Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18929


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Full Text
AIIUIIT-- MMEBO 157
SEITA--FEB 13 DE O DE 1888
PABl A CAPITAL E LUC ARE 0\DE IA SE PACA PORTE
Por im meses adiantadoi j-^. .......... ^Sn
Por seis ditos idem .y7. 12|J000
Por om anoo dem ^y ,............. 230000
Cada numero avulso, do mesmo dia. ........ 100
DIARIO DE
PARA JDESTRO E PORA DA- PROVE CA
Por seis maces adiantados ........ ..... 133500
Por nove dito* dem ................. 20,0000
Por ana anno idem................. 27(5000
Cada numero avulso, de das anteriores ........... 100
RNAMBUCO
wr
Propriefcalu te Mmoel Ji$ntvc& >t i*ria i Silbos
m

4
s



Om Sra Amede Prlnce 1 C.
e Pars, sao os nossos agentes
exclusivos de annnoelos e pu-
Mleaedes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
MICO PARTICULAR 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 12 de Julho, s 3
A metma bizarra do aea acto si o nao innocen-
tiva attenuava-lhe o arroja. O empenho dos ami
gos coasegaio qae elle se conservase livre em
Madrid, e se esqu vaese assim as iras dos gover
nadores de Portugal. Foi ento qae elle aprovei-
tou o ocio do exilio para pagar saa divida de gra-
tido familia, qce o auxiliara ; cillegio e fe pa-
blicar as obras poticas de om dos seas membroa |
Ilustres, Jaime Falco, qae era j fallecido, cem
medica para examinar os apparelbos em ser vico,
obras e deposito d'agaa dessa companhia, compre
qae mesan commiasSo sejam prestados por Vmc.
todos os ecclarecimentoa que forem necessarios,
faei'itaodo caso trabalbo qaanto for possivel.
Communicou-se ao fiscal da companhis.
EXPEDIENTE DO DR. SeCHETABIO
Officio :
Ao gerente da Companhia Peroambucana
de um modo to agradavel e com om esfylu tao mi
ccoso, qae lbe accresceataram os crditos de Ilite-
rato e de escriptor correcto em idioma estranho ao
ds saa patria.
i_______en i / i i. Aneiava volver a seos lares, mas os perigos
borase 5U minutos da tarde (pela hoha ter-jeram ameacador.s. Eesolvea. entSo, por conselbos
_ de om irmo qae tinba oo Panam, possesso bes-
panbola americana, traneferir-se para all por al-
gam tempo, e refacer os meios de fjrtana no com-
mercio, em qaanto se nao considerasse seguro em
fosar da f-licidade de estampal as em saa vida. O Erm. Sr. desembargador presidente da provio-
alco fora sabio estimado, mathematicj cooheci- cia fita iutoirado pilo ifficio de V. S-, de 18 do
do, e poeta bespaahol de algum merecimento.
Ajaatoa ao livro um prologo na liogua castelha-
oa, em qae di u costa dos motivos da publicacic,
aoalyeou as obras, e expos a biographia do aator,
restre).
Fcram agraciados oom os ttulos :
De BarSo de Sertorio, com as honras de
grr.ndeza, o desembargador da RelacSe da
corte, JoSo Sertorio.
De BarSo do Bonito, o coronel Pedroaa.
Confirma-se a mmeayao do Dr. Pedro
Franciseo Corroa de Oliveira para presi-
dente da provincia da Parabyb.
Foi exonerado do cargo de director do
Arsenal de Querr de Pernambuco, o major
NapoleSo Augusto MunisTreire e nomeado
para substituil-o o teuente-coronel do corpo
de Estado-maior de 1* classe, bacharel Flo-
rencio Pereira do Lago.
Foi nomeado juiz municipal e de or-
pbSos do termo de S. Bento, em Pernam-
buco, o bachsrel JoSo Mauricio Borges J-
nior.
Na Cmara dos diputados foram appro-
vadoa:
Em 3.* discussao, com emendas, o pro-
jeoto, que regula a aposentadora dos ma-
gistrados ;
Em 2.a dis^ussSo o orjamento do Miis-
lerio da Justga.
Continuou boje a 2* discussao do projec-
to sobre bancos agricolas.
O Dr. Lourenco di. Albuquerque pro-
nuncio u um discurso contra o projeoto.
Hontem, no Senado foi approvado em 3
discussao o crdito de 300:0005000 pira a
exposicSo de Pars.
NATAL, 12 de Julbo s 6 horas e 58
minutos da tard<>.
Chegou hoje aqui e seguio a tarde para
o sul o paquete nacional Mandos.
Portugal.
A serte, porm, no P.m imA, se lbe mostroo es-
quiva. Cartado de saudades da esposa e da filha
passio-se para Portogal, arr senado se a cala-
midades, no correr do aano de 1603.
(Contina)
PAKTE OFFIAL
ProTlncla
DE JL'.NBO DE 1888
SEMICO 01 AGENCIA HAYAS
VIENNA, 12 de Julho.
E' grave a situadlo interna da Bulgaria.
ROMA, 12 de Julho.
Sua Santidade o Papa;Le2o XIII quei-
xa-se amargamente da dependencia em
que se acha para com o geverno da Italia.
Dize-se que o Santo Padre informou este
seu estado aos governos da Franja e Hcs
panha.
Agencia lavas, filial
12 de Julho de 1888.
em Pernambuco,
LMSTBCQAO POPOUa
sacisslidade. Lira: &
PORTUGAL E BBAZIL
PELO
Conselheiio Joao Manoel Pereira da Silva
(Continu agaoJi
Urna das qaalidades de Manoel de Soasa Ccuti-
nso lora seuipre o bro, o acrysolado patriotismo,
bem que oeculto no peitc, porque seria toncara pa-
tenteal o expoodo se a riscos eertoa. Sobresaltea-
se, poif, pareo ndo-lbe qae a preferencia antes re-
caba sobre o saspeito de adveno ao jugo bespa-
ahol, qae sesenta va na raaSo e na equiade.
Representen respetosamente e com energa qoe
nio tinba entra casa para morar, e nem meios de
fortuna suficientes paca ce mpenaar os pr> juisos qoe
lbe resultaran do despejo forjado. NAo encon-
trando favoravel diferimento, exasperoa-sea ponto
2 se por suss mSts lancou figo a casa, e a meen-
ion com todos es seus pertencea.
Ha dos versos latinos de Mancel de Sonta Con-
tinbo, pintando este s< u feto de nebre forca e is*n-
ySo nada vagar. Ptco-vos liceica para repetir
lelo menos dona dellts que provam singular coobe-
simento do idioma, em qae os eserevera :
Qaos fl.nsma absumpsit reddetmibi fama Penates,
Ponet, et eternam nen mcritara dcaum.
MBeceicso do qoe cosemettera, traten Manoel de
Bonsa Cootiabo de evadir-se A vingacca e castigo
dea governadorrs. Deisoa a familia e parti as
eenitas para Madrid. Tinba ah amigos e podero-
sos ; recorren A toa proteceo. O tempo e a dis-
tancia diminuan) a gravidade da colpa.
Governo da
EXPEDIENTE DO DA 21
Actos :
O presidente da provincia, de conformi lade
com a proposta do Dr. chefe de polica em officio
n. 568 de hontem datado, res I ve exinner r Laz
Barbosa Cordeiro, do lugr de 1* suppleote do
subdelegado do districto de'Cruangy do termo de
Timbaba e nomear para substitail-o o actual 3
supp ente, Alex .n 're Vas da Silva e para o lugar
dente Francisco Al ves de Oliveira Oatita.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren o promotor publica da comarca de
Ingazeira, bacharel Manoel Joaquim Mtchado Ja-
nior, resolve cooceder-lbe dous meses de iieenes,
com os vencimentos a que tiver direito, para tra-
tar de saa anude, deveodo o peticionario entrar
no goso da re'erida liccnca no praso de trinta e
cinco das.
O presidente d* provincia, atteniendo a qae
convm muito precianminte reconbecer-se como
satisfas a Companhia Recife Drainage as condi-
ces do seu contracto, e sendo para isso indi-pea-
savel um exame regular das suas obras, sppare-
Ibos, depjsicos; d'agaa e instrumentos, resolve no-
mear para dito fim ama commissao medica qae
se compor dos Ors. inspector de bjgiene, Ma
theos Vas de Oliveira, Augusto Coelho L>ite e
Francisco Mariaono de Viveiros.Commanicoa-
se ao fiscal dacompaohia. .
Officios : *
Ao brigadeiro commhndante das armas.
Declaro a V. Exc., para os fins convenientes, qae
a vista do termo de inspecco que aeompanbon o
cfficio desse commando de armas de 20 do correte
sob n. 1091, conced ao alferes do 14 batalbSo
de infantera, Francisco de Paula FernanHes Bar-
ro, eonfacau requereu, dons meses de licenc i
para tratar de saa saode nesia provincia.~
.oDr. chefe de polica.Beommen o a
V. S. qae providencie, no sentido de ser garan-
tida a tranquilidade e seguranca individual do
jais de direito da comarca e Palmares, ameacado
por Jtronymo de Castro de S Barreta.
Ao mesmo.Respondo ao officio de V. 8.
de 19"do correte, sob n. 566, declarando, de ac-
edrdo com o telegramma do jdi de direito da co-
marca de Itamb, datado de hontem, qae a cadeia
respectiva nSo ameaca desabar ; qae na vespera
por cansa da chava cahio parte das paredes j
concertadas custa das autoridades ; qae essa pa-
rede singela, de barro, e om dos oitdes de tai -
pa, com eocbameis apodrecidos; finalmente qae
fer-se convenientemente a mndanca dos senten-
ciados .
Ao engenbeiro enearregado das obras mili-
tares. De conformidade com o orcameoto na im-
portancia de 161fU62, annexo ao officio de V. S.
de boctem datado, sob n. 215, aatoriso a mandar
proceder, por cunta do crdito de 5:0004000, aos
reparos argentes de qae necessita o qaartel da
ctmpanbia de cavallaria.Commanicoa se ao bri-
gadeiro commandante das armas e ao inspector
da Theaoniacia de Fasenda.
Ao inspector do Thesoaro Provincial.Re-
metta-me Vmc, com urgencia, orna reUco das
casas qae teco apparelbos da Companhia Recife
Drainage e das qae nao os teem acompanbada das
declaracoes dos repectivos nmeros.
Essa recommendacao refere-se s casas compre
hendidas no permetro da planta approvada e qae
pagam accima na rasao exigida para qne sejam
obngades a collocar apparelbos os proprietarioa
remissos.
Ao inspector geral da instraccSo publica.
Providencie Vmc. para qae a cadeira de enaino
primario de Belmonte, em Villa Bella, aeja pro-
vida por cootaacto, qae seri eff.ctaado com Ame-
lia CarmtLna A Soasa.
Ao inspector de bygiene Dr. Matheus Vas
de (JlivHra.Remettendo a Vmc. copia da por-
tara pela qaal nomeei-o para facer parte da com-
musao que tem de examinar como compre a c-m-
panbia Recife Drainage aft condi(5i-s de sea con-
tracto, declaro-lbe qne A empresa reeommendo
qae tomiza os oecessarics esclarecimentoa no in-
tuito de ser facilitado o trabalbo da commissAo,
qae procurar ioformar si a dita empresa satisfaz
devidamente as exigencias do aceio das casas
onde tem apparelbos.
A c.mmisso poder etcolber oa reclamar au-
xiliares e medidas qoe jolgar oecessarias, poden-
do eatender-se com a administracAo, sempre qae
fer preciso.
Do sea trabalbo organisarA um relatorio, com
ndicacAo das medidas oecessarias. Igual aos
Drs. Augusto Coelbo Leite e Francisco Marianno
de V iveiros.
Ao jms de direito da comarca de Palmares.
O ov.od qne Vmc. transmita a eata presidencia
copia do sea despacho pelo qaal recou mmdou
que se desse denuncia contra Jerooymo de Castro
UA Barreto.
Ao juis de direito da comarca de Salgueiro
Para execacAo do riso do Ministerio dos Ne-
bocios da Jostica de 6 do crreme mes, junto por
copia, convem qoe Vmc. providencie para que seja
apresentada na secretarla det presidencia a
certioao do pmcesso do leo jcaqoim Tenorio da
Silva, condrmohdo pelo jury do termo de Leopol-
dina A pena de seis annos, om mea e qaioie das
de priaAo-
Ao jois municipal de orphios do termo de
Palmares Informe Vmc. si pelo pn motor nubil-
co da comarca de Calmares foi deuaociado Jore-
djp>o de Castro SA Barreto peo crime de homici-
dio c em que estado se at-ba o proceaso.
Ao airector do Arsenal de Querr.A vista
da infurmaeio dessa directora de bootem datada
si b n. 3'H, aatoriso Vme a mandar satisfsaer o
incluso pedido de srtgos para a escola elementar
da compni>bia de cav.llana.Ci rumunicoo-se ao
bngxder e-mmandaote das armas.
Ao gerente d aompanbia Recife Drainage.
Informe Vmc. qn.es as casas existentes uo peri
metro da piso a approvada para o srrvioo dessa
cempanbia que nao teem apparelbos ; te p.nbls*tem encoatrado embaraces para oolluoacAo
Aellas de taea appartlh, s e qaaea.
Outrotim, teado doado boje ama comatlaaao
correte, de aesrojr amanha cedo para os port s do
Rio Formoto e l'amandar o vapor Jaguaribe dessa
CO p-nhia.
EXPEDISSTE DO DU 22 DS JKH0 DI 1888
Actos :
O presidente da provincia, attendendo so
qae requerea ojuitde direito da comarca de Fio
res, bacharel Argemiro Martioiano da Cnnba Gal-
vAo, resolve conceder-lhe dous metes de licenca,
cam os vencimentjs a que tiver direito e a contar
do 1* do corrate, para tratar de saa sHide.
O presidente da provincia, de oonformidade
com a proposta do Dr. ehefe ds polica em officio
n. 578 de hontem datado, resolve exonerar o alfe-
res flo 2o bataiho de infantana, Francisco Jero-
nym Lopes Pereira, do lugar de delegado do
termo de Oaranhaos e nimear para sabstitu:l o o
capito do corpo de polica, Antonio Francisco
Cordeiro de Mello. Commuoic u se ao comman-
dante do cerpo de polica e ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Officios :
Ao brigadeiro ecamaaJa :te das armas.
A' vista do que dispoe o aviso circolar do Mnis
terio da Guerra, qae p r copia acompanhoa o offi
ci desta presidencia, dirigido a esse commando
de armas em 26 de Marco do anno passaloe, de-
claro a V. Exc. que nesta data expeco as necesa-
rias ordena no sentido de serem transportados,
at Macei, os soldados do 2* e 14 batalhea de
infantera, de que trata o sea tfficio n. 1079 de 20
do corrente.
Ao Sr. conde E iuardo de Brichauteau, coa-
sol da I'alia.Accaso o recebimeoto do oficie u
193 de 15 do corrente, em qae S. Exc. o Sr. con-
de Edaardo 4e Bncbauteao, ccnsul da Italia, me
participa h .ver na mesma data reassumido o res-
pectivo exercic;o, de volta de sua viagem A pro-
vincia da Baha.
Era rejpi.it declaro a S. Exe. o Sr. conde, qae
fico inteirado dessa oceurrencix, da qual passo a
dar sciencia As esta$5es competentes.
R "ovo a S. Exc. o Sr. conde os protestos de
mioba perfeita estima e consideracAo.Fizcram-
se as necessanas communicaces.
Ao coronel Raymando dos Pasaos, comman-
dante superior da guarda nacional da comarca de
GaraohuuB.-Pel officio n. 1, de 18 do corrente,
fico inteirado de bav data o exe-cicio do cargo de commandante supe-
rior da guard: nacional dessa comarca, para o
qunl foi nomeado por decreto de 97 de Janeiro ul-
timo.
Ao inspector do Thesouro Provincial. De
accordo com a iuformacAo qae Vmc prestoa em
officio de 18 do corrate met, sob a. 284, aatoriso
o fornecimento de tres techadoras, tres temios,
agua e lux para o qaartel do destacamento da Bar-
ra de Jangada. Communicoa-se ao brigadeiro
commandante das armas e ao Dr. chefe de poli-
ca.
Aojis commissario de trras publicas do
municipio de Agua P.eta.Tendo ouvido o enge-
nbeiro Luii Jos da Silva, enearregado pelo Mi-
UlDVcriu da rtgricultura, OOtBttBSttStj o OOras m-
blical, da demarcacSo dos aldeiamentot desta pro-
vincia de 1875 a 1878, acerca do qae Vmc. infor-
mou em officio de 26 de Maio ultimo, quanto ao
titulo de Irgitimacao da posse Seraosn/io, pre-
tendida por Antonio Baptiata da Silva, e ao esba-
lbo por este feito aos indios Clara Mana Linda e
Silvino Francisco Cal, declaro a Vmc. para os
fins convenientes qae o legitimante deve promover
a nova demarcacSo na forma do parecer junto por
copia, daqonJe eogenheiro, procedida por profis-
tional devidamente titulado, de accordo com o
aviso do dito Ministerio, de 2 de Maio de 1883.
Outrosim, deve Vmc, qaanto antes, providen-
ciar para serem regalar mente mentidas as posses
de Clara Mara Linda e Silvino Francisco Cal
Portaras :
O Sr. agente da Companhia Brasileira de
NavegacAo faca transportar at Macei, por con-
ta do Ministerio da Guerra, de coatermidade com
as disposicoes em vigor, os soldados do 2 e 14
bstalhes de infamara, Antonio Gomes da Silva
e JoSo Jos da Cuaba GuimarSes, ot-quaes se
acbam i.ffectados de beriberi. -_
O Sr. agente da Companhia Bratiieira de
NavegHCo faca transportar A corte, por conta do
Ministerio da Guerra, o desertor do 14 batalbSo
de infantera, J -Ao Luis de Franca, e bem assim a
escolta qae o acompaoha, compost t de om cabo e
um soldad j do 14' batalbio da mesma arma.Com-
manicoa se ao brigadeiro commandante das ar-
mas.
O Sr. agente da Companhia Brasileira de
NavegacAo faca transport ir A corte, por conta do
Ministerio da Guerra, as pracaa e maia pessoat de
familia constantes da relacAo junta por copia, as
qaaea vieram da provincia do Rio Grande do
Norte com aqaelle destino. Commanicoa se ao
presidente da provincia do Rio Grande de Norte
e ao brigadeiro commandante das armas.
O Sr. superintendente da estrada de ferro "do
Recife ao S. Francisco mande dar passagem de
Una As Cinco Pontas, em carro de 2a class, por
conta da provincia, a 3 pracas do corpo de polica
com direito As taapectivas bagagens.
Muiatii mutands ao eacarregado da estacio
de Una para dar paaaageos de Garantaos a Una.
__ EXPEDIENTE DO DE. SECBBTASM
Officios:
Ao Dr. ebefe de polica.-^. Exc. o Sr. des-
embargador presidente da provincia transmittindo
A V. S. o officio do inspector do Thesoaro Pro vi n
cial n. 358 de 20 de corrente met, recommenda-
lbe qae informe ti o predio onde te acha actual
monte a cadeia de Palmares proprio provincial
oa de propriedade particular.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. desembargador
presidente da provincia manda declarar a V 8.,
em aoluoAo do sen of&cio n. 554, de 16do corrente
n.et, qoe por agora oAo ha forca para augmentar
o destacamento de Bsrreiros, tendo providenciado
psra qne all se conserve o sargento Jos Antonio
de Fanas.Offieieu-se ao commandante do corpo
sobre a permanencia do sargento.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. desem-
bargador presidente da provincia transmiti a V.
8. copia do officio n. 261, de 18 do torrente met,
em qae o commandante do corpo de polica declara
as providencias tomadas sobre o assumpto de seo
officio o. 535, de 13 do mesmo mea, qae Sst) assim
respondido.
Ao Dr. jais de direito presidente de Tribunal
do Jury do Recita.De ordem do Exm. Sr. des-
embargador presidente da provincia transmiti a
V. 8. copia do officio de hontem dataoo em qoe o
commandante do corpo de polica de< lara o motivo
porque nao pode t-r satisfeita a requisicAo cons-
tante do sen officio de 20 flo corrente mea.
Ao inspector do Thesouro Provincial.O
Exm. Sr. deaembargador presidente da provincia
iodeferio boje o reqoenmeoto de Figoeiredo & Ir-
mAo a. qoal ae refere a infurmacA de V. 8., de t
do correte, sob n. 260, prestada sobre a preataeso
pela irresponaabiiidade das estas na. 7 a 11 da
roa Seie ae Sotembro, de pagamento d> t annui-
dadee. de appartlhos da Companhia Reeife Drai-
nage, all d ilocados.
Aoa Srs. Drs. Joaqnim de Alboqaerqne Bar-
ros Guima'Aet, Jos Joaqnim 8'abra e Rodolpbo
Alboqa.rqne de Araujo.De ordem do Esm Sr.
desembargader presidente da provincia tranamit-
mPa.V"^ p"" 8 e6"8 cJ0Qeoi-n,,e- %V**'\ Domingos Teixeira Bastos. Iudeferide,
ment com os respectivos documentos do Rvd. Dr. .._,., *""*"'
Jerooymo Thtm d* Silva e b-m assim as iastruc- Por(iusnto D* consta ter sido autonsada a
coea de 27 de Oatubro pe 1880. suppressHo do sppatylbo.
Ao jais municipal do termo de Bom Conse- Ildefonso Carneiro da Cunha e A'bu-
lhA~,DeA rdem d Exm- 8r" de""bador pre-qasrque.Deferido oom o effijio desta da-
sidente da provincia c3mmunico a V. S qae do ,*, mm.j j n j o
sea officio de 16 do corrate mee, boje recebido, U Tao cominandante do Corpo do Polica,
proferio se o despacho seguate : Igaaoia Josepha de Jess.Informe o Sr.
Ao Sr. conmandante do corpo de polica para inspector do Thesoaro Brovinuial.
satisfanr a requ.sico^ Commendador Jos da Silva Loyo Ju
Ao engenbeiro fiscal da estrada de ferro do p ^ I .
mor.rasse portara nomesjpdo a commis-
Recife ao S. ftancisco. O Exm. Sr. desembarga
dor presidente ais provincia den o conveniente des
tino aos documentos qae acompiobaram o officio
de V. 8., de 13 do corrente, sob n. 50, hija rece-
ido.
KXPDIBilrE do da 23 db'jnbo de 1888
Actos :
O presidente da provincia, attendendo aoque
requereu o l.i esenpturari > da Tbesooraria de Fa-
senda Germano Antonio Maebado, e tendo em vis-
ta a informaoAo n. 358 prestada pelo respectivo
inspector em 21 do corrente e o atttstado medico
exhibido, resolve, de accordo com o disposto no
art. 3' do decreto n. 247 de 15 de Novembro de
1842, prorogar provisoriamente por tres metes e
sem vencimeuto algum, a licenca de igual tempo
qae ao peticionario foi concedida por portara de
26 de Marco do corrate saao, para tratar-se da
molestia beriberi, fra da provincia.
Officios:
Ao inspector da Thesoanria dd Fatenda.
C'immunco a V. S. para os fias convenientes, que
o bacharel Tbomaz Garcet Paranhos Montenegro,
juiz do commercio desta capital, em 22 do cor-
rente mez de x u o xerciciu de sea cargo por
achar-se annojado peio fallecimentode seu biho.
Ao mesmo.Cumoaaoico a V. S. para os flus
convenientes qoe o bacharel Honorio Hermetto
Crrela de Britio, juit municipal e de orphSos do
termo de Goyanna, em 20 do corrente met, entrou
no goto de om met de licenca qae lbe foi concedida
por esta presidencia em 16 do tnesmo mes.
Ao commandante interino do corpo de poli-
ca. Aatoriso Vmc a alistar no corpo deseo com-
mando os paisanos de que trata o sea officio de
hontem datado sob n. 273.
Portaras :
Respondo ao cfficio n. 48 de 20 do corrate
met declarando a Cmara Municipal do Recife,
qae a Assembla Legislativa Provincial, anda
mesmo funecionando em S'etetnbro vinloaro pes
sivel providenciar psra qae por nova le oa por
meode prorogativa ornamentaria as municipali-
dades estejam em Outubro seguate habilitadas,
afim de realisar as operaecs de receita e despera
do respectivo exercicio fioaaceiroAssim nSo posso
attender ao pedido coostante do citado efficio'
O Sr. agento da Ctmpanbia Brasileira de
NavegacAo a Vapor fafa transportar a corte, por
eonta do ministerio da marinba, os voluntarioa da
armada Monoel Apolinario Pereira de Castro e Au-
gusto Pereira Lisboa, 400 para all segueta dis-
posifSo do quart 1 general de marinba.Commu-
nicoo-seao inspector do Arsenal de Marinha
O Sr. agente da Compaohia Brasileira de
NavegacAo a Vapor, faca transportar a corte por
conta do Ministerio da Guerra, o cirorgiSo do car-
po de saade do exercito Dr. Arvellos Bottas qae
para all segu por ordem do Exm. Sr. coaselbeiro
ministro da guerra cuntida em telegramma de 22
do corrente visto achar-se soffrendo do beriberi
Remettea-se copia do telegramma ao brigadeiro
commandante das armas e expedio-se ordem ao
inspector da Tnesourarla de rv.z nda para mandar
justar catas ao referido cirorgiSo.
O Sr. gerente da Companhia Pernambacana
mande dar passagem de r ai Aracxj., no vap.tr
que fizer a segunda viagem deste mez aos portos
do sol a Cypriano Rodrigues dos Santos por con-
ta das gratuitas a qae o governo tem direito.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Officios :
Ao Dr. chefe de policaO Exm. Sr. desem-
bargador presidente da proviocia manda declarar
a V. S que fica inteirado do assumpto de sea of-
ficio n. 579 de 21 do corrate.
Ao mesmoO Exm, Sr. desembargador pre
aidento da previncia manda declarar a V. S. qne
fica inteirado do assumpto d; seu officio de 21 do
corrente met tob n. 579.
Ao inspector do Thesouro Provincial.O
Exm. Sr. desembargador presidente da provincia,
de conformidade com a ioformacAo prestada pela
reparticSo das Obras Publicas, em officio n. 114,
de 21 do corrente, indc ferio o reqaerimeoto de
Manoel 1 lementino Oorreia de Mello, a qjje se re
tere a de V. S. no de 9 de Maio ultimo, n. 2*4
Coinmuuicou se ao director geral da reparticSo de
Obras Publicas.
Ao mesmo. O Exm Sr. desembargador
presidente da provincia indefeno hoje o reqoeri-
meoto de Antonio da Siiva Jnnior, proprietario
das casas na. 7 e 11 do becco da Cadeia Nova,
vista do exposto na informacao de V. S, em cffi
co de 19 do corrente, sob n.v287.
Ao mesmo. 8. Exc. Sr. desembargador
presidente da praviocia manda communicar a
V. 8. que nesta data proferio o seguinte despacho
na peticSo de Hermn Laadgren fe C. sobre que
versa a informacSo desse Thesouro de 13 do Cor-
rente n. 286 !
c Aguardem os sopplicaotes verba qae deve
ser reclamada A Assembla Provincial, afim de se
poder entSo effectaar o pagameoto, a qae alia
dem. >
-- Ao mesmo.S. Exc. o Sr. desembargador
presidente da provincia manda commauicar a V
8. qoe nesta data indeteria o reqaerimeoto em qae
o professor jubilado Isidoro de Freitas Gamboa
p*dia qae fosse incluida na saa pensSo de loacti-
vidade a gratifieacSo de mrito que Bufara quando
no exercicio do magisterio, e a que se refere a in-
formacSo desse Thesouro, n. 285, de 18 do corren
te.Commanicou-se ao inspector geral da iastruc-
9S0 publica.
Ao commandante interine do corpo de poli-
ca.De ordem do Exm. Sr. desembargador presi-
dente ds provincia communico a V. 8 para os
fioa convenientes, que por portara de 29 de Maio
fiado foi coBsiderada sem effeito a de 26 desse
met, exonerando Oeocleciano Peixoto de Aleecar
do pesto de alferes da 1 companhia do corpe de
sea eummaado. Commanicoa se ao inspector do
Thesouro Provincial.
Ao jun municipal e de orphos do termo de
I'amb.nSo estando de accordo cem o decreta n.
33zg de 14 de Jolho nltimo o edital qae acompa-
ohon sea officio de 16 do corrente met, dev jiro a
V. S., de ordem do Eim 8r. desembargador pre-
sidente da provnola, afim de que mande abrir
noltj concurso, e recommenda-ihe a fiel observan-
cia^Aoi do citado decreto como de todas as ou-
tras disposicoea legaflt referentes ao assampto.
rifo.
Jos Antonio da Motta Guiarles. In-
forme o Sr. inspector da Tbesouraria de
Fazenda.
Ladislao Nery Costa e Silva. -Informe
o r. inspector da Tbesouraria de Fa
senda
Miguel Fontoura.- -Exhiba
ou certidSo.
Tertuliano Eustaquio de, GasmSo. -Re
qaeira a Tbesouraria de Fazenda para re-
lacionar a divida, visto a;har-se
do o excrcicij a que pertence.
Secrttaria da Presidencia de
buco, 12 de Julho de 1888.
O porfeiro,
F. Chacn.
despacho
encerra-
Pern
am-
2a
ca
dstric-
Carrno,
RepartI<;o da Polica
secgSo.N. 650.Secretaria de Po-
de Pernambuco, em 12 dn Julbo de
1888.-Ulm. e Exm. Sr.-Participo a V-
Exc., que foram bootem recolhidos Casa
de DetencSo os seguintes individuos :
A' minba ordem Joanna Paula Maria da
ConceicSo, remettida palo subdelegado do
4 distriote de S. Jos, como alienada al
que tetilla o conveniente destino.
A' ordem do Dr. delegado do 2
to da capital, Jos Christovito do
por crime de furto.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Domingos Jote dos Santos,
Clarismundo da Rocha, Eatevao de tal e
Vicente Morques da Silva, como vagabun-
dos e uso de armas defeza.
A' ordem do do Io districto da fregu
zia da Boa Vista, Toereza Maria do Es-
pirito Santo e Manoel Nunes, p.r distur-
bios e uso da arma defeza.
No dia 6 do corrente, no lugar B.nto
Velbo do 2 districto do termo de Santo
Auto, o individuo do nomo Francisco Be-
zerra assassinou com urna facada a Bento
de tal, logrando evadir-se logo aps o
crime. **
O subdelegado respectivo tomou conhe-
cimento do facto, abri o competente n-
querito, qne j teve o oonveniente des-
tino;
Deus guarde a V.
Sr. desembargador
Oliveira Andrade, muito digno preaidente
da provincia.O chefe de polica, Francia-
o Domingue8 Ribeiro Vianna.
Exc llm e Exm.
Joaqnim Jos de
DESPACHOS DA PBB8IDBNCIA DO DIA 11 DF
JULHO DR I808
Abaixo assigniidos, moradores e pro-
pietarios no districto de Oapoeras, do
termo de Bonito. Remettido ao Sr. ina
pector geral da instrucc&o publica, para
que proceda nos termos do respectivo re-
gulamento e com a maior alterado.
Amelia Tbereaa da Jess VaaSalgedo.
- Informe o Sr. brigadeiro commandante
das armas.
Adolpho Cesar da Silva. Informe o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Companhia SanU Tbereaa. -Em conse
quencia de ordene da Tbesouraria de Fa-
senda j foi a aupplioante'sausfeiSssw
Thesoure tro vinel al
DESPACHOS DO DIA 12 DE JULHO
DE 1888
Antonio do Carmo Ferreira.Deferido, dndo-
se baixa no 2 semestre nes termos do art. 48 das
instroc^oe de 27 de Jolbo de 1883 e art. 37 do
Reg. de 28 de Maio de 1887, visto provar as res-
pectivas coodices.
Isidoro de Freitas Gamboa.Dse, ficando co-
pia por certidSo.
Joaqnim Facundo de Castro Delgado.A' Rece-
bedoria Provincial para attender.
Antonio das Cbagas Rodrigue! Machado e JoSo
Goncalvea Trrese outro.Iodeferido, A vista das
informaodes.
SimSo Jos da EocarnacSo.Deferido.
Contas das Obras Publicas.Examinem-se.
S Lti H.irb sa & C.Deferido, ficando irres-
ponsaveis os supplicantes pelo debito anterior do
estabelecijiento n, 15, roa Lomas Valentinas,
no qaal provam nSo ter saccedido.
Jos Ave Das, Pbiladelpho Francisco Penna,
Jos Joaqnim Simoes do Amaral e Hara Joa-
quina da silva Santos.Entregae-se pela porta.
Companhia Hanseatica de llambarge, officio do
Dr. prooarador des teitos, Manoel Figaeiioa de
Faria & Filbos, Jos Nogaeira do Sonsa e Aristi-
des H nonat|sserra de Menetes.Informe o Sr.
contador.
Jos Candido de Moraes. Entregese a quan-
tia em deposito.
Antonio do Carmo Ferreira.Restitaa-se.
Maooel Aoselmo Correia de Figuciredo.Li-
quidada, escripture-se a divida.
Matheus Jos G mes Deferido, dando-se baixa
no debito do exercicio de 1883 a 1884 por ter sido
isenta a casa de n. 24, ra do Chacn, nos termos
da le n. 1544, como informa a Recebedoria Pro-
vincial.
Rufino Epipbanio Kolrlgu. s dos Santos.Fa-
cam-se as notas da portara de licenca.
Contas do Gvmaasio, das Obras ablicas e de
Salvador Barb.loo Ucba Cavalcaate.Appro-
vadas.
Recebedoria Provlnelal
despachos do dia 12 de jolho de
de 1888
Lana Maria de Franca, Joa de Miranda Cor
rea Lima, Rota Carlota de Mello, Ignacia Jose-
pha de Jess, Antonio da Silva Footes, BarSo de
Ariinpe, Aogelo Raphael c* C, Manoel Portelia
da 8Ua L.yoia, Mana de Santo A'maro Correia,
Senhorinha Mana da ConceicSo, Ag->ttiuho Jos
Ra^cso e Augusto F. de Oliveira de C Informe
a 1" seccAo.
Jos Humi Teixeira GuimarSes.Jante conhe
eimento de decima relativa ao nltimo semestre.
INTERIOR
Bofe
A Biblia Africana
(Cidade do Uto)
iesso : mioba alma comecava a ensombrar-
se com o nevovrro da descrenfa, a minba f no
bem tintava. Fasia fri em mea eoracAo.
Seria poasivel, qae te respoodesse A mais santa
das aonegacoca, ao maia desintereasado patriotis-
mo, pela ingratidao a mais negra ? Sena posai-
vei, que se coudemnasse ao exilio, A abdicacAo,
essa beioica e meiga creataraaSae se esqoecea de
qae era mAi, da tranquilla henea de
que
teas filbos,
era a primeira
para lembrar-se tmente, de
cidada de nossa patiia ?
Ku va Cada dia subir, eoberto do lixo da escra-
vidSo. espumando e uivando o oeio sorprendido, o
egosmo hydrophobico, e entretanto nio via alean-
tilar se diante dessa onda maldita a profissAo de
t, leis terminante da rana, qae esta repblica
da pirataria, qaer de 'novo condemnar A excom-
monbSo da ignaldade social.
Hoje, tio tome contente Li n'um dos jornaei
da manhS a noticia, de qae os I b -rtos de algunas
fazendas declararam qae nSo trabalbariam mais
para os fazendeiros, que se declartssem republi-
eanos.
E' y.grot patritica fita, peU honra de ama
raca, contra a deslealdade dos seos antigss .op-
presseres.
O exemplo deses libertos deve ser o evangclbo
de todos. ^^~
Que se espslbe por todo o Brasil esta senha :
om homem de cor cu traba ha, nSo contribae de
oenhuma sorte, ncm directa nem indirectamente,
para o b m estar e a prosperidade de am republi-
cano
Pelo odio repblica ? NSo. A repblica san-
ta e immaculada. NAo pode ser responsabilizada
por essa especnlacSo immoral e torpe, qne a baixa
smbicjlo de nna e o odio de outros, estA fazendo
coutra urna digna aenhora, qoe, rempendo com as
tradices monarchicas, inicioa era saa patria o go-
verno do povo pelo povo, o governo da lei sabida
viva da consciencia popular.
Si a repobiica viesse, para esstigar a oligar-
chia, para refreiar a plutocracia, para affirstar a
soberana do povo, contra os attentados da coie';
si a repblica fosse o grito do direito contra o ar-
bitrio, do c'vitmo contia a tyrannia ; os homens
dr c6r, os famin:os de liberdade; dorante tres se-
oulos, deviam recebel-a com es bracos aberios, a
bocea em sornso, como a urna doce mSi csrinhoss,
qae ella realmente
Mas, do qae lado rst a liberdade, quem a re-
presenta : o fazendeiro, o senhor de escravos, oa
a punce za obolicionista ?
De qae se qoeixam os neo-isipobcanos ? De
Ibes haverem tiraao o ejomvj. Qual pois, o de-
ver do liberto ?
E' uur, morrer pela coa libertadora. -^^
A qoestAo simples: de om lado, estSo os que
hontem vendiam como vil marcadoria a alma, urr-
corncj humano-; de oatro lado, a heroica seibo-
ra que reatituio aos negros a familia e a patria.
A repblica o ideal dos governos ; exacto,
m.s como todo o ideal precisa de espiritos de elei-
cAo de sentimentcs puros para cerporificar-se. '
O que se est dando com a repblica o mesmo
que se da s vetes, dos I. res. Entra um dia por
oma casa, onde ha urna donzella puriseima, um se-
ductor. 0 miseravel sopra ao oarido da ineaota
amad palavras namoradas. A casa paterna po-
bre. Alomia-se escassamente. A' meea senta-ad
dia da a penara. Como nico prazer a felici-
dade cemmum de se sentirem amigos ; elle, o pai,
mostrando os calos das s Das ruaos hinradas ; a
veiba noi, a sua dtdicaeSo rielo consorte e pelo
rructo do seu amor ; ella a moca, na-frescura das
suas faces, no tuibamento sem causa dos seos
olhares, a sua virgindade de alma e de corpo.
O miseravel seductor falla pobreta asta, ds
mistara com a lingoagem do amor a do deslom-
bramento. Quer oar c m o sen eoracAo o bea
estar da vida. Dtsfia na concba de opala da ima-
gioacSo virginal, o collar eterno das perolss de
Margarida. A libidagem emboca-se na capa de
Romeo. Tem desesperos, solucos, temer'dades.
Dtus fez a virgindade eega e laminosa como as
estrellas. A loa dt lia nSo basta para fater que
veja claro as almas negrea. Urna noite o lar
perde a sua alegsfa. O meteoro deserta o firma-
mento, para se extinguir na atmosphera viciada
da seduocao.
Mais tarde eaaaatit-B a cantorolsr, com ama
vot aguardentada a nma janella ou a repicar os
tacea das botina 1 meio acalcaahadat pelas viel-
las, aquella innocente creatura de outr'ora, que
tena sido, pobre, oo n-gaco da familia, om modelo
de malher, transformada agora no mais deprava-
do dos seres. "
Os neo republicanos amara a repblica como os
seductores as virgeos, naTpara alevantal a at a
alta missSo qoe lbe est reservada na human ida-
de, mas, para rebaixai-a e ptostituil-a.
Felitmente, a lingoagem desses tartufos da li-
bsrdade nSo modon.
Riles kffirmavam outr'ora qne e msntinham a
escravidSo em b nefieio da raca negra. Davam-na
como incapaa de moralidada e de progresso fatal-
mente predestinada a todos os vicios.
8i files empregavam o bicalho, o tronco, a
pega, a gargaibeira, os anjinbos si condemnavam
as suas victimas ao fecho, motilaoSo da familia,
era por amor deltas.
Anda esta semana o Sr. Cesario Alvim fatia o
elogio dos senbores, pela assidaidade dos libertos
ao trabalbo. E' irrisorio, nSo faser da vrtude do
opprimido o titulo de benemerencia do oppressor.
NAo, obstante, o Sr. Cesario Alvim, dava-ae as
grandes ares do velbo magistrado para proferir tal
sentenca.
Neuhuma qualidade naTraca negra. O Sr. An-
drade Figneira oega-lhe mesmo a gratidao.
D'ah a escravid 1 justificada. Era um Messisa
cada seaboi de escravos, cada fatenda om templo-
Que s icnfici 1 ter de graca, o trabalbo de dexe.
as, de centenas, de milbares ae homens I
' com essa mesma consciencia qae ellet veas
fundar a repab ica.
Quem > os propagandistas republicanos, os
graodes escriptorea qne vn agora dontrinar os
povos, depois de terem meditado silenciosos doran-
te todo c tempo da propaganda da tbolicSo, en-
contra abi periodos qae cboram o estado actual dos
martyres da lavoura.
Q ie graodes eoraedes. NSo admittem qae am
subJeie8ado prenda llegalmeote om eleitor, para
o subsidio ao Dr. Fulano dut Aotoes, gritam.
Eatretranto 0S0 se commoveram com es maiores
tormentos dos escravos 1 ^
Aiguns delles chegaram mesmo a ser advogados
contra os captivos, em pleitos de liberdade. Outros
mais espreos, aceoderem, por ultimo a aboiicAo
o teco de vela, qui Ibes sobroupr allamiar o ca-
msnho ao escravismo, e agora ndamara para suas
pessoae, a gloria dos propagandistas de todos 08
tempoa.
E' com seraelhante gente, qae se ha de (andar
a repblica ?
E' este o patriotismo, esta a nobreaa de earac-
ter e de sentimentoa, qoe se bao de impor em pres-
tigio a om pvo livref
Quem viose ospretorianos jogando dados sobre a
tnica de Jesuo, pensara irnflectidamente, qae
elles qa-riam guardar como urna r.liquia sagra-
da a roupa do mariyr. Entretanto, era a mais
srdida ganancia o que estava all eupatando OS
dep j da victima.
Oa pretorianug da repblica repetem a secna dos
preter.nos do Calvario.
E' precif 1 qae o povo nao se deixe illudir pela
auatucia escravut.
Outr'ora para intimidar o imperador, eUa forma-
va cios de lavoura. Est anda viva a lembran-
ca da famosa teasAo das roa dos Benedictinas ou
Municipal no Centro daLavoarae Camcaercio, em
que nacionaes e estrangviroa chama vano douio SO
imperador e aprocavam Ihe p-r cincoenta contos i
de riaa cabeca, por sustentar o ministerio Dantas.
Para esmag.r oa abolicionistas, por meio do go-
verno, ellet disiam qu dos eramos es anarchistas,
os petroleiroa o republicanos.
Nao ba anda um anoo, at institaicea qne nos
regeui eram at melbores, a monarchia era base da
ordem, do progresso e da liberdade.
Hi j stas ogtitnicOes sAo oppres. oras, a mo-
narchia ama afirunta A dignidade amsrieana, S
mudam-se em ciaba republicanos ea clubs de la-
voura.
Psdem atirar ao abolici.it no a mesma pechada
contradiuoAo. Vos disiei^da monaruoia outr'ora s
que nos boje repetimos.
E' verdade : queramos institaicoea para servir
A Uberdaa* eain escravidAo. Se essas iastitti-



'

*

-i

/


Diario de
*
%-#<'



raaos iiloamotraeaem com elaatesia bastate, puna
canter o direitos da homim, n as teriamo* dea
trado.
Mi not cosnosniiawiuos, poia. Contradiccio,; a
dnqulies, que aaoses f*zer do ideial doa governo
livrea o homiaio da eseravidio ; c-uatradiecia, 6 a
daquelles qae pdenlo ter am governo de Victoria
de Inglaterra, querem o gavera) de Lopes e Gut-
maa Ulano, da terror e da exte. minio, de embra-
tecimeuto e de rapio*.
A religiio dos harneas da aar essa prsjral*- O
velbo tsatamadto o ai i nplo d os ftgitiva i de Ca-
pivary. Beistir quaodo ataa* loa, mas, aaoelstea-
der a vin^anca, ou daoaffraate alen da aggres-
sores, 6 preciaa qae pessemog atrava da toda a
historia nacan il, coino a u-les heroea passaram
atrava da cidade ame Instila; lepattealo a
aagnr.nji e a propriedale d>3 notaos coaspatrio-
tai. O novo testam"oto o -.rampl o das liberto
de Leopoldina. Niotrabalhar para aquellos, qae
qaeram deshonrar a repblica e com ella a nosaa
nacianalilale.

fll
icira J.3 de Julho e 1888
por ellas aaaondida, dos 25.030:OOOd pira spn
tai aot b*neos.
OSr.Silveira da Motta -E' medida transitoria*
csanbater o perigo os masaRs reeur/ad,a que des-
poso} oatbanco coa base sjastalHca.
O orador deianvorve largamente ette poalo, moa-
orna medida indispengavel emquanto existir s-
meate o papel do governo.
O Sr. Pereira da SilvaB eaaqoento alo bouver
baneo3 di eirculacio.
O Sr. Viseaode de Oaru Preto-Ahi ost4.
O Sr. Saravslisaaiw tareas dito ou steres J o pro
j-atamn ifeejaeaaiti^taii am m n snurilnntn ?i-
eiesap >r anotas mSJzaer. E te na o melhor ; mases-
reeea 4s ooaaaaiaseasaqae o projecto visav ostabsle-
cerao Bra
"K para aliante, ora a alma aberta, com a con-
sciencia limo, com as mos callejaias, com atesta
suada, cjm o penaameato choio de nar idaial de
patria livra, prospora e lelie.
Miehelet diasa, que a Afnca nm rescrvatorio de
saogae novo deizado pela Providencia, para que a
humanilala o transanla esa anaeveiaa, quaado.se
a* sentir protoudaraante depauperad.
Entre n>, a rao, qua ae presumJ superior, est
a pedtr a traaefusio di un ideial novo e creador;
domo!-o, com a gsnerosidade de sempre.
Famas nos qae cirregama, dorante iras scalos,
a patria em nos as hombres; oantianemoa dssain-
pauhif a honroaa missio historie .
As leMr.as, as artes e aa ciencia e3ti> cheia
dea estropbea dos nasaa poetas, dos periodos las
nosaog eacriptores edos nossos oradores; dos byra-
qjS dos noaa>s inaiatro, das qu tiros dos noseos
pintores, das clenlos dos nossos matbem atices, das
iovestiraco-a mltiplas doa nossos abios.'A inlus-
trv martyrio. No porlamento repet J-se a sacia lad" :
a patria e o-.negro, elle o cradito, ulle a pao
decoix
?j bam, a priacesa, ralamotar ., tiran -;anaa
a cancleBiij: logo, elle o direita.
L>go, ripto-o on: elle a soberana.
Parta da raoa oppriiniia o eaemplo ,ia lealdaie
papilar; venha da cantada inferior do pavo a offu
sao d) raconheaimeoto por aquellas, queaervoa
antes de talo patria e honra da haminilaie.
\k repaUica qua se prajaeta nm aasalt 4 liOtr*
dad* iosHvres de kjntem E' a resarreioaa de
1335 quanda sa faaia o trafica, para desafrantar a
dignidade nacional.
O iever dos hoaisas de edr mintar coa os
demais patria: is. guarda assidna, com nma vigi-
lancia d* gaasa do Capitolio, em torna do throna
da priacesa relemptora.
Antes a minarhi* pala libar la Ia, da qae repa-
blica pela eaaravidio.
ASSEMBLEA GERAL
SEN i DO
BANCOS DE E.MISS Vio
O <*r, Saralva observa qia o naora seoas-
dor palo Rio le Jai-iro, qn i'vicoa o ieb
oaoutroa oradsraa qua i' ^a:aaijran na tribaoa,
provouiraoa as 20 naiisioas roinlis pa.adaren
opi> 4c; ai la sab e-nli, a a-Masa la ao aa-
nadj.
Parase, psra, naTerador q-ie esta provocaoao e
inipoi.-tau'i. As aamnisoOis 1 raaa am pareasr
daaaavolvii, e antas da aaram provaoadaa sobre
a aaaitaeio eu uio da anb-aatanla, davara sl-o o
gajrana).
Pa ra pa-ia, 1 1 > oralar, po'^aa nia caavar-
aaua3ter)sp! '-> aanros jttns ajabrs! da cam-
m.saio alo teri duvila en aaeicar a h fW
da, ai a gvarno taara spmaoililaio desta
aceitaela. ...
O dr. Laao Veildeo Apoiado, pila miaba
parte.
O 8r. Sawva Acaruaa qn uaa ciraamsUn-
eiae-actijaea, teado o govarao da aloptar un pla-
no de pwvriaaeias qua omoleteaj a le 13 la
alase, &p-e.'so que etle dselare si entra no sea
plano creaeaa lo ba co de eaiissao. Era esta,
legan lo er, nma das raz5;s que tiaha o nobre
senador por Grayas para querer aliar a diacas-
.1. .
O orador apprf va o typa dos baaos propaaces ;
acha nMO) que, sendo impo8ivel^talve, no noa-
0 estado actual, am baaco decirculacie com tan-
da metallico, a introinooao os aaaaj paiz dos
beos dos Estados-Unid is, qae resistiram o biai
4 crias de 1873 e oatras, seria coaveoieote.
O Sr. Lea Velloso Bases bancos aio ama
transi* para o rgimen melallieo.
O Sr. Saratva aympatiaando aswm, como dase
com o typo dos bancos propoBtos, aceitara a sua
emenda como-nm meio mais para auxiliar oa in-
tuitos doa nobres i atores do projeoto; e tneime
porqne desoja omito ver estabtieeidos, no Bio da
Jaueiro e naa eapiteea da provinoiaa, fortes ban-
cos de emiaaio, aem oa quaos eetende qne naa cir-
camstanciaa actaaas, tealo o governo de propor
am systeoia da auiUioa 4 lavonra, nao poder4
funoeiooar esae ystema, qualqaer^ue atsja/
Consta qae o nobre presidente do cous/tho vai
propr na cmara a ereaei de baaoos a^rieilaa,
garantiodo aa lettras hypatbaoarias. Nasta caso
podfria o projecto aer modfiealo pelos sena aato-
ree *e aocsrdo com a propost do governo.
S os bancos de que so trata, dsvj.n constituir
nm aystsma de uaa.lio 4 Uvoura, no poden ter
todoe a-organiaaco nuica qae o projecto estaba-
leee; devem ser b jicos differentas, as snppri-
mindo os oatioa ; deve haver piqueos bancas,
como lembnu o nobre senador pela llio Grande do
Sul, bancos organisaios ate de accario com ks leis
provioaiaes, banaoa regionaas, qae polerJo ser de
grande racnrBo.. .
O Sr. Lio Vdilaso Como em S. Paulo.
O Sr. Lus Felppe Em Pernambuco tam-
ben ha.
O Sr. Swaiva entretanto julga qne 01 nobres
autores do projecto nao podiam consignar oatra
idea ainao a creaco dos bancos do -missio ; e o
qne as commissoes rennidas fizeram toi dar nm-i
elevacio maior a essa idea, uio perturbando ji
marcha do projeoto.
O 8r. Viaoonde de Oaro Preto Portficanlo
nm de sena intuitos.
O Sr. 4Baruie er que a opioao do governo de
entao era qu deviam ser creado bancos de circa-
laeao com base metaliiea...
Um Srjji nadorUin a.
O SrrSaraiva entende que am e crearia ama
resiattneia gjral; e appetla pira um dos meitres
desta materia, o nobre senador p >r Hoyas, o qnal
sabe perfeitamente que a unidttde banearia no
, Brasil impossrvel; e qu3 aqai b coavem a mui-
tiplicidade de baos.
O orador dirigi a opposicao da asmara doa de-
pntadoa, no tempo em que foi proposta ao parla-
mento a ailada banearia pe'o Sr. Torrea Homem,
e lembra-se de quiuta resistencia appareesu.
O orador am ponco metallist, e desejaria que
ondesemos organisar bancos com base motallica ;
mas reconheee, eam os autores do projecto, que
saaconipioJiar aa evolucoes do oesaiaetcioe data-
duotria, canoa sombra aaompaohao orp, na phra-
se de un los autoras do projeato, e qna faciliasaa
posteriormente am earso metalUca em oura.
Entio cinsidarau o oaai r qne, lesla que o nobre
senador pe Bio da Janeiro, nan doa autores dopto-
jeoto, dista aue o fim > -mr/monti d 1
T
O Sr. Saraiva, nio um mslida tnsitoria. trando omp*a baneoa pacianaes, nsaMoeaal&es
de crise, estSb armados pira garant rem oediette
dos parladoras de birhetes.' Emquanto nos hajaeae
matallieoi dons IWoos dos portadores de bllhetes
fiaam prejudicadoa^ pjr b baver de reaerva um
terca em oura, todos os parta!ores do banca na-
cional te a os saus valores seguros, parqaa as ha
am s bbete que naa seja kpoado sobre a baae
do peibor las apilces. Portento, no da da liqai-
dic-i>, e -na bypothese de arruinado os baaco, oa
cirealantenirmal, qae pal s- portadores da bllhetes do banca metallico soffrerao
graale prejuiaa, ao pasaa qne oa dos bilhetes doa
bancos nacionaes ni) soffrero prejuisa algum.
Julga-se, pois, o orador eam direita de diaer que,
para 01 grandes pr jiiaot que in os baa:o de
emiaaio, o baoaa naaianal offoreca urna garanta,
urna solides, que uio teoa oa banco metallicos.
tn-a-l^* I_________
meio circulante, e no a traasformaeio da um maio
circulante vicioso em orna circuladlo noraaal, para
esta provincia ah estava o governo, qu fcilmen-
te poderla emittir papel, pelo manos para pagar o
desenvolvimento das estrada* de ferro.
O Sr. Vi3couie do Cntaairo Augauntava as
ditficuldadea.
O Sr Saraiva paisa qua naa. Desde qne a ri-
queza publica augmente pelo desenvolvimento dos
inelhorameatos materiaei, preciso augmentar o
m-*io circulante, praeiso mantera relicJo.^ Des-
eavolvoodo aa estradss de farro, as industrias e o
commereio, oarece cjup o givareo podara fazer de
ves em quanio ama emiassainha.
Nio diz qae a faca ; o qae diz que, si a razia
eomoateia insuffieianeia, ni esti o governo pa-
ra augmentar. ^
O Sr. Silveira da" Motta Isaa querar pap U
m,eia.'
O Sr. Saraiva aSoqaer tal pape!; a sua emenda
tem sidoeombatida exactamente porque aeaba eam
o papel-ma-odado giverno, e mesm> o Sr. Silveira
da Motta a combateo duendo que nos queramos
recolhur mais papel do que o governo tem.
Si assim como podem as aommisjoas ser aaai-
natas d1 qairer papel moela?
O Sr. Silveira da MottaE' a caaaequaacia da
ar^um -n'-acia.
O Sr. Saraiva respoode que nio tal contequen
ca ; e ah; es*4 o senado para julgar.
liadas estas explicaeas e nio sendo oaaasiaode
tratar de outras emendas, declara que o aeu fia,
tomando a palavra, fo diaer que deseja a p*33a-
gem da projaeto...
OSr. DantasE'nmi experiencia; Daas quai-
n qu* d bons resulta 113.
OSr. Saraiva... mas precisa de ouvir a opi-iiio
do goveruo, qoia o mestre das nossas finan,as.
(Muito bem. Mnitobem).
O Sr. iafayeiie diz que pila direccioqia
tem tomado o debate e pela natnreza dasduvilas,
que t nsido levantadas pelos oralores qu o preci-
deram, esti convencido que ser de grande conve-
niencia instituir urna oinparafia eatre os bancos
que o projecto pretende introlazir no paiz, e que nos
Estados-Ujdossio chamados Banao3 Nacionaee e
0 Raneo Ulaasieo. Dasseco afronto resultaria consi-
deracaa, diaate daa quaes (icario vrtualmontere
solvdas Igamas daa duvila, qua sa tejtn apre
sentada a a sanado.
Vai jogar Con as ilis e noc5as eiaoaautares
a: raa do assumpto ; laao nma nacesailada da
.u; argum;utaeio, e sera urna conveniencia para
maior clareza.
Assm recorla qaa o bancos nacionae in
por object.ivo aSjOporacofs que oaitituem a esstn-
eia de tala o banco com nercial, lato tamar li-
nhero a um pira o emprestar a outro. Lamara
'imbemquo os bancos ai > instituicoas destinadas
a reaolher economas, qua se r.cham esparar.s para
Ibes dar destino til, emprego effi iz.
Em toda as sociedad- da certa civilisacii),
existem sempre, dispersas em pider da particu-
lares, certa aommas, qua esperam cerco emprego,
e qua emquanto ella se nio venfiaa, ae coasarvam
inertes, inactivas.
Os bancas de deposito e de Jasconto in por
fim resolber essas economas, e nma vas recolhi-
das, empregam-as de ordinario no descont.
Comprehende-33 claramente que as passoas, qne
depotitam essas aommas, quareon tel-as 4 aaa dis-
po3ieio, parque o biaco Ihes d4 apaas o juro de
1 ou 2 0,o Mas o bneos nio as polom conscr
var matis, neaessitim ompregal as.
E' nesse emprego qna ha necesaidada da eer".a
provideaeia, porqu a3 aomma depoeitidaa in
de s ir restituidas 4 bocea do cofre. O emprego
usual o descont de lattras, qua tam de ordina-
rio o prazo de tres mezes, mas que nio slogeral-
mente levadas a descanto ataio depais de dacorri-
do j4 a'gam tempi. A exparienca tem mostrado
que esae prazo aio ex ale de 40 a 45 das, isto 6,
cinco ou seis semanas Sondo, pois. o descont d
lettras feito a <'3;ks passoas, e sea do os bancos
obrigmlos a restituir o dapoako* o otoauto a
qna lh^s sao exigidos, nao deixam par isso de
correr um cano risco.
Esae perigi e iiieorieeraenie nsm | mas, na
meio, ha com oin coas praticaa, que o reduzam,
por assim diaer, a aero.
Os beos ve iric im pela exparienaia qual a re-
trala diaria, semanal ou 'oenaal dos depsitos,
assim como a entrada doa descantas ; por iaso !h :s
fcil estabeleaer o equilibrio ; os deseantos for-
necem as juaotias neessaarias para fiz'r face 4
retirada doa "deaoeitaa, e, portanto, o perigo db-
ifpir.'ce praticameite.
Como, porm, inegavel que em thaoria existe
o perigo, algins economistas, rociicinadares im-
placaveis. declaran, que o>- b.naoa la deposito
aio nma organisaoio viciosa, que tras em suas
entranbaa um principio mortal. *
Mas supprimir o perigo sena snpprimir o ban-
co ; porque, si ella uio tver a faculdada de em-
pregar os deposites em doseoates, evilentemeate
fiear prejudiesdo, conservando metes aommas
pelas quaes paga, um, don?, tres, a 4s vesas qaa-
tro por c-mto. Seria o caso de applicar a phrase
de Aristteles :Queris supprimir a possibili-
dade do erro ? Entio supprmi a scieacia.
Tem se referido at aqai o orador a vida or-
mu daa baaoos com baae metaliiea. Si, porm,
apparecer nm incidente, como, por exemplo, ama
ecaiseao de ttnloa qne offereeao bosa emprego para
ocpital, e ai por isso bouver ama corrida aos
i poaitee, deade que esae facto nao toase aa p.-o-
p rv'iics de urna uriae, anda o bancafpri regu-
larmente os maio de satiifaser 4 resttuioao doa
depsitos.
Elle tam o producto da carteira, tem o sen ca-
pital e tem anda a reserva metaliiea. Portanto,
fra daa hypothesea de erise, o perigo desappare-
ee in tetramente.
Paasaado a eonsi Jerar agoreos bancos naca-
naes de deposito, diz qu: em lempos normas; tam-
bera essea baocos, coma os de baae metaliiea, estao
hbil lados para vencer a diffiaaldade, para reda-
sir o pi'rigo.
Adoptando o systema do projacto, elles tm, em
primeiro lagar, os d pasitos, em segundo, o pro-
ducto da carteira e em terceiro, nm tirco do carji^
tal, visto como h dous tercos sio empregadoe em
apolices para servirem de base 4 emisso. Por-
tanto, em reluci a essa perigo que offarece a or-
igao!3cio banearia, nio se pode tirar eonaequen
ca adguma contra os baneoa naaioaaes, porque
eiles combatetn e vencem o perigo com a mesmas
talves uto nao aeja poasivel aqai, por multo^*>*. os bancos metallico.
nos, visto coma o Brasil esta segregado de todas p~ ""
as praeas onde o oura abunda.
Como quar qae aeja, o orador nio prescinde da
opiniao do o ver no.
O Sr. Viaooaae de Ouro Preto Sem dnvida ;
nteamo porque, sem sabermos a opiniio do gover-
no que deve predominar na cmara, poderemoa
estar trab bando em pura perda. ^
O Sr. Saraiva oave de am lado o Ilustre eenador
Sr. Teuxeira Juuiar diser que o nosso meio circulan
ote escasao ; de outro lado o Ilustre senador Sr. Pa-
reara d* Sara, muito pratica e maito esclarecido, di
xer qua nio ha tal, que o selo oirenlante aban-
danta qaa est maito depreciada.
O Sr. Vueonda da Oaro PretoA depreciaoio
ven, de,' aatras aaaisaa. A provs qae o Banco lo
Brasil anda nio ponda reegatar a meada papel.
O Sr. Pareira da Sil vaNio por esta raado de
escasees. ...
O Sr. Vieoaaie de Oaro Preto Onde est a abun-
dancia?
O Sr. iarava observa todava que todos os qua
reflecten! sobre aa creamstaneiaado pas, depoia da
Mi de 13 ae Maio, hagan 4coaiuaao de qaa et-
fectivameate temos neeaeaidade da am augmento
de circulaos*, talvas de 3J oa M mil ejotos.
O Sr. Danta B' preciso provsr quanta antes.
O Sr. Saraiva dia qne ealcnla-se qae s as tres
provincia Bio de Janairu, Mina S. Paulo, am
salanoa anuas, devaai despaolnr 90.030:000,
O Sr. Viaoonde de Oura Preto-39 mil.
O Sr. SaraivaDanlo para todaa aa ontraa pra-
vacias a meeaa qaantia, olaea est qne o msio cir-
calaote se tama ioaufli cente e qae para esta insnf-
fioteaoia ni b*t a proTidencia pedida 4. cmara
Paaaando a-eatudr o assumpto, diante da emis-
so, dia que esta nio" altera a naturoaa especial
do banco de depasito e descantos ; ama fasalda-
de qae apenas -augmenta oa recursos do banco,
para que elle posaa augmentar os aeus deacontoa,
porqaanto, o bilhete emittido tem grande circula-
do, tem curso to fcil e tio completo, como a
propria moe la. Ha para isto : em primeiro lu-
gar, o crdito do banco; depoia, o bilhete repre-
senta ama quantia fiza, traasfere-ae de mia em
mi, independentemente de endoaso, qae envolve
responsabiiidade de quemo faz ; em terceiro lugar,
exigvel 4 vista.
Nota neate ponto como es banees metallicos de
emissio sio autorissdos a emittir ama somma de
bilhete muito maer em valor, da qae a ana rf*J|_l
va metaliiea. O limite ordinariamente- estbil
cdo o triplo, o que fa augmentar arti6waiaanw
mais duaa venes a renda da au capital, coma e
orador prova com ezeaplos qae adlaz.
Analysaado oa fundamentos par qua alguna eea-
nomistaa cambatam eata aystema, mostea nomo na
vida normal dos beos o perigo evitado, re-
duaido. as tempaa regalares e ordiaarioa o bi-
lhete nio vam 4 ajmjversao ; alie faa a fuuooio
da moela; penetra por toda as carnadas so-
eiaea.
Q-aaolo, porm, a balance do commereio con-
tra o Pin, e oa portadores de bilhete os levara ao
naneo para obterem o ouro oom qae aatiefaoem os
aaa ennpromisjo no estrangeiro, ai o-tacto assn-
meas praporooaa de urna criae, o banco tem, oomo
j4 dwee, oa saos depssitoe, o prodoeto de lapiear-
teira e ama parte do seo capitol em oaro.
Qaanto aos baos asoiMRe, tem elles para
A ruina do bneos metallicos cansada palo
ezcesao da emissio : mas ha leis econmicas que
eorrgem ese excosso, que prepara a sua ruina
na bypotbesa de crise. Sio tres essas leis, as-quaes
o orador aprecia detidameate em ralacio aos ban-
cos nacionae, mostrando coma sendo ellas rigoro-
samente appliaala, haverd toda a garanta. Aa-
cretee qna o biihate emittido palo banca nacional
funda-83 na mesmaconfianca que tem o papel moeda
e por isso nio poderi haver agio entre elle e a pa-
pel do governo. Si a base do papel meada a eon-
tiiuca do Estado, a mesma a da papel do banco,
visto que elle representa a apolice, e a apolice re-
prssenta o crdito do Estado.
Dapois de urna desenvolvida Jemanstracio doa
principios qus tem estabaleeido, da o orador, qae,
das consideracoas qua tem feito, resalta este im-
portantisaima corollano : qua o banaoa nacionae
offerecem ao publico, s pesaoas qae entran esm
elle dm relaeocs, garantiaa de inaiar solidez, que
os bancos metallicos.
VIostra, em seguida, cima os bracos nacioaaes
offjrecem maiores lucros, qua oa baos de depo-
sito e descanto, e-como pido syst im r-tassas baaos
a apolice, qua om capital rnort, revive, a entra
eoio toda a sua ecStividado n cirea*ec4>.
Est4 eonvenaido, si o prajaeta pissir Booms
menlas da commissi) e dos autores do p,'jcc:o,
qua os bancos nacionae se natnralisario no nosso
rVuz 'i poicrio ser estabelaailo em graal; nu-
mero,
Ocpais de estular a organisacao doa bancos, sob
o poato de vista i* segranos, que offirocem ao
publico em gerl, pista a uoasileral-as em sua
ralacio immediata com as fiuansas do Pas.
Os autores do projeeto tiubam tilo em vista do-
tar o Pas com estbil-aimeooos qta pJsssem
augmentar a circuluclo, segu lo 'is naeessi lides
comnsrciaes. As osares con ni i.as, porm, apre
ciando a quaatao, soo outro pon') la vista, outen
leram qae elles podiam coasr.cair nm io3trumanti
adniravel para re3gatar o papal atoada, eenti
oropusram qaa a sua imoortanaia empregada nt
o npra das apolices fossa meinerala. Oa autores
do oroj'.sw nio desejando qae os baaos se con-
vertessem nicamente nesse instruma'nto de res-
gat.-, nio aecsitaram em absolato a emenda, maa
proenraram un maia termo, da molo que o banca
pulesaa resbalar pipal mieli. e %-> mis no tempo
augmentar a aireulaoSa. E' oq.o; ooiati diemau-
da submttida palos autores da projeco 4 coasi-
daraoi) do Senada. Por ella aera incenerala nio
tola, mis mtala da impartan.'i 1 emprs *ila na
compra daa apolices.
O oraar e os seas collegas s^aatarioa do pro-
jeeto partea desta coaccito: qiao mala circuante
existeale absolutsmaate asuifiaianSa pira o [ta-
arlo. Como eaia proposioio tem s>lo contesUia,
alius varias coasideracss para demanstrar sai
verlade, ipsiaudo-se, priusipalmente.em dalos oH-
ciija, que analysa detilameata. Venda qua ba
apeaasem ciraulaoio 173 000:0J0 de papal moela,
acha que esta somma uio b stanta para as traaa-
aceoes em talo o Imperio, oom 20 provincias quo
sio coma vate estilos, e com sea praeas aom-
morciaea, sanio as do Norte autmatas em relelo
4s lo Sal, o tenia com estas retacos insigaifiaan-
tissinras. Acaresce a neasssilaia de remunerar
grande paramento dos salarios qua alavoura daqui
por diaote tari da pagar, e que o orad ir j4 ouvio
caloalar a humen < pratieos em 53.0l)0:i>rJO000.
Para pravar a escasees do maio circulante ef-
fer-c 1 anda outras argnmamtas directos e positi-
vos. 3,:fari-se, principalmente, ao prucj baixo
porque se vendem as proofieiadus no centre do
camm'rsi) uesta capital, o a dimnuiclo (Jos ala-
gua-e doa estabeleaimaatoa, quaada eerto que o
eommeraia tem augmentado, comaprova oimpas-
to de industrias e profissoea. Assm tambam os
descintos no Rio da Janeira sio baje elevadissi
mos, e alm dissa difSaeis, e at impossiveis mes-
no sobre a garanta de apilices. A raaao a fal-
ta se tem uffareeido una garanta de liaras aterlina
pora n emprestimo de ppl moadai aio ae ten-
do podido realizar a oparaoio por nao o haver.
Como, porm, sa di qna o cambio damosstra
que o papel moeda eatideprecalo em rolacii ao
uro, pasa 1 a meatrar coma a dopeeoiacio qaa se
s !)'!, comparando o papel-moeda com o ouro as
opsraeo as heqnerdar. Ella protm do estado da nossa
balaooa do conrmercio. .
Se a exportaoaa ofarecc aob.-e a impartacio dm
salda a norao favor, na por outra-dado, aggravan-
da essa sallo, aa qaaatias que o governo ten a
despender na Europa, o qua pelo relatorio do ac-
tual nobre ministro da fasanda canta qua a de
1 de Abril de 18S6 a 30 da Maio da 1837 aubiram
a 49,000:0031000; ha maia as somma que os
portugueses que rdsilizam no Brasil, e ae retira-
ran pira a Europa, ah receben auanalmeite, o
qua o orador ealcula em 10I000:003|IO.)0 fortes
ou O,''O>:OO0|WOO da noa moada; tambam o
trates da importaoio, fretes que um economista
da Europa clculos em 10 par ueata do valor das
mercadoria ; ha ai ida o cootrabaido, que os eco-
nomistas avaliam em 5 por cento de toda a impor-
taoio, chegando, portanto, 4 concluso de que ha
um exeeaao de 93,000:003*000, dos quaes deda-
zidss 2a,a00;O00*OO0, que a meda da diffareuca
entre a importaeio e a exportocio a nosso favor.
Seamos com nma balaooa do commereio contra
os da 74 OOJiOJOOOO, approximadamante.
Apreciando datidamente este ponto, procura
pro var cama eaaa differenoa saldada por maio
daa empretima3, que o governo faz coaatante-
mente, situacia igual 4 da Bussia em 1815.
Pelo calculo do orador o emprestimo de 4 mi-
Ihea aterimos feito pele Sr. marquea de Parana-
gu4; a de 6 milhoas realisado pelo Sr. teliaario e
agora o de 6 milhSes realisado pelo actual Sr. mi-
nistro da falenda, sommanda um total de 16 mi-
lhoas valem a aomma redonda de 163,000:000*000
somma com que se tem Baldado a balance do com-
mereio entre ua.
Assim, precisando de oaro, de que dispoahamos
na Europa, anio o tendo, obtemol-o pelas cam-
biaos, mas como estas sio inferiores 4s necessi-
dades, e ouro sobe 5, 10, 15 por cento.
No pai, o papel moela que diminue de pre-
ca, o ouro que sdbe de proco, como mercadura,
o rara no Brasil. "
Se ha, portanto, s raridade no oaro, nao pro-
ceia o argumento da depreciacio da aviada.
Tendo demouatrado que o meio circulante exis-
tente entre na absolutamente iusuffiaiente aeha
.que os banco nacionaes, que o podem augmen-
tar, ae tornam ama ioatitnicio digna de sar adop-
tada.
Ha ainda a considerar qua, pala emendas da
nobre cammiaaieva pela aab emaada doa autora
do projeeto, easas baueo3 adquirirlo naa musi
importantsima, a de servir para supprasaia e
reegate de papel moeda, o qua paree ao oralor a
comoinaoao maia feliz mais erfiaaz para que esse
resaltado se consiga ddntro de pequeo praso e
aem grande onus #ara o Estado ; o qua paasfam
demanstrar, tF
Tambam o projacto com aa tosendas oSareca um
alvitre qne vera coaperar oomo le eaonomica, pai*
loga qua for incinerada a matado do papel moada
existente, os bancaa seria obrigados a converter
cm onro metale de ana emissio.
Portanto, a combiuscao dos bancos nacionae,
debaixo desee pauto de viste, trari naturalmente,
oom a lentidio naoassaria neates atsamptos, a
aappressio do papel-moeda.
E no dia em qae estiverem incinerados.......
100,0030:000 de papel masda estari eatabelecida
no tiazil, s por aeeio das leis econmica, a cir-
culacio metallwa. Encarada por este forma a
comoinaoao magnifica.
O orada- pasea em seguida a considerar o
obaervscoes feites pelos oradores qae o prece-
der na
Bespondendo em primeiro lagar ao nobre sena-
dor por Minas, o Sr. Ktuairo da Luz, julga impro-
cedente o dnvida apresentade por S. Etc. eonre a
queatao oSMtitneional de poder on nio o Senado
deliberar^obra o projecto com o fundamento de
importailiifcgoaento de desposa, o s 4 Cmara dos
Deputedos caber % miaiativa de impostw. Cite
paaa exemplo mnitas delibotaeo* do Seaado,.am
aipaj> da doutrina que sustente de ua competencia
na materia em discnss'ao.
Prova, em seguida, come ao ha augmento de
dtapesa eom a nova emissio de apolices ; ha ape-
ase ama transformadlo de divida, o que justifica
em minuciosa aoalyae.
Besponde depas s orador cansideracoes apre-
sentada palo nobre senador pelo Parann, au-
tentado a aaa improcedencia, a justificando aa
dispoaicas da projecto pelo aooc* souidor impug-
nada.
Por ultimo responde s ponderaoea e dnvida
offarecidaa pelo nobre senador por Gaya, moa-
trando principalmente como seria imposuivel est-
balecar .nm banco da ouro em um paiz de circula-
';ao de papal, como lumbral-o nobre senador.
Entende o orador qae, si nio ao podas eata-
belecer baaaoa com base metaliiea, deve-aa ao os*
nos apcaeaer a viuda da oaro. e isso qaa fas o
jrCJCCC ZZZi vmeniss cttaracida.
A oonsideraoaa feita palo nobre senador por
Qoyss, de que podem baver commoode sociaes,
revolaodes e guerras, e qae nesse caso os ttulos
perders o seu valor, e que em qualjuer d.ssa
bvpatbeaes desapparece a principal garanta doa
bancos, responde com urna observacio de Ricardo,
qne para os tempo narmaes ha a providencia do
reforco; para as tempeitales trazida palas revo-
lucSas, que oubvertem nm pas, uu pelas longas
guerras, anda a sciencia humana nio deseobrio
meio capas le garantir os estabelecimentos ban
carios.
(Mdito bem, maito bcm. O oradsr compri-
mentado).
>
Carta deaua aniiuiiln bei XIII.
papa pea i>ivun Providencia ji
itiipaa braaileiroa
-^AOS VBfEHWKIS ttWVOS, BI3P33 D) BR.tzTL,
I.E.O XIII, PAPA
(Conclutdo)
Por man > qui comparamos us daus malos de
prosedir, oda piifios e das eoristlos, pira com
os escravos, ''aailmene rea o nliaceremos que um era
cruel e pernicioso e outro ch'-io da brandara e da
humaiidade, raem nusari niagecm ruubir 4igreja
o mrito da haver-sc trnala instramm'.o de in-
fluenaia tio poderosa.
irais profa ila sari afaMa esta canvicci 1 oaa-
silBr.a: m o at'"ntam HSte eom qua ata ternura e
pru denei'i a igreja extirpan degtruio fl igello
abaniaavel da esaravidi).
E'la nio qniz, com eSeito, promover prematura-
mente -a eminOipiola'ios escra/os ncm dedicar 4
sua liberdadelnipaartuna solicitnde, o que -e biden-
temente s poderia ter feito de modo tumi'taos
que redsmdaria em damnodos masmos escravos e
10 da causa publica.
Por isto, uioio na roultili) le escravos ]agre-
miad is pela igr'ja 10 smmeen 1o3 ssu3 fi.'ioo, oc-
cor-ia qne al^un, iasadado pala esparaiaa da li-
bvdade, racarres8a 4 violo.ciae 4 salilo, ella
reorovava a reprima s.'mpra taes coni"nar/es
esforoos por ntermsdi-o lis 3 asa ministros, -ap-
plicava o remallo da piciaau 1.
Ensinava o esarava a soaaaaa iiran-Ba da qsr?,
incantestavelmenta suparioraa em.dignidade, pala
luz da santa f e da caraater recebi-io do Cbristo.
ais senhares pagios, miia rgorasimente crsm por
isto mssmo abrigadas, anta o Autor e a Punlador
la f, a nio imaginar c.m'ri ell is designios has
tis ea nio ibas faltar do nrorvim malo ao resps-
tou4 obcli neia que ibes can lsvidoi.
Pois que tiabim cons'.ieacia la serem chima-
loi para o reino de D'.aa, d^s sarem dotados oom
a liberdade de sena filhos o da Ibas estarem reser-
vados beus impereciveis, nao deviam affl.^ir-ae
coma abjeccaae oa mal '3 da vida passag.-ira, mas
sim, eom oa olhoi e o coraca 'lavados para o co,
consolar-sa e ratamparar-ga as suas aaatas reso-
laoSea.
Foi sobretodo aos humana ralazidoi ao captve-
ro qua sa dirigi o apostlo S. Pedro aa eserevar;
i A grao a consista no supportar. por dever de
eonaciencia pica eam Oaus, as am" ajas e masmo
.ia soffrar injustamente. Nisto qae coaaute a
vossa vicelo, porque e Ch-ista s )4-eu par na,
deixauda-vos exemplo paca qua Ihe acompauhais
o vestigios (19). -
Esta altiasiraa gloria da solictale nlliada mo-
dera ojo qae fas resplaalecar admiravelmente a
virtude divinada gruja, ainla avnlta pala 4-arca
l'alna, eminaute e invanaivel, que ella pode ins-
pirar e mantar na aeio da (o grande numero de
Ui qq__
entfe vos, poiv.
Nio ha entB^^^I
ma. Nem por
^f i^aialiniravelo cspcctacnla ^Xo'^ Jo Sftrogoria^agn;. dop-
dos baos aistumas qua ell 13 i 1 m a sea s 'i* 0-
res, nao menos qua de extrema paaiiuaia em talos
os laborea, aem que jmaaa fossa possivel iodasir
os escravos a preterir as ordeos iniquas dos seas
seahores ao santos mandara ontos de Daus.
Com espirito imperturbavel e semblante sereno,
elles entrega vam a vida ni meio dos tormento
mais adrse. Ensebio celebra a memoria da in-
vencival constancia de urna virgem da Ara oa qae
para nio ceder 4 volupia de um s-nbor. impdico,
affroatou corajosamente a morie e a preso do aeu
aaague permaaacsu fiel a Jess Corista.
Podem aer admiradas outras exemplos dado
por escravo qua, para salvagnarlAr a liberdade
da aua alma e a f que tabam jurado a Daus, le-
varam a firmeza da sua resistencia aos seahores
at o sacrificio da vida. A historia, entretanto,
nao cita um a exemplo de escravo ebriatao que,
por outras motivos, resististe ao senbor on com-
partase de conspiraces pernicioias aos estados.
Chegada para a igreja a era da pao e da tran-
quillidade, 03 santos padre tentatiam expor com
admiravel sabedoria a lieos apostlica acerca
da uniio fraternal dos corroas eatre os chr.stios,
e, eam igual cari la de, applicaram aquellas lioaa a
favor doa escravos, aeforcaado-sa por persuadir
que, se os seahores tinham incantestavelmenta
direitos legitimo ao trabalho doa aeus escravos,
de nenhum modo Ibes .era dicito ezercar sabr a
vida deates poler absoluto nam sujeital-os a sevi-
cias crois.
Chrysoatomo toraau-se notavel entre o gregos,
ocenpando se umitas vezas degte ponto e afiirman-
do, com o coracio aberto e franca linguag&m,
que o captiveiro, na accepoio autiga do vacabnlo.
j4 estava aupprimido por insigne bmeficio da f
christi, a panto que, entre oa discpulos da Se-
nbor, pareca e era de facto palavra aem realida-
de. De feito (tal era resuma o racidemia da
Santo-Dantor), apagando pela sua soberana mlsa-
ricordia a culpa originaria, o Chrialo curou a cor-
rupcao qne por ella havia contaminado as dver-
aas classea da sociedade humana, e bem esmo,
pela saa graca, a morco pardea oa seas terrores,
tornando se tranquilla a passagenr'psra a vida
becnaventurada, e assm a escravidio foi suppri-
mida. ^^
O ebristio que nio mais ae constitne eacravo de
peccado, nio podara ssr chamado eacravo. Todo
aquellas que forasSSitegenerados e adoptado por
Jesna Ubnsto, sio perfeitamente irmioa;
E' desta nova proereaoio e deata adopcio aa
familia de Dana, nio do luatre da liohagem, que
deriva a nasaa gloria ; da v?rdada, nio da na-
bresa do sangne, que provm a nossa dignidade ;
e para qae a forma deata fraternidade evanglica
prolusa fructo maia ahondante, de toda a neces-
aidade que at na raleones exteriores da vida, se
manifest cordial troca de attenod is e do bou*
otfieios, em tal msneira que os eacravos sejam tra-
tados no mexoN) p que os criados e mais passoas
da casa, e os chefes da familia Ihes ministrem nio
a o neoesario 4 vida mas tam bem todos o soa-
carros da relgiio.
Finalmente, da saudaeao por S. Paulo dirigida
a Phiiemoo, desejando graca e pas 4 igrtja que
est na sua ceba (20), resulta como licio bara es-
tabeleeida aue o senhores ~e aa escravos, ligados
pala eosamoaidade da f, devem mantee tamoem
entre sHPcommunidada da cndale (21). Entre
os latinos podemos com partaito direito mencionar
Santo Ambrosio que tio diligentemente psrscnt-
toa a eate resp-ito todaa ae rasoes daa relaoos
sociaes, e, malhor do qae aingnem, pracisoa se-
gundo as leia chrietas o que incumbe a orna e a
outra cathegoria de borneas, sendo escaaado diasr
que aa ana doctrinas se oonformam iateirameute
4s do Chrysoatomo (22)
Estas lionas, vd-se, eram dadas coa toda a jas-
tica e utitidade, e, facto capital, eram escrupulosa
e fielmente pratioadas em toda a parte onda oa im-
plantara o ebriatianiamo. Se assim oda fra,
Laetancio, este eminente defensor da relgiio, nao
tena creamente onsado diaer, de algum* aorta
tallando como teatemnnhjrde vista:
tprobeaeao. Nio ba
os e seahores ?
oenhnma difirenos? Nanhu-
outro motivo que un a outro
nos chamamoYpor irmlo senio porque nos julga-
moe todos iguaes; porque, vendo todaa as coosas
humanas, nio pelo aipecto do corpo, ma palo aa
pecto da espirito, nao ha escravos para nos, a
despeito da diversidade dos corpos, antes todas
nos temos por irmlo e par taes no chamamos
pelo espirito, ao mesmo tempo que tolas somos
co-escravos quanta 4' relgiio. (28).
Oa desveirs da igreia pela tutela dos escravos
mani 'stavam ac a mais e mais, e, nio oraittinda
nenhuma opparttiaidala, tenliam a obter oom a
prudencia conveniente que Ibes tiste emfim dada
a liberdade, qaa to til dvaria s?r sua salva-
cao eterna. Oa aunase da historia eeel^aiastica
dio teatemnuba de como oa teosa corrasoadsram
a esta socitu-Js.
Nobre matrona, dignas doa louvoras de 8. Je-
ronymo, contrbuiram poderosamante para tal
resultado. A este respailo refere Salviaoo que,
as familias christi, mesmo oaquella que nio
eram mu'to ricas, eram frequentea aa emancipa.-
cSas de esaravos, generosamente coueedidas. E
ain la mal : havia maito tempo, tinha S. Clemen-
te loovadu fervorosamente a caridade de algons
christias qae, ottareceaio a suas psssoas em tro
ca de outras, aa haviam sujeitado a eaptiveiro
qara libertar escravos a quena por entro modo nio
podiam emancipar (24). Eis palo qae nio a 1
emancip icio comegou a ser celebrada nos tempi os
como acta de piedade, mas a igreja a instituto
como tal, rccammenlanda aos Seis qaa t canee
dessera pelos seus testamentos como acto agrada-
vel a Deas e aos sea olho digno de grande apre
00 e recompensa. Dalli provieram estas palavra
destioiidas a traumittir ae herdeiros a vontade
do testador quanto 4 emancipacio : pelo amor de
Deu, pela svigao ou pelo merUo de minha
alma. sQ
Nada poupou a igreja do que palia servir ., .r <
resgste do captivos ; eram veniidos os baos doa
dos a Daus ; faadid os oa sagra doa vasoa da prata
e de ouro ; alheiadoa os ornanaotos e as riquezas
das baslicas, como fizeram ma': dt ama ves. Am-
brosip, Agostinho, Hilario, Eloy, Patricia e ooros
103 ii'03 santos peraonageas.
Grandes cousas toram f el tas a prol dos escra-
vos pelas po tficas romanos, que em todos os tara
pos foram.v'rdaleiros tutores dos frac 13 e viola-
dores dos opprimid 13.
S. Gregorio vlaguo restituio 4 liberdade o maior
numero de escravos que pdd?, e, na concilio roma-
no do anna 397, quia que ficassam liv.-ea tolos
aquellas que ae reaolvesaexi abragai a sida mo-
nstica.
Adriano I ensinou que os ecravopodiam li-
vremeote eootranir matrimonio, anda mesmo con-
tra a vontada doa seahores.
Em 1167, Alexandre III mandn p'remptoria-
mente intimar o rei miuro da Vlenos para que
nenhum chriatio entregasse ao captiveiro, pois
que nenhum era escravo pela naturez 1 e a todos
fizara Oeus livres.
Em 1193, Iunoaencio III, a pedido das funda-
dores Jlo de Matha e Paiiipe da Valoi, appro-
voa e confirman a Orden da Santissim Triniade
par resgate dos chrisldos que haviam cnido na
piier dos turcos. Oa'.rs ordem aemelbante, .a do
Nossa S-tnhora dt Merc, toi aprorovada por Hi-
norio III e dap >3 por Gregorio IX: ardim esto
que S. Pairo olasat havia fualo com a seve-
ra regra de eotregaramse os aeu religiosos ao
captiveiro, substitu ido-83 aaa ch.-istios captivos,
tanto fossa neaesjario para resgatal-os Tam
: 11, Gregorio IX assegurou 4 libardade ainda
mais ampia defesa, vedando a v ni 1 de escravos
4 igreja e exhortando os fiis para que, cama ex-
piaoio daa suas colpas, offares3-m as esera.-os a
Oeus o aos sau3 santos.
Sio aiuda para assigaalar outr os num rasas loa
oefieios da igreja a favor dos capti' s. Foi ella
queem todos os timis, mediante comranacio de
peaalilade severa, protegen os escrav.is con'ra aa
violencias einnegto ultrajes doa senhorsa; aos
(iprimidoB pela violencia, uffsreeia o refugio dosj
teraploa ; mandn admittir os liberto ao papel de
tattemunbas em juizo ; e nio poupou correccio
p>ra aquelle que por artificios condemnaveis
bisca vam redusir 4 eacravidio p'SBoas livres.
Ella favorecen com particular solicitada os escra-
que por qualquer modo vinhsm a perteucer-lhe,
j estab l:aendo qae todo o laca de eacravidio po-
derla ser roto pelo biapoafavor dos qua par de-
terminado tempo houvessem dado proas de vida
louvavel, j4 permittindo ao bispo declarar livrea
aquellas qoeaa lies dadicassem espontansamente.
Poi tambem por effiito do espirito misericordio-
so e do podar da igraja qua a sevaridale das leis
civifl se miti roa a f-ivor doa eaara-ras -o a* oran
I
(19) I. Petr. II, 19-21. "3
12 ) Ad Poli. v. S.
(21) Hora. XXIX. in Gen., or. in Lasar., Hom.
XIX in ep. I ad Cor., Bam, I in ep. ad Phil.
(22) De Abr, de lacob, et vita beata c III, de
Patr, Joaepn, 0. IV, Exhort. virgu. c. I.
talas pelos cdigos das rracoes, graneas pr.acipal-
uienCe a Carlos Magno que as iofrodusio ni saar
capitulares e a Graetano que as transpartou depois
para o sea decreto.
Pelo andar doa tempo, fiaahneote, os moau-
mentos, as leis a as inscituiooas prealsmaram por
magnficos testemuhos a soberans cndale da
igreja para com o eacravos, caja coudicio humi-
Ihantejamaia deixoa aem p-otecoa o e sempre presa-
ron alviar.
Por isto, nunca em demasa sa tributar boira e
reaonhacimento 4 igraja catholtca nem aobeja-
raaate e proclamar que ella bem mereca da
proaperidada dos povo, dettruindo a eacravidio
por inapraciavel beneficio do Chriato Badamptare
aasegurando aoa horneo a liberdade, a fratarni-
dadee a verdadera ignaldade.
Ao declinar do sculo XV, quanao, qaa-
gi extncto o fuaeito flagallo do captiveiro as
nacos ehrists, os Estados se eaforoavam par can-
solidar-se aobre a base da liberdade evangeliaa e
por ettendar ao longe o aeu imparia, a S Apos-
coliea valou oom o maior cudalo por impelir que
oa mi os gerraens brotaaaem em qualquer parte.
Com este intuito dirigi diligente previdencia
parvas regjoes eotie descob;rtas na frica, na
Asia e Amanea, por constar que os chefes de al-
gumaa expadicas, apesar de christios, tinham
teito valer injustamente aa suas armas e o sen ta-
lento para fundar o impar a eseravidio qasUas
populacoea inofensivas. A aatureza spera do
solo qne ae tratava de subjugar, nio menos qne a
utilisaoio daa riquesss metaliiferas, exigiam tra-
balhos aonsideraveis que indusiram a adoptar pro
jeeto tio iniquo e deshumano. Para este fim co-
meoon nm tranco de escravos levado da Ethio-
pis, que ae propagon excesaivamente naqu Has
c laoiaa, o ao qnal se charaon maia tarde tra/ico
dos negros, ao mesmo tempo que aos indgenas,
gerafmente designados pelo nomo de Indios, op-
presaio foi imposta igual 4 eacravidio.
Logo que teve certeza dete estado de oousa,
dingio-se Po II 4 aatoridade episcopal das re-
gios por meio de carta, na qual profligou e con-
demeou tio grave imquidade. Pooeo depoi Leio
X empenhou, quanto p le, os aeus bon ofiiao8 e
autoridade junto doa' 'res de Portugal e da Haa-
panha para que tomasaem a peito extirpar com-
pletamente aemelhante abuao, nio menos contra
rio 4 relgiio do qne 4 humaoidade e 4 jostie-a.
No emteoto, a cslamidsde laaoava raicea profun-
da por effeitoda paraitoocia da aua ignobil can-
ia : a iosaciavel sede de ouro. Eatao Paulo III,
preoecupado na aua aridade paternal da oondi-
oia dos escravo indios, chegon 4 determaaeio
extrema de proounoiar.se a repeto de tal que-
cao, publicamente, e, para assim diser, 4 face de
todas as naeoea, por decreto solemne, no quai *s-.
tatuioqne a todos os indgenas era para reeonae-
oer trplice taculdade, justa e propria, a saber:
que todos podiam ser senhores das suas passoas,
viver ea sociedade segando as suas-ieis e adqui-
rir e poasuir bens. Aio la mais araplaraeato, par
cartas ao eardeal-areebiapo de Toledo confirmoa
Paulo III aqaolle decreto, aomminando interdic-
oio aos tranagrsaaores e reservando exdusiva-
meote para o poatifloo romano o poder da absal-
vei-os (25)
Com igual solicitada, e a msama constancia, ou-
troa pontifiaee, oomo urbano VIII, moteraram-se
suoceaiivamente valentea defensores dos inlioa,
daa negro e daqaelles que anda aio haviam re
cabido a f chriet. Po VII, por ooeasiio do con-
greaao celebrado em V^enna pelos principe con-
federados da Europa, cbamaa-ibe a eoraraum at-
tenoio para a nooeaaidade de ser oompletamante
abolido o trafieo da negros, j4 ammuita parte
cahido em desuso. Por igual, Gregario Xvl ad-
moeacou gravemente aquellos qae oeste ponto vio-
lava asofia e oa de varea da bumaoidale; ratifi-
cou os decreto e as pena eetabeleoidaa pelelS
oatolica, e nada popan para induair aa naooas
aquas a imiurem niato a maoanetnde das
europeas, detestando a evitando a iguomi-
oia da erueldade da eaaravidio (26). Nt masmo
tivemo grate oppastaaidado de recebar felicite-
Ui) l.vu, Inatit. I. v. c. 6. ja
lil) l Ep. ad Cor. o 55.
(jS) Vvita-ipsa, J Jua, 1559.
[26) In tupremo ApottoUu fcuhpo, 3 Dea. 1887.
enes do opremoa^deporitarios do peder publico
por bavermo obtfdo, grecas a perseverantes in-
ataacias, qae jastiea fosee feita as antigs o jai-
tissimag reelataacoae da aatareaa o da relgiio.
Resta-nos, entretanto, outro cuidado que maito
nos preoecupa a respeitu de objaeto aemelhante e
reclama a nossa solicitnde. E' qae, so realmente
aessou 00 mar o ignobil trafico da entes humano,
mu activamente e com grande barbaria eat sea-
do praticado em torra, sobretodo em algumas re-
gidas da frica. E, com effeito, deade que aos
olhos dos mahometanas, os ethope e antros se-
melbaote povo sio considerados como sendo ape-
nas um tanto superiores aos bruto, fcil imsg-
nar, angustiosamente, com quanta'perfidia e
quaote cru-ldale aera estes tratado por aquel-
ias. A' maueir e com violencia propria de sal-
teadores, faaem auoitas irrapcoss as tribu da
Ethiopia, aorprendcnlo aa de improviso ; invadem
eidades, eampos e aldriss, derastando e roubando
todo; arrebatara como faoil presa, horneas, mulhe-
res o meninos, levando-os 4 viva forca para os
mais infames mercado. E' lo Egypto, de Zam-
zibar, o em parte tambam do Salado, qae, camode
outras tantas estaces, eabom estas expad>ces
abomiaaveia; horneas carregadn de ferros sSo
toreadas a percorrer longo caminho, apenas sus-
tentados por mseravel alimentacio e acabranha-
do por horriveia 8 vicias; aqoelles qae a eatao
tratos nio podem resistir sio votado 4 morte; os
aobrevventeB sao eoulsmnados a ser vendidos em
bando e expostis parante com aradores erneis c cy-
nicos. Os que assim sao jrtmdoa e entregues aos
seus co npradares, sc votados 4 deploravel sepa-
raoio das suas mulheres, doa aeus filhos e d a seos
pas; e pelo senhor a quem tocam, sio enjeitados
a durissimo o abominavel captveiio, e at obri-
gados a abracar a relgiio de Mahomet. Disto
acabamos de aaber, com a maior dr, pela bocea
de pessoa que tio infame ignominia testemnha-
ram com os olboB arrasados de lagrimas, o a aua
narrcio confirmada pilos nltmis exploradores
da frica Eqaatorial. Da m--s na fonte coOBta
que o numero de africanos aasim vendidos, qaaes
rebanhaa de animaea, nio se eleva annualn*eo*e a
menos di 400,000, dos quaea cerca da metade, de-
poia do ruverem sido acabrunbadog de sevicias ao
longo de -pro caminho. succombe miseraveU
mente, de sarte qua os viajantescomo triste
diser!3eguem a trun marcada pelos restos da
tantas oseadas.
A quem nio conmover a iieia de tanto saFri-
mento? Quanto a nos que- fazem'sas^veses de
Cbristo, o libertador e redemptar amor^aissimo de
todos os bomaoa, e t.10 viv mente nos regosijamos
con os mritos to numerosos quio glonosos da
igreja para com todas as especies de desgrasados,
mal podara03exprimir com nise.'aooque nos in-
piram aquellas populaoocs ifortuuadas, com que
ijjramss caridade ihcaestende no os bracas, qnao
ardeotamanta desejamoa poder p oporcionar-lbas
todo3 ospossivoig soecorros e ulilvio, para que, li-
bertados do captiveiro dos boraeueao mesmo tsofpo
qua do da suarsticia, Ihesscjaafioal dado servirem
11 nico Oeueiverlaieiro, diixo do jugo suavis-
simo do Corista, c serem udmittidos comnosco sv
divina heranes.
Daus qu -ira que atqoellet que ae aeham na posee
do mando e da pod'r, -u qaeiram salvaguardar o
direito las gentes eda humanidad*, ou sedediquea
ainceram nte aos progresaas daraligiao, seeaforcem
tolos rlente nente, por nostao instancias e por
nossaa exhartaoo', pira rraprisn^r, imaetir o rxtin-
gur 6-iu.iln 1 it. trafico, o mais ignobil e infame
que pasta ser imaginado!
No entant o, agora qua por maior expaasio do
tasaste e di nctividade navas vas estio sendo
aberias para.as reg' africanas e aovas rela-
ces commarciaea vio seado al li fundadas, empe-
nhem os hom.us dedicados ao apostolado todas os
seus esforoog para alcanoar que se pro veja 4 sul-
va?io e 4 liberdade dos escravos.
Elles na 1 cbteria esta resultado sem que, susten-
tados pela graca divina, se consagrem com todas
as torcas a propagar a nossa aantisaima f, e a tra-
balhar cada vez eom ardor 'maior palo seu desem-
volvimento, porque o fructo insigne -desta f fa-
vorecer e angendrar admiravelmente a libsrdade
aa qual fomos libertados pelo Christo (27).
Para este fim exhortamol- >s a considerar, como
era r-gpelho de virtude apostlica, a vida e as obras
de Pedro Claver a quem decretamos reeentemente
a gloria dos altares. .Selle preguen) os olhos.
A coaatancia admiravel com que elle se dedtaoa,
corpa e alma, durantequarenta annos consecutivos,
ao meio dessos desgraciados rebinaos de escravos
negras, valeu-lhc ser considerada coma apostlo
daquelles de qua elle masmo sa dizia e fazia servo,
c ansiante.
v Se os missioDarios pusarem detvello no copiar e
reprodnsir a caridade e a paciencia deate apostlo,
loraar-se-bio eam cortesa digno miuiatros da sal-
vacio, consalalores, e measageiros de pas; eser-
loe-ha dado, com auxilio de Deas, converter a
desolaoao, a barbara e a ferocidade em feliz pros-
peridade da relgiio o da eivilisaeio.
Para vos, vaneraveis irmio3, deaejamo arden-
tomento f azar agora convergir o pensamento ea
nossa presente carta para de novo maoitfestar-vos
e convssco repartir a grande alegra que expri-
arentamafl pela deeisoes publicamente adoptada
no Srazil com referencia eacravidio.
- Nio somente acharaos bam, feliz e salutar qae
por disposicio da le tenham sido chamados 4 ca-
thegoria e aos direitos de homeoa livres os qae
que ainda permanecam no estado de capitiveiro
mas por semelbante doliberacio vemos confirmada
e robustecida a esperance de actos doa qaaes deve-
laos regosijarnoi por bam do fnturo doa interesaos
eivis e religiosos. Assim aera com toda a jastiea
(alebrado com louvar o nomo do imperio do Brasil
em toda8 a nacos policiadas, e, ao mesmo tempo,
o nomo do augusto imparador a quem aioattriaal-
das estas bella palavras: qae nenhuma outra
conga tanto deseja quanto ver abolido no aeus esta-
dos toda o vestigio da eseravidio.
.jJEm quanto secamprem, porm, taes prescrpees
legaes. Na vos conjrame a dedicar activamente
todo o vossa poder e a consagrar os voggoa mais
deligentes des vellos 4 execuoio desta obra que tari
de superar ditEcullades certamen te nio pequeas.
Pazei com qua os senhores e os escravos mantenham
entre si, oom tola a baa f, perteita concordia;
que a clemencia e a justica nada soffram e todas
as traossecas se Cresol vam legitima eichriataatente.
E' muito para desejar que a abolicio do captiveiro,
de todos degejada, se elfectue felisoante, sem o m-
nimo detrimento do direito divino ou humano, sem
nenhum parturbsoio pablca, e de maneira qae
assegure estavel utildade para os mesmoseseravos
cujas ioterasaes esto em cansa. A cada Um deate
bem como aosuoimc vioal-of agsignalamos com zelo
pastotal e frateonal coraedo algumas aaudaveis
licoea escolhidaa eoa orculos dos grandes apost-
los das naces. Gnardem todos religiosamente
recorlacao e Jsentiment os de |reconheeimento, que
deverdo professar com selo, para com aquellos
a cuja obra e designios devem a libsrdade que reco*
braram. Nio se tornera jamias .ndignoa le tio
grande beneficio, nem jamis coafundam a liberda-
de com a lioeacadaa neixdes; antes usem daquella,
como a cdadios honesto eonvem, para o labores
da viaa activa o para pxoveito da familia e do
estado.' Comprara assiduamente, nio tanto por
temor quanto por espirito do relgiio, o* dever de
respailar o de honrar a magastade dos principa,
de obedecer aos magistrados e de observar a leis.
Abstenham-BO do invajar a suparioridade o a ri-
queza] alheias, porque podeiia lamentarse em de-
demeeta que os piares se daixassem dominar em
grande numerirpor aemelhante in"eja que fonte de
muitas obras.de iniquidade, contraria 4 segaraa-
ca e ao socego da ordem estabeleaida. Sejam con-
tentes da saa sorte e do seas bens, nada presando
nem tanto desejando quanto beng celestes, para
cuja obtencio toram posto u ..ra o resgatadoa
pelo Carista. Sejam animados de piedade para
cora Daos, sea Ssabor o Libertador, armaodon-o -
com toda as foi cas e obsarvando-lhe os manda-
montos oom toda a li del i dado. Begosijem-se de aer
albos de sua essjoaa, a santa igreja, esforoM'lo-se
por aeram digno dalla e ao seu amor, quanto pu-
derem, corresponlendo com amor.
Iocisti, veneravei irmios, para qae os liberta-
tados se eompenetram profundamente deatas licoas,
da maueira que, como sobretodo dosajamaa, e se-
gundo tamoem o vossa desejo e o de todos os
bornea boas, a relgiio recolta e para ssmpre asse-
gure, em toda a exteooio do imperio, os froctoa da t
liberdade outorgada.
Para isto que se realise com felicidade impe-
tramos e imploramos de Deas as graoas mai abun-
dantes e o auxilio materno da Virgem Immaeata-
dada.- E, como peahor dos favores celestes s tes-
taran Kho da nossa benevolencia paternal, cenes**
demos affaotuasamente a bencio apoatolioa a vos,
veneravei irmios, ao clero e a todo o pavo.
Dada em Boma, junto de Sr Pedro, a 6 de Maio
de 1888, ao anuo undcimo do Nosso PontiSo ido.
Lai XUI. Papa.


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Sertlcs da Tnaral^ao Entram boj* de
sup-nor da di 4 nrao* o Hr. cspitio Pedro Velho
de S Barrete e cflfcial de ronda o Sr alerea Joo
Pi da Foaseca. "A guaroioSo da cilade seri dada
pelo 9* bstaisio V gaaeda da Theaostari* aer
oearatandaiVpe'o Sr. alferrs Ureieioo A. Villas
Boa.
Yolatilarlo Vorifiisraai hootem oraos
volontnri'irnente doua paisanos, que foram inclu -
doa no 2o atalb >.
Blapeuia da servicoS. Exc o Sr. ge
noral commandante das armas conceden 10 das
de dispensa do servi$i, afim de tratar-ae no seio
de sua familia, ao 2* cadete 2 aatgento Sydrooio
Cadena Bandeira de Mtib.
Fernando de Noronbt- Devem aegoir
no di 14 da correte, a bordo do vapor Pirapa-
ma. para o presidia de Fernanda de Noronba o or.
oapitao Ernesto Alvea Pacheco e una escolta de 24
^pracaa acompanhanda 21 aooteocia.oa militares.
rara a corte Pedio guia afim de seguir
para a corte o saldado do 2* batalhao An
Joaqun da Silva.
aarda de Honra A guarda de honra
para a procissSo que deveri sabir da greja do
Carmo no dia 16, ser dada pelo 2* batalhio de
iafaataria.
Huaicas do e 14" balallioea
Dorante es dia*/ 13, 14, 15 e 16 tacara > noite
na igreja do Carmo, por oeeasiao da novena as
msicas d> 2o e 14 batalhde* alternadamente.
Reqaerlmenlo despachado S. Ezc.
o Sr. general comosaadanie das armas proferto o
seguate despacho na requerimento di-10 cadete
Pereira do Ligo, pedindo para ser au mettida no
vamente a inspeccao de saie : Opputuna-
mente seri attendido.
Escusa do servico F-ai mandado dar
baila do servico do exercito mediante substituto
ao soldado de arma de cavallaria Benedicto doa
Santos.
Carao de esgrima Ccnsta que m offi
cises do 2 b*ta nao de inf a-atara pretendem
montar urna Bala o'armas, onde se entiegario aos
jogas de esgrima de bayonetas, espada e floretes.
Trina nal do Jury do eclfe -Presea-
es hontem. uj pieo d* mucicipslrdirdd os Srs. Dr.
Thamat Oaree P reito do 3 districto criminal, Dr. Joia Joaqnim
de Frettaa (lloriquea 1 pramotir publica, capitao
Alejandre A nenco d Caldas Padiiha pro-presi-
dente da C mira ecapita Florencio de Miranda
Franco, esenvio privativo dojary, tei-e9 o eor-
teio das 4 juradas qu : tein du servir na 4' aesso
deste tribunal, canvoc&di para o dia 6 de Agosto
prozimo.
Foram sorteados os seguintcs cidadaos :
freguezia de S. Frei Pedro Goncalves
Ignacio Pedro das Neves.
Joo Francisco do* Santos Neves.
Fregueiia de Santo Antonio
Aprigio R sas ae Ohvnra Lima.
Luiz G.mes da Silva Ju.iior.
Benedicta Ferreira Jararaca.
Dr. Miguel de Figueirda Faria.
Affonso H nriqoe Rodrigues da Silva.
Francisco X>vier das Santos.
Adolpba Krause.
Alexmdre de Pinha Burgas.
Freguezia de S. Jos
Lucas Freir Maris Maraeaji.
Jos Irioa Ferreira Rabello.
Heliodoro Candido Ferreira Rabello.
Mame e Paulo de Albnquerque.
Freguezia da Boa- Vista
Bento Manoel Viegaa.
Jola Carlos Ovaleaote de Aibuquerque.
Jas Affoosa de Arauja.
Francisco Eduardo d Miranda.
Dr. Manoel Fernanles da Si Antunes.
Joo Alfredo Martina Ribero.
Dr. Affanso de Aibuquerque Mello.
Antooio de M lia Canta liveira.
Galdini Antonio Ai vas Ferreira.
Dr. Artbur de Birria Falcaa de Lo rda.
Joo Vas.'o Cabral. ? .
Dr. Joaqnim Fraoc-ca de Arruda. *
Candido Uonc/iUea Ferreira.
Erasmu Gomes de Sonsa.
Francisco de Paul i Gomes.
Damiajos Pinta da Matta.
Freguezia da Graca -
Victorino Arcbias do Reg Farias.
Jos Corder a o Santos.
Mouoei Rosendo Torquato de Almeida.
Francisco Mauricio de Abren.
Dr. Joo Viceote da Silva Costa.
Be Antonio Vicente do Nascimento Feilosa.
Eladio Vieira de Arauja Ferreira Jacobina.
Freguezia de Abogados
Jos Luis de Franca Caldas.
Artbur de Moraes e Silva.
Dr. Joa Oaorio de Cerqaeira.
Dr. Jos Joaqnim de Oiiveira Fonseca.
Francisco Zacaras de Moraes.
Freguezia do Poco
Adolpho Casemiro (ruedes Alcoforado.
Francisco Egidio Gibbon.
Henrique Ueaario de Mello.
Jos Prdro de Souia.
Jnlio Ferras Daltro.
Freguezia da Varzea
Dr, Francisco Pinto Pesaos,
Dr. Henrlqae Hoscoso -Embarca hoje
para o sul no paquete americano is 3 1|2 horas
da Urde no caes da Lingua o noaso distincto
comprovinciano e amigo Dr Henrique Moscso.
D:-sejamas-l0ca li viagem e felicidades.
Sociedade Promotora da Colonl
sarao e Immlgraco-Soba presidencia
do Exm. Sr. Viseonde da 8ilva L'-yo, reunio-ae
ante hontem a directof'd'eata sociedade.
La-se o seguinte expediente :
Um ofiicio do Eim. Sr. conselheiro Joo Alfre
do, congratulando se com a directora pela fnnda
cao ae to til e impoitante sociedade.
Oficios doa Srs. Dr. Alfredo Lisboa, Samuel
Jone, George Windaor, teoente-coronel Laurenti-
no de Barros Los c ce outras pstas communi-
cando 'que adherem aos fins da sociedade e na
forma dos seos estatutos ficam considerados so-
cios.
Entrando na ordem doa trabalhos foi redigida
e assignada pela directora urna representaclo a
Cmara dos eputados, pedindo a construeco de
um ramal de estrada de ferro, que cortando o valle
do Jacuipe ligue a extincta Colonia Soooorro, a
estaco de Agua Preta, afim de serem aproveita-
daa as trras devolutas existentes n'aquella zona.
Foi tambem resolvido, que emquanto a sociedade
nao tivesse um orgo de propaganda, tosse esta
feita em um dos jornaes de msior circolaco d'esta
cidade, de accordo com os recursos de que dis(.03
actualmente a meema sociedade.
Deliberou-se, finalmente, qne a directora se di-
rigiste ao govtrno ge ral, por intermedio do Exm.
Sr. presidente da provincia, sollicitsndo o crdito
e recursos necessarios, afim de que se posss pro-
mover com vantagem a colonissco na provin-
cia.
Lberdade on Trexe de talo-No
eetabeleciment de msicas do Sr. A. J. de Axe-
vedo, i ma do Baro da Victoria n, 13, acaba de
imprinir-se nms/nova msica para piano. E' um
d'.brado, com o titulo cima, cempesto pelo Sr.
Antonio Csimiro Barcsllos e que tem sido executa-
do, agradando muito, pelas bandas do Club Carlos
Gomes e do 2 bataiho de infantaria de linha.
Agradecemos a offerta que nos fiseram de um
exemplar deata bonita composico.
AssasslnatoNo lagar Bento Velho do 2o
districto de Santo Anto, Francisco Beserra assas-
810011 com urna facada a Bento de tal e evadise
logo aps a perpetraco do crime,
A antordade local proceden de conformidade
com a foi.
trangeiras :rofia*ws e 1 italianas por
114 professores.
Alia de*tes 214 saWoa, estiraran' nsaites. esta -
dantos das universidades talianasadlas da Blgi-
ca, de Athenas, de 8trasbrgo, dTrlWdelbrg, de
Upsala, de Berln, de K lomar e de Utfechi. Foi
urna das- inaia ruidosas festas litterarias do noaso
tempo em qus si reuniram eerca de 15 mil pas-
teas.
U Imperador do Brasil e os res da Dinamarca,
Badn, Portugal e Suecia foraun convidados, aasim
coso todos os astigos minas tros do instruocio po
blica da Italia.
A nniveraidade de Caiasbra foi representada
pelo conselheiro Mathiaa de Csrvalho e Eiequiel
Prego.
As feo tas oomeoarant no dic 10 do corren te, sen-
do inauguradas pelos reis/de Italia, que all esti-
veram dous dias.
Eis o programo dos festejos :
Dia 10. -Recepco solemne dos estudantes das
universidades italianas e es trangeiras, pelo com-
misso dos estudantes hjkmbeiea
Dia 11.Inaaguraco do monniaente do rei Vc-
tor Mantel, assiatindo o rei Humbeito e a rainba
Margarida.
Dia 12.'Joramemoraco da fandaoo da nai- |
?ersidtde no edificio d'Archigymnatio; respostat
dos professores estranreiros e banqnete.
Da 13 Proc'aosacao dos diplosata do doutot
rada ad honorem; discursa do Sr. Cesen, profea-
aor. "*"
A eidade fea tambem festejos commemorativos.
Sociedade I Cloncalves Dina-Reu-
nise hontem esta sociedade e, sob proposta do
sea presidente, resol vea cre^rum curso de prepa-
ratorio qne encerrar as aulas'aeTortugues, Fran
ees, Arithmetica e Geometra e funccionar todos
os dias uteis, das 3 s 6 horas da tarde, em sua
sede i ra de Marcilio Dias n. 3.
Directora das oitrns ae conserva
cao dos porto de femaran buco Re-
cife 11 de Julh) de 1888.
Roletim m>torloirico
Marta
do Norte,
Angette
nos, viuvo,
Hsoriqueta,
bre.
*


a qe
Pernamboeo, a horas, Btlm ; fe.
INDICACOES TEIS
Roras
m
t.
l-a o
Si
21'-
248
26-1
24)-6
24*-3
Barmetro
O
765>67
765m73
764"92
765"37
Teoso
do vapor
16,62
17,38
18,88
17,23
17.84
a
3
88
74
74
76
79
O Or. Barros Cialmaries
Pode ser procurado no eaorptoro da re-
daccao d'ette Diario, i ra Duqua de
Caxias n. 42, 2. andar.
Advocado
0 hachar Bonifacio de Arag&o Faria
Bocha, mudou o sea eacriptorio de advo-
cada para a roa do Imaperador n. 22, 1.*
andar, onde ser encontrado das 10 horas
da manli 3 da tarde.
O Dr. Milet mudou o seu eacriptorio de
advocada, para ra do Imperador n. 22.
O bachnrel Joaquim Theodoro Cisneiro
de Aibuquerque, tem seu easriptorio de ad-
vocada na cidade do Cabo, podendo tam-
bem ser procurado no seu eog nho Cas-
tello, i'regneaia d'aquelle nome.
Mdicos
Dr. Barreta Sampaio d consultas d<
meio-dia s 3 horas no 1. andar da oasa
a ruado Baraoda Victoria, n. 51. Resi
dencia ra Seto de Setembro n. 34, en.
irada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na roa do Cabug n. 14, 1"
andar, d 12 s 2 da tarde residencia nc
Monteiro.
O Dr. Matheus Voz, medico, mudou a
ana residencia para a ra doa Pires n.
83 A, onde poder sor procurado para o
azercicio da sua profaso. D consulta de
11 horas da manija s 2 da tarde na rus
do BsrSo da Victoria n. 32, 1.* andar.
O Dr. Alvares Ouimard.es chegado da
corte, dedica se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do coracSo,
pulmSes, ligado, estomago e intestinos, e
tambem s convulses e outras molestias
das criangas. Reside pptfca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem consultorio roa
do Bom-Jesu, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
jnttriofcforana sepa-
rados, indevioamentej^taa par* pagamento
dos Srs. Paula, "Eiaf"-3b .Cporquanto em
virtude danovacSo- o espolio nao lites ara
msis devedor, pedindo es. berdeiros no re-
querimento para homologarlo das partilbat
qne o uii adjudioasse esses bens her
deira Haria Sazana, o que nao fd concedi-
do pela sentenra_-de 30 de Junbo de 1884
que homolo0du as partilbas e passou em
julgado.'
A 17 de Desembro, porm, os Srs. Pau-
la, Eloy & C reqnerertfm ao juia qne defe-
rase o pedido Job berdeiros com referencia
adjndicbcSo, no que foram i.ttendido?,
sem que ao rnen-.s fossem ouvidos a her
deira que j eslava casada e seu marido.
Affirma, entretando, o honrado coarmen-
dador, qua os herdeiros de meu sogro con-
cordaram as partilhae, ata serem a^juca-
dos herdeira, boje minba mulber, os
bens que foram separados para seu paga-
mento.
Lea, o publico o d cumenta n. 1, om
que o escrivo do ^a*to certifica, que naa
partilbas nlo s tr^ta de ai)di.'uyllo 1
Se a aentengi, q.-e homologou^s parti-
lbas, manda que se cumpra e guarne o que
aellas so contm, precisa a todo o tran-
se, fazer crer que a adjudicac&o foi con
cordada as partilhas, afim de que possa
ter lugar o julgamento tcito do Ilustre
commendador.
E acreszenta que nao reclamei contra
essa sentenca I E porque bavia eu de re-
clamar, ae ella em nada offnli, meu di-
reito ?
Reclamei porm contra essa outra
posas, uaafruiu Jos em querer pagar sua
i na por tanda ?
3 48 honrados negDciintt entendam
que nSo poaso plantar m eoganho, de que
sou conaenhor, sem que saja noa bens que
foram Reparados para sea pagamento, en
podera argumentar com melhor lgica, a-
firmando que Ss. Ss. estie de posse da-
quelles bens, visto como esto usufruindo
as mattas do enganbo, tirando dellaa ma-
deiras para os cercados e obras qa* tem
feita no engenho, que honveram do finado
Al-xandre Rudriguis I
Sa os Srs. faula Eloy & C fossem
homena capases de comprebender o que o
sentimento de dignidade pessotl, n5o to-
riam o desfacameoto de virem pela impren
sa ostentando o requinte do oynismo, eom
que faltaaa verdade e ao respeito que se
deve ao publico '
E essa pieguioe de pobres negociantes
de um canto do Rio Grande do Norte, que
repetem mais de urna ven em sea artig,
serlo lagrimas de crocodilos para apandar
os incautas do commercio do Recife, que
tero um dia da lamentar os facis impul-
sos-de sua credulidade !
Etigenba Arvoredo, 15 de Maio de 1888.
s, Dr. Paula Sales.
T=
ter respondido. Son con toda a e
oonsideraco de V. S. attent obrigac
Jos Ribeiro Dintas Sobrioho.
Est reconheoaa-a firma por tabelliao.
Caso virgem nos annaes forenses
Em appellftfSo
Com tanranha epigraphe e sob a asaigroatura e
o\ a. b
Certifico em cumprimento do
lei^j iniuia lMilUUi7*,ia
Dita mnima21',0J.
BvaporacSoem 24 horas ao sol: 4,"2 ; som-
bra : 5M
Chuva0",7.
Direcco do vento : SE com pequeas interrup-
ces de USE de meia noite at aos 55 minutos da
maah; 8SE e SEvariaveis at 1 e 22 m nutoa; aceitando chamado em qaalquer izases lu
8 ? w2 h"u at 9 horas e VO minutos ; S, 88E e Eai^ alterna- s ,, r. T .. .
doa at a a 45 minutos 'da iard,; SSE v.ri.vel Dr. Cerquetra LeOe, tem o seu esenpto
entre S e SE at 2 horas e 25 minutos; variavel de rio ra Duque de Casias n. 74, das \
E E i SSW predominando SSE at 6 horas; S 48 % horas da tarde, e deata hora em dito
at 10 horas e 40 minutos ; SSW at meia noite.
Veloaidade media do veuto: 1">,98 par segando.
Nebulosidade md:a: 0.47.
Boletim do porto
IB,
S o
3. M.
P. M.
B. M.
P. M.
Dia
11 de Julbt
a
12 de Julho
Horas
12 0 da manh
627 da tarde
0-14
681 da manh
Altura
0,-37
2,"42
0,">55
2,<"46
.eiades tcectuar-iw-nao .
Hoje
P.lo agente Stepple, a 101(2 horas, em Oiin-
da, de urna importante livraria.
Pelo agente Modesto Baptists, s 11 horas,
ra Duque da Caxias n. 87, de candUiroa, para-
maras e calcai >a svariad s.
Pelo agente Gosmo, s 11 horas, rus do Mar-
ques d- Ormda n. 48, de movis, louc* e vidr'os.
Amanh:
Pelo agente Burlamaqni, s 11 hars, i. rda do
Imperador n. 22, de urna casa.
'elo agente Pestuua, s 11 horas, ra do Im>
perador n. 49, de n-na oasa.
Pela agente Brk'o, a 10 1/2 horas, na ra do
Bartholomea n. 67, de moveie e mu i tos ontros ob
jectos.
Pelo agente 8itvcir*, 3 10 172 horas, rus
da Boda n. 18, de nuveis o mas objectos.
Pelo agente Qusmo, s 10 1/2 horas, na ra
da Paa o. 2, e ao meio dia na rna Imperial n. 99,
de duas taveross.
Mlsas fnnebresSero celebraaas :
Huje: _
A's 8 hars, no Corpo Santo, pela Alma de D.
Ann* Sai.r.-s Carneiro da Bocha ; s 7 hocas, na
Madre de Deas, pela alma de Bamo Jos de
Footes Ferras.
Amanh :
A's 7 horas, na greja de 8. Pedro, em Olnda,
e as 9 l[2 horas, na matriz de Palmares, pela al-
ma de Casemiro Lacio Jorge.
Proclamas de casamentoForam li-
des na da 8 do corrate na matris da Boa-Vista
oa aeguintea :
Manoel Vicente do Nascimento com Maria Fran-
cisca do Nascimento.
Ag> Franco Marques da Cruz com Julia Faus-
ta do Nascimento.
Ementa Jos do Bomfim com Marcionlla Ber-
narda de Saut'Auna.
Hciintm soclaesHaver domingo aa
aeguintes :
Do Instituto Litterario Olindense, a 11 horsa
da manh, na ade social, em aaaembla geral,
para proceder-se eleico
Do Monte-Pio dos Typographos de Prrnambu-
eo, sOaV horas do da, na sede social, em sesso
ordinaria,
Casa de DeteneaoMovimento dos pre-
sos da Casa de Decencio do Recite no dia 11 de
Julho de 1888:
Exi&liam 334; entraram 8 ; sahiram 9 ; exis-
te em sua residencia roa da Santa Cruz
n. 10. Especialidadesmolestias de se-
nhoras e criancas. Telephone n. 326.
Dr. Castro Jess, medico e operador
Prtica a lavagem do tero quando e como
aconselhada. Cansultas das 11 s 3 da
tarde em soa residencia roa do Bom
J-sus (antiga da Uraal n. 23, 1. andar.
Ocenllatn
Dr Ferreira, com pratica nos principaes
hospitaes e clnicas de Paria e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a rus
Larga do Rosario n. 20.
Drogara
Francisco Monod da Suva & C, deposi
arios de todas ss especialidades pbarma-
aeuticas, tintas, drogas, productos ohimi-^r;
aos e medijamentos homeopticos, roa de
Mrquez de Olinds n. 23.
errarla a vapor
Serrara a vapor e ofjieinas de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capib.ribe n. 23. este grande estabele-
dmento. o primeiro da provincia nesto ge-
aero, comprase e vende-Be madeiraa
de todas as qualidades, serra-se madejra
ie corita alheia, sbim como se preparama
>bras de carapina por machinas e por pre
aos em competencia -Pcrnambuco.
Drogara
Faria Sobrinho A C, droguista por
atacado, roa do Merques de OUada n. 41.
mulheres 7 4 sstrangeiros 4.
.
BoieqnlmAmanta recebem se propostas
em carta techada no gabinete! do director dnats-
trada de Ferro de Caraai para o arrendameoto
do botequim da estadio central da metis es-
trada.
A concurrencia venar sobre'o preco, praso e
condi(5es qne apreaentarem oa pretendentea.'
Prado Pernamt'ucanoInformam-noa
qca a directora deata asaociaco no intuito de sae-
fborar o servico do b.teqoma do Prado, oontractou
esse aervioo com pesada habilitada a bem aatifater
o publico.
Fui orna boa previdencia.
ateanlae socialHoje ao meio dia, reunir
se-ha na ade social rna da Uniio, em sesso
extraordinaria, o conaeibo administrativo dr Socie-
dade Auxiliadora da Agricultura. (a-S*
ontnaien centenariaA av das nai-
venidudes, a de Botonba, teva naia ama bomena-
gem centenaria para kqsrar os seas cabellos bran-
cas. nrnSEb'
rorsm nells represestadsa 81 universidades es-
tem 333.
A saber:
Nacianaea 322 ;
Total333.
Arracoadoa 299.
Bone 281.
Doentea 18.
Movimento da enfermara
Tiveram baixa :
Saloatiano.
Mancel Vctor de Soasa.
Antonio Ignacio de Barros.
Teve alta :
Tbom Jet do Nascimento.
Hospital Pedro IIO .movimento do dia
10 de Julho, deste estabelecimento, foi o seguin-
te :
Entraram 11
Sahiram
Falleceram 2
Existem 579
Foram visitadas aa respectivas enfermaras pe-
los Drs.:
Ferreira Velloso s 10, Cyintiro s 11, Bar-
ros Sobnnbo|a 7 1|2, Malaquias s 8 8i4, Pontual
a 9 1|4, Eotevo Caval-cante a 8 1 [2, Simoea
Babosa a 10.
Cirurgio dentista NumalPompilo, As 8 horas.
Pbarmaceutico entrn s 8 1[2 e sahio a 'i
horas.
Ajndante do pharmaceatico entreu As 7 li2 e
sabio a horas.
IiOterla da VictoriaAcham-se A venda
oa bilbetet da acreditada lotera da eidade da Vic-
toria, da provincia de Espirito Santo, cujo plano
bastante animador, conforme se v do aunando
em outra aeceo deste Diario. A extraeco ter
lagar no dia 20 do corrate.
Cesnlierlo Pakl leo Obituario do dia 11
de Julho : _^
Joo G. Ferreirar^ova, Pemambnco, 48 an-
aos, casado, Santo Antonio; scyrrbose heptica.
Adelina Quedes de Farias, Pernanbnco, 24 au-
not, estada, Boa Vista ; tubrculos pulmonares.
afino Gomes, Pernambuco, 15 annos, aolteiro,
Santo Antonia ; anemia.
Ascindina, Perntmbuce, 6 meses, 8. Jos ; con-
vulses.
Manoel, Pernambuco, 2 horas, S. Jos; aire-
os ia.
Manoel, Pernambuct, 6 meses, Boa-Vista; atre-
pSSi
Manoel Correa da Sttva, Pernambuco, 45 annos,
casado, Ba-Viata^ gangrena.
Maria Jcsepha da Conceicio, Peraambucc, 30 "
annot, catado, Bda-Visto; fobre. gra

PUBLIG4G0ES A PEDIDO
Rio Grande do Piortc^
QUESTAO JDICIARIA
Sob esta epigraphe o Sr. eommendador
U.ubelino Freir de Gouvea Mello, sppa
receu n'este Diario procurando refutar as
apreciarles, qua fia ao accoFdSo revisor,
proferido na questo que elle e seu irm3o,
sob a firma de PaulV, Eloy & C. movem
contra mim no foro da comarca do Natal
No longo artigo que puplicou, S. S. nao
destruio um s dos argumentos com que
demonstrei a extravagancia do referido ac-
cordSo; nada tenbo, pois, que retorquir-
lhe a este respeito.
Mas, como voltou ainda carga, sobre
alteracSes, que diz, feitas por mim na ex
posico dos factos, mister que eu nSe
deixe medrar a ioverdad*, oom.que, n'esta
questSo sempre falla e escreve o honrado
comrxendador.
Antes de tudo, porm, devo notar a in-
triga em que procurou envolver-me com os
juizes, que proferiram aquella julgado.
Ninguem mais do que eu respeita e aoata
o bom conceito a que tem direito todos os
cidadaos, sobro tudo quando sao do moldV
e tempera do Ilustre juiz relator, cuja bo-
nestidade de carcter, como a mulber de
Cesar, nem deve ser susptitada.
A intriga, porm, que o honrado nego-
ciante procurou urdir, por mais deleteria
que lbe perecease nao oolhe. Os juizes de
que se trata com certeza nao se presamem
de italliveis, eurhara o privilegio que to
amavelmente Ibes concede o honrado com
mendador e debaixo d'este ponto de vista
nao sSn invulneraveis, nem podem preten-
der que seus actos escapem ao poder da
critica e da apreoiscSo.
Se S. S. tinha desejos de empunbar o
thuribulo e de joelboa ante seus dolos offa-
recer-lbes o incens da adoracJlo afim de
que o protejam em occasilo opportuha que
ainda pode advir, podia fazel-o a seu bel
praser, sem procurar acobertar um acto
qne nao lbe vergonboso com urna sonha-
da descortesa de minha parte, para com
aquelles illuatres magistrados.
Para maior esebrecimento do publico
anda urna vez vou expor perfunotoriamen-
te a questSo que o honrado commendador
move contra mim, refutando depois os eius
argumentos. Os Srs. Paula, Eloy d C.
ersm correspondentes de meu sogro, que
por oocasilo de sua morte Ibes devia quaa-
tia superior a 6:0000000.
Fioando minha sogra na direc^BK do en-
genho, a firma Paula, Eloy d C. oontinuoa
a manter com ella rela$5es commerciaes e
quando o debito attingio a 14:0000000 fes
tuna novacao da contraoto, aatigaando mi
duaa letr#a correspondentes a
sen
teng 1, que os honrados negociantes, por
meio de urna simples peticao, obtiveram de
seu amigo Morato, quasi seis mezes depois
de concluido e julgado o inventario, e o
que mais sorprende (e o juiz nao teve pu-
dor Je o fazer!) sem audiencia e scicncia
minb^S^e minba mulber, o que simples
mente quer dizer, que femes condemnados,
sem sermos ouvidos nem convencidos I
Loia o publico o que a esto respeito cer-
tifica o eacrivao da causa .no documento
n. 1 ; e no documento n. 2 o notavel re-
querimento d'aquelles honrados nogocian
tes.
E attenda para a data da primeira sen-
tenga que julgou aa partilbas e o Sr. com
mendador Umbelino -j publicou, e'.de
30 de Junbo de 1884, a data do seu re-
querimento, que nSo lhe conveio publicar,
e de B3F" 15 de Dezembro d'aquelle an
no "^9, e a data da sentenca que julgou a
adjudicacSo a seu pedido e de 17 do mes
rao mea de Dezembro e anoo I
Nao preciso f^zer commentarios; o pu
blico que, combinando essas datas, veja, o
direito com que os honrados negociantes
querem forca adjudicarem-me bens, que
foram separados para pagamento d'ellea I
Como fallei da falta de sinceridade com
que o honrado commendador tem procedi-
da nesta questSo, citare ainda o ter elle
affirmado em seu artigo, que meus embar-
oa nao existem nos autos nem em parte al-
guma, ,uando elles conatam dos autos a fl.
71, como ven citado no aocordio revisor I
Do artigo, porm, do Sr. Umbelino o
que merece resposta especial, e foi s para
dar-lb'a, que vim a imprensa, o tpico em
que diz : que eu estou de posse dos bens
separados para sou pagamento, usufruindo-
os, sem querer pagar a sua importancia.
O que se acaba de 1er, urna infamia,
qnrnsoue sororehende, porque quem a pra
ticou, capaz de muito naai; sendo bomem
de todas as coragens, como j tive occasio
de dizer.
O publico e o commercio deasa cidade
nao sabem oom cc-res, quem sao os bou
rados negociantes da Macabyba Paula Eloy
& C ou antes o eommendador Umbelino
Freir de Gouvea Mello.
Como nSo gosto de citar faotos sem pro-
vas, apontarei sement dous, pelos quaes
ae poder formar juizo d. honradez de ca-
rcter desses negociantes.
O primeiro terem em seu poder duas
lettras aceitas por minha sogra e oobrarem
a importancia dellaa -pelo espolio de meu
aogro, sem apreaentarem em juizo os t-
tulos de seo crdito. Lea o publico o
documento n. 3.
O segando terem os honrados nego-
ciantes reoebido e mettido era sT a qusntia
de 10:0000000, importancia de urna lettra
despacho
do meritissimo Sr. juiz municipal 1 sup-
plente em exercicio deste termo, exarado
a 7 do crrante, na petiejto do Dr. Fran-
cisco d 1 Paula S iles : Quanto ao priaeiro
tem que a adjudicaqao dos b'ns separa-
dos na partilba amigavei, procedida entre
a viuva e herdeiros do oapitSa Joaquim
Manoel Teixeira de Moura, para pagamen-
to dos negociantes Pauln, Eloy & C, nao
>e falla na mesma partilha e sim no re-
querimento, em que a viuva e todos os
herdeiros pedem a homologaco das mes
mas partilbas ; quunto ao segundo que o
suppcante e sua mulber nai foram ouvi-
dos sobre o requerimento dos negociantes
Paula Eloy & C, a qua o peticionario se
refere ; quanto ao 3o finalmente, que nao
foram ells ouvidos em caso algum desde
a apreseritacao daquelle requerimento em
juizo, at 2 data da publieacao da senten-
ca. E' o que consta dos autos da mesma
partilha existentes em mu cartorio, aos
quaes me reporto e dou t.
Macabiba, 14 de Maio de 1888. O es-
crivSo, Joaquim Jas do Reg B rros.
Doa n. 2
Illm. Sr. Dr. juiz de direito.Dizetn
Paula Eloy & C, negociantes estab-lsci
dos nesta villa, e ore ior^a dos herdeiros do
finado capitSo Joaquim Manoel Teixeira de
Moura, da i por:au"ia de 14:0000, que ten-
do os mes 1:os herdeiros requerido a V.
S., em data de 20 de Maio do correte
anno, qu; fessem adjudicados a herdeira
D. Mara Suzana Toix->ira de Moura, os
bens separados na partilba amigavei, a que
procederam em 8 do mez j declarado,
para pagamento dos supplicaqtes, ACONTE
CE que at ftoje 'aiida n3o foi satisfeita
essa requisicjio (I '), nem paga a divida, de
modo que os supplicantes, para o fin de
embolcar a importancia do debito, e evitar
prejuisos que comecam a soffrer, (?) vera
pedir a V. S. se digne deferir a alludida
peticS.i, mandando expedir a competente
carta de adjudicacSo, depois de julgada a
m.ama por sentenga, pagos os respectivos
direitoa e intimados os interesBados ; os
supplicantes allegara, que a demora da ad-
judioaeZo, requerida por todos os herdei-
ros, seus devedores, Ibes pode acarretar
graves prejuizos, e j oao reclamaram con-
tra ella, por Ibes merecer toda a confian
9a a herdeira D. Maria Suzana Teixeira
de Moura, para quem se pedio a adjudica-
cSo, de que tratara ; allegara ainda que, na
partilba amigavei feita por seus devedores,
nao foram ouviios; assim como nenhum
dos outros oradores, e allegam mais que
nao foram tambem ouvidos as svaliagoes
que entilo tiveram lugar; pelo que tornase
claro que, a nao dar se a alludida adjudi-
cacSo, nao podem oe supplicantes confor
mar se com a partilha e avaliaco.:s feitas
a 8 de Maio do corrente anno ; oestes ter-
mos e pelas razZes adduzidas, esperara oa
supplioanteB que V. S., fazendo juntar
esta aos autos da referida partilha Ibes de-
ferir, julgando por smtenca a adjudicando
requerida pelos berdeiros, seus devedores,
a herdeira D. Mara Suzana Teixeira de
Moura, mandando expedir a respectiva
micha, or elles ainda penborada em mito
do aceitante! Lea o publico o docu- carta, pagos
ment n. 4.
O aceitante, coronel Jos Dantas Ribei-
ro, um hornera sisudo, verdadeiro, mas
de muito boa f, como sSo ob h'omens de
bem. Fcilmente foi illudido por aquelles
bonrados-aegaciantes, que talvez lhe aflir-
massem que naviam de ganhar a questSo,
porque tm dinheiro, como tem sempre pro-
palado ; que somonte questSo de tempo ;
que haviam de receber sempre esse dinhei-
ro etc., etc.; emfira nSo sei que meios em-
pregaram, mas fossem quaes fossem, o cor-
to que os otilados negociantes consegu-
ram receber e metter em si, desde princi-
pio de 1885, dez contoc de ris, importan-
cia de urna lettra, que nSo lhes pertence,
e que alera disto se acha por elles penbo-
rada !
Perante as leis criSses e perante as
leis da honra, que claBsificacSo tem esse
faoto pratioado pelos honrados negocian-
tes T
Pois bem, um bomem destes, que sob
sua honrada palavra tem a audacia de di-
zer em publico, que en estou de posse e
usufruindo bens que nSo quero pagar.
Eu j diese que esses bens consistan!
em dous contos de ris em semoventes e
doz contos em trras e bentfeitorias do
eogenbo,Desterro de que sou conaenhor.
As trras do engenho estSo pro indiviso,
os semoventes em poder de meus dous cu-
nhados, um dos quaes, inventariante dos
bens de minha sogra, em ama jastifioacSo,
que os honrados negociantes juntaram aos
autos, jurou qne na varzea do engenho
plantavam elle, seu irmSo Joaquim Manoel,
eu, dous lavradores e fioaram ainda terre-
nos desoocupados I
Devo acoresoentar que do engenbo de
qae son consenbor, s me utiliso dos par-
tidos, que me foram designados' por minba
sogra de accordo oom seus filhos. De to-
do mais b&o meas canhados, qe pSam e
dispSm.
Ora, ti ainda nlo houve divis&o das tr-
ras, seo engtnho ainda**est pro indimio,
quaes slo oa bens de qqe allam os hon-
rados negociantes, e de qae eu estou de
formalidades da lei e intimados os interes-
sadas; assim, pois, pedem 'deferimento E
R. Mee. Macabiba, 15 de Dezembro de
1884.-Pauto Eloy Be C.
J)oc. n. 3
Declaramos qae duas letras aceitas pela
finada D.\Awna.Joaquina Teixeira de Mou-
ra, no valor de 13:6400300 e mais docu
mentos firmados de sua ordem por sea fi-
Iho Joaquim Manoel Teixeira de Moura,
at o completo de 14:0000 representam im-
portancia igual, j descripta no inventario,
que se proceden por morte do oapitao Joa-
quim Manoel Teixeira de Moura, que nos
toi sepsrada em bens, os quaes a requer
ment de todos os herdeiros, foram adju
dicaioi a tambem herdeira D. Maria Su-
zana de Moura Sales, da qaal estamos co
brando judicialmente a referida importan-
cia. Passamos a presente para que em
tempo algum, se supponha qae pretende-
mos cobrar em duplicata a referida im-
portancia de 14:0000000.
Macabiba, 26 de Junhode 1885. Paula
Eloy & C.
A firma est reoonheoida^por tabelliao
publico. "**-
Doo. n. 4
S. Pedro, 3 de Dezembro de 1885.
Illm. Sr. Dr. F. de Paula Sales.Aca-
bo de receber sua carta de 24 de Novem-
bro e respondo lhe que esta letra de que
me falla, j est pajprttar mim aos meus
amigos Paula Eloy dfc C., por entrar em
meu ajuste de oontas no oomeco deste
anno. Entretanto, eu sou t&o devedor
della a V. S., como elles Paula Eloy, pois
nao poderiam descontal a, sem qae ficassem
sendo tambem devedores da mesma; por-
tento nio entendendo da lei, pense qae
estoa completamente fora dasta obrigacSo,
e se V. S. entende qae soa f principal
devedor, eu pens o contrario, entretanto,
vou nesta data dirigir-me aquellos nego-
ciantes 6 amigos, afim de que seiba dalles,
se com effeito sou anda devedor de dita
letra, eeotSo tratarei de pagar a V. S.,
certo de que tudo isto se tem dado pelos
motivos qae V. S. nao igaora. Supponho
D. E da meo ilhntre collga Dr. Doarte Es
tevS>, in sido estampado o'ette Harto tras ar-
tiget reproductivos das allgscoet*a>ia e 2 in-
stancias, por parte do Sr. Luia de Paula Lopes e
soa Eirni. senhora na accao de embargos de obra
nova que Ibes nove a Exma. 8ra. D. Clara Ar-
gentina de Castro Reg de qutm sou advogado. *
Siuts de vraa nio poda stompanhar ao mea
hosrado collega n'esta ana nova forma de defender ;
e-nao o faco perqu acu infenao a semellianteiBaodo
de defesa, isto por m-io de reclames, em pri-
meiro lugar ; depois porque te ts questoea de di-
reito nao estfto antScieatemeote discutidas, de mi-,-
? ba parte, dos tutos, em todo caso, taoto qaanto
permttiram miuhas foroas preenret elneidal-as, e
fin-lmente porque faltam-me ca maios . s deapesaa de impressao e miaba coaatitainte
tambem nio p Je subsidiar me.
Devo, porm,nma l%eira reapoeta ao ultimo ar-
tigo publicado no Diario de 10 do correte na
parte que me peasoal.
Nao accasa-me a conscieocia de ter em allega-
coes calamaiado os illostres conatituintes do mea
collega ; se na parte histrica da demanda, Uve
occaaiao de referirme a actos seas, o-as s aoa
quee prindiam a quest&o, minha referencia teve
por base as doformaedes recebidas de minha coa-
Btitninte, to apta para informar me quanto o t
ocnstitointe do mea collega para igual proeedi-
mente com sen patrono.
Quanto a violagdo da inttgridade dos autos qne
o Ilustre collega parece querer attribair me, me-
lhor seria nao anteciparmoa diacaesao que ter 08-
caaiao e lugar opportuno e eotSo ao colleg cbt-
gari a vea d'aronir e defender. -'**
Com reU$&o a ess>- nova incidente, per ota, [si
me cumpre diier e iaso meamo em resposta is al-
luboea do collega, que Iooge bem Icuga ettoa de
attribdjil- a a b, o aue e o fariavcm a maia ca-
moroea iojnativa ; toas o collega, acredito, 00a-
vi cemmigo que onde oa autos menoa peunans-
ceram foram em mSoa de S. S.
Eu 16 de ccllega hffirmo uo Sr. Dr. Doarte >3a-
tcvo que nenham memorial techo escripto (ainda
por f-lta de recursos) e mnito minos rm-forma de
lbello diffamstorio e nem to p uco tenbo andado
pelaa casas dos juizes da causa e uem ame ccnsta
I que a micha c.'uatitunte o tenba feito.
D'iaao o primeiro teatemunho eat T .consoien-
cia doa proprioa juisea.
O colleg* parece-me na / ter andado de bom
aviao quando despresando os meios legtimos de
dtfcsa reavala na intriga que parece ninda querer
p'antar entre es jalgadorea e miaba ecnatitainte,
Bcnja d'nquees para commigo, quando talla em
coljhmento de promessas ca peregrmacoes jur-
dicas.
Onde, colli ga, quando e a quem eu ou miaba
ccustituiute t uhu. ae apreaentado com taea jactan-
cias ?
Maia por honra do mea Ilustre collega do qae
pela miuh-i o por amcr de minha ciuetituinte, con-
juro o cologa asta que complete a aaa inioraiscSo;
declare em que tempo, em que lagar e qaal a
pessoa a quem qualqncr de nos, cu cu miaba con-
stituiote, tenba fullado ao menoa com promessas
de julgamento coma o colleg 1 quer fascr en-
tender. *
Critenoao, como folgo ccnhccer que o collega,
nao aceito a hypotheae de qae 8. 8. chtgxaae a
urna proposicSo tilo arriacada, aem om fundameoto
raaoavel ; descortin -o, poia, e com isso ter pres-
tado um rcl'Trtiue servico aoa coaiurnta forenses
entre nos infelizmente um pouco decahidos.
Mae, oa juizes a quem tem eatado entregue a
aorte da demanda teem lenga pratica de julgar e
como conaequ'ncia necessaria couhecem oa esvai-
ramentoa a que oa bomena podem ser condesados
pelo embate das paix.'s.
Se cu quisesse retaliar ; ae aso me pareeeaae
armaa dignas de um combate la! entre antago-
nistas geueroaoa, de certo, anlogos e quic mais
repugnantes informaeoes tena a reprodunr, pelo
que tiiintiBmrin me die relativamente ao illoatra
constituate do mea collega n'eata cansa. Mas
por preei algum en fal-o-hia, airada qae verda-
deras me parecessem ellas ; idea esta que alias
nao se anioha em meu espirito, porque nao admitto
que o iadividuo por meaos diacernimeato qae re-
vele em suas acedes, acudo ms, d'ellas faca prae
p-loaimples catt*.4r una satsfaeSo a sea
amor pruprio prejudicado, oa de lisonjear-se.
NSo, eu supponho o Ilustre constituate do mea
coltega, bem como ate, de espirito aufliciensaoaen-
te esclarecido para nao oahrem em levienda-
dea taea como me tem chegado aoa cuvidoa, re-
lativamente causa que eu e mea ilustre collega
Dr. Duarte Estevo, temo-nos referido.
8e o collega permitte fiodaret o presente qne ao
meamo tempo aera o ultimo, faseodo-lhe um pe-
dido :
Se lhe aprouver, continu a defender na im pren-
sa o direito de seus conatituintes, leve evidencia
a verdade da theoria qae sustenta nos autos, mos-
tr oa erros de doatrioa ex adverso, e nao lbe fa-
rei increpbtojs por iaso, fpoia, aoa forcado a ver
em sea proced meato am modo de comprehender o
camprimeato de dever, mas maatenha-se nease pe
qae j em s o nobilitaria, ae por outros ttulos o
collega nio se recommendaase em ana nobre pro-
fieso ; fique neasa poaica que o honrar, porm
nao reavale paca a pessoa de um coliega que noa
autoa guarda lugar lo legitimo como o seu e em
quem o mea collega nao ba, de certo, encontrado
urna palavra dissonante do acatamento e estima
que lbe merece.
Racife, 11 de Julho de 1888.
Jeronymo Materno P. de Carvlho.
Ao governobrasileiro eportngoez
O publico tem visto o como o agento
conaular portuguez, Vicente Nones Tava-
res, elm das porcentsgens que Ilegal e
indevidamente deduzio do espolio de Jcs
Alendes Freitas, pagou se duplamente no _
tocante a compensajao pesseal que lhe ca-
bia de direito, isto j se acbando conta-
da nos autos dita compensacSo e tendo elle
reoebido na occasiao em que pagou as cus-
tos ao escrivSo Siqueira, na conta corren-
te que nos Bpresentou por occasiSo da en-
trega do espolio nSo s pagoa-se por suas
mSos daquillo que j tinha recebido como
cobrou ainda de novo a referida compensa-
cSo como se nada tivesse recebido. Isto
causa asco, principalmente a quem 1er a
certidao qae a este respeito o escrivSo Si-
queira passou nos autos !
O Sr. Tavares tendo encontrado.no es-
polio ama coderneta da caixa econmica
com a importancia de 4:1005, julgou-se
tambem com direito a tirar de porcenta-
gem 102I500 (afora os outros 21i2(tdo
salda) como se este dinheiro estivesse aob
sua guarda e responsabilidade, e nSo ae
achaase depositado em um estabelecimento
do governo brasileiro e perfeitamente ga-
rantido! Esse senbor Tavares tem asta
cas que nSo lembram ao diabe e parece
qne confia demasiado nos seos protectores
e ntaoVtnAa* ante o governo de sea paz.
Mas, deveras, Sr. Tavares, todo esse
cobre foi para a fazenda portuguesa oa S.
S, dea-lhe outro destino ?
E' o qae resta saber.
Mas o Sr. consol nSo nos dir como
que ainda sejulgou com direito a tirar do
espolio 8i$00U para o Sr. Frederico Cha-
ves, 30000 por urna procaracSo (cara qae
foi dainada) quando para tudo isso j S.
S. tinha recebido a compensacSo pessoal qne
lhe caba T
Cariasima compensacSo toi por certo
esta.
Bem razio tenido Sr. consol de anear
corvejando arreoadac89S, desde que estas
Ihedio vaatagens oomo as qae temos apon-
.
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V

Diario de PernambutwScxta-fcira 13 de Julho de 1888
- -
Uto. E entao, em materia de cambio, 8.
S iaexoedivel; quando esta est a 122
e 124 8. S. o eleva a 220 e 230 para
Sus a molguoir. Iba saiba malhor ao pa-
tdar e lava quantias ridicula a 22*980 !
O qoa o'Sr. Tavara quera, ao qae pare-
oe, era chegar... posaivel: at uos admira oomo S. S. nSo
absorvea todo o espolio e oSo nos debitou
em mais am tuatlo da oonta velha !
Andar... a assim, porqa* se Tai ao
longa -sic itur adastra.
Nao oreia, porem, o Sr. cnsul qua ha-
T*mos de morrer cono ovelbas, aam dar
um gamiio; havamos de lavar S. S. a
pjsteridaio com bailantes la na iras, para
que o brilho de saas honradas facannas
Tira aempre como am archote no futuro
agro qm o aguarda.
(Contia >)
3Rioife, 12 de Jalbo de 1888
Rodolpho Jo3o Barata de Almtida.
| CasadeDetenijao
Sm. redactores do Diario. R 'go a Vv.
Ss. 83 digaem de inserir as s^guintes li-
nhas no sen concituado Diarlo, aa da
que o publico taaba explijagio d) faito
narrado na gazatilha do Jornal do Recife
de boj 4 sob a epigraphe Grande abuso.
Durante as anterior is admiuistracSes da
Casa de Dotenglo sempra se receben os
emolumentos a qu tem direito o admi-
nistrador palos presos em geral qm sSo
pos toa em li barda de .
Essa aso foi seguido ainda mssmo na
ultima aiministrajlo qu-i o proprio Jornal
o primairo a recoaheaer como zelosa e
boaesta, porque Jos Pires Carlos, solt em
18 de Oatubro do asno passado, Saverino
Aleixo de Vasoncellos em 27 de Setem-
bro e Aatonio Tibartino de Mallo em 27
Julho, todos por habeos corpas do Supe-
rior Tribunal da Relacao, pagaram os emo-
lumentos para ui saram detidos por mais
tres das, como mana a lai.
Nao honro, pois, abuso em cobrar o che-
fe do quarto o emolumento do praso que
hontem tora posto em liberdade e foi esse
acto legal, assim oomo continuar a sel-o,
emquanto nSo for ordenado o contrario pela
autoridad^ competente.
Dascance o Jornal que nao achara onde
pegar coa proveito, salvo se...
A adma8trac&o actual continua a ser
zelosa eo ser, fqaam disto cortos.
""IJObras do prolngame ato
Se o autor do artigo pablicido no Jor-
nal do Ricife He hontem, sob a epigraphe
cima, nao um dos ladrSes, quo tm
roubado o Estado coro contractos leoninos,
querendo passir por bomem honesto, de-
clare o sen nome e venha mostrar em que
Be baseia para dizsr qua a commissSo no-
meada pelo Es.n. Sr. presidente da pro-
vincia, e da qual fiz parta, foi'arranjada
ad hoc e com opiniao previamente estuda-
da, oomo teve a ouaadia da affirmal-o com
a mascara do anony.no, qae nSo corta-
mente a arma dos horneas da bem.
Se nio o fizar, fijar considerado, oomo
um dos larapios que, alean de receberem
fraudulentamente do Estado milhSas, io-
saltam aos qua nao tm como ellas, a con-
scieneia estragada e a honra apodrecida.
Recife, 12 de Julho de 1838.
. G. Thaumaturgo de Azevedo
larca registrada o. 2S
afsretisiima Junta CommereisT do Recifa
Auastacio da Silva Loriga, braaileiro, casado,
Jos Nlcaeio Alves, bmsileiro, solteiro, ambos
commerciaotes domiciliados nesta oidade, membroi
componentes da firma social Lorsga S C, esta-
bel .'cidos eom fabrica de cigarros 4 raa Lirga do
ftaiario n. 8, reqaereu a Essa steretissima Juuta
qae se digae asandar registrar a inclua marca
denomnala Tro'adores, qae os Supplicantes des-
tnam distineco dos ci jarros manipulados com
Ubacoa de 1' qualidade, procedentes da Ooyas e
Para.
A predita marca constituida por am parallelo-
grammo rectaogoio dividido em daas partes deii-
guaes psr ama perpendicalar esaaerda, eim
pressa eom tinta tio trra em papel branco, O
centro da maior pirte do parallelogrammo occu-
paio por daas elipses concntricas, sendo a rea
da interna oecupsda por am Cupiio sobre naveas,
armado de arco, fl xa e aljava. Eatre as daas
elipses, no alto, tem a palavra : Fabrica, em-
baizo : Amor aetqaerda, Trade, a direita, Mark
todas em lints rxo-terra. for cima das elipses,
no sentido borisootal, em letras de fundo a pala-
vra Trovadores ; por baixo em arco com o con-
cavo para ama, Lorega 4 C, por baixo do arco :
SuCCBSSOaBS DE, mais abaixo : Joio Go.NQAt.VES
ainda mais abaixo : 0 HespanhOL todas no sen-
tido horizontal. A' direita das elipses, em sentido
obliquo : Fumo Guyaz; i esqaerda, tambam obli-
qoasaente : Fabricados com : esquerda ainda
d*r elipses, em fica com os extremos voltados em
sentidos oppostoa, Ba Larga do Rosario n 8,
direita, tambem em fita cem os extremos volta
dos em sentidos oppostcs : PernamBUCO O an -
galos do parallelogrammo sio occupados, os supe-
riores, cada am, pelo verso de ama medalha de
expiacio com os respectivos diseres, e os inferio-
res, cada am pelo reverso da predita meialba.
A parte menor do parallelogrammo occapada
peUs palavris : Telephoxe n. 453, impressas no
sentido horizontal ao lado do mancionado paralle-
lozrammo.
E. R. Mee.
Recife, 4 de Jalbo de 1888.
Lorega Entava urna estampilba de 200 ra. le&almente
inatilisada com a data e assignaturas supra.
Certifico que foi apresentada na secretaria da
Jauta Commercial do Recife, s 10 hars da ma
nha do dia 4 de Jalbo de 1888.
Escrevi e assigoo.-Em t de verdade.O se-
cretario, Julio Augusto da Cuati i Gaimares.
C rtifieo qae foi registrada sob u. 232, em vir-
tade do despacho da Meretissima Junta Commer-
cid em s.'ssSo de h je.
Pagoa 1030 de am parecer fiscal, e pagar
61000 de sil:o do registro, e 200 rs. do imposto
addicional de & */o por eUampilhas abaixo collo-
cadas.
Secretaria da Junta Commercial do Recife, 5 de
Jalbo de 1888.
Escrevi e assigoo.Em f de v-rdade.O se-
cretario, Julio Augusto da Cuaha Gui oarSes.
Estiva ao lado, em alto relevo, o sello da Junta
Commercial do Recife.
Atiendo
OMEMW
Revista do Mercado
Recife, 12 DE JULHO DE 1888.
Foi seno importancia o movimento na praca-
Em cambios constoa apenas pequeas transac-
cea em lettras particulares.
Na Bolsa nao foi registrada cotaco alguma
feita hoje.
O marcado de algodf eateve parado, bavendo
pouca procara; entretanto a posicio deate pro-
ducto parece ter melhorado, em vista da alteracao
do cambio realisada hontem e mantida boje para
1/8 menos.
Nada se fes em oouros, sendo a posicio a mes-
ma.
Eis o qae se dea com relacio aos diversos arti-
os:
SoJm
ipOfiyOSS OFFIC1AKS DA JUNTA DorCOB-
KKCTORKS
Recife. 12 de Julho de 1883
Cassbio sobre o Rio de Janeiro, 60 d|v. com 1 0|0
de descont.
Cambio sobre Londres, 90 d(v. 2b 1{4 d. por l,
do baaeo, hontem.
o nresid&nte,
Augusto Pinto de Lemos.
aacrotario,
Pedro Jos Pinto.
Argemiro Pedro da Silva tendo nltima-
mente montado com toda nitidez, esaero e
parfeicSo a sna j tSo conbecida e acredi-
tada pastelLria pelo povo pernambacano,
convida desde j as Ezmas. Sras. para a
visitaren), garantindo que nella encoDtrar3o
a qualquer hora, bons fiambres, impadas
de camarSo, carne preparada da todas as
formas, doces, queijes, bolos, pastis e
tructas de todas as qualidades. O mesmo
Sr. encarregasa tambem de fazer janta
res a chamado por precos os mais mdicos
e aceiosem competencia.
Ser sem duvida de grande utilidade
para as Exajas. Sras. esta tSo afamada
pistelaria visto como em caso urgenta
s a ella se dirigirem qae com todo o
agrado e presteza serita bem servidas. Tudo
isad encontrase na Pastelaria da ra da
Imperatriz n. 54 A e telepbone 301.
anglicas
Sob a epigraphe acjma foi publicado no Diario
de 7 do correte am artigo pouoo ou nada lison-
g-iro as prestimos*. cidadio llauoel Ciernen tino
Besem de Meoeses.
B' lastima qae esse orphio improvisado venha,
esqascendo-se a nobresa de saatimsntos que deve
presidir as acoSe de am homem educado, e sob
a infame capa d-i aaonyin i, vingarsa de um ca-
valheiro tio digno quio dotado de qaalidades que
o blevam tanto a ni) Ihe nodoar as pltatas a bilis
vomitada pelo honrado orphio.
Anglicas, local aprasiv--l, conta em seu seio
muiios oidadios distinctos, ji por suas maneiras
cavalheirosas, ji pela attrahencia dos bellos sent-
mentos que os ornaos ; entte outrjs destacatn-se
os vul'os de Manocl Clemeatino Beserra de llena-
ses digno de mslhor elogio, Maaoel Joaqnim de
Mello, Manjel B. Vieira de M., L'ni.lpbo T. de
Oliveira, etc.
O faeto de desorganiaar-se ama msica coas a
muits vista, o que quasi sempre di se por motivos
frivolos, e nio 6 razio para o orphio dar expan
sio s oeJesaf qua 83 aninham em sea coracio
raocoroso.
Portento, pedimos ao nosso auonv no que metta
sua iola no saco, porque toeaodo-a obriga-nos
talvez a, so som dalla, dansarmoa o babiano.
Recife, 9 da Julho de 1888.
O Impqrcial.
O Sr Aatonio lauar t- Carne I ro
luana
Constoa me que este senhor no estabe
leoimento doa Srs. Pulo Jos Alvos & C.
diese que en negara llia urna divida.
A argui^io falsiaaima e provoco o Sr.
Antonio Duarta Carneiro Vianna a decla-
rar qual a divida que j neguei a si ou a
qualquer ontra pessoa, sob pena de passar
por um calamniador.
O Sr. Carneiro Vianna que tem telhado
de vidro, dave tor o maior criterio as ar-
guicSis que flser contra a honra albeis.
Por hoje s .. '.
Recife, 12 de Julho de 1883.
Antonio Jos Ferreira Monteiro
Sobrado n. 55, ra a da Prala.
hoje Pedro Alfonso
Sob a epigraphe cima veio o Sr. Antonio Fer-
nandos Ramos de Oliveira, ueste Diario, em data
de 11 do corrente, declarar que era seabor e pus-
suidor de urna decima parte do referido sobrado
por compra feita aos fijados Antonio Jos de Cas
tro Asevedo e sua malher D. Rita Maria Rap so.
Por minba parte c. in o testamenteiro de meu fi-
nado sogro Francisco Jos Raposo e tutor dos me-
nores Alfredo e Luiz declaro que o Sr. Oliveira
nio senhor, ncm possuidor de qu .Iquer parte do
referido sobrado, tanto que- tendo fallecido Ase
vedo_ depois de nos mulher se fes em 1874 o arro-
laweuto dos poucos bens do seu casal cabendo a
parte do sobrado aos dous-menores, de que estio
de posse desde entio s:m contestaco de pessoa
alguma. v_
Declaro mais que miuha finada cunhada ca-
sou-se com escriptura ante nupcial, o que tudo
consta dos sotos de arralamento, qae estio no car-
torio do Sr. tenente O.avo Ferreira, onde podem
os interessados verificar de que lado est a ver-
dade sobre deolaia^os, protestos e etc.
Si o Sr. Oliveira tem direito decima parte,
como disse em seu annuncio, procure proval-o ju
dicialmente. ^
Annuucios nio dio direitos a ninguem.
Recife, 12 de Julbo de 1888.
Henrique Jue Aloes Ferreira.
wmenos...... 1*500 a 1*600
<4.mt broto. 1*100 a 1*200
ttame..... *800 a 1*000
Nio ha cotecio para os aasacares baixoa e h-
midos.
Os de turbina nio tem apparecido no mercado.
a exportacio, falta pela slfandega ueste mez at
o dia 11, foi de 3.404 261 1/2 kylos, sendo para o
exterior 2.254.540 e p.ra o interior 1.149.721 1/2.
As entradas efectuadas at hoje foram de...
4.731 saceos, sendo por :
larcaoas ...... 1.427 Saccas
Vapores....... .....
Animaos ..... 43
Vis-ferrea de Garuar _, 36 e
Vis-ferrea de S. Franciaco 3.143
Via-ferrea de Limoeiro 82
Dr. Carneiro beo
MEDICO E PARTEIRO
CONSULTORIO E RESIDENCIA
Ra do Livramento n. 31 Io andar
Consultas de 11 horas s 2 da tarde
ESPECIALIDADESPebres, pirtos, e molestias
de cranlas
Fabrica de relogios
75-Langgastrarse-Berne Snissa
Novo relogio oom mostrador luminoso
por si mesmo (patenleado) de Joacnot-B il
tisberger fabricante de relagios em Barna
na Suissa
SSo muito reoommendados pelo Minis-
terio da Guerra jda Repblica-francesa, pe-
los ofoiaes superiores franceses, sllemjes
e ingleses e pelas sooiedsdes topographi-
cas.
lestes novos relogios, de solida a elegan-
te construcc&o, s2o chamados a prestar
grandes strvicos no campo, tanto de noite
e na maior escuridSo, como de dia, qu in
do haja neceasidade de qualquer pessoa
que esteja de servig) e nSo possa obter
urna lus para ver a hora su para se orien-
tar da posic&o em que estoja, j por falta
e prnoauc&o, j por falta de phosphoros e
impossibilidade de o accender, por causa
do vento ou humidade etc., etc. Nestas
o em outras muitas ciroumstanoias que
se pode faser urna idea da grande utilida
de d estes relogios, com o qual se v a noi-
te rem ajuda da lus, as horas e a direc-
y3i da agulb i, porque os mostradores tem
em si a quantidade de lus precisa para as
observares.
Fabncacio de relogios de remontoir e
de pndulas com mostradores luminosos,
pelos quaes se pode ver o tempo e a di-
reccao da agulha de bussol, sem lus, du-
rante a noite e na mais densa eacuridSo,
forga luminosa garantida.
Relogios de remontoir com bus-
sula, recommendado pelo Mi-
nisterio da (Jrnerra da Repbli-
ca francesa, com tampas de
nikal, e 6 rubias 25 fr.
Ditos ignaes coa tampa de "V
prata 40
Ditos idem idem idem com 13
rubios 50
Ditos remontoir com mostrador
luminoso, coborta do n;kil, o
6 rubins 15 s
Ditos iguaes coox.tampa de pra-
ta 25
Ditos idem idem idem gravada
15 rubins, Spinal Brequet 19" 45
Ditos iguftJs com tampa de ouro 120
Ditos de remotoir idem idem pa-
ra 8?nhoras 13"1 80
Luminosos relogios de pndula /
com -barmetro e termmetro >> >
Laminosos relogios de pndula
para marinha, correnio em
todas posicSes 18 >
Cada relogio garantido por tres an-
nos, regulando exactamente. Os pe ios
de mais de 24 pejas em um abate de 20
por cento.
Joannol Ballisberger Beroe na
Suissa
-
Dr. Brancaute
E' do tieor seguinte, o atteitado qae este
respeitsv>Vinedco~ rnembro titular da Im-
perial "Academia de .Medicina, do Rio de
Janeiro, passou a favor do Peitoral de
Cambar :
Atiesto que o preparado do Sr. J.
Alvares de S. Soares, denominado Peito
ral de Cambar, exerce ac;So benfica so-
bre a muooaa das vias respiratorios, pela
que tenbo observado em minba clnica,
sendo minba opiniSo que pode s t elle ap-
plioado com probabilidade de bom xito
para alliviar as tosses e mesmo cralas.
Dr. Manoel Alves ola Costa Brancante.
Mil^lB1
AttenQo
tetraIndo para Parla no dia 19 de
crrente, diapero me de tedaa as
mlohas fresueia e agradeeo a pro-
lerro qae use cniaram. e n'ee-
a ddade aguardo as anas ordene,
em breve esiarel de lolia, coni lo-
dsi a novldadee de Parle.
Declaro que nada de*o a ew(a
praca.
Recir,-, 11 de Julbo de 1888.
Mme Fanny Silva.
N. 15
No banho, no toacador, noleoQ), no copados
denles, as roupas da cano?, em toias as partes
valioso, til e agradavel o delicado perfuma conhe-
cido sob o nome de Agua Florida de Murray &
Lsaasaa.
So coma
4.731 Saccas
Cambia
C bancos mantiveram a taxa 25 1/4 d. sobre
Loadres.
Nio acharam tomadores.
Em papel particular constou pequeas transac-
c3as a 35 3/8.
O papel bancario no Rio foi 25 1/4.
As taxaa offi:iaes para as diversas prsciSf
postas aqoi, foram estas :
SO d/v vista
UOndre....... 25 1/4 36
Pars....... 376 379
Its'ia........ 379
irg-3 .... ^\ 469 470
Wfbca e Porto..... 110 212
FYlcinses cidades de Porta-
t'-'........ . . 217
Ubs dos Afores .... . 220
Dka da Madeira .... 217
2JO00
__ ilgodo
Nio houve vendas, valendo o de 1* sorte
sertio630.
do
A exDortacao, feita pela alfandega neate mes
at o da 11, foi de 1.154 051 1/2 kilos, sendo para
o exterior 1.049.397 e para o interior 104.654 1/2.
As entradas at boje conhecidns foram de 242
saccas effectualas pelos vebic seguintet:
Barcaoas...... Vapores Animaos Via-ferrea de Garuara Via-terrea de S. Francisco Via-ferrea de Lim^iro . 531 accas 100 1.066 64 < 168 313
Somma . 2.242 Saccas
Aeaucar
Os vaos pagos ao agricultor, por 16 kilos, se-
gundo a AMOdac&o Commercial Agricota, foram os
seguiotes:
Branco 8.a superior 24200 a 24400
a* boa 2*000 a 2*1200
3. regalar 1*1600 a 1*1900
Conrea aal^ades
Nao constoa rendas, maotendo-se, porm a co-
taco de 405 ris.
Vapor despachada
Vap nac. Maraoso, para :
Oara : 40 fardes de urque e 2 caixas com cal-
cado nacional.
Maranhao : 85/2 barricas e 125/4 com assucar
branco, 35 barricas com dito masca vado, 40 latas
com oleo de ricino, 2 pipas com sguardente e 1
caixa com calcado nacional.
Har: 917/2 barricas, 950/4nfl05 latas com as-
tucar b anco, 50 fardos de xar^e, 6 Cfcix-is com
calcado nacional e 13 ditas com oleo de ricilo.
Manos : 60/2 barricas, 150/4, 40 saceos e 60
latas com assucar branco, 3 pipas, 1/2 dita e 260
harria de 5 com agurdente.
Carreg. diversos.
Pa la da Alfaadega
santa* na 9 a 14 de jclho na 1838
IVide o Diario de 8 de Julho
\avlos a carga
Barca noruegueuse Brodrene, para Rio de Ja-
neiro.
Lugar portogoes Beato de Preitat, Para o Poito.
Patacho noruoguense Sverdrup, pira Rio Orando
do 8nl.
Vapor ingles Monteviiean. para Liverpool.
Vapor in {les Gordon Castle, para Bltico.
IVav'os descarga
Barca inglesa Enchanters, carvo.
Birca franeczi Pendn, CarvSo.
Barca italiana Fre borelle, varios gneros.
Escuna sllemS Johanna. xarqne.
L&gar nacioual Loyo, xarque.
Lugar sueco Bifrott, farinha de msnii ca.
Lugar portugus 2ewerario, varios geaeros
Ldarar nacional Zaiuinha, vinhos.
L^ar inglrs Gypher, carvSo.
Patacho norueguense Ceres, xarque.
Patacho dinamarqus Thor, xarque.
Patacho nacicnal Social, xarque.
Patacho nacional Andalwa, xarque.
Patacho ingles John T. Ires, fuo e farello.
Patacho aliemlo Auna, xirqu?.
Palhabote nacional Pinto I, farinha de aandioca.
Patacho hollaodes Atiene, xarque.
Patacho nacional Positiva, x,rque.
Patacho hesptnbol Encarnacin, xarque.
Patacho ingles May', bscaiho.
Vapor ingles Chasstoorth, osrvSo.
I ai por taca
Vapor indha Bertchd, entrado de Liverpool e
escla, cm Va corr. nte e consignado a Black-
burn, Neevham & C, manifeston ;
Carga de Liverpool
Arros 50 saceos a Goncalves Rosa ft Fernan-
des, 50 a Dsmingos Ferreira ds Silva 4 C, 50 a
Frags R cha ce C, 50 a Soares ds Amaral Ir-
isaos, 60 a (ornes & Pereira, 60 a Joaqaim Fer
reir de Carvalho C, 195 4 ord.
Amostras 4 volamos a diversos.
i a joaq
Agua mineral 10 caixas ordem.
Alpiste 10 aaocj a Soiua Basta, Amnrim & C..,
10 a Joaqun] Duarte Simes & C
Arcos de ferro 150 feixes a Albino Silva & C.
Artigos para selleiro 1 c.ixo a W. Hillidav
& U.
Ditos para navios 2 vulomes a C ttano C. da C.
Moreira & C, l a Joaquim A. da Silva Sanios.
Barrilha 30 ta abares a Feruandes da Costa
*C.
iiiscoutos 11 caixes a Quedes de Araujo In Fi-
lho, i a Jos Joaquim Alves & G 4 ord m, 4
a Joaquim Felippe & Aguiar.
Barras de ferro 85 e 70 feixes a W. li.liday
& C, 64 e 5 feixes a W. Paterao & C-, 67 feixes
a Vianna C-tstro 4 C.
Caadieiros 10 caixas a W. Halliday & C
Calcados 2 caixss a Maia Irmios & C, 3 a
Costa Campos ce C 1 a Gomes de MattOi Irmos
2 crdem, 3 a Francisco H da Silva & C-, 3 a
Thomsa de Carvalho 4 C.
Cobre 16 v. limes a W. Halliday & 0,11a
Manoel doa Santos Villa;i, 77 a Ferreira Guima -
raes & C.
Chombo de municlo 35 barricas a Vianna Cas-
tro 4 C.
Dito em barra 21 volamos a Companhia do B:-
bribe.
Cimento 500 barricas a Amorim rmeos ce C.
Cabos 20 rolos a C-uop .uhia Pernambucana.
Canos de ferro 46 feixes a Reis & Santos, 27 a
Ferreira Guimarea Se. CT
Capsulas 1 caixa a W. Htldiy ce C.
Cervcja 15 barricas a ASomo Oveira & C-,
20 a Paiva Valente i C, 65 i ordem, 20 a' Joa-
quim Duarte Simos & O, 20 a Joaquim Felppe oz
Aguiar.
Cera 5 caixas a Francisco Jps dos Pastos Gui-
maiaes.
Canela 6 caixas ordem, 2 a Joaquim Felippe
& Aguiai.
Cidra 60 caixas a Paiva Valente & C.
" Cravo da I odia 2 saccoe oriem, 1 a Joaquim
Felippo & Aguiar.
Chapas para f .gao 35 a Reis & Santos, 6
Vianna Castro 4 C.
Camisis 1 e>x a Uliveira Campos ce C, 1
ordem.
Couros 1 eaixSo a Gomes de Mattos Irmaos.
Drogas 12 voluuies a Francisco inoel da Sil-
va & C, 2 a R ut| uyrol Freres. >1*^>.
Eoxofre 30 barricas a Ferreira Guimarea 4
Companhia.
Estanbo 1 barrica a Vianna Castro & C, 6 a
Ferreira Gaimares 4 C.
Box-idas 2i b nicas a Parete Vianna & C,
22 a Miranda & Soasa, 13 a Antonio Duarte Car
neiro Vianna, lO-*W Htlliday 4 C.
Estopa 12 tardos a Gomes de Mattoa Irmos, 2
ordem. ------
Dita de calafetar 20 fardos a Caetano C. da C.
Moreira ce C.
Esteira 10 rolos ordem.
Folhss de ferro 44 a Antonio Rodrigues de
Souza, 10 a Ferreira Guimarea 4 C.
Farinho de miiho 84 caixas ordem. /
Fcgareiros 77 a J. de Asevedo & C.
Ferragens 10 vi lumea aos Herdeiros do 6\ w -
mann, 72 a Cardoso & Irmo, 16 a Prente Vian-
na & C, 2"a Res 4 Santos, 1 a Mam e Silva ce C,
12 a Miranda & Sonsa, 56 a Aatonio Pinto da
Silva 4 C, S a Manoel Cardoso Ayres Successo-
r,-p, 6 a Manoel R. da Silva, 2 a F. Martina 6t C,
1 a Antonio Duarte Carneiro Vianna, 2 a Albino
Silva & C, 1 a Ferreira Guimarea 4 C, 12 a W.
H.liiiay 4 C, 2 a Oliveira Basto 4 C, 26 a
Vianna Castro 4 C, 3 a J. de Asevedo 4 C, 5 a
Aotomodos Santos Oliveira, ordem.
Folhas de i indres 25 caixas a Vianna Caatro
ce C, 80 a Fe: reir Guimares 4 C, 160 a JPa-
reats Vianna 4 C, 100 a G.mes de Mattos ir*
' mcs.
Fio 4 fardos a Ferreira Qu maraes 4 C, 1 a W.
Halliday 4 C.
Grax 4 barricas a Jos Joaquim Alves 4 C.
Genebra 20 caixas 4 ordem.
Langa 11 barricas e 3 gigos a Bernardino D.
Camp.s ce C, 11 e 70 e 8 caixas ordem.
L'ite condnsalo 5 caixas a Jos Joaquim Al-
vea & C
Hi 1 fardo a F. Martina 4 C 1 a FerreiraJ
Gaimares 4 C, 1 a Vianna Castro & C.
ana 25 caixas a Manoel Coliaoo 4 C., 20 a
DO -
Dr. Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias do senhora
e creaocas.
ResidenciaRoa da Imperatris n. 18 primeir
andar.
Telephone n. 2tG
Manoel Joaquim Ribeiro & C, 46 a Nones Fonseca
4-C18a Netto Campos & C^ 3 a Francisco Lau-
ria & C, 4 a Guimares Cardoso S a, i a Maucel
V. N.v.s, 2 a Prente Vianna 4 C, 2 a Oveira
Basto 4 C, 3 a Gomes de Mattos Irmos.
Materiaes para engenho 152 volumes e peC/sa a
Medeiro Irmo, 36 aos Herdeircs do Buwjiaan,
15 a Alian Pateraon 4 C.
Ditos para estrada de ferro 3 volumes e pecas a
Estrada de Ferro do Recife a Ctx mgi, 24 a Great
Western of Brasil Raiivr.y Company.
Mach:oism'jse fcr.-agous 454 volumes e pfcis a
Cardoso & Irmos.
M tbsmsnn, 1 a Angelo Rapbael 4 C, 19 a Gomes
de Mattos Irmos, 1 a Mia e Silva t C, 2 a
Costa Campos (4 C, 1 a Nunes Fonseca ce C, 1 a
Guimaxea Irmo ce C, 3 a Manoel Collaeo 4 C,
4 ordem, 3 a Eugenio Goncalves Casca \ 1 a
Oliveira Basto & C, 3 a Miguel Isabella 4 C.
Movis 12 caixoss a 8 Iva Fernaodcs ce C, 12
ordem.
O.e; de linhaoa 10 barris a Farinha Sobriobo
4C
Objectos para esgoto 356 volumes e pecis Re-
cite Draioage Company.
Objectos para escripterio 1 caixa a Ramiro
Costa 4 C.
Objectos para gas 7 volumes empresa.
O j ;ctos para telegrapho 11 viluin>'a a Brasilian
Snbmarine Tclegraph Unm,->any.
Presunto e toucinh) 6 caixas ordein.
Pimmta da ludia 10 saceos a Domingos Alves
Matheus.
Papel 1 caixa a Gomes de Mattos Irmos.
Pintura 1 caixa a Prente Vianna 4 C-
Queijos 8 cuix*8 ordem.
Saceos de estopa 1 fardo ordem. f
Tijolos prva de fogo 10200 a Cardoso Si Ir
mo.
Tecidos diversos 21 volumes a L-js Antonio Se-
queirs, 11 a Figueiredo 4 C, 7 a Francisco de
Asevedo & C, 1 a Ferreira Barbosa & C, 1 a
Francisco Potrocalle 4 Irmo, 25 a Narciio Maia
& C. 13 a F. Pereira da Silva, 2 a Minoel da Cu
nht L bo, 8 a Alves de Britto A C 16 a Silveira
& C, 12 a Agobtiuho Santos 4 C, 29 a Machado
4 Pereira, 6 a F. Silva 4 C, 9 a Andrade Maia
ce C., 3 a B rnardino Maia & C, 5 a L'ureiro
Mata & C, 13 a R. de Carvalho, 3 a Francisco
Launa ce C 2 a C uto Santos & C 13 a Albino
Amcrim &*C 10 a Olinlo Jardim ce 0, 3 a Joa
quino Goncalves & C, 8 a Guerra Feroandes, 8
a Goncalves Irmo & C, 157 ordem, 1 a Ber-
net 4 C, 3 a A. Vieira tt C. 3 a A. Duarte
4 C.
Tinta 1 barrica a Manoel Carioso Ayres Suc-
cessor.
Vidros 1 caixa a Prente Vianna 4 C, 7 volu-
mes a J. A. Veiga 4 C.
Vmbo 14 caixas acs consignatarios.
Carga da Lisboa
Aseite de oliveira 30 caixas a Paiva Valente
4C.
Albos 10 canastras a Domingos Ferreira da
Silva ce C.
Alpiste 50 saceos a Souxa, Basto Amorim ce C.
Batatas 50 1/2 caixss a Goncalves Roja h Fer-
nandos, 100 a Ferreira Rodrigues ce C, 50 a Do-
mingos Ferreira da Silva ce C, 25 a J. Fernn-
des de Almeida, 200 a Silva Guimares C.
Ceblas 60 caixas a Moura Borges 4 C, 20 a
onoblves Rosa & Fernandcs, 25 a Paiva Valente
Si O, 15 a Araujo Castro 4 C, 60 a Ferreira Ro-
drigues 4 C, 30 a Domingos Ferreira da Silva
& V., 100 a Silva Guimares & C.
Csl 50. barricas a Gaimares 4 Valente.
Comiuhtis 10 caceos s Sonsa, Basto Amorim &
C 3 a Francisco Ribeiro Pinto Guimarea & C.
Doces 1 caixa a Pojas Mendes 4 C.
Livros 1 caixo a Jos Nogueira de Sonsa, 1 a
Ramiro Costa 4 C.
Ligedo 470 varas a Pontual Resende 4 C.
Obras de prata 1 caixa a Amorim Irmos &
C.
Dita de verga 13 volumes a Pocos Mendes
4 C
Passss 2 caixas a Francisco Ribeiro Pinto Gai-
mares 4 C.
Palitos 10 eaixSes a Silva Guimares 4 C.
Sementes 1 eaixa a Pocas Mendes Si C.
Sardinhss 60 caixas a Fraacisco Ribeiro Pinto I
Guimares 4 C. ^>* V.- '
Dr. Mello Gomes
Medico parteiro eoperador
94 -Raa larga do Boaarlo-9 1
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Onde tem consultorio e residencia, podendo ser
procurado qualquer hora do dia e da noite.
ESPECIALIDADES: Febres, partos, moles-
tias de senboras e do pulm>, syphilis cm geral,
cura e operac.-s de eatreitam-ntos da uretra.
A ode de p oai, to a ch' mdos para fra da ca-
p .tal.
Teleph nc 374
Eduardo Gadault
Retratista
tifiier, roa Bardo da Victo-
ria n. 21. 1 andar
Incumbe-se da execucao de todos os
trabalbos concerocut^s sua art-i, as-
sim como luis si si ss em desenhes e pintu-
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sias n. 57 Io a.nlar, onde ser encontrado
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Cadeia n. 53 1.a andar, de 1 s 3 horas da tarde
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de volta de sua visgem corte contiui
no exereioio de soa profisso
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DE
CTELA FRERES
GLOBLOH, TIHTRAS, CABTEIBAS,TC. j
Vende se na botica francesa
22= BA Di cacs=22
Terrenos ona^nificos
O corretor gral P. J. Pinto est enoar-
regado da subdivisSo do sitio da capella,
na Ponte de Uubda, para cujo fm abrirn
ae diversas mas, e estilo demaroados os
lotes de terreno.
A locolidale recommenda se pela exoel-
lencia do clima, facilidade do transporte, a
[iaha princial da estrada de ferro do Ca-
sanga e o ramal do Arr-i -1, com duas es-
l(ois prozimas, Jaqmira e Tamarineira ;
agua potavel de primeir*qualidade ; e
urna capella.
O sitio est muito arborisado, e cada
lote de terreno tem algumas arvores dan-
do fructos.
- Nao po.de baver mslhor occasio para
quem quiapr constituir-so proprietarfb de
um magnifico sitio pequeo.
Fornece-ae plantas dos arruamentos com
indic853o da damaroaao dos terrenos.
L'DITAES
Vioho 3 pipas a Goncalves Rosa 4 Fernande,
4 e 20 barra a Jos Gomes Gauches, 8 a Jos N.
Noves, 1 a J. F. Slick'ntesck 2 caixas a Pocas
Mendes 4 C
Car^a do Porto
Agua mineral 1 caixa a Antonio Jos Forma-
des.
Carne de porco 1 caixa a Albino Jos da Costa
Ramos.
Livros 1 caixo a G. Lap 11 4 C, 1 a Joo
W. de Medeiros.
Vimol barril a J. F. Mack'ntosk 22 a Lopis
Magalbes, 9 ao c nrgt Jos Q.l Guitrrres, 1 a
Ferreira Rodrigues 4 O, 15 a Antonio Iss Fer-
nandos, 1 a Antonio Joaquim dos Santos, 1 s Al-
bino Jos da Costa Katnos, 21 a Jco F. Ferreira,
2 caixas a Albino JoteioVBitva, 100 a Francisco
Ribeiro Pinto Guimarea 4 C.
Ijxporta^l j
aacira, 11 o ilxho db 1888
tara o exterior
No vapor ioglez Montevidej carregou :
Para Liverpool, J. H. Ujxwell 786 saceas com-
59.755 kilos de algodo.
N) vap ir ingles Chutworlh carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwo.ll 7JW0 saceos com
4 "0,000 kilos de carocoa de algod.
rara o interior
No patacho nacional Francoln, carrogou :
P^ra Porto-Alegre, Albino Vas 165,600 litros
de sal.
No vapor americano Allianca, carregaram :
Para Rio de Janeiro, M. Borges & C. 50 pipas
com 24,000 litros de ae;uard;nte.
No vapor n .ciona: Maranhao, carregaram :
Para Para, M. J. Alves S> volumes com 365
kilos ae assucar reunido e 51 dusias de vassouraa
de piasssva ; M. Cuoha 300 barricas com 26,741
kilos de assucar branco.
fltee-lrasutas publico*
waz Da JULHO
Alfandeya
2.* sccg3o.Secretaria da Presidencia de
Pernambuco, 11 de Julho de 1888.
Por esta secretaria se faz publico de can-
formidade com o disposto no art. 157 fdo
Regulamento annexo ae decreto n. 9420
de 28 de Abril de 1885, o edital abaixo
trauscripto pondo em concurso com o .pra-
s > de 30 dias, os officios de 2o tabelliSo do
publico judicial e notas, e eserivSo das
execuc3os civeis do termo de Itamb.
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
O Dr Augusto Quedes Correia Gondim,
juiz municipal do termo de Itamb, pro-
vincia de Pernambuoo, por S. M. o
Imperador, a quem Deua guarde, etc.
Faz saber aos que o presente edital vi-
reoj e dille noticia tiverem, que de con-
formidada com o art Io do deareto n.
:-,322 de 14 de Juluo de 1887, fica maroe-
do o praso de 30 dias, a contar de hoje,
para provimento aos olfi.un de 2* tabelliSo
do publico judicial e notas e esorivao das
ex<;cuc3 s civeis desta termo, vago pelo
falleciuiento do respectivo serventuario Bel-
larmino Armando Freir, que os pretenden-
tes^aos referidos offi:ioa devom apr sentar
a -iid reqnerimt-ntos dentro do praso cima
indioajro, conforme dispBa o art. Io do ci-
tado deertto, combinado com o art. 7o do
decreto n. 9,344 de 15 de Dezembro de
1884. Faz ainio saber aos pretendentes
que seus reqn-rimentos devem ser instrui-
dos com o examo de snffi ieneia, conforme
cspoo o decreto n. 8,276 de 15 de Outu-
bro de 1881.
E para que ch gue ao conhecimento de
toiis maadeipisar o presente, qua sarfaB-
14 taboleiros a 200 ris 2*800
11 sainos a 200 ris - 24200
23 matutea com legomes a 200
ris 4J600
Foram occupados :
28 columnas a 600 ris 164800
1 escriptorio 300
23 compartimentos de farinha a
500 ris. 11*500
32 ditos de comida a 500 ris 164000
86 ditos i", iegumes a 400 ris 344400
18 ditos de suuob a 7C0 ris 124600
9 ditos de tressuras a 600 ris 54400
10 talhoe a 2 1 dito a l 204000
14000
A Oliveira Castro 4 C.:
51 talhes a li 544000
Renda eral
Do ola 2 a 11
dem de 12
362.937*375
3i:6WJ740
ecoa erovina'al
Oc di> 2 a 11 fS.
Idea de 12
46.279 013
4:7811/665
397:6074115
51:068*673
2074220
2.1064960
2:3144180
Kendimento dos dias la 10 do cor-
rente
Foi arrecadado liquido at noje
Procos do dia :
Carue verde de 280 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Suinoa de 560 a 640 ris idem.
Farinlia da 200 a 320 ris a caia
Milho def320 a 40.) ris idem
t'eijo ere 560 a 14400 ris idem.
Matado uro Publico
Foram abatidas no Matsdouro da Cabanga 87
reses para o consumo do dia do boje.
Sendo: 56 reses pertencentes a Oliveira Castro
'.- C, e 31 a diversos.
Vaporea entrar
HEZ DE JULHO
Norte......... Ali.anca..........
Norte......... Manos..........
Uambnrgo..
Sul........
Bol........
Europa ....
Sal.......
Europa ....
Sui........
Norte......
Sul........
hoje *
amanh
Corrientes......... 15
norata........... 16
Alagos........... 16
Vile de Maranhao 17
Poriyra.......... 17
Tague............. 20
Trent............. 22
Espirito Santo..... S3
Pernambuco....... 26
Sommi tota!
448:67547i)J
Segunda secoo da Alfaadega, 12 de Julbo
de 1888.
O f.hesoureiro-Florencio Doningues.
O cefe da seocoCicero B de Mello.
Recehprforia eerai
o dia 2 a 11 11:9054659
dem de 12 1:808J927
137144586
aecebedorla provincial
Do dia 2 a 11 81.62US29
Idm de 12 9224252
Recife Oralaaae
i>o dia 2 a 11 5:06t079
Ideo di 12 937*460
85:543481
6:0564539
Mercada Municipal de s los
O movimento des te Mercado no dia 11 de Ju-
lho foi o seguinte : Entraran* :
211/2 bois pesando 4,972 kilos sendo de Oli-
veira Caatro 4 C, 21 1/2 de 1 e 9 de par-
t salares, i
621 kilos de peixe a 20 ris 104420
37 eargaa de farinha a 200 ris 74400
26 ditas de froctat diversas a
800 rs. 7*800i
Vaporea sah'r
HEZ DE JULBO
Santos cese. Allianca.......... bojeas 9b.
Sul......... Manaus........... 14 s 5 n.
Norte....... Alagoas........... 17 s 5 h.
Santos e esc. Ville de Maranhao. 18 s 3 h.
Bordeaux ... Portugal......."... 17 s 3 h.
Buenos Ayres Tagus............ 20sl2a.
S atbampton. Trent............. 22 as 12 b.
Sul........ Espirito Santo..... 24 s 5 b.
Norte....... Pernambuco....... 27 s 5 b.
\avlo* a entrar
Adamantine....... IJvernool.
Alfarin........... Cardiff.
Ooua Irmos....... Lisbv
Eagle............ Liverpool.
Fairy............. Ewansea.
Slid.............. Cardiff.
imosa........... Rio Grande do Sul.
Okonoo........... Hambnrgo.
Reepit............ Cardiff.
Valkyrien......... Sfranses.
Movimento do porto
Navio entrado no da 12
Cardiff38 dias, lugar uorueguease Berlha, de
328 toneladas, capito Hans Octo-Steen, equi-
pagem 8, carga carvo de pedra; a Wilsoa
Sons 4 C.
Navios sabidos no mesmo dia
faceiVapor ingles Monteuidean, commandante
W. 8. Main, carga varios gneros.
Rio de JaneiroLogar americano Francis, capi-
to E, Bsnner, carga vario* gneros.
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rio de Peroambicoke*ta--fcira 13 de Julho de 1888
Cl
xado na porta da casa da Cmara Municipal
deBta cidade, e delinee extrahira copia par
eer remettido ao Exm. Sr. deseen b rgador
presidenta da prosiuci* piraonai indicado
no art. 157 do decreto n. 9,420 do 28 de
Abril de 1885, coiu deilsragao do da e
bora da affixagao e publicoslo do presente
edital, o que ser cortinado pela porteiro
dos auditorios, como determina o art. 153
do citado decreto de 2 de Abril de 1885.
Dado e passado n>st* cidade de Itamb,
aos 4 de Julho de 1888.
Eu Candido Gonyalvos de Oliveira, es-
crivSo o escrevi. Augusto Quedes Cor-
reia Goodiru.
E nada mais se continha em dito edital
cima copiado do proprio original ao qual
me reporto e dou fEscrevo o assigno.
Eu Candido Gonjalves de Oliveira, es
crivao o escrevi.
Certifico mais que pelo porteiro interino
dos auditorios me foi entregue a certido
de afiixacS.) do edital retro, a qual do
tbeor seguinte : Manoel dos Santos Perei-
ra, porteiro interino dos auditorios da ci-
dade de Itamb em virtude da lei, etc.
Certifico que t.fxsi na porta da casa
da Cmara Muntipil desta cidede boje ao
meio dia o edital, convidando aos pteten-
dentes aos ofd.ios dejuatic/i, vrgos porf.l-
lecimeato do respectivo serventuario mejor
Bellarmino Armando Freir.
O referido verdade, do que dou f.
Itamb, 4 de Juobo de 1888.O porteiro
interino dos auditorios Manoel dos Santos
Pereira.
E nada mais se continha na dita certido
. cima copiada a qual me reporto e dou f.
Esetevo e assigno.Eu Candido Oon-
calves de Oliveira, escrivSo que o escrevi
Dado e paseado n'etta oidade de Tina
bba, aos 2 dias do mee do Julho de
1888. Eu, Saturnino Rfancisso de Soasa
Silva, cocrivSo do ci^Rjue o escrevi.
Bellarmino Quedes Corroa Gondim.
E mais nSo se continha em dito edital
que fielmente copiei em vista do espectivo
original, ao qual me reporto. Dju f e
subairevo e aesigoo. O escrivao do civel
Saturtioo Francisco de Sousa e Silva.
C rtifico que pelo porteiro dos audito-
rios Manoel Ambrosio Pereira de Mello me
foi entregue a certid&o do theor seguinte:
Certifico t"r boj i afiliado ni pirta da Casa
da Caara Municipal desia cidade o edital
convidando concurrentes aos orfios de
partidor e contador e partidor e distribu
dor d'este termo. O referido _verdade
do que dou minba f. Ttmbaba, 2 de
Julho de 1888.- O porteiro, Manoel Am-
brosio Pereira de Mello. Conforme com a
2.* seccio.Sscretaria da Presidencia
de Pernambuco, 11 de Jucho de 1888.
Por esta secretaria se fz publico de con-
formidade com o disposto no art. 157 do
Regulanu oti conexo ao decreto n. 9,420
de 28 de Abril de 1885, o edital abaixo
transcripto pondo em concurso com o pra-
so de 30 dias os officios de contador e
partidor do termo de Santo AntSo.
Pedro Francisco Correia de Oliveira'
O Di. Luiz de Caldas'Lins, juiz munici-
pal do termo de Santo Anta', provincia
de Pernambuco, pjr S. MT o Imperador
a quera Deua guarde, etc.
Far;o ssb t aos que o presente edital
virem e dele noticia tiverero, que tendo o
Exm. Sr. desembargador presidente Ja
provincia por acto de 5 de Maio do cor-
rete aono, julgado nSo habilitados os con-
currentes aos officios de contador e part
dor desta comaroa, convido aos pretenden
tes aos referido ofcios a apresentarem
Beus requermentos dentro do praso de 30
dias, a contar desta data, como preceitua
o art. 1 da lei n. 3,322 de 14 de Julho
do anno passado, combinado com o art. 11
do decreto n- 9,344 de 16 de Dezembro
de 1884.
Outro 8m, faz mais saber aos meamos pre-
tenden es que os seus requermentos devera
ser instruidos com exame de Baffici ncia,
folha corrida, e o mais exigido p?lo art.
14 do decreto n. 8,276 de 15 de Outubro
de 1881.
E para que chegue a noticia ao conheci-
mento de todas mandei passar o presente,
que ser affixado no lugar do costume e
dellc se extrahir copia para ser remettida
ao Exm. Sr. desembargador presidente da
provincia para o fim indinado no art. 157
do decreto n 9,420 de 28 de Abril da
1885, com declaracSo do lugar e data
em que foi affixado e;t; edital, o que ludo
aera certificado pelo porteiro dos audito
ros como preceitua o art. 153 do citado
decreto de 28 de Abril de 1885.
Dado e passado nesta cidade d> Victo-
ria sob 2 de Julho de 1888.
Eu, Bellarmino dos Santos Buido, es-
crivSo o escrevi.
Certifico que pelo porteiro dos auditorios
Jos Alves Pereira de Oliveira, me foi en-
tregue a certido do tbeor seguinte :
Certifico ter boje affixado na porta da
casa da Cmara Municipal desta cidade o
edital convidando pretendentes aos officios
de contador e partidor desta comaroa. O
referido verdade e dou f.Victoria, 2
de Julho de 4888. O porteiro, Jos Alves
Pereira de Oliveira.
Nada mais se continha em dita certido
cima, dou f.Victoria, 2 de Julho de
1888,Eu Bellarmino dos Santos Bulco,
escrivSo que subscrevo.
Secretarla da Presidencia de)
Pernambuco
2.a seccSo.10 de
Por esta secretaria s
formidade com o disposto no art. 157 do
regulameoto annexo ao decreto n. 9.420
de 25 de Abril de 1885, o edital abaixo
transcripto, pondom concurso com o prazo
de 30 dias os officios de partidor e conta-
dor e partidor e distribuidor do termo de
Timbaba. Pedro Francisco Correia de
Oliveira.
EDITAL
O Dr. Bellarmino Quedes Correia Qondim,
juiz municipal do termo da Tiaibiba,
na provin :ia de Permmbuoo, por Sua
Magestade Inperial, que D;us guarde
eto. etc.
Fago sabsr aos que o presente edital vi-
ren) e d'elle noticia ti Viren, que achando-
se ainda nao prvidos os officios de con-
tador e partidor, e partidor e distribuidor
deste termo, creados en virtude da lei
provincial n. 1.363, de 8 de Abril de 1879,
eonvido aos pretndenos aos referidos offi-
oios, a apresentarem seus requermentos,
dentro do prazo de 30 dias, a contar da
data do presente edital, cnmo preceitua o
art. l.o da lei n. 3,322 de 14 de Jalho do
anno passado, combinado com o art. 11 do
decreto n. 9.344, de 16 de Dczembro de
1874. Outro airo, fago mais saber aos mes
znos pretendentes que os seas requermen-
tos devem vir competentemente instruidos
com o exame de auffiuienci, folha corrida
e o mais exigido pelo art. 14 do deoreto
n. 8.276 de 15 de Outubro de 1881.
E para que obegua a noticia de todos,
mandei passar o presente, qu; ser affi-
xa'>no lugar mais publico do costume e
d'clj b "xtrahir copU para ser remettida
o Exm. Sr des 'rnbarg-;ior presidente da
provincia, para o fim iadiojdo no art. 157,
do regulameoto por decreto n. 9,420, de
28 de Abril do 1885, eum declaracSo do
logara e data em que for affixado e publi-
cado o presente edital, o que tudo ser cer-
tificado pelo porteiro dos auditorios, como
preceitua o artigo 153 do citado decreto
de 28 de Abril da 1885.
certido original a que me reporto, em
meu poder e cartor'O, dou f.O escrivSo,
Saturnino Francisco de Souza e Silvi.
O Dr. Jos Antonio Correia da Silva, ca
valleiro da I nperial Ordem de Chriato,
juiz de direito do civel da comarca de
Ohnda por S- M. o I np;rador quem
Deus Guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital vi-
rem ou delle noticia tiverem, que Manrique
de S LtSo, me dirigi a peticSo do theor
seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do direito do civel de
Olinda.Henrique deS LetSo, tendo se-
questrado os bens de seus devedores D
Joaquina Rodrigues da Moraes e seus fi-
lbos, D. Mara Francisca de Paula Moraes
e D. Francisca Xavier de Moraes e Fran-
cisco Xavier de Meases para pagamen
to da quintia de 400,$, alm dos juros
vencidos, e que para tal fim fizeram
estes seus de redores urna escrptura de hy-
potheca de um t^rreao na ra de S. Fran-
cisco, e t;nlo de propor contra os mes-
mos, a competente acc&o, e sendo sabido
que o seu devedor bypothecante de nomo
Francisco Xmer de Moraes, es'. em lu-
gar incerto e nao sabido, quer o suppli
cante justificar a ausencia do mesmo, para
que, julgada por aentenc se passe carta
de editos, com o pr*z> legal, fin de ser
o supplicado citado, nao 80 para os termos
do aequestro j realisado, como para a res
pectiva aeco, devendo V. S. marcar para
o alluiido fim, dia e hora. O supplicante
vem anda declarar ser a devedora D. Ma-
ra Francisca de Paula Moraes, fallecida,
e ser representada por sua mili D. Joaqui-
na Rodrigues de Moraes. Nestes termos,
pedo a V. S deferimento. Espera receber
merc. Ohnda, 4 de Julho de 1888 Ad-
vogado, Domingos Marques.
fJstava colilada com ama estampilha de
do valor de 200 rs. e intilisada na forma
da le.
E mais nSo continha dita peticSo, aqu
bem e fielmente copiada; dcpjis do que
via-se o despacha do modo e theor Be-
guinte:
Como requer, designando o escrivSo dia
e bora, segundo a ordem do servco. Olin-
da 4 de Julho de 1888 Correia da Sil-
va.
Nada mais continha dito despa 'ho, aqu
bem fielmente copiado e transcripto. Dj-
pois do que se va o seginte:
Em virtude do despacho, certifico que
designo o da 5 do corrente para o fim
que se requer. Olinda, 4 de Julho de 1888.
O escrivSo, bacbarel Francisco Lins Cal-
das. -~-----------------
E mais nSo continha em dita, certidSo,
aqu bem e fielmente eopiada; depois do
que, tenda o supplioanteproduzido suas tes-
temunbas, que depozeram convenientemen-
te acerca do allegado na peticSo aqu trans-
cripta, isto o supplicado ausente em lu-
gar incerto e nSo sabido; o respectivo es-
crivSo fez sellar e preparar os autos e me
os fez conclusos, e depois de bem exami-
nados profer a sentenca da theor seguinte:
Vistos. Hei por justificada a ausencia do
supplicado Francisco Xavier de Moraes,
em lugar incerto, a vista dos depoimentos
das tobtemunhas de folhas, e mando que se
passe carta de editos por 30 das para a
citacSo requerida a folhas, pagas as costas
pelo justificante. Cidade de Olinda, 11 de
Julho de 1888 Jos Antonio Correia da
Silva.
jJJE nada mais se continha em dita sen-
tenca, aqui mui bem e fielmente copiada e
transcripta dos mencionados autos, e por
forja da mesma, o respectivo escrivSo fez
DLARACOES
Prolongamiento da Estrada de
Ferro de ernambnccf e E*
(rada de Ferro do liedle a
C a ruar ii.
De ordem do Illm. Sr. director fuco publico que
at o dia 14 do corrente ao meio dia recebem-se
propestaa em cirta fechada no eieriptorio do tra-
fego da estrada de fero do tt-.'cife a Caruata, para
a compra dj m;l e firiuha de trigo avariada exis-
tente aos depsitos Jos rmaseos da mesma estra-
da.
Nj referido escriptoria prestar-ae bao aos se
ahorca iteresaadca aa i.itormacoes e esclarec-
meatos cecessarios.
Becife, 7 de .Julho de 188.
O secretario,
Manoel Juveneio de Sabaya
Caixa de Vniorlisafo
Kola* falaaa de SOOi e de SOS da
S estampa
Cumprinlo acaatellar os intereaaes do publico
no recebimeoto das notas de 200f e de 50 i da 5*
estampa, das quaes lea apparecido algunas fal-
sas, iaa-se publico os pnneipaes caractersticos
que distinguem as falsaa das verdadeiras desses
valores e estampas, a sabar :
Aa falsas de 200 sao mais curtas do que aa
verdadeiras impressas cm papel deriaho asulado ;
oa detenaos sao imperfeitos, sem relevo e aa tintas
mais grosseiras e mais earregadas a rosea e acal
sobre os Jiseres da nota e a irradiacSo que parte
da effirfic- da Sua Magestade o Imperador, seudu
em alguod lagares confusas e em outros fainadas;
a numtraco impressa com tinta cor de tijolo e
a assignatara imitando a de Antonio Teiseira da
Silva. Nj verso ba am espaco em branco por
cima e por baixo da vinheti central em forma de
fivela onde estao impressaB as palavraa -Imperio
do Brasila a ornamentar) interior dos semi-
circaloi das duaa extremidades da dita vinheta
mal desechada, seado a impreesSo desae lado das
notas falsas em tinta mais carregada e grossa do
que as verdadeiras.
As de 504 falsas e) estampidas em papal de
algod&o sobre am campo de mosaicos mal delinea-
dos e emarellados, tm que alguna desenbos pare-
cem feitos a peana, como o peito do retrato de
Sua Magestade o Imperador e a cor6a imperial, no-
tando se a imperfeic) das condcoraeoes que Ihe
ornara a farda ; a bumeracSo defeitaosa e feita
com tinta mais clara que a dae verdadeiras ; o
emblema central incorrecto, principalmente na
mo e no p da figura e no sombreado de todo elle,
e a effigie ae Sua Magestade poaco semilhante
e defeituosa na bocea e na barba, sendo a assigoa-
tura lithographada e aa costas da nota de cor
desmatada.
Caixa de Ainortixac3'>, em 28 de Junho de 1888.
M. A. Galvo.
passar o presente edital pelo qual e seu
I theor chamo, cito e hei por citado ao re-
ferido Francisco Xavier de Moraes para,
oo prazo de 30 dias comparecer ante este
juizc, por si ou por seu bastante procura-
dor, allegando e provando tudo quanto fOr
a bem "de seu direito e justiga.
E para que chegue ao coobecimento de todos,
mandei paaaar o preaente que ser affixado no la-
gar do costume e publicado pela impreosa.
Dado e paseado na cidade de Olinda da pro-
vincia de Pernimbuco aos 11 de Julho de 1888.
Eu bacharel Francisco Lins Caldas, escrivSo o
subscrevi.
Joii Antn o Correia da Silva.
Jaboato
= faco saber aos que o presente virem e noti-
cia tiverem, que por acto da Illmi. Cmara Mu-
oicipal desta cidade, em sesa&o de boje, ficou
transferida a feira que tinha lagar no dia de
qaarta feira, para o dia de sabbado, a qaal co
messar no dia 21 do corrente.
JaboatSo, 7 de Jalbo de 1888.
O Sfcretajio,
SebastiSo Carneiro de Barres Campello.
Avlzo Importante aos agrlenlto
res Jo centro
Fajo sciente a esses agricultores de Pes-
queir7--Caruar Bazerro, Gravat, Russi-
nba, e Pombos como pelo edita) cima, que
as feiras as qnartas-feiras que se faziana
na cidade de Jiboatao ficam sendo feitas
aos sabbadoa ; tornando se por esta forma
o centro das compras da capital e subur-
bios, evitando asiim grandes prejuizos que
sofTiem es agricultores e fazendeiros do
centro que vendem na victoria foronda-
mente os seus gneros por metade do prego
visto qu? as grandes despiezas quo fazim
os atrevessadores na Victoria sSo pagas a
cuat do trabalbo dos agricultores e fazen-
deiros dos centro.
E' preciso qia estes tomem na devida
cons 'erecSo p-r > assim aproveitarem seo
trabalbo. Nesta ciiade tem todos os com-
modcs e Santo Amaro es hvrar de toda
A inspectora de bygiene de Pernambuco faz
publico que o cidado Alfredo Janeen Qoncsives
Perreira, dirigi a iuspectoria geral de bygiene a
seguinte petico :
Alfredo Jans-n Qoncalves Ferreira, achaudo-se
habilitado para bem exercer as funecoes de phar-
maceatico na cidade e municipio do Espirito San-
to, comarca de Pao d'Albo, provincia de Pernam-
buco, visto como nSo ba na referida cidade phar-
macia algama dirigida por pharmaceaticos forma-
dos pelas nossas facaldades, e provar o sapplican-
te com os documentos juntos o que determina o
art. 65 e do regalamento que baixon com o de-
creto n. 9,554 de 3 de revereiro de 1886.
Assim o supplicante confiado na jastioa que
sempre preside aos actos desia inspectora, e na
de saa cansa, espera e pede a V. Exc. deferimen-
to. -E. B. M.
Pao d'Albo, 29 de Jalbo de 1887'Alfredo Jan-
sen Ooncalves Ferreira, sobre urna estampilha de
200 ris.
E declara que se no praao de 8 dias a contar
da data da pablicacao deste edital nenbam pbar-
maceatico formado Ihe commanicar a resolaco de
estabelecer pbarmacia na citada localidade dar
disto sciencia ao Dr. inspector geral de bygiene,
afim de resolver como entender de jastioa.
Inspectora de bygiene de Pernambaco, 7 de Ja-
lbo de 1888. '
O secretario,
Jo> Guherme da Silva Duarte.
___fl
iWH i PerMDilnio
Assembla geral
Gomtnunico aos senhores socios que a assembla
geral convocada para domingo ultimo, deixou de
fanecionar por falta de numero legal, e ter logar
s 5 horas da tarde de domiago 15 do corrate,
oa sede social, roa do Imperador n. 31, prmel-
ro andar, observando se o que prescreve o art.
39 dos estatutos.
Secretaria da AssociaoSo dos Empregados do
Commercio em Pernambuco, 12 de Julho de 1888.
O 1 secretario,
Francisco Ccuceirb
Prolonganent* da Estrada de
Ferro de Pernambuco e Estra-
da de Ferro do Recite a ca
ruaril
De ordem do Illm. Sr. director fac j publico que
at o dia 14 do corrente, ao meio dia recebem-se
propostas em carta techada, no gabinete do mes-
mo Sr. director, para o arrendameuto do botequim
da EstacSo Central da Eatrda de Caruat.
A concurrencia versar sobre o prego, praio e
condicoes aprescatadas pelos Srs. prettodeates,
sendo que o consumo d'agua e gas feito pelaa tor-
neiras e bicos existentes correr por coata da Es-
trada.
Becife, 10 de Jalbo de 1888.
O seretaro,
Manoel Juveneio de Sabaya.
(/oinpanlua de edifica-
(?o
Assembla geral extraordinaria
Nao se tendo reunido numero suficiente de ac-
cionistas pira constituir akg'mbii geral extra-
ordinaria, que s devia cffectasr boj, sao convi-
dados pela segunda ves os-senhores accionistas
para reunirem-se em assemblas geral e extraor-
dinaria, no dia 16 d 5 corrente, s il horas da ma-
nhj, na ele da companhia, afim de resalverem
sobre os meamos assumptos que devtam ser discu-
tido! na assembla do da 9. Becife, 9 de Jubo
de 1888.
Bicardo Meneses,
G-rente.
p<;ste.
Cidade
1888.
de JaboatSo 10 de Jalbo de
O restaurador da feira,
Uagnata.
Banco ite Crdito Real de
- Pernambuco
Este eBtabeleciairBtol de sccordo com o art. 54
dos estatutos, paga o sea 4.a dividendo, rejativo
ao semestre fiado em 30 de Junho do corrente an-
no, ratio de 5 0/0 sobre o valor das entradas
resliaadas do capital, ou 44000 p,r aceo, todos
o dias ut'is, desde as 10 horas da maab s 4
da tarde, em saa sJe roa do Commercio nume-
ro 34. Becife, 12 de Jalho de 1888.
O gerente,
Joao Pernandes Lopes.
Club loternaciona! de
Regatas
6* regatat en S* o corrate
Acha-se nberta na secretaria do Club, das 7 s
9 horas da noit, at sexta-feira 18 do corrate, a
iascripcao para a regta, que realiaar-se ha a 23
do correte, na baca do gasmetro.
Secretaria do Club Internaciooal da Begatas,
9 de Jalbo de 1888.O 2- secretario,
Alfredo B. da Bota Borges,
PRADO MAMCANO
*sm
f'JSJ
da Ia corrida
QUE SE EFFEGTAR
Domingo 15 de Julho
A's i I loras da manh em ponto
i
Nomes
Idade
Pello*
>atiira>liaa
den
Peaon I Corda ventimenla

'
Proprlelarloaj
1. PareoConaolacoPrimeira turma800 metrosAqUnaes da provincia qu- >.ijda nSo tenbam
;.0* ao 2. e e 3* livra a entrada
1
2
3
4
6
6
7
8
9
10
11
Lidador.......
Qereba.......
Masansa......
Breas........
Atheu ........
Colibr........
Piasco.......*
Albatras".....#
Idiota".......*
Subiu........
Rtame......
anaos.
Cachito
Bio.....
Alaso...
Castanho.
<
Rosso.. .
A'asio...
Rasso....
Baio.....
Russo ...
Peroambaco.
56 kilos.
56
56
50 *
54 .
54
66
51 <
54 .
56 .
54 .
Asul e encarnado
Azul ebranco .
(irenat e ouro............
Braco e encarnado.......
Verde e azul..............
Asul e amarello............
Verde e branco..........
Asal e h marello.......,....
Violeta e ouro............
Branco ...................
ganho. Premios : 200/ ao 1
Coadelaria Victoria.
J. Guimaries-
J Cavalcante.
Coadelaria Desgrana.
Anastacio Cabral.
Q. A.
B. F.
Maximiaao .Duarte.
Bernardo DamiSo C. Pesaos,
O. W.
O. Bastes.
2. PareoBecife -1450 metrosAaimaes estrangeiros at meio sangue. Premios 4'JOi ao 1, e 100/ ao 2
Hexe........
Africana
Pancy .......
annos. (Zaina
unos, i:
Rio da Prata....
50 kilos.
56
52
Encarnado e branco........ Hilario Pereira da Silva.
Asul e grenat............. Djalma Moreira da Silva.
Azql e braaco.............
A. T.
3. Paree 1. fie Jalbo 1200 metros. Anmaes nacionaesde menos de meio sangue. Premios : 300/ ao 1.*, 75/ ao 2.*
Favorita
Becife......
Aymor.....
5 annos.IZino.........|Rio de Janeiro...|52 kils. tilosa e branco ..
4 I Castanho .....-I |56 Azule branco .,
4 > (Zaino.........IS. Paulo.........150 < Ouro e escarate
Coudelaria,13 de Maio.
S. P.
Jos Ciuimares.
4 Pareo Isaprensa Peraambaeaoa. 10X) metros. Anmaes da provincia.
livra a entrada
Premios : 250A. ao 1-, 60/ ao 2- e o 3a
Zig.....
Ventana
Tapy....
J parte .
Lexeira ..
Topeira..
Noruega .
Ocila....
,.*
annos.
Rasso
Baio..
Alaso...
Kusao ...
Sodado ..
Castanho.
Pernambuco
54 kils.
56
65
56
58 >
56 .
58 .
58
Grenat................
Preto, encarnado e ouro .
Branco, azul e encarnado
Asu! e brancj..........
Azul e branco..........
Verde.................
Escarate e ouro........
Grenat e ouro...........
L.L.
Coudelaria Beberibe.
P. C. Beceode.
J. L. Sonta Filho.
Antonio L. B. Guimares.
Albino Santos.
Vicente F. 8. Meoexea.
Augusto F. de Oliveira.
5* Pareo-
cano1609 metros.Animaes de qualquer pais.
a entrada
Premios ; 500/ ao 1. 125/ ao 2 e o 3" livra
Hexe-----
Trovador ...
Pancy......
Castigltoni...
annos.
Zaino..
Alaso
Zaino..
Rio da Prata.
Franca .....
Ro da Prata
Franca .....
48 kilos.'Encarnado e branco
54 Ouro e chambo.....
50 ] Azul a branco......
56 Branco e encarnado .
Hilario Pereira da Silva.
Coudelaria 13 de Maio.
A.T.
Joaquim D. Costa Braga.
6. Pareo__Profrreaao1450 metros.Aaimaes nacionaes at meio sangue. Premios : 300/ ao Ia, 75/ ae 2' e 3 livra a entrada
*>.
liAymor.......
2 Maestro ......
3 Favorita......
4 Oouro........
4 annos.
4
5
5
Castanho.
Tordilho .
Ziino.,..
Alazao...
Rio de Janeiro...
8. Paulo.. -----
Rio de Janeiro ..
52 kilos. I Ouro e escarate.....
f> (Encarnado e branco.
52 I Rosa e branco.......
56 I Asal e branco......
J. Guimares.
Sydronio Igoacio de Mello.
C >udelaria 13 de Maio.
P.P.
7 Pareo.Aalmaco.850 metros. Animaes da provincia. Premios : 200/ ao 1, 50/ ao2 e 3* livra a entrada
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
Pegaso........
Gereba........
Atheu ........
Coador........
Cadeaa .......
L'Epicier *....
Ventana *....
Tempestado ...
Topioamb 2*.
Perdeu .......
Don Quixote...
Noruega.......
Tapy-........
Leseira.......
annos.
Rodado ..
Cachito ..
Castanho.
Baio....
Rasso. ..
Baio.....
Rodado
Alaso.
Pernambuco.
.'
Russo........i
Castanho......
Baio..........I
Rasso.........I
54 kils.
56 .
54 >
58
56 .
56 <
56 .
61 .
56 .
54
58
56 .
68
58 c
Oaro e escarate.........
A*-ui e braaco...........
Branco e encarnr.do......
Asal e branco............
Grenat e oaro...........
Violeta e oaro...........
Preto, eaearnado e ouro.....
Encarnado e branco.......
Asul...................
Branco e asal...........
Escarate e oaro............
Branco, acal e encarnado...
Asal e braaco..............
F. C.
J.GuimsrSes.
A. F. Cabral.
J. Cavalcante.
Henrique Gibson.
Jos Gomes Gauches.
Coadelaria Beberibe.
Rufino Cardoso.
Coadelaria Firmexa.
sf. Q. de Medeiros.
Estevo C. de Albuquerque.
Vicente Ferrer de S. Meaeaes.
F. C. Besende.
Antonio L. B. Guimares.
8.* Pareo.Segunda turmaConsolarao.800 metros. Animaes da provincia.
entrada
Premios : 200/ ao 1-, 50/ ao 2 e o 3 livra a
1
2
3
4
5
6
' 7
8
9
10
Bombaro 44 .
Good-morning
Serd.......
Podargo .....
Javali.......
Postilion.....
J parte.....
Federalista...
Guacho......
Esperanza ...'
annos.
Russo ...
Rodado ..
Castanho
Russo
AUto.
Baio...
Russj .
Pernambuco
nbuc
52 kilos.
54
64
56
56 .
56
56
54 i
56 .
56
Asule branc) .............
Encarnado e branco........
Braaco e azul............
Azul e branco .............
Encarnado................
Grenat...................
Azul e branco.............
Azal, encarnado e preto.....
Grenat e ouro...........
Verde e braaco............
T. Galvo.
Rufino Cardoso.
M. G. de Medeiros.
Co ule I arta 1 de Julho.
C. P.
A. A.
J. L. Soasa Filho.
J. S. Bastos
Antonio Lopes de Axevedo.
A. F.
(*j Montado por amador.
-***
OBSERVAgOES
i
Roga-se aos Srs. proprietarios de animaes inscriptos no prirneiro pareo de os ter no ensilhamento
s 10 horas da manh do dia da corrida.
Os animaes que se nao acharem no ensilhamento ao toque da sineta nao podero correr.
" Os animaes inscriptos em mais de um pareo nao poderao correr no segundo pareo se nao tiverem.
corrido no prirneiro.
Os jockeys que nao estiverem matriculados na secretaria do Prado nao poderao correr.
Os Srs. proprietarios podero procurar os seus bilhetes e os dos jockeys e criados no dia 14 rjo cor-
rente na secretaria do Prado, ra do Imperador n. 83, 17 andar, at 5 horas da tarde.
(s forfaits s sero recebidos na secretaria at 5 horas da tarde do dia 14 do corrente.
O SECRETARIO,
Francisco de Souza Reis.
.j*f\
Thesouraria de Fa-
zenda
Pagamento de costuras
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que, de amanbS por diante, sero pagas nesta
thesouraria as importancias devidas s costurei-
ras do Arsenal de Guerra, provenientes de c atu-
ras relativas 2a quincena do mez de Junho fiado.
Thesouraria de Fazenda de Pemambaco, 11 de
Jalho de 1888.O secretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anua.
Hippodromo do Campo
Grande
De ordem da directora, convido &oa senhores
accionistas para pagamento da 2.a prestajo, a
tazo de 25 0/0, que, ter lugar do dia 11 ao dia
8 do correte, de meio dia s 2 horas da tarde,
no escrptorio ra do Imperador n. 65, prirneiro
andar.
Becife, 10 de Jalho de 1888.
O secretar,
Jos Dinii Barreto.
Thesouraria, de Fa-
zenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco pnblico
qae no da 14 do corrente, pelas 11 horas da ma
nh, sero vendidos em hasta publica no qnartel
da companhia de cavallaria, 14 cavallos que fo-
ram jalgados inutilisados.
Thesourart i de fazenda de Pernambuco, G de
Jalho de 188S.O secretario,
Dr. Antonio Jos de SantY. nna.
Banco do Brasil
Paga-sc o 69 dvldndo a razio de 9/ porao*
cao, oo escrptorio de Pereira Carneiro & C,
roa do Commercio n. 6, 1 andar.
C. C. T. P.
Banco 8 Greflito Real ab Peraam-
/
N-6 termes das arta, 5.* e 6 o dos estatutos, sao
convidados os t.:.' otei acawnistaa realisar at*
o da 13 de Agosto prximo futuro, na sede do
Banco, roa do Commercio a. 34, a 6.a entrada
de 10 OA) do valor nominal de cada celo. Beci-
fe, 12 de Jalho de 1888.Oa administradores,
Manoel Joio de Amorim.
Antonio Femaudes Bibeiro.
Luiz Duprat.
SSesso tmanh s 7 horas da noite, na sua
; sde-^O secetarlo,
Julio do Bossstio.
Veeravel urden Terceto deN.
! S. do Carmo
De ordem do carirsimo rmo juiz, convido a
' todos os irmoa pira, revestidos de seas hbitos,
aesistirem as vesperas e resta de N. 8. do Monte "
Carme lio ; a pimeira no da 15 s 7 horas da noi-
te, e a segunda no dia 16 ; e e:m assim a fasta
do patrarcha Santo Elias, para os quaes recebe-
mos o honroso convite do Bevm. Provincial de
convento do Carmo. ""'^IJ
Secretaria da veeravel ordem terceira de Nj
S. do Canao, 11 de Jalho de 1888.
Antonio Boberto Jnior,
Secretario.
m ~


F=^=

a va sa<
_________t
' uc 1000
CIRCO CflfP
NoTlargo do Arsenal de Guerra
GRANDE ~t OWIV4MIIA
equestre, gj ninas tica, aha Mea, oreagrap^tna, zoloogtea.
equilibrista, faVBaesalesa. fec41ea Mtantca
EMPiEZJJStftEeSJn
D. HONORIO PALACIOS
AMA\H\ -SJV.3BOBA.3a O !~AMA!li!
QRAKDK FESTIVAL EM BENEFICIO
A
rr>nr>
DECANTADA
O FRENES DA PL\TA!1
Definitivamente ultima seoian!
ESPECTCULOS DE DESPEDIDA
. NO VOS EXE HCICIOS 11
Engranados chistes Vovas seenas jocazas !!
PRECOS:
...... ICjOOO
. 2WOO
f..... 1*000
Principiar a funegao as 8 1/2 horas.
SECRETARIO, COC.4LVEN
i
Casa^L^
A
*npr.~>laa,
as*
Camarotes com 5 entradas
Cadeiras *
Geraes. .
O
MARTIMOS
Comnaahia Drasllelra de Have-
gaco Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante ente Quilherme
Waddington
E' esperado dos portos do nor-
te at o 4ia 14 de Julbo e de-
pBi'a da demora indispensavel.
seguir para os portos do so!.
ebem rau>bimarga ";sra Santos, Santa Ca
tbarina, Pelotas, Porto-Alegre 8 Rio Brande do
Sol, frete trodico.
As encommoadas s serao recebidas na a gencia
at 1 hora da larda do dia da sabida.
Para carga, passagens, cncommendas e valeres
trata se oa agencia.
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Joao- Mara Pessoa
' esperado dos portos co sul at
o dia 16 de iulbo, e seguir
..depois da demora indispensavel.
[para os portos do norte at Ma-
znaos.
Aa encommendas sao recebidas na sgencia at
1 hita da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagens encommendas valores
traeta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
ROY*! MIL STEAfi ACKET
G01PANY
0 paquete Tagus
Espera-se da Europa at o
dia 20 de Julbo, aeguindo
depois da demorado costume
para
HaceJ^ Bahls, Rio de Janeiro.
Santos. Montevideo e Htieuo*
Ayres
O paquete Trent
E' esperado dos por-
tos do snl at o dia 23
de Julbo e segui-
r d pois da demois
necesaria para
Lisboa, Vlgo, Antuerpia e Sou
thanpton
ReduccSo de pastaren*
Ida Orne voito
A' Lisboa chume 20 4 30
A Southampton 1 classe S 88 42
Camarotes reherrados para a pawageiroi de
Pemambnco.
Para passagens, frotes, etc., tracta-se --"> o
Amorim Irmos &C.
N. 3-^ RDA DO BOM JESS N 3
s *
2.^!
a.
s
I
E
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Bbecf mate
para Euro-
pa o Rio
da Prato.
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art^uii: dgs hesmafe-
ries ARITIHES
LINHA MENSAL
O paquete
rilTDfiU
C'onimandanle <-iu
E' esperado dos portos do snl
no dia 17 do corrente, segninde
depois da demora do costume,
para Bordeanx, tocando em
Dakar e Lisboa
Faz-se abatimcnto de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao mehos e que pa-
^arem 4 passagens uteiras.
is ciasses qne ha lugares reservados para est
i -f-neia, que podem tomar em qualqoer tempo.
Por excepeao oa criados de familias qne torma-
rem bilhetes de pra, gosam tambem U'este abati-
mento.
Os vales postaos s c d? at dia 15 pagos
de contado.
Pai a carga, passagens, nncomm-r daa e drah?ir
s frele : tracta-se ce m o
AOENTE
Augoste Labiile
_? JUA DO COMMEliIO-9
CO>>l!V sKBAMalCMA_ 1
DB
3avegac5o Costelra por Vapor
Fernando de Xoronha
O vapor Pirapama
Commandante Monteiro
Segu no dia 14 de
Jalbu pelas 12 ho-
ras da manhS.
Recebe carga at o
dia 13.
Passagt,us at as 10 ':oras da manh do dia da
sabida.
ESCRIPTORIO
Ao enea da Compankia PemamlnKna
_____________n. 12_________________
Pacific Steam Navigation tompany
STRAITS OF MAQELLAN UNE
Paquete Sorata
Espera-se des porto
do sol at odia 16 de
Julbo aeguindo
Sara a Europa depois
a demora do costume,
'tocando em
Lisboa, Bordeanx. IM\ moiith e
LlTerpooI
Para carga, pasngeiros, ene mmendas e iohdei-
ro a frete, tratase com os
AGENTES
Wilson Son A C, Limited
N. 14 RA DO COMMERCITKJir. 14
CARGELRS RElSl
ConipanJtfa Fraueeza de Navega
eo a Vapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa, Per
nambuco, Babia, Rio de Janeiro e San-
tos
Onjor filie de Heraillo
Commaodante Brant

ICIIdO
En continuando
Ao correr do martello
De movis, loncas, vidros, egpelho, qaadrpa fa-
cas, cclhere, livros de msdieioa litteratura e di-
versas obras de ouro e-bnlbante.
Sexta felra, AS do corrente
A'a l boraa *
No armatea ra &o Mrquez de Olinda
u. 48
POR INTERVENQAu DO AQ ENTE
Gusrro
itm IM Bautista
Leilo
De 1 caiza com calcados avariado d'agua sal-
gada, por coata e risco de qnem pertencer.
Moje, .3 % cofrente
A'i 11 horo$ v
Na ra Duque de Caxias n. 87
y
Leilo
Em eontlnuaco '
Na ra Duque de Caxias n. 87, para
liquida$ao
De tioos candieiros de diversos tamanbos e
qualidades, jarros, perfumaras, miudeaas e oatros
mutos arti^of de Joja de miudesan.
luinia felra, sella felra c atibado.
1?. la e 14 do corrente
A'a 11 boraa
Agente Pestaa
Leilo
Da casa terrea sita ra Domingos Theo-
tonio n. 48, freguezia de S Jos
Sabbado, 14 do corrate
A's 11 horas
No armazem ra do imperador n. 49
O agente Pestaa, far leilo por mandado e
assiateueia do Eim. Sr. Dr juic substituto da fa-
senda da casa terrea cima mencionada e com os
commodos seguintes : 1 porta e 1 janella de frente,
2 sallas, 2 quartes, costaba fora, cacimba e quiu
tal, coja casa pertence a Franciseo da Silva Reg
e ser vendida a qnem mais der para pagamento
ds fssenda.
Leilo
De movis, louga, vidros e quadros
Sabbado, IA do corrente
Agente Pinto
leel Bor amuQul
Leilo
Sabbado 14 de Junho
A's 11 horas
No armazem da ra do Imperador n. 22
De urna ptima casa terrea a ra do Hos-
picio n.^r7^
O agente cima, por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. jois de diieito de crpbSos, vender
metade da cata cima, e a outra metade autorisa-
do pelo coDsenbor, sendo a casa em terreno pro-
prio roa do Hospicio n. 47, c< m bastantes com-
modos para grande familia, e muito bem conser-
vada, com agua, candireiros de gas e omito bom
quintal, rinde 860/000 snnuaes.
Os Srs. pretendentes podem examinar a referi-
da casa ; as chaves acta; m-se na venda da es-
quina.
1 lava!
meo de

\ granda, 1 toilet
tr). 1 gnar-
_^Hp- tapete.
2 quarto
Dqm estaates, 2 sabidet, 2 retes, 1 lavato-
rio, 1 cometoda e 1 psMe V onsa. /
' Urna cama franona nov, 1 cama para menino,
2 cabides de parede, 1 bidet.
- Sala di jautsr
Urna mesa elstica, 1 jtaard* lance, 2 aparado-
res, 1 guarda-comida, 3 quadros, 1 eaprrguicadei-
ra, 6 cadeiras, 1 oadeira para crianes, 1 mesa de
servico, 1 aparaaor, 1 lavatorio de parede, \ap-
parelho de pereelana para jantar, 1 dito para cha,
fructeiras de faiance, garrafas, compoteiras, ga-
Iheteiro, copos, clices, paliteiros", bandejas, me-
sas, trem de eosinha, bacas, jarras, latas, macbi-
nha para csi, potes jtiaiB objeclos de casa de
familia.
Sepida-feira 16 de Julbo
Hi reulaao Ramos, em viagem para o norte, fai
leilo, per ntirvenco do agente Pinto, dos mo-
vis e tos i a objectoe existentes aa casa em que
residi i ra da AttraccSo, junto casa do cense-
lheiro Aguir.
Os pretendentes daverSo tomar o boud da liona
de Fernandes Vieira.
AVISOS DIVERSOS
Alaga-se duas casas no Chara-meaino, sen-
do ama terrea e outra sobrado, com commodos
para grande familia, as quses teem agua e gas ;
a tratar na roa do Pires4 n. 83.
Alaga- ee a grande casa i ra da Anrera n.
119, com muito bous commodos, por mdico prec >,
com agua e gac encanado*, acba- te limpa ; a tra-
tar na mesma ra n. 13.
Alng8-sB-asaa a fiOOO no becco dos Ce*-
hoi, junto de S. Goncallo : a tratar na nr* Ct
mperatris n. 7o.
Alaga-se o sotao da casa n. 103, roa da
Aarcrs, com mobilia ou sem ella, e com agua para
baubo e banheiro ; a tratar na mesma casa.
Precisa-se de ama -coainheira e de ama en
gommadeira, para casa de familia ; quem se acbar
habilitada, dando fiasca de seo bom comportamen
to, dirija se ra de Cabog n. 16, luja. Paga-
se bem.
Precisase de no criada de 10 12 annos
de idade, e de urna c f-iuheira ; a tratar na ra
BarSo da Victoria n. 39, lija.
Precisa so
casa de familia ;
ria n. 46, loja.
de urna perita cosinheira para
a tiat- r na rna Baro da Victi
Precisa-se de um menino para caixeiro, que
tenba prstica de molbados ; na ra da Uuiao nu
mero 54.
Precisa-se de urna ama para
roa do Rangel n. 36, 2- andar.
cciinnar ; na
Precisa ee de una
fronte do porto do gas.
ama para c-einhor : de-
Em continuado
Espera-se da Europa no dia
16 de Julbo e segurado de-
pois da demora neeessaris
para
Babia, Rio de Janeiro b Santos
Boga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamaco codcemente a volumes, que
porventura tenbam seguido para os portos do sul
afim de se poderem dar tmporas providencias,
necee serias.
Expirado o reieride praao a companhia nio se
responsabUisa por extravies.
Para carga, patsagena, encommendas e dinheirc
a frete : trata-se com o
AGENTE
August Labiile
9-RA DO COMMERCIO-9
O mesmo sgente vender mais a casa terrea
travesea do Principe n. 7, ecn bens cemmodos e
quintal, rende 25 por mes.
k Leilao
De movis e mais objeclos
Sabbado, 14 do eorrente
A's 10 1/2 horas
Ra da Roda n. 18
O agente Silveira, devidamente antorisado le-
var a leilao diversos movis e mais objectos exis-
tentes na antiga casa do Mendooca.
S3 Pergunta-sa ao Sr. juia da irmandade da
(bnceicio dos Militares se uo tea pago ac guar-
da Frauca Jnior. /
_____________* Um cadver. ____'
Para quem faa cjIIcccSo de consas anTigag,
vende-se srdulas de 200 por 404, de 1004 por
20f e de 204 poi 5* ; na ra Primeiro de Marco
numero 1.
= Multei mercial da ra' fk va n 30, por nSo estar na for-
ma da le.
Joaqoim Penafortte.
Offerece se um bon< m e eua muiher para
seguir com qualquer familia estrangeira psra tora
da capital : qutm desejar deixe carta nesta typo-
graphia c:m aa iniciis J. M. A.
_ No (DgeuLo Japarandnba, muito prximo da
c idade de Palmares, precisa-se de urna eenhora de
q ualqaer nacioualidade e q ie oao eeja muito mo-
ca para incumbiree da edueacio d dous meni-
nos de 11 a 13 annos, j iniciados as primeiras
lettras. Tambem se far negoeio cern um casal,
enjo bomem tenha habilitafdes psra auxiliar o
proprietario do engeuho em alguns dos respecti-
vos servicos.
A tratar com o Sr. Joo Ramos, em sen escrip
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
a drogara de Franciseo M. da Silva 4 C-, ras
i i Merques de Olinda n. 28.
Mnlheridosa
Precisa se de orna mulutr de meia ida ie para
faser "lgoua trab.lhos cm caca de familia, me-
diante um pequeo ordenado ; a tratar na ra
Ve'.ha n. 36.
20$088
Afaga-se a caea o. 16-C da ra Riachuelo, an-
tiga do Destino, na Boa-Vists, cem 2 salas, 2
quartos, ecainba e qaintai; aa chaves no mesmo
cerrer n. 16 P ; o sobrada n. 63 ra di Apollo
por 204 ; o 2.o andar roa da Guia n. 62 por
204 ; trati se na je.
61000
torio ra do Vigaiio
tarde.
n. 4, de 1 s 2 horas da
Leilo
naeu States & Brasil 1. 8.8. C.
o numr Amanea
Espera-se de New- Port- News,
at o dia 13 4e Julho o qual
seguir depois ds demora ne
(eaearia psra a
de fauelroe Santo
pasas gene, e encommendas tracte-
I carga,
antis os
AGENTES
Heury Forsler k C.
8 BU DO COMMEBCIO
1 anda
-W. 8
IEL
3i^
Sabbado, 14, ltilao de, movis, lencas e vidros
Agente Stepple
Leilao
De 19 ancorlas e 5 barra de quinto novos, para
liquidacSo, na taverna/dn rna da Pax n. 2, ppr
occasio do leilo da mesma taveraa."
Sabbado, 14 do corrente
A's 10 1/2 Iteras
POR INTERVENQAO DO AGENTE
______Gtismo
Leilo ~
Dos estabflecimentos de rKplbados sitos
roa da Paz n. 2;freguezia de Santo An-
tonio, e ra Imperial n. 99, freeaezda de
. S. Jos.
Sabbado, 14 do corrente
Sendo o leilo da averna da ra da Pas n. 2, s
10 1/2 horas, e o da taverna da roa Im-
perial n. 99 ao meio-dia
O agente QusmSo, antorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juis de direito do commercio, e a re-
querimento de Vieira e Silva, far leilao, com as-
sistencia do mesmo juis, dos estabelecimentos ci-
ma declarados pertencentea ao arrestado Jos Lua
BeroardG Pessoa.
Agente Britto
Leilao
De 1 piano, eapelbo etc.
O agente cima, authorisado por ama familia
que retira-se para tora, far leilo do seguate : i
piano, 1 mobiliade Jacaranda quasi nova, 1 cama
francesa de jcarand, 1 guarda vestido, 1 teilef,
1 lavatorio com pedra, 1 marqueso, 1 bidet de
pedra, 1 cama de pao carga, 1 mesa elstica de 7
taboae, 1 guarda Iones, apparadores, quartinhei-
ras e cabide, 2 eommudas, 1 relogio de parede, 1
espelho, cadeiras de junco e amarello, 1 sof, 2
consolos com pedra, 2 caBeiras do bataneo pao de
carga, tapetes, escarradeiras, jarros, candieiro de
kerosene, laotetaas, tonca de absoco e jaatsr,
quadros, trem de costaba, ate.
A'S 10 1/2 HORAS
Sabbado 14 do eorrente
Ruado Bartbolomea n. 67, antear
O abaixo aasigiado, eatabelecido em Tim
osuna, te cao nscessiaaae armitBr~BF, ru To-m
publico que vende seu eetf.bi lecimento por pre90
resumido, ou cede a casa cosa lavas, retirando as
meicadoriae, constando de faxendae, gneros, fer-
ragens e miudezas, e todos estes triigos offerece.
Declara mais, que a casa no pateo da teira n. 7,
muito bom ponto paru negocio : quem pretender,
dirjase a este logar o mais breve poss76l.
Timbsba, 10 de Jolbo de 1888.
Clemente Pereira do Ntscimento.
lien cae,Coee-se com perfeico por fi-
gurino vestidos para senhoras e meninos, por com-
modo preco ; na roa da Cruz n. 18, segundo
andar.
Vndese ama casa com 2 quartos, 2
salas, cosinba, quintal e cacimba, sita travesea
da Mtngueia o. 9 (Boa-Vista* ; a tratar no pateo
do L'armo n. 26, de 18 horas as asa tarde.
"TTENQrVJI
A luga- se a grande caaa n. 68 roa do Hospi-
cio ; a tratar na ra Conde da Boa Vista n. 45,
oa do Commercio n7*^6.
Aluga eo a casa n 4 da trav.-sj| do Freitas,
antiga do Trindadc em S. Jos, com 2 salas, 2
quxrsna, cosicha, quintal, cacimba e un sotio ; a
de n. 6 por 144; a de n. 8 com 2 salas, 3 quartos,
corredor separad), cosinba, quine.I e cacimba por
164000 j as chives no meemo correr n. 26 para
ver.
-----------------------------------------\--------
Roubo
Furtaram da ra Baro de S. Borja (Sebo) n.
35, na madrugad-* de 10 de Julho do correte
snno, no cavallo lasio caxito, nadador de baixo
a meio, nov c gordo, tendo o p esquerdo braoco
a um a aa meema perna. Gratifica se com 504 a
quem dr nctici- s -n clu na referida casa.
Ao publico 3 ao com-
mercio
A fabrica Apollo previne aos seus freeoezes,
que o Sr. Henrique Cesario de Mello deizou de ser
seu vendedor e cobrador desde o dia 30 de Junho
prximo paseado.
OLEO fflGH-LIFE
Oleo que maior ac-
ceita^o te ve n'este
mercado pelas suas
qualidades hygenicas
e suaves perfumes e
por ser puro de amen-
doas doces. Ghegou
nova reroessa para a
loja da ra da Impera-
triz a-, 80.-------
EXTRACTO COMPOSTO DB
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E* um alterfTTvo tito effieaz que extirpa completa-
mente do syuit*ir.:i a Kscrofii'a Hereditaria, e as
affcccOes qae lem amnUiade comas enfennidade
contagiosas, e as oooasiouadas pelo mercurio. Ao
mesmo tempo vitaliza e avii'quece o sangue com-
munfpando urna accio fswdaTel ao organismo -
rejuveuesceutiu e systema inteiro. Esta grande
Medeeina Regeneradora,
composta com a verdadoira SaJsApaxrUha de
Honduras dos Iodos d<- Potasslo c de Ferro, e '
outros mgr*i]ieutes de grande potencia e virtudee
curativas, cuidadosa e scicntilicamente preparados.
A formula geralmente conliecida da profisso
medica, e os melbores n.ciiicos receitio a SaLsSA-
pakuilha DO Db Atsu como um
% Remedio Absoluto
para as en fertilidad s occaeiouadaa pelo estado
vicioso do sarnrue.
Esta concentrado ao grao ;uais alto practtoavel,
muito mais que qualquer outra pveparaeao da sua
elasse, qne pretende proporcionar iguaes effeitos, e
por tanto a medeeina mais barata, as&im como a
melhor para purificar o sangu'
IT.KPAItADO PELO
DR. J. C. AYER se CA.,
Lowell, Mask, E. U. A.
A' venda na* principis | e ilrorarWii.
Aluga-se barat
Ra Visconde de Itaparica n. 43, 2." andar.
Ra do Visconde Pelctss n. 5.
Ra de S. Jos* n. 74
Roa do Bnna Jess n 47, 1. andar
Ba das Crioulaa n. 15 b (Capungs)
Ra do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar.
Una Visconde de Itaparica n. 4% armasen).
Bana Verde n. IB -
Roa Visconde" de Pdatsjb n. 5.
rreta-ae ns ra do Commercio a. 5, 1* andar
es r pterio de Silva Quimarftes &C
Alu
ga se
oa vende-se no Parnsmeirim on Croa das Almas
n. 10-A uruB grande e excetlen'e caea com agua e
gaz, tendo um b m sitio, a qual confronta Com a
oasa dj fallecido Dr. Leal ; a tratar Da rna do
Auoli n. 30, 1- andar, cu em Fernandes Vieira
numero 11.
;

Alug-a-s
-'
oa vende-se a casa sita Crua das Almas ou Par-
nsmeirim n. 10-B, com commodos para ama po-
qnena familia, tendo um bom sitio, e acha-se
limpa ; a tratar na ra do Aparro n. 30, 1 andar,
on cm Fernaadrs Vierfi n 11.
------------------=*
Anda se precisa de urna ama que entenda de
cosinba, lave alguma roura eengomme, ebrigan-
do-se adormir tm caea ; na ra de Santa Thereaa
numero 30.
Ama
-r
Precisa-se de urna ama paru casa de pou.a fa-
milia ; a tratar na rna do Imperador n. 26, tercei-
ro andar.
Ama
Caixeiro
Com bastante pratica e boa conducta, precisa
M de um ; trata se na ra da Florentina n. 2.
Cosinheira
Precisase de ama cosinheira ; quem estiver
habilitada, pode dirigir-se a ra da Imperatriin.
9, I* andar, paga se bem.
Bem collocada
Vende-se urna nova taverna sita ra de Hor-
tas n. 24, livre e desembaraesda, com pouco ca-
pital propria para principiante, tendo commodos
para familia ; a motivo da venda se -dir ao com-
prador, e garante-se a chave.
Precisa-se de urna ama para o servico interna
de urna casa de penca familia ; a tratar na roa
Velha u. 75,
Ama
Precisa-se de urna ?ma para servido de me b: ico :
na ra Barao da Victoria o. -69, 2- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cuidar de duaa
criaDcas; na ra da Aurora n. 81,1- andar.
-------------#-
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar rna
Duque de Caxias r. 6, 8- andar.
Ama
Hara da Concelr Agr
Manoel Gonc^lvea Agr, ana malher e filhos,
agradece m aos Revma. Srs. sacerdotes as pro vas
de consideraco que Ibes dispensaran) prestndo-
se a celebrar as missas do stimo dia e.mais so-
lemnidades, sem que recebessem estipendio al-
gum. Nio menos gratos sao : ao Sr. CsstelUo e
aa educandas da roda peles cnticos que nesta oc-
casio entoaram ; as diversas corporacoes religio-
sa* e profarias que se fiseram representar. A to-
dos, pois, os seus eternos rec nh cimentos.
Tendo no dia 17 do corrente de celebrar na Or-
dem Terceira do Carmo, a mise do 30 dia de-sea
fallecimeoto, pedem quelles amigos e parentes
que os queiram honrar, para comparecerem s 8
horas da manh na referida igreja, agradecendo
desde j mais esta prova de estima.
Taverna
da
do
Sexta-felra, 13 de Julho
A's 10 li2 horaa |
Ser effectaado aa Cmara Manici
cidade de Olinda
O agente cima por meada do e assistencia
Exm. Sr. Dr. jais da proredona de empellas e re
siduos, s requerisaento do Dr. B*madine de Seo
na Das, ioveatariaotaaSos bens qae cineHtaem
o espolio do conego Joaqun) Ferreira doa inte1.
levar a tosIX a grande livraria com o versas
obras impartantes.
Os Srs. preteodaotes desda j podero enten-
der-se cos> o agenta cima o armasen, da roa da
Impera'!.r o. 22. ass**
Leilo
conse-
De movis, lonja, vidros e quadros
Srguada felra, la* de Julhu
Agente Pinto
ta roa da AttraccSo, janto a cbaeara do
lheiro Agokr
CONSTANDO DE :
Urna mobilia de junco preto asm.l sof, 2 con-
solos com pedras, 2 cadeiroa de brac > e 12 de gosr-
nicio, 1 lindo espelho, 1 jardn -;ra e 2 vasos de
porcelana, 1 vate artstico, 2 jarros para flores, 1
aaeea jardineira da c-oario, 1 relogio de crysal
para-mesa, 4 estataseaa, 4 qnadres oom ehromos,
2 ditos oom gravaras/? castigaos de metal loo, 1
lastre decry'al, 2 cadeiras de balanco, 1 tapeta
eveludado, 2 SBarse, I cpaseos e 2 escarredei-
Vende-se ama taveraa, tem morada e est bem
situada ; a tratar na praca Conde d'Eu o. 18.
Ao commercio

Os. abaixo assignados, pelo presente declaran)
ao corpo commercial desta praca, que nesta
data dissolversm amigavelmente a soeisdade qae
tinbam no estabeleciuiento de molbados sKo
ra do Visconde de Inb->ma o. 69, e que gyrava
sob a rasSo social de Msncel da Costa Ramos &
C, retirando se o socio Albino da Costa Rsmos,
pago de sea capital e lacros e isento de toda a res-
ponsabilidade activa ou passiva.
As traneaecdes continuarlo a ser effectaadas
eoB a meema firma, cem exclusiva responsabilida-
de de Manoel da Costa Ramos, uniea responsavel
pelo passivo da extincta firma.
Recife, 10 de Juabo de 1888.
Albino da Cotia Ramos.
___________________Manoel da Corta Sanios.
Sobrade n. SS, rna da raia
(boje Pedro Aflonso)
O abaixo astigoado declara qae seohor e pos-
suidor da ckeima parte do sobrado cima, qae
hoave por compra feita a Antonio Jos de Castro
e Asevedo e sua muiher D. Rita Mara F poso.
Protesta esotra qualquer venda da parte que tem
no mesmo sobrado, e que hoje vai indevid mate
a leilo pelo agente Pestaa.
Recite, 12 de Julho de 1888.
Antonio Fernandes Rasase de Oliveira.
(,aytelas g Moule de
Soccorro
Comprase cntelas de qualqoer jota oa brilban-
tea, paga-as bem; aa praaa aa IndepeasWaeiaa.
22, loja de relojoairo.
Precisa-se de urna aaajiara cesinhar
da Aurora n. 81. 1- sn.Jsr.
na roa
Ana e cilio
tommendsdiir \ naa Bairo
Os fibra do finado commendador Jos Joaquim
de Lima Eairao pedem aos amigos de sea finado
pai para aesiatirem a urna missa que mandam ce-
lebrar no dia 17 do eorrente, s 7^horas da ma-
nh, na ordem 3* do Cu roo, onde se acbam depo-
sitados os restos mortaes de mesmo finado ; pelo
qae sSo eternamente gratos.
N
Precisa-se de urna ama que sr ja boa cosinheira
e de um criado que entenda de sitio, para' todo
seivico; a tratar na ra do Crupo n. 10, lojyk
J chegou terceira remessa
das aguas alcalinas mincracs
de Nondariz em Pontevedra,
na Hespanha
ESPECIAEIDADES
para molestias do estomago, taes como : dispep.
sia gastralgia, catharro chronico do estomago,
ulceras simples.
Molestias dos intestinos, taes como : enfarta-
mento do figado, ictericia, clculos buhares, diar-
rha obronica, etc., etc.
Molestias daa vias urinarias, taes como : dias-
teaes aricas, catharro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, ehlcrosis, psoriasis, pruniges e
dores artrticas eoutras rroitas molestias.
As aguas alcalinas de Mondaria naseem de ro-
chas granticas na temperatura "He 180 centigra-
des, slo claras, bicolores de ebeiro parecido va
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalino, prodtt-
sindo um ligeiro sabor pcente na c-cccsiao de to-
mar-se. Elias sSo clasificadas no numero daa
alcalinas o bi-carbonatadas de soda.
Estas aguas acham-se venda no eetabeleci-
ment do Sr. Antonio Affoaeo Simee, sit rna
Visconde de Grovanna n. 1 (quatro cantos), em
Boa-Visto.
--------------------------------------------------*----------------------__ I
r
Atten^o
SI
Hossto Jos ele Peales Perras
Rsvunda M. ee Fontes Ferras e sen filao Pe
dro de F. Pf r-as agradecem do intimo d'alma a
todas as pessoas qne se dignnram acompanbar
sea ultima morada oa reet s mortaes de sea espo-
so e pai, Ramio Jos de Fontes Perras, e de novo
as convi lio a assistir as missas que pelo eterno
repouso do mesmo mandam resar na igreja da
Madre de Deas, s 7 horas da manh do dia 1S-|
do correnU.
Na ra Baro da Victoria n. 14, 2. andar, pre-
cisa-se de urna ama qae cosinhe e compre para
duas pesseas de familia. No mOsmo ba ama se-
nhora perfeitamente habilitada para leccienar em
casta particulares portugus e francs, agsim
como todos os trabalbos de agulha, e flores de to-
das os especies.
casimiro Laclo Jorge
Leopoldina Cecilia de Salles Jorge, seas Slhos,
genrOB e nors, convidan) a todos os seas parentes
e pessoas de sua amisade para aesiatirem as mis-
sas que ssandass celebrar na igreja de S' PedraJ,,
Martyr em Olinda, s 7 horas da manh, e na asa-
tris de Palmares s 9 1)2 botas da manh de sab
bado 14 d corrente, por alma de sen sempre lem-
brado esposo, pai e sogro Casimiro Lueio Jorge,
1. anoiv- reario de sea passamento, e desde j fi-
Cm eternamente oor-Ufi4*.
Exrosigo ^ urii^ibis r
Moaille rOr ^Groiii-ClieTiliar
lu us Hium rcohmiuu
Nova Creajo
PRIMAVERA i
E. COUDRAY
Invontop lTEFIlliRIi ESPECIAL de UCTEDU
rao tendido do Bit* agudo.
abeaate........'PRIMAVERA:
Oleo............PRIMAVERA i
Agna de Touoador PRIMAVERA!
asMoeia........ PRIMAVERA!
P de Arroa...... PRIMAVERA
FAMICa E DEPOSITO :
pars 13. Bie Eh kn\ 13 pars
istoisNbmMutt)a^pMlirlaMriss 1
UIIIIIIIIMIIIIIHHIIl
a /
*<
v.
\
.
.:,.-.


Diario de P
/
H


r
I


TORAL BE MBAMM
xta-feira 13 de Julho ffe
Este importante e acreditado medicamento, contra a tisicir pulmonar, asthma, bronchite. irritacao e
mflammacao do laringe, coqueluche, tosse, rouquido e perda de vfc, Teride-se em casa dos agentes e depo-
sitarios geraes n'esla provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C.
ra do Mrquez de Olinda, n. 23; a 2$>500 o frasco, I3$000 1[2 duzia e 24$0Q0 a duzia.
Veode-se tamben em muilas pnarmacias e drogaras desta provincia
Cuidado com as falsificares Cuidado com as imitafoes !
m\\mn
eos
Urna mbora mpetnteaonShabilitada,
pratica de 10 annos do profisAo, offoree -se
ieeaioear por casas particulares e collegios
dade on erus arrabaldes, ai segnintea mati
portugus, francs, italiano, geogrspbia, piaa e
trabalbo de agarba, mediante etipulaeao rasaa-
vel; a tratar na raa Vieconde de oyseas n. #9,
au raa do Livramento n. 5, loja da herblela.
Engommadera
Preeiea se de urna, qne engomme bem e ensa-
boe slgama roupa para casa de pequea familia,
qne dnrma em eaea ; na ras do Conde da Boa*
Vista n. 24.
--------------y
Ollirina de latoero e cjJldeirfc.ro
KA DA KODA N. 62
Antonia Joaqaim V o eir Sampaio, eocarrega-
se de obras da latoero, e&ldeireiro e trabalbo de
eolio sco de ^ocanamentcs d'agua e gas, sendo
o trabalbo de encanameatos d'agua pelo novo sys-
tema, assim como fabrica torneiras, ohoviseot e
vlvulas para banheiroi, por preces raioavois, e
tambem fabrica bicas de lineo de cobre para te-
lbsdos, etc., etc.
Molestias ervosas
Capsulas do Doutor Clin
laureado da Faculdade de Mjdiciitde Pars. Premio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, ras de Cerebro e contra as affeccSes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpitacoes do Coracao, Epilepsia, Hallucnagao,
Tonteiras, Hemicrania, Aecooes das viar; urinarias et para calmar toda
especie de excitac3o.
m Urna explicado detallada ecompanha cada Fratco.
Exigir as Verdadeiraa Capsalas ao Bromureto de Camphora de CLIN & C?S
de PARS, que se encontrao em easa dos Droguistas et PhartKaceuticos._______
VEROADEIROS GRAOSqeS AUDEdoO^FRMW
J* UCBNCIADOS PEI-A INSPECTORA GERAL DK HYG1ENB O IMPERIO DO BRA^_
\ Aperientes, Estomachico, Purgativo, Depurativo__-
l*;ontra a Taita de appetite, a Obstrucpao, a Euxaqneam, as yertiseaas,
/# as Conseitoes, etc. lise ordinaria : /, I 0 3 graos.
S Desconfiar a* falsificar/^ Exigir o rotulo Junte, Imprtaldo m rrancez
// e com letras de 4 cores sendo Q JUQ| a fjn,^ u0S Fabricante,
i* cada uma letra de urna cor dlITerentc e m"v ua ,-.
Ein VABXZ, Pharmacia IEBOT Depositoi > taiu as (..lacliasi rljraueU.
**%
GRAGEAS
de Copaft/oa, Cubeba
Ratanhia Farro, Bismurtio
Alcatr&o, Terebenthlna, a*
FORTN
rlyglentca e Prese-rvadora
em causar
accidente algum.
As GRAGEAS FORTN, forao as primeiraa que obtiveram a approva?So da Academia
de medicina (1830) e que adoptaram-se nos Hospitaes. Curan as molestias sec etas.
mals rebeldes sem fatigar os estmagos mala delicados.
A INJECCAO FORTN sempre reconunendada como o complemento da medicacio.
Msssm Petmsemb** I FRAlf*M. da SILVA *0. bu prlnolpae Pbarm ola.
0^tm^amk0%09amV%ftam^ey*9faytaW^r^0fatmm
Hsssa niatiagiawii:i
HN
B
ims Tiettrli
e na
prtnolp
Pharmacia
Licenciado pela Inspectora de Hyoitie do Imperio do Brazil, adoptado com gruir
Uto ba mals de 30 Annos pelos melhores Mdicos de Parlz, cura os Defluaos, Gripe,
Tete, Catarro smimonqr, rritaces do peito. das Vias urinaria e da Beatilla.
'a1
IftSTRII B IL
II
JCOGNAC BRAZILEIRO
DE
4. M. VERAS &
PEENAMBUCO
C.
Esta exc:euen:e bebida preprala coa tudas as r?gr-? r1 s^kbc, re saboi.
amaroma i^na^s aos U joga^c .^trangro. O CogJac Kraz'lelr "'em fete
grande B'i?ce88o"pela8 provincia do norte e aul.
Prcpos da fr.brica
1 PEQK' AS
Orna grr.fa. .' 1W0
Om* dosa...... 9i00O
' O Co3uae Brz'eiro enuontra-a* na fubricB, em todos os
%haree venisB dera cirial>, o em Beberibe no bottl'do J.>fto |>aad# ^^ Jaciotho.
------):(------
Alo .! A 40^ur<5ca;/* ," 'nferefa^o, perfumara "para romceop-'tbiF.
GRAN ES
lAoOC
12^000
botis, rcafaurut,
Perfumara-Oriza
!.. LEGRAND, pars, ra Saifit-Honor, 207
S. -ORIZA SOLIDIFIUAJJA
PERFUMES CONCRETOS
rfVEICXO SCIENTIF1CA COM DIPLOMA DE INVEKCZO KM PHANCA B NO BSTBASIGBraO
Os Perfumes solidos da BjSB.-Oriz
rnfiraiM or asi* e i" prowu or:, possni om tra de coacata-**o siavidale iU ntit deaenAtld*
SSo encerrados, debaito da forma de Lpis ou PasHlluis, dentro de frasquinhos du
vidranos fcis de levar comsigo. Esses lipis-Perfutne nao se eraprio e pdem ser
substituidos por qulros, quando estiverem gastados. *^^
Tim a enorma vantagem de ommunicar o cheiro aos objertos pstos em contacto com ellSt,
sem os molhar e sem os estragar. BAST ESFREGMt LVEHEsTE Pftt rtlfual ITOTASMNEAttllTE
.v
?r
y s
V
PECHINCHAS!!
Sao os seguindB artigos por menos de 40 / de sea valor, cajos pr^os fiinr.
as qu" em saguida appresentamos.
% saber:
Batistas e nanzes, de cores firmes, a 160 e 200 rs., o envaro.
Merinos lisos, urna largura, todas as cores, 200 rs o dito.
Ideai idem de duas larguras, IS para, a 500 rs., o dito.
Setinet; s roo-lerras, padrS de phantasia, a 240, 280 e 320 rs-, o dito
Z-firos de quadrinbos, bastante largo, a 200 e 240 rs., o dito.
Bros de cores para roupa de crianca, a 320 e 360 rs., o ditc.
Brim pardo lona, superior, a 320 e 360 rs., o dito,
dem de linho de cores, padr8s novos, a 800 rs., o dito.
Casimiros diagonal, preta, a 1^800 a 2^200, o aito. ^
Cheviots, superior, preto e aiul, a 3(5000, o dito.
Pcnnos de tdres para mesa, a 104OO e 1<$700, o dito.
Atoalbados de algodSo, daas larguras, lis03 e bordados, 15200, o metro
Bramante de algodao de quatro larguras, a 800, 1)5000 -= 10200 o dito,
dem de linho puro idem, a 10800, o dito.
OuardanapoB de linbo, a 20500, 30500 e 60000, duzia
Lencos de algodao e linbo a 10800, 20000 30000, a dit*.
Meias inglezas para bomens e seuhoras, a 30000, 40000 e 50000.
Camisas de^cretonea finas, francesas, a 240000, a duzia.
dem brancas, inglezas, a 360000,- a dita
Seroulaa bordadas, de bramante) a 120000 e 160000, a dita.
Cobertas de gngn, torradas, a 20500 e 30000, uma.
Lences da bramante para cama de casal, a20000, om.
Tapetes uvellud .dos, grandes, para qoartos e salas, h 8#000 e 160000, nm.
Cortinados rcaro.'nte bordados, a 70500, 80000 e 100000, o par.
Cn5brai'B bordadas para bercos e camas, a 800 rs., o metro.
Fus'ao wsUUS) bordado, a 320 e 400 tb., o corado.
Mdopolao americano, superior, B-600C, 24 jardas.
' Algo So cr para toalbae, a 30000, 30500 e 40000, a pee*.
FiobAi de la, ardernos, a 20000, 20500 e 30000, uiu.
Ku\ovaes para caamenles
Grrinaldas e veos para as Exmas. noi*as,a 90000 e 100000.
D^mascs e setins branca, a 900, 10000 e 10200.
Espartilbos, leques e luvaa para todos rs precoi.
Saias bordaras a prec-B aera competencia.
Toalhss de labyriutho, riqaissimos, 300000.
D psito de fasendas para os Sra tuz^ndeiroB.
As vefiniaa em^rcao-tio Jumuuti Ju pisaba.
5 ra Duque le CaxiasS9
' Lja do
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES
WOLFF& C.
14--BA DO CABGA'-N.4
/
GarGiro OaU&G.
v> *~ r W T
e toda o naalqner Koiia Branca, Papel, ato., ato.
DEPSITOS EM TODAS AS PBINCIPABS
PKRFUMAMAS DO MUJDO
Mindt-si a quim o pedir, frtnoo de Porte
o Ctttlogo do Perfumes, com 01 preoos.

LOTERA DA VICTORIA
NOVO PUNO
Premio maior 4:S2oOO
POR 20000
on t:t5i#000
POR 1000 .___
PAGA|IENTO INTEGRAL DE TODOS 08 PREMIOS
EMfl
^
intransferiveis
^emanaes e i]
Esta loteria coarpo se de 6.760 Vilh-tes dividideaem meios, do casto de 1*000 cad* met...
Dis-
trihna-ss 70 L do capital etn 1.429 presnius^o publico. u.. a.
e-te q_v1o dot premios garantidos por um deposito le apohcea da
auo, ao Thesonro Provineial desta cidade. ^.^;j4. ~ .tori.
U eitracsoes b3o feitas pela aperfeicoada machina -Fichet., pubiaeas ptKi*s por aatori-
Paga tedas os imposte, -
divida publica ge ral do Estado, ao Thesonro Provincial desta cidade.
As extraeces sSo feits pi
^Z^T^^tlZLio dei Caramente ver que de todos, o que actualmente
.Mi, vantagens offerees ao publico, no 5 porque d mi.s no prem.o mawr do que I.JMBI <***
congenrre^como tamben, pelo resomid.ssimo numero de bilhetes, seu diminuta casto e contequente
limitado capital a saber :
1 premio de
1 dito de
; dito de
2 ditos da
4 ditas de
10 ditos de
20 ditos de
32 dito de
4:500*000
8:>*O00
200*000
100*000 200*000
5"*000 00*000
20*000 200*000
10*000 200*000
5*000 160*000
2 approximac* do 1- 1*-^^ mim
2 ditas di 2- premio a 30*000 60*000
2 ditas do 3- a 2O*U00 40*000
676 fiuaesde Iletrado!, are- ^^^
?rCSrr.l,etra,o2.P-2^i:352Moo
^0,000 DoeateJ1
cantsia
EFLUXOS, TOSSE, IHSOMI
CRISES NERVOSAS
mOPBDlHr F0E6ET
Lis toda ntarawolss tfo llclierto
Exija-w a ndereoo
so lado.
36
f/,i9 Vivie**
<00,000 Doon
cmiMii
INORRHEA, FLORES- BRANCAS^
PERDAS SEMIHAES,
CHABLEJD,l,UOADEaOTA"EHT0^J
pAR/c .ICITRATO de FERRO CHAB1
------- Em todtt u bote Phirmtolu
Exi|i-w o asadersoe
so lado.
N&o ha Porgante
algum que tenha
sabor mais agradavel
0 PO DE ROG
(POUORE ROCE)
legitimo sellado
com um rotulo
impresso em
QUATRO CORES
CASUaL.FRERE
U, rw Jasas, PilU
Casa RINIT, guada da em 1658, PARS
EXPLOTACAO GERAL. CATCHC
ron novo* ppoctssoe *n*rrK0*DQt
E$c4aijMKrti*rwsEirros*SEo
OHnoss,aorlnpa. Borsohas-Paraa para InleooBea e Qystss^s, tolsotsrsa.
para In|eoo5es Clystaras, InlaoU
featosaa. Tnb*, Bloea* laaxaad
Cfies para qualqoer sfl, SSSw, SSS.
Almo-adaa. SoUss para Io|eoeSes
uiimi Mauee ratas
LliKASSfl a C, fatiw 1 hiwsinr, 84, m
EsUtoetactmento Csotll a rapor: AUX m-Afl, perto
..- ir-de tota. *P raati jmmssm sfwtocs
a aliWllSUi, cerne etlilr e thna S. M- C".
<
- FORMULA
1N6ELIS0 JOS DOS SANTOS ANDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20 deJulhoJe 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias syphititicas e impo-
a-do sarigue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, pubHboo-
te grande numero de attestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
proviocia e de muitos caralheiros qae teem feito uso deste depuratiro. em nn
ero superior a 300; notando-se 50 pessoas qae se cararam da terrivel berib-
i com" este poderoso depurativo
0 uso deste Elixir muo recommes|ado no tratamento geral nat mo-
lestias das senhflrase a proya est no bom resultado que 4tem obtido aquellas
las Exm*\ Senhoras que* delte tem usado.
XWXaO OB TJS.AJR.
Os adultos tomaro quatro colheres das de sop pela manha e quatro
.yite. As creancas de 1 a 5 annos tomaro uma comer pela manh e outra
i noite e os de 5 a 11 nnos tomaro duas colheres pelf manh e duas noite.
Oevero tomar banhos, frifbu morno pela manh e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da Silva
t|C, ra do Mrquez de linda n. 23 e pharmacia (Jriental rus Estreita do
Rosario n. 3.
Chlorcme
jaharro da Bexi,
mf91
rALCATflOl FERRUG1W0S(
Jntmal^?iftftar>o pulmonar, Brot
ohnmica,
P'ktMca, Tsse conuulsa, Dyspepsia, PalUm
Catnarros antigs complicados, etc.
ilm araQajtiiisin *, san TAMIZ, e as arlastrass rbarmasaAC.
M'earto milita onhecido estabeleeiaieu-
ta encoutr.r o respeitavel publica a mtnlej
variado e eaeipleto aortimento de JtMAS
recehidas sempre directamente dos melho-
res fubricantos da Buropa, e qu 5 prlmi
pelo apurado arosto do mundo elegante.
Reos uderecos completo*, lindas palsel-
ras, alilreles, voltas de ouro era vejadas eom
brilhantes, on parolas, anneis, cacoletas,
boSSes e entras muitos artigos proprlos
deste generes.
ESFE ALIDAuE
Em relogia de ouro, prata o nicbelados,
para borneas, senhoraa e ssenisros doo mala
acreditados fabricantes da Europa e Ame-
rica.
Para todos os artigas desta casa garas*
te-se a boa qualidade, assim como a mod ci-
dade nos preces qne solo sem sompettteta.
fiesta 'easa tambem concerta-se qual-
qner obra de ouro en prata e tambem relo-
gio* de qualquer qualidade. qae seja.
4--Rua do CabngM
PARS N AMERICA
16-Rua Banio da Vicloria-iO
(ANTIGA NOVA)
AZEVEDO-IRMAO&ft
Participam aa Exmas. familias que teem um variadisaimo
as e vendis, por preyos sem competencia
sor ti ment de fazeo-
Capas de seda, etamine o merino de 25(5000 a 35000.
Enxovaes para casamenta pregos sem rival.
Penteadores todos bordados de 7#000 a 10,51000.
Vestidos de cambraia branca bordado de 1S#000 a 25^000.
^ Lindes cortes idem idem idem da 7^000 a 10|J000.
Cortes de cambraia branca arrendada, novidade, a 65000.
Bico preto de seda com um metro de largara, a 6#000, o metro.
| D t:i branco e crema idem idem, a 50000, o dito.
*f Bonito" cretones claros, cSres firmes, a 210 rs., o covado.
Zephyroa de djffrsas qoalidades, a 160 e 200 rs., o.covado
Las de quadros de agradaveis padrSes, 320 rs., o covado.
Ditas finas de duas largaras, a 1000, o covado.
Cortinados de cambraia bordada de 70000 a 1044)00.
Ditfls de crochet de 250000 a 350000.
diversos artigos cujos precos admirara.
'fehfchoHe n. 20".

Llcenoltdo pete leipeetorle di Higiene do Imperio do Brasil.
CAPSULAS de SNDALO GkTRINi
de Savaress
Preparaoso algxuna 6 naals ettloas contra as
MOLESTIAS S E C R- B T A.&
do que os famosos Capsulas untveremttesemte rwwwwewsaJni pe
\
Uma cala (com lnrtrncce completas para o tratamento) cura geralmenta dentroden
EF.1.VS, SOJTS Se C; em LIVERPOOL. KVA.XS, TKSCMmIM JVBBm% SU
DEPOSITO* I TOPA AB PtUMCIPAES PfHBMCIA8.
FNDICAO
4LLAN PATERSON
a-
N.44--BU a do Brum--N. 44
UNTO A ES [A^AO DOS B0NS
f-<3 ferragent:
l'em mra vender, por pre^o mdicos, as segni
Tachas fundidas, batidaave caldeadas.
flas de diversos ta
'
de espora, idem dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bascos de ferro com sorra coolar
fliinl.......s# para iaxdim
Varandas de ferro bsmo. "*"aasm
Ditas de dito fundido, de lindes modelos
Portead tomaina.
Vapores de forca de 3, 5, 6 e eavailoa.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
todaa d'agua, svstema Leandro.
aoarregam-ae de concertoe, e assentumeate de mnohinismo e eseoatass
quer tr*balbo com perfeicSo e preste*.
qaaJ-
II


8
Diario de Pero
Uara, Hringh tpgn-i
pMaiCBoica
. Boa do IvpFrattor aameM >
Livroe de jfcuprudeneia, dtreita, littiratnra,
iciencia e religo, livroe para iufltruccao primaria
e secundaria, Hvtos em braneo paca eacriptara-
eio commercial, tinta para copiar para eacrever,
de diversas coree, artigoa para rscriptorio e diver-
sos objectoa de gesto e pbaatsaia, pap-is piatadoa
para forro de salas, qu arica, restaurante, etc.
Encaderna-se com pruales* e segurase, mrca-
te com nitidez cartoes de visitu e imprime-se com
perfeico qualquer '.rabaibo typogra;>hico.
Precos-mdicos
Bu do Imperador m. 93
Sexta-feira 13 de Julho de 1888
Fabrico de assucar
aenlnlMnao do al.Tlrantoi.Dunca
Siewarl C. de tUow
onstruccjlo da mais moderna e aperfeicoada c
de grande duracao.
Mocada com presaSo bydraulica de Stewart que
,d a melbor expresso nbeciaa ate hija.
Caldeiras com eamtoiBador, specialidade
tee fabricantes.
Pornalhaa para queimar o bagaco verde em di-
reitora da moenda.
Os apparelhoe de Vacuo e Triplo sao de ayate
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Orcamentoi e mais informaces em casa de
Browns & C.
Ra do Commercio n. 5, 1-'''andar

friura
wapor
2
:
e
s

i
3
v.T3 B>
jo zr 3
B S
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rr. 3 *
o a- -i
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m r-r- .
S
5 S
"2. 2.
S 5 g-
II-
S-3
osa
oca
3
H
O
/5
hoja das ristras Azues
Liquidar*

Jf FABRICA
De llvrosrae a*rlplurtio
Fremiaaa as exposicoes de 188"2 e 1885
Manuel J. de Miranda
Encadernacao, paataclo e especialidades
cm cartees de visita.
39KA DUQUE DE CAXIAS39
Telepbone194
Ao.commcrcio eao pu-
blico
Oaabei aseigoadot, participam geralmente
o comaercio e ao publico, qu o Sr. Jo5o de
Paivii A,lcoL >ado. deixiu de ser n.aso empr>
desde e-dia 25 de Junbj prximo paseado t
nos resnonhbilisam 6 psr qualquer trunes
Estuque e pintura
Evaristo Rod'ngu-a Vianna, chegado a eata ca-
pital de volta de sua viagem, fas sciente aoa ae-
nbor?s donoa de obrB, que ae aca txercendo sua
prcSato tendente a ko arte.
Pode aer procurado ra do Bom-Jess ti. 41
on em csa do $ir. Francisco Manoel da Silva,
ra da Caei*
ATK1NS0N
perfumara ingleza
^.iiiiti ha maii um secuto; excede todas
u onlrai p--lo ao perfume Taez Medai-has yi Puro. '
PARJZ 1878. CA.LCOTTA. 18M
pela xtra-flna rxce."> acia de >u fundada.
Perfume* mostraos de A Ainaon
PAGBJEA CVTIBTDiUM
i raro e peculiar perlup- o uaei lendo qdo
radoaeopodemser^Utio.porinte.'oeaio
CQ re.
feita "
RpcSa,
-*
e
gado
e no
por qualquer traoBaeclo
o senhor^e qualquer condicao.
/ulhg de 1888.
A. M.da.Rosa&C.
Iistrft'!i~~
" de eus Inreolores on Aecoles deslea.
AGUA DE COLONIA DE ATKIfBON
em rival pelo sen perfume e suiconce.:lra;lo.
Excede lodaa os producios similares Tendidos
sob o memo nome
AGL A FLOHIDA DE ATEINSON
delicado perluoie para o IcnfO distillado da
urna escolta eiquisju.
bcntn-M ei Cu fctuM i laMiiilii t TitMtitN
J & E ATKlMSO.M
^34, Od Bond 8troot; Lonares.
la. MarcadeFabrtca-l.'ma"Rabrxnca
' Lyra de Ouro. "
Marcad
sobre urna '
Vende-ac
doa Guararape*
derka t\ beta montan
tabcm ae ves
Europa a.
timento portland^
Vend m em harneas do 150 e 180 kilos Quima
raes & Va lente '
5 Corpa Santo 6 .
21
Oliveira Campos & G.
PECHINCHA EM FAZENDAS
LSb de quadros, padrSes modernoa e cores
lindas, a 820 e 360 rs., o covado.
Fust8e8 brancos, superiores, de 400, 500
,- e 640 rs., o covado.
Morsoima branca de listra e adamascada
para oascos, a 500 rs., o covado.
Crotones modernos tom ferradaras e an
coras, a>400 rs., o covado.
FusjSes de lres^ padroes lindos e eflres
claras, a 500 rs., o covado. *
Gorgorinas de corea, padtSes lindissimos
Setinetas branca, preta e de cores de to-
dos os precos.
Batistes de odres, a 200 e 300_rs., o oo-
vado. ""
Feehua, sortimento completo, de 2t)O0O a
60000, um.
Can brai-i branca tapada e transparente, de
30U0 a 6fJ00U, a pj^'a.
Bramante de linjjo e algodSo.
^fadspolio e algodao. sortimento completo,
a pre^o bar-.tiesimo.
i I It u a do Crespo -31
pLIVEIKA CAMlOS & C
urconiri ^^ ^SSL^%fW jflsW
P CLERY .wii-wBatnfmMrte__
Vende-se o terreno da roa da Palma n. 3i, com
diveraas caainhas ; a tratar no mesmo esm.O
dono.
Offteire taMpos 4 C.
Venda d
re

..Carpinteiros .
%Us obras ii nova fnbriea de Fincto e Tosidos,
na Torre, precisa-sede alguna carpinteiros. a tra-
tar na a meamas obras. .
Rece, 7 de Julho de 1888.
O administrador,
Antomb Uochaio Gomes da Silva.
HEDALHAS -de OURO e de PRATA
JHpltnam de Honra nal Erpotife
rtrii: 1865, 187, 188S, 1886, 1887
CURA
DAS
Incontinencias de Orina
COM AS
GRAGEAS GRIMAUD
*9^g9-Ergota4as
la Soaet* de MatJtctnt
i do Sstringeiro.
uAiiiii ais de 0 asaos
os HSS?^sv: is-penuen-
cisilaaj'llempre eom feltz xito, u^Aftecc
c/tfetotteas e Anmicas de toda especie.
Fallida* erem.
"NOM wtwoils-eMciasA ejhica '
pasa erais
iNcitirTiNZjyaiA s le urina
?endi m arwsc n tiu t GRIMAUD FILS
I, ni Klban, Plrl-tuteull.
tm An: FRAN- M. SILVA C. j
Al PBIrlClPlM PSAMUCIia________ g
hsjBSjiiMi',11.........1 "......htmWUkWKKTm
Boa cozinheira
Precisase de api, preferiudo-se idosa,
a ra da JjiSo n.'55 por tra do Gymna-
ic Pernambucano.
Pao tenteio
M lio & Bise* aviaam ao respeitavel publico
que todas as tercas sextas reirs teem este sa-
ooroso pao ; rna larca do Rosario n. 40.______
Caixeiro
com bastante pratiea de molhado e conducta pre-
cisa-re de um a tratar no puteo do T^rco n. 19.
FOLHETIB

Quem quizer alugar o 2' andar do sobrado n.
43 ra da Aurora, proenre entender-se Com os
Sre. Nfgrenos, ra do Imperador.___________
Lea qaem buffr^di erysipela
Na ra das Calcadas n. 4, se dii quem cura
erysipela e radifnluiente a incliBcao por maia hor-
ivel que aoja e por mdico prtco.
VEDAS
Aprovetem
AVendem-se duas casas prom-ias para familia,
novas, sen truida, e outra de taipa, annexa primeira, tendo
cad urna dellaa 22 palmos de frente e 50 de fun-
d, posaurido ambaa am.magnifieo akio, limpo,
arbjriaado, e cootendo excellentes frnetiras, o
sitio eat toio cercado i madeirs, e ditaa cafas
estai coMocadaa na ra da Serra na cidade de Li -
moeiro, plhando para a eataco da ^ia-frrea. O
dito litio tem 46 metros de frente e 200 de fundo.
O proprietario dib ditas casas vende tambem o
sen estabelecimento de molbadoa aito i raa da
Lama, que vai em trente da eataco- E' um mag-
nifico ponto de negocio, e psde-se mesmo assegu-
rar que fra da eidade o principal ponto : quem
pretender a qoalqu'r deT negocios, dirija-se
meama cidade, no meamo tatabelecimento.

TESTAMENTO VERMELHO
POR
*XAVIBR DE MONTEPIN
BIrXDL PARTE
Deeta vez a moga re'cuou diante do hor-
ror de um juramento falso,3que seria ao
I mesmo tempo um sacrilegio.
Offdndeme, duvidando da minba pa-
lavra repliaou ella.com dignidade. Acre
ditando na sua estima, enganava-me, vejo
agora 1 Nao jurarei I...
Jacques Lagarde' sentc-se confuso com
a violenta com que ella acabava de tallar.
Nao duvi lo absolutamente de si, mi-
nba querida Martha.... balbuciou elle;
mas que quer ? estou doudo ... Morde-
me o ciume .. E' preciso lastimar-me e
perdoar. *
. Perdo de todo o meu coraejj^ re-
plicn a orpbS, porque estou certa^fe que
foi sem o quere que acabou de humilhar-
me, de taaer-me aoffr^r, o senhor Uo bom
para mim at boje, e a quem vota va to
profunda estima...
E desatou em solomos.
Vendo-lhe o peito arfar convulsivamente,
cprrevfem-lhe as lagrimas como urna ebuva
de tempestado, Jacques enobeu-se do inaior
arrependiritento.
Martha, minha querida flha, disse
elle com vos meiga e trmula, acredito em
ai. .. Quero crer que da a verdade ; fa
mal, c-onfesso, em fjJtar-lhe do modo por
que o fiz, mas acalme se e nSo chore mais,
porque suas lagrimas desolam-me... Dei
ze-me contar com o futuro. o tempo
constituir se-ba meu alliado... Urna vea
que o seu coraclo livre, dia vira, assim o
espero, em oae, oonheceodo-me melbor,
acabar por amar me e deizar-me tornal-a
felia entre todaa as mulheres.
Disende o que precede, attrabio a s
moga, que esquivou se vivamente.
Ignoro s segredos "to futuro, disse
ella, mas, por piedade, n&o me ^orce a
lastimar e a maldizer o dia em que apoiei-
me confiante a mSo caridosa que me es-
tendeu... Via no senhor am pai.. o me
Ihor dot pijL aillusao era agrada vel...
por que veio dissipal-a T...
O doutor raordeu os labios.
Aoabava de recuperar todo o seu san-
gue fro.
Pois bem, Martha... .J (icou elle
fTasnente, quasi com dure^Pr 'per*'8
encontrar em si urna alma, urna com-
paobeira. ,f nSe encontr mais do que
urna mulber desconfiaisu que suspita at
do man afTdBo de pai... Knpslla-me boje
Martha nao besitou.
__Nao responden ella. N3o, nio amo
a nieguem. O meu coracao livre e quec
conservar-se livre.
_ Jora me, isso !.-.. Jura-me
mafia de toa mai ? ..
" ft GACAD& DAS MEDALHAS
-
m| (ContinuBcaa do n. 156)
*
XXVIII
Confessar o geu amor por ^ Paulo Fro-
mental, no momento em que o doutor ac: -
tava de dedararlhe.' a sua paiz&o, era at
trabir sobre si a eW, o odio tjivea, da-
qaelle quem tudo devia, e que, afastan-
do-sa della, deizal-a hia^cahir ntfvamente
no isolamento e a miseria de que o havia
tirado.
Em nome de sua lilba, a quem tanto
amou, e da qual sou, segundo o senhor di-
a, a iroagea viva, nao me fallo assim,
gupplicolhe.. balbuciou ella. Causa ne
um mal terrivel...
Jacques Lagarde, mordido no coragSo
pelo ciume, tomn impetuosamente :^
Martha, voc engana-me, sinto-o/^
adivinbo o, tenho certeaa disto 1 oompre-
beado agora a cansa da tristeza persisten-
te que netava em ai e que parecia-me
iauezpjacavel... -Ama a aj^tfun, de qnem
separa a ama presenoa am- minha casa, e
na pode resignar-se a essa sepafacao lk
E' verdade ? ** tBB
Doutor I ezclameu a orpha desvaira-
ds, voltando a cabeca. Deize de interro-
gar-me e de olbar-tue aasim. .
Ooaar negar que ama T...
Era forjos*.mentir ou contessar o sen
gegredo.
Em tal alternativa, a mentira impunba-
ge, e, apeaar da* sua franqueza habitual, toast bei de t r a minba destorra. Ha de
AS
Enermidades Secretas
BUENORRH AGAS
GONORRHEAS
FLORES BRANCAS
CORRIMIENTOS
recentes ou antigos sao curados em I
poucos dias em'segredo, sem rgi-
men nem tisanas, sem cncer nem
molestar os orgos digestivos, "pelas
e iojecQao de
KAVA
DO DOUTOK FOURNIER
Cada PUula tem anisad* Km*S&wOvl,
PILULAS, 5 Flt. INJECCXO, 4 FR.
PAHIS, 33, Placo de la Madelcl
lidalha de ODRO, Pari 1885
Vende-sc
ama linda mobilia de juoarsnd, limpa e empa-
Ihada de novo, um piano, um guarda- veatido de
rocino nvirimoad ;, urna cama franceza de Jaca-
randa e diterses objectos 4e sola : na ra do Bar-
tholosocu a.'*j*> sobrado.
AUencao
Veae ee vine palmps de teireco eom fructei
r>"8, FWrtrTz rl*^r1aree^, no cirrer qoe entra na
ii ll luis sj 111 a o eogenho do meto, do lado esqnerdo,
que Semarea de usa lado com JoSo Mendea, e do
outro demarca com Uno ; a tratar na Turnan
neira, (averna o. 9, defronte da Asylo das Alie-
nados.
Bois de carrosa
Vende se bois gordos e mansos, habituados ao
trabalbo de carnea ; a tratar na Companhia do
Beberibe-
NOVIDADES E PHASTASfAS
Capas e DeJIerinss pretas e afeitadas, de
cachemira, gorgorSo e merino.
Veos e capellas pare noiva.
betim e seda" branca para casamento.
Cortinados de crochet para cama o ja*
nella.
Colchas de seda para noivos.
GorgorSo preto, diveisag qualidades 6 pre-
cos.
Sedas e setins de cores, ligas, listras e de
quadros.
Merino de quadro, faaenda nova.
Capas "hespanholas para theatro a prego
de 2<5Q00 urna.
Sortimento de meias braness e de cores
para senboras e criangas.
Espartilhos, sortimento completo.
Tapetes para janella e sef, sortimento.
Grandes acaltifaa e esteiras para forro de
sala.
Alera de muitos outros aitigos que nos
impussiael mencionar.
91 llua do Crespo-ti
OLIVEIRA CAMPOS & C,
^ wsmm bbato
INa Loja das Listras 4zue&
A' raa Duque de Caxlaa n. ai
TELEPIWNE _'ll
O proprietsrjo deate ? !a cafabe-r
letimento, prwine a todaa as Exmas. familias e
a todos os sena fregueses, que as suas perhiDcbas
que ccatuma a dar,nSo 65o e nem nunca foram
divididas de o t a casacomo algu<-m annuucia
para Iludir e vender Issendas ordinarias por
tis, costme que a Leja das Listras Azues nao
tem; as fasendas vendidas neata casa sao de
qualidade superior, e mais baratas ; d descont
a qualquer fregus que compre de 20s| para cima,
e para que o reapcitavel publico conbeca o quanto
sfto baratas nossas fasendas, daremos aqu es
precos resumidos de alguna artigoa aoa quaes nin-
guem poders fas* r competencia.
\ovhlal >
Bomla a*lnirla faaenda arrendada em
listas c qundros, com cores creme, rosa asul e
branco, a 500 rs., muitj lindas para baile.
Terldoa de linbo abertos com qaadros lar-,
gos cu listras, fazenda muito larga, e de todas
as cores a 600 e 700 rs. ultimo tecido da moda.
91 ir lo* infestados preto e de todas ai cores,
500, 70O*e U000.
Saninc de lindas cores seguras, desenhoa
novcis a 280 rs.
Linn bordado, de todas as cores, imitacao i
cachemira, a 240 rs.
aetlsia de Maco, branco, preto e de todaa aa
4*res, a fOO, 900 e IsMKK).
tigoiiauz'nho a c:m 4 palmos de largura
500O a p-ca. *
cultas finas, percales cores seguras, a200 e
240 rs.
Drsmnnte com' 3e 4 larguras para len;es
de 700 at 1*200.
Cortinado bordados, e de crochet desde
6* at 12*.
Arillos diversos
Relogios dr-apertad ires americanos, luvas de
seda e fi i de Escassia, meias para homem, senbo-
ra e meninos, loques de setim brancas e transpa-
rentes,'d lindas cores, baleias, espartilhos para
si nhora e meninaa, lencos braneoa desde I 5200 a
duaia bordados tapados e tranaparentoa desde
200 rs. a pe^a, brim pardo para vestidos e roupa
de u oniuos desde i'O > rs., enxovaes para bapiisa-
dos, desde G500 completos, grioaldns com ricos
veus da. BlooM seda, a outros muites artigoa que
tudo te encentra por qualquer preco e acceitamos
a fazenda -vendida se por' qualquer circumstancia
nao fr de agrado da pessoa por quem (r com-
prada.
Aviso aos nossos fregneies
Para evitar engaos, as nossas faseada) sao
embrnlhadas em papel riscado de ezal com em-
blema da
. Vende-se ou pert
um besa sitio coa"
excellente banho <__
extensao de terreno pa
murad ona frente, com por to e gradeamento, con
caminho de ferro e estacad junto ao*dito sitio, r*
Porto da Madoira, conhecido pelo sitio d JosV
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Poase
ca ; quem. pretender dirija-se praca da Inda
pendencia n- 40, das 11 horas s 4 d tards..
Sui generis
* DetestamoB os artigog bombsticos oom
que diariamente se enchem 08 jomaos desta
capital, annunciando como eapecialidade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nao engaar aoa que nos dispensam a sua
mizade e auxilio.
Acabamos de recebar nova remnssa do
ja afamado e especial vinho
Maduro
a importante taverna da roa da Gloria n. 54
tratar com o proprietario.
; a
Ven ha, minha querida filha; tem"
po de comer alguma cousa.
Tem razo, douto*... Vou mudar
de roupa e l irei ter sala de jantar.
Jacques retirou-se.
A sua fronte achava-se sombr, as so-
brancelhas franzidas.
ta Sir, ella ha de amarme 1 pensou
elle com o lera surda. E' neoessario que
ella me ame 1... E' a primeira vez na
minba vida que sinto-me assim mordido no
coragao... E ha de ser a ultima... Que-
ro que'artWaeja minha mulher Ella
resiste, mas que importa ? Est sob o meu
dominio... Ha de obedecer-me... E' quee-
tao de tempo, e aln disso, ge for neces-
saria a luta, lutarei 1 Martha occultoa%>e,
techo djsso toda aisertez, o estado do seu
coragao... Deve ter eBbegado, como tedas
as donzellaa, algum absurdo romance de
amor... Poia bem, ba de esquecei-o, eis
tudo.
O pseudo Thompson fora ter com Pas-
cal.
Martha, logo que elle sabio do seu quar
to, deizou-se cahir de jceibos, com as mos
postas.
* Senhor meu Deus, balbuciou ella
dvsvairada, reservag-me entao novos sori-
mentos, depois de tudo quanto j softVi ?
Entio aquella homem, em ^uem eu enzer-
gava um pai, sent por mim um amor que
nao paternal E ease amox.ha de ser-me
fatal, porque nao poaso oorresponder a
elle.. visto que o meu coragao nao me
pertenoe mais... Senhor meu Deus, pro-
tege-me, e tu, micha mai, do alto do co,
vela por tua filha 1
Depois desta breve supplica, Martha
veatio-se vivamente e desceu.
O jantar nao foi triste, apezar das pre-
Occupay,3eg de todos, mas nlo se prolongou,
e, terminado elle, Jacques sabio para ir i.
entrevista pedida pelo filj|0 da Sra. La-
barre.
Eram oito horas menea doos ou tres mi-
naaee, quando o doutor chegou praga de
1^. Sulpicio e penetrou na velha igreja de
terrea desiguaea.
As altas eajrOmbrias abobadas deizaram
cahir-lhe sobre os hombros
manto de geio.
A nave aohava-ea, qua)i deserta.
Alenmas mulheres ajwlhadas e com a realmente sua parenu ?..
cabega entre as niaos or.v.o silenciosa- Ab^ah_! pensou o camphee d Ps-
mente jia penumbra, porque a vasta igreja
gjgfaaer-se a m impressao que causou-lhe
a cotisaao do meu amor. Amar-me ha
am da, estou certo, porque aasim o quero,
e nada resiste vontade I
Depois, com voa mais meiga, aeereacen
Atoa:
como que um
mal se achava illuntinaaa por algumas lam-
padas e cilios que ardiam nos altares late-
raes^ *A
i JlAjues Lagarde psrou prozimo de um
- desees altares.
Aosbava de ver, proetrado junto a elle,
Libras cst rlinas
Amorim Irmaos & C ras do Bom
Vendem
Jess a. 3.
O consumo eztr a ordinario qoe este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
que fica substituindo asses outros que por
abi denomnam--Bairrada, Figueira, Car-
oavellos, etc., etc. Duas summidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seua
amigos o uso quotidiano d'este vinho, como
rjnaia salutar economa humana por n&o
ter ag composigSes de tantos outros, que
arruifam a sade da humanidade, trazendo
c*omd%ohseqaencia^ os horrores a urna po:
pulagSo que se definba'a olhos vjatos.
Recebemos tamben o '^
Requeijo
em latas, de procedencia de engenboa cujos
propreWios capricham em bem trabalhar
neste artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
gSo duvi doa a.
Em outros artigos como .
SEMENTE3 DE HORTALigA
E FLORES, LINGAS SECCAS DQ
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
pora isto to pouco temos competidor. A
noasa casa especialista e as pssoas que
disto se queiram certificar pdero compa-
recer, com o que muito nos honrarlo.
A par de urna infinidade de artigos de
primeira ordem, que se acham em ezposi-
gSo, acoresce a amenidade do trato* com
que timbramos tratar todos os que nos hon-
rara com sua preaenga, junto a modicidade
de precos sem rival.
la Estrella do Rosarlo n. 9,
juuto Igreja
Poi;as hite j C.
* Fina manteiga ingieza
Vende-se a 800 rs. a libra em caaa de Arthur
Maoaea, & ra da Aurora n. 85, e Antonio Dua-te
ra da Uniio n. 54, armasem do Ethoayoe, con-
ronte a eatacSo, latas de diversos tamaahos.
Macirna a vapor
Vende-se urna machina a vapor, de forja de
seis cavallos, horisontal, tixa, qpasi nova, par pre-
co barato ; a tratar no esenptotio da companhia
do Beberibe.
Sabio transparente
DE
Oleaver
HEDtLOtS 1851, 1853, 1855, 1862, 1867,
1876.
* De prata, Paria, 1878.
< De ouro, Londres, 1884.
Vende-se as principies lojas de miudesas.
tuimaraes & Perman
Agentes.__________________
Bichas de Hamburiro
Vende-se em pequeas e grandes porces ; na
ra da Madre de Deus n. 36-A.
'<-> pegas de bordado* da
adade, oambraia Victoria
proprios para de meninas, caigas e saias, com 4 e 5 de-
dos de largura, a 1(J400, a ^a.
dem com 4 e 5 dedos de largura, e urna
chave, a 10500, a pega ; todos com' 3 1/2
metros garantidos.
Grande sortimento do rendas
Bico ortico, de Ihiho, a 105UOJ 20000,
20500 e 30000, a pefa.
dem de cores, a 20, 20500 e 30000,
a pega cota 10 varag cada urna.
Pulceiras, guarnigd'es, a'neis, brincos e
alfinetes para grvate, tudo de plaque ame-
ricano, garante o doundo.
J chegario os espelhos cara 3ura
Eaplendidj sortimento d, fl /res finas eom peta*,
las de seda, folbaajaveludadas e asteas de borracha
para efeite de peVo. eabeca, chapeos e chapelinss,
ramo a 1<000 e 1*500:
.Enfeite para chopeo, gorros e capotas, (aigreta)
com passriohos de seda a 31000 um.
Lindo*sortimento de jarros para enfeite de Sala,
toialet e santuario' o par 1*000, 2*000, 3*000,
4*000 5*000 e 6*000, todos com lindosdesenhoa
de p-rulas em alto relevo.
Livros de sortea para S. Joaoj-e S.
Pedro.
- Espartilhos a 30000 que se vende a
50OUO.
Inviaiveis prateados a 200 rig.
dem dourados a 400 ris.
Plic8 brancos a 400 ris o moffS.
dem idem oom fr. carnado e cor de rosa a 600 ris o metro.
Con tas para enfeitar vestido de todas
as cores.
dem pretas a 600 ris o mago*
Missang3 de todas *as%oes para bor-
dar "e para vltas a *50Ct 3^,800 ris o
mago.
Vidrilbos pretos e de diversas cores, pa-
ra enfeitar Vestidos e para volt&s..
Colarinhos e punbos de borracha:
F'-zues com msela e liso a 20000
Porta-embrulbp americano.
Ga!oe-<, bi -oa, palmas e rugg de vidn-
Ihos a 20500 e 20OOC o metro.
Franja preta e gallo a 500 e 1$600 O
metro.
Luvas de seda para meninas e mogas a
20000.
dem Xa
RUa DUQUE DE CAXIAS-N. 103 ^
om joven, padre, ou pelo menos um man
cebo vestido de padre, que parecia-lhe aa-
semelhsr-Be a Renato Labarre.
Durante um instante, olhou para esse
mancebo com attenglo ; depois, convenci-
do de nlo se haver engaado, approzimou-
se dalle e tocou-lhe no hombro, dizendo
E' Renato, nle verdade ?
Renato, porque eifectivamente era elle
levantou-se e eatendeu a mo ao doutor.
Sou eu ezactamente, replicn elle..,
Sente-se aqui.. Vamos ter ainda meia
hora nosse+disposiglo, antes que ge fe-
chen) as portas. E' mais tempo do que o
necessario pa.'a o que tenho a dizer-lhe...
Jacques sentn se.
O mancebo accommodou-se ao seu lado
e proseguio em voz mais baiz* :
Ficou sam duvida sorprendido, meu
caro doutor, pelo lugar por mim elcolbido
para dar-lhe entrevista.,.. E' entretanto
mu>to simples. Os trajos que ainda boje
trago nlo permittiam fallar comsigo em
lugar publico Bem attrahir a attenglo ge-
ral...
Poda ter ido minha casa...
Nlo queria.
Por que T
Ha de comprehendel-e daqui a pou-
co... Aocrescentarei que tal vez Ihe pere-
cease singular eneontrar-me aj lelhedo
orando com fervor, eu que amanbl vou
atirar oheio de alegra esta gotaina s orti
gas 1... E' tambem muito simples....
Nlo tenho absolutamente, certo, a vona-
glo ecoiesiastioa, mas sou crente.. crete
sincero, e pedia a Deus que me dsse co-
ragem 9 energa, afim de tornarme homem
para aloangar o fim que. almejo... Agora
escute-me.
Pertence-lhe toda a minha attenglo
Vou ezpliuar-lbe porque quiz pre
sentar-me em-aua casa... Mas permita
me antes disso dirigir-lhe urna pergunta
Fui8 nlo...
Quando fui com minba mai ao seu
sjabinnte, pata' consltalo, vi urna moga
que o senhor apresentou-nos como sua p-
rente ...
Renato interrompeu-se.
I Entao T perguntou Jacques.
- Easa moga.... supplico-lbe, doutor,
responda-ate tranuamente... essa moga
oal Saunit, dio me havia engaado,
divinhei o verdadeiro motivo desta entre-
via
m
Ba acere
..nao
accrescentan em voz alta
Ms n&o ha a menor duvida :
tba minba parate.
Prenla prosima ou afastadaJ
Mar-
Royal Blend marca YIADO *
Esta ezeellente Whisky Escoces pra*
ferivel ao cognac ou agurdente de eanna-
para tortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhoreg arma'
zens de molhadog.
Pede Roya I Ble lid marca Viada,
cujo nome e amblema alo registrados para
todo Brazil.
________ BROWNS & C, agenteg.
Nao tem competidor!
Mautaiga pura dinamarquesa (Copenhague),
sem confocf) de magarina, c mj geralmeute con-
ten as manteigas de eipoitaej para este impe-
rio, e que to n -civj para a sade ,
A 800 rs. a libra a retalho,
(Acceita-se devolvida, nao agradando.
Corpo Santo numera 6 Guimares A Valenle.
E' urna prima) a quem a morta do
pai e da mli deizou s no mundo... Re-
colbi-a, eduquei a... Tratei Helia nomo S
tora minha propria filha... Hoje est com
dezenove anuos.... E', creio eo, pouoo
mais ou menos des ua idade... _l
Doutor, tornou Renato com voz tr-
mula de emoglo, amo a Sra. D. Martha
com todas as forgas da minha alma...
Ama-a 1 interrompeu Jacques. Po
rm mal a conheoe 1.. .
Bastn me vel-a urna vez para per-
tencer-lhe inteiramente I Amc-a, amo-a lou-
camente, talvez, mas sinto que esse amor
immortal e que ser o -nico da minha
vida. Hoje vou partir, e o senhor com
prebende que o mais caro dos meus votos
seria tornar a ver a sua parenta, para be-
ber nos seos olhos a oorageo e a energa
que pedia a Daua que me dsse, mae nlo
quiz permittir a mim proprio tal alegra
aem ter aberto ao senhor o meu coraglo.
_ O senhor um rapaz leal... saba-o," "<* nlo tinha m menor duvida a tal respeito.
A sua parenta livrej 1
Nunoa, at hoje, pensou em algum
marido para ella ?
Nunca.
Julga que na sociedade em que ella
vive nlo teoba preferido alguem 7
Nlo smente julgo, mas at tenho
absoluta certeza de que nlo...
Aps um momento de silencio, Jacques
oontinuou, sorrindo :
Agora sabe, creio eu, tudo quanto de-
soja va saber. Con o la a !
Renato Labarre tez um violento esforgo
para trumpbar da timidez que o avaas.la-
va oo ultimo mamento, e conseguio pro-
nunciar estas palavrag :
V Quer aceitar-me para marido da sua
popula ?...
Meu querido filho, responden o pseu-
do Thompson, sabe quanto me syrapar
thiaa, j Ihe dei a prca disso, mas nlo
me reconhego com a direito de impor a
Martha um marido, pela nica raaao de
^ue tal marido me agrada... *E' indispen-
savel qoe o sen eoragao ratifique a sua es-
eolba... Comprebende isto, nao verda-
de ?.. .
Comprobando... disse Renato oom
voz lio fraoa, qu mal se peroebeu.
Jaiques proseguio :
- Voces alo, aim disso, muito crian
eaaaawscpara quesea admissivel a idea
de umoasameoto immediato... Fage-se
forte, trabalhe oom energa.... o tempo
aaStar t voc aar asa hasaem... Podar

EDgeiho
Vende-se eu arren ia-se um engonho a vapor
na fregu'-zis, da Varzea, moente- correte, -cotn
forca pai a safrejar at 1,200 pies ; a tratar na
ra do Vigario S 31, 1- aodar.
------------------------------------------------------------------------------------------------------__---------- i
Attenco
Vende-se cadeiras austriacao (janeo) do acre-
ditado fabricante Thonet, a 6b*000 a dosis ; no*
armasem da ra do Bem Josas n. 49.
L ,---------------------------
poderei responder-lhe, o que m impog-
givel fazer boje.
Se aceitei os vinte e cinco mil fran-
cos que devo receber amanbl das rajos do
tabellilo de Tours, para trabalhar... re-
plicou Renato. Qaro ternar-ma rico e ce-
lebre pelo moa trabalbo, afim de depor aos
ps* de D. Martha a minha fortuna e mi-
nba nomeada... Mas, disse-lh'o j, dou-
tor, e repito-lh, a minba forca de vonta-
de, a minba energa, aerao centuplicadas,
se eu b-be!-as nos olhos della 1 O meu
mais ardente desejo dizealhe antes da-
minha partida aquillo que sinto por ella.. .
perguntar-lhe se ella queror amar-me,
quando eu tornar-me digno delta, b se nlo
tora a suprema bondade de esperar-me, re-
gervande-me o sen coraglo.
Meu earo Renato, voc mogo, sem
ezperiencia, chuio de illusSes, a os aeus ra-
cionios o esto provando... om pouco mais
tarde ha de saber arque pensar sobre O
pedido,
e eo
tambem, na la idade, aonti orna paizlo
violenta, ou qua pelo menos assim me pa-
reca, por urna mulber que apenas entre*
vi...
-----E entao ? perguntou o seminarista.
Viajei, oemo voc vai fazer, e, den-
tro em pouco, da rateos bella paizlo ape-
nas reata va rezordaglo...
Nlo esqueoerei nunca I ezelamoa Re
nato.
Juramento de rapaz i...
Nlo, doutor !... %:
Eu dizia o mesmo, e enganava-me...
Tenho acerteza absoluta de nlo en-
gaoar-me I Permitta-me, na occaaiao em
que vou partir, que vej* D. Martha,'ainda
que nao seja senlo por algung minutos...
pego-lhe, supplioo4be Permitta-me dizer-
lhe, na sua preaenga, que o meo voto mais
caro e a minba esperanga mais acariciada
consagrar Iba a minha vida inteira, se
ella fizer-me a graga de aoeital-a. Dou-
tor... meu caro doutor, por que me recu-
sara .aemelhante cousa T
Jaeques brincava com Renato oomo (o
cao cpm o camondongo, antes de matal-o
com ama dentada detioitiva.
Quasi desde o comego da eonversaolo,
que fazemos assistir os nossos laitores,
elle adi'inhara o fim que tinha em vista
o mancebo e o que eata a solicitar delle.
oomo o maior, o mais oestimavel dos fa-
vores.
Ora, elle nlo se spressavs a ra
der: rm-i supplica que Ihe fasia o po-
bre mogo de ps e mos atados.
((7onftnuar-sc-Aa; ,
Typ. a* Osarte raa Duque de Cazias n. 48,
?
* V
c

5PT


Full Text
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