Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18927


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Full Text

IIT
S\ U B 11 U UJ




A.



PAB1 A CAPITAL JB LUGARES O.KDB NAO SE PACA PORTE
Por res meses adiantadoa............... 6|J000
Por- seis ditos dem................. 12rJ000
Por oca anno idem................. 23|}000
Cada numero stuIbo, do mesmo da............. 0100
DIARIO DE
ynii'FiiJl \i ufj dUiill Ufi1000

PARA IIEXTRO E F6RA DA PROT9CIA
Por seis metes adiantadoi............... 134500
Por nove ditos idem................. 2O000
Por utn anno idem.......... ....... 27|>000
Cada numero avulso, do das anteriores ........... 100
RNAMBUGO
Propttel>a>e i* Ulanorl /touctra tu Jhxs i Silbos
TELEGKAMMAS
ICO PARTtCULAB DO DIARIO
RIO DE JANEIRO, 10 da Julho, s 4
horas da tarde (Dla liuba terrestre).
Foi nomeado coronel commandante su-
perior da guarda nacional da comarca de
Macei, Antonio Cardoso Sobral, sendo
reformado o actual.
Houve outras nomeacSes e reformas.
Consta que foram nomeados presidentes
de provincia :
Da Parabyba, o De. Pedro Francisco
Cirreia de Oliveira ;
Do Rio Qrande do Norte, o da do Piau-
by, Dr. Francisco Jos Viveiro de Castro ;
Do Piauhy, o J do do Rio Grande do
Norte, Dr Antonio Francisco Pereira de
Carva'ho.
O Dr. llosa e Silva apresentou boje na
Cmara dos Deputados urna representarlo
dos empr-gados do Arsenal de Quera de
Pemambuco.
Na Cmara foi boje approvado em 2.a
discusso o projecto, que regula as aposen-
tadohas dos magistrados e em 2.1 discos
sSo tractuu-se da proposta do governo so
bre os bancos agrcolas.
O Dr. Joaquim Nabuco pronuaciou-se
contra a propoBta.
INSTROCrjAO POPUIAIS
IACISVUIDaOS. LIUSJ E
UIIEfialSa
DE
PORTUGAL E BRAZIL
PELO
Conselheiro JoSo Manod Pereira da Silva
IX
(Continu a gao) ,
Deparamos, p:r essa raso, iofinidade de chro-
nistaa. Vida de santos, biograptaias de nobre e
gaerreiros, historias de conveotoa e ordena manas-
ticas, elogios de inonarchas drscnpc&o de milagre*
religiosos continuacAo de narrativas de feitos as
conquistas ultramarinas, annaes da patria, exposi-
cio de naufragios, todo Ibes servia para organi
sarem em tela em que repoasarem e deleitarem
soas aspiracdVa litferarias.
Para que campo de estados mais se poderiam
virar as attencoes quando a aciencias j se nSo
applicavam e nem serviam ? A industria, o com-
mercio a navagaclo, oe deacobrimentos de trras,
tndo cessa. A accio s^gaia-ae a reaccAo, perdaa
aobre perdaa de conquistas de navbs de riqaesaa
por toda a parte.
Desde que a decadencia de Portugal se esesn-
cancarou aos olbos do mundo. Hollanda, Ingla-
terra, Franja desvassaram marea at entai e ro-
teados por portugueses, e se precipitaran! sobre
suas presea com presas sem domno.
As ludias e frica foram as primeiras perdas
portuguesas, e para abi deixaram de dirigir os
portuguesas sais vsNb. Olbaram ntao para o
Brasil, como nica salvacS'i dos que perseguidos
no solo europeo pelas tyrannua de H apacha, pre-
cisavam procurar longe, lo ige da patria, abrigo
f refugio.
Nao podiam permanecer apegados ao solo portu-
gus, que nada rendia, porque os diurnos, alcava-
las, e todas a especie de tributos, o&o deixavam
nm ceitil de saldo do l-.br quotidiano per mais
robusto e productivo. O clero, a nobre, e agora
maistudo o governo beapanho', as autoridades
hespanbola, as guarn^iVs bespanbolas, nao bavia
seiva que as ta-tasse, migaihss que Ibes bastas
sem insaciav.l cubica. Accrescia ainda qae o
recrutani'iiio continuo, b que os pobres alato-s
andavam eujeitus, c que Ihea arrancava filboa, pa
rentes, brc s preci. sos para oamaibo daa trras,
08 obrigava a occultar se pelas montanbaa e de-
sertcs, afim de escaparen) sanba dos conquista-
dores. Pr o Brasil eomeca, pois, enlAo a pre-
cipitar-se urna regular eroigracao, e levantavam-
se cidades. povoacoes, vinas aqu ealli dispersas,
entrando d'abi por diante, a coloaia at eolio
quasi abandonada, a pro. perar.
A maior parle dos nvrosescriptoa nessa epieba
sendo sobre oe assumptis que me 'cionei, poderiam
corresponder lbe ao gesto, porque a pbitograpb
vam fi.-imenn ; acs lempos posteriores, l.davia, n.
podiam agradar, e d'abi nasce que a educacioentre
nos, e a oiff-renca doe coatumee ideas nos ievam
Ja despresal-is, sem mesmo querer percorrel-oa.
Que nos importaos vidas de santos, de b atoe, de
ei, de monjas, de bispoa, de abbadea ?
be "in a interessa a historia da iotrigaa dos
IdBteiros, a deecnpco doe sena monumentos, daa
anas capeilaa, dos seus cubilos, das sns aalaB de
jantar ? Uusa ou utra pagina admiravel de po-
samento e de esiylu cff. rece a vioa de 8. Fraucis
C0 Xavier, etcnuta p. i Luceua, urna on outra pit-
toresca pintura de coatumea daa Indias, que e'le
aabe priro. rosamente ngastar na sua obra, mas
que teaaaboriK em acomp.nbar as peregrioace
do famoso jesuta, alias o carcter inais bello, ho
nesto, bno..o, caritativo, entbusiatico religioso
que se pude imaginar !
lj}0 eeiript. t n ronpetas de estamet>ba, da fmgahdade da SUB nu-
tricio, da mais ptquena o6r de cabej que a- lTV.u
o santi, d maie insignificante accio ou palavra
que elle p/aticae ou diasesse.
Por sen lado, Fre Bernaido de Brito, meetre
igualmei t. d lingua, posto que nio ift fjente,
mais po.t e ioagimao toaavia que Lucna, ator
doa-DOs a meute c-m apontnmfnio miudoa da or-
den) de Cisier, elevando apparattoaamtnee altu-
ra de milagree faetos os mal instinto, por
meio oe inv.avoe e fbula, que t a creotlidd.
txcesaiva aomitt^. Anti dio Branoo, maia ven-
ieo e sensato, lo p.'itue, com tudo o pincel tio
delicaoo, e tu* iinnoagem no facioa da monar
cbia Otila o,uito a d.stjar, Franciaco de Andra
nem a expressSo potica de Fernio L ipe, nem a
ciencia e initruccio vaata e olida de Kuy Qjmea
de Asarira. Diogjdo Couto eleva ae por vaos
verdadeir*. phil sjpbia, Fernio Meade> torna-ae
nio raro encantador e amen <.
Ora mus'ra-se Francisco Brandis, qaalificador
do Santo Offieio, delineando em eatylo pomposo,
maa pobre de ideas, umi enfiada de cireumstaucias
miulas que intromette us suas ebromcas para ihe*
attrabir o intertsse. Manotl Severins de Paria,
pjr seu lado, adopta a critica sem philosopbia,
mais arte que sciencis.
O padre Baltbasar Telles, precioso que s no-
ticias que nua d do Brasil, da cathequiaac&> dos
gentos, da inflj.ncia dos jesutas, est abaixo de
qualquer apreciaci', quer pela estylo pesads e in-
ctrrecto, quer pelos elogios eothusiastico e exage-
radsimos que tece Compaobia de Jess I
Felizmente que i ver. s Francisco Rodrigues
Loboredige e publica dialogis agrada veis e inte-
ressuntca para encarecer a lingua portnguea,
conaervar-Ibe a purea, patentear-lbe as beileaas,
e supplicar a sena c nterrancos a cnltivem com ea
mero, p rqu; ella substitu; a patria, e suavisa as
a es do momento : em quinto que nma infinidade
de escriptorea que ae intitlalo sagrados nio se
oceupam seuioem cada vez maia firmar as supers-
cicdds, e conservar o f natiamo da epicha.
No meio, poim, desea Bociedade corrupta, dessa
degradscio de caracteres, dessa perversao dos aui-
moa, dessa prosti'.cio dos espirito, que sufijcs.am
a nacionalidade portugueza, eameacav< sua lingua, sugando-lbea os caracteristieos de ori-
ninalidade e autonoma ; extinguindo sua 1 ttera-
tura, e Bumindo-a entre eompoai(,Ses despidas
quasi de importancia e interesse, eis-noa refulge
urna das mais bellas inteligencias, um genio raro
por "varias qualidadea, patriota e si nio o primeiro
prosador, pe o menoa o mais elegante, teroo, ma-
vioso e arrebatador, de que ae honraos a patria, a
a lingua e a literatura.
(Contina a)
nm miau
de, e
ais
Cinto, tufo cam-e tm ntentar
o narrativa do iaetoa bit< rict.
vigoroso de JcAo de Barros,
i agradavel da Diogo do Cesto,
l-o verno da rovincla
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 9 Di
JULHO ds 18o8
Coram8-ao administrativa do patrimo-
nio do Recolbimerjto de Njsaa Sjnhora da
Gloria. InteferiJo
Emilia Oitirana Santos.Sin, provi-
soriamente e sem veocimento algum.
Francisco Lopes Machado.Informe o
Sr. commandante do corpo d<3 polica.
Joe Alves da Silva.Informe o Sr
eDgenbeiro fiscal da estrada de ferro do
Rib' irSo a Bonito.
Mara Adelaide de Castro Lucana. la-
deferido.
Mara Siquera Castro Monteiro. -De-
ferido no sentido de ser a responsabili
dade pelo outro proprietario
Rita de Jess Bastos. Informe o Sr.
inspector geral da Instruc^So Publica.
Vctor de AlbaquequT Mello. -Certifi-
que-se, nJo havendo nconv"Bniente.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 10 de Julho de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartlco da Polica
2* Beccio.-N. 642.Secretaria de Po-
lica de Pemambuco, em 10 de Julho de
1888.-Illm. e Exm. Sr. Participo a V-
Esc, que foram bontem reoolhidoa Casa
de DetencSo os seguint:a individuos :
A' minha ordem, Alexandriuo Pereira de Jess,
como desordeiro.
A' ordem do Dr. delegado do 1 distrieto da ca-
pital. Lua Francia* de Oliveira, por embriagues,
disturbios e efidosas a moral publica
A' ordem do do 2* diatricto, Tnomas de Aqui-
no, Alexandre Jos dos Santoa, Vicente Pereira
de Paula, Amaro Zink e Fraociace Gome, por
embriagues, disturbios e off;osaa a moral pu-
blica.
A' ordem do subdelegado da freguesia de Santo
Antonio, Manoei Bodngaea do Nascimento, por
disturbios.
A' ordem do aubd.l-gado do i* distrieto da fre-
Euezia de S. Jo, Jote Lourenco ou Manoei Bar-
bosa, por embriaguez.
A'ordem do da" distrieto, Geminiano Bap-
tista Bibeiro, Jesniuo Jote Martina, J. 4o Bruno
Monteiro da Vaacoocelloa, Mauoel Jos Bibairo de
Mant'Anna, p r embriagues.
A' ordem do do 2' distrieto da freguexia da
B ia-Viata, Joio Beserra de Aquino, por embria-
gues.
Ante-hontem, is 9 horas da noite, no engenbo
Jundi do termo da Encada, o individuo de nome
Pedro' Alves, ferio gravemente a Angosto Mar-
ques de Oliveira. O deiinqueote foi preso.
O delegado respectivo tomn conbecimeoto do
fa,cto e procedea a resp-ito nos termos da le.
O Dr. delegado do 2o diatricto da capital, fez
remesa ao L>r joia de direito do 4* distrieto cri-
minal do oqnerito*policial procedido coctra 8e-
mi&o Canoa da Silva, como autor dos ferimentos
graves praticados em suspropria mulher D. Ama-
lia Philadelpba da Sin fin-ntel.
No da 6 do c rrente, preatou juramento e as-
Bomio.o exercicio do cargo de delegado do termo
de Pao O'Aiho o alterca Deocleciano Peixcto ae
Alenear.
O subdelegado do distrieto do termo ds Li-
moeiro. no da 6 oeste mes, remettenao jais com-
petente o inqaeriio policial procedido contra Joa-
qnim Bento Pacheco.
O subdelegado da tregneaia de Santo Antonio,
remetteu ao Dr. juis de direito do 2 distrieto cri
minal o inquento policial, procedido co .tra Jos
Alexandre Ca Silva, coobecido por'Jo- Bala, pek
crime de nrmenlos grsves praticados na pessoa
de ioui.io Manoei Feriaira, pelas 7 turas da
noite de 26 de Jonbo ni ixo.
Oov o delegado de Ja boa lio, sobre o factA p.i-
blieado no Jornal do Rea/e de $ do correte, de-
baixo da epigrapbeBtpaneameato em Tegtpii
tendo como rt-sposta a inturm.ci< constante do
, fficiu junto, que iffereeido pelo subdelegado rea
pectivo, convind i ccreeeor.ar que o ref-rido de-
legado f 'i pesaoalmente ao lug^ar Tegipi e encon-
trn a localidad em boa ordem.
Ouvi tambero o delegado -de Ip publ cacioCom a policainser ua Provineia
dr 26 do pausado, leudo tido em resposta que no
da 1* do respectivo mea, o ex eacravo Mantel, de
lata em puobo e ccete, fra provoj-r ata *x se
obtr Joio de bouaa Leo, aeodo neata i^caaiio
preso e remettido ao subdelegado reepeciivo, qne
o aeteve por qoatro dias, sem que ae dsse vio-
|. ocia 'un contra 3 dito Mauotl.
Peio Dr delegado do 2* dmricto da capital fo-
ram remeitidae eia reparticio 27 facas de pon
ta, 14 canivetea, 18 C-mpao, 8 navaiba, 4 SJS
peto, 8 poubaea, 2 agulbas grandes, 1 perna de
te, ora, 1 ferro oe cortar capiio e t bayoneta.
O delegado do termo de Oaricoiy, acompaoba-
do do Dr. promotor, do eacrivio e do respectivo
eareereiro, tea a viaita na Cadea, onde eoeontroa
9 presos, sendo 8 eentenmado. e 1 processade.
Nenhuma rcsiamaeio fistram.
Deua guarde a V. ExcIilm e Exm. d* Bcaa os 8rs Hennquc Chaves e Dr. Fernn
Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia.O chefe de polica, Francis-
co Dominguea Ribeiro Vianna.
Subdelegtcia do 2 diatricto de Jaboatao, 7 de
Julho de 1888 Illm. SrEm reapoaa ao officio
de V. H com data de 5 do corrente, acerca da. pu
blicacio do Jornal d > Reoife de 3, eob o titulo
Espancamenlo em Tegipi, compre me iof jrm ir a
V. S. o teguinte :
Vindo por diversas vezes feira desta localida-
de, um subdito portugus expdr venda sabio,
sem licenc* da Cmara Municipal desta comarca,
foi pe) procurador da mesura Cmara advertido
da que sem pagar a reepactiva licenoa, nio poda
continuar a vender a aua m -rcadoria, sendo nesaa
occasiio desatteodido pelo referido portugaei,
que o tratou grosaeiramente e proteatou continuar
do Mendea de Almeida.
A taxa addicional de 5 0/0 produaio o mes
paseado na Alfandega da ctte a quantia de ....
15*3:974*857.
-Pe decreto de 4 tornoa-se extensivas, con-
cessio da medalba de mrito militar aos offleia.es
de marinha que fizeram a gu rra do Paraguay.
Por decreto da mesma data foram nomeados
alferes-alnmnos : 2 cadete Rob ns do Monte Li-
ma e soldados Can lido Mariano da Silva, Joaquina
Marques da Cunbs, Alexandre Henrique Vieira
Leal, Egydio Tallone, Julio Archim des Baritel-
los, Heunque Nogueira Borgcs e Joio Mara Ma-
co lio.
Um telegramma de Ooro-Preto, datado de 3,
dis o seguinte:
Na aaaembla provincial uomeciri a aer dis-
cutida amanbi urna indicacio sobre a federacio
das provincias.
E' geral o interessu e o entbusiasmo que des
a ter, independenle de licenoa da Cmara, seu parta essa idea, e c ota -se com apoio das banca
genero de negocio, pelo qne foi pelo mesmo
procurador cooduzdo minha preseoca para pre-
venil-o de qne sem- pagar a respectiva liceoca.
nio podia ter tal negocio, e n-ate interim inter-
ven) um individuo de nome Jeronymo, qne pagou
pelo portugus a importancia da referida licenc,
terminando tudo na me hor ordem, sem haver es
pane-ment de espacie al.ama, nio aendo por
consegninte exacta a noticia, que l 89 no Jornal
do Recife de 8 do correte.
Quahto i segunda parte do citado offieio de V.
8., tenbo a informar que a praca de nome Jos
Ignacio siroplesmeote minha ordenanca e nun-
ca fes aqui desacata i pessna elguma, nio sendo
aind exacto o que dis o Jornal do Hecife de que
elle faz aqui as veses de actoridade.
Deua Guard- a V 8 Il cisco XiVicr C .mello Pessoa, muito digna delega-
do aopplente em exercicio.O subdelegado, Mar-
eeliino Antonio Pereira.
Secretaria de Polica de Pernambueo, 10 de Ja-
iba de 1889.
Conforma.Pelo secretario^. Franciaoo Geraldo
da Silva Barroio.
Thesonr Provincial
DESPACHOS DO DA 10 DE JULHO
1888
Dr Joaquisa Correia de Araujo, Paiva Valente
tr,I iiTfiSsni '" Pereira de Moraes e Joa-
quim Bernardo dos Ro.Certifique-se.
Salvador Barbalbo Uohoa Cavalcante e Antonio
do armo Prreira. Haja vista a Sr. Dr. procu-
rador fiscal
Bario de Serinhaem.Ao Contencioso para at-
tender. -
Antonio Joaqam doe Santos Maogabeira, di-
rector geral da Ooras Publicas, Battbolomeo IR,
Joaquim V. Teixeira, Gnalter Martinianode Alen
car, Candida Maria da C -nceicio, Mara Al vea
G^ndim, Amaro Ferreira Tavares, Manoei da Sil-
va Chaves, Joaquim Jos Pereira Bangel o Balbi-
no Jos de Carvalho. Informe o 8r. contador.
Benjamn Ai Carmo Lopes. Eutregue-se o de-
posito.
Bento Pereira Bastos. Satisfaca a exigencia.
Becebedorla Provincial
DESPACHOS DO DA 10 DB JULHO DE
na 18H8
Maria do Pasaos da Porciuncula Amorim.
Certifique-so o que constar.
Jos Hoo G noalves e Silva Asevedo & C
Informe a 1* seccio.
Bamiro M. Costa & CA' 1 seccio para os
devidos fias.
Manoei Jos da Silva Gaimaries.Junte co-
nbecimeoto de qnitacioa que allude.
U1AK10 DE PERNAMBCO
RECIFE, l DE JDLHO DE 1888
MotlcIaB do sal do Imperio
O vspor francs Villede Pemambuco, entrado
bontem trouxe nos folbaa da corte, de 5 do cor-
rente, daa quaes extractamos as seguintes noti-
cias :
Telegrammas de Buenos Ayres de 4 disem o
seguate :
As relsces entre a Bolivia e o Per acbam se
muito estremecidas e ha receio de um rempimento
entre os dons paizes.
O governo da B.livia mandn comprarpe tre-
chos bellicos ua Europa e decreton a mobilisacio
das tropas da repblica.
No Per deram-se tumultos de gravidade do-
rante aa ultimas Ucos e reina ala grande agua-
ta ', receiando ae novas e maiores desordena.
O governo toma medidas extraordinarias, que
fazem aoppor imminente um movimento revolucio-
nario.
Em Valparaso nm violento temporal causn
graudea estragos na cidade e arredoies.
Os prejnisoa sio conideraveis. Em todo o pas
ii havidojnuuudnvoes, cantadas por ebuvas co-
piosas.
Sio avultados os prejuisoa
Amanbi sio esperados aqui os jornalistas brasi-
leiroa, que terio festiva recepcio promovida peloa
se a collegas de imprensa.
E' geraimnte lamentado o do comparecimento
s teau jaitas de Bucayuva, Nabuco, PatrtCinio,
Serra, Araojo e Sonz F. rreira.
Aji a recepcio doe viajantes ser-lbcs-ba ouV
recido um luncb, e i noite bver espectculo no
tbeatro Colon.
Outras manifestacoes se prepatam, entre as
quaes xcursoea de leereio
Coquel'in fari a sua estra sabbado cem Le rnt-
d'cm malgr lui. _
O ceiebre actor consagra mnitos elogios so Bra-
sil, onoe, teve sympaibico acclbimeoto.
__ Na Bepublica Argentina f.iam apresentadaa
propostas para a coostrnctio de Bi lotos cmi-
obos de ferro.
O termo medio da f xteosio das linbaa, caja con
cessio solicitan) o constructores, m (ua maioria
ingieae, de 60" kiumetros, firmando nm total
de 19 K00 kilomeiio, p. ia o qual ae Deoee.ita de
um capital de 422,400 0(0 pesos os*>a.8.
E' asbim que a unao aigenlina afiiinae ga-
rante o aeu ogranoecimento Cimmeitial e o aeu
progreaso industrial. ,
__ Sua Aiteaaa princezB imperial regente rece-
ben do 8r. Vifinde da Motla Maia o aeguiDte te-
legramma : Tenbo aeatisf>co oe diser que 8.
Mf o Imperador vai muito b Houve a 4 despacho io>penal no paco de S
Cbrisiovio, principiando i 8 e teimnanoo is 10
hora.
8r. ernielbeiro A Prsdo, ministro oa agn-
cnltura, nio cimpaieceu pireifeimo.
O Sr. Vifc.ode de* halvaoor dasMattosi-
a croe
nb' foi agraciado cem a digniiaiia dafoemd*
B"sa.
Foi escilbido-teidor |els prevnola de Mi
as Geraes o Sr. nnnei.o.drr Mantel Jit Sta-
res, depulado pela m.>m. prvin.ia.
Poi agranado & m o tsiBtu de fcario de Ca-
tuana o eioselbeiro Jciu Ju fereir de Agoiar
Foi encado << m a o mi enoa da iidem da
Bosa u Sr Tbmz Larangeira, viee-cootnl flo
Brasil em Asaua.pciu.
O Br. SBBDisiro do nperio declaren so pre-
sidentes de provincia que ss desiesa eim os *xa-
mes de preparatorios coritm por corita das sae-
mas provincias. j__
Foram agraciados eom o iffieialatoda mdesB
das lib ral e republicana e de adguus votos con-
servadoras, a
O resultado conbecido da eleicio do 9." distrieto
de Minas Gerees era este i
Or. Cari ib Martina (L) 487
Dr. Monteiro Manso (8) 4U0
Dr. Barbosa de Cuatro (C) 312
Evaristo Machado (C) b5
Faltam as parocbaa de Aventureiro, Santo An-
tonio, Santa Bita, da G'orin e Dores da Victoria,
cuja votafio nio deveri influir para qne deixe de
baver segundo iscrutinio entro ns c -nti latos mais
votados, Drs. Carloa Martina Ferreira e Antonio
Romualdo Monteiro Manso
N> parochia do Banco Verde deixou da baver
eleicio.
Da provincia de S. Paulo ha os seguintes te-
legrammas :
ampinas, 4.
Etn 8. Carlos do Pinhal o preto Joio foi no ssb
b'do ultimo cbaeara de Simio S.mpaio, e all
encontrando e^inha a ora de Simeio, Palmyra
Sampaio, aggredio-a, segurando pelo pescoco e
am-aga-ido mtala se nio Ihe entregasio diubeiro.
Depois de muito maltratada, a victima entregou
5504, que tirou do om armario; oscelerado evadi-
se, de posae dessa semina, deixando a pobre se
nbasa gravemente ferida.
No domingo noite foi preso Joa -i, e a popula-
lacio de 8. Carlos, indignada, tentou arrancal-oda
pnsio, is 2 boras da tarde de hontem, o qu: nio
consegmo.
A's 11 horas da noite foi novamente a asaltada a
cadeia por um grupo d trouxe o criminoso Joio psra a roa e matou o, sus-
pendendo o cadver em ama arvore no largo da
matris.
Cata guasea, 4.
Reina grande satisfacio em varios lugares pela
pneio de Joio Paulo, que foi es:oltado por nm con-
tigeute de linba, sabido bontem para Leopoldina
Joio Panlo um famoso capaugae terrivel des-
ordeiro.
8. Carlos do Pinbal, 1.
ir Na noite de bontem mais de 400 pessoaa as-
saltaram a cadeia, de onde tiraram o preso Joio,
que amanbecen pendurado no largo da Matris,
Joio tinha espancado horrivelmeate urna senhora
de familia diatiucta, com o fim de roubar.= Alfredj
Meyer.
O Sr. coaaelheiro Candido de Oliveira discu-
ti no senado novamente o projecto de fixacio de
torca <* terrs.-
O discurso de S. Exc. foL com pequeas varian-
tes, o mesmo pronnaciadoBm sessoi anteriores,
sobre o assumpto.
O Ilustre senador combate outrance o recru-
tamento oreado; o ultimo meio, na sua opimio,
de que o governo se deve utilisar para preencher
os clares existentes no exercito, porque a cacada
humana qne se restabelece e, particularmente,
oorpue vai de encontr, revogandoa com nma
ampies pennada de ministro, le do aliatameoto
militar.
Ccobatendo a praxe qne autorisa a destacar
para servirem no commando dos corpos de b;m-
beiros e de polica officiaes do exercito que, se-
guudo pensa, nio devem ser contemplados na pro-
moco por merecimento, o orador fes espirito com
o nome de Ohnet, legislador nvlitar citado pelo
Sr. ministro da guerra no sen discurso de ante-
hontem, perguntando se se tratava do autor do
Maitre de forget, nm Iliterato de ultima ordem,
que a mi litieratnra apregoa como ootabilidade.
Livrada tio terrivel aentenca contra o eserip-
tor francs, cousa que o prejaaicari mais do que
as phrases ferinas do intranaigente critico Julio
L"maitre, o 8r. senador por Minaa-Geraes nada
mais tinba a accrescentar, mesmo porque o relo-
gio marcava 4 horas, o que quer dizer que S Exc.
diaenrsara por espado de hora e meis.
Sobre o requenmento do 8r. 8ilveira Martina,
qae nio foi'ante bontem diacutido por falta de
tempo, fallaiam o Sr. preaidente do cooselho, duas
veses, Bsiio de Cotegipe, duas vese, ministro da
guerra e o sen autor.
Em re lacio ao contrabando na frocteira do Kio
Grande do Sol, disae a 8r. Joio Alfredo qne os
faetos a qne se referi o Sr. Silveira Martina sio
ant.riorea 6 soa admnistracio ; relativamente i
iotervencio do inlernaucio na renuncia doa aeus
cargos feita pelo arcebispo da Babia e pelo bispo
do Rio Grande do Sul, acredita nio ser verdadeira,
mas que em qnalqner caso o governo nio tem co-
ubecimento e saberi enmprir o sen dever.
O Sr. de Cotegipe declaran que, durante o 8eu
ministerio, o arcebispo pedio licenca para resignar,
mas qne o imp- rador nio peimitlio.
O Sr. Tbomaz Coelbo dase que o commandante
da fronteira de t neeeu ea pracae neceasariaa para impedir o con
trabando, porque nio as tinha ; e o Sr. Btlveira
Martins nio deixou escapar a opportunidade de
faaer referenciaa iromcaaaos datea de adainiatra-
dor do Sr. Bario de Lacena.
Concluido ese debate pela votaoio do requen-
mento, toi encerrada a diecussio do atf. 1* do
pnjecto de baocoa de emissio, sendo adiada a vo-^
tacas por faita de numero, d>pia de um ligeiro
aiscuiao do 8r. Silvcira da Motta, que mandn i
mesa blgumas emendas acompanbadaa de nm re-
querimento, para que sejam enviadas s respecti-
vas coomistoea. .
Enc leu o debate do art. 2 o Sr. conselbeiro
Correia. -
O illostre senador adversario decisrado do
prcjecio, o onico que por era se conbeee e que pro-
cura cin.baielo por todos oa meios, poia o consi
dir pn juoicial e metmo perigoso.
A dis selo toi adiada pela tora.
O 8r. miuisiro de eetiacgeiro, na Cmara doa
Oeput dos, pedio oa e hora para apreaentar ama
propoia do peder exeemivo solicitando om cr-
dito suppiemeatar afim de occorrer s despeza da
commisto de limites.
Mareon-se o da 5 s 2 horas.
Dispeosada a io pressio, foram approvades as
irdh teriir.
Re leita a mesa, foi encerrada, por nio baver
orador inscripto, a 3' diat-nssin do orcamento das
despesa ao m'nuitrio da marinha; ficaudo adia-
da u votacio por nio baver numero legal pera
tl1 .
Cootii u o 2" discostio do crdito supplemen-
tar de 442:303L9 o4liniaterio da Manoba para
a veib-a o rp O ain.ada, ferca uaval e etapa
do ezucicio Oe? 1886 -1S87.
Oraiam
Li-irn no I aiz :
Part. b. je ara u Rio Grndedo8ul em eom
mitsio oo g vemo imperial, o general C arado Ja-
cob de Nituieyer.
Parece que a esta coramiasiu nio sao estra-
nhas as previdencias aonauciadas pelo governo
para reprimir o contrabando as fronteiraa daqaella
provincia, a
Sob o titulo D. Henrique Moreno dis a mes-
ma folba :
Como ja disemos por mais de urna vas, vai
aer i florecido ao honrado ministro argentiao, no
dia 9 de Julbo, o seu retrato, que desde das est
bxposto na vitriue da casa Farani.
< Eisa oSoreoda pelo carcter popular de qne
se seba revestida para melbor exprimir a sincera
deferencia e amisade de nma naci amiga, teita
por subscripcio^iublica, tanto maia significativa
quauto maior fr o numero dos subscriptores, ca-
jos nomes serii depositados, nos autagraphos, em
riquisimo lbum de velado, expressamrnte pre
parado para tal fim. Para maior commodidade
daa pesaoaa que desej-irem coacorrer para a sub-
scripcio, ha 1 atas naa redaejoea dos jornaes, na
casa Farani, Senado, Cmara dos Deputados, C-
mara Mnmcip.il, PaculdMe de Mediciua e Escola
Polytechuica.
O Sr. ministro da marinha maniou elogiar o
1* ten-n'e Carloa Ambr sio do R go Barroca, au
tor do exceliente trablho Compendio theorico e
pratico de hydrographia.
O digno Sr. coas, laeiro Vieira da Silva fez jas-
tica a um dos maia distiuotos e activos officiaes
subalternos do nossa manoba de guerra.
INTERIOR
Correspondoacia do Diario da
Pemambuco
PAO D'ALH 18 de Julb*.
No dia 18 de Julb prximo fin f o, o
o R-v.ira. Manoei Candido das Cbigas
Qoadim, vigario desta fregujza, paasou o
excroiuio do a u cergo ao respectivj coad-
juctor conego Vasoon ellos Aragao, por se
acbar de liceoca.
No dia 19, assumio o exercio do cargo
do delegado de polica desfe termo, na
qualidade de 3 supplente, e cidadao Fir-
mino Venancio de Araujo.
No dia 20 retirou-se desta cidaie o ca
pito Antonio Francisco Cordeiro de Mello,
par baver sido dispensado das commiaao' ,
que aqu czercia, de cotnmandaute do des-
taoamento e delegado de polioi?.
O capito Cordeiro, durante o piuco
tempo que aqui este ve, portou se muito
be.n no desempenbo de sua missao, tor
nando-se por isso digno de encomios.
As imites de S. JuSo, foram, aqui, mui-
to festejadas, e n-.uhti n incidente desagra-
davel hoave a lamentarse ; no da 28,
porm, vespera de S. Pedro, s 7 horas
da noite, foi incendiado o p-queoo estabe-
ltjitnnto comtner ial de molbados de An-
tonio Florencio de Barros, sito praga do
conselbeiro Joaj Alfredo, nesta cidade, o
qual se acbava aottido de diversas qualida
des de fogos de artificio, motivando o in-
cendio utn buscap, que penetroa no
estabelecimeato. O fugo durou cerca de
15 minutos e produaio muito prejuiao, nio
oanaeguindo destriuir o predio, etn raz^o
do soccorro prestado pelos habitantes des-
ta cidade., tendo queimado apenas o tacto,
que era de panno e estragado parte da
armacSo, afora as meiuadorias, que ezis-
iam, as quaes fijaram, amas em cinza e
outras completamente inutilisadas.
Felizosente aabiram inclumes, o dono
do estabelecimento, e os demais circum-
stantes qne a soccorreram.
Nio se soube quem soltou o busca-pe
cread o-s-2 que elle nSo fra soltado de
proposito*. A polica comparecen e syndi-
cou do facto.
Em 4 do corrente mez, reassumo a
exercicio do sea cargo o subdelegado do 2o
distrioto deste termo, alferes Jos Vieire
de Melle Franco.
No dia 5 chegou a esta cidade o alferes
do "corpo de polica Deocleciano Peixoto
de Al.ocar, nomeado delegado deste termo,
aesumiudo o exercicio no dia 6.
Por aqai, o invern tem sido regalar.
A ordem publica vai sem altoracao e a
polica compre o sea dever.
TAQUARETINGA, 30 de Junho.
Principiarei noticiando que no da 3 do
correte houve fasta de S Jis em Ver-
teDteB, e logo ap a consagraeio dos ej-
ercicios do raes Marianao, com toda a pom
pa e solemnidade possivei, havendo gran-
de concurrencia smpular, indo daqdi a^ ban-
da de msica marcial que muito abrilban-
tota o acto.
As festas populares de S. JoSo e S. Pe
dro estiveram animadas, e, felizment-,
este anno aqui nio tivemoa de lamentar
desastres, ocoasionadoa pelos costumeiros
tiros de roqueiras e imprudencias doa
Binantes do Deua Bacho.
A grata noticia que nos foi transmttida
da corte por telegramma, de ter sido agra-
ciado com a commenda da ordem de Nob-
so Senhor Jeens Consto, o vigario Keno-
vato Pereira Tejo, veio encher-nos de sa-
tisfa<,'ao, pois, j se faia esperar qualqner
remunerayo hononfia k aquello sacerdote
que tantos e to relovautes scr^iyos tem
p. estado a seu paiz. Nusaos parabena ao
agraciado.
O invern contina regularmente mar-
cando o tbermometro actualmente de 16 a
21 centgrados.
A paz do Seuhor reinou aqui entro nos
nJfeorrente mez uio se registrando nos
unnaes do crime uiu s facU digno de pu-
nicio. Entretanto nio deixar-m de 8 r re
colbi ios coberta enchuta Antonio Mr
tinada Silva, Joa Dumieio Nogueira, Ma-
noei Joio de Moura,-Francisco Gone/lv- 8
Beserra Campos e Antonio Ricardo de
Anana, os ites primeiroa pionun ia los oo
art 257, o os ultimes no art. 205 do -
oigo criminal, sendo que Amonio- Martina
e Jua Dioniai, allegando pree.ripvo,
que prov^ram, foram posto ao ar hvre. *
A 18 do crrente, da deagnado para, a
2* sekso o jury deste termo, teve lugar
a sua reuniu ; o tendo sido apreaentados
qoatro pro^essos, devidamente preparados
pele juiz municipal em exercicio, fr asa
elles julgados como adiante se v :
Dia 18 : Amaro Jote Baptista, pronun-
ciado no art. 257 do cdigo criminal, tendo
por curador o tenante coronel Jo vino Li-
meira Dino, foi coodemnado no medio do
referido artigo; Manoei Senico Landeline
de Azevedo, ausente, pronunciado no art.
219, foi obaolvido por unanimidade de vo-
tos.
Dia 19: Francisco Goocalves Beserra
Campos e Antonio Ricardo de Ananias,
pronunciados no art. 205 do cdigo crimi-
nal, tendo por advogado Pedro Pereira de
Araujo Lima, foram absolvidos; e, final-
mente. Manoei Joo de Moura e Pruden-
cio Bispo Portugus, este ausente, pronun-
ciados no art. 257 do cdigo criminal, ten-
do Manoei Joo por advogado 0 tenente-
coronel Dint, foi absolvido por unanimi-
dade de voto.-, sendo Prudencio condmna-
do no mximo do referido artigo.
Assim terminou a 2' sessSo do jury des-
te termo, presidida pelo juiz de direito in
terino da~i-omarcii, Dr. Manoei Tobas do
Rega Albuquerquu, oceupando a cadeira
da aecusayo o Dr. Francisco de Ferias
Castro, promotor publico da comarca.
No da 5 do corrente, stimo do pasea-
mente do Dr. Jos Tavares da (Junba
M lio, teve lugar na matris desta cidade
misaa com tfficio e mem parecendo a familia do finado e diversas
pessoas gradas do lu ;ar.
No dia 12 seguio para a cidade de
Qoyanoa onde vai residir a familia do fi-
nado, deixando aqui gratas recordacS -s.
O obituario Leste mes foi, aqui na cida-
de, de quatro prvulos e dous adultos, sen-
do que em Vertentes, desapparecram d'en-
tre os vivos o alferes Joaquim Teixeira da
Silva, do leso cardiaca, no dia 8; e D.
Antonia Maria de Jess, de traqueas senil,
no dio 21 do correte.
O primeiro, anda moyo, de um carcter
sincero e digno, deixou grande vacuo entre
aeua amigos, que lammtam a su perda, a
a segunda, respeitavel matrona, digna por
suas virtudes e cardade evanglica, deixa
urna numerosa prole, entre a qual o tenen.-
te coronel Landelino Manoei de Azevedo,
a quem, come aos demais prentes dos fias-
dos enviamos nosaas condolencias.
Nada mais digno de meocSo.
POVOAgO DE S. VICENTE, 4 de
Julho.
Temos tido um rigoroso invern, e por
isso a saffra do assucar ptima, e a dos
eutroa cerea-8, parece-nos que depois da
secoa de 1*77, esta ser a melhor. O nos-
so mercada esi firme, exceptundose a car-
ne verde qae est quasi de graos. ..venda-
se a 400 rs. o kilo, e agora est por 200
e 220 rs. e ninguem quer-' Que tal? O
milho vendeu-se na ultima feira a 140 rs.
10 litros, o feijo de 400 a 500 rs. a mes-
mo a medida a a farinba de 240 a 300 rs.
J se pode viver !
Ante-hontem deu se na agencia do oor-
reio desta povoacSo o seguinte facto :
A convite do Sr. agente, comparecen o
Sr. professor Francisco Q. de Barros, afim
de receber doas cartas com o valor decla-
rado de 100$, viudas dessa capital, e como
de lei, o destinatario abrir a carta afim
do agente verificar se realmente vinha a
qu-.ntia decl-rada, o Sr.profesaor nio op-
puz-s', a isto ; porem, dentro de ama das
cartas vinba um pacote, que contnha, alm
da quantia declara la, mais 30$. Logo qae
o agente vio o contrabando multou ao Sr.
prof -88or, conforme determina o regolamen-
lo, oue en olerisado, arremessou dita carta
coma quantia sobre urna mesa do agente,
e retirando se immediatamente, fes s^gotr
para Timbab* um portador, denunciando
o agente s autoridades judiuiarias. Em
vista disto, parece-nos, que ao Sr. admi-
nistrador compute syndicar do faeto, e ao
digno inspector da instru co publica, to-
mar conbecimento do procedimento do Sr.
professor. Diversas pessoas gradas desta
povoa^o preseniiaram o facto.
as p.ivoacS-s de Macape Pirob desta
fr gu-zia, tem se dado disturbios.
ASSL'ab-LEA GERAL
mus do
REKORvl A JUJL.IARIA
(Concluido)
Ministerio publico -Art. 8. Haver um precn-
dor geral oa cuida, soberana e faaenda nacional,
centro de aeco do saiuisteno publij.', junto aa
bupremo Tribuual de JustiQa.e tantos pro urado-
res impenaes quanlaa fono ae relacoes do Im-
perio.
g Io Compete ao ministerio publico, alm do
que e*t deiei minado oa legislsr/o vigente,
I tm mat-ria poltica e aoniinislrativa :
a) coaaullar oa preaidei.Ua Oe provincia, aa 86-
crttanas d ratado, rtpartuVa de faaenda, ama-
ras uiui.icipaes e juntan mumcipaes.
b s-r i'uvida u. e eas. de extradiccio. expulsan
de eatrangeiros, rnuiprimotn de cartas n gat-nas,
rsecocan de aent- uvas de tiibunaes eatrangeiros,
autonaaci' s cumpnhia esirangeiras para tuoc-
conareu. i-o imperio, coneesso de privilegios, pa-
tales de luvenci, contractos de servijoa p'uoli-
coa e quaetqui r ouin a em que for intereaada a
tasenda. ali.n^ci aforam nio, loeaci dament de beu nacionaes, couc-ioeo de teras
devoiutas, revlidc4 d acamara* e legitima-
vio das posse, re| d.- fabrica e de contracto de aouiedades toinmer-
ci-ee.
o) intervir na procesaos de tomadn de asseotos
peio Mupremo Tnbunal de Juanea, uii tncui, re-
vit aongui'iade do magistrado, sua inrapa-
uidaOe ptiyaiua oa moral, CJucurao p .r o pn heO-
chimeuto da vaga de juis de direito de pnmeira
entrela e apoaeutadc
d) interior o re.nrao d. k'jbea* eorpf *
vor de uaciunaea ou esirau,
em ana lioerdade oa ameaoados de ce
a.
II
I
.: I

tas&k!
BH
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'V'- :.:-.--' .'"

*m\W
ftl
10 de
autoridad* jsdfasa. m pli-
do art. 5 4* e co-
*

por qaalqui
[al, o de gree*;
proceder as i
eperaroa. doa*. 6* 4-
II so materia etvu e cammercial:
a) exeroer aa tunecSe qas os regulamento fo-
rem eitabeleciee, qaer como part priaaipsl,
qaer como assiitente;
b) offioiar em todo oa feitoi da revUta e ooa de
) aervir de carada faeai daa masas* fHi-
dae;
d) de carador eioaaial daa mssjase asareisa-
doa oa liquidaeao da ssaiedsodas eommercaeam;
. e) de carador ad asas e mi liten, qaaado nis
fot parte.
IIIsm materia criaaiaal:
a) apoetlar oa inistpor recuas* de revista,
eosforma o caao, de qsalqsvr aeateoca proferid*
eootra lei ezpreiia e oosar tm todaa aa feitos de
revista e noa de revisia;
b) exeroer a acedo publica no crimea da lei n.
3,846 da 14 de Outubro de 1387 e en todas oa
oatroa nio reaervadoe 4 acola particular ;
c) requiaitar daa autoridades policiaea ai dili-
gencia* necesaariaa iadagacia daa crimea e des-
eobrimento do delioqaeate*
17en miteri diacipiiaar exeroer inapecolo
obre :
crivie da enea?, jarv e oxeseos* crtmiaaaa, re-
gistro de bypotbeca, do oemmeroio, do estado ci-
vil e depositas publicas ;
6) aa priedae e penitenciarias, asylos de or-
phio-s, alienados, mea litros e oatras qaaesqaer ia-
* ti lateos pas de beoefieneia ;
o) a tatalaa a cartolas, observadas aa soguin
tea dispoaicpaa :
1.* O eatabeiecimeuto de caridade, que roso-
Iher orphiaa oa meaorit, seri considerado tutor.
2.* A mulb-re que podem aer totoras, acei-
tando a aaateagtLt a assignaado o tormo da tutela,
do qoal dar constar a reanoeia do beuaficio do
Velioaoo e de quaesqaer aatros privilegi ia, fiuam
obrigalas, indepealate de provial o espacial.
A irsad gerso ina a a ta, irml gersaana da pai
oa da mil do orpao ca azar dicto, sendi aoiteiras
oa navas aem filhaa, palerio exarcar a tatela oa
cratela.
3. Os totorea e caradores reaponlem coma de-
positarios petos beus ate seas tutelados ou crate-
la loa e aeria preaos at que paguem, oa pelo lem-
po de daaaaaaoj verificado par va asecotiva qua
Ibes falleces os meioi de pagar. O director dos
tateladoa a enratelados laiemaiaacio impre-
sertptivel. A ea-as diapoaiodaa fi.'aai aajeitoa os
que toair-ea rpalos 4 soldala.
4.a Ser constituida lo aonselbo para a tomada
do coatas ato tutor oa curador, compoato da jan,
como presidente, e de qaatro eidadais por elle aj-
aleados d'eatre oa pareutea mtis proxiaos a ido-
naos do tatelado oa crate.ida; aa falta d'entre
oa maia qualifieaios do logar, qao a podero ea-
eaaar-aa pelos motivos que eacaaam da tatela. A's
sesada deveri assistir o carador ge-ral, sob pana
da mol:* qu o goveras podar cain ninar no re-
galemento at 10J* a qatJquer das iaacisioaario*
o m aaroo do caoselho. A malta applioad* aos
aaylia de rnaairos, qaa houvar aa localiiale oa
aa maia prxima.
5' A mii, enqaaato viuva, ser aaufructuaria
daa beaa doa filboa.
f* Enr-wm o miniaterio publia ):
I. O pracorador geral da corda parante o sena-
do, o supremo tribunal da jastica, o cooselba de
Estala e as sacraiarias do Sitado, com?etinio-lbe
as attrisjoicea qaa exsrcia o procurador da cora,
soberana e fasaada aacioaal, a saais :
a) iaspoiaioaar maliata ou imaoiiatamoate os
precaradore* impariaea, promotores publicas e
agaates do ministerio pablico e expedir instrue-
80a ptra o desamp.-nho aiforaa e regalar de
uia faaocoas ;
6) raaatr en coaiereasia 03 procara lares imae-
riaasda c5rta e di p-)/i 131a do Su de Jaaeiro,
podaala oavocar oatras reprasntaataa domiois-
terio p.ib ua ;
c) aprea.intar ao s;ovarao ajeria!, aaaaalm^ate,
o relatoriodos trabalbis do miaisttrio publico com
as aforro looaa recaiidaa sibra os sarvicoa exeau-
tai i, do n lai o diSjulialas occorridas aaexe-
ca(idtal9ia e prorideaciaa aeeeaaaria's para o
regalar extrcoio de saaa fuao^oas ea a baos da
admiu'.straoio da jaatioa;
d aasistir pesaaaliiiaata, qaa lio lbe pardear
coaveliante, a) jol'inm'.a aa retael) de algumt
caaaa da competencia da ministerio publico ;
e) moa lar qaa oa procuradores imprriaes eos
proaoitores piolicos diauaoiem os crirnaa de saa
compataucia, que lbe constarem ou chagarem ao
ea eoabs;noaa'.o ;
/; saaaiir qu) oa prosuradorai iaapariaa e os
pro.n itoras puoheaa iutarpaabam appailaglo oa re-
Titea doi ialjamia'o) niiltoi, s no iaterasseda
lei e pira verifio*;!) di raapoaaabilidada da jai-
sea o tribu iaaa ;
g) isapatrar a grac imperial ea favor dos
r coa lunaaios, qu iu ia a proseaaa for evidea-
temaata salla ou a caademaaoio resaltar de fal-
sa prava verificada posteriormente caniem 11-
eSo;
h) reqnarflr ao sapremo tribanal, verbalmaate
oa p ir esoripto, habis eorput a favor da nacional
ou estraageiro, se lo: coaltar qa> aoffra coaatran-
gimaato illegal ;
i) seroanlo a cinflictos de jurisdiccao e
qaeataa de competencia, bem coaa nos jugamea-
tos de anligaidade das magistrados e de ana ia-
Oapacidadd pbysica oa moral;
;') oS :iar ea todos os feitos de revista ;
k) delegar no pros-orador iaparial da corte eda
firoviacia do 5io da Jaaeiro o exerciaia de saas
onacia da pro-notor da juatica, quaaio caavier
ao aervifo publico;
l) represaatar a gov3rao e requerer aa aapre-
aso tribaaal o que coavier admiaiatraoao da jas-
tica;
II. Oa proearadores imperiaea parante a preai-
deoeaa d> proviacias, reiacas, juntas coamer-
eiaes, repartigoea da f ixaa-ia u cmaras maoici-
paa, caapetiudo-lbea, noa diatrictoa das relacoes,
as mesaas attribuiotias do procarador geral, e
aoaia:
a) remetter, annualmenta, ao procarador geral
O ralatoria sobra o estado da administracao da Jus-
tina, expando as dtficuldales e lacaaas qaa en -
eoatrar na exacuca> das lea, aasim cama os erros
e ineabereucia? que obae.var na jarispradencia;
b) communicar ao procurado' geral as negli-
geneiaa omiasoea e prevaricacea dos magistrados
e empregados de jastiga ;
c) participar ao procarador geral os casas de
candamnacia, que autoriaam o reourao do artigo
8o a-g, verificadoa no sea diatsicto;
d) daaempeabar aa faaccas qua passarlo dos
fi'caes das tribunaea do commercio para oa secre-
tarios daa juntas comaerciaea;
e) proaaver a toaada de asseatos pelo supre-
ma tribaaal de juatica nos termos da artiga 11
laico; .
1) oifi;iar em todos os feitos de revisao ;
_g) faser por si oa por qaatqaer dos agente* da
miniaterio publica a inapecca de que trata cate
artigo ln. IVa b;
h) aasiatir pesoalaente, qaanio lh parecer
caovenienta oa for determinado pelo presdante da
provincia oa procaradar geral aa sesadas do jury ;
i) visitar as prisoa para represaatar aa go-
?croa o aau redimen e estado, promivar o anda
meato das prosessoe e requerer a soleara dos roi
iadevidamente preso, davaado s;r acompanhado
pelo prona", ir publico ;
) reprasantar ao governa da provincia, ao pro-
caradar garal e reoaarer RiUglo o qae for a
boa da admtnistragia e da jastiga ;
III. Oa promotoras publico3 e aeua aijuietos, pa-
rante aa juatigia da pas e jaiaos ia 1 instancia,
meaaa le rallase colleetoriaa; aceamulanio as
fan:;a'i da coraioraa garas* de orpalaa,.promo-
tora! da eapailaa e raaidoos e pro sara lores da l-
mala nacional, nos termos em qas nao estiverdm
ere t loa e provilH por le tae* cargos, coapatin-
dala m ai tara i aa maaaa attribuagd i doa pro-
caraiore iaaerina no diatriese, ao qaa Ibas coa-
eren a legisUgj rigente a maia :
a) comanaioar ao govemo na corte, ao presi-
dente aa provincia* e procura i ir iaparial as ne-
ajlfgaaaiaa, omi<5j* oa previricagoa* do* magia-
trai n a aapragadoa da jaatig;
i) participar ao procarador garal, por interme-
dio do prwarador imperial, oa oasis da jalga-
:o< aulto* pir isr impetrada a graga, juataa-
^^^Mloauaaota* neaaa*aria*;
i laoalaaaie ao procurador geral por
;rocur*dor iapariai raUtorlo soore
i aio>iai*tragia da Jaciica, noa termo*
amere*' a* juia da Waito a auCaridade do termo!
que'coavier 4 adminitoagio da juitiga.
IV. Oa adjunto*, a quena eomp 'tem attri-
bnicoas do* promotores publico* petante aa auto-
ridades muaieipae* e parochiaes, e a obrigagJo da
informar do que oocorrer e canvier ao exereieio
daa *oa* funogoaa, pracedoado aeapre de eonior-
midade eom aa inatraogoaa qae reeeberem.
V. Oa procuradora do* feito* da faaeoda na-
com aa
pola lagislacia
attribai-
vigente
radet imperial a qae par-
al;
eaeiaea,
co.
maia :
a) eaaij
tensa 4 f
o) dar ini
VI. Oa
petitkdo lbea eoadt
a) e proeerador imperial;
o) aa prom*ta*a* aasalioaa mu attrbaigo;a eaa-
earaeates 4a aamroaa e aaariaaa de eemoMsoi*
e 4* aooiedadea aaonymaa e commanditaiiaa por
acgd-a-
| 8o Serio nomeadoa:
a) O procarador geral da corda e oa proeara-
dores imperiae* pelo Imperador deatre o* magia-
tradoa jadieiae, alto tuaccioaario pblicos, ju-
riaeonaulcea e repreaentante* do aaiaiaterio pa-
blico;
bf Oa promotora paWiee* pelo miniatre da jas-
tiga na corte, sobre propoata do procaradar geral
da cerda, e naa provincia* pele presidenta sobre
propoata do pracorador imperial, dentre os doato-
re* oa bacbarai* formado* em direito, que tiverem
pelo mena* om aano de pratiea de (dra, preferi-
do* os qae hoaverem servido de adjaato do pro-
motor oa da jota de direito;
c) Os adjeim* pele ainiatro da jnatiga aa edr-
te, e pelo prndente na provincia aobre propoa-
ta do prooMter publico; o numero de adjaatoa
ser4 deterasiaado pela neeeaaidaae do eervigo ;
d) Oa proearadores doa tai (os da f seo la mt-
cioaal e o* proearadores fisoaes pelo mtaiatro da
juttiga em virtuia de propasta do Miaiaterio da
$) O* oicitalores dos feitos da faswaia pelo
ministra da jastiga na corte e pelo presidenta as
provincias, sobre proposta do procurador da taaan-
da ea de quea anas vesea fiaer.
4 Tadis os cargos do ministerio publico sao
aosovivma e ineompativeia eom oatras fonegdas po
liticas, adainiatrativaa ou j adietaras, e, excepto
os da adjunto de promotor, com o exarcicio da
udvocacia.
Oa embroa de poder judicial, qae aceitaren
cargo do mi liaterio publico, coatar&o aatigaidade
par* a promoeio e apoeeatadoria, ma nao exerce-
ro fanceda* judiciaria*; diapenaados, ficar&a em
disponibilidale com o ordenado correspondente ao
sen emprego na judicatura at abrir a a a primaira
vaga qua lbea caiba preencher.
g 5. O ministra da jaacioa na corta e o preai -
danta as provincia axerceraa aatoridada 'directi-
va e poder diaciplinar aohre todo* oa mambroa do
miniatetio pablico.
6.* O miaiaterio pablico e o peder jadioiarie
aio reciprocamente iadepeodentea. As faltas,
abusos ou erros serio objecto de repraseotagaVo
ao superior bierarchice, aem prejuio do procasao
de responsabiliiade.
7. O procurador geral da corda goaar daa
hour n de ministro do supremo tribunal da jastiga
e percebara igoaos vencim'ntos. Tara amento no
maamo tribaaal e no da relagio direita do preai
dente. Nos crimea individoae* e de reaponsabi -
dade aera processado e julgado como os ministros
de Eatado.
macota docoactranirimeato, mediante__
18 i 6 da lei n. 2,033 de 90 de Setembaaai
7.* Fu revogado o 4* do ai
a. 2,933.
S 8. O valor do damoo caneado ato eataard
eaieuio do arbitramento de fiangt definitiv.
Di*p?sifdei geraetArt. 11.* A consulta daa
relacoaa para a tomada de aaaentoa facultativa,
devendo parea ser onvidos os tribunaes oa juiees
qae proferirlo a* *aas*aaga* divergentes.
Paragraamo smee, Qaauado fa relagio reviaora
ea aparcar da maaaiigencia dada 4 ici na deciso
do aupremo traaaaaal de jaatiga, oa neste noaver
jadgami-nta* iB*mfc*mlnii, m4 tomad o aisent o, on
par iniciatssm de mniao tribaaal, aa a roquerimee
to de proeasroooder geeal da eoro, oberaoia e fa-
sosjasW narieaal
O procaradar imperial jsmto i relagio revieaara
ree>*a*itar4 eertidie eom e mnaawn tajada pela
art. 5 do decreto n. 61.41 de 10 de Margo de 1576 a
remetiera ao procaradar geral.
Art. 12. Para a sevieio nio seri detignada re-
lagio de menos de 7jleembargadorea.
Se nio ae conformar com a deciaio de aupremo
tribaaal, a relagio designada dar auaa tencua, e
iemetterd e feito,4 mai* pruxima, de igual oa msior
aamero de membroa, qae for deaiapadida.
O acdrdia neste casa ar proferiao pesa aegan ia
relagio, contado* oa votos da primeara.
Art. 13.* Nos eriae eapeeifioadea aa art 1S7 da
eouatituigia, a queixa, denuncia ou acg.ii popular
pole ser ioteataaa contra o joixe de dieeit* da
corte, o* desembargad orea e mtaiatro do aapremo
tribunal de jaatiga peraete a cmara de* depata
doa, a qual decidir ao julgameato, obaarvaodo-ae
o peeea*o do regatean nata de 15 de Outubro
de 1837.
Art. 14. O deawnb irgadorea e ministros do aa-
premo tribunal de jaatiga qae eo npUtarefla 75
anuo de i ae o governo aa -i > o resolver, em virtude da repre-
aeotagao do reapactivo tribaaal, e dapois de ourida
a secgio do juatiga d> conseibo da estado.
Art. 16* A liatnbuigio de qualqeer proaaaa*
aer4 taita por indieaglo da parte.
Art. 16 Aa multas imposta em virtaia da lei
regul>mjnto eerio oodradas exacntivaaaate.
Art. 17. O mxima da priado, ea qaa palera
aer convertida ea exacagio a pena aoaaaoria da
malta, nio exae l-r a un terga ia pena de priado
impiata ni aeatengt eoadeeatoria.
Art. 18.* Pica aoilila a paaa da gat e conver-
tida ea priaio coa trabaibo, que pilar ser cum.
on di, em falta de paoit anciana, dentro da provin-
cia, m ilba de Fernando de Nirooba.
Art. 19 Oidelictoi qaa nio aiaitwa fiaaga*
presorevem no fia da 30 naaa, estanlo o deli-
qie-ote* aaaeatea ea lu/r So sibilo, dentro oa
tora do im pars.
Art. 'O.' O governa Sea sutoriaado a rever o-
regolamat ii dis juntas e i.<*paetoria coamars
ciaea, de procesa i criminal.
Art. SI.* No re'uJaaautos qaa o govemo exqo-
dir para a exacacio desta lei podara imp.r a pana
de priaio at 3) lia* e malta at 2 WiOJJ.
Art. 22 fc'niim revcalas a* diapostgdas em
eodtrano.
FLVASPAS
O proeurador imperial goeari daa hoaraj de
desemb irgador e peroeber iguaes veneimantos.
l'er assento na relagio, no jury e naa junta com-
merciaea i direita do preeideote. Noa cr m:a in-
divtduaes e de raspansabilidada acra proeesaado
a julgado pelo aupremo tribaaal de jastiga
O promotirea puoiicoa, procura lora da* fei toa
da faseoda nacional e procuradora* fiacaea gosa-
rio daa hooraa de jais de direito, teaio igual pri-
vilegio de foro.
8*0 goeerao na regolamaato qua expadtr :
a) consolidar aa attribuigdaa da miniatnrio pa-
blico ;
o) dar orgauiaagio ia aaas sasretariaa na ct
te e as capitaaa daa provinciaa, nio darendi cada
urna ter maia de trea empregados, o secretaria,
ua eaoripturario ou aaanaeosa o ua coatinuo,
coa oa meaaos veacimantos dos da igual catbego-
ria naa relago .'a ;
c) determinar
1. Oa easoa em materia civil e caaaaxctal de
jurisdiegio voluntaria oa coateaaioaa, ea qaa de-
ver intervir o aioiaterio pablico como parta prin-
cipal oa coma assiateate, ioterpSr o raaorao de re-
vista ;
2. Aa aabstitaigdas dse membroa do ministerio
publico ;
3. Oa maios da asaegurar a e.;acU das faac-
edaa daa promatorea publicas no qaa perntence ia j,
patentas de inveagia, a mtreas da fabrica, a- ?
companhias anaaymaa eaaciedideaeomminditariaa
par aega ;
4. As peaaa diacipaarea qaepsieria ser app'i-
cadaa aos membras do ministaria pablico e aos
seus auxiliare* ;
O easoa e moda da aMiateaeia jadioiaria.
9. Publicada o regalamaati, fi:arii extiac-
tos os cargos da preciraior da corda, sobsrania e
tasenda nacional.
VencimenlosAr. 9.* Oa vencimaotps doa ma-
gistrados e dos promotores publi-.h se regulario
pala segainte tabella, a senda daos tergie da or-
denado e um de gratificagia :
Ministro do supr. mi tribunal
de jastiga I%000d000
Oeaembargador 9:000a>000
Jais de direita :
Da 3> entrancia 7:2034000
Oe 2 entrancia 6:0034000
Da Ia entrancia 4:8034000
Promotor pablico 2:4004000
1 Oa emolomeatos qae percebem oa desem-
bargadarea, juiaea de direito e promotorea publico*
aeria arrecadados como rcaita do Estado na for-
ma determinada em regulamento.
Do liquida, exclaindio os emlameatos de dss-
embsrgador, a metade ser repartida entre o juia
e o promotor, conforme o que couber a cada nm
p-.l ia aeua actas.
2 Nio se rao concedidas ajudas da cu ato,
excepto :
I. Ao deaemeargador designado para a correi-
gio de que trata o art. 6- 4-, podando eer-lhe
abonada quaatia nio excelente aos vancimantos
de um anuo.
II. Ao toacciooario do ministerio pablico enear-
regado da commissio a qua as refere o art. 5
4-, guardada o limite do precdante noaero.
III. Aoa cbafea da palicia qaa continaario a
percebar os veocimeatoa fixadoiFiu legialigio vi-
gente aa ajudas de cuito qae ora percebem oa
juiaea de direito.
Peder o govemo maadar adianto* ao jais no-
manda para a 1* entrancia at matada doa veoci-
meatoa de ua anua, sendo faita a restituigio pelo
descont de 25 / doa vanciaeutos aanaaes.
Prisio preventiva e hibeas CorpusArt. 10. A
autorilada policial, provada a neoassidade e con-
veniencia, nos termos do art. 13 $ 2a da lei n.
2,033 da 20 de Setembro de 1871 e art. 29 do da-
creta 4,829 de 22 da Novambro da Ii7l, da cap-
tura do iniiciado, expedir eootra ella mandado.
ealisada a detangio, o datido aera conduaido im-
madiatameata preseaga do juia coapateat* pira
foratr a culpa, eom o mandada a a prova.
1. O jais, logo qaa preaenta o detido, o in-
terrogar e recoabecenio a conveniencia ou naca*:
siiade da prisio, fari autoar o mandado com o res-
pectiva prova e ea aotocoatinuo proferir despa-
cho ordenan ia a priaio preventiva do indiciado.
2 Sa o jais, julgar a detangio illegal, no
aesao despacha determinar a reapoaaabiidaie
da aatoriiade qaa o ordenoo, fiaando salvo ao
offanlido o direito da, pedir por asaio eompeteata
aa pardas e daafni.
ELEKKST08 (JOB FACiXITAM O ESTDO E
SOLO9O DO NOSO PliOBLEMA. HOSETARIO
edaqestIods BASCOS.
(Coutinuafcto do n. 146)
V(*)
Para termos urna idea exacta da noeda
fiduciaria preciso canhecermos o que
vem a ser o crdito econmico debaixo do
ponto de vista financeiro.
Esse crdito, considerado como riquesa,
nao tem existencia material, nem pode re-
sultar de urna convencSo ou de urna lei.
Por saa nature-sa elle puramente concei-
toal e da maior relatividade.
Em suas gradaccSes elle corresponde ex-
actamente a outros tantos conceitos nos-
sos, basaados em certesa ou prcsumpcSes,
acerca da solcabilidade, aptidSes e honra-
dez, que possam habilitar alguem a con-
trahir e pagar obrigac5es pecuniarias on
que se resolvam em dinheiro.
Dassa relajo toda psycriolngrtca, jub
surge entre a nossa individualidade e a
individualidade alheia, que resulta a
ossa confianfa e o seu crdito quando
elles noasos conceitos lhe sao favora-
ou a nossa desconfiana e o seu des-
aqu
veis
ob aa* reapanaabidaia, ao* ad-
jaate o exareiaio de *aaa fanogoj*;
radar da* mataaa fallida por si
m
proearardor imperial oa ao
interaidio daqaalle, re-
mmJ.r ao
qua d* detangio lhe raaal-
tarem.
." En qaaato nio estivar esgotaio o praso
legal pira o resratado allegar aa iseagaa qaa
tivar, ni> aa repati, pira a coiotaao da hibeas-
oorpu, alia'.ada coaa oraga na exercito oa armada
(art. 13 da lei u. 2,033.)
4.* Conaeiida a eoltura do preso par najeaa-
eorpiu e nagtdo provimanto ao recarao da art, 69
n. 7 da le de 3 de Dasaabro da 1811 a aatoridaia
qaa orieaou a prisa 1 illegal fiaari aaapaasa de
aaas faacgdia at qae aej jalgada em proaeaao de
respaisabuiiade.
I 5.a A s litara do praeo, posterior ao pedido do
haotas oorpus, oda dispeaea a aatoridaia qaa or-
den ia a priado dos easlarooimaoto* reqanitado
355 do cdigo do proceaeo criminal), nem o
jais ou tribaaal a qaam fai padiiao hibcas corpui,
de declarar a illefatidaie da priaio. para o effaito
do parmgrapho aaiate.
t O praaideata do tribaaal, a qom for po-
dida o ordea de habeos corpas, eoapeteate para
expedil-a, e bem aasim para ord*ar a immediata
crdito, quando aquelles nossos conceitos
lhe sao desfavoraveis. D'ahi vem que a
pessoa, inteiramente desconhecida para
nos, nao nos pode merecer crdito, como
particularmente todos jpientem e conhe-
cem.
Quando fortalecemos com a nossa con-
fian9a o crdito de alguem nao lhe faze-
mos o mnimo favor ou obsequio; porque
a nossa confianca nao pode deixar de ser
o resultado expressivo d'aquelles nossos
conceitos, que nao passam de meras con-
sequencias lgicas e necessarias d% primis-
sa que no3 fornecem asolvabidade, a hon-
radez e as aptidSes de alguem.
Sendo incontestavel o direito que todos
tem boa reputaao, que o seu procedi-
mento autorisa e justifica; claro que
todas as pessoas, honradas e escrupulosas
no fiel desempenho dos aeus compromissos,
4m direito ao seu crdito, porque tem di-
reito sua boa reputagao.
E' como direito que o crdito econmi-
co constitne urna riquesa e entra nos do-
minios da sciencia econmica, do mes-
mo modo que tudo quanto possamos
fazer para augmentar e desenvolver esta
riquesa. Nao confundamos, porm, essa
riquesa em si mesma, com o uso muito
legitimo que della possamos fazer.
Evidentemente nao podemos usar dessa
riquesa sinao cmo garanta, nao do va-
lor dos nossos compromissos pecuniarios
que s se garanten** pelos no3sos haveres;
mas da pontualidade e integridade do pa-
gamento praso do valor que devamos
entregar em virtude do nosso compro-
m;.3so.
E' por Tsto que o emprego e o uso do
crdito individual, nao podem deixar de
portencer aos dominios exclusivos da
sciencia financeira, desprendendo-se intei-
ramente dos dominios da sciencia econmi-
ca, onde o crdito, nao susceptivel de
troca nem de acumulajao e nem de ava-
liagSes, coma 3S0 todas as riquesas que
aquella sciencia estuda, debaixo do ponto
de vista especial da suacreala, desenvol-
vimento e accmnulacSo promovidas pelo
esforjo humano.
E;n quaosquer transaejes econmicas
cujo pagamento nao se resolva pela imme-
diata tradiejao dos valores permutados,
taremos nacessariamente nm pagamento a
praso. E, pVra a pontualidade e integri-
dade desse pagamento, a garanta do cr-
dito tao mdispensavel, como neoessa-
ria a existencia dos valores permutados
para a liquidaeao ulterior da transaeijao.
Sem a garanta do crdito comprehen-
de-se perfeitamente urna transaejao de pa-
gamento vista; mas nio se comprehen-
ae absolutamente um pagamento praso,
porque esto, sem garanta de eapeoie ai-
(*) Os nossos artigos tem sahido com
muitos erros e lacuaas, qae serlo corrgi-
m m pabiicsoilo em folbetos.
Francisco Amyntas.
la exclusiva venta-
de um dos contractantes e o contracto
aem base alguma para urna liquidaeao ju-
afirinria, por mais rico e^abastado que fos-
j#> o devedor.
Bem se v a grande vantagem financei-
ra, que resulta do uso do crdito econ-
mico em bem da celeridade das transac-
6es. A garanta, do crdito nao s d
aoa contractos urna base para as auas M-
quida93ea judiciarias, nos caaoa da ttBub-
sistencia dessa garanta; ***> ainda remo-
ve para kage a perspectiva lessas mea-
mas h^j**iac3es judiciarias, q*e ficam sen-
do urna pena ou o maior dos easti-g*) po-
ra quea Bato sabe zesar o sen creativo e
reputacao.
E' claris8mo que, em taes condic3es,
o crdito nio pode deixar de ser um fac-
tor indispensavel para a fcil e rpida ac-
cumulaclo de riquesas.
E, porque o emprego e uso do crdito
pertcncem exclusivamente aos dominios
da sciencia financeira, d'ahi provavelmen-
te resultou o equivoco do Ilustrado Sr.
Leroy Beaulieu de suppor que o fim da
Bciencia financeira deve ser o augmento da
riquesa, quando o seu veradeiro fim nao
pode deixar de ser sinio o de regular e
facultar a realisacao desse phenomeno so-
cial e igualmente econmico.
Do que temos dito decorre a verdade
do aaoguinte principio: a garanta do valor
o valor e agarantiado pagamento o cr-
dito.
Nos domiaioa exclusivos da sciencia fi-
nanceira, os differentes valores, sem dei-
xar de seren conveneionaes, nao entram
sinao quando se trata de effectuar o paga-
mento de uns pelos outros, de aceordocom
a seguate regra c sem prejuiao das con-
venjSes; todos os pagamentos se podem
effectuar vista ou praso.
Nao tendo a creacao da moeda outro
fim que nio seja o de proporoionar-se a
sociedade a indispensavel unidade de va-
lor para o calculo e pagamento de todos
outros valores, que queramos adquirir, ou
de que queiram >.-< ilispr; claro que 03
pagamentos vista se poderEo effectuar,
nos rigorosos termos da convenci, -ou
por meio da immediata tradiccio dos pro-
prios valoren comprados ou permutados,
ou por meio da moeda que contem em si
mesma a unidade indispensavel para o cal-
culo e pagamento de todos os valores per-
mutaveis ou alienaveis. ,
Mas os pagamentos praso, nio podem
ser financeiramente estipulados sinao com
a garanta do crdito, como j mostramos;
quer se tenham de verificar pela simples
tradiccio dos valores comprados oa per-
mutados ; quer se tenham de effectuar por
meio de moeda. j
Si nao confundirm is o valor propria-
mente econmico da moeda, isto o
valor convencional e mercantil" da sua
materia prima, consiaerada como ver-
dadeira riquesa, com essa unidade fixa
de valor da qual a sciencia financeira nao
pode dispensar para calcular e regular
com precisio o pagamento de todos os
outros valores; reconheceremo3 que> de-
baixo de3te ultimo e exclusivo ponto de
vista, a moeda pertence a seiencia finan-
ceira que legitima todas aj saas* funceoes
noseio da sociedade e que lhe firma o
merecimento de um verdadeiro meio cir-
culante. ^
Si o eredito econmico de que fallamos,
tvesse existencia puramente nominal, a
a sua garanta sena puramente nominal e
por tanto milla. Assim;para que elle cons-
titua financeiramente ama garanta aceita-
vel e effectva de pagamento, absolutamen-
te indipensavel que elle tenha urna base
ou fundamento em que se firme e da qual
possa lancar mao a execucio judiciaria
para tornar effectivo o pagamento, que o
mesmo eredito garanti, e deixou de rea-
lisar-se no praso convencionado. Esta base
nao pode ser sinio os haveres do individuo
capases de garantir o valor da convenci,
no caso de falhar o pagamento garantido
pelo crdito.
A sciencia financeira nio edifica castel-
los no ar e, por tanto, ella nio pode com-
prehender crdito econmico cuja solidez
e permanencia nio se possa medir pela so-
lidez e permanencia do merecimento e va-
lor da sua base, e por isto subllnhmos a
palavra solvabilidade coipo elemento d'a-
quelles conceitos de queja fallamos.
O principio financeiro, de que todos os
pagamentos se podem effectuar vista ou
praso, sem o menor prejuizo para a ac-
cumulajlo da riqueaa, sendo rigorosamen-
te veradeiro em todas as suas eonsequen-
cias lgicas; a sciencia financeira nio po-
da deixar de applical-o ao pagamento do
proprio valor econmico da moeda.
Nao ha duvida nenhuma de que a moe-
da metlica, levando em si mesma o valor
que serve de unidade para o calculo e pa-
gamento de quaes quer outros valores, re-
solve perfeitamente o pagamento vista
tado seu proprio valor econmico.
Quem recebe urna moeda de ouro roce-
be ao mesms tempo o mais perfeito paga-
mento vista do aeu valor econmico, em
virtude da mera tradiccjlo da moeda.
Qual quer que seja o valor econmico da
moeda metlica, esta s tem merecimen-
to, perante a sciencia financeira, pelofacto
de pagar vista o seu proprio valor e
nada mais.
Como dedusivamente se comprehende.
partindo-se da verdadade das cousas estu-
da lis e conhecdas, aereacXo da primeira
moeda, como unidade de valor para o cal-
culo e pagamento vista de outros valo-
res, alargo**flfprco8amante em grande esca-
la a e'sphera dos pagamentos a vista,
bem da celeridade das trocas e da acumn-
lacio das riquezas. ^
Mas, por um lado, todos os pagamentos
praso tinham o seu vencimento, e ne-
nhuma troca, podia terminar-se senio pela
tradicio de valores; e por outro lado,
alargando-se a sphera das trocas, 03 paga-
mentos dinheiro de contado ou por con-
tar, naa podam deixar de ficar muito
aquem oas conveniencias do diasaoiivolv-
mento econmico e financeiro das naedes,
desde que esae desenvolv manto era im-
pulsionado pelas proprias funeces inheren-
tes moeda, convertida em meio circulan-
te poT forea danatoreza das cousas.
Eram claras e intuitivas as inconveni-
encias e a desnecessidade dos foajrainentos
a dinheiro em numero igual ao*sfes trocas,
para todos quautos desejavam a moeda
como meio circulante e nio como valor ecr--
noinieo para ser entueaourado tSo somonte.
O senso pratico, que presentio a scien-
cia financeim inspirando a c reacio da moeda
metlica, atinou com a creajio das lettras
de cambio para evitar a tradiccio desneces-
saria da moeda as trocas internacionaase
com a transmissio dos ttulos de divida
para supprimir om grande numero de pa-
gamentos dinheiro no commercio nacio-
nal. A sciencia financeira com isto den nm
passo adante, mas qae nio bastava para
supprimir a multiplicidade das trocas a
dinheiro que evidentemente obstavaamar-
eha do desenvolvimento econmico das
nacSes. Si por om kdo aa*jmentava- quantidade asa meio crct*!**ate, por outro
lado muitos o guardavam eome simples
riqueza e nio havia postibilidade de eb-
ter-se metaos quechegassem para fornecer
a moeda que bastasse s exigencias da
troca e saciedade da varesa humana. O
problema s tinha urna nica solucio que
era a creacio de urna moeda fiduciaria.
((Contina)
Francisco Amyntas de Carvalho Moura-
REVISTA MARIi
.* M. o Imperador-Escrevem do Roma,
em data de 4 da Juoha :
A's & horas a 30 minuto* da maoJai da hoja,
um corddo de agentes de poliaaa coltucad-o *m vol-
ts do hotal Milaa, protega o espaco que o pablico
qaeria tornar de altaico.
D Pedro II ia partir para Aix4e-Baioa.
Aa boa-pl tinaaa corrido o qu-ttor Sani'Ag ti-
oo, i-aaestra aHiia d iinaa, Cesar aatd e alga as
fl lalgas para compriraentarem o aperador.
Qiatro eaferaeiras do hospital tfaggiore, esm
ame 1 cuidado e paciencia, lerantaram D. Pedro
e levaram a'o at a porta do hotel. Ah o auguato
s ibarano foi coUocado em una liteira teda fecha-
da eom ortiaaa verdes guarnecidas de fraajaa
amarellaa.
D. Pedro ia embromado em um chale cor da
ehumb e vesta u o robe de ebasabre trasen-
do na cbeos ua gorro d) velludo acaro.
A imp'ratri*, com aaaroao cudalo, ia ao lado
da pobre enfermo.
Muita peeaoaa rodearam a iireira aaudando O.
Padro e tasando voto pelo aeu prompta reatahela-
oimeato.
Cesar Canta troceaalgaaas palavra, a a litei-
ra pos ae poaco a pouco em movimeato.
D. fedro, m trajaeto do hotel para a astacao,
l'ai recitau io veatoa de O 'ate.
Un trem especial, compoato de tres carrea, e*>
tava i sua spera.
Os carro* eram illuaiamio* a ga* e divididas
em coaspertiaientoa coa camas.
O carro do ceutro, d-otiaia Uteira, tioba trea
coa o-irtimentoa.
NVsse carro toaaram lugar a imperatrix e os
madsoam.
Noa outro3 carroa, principe D. Peiro muito
abirrecido com esta vtesrem p*Ia turap 1 e com a
preponderancia do viaconde de atotta Maia aobre
o imperaior; os camariataa a aaoatraa paasoaada
comitita.
A' 7 boraa o tren, p-r entre Bffoctaaaaa aau-
i-r.-oai da nua irosa caacurreacia, parta por Flo-
reas* a Turia para Aix les-Baiua ,
antorldaale policial-Por portara da
Preaidencia da Proviacia de 9 do corrate e pro-
posta do Dr. chefe de poheia de 7 foi naaeado :
subdelegado ia fregaexia da Vanea bachirel Jos
Antonia de Sfagalhies Raatoa, em sabatitaicio de
Esteva 1 Mano-l da Silva, que pidieaexooeraQio.
Reletaiio ae amultaPor por'aria da
prsaideacia aa 2 j correato fu relevado di malta
de 203** o juis de direito, da comarca de Uuri-
ery, baeoarel .'oiqum A II idiaia, ficaado sem eSoico a portara de 12 de
Miii do corrate aoao.
Vapores do eulCbegaram han', m o pi-
quete nacional MxranMo e o vapor fraocez Vtle
de Pernambteo.
Bata aegaio para a Eurapi, e aquello parte hoje
S tarde para o norte.
*er*'ica da auaralcavoEatram hoja de
superior de dia praja o Sr. major EitevSa Per-
ras e offi -ial de ronda o Sr. alfares Pedro Alexan-
drino Beckaan.
A guara ?io da aidal 1 er dada pelo 2 bata-
iblo de infanteria-
Volaatarloa -Verificaram praca valaota-
riaa-ate hoacea 7 piinmi, qae fjram iaolaidos
ao 2* bitalhai de iafantaria.
Escasa de aerarlcoFoi escuso do ser-
vico doexercito, madiaatesabitituti, o soldado da
companhia de ca val ana Benediato dos Santos.
Seateaelados miniares Cbegaram
haatem da corte do imperio, oala *e acbavam aa
f-rtales 1 da Santa Crus, 10 seaMaciadcs militares
coa destina aa presidio de Feraaado de Noroaha,
-sjoltado por 14 pracu do 1* batalhao de arti-
1 baria a p.
tjuilaaie de ordos Por portara do
Miaiaterio da Guerra da 22 da corrate, foi no-
meado ajudante de ordea do eommaada daa arma*
da provincia do Aaaaoaaa o Sr. tenante do carpo
de estado maior da 2' clasae Joaauia Jorge de
della Fila.
T de mmeloPelo preaideaeia da provin-
cia do Espirito Santo fn haatem remettida ao
quartel geaaral a f de offi aio do Sr. tsente do
2* batalhao de iafantaria Franciaco Teizeira de
Carvalho.
Femando de MoronmaDsvem seguir
no primairo paquete os Ifiaiaes que vo servir no
destaoamoato eetacioaado naquele presidio.
Bxerelelos anIIIlares Davem comecar
por esees dias orexercicios de iafantaria qae te-
rio lagar no campa ea frente aa quartsl do 14
batalho de iafantaria.
Para EuropaNo vapor francas Vle de
Pernambuco que haatem a tarde aahio do nosso
porto, seguio para a Europa, onda vai tratar de
saa sa Je, e soaso amigo Sr. Odorioo Raposo ds
Cmara, diatincto guarda-livree da importante
casa commercial d'eata praoa, A. Vieira & C.
Aeompaaha-o u* Erna, aonhora.
Oeaejamoa-lbea felicidades.
Fertameato rave-No domingo ultimo,
ia 9 horas da aoite e no eaganho Jaadi do ter-
mo da Sacada, Pedro Alvea ferio gravemente a
Aagasto M arque* d* Oiiveirs.
O criminoso evadio-*e e a reapeativa aatoridade
policial tomou caahecimento do facto, proebdeuio
naa termas do lei.
al I-Pelo Sr. L)r. delegada do 2. diatrioto
deata capital foram remettida" ao 8r. Dr. chefe
de polica aa le^uiofa arma* defeca*, appreben-
didaa a valentaa : 27 facae de poota, 11 cai-
vete, 13 coaptaaas, 9 oavathaa, 1 espatos. 3 pu-
uhies, 2 Hgalhas grande, 1 per a de tesoura,
1 ferro da cortar oaoim e 1 ba'iaaeta 1
Gxposlc&o Cnlverasl de ISS Sob
a preaideaeia do Sr. Vuconde de Cavalcaate, re-
aoio-se sabbsdu 29 de Jnabo, na corte, a commis-
sio central brasileira para a expaaico universal
de 1889, em Paria.
Comparecen a commissio executiva de trabalhos
e depois de varias coaaideraodea aobre local para
a exposioio preparatoria nesta corte, foi-Ihe in-
cumbida o exame do asaampto, afim de ter solucio
opjortuoa.
Caatinuon a comaissia central ao trabalho de
nomaaoia de coamiasOis consultivas, sendo no-
meados : ____
Para o 4o grupo, teeidos, vestimentas e accesso
rios, 30' elasse, fias e teeidos da algodio; 31a
classe, tos e tectdos de liaho, canbsmo, etc. ; 3*
olaaaa, fia e teeidus de li panteada e cardada ;
33* otaste, sedas e teciioa da seia ; 34 clacae,
rendas, fil, borlados e paaaaaaues ; 35* classe,
barrete, meiaa, raupas e aoceasorios do vestna-
rio; 36* olaaee, vestuario doa dona sexo; 37a
olaaae, joalhana; 33* classe, armas portateis; 39*
olassa, objecto de viagem e acaapamento; 40*
olaaae, brinquedoa de eriaocaa, oa Srs. : coaaeo-
dador Jos Mara Teizeira de Asevndo, Jos Ro-
drigue Sucaua, Noel Decap, Maaoel Joaquim Va-
leatim, Manoel da Malla Tdixetra e Jos Alvea
Ouimsriea Cotia.
Para o 5 grupo, 41* clasae, proiuotoa de explo-
radlo de minas e metailargia; 42* claaae, prodac-
tis da* expirsenos e da* industria* florestae* ;
43 eias>, prodaotoa de caca, eaganho* e initra-
nanto* de pasea, etc.; 44* claaae, productos agri-
tolaa nio alimentare ; 45* elaaae, producto chi
drigo Venancio ds Rocha Viann* e dolo Domin-
goe* Vieira.
samttvracaa N* eerrer de Jsnbo eutra-
ram ao imperio pelo parto do Rio de Janeiro, 3,254
mmigrantes, asaim claudicado* qaanto nacio-
nalidade :
Itahanoi 1.719
Por tugese 1.012
Heapanhes 189
Belgas 142
Austracos 76
Aliense 51
Franci-aea 19
Americanos 17
Ingltzea 5
Be asas 5
aissos 8
Hoilandesss 1
Drvsrsoa 16
Total 3.254
Segando o sexo e s idsde :
Do aexo maacalino 2.601
Do sexo femeoioo 653
Maiore de 12 annos 2.714
Menores de 12 amama 549
Viersm dos portoa aeguintea :
Genova 1.279
Liaban 614
aples 427
Acores 365
Vigo 171
Antuerpia 142
Rio da Prata 73
Maraelha 48
Bremen 28
Bordea* 26
Havre 26
Gibralter 16 .
Hambnrgo 11
Nova Yj.Ic 10
8. Thomaa 8
Diversos 4
Da* referido* magrantes 518 estabelecaram-ss
nesta corte ou temaram- destino desconheeido, tes-
do seguido 2.736 para as proviuciaa, a saber :
S. Paulo 1.535
Miuaes Geraes 473
Paran 382
Rio Gran le do Sul 147
R'0 de Janeiro 131
Espirito Santo 45
Santa Catbarina 12
Par 1
No meamo perodo pssssram em transito, tam-
bem pelo porto do Rio de Janeiro :
Para Santos 337
Para S. Francisco 55
Para o Rio da Prata 2.604
Para a Europa 556
Tambem do porto do Rio de Janeiro sabiram
em Juaho os segaiates eetrsngeiros com passagem
de 3* claaae :
Para a Europa 709
Para o Ro da Pruta 40
bies* de pbarmacutico ; 46* claaae, prodactoa
ebimiooa de embranquicimento, tiotara, imprea-
aia, ato.; 47* elaaae, cauro e palla, oa Sra. : Dr.
Lu* Rapbael Vieira Sonto, Dr- Wenceslao Alvea
Laite de Oliveira Bello, Simio de Sampaio Lsite,
Auato Cesar Diogo, Dr. Toeodoro Peckolt, Re.
Totsl 749
Dest'arte, nicamente contemplado o porto de
Rio de J ui'-iio, e compatadas as entrada e aa sa-
bidas, verifica-ae ter augmentado de 2.505 indivi-
duos a p-opolacio estrangeira do imperio por effei-
to daqaeile movimeato. Oa dados relativos i es-
trada directa de immigraotoa na provincia de S.
Paulo foram na erataato avultar de modo conaide-
ravel os algarismos referentes ao objecto.
Estrada de ferro de Casanga Pas-
aageiroa doa tren* dessa estrada qaerxam-se de
deleixo e ioenria de quem tem obrigaoio de pro-
videncia'' para que os carros e estachas dessa es-
trada 1 ff -recam, seaio commodidade, uo menos
liapea e accommodaopas sotficieates.
Dizem-oos qae em das chuvoaoa as estacos
nio abngam da chava, oa bancos desta e des
carros ficam tio molhados que ninguom poder
nellea leatar-ae.
Ahi fie* a reclamacio, qae nio a primeiri, e
ri ter a aorta da* oatras, isto de fioar ao rol
esquecidos.
Brinde nacionalA Lima. Cmara Ma-
ninipal da Corte, em aeasio da 28 de Junho ultimo,
resol veu levar a effeito o plano apreaentado peto
Sr. cammendador Luis Antonio Navarro de Ao-
drade (le que reeenteaente damoa noticia) para o
fim de aer offertado um brinde ea aignsl de
reconhecimento dos cidadios brasileiros e de oa-
tras nacionalidades reaidontes no Imperio aoa dia-
tincto medicoa Semmala, Charcot e Da Govan
pela alta scieocia, deavoio e dedicaoio eom qae
tratarsm S. M. o Imperador na grave enfermida-
de que o accometteu em Milio *.
Para prom iver a realieaoio daate paniameato
foi nomoada urna commissio campssta dos Srs. :
Constante Jar Jim, Aleandre Cardoso Fon tea, Jos
Pirmo d Moura, Pedro (aopalve do Sonto Car-
valho, Torquato Joa Fernando Canto e Candido
Alvea Pereira de Carvalho.
Ja ti ve a 03 occasiii da applaudir a iniciativa
do Sr. cimmandador Navarro agora adoptada pela
Ulan. Cmara da Corte, e eatamoa convencidos
de qae nia a ri diffijil a tareft da commissio,
tendo de appellar para a affdioio respaitosa qae
brasileiros e estrangeiros consagram ao Sr. D.
Peiro II e qae tio solicita se manifestou por oc-
cssiio do grande perigo que receateaente correo s
vida do venerando mansreha.
O plano adoptado pela Illma. Cmara i o se-
guate :
Brinde NacionalPara aer offertado pelo povo
oran le ro aoa muito iilostres aabios mdicos Dn.
Charcot, Semmola e Giovanoi, em signal de reco-
nhecimento pelo desvelo com que trataram e aal-
varam a preciosa vida de 8. M. o Imperador ds
grave eafermids.de de qae foi accommettido em
Millo.
O brinde nacional aera adquirido por subscrip-
cSa popular em todo o Imperio, concorrendo para
ella os seus habitautel com as quantias que qai-
erem desda 200 rs.
A Illma. Cmara Municipal da Corte, na sus
qualidade de primeira representante do povo e
orna a maia graduada das do Impido, tomari s
iniciativa da aubocripcao, e para esae fim covida-
r para suxlial-a a principies redactores da
imprena diaria da Corte, levando a efiaito 9 ma-
guite plano :
1.* A Lia. Cmara proclamar ao povo afim
de anbecrever para o Brinde Nacional, convidando
a Imprenaa Fluminense anxilial-a e bem aasim
dirigir convites aoa Sra. presidentes do Senado 6
Cmara doa Deputados, biapo conde capellio-mr,
preaidantea dos Tribunaes da Corte e junes de
direita, presidentes doa Bancos, praoa do commer-
cio, companhiaa e asaociagoeB, chefe de polica e
ajudantea-genarae do exercito e da armada, dire-
ctores do Theaouro Publico e Secretaria d'Estado,
da Faculdade de Medicina, das estradas de ferro
com sede na Corte, do Correio, da Casa da Moeda,
da Casa de Uorrecclo, do Lyeeu de Artea e Offi-
cioa e doa Araenaea de Marinha e Guerra, do Mu-
seu, da Academia das Bellaa-Artes, inspectores
da lfaadega e Obra Publica, directores daa re-
partiedes da Cmara e maia faneciooarios e sos
directores das escolas publicas, municipaes e par-
ticul .rea, tanto do aexo masculino como do iemi-
oino, afi n de auxiliarem a idea, fasendo aubacre-
ver a todo qaanto se acharem sob a saa direccio
e depeniencia.
2.* Nimear diversas commisades em cada fre-
gaexia, aa quaes serio compostas, urna de um ve-
reador, do respectivo vigario, do juis de pas e do
fiscal; e outras de tres oa mais senboras da fre-
guexia para promoverem a aubscripcio por meio
de listas que Ibes serio remettidss.
3. Enviar, em officio a cada urna das Cma-
ras Muoicipaea daa capitaea daa provincias, copia
da offi-o e do plano do iniciador do Brinde Naci-,
nal, para que proaovam do meamo modo a aub-
scripcio as ansa respectivas provincias.
4. As lista da subscripcio serio recolhidas ns
Corte dentro de 30 dias, a contar da data da pro-
clamacia ia Illma. Camera e as provincias do
Ra de Janeiro, Minas, S. Paulo, Paran e Espiri-
ta Santo dentro de 50 das, e as provincias da
Babia, Peraambaco, Rio Grande do Sul e Santa
Catbarina dentro de 60 dias, e as demsis dentro
de 90 dias.
5.* As quantias subscriptas ns Corte serio es-
tregu* a urna commissio da Illma. Cmara, qae
as reeolher a um do* Bancos ; as daa provincia
o serlo na Toeourarias de Paseada.
6.* Completo o tempo de 90 diss e conbecida s
somma sabicripta, ser contratada* o Brinds Ns-
ciooal coa o jaalheiro brasileiro de maior nomesds
desta Corte.
7.o Ser eapregada toda a somma reoebids s
subscripta sement no Brinde Nacional.
8.* O Brinde constar e urna jais oa das vene-
ras da Urdem com que foram agraciadas os ase-
deos, ss quaea serio de caro, briloantes e padres
preaioaas, aeodo encerradas em oaisas de oaro,
velludo oa aetim, eom lavares na* tampas, onda
aeria gravada* em releve as armas impenaes,
ame do agraciada, a dedicatoria e es ames da
toda as provincia do Impario,

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da um lkMM,
do da prcs do commercio, do sjudentes gana-
rse do exvoto c arase il a, e lafloi redactaras
das fodssa diarias da ieiradar di idea, era en
enrregeda do eou tracto e da execucSo do Brnde
Nacional e de entrgalo.
10. A comsBissSo te reuo'r na sala de honra da
Illma. Gama, servindo de secretario o iniciador
da d*.
11. Sara enviada pala Illma. Cmara Manicipal
oad* aso doe agraciados ama arta a pergami-
no, sella 'a eom ae arsaas do Imperio, na qul a
Illma. Cmara manifestar os seatimentot de gra-
tadlo do povo braatteir j, para os que salvaram a
preciosa vida do niseo querido e amado impera-
dor o Seohor D. Pedro II.
12. Estas cartas serio encerradas na* calas
Sue guardarem aa veneras e serSo eotregues ao
r. Ministro de Estrangeiros, parndirigil-ss ao
sea destino por intermedio das legecoe respecta-
ras.
13. A sabseripcSo para o Brinde Nacional de-
ver ser iniciada depois de pedida pela Illma.
Cunara venia a 8. v. Imperial Regente para ob-
teocio das aaaigoaturas dos angostos principia
sen filbos e sen sobrinho aqni residentes.
U. De tudo rara Uvrsdo amo, que ser gaar
dado no archivo da Illma. Cmara.
O iniciador do Brinde Nacional, Luiz Antonio
Navarro de Andrade. Eio de Janeiro, em 17 de
Jonbo de 1886.
Vaporea lo aorteUm aviso telegra-
phico, qae nos foi obsequiosamente enviado non-
ti pela rrparticSo geral doa correios, dis que, na
seganda-feira, is 5 horas da tarde sahiram do
MaranhSo para os portoa do sal os paquetes :
nacional Minaos e norte-americano A Manee.
Prado Pernambacano Eocerroo-se
bontem a inscripcSo para a corrida que deveri ter
lagar no dia 15 do correte, dando o seguiote re
soltado :
1 pareo Consolaca'o- 800 metros Lidador,
Qereba, Maaansa, Boieas, Atheu, Colibr, Fiase,
Albatroa, Idiota, Nubio, .Rtame, Bombaro 44,
Qood mora na, Serid, Podargo, Javali, Postilln,
J parte, Federalista, Guacho e Speraosa.
2 paree Set-fe-ltQ metros.Exe, Africana e
Pancy. ,
3 pareo1* de Julhi1.S00 metrosFavon
ta. Recite e Aymor. ^^
40 pareoImprenta Pernambucana1,000 me
trosZig, Veutaua, Topy, J parte, Leseira,
Tonpeira, Noruega e Ocila.
5 pareoPrado Pemamiucaao1,609 metros
Exe, Trovador, Pancy e Castiglioni.
6 pareoProgresso1,450 m? trosAymor,
Favorita, Maestro e Oouro.
7* pareoroniac leba. Atheo, C odor, Cadesux, L'Epicier, Venta
dio, TVmpestade, Tupinamb, Perdeo, .D. Quixo-
te, Noruega e Leseira.
Lsnierna MgicaDistriboio-se bontem
e n. 228 deste peridico livie e humorstico.
Tras na pagina do centro o retrato de S. Exc.
o futuro presideute da futura repblica de Minas.
Em presados) da AlfandegaComma
nieam-m a que 03 empregados da Alfandega
desta cidade, dominados pelo sentimento geral d
regosijo disprtalo p*-la promolgco da lei de 13
de Maio, em tempo, resolvernos manifestar, como
tantos outroa, esao sentimento, offereeeodo om
brinde que o significasse ao conselheiro Jlo Al-
fredo.
As difficuldades de execucSo lin feito demorar
esse brinda que, entretanto ser brevemente ex-
posto apreciaco pablic*.
Haver eotao upp irtumdad* para apreciar-se o
merecimento do trabalho de que f >i encarregado,
entre outros, o t lentoso artista Te'liS Jnior.
O brinde forma se de om rico lbum eocader-
nado 4 velludo i mam-miado de prata, tendo sobro
a capa superior um carta i de oaro com orna sin-
gla dedicatoria.
O artista Trles Janior, Ilustra como seu mag-
nifico pincel as paginas do lbum que tambem en-
cerrara os n imei dos manifestantes e, segundo o
goato destes, alguna pensameotcs, poesas, etc.
E' isto o que se pode diser agora soore o deli-
cado objecto que os empregados da Alfandega
offerecem ao conselheiro JoSo Alfredo e qua se
n2o o. mais valioso dos brindes talves o mais
original que a 8. Exc se dirige.
Helpomene Ollodenae Effectuou-se
no domingo u i veo neese tbeatro o espectculo que
em beneficio do obelisco commemor. tivo da lei de
13 de Maio. preteodeoj qoe seja erigido na visi-
nha cidade de Olinda.
Depois da ebegada das primeiras autoridades
da comarca, que f qoe se enmpunha doa Drs. Pereira Simoes, Este-
vio de Onveira, Senna Das, capitSo Guilherme
Dosrte e outroa, foi recitada em scena a liber-
dade pelo captSo Vilella Tavares um impo.taote
poesa que termiooo com ama dealumbrante apo-
theofle, seguindo-se entSi o espectculo.
O pequenj tbeatro estiva vistosamente croado
e os lugares todos occapados.
Parab-ns a commmisaSo.
i.iiiiiia recreativaCcmmunicaram-nos
o segninte :
Acaba de eer fondada n'esta cidade, por al
gaos litteratos, orna impresa qoe se destina a tra-
dutir es melhores e mais escolbidos romances es-
trangeiros.
|j A pubcacSo ser feita em fascculos hebdo-
madarios pela diminuta importancia de 200 ris
cada fascculo.
Aos amantes da boa leitura competo auxiliar
squelles que se puteram frente de tal im-
presa.
Recite IllaatradoCom este titulo dis-
tribuio se bontem o 1.a numero de om peridico
litterario, critico e Ilustrado. trimensal.
O seo programma rir philosopbicameote de
todos e de tudo, sem ferir a ningoem, rendendo
alto ao que fier jos aos seos applaueos.
Despjamos-lbe looga e prospera existencia.
Eatlaaalo Scientlflca ListerarloHa
sessSo ordinaria para p-sse da nova directora
amanhS s 7 horas da noite em sua sede.
Club Dramtico Familiar Esta se
ciedade reana-se h >je em sua sede, as 7 horas da
noite, para dar posse nova directora, ltima-
mente eleita.
Inotllnto Arrheoloa-lco AmanhS a
hora do costume ha sessio ordinaria desta aaso-
ciscSo.
SOleo bigh Ufe 0 acolhimeoto qoe este
so merecen do nosso publico, pela excellencia da
quahdade e pureza, obrigou os 8rs. Aogelo Rs-
phael & C continuaren) a mandar fabrcalo ex-
presaamente em Pars, satisfasecdo assim os nu-
merosos pedidos qoe Ihes eram fetos, aperar do
peqoeno beneficio que Ibes resalta.
telldesjEfiectnar-sctSo :
Hqje
Pelo agente Britto, s 10 1/2 horas, na roa do
Rangel n. 48, de movis, miudesas e vidros.
Pelo agente Britto, s 11 horas, roa do Ran-
gel n. 48. de om predio.
AmanbS:
Pelo agente Stepple, s 11 horas, na roa do
Imperador n. 16, de predios.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, no armazem do
Sr. Jos Luiz, de prancboes de pinho.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, roa de Pe-
dro A Sonso n. 55, de l sobrado.
Pelo agente GusmSo, s 11 horas, roa do Mar-
ques de Olinda n. 48, de livros de medicina e mo-
ris.
M lasas fnebreSerio celebraaas :
AmanhS :
A's 71|2 horas, as matrises do Cabo e da Es-
cada, pela sima de Marianno Adolpho de Araojo
Mello; s 8 horas, na mstris do Corpo Santo, pela
alma 4e D. Anna Soares Carneiro da Rocha.
Passaselros-Chegados do sol no yapor
nacional Maranh&o :
Antonio da Silva Seiras, Mathias Jos dos San
tos, Luciano Rodrigues da R. cha, Antonio Jos de
Morses, Casimiro Fundo, Uunorio da Silva, Fran-
cisco Xavier Gomes, Pedro, Paolo, Antonio, Ma-
ra, Anna, 13 pracas da exercito, 10 sentenciados,
5 ex-pracas, 1 njuiher e 1 Gibo, D. Carolina A. 8.
Costa, Manoel Calmon, Charles Edward Brcwoe,
Argimiro FaicSo, Norberto de Ormay e sua senho-
ra ,Antonio Jos Seahra, Cicero Seabra, D. Flavia-
na GoimarSes, D. Annita Fernandes Barros e i
filbo, Scblatter D.iniel, Joaquim Jos Ramos, Ed-
mood Cose, Antonio Jos Pacifico, Dao de Al-
meida, Ciprias rj. Ribeiro, Manoil Teixeira, Ma-
laqoias da Foasvca, Manoel dos Aojos, Estella Ma-
ris Gomes, Dr. Jos Mara ds Rocha Carvalho, Dr.
Arthur Eloy da Barros Pmente!, D. Amerieo F.
de Moraes, D. Natalia Pimentel, Francisco Perei-
ra da Silva, D. Mara de Barros Pimentel, Joven-
tino Themudo, Pedro da O-Sca Reg, Constantino
Magalbea, Candido Cavalcan'e Filho, Manoel
Candida de Ohvaira Mendoea, Fernsndes Macedo,
Sebastilo Costa, Antonio EstevSo da Costa, Seve-
riano Jos dos Santos Aguiar, Joto Ribeiro, Phi-
lomeaa e Lacia (criados).
kde
Pernamb:
Nataras Noaat, Bastad Nast, Joaepb Meller,
Clariodo Joa dos Santos, Jas Vietor Ribeiro e
Aatoavio Moatesro.
Bastidas para a Europa no asesino vapor :
Antoaio Ferreir Baltar Sobrinho, sna seoaora
a 3 filbos, Odorieo da Cmara e so a senhora, Dr.
Silverio Lagreea, ana senhora e 2 libas, Marlier
Edooard, E. Olivry e Domingos Marae de Bar-
ros Monteiro.
Chegado de Genova aa barca italiana Tre
Serelle M.:
Giovani Pastonoe.
sirecio na aaa ouras de a
cAa doa partea ale sPeraambaraRe
cite 9 de- Julho de 1888.
Psrnnsabneo, 1 mea
" rVasaassa Jane Oassaarraa, Sabia, 34 sanos, sai-
teiro. Boa-Vista ; lesio cardiaca.
Islia.i Osastsa C i i l|li, Psraambuco, fiO
snnos, solteira. Boa-Vista; diarrhea.
Jol, Parnaubnco, 7 annos, 8. Jos ; bronchite.
CHROHICA JODICIARIA
Trlbsmasal da ReUcia
SESSAO (DIARA EM 10 DE JULHO
DE 1868
Boletn) meteorolgico
floras
6 m.
9
18
3 t.
6
ai-6
225
237
24*-0
23*-7
Barmetro a
O*
764-28
765"19
764-68
763-46
763-77
Teasio
do vapor
18,03
18,91
19.65
20,27
19.35
93
93
91
91
87
Temperatura mxima25*,2S.
Dita mnima2l*,25.
JBvaporaeSo em 24 horas ao sol: 1,"4 ; 4 som-
bra : 0",7.
Chova32-5.
DirecoSo do vento : 8E de meia noite at 1 hora
e 42 minutos da maobS; S8E at 5 horas e 40 mi
natos ; NE st 8 borss e 25 mioatos ; SE at 8
horas e 4 minutos ; E at 10 horas e 15 mino
tus ; S at 11 horas e 35 minutos ; SE at 11 horas
e 52 minutos ; ESE at aos 45 mioutos da tarde ;
variavel de E a SE at 1 bora e 32 minutos ; E
at 2 horas e 50 minutos; variavel de SE a E at
3 horas e 42 minntos ; SE at 4 horas e 8 miou-
tos; ESE at 5 boras e 15 minntos ; SE com in-
terrupcSes da ESE e SSE at 7 horas e 30 miau -
tos ; SE at 8 horas e 10 mioatos; 8E, ESE e E
alternados at meia noite.
Ve'oeidade media do venta: 1>,63 por segando.
Nebalosidsde media: O.bO.
Boletim do porto

Da
!. M. 9 de Jaiba
r\ M. >
^. M.
P. M. 10 de Julho
Horas
1029 damanh
459 da tarde
10-51
517 da manbS
Altara
0,-38
2.-42
0">52
2,57
Priiiiamss de caaameaioForam li
dos na matns de Afogaaos, no dia 8 do correte,
os seguiotes :
Manoel Jerooymo de Sonsa Lopee, com Rosa
Mara de Castro.
Manoel Francisco dos Santos, com Mara San-
t'Anna dos Praceres.
Msnoel Gomes de Araojo, com Tranquilina Ma-
ra da ConceicSo.
Operacoea clrarglcaaForam pratica-
das no hospital Pedro II, as seguintes:
Dia 9:
PeU Dr. Mal aqu as :
Ligadura da arteria humeral, reclamida por fe-
rla da mesma.
Da 10 : *
Pela Dr. EstevSo:
Eitirpicii) Jo uteri e seus a'insxos (operacSo
de Pooot) recia uada p r fibro-myoma.
Caaa de IfetencaoMovimento dos pre-
sos da Casa de DctencSo do Recite no dia 9 de
Julbo de 1888:
Sxisliam 321; cotrarsm 13 ; sahiram 14 ; exis-
tem 320.
A saber:
Naeionaes 303 ; nalberes 6 : istraneeircj 9;
Total3*0.
Arracoados 289.
Bons 272. .
Doentea 17.
Movimento da enfermara :
Ti vera m baixa :
Alfredo Eugenio Crespo, Olympio Marques da
Silva e Porfirio Francisco da Urus.
Teve alta :
Jos Lopes ds Silva.
Haapital Pedro IIO]movimento do dia
9 de Julbo, deate eatabeleclmanto, foi o segur-
te :
Entraram 17
Sahiram 14
Falleceram 2
Existem 576
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Ors. :
Ferreira Velloso a 10, Cyanciro s 10. Bar-
ros Sobrinho 4s 7 14, Berardo s 10 1|2, Mala-
quias a 8 12, Pontaal a 8 1|2, EatevSo Caval
cante s 8 1|2.
CirnrgiSo dentista Numa Pompilio, s 9 ho-
ras.
Pharmaceutico entrn s 8 1|2 e sahio s 4
horas.
Ajndante do pharmaceutico entren s 7 1[2 e
sahio s 4 horas.
Lotera do 11 rae-ParftEis es prem108
da 4a serie da 19a lotera do Grao-Para, extrahida
em 9 de J albo de 1888:
912 60:' 00/000
7996 6:0-*iit0u0
4067 3:000*000
6016 1:200*000
7146 1:200*000
Approximaeoes
911 600*000
913 600*000
7995 300*000
7997 300*000
4066 180*000
4068 180*000
EstSo premiados com 600*000 os sogaintes n-
meros :
767 1916 2259 4362
EstSo premiados com 300*000 os segaintes n-
meros :
645 1430 5483 7335 7756
EstSo premiados com 120*000 os seguintes n-
meros :
911 913 914 915 916 917
918 919 920
EstSo premiados com 60*000 os segaintes n-
meros :
7991 7992 7993 7994 7995 7997
7998 7999 8000
EstSo premiados com 30*000 os segaintes n-
meros :
4061 4062 4062 4064 4065 4066
4068 4069 4070
Todos os nmeros terminados em 12 estSo pre-
miados com 60*000.
Todos os nmeros terminados em 96 estSo pre-
miados com 60*000.
Todos os nmeros terminados eo 67 esto pre
miados com 30*000.
Todos os nmeros terminados em 2 estSo pre-
miados com 30*000, excepto os terminados em 12.
Todos os nmeros terminados em 6 estSo pre-
miados eom 30*000, excepto os terminados em 96.
A segninte lotera corre no dia 16 de Jalho com
o plano de 60:000*000.
Latera da VictoriaAcbam-se 4 venda
os bilhetes da acreditada lotera daeidade da Vic
tona, da provincia de Espirita Santo, cajo plano
bastante animador, conforme se vi do snouocio
em oatra seccio deate Diario.
Latera da Par-A > parte da 19* lote-
ra, pelo novo plano, cajo premio grande e de....
60:000*000, ser extrahida, seganda-feira, 16 de
Jalho.
Cemllerlo Publico Obituario do dis 9
de Jalho:
Amelia Olympia de Mello, Pernambuco, 9 annos,
Boa-Vista ; febre typhica.
Candida, Pernambace, 5 annos, 8. Jos ; febre
typbica.
oalvina Mara dos Santos, Pernambuco, 31 an-
nos, solteira, 8. Jos; insofficiencia mitral.
Antonio, Santa Chatarina, 100 snnos, aolteiro, Re-
cife; ttano traumtico.
Amanerada, Peroamboco,2 1/2 annos, Boa-Vis
ta ; meningite.
Manoel, Pernsmbaco, 1 aano, Santo Antonio ;
convnltoes.
Joto Franetsce dos Santos, Pmluco, 34 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; esogeetSo pe tajamar.
Raol, Perasasaee, 18 meses, Boa-Vista;
ningo encephsiite.
PBJUIDB1ICIA DO KIM. 8K. CON8BLHKIBO
QonrTmo ds miranda
Secretario Dr. Virgilio Codito
A's horaa do cosame, presentes os Sis. deoem-
bargadores em namero legal, foi aberta a sessSo,
depon de lida eapprovaok a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-so o
segaintes
JCL8AMKNTOS
Hshses carpas
Paasates:
Epipbania Mara da ConoeicSo. Mandon-se
soltar, unanimemeats.
BaUarmino de Qoeiros. Mandn se ouvir o
jois de diraito do 2o districto criminal.
Eoiebio Ferreira Gomes de QueiroaMandn -
e ouvir o jais de direito de JaboatSo
Francisco Victorino dos Santos.Msndoa-se ou-
vir o Dr. chefe de polica.
Recurso elei toral
De Campia GrandeRecrreme Jos Aman-
do Pereira, recorrido ojaiso. Relator o Sr. des
embargad r Toscano Barreto. Negou-se provi-
mento, contra os votos dos Srs. disembargadores
relator, Monteiro de Andrade e Pires Ferreira.
Aggravos de peticSo
Do BecifeAggravante Manoel Polycarpo Mo-
reira de Asevedo, aggravados Cardozo A IrmSos.
Relator o Sr. conselheiro Queiros Barros. Adjun
toa os Srs. deseinbargadores Toscano Barreto e
Delfino Oavalcante.Negou-se provimeato, un i-
nimemente.
Do ReciteAggravante Frederico Chaves, ag-
gravado o juico da provedoria. Relator o Sr.
desembargador Alves Ribeiro. Adjuntos os Srs.
desembargadores Tavares de Vasconcellos e coo-
seihairo Qreiros Barros.Negoa-se provimento,
contra o voto dortlitor.
Do ReciteAggravante Gratoliano dos Santos
Vital, aggravada Hortencia Ferreira. Relator o
Sr. desembsigador Tavares de Vasconcellos. Ad-
juntos os Srs. desembargadores Buarque Lima e
M>ateiro de Andrade. Negon-se provimento,
unnimemente.
Appollaces crimes
L)e SernhSemAppeliaote o juio, appellado
Jos Pedro Celestino. R-latoro Sr. desembarga
dor Buarque LimaMandn se a novo jury, una
nimemente.
"Dd TimbabaAppeliaote o juizo, appellado
Liberato Jos da Silva. Relator o Sr. desembar-
gador Pires Ferreira.Mandou-se a novo jury,
unnimemente.
De Bom JardimAppellante o promotor publi-
co, appe lado Jote Joaquim Raymundo. Relator
o Sr. conselheiro Queiros Barros.Deu-se provi-
meato a appellaco, unnimemente.
De CimbresAppellante Joo, escravo, appel-
lada a juanea. Relator o Sr. desembargador
Buarque Lima.(Joufirmou-se a senteuca, unni-
memente.
/Do Pao d'AlboAppellante D. Joanna Coelho
Carneiro da Cucha, appellado Pedro Araojo Pi
nbeiro. Relator o Sr. desembargador Alves Ri-
beiro.Mandou-ee a novo jury, unnimemente.
Appeliacdes civeis
De Salgueiro Appellante Antonio Soarea de
Mauritania, appellados Antonio Joaquim Freir e
outro. Reator o Sr. deaembargador Buarque
Lima. Revisares os Srs. deeembargadeies Tosca
no Barreto e Delfino Cavalcante. Confirmu-ae
a srntenca, contra o voto do Sr. desembargador
Delfino Cavalcante.
Do CamaragibeAppellantes Pedro Antonio e
outros. appellado Felippe da Silva Moraes. Rea
tor o Sr. desembargador Tuscaoo Barreto. Revi-
uores os Srs. desembargadores Delfino Cavalcante
e Pires Feneirs.(-rejodicada.
De GaranbunsAppellante Pedro Ivo da Sil
va, appellado Antonio Mara de Pigueiredo. Re-
lator o Sr. desembargador Delfino Cavalcante.
Revisores os Srs. desembargadores Pires Ferreira
e Monteiro de Andrade.Foram despresados os
embargos, unnimemente.
De NasaretbAppelltnte Benedicto; app liado
Antonio Jos de Oliveira M.lo. Relator o Sr.
desembargador Toscano Barreto. Revisores os
Srs desembargadores Delfino Cavalcante e Tires
Ferreira.Prejudicada.
De Macei Appellante o juiso, appellado Lo-
renco, ex-escravo. Relator o Sr. desembargador
Toscano Barreto. Revisores oa Srs. desembar-
gadores Delfino Cavalcante e Pires Ferreira,
Prejodicada.
De PenedoAppellante o iuzo, appellado Ja
cintho, ex-eBcravo. Relator o Sr. desembargador
Tavare de Vasconcellos. Revisores os Srs. con-
selheiro Qoeiros Barros e desembargador Buar
que Lima.Prejudicada.
De TraipuAppellante D. Angel:ca Rosa Ta-
vares, appellada Clemencia. Relator o Sr. des
embargador Tavares de Vasconcellos. Revisores
os Srs. conselheiro Qoeiros Barros e desembarga-
dor Buarque Lima.Prejudicada
Do Pilar Appellante Antonio Gomes de M- lio
Lii:s, appellado Jos Guedes Nsgoeira. Relator
o Sr. desembargador Pires Goncalvea. Revisores
os Srs. desembargadores Alves Ribeiro e Tavares
de Vasconcellos NSo se tomou conbecimento da
appellaco, unnimemente.
Appellacoes commerciaes
Do ReciteAppellante a companhia The Cen-
tral Sugar Factories, appellados Francisco Xavier
Goncalves da Rocha e outros. Relator o Sr. des-
embargador Toscaoo Barreto. Revisores os 8rs.
desembargadores Pires Ferreira e Monteiro def*
tnsassssam e pi'sautBr pubco, aa
loaqaa da Cusas.
8a. desembargador Tararas da Vasconeelloa
a Sr. conselheiro Queiros Barrea :
Apeala pie crime
Da IgsarassAppsfUase ,o juiso, appellada
Saturnino Antonio Reinaldo e outro.
AppeUaeSo civel
Da ImperatrisAppellante o jais, appesado
Mataeas, ex-ecvo.
DILIGKNCU8
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justioa:
Apporlaeoaa erizaos
Da Agua PretaAppellante Aieliuo Ferreira
de Sonsa, appellada a justioa.
Do ReeifeAppeliaote Joo Francisco dos San-
os, appellada a justioa.
De Traip--Appeliaote Francisco Antoaio Ma-
chado, appellada a jnstica.
De NasarethAppellante Manoel Dias Barbo-
sa, appeUada a justioa.
distribui^Ces
Rosarsos orimes
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto:
Da EseadaReeorrente o juizo, recorrido Au-
gusto da Veiga "Figasiredo.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Do RecitaRecocreate o juizo, raeorrido Jos
dos Santos Coelho.
Aggravo de peticSo
Ae Sr. desembargador Toscano Barreto :
Do ReeifeAggravante D. H lena Carneiro
Los de Albuquerque, aggravados Leal & IrmSo.
Appellaco crime
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De ItambAppellante Antonio Flix da Sil-
va, appellada a justica.
Appellaco civel
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Da Parabyba Appellante o tenante coronel
JoSo Alves r ilgueira, aopellada a faaeoda nacio-
nal.
Eneerrou-se a sessSo s 2 horas da tarde.
MaaeJto para oficiar aa fiador do
agente Maaasl Antonio Yiaf aa, oa tasa-
beta ffits condemnado nss onitat do predi-
to su tu roano. OfEcie-se.
Encerroa-M seslo a 11 12 liara da
oanhl.
PDBUOGftfiSA PEDIDO
^oToni crinei (#)
Tanta Commerclal da cidade do
Heclfe
ACTA DA SESSAO DE 5 DE JUNHO
DE 1888
PBBSrOEHC.'A DO ILLM. SB. C0MUEKD1DOB BTO 810 SO
MBS DB BUBHDA LBAL
Secretario, Dr. Julio Guimar8.es
A's 10 boras da maoba declarou se aber-
ta a sesaSo estando presentes oa Srs. de-
putados : Olinto Bastos, commendador L.
Machado, BeltrSo Jnior e H. de Figaei-
redo.
Lida, foi spprovada a acta da spsso an
terior, e faz-so a leitura do Beguinte
EXPEDIENTE
Offisio, de 30 do mez prximo passado,
da junta de correctores desta praca, en-
viando o boletiai das esta^ora offi iaes
de 25 a 30 do mez findo.Para o ar-
chivo
Dita da mesma junta, dando sciencia do
numero de iransaccSes efifectuadas pelos
correoteres, durante o dito mez.Seja ar-
chivado.
Diarios offi .-iaes ns. 169 a 175. Ar-
chive-se.
Distribuiram-8e rubrica o seguiotes
livros : Diario de Carlos Lourenco Gr>-
mes & O.j Copiador de Antonio Pinto da
Silva & C, Diario de Fernandes a Cos-
ta & C, Diario de Guilherme Porto & C.
DESPACHOS
Peti;3es:
De Carolino Jos da Cruz & C, para
que se archive o contracto de sociedade
em nome collectivo que sob dita firma cele-
brarais dito Carolino e Antonio Rodrigues
Vieira, com o capital de 1:000jiO0 para o
commercio de manufactura e de calcados,
nesta praca, ra Marcilio Dias n. 104.
Archive se na forma da lei.
De Luiz Goncalves da Silva & Pinto,
para que se registre a procuracSo em que
se constituem procuradores Arthur de
Carvalho e o bacharel Manoel Gonjalves
da Silva Pinto, para gerirem e adminis-
traren os infresses da dita firma commer-
cal, e se d baixa no registro da procura-
eSo ce 9,510. Como pedem, de confor-
midade com o parecer fiscal.
Di Lourega & C de cuja firma sao
socios Anastacio da Silva Lourega e Jos
Nicolu Alves, idem, quanto a marca dos
seus cigarros denominados (Trovadores
de fumo Goyaz e Para de primeira quah-
dade da sua fabrica Amo, sita ra
Larga do Rosario n 8. Registre se.
De Alfredo Alves da Silva Freir, idem,
quanto a nomeacSo de seus caixeiros Ama-
ro da Rocha Wanderley e Joaquim Telles
de Menezes.Seja registrada.
De Antonio de Oliveira Maia, para que
se mande dar baixa no termo de responsa-
bilidade que firmara sobre o patacho na
cional Audaz*, e recolher no archivo a
respectiva carta de registro que aprsente,
por isso que vendeu essa embarcacSo no
Rio de Janeiro em Fevereiro do correte
anno a Miguel da Motta Maia.Provando
Andrade. teformou-se em parte a sentenca, i 0 supplican'e O que allega, ser attendiio.
nanimemente. De D. Antonia Florentina de Carvalho
tJPaSS^^ ^ C""lh CaVal-
po Alegre e outros. Relator o Sr. desembargador
Toscano Brrelo. Revisores os Srs. desembarga-
dores Pires Ferreira e Monteiro de Andrale.
Confirmon-se a sentenca, unnimemente.
Do ReeifeAppellanto a Companhia Brasilei-
ra de navegacSo a va or, appellados Sonsa Bss
to, Amorim A O Relator o Sr. conselheiro Qoei-
ros Barros. Revisores os Srs. desembargadores
Buarque Lima e Toscaoo Barreto.'Reformou-se
a sentenca, unnimemente.
Do ReciteAppellante Antonio de Castro Mon-
teiro, appellados Silva <* Alves. Relator o Sr.
desembargador Alves .RTneiro. Revisores os Srs.
desembargadores Tavares '.de Vaseoncellos e con-
selheiro Qoeiros Barros.Confirmou-se a senven-
ca, unnimemente.
PA88AGBN8
Do Sr. conselheiro Queiros Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
AppellacSes Crimea
De Alaga do MonteiroAppeliaote o juiso, ap-
pellado Jos Msrtins Ferreira.
Do TriomphoAppellante o jaiso, appellado
Aotonio Peres BrandSo.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Delfino Cavalcante:
Ap.ellacSo crime
Da Bom JardimAppellante o jniso, appellado
Marcelino Qomes da Silva.
Do Sr. desembargador Delfino Cavalcante ao
8r. desembargador Pires Ferreirs 1
AppellacSus criases
Do PiancApoellsnte o promotor publico, ap-
pellado JoSo Cassisno da Silva.
De NaaaretbAppellante o juiso, appellado
Antonia Francisco Ramos.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appellaco crime
Do R:cife Appellante Manoel Monteiro do
Naacimento, appellada a justica.
Appellaco civel
De IogateiraApptllaote Manoel Jos de Car-
valho, appellado Sabino Lacerda de Sisjaera.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellaco commercial
Do ReciteAppellantes Pereira, Ferreira & C.
e Francisco de Paula Lopes, appellados os mes-
O 8r. deaembargador Pires Goncalves, eosso pro-
ssetat da Justina den parecer as segaintes
Appellaces ciimes
De Conde Appellante o juiso, appellados Psu-
liao DastsTda Silva e outros.
Da TriumphoAppellante o juiso, apestado
Bjrgioo Sosres dos Santos.
cante da cidade de Palmares, para que
se registre a procuracSo que passaram ao
major Antonio de Carvalho Albuquerque
com plenos e illimitados poderes para ge-
rir o estabelecimento 'denoninado Fron-
teira do Barbozao.Registre-so.
De JoSo Guilherme & Sobrinhos, firma
commercial estabelecida na cidade de Ca-
ruar, toa do Imperador n. 2, para que
se archive o contracto da sociedade em no
me collectivo, que sob dita firma celebra-
ran! JoSo Guilherme de Azevedo Lyra,
Jos Nicodemos de Pontee Sobrinho e JoSo
Guilherme de Pontea Sobrinho, com o oa-
pital de -4:684(5150, para o commercio de
fazendas, miudezas e outros srtigos.Ar-
chive-se.
Ds JoSo Guilherme e Sobrinho, firma
commercial estabelecida na povoacSo cBe-
bedouro, da comarca de Csruar, ra
do Commeroio n. 1, idem, qoanto ao con-
trato da sociedade em nome colleotoria qua
aeb dita firma celebraram JoSo Guilher-
me de Azevedo Lyra e Jos Nicodemos de
Pontee, com o capital de 60:2120710, pa-
ra o commercio de fazendas, miudezas a
outros artigos.Seja archivado.
De Ramiro M. Costa & 0., idem, quan-
to ao contraoto de sociedade em oomman-
dita que sob dita firma celebraram Ramiro
Moreira de Costa e um commanditario,
com o capital de 60:0000000, o sendo fon-
do em oommandita de 30:0000000, para
o commercio de productos naeionaes a es,
trangeiros proprios de livraria e papelaria-
nesta praca, 4 ra lc de Marco. Archi-
ve se.
CommunioaoSo da secretaria de que o
agente de leiieee desta praca Alfredo da
Silva GuimarSes, at a presente data, nSo
pagou as cuttas na importancia de 270900
em que fra condemnado por accordSa de
96 da Abril prximo passado, no summario
ex-offi jo oontra elle intentado por ato ter
pago no devide tempo o imposto de sea
asocio, e pediodo a mesma secretaria auto-
IX
A gravidade tambsm ama lei do mundo mo-
ras. Usa espirito qoe se precipita de gsande al-
tara, a que elevou-se ou a que o elevaran), como
um corpo que rola do cimo de urna mootanaa. TSo
grande 6 a qaeda de um eosso a de outro, e a
BMSssa lei preside a ambos os penaosseaos.
O Revm. Sr. governador do bispado, qas tanto
alarde fax de sna elevsda pooioSo, ao ponto de ja
parecer om novo Narciso enamorado de ai mesmo,
ou de faser lembrar o pavSo da fbula desvaae-
eido da suaa plantas, so parece ter ehrgade a
esaas eminencias, em qoe foi tomado de vertigem,
pelo mesmo processo, pelo qual os celebres astr-
nomos de que nos falla Julio Verne em um dos
seus intereasantea livros, fiseram chegar at as
proximidades da nosso satellite aquella bala des-
communal, que nao podendo suster-se nes*as in-
commensuraveis alturas, acabon por precipitar-se
no ocano.
S ha urna differenca entre a bala de Julio
Verne a o Revm. Sr. governador do bispado e
que ao pasao que aquella fieou fl ictuando na su-
perficie do ocano, este afundou se no pelago de
aeu grande crime de medo a nSo lhe poder valer
todo o engenho do Outro catholico para arrancal-o
d'alli.
Achava-se eseripto o nosso artigo anteriormente
publicado, em que tratamos de mostrar a impro-
cedencia da imputacSo do defljrameoto de D. Ma-
ra Amelia, lancada contra o viuvo de Olinda por
Un outro catholico, quando appareceu no Diario
de 4 do arreste mes esse mesmo viuvo, qoe o
Sr. Mancel Joaquim Botelho.
Esse stnhor esmagou completameote o Revm.
Sr. governador do bispado com os documentos que
exhibi e que pnseram em evidencia tres couxas
ao mesmo tempo: 1.* a falsidade da imputacSo
que lhe fes o Kevm. Sr. governador do bispado :
2.a a eoragem pouco invejavel e impropria de um
sacerdote, com que o mesmo Revm. Sr. governa-
dor calumnia para defender-se : 3 a responsabili-
dade desie como autor do difl.ramento de D. Ma-
na Amelia.
As treseutas raposas, que SanaSo soltou nos
campo i des Pbilisteus, depois de atar Ibes as cau-
das facbos accesos, nao fis< ram com certera quelle
povo damoo igual ao qua aoffreu o cavtlloso plano
de defeza do R-vm. Sr governador do bispado com
a puolicacao do do artigo do Sr. Botelho e dos do-
cumentos que o acompanhariim.
O Revm. Sr. governador do bi.-p*do reconheceu
tanto o effeito desss pubcacSo, que tendo pro-
mettido faser urna pausa em sua drtesa nSo teve
duvida em faltar sua promesas, apresentando-se
logo a occapar-se da mesma poblicacSo.
NSo se apercebeu, p,rm, S. Revma. de que
assim procedendo era o primeiro a dar testemunbo
da terrivel impresaSo que produsio o artigo do
Sr. Botelho, e cahindo em urna flagrante co.itra
dieco chnmiu de baboseira o mesmo artigo, qoali
ficou de mentirosos os d.cumentos com elle publi-
cado e cieclarou-os incapazes de fazer prova al-
gama.
Si era urna baboseira o artigo do Sr. Botelhj e
si os documentos, de que foi elle acompinbado,
nSo eram urna aovidade, nem tinham valor algum,
como diz o Revm. Sr. governador do bi.-pido, por
que teve S. Revma. tanta presea em atacar esse
artigo e essos documentos ?
Bem dis o poeta das glogas: trahit sua
quemque voluptas. *
NSo pense o Rjvm. Sr. governador do bispado
que diminuto o alcance da pu-.'icxcS, do Sr. Bo-
telho com a malvola e aleivosa insinuaedo de que
fomos nos que escrevm<-s o artigo do mesmo se-
nhor, bem como as cartas e respostas de que se fes
acompaohar aquello artigo.
Semelhante insinuacSo, completamente desti-
tuida de fundsmento, d bem a medida do pouco
caso em que o Revm. Sr. governador do bispado
tcm S verdade ou antes prova que 8. Revma.
da escola d'aquella celebre seita, que ensinava
que a verdade a mentira tnuitas vetes repetida e
tanto assim quo o publico deve ter notado que
S. Revma. agora conhecido pela alcanha de Um
outro catholico, s se tem oceupado em engendrar
um ceno numero de inexatio5.'s e em repetil as
murtas veiea em seus diferentes artigos so ponto
c*e consiatirem alguna desees em urna especie de
sabbatina das faUidades enunciadas nos artigos
anteriores.
E' escusado darmos a nossa palavra de qie ne-
nhuma parte tivemos, nenbuma ineam-j, na elabo-
racAo e publicacSo do artigo e documentos do Sr.
Botelho.
Baita-nos asseverar que a declaracSo do Revm
Sr. goveinafor do bispado nesse sentido nSo con-
sultou a verdade. Dado, porm, que assim fosse,
em que desmereciam por isso aquelle artigo e
aquelles documentos ?
Havemos de voltar sobre este assumpto e de
demonstrar que a oaoosetra fulminou o Revm. Sr.
g veruador do bispado.
Por hoje s diremos mais a respeito do Sr. Bo-
telho, em complemento a tudo quanto j disemos
em nosso ni tinto artigo, que a arguicSo que lhe fes
0 Revm. Sr. governador do bispado de ter sido
elle o autor da calumnia que lhe foi levantada
de todo o ponto inverosmil, por mais urna rssSo
que vamos dar, para quem tiver conbecimento
desta discossSo e nSo for tSo parcial que queira
cerrar os ouvidos verdade.
HSo de estar lembrados os nossos lei tores de
que o Revm. Sr. governador do bispado, procu-
rando dissoadir D. Maria Amelia da resolncSo de
casar-se com o Sr. Botelho e nSo conseguindo por
si s o seu desidertum, pedio o concurso do
Revm. Sr. canego Dr. Joaquim Graciano de Arau-
jo para a sua empresa.
HSo de lembrar-se ainda ea nossos leitores de
que o Revm. Sr. conego Dr. Joaquim Graciano, no
intuito de secundar os esforoos do Kevm. Sr. go-
vernador do bispado, que reputava louvaveis e
justos, prestou-se de boa vontade aos desejos de
S. Revma. e s depois disto decidir se D. Maria
Amelia a renunciar o seu projecto de casamento
com o Sr. Botelho.
Do exposto resulta que si D. M>ra Amalia de-
sisti do projecto de casar-se coa o Sr. Botelho, o
tes tanto por esforoos do Revm. Sr. governador
do bispado, eomo do Revm. Sr. conego Dr. Joa-
quim Graciano de Araojo s que si o primeiro in-
curren nss irss do Sr. Botelho, outro tanto acon-
tecen ao segundo e a este com mais veras, porque
parece qne sem o seu auxilio a victoria oontra D.
Msria Amelia nSo teria sido gauha.
Dis entretanto o Revm. Sr. governador do bis-
pado ( essa urna das varianfcj de sua mal aven-
turada defeza) que o Sr. Botelho, deapeitado por
que S. Revma. obstou-lhe o casamento com D.
Maria Amelia, foi quem attribuio-lhe o dtfljra-
mento dessa moca, originando-se d'ahi a persegu
cao que est soffrendo.
Porque, porm, attendam bem os nossos leitores,
o Sr. Botelho nSo imputou o defloramento de D.
Mara Amelia ao Revm. Sr. conego Dr. Joaquim
Graciano, contra quem se acbava tambero irritado
e tinba resto de acbar-se ainda mais do que en-
tra o Revm. Sr. governador do bispado, desde que
certo e nSo lhe escapava que a principal causs
de sua derrota tinha sido a coadjuvsoSo prestada
pelo mesmo Revm. Sr. conego Dr. Joaquim Gra-
ciano de Aranosa*sen prente o Revm. Sr. gover-
nador do bnpado ?
Caso se admita qoe o Sr. Botelho nSo poda
perdoar ao Revm. Sr. governador do bispado a
prioridade na opposieSo. que encontrn a sua pre
tencSo de casamento com D. Maria Amelia, e que
a calumnia, no sea pensar mais apropriada para
ferir o mesmo Sr. governador do bispado, era a do
dtfloramento de sua prima, porque raxSo deixaria
elle de forjar urna outr calumnia coatra o Revm.
Sr. conego Dr. i aqum Graciano ?
Para o calumniador a materia prima tem pre
tSo fcil, como para as tribus indgenas do Ama-
zonas o sSc as substancias vegetase de que fabri-
cam ellas o terrivel curare.
O que isto prova, por tanto, qne a accnsacSo
feita ao Revm. Sr. governador do bispado nao
descende do despeito do Sr. Bjtelbo e sita da rea-
hdade do proced ment de 8. Berma.
E' 8. Revma mesmo quem se condemna, quando
re detVnde, desde que afirma que toi calumniado
pato Sr. Biissaa sosa a Mtaau
de D. Maria Amelia ao asa*
ene jiraira rasa as adMduc<
fe alo isssi..... asa mttore do drflorwmt*
masan D. Maria Amelia, catre es quass figura-
vaa a Revma. a o proprio Sr. Btela*.
Ora, si j antas do casamento da D. Mara Ame-
lia quatro erasa os ioeuvidaoa apostados como res-
ponraveis pela desboni-n delta a eatre alies, alm
do Revm. Sr. govrrnsstor do bispado tsmbm se
coaaava o Sr. Botelho, como diser o sncseao 8a go-
vernador qoe o beato qoe a sea respeito corra era
urna calumnia vulgarizada palo aeaoiboedo Sr.
Botelho ? I
Si a imputa ato taita a 8. Revaos, era abra da
aalumnia, p orqne a io soi-a-h la Um bem a feita ao
Sr. Botelho e a qualquer dos outroa iodigitados ?
E' crivel por ventora, que o Sr. B teiho se ea,-
lumniasse a si measao ? E si a gneas, qne nto Sr.
Botelho, Iba attribuia e a otros o desvirginsmen-
to de D Maria Amelia, porque s e Sr. Botelho o
atribuira ao Revm. Sr. governador do bwpado ?
Do que dito fiea segue-se, o disso poda das tes-
temunho qnasi teda a populscSo de Olinda, qne
neos foi o Sr. Botelho quem propalon que D. Ma-
ra Amelia eslava i Hendida em sen pudor pelo
Revm. Sr. governador do bispado, nem a oatrem
sano a S. Revma. se sttribnio nanea, qoei antes,
qner depois do casamento, o defloramento da mes-
ma D. Maria Amalia.
Em vista disso fore concluir qoe o calumnia'
do nao foi o Revm. Sr. governador do bispado,
ma* sim cada om dos outroa tres individuos de que
S Revma. tem fallado em suss pablicacdes, e o
que mais iotereeeaote qoe e calumniador des-
s'B tres individes, doa quaes S. Revma. s de-
elinou o nome de um, S. Revma. mesmo.
Quem n&o s be em Olinda qne o Revm. Sr. go-
vernador do bispado anda agora provara de
quem queira se prestar ao desgracado papel de
edictor responsavel de sua obra t Poderiaoios des-
de j declarar o nome de om individuo, a qoesaS.
Revma. offereceu at a quentia de dous cor. tes de
ris por esse relevante servico que delle exigi, o
seoSo o faiemos porque nao temos autoraatto
para isso.
Esse individuo artista e pobre, mas revlen-
se um homem superior ao Revm. Sr. governador
do bispado repellmdo a infame propgsta.
Que triste espectculo esl dando 8. Revma.,
s> m reflectir que o que esta faseodv cen.titue a
prova provadtt do seu crime e est cobrindode ri-
diculo e de desar toda a sua classe e a pr pria re-
ligio, de que ministro, aos olbos d'squelits qne
aSo tem bastante fortalesa moral para resistir s
deleteras impresses qne prodasem tactos dessa
ord.-U" !
Apesar de ta 'o isto dis o Revm. 8r. governador
do hispido que ni lbe fasemos ama aecusaco dea
e sem base em prova de qualquer ordem l
QuSo telixs seriamos nos, ce S. ttevma. fosse o
homem virtuoso e innocente que ae tpregoa !
Nem feriamos a lamentar a desgrsca de dona
entes diguos de melbor sirte, como D. Maria Ame
lia de Araojo e Paulino mos passanlu pelo diasabor de acensar o otesneo
Revm. Sr. governador Jo bispado e de testemu-
nbar ao mesmo tempo qoe as nossas palavras (ti
mogna parvis componere liett) tem produndo no
espirito dos nossos leitores o mesmo Arito, que
prodasiram as de Daniel sobre o povo qoe o escuta-
va, quando elle desmascarava aquelles doos cor-
ruptsimos juises, que dipois de terem trntsdo
contra a castldade de Saeaaa ainda a calumnia-
vam dsendo tel-a encontrado em adulterio !
E como nSo ha de ser aesim, se o Revm. Sr. go-
vernador do bispado tSo culpado cerno squelles
dous mos juizca e at com olles se parece na cir-
cunstancia de procurar tirar partido de sua auto-
ridade e do pieatigio de sua elevada posiclo, co-
mo elles o fiseram ? !
Tudo, porm, ser debalde.
Os argumentos de defesa de S. Revma. cm ves
de aproveitarem ao fim qne elle tem em vista, oa
convertem-se em meios de prova ae seu crime ou
entSo nada exprimem.
Dis, por exemplo, o Revm. Sr. governador da
bispado para provar que nao foi eil o aotor do de-
fl iramento de D. Mana Amelia o segninte :
< Ao seu espirito, obcecado pelo odio que o Ca-
tholico vota humanidade, devia ter occorrido
qu se t governador do bispado tivisse cshide
i na fraquesa que elle attnbuo-lhe, certa mente se
opporia a qualquer casamento de D Maria Aroe-
lia, e, com diobeiro e geito evitara que abosa-
ha explosisse. Pactos como iste tem-se dado
eos milbares, e, quando o responsavel dispede
< meits, emprega-os para sanar o mal como na-
guem ignra .
D'abi coaclue o Revm. Sr. governsdcr do bis-
pado que innocente.
Btsum teneitis, amice ?
Se esse argumento do Revm. Sr. governador pa-
desse provar algum cousa, seria que elle reo
de grandes faltas aos olhos de Deas, a coja ma-
gestade tSo inslitamente cffeoden e por isaa o
mesmo Deus para perdel o desvairoulhe o entend-
ment so punto de nao ter elle acertado com es
meios de eocobrir o seu crime e de conseguir a
sua impuoidade.
Dis S. Bernardo, o eapientissimo Dr. da igreja:
Deum et bonorum operum pium remuneralorem,
i et scelerum otquxssimum, vindicem esse.
Deus do mesmo modo que remunera, piedosa-
mente as boas obras, pnne c m toda a rectidSo de
sua justica as aceas criminosas. .
E' bem possivel que o Revm. Sr. governaderdo
bispado nao crea nessas rousas e pense cem La-
mennaia que a idea de punigo ineompativtl tom
nocao de Dan (destructive de la nolion de Dieu) e
d'abi a sua queda I
Grande escndalo para a igreja de Deus !
80 assim se rxplica o sacrilegio commettido pelo
Revm. Sr. governador do bispado na igreja da 8,
quando invocou o Santissimo Sacramento em tes-
temunbo da sua innocencia aperar de lbe brsdar
a conaciencia que era culpado I
E pretende Um inquisidor (que co Diario de hoje
nSo justificcu esse neme) que essa. invocacSo uma
prova fermidavei da pretendida innocencia do
Revm. Sr. governador do bispado ?!
Quinto pie a m t ou entSo a mais completa
ignorancia das lea moraes !
Em cbso algnm esse procedimento do Revm. Sr.
governador do bispado poderia ter a torca qoe se
lhe inculca.
Em sua interessante obra Doctrine religieuse
et philosophique, jondea sur le tmoignage de la
conscieneedis Emite Hsnnotin vem urna profn-
dese admiravel o segninte :
. Todos os culpados abusara da contcieocia ese
servem falsamente de sen testemnnho atizase
< peccar com mais tranqmllidade e com menos
\ergonha. Para sufiocar dentro de si essa graca
> interior que os condemna ou para deixar deee-
c rar de suaa ms acodes, elles produsem urna
lestemunha invisivel, que se nao [de fcilmente
. convencer de falsidade. Mas eu desconfi de
um homem, que allega sua contciencia em nss
negocio em que elle interessado, e bem que elle
se ponba sob essa divina proteccSo e se acolha
a eese sanctuario, eu d'ahi o arranco parames-
tral-o culpado em toda a sua feialdade e nades,
c porque eo se i que elle mente e Deus nao i seu
t cumplice.
Parece que taes palavras foram escripias para
^o caso do Revm. Sr. governador do bispado.
E' por este modo que se confunde a impostura.
Voltando ao argumento do Revm. Sr. governa-
dor do bispado, contido as palavras de J/roosnVo
catholico, qne cima transcrevemos, pergontaaws :
Qae valor dara um jais criterioso defesa de
um criminoso que consistase em diser-lbe:
Sr.,eusou innocente ; nio pratiquei esta nor-
te oa nSo commetti este roubo, porque si eu tivesse
commettido tal crime, certsmente ter me hia eva-
dido, pondo-me fra do alcance da polica e da
justic, como em milbares de casos outros ltn fei-
to. Eotretanto eu nSo o fiz e antes conservei-ase
tranquillo neste lagar at que fui sorprendido
pelos agentes da autoridade.
Pois bem, esse mesmo valor tea o argumento do
R-vm. Sr. governador do bispado.
E S. Revma. nao se rende a tanta evidencia!
E' que sen eoraaio endorecea-ae aa maldade e
eomo que morrea para Deas. Mortaam est cor ejes
intrnsecus et facturo est qnasi lapis.I Kcg.
XXV 37
Reeife, 7 de Jalho de 1888.
Um catholico.
(Continua)
(*) O presente artigo deixou de ser publicado
beata por grande arflaeucia de materia
Os RaoAeToaBS.
Ao goveroo brazllelro e por-
tUgHCZ
II
PromettemoB em nosso artigo publicado na edi-
cSo de boje deate Diario, traser so conheciments
do publico a celebrrima conta coa qne o Sr. v
cente Ranea Tavares, consol de Pcttngsl, oes
provincia, nos entregoa o espolio de Jos Mendei
de Fre isa. o que principiamos a tasar :
O Va, ooaaul para poder prefasar a qnsntia de




17 JTOG, em dii
>,-'": | '-' ':'
l
V
" 44,4 t tantaa riH i cambio da 220, qaando o
isamb-.a en de 1 i Uto para qa desta por-
(celia pareeotegem de 63*4*0 I
O 8r. riuoes Tt?UM om sus deeaoUda couta
oiada deduaia de 10 apaloea proviuciaea do valor
uomioal de 1:0001003 cada ame, a porceuta-
gam da 250*009, coaso se estas apatices esti-
voseam aa pac e se S. 8- palo decreto a. 885 de 5
da Navembro de 1851 tivaeie direito a tirar por-
osatagem por um simples urrolamento e de valorea
que nij esti veram debaixo de aaa guarda I
f Aonda fol O Sr. ageate cansular buscar sems-
lbante direito ? B' prsciso qua 8. 8. na eiclareca
obra o tes direito a eita e as dais pare-nta-
geas qae deduno em dnplieata, ato 5 0/0 em
vei de 2 1/2 0/0 Saoro famet auri.'
O que, parem, eobre talo patm* que do predio
a. 1 da raa de D. Mara de sansa, omprado por
1:9904, aatualmeute avaliado no inventaro p>r
1:000*, 8. 8 elevou-a o valor de 2:285*690,
para uiim tirar um* poreentagem mais gorda,
uto 57/110, atora os outroi 2 1(2 0,0 que de-
duca do aaldo a entregar Nii contentan se em
espichar o valor do predio como borracha 1 Pen-
sar ene sotnr cnsul que est entre es zats ou
os botocudos ?
N la os dir esae 8r. Tavares aande foi buscar
ni ilota para dar ao predio eemslhante valor ?
E entio os taas 690 rs. em cima dos 2:185* lo
masmo de arrornbi I tiradla cjm dona pau
inbos 1 Pediaas ios'a i,eai!j:e a S. S. qua no
mostr a. le daste ou de ssu piii en que se fun-
dn para urna tal a v iliaca a, e se 8. 8. nol-o fiser
el erit magnus Appollus.
8ibiam>s qae essas valiacSas sa faaem em juiso
par peritas namaalas j.ln paroi ; nu que o 8r.
cnsul o fiseass a s;u baila praser, ista ta
obsaluto e desusado quinto o tirar-se a cousa
.albia caatra a vintade de san dan- qu-i catre
nJ e na nassa iegislaoa tem ama espacial.
Para qaa o piMieo ola aa imaniente e mssse,
remas pr partea a aa,ai fsem>s piat por boje,
deinulo para o otro arcig-i ew inait> iatarea-
sante, cana saja o pigumata da qua falla o Sr.
aganta cansular em sua canta aa eserivij Si-
queira. ,
(Cau'inu)
Beeifa, 10 da Julha de 1888. ^
J| Hodolpho Jila Barate jpAlmiidt
Ao Df. Xalapias ItUiiio (ion-
f ilvds e ao publico
-'Qjaada o simpas agraiaciminta iadvidual nlo
basta pra oab.-ir a servioo que algum daspaudeu
com outrea em qualquar d)s diversos ramos da
aotividadj hamiui fas-se uaaessiria o Vir agra-
deci da alto da impreosa par um qaisi reco-
ohe-iimaatj publica.
A naaaisiiiij saaa, parea, di ponto quaado
esta aervica fai despaalida par um deseei aabres
apstalos humanos qaa arte canee lea o escalpa!
lo e qae tem padidina sui trabalhosa vi Ja juntar
s obrigacaa rigarosas do apasolada inexgotavcl
habilid ida, graoie eaerg a, carcter sup-rior e
aabretalo selo, daliescii.
Cita a raso qaa mi ebrigv jauta aiil a
autor da miuhi mais iotim gratid, vir do
alto da imprensa, mil levaata la J > leic > da m irt e,
bgradscer parante o publiaa dasta eidida aa illas-
trado tacaltttiva Sr. De. MtUqaias Ar.aiia Gaa-
calves o servio enarm) qae preitaa-ma e a miaba
familia salvan lama, par maia da um i oparaolo
diffilim a d p aara'.on i di umi mirte qns
certa qu i m; havia caaienitio o terinento
prafualaqai reaabi aa citxa tbaransa na da 5
de Abril da carrea*.* aatl
A habilidade, a amibililade, a energa e a de-
ftOIMERf.iA
Retrospecio cninine rclal do mez
de Jiiih de 19S9
JjNla fa m> o mas da Jua bo comparado com o
anterior.
As reparticojs ficaes, ea ge ral, tiveram aog
man o en suis reas.
As eutralas le dinbairo p ra a nossa praca fo-
ram inferiores s effejtuadas em Jonho de 1887
- em 145:839*917 o as sabidas em64:172*087.
Comparadas as entradas aa m as sabidas v-se
qua em Jjah> foram estas saaerijres em.......
214:017*521.
O mavimaata aa B'lsi, rea tifamente venda
de litaba, f> aialt p'qaino, tondo apenas avu'.-
taio as trans-icjs da lauras h/pothecarias.
As taxis caubiaes osadiaram entre 24 a 25 d.
sabr L>nlres.
Cam as pncis da Iapsrio faram paucos os sa-
ques effactuaias; os pramias entretanto foram
4, man madieos la que e-n Jaibi de 1887.
Em c inclusa a os mercados importador e expor-
tadar mintiv:ram-sa em bas, pasi$ia e em meiho-
res candicojs da qae en Janha da 1837.
Es os dad js que calhim>s :

Benleram asestmaSes pablicas :
Al/akdeqa
Jonho de 1838
. 1887
Mais em 1888
Recebdoria Gmral
Junho de 1888
. 1837
[nlo as pagarSo com eertesa
dio e oem agradoeimeato passaai, nona a sat
ca intima de sua eoascieacia firme e exemplar.
Quero, flor meo diste, ver se ao meaos ttenuo
a falta de compensaca moral 4 que tem direito
lmente os verdadeiros e boas operarios do bem.
Recite, 10 de Jalbo de 1883.
Joii Marta de Carvalho.
Rio Foruoso
Sob aqualla inscripta publicou o Jornal
d* Recife da 24 do correte ama censura
desabrida contra o mai honrado Sr. Dr.
jaii de direito Manoel Joaqaim dos Santos
Patury, ooJitltando se o seu autor noi an-
drajos do anooyaio.
S o odio, a paizBo violenta e o preten-
dido atarease podera animar aemelhante
embasteiro a emprestar qualidades, que
Iba sao verdaderamente easenaiaes. Tran-
sforme-sa n'am vubao; porm, fiqua oerto,
que o fumo da maledeaencia, qaa de si
desprend, nlo peder envolver a am ma-
gistrado tao distinoto, tio recto e t*o justo
como o Sr. D<*. ais de direito Manoel
Joaquina, dos Santos Patury. P.ar->. ello o
direito, a reutidio e a justija tem uoilo to
intima, qaanto as faculdaies animioas do
proprio espirito. Na appacsclo da justija
inexoravel ; motivo asee, que apaizona e
arrebata eom furor o autor do anonymo,
qua ainda teve em vista forir com as la-
vas da calumnia aos sentiment03 elevados
io magistrado digao e bemquisto, o qual
offarace ao seu detractor um olbar de des
preso sua verrina de compaixlo ao sea
estado Je acr^mania.
Sarinhleio, 30 de Junho de 1883.
Um jurdiccionado.
Av.zo Importante ao>t agrlculto
res do centro
Faja sciente a esses agricultares de Pes-
quera, Caruar Bazerro, Gravat, Russi-
nha, e Pombas como pelo edita! cima, que
as feiras as quartas-lviras qua se faziam
na cidada da Jaboatlo .*am sendo feitas
aos sabbados ; tornando se par esta forma
o centro das compras da capital e subur-
bios, evitando assim grandes prejuizas que
8ofiem os agricultores e fszeadeiros do
centro que veniem na victoria forjada-
mente os seus gneros por metade do prejo
vista que as grandes deapezas qua fszem
os atravessadores na Victoria alo pagas a
costa do trabalho dos agricultores ofazeu-
deiros dos centro.
E' preciso que estes tornera na dovida
considerajlo pira assim aproveitarem sen
trabalho. Nesta cidade tem todos os com
modos e Santa Amaro ea hvrari de toda
pa8te.
Cidade de Jaboatlo 10 de Julho de
1888.
O restaurador da feira,
Magnata.
Beeifes

Paria
Junho de 1888
de 1887
Mais em 1838
A's taxas de ris par tranco :
Janha de 1883
< de 1887
Htlmburgo
Junho de 1888
de 1887
Mais em 1883
francas 325.000
270.000
55.000
380 335
418 435
Beiefas 60.000
. 55.000
c 5.003
Joaqaim Dionisio de Barros aranjo declara ao
publica qae de hora em diante ipar assgaando-
se por Joaquim Dioga de Barros Aranjo.
N. 1S
Xoaua assarcsi Indnatrlal
Alm das palavras Lanman 4 Kemp, Nw-
Yoik, que apparecem exaradas em letras transpa-
rentes em cada falha d > proapacto qua serva de
env. 1 torio aos frascos e garrafas de oossas prepa
racas especaos, chamamos hoje a attenoa do pu-
blico para a nossa marca industrial registrada,
que d'aqai ea diante servir de garanta de legi-
t.midade nossas especalidtdes, e sem cujo re-
quisito os artigas abaixa mencionadas devar con-
siderar-ae como falsificados.
A dita marea industrial consUu em um roUla
largo, branco, em farsa da tira, do centro do qual j
apparecem gravadas em ac as palavras Marca
Industrial e debaixo o tacsimile de nassa firma,
caja imiteco constituir em falsario parante a le
o qua a isso se aventurar.
O referido rotula ir adherido a cada pacata,
garrafa ou frasea das segnintes preparacoea :
Agua Florida de Marray & Lanman, 8-lsapar-
rilha de Bristol, Tnico Oreatal e Petoral de
Anaeabuita.
Para impedir a frandalenta pratica de reenoher
com liqiiidos espirita as garrafas e frascos vasos
de nossas especialidades, gappieamos ao consumi-
dor que destrus o mencionada rotulo, e ai poaaivel
for a garrafa on frasca meara i.
Observe s, antes de comprar, as sim;l-s pre-
cauco 's qua deixamas apantadas, e se evitar e
engao. ,
Lanman & Kemp.
O vinho de extracta de fgado de baca
iba a, de Cbsvier, no qual se aoham todos
os elementos effijazs do olea de fgado de
baualb, possue ao mea-no tempo as pro-
piedades th-rapeulioas excelleotes dos
preparados alaoolicos. Com e alcool, sus-
tenta o poder vital, ezeita-o e fornece ma-
teriaes de primeira esoolba reconstituijlo
orgaoica ; em urna pnlavra ref. z a trama
animal e anima a. O seu uso pas indi-
cado as innmeras circumstanaias patha-
logioas que r-a-jltun do erapobraoimento
do sangue.
c Reoommendal-o especialmente aos nos
SOS lcitorea. *
(Scvue Medcale )
Dr. Mello (ornes
Medico parteiro eoperador
t4 -Boa larga lo BoaarioSI
(Pr cima do Annel de uro)
O i le tem consultorio e residencia, podendo ser
procurada qualquer hora da dia e da nuite.
ESPECIALIDADES: Pebres, partos, moles-
tias de senboras e da pulmSo, sjrpbilis cm geral,
cura e operacas de estreitamentos da nratra.
A.'ode depiompto a chimados para fra da ca-
pital.
Tetephone874
assucar, caia media foi de 1*987,10 p r 15 kdos
coatra 1*771 em Jaaho de 1837.
O prrc medio da agurdente campara do com o
de Juoba de 1887, arresenta urna alta de 12* por
pipa de 480 litros ; o do aleo-il 5*500 tnmb?m por
pipa ; o de coaros sa'gados ba>xau de 97,1 rs. por
kilo.
Abaixo damos o que ocorreu -

Algodao
Entraram para o mercado :
Jueha de 1888 16.289 ssccas
. de 1837 15.913 >
935:024*165
741:374*380
193:649*785
45:573*872
42:653*134
Mais em 1838
Juaha de 1883
. 1887
2:920*738
C orrei
14:651*600
11:675*175
Mus em 1888
Becebedoria Provincial
Juaha de 1883
1887
2:979*425
Mais em 1S83
268:996*408
218:261*105
50:735*003
V se, partauta, qua em Junho fiado as repart
cSaa arreeadidoras, emgeral, renderam mais do
que em igual m is de 1887.
Fj! o sajuiote omovimento de dinheiro sob a
responsabilidai'. das coaipanhias de vaperes, que
servem praca ds Becife :
Eatradi:
Jusba de 1888 110:800*125
. 1887 256:690*012
Manos em 1833
Sahida :
Jantao de 1838
1887
Menos om 1988
145:889*917
324:817*653
388:989*740
64:172*087
Em Juaha ultimo, partanto, entrou e sabio me
nos numeraria do qua em igual mas de 1837.
A differeac eatri a muris e a sabida em
Janha finda foi de 2)4:017*528.

Oj descontos de lettra cjatinuaram a ser efec-
tuados na rasa de 8 0/0 ao anno, sendo que em
igual mes de 1887 o faram a 8 e 9 0/0.

Foram effactnadas as segaintes transaccoes, por
venda, em titulas de divida publica e de empnzss
psrtisalarss.
Apatice1 geraes 14 de 1:000* a 965* ou com
o.descoata de 3 1/2 0/0.
Apoliees provnciaesH de 1:000* a 1:035* ou
cam o premia de 3 1/2 0/0.
HLttras byoithacanas149 com juros, de.....
97*50) a 93*aOO, ou com o descinto de 2 1/2 a 1
l,ii7 sem jaros, da91* a 95*, ou com
o descasta de 6 a 5 0/0.
Campanbia da B.-oariba 40 acc5>s do valor
de 103* a 160*, oa om o premia d* 60 0/0.
Perro-via da ftibairio a Banito10 aecas do
Talar de 1 J0*'JJJ a 5J*000, ou cam a descont do
sacadas sobre as pracas estrangeras :
jondrt
1888 390.000
, 2J0.80J
60.00J
1*000:
24 35 .
22 3/4 22 7/8
d.
A's taxas de ris por cada reich :
Junho de 1888 472491
. de 1887 518 539
Portugal:
Janho de 1888 ri forte 55:000*0,0
de 1887 28:000*000
Mais em 1888 runa
27:000*0
Com o premio de 0/0 :
Junho de 1888 113 121
de 1887 134 143
Verificase, portant que em Juoba fiado foram
os saques mais avaltadas do que em igu 1 mas de
1887.

Sobre as pracas de imperio que mantm trans-
accoes com a do Becife ,regulsram, em media, os
premios dos saques, as dous meses de Janho lti-
mos ;
Rio Grande do Sul
8. Paula
Rio de Janeiro
Para
Cjmquanto tossem
Mais em 88
376
Begularam as vendas par 15 kilos em Juoho
fiado :
" Da de l. sorte 6*300 6*S50
Do mediano 5# iU) 5JG50
D) de 2.* sorte 4*300 4*150
O* preeoa medios toraro eates por 15 kilo* :
1 /i 1
1888
SU
IV.
V. 4 1 V,
l'/s
mu limitadjs
1887
1 2
1
S
1 2
os saques
par
effectuados em Juaha ultimo, em todo caso s pre
mios foram mais mdicos do que em igual mes de
1887.
Eis o movimento do porto :
Entrada do Exterior
Junho de 1888 29 vapores,
lotando
Junho de 1887 17 vaporee,
lotando
Mais em 1888
lotando
Janha de 1888
lotaodo
Junho de 1887
lotando
Menos em 1838
lotando mais
13 vapores,
9 navios,
12 navios,
3 navios,
38:431 ton.
26:542
11:889 .
4:231 toos.
3:380 .
851
Entrada do pvtos do Imperio
Junho da 1888 16 vapores,
lotando
Junho de 1887
latando
Menos em 1888
lotando
Junho de 1888
lotando
Junho de 1887
lotando
Mais em 1888
lotando
26 vapores,
10 vapores,
31 navios,
11 na vi as,
10 navios,
20:577 tcns.
38:310
Em Junha de 88
c de 87
Menos tm 88
a exportac&o foi esta :
Junho de 88 Exterior
interior
Total
Em Janho de 87
Mais em 88
5*441
6*050
1*6(9
2.044.016 kilos
134.973
2.188.989
1.371.926
ci i li^nua
EBCIAL
Engracio Ribeiro de Mello, cidadlo bra-
zileiro, casado e Antonio Daarte Corris
subdito portoguez, solteiro, domiciliados
nesta cidade e eBtabe'ecidoa ao largo do
Mercado n. 1 eom a fabrica de cigarros
BEIJA FLOR sob a razio social de Riba!,
ro Ouarte & O., requereram a Meretissima
Junts Commercial o registro da marea dr
seas cigarros BEIJOS DE AMOR cuja es-
tampa tem na parte lateral eaquerda dese-
nliada ama arvore que estende-se com os
ramos por toda a parte superior terminan-
do com urna flor qae sugada por om paa-
aaro representando um BEIJA-FLOR em-
blema da fabrica.
Na parte lateral eaquerda da marca lo-
se LARGO DO MERCADO N. 1, e na
base ou parte inferior l-sa BEIJOS DE
AMOR, em lettraa romanas. No centro
da marca est desenhada urna figura de
mulher tendo ao seu lado direito escripto :
FaBRCA e no esquerdo BEIIA-FLOR,
tendo mais de cada lado da dita figura e
embaizo d'aquellas palavras dous peque-
os arbustos pintados, sendo qne no lado-
direito alm d'ellea est desenhado um ra
milhete em sentido perpendicular.
Em linba transversal e em lettra manus-
cripta le se a firma social de Ribeiro Duar-
te & O, proprktarioa do marca.
Estava urna estampilha de 200 ris inu-
isada assim. Recebedoria Geral de Per
nambuco em 21 de Junho de 1888.O
escrivlo, Joaquim de SaLt'Anns.
Certifico que foi apresentada na secre-
taria da Junta Commercial do R-cite as 9
horas da man! 1 do dia 21 do Junho de
1888.
Escrevi e ss'gno em l de verdade. O
secretario, Julio Augusto da Silva Guima-
r5es.
Certifico qae fui registrada sob o n. 230
em virtode do despacho da mearaa aieretis-
sima Junta Commercial em sea-lo de boje.
Pagou 1(5000 de um parecer ts.l e pa-
gar 6)5(000.de sello do registro e 300 ra.
do imposto aduionbl de 5 /o Per estanpi-
lhas ab.iixj collcod8.
Secretaria da Junta Commercial do He-
cif 21 de Junho de 1888. Estava Seis
mil e trezei.ios ris de sello inutiliaadua da
forma s'guinte : Eacrevi e aasigoo tm
t de veri ade O secretaria, Julia Au
gusto di Canba Guimaraes.
Dr. Eduardo Silveira
de V'.'lta de ana visgem corte ejutiui
no exercicio de sua jir fistao
CooenltorioBa do Imperalor d. 42.
Rt-sidencia- Ba di Aurora n. 47.
Teiepbone n. 266.
De 1887
Mais em 1888
497:826
114:934 e menos
4.8J5
?:19
depoia da respectiva audiencia do dia 2 de
Agosto prozimo futuro, com as formalida-
des e pregSes do eatylo, o bem seguinte :
Urna casa terrea sita ra de Hortas sob
numero 108, na fregaezia de S. Jos, ten
do 1 pftta e ljanella de frente, mediado
17 metros e 30 centmetros de comprimen-
to e 4 metros e 20 centmetros de largura,
com 2 salas, 3 quartos, cosioha ezterna
quintal mundo com um telheiro no fundo
e porto para a ra do Caldereiro, slo fo-
rtiro e em Fatado de conservadlo, avhliada
por 1:500)5000. Cuja casa vae a praga por
tzecuclo que ao seu propristario Antonio
Hoto Osorio movem Battholomeu & C.
Succesaores. E nlo havendo lancalor que
cubra o prega da avaliaclo a arremuta^lo
ser feita com o abatimento da le.
E para que juegue ao conhecimento de
todos o presente ser publicado pela im-
prensa e outro de igual theor afisaclo no
lugar do costume, de que se juntar c rti
dio aos autos.
Dado e paseado nesta cidade do Recife,
aoa 9 das de Julho do anno da nascimen-
to de Nosao Senh >r Jcsua Christo do 1838.
Eu Jos Frack'in de Alen.-ar Lima,
suba revi
Ihomaz Garcez Paranhos Montenegro
DfiCLARACOES
Cluli InteiMacioiai 4e
Regatas
S* r; sata cm 28 do corresile
Acha-se sberla na d>-cr. r...ria da Club, dns 7 s
9 toras da uoil<*, al eeitu-cira 13 da c.rreu e, a
ioecripga pi.ra a reg. ti, qua resliaai-se ha a 22
do torrei.tc. na baca do gatoiselro.
S crelaria do C'ub In'uraacion-1 de B^gataF,
9 de Julho de 1883.O 2 aecrctanr,
A^frcrio H. da Risa 3or.-.
Hippndromo do Caiup
Grande
|J. ordem da d rectori^, pinvifo >iS seiiharrs
acciciiisias para pgame-to da 2.* presii-cSn, a
r..? ae 25 0/0, que ter logar da ow 11 ao dia
18 d > correute, de meio dia i2borvi ia ';rd,
uj escript.rio KU da I aperador n. 55, rla-eir
sudar.
Becife, 10 de Julho de 1883.
O stcr< ttiio,
Jos Dinis Barrtto.
O Dr. Tnomai Garcez Paraohoa Montene-
gro, oommendador da Imperial ordena da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
cio da cidada do Reoife o sea termo, por
Saa Msgestade Imperial a quena Deus
guarde eto.
Fago saber aos que o presente editul vi ______________
rem ou delle noticia tiverem, que se ha de .= Fo saber aoa qne o presen-e virem e noti-
,,. ', ca tiverem, que par acto da ll'm Cmara Mn-
""""^ JJJL^.I1:^?. 't!I.J",?f ?**** cld., esslo da noj, fieoo
Quinta-teira 18 do
baver sessoo ordinaria.
Secretoria do Instituto, 10 de Julho de 1888.
Baptista Begueira
1* secretario.
transf'-rida a feira que tinha lugar no da de
qoarta feira, para o dia de sabbado, a qual co-
messat na dia 21 do corrente.
JaboatSo, 7 de Julho de 1888.
O secretario,
________Bebsatiio Carneiro de Barros Campello.
Corrrio geral
Mala a expedir-te BOJE
Pelo vapor Varanh&o, esta adminstrsco ex-
pede mitas para os pirtss do ocrt\ recebendo im-
prestos e obji etes a registrar at 3 boras da tarde
e cartas ordinarias at 3 boras ou 3 lj2 eom porte
duplo.
Adininistracao dos correios de Pernoaba jo, 11
le Jilho de 1888.O administrador,
_____________Affonto do Reg Barre.
Thesonro Proviacial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re*
partico, faco publico que no dia 11 do crrate
mrz paga-se i classe de aposentados, eom relajad
aoa veocimeotos do mes de Junho rindo.
Pagadoria do Thesonro Provincial de Pernam-
buco, em le de Jalbo de 1888.
O cscrivo,
Silvino Antonio Rodrigue-.
Aos preeoa medios r< soectivaa, f
exportad :
Agurdenle
Junha de 1888
. de 1887
Mais em 1888 .
Alcool
Junho de 188&
de 1887
Menos em 1888
este o valor
77:853'>80
50:845*310
57:007740
5121500
1:122*375
609*875
*
Mel
Nao ti vemos noticia das entrad s.
Regularan aa vendas, em media, por pipa ;
Junha de 1888 42*500
Foi esta a exportaco :
Jonho de 1888lar. 17:360 litros
O valar exportado, calculada" pe'oa respectivas
presas, foi este :
Jonho de 1888 1:.'64*0;0
(Jaree 'a de algodo
CarvSo ar imal
Cera
Cocos
l'oiiriahas e pelles
Doces
Parieha de mandioca
Feljio
l'i > de algodo
01- n. bra
Graxa
Medicamentos e drogss
Milho
Olea de maoa'
Osaos
Curo velho
Pao Brasil
Prata velba
Rap
Resinas
Sal
bebo
Taboaa de amarello
Total a pproximado
< em 1887
Masa cm 1888
10:120*100
64*000
471*-'.i
8:600*c00
103:3?0*''OJ
2:307*000
44:217*^50
2:45('*OlHi
950*v03
2:750*000
304*000
540*(K>
l:3500J0
450*000
2:400*000
375*000
2:500*000
33*296
702*000
30*000
936*400
667450.<
33*333
2332:551*040
1.770:7->2*795
561:818* 45
i'rfllorjriinento da Estrada de
Ferr de Pernatubiico e Estra-
da de Ferro do Uceife a Ca-
raai-
D' urdem d i Illm. Sr. director faca puklico qae
at o dia 14 do crrente, ao meio dia recebem-se
prjfcttis im irla fechada, no gabinete domes-
mo Sr. directa r, para a arrendav.cnto do botequim
da EstacSo C'ntral da Estrda de Caruai.
A coucarrnicia versar 8obre o preco, praso e
eon-J-yd'-s npreaeutadaa pe; s Srs. preti ndentes,
srndo que o cansiima a'agua e gaz feto pelas tor-
Bviraa t li:. a existtntes correr p'r coata da Es-
trada.
B'cif--, 10 de Juha de 1838
O seretario,
Mjnoel Juoencio de Saboga.
Prazo de 30 dias
Pela iuspuctaria desta alfandega se fas publico
que as 11 horas do dia 6 de Agosto vindouro,
ser arrematada empaca aporta desta repart-
va>, um boto velho da marca AKENDAL, que
fra encontrado armndonado no alto mar, pelo
mestre da hiate Devs te Salve, de cooformidade
c m o art. 280 nico, prmetra parte da eansa-
lidaca das leis das altndolas.
S* seccan da Alf^ndeg. de Pernambaca, 6 de
Julha d.- 188S O ehcf-,
Oam'n.os Joaquim da Ponseca.
Aos precas medios respectivos,
valeres exportados :
Em Jnnba de 88
< de 87
Mais em 88

A ttucar
Entraram para o mercado
Em Janho de 88
< de 87
807.0i3
foram estes os
790:445*613
553:339*715
237:106*017
37.448 suecos
48.895
8:267
2:979 toas.
1:468 >
1:511
Sahida para o Exterior
Jaabo de 1888 19 vapor s e
1887 19
14 navios
23 >
Menos em 1888
0

Sahida para o porto do Imperio
Junho de 1888
1887
Mais em 1888
2l vapores e
7
14
15 navios
M
xroiTAflo
O mercado exportador teteve mais animado do
qne no mes anterior.
Comquaoto as entradas de assacar.e de algodo
tivessem declinado, a exportaco foi mnito sapa
rior, devido isso sem davida grande existencia
dtsse producto nos depsitos.
A exportaco dos dentis artigas msnteve-se
igualmente em posico ventajosa e comparada em
geral cam a de Janbo de 1887, vS se qne de Jo
nho fiado deu nm saldo a favor de 561.848*245.
A alta do cambio fes baixar, como era natural,
a cotaoao do algodo : a media que em Junho de
1887 foi de 6*050 por 15 kilos, em Junbo rindo
deecea para >*441.
Outro tonto, po,m, alo deu coa relelo ao
Meaos em 88 11.44?
As vendas por 15 kilos, foram revisadas cm
Junbo fiudo :
Branco3 superior 2*950-3*000
3. boa 2*700-2*800
3. regular 2*500-2*600
4. sorte 2*200 -2*300
Somenas 2*000-2*200
Masca vado purgado bom I*9o0-2*u00
> regular 1*7001*o00
americano 1*6001*650
BrutoRegular 1*000-1*150
* do Caual *800 *900
A media dos preeoa foi esta :
Em Juoho de 88
c de 87
Mais em 98
A exportaco f ai a seguinte :
Em Junho de 88Ext.
-Int.
Tetal
Em Junho de 87
Mais em 88
Aos precas medios respectivos,
exportado :
Em Juaha de 88
. de 87
Mais em 88
1*S87,10
1*771
*2I6,10
Em Junha de 1887 nao h >uve exportscAo.
*
Couro
Entraram por mar para o mercada :
E jVjunbo de 1888
^ de 1887
Mais em 1888
1:153
1:026
17
Regularam as vendas, em medi, por k lo :
Janho de 88
. de 87
Mencs em 88
Eipichadis
530 rs.
650 rs.
120 rs.
Secos
425
512,1
Pai esta a expartsca mi ki og. :
Esp'ichtdts
Jnuho da 88 1:330
. 87 120:326
97,1
Secos
414:528
23:484
Menas em 88
118:9J6 emss 421:044
Calculado pelos preeoa medios, foi este o valr.r
exportado :
En. Junbo de 88 188:924*400
87 121:019*496
Mais em 83
67:905*004
A demsis exportaco, feita pela alfandega em
Juoho findo, foi eata :
5.557:096 kilos
3.027:519
8.584:615
7.333:518
1.251:097 .
foi este o valor
1.085:723*799
866:088*652
219:635*147
Agurdente t alcool
Entraram para o mercado, em pipas :
- Agurdente
Em Junha de 88 980
< de 87 520
Mais em 88
460
Begularam as vendas, em media, por
Agurdenle
Junbo de 1888 61*000
de 1887 49*000
Alcool
38
30
8
pipa :
Alcool
10**500
97*000
Mais em '<
12*000
A exDtrtaco comparada, em
Janho:
Agurdente
De 1888.Ext.
Int. 612:760
Total
612:760
5*500
=: = = =
litros, foi em
Alcool
2:400
3:400
Bon acba.Exterior
Caf- Ext
Careos de algodo. Ext
Carvo animal.Iat.
C Cocos.Ext
Int.
Total
Cturinbos e pelles.Ext.
Doces.Ext
Int.
Total
Parinba de mandioca.Iat.
Peijo.Iot
Fio de algodo.Int.
GeoebraIot
Ora xa.Int.
Medicamentos e drogas.Int.
MilboIot.
Oleo de mocteInt
Ossos.-Ext
Ouro velho.Ext.
Pao Brasil.Ext
Prata velba.Ext
Rap.- Int
Resinss.Int.
SalInt
Int.
422 k'lcs.
1:560 saceos
759:000 kilos.
160
2:980 .
30:O0J
77:5CO
107:500
129:150
30 kils.
2:277
2:307
16:079 saceos
245
38
5:500 litros
1:140 kilos.
270 vols.
300 sacos
450 kilos.
130:000
125 oit.
25:000 kilos.
166,48 oit.
351 kilos.
30
109:600 litros
3:000 kilos.
4
Sebo.
Tabeas de amarello.Int.
Calculado pela meda dos preces respectivo, foi
este o valor exportado dos diversos artigo :
Algodao 790:445*732
Aasncar 1.085:723*799
Agurdente 77:853*080
Alcool 512*5(0
Mel ^ 1:064*000
Coaros ^t89:629*300
Borracha 366*600
Caf 882*000
1MPOBTAQAO
O mercado importador em Junh- finda fai um
dos melhert s que temos tido no corrente anno.
As entradas da maior parte dos artgos foram
auperiores as de igual mes em 1887, tendo o mer-
cada fieado bastante abastecido
Na rubricaImpo tago a renda da Alfan-
dega subi a 846:729*301, contra 64#:219*825 em
ignsl mea de 1887, o que d ama diffarenca para
maia de 198:509*476
Daa principaes gneros f i.cc>, eotr ram mais 938 saceos com arrox pu-
lido, 2 barra e 88 caixia com axeita de olivtira,
15 eai'as com biacoutos, 1,828 sacros com c*f, 425
caixis com ceblas, 4C8 canas e 1,923 barricaa
com cervrja, 38 lo.umcs com cha, 4 saceos com
cravo da India, 29 valumea cm ervilbas, 17.098
saceos com farinba de mandioca, 6,951 barrios
cem fariuba de trigo, 120 shccoj cm fejla, 2
oaccoi cam folhis de louro, 330 caixts com l'>-m -
bra, 135 caixas cam maiseoa, 705 barr?, 166/2 e
801 ciixas com manteig, 39* caixss com mu-
ss alimen'ares, 32 cuitas com massa da to-
mate, 340 saceos com milba, 125 c-iixaa om
quej *, 94 060 litros de sal, 3 caixaa com salpi-
cos, 143 caixas e 7 barris com sardinhas, 40 va
lomea om tapioca, 1,453,124 k 1 >graminas e 3,627
alqu-ires do xarqne ; entraram menos 112" ci-
naatraa de albos, 9,702 barricas, 4,174)2 e 10 tinas
com bacnlo >, 581 caixas com batatas, 4 va'nmes
de canella, 9 volamos de caminhoi, 2 vilumis de
Itite c.r.di nsado, 8 caixas com licores, 46 sacos
com piojenta da ludia, 1 valumea de presuntos, i'8
barra e 2 caixas coui toucJaba, 9 pipas, 50,5 c 21
barris com vinagre, 249 pip.s e 1,133 caixas com
vinbo.
Nos demas artigos entraram mais 10 frdaa
de alfafa, ">7 cabos, 1,385 toneladas de carva de
pedra, 1,475 barricas com cimento, 30 vo!um?s de
couniibos, 127 couros, 44 yolnmes de estanhi, 418
caixas com ac, 63 ffixe de reos, 6,800 barras e
mais 401 fexes, 182 feixes decanos, 74 birricaa
com eoxadaa, 19 volomes com ferragens di ver? 3.
312 volumes e pegas de fogoes e fogareiros, 314
eunbetes de foibas de Flaudrps, 6 volomes con
formas, 30 feixes de ferro galvanisado, 66. feixes
de ps, 421 volumes com pregos, 48 volumea com
paratusos, 73 raas, 5,857 volumes e pecas de ma-
cbinismos, 4,834 kilos de graxa, 6,949 caixis co n
kerosene, 216 volumes de toacas, 43 volomes de
leos, 177 fardos de pin? dealgoda, 3,021 cai-
xas e 3.953 tardos de papel, 415 caixdescom pbos-
pboros, 825 barris cem plvora, 10 barris com li-
bo, 20 (ambares com soda, 22 volumes e 662 meios
de sois, 1,522 volumes de teaidos diveraos, 341
valumea com tintas, 47 caixas com velas e 1 338
volumes, com vidros ; entraram menos, 135 vo-
lumes de alpiste, 170 aarricas cem brea, 155 vo-
lumes de cersa, 16 volumes de cobre, 40 volumes
de enifre, 6,268 fardas de farello, 494 trilhos,
636 volumea e 53 tardas da fumo, 60 volumes de
perfamarias e 30 barricas com salitre.
Em seguida damas os algarUinoa da importaco,
acompanbados alguna dos respectivos precos de
venda :
OENSB08 LIMINriCIOS, BEBIDAS AT.COOLICAS E FBR-
MESTADAS, ACCXPIPBS COBDIMKHT03
Albos 114 caosstras, regulando 160 ris a
mauneja
Ameixas50 eaxas.
AmendoasI volume.
Arros pilado1.905 saceos, cuitando cada 15
kilos de 2*350 a 2*400.
Aseite de iliveira2 barris e 215 caixaa, ven-
dendo-se o gslo de 8 50iO a 3*1(0.
Bacslbo3.500 barricas e 1353 meias, sendo
os precos de 12* a 19*500 por barrios.
Banna de porco465 barra, regulando as ven-
das, por kl), 872 ris.
Batatas1.792 caixas, reg linio cada ama de
8* a9*(00
BiacoutosGl caixaa.
Bitter105 cuxaa.
Caf3.39 saceos, regulando os 15 k 1 is de
6*000 a 10*100.
Canella6 valomes, vendendo-seo kilo de 1*450
al*5C0.
Je Dalas1.300 cix4s, custando a caixa de 14*
a 19*500.
Cervrja 668 caixis e 2.103 barricas, regn-
lrnio de 6* a 10*000 a dusia de garrafas ou bo-
tijas, couforme a procedencia e o eugarratador.
Cevada42 barricas.
Cevadioha20 garrafoes.
Cha102 volumes, regulando o kilo de 3*500 a
6*000.
Champagne12 caixas.
Chocolate4 caixas.
C'dra-SOS caixas.
Cognac 121 caixas e 1 barril.
Comiiihs2 saceos.
Conservas376 caixas.
Cravo da India6 saceos.
Doces-4 caixas.
Eivlbaa9 v. lumea.
Fuaba de maoaioca17.098 saccor, regulan-
d.> de 2<500 a .1* o ssceo.
Parinba do trigo26 951 barricas. Cada bar-
rica da americana foi vendida de 16* a 16*500:
11 da de Ti estro de 19* a 20*000.
Fejo130 saceos, regulanda cada aacco 10*.
Polbas d-i louro3 saceos.
Genebra435 caixas.
Grmger & e -3 caixas.
LegumrsS volumes.
Licite condensade8 volomes.
Licores15 caixts.
Linguas20 volumes.
Maiieaa290 caixas.
Mautei.'a1.160 barris, 1.094 meios e 1.008
caixas. Ven leu-se cada kilo: da francesa em
barril de 1*656 a 1*765 ; de diversas em latas de
2*218 a 2*398.
Massas alimentares55 caixas.
Masan de tomate38 caixas.
Milito1.400 saceos, regulando o kilo de 70 a
80 rea.
Nosesi volume.
Passas 2 volumes, regulando a caxa de 9*
a 10*000.
Pimenta da India-71 suecas, cuatanda o kilo
1*200.
Presuntos14 volumes.
Proviaoea36 caixas.
Qoeij s645 caixas, regulanda cada um dos
flamengos de 3*2C0 sr 3*500.
Saga 25 garraiea.
Sal1S4.060 litros.
Silpicois5 caixaa.
Sardinhas167 caixas e 7 barris, costando a
lata 320 ris.
Tapioca40 volumes.
Toucnho55 barris, reguliuJa os 15 kilos de
11*500 a 12*000.
Vinagre4 pipase 69 barris, vendendo-se pox
cada pipa : o de Lisboa, de 145* a 155J, e o na-
cional, a 80*.
Vinhoiii pipas, 128 decimos, 1.149 barris e
560 caixas. Vendeo-sn par pipa : do de Lisboa;
de 210* a 220*; dsda'Figaeira, de 220* a 230*,
do nacional de 120* a 160*000.
Xarque-1.566:932 kilogrammase 17.186 far-
dos. O nacional fai vendido de 3*400 a 4*200;
e o do Rio da Prata, de 4* a 5*000 por 15 kilo-
grammas.
WrrmoU'.h41 caixas.
Wnk- y56 caixaa.
Diverso artigo
Agua-ras75 v lames.
Aifafa10 tardos.
Alpiste110 volumes, regulando os 15 kilos de
4*300 a 4*400.
Barricas e barris vsaios-50.
Barrilha80 tambores.
Barracba5 val urnas.
Breu30 barricas, vendendo-sa cada urna de
12* 14*000.
Cabos89 volumes.
Calcados 44 caixas.
Carvo animal20 barricas.
Curvo de pedra2:619 toneladas, custando-
cada urna a 16*000.
Cav.llos4.
Cera25 volumes.
Chapeos36 caixas e 3 fardos.
Charutos18 caixoes.
Chumbo do de munico 32 barricas, em len-
Qoee 10 volomes.
Ciganos1 volume.
Cimento1.475 barricas, regeUnda cada urna
de 6f a 8*000.
Cubre8 volumes.
Courinbos e pelles371 volumea, vendendo-se o
centode40* a 120*.
Couros de boi1.153.
Drogas e medicamentos :mes.
Euxofre20 volum
Estanho71 volao.
*
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1/1 ItUUIUU
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I

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*
4 *"
Paiol de Imberibeira
Previoo aos seoborea nej-ciantes em plvora,
que quando mandaren sena carregsmeutos oeste
genero para o referido p^i 1, quera entrada para
O armasen da alfandega, quer o paasamento do*
barr* para o armzem doa particulares, e deste
para o porto de embarque, maudem sempre seas
eaixeiroa e trabalhadores, acimpanhado de tusa
guias, rubricadas pelas autoridades, para nao ba
ver embarao do ervic, com* tem se dad).
O teumte, Jos Caroeiro de Mendoo;s,
Eucarregado do paiol.
Estacoes
Estrada de ferro do
Recife a Caruar
De ordem do Illm. Sr. director fago publico que
do dia 15 do currante mes em diaute vigoraro
nesta estrada de ferro os horarios segoiates :
Trens de suburbios
DIAS DTEIS
MANB
8. 8.
Recife
Tigipo
Jaboato
8. 5.
Recife .
Tigipi .
Jaboato
8.7.
i
6
Horas
2.21
2.41
5.21
5.41
*
S
I
Hora
2.0C
2.2
Recife .
Tigipi .
Jaboato
7.21
7.41
k.stagoes
5.00
5.23
7.00
7.23
3.4.
Jaboato
Tigipi .
Recife .
8- 6.
Jaboato
Tigipi .
Recife .
9. 8.
laboatSo
Tgipi. .
Recife .
Horas
3.18
3.41
6.18
e.4i
3
5
a,
8.18
8.41
Horas
3.00
3.20
e.oo
6.20
8.00
8.20
OBSERVAQONos das de festa nacional
regular o horario doa das atis.
Trens da Victoria
S NOS DAS DTEIS
Estages
8.1.
Recife .
Tigipi .
Jaboato
es
73

Horas
7,21
7 44
4

Hoiai
7.01.
7.23
EstaeSes
8. 2.
Jaboato
Tigipi .
Recite .
09
a
I
-=
O
Horas
10.18
10.41
a
s
Horas
10.00
10. '0
TARDE
Estages 1 B J3 O
S. 3. Horas

Tigipi Jaboato 5.21 5.41
S. 5.
Recife Tigipi Jaboato 7,41
09
O
Horas
5.00
5. 23
......II
EstaeSes
7.00
7.23
8.4.
laboato
Tigipi
ttecife
S.6.
Jaboato
Tigipi .
Recife .
MI
c
-O
Horas
6.18
6.41
8.18
8.41
5!
T3
A
TARDE
Estaques
M. 4.
Recife...
Tigipi..
Jaboat o
Morenos.
I Tapera..
I Victoria.
i
o
i
J8
Horas
3.21
3.44
4.0
4.51
5.26
Horas
6.00
6.20
8.00
8.20
09
y
i
a,
Horas
3.0f
3.26
3.54J
4.25
4.56
MANHA
CIRCO CHILENO
No largo do Arsenal de Guerra
4.11 AYDi: COMP1XHIA
equestre, gj mastica, acrobtica, coreographlca, zolooglca,
equilibrista, funambulesca, faeetlea e Mmica
EMPHEZft [ OIRECCO
D. HONORIO PALACIOS
A M h N H A! Quinta-feira! A M .*. $ II A
GRANDE E IMMENSO FESTIVAL EM BENEFICIO
DA
A querida e syoapatbiaa
Estagoes
M. 1.
Victoria.
Tapera .
Morenos.
Jaboato
Tigipi..
Recife....
os
o
os
o

Horas
6.50
7.21
7.52
8.18
8.44
os
o
a
Horas
6.20
6.55
7.26
8.00
8.23
A MIMOSA DO PUBLICO !1
TONIAM V\mYTETOBOS OS \UT1ST\S
Defluivamente ultima senumi!
ESPECTACl'LO DE DESPEDIDA
NOVOS EXERCICIOS I
Engranados chistes !! Novas scenas Jocozas !!
PREgOS:
Camarotes com 5 entradas 10(5000
Cadeiras...... 20000
Geraes.......... 10000
Principiar a funecao as 8 1/2 horas.
O SECRETARIO, C. O ACALVES.
ia filis Urbanos lo
i
(Dividendo)
Por ordoQ da directora coramanieo sos Srl. ae>
cionistas qne de 3 a 10 do corrate mes, nos.das
uteis, ser encontrado o Sr. theaoureiro, no escrip-
torio da companbia, das 10 horas ao meio-dia, para
faser o pagamento do 27o dividendo, raso da
8 */ E qoe depois desse altivo dia serio os paga-
mentos effectuados as tercas-teiras e labbados s
mesmas boras. P r rasa mesma cecaso pagar-
se bSo os joros das aec a preferenciaes e das de-
bentures qae para tal fin de ver i ser apresen-
tadaa.
Escriptoro do gerente, 2 de Jalbo de 1888.
A. Pereira Simoes.
Prado Pernambucano
Do orden da directora convido os Srs. accio-
nistas desta s ciedade, pars ama reunio de as-
semblea geral qae deve ter lu ,ar no da 12 do cor-
rente s 3 boras da tarde, na secretaria do mesmo
Prado, aflm de per disentido e votado o regala-
ment interno e o cdigo de corridas, de accordo
com o art 10 4* d .s estatutos.
Recife, 9 de Julbo de 1888.
Francisco de Sonaa Reis,
Secretario.
MARTIMOS
o nur Aiiiiid
de New-Port-SWf,
at o dia 12 e Julbo o qaaJ
aegwr -'.pos da demora ne-
_______ ,eaaai:. para a
Babia, Rlo.de lanelro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
IOCOD) 08
Henry ftretw 4 &
M ti RA DO COMMERCIO -W. 8
1 aiat
commu PKB.nauBrcaivA
DB
WavegacSo Coste!ra por Vapor
Fernando de Noronha
O yapor Pirapama
Comraandante Monteiro
Segne no dia 14 de
Julbu pelas 12 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
____a 13.
Passagt.uB ate as 10 horas da manh do dia da
sabida.
ESCRIPTORO
Ao eje da Cornpanhia Pe*wmb\t&m
n.12
Banco do Brasil
DOM13TG03 E DAS SAN TIFICADOS
MANHA
Estagoes ce o i ca a 1 Estafes I a OS a 3 i? -
S. 1. Horas Horas S.2. Horas Horas
Recife. Tigipi Jaboato 7.21 7.41 7.00 7.23 Jaboato Tigipi Kecite . .8 10.41 10.00 10.20
Trens da Serra
TODOS OS DAS
MANHA
Estagoes
M. 2.
Recife...
Tigipi .
Jaboato
Morenos.
Tapera..
Victoria.
Pombos..
Rassinb
s
o
a
Horas
9.21
9.44
10.15
10.46
11.21
12.03
12.32
O.
Entafoes
Horas
9.00
9.26
9 49
10.20
10 51
11.31
li.0
TARDE
M. 3.
Rassioba
bombos .
Victoria.
Tapera...
Morenos.
Jaboato
Tigipi..
Recife....
-o
CS
9
O

O
H aras
1.31
2.08
2.44
3.19
3.50
4.18
4.44
T3

Horre
1.07
1.36
2.18
2.53
3.22
4.00
4.23
Recife, 7 de Jalbo de I&88.
O thife do trafago,
A Ifredo Diai
Paga-se o 69 dividendo a rasio de 9/ por ac
cao, no escriptoro de Pereira Carneiro & C,
ra do Commercio o. 6, 1 aadar.
A inspectora de bygiene de Pernambuco fas
publico qne o eidado Alfredo Janeen Goncaves
Perreira, dirigi a inspectora geral de bygiene a
segninte petico :
Alfredo Jaran Gongalves Ferreira, achaudo-se
habilitado para bem ezercer as funecoej de phar-
maceotico na cdade o municipio do Espirito Sao
to, comarca de Pao d'Aibo, provincia de Pernam-
buco, visto como nao ba na referida cdade phar-
macia algama dirigida por pbarmaceaticos forma-
dos pelas nossas fatuidades, e provar o sapplican-
te com os documentos juutos o que determina o
art. 65 e do repulamrnto qne biixon com o de-
creto n. 9,554 de 3 de revereiro de 1886.
Assim o sopplicaote coa fiado na jostica qae
sempre preside acs actos de**a osppctoria, e na
de tui causa, esp;ra e pede a V. Ezc. deferimen
to.-E. R. M.
Pao d'Aibo, 29 de Julbo de 1887.Alfredo Jan-
ten Qongalves Ferreira, sobre urna estampilha de
200 ris.
E declara que se no praso de 8 dias a contar
da data da publicaco deste edital nenhum phar-
mac utico formado Ihe commanicar a resolaco de
estabelecer pharmacia na citada localidade dar
disto sciencia ao Dr. insp ctor geral de bygiene,
afim de resolver como entender de justica.
Inspectora de bygiene de Pernambuco, 7 de Ju
Iho de 1888.
O secretario,
Jos Guilherme da Silva Duarte
Instituto Beneflcente dos (iliciaes
da Goarda Nacional *
De ordem da directora convido os Srs. officiaes
da gnarda nacional a comparecerem na s*de so-
cial, sita ra do Padre Munis n. 5, antigo Lar-
go do Mercado de 8. Jos, nos dias 11 e 15 d)
correte, pelas 6 1/2 horas da tarde, afim de se-
ren discutidos os estatutos da referida associa-
co.
Iusttato Beneflcente dos Offiiiaes da Guarda
Nacional, 9 de Julho de 1888.
Francisco de Assis Ferreira MagalMes,
1 secretario.
Coropanhia de edifica-
Assembla geral extraordinaria
Nao se tendo reunido numero safficiente de ac-
cionistas para constituir aaiscmbla geral extra-
ordinaria, qae se devia i fiectoar hoje, sao convi-
dados pela segunda ves os senhores accionistas
para reanirem-se em assembla* geral e extraor-
dinaria, no dia 16 do cerrente, s 11 horas da ma-
nda, na sede da compaahia, afim de resslverem
sobre os meemos assamptos qu deviam ser discu-
tido! na assembla do da 9. Recife, 9 de Julho
de 1888.
Ricardo M-'neies,
Gerente.
Estopa --86 fardos.
Farello 1.000 taceos, regulando os precos
de cada um 350 J.
FerroEm co, 420 caixas e 69 entbeles. Em
arcos, 637 feixes. Em barras, 7.944 e mais 592 I
feixes. Em canos, 182 feixes. Em enxadas, 172
barricas. Em ferrageus diversas, 621 volamos.
Em fogo;3, figareiros e chapas para elles, 412
voluntes e p-cis. Enfi'has, 20. Em folhas de
Flandres, 380 cunhetes. Galvaoisado, 30 feixes.
Em formas 6 voluntes. En pi, 66 feixes. Em
pregos, 617 volamos. En p^rafusis, 48 volumes.
Em taxis, 110. Em'trlajs, 1.488. Em machi
as e apparelhosdiversos, 6.169 volumes e pegas.
Fio de linho e algodo373 tcluniea.
Fum.)469 volumes, 30 tardos e 1 caixa.
Garrafas, garraf5es,ffrascos, botijas, etc.4.400
e mais 292 volumes.
Graixa5.190 klis. Vendendo-se os 15 kilos
a 44000.
Kerosene7.000 caixas, regalando cada ama
34400.
Linhas51 caixas.
Lona12 fardos.
$Loacas-646 volumes. A ordinaria inglesa re
gulou de 80f a 120*000.
Madeiras6 remos.
Marmrea e pedraa1 Iag.\
Mercadorias diversas1.494 volumes.
Movis51 volumes.
leos71 volumes.
Panno de kl^ode774 fardos.
Papel3.125 caixas e 4.333 tardos. Venden-
do se cada resma de 680 a 1#500.
Perfumaras47 volumes.
Phosphoros417 caixes.
Pianos7 volnmea.
Piassava1 mlho.
Pipas vaaias124.
Plvora825 barra.
Salitre50 barricas.
Bebo10 birria, vndenlo se os 15 kilos a
5000.
Soda20 tambores.
Sola22 volumes e 662 meios, regulando c*. da
meio da nacional de 3* a 44000.
Tecidos1.522 volumes.
Tintas341 volumes.
Typos-1 caixa.
Trapos2 fardos.
Velas47 csixas e 1 fardo.
Vidros1.338 volumes.
VimeEm ebras, 6 volumes.
Revista do Mercado
ReCOT, 10 DE JULHO DE 1888.
Foi pcqaeno omovimento na praca.
O mercado de cambio esteve paralysado, nao
obstante os bancos terem elevado a taxa crucial
sobre Londres a mais 1/8 d.
Na Bolea foram vendidas : 90 lettras hypothe-
carias com o descont de 4 % ; 5 apolices ge-
raes do valor de 1 C00/00r>, com de. cont de 6 %;
e 10 ueces do Banco de Crdito Real, do Valor
realisado de 8040GO cada urna, erm o premio equi-
valente a 37 1/2 /
Foram efiectuadas vendes de alguns loteado
algodo do 1> sorte.
Sobre couros nada coostou.
Eis o qne eccorreu sobre os diversos artigos :
ttolaa
%ynAi,IU omClAKS DAJONTA DOS COR-
BBCTORK8
Reate 10 te Julho de 1888
Accoes do banco de crdito real de Pernambuco
do valor realisado de 0*000 110*000 cada
urna, ex-dividead'.
Apolices geraes de juros de 5 0/0, do valor de
LOOOflOOJ 940* cada urna.
Lettras bypotbesanss a 96*000 cada urna.
Camaio sobre Londres, 90 dv. i 3(8 d. por 1*,
do baneo.
Dito sobre dito, vista, 20 1,8 d. por 1*000, do
banco.
Em papel partculas nao coostou transaccao a!-
guma
No io os bsncoa saccaram a 25 5/16 e 25 3/8.
As taxas ofidiaes para as diversas prscas, ex-
postas aqu, foram estas :
SO d/v vista
caites....... 25 3/8 25 1/8
'aria. .....
talia........
iamburgo......
:*boa e Porto.....
'rinr.ipaes iidadv. de For'.u-
i.........
iba d^s Ac-^rea ....
Iba da Madeira ....
n-x*Grk.....
375
465
209
377
377
468
211
216
219
216
11990
Algodttav
Foram vendido algons lotea do de Ia sorte
serto a 6*350 por 15 kylos.
do
A exportaco, feita pela alfandega oeste mes
at o dia 9, foi de 496 046 1/2 kilos, sendo para o
exterior 4U2. 48 e para o interior 93.798 1/2.
As entradas at hoje c;ohecidas foram de 1,886
saccas efectuadas pelos vehculos seguintes :
darcaoas ...... Vapores ...... Animaea...... Via-terrea de Caruar Via-ienea de S. Francisco Via-ferrea de Limoeiro . 331 Saccas 100 1.068 < 12 140 235 .
Sosaina . 1.886 Saccas
Afiurar
Os jreois paz is ao agricultor, por 15 kilos, se-
gando a Auociagdo Commerctal Agrcola, foram os
segaintes:
4t*neo 3.> superior 2*200 a 2*400
3.' boa ... 2*000 a 2*200
3.* regular 1*600 a 1*900
feaiios...... 1*500 a 1*600
lasoavado purgado 1*400 a 1*500
oru.. .... 1*103 a 1*200
Nao ba ectaco para os assucares baixos e h-
midos.
O de turbina nao tem apparecido no mercado.
o dia 9, foi de 3.324 673 1/2 kyl ib, sendo para o
exterior 2.246.S90 e p,ra o interior 1.077.783 1/2.
As entrados efectuadas at hoje foram
de 3.753 saceos, sendo por :
rtareacas ......
Vapores.......
Animaea .....
Via-ferrea de Caruar
Via-ferrea de 8. Franciico .
Via-ferrea de Limoeiro .
anda
Saccas
i
30
36
178
82
Somma
3.753 Saccas
Na hora da bolsa
Veoderam-se :
10 acotes do banco de crdito real de Pernam-
buco.
5 apolices da divida publica.
90 letras nypothecarias.
Augusto Pinto de, Lemoa.
U secretario,
Pedro Jos Pinto.
Caffcll
Os bancos sdoptaram a tan de 25 3/8 d. sobre
i*aures. setn aa&area tota adores.
C'ourti salgarles
Sem transaccao.
Os compradores efe rece 400 lis ; vendedores
re'rahidos.
Vapores lespaohadas
Vap. fr. Vi lie do Peroambacj, para :
Havre: 290 saceos com sementes de carrapato
e 5 000 pon tas de boi.
Carreg. diversos.
Vap. ing. SaprdHch, para :
Liverpool: 2.C 0 saceos com assuaar masca-
vado, 1.600 saces i com algodo e 20 toneladas de
OSS OS.
Carreg. J. H. Boxwell.
Pa ta la Alfandega
saMAK-i oa 9 a 14 Da julho oa 1888
Vide o Diario de 8 de Julbo
.\avios & carga
Barca noruegueose Brodrene, para Rio de Ja-
neiro.
Lugar portogaes Bento de FreUas, Para o Poito.
Patacho norueguente 6*erdrap, para Rio Grande
do Sol.
Patacha nacional Psasiense, para Rio Grande do
Su.
Vapor ingles Uontevidean. para Liverpool.
Vapor in res Gordo Castlt, para Bltico.
Mav'aa a deaearga
Barca ingiesa Enchanters, carvao.
Barca francesa FeneLn, carvo.
Barca italiana Fre ortlU, varios gneros.
Escuna allem Johanna, x,rqu-.
Lugar naci jt.al Loyo, xarque.
Lugar sueco Bifrott, feriaba de mandioca.
Lugar portugus lemerario, varios gneros.
Lugar nacional Zequinia, viuhos.
Lg8r ingles Gypher, carvo.
Patacho noruoguense Ceres, xarque.
Patacho dinamarqus Thor, xarque.
Patacho nacicnal Social, xarque.
Patacho nacional Andalttsa, xarque.
Patacho iogle John T Ires, fe no e f irello
Patacho aliemo Auna, urque.
Patacho nacios 1 Francoln, farinha de mandioca.
Palhabote nacional Pinto I, farinba de mandioca.
Patacho hollaodes Atiene, xarque.
Patacho nacional Positivo, x-rque.
Patacbo hespanbol Encarnacin, xarque.
Patacho ingles May, bacalb&o. _____
Vapor ingles Chassxoorth, carvo.
importacS
Vapor francez Ville de Montevideo en-
trado do Havre e Lisboa em 9 do corren-
te e consignad.) a Augusto L.bille, mani-
festla :
Carga do Havre
Agaa mineral 8 caixas. a Faria Souri-
nbo d C
Amostras 6 volumes a diversos.
Armas 1 oaiza a J. Antonia M. G-ui-
marSes.
BotSea 1 caixa a Gomes de Mattos Ir-
mos.
Cachimbos 1 caixSo aos meamos, 1
ordem, 1 a Nunes Fooseca & C.
Conservas 2 caixas a Quedes de Araujo
& Filho.
Calcados 1 caixo a Albino Crus A C,
5 a Ttiomaz d Carvalho & C, 1 a M.
B. Cavalcante.
Chapeos e vestido 1 caixa a A. do Re-
g Barros.
(.'ouros 1 caixSo a Braga efe S, 1 a A.
Duarte Carneiro Vianna.
Instrumento de cirurgia 1 caixa a N.
Cabn & C.
Drogas 2 volumes a Francisco Maaal
* exportaco. feita pela alfandega oeste mes atJ.1" Silva & C., 2 a Manoel Alves Barbosa
SuccesBor, 1 ordem, 3 a Rauquayrol
Frree.
Ferragens 6 volumss Ferreira Guima-
rSes & C, 2 a Manoel Collago, 6 a Albi-
no Silva & C, 1 a Miranda Souza
Licores 12 csixas a C. Pluym d C
Louca 1 barrica a G Laporte & C.
Livros 1 caixa a Pereira Carneiro & C.
Manteiga 15 barris e 20 meios ditos a
Goncalves Rosa & Fernandos, 20 e cO a
Soares do Amaral Irmos, 20 e 30 {aos
consignatarios, 10 e 20 a II. da Druziaa
& C, 35 e 50 a Souza Basto, Amorim(fe
C, 25 e 25 a Joaqnim Feppe Aguiar,
30 e 40 a Paiva Valente & C, 85 e 145
ordem, 20 caixas a Amorim IrmSos &
C, 10 a R. de Druzina & C, 17 a De-
mingos Cruz d C, 13 a Fernandes d
Irmaos, 44 ordem, 10 a Joaquim Felip-
pe d Aguiar 15 a Ferreira Rodrigues
dC.
Mercadorias diversas 1 caixa a Ferreira
d IrmSos, 5 a Salazar d C, 1 a Ribeiro
d Almeida, 2 a M. J. Ribeiro, 2 a A J.
Maia d C 3 a N. Ferreira d C 2 a
Gomes de Mattos IroiSos, 2 a A. D. Car-
neiro Viann, 1 a Netto Campos d C, 2
a Manoel J. de Miranda, 3 a H. Nuesob
d C. 2 a E. Guncalves Cascad, 1 a Ma-
noel Collaco d C, la Francisco Gurg*l
d IrmSo, 2 a F Loureiro d C. 1 a J.
Krause & C, 4 a J. Basto & C, 4 a
Maia o Silva, 1 ordem, 6 a GuimarSes
C-rdoso d C, 1 a A. Raphael C, 1 a J.
Geruroy, 2 a G. Irmaos d C, 1 a W.
HlliLydC, 4 a Francisco Manoel da
Silva dC, la R. H. Costa.
Mbteriaea para a ponte do ferro 7 v. lu
mes a J. Hditer.
Meias 1 caixa a Alves de Britto d C.
Objeotos para escriptoro 1 caixa a Ma-
noel J. G. Braga, 4 Manoel C. Ayres
Succesiores, 2 a Ramiro Cotia & CskJh
para cbxpos de sol 2 caixas a L^ite Bas-
to d C.
Papel 24 fardos ordem, lia Costa
Lima d C, 2 a M. Joaquim de Miranda
13 caixas a Gomes de Mattos IrmSos.
Queijo 10 caixas a Sjuza Basto Amo-
rim &G., 20 a Jos Joaquim Alves d C.
Roupa 1 caix a Fernandos Silva d C.
Tintas o drogas 14 volumes a Francisco
Manoel da Silva d C.
Tecidos diversos 2 volumes a ndrade
Lopes d C.,2 a Olioto Jardirp d C, 2 a
Rodrigues Lima d C 5 a Cramer Frey
d C, 4 a Luiz Antonio Sequeira, 7. a D.
P. Wild & C, 7. a Francisco de Azeve-
do & C-. la Manoel da Cunha Libo, 1 a
A. Vieira d C, 2 a Machado d Pereira
12 a Bernet & C, la Loureiro Maia
d C, 2 a Alves de Britto & C, 5 or-
dem, 6 a R. de Druzina d C.
Tinta 1 barrica a ManoelC*rdos3 Ayres
Successores.
Vidros 2 caixas a G. Laport d C.
Carga de Lisboa
Aaeite de Oliveira 7 .caixas a Cunha
Irmaos, 3 a Antonio Jos Coimbra Gui-
marSes.
Carne em conservas 1 caixa.a Raphael
Dias d C.
Ferragens 4 caixas a A. D. Carneiro
Vianna.
Livros 2 caixas a P. J. A. de L9mos.
Palha de milho 4 caixas a J. B. dos
R*is d C.
Vinho 6 pipas e 30 barris a Francisco
Ribeiro Pinto GuimarSes &C, 10 e 20 a
Antonio Mara da Silva, 5 o 30 a JoSo F.
Ferreira, 85 barris a Domiogos Alves Ma-
theus, 5 a Rapbael Dias & C, 25 a An-
tonio de Oliveira Mia d C 1 a A. A. da
Silva Res, 1 a A. J.;F. Monteiro, 19 a
Ramiro Moreira & C.; 2 a Manoel M. Ri-
beiro, 1 a Laornado Jos Ribeiro Guima-
rSes, 25 a Paiva'Valente d C, 30 caixas
a Pereira Ferreira.
Vapor nacional Maranhdo, entrado dos portos
do su), em 10 do correte e consignado ao Vis-
conde de Itaqui do Norte, alanif-'ttou :
Carga do Rio di Janeiro
Aniones eavallarea 2 a Antonio Joaquim de Mo
raes, 1 ordem.
Cat 150 saceos a Costa & Medeiros, 100 a Per-
nandea de Irmaos, 251 a Uomiogis Cruz & C-, 7
a Augswto Pigueiredo & C, 22 a Joaquina Fer-
reira de Carvalbe & C, 67 a Paiva Valente
&C.
Cbapes 1 caixo a Christiani i C.
Feltro 1 vi lame a Perreira Quimares & C.
Folbas de cobre 4 volumes a Ferreira Guima-
rea & C.
Fumo 2 vjlumes ordem.
FogSes de ferro e perteucee 6 volumes a Albino
Silva J O, T a Ferreira Gaimarea C.
Livros l eaixii a Jos Nugueira de Sonsa, 2 a
Medeiros & C.
Merca lorias diversas 1 volume ordem, 2 a B.
Needbam & C, 1 Presidencia.
Miudesaa 1 can* a Joi Ramos & C.
Manequins 1 caixa a ordem.
Panno de algodo 70 fardos i erdem, 11 a A.
Vieira C, 10 a Ferreira 4 Irmo, 25 a Olinto
Jardim & C, 15 a A. Lipes as C, 25 a Lait An-
tonio Sequeira, 4 a Goncalves Rosa te Fer-
nandos.
Picho 1 barril ordem.
Carga da Bshia
Amostras 9 volum s a Rodrigues Lima & C.
Aniagem 1 fardo ordem.
Bacalbo 20 tinas ordem.
Cbarutoa 19 caixas a Almeida Machado &c G.
Calcados 3 eaixoes a Rodrigues Lima & C.
Chapeos 1 caixo a A. P. Carneiro da Silva, 1
a Augusto Feruandea 4 C, 1 a Adolpho &
Ferro.
Fio d'algodo 34 taceos a Joo Framiaco
Leite.
Fasendas 1 volomea a Ferreira & Irmo.
Livros 2 caixas a A. D. Santos.
Mercadorias 1 volme a Mruron & C.
Pelles de cabra 14 amarrados a H. Lundgrea
& C.
Panno de algodo 15 fardos a Luis Antonio Se
qneira, JO a A. Maia & C, 6 a Olioto Jardim 4
V, 5 a jdngu-s Lima & C, 16 ordem, 25 a
|Hpao A Pereira, 5 a Narciso Maia & C.
comp&.iKa Brasllelra de Kave-
gafio Vapor
PORT03 DO SUL
O vapor Manos
Commandante 1- tenente Quilherme
Waddington
E' esperado dos portos do nor-
te at o dia 14 de Jalbo e de-
,pis da demora indispensavel,
^eguir para os portos do sal.
jcebein ramoem carga para SantdB, Santa Ca
(harina, Pelotas, Porto-Alegre e Rio Grande do
Sul, frete rrodieo.
As encommendas s sero recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valores
trata se na agencia.
PRAf^ DO CORPO SANTN. 9
PORTOS DO NORTE
. O vapor Alagoas
Commandante JoSo Mara Pessoa
' esperado doa portos do sul at
o dia 16 de Julho, e seguir
depois da demora indispensavel,
,para oa portos do norte at Ma-
nos.
As encommendas sao recebidas na agencia at
l hora da tarde do dia da sabias.
Para carga, passagens oncorrunendaa e valores
Cracta-se na agencia
PRAgA DO CORPO SANTO N. 9
ExpartaoSa
usorrsv 9 oa julho dsj 1888
Pora o extenor
No vapor francs Ville de Pernambuco, car-
regaram :
Para o Havre, P. Pinto 4 C. 5,000 pontas de
boi,
No lugar portugus B. de Freitat, carrega-
ram :
Para Lisboa, P. Carneiro & C. 430 coaros sal-
gados com 5,160 kilos.
Para o Porto, S. B. Amorim & C. 150 saccas
com 12,411 kilos de algodo.
Para o interior
^ No patacho nacional Pelotense, carregoa:
Para Rio Grande do Sal, F. de Asevedo Soasa
450 barricas com 39,340 kilos de assaoar braaoo
e 50 ditas com 5,850 ditos de dito masca vado.
Na barca norueguense Brodrene, carrega-
ram :
Para Rio de Janeiro, H. Landgrin 4 C. 3,950
cocos, fracta.
No vapor nacional Maraado, carregaram:
Para Manos, J. S. da Costa Moreira 10 barri-
cas com 600 kilos de ass"ctr rpfi- u
Para Para, J. S. da Costa Moreira 32 harneas
com 1,433 kilos de a asnear refinado.
Para Maranho, J. Fontelles 40 latas com 600
litros de oleo de ricino; F. S. Macedo Sobrinho
45 barricas cmu 4,382 kilos de assucar branco.
No hiate nacional F. do Jardim, carrega-
ram :
Para Natal, E. C. Beltrao 4 Irmo 10 barricas
com 638 kilos de aioucar branco e 20 ditas com
1,200 ditos de dito refinado.
Dinlaelro
aaaaatao
Pelo vap. nac. Maranho, do sal, para :
Martina Fiusa 4 G. 2:0004000
Manoel Soares Finheiro 2:000*000
Domingos de Soosa Ribeiro 2:0004000
Antonio Augusto dos Santos Porto 2:030*000
Pelo vap. fr. Ville de Pernambuc:, do sal,
para :
Martina Finia ce C. 4.0001000
Manoel Soares Pineiro 2.000*000
Revdimeatoa pblicos
na oa julho
A'andeya
ROYAL MAIL STIAI i'AClCT
GOIPAiW
0 paquete Ta^us
Espera-se da Enrona at o
dia 20 de Julho, seguindo
depois da demorado costme
para
Macelo Baha, Ro de lanelro,
Santos, Montevideo e Bnenos-
Ayres
0 paquete Trent
E' esperado dos por-
tos do sul at odia 22
de Julho e segui-
r d pois da demoia
necea saria para
Lisboa, vigo, Amfuerpla e Kou
thampton
Reducco de passagens
Ida Jda e volta
A' Lisboa 1* classe t 20 130
A Southampton 1* classe 28 42
Camarotes reservados para os pasaageiros de
Pernambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se <- m o
AGENTES
Amorim Irmaos &C.
M. 3- RA DO BOM JESS -N 3
Renda eral
Do dia 2 a 9
dem de 10
285:7544604
29.8514434
315:6054938
Re?da rovinaial
o dia 2 a 9
dem de 10
38,016(965
3.914*570
41:931*535
tomma total
357:537*473
de 18
anda aeccao da Alfandega, 10 de Jalbo
O theaoureiro Florencio Vomi:
U chefe da seceoCicero B. d*
inoues.
i Mello.
Beeebedoria serai
Do dia 2 a 9 9:054*838
dem S> 10 815<325
9|900*163
Meeebedoria provincial
Do dia 2a 9 78 0904411
dem de 10 6:U3863
Recife lralna*e
<>c dia 2 a 9 3:804*000
dem d- 10 l;w55*022
84:3144274
4:557*022
1 escriptoro 300
25 compartimentos de farinha a
500 ris. 12*500
31 ditos de comida a 500 ris 15*500
81 ditos de legumes a 400 ris 32*400
18 ditos de sainos a 700 ris 12*1600
9 ditos de iressnras a 600 ris 5*400
10 talhos a 2* 20*000
1 dito a 1* 1*000
A Oliveira Catro 4 C :
51 talhos a 1* 54*000
222*020
Bendimento doa dias 1 a 8 do cor-
rento 1.667*300
Foi arrecadado liquido at aoje 1:889*320
Preyo do da :
Carne verde de 240 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Sainos de 560 a 640 ris dem.
Farinha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 320 a 403 ris idem
?eijo de 560 a 1*200 ris idem.
Matado aro Publico
Foram abatidas no Matadooro da Cabanga 87
reses para o consumo do dia do boje.
Sendo: 56 reses pertencentes a Oliveira Castro
& C, e 21 a diversos.
Vaporea entrar
.VEZ DB JULHO
Norte......... Allianga.
Norte.........
Hamburgo.....
Sul...........
8nl...........
Europa......
8ul.......... Portugal
Europa....... Tagut........
Sal........... Trent........
Norte......... Espirito Santo
Sul-----....... Pernambuco ..
Manos..........
Corrientes........
Sorata ..........
Alagos..........
rasas de Maranhdo
amanh
14
16
16
16
17
17
21
22
23
26
Malas expedirse hoje
PARA O NORTE
A do vapor nacional Maranhdo, qne segu para
os portos do norte, fecha no corre o s 3 horas da
tarde.
Vaporea a sabir
aras db julho
Santoseesc. AlUanea.......... i3s9h.
Sul......... Manos........... 14 s 5 h.
Norte....... Alagos........... 17 s 5 h.
Santus e esc. Ville de Maranhdo. 18 s 3 b.
Bordeaux ... Portugal.......... 17 s 2 h.
Buenos Ayres Tagus............ 21 sl2 fa.
S uthampton. Trent............. 22 s 12 b,
Sul..... ... Espirito Santo..... 24 s 5 h.
Norte....... Pernambuco....... 27 s 5 b.
niavioa
Adamantino.......
Alfarin...........
Bertha............
Douslrmos.......
Eagle............
Fairy.............
Fhd........-~....
Mimosa...........
Okonoo...........
Respit............
Valkyrien.........
entrar
Lveroool.
Cardiff.
Cardiff.
Lisboa.
Liverpool.
6wansea.
Cardiff.
Rio Grande do Sul.
Hamburgo.
Cardiff.
Swansea.
Mercado Municipal de fose
O movimento deste Mercado no dia 9 de Ja-
lbo foi o seguate:
Entraram :
31 bois pessndo 4,772 kilos sendo de Olivei-
ra Castro 4 C, 25 de 1*, e 6 de parti-
ulart-s.
186 kiloa de peize a 20 ris 3*710
156 cargas de farinha a 200 ris 31*200
28 ditas de frucas diversas a
300 rs. 8*400
10 taboleir js a 200 ris 24000
11 sainos a 200 ris 21200
20 mata toa com legumes a 2C0
ris 4*000
Forana oceupados :
28 oolumnas a 600 ris 16*800
Hovimento do porto
Navios entrados no dia 10
Rio da. Janeiro e escala7 dias, vapor braaileiro
Staranbo, de 1,999 toneladas, commandante
Pedro Hyppolto Duarte, eqapagem 60, c**f!*
varioa eoeroa ; ao Viacoode de Itaqui do Nor-
te.
Santos e escala7 dias, vapor francs Villa ao
Pernambuco, de 1,595 toneladas, commandan-
te Sebire, eqaipagem 39, carga varios gneros ;
a Auguate Labille.
Oenova77 das, barca italiana Tre Serelle M.,
de 403 toneladas, capito Francesco Maasa,
eqaipagem 11, carga varios gneros; a fl. Bor-
le 4 C
Swansea45 dias, lugar ingles Cypher, de 398
toneladas, capito John Oavies, eqaipagem 9,
carga carvo de prdra ; ordem.
Maco-k29 dias, blate brasilero Bom Jesua. de
85 toneladas, mestre Clementiao Jjs de Mace-
do, *quiyagem 5, carga sal; a Maaoel Joaquim
Pessoa,
Sahido no mesmo dia
Havre e escalaVapor francs Ville de Petnam-
buce, commandante O. Sebire, carga varios
gneros.



Pacific Steam avi catin lompanv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Sgypata
Espera-se des porte.
do sal at o dia 16 de
Julho 8 e gu i ndo
-par a Europa depoia
Ida demora do costume,
tocando eo
Lisboa, Bordeanx, Plymouth e
Liverpool
Para carga, passsgeiros, ene. mmendas e inhdei-
ro afrete, trata-se eom oa
AGENTES
Wllson Sons fc J., Limited
S. 14 RA DOCOMMERCIO-N. 14
<.% IIIK I KM EN8IA E
RES HARITIHEt
LINHA MENSAL
O paquete
rinmi
Commandante Groa
' esperado dos por tos do sal
no da 17 do corrente, segninde
.depoia da demora do costume,
apara Bordeauj, tocando em
Dakar e Lisboa
Faz-se abatimcnto de 15 % em favor das fa-
asilias composta de 4 pessoaa ao mebos e que pa-
garem 4 pauagens inteiras.
Lembra-se aos senbores paesageiros de toda
as eiasses que ba lugares reservados para esta
agenda, que podem tomar em qualqner terapo.
Por excepeo os criados de familias que torna-
i bilhetes de proa, gosam tambem d'este abat-
Agente Britto
Leilo
De urna ees* terrea i roa de Pedro Affonso n. 8,
esa 8 portes de frente e 2 de oito, esa solo pro-
prro.
O ugente scima a mandado do Illa, e Eim. 8r.
Dft Jais de direito da provedori, e e reqaerimen
to d mese reg di ra os Vtneravel Orden Tercei
ra de S. Pi ancisco, levar a leilio a referida
casa.
ifl do corrate
11 horas
Roa do Rangei n. 48
Quarta felra.
Va
Leilo
De importantes livros de medicina, e litteratu-
ra, eaixaa cem fino cognac, ditas eoaa oerveja
allemS, ditas com papel pintado almaco, ditas de
pear, "Cunt tes de ac, barra com vinho de Lis-
boa, anoorctaa ecm vinagre, mobilias de Jacaran-
da, aparadores ctm tampo de pedra, lindos jarras,
looets branaas e de ccies para alanoco e jantar,
eapelhaa, omadijis, copos, eslices, garrafas, com-
poteiras, jarros e frncteiras de alabastro, candiei-
res, miodeaas e faiendas.
Quinta-feira, 12 do corrente
A'S 11 HORAS
No armatea da rtia Mrquez de Olinda
n. 48
Em eontlnnaeio
Serio vendidas diversas obras de curo, prata e
brilhantea.
Por intervencSo do agente
Gusmo
Leilo
De
vigas

Os vales postaes s<5 se de at a dia 15 pagos
de contado.
Pai a carga, passagens, encommr das e dinh9ir
a frete : tracta-se cerno
AGENTE
Auguste Labille
P-BA DO COMMERCIO-9
CBARGEIRS RE
Companhla Fraaceza de Navega
cao a Vapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa, Per
nambuco, Babia, Rio de Janeiro e San-
tos
0 morTUlB e MaranMo
Commandante Brant
Espera-se da Europa no dia
15de Julboe aeguiudo de-
poia da demora necessaris
para
Bahis, Rio de Janeiro e Santos
Boga-Be aos Srs. importadores de carga peloB
vaporea desta linba, queiram apresentar se dentro
de 8 das a contar do da descarga das alvarengaa
qualqner recamaco concerneute a voluntes, que
porventura tenbam seguido para os portoe do sul
afim de se poderem dar tempo as providencias,
neceasarias.
Expirado o referido praso a compaohia nao se
responaab'liaa por extravos.
Para carga, pat sagena, encom aseadas e dinheirc
a frete : trata-se com, o
AGENTE
Augusta Labille
9 -RA DO COMMERCIO-9
barrotes, taboas, prancboes e
grandes de probo de reaina
EM LOTES A VONTADE DOS COMPRADORES
Quinta feir 11 do corrate
A's 11 boras
No armazem do Sr. Jos Luiz, junto a
guarda mora da Alfandeya
O agente Pinto, Itvai a leilo por conta e risco
de quem perteocer e pradores d.ffertntrs pmneboes, taboas e barrotes
de pu.b'i de riga \ind.s do K o Grande do Norte
na barcaea Fedro Amerieo, descanegada em frente
ao atmasem do br. Jos Luis, junto a guarda-
mora da Alfaodega.
Esta madeira frs parte do carrrgsmento sal-
vado da barca Doruegufnee Negasia, naufragada
na Babia Formoea no Rio Oranae do Norte.
Ultimo Leilo
De casas terreas e om sobrado
(tuinla felra, 19 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 16
O agente btepple por mandado da inventarame
do espolio do finado sen marido deeemDargador
Franciseo de Asis Oliveira Maciel, e ecm o alva-
r de liceoca do Exm. 8r. Dr jui de direito da
provedona de capillas e residnes,levar a leilSo os
orna tegnintes :
Urna casa terrea o. 72, roa Nova de Santa
Rita
Urna dita dita n. 66, con bastantes commodos,
rna Nova de Santa Rita.
Uma dita dita n. 17, a roa dos Pescadores, com
bastantes commodos e ecm cabida para o bsnbo do
ajis.
Uma oita dita d. r9, a roa Vidal de Negrei-
ros. tsmbem ecm sabida.
Une dita dita cab a. 11, no boceo do Pci
nbo.
Duaa ditas ditas ns. 19 e 21, a travesea de 8.
Jos.
Duas ditas ditas na 19 e 21, no bceo do Car-
vio, boje ra Nova da Cadeia.
Uma dita dita n. 54, a* Forte.
Duaa ditas ditas ne. 4 e 6, no bceo do Falco.
Ua sobrado de 3 andarte n. 11, roa do Amo-
rim.
Us Srs. preteodentes, desde j podem examinar
os ditos predi e.
Aluga-se a graodo cas i ra da Anrar n.
119, a uilis hsiis saaiaiiodsaesparaBaelssafwea
com egaa e a* eocaasMljs, aosm es lima* ; a tr*>
Urea asacara, ota *ajf
easae a *VG ao Bacco dos lio
aos, )as*o a i. Gsasajadle :
oaperatria n. 76.
Aluga-se a so to ea oaia^n. IOS rae da
Aurcrs, cem mobilia ee sosa ella, e coa agoa para
banho e banbeiro ; a tratar na mesma
Precisa-se de ame -coeiobeira e de ama ea-
(jotnmadeirs, para casa de familia ; quem se echar
habilitada, dudo flanea de sea bom comportameo
to, dirjase i roa de Cabog o. 16, loja. Paga-
se bem.
Precisa-ae de orna perita cosnheiraQ para
casa de familia ; a tsatar na rna Bario da Victo-
ria n. 46, loja.
Precisa-se de em menino pava caixeiro, que
tensas pratica de asolbados ; Da roa da Uuio Da-
mero 64.___________________________
Precisa-se de ama cosinbeira que dama
em casa ; a tratar na roa Baro da Victoria n.
89, segando ande._______________
Offerece se um boraem e sua sanlber para
seguir com qualqner tVm&ie estrangeira para tora
da capital : quem desejar deixe carta nesta typo-
grapbia com as iniciaes J. M. A.
Para qoem isa col f celo do coosae a ni ages
vndese sedlas de 2004 por 40, de 1004 por
204, e de 20| por 54 ; a roa Primeiro ee Marco
a. 1.
Na rna Real da Torre n. 21, ven maebina a vapor, formaa para aseucar galvanisa-
das, tsxas de ferro batido e fundido, crivo de
bocea de foroalbs, rodas de ferro de difterenle
tamaahrs, apparelhos de guindaste, uma bomba de
cobre de aovo eyatema, um alambique de cobre e
differentes objectos proprios agricultura, taes
como arado amerieano, csrrocas, etc., etc., todo
em perfeito estado.
Faco saber qee na roa do Rosario da Boa-
Vista n. 11, eat hospedado um bom copeiro, o
qual se scha deaempreajado : quem do mesmo pre-
cisar, dirija-se a dita ra das 10 horas at o meio
dia, qne acbar o mesmo para tratar.Tranqoeli-
no do-Espirito Santo O. de Aievedo
Roubo
Furtaram da rna BerSo de S. Borja (Sebo) n.
35, na madrugada de 10 de Julho do correte
anno, nm cavado slaaao caxito, andador de baixo
a meio, novo e gordo, tendo o p esqoerdo braoco
e um B na mesma perna. Gratifica se cum 504 a
quem dr noticias exactas na referida casa.
Olicina de latoeiro e caldeirero
RA DA RODA N. 62
Antonio Joaqoim Voieira Sampaio, eocsrrega-
se de obras de latoeiro, caldrireiro e trabalbo de
eolleeacSo de encaoamentos d'agna e gas, sendo
o trsbalbo de encanamentos d'agua pelo novo eya-
tema, assim eomo fabrica toroeiras, choviecos e
vlvulas para bsnbeiros, por precos rsaoaveis, e
tsmbem fabrica bicas de cinco de cobre para te-
Ihadcs, etc etc.
0 Remedio do Dr. Ayer
COMTKA SEZKS.
E' um tnico forts pommente vegetal, e,
polo conbecimento practico dos seas eflet-
tos, Garantido coma remedio certo para
as Tebres malignas. Estas desordena de-
vem a sua origem a um veneno miasmtico
que penetra no sangue pelos pnlraoes, altera
o flgado e motiva ns trHreretrtes eteses de
Sebres conhecidas por Terciarias e
asratraawiriasi, Internas, de Fri,
Malignas, Intennittentes, Remit-
ientes, Biliosas, o Typhoido.
O lemas* r>* Dn. Athr nentralisa o
veneno miasmtico e expele-o do systema.
Kio cxxrtem quinina nom ingrediente al-
Jirai mineral-, seguro e inoffensivo, e
unca falla se se usa segando as direc^aes.
pitarAnADO pelo
DR. J. C. AYER e CA.,
liowell, Mass., E. T. A.
A' venda as prlncipaes pharmaclas e
dxogarlas.
Caixeiro
com bastante pratica de molbado e conducta pre-
cisa-se de nm a tratar no pateo do T. reo n. 19.
Attemjo
LEILOE
Qainta-feira, 12, deve ter lugar o leilo de ta-
boas, prancboes, vigas e barrotes de pinbo de
resina, viudos do Rio Grande do Norte na barcace
Pedro Amerieo, e que fiseram parte do car regi-
ment salvado da barca norueguense Negaua.
Agente Britto
Leilo
De prendas, miadesas, perfumaras, grande sor-
timento de jarros, secretaria dr jacarando, mar-
queso, 1 buhar, cadetras, fiteiroe, malas, machi
as de costura, mete, 1 toilete, l cama francesa
de Jacaranda, espelbos, copos, facas, loucas, can-
dieiros para gas earbonico o kerosene, bebidas, 1
bidet, lavatorios, 2 aparadores e cutros artigea.
loarla felra 11 do correte
A'S 10 1/2 HORAS
Sua do Rangel n. 48
Agente Pestaa
Leilo
Agente Stepple
Leilo
Sexta felra, 13 de Jnlho
A's 10 1|2 horas
Ser efectuado na Cmara Municipal da
cidade de Olinda
O agente cima por mandudo e aeaistencia do
Exm. Sr. Dr. juis da provedcria de capellaa e re
siduos, a nqoerimento do Dr. Btrnardine de Sen
na Daa, inventarente dea beos que cmstitu m
e espolio do conego Jaaquim Fe mira dos Santos,
levar a ,'ci'ao a grande hvraria com diversas
(braa importantes.
Os Srs. pretendeotes desde j podero enten-
der-se cem o agente cima no armasen) da ra do
Imperador n. 22.
Leilo |
Sabbado 14 de Junho
A'811 boras
No armazem da ra do Imperador n. 22
De ame ptima casa terrea A rna do Hos-
picio n. 47
O agente cima, por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. jais de diteito de orphios, vender
metade da caea n riese, e a outra metade antorisa-
do pelo consenhor, sendo a casa em terreno pro-
prio roa do Hospicio n. 47, com bastantes com-
modos para grande familia, e muito bem conser-
vada, cem agua, eandireires de gss e muito bom
quintal, rinde SGOfGOO snnuaes.
Os Srs. pretendentes podem examinar a referi-
da casa ; as chaves acbsm-ec na venda da es-
quina.
En conlinuaf o
0 mesmo agente vender maia a casa terrea
traveeea do Principe n. 7, com bons commodos e
quintal, rende 25 por mes.
I eilio
lio importante
de Pedro
sobrado de 3 andares, sito ra
Affosiso n.n5, pertenecnte ao in-
ventario do fallecido Francisco Jos Rapos:).
Quinta-feira, 12 do corrente
A's 11 boros em ponto
No armasen! a- rna do Imperador o. 49
O agente Pestaa, far leilio por mandado e
.asistencia do Exm. Sr. Dr. jaia de orphSos e ao
aasstes, do imprtente sobrado de 3 andares, seto
sebee aotSo e terraco, sito rus de Pedro Affonso
n. 55, com os commodos segointes : andar terreo,
2 portas e 1 grade de freote, dividiado em 2 par-
tes s sena commaaicacao, quintal com grande ac-
aSTaTi ao tunda : 1. andar, 3 portas, com sacca-
pedra e varando de ferro, 2 salas, 6 quartos
iba; 2. andar oa meamos eossmodoa que e
pslaaejfo ; 3.* aajdar, 3 jnellas, 2 salas, 4 quar
De todo* os parelheiroB que pertenoem aos
sportmans
E. Van Hlnsbei | ep. de OllvelsjJi
que iiquidam a importante coudelariaque possutm
na certe ese efiectuar do dia
14 de Julho
Entre oa animaes queeie venderZo acham-ee,
slm de cutros, os seguintrs :
Hero, 3 a o nos, per Maeche Tbis Silvvo.
Girl, 3 annos, por Qlendale e Metheglin.
Petro, 2 annos, p"r Brcwo Charlie.
Petro, 2 annos, por Tbis miaer.
Petranes, 2 snnes, por Rosieroeiau.
E mais quatro potros de 2 annes qoe devem de-
sembarcar no dia 5 do corrente, vindos de Ingla-
terra.
Tcdoe os aoimaea sao de puro eaogue e de oa-
ciooalidade inglea.
Rio, 2 de Julho de 18-?8.
Na roa Bsro da Victrria n. 14, 2. andar, pre-
cisa-ee de uma ama qne cjsinhe e compre para
duas peeecas de familia. No mesmo ha uma se-
nbora perfeitamente habilitada para lecci- nar em
cases particulares portugus e francs, assim
como todos ca trabalhos de agulba, e fljres de to-
das os especies._____________________________
Aprovetenif!!
Vendem-se duas casas prorjrias para familia,
novas, em -o orna de tijolo, moderna, bem coos-
trnida, e outra de taipa, annexa primeira, tendo
cada uma dellas 22 palmes de fente e 50 de fun-
d, possaiado smbas um magnifico sitio, limpo,
arborisado, e contendo excedentes fructeirss, o
sitio est todo cercado madeira, e ditas caeas
eeto collocadas na roa da Serra na cidade de Li-
moeiro, oibandn para a estadio da via-ferrea. O
dito sitio tem 46 m. tros de frente e 200 de fando.
O pi oprietario da ditas casas vende tambem o
sen estabelecimento de molhados sito ra da
Lama, que vai em trente da estacSo. E' um mag-
nifico ponto de negocio, e pode-se mesmo assegu-
rar qoe iora da e dade o principal punto : quem
pretender a qnalqoer dos negucios, dirija-se
meema cidade, no mesmo estabelecimeoto.
Ao coniiiierao

Angelo Rspbael & C. avieam ter modado o sen
armaaem para a roa Marquea de Olinda n. 36,
continuando a loja da ra da Imperatris n. 80
exclusivamente para o retalbo.
Ao publico e ao com
mercio
A fabrica Apollo previne aos seos frceuezes,
que o Sr. Henrique Ceaario de Mello deixon de ser
seu vendedor e cobrador desde o dia 30 de Junbo
prximo paseado.
OLEO fflGH-LIFE
Oleo que maior ac-
ceitatjo teye n'este
mercado pelas suas
qualidades jhygienicas
suaves perfumes e
por ser puro de amen-
doas doces. Chegou
nova reroessa para a
loja da ra da Impera-
trizn, &0.
CURA CERTA
de tod*8 *s Affeotfea pnlmoatres
Todos aquelles que soffrem
do peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. rouRNiER.
Depositarlos em Ptmtmbuoo:
FBANCISCO M. d* SILVA OA
J cheguu a terceira remessa
das aguas alcalinas mineracs
de Mundariz em Pontevedra,
na
ESPECIALIDADES
para molestias do estomago, taes como dispep
sia gastralgia, catharro chronico do estjmugo,
ulceras simples.
Molestias dos iotestioos, taea cerno : enfarta-
mento do figado, ictericia, clculos buhares, diar-
rba obrooica, etc., etc.
Molestias das viss urinarias, taes como : dias-
teses ricas, catharro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, chlorosis, psoriasis, prnnigos e
dore-- artrticas eontras cuitas molestias.
As aguas alcalinas de Mondaria nascem de ro
chas granticas na temperatura de 180 centigra-
des, sao claras, incolorcs de cheiro parecido om
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalirib, produ-
zindo um ligeiro eabor picante na oecasiSo de to-
mir-Bf. jBik* ntrr oli*0*ificMlaa no numero das
alcalinas e bi -carbonatadas de soda.
Estas aguaa acham-ee veoda no estabeleci-
mento do Sr. Antonio Aff neo 8im3ee, sito ra
Visconde de Ooyanna n. 1 (quatro cantos), em
Roa-Vista.

Aluga-se barato
Sua Visconde de Itaparica n. 43, 2. andsr.
Rna do Visconde Pelotas n. 5.
Roa de S. Jos n. 74
Ra do Bom Jess n. 47, 1.* sndar
Ra das Crioulaa n. 15 b (Capuoga)
Ra do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar.
Ra Visconde de Itaparica n. 43, armaaem.
Baixa Verde n. 1 B
Ra Visconde de Pelotas n. 5.
Irata-se na na do Com mercio n. 5, 1* andar
i-riptorio de Silva Oolmar&ea & C.
Al
uga -se
on vende-se no Parnameirim oa Croa daa Almas
n. 10-A orna grande e excellente casa com agoa e
gas, tendo nm bem aitio, a qoal confronta com a
casa do fallecido Dr. Leal ; a tratar na rna do
Apello n. 30, 1- andar, on em Fernandes Vieira
numero 11.
Aluga-se
LE ROY
Popultrts em FfttNC, na AMERICA,
HESP HHA, no BRAZIL,
onda sao aulorisdos pela Junta de Hygiene
Medlcacao Separativa, e Xe-
constltulnte dando toda a facilldade
para se tratar so, por preco barato, e
se curar em pouco tempo."
Essa medicacao espulsa rpidamente
os liumores, bilis, humores viscosos vi-
ciados que occasionam econservam as
molestias; purifica o sangue e Impede
as recahldas.
^Purgantes Le RoyE
LQUIDOS
* GRAOS, dosados segundo aldade, con-
vi>m especialmente as Molestias |
Clironica.
4
I
I'
g
ou vende-se a casa sita Crus das Almas ou Par-
nameirim n. 10-B, com cemmados para uma pe-
quea familia, tendo um bom sitio, e acha-se
limpa ; a tratar na ra do Apollo n. 30, 1 andar,
ou en Fernandes Vieira n. 11.
Aluga-se
A casa n. 10 na ra da Fundicao, Santo-Amaro
das Salinas ; tratar na lytographia de J. E.
Puroell, ra do Marquea de Olinda n. 8.
Ama
Ainda se precisa de nos ama que entenda de
cosinba, lave alguma ronpa e engomte, obrigan-
do-ae a dormir em casa ; na ra de Santa Thereza
numero 30.
Ama
Precisa-se de uma asna para casa de pcu:a fa-
milia ; a tratar na ra do Imperador n. 26, tercei-
ro andar.
Ama
Precisa-se de uma ama para o servico interno
de uma casa de pouca familia ; a tratar na ra
Velba o. 75.
Ama
Precisa-se de uma para
Psraiao n. 12.
coeinhar ; do Largo do
Ama
Precisa se do uma ama para cosiobar
de Pedro Affonso n. 70.
na ra
Precisa se
n. 33 hotel.
Criado
de um criado ; no largo da Penha
Ama
Precisa se de orna ama para servico domestico :
na ra Bario da Victoria n. 69, 2- andar.
% %
Precisa-ee de uma ama de meia idade, qoe seja
boa coeinhtira ; na ra Vidal de Negreirjs nume-
ro m.____________________________________
Ana e triado
Precisa-se de uma ama que s e de um criado qoe entenda de sitio, para todo
seivico; a tratar na ruado Crup) o. 10, loja.
Extracto concentrado doa Reme-
dios lquidos podendo substituil-os,
para as pessas que tlverem repu-
gnancia para os purgantes liquidos.
Sao lntaUiveis contra : AntHtna,
i'atnrrho, Otti, Rheuntntiamo,
Tniwres, i li-rrus. Perita *t
appetitr.Fehreii, CimgrxtteH, Jfe-
Ipsihin do Figado, Implgentt,
Vermelhide, Menopaima, etc.

qualqner proilucbrqae nao livor o en.Iereco da
Phcia COTTIN, enro do sr. Le Roy
Ra do Seine,51, PARS
DKT-oerro em todas as phaiimacias
????^?????^??^?????^?a
I
I
I
1 -

I
i
I
DEPOSITO GE*4L
ee* Hir.HEI. atOaeTBl
ITSKE, BS.-M ti MICm (Tasili
m Ptrnamiaco .-
M. CtTLZER StVAlW m.
exigir o rotulo
MICHEL & LOQUES^
Mcuu j. <*uun
josiabii, soOo,
t&oe tsrreeo.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o 1- andar do sobrado n. 6 A raja
da Penba, por 184000 mntaaes ; a tratar c m A
A. de Booca Agorar, roa do Amorim, armaaem
numero 49.
Aluga-ee duas casas no Chora saeainr-, sen-
do orna trrrea e outra sobrado, cem eoasaodcs
para grande familia, as qu>.es teem agua e gas ;
a tratar na raa do Pires d. 83.
Aluga-se casa terrea n. 189 da roe das
Cinco Pootaa, com 3 qoartos e grande qnintal : a
11 boras da
saletas, 1 qoarte, sobre bom ^^ M m do pi)Mn ^ a, n
' maobS ou depois das 4 da tarde.
Casa para alagar
Alnga-se a eaaa n. 9 roa Princesa-Isabel.
sendo a melhor da_meema roa pelas condicoes es
peciaes, moito fresca e de grandes commodos in-
ternos c externos ; a tratar na rna da Aurora n.
86, onde se acharo ae chavea, on A roa do Impe-
rader n. 28. *_____________________
AtlenQo
Pede-se ao Sr. Dr. ehf fe de polica, qne ae dig-
ne lsncar suas vistas para uma tal cimba Periaro,
moradeira na rna eetreita do Rosario n. 38, pri-
meiro andar, qne nao respeita pessoa aleums, in-
sulta a todos qoe tem a infeheidade de seren tena
visiohos, ci roo ai ja a familia do 8 andar onde
reside a meaana Pergo, e as de defn nte.como tam-
besa da rna das Triucbeirae, e familias qoe paa-
sam ; finalmente uma consa eem eiplieacio,
qoe ci m as devidaa iaformafea dos visinhos V.
S. saber.
Carpinteiros
as ebraa da nova fabrica de Fia ci e Tecidos,
na Torre, precisa-ae de alguna carpinteiros. a tra-
tar as mesmaa obraa.
Recite, 7 de Julho de 1888.
O administrador,
^fionio Machado Qomet da Silva.
Cautelas do Monte de
Soccorro
Compra-se cautelas de qualqner joia oo brilban-
tea, paga-ae bem ; na araca da Independencia n.
22, loja da relojoeiro.
IBOSBWt
Mom__________________^
Hb CLKffY : = *mm
O, Anua Soarea Cnrnelro da Bocha
Joo beato Mcateiro da Franca, sua molher e
seo filho, mandam rezar uma missa por alma de
D. Anna Soans Carneiro da Rocha, m3e do Exm.
Sr. conaelheiro cheta de iivisSo Manoel Carneiro
da Rocha, no dia 13 do corrente mes, pelas 8 ho-
ras da manh, na matriz do Corpo Santo.
Para este acto de caridade convido oa parantes
e amigos do fallecido e desde j se coofessam gra-
tos a todos qoe comparecerem.
G. LAPORTE & C.
46-Rua do Imperador-46
CASA DE COMMISSOES
f
D, *-nna Vieira Fernandes
Baaloa
O Dr. Ignacio Alcibiades Velloso e sua mulher
D. Luisa adunia Rarreto Velloso, convidam aos
amigos e parentes da aoa dedicada amiga, D.
Anna Vieira Fernandes Bastos, para assistirem a
missa que mandam rezar na matriz de Santo An-
tonio, na quinta-feira 12 do corrente, s 8 horas
da manba, pelo stimo dia do seu passamento.
Agentes da sociedade Cooperad 7a Universal
Receben] encommendas de quaesquer mercaderas para Europa, America do
Norte e America do Sul, em condigoes ventajosas. Garante se a mxima ceoridade
(35 a 90 diss psra Europa).
ANNEXAS
Typographia
*
k v
CASAS
Livrana-Papelaia
ariasao Adoipbo Je Araojp
ello
Elvira de Faria Mello e seos filh-a, o Dr. Ma-
noel D. de Faria e suas filbas, Ignacia Lina e eoaa
filhss, Agncio Line, soa molher e filtros e Jalio de
Mello, sua malber e f Ihos, agradecem do intimo
d'alma a todas as pessoas que se dignaram acom-
panbar ultima mo-ada oa restos mortaea deaeo
presado mando, pai. genro, entes lo, irmo e tio,
Mariano Adolpho de Araojo Mello, e Ihes rogam
anda, bem corno a todos os parentes e amigos, de
aasistirem aa miesas qoe pelo eterno reponso do
mesmo finado mandam rezar oas matrises da Esca-
da e na do Cabo, s 7 J |2 da maob do dia 12 do
ARTIGOS PARA ESCRIPTORIO
N'este estabelecimento encontra-se o
maior sortimenti de livros de instrucc&o e
de direito qne se posas desejar. Em
grosso com importantes abatimentos, e a
retalho.
precos raznavels
para o commercio : Especialidade de
papis para correspondencias, facturas,
conas-oorrentes, etc. Envel>ppes de todas
as qualidades. Copiadores de cartas. Li
vros em branco e torios os artigos inherentes
ao commercio.
LINDO E VARIADO SORTIMENTO de SrtigOB
noB para uso daa sentaras, como sejam :
Papis e envoloppes de luzo para corres-
pondencia, tinteiro, caetas, carteiras, efa.
artigos para desenhos, engenkaria, re-
partieres publicas, emprezas, eta.
PACTA-SE, BISCA-SE, SERRI1 HA-SE 6 COB
Bem montada officina para impressoes de
todo o genero, desde a mais simples at a
mais diffi.il : Carines de visita, cabegarios
de cartas, facturas, memoranduns, menus,
circulares, convites, participaedes e qualqner
oufro trabalbo roido, com inexcedivel n-
tidos e perfeiclo. Brochuras, livros, rela-
tnos, memoriaes, horarios, mappas o qual-
quer outro trabalbo especial para estradas
de ferro, grandes emprezas, repartieres pxi-
Micas, advogados, litteratcs, etc., ttc.
ENCADERNAglO
Montada cora todo o oaitada e munida ale-
material de primeira ordero, pode esta offi-
cini eacarregar-se da ezecocSo de caoa-
derna.ji e broeburas de todas as quali-
dades. FABRICA DE LIYB08 EM B BANCO
communa e especiaes, 1HPRESS05, BISCA-
DOS, PACTADOS, e \ ENCADEBXADOS na pTO-
TA-SE papel em face de qualquer modelo, pria casa a gosto do fregutu.
Livraria e Olicina: 46 e 48 Ra do Imperador
ANDAR TERREO
Casimiro litarle Jorge
Leopoldina Cesilia da Salles Jorge, seos filhoa,
genroa e nors, convidam a todos oa seos parentes
e ptseoas de sua amiaade para asaistirem as rris
ses que mandam celebrar na igrej* de S' Fedro
Maityr em Olinds, s 7 horas da manfai, e na ma-
triz de Palmares s 9 1(2 boras da manbS de aab
bado 14 do corrente, por alma de sen sempre lem-
brado esposo, p*i e eogro Casimiro Lueio Jo'ge,
1 anniv rsaro de sen paaeameato, a desde j fi-
en K*ernnment empecan*
ni jui

mmmm
Tem a honra de communiear ao respeita-
vcl publico, especialmente aos seus amigos e
antigos freguezes, qne t m aberto a soa impor-
tante alfaitar'a, onde cora satisfagan aguarda
as suas ordens.
16lu da Imperatriz.6


-IX-
ti
t
PEITORAL DE CAMBAR DE S. SOARES
Este importante e acreditado medicamento, contra a tsica pulmonar, asthma, bronchite. irritaco e
inflammaco do laringe, coqueluche, tosse, rouquido e perda de voz, yetide-se em casa dos agentes e depo-
sitarios geraes n esta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C.
ra do Mrquez de Olinda, n. 23; a 2500 o frasco, 13^000 1[2 duzia e 24$000 a duzia.
Vende-se tambem em militas plumadas e drogaras desla provincia
Cuidado com as falsifica f oes Cuidado com as imita f oes !
Frotar
a
i


BARATO E MOTO BARATO
ES NA LOJA DAS ESTRELLAS
56 -RA 1)0 DUQUE DE CAXIIS--M
O proprietario deBte mui acreditado estabelecimento previne a todas as
Exusas, familus e reguezes en g-ral que, as muitas peohinchas que eostumam facer,
lo slo mais divididas coma suaex-as* das LISTRAS AZUES, portaoto qaem quizer
comprar por menos que em outra qualquer parte diaijas-A LOJA DAS ESTREL
LASonde encentrarlo ara completo e variadsimo sortimento de faseadas que ae
Tndem por precos que nao Ibe podase fpr corapetenoia.
A SABER:
Fazcnias de lciadmirem!
Mad apollo americano com um metro de largura de lifi por 70000
dem idem muito boos e largos de 8&~* bfi e 60OOU.
Algodao americano T., superior a 5)5000.
Crotones para vestidos a 180, 200 e 248 r.
Gangas adamascadas para coberta a 240 a 280 rs.
Toaibas slcochoadas para rosto a 25000 a duzia.
Ditas felpudas para rosto a 30500 idem.
Guurdanapos adamascados a i^OOO a duaia, que maraTlha !
Bramante com 4 largar** a 660 e 800 rs o metro.
Dito de linbo com 10 palmos a 106(0 e 10800 idem.
Atolbado adamascado lindo desenho a 10200 idem.
Colobas de 50000 20OO e 20500.
Cobertores de 10500 e 30 a 900 e 20000.
S. .rgelim de todas aa coi es- a 200 e 240 rs.
Cassinetss **cur>s a 400 e 440 rs. o corado.
Baeta para banbos de mar a 600, 760 o 800 rs o covado.
Brtns de cores para roupas de menino, imita$ao de casemira a 330 e 400 rs.
o corado.
Laucos com barra de cor de 20500 a 10200 a duna.
A's E\mas familias
Offerecemos um lindo sortimento de merinos com 2 largaras de 10000 a 500
o covado.
Setins maravilhas de 500 a 240 rs. novidade.
FuatSea brancos de 500, 600, 800 e 10500 a 240, 400 e 10000.
R ndas oircaasiaaaa brancas e pretas de 10200 e 10500 a 300 e 500 rs.,
baratissirao.
Linons de cores bordados a 240 rs. o covado.
Rendas betpanhoLe de todas aa cores por precos aem competencia.
Sttios dos Alpes de 500 a 200 rs.
Taike de vicby de 32'.; a 160 ra.
Velludo Pang. le de 10000 a 400 e 500 rs., qje peofaincba* I
Qcs de linbo com um metro de largura de 800 a 300 ra.
Brim pardo com duas larguras para vestidos de 600 a 320, 360 e 400 re
aproveitero.
Linm a pomp&dour a 560 e 600 ra.
'Cachemiras felpou para vestidos a 240 rs.
Cezarinas para vestido escoce zea a 200 rs.
Cortes de gurgurfco de seda e velludo de 150 a 600 e 700000.
Li idos cortes de cambraia bordada de cores brancas a 400 S0OOO.
Cachemiras circasaianas novidade de 800 a 400 re.
Ditas de 1 eeoocezas da 800 e 10 a 400 500 rs.
Satina macu de todas as corea de 800, 900 e 10000.
Lindos vestuarios de fustao e setim para meninuB de 4 a 5 annos 150 e 180
por 90 e 100003 rs.
Ditos elsticos Jersey a 85, 100 e 140000.
Cortes de cachemira e etamine ricamente bordados a matiz de seda de 600
e 500 a 200 e 250000.
Mauuletes de velludo de 500 e 600 a 100, 150 e 250000.
Aos dignos cavalhdros
Offerecemos camisas inglesas a 300 a duzia, que peohiacha !
Ditas do meia a>.90, 120 e 150 a duzia, slo baratas.
Ditas untadas pura la de 60 a 30500 (regatas).
Collarinbos de linbo a 40800, 50 e 60500 a duaia.
Meias inglezas Escocia e 12, precos baratissimos.
Brioa de linbo de cores inalteraveis a 10, 10200 a 10100 c metro.
Ditos brancos de 20 e 20500 a 10200 e 10600.
Ditos pardos para criancas a 240 e 320.
Lindos cortes de collete em fustao branca e de cor a 20, 30. e S05GO.
Ditos de fustSo bordade em alto relevo a 10000.
Ditos de seda de 100 a 150 por 40 e 60000.
Lencos brancos e com barra a 10200, 10000 e 20000 a duzia.
Cbeviote americano de 30 e 40 a 10200 e 20500.
Completos de casemira de 300 por 150000.
Cortes de oasemira ingleza'de 70 por 40000.
Completo sortimento de caaemiras em cortes e pegas padrSes inteiramente
sotos e]modemos, que se vendem por precos que admura. Aproveitando o ensejo
avisamos desde j que temos um hbil alfaiate para executor qualquer peca de roapa
oaun perfeicSo e gosto : tudo iato por preces que jamis niDguem nos poder faaer
competencia.
A's Ernas, noivas
Os seguintes artigos, que recebidos por um cambio to favoravel, prtoitte
quisiclo_.de serem vendidos qussi por metade do sea valor.
Setin branco macu, liso a 10, 10200 e 1$800 o covado.
Ditos lavrados com listas, da rico effeito a 10600 o covado.
Rendas hespanholas de todas as cores a 30 e 40000.
Ditas bespanbolss pretas de seda a 30, 30500 e 40000
Bicos braceos de linbo a 10, 10800, 20 e 20500 a peca.
Ditos de cores maticadoa e lisos' a 20, 20500, 30 e 40000.
Ditos de >eda de todas as cores e 80 e 120000 a peca.
Babados bordados a matiz de 20500 a 800 e 10000.
Ditos brancos a 600, 800 e 10009.
Pannos de crochet para guarnicao de sala por precos baratos.
Anquinhaa de pannos, modelos elegantes o 10 a 10500.
Ditas de rame, systema aperfeicoado a 30 e 40000.
Capotas com ricos veos de blonde a 80 e 100000
Meias de seda de lindas cores de 80000 a 40000.
Complato sortimento de meias fio de escocia, finissimas e mordernas.
Cortes da cambraia suissa bordada a 300 e 350000.
Riquissimos vestuarios para baptisados a 100, 150, 200, 300 e 400000
Completo sortimento de cortinados bordados a 60500, 70, 80, e 100000.
Lindissimos cartinadoa de crochet, desenho de apurado gosto a 180, 200000
e 250000.
Finissimos laques brancos e de cores a 80, 100, 150 e 200000.
Para decoro e forro de sala :
Damascos de todas as cores, reps para cortinados, crep da China. Esteiras
brancas|e de cores por 10200, alcotitaa, tapetes tanto em peca como para guarnilo
e salajde todos os tamamoe.
Grande quantidde de retalbos.
TELEPHONE 210
PECHINCHAS
Sao os seguintes artigos por menes de 40 % de 8eu valor, cujos precos admira,
os que em seguida appresentamos.
A saber:
Batistas e nanzes, de cores firmes, a 160 e 200 rs., o covado.
Merinos lisos, urna largura, todas as cores, a 200 rs., o dito,
dem idea de dnas larguras, la para, a 500 rs., o dito.
Setinetas modernas, padrSaa de pbantasia, a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Z-firos de quadrinhos, bastante largo, a 200 o 240 rs., o dito.
Brins de cOres para roupa de enanca, a 320 e 360 rs., o dito.
Brim pardo lona, superior, a 320 e 360 rs., o dito,
dem de linbo de cores, padiS a novos, a 800 rs., o dito.
Casimiras diagonal, preta, a 10800 e 20200, o dito.
Cheviots, superior, preto e azul, a 30000, o dito.
Pinnos de cores para mesa, a 10400 e 10700, o dito.
Atoalbados de algodao, duas larguras, lisos e bordados, a 10206, o metra.
Bramante de algodao de quatro larguras, a 800, 10000 e 10200 o dito.
Idstn de linao paro idem, a 10800, o dito.
Guardanapos de linbo, a 20500, 30500 e 60000, a duzia
Lencos de algodlo e linbo a 10800, 20000 e 30000, a dita.
Meias inglesas para hornees e senhoras, a 30000, 40000 e 50000.
Camisas de cretone finas, franoezas, a -240000, a duzia.
dem brancas, inglesas, a 360000, a dita
Serosds bordadas, de bramante, a 120000 e 160000, a dita.
Cobertas de g-nga, torradas, a 20500 e 30000, urna.
Leaces de bramante para cama de casal, a 20000, um.
Tapetes avelladados, grandes, para quartos e salas, a 80000 e 160000, um.
Cortinados ricamente bordados, a 70500, 80000 e 100000, o par.
Cambraias bordadas para bercos e camas, a 800 rs., o metro.
FustSo branco bordado, a 820 e 400 rs., o covade.
Madapollo americano, superior, a 6*000, 24 jardas.
Algodao cr psra toalhas, a 30000, 30500 e 40000, a pega.
Fichs de 1S, modernos, a 20000, 20500 e 30000, um.
l*nioT.ies para calamentos
Orrinaldas e veos para as Exutaa. noivas,a 90000 e 100000.
Damascos e setins branca, a 900, 10000 e 10200.
Eapartilbo8, loques e lavas para todoa es precos.
Saias bordadas a procos sem competencia.
Toalhas de labyrintho, riquissimas, a 300000.
Deposito de Lzendas para os Srs. aaendeiros.
As vendas em grosso teem o descont da praca.
asra Buque de Caifas59
Loja de
Dota senhora oompatentemeote habilitada, esa*
ortica de 10 annos de nrafiaelo, offerece-se para
ieedoaar por esaas particulares e oollegios na cj-
dade ou seas arrabaldes, as seguintes materias :
portngnei, franses, italiano, geographia, pian* e
trabalhoi de agalha, mediante estipalaoao rasoc-
vel ; a tratar aa ra Viaconde de (Joyaena a. OV,
ou roa do Livraiento n. 5, loja da borbohta.
Engommadelu
Precisa-se de ama, que eogomme ~bem e ensa-
boe alguma roapa para casa de pequea ^ir"*"*,
qoe durma em casa ; na ra do Conde da Boa-
Viata n."S4.________________________________
Para quem qu'ier
Aluga-se as seguintes casas : a de n. 90 4 la-
deira do Varadouro da eidade d Otiada, eos*
baos coaiaMdiM, quintal morado a arbstiaado,
cacimba de boa agoa e pertao para o besso a
Foeira 4 a de n. 80 ra da Anisada aa Capaaga,
com quiotal a cacimba, e a de n. 4 riniasss da
fund ci em Pora de Portas ; a tratar aa raa
Direita n. 45, a qualquer hora do dia.
klU I0IIDIDE!
^^C>
PANTBEON MUSICAL
13BUi BARIO M VICTOEIA13
Este estabebelaeimento alen de mu grande sortimenU e
MSICAS & ZZTSTEUMSlTrQS c seas pertences, recebes tambem
agora os seguintes artigos a presos razoaveis e mnilissmo
elegantes:
I
H .
Velocipedes para menino?.
Prados psra jogos.
Bercos de vime.
Remedio para calles.
Realejos de 4 e 6 pegas.
Brinquedos para meninos.
Estampas religiosas (finissimas].
Tacos e solas para bilbar.
Porta msicas e bengalas.
Occarinas e diamantes.
Tinta e oleo para impressSo, etc., etc.
Carrinhos p.-ra criancas.
Transparentes para janellas.
Cestinbas de madeira.
Jogos de roffica e domin.
Pboenix (realejos modernos).
Camas com ketro de rame.
Papel para fSrro de casa.
Molduras para quadros.
Caiziohaa de msicas.
Harpas americanas.
Accordeons modernos, oto., etc.

LOJsA. X50 AZSTBDO
13Ra Baro da Victoria13
Pereira & Magulhes
SUCCESSORES
Gameiro M\ & G.
isiiniiiiiiiniinimiii
Ja nao h& Repugnancia
l'AKA TOMAR O
PasIIaas L.POHS30N com Chocolate
Eitat Pastilhaa, de sabor agrauevd, estilo rigorosameuti dotada*.
Cada Fastia oaitea 2S ceoligraas de Sal (Urna colbertda)
nEPOSIT 8BBAL L. POtSEOU, PHARMACEUTICO
Aren lie de Courbevaie, SB, em A8NIJRES, perto d Baria.
Vend9o em. tocias as jprincijpaea Pharmacias.
U II I WWTW+
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INJECTION CADET
ora certa em 3 das sem outro medicaments
&MM*
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LOTERA DA VICTORIA
NOVO PI.1\0

Premio maior 4:2
POR 20000
OU :5 IJtOOO
POR 14000
PAGAMENTO INTEGRAL DE TODOS OS PREMIOS
DisJ
^<
VER AS & c:j
15 ZJim, Sidiigjuui* Qtuaa5 -P
BWI W-faOlMAlM I a
ESnaatlBABR ISJBJR
o.y*
Elixir dentifricio
Contra a carie e amollecimento e dores de dente.
Grande sortimento de perolas, pastilhas, granulos e pillas dos memores fabri-
cantes europeu8 e americanos.
Graide colleccSo de alcoloides os mais modernos e raros.
Aguas mineraes de todas as qnalidades.
Para pbotographla e bomceopathla
Aloool rectificado e desinfectado, diimicamente puro.
A Pharmacia Americana tem ama seeflo homceopatbica onde se encontrar
alm dos medicamentoB preparados com todo aceio e segundo os formularios habene-
manios mais acreditados,1 carteiras, vidros avulsos de todos os tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indgenas e exticas.
Receben medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America
Medinalacao por precos commodos e a qualquer hora do dia o da noite.
lia^iiTiiftiiiiiii'itissaTtTt iTiTTTT*i>si*asjatiaiiiiaMi
CONSTPAgES e MOLESTIAS do PEITO
IXAROPE WTIfHL0G.STIC0 QR1 ANT|
T Pharmacia B/IIANT, 150, ra de R'*ol, PAfl^
ou de Parta reestmnenOao na mata de SO araos o
ITMxItfftlTiffiK xjt^tnnl rnaaM mai* ayuda** *
Paflnv. Oerlpacli, OattaarrM, ate.
Dere so ailflr a Brochara em aove IB
6o Inventor:
AS PBINGIPABS PHiBMiCIAS
.frttOPEDEFOUr
h^ Sirop de CMoral PoUet ^ '
E O osJDaa\nte por exoelenoxa que suppritne a dor prooora
o aomno tranquillo e natural no oaaoa da
JVEVRALG1AS GOTTA MH2UMA
TSICA FBBRES
Xxlglr a Vlrma;
Fbrica casa FRErtE, 19, roa Jacob, PARE
bavHK*
COLLARES fiOTER
>oBS
I tkU rabUIal 4 Mf% U UlASfil
OaCOLLaJUJ arfa.imdnaaa I
de 26 auaaa, ai> as ateas faw arnar-*o
ream*ataa*GrMaoaa4s>VUI.l6fa
Semanaes e intransferiveis
Bata lotera eompoe se de 6.760 bilhetes divididos em meios, do cuato de lOQO cada meio.
tribue-se 70 1. do capital em 1 429 premios ao publico.
Paga todas o* imposta*, e teas o valor doa premios garaotidos por um deposito de apoliees da
divida publica geral do Estado, no Toes uro Provincial deata eidade.
Aa eztraccoes sao feit.ua p- la aperfeieroda machina Fichat, publicas e presididas por autori-
dades que fiscalisamo aeu macbiaiaasa
O aovo pJoo asa aeguid* puilieado daixa claraneate ver que de todos, o que sutaalranaAn
mais vaotagens offereee ao publico, n2o s porque di mus ni premio maior do qoe qualquer outra
congnere, eomo tambem pelo resaandnsimo numero de bilhetes, sea diminuto casco e consequente
limitado capital a saber :
1 premio de
1 dito de
1 dito de
2 ditos de
4 ditos de
10 ditos de
20 ditos de
32 ditos de
4:500^000
80 WX)
200*000
ooooo aoosOio
50*0<)0 SOOOOO
20*000 300*000
10*900 200*000
"5*000 ldO*000
2 approximacjs do 1- pre-
mio a
2 ditas do 2* premio a
2 ditas do 3' a
676 flanea de 1 letra do 1 pre-
. mi a
100*000 200*000
30*000 60*000
20*000 40*000
67G ditas para 1 letra do 2* pre-
mio a
2*000 1:352.1000
2*000 1:352*00
[grageas de Ferra Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutoa
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia,Plidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das criancat, Depauperamento e Alteragao do sangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 G grageas dor dia.
Nem Constipando nem Diarrhea, Assimilafao completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
illt Um explicado detalhada acompanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que at
^ ___________encontra em casados Droguistas e Pharmaceuticos. ^
1EPH llltl kl
Roa X de Marco n. 6.
Partiapam ao respeitavel publico que, tendo augmentado sen
estabelecimento de JOIAS com mais urna scelo, no pavimento terreo,
oom especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam aa *
Exnaa. familias e seus numerosos freguezes para visitar aeu estbale*
cimento, onde enrontrarao um riquissimo sortimento de {oas de oui*,- a
prata, perolas. brilhantes e mitr-s pedras preciosas, e relogios de oro,
preta e nikel. *
Os artigoB que recebem directamente por todos os vapor sao
xecutadoB pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Epropa -
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharao umaj*rabde varieuad
p. objectes de ouro, prata e electro pate, proprios pW\ presentes
oasamentos, baptisados e anniversaries.
Nem om reb>?8o ao preco, e nem qualidu, ot> abiaitb acu.
mencionados, encontrarlo eaacurreasi sta praca.
. i
iADE para todos.
UNGENTO HOL OWAY
O Ungento de HoHoway um remedio nfaivel para os nales de peinas e do poto; tambem pasa i
as fenda; antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas ai enerm- (
dades de peito nSo se reconhece egual
Para os males de garanta, bronchites resfr i amentos e tossjss.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pee nao teem semelhante e para os membra
contrahidos e uncturas recias, obra como por encanto.
Esm medicinas sao prepumdaa tmente no Eabelecmenu do Pmfcssar Hoowav,
78, HEW OXFORD STEEET (antes 433, Oxford Street), LONDRES, g
vendanue em todas as pkarmacias do universa
ai i ifaihlai' i r u oirecfao, 533, Oxford Street, s*o falsificagocs. ^


Linaria, utjraatfo a tyiogra-
Una do Iaperador numero tS
Livros de jarisprudeneis, direito, litteratura,
ciencia e religiao, livros para iuatruccio primaria
e secundaria, livroa ero branco para escript ura-
nio commorciai. tinta para copiar e para escrever,
de diversas corea, artigas para escriptorio e diver
io< objeetos de aosto'e pbantasia, papis pijfadoe
para forro de salas, quartoa, restaurants, etc.
Encaderoa-se com prestes*, e segu-anca, mrca-
te cosa ojajaWt cartoes de visita e imprime-ae com
perfeicio a^lquer trabalbo tvpographico.
Precos m iOicos
asi do Imperador ai. 9S

i*
Fabrico de assucar
ehlolnio dos abriraoio Danesa
Nienarl A C. de iasuH
onstrocco da nuil moderna e Iperfeicoada e
de grande duracSo.
Mocada com presso bydraulica de 8tewart que
di a melhor expresso conbecid at boje.
Caldeiras com econoinisador, especialidade
tes fabricantes.
Fornalhas para queiuiar o bagaco verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo fri de Tate-
ma moderno como ambem as turbinas eu cen-
trifugo.
Ornamentos e mais informacoes em casa de
Browns & C.
Ra do Commereio n. 5, l- andar
Ao commereio
Os abaixo 8ssi*nd e nao ee responsab-Hasm
por nenbom val que nao seja aesignado pelos mee-
mos em sen estbeleciii,ei,to, na occsio da en-
trega da mercadoria, em viota de ter-se falsificado
sua firma ommercial pura ir pedir uns milbeiros
de cigarros da fabrica Morenioha. Becife, 7 de
Jalho de 1888. '
Joio Goticslves Wartins U
Boa cozinheira
Precisase de un>i>, preferiu^o-se idosa,
a ra di Uniao n. 55 por trz do Gymoa-
sic Pernambuc; do.
Estuque epiotura
Luja das Listras Azues
Liquidacao
Vende-se dnas casca novas e modernas roa
dos Guararapes ns. 55 49 A, exist ndo em orna
dellas taverna muito bem montada e feljf, que
tambem se vende, visto o dono embarcar para a
Europa com f.miii;_> tratar na icsma.
Taverna
TflBERdinclyUotniDUa avagar
FABRICA
De llvro oe urrlplnraio
Premiaua as expoaiccVs de 1B8 e 1885
Manoel J. de Miranda
EncaderuB$o, pat-tH$o e especia.iludes
ero esrtope dp visita.
89BA DUQUE DE CAXIAS39
Telepbone194
Ao commereio e ao pu-
blico
Os abaixo asignados, participara geralmente
ao commereio c ao publico, que o 8r. J2o de
Paiva Alcoforado. deixou de ser msso empregado
desde o da 25 de Jouba prximo paBsado e no
nos responsabilisami-s por qualquer transaeco
feita pelo mesmo senhor, em qualquer coodicao.
Reciie, 2 oe Julbj de 1888.
A. M.da Rosa & C.
Capote anglais
Chegou ama p< quena temesea deste preservati-
vo, e vende se a 3/000 a dusia ; na raa Nova
numero 13.
Evaristo B.drigus Viaona, chegado a esta c
ital de volta de tua viagem, fas arente aos se -
"ipifss donos de obra, que se acoa exeacendo sea
pBaso fondete a ra arte.
f'Je ser jjrocuxsdo ru do Bom-Jess n. 41
ou em osa do Sr. Fraucisco Manoel da Sjva, 4
roa da qajW.____________________---
Pao Latelo
Melle & Biset avisam ao respeitavel publico
que todas as teryas e sextas teiras teem este sa-
ocroso pi'; ra larga do Rosario n. 40.
Seuientes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidadee;
aa drogara de Frarlcisco M. da 8ilva & C, ra
d i Marques de Oliada n. 'H.
Bracas a Den !
Illros Srs. Sil. Gimes d C cSrte.
Amigos e Srs.-Tive a feli-idade d ver
urna noticia sobre os magnficos resultados
obtidos com o Peitoral de CambarL de
que V. S. 5o depositarios, e bou f oread o
a dzer Ibes que ba doas annos era perse-
guido por uma tosse, ora secca, ora aeom
ptt'bwda de catrrho, affl gndo-me dia e
ooite ; apesar de muito descrente oa medi
cin, resolv tomar o Peitoral de Cambar,
e grecas a D us, j dur.oo boro ; coro o
teroeiro vidro espero ficar bom, vista das
melboras obtidas com o segundo vidro que
hntesp acabou. S'U de V. S. roigo
obriga/foMnnotl Antonio Fortes. -Rio
de Janeiro, ra de D. Carolina n. 1.
Vende se urna taverna no bairro da Boa-Vista,
te.o commtdos para! morada, e boas proporcoes
p ra negocio ; para iuformacoee, no paleo do Pa-
ris n. 14.
Cimento portland
Vmd'BS em barricas de 150 e 180 kilos Quima
raes & Va lenta
6 Corpo 8anto 6
~~21
Oliveira Campos C,
PECHINCHA EM FAZ EN DAS
LSb de quadros, padrS-s moderno.* <5res
lindas, a 820 e 36p ra., o covdo.
lJFustSes brancos, apriores, de 400, 500
r e f40 rs., o cuvaio.
"Morjolina branca de listra e a^iaintscada
.para cpstctMl, a oOO rs., o.cova
retoes robemos om ferraduraa o an
rus, a 400 r., o rovaste.
Fuot^s de"(6rp8, padroa linios e 6res
r-s, b f)O0r; ^
Qorgorioaa jje cores, paui5' linoissimoa
Selineta branca, [.reta e d cores lie to-
llos os piejos.
Batietes de efires, a 200 e 300 rs., c co-
vadn. ju .
FecriiM, sortiment' unpleto, du 2)5000 8
6*000, um.
Ca.i brai i branca tapa4 e transparente, de
36000 a 6*000, a pea.
Bramante de linbo e algodio.
Madspolao e algodao^.sbrtimento completo,
pr*co baraiiseimo.'
* I Raa do Crespo -1
OLIVEIRA CAM OS <& G
1\
Oliveire Campos k %
NOVIDADES E PHANTASIA8
Capas e pellerinss pretas a enfeitadas, de
cachemira, gorgorSo e merino.
Veos e espolias para noiva.
>etim e Seda branca para casamento.
Cortinados de croi-bjet para cama a ja-
nella.
Cochas de seda para norvos.
GorgorSo preto, diveisas qoalidades e pre
COS.
Sadas e setins de efires, lisas, listraa e de
quadros.
Merino de qaadro, faaenda nova.
Capas bespanholas para tbeatro pre^o
de 2*000 uma.
Sortimnito de meias brancas e de efires
para eenhoras e crisneja.
Es'partilhos, aortimento .completo.
Tapates^ara janella e sif, sortimento.
Grandes aualtifas e esleirs para forro de
sala. *
Aleen de rouitos outros artigo3 que nos
impossivel mencionar.
tl-Raa lo < raaup-21
-OLIVLIttA CAMPOSTt C.
Veoda de sitio 4' Ff ORtDA
soo permuta se per predio nesfa cdaai l M. M. M-A\r M. 1 |L J "iJsL
Vende-se ou permuta se par nradioaesfa'cidad
m boa sitio eoat boa casa, maitaa fructairas
exoellente banho do ria, boa ags da cacimb,
ezteasSo de terreno para baiza de capim, todi
murad ona frente, coia portio e gradeamento, eon
camftibe de ferro e estaco junto ap dita sitio,
Porto da Madelra, conbecido pelo sitio da Joej
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aqnino Ponse
ca ; qoem pretender dirija-se i praoa da Inde
pendencia n 40, das 11 horas as 4 da tarde.
feoens
Detestamos os artigos bombsticos com
que diariamente se en-bem os jomaos desta
capital, annn.ncia.ndo como eapecialilade o
que nanea passou de mediocridade. ponos
positivos, e coma-taes a timbramos em
o4o engaar aoa que. noa diapansam a sua
amiaade e auxilio.
Acabamos de recebar nova rejnfisaa do
- j afamado e especial vinoo
Maduro
Foa reda
Vende-se-o terreno da ra da Palota n. 31, com
diversas casiobas : a tratar no mesmo e.m
dooo.
Qjtm quiser alugar o *' anJar do sobrado n.
43 ra da Aurora, procure entender-se com os
Src. Negreros, ra do Imperador._____________
Baixa de capim
M I! ina
Preeiss-se de uma menina de 10 12 annos de
idade, para entrrter uma erianca de um anuo.
tratase bem e di-se de vestir, porm que seja
cariohoss para erianca^a tratar na ra Vetba
numero 86. _______________
OUAD
Precisa-se d um criado para oemprar e vender,
de idade de 15 a 16 annos e que seja de boa con-
ducta ; a tratar ns Pateo do Terco n. 20,1 andar.
Charitas
Nova valsa para piano, aesbam de recebet
Prealle & C. a ra do Imperador n. 55.
E' muito linda e de tffeito, pois tem feito gran-
de luccesso na corte, onde fu editads.
swaMawawaia^saaMawaasMsMsisssasassaaMaws
fOLHETlW
TESTAMENTO VEKMELH
POR
XAVIbR DE
MONTEPIN*
MEGl'.VDl PARTE
A CACAA DAS MEDALHAS
(Continuaos do n. 154)
XXVI
E' ver3ade... e julga qae mea fi
lbo, urna ves long* daqui, esquecer o seu
amor nas^ente ?
Isso, para miro, nao offerece a menor
duvida... Martfca- eextamente a pnmeira
mnlber que fsriulbe os olbos e o cora-
ofio... Uma Wa livre e munido de di-
nbeiro, que elle pode'r gastar ventado,
estejS certa de qoe as^ternuras facis d'B-
sipar&o *a|>idaroenta lembrao^a de um
amor platnico, srindaiB*Bciso e pebdloso...
Jacques abri a csrteira, tirou delia vin-
te cinco mil francos, e accrescentou, col-
loeendo bb notas de banco diante da Sra.
Lsbarre: jk:
~ NSo demore a carta que ba de es
rever ao tabelliao do Tpurs...
___ Ab l Deu,c*ro doutor, que divida de
.ffcconbeciroent can#aio eomsigo !.. mur-
murou a vi uva ero lorjritenti mental.
m A senbora si-be perfeitamente que
om poueo de afFfiso da sua parte bastar
para pagar essdiviJa c-ntuplieada !
Nese momento soou um t^ne de cam-
painba na porta de entrada. *
- E' Renato.. diese a viava, que roet-
teu rpidamente as notas na gaveta de um
snovel. L.
O man ou.
Vinba inda com os seos trajas de semi-
ta.
___ Vendo Jacque B Beu rosto illumi-
enbor. meu caro
doutor I excla-
A'u^.;Ee uma bnixa de capim
Prinieiico.de Marco n. 3.
a tratar na ra
Huma semana da rquilafo a ra
Direita n.
Lques finos de setim -i, * 4/000
Luvns de teda arrendadas - 2*0110
Setins fios 800 rs. e 900
Espartilhc's bordadas.para noiva 5*00
8etin<-tas litas e-avriida 300 r. e 320
Pup'o '8 braiic-s ( de i6rcs 3U0
Grvalas arrendadas para seuh^ra 500
Cbitxs para c b 11 . 24tt
Ditas finas e cretones 260 rs. e 300
Las/de quadros 100.
Bramante de 2 e 4 largaras 500 rs. e 1*200
Brim branco 500 rs. e 6"Q
Oravatas de setim e tjlastons 3C0 rs. e 800
Meias finas para creaoQ-i 30o
E outras fazeudas que se vendem p or preco
commodo.
Lea qoem soffre da erysipela
Na Yua das Calcadas n. 4, se diz quem cura
erysipela e radicalmente a inchacio pormais bor-
rivel que seja e por modicj preco.
VENDAS
Beis de carrosa
Vende *e bois gordos e msnsos, habituados ao
trabalbo de carrea ; a trBtar na Companhia do
Bebetibe.________________________. ______
Bom negocio -
Vende-se um importante cavallo, sellado e fcn-
friado, andsdcr le haixc a meo a eeqajpar e bom
corredor, mao isto pie ser examinado ; trats-se
na roa de Hortas n 24, taverna.
mou eneaminbando se para elle e apertan-
do-lbe a mao. Que fortuna inesperada en-
contral-o aqui!...
Venho por sua causa, mea filho...
redarguio Jacques.
Por. minba causa 1 ezclamou o man-
cebo adsairado.
_ E' vlrdaje... Sabe que interesse-
me muito por si ..
___Sei pelo menos que testemnohou-me
outro dia uro interesse, pelo qual sou-lhe
profaodamentn reconhecido.
Hei de provar Ib* que elle sinoe-
ro... A Sra. Labarre disse-me que o se-
nhor resdlvera abracar a carreira paterna e
taz*r-se ad vogado.
_ A"ba que nSo tenho raaSo ? A advo-
cacia conduz a tudo.
Sem duvida, e approvo a sua resola
co, mas essa mudanca de carreira vai ne-
eessitar de novos eBtudos, muito absorven-
tes...
___ Nao recuarei diante do trabalha*.. .
Estou conveuuido disso ; smente
probibolbe agora absolutamente que tra
bal he .-. A su ssude corre serio risco...
Antes de frecuentar assiduadamente e es-
cola de direito, preciso triuropbar da
an-mia, indibpeosavel restituir ;is suas
veiss empobrecidas um sangoe wegnfra-
do. Or-, nlo obteremos tal resultado se
Dfy depoia de um traiamento longo, sega-
da dcilmente. .. So-llie indispensaveis o
repouso e o ar livre.
__ A cooclusJo, meu caro doutar ?...
___-A^concluaao que antes de entregar-
se rraaamenU ao trabalbo preciso via-
jar. ..
__Isso boro de to rindo. Vlfcjr, nao ba nada melhor. .
E' justamente o que eu quizas, porque
sinto neceasidade disso; mas as viagens
sao uma distracclo custosa ; ora, micha
mSi i-ffirina que oa tempos nao andam bons,
que esi n p-nuria a oue o&o pe dar-
me dinb-iro algam, nTm mesmo ama di-
minuta p-rte daquillo que me toca da he
ranga pat- rna.. .
__ A conversajajo qoe acabo de ter coro
a senbora sua tnai, tornou Jacqu*s. acaba
de mudifi ar-lhe consideravelroente as ios.
Fis-lbe coroprebender que a sande de sen
filho devia val-r roais do que o.utra qual-
quer considera-jio, e, que por maior que
tosse a sua penuria, porque ella realmente
existe, detrroinei-a faser em seu tavor uro
sacrificio enorme. ..
Ab I ex laroou Renato estupefacto e
que si rificio ?
A Sra. L-barre p. sua disposi-
c*r, amanba, pasa delta diapOr sua
\TTENC\0
Vende se por prtco c mmodo orna ferramenta
completa para ferreiro ; a tratar na toa nova de
Santa Rita o. 79, ou no 6828 do Ramos, officina
da Francisco da Costa.
Vcade-se
nma linda mobilia de jsoarand, limpa c empa-
Ihada de novo, um piano, um guarda-vestido de
megno env'idrcacl). orna cama francesa de jca-
randa e diversos objeetos de sola : na ra do Bar-
thnlomen n. 67. s. brado.
Atiendo
Vende av vinte palmos de terreno com fructei
ras, na Matris da Vanes, no correr qae entra na
matris para o engenhp do meio, do lado esq-ierdo,
que demarea dB um lado com Joao Mendes, e do
outro demarca eom Lino ; tratar na Tamari-
neirs, taverna n. 9, defronte da Asylo dos Alie-
nados,
VENDE-SBMAISBAATO _.
Na Lo ja das litm 4zu>
.*' ra lu>in<- d> caitas n el
TELEPHONE211
. O proprieti.rio deste muito acreditado estabe-
lecim'aaito; previne a todas as Exmas. familias e
a todos os seus fregueses, que as suas' peehrncbus
qne eoatoma a dar,nao o e nem nunca foram
divididas de o t a casacomo algm-m anouncia
para iludir e vender fatendas ordinarias pjr
tois, costme que a Leja das Listras Ames nio
tem', as fasendas vendidas nesta casa sao de
qnalidadi' superior, e maia baratas ; d deseouto
a qna'quer fregus qae compre de 2D* para cima,
e para qae o resp 'itayel publico conpr 8&m batatas aossHS fisemas, daremos aqoi os
presos resumidos de alguna artigos aos quaes Din
guem poderS fs-r ccuipe'cfici.i.
Movldad.
Brpds d'taairla fasenda arrendada em
listas e quMslros, com Mtf reme, rosa asol e
branco. h 500 re., cnuit^^nd8 para baile.
Tecldoai de fMsnHBertos com quidros lar-
gos ou listras, fasenda muit larga, e de todas
as cores a 600 e 7p0 rs. ultimo tecido da m d..
MirlnstM infestados preto e de todas as cores,
500, 700 1*000. '
Cantar de lindas cores'seguras, desenhos
\ novos a 280 rs.
I.imio bardado,^ de todas as cores, imitaba
cacbumirM, a 240 rs
tSeltsm de Maca, hmneo,'preto e de todas as
lores, a fcOd, 900 e 1*0U0.
* iioaozntiu a c m 4 palmos de largara
500^) a pea-
Coilas finas, percales cores seguras, a 200 e
240 re.
Bramante com 3 e 4 largaras para lencas
de 700 i 1*200.
CorilnadiiM bordados, e de crochet desde
6* ai 12*. -
rticos diversos
Relogios despertadores ameriuaoos, luvas de
seda e fij de Escossia, meias para homem, senbo-
ra e meninos, leques de setim brancas e transpa-
rentes, de lindas c<-es, bal'-ias* esparti boa para
senhora e meninas, lencos braneoS desde 1*200 a
dnsia bordados tapados e transparentes desde
200 rs. a pees, brim pardo para vestidos e roupa
de meninos desdt* t0> rs., enxovaes para bap'isa-
dos, desde 6#500 completos, grinaldas coof ricos
veus de Blood seda, e outros multes artigos que
tudo se encmtra por qualquer preco e acceitamos
a fasenda vendida se por qualquer circomstancia
nio fdr de agrado da pessoa por quem f or com -
prada.
Aviso aos nossos fregaezes
Para evitar, engaos,-as nossas tassndas sSo
embrulhada em papel riscado de azul com em-
blema da
YMaDErST
a importante taverna da ra da G'oria n. 54 ; a
tratar com o proprietario.
O consumo extraordinario que este vinbo
tem tido faz-nos acreditar ser este a nico
que fica suaetituindo esses outros que por
ah denominam--Bairrada, Figueira, Car- Espartilhos
cavellos, to., eto.^ Ouaa.saajmidades me-
dioaa.Jfeata eapi al, reoommendam aos seua
amigos miso quotjdiano djsste vii)bo. cerno
mais^l^HBI^eo bajoana por nao
ter as C*ompoSK ^Rantos outros, qus
arruinara a saud qa bumaniHp.de, trazendo
como coosequencias os horrores a uma po-
pulacho que se definha a olhos vistos. '
Recebemos tambem o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenbos cujoa
proprietarios capriebam em bem trabalbar
tii-ato artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos.outros similares, cuja composi-
(Jo duvidbsa.
. Em outros artigos como .
. SEM ENTES DE HORTaU^A
E FLORES, LINGUAS SEGCAS DO
KIO GRANDE E
OBJfcCTOS UE VIME
para isto to potteo temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queiran certificar pdem compa-
recer, com O que muito nos honrarlo.
A par de uma infinidade de artigos de
primeira ordem, que se achara em ezposi-
c3o,. accresce a amenidade do trato coro
que timbramos tratar to oa os que nos bon-
ranreom sua pre*enca, junto a modicidade
de precos sem rival.
*ua listrelta do Rosarlo n. 9,
junto' Igreja
Pojas Heniles J G.
Um saldo de C
muito boa qualidade, osmbraia Victoria
proprios para casacos de senbora, vestidos
de meninas, caigas e saias, com 4 e 6 da*
doa de largura, a l(jf400, a pega.
dem, com 4 e 5 dedos de largura, a ama
chave, a ljO, a peca ; todos com 3 /t
metros garantidos.
Grande sortimento de rendas
Bico branco, de linho, a 105UO, 20000,
2d00 e 30000-,'.* peca.
dem do efires, a 20, 20500 e 30000,
a peca com 10 varas cada uma.
Puleeiras, guarnieres, aneis, brincos a
alfinotes para gravata, todo de plaque ame-
ricano, garante o doun do.
J chegara^o os esp"Ibos cara dura
Esplendido sortimento da fl .res finas eom peta*
las de suda, folhasavrladadas4rasteas de borracha
parenfeite de oei'o. eabeoa, chapeos e chapelinaf,
ramo a 1*000 i500:
jEnfeite para chapeo, gorros e cnpstas, (aif*reta)
com paasariuhos de seda a 2000 um.
Lindo aortimento de jarros para enfrite de sala,
toialet e santuario o par 1*000, 2*000, 3*090,
4*000 5*000 6*000, todos com lindos desenhos
de p rulas em alto relevo.
LivroB de surtes para S. Joao a S.
Pedro.
30000 que se vende a
50OIX).
Iavisiveis prateados a 203 res.
dem dourados a 400 ris.
Plicas branoos a 400 ris o metro,
dem idem com troco de Beda^ azul, SIL
carnado e cor de rosa a 600 rJKrj metro.
(,'ontas para eufeitar vestido "de todas
as cores.
dem pretas a 600 ris o majo,
. MissaugMs de todas* as cores para bor-
dar e para voltaa a 500 e 800 ris 0
maco.
Vidrilhos pretos e de diversas cores, pa-
ra enfeitar vestidos e para voltas.
Cdarinho: e punhoa d borracha;
Fiques Com msela e liso a' 20000
Porta-embrulbo arDeriqano-.
Gal5e, bi-os, palmas e rug*s de vidri-
lhos a 20500 e 20OOC o' metro.
Franja* preta e galSo a 500 e 1&600 o
metro.
Luva3 de seda para meninas e mogas a
20000.
dem de Escocia a 10000 o par.
Xa
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
^ Libras^ cst runas
Vendem Amorim Irmos & C 4 raa do Bom
Jess n. 3. -
cinco mil fran-
tade,- a qu/atia de vinte e
eos.
Vinte e cinco mil francos em moeda
corrente repetio o manoeo com oa olbos
brilbantes. +9
Sim, mas sob a condjlo de que o
senhor ea>pregr uma parte desse dinbei-
ro em restabelecer a sua saude com uma
viagem, seguindn o rgimen que lbe indica-
rei, rgimen cujo effeitu garanto.
E e essa condicSoT pargunlou
Renato com um pouco de desconfianza.
Ha uma outra ainda... toda em eeu
interesse, como a primeira, porque nSo te-
r outro fim senZo salvaguardar o seu fu-
turo ...
Finalmente, vejamos, qaal ella?
Em 10 de Marrjo de 1891, que o
senhor completar a sua maioridade, nao
assiro ?
E'-
Vai escrever, conforme eu diotar,um
peqneno documento com essa data, pelo
qual se comprometiera, se for encontra-
do o testamento do conde de Tbonnerieux
e se o senhor foase investido da posse do
legado que se suppSe ter-lhe sido f-ito por
esse testamento, deiar senboramai o
usofructo d>satrfortuna durante toda a sua
vida... Depois da morte dbila o senhor
encontral-a ha intacta...
Desenhoa se nos labios de Renato um
sorriso cbjeio de amargor.
Assio, dase elle,*minba mSi compri-
me por vinte e cinco mil francos urna he-
ranja qn*"representa talvez quiohentos ou
seisuentos mil !
Isso um raciocinio completamente
falso, mea querido filho! replicn Jac-
ques. ,jsfe4 ffe
Prove-me.
Em priroeiro lugar, a s*hora sua
mai nao lbe comprara absolutamente nada,
vista quo a beraC9a-em questae, qualquer
qae*seja a aalttr-, masa que duvidoaa,
uma vez que o testamento do conde foi
roubado, e, segundo todas's apparencias,
nunca mais npparecea.. j|svej)ois, trata
se do abandonlo um usufructo e n&j do
ds~uma rropriedade...
Pmm s-ja asaim 1 Mas ero troea desse
usofrucro, popsivel afina), e n5o provavel,
nada se mesJ.
- D ae-lhe vinte e cinco mil francos.
- Eaaes vime e cinco mil francos sao
meus .. eonstitaam a p >rte que me toca
da beranesr paterna.
O senhor nao tem o direito d reala-
aT-os agora, e a senbora sua n,2i, depois
de abrir mo dellee, ficar quasi sem re-
cursos
~~sB
va-se, Jacques aecresoentou com vsa um
pouco nervosa :
Emfim, meu querido filho, pegar
ou largar. .. A aenhora sua mi eat per-
suadida de que se sacrifica pelo senhor, e
cu sou inteiramente da opioiSo della. Se
bb julga lesado, tacamos de conta que eu
nada disso. Os meas' pasaos terSo sido
inuteis e nada mais...
O mancebo algou bruscamente a cabeca.
Aceito O -negocio 1 disse elle ; afna!
que ma imparta essa fot tuna, se que ella
virf A minba saude reatabelscida, eis e
principal i... Trabalharei!... fotmar-me-
hei em direito... explorarei a minha pro
fiasSo... snto qne tenho talento, e consti-
tairei urna fortuna pelo trabalbo e pelo la
lento I. .. seropre valer mais do que uma
heranca 1 Ao menos terei o direito de or
gulhar-me della r.. D6)m-roe uma folha
ae ppel sellado e di tem me o compro-
misso a tomar ; eBcreverei e assigoarai.*'
Ora ainda bam que o vejo razoavel,
disse iLtcquea L^g^rde sor rindo ; dou lbe
por-is'so as minbas telieitac5es.
Quaudo receberei os vinte e cinco
mil francos? perguotou R-nalo.
Foi a Sxa. L.barre quem respondeu :
AmnbS loes-io, se quiaeres... Von
entregarle uma. palavra para o meu ta-
belliao de Tours, que tero-nos era seu po-
der e que t'os entregar vista de recibo
teu...
___ Ah preciso ir busoal-os em
Toar ?
E', porque nao os tenho em Paria.,.
ssosei alias a principa pbase da tua
viagem.
E' justo. Partirei amaab.*. Mi-
cha mai, prepar% a carta, e, se o doutor
1.S0 traz p.pl sellado no bolso, peco-lhe
que mn ie sua criada buscar uma folha...
__Nao tenho... disse Jacques L-gar-
de.
A Sra Labarre lvantou-se. M
-r- Vou mandar Julia, das? ella.
E sabio.
. XX 11
Doutor, disse vivamente R-nsto a
Jacquei, logo que a Sra. Lbarre desap-
parecau do sajao, pr ciso fallar-Ihe... em
particular ..
ao ole fallarme aqui e j, meu
querido filho t perguotou o pseudo Thomp-
son um pou-o sorprendido.
Aqui nao. .
{. Porque ?
W impossivel explicar-me agir...
Poobo-me inteiramente ana disposi-
oito hars da aoi
Fin manleiga ing.eza
Veade.se a 800 ra a libra em casa de Arthur
May.es, raa da Aurora n. 85, e-Antonio Dua te
ra da Uaio n. 54, armase o do Elboarae, con-
ronte a estaco, latas de diversos tamachjs.
Maeh'na a vapar
Vende se uma machina a vapor, de torca de
seis cavalloa, horisontal, tixa, quasi nova, per pre-
co barato ; a tratar' no esenptotio da companhia
do Bebenbe.
Sabio ifansparente
DE
Cleaver
MEDALHAS 1851, 1858, 1855, 1862, 1867,
1875.
De prata, Pars, 1878.
De ouro, Londres, ln84.
Vende-se as principies lojas de miudetas.
uimariee & Permau
Agentes. dajpj, ______-
Bichas de Hambilr^o
Vende-se em pequeas e grandes porcas" ', na
ra da Madre de Deus n. 36-A.
p
te, estarei na igreja de S. Sulpieio... Quer
ter a bondade de ir ao mea encontr ?
Irsi. .
Obrigado, doutor, o senhor e bom...
A Sra. Labarre. entrava.
Est decidido, minha mai, disse Re-
nato, partirei amanbH .. O alfaiate deve
entregarme de manbS a minha roupa, e
a minha bafpgem nSo ser diffioil de ar-
ranj -ir. .. Prepare, pois, a carta para 0 ta-
belo que deve entregar-me os vinto e
cinco mil francos...
A carta ba de estar proapta em tem-
po...
Julia appareoeu com uma folha de gapel
sellado na mSo.
Por ordem de sua ama foi buscar um
tioteiro e urda punna, e o mancebo, con-
tormando-8e com o que diutava Jacques
L'garde, escreveu algsanas liabas, pelas
quaes abandonava a sua mai, a titulo de
usofructo, o total da fortuna a elle legada
pelo conde de Tbonnerieux.
Poz a data de 10 de M.rco de 1881,
em que devi i attiogir sua maioridade,
assigoou a esteodeu o papel a Sra. La-
barre.
Aqui tem o dosumento qua de mim
exige, disse elle com uma nuvem de amar-
gor. Assim possa eu, pela aenhora^ o por
miro} viver at que 8* encontr o testa-
mento do conde de Tbonnerieux.. Isso
havia de provar quet> Dr. Thjropson um
grande roeflico I...
A Sra. L barre replicn recebendo a fo-
lha de papel sellado :
Has de viver por muitos annos, meu
filho, e, se a fortuna vier, eu saberei oon-
senar-t'a'
Depois accrescentou :
H-8 de ter deap-zaa a fazer antea de
deixar Pariz p-ra a tua viagem, que deve
rftrionga... Aqui tem urna nota de mil
francos...
Por conta dos vinte e inco mil que
devo reoeber em Tours T
Nao, nao eniram em conta. E' um
presente que te fco.
Obrigado, miaba mai. Vou oceupar
me com aa minbaa compras a com os meus
preparativos.*. Nao roe espare para jan-
lar .. Irei so seminario d ep'dir me dos
meus professorjs e dos meus collegas.. ..
Bem, meu fllho .
Meu caro doutor, proseguio Rsnato,
dirigind i-se ao pseudo Tbompson, lastimo
muito vivamentH, crea, nao poler assutir
aua festa iDas quao lo sa toma resolu-
co, preciso executal-a sem demora ..
Seguiret aafea mais religiosa exactido o
tratamentd^Pfoinselhafo p lo senhor. .
Quaudo aaakarem os medioamentoi qae le-
Royal Biend marca HADO
Este excellente Whisky Escoces pre-
ferivel ao cognao ou agurdente de canna;
para tortifisar 0 corpo
Vende-se a retalho nos melhores arma*
zens de molhados.
Pede Royal Bleud marca Tiad,
cujo nomo e emblema sSo registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C. agentes.
Nao tem competidor!
Mauteiga pura dinamarquesa (Copenhague),
sem conffecjo de magarina, c mi geralmeate cou-
tm as manteigaa de czoortacJ para este impe-
rio, e que tSo n civo para a sade
A 800 rs. a libra a retalho.
(\cceita-se devolvida, nio agradando.
Corpo Santo numer 6 GnimarSes 4k Valenfe.
Engenho
Vende-se ou arreo ia-ss um engenho a vapor
na freguccis da Varsea. mor-nte e corrente, com
forca pa> a safrejar at. I,20 paes ; a tratar na
ra do Vigario n. 31, 1- andar.
Attengo
Vende-sacadeiras austriacao (junco) do acre-
ditado fabricante Thonet, a 6fi0JO a dusia ; no
armaseas da ra do Bsm Jess n. 49.
vo, escrever Ihe-hei pediodo o obsequio de
mandar-rae outros Preciso curarme...
quero viver..-.
Ha de viver, prometto-Ihe, redarga
Jacques. Oa medicamentos e o rgimen
influirlo cortamente sobremodo na sua cu-
ra, mas cont ainda mais com a vida li-
vre, com as distraccS >s, com o movimento,
que lhe reconstituirSo um novo sangue,
mais rico e maia qu -n'.e I.... Depois do
alguna mezes de-viagem, o senhor -nos vol-
tar curado do corpo e do espirito... Es*
ere va-me a miudo... nao lhe farei espe-
rar as minhis respostas...
Obrigado, doutor... Sei que posso
contar eomsigo... A confianca que me ins-
pira sem limites.. .
Tenho oonscieocia de merecel a, mea
querido filho.... d8S9 o pasudo Thompson
com uneyac.
At depois, minha mSi...
E Renato sabio, depois de haver iancade
em Jacqu'-s um ultimo olbar, que signifi-
cava claramente :
Esta noite-. NSo se esqueca. ..
Quando f^chou-sa a porta? sobre o man-
cebo, a Sra. L-iDarre rourmutou :
E' um i'oracaj seaco... urna natare-
Sja eg lista.
Nao, aimplesrunto um espirito en-
fermo. Afin-l piujOj:u5amo3 a conda-
zil-o para onde a at nhora quera que lia
e ohegaase.
racas a si, meu caro doutor 1...
Uma couaa sorprendeu-me em extremo...
O que fui ?
Renato parece afastar-se de Pars sem
saudade... Nao fallou-oos da sua pren-
la... Nao estara o senhor engaado quan-
do ju'g >u-1 apaixouado ou prestes a fijal-o ?
T.lvez, etfjjtivamente, me enganas-
se. Nao iBtio a preteoct de sor infal-
livel...
Jacques levantou se.
K tira-se... J ?. perguntou a
Sra. Laoarra.
E verdad*... Tenho muitaa visitas
a fazer, e a senbora precisa eaore/er ao
seo tabi-lli*o da T..urs. A carta e o di-
nbeiro devoro ir hoja, fambre-se disao. ..
Nao teuha reoeio... Qa^nio torna-
rei a vr|-o ?
- Quaudo quizar...
tu'izera-o aempre !.
.-n do i= ________
no Campo oo.nj
t Ep
duvida se
tak).
cousa.
Typ.^H
\
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* X
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Full Text
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