualmente labora am erro o Sr. senador qaan-
do eatende qua eu desrespeitei o meu superior hie-
rarchjco e offendL fligrsotomente a disciplina do
exercito.
Pnmeiro, nio me refer sa marechsl, e nem es-
te podia, sem expor-se por -gesto a ser tambem
desacatado, ofi-nder a digaidade do seu subordi.
nsdo, e faltar aas deveresi de disciplina para com
a primeira autordade do exercito, interpelando
daquella forma o ministro da guerra ; refer-rae.
exclusivamente ao representante da naci e com a
dealaracao expressa de que o faria, com acuella
bsmbridade, para rebater a injuria que elle me ir-
rogara cvm.gr.ave abuao.de auas imoiuoidades par-
laa, sotares.
Oade est, pois, o papel de aggressor sedioo,
de 'ijuriadur possesso que S. Exc. me quis as-
signaiar ?
Pelo amor ds Deus.. pois nio basta a enorme
desigualdad da lata ?
E a insistencia do Sr. senador Avila em consi-
derar o outro Sr. senador ejercitando legalmenta
na. espbera derepreseot ,nte do exercito, qusade
proceden daquella forma, uma incoherencia qae
eommelta.quanto ao grilbio da disciplina que le-
vanta para mim; se o general escapa o major tam-
bem nio pd, ficar com o p l ;, e por outro lado
um desserrjcp qaa presta idoneidad so as-
la profissional de S. Exc. o Sr. Visconde de Pe-
lotas.
Este pedio intormac's da pena que mefora im-
posta de certo por ignrala ; mas estando ella em
ordem da do. exercito, como diz o Sr senador r
Avil, fica muito triste s um general de' to ele-
vada patente do qnadra effectivo di eaercito oso
estar corrate com todas as altoraco -s, mxime as
de tamanha monta, que se publicara em ordens do
dia do mesmo exercito, sendo preciso ir colhel-aa
por ioformacea ministradas anuos depois ao par
lamento!
Por e .ta occaso, cabe-me a honra de formali-
sar-ma e diser so Sr. senador Henrique u'Avils,
com a mxima aolemnidade da palavra do hemem :
falso existir em ordem do dia a consignseao de
haver en sido em tempo algum acensado expressa-
mente, por meus superiores, dis 8. Exc., mas ea
accrescento, psr quem qner que seja, de furto e est*
briaguez.
Segando, nio transgred a disciplinada exerci-
to publicando a referido artigo, j por ter sido elle
explcitamente eseripto e destinado a desatrou-
tar-me aa injuria que atiroa-me o representante
da naci, j porque, anda na hypothese a mais
deafavorarel, de ser licito s a S. Exc. separar as
entidades quando lh'o convenhs, nio poseo incer*
rer na sanecio do art. 3', nico prohibitivo, das
dsposico -s que regulam a materia, conatantsada
imperial resolacio de 3 de Novembro de 1886, por-
que trata-se ah da diseutsio entre militares so*
bre objecto de servifo e ninguem dir qoe no
I meu caso houve tal objecto,
O Sr. senador Avila nao perde eccasiao, como
prova-o o discurso de qae ora mi oceupo, de con-
sagrar um devotado amor classe militar, ds pa-
tantearogrande interesse que 'toma por ella e es-
nao duvido de que sejam com effjito esses os sen-
timentos do o. Exc, mas hade me permit ir esta
verdade : o seo areeedimeato na questio vertente.
comparado ao que teve na questio passada, mos-
tra que S. Exc est illudido comsigo mesmo ; nao
ama puramente a classe, como peosa, ama, sim, as
medalboes della. (Juro que o termo- empregado
sem segunda tencio).
Quando, ha dona annos, um memoro da cmara
temporaria formuloa da tribuna, nio ex abrupto,
mas discorrendo sobre o desempenbo de ama com-
missio militar em sua provincia, censaras acrimo-
niosas contra o oficial superior do exercito qae
ha va desempenhadu tai eoiamissio ; censuras as-.
sss qoe, f .rcoso coofessar, s tomaram a pro-
porcao de injuria, de offenaa directa honra mi-
litar do Iludido oficial, depois qne este rebs-
teu-aj rijamente pela imprensa, e d'ahi surgi a
chamada questio militar, tendo frente dous ilius-
tres geaeraet, dous-des msis -atamadoe cabeMde
guerra, S. Exc. tomou logo posicio ao lado destes
e foi um dos mais esforzados campees da agita-
?ao levantada.
Na tribunado parlamento seltou inaameras ve-
ses o val ntc verbo, prufl gando severamente o
governo, nao s por ter infl.gido castigos eorrec-
cionaes s victimas o_u baatam legitiammenSe se
desaggravado pela imprensa, mas tambem por in-
o pasta qnrelis aoaapaas a asas aKrgalbaaor,
aos
correr ao Diario Official de 25 de Maio, citada no
mea alludido artigo, o Sr. senador Visconde ds
Pelotas nio tomou por these aquella nomeaoio de
inspeetor e muito menos se propos a mpugnai-a
com a allegaeo de precedentes ds qualquer nata-
reza, em m-u desabono, constantes de ordem do
dia do exercito ; nada disse, e a _impuguacio era
supeifiua desde que a nomeacio estava deafeita
bavia 16 das. S. Ezc., ex abrupto de discusaao
algama sobre a minba icdividaslidade militar, for
inulou am requrimento de informace pergun-
taudj que peaa me for* imposta pelos crimes du
furto e vicio de embriaguez, e mandou-o mesa
db senado com estas palavras proferidas da tri
buna :
O official de qaa trato neste requrimento
tem pratiedo actos de tal oatursaa, que o honra-
do ministro da guerra nio pie deixar de tomar
providea:ia, qae tragara em resaltad expurgare
exercito das fezes que o contaminan).
Ora, disto para aqmllo que o Sr. sanador Avila
expos vai uma differenc* abysmal.
Francamente, se S. Exc acba em conseiencia
qae Mes expresares nio constitusm ama d,fiama-
cao no mais alto gr; urna injuria deseas de vida
e morte, para am oficiar-, nio digo superior, su-
balterno mesmo, que tenba em aiguma conta isso
qne se chama pundonor e brios, entio fes muitis-
timo bem de nio ter seguida a carreira das ar-
mas.
O exercito j pode consolar se da nao losir em
snas fi eirae uma otrlligencia tio robusU.
Por outro 'alo, eomo gaalmtate f,eil de ve-
rificar pela mspeccao teztual do artigo em questio,
longo de esgrimir essa arma do vlio que 0 Sr.
senader servio-se de couferir-me, eu procarei no
brttar a minba desaffronta,-antendo-a nos limitas
de para defeaa, e s vibrando o go>pe mestre, s
partindo a fundo, depois de ezhibicao de pravas
rrefragaveis da neshuma razio de ser da mjoria
articulada ; taes como a imaerial resjlucaa de29
de Novembro. de 1884, tomada sobre laudo dercon-
selbo supremo militar, em resultado definitivo do
conseibo de inqniricio,.a qaa. eu fura submettido
dos termos da lev de 1 de Dezembro de 1841.
S. Exc, de certo apoiado no frueto das isas lo-
cubracoes sobre negocios militares, nio fes ne-
nhum caso desss prova, acbou que nio valia nada.
Est no sea direito, a vontade livre, e eures-
peita o entendimento de' S. Exc.; todava, peea
vens para ponderst-lbe qae sssim vai mal, mas
Fra do parlamento, em cartas dirigidas ao re-
dactor chefe 'O Pas e publicadas em editorial
desta folba, S. Exe. Isocou ao terreao fermentado
propjaicojs e couceitos deeta ordem :
Nesta epocba em qae vivemos, em que a pala-
vra escrpta e fnlada gasa de tio grande infiden-
cia e coustitue uma tio poderosa arma, da qaal
todos podem usar livremeute. pretenden o Sr. mi-
nistro da guerra privar o exercito do uso de tio
importante direito. A subordinscio e a discipli-
na militar nio est mais em dizerAmen a to-
das as opinies doschef?s qsando licito fazor-laes
osservsces e discutil-as. O oficial tem amlu-
gar no exercito e outro na sociedade civil.
O habito de representar constantemente osa
papel subalterno tem introduzido no exereito um
horror da respoosabilidade, uma aorta de pusiiani-
midade em presenca de toda a resoluoo a tomar,
qne coustitue os nassos generses punco aptas os
mesmo incapazes de uma decisio pessoal.
Escrever e fallar Lvremente a base da con-
stituicio moderna. Pora della o exercito ficaria
constituido na posicio de um grao de mudo.
Pretender redusir so silencio o oficial, ter-
nal-o subserviente e pasavo absolutamente,
sfastar do exereit i os caracteres euergicoa e labo-
riosos, espiritas activos, as oubecas qua quereos
pensar, para s ah deizar aquelles que preferesa,
dormitar psegaicosamante sob a pesaos, cobartura
administrativa.
c Um dos tragos particulares da disciplina mi
litar que 1 nao pode legtimamente entrar est
contradieco com a moral dade do espirito militar.
Esto ordena tio imperiosamente a observan-
cia dos deveres da honra, .como a obediencia im-
passivel do servico.
Agora, um membro da cmara vitalicia secn-
mette da tribuna a um outro official superior, alo
para aecusai-o ou dirigir-lhe censaras sobre o des-
empeaho de qualquer servico ou comrtissio, vas
para ataoar-lhe, vivamente a honra, psra matal-o
moralmente, chegando a taxal o de fezes de que a
exercito deve ter expurgado ; e S. Exc. ouve-o ca-
lado.
A victims, l da psragem ero-que se aohavs,^
bem distante desta corte, fas o que 8. Exc. hoatasa',
doutrinava Boezerciti dfende-ee asaado ^f"?"
lasre ccriptei e do direito de discutir as osmmms
dos chefes-, >-se o horror a*~respotu<.IMisb,
compenetra-se do espirito de aora4d assenta O asprrtr miliar, e dtvolve intactas ds-
ria, depois de tulminal-a prova dos tactos, re-

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SaataaMMatafaVa

- a**


Diario de Pernambuco---Sabbado 28 de Julho de 1888






rm oo tesa redime, desfavorecido da iorte,
pobre e desprotegido, apreieuta-se obscuramente
por i 0 atira-se snoho a ama re vindicta teme-
raria de ni honra ultrajada.
8 Ese. pressuroso levanta se entio, mu para
que ? Para exaltar a fraqneaa do torte e deprimir
a ooragem do fraco ; para louvar queil i como
correcto e arrojar este da tribuna abaixo, at a
Talla dos fuucc.oaori >s iucapases, que s sabem in-
juriar ; en ubi puliera, para mais acagapar a
Tietima ao peto de ana palavra iofltmmida e pro-
clama I o face do paia rio flagrante da ditciplina
do exereito !
Oh I bem singular nm aemelhante amor!
Ao terminar este artigo, em que s tive pir ob-
6Btivo defeoder-me doi coneeitos do Sr. senador
enriqae d'Avila, atteota a importancia social de
na illnstre pesaba, que muito acato s respeito,
peco venia a S. Exc. para fechal-o com o mesma
tpico oom que o Sr. sentdor terminoa ama das
anas cartas cima alluidaa ; mis declaro aolem -
nemente que o fagD sem espirito algum da applica-
clo a qaem qaer que soja :
Nao segura a po itica do JI*snaj.
O tempo vence muitas cousas a maitas resis-
tencias ; po*m Umoem o tempo om singular
vineador e troca sempreos papis dos persegui-
dores e dos perseguidos, eugrandecendo estes e
tornando infames aqaelles.
Sio testases palavras de S. Exc.
Honorato Candida Ferreira Caldas,
Mj >r de iutantaria.
CdrU, 10 de Jalh> de 1888.
Poi retardada para boje a publicaco deate ar-
tigo em consequeacia da molestia de que fui vi -
etima. ,_
Ferrara Caldas.
(Do Joa' *> Commercij).
A vil o : lavoura
O Jornal do Recife de h ja tem, tomado dt susto
e apprehento -s pela sorte da lavoura do norte, que
julga deshjrdada,por isso que nao aera) extensi-
vos ella os favores resultantes do emprastimo de
aels mil eontos ao Banzo do Brasil, aproveita-se
do ens'-jo para aaer carga contra o eoose
lheiro Joo Alfredo uctua! miaistro da faseada,
e termina envidando as associacoes, que represen
tam oesta proviocia interesses agrcolas e com-
merciaea agitarem-se, congregando esforcos.
Nao tem raso o Jjrnal
Se oa empreatimos do Baucj do Brasil deixam
de ser extensivos s provincias do norte, outra
nao a raso senao o n.) quarer prestar-se isto
aquella instituicao de crdito.
Oa seja pjrque o Banco do Brasil nao queira
assumirmaior somma do responsabilidades, on se-
ja porque notenha aqui agencia ou^suecersaea, a
raso de nao estn ier suas operaco s mercaatis
s provincias do norte nao pode affactar aa pa-
triotismo, a largueza de vistas e de plas finan
ceiros di ministro da fasenda.
Mas, nem pelo factJ de assin proceder o Banco
do Brasil, segu-se que aa provincias do norte fi
cario desherdadas da partilba.
O propric Jornal do Recife, na aeceao de tele-
grammas, noticia que o onselbeiro Joo Alfredo
declarara no Sead > que procurar in'ermediarios
as autras provincias para conceder-lhes iguaes au
xi'.ios
A promcasa da honrado ministro da faeenda
basta para tranqaillisar a lavenra do norte.
Se com mais brevid-.de sao atteadidos os inte-
resses agrcolas das provincias do sal, ninguem
desconhecer que ha algama raso para sto. E'
que aquellas provincias soffreram mais com a le
da abolico, acham-se j na poca da colheita e
por isso mesmo necessitam mais instante e urgen-
temente de recursos.
Qaanto ao norte, como sabemos, s regularmen-
te de Setembro por diaote, principiaro as moa-
Trauquillisem, pois, os agricultores. O con se
lheiro JoSo Alfredo nao esquecer as provincias
do norte, que tambem necessitam de auxilio.
Temos intima convieco, de que elle ha de en-
vidar meios para encontrar, aqu, intermediarios,
que emprsteos lavoura, auxiliando-a as diffi-
culdades que atravessa.
NSo ser preciso, que as associacoes agrcolas e
commerciaes desputem a iniciativa do ministro,
que to bem tem sabido comprehender, em emer-
gencia diffiil, os deveres de esta lista.
A lavoura do norte ha de partilhar dos favores
do emprestim), q ie viro c^mo recursos mais ur-
gentes, bem como ha de ter para anxilial-a os ban
eos regionaes.
Agora mesmo o honrado ministro da faienda
procara obter trtalos de commercio com os Esta-
dos-Unidos. Se esta madida, ha tanto tempo re-
clamada, realisar se, ha de necessariamente deter-
minar urna alca n09 precos do sssuear.
Reanime se a lavoura. Se a crise, que a afli-
ge grande, considere, que a abolica da escrava-
tora, tornou aguda nma cufermidade qoasi chro
nica que mata va-a lentamente e que hoje teota se
combater com mais interesse, cuidado e com eer-
tesa de ter debellada.
Ventas.
Auxilios lavoura
I
Muito ae tem eacripto na Cdrte sobre
este importante assumpto, prevaleoendo,
como o melbor meio de auxiliar a lavoura,
a fundadlo de novos bancos como os dos
proiectos em discuaso no Sanado e na C-
mara dos Deputados.
All, bem coma em S. Paulo e Minas,
COHERCIO
Revista do Mercado
Recife, 27 de julho de 1888.
Foi insignificante o movimento na praca.
O mercado de cambio fechou mais frouxo.
Na Bolsa conston apenas a trsnsacoao de 8 apo-
lices geraes com o descont de 6 */o.
Em algodo e coaros nSo coaston vendas, teodo,
porm, me'.horado a posico de ambos os artigos
em vista das condieces do cambio,
Qinto ao mais eis o que occorren :
S-OTAgKS OFFIC1AES DA JUNTA DOS OOB-
BECTOBE8
Reos/e. 27 tlt Julho de 1888
Anolices geraes de 5 0/0, do valoi de 1:000^003
9404 cada orna.
Cambio sobre forto, 90 div. 100 0/0 ae premio, do
sanco.
Na hora da bolea
Venderam-se :
8 anolices geraes.
o nresid-nte,
Augusto Pinto de..Liemos.
O secretario,
Pedro Jos Pinto.
Cambio
Os bancos abrlram < om a taxa de 26 1/ i d.
A's 8 horas da tarde retiraram as tabellas sem
affixarem ootras.
Nao houve transaccSo em papel particular.
No Rio abriram os bancos a 26 1/3.
A tarde baixaram a taxa para i6 3/8 e depois
para 26 1/4-
Papel particular escasso.
AIo4ste
Ainda hoje nao consten vendas.
A exoortacSo, frita pela alfandega neste mes at
o da 26 foi de 1 941407 kilos, sendo para o exte-
rior 1.724.377 1/2 e para o interior 217.029 1/2.
As entradas at hoje conbecidas f oram de 9.672
fte.-.s efectuadas pelos vehculos segaintea:
Bareaoas
Vapores -
Animaes .
Va-terrea de Carnar .
Via-lema i-s S. Francisco
erre* de Lumoeiro .
Somma .
831 Saccas
2.336
3.672 Saccas
a impreosa tem mostrado grande interesse
oesta discusslo. Aqu aoabamos de ver
iniciada igual duoassio pela oarta do dig-
no gerente da S iciedade Auxiliadora de
Agricultura, publioada na Eevta do Dia-
rio da boje.
Qimo em dita carta o Sr. gerente se
esqoeoesse do banco auxiliador promovido
pela mesma sociedade, para fandacSo do
qual o anterior gerente requeren e obteve
favores da nossa digna Assembla Provin-
cial, vamos para este obamar a atteoc&o
do actual, aventurando tambem algumas
refleaSas; para que, aproveitando a op-
portanidade, ae prosiga na fundacio deste
banco, reformando as respectivos estatu-
tos em ordem a aooumulal-os ao desejo e
intaresse dos subscriptores.
Para ezemplo das Vnutagens da realisa-
cSo desta iundac&o, aqui temos o banco
de Crdito Real da Pernambucofuncio-
nando com tanta vantagem para os accio-
nistas, qaanto revela o prego de suas ao-
jo 38, que estao valeudo 50 ( de premio;
e das lettras bypotbeoarias que sao procu-
radas, apenas a 4 (. de descont, quando
as do Crdito Real do Brazil esto a 26,
segundo as ultimas cotacSas.
Verdade que tendo o de Peroambu3o
realisado apenas 230 eontos de ris (2|5
do capital subs ."ripio) nos dous annos de
eua existencia, s tem emittido 2,000 con-
ios dos quaes tem emprestado lavonra.
Tres quartas partes ou 1,563 eontos,
segundo vemos no ultimo balancete publi-
cado no Diario de 12 do corrente.
Con to exiguo capital nSo tem este
banco prestado provincia os servidos que
se esperava.
D'ahi a restriccae e exigencias da direc-
tora para a realisacSo dos emprstitos, a
pretexto da insuffi incia de garanta e for
malicales, quando o faoto real que maior
parte dos accionistas no poderSo ainda
realizar o pagmento das acgSiS qua sub
escreveram.
Outro tanto possivel, quando viesse a
8ucceder com os do banco auxiliador :
mas em todo o caso haveria mais um ban-
co nesta provinia, em concurrencia coro
aquello, e conseqoentemente mais 2,000
coatos de lettras bypotbeoarias para em-
prestar lavoara, e cessaria o monopolio
sempre desptico de um s.
E' por esta razio principalmente que a
pluralidade dos beos deve sempre prefe-
rir aos anitarioa.
N)8ta coiformidade achamos bona os
proiectos dos dous systamas apresentados
e melbor achariamos, em vista das actuaes
cirjumstanjias da provincia, o da mutuali-
dade, que tao bous resultados produzio,
ou est ainla proiuzin^o em alguna esta-
d is da Allemanba, segundo nos dizem :
Courssllo Saneuil, Josaeau e outroa mes-J
trs.
Os bancos regionaes de crdito real sao
muito bons ; mas como obter n"8ta provin
cia e li nitrophe's accionistas para quatro
mil eontos, quando a praga do Recife est
to pobre que no espaso de 2 annos, corno
cima diasemos, nao tem podido comple-
tar os 500 eontos que subscrevea, para a
fundagita do primeiro !
A fundadlo, pois, de taes bancos smen
te seria exequivel actualmente neste lado
do imperio com fundos do Estado. Acha-
raos este meio preferivil ao da emiss&j de
notas como Ricardo e outros economistas
aconselham, posto que com muito boas ra-
z3es.
De urna ou de outra sorte, no estado de
angustia em que se acba nossa lavoura,
conven) abrir novas fjntes, para mitigar-
lbe a sede e evitar a marte; e como os
rneios at agora empregados nao tem pro-
duzido o almejado effeito, procuremos ou-
tros : em vez de cruzarmos os bracos,
esperando qus a Divina Providencia venba
em auxilio da desgrasa, da inepcia e da
preguisa.
Sejam pois bem vindos os novos bancos
em projecto, e ainda outros, como sejam :
o da Sociedade Auxiliadora e o da Mutua
lidade, cuj systema offerecemos aprecia-
SSo da AssociacSo Commercial Agrip-
la cerno a mais habilitada para tomar a
ei esta iniciativa.
AMUear
Os oreos pagos ao ajsricollor, por 15
gundo a Associacdo Commerexal Agrioola,
seguintes:
-tranco 3. superior 2J500
. 3.' boa ... 2*300
3. regular 21200
Homno6...... 1^800
4*scavado purgado 1*600
Druto. 1*100
ttame..... #800
kilos, se-
foram os
a 2*700
a 2*500
a 2*3 X)
a 2*000 I
a 1*700/
No ordem dos bancos de crdito real ba
diversos systemas accommodados as cir-
cumstancias, uzos e interesses de cada
paii. Se o que foi adoptado pelo debil-
oredito real de Pernambuco, nio p rovou
bsm, oa insuficiente, prooure-se outro,
ou, amplie-se ao meaos para tirar-lhe o
monopolio.
Reoife 23 de Julho de 1888.
W.
Pili] Mltalo
Servido do ufl'et
Estamos au' irisai^s a avisar o publico que at-
tandeodo a justas reclamacoes a directora resol-
veu faser por couta da sociedade este servico, e
que serio foraecidos aos frequeotadores deste
Prado gneros e bebidas da melbor qualidade a
precos rasoaveis'
Prado Pernambucoo
Cootinuam os vexames aos proprietarios
de oavallos, que agora sita obrigados a pa-
gar para ensatar seus animaos.
Entretanto : essa gente j andn de por-
ta e-a porta, pediado cavsllos para cor-
rer I
Si querem imitar a corte em tudo, tam
bem dimioaam a inscrip^lo
jNo estiquem muito a cordo; formiga,
qaanio quar parder-se, cria azas.
Os proprietarios hZo de reagir contra as
imposiso* :3 da directora.
Os proprietarios.
Preven^o
Previne s a quem inti-r-ssar possa, que
o sobrado ra do Principa o. 2, perten-
ceote a D. Tbereza Maria Ribciro e a
outros, viuva e herdeiros de Jo-quim Igna-
cio Kibeiro Jnior, est bypotbeoado aos
herdeiros de D. Constantino Jacintha da
Motta, por escriptura lavrada as notas do
tabelliSta Jos Alexandre Ferraira, em da-
ta de 24 de Outubro de 1849, vencida em
24 de Outubro de 1850 e tendo sido inter-
rompida a prescripsJta em 20 de Outubro
de 1880.
>. 1
l cima deacoberta de um abto
Ex.racto duplo de avelcira mgica (Witch
H.ie) do Dr.U C. Bristol.
O autor deste novo e maravilhoso rem dio, o
Dr. C. C. Bristol, cujo nome conhecids em am-
bos os bsmispberios, da um a outro extremo do
plaaeta, como autor das celebres Salsaparrilba e
r'italas de Bristol, as ques tantos devem a saude
e a vida, em todos os climas do globo ; o sabio
medico, chimico e naturalista, oceupado sempre
em novas desc ibertas medico-botnicas, depois de
intelligeatfs e repetidos eusaios, veio a acbar-se
posaudjr de urna nova e admiravel c .mbinaco cu-
rativa, bascada as m^ravilhosis virtudes da
planta americana coanecida buje na sci-ncia sob
a claS3fi.-acS > botau'Ca de Ramamelis Virginica ;
planta indgena da America Septentrional e pri-
unitivamente ens^regada pelos indios no curativo
de toda molestia de carcter iuflimmatorio, tanto
in'erna como externa.
Vinho de Ex'racto de Figado de Baca-
Iho, de Chevrier, no qa dos os '-le.meatos efiuazes do oleo do figa-
do do bacalho, possua ao mesmo tempo
as propriedade therapeuticas excallentes
dos preparados alcoolicos.
Com o alcool, sustenta o poder vital,
excita-o e fornece materia ;s de primeira
escolba reconstitui'sSo orgnica ; em urna
palavra refaz a trama animal e anima-a.
O sea uso pois indicado as innme-
ras circumstanciaa patholigiuas que resul-
tan do empobrecimiento do saogue.
c Recommeudamol-o especialmente aoe
nossos leitoras, s
{Reme Medicle).
Aslluna em una mofa
En abaixo assignado morador em Santa
Victoria do Palmar atiesto, a bem da bu-
manidade, que tendo urna filfas que soffrera
de asthma e outras molestias do peito, foi
radicalmente curada pelo maravilhoso re-
medio PEITOBAL DE CAMBAR do Sr. Jos
Alves de Souza Soares, de Pelotas.
Delfino Jos Rodrigues.
a 1*300,
a 1*000
Os de turbina nao tem apparecido no mercado. I
* exportacio. fica pela alfandega neste mes at
o dia 26, foi de 5.778 182 kiloa, sendo para o
exterior 3.009.813 e p.ra o interior 2.768.369.
As entradas effectuadas at hoje foram de 8.223
saceos, sendo por :
Crcavas...... 2.300
Vapores....... .....
animaos ..... 69
Via-ferrea de Caruaru 120
Via-frrea de S. Fraacisco 5.619
Via-ferrea de Limoeiro 82
Saccas

Somma
8.220 Saccas
Coarta salgados
Sem vendas, cotando-se nominal a 400 ris.
Vapor despachado
Vap. in Oarense, para :
Para : 200 fardos de xarqae, 10 barricas com
graxa e 5 amarrados com vassouraa de piassava.
Ntw Yoik : 8.777 saecos com assucar masca-
vado.
Carreg. diversos.
Pa ta da Alfandega
umahi om 23 a 28 de julho oa 1888
Vide o Diario de 22 de Jalbo
\avioa carga
Escuna allemS Johanna, para Montevideo.
Eicuoa nacional Carolina, para Maceo.
Lugar portugus letnerario, para Lisboa.
Logar nacioi.al Loyo, pr> Rio Grande do Sul.
ratacbo ingles John T. Ivs, para Canal.
Patacho aliemao Anua, para Monteviao.
Patacho nacional Joven Correia, para Lisboa e
Porto.
.\av1ft* descarga
Barca ingiesa Enchanters, carvlo.
Barca noroegoense Respid. carvSa.
Barca orneguense Valleyrien, car vio.
Birca inglesa Jaanpore, varios gneros.
Barca noruegueuse Al/ann, carvio.
Barca dinamarquesa Richard, xarqae.
Barca pottoguesa A udacta, varios gneros.
Barca nacional Mucosa, xarqae.
Li(ar ingles Cypker, carvo.
Lugar nornegauns^ Bertha, carvlo.
Lagar ingles Vedonia, bcalh .
Logar norueguen Okonom, varios generss.
Lagar ingles Comande, bacalho.
Patacho norueguease Ceres, xarqae.
Patacho dinamarqus Thor, xarqua.
Patachi nacional Social, xarqua.
Patacho nacional Andaluea, xarqae.
Patacho hollandes Aliene, xarqae.
Patacho nacional Positiv, x.rque.
Pataabo hespanhol Encarnacin, xarque.
Importaco
Vapor inglez Estrella entrado dos partos do sul
em 26 do corrate e cousigaado a Pereira Carnei-
ro & C-, manitestoa ;
Barricas 460 a viuva de Manee! Francisco Mar-
ques.
Banba 34 caixas a Amorim Irm&os di C.
Charutos 1 caixSo a Costa Lima c C
Famo 7 volumes ordem-
Panno de algod&o 38 fardos a Rodrigues Lima
& C, 18 a Alves de Britto & C, 93 a Luis Anto-
nio Sequeira, 40 ordem, 30 a Machado & Pe
rnira.
Piassava 60 molhos a Beltrao & Costa, 500 be-
tas a Jo Vctor Alves Matbeus & C.
Xarque 772 fardos a Baltar Oliveira & C.
B.rea portuguesa Auiaci* entrada do Rio de
Janeiro na mesma data e consignada ordem, ma-
nifestoa :
Barrilba 50 tambores.
Botijas vasiss 250 barris.
Barris 342 volumes.
Barricas vasias 3 800.
Cognac 55 caixas.
Faaeoda 1 cana.
Formicida capaoema 10 eaixas.
Marmullada 13 caixas.
Pbospboros 4 caixoes e 80 latas.
Vvrmoutb 10 caixas.
Vinagre 50 barris.
Vinho 5 pipas e 283 barris.
Veilas steannas l,0u0 caixas.
Vidros 4 barricas.
Xirope de cambar 50 caixss.
Xirqae 1,017 fardos ordem.
Barca nacional Mimoza entrada de Porto Ale-
gre em 27 do corrente e consignada a Baltar Oli-
veira C., manifestoo :
Farinha de mandioca 906 saceos.
Graxa em bexigas 11,840 kilos.
Xarqae 250,000 kilos aos consignatarios.
fxpartacaa
1I888
CIFB, 26 DB JULHO d:
Poro o extenor,
No paJhjao a I lema > Arma, carregon :
Para Montevideo, F. Coasseiro 700 barricas oom
71,650 kilos de assucar branco.
No lugar portugus Temerario, carregaram :
Para o Porto, M. Lima & 0. 188 saces oom
14,607 kilos de algodo e 16 saceos com 1,219
kilos de residuos de algodo.
Para o interior
No lugar nacional Loyo, carregaram ;
Para Rio Grande do Sal, J. S. Loto & Filbo
700 barricas eom 64,200 kilos de sssuear branco.
.no vapor francs Tille de Santos, earrega-
ram:
Para Santos, Amoriai Irmos & C 709 saecos
Wm coosa e ver e oolra e' contar
A procura, o consumo e o conoeito de
todos os preparados do pharmaceitico Luiz
(Jarlos, iato devido espeoialidade de
oada medicamento para o fin a que des-
tinado.
O Anti-rheuraatico Paulistano est pro-
vado ser o remedio seguro contra toda a
especie de rbeamatismo, aasim o Licdr
Antipsorico oom os pos depurativos ou oom
as pUulaB feitas dos meamos pos, sao os
dona deputativoB mais effi:azes contra a
syphilis de qualquer especie.
Os pa anti-hemorrhoidario8 tanto se
vende^ que sao incalculaveis os beneficios
que tem tem dado a bumanidade.
Assim o oleo oalmante para as dores de
barriga das enancas, dores de ouvidos, o
nico prompto alivio.
Grande deposito na drogara de Fran-
cisco Manoel da Silva & C.
Tosse em crianzas
Illm. Sr. Jos Alvares de Souza Soa-
res.Devo uca resposta a sen favor de
hontem. Fsl-o hei em poucas patavras,
mesmo porque verdade nao mister co-
loridas amageos, p.ra impor se soberana,
escudada as manifestajSS da opiniao uni-
versal. Emanaco da consciancia, d'esse
foro intimo de cada, individuo, onde se
asyia, ella surge pura immaculada.
A sua preparago PEITOBAL DE cambar
um poderoso remedio contra as enormi-
dades do peito.
Attesto-o pelos resultados que tenho co-
lhido em pesa-'as de minba casa, esse pe-
queo scenario onde, como pai de familia,
posso com corteza recenhecer quaes os me-
dicamentos ut-is e proveitosos.
Minhxs filuas usaram por algum tempo
do PEITOBAL DE CAMBaK, de sua inven-
cao, e ficaram completamente curadas de
urna tosse pertinaz e perigosa.
Faca d'eatas linbas o uso quizer.Sem
pre s suas orlens encontrar.
Joaquim N. E. de Arruda.
(Advogado em Bag.)
Dr, Seranm Araajo
Eis o attestado que este con eituiao
medico, de Pelotas, p*ssou a favor do
Peitoral de Cambara :
a Attesto que oPeitirsl de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alves de Souza
Soares, um ezcellente medicamento, em-
pregado com muito bons resultados as
molestias broneo-pulmonares. E por ser
verdade, p .ss-i o presente, que assigno em
f do meu grao.
Dr. Serajim Jos Rodrigres de Araujo.t
l)r. l*a F'irreira
Medico e par'eiro, com pratica em vanos tus
pitaes da Europa as especialidades de molestias
de senhoras e da pelle, d consultas na roa d*
Cadeia n. 53 1. andar, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na roa du Conde da Doa-Vista u. 24 1.
Telephoi e n. 412

Eduardo Gadault
Retratista
Atelter, ra Bario da Victo-
ria a* 91, 1 andar
Incnmbe-se da ex teucao de todos os
trabalbos concernentes sua arte,
sim como lecci*na em desenbos e pintu-
ra.
:
I
Dr. Mello Gomes
Medico parleiro e operador
? I lina larga do norio--2l
(Pur cima ao Annel de Ouro)
Onde tem consultorio e residencia, podendo ser
procurado qualquer hora do dia e da noite.
ESPECIALIDADES: Pebres, partos, moles-
tias d cara e operacoes de estreitamentos da uretra.
Acode de piompto a chumados para fra da ca-
pital.
Telephone374
com 42,000 kilos de assucar miocavado e 600
ditos com 36,000 ditos de dito branco.
Para Bio de Janeiro, J. H. Bozwell 25 pipas
com 12,000 litros de aguardeofe.
No vapor nacional Espirito Santo, carrega
ram :
Para BaOia, J. S. Loyo & Pilho 170 saceos com
12 750 kilos de assucar branco.
No vapor ingles Cearense, carregaram :
Para Para, J. H. Boxsrsll 30| pipas com 7,200
litros de asraaidente ; B. Oliveira & O 2,047
saceos com 153,525 kilos de aasucaar mscavado.
No biate nacional Deas le Guarde, carrega-
ram :
Para Araeaty, P. Pinto & C. 24 barris com
1,220 litros de mel.
No biate nacional D. Antonia, carregaram:
Para Mossor, Martin? Viegas & O 52 caixas
com 36 1 litros de genebra.
No vapor nacional Pernambuco, carrega-
ram :
Para Manos, F. A. de Aaevedo 15 barricas
com 1,010 kiles de sssuear branco; P. Pinto & C
40 barris com 3,840 litros de agaardentc.
Para Para, P. Pinto & G. 50 barris com 4800
litros de sguardente ; Amorim Irmos & O 375
volames com 81,309 kilos de asoucar branco e 24
latas com 360 ditos de dito refinado *, F. A. de
Aseveio 175 barricas com 9,102 kilos de assucar
branco e 25 latas cm 370 ditos de dito refinado ;
M. A. Seona C. 30 barricas com 1,868 kilos de
assucar refinado ; J. S. da Costa Moreira 60 bar
ricas com 2,719 kilos de assucar refinado ; A. C.
da Silva 150 barricas com 11,057 kilos de assucar
branco.
Para Cear, Maia & Reseade 38 barricas com
3,990 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Pirapama, carregaram :
Para Camossim, J. Borges 5 barricas com 576
lr2 kilos de assucar branco ; Feruandes 4 Irmo
4 caixas com 98 litros de geoebrs.
Para Cear, F. M da silva & C. 50 saceos com
2,6(0 kilos de mamona.
Na escuna nacional Carolina, carregaram:
Para Maco, Browns & C. 92 saceos com 4,600
kilos de sement de algodo e 150 saceos com fa-
rinha de mandioca.
KeBdlmentoa publico
un na muso
Alfandega
Terrenos magnficos
O correior geral P. J. Pinto est enoar-
regado da subdiviso do sitio da capella,
na Ponte de rjuhfia, para cujo fim abriram
se diversas ras, e esto demarcados os
lotes ds terreno.
A looolidade recommenda se pela ezoel-
lenoia do clima, faciiidade do transporte, a
[inba princial da estrada de ferro do Ca-
zang e o ramal do Arraial, com duas es-
tachas prximas, Jaqmira e Tamarineira ;
agua potavel de primeira qualidade ; e
urna capella.
O sitio est muito arborizado, e cada
Iota de terreno tem algumas arvores dan-
do fructos.
Nao pode baver melhor occasio para
quem quiaer constituir-sa proprietario de
um magnifico sitio pequeo.
Fornece se plantas dos arruamentos com
indicacSo da damarcaco dos terrenos.
) I MEDICO HOMEOPATHA ( I
l)r. Balthazar da Sitaba]
i
{)
!
(i
Espeeiali dadesebree, molestias das
eriancas, dos orgaos respiratorios e das
senhoras.
Presta-sc a qaaiquer chamado para
lora da capital.
AVISO
Todos os chamadas devem ser dingi<-
dos phannacia do Dr. Sabino, roa da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
Dr. Carneiro Lean
MEDICO E PARTEIRO
CONSULTORIO E KE3IDESCI
Ra do Livramento n. 31 Io andar
Consaltas de 11 b~ras s 2 da tarde
ESPECIALIDADESFebres, partos, e milestias
de creincns
' TELEPHONE N. 325
eisir "i i
u
I!
II
Dr. Barr;:..- Sampaio, medico ocu-
lista, eXfcbefe de dioica do Dr. de
Weckcr, d c uaultae de meio dia s
S horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do aran da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Seto de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
i
II
Dr. Alfredo (aspai
EspccialidadePartos, molestias de saaho ra
creancas.
ResidenciaBoa da Imperatris n. 18 primeir
ndar.
Telepbosie n. ZS6
|j rederico Cliaves Jnior
HOMEOPATH4.
)39=Rua do Barcto da Victoria=39
PRIMEIRO ANDAR
Peroambaco
AOS SRS. MDICOS E A DIGN'A CLASSE
PHARMACETICA
As velas Bertkaud, contra as molestias
do apparelbo gento urinario, tero, retro,
fistulas, kemorrhoides, etc., sao o medio-
ment mais adoptado actualmente o por
isso indispensaveis as pharmacias, bospi-
taes e casas de saude. Nao sao de for
muas secretas, ao contrario, pelas sub-
stancias empregadas e dosagem certa, o
facultativo fica desde logo habilitado a
julgar do aeu valor. Oa depositarios Bar-
tholomeu & C, em Pernambuco, ou o
abaixo assignado, remettem qoadros e
prospectos com explicc3s
E. Paulo de Freitas.
Deposito geral no Rio de Janeiro.
ssssssssssssawsasssasssssssssssssssssssssssssssssssssisssassi
Keeebedorla aerssl
,;c da 2 a 2 i 36ti)Oti492
dem de 27 2391210
37:1951702
Uerebedoru provincial
Do dia 2 a 26 107:8511653
dem a 27 4301260
108.3811913
Bealfe Drataage
Do dia 2 a 26 16:7801926
dem de 27 4121413
Senda eral
Do dia 3 a 26
dem de 27
Keods provinmal
Oo dia 2 a 26
dem da 27
812:849*003
33.8461690
94:2371342
3:1921797
816:6951698
97:4901139
Soma* total
914:1851832
27 de Jalbo
Segunda seooo da Alfandega,
de 1888. n .
O thesoureiroFlorencio Dommgues.
O aereda seoooCicero B.de Mello.
y f 17:1931339
llcrcado nao i el pal de i. os
O movimento deste Mercado no dia 26 de Julho
(oi o segninte:
Entraram :
33 bois pesando 5,179 kilos sendo
veira Castro & C, 26 de 1* e
ti colares.
301 kilos de peixe a 20 ris
106 cargas de farinha a 200 ris
22 ditas de fructas diversas a
3(i0 rs.
15 taboleiros a 200 ris
14 suinos a 200 ris
18 matutos com legumes a 200
ris
Foram ocenpadoa :
30 1/2 oolumnas a 600 ris
1 escriptorio -at
22 compartimentos de farinha a
500 ris.
30 ditos de comida a 500 ris
88 ditos de legumes a 400 ris
18 ditos de sainos a 700 ris
10 ditos de tressuras a 690 ris
10 tainos a 2*
1 ditos a 11
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 1*
de Oli-
de par
6*020
211200
6*600
310.10
21800
3*600
181300
3J0
114000
151000
351200
124600
6101X1,
201000
1*000
54400U
3164620
5:2904480
5.5874100
Rendiment dos dias 1 a 25 da cor-
rente
Foi arrecadado liquido at noje
Precos do dia :
Carne verde de 200 a 400 ris o kilo.
Carneino de 720 a 800 ris idem.
Sainos de 560 a 640 ris idem.
Farinha de 240 a l'W ris a cuia
Milba de 320 a 40u ris idem
Feijo de 560 a 14200 ris idem.
Mataduuro Publica
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 90
resea para o consumo do dia do boje.
Sendo: 62 rases perteneeatesa Oliveira Castto
& C., e 28 a diversos.
Yapares 6 airar
MIS DI JULIO
Europa ....... John Eider........amanhi
Fabrica derelogios
75-Langgaslrarse-Beme Saissa
Novo relogio oom mostrador luminoso
por si mesmo (pateniesdo) de Joacnot-Bal-
tisberger fabricante e rehgios em Berna
na Saissa.
Sao muito reoommendados pelo Minis-
terio da Guerra da Repblica-francesa, pe-
los offi.iae8 superiores franceses, alemeos
e ingleses e pelas sociedades topographi-
cas.
Estes novos relogios, de solida e elegan-
te coostrueco, sao chamados a prestar
grandes servicos no campo, tanto de noite
e na maior escuridSo, como de dia, quan-
do haja necessidade de qualquer pessoa
que esteja de servici e nao possa obter
urna luz para ver a hora u para se orien-
tar da posico em que esteja, j por falta
e prnoauco, j por taita de phosphoros e
impoasibilidad de o aceender, por causa
do vento ou humidade etc., etc. Nestas
a em outras muitas ciroumstancias que
a9 pode fazer urna idea da grande utilida-
de destes relogios, com o qual se v a noi-
te rem ajuia d luz, as horas o a direo-
cao da agulb-i, porque oa mostradores tem
em si a quantidade de luz precisa para as
observacSes.
Fabricado de relogios de remontoir e
de pndulas com mostradores luminosos,
p-los quaes se pode ver o tempo e a di-
rejeao da agulba de bussola, sem luz, du-
rante a noite e na mais densa escuridSo,
forca luminosa garantida.
Relogios de remontoir com bus-
sala, recoro neniado pelo Mi-
nisterio da Gnerra da Repbli-
ca francesa, com tampas de
nike!, e 6 rubios '
Ditos iguaes com tamp de
prata
Ditos idem idem idem com 13
rabias
Ditos remontoir com mostrador
luminoso, coberta da nikal, e
6 rubins
Ditos iguaes com tarapa de pra-
25 fr.
40
50
15
ta
25
Ditos idem idom dem gravada
15 rubins, Spinal Brequet 19 a 45
Ditos iguaea com tampa de ouro 120
Ditos de remotoir idem idem pa-
ra snboras 13ra 80
Luminosos relogios de pndula
com barmetro e termmetro 35
Luminosos relogios de pndula
para marinha, correndo em
. todas posic8es 18 t
Cada relogio garantido por tres an-
nos, regulando exactamente. Os pedidos
de mais de 24 pegas tem um abate de 20
por ceoto.
Joannot Ballisberger leme na
Suissa
Leonor Porto
ir do Imperador a.
Io andar
45
Contina a execatar os mais difficeis
fi?urinos recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e ftio de Janeiro.
Prima em perfeico de costaras, em
brevidade, modieidade em precos e fino
geste.
HOMEOPATHIA
DE
(CATELAN FJSEBE8
GLBULOS, TINTDEAS, CAETEIEA8,ETC.j
Vende se na botica francesa
22=Jrua da cbo=22
nuda ac de escrlptorlo
Os advogados Joo Barbalho, Jos Oiais e Pe-
dro Bats, madaram o seu escriptorio para a roa
do Imperador o. 55.
MEZ DE AGOSTO
Sal........... Allianca........... 2
Sal.......----- CaMpi'nas......... 3
Europa........ Elbe.............. 3
Europa....... Equateur.......... 3
Europa...... Vtlle de Macei..... 4
Norte......... Maranhao......... 5
Sal........... La Plata.......... 5
Norte......... Advanee........... 6
Sal........... Manaos...........
Sol...'....... Vle de Maranhao. 10
Norte......... Alaooas........... 13
Europa...... VUle de Cear..... 16
Sol........... Espirito Santo..... 17
Earopa....... Ntte.............. 17
Sal........... Orowoue.......... 18
Sal......... Tagus............. 19
Norte......... Pernambuco....... 24
Sal........... Maranhao......... 26
Earopa....... Ville-deSan Nicols 36
Vaporea aahlr
HEZ DB JULHO
Santos e esc. ViUede Santos ...b je s 3 h.
Camossim ... Pirapama.........hoje s 5 h.
Valparaso.. John Eider........ 29 1 h.
Aracsj..... Mandahu......... 30 s 5 h.
\avios entrar
Adamantino...... Liverpool.
DoasrmSos....... Lisboa.
Eagle............ Liverpool.
Fairy............. Swansea.
Fhd.............. Cardiff.
Movimento do porto
Navios entrados no dia 27
Havre e escala20 dias, vapor francs Villa de
Santos,* de 1,018 tangalas, eommandante A.
Tanqaery, equipagem 35, carga varios gne-
ros ; a Augaste Labille.
Pelotas32 dias, barea braal ira Mimosa, de
287 toaeladas, capito A itouio Albino de Bar-
ros, equipagem 11, carga xarqua; a Baltar,
Oliveira & C.
Rio de Janeiro11 dias, barca portuguesa Au-
dacia, de 653 toneladas, cap cao Francisco Es-
teva o Smres, equipagem 13, carga varios gene-
ros; ao capito.
Bio Formas o e Tamaalar7 horas, vapor braii-
leiro Jaguarib-i, a 429 toaeladas, commaa-
dante Alfredo tlrnteiro, equipagem 30, em las-
trfj a Compauhia Parnambucaas.
Navios sahidos no mes mi dia
Bio de Janeiro e escala Vapor brasdeiro Sspi.
rito-Santo, c-mmaudaata A. Qjmes, carga va-
rios gneros.
simaos e escalaVapor brazileiro Pernambuco,*
eommandante Francisco Aitonio de Almeida,
carga varios gneros.
ObieroacUo
Procedente do Para, funderam hontem s 6 ho-
ras da tarde no lamaro as corvetas de guarra
nacional Almirante Barroso e Niotheroy, as
quaes eutram hoje p ira o aocoraoura,
'
- ...

I


Diario de PernambucoSabbado 28 de Julho de 1888
Dr. Carlos Beltencoral
c
v

j
.
t >,
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I
j




MEDICO E OPEBADOR
Do volt* de iui viagom ao Rio do Ja-
neiro, onde esteve uo exercioio da Ba pro-
fisslo, trata dos estbeitambntos da be-
IHBA PECA ELECTKOLVSE, 8EM DOB, hydro-
oeleo sem injecySo (car* tudiouV), fstulas,
hemorrhoidas, tumores do tero e corri-
tnentos. Cura rpida das gonorrhas. MO-
LESTIAS DA GABG4NTA E DOS PLM0E3
PELAS ATBEMOSPHEBAS ANTISPTICAS. De
posse de curativo, instrumentos e appare-
lhos os mais aperfeicoados, garanta a cura
das suas especialidades.
Consultas e opurac8es das 12 s 3, ra
do Marques de Oliada n. 34, 2. andar.
Chamados por escripto e par fra da ci-
dado. R-sidencia provisoria, travessa da
jua Real, Torre.
Cirurgio Dentista
DR. ROBBRT P. RAWLINSON, for-
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados Unidos, tem aberto o seu consul-
torio, na ru* 1.- de M*rco n. 20, 1. an-
dar. Consultas das 10 i 4 boras da tarde
c
Dr. Coelho Leite
Participa a seus clientes e amigos
tem seu consultorio na ra Duque de
xias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias e
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portuguezn. 14.
EDITAES
O Dr. Thomaz Garcez Prannos Montene-
gro, eomroeniador da Imperial Ordena
da Rosa, juiz Je direito especial do com-
mercio da cidade do Recife, capital da
provincia de Pernambuco, por Sua Ma
gestade Imperial, a quem Deus guarde,
etc., etc.
Faco saber aos qae o presente edital virem on
delle noticia tiverem, que 4ever4 ter luajar no dia
28 do correte mee, as 12 hornada manba na aala
das audiencias, a reuni dos credorea da massa
fallida de Jos doa Saut.s Clhi, paro verificr-
seos creditsi e deliberar se aerea a concordata,
easo aeja presentada, on fjrun'.r-se cjutracto de
uniSo e namear-se administradores da dita massa,
pelo presente, chimo tedoa os credjres da referida
masa para comparecerem no iodk-ado da* hora e
lugar certo de que nao ser) i>dmittidoB por procu-
rador 8"m que este >-xhiba proeuracJo especial, a
qaal nSo pud-ri ser conferida a devedor do fallido
e que era havido o creior que nao comparecer
como adberindo as resolajoja que tomar a maio-
ria dos credorea que comptreetrem om'anto que
que para ser valida a concordata necesaario que
eja concedida por om numero tal de credores que
representi'm pelo menos dous tercos no valor de
todos os credit >s sujeitos aos effaitos da concordata.
Dado e passado uesta cidade do Recife capital
da provincia de Pernau buco, aoa 20 de Julbo de
1888.
En Ernesto Mucha la Freir Pereira da Silva
escrivac, o subacrevi.
Thomax Garcez Paranhot Montenegro.
DfitlARACES
Imperial Sociedade das Artistas
Mecbanicos e Liberaes
Missaa pelos socios fallecidos
De ordem do Illm. Sr. 1 adjunto em exercicio,
convido a tudjs os seah>res eo:us esta socieda-
de comparecerem no dia 30 do correte na igre-
ja de S- Francisco, s 1 botas da manha, para
assistirem aa missaa que ce ha a de celebrar pelas
almas do socios fallecidos.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mecbanicos e Liberaes de Pernambuco, em 27 de
Julho de 1S88. -O secretario,
Francisco da Costa Ramos.
Juizo substituto da fa-
zenda
Eacrlvfio Torre* Baneira
Na dia 10 de Agosto vindouro vai em praca
depol s da respectiva audiencia o aluguel do pre-
dio n. 52, sito ra doa Guararapss, com a con-
dico do arrematante faier a sua casta oa concer
tos que o meamo necessitar, sendo dito aluguel no
valor meneal de 25*000, para pagamento que
Faienda Provincial, deve Antonio Alves Barbosa.
Recife, 26 de Jnlhode 1888._____________^^
Companhia de bom-
beiros do Recife
Aceitam se propostaa para o fornecimento da
35 parea de botinas.
Os Srs. proponentes apresentar se- bao com snas
propostaa em carta fechada at 1 hora da tarde
de 30 do correte quando se abriro catando todos
presentes.
Qusrtel em 25 de Julho de 1883 O 1 sargen-
to, Joo Lopes Braga, encarregado interino do al
moxarifado. ________^^^^^___^
Thesouro Provincial
Esta reparticSo avisa aos Srs. abaixa mencio-
nados que durante o mex de Agosto prximo vin-
douro serio pagos 03 seus dbitos de exeicicios
findos atttndidos no 72, art. 2 da lei do orca-
mento vigente, sendo lquidos os meamos dbitos :
Aff.neo de Si Alboquerque.
Honorio Hermeto deOiiveira,
Manoel Vinna de Barros.
Cosme Jos Quedes.
Manoel Cavalcante Coelho. \\
Tertnjiano de Mendonca Nun;t Bandera.
Antonio Pereira do Monte.
Gaspar Cavalcante Peres Campello.
Dr. Herculano Bandeira, *,
Herdeiros do padre Jos de Souaa Magslbaes.
Jovino Jos das Chag.s.
Empreiteiro das obras dacadeia de'Agua-Preta.
Medeiros & C.
__Outro-sim os Srs. abaixo meucionados sao
convidados p-ra liquidarem suas contas, Jcojo pa-
gamento est entonando na lei cima citada.
Jos Germano de Lyra.
Victor'Marqaes Santiago.
Taciana Alexandrina Mooteiro Lapes.
Rufino Demetrio da Paixao Silva.
Jjo Fernandes Vieira,
Manoel Apolinario Santiago.
Proprietarios das casas qnem em Barra de Jan
gads, Canhotinho e Bjeito serviraos de cadeia.
Secretaria do Tnesouro Provincial de Fernam-
buco, 27 de Julbo de 1888.
O official,
Liniolpho Campello
A. E. C. P7
:i lil-
il nriii
De ordena do Sr.v presidente, convido todos os
enhores socios a comparecerem na sede social as
21 horas de domingo 29 do corrente, afn de cons-
titair-se a asssmbia sreral que tem de apreciar
relatorio e parecer da commis2o da exame de
contas, dar posa* nova adminittracao e tratar
de quaesqoec outroa asaoraptos qne forem tugge-
ridos, todo de accordo eom o | 1 do art 35 dos
nonos estatutos.
Secretaria da sseunbls geral da Assoeiaolo
das Empregados do Commercmem Pernsmboco, 26
de Julho de 1888O 1- teersterio,
Francisco Cousieiro
Recebedua rovincial
O administrador da Recebedora Provin
oial tendo em vista a portara sob n. 396
expedida em 20 do corrente palo III n.
Sr. Dr. inspector do Thesouro, faz publico
para conbecimento dos interessados que
durante 30 dias uteis contados do 1.a de
Agosto prximo, ser cobrada, indepen-
dente de multa e conforme a relacSo abi
xe, a contribuicio deviJa pelos sirvios
da Recife Drainage Company relativa ao 1
semestre do exeroicn de 1888.
Recebedoria Provincial do Pernambuco
26 de Agosto de 1388.
Francisco Amydh's de Carmino l RelacSo a que se ref-r.; o edital supra
Freguezia do Recife
Ras
Mrquez de Olinda, Bom Jess, Alva-
res Cabral, Bispo Sardinba, Torres, To-
me de Sonsa, D. Maria de Souzs, vigario
Tenorio, Barretto de Meuezes, Mariz e
Barros, Burgos, Amorim, Moeda, Tuyuty,
Companhia Pernambucana, Madre de Deus,
Domingos Jos Martius, Masoates, R;stau-
racao, D. Maria Cesar, Visconde de Ita-
parija, Ph rol, Areal, S. Jorge, Vital de
Oliveira, Guararapes e B.>r2> do Trium-
pho.
Pravas
Assemblca, Chaco e Podro 1.'
Caes
Companhia, Brum e Apollo.
Travessas
Vigario, Madre de Deus, Campello, Do-
mingos Jos M Porto, Bom Jess, Pliarol, Areal, Para a
Fundigao, Occidente, Gurarapes, da Praja
de Pedro I e Apollo.
Largos
Alfandeg ., Corpo Santo e Assembla.
Beccos
Abren, Noronha, Lirgo, Piodoba, Ta-
pado e Pasuboal.
Freguezia de Santo Antonio
Ras
Imperador, Priaeiro de Marco, Duque
de Caxias, Cabug, Barao do Victoria,
Trincheiras, Larang-'ras, Largo do Rosa-
rio, Estreita do Rosario, Francisco J.cin-
cho, JoSo do Reg, liba do Carvalbo, Con-
selbeiro Peretti, Netto de Mendonja, Ma-
jor Ag-istinho Bezerra, 28 de Setembro,
Santo Amaro, Pudro Ivo, Mathias de Al
buquerque, Paz, Paulino Cmara, Fugo,
Livramento, Penba, Visconde de Iohauma,
Pedro Affinso, Nova da Praia, Marcilia
Dias, Barao de Villa Bella, Henrique Das,
L 'mas Valentinas, Coronel Suastuna, San-
ta Theresa, 24 de Maio, Palma, Mrquez
de Herval e Cadeia Nova.
Largos
Paraiso, Carm, Penha, S. Pedro e Pra-
ceta.
Praja
Pedro U.
Travessas
Queimado, Cruies, Mrquez do Recife,
Ra Bella, Calabouco, Matriz, Flores, Car-
ino, Bomba, Livramento, Arsenal, 1.a e
2.* da Praia, Cahereiro, S. Pedro, Vira-
gao, Lobato, do Becoo do Falcao, Pocinho
e Concordia.
Beccos
Da Travesaa da Ra Bella, Calabouco,
i.- 2.- e .- da Cambia, el- e 2.- da Ca-
deia Nova.
Caes
22 de Novembro.
Campo
Princeza.
Freguezia de S. Jos
Ras
Marcilio Dias, Lomas Valentinas, Coro-
nel Suassuna, S. Joo, Felippe Camar&o,
Marquaz do Uerval, 24 de Maio, Dias
Cardoso, Paeso da Patria, Padre Nobrega,
Victoria, Cadeia Nova, Vidal de Negrei-
roa, Fr Henrique, Dique, Assump^So, Do-
mingos Theotonio, Padre Floriano, Chris-
tov&o Colombo, Jardim, Forte, Antonio
Henrique, Nogneira, Sant Cecilia, Santa
Rita, Padre Muoiz, Praia de Santa Rita,
S. Jos, Pescadores, Praia do Forte, Ypy-
ranga, Impelale Luiz de Mendonja.
Travessas
Martyrios, Ramos, Pocinho, Caldereiro,
Gaz, Matriz de S. Jos, Forte, Prata, Se-
rigado, Copiares, Naya de Santa Rita, S.
Jos, Praia do .Forte, Peixoto e Lima.
Beocoa
Palma, Caldereiro, Gaz, AssumpcSo, 1.*
da Ra de Santa Rita e Matriz deS. Jos.
Largos
Forte e Mercado.
Freguezia da Boa-Vieta
Ras
Imperatriz) Conceig&o, Vpconde de Pe-
lotas, Tambia, Visconde de Albaquerque,
Aurora, Capibaribe, Ponte Velha, Conde
da Ba Vista, Ria.buelo, UniSo, Saudade,
Sete de Setembro, Visconde de Camara-
gibe, Carnario, Rosario, Gervasio Pires,
Villas-Boas, Socego, Principe, Santa-Cruz,
S. Geucalo, Coelhos, Hospital Pedro II,
General Seara, Coronel Lamnba, Alegra,
L;3o Coroado, Barao de S. Borji, Dezem-
bargador Nunes Machado, Visconde de
Goyanna e AttraoeSo.
Travessas
Gervasio Pires, Atalho, Coelhos, Barrei-
ras, Veras, Quiabo, JoZo Francisco, Man-
gueira, Campia e Palacio do Bispo.
Largo
Campia.
Beccos
S. Goncalo e Coelho.
Fracas
Conde d'Eu e Santa-Craz.
Real consulado de
Italia
Recebem-se pro pastas para descarregar, arma
sear e caso seja preciso reembarcar parte on todo
o carngamento de sal, cerci de 1030 toneladas, a
borda do navio italiano Umone arribado i este
porto por forca maior.
As prupjstas serSo recebidas e abertas no mea-
mo consulado ao meio dia de segunda-teira 30 do
corr nte mes.
Pernambuco, 26 de Julbo de 1888.
O consol da Italia,
E di Brichanteau
Arsenal de Guerra
O eonaelho de compras reeib: propostas no dia
31 do corrente mea, at s 11 horas da manh
para a compra dos artigos seguintes :
Algodosinbo com 82 entimetroa de largura, me-
tros, 1.840.
Aniagetn, meteos, 72.
Algodj ruarte, metros, 60,10.
Algodo esa rama, kilos, 11.
Aveotal para cosinha, 1
Bandejas de fjlha para farinha, 11.
Bonets de serv 151 interno, 236.
Bonete de servici interno para pracas de caval-
laria, 51.
Bonets com o n. 11 para sargentos, ajudantes e
quartel-mestre, 3.
Bandas de la para inferiores, 13. *
Brim brano liso, metrjs, 1 303.
Brim escuro de liuho trancado, metros, 3.000.
Ba.a encarnada, metros, 40.
Cobertores ou miuta de l encarnada, 65.
Caixa de f jlha, com fundo de madeira para amos-
tra de rancho, 1.
Chicaras e pires de ferro, casaes, 42. -
Colheres grandes de ferro paia cosinha, 2.
Caldeiras de ferro batido para 50 pracas, 8.
Colheres de metal para ap., 155
Cotburnos para pracas de cavallara, pares, 216.
Chapeos de Braga, com letra S, 3.
Casimira branca enfestada, metro, 1,20.
Cimpasso de ferro, 1.
Ciaticaes de brome com manga*, 3.
Chicaras e pires de louca, caaes, 195.
Copos de vidro para agua, 30.
Espadas com bainhas de ac, para sargentos, aju-
dante e quartel-mestre, 2.
Escarradeiras de ferro, 2.
Esleirs de palba, 11.
Eaxergoea cheios de palha, 203.
Fiadores para espadas, 2.
Pacas grandes para cosinha, 2.
Facoea para rancho, 2.
Guarda-feixoa para carabinas a Comblain, 392.
Guarda-teixos pata mosquetees a Comblain, 17.
Garfos grandes para rancho, 2.
Gravatas de eouro enveruisado. 59.
Ganga encarnada, metro, 19,90.
Latas de folha para aparar caf, 4.
L :ucos de chita, 384
Luvos de algodo, pares, 100.
Machados encabados, 18.
Machadinba com cabo, 1.
Meias de algodo, pares, 1.000.
Manta de i cinsenta, 1.
Moriagnes de barro, 4.
Morngaes de barro com pratos, 37.
Mulheiras de louca, 10.
Oleados expessos, para mesas de rancho, de 5 me-
tros de comprimento, 1 .
Pas de ferro, 10.
Pratos rasos de louca, 103.
Pratos fondos de louca, 174.
Pratos .'1803 de frrro esmaltado, 42.
Pratos fundos de ferro esmaltado, 42.
Panno escarate francs, metros, 14,7.
Panno atol fino para fardamento de sargentos,
ajudante e qnartel-mestre, metros, 11,20. ,
Panno axnl para ponchos, conforme amostra exis -
.tente no arsenal, metros, 27,50.
Panno aiui grosso para calcas, metros, 9,24
Rclogios americanoa, de parede, 2.
Sapatoa de couro de bezerro, pares, 1,880.
Sargelim de cor, para forro, metros, 7,5.
Serrote para carne, 1.
Toalhas de algodo trancado para mesas de ran-
cho, de 5 metros de cumprimento, 22.
Toalbas de algodSo grosso, trancado para limpar
Iones, 16.
Talhas de barro para agua, 3.
Toalha para altar, com 3 metros e 20 centmetros
de cumprimento, 1
Toalbas para banquetas, 2
Toalha para lavatorio, 1.
Tamancoa, pares, 11.
Talheres com cabos de ferro, 218.
Tallins ,) .ra espadas, 2.
NSo serio tonudas em consideracjto aa propos-
tas que nao forem feitaa de accordo com o art. 64
do regulamento de 19 de utub-o de 1872, em de-
puesta, com referencia a nm so artigo, mencio-
nando o nome do proponente, a indicacao da casa
commercinl, o preco de cada artigo, o numero e
marca das amostras, declaracSo expressa de eu-
jeitar-se a multa de 5 ",-, no caso de recusar as
signar o contracto, bem como as de que trata os
artigos 87 e 88 do citada regulamento.
Otrosim, previne-se que sSo improrogaveis os
presos estipulados no termo do contracto.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
co, em 26 de Julho de 1888.
Jos Francisco Bibeiro Hachado,
secretario.
15.818 15,889
15.819 15,893
Secretaria da veneravel oonfraria de S-
' Benedicto, erecta no oonvento dos reli-
* giosos franciscanos do Recife, 2f> de Ju-
lho de 1888
De ordem da mesa regedera desta confraria, sao
congidados todos os nossos cariswm irmos que
estiverem no goso de sens dreitos a comparece-
rem no capitulo desta confraria no dia 39 do cor-
rete, s 10 boras da manh, afm de se rennirem
em sesso de asaemb a geral e proceder-se a elei-
cio djs n ivos eleitos para o anno compromissal de
1883 a 1889.-0 secretario,
Lnis Mamede Ribeiro._______
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino, faco publico qu* no dia 30 do correte, is
11 horas da manh, eomecar pela prova escripta
o concurso da eadeira de arithmetica e geome-
tra do curso de preparatorio annexo a esta Facnl
dade, e para esse fim devero comparecer os can
didatos inscriptos para o mesmo concurso. Ba-
chareis Manoel Fernandes S Antones, Baymun-
do Honoris da Silva, Trajano Alipio Temporal de
Mendooca, Lanrindo Carneiro Leio e Joaquim Ca-
valcante Leal de Barros.
Secretaria da Facaldade de Direito do Recite
37 de Julho de 1888.
O secretario,
Jos Honorio Baerra dt Jfeaeae*.
Gabinete Portuguez de
Leura
Assembla geral
Em conseqnencia de ter a directora desta bbbo-
ciaco officiado ao conselho deliberativo declinan-
do para este a direceo do Gabinete, nao ti por
ja ter de ha muito terminado o tempo da sua ad-
ministrsco, como tambem por se achar lutand
com senas difiieuldades para aatisfaser os compro-
misos sociaes, devido a falta de peotnalidade no
pagamento das mensalidades dos socios accionis-
tas, sao pelo presente convidados a reuoirem-se
nos saldes deste Gabinete no dia 29 do corrente,
s 11 horas da manh, todos os senbores socios
accionistas para em assembla geral tomarem-se
as medidas que as circunstancias aconselbarem,
tendentes a resolver esae estado de decadencia da
nossa associaco. Easa reunio ter Ingar com
qualquer numero de soeios que a ella comparecer,
doi hora depois da designada no presente con
vite.
Secretaria da assembla geral do 'Hbinete
Portugus de Leitura em Pernambuco, 24 e Ju-
lho de 1888.O 1- secretario,
Jos da Silva Rodrigues
i. & R. Consolado d'Austria Hun-
gra em Pernambuco
Neate consolado precisando se muito de obter-
se noticias dos seguintes dons subditos austracos,
sendo um por nome Josef Hanser de Oorfel, dis-
trieto de K '"chenberg (Boemia) nascido em 1846,
imm/grado para o Brasil em 1866, e maia tarde,
consta, de ter as sentado prac* no exercito brasi-
lero ; e o ontro por nome de H-inrich (Enrieo)
Tanoert, de Trantenau (Boemia). nascidom 1851,
com profisso de barbeiro ; pede-se, pois, is pes
soas que possam dar noticias destes dous indivi-
duos, servirem se de transmittil-as, com urgen-
cia, para este con-ulado, de cojo favor se Ibes
ficar muito reconhecido. P. P, Jos do Livra
ment, cnsul
Jos Saporiti,
Gerente do consolado interino.
Seerelaria d veneravel Irmandadr
da (.lorloaa am'Auna da alai
Crac
De ordem do nosso irnio juis, convido a todos
os nossss carissimos irmos para reunidos em nos-
so consistorio no dia 29 do corrate, is 11 boras
do dia, elegermos a nossa mesa regedoura para o
anno compromissal de 1888 a 1889.
Secretaria da veneravel irmandade de Sant'An-
na da Santa Cruz doR:cife, 25 de Julho de 1888.
Jis M. da C Carvalho.
orro %ral
Mala a expedir-te BOJE
Pelo vapor frasees YUle de Santo, esta admi-
nistraco expede malas para os portes do sol,
recebendo iopressos e objectos a registrar at 2
boras da tarde a cartas ordinarias at 3 horas ou
3 1(2 com porte duplo.
Admiaiatraeio des eorreios de Perasusibaso, 28
de Julbo de 1888O adisnietrador,
Afamo de Bege Barre*.
15,822
15,823
15,826
15,834
15,835
15,836
15,838
15,839
15,840
15,841
15,842
15,843
15,844
15,846
15,847
15,848
lb,851
15,922
16.2S8
16,271
16,278
16,284
16,286
16,291
16.302
16,307
16,308
16,311
16,313
16,321
16,322
16,324
16,325
16,330
16,331
16,332
16333
16,336
16,338
16,342
16,343
16,344
16,345
16,347
16,350
16,351
16,352
16,355
16.359
15,923
15,924
15,925
15,92o.
15,927
15,930
15,932
15,933
15,935
15,936
15,937
15,938
15,939
15,940
15,941
15,942
15,959
15,961
15,962
15,966
15,969
15,973
15,977
15,978
15,980
15,995
16,000
16,011
16,018
16,023
16,027
16,029
16,160
16,451
16,452
16,453
16,454
16,455
16,456
16,039
SSo oon vi dados os possuidores das cau
telas dos nmeros abaixo, vencida* de 3
de Agosto de 1886 a 31 de Julho de 1887,
virem resgatar as mesmas at o dia 30
do corrente, avisando -se-lhes de que linde
este praso ser&p ellas impreterivelmente
levadas a leilo publico.
15.741 15,855
15.742 15,856
15.747 15,861
15.748 15,864
15,764 15,872
15.779 15,873
15.780 15,875
15,787 15,878
15,792 15,879
15,806 15,881
15,810 15,883
15.816 15,885
15.817 15,888
14,247
14,862
14,916
14,997
15,165
15,190
15,199
15,254
15,63
15,264
15,268
15,275
15,276
15,388
15,667
15,669
15,670
15,673
15,685
15,691
15,695
15,696
15,702
15,710
15,714
15,717
15,727
15,729
15,737
15,738
15,739
16,164
16,165
16,167
16,173
16,175
16,178
16,179
16,182
16,183
16,184
16,186
16,187
16,188
16,191
16,192
16.194
16,200
16,202
16,205
16,216
16,220
16,222
16,223
16,230
16,243
16.251
16,202
16,255
16,256
16,259
16,261
16,265
16,266
Secretaria do comsnaado aoeerlor
da suarda aadunal das saaolcipioa
da Escasa e Oasmtelleira, esta SI de
alba de 18*8
' De ordem do Exm. Sr. commandaute soperior
faco scientificar aos Illms. Srs. commandantes e
mais officiaea da guarda nacional dos municipios
de Escada e Gamelleira, qoe se atoa, marcado o
dia 31 do correute para se apresentarem comple-
tamente unifaruisados no pac. 1 da Cmara Muni-
cipal dd Escada ao meio dia, afim de verificar se
todos os officiaes est] fardados, e prestar i pre-
sidencia da provincia as iofirmacSes 'exigidas
16.043 1 pela circular de 20 de Janeiro do anno passado,
16.044 coa> referencia ao aviso do Mioisterij da Justica
16 047 (*e ^ ^9 E>e*e,nDr de 1888.O capito secreta-
rio interino do commandj soperior,
Joo do Reg Lima.
15,895
15,902
15,903
15,908
15,909
15,910
15,911
15,912
15,913
15,914
15,915
15,916
15,917
15,918
15,919
15,920
15,921
15,937
16,360
16,361
16,362
16,363
16,367
16,368
16,369 16,458
16,304.16,370 16,459
16,305 16,374 16,460
16.375 16,461
16.376 16,462
16,384 16,463
16,389 16,469
16.391 16,475
16.392 16,479
16,395 16,480
16,401 16,488
16,410 16,497
76,412 16.499
16.415 16,501
16.416 16,5u2
16,420 16,515
16,423 16.516
16.426 16,517
16.427 16,520
16,4*9 16,522
16.430 16,528
16.431 16,541
16.444 16,542
16.445 16,543
16.446 16,546
16.447 16,552
16.448 16,554
16,051
16,053
16,054
16,060
16,066
16,069
16,072
16,073
16,074
16,076
e.OT^
16,085
16,088
16,093
16,117
16,119
16,128
16,133
16,134
16,135
16,138
16,140
16,143
16,146
16,154
16,156
16,158
16,159
Vemratel ordem teroelra de IV. 8.
do Monte do (armo do Becife
Haveri no domingo '9 do correte orna mise
cntala em lovor i Senhora Sant'Aona, padroeira
doa njvicos da meema ordem, a qaal ter logar s
9 boras da manh. Convida a todos os novicos
que se acham dtspaehados para virem faser suas
profissojs. Recife, 27 de Julho de 1888.
Carlos Augusto Carneiro Honteiro,
Mestre dos novicos.
THEATRO
16,555
16,559
16,561
16,567
16,570
16,571
16,572
16,576
16,583
16,534
16,B85
16,588
16,590
16,592
16,596
16,606
16.611
16,612
16,621
16,622
16,626
16,631
16,636
16,634
16,649
16,649
16,659
16,663
16,664
16,666
16,667
16,668
Recife, 12 de Julho de 1888.
O agente
Felino D. Ferreira Coelho.
Companhia do Theatro
Friicip Boal, De Lista
Dirigida pelo 1 actor ALVARO, da
qaal fazem parte o mesmo artista e a no-
tavel 1* actriz
Amelia Vieira Santos
II oje! sabbado Hoje!
6HAHII HOfiOI
Estra ila irinin actriz
AMELIA YISIRA SAUTCS
Priineira Je nica representacao do es-
plendido e novo drama em 5 actos, eztra-
hido do celebre romance de George Ohnat,
pela distinota escriptora portugueza D.
Guiomar T<>rr<>z3o, intitulado
A CONDESSA SAMH
Toma parte toda a companhia.
Principiar s 8 horas.
Os bilhetes estax venda no theatro.
PREgOS
Camarotes de Ia e 2a classe
Ditos de 3a
Ditos de 4a
(Jadeiras de
Ditas de 2'
Plateas
Galeras
Paraizos
1* ordem
12,5(000
8*000
60000
3*000
20000
1*500
2*000
1*000
Teudo a companhia um grande repertorie,
nenhuma peca ser repetida, mesmo por
qae a sua demora muito limitada.
O notavel drama de costamos militares,
intitulado
unta Caosa Celebre
Bonds para todas as linhas e trem at
Apipucos.
mummmm
PROJECTO DE INSfiRIPGM)
Para a 3.a corrida qne dever ter lugar a
5 de Agosto de 1888
i.
2.
pareoCON8OLA5X0 CorrerSo os sete animaos j inscriptos
pareo ihpebnsa pernambucsa1.000 metros. Animaos da provincia.
Premios : 200*000 ao pn'meiro, 50*000 ao segando e o terceifo livra a entrada.
3.8 pareo I .* DE JULHO 1.200 metros. Animaos de menos de meio san-
gue. Premios : 300*000 ao primeiro, 75*000 ao segundo e o terceiro livra a entrada.
4. pareo proqresso 1.600 metros. Animaes nacionaes at^meio sangue.
Premios: 400*000 ao primeiro, 100*000 ao segando e o teroeiro livra a entrada.
5. pareo prado pkrnambucano 1.800 metros. Animaes de qualquer
paiz. Premios : 500*000 ao primeiro, 125*000 ao segando e o terceiro livra a
entrada. l_ -
6. pareoexperiencia 1.400 metros- Egaas nacionaes at meio sangue.
Premios : 300*000 ao primeiro, 75*000 ao segando e teroeiro livra a entrada.
7.* pareo club internacional de regatas 1.200 metros. Animaes da
provincia. Premios : 250*000 ao primeiro, 60*000 ao segando e o terceiro livra a
entrada. ^ .
OBSERVAQOES
Nenhum pareo se realizar sem que se insorevaai tres animaes de proprieta-
rios differentes.
A insoripcSo encerrar-se-ba na secretaria do Prado Pernambacano, terca feira
31 de Julho corrente s 6 horas da tarde.
Os Srs. proprietarios do animaes deverSe antes da insoripcao registral-os no
livro competente que se acha na secretaria, a qual estar abarla todos os dias atis de
10 horas da manba s 3 da tarde.
Para que fiquem scientes os interessados faco publico, que ezpressamente
prohibido no Prado o cotejo de animaes na vespera e ante-vespera da corrida, po-
dando porem os animaes inscriptos para a mesma corrida fazer o cotejo na metade.da
raia pelo lado de fra da pista. Para os os animaes nlo inscriptos s se permitte o
cotejo at 3 dias antes da corrida pagando o propietario a taza qae for estipalada
pela directora.
Recife, 26 de Julbo de 1888.
O SECRETARIO,
Francisco de doma Res.
MARTIMOS
CUMrt^llll PESKAMaVClVl
Savegaco costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, iossor, Araca
ty .Cear, earahu e Camossim
O vapor Pirapama
Comm.ndante Carvalho
Segu no dia 28 de
Julbo as O horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia 27.
JSacommendas, paseasen s e dinheiros a frete
at aa 8 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRD7TORIO
caca da Coaapaaihla Peraumfra-
eaaa i
RII1AL M.4ILSTrAM PALKET
COMPANHIA
0 paquete Elbe
ff -fa?
Espera-te da Europa at o dia 3
de Agosto, segnindo depois da
demora do costme para
Rnduc^ao de passagens
Ida Ida e volt*
A" Lisboa t elasse xO 30
A' Soothamptn ii ciMM 28 42
Camarotes reservados para os passageiros t
Pernambuco.
Para passagens, fretes, ete, trata-se eom os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3-RA DO BOM JESS-N. 3
___1 4
COMPnillt PERKAHBl'CtXA
DK
MaTCgacio costelra oor Vapor
PORTOS DO SUL
Maeei, Penedo e Arac^ju'
0 vapor Mandahu
Commandante ^llbuquerque
Segu no dia 30 de
Julho s 5 horas da
-tarde.
Recebe carga at
Pdia 2a
Encommendas, passagens e dinheiros frete at
as 3 horas da tarde do dia 30.
ESCRDTTORIO
Ao Caeida Companhia Pernambucana
n. 12
CHARGEURS KELUS
< ompanhla Franceza de Navega-
cao a Vapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa, Per-
nambuco, Babia, Rio de Janeiro e San-
tos
0 yajor Tille He Maceid
Commandante Lenormand
E' esperado da Europa
ateo dia 4 de Agosto, s-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
bia, lo de Janeiro
e samo.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvarengui, qual-
quer reclamacae concemente a volumea, que po-
ventmatenham seguido para os portes do aul,afim
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
saras.
Expirado o referido prase a companhia nlo se
responaabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas dinheiro
a frete tratase com o
AGENTE
Angoste Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
< OHiA\nii; des nisuii:
HH.fi ti ItliltlIS
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Minier
E' esperado da Europa ne
dia 3 de Aeosto e seguir
depois da demara necessaria
para
Janeiro, Buenos Ayres e
Montevideo
Lembra se aos Srs. pasdageiros de todas as
classes que na logares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se a)8 Sra. rec-b dor-a de mercadorias
que s se attender a recl tmaces por faltas nos
volumes que forem recooh?cidas na occasiSo da
descarga, essim como deverao dentro de 48 boras
a contar do dia da descarga das alvarengaa faze-
rem qnalquer reclamac&o cncernenies a volumes
que porveutura tenbom seguido para os portos do
sol, afim da poder-se dar a tempo as providencias
neeessarias.
Para carga, passagens, encommendas e din-
Sairo a frete tracta-secom o
AGENTE
Angoste Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
Companhia Brasllelra de IVare-
gaco Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Maranhao
Commandante o captt3o de fragata' Ped o
Hyppoltto Duarte
' esperado dos portos do norte
at o dia 5 de Agosto e depois
da demora indispensavel seguir
'para os portos do sul,
Bahia, Rio
a- fS?
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto-Alegre e Rio Grande do
Sul, frete modieo.
As encommendas s serSo recebidas na agencia
at t hora da tarde do dia da sabida.
Para earqs, passagens, encommendas e valores
trata-se n agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante I- ente Ouilhetme
Waddington
E' esperado dos portos do.sul at
o dia 6 de Agosto, e seguir
depois da demora indispensavel,
ra ob portos do norte at Ma-
________ _os.
As encommendas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do da da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valores
trata-se oa agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
'-CANA .
coNraami pbbnai
DE
Waregacao Costelra por Vapor
Fernando de Noronha
O vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 1 de
Agosto pelas 12 bo-
ras da manhS.
Recebe carga ateo
Idia31 de Julbo.
Passagt.iB at as 10 horas damanhS do dia da
sabida.
ESCRD?TORIO
Ao ces da Companhia Pe*iambucna
n.12
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
Ayres
Vapor La Plata
esperado do
sul no dia 6 de
Agoste e seguir
depois da demora
necessaria pan
Lisboa. Vlg, Soathaaaptoa e
Antuerpia
PaciGcSleam Navigaoniompaiiy
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete John Eider
E' esperado da
Europa at o dia
29 de Julbo, e se-
guir depois da
iemora do ooetu-
me para Valparaso coa escala.por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
Yldo
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
WlUon Sons t C, Llnted
N. 14 -RA DO COMMERCIO -N. 14

I
r*









6
Diario de Vccnaiut^.^-S^Mnid 38 4e Juilio de 1888
loueuStatestBrMI I.S.S- C.
0 nw Alliaica
porto de ni
Agosto depois
aeceaeari* seguir
' s^rjarado des
at o dia 2 de
rd demora
__fepaoao
arauho. Para, Barbados, 4
rheui eMwlt*
.Ps^q^car, paaaftgew.oaocciu^ndaiadinhoip
& vete, tracta-se com os
AQBNTRS
Advaece
Baha
vapor
Espera-se de New-Port-News,
at o dia 8 ie Agosto o qual
seguir aepois d demort ue-
de fanelrve Santos
Para carga, passagens, e eacommenda tracta-
m*W AGENTES
Hem FuPstttT k C
M 8 RU DO OOMMEROIO-N. 8
1.- anda
LE
Leilao
De 1 fard com 816 libras de fo de vella
avariado d'agua salgada, a bordo do va-
por Sculptor.
Sabbaado, tSdo corrente
A's 11 boras
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n: 48
POR INTBRVENCAO DO AGENTE
Gusmo
Agente Pestaua
Lcilao
Da armacao que acha-se na casa sita ao
largo do Paraizo n. 31
Samado 28 do corrente
A'S 11 HORAS
Garntese a chave. ^^^^^^^^^^^^^^
Agente Britto
Leilo
Em continua^ao
De 1 rica mobilia de amarello, 2 secretarias, 1
cama fra#ceza de Jacaranda, 1 mesa elstica, 1
eemtnoda, marquezoas, catantes, fileiroa, cadei-
raa de smareHo, aparadores, malas, 1 guarda
comida, livroa da medicina, jarrea, quadros, espe-
lhos, faaeodas, miudezas, bebida, facas, copoa,
candieiros e ootroa objectos.
iabbado, do, carrete
^A101|2 HORAS
Ra do Rangd n. 48
Leilo
De mala grande nova com diversas merca-
dorias novas, vinda de Lisboa
Boje, 8 do corrate
A's 11 horas
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 48
CONSTANDO DE:
Um relogio de metal, quadros, eataospss, cairas
ecm. lencos branuos do iiobo e algodo, esparti-
lhos, garifa com musici, copos eom dita, bbe
de linho, saias, gollaa, camisa, lencos com letras,
albitas grandes e pequeos, parea de puuh js, eol-
larinboe, aeroolas, e outros objeetoS miados.
POR INTERVENgAO DO AGENTE
Gusmo
Leilo
pte Bntlo
Dos utensilios da casa de cmlfelleireiro rija
do > Jfisvki *. 59
O agente cima competentemente a,utorisado le-
var a lejlao o seguate :
Doxe cadeiras de fia, 4 dita para hafbear, <
espolbos e \|2 commoda, 1 marquesa, 8 eatradoa,
7 araadcWs com globos, 1 registro e enenuameato
para gas, 4 dusi'aa de, toalhas de linb,q, 5 penteado-
ref, 1 lavatorio com pedra, 2 bacas de lonca, 2
conilos de amarello com pedra, 4 porta-pea, 6
qaslros molduradeurada, eacovae, peotes, jarroi,
candieiros para keroaene e outros objectos que se-
rio vendidos ao correr do martello, para pagamento
de alaguis de casa.
Secuuda feira. 3o do corrente
's 101 [2 hora
Leilo
De cafre, carteras, secretarias, armsrios, divis&es
de eseriptonos e muitcs ontros objectos abaiXo
descriptos.
Terca-feira, 31 do corrente
A>.10\i2hofas
O agente Ousmo, autonsado por mandado do
IUm. e Em. Se. Dr. juiz do commercio, a requer
ment dos syodicos da The Central Sugar Fae-
tones of Brasil Limited, far leilo de todos os
objectos existentes no escriptorio da mestna eom-
panhia, sita a roa da Moeda n. 5, 1 andar, os
qus'ea sao os seguintes : ....
Oina armacao de pioho para depos.to de torta
geos, 1 armario de amarello, 2 armarios de piaho,
diversos artigos para escriptorio, conatando de
Uvros e papis, 1 balanc* pendular para cartas 3
bilnas, 1 cabide, 4 cadeiras de braco, 6 ditas de
gusrnicao, 3 cadeiras de june, 2 candieiros para
kerosene, 1 carteira cem estante d amarello, 1
dita alta, 3 cestos' para papis, 1 cofre presa de
fogo e banco para o mesmo, "2 copos, 2 escarra-
deiras, 2 estantes com escrivanmhas, 1 estante de
lonro, l grade de amarello enverniaada, disiso
para esqriptorie, 1 jarro, 2 lavatorios de ferro e
pertences, 1 dito de,madeira, 6 latas de fblha, 2
mesas de amarello envernitadas e com panno, 1
mesa grande, com ga^ptii 1 d>U. menor, 2 ditas
com panno e estante, S ditas gn ndes de pioho
para aeaentio, 2 dil^s peqaenaa, 1 porta-papeis, 1
prensa de ferro grtnde cm mesa para copiar, 1
dita -equena, 1 qusrtDheira, 1 relogio de parede,
1 f ataa de mogno, 1 sof de junco, 4 tam-
fcor. s para ci,i;teira, 1 tymnano cjm armacio, 6
tiD os, 5 venesianas, 2 ie^i:'j:-s acide sulfrico,
4 l .tcossolo'sao alalina, taitarisada, 1 almofaris
de .re l?.na, 1 frasco de solocSo pors de amonia-
co,' -, parelhode vidro para estimativo de asan-
car, l balance de pr,e/}^; ,com os pesps, i dita para
atareas de substancia para estados, 1 dita
pira t cbos eep?cificcs, 38 balSes de vidro, peque-
os, 8 ditos com relhas da borracha, 52 fructua-
dores de vidro, 11 bandeirolss para trsbaiho de
engenheirc, 10 capsulas de vidro e porcelana, 4
ditas de platina, 1 esptula e coiher de platina, 2
fraseos cid extracta magnesio, b conU-gotax,
lAsiecu : de cobre, 26 provetes de vidro, 1
dito maat, 1 escova para tubos de viifro, 1
esptula de itadeir. 3 ditas de ferro, 1 estnar
decobr- ^Ute de pjn|ip, 1 filcxu de vidq,
2 forma barro, 8 frascos d- vidre, 18 ditos
eom raatcs da preparados, 13
ditos pequeos, 11 byironj
xas areemetras. 2 1
para paariametroe, 1
4 dusiss papel neutra
tros, 2 diUs ditos, 1
bronse, 2 ditos incompletos, 1 prensa de lati,
pratos deaidro, 3 metfW.da. Bsinig, l fSXfto,
de mUI, 4 frascos su&to de cobre, T Tneoffo
1 tarmometro, 2 metros de tobos de borracha,
7 tubos de vidro, 130 tubos de dit.s diversos, 24
dito, para giradores, 26 dlfoa. 2 frascos eom o
S de amoniaco, 2 lampadas, 20 almotolias,
'ditoa de meio litro, 1 lote de tcnolat, 36 As de
Mea 4 paaasaaaa asas paUsas, 11-aafM a farao
bronsaT^ eaboa a"ms'deira, r^e.oa eao^doa, para oentrifngaf, 1 eaisio cpn pregss.feanoeaas
1 cadjafeo, 1 eaao de cabra, 15 sanas cassea fe aettidos, 2 prensa* bydrajjljeaj cwil^tM para
cbra7S.(ites da, cobre com uoifias, 3 ditos ditos, *spum,ss. 2% rolos para esgoto., de tetro fundido,
2 ditos de bronse, 1 carreta angular, 29 cuvilhas S raspadeiras eom cabos,! relogio ds metal pe-
de frro galvanissda, 32 feraos par% taroairoe, 7 qiicao para meas, l indwadof de aaeap, 1 Ssi para
colaaras para peireirv, 265 juntas de dan>aneo, cateaos, pasando 9# kilos, 26 sapeas pa?ea*pu-
fwro batido par
220 capsulas da ferro gaWanisado, 6 copos do
metal, 1 dito oon rosca, 2 carrUeis ds sgrimen
sor, 4 corta canos, 104 corvas da ferro gnlvaai-
sado, 9 depsitos de metal para, kerosene, 1 em-
bolo, 1 eicada, 4 eseopros, 27 escovaa de ferro
par lisapar tub s. 21 ditos de lati, 49 fecaadu-
cas de em outir, 274 pjapjoa, de ferro, 8 sobre petas
de bronse, 6 ditos ditos, 14 tuoif de W**, 10
formoes de *co, 4 furadoie* de carriar, 40 kilos de
cachetas de borracha, 8 goivos da ac, 119 joe-
Ibos de' ferro, 2 lamparinas, 24 limas bastardas,
1 lote de Ikha, 84 1(2 jardas de lona, 8 mandria
patentes, 4 assentadores para ferrairc, 6 martel-
los de rebater 3 molas de ac, 147 pedaoosde
cano com rosca, 1 barril eom oleo de linhaca erua,
532 parafasos de ferro sortidoa, 1 rolo de navios,
16 pinceis para caiacao, 1 poroa de aoo, 162 per-
cas de ferro galvanisado, 84 pnohadores de ferro,
1 rsapadeira de ferro, 24 caites de estopa para
saceos, 83 seguradores para portees, 7 ierras cir-
eolares, 1 serrote de volts, 258 saceos da ferro
galvanisados, 7 terrach/va oossaletaf, 1 caiza com
ditas completa, S tarrachaa da cobre, l termme-
tro para caldeira, 3 torneiras grandes de bronse,
16 ditas cosa areolas, 16 ditas, simjdes, 1 dita df
tres sgusB, 3 ditas oem plaejjas, 5 ditas com
capsulas grandes, 1 dita com paragem, 21 ditas
de ditas pecweaas, 28 ditas grandes^ ii ditas di.
venas, 27 taroeiras para vidro, 3 ditas de esU-
nho, 4 trados de a^o, 72 traque tas de ferro, 92
ditas com aldrabas, 48 ditas de latao, 3 estojas de
metal para termmetro, 3 ditas ditos, 41 uni es
de metal com rosca, 6 vlvulas de bronza, 1 ca-
traca de fessp, 2 vlvulas de broose^ 2 dita* de
borracha, 4 medidas de tqlha, 4 limpoes e 21 pi-
csretas. v
Leilao
ea
casas de talpa cas S- Lou-
reaca da Malta
Sendo .a casa ierre* que fieva ao su| da sa-
crista da igreja de S. Lourengo onde
mor* o proessw Gervasio R. B. Caval-
cante, e mais qaatro contiguas a esta.
Espolio de Francisco Jos Cavalcante
Terca-feir. 3 1 do corrente
A's 11 horas
No Reeife, armazem da ra do Imperador
n- 16
O agente Martin*, far ieio por mandado de
J;l(n. Sr. Dr. juiz de Hireito do civel, em ana pre-
senca, das cinco casas terreas cima, pertencentea
ao refeiido espolio, as quaes aap vendidas para pa-
gamento da faseada e deapesas judisiaa*-______
Leilao
De bona movis, loocaa, vidros, quadroa,
electros e bronse
Torevfelra 31 do corrente
Agente Pinto
Na ra da Attracao, junto a bacar do
Censelheiro Aguiar
CONSTANDO DE:
Uma..mb,ilia de junco preto com 1 sof, 2 conso
loe com pedra, 2 cadeiras de braco, e 12 de guar
nioao, 1 liadu espelno, |1 jardiaciza e 2 vasos de
porcelana, 1 vaso artstico, 2 jarros para flores, 1
meta jardineira de charo, 1 relogio de crystal
para mesa, 4 estatuas, 4 quadros com chromos,
2 ditos com gravursj, 2 caaticaes de metal fiao, 1
luEtrede cryatal, 2 cadoicas de bslanco, 1 tapete
avelndado, 2 ditos ajeno?!, 2 caaacbos e 2 eacar
radeiras.
1 quarto
Um guarda-roupa, 1 commoda granda, 1 to ilet,
1 lavatorio com pedra (obra.de Spiler), 1 gusr-
nicao de porcelana, 2 quadros e 1 tapete.
2- aasta
Duas estantes, 2 cabides, 2 fl>ret8, 1 lavatorio,
1 commoda e 1 pello de onca.
3' quarto
Urna cama francesa nova, 1 dita para menino, 2
cabides de parede e 1 bidet.
Sala dejantar
Urna mesa, elstica, 1 guarda lauca, 2 appara-
dores, 1 guarda c.mida, a quadroa, 1 espreguisa-
deira, 6 cadeiras, 1 dita para enanca, 1 meas da
servico, 1 app*rdor, 1 lavatorio da parede, 1 apPV
relho de poreelaa para jaotar, 1 dito para cha,
fructeiraa. |de faiance, garrafas, compoteiras, ga-
Iheteiros, copos, clices paliteiros e baudeijas.
Mesas e trem de cosinba, bacas, jarras, latas,
machinas para caf, potes e mais objectes de casa
de familia.
Hercolano Bamos, teado, seguido para o norte,
fas leilao por interveucSo do agento Pinto
movis e roaii obj ctoa ezuteatea na cm ea
residi, na roa da Attracao, junto a casa do
lbeiro Aguiar.
Os pretendrntes deverio. tomar o bood da Hnha
de Fernaudes Viei(a
*JO
tarro batido,"1
mas, 8 tanques cylindricos de
filtrar carvao animal, 2 ditas de
dito de dito para cal, 3 ditos da trro pequeos
coa torneiras autbumaticas, 2 tanques sobre radas
e arawoao de ferro fundido, com mqvimento por
meya da hydraaagapj com manvl nara massa
cosjdaj 1{)0 telhas tje sipeo, 6 trunos uzados, 36
turbinas completaa, 11 turbinas coa tasnsoiisaaO
de mosuento, 6 volantes grandes par calaaisas
de vacuo, 3 datas pequeas para o meemo fia, 6
vigas de ferro {aocjjuo, 58 vigas para, soalhq, 65
ditas de ferro foodjdo para ea(rad>i das caldeiras,
88 vigas de ferro batido em duplo de diversas di-
versas dimenooes, 7 ditas de ferro fandido suppos-
tes de tanques, 8 vpJumes de ferro fundido para
estrado dos dificadores, 4 cplnuiuas de ferro bati-
do com planjas, l dita dita, 7 toneladas de ferro
fundido em canos, curvas, etc., 10 canos de ferro
fundido para clarificadores, 1 casa de madeica da,
pinna coberta 4 tenas, 2 eavaletes de; pinbo,, 32,
cantoueiroa de ierro f uofticie, 25 chapas, de ferrs
fundido, 25 chapas de ferro batido para tanguea,
31 ditas para dito, 1 lote de chapas para corrimio
deeeeadas, 25 chavas grandes.paa as machinas,
2 dsaseccadores completas de duplo faodo, sendo
o interno de cobre, 2 ditos incompletos. 4 kilos de
cola, 12 oravadores com planjas para bombas, 58
(columnas de ferro fundida para a plata/orm^ dsa
caldeirsa de vacuo, 22 candenlaftaras, Trappi, 1
lote de c .rreni f< rro de oos largos, 4 ovens de
ferro fundido, 172 kilos de era vos de ferro, 4 cu -
nhos de ferro, 6 barricas com er, 8 asaentadores
completos de ferso sobos oolnmnas, 4. depositas
cylindricos de ferro zinoade para mol en agua,. 1
deposita de forre paca teoda de f ar i eiro, 1 I ota da
cerca de 2,500 dormentes de pioho. 4 eseadas pe-
?nanas de ferro, 4 ditas grandes de ferro tundido,
dita, de pinho, 1 lote de fsrragena pasa carencia
compijehendeudp,4,eros df rodas e outras terra-
geos, 72 k loa de farro, 2 fornalba para gas sul-
furoso, com bombas de injeccao e mais accessp-
ros, 1 lote do gancho pata cadeados, 4 grampos
para sappostos de anos, 17 oonstlos para arvore
de trancinco oem bronse, 7 ditos grandes nara
canos, 2 canslos grandes sen) bronse, 10 ditos
para fizar pecas na parede, 1 guindaste sobre car-
retas, 15 sobre-postas, 6 tingas de ferso, 13 -ditas
grapiea, 1 lote de vidro pata lonetas das caldei-
rss de vacuo, 2 machinas a vapor horizontaes de
alta preaao, 2 achinas para lavar carvao ani-
mal, 1 mchica defurar, 6 manilhas de trro, para
correte, 1 nurreta de ac, 1 mesa de pinho eom.
estante, 2 ms com oletsa ; am cas>% de ferro, 1
pedia para dito, 2 mochos de pinho, 3 kilos de
malhos, 1 loto de madeira paca eateira de cano e
bagaco, 1 martelo, 2 moeodas de ferro de 3 eyliu-
dros de O,m9X2,m0 com os competentes broosea,
carreis, parafasos compietoa, cyiindro, virgen 0
mais pestaees, sendo uma.de- Eastoo & Audersoa
e outra de FaW^ett Pr^ston com 2 machinas a va-
por de balanciar e engrenagem.
Cujo leilao tara logar no dia e hora cimasaen--
cionado e no. lugar onde, ezjstem as objectas
estacSo da Boa-Viagem.
Os concurrentes ao leilao que forem no trem de
8 horas e 20 minuto, ter passagem gratis de ida
e volta. ________^^
-rr->-----------------------1 i 11 i l ii' Ll -
Jaa .
Felra ^Mll^dos
A primeira feira do dia 21 do correte esteva
bastante animada, os dignos proprietarios e agri-
cultores devem cp?carrer a ella para dar maior
importancia e aniu.acio a esta salqtar cidade les-
tituindo-lbe a vida propria e central, os marchan-
tes vo augmentar a matonea com gados escolla-
dos para bem servir aos dignos fregueses ; os
commerciantes vo soriir suas casas de negocio
em maior escala e venderio mais barato do que
em outra qualquer parte ; fiea esta cidade urna
maravilha, grecas ao uosso psdroeiro.
Vivs o pregreseo.
Cidade de Jabqatsjp, 24 de Ja lito de 1888.
O restaurador da feira magoata.
Boa cozinheira
Precisase do unta, preferiu^o-sa id sea,
a ra da UniSo n. 55 por traz do Gymna-
ajo "
Pemambucano.
Vinho vrele puro
Cbegou ipara Antonio Duarts 4 rus, da Uuiao u.
64, e vende em ancoraa e a retalbo. prego multo
mdico por sor de eonta do lavrador, tambeoo re-
ceberam salpicdes de lombo de porco, en) latas
de kilo-________________________________
Nova caldeiraria
Na cidade da Bscsvda
Salvador Ferrara C- participara aos senhores
de engenbos, que abtiram urna nova caldeiraria
para todos os trabslbos, em cobre, como aejam,
alambiques, machinas para reitilar, etc., bombas
e encanameatos de ferro e chumb, para o que
taem um, pesaoal habilitado : offerecem a par da
sipceridade a maior modcida,de nos preoss.
Atlencao
ewuLaXo
DS~
On-de F^-kfiuBsa
DA NORUEGA
Preparada oonv.HypoBbospflite.
-POR-
LANMAN4cKEMP
? Melhor e mais effiaaz de Todas.
Cura, in/ailivelieote todas
as molestias
DI GAR8INTA E 88 PULMOES
ENGORDA E Di ROB0STE
eiiriquooendo a saugue; e fas des-
appaxeser a demacraooo
COM AS60MBBO8A PROMPTILa
Frevine-se aos senhores tabellios que nio pas-
sem escripturs de, aeco n soluum dos eugenbos
Qiqni e Peres, e suas trras, porque achem-ae
penbqrados, cuja* execucoas correm no jpUo do
commercio desta cidade.
Fina manleiga iigleza
Cbegou nova remessa para Arthur MacSes,
ra da Aurora n. 85, e Antonio Duarte ra da
Uaio n. 54, defronte da estsc&o.
Compra-se
Grande leilao
De movis, piano, lougaa, vidros, electro
pate, trena de cosinba e mais objeoto
pertenceotea casa de familia.
Xa cidade de Jaboao
Em casa de residencia do Illm. Sr. Dr. Joo Jos-
Das de Faciaa, oqjo leilo ser efffetaa^ no
dia immediato ao do ana embarque, sendo opppr.
tunamente mencionado, o di e descriptos os ob-
jectoa.
O concurrentes terao trem gratis.
POtt INTEKVENgO DO
Agente Gusmo
AVISOS DIVERSOS
Alnga-se o 2. andar da casa n. 43 da roa
Visoondo. de lubama, tendo a gua e commodos : a
tratar no andar terreo. ^^^___
Alaga-se casaa a 3uou no baoco dos Cue
is, jauto de S. Qpuc&Uo : a tratar na rva d>
bos
mporayi n.
76.
dos
que
do con-
est
\luga-,as a rafssjda caaa coi a^ua O gas
l limpa teado a sala de frente assoalhada.
3 leilao
tuerta feira 8 de Agosto
A'S 12 1/2 HORAS
Na Cmara Municipal de Olinda
O agente Stepple, a mandado e aesistencia do
Eim. Sr. Dr. jnis de direito privativo de orpbSos
e ausentes e a requerimento do Dr. Je Vicente
Meira de VasccBceUos inventariante dos boas do
finado coronel JoSo de S Cava!cante de Alba-
querqne levar a leilo os bens seguintes :
Urna parte do engenbo Papirema.
O engenho Tab, moente e corrente, comprehen-
dcodQ os sities TobarSo, Oapgassary, Saboe;ro e
parte, da prr-priedade Pedreiras, servando de base
e ciierta de 30:000*000
O engenho S. Miguel, a vapor moente e corrente
com distillaco alambique de cobre e anas trras.
As teiras em que est constituido o engenho
8onzs, sem obras.
As mattas denominadas Pitanga, distante 2 le-
guas do engenho Tab.
O sitio, nascente de Macei, com 1000 ps de
coquearos.
Metade do pequeo sitio Olbo d'Agua, por um
diviso.
Urna psrte do engenho Tabata.
Aluga-se o 2" andar e soti da ra de 8.
Jorg n. 139 ; na mesma rna n. 131, taverna.
Prcciaa-se saber onde reside o sr. Joo de
Albuqueique do Amaral Cerdoso, que veio de
Portugal em compaohia de D. JoS i VI : quero
deile sottber p-.d-r dar informaedes ao 8r. JoSo
Francisco de Almeida, nc Rio de Janeiro, roa de
Visconde de Itaaa n. 97, ou antaucie por esse
jsrnal onde pie ser procurado.
Precisa-es de um muiher de meia idade,
para o servico interno de casa de pouca familia, e
Se, du raa em oaaa deseas patio.i : na ra da
atril da Boa-Vista n. S.
Precisa-se de urna cosinheira e de um rapa-
sinho de 12 annos, para servico domestico : na ra
MatrtadaBoa-Vista,nhaS._____________^^
Precisase de urna ama para comprar e co
pinhar, pasa casa de pequea familia ; a tratar
na, roa Dirtita, n., 64, 2o andar.________________
Precisa-se de urna para todo o servan de
ama pessoa : na ra Direita n. 43, 2- andar.
m Precisase de um caizeiro de,14 a 16 anuos
de idade ; a tratar na ra do Pires n. 45.
Quem ti ver urna pequea casa entre Magdalena
e Pcnte d'Ueha, que tenba fundos para o rio e
quizer vendel-a, dirija-se ra Baro da Victoria
n. 13 que achara com quem tratar.
CRIADO
Precisa-se de um rapa* at 16 aonos ; trata-se
no largo do Corpo Ssnto n. 27.
Caf Ceilao
Torrado e moldo pelos Srs. ttibelro
Cuisnaraes ds c,
. Este delicioso caf nio manipulado eomo
ontros muitos que infestasu o mereado ; garnte-
se a sna boa qualidade.seodo meemo moido vista
do comprador, para provar-se que nm caf poro,
escolhido e de pajmeira qualidada, a isto.se reeo-
nhece pele ebeiro activo e sabor agradavel, nao
deizando mais a desejar a aquellos que sao legti-
mos conhecedorts e aoaixonados de nm oprimo
caf ; vende-se uoicam nte na fabrica roa de
Mar cilio, Das v. 26
Estuque e pintura
Evaristo Rodrigues Vianna, chegado a esta ca-
pital de volta de ana viagem, fas sciente aos se-
nhores donos de obra, que se acoa exercendo sus
profiso tendente a u arte.
Pcd; ser procurado roa do Bom-Jess n. 41
on em casa do Sr. Francisco Mauoel da Silva,
ra da Cadeia.
Cautelas SOCCOITO
Compra-se cautelas de qualquer joia ou brilban-
tes, paga-se bem ; na praca da Independencia n.
22, toja de relojoeiro.
Precisa-se
numero 16
de um criado; na ru de Sebo
Leilo
De grande quantidade de ferragene, oobre,
latao, bn-uzes, maendas, vaporea, cal-
deirasj deetilariaa e tudo o mais abaizo
transcripto. "
Sexla-feira .0 de Agosto
A;S 10 if&aS
O agente Gnsmo autorisado por mandado do
I!m. e Ex.cn. 8r Dr. juiz de direito do commerci >,
a requerimento dos syndicoa.da Tbe. Central Su
r Fseturis of Braail Limi/t
mesmo juiz, far leilo aos cbject
com ttfS|tencia.
os seguintes,
ter. lagar o
existentes na Bd*-Yiagam onde
leilao, a saber :
Sete alavanaaa de ferro, 1 armacao de madei
ra pora deposito de rmieriabf, 1 qrmft#o de ferro
para cobrrth de abrcas ceotrsqs, 4n eaixas de
scceisonosde cobre, bronse e ferro para caldei-
ras^ dcjstija^as e onjxps mistares, 4 rolos ae a/a-
me de ferro, 1 apeare!!.
pregos ai 5 toneladas, 1 a^parelna de dest^asis^
completo, 2 bancos d carpina, 36 baldea de fer
ro zincado, 1 lote de 6 bicos on colheres d i ferro
fundidb, 3 bolas de farro,para, voianje^.dft segu-
rarica, 2 bombas a vapors de balanciuo com vo-
lante, 1 dita ccntrifaga'par agua, 2 ditas de
.ditas de bronze para caldo, 57 cadernaes e moi-
toes de ferro de dmjqraas diui.-noe, 6 cal^iaap re
vacuo de epbro.>c#muserpeftjiiiis e jp^^qces^de 7
toneladas de massa cosas, Z grapas de triplices
effeitos de cobre com accessorios, 2 moinboa tri-
turadores para algamaesa, cocqpletos, 5 machaca-
doras de assnoar. 3 ditas par ados
sobre tarbiass WeataBj.5 iac^s de vidro para aa
caldeira, 1 paraiuaa de torno, 1 caixilo com
AMAS Precisa-ae de ama para cofinhar
e comprar para tres pessoi>s, e outra para lavar,
engommar e mais aervio s ; a tratar na roa do
Bemfica 5, segando sabrado paseando a grande
ponte 9a Magdalena,______________________
Milbo em bom estado a 60 ts. kilo ; veo-
de-se no trapiche Companhia, largo do Corpo San-
ta 0^19^___________________________________
- Ferreira & Irmo acabara de reoeber os j
conbecidos filtras para parificar agoa, algodosi-
nhos branco, mesdado e riseado, cretone eufsstad >
Sara toalhas e leccoes, faseoda superior, toalhas,
o de algedo, saceos para assncar. Tofos estes
artigos ao nacionaes. fabricados na Bahia e Bao
de Janeiro ; na traveasa do Corpo Santo n. 25.
Teudp sido furtado a 18 do oorronta do engenho
Mossurepe um poldro de aegundrmuda, de cor. ma-
so preto, tendo nos quartos trsser is pelo lado de
fSra dous lubiuhos, e ferrado tare bem no quarto
trasciro direito.
Pede se as 6Utorida,des especiaUnsate as ci,
Santo AntSo, para onde consta ter seguido o ladro
de nome Manqel de Marcoliuo, fazpudo qualquer
communicBcao as diligencias para o pateo do f a-
raiso n. 2, fabrica Moreninba.
Bernardo Jone Crrela
l.o aniversario
Mara Eugenia Correia e seas filhoa convidam
sos psrentes e amigos de eeu sempre lembrado es
poso e pii, Bernardo Jos Corris, para asaistircm
as njisaas, que pe) repouso de sua alma, maxidaoi
rezar aa ocdajsa tersis a da S. Franoiseo e nvaris
da Grasa, s 9 horas da manbS do dia 28 do cr-
rante, e que agradecer eternamente.
f
Jas Xavier Fosaotlmo Hamos
Tneodoro Hamos, Ernesto Basaos, Zsenarias
Ramos, Mara Elvira Baoios e Aona iloacoso Ra-
mos agrsdec m do fundo d'alma a peasoas que
aaompanhaxam ultirna morada os restos mortaeo
de stu presado e sempre chorado.pai e aogro, Jos
Xavier Fauatino Ramos ; e de novo convidam *
todos os aeua pareatos e amigos aasistirem a
miasa do getima dia da seo. paasaraeoto, que man-
dam celebrar no couveoto de N. S. doCarmo, no
dia 28 do corrate, pelas 6 horas da manb. ase-
gurando a todos os mais sinceros agradecimien-
tos.
m
Celebres Remedios Le Eoy
itkiiio i mita iiIim tt m utor
AS V:-.R'Jfl!JEIRflS
PILULAS LE ROY
Piulvutm FRAHQA, nt HSP*HIA, na AMERICA,
no BRAZIL onde 4o
autorisadas pela Junta de Hy'iene.
FRiSCOS ................ 1/1 FKASCOB
Basas Plalas d&o toda a faclidade de se tratar *, por
yreqo barato, e de se curar Din poaco tempo.Ellas expulsam
rpidamente oe humores, biU, humores riscosos viciados
que conservam as molestias; ellas puri^cam o saugue
e Impndin as reoahidas.
-) E*npresam-e ^.
oentra a FrLitio de rentre, Cntharrho, i
Gota, HhPHtiKitisnin, t'ulta de
appetite, Tnmorrw,Vleeras, fehres,
^pleatiado JNtMUM, Intpiaeiu,
MorbilhiiK, t'ermelliidoes,
Menopatisa, ele.
E PRECISO RECUSAR
alqier Irtw (ie lio (itr eattnei O
Pb* Oottin
te ir j U Si. U BSJ ,.-*J
TODAS AS PHABMACIAS
Fabrico de assncar
acblniamo dos fakrlranies linean
Siewsfi C. de tilassow
Ccmstanccap da mais, moderna e aperfeicoada e
de grande dnraco.
Mocada com presaao- bydrauliea de Stewart que
d a melhor exprsalo coabeeida at hoje.
Caldeiras com. eeeanmisador, eapecialidade oes-
tes fabricantes.
Fornalhas para queiraar o bagaco verde em di-
reitura da moeuda.
e apparelhoa de Vacuo e Triplo efftto sao de
systama moderno como tambem a tnxbinaa oacen-
crifugo.
Orcam"ntoa e mais informacSea em casa de
Browns & C. ,
Ra do Commercio n. 5, 1* aiidir
Pura^OO
Aluga-se a 1 andar do predio n. 45 ra es-
treita do Rosario, com bona commodos e est
limpo ; a tratar na ra Duque de Caxias n. 85.
Boa cosinheira
Precisase para caaa de urna familia nos Aflic-
tos ; a tratar na ra Nova n. 13._________
Chego urna runesaa desta praaecvativo e que
se vende a 34 a daiia ; na ra Nova n. 13.
. --------------------------- i
&UM
rsfuzos para madeira, 3 penetras de teiro, 4 pla-
taformas para^Hadaj, 1 xearetg de apa m
Narua da Praia n, 68, 2* andar, vende-se urna
cama frHneusajdo amurallo um pie de cjusolos a
Lu,is XV.__________

G-Di
Fagio no di 26 um liado caniqd, bem fallante,
do 2- andar do sobrado i. ra do Imperador n. 21:
quem o ti ver encontrado e leval 0 ao referido so-
JVda sarAWjomjeaaad.
D. Casadilla JasepblDa de Olivei-
ra Faosees
Os filhos, gearos, oras e netos da fallecida O.
Candida Josepbina de Oliveira Fonseca, muito
agradecem a todas as pessoaa que aasistiram aos
nltinos suffragios a < I a prestados ; e convidam
os aens amigos e parantes para cuvir as missas
que por alma da mesma sero resedas na matriz
da Boa-Tiste, em 28 docorrente, s 8 horas da
manb, e na matriz de N. 8. da Qraea s 6 1|2
horas.
J chegou y terceira remessa
das apis alcalinas mineracs
de Mimdariz em Pontevedra,
na Hespanha
ESPECIALIDADES
para molestias do estomago, taes como : dispep
sia gastralgia, catharro ctronico do estosnaga,
ulceras eiro pies.
Molestias dos eteaioQi, taes como : enfarta-
mento do figado, ictericia, calclos buhares, diar-
rbea ohrjQiea, etc., etc.
Molestias das visa urinarias,, taes como : diaa-
teses ricas, catharro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotea.
as anemias, chloroais, psoriasis, prunigos e
d$airfrtritiea o oatr rsaitas molestias.
A8,*f(ivi alealluaa <* Mnodariz mwrm 4( ro
cha* gnilieas :, ;. o in .-!.ur.. ^' u-4iligra-
dts, su.-'ciras, Htcobtrcs dta^beiro carecido um
poaco aos de ovos cosidos, rabor -. iuaiao, proda-
zindo um ligeiro sabjr p'.cante. na oeeesiSo de tn-
par-se, Eli^s s i classi^eadM no numero das
ascaiiua a bi-ca*boriutao>ia d bjAs>
Ksfaf. 'nuaa achara e wnu* io cnTnU.>'C-
raento do 8r. Antonio A.S.iieo S-moas, ai:o a rus
Visconde de QnjrtHwa sa 1 (quatro oaoics. a>
Boa-Vista.
0 Bmeio do Er. Ayey
OttUTBA SKZS.
E' um to purnjnento vegetal, e,
peloculiecuriu peucticu clus saja efSei-
tos, Gaia.\thi couui remedio certo para
as i'ebres malignas. Estis desordena de-
vem a sua origen a um veneno miasmtico
que penetra no sangue pelos puhuons. altera
o ligado c motiva as differentea elasses de
Cobres copliecluas por Terciarias
Quatjeyiariws, Internas, de Fri,
Malignas, Intermittiitaa, Aoirna-
tent^e, gipooas, o Typ^oi4e.
O Iif.su'jmo do Dr. Ayki: noutraljsa o>
veneno miasinatlpo e espele-o do systeina.
Nao eontaip quinina nciu ingrediente ai-
guin inineml; seguro c inoffenslvo, e
nansa (aUta >t -t usa Wgwadp as direccoe.s.
PREPARADO PKLO
DE. J. C. AYER e O A.,
Lowell, Iassw E, A.
A* venda as principaes pharmacias e
drogariai.
/ 'l
1
Aluga-se
ou vende-se a casa sita Cena das Almas ou Par-
nameirim n. 10-B, com commodos para urna pe-
quea familia, tendo nm bom sitio, e acha-se
limpa ; a tratar na ra do Apollo n. 30, 1 andar
ou em Fernandes Vieira n. 11.
Aluga-se barato
Roa Visconde de Itaparica n. 43, 2. andar.
Rea de S. Jos n. 74
Ra do Bom Jess o 47,1." andar
Roa das CrouUs n, 15 b (Capaoga)
Ra do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar.
Kua Viseonde de Itaparica n. 43, armazem-
IVata-se aa nua do Commercio n. '>, l* aadar
es.'riptorio de Silva Guimares & C.
Aluga
i
se
ou vende-se no Pernameirim ou Cruz das Almas
n. 10-A ama grande e ezcellente sea com agua e
gas, tendo um b. m sitio, a qual confronta eom a
casa do fallecido Dr. Leai ; a tratar na ra do
Apellan. 30, 1' andar, ou em Fernandes Vieira
numero II.
Ama
Precisa-se de nxa ama para todo servico inter-
no de casa de familia de duas pesaoaa ; na ra do
Vigario n. 3, primeiro andar.
' -
Ama
Precisa-se de urna ama para cuidar de orna
enanca ; na ra dasCreoulas (Gapunga) na me-
ra 2 B.
-------------oe
Ama
Preeisa-se de urna ama pasa cuidar de duas
criaocaa ; na ra da Aarora n. 81, i- andar.
para oosinhar ; na ra
Precisa-se de nma ama
Pedro Aflbneo n. 72.
Ama
Precisa-se de urna ma para servico domestico :
na ra Baro da Victoria d, 69, 2- andar.
..... l nuil.
Al
Precisa-se de ama ama para casa de pequea
familia; na ra da Detencao n. 33^____________
Na roa de Santa Rita n. 83, anda se precisa de
duas antas, sendo urna para cosinhar a outra para
carregv meninos.
Urgente
r f
Preeisa-se de nma ama paia comprar e cosinhar
para casa de familia, e queira ir para Olinda ;
na rna Duque de Caxias n. 14, se dir.
Amas
Preeisa-se de duas, ama para cosinba e outra
psea dar ltte usaa. orianca: tratar, na roa.da
Palma n. 40
Agua amarga mi a flwia
DE
Mattoni & Wille
Acaba de chegsr e ser retirada da Alfandega, a
vordadelra agssa amarra da Hungra
da fon te Buda-Pesl, para a casa dosnnl-
coo agentes nesta capitalPTealle ce C,.
ermaxem de pianos e msicas, ra do Impera-
dor n. 55. *
n i n ** i i i i i i ;
Ao commercio
Antonio Maria da. Silva, fas sciente ao cerpo do
commercio, qne nesta data comprou ao Sr. Anto-
nio Jos da Nova, o estabeleeimento de taverna
que o mesmo possuia ao Largo da Aasembla n.
11, livre e desembarazada de quslqaer cmns, e
qualquer duvida ou reclamacio sobre dita venda
o ser attendida no praso de 3 das, contados da'
data da presente publieaco.
:ife, 24 de Julbo de 1888.
Muooel do Caralbo
i kwxpmm
Jos Mario,de Carvalho. sua nmlher e filhos,
noel Anpniq de Carvalh, convidam a sene ami-
go' para assistir a miasa que por Hlma de seu,.pv
mandaai rea^r na matriz da Bp* Vista, s 8 boj,aB
da maR2 do di* l0 ^B Agcjao.pro'imo vindoarc?,.
peho que dea,Je j.ae conessjtm eteruamute agr-
d'!ir..J#l|4L.i!lUlwa
Francisco da Rocha Wanderley Eins e sus fi-
lbqs agradecem a .todc^ os patentas, e..amigos qne
acoajpaubaam ao oemitQrio os reatas, mortaes de
sna sempre ch radav esposa emfti, e da novo os
convida para, aasistirem as missas qne por alma
da masmaomandam celfibrar na roatris da Boa-Vis-
ta, s 8 horas da manhi de terc;a-faua 31 do cor-
rentad edoajajcoBfessamsiioeteriia grotilo.
aP'
EXP0S.QA0 *& ll*1 1878 !
Mtanle i'Or ^pCroixoCheTilwr
LU PLUS HAUTES RZOHPtUUt
Nova Grogie
PRIMAVERA
E.C0UDRAY
Inventor d
PETOaRIA ESPECIAL de UCTEH1
Ti aantldo do a/(o mundo.
Sanoneto .......'.' PRIMAVERA j
Oleo............ PRIMAVERA.
Agua do Tonoatlor PRIMAVERA !
t>Eaaencia........ PRIMsAVBal.
P da Arroa. .-..PRIMAVERA
FABRICA E DEWStTQ :
pars 13. Bos dEofluet, 13 nmn;
Ufcs-te 4 nz* a tsdu u-^isetatst hrhaarlss |
;ao
Vende-se om bem conhecido e airegjiezado.. es-
tahelenimento no povoado ds Ribeirao, freguazia
de Gamelleira ; a tratar na roa do.Padre Floia-
Bo o. 74, escriptorio de EstcvSo de Gueo
I. lub :
Rendas de sede, largara, metro, gesto- inteira-
mente novo, as seguintes edres : viel or, cW,
gobelins, ivofre. e tambem breo ignaes edris, lar-
gara 20 centimetres Receberam Pedro Atunes
4 1', n. 63, ra Duque de Caxias.
( trveja do Rio de Janeiro
Temes a honra d avisar a n.^e*os fr*guanea que <
esta saaveia j ehcgou : o ra. da Florentina'
ea^^__________________
FeiciaiMr
ogenlio Sibirosiiiliis
Bmsrirtude da recommesido8o do Sr. c n-idajto
Romualdo Monieiro da Silva, residente no ;:o de
Janeiro, pre 6a- tas de FELICIANO, seuiroin, que ha lisnnos,
pouco mais ou memt, ae S'-bav!. no engenho Sibiw
rasinbn, de Ipojuca.
a ra da Imperalr'r. n, 49, l andar, ou nare-
darce do Diario de i emambuco, 2" anov.r, das
Oihuras da manb,* te 4 da Urde, reeebem se as
infprmacSes, pagasido se quNlquer dispesa,
Bom negocio
Vende-se nm estabeleeimento de molhados eom
pooow fanofs, o mais bem lccaliado da ra Im-
perial ; a tratar na ru do Amonm n. 60;
*:
Nal


fftiarlo t Vftnmtabfico-Sabbado 28 ie Jaiba de 1888
1

PETORAL E CAMBARA DE S. SOARES
Este importante e acreditado medicamento, contra a tisoa pwbiat)iiar, aMhma, bronchite. irrita^ao e
infla rnmaco do Jaring-e, coqueluche, toase, ronquidao e perda 4e voz, vende-se em casa Jos ag-entes e depo-
sitarios geraes tiesta provincia
FRANCISCO MANUEL DA SILVA & C
roa do Mrquez de Olinda, n. 23; a 21500 o frasco, 13$0OO 12 duzia e 24$ffW a duzia. *
Yende-se tamben em miiilas puarmarias drogarios de^ta ftmm
cornos
capes
uidado mm as miffes f
Pwresswaj
U asnbcra competentemente aaMnae, con
pratica de 10 annoa de profissSo, o&etmnlmyn
ieeeiasa* por eama aartieSrac*. e eoliagios na oi-
saanoer^amlalsse, ssyegaatas atot-iai:
portognea, francs, italiano, gearraplA, piano e
tostaos s agalla, ineansnie rtHprjtaseo rasoa-
vel ; a tratar > toa raa YSosnde de Uoyaena n. 09,
on raa so Httanwnto n. 6, toja da- barbrietH.
^wsDbiaclTtfeBeivilii tudh1
Fabrica
Ufe rrvrara u e*crfpturado
Premiaa naa espo.icoe. de 1883 e 1!
Manoel j. de Miranda
2n*n*r*a*, paaMcaVMtepMalidadee
em cartoefl' de visita.
3S^-*UA DUQUE DECAXTJ-S9
Scarentes de earrapato
V
A ram nemoai aa-
/raijn jdsi por un etnpobre-
cimeirto do angras, 8 tjuem o
atctico mconaelha o emprago
do trro, supportio ud can-
Coaiount! eonASCWiCENTRUBltt
<* FERRO BRAVAIS, d
preferencia a ymujnar on-
IrM preparado* tarrvajanoaoa.
0 FERRO
BRAVAIS
nao produm calznbraa. Man
canaaconossioroap/o.namdiar-
1*M, era olll|ll, iva*
0 nao coaaraoJca ckalro neav-
hua apua,nmaovnl>o,nni
qualquer lquido cora que
pode mor tomada. NV19CA
ENNEGRECE, DMNTM8.
Esla importante febrica lem sempre
CXOAHEOS
4 veaa
h
Primavera., papel seda, fumo picada
Selectos i > i
Operas
Universaes 1
Populares
Groyaz > > fumo desliado
Daniel >
Rio novo > >
Othomanos

Demcratas, papel eda, faino desfiado
Caporal t t
Cubaaos, patha, # *
Rio novo > >'>
Goyaa y > > >
Danitl > >
Ceetuop htaa, papel mda > *
Ditos, papel tabaco >
Ditos palie >
Gjf&*AjFvTX\I/Oe5
Era meias caixas, diversas marca, fabricados especialmente na Baha para
esta Fabrica.
DPXJXWXO
Deafiades e cades, de diversas marcas, em latas de 5 a 7 kiloa.
OLKOS
Oteo aroAi*ados para lamparn.s e ricino raedikaa.l, en gerrales.
Dita (tito >para, rearptrias e ricino medicinal, em latas de 1 e 5 galoes.
Papel de seda especial em pa>cot83 de 10 milheiroB, o qte lia da rnelhor ; da-
chimbos, ponteirss e um grande aortimento de artigas para fumantes.
TYPOGBAPHIA
A mais bem montada o'eata provincia, com un peaesal artiatiro para a eaeou-
coes das cbf-s mais difficeis e por procos sem cempetencia, con grande nitidez ( loso.
DEPOSITO I VA RICA
4~BUA MRQUEZ DE OLINDA40 7-RUA VIBflONDG DE CMAnAGkVE-7
ANTTOA DA CADEIA ) (AJt'rKJA DO HOSPICIO)
TelepkoHc d. :i o Tclcphone n. OS
Todas aa eeuesiuaendas e correspondencia devem ser dirigidas ou ao Deposito
on a nsesma Fabrica a
Ra Vsconde de CaraaragiLe n. .9
pmmmlmm, u/Teiete
"entre me naaoaano
da tormacMo, a la
>da mor parta da affei-
obee aar onica*, ao combatida
oom a maior -SlrniUa nalo
Tem a honra de com...nicar ao respeita-
vel publico, especialmente aos seas amibos e
antig-os fre^uezes, <\n t m alerto a sua ittpor-1
tan te alfaitar a, onde com satisfago aguarda
as mm ordena
WBa k fflperatrk--46
-** ff I* ro1ntooDoraoD |I^O Blisir^aPwtadeatifiaois r**^
PP. BENEDICTINOS
r
v
oooooooooooooocooooooooooo
DE
MEUSSA dos CARMELITAS
BOYER
TTaaico Suocesaor
dos CarrrtBlitas

? Aabadia de SOLAC (ttrtmie)
DOH MAGUELONNE. Prior
2 1B13A.IJHLA.S refte OU*itO
Rruiellas lili Loarei 18M
INVENTADOagaa.jaa rtoMnr
I373i
ramsounsaroD
O uso quotidlano do killxlr
IcnUfirlci dos XX. *P- Be-
riedietlflas, com dose de algu-
mas gottas rom agua, p.'Jtem
e cuoa acaric doe dentes, (ta-\,
branaueccos, fortalecendo* tor-
nando as genglvas peifetta-:
inonte R, dias.
Prestamos tira verdadelro
servico.assignalando aos nossos
lcltores este antlgo e utiUssimo
Caaaaraat en grande, epequea, qaaatiadee;
[ a drogara de Francisco M. da 8ilva & 0.,*4 ma
1 *1 Marque, de Otada n. 28.
HettitMe ao ianf. a
NUMKROSAS IMITAOOB8
Exigir a firma
Imprimid* Termelha
D*jMit tt ak atni iu Pi'-.
asa
preparado. '.;. -^T
f/ro e o nico preservativo contra as
AfffrrOem drntarinn. >
Onaa Madada sai IMT
Avmie^Mmmmgm^m.mmmmi.tlSlBimWl,,
Geral: 9EUWII1 BORDEAUX
ioht-te tm toditas bou Perfumeras, Pharmadtt
e Dtogtritt.
Part p^a ao reapattavJ pubiieo que, tevda augmentado
cutabelccift rt-to e JOIAS ceta mais ama seccSo, no parimwpto' terreo,
com eapeciaUdades em artigos de ELECTHO-PLAE, eonvidam ai
Exn--fta. faKiliaa e aans nuneroaae fregueses para visitar aeu eattbse-
M'mento, onde encontrarla un. rquiaeimo sorttmanto de joias de oor>; e
prata, perolaa. brilhantea e outras pedraa. preciosas, e relagios da oro,
jrata e nikel.
Os artigos que reaesem directamente por todos oa vapor ato
editados pelos mais aktaiauoa especialistas e fabricantes da Enropa >
Estados-Unidos.
Apar ttas joiaa de aabidb valor acharao urna grande variedade
fo objectos de ouiu, prata s eiettro pate, proprios para presente* de
basamentos, baptiaados o anniversaries.
emeo reiacas aa prego, e nem qaclidade, oe objeatot %cvm.
mencioaadas, eneoctrarSo concurrencia n'esta pv&ca.
[ v
llua de VAbbayc, 1* PARS
COTrKA.:
Frata.
Clicas
Icdigestoes
ipopjexi*
Chaaca
Enjc de mar
Tehre amareila, etc.
Lmr o p-vaseo .-o Us/ tai -toMUdo
cada ilro.
s*|a qu*l
DEBOITOB EM 'fODftS S FHAR1TACI4.
hO VH-U-frao,
ooooooooooooo
H> esoon {b/v
s
r'frLS1FILA/0S:
e
Aogn atora
Ftlro brttaco e pacto,
oinriana.
'*
>'

/
t
LFF& C.
00 CaB0B.'-n.
atate afrnhor..ra> eajtebltMl|
sr respeitavel publico antis
coaspleta) sortinaonto de JOIAW
sempre direetenaente d saielho-
fbricasites da Bwjrap.ii,, e <|pa,e
td oavio do mundo elegante,
dereaaa completo., lindas pnlsel-
fces, vahas de auru erar jadas I
peradas, anala, eaealetes,
m snultes astigas praprfos
o
tortura, prate entoneladas,
saalaoras e meninos daa asis
fabrlranses ka Kuropa e -ilisate
das as artigas deate casa garan-
C|oaIidade, assiat cana m sasdlei-
grecas sjae 4to sena evaspateaete.
ta casa tajaslatsa conerrta-se jnal-
aa le aura nu praa a teas basa rea-
autalspaar ^iialiaadc pse scj*.
4^Ry> do Cabug-4
AO IT. 20
RA V DE MAR (IMITO AO L8UVBEI
CORTES de caiDJwai bordadas, brancas e de cores, la 6f000 6| MEHiNO de duira largaras, preto e da cores, a 8(W n., 1|J000 o J(J200 o eovado.
NANSUK tinaa, a.paio a novo., a 10, &0, 2*0 280 rs. o eovade.
GAZES arrandadaa corda creme, a 600 e 700 rs., e cevado (imitacao de ssda).
ESGIAO pardo pax v.eatido, a 360 e 400 ra, s corado (duas larguras).
SETIM do Japao fazeoda de liatra, a 34 o 280 rs., o corss; barato.
ZEHH9RB8 -.qira,iro, ultima novidids, a 200, 340, 80 o 400 r*., o cavada.
METINS de lista, fasenda i o tei rumen te' or, a 360 ra_, o orado.
CACHEMIRA de quadio, patdea ooaos, a 320 e 360 rs o eovado.
#MiaAOaaaain raii, saetas aovas a AWy dafl;**sflaten,
PERGALES riaraa, par5a jmiro, a 30 e 240 n., o rasado.
RENDA ioctao, faseada -de ga.ta, a.5(K) r, o aovada.
RENDA aeapanlUU, con un a>etru 4 largura, a 4j#500, o meara.
AHIDA6 do-baila oca. rsate).'baldad os a,8oda, a 1^500 e 2*000,
MEXAfi oom piolase aar* notada para a-iuiora, a 800 ra o par.
BALEiAS para vestidos, a 300 rs., a.duzia.
BJXO crema e raatisadoa, a 1,5500, 2^000, .&*)+&&% a seoa.
FIGHUS de % teoidas aaodernoa, a 1*000, 2>000, 3*000, 3*500 e 4*000, uro.
C JMBLETO 'sotiraett de eKtmotos qae-ae vende muito barato.
ESPARTILHOS cmicace, 5*t00, 6*00, 'i#00 e 8*000, um.
GRANDE variedade MAAl'ULA aiaaricajio oow 24 jaedaa, o 6*500, a peca.
ATOALHADO adamaecado, iaseads oo.^, a 1*200, a 1*400, o sietro.
TAPETES aveladade para partaa a aala, grande variedade.
TGAI-HAS felpadas para.rosto, a 3*500, 4*000, 4*500 e 5*000, a duna,
TOALI1AS alooaaadaaioom un vara 'da oompriaanto, .4*500, a dazia.
aaENCGn bssoae p-r* arinnea, a 1*200 e 1*600, a dozia.
BICA-S oaixaa eo urna uuzu de leacas daJiaba, a 2*500.
BRAMANTE de-liobo do quatio largadas, a 1*800, o metro.
BRAMANTE de algodao de quatro larguras, a 800 1*000, s metro
CORT'INADO Waadoa, a 6*500, 7**00 e 8*000, o par.
CAJILLASHlk'aaa, Unto o Jsjo*o, a 3WU0, a dusia .
LUVAS iU-a*da prata RICAS gringas com te,*e-bisad, a4*000 10*000, tama.
GORXES d* *iio*ta ea esria, a -7*000, *-..,i o 16*000.
SLTiNS datada* a cora, a bOO. 900 GUARNiyO de viuoSat, para auaa e aadeime, a 7-000, urna.
PANNO da tiat* de laua c (jn^'w, a 1*00) 1*200, o eovoaa
LENly'OtLde.briwoaote, b .li*80U, -2*200 e 2*50ia, us,
COERTORES de corea o coto-rtimageiu. a 2*00), 2*506 3*000, ura.
GDAKDA-PO' .ate>D a 0(K>, 0*000 e 7*000, um
dEwULAo ae-UraavfHr, 18* OHEVIOTH pri' aaal,.* AAttOO e 4500 e 5*000, o ewd.w
RARA.BACHOS DE MAR
CoaLMiina p*r>hoe-a. riharasa nanax
i
i ii
.
SAUDE: PARA TODOS.
PLULAS HOLL WV
AtPflula purlflcao o Sangue, cotrigem todas as desordems de Estomago e
dos Intestinos.
Fortalecen sde du coOBtapnes delicadas, e sao dSrm vSorinCrWeI pata todas as enfernnaaaer
peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim corno tas
pessoas de idade avancada a sua eficacia e inccatestavel.
tajaban para s
Easas medidnai slo preparadas tmente no Estabelaeimeiilo do BSaSSa. Holutwav,
n, atBV OZFOSD BTEEET (ante. 633, Oxford Street), LONWtM,
E vaaaaaae em todas as pharmacias do uaiverso.
%aT 0 taaor adore al* conviiado* rasaaiosamente a examinar 01 rotules cada caUa c rete a uta Mana
direcoao. 533. Oxford Street, sao falsifieaooac
i
i
\ftaa Ao,Bjjggg_ w- Ga3uaas,5 7.
;it i siMicB-raaMA6rBa* *
^wEaasaarte^te;

(Jcaaira a carie e amallecrmento e dtSrra de dente.
Grande aortimento de perolaa, patotilbas, gratecs) e pilubs das mslhoroB fabri-
cantes europeua e ara erica nos.
Graode aoUeeolo lie akoluidea os maia modernos e raros..
Agaae miBcraea de todas as quandades
Para photographla e homceopathla
^Icoolreotfieadoe rteeinfeetade, Lbiaigataente por.
A Pblrisaais Amorirana teso ntaa scelo homosopakica onde se encontrar
aleta sos audieataerJtee preparados1 oom todo accio eseganda os formularios babene-
marjiewe mais 'adredita-os, oarteiras, cidros avulsos de todos os tamenhos, globolos
inertee e rflledicameirtOBes, tiovoras de i>Untas indignnas e exticas.
Receben nardlatmeStes direfetaw^nte de todas as fabricas da Europa e America
Medisalaeao por preces commodos en qiialqaer bra do ata e da noita.
aaa.Maaa,a^aaMaaa.aaaaaaaaMaanaaMa.i.M i i >
Gotta, Bhematismo, Dores
SoLge db Botttor Clin
Latinado di Ftculdtdi ti Medicina de Paria. Premio Uontyon.
A Verdadeira Solncao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se.para curar:
As Affecedee HheuauatiBanaes oQudaa e chronicas. o Rheumatismo gottoso,
os Dores jiai.ni'arm e rAuteulares, a todas as vezes que necessario calmar os
soffriraeiues oooasionadr.s por estas molestias.
A Verdadeira Solncao CLIN o mslhar remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
:fri3 gal mtkaoi detalhada acompanha cada fratoo.
Bavgw o Verdadeira SolaoSo de CLIN & Cie, de PARS, que se enoontra tm
*m*\4*a.pajttat a Phoprnaetutieot. ^rtC

i
AMARAL&C
iSPHaTOneCAL GELATiMOSOl
di E. IJSaOY, Puwdci di r Uasse, 2, na Mnoi, PARS
t|.BHU>< cnuci Sm Oraajaj.t atrao aaituaa *. BakatU aaaaav
at i Mdicos e aoaDoeotes. Oe um saor agrada nal, a. aaataat-
racli e mil reac superior
. Tcoa.'Baoiaicldos ao poaao
O aar. PraawMr Botxaitrr
TONI0O
VUM0 PROSPHrTaOO DE IER0Y aSj j-ga
asesta. Ooaiiiaptsii.ilrosoft'a.irnrnnlr. T'*'t Fragaeza orgnica, CostaaaesBfsa un sosa.,
Depositarios-am PtmamhttoQ FRAM M. .1.. SILVA e C. J
AOSimSTBAAO :
PAJUZ, 8, Bontavard Montmartre, PARJZj
PASTILHAS DS8-E8TIVA8 fafcrlcadart..
. Vlchy com os Sotsexira/tidotSol Fontes.S
f We aoslaaajaadawel *aoa*aot>OBrta(.eanJ
___ tra \utta a as JMtatSea tarto**-
PARA BANHOS. Um rolo paraiua banho, para aapessoas que nao podeao ir a Vicey.
para ttttur as tmtdrou >tVUrir em toaos os produetts a
. %9Jk. OOIVXI. Ds VICHY
I aan aaiiaaa i mmjiM.* +> aa.OMi.iw,
a niaCm; Aua. labuui.
roer
N.44--Rua do Bram-N. 44
I'em para vender, por pret o mdicos, as segoi 1ai ''WfUffJHt':
Taebas faedidfla, oadae e* caldeadas.
Cvatjos de diversos taaaaaboe.
Rodas de espora, idem,.uLetB.
Di las anjjjslnrra. 11an_ iden.
Bseos de farro doro serra-eirotdar
GradaanKnto pana jarais
Varasdaa de ferro batido.
Ditas d dito fnndiff, lindo modelos
Portead fomsiaa>
Vapores de fsrea Ae 3, 5, rj e osmlloa
alseedae de 10 a 40 poilagados de paaaditrt.
Uodoa 'ag, aystema-Leaaidro.
Eei^arTTffam-ae ocooeertoe, r, aaasntameaa a rann";n3a.o K''rtitf.w
tr Ib "' parfeioo *> pSestesa.

r
quai-
^COO DOe^til
raradM S
)eflxos, Teste, issonai
Curses nervosas
PELO
TARTE D(T D" F0R6ET
' Lm to< ai frawaoan o HoUtrao
OcMa-aa o endareco
aa-iado.
36
ft/9 Vv\e**
GHAB1E
<00,000 Doeat
ansas
>N0RRHA, FLORE* BRANSAel
PEROAS SBMINAESV
l DEMLIDaDE, ESOOTAstEIITO^a.
PELO
[BATO de FEB10 Cl
* roatrai aau Phtrmiefm
Bbaia-M o adareeo
aa Uao.


8

Diario de Fcraamliuto-Sabbado 2S de Julho de 1888
Vinhos garantidos
Pa particulares
Verde poro, novidade, ein botija* e Beia, e
quinto*.
Figueira, Bairrada, Porto fino, Maieira, Mos-
catel, Bocellaa, Uva Branca, em quinto, ancoreta*
e engarrafado.
Madorj e Porto fino, para doente*, engarrafado.
Igualmente
Aseite do Donru, puro, em Inte* pequea*.
Mercara doce, marca Sersedllo.
Ladrilhoi ein mosaic:.
Cunha Irmos & C.
aiSJtua Haare ae BfD*-H
AspMto
Joaqaim Domiogues Ferreirs, filho de Msnoel
Firmino Ferreira, aotigo aapbaltista desta praca,
previne aos aenhirea proprietarios qne echando se
habilitado com materiae* para qoalquer concert,
a ladrilho de aaphalto, pode *er procurado no ar-
mase m de mattriaee i praca da Concordia nume-
ro 11. ^^________
Cosinheira
, Precisa-se de urna cosinheira ;
da PriLcea Isabel u. 8.
a tratar na ra
VENDAS

,


Vende se a* trra* do engenbo de 8. Sebea-
dlo, denominado Candeia*, coatendo orna casa
rde cam 7 quartos, 2 ealaa e coainba, um oitao
sol de pedra e el, 6 qoartos de s. oala, 3
dito* de moradores, a casa do a*3entamento de
eceeub* 1 estribara grande, casa de farinha com
todos d* utensilios, tem 200 p* de coqaeiro* bo-
tandO-frocto, 4 fes de fructapo, grande numero
4e lfangeiras e limeiraa, diversos pe* de laranja
ave, quantidade de mangoeira, diversa fructa*
de todas ae qualidade*. As caas sao coberUs de
el has e esto e m bom estado ; a tratar na ra
e Paulino Cm*ra n. 3.__________^^^
__ Vmde se urna ext-cuc&o no valor superior a
2:000< 00.com penhora f-.ita nos eng nho Pere*
e Giqui, eoro trra* e bemfeitoriaa ; quem pre-
tender dinja-*e t Caminho Novo n. 128, que
achara c m qoem tratar._________________
Vcnde-sn um piano inel* muit i forte, quali
aovo : a tratar na roa da Imperatris n. 55.
Tavcrna
Vende se urna tsverna na estrada do Brejo n.
18, eetacaada casa aman lia, propria para prin-
cipian!'', e bem looalisada.
TelegraiDma as familias
Na djados qoadros
ft5-Rua Iiique de Caxla55
Acaban de receber multas Dovidade*.
Linn suisso, sita oovidade t
Amor da China, novidade, 240 ris o covado.
Lis de quadros, novidade, 320 e 400 ris.
Can braia* cjid Balpicoe, barato.
Bramante, 4 larguras, a 800 ris a vara.
Eipartilbo* boDs por 44O 0-
Cortinads, grande sortimento e barato.
Completo sortiurnto de fiebs.
Sargelms de ir.-s a 240 ris o covado.
' Batiste* as lores a 200 e 280 is o covado.
Grande ortiun nt > em madap' 15-a.
Merino* preto e d- totes, u 800 e IJOOO o co-
vado.
Setins, toda* a* cores finas, 1*000 o eovado.
Cretones franceses, novidade, 400 ri* o co-
vado.
Tapetes para sof, por 16*000 !
Grande soriimento-de panaoe de crochet.
Verbotinas, toda* as cores, 800 ti* o covado.
Sortimento completo em cretune* a 320 ti* o
eovado.
Zefiraa para 100, 2(0 e 240 ti* o covado.
. Culchaa de cores e branCkS, 2*000 urna.
Mantilbas braaileiras, novidade.
Leques de setim, novidade, a 4*000 !
Fuitoes branco* e de tres, 400 ris o covado
Grande sortimento em esmisas para bomem.
Punbos, gravaras, collarinb e, meias, lenco, ce-
roula* e outros objecto* que seria enfadonho des-
ere ver.
21
Oliveira Campos i C.
PECHINCHA EM FAZENDAS
LSs de qoadros, padrSes modernos e corea
lindaa, a 820 e 360 ra., o covado.
FustSes brancos, superiores, de 400, 500
e 640 re., o cuva lo.
Morcolina branca de listra e adamascada
para oasacos, a 500 rs., o covado.
Cretones modernos com ferrad oras a an
coras, a 400 rs., o covado.
FustSes de cores, padroos lindos e odres
claras/' a 500 rs., o covado.
Gorgorinas de core, padrSes lindissimos
Setinetas brauoa, preta e de cores de to-
dos os precos.
Batistes de cores, a 200 e 300 ra., o co-
vado.
Fechas, sortimento completo, de 2(5000 a
63000, um.
Carubraia branca tapada e transparente, de
30000 a 6)5000, a peca.
Bramante de linbo e algodfo.
Madapolfto e algod&o, sortimento completo,
a prego baratiasimo.
SI Roa d Crespo-ti
OLIVEIRA CAM. OS C
2i
Oliveira Campos k C.
NOVIDADES E PHANTASIAS
Capas e peilerioas pretaa e enfeitadas, de
cachemira, gorgorSo a merino. m
Veos e capellas para noiva.
Setim e seda branca para casamento.
Cortinados de crochet para cama e ja-
nella.
Colchas de seda para noivos.
Qorgorlo preto, diveisas qualdadcs e pre
(08.
Sedas e setins de cores, lisas, listras e de
quadros.
Merino de quadro, fazenda nova.
Capas bfspanholas para Ibeatro
de 25000 urna.
Sortimento de mcias brancas e
para senhoraa e crian^ns.
Espartilhos, sortimento completo.
Tapetes para janella e *< f, sortimento.
Grandes acaltifas e esteiras para forro de
asa.
Alm de mnitos outros artigos que nos
iropo8sivel mencionar.
'I 1111:1 d Crespo-* 1
OLIVEIRA CAMPOS & C.
Lija es Qttii!
Pernande* ne Asewedo
BUa DUQUE DK UAXIAS
A C.
N. 55.
Yaccas de leitc
Vende-se quatro vaecas e um boi de carroca :
a tratar na engenhoca Barbalho confronte ao Cal
deireiro.
rOLHETlB
TESTAMENTO TEfiMELHO
POR
XAVIbR DE MONTEPIN
MtGUNDi PARTE
A CACADA DAS MEDJILHJaS
(ContinaacSa do n. 168}
XXXIX
O mancebo approzimou-se da secreta-
ria, collocou sobre ella a lampada, e ma
binalmente olboo para a aupplica aberta,
caja margeos trsaia em letras grandes es-
tas palavras, j por nos reproduzidas :
RamuNDo Claudio Frumental
Condemnado por crime de assaetinato t
reubo a vinte annos de priso pelo tribunal
de iuttica do departamento do Sena a 25
de Ifarco de 1864.
Agraciado condicionalmente a 15 de
Agetto de 1869.
Entrado no carpo de teguranca a l de
Setembro do mermo anuo.
Paulo devorou terrivel nota, solton um
grito abt fado, ou antes, um gemido, e dei-
xon-se cabir na poltrona do pai.
Durante uro instante ficou elli, com as
frontes comprimidas entre as rolos trema-
la, oa olhoa fix s r.aqncllae paUvras que
lite appareiain trag.daa cutu aangu-.
Depois, dos 1-bios agitados sniraui-lhe
leatameote eati-s phraes i-ntrecortadaa e
mal diatinctas :
^ Com que -mo, todo verdade l A
realidade vai alin <*oa mais negros doa
esa preaentmeotos I Meu pai e buj -i-
MMino, ao ldr&o; foi ontu-mnad, foi
perdoado, t S a verdade.. i est ella, oaoripta
pala aao proprio punbo I Ob 1 mea Dei I
saca Deoa por qne me deixate nasoer T
sor que permittiate qae eu.viveaw? Era
Btlo, db a prego
de efires
MOLESTIAS o PEITO
^HYPOPHOSPHITOS
D! CHURCHILL
O D' Chnrchill, autor da descoberta das
propriedades curativas dos Hypophos-
phitos no tratamento da tsica pulmonar,
tem a honra de participar aos seus c>>llega*
mdicos, que os nicos Hypophosphitos
reconhecidos e recommendados por elle
s5o os que prepara o Sr. Swann. phar-
maceutico. 12. ra Castiglione, Pariz.
Os Xaropes de Hypophosphitos de
Soda. Cal e Perro vendem-se em (rseos
quatirados tendo o nome do D' Churchill
no vidro sua asignatura no envoltorio e
na tira de papel encarnado que cobre a rol ha.
Cada frasco verriadeiro leva alem d'isto a
marca de fabrica da Pharmacia Swann
Vendem-se em todas as Pharm
^>~
. YBNDE-8B MAIS BAtATQ
INa Loja das Listras kim
A' rus Duqnr le Casias i
TELEPHONE211
D descont a quera compra 30$
Novldadt s
Beoda ti'tusiirlai tecido arrendado, bran-
co crem-, asol claro e rosa, deaenho* muito lin-
do* e fasenda propria para baile e tbeatro a 500 r*.
XeclJO* de pnaotasU em quadros e liatas,
fas-Dda muito larga a 700 ri*.
Linn bardado, de todas a* cores, imitacio
cachemira, a 240 rs.
Mellm de MeAn, liso ou com listxs, todas a
efireg, a tOO e l#OU0.
sendas betpunbolaa branca, preta, reme e
matisada, por todo* o* precoa.
Capa* e viti'a* preta* de renda* e easemira
com vidnlbo* a 30*000. '.
L 400 rm. ._
Cambralai arrendada*, branca* e toda* a*
c6tr a 280 e 600 ris.-
Cortea de vestido* branco* todos bordados a
20*000. .
EncbovNea. para baptiaados, completo* a
6#, val-r de 15*000.
Pastar* branco, qualidade melhor, a 320,
360 e 400 ii.
Prcale* finas, core* seguras a LOO e a 240
ri*.
\anznc de linda* cores segura*, deaenhos
novo a 280 rs.
Calbralas bordadas, brancas e de corea,
qualidade fina a 4*500 a peca.
pjggiilao pardo para vestidos oa roapas de
menmu a 300 320 e 360 ris.
leliadinha liso* e lavradoa, toda* as core*,
a 800 e 1*000.
Velludo de ai pr
capaa a 4*u00.
Fazen I.
adapolao i vad
cido espeeinl mure-i- L*o, \
5*500, 6*000 e 8*000.
alajodao largo, propr
a peca.
Bramante* de 3 e 4 largara* a 640,800 e
1*000 o metro.
jiuardanapo* qualid* melhor a 2*000 a
Certlnatfu* bordado, e de crochet de 6*,
8* a 12*.
Crinaldan com veo* de Bl d, tltima moda,
a 8*000.
Lava* de seda bordada* e comprida* a 2* e
2*500.
Eaoartllhn* para senhorai-meninas, des-
de 3*500 a 8*U00
Camisa* francesas para homens e meninos,
de qualquer tamaobo.
( ulxaa de rustSa de cores a 2*, 3* e 4*000.
Artigos americanos
Toaqaltelro* esm arqtacao a 10* e a 12*.
Guarnieses e botoea para camisa a 200 r*.
e fio.a a 1*000
Collarinkoa, peito* e punbo* de celluloid a
5*1 (MI. 3 pecas.
firampo* de phaotada para cabello a 800 ra.
Hlelas superiores a 280 a dusia.
Aiflneien com'letra de curo para gravara i
1*000 /
Reoslos despertadores com figura* em mo-
vimento a 7* e 8*000.
Eperi*dores para vera noite no escuro
olt ma novidade 8( 0
Agencia geiial para o* retratos pintados na
Ame ica cr>m ricas moldura* de ou-o fino e cor-
doea, deade 20*.
I ve rienda
Como i costume geral annunciar as telendas
mais barata prevenimos aos no*o* fregueses que
recbeme um completo sortimento de tecido fino*
oa quae* vendemos por menor preci que outra
ualquer casa ; iiesim como as noasaa preninchaa
que d>Doi aoa nosso* fregueses, nao aao repar-
tidas de outra rasa como alguem aoouocia
p*ia engaar, vendendo fasenda ordinaria por
muito maior prego, costume que a Loja da*
Liatras Asnea nao tem.
Acceitamos a fasenda vendida se por qualquer
circumatancia nao fdr de agrado da peasoa para
quera fr comprada, rneamo depoia de alguna da*.
, Jos Aiifflisto ias
U, asul e bordado para
:>crsis
cea* com 20 varas, te-
-. da* Liatraa Asoes a
para lences a 5*000
Attenjo
Vende-se na ra 8ete de Setemhro tres vaecas
parida*, de rsca toorina, nana garrota da mesma
Trm and-drr ; que pretender
dir F- re n II. 27.
^asaaaaaassaaaaaaaiaavaaaasamaasBsasBm
(iaranliuns
Vende-se o grande sitio com cssas, grande
baiza de capim, cercado para vinte vacea*. com
paate annualmente e agua, por preoo muito com
modo, por ter aeu proorietario de mudarse : a
tratar com o 8r. tenente Ceaar, a roa do acude.
Oleo de mamona clarificad
Vende-se em barril : a tratar no trapiche Y8n-
na. Forte do Uatto.
Pars nAmerica
16 Roa Bardo da Yclorh n. (6
(ANTIGA NOVA)
Azeve lo Irraao ti C.
teceberam .\Tovidades
Ricos fi hus de cret liaos e bordados
10000 e 1500.
Ditos ditos ditos la faos a 2$ e 20500.
Leques transparentes e setim a 20 e 5*0.
Capellas e veos bordados a 30, 50 e 70.
Colzas de crochet com flores a 50, 60, 70,e
80000.
Cortinados bordados faos a 50500. 60 e
70000.
Ditos de crochet faos a 100 e 120000.
Cretones finos, cor fiza a 240 o coosdo.
A verdadeira esteira para forro de Bala a
10250.
1 Capas de cachemira e seda a 250000
300000.
Setim flor do bosque a 180 o eovado.
Zefros de quadros finos a 180 e 200 o
oo vado.
Ditos ditos ditos com um metros de lar-
gura 280 o covado.
Cambraia bordada de cor e branca a
40500 a pega.
Espartilhos couraca finos a 50 e 50500.
Sarge/im todas as cores e fiaos a 240 o
covado.
Brim de linbo de cores fizos a 600 o co-
vado.
Dito dito dito braooo o. 6 a 10 e 10508
Colzas de cor e brancas a 20 20200 e
20500. '
FustSes braceos fiaos a 360 e 400 o oo-
vado.
Bramante tranesdo, 4 largaras, a 900 e
10000.
Dito de linbo com 2 metros de largu-
ra a 1$800.
Rendas de todas as cores, comprimea to
de sais a 20500.
Cortes de easemira finas a 4$ e 40500.
Toalhas felpudas grandes a 40 a duzia.
Baptistas de cores finas a 160 e 200
covado.
L3 de quadros escossezas a 280 e 300.
Tapetes grandes para sof de 4 cadei-
ras a 80000 e 130000.
Setins de todas as cores a 800 e 900 o
covado.
AlgoHao largo a 30400 e 30600 a pega.
Merino sotim preto fino a 10100 o co-
vado .
ToalbaB para baoho grandes a 800, 10
10500. '
L-ques para noiva com Adres a 50 6$ e
70000.
Merino preto 2 lsrguraa a 800 e 900 o
covado.
Cambraia victoria fina a 3$ e 30500.
Zafiros de qnadros arrendados a 500 o
covado.
Ditos ditos ditos com um metro delargu-
ra a 460.
Anquinhas de todos os tamanhos a 10
e 10500.
Toalhas para pratos a 30 e 40 a duzia.
Madapoiao B. Vista a 50000 e 60000.
Pannos para sof a 20000 e 20500.
Ditos para cadeiras a 800 900 e 10000.
Mantilbas Brszileiras.
Punhos de linho a 80 e 100 a duzia.
Cachemira com listras a 500 o covado.
Leocos de seda finos a 900 e 10 um.
Novidades
Zefros arrendados e bordados.
Cachemira com lista e liza da mesma cor.
Ditas ditas com quadros. -
Ricos fichus de seda e 18.
Mallas para viagem.
Luvas de seda arrendadas meio braco.
Ricos ertes de oachemira para vestido.
Palba de seda para vestido a 900 e 10.
Te.leplione n. 200
Sui generis
Detestamos os artigo* bombsticos com
que diariamente se enebem os jornaea desta
capital, annunciando como especialidade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nao engaar aos que nos dispensara a sua
amizade e auzilio.
Acabamos de receber nova remesa* do
ja afamado e especial vinho
Maduro
O consumo extraordinario que este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o unios
que fica substituindo esses outros que por
abi denominam--Bairrada, Figueira, Car-
cavellos, etc., etc. Duas summidades me-
dicas d'esta capital, reoommendam aos seus
amigos o uso qaotidiano d'este vinbo, como
mais salutar economa humana por nao
ter as composicSes de tantos outros, qua
arruinam a sade da bumanidade, trazando
Ipomo consequencias os horrores a urna po-
pukco que se definba a olbos vistos.
Recebemos tambem o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenbos cujos
propietarios capriebam em bem trabalhar
neste artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
5o duvidosa.
Em outros artigos como .
SEMENTES DE'HORTaLICA
E FLORES,' LINGUAS SECCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
para Uto to pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto a que i ran certificar pdem compa-
recer, com o que muito nos honrarao.
'A par de urna infinidade de artigos de
primeira ordeno, que se acham em ezposi-
c2o, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to 'os os que noa hon-
ra m com sua preaenca, junto a modicidade
de prejos sem rival.
mente? Que falta ignorada commetti en
entilo para merecer semelbsnte supplicio T
Aquello homem que eo/respeitava, que eu
amava, que eu adorava, aquella bomem a
quem eu tinba orgulbq e praz r em cha-
mar aeu pai, aquella bomem um asaas-
sino nm ladrSo 1 As suaa mBos, que eu
spertava com tanto amor, estSo tintas de
sangue. O dinheiro que elle me d, g-
nba-o ezercendo a prcfisso de secreta.
Isto borrivel !
O desespero de Paulo era horroroso.
A decomposico das suas feiySes desf-
gurava-lbe o rosto.
Mas por que estas psginss cobertas
de escripta ? proseguio com voz abafada.
A quem ser dirigida esta louga carta T
E leu ;
A 8. KXC. O 8R. aHHlSTBO DA JUSTINA
Ao ministro i repetio o mancebo, e,
appellando para toda a sua coragem, come-
5 u a leitura dasupplica.
A' medida que li, o aeu rosto passava
de urna a outra exprselo differeote.
Devorava aquellas hnhas com crescente
avidez e dominado por profunda angustia.
Aqdille grito de deaespsro soltado pelo
pai, aquella q?eiza dolorosa do mariyr ez-
hauato de foi^as commovia-o profundanfen
te e fasia-lbe corror um calefrio por todo(o
eorpo.
Nada mis ezistia para elle sob o co
alm daquellaa paUvras terriveis, que, urna
aps outra, despenbavam-se sob os seus
olbos.
O raio, se cabase naquelle- instante so-
bre a casa, nao o arrancara da sua pre-
occupco.
Absoivia-se t8o completamente na sua
leitura, que nao ouvio a porta do aposento
abrir-se e fecbsr-se, passoa resoarem no
aposento contiguo, e um homem, parando
estupefacto no limiar do gabinete, soltar
ama ex. iamacio abafada ao dar com elle,
e eneostar-se parede para nlo cabir, pois
senta as peroaa va ill rem-lbe.
Esse bomem era Raymundo Fromental.
Era c pai, lvido de terror e trmulo de
vergonba ao ver a supphoa sob os olbos do
filho, a quem dalli em diante oada teria
que oocult-r, pois qua um acaso funesto
acabava de foruecer-lhe a chave do enigma
terrivel.
Mudo, eterrqruado, olhava para Paulo,
procurando ler-Ibe no rosto o que se pas-
sava Da illa alma.
p*ra mim, ezcUmou o 0090 con
ezpreaaao deapedacador, para mim que
elle pede vida I para mim, a quem o aoa
pas*ao cobre de mdelevel vergouaa.
Ah seria melhor para mim que elle em-
punhasse urna arma e me matasse. Seria
mais digno e mais generoso. E.u deizara
ao meos de eoffrer, e adormecera para
sempre, nao me envergonbando mais de
mm pai nem do nome que tenbo!
Um soluco escapou da garganta de Fro-
mental.
O desgranado deizou-se oabir de joelbos,
estendendo para o filho as m3os supplices,
e gaguejon com voz abafada ;
Prrdio I perdao !
Ao ouvir aquella voz, Paulo levanten se
de um salto.
Urna vez de p, deu dous passos para
tras, pareeendo recuar diante de um peri
go imprevisto, medonho.
~ Perdi repetio R.. jmundo pela ter
ceira vez.
O senhor I ezclamou Paulo. E' o
senhor, meu pai lh I venha I venha di
zer-me que bou v: una de urna illuBao hor-
rorosa, que li mal, -que o nome eteripto so-
bre estas folbas oomo o de um asaassno,
de um ladrao, de um condemnado, de um
policial, nao o sen.
Com um movimento brusco Raymundo
ergaeu-se com a cabera aloda, a fronte
carregads, um relmpago non olbos, a 0011
voz que nao tiemia, vibrante e metaHica,
respondeu :
Leu bem. E' o meu nome.
O sea nome I
O meu e o
os factos.
sea.
. relatados em
se-
Sim.
-E...
guida I
Slo ezactos- M
Nesse' caso, mate-me, meu pai, mte-
me por piedade Nao quero mais viver.
Ha de ouvir-me pnmeiro, meu filho 1
r-apon leu Fromental. O acensado tem o
direito de defenderse : en me defenderei.
(guando me tiver ouvido me ju'gar, jul
gara entao aen pai I Condemnar-me-na ou
me absolver, segundo a sua consoiencia,
9 entao, mas s eutao decidir ae de ve vi
ver ou morrer.
Raymundo f.llava em tom grave, quasi
altivo, com auioridade.
Paulo sentio-se dominado.
Nao tinba perdido ainda nem o habito
do respeito nam o da obediencia.
Ouga-aie, meu filho, proseguio Fro-
mental; ug>-me e acredite naa miabas
plavras. Bo sei mentir.
t Ha desasis anoos eu babitava Bois-
Colombas, onde admioiatrava, havia dous
anoos, ama das propriedades do oonde de
Cbateluz.
Ao ouvir o nome de Cbateluz, Paulo er-
gueu a cabera e olhau para o pai.
*ua Eslrelta do Ilosarlo a. O.
lauto lgreja
Pofas Mendes \ G.
Vi barat ssinio!!!
Cambraia Victoria com toque de arara a 2500 e
S a peca!
dem preta para forro a 1| a dita !
Madapoliu (ranees com 24 jarda* a 3*500 e if.
AlgodSo Nacional encorpado a 3f e 34500 a dita !
MeriDs de toda* a%cores, ama largura, a 200 rs.
o]covado.
Setmetaa finas a 240 e 280 rs. o dito para
acabar.
Cbitaa de core* firmes a 200 e 240 ra. o dito !
Renda da China, branca, a 240 ra. o dio !
Las de quadroe, modernas, a 320 e 360 ra. o dito !
Baptiate* de cores firme* a 160 rs. o dito !
Ficba de toda* a* cores e qualidade* a 1*1 e 2 1
Cobertores de la a 11800 e 4*11 aaperiores.
Colxas de cores a 2f e 34 urna !
L ncoea de bramante a 14800 um grandes.
E muito* outro* artigo* que aero lembrado*
com a preaenca de noaaoa bona freguese*.
Yendas em grosso cen descont
LOJA DE
Pereira & Maglhes
59 E Daana fle Gbxhs 59
A' FLORIDA
Um saldo de 60 peroaa de bordados do
muito boa qualidade, cambraia Victoria
proprios para oasacos de senhora, vestidos
de meninas, caigas e saas, com 4 a 6 de-
dos de largura, a 104OO, a peca.
dem oom 4 e 5 dedos de largura, e urna
chave, a l^OO, a pega ; todos oom 3 1/1
metros garantidos.
Grande sortimento de rendas
Bico branco, de linho, a 1)5500, 2^000,
2,*500 e 30000, a peca.
dem de cores, a 23, 2)5500 e 3)5000,
a peca com 10 varas cada urna.
Pulceiras, guarnieres, aneis, brincos *J
alfinetes para gravata, tudo de plaque ame-
ricano, garante o doun do.
J chegirao os espetaos cara dura
Esplendido sortimento de S .rea finaa com peta '
la* de seda, folba* aveludada* e asteas de borracha I
para enfeite de oeito, oabeca, chapeo* e chapelinss,
ramo a UOOOe 14500:
Enfeite para chapeo, gorros e capotas, (aigreta)
com paaaarirjhoa de seda a 24000 um.
Lindo sortimento de jarrea para enfcite de sala,
toialet e santuario o par 1J000, 24000, 84000,
44000, 54000 e 64000, todos com lindos dcienboa
de p rulas em alto relevo.
Livros de surtes para S. Joao e S.
Pedro.
Espartilhos a 30000 que se vende a
50000.
Iovisiveis prateados a 200 ris.
dem dourados a 400 ris.
Plics brancos a 400 ris o metro'.
dem dem com troca de seda azul, en*
carnado e cor de rosa a 600 ris o metro.
Contas para enfeitsr vestido de todas
as cores.
dem pretas a 600 ris o mago.
Missangss de todas as cores para bor-
dar e para voltas a 500 e 800 ris
mago.
Vidrilhos pretos e de diversas cores, pa-
ra enfeitar vestidos e para voltas.
Colarinbos e punhos de borracha:
Fezues com msela e liso a 20000
Porta-embrulho americano.
Galdes, bi -os, palmas e rugas de vidri-
lhos a 20500 e 20OOC a metro.
Franjaa preta e gal3o a 500 e 1$600 o
metro. #
Luvas de seda para meninas e mogas a
20000.
dem de Escocia a 10000 o par.
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
WHISKY
Boyal Blend marca YUDO
Este expeliente Whisky Escocez pro-
ferivel ao cognac ou agurdente de cansa,
para fortificar o corpo-
h'
i


Bichas de Haiubargo
Vende-ae em pequea* e grandes
na da Madre de Deu* n. 36 A.
porcoes ; na
Venda de sitio
-Vende-se ou permutase por predio neata cidaai
um bom sitio con boa casa, muitas fructeiraa
excedente baoho do rio, boa agua de cacimba,
eztaosao de terreno para baiza de capim, todi
murad ona frente, com porta e gradeamento, con
caminho de ferro e eatacao junto ao dito sitio, ni
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio de Joar
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonae
ca ; quem pretender dirija-ae 4 praca da lnde
pendencia n- 40, da* 11 boras as 4 da tarde.
aa*aa****a***aaaaa****aaaaaaaaaaaaaaaaBBaaaaaasasj
N3o possuia a menor fortuna, prose-
guio este. Minba psito era t3o modesta
quaiito os^Beus desejos, mas julgava-me
perfeitaisJKe feliz e de tado e coracao
agradeJra"PDeu8 oa^aeos beneficios, pois
me havia proporciohado a maior de todas
as feliciiades dando-me urna companbeira
tilo bella quants casta e boa, sua mi.
Minha roai !... balbnoiou Paulo fre-
mente. Minha mai !
Rajrmundo pareoeu n3o owir a inter-
rupyao do filho e continuou com voz menos
vibrante e mais commovida :
Amavamo-nos, sua mai e eu, tanto
quanto pnssivel amar, exclusivamente,
loucamente. Nenhum de nos tnha um
pensamento que nao pertnn-iesse ao outro;
e ambos os noasos corachas, em todas as
oircumstadeias da vida, pulsavam de com-
mum accordo. Para completar a felicida-
de absoluta desta uoiSo sem nnvens, o co
nos havia enviado um filho: o senhor
Desgraciadamente tSo completa felioidade
nSo poda durar.
A desgraca fulminou-nos, como em um
dia de vero se desencadeia de repente urna
tempestado imprevista, e, como a tempes
tade, e.deizando destrogos.
A voz de Raymundo tornava-se sombra
e gutural.
A aua testa franaia se* .
CUrSes sinBtros acendiam se-lhe no fun-
do de seus olbos.
Era que aquella desgracado pai, aquella
victima da sorte, ia pela primeija vas
descobrr a chaga que havia seis annoa san-
gra va no aeu coracao e eobria lhe a alma de
luto.
Proseguio :
Urna grande casa de campo, prozima
propriedade do conde de Cbateluz, per
cenca a um joven parisiense muito neo,
prrtencente a roda que se chama va entao
a roda do pndegot, o que sigoifi java que
aquellos libertinos j gastos, aquellos ho-
mens inutes o perigosos, gabavam-se de
levar urna vida de praieres, custassem o
que costasaem, nao recusado dianta de
cousa alguma neste mundo, para satsfa
erem as suas paixS-s e at oa seas capri-
chos e as suaa pbantasias.
< Esso iodividuo ia paasar no verao al-
gumas semanas na ana casa de campo, a
maior parte das veses em oompanhia ga-
lante, faaendo muito espalhafato o muito
esoandalo.
c Um dia vio toa mai, aohoo-a bella, e,
julgando honrar muito a mulher de um em-
pregado modesta, fea-lhe prepostas deaho
nesus, qae tas mii ropeUio com todo o
horror o despraM^ao merociam
Vende-se a retalho nos melhores ama*
sena de molhados.
Pede Roya I Blend marca Viada),
cujo nome e emblema slo registrados para
todo Braail.
BROWNS d C, agentes. .
Sabo transparente
DE
Cleaver
IED4LH4S 1851, 1853,1855, 1862.1807,
1875.
c De prata, Paria, 1878.
< De ouro, Londres, 1*84.
Vende-se na* principies lojaa de miudesas.
Guimarie* & Perman
Agentes.
-*"-
Raymundo >nterrompeu se.
Urna lagrima desprendeu-sf-lhe ds pal-
pebras 0 rolon-lhe sobre a fsue paluda.
Paulo havia voltado os olbos para o psi.
Vio correr aquella lagrima e seus olhos
tornarau-se hmidos, emquanto sea cora-
cao se confrangfa.
Aquelle homem n3o perdeu as espe-
rarlas, continuou Fromental. Essa gente
tenaz as suas ms intencSas. A resis-
tencia em vez de o desanimar, um esti-
mulante que os ezeita. A datar daquelle
momento, a minha querida mulher, a mi-
nha pobre Mara, encontrou-o incessante-
mente no seu caminho.
Raymundo tornon a deter-se, com a gar-
ganta comprimida como por urna mo de
ferro, e a fronte curvada sob o peso esma
gador das negras recordados.
XL
Continu, oontinue, meu pai! balbu-
can Paulo oom voz estrangulada.
Raymundo fez sobre si mesmo um vio-
lento estorbo e proseguio :
Urna noite que tua mai estava s,
aquello homem teve a audacia de iatrodu-
zir-se em nossa casa, e all, imaginando
sem duvida que toda a mulber de coodi-
c3o modesta o de humilde fortuna devia
estar prompta a vender-se, camtanto qne o
comprador maroasse bom pre^o, tentou
deslumhrar Mara com grandes promessas,
oollooou diante della mago.- de notas do
banco.
Miseravel mormurou Paulo.
Sim, um miseravel, pois que, vendo
auas offertas repellidas com iudignacao e
oomprebendendo que nao conseguira nuo
ua sedazir tas mai, quiz violental-a Fa-
Ibando a pro in essa, re correa foroa I
Ab! ah oovarde I oovarde! ezcla-
mou Paulo oom os punhos cercados e es-
tre aceado de colera.
Naquelle momento eu voltava para
casa, proseguio Raymundo ; ouvi o* gritos
de amorro do. minba querida mulber, cor-
r, saSi do bolso o meu revolver, que
sempre trsaia commigo, a, nlo attenden-
do senao so meu furor, matei o scel raJo
que quera deshonrar-me. Eis o que fia.
Fez bem, meu pai | respondeu o nW-l
co oom arrebstamanto. Mat.ndo aquelle
infame, como quem mata*nm cSo damna-
do, estava em seu direito.
Atlen^o
Vende-se por preco commodo urna easa de tai-
ps, tendo um sitio bem arborisado, na travesa
em frente a capella de Joio de Barro* ; a tratar
na mesma caaa com Gon^allo Das Coelho.
Lima na 5
a tratar
4h 1;
Vende ae s taverna da roa CapitSo
mero 68, em Santo Amaro daa Salinas
na meama.
pies e natural negar esse acto, e aecusoa-.
me de baver feito cabir a victima m ama
cunda para a qual a belleza de minha mu-
lber servir de engodo, e de o ter assaasi-
nado para roubar.
Mas ato monstruoso, meu pai !
Monstruoso, sim 1
E meu pai nao se defenden T
Defenli-me com todas as minhaa
forja 8
Nao provr u a sua innocencia ?
Ftz tudo quanto posafvel f azer para
proval-a. Ab! lutei corajosamente, mil
fui vencido. En vao protestei con a in-
dignayao de um aomem de bem contra
essa secusacao infame. Em vao tua mai
esforcou-se como eu para fazer prevalecer
a verdade contra o embuste. Iovoquei era
v3o o testemunho daquelles que conheciaol
o meu paseado immaculado, a minha exis-
tencia de t abalbo o probidad I AcobeT-
tou-me intilmente a proteccao do condo
Felippa de Tnonnerieuz, da conde o da
condessa de Cbateluz. A fatalidade collo-
cau-me em presenta de juizes sem pieda-
de, de jurados imbeois, que nao enzerga-i
vam seno o facto maten .1.
J-<
I
influente. O acto infame que legitimar,
o aaaaaainato por mim oommettido nodoa-
Iva honra deaa familia. Aobou ella
_*. O oadaver e oa mayoa de notas do ban-
oo^iobam aido enoontradoa 091 minba ca-
ca ; era o suficiente, na opinise dos jara*
dos e dos juiz<8, para tonar crime in-
discutivel. Fui condemnado.
Oh I meu Deus I exolamou Paula
com desespero, oocultando o rosto nal
adn*
Condemnado como asaassno, nondem
nado como ladrao 1 proseguid R.ymuodo
com vos aflatada. Coodeinaado a vinta
anuos de pnsao. Tena sido prefarival a
pena de morte, tinbam so dignada oonce-
der-me cir-umstanoias attennntes.
Mu Deus I oh 1 meu Deus t met*
pobre pai I repeta o mancebo suffocado
pelaa lagrimas.
Fromental continuou:
Eu teria murrri lo de vergonba o da
desespero, oomprehenies perfectamente, M
nao tivesse rtfldctido que era preuiso vivec
por tua m3i e por ti.
c Fui transferido da Roquette para a de-
tancao de Clairvauz e foi ento qua
oondessa de Cbateluz, essa alma anglica.:
sempre prompta para a oriJ.de e para a
dediuacao. oui lou de ti a de minha pobre
mulber, viu*v_tao jo-eu de um marido ri-
fo, arirande a cor.g-m enfraqueoida do
I
f
En tnha por oerto desculpa, mas nlo
eziste justioa neste mundo. O homem que urna a reforjando a infanoia depauparacra
eu acabava de matar tnha familia rica e de outro.
(Continnar-tt ha
...115-T
Marta roa Uaaiaa Oa Uasaw a.


Full Text
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