Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18940


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Full Text
J
I
t
I
f

J\v ,
PABl A CAPITAL E LICARE OSDE >AO SE PACA PORTE
Por tres meses :.diantados '.
Por seis ditos dem.....
Por om anoo dem .
Cada namero avalso, do mesmo.dia.
60000
12,5000
230000
0100
DE
IIA'TIM O Ufi Uli
10 11888
PARA DENTRO E PORA OA PROVINCIA
Por seis meses adiantados...............
Por nove ditos dem...............
Por qcd anno dem................
Cada namero avalso, de dias anteriores..........
13^500
200000
270000
0100
O Srs Ainede Prlnce e Pars, fio os oouts agentes
exclusivo de aannneies e pa
blleacdes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
ffll&Q PMTlCuUS 00 DllflO
RIO DE JANEIRO, 25 de Julho, a 4
horas e 15 minutos da tarde (pela linha ter-
restre).
O conselbeiro Jo8o Alfredo, ministro da
fazenda e cbefe do gabinete, dea boje a
Cmara dos Deputados todas as informa
gSes e bases relativas ao accordo, realisado
com o Bnco do Brazil para fornecer -u-
xlios immediatos a lavoura, declarando, qu-
essea auxilios se esteaderiam a todas as
provincias, que afiles necessitarem.
Ao terminar o sea discurso, o conselbeiro
JoSo Alfredo solicitoa am voto de manifes-
tagSo da Cmara dos Deputados a reapeito
desse acto do governo.
Odeputado Andrade Figueira propoz en-
tSo una raogao de confianza poltica do
miniaterio.
Posta em discasso a mogao proposta
fallararn os deputados Coses de Castro e
Lourengo de Albuquerque.
Tcmou tamben) parte no debate o conse-
lbeiro Joao Alfredo, que pronuncioa am
discurso notavel, em resposta a esses ora-
dores.
Procedendo-se a votagUo nominal, foi ap-
provada a mogSo, vencendo o ministerio
por 70 votos contra 40.
Yotaram contra o ministerio 25 liberaos
e 15 conservadores, os deputados Samuel
Mac D:wll (do Para) Gomes do Castro,
Domingues da Silva, Das Carneiro, Ribei-
ro da Cunha (do Maranb&o) Ceibo Rodri-
gues e Jaym? Rosa (do Piauhy) ^beqdpro
Silva (de Pernambucu) Pedro A. de Olivei-
ra Ribeiro (de Sargipe) Bulh3es Carvalho,
Carlos Castrioto, Alberto Bezamat, Alfre-
do Chaves, Pedro Luiz (do Rio de Janeiro)
e Christiano Ribeiro da Luz (de Minas Ge-
raes).
No Senado foi boje spprovado cm o* nis-
cusBao o projecto de fix-.glio das forgas de
trra.
S
Enifltf 01 AGENCIA HAYAS
S. PETERSBURGO, 24 de Julho.
portugut zis, para curvar de novo forcas improvi-
sadas e indiiciplinadas, como as que D. Jou IV
preparava em sua sustentado.
Felismente para Portugal, Hespauha eslava g>-
verna ia pelo conde duque de Olivares, que em ves
de providenciar conveniente e enrgicamente,
zamboa d% movimento verificado, e p-rsuadi> se
que o Buff jcaria como praticara em Evora e Alcm-
tejo. Dea d parabeos a Pelipp IV ao referir
Ibe a nova.asaeveraodo Ihe que sa acabara agora
de orna ves a preteneSo dos portugaesea di formar
reino separado, e ee encorporaria o seo territorio
na monarcbia ibrica, de modo a eatabelecer-ae
a'abi p r diant: inteira unidade e gaaldade de
leis, coatamea, tendencias, governo e hngaa entre
todoa os p vos daa Heapaobaa.
Qaaai uio airgredi> o levantimetfto : maia Jr-
rense e escaramuces que combates ae iniciaran)
per muito tempo naa fronteiras, dando espato e
meios aoa portugueses para se organia&rem, dia-
ciplioarem e opporem melbor resistencia, receben-
do auxilios de Franca, Inglaterra e Pases Baixos
em navios e armamentos. Qoatido chegou a ves
de venficar-se a verdadeira guerra, as tropas de
Portogal derrotaram os tercos castelhanoa, sempre
que ents ouaaram penetrar no pas, onde em nu-
mero sufE .Mente, nao p diam mostrar ae, porque
o groaso de aeus exercitos aodava em luta com
franceses, napolitana, flamencos e Citalea.
Alm diato a propria ineptido doa c bos bespa-
obea, que ee coll csvr.m'ooa commandaa maia por
em oeohus e patr natos individuaes que por mere-
cimeoto e fetoa militares, coadjuvaram o valor e
persistencia dos portugueses na emancipaco da
sus patria.
Para que se enraizasae melbor no espirito e no
aentimento popular a idea de devotar-ae sal va-
cio da patria, apenas ae 1640, convecaram sa cortes a Li.-boi, cortes que
estuvam eaqofcidaa, e que agora viabam lembrar
aoa portugueses suas antigs glorias, bpus vclhoa
bros, suaa lita rdadeg e foroa. R-aolveram as cor-
tes firmar principios de governos rsaoaveia e pro-
veitoaoe ; declararan) que o poder dos res provem
originariamente da navio, 4 qual por eso compete
decidir as queatSas sobre saccrseo, velar sobre a
execuc&o das leis e at recusar-se a obedecer,
qnando o tu, por sen modo de governar se torne
indigno e tyranno.
Concederm os subsidios precisos para a guer
ra, arpelaraoi para o patriotismo doa povos afim
de nto trepidaren) diante de sacrificios. Paten-
tearam, preo, ideas retrogradas no tocante aos
direitos doa chriatos novoe, e na fanatismo re
uoiotado contra toda a soapeta de impureza de
. e dedesc) .h emento daa doutrinaa or bodexaa.
Nao deve asombrar noa o espritu dominante
daquellaepocha de superatlcao e fanatismo. A in
fl'j-nciu dos jesutas, o predominio e terror da
inquieieS->, dingiam a edncaclo e captivavam os
nimos. O que se notava eai Hespaabs reprodu-
sia-ae igmlmeote em Portugal. Nao era byp -
crieia, era crenca seria, qnando se adoravam mi-
lagrea e se confia va em vaticinios de fradea que
passassem por beatos ou santos.
Durante urna molestia de sen filho, nao fra
Pelippe II seguido de procisso solemne de sub
ditos tirar do sen tmulo os oasos de u can Fre Diog, que a opiniSo acreditava morto
em ebeiro de aantidade, e leval-os ao aposento de
D. Carlos, deposita loa na cama aob os lenco,
em que repoasava o principe para que sen pe f i-
ue, din i o enlhuaiaata exttico, contaminasse o
corpo do doeate e delle expeliiase o mal que o mi-
E..V ?
(Contina,)
Proprirtad* i>* Manotl^i&nevco* tft J*ria i Silbos
iprovi- pilha a cab ca de Manoel Joiquim Moraes, lo-ieis ah os nomos cobertos de unnimes seres, a
HNAMBUGO
pilha a cab ca de Manoel Joiquim Moraes, lo-
grando evadirse em seguida.
O subde'eeado respectivo tomn conbecimento i
1 sam a personificado da de grandiosa da
PiaTE OFFIill.iL
S. M. o Inspirador da Allamanha parti
de Peterbof para Stockiolm.
PARS, 24 de Julho.
O general Boulanger apr senta a soa can
didatara deputscao ni departamento do
Somma, sonde dever ter lugar prozima-
mente ama eleicao.
LONDRES, 25 de Julho.
CioTeraoda Provincia
DESPACHOS DA PKESIDKNCIA DO DA 24 DK
JULHO DE l8o8
Antonio Lnia Tellea de Maeedo.Informe g 8r.
inapector da Tbesouraria de Fasenda.
Almeida Machado C.Neg provimento ao
presente reeors, attenta a procedencia das raides
exp st ,a pelo Tbes joro Provincial, em face do re-
gnlamento de 25 de Julho de 18d7.
Anna Cecilia da. Silva Qatmaraes Informe o
Sr. inapector da Tbeaouraria de Fasenda.
Antonio Jos Ferreira Monteiro.Informe o Sr.
fiseal da Companbia Drainage.
A berto da Silva Miranda e Jos Augusto Por-
to Carreiro Como reqoerem.
Alberto da Silva Miranda e Jos Calisans Bato
Duarte.Como requeren).
Anselmo Ferreira de Oliveira.Informe o 8r.
Dr. chefe de polica.
Ceciliano Jcs Bibeiro de Va8Conce!los.Passe
portara soncedendo a gratificacio de mrito recla-
mada, poia que o supplicaote, alera de ter em s-u
favor ve par-ceres do inspector geral da instrnc-
vao publica, junta quatro docnmeutcs provando os
r.quisitos exigidos pelo regui manto em vigor.
Diogo Carneiro Rodrigues CampelloKemetti-
do ao Sr. commandante supencr da guarda nacio-
nal da comarca do Cabo para mandar pasear a
guia de que trata o art. 45 do decreto n. 1,130 de
12 de Marco de 1853.
Padre Francisco Virissimo Baodeira.Informe
o 8r. inspector do Tbrsouro Provincial.
Fraiiklin Mmerviuo Martins Nao tem lugar o
qne requer. O d. scouto toi feito em eonaeqaeucia
Oas declarac-a do proprio bopplicante
F'rmino Firmo de Asevedo.Informe, com ur
encia, o Sr inspector do Th'SOuru Provincial.
Francisco P'reir de Miranda.Informe o Sr.
A opiniao grl que a entrevista doB
Imperadores da Russsia e da Ailemanba
nao .-modificar de nenhuma forma o es-1 inspector do Araenai de Maiinbv
* Francisca daa Chagaa Bibeiro Oliveira.At
tado attual da poltica.
eis ah Os nrjtnos cobertos de unnimes
saudajo'js, porque realmente ellos symboli
do .'acto e fes historiar o offendido pelo Dr. Costa
Gomes, qne declaron grave o ferimento. ab.olijao, e
P.-ocedeo-se a reapeito nos termos da lei. r-rera sV> Pa
Csm relacSo ao qne foi publcada no Jornal JarDn,
do Recife de 22 do crrante, debaixo da rub-ica
* Que polica selvag m acaba de infirmar o
subdelegado da fregnesia do Rcfe que falso
ter o sargento Serra, espancado o individuo a que
se refere aqurlle jornal, que apenas foi reco'bido
a eataclo por embriaguez, o que diversas veses
ihe tem snecedido.
No da 15 do corrente foi preso em flagrante
por crime de furto, palo sobde'egado do districto
de S. Joao 8s,ptiata, di> termo de Nazaretb, o in-
diviino de nome JcSo GuimarSes, que declaron
cham r-ee Francisco Pereira de Mello e ser de-
sertor do navio de guerra Almirante Barrlo.
Sobre o facto abri se o competente inqnerito
qne j teve o conveniente destino.
Por volta de 4 horas da tarde do -lia 22
deste mes, no lugar Qaeimadas, do 2 districto
do termo de Santo Anta >, dessarrilhon o trm da
via frrea de Caru r, resultando d'isso a mjrte do
brequist Joao Vaz da Cru Cabral.w
O subdelegado respectivo tomn conbecimento
do facto e proceden a reapeito nos termos da lei.
Participoa-me o delegado da Gloria do Goi-
t, que no da 21 do corrente na occaaiSo em que
o procurador da cmara municipal acompanhado
de 2 pracaa de polica promova a cbranos do
imposto denominadocbSo, nm individuo que
nJipie ser conbecido atiron nm prego de ferro
na cabeca da pra^a Joo Correia de Oliveira qne
ficon levemente f rida.
Aqnelle delegado tomou conbecimento do facto
e proceden a reapeito nos tei moa da lei.
Deus guarde a V. Eso IIIm e Ext.
Sr. deaembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia.O cbefe de polica, Francis-
co Domingues Ribeiro Vianna.
Thesoar Provincia!
DESPACHOS DO DA 25 DE JULHO DE 1888
Dr. Jos Bernardo Galvao Alcoforado, Joa Do
mingues G deceira, padre Francisco Veriasimo
Baodeira, Banco de Crdito Rea! de Pernambuco,
conta do corpo de p licia, officio do Dr. procura
doa doa feitos, Joa Ferreira da Costa e fiscal da
Recite Drainage.Informe o Sr. contador.
'Jos da Silva L-yo Jouir.Feito o deposito,
baja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Aut na Clementioa de Sonsa Ribeiro.Facam-
Ee as notas da portara de lieenca.
Joo Francisco de Vasconcellos.Ioforme o Sr.
Dr administrador da Receoedoria Provincial.
Dr Lnia lmygdio Rodrigues Vianna.Satis-
faca a exigencia da contad -ra.
Joaquim Anselmo de H.llanda Cavalcante de
Albuquerque ^Certifique-ae.
Viuva de Joao Rodrigues de Barrosa padre
Francisco Viriesimo Bandeira.Haja vista o Sr.
Dr. proenrador fiscal.
que ei
agrien
da pat
reverentes e
te da memor
feitores
A' noita it
dispersar-se
grandioso, n
coragao de
INTERIOR
Agencia riavas, filial
2 de Julho de. 1888.
em Pernambu.o.
wm pupuLit
SACIJLID'
auti. LinJ i
LIIIEEAlBA______
DE
PRTttiU E BRAZIL
PELO z&JLi
"coueHieiro Joao Manoel Pereira da Silva
z
HteBEB ~ to'oatiau aeioj
Echo geral no pas encontrn a revolocSo, e em
poneos dias, tudo o qoe era solo portugoes reco
abec o sen rei, e oa povos corrern a defendel-o
As eolomaa qne amda reatavam a Portagal, an
bordinsram-se inmediatamente ao novo governo ;
o Brasil, na parte nao oceupada pelo* bollandesea,
os restos das Indias e da frica, e as linas do
Ocano.
Maiorea difljculdades appareceram depois qne
se execaiara o feito glorise, brm i,oe i b os maia
favoravtia anapicioa. Poatoqueem Portugal, no
soomeoto da revoiocio nao booveasem tropas bes
panhelaa, por seo lado nio aispanba elle de xer-
cito, ntm de n.arinba,rSo tioba armas n>m mu-
nicoes de guerra Exbaordcs os cofres pablicoa,
as pescas de goerra dentaateladas, as fronteiras
abertas A invasAo.
Ira argente tado crear, pos qnebaaUva AHes-
py.ha sdovw orna parte do sea exercito empr. ga-
oeafl Cauloaxia, laooal-o sobre as provincia
tendida, em vista da procedencia dos motivos da
replica.
Joe Mauricio de Alencar.Informe o Sr. In-
spector geral da inBtrnccio publica.
Bacharel Joa Anaalacio da Sil ra Guimaraes
Sim.
Luis Afloneo de Oliveira Jardm Ao 8r. in-
apector da Toesoniaria de Fasenda para os fius
jonveoien'es.
Sebaeuo Ill.fFooso do Reg BarrosConcedo.
Senborinba Mana de Oliveira e Mello.Nao
teas logar. A sopplicante ni provoa os reqmsi
tus neceaaario para a obieocAo do que requer,
motivo pelo qual foi duas veses deaatteodida.
SeiTftaria da Presideooia de fernam-
buco, 25 de Julho de 1888.
O portero,
F. Chano*.
Repartir* da Polica
2 secc*o.-N. 692 Secretaria de Po-
lica de Pernarobuco, en 25 de Julho de
1888. Illm. e fiara. Sr. ParuVipo a V.
fizc., que feram bontero reoolhidos A Casa
de DetenyAo os seguint- individnoa :
A' mioha ordem, Pao ino da Costa, como alie-
nado at qoe.teuha o conveniente destioo.
A" oaun do subdelegado da fregnesia do Re-
cife, Francisco Joa Rodr guea, por crime de fe
nmentos, Friiam-na M na da GonceioAo, eomo
alienada, a mioba disposicAo.
A' oroem do da 'regaraia de Santo Antonio,
Joanna Eogeuia da Cooeeioio, SebaatiAo A nlooio
da Silva, e Olsodinod* ul, por embriaftaea o da
tnibios. u
A* ordem do do 1 distneto da fregneBia de H.
Jos, Mana Tberesa de Jeaos e Josepba MioniH-
na Francisca de Araujo, por embriague e diator-
bioa. .
Hootem, a. 6 horas da Urde, na ros do
AsBorim, dafregass do bVeife, o individuo M>
amA Teixsars sano tnUfo*rasesite o
Correspondencias do Diarlo de
f ernambuco
QARANHUNS11 de Julho de 1888.
J tempo de voltarmos ao nosso pos
to as columnas deste Diario. Foi-nos
por demais doloroso o motivo de nosso si-
lencio as razos poderosissimas que nos
afastaram por tanto tempo da ardua mis-
aao a que nos impozemos ; anda nSo pas
saram de todo, mas, gracas a Deus, j
podemos com alguma tranquillidade de es-
pirito oocupar dos dos negocios pblicos
desta boa trra.
Como em todo o imperio, foi aqu aau-
dada com o maia vivo e justo enthosiasmo
a lei urea que aboli a escravid&o no Bra-
sil.
A nessa heroica provincia, sempre dis-
posta aos movimentos grandiosos, sempre
inclinada a combater pela liberdade, eolio-
cando se na vanguarda de suas irmSs para
solemnisar a data memoravel de '13 de
Maio, da qui assignalou o acto legislativo
nais humanitario e digno da i-ivilisa^o ho-
dierna, nSo poda nem devia esta impor-
tante cidade quedarse icdifferente ante o
eotbusiasmo geral, que tobando quasi ao
delirio, agitou o paiz inteiro
J nAo ha escravs ao Brasil, foram
emtim reegatados esees m.rtyr-s, que vi
viam agrilhoados ao jugo fetrsnho de urna
lei barbara e deshumana, tres veaes secu-
lar I!
sta notiuia grandiosa ao derramar se
por esta uidade como urna torrente de los,
foi inmediatamente sondada com immen
sas gyrandolas de foguetes, e salvas de
de bombas raaea, organisando-se de impro-
viso ama numerosiesima passeiata, que,
com urna banda da msica frente, per-
correa toda a cidade.
Ao enfrentar o prestito a casa do Sr.
Dr. Joaquim Cintra, juiz de direito da co-
marca, fez-se 5. S. ouvir n'uno bonito im-
proviso concluindo erguendo vivas S. A.
I. Regente, a S. M. o Imperador, ao Mi-
nisterio 10 de M.rgo, ao Ezm. Sr. desem-
bargador presid nte da provincia, aos Srs
Ors. Joaqaim Nabuco, Jos Mariano, ao
povo p-roambuuaoo e aos abolicionistas
Usaram anda da paUvra em elequeniee
improvisos oa Drs. Peizoto Jnior, Seve-
riano feixoto, professor Manoel Clement,
capitAo N-poleAo Marques Gelvo e o nes-
so bom vigario Pedro Pacifico, em coja
residencia dispersou se a passeiata.
Preitoa de verdadeira admiracSo e pro-
funda gratido foram oesta occasio rendi-
dos aos hroes do abolicionismo, sos apos-
tlos da santa cruzada da liberdade, que
eaqueoendo-se inteiramente dos vis e egos-
ticos pre anceitos, do mesquinbos nteres
es, e lembrando ae smente que nem pe-
rante o direito, nem peraote a moral am
hornero pode ser propriedade de ontr bo-
mem, empenbarsm-se denodadamente nes-
ta luta gig-nte de todcs os dia, al qne a
promulg-clo da lei de 1* de Maio coroon
tAo ingentes esforees, com a mais brilbaa-
te victoria, que foi scolhida pelo pai* in-
teiro com unisonas acclmsv8es do yerds-
deiro jubilo e intimo praaer 1
Rio Braceo, Jlo Alfredo, Dantas, Na-
buco, Ry Barbosa, Ensebio o Patrocinio,
ndo, mais tsVde, ellas fig'i-
eon da pat: ia, servirSo de
exbrtacSo s futuras gera^S's.
O h5f;da da ver .na prosperidatle
na saguranga publica, na riqueza
a engrandecida, os esforjos gigan
tes da actual ger;3o no grandioso commet-
tmento da litjrtacSo dos captivos, hSo de
radecidas ajoelhar se dian-
abencoada d'aqualles bem-
anidade l
inoa-se toda a cidade, e ao
asseiata, o sen aspecto erz
do- se o prazer que ia no
, pelo faustoso aconte ci-
mento da libJptagao da patria !
Ainda no tta 13 de Junbo, os ez-escra-
vo8-zeram cantar urna missa na matriz
desta cidade,m accSo de grajas pela re-
parado, se bam qua tarda, dos seus direi-
tos conculcadas ha tres seculos, por am
1 i barbara o baurda, que, como um ana-
thema cruel, pesava sobre os destinos da
patria I
A' tarde formaram ama passeiata, e em-
puohaudo imseasos arcos de flores e fo-
lhagens percorreram assim toda a cidade,
e ao passar em frente a casa do Sr. Dr.
Oliseir.- Jar'lim, digno promotor publico
da comarca, S. S. em breve allo.-uc&o re-
pazsada de verdadeiro sentimento, sandou
ao povo pelo iniciamento para o Brasil de
urna era nova, era de liberdade e coofra-
teroidade, exhortando sos ez-captivos, aos
parias de bontem, para que procarassem
sempre comprir com dnidade os seos de
veres, afim de se mostr&rem dignos fi-
los de um paiz Hvre.
A' noute canlnu-se ainda urna ladainha
solemne, encheodo-se o nosso vasto tem-
plo de numerosa coocurrencia.
Salve 13 de Maio Salve synthesa su
blime das id-s grandiosas qae poda bro-
tar na trra da Cruz !
' de tal modo grave e momentos a
quesillo da suppressAo do trafego na 3a
8 :ccSo, que n&o podemos deizar de, posto
que ligeiramente, ou.upir-nos della.
Graves, gravis8mas sSo actualmonte as
CondicSes do commercio desta trra.
A suppressSo do traf-go ex abrupto,
quando elie j luctava com violenta crise,
com inauditas diffi uldades, devidas bai
xa que tinbam soffiiio os creaes, e qu in-
do elles tendiam subir pla grande con-
curren -ia que oltimamente eslava appare-
cen'.o no ineroado d ata cidade, um fac-
to. 8ummautente grave, c que tem frazido
apprehensivoB todoa aquellos que se inte
ressam pelo bem estar geral.
Infelizmente os conselhos da prudencia
nSo foram ouvidos, e a preopitac3o m
conselbeiro, e lamentavel, profundamen-
te lamentavel, que nao se pensasse no que
se est passando, e nr que se poder pas-
ear anda, se continuar este estado de
couaas.
Nao queremos acompanbar a questSo
pelo lado daa paizSas violentas, que estas
tactos sempre dispertam ; nossa missio
outra: considerar o facto framente, com
s calma indispensavel que elle reqaer, e
pedirmos em nome do commercio desta
trra do interesse geral ama providencia
qualquer, no sentido de ser melhorada a
sua sitascSo.
Quanto a aparar a quein cabe a reepon-
sabilidade dos desmandos que se deram
as obras da 3* seecSo do proloogamento,
cabe quelles que, responsaveis immedia-
tos perante o governo, tem de dar oontas
a este dos dinheiros que porventuratenham
all sido mal administrados ; nao aoompa
nbaremos, pois, a qaestlo neste terreno.
Procare-se melborar quanto antes o es-
tado lastimoso em que fi au o commercio
de Garanbu i8 ; esta a medida mais m>
ment-nea que deven) tomar quelles i
qaem toca velar pelo bem estar da pro-
vincia. '
No da 7 do qorrete chegou esta ci
dade o Ezm. Sr. desembargador presiden-
te da provincia.
S. Ezc foi recebdo na estajlo por
grande numero de pessoas gradas e pelas
autoridades superiores da comarca, tocando
neeta eccaaiAo urna banda de msica.
Consta-nos que S. Ezc. veio de visu
examinar as obras do aquedooto dasta ci
dade, que nltimamente desabaram.
S. Exc. bospedou se em casa do Sr.
Am.ro Augusto de Barros Correia, vol
taodo para essa bspital no dia 8 as 10
hors da msnhS, sendo acompanhado at
Quipap por algoDs amigos.
U invern t*m sido rigoroso este anno ;
o trio tem sido de gran ie iotendada ; o
thermometro tem marcado sempre 14 pe
mDhS e a tarde, e 17 ao meio dia.
Oa cereaes baizaram agora de um mo-
do un atroso.
O milho que estava por 400 rs. (10 li-
tros) acba-se actttalmento por 160 rs., sam
a mnima animac&o-
O fejAo de lj descea a 700 rs., e a
farnba de 380 a 200 rs. I
No dia Io do corrente entrn m ezer-
cio do cargo de delegado de polica d ete
termo o capillo Antonio Francisco Cr-
deiro.
O Sr. Lois Carlos de Almeids, que se
acbs doeote nesta cidade, tem ezp-rimenta
do ligeiras melhoraa em sen estado de
saudo.
seres, a qaem Peletaa cbumou bornees
decapitados de suas almas o condemnados
de paes a filaos a sentir e querer 'segundo
a vontade de outrem ; os tristes filhos da
desgraca, os renegados d.. sociedade, nao
se aconchegam mais em sua miseria, nem
se abragam em sua tButjSa.
Em seus labics paira am sorriso ineflV
vel de felicitada suprema, ha urna irradia-
do de aes esplenorosus em suas fron-
tes.
Ab'ngoaia seja a mSo que 'bes proii
galisou to santa esmola. Ave libertas !
A boa no?a da liberdade nos foi annun-
ciad pelo Dr. Jalo Lfdatino Domellas
Cmara, que aqu ebegou no dia 22 de
Maio, tendo sabido do Recife no dia 16.
Ao assumir o ezercicio de sea corg),
msndoa immediatamnte afizar edit;.es
oSo a oa portada Cmara Municipal como
as dasajigrejas das diversas povoac,5?s
componentes do termo, dando dest'arte pu-
blicidadee ezecugSo gloriosa lei.
O enthusiasmo foi enorme. A' noute do
mesmo da os emancipados em namero su-
perior a 50 formaram ama passeata, que
percorreu a villa, sendo atacados foguetes
e elevados muitos vivas.
Muitos cidadSos illumiaaram a fachada de
suas casas.
No domiogo 10 do Juaho, os emancipa-
dos mandaram celebrar urna missa solem
ne na ma riz, e em numere superior a 200,
condnsiodo o estandarte brasileiro, foram
assistir missa a que comparecen meita
g nte. fim seguida dirigiram se o asa do
tabelau Ignacio Jos de Aroucha Filho,
que os recebeu dignamente e impulsionado
por um jubilo immenso dirigiu-lbes um elo-
quente improviso sendo frenticamente ap-
pl.u'.ido.
Mais tarde o Dr. juiz muni ip .1 frente
de am grande grupo de pessoas gradas
entr i as quaes notavam se muitos fazendei
ros e os empegados pblicos da looalida-
de, promoveu urna passeata qus esteva es-
plendida nao so pela ordem qae nella rei-
nen como pelo* e .thuaiasmo que irradiava
de todos os semblantes.
Esta passeata percorreu as raas da villa,
ao sotn da msica Villa B 'lense que deli-
cadamente a isto se prestou, as estampido
de innmeros foguetes e aos ecbos ruidosos
de muitos vivas a liberdade.
No trajelo proferiram eloquen'eu discur-
sos o Dr. juiz municipal, o conego vigario
Joaqui n Antonio de Siquaira Torres, o ta-
bellio Aroacha Filho e o Dr. Sergio Nu-
ces de Migalhas uS qunes aaudaram em
delirantes pbraaes a aurora dos captivos,
* Princesa Imperial, ao cjnselhero Joao
Altredo, ao ministerio 10 dai Margo e aos
abolicionistas do Imperio ; sendo cumpri-
mentado o Dr. juiz de direito de 'comarca
qu i ergueu enhusiasticos vivas que foram
calorosamente correspondidos.
A nonie teve lugar no P-go da Cmara
Municipal que se achara bellamente deco-
rado e illuminado a giorno ama bonita
soire que tsteve anima ssima, danefndo-
se al a madrugada ; sendo offerecido as
dstinctas familias presentes um cha, onde
se trocaram diversos brindes. Esta soire
deve se iniciativa de tabelliao Aroucha
Filho.
Na roa os emancipados dangaram a fa-
vorita danga das palmas, reinando em tado
mnita ordem.
Assim terminan aqu a festa en honra
a liberdade.
Bemdicta 8?j* a m2o sngelica da Impe-
rial Seabora qae dcsDedagou tao pesada
cadea que rozaava os pulsos da ptri
braeileiraj bemdicta ella que com ojiatlux
de sua vontade enrgica fra tombar em
um s dia tantos sculos de oppreaaao e
martyrio.
No dia 15 de Junbo assumia o ezercicio
do cargo de juiz de direito desta comarca,
o Dr. Arconcio Pereira da Silva o integro
magistrado que tem sabido honrar a saa
toga..
PANELLAS, 26, de Janho de 1888.
E' eempre com satisfaglo quando pego
da penna para
VILLA-BELLA, 25, do Jonbo do 188*.
8rs. Redactores. Tamben por c che-
gou s boa nova. J nio ba mais es ravidao
no solo da patria, da a lei n. 3353, em
sua oonoisao awgeatosa. Aquellos pooros
dar boas novas, mame
interessando ellas a nosso torrlo.
Com effe.ito residimos aqu tanto ten>-
po, e nunca nos passou pela idea de que
Panellas ebegasse to depressa a tranator-
mar-se de hbitos.
D'hhi a rasfto de une dizerem Panellas
est fervendo, e outros o mundo est para
acabarse.
N-d-, porm, disto ; somente pode se
dizer que os habitantes desta villa, como
to ios os mais do globo, estl-) snjeitos as
leis naturaes de evolugJo, consegunte-
mente caminbam para O progresso, lem
brando-a da mxima do celebre E. Pelle-
tan le monde marche.
Nao se pune contestar, certo, qoe
aqu oatr'ora vivia-se pouco, mais bbo era
devido somente a taha de quem se a re-
eentasse na vanguarda, chamando as Pa-
nellenses, naturalmente acanbados, para a
senda do progresso, paca o verdadeiro so-
cialismo.
Hoj", porm, qne apparecn orna enri-
dad rujo fim promover por todosos meios
a harmona entre os seus associados, estabel-
lecendo conferencias mensaes, sem tractar-se
de poltica, offerecendo ao mesmo tempo reu-
nida dansantes etu etc., Panelas iraiiatur
ma ", izrinio as mas irmies civilisada :
oueroum lugar em vossa mesa.
Entreunto tudo isto muito bom, mas
falta-nos o neoeasario para o nosso b- m es
tar material,^ neeeisitamos do snzilio da
m asa provincia, por intermedio do nosso
Ilustrado administrador qoe bem ronhaoo
as nossas necossi Jados, e seria conveniente
qae S. Ezc. prestesse s sua atteucSo par
o qne vamos ezpor.
A Cmara Municipal desta villa, espe-
cialmente o sen presidente qne se tem tor-
nado incanBavel neste intuito, est cosa
todo o interesse procurt>ndo dotar a cossa
terrinba com nm cemiterio e sgora lacta,
segundo somos infcrmsdo, com as maiorea
oifEcnldsdes para a toncluBo de to meri-
toria obra que seguramente vira preservar
os mortos dos destrocos dos por eos e cttest
como aittigamente succedia.
Venhu 8. Ex:, em auxilio desta Ilustre
edilidade, mandando qne ella lance rcae
do dinfceiro existente, em saldo,para queje
cemiterio se cent la, venba S. Ezc. es
tuxilio desta Cambra (,ue procura melborar
a fonte de onde se tira agua para o nosso
censme, mandando entregar a ella a que
foi consignado no orcameDlo provincial de
anno psssado.
Se, pois, S. Exc. i ttender estas necea-
Bidades imprescindiveis e icadiaveis de
nossa villa, alm de S. Exc. firmar mais
os seus crditos de ao ministrador justicei-
ro, ter jus a gratid&o das Panellenses, ea-
pecialmente da Ctmara, representante des
meamos.
O nosso estado de tranquillidade nSo
dos mais prsperos, porquanto de quande
em vez noa chegSo concias de que em La-
gos de Galos, ouir'ora to pacifica, en-
viarsm um para a eternidade. g^;
Entretanto, estamos informados, de qne
as antoridades locaes estao sempre no en-
celgo dos trimiLCBce, n is que nao os pode
alcangar devido a difidencia de torga
publica. Ci;V
O nosso Gremio Luterano vai muito
bem, j tendo recebido diversas obras im-
portantes, enviadas pelos Srs. Dr. Jos
Paulino, professor Manoel B cigno, Alfre-
do S tilos, Claro Crespo, Ftbiir Apollo
Florentino Scite, bem como ob Dtariosjlt
Pemmbueo, Diarios de Noticias, Binculo
e Jjidador ofl>re. icios pelos dnis primeiros
cid i daos ; a Repblica e Despertador peloa
respectivs reoi.cc.Ses, s quaes ts qae
somos socios do mesmo Gremio muito .igra
decemos, sentindo que bs demais do im-
perio nao nes ouve, dando imrementoa
nossa ainda muito acanhada LibliotLeca.
Au revoir.
IGUARASSU', 24 de Julho de 1888.
N2o me posso-furtar ao desejo de e-scro
ver algum&s linbas, a proposito n missiva
que, "sob a epigrpheIguarassenecn-
trei no Jornal do Recife <>* 22 oo corrente
rae?, na columna oo partido liberal.
Sem dados para bern por'er avattar
seja o seu autor, poeso cemtudo juizar,
pela seccao escolhida, de que trata-Be de
uma individu&lidade poltica ; podendo af-
firmar que no tocante magna ques'So,
nSo libere! puro, tem pintas de republi*
cano honorario. __^
Nao ba duvida qae sSo inameroB os
meios de especular entre es innocentes !
Farei adianto mais algumas considera*
gSes sobre o assumpto.
Servindo-me do metbodo estabelecide
pelo autor da allndida missiva, responde-
re, nm por nm, seus a argumentos.
Affirma elle que ss autoridades (termo
genrico) estao retrahidss, em coneequen-
cia do Decreto de 13 de Maio do corrento
anno; qoe o delegado de polica cspitSo
Francisco JoaquTrn Caval-ante GxIvSo est
desgosteso e republicano honorario, por ter
perdido seus escravs, acbando-se fra do
exercicio de sen ci>rgo e j tendo pedido
por duas veies sua demissSo; e porque o
polica est entregue ata supplentes.
Ea creio que o reprter do filustre srti-
culista anda no muoco ca la, percebendo
ordenado, sem o menor trbbalbo.
Nio contesto que o Sr. espito Glvao
externe queixas a proposito da 8o)i.gao da-
da pelo Decreto de 13 de Maio questSo
dos escravs; mts d'abi nao se pode con-
cluir que S. S tenba sbandonado os seos
antigos arraiaes, onue prestou sempre ser-
vicos, na medida de suas furg^-s.
S S. nunca foi soldado d* guardo ovan-
gada, msB innegavel qne tem sido sem-
pre constante e muito deaieade.^
Membro de uma das mais importante!
familias desta com; rea, filiado ao partido
dominante e semnre por elle considerado,
n3o ira S. rr^de certo, abrir nm claro
as fileiras, por motivos do to pequea
monta.
E a prova de que S. S. nSo sbando-
nou as suas creegas est em que n&o ex-
acto ter pedido por dnt-a vezes sua demia-
to, sendo certo que, desde Setembro de
1885 ath'je, t de um s dia, talado no exercicio de seu
cargo. v$
Faga o filustre articalista a prova ea
tontrario, se cap*z.
Depois, o Sr. capito Galvao, cojo boni
eenBO e prudencia em lodos os actos de
soa vida sao conbecidos, sabe bem qae a
nenhnm partido cebe responsabilidad pelo
Decreto de 13 de Maio.
fara elle cooperaran coro todas as tor-
cas liberaes e conservadores, sendo incou-
lestavel, pi-ra nao ir mais long qne_ nes-
ta provincia o giito de i Urros foi dado
por aquellos, fign ndo frente da roovi-
mento Joequin, Nabuco e Joe Mfri-one.
Nao ee trata, portento, de wn gwsr*,
que too sem escrpulos se tem mostrado
questio muito diveaa e i.luatro articu-
lista nao soobe collocal-a em sen verdadei-
ro tenvno. !
Resomil-a-hei ose seguiotes palavras d
nosso idolfcttado monartba, dirigida, M

_ : ; -


Diario de ftraambncoQuina-fcira 26 de Julho de 1888
--
triW-
dda naos, ao dtstiuoto paaliei
no argentino Hctor Va relia :
c A euri t E pansa o senhor que
aja algaedr o Brasil, um a de meua
compatriota; as doseja a abolilo mala
arden tmense1 *o que en? ^lo n* Sr.
Varella; o sao prioeiroa am sbelo on
aroprioa, que se aoham freaee do formo-
bo movimenta de eanwraipafAv, adgune das
quaes me ataos ti taajuaaaerstsv ulfaa
do que retardo a hoa mate fes do
reiaado : aquella mnuqpmi me teja dad
aun aiar ao mundo quwalo exista saia
sainha patria asas osera ve a qiwa al
dais as desgracase tao litro cor o en ;
purera, o senhor baos o sabe, a abolido
iwvnediata, hje, do repente, nio pode ser
decretada somonte pelos nobres a genero-
sos impulsos do oorQ&o, qae todos possui-
36; necessario preparal-a para que a
liberdtde repentina dos esoravos nao com
prometa profundamente grandes iMmsT
que devora ssr reapeitadoa...
Mas eu posso assegiarar-lbe qae, talvea
maito aates do que peas*, nao La ver
ai* esoravos ao Brasil, desapparaceodo
m* da su gloriosa bandeira que tem
ae edrss de esper*^, como e aeataor dis-
*e ao ultimo meeting abolioioaiata a uai-
oa aodoa com que flucta aas&res.s
Nao ha
Dedicado at a sacrificio anide- 3. Eso
oom o maior desvelo dos interesaos de seu
districto, todo envidando para ser nt na*'
amigos.
O juiso qno o partido conservador deste-
comarca forma de 3. Eae. muito lison
geiro e honra o sobremodo.
Intelligeaai*, illuatraclo e hanradea so
W podes fadsae eeniio das
, affiraam todos, quem se) es-
cravooraU e o earallo de batalba dos des
atentee. que, para asara n.-raaa,, esto na
ratl) de un par quiaheotos, a Iettra
de Constituirse que adrante a previa a
demaieaffto de valor d propriedade.
D iixmlo de parte a quest&o de saber
se a escravo est na hypothese, o que nos
levara omita longo; dicei todava qu ', de-
preciada, desde muito, a mercadura, para
que influ i* aobcetuio a> tabella de g>bi-
mot. liberal i > 6 de filaio de 1885, ni. se
ra cortamente, algumas patadas pastes as
algiaetras dos ex pessai loras, que viriam
tresnr-lhss l-.nitivo s naguas, remedio aoa
malea.
Qoaes os raaos ef -itos do denreto de
13 de M >, na opiniao dos republicano
honorarios f
A deaorganisaclo do trabalho, a diffi ul
dade na aubatituiodo do escravo pelo livra
a en nao compr-heni a que a iodamnisa-
jlo, como podia e devia ser feita, cortasse
o mal pela rail.
Posso estar em erro, mas a miaba ia-
tellig-n ra ni > pode ir leu
O bem publico, legalmente verificado exi-
ga a extiooao d&nodoa danossa gloriosa
bandeira o a indemnis.acio nao traria de
aiandira alguma os melnoramentos de que
earece a nossa lavoura.
33o ellos de ootra ordem o o nosso go-
verno, o primeiro interessado palo bem os
t*r do Paz, carda em reomver as diffi;ul
dados existentes, por meio de Ieis adequa-
im.
Olea agora o (lastro articulista as so-1
gttiitt- ptravrss'dor grande- chafe & parti-
do liberal, o Sr. conselbeiro 3arain pro
feridae no Ssaado, em- aessao de 14 do
ceireute mea :
Bo te opoa idos fui partidario da in
denraaacio; nesaa occasiio os meus ad-
versarios de boje o diversos abolicionistas
de 24 horas nio me quiaeram acompanbar.
Hoje, reprovo a indemnisacio e acho-me
coherente com o meo pissado, fazeado esta
deelaracSo que patentis a miaba orienta-
c2o pilitice.
Feita a abolicao, a escravidao para
boora n>a, como se nanos tives^e aqui
existido.
Alguam aveateu a idea de se destru-
reo* lodos na livros e documentos offi :iaes
qua registram actos rasultaates d existen-
cia desea instituicao. 3a eu fosse minis
tro e estivesae em mea poder destrail-os,
ai-o-bia srfrn o menor esorupulo, assumia-
do> toda a respiasabilidade de mea acto, t
Nio sei eoinj emmarsnbet-ma antea de'
tempo nos ltimos considerandos da missi-
va do Ilustre articulista 1
E' justo, pois, que eu, para n3o voltar
mais desta vez ao assumpto, acoresaente
aatras pequeas consideracSes.
Nio exagere e nem se mostr tSo ap
prehensivo pelo futuro de nossa cara pa-
tria ; estamos, realmente, bracea com
ame grande crise, mas ella nSo incara-
vol e nem toi provocada pela extacgao dos
scravoa no Brazil.
Antes, muito antes, ja nao eram favora-
veis as nossas oondicJSes fioanceiras, resul-
tantes em gran le parte de actos impensa-
dos do goveroo liberal.
E' de moitn longo a ruina da lavoura,
prejudicada pelos impostos qae sobre ella
pesavam e, principalmente pela deprecia-
cao do assucar o da outros gneros nos
mercados estrangeiros.
Se reoonbe que nao havia quem guizessi
eternizar o rgimen em que vivamos e co-
nhecia a maneira de conseguir o dendera
ium, porque nao servio-so de seus dotes
intellectuaes e nao apresentou-a aos pode-
res pblicos, concorrendo, desta arte, como
bom oidado, para o engrandec meato da
nossa patria?
Entende que anda nao era tempo de
declaral-a livre? I
O benemrito pernambucano que tZo
asi qualica de ambicioso do poder nao
merece suas censuras.
Nao foi elle quem aatolerou o movitnen-
to abolicionista; convidado para assamir
as redis do governo, obedeceu vontade
da naci, ende reside a Boberania, e teve
a gloria de actlytar no grande acto.
Atire a responsabilidad* do oicorrtde aos
seas amigos, aos exaltados conselheire
Dantas, Alfonso Celso Jnior, Joaqnim
Nabujo, Jos Marianoo*e outros.
E' taeB verdugos quo deve dirigir soas
envenenadas settas.
Dito isto, voiurei is qneatSes de puro
interesae local.
E* ainda falso que os lagares de poli
ca estfjau oceupados pelea respectivos
sapptentes.
Os 8r. capitao Manoei Cordeiro Ca-
e-ficante QalvSo a tenentes Jjo Luis An-
tonio da Silva e Tamerlio de Albuquer-
que Nasuioieato, sabdelegado de Iuma-
raca, Trea Ladeiras o Marioota eetao em
alono exercicio de sena cargos.
Todos lies alo oidadlon distinotos e de
oofiaeea d goveruo.
A acnoaacao feisa ao maito digna repre-
aeotoMvdo>& distriotev o Exm. Dr. Fe
lippe de flgosira Ffia> ae usa o me-
aor fandameato.
Nio ha nesta comarca consereador qoei-
xosa aor faJls asameltidas por 8. Exc. ;
Ua< aiogusm premntte rnaado e fon-
dos.
opiniao dea creataraa
ASSOBLEA GERAL
OlttAtl DUa DBinrta>#s
SBdSiO 911 DaTJBLBO DE 18M
PBKSIDECU DO SB. B\BO DR LDCNA
2' parte da ordem do dia.
Banco de crdito real
Contina a 2a diacusa> da proposta do governo,
convertida em prjjecto (te lei n. 42 sobre a crea-
cio de bancos de crdito real.
(E ao i nial i i is. bisimH de- ev qaa ocaupn o raBpectivo logar )
O Sr. PresidenteTem a palavia o Sr. Andrade
: FigMewa.
*r. Indrado Flaruetra eomeca ponde-
rando que, relator da coaimisaio especial, incum-
bida de interpor parecer sobre a pr.pista do go-
verno relativa a craaeo de bancos de crdito real,
devempentaa-se oeste momeato do Wsr deacom-
pinha.- a discuia&o. Tando de responder ao nobra
deputa Jo p li 1 Jiatrieto da C*eroaaibaco, seota
nao ter occasii >, esta ves, de apptaudir a perspi-
cacia de S. Exc., pirque agora comprebenden
qae r vida do orador tem ardo completamente
intil no recinto da a'n ir-.
ti. Ese. devia ter attribaido eat- pasnommo,
que elle orador o primeiro a coafeaaar e a deplo
rar, a orna cansa omito conbecida, qoal a ingrata
misso a que se tem proposto de defender cobo ar-
dor tra a eaoirito demolidor...
A 8. Er.\, poroi, qae m.isverde em anaoi e
Sonta mus curca vida parlamentar, a jbr.m tautos
woti roe de gloria, que pretende at repartir com
o orador, dasdo lau eo-p^rtierpaeSo directa aw
piaaageia da an de 13 do Mo. Agradaee S.
Exc. tamanbs gentesa e diri qoa S. Exc., an
mesmo tempo qae fasia protestos de nio irrogar'
injurias ao orador, irrogan -loe duaa grvisaimaa ;
ii primeira, dando-Iba urna co-participafio de qae
o orador nao tem coaaciencia, tendo o nobre depa-
tado a malicia de occoltar o segredo qae d-nun-
cios, mas nio revelou, para qae o orador pudesae
aapedir a passagem do acto de 13 da Maio contra
o qoal alias failoa e votou.
A segunda, foi soppor qae o orador quera in-
stituir p.rallelo as obras da creaco e as de de-
mol ci, q iuio discuti o crdito relativo i expo -
sicao de Paria.
. Exe. eng->uos-ie. O orador nio fes mais do
qa revelar as tendanaias do sea espirita como os
sentiroeotos de seu eorscio, qae sio antes para;
dmirar as obras da creaco do qaa aa obras da
demolicio.
O orador esti loaga dasaa escale que vai at o
nihilismo. E nio desosado a tactos basta r farir,
par qae se contaeQStn as tendencias d-j sau e do
espirito do oobre depntado, qae, emquanto o ora-
dor asaim penss, o noore depntado reveloo-ae, ja
asado pir mid. 1 > oUmoao espelbo da Archimedea,
que devia incendiar aa nncoes, ja SSBSBf ndo-nos
com as cataratas do Nigara.
E diffieil, dis o oradjr, responder ao disenrao
do nobre depntado. Aa contrsdicr;3e8 qae torini-
gaa nease al a eloqasota diacorso, a facilidade
com que S. Exe. passou de urna propoaicio a oo-
tra, por veses antagnica, collocam em situscio
penosa a quem tem de cootradital o. O orador
v-se na necestidade de redusir a theses eapitaea
o discuraa de 8. Ero.; e ao mesmo tempo que Iba
der reapoata, procurar justificar a proposta que
se discute.
A prim- ira tbese de que se occupia o nobre de-
patado foi a ioterveocio do eatadopsra occopar-
aa das nrcesaidadea da lavoura. Para S. Exe.
rata* neoesaidados nio estidemonstradas, porque
nio precedeu apresenta^ao da proposta do go-
verno am inqaerito regalar, que nao tmente aa
revelaaae como anda o seo grao de intenaidade e,
potanto o gran de aacriffciot a impor anaci. A
-ste proposito o nobra depetado rend'-u bemeaa-
gem ao 8r. presidente do conaelho pelo aeu opti-
mismo na paaaagem da lei de 13 de Maio, o diri-
gi remoques ao orador pelo peasimismo manif-a
tado por easa a anteriores ol-cs ooa, aebando con-
tradieeo em qne o n b.-e presidente do conseibo e
o orador, psrtindo de pontos oppoatos, coincidisseui
na adopcio do projecto em discnaao.
O ineperito a que S. Exc. reterto se, fes se be
mnitos annos.
Qjaodo presidia ao governo o Viacoxde do Rio
Br&noo, autor do primeiro projacto de emancipa
CO, sanecionado a 28 de Setembro de 1871, reco-
ubeceu qae era indispenaavtl attender s aeoesvi-
dades d la.-aura. Proceden ae a inqoerito em
todo o imperio para conaecfl-aa e oa resultad!
faram publicados e distribuidos, aerviodo de base
a mais de am* tentativa para proporcionar cap-
tase & lavoura. A neeesadade, portanto, et>v
geralaente ree;nhoeida, a o orador, paca uso fal-
lar em ostros documentos, refarir-se-ha propos
tu que aqaatle illustre estadista, em noma do poder
executivo, trcuxe ao conbecimento do poder legis-
lativo, como cenaequeaeia do inqneritu a que se
havia procedido.
Com a data da 10 de Jaiba de 1874, isto ba
14 annos, continba qgtas proposices (le) :
A indastria agrcola reclama, como necea sida-
de mais urgente, am constante sanprimeoto de
capitaes sob coadi^as proporcionadas aoa aeus re -
ditos annaaes, achando-se actualmente maito ooe
rada e tolbida em seas melhuraaeatos pela iosaf-
ficiencia e caresta do crdito commercial de qae
dispoo.
A falta de bracos e de instraocio profiasional,
a dlffienidade dos meios de transporte, a ausencia
do espirito de associacio entre os propietarios, a
coooentra(io doa trabrhoa fabril e agrcola, a du-
pla incidencia de impaatos geraes e proviuciaes,
que gravam oa productos no consamo iuteroo e na
exportacio, sao ontras tantas cansas degfavoraveis
i.o progreaso e prosperidade da lavoura.
Aquella, porm, a principal, porque o ca-
pital qua aproveita e aeoreacenta a fertil'dadena-
laral das trras, prostoveodo a ana melhor salta-
ra e o oso das machinas, que dispensam brscos e
aperfeicoam os productos.
Todos os embarazos, que vexsm a n?ssa pri-
meira indastria, ;a siSu e eontiauam a ser con-
siderados pelos poder> a do Estado, como o attea-
tara aoeoessivas e d,A-rentes providencias legis-
lativas uiguiaas e maito importantes, de recente
data.
As insthnices de crdito real sio empenbo
mais diffkil do qae todo os outros, poique depen-
dem de a.nfisnea no futuro do psis e da margem
que Ibes deixe a poderosa concurrencia dos inte
reaaes commerciaes.
Sean desooobecer qaaato sio complexas as
circumstancias oecessarias para attrahir os cap
tae estrangeiros disponiveis, cid o gjveroo qa?,
alientas as condiepos geraes do nosso- progreaso,
e laceotivo de oa Joro asas* gaaaotido, a maior
qne o de mnUs empresas industriaos, poder
contribuir pare o resaltado qae tanto dea ja-
mes. *
Em resalado das* proposta foi votado pela c-
mara am prajocau de lei, que garanta o capital a
diversos baneoeque ae fandaasem em dinereutes
provincias do imperio, para attender a necissi Ja-
da de proporcionar lavoura os capitaes de que
ella careca j 4 entia. Levado ao senado, esae
projecto tai substitaido por ostro qae tem as cul-
iecoio de Ieis a data de 6 de Novembro de 1875,
a qaal garanta as lettras hjo .thecarias em ves
de garantir os capitaes dos bancos, conforme o
projecto da asmara.
A sei a, paia, o inqaerito fea-ae, aa nsoessidades
da lavoura foran reconbecidas desde entio; os
annos pasearam, o com elles em ves de se attanaa-
rem, lias aagmentaram na raxio de tempo corri-
do, da falta de ducaeto pr ifiaaonal, das dimeui-
aadaa de craeepsete, a rasio- de autpoatas qae
cada mais vas a oaeruram, desolhaitaa nana isa o
preces Daixos o sobretudo na rasio da taita de ea
pitaes. Por ultimo vieran, as lea de*8 de S.tem-
bro de 18*5, que desfalooa ainda nraM es tseos
da lavoura, e de 19 da Maio ossaasy que os sup
primio.
Ora, diante desloa factos podisas aa necessiia
des da lavoara atteoasr-ss; nio deviam antea re-
eraeoer 1
Baste attesder a asta coMiderseio de simple
iataicio.Uesctav representa vi na prodcelo
nacional o dupla papeln ruoooo de capital do
pruprietarlo, esa sujo activo eosto tal fgarava,
MeiadeaseeatasaewaMsnie.a as
po de agenta qoasi exclusivo do tmoalas.
Ora, dosfalcado o capital e oom iasa eii
o erer'ito, ao mesmo tempo qae as orveva a
sidade de salariar o trabalho, nio e*i
te ggravmram as aimcaldades?
atas nio fiea aisto : ao Isvradar nal
carnate a miaaao de conservar o qoa- toas, dnj traaar grvame
maoter os eatabtlecimentos no p em que seasSav
vam ; mas a de melborar conservando e transfor
mar os seus estabelecimsntos, reformando os meiss
da trabalho, iotrodnsindo meehanismos, sapprin
do-se 4 bracos, faaendo taeo a taza doa salarios
e i iuasafii aiiiiiiii dos trabslhadores, que por mais
qne fnaam o pasasres pblicos, nio poder dsixar
de se faoer sentar nos primeiros tempos.
Ore, pasa todas estas necessidadea creadas pela
nova ainmoio, esti claro que, a lavoara nio tem,
aio pedia ter os me ios de crdito iudispenaaveis.
Se para ae sosantigs neeossidades, ja ha lon-
go tempo reconbecidas, Ibes eaaaseavatn o recur-
eoade eredito, bojfl que oses crdito diminu)
pelo desapparecimento de parte de sen capital
circulante empregado nos esersvos, hoje que ha
oeceaaidade de obter covoa recursos para assala-
riar o trababo a sobretodo para traosfonn ar os
estabelecimentos, mais difficeis sa tornamsuas j
difficeis circumstancias.
Raeonbeoida assisa a aanassidada de rosarios,
que contradiocio ha entre o optimismo daquelles
que apregoavam a transformacio do trabalho como
aecessidadfl de regeneraei > pava a lavoura, que
nio tena de eoffrer, antes locraria a futuro, aem
d .'sconhecerem a difficuldades da tcansiciu, e as
apprehenaes daquelles que, ao contrario, enten-
dan] aue o golpe ora precipitad), qae o pan nio
eatava preparado para a aboli^ immediata, que
convinba marchar com paeea e prudeacia em ae-
melhante terreno, porque aa nossas circumataacias
fioanceiras eram graves, como grsves eram aseir-
cumersncias finauceiraa dos nossos compatriotas ?
Nsnhnma o mtmdicQao, desde qua se trata das dif-
ficuldadesde proceder, que aiaguem contesta, e is
quaes procuram crover da reme.
Quanto s apprebeosods, est4 maro qae o pro-
jecto ama prova de qaa ellss sio jtrlgadas pro-
cedentes, porque, si lavuera n-icieeal, depois,
como antes do golpe do 13 de-slai, esti veas ha-
bilitada paca obter capitaes a jaro barato a praa>
largo sem intervenoio dos poderes pblicos, o pro-
jecto nao teria rasio de ser. bogo, o projecto
vem satisfaeer a neaessidadae apregoadea por
aqoellea que nutfiam apprehen=oea por motivo de
aboli$io ; e v o nobre depntado por Pernam-
buco que nio foi tundado o remoque que dirigi ao
drado-r.
Quinto aqee!l>'s que oio tinham iguaes appre-
heu.-oos, est justificado o soccorro da lavoara pe
la oecessidada constatada no relatorio qae o go-
verno fes preceder sua proposta, com as antigs
Jiffieuldad a nio satist -itas da aupjrir o crdito
com a neoesidade de ucudir de presente trams-
foi maeao do trabalho, habilitando o lavrador a re-
cebar o inmigrante, a oollocal o, a farer as des-
pesas do primeiro estabelecimeuto, |ue hao de
sempre on ralo, quaesquer que sejam os sscrifi'-
eios do escaso para pisar a pasaagam.
Portanto, eis ah as deas eorr-ntes que, partin-
do de pontos oppastoa, chegam a am pouto com-
mam, reconhecendo os reclamos da lavoura por
providencias extraordinarias.
Otase o nobre deputa Jo que esaao previ leociae
nio aio para todo o pana, mas apena para urna
clasae, e nesta para geandes pxoprietarios, e nio
para os pequeos.
' uecessario deaconh cer o contexto1 do projecto
para faoer-be semelbante argunjio. Onde vio o
nobre epatado q.ue ae diapoaieoea do. projecto ten-
diam a proteger aos grandes a nio aoa pequeos
propietarios, a ama parte e nio a toda a lavoura
do pas ?
U nobre depatsdo est filiado a ama eseola qne
aio cessa da clara ir c ontra oa latifundios ; ou o
orador pede ao nobre depntado, illuatrado geomo ,
que atienda quio infundada o aecuaa^ao e s?m
rasio do ser, que se fas a constitoicio da nossa
propriedade.
O latifundio era na Italia o resaltado da orga-
niaacao-aristocrtica da propriedade ntreos ro-
manos.
Nio tem, portanto, rasio de ser perante urna le-
gianaoio como a brazilaira quo consagra o princi-
pio da igaaldade na* partilhaa (apoiadoa)-; as |
randea propsiadadea nio podem resistir perti-
Iha que se faz entre os herdeiros por cada gera-
V'io. (Apoiados.)
Em srgmdo lagar, o latifundio era o resoltado
da eoaquista bem eu mai xproreitado pels VB
cidos eecravos on por col.ees em beneficio do
aenbor.
Ora, entre nos em tempo algum sobretodo hoje
que termidou a escravidSa, quem conservou jamis
ou poder eenssrvar vastos terrenos para mantel-
os intactos, aem cultura ?
Perguota ao ilustre depntado : estes grandes
esta belecimentas qae constitaem hoje a fortuna
dos eidadi.is podem aer abandonados sem proCoc-
cio, podem ser dispensados dos maios do crdito
de qaa carecem para mauter-se ? Nio, si os pe-
qnenos proprietarios aio brasileros e concorrem
para a riqueza pab ica, tambem o aio oa grandes
proprietarK, que concorrem para ella, e que tem
diseitoa igual protecoio do easado.
O orador nio sabe como o nobre depntado pro-
tende faser taboa rasa da nossa "gricultura actual
aniquilar os nossos eatabetecimentJS eom toda a
aomma de eapitaes immob lisdos que aellas exis
tem, com todo o peasoal habilitado qae nelles tra-
balba, para de nm dia para outro reconstituir
urna nova agricultura aa nossa sociedsde sem re-
cu-- -ca.
Oeste mitagre qae V. Exe. nao nos deu o se-
gredo, o, entretanto, era o que eaampria que noa
ffdrecesse em substituicio ao projecto. Si nio
satiafas ao desidertum, V. Exc. deveria offerecer
providencia substitutiva ; mas achar-ae-ia na im-
p.ssibilidaJe de fasel-o, porque no plano do nobre
deputado s se devisa um paradeiroo nada.
A necessidade de supprir a lavoura de capitaua
exige por ventura a intervencio do Estado. Em
que c indicoaa pode ella dar-se, e com qne cautelas
para resguardar os intercales naoionaea ?
E' ou;ra proposicia do illustro deputado em que
o orador vai aoompaahal-o.
O iliuatre deputado contesta que o Estado deva
garantir Ierras hypotheoarias por capitaes prests-
dos i lavoara, e oontesta-o em ame dos principios
qae nio permittem a intervencio do Estado as
industrias privadas, da nossa experiencia que de-
monstra qae 'stas garantas nanea sio nominaes,
mas sa tiranta sempre reaes.
O caso de que se trata eapeoiaasimo e por-
tanto especiaes de vem ser as pro videncias a adop-
tar.
O Brasil nm pas agrico'a, nio temos outrs
industria que nio aeja a agricultura ; aa outras
industrias ao embryonariae, rudimentarias e po-
de-so diaer que viven todas na dependencia da
industria agrcola.
O nosso commereio nio paasa de um interme-
diario exportador dos productos da .n-.aa lavoura
e importador doa gneros qae ella consom.
A industria agrcola produs os gneros de ex-
portacio, com que saldamos a importsgo, a
foote quaai exduaiva da fortuna dos cidadaoa e da
receita do Estsdo.
Nestas con Jico -a abandonar esta industria quan-
do ella nio tem m-.-ios de obter crdito para man-
ter-se e prosperar, o que importa ?
Importe abandonar a naci, iababilital-a para
preenihar os seas fias, acudir a aaus sorvioos,
paia salvar e sea crdito etnpeohado, no interior
e no exterior, para salvar easa divid paseiva, de
que o nobre deputado oom rasio se asostrava boa
tem aasootado.
Onde ir o nobre deputado procurar recursos
p .ra pagar a divida externa do Estada e as des-
pease ordinarias?
Nio se trata simpleamonte ds ama classe, par-
que a lavoura, tallando sa da producoio, pode di-
zer-ae que a nacao, de maneira qua auxiliar a
lavoura auxiliar a propria naci. Trata-se de
am caso de salvacio publica, ni de ama elaaae
esw-eaial, mu da todas as olaeses intimamente re-
lacionadas com a agricuitara, da qual proceda
toda a expsrtacio nacional, a, portento, os valores
com que se salda a cnpartacio, da vida econmica
da naci.
Responde a alguna apartes que a medida do
governo arito limitada a nenbuma circumscripcao
do Imperio, tem a vaatagem de attender a todos
os pontos do pais, dotando cada usa delles com a
aomma de capitaes que multiplicados pels emissia
das lettras bvpotbeeanaa da vem ebSgar para aa-
tiafaaer aa aaeessidadss mais argentas.
Si a experiencia demonstrar qae esas bsas ai
suficiente, qae o capital nio basta, nada impe
dir aoa inter -asados a que se ooogregoem e fer-
mem baos livres com aa garantas aa legislacio
camaaum, ou e ene requedasm aos podaros pubhooa
aegataete de eapitel. atas do qss as aU aetaal.
mente de attender s neeossidades mais argentes
em tedas as provnolas em que s lavoara carece ss
auxiHo mais prometo.
|Asmaaaijsstmjnitis>asrha^garss iettra bypoisieearia, nio se demorando am ad-
ormir outros argumentos- por amor da bravideda e
pava acompanbar 8. Ere. e defender o projecto
ese suas disposicSes principies.
Mas, disse o oobre deputadoosU intervencio
de Estado vai perturbar o mercado monetario, vai
aoa cofres pnblicoa, pirque, as
circumataacias setuaea, nao podemos tomar oa
compromissos de 300 mil contos, porque esta res-
ponsabilidade nio ba|de ser nominal, ba da ser
real como todas as outras.
Si, tratando-se de empresas particulares em fa-
vor de em ou outro servico, ata ou outrs eraaae,
o coreo legislativo nio tem trepidada em conceder
a garanta de joros ao capital aeeassario ; qae es-
crpulo pode haver em ooosassal-ai quaodo ae
trace d* salvacio do pais, em aaspeuns o crdito
da nasto para salvar a anopsia smeij f
Dio-ee-que esta reanoosefastiriade aiateera.ee-
mmal-f mas o orador assasa qae> measaJta tas-
minislissjfn nm pouco regatar destes- banseoe, a
reaponssftilidade nio poder deixar de aer naminai.
(Apoiados e nao apoiados).
Mas, quaodo mesan a responaabilidade d> Es-
tado se toroasse c-ff-ctiva, quem pagara cas* rea-
pcnaabilidade ? A classe favorecida, porque ella
a principal, sinio nica productora.
gstame Siiaia aasa. aVoita. El fas. paws
quem o beaefioio votado, earregana eom as eoa-
aequenciac. (Apoiadoa o nio apoiados.)
Disse o nobre deputado que o gaverno cam este
projecto vai alterar aa candiQea do meraado mo-
netario; vai desviar capitaes de outras iniustriaa
mais uteis ;. vai faser baixar artificialmen e a taxa
de juro, Sio estes una pontos praticos que convm
eluiidar.
Si a industria agrcola a industria principa)
d'este pas, est claro que nio se podero d -aviar
cap.taes de que ella careas, para apjl:cal-os a ne-
nbuma outra mais til, porque neubuma oatra
exista tio intereasaote.
A intervenfia do governo para satiafaser as ne-
cessidads da lavoura, na i vai alterar em um ceitil
a nsoessidades do mercado. Basta attend-raoa
recuraos de que o projecto ao serve pera prover de
remedio a semelbante encarg-.
O governn nio vai lanzar mi de recursos extra-
ordinarios sinio do recnrsoa de qne esti de posse:
de valorea, que recebe aanuaUn^nte para appltcal-
oa a deapeaas obrigatorias do Estado, de valores1
em dep sito, de que nio paga maior taxa de juros
Qlauto aoa capitana particulares, procurarn aa
lettras bypothecariaa pela sua solidas, nio por sua
taxa de juros, quo certamante ni i elevada.
Ha certa a linv'iicao da taz i de juros dos em
prestimos; tal o beneficio que so fas a lavoura,
e para obter este resultado promattida a garan-
ta do governo. A iettra bypothecaria ata reca-
nhecida como instrumento, quemobiliaa o valor da
trra bypothecada ao banco de crdito rasL
Oa poblicstaa e oa legisladores que crearam taea
bancos reconhoceram que era preciso crear um
instrumento que representando os capitaes empra-
sjadosnos emprestimas hypothecarios, tivesso tanto
quanto o permittissem ss suas candico s, urna cir-
cularn commercial, isto 6, gyraase de mi em mao,
c ino valor movel, e oom a garanta indispeusavol.
A 1 ttra bypothecaria ua> poda contar um- real.
que nio esteja representad i em cootrseto bypo
theesrio previamente celebrado.
Este instrumenta de erudito tem eocautrado no
Brasil obstacalos pica saa acciimacio. Ni > e
mente ss diffi .-aldades inherentes i nossa industria
agrcola, mas ainda erros de execn;ia, fiteram com
que a lei que o creou, airas aeguudo os rypoa maia
perfeitos- das l?islaces modornas, nio tivesae
meio feliz realisaeio.
O orador rrfare-se ao erro capital s deploravcl,
sinio ao-abusa quo os baneoa da cr diti Mal pra-
ticaram, forf ando os devedores a rocebercm letti ss
em ves de deixar Ibea a opoo que a lei de 1864
Ihes garanti de receb;rem os emprestimos em di-
nbeiro ou em lettras bypothecirae ao par. Aos
bancas seria iaetl negocial-aeeui meibores condi-
cea do qua os devedores, que recebendo-as por
paraeHas minimes stiravam ua praoa* com des-
cont por veses consideravel. O'aJhi o immereeiao
descrdito da taes titulas. O'ahi a ele vacio real
ds taxa do jaro do emprestimo, que de 8 (0 re-
presentado em lettras ao par, elevava-es a lO ou
12 "o. eracas ao desooeto dss lettrae. (Sa um
aparte.)
A proposta nio fas mais nesta parte do que rea-
tabelece* o preceito da lei de 1861, com aa jpsla-
vcaa o emprestimo ser a dinheiro, ou em lettras
eicolha do mutuario. Mas a proposta cercando a
Iettra bypothecaria da garanta do Estado, procura
elevar oa confianza publica este titulo, augmenta-
Ihe o crdito e com isto a elava ao par.
O Sr. Joaquina. Nabato di nm aparte.
O -ir. Andrade Fitjueira responde que o titulo na
praca chsgar ao par, grabas garanta do go-
verno ; e o nobre deputado pelu 1- districto de Per-
nambuco, concorda que o projecto nesaa parte
exeqaive.
Tal resoltado nos asaegara a taxa de nossa di-
vida ductuaote que nio exeede de 5 0,0 e das
apolicea, que representando valor superior, sujeita
a transferencia, a despesas, icnpostoa e formalida-
des, soffram nm descont de apenas 5 0(0 ; a Iettra
bypothecaria de valor inferior, isenta do imposto,
podeudo ser ao portador, e correr de mi em mi
sem as despesas e formalidades ns Caixa da Amor
tisaeio, pude ser mais fcil do que as apolicea, e
sio portento mais procuradas.
Si a Iettra bypatbecaria peta garanta do go-
verno destinada a elevar-ae no ooneaito publico
eat claro que desappareeera o embarace que at
aqui obatou a qua ellas fossem negociadas ae
par peica baneo de crdito real on pelos mutua-
rio.
Ota, orna vea entrado este poderosa instru-
mento na crcuUeia, tudo estar remediado, por
que pelo mechaoiamo destes bancos, a Iettra
atrahe o capital necessario s operacoes bypothe-
csrtas.
As operacoes destes 'ancos nio sio prometas e
rpidas como as dos bancos commerciaes : elles
tunecisnam lentamente, ten um processo mais
longo a seguir, 0 p ra garanta dos accionistas,
coma do governo qae vei empenbar ana reaponaa-
bilidade pelas lettras bypothecariaa, este processo
nio pode deixar de ser moroso.
O Sr. Besamat :Est reapondendo ao Sr. pre-
sidente do conaelho.
O Sr. Andrade Pigueira responde qae S- Exc.
referise a recursos promptos de qne a lavoura
carece na occaaio, recorsos immedistos; quanto
aos permanentes bem que tambem urgentes de-
pendem ds organisacie do crdito real
O Sr. Joio Alfredo (prendeate do oonaelho) :
Diaao tratei ainda nio ha meia hora.
O Sr. Andrade Pigueira contina reapondendo
que oa novos binis projectados aio sio destina
dos a prestar oa recuraos immediatos, auas^opara-
coes nio podem deixar de ser lentas....
O Sr. Affooso Celso :Entio o estado da lavou
ra aio tio precario como V. Exe. pinta.
O sr. Andraae Pigueira declara que a lavoura
tem necessidadea urgentes e de momento, que o
governo procura prover de remedio por outros
maios, e tem necessidadea permanentes, antigs e
novas, a que a proposta procura attender.
As neeossidades de momento, estio representa-
das na oolbeita da safra pendente, e seria atten-*
didas de prompto ; as necessidadea a que a pro-
p st i procura prover de remedio, podem esperar
pola organizando dos bancos, mas nio sio meaos
urgentes, porque preciso preparar as safras fu-
turas, habilitar o lavrador a oontiouar o servido
de aua propriedade e tranaformar o trabalho. Sio
necessidadea estas, qne, com serem urgentes, nio
sio tanto quanto aquellas.
O Sr. Afiouso Celso :Neeossidades urgentes
eom procesaos morosos.
O Sr. iiosamat :E o governo attioge o fim a
que se propo'..
O Sr. Joio Alfredo (presidente do oonselho) :
Para qaa oonfuadea coasas diversas ? Eu distin-
gu os auxilios.
O Sr. Andrade Pigaeira dis que ouvio o discur-
so do nobre presidente do conaelho e toi o qae com-
prohendeu.
Mas, st esti verificado que, em consecuencia
das neceaaidades da adminiatracio publica o esta-
do absorve urna aomma importante das economas
da naci para applieal-a ao servida ordiaario do
ornamento ; si est verificado que o projecto nio
fas mais do que dar ao governo recursos para a
pr metra emiaaio daa lettras bypothecariaa, para
fasel-ss acreditar, empregando os saldos ananaes
das ongens que a proposta consigna, como so podo
dizer que o meroado monetario soffi-Or a portar
bateo qae o nobre deputado figuro V
0 mercado monetario so poda aer perturbado si
se deaviasaa o meio fiduciario circulante ; mas,
quaodo se empregam os reeurssa de qua Cogita a
orososta, oeta o fim ds augm-ntar a produces?, a
perigo que o nobre deputado previ llaaono.
Nio ss comprebende que eraoregando-ie recur-
sos para angmentar a producoio nacional, posas
haver perturbac&o no mercado monetario.
O orads ecba ainda smgelhr a logia dos ar-
lassiaans^empsegadas. Taedse sdOc.sV a naeia,
dis o orador, no rgimen da proteocio a empresas
ludividnaea, i-wao daseeproprio more deputado;
tendee abofado iniciativa individual no sen des-
envolvimento ; tendee empenhado a responsabili-
dade do catado em empresas de otrlidade contes-
tavel muitas veses ; mas agora, qae se trata de
attender aos reclinaos de urna claase numerosa, da
elasss dos productores, da de qae mais depende a
riqueza nacional, sorgo esta tbe. ra econmica de
que o estado nio deve empenhar a sus respoosa-
bidade, nio- deve perturbar o mareado mone-
tario.
O Sr. Jjaquisi Nabaco :A garanta dada a
estradas de farra e eogenhos eeutraes era nm au-
xilio lavoura.
O Sr. Aedradb Pigueira dia qae nem sempre o
foi, parque be mais de urna estrada de ferro que
nio attende*m causa algome s noeesaidadsd da
lavoara. (Apartes):
Em toda caser*emfavor ajee adeeoffse eom-
paracio com o da q*ae so trata, pneaneoe ssaioe
de transporte, embora interessem i lavoura, nio
intereaiam tanta como a facilidada para obter ca-
pitaes com que augmenten oa productoa a trans-
portar.
Dis o nobre deputado que estes bancas, des-
honestamente sio exequives, honestamente inex-
aqsHooso. a A proprsfh>- i oeosmoday porque rb-
porta affiemas que o plaoo do projecto ao mes
raa temp > ex -quivjl o ioexequivel. Mas o orador
vai aoalyaar esta proposicio em suas partes.
A desbonescidade, qua o nobre depntado enxer-
ga para a rx quibiiiUr.de do plano da proposta,
consiste nos perigos da agiotagem qae S. Exc.
exageroa eom a ana fecunda, imagmaedo. Ora, o
manto do projecto exactamente excluir quanto
possivel a agiotagem.
Senio, veja -se : o projecto nio creia nos novos
baneoa carteira commercial, separando assim a
operacio fundamental do crdito real de quaes
qu r operaces csmmerciaes, que SsV justamente
aquellas quo mais sa prestam ao que S. Exc. cha-
ina agiutagem.
O Sr. Joaquim Nabaco:Pola lei de 1861 elles
nio da ter toreosamenta que faser cpemtojs com-
merciaes.
O Sr. Andrade Pigaeira accrescenta que a fene-
ci de emittir lettraa bypatbaeariaa sob contraoto
do longo praso, exclue tambem por sua mtureza,
a agiotagem de tanto sa recaa o nobre deputado.
Oo que se tracta ae projecto ? O ; faser r- pea
sentar na Iettra bypothecaria, instrumento desti-
nado a entrar aa circuutcio, a servir de emprego
a seqense fortnoaa, a modestas economa do
pobre, da vi uva e do orphao, um valor que foi at-
ractivamente empregado, com garanta do valer
real das trras, das piopriedsdes agrcolas, oa ra-
zio do dobro.
Nio pode baver agiotagem com estas girantias,
oom este processo. Q-iaado a Iettra bypothecaria
nio pode representar um real que nao est-ja ef-
fectvameoto empregado; quanda ella na maia
doqueosigoal representativo de um emprestimo
contrahido em coodicoea da perfeita seguraoca,
como recea? agiotagem ?
O Sr. Joaquim Naboeo :7. Exc. ha da ver, se
osbancos passarem, de qoartta eapecula^ao sio
susceptiveis as novas lettras hyprathecariao.
O Sr. Aodrade Pigaeira estmarei maito ter
occasio de lembrar quanto o aobre deputado ae<
enganou.
) Sr. Joaquim Sabuco :03 bancos hypatbeoa-
ries da Repblica Argentina sao bancas de agio-
tagem.
O Sr. Aodrad* Pigueira nio quar argumentar
com o exemplo de baneoa estrangeiros, cuja or-
ganiaacao nio conhece, ma com oa do plano do
governo. Estes sio, por su natareaa de todas as
ludtituiees babearas os qae meaos se prestam
agiotagem.
Beata a negociacio das aegoea dos bancos. Os
bancos constituidos coma se acoaia na proposta do
governo poderio dar marg?m i lueroa muito ra
zoaveis, mas ni* poden su star ou desafiai a agio-
tagem. A proposta do governos limitando o divi-
dendo a distribuir aos accionistas, coma reclama a
garanta do Estado empenhada nsa lettras bypo-
tbecare, cartn pela ra*a o motivo capital da
agiotagem as aeoco :s do banco.
Basa se revela sobretodo pela Ilimitada cifra
que os dividendos doa baneoa podem ascender ;
otas em bancas cojo mximo do dividendo est
previamente definido, semelbante pbsnomeno aio
pode tomar proporeoaa asacatadoraa.
Mas, nem por isso o projecto ,do goverao preja-
dioa es lacros raaoaveis que os bancas de vem ter,
porque, ao mesmo tempo que limita o mximo do
dividendo, manda qne todo o excesso soja con-
vertido em tundo de reserva, o que imparta urna
aeguraej., quer para o capital social, quer para a
garanda do Estado, empenbada no paga meato
das lettras bypotbecarias.
Ora, o fundo de reserva nio pida servir da mo-
tivo de agiotagem pira as ac;5aa de um banco.
A agiotagem as pravas alimenta-se com os lu-
cros immediatoa, com os dividendos prximos, com
as vantagens da oecaaa, nio oom vantagens de-
finidas, por am fundo de r serva, que no fim de 30
annos poder ser destribuidoe que at ah perma-
nece come complemento do capital sooaal, garan-
ta da respensabilidade do Estado.
Iofelismente o projecto nio fot bam comprehen-!
dido pelo nobre deputado em todas as suas dispo-
8:9038, e dah naseeram algumas criticas qae S.
Exc. lbefes. Urna deltas versa sobre o deposito
de 10 0/0 de cada emissio.
O Sr. Joaquim NabacoAhi qne V. Exc. nio
comprehendeu bem o projecto.
O Sr. Andrade Pigneira... que os bsneos sio
obrigsdos a faser, emquanto nio completaren] o
seu capital social. O nobre deputado enxergou
nisto, ao mesmo tempo, por um lado a restriccio
imposta ao banco do seu capital, que devia ficar
immobilisado, visto que, disse S. Exc. podando a
emissio ir at ao decuplo, 10 / de cada emissio
importavs no capital do banco; por outro lado en
xergon nisto urna facili dade, urna falta de garan-
ta para o Estado, tal vez, nm perigo.
Ora, a contradicho nio pode ser mais manifesta.
As olijeccoes do nobre deputado procedem de
nio ter S. Etc. comprebendido o prejecto.
Si nio, vejsmos.
O Sr. Joaquim NabucoE' exactamente o que
digo de V. Exc.
-O Sr. Andrade Pigneira dis qae o mecbanismo
do projecto consiste em garantir o governo o pa-
gamento dos joros e do capital das letras bypothe-
cariaa emittidar pelos bancos, de esja creaco se
trata. Ora, esta responsabilidade do Tbeaonro ti-
ca eoberta e garantida em primeiro lagar pelo ca-
pital social dos bsneos e pelos seos fundos de re-
serva, que naturalmente acompanham a serte do
capital, e em segunda lugar pela totalidade dos
bens bypothecadoa pelas devedores aos meamos
bancos em garanta dos emprestimos por elles eon-
trahidos.
8.408 contos em emprestimos hypothecarios e eos
isso hab.liU-se a faaer ama emissio de letras hy-
pothecanas da. quaes ,ntM eom 1Q ., '0
Theworo isto fas urna emiaaio ie i8tr8i yj_
tbeeanas de 2,400 contos, menoi 240 contos. eom
que, convertidos em apoUees, deve entrar para o
Tbesouro. *
O, Sr. Joaquim Nabuco -Nio est isso no pro-
jecto. *
O Sr. Aodrade Pigneira responda qae o artigo
nio dis ootra coasa. Em vea de converteros
2.409 em letras; de dal-as directamente ao
mutuario ou de negocial-as na praes, comoeqaan-
do Ibe coavier, s podo fazsl-o na importancia de
2,160 coatas, isto com a dedaecio de 10 /o que
deve eoo verter em a plices.
O Sr. Joaquim NaboeoElle so pode emittir
2,400 contas quaodo tivr feto emprestimos i
lavoura no vaiorde 2,400. Logo d'onde sahem
estos lO0/?1
0 Sr. Andrade Pigueira insiste em que o banco
nio emprega os 2,400 cootos mas siua 2,400 con-
tus menos 10 /.. Mas, perganta ao oobre depn-
tadod onde aab.r estes 10 '/o T O orador res-
ponde que sahir dos recursos dos bancos, sahir
do capital realisado, qae elle nio ser empregado
singo n importancia de 360 cootos, sahir dos
E' claro qae, seodo facultado aos bancos reali-
zaren] apenas 10 % de suas entradas e sobre es-
tas entradas de 10 0 emittirem sucoessivamente
at o deeuplo, seria fcil, seria legal, seria licito a
um banco dispeosar-se de realizar aa restantes en-
tradas do seu capital, suppril-o por meio das emis-
eo ?s successivas das letras hypothactrias, e assim
at certa ponto burlar urna das garantas, com
que o projeeto conta para resguardar a responsa-
bilidade do Tbesouro, supprmindo quesi todo o
capital baaoario. Poi para obviar a este incon-
veniente, qae nio seria sino o exercicio de urna
faculdade legal, qae o projeeto acerescentoa que,
emqaaota elles nio tealisssaein o sen capital so-
cial, deatineseem 10/. de oada emiaaio qoefiaes-
sem para oonverter em apolicea que guardadas na
corte pelo Thesouro, e as provincias pelas Tbe-
aourarias de Paaenda, servissem de garanta da
em'ssio.
Ora, bem, se v, 1* que esta dispoaicio t pode
vigorar a respeite de bancos que nio completen! o
sen capital, e pelo contrario cessa desde que o
completem, sendo um incentivo para o faserem ;
2", que emquanto os bancos nio tiverem completa-
do o sea eapitel, a 10* parte da s ia emissio ser
convertida em apolisma de juros de 5 /.
Em respoata a aparte do Sr. Joaqnim Nabuco,
dis o orador que estes bancos nio tm s a facul-
dade da emittir letras bypotbecarias, mas tambem
de negooial as ; e qie, dispondo de recursos em
dinheiro, j resaltantes do sea oapitai, j de ven-
da de letras bypotbecarias anteriores, onde ontras
transaceee permitidas, podem comprar apolicea.
E' previdencia temporaria, emquanto os bancos
nio realisam o sea oapitai social.
E' o qns est esoripto, a mostra leuda o art, 1%
5* do projecto. Vai figurar um exempto- Um
a bae a, o do Rio de Janeiro, deve ter um ce.
pitad de 12 mil ooutos. Si ella realisar todo o
san capital nio ba necessidade de deposito algara
para tizer a esaissio, fica logo habilitado a faael -as
at ao decuplo. Si, porm, o banco jalgar conve-
niente entrar em operaoeea sem realisar todo o
sen capital realiaa aements, a aomma qoejslgar
neceasaria para oomeear a fnnecionar que, segn
do a lei ds 10 para esa as saas seodos stjam negooiaveis, preei-
as ter realiaadoo *) /, ds seu capital o (eremos
nease caso 2,400 contos. O banco emprega ssses
ucros, daa traobaccoe de ootra onguu. as emis-
aSes posteriores, do protesto das letras hypotbeea-
riae, qoa elle negocia e converte em dinneiro para
a compra de apolicea; eahir, emfim, de todas
as tantea de lucros, qae elle poasa ter. a questio
que o Banco deve garantir a -mi asi eom 10 /
sai am estes recursos de onde sabir possam.
Pelo qua o orador acaaa de presenciar, o nobre
deputado por Pernambuco naa havia apprehendi-
do bem- o psnswr.ento- do projecto, e aiwia-Ihe
o absurdo que o orador ja Cioba lido em urna fa-
Iba desta capital, de qua mmobliaava-ae o capi-
tal social eom o depoaito no Til usase O orador
julga ter restabelecido a verdadeira intelligencia
do projecto, defendendo o ao meami tempo. Esta
garanta provisoria indispeasavdl parque, si se
der o casa figurado pela orador, de um banco nio
realisar todo o sen capital social e preferir faser
emiaaoes decuplas, o fundo de garautia ficava des-
falcado ; e o projecto tem por fim reatabelecel-o,
obrigando o banco a realisar em cada emissio 10
% para garanta do governo.
O ora aor julga-se eacusado de acompanbar o no-
bie deputado em todas as conaidera$oes que fez a
este respeito, conaideragoes que seram bem cabi-
das si fosse verdadeira a supposioio de que o ca-
pital do banco ficaria immobilisado nss arcas do
Tbeaonro.
Vai o Jorador responder agora ao argumento
Achiles do nobre depntado, isto que estas tr-
ras que ae vo bypotbeear 009 bancos nio ln va-
lor nenhum e que o projecto apenas um incenti-
vo pura a afjiotsgem.
O oobre deputado ainda foi alm : disse que-a
propriedade agrcola do Brasd nao poda ser by-
pothecada, porque a cultura extensiva exclue a
hypothese de longo praso. Anda S. Exc. aceres-
eeuto'.i qui o projeeto peceova, porque, sendo-uma
rcproJaccio, slis modificada, da lei de 1875, qne
havia sido promulgada para attrahir capitaes es-
trangeiros, aio tevo execuo&a, mas, entretanto, o
projecto a modificava em dous peutos capitaes,
que tornavam o prejecto anda menos exequivet;
qual foasem o prazo de duracio para os beos e
o prazo mximo dsduracio para os contractos by*
potbeaarios
Realmente o pr >iecto contm estas duas modi-
ficacGes lei de 1875, como contm muitas outras,
tadas aconchadas pelas necessidadea de occa-
aiib. O nobre deputado tratando da du.-acia dos
bancos trouxe a opniio de Jouaaeau que foi ouvi
do sabr a execucio da lei da 13.5 Com effaito
aquella eminente ecoaomista foi de opima) que o
prazo de 40 aonas era inaufficiente para um ban-
co que teotasse operaoi3 d sea ordem e que o
prazo dos contractos devia ser de mais de 30 an-
ua?. Mas o orador observa qae esse economista
argamentava no seatdo da industria europea O
doa bancos de crdito real europeos, es.a com lar-
gos prazas de duracio e aquella com renla insuf-
iciente, que mal permitte a amortisacio de 1/2 %
ao annu. Mas o projeeto actual do governo apar-
ta-s daquelle preceito, p -.rque, tratando de em.
penhar a respoasaoilidade da afio naa letraa by-
pothecariaa para oceorrer a nmu necessidade ocr
easiooal, momentnea, em retaceo vida de ama
naga 1, como a tranaformafio do trabalho nacio-
nal ; o governo cal julou bem que em 30auno9 esta
tranaformscio ae ter operado ; que oa bancos te -
rio preenchido sua soiaaio aio con viudo proloogar
por mais tempa a responaabilidade do Estado,
alm da necessidade reclamada ; partanto, foi at
ande poda ir : e ninguem dir que 30 annos nao
sejam prazo aass largo para a transformacio da
lavoura a forja reeoobecer que entre nos, os
contractos nio podem ter a daraco doa da Euro-
pa, mas tem o praso suffi -ente para servir de ba-
se emissio. Nenhum me conta, tem ido alm
de 20 annos ; o Banco do Brasil nunca exceden
de 14 annos, e os outros de 20 annos. E' um Jac-
ta averiguado que, por espsico de 20 anuos, a pro-
ducoio pode garantir as bypothecas.
A nossa lavoura mais productiva do que a da
Europa ; ella o tem sido e ba de s,-o si nao Ib
faltarem os recursos. Aasim que na Europa
considera-aa onerosa a annaidade que exige a
amortisacio de 1 /,; er.Te nos, porm, nio se
poda considerar onerosa a amortisacio de 3 <>/,.
Accosa-se o projecto pelo praso curto de 20 annos,
qae onerari o emprestimo, mas preciso attender
qae o emprestimo de qne se exige amortisacio na
razio de 3 /0 garantido pelo dobro dos bens,
qae produsindo 5 /. de reodimento chegam para
solver juros de 7 % e aquella amortisacio ; ora,
a lavoura que nio rende 5 "/. nao merece ser fa-
vorecida.
O Sr. Pedro Luis d um aparte.
0 Sr. Andrade Pigneira dis qne ainda assim
mantem a sua proposicio, de que os estabeleci-
mentcs agrcolas qna nio produsrem 5 */o devem
dispenaar a bypotheca, pois nio tem renda para
pagar.
O projecto, dando o praso de 20 annos, faculto
a amortisacio de 1, 2 e 3 */., segando a tarifa
para os clculos destas aonuidades, calculo qae
se funda nio a aobre o praso do contracto como
sobre o jaro qae se paga. A amortisacio pode
augmentar ao tempo em qae os jaros decreScem e
nada impede que dentro de 20 annos ella se poasa
fazer na rasio de 1,2 ou 3 %. (Apartes).
E ainda possivel fazer o emprestimo, porque
basta que o estabelecimento prodnsa 4 % do
renda.
O 8r. Joaquim Nabuco Nada impede que o
lavrador tome emprestado pela outra parte nio
avaliada.
O Sr. Andrade Pigueira dis que os Bancos tem
privilegio.
OSr. Joaquim Nabuco-O lavrador nio pese
trabalbar para o Banco.
0 Sr. Andrade Pigueira objecta que o lavrador
trabslba para si, desde qae desempees ob seas
compromissos (apoiados) e estes tem privilegio
sobre outra qualquer divida. (Continuam os apar-
tes).
Nio passivel, dis o orador, argumentar deate
modo. O nobre deputado ha de restringir-se s
opera.oca baocarias, nio indagar ai o lavrador
fica ou nio com a liberdade de contractar outro
emprestimo, que vira em segundo lugsr e nio
prejudioar a primeira hypatn ca.
A quest) eat toda ua tarifa das annuidades.
A lei de 1861 esti calculada (sobre as bases ex-
posta.
Na obra de Jossau e em outros tratados espe-
ciaes, vem referidas tarifas differeotes, que por-
mittem eambinaco -3 ss mais variadas. Nio ,
portanto, exacto diaer qne o projecto restringinde
ao praso de 20 annes a autorisscio, condemne o
lavrador a fasel-a na rasio da mais de 2 /,.
Pelo contrario faculta a amortisacio de 2 e at
de 1 '/o ; a queatio est na tarifa, de combinsede
com a tais do furo.
Paasa so ponto capital.
O nobre deputado dis que a garanta dos im-
moveia hypotbeoaros, sobre qne repousam aa ope-
racoea, nio valen) nada.
O Sr. Joaquim Nabaco Nio dase isso.
O Sr. Andrade Pigueira observa que o cobre
deputado poda ter dito.
O Sr. Joaquim NabucoMas assim nio argu-
mentar ; preciso oosabater o que eu dase.
O Sr. Andrade Pigaeira observa que poda ter
dito, pois para S. Exc a lavoura existente nio
tem valor algum, como nenhum valor tem os iss-
maveis, nio paseando de um pantano mas si 8.
Esa ooneerda que as trras tem valor, ha de esa-
cordar que a quaatia suficiente.
O orador acredita que a trra 00 Brasil tem
valor ; nio pede deixar do ter: no dia em aue o
nio ti ver, nio sabe o que asile poder te* valor.
{Apeaedos).
A questio que o valor variavel. Em eon-
dioosa praspema, a trra pode ser um valor deter-
aiieado, em eosdiooes diSceis, 9 valor ds &P
dimioaa ; saas am tado esso ella tem na valor es-
tima vel, e qaalquer que elle soja, pede ser base
/
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Alario de rerwuolnc^^ntii-eira 28 de ulho tfe 1888
I

da asa 901*000 b^toecaria. Ahb, esn qm>a
to a lavoura atraveasa circumstanciie' Ittww, a
a*r,ea r* deve ter baisodo; #, baga da,
***** om iu9 perig* para a iarttocao dsetes
laaos, oa, vontageai -, pei^e,eeBo o alar 4a
erra hmht, i|mli>e^esaeseatiiBO neo stri o
seas 4o opio, come qaer a lei se 1884, ai na
4o noto ou auad rapio.
^JUShuraado as otmSoSts do devedor. faenar i
a responsabiliiade do tbesaoro. Si oa boaese da-
ves oneorrer para eate reeskado, o faetn va-
W a torra menos nao prejudicial, arte Tanta-
0 aobre depetado a eate reapKo n vocea o
exensnto da previneia de 8. Paulo, que na eeptes-
eSo d- S. Ese, est amarrada a este projeetj.
O orador contrapee a esta afirmativa Ac
dista\etos representaoces daqa>lia proviucia, que
je tem a banco de crdito real...
O Sr. Pedro LeisCojas latiros bypothecarias,
pesar de garantidas, nio est ao par.
O Sr. Andrade Figueira responde que iste se
esptie pela organisaco do soco, cojo espita I foi
aoootido, etn ves do o serem as lettras bypothe -
Os eistinetos rrpresesrtaotes da provincia de 6.
Paulo aceitam o projeeto, julgando necesaario o
aappriawnto de capHaeo saa lavoura, tanto quamto
i do Rto : a que o obre denotado por Fernam -
baco qai niladir, embora nao o fis^ese exsreaoa-
aaeete. O sapprimento de oapiteea tio aecessa-
rio s pr.vmoMs qaa prosperan, como sqoe nio
prosperam.
8i o aobre deputado pretenden faser crer qun
projeeto era deotinado oajcaaieete proviacia
do Rio, enganou-se. Essa provincia tem anda
militas torras por cultivar, o trras que nio ce-
den m fcrtilidade as de nanbema oatra provin-
cia do Imperio ; toa a vantagem de posaar boas
porto* de mar e prozimos meneados de eoDiono
para os productos da sua lavoora, que aiad* Ai-
rees aqeaar dos golpes rosea qae os poderes p-
blicos ibe ten desfechado.
O b.acj oreado na crte nao destinado nica-
atente i sin* da provincia, mas tambem da pro-
viacia de Minas, onde a Uvaura, aobretado a do
caf ae cha as niesmaa eoniicosa prosperas
ue a de Paulo e a da provincia do Espirito-
Santo, onde o t rabal lio livre est ensaiade, a pro-
ptiedade ret libada, tul-, em6m, ao gjsto o au sa-
bor da oobre desotado, a quem esta coneideracio
Vvia bastar para poapar o banoo destinado a ser-
vir tal regiio.
Os comraetos bvpotheearios feitos polos bancos
devem tranquiliiar o corpo legislativo a respeito
lo aJcsaoe da garantia. Alm do capital social e
do faado de reserva, as trras bv^otbecadas, equl-
valeodo pelo meaos, ao dobro das dividas con-
trahidas, representadas pelas lettras hypotheca
riae, oevem assegarar qua a garanta do governo
aera puramente nominal. Oa baaeo sao os pn
esotros uteressados no bom emprego do sea capital
A combinaco do projeeto folia, porque pro
eara empeabar a responsabilidade do Estado cm
o menor perigo, en v*s de crear por eoota do Es-
tado, como o oobre d -put.do por Pernainb ico pro
feria, esquecendo-s' das ideas qae havia apregoado
no eom. co do seu discurso, bancos do Estado para
emprestar directamente lavoora, do qae ha ejem-
plo em oatras naco -a.
O Sr. Joaqaim NabueoEu aehsva melbor.
O Sr. Audraie Figaeira observa que o nebre
deputado acba semDre melbor aqaillo que nio se
qaer e nio est em discussio ; comecou se a dis-
cutir o projeeto e 8. Exc. acbou m-lbor a indein-
niaacio ; i se diaeutisse a indemoisacao, S. Exc.
aobaria meibor o projeeto ; si se traanse de am-
bas as medidas, anda o nobre desatado qnereria
eouaa saalhor. Isto ama tctica parlamentar
j denunciada por Beotban nos seus Sophitmai
Par menta res : schar sempre melbor aq aillo que
nio est em discassio, sqailla qae nio se qaer.
O banco do Estado qae empenharia a reepon-
aabilidade da naci ; s m o concurso e a fiscalisa-
cao do interesse particular, nio paosaria de nova
reparticio publica. O projeeto do governo pro-
cara por em contribaicio a perspicacia e a activi-
dade dos capital.atan que se coogregam para for-
mar o banco, as*candos na responsabilidade
pelo pagamento, ero primevo lugar, dos juros das
lettras bypo'becarias.
Haver assim dupla ordom de fiscaliacio : a
fiBcaliSacao do Estado, qae se exercer, nio so-
mente por eese presidente escolbido dentre os di-
rectores e de quem to pouco caao fac o nobre de-
potado, mas de quem muto caso fario os aecio
nistas, qoe Ibe eoofiarem o emprego de seos ca-
pitaes; a fiscalisacio, de todos os accionistas que
entrarain com seus capitaea para formar-ae o
banco, fiacalisacio esta qae ser tio efficas como
a do governo ; e alm d'isto a fiscalisacio, qae
fien, salva ao governo, de examinar por aseio de
agentes de sua confian;* o estado de qulquer
banco, as sus opera(oes, o estado de sua caixa,
segando permitte a legislacio vigente.
Si esta fiucaliaacio nio suficiente, Da i sabe o
orador que a fiscalisacio solada do tsiado nos
bancos do Estrdo padesse sapril a ; rotende, pelo
contrario, qae a combioacio tffactuada pelo pro-
jeeto do governo, concillando os dbns interessee e
as duas responsabilidades, 6 mais ffijaz.
Mis o projeeto introdoi disposico-e, qae tendero
a limitar e a resguardarla respoasabitidade do
Thesoaro. O nobre deputado nio se qniz demo-
rar n'catas providencias, n'estas cautelas ; entre-
tanto, convm nio passal-aa em silencio.
O orador j fez ver a limiucao do prazo da du
racao dos bancos a 30 annoa para limitar ao ne-
cessario o sacrificio da Eetade, e a 1 mitacio da
dpracio da contracto entre 5 a 20 asnos, em vez
de 30, como era pela legislacio de 1864 e j
O aobre epatado acba noeaciavet o projeeto
aaa a le da 1864 aa parte em qua atabalees as
ara*as pana retponaaibtidade do Eatado. 9.
Exc. liaae qne o projeeto aaanda^a'oaBancoa ae
rejam nela le de 1864; qae asa sai determina
qne aa iov&aveU bypotbecadoi airvam rndeterm-
adajoante da aantia ao Baaeo credor, ao passo
qne o projeeto maada que a totalidade desses beas
fiane m garanta ao sroveroo pela reaponaahili a
de da *mottjoio e doa joros da lettra bjpetbe
caria.
Hio ba oontradicoto. 8e o EsUdo paga a let-
tra bypothecaria, capital e jaro, fica, portador
dalla e antio poda exeroer contra o Baaeo, sobre
ni muBoveis hypothacadou, a plenitade dos direi
toa creditorios qoe eompetem a todo o aohrero
ado.
O Sr. Joaqun NabocoA i oa 1881 nio co-
gita de semelbante iadividaalidade; cogita do
portador da lettra bypothecaria e nio do Estado
garantidor.
O 8r. And'ade Figneira responde qae o actual
projero ni > faz mata do que completar a le de
1861, facultando ao governo constituir portador
das letras hypothecariat. A vaatagem da propos-
ta do gavoroo eata exactamente em seguir os
moldes conservadoras da noasa Jagialacio, parte da
lei de 1864, do regalameoto de 3 de Janeiro de
1865, da lei de 5 de Oatubro de 1835 qae inao-
voa o proeesso de exeeucoes, estabelecea o penhor
agrcola e dea privilegio s letraa ypothecarjas
Portanto joga cora diapoaicoes ornaecidaa.
Ce ser esta a nica objeccio do nobre deputado
a que nio tinha respondido.
O Sr. Joaqnaa NahaooPala lei de 1864 a an
nuidade consta de 1 |. da arrfici.
O Sr. Andrade Figueira dis qne o nobre depu-
tado est engaado. Pela lei de 1864 a annnida-
de consta do jaro, da quota da amirtizacii e da
poroentagem para despezaa da adcoiaistraci >.
O Sr. Josqaim Nabaco :Mas eu pergunto si
esta anuuidaJe garantida pelo governo.
O 8r. Andrade Figneira responde qae o governo
nio garante a annuidade. O nobre deputado con-
funde consas maito distinctas.
Pelo projeeto o governo garante os juros e a
amortiaacio das letras bypothecarias, qne sio
ttulos emittidos pelo Banco, mas eatio em poder
de tereeiroa. O g. ver no nio garante annuidades,
que tio a prestacio, que o d vedor paga ao Ban-
co. A dovida do nobre depatado nio era potaiv-1
inio partindo do presappoato de qae a garant
ae estendease ao pagiuneoto da divida pelo ma-
taario do Banco.
O Sr. Joaqaim Nabaco V. Exc. nio compre
bendeu a minba hvpotheee.
O Sr. Andrade Figneira responde qae ni6 pode
comprebendel-a. A letra bypothecaria nio tem
relac&o com o joro, nem com a qaota da amortita-
(JLo, nem com a porceotagem da administracio, o
qae coaatitae a annuidade. 0 projeeto respeita a
legislacio actual. A tarifa da amortizacio e da
porceotagem da admioistrafao sio asssumpto para
oa estatutos ; nio teem lagar nesta lei. A letra
bypothecaria a representa valor efectivamente
empregado em emprestimo bypothecario. Isso est
expresa.) na lei de 1864.
O Sr. Joaqaim Naboco d um aparte.
O 8r. Andrade Figueira diz que o projeeto nio
entra nessas minndenciaa, qua estio previstas na
lei de 1864 e do respectivo regul amento,
era
com a creacSo do incornaAtarBl veio .cn-
oulante garantido ex)tanmMimte. pele r&-
dito naciaaaej ei)ii awm rwoiam nroort-
scientemerrte o maOT e o tis -Bcrio pro-
blema da moeda fiduciaria.
A vocdadwra rasSo de *er das impor-
tantwstamas xnaomistaa do *mi#> pratirjo,
confirmada pela vendade das oousas e dos
lautos, nos ccJloca nos dominios de ama
verdadeira sciencia financeira, onde faeil-
nnte poderetnos resolver toda as qnes-
toes e proWcmas rdatiToe esta acucias,
haseanao-nos sempre em prijjaissas irreeu-
saveu
O prisneiro e o mais importante proble-
ma qoe nos attrahc a attezrcSo o da r-
ganiaacao de um rgimen monetario em
oondicSes de proporcionar as naooe* as
tnaiores vntaga no desempenho das snas fttncjSes, fhes
poBsa permittir.
Nada mais arioso e digno de profun-
dos estados na rida social do hornean, do
qno essa engrenagero interesseira cujas
diFerencas caracteritam es (fferentes ida-
des, pockas e civilisaoSes da caca hu-
mana.
Presentemente todos podem ver que na
proporcao em quem se aperfeicoam as ci-
viligaoSee modernas, o meio etrcularite
tende oonetituT^se a principal torea pro-
pulsora da actrvidade social; o desenvol-
vimento da actividade social contina a
constituir o grande motor do progreaso in-
dividual e social sob as snas differentes
manifestac3es; a expansao do progresso
continua a proporcionar todos os remedios
empregados para satisfazer as differentes
neceesidades e aspirad-oes nacionaes; e fi-
nalmente a somma das necessidades e as-
pirasSes nacionaes imp5e-so como o gran-
de indicador da iasticidade que deve ter
o meio circulante nos diversos pases, para
que elle se possa ampliar ou restringir no
sentido de-evitar as consequencias lgicas
da escacez ou desperdicio d'aquella grande
forca propulsora, que elle representa, e de
nao prejudicar-se o natural fonccionalmen-
to da engrenagem,
NSo temos necessidade de entrar na de-
monstracao histrica da verdade desse nosso
conceito, filho das mais serias reflexoes e
meditacSes a que nos tem obrigado um es-
tudo perseverante. O camina; que se-
guimos est aberto para todos; e os que
se derem ao trabalho de estudar, em to-
das as suas relacSes reciprocas, os diffe-
da mais plena liberade de commereio para
o 6a ido cMWMiaicaar a yajapiar rgi-
men nwtMtarie o aaior Aarterio fou'mi,
como se fia.mister ao dwenvoiVimento
das riquezas particulares c do progresso
das naces.
Desde, porm, que os avarentos, oa
cambistas e os dficits externos comeca-
ram a desfalcar o meio circalante metal-
Iico e a impedir a susteatae&o dos bancos
w prejaieo do deooavolrieHte econmi-
co das nacoes, nem a b6a administracao
poder dispensar promptas providencias,
nem a sciencia financeira peder deixar
de aconselhar a moeda fidaeiaria garant
da pele crdito nacional.
Emqnanto se mantiver na circulaclo a
moeda metallica e a fiduciaria emittidas
*lo gobern naeional e oe bancos finan-
ceiramente consttaidos se puderem sus-
tentar communicando o indispensavel eJas-
teno ao meio circulante legal; taemos um
rgimen mixto e incontestavelmente supe-
rior ao exclusivamente metaBieo, por que
as gmndes vantagens do meio circulante
de curso nacional sao inequvocas.
Si, porm, por forea de quaesquer cir-
cumstancias, qualqner paiz parrar as tris-
tes condigoes em que se acha o nosso in-
feliz Brasilsem possibijidade e fixar
aa sua circulacao a moeda metlica e sem
possibtdade de poder o crdito particu-
lar firmar-se em caucSes de metaes precio-
sos, monetisados ou monetisaveis, para ga-
rantir urna moeda fiduciaria rigorosamente
financeira ; entao, em bem da boa admi-
nistracao a ciencia financira n2o pode
aconselhar sen2o um rgimen mwetario
exclusivamente fiduciario, baseado nao mais
em moeda metlica nacional, someate en-
contravel no balcao dos cambistas ou nos
cofres dos avarentos para nos dar teste-
munho da unidade de valor do mesmo mo-
do que a lei da sua creacSo, mas na moe-
da fiduciaria exclusivamente garantida pelo
crdito nacional econmicamente equiva-
lente a moeda metallica e finaneeiramente
muito superior a ella, em virtude da na-
tureza e merecimento da sua garantia, co-
mo j mostramos.
Isto nao quer dizer que. o governo se
constitua arbitro das conveniencias e as-
centralise
posaivel que o projeeto contivesse todas ss lea teg a88Umptg qUe se prendem sciencia
vigentes. R-fere se a ellas quando da que os I ... v j j
Bancos fario sua. operaooes segundo o plana t.-a- poltica, reconhecerao qae, no modo de

tratou da garantia provisoria dos 10 ".' de cada
emiesio.
Ha, perm, no projeeto ontras medidas tendea-
tea a acautelar o mismo fim, sendo orna dellas a
qae limita a perda do capital do Banco metade
pitra autoriEar sua diseolugi) e liqnidscio por
acto do governo, iodependentemente de provoca-
cio dot acciouistaf.
Era de recetar qae alguna Bances sacrificaagem
o sea capital, qne a garantia do Estado, sem
que o Estado pudiese embarscar e acautelar o seu
prtjuio 0 prejecto dispe que, deade que ae
perca metade do capital aocial realiaado pelos ac-
cionistas, orna vea qne esta perda tio seja co-
b.-rta pelo fondo de reserva, a dissolacio ser de
pleno direito, poder ser pronunciada por decreto
do governo, sem aodiencia dos intereses dos. Esti
cautela era indispensavel e evitar abusos : re-
medio prompto para o caso de desfalcar-ge a ga-
rantia do capital aeeial da metade.
O projeeto permitte tambem os contractos sobre
penhor kgricola; mas, como eata oprracio nio
fundamental, porque nio pode autoriaar emprea-
timo de longo prazo nem emiacio de lettras by-
pothecarins, era neeesaario limitar a qnantia do
capital a empregar em semelbantcs contractos.
Observa o orador que um ponto mtreceu par -
ticular atteocij ao nebre dvpatado qne nio se fa-
tiga em desacreditar o projaoto, pr< tendenda qoe
elle destinado a liquidar aa carteirea actuaes dos
Bancca de credit* real.
Estimon o orador que o Ilustre depntado tocas
e neste ponto poique artigos que tem lido nos
jornaes, revelando alus escaseo conhecimento do
mecanismo do projeeto, tiabam levantado a mesma
aecusacio.
O pn jecto nada tem com os bancos existentes,
nio Ibes mi Ibera n< m peiora as cordn,;s de
existencia ; elle destinado apenas a attrabir a
capitaes diepenveis de paja para a industria agn-
eo em codq^. .-, determinadas ; o prejecto, por-
tanto, deixa ais bances actuaes a 1 btrdade de
accio que Ihes reservsm os seas estatales.
A-siu), si ba lavradores que nio posssm con-
tra bir empreetimos nos novoa bancos por qual
quer circomstamia, tiles fkam ctm liberdade de
recorrer aoa bances actuaes ; si nio p.dem contar
cem a garantia para as anas .lettras I ypotbeca
ras, podem contar com cutas tontea de receita
qae do es dos bancob projectados. Os seos
dividendos nio tm limites como tm oa dos
accionistas dos bancos creados pelo projeeto. Ne
nhum delles tem privilegio de soca, portante-,
pedem continuar a tnnccionnr estipulando cm
a aeua devedorea tasas de joros de 10, il e
12 o, e'a dae lettras bypotbecarias a 6 e 7(..
O que o projeeto do governo feai foi nio dar aos
bancos, que crear, privilegio de cna, o qoe po-
deria prejudicer as instituicOea do edito exia-
tentes, embora foete muito justificado em vista da
garanta do Eatado.
O projeeto nio impede a formacao de outros
Banecs porque, si as lettras bypotbecariss tio ge-
raniidos ca 0 |. nata impede qne eutros Bancos
se. ftiaiem garantinde lettzss a 6, 7 ob 8 *| e
pas imprestaiem a 6, 9 oa 10 (..
E o oobre deputado que calende qoe ba provin-
cias onde a laviaia itpde 17 e 18 *|. o orador
pode accrescmtar qne ba estabelecimentca en
eodicea especiaea rendendo 20 e 30 (,, ha de
^^^K.qoe anda fice camno para aque-lles qne
alo m quiaeiem prender aaa aaaibas aos |eovos
Baocot.)
cado por ellas; mas nio podia transerevel-as. E'
preciB" que se cjmprehenda a ndole do projeeto
tile i.iij contm aenio disposicea especiaes des
tinadas a consagrar a garanta de jaros, que o
Estado p-omette, e a resguardar est responsabi-
lidad por meio de dsposicoes especiaes, que a
limitam o mais possivel. O projeeto, porm, nio
poda couter disp.s:c5ea geraes ji contidaa em
nutras leis vigentes. O nobre deputado encontr
na lei de 1864 moitas disposieds, qae podiam ter
cabida oeste projeeto, mas qoe nio toram nelle
incluidas, porque pertencem mais aos estatutos,
qae bio de ser approvados pelo governo, segund
a lei de 1861.
O Sr. Joaqoim NabucoSi o direito fosse tio
simples assim, nio baveria advogados.
O Sr. Andrade Figueira, em resposta a este
aparte, pergunta se isto que est dizeado pode ser
posto em duvida' ?
Acredita o orador que o nobre deputado nio
encontrar negociante que nisao tenba duvida al
guma, bem como sobre estatutos de bancos de
crdito real approvados pelo governo, que se con-
tam por decenas, todos conteodo oa requisitos ne-
ceasarios sobre materia bypothecaria, ja asgas co-
checida.
Preode-se com o assumpto do que esta va tra-
tando urna emenda enviada i mesa pelo nobre de
potado pelo Piauhy, qae contm varias partes.
Urna dellaa, que sejs permittida a hypotheca
aobre a faaenda de criacio cem aeua gados ; lera
as proprias expresedes para evitar qualquer alte-
racio V luntaria. {Le).
O orador nio \% necessidade da emenda. Pela
legislacio bypothecaria taes faxendas pdem ser
bypotbeeadas com oa movis accessorios, porqu
desde que seja bypothecado o immovel, nio ba
duvida tambf-m o posaa ser o gado existente.
Aa leis bypothecariaa e os respectivos regla-
mentos alludem a isto em suas dsposicoes.
A outra emenda a seguate : (l).
Tambem este ar'igo nio me parece neceesario ;
quanto ao penhor agrcola do gado e mais acces-
sorios da fasenda ae criar. 0 artigo do projeeto
o autoras, como tambem o autorisa a lei de 1885,
a que alinde aquelle projeeto.
A outra parte do artigo a seguinte : (l).
Nio me merece necesaaria porque os ban?oa de
crdito real creados pelo projeeto, devendo reger-
se pela legslatcio de 1864, eocontram nesta lei a
faeuldee necessaria parafaser, por excepcio, eos-
prestimos sobre apolices da divida publica.
O Sr. Coelbo Bodrigoea :A preso limitado.
O Sr. Andrade Figueira responde que a praso
nunea menor de 60 das, mas pode ser exigido por
gnes ; marca o minimo para maior garantia doa
bancos.
Permitte o emprestimo a longo preso, permitte
s pequeo praso, com o sem aaoortiaacio e ajada
a conta corrente, com tanto que as entradas nao
possam ser retiradas sem aviso previo de 60 das,
garantidas sobre apolices da divida publica ou por
bilbtes do Tbeaouro. Desde qae a emenda do
nobre deputado se limita a ere prest irnos sobre apo-
lices, a bypothese est prevenida pela lei.
Vai concluir, reservando-se para considerar em
outra occaaiio um ou outro ponto que Ibe teph*
escapado.
Concloindo, pede ao nobre deputado por Pcr-
oambuco, que tenha mais confianca no futuro do
pais, do que parece ter. As aifficuldades de mo-
mento, com serem grandea e at gravissimas, nio
assoberbam o orador, embora espirito pessimista,
como S. Exc. o qualificou. Sem embargo de nio
erguir as ideas adiantadas que S. Exc. profeaga, o
orador tem confianca no futuro da patria e acre-
dita que a agricultura, vencidas aa cirenmatan-
ciai difficeia que atravessa, continuara a ser o
verdadeiro eateio do Eatado (muito bem). Semen-
t preciso qoe os poderes pblicos nio a desam-
paren) no transe doloroso porque est paseando.
(Apniados).
Mediante esta proposta qoe vossa commisio
parecen prefenvel, ou outro pnjeeto qoe a sabe-
doria da cmara possa antepor Ibe preciso ji-
pi rar a lavoura no transe difficil em jue se v e
babilital-a a manter o imperio no auge da gran
di ra qoe o nosso patriotismo Ihe deseja.
Tenbo concluido. (Muito bem, muito bem. O
orador C comprimentado pelo Sr. presidente do
ctnselbo e pela qoaai totalidade dea Sra. desata
dos presentes).
A discossio fice adiada pela hora.
O Sr. presidente d para asaanhi a segaute
ordem do da : "-
8 difcuatio do projeeto do Senado, n. o de
1888, sobre e exercicio das funecoea dos membros
do Sopremo Tribunal de Juati9a, qaando depu- tarto perleito
tados ;
Continoacio da 2' discassio do orcamento das
despesas do Ministerio da Justoa ;
A's 2 horas ou antes, 2a discossio da propoata
do g verno, convertida eul projeeto de lei, sobre
bances agrcolas.
Levantase a sessio s 4 bocas e 80 minutos da
Urde.
pirajfjes nacionaes, centralise o meio cir-
culante, e retire na circulacjlo notas do the-
souro, sem conta nem medida.
E, menos anda quer dizer que lhe as-
si sta o direito de converter em lei um
projeeto hancario do quilate daquelle que
foi apresentado pelo Ilustrado Sr. conse-
Iheiro Teixeira Jnior para o fim de per-
petuar a centralisacao do meio circulante,
mrpossibiHtar a discentralisacXo adminis-
trativa, privar-nos de um rgimen moneta-
proporcionar-se o meio circulante necessa-
rio qualquer paiz, vai um problema mui-
to serio da sciencia financeira, que nao
pode perder de vista aquelle indicador
pelo qual o meio circulante deve regular- j rio racional e finaheeiro, e perturbar ag-
se para restringir-ae ou ampliar-se segundo gravadamente todas as nossas relaeSes so-
as conveniencias sociaes o exijam. j ciaes, com os permanentes embates de
A solucao desse problema scieutifico duas moedas fiduciaria antagnicas e ri-
o que chamamos rgimen monetario, que vaes quando igualmente centrasadas e
nao pode de modo algum depender do ar- igualmente doptadas do mesmo curso na-
bitrio dos governos nem da vontade ^de cional, a despeito de ger urna amparada
ningnem ; porque o problema est fatal-! pelo crdito particular e a outra pelo ere-
mente subordinado as conveniencias da' dito nacional!
communho social, que variam constante- Ao contrario, quer dizer, que nao pode-
mente e que ninguein pode previamente mos- prescindir de um rgimen monetario
conhecer, calcular ou medir. I rigorosamente lgico, uniforme e de sufi-
A sciencia poltica sao pode portante! cinte elasterio para attender promptamen-
deixar de impor aos govornos o dever de te a todas as necessidades da lavoura, da
regularem-se pelos conselhos da sciencia industria e do commereio, sem necessida
financeira, para adptar-se um rgimen de de emittir-se de prompto urna s nota
do thesouro.
Bastar-nos-ha a di.-K-entralisac.ao do meio
circulante e s com isto o nosso governo
resgatar o seu grande erro, porque nos
' proporcionar condigoes sociaes que nos
monetario que seja em si mesmo uniforme,
racional e snsceptibivel de natural elasterio
que possa convir somma maior ou menor
das conveniencias e aspiraees sociaes. por
mais que ella vari.
Nos j vimos que a moeda pode ser! habilitarlo a descortinar todos os horison-
metalica ou fiduciaria e que esta pode ser tes da prosperidade nacional que s pode
das
Elementos SOLOylO UO N0880 PROBLKsMMOaJETAEIO
EDAQESTAODE BANCOS,
(Continuadlo do n. 163)
X
Foi ainda o Beneo puatico que em diver-
gnci com a, ff/mF,. poltica. Ufa
amparada pelo crdito particular ou pelo
crdito nacional, em condicoes de desem-
penhar cabalmente todas as func3es de
meios circulante e de equiparar-se inteira-
mente a moeda metlica em seu valor
econmico.
Que os governos nacionaes, no pleno
uso de seu direito soberano de orear e
emittir a moeda nacional, nao podem dei-
xar de crear antes de tudo a moeda me-
tlica, couaa que nao sofre duvida; por
que s os metaes preciosos se prestam con-
venientemente a proporcionar sociedade
a unidade de valor de que a sciencia fi-
nanceira carece para calcular e pagar
vista ou a prazo todos os valores permu-
tareis.
A creacSo da moeda metlica, s por si,
importa a creacSo de um meio circulante
nacional, mas no importa a adopco de
nenhum rgimen monetario; porque j
mostramos que a moeda metlica nSo pode
absolutamente alargar a esphera das tpo-
cas de modo attender a todas as conve-
niencias do desenvolvimento econmico das
nacoes que o grande fim do rgimen
monetario.
Mas isto nSo impede que ella constitua
a base de um perfeito rgimen si os go-
vernos nacionaes regularisarem as preci-
sas condicoes financeiras para o livre com-
mereio bancario.
EntSo, a moeda fiduciaria dos bancos,
de pagamento caucionado o garantido pelo
crdito particular e de curso restricto as
grandes circumspripc.5es territoriacs do
paiz, onde se crearem os bancos, concor-
rer nao para o augmento do meio circu-
lante, desde que ella retira da circulacao
para caucionar o seu pagamento igual im-
portancia da moeda de curso nacional,
mas para communicar ao meio circulante
legal o elasterio que lhe indispensavel
para constituir um verdadeiro rgimen mo-
netario.
A liberdade do commereio far com que
os bancos se muUipliquem ou diminuam
segundo as conveniencias do desemvolvi-
mento econmico das nacoes.
Desta sorte haver.um rgimen mone-
e exclusivamente metaliioo
porque a moeda de curso nacional que
lhe serve base ser exclusivamente metal-
boa-
A sciencia administrativa nao compre-
hende moeda de curso nacional que nSo
seja flmittida po governo central em vir-
tude do seu direito soberano; porque ella
tamban alo coraprenea.de a centralisa-
cSo do meio circalante que contradiz os
cus intuitos e esterilisa 08 seus conse-
lhos ; e a sciencjajnAn^eira reqeflhei;ed
que a centralisacao do meio circabaate V
incpmpatiyel com a elasticidade indispen-
savel qualquer rgimen monetario, nao
pode aconaejhaj: a.tte4abanaria rigoro-
samente financeie sacv*o de cusao exclu-
sivamente provincial de accordo com a
boa adwJn*tra9lo. e ainda em condicSes
ser cimentada pelo desenvolvimento
riquezas particulares.
(Continua)
Francisco Amyntas de Carvalho Moura.
1
mm
mrmmmm
PERNAMBCO
Companhia do Meberibe
ACTA DA ASSEMBLA GEAAL OBDINARI& EM
10 DE JLHO DE 1888
Aos 10 das do mes de Jolho de 1888, no 1."
andar da casa u. 71 roa do Imperador, desta
cidade, presentes 3H accionistas desta companhia
representando 2,479 aceoes, o conselbeiro Jos
Bernardo tialvio Alcofurada, assomindo a presi-
dencia, convidou ao accionista Aurelio doe Santos
Coimbra para exercer as ruoecdes de secretario
na ausencia deste, e diese que nio ae tendo reali-
sado a Bsembla eral ordinaria no da 2 do cor-
rente mea, como determinara os estatutos, e ten-
do-se frito segunda convocacio para o da de
boje, cuja seusuio deve ter lagar oom qualquer
numera de accionistas presentes, na ferma da lei,
declarou constituida a presente aasembla gersl
ordinaria. v
O secretario fes 1-itura da acta da ultima as-
sembl gjeaat de 26 de Agosto de 1887, a qual foi
approvada sem discuseio.
O Hr. Dr. Ceciliano Mamede, direntor gerente,
pedio palavre e diese que era de aeu dever apre-
sentar o relatorio da geatio doa negocioa sociaes
durante o anno fiado, mas como esse relatorio
tinba sido publicado no iario de Pernambueo,
off'rec(a o e propuoba que fosse dispensado sua
leitura uma ves que devia ter sido lido por todos
oa Srs. iiccionistas, m que nio obstante eatava
1 rompto a prestar qnalquer outro esclarecimen'o
que deaejassem os Sra. accionistas. Foi concedida
a dispensa da leitura do relatorio.
Em seguida foi apiegpntado o parecer da com-
missio fiscal sobre os negocies da companhia no
anno findo, parecer assim concebido :
Srs. accionistas da, Companbia do Beberibe.
Nos termos do 2 do art. 31 dos oossos estatutos,
vem a com misado fiscal, abaixo ^asignada darvos
conta do resoltado do exame a que procedes na
escripturacio desta compuohia relativamente aos
negocies oo snoo acial que termiuou em 30
de Abril pretrito, podendo sssa acbuua perfeiUmente feita a de accordo com os
balances apresen^ados pela sua digne directora,
qoe com a maior boa vootade presin todos os es
clarecimentos que pareqeram necessarios a esta
coramissiu.
Antea porm de masar, ate eammiasio do ea-
tado fioaoceiro deata eompaobia, persaitti, Srs.
accionistas qua ella oceape a masa atteacio com
o mximo problemaaa obVaj bwhi'io nrilhan-
temente reg Ivido pela coa i Ilustre diaectoria;
piara o que foi ella ineaaeairel eni.abre(>ujar toda
a sirte (te diffieuldades de que ce vio mullas veaea
..ntblbada, a fficoldaee estas que ao eesjeoj de
lio giaanteaea tarafe paifinis a aanitos imposaivel
ae serem vencidas; os que aeskn porai ptaaavam
encaravam tal ein^rhrndiuienCo sob o piisma de
aua inexiqoibilidade; se eootar todava com a
t. rea de vontade, peraeveranaa de trabaibo ioex
cedivel selo e Rolk-itade d'aqaellea a quem tio
acertadamente alagestea paea se collocarem a
trente de tio grande iacambeeeie-
Assim tem esta otmanasio, fical a graade sa-
tutacio de voa annuaciar que taes obraa ae aobam
concluidas representando eUas a m de urna grande
ile de novoa eucananvab-s ftitof, o reservatorio,
no come da da manteaba dos jq Iraios, que
pela sua structura e aoja des garante a mais com-
pleu segara^,; a. casa d4 machinas, que um
elificjo iuteurtaali) e Qobj ella, todas as bambas e
machinismo; s galeras, coll cadas ao lade do
acude dp Prata destinadas apaqbar a aguas
na suas proprias nsaeentea.
PeL bal anco rereis Sra. sccioostss qae tees
obrae figuran ae balando em 1,889:492/940.
Nio obstante a Ilustre directora desta compa-
nhia confiar na eonstrncoio de taes obraa, cae
t llosa e prudente ooaoo vant afose asate teas dado
prova na execuceo ie tio ardua qoio arriscada
tarefa, cogitou ainda de algumat obras supple-
mentarea taes como diversos pacos de reserva, dos
quaes am ji se aeba prompto, e tres encetados,
cuja construcclo est peralyaada at qne a eoge-
nheiro o Sr. Oswald Browon, organisador do pro-
jectb geral dea obras, d seu parecer sobre as
obras complementares. Este cavalhetro acaba de.
chegar de Londres para o fim indicado.
Grande numero de pennaa d'agua se tem trans-
formado para o aetual svstema de bvdrometro as
gecces em que se vai abriodo a alta preasio
d'agna, e j nao pequeo o numero dea novas
concedidas pela companhia. faltando anda aatis-
faser grande somma de pedidos deste meio de deri
vacio d'agus, que a sea tempo, ns proporei que
se fr metemorpnaseendo o systema antigo pa o
actas!, serio attendidog.
Conta a Ilustre directora que at Desembro
do corrente anno, o servieo da transfosmacio de
pennaa d'agua esteja terminado na eidade.
Continuara prosperas as financaa desta com
panhia; a receita no anno de que cima esta com
mfssio vos fas referencia eleven -se a 939:640*060,
superior a todas quanto t m havido, nio obstante
a diminuicio de 7:896/920, no valor de pennaa
d'agua que fcilmente se explica por ter-se tor-
nado inieiramenta gratuito a esntar do i.* de Ju-
tbo prximo passado o foruecimento d'agua a
Santa Casa de Misericordia, e reduaido a metade
o consumo d'agna nos estabelecimentos pblicos,
sem que a companhia podesse inmediatamente
laucar mi do correctivo da novas concessoea,
alm da natural economa que foreosamente bio
de facer os ^onoeasionarios desde que ba um mar-
cador para o consumo deste elemento.
Esta d fferenca, porm, tende nio s a deaappa-
receV, como j succedeu at 30 de'Maio pela eol-
loeacio da novas pennas, como af pela props-
gacio de tal servieo trar grande augmento de
lucros para esta companhia.
Em 1887 o valor foi de 114:773/230, e em 1888
foi ella de 106:876/310.
0 rendimento dos cbafarises foi superior ao de
todos outros sanos; comparando o do anno de
1887 que foi de 99:214/990, com o de 1S88 que
importon em 102:462/280, ha ama difierencapara
mais de 3:247/290.
Esta diffeTenceporem, do marcador existente nos
cbafarises qne permute a conferencia mais com-
pleta d'agua que delles tirada.
Este melboramento com o qual muito proveito
tirar esta companhia, nio st iniciada em todos
os chafariaes, e nos que j existe de pouco tempo,
pelo qoe quando esiver elle generalisado, esta
verba ter grande ereecimento.
As despesas, da companhia no predio referido f j
de 65:111/990, assim, entre a receita e a despe-
sa beuve um.saldo a favor da primeira de.......
164:528/970, que permittio faserem se os dividen-
dos semestraea no valor de 150:000/000, paseando a
crdito da conta de lucros e pedas 14:528/970,
cuja conta como veris do balanco representava em
BO de Abril; elevada somma de.267:334/566, para
o que concorreram as difirenos de cambio das
traoaaccoes feitas em Landres, e oagiodas acciss
ltimamente emettidas para o augmento do capital
social.
Di que esta companhia deve em virtude do em-
prestimo feito uaqueila .cid-ide foram amortisados
M tiiul s a t 100, ou X600, e pagos os juros da
S, 6,003, dos semestres finaos em Junho e Desem-
bro do 1887.
All continuo a serem cotados estes ttulos a
106, eaqu as aceoes de 1( 0/000 a 160/000,
sendo ellas'bagtante procuradas.
Sio estes os promenores que a commissio julga
de seu dever selentificar-vos, os quaes sio mais
qua suficientes para provar o estado prospero desta
companhia.
E, por tudo quanto a ooosmissio aeaba de vos
expor com a maior iealdade ; ella de parecer que
as contasa presentadas pela i.lustre directora deata
companhia devem ser por vs approv das e per-
mit!, Sra. accionistas, a eata commiseio, repre-
sentante immediata dos vossos interesaos, que mais
uma ves, ella rendendo preito a justoa, vos enca-
re? a os valiosos ser vicos prestados por esta direc-
toria, no desempenho da ardua missio que em tio
boa bora lhe coofiastes, a qual eom animo aempre
calmo soube superar todos os embarafoa entre eiles
muitos de ordena ssperior, o que de todos vi
conhecido.
Concloindo, ainda uma vez vos pedimos um tes-
temunbo de vesso reconhecimento Ilustre direc-
tora desta companhia, fasenda inserir na acta da
sessio da asgemblageral na vossa prxima reu-
ma j umvoto de louvor. Kecife, 4 de Junbo de
1888.Josquim Al vea da Ponseca, Fracisco Gur-
gel do Amaral e Jos Joaquim Moreira.
O Sr. presidente declarou achar-se em discussia
o parecer da commissio fiscal e nio ha vendo quem
pedase a palavra sobre elle, toi posto a votos e
xpprovado.
Nio tomaram parle nesta votacio os directores
nem os membros dacommisssio fiseal.
Foi tambem approvada a pensi dada pela di-
rectora a mii do fallecido empregado Joio Deme-
trio Fernandes Yianna.
Em aeguida ioi lida a proposta do orcamento de
receita e despesa para o novo anuo social, a qual
foi approvada sem mpugnacao.
O Sr. presidente dase que de conformidsde oom
os estatutie, devia-se naquella seBsio proceder a
eleicio do presidente e secretaria da assembla ge-
ral e commissao-fiscal pareo novo anno social, pele
que convidava nos Srs. accionistas a depositarem
seas votos na respectiva urna designando ao Sr.
Olinto Bastos como escrutador .auxiliar ao secre-
tario.
O resultado da eleicio"foi o seguinte: Presi 'en
te da a'sembla geral: conselbeiro Jos Bernardo
Galvio Alcoforado 267 votoa e Joaqaim Olinto
Bastos 13 votos Secretario da assembla geral:
Luiz Manoel Rodrigues Vlenos 280 votos. Com-
mistao-fiacal: Joaqaim Alvos da Fouseca 280 vo -
tos, Jos Joaquim Moreira 274 votoa, Francisco
Gurgel do Amaral 280 votos a Dr. Manoel Martina
Fiusa 6 votos.
U Sr. accionista Joaquim Olinto Bastos, pedio a
palavra para justificar a proposta qae spresent.a
conjuntamente com o Dr. Jos Eustaquio Ferreira
Jacobina, a qual era nos seguintes termos : Pro-
pomos que seja concedida gratuitamente agua pre-
cisa para o consumo em o novo eollegio de meninas
orpbis annexo ao Collegio da S. Vicente de Paula
na Estancia, calculada a gratuidade na rasio da
terca parte do consumo deste collegio, porem em
tanto qu; nio exeeda a 20litros diarios psr orpbi.
O favor contar-ae ba da data em qae for iaaagurs-
do o novo collegio.
O Sr. presidente pando em discassio disse que
que tinha duvida sobre a legalidade da delibera-
fio naquella assembla, e qua lhe pareca que s
se devia tractar de cantas mxime em ama reanio
de numero restricto, em segunda eonvosa(io tendo
lugar com qualquer numero de accionistas pre-
sentes.
Tomaram parte na discassio diversos accionis-
tas, mostrando qoe a assemb a geral ordinaria era
competente para tractar de qualquer assumpto so-
cial para o qual a le nio exigi convocacio espe-
cial, que era esta a praxa constante nesta compa-
nhia, como se viadas proprias actas onde se ene m-
tram innmeros exemplos, e ainda maia no fim de
cada assembla era aempre efierecda a palavra a
qualquer accionista que quisesse tratar de qual-
quer assumpto, ou fazer qualquer proposta a bem
dos interesaos da companhia.
O Sr. presidente declara qae apenas visava
salvaguardar escrpulos propoudo preliminar acres-
contando que dava .seu .voto a .favor da pro-
potta.
Posta cm votacio a preliminar foi unnimemente
approvada, que a assembla gersl ordinaria tiaba
cooipeteacia'paradeliberar sobra qnalquer assumpto
para o qual a lei oa estatutos nio exigem convo-
cacio especial; assim como foi unnimemente ap-
provada a proposta doe Srs. Olinto Bastos e Dr.
Jacobina.
Nio havendo maia aaiumpta a tratar o Sr. pre-
sidente, convidan aos accionistas presentes para
usares da palavra a respeit- do que julgaasem
a bem dos.iutereaset sociaes e nio havendo quem
peduse a palavra o Sr. presidente eocerrou a
sessio.
Ka Aurelio dos Santos Caimbrs, servindo de
aecretario eaerevi a present actaJos Bernardo
Oaivio AleoforadoAurelio dos Santos Coimbra.
Dispensada a leitura da sote da seaafto saasirws-
foi a mesma approvada.
Em seguida mandn o 8r. Dr. presidente ejajeo
1- secretario proeedesse a leitura dos pareeerasda
commissio enoarregeds na assembla anterior de
dar o valor dos bene d companhia e de oommiaaie-
fiseal.
Feita esta, pos o Sr. Dr. presidente em dmm-
sio os meamos pareceres.
Pediado a palavra o dr. Gustavo da Silva da-
tunes ponderou que nio ae bsvendo ainda teeta-
do os meios de emittir aa novas sccSes, aess.de-
preoisco do capital, ere de parecer e propasase
pera qae ficasse a directora e a gerencia antof-
aad b para tentar a emiesio daa novas *C$to asa
duas bvpotheaes: sem a depreeiseio do capital e
com a depreciacio indicada no parecer da seea-
missio, isto 50 *)..
Com a palavra o Sr. Dr. Ricardo Meneses, de-
clarou que elle e a directora tentaram todos os
meios de laucar na praoa as aceoes, tallando*
os capitalistas que cogtomsm empregar os
canitaes em empresas e de todos ouvio deotara-
eSes o sentido de depreciacio do capital da com-
panhia, de accordo com os prejuisos que eras no-
torios e foi por isso e pelas consideraces que fer
na assembla anterior, que a mesma assembla re-
solven eleger a commissio qoe ti bem desempe-
nhou a sua incumbencia ; que nio poda aceitar a
proposta do Sr. Gustavo Antuoes, qne alm de
dar nm arbitrio inaceitavel, tasia perder muito
tempo intilmente, quando preciso resolver.de
prompto sobre os recursos p sra a companhia po-
der desenvolver-se.
Tendo a palavra o Sr. Jos Beaerra de Barres
Cavalcante disse que opin-.va pela coocluaie de
parecer da commissio fiscal, ato a depreciacio
do capital a 50 :0
O Sr. Eduardo de Oliveira pedindo a palavra
apresentou a seguinte pr" posta :
Proponbo que o capital da companhia seje redo-
lido a 100:000/ de accordo com os pareceres das
commisats avaliadora e fiscal, ficando a directo-
ra autorisada a emittir as novas aceoes at pre-
faser o augmento pedido e j approvado de....
2 0:000/.
E nio havendo mais quero pedase s patarra e
posta a votos esta proposta foj unnimemente ap-
provada, ficando prejudicadaa as ostras que foram
apresentadas. .'jaTJ
E nio havendo sanie de qno tratar-*e -e Se Dr.
presidente enoerrau a seasio es 8 orss da tarde
do que cu secretario fis iavrar a presente acta r>ae
soaecrevo e eaaigao.
Eduardo Au:usto de Oliveira.
Maooel Martina Fiuss.
Eugenio Goncalves Cascas.
MM
REVISTA DIAK1A
Veta da canato extraordinaria aa mn-
semela geral da* aceioalslaa da
Companhia de Ediloario. esa 99
dedatma de IMS.
Presidencia do Sr. Dr. Manoel Martina
Fiase
A' i hora da tarde, tomando os seas logaras oa
membros da mesa, o Sr. Dr. presidente enro a
sessio e mandn faSer a chamaaa, verificando-se
ter eoaparecido 18 aeoionistas, representaado 415
aeeos.
Suarda nacionalPor portara da pre-
sidencia da provincia de 17 do corrente foi man-
dado aggregar ao 1* batalbio da guarda nacional
do servieo da resefva o ente do 11* batalbio
Ignacio Marcolino do Amaral, conforme reqae-
rera. ^a
Llrenca Concedeu-se urna licenca de dus
meaes ao r. Jos Austregesillo Rodrigues
professor da esc 1* aormal, pera tratar de i
saude onde lhe coovier.
Cinarda cvicaPor conveniencia do nt
vico publico foi removido o eommandante da 8a
estacao da guarda cvica, Josu Materno de Ase-
vedo Santos para a 5> estacao e o desta, Severiav
no Jos da Silva para aquella.
Vaporee Sio boje esperados do snl o Bo-
quete nacional Pernambueo, do norte, o vapor -fis-
pirito-Santo e da Europa o Ville de Santos. M
Ser ico da guarniru- Entrare bojeas
superior de dis a praca o &r. capitio Fraoeieeo
de S Barreta e official de fonda o Sr. tteres
Luis Becerra dos Santos.
A guarnicio da cidade ser dada pelo 14 ba-
ta I ha o de infantera e a guarda da Thesouraria
commandada pelo Sr. alferea Jos Soares de
Mello.
Pracaa atacadas de beriberPelo
ultimo paqaete chegado do presidio de Femando
de Noronha vieram duas pracas atacadas de beri-
beri.
Mailnnra do quarlel general- Effee-
tuon-se honiem a modanca do commando das ar-
mas do edificio em que fnnccionava em Santo
Amaro para o da ra da Auroran. 51, depots de
ter sido este completamente pintado e sc&ado es
coocertos necessarios.
afluslea no qaartel eeneral-As ter-
(98-feiras tocario em frente ao qoartel geaeral
as bandas de misica do 2* e 14* batalbes de in-
fantaria das 7 s 9 horas da noite.
Reanlo em OllndaAlguna moradores
de Oliada, dominados de caridoso tentimento e no
intuito de conseguir recursos para auxiliar a ma-
nutencio dos estabelecimentos a cargo da Santo
Casa de Misericordia reuoem-se hoje no edificio
da Cmara Municipal e convidam a faserem serta
da reuniio todos os habitantes de Oliada ansa de
deliberar-se eerca dos melbores meios a empre-
gar para a reahsaoio do referido intuito.
Conaeltio IliterarioReanio-se bootem,
em sessio extraordinaria sob a presidencia do Dr.
inspector geral da Iostraccio Publica.
Foram lidoa oa seguintes pareceres :
Da o* seccio relator o Dr. Jos Diuis, sobre e
requorimento do professor Benjamn Constaet
da Caoba Salles, periodo s grstifiescio de boas
servieos coneluindo, que o peticionario nio proveo
ter os 25 annos exigidos pelo regolimento vigente,
Foi adiado requenmeoto do professor Fragoso.
Da mesma seccio e relator sobre o proeesso des-
cplinar instaurado contra a professo.a Mara Sa-
lom dos Santos Dacia, ooncluindo pela absolviese,
approvado.
Da mesma seccio e reelator sobre o proeesso do
professor dntonij de Allelois Patricio, coneluindo
pela coodeonacio do acensado perda de cadei-
ra.Regeitado, sendo app.-ovado uma emenda dos
3ra. Dra. Jos Bandeira, Rodolpho Albuqaerque
e professor Fngoso, coodemnando o referia o ae-
cusado pena de remocio disciplinar. vfa)
Entrada da Llberdede-Km sessio de
hontem, da Cmara Municipal, o Sr. vareador
TitoLivio Soares, commissano de polica apresen-
tou a seguinte proposta que foi approvada :
Tendo em consideracio os servicos prestados
pelo cidsdio Demetrio de 8osmio Coelbo 4 causa
da abolilo, servicia es sea que mais notareis fo-
ram dorante o exercicio do mesmo cidadio na eub-
delegaca do 1" districto policial da fregaeaia da
Graca ; sendo que nease districto os escravissdos
eocontraram sempre por parte daquella autoridade
protccfio e guarida ; proponbo que a eatrada de-
nominada dos Arfle.tos que separa o 1 districto
policial do 2 da referida freguesia pasas a deno-
minar-Be d'ora avante, Estrada da Liberdade.
Foi una deliberaoio aoertadissima.
Ferlment graveA's 5 horas da tarda
de ante hontem e na ra do Amorim da tregecsie
do Recife, Manoel Teixeira ferio traicoeiramente
com urna raspilba a casaca de Manoel Joaqaim
Moraes evadindo-se em seguida.
Da vistoria feita pelo Sr. Dr. Costa Gomes ve
rificou-se que grave o ferimento.
A polica proesde nos termoa da lei a respeita
deste ficto.
Iiaraplo e deaertorNo dio 15 do cor-
rete foi preso em flagrante por crime de forte,
pelo aobdegado do districto de S. Jiio Baptisse
do termo de Nasaretb, Joio Gumaries, que de-
clarou chamar-se Francisco Pereira de Mello e
ser desertor do crusador A mirante Barroso.
Com osa peso de ferroQuando no dio
31 do correte, na villa da Gloria de Gcit, e
proenrador da Camera Municipal, acompanhade
de duas pracas de polica, promova na feira a
cobranca do imposto de chao, um desconheeide
atiron com um peso de ferro na cabeea da praea
Jcia Corris de Oli reir, que fieou levemente fu-
ndo.
O respectivo delegado tomn conhecimento da
fseto, procedeudo a tal respeito nos termos da lei.
Done de Onlubro' este o nome de ama
bonita walsa par* piano composta pela Exmo. Sra.
D. Mara Rimalho Pires Galvio e que foi pobli
cada pela casa Pralle.
A' distinete aatora agradecemos o mimo qoe
nos fes de um exemplar.
Cidade da TicSurlaOLidador de 21 da
corr- nte d as seguintes noticias :
O trem em Pombos.E* nesta comarca nm pa-
veado denominado 8. Joio doa Pumboa no qual ka
aos domingos ama nio pequea feira.
O mesmo povoado servido pela nosso liosa
frrea, para o seo commereio, porm ella poseo
sproveita. ,
' sabido qne a feira de Pambas deve grande
parte de sao imp rWucia ao povo que vai a'eeta
cidade abi vender oo aomprar.
At bees poseo teapo, embora urde, o trem suo-
pre servia para o transporte dos fereiros, boje, pa-
reas, eviJo s posea deaors oto elle procurado


l
J


Diario de PernambticoQuinta-fcira 26 de Julho de 1888



I

1



""Ja muito rendan o rapar d'aeto cidade pin
Postos aos domingos; boje, parea, elle vai e vam
aaasi vatio I
H ge qaem qa-r a'patseio, f iroado ir a otvallo va a pe.
no entaoto ha nm tren diaria !
Cootiauaado o actual horario o governo muito
perder.
X1 q i o eampetir padim;*, em naajs dos preja-
dicidos, qae fag* reformar o harina doi treaa nos
domin^ai, aug ne lUaia a daara em Pomb)a.
jaita a pedido.
Fallecate aloNa sea engeuha Canhi, no
dia 15 Ida carrate mea exhtlou o ultimo alent
vital o Sr. capitio Aitonio Jos Airarla, chafa da
familia Alvares d'eata comarca.
Ti aba mais de 10J auaaa de id lie e deix* ama
descendencia numerossima. H mais da 20 annos
qaa devida ao sea estala di veth.ee e maleatia a>
vinha a esta cidade
Era condecorada eam o hibito da Rasa e nesta
eomarca, onde aaseau e sempre morau, gastva de
granda oaneeito e eatimi.
Sociedad Recreativa Jucealode
Movimeoto da bibliath :ca oa mes ds Juahi ; 10
socios consaltaram 10 obras em 16 volamos.
H ovo as seguintes ofertas :
Pelo sacio De. Ferrer :
A allianea Heleno Litiaa, discarso proa anda-
do par Emftio Castellar, l va ana brochado.
B'latario da Campanbia de Elificacao, 1 valu-
me brochada.
Debate oral p3lo D.. M.u.o'. da N. VI. Poriaa
1 folheta brochado.
Pelo socio Eiuarda P. de Meli) :
V lco;s e terremotos, pit Zi'char et Margjle,
1 volum! eocaiernado.
Tromba i e Cyalones, par Z jicher et Margo! ,
1 volme eneaderuado.
Deas na nataresa, par Gamillo Flaamiran, 2
valules encaderaados.
Pelo socio M. Caetana de Aalrade :
0 De. O, 1 volme, Jalio Veras, Uji hor: da
15 annag, Ju'io Verne, 1 o'ttu encadaruado.
Pela socio Manoel I. Baptista :
Aadr o Sabayaoo, 2 volantes b: jetudos, Paulo
de K .. k
Diario de Pernambuco, Jornal do Rccife. Pro -
vincia. Itan'erno Mijica, Binculo, Explicad,
Repblica e o E*forc>.
'ittteresses da Immlirracao-D.j o
Jornal do Comtntrcio da corte de 17 da correata :
As sociedadss de mmigrscaa nao tem todas
or objeeto a introduces > e collacacaa de immi
erantes- Nem todas sao assaciacSas marcantis
e a su* esphera pida ser mai diversa, Unas como
de 8 Paolo, pisto que sem uentium interesas
pecuniario, promovem a introdcelo, serviodo do
intermediar'' so gavrrno e aos parcalares e por
.jmesmat suparinteiiiem varios servicia, aa pstsa
qoe outras, das qaaes typa a S)Cedade Central,
fuadada e maatida nesta corte, pidem ser utilis-
simas, eitudando o problema palas suas mltiplas
faces snggerindo alvitre-, iiiciando providencias,
nantaado erras, combtanlo precoaseitos, calli-
eindo informacoas, e aconjelhaado, parsuadudo.
i not tal modo auxiliando simaltaneamenta os po-
deres publieos e a iniciativa particular.
A Saeiedade Central, tem-sa dasempenhad)
dete pape', na d remas qae sempre com acert,
em todo o caso cam gr nde telo, coavicoa
orofanda e ffiaite na pouca effi:, e a sea exm-
elo ou'ras associsfiOis de idntico padro va bi-
nada ns provincias a mean rota.
(Jma del a, orgamaaJa na bapinto Santo.
tendo-se dirigido ao gaverna imperial cm o fin
de solicitar Iba a attenolo para a ne^essidade da
iutrodu -ci de immi^rantas n aqaella provincia,
obteve da Miniatrio d* Agricullar^ par avisa de
H da carrente, reapota qaa merece ser canai-
derada coma pragramma gar.l U adininiatracJa
eom referencia a to imprtante -japh;r^ de late-
r"V o'acUroa co effito o Ministerio da Agri-
cultura qu coavenci lo da urgente oeerasidade
de encaminhar immigraclo para as proviaciaa
ond paaaa ella achar colioeaela satiafactana, en-
tre as qaaes o Espirito Santo, solicitara do pader
lemslativo os meiis necesaanos a mv.or daaeu-
volvimento do servico, senda qae desde ja e den-
tro daa foroaa do crdito dispaoivel. oFereaer
indemn'sacSa da paasagem dos immigrantes que
lorem reqais.tadoa p)r fasendeiros o que, a con-
vite de oarentea, haavarem de estabaleoer-se naa
aucleoa al'.i fundadas. .... ,,
To claramente manifestado esta o nosao
peusmeato a este reapaito que nao necessitam js
de fair sentir, mais urna qaaotc.ser til,
ni> 14 somante mauter o nivel actual da entrada
de imm.rantes. mas aumntalo de man-ira que,
povoadas as vasUs onas aoa eatabelecimentas
coloniaes existentes, oatros sejam fundados em
terrenas bem situados, crendose destarte feoa
de produccio e de conaumo, doa quaea, com o aa
dar de tempa. poderla surgir, camo de Blumeoau,
como de Itaj*hy, como do Rio Noy, e de tanta
parta do Rio Grande do sul, pavoacois, villaa, ci-
dadas e municipios.
O gaverno tem teita e est fasendo muito a
bem do eupprimento de bracas para a lavaora, e
saa nao culpa, mas ds frouxiiaa da iniciativa e
da provideniia particular, so esto suppnmento
apenas bem sens.vel a respeito da provincia de
S. Paulo. j
< Tal n*o porm, o destino nico da immi-
gr.cao. E" esseocial que, respeittda a liberdade
do immigrante n* escolha da sua callocacio, meios
habis seim empregadas afim de attrahil-os para
tetras divolntas onde orgaoisem a pequea pro-
prisdade, assim concorrendo para maior valia da
tolo cireumvisinho.
c 8er5o bem applicadoa tados os auxilios com
qma procuramos este resultado de alcance inesti-
mavel para a expunsao econmica e para a grande
obra do povoamento, que deve ser supremo empe-
nho dos poderes pblicos. Cumpre sobretudo pdr
tunan energa ao impedir qua a carrate immi-
gratoria. agora encaminhada para o Brasil, venha
a decrescer. A sitaacio jamis ae mostrou to
favaravel para fixar e desenvolver aquella cor-
rente.
No ultimo anuo recebemos 55,003 immigran
MHERMO
Revista do Mercado
Recife, 25 DE JLHO DE 1888.
Foi pequeo o movimsnto na praca.
A taza bancaria cantinoou a subir, chegando
t a 26 13/16.
O movimento, parm, as bancas fai insignifi-
caate.
Na Bolsa forana negociadas ao par 10 acedes da
Compaubia das Trilbas Urbanos de Olinis, do
valor de 20OJOOO cada ama.
Foi fechado o fretamento de um navio para car-
regar assucar na Babia esm destino aos Estados
Unidos.
Os mercados de cauros e de algadio mantiveram
se anda em apafhia.
Qiianto ao mais eis o que oecorrea :
Mm
COTAQBS UTIGIASS DA JOSTA DOS COB-
BBfOSM
Recite. 25 de JuAo de 1S88
Acaoes da eompaabia dos trlhos urbanos do Re-
cife i Olinds e Beberibe do valor de 200*000
ao par.
Cambio sobre Landres, 90 d(V. 26 1|2 d. por 1J000,
I do banco, bonteui.
Csmbio sobre Para, 30 d|v. com 58 0,0 de des-
cont.
Na har da bolsa
Venderam-ae :
10 ac s da companhia dos trhoa urbanos da
cite a Olinda e B.bjribs.
resdsatc.
Augaati Pinto de Lomos.
',eeratario,
Pedro Jos Pinto.
Csmblt
Os bancas brir&m a 26 1/2 d. sobre Landres.
tarde aldtxram tabellas a 36 5/8 neesram
^^i a i6 3/4 e i6 18/16, aehando poucs
omaderes.
i rm papel particular.
a firme.
tes e ao oorreatc anno nao receberemos meaos de
100,000, a j algar pela movimento do primeiro se-
mestre. Seria deploravel que nao cuidassemos de
aasegarar este liaonjeiro snprimento de toreas.
lana salta de Caais-Acha-se resta-
beleeido o caito, qae j ha longos annoi, se fai
aquella veneravel santa, em sua igreja, e por
tanto padem todos os devotos da mesma compare-
cer na referida igreja aas quintaa-feirai, l 1
hoiaa di noite para o acta religioso.
Obra postbuma do Dr. Aprlsrio
Acaba da ser publicado o 16* fascculo da Miscel-
lanea Philosopbica e Saciologica do Dri Aprigio
Qnimarits, da qual afta agentes os Srt. Q. Lapor-
te t C.
Ca a Comtaaerclfcl EalerpeBsto se-
ciedade proc dea no da 23 do corrate a eleicao
da soa nova directora qua ficau assim consti
tuida :
Director. Francisca Joo do Amarina.
Viee-iireetir. Antonio Florencio Q. Braga.
1 secretario.Alvaro Menexea.
S* secretario.tf Tnesoureiro.Antonia Daarte Sim.-s.
Adjunto.Joio Fraociaca da Costa.
Fiscal. A .toaio Xtvier de Mello.
Bibliotheotrio.Armiado Camp s. y
Vogaes.Carlos VilUoa e Augusto Carneiro.
Exams de contas.Joaquim J ia6 de Amorim,
Bemvenuto Travassas e Aotonio Gomes Mea
doea.
ocie Jadas d armante Grupo daa
Musas Coai eate titulo lundou-ae em Agua
Pria de Baberibe urna jociedade danaaate, e pra-
cedendoae a eleia dea o seguate resaltada :
Preaid ate L lie A. Machado.
Vice presidente Arthur Magalbftes.
SecretarioFrancisco de Atbuquerque.
OradorA. Q. Thinrs Pereir,
TaesaureirMauoel T. de Albaqtserque.
ProcaradorJofta Ourem.
Sal sau-sa o sea primaira ensaia no dia 21 do
c.rr nte, o qual eateve bastante soffrival.
Kmmy ton Ortmay Eata distincta can-
tora, que to galhardamsnce justificou a nanea-
da qae a anteceder, ss exbibio pleuam'.nte ns
coacerto qae realisoa no da 17 da corrate. A
mesma artista dar, as aaiS.-a da Club Interna-
cional de R .-gatas, na terca-fera da se ji a na vin-
dours, o sagnndo aara musi I com variadas tre-
chas de reconhacido valor artstico
Coasta- os que diversos compatriotas seas e
pessoas amantes da msica tomarain a si a destri
buicia doi bilhetes.
ireesoria daa otaras ae eonserfa -
cao doa por toa de Pera ana bucoRe
site 24 da Julha de 1888.
Balotim moteorolorico
doras
6 m.
9
12
3 t.
6
20'-4
246
27^-1
26--4
24-8
Barmetro
0*
Teusao
do vapor
765>41
76588
76617
764"67
765-39
15.03
16,01
17,34
16.45
14,75
o
9
x
"a
s
a
84
68
65
64
6
. juij-~tur<* ui&iui4'1;'0
Dita mnima20*,00 y
Evaparaoao em 2i hojps ao sol: 5,"2 ; tom-
ara : 2,2.
Chavanalla.
D.recelo do venta : SSW de meia noite at 8
horas e 5 minutos da manh; variavel de SE a 8
predominando S -E at 11 boras e 45 minutos da
Calmara durante 4 horas pela madrugada.
Veloeidade media do vate: i,88 por segando.
Nebulosidade md-a: 0.16
Baletim do porto
i si 1 i. o Dia Hora Altara
i. M. P. M. 1. M. 24 de Julbe M B 25 de Julho 1122 da manhi 541 da tarde 1125 5 48 da manhS 0,-18 2. 47 0V33 2,-58
Ueildea littectuar-;-Do :
Hoje
Pelo agente Barlamaqui, a 11 hars, roa do
Imperador n. 45, de 2 casas terreas.
Pelo agente Pinto, As 11 Horas, no largo do Car-
po Santo, de 300 saecos com milbo.
Pelo agente Silveira, s 11 boras, ra estreita
do Rosario n. 36, de um predio.
Amioh :
Pelo agente Martina, s 11 horas, ra 'da
Praia n. 33, de movis e vidros.
Pela agente Pestaa, ao meio dia, roa do Im-
perador n. 49, de urna casa terrea.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, nos rma-
teos da alfandega, de mercadorias.
Pela agenta Pinto, ra Mrquez de Olinda a.
62 de movis, louca e vidros.
Pelo agenta Alfredo Gruimaraes, s 11 horas,
ra do Bom Jess n. 49, de urna casa.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ra estreita do Rosario n. 36, de movis novos ,e
us dos.
Pelo agente Burlamaqui, s 11 horas, ra do
Imperador n. 45, de predios.
Miaa* fnebresSerSo celeDraass :
Hoje:
A's 81/2 horas, na matriz da Boa-Vista, p.la
alma de Jos Joaqaim Ribeiro.
Amanbft:
A'a 6 boraa, na igreja de S. Joa, ptlt alma de
Praneisco Jos de Barros ; s 7 1/2 boras, na
ordena tarceira de S Francisco, s 8 horas, na
cape la do hospital partnguea e Aa 7 1/2 na igreja
da Cjoceicaa de Bello Jardim, pela alma de Joa
Albino da Abreu Cerdoso ; s 8 horas, no con-
vento do Carmo, pela alma de D. Maria do Carmo
Vital de Meudonca ; s 8 horas, na matriz da
Boa-Vista, pela alma do major Castodio Floro da
Silva Fragoso.
Proelastaaa de saeaaaeatoForam li-
aos na matriz da Boa-Vista,- no domingo 22 do
correte, os seguintes :
Dr. Affousa de Albuquerque Mello Jnior com
Elisa Lyach Baaerra de Mello.
Jafta Cbrysottomo Das com Emilia Theodolinda
de Mallo.
Maroolias Barrosa da Silva com Mara Amelia
Tavares de Mello.
Frauceliao Fernandes da Silva com Ltura Rosa
de SouS'i Magalhftes.
Luis Antonio Pontos com Maria Jos de Jess.
Hospital Pedro IIO movimento do dia
24 de Julho, deste estabdlecimenta, foi o teguin-
te:
Entraram 17
.Nahram 5
Falleceram 2
Exiatem 583
Foram vititadas as respectivas enfermaras pe-
los Dr.-. :
Ferrara Vi lioso s 10, Barros Sobrinho s 7, Ma-
h.quias s 9, Berarda a 11, Pootual s 10, Ea-
tova Cavalcsnto s 8 1|2, Simos Barbosa s
9 1(2, Cysnciro s 9 8(4.
Cirurgiao dentista Numa Pompilio, s 8 ho-
ras.
Pharmaceutico ntrou s 8 1(2 e sabio s 4
horas.
Aju danto do pharmaceutico entren s 7 1(2 e
sabio s 4 horas.
taoterlt do Para A 7* p irte da 19* lote-
ra, celo n;vo plano, caja premio grande i de....
60:00)400, ser etfrb'da, segunda-feirs, 30 de
Jaiba.
Lotera da Victoria Acham-se venda
oa bilbetes da acreditada lotera dacidade ds Vic-
toria, da provincia do Eipiritj-Santo, cuja plano
baataata animador, conforma 83 v lo anauncio
m outra scelo deste Diario. A extracefto ter
lugar amanbft 27 do corrento.
Cemtlerlo PublicoObituario do dia 24
de Julha :
Mara do R.saria L'ma, frica, 80 anuos, sol-
toira, Saa Vlata; cachexla sanil.
Jos Tibnrcio da Silva, Pernambuco, 60 sanos,
aolteiro, Bau- Vista ; dyarrha.
Hormino da Silva, Pernambuco, 38 abaos, ca-
sado, Baa-Vista; caohexia sypbilitica.
Manoe!, Pernambud, 13 das, Boa-Vista ; teta
no inf-int.il.
Manoel, Rio Grande Jo Njrte, 6 aanos, Reefe ;
ileo.
Ma.-i, Peraambuco, Recifo j ao nsseer.
Jos Anai do Naaemeoto, Pernambuco, 25 an
nos, salteiro, Recife ; congestfta pulmonar.
gueda Maria de Jess,-Pernambuco, 13 annos,
soltciro, Graga ; csagastfta cerebral.
Aona Ferreira da Silva, Peraamoueo, 18 anuos,
s lfeira. Papa; tubercalos pulmonares.
Vicente F. OaimarSes, Pernambuco, 30 sanos,
salteiro, Afogadas; septicemia. '
Maris, Pernsmbuco, 21 meses, S. Jos ; bren
chite asthmatica.
M na, Peroamonco, 2 mez s S. Jas ; aterte.
Francisco, Pernambuco, 5 metes, S. Jos ; en-
torile.
Isabel, Pernambuco, 7 das, R>cife ; fraqaezs
coogenita.
O papel naneado no Rio esteve a 26 3/1.
As tazas officaes para aa diversas pravas, ex-
postas aqu foram estas :
HO dlr insta
' oadres....... 5 6 5/8 26 3/8
356 359
a59
iamburgo...... 442 445
iisboa e Porto..... 199 201
rncipaes cidadea de Pottn-
<*t........ m 206
iba dos Acores .... ^ 209
Iba da Madeira .... C06
1,870
PUBLIC KMS k PEDIDO
Desaiuroaaiateuto do aquedacto
de tanhotiaho ai prolonga
meato.
A proposito da providencia que tomn o Dr.
Pires Ferreira, suapendeado o trsfego do prolio-
gamento, entre Caahatiubo e Garaabans, foi pu-
blicado no Jornal do Recife, de 19 do carrente, um
artigo escrpto u'eata cidade, e que o seu autor
pretende fazer acreditar que o lora na cidade de
Garauhuns.
O articulista principian o seu bailo aecusatario
Contra o Dr. Pires Ferreira pelo seguinte modo :
Um facto, aseas importante, leva-nos, pobres
roceiros, a pedir Ilustrada redaeco do Jornal
do Reo'fe, um pequeo cepaca par, em lingua
< gera fraca e rada, levar ao dominio publico a
prepotoncia a'aquelles que, para tomarem uaes-
c qai .ha desforra de um velbo fanecionario pu-
blico, na trepidam em prejudicar de um modo
incalcalavel, todo centro da praviaca com ma-
nifesto desprezo a urna populacho ioteira etc. *
O!". est a desforra, a prepotencia e o des-
preto ? Quem esae velbi funecionario publico,
de qu-m falla o articaliata ? !
Aopimo da articulista um verdadeiro para-
doxa, e as aicusacoes de seu artigo na paas .m de
disparates !
Dit o articulista, ser um facto escandaloso, s
medida proveitoaa que tomau o Dr. Pires Ferreira,
Mi: pe- d-.'udo o trafege, entre Caabotinha e Gari-
ubuns ; qua essa medida leve por fim o d'tpres'igio
aozELESO director Antidas talvao I O desmo-
ronamento dos aqueductos prova sobejamento o
te o da S.-. AriBtides Galvaa! 1
A uotir-ia da suspeoeo do trafego devia ter
ciXj aceita Coma umi medida sabia o prudente, p r
todos aquellos qua procuram oihar por um prisma
differento ao do articulista, que eocherg n'aquelle
acto a bomba expiativa da indigna fio l
Todo hamem que tem bom seato, qae pensa no
bam gera!, c qua prei ai grandes desgracas qae
podem advir com a continuado de trens de pas-
sageiros sobre pontea arruinadas, ha de applaudir,
com certeza, o acto do Dr. Pires Ferreira.
Se o Dr. Pires Ferreira dormisse o somno da in-
diflereoca sobre um facto de tanta gravidade,
deixando assim, em trafego aquella parta da ct
trada, e por isso se dsse n'ella um incidente des-
astroso, em que Lssem sacrificadas umitas vidas
preciosas: o qae nao dira, contra o Dr. Pires
F rreir, o articulista ? !
Nao tenho ioteira conbecimento da questo qu
disento ; sei, porm, qu; algumas obras d'art.'
dvbabaram, e uatraa se cbm arruinadas, amea
cando novot desmoroaamentoa. N'estas condices,
12o"
5.649
portanto, como quer o articulista que continu
aberto o trafego ? 1
8e o Dr. Pires Ferreira fotse da opiniio que
apresenta o articulista em seu libello, e por isso
deixasse em trafego aquelle pedaoo de escrada.
longe do elogio que merase, deveria ser, severa-
mente, censurado, e at exonerad]. Esta a mi-
aba opinlao, e a opiniSo de todo aquelle qae
pensa com' espirito desprevenido ; assim coma
tambem a opiniab do proprio articulista, que seria
o primeiro a faaer-lbe carga E' o caso da di-
zer-se :-preso par ter ci, e preso por nao ter
c3o !
O articulista sabe de todo e tudo comprehende ;
eu bem conheco o que^ pao de larangeira !...
ao serio, o articulista procura esse ensejo para,
cam nata paluda defesa sea amigo Galvs, abo-
canbar o Dr. Pires Ferreira, oSo verdade ?
Deizemas d'itsa meu larangeira ; querendo me
ouvir, eu Ibe darei um conselho :ae tem d'oile
algum aggravo, mais decente, mais nobre des
aggravar-se de outro modo, franca e positiva-
mente, do que condemnar U'o acto meritorio, e vir
com um artigo entremeiado de asseveraedea in-
exactos, que nao taa analigia com o fa.-to, sobre
o qual procara iaser a sua aecusacao.
Consta-me que o Dr. Pires Ferreira solicitara
do presidente da provincia ama cammissa para
examinar o desmoronamento em quesio ; e que
na s a commissio, como o presidente, scharam
de b.m aviso a saspensg do trafego ; e realmente,
foi urna medida sabia, na ba duvida.
Com relaoao ao incidente em queato, o Dr. Pi-
res Ferreira tem se portada com toda isenoa de
animo ; elle ) na ae lembra mais da que Iba fet
o seu amigo Aristides ; 6que coov.ucidj dista o ar-
ticulista i
O Dr. Pires Ferreira, eioao como de sua repu
taca, t procara por a; ao abrigo da maledicencia,
para que esta sobre aquella nao pissa Hmm v.aa
Em contiouac-lo diz o articulista que o Dr. Pires
Ferreira, procurando tirar desforra do Ir. Aristides
pela susp.-nsio qae este Ibe impasera, Uncoa mSo
da suspensa do trafago lata parece briucadeira
do articulista 1 1
Eaafin, brincadeira ouna, cuxpre-mo defender
o Dr. Pires, u&> como 6m dea adular, poia s-a-
tiraento que aaoca rxperimentei; mas p >rqae son
um d'aqaellet bomens qu; deapres* a intriga ea
mentira ; que condemu a injaitica, e qne rende
preito a verdade e a juatic !
O Dr. Pires Ferreira eeutio-se ffjndido, ver-
dade, porque, a parcialdade do Dr. Aristides, ma-
nifestoU' se clara e ostensivamente desde que o rus -
penden por 0 das, isentanio o seu contendor de
igual pena B >us engenheiroa seas sob .-rdinados
altecaram e foram a via da tasto: aram das
b mena particulares n'aquella occasio ; p rt-into
deixass'o que a juanea publica tomasse conbeci-
m tura ellos lujorrcasem.
O Dr. Aristides procede.ia com just'ca, seo f-cto
se tivi-sse dado dentro da rep irtioo em sa>; pre-
senc; mas qae a suspeuso attingi^se a amb a ot
contendor!s, e uo a um >, erm i tu^cadeu, mxime
recahindo ella sobre o seu desaffecto !
V pirtanto o pubica qi3 outro uia poiia ter
o proedimeoto do ministerio, se na o da cansi-
dirar tem cffeito, tal acte, que era aullo por ni-
tores*.
O Dr. Pires Ferreira p:r ora va! marchaalo
muito bem na toa adminctracaa; a,a desviar do Ciminho certo ea sere o-pnmeiro a
brndar :Vai errado Sr. Dr.
(C Utiu;)
Recife, 21 de Jaiba de 1888.
O Argot.
Via-ferrea de Cmaro .
V.a-ferrea de S. Fraudaco
Via-ferrea de Limoero .
Somma
82
8.003 Saccas
Algada
Nao coneou vendas, mantondo-se o mercado
frooxo.
A expertaco, feita pela alfandega nette mes at
o dia 24, foi de 1.90J 162 kilos, seudo para o exte-
rior 1.709.770 1/2 e para o interior 190.391 1,'2.
As entradas at boje ecnbecidas foram de 8 948
mecas effectaadas pelos vehculos seguintes:
larcacas ...... 763 Saccas
Vapores ... 2.336 .
Animaes ...... 3.266 .
Va-terrea de Uarnarii . 120
Va-tenea de S. Francisco . 460
Via-ferrea de Liinoeiro . 1.993
Siimmu
8.948 Saccas
.ltuar
Os procos par-as ao agricultor, por 15 kilor, se-
gando a uociaco Commeraai Agrioola, foram os
aeguiotet:
.anca 3.' superior 24500 a 2*600
3.' boa 23JO a 2*400
3.* regular ... 2*100 a 24200
atamos...... 1*600 a 1*800
*isoavad; purgada 1*400 a 1*600
oruto .... 1*100 a 1*300
totease *800 a 1*000
Nio ha cetario para os assucares baixot e hu-
millo*.
Oa de turbina nao tem sppareoido no mercado.
i -ioo.-uclo. fera pela alfandega nette mes at
o dia 24, foi de 5.178 533 1/2 kl.., senda para o
exterior 2.915.663 e p ra o interior 2.257.87J 1/2.
As entradas affecluadas at hoj foram de 8.005
aaccos, sendo por :
ia-cc*3..... 2.109 Saocas
Vaporea....... .....
Aaimaea..... 45
Cuurot salgadca
Mercado frouza e tem tomadores.
I'retumeatt
Foi fechado hintem o da barga norueguense
Hesp;, para carregar na Baha com destino aos
Estadas-uidGs, estucara 17,6 e 5 %.
Pa tat dat 4lfaode^a
tuauu na 23 a 28 Da jltho ds 1888
Vide o Diario de 22 de Julho
Vatios a carra
Escuna allsma Johanna, para Montevideo.
Lagar portngaoz lemerario, para Lisboa.
Lugar nacional Loyo, para Rio Grande da Sul.
ratacho ingles Jutin T. Ivs, pira Canal.
Patncho mllemio Anna. para Monteviao.
Patacho nacional Joven Correia, para Lisboa
Porto.
Vapor iugl;z Cearente, para New-York.
\av os detcarja
Barca mgieza Enchantert, car vio.
Barca noruegnense Retpid. carvo.
Barca nornegneose Valkyritn, carvo.
Barca inglesa Jaanpore, varios gneros.
Barca norueguease Al/arm, carvo.
Lunar ingles Cypher, carvo.
Lugar norueguense Berlha, carvo.
L^ar ingles Maggie, b.calbo.
Lugar ingles Vedonia, bacalha.
Lugar norueguense Okjnun, varios gneros.
Lugar ingina Coritande, bacalba-
f alacho nomejjuease Ceret, xarqae.
Patacho dlnamarquet Thor, xarqae.
Patacbi uiicicnal Social, zarque.
Patacho nacional Andaluta, xarque.
Patacho hallaadez Atiene, xarque.
Patacho nacional Positivo, x.rqne.
Patacho besp'tnhol Encamacin, xarque.
O delegado de polica do termo
de f'anellat, sfoo nnfiao def
Helio e ilva, ao publico.
Nunc me pssou pela idea de que o detrimento
ds reputaco albeia servase de brinde para al-
guna magistrados, boje, p.rm, sei que uo se tre-
pida em presentCiir-se com tal procedim"oto, com
tsnto que isso produza cffeito a interesses incoa-
fes sa veis.
o pretenda responder ao commanicadoda
def. usor do Dr. juiz de direito, na Jora ti do Re-
cife, de 17 do carrate, parqu*n\> eatou cima
decae: miaeros conceit03.(a(j*-me perdoada
de modestia) mas, oara qne ni-a s- snppnnha que o
mea siltncio teja lido como affirmativa do qua se
expus naquelle communicado, resumidamente di-
rei alguma cansa em rclaca ao dito magistrado e
a rainba p'ssaa.
Que o Dr, juiz de direito sej b nica garanta
da comarca nao conteste, porque um magistrado
que nao trepida em luuccouar n'uui feita, em que
urna parte tua ini.niga capital, e prejudieaudo a
uSople dezar e cr yarania nicii do ama
comarca.
Que en combinarse oom o commaudante do des-
Ueamonto o pl -no teutbr.sode co rer ao Dr. juit
de direte urna iaet--tidj, tauta mis qaando
na ultima sco'env'a que es'x magistrado leu con-
tra mim, 6t ver a alguem qaa o dito jnit de direi-
to na primeira atuteuc disaera que ea pre endia
dseteiieal-o, e agora o^qae dir elle ?
8cria este o plano ? Qurm ourio ta d'tcr qae
pn tenda d"Bteitear aq'iel'e maeiatrado?
Serei ea culpado de -)ue esta antoridade viva
pensando nos prcj oaos qua causa as partea suas
desaflectus e que o rem'orsj o csteja iuc..inmolan-
do ?
Serc eu pn ventara o si u pesadelo?
S. S. bem sabe que 'o reuiors.i a peior das cin-
demaacoet, e que portanto com ficilidade Ibe viva
ao cerebro catas e outras ioveacca-
ro sau culpado, Sr. Dr ju z de direito, d-; Ir
o Dr. jais municipal rompido com S. S. e princi-
palmente par ter cate em tao ponco tempo anga-
riado amiajde da todos, o qae V. S. uio consegua
durante 10 annos. E' que o ^jr. cedimcn'o do Dr.
Juit municipal jamas poder aer equiparado aa do
garantiior nico da comarc, qua taives desp-.ita-
d i tem procurado tasar picardas aquelle juis.
E* finalmente qoe o Dr. juiz municipal uo pre-
cita da machina, confjrin- a pbrase de um iuuco
em um dos seus momento i lucidas.
Proced, o Dr. juiz de direito cuno o re'rido
Dr. juis municipal, trata do bem estar de sens ju-
risdicoiouados, nao se snppoaha o nico capaz de
boas acedes (presumpcio) nao procure deprimir o
caract -r de seus adversarios e correligionarios
desaffeetos, e fique certo de qae S. S alm de col-
locar te na altura do verdadeiro magistrado, ac-
cresce qae a saa conieiencia vivera tranquilla e
os seus defensores na cogitaro dos actos que ja-
mis esta delegacia teve em vista.
Conseguiotomente pede usar da sea revolver e
santo lenho ( este o noma qae o Dr. jji de di-
reito di faca de ponti) que na serei ea qaem
os mande tomar. Oa seas prprios actos faro cam
qae irnk tarde se saiba a razio de seas defensa-
re? propalaren! que eu pretenda mandar correl-o,
tendo scieneia da impoasibilidada da temtlbante
acto de minha parte.
Em concluaao : desta data em diante dou por
suaneito ao Dr. juit de direito, em todas as qu-'s-
lo-s qae eu tiver ueste f s, rotestando desde j
empregar os meios que a l< i me facaltar.
Panellas, 21 de Julho de 1888.
hao Rufino de Mello e Suva.
Cinco Chag-as
DE
Deas Josso Seahor Je
sus Cliristo
Fui probib'do da continuar a publica?!) fita
no Diario de Pernambic) n. 91 d i d;a 34 da mez
de Abr i deste auna meu ciaro s: ihar O. Jase Pe-
ralta da Silva Barros.
Dep.is apenas mi fai pcrtnot:id>, sob o m'S'DO
TlTLXO, fuer um* despedida na mesma fa'hi em
10 ao mea da Maio; n'esse Diario n 108, dase o
q coaaegui o qua doaejiva, sem .ffair ofijcina e
a qu^iu se interessava ceaaaaaeo as publicates
nsqa.-1'e eentida Enn. Sr.
no ejpajo de tem o qne decorrra, foi V Exc.
aerrai.' >do oela gnverno eom i titulo di CONDE DE
S.VXTO ACOSTIN'HO, SS S jbini'.Iti-Du a una .1 z exa-
mes dt> 8aoid INCONSCIENTE TAMBEM PERANTE A SECIBTA ; < seu
gocernaor do bitf/ad o eobai-ni.Io a mquenf'i
ecelealaatico, SUSPENSO POB DETERMINAC.vO DE
v. E1C 8 a rell^iao catlia-.iea > IU poia seu O i-
vii toada p>r causa do clero apostlico illuitre
Sr. D. JcaPereira da Silva Barros, biap id: Oliii-
d. e con le da S Q ic ijranesas V. Bte obteve Pm aas oi'o aa
nos, sahindu de simples vigario de Tauba; em S.
Paula W ueat.- turto sp QO do temp.', q"in:o
declin.u a areuca nesta mcese Ex o. Sr.'?...
qui'-s fjram oa servigoa que V. xa. prr-stou a
S ?. .. ai igiejaa de Olinda, j-i t.em Hgna beata,
e as senharas j se va i iscipniudo evi;nndo
as stir i.oi actos divisas cobfit-tt com eh-.peos,
.> as cadeiras taxbrm --Sosa retiran lo das i^rejas
com eert si-gacidnd, corque filias sab-m que to
onis pa cado aa que a hoi:>*ns e ,)recisam sor sal-
Vas polo meio d'i p nit seda Eim Sr. b:spo conde
de Satto Agoa i:.h i.
A Se tod ni ignora, e na i ssipaiM qa ssrva o grande
beneficio da clhcita em qui'ro pr -vinciaa ; "S p*
draa oo tem fi.h 'S. elles tem d-. ir.balbar a para
sa aliuieutar c et 1 ar o eui'o Et n Sr.
D-.'vo lembrai- !. i n qaa dise. na Rtvie'a Dia
ria do Diario de8de Abril n 81. despedmdo-ss,
em vi gera par:i a tua t-rra : Levamos a mua
Qo de v 1 .r li depreasa qaanto no: sej > pose -
vel ; entr-.tauto ae fjr Daua servido qn u-ja eata
;i ulli.na d-f pedida que daincs a esta diaeeae, lou
vam.'B a divio providencia, pois, uingucm mala
do qua coa ri-cnh-'ce, que Olinda c^reo-i de um
bip : fiC ffactiva a despedida Exm Sr. hispo
conde da Sant. Ag'atinho.
Oibe, aa auas palavras fo'ain s'ncerKS ento
pela piimeira ves, oos passava d-saperchido
peles catbolic.is qae V Etc. o nd> i; >6 urna
a falta Sania S. q.n a do VIGABIO DE DEUS NOSSO SE-
KBOB JESS CHRISTO EM BOMA Exuj. Sr. biapo con
d>- de BautO -,g-.ctwho.
Depais que prncipiou a lata cam a 'ip 1 i de
Je.ua Cbriato e venerando nasno bisp>, sau aote-
cessar, ,o magnnimo D. trei Vital ; oa taes que
pas-am par entendidos nesta dicesi", ditiiui aa
i i i.: Sou eatha'iei brazleiro, e o> outro: dit di-
venas noconalid-idet e di mesma seita, cada um
teftria-sc na mesma condicao a ana nacionolidaie
p>r sophisrna. ABBACANO O (XERo QUE DIMANA DE
ROMA E NEGANDO OBEDIENCIA A SANTA S -Exia.
Sr. biepn O,nde de a.ntj Agos'ona >.
V. Exc. apanhou ce nomcado pelo Santo Padre
primeiro aportlo, por sucresto d-sde S "edro,
que receb u o poder da jess EMQUANTO homem.
depjia fez como os outros uompannairos de S. Pe-
dro, desp.itadoa a com temor cootinuaram al e-
raudo cjuf>rme a) cnvu i:enciaa. ou sastentaudo
firmes coufanne a verdadeira ( qae tinSam em
seu divino MESTRE Ex n Sr. biapo Caade da Sua-
to AguStmbo.
Qrerendo va': ,r, v.-aba dispaito a nao pull/ir
mais documento eedesiastca nos seguintes ter-
rooB ; D- -'os'. Perein da Silvi\\iarr:.t, do cont-
Iko de *. Si o imperador, por merc de Dtus e da
Sinta S Apostlica bitpo de Olinda pois wnei
de ser do conaelba f i oo "a io. e sem a nomeacAo
do VICARIO DE DEUS NOSSO SEAHOR JESS CHRISTO
nao era di coniclho do imperadorSxm. Sr. oiapo
Canda de Santo & Beai pompa agora ass'm : a JOS PEBEIRA DA SILVA
BARROS POR MERB DE DEUS NOSSO SENHOR E DA
SC a SANTA S CATHOLICA AP0ST0UCA EM ROMA BIS
Po DE OLIalDA aCoresoeuta depois do que loa I*.
neo o mais que tiv:r direito hooorifico por tn-rc
do governo d S. M. o impjrdor... E ISTO 0 QUE
TENHO POR DEVER LEVAR AOSBU CONHECIMENTO POR
DETERMINADO DE OUEM QUER QUE SEJA Kxa. >r.
L>. Joa l'ereira da Silva Uarrua, Olspo da diocese,
qn tem S. Salvador como primeiro guarda... Si
A 8USTENTA-
Bau primeiro acto foi, Exm. 8r., pretender mu-
dar a S, do logare que eata, SEM CARHBOAJt
COM ELLA NO BOLSO AS COSTAS OU NA CABECA part
a cidade do Kecife, e ia.tal.l- n igr,j a con-
vento dos carmelitas E que neme ficaria tendo
a S ento ou a diocese Exm. Sr. D Jos Pereira
da Silva Barros, do conseibo de S. S. o imperador
e Conde de Santo Agostinh) ?...
Bem; o senhor nao sabia onde a S era situada
e na conhecia a geographia da diocese eonstante
de quatro provincias ? pois, ou pretenda j ento
abosar ou na estova nos casos de aer presentado
ao Santo Padre, e qaem o apresentou foi o goverao
e nao o imperad ,r, e par itta... devb RESIGNA
Sr. Cande de Santo Agstinbo
O aeu cabido est estragado, porqae algans co-
aegas^tio maito sageitoa s eonstipacoes, e por
uso na vo S que muito alta e par isso muito
ttuiavel e venlil.di ; outros teem as perne in-
chadaa por causa da 'rysip a uio podem subir U
lad-iiraa para l ebegar, e outros and im atarefados
par cansa dos negocios da miuha madura visinha,
a D Mtria Amelia, que meuas formasa que aa
do Euchanstico que V. Exa. frequeatava para in-
struir, e V. Exj. a cooh'ce m> 1 oor do que eu. dit-
so tanbo certesa, mas... como a geuto da S est
em sua maora, cono sa costuma a diter, por
dioertat formas a escolher, .... cestas recticen-
cias qu i seencerram os nones proverbiaee Exm.
S.. Cande da Santo Agistinlia: RESIGNE
Antes da o fazer, a mesma arritmia digna da um
homem de mrito, JULGUE R ABSOLVA O EX GOVER-
nador, pelaa razdas que e V. Exc. e algaem co-
ssaeta.
E como V. Exc. te ret roa antee do tempo, pre-
veuiulo-se eom aqn-lia despedida calculada, NAO
de outra as ovelhas engaadas fique por l, Sr.
(Joule Je S. Agostioh), em paz em sua provincia
de S. Paulo, p. Olinda, e uvsmo porque esta diocese carece de
um biepo cjulo V. Exc. disse.
A santa S catbolica em V. Exc. nomaou um
hinpiqaelhe foi apresentada, mas como outroa
loe foi... e na ba que admirar porqae Jess
tambem teve um qaa Ibe nao declino o uome, e O
fet p t i.'uea dinheiroa... moed* inglesa qua
eorre mundo Sr. Conde da S. Aj;<>atinba.
Ea q-iero um hispo unvo, de qaalidade oa tra-
dico'a de familia que justifique mrito, e agrada-
ras o. Sr. padre Julio por muitas rato.-s e sao as
seguin'ca : calb .lico, crea que p.renta do fiel
aoostolo D. fre Vital aea veaeraado joven ante-
cesor, e ae o nao pelo menos o vigario da
fregitdtta em q-i-- aquelle apoatilo nasceu, gasta
ohuito dus ares de Oimda e aturrado residencia
do Seminario que admira, e. at nette domingo
pausado afim de satiafater a conciencia por
ver que a nossl SENUORA do carmo ficava sem tes-
ta em sua igreja em ramas: apanhou dous semi-
ii-.ri&tus da ordens m- nores e lhe foi celebrar urna
misia cantada com elles.
Oa. cora a oumancSo delle para bispo de Olin-
da, uo faleiada a santa S, e a religio catha-
lica apostlica romana tem p iat.nr para a guardar
e .'efeader di assultps trtQieiros, elle semduvida
s qoc-r residir cm Olinda e p.r isso vai reedificar
o palacio qu<< fia o mais ptorc-co da U-uversa. ,
cuida na nedificacao das igrej^s porqae nao
htiibeioio, Etin. Sr. Conde da S. Agottahs; Olin-
da flireace, com h concurrencia aos actos e ao
maia qu dimana da Cmara E clesiastica : tve
ACBA?
Oibe, mais, elle nao precisa do sombro e for-
ra isa palacio da Soiedade no Recife, abre mo
delta logo, e o goveroi nao pode achar melbor
local e nem com oituenloa cantos preara um
ed tic i j igual para a Academia... DE GRACA, e li-
vra s> da mais um logro dos eugenheiros Exm.
sr. [) J s : tome sentida en tudo isto qae ia-
diea, aconst-lhe a Coroa para o bem da Naca,
e-ii i-.r'ude do Seubor ser do Conselho de Sua
Magestade o Imperador.
Olinda, na Quinta do Bom-Sucetso, aos 25 de
Julh; de 1888.
Antonio Francuco Corga.
I
Para o Porto, M. Lima & 6. 141 saco s com
10,581 kilos de slgodo ; Souza Knto Amorim <
C. kr saccas com -'5,228 kiloi de algodo.
Para Lisboa, J. F.-raao-doa Lima A C. 1 barril
com 90 litr,8 de sguardeote.
fara o interior
No lugar nacional Loyo, carregaram :
Para Bia Qranda do Sul, J. S. Loyo & Fibo
400 barricas com ii'Jl kilos de assucar branco.
No lugar sueco Bifro t, carregaram :
Para Moesor, B. O.iveira 4 C- l,90 saceos
com farioha de mandioca
o hiato nac-nal D. Antonia, carregou :
Para Moseor, M Amorim 16 saceos com fari-
oha de mandioca.
Na barcaca Loquinha, carTegou :
Para Mossoro, J. Fontelles 1 barrica com 30
kilos de celia.
No biate nacional Deus te Guie, carregou:
Para Arscaly, J. Cordeiro 5 garrafoea cam 75
litros de geoibra.
Na barcaca Rainha dos Aujot, carrega-
ram :
Para Mossar, J. Baptista 15 ceixes com 90 li-
tros de genebra ; J. J. Mareira 170-saecos com
farinba de mandioca ; A M, di Silva 10 barra
eom 600 litros de me).
Reftdiinestas publica*
m na julho
Aifandeya
Beoda eral
Do dia 3 a 24
dem de 25
Hecoa prarineial
Do dia 2 a 24
dem de 25
735:469*629
38.47ib7l
86.345 1435
4;575976
' ' dem ds 25
Recife llrsinatr
24
16:188*840
l:355i47d
17:54U318
773:940*500
89:921*411
Somma total
seccao da Alfandega,
863:861*911
25 de Julho
Expatrasete
ascxra 24 na julho ds 18S8-
Pura o estertor
No aatacba ingles J. T Ivet, cariegan :
Para Canal, J. H Boxwali 600 laceas oom
38,677 kiioa de algalio.
No vpar iozies Cearente, carregaram :
Para SrwYork. J. Pater & C 6,030 saceos
com 450,000 kilos de aitocar matcavado. -*$&
No ligar pjrtjga i Temerario, carregaram :
Segunda
de 1888.
O thesonreiro-'iorescio Dosnisouet.
O chefe da seceaCicero B. de Mello
BecebedorlM eral
OoZdia 2 a 24 32|I77*286
dem de 25 4:099.897
36:277*183
meeebetlorlss prsvittelat
Oo dia 2a 24 104:^63.885
dem d 25 1:327*532
Mercado Mnniclpal de ** los
O movimento deste Mercada no dia 21 de Jalho
foi o segaiate:
ntraram :
31 i/2 oa petando 4,963 kilos sendo de Oli-
ve i re Castro 4 U, 21 de 1 e 7 de par
ti eu lares
288 kilos de peixe a 23 ris
60 cargas de farioha a 200 rit
25 ditas de frucat diversas a
30U rs.
15 tabolsiroa a 20 J rit
12 sumos a 200 res
15 matutot eom legumes a 200
res
Foram oceupados :
31 columnas a 60/ res
i escripturio j^
17 eompa/titneatot de farinba a
600 ris.
26 ditos de comida a 500 ris
93 ditos de legumes a 4(10 ris
18 ditos de sninos a 700 ris
10 ditos de tressaxas a 600 ris
10 talhot a 2*
1 ditos a 1*
A Oliveira Castro A C.:
64 taihn a 1*
5*7iO
,12*00
7*500
3tXK)
2*400
3*000
1360
3j0
13*600
13*000
37*2(0
12*60t)
6*0)0
20*000
1*000
54*00C
Aos Srs. Braga S & C.
Hintem fomos chamados perante o Dr. delega-
d i do 1 districro, a b fuodamanta de urna denun-
cia, pela qual constava um aasalta na machina
uua aquellos scnbores cstao montando para o fa-
orieo de calcados.
Sorpreadea-aos o chamado, pas que nao temot
os Uabit o que se nos empresta ; apenas vivemot
modestamente do nasso trabalho, e por isso ioque-
rimos a f ,n'c da denuncia, sem entretanto, obter-
mjs resposta seria, pas os proprios Srs. Braga 0
S negatn a denuncia t
E' para admirar essa procedmanto, que simples-
meato atteata a leviandade, ou smplesmante di
m*rem a que se acredita em grandes emprezat,
que dar) em vita barril.
Assim nos parece a historii dos Srs. Braga e
S, que devem aer mais pensada*, e nao crearem
pl.a uta anas com prrjuizo de nossi tempo e re-
CU.no.
Ouro officio, pois que o actaal Ihet poder cuitar
c*ro, Srs. Braga e S.
Bccife, 24 d Julho de 1888.
Antonio Gomes M'chado da Hora.
Manoel Landelino Marques Bezerra.
Rio f.rande do Norte
CIMES
Ests tingado meu Nema?. Taas razAo,
pois a nova pharmacia estabslecida na bairra alto
do Natal, burln os teus planas... Cuidado!
qaando j eatavas socegado cam o regresso da-
qnella distincto pharmaceutico(qae sa arranjou
<: mo poude), l Vaio um outro, com qaem de cer-
to nao sympathisastes, porqae, teve a audacia de
nao te render vassalagam.
Fizestos como o crocodilo, mas as toas lagrimas
foram vertidas em vo.
Bom ser qua te deixes de grecas, pois as gran-
des paixet deeeneram em mucura.
O Patrio.
mmemaea^ememstemmmmmmmmmmmemiMmammtsMMmstm
Sul------
Snl____
Europa
Pernambuco
Eitrella-----
Aas Eider.
hoje
amanu
29
Bendimentc dea dios 1
rento
23 io cor-
209*860
4:829*260
MEZ DE AGOSTO
Sul........... AU'cnca ..........
Sul........... Campias.........
Europa........ EXbe..............
Europa....... Equaleur..........
Europa. ..... VilledeMaoei.....
Norte......... Maraado.........
Sul........... Lo Plata..........
Norte......... Advance...........
Sul........... Manaut...........
Sul.......... Ville de Maraado.
N rte......... Alagos...........
Europa...... Vil'.e de Cear.....
Sul........... Espirito Santo.....
Europa....... A''e..............
Sul........... Orenoque..........
8ul......... Tagut.............
Norte......... Pernambuco.......
Sul........... Maranh&o.........
Europa....... Ville-de San Nioolat
2
2
S
8
4
5
5
6
6
10
13
16
17
17
18
19
24
26
26
Vapores sabir
mez ns JULHO
Sul......... Espirito Santo.....hojeas 5 b.
Rio Formoso. Jaguaribe.........hoje de mad.
Santos e esc. Ville de Santos .... 27 a 2 h<
Norte....... Per7iam6iico....... 27 s 5
New-York .. Cearense........... 27 s 4
Camoasiu ... Pirapama......... 28 s 5
Valparaso .. John Eider........ 29 I
5.639*120
15.597*417
Foi arrecad-ido liquido at noje
Procos do da :
Carne verde de 280 a 40 > rit o kilo.
Camaina de 720 a 800 ris dem.
Sumos de 560 a 610 rit idem.
Fariuha de 240 a 4'K) ris a cuia.
Mi.h. de 360 a 40o rit idem
Feijo de 610 a 1*50 I ris idem.
Hatadouro Publico
Foram abatidas no Matadooro da Cabanga
retel para o consumo do dia do boje.
Bando: 65 retes pertonoentet a Oliveira Catiro
x C-, e 31 i divertca.
Vaporenjk entrar*
HEZ DI JULHO
Norte......... Espirito tasto ....
Europa....... PtMe de Sanios ....
96
Aracsj..... S Francitco....... 30 s 5
\avioi a entrar
Adamantino....... Liverpool.
h.
a.
b.
h.
h.
Dous rmoa.......
Eagle............
Fairy.............
Flid..............
Mimosa...........
Lisbi
Liveipocl.
Swansea.
Cardiff.
Rio Grande do Sal.

hoje
hoje
no vi meato do porto
Navio entrado to din 25
Cardiff41 das, barca norueguense Alfarim, ds
446 toneladas, espi o N. A. Nielteo, equipa-
gem 10, carga carvo de pedra ; ordena.
Sahidot no mesmo dia
Paraoagu Barca norueguense Brodrene, espitas
J. Oisen, earga sal.
Rio-Ursode do NorteHiafe nacional Grt?sis'i
mestre Joaquim Honorio da Silveira ; carga va-
rios gneros.
'
I
1
I




o de PernambiicoQunta-fcira 23 de Julho de IS88
Club Internacional
Ne da 81 do correato, terca-feirs, ter lagar o
segando ccncerfo dado pela dittiu.-ra cant.ra a
imi. Sra. D. Emir.y d'Oruay.
Brevemente ser publicado o programla.
Desde i .-cbemc. venda aa casa i*real!c, bi -
Ihetee para o conceito.
------- m------------
O Macaaibira
Com este titulo, ccnstsn-.s que o nouo amito
diltiocto e teet-jd) tnaes'ro LyJio Purporaru
Santiago de Oiivcira, -.cha-so screvendo ama ope-
ra e que breva segoiri para a Italia afim ae coa-
altar ao grande a>ies?>) Verdi sobra a su par-
titura : o libretj d opera do maito conbecido
poeta Gamba que o extmhio do romance historie >
O Macambira, do Ilustrado escrip'or Afionuo Leal.
A Plutarcho
Ao paeudonymo Plutarcho do Jornal do Beei/e,
provoco a que tire a mascara que atoa ai rosto
para detratsr-me.
' preciso que o eonhec* para ver, se meemo de
face descoberta, digno de un resposta ; se o
idr, dal-s-b.-i, senS.', iau;aado-o no rol dos vis
detractare", atiral-o -hei ao d-sprc-zo.
Moisoi, 15 .id Juiu.i da 1888.
* Antonio J.'aquim di Albujuerqu^ M!'o
Pharmace utico
' espera loboj. da Babia ai vapor Pernambu
eo o intelligecte pbarmaceuiicj 8r. Francisco
JJias da Costa, ltimamente formado pela Facul-
dade de Medicina daquellu cidade, onde dea ex-
huberantes prevas du a> u talento e applicacSo aos
estados, sendo por isso mesmo maito considerado
pelos seas rcestres e collegas.
Daqui o cumprimentamos.
W. S
A mulher funda um dos seu3 prinaipaes orgu -
lhos na suavorotuadidade dsssuso formas, a qu*n-
do a natures-i, qu; nao aempre f vo.-ece medida
dos humanos dvsejos, nega esta rotuodidaie, ou
O que anda p^ior, a troaa por um i superabun-
dancia de ngulos, e oasis impertinentes, fn'ao
ti a modista pede calmar o deca.-porj da lha de
Eva.
Mas boje nao ba porqu? desesperar : com o uso
constante de nlguiin videos da legitima Einiiimljde
Oleo de Fu-.d > d.- Bacalbi de Lcinman 4 K; i.p,
segundo 83 instriu-c's que acomoauhsm a cada
vidro, aa carnes reapparceem, os tecid >s celulares
augmentara, d-in.i?r>>c4o cesa, e a des'jada ro-
tandidade natara! da firmas obtida ao mesm.i
tempo que o aystem. yeral purificado de todo
elemento oa humor unlelo, e os pu .oes fu-tal -
cem sa e adquirem uin* r.nudte excepcional
Alm dsao a E-nuUo de L;nm,ii 4 K-mp,
que sem duvida a meilor do todas, cura radi-
clmente todas as molestias do peito e da gargan-
ta e conatitu? o agente digestivo mais efficaa em
casos de dyapepata ou eufraqueeim-uto do estoma-
go ou da dige&t).
Rio GrSTfi iiiti
Imraoralidade !
Pretende abrir-se brevemente no bairro alto da
Cidade do Natal, urna pharmaci* da qual sio asso-
ciadas dous medias que ciiaicam e sao residentes
na meama cidade.
Para e;icobrir-se a muamba se procura h-i muito
um editor responsavd Ja se fe vo tar da pro-
vincia, um distioct) pharo.aceuticj que havia sido
contracta-Jo p r 150003 meoaaes, porque encon-
traram um outro formado em medicina que a isso
te presta per 100*000 !!.'
Mdicos com 'botica e clinicando!!!!
Escndalo!!!
E' o caso de fsaer e b ptis-r.
Bealisada a coimandiapubliesrem ;p os nemes.
Natal, Julho, 1888.
Nemo.
Dr. Carlos Har.'hand
f Este Ilustre e coch^do medico com resi-
dencia em S. Gabriel, provincia do Rio
Grande do Sol, escreveu o seguate, ao au-
tor do Peitoral de Cambar :
c Sr. J. Alves de Soaza Soares.Pe-
lotas.O seu xarope Peitoral de Cambar
tem me feito muita falta, porqae quasi nan-
ea o encontr no seu deposito d'aqai. Te-
nho-o aconselhado na minha clnica e com
elle tenbo tirado resultados importantes no
tratamento das molestias bronch'j-pulmona-
re*.Sou etc.
Dr. C. Marchand.
BfiLARACOES
Gabinete Portuguez de
Leitura
Assembla geral
Em consequencia de ter a directora dcsta asso-
ciacSo cfficiado ao cootelho deliberativo declinan-
do para este a direccao do Gabinete, nao i por
j ter de ha muito terminado o tempo da sua ad-
mmistrsco, cerno txmbem por se acbar lutand<
com serias difiiculdadts para satisfacer os eou-.pto-
missos sociaes, devido falta de pentualidade no
pagamento das mensalidades dos socios accionis-
tas, sao pelo presente convidados a reumrem-se
nos salSes deste Gabinete no da 29 do crrente,
s 11 horas da manhi, todo? os scnbores socios
accionistas para em aasembla geral t marem-se
as medidas que as circumstancia6 aconaelbarem,
tendentes a resolver esse estado de decadencia aa
nossa associaco. Essa rennio ter lugar com
qoalqaer numero de soeics que a ella comparecer,
tuna hora depois da deaignada no preaente con
vite.
Secretaria da assembla geral do 'Gabinete
Portugus de Leitura em Pernambuco, 24 e Ju-
lho de 1888.O 1- aecreurio,
Jos da Silva Rodrigues
teHeMitoMflePMi-
Nos termoa dea srts, 5.* e 6. dos eatatutoe, eito
Convidados os senhores accionistas realisar xt
da 13 de Agosto prozimo futuro, na sede do
Banco, a roa do Commercio n. 34, a 5.< entrada
de 10 0/0 do valar D-mioal de cada accao. Reei-
fe, 12 de Jolho de 1883.Os administradores,
Manoel J-So de Amorim
Aot.nio Fernandes Kibeiro.
Luir DuDrat.
Slecretapta do commaodo superior
sin guarda nacional da* maoiclplos
Sm Ee*da e fiantelleira, *m *l de
Jalao de ISS*>
De ordem do txm. Sr. commandante superior
faco seientificar aos lima. Srs. commandaotes e
mais officiaes da guarda nacional dos maoicipioa
de Escada e Gamelleirs, q >e se acha mareado o
ia 31 do correte para se apresentarem comple-
tamente Oo.iformisados no paco da Cam-ira Muni-
cipal de Escada ao meio da, afim de verificar se
todos os officiaes esta> fardados, e prestar pre-
sidencia da provincia as informacoea exigidas
pela circular de 20 de Janeiro do anno paseado,
com referencia ao aviso do Ministerio da Justica
de 30 de Desembro de 1886.O capito secreta-
rio interino do commando superior,
Jou do Bego Lima.
IMPERIAL SOCIEDADE '
DOS
Artistas Mchameos e Liberacs
Assembla geri.1
Deordem do Ilim. 8r. 1 adjunto em exercicio,
convido a todos os senhores soeios que estiverem
io gso de seos direitos, a compareeerem sexta-
feira 37 d.o corrate, is 6 horas da Urde, afim de
ter logar a eessao da asoemblia geral ordinaria, a
nal se far com o numero que comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedsde dos Artistas
, e Libers's de Pernambuco, em 24 de
^^Pdel888.--0 1- secreUrio,
Fraaelsc da Costa Ramos
PRADO PERNAMBUCANO
a-a
Prograxnraa da 2 a corrida
QUE SE EFFEGTUAR
Domingo 29 de Julho
A's H lloras da manh em ponto
>oaie
Idaile*
Pellos
Naturalida-
des
Pesus
Cflr da vestimenta
Prop rielarlo*
l. PareoCosaaolaeo 800 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganhe. Premios : 2O0J ao 1, 504 ao 2.a e o
8* livra a entrada
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
31
l'J
Republicano...
Fiasco.......
Oberon......
Masansa.....
Pode-ser.....
Good-morning
< ; aa......
Tic Tac.....
Iiiota.......
Federalista...
Guacho......
Colibr.......
Balo..
Rusao
B*kr..
Ruaso .
Rodado
AUzSo.
Rus&o ,
Baio.....
Rurso ..
Caetanho
Pernambuco.
56 kils.
56 >
54 .
56 >
54
54 .
50 .
5t
51 <
54 .
56
54
Brinco e asal.............
Vru' e amarello.......,...,
Verde eiencarnado.........
Encarnado e.branco........
Encarnado ...............
Encarnado e braoco.........
Qrenat e ouro..............
Encarnado c crneo........
Encarnada e asul..........
Asul, preto e encarnado.....
Grenat e ouro...........
Euc.r:iado e branco........
2o PareoCfaa IaCernaetooal'de Regata llOO*metros. Animaes da provincia.
livra a entrada
M. G. de Medeiros.
15 F.
Coudelaria Nacional.
''cudelaria Riacbuello.
I A. M.
Coudelaria Iotegridade.
Coudelaria Desgrana.
N. N. .
Bernardo Damio C. Pessos.
1. S. Bastos.
Antonio Lopes de Ase vedo.
G. A.

Premios : 2504 ao 1-, 60* ao 2- e o 3*
Noruega.
Atheu ..
Blizsard
TU,y...
Caatanho...
i Pernambuco.
B, .
iO kils.
52 .
54
56 .
Eacarlate e ouro............
Brxucoe encarnado.........
Encarnado e branco........
Branco, aznl Q encarnado ...
Vicente F. Salles Meueaes.
A. F. Cbral.
.A. M.
F. C. Resende Reg.
Maestro
Africana
Pancy ..
3' PareoFerro Carril1450 metros.Animaes da meio sangue. Premios: 400J ao 1*, 100/ ao 2*
* annos.
Tordilbo
Zuna. ..
Zaina. ..,
8. Paulo.........
Rio da Prata.....
Rio da Prata-----
54 kilos.Encarnado e branco...
59 I Asul e grenat.........
53 I Asal e braoco.........
Sydr.-nia I. de Mello.
Ojalma Moreira da Silva.
A (Ton ao Taborda.
'
4.* Pares Velucldade 10OJ metros. Animaes de menos de meio sangue. Premios : 3004 ao 1., 75* ao 2. e o 3 livra
a entrada
Galatbea......i 5 annos.
Aymor.......14
Recife........14
Favorita......15
Rusilho.......i Rio Grande do Su I
Uastanho......Is Paulo........
luto de Janeiro ..
Zaino.........I
56 kilos. Escarate e ouro............iCondelsria AlliaDca.
54 I Juro e grenat.............|J. GuimarSes.
54 I \sul e branco........... IS. P.
54 (liosa e branco.............jCoudelaria 13 de Maio.
5 P^reo Prado Peraaoibiicanc-1609 metros.Animaes de qualqucr pais. Premios : 5004 ao 1. 1254 ao 2 e o 3 livra
a entrada
Mastn.......i 5 annos.
Castiglioni.....I 4 *
Ouc..........I 4 b
Trovador.....15
Caatanho.
Ziino....
Alaiio.
Franca.........54 k'los.
;58
59
a 154
Encarnado e branco .......
Branco e encarnr.'io........
Escarate e oui-o...........
Ouro e ebumbo............
Coudelaria Pernambucana.
Coadclaria Cruzeiro.
Coudelaria Allianoa.
Cudelaria 13 de Maio.
6 Pare>.Hypportromu do Campo Grande-1609 metros. Animaes da provincia. Premios : 3004 ao Ia, 754 ao 2* e o 3*
livra a entrada
Leseira.......
Fiasco..... ..*
Ventana ....*>
Ingaaeira-----
Elo..........
Noruega......
-olibri......
Ja val.......
Primavera ....
Rueso. ..

Baio....

Caatanho.
Rus80. .
Pedrez.
Pernsmbaco.
54 kils.
54
5
54
51
52
52
54 <
5U <
Asal e braoco..............
Asui e amarello............
Preto, encarnado e ouro .. .
Violeta e ouro.............
Branco e encarnado .......
Escarate e ouro...........
Encarnado e branca........
Encarnado................
Asal e encarnado..........
Antonio L. R. GaimarSes.
B F
Coudelaria Beberibe.
Coudelaria Belem.
Coud'-laria Riachuelo.
Vicento F. ?. Menezes.
G. A.
C. D.
Coudelaria Victoria.
7.* Pareo.Aulmicao850 metros. Aoimaes da provincia. Premios : 2004 ao l", 504 ao 2 e 3* livra a entrada
3
4
5
6
7
8
9
10
Leseira.....
herido......
Tempestado .*
Carin......
Cndor......
Atbeu......
Zig.........
Arat......
Pegaso......
Faisca.....
annos.
ttusso ...
Castaobo
tiodado ..
Russo ...
Baio.....
Castanho.
Ruaao....
Rodado
Oveiro
Pernambuco
kilos.
56
54
54
58
54
54
56
54
56
Asul e branco.........
Branco e asal........
Verde e reme.........
Asal, encarnado e preto.
Branco e encarnado
Grenat...........
Asal e branco.....
Ouro e escarate
Asal, branco e rosa.
Antonio L. R. Uuimaraes.
M. Gervasio de Medeiros.
Coudelaria lotegridade.
Coudelaria Nacional.
Coudelaria Riacbuello.
A F. C.
8. L.
Antonio Martina Pereira.
F. C.
Alvaro Ferras.
(*j Montado por amador.
OBSERVA?OES
Roga-se aos Srs. proprietarios de animaes inscriptos no primeiro pareo de os ter no ensilhamento
s 10 horas da man ha do dia da corrida.
Os animaes que se nao acharem no ensilhamento ao toque da siotla nao p'odero correr.
Os animaes inscriptos em mais de um pareo nao poderao correr no segundo pareo se nao tiverem
corrido no primeiro.
Os jockeys que nao estiverem matriculados na secretaria do Prado nao podero
eorrer.
Os Srs. proprietarios podero procurar os seus bilhetes e os dos criados no dia 28 do cor-
rente na secretaria do Prado, ra do Imperador n. 83, 1." andir, at s 5 horas da tarde.
Os forfaits s serao recebjdos na secretaria at 5 horas da tarde do dia 28 do corrente.
Os emprpga.Jos que tem de servir no dia da corrida no Prado, deverao procurar seus bilhetes de
entrada at as 5 horas dr larde, ne sta secretaria, na vespera da corrida.
Os jockeys devero estar vestidos com as cores designadas no programma cima.
O horario das corridas ser o seguinte :
Enorramento das vendas Corridas
pareo.-11". 50'..... 12
12.35..... 12 45
1 35...... 1 45
2.20...... 2.30
3.20...... 3 30
4 5. ..... 4 15
450...... 5.00
1.*
2."
3,
.
5
6.
7.
Recife,%25 d Julho de 1888.
O SECRETARIO,
Francisco de Souza Res.
IRIANDADE
M
S. Rom Jess das Chagas
Constando a mesa regedors desta irmandade,
qu se propala o boato de que o beueficio conced
do pela compsnhia do Sr. H norio Palacios no
dia 17 do corrente tivera por fim pngar os dbitos
contrahidos por dita mesa, eu provedor da irman-
dade protesto pelo prtseoto, deelsrando nada fi-
cen a dever ella ; e se caso algaem se jal ta seo
credor aprsente snss cantas que* serao Immedia-
tamente pagas.
Consistorio da irmandade do Senhor Bom Jesos
dss Chsgas, em 20 de Jaiba de 1888.
O actual procurador geral,
Theodoro da Silva Compela.
Ordmtlicbe Haoptversammluug.
Freitag, den 27 Juli 1888.
Abends 8 l
Das Directorium.
Confi-aria do Senhor Bom Jesin da
Me ja geral
Da ordrm do irm&a provedor, sio convidadas
odue os irmaos desta contraria para -se reunir' m
no consistorio da nosaa igreja quints-reira 26 de
Julho de 1883, para reunidos, tratar de negocio
urgeate da contraria.
Consistorio da confraria do S"nbar B >m Jess
da Viasacra, 25 de Julha de ls88.
O escrivo,
Julia A. Secades.
Companhia 4e bom-
beiros do Recife
Aceitan) se propostas psra o forn cimento da
35 pares de botinas.
Os Srs. proponeotes apresentar tc-biocom suas
propostas em carta fechada at 1 hora da tarde
de 29 do corrente quando se abrirao estando todos
prese&ter,
Qu-rtel rm 25 de Jalao de 1888 O 1* sargen-
to, Joo Lopes Braga, eucsrregado interino do al
owaarifado.
Ja.zo dos feitos da fazenda na-
cional
Eacrlvao Be aro Barros
Perante o 8r. Dr. iais aubatituto dos feitos da
fazenda Luiolpho Hiabello^Correla de Aranjo,
no dia 27 do correte mes de Julho, pelas llno-
ras da manhl, depois da audiencia, ira de novo a
praca, pira serem vendidos os bens apguintes :
casa terrea de tij la e cal sita a roa Imperial n.
265, freguezia de S. Jot, com 2 janellas de fren-
te e porta no oirSa, contendo 2 salas, 2 qna rtos
cosinha fra e quintal em aborto, pertencente sos
berdi'iros de Mnnccl Tarares de Mello, pela quan-
tia de 1:201*003.
A casa terree, de tijolo e cal sita no largo dos
'{-medios n. 7, fregnesia dos Afogados, com por-
ta e 2 jsnellaa de frente, 2 salas, 2 quartos, cos
iba fra n quintal murado, pela precode360,
pertencente a Jeanino de Aloaquerque Mello,sen-
do todcs os bens peshorados para pagamento da
fasenda nacional e eostss.
Becifo, 20 de Julho d 1888.
O solicitador da fasenda nacional,
Luis Machado Botelho.
THEATRO
SANTA ISABEL
GRANDE NOVIDADE!
COMPNHA DO THBiTBQ PRNCIPE ML DE LISBOA
Dirigida pelo Io acor ALT1R<>, d: qaal fazem
p^rte o mesmo artista e a notavel l.1 actriz portagneza
AMELIA VIEIBA SANTOS
N> primeiro vapor nacional ebegar de Lisb pelo Para e MaranhSo esta
grande companhia que far sna
no dia seguinte ao da sua chegada com o maravilh so drama em 5 actos do reperto-
rio do grande actor italiano Saivini, intitulado
MORTE CIVIL
E a comedia em 1 acto, r
DAMA DAS CAMELIAS
Toma parte toda a companhia.
Neste drama tono o actor ALVARO urna das suas melhores creas3es.
Os espectculos desta companhia comegam s 8 1/4, em ponto.
ACTRIZES : AMELIA VIEIRA DOS SANTOS, Mara das Drs, Elvira
Coafa, Margarida Lopes, Mara FaIc8o, Aona de Mella, Julia da Silveira, Cbristina da
Silva (5 annos de Hade).
ACTORES ^-ALVARO FERREIRA, Cesar Polla, Joao Gil, J. A. Brandlo,
F. Costa, Ernesto do Valle, F. de Almeids, M. Ferreira, Caetano da Silva, Alfreda
Santos, E. Soller, A. Fernandes, Alfredo Seixas, Ponto, aderecista, machinistas,
contra regro, etc.
O repertorio da companhia consta de 30 pejas, sendo 16 completamente novas,
e de suecesso nos theatros da Europa, as quaes serSo nomeadas nos avulsos que se
distribuiris pelas mas.
O guarda-roupa
Propriedsde das artistas Alvaro, Gil o Brandao, foi feito debaiaco da direcsao
do priffieirocostum ierde Lisboa, Carlos Cohn.
Mobiiias e aderecos propriedsde dos empresarios Braga Jnior & C.
TenJo a companhia n.n grande repertorio nenhuma peca ser repetida.
Em censequencia da companhia ter do regressar a LiabSi, no prazo de 3 nie-
les, segundo a liceng* que lhe fowconcedida e tendo, durante essa pequeo espapo de
tempo de percorrer as principies espitaos das provincias do norte do Brazi], ter for-
zosamente ama demora muito limitada n'esta cidade, (apenas $0 d98.)
A empreza garante ao respeitavel publico que esta a primeira companhia que
de Lisb i vem a esta capital completamente organisada com artistas de primeira ordem
e um repertorio das pegas dramticas de maior suecesso em Franja e Portugal, nos
ltimos te ropos.
O Illm. Sr. cooiraendador JoJo Pinto de L?raos enaarregi-Be, por especial obse-
quio de reoeber encommendas da bilhetes para o primeiro espectculo, no cscriptoro
Theatro do das 10 horas da manbS at s 2 horas da tarde.
MARTIMOS
Vende se as duas bem conbecidas bar es cas
Paquete do Pilar e Mira Bella ; a tratar na cami-
sera americana, ra do Rangel n. 35.
IJniied Stetes & Brasi! 1. S. & C.
0 vapor Alliw
E' esperado des portos de snl
at o dia 12 de Agosto depois
da detora necessari seguir
_ para o
tiaraiihab, Para, Barbados, m.
Thomaz e\ewlork
QParacarga, passagens,encrrximendas -jdinheir i
a fete, tracta-se com os
AGENTES
O yapor Adyance
spera-se de New-Port-News,
at o dia 6 ie Agosto o qual
.seguir depois da demora ne-
,eflsaria psra a
__'de. Janeiro e llantos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
tecom os
Henry
AGENTES
Forster & C.
S 8 RUANDO COMMERdO -N. b
i. artdat
COMPANHIA PEHUf AMEIC A*A
DK
aTegacSo eosteira por vapor
PORTOS DO NORTE
Paratyba, Natal, Macu, Mo$sor, Araea
ty rCear, Aearahu e Camossint
O vapor Pirapama
Commendante Carvalho
Segiie n dia 28 de
Julho As > horas da
tarde.
Kecebe carga at o
lia 27.
Encommendas, passagens e dinheiroa a frete
at s 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cae* da Companhia Pernamnn-
cana n. I*
cbrgeiks mm
Companhia Franceza de Mavega-
co a Vapor
Linha regular entre o Havre, Lisboa, Per-
nambuco, Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
0 yapor 18 lo Macei
Commandante Lenormand
E' esperado da Europa
at o dia 4 de Agosto, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
lita. Blo de Janeiro
e Santn.
Roga-se aos Srs. importadores de carga psios
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
diaa a contar do da descarga das alvarenga.- qoal-
qaer reclamacao concernente a volumes, qud po-
ventoi a tenham seguido para os portos do sul.afin
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sari as.
Expirado o referido prase a companhia nio se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas dinheiro
a frete trata-se com o
0 vapor 71 io Sitos
Commandante Tanquerey
Espera-se da Europa no dia
26 de Julho e seguindo de-
pois da demora necessaria
para
>*A
COnPAftHS* rKa\flAMSl
DK
avegacSo Costelra por Tapoi
Fernando de Noronba
vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 1 de
Agosto pelas 12 ho-
ras da manh.
Recebe carra at o
ia 31 de Julho.
Passagois at as 10 hars da manh do dia da
sahida.
ESCRIPTORIO
Ao cu da CornpanMa Pe"~iamhntnn
n.12
Pacific Steam Navigaion lompanj
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete John Eider
E' esperado da
Europa at o dia
_ 29 de Jnlbo, e se-
enir depois da
iemora do costa-
nte para Valparaso cosa escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Para carga, passagens, encommendas e diobei-
n> a frete trata-se com os
AGENTES
Wllson Sons & c, Limlic-
N. 14 -SUA DO COMMERCIO -N. :4
Rio de Janeiro u Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamaoao concernente a voluntes, que
porveotura tenham seguido para os portos do snl
afim de se poderem dar tempo as providencias,
necessarias.
Expirado o referido preso a companhia nao se
responsab-sa por extravos.
Para carga, patsagens, encommendas e dinheirc
a frete : trata-se com o
AGENTE
Angoste Labiile
9-RA DO COMMERCIO-9
COHPAIVHIA PEBXAaBUCAA
DB
avesaeSo Costelra oor Vapor
PORTOS DO SUL
" Macei, Penedo e Arac^ja'
0 vapor Mandahu
Commandante -lbuqaerque
Segae no da 30 de
Julho as 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
_Jdia 28.
Encommendas, passagens e dinheiros frete at
is 8 horas da tarde do dia 30.
ESCRD7TORIO
Ao Caesda Companhia Pernambucana
n. 12
Rio Grande do nl, Pelotas
Porto Alegre
flrapr i* "
Espera-se no dia
27 de JULHO
dos portos cima
e seguir depois
ida demora do eos-
turoepsracs saca-
mos portos cima indicados.
Recebe carga, enccmmendaa e passageires para
os meamos portos : a tratar ro
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. 6.-RA DO COMMERCIO -N
1- andar
4b
.- t


"
6

Or-)








Diario de Pernambuco--tyuinta-feira 26 de Julho de 1888
BOYAL 14IL STEAI t ACMET
C01PANY
O paquete Elbe
jH2k
-Esperev.se da Entapa at o
da 3 da Agosta, aeguiadc
depoia da demerade coetuea*
pan


Baha, Re de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos Ayreu
Vapor La Plata
' esperado dos por-
to* do anl at o dia 5
de Agosto e segui-
r d pois da demoia
neceaearia para
Lisboa, vlgo, Nonlh.impoa e
Antuerpia
Radutqao de passagens
Ida Ida e vaUa
A' Liaboa 1- clasae i. 20 30
A douthampton 1* clasae l 28 42
Camarotes reservados para os passageupos de
Pernambnoo.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se oon o>
AGENTES
Amorim Irraos &C.
N. 3 RA DO BOM JESS N. 3
compau&ta l*raIlelra de .\ae
raco Vapor
IRT03 DO SUL
por Espirito-Santo
Commandante o Io tstente Cario An-
tonio Comes
E' esperado dos porto do nor-
te at o dia 26 de Julho e de-
,Pbs da demora indispensavel,
[seguir para os portos do sal.
;ebem tambem carga para Santos, Santa Ca
tkarina, Pelotas. Porto-Alegre e Rio Grande do
Sal, frete a odien.
As eneonjmc-ndS e serao recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valores
tratase na agencia.
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante Francisco Antonio de
Almeida
' esperado dos portos do sal at
o dia 26 de Julho, e seguir
rdepois da demora indispensavel,
?para os portoc do norte at Ma-
znaos.
As encommendas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passatrena encommendas e valores
tracta-se na agencia
PRA DO CORPO SANTN. 9
(PANII1E DBS MWftAB
MES HAKITIMEN
LINHA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Minier
' esperado da Europa no dia 3
de Agosto e seguir depois da
demora neeesssra para
Agente Pestaa
Leilo
Da casa terrea 4 travessa de Joo Francisca n. 8,
freguesa da Ba-Viata, oom porta e janill, 2
saUs, 2 quartea, cosinbaa quintal, a qual pr-
tenos) a Joio Peencieeo 4a Livra a foi peaao-
rada pala F senda pava pagamaeso de impasto.
Sexta-teira, 27 de Jalho
A' 19 hora en ponto
No armaaem aro*do Imperador n. 49
O abante Pestaa, aitorisado por mandado
asistencia do xm. Sr. Dr. jais substituto dos
feitos da fssxnda, venders quem mais dr a casa
cima seferida.
Leilo
De mercaJorias pertenoectes a massa fal-
lida de Hermes He Souaa Pereira & C.
Nexta felra. 91 do corrate
A's 11 horas
Bm diversos srmazens da Alfandega
O agente Stepple p>r mandado e asistencia do
Illsn. Sr. Dr. jais substituto da vara dn eommereio
a requerimento do Dr. curador fiscal da massa (al
lita de Hermes de Soasa Pereira risacio do Dr. inspector da Alfandega a em pre
enea de am empreaado da aaesma levar a leilo
118 volames com mercadorias depositadas em di-
versos armasen*, sendo ss ditas mercadorias des-
pachadas pelos Srs. compradores.
Leilo
'sISK
., ..lo de Janeiro, Buenos
Ayres e MOBlevdo
Lembra-se aes senbores passageiros de todas
aa classes que ha lugares reservados pura esto
agencia, que podem tomar em qualqner terapo.
Previne-Be aos senhores recebedores de merca
dorias que s se attender a reclama ces por fal
tas nos volumes que forem recqnhecidas na occa-
sio da descarga, assim como deverio dentro de
48 horas a contar do dia da descarga das al varen-
gas faserem qualqner reclamaco concernentes a
volames qae poverntara tenbam seguido para os
portos do sal, afim de poder-se dar a tempo as
providencias necessarias.
Pai a carga, passatrens, encommendas o mbar
s frete i tracta-se ceno
AOENTE
Angoste Labile
9- RA DO COMMERIO-9
De movis, lotiza e vidros
A saber
Uoaa mobilia de jaearand, 1 piano, 2 espetos,
1 cama francess, 1 cpula, 2 bancas pequeas, 2
escarradairas, 1 bidet, 1 secretaria, 2 poltronas, 1
divn, 2 cadeiraa de b.laoe 1 mesa para jugo,
7 estantes, 2 consoles, 1 toilec, 1 guarda-roupa, 1
dito c >m espetbo, 1 eacrivania, 1 cofre, 1 lavato-
rio, 1 mesa para machina de costura, 1 commoda,
1 lavatorio com armario, 2 gaiolaa para garrafas,
1 j-.rdineira de ferro para jardim, 2 cadeiraa de
pslha, 2 viveiros para passaros, 3 poltronas, 1 di
van, 4 qasdros, 1 esdeira avelladada, 1 secreta-
ria, 1 guarda-loar;*, 1 mesa para jantar, 1 dita
elstica, 18 cadeiras, 4 ditas de brsoo, 1 sof, 1
aparsdor com pedrs, 1 dito sem pedra, 6 latas, 2
apparelhcs para cha e jantar, 1 relugio de nick I,
1 abotoadara de oniz, loaos, vidros e jarros de
-barro para fl res, existentes no
No 2 e 3o andares do sobrado da ra
Mrquez de Olioda n. 62
*.exta felra, 2 9 do eorrente
O agenta Pinto levar a leilo, por mandado e
em presenca do Exea. Sr. Dr. jais de direito da
provedoria, em virtade do requerimento do tests-
menteiro e inventronte dos bens deizados por
Jos Antonio Pinte Serodio, os movis e mais ob-
jeetca aei.na mencionados, existentes no 2 e 3*
andares do sobrado da ras Marque de Olinda
n. 62.
O leilo principiar is 10 1/2 horas.
Leilo
Mossor
Da casa terrea n. 22, sita ra do Areal
freguezTa do R;cife, com porta e janella,
daas salas, dois quartos, cosinha fra e
quintal murado.
Sexta felra, 1 de lulho
A's 11 horas
No armatem da ra do Bom Jess n. 49
O agente Alfredo Ouimares, por mandado do
Illm. e Exm. Sr Dr. juis substituto dos feitos da
fasenda, levar a leilo a casa terrea cima men-
cionada.
leilao
De movis e vidros
Constando de daas mobiliaa, sendo orna de pao-
carga eom contlas de pedrs, outrs de amaxelio
tambem com consloa de pedra e cadeiras de ba-
lando, 3 pares de jarros, 2 csndieiros de gas, lin-
ternas, 1 espregoicadeira, 2 escarradeiras, 1 cama
francesa, 1 lavatorio, 1 cabide, 2 marquesdes, 1
meia commoda e i marquesa.
Urna mesa elstica, 2spparsdores de smsrello, 1
guarda-louca, 2 censlos, 12 cadeiras de janeo,
Iones de jsntar, dita de aim co, copos, clices, gar-
rafas, compoteiras, 4 etagers e muitos outros mo-
vis qoe eero vendidas ao correr do martello.
SEXTA FEIRA, 27 DO CORRENTE
A's 11 horas
No sobrado n. 33 da ra da Praia
O agente Martins, far leilo por conta de ama
familia que mudcu de residencia, de todos os mo-
vis e vais objectos existentes em dito sobrado.
r
Leilao
Seeue com toda brevidade para o porto scima
o biate D. Antonia, recebe carga : a tratar no
caes do Luyo, a bordo, com o mestre, oh na ra
da Madre de Dens n. 8.
LElLUE
Agente Barlamaqni
4 Leilao Miro
De 2 casas terreas, ra de S. Fraaoisco
n. 25 e rus do Fogo n. 25
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 45
O agente scima por mandado e ats stencia do
Exm. 8r. Dr. juis de direito da provedoris, vende-
r em 4 leilao as casas terreas cima, pertencen-
tes ao espolio da finada Candida alaria Ferreira.
De cerca de 300 saceos com milho
Em lites vontade dos comprsc'ores
Quinta felra. 96 do eorrente
A's 11 horas
Agente Pinto
No trapiche da Companhia, largo do Car-
po Santo
Agente Silveira
4o leilo definitivo
Da r t terrea sita ra da ConceicSo n. 2
Qu ota feira, 26 do corrate
A's 11 horas
Xj rus Efttreltsi do Bosarlo a. SC
O e uie Silveira p r mandado e comaasisten-
cia do Kxui. Sr. Dr. juis de direito de orpbaos e
a rea,nTmento dainventari.nte de Sebsstio Jos
domes .vnna. levar s leilao a referida casa sen-
do o leilo definitivo.
Agente Burlaniaqui
Leilao
exta feir 9 9 do correte
A's 11 hora
No armaaem 4 ra do Imperador n. 45
De um sobrdo e daas casas terreas
O agente cima, por mandado e assisteacia do
Sr. Dr. jais substituto dos feitos da fssaada, ven-
era asa leilao a casa terrea na,estrada do Qiqai
n. 96, com bastantes cossaaodee, en terreno pro-
crio, pertancen te a Jos Viaifa da Bausa, ama dita
a roa de Frei Henriqoe n. i*C, peataniinta a Mara
Antonia da Purifica cao. Vender maja eso segui-
da, um sobrado de um andar em slo prepno, ra
das Calcadas n. 12, rendendo por mes 40/000.
Os 8rs. pretendentes podem examinar as referi-
das casas.
iga-se o armazem i roa do Imperador o. 45.
Sexta feira 27 do eorrente
a's ii horas
Ufa ra Estrella do r osarlo .
M
Urna mobilia de janeo encost de pcibs, 1 dita de
Jacaranda gosto antigo, cadeiras de janeo, de bra-
co, 1 piano velho, 1 balcao, 2 fiteiros, 1 machios
de costura, canteiros para pipas, l cart jira de ama-
relio, 1 cabide, 1 alambique, 1 bomba, 1 relogio de
parede, 1 espelbo, qaadros e outros artigos.
gnito Ho Baptisto
7 tobos de vidro, 130 tobos de dit .a diversos, 24
ditos para giradores, 26 ditos, 2 fraseos eom so-
lucio de amoniaco, 2 lampadas, 20 alaaetolias,
6 ditos de meio litro, 1 lote de rmelas, 36 kilos de
asbesto, 3 aseiteirss, 9 ditsa simples, 2 baldea de
ferro, 195 tobos de farro galvanisados, 18 bocaes
duplos, 19 1|2 kilos de borracha, 8 bracos de
tetro para pa, 1 brocha de pintar, 6 bochas de
brome, 6 cebos de msdeira, 1 lote de cadeados,
1 cadinho, 1 cano de cubre, 15 canos curvos de
cobre, 5 ditos de cobre com unioes, 3 Artos drsea,
2 ditos de bronse, 1 carreta angula, SS aawlhas
de ferro galvanisado, 32 ferraa paca tafearas, 7
colheres para pedreiro, 265 jautas 4m daaajsaaobo,
220 capsulas de ferro galaaaaeado, 6 sepas de
metal, 1 dito com rosca, 2 eassaseis da agaasaaa-
sor, 4 corta canos, 101 servas di ferro garvaai-
aado, 9 depsitos de saaisl para k-raeena, 1 em-
bolo, 1 eaeada, 4 esaaptee, 87 eaeeaae de tarta
para limpar tubos,*! aaaoa de lati, 49 aaaaada-
ras de embutir, 274 planjos dafewo, 8 soasa pastas
de bronse, 6 ditos ditas, 14 fania de aalhs, 10
formSes de seo, 4 furadores de oarriar, 40 kilos da
cachetea de borracha, 8 goivas de aoo, 149 joe-
iboa de ferro, 2 lampsrinaa, 21 limae bastardas,
1 lote de lieba, 84 li2 jardas de lona, 3 mandria
patentes, 4 assentadores para ferreiro, 6 msrtel-
los de rebater 3 molas de aoo, 147 pedaeos de
cano com rosca, 1 barril com oleo de lioaaoa erua,
532 parafosos de ferro sortidoa, 1 rolo de pavios,
16 pinceis pars caia^o, 1 porca de ac, 162 por-
css de ferro galvanisado, 84 puch idores de ferro,
1 rsspadeira de ferro, 24 cortes de estopa para
saceos, 83 seguradores para portees, 7 senas cir-
culares, 1 serrote de volts, 258 saceos de ferro
galvanisados, 7 tarrachas completas, 1 caiza com
ditas completa, 3 tarrachas de cobre, l termme-
tro para caldeira, 3 torneiras grandes de bronse,
16 ditas com srgolas, 16 ditas simples, 1 dita de
tres aguas, 3 ditas com placijss, 5 ditas eom
capsulas grandes, 1 dita com parsgem, 21 ditas
de ditas pequeas, 28 ditas grandes, 42 ditas di-
versas, 27 torneiras para vidro, 3 ditas de esta-
nto, 4 tradoa de seo, 72 trsqaetas de ferro, 92
ditss com aldeanas, 48 ditea de lati, 8 atojas_de
metal para termmetro, 3 ditoa ditos, 41 unioes
de metal com rosea, 6 vlvulas de bronse, 1 ca-
traca de ferro, 2 vlvulas de bronse, 2 ditss de
borracha, 4 medidas de tolhs, 4 lampdes e 21 pi-
ca retas.
Bernardo
l.o aa asnearte
alara Eugenia Carreta e ana Ihoe eosviam
aos saramas e amigas de sau aeespee mancado aa
poso e pai, Bernardo Jas Crrela, para aseietircm
as missas, que pelo rapo nao de aaa alma, mandam
resar na ordem tereeira de 8. francisco e matris
da Grsea, a 8 hars da manh do dia 28 do oar-
reote, o qe a T^
Leilao
Loa-
De 5 easas^de talpa em 8
renca da Hatta
Sendo a casa jorrea que ca ao sul da sa-
crista1 da igreja de S. Lourenco onde
mora o professor Gervasio B. Caval-
cante, e mais quatro contiguas a esta.
Espolio de Francisco Jos Cavalcante
Terca felra. 3 1 do eorrente
A's 11 horas
No Recife, armazem da ra do Imperador
n- 16
O agente Martins, far leilo por mandado de
Jim. Sr. Dr. jais de riireito do civel, em sus pre-
senta, das cinco casas terrees cima, pertencentes
ao referido espolio, as quses sSo vendidas para pa-
gamento da fmenda e despesas judioiaes.
Francisco Antonio de Oliveita, Mari Umbelina
Barros de Oliveira, Clindina Leopoldina Barros
de Oliveira, agradecen) do fundo d'alma s pes-
soas qne acompanharam ultima morada os restos
morlaca do seu presado e nunca eeqoacido cuaca-
do, irmo e tio, Francisco Josa de Berros, com
especialidade a irmaodade do Bom Jess dos Af-
fletos, e a veneravel devoco de N. S. dss Mer-
cal, que se prestersm ; e de novo convidan: a
todos es seus amigos e parentes a assistirem as
missas da stimo da do sen psssamento, que sf rao
resedas s 6 horas da rasaba de sexta-feita 27 do
eorrente, na iseeja de S. Jas de Riba-mar, asse
guiando a todos o mais sincero e eterno reconhe
cimento.
f
o Bxra*.oo composto de
BalBaparrilha
do Dr. Ayer,
V un ltenesro to rOUHT- que extirpa completa-
raenw do !Wi u ieroul Hereditaria, e as
aflecaSM que taui atHiriilatlo oom as eufermidades
aSaaiosn na occa*tiadas pelo mercurio. Ao
Mifin tuavo vitaliaa enriquece o sangue com-
la^gaiMtn iuaa accSo saadarel ao organismo e
nj mi emiMln s ajil------- Esta grande
Medecina Regeneradora,
composta com a verdadeira Salgaparrltha de
Hondoras, dos Iodos de Ptaselo e de Ferro, e
outro ingrfilientes d grande potencia e virtudes
curativas, cuidadosa e scTwuacamente preparados.
A formula geralmente conhecida da profissao
medica, e os melliores mdicos receitao a Salsj.-
'AUKii-iiA do I)R Ayer como un
Remedio Absoluto
para as eufermidades oecasionadas pelo estado
vicioso do pangue. ... __,
Est concentrado ao gno mais alto practicave,
multo mais que qunlquer outra preparacao da sua
lause, que pretende proporcionar iguaes efleitos. e
c por tanto a medecina mais barata, assim como a
mellior para purificar o sangue.
PREPAIIADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda na principac p CUIDADO COM
AS FALSIFiCACOW
I
PAft
O LEN E O BANHSJ
lors Albino de Abren Cardoso
D. Idalina Leito da Silva Cerdosa (ausente),
D. Maris Caetana da Silva Leito, D. Roaalina
Leito da Silva Guerreiro, D. Mara da Silva Lei -
tio e Joaqoim da Silva Leito, esposa, sogra e
cuchados de Jos Albino de Abren Csrdosa, talle-
cido os cidade do Porto em 27 de Junho, convi -
' dam os parentes e pessoas de amisude. para assis
tirem aa miases que maadam celebrsr por alma do
finado, sexta-feira 27 do eorrente, s 7 1|2 horas
da manh, na igreja da veneravel ordem tereeira
de 8. Francisco. _______________
sanmfM i ^r^sgWaBassaattWK^rT^rggQEaa-tis-
3 leilao
Qurrt.i felra 8 de Agosto
A'S 12 1/2 HORAS
Na Cmara Municipal de Olinda
O agente Stepple, a mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de direito privativo de orphSos
e ausentes e a requerimento do Dr. Jo Vicente
Meira de Vascoacellos inventarente dos bens do
finado coronel Joo de S Cavalcante de Albu-
querque levar a leilo os bens seguintes :
Urna parte do engenho Itapirema,
O engenbo Tab, moente e eorrente, comorehen-
dendo os sitios Tubaro, Qangassary, Saboeiro e
partb da pr priedsde Pedreiras, servindo de base
e cfferta de 30:000*000
O engenbo S. Miguel, g vapor moente e eorrente
eom distillaco alambique de cobre e suas terraa.
As terrss em que est constituido o engenbo
Soasa, sem obras.
As mattas denominadas Pitanga, distante 2 le-
guas do engenbo Tab.
O sitio, nascente de Macei, com 1000 ps de
ooqueiros.
Metsde do pequeo sitio Olbo d'Agns, por um
diviso.
Urna parte do engenho Tabata.______________
Grande leilao
electro-
objeotos
I eilao
' De cofre, oarteiras, secretarias, armarios,
divisoes de escriptorioe e muitos outros
objectoa abaixo descriptos.
Terca felra. 91 do correaste
A's 10 1/2 horas
O agenta Gusmso, autorisado por mandado do
Illm. e Exm. Sr. Dr. jais do eommereio, s requer-
meato dos syndicos da The Central Sugar Fac-
tories cf Brasil Limited, far leilao de todos os
i bjectes existentes no escriptoro ds mesma com
panbia, sita ra da Moeda n. 5, 1.* andar, os
quaes sao os seguintes :
Urna srmacSo de pinho para deposito de ferra-
gens, 1 armario de aman 11 >, 2 armarios de pinho,
diversos artigos para escriptoro, constando de
litros e papis, 1 batanea pendular para cartas, 3
bilhas, 1 cabide, 4 cadeiras de braco, 6 ditss de
guarnico, 3 cadeiras de junco, 2,csodieiros psrs
kerosene, 1 earteira com estante de amarello, 1
dita alta, 3 cestos para papis, 1 eofre provs de
fogo e bsneo psra o meiojo, 2 copos, 2 escarra-
deiras, 2 estantes com escrivanit>hse, 1 estante de
lonro, 1 grade de amare lo enverniaada, diviso
para escriptoro, 1 jarro, 2 lavatorio de ferro e
pertences, 1 dito de mad-ira, 6 latas de folha, 2
mesas de amarello envernisadas e e com peono, 1
mesa grande cem gaveta, 1 dita menor, 2 ditas
com panno e estante, 2 ditss grandes oe pinho
para desenho, 2 ditas pequenaa, 1 porte-papeis, 1
prensa de ferro grande com mesa para copiar, 1
dita pequea, 1 qusrtiubeira, 1 re gio de parede,
1 secretaria de mogao, 1 sof de junco, 4 tam
b:retea para caricia, 1 tympaoo com armco, 6
tinteiros, 5 venesisnas, 2 de litros acido sulfrico,
4 frascos solucaj slcolioa tartsrissda, 1 almofana,
de porcelana, 1 frasco de solucio para de amoniaco,
1 apparelbo de vidro para estimativo de assucar,
1 balancea de precisSo com os petos, 1 dita psra
pesagrns de substancias para estados. 1 dte
para pesos especficos, 38 baldee de vidro, peque
aos, 8 ditos com rolbas de borracha, 52 froctua-
darea de vidro, 11 baodeiroJas para trabalbo de
engenbeiro, 10 capsulas de sidra e porcelana,
4 ditos de plstigp, 1 espatolq e colher de platina,
2 frasees 4e txtractj sasep^gie, h cooja-gotas,
1 dessecador de cobre, 16 prevette d vidro,
1 dito grande, 1 escova para tapo* de vdro, 1
esptula de madeira, 3 ditas a ferro, 1 gatuar
de cobre, 1 estes te de piaba, l filtro a> sidro,
2 formas da barro, 6 Irunij' da i
com restos de preparadas, Meww.tr MdMI
ditos pequeos, 11 bydrtmetros diversos, 2 aai-
xaa areometras, 2 lampadas de vidro, 12 tubos
rra palariassetros, t lampada, 2 miras, 2 niveis,
dalias papel nentrcl, 22 magos papel para fil
tros, 2 ditos ditos, 1 pedsl de ferro, 1 dito de
bronse, 2 ditos incompletos. 1 prensa de lati, 8
pratos de vidro, 3 metros de Balnig, 1 segurador
de metal, 4 fraseos* sulfate de cobre, 1 Theoda-
De movis, piano, lougas, vidros,
pate, trena de cosinha e mais
pertencentes casa de familia.
Na eidade de elabosto
Em casa de residencia do Illm. Sr. Dr. Joo Jos
Das de Farias, cojo leilo ser effeetnado no
dia immediato ao do seu embarque, sendo oppor-
tunamente mencionado o dia e descriptos os ob-
jectos.
Os concurrentes tero trem gratis.
POK INTEBVENgO DO
Agente Gusrao
Scm Albino de A brea ardo* o
A junta administrativa do Hospital Portuenec
de Beneficencia, grata memoria do socio bemfei-
lor, Jos Albino de Abreu Cardoso, manda ressr
no dia 27 do eorrente, no oratorio do mesmo, urna
mise por alma daqaelle finado consocio, s 8 ho-
ras da manh ; e para assistir a ella, convida s.
Exms. familia, seas amigos e socios deste hospi-
tal, por cojo obsequio sntecipa os mais sinceros
agradecimentos.
Secretaria do Hospital Portugus de Beneficen-
cia em Pernambuco, 24 de Juibo de 1888
Henrique B. da Canha Porto,
1 ppfirpturin
D. Mora do t armo Vital de
Uendonra
Augusto Cesar P.reir de Mendonca seus filos
e cunhadoe, mandam celebrar algumas missas na
igreja do convente do Carmo, no dia 27 do cor-
rente, pelas 8 borss da manh, 1.a anniverssrio
de sua sempre lembrada esposa, mi e irm, psra
o que convidam seus parentes e amigos ; anteci-
pando desde j seu eterno sgrsdecimento por esse
acte de r*lis*io. < caridade.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o 2. andar da casa n. 43 da ra
Viscoode de Inbama, tendo agua e cemmodos : a
tratar no andar terreo.
Aluga-ee casas a 8*000 no becco dos Coe
bos, junto de S. Goncallo : a tratar na rva dt
mperatria n. 76._________.___________________
Aluga-se o 2* sndar e sot* da ra de 8.
JorgH n. 139 ; na mesma rea n. 131, teverna.
Precisarse de unta mulher de meia idade,
para o servico interno de casa de pouca fsmilis, e
que dorma em easa de seus patio.-s : na ra da
Matris da Bqs-Vist* n. 3.
Precisase de um caixeiro de 14 a 16 annos
de idade ; a tratar na ra do Pires n. 45.
Vende-se as terraa do engenbo de 8. Sebss-
tio, denominado Caadaias, cootendo urna casa
grande com 7 qnartoa, 2 salas e cosinha, um oito
do aul de pedra e cal, 6 quartos de senyala, 3
ditos de moradores, a casa do ssseatemeuto de
engenho, 1 estribara grande, casa de farinba com
todos os utensilios, tem 200 ps de coqueiros bo
tendo fructo, 4 ps de fructapo, grande numero
de laraogeiras e limeiras, diversos ps de laraoja
cravo, quantidade de msngneira, diversas froctas
de todas as qualidsdes. As casas sao cobertes de
telhas e esto em bom estado ; a tratar na ra
de Paulino Cmara n. 8.
Deaapparecerom ds ra Vidal de egreiros
n. 118 daas ovelhaa com dous borregos ; quem
es encontrar leve casa cima, que aera genero-
samente recompensado.
Ferreira & Irmo acabam de reeeber os j
coobecidos filtros para purificar agua, algodoei-
obos branco, meaclado e rscado, cretone eofestedo
pars toalbas e lencoes, fasenda superior, toalhas,
fio de algodo, saceos para assucar. Todos estes
artigos sao nsciooaes. fabricados na Baha e Bio
da Janeiro ; na travessa doCerpo Santo n. 25.
Tendo sido fartado a 18 do corrate d aageabe
Massorepe nm poldro de seguodrjmads, de cor ma-
so preto, tendo nos quartos traseiros pelo lado de
fora dous lebinhus, e ferrado tambem no qoarto
trasciro direito.
Pede se ss sutoridades especislmsnte as de
Santo AotSo, para onde consta ter seguido o ladro
de nome Maooel de Marcolino, faieudn qualqner
communxi.cao as diligencias para o pateo do Pa-
raso n. 2, fabrica Moreninba.
Feliciano
Engeeho Sibirosinho
Em virtade de rccmmenacSi do Sr. Benedicto
R munido Moateiro da Silva, residente no Kio de
Jaaeiro, precisa-te com urgencia ter noticias cer-
tas de FELICIANO, sea irmo, que ha 12 annos,
pea o mais ou menos, se a cha va no engeuhj Sibi-
rosinho. de Ip juca.
Na ra da Imperatria n. 49, 8* andar, ou na re-
daceo do Diario de Pernambuco, 2* andar, dea
10 horas da manh at aa 4 da tarde, reeebem-se
as infonnscoes, pagando-se qaalqner despeas.
O. Candida Juaephlna de Olivei-
ra Fsaseea
Os filbos, genroa, oras enetcs ds fallecida D.
Candida Josephina de Oliveira Fonseca, muito
agradecem a todas as pessoas que sssistirsm aos
ltimos suffragios s ella prestados ; e convidam
es seus amigos e parentes psra ouvir ss missas
que por alma da mesma sero resedas na matriz
da Boa-Vieta, em 28 do eorrente, s 8 horss da
manh, e na matris de N. 8. da Graca s 6 12
horas.
I. & H. Consulado d'Airstr Hun-
gra em Pernambuco
Neste consulado precisndose muito de obter-
se noticias dos seguintes dous subditos austracos,
sendo um por nome Josef Hsnser de Dorfel, dis-
tricto ds Keichenbert; (Boemia) nsseido em 1846,
immigrado para o Brasil em 1865, e mais tarde,
consta, de ter assentado prac no exercito brasi
liro ; e o outro por nome de H inrich (Earieo)
Tannert, de Trantenan (Boemia), nsseido em 1851,
com profissao de barbeiro ; pede-se, pois, s pes
sosa que possam dar noticias destes dous indivi-
duos, servrem se de transmittil-as, com urgen-
cia, para este consulado, de cojo favor se Ihes
ficar muito reconhecido. P. P Jos do Livra-
mento, cnsul
Jos Saporiti,
Gerente do consulado interino.
AttenQo
Indo um eerto mec por mandado de um nego-
ciante do pateo do Livramento n. 16, levar nma
carta a urna aenbora no pateo do Carn, vinda do
Para, que junto a mesma acompsnhava a qaantia
de 20*000, acontece que este portador mgico,
quera que a mesma aenbora lhe passaase recibo
daquillo qae ella n i bavia recebido, e c-mo ella
declarou que a carta acusava '0f, a muito casto
foi elle entregar a referida quantia, e maltratan-
do com Domes injuriosos, sem que da parte da ae-
nbora para elle houvessn a mener offeosa. So-
mente por Ibe pedir os 'O foi que deu lugar a
ella ser victima de tudo quanto elle quis ; p rtun-
to o publieo sjaise que tal o procedimeoto deste
moco, que eapas de todo.
Ao eommereio
Polo presente declaro que vendi ao Sr. Antonio
Fernandas Ramos de Oliveira o mea estebeleci-
ment de xsrqan ra Pedro Afionso n. 20, iivre
e desembarazado de qaalqner responsabilidade.
Becife, 20 de Julho de 1888.
Innocencio Feliciano Nazsreth
Visillo verde puro
Cbegou para Antonio Duarte ra da Unio n.
54, e vende em ancoras e a retalho. prego muito
mdico por ser de coate do lartador, tambem re -
cebersm salpices de lombo de porco, em lates
de kilo.
Vd5
Precias-se de um criada de maior idade, e que
d fiader de ana conducta, para casa de homem
soltciro, (u de ama ama as meamss coadicSes
mss que darms em casa della ; a tratar na roa
Direita n. 46, sobrado.
Aleifo
Toa
Joaqoim Blbeiro
2.* annivertaru
Joanna Maris Ribeiro, seus filbos, ora e gen-
ro, mandam celebrar urna mise por alma de seu
sempre lembrado esposo, pai e sogro, Jos Jos-
qnim Ribeiro, j 8 1|2 horas da manh do dia 26
do corrate, na matris da Bos-Viste; epara as-
sistir a esse acto de religio e caridade, eonvidam
a tedos os aeus amigos, protestando desde j sua
eterna {rratHo.
Previne se aoa senbores tabellies que nao pas-
tera escriptars de aeco in solutum dos engenhos
Giqni e peres, e suas trras, porque acbam-se
penhorados, cojas execuedes correm no juiso do
eommereio desta cidade.
AlimentoCriangas
Pira remediar a fracpieza das crlancas, desenvolver
as suas orcas e preserval-os tas doncas da idade
tenra, os principaes Mdicos de Pars, membros
da Academia de Medicina de Pars, receitao com
ptimo exito o verddelro
Sacanont iu Arabas le Selangrenler, Varia.
Este agradavel almento.compdsto com substancias
vegetaes nutrtlvasefortalecedoras divlde-se na eco-
noma tuda, e. pelas suas proprledades analpticas,
melhoraacomposlgaodolcitedassenhorasqueama-
mento. e acorda as forcas lnguidas do estomago.
61. isa Tiriasis, rara, ttfwilu mi PiiraufUs do luido esteta*.
Ama
Preeisa-se de urna ama para engommar
nhar ; na rna da Conceicao n. 34.
e eosi-
Ama
Precisase de urna ama psra servico domestica;
na ra Bario da Victoria u. 69, 2- andar.
t
Ama
Precisa-se de urna boa eosinheira
qae de Csxias n. 46.
na roa Dm-
Ama
Peecisa-se de urna ama para comprar e
nhar ; a tratar aa ra da Palma n. 29.
Urgente
Ama
Preeisa-se de urna ama pata comprar e cosiobar
psra casa de familia, e queira ir para Olinda ;
na ra Duque de Caxiaa n. 14, se dir.
*
> *
Amas
Precisa-sede doai, urna para
para dar leite urna crianca:
Palma n. 40.
cosinha e o ntr
tratar na ra da
lia aiarga real Ja Miria
DE
Mattoni&Wille
Acaba de chegar e ser retirada da Alfandega, Ss
verdadeirn atrasa amarsa da Hunsrlst
da fon le Bada-Peat. pars a casa dos ssnl-
eos agentes neata capital Prealle & C,,
ermazem de pianos 6 msicas, ra do Impera-
dor n. 55.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de at-
ibados ; na ra de Hartas n. 17.
'

Cosirheira
Precisa-se de urna eosinheira :
da Princesa Isabel n. 8.
a tratar aa
Atlenfo
Precisa-se com urgencia fallar com o Sr. Joo
Quintioo de Meneses Qalbardo sobre negocios de
sen intereses ; na ra do Qoeimado n. 73, loja
Concertos de pianos
Carlos C. Tresse contina cem sua arte, pro-
mette bem servir aos que o bonrarem com su
confian? ; na ra da Imperatria n. 19. Na mes-
ma casa vende-se duas vidracaa para qaalquer
negocio.
N. B. Para evitar engaos declaro que o 8r
Bleuterio.Jos dos Santos j nao official de mar-
cineiro da casa.
Ao eommereio
Antonio Mara da Silva, fas sciente ao corpo do
eommereio, que nesta date comprou ao Sr. Anto-
nio Jos da Nova, o eatabelecimento de tavenu
que o meemo possuia ao Largo da Assembla n.
11, livre e desembarazada de qnslquer onus, e
qualqner duvida ou reclamaco sobre dita venda
e ser attendida no prsso de 3 das, contados da
date da presente pablicsco.
Reeife, 24 de Jolho de 1888._________________
Telegrama da ultima lora (R.
I. Club
Fina mielga Hgleza
Cbegou nova remeses para Artbur Macees,
rna da Aurora n. 85, e Antonio Duarte a roa da
Unio n. 54, defronte da estaco.
TaTeroa
Vende-se nma teverna na estrada do Brejo n.
13, esthcao da casa amarilla, propna para prin-
cipente, e bem loealisada.
Rendas de seda, largura, metro, gosto nteirs-
mente novo, naa seguintes cores : viel or, eiel,
gobelins, ivoire, e tambem bicj igi-aes cores, lar-
gura 20 centimetroa. Receberam Pedro Antunea
IA C-, n. 63, ra Duque de Caxiaa.
Oleo de mamona clarificado
Vende-se em barril: a tratar no trapiche Vian-
na. Forte do Matto.

ajor Caalodlo Floro da Silva
Fragoso
Segundo i-.nnivcreario
A mi, irmos e cunhados do finado major Cas-
tadio Floro da Suva Fregoso, mandam resar al
gu.i as missas pelo eterno repens do mesmo fioa-
do, no dia 27 do eorrente, pelas 8 horas da ma-
nh, na matris da Boa-Vista. Pedem o compare-
cimento dos parentes e amigos.
Tratamento Reconstituate
ELIXIR DCHAMP
COM EXTRACTO
de ligado de Baca titn
Quina e L'acit
fompra-se
Quem tiver urna pequea casa entre MsgdaleES
e Ponte dTJchfia, que tenha fandoa para o rio e
quizer vendel-a, dirija-ce ra Bsro da V ictoria
n. 13 que achara cem quem tratar.
Caixeiro
Preciaa-se de um caixeiro cem bastante prstiea
de aniados ; a tratar nu iva da Florentina so-
mero 34.
>.--->.-_.
- t< ''^,)
lilbrrala Brzerra (ion Santas
Jos Beterra dos Hantoa e seus ihos convidam
a todos os seus parentes e amigos para assistirem
as missas que mandam reaar na cspella do enge
nho Limoetro e nss mstrises de Qravat e Esc
ds, no dia 28 do crrante, stimo dia do pasa;.
ment de sua idolatrada esposa e mi, Liberata
Beaerra doa Santos.
vrxjCSUtSSiS
5a
dase Albino de bren Cerdea*
Jos Maooel Rubalinbo manda celebrar urna
misaa por alma do seu finado amigo, Jos Albina
de Abreu Cardoso, ni sexta-feira 27 do crtente
mea, aa igreja de N. 8. de Coaeeioo do Bello
Cada frasco d'este i
iELIXIB oontam c
[ principios depurativos
i tnicos deu m litro de oleo (
[de figado de bacalhku <
tum litro de inho de Quina. <
Tem sobre o oleo de
figado de bacalhku a van-
tagem de accelerar as
funecoee do estomago
em lugar de as perturbar,
9 de despertar o appetite. L
e^-e-e-e-s.
Este Medicamento, de sabor e gsto
muito agradaveis, obteve o melhor suc-
cesso em Franca para combater :
ANEMIA, CHLORSE,
AFFECQES dos BRONCHIOS
e PLMES,
e a FRAQUEZA das CRIANZAS
Depsito geral em PARS :
BtTOBAXF, 16, ra da Poiteu
Em Pernambuco .-
C-f-.AMco im. Ha SILVA e. t>* f
Mara Honorina do Carmo manda celebrar ai
1 horas dn manh do dia 27 do eorrente, na ca
pella dos Milagrea em Oliada, urna missa por
alma de sus presoda irm, Msrianna, reculhida, e
urca, sus iftjcvja *ec w. v.-w. ;v" *. .iu. ~ ,.--. "."i eiif., gviuius, c
Jardim, e convida os amigos a assistirem a este I protessa na ordem de Santa Dorotha, estebele-
aato, qae ser-oelebrado s 7 1|2 horss. I da no coll gio d 8oledade, onde talleeeu.

Vndese a teverna da ra Capitao Lima naa
mero 68, em Santo Amaro das Salinas ; a tratar
na metoja.
\o ha quem veida lo
barato
As seguintes fazeumas
Setim de Pars fasenda linda a 240 rs. o covedo'
Benda dn Coma branca a 24U rs. o cevado.
Sedas de listas de 1*1200 700 rs. o covado.
Lioom eatampado, padroes novos a 400 rs. o co-
vado
Las de qaadros (aovidsde) de 320, 360, 400 *
700 rs. o covado.
7,-. fir-de qaadros finos a 160, 280 e 360 rs. o eo-
vsdo.
Merinos do 2 larguras a 600 rs. o covado.
Cambraia bordada branca e de cores a 5*1 a peca.
Cimisaa bordadas para aenhora a 44500 um.
Snias bordadas pira senhora a 4f urna.
Etamine dequsdros (novidade) a 700 rst o ao-
vado.
Toalhas acolcboatas grandes a 44500 a dusia.
Bedes americanas grandes a 44500 ama.
Colchas de faBto de cores a 24500 ucoh.
Madspolo lsrgo com 20 vacas a 4*1800 a p-e* e
ontraa muitaa taaendas que se vendem mais
barate na
Loja do Triumpho
Doqne de Caxias n.'49
Bastos & C.

Siii



Diario de PfernambcoQointa-feira 26 de Jnlho de 1888
PEITORAL DE CAMBARA DE S. SOARES
Este importante e acreditado medicamento, contra a tsica pulmonar, asthma, bronchite. irritatjo e
inflammaco do laringe, coqueluche, tosse, rouquido e perda de voz5vende-se em casa dos agentes e depo-
sitarios geraes n esta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILYA & C
ra do Mrquez de Olinda, n. 23; a 2S500 o frasco, 131000 lj2 duzia e 241000 a duzia.
Vende-se tamben em militas pnarroarias e drogaras desla provincia
Cuidado com as falsificages Cuidado com as imita f oes /
Profesora
Urna senhora competentemente- habilitada, esas
pratica de 10 annos de profissao, offereete pan
ieccionar por casta particulares e collegioe na ci-
dade on sena arrabaldes, as segnintes materias :
portugus, francs, italiano, geographia, piano e
trabalhoi e agnlha, mediante estipulaco rasoa-
vel ; a tratar na roa Viteonde de (oyaena n. 09,
on roa do Livramento n. 5, loja da borboleta.
TTDBgraD&la e iTtbograpnja injir.
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Premiaoa naa exposices de 1882 e 1886
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______________imprimidrarmelia.- Deposito na mor parte das Pharmacia ******.
COM
*
i
\
--
*
V.

I




BARATO EMUITO BAR ATO
ESO NA LOJA DAS ESTRELLAS
56 -RC1 DO DO^EDE CAXIiS56
O propiietario deste mili acreditada estabelecimento previne) a todas as
'Exraas. familias e fregaezea em geral que, as umitas pechnobes que costumam fazer,
Xa sao mais divididas coma Buaex-casa das LISTRAS AZUES, portanto quem quizer
comprar por menos que em outra quaJquer parte diaija-s'A LOJA DAS ESTREL-
LASonde encentrarlo um completa e variadissimo sortimooto de fazeadas que se
dem por precoB que nao lhe podem fazer competencia.
A SABER:
Fazendas de leiadmirem!
Madapolao americano com um metro de largura e 22 metros de fazenda da
14 per 7#300.
dem dem muito bons e largos de 8(5 a 5fJ e 6(5000.
AlgodXo amerioano T., superior a 5)5000.
Cretones para vestidos a 180, 200 e 248 rs.
Gangas adamascadas para coberta a 240 e 280 rs.
Toalhas alcocboadas para rosto a 2(5000 a duzia.
Ditas felpadas para rosto a 3(5500 idem.
rdan*poB adamascados a (5000 a duzia, que maravitha !
Bramante com 4 largars a 660 e 800 rs o metro.
Dito de lineo com 10 palmos a 1)56< 0 e 16800 idem.
Atoslbado adamascado lindo desenho a 15200 idem.
Colobas de 5,5000 n 2,5000 e 2,5500.
Cobertores de 1,5500 e 35 a 900 e 25000.
Sargelim de todas as cores a 200 e 240 rs.
Cassinetas escurs a 400 e 440 rs. o corado.
Baeta para banhos de mar a 600, 760 e 800 rs o novado.
Brina de cores para roupas de menino, imitaco de casemira a 320 e 400 rs.
o covado.
Lencos com barra de cor de 25500 a 15200 a duzia.
A's Evmas familias
Offerecemos um lindo sortimento de merinos con 2 largaras de 15000 a 500
o covado.
Setins iiaravilhEs de 500 a 240 rs. novidade.
Fnstoes broncos da 600, 600, 800 15500 a 240, 400 e 15000.
Rendas cireassianas brancas e pretas de 15200 e 15500 a 300 e 500 rs.,
baratissimo.
Linons de cores bordados a 240 rs. o covado.
Rendas bespanbolas de todas aa cores por presos sena competencia.
Setins dos Alpes de 500 a 200 rs.
Taile de vichy de 320 a 160 rs.
Velludo Pngale do 15000 a 430 e 500 re., Ate pochiacba I
Glica de lino com um metro de largara de 800 a 300 rs.
Brm pardo com duas larguras para vestidos de 600 a 320, 360 e 400 res
aproveitem.
Lincn a porapadour a 560 e 600 ra.
Cachemiras felpou para vestidos a 240 rs.
Cezarinas para vestido escoceses a 200 rs.
Cortes de gurgerao de seda e velludo de 150 a 605 e 705000.
Liddos cortes de cambraia bordada de cores brancas a 45500 e 55000.
Cachemiras cireassianas novidade de 800 a 400 rs.
Ditas de la escocezaa de 800 e 15 a 400 e 500 rs.
Sees raaeu de todas as cores de 800, 900 e 15000.
Liodos vestuarios de fustao e setim para meninos de 4 a 5 anuos 155 e 185
par 95 e 105000.
Di toe elsticos Jersey a 89, 105 e 145000.
Cortes de cachemira e etassine ricamente bordados a matiz de seda de 605
e 505 a 205 e 255000.
Mantiletes de velludo de 505 e 605 a 105, 155 e 255000.
Aos dignos cavaIheiros
Offerecemos camisas inglezas a 305 a duzia, que pechincha!
Ditas de meia a 95, 125 e 155 a duzia, sao baratas.
Ditas listadas pura la de 65 35500 (regatas).
Collarinhos de linbo a 45800, 55 e 65500 a duzia.
Meias inglezas Escocia e 15, preces baratiasimos.
Brins de linbo de cores inakeraveis a 15i 15200 e 1|100 o metro.
Ditos bramos de 25 e 25500 a 15200 e 15600.
Ditos pardos para crianjas a 240 e 320.
Lindos cortes de collete em fustao braneo e de cor 25, 35. e 35500.
Ditos de fustao bordado em alto relevo a 15000.
Ditos de seda de 105 a 155 por 45 e 65000.
Lensos broncos e com barra a 15200, I5000e 25000 a dazia.
Cbeviote americano de 35 e 45 15200 e 25500.
Completos de oasemira de 305 por 155000.
Cortes de casemira inglesa de 70 per 45000.
Completo sortimento de casemiraa em cortes e peca* padrees inteirament'e
sjs)tnn a modernos, que se vendem por precos que admira. Aprorsitando o ensejo
avisamos desde j que temos um hbil alfaiate para execotar qualquer peca de roupa
perfeic3o e gosto : tudo ato por precoa que amis niegeos fnes poder faeer
potencia.
A*s Exias. noivas
Os segeintes artigos, que recebidos por um oambio to fa voravel,' permitte
aisicao de aerem vendidos quasi por metade do seo valor.
Setin braneo macu, liso a 15, 15200 e 1&800 o covado. 0+
Ditos lavrados com listas, de rico effeito a 15600 o covado^ *
Rendas hespanholas de todas as cores a 35 e 45000,
Ditas hespanhoUs pretas de sed 35, 35^00 e 45000
Bicoa broncos de linbo a 15, 15800, 25 e 25500 a peca.
Ditos de cores matizados e lisos" a 2fi, 25500, 35 e 45000.
Ditos de seda de todas as oorea a 85 e 120000 a peca.
Babados bordados a matiz de 25500 a 800 e 15000.
Ditos broncos a 600, 800 e lJOOO.
Pannos de crochet para guarnilo de sala por precia baratea.
Anqutnhas de pannos, modelos elegantes o 15 l^loOO.
Ditas de. rame, syateoa aperfeiopado a 35 45000.
Capotas com ricos veos de blondo a 85 e 1050L0
Meias de seda de lindaa cores de 85000 a 45000.
Completo sortimento de meiss fio de escocia, finisaimaa e snerdernas.
Cortea de cambraia suissa bordada a 305 e 365000. inMfKVX
Riquissinjos veatnarios para baptisadoa a 105, 154, 205, 305 e ^OjJOO
Completo sortimento de cortinado bordados a 6#500, 75, 85, e 10j*p(^s/)
. Lindissimoa cortinados de crochet, desenho de apurado goato a 18#, O0UW
e 255000.
^inissimos leques trancos e de cores a 85, 105, 155 205000*
Para decoro e forro de sala : _
Oamasoos de todas a cores, reps para oortinadoa, crep da China. **e?r"*
-mstae]* de corea por 15200, aloof-a, tapetes tanto esa peo eos pare gericlo
4 eala.jde todos os tamanaos.
Grande quantidade de retalbos.
INDUSTRIA WMW
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A. M. VERAS & C.
PERNAMBCO
Esta excediente bebida preparada esm todas as regras da sciencia, de saboi
aroma iguaes aos do cognac eatrangeiro. O Cognac Orazilelro tem' feito
grande suecesso pelas provincia do norte e eul.
Presos da fabrica
PEQUEAS GRANDES
Urna garrafr..... 15000 1550C
Cms duzia...... 95OOO I25OOO
O Cognac Brasilero encontra-se na fabrica, em todos os botis, restaurants,
itlbareae vendas desta cidade, e em Beberibe no hotel do Jlo e venda do Jacintbo.
Aloool 40 purinc''- '' nfeectado, perfumara para homceopatbia.
I : n.Ms dores oea^
gfj* Elizir,P6e Pasta dentpi08 7^g/
^ RR.PP.BENEDICTINOS
da AJBSA.T3XA. de SOULAC (Oironde)
DON MAGUELOMNE, Prior
. .Hfdn/i'is de Ouz-o : Bruxellas 1880 Londres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS

INTENTATO
O ANKO
1373
Pelo Prior
Fierre BOVXSAVS
6 O uso qnstidiano do Elixir uentiiricio
dos Rft PP. Benedictinos, com dose de
iil^nmas gottas com sgua, prevem e cura a cae
dos dantos, oinbrauqueceos, fortalecendo e tor-
nando as gengiri perfltamepte sadias.
Prestimos um verdadeiro servido, assipna-
lando aos nossos leitores este antigo e utili-
siSio preparado, o melh or curativo e o nico
preservativo contra as AiecgSes den-
taria.
o^
CX^0'.raim,SEGUIN
Acht-te em lodat u bu* Ptrfumiriu, Phtrmtclti I Drotriu
Xse Hueuerle, >
BORDEAUX
MHill'liHcl
m jrn Zl^JlrZL 2**v** sitio azul u Estass Fruras.
: HOOa. a, rae Castiali, PARS, inMas
.k NAO HA REPUGS>!A^Cf.
%0tr* PA.RA TOM-iR O ^*4|
BROMURfTfflI^PlJTA^IO
Com .A.&
A M VERAS>r
MEDICAMENTOS FUNDAS E TI TU
TflSM AS QUAI1IDaB
^HIARMACF -ICOa-^^
Q^

:m cHWies-rHABMAugncas 1
EsfEnAinuBar*
3
JO
Elixir dentifricio
Contra a carie e amollecimento e dores de dente.
Grande sortimento de perolaa, pastilhas, granulos e pilulas doa melhores fabri-
eant s europeas e americanos.
Groado collecgSo de aloolodea os mais modernos e raros.
Aguas mineraes de todas as qualidades.
Para photograahia e homecopathla
\lcool rectificado e desinfectado, chimioamente puro.
A Pharmacia Americana tem urna seccSo homajopahiea onde se encontrar
alem dos medicamentos preparados com todo aceio e segundo os formularios habene-
maniooB mais acreditados, carteiras, vidros avulsoa de todos oa tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tioturas de plantas indgenas e exticas.
Receben medicamentos directamente de (odas as fabricas^ da Europa e america
Medinalagao por precos comnsodos e a qualquer hora do da e da noite.
PastUhaa JL. POISSO& com Chocolate
Esta/ Pastilhas, de sabor agradavei, estso rigorosamente dosadas.
Cada Paatilha contem iS ceotigrammai da Sil (urna colherada).
Deposito ers!: L PDISSOH, a, 28, Avenue di Courberoie, era Asmeres, pifio de Pars.
VENUE-SB KM TODAS AS PRINCIPAES PBARMACIAS
TOSSE CONVULSA
.CUBADA PELO
Xarope de Mr. Bourgeois
Este xarope o nico composto iofallivel para a cura do coqueluche on tosse
convulsa, como se evidencia das segeintes considerares feitas pelo finado Dr. Joaquina
de Aquino Fonsec :
A pertinacia que apresenta a tosse convulsa n'aquelles que de Ha soffrem
fas que por veaes suecumbam os doentes, sem que os medicamentos applicados coa.
aigam resultados favoraveis, sendo essa afTeccao tanto mais grave, qu&nto menor a
idade dos accommettidos; n por isso novas preparagoes sao constantemente annunoiadas,
sem que a sppKcaeao conforme o que dellas se diz.
Tendo eu encontrado em um dos peridicos franaezes de medicina a noticia de
um xarope preparado por Mr. Bourgeois de Faverdaz, pharmaoeutico estabelecido em
Saint Juet (Loire], e parecendo me fundado o que se dizia de sua virtude tberapeutica
contra a tosse convulsa, em eonsequencia das substancias que entravam em sua com-
posi^So, pe-.ii ao Sr. Bartholomeu Francisco de Souza que mandaase prepralo, segun-
do a frmala que eu lhe confiava, afim de que podesse applical-o a tres doentes de
dea mezes a cinco annos de idade, que eu tinha em casa de um amigo; e com effeito
esses doentes nSo tardaram em ficar restabelecidos, e desde entSo esse xarope tem
apresentado o mesmo resultado, sendo notavel o que ltimamente se den com um
meniu de 14 das de idade.
O xarope de Mr. Bourgeois de Faverdaz nao proveitoso smente na tosse
convulsa; tenho-o applicado com satisfatorio resultado as toases intensas, e nao im-
proficuo na asthma. Ainda nao tive oocasiio de arrepender me de havel-c applicado e
seus resultados sao to lisongeiros que, depoi de seis mesas de experiencia, me animo
a reoomraendal-o aos meus collegas como um meio, de que podem lancar mSo com
vantagem, quan^o se acharem as condigSas em que me Lei visto ; devendo aceres-
centar que essa preparoc&i tem adquirido voga no departamento em que est estabe-
ecido Mr. Bourgeois de Faverdaz, tornndose tao prpular que, apenas all appare-
oem meninos com tosse convulsa, qqa por vezes reina epidmicamente, seus paes
se apreasam da cmpralo.
Po8so formar que o xarope centra tosse convulsa nao p-eparar^ao de charla-
tn, e que no departamento, em que existe a pbaroiacia de Mr. Bourgeois de Faver-
daa, elle applicado por todos os mdicos, que all se acbam escandecidos e obtem
excelentes rebultados deesa preparacSo.
10 de Agoste de 1857.
Ilr. Joaqiiiui de quino Foaseca.
NA
' PHAJRMACIA E DROGARA
BARTH0LOME & C. SCCESSOS
34--BA UM DO EOSARIO- 34
TELEPHONE 210
Ba I" de Marco n. 0.
Parti.ipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado sen
estabeletimcnlo de JOIAS com mais urna seceso, no pavimento terreo,
com especiadades em rtigos de ELECTRO-PLATE, convidan a*
Exmas. iamifias e seus numerosos freguezea para visitar sen estabele-
cimento, onde encontrarlo um riquisaimo aortimento de joias de onr *
prata, perolas. brilbantes e outras pedras precioBaa, e relogios de oro,
prata e nikel.
Os artigos que recebetn directamente por todos os yP a^3
ejecutados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa t
Eados-Unidos. ,
A par das joias de subido valor ach&rSo ama granee vaneaaae
ie obiectos de orb, prata o electro pate, proprios para preentes de
oesamentofl, baptisadoa e anniveraaries.
Nem em relacao ao preco, e nem qualidade, oa obfeotoa aan*
mencionados, edntrarlto' concurrenda n'esta proca.
A LA REINE DES FLBTJRS
Ramaliietes Notos
L. T. PIVEem PAIS
Mascotte
PERFUME POBTE-BONEEUR
Extracto d Corylopsis do Japao|
PERFUMES EXQUISITOS :
Bonqnet Zamora -^ Anona du Bengale
Cydonia de Chine
Stephania d'Australie
Helltotrope blanc Gardenia
I Bouquet de rAmitWhite Rose of Kezanlih: Polyilor oriental]
Brise de Nice Boakruet ue Reine des Prs. etc.
ESSENCIAS CONCENTRADAS ("
perfuma!
) QUALIDADE EXTRA
paes Perfumaras, Pbarmaeics e Cabell-.rairos ao
mimm
-r*
MOLESTIAS oo CORAQAO
AiGrjiai Tsiicai-Caruca U BBN, UiadMMiocede4i6pirdacvHai
EFElMIADE8il8C01UCiO,PALPITC0ESeaITDBOWS1ASa!rtrwliini(a
LK atmiN, r^n^asiaaLi-Qaaiea.rarts, 50e>W,f DUsa
Depositarios em PtnumHe : FRAN Bt. da
ti 47, ra Latsjetk.
vas a.





I

I
9
1


8
Mnm de PerBambaen- -Quinta--toir a 26 de Julho de 1888
.
fe


.i


s>

limita, aatontii e toen-
jila econmica
do Imperador na mero VS
Livroi de jurisprudencia, direit >, litt.ratura,
sciencia e religiao, livros para iustruc^ao primaria
secundaria, livroi em branco parm eseriptora-
olo commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversa* corea, artigo para eacriptoro e diver-
sos objectoa de gasto e phantasia, papis pintados
para forro de salas, qnartcs, restaurants, etc.
acaderna-ae com preste* e segoraaoa, marca-
se com uitides car toes de visita e imprime-se com
perfeico qoalqaer trabalbo typographico.
Procos mdicos
______Bus do iMpfrsdur n. f______
Fabrico de assucar
Macnlniamo doa fabricarle Ooocsn
lewari *- C. le Uavagow
CjnstroccSo da nidia moderna e aperfeiooada e
de grande doraco.
Motada com prescito bydraalica de Stewart qne
d a melbor expresso onbecida at hoje.
Caldeiraa com eaon miaador, eapeciaUdade dea-
tea fabricantes.
Foroalhas para queioiar o bagaco verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelhoa de Vacao e Triplo effeito sao de
systema moderno como tamben as turbina* on cen-
trifugo.
Ornamentos e ma8 informacoes em casa de
Browns & C.
Raa do Comoierco n. 5, 1* andar
5
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Vinho verde especial
Cbrgon nova remefsa para a fabrica Pbeniz, a
roa da Florentina n. 15. O preco convida.
AspMto
Jrsqnim DomiDguea Ferreirs, filbo de Msr.oel
Firmino Ferrrira, aotigo aepbaltista desta praca,
previne aoa senb habilitado cum matenaes pura qualquer concert,
e ladrilho de asphalto, pode ser procurado no sr-
mszrm de mattriaes i praga da Concordia nume-
ro 11.
VENDAS
__ Vende se urna execncSo no valor sapericr a
20:000 J( 00.com p.-nhora f-.-ita nos cngmhos Peres
e Giqui, eom terree e bemfei'oriss ; qm-m pre-
tender dirija-se Caminho Novo n. 128, que
achara a.m quem tratar. _________
Vende-se qu-trj casas, duas na ras velba
de Santa Rita e dous na ra nova de anta Bita.
Na mesma ra n. 64, achara com qaem tratar ;
assim como um terreoo na Boavixgrm com 300
palmos de frente e urna legua de fundo, tem pro-
porcoes para urna r-Dgenboca.
Vende -se orna armacao de amarello, no pa-
teo do Terco, esquina do becco dos Martyrios n.
2A, garante-ae a chave, est livre e desemb-
racada ; a tratar na ra Duque de Caxiaa n. 20,
taverna.
FOLHETIM
TESTAMENTO VERMELHO
POB
XAVIbR DE M0NTEPIN
*E<.IYD* PARTE
\ GACA0& DAS KEDALHAS
(Continuacao do 11. 166]
XXXVil
Admittiam que o asasssino devia ser um
desses homens a quem o abaso do traba
lho e as allucinacBes da sciencia con-
dazem a loucura, e a quem a loucura im-
peli ao crime.
Em taes condicoes, como acabamos de
oavir dizer o procurador da Repblica, as
pesquisas iam tomar urna nova direecao.
Apenas eotrou na prefeitura, o cbdfe da
segurarla mandn obamar Raymundo Fro-
mental.
Este nSo estava em oasa. _____ _
O agente eocarregado de o ir buscar
deixou um bilhete para elle, mas a sua au-
sencia proloogou-se, eio hora adiantada
da tarde que acudi ao chamado do seu
chefe, f%
Este ultimo fel-o sabedor do ultimo cri-
ne commetiido pelo braco myaterioso, que
mto oessava o seu trabalbo destruidor.
Como todos, Raymuado teve am roovi
ment de indisivel espanto, de verdadeira
eetapelacQlo.
O obefe pol-o ao corrente das supposi-
c,Ses formuladas pelo Dr. Tbompaon.
Logo que ouvio esae nome, por elle ve-
Betado. o nome do borneo em quem depo-
sitara todas as suas esperan jas para a cu-
ra do seu filbo, e a qaem olbsva como n-
faBivel, partilbou as suas convicySes e disse
oomsigo que evidentemanU o asaaasino de-
via, ser um monomaniaco saDgairiario.
Aaai, pois, ia tomar aovo ramo.
A primeira cousa a faaer era oonecar
21
Oliveira Campos & G.
PECHINCHA EM FAZENDAS
Las de quadros, padtSes modernos e edres
liadas, a 820 e 360 ra., o corado.
FustSes braocoa, superiores, de 400, 500
e 640 ra., o cuvado.
Morgolina branca de listra e adamascada
para casacos, a 500 ra., o covado.
Cretones modernos com ferraduras e an
coras, a 400 rs., o c*oado.
FustSes de edres, padrSes lindos e odres
claras, a 500 rs., o-covado.
Gorgerinas de edrea, padrSes lindissimos
Setinetas braucs, preta e de cores de to-
dos os precos.
Bailetes de corea, a 200 e 300 rs., o co
vado.
Fecbua, sortimento completo, de 2(9000 a
60000, um.
Can-braU branca tapada e transparente, de
3^000 a 64000, a peca.
Bramante de linho e algodSo.
MidapolSo e algodao, aortimento completo,
a pr^co baratissimo.
21 Raa do Crespo -91
OLIVEIBA CAMt OS d C
Oliveira Campos C.
NOVIDADES E PHANTAS1AS
Capas e pellerinss pretas e enfeitadas, de
cachemira, gorgorSo s merino.
Veos e capeilas para noiva.
r-tim e Seda branca para casamento.
Cortinados de crochet para cama e ja-
nella.
Colchas de seda para noivos.
QorgorSo preto, diversas qaalidades 0 pre-
cos.
S?das e setins de cores, lisas, listrae e de
Madrea.
Merino de quadro, fazonda nova.
Capas bfspanholas para theatro a prego
de 20000 urna.
Sortimento de meias brancas e de cQres
para genboras e criangas.
Espartilboa, sortimento completo.
Tapetes para janella e s> f, sortimento.
Grandes acaltifas e esteiran para forro de
sala.
Alm de moitos cutres ortigos que nos
impossivel mencionar.
Zl -Raa do Crespo OLIVEIRA CAMPOS 4 C.
S3H33
Adminittrifio : PRIZ, 8, Boulevartl Uontmartr.
GRANDE-GRILLE. Affccffles lymphntiras, Doeo-
as las v ins Ji?estT:i.-.Obstrncris d" upado do ha^o.
Ibstrnrcocs Tiscoraes, ConcrecSe; calculosas Sa bile.
HOPITAL. ABeccesdas vasdk-rstivas,Inrommo-
dos do estomago. Digeslo difcil. lna] lencia,
Gastralgias, Dispepsia.
CLESTINS. AfT-crB-5 dos rins. da beiiza, Arcias,
Coocreces das oonos.Gota, Diabet.-s, Albuminuria.
HAUTERIVE. Alleccocsdos rins. da bejiga. Areias,
Concreres das oorioas,Gota, Diabetes, Albumiauria.
EXIJA-SE 0 NOME da FORTE Da CAPSULA
YENDE-SE MAIS BiilATO
INa Loja das Lstras hxm
A' ras Bnqoe le Caxiaa a. i
TELEPHONE 211
D descont a qaem compra 30$
Xo vldadt g
aseada eo reme, azul claro e rosa, desechos maitu lia -
dos e faseada propria para baile e theatro a 500 rs.
Tecliioa de phaotasia em qoadrus e listas,
fas"oda maiio larga a 700 ria.
Linn bardarlo, de todas aa cores, itnitacao i
cachemira, a 24U rs.
etlm de Maeo, liso on com listos, todas ae
cores, a 800 e 40l>0.
Beoda* bespaobolas branca, preta, creme e
matisada, por todos os precos.
Capaa e visitas pretas de rendas e esxemira
com vidrilhos a 304000.
Ca de qaadro com liadas cores a 210, 320 e
400 r.c
Cambra! arrendadas, brancas e todas as
cores a 280 e 600 ris.
Corte* de vestidos braocos todos bordados a
20*000.
Eaehovaes, 'para baptisados, completos a
6, valor de l&aOOO.
PuNtora broncos, qualidade nselhor, a 320,
360 e 400 rts.
Percate* finas, c-.-es segaras a 00 e a 240
ris.
\sniar de liadas cores segaras, desenhos
novos a 280 rs.
Catabraia* bordadas, brancas e de cores,
qualidade fina a 4*500 a peca.
Eagatao pardo para vestidos oo roapas de
meo>oo a 300 320 e 360 ris.
\ olindinho lisod e lavrados, todas aa cores,
a 800 e 1<0U0.
Vellado de aaX., pr t azul e bordado para
capaa a 4*u00.
1
Fazen
ii
versas
Em Pemambuco, as Aguas das Footos de Vicby,
arima nomeadas, achSrse tm casas de
SLZER A KOEOHUN.35.ru-.da Cmr;- AugLABILLE.
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidadi
om boo sitio coa boa casa, mu tas fructeirau
ezcellente banho do rio, boa agua de cacimba,
extonso de terreno para baiza de' captm, todi
murad oaa frente, com porto e gradeamento, con
caminho de ferro e estagUo junto ao dito sitio, m
Porto da Madeira, conhecido peto aitio de Joai
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Ponse
ca ; qaem pretender dirija-se praoa da lnde
pendencia n. 40, das 11 horas s 4 da tarde.
adapolao Uvad ceas com 20 varas, te-
cido especial marcalio; .' cas Listras Asoes a
5*500, 6*000 e 8*000.
ttfodao largo, propr para leuces a 5*000
a peca.
Bramante* de 3 e \ largaras a 640,600 e
1*000 o metro.
tusrdsnapos qaalid melhar a 2*000 a
doiia.
Corllnaco* bordado, e de crochet de 6*,
8* a 12*.
firtnalda* com veos de BI id, tltima moda,
a 8*000.
l 2*500.
Eaparllilin* para tenhoras e meninas, des
de 3*500 8*U00.
Camlaa* francesas para horneas e meninos,
de qualquer tamanbo.
eolias de tustaj de cores a 2*, 3* e 4*000.
Arligos americanos
Moaaalteiro* com armac&o a 10* e a 12*.
(.utrnicoes e botdes para camisa a 200 rs.
e fin '8 a 1*U00 ,
Collarlnho*, peitos e puuhos de celluloid a
5*1 0U, 3 pecas.
(irsmpus de phantasia p-ra cabello a 800 rs.
Balela* superiores a 280 a dusia.
Allnese* com letra de ouro p-ra gravata 4
1*000
Beloaioa despertadores com figuras em mo-
vin.entu a 7* e 8*000.
Eaperiadore* para ver a noite no escaro
nltma oovidade a 800
Agencia geral para os retratos pintados na
Ame ua com ricas mo'duras de ou'O fino e cor-
does, desda 20*.
Advertencia
Com} i costume geral auuuucisr as fasendas
mais baratas prevenimos aos nossos fregueses qoe
recebemos um completo sortimento de tecidos finos
os quaes vendemos por menir prec. > qos oatra
qoalqaer casa ; assim como as oossas pecoincbas
qae damos aos n ases fregueses, nSo sao repar-
tida* de nutra cn*a como alguem annuncia
para eDganar, vtndendo fasenda ordinaria por
muito maior prefo, costme qae a Luja daa
Listras Asa' s nao tem.
Acceitamos a fasenda vendida se por qoalqaer
circumstancia nao fr de agrado da peasoa para
qaem fr comprada, mesmo depois de algans dias.
JosAugasto ias
ama iavcstgar;So na estaySo de Orl-ans,
da onde Reoato havia partido, e em Choi-
sy le Rui, onde o seu oadaver fora encon-
trado sobre a linba frrea.
Foi casa, &fij de tomar e coordenar
diff-rontes notas, de que poda ter necessi-
de: depois sabio, pelas sete horas da noi-
te, para jantar.
Deizemol o sentarse diante de urna re
feicao modesta e voltemos a Port-Crteil,
qoe deixmos desde o momento ees qae
Fabio de Cbatelux cbamava Paulo, qae es-
tava a pes ar no sea bote ato rrado mar-
gara do rio, junto ao Pequeo Castello.
Os dous mancebos reuniram se dentro
em pouco, e juntos voltaram peqaena
oasa de campo, em que a ausencia de R..y
mundo f- Fabio notou a grande mudanza que se
operara na ptysionomia e no humor do
sea amigo, que ternou-se pensativo e ab
sorto ; mas nSo procuroa adivinhar-Ihe a
cnusa.
Paulo e Fabio gasrdava.m ambos o se-
gredo do sea amor, e era am nem oatro
poda saspeitar seqaer qae os seas corecSas
pulsavam pela mesma raulher.
O iaoto e qae Paulo foi distrabido com
a visita de Fabio.
A tarde de sexta-feira psssou-se em pa-
lestra no pequeo jardim, sombra das
arvores, e projectou-se para o da seguinte
um longo pasaeio nos arredores.
Esae passeio ff"Otuon se -no sabbado, *
foi divert io a todos os reapeitos.
Os dous amigos voltaram para casa a
qustro horas da tarde, depois de baverem
contornado a p o Mamo, o qoe andarilboa
medio res nXo cooseguirism fzer.
Amanbl dominge... disse Paulo,
como havamos de ptssar o tempo ?
Proponbo am* pescara... replicoa
Fabio.
Pois esta dito...
Nao poderias arranjar que fosse com-
tbco o teu professer Fuinba T Com elle
podemos estar certos de nZo voltrr com as
maos abanando.
Nada mais fcil... Encontral-e he-
mos sem duiida as pilhas de madeira
fluctaantes. Ped'r-lhe hemos que nos anom-
pauhe. Afinal, um bem rapas, com-
quanto am poaue bohemio, e oonbeoe co-
mo oirigaem os bons pontos de pescara.
' P..ulo e Fabio dirigiram-se para o sitio
designado.
O filbo de Raymuodo Fromental nao o
havia illudido em suas previsSes.
A primeira peasoa que avistaram foi o
Fainhs. |
O pescador philosjpbo atirava a saa li-
Uaranliuns
Veode-se o grande sitio com casas, grande
baiza de captm, cercado para vinte vacuas, com
pasta anoualroente e agua, por rreoo mut'o com
modo, por ter sea proorietario de mudar se : a
tratar eom o 8r. teneote Cesar, ro* do acude.
Libras esterlinas
Vendem Amorim Irmos Se C, i raa do Bom
Jess n. 8.
Paris n America
16 Roa Barr da Yctori n. 16
(ANTIQA NOVA)
Azeve^o Iroro & C.
teeeberam MoTldades
Raos fi -bus de core lisos e bordados
1,5000 e 1500.
Dito ditos ditos 13 finos a 20 e 20500.
Leques trasparentes e setim a 20 e -0.
Capellas e \os bordados a 30, 50 e 70.
Colxasde crochet com flores a 50. 60, 70,e
80000.
Cortinados bordados fios a 50500, 60 e
70000.
Ditos de crochet finos a 100 e 120000.
Cretones finos, edr fiza a 240 o cooado.
A verdadeira esteira para forro de s.la a
10250.
Cipas de cachemira e seda a 250000
300000.
Sitial flor do bosque a 180 o covado.
Zefiros de quadros finos a 180 e 200 o
covado. -
Ditos ditos ditos com um metros de lar-
gura 280 o covado.
Cambraia bordada de cor e branca a
40500 a pega.
Espartilbos couraca finos a 50 e 50500.
Sarge/im todas as cores e finos a 240 o
covadn.
Brim de linho de torea fixos a 600 o co-
vado.
Dito dito dito branco n. 6 a 10 e 10500
bolsas de cor e brancas a 20 20200 e
20500.
FustSes brancos fios a 360 e 400 o co-
vado.
Bramante trancado, 4 largaras, a 900 e
10000.
Dito de linho com 2 metros de larga-
ra a ]$800.
Rendas de todas as cores, comprimento
de saia a 20500.
Cortes de casemira finas a 4$ e 40500.
i Toalhas felpudas grandes a 40 a duzia.
Baptistas de edrea finas a 160 e 200
covado.
La de quadros escossezas a 280 e 300.
Tapetes grxndes para sof de 4 cadei-
rs a 80UOO e 130000.
Setins de todas as cSres a 800 e 900 o
covado.
Algorflo Urgo a 30400 e 30600 a peca.
Merino su tira preto fino a 10100 o co-
vado
Toalhas para baoho grandes a 810, 10
10500.
L-qu's para noiva com florea a 50 6$ e
70000.
Merino preto 2 larguras a 800 e 900 o
covado.
Cambraia victoria fina a 3$ e 30500
Z ifiros de quadros arrendados a 500 o
covado.
Ditos ditos ditos com um metro delargu-
ra a 460,
Anquinbas de todos os tsmanbos a 10
e 10500.
Toalhss para pratos a 30 e 40 a duzia.
MadapoiSo B. Vista a 50OO 60000.
Pannos p ra sof a 20000 e 20500
Ditos para cadeiras a 800 900 e 10000.
Mantilbas Brazileiras.
Punbos de linbo a 80 e 100 a duzia.
Cachemira com listras a 500 o covado.
Lencos de seda finos a 900 e 10 um.
Novidades
Zefiros arrendados e bordados.
Cachemira com lista e liza da mesma cdr.
Ditas ditas com quadros.
Ricos fichua- de seda e 1S.
Mallas para viagem.
Luvas de seda arrendadas meio braco.
Ricos cortes de cachemira para veatido.
Palba de seda para vestido a 900 e 10.
Telepboae n. 200
Bichas Je flainbargo
Vende-se em pequeas e grandes porcoes ; ua
rna da Madre de Deas a. 36 A.
nha, cantarolando o estribilho de um oou
plet dos Sinos de Comeville.
Isso prova evidencia que o peixe nao
morda, nao sendo, como nao possivel,
distraccao alguma qaando o peixe toca no
anzol, e abaurvendo-se em tal caso 'toda a
attencSo da pesaos qae pesca no flactuan-
te do sea instrumente.
Fabio chamou o.
Em tres saltos o Fuinba escaln a riban-
ceira.
. Bom dia, Sr. de Cbatelux.... Bom
dia, Sr. Paulo... disse elle. Est ento
de pae'seio em casa do Sr. Fromental, nao
verdade, Sr. Fabio T.
E' verdade, mea amigo, e vimos pe
dir i be para acompanhar-nos amanh n'u
ma pescara. .
Com muito prezer, Sr. Fabio .. A
que horas querem qae nos encontremos T
De madrugada.
Aonde T
.. En noisa cassa... disse o filbo de
Rsymuodo.
Est combinado. O senbor tem is-
cs, Sr. Paulo f
Hei de ter todo quanto for preci-
so.. .
Podem contar que serei pon tu al. ..
Agora vou arromar a bagagem e dar um
pouco que fazer ao estomago... O maldito
peixe uj apparece.
Os tres rapases aepararam-se.
Em caminho para a casa de pasto da
ilba, o Foinba dista oomsigo :
Ora, ato pie ser, oom mil raios I...
O pai do Sr. Paulo, o amigo do Sr. d
Cuate lux, uo secreta Ora pois E' im-
possivel I iut<-irau)<-nte impossivel 1... Nun-
co me poderei convencer de tal oousa I
No dia seguinte todos estavam de p
pela madrugda.
O bote ae Paulo achava-se carregad de
provisSes e manido de utensilios ae pesos,
entre os quaes cootava-se urna dusia de
balanca*.
D se este nome a am gradeamento com
a iroia de pratos de balanca, guarnecido
de um circulo metullioo e destinado pes-
ca de camaiSs
Paulo esperava fszer para o jantar orna
ampia -oibeita desses suo ulentoa orusta-
ceos, que abundara no Mamo.
Sub'.ra-D o curso do no at debaizo d
ponte de Ct. il.
O Furnia rrconhecea am sitio, no qual
o fundo era, ou p lo menos pareca, emi-
neutement* tavoravel.
O bate fui amarrado e o pescador em-
rito iscou o aoaol.
Digamos dede j que a eaoolha do ai-
Sui generis
Detestamos os artigos bombsticos eom
que diariamente se enohem os jornaes desta
capital, annunciando como especialidade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, n como taes s timbramos em
nSo engaar aos que nos dispensara a sua
amizade e auxilio.
Afobsmos.de receber nova remessa do
j fumado e especial vinho
Maduro
O consumo extraordinario que este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
que fica substituindo esses oatros que por
ah denominam--Bairrada, Figaeira, Car-
cavellos, etc., etc. Duas summidades me-
dicas d'esta capital, reoommendam aos seas
amigos o oso quotidiano d'este vinho. oemo
mais salutar economa humana por nao
ter as compcsicSes de tantos cutres, qua
arruinara a sade da hamanidade, trazendo
como conseqaencias os horrores a urna po-
pulacho que se definha a olhos vistos.
Recebemos tamben o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenhos cujoa
proprietarios capricham em bem trabalhar
neste artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
rao du vi-losa.
Em outrus artigos como .
SEMENTES DE HORTaLIOA
E FLORES, LINO AS SECCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
para isto to poaco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queira certificar pdem compa-
recer, com o qae maito nos honrarlo.
A par de urna infinidade de artigos de
primeira ordem, qae se achara em exposi-
c&o, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to 'os os qae nos hon-
rara com sua prevenga, junto a modicidade
de precos sem rival.
na Estrelta do Rosario n. 9,
junto a Igreja
?oj?as Xendes i G.
fi' barat ssrao!!!
Cimbris Victoria com toque de avaria a 2500 e
8< a peca!
dem preta para forro a l i a dita !
Madapoln franca com 24 jardos a 300 e 4.
Algodao Nacional encorpado 3 e 30J a dita !
Merinos de todas as cores, orna largura, a 200 rs.
o covado.
Setinetas finas a 240 e 280 rs. o dito para
acabar.
Cbitas de cores firmes a 200 e 240 rs. o dito !
Renda da China, branca, a i 40 rs. o dio t
Las de quadrue, modernas, a 3;0 e 360 rs. o dito I
Bxptist'-s do cors firmes a 160 rs. o dito !
Ficbs de t das as odres e qualidades a l e 2 j !
Cobertores de iS a 1800 e 44 soperiores.
Collas de c r- b a 24 e 3i orna I
L oQoes de bramante a 14800 am grandes.
moitos oatros artigos qoe sero lembrados
com a prsenos de nossos bons fregueses.
Vendas em grosso com descont
LOJA DE
Pereira & Maglhes
59 Ba Dnuna tle Caxias 59
tio foi boa e qae produsio os sena resul-
tados.
Cerca dss tres horas voltaram psra ca-
sa, levando triampbaotemente ama bella
fieira de peixes e sessenta volumosos cama-
roVs.
Esta ^escaria na ponte de Crteil ex-
plica aos nossos leitores a razo por que
Paulo nao soubera qaa tinha estado gente
todo o dia no Peqaeno Castello*
O Fuinba foi convidado a jantar com os
dous amigos e s dez horas da noite sabio
la oasa de campo, encantado da man ira
por qae passara o dia.
Paulo e Fabio, olhan 'o o como sea pro-
fessor e qaerendo pag*r-lbo os sus hono-
rarios, deit .rarn-lh ambos na mSo um em
bralho sob a forma de pequeas moedas de
dez francos
S'gjnda feira de manbS, Fabio de Cba-
telux, pensando ne sarao do Or. Thomp-
son, ande ia tornar a ver Martba, deap
dio-se muito cedo de Paulo, que quiz acora-
ohal o at esta^ao da estrada de ferro
Paulo nSo recahira no sea estado taci-
turno.
A velha Magdalena vestia-se sastiafeitis-
sima por ver-lhe nos labios am sorriso, cujo
habite parec haver perdido alguos dias
antes.
Na vespera ella havia scripto urna car
ta a R ymuodo Fromental, a**u queride
amo, prevenindo-o peis felis madanca qae
Be tinha operado em seu filbo.
O poorj pai sentir o cora(3> enober-se
Iha de alrgria e de reoonbeciment qaando
receben a carta de M-g tal na.
Esta boa nova, reuuida a qae lhe dera a
coodessa de Chateli'X, fazia brilbar um
raio de sol nos honsootea da sua vida, tao
sombros at entfta.
Apezar da modifioacSo f* voravel opera-
da no seu aspecto, Paulo achava se maito
preocuvpado'
Esas preoccupacio refera-se diffi sol-
dado mais ou menos conaiieravel do rea-
lisar um proji-oto qae h de que vamos scteotifioar os nossos leito-
res.
XXVIII_______________
Reoordam-se de qae Bajmundo Fromen-
tal havia reuebido, para si e p.ra seu fi.
lhe, um convite para o sarao do Dr
Thompson, e que fioara admirado de rece-
ber tal oonvito, vista que o medioo ameri-
cano devia oertamente igaorar o sea nome
e o sua residencia.
Devem lembrar-se igualmente de que
pergunta assim formulada por Fronental :
Nlo queres aproveiUr-te deste oonvito1
A' FLORIDA
Um saldo de 600 pecas de bordados da
maito boa qualidade, cambraia Victoria
proprios psra casacos de senbora, vestidos
de meninas, calcas e saias, com 4 e 5 de-
dos de largura, a 10400, a peca.
dem com 4 e 5 dedos de largara, e urna
chave, a 10OO, a peca ; todos com 3 1/3
metros garantidos.
Grande sortimento de rendas
Bioo branco, de linho, a 10500, 20000,
2#500 e 30000, a peca.
dem de cores, a 20, 20500 e 30000,
a pega cora 10 varas cada urna.
Pulceiras, guarnisSes, aneis, brinco* e
alfinetes para gravata, tudo de plaque ame-
ricano, garante o dour.do.
J chegsrJlo os espelhos cara dar
Esplendido sortimento de fl ,res finas com peta
las de seda, folhas avelodadas e asteas de borracha
para eofeite de oet'o, cabeca, chapbs e ehapeliaas,
ramo a 14000 e 14500:
Enfeite para chapeo, gorros e capotas, (aigreta)
com passarinhos de seda a 24000 um.
Lindo sortimento de jarros para enfeite de sala,
toialet e santo-rio o par 14000, 24000, 34000,
44OOO, 54OOO e 64000, todos com lindos desenos
de p rulas em alto relevo.
Livros de sortea para S. J0S0 e S.,
Pedro.
Espartilhos a 30000 qae se vende a
50000.
Inv8veis prateados a 209 ris.
dem dourados a 400 ris.
Plics brancos a 400 rea o metro,
dem idem com trjeo de seda azul, en-
carnado e cor de rosa a 600 ris o metra.
Contas para enfeitar vestido de todas
as cores.
dem pretas a 600 ris o maco.
Missang'is de todas as cores para bor-
dar e para voltas a 500 e 800 res
maco.
Vidrilhos pretos e de diversas cores, pa-
ra enfeitar vestidos e para voltas.
Colarinhos e panbos de borracha;
Fexuea com msela e liso a 20000
Porta-embrulho americano.
OalSes, bi -os, palmas e rugas de vidri-
lhos a 20500 e 20UOC e metro.
Franja preta e gaUo a 500 e 1$600 o
metro.
Lavas de seda para meninas e mocas a
20000.
dem de Escocia a 10000 o par.
Ka
Ra DUQUE DE CAXIAS N. 103
WHISKY
Boyal Blend marca YUDO
Este ezcellente Whisky Escocez pr*>
ferivel ao cognac ou agurdente de canna,
para fortificar o corpa
Vende-se a retalho nos melhores arma*
zens de molhados
Pede Roya I Blend marca TIad,
cujo nome e smblema sao registrados para
todo Brazil.
____________BROWNS & C,'agentes.
Sabio transparente
DE
Vinho branco Figueira
Vinho verde especial
Chegaram para o Ribeiro a travesea das
Cruzes n 16. S a vistaTaz f a elle an-
tes que se ac*be.
BZssisassiBsssaiMsassssBMsaBBBBBBBBaBissBssasiBsasasai
para te distrabires um pouco, para desviar
o corso das toas ideas ? Paulo havia res-
pondido por nma formal recasa.
Depois as ideas d mancebo modifica-
ram-se naturalmente, e trndo-lhe 0 Fuinba
dito que a moca que elle amava, graciosa
habitante do Pequeo Castello, aFada
dos Salgueiros, ra papilla do Dr. Thomp-
son, estava resolvido a faltar sua re-
basa.
A brusca partida de sea pai tornara-lhe
impossivel manifestar lhe a sua nova ven-
tada.
Paulo desejava agora trdentemento as-
sistir fesu do pseudo Thompson, ver
Martba, fallar lhe, dizer-lbe que amava-a e
frfZ.r a confisalo d ase amor ao proprio
loutor, que elle considerava como amigo
seu e de seo pai.
Infelizmente mais de am obstculo oppa-
nba ae realisac&o d*>8se soobo.
Era preoiso ausentar-se 4 noite, s es-
coadidas deM'glalena, quena inquiete
cao do seu aff-clo nao de izara de encon-
trar as melhores ratoes do mundo para
persuadir ao mancebo de qae seria infinita-
mente mais rasoavel finar em casa do qae
viajar para Pariz noite.
Cote quanto muito disposto a nlo fazer
caso dai anas observacS-ts, Paulo desejava
fugir a elLs.e nSo affligir a fiel criada oon-
trariando-a.
Era neoessario maoir-se do cartao de
convite, que sea pailembrava-se disso
perfeitamentehavia deixado sobre a mesa
do sea qurto.
Finalmente e isso constitua o ultimo
obstculonao dispunha na p-quena casa
da Port-Crteil soa2o de vestuarios de cam-
po, o que nao lhe permitas prepararse
p*ra um sarao.
Compeoetraado-se de taes diffi uHades,
Paulo uao perda a esperaoca de venoel-as
todas e repeta comsigo prjprio :
Hi de ir I. quero irl... Seria
am insensato s > deixasse escapar esta oc-
casiao, que nanea mais talvea se apr-
sente. .
Logo depois do jantar, prstextoa psra
recolher-se ao sea quarto, ama fadiga re-
saltante do sea loog'i passeio do sabbado e
da sua pesoaria de domingo.
Er.m 06888 momento oito horas apenas.
Mag laldda, As nove horas da noite, dor-
ma a soipno solt.
Paulo velava.
Ourio bater saooessivsmente nove e dez
horas.
S-bamos qae o sea quarto era no so-
brado.
Sahindo entlo da cama, aa qoal se.havia
Cleaver
IEDALHA9 1861, 1853, 1855, 1862, 1867,
1875.
De prsta, Paris, 1878.
a De oor. 1, Londres, 1*84.
Vende-se nss principies lojas de miodesas.
Goimsrss 4 Perman
Agentes.
Atteneo
Vende-se por preco commodo nma casa de tai-
pa, tendo om sitio bem arborissdo, na travessa
em trente a capella de Joa> de Barras ; a tratar
na mesma casa com Oonvallo Dias Coelho.
Taverna
Vende ie a taverna da roa do Rangel n. 31-A,
livre e desembsracada ; a tratar na mesma raa
namer 7.
atirado completamente vestido, aooendea
ama veis, do fundo de ama gaveta ara
mlho de chaves, que mett'U no bolso, e
dirigiu-se lentamente nos bicos dos ss pa-
ra a jan^l, que abriu com precaucao.
Essa janela dava para am canto do jar-
dim.
Sendo o pavimento terreo muito baixo,
era, nSo estando muito elevado da sala,
guarnecido de csnteiros em volta de toda
a casa.
Paulo manio-se de phosphoros, apagn a
vela e voltoa para a janella.
Era exercitado na gymnastica, e a des-
oda sem o auxilio de t-scada, as condi-
c3es em que se apresen ta va, nada tinha da
seriamente embarazosa para elle.
Agarrnndo-ae com amOas as ui3os aopa-
rapeito da janella, deixou oabir o corpo ;
iepois dando com a ponta dos ps na pa-
rede para afstar-S3 am poaco, largoa o
panto de apoio e cabio sobre um oanteiro,
dubrando as pamas afim de evitar o abalo
da queda.
Estava vencido o primeiro obstculo.
Abalando entSo o rui lo dos passos, cent
reoeio de acordar Magdalena, Paulo enea-
minhoa-sa para a oancella do jardim,
abrio-a com ama das chaves do seu nilho,
tornou a fecha! a sem rado e deitoa socor-
rer at margara do rio.
Ah parou.
NSo posso atravessar o Marno a esta
hora, em tio profuada ooscuni.ie, disse
"elle oomsigo; vou tomar o trem, atra-
vessando a ponte ; mas preoiso aprensar-
me.
E deitoa novamente a correr.
Chegava estagSo justamaate na ocoa-
siao em que o trem qae viah* da Vrenna
dava o sigasl da uhgada.
A's dez horas e am qaarto desembarco
na estsjao da praca da Bast Iba.
Dous minutos depofs, embarca va n'oai
fiaore.
Para onde qaer qae o oondaza ? per
ganlou-lbe o cocheiro.
Para a roa das Daas Poates, na ha
de S. Diniz... respon leo ella. Ande da-
presas, se quer ama boa gratificado. ..
Vamos, foootte |
E o coeheiro fez estalar o chicot e.
O carro poz-so em movimento.
(Continnar-M ha)
Tvp. a Dimt raa Lroquo de ttesu a. fifc _,

. fr
[ .
.




Full Text
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