Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18935


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Full Text
1II0LIIT IW10-183
i
PAR A CAPITAL E LUCARES 0\DK NAO SE PACA PORTE
Por tres meses adiantados......a ...... 6#0G0
Por seis ditos idem................. 12|J000
Por am anno idem.................
Cada numero a valso, do mesmo da......... #100
DIARIO DE
2& DE JLHQ DE 1888
PARA DEITRO E FORA DA PROTMCIA
Por teia meses adiantados '...............
Por nove ditos idem.................
Por am a nao idem.......... .......
Cada numero a valso, de diaa anteriores...........
as
13*500
200000
270000
100
RNAMBUGO
Proprieta** tft Mmo Jtjljutra 7>t Jhxsl i Silbos





Os Srs imede Princc t C.
ic Pars. So os nosso* agentes
exclusivas de aanunelos e pu
blIeacSes na Franca e logia
trra
TELEGRAMAS

SESTICO ilIU DO ulMIO
NaTAL, 19 da'Julho, s 8 horas e 40
minutos ds manba.
Chegou baja aqui o vapor Jalfuaribi da
Companhia Pernambucana e a tarde segu
para esse porto.
RIO DE JANEIRO, 19 de Julho, s 4
horas e 10 minutos da tarde (pela haba ter-
restre).
Foi agraciado cora o titulo de barao de
Joguaribe (com grandeza) o senador Do-
mingos Jos Nogueira Jaguaribe.
Foi nomealo coronel commandante supe-
rior ua guarda nacional da comarca de Pao
d'Albo, i'rancisco Vidal Aranba Montene-
gro, sendo reformado o actual.
.Foi recocduzido o juiz municipal e de
orphaos do termo de Pacellaa em Pernani-
baoo, o bacharel Jos Paulino Cavbante
de Albuquerque. ,
Foram removidos o juiz municipal e de
orphaos, bacharel Paulo LeitSo Loureiro de
Albuquerque, do termo de Mossor para o
tfipHsant'Anna de Mattos e Angicos e o des-
te, bacharel Miguel Carlos da Costa Rocha
para aquelle, ambos na provincia do Rio
Grande do Norte.
A Cmara approvou em 3a discussSo o
ornamento do Ministerio da Justij.
Contina a 2' discussSo do projecto so-
bre bancos agrcolas.
O cooseloeiro Joao Alfredo, ministro da
fazenda, pronuncios un importante discur-
so sobre os bancos.
Falln contra o deputado AfFonso Celso.
Foram assassinados em S. Paulo o coro-
nel Pedro R raos Nogueira e Dr. Jos Cse-
tano Horta Barbosa.
Foi reformado no posto de tenente-gene-
ral o marecbal de campo Luiz Jos Pereira
de Carvalbo, conselheiro de guerra e com-
mandante da guarda nacional da Corte
Foi nomesdo commandante das armas da
de alveoer e architecto que trapease e levantasse
a obra.
Serviram-me os tena caminbos, >ccrescenta
Luis de S.uta,pai en poier ei .'rever, assea-
tado o espirito a eacoadido no canto da celia.
Si ello nio fra o primeiro no merecimeoto de
trabalbar, nao pudera cu ser o segundo no de es-
erever.
E entretanto as chronicas fradescas .'o tempo
declaram que as meto, rias deixadua por Luit de
Cocegas na passavam de massaa indigestas con-
fusas, embrulhadas e informes, e que e o talento
subida de Lua de Sousa seria capaz de desbastar
o cahoa, dar alma, las e claridade a am edificio
qae sobre ellas foaae levantado 1
(Gontin*,)
.'ARTE OITICIAL
pr
pro
en
ojjc
genh
ia do Para, o coronel do corpo
eiros Joaquim JeroDy.no BorrSc.
de
jftO. Oa AGENCIA Mil
18 de Julho.
rjDolesti do genr
\w curso satisFacBsBBfci
Boulanger segu
LONDRES, 1
-***.
Consta qiw S. M. o Imperador da Alle-
manha vai propor ao Czar o desurmamento
de todas as grandes potencias da Europa.
Esta noticia carece de confirmac&o.
PARS, 19 d^e Juiso.
Por um decreto do presidente da rep-
blica, a seasao ordinaria do parlamento est
encerrada.
PARS, 19 de Julho.
gO estado do general Boulanger melbora
rpidamente.
Agencia flavas, filial
19 de Julbo de 1888.
em Pernambu.o,
INSTBUCQA FOFDLaB
SACiamiDaDE. lima i
1IIIEBAIU8A
DB
ORTIGAL E BRAZIL
Conselheiro JoSo
PELO
Manoel Pereirada Silva
IX
Cop
fc v. C o n t i n u a g a oj J
UionW) finalisar esta conferencia em qae
realice o deeejo qae me aesalta de ler-vos am trecho
HHbavel, qae prova a modestia do eminente es-
^^Hpr. Ja vea declarei que a ebronica de 8. D >
mingos Ibe lora incumbida sobre ama composicao
idntica de Fre Lua de f 'ccegas, qae a ordem Do-
minicana, compoata df talentos notaveis e de bo-
rnea* de profundo saber, nio considerava eomple
U, e ncm desenvolvida cem goato e elegancia.
i Loi de 8oaaa nio seattribue mrito qae nio
f .886 por em ordem e retormal-a, porque disia elle
SMjSjjnateriaei para edificar,' careca-m apestas
(overno da Provincia
ESPEDIRME DO DA 5 DB JOLH0 DB 1888
Actos :
O presidente-do provincia attendendo ao que
requeren o Dr. Heariqae de Athsyde Lobo Hos-
coso, chefe da 4a seccio da seorebria da presiden
tii, resolve conceder-fie 30 diaa de liceaca cim
ordenado para amentar-se desla provincia.
O presidente di provincia de conformidade
com a reqaisico em officio de hoat?m do .enge-
nheiro director interino das obras do prolanga-
ment) da vi'.-ferrea do Recife ao 8. Francisco,
resolve nomear ama commiasSa composta dos en-
genheiros Alfreda Fernandes Das, Lycnrgo Jos
de Mello e Gregorio Thanmatorgo de Asevedu
para i xaminar e dar parecer sobre as obras d'arte
construidas no trecho de Uanbotinho Garanbana.
Fiserum-se as necesaarias commanicscoes.
-O presidente da provincia de conformidade
com a proposta do Dr. ebefe de polica em offijio
n. 626 de 3 do corrate mes, resolve nomear para
o logar vago de 2.* sapplente de delegado da ter-
mo de Goyanna o respectivo 3. sappleate Fran-
cisco Cavalcante Das de Amorim, e para a vaga
deste, o cidado Jos Ignacio da Guaba Ba-
bello.
Officios :
Ao Dr. chefe de polica.Respondendo o
iffl.'io n. 630 de bontem datado, declaco a V. 8.
que mandei dar baiza do servico ao sargento que
commandava o destacamento ue Garaohuns no da
em qae se deu a faga dos presos da respectiva
cadeiB.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Commuuico a V. 8. para os devidos fins, qae o
juiz maoicipal e de orphaos do termo de Gov^una,
bacharel Honorio Hermeto Correia de Bnto dei-
xou no dia 18 de Junho prozimo fiado o ezercicio
do sen cargo, por se acbar doente paseando a as
sumil-o o respectivo 3. supplente Pedro Celestino
de Mello Lias. .
Ao mesmo.Remeti a V. S. o incluso offi-
cio do Thesoaro Provincial, ao qual vio anoezos
diversos papis, relativamente ao pagamento re-
querido pela Companhia Pernambacana de Nave-
gado a Vapor na importancia de 613^800 prove-
niente de transportes concedidos por esta presi-
dencia, afim de que me informe se esse pagamento
excluida a importancia de 904000 que se refere a
passagem de seis prHcas do corpo de polica e as
anas malheres, at Penedo ple ser effactuado
pelos cofres dessa Thesnureria, attenta a disposi-
cao contida no art. 3. 17 da lei do orcameato
geral o. 3349 de 20 de Outubro de 1887.
Ao agente da Companhia Braz leira. Por
conveniencia do aervico publico airva-se V. S
de transferir para amanha as 6 horas da tarde
a sabida do vapor fernambuco para os portos do
sal, entrado baje as 6 hoPa dos do norte, segan-
do o sea officio.Communicoa-se a secretaria da
agricnltura.
Ao inspector geral da Iostruccao Publica.
Declaro a Vmc.4kjue devem ser contractadas as
segaintes cadeiras :
A de Belmonte. com Porcia da Silva Vascon-
cellos.
A de Ex com Maria de Franca Almeida Oli-
veira.
Fica assim sem effeito a ordem desta presiden-
cia de 30 de Junho (indo na parte relativa ao con-
tracto da referida cadeira do Ez com Maria Ca-
rolina de Jesas Almeida.
Ao promotor publico da comarca de Gara-
nhuns.Proceda Vmo. conforme coaber em saas
attribaices, contra quem se acbar culpado pela
faga dos presos da cadeia da cidade de Garantaos
na noite de 29 para 30 de Junho fiado.
Portaras :
Envi a Cmara Municipal de Quipap co-
pia do aviao do Exm. Sr. conselheiro presiden-
te do conselho de ministros de 28 de Junho nltimo
para sea coobecimento.
Mutatii M'itandis a Cmara Municipal de 8.
Bento.
O Sr. gerente da Companhia Pernambacana
mande tranaportar gratuitamente com paesagem
de proa at Mossor na primeira opportumdade a
B.rtholdo AlVs da Silveira.
BXPIDIBSTE DO DB. SECBETABIO
Officios :
Ao Rvm. director da Colonia Orphanolegica
Isabel.De ordem de 8- Ezc. o Sr. presidente da
provincia communico a V. Rvma. para os fins coa-
venientes que nesti data se eocaminheu ao go-
verno imperial a peticio em qu V. Kvma. soli
eita isenc&o de direitos para diversos objectos
encommendadoa na Franca e Inglaterra com des-
tino a essa Colonia.
Ao fiscal da Companhia Recita Draiaage.
8. Exc. o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V*. 8. qae no reqaerimento de Laii Ao
tonio de Siqueira, a que ae refere o aaaumpto de
sua informacao de 27 de Maio deste anno, proferto
o segainte despacho :
Nio tem logar o que requer o snpplicante,
(visto estar smenta provado o dominio e posse do
predio. *
XXPBDIEHTE DO DIA 6 DK JULHO DI 1888
Actos : -
O presidente da provincia, attendendo ao
qae expos o engenheiro Alfredo Fernandes Diaa
em officio de boje, resolve dispensal-o de faser
parte da comoojssao, que tem de examinar as obras
d'arte do prolongamento da estrada de ferro do
Recife ao 8. Francisco, no trecho comprehendido
entre Canbotinho e Garanhuns, e nomear para
sobstitoil-o o engenheiro Manoel Martina Finia
Jnior.Fizeram-se as neoassarias commnnica-
ces.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica em officio
o. 631 de i do torrente mes, resolve eivnerar, a
plido, Lonrenco Cavalcante de Albuquerque Ma-
ranbio do eargo de subdelegado do districto de
Maosnrbo do termo de Aguas Bellas, e nomear
para sobetital-o Joaquim Jos Pereira Raogel.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren Manoel Antonio de Albuquerque
Machado, profeeaor- da cadeira de ensioo primario
de 8. Jote do Manguinho, e tendoem vistaaa infor
macota na. 161 e 801 de 5 e 26 de Junho fiado do
inspector geral da Instrncsio publica e do The -
adaro Provincial, resolve conceder ao peticionaria
a gratificaoio de aotiguidade de que trata o art.
127 do regulamento de 18 de Janeiro ultimo,
visto contar mais de 36 anoos de effaetivo ezer-
cicio no magisterio primario e poder continuar no
mesmo. Commonicoa-se ao inspector geral da
iaatinecio publica.
__ O fSAidente da provincia, attendendo ao
qae requeren Jos Vidiciaoo de Mello, profeaaot
da cadeira de ensino primario do Espirito Santo
na comarca e Taearatn e tendo em vista a infor-
maoio n. 167 de 21 de Junbo fiado do inspector
geral da instrucoio pnbea, rsaolve crear osa dis-
tricto litterario Da mesma comarca que se denomi-
nar Espirito Santo cajos limites serio : Eapirifo
Santo, Ribeira abaixo, at o lugar denominado
Tiririca e para a parte do norte at a faffnd:
Joaseiro e do Espirito Santo, Ribeira cima at
lugar denominado Oi. Remetten se cona ao
inspector geral da instracoio publ:ca.
O presidente da provineia, attendendo ao
que requeren Theresa Joaephina da Cuaba Salles,
profesora de ensino primario na freguezia de S.
Fre Pedro Gon^alvea d> Recife e tendo em vista
as informacoea ns. 151 e 303 de 5 e 26 de Junho
fiado do inspector geral da instruceJo publica e
do Thesour Provincial, resolve conceder a peti-
cionaria a gratificacio de bons servaos nos ter
mos do art. 126 do regnl uneoto de 18 de J
ultimo, visto eontar mais de 26 annoa de
exercicio no magisterio.Commnniooa-ie ao ins
pector geral da instroccio publica.
O presidente da provincia, attendenio ao
qne requeren Ismeoia Gennina Das, professora
de ensino primario na cidade de Goyanna, e ten-
do em vista a informacio n. 174 do inspector ge
ral da mstrnecio publica, resolve conceder a peti-
cionaria 30 das de lie. nca com ordenado, a contar
de 2 do corrate mea, para tratar de sua saude.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Taeiana Alexaudrioa Monteiro Lo-
pes, professora da cadeira de ensino primario de
Mayiral, e tendo em vista a informaci) n. 175 de
3 do corrente mei do inspector geral da instruc-
9J0 publica, resolve prorogar por 30 dias, com or-
denado a liceDca ltimamente concedida peti-
cionaria para tratar de sua saude onde lhe con-
vier.
Officios :
Ao D'. Pedro Vicente de Asevedo, presiden-
te da provincia de S. Panto. Pelo officio a qae
respondo, de 26 de Janho rindo fico sciente de ba-
ver V. Exc. em 23 prestado juramento e tomado
pesse do cargo de presidente dessa provincia para
o qual foi nomeado por carta imperial de 30 de
Maio ultimo.
Aproveito a occasiio, para felicitar a V. Exc. e
apresentar es meas protestos de estima e eonside-
racio.
Ao presidente do Cear.Recebi e agrade-
(o os exemplares do relatorio enviadoa-^or V. Exc
erm officio, a que respondo, de 28 de Junno
fio do.
Ao brigadeiro commandante das armas.
Communico a V. Exc, para os devidos iffeitos,
quf, por teiegramma de hontem datado, o Exm.
Sr. ministro da guerra ordena que logo que se
achem completos os corpos desta guarnicio, de
vem ser remettidos para a corte com urgencia as
pracas que ezeederem do estado completo e as que
forem sendo alistadas.
Ao mesmo.Declaro a V. Eze., para os de
vidos efieitos, qae por teiegramma de 5 do corren-
te commanicou-me o Exm. Sr. ministro da guerra
haver concedido dous meses de licenca ao alteres
Francisco de Paula Femaadcs Barros, do 14* ba-
taibio de infantaria, para tratar-ee na provincia
do Rio Grande do Norte.
Ao Dr. chefa de polica.A' vista do que
representon me a Cmara Municipal da cidade del
Timbaba em officio de 27 de Juabo fiado, con-
ven qne V. S. recommende aa autoridades poli -
ciaes daquella cidade que nio se nterveoham na
queatio relativa i mudanca do local da feira salvo
quando honver requisie,io da mesma Cmara e fot
preciso garautir a trarqalidade publica e segu-
ranza individual.R-metten-se copia a Cmara
Municipal.
Ao inspector da Thesenraria de fazenda
Communico a V. S., para os fins convenientes, qae
a BJydaate do director do presidio de Fernando de
Noronba Jos Ignacio Ribeiro Roma, em 30 de
Junho findo, apresenton-se a esta presidencia por
ter nesse dia terminado a liceocs em cujo goso ss
acbava.
d*s operaedes (fluctuadas por essa eaixa filial da-
i-xnes de Janbo ultimo,
i engenheiro Manoel Marques de Albuqner-
acbierDe ordem do Exm. Sr. dosembar-
jpiesidente da psavincia, remetto a V. S.,em
[f*o sea officio de 21 de Junbo nltimo copi
tacto celebrado com o c.njmendador Jos
I Loyo Jnior pflra a constraccio e < xplo-
osengenhos contraes provinciaes de Guyan
Inri beca.
DA PRESIDENCIA DO DIA
JULBO DB 1888
.'tssitsaess Lima.-Sis,
diante recibo.
Alferes Francisco Lopes Machado. En-
tregue-se.
O mesmo.Entregue se a certidSo que
se acba na Secretaria d'esta Presidencia.
Padre Francisco Virissimo Bandeira.
Sim, mediante recibo.
Francisca Carolina Lopes Machado.
Informe o Sr. provedor da Santa Casa de
Misericordia do Recife.
JoSo da Rocha.Prove ser maior de 21
anoos.
Luiz Antonio da Rocha de Siqueira.
Entregue se com recibo.
Secretara da Presidencia do Parnam-
buco, 19 ds Julho de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
vsrl
RepIrtl?io da Polica
2a secs&aL-N. 672 Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 19 de Jalbo de
1888.-Dl. e Esm. Sr.-Participo a V.
Ezc, que feram hontem recolhidos Casa
de Defendi os seguintes individuos :
A' minnk ordem, Jorge Cavalcante de
Albuquerdte como alienado, at que tenha
o conveniente destino.
A' ordem de Dr. delegado do 2o dis-
tricto da capital, Nstor Jos de Lima e
Francisco Antonio Gomes, por disturbios o
uso de armas defezas.
A'iprdem do subdelegado do Recite, Os
ar Winkle^r-requerimento do cnsul de
)inarn%rca*'?
do de ftanto Antonio, Gau
co de Assumpcjio, Jos Ro,
, Antodio Francisco Dias
Ea Mara da CoaceiySo, por
sturbios.ji
do 1 disricto de S. Jos,
o da CuAha e Bernardo Al-
por embriaguez e disturbios.
O do 'districto da fregue-
ista, Clavis Lonis Ruty^ por
crime de turto, disposiceo do do 2o dis-
trioto da freguesa da Graga.
A' ordem do do 2* districto, Alexandre
Lucindo do Espirito Santo e Severino Ma-
laquias das Santos, por disturbios.
Commttoicon-me o delegado do termo
foi
do Brejo, que no dia Io do corrente,
Ao mesmo.Attendendo ao que soliciton V. Dei0 subdelegado do Io disricto de
S. em ofboio de 12 de Junho ultimo, n. 344, remet- C r __ :j;:j.. j
to-lheo quadro demonstrat.vo da renda desta J*ma daquelle termo, o individuo de
nome Laurentino Jos (iuimaraeB, por ter
na noite de 18 de Junho ultimo, no lugar
Bentivy, do mesmo districto, assassinado a
Ciara Maria da ConceicSe e ferido grave
mente a urna neta desta, de nome Maria
Francisoa da Conceic&o.
Participau-me o cidadSo Pedro Francis-
co de Paula Baptista, ter hontem assumi-
do o ezercicio do cargo de subdelegado da
freguezia da Varzea, na qualidade de 2
supplente.
O delegado do termo de Garanhuns
part-cipou-me que foram all capturados os
individuos Alfredo Jos da Silva Peres e
Agostinbo de Barros Wanderley, pronun-
ciados naqeelle termo, este no art. 193 do
Cod. Criminal, e aquel(e no art. 269 do
mesmo cdigo.
Deus gnarde a V. Exc. -IIIm e Exrr.
Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia.O ebefe de polica, Franc-
eo Domingues Ribeiro Vianna.
sed
provincia distinctamente cabsada pelas differentes
estaco 's de arrecadacio no triennio de 183485
a 185b87 conforme foi-me apresentado pelo ins-
pector do Thesoaro Provincial em cfficio junto por
copia de 30 n. 309.
Ao inspector do Arsenal de Marinha In-
teirado do qae V. S. informa no cfficio de 4 do
corrente, sob n. 41, quanto a viagem do vapor Ja
guaribe aos portos do sal a 27 de Junho uitimo, re-
metto-lhe copia do qual naquella mesma data di-
rig a esse respeito ao gerente da Companhia Per-
nambacana.
Ao jais municipal de Panellas.Recommeo-
do a Vmc. qae veuha a capital entender-se com
esta presidencia a servico publico.
Portaras :
Respondo o officio n. 42 de 17 de Maio ul
timo, autorisando a Cmara Municipal do Recife
a levar em prac> e contractar com quem melborea
vaotagens iffrecer as obras constantes dos oroa-
mentoa, que ficam approvadas, annexos ao sea pre-
dito cfiiuio.
Remetto li Cmara Municipal do Recife em
solacio ao sea offioio de 14 de Julho de 1886, sob
n. 33, copia das informacoes prestadas pelo The-
soaro Provincial e pelo fiscal da Companhia Recite
Dramnage acerca da collocacio de apparelhos da
mesma companhia as 16 meias-agnas de'Manoal
Martins Pires sitaadas eotre a casa n. 112 da roa
Marques de Herval e roa da Detencio.Remet-
teu-se copia do cfficio do fiscal do Thesoaro
Provincial.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faca transportar, por conta do Ministerio da Guerra
at Aracaj, no primeiro vapor, segundo reqaiaiton
o brigadeiro commandante das armas em cfficio de
Thesour Provincial
DESPACHOS DO DIA 19 DK JULHO DK
1888
Dr Jos Marianno Carneiro da Cnnha
5 do corrente sob n. 2091, a ex-prac do 2. bata- e Joaquina das Marees Ferreira. Certifi-
lbio de infantera Tt-cdorico Jos de Sant'Anna.
Communicou-se ao brigadeiro commandante das
armas.
Sr. encarregado da estacio de Una no pro-
Ion amento da estrada de ferro do Recife ao S
Francisco mande dar passagem d'aqoeila estacio
at a de Garanhuns ao soldado do corpo de polica
Delfino Beaerra Carlos de Lima, correndo essa des
pesa por conta da provincia.
EXPEDIENTE DO DB. SECBETABIO
Officios :
Ao Dr. Celso Florentino Henriqnes de Sonta,
secretario da provincia do Rio Grande do Norte.
Pelo officio a qae respondo de 2 do correte mes,
fioo inteirado de baver V. S. na mesma data assu-
mido o ezereieio do cargo de secretario do governo
desta provincia.
A presento a V. S. meas protestos de estima e
consideracio.
Ao jais dedireito presidente do Tribunal do
Jury do Recife.De ordem do xm. Sr. desem-
bargador presidente da provincia transmiti a V.
S., em solacio de sea cfficio de 3 do corrente mea,
copia do do commandante do corpo de polica a
295 de hontem datado.
Ao inspector do Thesoaro Provincial.O
Em. Sr. desembargador presidente da provincia
manda communicar a V. S. qae ntata data proferio
o segaiote despacho na peticio de Manoel Clemen-
tino Correia de Mello, sobre a qaal esse thesoaro
iutormoa em cfficio de 4 do corrente n. 318.
Iodefendo. A barreira foi a praca por qoatro
vetes.
Ao mesmo.O Exm. Sr. desemba/gador pre-
sidente da provincia manda communicar a V- d.
qae oeste data indeferio a peticio de Jovino Cas-
siano Maia e Silva a respeito da barreira do Gi-
qui, de qae tratoa essa inspectora em offioio de
9 da corrente n. 812.
Ao gerente da Caixa Filial do Banco Inter-
nacional do Brasil nesta cidade.De ordem do
Exm. Sr.desembargador presidente da provineia,
reeebimento do officio de bontem,
espa
que-se.
MvSjia Tbeodolinda de Macado, Genove-
va Maria Baudel e Francisco de Abreu
Macado. Liquidada, escripture-se a di-
vida. N
Candida Maris da Conceicio.Deferido
ficando isentasro ezercicio de 8687 da
oqntribuic^^ia decima a casa n. 28 I a
estrada do Encanamento por achar-so naa
oondisSes da lei n. 1544. Quanto a cor-
rete ezercicio pro vara perante ao Rece-
bedoria Provincial a permanencia das mes-
mas condi^Ses para ser attendida ; e a res-
peito das anteriores nao pode ser deferida
por nao tel-o requerido em tempo de ser
oficialmente apreciado o faoto, cujas cir-
cumstanuias sendo variaveis impoem, a
verificayao actual e au posteriar.
Paulino de Uliveira Maia, Francisco das
Cbagas de Jess Correia e Ordem Tercei
ra de S. Francisco.Informe o Sr. Dr.
administrador da Recebedoria Provincial.
Maria Ama de Jess Campello.Junte
attestado do ezercicio.
Dr. Jos Aotonio jda Pinho Borges,
Gaspar de Meneses Drummond e Jos No-
gueira de Souza Haja vista o Sr. Dr.
procurador dos feitos.
Commandante do corpo de polieia e di-
rector geral das Obras Publuas. Infor-
me o Sr. contador.
Paulina Maria de Jess. Indeferido,
a vista das informacBes.
, Antonio Jos Msreira. -Restitua-se noa
acenso O ri i oo omciu u v^, -^ -f
,nalV.8.nvioii copia satsentic. do r-Jsuaoeta termos das mformacSes.
ASSEHBLEA GERAL
SEllDO
DISCURSO PROFERIDO NA SESslo DE 3 DE
JULHO DE 1888 '
Bancos de. Emissao
O Sr Viaiconde de Oaro PretoOs
autores do projecto, Sr. presidente, devemos|res-
posta aos nobres senadores pelo Paran, qae dis-
catio-o aa ultima sessao, e pelo Rio Grande do
>o>, que aea'-a datsentar-se, adversario una e oa-
tro ><*"--*_Tf3|1t fllTlT"*'' '- direi at sea.
eltabonMr, dHssrVflKvaeoes qW#S. Exc-.,
fet para melboral-o. "*
Toca-me desempenbnr o encargo. Nio me con-
be a satisfacio e a vantagem de ouvir o discurso
do nobre senador pelo Paran, e como nao tenba
sido ainda publicado integralmente...
O Sr. Correia sabir amanhi.
O Sr. Visconde de Oaro Preto... cingir-me-
ci ao extracto inserto no Diario Official.
Seahores, desde que onvi o nobre sen.-dor pelo
Rio de Janoiro, que rompen as hostilidades cintra
o projecto, parecea-me nio ter sido elle%evida-
mente estufado.
Si os meus Ilustres impugnadores o hoavessem
jaldado merecedor de maia detido exame, nio for-
mularan) algomas das objeceoes, qae o Senado
oa vio de Ss. Excs.
Assim, o men primeiro cnidado ser firmar em
termos to claros, precisos e breves quanto me
seja possivei, a situacio que nos propusemos re-
mediar, e os meios, o processo, qne nesse intuito
adoptamos.
Senhores, a situacio incommoda, difficil e rui-
nosa a qne o projeeto trata de acudir, conhecida
e em poucas palavras se define.
Ha muitos annoa a nica circolacao monetaria
de qae dispoe o Imperio, alm de ser a peior de
todas, por sua escasses insuficiente para as ne-
cessid-ides qae tem a satisfaser. (Ap.iados).
D'ahi resultam males gravissimos, qae, ti orgia
debellar desde tonga data, muito mais dspois da
traosformagio por qae passoa o pas com a ex-
tiueco do elemento servil, pois mister aprovei
tar e desenvolver todas as forcas vivas, que
kpossam reconstituir o trabalbo desorganisado, im-
pu'i u .r a industria e alimentar o commercio,
privados da base em qun at agora assentavam
a iastituicio felizmeute abolida. (Apoiados).
Esse desidtratum, de que depende nio e a nos-
sa prosperidade futura, mas no momento actual
aquillo que sempre lealmente desempenhamos, a
despeito de t>das as difficuldades, o pagamento
pontual de nossas dividas, nio ple ser consegui-
do sem melborarmos o nosao instrumento de per-
matas, o meio circulante. (Apoiados).
Qm elle perniciosissimo e pernicioso, nin-
gnem o contesta, todos estio de a-cordo quanto a
este ponto; as davidas comscan 3 apparecer re-
lativamente a ser ou nio escasso, porporcionai
s exigencias industriaos e mercantia, on super-
abundante, pois ainda ba qnem o considere exces-
sivo.
Eaton persuadido de que esta ultima preoccapa
cao dissipju-se diante da discossio bavida nesta
cusa, e mormente depois das luminosas demonstra-
t?B dos meas eollegas autores do projecto, que
eaforcei-me por corroborar quanto estava ao mea
alcance.
Estou persuadida de que j ningaem sustentar
ser a mssa do papel-moeda em circala^io dema-
siada o qae d'ahi origioa-se a sna depreciacio.
Como, porm, este am ponto importantissimo,
permita o Senado qae, antes de proseguir, eu
addicione a provas dadas ojitos nio menos in-
contestaveis.
Senhores, no men primeiro discurso ea propat-
me acceataar am tacto significativo, isto qae
nio t pelos hbitos da popnlacio, como pela falta
de desenvolvimento das insttuic,5s de crdito, o
Brasil carece de maior somma de numerario do
que cutraa nscoes, alias de commercio muito mais
activo e florescente, de traasacoes enormemente
msis avultadas.
Idea ouvir a prova de que achamo-nos a esse
respeito em posicio inferior a ontros paites, ex
pressa em algarismos, confrontando a nossa com
a somma de dinbeiro qae nelles circula e a qaeta
correspondente a cada habitante.
Os dados com que vsu jogar aio extrahidos de
fonte legitima oMulkall Dictionary of Statistic,
e o relatorio do Ministro da Patenda.
A Franca tem liba. strl. 401,000,000 on em
cent s de ris 3.504,444, tocando a cada habitante
10 liba., 10 sbiis. oa ao cambio de 27, Es. 93J33J;
A Hollanda liba. 33,000,000, contos de ris
293,333, por habitante 8 liba., 5 sbil., Rs. 734333 ;
A Blgica liba. 42,000,000, contos de ris
373.333, 7 liba, e 12 sbil. por habitante, Rs....
67*556:
Os Estados-Unidos libs. 301,000,000, contos
de ris 2,675,556, por habitante libs. 5, ahila 15,
Rs. 514111;
A Inglaterra (Reino- Unido)libs 185,000,000,
contos de ris 1,644,444, por habitante 5 libs., 6
ahile., Rs. 47*111.
A Italia-libs. 105.000,000 contos de ris....
933.333, por habitante 3 liba, 16 ahila. Rs. 332778;
Portugal 15,000,000 nba., 133,333 contos de
ris, 3 libs. e 10 sbil. por habitante oa Rs. 311111;
A Allemanbalibs. 150,000,000, contos da ris
1.3X3.333, por habitante 3 libs., 4 sbils., Rs.......
282444;
A Hespanba- libs. 53,000,000, contos de ris
471,111, por habitante 3 libs., 3 sbils., Rs. 282 ;
A Austria libs 82,000,000, coatos de ris
728 889, por habitante 2 Une., 3 sbils., Rs......
192111;
Relativamente a todos estes paites, 02capa o
Brazil o ultimo lagar, porque, calculada toda a
aomma de notas do Tbesunro e dos Bancos em
203,400 contos de ris, corresponden! ellea a libs.
22,682,500, o qne di para cada habitante 1 lib.,
17'ahils., ou Rs. 162444.
Si, por-n, tcmarmos o calculo feito pelo meu
nobre amigo senador por Minas, o Sr. Lafayette,
esta insignificante quantia nio representa a vtr
dade, parqne a qaota qae cabe a cada bratileiro
ainda inferior. ":bb
E isto, Sr. presidente, em nm pait de vastissima
extensio, de popolaeio disseminada, de piacas de
commercio qae poacas relat es teco entre si, em
um paia que conta pequeo numero de estabeleci
mentes de crdito, nio possue orna cmara de
compensacie, e onde o transporte do dinbeiro e
sua cireuUeo sio tio difficeis! (Apoiados).
Chamo a atteocio do Senado para oatro tacto,
que puf si taaabem prova a escasaet do nosao nu-
merario. -jdSj m '.Ht'JrJH
V. Exc, 8r. presidente, e quantos estndam es-
tas qaesles sebero perfectamente qae em todos os
paites de circalacio fiduciaria, as notas de peque-
o valor sio em maior numero.
E a ratio obvia: quanto menor o valor da
nota, Unto mais corre; o sen campo de accio
mais vasto; a nota pequea chega a tolos. No
bolso das ciassea menos abastadas eocontrar-se-
bio biiheta* de 500 ris, 12 at 62; raras vetes
de 10* e maia As grandes notas de 600*, as
msiorea que possoimot, por assim diser estio re-
colbidas aos bancos, servem para ss grandes pa-
gamentos, as de 200* tambem aio de carao limi-
Isto incoo testa vel; facto qce todos tem ob
servado, notorio.
Puis bem, o nosso papel-moeda, alm dos oatres
inconvenientes qne Ibe sio proprioa, participa do
qae resaita da acanhada propor ci em qae se
acbnm as actas de pequeo valor para com as de
man avultada importancia.
E' fcil ve ifica o, examinando as tabellas do
relatorio da taseoda. |
Giram eotre os, e na campanha do Estado
Oriental, como j ponderei, do valor de: *** ^'
*500
1*000
2*00
5*000
Notas
4815.654
7 6f>0197 1/3
4 670 625 1/2
2 841 995 1/2
Na importancia de
2407:827*000
7.650:197*333
9.141:251*000
14 20^:977*500
Ao tedo 19878472 1/3nasom. de33.400:252*833
As de 10*0t0 para cima sio em muito menor
numero, ap>nss 3.790.744 1/2, mas rtpresentam
156.432:280* que com a acama cima perfatea
oa 188 861 contos de ris de notas do theacuro em
circulucap, deuprerada as trace,
fttmtvffreio WrcuiD'c
os pontos de vista, escasso e insufficiente E o
grande barmetro commercial, senhores, a praca
do Rio de Janeiro, bem o patntela na baixa dea-
animadora do numero dos descontos. (Apoiados).
Ora, os a atores do projecto, tanto, quanto os
maisX aterra dos bectarics da doutrina metallists),
estio ccnvencido8 de qae o remedio efficat, segu-
ro, aeclsivo, e verdaderamente benfico, seria es-
tabelecer entre dos, o que por tantas vetes balda-
damente temos tentado, o curso metallico.
Mas a isso oepotm-se dous obstculos, de pre-
sente insnperaveis :
1 a naturet-. do meio circulante que possnimos,
porque sabido, como notei no meu anterior dis-
curso, que a moeda fraca txpelle do mercado a
moeda torte, phenomeno a que Graeham den foros
de lei econmica mas que j era conh cido na an-
tignidade, pois Aristophaoes descreveu-o em urna
das suas comedias ; 2" o saldo do balanco com-
mercial, qae, como tambem temos feito sentir,
permanentemente contra cs.
Si acaso, casta de immeneos sacrificio^, con -
eeguiebemos rtalisar nm tmprestimo, qae nos ha-
bilitasse, como a Italia, para reagatar o nosso ps-
pel-motda, e o substitus mus pela metallica, es-
ta, tornando-se mercadoria de immensa procura,
aio se demorara entre nos, sabiria logo baira
tora.
Em ta-t condifts, e na impossibilidade deap-
plicar de primpto esse remedio seguro e efficat,
era mister achar ama cccbinagio, qae pela accio'
de seas elementos desee em resaltado :
1.a A ea:isfacio immediata da necessidade mais
urgenteaugmento do meio cirenlante ;
2. Augmento do mel circulante, sem os in-
convenientes do que se tratava de augmentar,
porque isso aggravai-os ia ainda mais; e final-
mente :
3.o Augmental-o de modo, qae oio t nio im-
possibilitbsse e mesmo nio difficultasse recorrer,
em poca mais remota, ao verdadeiro remedio,
circulacao metallica, ou o que preferivil, cir-
culafio fidneisria de prompto conversivel em
moeda metallica, mas tambem predispusesse aa
censas, preparaese gradualmente o terreno, para
apressar o aovento desea poca felit.
A este trplice resultado chegar o projecto, si
tiver execucao acertada,
Com cffciio, permitte qne veaha sapprir os ca-
nses da circulacao um terco mais, adoptadas es
ultimas emendas efierecidas, dos bilbetes que os
percorrem, mas ci bilhetes de curso toreado,
simplesmente fiduciarios e acceitaveis pela con-
fianza, que inepirem, attentas as garantas de sen
resgate, coi anga de que o governo ser o pri-
meiro a dar exemplo, recebendo-os as estacos
publicas.
Remove em grande parte nm dos grandes obs-
tculos, qne ss opptm entre 1 s ao estabeleci-
ment da circulucao metallica, a existencia do pa-
pel-moeda, ye a s:mma que manda incinerar, e
pela que obriga os bancos a conservarem em cai-
xa para resgate dos respectivos bilhetes.
Ataca e proenra dtbellar o secundo grande
obstculo qae impede o curso metallico, porque,
proporcionando maiores recursos a industria e ao
commercio, fomenta o sea desenvolvimento, e,
como constquencis, o crescimeoto da renda pu-
blica, o que eoncorrer para o equilibrio oresmen-
tario e o desapparecimento do dficit.
Por ouiro lado, faxendo prosperar a industria e
o commercio, prxmove a nm tempo maior exporta-
cio e menor imponacao, porque podemos prodnsir
orna parte do qne nos vem do estrangeiro, o qne
diminuir, at extinguir de todo, o saldo qne con-
tra no aprsenla o balaceo internacional.
E, Sr. presidente, para os que consideram Ilu-
soria esta eepedativa, e nio acredit m nem qne-
rem ontros bancos, que nio tejara os de fundo me-
tallico,optimistas, qne aotecipando a ordem na-
tural das coosss entendem ser possivei j, o qae
e a successio dos lempos pode trater, ainda o
projecto satisfss, por qnanto admitte taes bancos
e at crea-Ibes incentivo poderoso, facultando a
emisiono triplo, quando realieem em ouro o'sea
capital,
Eoniio cemprehendo que se posea pretender on
esperar maia, actualmente ; salvo aquillo a que pa-
rece me inclinado o nobre senador pelo Paran e qne
combaterei com tedas as forcas,o monopolio ban-
cario,emnm pait cuja principal necesaiade, em
todas as ordena de interesees, excepcio apenas dos
politices, a desceutralisaco na mais larga escala.
A' coneepcao dos autores do projecto, que objec-
eoes nuvamente pot o nobre senador pelo Paran ?
Vejamos.
Aceitando as emendas das commie;s de fa-
tenda e legislacio, disse-nos S. Exc.,desorgani-
tais as bases do pr< jecto, e desde logo tornaes ine-
xeqoivel o sea pensameoto primitivo.
E para demonatral o, o nobre senador fet nm
calculo, que vou refater, provando que o honrado
collega Uludio se completamente, oois, ae contra- .
rio do cae pensa, o projecto emendado nio s rea-
litar plenamente os primeiros intuitos, sinio po-
der trator outras e incalcnlaveis vantageos.
O nobre senador argumentou com o algariamoem
que o meu illuatre coll.'gapor Mmas-Oeraes avalia
0 papel-moeda, que deve existir em circulacao.....
173 000:000*..
Eu, porm, vou jogar com o slgarismo cfficial, o
das tabellas do Tbesooro, 188.000:00'* Esta dif-
ferenca dos factores nio altera os resultados, por-
que serio os mesmos na devida proporcio'.
Reprodozamos o raciocinio do nobre senador pe-
lo Paran, que foi este:Pretendis orgaixar
bancos com o capital de 200000:000*, constituido
em apolices de 4 1/2 [ de juro anona!.
Das sommas qae assim entraram no Tbesonro
declinis 100000-000*, cooversio das apolices
de 5 |, aquella mesma taxa, isto a 4 1|2
Incinerados esses* 100.000:000* o papel moeda
ficar redolido a 88,000:000*, dos quaes......
40 000:000* permanecern nos cofres dos bancos
para taaereni face ao resgate dos bilhetes.
Restaro, pas, em circaUco, apenas 44.000:60*
que nio ebegario, dit o nobre senador, para pa-
gamento de direitos de importacSo, os quaes so-
bm a 7 000:000*, que as emendas mandam pa-
gar em moeda corrente.
Nio chegando, o que acontecer ? Ir-se-ba boj-
ear a somma necesaana, onde ella existe, isto ,
B>s cofres dos bancos, mediante ^troco dos respec-
tivos bilbeter.
Dest'arte, conelue S. Exe., desappareceri a re-
serva dos beos, com ella ama das garantas da
emissio, e, coosegointemente, nio realitam elles
as auas vistas ; dest'arte nem baver dinbeiro pa-
ra pagamento dos direitos de importacio, nem pa-
ra pagamento dos direitos de importacio, nem pa-
raba reserva dos bancos.
TrauujUillise-ae o nobre senador. Nio tm o me-
nor fundamento taes rece'os; nio faltar dinbei-
ro para pagamento dos direitos ,de importacio ;
uio faltara diuheiro para reconstituir se a reser-
va dos baos. E quanlo,efiectivamente, escaeeas-
ae Unto o numerario, isso, longe de contrariar 0
1 uto i tos do projecto, aptbas aprestara sua plena a
completa reaiitaoio.

*
I
I

E







2
muri de ftrsfi-ssJiaco-Scxla-fdra 20 d Julho de 188


%.
tj




Xa arimeiro lagar, a aabra senador labora eo
lai fasta equivoco, supponio que oor attiogirem
trertos da se\par ja a circulaosdj oapsl-mseda a 40.000:0004,
anta tammi seria inauouieuta pus pagamento da-
fula.
ala tena o nobre senador, m porveatura os
oacaiCtM de impartacio em todo o imperio fossem
naga* da u a* vea ; ae oa 70.000:0004 entrasiem
a a alfandegas a mesas de rendas nc mesmo
i aiada em algamas awaou oa meses.
Xas, iato S. Etc. psrfeitainauto sabe que nao
eee; ellas vio ealraado, v33 se arrecadando
sarcellas, poaoo a poaco, o decarao de todo o
___i laeaceiro.
Oca, o dinbeiro 1aJ oatte. para aa alfaadegas e
ai de rea Jas nao lisa 1 i parado, le ,-ae para aa
jararias e pa o thesouro, ewie igualmente
se demora, revertsodo de prompto a eircola-
im iacesasate m a vi meato de fluo a
jla. Site eajAem ii
mamaso. ^eVv
tasas-sa. pusTe.
gas-sa, pois,~ *___? eampreheodem-no, que o
ii cont da rlwr examplo, ba de servir
a-rc paga uento, em__idia, das sedas importa-
mes pela casa da raa^Ouvi Jor oa da Qaitanda,
sE< depois pira o dos molhidos qaa mandaren
vr as da roa do Risirio, pira as jotas qa-i rece-
atarca as da ra dja Ourives, e assim por diaat ,
cantee resolta i,aa os 40,000 cauto ctugariam at
' pava o dobro, oa triplo dos 70.00J, qae nos rende
st nssrtAoao.
atais, se por escassas de numerario as reser-
va* ss bascos fossem desfalcadas, pela cxigen.-ii
dt trac respectivo oilbstea, elles poderiam reca
bar nppriinaatos patas letras qaa teriam descon-
tad* e ae venoassem pelo movimento de entradas
&* setas cerrantes, e palos jaros das apolices
(fre psiaaissem, porque estas bao de ser-Ibes ex-
cntstrameate pagos o oatra moada qae nio os
asas pr oprios bilbates, con} preceitaa o pro -
jasto
Assia qae nao se esgota, aotea inantem-se
am certo nivel, o liquido de um van, qae despe-
jaaio-o por ama torneirs de ostras o recolha.
O Sr. Viseoaa da GraseiroApoiado.
O Sr. VisoQJe do Oaro-Pratotas, 3r. pre-
aianate, argamiaoauoi aqai ea bit f, e aa devo
facer o more sniior as coacassaa a qae tcm di-
Sicjubeco qaa at certo p.'nto S. Exe. tem ra-
aaa: redasida a somma de papel moada em circu-
leco a 40.0J0 coutos, dfficutdadss nao pequmas
hit da appareoar para os pagamaatos, qaenSo se
pjjivm rffaccuar por meio de bilbetes baacarios.
Verificada essa hypothase, que cbamareifelia, o
sjataaeeaddri? Forco3imaate, necassariamaute,
sjaojaareciai.'uto da moed* metallica : os particu-
lares, os bancos, o proprio thesaaro bao de maair -
a lis, que vr oceupar o campo abaaioaado
pala aimigo qua a afjjeutava, porque aquel es
fptgamentos bao de ser faltos em miada corrate,
esta c**iste em ouro, ou papel do governi.
Ora, psrguato : trar a'.o perturbadlo s traen
steeas, oa dar-lbas maior se^uraaca e solidez ?
Sera a desorgaaisiclo das b ises ios bancos, oa
a aaa sabsticaicli palas eai qae coa* o nobre
seor i Ser o millogro dos intaito3 do pro-
jeet, oa saa reausClo plana, sea iriampho?
(Apilado^,)
Saabores, antes de passar adianto, eu devo fa-
aec aatra coacas3ao ao mau illustre collega e ami-
ga, e para isso preciso por em raleva outro propo-
sat* ia atoras di projaati, oatro psasameato
ea?i'-l, qaa *lls comceberam, e variam tradu-
aid a aaspicioso taeco paisa m:ios qaa adopU-
em tatapo aiaaistataria os pontos asa qaa saearda
e aquellea em que se afasta do projeeto. Ora, tndo
is*o vago, a taes sarao as divergencias que alo
possam os autores do projeeto eoteuder-se con
B. Cu.
E' mistar, pois, sabermos de fi ai ti vamente o qae
o nobre presidente do eonseiho pretende fsser a
esse respaito, clara e francamente, mesmo do in-
teresse da proposta submettida oatra Cmara.
Eu disse qae alo quera adiantar juiso sobre
ella, por doas motivos : ais o tenaoainda com-
platamente formado, a aceresoentarei esse juiso
depende 4a aorta rae estoja reservada as projeeto
qaa discutimos.
V.ltarei a quasto. llesmo assim em parte
traostorjado pela proposta do governo, e na im-
possibilidada de lavar aeffoito am des seas intai-
tos,a coaversio, mesmo assim o projeeto ser
da graade vantagem. porque, alm da amirtieacio
do papel-moeaa, da am resaltado o rescatado
cerca de am taroo da divida interna fondada.
Isto imparta sapprimir a despesa com os juros
das apatices qae se resgatarem, 5,000 uontos aa-
aaaes, o qae nio poaco.
Dir-se-, parm,poupam-se por um lado 5,000
coutos, e por outro despendem-se 9,000 com os
jaros das aovas apolicea compradas pelos baases ;
excesso de deapesa de 4,000 contos.
E' vsrdade isto, Sr. presidente, mas tambam .
verdade, e V. Exc. bem o eompraaende, que esses
4,000 coatos de ris scri sobejameate, enorme-
mente compeasados, s com a amortigulo de
mtia de metade do papel-moada, eom as facili-
dades do restabateoimento do carao metallico, com
a alta do cambio, com os beneficios emfim que hli
de porvir do mc'borameato di nosso meio ci-cu-
Iswte.
Portaato. aiada por esta fae?, o projeeto ter
am grande merecirseato, ineontestavet utilidade,
e nai mereca ter sido ecangtlhado (palavra tex-
tual) como no Sonado a dase qae tora pelo nobre
sanador a qaem r'spoado
A proposito, o mea' Ilustrado collaga e amigo
perd ,ar-m> hi ama observacSo : nio me paraee
inaito correcta, parlamentarmenta, m poaioio que
S. Exc. ass ime parante o projeeto.
O Sr. Corroa :Porque ?
O Sr. Vlacooda de Ouro Preto : Voa disel-o.
Q'isalo os liberaos estavamos no poder apreseota-
vamos as rbidas, qaa julgtvamis coaveaieutes
Us das difierencas entre papel-meada e
te do banco, e do maior alanos, qae este asteen
amiste iaerisisnariameDte, mas tendo soeosare par
base urna opsraoao mercantil, ao paseo tfmo o aa-
pel-moeda, o papel qae elle autorisa esatetir-se
de natureza diversa, simplesmente fidneiaro a
eonversivel em moada corrate. (Apoiados) NSo
continuaremos no rgimen do uu quo, como sop -
pde o nobre senador.
8 Exc dea-se ao trabalbo de provar qae os
autores do projeeto nSo tinbam consegoido tancar
as bases para a eoastitoieao de bancos da soli-
des inatacavel ou invencivel.
Nunca o pretendern, nem podiam pretender,
porque bancos dessa ordem nao os ha em parte
alguma. Os proprios bancos da Iaglaterra e da
Pr^nca, qa tem faados metallieas e esta ampa-
rados por extensos privilagios, nio sio inataca-
veis, e nem invenciveis. Ao contrario, ssais de
ama ves, amaaoados de tnfallivel ruina, seasnatn
salvaram-se por expedientes extremos, como a sns-
pausio dos pagamentos, e o curso toreado, o qual,
relativamente ao primeiro, perdurou desenaa de
anuos.
O qae os autores do projeeto sustenta na e ain^a
nao foran coavencidos do contrario, njua os ban-
cos por elles imtgiaadosas poeas normaes
dupoam dos mesmos recursos e offarecem tanti
segurauca como os qaa tem as saas reservas em
oa.-o ; e, em lata eom urna crise, resistirlo eom
galhtriia e podero liquidar seas compromissos,
dando maito manor prejaize do qae os de faado
m t iUico.
. Querer orgamaar bancos com o fin de evitar
crises, ou de molo que sempre resistam a ellas,
permaaecendo iucolames, urna eoasa impossirel.
As eriges s5o iaevitaveis como cortos paeaone-
nos naturaes, e nem devam inspirar tamauboi re-
catos ; a nenhum paiz j empobreceram ; aiso-
moraam-sa s tempastales, qia limpaus a stmas-
pher8- \y
Achoa atoobra senador inconailiives as dispo-
sicoas do prajaeto, qoetrnaadam emittir *s airas
apjlieesao par, e obri^am os baen x. oampletar
a differenoa, logo qaa desoen'm >i > or.
Na opiniio de S. Exc. ellas descerca istia o
momento da emissio a menos do par, e desaeram
nao p meo, porque calen! i essa deprscucii em
2804000.
O Sr. Corroa0 projeeto manda emittir p>lo
i^. J-----------------------:--------------------
ieaate, porque a unidada ssaetaria asna das
iBaadicoes, um dos los mai fortes da integridade
nacfonal. (Apoiados).
Conclairai, pdindo descarna ao Senado de ter-lbe
renbado tanto tempo, e ao nobre senador pela pro-
vincia do Paran, qua ma absolva si, involunta-
riamente eseapoa-me qaalquer palavra que pidesse
magoalo.
O mea nobre collega sabe qnaoto o preso e con-
sidero, porque vejo em S Exe. oio s um dos or-
namentos dcsta casa, mas um amigo qae sincera-
mente estimo. (Uuito bom, maito bem).
^
FINANZAS
Ssse .leasiaiaato era, e a coaversio da apo-
licss 4* divida interna faoiada ao mssno paJrio
da ;un das que sario emittidas para toado da ga-
ranta dos ujvos bauaos, isto da 5 par 4 1[2 por
ente,
)slo qae se orgauisassem biacos cm o capi-
tal .-ti:isstrio para attiugirem ao mximo da emis-
aiJJ,0)) contos iaainarada a matada do pra-
f*j das api lieos, rostariaa oatra matada para a
ajar fr-sli dts actuias apo'.icas.
Para effojtaal-a, o g>vano taria da propor aos
asa* poisiaidores o pigamato do valor nominil ou
atraca dos titulas.
Par^aasj ao nobra seaidir juil distas apura
ci prsvavelmenta eftiatuix -sa-ia ? A caavarro
asi j edSjfaSaf S. Ex;, cibase o paiz e saba que,
ajilg ptesi :a.;s. tudo tama esperar qua a coaversio
toase preferida.
A apolica da divida publica tanlada entre nos
o> aatjrego de dinhoiro mais procurado.
O capitalista prafara empresta'* ao governo por
aasaar premio a arriscar o sea aamarario no com-
aaarcio au em empresas pirticalaras, embira com
wmMj-.i iMiii larga ratribuifio e as dasejaveis s;gu-
as nscassi lados publicas, o mbre sanador e seas | valor nominal; mas como o valor nominal infe-
correl!,r;ionarios combat-m-n s com tolo o vi(or. | rior uo vaaal...
O Sr. Visconde de Oaro-PratoMas, quem as
seguravqae o valor vena! inferior ao nimiaal?
O Sr. CarreiaEu.
O Sr. Viscoade de Oaro PretoPorqae as apo-
lices de cinco por canto esto acta m;ate abaixo
do par?!
O Sr. CorreiaOompicando as aaolic-'s Ja que
falla o prajacto cam as actua;s de 5 "/,.
O Sr. Vijcond i de Oaro P.-etiS' umi compa-
raco arbitraria, sem fundim-rnto.
As apolices de 5 % sao ttulos q > tilis os
das c impram-ss e vaidam-se, e nii sahem d>
mareado. As novas apolices s aeeidental nauta a
ello virio, pois das'i nm-se a coastitalr f garaatia
dos bneos. XI i rasoav-il, pois, (nstituir coa
froato entre o preoo que, em urna eajar^eaoia fa-
tara, posas n vir a ter, e o que ni a :nlidi 1
team as apoliees existantes.
Comoarar 03 precos da hoje com os qaa refala-
rio d'aqai a tres, qaaro ou mais anuos, nio
clcalo em qaa se possa bassar racebeinio acei-
tavel.
Si as apolices da 5 */< estio boje i menos da
par, d'aqai a algam temp pola a valer .mis, e
portanto v o nobra senador que graiaita afn -
calcaba incabarenoia do projacto.
O projeeto qa z apaas adopta? utti ciuto'i
para o futura ; suas disposices conailiam-ss pir-
feitameate.
Iaquirio o nobre senador dos motjvos porque
nio autorisa o projeeto, qaa a garautialdos oskicoj
se possa constituir uas apolicas actuaos.
As rates sio obvias.
Em Io lugar, si o permittisse, o pr Jacto des i"
logo creara um privilegio de facto, para os bat-
eos j oi'ganisados e qaa possuem grao I n as n o i
em apolices. Dominando o marcad, e par maio
da jagos de praca bem couhacdas.iSsse baaeos
podariam impedir qaa viessem disputar Iha ocam-
pa aovas eaacarreat ;s. Em todo o aso fi Jara m
am opposicio suosrior ao qua ti*ssem da com-
prar as apolices pelos precos qua farksi subir ar-
tificialmente, ea a i ser-lhe-nia fcil.
Em 2 lugir, o simples facto da aatori*ar o pro*
jecto a constituido do fondo le garanta com as
apalices existentes, determinara natural manta
urna grande alta nos preroos, e desda fwj- as hin-
coa qae sa tentasse o-gaaisir nio pooriam-a'''^ui-
Pra isso, qae ali&s am graada mal, porqaa a
alatira e o conneraio deixam da recabar o aa-
xiJji iinsi cajitias, concorrem duas ruiji ; a
atar eeafiauoa que inspira o governo, e a inJo-
aaateta, a iaaecia iaberentag ao carcter brasileiro.
Xis exige neabum trabalbo ir recebar semas-
traiaseatd o jaro das apolices na caixa da amor-
tiasfi; mas ser aeciouista de compaabias, inte-
rosa>aii> em algjmt euioreza, commtuditario de
qaalquer casa eommarcinl, reqaer urna certa fis-
aaiiia^ia, ama aa.ivaie, diligencias e cuidados
a\e _aa> aem tolos aa*o capases e muitos nai que-
roaat acarear. Sacrifisa-ss a maior renda ao r '-
pasua, quietaco, baatituda Isto la-n:a-
tarJ., mas assim.
Purcanto, seria muito provavel qaa os pissoi io-
tesda l serie da apolices, chimada aconvarsio
atas rngate, nao acaitassem o diahairo, coateu-
Wado-se com o aivo pidrio da jaro
Ke tal aeoa-.aaais', novas serias senam sacaaa-
aivaaaaata enano, id is, e desse modo nio sari im-
BM>avel qae com uss-s 100,000 coatos dis.n.n-
avrai, ceuse^aisie u tbesauro coavertar tola a di-
tia interna faadada.
Ora, Sr. presidente, nao preciso encarecer as
i-atauasaa vautagens de tai feliz op-rafao, qua
ase la aoa deixina livres 100,000 coates para ap-
aaesi-s a tantas oatras necessi dadas, caja sa'.is-
lasio trar nacessariamente augmento da rauda, o
erossniaento da exportacao, a eJcvacio do cambio,
ete,*te.
lafeliameate, porm, ccafesso que tenho per-
ii* a esperanza de vel-a realizada; e tal a
asara cenaessao qae faeo ao nobre senador pelo
Paran.
tj/aa expender a razio por qae estoa aseim das-
aauaado,razio que tambem explica a liaguagea
oo-aaictonal qae empreguei, reterindo-ma ao des-
taaaaaa o projeeto primitivo dara a todo o prego
sisa uavas apaliees, e que as emeadas aceitas re-
ger-raa para a matado tmente.
BMa vem, Sr. presidente, de um facto iotercur
apresentacio da proposta para creacao
Ssaacos de crdito territorial submettida-pelo
re Sr. presidente do cooselbo Cmara dos
Delatados, e qae all vai brevemente entrar em
aaacassio.
Mesa querer antecipar juiso sobre essa proposta,
aa-M ssiiaalndo apenas desde j am dos seas
aSestos, dire que o nobre presidenta do cooselbo
tsee a habilidade de inventar am titulo de divida
aaCaraa, qae ser immediatam"nte preferido s
asts-ees de 5 /-- BU'8 le'raa bypotaccarias.
Cosa eSeito, vencen o mesmo jaro, e ten de
asis a amortisioio em praso certo, aob a garan-
ta 4o governo; oo depandem de tantas formali-
ada para ssrem compradas ou vendidas oomo a
ssaoUee, porque serio t-ansferiveis por endosso, ou
aaeamo par simples tradisao de mi a mi, pois
atasterlo ser ttulos so portador.
D'aqai resulte-Ibes outra superioridade: asado
aa portador sio ttulos qae fcilmente oeculta-se,
' m ataa *e abe quanta gante ba qae tem interesse
asa seonder a saa fortana. Aiada mais : estio
mm aleaace das pequeas ecoaomias; qaem dis-
pasar da 1004 podara adqa.rir am desses titalos.
Portaato, clero, dsaappareceram aa ratoes qae
mrA. aoje tazam preferivais as apolices, de modo
ama aio sari aceita a coaversio, e sim o res-
gafcs sme proporiioaar dinbeiro para oompra-
raassa as magnificas letras bypotbecanai.
Oaassgaiutemente, esse intuito de momento fi-
csH- prejadieado, ser ineiequivel, na parase do
matare senador pelo Paran.
- Mal de quam a culpa ? Do governo que forma-
Iaa ssmalbaata proposta, dos amigos do nobre se-
assar, cjcb os quaas S. Exc. dever eoieaier-se, e
am> dos autorea do projouta, oa das emendas qae
ssjadifiaaram. (Apoiados).
S { qae assampto, Sr. presidente, ^^^ r3piirtioos paboas,
psrmitta-me V. Exc declarar qae maiU rasio
asthoi ao maa Ilustra amigo saaador pelo 4a
tfraada de Sal, qaaado ha poaco extraaboa as de-
aoarinfrrT do nobre Sr. presidenta do cooselbo
corea do projeeto.
X* rerdaie, dirsi que easas deetaraooes
faram svoiUoa*, posm poaeo explieJtas. Do qae
& &s. ravwoa-noo aaia se pie concluir aoerca
os sarta do projeeto, qae, toado de passar pala
Sara dos Dapatados, depaaia da aceitocio do
Siaistro.
4) mabra pretideato do oooselba disso-aoi qae
Satao diz'amos-lhes : mas si entendis ser mo
quanto pretendemos, o que offereaais para substi-
tuir os nossos projectos ?
Ss Excs. replicavam-nos : nio somos governo,
quindo t enarmos a direccio dos negocios pablioos
manifestaremos os nossos planos.
Pois bem: os nobres sena lores sio h Je gover-
ao, ten a rasspasabilidade da alministrncio aa-
prema do Estado, jalgaui mo o projacto, e nada
propem em subatituicii dis medidas qae elle con-
sagra 1
' isto o que ma nio parece regalar, nem cor-
recto. Mai diversa sappouho ser a missio da le-
gislador. Desde qae recoabece ama necessidade
publica, dever sea applicar-!oe remedio adsqua-
do ; nio poda limitar-se a notar defaitos aa obra
alheia, deve faz >r outro melhor.
O nobre sanador pelo Paran antela, como to-
das nos, qua o nosso maio circulante precisa ser
malharado ; jc'ga, porm, qae o projeeto oio o coa-
seguir, por erro, ou defictencia. O que suggare
S. Exc. para chegarmis a esse desidertum'!
O Sr. Correia : Nio se pode aceitar o dilema
de V. Exc; oa votar a favor, oa apresentar oatra
cousa.
O 8r. Visconda de Oaro Preto : Seguramente,
desde qae nio contestan a naeessidade, ou o gra-
ve) mal que o projacto procura remover. Os tem-
po saa diffiaais. ..
O 8r. Visaoad; da Cruzeiro :\s di6Sealddes
da sitaaeio aggravam-se progressivamente.
O Sr. Vi oca le de Oaro Preto : ... e se o pro-
jacto nio serve, os nobres senadores Je vem diser o
qae qaerem.
O Sr. Corris :SoArsaco; externa bem clara-
mente o mea pensamanto.
O Sr. Vissonde de Oaro Freto :Mas, nio for-
maba amendts de aacordo cam essa pensameoto,
como eumpria.
O Sr. Corroa : Eu disse no 2" discurso qaa o
prajecto aggrava a sitaaeio.
O Sr. VTiscande de Oaro Preto : Disso, porm
aio damonstroa.
') Sr. Correia :Procarei demonstrsr.
O Sr. Viseonds ,de Oaro Preto : Nio bistava
isso, era iodispensavel...
O Sr. Correia :Nio posso dar senio a minba
opiniia, eofii com toda a fraosjaeza. Acbo qae
o nobre senador amia aio escinjalhou as minnas
rasdes.
O Sr. Visconde de Oaro Preto : Nio tenho for-
Leas para esaangalhar cousa alguma, quanto mais
as rBzoss de V. Su:. Procuro aproas oppor aos
argumentos do meu illastraio collega os que ma
occorrem, e nesse empaoho proseguirei.
No cooceito do nobre senador, os bilbetes dos
bancos, que o projacto trata de construir, sao nv>e
da mais traca que o papel do Toas tara.
Desde que o projeeto d aoi masmis bilhetes
curto forjado peranta ai repartieres publicas, ob
serva S. Exc, porque nao sar moada tambam pa-
ra as transacco.-s particulares?
Contesto formilmaote est*s proposicoas do no-
bre senador. Os bilhatas dos bancos, orgaaissdos
da accordo com o proj acto, nio aio, nio podam ser
moeda.
Moada s a especie oa o titulo representativo
da especie, a que a lei dforca liberatoria ilimi-
tada. Entre os, miela apenas o pape do Te-
soura, porqae tem esse poder liberatorio, essa fa-
caldade da solver todos os compromissos pecunia-
rios, de exonerar o devedor, ou o oaro, que igualo
mente os leu.
A propria prata nio moada, no rigor da pala-
vra, porque ninguem oorgaio a recebel-a por
somata superior a 204, assim como o nikal cajo re-
cebimento s obrigatorio at 200 rs.
O bilbete do baes nio possae essa forca libera-
toria, nam mesmo at para quantias mnimas, e,
portanto, nio pode de modo algum ser considerado
moada.
O Sr. Correia : V. Exc. quer soceorrer-ae de
urna distinceio, qae nio lbe aproveita em face do
projacto.
0 projeeto manda qae os bilhetes dos baacos se-
jain validos as estafes publicas e trocados m-
ma liatamente aos particulares...
O Sr. Visconde de Oaro Preto : O recebimento
nie estacees publicas..,
O 8r Correia Si V. Exc, por exemplo nio
quizar r -cebar um bilbete, vai ao banco e este ihe
d papel do tbesouro.
O Sr. Visconde do Ouro Preto Ah est exacta-
mente a d:ferenga ..
O Sr. CorreiaEm qae eaasiste a differeaca ?
O Sr. Visconde de Ouro PretoV. Exe. mesmo
a est mostrando. i
O recebimento de bilhate na> obrigatorio para
os particulares ; o proprio nobra senador recanbe-
ce que o bilbete do banco dave ser traalo por pa-
pel do Tbesouro....
O Sr. Correialato urna qoestio minio, urna
questao secuadaria. Um simples passeio at a ra
em que se aeba o banco emissor.
O Sr. Visconde de Oaro Preto Perdoe-me o
mea aaro eollega, nio urna qoestio mnima, nem
secundaria ; urna questao essenelal.
Si o bilheta do baaeo fosso moada, nio baria
necessidade desse passeio, e otase troco.
O Sr. Corroa Una tormalilade apenas.
O Sr. Visconie do Oaro Preto Estm diseo-
uhecando o nobra senador, tio esclarecido e tio
lucido alias i
Nestas discussoes, como em quaesqoer oatras,
nio se pode dar um passo, desde qae ponbam-se
de parte es principios cardeaes.
Segunde esses principios, moela unicamante
aquillo qae tem poder liberatorio illinitad} ; esse
privilegio aio oonceie o projeeto aos bilbetes do
banco, que autorisa, e portento nao podemsar con-
siderados moeda.
O papal do Tnasoaro o aaioaatente porque a
lei dea-lhe eurso toreado ; niaguem pode reca-
sal-o, nem exigir o seo troco' em metal, e d'ahi
vem a saa faroa liberatoria.
Oatra distiuejio, que preciso tambam faser-sa
a de corso le^al e carao f iroado.
O nobra aenalor pelo Paran disse, oa palo ase-
aos assim sa l no extracto do Diario Oficial qae
os bilbetes dos bancos do projeeto tem curso for-
o qaa ub-
solutamsnte inexacto. O qaa elles ten e simples-
maota corso legal, qae s abriga s estacos pu-
blicas, e o forgado impoa-se a todos.
Portaato, a diffareaca entra essas bilhetes de
banco e o papaUstoeda nio como suppoa o no-
bra sanador, apeaos espeeiosa ; fundamental
psrfeiumeate real. Nem oooaUte aaicamante aa
falta de curso forgado. Oatras ha e importantis-
simas. Um ecanoaista, quo o nobre aenalor eo-
aboce, e deve apreciar, por pertsaeet & saa esco-
ElEHEjTTOS QUE FACILITAIf O E9TDO E
SOLO9I0 DO XOSSO PBOBLEMA MONETARIO
EDA QUESTAO DE BASCOS.
(Continuaqao do'n. 156)
lix
Nos pagamentos a praso o que scien-
cia financeira esttida o verifica a pontua-
ldade e integridade do pagamento e nao
a maior ou menor extensao do praso su-
bordjoaada exclusivamente s conveniencias
do contracto.
A moeda fiduciaria, garantida pelo cr-
dito nacional, seria inconveniente e imper-
feita se o respectivo pagamento a praso
nao ficasse exclusivamente subordinada s
conveniencias da communhao social que a
reclamam e a exigem.
Desde que a maior ou menor extensao
de praso de seu pagamento, nao affecta
nem pode affectar a pontualiuaie e inte-
tegridade do masmi pagamento; a scien-
cia finauceira nao pode dixar de respeitar
aquillo que a ella nao se refere a de es-
perar a sua vez para verificar e dar o seu
testemunho acerca da pontualidade e in-
tegridade do pagamento a pn&o tao so-
no nao s o fcil pagamento das enormes
dividas nacionaes, como tambem a dimi-
nuicSo de imposfos, urna vez quo a receita
publica excede em muito as necessidades
do Estado.
N'estas condigSes clarissimo que a
sciencia financeira nao pode deixar ae re-
conhecer que a pontualidade e a integri-
dad*- de pagamento da moeda fiduciaria do
Estado verificam-'se em condjQoes as mais
irreprehenaiveis.
Diante da verdade dos factos e das ra-
z3es econmicas e financeiras que justifi-
cam plenamente a moeda fiduciaria garan-
tida pelo crdito nacional, as precisas con-
di3es em que ella existe no Brazil; ma-
nifest que ninguem absolutamente tem o
direito de pedir o seu pagamento no The-
souro Nacional, porque ainguem tem o di-
reito de exigir a liquida5ao de obrigaedes
praso antes da poca do seu vencimento.
Depois do que temos dito, s a m f po-
der levantar duvidas acerca do verdadei-
ro sentido da-promessa que se contm as
notas do Thesouro Nacional do Brazil.
O governo que emitte papel-moeda, co-
mo o nosso, pratica em nome da naeao um
acto de exclusiva conveniencia social, sem
contrabir para o thesouro publico outra
obrigaeSo que nao seja a de incinerar a
mesma moeda opportunamente ; porque a
propria nacao quem se utilisa do pa-
pel moeda, como multiplicardor infallivel
de todas as riquezas particulares.
Antes que ella produza todas as suas
vantagens c enriqueca o paiz, pelo dosen-
volvimento da actividade social e pela ex-
ploraciio de fertilidade e de todas as ri-
quezas do solo nacional, o simples bom
senso repelle qualquer pensamento de re-
tiral-a da circula9ao.
O seu curso como verdadeira moeda na-
E sinto, dooeg orenoas, que ugistes
Daixando-me s fondos desengaos,
Para sempre talvaz !
Sinto que o coracao se vai tornando
Um ermo onde nSo medra um s deseio.
Nem mais aspiracSes. 1
Que a mooidade, emfim, vai se acabando.
Qaa! da urna lampada o final lampejo
Dm doudaa convulsSes !...
Bem como a folha secas, desprendida.
Do galbo que loe dea vida a fresoora,
Hija toa no chao,
Assim minh'aima, 'lusSas desanda,
Exilaia do seio da ventara,
Tombou na solido I.. .
Rico de esp'ranca, de illusSas bem ebeio,
Sentei-me outr'on mesa dos ditosos
Esplendido festi m ...
Porm bam celo, do banquote em meio,
Laogoa-me o fado em mares alterosos
D SDpplicios Bem fim I...

"1
as vagas,
mente.
Ora, nos j vimos como o no.so dficit cionaTa sua inc7nvebiildade*resuam,
externo na coate de importecao e expor-1 portanto da sua propr% natureza e nao da
tecao de valores, imposmbihtou o Brasil de ie. lltificaal.Se plenamente pela natureza
ter em circulado a moeda metalhea, e co-1 do seu pagamento e fins da sua creado, e
mo o regimea de atrazo e miseria dos tem- a ie n5o faz maig do que proclamar uma
posj ciloniaes, perpetuado -pela nos.a cen-' verdade com os maioresapplausos da scien-
tr.ihsaeaoadmm'strat.v^estreitoueobrum-'cia poIitca em seil3 ram03:_jurdico, ad-
broa todos os honsontes do progresso na-1 mbistrativo, financeiro e econmico. Em
cioual.com a centralisaSao do meio circu-. nada absolutamente so parecem ou coa-
a,\f' fuudem com o curso forgado e a inconver-
i b certo que desde entao a sciencia sbildade da moeda fiduciariaeconmico-
.econmica aconselln e exige o augmento potoca, que resultam exclusivamente da lei
de meio circulante, copo a mais imperiosa e exp!icam-se tio somonte pela violencia
c .n l;SSo do rtesenvplTime^to e seewiM B ^rieB^ 4m gumnm* Qma e ostra
do paiz e da multiplica?ao das riquezas ctmsa aia maaifestameate repellidas pela
particalares; e 1 anda e certo que a pr0pna natureza da moeda bancaria; con-
D sde essa dia do infortunio
Tangidas p'ilas ins caprichosas
Dj um destino cruel,
Por desabridas e sombras plagas,
A' mero das rajadas tormentosas,
Condnzam meu batel I. ..
Que sarta aguardar o pobreaioho,
Solitario, vogar sem rumo certo,
Per.ii lo na ainplidlB? 1
Quem salva o pombo do sertao manioho,
Sedento, procurar pelo deserto
Um triste abrigo em vao
Iocertsza cruel O meu futuro
E' S3Delhanta a esphinge pavorosa
Qua faz-me estremecer !
Tacteando as trevas, mal seguro,
Arrasto nesia via doloroso
A cruz do meu viver '
ril-as pslo par, mas cima do par.
D'aqai seguir-se-hia ama coasequenci* : o jaro
nao correspoadena miis a 4 \i\ do capital,
mas a meaos, restringinio-se assim a noBrgjm de
la :r 'o provaveis, qaa aeouasario a9sigarra taes
estabeleiimentos, afim de qae possam orgaoisar
se.
O Sr. CorraiaNi > se daclaroa no prsjecto.
O Sr. Visconde de Oaro Preti Sem ara possi-
vel declarar-se.
Dimais,oo autores do projacto tinhan em vista.
que a orgaaisa^So dos novoj biacoi sesse entrar
uo tbesoaro dinbeiro de contado, para spplical -o
aos antros fias a qae se propaabam, e fi-jm j ex-
plicados. Ora, nao podariam coasegail-e si acai-
tassem para garaatia as apaliejj actaaes,
O Sr. C >rreiaEitamos em pdlos opposto3. O
que a V. Etc. parece um mar de rosas, a mim m -
parece o cantrario.
O Sr. Visconde de Oaro PretoE' porquoa V.
Exs. repugna aceitar cjrtos principio:, que alia
sao inconteataveis.
Pergoatoa tambem o nobre senador, porqae ra-
zio determina o projeeto, que os novos baacos
sfjam obrigados a convercer reciprocame.ite os
respectivos bilhetos.
O Sr. Correiadoaverter, nao; recibei-oa
fO'C*.
Sr. Viseonde de Ooro-PretoO oobre sena-
dor prevenio-me ; effetivamente o projeeto nao
obriga os bancos a eoaverter sinSo 03 bilhetes que
cada am emittir. Ao que sao obrigados a reca-
bar os bilhetes de todos, como sao as estaco as pu-
blicas.
Esta disposicao justifica-se por duplo motivo.
Impedo qae os bancos se hostilisem mutuamente,
e ao mesmo tempo torna-os por assim dissrfis-
caes nos dos ontros.
O Sr. Carreia -Essa fiocalisaoao qaa eo quero
ver.
O Sr. Viscoade de Ouro PretoPois clara e
eifioaz. O b iito que desconfiar da solidez da ou-
tro e por virtude da lai obrigado a recebar em
pagamento os seus bila't-s, leva-os logo ao traao,
e a situaoao oselarece-se. Ou o b mea emissor
paga, oa liqada-se, retiranda-se do marcado quem
nao dispoe de forcas para maater se.
- Por altimo, indagou o nobre seaador quem pa-
gara aos fiscaes que o projeeto cia, visto nao o
ter declarado.
Isto, Sr. presidente, seria raso para emeadar-
se o projeeto, e nio para impagnal o. O avisso
pensameu'o que oa fis&aes nada reesbam direc-
tamente das bancos, por conveniencias que Bao
intuitivas. Mas, a verdade qae elles oropri.n
f rueeeraa os msios com qae se uccorra a essa d-'s-
peza, pelos impostes qae pagssmpj, e no projeeto
nao se pie estabelecer.
Estas fanm as objecfdes do no'ar>ensJ r pelo
Paran, ao qae consta do extracto da San discurstx
Si oatras formal au '4. Exc. em oacasiao opportana,
bao de ser tomadas pelos signatarios do projeeto
na devida consideracio.
A hora est adiantada, e poueo direi- relativa-
mente ao discurso do nobre senado: pala Rio Oran
de do Sal, para nSo embarazar a passagem da
proposta di governo, qae foi dada para a saguoia
parte da ordem do da.
O mea illastraio amigo fes jadieiosisaimas con-
sideracoas em apoio de varias emenlas qae lsm-
broa
Sao importantes ss medidas saggeridas pelo no-
bre seaador, e de algamas deltas j cogitaram os
sigoatanos do projeeto. No intervallo desta para
a tereeira discusso exaniaal-as-bamoa todas
com especial cuidado, e eommunicaremos a S. Exe.
e ao Senado o jaiso qae definltivameate assentar-
mos. 4P
Posso, porm, desde j adiantar ao nobre sena-
dor qae, em gersl estamos de plano aecordo com
S. Exe., excepto em am ponto, qae por lealdade
devo anteoipadamente in hcar.
O nobre-seaador eutsnie qae o projeeto exorbi-
ta das attnbaicoei legislativas, determinaadi
qae os bilhetes dos baacos sejam reoeboi as
estscSss provinciaes e mSoicipaes, e qae isto da
competencia exclusiva das assemblss provin-
ciaes.
Nos pensamos de modo contrario: trata-sa de
regalar o meio circalaote, trata-sa de moeda, e do
qae pode represental-a, oa saoatitail-a.
Ora, por preeeito expresso do C-onstitaioio do
Imperio, taio que dii respaito ao svstema mane
sciencia financeira nao pode absolutamen-
te aconselbar sinto a moeda fiduciaria, ga-
rantida pelo crdito nacional, para propor-
cionarse o augmento de meio circulante
que a sciencia econmica aconselha e exi-
ge o que todos as conveniencias do Bra-
sil justiticam; claro quo s a estas con-
veniencias do Brasil cabe indicar
demnadas pela couveuao e fins d'essa
moeda, e inteiramento injustificaveis per-
ante a sciencia poltica om qualquer d'a-
quelles seus ramos.
Convencain-se, todos quantos s querem
ver na moeda um valor econmico para
guardar ou cambiar, de que o nosso papel
o praso moeda pela sua garanta o perfeitamente
em que aquella moela fiduciaria de va ser equ;paravei a meda metallica. e, como
paga coma. devala pontualidade e em tola )ne0 cirCuIaate destinado exclusivamente
a integridade do seu valor. a promover a multiplicacao das riquezas
Nada e mais fcil de compreheuier-se : particulares o da prosperidade social,
&: aquella moeda fiduciaria ou o aug-' incomparavelmente superior o preferivel
ment de meio circu ante tem exactam3n-; ao.ouro coaio ja mostramos. Quanto ao
te por fim o desenvolvimento econmico do n0380 coerci internacional, nem lbe
pa.z o a multiplicacao das riquezas naci- tica bem artCnlar a menor queixa contra
aes, o que quer dizer desenvolvimento e a Q0Ssa mDeda nducara, sob o falso pre-
opu eutaco de todas ss fontes da renda texto de baxa3 do cainb0 porque, ainda
publica sa! 1 m tavoraveis na conta nter- j ndo 0 pretexto fo33e verdadeiro a bai-
uacioaal de iraporteclo e exportacao de xa do cambio nS0 0 prejudiCa porque
valores, saldos orcamoutanos e resgate da da mais completa repercussao.
divida publica; o claro que antes de pro-: 0i coasuniidores das mercaderas es-
duzr seus naturaes effeitos e augmento de trangeiras, oneradas pelo cambio nunca
me.o circulante ou moeda fiducial do' art;cu!aram queixas, porque sendo em
hstado as conveniencias uacioaaes aao | sraade parte productores; eacontram plena
aconselham nem poderio aeoaselhar o pa- I compenSa5ao na venda dos seus productos,
gamento da moeda fiduciaria, por que isto >Iab quando fossem muito mais feios do
Importara a yolta para o rgimen de atra | que pintam 03 re8uldos da baixa do cain-
Zxt demiser'a' bio, preciso que todos reconheeam e se
Mas, quando, o augmento de meio cir- conveacao d que s a moeda fiduciaria,
culante houver produsido os seus beneh- como 0 maor maitplcador da pr0speri-
cos e maravilhosos resultados, o o desea- dade nacional da actvidade social e das
ito econmico do paiz proporcio- riquezas particulares os pode debeUar van-
nar-nos saldos favoraveiss na couta de im- ujosameute. Os meios" artificiaes serao
portecao e ezportecSo de valores; entao aempre llullos e prejadicaes.
venfacar-se-ha necessana e fatalmente um E> precis0 qae to*dos nos differencemos,
pheaomeao social exactameate contrario,' diaate da verdade das COusas, o magnifico
que temos diante dos olhos e que atiesta o me0 crculante financeiramente amparado
uosso atrazo e a uossa pabreza. Em vez pelo credLto Qacional 0u bancaro, do de-
de comprarmos ouro a todo o prego para tostevel meio circulauteeconmico-poltico,
saldar os aossos dbitos proveaientes da-: dign0 de todas ag od;08idades e repulsas
quella conta, necessanamente teremos de do3 noss03 aQtepassados e contemporneos,
receber ouro, em pagamento dos nossos 1 qUalficadag por n63 de estupidas e injus-
nos tas, s por nao se ter feito tao aecessaria
porqae como j vimos
a moeda metallica de qualquer paiz uo
balcao dos cambistas aao passa de sim-
ples mercadoria supplemeatar para feichar
o balanco das coatas iuteraacionaes de im-
portacao e exportacao de valores!
E' um erro suppor-se que o aegocio de
cambio tem por objecto a moeda fiaaucei-
ramcute cousderada; porque o objecto ex-
clusivo desse ramo de negocio tao s-
meate o metal da moeda. Os metaos mo-
netisado3 sao exclusivamente preferidos
pelo facto de achar-se nelle precisamente
a unidade do valor econmico creada pelos
differentes paizes e nada mais. No balcao
dos cambistas nao se leva absolutamente
em conta o merecimento fiuaaceiro da moe-
da, mas tao someute o seu valor ecoaomi-
co, como simples mercadoria subordinada
s leis da offerta e da procura. Para o
aegocio de cambio a moeda, fiduciaria, em
si mesma, oo tem cotaco possivel, por-
que oao coutem em si valor ecouomico, e
suas funccSes fiuaueeiras uo podem eu-
trar eia liuha de coata por serem restric-
tas ao paiz que a emitte.
Esta a verdade das cousas, da qual di-
vorciou-se a ecouomia poltica para phau-
tasiar depois pretendidos lagos de alfinida-
de entre o crdito nacional e as oscilares
do valor da moeda, no baldo dos cambis-
tas!
Quando o desenvolvimento econmico do
paiz, promovido pela moeda fiduciaria do
Estado, chegar a produzir saldos favora-
vois n'aquella couta proporcionaudo ao Es-
tado boas financas ; teremos o vencimento
do prazo e o pagamento da moeda fiducia-
ria, de iuteiro accordo com as coaveaiea-
differeuca.
Recoacliemo-ao, portaato, todos nos
com a moeda fiduciaria de valor e paga-
mento garantidos pelo crdito nacional, por
que na realidade ella o meio circulante,
melhor, mais perfeito, mais beuefico e
mais bem garautido que fioaaceirameute
se possa desejar.
(Coutina)
Franciaco Amyntas de Carvalho Maura.
L!TTRATUR:
O perfeito cavalheiro
A nobresa de carcter
a parfeicao e a gloria da
vida.
(S. Snes.)
X
la, Grilde, aseaumsra em peqaeao mas taccalentol torio entra oa alcal da assembla geral legis
esptalo do livro qae pablieoa. Utiva, E aem poda ser de oatro modo, Sr. pre-
cias nacionaes, se far muito naturalmeute
pela incincraoao do papel moeda na pro-
porgao em que permittirera os saldos orca-
meatario8, sem o meaor prejuizo para quem
quer que seja.
Isto muito olaro, porque, o seu valor
equivalente ter catrado no seio da econo-
mia uacioaal, em moeda metallica, rece-
bida em pagamento dos saldos verificados
n'aquella coate de importacab e exporta-
cao de valores.
Nem este phenomeno social poder ser
acoimado do phantastico, porque agora
[nesmo est elle verifioaado-se, com todo o
rigor da verdade qae temos exposto, aos
Estedos-Uaidos, permittiado ao seu^over-
Capaz de admirar tul) o qua bello,
Daspresador da injuria,bondoso
P'ra eo'o pequeo, o raco e o poderoso ;
Poupdo no falla, franco e sngalo :
Em nSo fallar de si qua granja zalo I
Nao critico dos obtros,generoso
P'ra o'o o iaimigo, o psrfiio, o iavejoso ;
Nunca auxilio pedir seu anhelo:
Nao foge do pango, nao o procura ;
Nao blasona por ter maito dinbeiro,
Nein sa abate por ser-lho a sorta dura ;
Assim faz o perfeito cavalheiro :
Eis a trilba da vida a mais segura !
Eis da gloria o caminho verdadeiro !
Da. Aubbosio C. dk GtgsmIo Lra.
8 de Maiode 1887. j |
------------- ,
Martyrlo leat __-
(dbvakeio ds um rais te)
Mea Doas, Ssahir mea Deas o qae ha no mando
Qae nSo seja soffrer ?
O.bomem nuca, e vive am s iastaate,
E soffrs at morrer 1
O. Das
Pasiam-se os dias enfadonhos, tristes,
Las aps outros vao volveado os anuos,
Montonos, .oraei,
Be ti diversos os tempos que se foram '
Sat.1i tuio eram Aires u -alegra,
Conforto, f e amor ;
je era rainh'alaia s pezares moram,
E a sjiiio e o t lio noite e dia
OompaabeiroB da dr '
E qua saudades tenho do passado,
D'esses dias de tanta ameoidade
Qaa nao mais voltario !
L nto martyrio rigoroso fado '
Quo me roubou p'ra sempre a f'licidade
E a paz do coracao '
p
Saulaies. -. ai !. .. de ti mulher querida!
Doce imagein que tanto povoaste
Oa rseos sonbos meas!
Saudades de tSo grata e pura vida,
Do anor sublime que me consagraste, '
Dos bellos dotes teus !
Saudades dos lugares tao amados.
Onde a infancia passei bem descaidoso
A' rir e folgar...
Dos amigos p'ra sempre arrebatados
D'esta .3nodo cruel e engaoso...
Saudades de matar !
Tudo mudoa-se e a vida um tormento
Sem liuitivo qua nao seja o pranto,
Jamis um e prazer 1
Inferno que s g-ra o sffffrimento, -*
Sam attratvo, sem um s encanto. .
Sm amor de mulher !
Tudo perd e tonga de meus lares,
Errante viajor em trra estranba,
Di continuo Iuctar,
Correado o risco de crueis azares,
Srrjeito do infortunio feroz sanha,
Oade irei repousar ?
Oh Deus nio me abandones um momentol
Possa eu nunca vergar ao peso ingente
De tao tremenda cruz !
Qae seja a sendo atroz do mea tormento
O caminho que o justo e o pacienta -.
Para a gloria conduz
Talvez qua s da morte a mao segura
Podesse aniquillar dentro em minh'aima
A dor do meu viver ;
Feliz de quem, na paz da sepultura,
Achoa no esquecimento a eterna palma
De um longo padeoer !
Mas... quem sabe o oiysterio impenetravel
Dessa vida futura, onde linda
Do hornera o pensar ?. .
Quem diz qua ps martyrio iasupportevel
Eu nao virei renascer ainda ,
P'ra de novo penar ? ...
Manoel Cavalcante de Mello Filiio.
Abril de 1887.
REVISTA DIARIA
Ciimmliso le entrenbelro* Por
acto da presidencia da provincia, datado de 11 do
correte e a requerimento do comaendador Jos
da Silva Loyo Jnior, contractaote da construc-
(o de um engenho do typo maior. foi nomeada
ama commisso eomposta dos engenberos Lvcor-
go Jos de Mell >, Gregorio Thaamatargo de Ase-
vedo e Francisco do Seg Barros, para dar pare-
cer sobre as plantas spreseatadas pelo referido
confractante para execaco de um contracto.
Guarda nacionalPor portaras da mes-
ma data foram comeados os seguintea officiaesda
guarda nacional :
Capitlo da 2' companhia do 7 batalhao de re-
serva da comarca do Bio Formoso o cidadao Lau-
reado de Pao Lima em sabstitaieao do eapitao
Mnoel Peregrino Cavaleante de Albaqaerqae, que
nao solicitoa patente.
Alferas da 7*companhia da 70 batalhao de in-
fintaria do servico activo, da comarca de Nan-
reth, o cidadao Antonio da Silva Cabrai, vago por
oo ter Jnveotino Gomes de Albaqaerqae Moraes
solicitado patente.
Processo no foro eccleaiastico S.
Exc. Bevma. o biapo diocesana mandou processar
no foro ecolesiastico so arcedisgo Dr. Loiz Fran-
cisco de Araajo para chegar ao inteiro oonheci-
mento das impatacoaa que a este sacerdote tea
sido feitas.
(Vio vernadorea do biapado Foram
por S. Exc. Bevma. o bispo dioeesaao nomeados
goveraadores do bispado em 4* lugar o Rerd.
monseabor Joaqaim Ascoverde de Albaqaerqae
Cavaleante, oonego da oatbedral do Olmda, e em
5* lagar o Bsvd. oonego Trajino ds Figuairedo
Lima, vigario collado da parachia de Beserros.
Vla-ario geral Interino Foi concedida
ae oonego Dr. Joaqaim Graciano Aa>n,raaio a
exoaeracao que pedio de vigario geral interina
deste bispado.
AatorldadeapolleiaeaPor portsrlada
presidencia da provincia de 18 do correte e pro-
posa do Dr, chafe de polioa a ignal data foram
nomeaios para os logares vagas de 1.* e 2.* sap>
pteatas do subdelegado da fragaesia da Varsea,
Linio Alexaadre Martin e Pedro Frauoieoo ae
Paaio Baptists, aa ordem em qae vao oollocados.

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Diario de PcrnarabncoSexta-leira 20 de nlho de 1888
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ra-lea da tuiril^io-Entram boj* de
superior do din o 8r. uoajor Lais Ferras e otiieial
de ronda o Sr. alferea Luii Beserrm dos Santos.
A guaruicao da cidade ser dada pelo 14 ba-
talhio e a guarda da Thesourarte sari e minan-
dada pelo Sr. alferes Franoiaoo Jerooymo Lopes
Pereira.
Voluntarlo Veri6cram hontem praoa
voluntariamente 2 individuos-
Bmspaitii da ervlco-S. Exc. o Sr. ge-
neral concedeu 6 dis de dispensa do servieo aa
8r. capitio do 14 batalhio da infantera Fran-
cisco A. d S Barrf to.
Noneurao de connellio Para faaer
parte do conselho de investigacio a que vai res-
ponder o anspecada do 14* batalhio Luis Domin-
gos Pereira foram nomeadoa :
Presidente o Sr. capitao Francisco Miguel de
Soasa.
Vcgaea oa Sra. tenente Francisco Teixeira de
Carvalho e alteres Manoel Qaintino dos Santos.
oaaereao de anudePela junta mili-
tar de sada foi a 18 inspeccionado e juigado in-
capaz para o servido do exercito por aoffrer de
myopia o Sr. 1* cadete Americo A. Pereira do
Lago. m
UlacamoEis o discurso dirigido ao Ex-n.
Sr. conaelbeiro Joio Alfredo, miniatro da fazenda
e preei .tute do conaeibo, pelo Dr. J. A. Pedreira
Franco no hcto de tomar pcsse do cargo de director
geral do coot> ncioso o Exm. Sr. Bario de Parana-
pi&caba na 28 da p-.ssado :
Exm. Sr. conaelbeiroA preaenca collectiva
dos fauccionarios do Tbesonro no gabinete de V.
Exc. explica-a? p- la gratido ; maia urna hoooe-
nagem que prestamos ao grande estadista qae foi
por Deas predestinado a libertar ana patria.
O acto pelo qual V. Exc. acaba de collocar
frente dos empregados de Ministerio da Fasenda o
Exm. Sr. Bario de Paranapiacabe, qae durante
Ion :os aunas illnminra com sen talento, cono suas
virtudes cvicas, com sua inexcedivel dedicacio e
fide'idade comprovada, rg diversos ramos da admi-
nistracio publica, nao podia passar miperce-
biio
Esse acto, fundado do parecer do Conselho
d'Estado, em que figuram tres notaveis senadores
e ex ministros, entre os quaes dona, qae, qnando
presidentes de conseibo e ministros da fasenda, ti-
veram como auxiliar o nobre Bario de Paranapia-
caba, bastante significativo em relacao ao Ilus-
tre fancciooario que volt* de novo a honrar a di-
rectora do Contencioso.
< t^oogratuiando-nos, portnto, com o patritico
Ministerio 10 de Marc >, o iniciador do ureo pe
riodo do Imperio, cemprimentamos ao digno presi-
dente do cooselbo que, boje, nao gmente a glo-
ria de um povo, mas urna das glorias da huma-
nidad^.
{ i Ci-mprimentamos ao luctador indefessc, qae
conseguo blcqaeiar a in -ntaulia, d'onde o corvo
do egosmo, pousado ba tres seculos, esphacelava
com as lacerantes garras as carnes convulsas de
urna raca inteira, ao mesmo t inp que, abrindo as
longos asas negras, eacuiecia a mais bella seccio
do formoso co americano....
Compnoientainos aoExm. Sr. eonselheiro, Joo
Alfredo C r.-Li-i de Oiiveira.
i Aceitai, Exm. Sr., as n-sas congratulaos
e, aos brabantes e s perolas ccm que a patria
agradecida vos enrauoou a fronte, escrev.ndo na
mais sublime pagina da nogsa i atera o noae de
V. Exc. ; jar. tai as modestas Aires deste rama-
lhete, offertcido pelos dedicados servidores do Es-
tado, subditos fit-is do mais glorioso ministro do
Brasil, a
Mt-putado geralPara o Rio de Janeiro
regreesa boje no paqueto inglez Tagus o Exm. Sr.
Barao de Aracagy, deputadd geral pelo 8 dia-
tricto deata provincia.
YayaOcnomina-se assl:n mais ama liada
W :isa para piano, composta pelo nosso distiocto
compro vinciano e virluose Sr. Dr. Domingos Jos
Marques, offerecid* ao S. Federico Magalbes
da Silva.
Agradecemos i.os ^rs. Prealle Jt C. offerta
que nos frzeram de um exemplar. Na co,sa des
mesmos senhores ba xemplares venda.
Jalob do BrejoCommunicaram-nos o
seguate:
O agente docorreio desla localidade, Sr. An-
tonio Fernandes de Carvalho, cooveneendo-sa da
necessidade que tem os ex-escravos de aprender a
ler e a escrever e p .ra melhor ser apreciada a te-
lia data 13 de Maio, reaolveu abrir urna escola
nocturna gratis com o titulo 13 de Mato, em fa-
vor dos ex-es-vav s e mais cidadioa. a
Auxiliadora da Agricultura O con-
seibo administrativo a'eeta souiedade reunio-so ao
incic-d-:a, em s S;Joextraordinaria, na sede social,
para tratar de assompto que diz respeitc ao fim da
mesma sociedade.
Tranoferenca de reuniaoFoi trant
erida para qoarta-feira, 25 do corrente, s 6 1/2
bolas da tarde, a reuniao do IoBlituto Benefieente
dos Offiiaes da Guarda Nacional, poe esteva ou-
vocada para domingo prximo. V'
fJanielna nacionalPara a casa dos Srs.
Albeiro, Oiiveira & C, cstabelecidos com armasem
de gneros alimentices ra da Imperatriz n. 42,
acaba de chegar urna manleiga nacional, fabricada
no eerto que pde-ae dizer superior commnm
que nos vem do estraogro.
Ao menos a nacional de pnro e bom leite e tem
um sabor muito agradavel. E' o juizo que fisemos
em face d'iini amostra com que fomos presen-
teados.
Fot presoO subdelegado do 1. distncto de
Jarema, do teimodo Brejo prend u e fez recolher
a cadeia, o individuo de nome Liarentino -Jos
QaimarSes por ter anteriormente asssasinado a
Clara Mara da Conceicao e ferido gravemente a
urna uete V ota.
Preco do aaauear e auxilios a la-
TOUraA'cersa de laes assumptos, o Sr. enge-
nbeiro II. A. Miiet, actual gerente da Sociedade
Auxiliadora da Agricultura, drigio-nos a carta
seguinte :
Sociedade Auxiliad>ra da Agricultura de Per-
'naoibuco, em 16 de Julho de 1883.
Srs. Redactor. Eui ord- m de reasar o pro-
metido ao final de miaba carta de 30 do passado,
procurare i hoje completar aa nformacoee que nella
n tou eraiu, principiando pelas que dizem reg-
peito a almejada suppresaSo dos premios, propor-
cionados aos assucarea de betteraba pelas legisla-
res dos diversos pases da Europa productores
d'aquelle genero.
A questo de muito interesse para os nossos
agricultores; poie, a sere-n bem succedidos os ac-
tuaos eaforcos do Gabinete de S. James, lucraran]
permanente augmento de preco de 500 ris pelo
menos em cada 15 kilos de assncar.
Infelizmente, a despeito das esperanzas mani-
festadas pelo Bario H. de Worms principaes o
gaos da mprensa britanoics, muito duvidoso,
que se posea estabele^er, entre os diversos gover-
nos representados na conferencia, o iadispensavel
accordo acerca das medidas praticas destinadas
a consecocao do fim a que todos, com maia ou me-
nos sinceridade, manifestam a intencao de chegar
Antes, potm, de eocetar esta parte de comba
tarefa, cumpre-me, na qualkade de representante
de urna sociedade que tem por fia auxiliar a agri-
cultura, dizer alguxa cousa acerca de dons pro-
vectos era em discusso do nosso parlamento, e
cujo alvo desenvolver o crdito geral, por meio
de banecs de emissao imitados dos bancos nacio-
naes d.s Estados-Unidos da Amrica do Norte, e
o crdito rural com a fundacSo dos banecs regio
naes de crdito real e agrcola, cojas Utras bypo-
tb-carits gosariam de grandes privilegios, alm
da garanta do Estado concedida ao pagamento
dos juros e amortisacao das meemas letras.
No estado angustioso em qae se acha boje col-
locada a lavoura pela lei de 13 de Maio, privada
dos bracos escraves e sem dinheiro nem crdito
para pagar os salarios dos bracos livres, nio vejo,
ira da indemuisaco da propriclade servil des-
apropiada pela mesma lei. realisada por meio de
urna emissao immediata de papel-moeda, como en
indiquei na minha carta de 80 do passado, ootro
meio eficaz de salva] a do desespero e obstar a
imminente diminuicao das rendas publeaa e par-
ticulares, nio serem emprestimjs directos, bypo
thecados, em falta de propriedade territorial, mo-
bilia agrcola ou fructos pendentes, sobra as sa
fraa anda para fundarem-se. Parece-me, porui,
qae gemelhantes emprestimos, usados outr'ora em
grande escala pelos buncoe dos Estados-Unidos,
aeriasa ioexequiveis entre nos ; e nio padece duvi-
da, qae tanto os bancas de emisso, como os de
crdito, real e agrcola ora projeatados, sao insnf-
i para conjurar os perigos da crise actual;
do estado critico em que se acha,
I providencias immediatas,
i que toca as necessidades permanentes da
mesma lavoura e da* nosaaa industrias, que todas
olaxaam pelo deeenvolvimento do crdito, necessi-
dades anteriores a lei de 13 de Maio e apenas
exacerbadas por ella, nio me parece que sejam sa-
tisfactoriamente attendidas, nem com o projeoto
pdsaskancos de emiseio assignado pelos Exms. con-
elktiroi Lafayette, Viseondes do Craaeiro e de
Ocro Preto, nem com oa bancos regionaes da pro-
posta do governo.
Seria ma ter exceder muito as proporc5es da urna
carta, para -disoutir aqu as mltiplas disposicdVs
de ambos os prujeetoa, limitsr-me-hei portante i a
apreeiar-lhes os provaveia eSaitcs geraas
Dav'lo maitOj qae se possam incorporar os tana
beos de emissao, as coadieoes estipuladaa r.o
projecto dos Exms. conselheiroa ; p is t poderiam
ter em gyro urna aomota de notas baacariaa e aa-
dulas do tbesonro igoal apenas a 75 /o das entra-
das dos aecionistaa. Ora, anda m fimo eooce-
dendo-se, que dita somma seja permanentemente
e integralmoote emsregada em descontos e emsrea-
timos cauciouados a juro de 7 %. taes juros, ac-
crescentados aos 4,5 % das apoliees depositadas
na caixa de amortisBci), s repreeentariam, depois
da descontado 1 */ de despesas geraes e adminis-
tracio, 7,5 / das cima mencionadas eutradaa,
perspectiva esta, a meu ver, insuffijente para at-
trahir os poneos capitaes dispoaiveis que temos.
Cocotudo, admittindo se, que taes beos couse-
guissem incorporar-se e funecionar, o resaltado se-
ria, depois de elevado o deposito de apolices no
mximo da 200 mil coutos, um augmento de meio
circulante de 180 mil contoa em notas bancarias,
e urna diminuidlo de 36 mil contoa de notas do
tbesonro immobilisadas nos cofres dos bancos en
virtnde do n. 1 do % 2 do art. 1 do projecto.
O accrescimo de circulajio seria portante de
146 mil contoa, ou 73 % da actual, e nao deixaria
de attender por emquanto a reconbecida insnf-
ciencia do nosso instrumento de permutas, que nio
corresponde hoje nem a 15 mil ris par habitaote
do Imperio ; mas, em virtude das aisposijo s do
art. do pr. jeoto, semelbaote augmento di cir-
culacio, longe de acompanbar o da popalacio e
das transacedea, ira diiniuuindo progressivamente,
com a circumstancia aggravante de que a dimi-
nuicao pr sari a exclusivamente sobre as notas do
thesouro, de tal forma que, decorrido um numero
de anuos, maior ou menor, segando a rapidez do
resgate do papel moed-, qne figura tambem no
progrmala dos Exms. couselhjiros, (icaria a nossa
crculaco preenebida exclusivamente por 180 mil
contoa de notas bancarias.
Accresce, que ditas notas s teriam de hinca-
ras o nome, pois o n. V do 1 do art. 1. ttra-
Ibes inteirameute o elaaterio indispensavel para
que e i potsam proporcionar as designaos exigen-
cias das transaecSes, e nio teriam coadjuvacio al-
guma do ciiculacaj metallica, pois resulta dara-
meuCe da exp sifao feita pelo proprio Sr. conse-
lhciro L,f y.;e, em eo discurso de 26 de Junbo,
da situaco da nosoa cunta internacional, quo esta
apresenta annnalmente um saldo negativo de cerca
de 70 mil contoa ; 6 por consegainte nio nos seria
poaevel conservar de um modo permanente ua
circulac j ou cofres bancarios moeda qua t vase
valor intrnseco, caso so promovease artificial-
mente a sua viuda.
Quanto a prajectada ereaoio de bancos regio-
naes de crdito real e agrcola, estes, mediin'e aa
vancageus e privilegios da proposta, seriacn de f-
cil ncorporacao e as suas li-ttras bypothecarias
obteriam provavelmcnte a mesma cotaco que as
apolices da divida publica. Entretanto, taes apo-
licestcffrem descontos ; e toado os mutuarios,
ae-vi do 3o do art. 1 o direito de opcio entre as
lettras e a moeda corrente legal, dariam preferen-
cia a esta, de tal sorte que ficariam os bancos re-
ducidos a gyrar com o sea pequeo capital e o que
o governo einpresasse na compra de suas lettras
em virtude dos 1 e 2 do art. 2*!
E' cert que K poderia conceder a taes bancos
a fi; ul i .. de cstabclecer premios avultados para
al guma das lettras sorteadas para smj'-tioaca >
co no o se d>'. em Franca com as obrigacoes do Cre
dit Foneier, e n'este caso poderiam as lettras be
rem preteridas a apolicea, mas d'isto ua. cogitou
a proposta ; e tal qual foi redigida, na readade
mais incffensiva do que pireceu ao nosso depatado
p lo 1* iistrioto d'egta provincia.
Si, entretanto, se tirasse ao mutuario, coma
de suppr acntela na diseugsio, o direito de op-
cio, (admissivel em eatabelecimentos como o Cre-
dit Foncer, que nunca praticou o crdito agr-
cola e cojos em pr stirnos a propriedade rural nio
constituem nem a dcima parte de suas operacoes,
mas inadmissivoi < uo baos genuinos de creditc
re 1) e a emissao de letras bypothecarias tivesse
lugar na proporc'o almejada de 300 mil contos, a
garanta de juros e amortisicao poderia trazer se-
rios prejaizos aos cofrs8 publicoa, cuj respoosa-
bilidade nio seria inferior a 18 mil cootos an-
nuaes, pois, como eu eacrevia em Outobro de 1875,
a pagina 54 do meu fi hcto Os quebra kilos, *
a proposito do Banco Europeu Brazileiro paneja-
do pelo fallecido Visconde de Inbom.rim* e
antorisado pela le de 6 de Novembro de dito
anno :
A trplice barreira do valor dos imm ovis by-
,, becados, do fondo social e do fundo de reserva
nao seria suficiente para proteg r os cofres pbli-
cos no caso muito possivel de urna quebra de 25
o/0 na liquidacio dos immoveis bypotbecadoe.
Aoa possivea prejuisoa derivad .s de taes liqc-
dai,'o js de immoveis, ainda teriam oa bancos re-
gionaes de accrescentar os provenientes do crdi-
to agrcola; e com o projectado desenvolv ment
de ambos es gneros de crdito, de cir-se, qne
taes prejuizos seriam avultados, pois, como eu
tambem eacrevia a pagina 83 do ucima citado fo-
Iheto com relacao ao meemo Banco Inhomenm, >
prente muito prximo dos projetados bancos re-
gionaes, Nio se pede afiaocar, que todos (nem
mesmo a maioria dos tomadores de dinheiro o em-
pregariam com tal acert, qae lucrassem com que
pagar os juros e a amortiaacio conver.cionada.
Accresce, e foi este o ponto de vista sob o q i al
o Dr. Joaquim Nabuco encarou a proposta, o mo
tivou a sua opposicio, que a bypotheca produz,
embors temporal iamente, effeitos anlogos aos
dos morgados e subslituicSee; imm bilis n aterra
cojo valor mobilisa, e applicada na proporcio que
tem em vista a proposta, abrangeudo a terca par-
te, ou talves mais, do terreno boje oceupado pela
lavoura de exportaco, constituira d'est'arte ia-
vencivel barreira a diviaio do solo indispensavel
creaclo da pequea propriedade e introduzca
da cultura intensiva, e por isso seria passo impo-
ltico e ante-econmico !
O Sr. Dr. Joaquim N-.buco encarou taes reso!
tados com a sua lente amplificadora ; mas a sua
objeccSo descansa em base inconcusas e tem im-
portancia capital no estado actual de nossa pro-
priedade territorial.
Alarguei-xe mais do que desejava n'estas coa-
eideraco s de crdito geral e rural; e don me
preasa em reaaanmir o fio de minba expoaicio do
estado actual da questio dos premias do assucar.
Devem estar lembrados, aquellos assignantes do
Diario que leram as minbas cartas, que eedendo
a agitacio promovida pelos representantes da po-
derosa industria metropolitana de refinacio de as
sucar de qnalquer procedencia e da de suas colo-
nias productoras de assucar de canoa, ambas al-
tamente prejudicadas pelos baixos precos mauri
dos nos proprios mercados do Reino Unido pela
concurrencia dos aasucaies premiados, o governo
de B. M. britnica dirigise, em das do an-
no prximo passado, s principaes nacoes produc-
toras de assucar, convidando as para urna confe-
rencia ou eongresso no qual se tratara de medi-
das destinadas a dar fin ao syatema de premios
directos ou indirectos, proporcionados aos fabri-
cantes pelas respectivas legislacoes.
Devem lembrar-se, que dita conferencia, ehama*
da pelos ingieres Internacional Suoar Cougresi,
reunira-se em Londrea no dia 29 de Novem
oro, sob presidencia do Bario Henry da Wor-
ms aehaado-se n'ella representadas a Germa-
nia, a Franca, a Austro-Hungra, a Blgica, a
Rassia, a Hollanda, a Dinamarca, a Hespanba e
igualmente a Italia, que se nio produz assucar
refina-o em alta escala e exporta-o ; que depois
de renhidas discusses os delegados asaigoaram,
embora com restrictas ou reservas, no dia 19 de
Decembro, um protocolo e projecto de convenci
para aappreasio dos premios, que tradusi e man-
dei publicar no Diario de 12 de Feveriro, e se-
pararam-se para aobmetter dito projecto a sena
respectivos governos, devendo voltar em Abril ar-
mados com os poderes necessarios a assignstura
de urna convenci definitiva e executona.
A despeito da satisfacio, que externavatn o
Bario H. de Worms > e as folhaa ministeriaes
pelos resultados adquiridos na conferencia, e es-
peranza de conseguir em Abril o desejado fim, is-
to a admissio por cada urna das Altas partea
contrastantes de um meio pratico e aeguro de sup-
primir os premios, as reserrae feitas pela maioria
dos delegados, acerca de cortes artiga do projec-
to, e especialmente dourt. 3, relativo conserva
ci pela Blgica de seu actual syatema de
mpoate sobre o caldo j extrahido, juntas a oppo-
sicio quasi geral dos fabricantes de assucar do
continente, fasiam pronosticar a conferencia de
18871888 sorte igual is de 18721873 e 1875.
De semelbante malogro dedusia-se tambem,
para a Gri Bretanha, a subsaquente deers-
tacio dos direitos compensadores reclamados em
todos os meettno* e representaeSes a alias indica-
dos pela maioria dos delegados a conferencia como
nlispensavel projectada convenci, viste ella
ais eosBanhander todas as nacoes produeUias ou
refinadoras de assucar e nomeadamente os Es
tados-Uoidos, > cujo mercado de consumo o
maior do mundo e a exportacio de assucar refina-
do muito craaeida.
Era asta a opiaiio corrente quando os delega-
dos separaram-se em Desembro.
Em conaequeneia, os representantes dos diversos
interesses cffendidos peloa premios nio desarma-
ram ; a agitacio contiouon; e multiplicaram-se
os meetingt e representaces na proximidade da
e pocha marcada para do va reuniao da conferencia :
mas senha fora mudada; nio se fallava mais em
direitos compensadores, e pedia-se ao governo,
sempre em nome dos principios do free trade, que
fechasse os mercados britnicos a introdcelo dos
assacarea premiados.
Entenda eu, e sapponho qae tamban o geral
dos leitores, que a probibicio ainda era mais in-
eomp tivel qoa os direitos compensadores com as
doutrnas do livre commercio ; .nt-etanto, os sec-
tarios ingleses do /rae trade nio Iha eatio fasendo
a me ma oppoaicio. Arrepiavan-se ti o gmente
com a palavradireitos ; tirada esta, all right
e excluem-se doa mercados os assucares premiados,
que os direitos compensadores teriam afasta lo in-
directamente.
II ett avec le cid de aeeomodemen, dizia, nio
aei si Moliere ou outro autor francs. Parece que
os ha tambem com a lgica as margeos do Tha-
mes et aillcurs. Temos disso outro exemplo recente.
Na sesso do senado do dia 26 do passado, o Sr.
conaelheiro Lsfayvtte, depois de moatrar, que a
tio fallada depreciacio do nosso meio-circalante,
em relacao ao ouro, nio nasce de sonbada supera-
bundancia, e 8m do desequilibrio permanente de
uossa conta internacional, que aprsente no balan-
co aunual um saldo contrario de 74 mil contoa, qae
conaerva o cambio depremido ate ser coberto por
emprestimos de capital esrrangciro, em ves de con-
cluir d'ahi, como exige, a I05 a, qae emquanto
permanecerem taes condiccoea fioaneciras, filbaa
da nossa actual situacio econmicaexportacio
insuficiente, escasaez de capitaes nacionaes, in-
significancia da industria fabril, absenteismo,pre-
dominio do elemento estrangeiro no commercio in-
terno, enormes compromissos externos do estado
etc. etc., nio poderemos mauter um i circuladlo
com valor intrnseco, porque este seria ioexoravel-
ment- exportada, afirma S. Exc. que depois de iu
C nerada a metade do nosso papel moeda e substi-
tuida polas suas notas bancarias a circalacio me-
tallica ficar eatabelecida no Brasil pela acoio das
leia econmicas !
Volteado ao asaumpto do International sugar
congrua, campre-mo diser, qua reuuirain-se de
novo em Londres no dia 5 de Abril os delegados
das diversas potencias, e o Bario H. de Worms
abri a sesso, conomunienndo a conferencia as
reapoetas mandadas palos respectivos governo.',
assim como o assentimento da India e mais colo-
nias e possessoes da Gri Bretanha a bases esta-
blecidas em 19 da Desembro. Seguio-se a dia-
cusao de taes bases artigo por artigo ; e no dia
12 de Maio separaran.-se nutra vez os membros da
conferencia, depois de assignado, ad referendum,
um tratado cajas estipulaco.-s deverio ser appro-
vadas pelas potencias represntalas at o da 5
de Jolh), tendo os respectivos plenipotenciarios
de reunirem-se no meiaao de Agosto para a assig-
natura definitiva.
O segredn das discusses, que ffira adoptado por
occasio da 1* reuniao da conferencia, foi mantido
na segunda ; nio foram publicadas as actas das
sessoes, nem o protocolo de enesrramento : entre-
tanto, corre por eerto, que os delegados concorda-
ram novamente no principio da suppressio absolu-
ta dos premios; e todos, com excepcao apenas dos
da Blgica, quo teima em conservar o seu systema
de tanca o do caldo, aceitaram o dos direitos co-
brados eobre o assucar despachado pira o consamo,
qae toma indispens-.vel a applicacio a fabricas e
rvtioace- do processo fiscal chamado pelos trance-
zea exercice e peloa ingleses refining in bond, iato
a intervencio permanente doa agentes do fisco as
diversas pbases do fabrico.
Disem tambem, que sob a cressio do bario II de
Worms, acceitaram elles, como meio compulsorio,
em relacio aos paizes que nao quizessem adherir
ao convenio, em logar dos direitos compensadores
pedidos na reuniio de D'zembro, a probibicio
absoluta dos assacarea premiadas nos mercados
das potencias signataria* da projectada conven-
Cao- ,.^
Esta ultima noticia causou geral espa .to, mismo
na Inglaterra e dea lagar ainterpellacoes na c-
mara dos communs e as dos deputados franceses,
sem quedellasse tirassem esclarescimentos positi-
vos, porqua -s ministros interpellados entrinchei-
raram-se tras do aigil'o diplomtico.
Estar com effcito disposte o governo de S. M.
Victoria a fechar aos aaaucares premiados todos
o mercados daGri-Bretanhaedeaoaapossessoes;
medida eata qae implica a acqaiescencia do parla-
mento britannico e de urna dutia de parlamentos
coloniaes, parece incompativel eom a clausula da
nacao maia favorecida, inclusa nos tratados de
coam tcio ora em vigor e seria com certeza com-
batida por Gladatooe e todo o partido liberal in-
glez? E' muito doyvidoao.
E' de crer-se, comtndo, qne o presidente da con-
ferencia apresentasse semehaate perspectiva aos
delegados para pesar sobre suas determinaco s.
Pe i menos esta bypothese tem em seu apoio o theor
das ultimas represeotaces dirigidas ao governo,
qae todas pedema prohioicio, declarando-a perfec-
tamente compativel com os principi os do freetrade
e a clausula da naci mais favorecida, e princi-
palmente a attitude do\'I imes, que at entio menos
favoravel a 'agitacio contra os premios, de coja
soppressao resultara o augmento de preco do ae-
snear, cxeeutou^perf ito!hchange of fronte em seu nu-
mero de 14 de Maio, apoiandu o procedimente do
governo e d>z3ndo, que si o estabelecimento de di-
reitos compensadores foi justamente repellido, por
inconciliavel com a poltica fiscal da Inglaterra, a
prohibica eventual grangeou o assentimento dbs
delegados e ser aceita sem repugnancia pelo povo
ingles !
Mr. Herberts de Berlina, dando por certa esta
attitude do gabinete de S. James, considera a ba-
talha ganha e os premios derrotados, pelo motivo
de que nenhuma das nacoes exportadoras de assu-
car querer ver o seu genero excluido dos merca-
dos britannicos, e diante d'esta cpnsideraoio
desappareceiio as reservas feitas por algumas,
iclegaco.'s, menos talves as da Blgica e da Fran-
ca, que segando o mesmo Mr. Herbertz podem,
sem trangtorno para as mais potencias ficar tora
da convenci, a Franca, porque sea produccio nem
sempre chega para o s_u consumo, a Blgica, por
ser a sua exportacio de pouca importancia em re-
lacao a da Allemtnha e,Austro-Hungra.
Osjornaes franceses, ealguns ingleses, manteem
opiniio difforente; a at dio desde j como malo-
grada esta nova tentativa para a suppressio dos
premios. O que for soar, provavelmente em Agosto
prximo vindouro.
Esta j vai bastante extensa ; e por isso vej-
me obrigado a adiar pala segunda ves o quo tinha
de dizer acerca da invasio da;saccharina e dos no-
vos ensaios da diffoaio.
Eui re'xa o a safra da betteraba ainda nio se
pode externar juizo eerto.
A esp.'culo conserva-se n expectativa;; e por
sao og precos nio apresentam altaracao notavel,
mtntendo-se o nosso asaacar bruto na cotacio de
12 sh. 6 d., que com o actual cambio de 25 d., cor-
responde aqui a 1^357 por 15 kilos.
Nieto fleo e at breve.
De Vs. Ss. venerador e amigo obrigado. Hen-
rigve Augutto Miiet >.
Sociedade L. Goncalvea DlnFunc-
eionou hontem em sesso ordinaria, esta sociedade,
tratando-ae e sendo approvado, o plano, apressnta-
do pela commissio de redaefio, para o regulamento
do curso preparatorio
Em seguida diassrtaram es habis socios Francia
co Cavalcante Pesada a theae Qual a razdo por
que nSo percebemot o movimento dx trra f o Fran-
cisco Pedro de AranjoQuoJ a origen da creac&o
do mundo f, as quaes foram remettidas commis-
sio respectiva para emittir parecer.
No correr dos seus discursos foram ambos os con
ferentes muito sppplaadidos pelo auditorio; reve-
lando sempre bastante conhccimento na materia
qne discutan!.
Em phrasea syutbeticas, por si e pelo consocio
Francisco Peasfia, brindou o Sr. Fonseca Jnior ao
conferenle Araojo Filbo, offertaod.-lbe um rico
bouquet, symbolisando a maneira garbosa com que
bavia aa eximido. Seguio-se com a palavra este,
qua agradasen em breve allocucio a prova de es-
tima que acaba vas de dar-lhe os seus dous amigos
o l. igoe:os.
Na quiate-feira prxima dissertario as theses
que laes foram sorteadas os Sra. Fonseca Jnior e
Paulo Fragoso.
Circo CUIIeoo Como caaalheirosameote
prometiera na veap ra o Sr. Honorio Palanios, rea-
lisou-se aate-hentam, em beneficio do digno secre-
tario da empresa o Sr. Domingos Goneal ves, o ni -
tas espeataculo da oompanbia gymnastica e acro-
btica qae trabalbou no largo do Arsenal de
Gurra.
A concurrenoia publie ao envs do que sappo-
semos, nio foi das maior. ,; o qae nio d, porm,
o direito de acreditarse que o publico d'esta cida-
de arrefeoeu no entbusiasmo com que reelamoa do
8r. Palaeios,conforme noticiamos, nm beneficio para
o seu syssaatbiao e desinteressado secreturio.
A explicacio natural d'esse facto est no mo
tempo, que temos tido na presante semana, e prin-
cipalmente na chuva abundante e continua de todo
o da de ante-nontsen.
Lindos e bem execut idos foram os trabalhos ex
hibidos n'essa funecio, em que aiada mais urna ves
arrancaran justos applausoa todos os artistas qne
n'ella tom ram parte.
0 beneficiado representen com muita graos e
corre-cao urna intereasaute acena-comica intitala
da Todo bebem, aendo ao concluir muito applaudi-
do e por varias veses chamado a presenca do pu-
blico qne brindou com diversos objectos de va-
lor.
-As Estrellas do Norte, Std, "Alea, do Braril e
do Mar foram alvo de entbusiasticas ovaces e re-
ceberam igualmente alguna presentes.
Antea de findar-so o espectculo o Sr. Domingos
Goncalves agradecen em bonitas phrases a todos
oa espectadores a prova de sympatbia que the de-
ram coocorrendo ao seu beneficio.
A companhia retira-se hsje para Timbaba, onde
preten Je dar alguna espectculos, seguindo d'ahi
para a capitel da vieinha provincia da Parabybs.
Fasendo votos pela proaperidade da empresa, que
conta em seu seio artistas de real merecimento,
desejamos que a troupe do Sr. Palacios, emposta
na maior parte de hab.lidosas enancas, eocontre
por onde andar acolhimento igual ao que lhe dia
peosou o publico deste cidade.
Bbllotbcca do natal bao de In-
fanlarlaAlm dos 244 volamos j existente
at o da 18 do corrente foram mais t ff.-recidos os
sepuintes :
Pelo Sr. Ascencio Minervino Meira de Vascon-
cellos : Obras poticas do reo Antonio P. de Son-
sa Caldas, 1 vol.ene. PHotographie par emulsin
seehe au bromare d'argont pur par Alfred Char-
don. 1 vol. ene.
Pela Exma. Sra. J. Balbina Fialho Perras: Nue-
vo dicciooorio de la lingua castellana por una
sociedad de litterates, 1 grosso vol. ene.
Pelo Sr. major Luis Antonio Ferrss : 2 vols.
enea, sobre assumptos militares.
Pelo Sr. Joaquim Gomes de Amorim : Consola-
doras (pcezias) do Dr. Filgueiras Sobrioho, 1 vol.
ene. e um ootro em manuscripte.
Pelo Sr. cadete Joaquim Francisco Figueira de
Farias : 1 vol. eoc. sobre scencias medicas ; 2
outros tambem encadernadoa (romancea) e 16 to-
Ihetos sobre diversos assumptos.
Pelo Sr. professor Tbeotonio Freir : Campanea
abolicionista no Recife, 1 vol. ene. ; a Repblica
(versos), 1 folheto ; Viagem a roda do meu quar-
to, 1 vol. broch.; Lucros e perdas, 2 folhetos;
Luclla, 1 folheto.
Retratos americano* Tendo chegado
no vapor AUianca urna grande c .lleccio de re
tractos de familia e de muitas pessoas conbecidas
dee:a ciaade, trabalho futo nos Estados Unidos
per intermedio do agente o Sr. Jos Augusto Das,
ra Duque de Caxias n. 61, estario expostos
a apreciacopublica no domingo 22, das 10 ho-
ras da maoha at 2 horas da tarde, no Io andar
da loja das Listras Azues
As pes-o.s qua encommendaram podem yr, e
a entrega a feita segunda-feira a qualquer
hora.
Entraram
Shirm
Faliaeeram
Kristam
lt
U
8
554
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Drs.:
Cyaneiro as 101|2, Barros Sobnnbo s 7, Mala-
quias s 9, Ferraira Velloso s 10.
Cirurgiio dentista Numa Pompilio, s 8 ho-
ras.
Pharmaceutico entrn s 8 1[2 e sabio s 3
horas.
Ajodante do pharmaceutico entren s 7 3,4 e
sanio s 4 horas.
laoterla da ParaA 6 parte da 19 lote-
ra, pelo novo planOj cojo premio grande de____
60:000f00, ser extrahida, segunda-feirs 23 de
Julho. '
Lotera da Victoria-Acham-se renda
os bilhetes da acreditada lotera da cidade da Vic-
toria, da provincia do Espirito-Santo, cojo plano
bastante animador, conforme se v do annuncio
em outra seccio deste Diario. A extraccio ter
lugar h Cemiierio PublicoObituario do dia 18
de Julho:
Arehimedes, Pernambneo, 5 das, S. Jos-; te-
tao. '
Laura, Pernambneo, 2 annoa, Boa-Vista ; febre
typhica.
Firmo do Reg Barros, Pernambuoo, 35 annes,
o.teiro, Boa-Vista; toberculose laryngea.
| Ceci.ia Mana dos Praseres, Pernambneo, 22 an-
nos^ sol tetra, Ba-Vista; tubrculos pulmonares.
Mana Felicia da Conceicio, Pernambneo, 30
annoa, sslteira, Ba-Vista ; diarrha.
Felicidade Celina Ferreira, Pernambuco, 20 an-
nos, stilteira, Santo Antonio; tubrculos.
Mara Moreira da Costa, Pernambuco, 72 an
nos, viuva, S. Jos ; lesio artica.
Cincinato, Pernambuco, 2 annoa, S. Jos; con
vuleoes.
Joaquim, Pernambuco, 1
chite.
Antonio, Pernambneo, 14
espasmo.
Adelaide Mara dos Santos, Pernambuco, 18 an-
uos, casada, Ba-Vista ; tubrculos pulmonares.
anno. Graca; bron-
mezes, Ba-Vista;
PIBLICAG0E8 A PEDIDO
Fiat lux
i
rectora daa ouraa de eoaserva-
cao doa portoa de .Pernambuco Re-
cife -1? da Julho de 1888.
Boletn] meteorolgico
^ c o a -a Barmetro a 0 Tensio do vapor 4 si T3 S a
% m. 214 76353 18,19 95
9 224 76472 19,35 96
12 ' 240-1 764=13 21,07 91
3 t. 245 762*68 21,09 89
t 23* -9 763-17 20.i7 91
som-
i euip- i-utura mximaZ'.UO
Dito mnima21*,00.
Evf.ooracao em 24 horasao sol : 0 9
ora : 0m,5.
Chuva41-.7.
Direccao do vento : SSE com interrupodes de S
de meia noite at aos 48 minutos da manhi; SE
ESE r E alternados at 2 horas e 20 minutas ; SE
at 5 horas e 5 minutos ; S^E at 6 horas e 35
minntos ; S at aos 30 minutos da tarde;; SSE at
3 boraa e 35 minute8 ; 8E at meia noite.
Calmara dorante 3 boraa noite.
Ve:ocidado media do vento: 1<,20 por segundo.
Ne'onlosidade md'a: 0.87.
Boletim do porto
3 s
M.
kf.
H.
Si.
Dia
18 ,de Julho
19 de Julho

Horas
0- 5
6-31
028
da tarde
a
da manh
Altara
2,*23
0.-67
2,-28
Beunlao aoelalHaver domingo a se-
guinte ;
Do Monte-Pi dos Typographos de Pernambu-
co, s 11 horas do da, na sede social, em sesso
ordinaria.
Proclama de casamentoFoi lido na
matriz ds Boa-Vista no d:a 15 do crrante o se-
guinte :
Alfredo Jesuino Simoes com Mara Isabel da
Conceicio.
Lell*)esEffectuar-se-hao :
Hoje
Pelo agente Gusmio, s 11 horas, roa do Im-
perador n. 83, de objectos e movis proprios de
esenpterio'
Pelo agente Martins, s 11 horas, ra do Vi-
gario n. >, de movis, piano, loucas e vidros.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, ra do Im-
peradorr. 19, de diversos predios e olaria.
Pelo agente Burlamaqui, as 11 horas, ra do
Imperad tr n. 45, de fasendas a variadas.
Pe' .gente Silveira, s 11 horas, ra es
treita dj Rosario n. 36, de urna casa terrea.
Pelo agente Britto, s 10 1/2 horas, no pateo
do Carmo n. 2, de movis, loucas, etc.
Amaohi :
Pelo agente Gusmio, s 11 horas, ra da Mao-
gueira n. 7, de movis, louca e vidros.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, na ra do
Imperador n. 16, de um sobrado.
Mlaaaa fnebresSerio ceieoraaaa i
Hoje:
A's 8 horas, na matris de Santo Antonio e no
Bonsfim em Oiinda, pela alma do Dr. Arthur Gar-
es Parsnbos Montenegro ; s mesmas horas, na
matriz do Corpo Santo, pela alma do commenda-
dor Joo do Reg Lima ; s 11 1(2 horas, na ma-
triz de Gaaselleira, pela alma do capitio Vicente
Elias C&vaicante de Albuquergue ; as 7 1|2 ho-
ras, na igreja da Soledade, pela alma de D. Emi-
lia de Franca Mello; s 8 horas, na matris da
Boa-Vista, pela alma do Bario de Carvalho Bor-
ges.
Amanhi:
A's 7 horas, na igreja da Conceicio dos Milita-
res, pela alma de Antonio Jos Alves; s 8 1(2
horas, na Matris de Palmares, pela alma de Ma-
noel de Albuquerque Barros; a 8 horas na ma-
tris da Boa-Vista, pela alma de Manoel de Albu-
querque Barros Cavalcante; s 7 1(2 horas, na
Ordem 3* do Carmo, pela alma de D. Isabel Fran-
cisca de Moura Mello; s 8 boraa, na matris de
danto Antonio, pela alma de D. Honorina Barbo-
sa Alves do Ceuto. -
PaasagelreaSabidos para os portoa do
norte no vapor braaileiro Alagoat :
L Maaet, Dr. A. Chermont, sua seofaora, 1 si-
lbada e 3 criados, Dina Rosa Lagos, eugenheiro
Luis M. de Albuquerque Maranbio, Dr. Jos A.
todrigues Lma, D. Francisca Theresa de Car-
valho Vilbena e 1 criada, Ciartini Cyro, Maga-
Ihies Bastos, Dr. Cicero Seabra, Antonio Pinto
Carneiro, Sebastiio Gomes da Crus, Joao Correia
de Vasconcellos, F. Thomas de Moraea, Jos Ho-
racio da Costa, Jos de Christo, Gbessi Carlos,
Jos da Suva Beserra, Luis de Oiiveira Dinis,
Luiz Martins da Oerqueir*, Jos Vieira da Silva,
D. Benigna Saldanha, Flix de Belli, cabo de es-
3uadra Raymundo Rufino da SiUa e soldados
oio Moreira dos Ssntos e Jlo Pereira de
Lima.
Hospital Pedro IIO movimento do dia
18 de Julho, deste estabeiacnente, foi o segua-
te :
Urna serie de artgos tem publicado o Diario de
Pernambuco sob o pseudonymo O cathoiico im-
putando ao Revm. conego Dr. Luis Francisco de
Araojo a autora do d.floramento de D. Mara
Amelia de Aranjo ; e posto que estes artgos te-
ibam sido vantejosamente respondidos porOutro
catholiconio podemos sopitar os desejos que
desde o principio d'essa questio nutrimos de ata-
car os pontos vulneraveia da aecusaco auxiliando
a defesa e derramando um pouco de luz para dis-
sipar os densos nevoeircs que mysterioaamente tem
envolvido a verdade. Fiat lux.
Ver um homem que por susa virtudes, criterio e
illuatracao collocou se em orna respeitavel posicio
como o Dr. Luis Francisco de Araujo ser desapia-
dadamente atirado pelo vendaval da calumnia na
arena do ridiculo, coberto de insultos, escarnecido
pelos homens honestos e desrespeitado pela cana-
ha doloroso e indigno de aer tolerado por quem
presa a vntude e odea o vicio.
Infelizmente a humanidade deixa-se levar pela
primeira impressio ; e pela fragilidade que Ibe
peculiar obstina-se as falsas creneaa permittindo
que a maledicencia com o seu facho incendiario
destrua solidas reputacoas construidas sob os ali-
cerces da moral.
Si, porm, esta dolorosa affirmacao verdadeira,
compensa-nos tamben a certeza de que a calumnia
tem urna existencia pouco duradoura e a innocen-
cia triumpbando com os futrares da verdade res
titue victima a considenco ronbada fasendo
com que a multidio que a apedrejava se corve res-
penosa em ana passagem offerecendo-lhe a cora
do martyrologio tecidsr.com as flores do.arrepen-
dimento.
O povo sempre assm. Insensato e cruel
qoando se agita emocionado pela gravidada de um
facto que se lhe apresenta, porm, heroico e su
blimo quando se trata de reparar o mal qae pro-
veo de um erro de apreciaco.
Estabelecidos estes preliminares vamos abordar
queBtio entrando no terreno da lgica e apre-
ciando os tactos com espirito desprevenido como
se faz miatr.
O lihelio aecnaatorio formulado pelo catholico
contra o conego Luiz funda se no dito ou confisso
da offeodiJa ao sen marido na noite de nupcias,
isto que o autor de sua deshonra fra o conego
Luis seu primo e protector.
Apreciando a aecusacio pelo lado do direito
nenhuma torca tem ella, por isso qoe tanto valor
deve ter o dito da offeojida quanto a negativa do
offeneor; apreciando pelo lado do facto ella ir-
risoria, porque se verdade que D. Mara Amelia
aecusou o conego Luis tambem verdade que dis-
sera depois, sem constrangimento, que semelhante
affirmativa era inveridica e pedio perdi victima
de sua perversidade.
Quando foi, pois, que D. Mara Amelia falln a
verdade ? Diz o catholico : quando affirmou ; di-
zemos nos : quando negou.
A igualdade do direito que nos aesiste em ne-
gar nio nos pie contestar o catholico.
Destruido, pois, in limine o falso principio da
accuaacic, campre-nos destruir urna cadeia de
eogeuhosas circamstancias com que pretende o
aecusador faaer crer que o conego Luiz eeeti-
vamente um criminoso.
Por hoje limitamos-nos a um argunento
Solidarios com os artigos publicados em defesa
nos jornaes, isto Diario de Pernambuco de 17 e
18 do corrente sotos dispensados de narrar cir-
cumstanciadamente as peripecias do casamento de
Paulino com D. Mara Amelia; procuremos, po-
rm, explicar o enredo do drama representado na
noite de 17 de Maio ama vez que foi incompleto
por falta do ultimo aeto que deve forzosamente ser
representado, nio entre es bastidores da intriga,
mas aim no palco da verdade ante o grande au
ditorio social qae se denominaopiniio publica.
E' facto notorio na cidade de Oiinda que o ca-
pitio Manoel Joaquim Botelho desde Jnnho de
1887 (4 meses depois que enviuvou) iniciou na
moro com D. Mara Amelia, sua visinhs, e fi ha
de um seu inimigo (o finado tenente Marcelino
Das de Araujo, homem austero, e exemplar mo-
delo de honestidade). O namoro que a principio
era cauteloso e comedido tornou-se, por exigencias
do travesso cupido, escandaloso e cffenaivo as leis
da moral e limites da decencia. Aquiilo qae o
publico nio va, sabia pelas cartas que D. Mara
Amelia mandara ao sea enamorado viuvo cujo
conteudo elle as lia nio s aos confidentes como
mesmo aos indiscretos. O viuvo tornou-se poeta,
romancista, trovador e budeonico. Fazemos lhe a
justiga de suppor que suas intencoee eram licitas
e que o casamento ers sua aspiracao ; applaudimos
os fias, porm condenamos os meios de que usava.
A familia de D. Mara Amelia oppos-se com
justica a esse casamento que seria um verdadeiro
desastre, nio s porque o capitio pauprrimo,
sem meios de vida, e nio moco ; como tambem por
ter urna meia duaia de filbos que sio alimentados
por urna cunhada que havia protestad} entregal-os
no dia qae semelhante casamento se realisasse.
D. Mara Amelia, constrangida a satisfazer os
pedidos de seus prenles, afastou-se do Bom Soc-
eeaso, da oasa contigua de sea predilecto e foi
tempoiariamente residir na ladeira da Ribeira em
casa do conego Luis conselhos do vigaro Gua-
nta. Ahi reoebia e entrega va cartas publica-
mente e quando o conego Luis sabia oa para o
seminario ou para o palacio episcopal tinha lautas
conferencias e aasss com o viuvo na sala do pavi-
mento terreo onde nio era surprehendida pelas
cautelas que ceroava.
O publico va e contava aa horas e minutas
d'eatas repetidas conferencias.
Nutria o viuvo dasejos de raptar a sua deasa,
aliciou companheirdfe e nio levou a effeitos por
motivos qua ignoramos. Nesta sentido campos um
capitulo no seu romance. Interrogado porque nio
levava a effeito o rapto disia sempre em eatylo
parablico. < Isto c tem nm mysterio ; quando
chegar a occasiio ser... (Repetimos textual-
mente suas palavras).
Espalbaado-se a noticia do casamento de D. Ma-
ra Amelia elle ria-se e jurava: qae ella so-
mente com elle oaaar-se-bia.
Quando aproxiinou-se a epocha do casamento, o
vinvo disia nos templos, as tavernas, nos ajan
tomentos ou reunioes de seus camarades :
Hei de saborear a minha viganca, a sotaina
me aniquillou, mas ea hei de ver o conego Lais
confundido com o verme do Iixo .
No dia aubeequente ao casamente de D. Mara
Amelia, algaem sabendo dos boatos q j se es-
pslhavan e encontrando o viuvo lhe dis
verdade o qae disem o amigo escapou de
e elle reterqnio : Nio ; qoando ella
oommige era virgem e se commigo
acontecera!!
Devemos accrescentar que: des das ansa as>
casamento eepalhou-se um boato de que D. sskasss,
Amelia estova grvida e que o autor da sao sisa-
honra era o conego Luis. O conego Graeisaosa>-
cebeu cartas anonymas e bouveram as diligessass
descriptas pelo Outro Catholico no Diarw- ds U
do corrente.
Narrados estes ligeiroa e verdadsiros
res cujas provas testemunbaes nos comproa
moa a dar, pedimos ao publico sensato na I
racciocinio.
Porque razio, peguntamos nos, D. Mar.
lia apaixona da pelo capitio Manoel Joaqaiaa 1
telho, desde Feveriro de 1887 at a data essH
ese re vem os, (pois que asseverames e jrame* i
o namoro continua sem interrapciu), entre;
se lascivamente a um padre ? Ejsjagica a |
bilidade da seduccio em umsjmOTer gao as
outrem e por elle amadaj^p*
Se o conego Luiz fosae^Entor da desboar
D. Mara Amelia, concorrasa para um casa
sem que previamente tivesse certeza do
do noivo ?
Si, pois, nenbama prova existe qne leve ;
ou mesmo snspeitar da criminalidade do
Luis, como acceitar a affirmativa que coa ti
insistencia fas o Catholico.
Desafiamos ao capitio Botelho para justil
coincidencia entre a sua ameaca e a realisaataeav
mesma.
Apresentamos-lhe o Revm. conego Luis abitada,
acabrnnhado de deagostos e de veras arrtunaH'asV
de nio haver consentido no casamento entra & 8..
e sua prima.
Nio somos algoses, mas nao queremes algoara.
Somos incapases de asseverar que o Sr. ea zatas
Botelho fosse o autor do dtfl.raraento de D s asa
Amelia, mas somos obngados a crer que 8. aV ass>
oarcena com ella vingam-se do conego Limpast
oppoeico feita por elle ao casamento.
Em outros artgos produsiremea mais p re vasa-
proras esmsgadoras a favor do conego Laus,e
explicaremos a parte do drama relativa ao 11 wja
Joaquim Graciano de Araujo, qae tem neeeasidasst
de defender se da eo-psrticipacio que tem asasse-
myaterio de familia.
Nutrimos o eaperanca de que enconrraremas m
lieeifmcao do enigma.
Oiinda, 18 de Juibo de 1888.
VEBITAS.
Mm crimen
XI
O Revm. Sr. conego Dr. Luiz Francisco de i
jo, depois de j baver attribuido a seu irmSm
de habito a autora da aecusacio q e eos
sua pessoa se levanten a proposito do deis r
to de D. Mara Amelia, como o fez em saa p
dica na S, atirou esaa mesma autora para sai
do Sr. Manoel Joaqnim B telho, que esse s
de quem tanto tem fallado Um outro ca.Vjflass
O publico notou logo a con '.radiccao e dase
sigo que, so os irmSot de habito do Revm. Ssc
goveruador do bispado, por inveja e astafaxa*
elevada e brilbante posicio de S. Revma. ajar
tinbam forjado o que elle cbamon urna mil mi asi
calumnia contra a saa pessoa, nio era possivel asar
tivesse sido autor deaaa mesma calumnia o Sr. asa-
noel Joaquim Botelho por detpeito de nio ter sssa*
aceito para noivo de D. Mara Amelia.
Depois disto, lembrou-se ainda o Revm. Sx. sjav-
veroador do bispado, como j diasemos eas asasa
artitro anterior, de imputar ao Revm. Sr. eanassa
Dr. Joaqoim Graciano de Araujo a autora da aa-
cusacio, de que j se fez menean.
J demos comeen no Diario de 17 deste atrasa
demoastracao de qoe essa vanante da deles sa>
Revm. Sr. governador do bispado de san* aa~
procelencia palpavel e agora vamos coBtiaasssr
nesa demonatracio, que esperamos faaer da asa
modo completo e a nio deixar duvida no rsaariss
mais exigente.
J mostramos que nao tinha explicacio pcssal
a arguicao do Revm. Sr. governador do bispada
contra o Revm. Sr. conego Dr. Jcaqoim Qrssjsaas>
de pretender este tirar urna vinganca on ierftmzm
d'aquelle, desde que ersm ambos, alm de
tes amigos ntimos e at confidentes, e qae
tanto nao havia motivo para que um preten
vingarte ou desforrarse do outro.
examinemos agora essa mesma increpaca assVa
outra face, qae lhe dea o Revm. Sr. goveraaderss
bispado.
Assm que dis S. Revma. que o Revm. Sr.ssv
nego Or. Joaqnim Graciano, apanbaado ama
ras o boato infamante contra a pessoa desan,
trouxe-o para a imprensa ccm o intuito fi sssssaSj
te calculado de inntilisal-o e assm provec
sua demissao de governador do bispado .
rio ae... do prximo passado mez de Junho).
Note-se que o R< vm. ir. governador do
agora confesaa qae o Revm. Sr. conego Dr.
quim Graciano aipanhou as ras o boato io*
de tmp^rfeioao de D. Mara Amelia e bes
de aer esso estado devido ao mesmo Sr. gas
nador.
Temoa, por tanto, que o Revm. Sr. ceneg j
Joaquim Graciano nao fui o autor do boato ss sssv
pretendida calumnia, como por outro lado o Be saa.
Sr. governador do bispado tem insinuado.
Ora, se o Revm. Sr. conego Dr. Joaquim Osa
ciano nio fez mais do que apanhar as ra aton-
to derramado contra o Revm. Sr. goveraader s>
bispado depois do casamento de D. Maria fiaaa
lia, est o mesmo Sr. conego Dr. Joaquim Guara-
no defendido pelo proprio Sr. governador do xaa-
pado da aecusacio que este lhe fez de ter asa
movido o casamento de seu scbrinbo eom a oncfct
rida D. Maria Amelia cente e coscient ae
que essa senhora se a chava deshonestada e grava-
da e con o damnado intento de promover es rasase
do mesmo Sr. governador.
Nio tacaos, poim, questio dessa, cenosa
tantas outias con t radie cues, em que eabe o Gara.
Sr. governador do bispado, revelando assm rasar
nio pisa o terreno firme da verdade.
Como quer qae seja, ou o Revm. Sr. sassaas Ar.
Joaqnim Graciano fosse o primeiro a propalarB
boato qne correa contra o Revm. Sr. governador as
Dispado, ou se tivesse elle limitado a apanhar mam
ras caae mesmo boato trazeado-o para a imana
, o que eerto qae o mesmo Sr. go veros dar s
bispado i.ttribue a qualquer desees procedisseasast
de qae arge o Revm. Sr. conego Joaqoim Gra-
ciano o intuito framente calculado de ourrssriaa
tilxsal-o e de aaaim provocar a sua dtmisSm
governo do bispado.
Essa asseveracio do Revm. Sr. governadar V
bispado tio improcedente como todas
de S. Revma.
Em primeiro lugar devem os nossos leitores-1
em vista que o Revm. Sr. conego Dr. Joaoja
Graciano nao governador do bispado, de saa
que com a demissao ou suspensSo do Revm. Sr. s
neg Dr- Lais Francisco de Aranjo tivesse aira
sumir a administracio diocesana.
Em segando lugsr nio entra em cabecee a
organisadas que o Revm. Sr. conrgo Dr. Joaemi
Oraciano fosse praticar ama aocio ou mais daaa
eccao reprovada, como sio todas as qae Ibe i
bae o Revm. Sr. conego Dr. Luis francisca sxr
Araujo, somentepara p8r fra do governo da s-
cese um seu prente e amigo, sem que lhe ama
dado assumir esse governo e quando ao coat asa
ia alie cahir as mos de um outro sacerdote, aja
nem era sea prente, nem era seu amigo tio- par-
ticular, como o mesmo Sr. conego Luis 1
Quem nio sabe, fique sabendo que o 3*a ais*
mo dos governadores do bispado, nomeadoa aass
Exm. Sr. D. Jos, o Revm Sr. L>r. Jeriiiijaas
Pbom, que se acha actualmente ao exercieia- daa
se cargo, sendo o primeiro delles o Revm. Sr. Tac
Estanislao Ferreira de Carvalho.
Por outro lado quem conhecer a modestia s
Revm. Sr. conego Dr. Joaqoim Graciano e so sisea
da obacundade em que elle procura envolvnv na,
vivendo em urna aegn gacao da sociedade s^aasa
niore completa em ras&o dos deveres de sea mi-
nisterio ; qaem'estiver inteirsdo de queS. Re imm.
tem recasado a nomeacio para cargos eccleisaa>-
eos de nio somenos importancia ; quem tiver ssa-
ticia de que S. Revma., agora mesmo, ao samar
explosio a iniquidad", do Revm. Sr. governasms
bispado, o primairo passo 'que dea foi eclicitsr^as
Exm. Sr. bispo diocesano a saa exoneras
eargoa eclesisticos qae actualmente
aio pode deixar de rir se do que vai de alciasasi a
mesmo depueri na impatacio feita ao
Revm. Sr. conego Joaqoim Graciano de |_
nutisar o Revm. Sr. governador do lxapaes i
provocar a sua demissao deseo cargo.
Disae tambem o Revm. Sr. governador aVaa
pado que o casamente de D. Msria Amelia sera
mediante propjsla vantajosa e por tanta
aeienoia da parte do Revm. Sr. conego Dr. i
Graciano e do sobrioho deste, Paulino c

I
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r
flH


Diario de PernambucoScxta-feira 20 de Jiilho de 1888
Paul
oo, da qas a
deshonestada e
\
I


sgm como do pai da mesm
neama D. Maria Amalia ettava
grvida.
, A asseverajio da propotti vantajosa. pela modo
pjrqae dalla Ul -J Bava. 8r. gaveraadar da bij-
pad, na pe assaa Mr admittida aem o ser ao
raesm tempo a seiacia d parte do ooivo, do pai
deste e de seu to o coaego Jotquira tJraeian;, do
qaa hv em ralapa ao estado da O. M.ria Am -
5*i, si o cesaaeata fasie fait mi seienasd dt
9 do n->'va da estad de D. Maris Amelia e
mediante proposta vantajosa, como dis o 8r. ga -
vernador do biapado, a caasequcucia sen 1 Pauliu
nada estranhar a a esta hora estar vi.sola oaj pai
cam a mesan D. Mari* Amelia, bam coma canti-
naar o'mesms Sr. gaveraador d 1 biapado a vivar
aesae eheiro de santidade, que inda boje lie acbs
Um outro eatholieo.
No entretanto tolo o poro da Olioia sabe qaa
Paal a de Brito, ao verificar a* magma noite de
tea r-assmeoto o criado d saa naiva, rev*ltoa-se
eootra ella, psl a em confissao e depais de tnet-
raaode iodo a na deipraf* abaaiaouo leito aap-
ci-1, e3p3r*nJo em grao i o iaqaiaUc que ama-
ahecesse i di p.ra. qsaaisr chamar aau pai, cima
0 tea, aSm da vota- eam 'ate oiraa casa de aeu
ta o Revm. 8r. eoaega Dr Joaqaim Graciau,
onde tiohs elle peroaitado.
AUi cbegaada expa ai mesan sea to o qas en
passalo e j tiaha referido a sea pii, rp.-tinda o
mais tn de em preseno* do Revm. Sr. vilano
GutriU, ,qae tal chique siff.ea eom a narracii do
desgranado acontecimente, qua fai aocaanjiettido da
ama eipaaie de vsrtigem, dapaa U qaal voltau
casa da Sevm. Sr. gaveruador J> biapado, onlo
ex?ribrou-lhe o sea ialigui e erimioasaproad:-
aeata.
1 Em qae parte do mando, em qae tsmpa, am ho-
mim, qae se dispa a casar cm urna m ilh--r n as
'caadiooes de D. Ilaria Amelia e sa-beodo, partan-
to, aa que wat, priacipalmeate si a isio o auimoa
tambem o in'ereaae, prosada palo modo parqaa pra-
cedea Paulino da Brito ?! *
Cuar-ae am homem, sabaado de tu lo a que ha
em relacao aa estado de aua noiva e aa mean
noite pdl-a em coofissa e depoia abandaaal-a p 1 >
estada de imperfeicio. de que j i era aaedor,
cousa qae nao ha quem cotnpreheada. E' um
acea essa qae alo se eacaatra ao mais imagiaaso
e extraviante ramaaciata, pirque iavarajaaai
deaparatada e absurda.
Logo, si Paulino de Jritto, reconheceado qae
saa aoiva estava deavirgiaeda a grvida, rompan
cjm ella adigaal, pol-a em cufisaa> a sbiuia-
noa a, porque n&O esperava o qaa encontrn,
nao contav de nielo algum eom um aemelhante
deieal*;*, qae Ihe fo preparado pela mai requin
toda perfidia. .
E qaem admitir qu= Paalia> de Britti sej
tenha casad com D Maria Amelii, icienle de todo
e dispoata a Uiei o que f>a, ist> a sbaodoaal-a
na metma noite da su casamaoto, a a ir servir
4 perversidad^ do Rjvm. Sr. coaaga Dr. Joaqaim
Graciano ?
fTS am"cerebro escaldado pelo desespero cp.s
de ama concea^io de tal ordem t
Aa depais o publico precisa de ser informado de
qae % Pauliao de Britto acabaa propasta fez o
Bevm. Sr. governador do biapada cono candi;a
do ctsaaiaito dele com D. Mtria Amelia.
Pjs, si o 8-vrn. Sr. gavera!>r da bispala as-
severava, garanta, ai) a ao Bvm. ar. cinago
Joaqun Graciano, com tamoea a Paulino de
Brito e ao pii deat', que D Miria Amelit estava
para e que o oaj chegado aoa_ ou/iaoj da todis
elle) ni) passava de urna calumnia levantada, contra
elle pelo Sr. Maooel Jiaqaim Bitelh por d-speito
de nSoter sido aceita par* naiva daila, caaia almit
tirse que o meami Savm. Srt govaraaiar da bis
pdo ti vase teito proposta vantajosa a Piuai de
Bri:to no aentido em qia dessa prjposta falla Um
nutr eatholieo ?
Estas historias do Revm. Sr. gvaraador 4a ris-
pado aa pireeeaj com quillas daot obras, de qae
Igaetn disse qae se eagolyam reaiproeamen'e
J4 d;auram>a qae eaban* propisti de vaa-
tagens fes o Bivm Sr. g>vara*lor da biapado a
Paaliao io Britto no seatilo le ditpol-o 1 casar-se
com a infeliz D. Hiria Amalia e, mostramos que
8emelhante praposta era inconpatiotl eir as asse-
veracoes que aempre f.a 8. Revai. a)bre o estlio
de virgindade de sua prima.
Coasedamos, pirm, que sej* verdalair* a cir-
cumatiacia d;ssa fallada proojjt.
lato posto, tema qie)a eisa*propist* er* am
acto de geaerasilade e ia b .a catealil* protac-
ao. praticado palo B vm S.-. govaraadir di bu-
pido em atteacio a aa 1 primt a aem ue .ham* -i-
facao con o estado dea, e ueata caso em nada
episnha contra Paulino da Untt nem coatra aeu
pai e aeu tie a coaega Jo*quim Graciaao ; >u en-
ti) ess* pr>p>sta er faita pe aje'na Ra'n. Sr.
goverasdjr do biapado como pt-ec d* ai: ir i x gros-
sa de qae se resenta a mesma saa prima, e aealo
asaim tem s a confissdi di mesma Sr. gaveraador
de qae era sabedor deaae estado dalla.
Cunbinada easa loufiaao d- 3 Bvm*. con a
deelaracio par elle fita ao Diario de 3 deste mea
de qae se tivesse cabido na fraqueza que se Ihe
sttnbue principiara pr evitar o casamento de
ua prima com Paulino de Britto e teria pr meio
de dinheiro procurado arraaj*r-lba am utrj casa-
mento, com qae ficasse abafa ia a aa* fal'a e que
entreunto por ser inoocaaU tl nao fea, temoa
um* de duas : oa que inexacta a historia de pro-
posta vantajosa, p rque o Bevm. Sr. goveraader
o proprio a dizer que oSo laucn mlc/dease recar-
so, ou qae verdadera esaa historia e por taato o
tambem que S. B:vma. o aator da deflirmen-
ta de D. Mara Amelia e fea a Paulino da Britto
setnclbanto propoata para encobrir o sea crim: a
exempla do qae milhares ie outroa tem feito, cumi
diz S. Bevma. mesma.
8i is.to o5a log'C, o Ravm Sr gaveraador do
biapado que mande queimar todas os tratados de
lgica desde Aristteles at nossos diaa e bem
asaim paasar urna eapauja sobra aa propriaa lea
do raciocinio, pirqae entSi nem ans, nem entras
para nada servem.
Agir, para qu< ao tom das mesas trembetas
nio fijub pdr* sobra pedra nos muros dessa
malditi Jeric da d-f^aa do Bevm. Sr. goveraa-
Revista do Mercado
RECTFE, 19 DE JULHO DE 1888.
O mercado de cambio t .i o nico que apresen-
toa hoje aigama animacao.
Os bancaa el. varam a taxa i mais 1/8.
Na Bolsa fjram negociadas apenas 77 letttas
bvpoth carina com o descanta de 4 /
Em algada e cauros nada se fez.
Eis em fim o qae de mais importante ooaor-
ren:
Mn'
Coi*Afosa omciAss da jdxta dos cob-
KECT0BB3
tate, 19 de iulho de lSi
[jettraa hypataaianas a 9fUU0 cada ama.
Cambio sobre Londres, 30 d|V. 25 3(4 d. por 1J,
do banco, hontam.
Sa hora da bolsa
Venderam-se :
43 letras hypothecarias.
34 litas dem.
O ureeiduitr,
Augusta Piata de Lemoa.
O lasretaru
P dro Jaa Pmto.
Csmbifl
Os bancas a'oriram com a taxa da 25 5/8.
A' tarde o Engliob Ba.-.k e o Internacienal affi-
xaram tabellas a 25 3/4, a cuja taxa o Londoa eac
coa nio abitante oa a tef adaptado offia al-
aente. f
Em papel pirticaltr canaf traasaccSas a 25
7/8. ^
O mercado fecbou firme.
No Bio cantina iram os baacas com a tabella
de 25 5/8 d., mas em reserva deram a 25 3/4.
As taxas offiaiaes para as dirarau pracas, ex-
paataa aqai foram estas :
90 die vista
podres....... 25 3/4 25 1/4
. 368 871
371
457 460
Lisboa e Porto. .... 206 208
Maoif iei cidados de Porta-
dor do bispadi, pedimos aos nissia laitorea (_
aceitem como verdadeira a absurda bypathese
de qua Paulina da Britto preatoa-se propasta
do m'in) ar. governador do biapado de casar-se
com O. Mir.a Amelia ao estado em que esta $e
aehava mediante certas vanaoca e qae ao de-
poia faltan ao aeu cnmpromiaao, oa pirqae nio toase
cumprida a promaaaa do Bevm. Sr. gaveraador do
biapado oa porqaa appareeeaaem uovs exigencias
nio atteadidaa ja poi qaalqaar oatra raaio ima-
ginaria.
Sm taei eialicd is, qaa'qir qaiaej* ornado
parqaa pasa* aer apreciad 1 o proc"dimeato de
Paulino da 8f%ta, o qae qua fioaria sobrenadan-
do a talo como ama triste e doiorosa verdade ?
O eria>9 d B.-vm- Sr. govaraador da biapado,
iato, a coaviccia de qae S. Bevma. tai o aator
da desgrao de aua prunt a qae procurando en-
cubrir a su* falta para continoar a goaar dos
proventos de saa bypacrisia teve a iafelicidade de
alo coaaeguil-o.
J vaam oa aoaaa leitorea qae, para onde qur
que aos viremos, eacaatramis am vestigio, am
indicia* oa am* prava da crmiaalidade de S.
Bevma. \
Dspiis daquella sacrilega profanieio do Sm
tissimo Sicramento, feta pelo Bevm. Sr. gaver-
aador da o/spaio para encabrien iap do crime do
daflram:uto de O Mari* Am:lia, pireca que
Daos easrevaa nos paredes da S a ciaiemaaIj
de S. Ravmt, 1 masan mad qua aquella mi
myaterioaa, de que aos fallam as Sagradas Ea-
enp'ara*. eac. evea as tarrive s palavrasSian%
Thttel, Pharesas, a*ia do faatiu. da Biltbaaar
depiia da prolanacia dos Vasas sagrados qaa.43ae
rei tirara de Jerasalm.
Eatretaata valh* a verdad, qae aempre a
masma cautr* o Bvjj. Sr. gaveraador do iai-pii),
qur coai a hy.aothao qua aaaiamasd: amparar,
qar aem ella.
A vardal*. a qaa alia liana, qua Paaliaa da
Britto ni tratau caaamauto cm a' prima do
B:vm. Sr. gavarialir do biapid madiau.a pro
pista de vaatagens.
A prava diato o prapria Sr. giveraaiar d>
biapada qaem ail-a faraeca, quaaia-dis, referia-
do-ae ao caaameato de O. Mara Amalia com o
mesan Paulino da Britta, qae se tivessa tido a
fraqu"z*di qua aceus*li, e teria opposto a
tsc casamento, oa a qaalqaer outro aas meamas
uaadicoaa, empregaado oa mjios para sanar o
m*l como ningucm ignora, mas que ctrto nio ter
impugnado esee casamenta.
Ni 1 ple biver mais forra il conftss&i da pirte
do tt'vm Sr. giveraada.' da biapado da qua ni
empregou t*ea unios, la'.a propjsta de vanta
gens, em rdeci a P*alia da Jri.t.
O que resulta, pus, de tala ista, sampra qae
o Bevm. Sr. gaveraador do biapada aesta a.jai-
tragia* hist deshonra d lia.
A crimiaalidaia, pirtaati, da maami Sr. givur
oidor i's' pir tal mala provadt e resulta ta> vi-"
deatemente de tolas as circumatancias, qua ante-
cederam e auaceieram ao caaimenta da mesmi O.
Mar.a Amalia, qaa uueta a erar camo S. Baemi.
anda se obstina em querer passar por innocente.
O Bevm. Sr. gaveraadar da bispa^ parqaa
ai publica o interrogatiri a qaa reapanleu
<>, Mana Amelia ante urai cammissio da sacer-
dotes da canfianc* da Exra. Sr. D. Jas ? Essa
canfiasia tai presid la p 1, R;vn Sr. t. Jsro-
ayma Tna-n, qu 1 actaalmeata ae achi frente
da admioistracaa diocesana, e co-npaibi-a-a coda
de padrea, de aua amiaade e canfiao;*.
O Savm. Sr. coaaga Dr. Joaqaim Graciano aia
tava parta nesaa camaiisaia, a m sauae da srme-
Ibanta dilijeacia aaaii depiia de haver sido e'la
effectaada.
Peliameate tambem o Sr. govaraador do biapado
ni joi prevenido do acertado passa qao dea o
Etm. Sr. hispa, da modo qua nio pande p- em
pratica as mesmas manobras qae einpreg obter aquella decantada carta qu foi lija na S,
exposta a* typograpbia dusta otario e por cs
publicada neata folha.
Oa a Bevm. Sr. onega r. Laia FVuncisaa di
Arauja que i-nocente e pirqae ni di canta ao
public do rebultada dessa diligencia, que tio im-
port.ute 3e afigurou ao Exm. Sr. D. Joa que fai
a primeira a que ella mandan proceder e. en vir-
tule da qaal o mesma Sr. caaego Or. Luis Fr.n
cisco de Araajo foi obrigalo a deixar o goveruo
d biapado? 0 0
E' aossivel qae o Ilustre prelada ola lase o o
Savm. Sr. Or. J;rouymo Thom, mbos ta ami-
gas de S. Sevun., eatejam ocuultauda ama prava
da aua ianoceaca e partaata ian j lugar a qaa a
calamnia caatinu- a pralcdieal-o ?
Veja im o Bevm. Sr. gaveroadar da biapado
qua o interrogatorio um qoestio fai feico tob jura
ment a cam todas as garaatias pira S. Bevm*.
O Bevm. Sr. c-oega Or. Jaaqu-m Gracian, em
a m o Sr. gaveraador do biapado p effeilos simula ver a.n perseguidor implaeavel, oi
toi o loquiridor de U. Mana Amelia, nio fui o es-
crivaa qae ihe tom>a as respostas, a:m teatamuuba
da interrogatorio a ella f.ito.
Amanhi o Bevm Sr. gjveioador d bispadu
dir qae o Exm. Sr. bispa, o Revm. Sr. Dr. fero-
ayma Tham e todas os mais aacerloies, qae fi
guraram ao iaterrogatoru do D. Mana Amelia,
ao oairos tantea agentes do Bevn. Sr. caaego
Dr. Joaquim Graciam !
Havemoa de nos occapar com mais vugar deaae
importante documento de qae o Bevm. Sr. gover-
nador do biapado faz-se igaoraate.
S. Bevma. em aua cegaeira peosa que, descom-
pona o Bevm. Sr. conego Dr. Joaqaim Graciano
a fazendo Ihe quixotescas ameacas oa fallando-lbe
com a cmica arrogancia de um Neptuno e pru
feriado um burlesco quos ego, h* de escapar
justa imputacio du enma que praticau. (jjaoto
ae engaa!
Diz o eloqaentissimo padre Antonio V.eira qae
justa providencia do gooerno divino que as trairoes
e maldades sejam traidoras a seus pr pnos auto-
res e vottando retroamdamente v&o buscar a caires
que as machinou e Ihedm a deaida paga.
J**oi o que acontecen com o Bevm Sr. gever
nadar do biapado.
Todaa as traicoes e maldades, qae o Bevma.
poz em pratica ueste maltadada negocio do caaa-
meoto de D. Maria Amelia, tem-sa voltada cintra
elle proprio e. baacando-lbe a cabaoa, o tem ferido
da morta.
El tu verticem ipsius iniquitas ejus deseen-
del, i Psalm, 7. 17.
Qaanti ha ds pravid -acial am am todo iltnl
Beoifa, 16 de Jalha de 1888.
Um eatholieo.
(Continua)
Pao d'Alho
A liaguagcm da missivista de Pao d'A-
lho p*ra a columna liberal do Jornal do
Recife da hoje, o denuncia bem clara-
mente.
Si bam qua tanhaoios certeza de que a
rnUsiva Coi forgicala entra o honrado che-
fe que de saa pasigao (?) j se prevalecen
para se apoderar de depsitos e espolios,
que estavam sob a guarda de empregados
facis,, e o pintado advogado das luuaas
que tem deposito na Caixa Econmica,
nio uos nagaraiaas coateatacaaa a discus-
sio dos factoa neila articulados,' ee os
seus autoras coaseguirem provar, com
qualquer documento, qua sej a, de origen,
lusuajaita, o que aiereya f, a veraoidade
do que afSrmam.
Nao estamos ainda habilitados a assegu-
rar se J0S0 e Laureugo Nanas foram, ou
nao, presos, podamos, porm, garantir ao
publico e as autoridades superiores que,
se essas pris3;s se dorara, foraiu certa
mente raalisalas da ccorla con o presei-
to legal e guardadas as far-nalHadcs pre
cisas.
O tenante Qaulino Vieira da Mello
Franca, camo toda a sua digna u honrada
familia, bam co.ihecido a nSo le aeoa-
sagSas, oomo a que ra Ihe faita, que
pracis deff ander-so.
Sefe, 19 do Julho de 1888.
Phnio.
al. --. .
.na des Aceres ....
.ha da Madeira ....
^-Yorhr*......
O de 1* sorte do eertao cota-se a 6*i00
nal,).
213
216
213
1/940
(noni-
O lyfein coaheeldo hroe tato-
alo Oaarte Caraetro viaaaa
Nao adrairou un o proced manto cavar
da do Sr. Caraeiro yiaoQa, insultndome
e fugrialo miseravel neate a discussSa liin-
pi do facto da cuja antora aci}U3ou-me.
Estau acustumalo a taes gentilezas do
Sr. Viaana com quem tenho o maior eui
dado ao tratar da qualquer negoaio: muita
vez, para entrar em aau estab-lacimenta,
envidracado, uozia os boleos onda guarda
va qualquer cousa da valor. E'o mesmo
homem, bem coiihec.io nesti praqa, qu-,
assignanio uuit eonc.rlata judicial, quiz
baver do fatulo a importancia integral de
seu crdito e.n gen-ras para sua casile
pira p gal-oa, depois de citado, padio in-
da ab jtimaoro qua lijo foi feito E' o
mas no, que disfez una tr->ns%cgio avulta-
da, dous das epois da raalisada, porque
souba que, a mercadoria comprada havia
baixado nos murcios estraogeiros, (o Sr.
Stappla palera iat'aruir aobra o caso.) E'
o mesma..... mis, al (terea-SS o tem-
po. O Sr. Vianua pode figurar e^: urna
galera ao lado ii- Cartoucbe, Carbono,
Jobo do talhado a Miranhama
O Sr. Vi.naa, para quena as qualiJaies
mora-.s representam um MFS a esquerda
da unilade, diz que o mea cr^dit no st-u
estibeleciment Jepeaii.i da estada co rraeu
n-goaio de um caixeiro, (qao depois i'ji
n u iot'Tcssadj,) o qual ratirou-se io meu
catabelac.iaeuto ero Marca do corrate anno.
E como r-xo'i :a-sa, qua, anti:s da estra-
da dessa oaxro, o Sr. Wiaaa me vea-
aesso marcad ri is, e qua aiada ooutinnon
a viiaer- n'as depois de sua retfadur a
que pade-33 provar cao as contas que ta-
niio em iiaeu-poier?
J v o publico que o meu contendor
-isatreute mentiroso.
Quauta o ter o Sr. Vianua cobrado
mais do que Ih devia a uaaasa fallida de
Counho da Motta & C, para provii de
meu asssrto, basta qua o mesmo senhior
pi!:ique todos os documentos r ferontes a
este n-goei".
Nunca tive ue.a tenbo em mc a poder pa-
pel klgum p '.rtenjente a allulida mass:i,
sendo pura >>l3voai. o qua a respeito oiz
o Sr. C rneiro Vinna, cuja bo^r*pbia li-
cita obra de largo folago, qua somanto
poderla ser ps ripta por Eugeae ues.
Recife, 19 de Julb. di 1838.
Antonio Jos Ferreira Monteiro. ,
Pr. Eduardo Silveira
de valta de aua vbgem corte c.intiua
no ei-rcicio de ana prufiaeo
CaoanltoriaBaa d Imperador n. 42.
K'Sidi-ucia-Bua da Aurora a. 47.
Telephone n. 366.
Presidio de Fernando de Noronha
Nada tenho nem directa e nem indirecta-
mente com oa artigo* que sob essa epigra-
phe est publicando a Provincia,
Bem oonbeco o vagabundo que indirecta
mente ataoon-me hontem no Jornal do Re
cife...
Se a ana lingusgem fossa ootra que nao
a* qae se az* as casas de tavolagon, onde
est acoatumado a viver, posaivel que
Ihe desse u na reposta cathegorioa, publi-
cando ama das partea do rotatorio de certo
official aaperior do exer ito, que o faria
recusar; por o tenho mais o qua faser e
nao devo estar perdendo o mea tempo com
quem nio tero mei 1 de vida coohecido.
Qaanto intriga que quiz fazer, deapn
zo-a, como desprezo ao sea autor.
Mello Filho.
Festa do Carmo
Resliaou-ae no dia 16 do corrate a tra-
diccional festa de Nossa Sanhora da-Car-
mo com o brilhantismo do costume, ha-
vendo urna concurrencia extraordinaria ; o
mesmo suocedeu as novenos, convencen-
do-nos que de anno a anno nao tam dimi-
nuido o fervor religioso nos habitantes
desta capital.
A igreja esteve bem ornamentada, a m-
sica excellente I tenio o Rcvd. Fr. Alb:rto
dado in&is um pro.- de salo e dediuagao
pelo cumprimeoto de seus deveres, como
muito digno vgario provincial da ordem
Carmelita do Recife,
18 da Juiho de 1888.
Caso grave
Ao recto e Ilustrado administrador da
provincia, pedimos qua se digne de dar
promplas e enrgicas providencias no sen-
tido de fazer com qua o delegado de po-
lica de Punellas nao continua por em
exeeugao os seus antigs plauos Je inun-
dar correr, pelo sargento do desUcaaeu"r-,
ou qaem quer que seja, ao integro e ia
dependente Dr. Joaqnim Ajres, a pri.o i-
ra autoridade da comarca..
J o auno passado, o bem conhacido
Cbristiuiano, autor de urna iutiuilada de
gloriosos feitos e parate do pouco ioo.e-
rudo delegado Joo Rufiuo, de t*a* -..a
pu io, fez proesas em frente casa <- a
que mora o hnralo Dr. Ayres, proferid-
do pilavras injuriosas e at medg>nlo-o.
Temos a intima conviegao da qua o boa
rada presidenta da provin -i* liar na
maior uusileragl o qua acabamos da
narrar, que a express viva oa verda-
de, e d-.r toda forga m >ral ao magistrado
qu 1 tem paBsado por t-.uto sobresa!t is,"
nicamente porque saba cumprir ris-a
os aeoa tai uobres b elev -dus devra
Um amiyo.
sedilitz Chaateaud, cuja f..m
universal, um purg*ute salino, rofr-is
cante, da *-.bor multo doce e cfi.-^-aia a-^
gura parj dsbeliar a uonacipagito (lurez
la veutre); o seu em prego diaria utilis-
oimo para s pessoo gatosaa, atesadas de
rheuin.1tis.n0, de uonstipago sanguiuea.
biliosas, prompts s coogestS^s do cere-
bro, s vertigans, cnsaquacas, dispostas
a hemorroidas ou euabaragos gastriaoa.
E' ella tmbeos o purgante p>r exaenencta
das ii'ulh r 3 a das enfogas
W. 3
Carnes, mascotas e saogae renevam se com al
gaos vidros somante da Emulaao da Olea de Piga-
do de Bacalhao da Lomaa Kaaap, remedia ef-
ficas e radical pera todaa as affacrjSas dos pulmes
e da garganta, toase, debilidade e fraqoesa do aya-
tema, perda de carnea e demacrag&o.
PosBoe em abaoloto todas aa virtudea toaicaa a
nutritivas do Oleo de Figado de Bacal ha > e daa
Hypophoapbitca, aendo alm disto, pela saa forma
de Emals&o oa amendoada, muito mais agradavel
ao goate a di> mais fcil digeato do que o oleo
puro, ao qaal maitas* pesaoaa fasam objaeci por
o na poderem reaiatir oa estjmago] dalicaias.
__^ i
t'aplto do cxerclto
Eu abaixo assignado morador em Ja-
guarSo (Rio Graade do Sul), attesto que
aoffrendo de urna tossa asthmatica de mu-
tos annos acho me boje restabeleeido com
o aso do Peitoral de Cambar do Sr.
Jos Alvares de Souz Soares, da Pelotas.
Fernando J. da Qama Lobo.
D se nos Jornaes de >s. a*aalo
AOS 65 ANNOS OE IOADE
O abaixo assignado se aehava eyicaran-
gado de rkeamatismo as p^rnas, at o
qaadrl e soffrendo ba muita tempa e j
desanimado, sam esparanjas da andar,
quando, depois de muito tratamento fez
aso do abeocoado anti rheuraatiao psulis-
tano do pbarmaceutico o Sr. Luiz C* los,
que o curon em poucas semanas. Sou
natural da cidade da Campanha e fago
publico para que sirva de e/t-impla a-s que
soffrera do caprichoso rheuma-tisio.
Joao Vieira Rodrigues
S. Carlos do Pinha), 5 de Agosto de
1887.
Depoaitarino ou ngentes, Suva Groius
(fi C, e tambara m Pcrnambu:o na dro-
gara de Francisco Manoel da Silva & C
Or, SeraHm Arauja
Eis o attestado qua ust coaceituado
mlico, da Pelotas, p.issou a favor do
Peitoral da Cambar :
a Attesto que oPaitara! de Camb.r,
preparado palo Sf. JB Al ves da Soua
Sonre.s, um excellenta mdica meato, em
pregado com muito boos rasultados as
molestias bronco-pulmioi.res. E por aer
verdade, p.ssi o presente, que asa'gno <-m
i do resu grao.
Dr. Serafim Jos Rodrigre de kraujo.t
Pinnas Gambetta pa-
ra esc re ve i*
Ch"gou nova remess^ desta qu-didade
da peanas de enravur* mclhor at boje
conheeida, c venda sa a 1^-00 a caix-i da
100 pannas, n. limria de
G. Laporte Se C.
R;ia do Imperador
46
48
ED1TAES
F.i'i oviiar oa ptrigos d* coutrafacsSas
da aadililz e doi u eac.iuient.s dosimatri-
L-os :-ujos o un o pr^p -.rJur o r. C:i.
OhaDtoaud, exija-sa as rtulos o nome dos
autores.
BURGGRAEVE-CHANTEAUD
A eiDortagao, feita pela alfsndega neata mea
at o dia 18, foi de 1.367 442 1/2 kiloe, sendo para
o exterior 1.177.801 e para o interior 1^9.6411/2.
As entradas at boje conhecidas f a-a-n de 5.353
aaccaa efectuadas pelos vehculos segumtea :
..... 76 sacis
887 <
riarcacaa
Vapores ...
Animaes.....
Va-terrea de Garuar .
Via-fenes de S. Francisco
Via-ferrea de Liraoeiro .
Somma .
2.08
1;0
423
947 >
5.353 lltaan
Auer>
Os oreos pagoa ao agricultor, par 15 kilos, se-
gando a tsociacSo Commerctal Agrcola, foram os
aeguiotea:
3.' boa 2*000 a 2**00
* 3. regalar 1*600 a 1J90U
temeooa...... 150U a 1*600
aseavada purgado 1*400 a 1*501)
< arato.... 1*100 a 1*200
tatame ... *800 a 1*000
Nio ba ectacao para oa aasacares bajos ha-
midos.
Os de turbias nio tem appareaido ao merflado.
K exportacao. fe-a pela alfandega oeste mes at
o dia 18, foi de 4. 78.416 kyl *, sendo para o exte
rior 2.255.475 e p ra o interior 2 022.941.
As entradas effectaadaa at hoje foram de...
7.068 saceos, sendo por :
tarcaeas ...... 2.109 Saceas
Vapores....... .....
4mimaes .... 45
Via-ferrea de CaruarO 54
Via-srrea do 8. ranciaca 4.778
Va-farrea de Limoir 82
Somma
7.068 Saceas
Curs liadas
Ainda boje nio eooatou vaodas desta prodaoto.
Aa ofertas eontinaaraoi a ser de 400 rii.
Vapor despachado
Var. nac. Alagla, para :
C'ear .* 60 aaccaa e 30/2 barricas com asaacar
bianco, 30 fardos de urque e 3 caizas com calca-
do nacioual.
Maraabo : 500 saceos com farioha de mandio-
ca e 10 fardos de zarque.
Para : 75 barricas, 1.305/2 e 831/4 com asaacar
branc, 85 harria de 5* com aguardeote, 500 sac-
eos com fariuha de mandioca, 6caix*a com catea-
do aacional, CHixea, 1 caixote, e 4 barricaa com
doce.
Mansas : 50 saccoa, 70/2 barricas e 50/4 com
asaucjr branca, 155 barra de 5 uom agurdente
e 2 caixaa com calcado nacional.
Carreg. diverjo*.
Pa laa da Alfandega
SMKtH* db 16 a 21 dc julho os 1888
Vide o Diario de 15 de Jalao
.Havioa carga
Barca oorueguease Brodrene, para Bio de Ja-
neiro.
Lugar portagoex lemerario, para Lisboa.
Patacho norueguente Soerdrup, para Bio Orando
do Sul.
Patacho nacional francAtn, para Bio Qraude
do Sal.
Vapor ia res Gordon Castle, para Bltica.
Atavos descarga
Barca inglesa Enchanters, carvo.
Batea fraucez* Penelon, carvo.
Barca italiana Fre borelle, varios gneros.
Barca noruegueme Respid, carvao.
Escaoa allem Johanna, xarqae.
Lugar naciaual Layo, xarqae.
Lugar sueco Bifroit, farinba de mandioca.
Lagar nacional Zequinlta, viohos.
Lugar ingles Cypher, carvao.
Lugar oorueguenae Bernia, carvo.
Lugar oglex Rosina, bacalhao.
fatacbo noraegaeaae 'Ceres, xarqae.
Patacho iloamarqufi Thor, xarqae.
Patacho nacicnal Soial, xarqae.
Patacho nacional Adusa, xirque.
Patacho ioglex John T. Ires, fena e farello.
l'atncha allemo Auna, x*rque.
Patacho hollaodea Atiene, xarque.
Patacho nacional Positivo, Xarqae.
Patacho heapmbol Encarnacin, xarqae.
Patacho ingles Hay, bacalhao.
BxpartacAa
aaoira 18 db jlho oa 1838
Para o tzurtor
Na vapor ingles Chastworth, earregaa :
Le-se n'O Paiz :
A3 ILLM8. SBS. SILVA GOMES
C, DRO-
GUISTAS, RIO
I).-: JAMBIRO
sa or preciso, que
Attasto a jurare!,
mea filho Indlecii> soffreu ha quntro roe-
Z'S de urna forte erupyao da ioipigem ejn
toda a cab-ga al ao p-saoc/i, tilinto t'i-
do ra chagas vivos, cam supparago do
c-ia eheiro o nesta estado da soffrimuato,
depois de muit tratame.Dto, smn proveito,
reaiilvi r'-z-l <> t >,n-ii- o lianr Anti sori a,
junto aos pos depurativos da M^ndca, pre-
parado de pbarmaceutico Luiz Carlos de
Arruda Alendes; e aBiim d u este attesta-
do, para que sirva d<> guia a tanta gente
que vive soffrendo b-iu caribeser o reme-
dio seguro para seus males.
MoDjollinbo, 6 de Maio de 18S5.
Joaa Damasceno per eir.
Para Liverpool, J. H. Boxwell 305 saceas com
21 350 kilos de algada.
No lugar portugus Temerario, carregoa :
Para Lisboa, N. 11. do Eirario 50 saceos com
3,750 kilos de asaucar maacavaa
r'ora o insertar
Na barcanaraegaeoae Brodrene, earre^ou :
Para Bio de Janeiro, 34. J. Pesaoa 25,600 litros
de aal.
No vapor naciooal 4'. Francisco, carrega-
raaa :
Para Peaedo, M. Tavares 10 barricas cam 500
kiles de asaucar refinado e 25 garrafoes cam 175
iitroa de genebra.
Para Villa Nova, M. Tavarea 20 garraioes cam
140 litros de geoebra.
No vapor nacional Alagos, carregaram :
Para Para, J. 1 Diaa 300 barricaa com 11,412
kilos de asaucar branco ; A. K. da Costa 4 barr
cas com 180 kilos de dose.
Na barcaca Tfieresinha, carregoa :
Para Parabyba, P. H. Uara i) cuxas cam
420 litros de geoebra. N
Na barcada Pedro Amrica, carregou :
Para Maco, Benjamn Torreo Jomar 4 bar-
ricaa cam 338 1|2 kilos de aaaacar branco a 'i
ditas com I20ditoa de dito refinado.
HinlseiVo
axraonao
Pelo vap. nac Alag n, para :
Para
O Dr. Tilomas Circes Paranboa Monte-
negro, coimuen i.i-ior da Imperial Ordem
da liosa, juis da d ir- i te esoecial do com-
mercio da cidada do Raaife, por S. M.
Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro
II, a quem Deus guarde, et\
Paca siber aos que o pr sent edital virem cu
delle noticia tive-eai, que. depon da re8picMva
audiencia deste juila do dia 9 de Agosto do aor-
retite anuo, se ha 4e arremaCr por v.-uda a quoic
niaia ii'.-r o bem seguate .
Una parte da aibrada de um andar, n. 31,
sito A ra da t'enhu, fregu. za do S mea Antonio
desta cidaie, teado dito sobra.io~ 2 portas de
frente no 1 andar, varanda de ferro, 2 salas, 2
quaitaa, czioha cii.tih, madiulo de frente 3 me
tros e 13 c-ntimetros a de fuudo 14 metras e 90
.eatim-troa, teudo o pavimento terrea 2 portas
aeivmdo dd aruiaacm, aem repartimento algum,
e collocada ua medmo a cs.-ada qae va ao primei
ro andar, e dito predi t-.m quiual morado e ea-
ciuij}w senda Uita sobrado avaliaj em 3:CQU* c
a dita parte que v.i a prKraa em 1:220*.
A referida parta do sobrado vai a p.aca pai
execuca que movem Pareute,Vianua & C. contra
L-aiz Antonio Poreirs.
E para cht-gue ao cauhecimeato de tad. s maa
dei ptsaar o presente edital que aera publicado
pela imprensa a affixado n s lugares dj coatame.
Dado a p*aaado neata cidade do Becife, aos 18
de Julho de 1888. -Ernesto Machada Freir Pe-
reir da Silva.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
O Dr. Joaquim da Costa Rbeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Racif*
e seu termo, capital da provincia da Per
naoabuco, por S. M. Impri >I Constitu-
cional o Senhor D. Pedro II, a quem
Deus Guarde, eta.
Fc.i sab-r aos que o prevate edital com o pra-
so de tr)#ta diaa viren oa delle noticia tverem
Beeebedorla provincia*
l>o dia 2 a 18 96:229*361
(d aa a 19 l:269223
Recife Bralnaje
Oa dia 2 a 18 8:923*750
dem 8* 19 1:098^3
97:488584
10.022S636
2.0CO#000
BevaUanecstaa pblicos
aas na julho
Al/andeya
Senda trena
Uo dia 2 a 18
Idea de 19
Xeoos proviacia!
o dia 2 a 18
tde da 19
550:712*787
37:689*251
67:8934680
4,390*558
588:402*038
72:284*238
Somma total
660:686*276
19 deJalbo
Segaada seoeao da Alfandega,
de 1888.
O theaooreiroFlorencio Domingue.
O chefe da seoeao Cicero B. de Mello.
Heeebedorl* eravl
Do,dia 3 a 18 24:246*415
Idea de 19 I:77090
26|016*335
Ulereado laualclpai de 9 los
O moviuiento sate Mercado oo dia 18 ue Ju-
lho foi o segninte:
Entraram : .
28 1/2 bois pasaade 4.376 itos seu do de Oii-
veira Castra 4 U., 20 de 1 e 8 172 da
particulares.
318 kilos de peixe a 20 res ,6*360
53 cargas da fj.rina a'200 ris 1 )*6JU
17 ditas de rucios diversas a
300 rs. 5*KI0
17 taboleiroa a 2u0 ris 3*4'0
10 sainos a 200 res 2J 30 patatos com letames a 200 *
ris 4*000
Foram occapados :
28 1/2 eclamnas a 600 ris 17*100
1 eaeriptano 3oO
24 compartimentos de farinba a
500 ris. 134000
31 ditos de comida a 500 ris 15*500
92 ditos de legames a 400 ris 36*800
18 ditos de sainos a 7(J0 ris 12*600
10 ditos de tressoras a 600 ris' 6/010
10 talaos a 2* 20*000
1 dito a 1* 1*000
A Oliveira Castro A C.:
54 talhes a 1* 54*00t
que uo da 21 de Julho prximo vindonro, depois
da audiencia deste juia, la hio de arrematar por
veuda, a qaem mais dar a maior lance ofterecer,
os bens s.guintes :
O eogeobo Cordeiro, situado oa fregaesia da
Varsea, com todas as suas torra e mattas, e mais:
Um sobrado de no sudar, velho e arruinado.
Urna casa de engenho com duas teaouras e duas
tacanicaa sobre pilares cem pareaSea at a altara
dos picadeiios, paredes rebasadas e caiadas em
mo estado, estando porm a ceberta em b m es-
tado.
Urna casa de ealdeira cuna urna tesoura e ama
tacanica sobre pilares e paredea de tij dos, rebo-
cadas e caladas, em bam estada, e bem asaim a
coberta. \
Um earral para animaes cavallar, cercado de
muro de tijolos, teado parte caberto e parte ea
aberto, em mo estado.
Urna caaa de purgar cam ancaixaraeato, sendo
o edificio sobre paredes de tijolos rebocadas, cos-
teado des tesoarss e ama tacanica, a parte de fi-
jlo est em bom estado, porm a caberla est am
paaco arruinada.
Um srmsaeua de tijalo attineate ao eacaixa
meato, em bom estado.
Urna grande raaaalia de tijalo contando ooie
di vices, em mi catado, qaaai em ruina.
Um edificio de tajlos goda se acha a casa de
bagaco, corral para ovelhaa a bois, sendo qae a
parte correspoadeate caa de bagara, esta em
bam est- do e as oatraa partas estragadas, aendo
a meama caaa de bagaoo fechada at a altara dos
frtfhaes.
Uaaa grande olaria sobr pitares, com tres tor-
nos em bom estado.
Um motor para animaes com tres almanjarras,
(.'igiote de madera, rodetes aogalaees de ferro
com moendas pequeas sobre grade de madeira,
em-bom estado.
Um asseatamenta de assacar de primeira clas-
su com cinco vasos batidos pequeos e em bom
atado.
Un pbaral de ferra batido embam estada.
Liuus tunqaes ce mideirn, sonde am maior e
outro menor, em bom estado.
Duaentaa formaa de ferra, fundo espherico, em
bem t atado.
Qu*tro bakoes grandes em b-m eBt.ido.
Urna moeada com grade de ferru, em bam estado.
Um sitio de trras adj.ie ntea ao engenho com
todas as suas drpeadeneas.
Oa-si ao eogenho e sitio os seas limites ae-
tuses.
Avallado tudo englobad amento em 24:000*000.
Os quaes beus vaa pn-.ct por execaco de Soa-
sa Piuheira & C euntra Jas Meades Viiira e
saa mu ber O. Joaquina Am'.l.a Machad Vieira.
Pelo que to :a a peasoa que em ditoa bens qui-
zer lanzar o pader fazer i.os das de prs?a.
E p-.ri que chegue ao canhecim nt de todos,
muodei p 3>tr.- praseote edital que ser publica-
da pela imprvusa e atezado no lugar do costme.
Odo a passado nesta cidade do Recife aos 14
de Junh de 1888
Subienvo a assigno.
Euf Pedro Tertuliana da Cuaba, escrivo, rs-
crevi.
ferante o Sr. Dr. juis tuos: i'u'a dos teitos da
fazenda, Liodalpha Hisballo Carr-ia da Araujo, no
dia20 da corrate mes de Jaiba, pelas 11 horas
da maub, depois da aaJie icia se vendar em pra-
i* pa'olica, os ba >ogamtes :
A a..8i terrea de tijolo e cal sita aa largo dos
dos Remedias, fregaesia da Affagadas, n, 7, com
duas jitoellaa o orna parta na frente can bans
commadoae quintal mar i a. p?rtenceate a Jeaoi-
a-i da Cinta lbuquerqaa Mullo avaliada por....
400*000.
Outra casa terra de tijala e cal roa Impe-
rial, frezuezia de S. Joa, u 265, co-oa dais jaoel-
las na reuce e pirtao lado, cam duas salas, doas
quarljs, cosinha f6ra e quintal em aberto, pertea-
ceute a Jaoatl Tavares de Mello, boje de aeui
herdeiros, avaliada por 1:200*,
8 -udo todoa os b us vendidos por execaclo da
fazenda naeiaual, para seu pagameota.
ltecife, 11 de Julho da 18.
O salici'-ador di faseuda nacional,
Luiz Machado Botelho.
SiLRACES
IU.tIAXOiDG ,
DA
Cilorloaa Sonnnrn Sant'Aana, ereela
na igrr ja da Madre de Deas
ELEIQO
De ccaformidade com o art. 7 de aasso compro-
miaso, sao convidados t.idos oa nosaoa irmSos a
camparecerem aooioga 22 da corrate, palas 10
horas da maabLa consistorio da igreja da Ma-
dre da Deas, dffa proceder-se a eleijio da fatoro
mesa regedars, qae t> m de toneciaaar dorante a
aun cornproaissai de 1888 a 1889.
Cinsiataria da irm^aiade da Gloriosa Senhora
:'a t'Anaa, na Teja da Madre de Daos, 18 de
Juibo de 1888 -O esenva,
Luis Ba.roosa Rib aro.
'rolongainento da estrada de
ferro de Pernambaco e estra-
da de ferro do Recife a Ca-
r uar t
Pelo presente saa convidado os Srs. commen-
dador Aagusto Rufiao de Almeida e Domingos
Feraaodes Corris a comparecerem, dentro de
tres das, a cantar de boje, i.eata aeaietaria, a fim
de assigaarem os contractos, qae, para o aervieo
a carga e descarga aas estacoes do Rccifo e Pal-
mares, (m de s r celebrados com os meamos se-
ntares.
Secretaria do Prolongameota da Estrada de
Perro do Recife ao 8. Prauciaeo e Estrada de Per-
ro do R.cife a Caru-ir, e.n 17 de Julho de 1888.
O secretario,
Manoel Javencio de Saboya.
206*760
Rendimento des diaa la 17 do cor-
rate 3.588*340
Foi arrecadado liquido at r.oje 3:793/100
Presos do da
Carne verde de 240 a 40o ria o kilo.
Caraeiro de 72U a 800 ris dem.
Sainos de 560 a 640 ris ideuv
Fannba de 20J a 320 -vis a caja.
Milho de 320 a 40J ris Mea
Peio de 640 a 1*400 ris dem.
Matado oro Publico
Foram abatidas oo Uataduoro da Caoan&a 71
raaea para o consumo da dia da boje.
Sendo: 46 reses pertencenles a Oliveira Castio
di G; e 25 a diversos.
Vaporea entrar
HEZ DE JULHO
Sal........... Mandahu......... hoje
Sal.......... StaVfons.......... hoje
Europa....... Tagus............. hoje
Sul........... Soraa........... amanbi
Norte......... Jacuhype.......... amanh
Sal........... Trent............. 22
Norte......... Espirito Santo..... S4
Sul........... Estrella........... 25
Europa....... Fi'ffe de Santos------ 26
Sul........... Pernambuco....... 27
Europa....... John Eider........ 29
Vaporea aahir
HEZ DB JULHO
Baena3 Ayres Tagus............ h je s 12 b.
Babia e ese.. Jaeu'type.......... al s 5 b.
Earcpi..... Sorata........... 2( i I h,<
S rtbsmptoa. Trent...m......... 22 s 12 h.
Sal......... Espirito Santo..... 25 s 5 b.
Ria Foraaoio. Jaguaribe......... 26 de msd.
Santos e esc. Villede Santos .... 27 s 2 h.
Narte....... Pernambuco....... 28 s 5 h.
tiavios entrar
Adamantioe ......'. Liveroool.
Alfario........... Cardaff.
Jons rm s....... Lisboa.
Eagle............ Liverpool.
Pairy............. Swausea.
Plid.............. Card.ff.
Mimasa........... Rio Grande do Sal.
Jlovlmento do porto
Navios entradles no dia 19
Teria Nava34 dins, lii^ar ingles Rosina, de 185
toneladas, cap tj .Jas Stat'urd, eqaipagem 8,
carga ai/aibo ; a Biaikburn Needbam c C
Hamburijo45 das, l^ar norueguense Olconon,
de, 319 toneladas, eapita T. Thorseo, equipg-
10, carga varios g.ner.ia ; ordem.
Swausea-45 das, barca aaraeguease Valkytcn,
de 251 taaeladas, cupitaa G. M. Brsyda, ojui~
pagem 8, carga eatvSo de pe Ira; a Wilson
Saos A C.
Navios sonidos no mesm) dia
Rio de JaneiroVapar ingles Edith, cammaodaata
John Popham, em lastro
Rio de JaneiroVapar ingles Richemond, oom-
mandante T. A. Prewatt, em lastro.
MaceiVapor ingles Qhatsworth, commaodanta
J. Joboson, carga carocas de aigodo.
/
i


tftrio de PernainbucoSexta-teira 20 de Julho de 1888
I
SH-?
Tercer a pra$a
?>la iosp.'jtori'i ie*ta alfsodeg* se fu publico
qne as 11 horas do di 23 do corrr*fe ases, sern
arrematadas em praca, porta desta repartico,
as seguate mercado -ria :
Armazem d. 4
Urna caix, marca B Laurate, sem numero,
contando amostras de drogas, viada de Ham burgo
o vapor allemao Uruguay, entrado em 16 de
Abril de 1887, consignada aJoaquim Luiz Jamor.
dem, idem, dem, urna cana sem numero, coa
tendo 25 kilos de seinent- s, idem, dem, idem.
3* secco da Alfandcga de Peraambuco, 19 de
Jolbo de 1884 -O chefe,
Domingo j Joaquim'da Fonseca.
VENERAVEL 1RMANDADE
DE
Nissa Senbora da Liz
MESA ERAL
Do ordem de nosso carissimo irmSo vica-jnis,
convido a todos os oossos amados irmSos a com-
parecerem em nosso consistorio pelas 3 h iras da
tarde de domingo 22, para proccdermos a eleioao
do cargo de jais, e delib->rarmos sobre o exigido
no 4 do art. 24 do nosjocompromisso.
Ib Secretaria da veneravel irmandade de Nossa
Senhora da Las, sos 19 de Julhs de 1888.
O secretario,
Arthunio Vieira.
Capitana lo Porto
vlao ao* navegaste*
De ordem do lllm. Sr. espito do ports desta
provincia, faco publico para conbecimeoto de
quem interessar posas, que o Sr. inspector do Ar-
senal de Mariana do Pari, em data de hontem
expedio o seguate telegrammr:
Patacho Restaurador seguio boje Canal Bra-
ganca, para continuar servind] de barca phar .1.
Uapitaoia do porto de Peraambuco, 18 de Julho
de 1888.O secretario,
Aatoaio da Silva Azevedo
PROGRAMMA
DA
Notas
Caixa de Amorlisafo
de *00* e de 50*
de
barato em 91 de Julbn
Os scaboAs socios poderlo procurar us seus in-
gresaos na sle do club, a coatar do dia 16 do
corrate em da ate, d -s 7 s 8 1(2 da noite, em
tnSo do Sr. thesoreiro.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 14 de
Julho de 1888.O 1 secretario,
Pompeo C- Ca8aneva.
Segunda pra$a
Pela iospectoria desta Aifaadaga se taz publi-
co, que s 11 horas do da 23 do corrate mes, se-
.r3o arrematadas em prac, p:rta desta reparti-
cao, as seguiotes meccadorias :
Armazem n. 3
Urna ita da marca RP, n. 192, canteado 13 ki
falsa, s>
6.* eatampa
Cumpriado acaatellar os interesses do publico
no recebimento das notas d 2004 e de 501 da 5'
estampa, das quaes lm apparecido algumas fal-
sas, tas-se publico os principies caracteristicos
que distinguem as falsas das verdadeiras desses
valores e estampas, a sab
As falsas de 2004 sao mais curtas do que as
verdadeiras impressas tm pspel de lmho aaulado ;
os deteobos sao imnerfeitos, sem relevo e as tintas
mais grosseiras e mais carregsdas a rosea e asul
sobre os dizeres da nota a irradiacao que parte
da effigie de Sua Mageatade o Imperador, sendo
em siguas lagares confaaas e em outros falbadss;
a numeracio impressa com tinta cor de lijlo e
a aasigaatura imitando a de Antonio Teixeira da
Silva,. No verso ha um espaco em brsnco por
c:ma e por baixo da vinhets central em forma de
fivc-la onde esli impressas ss palavras Imperio
do Brasilo a ornaaieotaci interior dos semi-
crculos das duss extremidades da dita vinheta
mal deseohada, seudo a impressio desse lado das
notas falsas em tinta mais carregada e grossa do
que as verdadeiras.
As de 504 falsas tao estampadas em pspel de
algodio sobre um campo de mosaicos mal delinea-
dos e emareliados, cem feitos a penas, como o peito do retrato de
Saa MugesUde o Imperador ea cor* imperial, no-
tando se a imperfeicaj das condecoracoes que Ihe
ornsns a (arda ; a uumeracao defeituosa e feita
com tinta mais clara -que a das verdadeiras ; o
emblema central incorrecto, principalmente na
mi e no p da figura e no sombreado de todo elle,
Sua Magestade pouco semiihante
Quinta Regata
A.'s 3 horas em ponto, no domingo 22 de Julho de 1888
Premiosmedalhas
Reservados 25000. Poule 21010. Graes 11000.
Embarcacoes
Nemes das embar-
esces
Signaos
Patioes
Remadores
Distancia
em
metros
pareoClub Internacional de Regatas
, -, e a thgie ae u>
los de quadres annuocios de nn so cor, vinda de 1 defeit6U0M na baeca e -, barb, sendo a assigna-
NewYork no vapor m-r.cano AUianee entado tufa lith ph(l(U ,
em 18 de Marea de 1837, consignaba a Rouqusy-
rol.
Armazem n. 7
Urna barrica da marca H8P C, n. 1,938, e-u-
tendo bagas de s-ibagueiro. p "-sanio braco 69 ki-
los, viuda de Hiimburgo no vapor allemio Uru-
guay, consignada a Hermas de Sousa Pereira &
Sncctseores
dem, idem, n; 1,937, con endo borato de soda
cu tincal crystalisado. pesando bruto 69 kilos,
consignada aos m- smes.
3* aeccio da A fand?g'i de Pernam'ouco, 19 de
Julho de 1883
O chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca
Companliia Perro ar-
ril de Pcraambiico
Forneclmento de alfafa
No esunpt rio desta compaohia recebe se pro-
postas em Carta fechada ;.( o da 16 de Agosto
prximo futuro, ao meio di., para o fornecimento
de 300,0)0 kilos (peso veriQcado) de alfata de-su
pericr q grandes e um terco em pequeos.
O foroecimento d.'r -yr eatregue : a bordo
no porta do Reoite ; oss alvarengas em frente aos
armii'ni da eornpmbia no caes do Apiiio, oo des-
Csirregado e arruinado aos n araos rmaseos.
A concorrencia versar :
Sobre o prreo por kilo com declaracao explcita
e precisa para qual das tres condicoei cima elle
foi calcla io;
Subre o tompo dentro do qual o propnente do-
der fazer a entrega, a contar da assgostura do
contracto ;
Sobre a idoocidade e garantas offorec; ias para
a fiel rxecucVo do mesju tontraco.
A compmbi i nao achicar m propostas cajo
preci soja superior a miU do qua elia tem pago
oitimamjate, importando Ja conta propria-
As propostas sesfto abertas no referido dia 16,
ao meio dia. neate eseripiorio.
Recite, 20 de Julbo de 1888.
Cailos Alberto de Menezes,
Gerenta.
thograph
desmaiada.
Caixa de Amortizaci^
M A. GalvSo.
e as costas da nota de cor
em 28 dcJunho de 1888
laslilulo Beneflcente dos Olli-
ciaes da Goarda Nacional
De ordem da directora aio convidados todos os
i fficiaes da guarda nacional, para assistirem a
8 > srssio dessa associacio, nos das 18 e 25 domcs
do vigente, as 6 1/2 h.Taa da tarde, na sle so-
cil, eila 4 ra Padre Muuiz n. 5, antigo largo do
Mercado de S. Jos.
Instituto BeaeSceote dos OIBciaes da Guarda
Nacional, em 17 de Julho de 1883.
0 1. secretario,
Alfares Franciico de Asis Ferreira Maqalhies.
Obras Publicas
,D_- ordem do lllm. Sr. engenheiro director
geral, em virtud; de aut.i isacio do Exm. Sr. presi-
dente da provincia da 14 deste mes, faco publio
que no dia 23 do corrate, so meio da, neata di-
rectora, recebem-se propostas em cartas fechadas
competentemente selladas, para a execu(i) dos
reparos do qne nectsaiti o edificio da Assemb.'a
Provincial, na importaucia do 1:1794200.
O crcamento e mais condicoes do contracto se
acbam neata secretaria, onde podem ser examina-
dos pelos senbort'8 pretendeates.
Secretaria da d'rectoria geral das obras publicas
em 16 de Julho de 1888
O nogeoheiro secretario
Luis Antonio 3avalcante de Albnqnerqne-
Ont rigger de 4 remos
dem ....
Escaler de 4 remos
Ideo .
Escaler de 6 remos
dem de 4 .
Temerario.
Raio .
Cora .
Anaita
Neptuno
Acaso.
Encarnado
Asul .
Encarnado.
AZUl .
Lirio .
W. Christiani
A. Haynes, J. Boxwell, a. Borges e J. Ribeiro.
&. Hcbisppe, H. Otto, E. Muller e L. Vieira.
1.000
9.a pareoAnimacSo
Escaler de
dem. .
1 remos
I Positivo
Zequinba
Oat-rigger de 4 remosJAvmor
dem.
Escaler de 6 remes do
Arsenal de Marinba.
dem, da Alfandega.
dem do Patacho Gua
rarapes.
|Pery
Bedeng .
Augusta .
Metereolithi
/
i Encarnado.
Atol .
I Encarnado.
Asul .
Encarnado.
Azul .
Encarnado.
Brsnco. .
J. Victorino
V. Ferreira
r'rofissicnaea
dem
1.000
9.* pareoPrado Pernambncano
. W. Christiani.
. Lirio .
E. Muilerf H. Otto, J. Branda", A. Schiappc L
Vieira e A. Lima.........
A. Haynes, J. Ribeiro, A. Borges e J. Glycerio .
1.000
Mar.
Terra.
Mar.
Terra.
Mar.
Terra.
<. PareoExperiencia
Falcan.
ISersphim
\
Profissiooaes
dem. .
5. Pareo13 de Maio
C. Silva .A. Lima, J. Ribeiro, J. Glycerio e G. Bastos.
C. Ramos | J. Brand&o, E. Muller, J. jnnba e J. Lima.
9. PareoAlmirante Barroso
1.000
1.000
Azul
Barity .
J. Vctor
P. Soares
Profissionaes
dem .
Idu-xt
1.000
. PareoDerby-Club
Secretaria da tY-sideacia da Pernambu-
co. 2* seccSo.- -18 de Julho de 1888.
Por esta secretaria se faz publico de con"
formidade cuto o disposto no art. 157 do
Regulamento annexo ao decreto n. 9,420
de 28 de Abril de 1885, o edital abaixo
transcripto pondo em concurso com o pra-
ao de 30 das oa officios de partidor e das
tribuJor do termo de Nazareth.
Pedro Francisco Correia de Olioeira.
O Dr. Marioel Cabral de Mello, juiz mu-
nicipal e de orpbaea do termo de Naza-
reth, provincia de Pernambuco, por S.
M. o Imperador a quem Deas guarde,
etc.
Faco saber aos qu3 o presente edital
virem ou della noticia liverom, e a quem
interessar possa, que nao se tendo habili-
tado de coniormidade com es disposicoes
legaes nenhu:n doB coneurreates ao prori-
ment dos olfioios de partidor e destribui-
dor deste termo, fija marcado de accordo
com o art. Io do decreto n. 3,322, de 14
de Julho de 1887, o prazo de 0 dias, a
contar de hoje, para o concurso dos refe-
ridos offi:ios, vagos pela desistencia que
fez o respectiva, serveatuario Carlos Bor-
romeu Coelho da Silva ; que aos pretenlen-
tes dos referidas <.ffi;ios eurnprem apre-
sentar seus requer ueatos dentro do prazo
cima indicado, conforme dispS; o art. 1*
do decreta citado, combinado com o art. 7o
dodecnto n. 9,344 de 18 de Dezembro do
1884.
Fajo ainda saber aos preteaitentes qu*.
seus requerir'.ntos devem ser instruidos
coro o exame de suficiencia, conforme dis-
p8e o decreto n. 2,876 le 15 de Outubro
de 1881.
E para que ebegue ao conheciatento de
todos mandei pass^r o presente, que ser
fiiCtdu n porta da casa d Cmara Mu-
nicipal desta cidade, e delle se extrabir
a o.npetentj copia para st remettida op-
pprtunamente ao Exm. Sr. desembargador
presidente da provincia para o fino indica-
do no art. 157 do decreto n. 9,420 de 28
de Abril de 1885, com declarajSo d
e hora da affizago e publcacao do pre-
ent';. edital, o que ser certificado pelo
porl iro dos auditorias aeroo determina o
art- 153 do referido decreto n. 9,420 de
28 de Abril de 1885.
Dado e passado neata cidade de Naza-
ret, aoe 12 de Julho de 1888.
En Affonso de Hollanda d3 Albuquer-
qne Maranbo, escrivo o escrevi. Ma-
dopI Cabral de Mello.
C-rtifi-JO que pelo porteiro dos auditorios
me foi entregue a ceriidi> seguinu :
Certifico que h>je as dea horas do dia
affix i na porta da casa da Cmara Muni-
cipal desta didade um eiital chamando
concurrentes aos cffi-ios de partidor e des-
tribuidor deste termo.Nazareth 12 de
Jaibo de 1888.O oficial e parteiro dos
auditorios Manoel Francisco da Bocha.
Era o que ae continha em ditos autos
aos quaes me reporto e dou f Est con-
forme. Eu Jffonio de Hollandu Alba-
juerque MaranhSo, esjrivSo de orpb&oi o
abasten.
DO
captal
BRASIL
30,000:0004
Deutscne Bank.
Banca. Genrale
agencias.
Banco Hypoteeario de
Espaa e pu.>s agen-
Idein realUad lt,000:0004
A caixa filial deste Banco funceiona roa do
Coaunercio n. 40, sacca, vista ou a prazo, con-
tra os seguintes correspondentes no estrangeir>:
! Banco Internacional
do Brasil,
London office
Issiioi *M Coaaiy
( Banking Compaoy L.'*
r,,OIj IBrnqne de Pars rAMS..-.......( Pays-Bas.
Hamburgo.......
Berlim..........j
Bremente........(
Frankfurt s/ Main t
Antuerpia.......* Banqoe d'Anvers.
Roma......
genova.......
aples.........V Banca.Genrale sua*
Mi lio e mais 340
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........i
Barcelona.......
Cadia...........
Malaga........
Tarragoap......
Valenci e outras
idade a Hes-
pa*iba t. i I has
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci-f
dades de Por-?
tugal e ilhas... ;
Buenos- Ayres... .)
Montevideo......
Nova York......
Compra saques tobre qualquer
rio e do estrangero.
Recebe dintnflo em conta correte de movi-
xtento com jurosra raxo de 2% ao anuo e por le-
ras a praso a juros convenciunsdos.
O gerente, William M. Weberta
Companliia de edifica-
cao
Aaaembla eral extraordinaria
Nao bavendo comparecido numero de accionis-
tas constituir a assembla .-eral extraordinaria
que foi convocaba parahije, pela terseir* ves
convoco os senhorrs acciooistas a reuoirfia-se em
asBembla geral extraordinaria ao dia 23 do cor-
rate, ? 11 horas da roaab, a* sede da oompa-
:ihia, para resolve-em sobre es assnmptos j ao-
nui.ciados. Ficindo entendido, que em vista de
art. 65 do decreto n, 8321 do 30 de Desembro de
188?, ersa assemb'a constituir-su ha com o nu-
mero de accionistas que comparecer. Recife, 16
de Julho de 1888.
R. Menese, Gerente.
Out-rigger de 4 remos. ISoerreiro
dem,.....I Medroso
Escaleres de 6 remos.lOceania .
dem......Neptuno .
Id. m......iPernambuct)
. I Encimado.
. | Asul r
Livio .
iV. Cbristian'.
A. Borges, J. Boxwell, J. Glycerio e J. Lima.
A. Schiappe, H. Otto, J. Branda j e L. Visira.
8. Pareo22 de Julho
Encarnado.
3ranco.
Azul .
Livio .
C. Ramos .
Q. Oemeyer
Profissionaes
dem. .
dem .
l.OCO
1.000'
Mar
I Terra
Mar
ITerra
Mar
Centro
Terra
Mar
(Ttrra
Mar
Centro
Terra
J. M. do Amaral,
Director de regatas.
riinriiiuiiiciii
cos.
Banco Je Portugal *
anas agenc>as.
Englisb Bank of the Ki-
ver Pate, Limited.
Q. Amsink & C.
praca do impe-
B&nco de Crdito Real de
Pernambueo
Este estabeleci-nrato. de sccordo com o art. 54
dos tstatatos, pagsmo seu 4 dividendo, relativo
ao semestre fiudo e 30 da Junbo do cerrente au-
no, razSo de & C/0 ysobre o valor das entradas
realiuidas do capital, oa 4J000 praccSo, todos
os dita atis, desde as 10 horas da man ha s"4
da tarde, tu sua sai.- ra do O.mmercio ame-
n ti. Be-ifc, 12 de Julho de 1888"
O gerente,'
Jlo Feroandes Lopes.
Club Internacional de
v Regatas
Os cenbores s.'cioe qneirsm procurar os seus
ingressos para a prxima Regata na sede do Club,
das 7 As 9 horas da noite, at aabbado 21 do cor-
rete.
Secretaria do Club Internacioaal de Regatas,
18 de Julho de 1888. 2- secretario,
Alfredo B. da Rosa Borges
^pk;ojegto de inscripgao
Para a 2.a corrida qne dever ter lugar no
da 29 de Julho de 1888
1. pareo consolado800 metros. Animt.es da provincia que ainda nio
tenham ganho. Premios : 200^000 ao primeiro, 500000 ao segando e o teroeiro
livra a entrada.
2. pareoclub intesnacional de regatas 1.100 metros. Aaimaes da pro-
vincia. Premios : 2504000 ao primeiro, 6000 ao segando e o teroeiro livra a
entrada.
3. pareo ferro CARRIL 1.450 metros Animaes de meio saogue. Pre-
mios : 400(J000 ao primeiro, 100#000 ao segando e o teroeiro lvra a entrada.
4." pareo velocidade 1.000 metros. Animaes de menos de meio sangue.
Premios: 300(5000 ao primeiro, 750000 ao segando e o teroeiro livra a entrada.
5. pareo prado pbrnambuCANO 1.609 metros. Animaos da qualquer
paiz. Premios : 5000000 ao primeiro, |1250OOO ao segundo e o terceiro livra a
entrada.
6. pareo hyppodromo CAMPO grande 1.609 metros- Animaes da pro-
vincia. Premios : 000000 ao primeiro, 750000 ao segando e teroeiro livra a en-
trada.
7.* pareo anucacaO 850 metros. Animaes da provincia. Premios 2000000
ao primeiro, 500000 ao segundo e o terceiro livra a entrada.
OBSERVAgES
Nenhum pareo e realizar sem que |se inscrevaj tres animaes de propieta-
rios differentes.
Para o pareo Consolasao b serao aceitas ss 12 propostas quj primeiro forem
abertas, forreando as que exoederem o pareo Consolasao da corrida ioimediata
A inscripclo encerrar-se-h na secretaria do Prado Peroambucano na terja-
feira 24do corrente, s 6 boras ds tarle.
Oa Srs. proprietarios do animaes deverao antes da iasuripco regiatral-os no
livro competente que se acba na secretaria, a qual estar aborta todos os dias uteis de
10 horas da roanh s 3 da tarde.
Recif, 19 de Julbo de 1888.
O SECRETARIO,
Francisco de Honza Res.
IXDEMXISADORA
mfmhm k Sftmm
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelecida cm 1885
CAPITAL 1,000:0001
SINI8TR08 PAGOS
At si de Unemhrm & 1194
MariUmos..... 1,U0:0M$000
Terrestres..... ol6:000$006
44Ra do Commercio44
CO
Nos termos dos arts. 5.* e 6 aos oUtnto, sao
Acoovidados os seobire* aceioaiataa r.alisar ut
o da 13 de Agosto prjximo tuturo, na sede do
Banco, 4 rna do C mmercio n. 34, a 5. entrada
de 10 0/0 do valor nominal de oada accao. Reci-
fe, 12 Ce Julho de 1888.Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Antonio Fernandes Ribeir;.
Luis Dupr&t.
Indemnisadora
nivldeodo
Esta compaohia de seguro psga emsseu eacrip-
t rio o dividendo de 12# por accio ou 12 0/0 do
capital, relativo ao semestre fiado em 30 do Jaobo
prozimo passado.
SEGUROS ,
COHIBA FO&fi
Lirerpol k Mu k
INSUHAITDE COMPAITr
Blaekbarn. Needhan 0,
Ra do Commercio n. 3
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA FUGO
Compaohia Pheoix Per-
oambocana
RA DO COMMERCIO N. 26, l" ANDAR
Cnmpanljta t Seguros
GDITTRA jTOUQ
NORTHERN
de Londres c Aberdeeo
Posif financeira (Dezembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,348
Recelta animal:
De premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 32,000
O AGENTE
John H. Boxwell.
DE
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificio* e mercaduras
Taixas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
16,00l:00600#
iMwm
N. RA DO COMMERCIO-N. 5
Companhia de Seguros
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. t-Baa do Bou Jens-K.
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos segaros a nica companhia nesta
praca que concedo aos Srs. segurados isempco de
pagamento de premio em cada stimo anno,o qne
equivale ao descont aonnal de cerca de 15 por
oento em favor dos segurados.
London k Braslian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ci- j
xas do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Oapellistas o. 75. No f
Porto, ru dos Iogleiea.
feie*! SUtes k Brasil I. 8. R. C.
0 apor Allianta
E' esperado des portos de sul
at o dia 2 de Agosto depois
da demora necessaria segnir
__!para o
Marauho, Para, Barbados,
Thomaz e .\ew- York
Para carga, passagens.eicr.mmendas idinheir.
i frete, tracta-ae com os
AGENTE8
O vapor Advance
Espera-sede New-Port-News,
a|i o dia 6 u Agosta o qual
seguir uepois da deosort ne
pssaiia para a
Babia, Rio de Janeiro e Saatos
Para carga, passagens, e encommendas traeta-
" com os
AGENTES
enrv Forster k .
- RA DO COMMERCIO N. 8
i.- canda
ROVAL M41L STEAM ALIET
0 paquete Tagus

Posicao
Commandante
Espera-se da Europa at o
dia 20 de Jaibo, segaindo
'depoisda demorado costme
I para
Macelo Baha, Rio de Janeiro,
Santos, Montevideo e Buenos-
Ayres
0 paquete Trent
' esperado dos por-
tos do sal at o dia 22
de Julho e segni-
r d pois da demoia
necesaria para
Lisboa, vigo, Antuerpia e ioa-
thampton
ReduccSo de patsagena
Ida Ida e volt*
A' Lisboa 1* classe 20 80
A Southampton 1* ciasse t 28 42
Camarotes reservados para os passageiroi de
Pr-nambneo.
ara passagens, fretes, etc., tracta-ae p"m|os
morim Irmaos &C.
iJ. 3 RITA DO BOM JESS N
compassioia uranlielra de Vare-
gaco A Vapor
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Cromes
E esperado dos portos do nor-
te at o dia 24 de Julho e de-
rpBs da demora indispensavel,
.seguir para os portos do sal.
cebem tambera csrga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas. Porto-Alegre e Rio Grande do
Snl, frete nrodico.
As encommondss so serao receidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valores
trata se na agencia.
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Francisco Antonio de
Almeida
E' esperado dos portos do snl at
o dia 27 de Julho, e seguir
depois da demora indispensavel,
,para os portos do norte at Ma-
ndos.
As encommendas sao recebidas na agencia at
l hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens enuonunendas a valores
cracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
Pacifie Steam Navigationuompan;
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
E' esperado da
Europa at o dia
29 de Julho, e se-
guir depois da
demora do costu-
me para Valparaso cosa escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Para carga, passagens, encommendas e dlnbei-
ro a frete trata-se com os
Paquete Sorata
Espera-se dos porte,
do sal at o dia 21 de
Julbo seguindo
para a Europa depois
da demora do costme,
tocando em
Lisboa, Bordean*. Plymouth e
Liverpool
Para carga, pasaageiros, encommendas e inhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wllson Sons A J., Limited
N. 14 -RA DO COMMERCIO-N. 14
Rio Grande do Snl, Pelotas e
Porto-Alegre
) Tapor ii
Espera-se ao dia
25 de JULHO
dos portos cima
e segnir depoi-
ida demora do cos-
tme paraos mea-
mos portos cima iodicados.
Recebe carga, encommendas e passageiros para
os mesmos portos : a tratar con
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. 6RA DO COMMERCIO-N 6.
/ andar
CHARaKtRS REINIS
Companhia Franceza de navega
cao a Vapor
Linba regular entre o Havre, Lisboa, Per-
nambuco, Babia, Rio de Janeiro e San-
tos
0 nw Mi fie Saatos
Commandante Tanqusrey
Espera-se da Europa no dia
26 de Julbo e seguindo de-
pois da demora necessaria
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Rcga-sc aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linba, queiram apresentar se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer rcamaco coacerneute a volumes, qne
porveotura teabam seguido para os portos do jal
afina de se poderem dar tempo as providencias,
necessarias. *
Expirado o referido praso a companhia nao SS
responsab'lisa por extravos.
Para carga, pat sagena, encommendas e dnheiro
a frete : trata -se com o
AugosLe Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
COHPt)H! PERflaaBlUXi
DE
avegacao Costelra por Tapor
PORTOS DO SUL
T^mandare e Rio Formcso
0 vapor Jagiiaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 26 de
Julbo pelaa 4 bo-
ras da manbS.
Recebe carga at o
jia...
Encommendas, passagens e dinheiros a frete
at s 4 horas da tarde do dia 25.
ESChlPlORIO
o cus dn Vmpankia Pemomfacna
n.12

V




->
,-
'-
A
i
I
a
3tr
Diario e Pernaiubuco- Sexta-eira 20 de Julho de 1888^
DK
?esaci* ctelra or Vapor
^OBTpS DO SUL
Macei, Penede, Aracaj e Baha
. O Vapor Jacnhype
Commandante Estoves
Segu do dia 23 de
Juiho a 6 horas da
-tarde.
Recebe carea at o
ia 21.
Enoemmendas, paasagens e diuheiros frete at
l 3 horas da tarde dodia 19.
ESCRIPTORIO
A Casida Companhia Pernambucana
n.12
LELUE5
O lea que devia ter tido logar bentem no
obrado da ra do Marques de Ohnda n. 52, ficou
transferido em ccnsequeueia da chuva, para Be-
ganda-feira 23. ; r
Leilo
Eni continuago
a roa Vaque de Caxlas n. S9
De candieiroa, perfumaras, miudeaas, jarros,
qusdrcs, bacias e caesarclas de estaubo e porcel
lana americana, e outros artigos de loja de miu-
peaas.
Quinta, sexta e sabbado, 19, 20 e 21 do
do corrente
A's 11 horas
Agente Modesto Baptista
sente Pestaa
Das casas terreas, sitas rus dos Pescadores n.
12, fregueaia de S. J-js, perteocente a Antonia
Francisca do Sacramento, 1 dita sita na Ca-
banga n. 38, dem pcrtencente a Mane ti Paulo
de Albuquerque e 1 aita sita nobeeco do Quiabo
n. 3, fregueaia do Poco da Pane la.
esta feira, o do corrate
A's 11 horas
No arreazem ra do Imperador n. 49
O agente Pestaa vender, por mand do e as-
sistencia do Exm. Sr. Dr. jais substituto da fa-
aenda, a quem mais dr, as eneas cima mencio
nadas com grandes commodos para familia.
De 1 importante e grande cofre ingles, prora
defogo do fabricante Milners, 1 carteira alta, 2
mochos, 1 secretaria com estante, 1 secretaria com
armario e gavetas, 3 prensas para copiar, com
mesas, 6 livros para facturas ou cartas, 1 quarti-
nheira de columna, 1 lavatorio de ferro com jarro e
bacia, 2 cabides, 1 sof de amarello, 2 forjas no-
vas portateis, 1 lustre de crystal com 3 bracos, 1
espnguicadeira.
Sexta feir 20 do corrente
A's 11 horas
No 1* andar do sobrado sito ra do Imperador
n. 83
O agente Gosmao competentemente autorisado
far Ieilio dos movis de esoriptorio cima men-
cionados existentes ni referido sobrado.
Leilo
De movis, 1 piano do fabricante J. N. C.
Meyer, louca, vidros e diversos livros
Constando de:
Urna bonita mobilia de amarello entalbada,
tampo do pedra e cadeiras de balanco, 1 bom pia-
no, 1 cadeira de Jacaranda para piano, 2 pares de
linternas, 3 csndieiros de gaa, 1 tapete grande
para sof, diversos quadros, 2 etagers, 1 toillet, 1
guarda-vestidcs de amarello, 1 dito de Jacaranda,
1 secretaria de mogno, 1 caiza de charo e tentos
de marfim para voltarete, 1 espelbo sobre colum-
nas, 1 meia-commcrfa, 1 banca redonda de Jaca-
randa com pedra, 1 cama para menino e 1 ex-
2cellente espingarda.
Una mesa elstica de 6 taboas, 1 guarda-louca
de amarello, 6 cadeiras de junco, 14 ditas de ja-
caranda, l sof, 2 contlos, 1 relogio de parede, 2
aparadores de amarello, louca de porcelana para
jantar, dita dita para > linoeo, copos, clices, gar-
rafas para vinco, talberes, 1 trinchante, colberes
para sopa, ditas par cb, 1 cma para farinba, 1
anebina de costura, 2 bacias de metal, garrafes,
mesas de cosinba, 1 trem de cosinha e outros
tcitos movis.
Sexta feir, SO de Julho
A's 11 horas
Na ra do Vig* rio sobrado n. 5, 2* andar
O agente M ARTINS competentemente autori-
sado far leilo, ao correr do martello, dos movis,
pianos, livros e mais'objectoe existentes eso dito
sobrado, ra do Vicario n. 5, 2 andar.
Leilo
De fazendas avari
No armazem a rva 4
dor n. 4&
Sexta feira, 20 do corrente
A'a 1.1 horas
O agente cima, por conta e risco de quesn per-
tencer vender madapolo, chitas e bros, avaria-
das e desembarcadas do vapor ingles Scholar, en-
trado em 24 de Maio prximo paaaado.
Aluga-se o armazem cima.______^^^^^
A*a-
bo, junto de S.
\ltMfimtu n. 76.
Leilo
De movis, loops e \iiros
Sabbado. 1 do rorrete
A's 11 horas
Na casa terrea situ a roa da Mangueira n. 7, fre-
guezia da Boa-Viaa
CONSTANDO :
De urna mobilia de Jacaranda com tampo de pe-
dra, 4 jarros, 2 candieiroa para kerosene, 4 qua-
dros, 1 cama franeesa, 1 lavatorio de Jacaranda,
l commoda, 1 marqaeslo, 1 bidet, 1 lavatorio, 1
mesa elstica de 6 (aboaa, 1 guarda loucs, 1 relo-
gio americano. 1 jardiaeira, 1 quartinbeira, 1 ma-
china de costura, 2 figuras, 2 escarradeiraa, 4
quadros, < .deiras de junco, 1 jardineira de junco
ce m pedra, 1 apparelho de porcellana para cha, 1
ditj de leuca para jantar, copos, clices, garrafas,
competeira, t a ib-, ros, colhtres, bandejas. 1 bomba
de japy, 1 gamo com pedras de marfim, e diver-
sos ps de crotons e roseiras.
O agente Guamao autorisado por urna familia
que mudou-se far leilo dos aovis e mais objec-
tos cima mencionados.
4' e ultimo leilo
De um sobrado de 3 andares,
n I I. ra do .tmorlm. fre
giiezia do Reelfe
Sabbado 21 de Junho
A's 11 horas
Raa do Imperador u. lo
O agente Stepple, por ordem da inventariante
dos b'us de ten finado marido o desembsrgador
Francisco de Abbs Oliveira Maciel, e com alvar
de licenca do Exm. Sr. Dr. joia de direito da pro-
vedoria de capelias e residuos, levar a leilo o
predio cima, servindo de base a ofierta de
2:5004.
Desde j podem examinar o dico predio.
Agente
%
Da casa terrea ra da Conceicdo n. 2
SEXTA-FEIRA20 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS
So armazem raa Estrella do
osarlo o. :
O agente Silveirapor mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr- jais de direito e de orpbos
levar a leilo a casa terrea sita ra da Concei-
co n. 2, requerimento da inventariante de Se-
bastin Jos Gomes Penna.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
Agente Britto
Leilo
De movis, loucas, etc.
O agente cima, autorisado pela Exma. Sra. D.
Gabriela Aurora Cao, que retira-se para fra, fa-
r leilo do segointe:
Urna mobilia de Jacaranda com 1 sof, 2 conso-
los, 2 cadeiras de braco, 2 de balanco e 12 de
goarnicSo, 1 toilet de Jacaranda cem espelbo, 1
cama francesa, 1 marquezo, I espriguicadeira, 1
sof, 2 oadeiras de braco e 6 de guarnic&o de
amarello, 2 consoles pretos, 1 quartinbeira de
columna e quartinhas, 1 mesa de louro, jarros,
quadros, candieiroa para kerosene, 6 cadeiras
americanas, louca para almcco e jantar, facas, co-
lberes, bacias, copos, clices, escarradeiraa, tape-
tes e trem de cosinba com pouco usa
Sexta feira 20 do corrente
A's 10 1/2 horas
Patee So Carino a. t
Agente Pinto
Leilo
De movis, louca, vidros, candieiroa a gaa,
eepelbos e esteiras para forro de sala
Meguoda-feira, 13 do correte
No 2. e 3." andar do sobrado da ra
Mrquez de Olinda n. 52
A saber:
Sala da frente do 2.* andar
Urna mobilia de Jacaranda eom 1 sof, 2 esn-
solos com pedras, 2 cadeiras de bracos e 12 de
guarnico, 2 cadeiras de balanco, 2 cadeiras es-
preguicadeiras, 1 candieiro a gaa todo de crystal
para cima de mesa, 1 candieiro de suspenso, 2
serpentinas de crystal, 4 quadros dourados, 2 can-
dieiroa com abajours, jarros para flores, e 1 espe-
Iho oval dourado, 1 esteira forro de sala.
Sala de detrs
Urna mobilia com 1 sof, 2 mesas, 2 cadeiras de
bracos e 11 de guarnico, cadeiras de junco, 1 se-
cretaria, 1 carteira pequea, jarros, quadros, 1
candieiro de suspenso e esteira forro de sala.
Quartoa
Urna cama francesa de Jacaranda, 1 cama de
ferro com lastro de rame, 2 camas para meninos,
1 commoda, 1 guarda-vestido.
bala de jantar
Urna mesa elstica, 1 guarda-looca, 1 appara-
dor grande, 1 guarda-comida de rame, 1 armario
para louca, 1 sof, cadeiras avnlsas, 1 quarti-
nbeira, 2 cadeiras de balanco, 1 candieiro de sus-
penso, 2 ditos de parede, 2 quadros, louca e vi-
dros.
Sala de detrs
Um sota pequeo, 1 cama de ferro com lastro
de palhinba, 2 marquesas, l armario para roupa,
2 jarras com torneiraa, 1 esteira forro de sala, 1
lavatorio com pedra, 1 toilette, 2 malas para via
gem.
O leilo principiar s 10 horas.
Entrega no metmo dia.
Apito Bnr 'mili
Leilo
Terca feira, 4 do corrente
As 11 horas
No arsoaiem raa do Imperador n. 45
De casas terreas e tuna armacSo de esta-
belecimento
O agente cima por mandado e aasisteneia do
Dr. jms substituto dos teitoa da azenda, vender
ss segointes casas terreas : ra de Luis do Re-
g n. 40, com bastantes commodos e perteocente a
Francelina Mara dos Santos, a casa na ra do Pa-
dre Ploriano n. 60, perteocente a Jos Becerra de
Lima, a ci.sa em Ipotinga (Caxang) n. 109, per-
tencente a Bernardino Vieira, e urna armaeio de
louro, depositada na casa n. 149 ra Vidal de
Segreiros. Os Srs. pretendentes podem examinar
as referidas casas e armaeo.
Agente Burlamaqui i
Leilo
Terca feira. S A's 11 Ii2 horas
No armazem a ra do Imperador n. 45
Espolio da finada D. Candida Senborioha
Vieira Lasserre
O agente cima por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de direito da provedoria, ven-
der em leilo os moveia pertencentes ao espolio
cima, a requerimento do inventariante do mesmo
espolio ; movis, loucs, vid roa e muitos outros ar-
tigos que estaro a vista dos Srs. licitantes.
Em seguida vender cents e tantas telhas de
sinco, forja de campanea, um carrinho para meni-
no, bancos de jardim e rauitos outros artigos.
m8*0M> ao aoaoa oeCo*-
Goncallo : a tratar na raa c
Praoia* se de asa criado de 10 12 aanos
ida i dada, e de urna erainbaira ; a Untar na ra
Bario da Viaseria. o.M, loja.___________
Precisa-so de ama ama : a tratar na ra da
Florentina n. 84.
O abaixo aasigjado, estabelecido em Tim
baba, teado necessidade do- retirar se, faz ver ao
publico que vende seo estabeieciment por preco
resumido, ou cede a casa cem lavas, retirando as
meicadorias, constando de faxendas, gneros, fer-
ragens e miudezaa, e todos estes srligos offerece.
Declara mais, que a casa no pateo da feira n. 7,
muito bom ponto para negocio : quem pretender,
dirija-se a este lugar o mais breve poseiveL
Timbaba, 10 de Julbo de 188rJ.
Clemente Pereira do Nasoimento.
4(tencaO
Ucao psasoa habituada para enaiaar mosiea e
piano, perito ainaer, ofierecs os seos pnwti-
mos para algum engenho ou c trata-ae na roa da Aurora com o ebefe da eataco
da liuha de Olinda.
" Caixeiro
Precisa-se de um menino que tenha pratica de
taverna ; a tratar na ra do Fogo n. 20.
Ao coramereio
Tendo vendido o meu estabelecimento de faaen-
das sito na cidade da Vietoria a meu irmSo Hera-
clio W. da 8ilva Costa, venbo pelo presente scien-
tificar ao cooamercio desta cidad6 que me acho
quites em todas as minhas transaeces, podendo
qualquer pesaoa que se julgar eredor apresentar
os seus ttulos no praao de quince dias, a contar
desta data. Becife, 19 de Julho de 1888.
Serfico W. da Sil va Costa.
Cosinheira e eopeiro
No predio n. 8 do pateo da Santa Crua precisa-
se contracta orna boa e peiteita cosinheira e um
bom eopeiro, paca- se bem.
Cosinheira
Precisase de urna cosinheira ; quem estiver
habilitada, pode dirigir-se ra da Imperatris n.
9, 1" andar, paga se bem.__________^____
Precisase
de um moco de 12 a 14 anuos de idade, para dis-
tribuir urna obra litteraria entre o commercio e os
bomens de lettras, dando um fiador sobre a con-
ducta ; a tratar na ra Velba n. 36.
Vio lio branco Figueira
Ynho jwe especial
Chegaram para o Ribeiro a travesea das
Cruzes n 16. S a vista faz f a elle an-
tes que se acabe.
4o conimercio
Dr. Arlliar lisrcei Paranho
asTon len* srro
Aignns amigos lio Dr. Tbomas Oarces Para-
nhoa Montenegro mandam resar urna missa pela
alma de seu idolatrado fi bo Dr. Arlhur Oarcez
Paraohos Montenegro, oo dia 20 do corrente, s
8 Moras da manb, na matriz de Santo Antonio ;
convidam aos parentes e amigos deste e daquelle
para asaistir. _____________^_________
f
D. Honorina Barbosa *lvea ao
tonto
D. Maria Amalia Cbristina Jacome da Silva e
seu marido Antonio Ribeiro da Silva e ses filbos,
D. Mara Alejandrina Jacome Pires, Dr. Manoel
Bruno Alves do Cont (ausente), Manoel Bruno
Alves do Couto, filba e genro, rogara aoa seos pa-
rentes e amigos e caridoso obsequio de assistirem
as mitsas que mandam celebrar per alma de sua
presada filba, entiada, irm, neta, mulher, ora e
cunhada, D. Honorina Barbosa Alves di Couto,
ai sabbado 21 do corrente, stimo diado seu pas-
samento, s 8 horas da manb, na matriz de San-
to Antonio ; e desde j se confessam sammameo-
te agradecidas por eete acto de religio e can-
dade.
?
Cosnmendetdor Jiiao do Bego
Lima
Brasilina Senhorinha de Mello Lima, Joao do
Bego Lima Jnior, sua mulher e filhos, Jos Sea-
res do Amaral (ausente) e seus filhos, Joo Au-
gusto da Silva Freir, sua mulher e filhos, Fran
cisco Jos Jayme Galvo, sua mulher e filhos,
agradecen) sinceramente a todas as pessoas que se
dignaram acompanbar ao cemiterio publico o ea
daver de sea s av, Joo do Reg Lima ; e unida pedem a todos
sena parentes e amigos e aos do finado, o caridoso
obsequio de assistirem as missaa do stimo dia de
seu fallecimento, qoe mandam reaar por alma do
mesmo, no dia 20 do corrente, s 8 horas da ma-
nb, na matriz do Corpo Santo da Reeife, pelo
que Ibes SPrio SPmpre reeonbecidos.
O abaixo assignado declara ao corpo do com
mercio e ao publico, que dissolveu amigavelmente
a sociedade que cyrava sobre a firma de Honorio
Lages & C, roa da Imperatris n. 40, com loja
de fasendas, ficando o activo e passivo a cargo do
dito senhor, e o abaixo essignado exonerado e
pago de seu capital e lucros. Becife, 16 de Julho
de 1888.
Luis Abranches de Fiaueiredo.
Agente Pestaa
Leilo
da casa terrea tita roa Viseonde de Goyanni n.
95, em terreno preprio, e da olaria cem todos os
sena pertenees, diversos oailheiroa de lijlos de
diversas qnalidadea e duas canoas pertencentes k
meaoa olaria, sita na estrada vslha da Torre, de-
nominada Taquary.
eiU-felra, do corrente
A's 11 horas
2fo armazem, ra do Imperador n. 4$
O agente Pestaa vender, por mandado e as-
istencia do Exm. Sr. Dr. jnia de orphios, e a
quesn mais der, a casa torrea acuna saenrirnada,
coa os commodos aeguintes: dnas salas, dous
tutos, cosinha fra, quintal grande com cacim-
a terreno proprio, e a importante olaria com
i utencilios, grande quantidade de tijolos e
dnas eanott pertencentes mesasa.
3 leilo
arveja do Rio de Janeiro
Temos a bonra de avisar a nossos fregueses que
esta cerveja chegar hoje ; na ra da Florentina,
caf^______________________________________
Caixeiro
Ao becco da Liogoeta n. 2, preoisa-se de um
caixeiro de idade de 12 14 anuos, com pratiea
de taverna e que d fiador a soa conducta.
Asphalto
Joaquim Domingues Ferreira, filbo de Manoel
Firmino Ferreira, antigo asphaltista desta praca,
previne aos senhores proprietarios que achando-se
habilitado com materiaes para qualquer concert,
e ladrilbo de asphalto, pode ser procurado no ar-
mazem de materiaes praea da Concordia nume-
ro 11.
Attenco
N. 45:920
O Sr. Pedro Jos Becerra Cavalcante, distri-
buidor da Provincia, ebamado 4 ra da Deten-
cao n. 8, taverna, afim de ver o numero cima,
que lbe dis respeito, e se nao o fuer at o dia 30
do correte, ser levado ao conbecimento do pu-
blico os meios de que se servio o mesmo senhor.
Recite, 19 de Julho de 1888.
Estuque e pintura
Evaristo Rodrigues Vianna, chegado a esta ca-
Ipital de volta de sua viagem, fas sciente aos se-
nhores donos de obra, que se sena exereendo sua
profissao tendente a ra arte.
I Pode ser procurado ra do Bom-Jesus n. 41
ou em casa do Sr. Francisco Manoel da Silva,
ra da Cadeia.
Ao eommercio
O abaixo assignado participa ao reepeltavel
corpo commercial, que tem justo e contractado
comprar aos Srs. J. Magalbes & O o seu estabe-
lecimento de molhados sito praca Conde d'Eu
n. 18 ; se alguem se julgar com direito ao mesmo,
aprsente suas contas no praao de tres dias, a
contar de hoje. Becife, 20 de Julho de 1888.
Antonio Martina Gomes.

Emilia de Franca Mello
Epiphanio de Franca Mello, seu aogro e cunba-
dos convidam a todos os seus parentes e pessoas
de sua amizade assistirem a missa que man-
dam resar na igi eja da Soledade, sexta feira 20
do corrente, a 7 {\! horas da manb, pela alma
de sua sempre lembrada esposa, filba e irm, Emi
lia de Franca Mello, trigsimo dia de seu pas
samento, pelo que antecipam seus agradecimen
tos.
Manoel de Ibuqnerqae Barro*
t avlenme
Ursulina de Castro Barros, seus filbos, genros,
oras e netos agradecen] do fundo d'alma as pea-
hsi qoe acompanharam ultima morada os res-
tos mortaes de seo presado e nunca esquecido ma-
rido, pai, sogro e av, Manoel de Albuquerque
Barros Cavalcanta ; e de novo convidam a todos
es seus amigos e parentes assistirem as missas
do stimo dia, que sero rezadas s 8 horas da
manb de sabbado 21 do corrente, as matrizes de
Boa-Vista nesta cidade, e as de Palmares e Agua
Preta ; agradecendo desde j mais este acto de
religio e caridad.
Baro de Carwalho asarse*
O bacharel Linde Ipbo Hisbelio Correia de Aran-
jo e sua mulher D Eugenia Torreo Correia de
Araojo, convidan aos seus parentes e amigos pa-
ra assistirem a missa de stimo dia, que mandam
celebrar na sexta-feira 20 do corrente, na matria
da Boa-Vista, a 8 horas da manb, em auffragio
d'alma de seu presado tio e padrinho Baro de
Csrvalho Borges, fallecido em Lisboa ; e desde j
antecipam os seus agradeeimentos. _______
<<$>
Ama
Precisa'se de urna ama para andar com crianca,
que d fianca de ana canducta ; a tratar na ra
Mrquez de Olinda n. 52, armazem.
Ama
Precisase de urna >>ma para servico domestico :
na ra BarSo da Victoria n. 69, 2- andar.
Ama
Precila-se efe urna ama para
Doque de Carias n. 6, 2- andar.
cesinbar ra
Ama
Pretisa-se de urna boa cosinheira
que de Caxias a. 46.
na ra Du-
Ama
Para eesinhar em cata de
pateo do Livra-ento n. 22.
pouaa familia ; no
Ama
Peecisa-se de orna ama para comprar e cos
nhar : a tratar na ra da Palma n. 29.
Ama
Precisase de urna ama que saiba
com perfeico, para casa de familia ;
la Baro da Victoria n. 7, 2 andar.
eugeumar
a tratar na
Precisa-se de urna para engommar e eosinhar,
para casa de pequea familia ; a tratar na ra do
Imperador n. 37, 2 andar.
Anda se piecisa de urna ama que saiba lavar,
engommar, C03ioh es familia ; na ra do Imperador n. 26, terceiro
andar.
Ama e criarlo
Precisa-se de urna ama que seja boa cosinheira
e de um criado que entenda de sitio, para todo
servico; a tratar na ra do Creipo n. 10, loja.
Monina para crianza
Precisase de urna menina de 12 a 14 annos de
idade, de bons ce a turnes, para se oceupar em en-
tre ter urna crianca de um anno, dii-se de vestir e
bom tratamento ; a tratar na ra Vi la n. 36.
Feira k Jaboato
Sabbado 21 de Julho
Os agricultores e fazendeirob do centro
tragam seus gneros para esta feira, qne
os vendem por muito mais do que na Vic-
toria, aqui foa supprindo as reirs vizinhas,
qne sao feitas aos domingos, como sejam :
TVgipi, Muribeca e outras muitss; do
mercado da capital aaior parte veem aqui
fazerem suas compras, com poucas despe-
zas, sem perda de tempo, o agricultor que
nSo lhe convier vender seus gneros por
qualquer motivo, tem armazem gratis para
deposital-os.
Cidade de JaboatSo, 17 de Julho de
1888.
O restaurador da feira,
Magna'a.
OPEITORALdeCEREJA
Do Dr. Ayer.
As en frtil id:ulcs mais do. irosas e fatacs da gar-
ganta e dos puimoes, ordinariamente desenvolvenv
se, tendo por principio bases pequeas, cujoa
resaltados nao sao dimto de curar se prompta
meute se trat;V> com o remedio conveniente. Porem
o prog: aE engaoso e a demora fatal.
^s Resfriados e as Toswis dio reciprocamente o
resultado de Laringitis, Asthma, ronchitl*,
Afl'ecco l'ultnonar e a Tsica.
Todas as familias que tem criancas deyem ter
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em casa para o usar era raso dt recessidade. A
perda de um s dia, pode em muitos casos accarre-
tar serias consecuencias. Por tanto nao se deve
perder tempo precioso, experimentando remedio*
de eficacia duvidosa, cmquautu que a enermi-
dade se apodera do systeraa e se arraiKa profunda-
mente, entJo que se necessi to tomar nesse instante,
o remedio mais certoe activo em seu effeito, e este
remedio sem riuvib aiguma o Peitobal de
Ckuj.v do Du. Avk\ #
I-KKI-AKADO PELO
DB.-J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., 13. U. A.
V renda as principaes pharmaciae a droeariac-
Aluga
se
ou vende-se no Parnameirim ou Crus das Almas
n. 10-A ama grande e excellente casa com agna e
gaa, tendo um bum sitio, a qoal confronta com a
casa do fallecido Dr. Leal ; a tratar na rna do
Apellan. 30, 1- andar, ou em Fernandea Vieira
numero 11.
Aluga-se
on vende-se a casa sita Crus das Almas ou Par-
nameirim n. 10-B, rom ccmmcdos para urna pe-
quea familia, lendo nm bom sitio, e nena-so
limpa ; a tratar na ra do Apollo n. 30, 1 andar
ou em Pernandes Vieira n. 11.
CRIADO
\
D. Isabel
lloara
Qucrta-felra H de Agosto
A'S 12 1/2 HORAS
Na Cmara Municipal de Olinda
O agente Stepple, a mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. jnia de direito privativo de orphaos
e ausentas e a requerimento du Dr. Jo* Tcente
Meirtt di Vaseoneellcs inventariante dos bens do
finado coronel Joao de S Cavalcante de Alba-
querqoe levar a leilo os bens seguintes :
Urna parte do engenho Itapirema.
O engenho Tab, moente e corrente, comorehen-
dendo os sitios Tubarao. Oangaisary Saboeiro e
parte da propriedade Pedreiras, servindo de base
e ofierta de 30:000*000
O engenho 8. Miguel, a vapor moente e corrente
cem dietillaoo alambique de cobre e suas trras.
Aa torras em que est constituido o engenho
Sonsa, sem obras.
As mattas denominadas Pitaaga, diatante 2 le-
guas do engenho Tab.
O sitio, nascente de Macei, com 1000 ps de
coque I-
aleude do pequeo sitio Olbo d'Agus, por um
diviso.
X7ma parte do engenho Tabatinga.
AVISOS DIVERSOS
Aloga-se urna casa terrea 6 travesea dos
Guararspcs n. 2 ; a tratar na roa Beal da Torre
n. 21, ou na do Di. Josquim aboco n. 30. na C-
Pga______________________________"
Aloga-se o 1 andar da casa n. 43 da ra
Viseonde de Inbama, tendo gaa e ccmmod.is : a
tratar no andar terree.
= Aluga-se o 2.".andar e soten da ra de 8.
Jorge n. 139, a eaaa terrea e aotio i ra de S.
Jorge n. 123 ; na mesasan n. 131, taverna.
Antonio Soares da Cunha
\? Julio Soares da Caoba, Jlo Soares da
Cunha, Catharina Soares da Cunha, agra-
decem sinoeramente as pessoas qoe se dig-
naram acompanbar ao cemiterto publico a
cadver de sea sempre chorado irmSo An-
tonio Soares da Cunha, e pedem nova-
mente a todos os aens parentes e amigos e
aos do finado o carideso obsequio de assisti-
rem aa roiss6sdo7 dia do sea fallecimento,
que mandam reaar por alma do mesmo
no dia 21 do corrente s 8 borne da ma-
nbS na igrja de Santa Cruz, pelo que an-
tecipam os sena agradecimeotoa.
Capltao Vicente Bita* CskvsUcsmte
sis tlbnqnerqur
O bacharel Antonio Venancio Cavalcante de
Francisca de
ello
Joo Jos de Csrvalho Moraes e sua mulher,
Joaquim Olegario Gomes da Silva e sua familia e
os dermis parentes presentes e ausentes, saturna-
mente penhorados, agradecer do intimo d'alma
a todos os seas irmios da veneravel ordem tercei-
ra do Carmo, e ao Revm. Sr. padre commissaro
Fr. Pedro da PnrificacSo Paes e Paiva, a dedic-
oslo e promptidfto com qae attenderam ao aeu con-
vite, e bem sssim a todas as pessoas de soa ami-
sade, que se dignaram acompanbar sua ultima
morada o cadver de sua presadissima e sempre
lembrada sogra, mai, lia e prima, D. Isabel Fran-
cisca de Monra Mello, e de novo rogam-lhes o ca-
ridoso obsequio de assistirem as missaa que faio
celebrar na igreja dn veneravel ordem terceira do
Carmo no da 21 do corrente, pelas 7 1(2 horas da
manb, stimo dia do seu passamento, assoga-
rande a todos o mais sincero e eterno reconheei-
xpentn. _______________
Prccisa-se de um criado para comprar e para
eopeiro: a tratar ra Baro da Victoria n. 54,
Nova agencia de movis.
Bda cozinheira
Precisa-se de ama, preferiudo-se idosa,
a raa da Uniao n. 55 por traz do Gymna-
sio Pernambucsno.
H fia Fiullo
DAS
\Lli\S DE M VUI\
Sab o patrocinio de 8. Ignes V. M. compilado do
Manual da Unio Primatia de Roma, do mesmo
litlo, e de outros livros de piedade, pelo cone-
go Dr. Ananias Correia de Amaral, approvado
pelos Exms. e Rvms. Srs. blspos de Pernambu-
co e do Msranbo e arcebispo metropolitano da
Baha e primas do Brasil e eminentsimos csr-
deaes patriarcha de Lisboa e hispo do Porto, e
adoptado por maitaa coogregacoes de Filhas de
Maria de Portugal e do Brasil.
Este livrinho, indispensavel a todas as Filhas
de Maria, por conter os estatutos da Pa Unio e
a regra qae todas devem segnir, tambero nm li-
vro de devoco, pois qae alm das oracoes da
missa, confsso. ccmmunbo, etc., etc., tem nm
copioso numero de devo$oes, praticas de piedade
etc., etc.
1 volme do 480 paginas elegantemente enea-
deioado, em perealiaa, marroqoim e chagrn, com
folhas doaradas de 1*600 e 4*000, venda nss
LiFrariasFr^cezaenJuStrisi
Reeife
Taverna
Antonio los Alvares
Miguel dos Anj s Alvarea dos Praseres Filho
convida a todos os seas parentes e amigos para
assistirem a missa que manda reaar na igreja Con.
ceicao dos Militares, sabbado 21 do corrente, pe-
las 7 heras da manh, stimo dia do fallecimento
de sea av e padrinho Antonio Jos Alvares, na
cidade da Victoris, pelo qae desde ji manifesta-
se profondamente reconhec'do.
TV
Jeronymo de Castro S Barreta, l). Virginia
de Barros S Barreto, Dr. Jos de Castro 8 Bar-
reto e sua mulher, Dr. Franiisce -de Castro S
Albuquerque, sua malber D. Joaquina de Figuei- Barreto e ana malher (sjoseatsa), D. Maria de
Vende- se a taverna da ra do Bao ge 1 n. 31-A,
livre e desembaracada; a tratar na mesma raa
numero 7.
Exposicao
De retraeos
redo Cavalcante de Albusjaerqae e seas filbos,
mandis celebrar uta missa por alma do seo
sempre h rubraio pai, soero e av, capite Vicen-
te Elias Cavalcante de Albaqusrqae, sexta feira
20 do corrente, terceiro auuiversario de sea fall. -
cimento, s 11 1|2 hars da mantel, oa matria de
Gameiltira, agradecendo do intimo d'alma a talos
qoe compareeerem a este acto de piedade e amor
filial.
Castro S Barrete, convidam a toios os parentes
e amigos para assistirem a ama missa que man-
dam reaiir n-> tabbado 21 do corrent, stimo dia,
ns> mattis de ?..'mares, s 8 I|2 horas da manb,
pela lnv> de sea sogro, pai, to o prima, Manoel
de Albuquerque Barres, falleciste na, cidade do
Reeife, no dia 15 do corrente, e desde j se ca
sideram agradecidos queilst qne comparecer a
este acto dw rsligio._________^^^_^____^_
amerieaios
DOMINGO, 22 DE JULHO
Das 10 boras da manb at 2 da tarde
A' ra Duqae de Caxlas n 61
(1* andar)
Tendo chegado no vapor AUian$a urna grande
collecco de retratos de familia e de pessoas muito
mohecidas desta cidade, convidamos o publico e
^ Exmas. familias para ver o quanto sao lindos
e perfeitos os retratos americanos, muito impor-
tantes psra oo presente ou sala de visita.
Os retratos qoe se acbam em exposicSo forana
pintados a oleo em tela.
Pintados a crsyon em panno.
Pintados sobre reproduces.
Qualquer familia pode ter em toa sal de visita
um lindo retrato da pe soa qoe desejar, com rica
moldara doarada fina, em alto relevo, pela' m-
dica qoantia de 20/00 > st 100*100.
Jos Augusto Dia,
Agente geral.
J chegoo a terceira remessa
das aguas alcalinas mineraes
de Mondariz em Pontevedra,
na Hespanha
ESPECIALIDADES
para molestiss do estomago, taes como dispep-
sia gastralgia, catharro cfcronico d>- estomago,
ulceras simples.
Molestias dos intestinos, taes c< mo : enfarta-
mento do figado, ictericia, clculos buhares, diar-
rba obronica, etc., etc.
Molestias das vir.s urinarias, taes como : dias-
teses ricas, cstharrs vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, colroste, psoriasis, prnnigos e
dre= artrticas eootraa maitaa molestias.
As aguas alcalinas de Mondaria nascem de ro-
chas graniiicas na temperatura de 180 centigra-
des, sao ciaras, incolores de ebeiro parecido um
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalino, produ-
zindo um ligeiro sabor picante na occasiSo de to-
msr-ae. Elies sao classificadas no numero das
alcalinas e bi-carbonatadas de soda.
Estas aguas acham-se venda no estabeleci-
mento do Sr. Antonio Affonso Simdes, sito ra
Viseonde de Goyanoa n. 1 (quatro cantos), em
Boa-Vista.
Opovo
O honrada o distincto cav.lheiro, Sr.
Emygdio Pinto de Oliveira, acreditado ne-
gociante e agente consular portuguez em
Santa Victoria do Palmar (Rio Grande do
bal,) teve a bondade de rcmetter nos um
numero do jornal O povo, que se publica
na mesma villa, em que se l a segainte
e importantissima declaracSo :
Sr. redactor. Ha dez .annos tenbo
vivido sempro acabruchado por tenaz en-
fermidade pulmonar, que ltimamente tor-
noa-se agudissima, privndome at do al-
lisio que o somnu proporciona.
t J eslava desanimado de restabelecer-
me, pois que tinha ensaiado innmeras
clasaes de medicamentos, sem colher resul-
tado satisfactorio.
< Em hora feliz, porm ii em sea con-
ceituado jornal as virtudes que eram ai-
tribuidas ao Peitoral de Cambar, do Sr.
Jos Alvares de Souza Soares, de Pelotas,
e deliberei experimntalo, coefesso qne
sem a menor eBperanga, tal era o desanimo
de que me acbava possuido.
t Desde que principie-i a uzar esse be-
nfico medicamento, experimentei melho-
raBsensiveis ; os escarros sanguneos desap-
Sareceram e a dolorosa tosse que nao me
eixava nm s momento de allivio, princi-
palmente noite, foi cedendo gradualmen-
te, de forma que hoje, >pz ter tomado
cerca de 35 frascas do audido peitoral,
vejo-me completamente enrado de ama en-
fermidade que tinha resistido a dez asnos
de nSo interrompido tratamento!
c Bogo-lhe, pois, a publicarlo destas li-
nhas para, em forma de attestado, mais
robustecer o merecido crdito de que gosa
ease excellente medicamento.- De V. S.
atiento amigo. Vasco Jos Pereira oVAviia.'
Malher idosa
Precisa-se de ama mulher de meia ida ie para
faser alguna trabalhos era casa de familia, me-
diante nm pequeo ordenado ; a tratar na roa
Velba n. S6.
ATKINS01
PERFUMARA ingleza
nfimaHi ha mu de am socolo; excede todas
asoHtraspeloata perfamedelicadoeexquisito.
Trkz MbdalHas de Ouko
pariz 1878. calcutta 1884
pela extra-lna excelleocia de soaqualidadc
GOLD HEU BOOflET
13S.MBQ0R I WMDTIOtl?
TUTK | KTPSE
ootroa moiloc perfaaes coabeeidos pela soa
qoajidade e odor deleitare! e exquisito.
UM K TSRJETTt IE LOKOICS IE ATKIWH
iBcompararel para refrescar e soarisw a peU
e pela inexcedirel eacolha de Perfumes
par o lenes. Artigos dotoj preparados palas
loreotores exclosiramente.
SMlIrt-UMCauatMnoillemUiUtlaMiaala
J. E. ATKINSON
24. Od Bond Strewt. Londres.
L Marea de FabricaUrna" Eosabraaca"
sobra orna Lyr de Ooro. "
Alagase a san da frente do 1- andar do so-
brado n. 46 raa Duqae de Caxias, a qna)
forrada a papel e pintada, propria para
rio on morada de rapas solteiro ; a trata:

Cautelas *! M Soccoito
Compra-se cautelas de qnlqn jia oo brilbai-
ces, paga-se bem; na pray da Indtpendoncian.
22, loja de relojoeiro.

*
s
^


^
rV :



f
I
m
i A


Diario de PernambncoSexta-fera 20 de Jalbo de 1888
PEITORflL DE CAMBARA DE S. SOARES
Este importante e acreditado medicamento, contra a tsica pulmonar, asthma, bronchite. irritacao e
inflamma^o do laringe, coqueluche, tosse, rouquido e perda de voz, yende-se em casa dos agientes e depo-
sitarios geraes n'esla provincia
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Cuidado com as falsificares Cuidado n as imitaf oes !
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di Marque de Olinda o. 28.
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De llvro de errlptura$ato
Premiaos as exposicSes de 1882 e 1885
Manuel J. de Miranda
Encadernacao, paotacao e eBpeajalidadet
em cartoes de visita.
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tratica de 10 annos de profisso, offorec^-se para
eccionar por casas particulares e collegioe na ci-
dade cu sena arrabaldes, as seguiatea material :
portugus, francez, italiano, geographia, piano e
trabalbos de ugulba, mediante estipulaco raioa-
vel; a tratar na roa Visconde de (xoyaena n. 69,
ou roa do Livramento n. 5, loja da borboleta.
As pemtam anmicas a an-
fraqne jdaa por un empobre-
cimtn^o do sacgua. a quem o
medico aconselha o emprego
do /erra, support&o eem can-
wacoalqamas 60TTAS CONCtNTRADAS
de FERRO BRAVAIS. da
prezarencia a qnaeaquer on-
trom preparados itriuginoaoe.
0 FERRO
BRAVAIS
ntto prodoz cambraa, nem
canaaconoestomago.nemdiar-
rhea, nem conatipmcMo. Nao
tem sabor algum, asm chairo,
e nSo commnnica chairo naco*
hnm aagua,nero aovinho,nem
a, qualquer liquido com qua
pode aar tomado. NUNCA
ENNEGHECMo, DMNTJC8.
0 FERRO
BRAVAIS
A Crea paliutme, atreicio
to iwmmtin antro aa .
w nro da formacMo, a m-
iA, a CHlaroaia, annunoia-
dorae da mor parta das atTei-
obaa ehrnicaa, aocombatialaa
com a mador oaBoaca palo
ERAVAr?aaisr FE""
0 FERRO
RRAVAIS
Keatitue ao sangue m>
caloracao que perdett
tela tnolemtia.
NUMEROSA8 IMITACOES
Exigir a firma
XC. BRAVAIS
Imprimida vcrmolbc
Bajaste ll mar piru iu V.
AON. 20
RA 1/ DE MARQO
(10IT0 AO L0UIBE)
CORTES de cambraia bordadas, brancas e de cores, a 5,5000 e 6,5000, um.
MEUNO da duus larguras, preto e de cSres, a 800 rs., 10000 o 10200 o covado.
NANOK finas, a padro* novos, a 160, 200, 240 e 280 rs. o corado,
GAZES arrendadas c6r de reme, a 600 e 700 rs., o covado (iflntacao de sada).
ESGUIAO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., o covado (dnas largaras). '
SETItf do Japao fazanda de listra, a 240 e 280 rs., s covado; barato.
ZEPHYRES de quadro, ultima novidde, a 200, 240, 300 e 400 rs., o ovado.
METINS de lista, fazenda intpr*mente nova, a 360 rs., o covado.
CACHEMIRA de quadro, padroes oovos, a 320 e 360 rs., o covado.
FUSTAO branco bordado, padrfcs novos, a 400, 440, e 600 rs., o covado.
PERCALES dars, padrBes novos, a 200 e 240 rs., o nDVade.g
RENDA indiana, fazenda de goato, a 500 rs., o covads
RENDA hespanhula, com um metro de largura, a 40500, o metro. .
SAHIDAS de baile com matizcs bordados a seda, a 10500 e 20000, urna.
MEIAS com pintas e arrendad* para s?nhora, a 800 rs o par.
BALEIAS p'ira vestidos, a 300 rs., a duzia.
BICO crema e matizados, a 10500, 20000, 20500 e 20800, a pec.
FICH3 de II, tecidos modernos, a 10000, 20000, 30000, 30500 o 40000, um.
COMPLETO sortimento de extractos que se vend rnuito barato.
E3PARTILHOS coura5a, 50000, 60000, 60500 e 80000, um.
GRANDE variedde em bordado e entrem-.ios.
MADAPOLAO americano ora 24 jardas, o 60500, a pega.
ATOALHADO adamascado, fazenda no.aa, a 10200, e 10400, o metro.
TAPETES avelodados para portas o sala, grande variedade.
TOALHAS felpadas para rosto, a 30500, 40000, 40500 e 50000, a duaia.
TOALIIAS al.-ochoadus com urna vara de comprimento, a 40500, a duzia.
LENCOS bran-jos p^ra crian;, a 10200 e 0600, a duzia.
RICAS paisas com urna duaia de lencos de linho, a 20500
BRAMANTE de linho de qaatro larguras, a 10800, o metro.
BRAMANTE de algodfio de qaatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
CORTINADOS bordados, & 60500, 70500 e 80009, o par.
CAMISAS allemSs, linho o algodao, a 380000, a duzi .
LDVAS de soda preta e de cores, a 20000 e 20500, o par.
RICAS grinaldas com veo de bland, a 80000 e 100000, urna.
CORTES de setineta em cartSes, a 70000. fazenda de 160000.
SETINS de,todae as cores, a 8O0. 900 e 10000, o .-orado.
GUARNICAO de crochet, para suf e cadeiras, a 70000. ama.
PANNO da Costa de listra e quadro, a 10000 e 10200, o covado.
LENCOES de bramante, a 10800, 20200 e 20500, um.
COBERTORES de cores e com ramagem. a 20000, 20500 e 30000, um.
GARDA-PO' para homem, a 5000, 60000 e 70000, um.
SEROULAS de bramante, a 150000, 180100, 200000 e 220000, a duzia.
OHEVIOTH preto e azul, a 30000 e 40000 e 50000, o covado.
PABAsEANHOS DE MAR
Costumes para bomens, smhoras e meninos.
AMARAL & C
10TERIA DA VICTORIA
NOVO PIANO
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POR 20000
ou :95E000
POK 1/000
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Semanaes e intransferiveis
D8
Esta lotera compoe se de 6.760 bilhetea dividid;-s em meios, do custo de 1OO0 cadameio.
tribue-se 70 la do capital em 1.429 premii s ao publico.
Paga todos oa impostos, e tem o valor dos premio3 garantidos por um deposito de apolices da
divida publica grral do Estado, no Thos uro Provincial desta cidade.
As extravoea sdo fritas p. la aperfeicoada machina PichL't, publicas e presididas por autori-
dades que tijcnlisaTi o sea SNchioismo.
O novo plxno em sezaicU publicado deixa claramente ver que de todos, o qie actualmente
mais vsntagens offerece ao publico, nSo b porque d mu no premio ntaior do que qualquer outra
congnere, cemo tamben) pelo resumidusimo numero de bilbetes, seu diminuto cusco e conseqaente
limitado capital a saber :
i aA*ls d^Res De o*?*,
|||bP Ehsir,P6e Pasta dentilcios ^Sr
RR. PP. BENEDICTINOS
1 premio d
1 dito de
. dito de
2 ditos de
4 ditos de
10 ditos de
20 ditos de
32 ditos de
100/000
5(1*000
20*000
10*000
5*000
4:500*000
80i 1*000
3O0J00C
200*000
S00*('00
200*000
200*000
100*000
2 approsima(5.>fl do 1- pre-
mio a
2 ditas do 2- premio a
2 ditns do 3- a
676 finaes de 1 letra do 1 pre-
mio a
100*000 200*000
30*000 60*000
20*000 40*000
676 ditcs para 1 letra do 2* pre-
mio a
2*0001:352*000
2*000 1:352*000
rGoTTA, Rheumatismo, Dores
SoLugo do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Pars. Premio Montyon.
A Verdadeira Solt^So CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar':
As Affecgoes Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que necessario calmar os
soffrimentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira SolucSo CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
1,23 Umi explkacio detallada acompanha cada frasoo.
Exigir a Verdadeira Solucao de CLIN & Cie, de PARS, que se encontr em
\_ casa dos Droguistas e Pharmaceuticot. _
Grande xito ha mais de 30 anuos
Licenciado pela Inspectora de Hygiene do Imperio do Brazil
Este Metlieameatto, de sabor agradavel,
adoptado pelos melhores Mdicos de Pars
0039TRA.:
DEFLUXOS.GRIPPE, TOSSE, DORES DE GARGANTA
CATARRO PULMONAR
IRRITARES do PEITO, das YIAS URINARIAS
e da BEXIQA
PARS Pharmacia BLAYN, 8, Avenne VictoriaPARS
Depotitos em todas as principa Pharmaciat.
s
G. LAPORTE &
46Ra do Imperador46
CASA DE COMMISSOES
Agentes da sociedade Cooperativa Universal
Reeebem encommendas de quaesquer mercadorias para Europa, America do
Norte e America'do Sal, em condicSes ventajosas. Garante-se a mxima oelerdade
(35 a 90 das para Europa).
GASAS ANNEXAS
.Livrana-Papelaia
/ RTIGOS PARA ESCRIPTORIO
N te eati.belecimento encontrase o
maior so- : naato de livroa de inttrttctfo e
de direiLO que se posaa desejar. Em
grosso etnn importantes batimentos, e a
retalho.
presos raznavels
PAEA o COHHXBCIO Especialidade de
-papis para correspondenciao, f.icturas,
contas-cojTentes, eto. Envel.ppe de todas
as quali-fales* Copiadores de cartas. Li
vros em branco e todos os artigos inherentes
M eommercio.
LUIDO E VARIADO SORTIMENTO de s'rtigos
finos para, uso das senhoras, como sejam :
Papis a envoloppes de luso para corres-
pondencia, tinteiros, caetas, carteiras, eto.
aktiqos para desenhos, engenharia, re-
partqT, publicas, emprezas, eU.
9B, BISCA-SE, SEERILHA SE e COB
i em face de qualaner modelo.
;
PAC
TA Stt
DE
prctasIem calda
. DE
BlOfiO JOS M SILVA C.
Vbcos Agentes en Pernambuco
JOS' JQAQUIM AL VES .V G.
69--M BAR50 D VICT0M--69
E acha se venda nos principaes estabelecrmentos de molhados desta capital
A saber Paulo Jos Alves & C, Alheiro Oliveira & C, Paulino de Oliveira Maia
Oliveira Silva & ., Asevlo Maia & C, Z-ferino Valer te &0., Albino Fernandes & C
Abrantes & C. Guimaraee & Valente, Lopes Magalbaes C, Vasconcellos
Sobrinho & C, Antonio de Souza Duarte Ferreir*, Arthur Gongalves Majaes,
BeroardiDo de Souza Duarte & C, Mancel Joaquim Alves Ribeiro A G., Manoel Go-
mes da Cunba & C, Ramos Ferreira <& C,
Ver para crer
E' incentestavelente de saperior qualidade, podendo competir com vantagena
com mereadoria idntica viuda do estrangeiro, e os precos s3o resumidos.
O tamacbo das latas de mar mellada l, 1/2 e 1/4 de kilo e as qualidades do
doce em calda eSo as seguintes:
Abacnxy Laranja
Marraello (^jtt >
* Pecgo P6ra
Goiaba Banana
Ma.a C6co
Manga f
.
di Abbadia de SOTJLAC (Gironde)
DOM HAGUELONNE, Prior
2 MEDALH.A.S I3E OTJEO
Broiellai 1IU ionrei \M
As mais elevadas recompensas,
INVENTADOf MBfM Pelo Prtor
so anso | O # wTltmBOTJRSAOB
O uso uuotidiano do Ullzir
SentMMclo dos R. PP. Be-
nedictinos, com dose de algu-
tias gottas rom agua, p.ovem
e cura a carie dos lentes, em-i
brannueceos.fortalecendoe tor-l
liando as genglvas perfeita-[
mente sadlas. \
* Prestamos um verdadeiro
servlco.asslgnalando aos nossos
leltores este antigo e utilissimo
preparado, o melhor cura-
tivo e o nico preservativo contra as
Affcceoes dentarias, t
Casada fundada em 1807
Agente Osfff^ I 11 \i 3, RE B0GDERIE,3
Geral: OKVlUIR BORDEAUX
A cha -se em todas as boas Perfumarlas, Pharmacias
e Drogaras,
Ra Y de Narco o. 6.
Parti pan ao respeitavcl publico que, tendo augmentado a
estabeiecii: cnto de JOIAS com mais urna sec^So, no pavimento terreo,
or especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Ezmas. iantilias e seus numerosos freguezes para visitar bou estabele-
oimento, onde enoontrarSo um riquissimo sortimento de joias de ov
prata, peroias. brilhanes e ostras pedrs precioaae, e relogios de aro,
Draia e nikci. ; v
Os artigos que recebem directamente por todos os vapor s5o
xceutados pelos mais afamados especialistas a fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A per das joias de subido valor acharao urna grande variedade
ie objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
oasaroentos, baptisados e anniversaries.
Nem em relagfto ao preco, e nem qualidade, os objectos acim-
mencionados, encontrarlo concurrencia n'csta praga.
.k NAO HA REPUGNAIVC|.
tJ** PA.RK 70MSS O *"'*\
wMim
PostUhas JL. POISSON com Chocolate
Estaf Pastilhas, de sabor agradavel, esto rigorosamente dosadas.
Cada Pastllha contem 25 centigrammas de Sil (urna colherada).
Deposito 6ts : L. POiSSOil, Pir, W, Avenne de ComUevole, em AsDieres, perto ds Pss.
VBNDE-SB EM TODAS AS PRINCIPAES PHABUACIAS
mISIpIlo
Esta importante fabrica tem sempre h vena
CXGAEEOS
Primaveras, papel seda, fumo picado
gCUDRON GUYor
Selectos >
Operas > >
Universaes > ,
Populares > >
Goyaz . tamo desliado
Daniel i > >
Rio novo >
Otbomanos i >
I*li.strm.a.oe-u.tico, 9, uaJaoob, Pariw
Typographia
Bem montada oBcipa para impresaSes de
todo o genere, desde a mais simples at a]
mais difficil : Cartees de visita, cabecarios
de cartas, facturas, inemoranduns, memu,
circulares, convites, participacZes e qualquer
outra trabalho muido, com inezeedivel ni-
tidez, e perfeic&o. Brochwas, limos, rea-
torios, memoriaes, horarios, mappas e qual-
quer outra trabalbo especial para estrada '
de ferro, grande emprezas, repartieres pu-
blica, advogados, litteratos, etc., 'te.
ENCADERNAClO
Moatada coro todo o cuitado munida de
material de primeira ordem, pode eata offi-
nin euearregar-se da execncao de enea-
derna^Ses e brochuras de todas as quaii-
dadeB. FABBICA DE LIVBOS EM BBANCO
communs e espaciaps, iMPBEasOS,, BISOA-
DOS, PAUTADOS, e BJQADBBNADOS na pfO-
O OO'UDRON GUYOT serve para pre-
saiar agua de alcatrilo a mais agradavel.
O OOUDftON UYOT tem sido expe-
rimentado com grande xito nos Hogptaes
4* Franca e Hespanha as enferraidades dos
PULMES e GAPfiAHTA
mi CATARRHOS da BEXIQA
DISPEPSIA
O OOUOR3N GUYOT oonstituo na
apa aba dor calores e ein tempos de apidemias
a bebida a maia hygienica.
As CAPSUi AS GUYOT eontm alw-
trRo de Noruega puro. As doses sao de duas
a >juatro capsulas no momento das refeicSe*.
AsOAF SULA8 GUYOT recoameodlo-
se as entarmidades seguiitee
TOSSAS TENAZES
TSICAS, BRONCHITAS, ASTHMA
RESFftiAMENTOS
As CAPSULAS GUYOT slo br
cada usa lava impresa em preto a firma :
& abtolutaatenti iadispansMiral
exigir a Firma
BBCRIPTA. -K1S. TRBS VORVB
pria casa a goato do fregaea.
Livraria e Olcina: 46 e 48 itua do Imperador
ANDAR TERREO
Fabrica: Casa L. FRERE, 19, ra Jacob, PARIZ
MI^ll!|.Hr|
Demcratas, papel seda, fumo desliado
Caporal
Cubanos, palha, >
Rio novo
Goyaz >
Daniel >
Cosmopolitas, papel seda
Ditos, papel tabaco
Ditos palha >
Em meias caixas, diversas marcas, fabricados especialmente na Babia para
ata Fabrica.
DFXJXWXOS
Desfiados e picados, de diversas marcas, em latas 'de 5 e 7 kilos.
LEOS
Oleo aroraatiaados para lamprinas e ricino medicinal, em garrafas.
Dito dito para lamparines e ricino medicinal, em latas de 1 e 5 galoes.
IDX'VlElR.SaS
Papel de seda especial em pacotes de 10 milheiros, o que ha do melhor ; ca-
chimbos, ponteiras e um grande sortimento de artigos para fumantes.
TYPOGBAPHIA
A mais bem montada n'esta provincia, com um pessoal artstico para as execa-
oSes das obras mais difficeis e por precos sem competencia, com grande nitidez e laxo.
DEPOSITO FABRICA
49-RA MRQUEZ DE OLINDA49 79RA VISCONDE DE CAMARAGIBE-7
ATIGA DA CADBIA ) (ANT1GA DO HOSPICIO)
Telephone n. 300 Telephone a. 8
Todas aa encommendas e correspondencia devem ser dirigidas oa ao Deposito
oa a mesma Fabrica a
Ra Visconde de Camaraglbe n. 79 ,
FIOADO FBMCOja BAOALHAO, HATUBAL $ BlOICIMAl
TMorlpto otss WO AMMWm, amjrnaes. IngUterra, Hespanha, Porttil. Brasil
sugm
osan
Timom, ZrrnoSea m raima,
oa Mwmcmlhma de BO o mail
fftneitHaa mctUraa Vaammo smotm ni khasoos trianoulark*.
Matjaat itan Mtlqaata SILLO A2UL te Eitatt Fraawx.
rmiSBii i aoorOa a, na GmusUos-, pars, a aa ai
ADMINISTRACIO :
PARIZ, 8, Bonlevard Montmartre, PARIZ 1
PASTtLHAS DIGESTIVAS fabricadas em I
Vichy com os Soes exirahidosios Fontes.HJo |
de gosto agradavel e a sua accao cert* con-
tra a Azia e as DigestSes difflceis.
SAES DE VICHI PIRA BAHHOS. Um rolo pare um banno, para as pessoas que nao podem Ir a Vlccy. I
Para evitar as imtacoes ewioir em todos os proucot 9
MARCA DA OOMP. X>Z2 VICITSr
Eb Pernambuco. S5. ro a Crv; Aun, laSILU.
m


8
Diario de PernambocoSeita-feira 20 de Julho de 1888



Urmfi, nottmin i mmn
Boa do imperador numero
Livros de jurisprudencia, direitu, littoratora,
ciencia e religiio, livros para iostruccio primaria
e secundaria, livros em branco par escriptara-
oo commercial. tinta para copiar e par eserever,
de diversas corea, artigos para escriptorio e diver-
aoa objectos de gesto e phantasia, papis pintadoa
para forro de salas, quartos, reataaranta, etc.
Encaderna-se com preste e segranos, marca-
se com nitidez cartoes de visita e imprime-se com
perfeicfto qnalqaer trabalbo typographico.
Precos m laicos
do Imperador n. *
Fabrico de assucar
acblnlsmo dos fabricante nanean
giewarl di C de lainow
Cjnstrucc da mais moderna t aperfeicoada e
de grande juracSo.
Mocada com presaSo hydrauhca de htewart qae
da a melbor express&o canhecida at hoje.
Galaeiras com eeonmnisador, especialidad des-
tes fabricantes.
Fornalbas para qneimar o bagaoo verde em di-
reiiura da moenda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo effeito sao de
syeit..;., moderno como tambem as turbinas ou cen-
trifogo.
'Jrc-iBi'intos e msis informacoes em caaa m
Browns & C.
una Jo OornciTcio n. 5, 1" indar
* Compra-
Ag sto de
Attenc,o
se o Diario de Pernambuco de 10 de
1884 ; no esriptono dente Diario.
Pao Lcnteio
Melle & Biset avisam ao respeitave. publico
qae todas as tercas e sextas- ieiraa teero esta sa-
be raso pao ; ra larga do Rosario n. 40.
VENDAS
Vende se urna cadeir de orteo, muito b>-
nita obra, muito bem feita, e urna cadeira de pia-
no, de Jacaranda ; tambem vende-se plantas mul-
te bonitas para ornatos de sala e jardim ; no Ca
minbo Novo n 128.
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio neota cidua.
um bom sitio con boa casa, mu i tas fructeirafe
encllente banbo do rio, boa agua _de cacimba!
extoaso de terreno para baia^de capim, tc-di
murad ona frente, com porto e gradeamento, coa
caminho de ferro e estac&o junto ao dito sitio, m
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio de Joi
Selleiro, junto ao Drr Ernesto de Aquino Fonae
ca ; quem pretender dirija-se praca da Indo
pendencia n- 40, das 11 boras as 4 da tarde.
a importante taverna da ra da Gloria n. 54 ; a
tratar com o proprietario.
21
Oliveira Campos & C.
PECHINCHA EM FAZENDAS
Lia de qaadroa, padro'es moderos e cores
Jindas, a 820 e 360 ra., o corado.
FustSes brancos, superiores, de 400, 500
o 640 ra., o covado.
Morcolina branca de listra e adamascada
para casacoa, a 500 rs., o covado.
Cretonas modernos com ferradaras a an
coras, a 400 rs., o covado.
FustSes de cores, padrees lindos e cores
claras, a 500 rs., o covado.
Gorgerinas de cores, padro'es lindsimos
Setinetas brai.ca, preta e de cores de to-
dos os precos.
Batistea de cores, a 200 e 300 rs., o co-
vado.
Fechas, sortimento completo, de 2(5000 a
6#000, um.
Cambraia branca tapada e transparente, de
3^000 a 60000, a peca.
Bramante de linbo e algodSo.
MadapolSo e algodao, sortimento completo,
a prego baratissiroo.
91 Ruado (respo-21
OLIVEIRA CAMrOS & C
Oliveira Campos k C.
NOVIDADES E PHANTASIAS
Capas e pellerinas pretas e enfeitadas, de
cachemira, gorgorito p merino.
Veos e capellas para noiva.
t Bed branca l> ra casamento*
Cortinados de crochet para cama o ji-
nelia.
Colchas de seda para noivos.
Gorgorita pr--lo, dive sas qalidadea e pro-
cos.
S .ds;8 e SPtina de cores, lisas, listras e de
qaadroa.
Merino de quatiro, fazenda nova.
Capas bespanhoUs para theatro a prego
de 20000 urna.
Sortimento de ib as br^n :> s e d rfires
para senboras e crieogas.
Capartilbos, sortimento completo.
Tapct-s p*ra janella e s'.f, aortim*nto.
Grandes acaltifas e esteiraa para forro de
sala.
Al-; de miiitos natius artigo* que nos
iirpossivel mencionar.
9 f IIua OLIVEIRA CAMPOS & C.
Bois de carrosa
V.nde-si' bois goidos Wmantos, habituados io
Itabiilho a carnea ; a tratar na Companbia do
Eeberibe. '______________
E' baratsimo!!!
Cimbris Victoria com toque de averia a 2J500 e
3 a peca !
dem preta para forro alia dita !
MadapolSo trances com 24 jardas a 34500 e 4/.
AlgodSo Nacional encorpado a 3f e 300 a dita !
Merinos de todas as cores, orna largura, a 200 rs.
o covado.
Setinetas finas a 240 e 280 rs. o dito I para
acabar.
Chitas de cores firmes a 200 e 240 rs. o dito!
Renda da China, branca, a 240 rs. o dito !
bis de quadroe, modernas, a 320 e 360 rs. o dito 1
Bsptistes de cores firmes a 160 rs. o dito 1
Picbs de t .das as cores e qualidades a 1 e 2 !
Cobertores de IX a 1*800 c4 superiores.
Colias de cores a 24 e 34 urna !
L Dcoes de bramante a 14800 um grandes.
muitos outres artigoa que sero lembrados
com a presenca de n seos bons fregueses.
Vendas em grosso cen descont
LOJA DE
Per cira & Maglhes
59 Htt DM1LB ftB GBX1B8 59
YEHDH-SE MAIS BiBATO
Na Loja das Listas Azue
TELEPHONE 211
D descont a quem compra 30$
Yotidadts
Rrnda 'taairla tecido arrendado, bran-
co cretne, asul claro e rosa, desenhos muito lin-
dos e i asenta propria para baile e theatro a 600 rs.
Terliloa de pbaotasia em quadros e listas,
fka-nda muito larga a 700 jis.
Lloon bordado, de todas as cores, iaitaco
cachemira, a 240 ra
Metlm de Maco, liso ou com liatus, todas as
cores, a 800 e 14000.
Beodas hespanbolas branca, preta, ere me e
matizada, por todos os presos.
Capa* e visitas pretas de reodas e caxemira
com vidrilbos a 304000.
La de quadr> com lindas cores 240. 320 e
400 rie.
Cambratsubarrendadas, brancas e tol-s as
cores a 280 e SfjBis.
Cortea de vestidos brancos todos bardados a
204000.
Eochovaei, 'para baptisados, completos a
64, valor de 154000.
Fu aldea brancos, qualidade melbor, a 320,
360 e 400 ris.
Prcale finas, cores seguras a 00 e a 2
ris.
Naniae de lindas cores seguras, desen
novos a 280 rs.
Cainbralas bordadas, brancas e de
qualidade fina a 14500 a peca.
Enguio pardo para vestidos ou roupas de
men \ lludlnbo lisos e lavrados, todas as cores,
a 800 e 14000.
Velludo de seda, preto, asul e bordado para
capas a 44 Fazendas diversas
adapolao lavado, pecas com 20 varas, te-
cido espeeml para aLoja das Listras Ames a
54500, 64000 e 84000.
algodao largo, proprio para lences a S4000
a peca.
Brasaanles de 3 e 4 larguras a 640, 800 e
14000 o metro.
(inardanapos qualidade melbor a 24000 a
dusia.
Cortinac?un bodadob, e c: crochet de 64,
84 a 124.
Srlnaldaa com veos de Blond, tltima moda,
84000.
Luis de seda bordadas e compndas a 24 e
24500.
Eaparillbos para s.nboras meninas, des-
de 34500 a 84000.
Camisas francesas para homens e meninos,
de qualquer tamanbo.
C ol xa* de fusta o de cores a 24, 34 c 44000.
Paris numrica
16 Roa Baro da Vctorh n. 16
(ANTIOA NOVA)
Azeve^oIrmao&C.
eceberam \oTldadc
Rios f.-bus de cores lisos e bordados
1#000 e 1500.
Ditos* ditos ditos IS faos a 2,? e 20500.
Leques transparentes e setim a 2ft e 3)5.
Capellas e veos bordados a 30, 55 e 7$.
Collas de crochet com flores a 54. 6&, 7,e
8,5000.
Cortinados bordados faos 5)5500. 6& e
75000.
cores.

=*
FOLHETIH
TESTAMENTO TEBHELHO
POR
XAVIKR DE MONTEPIN
SK4.I VIH PARTE
& CACADA DAS MEDALHAS
(Continuacao do n. 162)
xxxm
Qaando volts para 14 T
Desgraciadamente, nSo sei I
O qae pensoa Paulo desg partida
inesperada ?
-T- Pretextei ama visgem de daraclo
iaoerta...
Dea algam passo relativamente mo-
ca qae tanto preoecupa o oorac&o e o pen-
samento ?. ..
Comecei a fazer diligencia para des-
cobrir quem ella ... mas fui obrigado a
ioterromper esse trabalho ; continaal-o-hei
logo que me aeja poasivel, e espero che-
gar a am resaltado.
> A mooidade leviana... Daqui at
l possivel qae Paulo se haja esqueci-
dt ..
Desejava qae assim fosse, mas do vi-
do... O pobre menino est verdadera-
mente apaixonado, e eu afjo-me com
Uso, porque temo qae esse amor nao aeja
para elle ama fonte de decepc3es e de des-
gostos...
Raymundo, voce v sempre todo pelo
lado peior I
__E colpa miaba, se a vida tao sin-
gaiarmente trate 1
A Sra. de Cbatelax appliooa o balsamo
i aoaa boas palavras na nova ohaga do
fio daquelle pai afiioto e Fromental
Du-se obeio de reoonhecimento.
rAam. que ebegou em casa, oonaagroa-
M immediatamente ao trabalbo
Tratava se de redigir a peticlo qae elle
dirigira ao miniatro o qae devia levar qua-
raaU e oito hora depoi* oondoas.
Arligos americanos
MoaqalteiroM coui armacio a 104 e a 124.
uirniries e botoes para camisa a 200 rs.
e fin .s a 14000.
Collarinhoa, paitos e punhos de celluloid a
54(00, 3 pecas.
Grampos de phantasta p ra cabello a 800 rs.
Alflneies com letra de ouro pura grvala i
14000.
Reloslon despertadores com figuras em dio-
vimento a 74 e 84000.
Agencia geral para os retratos pintados na
Ame ica com ricas molduras de OU'O fino e cor-
d5es, desde 204.
Advertencia
Como costume geral annunciar as fasendas
mais baratas prevenimos aos nossos fregueses que
recebido um completo sortimento de tecdos fines
os quaee vendemos ,por menor prig i que outra
qualquer casa ; assim como as oossas pecnincbas
que damos aos neseos fregueses, nao saorepar-
tiese de outra casscomo alguem anuuucia para
engaar, vendendo fazenda ordinaria par muito
maior preco, costume que a Loja das Lstras
Azu s nao tem.
Acceitamos a fazenda vendida se por qualquer
circumstancia nao fr de agrado da pessoa para
quem fr comprada, meamo depois de alguna das.
Jos Augusto Das
Vende-se
ama prensa do madeira, appirelhada a ferro, para
impreeso ; e duas canos de typos suficiente
para compor nm jornal do formato de folba de
papel com quatro psginbs : a tratar na ra do
Caj "
30.
Cimento portland
Ditos de crochet faos a 104 e 120000.
Cretones finos, cor fixa a 240 o cocado.
A verdadeira esleir para forro de sala a
um.
Cupas de cachemira e seda a 25,5000
Setim flor do bosque a 180 o oovado.
Zefiros de quadros finos a 180 e 200 o
covado.
Ditos ditos ditos com. una metros delar-
igura 280 o covado.
Sh Cambraia bordada de cor e branca a
hos^i550J a pega.
Espartilbos couraga finos a 50 e 50500.
Sarge'iro tods as cSres e fiaos a. 240 o
covadn. ,
Briiu ue linho de cores fixus a 600 o co-
vado.
Dito dito dito braneo n. 6 a 10 e 10500
Colzas de cor e brancas a 20 20200 e
20500.
Fusto s brancos fiaos a 360 e 400 o oo
Fvado.
Bramante trancado, 4 largaras, a 900 e
10000.
Dito de Kobo com 2 metros de larga-
ra a 1$800.
Rendas de todus as cores, comprimento
de saia a 20500.
Cortes de casemira finas a 4$ e 40500.
Toalhas felpudas grandes a 40 a duzia.
i>;.ptsta8 de cores finas a 160 e 20J
covado.
Li de quadros escossezas a 280 e 300.
Tupetea grandes para sof de 4 cadei-
ras a 80000 e 130000.
Seiios de todas as cores a 800 e 900 o
covado,
Algod&o largo a 30400 e 30600 a peca.
Merino sotim preto fino a 10100 o co-
vado
Toslhas para banbo grandes a 800, 10
10500.
L qii's para noiva com flores a 50 6$ e
70000.
Merino preto 2 largaras a 800 e 900 o
covado. 0
Cambraia victoria fioa a 3$ e 30500
Z -tir. s de quadros arrendados a 500 o
covado.
Ditos ditos ditos com um metro delargu-
ra a 460.
Anquinbas de todos os t,raanhos a 10
10500.
Toalhas para pratos a 30 e 40 a duzia.
MadapolSo B. Vista a 50000 e 60000.
Pannos para sof a 20000 e 30500.
Ditos para cadeiras a 800 900 e 10000.
Mantilhas Brazileiras.
Punhos de linbo a 80 e 100 a duzia.
Cachemira com listras a 500 o covado.
Lencos de seda finos a 900 e 10 um.
Novidades
Zafiros arrendados e bordados.
Cachemira com lista e liza da mesma cor.
Ditas ditas com quadros.
Ricos fichus de seda e IS.
Mallas para viagem.
Luvas de seda arrendadas meio braco.
Kicos crte;. de cachemira para vestido.
Palba de seda para vestido a 900 e 10.
TVlepLone n. 200.
A' urna hora da manba tinba terminado
o rascanho deesa peticlo, que ae propunha
passar a limpo no dia seguioto.
Alqaebrado de fadiga deitou se.
XXXIV
No dia subsequente aquello domingo pas-
eado tao agradavelmente no Pequeo Cas-
tello, em companbia do Dr. Thompson,
que ella julgava seriamente apaixonado, e,
em quem, na melbor boa f deste mundo,
via um marido futuro, a viova Labarre le-
vantara-se de muito bom humor.
Satisfeita de si, diante do grande espe-
lho qae reflectis-lhe a imagem, e achando-
se rejuvenescida, >iedicra sua toilette e
sobretodo sua eabelleira cuidados espe-
eiaes, dispondo com arte as lengas trancas
dos seus cabellos castanhos, onde apenas
de looge em long > surgiam alguna fos de
prata, logo arrancados.
A's dez horas e meia, depois de haver
paseado no rosto urna ligeira nuvem de
veloutine, decarou se inteiramente correc-
ta, e, esperando a occasiSo de ir para a
mesa, deixou o pensamento voltar se para
o doutor Tnompson, o horneen mais seduc-
tor, segando pareoia-lhe, qae ella tinha
visto.
A's onze horas, qaando ia enoaminhar-
se para a sala de jantar, fez se ouvir am
toque de campainha na ante-camara.
Um minuto depois a criada vinha dizer-
aW:
Senhora, est ah um senbor que de-
soja vivamente tallar-lhe...
Qae senbor ? perguntou a viuva.
Conheco-o ?
Nao sei Be a senhora conhece-o ; eu
nanea o vi.
Qae ares tem ello T
Os ares de am homem decente....
Parece am magistrado... Vem expressa-
mente de Choiey le-Roy para fallar com a
senhora.
De Choisy-le-Boi... repetio a Sra.
Labarre muito intrigada. Nao tenho l
relaoSea de especie alguma... E' singa-
lar... Emfm, mande o entrar para o sa-
li. .. Vou l ter com elle...
O visitante era am homem do ceros de
quarenta annos, cuidadosamente barbeado,
oom am par de Boicas cartas, muito bem
pessoado, de appareaoia diatinoia trajado
de preta o grvate branca.
Aps a troca do um comprimento,
perguntou :
E' realmente Sra. Labarre, viuva
do disUnctissimo advogado desee no me, qqe
tenbe a honra de fallar f
Sin, Mnoor. Queira sentar*.
Vendt m em barricas de 150 e 180 kilos Quima
rSes & Valente
6 j- Corpo Santo 6
ssaasaaaaaaaaa^ssaaaaaaaaaassaasaaaaaaaaasaai
A viuva des'goou urna cadeira ao visi-
tante, sentou-se tambem e proseguio :
Espero, senbor, que tenha a bondade
de explicar-me o motivo da sua visita...
E' o que vou fazer, minha senhora,
mas devo antes pedir-lhe permissSo para
dirigir-lbe algumas perguctas.
Perguntas, a mim T exolamoa a do-
na da casa muito sorprendida.
E' indispensavel... Oh I nSo tenha
receo, minha senhora, ellas nao serlo in-
discretas ...
Interrogue, pois, senbor... estou
espera...
Tem um filho, minha senhora ? co-
mecjoa o visitante.
Tenbo, responden a viuva, tomada
de sbita inquietacSo.
E elle est ausente de Pana presen-
temente T
Est, sim, senbor.
Viaja, sem duvida ?
Effectivamente.
Ha quaato tempo deixou elle V.
Exo. T
Dasde sabbado noite ?
Para onde ia ?
Para Toara.
Est bem certa disso ?
Como nao hei de- estar T I Aoompa-
nhei-o eu propria estaoo do oaminho da
ferro.
Que caminho de ferro ?
O de Orleans
Sea filho regula ter dezoito a deae-
nove annos, n&o verdade, minha senho
ra ?
Tem dezenove annos. Mas por quo
todo este interrogatorio, senbor ? Vem en-
tilo fazer-me algama communicacao relati-
va a mea filho ?
O visitante pareca embarazado.
A sua heaitacSo em responder era vi-
si vel.
Era entretanto torgoso deoidir-se e rom
per am silencio ioexplicavel.
Desgracadamente, minha senhora, os
poneos esolarecimentos que V. Exo. acaba
de foraecei-me tornam impoaaivel a du-
vida. 'i'-iem '
A duvida... repetio a Sra. Labarre
cada vea mais inquieta.,. N&o o compre-
hendo. .. As saas reticencias... o royate
rio de qae se rodeia, preoecupam-me e so-
bresaltam-me... Aioda urna vea: o que
significa eate interrogatorio aceros de mea
' o ? Teria elle commettido alguma im-
prudencia T .. alguma falto ?... A idade
delle seria a sua desculpa.-.
Nem imprudencia, nem falta, miaba
senhora... em vea do aer culpado, o po-
bre mancebo foi victima..
Suigeneris*
Detestamos os artigos bombsticos oom
que diariamente se en^hem os jomaos desta
capital, annnnciando como especialidade o
que nanea passoa de mediocri Jade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nSo engaar aos qae nos dispensam a sua
amizade e auxilio. -
Acabamos de receber nova remesaa do
j afamado 8 esp^ ial inbo
Maduro
O consumo extraordinario qae este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
qae fica sabstituindo esses outros qae por
abi denomiaam--Bairrada, Figaeira, Car-
cavellos, etc., etc. Duas sammidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seas
amigos o uso quotidiano d'este vinbo, cerno
mais salutar economa humana por nao
ter as composicSes de tantos outros, qua
arruinara a ssude da humanidade, trazendo
como consequencias oa horrores a urna po-
pulacSo que se definha a olhos vistos.
Recebemos tambem o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenbos cujos
proprietarios oapricham em bem trabalhar
neste artigo, afim de terem a priroazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
co duvidosa.
Em outros artigos como .
SEMENTES DE HORTaLICA
E FLORES, LINGUAS SECCAS DO
RIO GRANDE E *
OBJECTOS DE VIME
para isto to pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queira ii certificar ndem compa-
recer, com o que muito nos Honrarlo.
A par de ama infinidade de artigos de
primeira/trdenj, que se acham em exposi-
cSo, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to 'os os qae nos hon-
ram com sua preaen^a, junto a modicidade
de precos sen riv 1.
toa Estrella do Rosarlo u. 9,
Junto Igreja
Pojas Hendes C.
Sao lindas
As gnarnic s de vidrhas brancos para vesti-
dos de noiras a igualmente pretas, precos de 15a
a 30u00. receberam Pedro Antunes & C, U3, roa
Duque de Cazias.
Sao econmicos
Os espartilbos a Ida, proprios para se lavar sem
estragar as bnleias, e tambem de mnitas ontras
qoalidades para todos os tsmanhos, vendem Pe-
dro Antones & C, 63, roa Duque de Cazias.
Nao resar quem nao qnizer
E' tal a variedade de manoaes para miesa qae
davidamos nSo haver ama devociosioha para os
mesmos, ignalmeote para ts crueifizos, com pas
de pedra recebidas por Pedro Antones & G, ina
Duque de Cazias, 63.
Um pouco de tudo
Pedro Antunes & C. r:commendam os segnintes
artigos, para os quaes pedem urna part, ul ir pre-
ferencia :
Interessantes leques a Jamaica, gosto vene-
sianno.
Lindas pastas para papel, con DScnpcoss.
BoniUs lamparinas traus jareles.
Orando variedade em linna escsseza para nm
delicado crochet, tudas as cores.
Qlobos e espberas para guardar os meamos.
SSd tHiitcs os artigos que nao podpujon Oescre-
ver em to poueo papel.
NSo se esqu c.*m, o 63, roa Duque de Cazias
*oa Esperanza
A' FLORIDA
Um saldo do 600 pecas 'de bordados de
muito boa qualidade, cambraia Victoria
proprios para casacos de senhora, vestidos
de meninas, caifas e saias, com 4 e 5 de-
dos de largura, a lf$400, a peca.
dem com 4 o 5 dedos de largara, e urna
chave, a 10500, a peca ; todos com 3 1/2
metros garantidos.
Grande sortimento de rendas
Bico branco, de linbo, a 10500, 2)5000.
20500 e 30000, a peoa.
dem de c6res, a 20, 20500 e 30000,
a peca com 10 varas cada ama.
Puleeiraa, guarnicSes, aneis, brincos a
alfinetes para gravata, tudo de plaque ame-
ricano, garante o doursdo.
J chegar&o os espelhoscara dora
Esplendida sortimento de fljres finas com peta-
las de seda, folhss|aveladadas e asteas de borracha
para eafeite de peito, cabeca, chapeas e chapelinas,
ramo a 1*000 e 1J500:
Eofeite para chap), gorros e capotas, (aigreta)
com passarinhos de seda a 21000 nm.
Lindo sortimento de jarros para enfeite de sala,
toialet e saotnrio o par 1*000, 2*000, 3*000,
4*000, 5*000 e 6*000, todos com lindos desenhos
de f ralas em alto relavo.
Livros de sortea para S. JoSo e S.
Pedro.
Espartilhos a 30000 que se vende a
50000.
Invisiveis prateados a 20'} ris.
dem dourados a 400 ris.
Plics brancos a 400 ris o metro.
dem dem com'tr.'co de seda azul, en-
carnado e cor de rosa a 600 ris o metro,
Contas para enfeitar vestido de todas
as corea.
dem pretas a 600 ris o mago.
Missangas de todas as cores para bor-
dar e para voltas a 500 e 800 ris o
maco.
Vidrilbos pretos e de diversas cores, pa-
ra enfeitar vestidos e para voltas.
Colarinhos e punhos de borracha;
Fexues com meacla e liso a 20000
Porta-embrulho americano.
OalSea, bi os, palmas e rug>s de viin-
lhos a 20500 e 20OOC o metro.
Pranjaa preta e galSo a 500 e 1&600 o
metro.
Luvas de seda para meninas e mojas a
20000.
dem de Escocia a 10000 o par.
Na
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103
0Mfcn
-*._________
PO CLERV Vende-se em toda i tarta
Victima T... Elle levou algam di
nheiro... Boubaram-n'o acaso ?...
Nao, senhora.
Mas entSo o qae foi ? O qae lhe
acontecea T
Meu Deas, V. Exo. v-me commo-
vido, trmulo, diante de si. O meu em-
barajo, a minha emoc&o, devem deixal-a
suspeitar algama cousa grave...
Alguma cousa grave I exclsmoa a
Sra. Labarre, que comecava a recetar se-
riamente urna desgraca. Em nome do co
explique-se, senhor I Mea filho est doen-
te? Est fendo T...
O visitante abaixou a cabeca.
Mas responda-me, senhor !... rea-
ponda me accrescentoa a^iuva do advo-
gado. O seo silencio terrivel I Poderia
fazer-me julgar que mea filho morrea. ..
Estou encarregado de nma missu
bem penosa junto a si, minha senhora....
bem dolorosa... No momento de desem-
penhal-a, as palavras expiram-ma nos la-
bios. .
Acabe... acabe, senhor... Tudo
preerivel incerteza que experimento, as
angustias que soffro... Mea fiiho morreo,
nSo verdade ?
Sim, senhora.
Nos sabemos j ha muito qae a viuva
do advogado nao consagrava a sea filho
sen&o am affecto muito mediocre.
Entretanto, devemos fazer-lbe justica e
declarar que easa noticia imprevisto, ful-
minante, prodazio nella amat impressSo
terrivel.
Urna mai, por monos qae saiba ser mSi,
tem no corac&o fibras adormecidas que des-
peTtam e vibram n'um momento dado.
Cao de raga
Vende-se tres de onze meses, proprios para via-
do oa raposa, ernsados com ingles e S. Paulo ;
tratar na rna do Cabng n. 12.
A menos qae nSo seja inteiramente um est aqai ? meu filho est aqu ?
monstro-e gracaa a Deas os monstros
completos sZo rarosama mSi chora sem-
pre seu filho. ataB "'J'SA
Nesse memento- enoarregamo-nos de af-
firmal-o a Sra. Labarre esqneoeu at qae
com Renato deaeppareciam as probabilida-
des de fortuna futura para ella.
Fioou lvida, vacillou, toreen as mSos.
Morto 1 gaguejou ella oom si acero
desespero. Nfio 1 Nao \... impossivel,
nSo creio no senbor I Ello estova sabbado
cheio de vida... alegre... ebrio do liber-
dade... NSo se morro brusca mente na
idade delle. am pleno vigor------Dga-
me que nao a oomprehendi.... Diga-ms
qae elle est terido, que est doente, qae
est em perigo talvez, mas que nSo est
morto !...
Dasgracadamento, minha senhora,
nlo posso mentir.. V. Exo. coraprehen-
deu-me perfectamente anda- ha pouco.
Urna torrente de lagrimas jorrou dos
olbes da Sra. Labarre.
Solucos convulsivos arfavam-lhe o peito
ao meamo tempo que lamentado ;s e gemi-
dos entrecortados escapavam se-lhe dos la-
bios.
Ao cabo de alguna segundos, succedeu a
essa crise violenta urna calma relativa.
Logo qae lhe foi possivel articular alga-
mas palavras, a viuva do advogado balba-
ciou :
Mf>s onde morrea ellw Gomo mor-
rea?
Empregados da estrada de ferro en-
contraram-n'o, hontem noite, deitado na
linha, sobre os trilbos, porto de Cboisy-le-
Ro, e quasi mutilado.
Oh! meu filho I.... meu filho I....
gritou a Sra. Labarre, aocommettida de
aova crise de dr.
Depois, bruscamente, ergaendo a cabe-
ca perguntou :
Mas como tem certeza de nZo enga-
ar se, senbor T O qae lhe prova qae o
morto de qae me falla meu filho ?
Infelizmente, a tal respeito, impos-
sivel a duvids... Um dos bolsos do seu
sobretodo continua cariojb de visita... O
delle... o de V. Exc, e o sea endereco,
liam-se neasas cartas..'.
Mas onde est elle agora ?... Onde
est o mea pobre filho T balbuciou a viu-
va oom os olhos esgaa jados o os labios
brancos.
Tendo sido verificada a sua identi-
dad e, minha senhora, o nosao de verde-
ver ernel I. era transportal-o para o do-
micilo de V. Exc, qae tambem o dello...
O que est dizendo, senbor !... elle
O corpo de sea filho est l em baixo
n'um carro, e apenas espero ama ordem
sua para mandal-o transportar para aqai
pelos homens qae me aoompanham.
Vou buscal-o com o senbor 1 excla-
mou a viuva em delirio.
Acalme-se, sappco-lhe, minha se-
nhora, e sobretodo arme-se de coragem !...
Espere aqai, ser melbor... espere, acon-
selhoWbe...
A Sra. Labarre tentara conservar-se de
p, mas, trahida pelas saas torcas, e so-
bretodo pelos seas ervos, cabira novamen-
te na sua cadeira, e, oom a' oabega entre
as mftoa, solacava.
A oriada aoabava. de entrar no salo,
tomada de profundo pavor.
Tendo ouvido, por urna janella aborta,
o barulho qae se faaia na roa em volta do
carro qae enoorrava o cadver, o que aoka-
va-se cercado por ama maitido compacta, *
ftoyal Biend marca TUDO
Este exeellente Whisky Escocez pro-
ferivel ao cognac ou agurdente de carina
para tortincar o corpo>
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Hoya I Ble u ti marca Tlado.
cujo nome e emblema sSo registrados pare
todo Brazil.
BROWNS C, agentea.
Sab9o transparente
DE
Cleaver
ME D4I.ua. 1851, 1853,1855, 1862, 1867,
1875.
De prata, Paris, 1878.
De ouro, Londres, 1M84.
Vende-se as principaes tajos de mi adazas.
GuimarSes & Perman
Agentes.
Bichas de Hambnrgo
Vende-se em pequeas e grandes porjss ; na.
ra da Madre de'Deas n. 36 A.
Libras esterlinas
Vendem Amorim Irmos & C, ra do Bon
Jess n. 3.
'''^'",^
descera curiosamente, vira e voltava cheia
de pnico, quasi louoa.
Ah! senhora.... senhora.... pobre
senhora... exclamoa ella, que desgraca!...
Que horrivel desgraca 1 O que bavemos de
fazer?...
Foi o visitante quem responden :
O que preciso fazer antes de tudo
preparar a cama no quarto em que cos-
tamava dormir o infeliz mojo... V...
V depressa !...
A criada sabio para obedecer.
O visitante, que nSo era senao o com-
missario de vigilancia administrativa da es-
tsclo de Choisy-le Ro, deaceu rpidamen-
te e ordeos qae tranBportassem o corpo
para cima.
Dous empregadoB da .estrada de ferro
pegaram no cadver, deitado sobre palha
e envolvido em panno preto, ergueram-n'o
Cdidadosamente, e, carregados oem o lgu-
bre fardo, subiram a escada.
A Sra. Labarre, agarrando se a am dos
portaes, esperava na porta de entrad?.
Vendo aquella massa inerte foi aocom-
mettida de um tremor nervoso, e, para nSo
cahir, foi lhe neceesario o so:corro do com-
misBario de Cboisy-le-Roi, qu2 achava-S9
de volta ao lado della.
Suatida por elle, acompanbou vacillando
os dous homens, aus quaes a criada indi-
cava e caminho do quarto do morto.
Depuzeram no leito o cadver ainda en-
volvido no panno preto, e os doas homens
retiraram-se.
A viuva avaccou at cama e estendeu
a mSo para o panno.
Oa mioha senhora, disse-lhe viva-
mente exportador da m noticia, seria um
espectculo horroroso... Por piedade para
si propria, poupe-se a tal espectculo, qae
nada conseguira alm de reavivar as auas
dores e tornar a sua ferida mais san-
grenta. ..
Terei coragem, senbor... replicou a
Sra. Labarre chorando; terei coragem...
maa quero tornar a vel-o pela ultima vea...
Emqaanto diaia isto, levifatou _o panno
negro.
Mas recuou logo aterrorisada, aniquilada
pele espanto, velando os olhos oom ambas
as mSos.
O espectculo era effactivamecto horro-
roso.
O panno esfarrapado das roupas deixa-
va ver as carnes dilaceradas, os ossos es-
magados.
Somonte a cabera aobava-se intacta o
presa ao tronco apenas por algumas tiras
de carne. (Continuar-uha)
>
!
>,


m4.
f.'
Typ. d* Diaria roa Duque de Casias n.


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