Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18924


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Full Text
I


4

-

v
- 7 A
AUHa LIIV IDIEBO 152
' =====----------------------------------!-------------------------------------------------------------------
PABl CAPITAL E LIGARE! ONM WAO SE PAA PORTE
Por tres meses adiantadoB............... 6jj(0G0
Por seis ditos dem................. 12000
Por om anoo dem.................. 23000
Cada numero avulso, do mesmo da............. 100
SABBIDO 1 11
PAA DENTRO E PORA DA PROTOTCIA
Por seia mese* adiantados......... ;.... 13,5500
Por nove ditoa dem................ 5000
Por um anoo dem................. 270000
Cada numero avulao, do dias anteriores ........... #100
DIARIO DE PERNAMDUCO
Prajmetafr* ir* iEtanufl /ijnrira tt Jmn 6 ftlljti*


TELEGRAMAS
MICO PARTCULA,1) 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO,' 6 de Julho, s 4
horas da tarde (pela liaba terrestre).
Foi exonerado o presidente da provincia
de Sergipe, Dr. Olympio Manuel dos San-
toa Vital e nomeado para subsLiiuil o o Dr.
Francisco de Paula Prestes Pimental.
Foram nomeados:
Juiz municipal e de orpbSos do termo da
Assemba, na provincia de Alagoas, o ba-
cbarel Luiz da Silveira Leite.
Quartel-mestre do batalh&o da guarda
nacional do municipio da Escada, Antonio
Campello de Albaquerque.
Ajudante do ordena do commando su-
perior da guarda nacional, do mesmo mu-
nicipio, Fabio Freir.
Foi eleits deputado geral em 1. ea.-ru-
tinio pelo 9.a diatricto, da provincia do Rio
de Janeiro, o Dr. Candido Drummond,
conservador.
O Dr. Antonio Coelbo Rodrigues, depu-
tado pelo Piauby, pedio boje escasa de
membro da commissSo de fazenda e orna-
mento e declarou se em opposicSo ao mi-
nisterio.
O deputado Alfonso Celso Jnior inter-
pellou boje o governo sobre negocios rela-
tivos as repblicas platinas.
Respondeu-lhe o conselbeiro Rodrigo
Silva, ministro de estrangeiros.
A Cmara oceupa-se com a 2.a discus-
sao do ornamento do Ministerio da Jas-
tija.
Hontem no Senado foi approvado em 2.a
disouss&o com emendas o projecto sobre
bancos deemissSo.
SERV1C0 DA AGENCIA HAYAS
MADRID, 6 de Julh.
Hoje teve lugar o eucerramente das Cor-
tes.
NSo bou ve mensagem.
BERLDI, 6 de Julho.
A noticia relativa a partida do Impera-
dor Guilherme para Riel ver dad eir.
S. M. partir no dia 13 do corrente
mes.
CARACAS, 6 de Julho.
O general Rojas acaba de ser eleito pre-
sidente da repblica de Venezuela.
LONDRES, 6 de Julho.
O jornal Qmrmania annuncia que o Im-
perador Guilherme II deve f z-r urna visi-
ta a S. M. e Rei da Italia, no mez de
Agosto prximo.
Agencia flavas, filial em Pernambuo,
6 de Julbo de 1888.
mSTBDCgAO PDPOLAB
SACIOMIDADS. LIOT& I
LIIIEBAIUEA
Nio ptrcebiam que nem todos o auump'os se Do exposto se v, qae, o procesBO nSo foi
nitSn* A nnnanl >>! i lAlH flA II SO DI I HABA 1-1 11 A j C\A I 11 "
arranjaao em i horas e que nao foi tolnt-
da a defeza do reo Xisto da Cruz Vil II i e
nao estove incommanicavel na formacSo
da culpa a qua assistio foi-lhedada a
palavra para contestar as teetemunhas ;
e se por ventura o "mesmo Xisto soffresse
pri So Ilegal, teria necessariamente re-
querido habeas-corqus ao Dr. juiz de direi-
to da comarca, o qual como cima da-
se, estava e anda se conserva nesta vil-
la. O referido Xisto da Cruz Vilella,
nSo este miseravel t3o compadecido pelo
missiviita do jornal, porque j cumprio a
pena do artigo 257 do cdigo penal, que
Ihe foi imposta polo jury da comarca do
Limoeiro, e aqoi chegando continuou na
pra'ica de furto de cavallos, chegando a
ataoar, com 3 companheiros mascarados,
ao sexagenario Manoel Rodrigues da Silva,
no dia 16 de Janeiro do anno passado
morador em Agua-Fra, do districto de
C'*nhotinho roabaodo HOfJOOO em dinhei
ro e rnuitas obras de ouro e prata o outroa
objectos, e receiando a arelo da justica,
mudou-se para a comarca de Paulo Affon-
so, onde vivia com o nome supposto.
E' o que tenho a informar a V. S. em re-
taceo ao artigo do Jornal, cujo retalbo de-
volvo.
Deus guarde a V- S.Illa. Sr. Dr.
Francisco Doroingues Ribeiro Vianna.
Mui digno chefe de poli-ia da provincia.
O delegado de poli ia Ignacio Vespasiano
Augusto Ferreira.
Secretaria de polica de Pernambuco 6
de Julho de 1888. Conforme, pelo se-
cretario, Francisco Geraldo da Silva Bar-
roso*
prestara poesa pica. Aim do maravilhoso qae
os poemas nao podem dispensar para que a ima-
gioacio alargue seus vos, e attioja a arrojos
inspirados, mister qae o objecto principal seja'
verdadeiramente heroico, grandioso, sublime.
Tudo o qae nSo fr isto, pode ser um romance
em verso ; ainda que formosameute tratado e des-
envolvido, nanea ser um poema pico. Jerony
no Corte Ret eserevera doas destes romances, o
Cerco de D e o naufragio de Sepulveda, esmalta-
dos prodigiosamente de episodios interesantes,
scenas sgradaveis, versos Atientes, liogaagem pri-
morosa, ternura, melancholia, elevacio imagdW.
Erclla, em Hespanhi, pretenden em balde levan-
tar altara de poema pico o famoso assampto
das victorias'e conquistas bespaobolas na Arauca-
nia ; su composicio encerra muita poesa, mas
nio' passa de um romance em verso.
Boiardj, e com mais genio qae todos, Loiz Arios-
to, na Italia a p> zir dos esplendidos rasgos de
urna imaginacao fertilissima e opalentissima, ape-
lar de esfylo barmoniossimo, nio escrevi u om
poema pico, aim om poema apenas maravilhoso e
fantstico, posto que o tundo seja histrico
, (Continua)
PARTE OUIUAL
Governo da rovlucla
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA _5 DH
JUmo DE 1888
Amelia Thereza de Jess Vaz Salga Jo.
Venha em termos.
Fielden Brothers.Informe o Sr. ins-
pector da Tbesouraria de Fazenda.
O mesmo. Informe o Sr. inspector do
Thesouro Provincial.
O mesmo.Informe o Sr. inspector do
Thesouro Provincial-
Dr. Henrique de Athayde Lobo Mosco-
so.Sim.
Izidoro de Freitas Gamboa.Sim.
Francisco de Hollanda Cavalcante de
Albuquerqje. Informe o Sr. director ge-
ral de Obras Publicas
Guilhermina de Paula Gongalves Fer-
reira.D-as oertidSo.
Manoel Joaqun) Pereira.Informe o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Luiz Antonio Hqueira. NSo tem lugar
o que requer o supplicante, visto estar so-
monte provado o dominio e posse do pre-
dio.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 6 de Julho de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
P0RT11GAL E BRAZIL
PELO
^Conselheiro Jo5o Manoel Pereira da Silva
IX
(Continu acaoj
A poesa particularmente, que a expressao
dos sentimentos populares o remedio effiea para
allvlsr as ddres e gemidos da multidio, a repre-
sentacio de suaa alegras o echo das paixoes do-
minantes, a photograpbie viva e inspirada da so-
ciedade ; a poesa particulariraente conta, doran-
te os sesseuia annos de 1580 a 1640. qae se de
nominara do captiveiro, crescido numero anda de
cultivadores.
E' que a poesa nao morre e nem morrera. E
como a primavera que brilha em suas epochas
spropriadas. Para que sabe -ver e sentir basta
reeeber as isoprestoes internas on externas. E'
um fogo qae pode estar oceul tonos elementos.- Bas
ta beter a pedrs para arrebentar s fl.mmu : bas-
ta onvir o coracio, para qae ondas de ssntime^to
e poesa se percebam de!le transbordar.
O idylio, a gloga, a elega, o genero buclico
om especialidade, ti rnaram-se queridos do publi
eo e os fructos mais copiosos dos peetas da epo-
eba. Blas Candes subir tio alto, exaltara com
tamanba torca os espiritoa, sobresabir com tio
exqneaita sublmidade, qae mais o exemplo de Ca-
scoes que o los poetas de ontra especie tedos de-
aejatem seguir, como ai fcil lora reanontar se o
talento altara de genio privilegiados, A aspi-
racio geral era a poeai pica. Torqoato Tasso
eom a Jerasslem libertada collocara-se ao lado de
Canoas, de Hou,ero, de Virgilio, de Danto.
Thesouro rrovinclal
DESPACHOS DO DIA 6 DE JULHO DE
1888
Pereira Carneiro & C.Escripture-ae a divida.
Lyriia Al ves da Purificacao Bt zerra, padre Ma-
noel Emygdio de Uhveirs, Cusma Joaquina de Li-
ma Nanea, Julia Baptsta Feitosa, Miguel Antonio
de Oiiveira e Mara da Franca Alencar Olivelra.
Ri-gistre-se e facam-se os assentamentos.
Manoel Portella da Silva L y. [s, Mana de Santo
Amato Correa e Antonio da Silva Fontes.Infor-
me o Sr. Dr. administrador da Recebedoria.
Jos de Pontea Soares.Nesta data remetta-se
ao Sr. Dr. director geral das obras publicas, a
quem dirigir o supplicante a sus petico, para os
fas requeridos.
Paaliaa Mara de Jess, Fielden Brothers e
Fabio Velloso Freir.Informe o Sr. contador.
Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado.Defe-
rido, dando se baisa na Sanca e senda entregues
os ttulos que a constituirn), urna ves exhibido o
conhecimento do. deposita
Antonio do Carmo Ferreira e SouaVBarboza
& C.Hajs vistaro anUr.'pTocurBdor'nScsr.
Feliciana Eduviges da Costa Oasaa.Liquida-
da, eseripture-ae a divida.
Repartlciio da Polica
2a secso.N. 633 Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 6 de Julho de
1888.-Illm. e Extn. 6r. Pa,rtiopo aV-[
Ese., que foram hontem recolhidos Casa
de DetencSo os seguintes individuos :
A' minha ordem, Manoel Pedro dos
Santos e Manoel Francisco do Nascimento,
vindos de Barreiros, .guardando communi-
53o oficial ; M-moel Jos Luiz, conhecido
por Manoel Alves, Bento Nunes Pessoa,
Flix Francisco Gomes e Jos Francisco
da Silva, vindo do Cabo, este como pro
nunciado as penas do ait. 269 do Cdigo
Criminal, e aquelles como sentenciados.
Porcinio Manoel dos: Santos, Antonio
Francisco do Nascimento, Serafim Amaro
dos Anjos e Herminio Thom de Oliveira,
vindos de Olinda, como sentenciados.
A' ordem do Dr. delegado do Io distric-
to da capital, Jos Francisco de Almeida,
por criae de furto.
Ante-hontem reassumio o ezercicio do
cargo de subdelegado do 2 districto de
Pao d'Alho, o alferes Jos Vieira de Mello
Franco.
Submetto ao ezame de V. Ese. o ofi-
cio junto por copia do delegado de S. Ben-
to, a quem ouvi sobre o final de um arti-
go inserto na Gazetilha do Jornal do Re-
cife de 22 de Jnho ultimo, debaixo ds
epigraphe S. Bento a proposito da
priaao de um individuo supposto ladrSo de
cavallos.
Deua guarde a V. Exc Illm e Exm.
Sr. desembargo.lor Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia. O chefe de polica, Francis-
co Domingues Ribeiro Fanna.
Copia.Deiegaoia de polica de S. Ben-
to, 30 de Junho de 1888. IUos. Sr.Em
resposta ao tfficio de V. S. sob n. 2,603,
de 22 do corrente, acompanbado do reta-
Iho do Jornal do Recife do mesmo dia,
tenho a informar a V. S. o seguinte:
Tendo sido fartados na note de 28 para
29 de Abril deste anno, dous cavallos de
Jos Manoel Rubalinbe, negociante, mora-
dor em Bello Jar Jim, da comarca do Brejo "O Sr. Floquet prometteu communicar ao Instituto
j. m.j j- r. nn.a RBtA.vs.rn a decisio do conselho de ministros-
da Madre de Deus, os quaes estavam
guardados no cercado de Lino Rodrigues
de Andrade, fazendeiro e morador neste
t>rmo, o mesmo Rubalinho no dia 5 de Maio
tendo requerido torpode de lioto no cercado
onde pstavam os mesmos cavallos, e se
guido a pista dos Udroes, p8 le em Agua-
Branca da comarca de Paulo Affonao, da
provincia de Alagoas fazer prender a Xis-
to da Croa Vilella, que abi se fzia conhe-
cido por Francisco Ferreira da Costa, e
reruerendo inquerito policial no dia 7 de
Junbo peraote o subdelegado Joio Tho-
mi,z de Souza, este entregou ao requeren-
tt o mismo Xisto, oom o inquerito a que
tinha procedido.
Chegando Rubalinhonesto villa, p6 a
ordem e dispoeijao dol)f. juiz municipal
do termo o mesmo Xisto, apreseotando de-
nuncia contra este, Severino Marques Ctele
e Julo Beserra, no dia 15 dto corrente ma,
e procedeodo-sea sunmarii no dia 19 foi e
mesmo concluido?1 sendo Xiato e a-^ns oom-
panbeiros pronunciados no art. 2B9 do c-
digo criminal, prsnycia que foi sustenta
da em grao de recurso pelo Dr. jais
de direito da comarca, que se achava nesta
villa preaidindo o jur^j em data de,28.
DIARIO DE PERHAMBiCO
RECIFE, 7 DE JOLHO DE ^1888
Noticias da Europa
Dessa procedencia chegoo hontem o vopor inglex
La Plata que foi portador das seguiutes noticias :
IIe*iianiia
Acerca deste reino escreve o bobso eorrespon-
dente de Lisboa.
O Temps de Pars, no a u boleti m poltico, terna
a oceuparse do novo ministerio hespsnhol. Da
qae a situacio do Sr. Sagasta foi difficil no pri-
meiro dia de debate poltico qae segaio crise ;
mas que depois melhorou, e que ae effectuou urna
contracto das torcas da maioria contra ca conser-
dorea.
A reapeito do discurso do general Cassola, afir-
ma que politicamente importantiaaimo e conclu-
dente contra o Sr. Martines Campos, e acreacenta
que as declaracds do ex-mimstro da guerra crea-
ran) um problema novo e embarazoso para o go-
verno.
Por ultimo afirma o Temps que, urna vea appro-
vados oa orcamentos, serao techadas as cortes ; qae
no outomono o Sr. Sagasta apresentaroprojicie do
Buffragio universal, e pura a discuso as reformas
militares, que nao pode j.r de parte depois das
revelacoes feitas pelo general Caasola, e que, se
soffrer desastre qaalqusr desses projectos, aconse-
lhar a raioha regente a que cbame ao poder o Sr.
Cnovas del Castillo, porque os grupos da esquer
da sero impotentes para governar.
Annanciam-se para os meses de Julbo e Agos-
to, em Barcelona, novas e deslumbrantes featsa a
qae se espera concorrer muitiasima gente de Hes
panba e do estraogeir .
Prasica
A commissSo administrativa 4 Instituto de
Franc/t eatregou no dia 38 de Jnnbo to prwidon-
te do conselho de ministros, o Sr. Carlos Floquet,
urna representaco pedind o regresso do duque de
Aumale a Frauca, afirn de se restituir ao Iustituto
um dus seas membros mais distinctos, e declaran-
do qne esta solieitaco nao tem carcter poltico.
O Sr. Floquet responden qae acdbia a solicita-
cajeom o respeito devido ao Instituto, mas qae
nao poda comtadi consideral-a lora da poltica ;
s o conselho de ministros pode rtslvtr a questao,
O senado discuti j o projecto que fra ap
provado pela cmara do* depat*aos, fixande o or-
namento do ministerio da guerra.
O Sr. Roger, relator, explicoa qae ofim da le
esta-elecur nma nova conta de liquidac&o de
37U milbea para a arulbaria e engenb>ria.
OH. de Freycinet, ministro da guerra, decla-
rou. qae, visto os protressi.s da sciencia modifiea-
rem o progrmoa da guerra moderna modificando
os utensilios, far novos estudcs para restringir
esje prograioma.
O prejecto foi approvado por nnanimidade,
A opini&o dos joroaes de Pars a reapeito do
novo imperador da Allemanha uniturme em ma-
nitestar Ibe poucas sympatbias.
Todjs elles pedem qae pas se prepare e reda
mam a maior prudencia da parte da populacio d>
tronieira a maior energa da parte do governo.
O Radical escreve a este respeito :
< Frriierieo III, a quem cbamavam um impera-
dor philesopho, om sonbador, quasi um sabio, em-
pregn os ra os instantes de repuaso que ihe dei-
xuu a uoeuoa, em decretar contra nossas medidas
mais vexaterias e odio*H8.
Se o sceesso da Aleacia Lorena se tornasa
difficil aos viajantes que vinbkm de Fraoca aob o
reinado 0o abuminavel Guilherme, torn. u se com-
pietameaie mpossivel aob o reinado de sen fi
Ibo.
Os proeessos terrorista*, aa|b>iqaidade>, as
crueldades mais re voluntes, todo^n posto em pra-
tica oestes tres meses ltimos para matar no co-
raco dos alaacianos-loraoos amor da mSi^tna
sempre isso como no prisseiro da da annezaQio.
Na vefdade, o imperadocu^ederico que se
disia to amigo da Franca, nao ficou atrs de sea
pai, em vexames eentra a Alsaoia-Lorena.
Tal pai, tal filho.
< Hoje podemos mesmo accrescentar : tal avd,
tal filho... e tal neto.
O Times ha poucjs das descrevia as manifesta-
ces de sentimeato rea'isadas em Londres e dia
mais, que, embora o novo isaperador teuha o tem-
peramento d'um soldado, ha de a-'guir oa couse-
ihjs do principe de Bismarck e portento a Fran-
9* nao tem nada a temer da guerra.
B termina va pedindo qae se nao ligae demasia-
da importancia s excitacoes doa nimos em Pa-
rs.
A verdade que as condicoas da Franca ac-
tuaes, no que dis respeito a organisacSo militar,
sao mui diversas das que p.ssuia nos ltimos lem-
po do imperio.
A Franca qaer a paa.
' o que mais Ihe convm para aeu governo.
J nao acontece o mesmo na Allemanha on de
tudo repoasa no militarismo.
Parece qae os allemes intrigam por toda a
parte para qae os governoa nao concorram festa
do centenario da queda da Bastilha.
Entretanto a exposicio ha de realisar-se e a
Franc* h Jo sabir victoriosa do sen emprehendi-
mento.
- A Franca va mandar construir caminhor de
ierro estratgico) na linba da froateira.
A 5 da Agosto seria inaugurada em Mon-
tarais a estatua de Mirabeau.
Devem assistir o presidente da repblica, o mi
niaterio, delegaeSes do senado a da cmara dos
depatados, etc.
Logo a(.s a sua morte, deu Ihe um lugar no
Pantheon a Franca reconhecida.
Sobreveio a iugratidio firmada as intransi-
gencias ferozs e iusensatas de intrigantes e ca-
lumniadores, e o gr.-nde bomem que dea o toque
de rebate revo'uco francesa foi transportado do
Pautheon s gemonias.
A rebabilitace nao vem sem tempo !
Italia
As eleic,.'B municipaes de Roma, effectuadas a
17 de Junho, deram victoria aos liberaes, coja in-
fluencia deixa de ser contrabalancada, na admi-
nistraco do muaicipio, pelo elemento clerical.
O escrutinio fasia se rais da demisso do syn-
dieo de Rema, o principe Torlonia, rcotivado pela
mensagem oficial que enviou ao Vaticano por
occasio do jubilen pontificio.
como o resultado implica va, para o ministerio,
a saneco ou a censura d'esta medida, d'ahi pro-
veio que a luta se ferio com ardor de parte a
parte, atado o numero dos vutantea muito maior
que do costme.
O Sr. Crisp tem motivos para estar satsfeito,
porque o euthosiasmo popular, visando-o a elle,
proporcionou-lhe ujj espl ndida evacao.
Santa S
O Santo Padre, respondendo ao telegramma em
que o novo imperador da Allemanha Ihe dava no-
ticia da morte de sen pai, aigaificou-Ihe a sua
condolencia e acbou meio de Ihe diser quanto o
muude ae sentira feliz ae 'He continuasse a obra
pacifica de Frederco III.
O Vaticano, conbecendo as tendeneias pietistas
do soberano allemo, teme que os catbolieoa d'a-
quelle imperio nao tenham muito de que ale-
grs se com a sua exalt< lllemanha
Tem-se agitado na Allemanha, desde a morte
do imperador Frederco, a ida de instaurar um
proceaso por crlme de lesa-magestade ao Dr.
Maekenzi. Exigem-n'o oa patriotas exaltados,
e a Gnela de Colonia anda ha poneos dias publi-
cou um artigo violentissimo contra o medico in-
gles, afirmando que o seu diagnostico impedio a
operaco proposta pelas summuidades da aeiencia
allem e que, de certo, haverii salvado o impera-
dor, disem os antagonistas do famoso medico in
glex.
O jemal Noticias de Hamburgo declara que as
altas espheraa sociaes penaou ae muito seriamente
em proceder contra Sir Morell Maekent, em face
do cdigo penal; mas que os mdicos allomaos,
consultados sobre o caso, declararan que pesar
de baver sido perniciosa a aeco do medico in-
gles junto ao enfermo, ser muito difficil demons-
trar as faltas technicas, por um modo tSo concia
dente que satistaca ae exigencias do direito penal.
Portante, o Ilustre medico ingles est livre do
proeeaso, e os seus collogas allemes nSo tero
talves menores raides para se congratularem pelo
caso.
Sobre a espectativa geral determinada pelo
advento do novo imperador allemo, publica a
Correspondencia Poltica de Vienna urna carta de
S. Petersburgo, na qual ae t firma que a obra
liberal iniciada por Frederco III nao ser an-
oullada pelo imperador actual.
Accrescenta, porm, que esta qoeslo interessa
maia aos allemes que aos estrangeiros.
Ao resto da Europa, contina, o qae importa
a poltica externa da Allemanha. E uo noa Ilu-
damos : essa poltica tem de i.ftrer modifieacoe*
com a mudanza de soberano.
A diplomacia europea levou em eonta a ida-
de de Gunherme I e os padecimentoe de Frede
rico III, ao conaentir n'uma politica de contempo-
rieacee e de nebulosidades, cujo fim consista em
gacha'r tempo, sem resolver algumproblema pol-
tico.
Agora, poim, mudou a situacio. O throno da
Allemanha est oecopado por om horneo) moco,
com a inteligencia livre de preoecupacoea amar-
gas. A Europa qae nao pie por mais tempo
conservarse nesta aititade expectante em face da
Aliemaub, necMaita de saber o qne te a espe-
rar, e ha de exigir do novo imperador um pro-
gramla muito preciso e muito claro ...
t A prineipio, o povo russo acolheu com certa
nqnieuco o adveoto de um monarcha a quem se
attribaem ideas de perturbado. Eese seotimento
vai-se, todava, modificando em sentido favuravel,
baaeado em boas esperancaa.
A historia ensina que os monarchas de pouca
idade aoffrem roodificacoea de carcter ao subirem
ao tbrono. Alm d'iaso, a prsenos do principe
de Bismarck frente do governo constitue a mata
solida garanta de paz .
Ha grandes desintelligencias entre o general
conde de Waldersee e o principe de Bismarck.
As tendencias bellici sas do marido da senhora*
de Waldersee e a sua influencia junto a Guilher-
me II contraran) profundamente o chanceller. Re-
sultado: o conde de W-liersee ir assumir na
provineta nm commando militar.
C.mmumca um recente despacho para o
Tempe:
O principe de Bismarck manifeatou a inten-
co de se colloear em frente da Rassia no terrean
dos negocios externos attendendo a qae todas as
suas tentativas de approximaco amigavel teem
sido rejeitadaa. Pelo qae tuca a Franca, o chn-
ceder est reaolvido a continuar para com ella na
attitode expectante dos oltun s teuipos -
Na seeso do eunselho federal que se effectaou
h 21 de Janho em Burlim, o principe de Bismar-
ck affirmou o carcter pacifico da situacio e de
clarou que o governu imperial da Aliemauha man-
tera os principios que at agora guiaram a sua
politica interna eexterna.
O Tims e o Standard presumen) que os boatos
de orna prxima ntreviata do czar com o impera-
dor Guilberme II siom-ras conjaciuras, pols ain-
da ineerto se o czar ir a Copeuhagae.
__Oa vetaos tentimentos de. bostilidade que,
c ntra a viuva du impt rador Frederco, urna par-
te da corte de Berlim nao disfaroava, parece que
vio rompendo agora com um violencia qde traos-
pane claramente dos teiegrammas e dae eorres-
p ndeuciat dos jornaes.
Afirma-se que a
breve, acorte imperial e ir fizar a sua residencia
as margena do Rheno, na provima rhenaoa.
O imperador Frederco III n'uma das ulti-
mas folhas de papel qne escreveu manifeston de-
sejos do ver o rei da Saxonia. NSo foi, porm,
possivel satisfazer-Ihe esse deeejo, porque a sgo-
aia coxecou logo depois do moaarcha baver tra-
bado essas linbas.
Debaixe du travesseiro, e quando o imparador
j estava morto, foi encontrada ontra olha escrip
ta por sua mo, e em que o moribundo se despeda
de ana mi.
A impreratris Victoria mandou para Badn
impeieatris Augusta o seguinte telegramma :
< O teu querido filho nico j nSo vive. Sin-
to-me orgulhosa por ter sido a mulber desse be-
roe. Um dos seos ltimos pensamentos foi para
ti. Sapporto este g -!pe terrivei com resignscao
e coragem. >
Ha dona testamentos do imperador Frederco,
um poltico e outro particular.
Foram ambos redigidos em Berlim, na volta de
8. Remo. A imperatrs Victoria fies, segundo o
testamento, as melhcres condicoes pecuniarias.
A imperatrs Victoria tem sido aconselhada a
fixar definitivamente a sea residencia na Allema
aba, para mostrar assim que b be ser sublime at
o fim, e p..ra evitar ser acensada de bostilidade e
iugratido para com o povo allema que tantas
pn vas de respeito e Bympatbia Ibe deu durante
a doenca do imperador.
A imperatriz ( ontra verso) ir passar algum
tempo em Italia. Depois voltar a Berlim, mas
nao se demorar segando afirma urna fulha auto-
risada da capital, porque nao se sujeita a viver
no meio da nova corte.
Provavelmente ir residir jauto de sua filba
mais velha, a princesa Saxe-Meiningem, ou as
margena do Rheno.
/ A Gazeta Liberal de Berlim manifestava ha
dias, suspeitas deque ha urna conspiracSo nihi-
lista contra o novo imperador da Allemanha.
Varios anarchistas allemes desappareceram de
Loadref.
O imperador ordenon que todas as escolas
prussianas qelebrem oficios fnebres por alma de
aeu pai.
Consta quo o chefe da censura russa proh
bio imprensa a publicaco de artigos pessimistas
acerca do adveoto do Imperador Guilherme II
Aggravou-se o estado mrbido do rei da Ba
vi :a De um momento para o outro espera-e o
fatal desenlace.
Rmala
Foi prohibido ac peridicos de Mosc:w e S.
Petersburgo oecaparem-se em sentido pessim'sta
da exaltuco de Gu lherme II ao throno da Alle-
manha.
A Oazeta da Cruz de 'erlim publica va lti-
mamente urna carta de S. Petersburgs extrema-
mente significativa. Segundo essa carta, o czar
declarou que estava disposto a reatar as suas re
laces amigavcis con a Allemanha, contanto qae
esta obrigaBse a Austria-Huugria a faser coue.es-
sea Rassia, renunciando especialmente a pdr
obbtacnloa aos interesses russos nos paizes balc-
nicos. Cumpre nao perder de vista que a Gazeta
da Cruz, foiba officioaa da nobrezu reaccionaria
prussiana, colho frequentemente iiformacoes do
famoso < gabinete litterario installado na chan-
cellara de Berlim.
O caso d margena a serios commentarios, tan-
ta mais que o discurso do conde Kalooky, pro-
nunciado a mesma hora em que occorria urna mu-
denca de reinado na Allemanha, est sendo ob
jecto de commentarios numerosos tantj na im-
prensa russa como na imprensa allem.
O ministro austro-hngaro absteve-se com re-
serva calculada, de insistir sobre as causas da
tenso de relacdes com a Russp, posto que sejam
ellas as que obrigam a armamentos incessantes.
Ser que nao possam acbar-se taes causas seno
nos projectos ambiciosos da Austria-Hungra sobre
a pennsula doa BalkanB, onde a Rassia tem direi-
tos anteriores e superiores ?
Assim parece, e, pelo menos, assim o afirma a
imprensa ruBsa, pouco satisfeita com os discursos
oficiosos proieridos em Pesth na abertura das deie-
gacoes. Os jornaes slav.'S nao os acbam mais
sinceros do que o tem sido a poltica da Austria-
Hungra as suas relacoes com a Rusta.
Estados Inicio*
Disem de Chicago que a convenco repblica
na comeoou a 22 de Junho a votacio acerca dos
candidatos presidencia da repblica. A maio-
ria absoluta de Hl votos. Depois de tres es
crutinios sem resultado definitivo, a convenci
suspenden os seas -trabalhos at s 7 horas da
tarde. O terceiro escrutinio deu este resu tado :
o senador Sherman teve i'23 votos ; o Sr. Alger
122 ; o 8r. Harrison 94 : o 8r. Depew 93 ; o Sr
Allisson 98 ; o Sr. Blaine 35 ; a diversos candi-
datos 33. O Sr. Depew retirou a sua candidatura.
ASSEMBLEA GERAL
i;iHA.l DOS UEPLT1UOS
33- SESSAO EM 28 DE JUNHO DE 1888
PRESIDENCIA DO SR. BARAO DE LUCE NA
Auxilios aos expositores brasileiros que conorre-
rem exposico universal de Paris em 1889
Contina a 2* discussio de p'ojecto n. 7 A de
1888, concedeud o auxilio de 300.i 000 acs expo
sitores brasileiros que concomrem exposicio
universal de Paria em 1889.
O Sr. Rodrigo Sllwa (ministro da agricul-
tura) :8r. preaiflente, apenas responder! a dous
pontos do discurso do nobre deputado pela pro-
vincia de Minas Geraes, o Sr. Alfonso Pena.
1 ponto : censurou o nobre deputado ao gover-
no porque aceitn o reqaerimento de urgencia do
nobre depatado pelo 20 districto de Minas, para
que tosse discutida este projecto com pretericao
dos oroamentos.
O reqaerimento de urgencia do nobre deputado
por Minas foi feito nos segrales termos :de ser
dado para a ordem do dia o projeeto, quando o
presidente da casa entendesse conveniente. Era
ma urgencia em termos de ser approvada, sem
prejaiso dos orcamentos, e com etYoito easa urgen
ca nao prejndicou coosaalguraa, porque o projecto
de que se trata entrn na ordem da dia com os or-
gammtos, que j estio preparados para a 3' Jis-
coasio. **
2.# ponto : disse o nobre depatado qae o gover-
no nio aceitou a responsabilidade do projecto em
discussio, com medo de desagradar aquelles que
pensavam em sentido contrario s ideas da Revo
loc,o Frauceza de 1789.
Sr. presidente, tenho neebssidade de deixar bem
claro este enunciado. **?
Si o gobern tosse levado por esse motivo, qne
allegoa o nobre depatado por Minas Geraes, nem
aceitan a responsabilidade de offdrecer com-
misso o tea apoio moral, nem o actaat ministro
da agricultura d.ria commiasio todo o auxilio
qne aeu
O motivo de aio aeeitar o governo a responsa-
bilidade de lazer-se representar oficialmente na
exposicio de Pars foi o seguate : entendeu o go-
verno qu- era necesario urna grande quantia
para que o imperio fsse condignamente represen-
tado officialm-nte naquelia expos-oio, mas que
as circumstancias do paia nio permittiam essa des
pesa
U tir. Pedro Luis :J permittem hoje ?
O 8r. R.dr.gM Silva (ministro da agricultura):
__Estuu fallando ua bypotbese de representacio
officai. As circumstancias do pas nio compor-
tavam a grande despea que se tazia necesaaria ;
h esta foi a razio por sua o governo nio juiz acei-
imperatris viuva deixari, em tar a reapoasabilidade. Consta isto ds minha res-
posta o 8nno passado. N^imperta isto, porm,
repellir a idea de urna despesa mdica, em reh-
ciu que se poderia fazer, para que o paia foste
ofliciclmente representado, deixando-se Cmara
a liberdade do voto.
Eis todo qusnto me cumpre diser a respeito do
assampto. (Muito bem ; muito bem.)
O Sr. Andrade Fguelra nio acredita
que o gabinete passado ae abativease de cooeorrer
exposicio que se ha de realisar em Pars no sa-
na prximo futuro, pl> motivo qae reveioao Be-
bas relator da commiisio de orcameoto, isto por
enchergar naquella opimio a commemoraejo doa
principios revolucionarios de 89 e o desejo de eoa-
descender com qualquer antipathia drnastiea asa
relacio quelle memoravel acontecioaento soeJal
e poltico da Franca. Pelo contrario, acredita qae
essa recusa foi determinada pelo motivo qae leva
o gabinete aetual a sustental a, isto por motivo
de ordem econmica. (Apoiadoa.) Nio ci qae
fosse por motivo de ordem politice p.-rqae, em ver*
dade, a monarchia brasileira deriva se da Constr-
tuicio do Imperio, que ella propria ontorgoo, a
nio ha negar que .esta instituico inspirou se paa
principios revoltxeiouarios, cajo anuiversario M
va commemorar. (Apoiados.)
Nio se poda inspirar tio pouco essa recusa ees
antipathia dyuBotieu" piroja ; 0 zaino danmios
imperial qae remen era Franca conhecido qm
tem tambera auas^Jwpath'as revolaconatsas. '
O Sr. Aconso CelsoTrudico re^clutionaria.
O Sr. Andrade Figueira oentu-a, diaendo, qoa
o ramo legitimista que suecumbio naqoella deplo-
ravel hecatombe, desappaie eu cm Prauea coca o
seu ultimo representante, o Ilustre descendente as
S. Luiz, o Conde de Chamb rd.
Nio \, portanto, que possa existir motivo do
repugnancia para commemorar o grande principio
de que te deriva a nossa constitaic^lo. Isto nio
quer diser que nio devesse preponderar oa opiniio
do governo do Brasil a mesma asprebensio qae
preponderara no espirito do orador, si fosse go-
verno, e que tem preponderado no animo de oa-
tros governoa igualmente de origem revoluciona-
ra, para nio se fazerem representar n-ta festa
industrial; uto qne nio seja simplemente a
commemoracio dos principios de 89, mas a c m-
memoracio de factos posteriores que deshonraran
a grande revolocio. (Apartes).
Nio sabemos, dis o orador, qae siguifiescie do-
rio aquello acto o actual governo da Fraoca, o
partido qae all domina b je e aqaellea qae iuflae n
as suas deliberucdes. (Aportes).
Os nobres diputados querem confundir coasas
que o orador est distinguindo. J rende o pres-
to e homenagem devidos i os beneficios soases m
a n voluta i francesa troaxe em seu prmeiro pe-
riodo ; condemna, poim, es excesaoa que so las
seguiram, como nenhum b. mem hoje deixa de eoo-
demnar, mesmo os que perfncem escola demo-
crtica da Franca. O que diz A que nio sabe
que teicio terio esses festejos em visti do estado
do espirito puolico un vranga e dos partidos qae
all dominam.
O facto que mesmo alguna governoa de sr-
gem revolucionaria negaram se a comparecer a
esses festej >s.
O Sr. Ratisbona Goveruos que estiveram esa
luta com a Franc i no tempo da revoleado da
1789.
O Sr. Andrade Figueira refere-se a governoa n
origem recente e perteitamente revolucionaria,
como o da Italia, governo posterior aquelles
acontecimentos,governo recente, hodierno, filho
de urna conquista eflectuada em nonos dias, g>-
verno qae tem proclamado os preceitos mais revo-
lucionarios e nelles se tem apoiado. Poderia alia-
dir a cntros goveruos, mas basta esse exeaplo.
O Sr. Afi raso Celso Quasi todos os gomaos
boje sio de origem revolucionaria ; o proprio go-
verno da igreja o .
O Sr. Andrade Figueira dis que infelsssento
para a paz do orbe catholico o sommo pontifico
nio tem m .ia poder temporal. (Alguna apniados).
Mas nio debaixo desse ponto de vista quo
considera a proposta, porque acredita que esta
precselo nao dominou o espirito do gabinete pav-
eado, nem domina o do ministerio de 10 de Mar-
go ; acredita, antes, que preponderaran) coande-
races de ordem econmica.
Si assim foi, nao tem razio de ser o rdito. 91
o Thesouro do Brasil nao est em eircanstaaesaa
de despender 8O0:0O0J oa 1,000:000*<'I00 con a
represeatacio do nosso pais na exposicio de 1889,
tambem nio est em circamstancias de despender
300:000*000.
Si o governo braaileiro pref-rio deixar, censo
tm praticado ontros goveruos, iniciativa do es
daaio o comparecimento aquella festa industrial,
deva deixar-lhe inteira a responsabilidade das
despezas, como inteira Ihe deve deixar a gl na
do papel qae all representar. Nio havia n-eeaei-
dade da intervenga o oficial; csss intervencio val
tirar iniciativa individual o rea principal
to, vai de nma tal ou qual representacio ao
verno do Rrasil contra o seu infito, e vai
o nosso Thesouro publico coordina despea essa-
pletamente intil. Si nio, dis o orador, vjanos
as rszes em que a illnstre commissio so tuoda
para adoptt.r o projecto
A Ilustre commissio declsra que ao anno se-
guinte (o orador vai 1er as proprias palavras da
commissio para nio catomnial a ca para nio esa-
pres'ar-lhe iotenedes que nio tenha) se teri da
realisar em faris urna grandiosa commemorafS
dos prinoipi s que constiiuem as bases das eonsts-
tuicoes dos povos livres.
Ora, si essa eommemorscio tem de ser grandio-
sa e com o concurso de todos os povos, o govevae
do Brasil faria triste, ridicula fijara, despea
deudo apenas 3(JO:00(>4000 para faser representar
pais.
A iilustie commissio acredita qae a ene eerta-
nem industrial comparecerio todas as naces e-
vilisadas do velbo e novo mundo.
Compareceram, diz o orador, 4 exposicio de
Paris, verdad', os industriies de tolo o asando,
mas governos constituidos bem poneos se i-jraas
all representar. S, urna ves qae o governo ds
Brasil prefere trilbar a senda seguida p.r natroo
governos e nacoes civilisadas do velho e aovo
mundo, nio ha razio para a excepcio, prestando
se a urna meia representacio, qae oeaa salva a
dignidade do pas, nem pie faser as saos sodas
trias figuraren) all dignamente.
A filustre comm'sso argumeut* con a Su OSO -
nienea de attrabir a iuimigraci-i euroaa jajy O
Brasil. -,3,
Nio conhece o orador nada mais intil para at-
trabir so Brasil essa immii;raca > do que
posicio d'.quella ordem. A linmigracio I
nio podemos ter a preu-ueao de attrabir, puraae o
poma immigraoio recoubeeidaoseote iaspjaaavor.
L)as ontraa naedes, ; treqneoUrio a expieiofey
qae ser ama festa pjuop )a, as claasea rica* ; ao
uutras, aquellas qae possam ser tentadas a Tir ra>
tear as nossas trras, nao poderio mili eonpa-
reoer. ~MJ
E' preciso nio cooheoer o que aio as eapiUso da
Europa e sobretodo Pars, e aseos ama expossgaa
da ordem da qoe est prujeetada, para cunceoor-so
a illusoria esperan? de podermoa conseguir aolla
um immigrante qae queira vir rotear as i
Ierras.
Oatra rasio addus tambem a commissio, I
qae nio convencen ao orador (lendo) :
hi o governo imperial nio tdJe i.filialmente
incumbir se, por motivos deordem eco->oouea, da
repretent.cao do Brasil uesea grande expiiiisaf
sao patentes as vstotagens moraes e metertaos qoo
colber o pas, apreseotando ao maudo, mais ana
ves, os seos variados productos atareas e ladeo
trises, sobretodo agora qoe trotamos, por todos n
meios, de chamar para o nossa vasto o dospovoads
territorio inmigrantes enreos. ____

I
{
1
I

I
-I
*
I
f
#
I s9


Pernamba
lio de 181
*



I
/
O radar j respondeo que, si o fovsro *
sil nio est habilitad a dispeoder 800:030/030 ou
1.000:000 OOfl, com larla si compsrecesse
oficialmente exposidfj-'de Paris, oio o julga
tambam habilitado, tf%speader 900:030* com o
eomparecimeato ossaioso, ao quslo convida a ooto-
ssissio.
Por ultimo, a illastre eommissio di como motivo
ama razio, que para o orador deveria excluir a
coaclasio a qae elle chega, e com isto a aterran
cao da gavera] ero semalhaata despera.
Di a oommiaalo qae orgaaiaotvse ero Pars ama
sociedade de brasileiros e trancases, amantes da
Brasil, D^ra o fim da faser reprematar o pais dos
festejos d'aqaella comroemaraoSo ; qua 'sa socie-
dade rouoia espitas* para faser alguma*. .*s des-
Sosas iodispeosavaia e qaa esta crdito de.....
90:003/ destinad a Bornate a aurilial-a as
meamas desp as as.
Ora, da o orador, si us temos qaem faca gra-
tuitamente eataa despasss, para qae compromet-
tarmea o circumstaoeiai j perigisaa do Estado ?
Em segando lagar, e este o ponto capital, si
o terreno ja (>i eueouiroeudado, si a coustrucclo
do ediScii est prjsspts-si toda, emfia, est feita
(oantestacia), o crdito de nada servir.
Ero resposta s contestacoja feitas, diz o orador
qaa lea em ama correspondencia de Paria qae tado
estiva feita, qae at tinbam aido enviados tele-
graosmis do Brasil pira apressar-s a solacio do
negocia. Si tado is:o aSo estiver fdito ni) baver
umpo, desda que este proiacto seja convertido em
lei at o festeja, da proceder os proparatsvo3 iu-
dispenaaveis, tinto mais qae, segando o programma
da manicipalidade da Pars, foi mareado o prasa
aos expositores qaa quisessem coceorrer, e si este
prasa passar, ellas na mais se poiem faaer repre-
sentar.
Portaut i, la i a ato de ve estar feito, e si o ola
est, qaem ene jamen i ju o sermla qae a pagtn.
(Bisa.)
Em taas condiedes, nega o seu vota ao crdito.
(staito baca.)
O *r. Jaqalm Sabu? observa qaa o
honrada depatado palo II. districto do Kia da Ja-
neiro nao lavautau as m>sms objescSaa qaa aotbi
da faaer agir para a Brasil ser representado na
Exposiijii Universal de Paris quaado os miais'ras
da situacio passada coacomam para as expo3c5js
de Cit di Centro da Livoura e d> Comnarcio.
Concarda co n o nobre depatado em qaa a somma
qae vero pedir ao parlamenta nao suffi jienta para
qae o Brasil teaha em Pars ajepresentacio qua
qaa lbe cabe. Par cousegaiate, vai mandar ama
estn ia, elevaada eaaa saroma at o limite de....
1.003:00X003: Nao cha exagerada esta quantia,
pirque a. Esrado diapSa da am crdito de........
300.000:00)/, para emittir em lettras bypothe
carias, qaaada tado o territorio do Brasil vai ser;
valorisadi, qaanda samas bas ante ricos para coa-
fessar qae dispomis, na estada actaal da nossas fi-
nanzas, desta aotjtna.
O orador lembia-se da qne as expoaicojs de
caf, a algamas das qaaes assistio, nao havia ou-
tra cousa exppsta siuio daas ou tres lUhi antigs, representando os es.-r.1vj3 sob o sol do
meio-dia olbendo os graos da eat.
A am aparte do Sr. Andrade Figuers, disendo
qae tiaba cV local, o orador responde que a cor
local agir maito mais agradavel, tazando ro
prese it ir palo m 'nos am qaadra commamorativo
da abalicio de 1883, do qae eram esses qaadros
das fazendaB qae constituan! o merecimento ar-
tstico das antigs exposicoas. E acredita que pi-
damos expr magma a! rumas destas letras bypo-
tbeoarias, qae coasticaam ama novidade, qae po-
dem ser depositadas como um tributo do Brasil
obre o tmulo daqueile iliastre bomem, tio ca-
lumniado, mas qaa agora acaba de ser vrogado
pelos brasileirosLaw.
O orador acredita qaa a exposicao da 1839 ser
muito mais til do qae as antigs exposicoas de
caf, que nem ao manos servram para melborar
ana cultura toraando-a perfeita, nem augmenta-
ran sua expirtacSo.
Tratando incidente nj.u do projecto de bancos
territrines, diz o orador qu est hoja tio sepa-
rado do gabinete com estave uuido butiro, par-
que, em ves de ver o gaverno preoecupar-so com
a elevacio das classes pobres e de preparar ana
geraco totora, volta-s; simp'.esm ate para a la-
voura, cuja sorte pretenda salvar.
O projecta que se diseate nao nos recommenda
parante o manda, nao un lei qae passaroos ex-
portar, coma o nobre deputado quera hontem na
commissio, que se exportassem hs letras bypothe-
carias; uias ha na historia recente do Brasil, ues-
te mesial anoo de 1838, um grande acont cimento,
qne est sendo julgado pela humanidade inteira
com extraordinaria generosidade, qae fas no mo-
mento a repatacao do nosso pais e ao qual o ora-
dor estima disar, monarebista convencido como ,
se est preudendo urna legenda creada pela enfer
midade do imperador, qae o orador tem visto re-
petida nos jornada ingleses e qae nao se perder
maisde qua o imperador moribundo havia tele -
graphado para o Brasil disendo qaa nao quera
morrer sem pTtaaoer a ama patria livre, e que
psra o cu nprioaento de sua ultima voatade o par-
1 ment apressou-se em manlar-lho a lei da abo-
lcao coma um derradeiro adeas, e isto livroa-o da
marte restitaindo-lhe a vida.
iluit i mais grave f >i ama daclaracia qua o no-
bre depatado fes quinta aoa motivos que o gover-
no poda ter para recasar o convite da Franca
deixand de consorrer exposicao de 1889. N
opiniSo do orador, S. Exc. expriroo se com muitt
verdade aobre a questilo dinstica. Lembrau qae
a principe consorte da princesa imperial do Bra-
sil descendente da casa Orlans e qaa a casa
Orlans, anda que neste momento aceitasse a suc-
cessfto do legitimismi, nao havia de querer renun-
ciar sea proprio plisado e revocar das paginas
da historia as datas em qae illastres memoras de
sua familia concorreriam gonerosamant i para ani-
mar e pira fundar a obra de Revolucao Fran-
cesa.
Nao ba duvida nenbama, diz o orador, que tras
ama recordaba) sinistra para a casa Orlans a
data de 21 d Janeiro, mas tambem as largaesaa
de Felippe Egalit lbe prepararam as grandes ex-
pansoes de 1789, como nao ha duvida nenhuma
de qae o Pague, de Orlans era o principe mais
popular da KraafsV quando se reuniram os Esta-
dos Uerae, assim como cousa sabida que Luis
Felippe tomcu parte na batalha de Jemmapes e
que fot dorante muito tempa, am soldado da revo-
lucao.
Histricamente, a recorda$ao da execucio de
Luis XVI urna nodoa que e resto a familia de
Orlans desejaria apagar: o actaal herdeiro da
iimWnsiiT do Conda de Chambord desejaria qua
nao- bouvess? easa nodoa de aangue no passada de
sua tamiia, mas mooarohicamente, dynaa'ieamen
te, a familia de Orlans provm de Luis Felippe.
O proprio asar qae atirou ao exilio aquella fami-
1U que fes com que um do* seas membros vies-
as ao Brasil e se caasse com a herdeira do thro
no: am resaltado dos principios dedozdos vic-
toriosamente em 1789, qae substituirt.m o direito
diviso pelo direito da soberana popular, a qae
dersai a corda de Carlos X ao chafe do ramo mais
mogo.
Seria, exclama o orador, verdaderamente ama
loucura si o marido da princesa imperial quizesse
tiasrr para o thrno do Brasil os reseatimentos
das lutas p) iticas francesas quisesse envolver de
qualquer forma a monarchia do Brasil as oorape-
tic3'S e as rivalidades polticas da Franca.
Pens que. pelo contrario, o Conde d'Eu ha de
exigir qua os ministros da princesa possam aempre
diser o qae o prncipe de Bismarck mais de ama
ves teso dito na reksbstag qae o p so da familia
Haheosollern nao tem sido laucado sino da con-
cha dos iuteresaes nacioaaes e nao na c.ncha dos
sterssaes da famia, dos interesses da coasagui-
nidade.
lias si isto exacto na Allemauha, quanto mais
em urna monarchia americana, quando o deseen-
dente dos Orleanj nao o obeie do estado do Bra-
sil, mas apenas o priacipe consorte, e quando se
trata da ama mooarcbia como a monarchia bra-
sileira, cujo futuro est lodiseolavelmente ligado
ao m eraacter democrtico, tem de passar por
grandes crises, tem de sentir-se altenardamente
abandonado pelos doos partidos e s tem de con
fiar e n si mesma e na sua verdadeira orientaca i,
qae preoccapar-se jmente do pavo, deste povo
qae atada nao existe verdaderamente.
Urna moasrcuia esm taas elam eutos nao tem de
se preo:cupar de saaorigum europea, nao tem de
saoe-apar absolutamente caro o Velbo .Mando,
par n tem que I ;gitiar-se cada ves mais parante
a d ui-cracia do coatmeote.
/radar est profuadaosente coa venc lo da qae
o ac*lhiaienti qaa s> nsaneui imperial fes outro
di* commissao ds espaatoio da Paria foi parto-
tsmeota sinsero, sxolhendo-a eomo aeolhan-a, de
stiando-lbe M asaiores prosperidades aog seas es-
sea reto para qae o-Brasil tambsss smi sssqisraos,
parque est convencido de que a Frase i, como di-
sis am escriptor, o soldado de Deas que, si hoja
alo combate pela guarda de am sepalchro, com-
bate pelo Daos vivo o direito que, como disis
Mirabaau soberano do mando.
O Sr. Anslrasle Plsjmelrm nao em pal*
revolucao francesa o mesmo enthasiasmo qae |ani
uurfi lastre orador que acaba de sentar-se. Con-
servador comsiajode ser am conservador em pais
assaricano, adoptando por conseqaenoia os princi-
pios libarses das inititoigoes por qaa se regem as
novas sociedades, bam de ver que a sua repu-
gnancia ou o sea menor enthasiasmo par aqaalle
grande aconteeimento nia pode ser explicado par
msaor jenerscio sos principias fecaudos de lber-
dade proclamado pelos autoras daqueile grande
aconteeimento. Nao tem sobra a origam dallas,
como aobre as sua consaqusncias, as mesmas opi-
niea que tem o nobre depatado.
Assim qae, para o orador, s grande data da
revolucao francesa nao aquella qaa exprime a
destruido, mas a que emprima a fundaco ; nao
s data de 14 de Jalho, em que fot destruida a Bss-
tilha, mas a de 4 de Agosto, em que as diferen-
tes classes da sociedade francesa renanciaram os
privilegios de qae gosavam, e, frsteraisando oon-
stituiram ajnova naoionalidade.
O enthasiasmo do orador nao tambem por es-
8ss origens longinqaas qae o nobre deputada pri-
curou nos sculos paasados para aqualle aeoate-
cimunto, parque a rdvolugab francesa nao data |
dahi, mas da philosophia di scala XVIII, e essa
a Franca beb-u-a, nao no sea proprio genio, mss
uas pub icistaa e philoaophos ingleses, como hoje
reconbecem os proprios escriptores franceses.
O nobre depatado aprovaitou-se hbilmente da
occasiao para advogar ama cansa qae eat per-
dida perante o gaverno o parante a consciencia da
Cmara.
8. Exe. pretandeu, enearocendi o grande acon-
tocmentoda revolucto f.ancasa, empaahar % ga-
verno do Brasil a emoorrer oScialmente expo-
sioa de Paris, qaa ser ao mesmo temp) am cer-
tamen iodastrial a comis morapio d ama data
poltica ; mas o nabre depatado vem tarde caro
agua meada, elevan dada 303 a 1.030:300/030
o crdito para esse fim, pirqua acha aqu os espi-
rita) preparados de accordo aom o das goveraos
que so ttica rsssMssio a concorrer offioialroeute a
essa commemoracao.
A nossa roisso hoje mais restricta. Si po-
demos faser nma ou outra referencia quelle acon-
tecimeato, nao podemos dar lha o carcter qaa o
nobre dopatado ihe attribuio.
O nobre depatado referio-se aog sentmeatos d
qae entende qaa deve estar possaido o represea-
taate da ama d pais, e que hoja se acha identificado coro os dea -
tinog do imperio do Brasil ; mas ao megmo tempo
que recordava as tradicoes libaraes dessa Ilustre
familia, o nobre deputa io esquecia da que a actual
Bapublica Francesa nii se mostrava igualmente
liberal para com ella, exilando-a do territorio. O
aobre depatado, que ge declaroa monarebista coa -
vencido, devia aproveitar o eniejo para ensiaar
aos republicanos do Brasil quo a forma de goverr
no mais compativel com a liberdade nao a rep-
blica, mas aquella que juramos em 1825, aquellas
que os n lasos pais mantiveram, e que d > nosso
.de-ver continuar a man ter. (Apoiados) E' esta a
forma d i gaverno que mais se concilla com as li-
berdades doa povos.
A llostre familia a quem o nobre Hepotado ee
referia pode dar disto testemanho. Ella, que liba -
ratisou exemplos de abnegaco em favos da Fran-
g ; ella, qua nunca dexou de dar pro vos de libe-
ralismo, fuadaado at urna monarchia cerctda de
laslituicjs republicanas, como da maaarcbia de
Julia dizia em 1833 am dos seus sasteutaculas;
essa familia, qu) alias nao poda hoje, da forma
alguma atteotar contra o governo estabelecido em
franca, a expailidB do territorio da patria, e at o
illuslre duque d'Aumale contiua no exilio, apezar
da reclamaco da primaira corporacao scieatifica
daqueile pais.
O nobre deputado enxergoa tambam que hsva-
ria na mocarchia do Srasii certa conveniencia em
faz v representar ottiji-tmente o sea goveraa por
amor da repercurso, que podara ter a hastilida
da do espirito nacioail em Frang contra a nossa
forma de governo; e S. Etc. aproveitou a occa-
s;o para salientar mais ama ves esse Justo resea-
timento, que se apoderoa de certa parte da lavou-
ra do paiz contra as instituicSes juradas.
O orador nao poda loavar neste mommto a pers-
picacia do nobre depatado. Se cam effeito tosse
verdade que o espirito republicano se apossava
das nossas classes conservadoras, claro que a
monarchia do Brazil nao poderia nunca ea apoiar
sobre aa sympathias do espirito fraacez. O ora-
dar nao pede admittir que o nobre deputado, bra-
sileiro, eomo folga de o recoahecer, qaeira qaa ama
iustituicao qaal a mjnarcbica doimpario se m>n
tenha sobre o apoio da urna opiniaa repualicana,
qae tft, no pro ario soto, ac-tn-mra tSo reosi-, ta>
refractaria iustituigao monarchica, que chaga a
excluir do anu territorio principas, que lbe devi tm
sor charos.
Mas anda neste ponto o nobre depatado nia
foi feliz, porque claro que o. justo reaeatiocento,
de qae porveotura ae moitran animadog alguna
brasileiros, neatas circamitaocias nao piden ter
maior animacao nem correspendsacia ua influen-
cia comacootecimeatos passados em Frang, e
mauos caro a con na n ir i-;.io quo dcllas se vai fa-
zer no anno futuro. Primeiro, casa cammemora-
gao ter lugar em um periodo futuro, mais do am
anno aps a data em que nos achataos ; segunda,
o gentimento qua possa determinar o procedimea-
ta desses brasileiros resent los nada de commum
tem com oa aconteeimento polticos e eom a phi-
losophra abstracta, que determinaram a revolucao
francesa, e aom os iateresses qae ella ferio, assim
como com os interesa- s que ella craoa.
O nobre depatada foi o primaira a accentuar
que formamos ama nacionalidado parte, nova,
moderna, sem os preconceitos, sem as tradigas,
sem pontos de contacto, emfim, com aquelles inte -
resges que a revologo francesa destrato e, accres-
centa o orador, com aquelles interesses que a mes-
ma revolucao creou.
Nio hi ponto de contacto; nao pode haver in-
fluencia. Sa as qaexas dos aossos concidados
sao desudadas a influir, ser no meio social em
qae elles vivem, com os recargos nacioaaes e, dir
o orador, com a cor loeal, e nunca por effeito de
commemoragoes que se possam faser em Franca
daqui a am ando.
Esperara, porm, o orsrdor qaa o nobre deputa-
do a^roveitasse a occaaio para acoaselhar aos
aossos compatriotas, ensinando-lbes a dar ligSo
da experiencia ; esperava qae o nobre depatado,
condoendo-se do resentimeato de qae elle se
achara paasuidas, procuras* faser -Ibes ver qae s
forma de governo que possuimos felizmente
aquella que mais quadra em ama nagao nascente,
qae j a possue sem haver derramado ama gotta
de sangue e a tem conservado sombra do pro
gresao e deacnvolvimento do paia (apoiados) ; es-
penN^que o nobre deputado tirasse da revolugio
francesa a ligo fecunda, que poden tirar aquel-
las nages que j tem institoigOis lioeraes, isto ,
qae all o poder publico, oscillando entre os extre-
mos do despotismo e da reataurago, chegou aBoal
a ter repouso na monarchia constitucional repre-
sentativa. <
Esperava anda qae o nobre depatado aconse-
lhasse aos nessos compatriotas que o sygtema con-
stitucional representativo tal que, offereceu aos
proprios interesses que ellas jalgam ter sido of-
feudidog a maig ampia arena da debate e de tole
de largas eoasideraooas sobre a magai-
sta qa a Franca v*i oeleorar e qaal
o muud inteiro seaisicia, conalue o orador di-
senloju nao ta duvida em coacarrer coa o
po de tolerancia, coro qae foi jssp.-e oavido nei-
ta cmara defeudeodo esaes interesaos.
Dorante 18 anuos, desde a apresantagSo da lei
de 28 de Satembro de 1871, em qae surgi a queg-
to s-rvil, at 13 da Mato de 1388, em qua ella foi
resolvida filialmente, a poltica do orador nanea
transigi a semelhauto respeita, foi sempre inexi-,
ravel em defasa dos iosjpesses da lavoara ; e elle'
deve ao rgimen qae temas o grande beneficio da
nuuca ter visto a sua voz abafada neste recinto.
(Apoiados.)
N'uma apubiica, que pregerave oa seus filhos
mais distinctog, seria este aconteeimento possivel ?
(Muito bem.)
O orador lembrara aluda aos no.iaas compa-
triatas iiludidos e reseoxiiog oa occaaio, qaa nao
gmente a propriudade de que foram despojados
qae elles teem que defender tambero a proprie
dade do ala, dos capitaes aceamuiados, dos pre-
dios, o qae tado tem valor, e qae trm a sua for-
tuna.
E si porveutura elles cedessem tao fcilmente
a essa espirito innovador, que procara boje d mi -
nal oa, o qua poderiam obter da Bepubtlas sino
a diviso das trras, am futuro ioteiramente dea-
conbecido ? (Apoiados. Muito bem.)
Estas sao as liguas de pro deacia qae deviamos
recordbaos nossos compatriotas, e nao procurar
aqualle qae a Kevolugo Francesa Ibas possa offa-
raoer, qae nao team atiidade nenhama. (Apoia-
dos.)

Observa qae o illugtre depatado diseertO!
Ihantemente, verdsde, mss sobre pststos am qua
anda hija se dividen, tanto as opinioes do
toriad .rea cama as p .iioas dos publicista. Si
qaisesse acompinhsl-o nasse terreno, em que
8. Bxe. eolloooa a discassao, poda proloagal a
combateado oom a aatoridade de graves escripto-
res muitas de guai propogiooes; mas nao o far.
Nio pode, entretanto, louvar o proposito do
nobre depatado, qae proeara sempre deprimir
a elass mais importante do pass
(Apoiados.)
O qae tem o projecto epresentedo com a pro-
posta da crdito territorial, de que a nossa lavoara
precisa ? (Apoiados.)
Parees qae 3. Exc. desconheee a nossa legisla-
rlo, os ensinamentos da scieneia, e at a opiniio
dos mais notaveis economistas. E' assim qae o
nobre depatado preteude-q'ua aqualle projacto en-
cana ama novidade garantindo o Estado capi-
taes lavoara.
Nao far a iajustioa de diser qae o nobre depa-
tado nao sabe o qne se encontra nao s em Lite-
ratura como tambem em philosophia e em ecoao
mia poltica, mas pergunta : S. Exc. poda adian-
tar aemalhantes proposigoes quando sabida qae
estes estabeleeimentos de ocedita territorial fo-
rsm fundados exclusivamente pelos governos, do-
tados por elles oom capitaes, com jaros garanti-
do nSa s ao capital como aos titulas qae emit-
tiam ? (Apiladas.) O nabre deputado ignora a
historia da Passa, das possessoaa austracas, da
Russia. da propria Franga a respeito dastea esta-
bele mantos? |
Contesta qae saja ama novidade a medida, di
sendo que o Sr. deputado por Pernambaao nio
poda ignorar que o projecto do gaverno nia
mais que urna proposta muito mitigada em ama
lei qae vigorou durante des anaos ; qae o senado
iniciou a lei de 26 de Novembro, que garanta le-
tras hypothecarias nio sobre 30.030:000* mas
sobre 40 000:030/, o qae elevara a emisaao a
400 000.003/, de am Baaeo qae oparasse sobre
capitaes estrangeir is ; qua o Sr. Visconde de la
bomirim, ee irritado cidadla caj > aapirito oliva-
do e caja grande illuatragio t-'em tid iguaes mas
nao saparisres, f >i o iniciador dsssa le, que vigo-
rou durante dez anuos, e que, si ai.-ida hoje nao
perdura, pirque o corpo legislativa enteaden
que, s ella ua i tinh sido exacatada, duraate esse
periodo, eanvinhi ser abolida oa modificada. Essa
lei, oorguuti o orador, que dava garantas sobre
10 000:003/ de capitaes estraageiros, nai podar
ser applicada sob a bisa 40.00J:030/ do capitaas
oacioaaes ?
Basponlendo a am aparta das obaervagas fei-
tas pelo Sr. depatado de Peraarobuco, quinda se
refera a ponderagSos faitaa pelo orador, diz qna
nobre daputado auffijienteuieota varstdi em eco-
nimia poltica, para saber qua o capital excan-
cialmente cosmopalica, a qua estando, com> est,
biixa ataxa na Europa, ni) dunda que esses ca-
pitaes immgrem, procurando collocigio as letras
hvpstbecarias garantidas cin5% B anda m.u,
dtso orador, assim cam) esaes cipities sa emare-
gam na divida brasileira,c>mi juro inferior a 5 "I",
assim tambero ellas p i;ur .rao ompregar sa nasses
ttulos garantidos Ciro '(., un vas qua a ga-
ranta a mesma. /
O Sr. Pedro LuizA lei de 1875 nio proiuzio
ease effeito.
O Sr. Andrade Figueira, respondendi ao apar
te, dis que era preciso que o capital estraogairo
viesse i mmobilizar-ae ao paiz, e isso o qua nio
pode acontecar j mas quandi o governo coutracta
emprestimoa da quatro e sais milhojj a jaros infe
rores, nio ach razio para qua a aaa garanta
aeja iusuffijeato no caso qua si discute. E' um
ensaio qua deve ser feito, qutnlo manos co d urna
atteagio da vida aoa grandes interesa as envolvidos
na lavoara.
Os que o nobre depatado por Pera .mbuco ain
da foi maia lioge, acreditaado que, par ter se ou
nia em algum tempo auxiliado exposiges de caf,
o paiz estava habilitado hoje a auxiliar a expasi-
go de que se trata. O orador nia aabe ai, coro
effeito, o governo auxiliou as exposigoos de caf;
recordase de qua o nobre.depatado aecuaiu am
miaigtro da su partido degte feo paccado, maa
tambero se recorda que a reapoata foi caatestando
o facto, oa palo meaos evasiva, de aorta qae nio
fisoa em sea espirito a convegio.
Oaclara, porm, aa nobre daputado que o gaver-
no que isso fisagge merecera 03 geus eocomios e
e nio a sua roprovagaa; nem acha campiragai
entre essas modestas expasigoes, para generaliaar
no estrangeiro os productos da uoasa industria e
esta expasigio faustosa, de origam revolucionaria
ou nio, confoime aa causas corrern oa nia, ero
que o governo brasileiro j enteudeu nio da,vet fi-
gurar, como entendern) diversas naguas.
Estas axpoaigdas de caf nio produziram cffeiti
algum industrial, diese o nobre deputado por Per-
ita .baco ; a isso responder o orador qae as nos-
sas traasaegoas comroarciaes adquiciram depiis
Ser am laeremcato qae nio tinbam, n* Russia,
na Austria e no Adritico.j
Se o nobre dapatada, dis o orador, consultasse
o nosso movimenti martimo, verificara que se
tan estabelacido linha* de navegagio com vapo-
res de grande torga e que o nisaa caf tem diri-
gido para esses pontos o sea curso.
Nio pode, portento, comprehender como o ao-
bre depatado padesae contestar a utilidade des
sis medidas que enstaram algum sacrificio ao Es-
tado ; nio o afirma, parque o orador nio eatava
aenhor dos arcanos do governo, partencia a oppi
aigio radical, u portento nio Iba confia va aeus
sagradas, no qua fazia muito bam ; e se nio teve a
csragem de vir confessar publicamente, o nabre
deputado que devia tel-a, coma teve de acensar
a eata classe que por desgraga possuo escravos,
que nio os procurou ; mas foram seus autepassa-
dos qae a obrigaram a essa contingencia. O pre-
go estabelecido aio interessava a essa classe,
mas interessava interamente ao pais. E', portan-
te, ama qaestio nacional e patritica, nao orna
qnestio de classe aquella que o Ceatro do Conv-
merco da Lavoara procurou realizar.
O nobre depatado nio pode esqueeer esta pobre
lavoura, e foi assim que S. Exc. procuroa estaba
lecar eomparagio entre o grandioso espectculo
qae val offerecer-te aos olhos da cidade de Paris,
e as modestas exposigoos do Centro da Lavoara e
do Commercio; S. Exc. fez ver qae, oestes expo-
siges made3'ri3, s vio offerecer-se, em photogra-
phias expostas, negrinhas apanhando eaf e pretas
apanhando sol.
O 8r. Joaqaim Nabueo Duas grandes litbogrs-
phias.
O Sr. Andrade Figueira dis qae aio ettes os
dous artigas mencionadosnegrinhos que apanham
cat e pretas qae apanham sol.
O Sr. doaquim NabueoE apanhavam alguma
cousa mais. (Riso).
O Sr. Andrade Figueira observa qae innocente-
raante lembroa em aparte qae ao meaos nisso ha -
va ama cor local, como o hoave as testes 4a
aboligo, mas isso porm nio era para o nobre de-
putado ir ao ponto do desejar qae ealma testa se
proloagassem at ao anno vindouro ; mas o nabre
depatado voltea com ama sarabanda do costme,
atirando-lhe auas arladas settas ; maa afflrma au
nobre depatado com a mi no coragio de qae nio
sabe qaaes foram estas testas, parque nio as .vio,
pois, emquanto dararaam, retirara-se desta capitaf
com receio de si confundir com os victoriosos do
dia, alie qaa era vencido, mas nio convencido, in-
do chorar no retiro a sua derrota ; hoave, porm,
umita scena burlesca e grotesca.
Si o nobre depotado pretende reprodnzir em
Pars essas testas, far cahir aobre a civlisigao
as preoceupsgSet sobre as nossas fiasncaa emm
[matares do qae baje. Nia aceita a qaestio dvs-
loeida, porque nio pode aeompanhar o nobre da-
potado nesgas desvas regimentase. O orador
pasea como regimentista e, nio tendo a imagina-
gio frtil de S. Exc, nio pode acompanhal-o.
(Biso).
8. Exc. as consideragoas qae prodasio anda
mais convencen o orador de qae deve votar coa
tra o projecto. Declaroa o aobre depatado qaa a
lavoara* commetnoracio da revolucao francesa entre ostras
maravilhas vai faser a reproduce/o do famosos
espelbos de Archimedes qae ineeadiaram anda de
longe a esquadra dos romanos. (Riso).
fj. Exc. annuncia qua sa vai repraduiir essa
pbenomno para redusir a oinsas todas as soc--
dades modernas ; vota contra o projecto por mais
essa rasio.(Kiso ; muito bam).
FINANZAS
Elementos que pacilitam o estddo e
SOLgiO DO NOSSO PROBLEMA MONETARIO
E DA QUESTXO DE BANCOS.
(Continutqlo do n. 149)
IV
A scieneia ti nance ira nunca poder acon-
selhar a crearj^o d<; urna mooda fiduciaria
falceada. Os fins da creacao legal de
qualquer inoeda nao podem deixar de ser
exclusivamente nacionaes e d'ahi a neces-
sidade de urna nioeda para cada paiz.
As trocas e relacoos internacionaes nSo
careccn della absolutamente; e o facto de
a verunas figurar alii nao relaciona-se se-
nSo coin o valor mercantil da sua materia
prima e nada mais; ella simples merca-
doria no balea o dos cambistas.
No.seio do paiz que a emitte a cousa
outra e muito differente.
Em relacao aos individuos que quizerem
enthesourar riquesaa ou professar o com-
mercio do cambio, a sua procura poder
relacionar-se com o seu valor intrnseco;
mas em relacito aos demais individuos e
em relacao a sociedade inteira considera-
da como personalidade moral, a moeda s<>
interessa exclus\-,\ a 'iite pelas tuncgSes
que lhe silo inherentes e nada mais.
Para estes i n cousa mais inJift'erente
do mundo que a moeda legal, urna vez
emittida de accordo com a scieneia finan-
ceira, seja metlica ou fiduciaria. Si am-
bas forem igualmente aptas para o irre-
prehenstvel pi-cenchiin--:ito de toda
suas funceoes econmicas e tiu 1,1 ''ra.-,
sem possibilidade de prejuizo paro nin-
guem,ainda assiin a miela fiduciaria tor-
nar-sc-lia preferivel metlica por ser mui-
to mais porttil.
Sendo istoX^pura verdade, da qual era
boa f ninguem ousar duvidar; claro
que nos seriamos os mais lamentaveis bes-
talhoes do mundo, si, pedindo ao nosso
governo augmento de meio circulante, nos
lembrassemos, sequer, de preferir o meio
circulante metlico ao fiduciario!
Esta simples lembranca no3 daria ili-
reito ao qualitcativo de insensatos porane,
na verdade, seria preciso ter-se urna adoe-
la de menos, ou ter-se o senso pratie 1 in-
teramente oblitralo por todos os desva-
rios da cconomia poltica, para nao ver-se
claramente que o dficit externo do BlsVsii
impossibilitoii-o de ter em circulacao qual-
quer moeda metlica desde o perodo de
1810 a 1819 at hje, e ainda por muito
te ipo.
A moeda metlica s serveria para ser-
nos arrehatada, pelo dficit do paiz,
lka quaesquer outros'va-
ima mana despresi-
vel. E, nao tem alcance financeiro, pela
mesma razio que nao tem alcance theori-
c(>, e ainda porque, na circulaco, a fidu-
ciaria anda mais depressa que a metlica.
E' certo que, narealidade, a taita de moe-
da metlica na circulacio importa, para o
commercio nacional, a falta de urna mer-
cadura supplemcntar que muito lho con-
ven!, para saldar a conta de importacSo e
exportaao de valorer.
A falta dessa mercadoria o colloca na
necessicade: -ou de deixar-se esfolar no
balcao dos cambistas comprando essa
mercadoria para exportar-ou de deixar
um aberto um debito no estrangeiro. Mas
isto s na hypothese de mostrar-se a
nossa exportaao de valores, que nessa
conta se representa em moeda estrangei-
ra, pagar superior a nossa importacao
de valores, que ropresenta-sc em moeda
nacional receber; porque na hypothese
contraria c o commercio quem esfola o
cambista no seu proprio balcao. Mas quem
nao v, ahi, tao somente as contingencias
do commercio externo e do commercio de
cambio, de exclusivo dominio da scieneia
econmico-domestica ? (Ensaios-Economicos
Cap. V.) **|
Nada absolutamente tem que ver com
estes resultados lgicos das leis que re-
fesn a troca internacional; nem a scieneia
financeira, nem a scieneia econmica, nem
os grandes interesses nacionaes, que na
hypothese sao manifestamente antagnicos
com os do commercio, porque ao paia >m
vm que o meio circulante nio seja ex-
portado e ao commercio convm expor-
tal-o, e menos ainda tem que ver a scien-
eia poltica que s se pode preoecupar
com os interesses da communhSo social, e
que nao pode aeixar de abandonar a cada
individuo o cuidado dos seus proprios in-
teresses particulares.
Esta mesma questSo de preferencia en-
, tre a moeda metallica e a fiduciaria, muda
interamente de face se, fr encarada de-
baixo do ponto de vista da aptidao de
nina e outra moeda para abastecer a cir-
culacao de qualquer paiz.
Emquanto as conveniencias econmicas
de um paiz forem contrariadas, em seu
desenvolvimento, pela falta do meio cir-
culan-e legal, ninguem poder affirmar
que a circulagao esteja convenientemente
abastecida. Todos comprehendem, poctan-
a necessidade de ser o meio circulante le-
gal susceptivel do elasterio suficiente, que
o torne apto para satisfazer a todas as
conveniencias nacionaes, sem a possibili-
de do converter-se em algum embaraco;
e dahi, para a scieneia financeira, a ques-
tSu nao sera do rgimen monetario.
A impossibilidade absoluta de commu-
nicar-se moeda metallica o elastesjj ne-
cessario que para ella
augmente ou dimi-
raacia. O orador paderia ser para elles um exero- da Brasil am ridiculo iadisivel. 8i tem esta pre ten-
cw, razia de mais para que o orador negu o seu
voto ao projecto. melar qae nia compareci-
mos all para repetir essa scena.
O Sr. Bezamat -Ha photographias muito -ca-
riosas.
O Sr. Andrade Figueira diz qae nio tem a
r asi dade de vel-as. O arador nio tem enthu-
'Jfcisujo aboliciauista. Sea espirito foi sempre
creador ; tem maito gosto pela creacao ; osa para
abolir, nao.
Est bem asigaalada a divergencia entre o
orador e o nobro depatado. Para o orador a
grande poca da revolucao frsncesa o 14 de
Agosto e nia 30 de Julhi; eis o trsoa de sepa-
lacio.
A esta discassao foi o orador arrestado e s as-
sim entrara della porque nao tem iuteresse em
pr-langar essa ogerisa da reap-iuvel classe dos
abolicionistas ; qua oeste momento, em qae tud
est faito, s ha necesiidede de cuidar em Vida
nova e nos iateresses do pas.
Voltando ePMmPtJ do crdito, pede so nobr
deputado qjldP^snwrve tu do quanto teaha a diser
sobre a proposta do governo canteada auxilios
lavoara psra occasiio adeqoada. O orador acoro-
panhar a S. Exc. par pastu, responder a todos
os argumentos qae j. Exa, produzr, mostean ii
qae a proposta aio eontm .providenoia alguma
escandalosa, mas regras de direito eomo coose-
quencia foroosa dos acoatecimsntos j consigas -
dos em lei idntica qae daroa 10 sanos e quaado
do paiz, dei
xando-nwli om pi du ^uu tw -
asrtuaes. Para comprovarmos a existen-
cia desse dficit, mais que secular, ainda
accrescentarenass o sguihle ao que j te-
mos dito:
S na casa da moeda do Rio de Janeiro,
no perodo de 1703 a 1833 cunhou-se:
216.2d7:629#928 em ouro de 22 quilates
na razao de l?$Qi)0 a oitava na forma da
Lei de 4 de Agosto de 1655, sendo o cam-
bio par de 67 1/2 dinheiros sterlinos por
ltjiOOO; de Outubro de 1833 a 1817 cu-
nhou-se ainda 57-4:7005900 de ouro, com
o mesmo quilate na razao de 2$500 a oita-
va, Lei de 8 de Outubro de 1833, o cam-
bio par era 43 1/2; de Setembro de 1847
a 180 cunhesu-se mais 37.670:5140000
de ouro, com o mesmo toque, na razto de
4^000 a oita^, Lei de 11 de Setembro
de 1847, e o cambio par ficou sendo de
27.
Nao se levando em conta a recunhagem
dos pesos hespanhoes, a cunhagem dapra-
ta foi diminuta; mas no periodo de 1849
a 1860 cunhou-se em prata8.628:5255400
na razao de 281,25 a oitava, Lei n. 625
de28 de Janeiro de 1849. De 1860 at hoje,
se tem continuado a cunhar bur e prata
n'aquella casa de moeda, embora os rela-
torios do Ministerio da Fazenda nao nos
d os esclarecimentos precisos e tudo tem
sido absorvido pelo dficit nio do gover-
no mais do paiz.
Sendo, por tanto, o meio circulante fi-
duciario o nico qne nos pode convir, dei-
xemos margem a moeda metlica da
qual nem nos devemos mais lembrar e da-
qui por diastte oceupemo-nos to smente
com a fiduciaria, as condic5es em que a
scieneia tnanoeira a pode aconselhai-.
A moeda financeira pode ser emittida
pelo thesouro publico ou pelos bancos; a-
quella amparada pelo crdito nacional; e
esta pelo crdito particular. No Io caso o
valor e o pagamento da moeda fiduciaria
s poderao ser garantidos por aquillo que.
constituir a base e fundamento do crdito
econmico do paiz; e no 2J caso por aquil-
lo que constituira base e fundamento de
crdito bancario.
A questao da preferencia que se deva
dar a qualquer moeda para constituir 0
meio circulante nacional merece uissi re-
feren^, i confirmativa do que temos-dito.
A questao da preferencia entre a moe-
da metlica e a fiduciaria para meio cir-
culante nacional nao tem a menor impor-
tancia, nem pratica, nem theorica, quer a
encaremos econmicamente, quer financei-
ramente. Nao tem importancia pratica,
porque ambas desempenham idnticamen-
te as mesmas func5es no seio da econo-
ma propriamhte nacional; nSo tem me-
recimento theorico, porque ambas pagam
exactamente o valor, de todos os contrac-
tos e obrigacSes.
O facto de ser o pagamento incontinen-
te ou prasonao temo menor alcance para
quem nSo a vai enthesourar, desde que fi-
car interamente excluida a hypothe-se do
menor preyy^o para quem quer que seja.
nua, segundo as conveniencias nacionaes,
praticamente urna questao vencida c re-
solvida.
Quando menos fosse fcilmente soluvel
a questao de encontrar-se a materia prima
necessara aos seus augmentos, restara urna
infinidade de obstculos jnvencves, que a
impediram de correr como sefazmister; e
dahi a cxplicaeao do facto de no poder a
scieneia tnencera comprehender um re-
gimen monetario perfeito sem moeda fidu-
ciaria.
Entretanto, perante os conselhos e pre-
ceitos desta scieneia, comprehende-se fa-
c'lmentc um reg'mem monetario rigorosa-
mente perfeito, sem moeda metallica, pelo
facto de ter esta desapparrcMo cfci efreu-
lagao, im vrtude das leis da troca inter-
nacional. Restar sempre na consciencia
nacional um conhecimento exacto do pa-
drio de valor da moeda fiduciaria nacio-
nal e c quanto'basta.
Um rgimen monetario nao se caracte-
terisa pela natureza do meio circulante^
mas sim pela sua unidade, racionabilidade
e elastcidade, atini de que fique o meio
circulante nacional abrigado contra todas
as duvidas c suspeitas possiveis, e produ-
za no seio da economia nacional todos os
os resultados pratcos que possam decor-
rer das suas admiraveis funcc3es.
Um rgimen monetario sem una espas-
sibilidade que lhe seja propria ou conge-
nita 6 simplcsmente um absurdo perante
as sciencias administrativa, econmica e
financeira, o qual nao pode deixar de ser
repellido pela soienca poltica, inas urna
consequencia lgica e necessara da cen-
tralsacao da moeda legal, com que o nos-
so governo, inconscientemente, tem nulli-
ficado e esterilsado as suas melhores in-
tencSes de promover o bem do paiz.
Agora chegamos sjBestao da preferen-
cia entre a moeda fiduciaria, amparada
pelo crdito nacional e a amparada pelo
crdito particular, para desempenhar as
funceoes do meio circulante nacionatt.
Esta a maior e a mais importante
questao da scieneia financeira, de cuja so-
lu3o depende a solujaVo do maor nnmero
das serias questoes que se possam
nos dominios desta scieneia.
Encaremol-a de frente sob os seus de-
ferentes pontos de vista, e vejamos se h
ou nao possibilidade de tornar-se indiscu-
tivel e inquebrantavel a garanta de urna
e de outra, afim de se equipararem com-
pletamente a moeda de valor e pagamento
contidos em si mesma.
Nao tem alcance
coapram igualme;
quesas que se qui
ro desejo de enthe
ico porque ambas
as outras ri-
umofau* e o me-
-se mowa n
m
(Contina)
Francisco Atnyntas de Carvalho Moura.
Magdalena, fregaesis de Afogsdos desta cidade,
bem assim no valor de todos os bens, direito e ac-
ones qae lhe corresponden) e de qae est de posse,
conforme a avaliaeao dada.
Da aceda dos aceiontat
Art. 5. As accoes nio serio transferidas a qaem
nio for accionista sem spprovaoSo da directoris,
a qaal ter preferencia para amortisal-os pela co-
tacio do mercado, sempre qae o numero de accio-
nistas nio fique inferior a sato.
nico. Compete a directora admittir como ac-
cionista o legatsrio, herdeiro, arrematante oa ad-
judicatario de acedes; se ella nio optar pela se-
qnisicio deseas accSes, pela ootscZo do mercado
para amortisal-as oa transferil-as.
Art. 6. Sio direito 1 dos socios :
1. Tnmsr parte as deliberscoes da assess-
olea gerad, votar e ser votado para todos os ear-
gos sociaas, teads am voto por cada accio at o
numero ds cinco aeooos; sendo d'ahi em diante di-
reito a mais um voto por cada cinco acedes qae
possair.
2. Entrar em todas as dependencias do Pra-
do, com excepcio da casa das apostas onde nos
das de corridas s terio entrada os membros da
commissao fiscal, os directores e os empregados
all em servlco.
3a. Receber para os das de corrida doa bi-
Ihetes de archibancada, alm do logar qae lhe com-
pete coma socio.
Art. 7o. Os accionistas sio obrigados a respeitar
as disposicoas do reglamento interno.
Da directora
Art. 8. O Prado Pernambueano, ser dirigido
por urna directora compost%de tres accionistas
eletos aunualmente pela assemb'a geral.
Em caso de recata, impedimento ou ausencia4e
algum ou alguns dos directores, serio substituidos
pelo immediato em votos e na falta destes convo-
car-se-ha a assembla geral para ama eleieio.
A-t. 9. Cada um dos directores, antes de en-
trar em exercico obngado a garantir a rerpoa-
sabilidade do sus gestio com o penhor on eaacio
d daas acedas do proprio Prado Pernambacano.
Art. 10. Compete a directora :
% l: Rpreseutar a sooiedade em iaiso e persa-
te quaesquer aatoridade oa associaedas.
2". Superiuteader todos os negocios do Prado e
genl-oa de modo a satistaser os seas fins ; toman-
do as medidas qae jalgsr necessarias para a can-
sarvacio e melhoramento dos bens sociaes.
3o. Pixar as despesas da administracio, con-
tractos e exonerar o passoal necessano.
4. Orgaoisar n regolamantc, Interno e faser
neste as altemcojs qua forem acansalhadas peta
pratica, deveada aqaalle e estas ser approvadas
pela assembla geral e publicadas oito das autos
da sua execuoio.
". Adquirir bans de ras e converter em titu-
las di divida publica cu lettras trypothecarias aa
quancias destinadas ao fundo- de reserva.
G. Ricolher i aro estabeleeimento bsuesrio
de san escolba os inheiros da sociedade.
J. Celebrar quaesqusr contractos qae jalgsr
11 fis aos iuterusses e fias sociaes.
8. a.'solver sobre as transferencias de acetes
de iccordo com as disposicoes do art. 5*.
9. Aposentar a assembla geral no mes de
Agosta de cada auno o relaten, batanos e can-
tas d 1 aa geatai, acompanhados do respectivo pa-
rce-, r fiscal.
10. Prestar a csmmifsa 1 fiscal todos os escla-
recimentos de qua^ll precisar para o desempe-
nho de seu mandato e consultal-a sempre que
jalijar conveniente.
11. Convocar a assembla geral ordinariamen-
te na epocha determinada e extraordinariamente,
quando o requerer a commissio fiscal oa sato ae-
ciooistas que repreaentem pelo menos a quinta
parte do capital social.
Art. 11. Dos lucros liquides serio divididos 1*
"/. p: los tres directores.
Art. 12. Nio poderao ser.inscriptos as corri-
das do Prado Pcrnimbucana, anima- 3 perteacen-
tes aos direccares ou a coudelarias as qaaes ss-
jam estes inceressados.
Da eommsSo fiesal
Art. 13. A.commissio fiscal compor-se-ha de
tres accionistas eletos annualmente. No easo de
recusa, impedimento oh sasenca de algum oa
alguns dos tiseaes, serio chamados os immediatos
em votas, e na falta destes ser convocada a aa
sembles geral para urna eleico.
Art. 14. Cada um dos fiscaas, quer em oomms
s>, qaer saladamente, poder entrar em qaal-
quer reparticio oa depeadeacia da sociedade,
quaado julgar conveniente, examinar qualquer
ramo de servico social e pedir todos os esclarec-
meatos relativas sua execuoio.
Art. 15. Compete commissio fiscal:
1. Ouvir a secretaria sempre qae esta a re-
quesitar sobre ascompto importante e propdr o
310 jjlgir mais conveniente e proveitosa a sacie-
Sae.
2.a Examinar as contas da directora, confe-
rir os valores em caixa, apreseotar o sea parecer
na reaniio aaanal da assembla garal, expondo
nessa oocas-o a aituacio da sociedade, indicando
os alvitres convonientes e denunciando quaesquer
erras oa faltas que encontrar.
3 o Coavocar a assembla garal ordinaria no
mee de Setembro se a secretaria o nio honver
feito at 31 de Agosto, e extraordinariamente
quando occorrerem motivos urgentes, ou quaado o
reqaeiram sete oa mais accionistas qae represea-
tem pelo meaos a quinta parte do capital social
e a secretaria sa recuse con vocal-a.
[Da assembla giral *
Art. 16. A assembla geral regularmente coa-
stituida a renniio des accionistas enjas accoes
PERNAMBUCO
Estatuto* da sociedade auoay
ma <*rado Pernambueaao
iDa eonstUuigao, fins e duraf&o di sociedade
Art. 1*. Pica instituida na cidade do Recite,-ca
pital da provincia de Pernambuc .ama s
ananvroa sob a denomincio do Prado Pe
bneano.
Art. *. O seu fim o m.lhoram nto da raca ca-
vailar nosta provincia, contribulado com piemios
em favor dos animara que, em corridas no hip-
dromo para esse fim construido, obv-rciu melho-
res classificacoas. ^
3. O Draao dPsfaraco da sociedade de
20 anuos einUdas do* Jo Jalho de 1838. Findo
elle entrar a sociedade em liqai-d.icj, salvse
for prologado por dadiberacli da atsembla geral
dos ccio listas.
Art. 4*. O capital da sociedade da setenta e
cinco conloa de ria (75:OOttfe divididos em cont
e eiuoeutn acedes de quinientos mil res (500*)
cada ama.
nico. Este capital J realisado, consiste no
valor da archibancada, movis e utensilios, circo
de siaco, OBtribars, urna parte de terreao e to-
das as mais de pendas as do actaal bypadrom:,
existente roa de Carne Gomes na Passagem da
estiverem devidamente averbadas.
Reaoir-se-ba ordinariamente no mes de Aguate
da cada anne, e extraordinariamente quando fr
convocada devendo ser indicado o fim da reaniio.
1.' as reunidas ordinarias, qne serio convo-
cadas com antecedencia de quinze das, tratar-se-
ha do inventario, balaoco e-coutas da secretoria,
depois de lido o parecer da commissio fiscal, bem
como de outros quaesquer sssomptos qae intfres-
sem sociedade.
2. as reuni.! 1 extraordinarias smente se
tratar dos assamptos para os qaaes foi ella ex-
pressamente convocada, por annancios coaseeati-
vos com antecedencia de cinco das.
Art. 17. Compete assembla geral:
1. Proceder eleieio da directora, da conv
missio fiscal e do presidente e secretario ds as-
sembla geral.
2 o Resolver as questoes soeiaes e indicar
qualquer alteracio on modificacio na marcha da
a ministracio.
3." Destituir a secretara, a commissio fiscal
ou qualquer de seos membros. *
4.0 Reformar os presentes estatutos.
5. Deliberar sobre o augmento oa diminuicio
agitar 0 capta| aocial e sobre a prorogscio do praso
ou liqaidaeio da sociedade.
6." Ordenar os exames e inquerito qae jal-
gsr necessarios ao interesse social.
Art. 18. Ao presidente da assembla geral,
compete:
Abnr, sospender, adiar, e encerrar ss sessoea,
dirigir os trabalbos, conceder a palavra, manler a
ordem e dirigir as discussoes.
Art. 19. Ao secretario competo :
Redigir e 1er as setss e o expediente, fszer aa
chamadas e apurar 01 votos nss eleicoes, sendo
neste ultfrho caso, auxiliado por dous escrutadoras
Horneados pelo presidente.
Art. 20. Na falta do secretario o presidente
convidar um dos accionistas presentes para sob-
stituk-o, na reaniio.
nico. Sea falta fr do presidente, substitoil-
o-ha o secretario sendo o logar deste preenchide
pela forma cima dita.
Faltando ambas, ser acclamado am presidente
qae por saa ves.nomeari nm secretario.
Art. 21. As decisdes aserio tomadas por materia
dos socios presentes, excepto nss eleicoes aa quaes
serio feitas per escrutinio secreta, prevalecenio a
maior i a de votos.
Art. 22. No recinto da assembla geral somente
aos socios oa seos legitimas procuradores ser peo
snittido ingresso.
Do fundo do .reserva, lucros e dividendos
Art. 23. U Prado Pernambucsno ter am faude
do laserva, exclusivamente destinado a recon-
stroir o capital social, contra perdas e eventoses.
A saa aeeamalacio nio cessar emquanto ola
nttingir a 3) /. do capital realisado.
A importancia do fundo da reserva d-:v:ri ser
emprega-da em apolici'B da divida publica oa esi
letras byp itb carias do Banco de Crdito Real.
Art. 24. Da importancia dos lacros lquidos esa
cada semestre ase dedasirao 10 V. para fondo de
reserva. Os lacros restantes seria dividido somtl-
tramente entro os accionista.
Art. 25. O producto lquido ds pot-eeatagea
psrcebida pela casa das apostas (salvas as den
zas do servico) ser applicado a premias destina-
dos aos animaos venadores e o a
conta de lacres.
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Art. 26. A edmioisteacaofie*autorisads afazer
acqnisicio da parte do terreno em que est esta-
belecido o Prado e que anda nio perteneente &
aociedade, on a propor assembla geral a oom
pra, ae aaaim o julgar maia conveniente, de outro
qualquer terreno appropriado ao estbil cimento.
Art. 27. Oj casos nSo especificados nestes esta-
tatoa, enteodem se regalados pelo qne dispoe a lei
n. 3160 de 4 de Novembro de 1882 e o decreto n.
8821 de 30 de Deseoibro do mesmo.
Art. 28. O accionista qoe sabscreverein os
presentes estatutos e qoe representan) a totalidade
do capital social do Prado Pernambucano appro-
nn aa diepoeicoes de todos os artigos eacriptos e
ohrigam-se por si, seos herdeiros e aaeceaaores a
reapeital-as tio fiel e ciar-mente como nellas se
contm.
Art 29. Serio permittdoS no bypodromo da so-
eiedade, qaaesqoer outros divertimentos que a di-
rectora jalgar uteis.
Recife, 21 de Junho de 1888.
Olympio Frederco Loop.
PP. de Jos Goncalvos Pint, Jos Joaquiin da
Costa Maia.
Francisca de Soasa teis.
Jos saqun da Costa Maia.
Orestes da Costa Reg Monteiro.
Claudio Dubeaur.
Antonio Carlos de A'ruda Beltrii.
Joio Jaatiniano da Roch*. __
Luis Doprat.
Ensebio da Canha Beltrio.
Carlon Alberto de Meneaos.
Joio V. C Alfarra.
Jos Osorio de Cerqueira.
Eugenio Cbaline.
Arthor B. Dallas.
Bario de Caiari. #
Jos Mariano Carneiro da Cuaba.
Jos Peres Campello de Almeida.
Lista dos sobecriptores da aociedade anonvma
Prado Pernambucano
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pect i vas fonecoes.
Depois do qoe declarou o Illm. Br. presidente,
qne acbando-se preenchidas aa preseripcoes lgaos
esta va constituida e organiaada a aociedade aso
ny'ma aob a deoomioacio Prado Pernambucano,
com o qoe concordara todos os accionistas pre-
sentes e ordeoou a reueesa dos estatutos a meri-
tissima junta eomraereial conjunctamente com a
lista nominativa dos subscriptores para seren ar
chivados, conforme determina o art. 32 1' e2*
e fossem publicados no Diario de Pernambuco de
accordo oom as preseripcoes do art. 33 da loi das
sociedades anooymas.
Ordenou mais que se remet esse a carama junta
a copia da presente acta segundo o 4 do art. 32
da mesma lei, deizando de proceder, de igual
modo, com re icio ao 3 do mesmo artigo por
ter sido o capital realisado integralmente no valor
em que foi avsliado e a:ceito o Prado Pernambu-
cano.
Lavrou-se a presente acta que assignada
pelos subscriptores presentes.
E nada maia bavendo a tratar-so, foi encerrada
a sessio s 2 horas da tarde.
Ea, Carlos Alberto de Meoeaes, secretario, su
bscrevo e asaigno a presente seta em daplicata.
Bario de Caiari, preaidente.
Carlos Alberto de Meoeaes, secretario.
Francisco de Sooaa Seis.
CapitJo Jo3o Jaatiniano da Rocha.
Antonio Carlos de Arroda Beltrio.
Laia Duprat.
Euiebio da Cuaba Beltrio.
Clandio Jubenx.
Olympio Frederico Loop.
Por proenracio de Jos Gonotlves Pinto, Jos
Joaquim da Costa Maia.
Joio V. C. Alfarra.
Jos Oz rio de Cerqaera.
E. Chaline.
Anbur B. Dallas. *
Jos Joaqom da Costa Maia.
Orestes da Costa B'go Monteiro.
Jos Mariano Carneiro da Canha.
Jos Peres Camplo de Almeida.
Illm. Sr presidente e maia membros da jante
conunerciilA Sooiedade Prado Perormbucano,
precisa que Vv. Ss. fe dignem mandar p issar por
certido s' fdram deviiamente registrados os esta-
tutos desta sociedade e em que data. Pelo que pede
a Vv. Sa. d.ferimento. E. R. M. Recife 5 de Ja-
lho de 1888 Claudio Dubeuz. Estava sel na
com tima eatampha de 200 ris. Passe-se. Re
cife. 5 de Julho de 1888.Miranda Leal.
Camprindo o despacho suppra, certifico qoe
f ram archivad s boje, na ferma da lei, > tutos, acta da assembla geral dos accionistas,
lista nominativa dos subscriptores, papel da ava
liaco Ib bens da aociedade, guii e verba do pa-
gamento do sello do capital realisadj da compa-
nbia oa sociedade aoor.yma denominada Prado
Pernambucaoo.
Escrevi e assigno nesta secretaria da junta
commereial d > Recifj, nos 5 de Julho de 1888.
Em f de verJsde. O secretario, Julio Aogusto
da Canha OuiaiarSea. Ejtava sellado com urna
estampi'ha de 14000
Monteiro de Mallo, daten osa
mando do 14* batalbto de intantaria, pirt o qual
foi promovido por decreto da 24 de Moto do cor
rente sano.
E' digno de todo louvor o Sr. ma|or Estevao Jos
Ferras, pela dediescio, intelligoocia e aelo qae
sempre msnifestou dorante o tempo que oamman
don o referido batalbSo, procurando c Mocar na
altura em que deve sempre estar a disciplina e a
instrueco das pracas sobre aeu comeaando.
Oatrosim..................................
(Assignado). Jos de Almeida Barreto, briga-
deiro.
Quartel do commando interino do 14* bata-
IbSo de infantera, no Hospicio, em Pernambuco,
5 de Julho de 1883. -Ordem do dia a. 504 Fa-
aende entrega do commando do batalbio, que exer-
c> interinamente desde 10 de Marco do corrente
anno, ao Illm. Sr. tenente-coronel Feliciano Ca-
liope Monteiro de Mello, promovido a eftaetivida-
de desse posto por de neto de 24 de Maio ultimo,
felictito ao batalb] por ter ana frente to dis-
tincto chefe, qoanto aSo honrosos os seas prece
dentea noezereito.
Por motivos bem justificados devo acreditar,
que com to brioso ehefe os Srs. officiaes e pracas
serio guiados, no camioho de seas de veres, oom a
luz da intelligencia e do saber, o que por mim nio
foram; entretanto, dis-me a conscieneia ter feito
todo o posiivel para manter oa crditos do bata-
lbio na altura da confianca inspirada das autori -
dades superiores e da opiniio publica desta capi-
tal, e si atting a esse ponto, embora lutando
com d'fficaldades naacidas de sircums' .ncias im-
previstas, li nio ebeguei s, tive a satiaticio de
ser acompanhado de meas bons e leaes campa
nher^s.
E para qae cada um cjnh'oa e avalie o grio
de minha gratidio e reconheoimento, passo a ea-
pcialisal-os. O Sr. capitio M-noel Aocelmo Pe-
reira Guimariea, que ezercan as lanceos de fiscal
com intl'gencia, aelo e circumspeccio, loavo-o e
agradeco a sua franca e leal coadjuvacao presta-
Sahido para Liverpool no vapor ingles) Por-
Chegados da Europa ao vapor ingles La
Plata :
William Hallawell, Joba George, Me. Bte,
Robert H. Charlton, Rogar William Boariog, An
tomo Caetssao, Jos da Costa, Manoel da Silva,
Fernando Alvea e Joaquim Ferreira.
Sahidos para os porto* do sul no vapor na-
cional Pernambuco :
pitio Joaquim Pedro do Reg Barros, An-
gosto A. da Barros Pimentel, Justino Torres,
capitio Marcelino Rodrigues da Costa Jnior,
Clemente Eagene, Joio Goooalvea da Silva, Jos
de Macado, sua seohora, 3 filhos e 1 criada, Joa-
quim Jos da Silva, Joio Manoel Gcncalves dos
Santos, Antonio de Sonsa Liite, Tiburcio C. da
Silva Moreira, Joio M. de Soaza, Francisco Luis
de Almeida, Antonio Nassioniovich, Sabino da
Costa, Joio Ribeiro, Gaspar de Carvalbo, Joio
Antonio dos Saatos, Seraphiai Manoel de Lima,
1 furriel, 1 cabo do 2- batalhio, 1 inferior e 12
pracas do 1- batalhio.
Sabidos para os portas do sul no vapor in-
gle* La Plata : -----
Commendador Joseph Kraoae e M. Hicks.
Directora asta ourai ae eonaerva
cao los porto* de rernamboeo Re
cife 5 do Julho de 1888.
Boletim meteorolgico
da ao meu commando ; os Srs. capities Augusto
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09 SiWJDTOJIlRTl
'* '?' ?*" 5"
o =i 2. o 2 = 2.
RESIDENCIA DA DmECTORIA
Presidente
Claudio DubeuxPassagem d* Magdalena, tra-
vessa do P^ysandii n. 3.
Secretario
Dr. FiaLciico de S uta ResRa Deaembar-
gador Nun a Machado n. 84.
Thesoureiro
Ofttes da Costa Bego MjnteiroRa do Ra-
chji I, i). 63.
- ic te ^ ^ -j y
- 5"
S'COOSOPO
SSTasSScS
5cSsSo?3o!=8oS
8S88SS3

A fl 10 vereu do competente livro fie averbadb
o wllo correspondente ao capital de 75:OO0000 e
mais o respectivo addiciooal.
Recebcdoria de Pernambuco, 5 de Julho de 1888
-Nery.
Acta da asstiiibla geral dos accionistas da
Socitdade Prado Pernambucano
Presideocia do Illm. Sr. Dr. Antonio
Cari a de Arruia Beltrao
A'd 11 horas do da 1. do mes de Julho do
anco der 1888, no 'rado Pernambucano, i ra
Carlos Gomes, na Passsgem da Magdalena, reu-
nidos os accionistas subscriptores Dr. Antonio
Carlos de Arruda .'ltrio, representando o capi-
tal de 15 000^000 em trinta accojs, Olympio Fre-
derico Loup o de 15.000*000 em trinta aece
Dr. Jos Gon^a'ves Pin'o, por aeu proeorador Jos
Joaquim da Coa'a Mua o de 15.003*000 em trin-
ta aced -s, Orestes da Costa Reg Monteiro o de
15.0002000 em trinta accoes, Dr. Francisco de
Souia R-:is o de 2.000?0(X) em quatro acQoen,
Jos Joaquim da Costa Mni o de 2.000000 em
quatro accoes, Joio V. C. Alfarra o de 1.000*000
em daas acodes, Luiz Doprat o de 1.000*000 em
duas acedes, Arthor B. Dallas o de 1.000*030 em
duas aceces, Ensebio da Cunba Beltrao o de
500*000 em urna accio, Dr. Jos Osorio de Cer-
queira o de l .000*000 em duas accoes, Dr. Car-
los Alberto de Menzes o de -1.000*000 em duas
acjoes, Joio Jaatiniano da Rocha o da 1.000*000
em duas accoes, Claubio Dubeuz o de 1.000*000
em duas accoes, Dr. Jos Mtriano Carneiro da
Cunha o de 1 000*000 em duas accoes, Bario de
Caiari o de 500*000 em ama accio, cada urna
das qnaes no valor de 500*000-.
O Illm. Sr. Dr. Antonio Carlos de Arruda Bel-
trio, presidente interino, chamou para secretario o
accionista Luiz Doprat e declaren aberta a seesao
accrescentando qae esta reuniio tinba por ^fim a
constitnicio da Sociedade Prado Pernambucano,
de centormidade com a lei daa sociedades anony
mas, e assim mandou 1er a acta da sesaio ante
rior e o parecer da commiasio de louvados que
nella tinba comeado para dar valor ao Prado Per-
ntmbucano em todas aa suas dependencias, bens
de raiz, semoventes, movis e nteneilios, raa,
cerca e ontras obras, cocheira, ensilhamento e ar-
cbibaneada, e qoe todo foi estimado em setenta e
cinco conloa de ris, e sem diacuseio foram appro-
vados a acta e e mesmo parecer.
Em seguida mandou o Illm Sr. presidente pro-
ceder a eleicio de presidente e secretario da as-
sembla geral, convidando para escrutadores os
Srs. Eosebio da Cunha Beltrio e Joio Alfarra, a
qual den em resultado o segurte : para presiden-
te, Bario de Calara, 29 votos; Dr. Jos Oseta de
Cerqueira, 24 ; Dr. Joa Mariano Carneira da
da Canha, 13 ; ficaqtjprportant eleito o Illm. Br.
Bario de Caiari, e para secretario Dr. Carka Al-
berto de Menesea, 54 votos; Jos Joaquim da
Costa Maia, 12 j aleando eleito aquello senhor, e
ambas tomarem logo posee dos respectivos lu-
gares.
Depois procedeu-se anda leicJo para a direc-
tora obtendo votes oa Srs. Claudio Dubeux, 57 ;
Dr. Francisco de Sonsa Res, 53 ; Orestes da Cos-
ta Reg Monteiro, 52 ; Dr. Antonio Carloa de Ar
ruda Beltrio, 22 ; Luis Duprat, 6 ; Joio Jaati-
niano da Koeha, 6 ; Joa Perea Caen pillo de Al
meidajS ; Jos Joaquim da Costa Maia, 8 ; Dr.
Jos Osorio de C.rqoeira, 2; e assim foram oatres
primeiros reconbecidos directores, oa qnaes feram
logo imposBados por teremsido os mais votados.
Finalmente procedeu-se a eleicio para acommis
so fiscal na qual 'btiveram votos oa Srs. Luiz
Duprat, 57 ; Eugenio Cbaline, 89 ; Joio Justinia-
no O Rocha, 84 ; Joio Alfarra, 20 ; Eoaebio da
Ctnba Beltrio, 11 ; Dr. Joa Osorio de Cerqaei-
n, 6 ; Joa Joaquim da Costa Mata, 6 ; Dr. Car
loa Alberto de Ueneses, 5 ; Dr. Jos Mariano Car-
neiro da Caaki, 4 ; Arthor B. Dallas, 3 ; Oraetes
da Costa Reg Monteiro, 2;, Dr. Antonio Carlos
e arroda Beltrio, 2 ; Claudio Dubeux, 2 ; Dr.
Francisco de Soasa Bees, 2; e Jos Peres Cara-
pe!! de Almeida, 2 ; tteando eleitos os tres pri-
REVISTA DIARIA
Logitr de reuniio eleltorsl Por
portara da presidencia da provincia de 26 de Ja-
oho fiado, loi detersninad*o, qae os eleitores do 2o
distrcto de p-is do Nossa Senh ra da Gloria do
Goit se reunam para actos eleitoraes na igreja
de Sinte Antonio do povoado Duarte Dtas, conti-
nuand > ua do 1* distrcto a reunir-se no lugar ji
designado.
(inania nacionalF.:i nomeado Antonio
Avelino do Reg Barros para o pesto de capitio
da 8> companhia do 32 batalhio das comirc&s
de Bonito e Bezerroa em subatituicio do capitio
Man el Ferreira Guedes, que obteve guia de pas-
sagfm para a comarca de Caruar.
Deleitado lltierarto Foi demittido
Olympio Jpe tricto litterario de Serra Branca e o lineado para
subatituil i) Antonio Eatolano Mari* Seizas.
IileenranForam couc'did'is licencas :
Da dona m-'zea com ordenado ao profea .er do
Brejio de Santa Cruz, Izid ro Bezerra d 01 -
veira.
De igual tempo com ordenado a professora da
ciiade do Cab), Francisca Guedes de Oveira.
Ambas aa licenf as foram concedidas por motivo
de molestia.
ComnatHaao de enarennelroaS. Czc.
o des- moargador presidente do provincia, em vis-
ta das eommunicacas feitas pelo director do pro-
longamento da estrada de ferro ;de S. Francisco,
de haver desabado o nqjeducto de Garantaos,
obra qae custoa mais de 203 cootos, e de aerar ae
o leito di r ferida estrada, em alguna pontos,
ameacando ptrigj ao tiaosito de trena e b.-m as-
sim algumas obras d'arte, nnmeou ama commUsio
de engenheiros para examinar e dar parecer acer-
ca do estaio da referida estrada, nfim de delibe-
rar-se sobre* neceasidade de suspender o trafego
em ilguma aeccao do prolongamento
A cooimissio se compo; dos aeguiutes eogo-
nheiros : Drs. Gregorio Thaomaturgo de Aajve-
do, major director daa obras militares, Manoel
Martius Fiuza, engenbeiro fiscal da estrada de
frrro do Recife a S. Francisco e Lycurgj de
Mello.
Hoje, s 6 horas d*a manhi, partiria em tren
ezpreaao para o prolongamento S. Ezc. o desem-
bargad r presidente da provincia, o Dr. Pirca Fer-
reira, director do referidoajroljogamento, e a com-
mi tea o de engenbeiros.
Servlco da gaarnloiioEotram hoje de
superior de dia i praca o Sr. m jor Estevio Joa
Perras e official de ronda um official de ca-
vallaria.
A guarnicio da cidade ser dada pelo 3 bata-
lhio de infantaria.
Voluntarlos) Vt-nfisaram bontem praca
voluntariamente 3 paisanos.
Alteraco de eaeala Passou a faser
servido de superior de dia i praca o Sr. major fis-
cal do 14* batalhio de infantaria Estevio Joa
Perras que se achava commandando.
Crrlldaode preparatorios-Mandou-
se averbsr nos aasentamentos do particular fur-
riel do 14* batalhio de infantaria Joio Vaseo Ca-
bra! Netto os ezamea qae prestou na instruefio
publica.
\ubreaa de pracaMandou se reconhe-
cer cadete de 1* claase o soldado adido ao 2 ba-
talhio Helvecio Renato Besoucbet.
Vapaees Cbegou hontem o paquete ingles
La Plata dos portos da Europa e a meia nouto ae-
guio para o sul.
As noticias de qae foi portador vio publicadas
na respectiva seceo.
Amanhi daremos a carta do nosso correspon-
dente de Lisboa, que contm as noticias referentes
i Portugal.
Segnio hontem a tarde para o sul o paqueta na-
cional Pernambuco.
Providencia* Oa moradoras da ras do
Coronel Soassaaa, pertenecote a fregueaia de S.
Jos d'eata cidade, nos pedem para reclamar do
respectivo fiscal oa de qaem competir, providen-
cias no sentido de faser desappareoer as aguas
que. com as chuvas ltimamente cabidas, tem se
gBsjiMrado junto das calcadas da mesma ra.
Alem disso existe no encanamento da compa-
nhia do Beberibe, que passa por aquella roa, um
arrombamento por onde escapa-se muita agua,
tornando as>im difficil a passsgem por all.
Ssakaelesraela de Beberibe Deizou
boa tem o exereicio desee cargo, paasando-o ao
primeiro suppleate o capitia Manoel Francisco
dos Res, qoe pretende faser ama viagem em coa
seqaencia de alteracio em ana saude.
Antoridade ennpridora de sena deverea tem no'
ezercicio do cargo prestado boas servicos a ordem
pnbiiea.
14* bal albaAnte-hontem e a proposito
da entrega do comrasjado deste batalbio, foram
publicadas as seguintes ordens do dia, qoe muito
boram as {essoas de que aellas se trata :
Qoartei general do asmmando daa armas de
Pernambuco, 6 de Jalho le 1888.Ordem de dia
n. H69.Tendo-se apresentado hoje a este quar-
tel sjsasval o Sr. fuente snsjjp.il Feliciano CaHepe
Frederico P. de Carvallo, Gelasio Servulo Aivjs de
Araujo, Francisco Antonio de S Birr to e Jee
Ignacii Ribeiro Roma : tenentes Leoncio Luii
Pinto Ribeiro, Joaquim Candido d'Oliveira Mar-
ques e Aur. liano Xavier do Valle ; e alteres Ur
secino Augusto Villas Boas, Francisco Affjnso do
Reg Barros e Pedro de Barros Falcio, lodos
commandantea de companbias, louvo-os igual-
mente pelo valioso auxilio que sesapre me presta-
ran) com intelligencia e bastante dedicacio.
Nio posao eaquee-', e seria oceultar em meu co
racio o sentimento de gratidio, ai aqu nio con-
aignaasa os meas sinceros louvores sos seguintes
Srs. officiaes, qae prestimosamente me auxiliaran)
na ardua tarefa que me foi imposta : Tenente Jos
Joaqaim de Agaiar, digno director da escdi re-
gimental e d'aula preparatoria aun x i a mesma
escola : Tenente Bonifacio Antonio Borba, honesto
e criterioao quartel-meatre interino: Alferes Igna-
cio Joaqom Pereira Lobo, fiel secretario : e Pe-
dro Alejandrino Bekman, activo ajudante; todos
porque munifeataram intelligencia, selo e interesse
p -lo bom desempenho do ser vico publico.
E s fui severo na manutencio da disciplina,
nesta occasiii saaviso esse ng>r, muitas vezes ne
cessario, tributando os meas louvores as oracis se-
gaintes : 2.a cadete sargento ajudante Miguel Ar-
chanco Baptiata, sargento quartel-meatre Gustavo
Galvio de Cavandiek, e 2.* cadete 2 aargento
Arsen'o Gustavo Borges : o 1. por aua actividade
e zelo no cumprimento de seus deveres, e os dous
ltimos porque, alen de cumprirem sus deveres
do cargo que ezercem com reeonhecida intelligen-
cia e enexoedivel dediuacio, odntaneamente c-
laboraram nos differentes trabalhos da secretaria
do batalhio, sem que fossem della empregados.
Finalmente, oa m-us dignos companbeiroa, que
especialiao, eu cont encontral-os sempre circu
laudo a minha banca de fiscal do batalhio para,
com seu valioso coucureo, me auxiliaren), unidos,
cerno vivimos, na bU marcha do servios publico,
e assim podermos corresponder a espectativa do
chefe, que hoje dirige os destinos do batalbio
(Assignado) Estevio Jos Ferraz.
Cedo principiaOa Srs. Joio Goac*lves
Martina de C estabel ci.los com armazem de sec-
eos e molhados ra de Marcilio Diaa n- 23, com-
mumoaram-nos hontem que um menor, de 12 a
11 unnoa de idade, sirvindj-se ia firma delles,
que falsificar.!, foi buscar alguns mlh-iros de ci-
garros >a Fabrica Moreohinha, que Ih'os entre-
gou, dsndo-lhea aumic) o dito menor.
Cedo principia este a vida de cavalheiro de in-
dustria o bom que todos se acautelem de suas
eapertezas.
Circo Chileno Realisou-3? aute-hontem a
festa artstica em i eneficio da loura e gentil Lu
sita i'tlacio Estrella do Norte.
Simples e eotbuaiaaticas como soem ser as fes-
tas da mocidad", corren entre palmas e flores o
b neeio da eap-rancosa artista.
O" circo estava qnasi completasaenta cheio de
espectadores, que esperavam o momento da ap-
paricii da beuelieiada para patentear-lhe c seu
merecido preito.
A's 8 1/2 da noite fes ella sua entrada, rica-
mente vestida, sondo recebida no meio de palmas
e de urna chova de flores, dando logo principio
ezeeuc-o d'i seus apreciaveis trabalhos.
Qu r na corda, qaer nos saltos mortaes, qoer
na percha e quer no daplo trapesio, a loura e in
teiesaante cicanc* aaziliada pela Estrella do Mar
fes prodigios de forca muscular, destreza e equi -
librio que eztssiaram a platea, arrancando estre -
pitoaos applausoa.
Fo-um tambem bastante applaadidas as Estrel-
las do Mar, do Sul e do Brazil, assim como todas
as creanfaa que ezecutaram urna flanc chisazs,
muito engracada.
A beneficiada com os trabalhos que exhibi pa-
tenteou ao publico mais um i vez, qu posBue um
verdadeiro genio artstico.
O clown, como das outras vezes, achou meio de
divertir a platea.
A beneficiada deve ter ficado satisteita com a
sua festa artstica que com certeza Ihe servir de
incentivo para continuar na sua promettedora car-
reira.
Durante o espectculo foram distriboidas di-
versas poesas e nm numero nico de um jornal
intitulado Lauros e Palmas primorosamente ea
cripto e lamosamente editado, sendo entregas tan-
to beneficiada como ao Sr. Palacios um rico
excmplar impresso em lettraa douradas.
A beneficiada foi innmeras veses chamada
scena e as em qae apparecia era recebida com
ovaeoes e cnstosos bouquets.
Faz boje beneficio a nossa patricia, anica artis-
ta braaileira que posue a Companhia a contorci
oista FrenknaEstrella do Brazil; e conforme
ae vi do programma em oatra secci j publicado,
promette-nos a empresa do Sr. H Palacios novos
e sorprendentes ezerceios.
E' de esperar que todos aqaelles a quem a be-
neficiada de h je dedica a aua festa artstica, com
parecam ao circo para applaudil-a como merece.
HeisnlSes) aoclaeaHiver amanhi as
seguintes :
Do Instituto Litterario Olindenae, s 11 horas
da manbi, na seda social, em asaembl geral,
para prozeder-se eleicio.
Do Monte-Pi dos Typographos de Pernambu
eo, s 11 horas do da; aa ede social, em sesaio
ozxjinaria,
Da Sooiedade Alvares de Asevedo, s 11 horas
da manbi, em sua sede rus Velha n. 51, em
sesaio ordinaria.
Do Inatituto dos Officiaes a, Guarda Nacic-
nal, s 10 horas da manhi, na seda social
rila do Padre Muniz n. 5, afim de serem lidos e
disentidos os estatutos que teem de ser apresanU
dos pela commitsio nomeada para eonfeccio-
nal-os.*
a.ell*eaflectuar-ae-tao :
Hoje:
Pelo agente Britto, s 11 horas, roa do Raa-
gel n. 48, de faaendas, miu Jesaa etc.
Pelo agente Martins, s 11 horas, roa do Im-
perador n. 16, de um prelio, um terreno e mada-
poles avariados.
Segunda-feir : *
Pelo agente Pinto, s 11 horas, no armazem do
Sr. Aones, de ceblas.
elo agente Britto, s 11 horas, na roa do Ran-
n. 48, de boas predios.
ssaaaa fnebresSerio celebraos* :
Hoje:
i A's 7 horas, na capella do Cemitero, pela alosa
do padre Diogo de Barros Araojo.
Segunda feira :
A's 8 boras, na matriz do Corpo Santo, pela.al-
doras o . Barmetro a 0* Tensas do vapor 3 1 a
Ha M fi
6 m. 23*5 764B04 19,05 87
9 260 765I8 19,01 80
12 24-4 764">45 . 19,50 85
3 t. 250-1 763-14 19,97 84.
6 24*-2 76407 19,501 85
aooDielbada. Cmsuitae das 11 s 3 da
tarde em aua residencia roa do Bom
Jess (antiga da '-'rus) a. 23, 1. andar.
Ocestllata
Dr Ferrara, com pratica nos pnneipaes
hoapitaes #Aiaioas de Paria e Londres,
da consultas todos os das das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ros
Larga do Rosario n. 20.
rogarla
Francisco Manoel ia Suva d O., deposi
Urioe. de todas as especialidades pharma-
seuticas, tintas, drogas, productos obimi-
303 e medicamentos homeopticos, ra do
Marquoz de Olinda n. 23.
Serrarla a vapor
Serrara a vapor e ofpdata de cmrapina
le Francisco dos Santos Maoedo, oaes de
Capibariba n. 23. este grande estab ele-
amento, o primeiro da provincia nesta ge-
aero, compra-se e vende-se madeirts
de todas as quaiidades, serra-sa madej ra
de oonto alheia, asum como se prepararas
bras de carapina por machinas 8 por pre
gos em competenciaPernambuco.
trocarla
Faria Sobrinho & C, droguista pot
Uaoado, ra do Merques de Olinda n. 41.
Temperatura mauma25*.75
Dita mnima23',00.
Kvaporacio em 24 horasao sol: 2,2 ; son
ora: 1,3.
Chava11-.2.
Direeeio do vento: Variavel de 8 a E predo-
minando SE durante todo o da.
Velooidade media do vente: 33,65 por segando.
Nebulosidade medra: 0.81.
Boletim do porto
!13 Dia Horae Altera
?. M. t. M. P. M. 5 de Julha a 6 de Jalho 226 da tarde 822 > 233 da manhi 2-21 0.>82 2,>27
ma de D. Asna Soasas ; a 8 horas, aa matriz de
danto Antonio, pela alma de Maaoel da Rosario
de BriSo ; s 7 1|2 horas aa ir- je do Rosario da
Boa-Vista, pela alma de D. Mara da Gloria.
PSHS|lrs-Sabidos para as partos do
aorta no vapor ameriajsUMjBaaate :
D.ocIcio Febio da fl aWo. Alvaro Gasdsa
da Coste Petaira e WssH Bstmars.
Casa de iesencoMovimeuto dos pre-
sos da Casa de Detencio do Recite no dia 5 de
Jalho de 1888:
Exist .in 312; entraram 14 ; sahiram 11 ; ezh-
'.em 315.
A saber:
acionaes 299 ; malheres 7 : ;strangeiros 9;
Total315.
ArraQoados 271.
Bina 258.
Doentes 13.
TotalSU.
Foram hontem visitados os presos deste estabele-
cimento por 118 pessoas, seodo destas 51 homens
67 mu Hieres.
Hoapiial Pedro II Ojmovimento do dia
5 do Julho, deste eatabelecimento, foi o se gui-
te :
Entraram 14
Sahiram 6
Falleceram 1
Ezistem 563
Fcram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Drs. :
Ferr.'ira Velloso is 9, Cysneiro s 11, Bar-
ros Sobrinho s 8 1|4, Maiaquias s 9 3(4, Pon-
taal s 9, Estevio Cavalcante s 8 3(4.
Crargi) dentista ama Pompilio, s 8 3(4 ho-
ras.
Pharmaceutco eatrou i 8 1(2 e sahio s 4
horas.
Ajudante do pharmaceutco entrn s 8 e
sahio s 4 horas.
Lotearla da VictoriaAcham-se i venda
os bilbetea da acreditada lotera da cidade da Vic
t-ria, d.i provincia do Espirito Santo, cajo plano
e bastante animador, conforme se v do annaucio
em oatra seccio deste Diarl.
Lotera do Para A. 4* parte da 19* lote
ria, pelo ivo plano, cujo premio grande de....
60:000^000, ser extrahida, segunda-feirs, 9 de
Julho. i
Cemlterto PublicoObituario do dia 5
de Julho:
Joaquim Antonio Goncalves da Rocha, Portugal,
60 anuos, viuvo, S. Jos; hemorrhagia cerebral.
Antonio da Silva Bastos, Pe oambuo, 28 annos,
solteiro, Recife ; tubrculos pulmonares.
Luis, Pernambuco, 8 -metes, Graos ; gastro en-
tente.
Theodomiro, Pernambuco, 3 das, S. Jos ; he-
morrhagia umbelical.
Jesuino Lopes de Almeida, Pernambuco, 40 an-
nos, casado, lia-Vista; aspbizia.
Joio, Pernambuco, 60 anuos, solteiro, Ri-
Viata; bemiplrgia.
Marianno Pereira Branco, Portugal, 45 ann os
viuvo, Graca; gastrorhagia.
Nathalio, Pernambuco, 6 meses, Graca; con-
vulso a.
Joanna, Pernambuco, 12 das, Boa-Vista; he-
morrhagia umbelical.
PHBLIC4C0ES A PEDIDO
lavldja vir(u(mu comes
O publico desta capital testemaoha do modo
desabrido, violento e desrespeitosj, porque, ha
quasi An mes, se tem atassalhario pela imprensa a
repatacio, at hoje illibada, de um sacerdote res
peitavel, que, pelas suas eminentes virtudes e re-
conhecidas quaiidades, merecen de S. Exc. Revms.
a honrosa nomeacio de provisor e segundo gover-
nador deste bispado.
' No intuit) de justificar se a deslealdade de nm
to que oiente e conscientemente ind^zio sea sobri-
nho a realisar um eaaamento, mediante proposta
vantajosa, com urna sua parenta, sobre quem re
cabiam graves suspeita de d>fl)ramento, e o que
mais denuncia de achar se j em adiantado es-
tado de g.avidez, procuroa-ss urna victima, e oa-
tra nio poda ser seoio aqoelle, cujo nome um
pretendeate malogrado, e no unge de seo despei
to, e a transmittindo de bocea em bjeca, nio s
com o m da vingar-se de quem ta ito tinha con-
oorrido para que nio se realisasse seu suspirado
casamento, como principalmente na esperaoca de
embaracar qualquer oatra uuia: com aquella, a
quem, em suas aitorosas cartas, el!- havia jurado
perteneer, anda qaando fosse preeisj superar os
mais difficeis obs'aculas,
Esse facto que era publico na cidade de Olinda,
bem como a ameaca do mallogrado preteadeate,
manifestada a mais de urna pessoa, de que o co-
nego Luiz lhe pagara com liogoa de palmo o em-
barazo qae creara roalisacao de seu casamento ;
e anda mais a deo'ur:cXo por elle f.-ira na sacris-
ta da Ordem Terceira de 8. Francidco d'aqa lia
cidade, de que o dia do casameato de D. Mara
Amelia seria o da sua vinganca, bastariam, quan-
do em aeu fawr nio fallassem os honrosos prece-
dentes e o elevado cargo que oceupav na bierar-
cbia ecclesiaatica, para no por si desviar do vir-
tuoso sacerdote tio infamante imputacio.
A coofissio de urna moca, que, nove das (8 de
Maio) autes de sea casameato, ioterpellada por
carta sobre os boatos espalbados, havia affirmado
em resposta ar falso acbar-sa grvida, e que bem
sabia a fon te. d'onde parta s-melhante calumiis,
filha nicamente do deepeito, foi considerada como
"urna prova valiossima e iacontestavel- da crimi-
nalidade do Revm. Sr. arcediago, sendo despresa-
da a dec aracio publica desse venerando sacerdo-
td que, diante do Deus tres vezes saato, affirmava
ser victima da urna infame calumnia] !
E' qae o autor desse casamento, coobeceado a
grave responsabilidad que sobre si pssava, de ter
oceultado de sea sobricho o estado em qae se
achava aquella infeliz moca, segundo o que lhe
bavia commauicado o Dr. P. Soares, precisava io
nocentar a sua scitnte e consciente coparticipacio
em tamanba e irremediavel desgraca; e como
aquelle mo espirito de qae falla o apostlo S. Pe-
dro, quarens quem devoret, atirou sa di pe e mais
sobre o conego Luis, apiolado ex industria pelo
mallogrado viuvo, como o autor do facto denua-
ciado.
Nihil diu occultum. Nio ha s^gredo que tarde
ou cedo nio seja descoberto.
Felizmente oeste mesmo Diario, em o s:u nu-
mero de ante-bontem, talvea zurzido pelo remorso,
surgi o Sr. Botelbo, que nio faz segredo, e unt"8
confiesa ter pretendido eaaar-si m D. Mara
Amelia, a qaem dirig cartas amorosas ; mas que
nega, podera lo, ter sido o autor do sea deflora-
u.ento.
O leitor criterioso sabe que em assump'o de asa
ordem, si nio fcil a comprobaoio do crime de-
nunciado, difficillima a prova em contrario.
NissuB condices nio ha outro recurso senio o
das provas circumstanciaes.
E' principio corrente que se deve procurar a au-
tora de um facto ciininoso n'aquelle a qaem o cri
me pJe aproveitar.
Confessa o Sr. Botelh) qae pretenden casar-se
sobrinho por SSS^^^^^H
aeW,------
lisacio dasse infeliz casamento, frastroa as Jastari
esperancas do Sr. Botekkoaet inde ir...
Etpostas asta eorn a omite tlstidask, toda ga-
sas circumstaneiss, e addiUdtrsaais as de qoe Mi-
ma fallamos; tato as ameaoaa do Sr. BoUlbo, fri-
tas em prsenos de mais de urna pesaos de qae a 8r.
conego Laia Franciseo de Ara ojo lbe pag -*
lingaa de palmo o mal que lhe havia feito i
cbaodo o sea hvmioea; e bem assim a de
na sacrista da Ordem 3 de 8. Francisco, de
o dia do casamento de D. Mara Amelia seria de
sna vinganca, dexamos ao leitor criterjeo tirar as
conclus&es, que bem lhe parecer, c dtasr qoai
di fl irador de D. Mara Amelia.
Ao Sr. conego Graciano, porm, qae aa son-
sentimos connae na ingloria fai a de atacar tic
desabridamente a um sen irmio de habito digno de
respeito e eontideraoio da todos,
8. Revma. tem o stricto de ver de deizar o aao-
nymo de eatAoiieo qae nio e acudir esas o SN
proprio nome aoappello qne lhe tem sido dirigido
por este Diario da vir contestar tndo qaaato
ex adverso sa disse em refntaeao ao ullegada pesa
BCSSMSMla.
Ha silencios que sio compromettedorra, e o do
Sr. conego Graciano de Araujo, serinmdestes.
S. Revma., se cmceio no qne dis,'deve soase-
cer bem de perto a forca da calumnia, olo pode
estar esqaecido de certas historias, qcc nio de-
sejar, venbam tela da discuasio, e que nao po-
derio deizar de vir, se 8. R vm. persiste rm ser o
alga de innocente. Vindicta cupliiui ribi i
arcetsit.
Nio ser, esteja certo o Sr. conego Jo
Graciano de Araujo, simplesmente com a deela-
racio, ainda mesmo feta sob juramento, de araa
moca leviana que no da 8 de Maio firmn ser
fabo a boato do de fio r mente ; no dia 18 '-ptits
mesmo mes, dia de sen casamento, coofsssoaa sea
marido a realidade de seu estado, e qoai o sea
offeosor ; logo depiis ministra ama carta em qae
declara a sua innocencia, e finalmente, acaba, se-
gundo dis agente ao Sr. Bote'ho, por faser deela-
ces contra o Revm. Sr. Arcediago ; nio ser, rc-
pitimoa cora declaracdea deas ordatn, queoR vra.
conego Graciano de Araojo consegair abater ae-
rante os homens de bem, a reeonhecida repataalc
do digno provedor do bispado.
Km qu<* bonitos lences j estara ha muifo css-
brulbado o Sr. conego Joaquim Graciano de Araiji?.
se confiscas, como a de D. Mana Amelia, podes
sem pradusir provas em direito?
Por hoje ficamos aqui.
O inquisidor.
Novara crimen
com D. Mara Amelia ; e suas cartas qae felis-
IRDIGAQOES TE1S
O Dr. Barros almarSes
Pode ser procurado ao esorptorio da re-
daocjlo d'eate Diario, ra Duque de
Caxias n. 42, 2. andar.
Advocado
O bacharel Bonifacio de Arag&o Faria
"Rocha, madoa o sea esoriptorio de advo-
oacia para a ra do Imperador n. 22, 1.
andar, onde ser encontrado das 10 horas
da manhS s 3 da tarde.
O Dr. Milet mudou o sea esoriptorio de
dvocacia, para ra do Imperador n. 22.
eslleoa
Dr. Barreto Sampaio d consaltas dt
meio-dia s 3 horas no 1." andar da can-
a ra io Baroda Victoria, h. 51. Besi
d sacia ra Seta de Setembre n. 34, en.
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loweiro medico e parteiro
Consultorb na ra do Cabug n. 14, 1'
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
O Dr. Matheus Vaz, medico, mudou a
sua residencia para a ra dos Pires r*,
$3 A, onde poder ser prosurado para o
sxeroioio da sua profissao. D consalta de
11 horas da maahZ s 2 da tarde na rus
do BacSo da Victoria n. 32, 1.* andar.
O Dr. Alvares Gruimares chegado da
jorte, dedioa-se medicina em geral, e
jom espeoialidade s molestias do eorao&G,
palmSes, figado, estomago e intestinos, e
tambem s convulsoas e ostras molestias
das crianzas. Reside praja Conde d'Eu,
n. 28, 1." andar, e tom oousultorio ras
do Bom-Je6us, n. 45, onde diariamente d
oonsultaa do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado era qualquer desses lo
gares. Tejephone n. 381.
Dr. Cerqueira Leite, tem o sea esoripto
rio i ra Duque de Casias ,^4, das 12
s 2 horas da tarde, e desta hora e m dian
te m aua residencia ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidades-molestias de Be-
nhoras e crianjas. Tolephone n. 326.
Dr. Castro Jess, medico e operador
Prattoa a lavagem do tero quando e como
mente param em mios seguras, ah esto para at-
testar o grio d; adiantamento, em que com ella ia
o seu namoro.
Informado dt pretencao do Sr. Botelho, nio po
dia o Revm. Sr. arcediago, amigo e prente de D
Mana Amelia, annuir a semelhante enlace, desde
que o Sr. Botelho, desempregado, o aerad) de fi-
lhos, tinha sido de mais a mais inimigo do fallec -
do pai d'aquella moca.
Para evitar, pois, tio desvaatsjeso casamento,
entendeu-se o Revm. Sr. arcediago como o viga-
rio de Gamelleira, tio de D. Mara Amelia, expon-
do-lhe o qae havia, e convdando-o a ir com elle
dissuadir sua sobraba de tal pretencao.
Annuindo ao seu convite, procurou o vigario
Guarita em companhia delle arcediago mostrar a
D. Mara Amelia a inconveniencia de um casamento
com um homem as condicoes do Sr. Botelho; e
secundado em suas ponderosas consideracoes pelo
Revm. Sr. Arcediago, consegnio de sua aobnnha a
promessa formal,de abandonaro alladido casamento,
entregando ella depois como prova de sua snceri-
dade, todas as cartas qae a esse tempo j havia
rece odo do Sr. Botelbo.
Acceitando eomo verdadera easa resolacio, pro-
poz o Sr. Arcediago a ida de D. Mara Amelia e de
sua mi para Gamelleira, onde ser-lhe-'hia mais
faeil esqaecer-se do sea pretndante.
Easa proposte foi in limine regeitad por D.
Mara Amella, e sua me, qae, para condescender
com o vigario Gaarita, apenas acceitou ir passar
alguna das em casa da familia do Sr. Arcediago
o qual, pouco tempo depois, teve a prova de nao
ter ella sido sincera na promessa que lb.es fisera ;
pelo que, tendo de seguir para a provincia da Pa-
rahyoa, e nenhuma confianca inspirando-le mais
aquella moca, disse-lbe que jalgava mais conve-
niente qae fosse para a casa de su mi; p qae
ella efieetivamente realisou no dia 26 de Novembro
do anno paseado.
De volts da Parahybi em Fevereiro deste anoo,
sobreo Sr. Arcediago do vigario Gaarita, a qaem
antes havia communicado todo .o occorrido, que D.
Mara Amelia, segundo lhe informara nm sobrinho
dalle vigario e que havia passado nos das em casa
da mesma, continuas* a_namorar com o Sr. Bote-
lho, e lbe assegurara qae em Fev-reiro com elle se
casara.
O leitor nio perder nada em saber qae D. Ma-
ra Amelia j tem de idade 28 annos; e qae este (o
do Sr. Botelho) ra o teiceiro casamento qae contra
^ua vontade se desmanchava,pelo que nao estra-
nbar que, demorando-se o ssbrinbo do Sr. conego
prebendarlo, Joaqaim Graciano de Araojo, em res-
ponder as cartas qae este lhe dirigir, fosee ella
alimentando o sea namoro com o Sr. Botelbo, qne
em todo caso fioana assim de reserva para ama
ultima bypothese.
Pela sua ves, o Sr. Botelbo, comprehendendo a
vantagem do seu rival, e coatando com a opposi-
cioji manifestada por parte da familia pateroa de
D. (Maria Amalia, procurou ganhar terreno...
aprovuitendo-se para isso da circumstaocia de ser
visinho paredes-mtas de soa namsrada.
Contando o Sr. Botelbo, como era licito esperar,
com os sentimentos da puadooor e honradez do Sr.
conego Joaqaim Graciano de Araojo, qae, infor-
mado do aacorndo, jamis consentira em tal casa-
mento, eonrprehender-se-ha agora os motivos qne
tinha o Sr. Botelho, nio s para espalhar o boato
de achar-se dtflorada D. Mara Amelia, como
tambem para dirigir cartas aoonvaas ao Sr. cone-
go Graciano de Araujo, as quaes chegava at a
indigiter o autor deste deflarameato.
E' j tempo de tirar se lirapo a vsr-
dade emmaranhada por Um Catholico e por
Um outro Catholico sobro o dinorameat*
e estado de gravidez de D. M ria Amelia
de Araojo.
Em que pese ambos estes senbores ad-
vogados, o primeiro do Sr. conego Joa-
quim Graciano de Araujo, e o segando do
Sr. conego Luis Francisco de Araojo, em
lugar da esclareaerem, elles tm escoreei-
do a questao.
Nio repisando sobre quatro lettraa
mortas de ama carta qne ora se attribae
ao conego Luiz que a dita, ora se dis ser
a fiel expressSo dos sentimentos da moca
que, condomna o sea desvirginader, neo,
muito menos, insultando ao Sr. conego
Graciano, qae a acjusacSo e a defesa che-
garSo a collocar os pontos n-3 i i.
Um facto como este de qae tractamos,
quando nio ha provas evidentes para eor-
roboral o, nSo se discate, affirma-se sim-
plesmente (se que nos foi dado fot mar so-
bre elle um juizo certo), deizando a soa
demonbtracio para algura outro mais felis
do que nos, e que tenba es dados precisos
par-i faz-I-;
Proceder por outra forma arraatar a
questao para o terreno em que se debate
actualmente, o terreno da diffamscio da
um familia inteira, porque, deixemos l
de subterfugios, a difaa>ada nao tmente
a Sra. D. Mara Amelia de Araujo, toda
a soa familia, sea marido, o to deste
o Sr. oonego Graciano, a senhora su mli
delli, o sea primo o Sr. conego Luis,
sio todos em fim qae ella se achara uni-
dos pelos vinculos de s.ngue.
Mas (s.into Deus I) porquecst collocada
ueste p a questao, qual, desde o princi-
pio, deviam ter dado outra fe-icio maito
diversa, e que podia ser talvez a nica s-
mente capaz de resolvel-a?
Devido ao pouco tino, digamos a ver-
dade, dos Srs. conegos Joaqaim Gracias
de Araujo e Luiz Francisco de Araojo.
Nio era p ia impreasa qae devia o pri-
meiro, por intermedio de Um Catholico,
provocar ao segundo, trazando para o pa-
blico aquillo que s devia este saber, quaa-
do depois de ter todo p&ssado pelos canses
competentes, tivesse-se chegado urna con-
clusao forgoaa qae apontasse este oa
aquello como verdadeiro delinqneote.
Nio era pela imprensa tambem qae de-
via acudir, com sua assignatnra, o segara-
do, continuando depois na pesaos de Um
outro Catholico a rebater os argumentos do
primeiro, formando ambos um duetto, caja
echo leva ao longe a noticia de nm tacto
vergonhoso passado no seio de sua famiba
d'elles, e do qual agente, com certesa,
urna sua parenta que, na opiniio do pri-
meiro, foi victima da selvsgeria do segan-
do, e na opiniSo do segundo foi victima da
alguem, com quem namorava escandalosm-
mente .ot pelas cercas dos guintaes] da
Olinda V
Mas tndo isso horroroso, e dicto por
qaem nSo devia dizel-o, nao se commenta I
Nen ha jastificagao possivel, porque se
quera o Sr. oonego Graciano lavar aa
mios perante seu sobrinho, e tinba funda-
mento para suppr o conego Lua
da desgraca da mulber deste, tova
caso aos tribunaes e ah o deslindi
Fizesse o mesmo o Sr. esnego Luis cha-
mando responsabilidade a sua tfiiana
que ao marido, disem, tel o deoaaciatto
como auctor da sus deshonra, e entio saos-
trasse se estava da sua parte a innseaaci.
lato era mais bonito ; isto o qae sto-
via-se ter feito.
Qaem presa os melindres de tarjara
procede antes assim, do qae do modo por-
que estamos vendo.
J qae porm assim nao as fea, s, mu
qae parece, ha ssus reoeios ds faxel-o, os-
ioeando-noa cima das pessoas, para de-
fendermos os principios, vimos I
pedido solemne s autoridades
tes, afim de que se proceda usa del
seria e escrupulosa do facto sao
boje angustiadas as conaciencias a
sos os espritus.
Consta-nos que o actual govemador do
bispado o Revm. Sr. padre Dr. Jerosrvsao
Thom da Silva, j ders principio usa
inqaerito por parte da moca.
A to Ilustrado sacerdote roaovamos
instantements o nosso podido, para sna,
continu, inquerindo seo demora aos ora,
coneg-.s Graciano o Luis da Araujo, assias
como tambem todas as pisssss qsr
sem acharem-89 envolv las nosto facto sss-
seravel.
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f&Agora mais da qae nanas torna-se ne-
eessaria'esta iaquorij&o, por assim diser,
ni versal visto, como paraca haver quem
ooateotaaio-se coma .iepoiminto dado a,
como affirma, por D. Mara A nelia, siga
toa paplicag|6" (*), suppooio bastar a
implas assorclo d'aqaalla moja para que
o i algas tala evidente.
Nio: ouca se o mii da offaniida, ]a
gante da oasa do Sr conego Liiz, todaa
as pesadas emfi n qaa podem traaer las ao
facto em quasto, a s assim sa desabrir
com axactidSo o criminoio, emb jra paasom
amitos tel-o j encontrado.
Ozal que a autoridade eoolesiastioa
preste em tu lo o aeu auxilio a autoridade
di vil, e taremos tirada a limpo a verdade.
D jpois do inqasrito, colloqaeaa deante
da viotimi quim quar qua s:ja iaiig'tado,
como ssu offonsor, e se elle for realmente,
ohegar-se ha a coahecer, porque piatar-se-
hlo no seu semblante oa vestigios do ori-
tne, visto como, o remorso fas fallar, e dal
volto in granpar te il cor si scuopre, j o
ditas Petrarca.
Possa'a nossa lembran$* ser atteniila,
e a verdade, disemo anda urna vez, se-
r tirada a limpo.
Sao estes os votos de quim prez no
uoerdote o seu carcter, a lamenta por
uso o desprestigio qaa pratandem anear
obre a olassa doua dos sena membroa al-
tamante enllocados, por causa de ama qu-
tSo qaa poda ter-se ajustado em familia.
Reoife, 5 de Julho de 1888.
Um que se interessa.
oaoo------------
Elelco do 11 distrlet do Rio
, O eleitorado conservador dessa diitricto havia
espontneamente eseolbido par* candidat o de -
putagio geral o intelligaate Dr. Joo Cruvello Ca-
1 valeante, que, ha poucos anuos, oceupara com h >
aeatidade e inteireza a inspectora da Alfandega
desta proviacia, onde deum hoaroiu tradicoos.
To sabida dstiuccao o2j poaij ser aceita peio
Dr. Cru vello pelos motivas constantes da Cirta,
que do Jornal do Commercio d: 27 de Jaaho traas
crevemos-
Em viata des98 d ocumanto admira qae a 29 do
meamo mes o correspmiente dt Prjvincia alud
eser>;vesse o qae boje se l em iuii colamaaa.
Eia a carta:
Illm. amigo e Sr. maj >r Aatoaio de 01 veira
Freitae.A espantanedade com qae, por intir-
medio de V. 8., me escolheu o eorpo eleitoral i na
Tilia de Itaguahy para preeaeber a vaga deizaia
no pirUajeato palo nooao eorrelgionario de sau-
doo memoria, o Sr. Dr. Caoba L3to, ser para
mica motivo de eterno reconbecimeato.
Obrigado por motivos de oriem poltica a ulo
poder aceitar t) ambicionada honra, aiato-me
conatrangido ao ter de ezteraal-oa.
O aoaao chafe em ama cartt-circalir, ha diaa
publicad*, eatendeu deve.- deizar ai eleitorado iu-
teira liberdada da vot para conheser ento qaal
a nova orieotaelo qaa d .-va imprimir p litca da
provincia.
Ligo no dia inmediato aprasentou se com cm
didato o Sr. cimm talador Aatoaio Aagasto Te -
xeira e, em saa oircalar, promJtteu pugnar pelos
atareases do districo.
Apresenta tambam o partido liberal e o republi-
cano cada quil o aeu ciudidato e ambo8 cavalhai-
ros dialioctoa por seu patriotismo e taln tos om-
provado8.
A miah caadidatara, portauto, viria augmentar
as diffi.-al ladea com qu3 j iuota o partido conser-
vador, caja maioria sobre o libara! teoie a desap-
pardjr pla declaraclo di repabl caaiamo feita
por miitos de seai m^mbros e algaae d; verda-
deira inflaeia e praacigio ; pideria meami, pala
anbiivisSo da votos por dona candid-ttos traser,
cosas coaaequaacia, o sganlo eicrutiaio entre os
doas candidatos adversos e contrariara, asam
ma paraca, o fim q le teve em vista o nosso chefe
o Sr. conselheiro Paulino.
Tem, p>is, ji o aosso partido am caaiidato co-
nhecedor da tribuna coa a precisa coragem para
nao desanimar em faca das diffi;uldaies eom qua
lncta a noaaa proviacia, com bastante aptidi? pira
vencel-as a, alus de todo, eom sublime patriotis-
mo, cooso j o teas demonstrado na Assembla
Piovioeial, para aacrifiear-se por amar da nossa
cavas.
Para elle, poia, devora convergir os votos dos
aoisua correligionarios.
Tendj feito V. 5. cora singelesa e franqnesa
a ezpoai^io dss m ivos qae me leWfara a decli-
nar hoja o qfce amaob aera para mim a sstisfaci)
de ama aratneionada honra, espero merecer-lha o
obsequio de dar conhecimento desta carta aos nos-
sos amigoa e correligionarios.
Di V. 8., amigo grato,
Jlo Cruvello Ca vlgante.
Rio de Janeiro, 26 do Jaaho de 1888.
Scismas...
A JOO RODRIGUES DA SILVA DABTE
Scismava eu na Italia. As lonras filhas,
Dassa pais olympioo de fadas
Acordaram-me n'alma embevecida
As lasSas das epocbas passadas.
Soismava ea nal-alia. Esaas malheres,
Que ten no riso a msica plangente,
Que estremece de amor os corachas,
Feriram-me no peito gravemente.
Dapois soismei na Haspanha. As andalmas,
Dasse moreno doce e provocante,
Bram parfis que a minba phantasia
Dalisavam n'um impeto offegante.
H ispanholas de olhoa cor da treva!
Soltaa ao vento as ondeadas trancas,
No vqass s^io a fronta enfebrecida
Odizai-me acalentar as esperangas.. .
Daixai, deixai oh lindas astrangeiras I
Que e triste forasteiro desvairado
a grcil crnica) de niveas pomas
Olvide aa folhas secoas do passado.
E ao do je ebrioso a'estas scismas,
Ao louqaejar d'estes delirios santos,
M ah'aluaa seembibia docementa
N'um diluvio balsmico de prantos.
Rj.-if'-1883.
Ooncalve8 Limn.
cultura desta z jd
Nio eremos
Pedimos S. Exo. em noine da justica con-
culcada, em nome do direito postergado
pela Cmara Municipal, que se digne lau-
car suas vistas para este negocio. Pedi
mos fialmente, alien de que nao nos aooi-
me de exagerados, que S. Exo. mande
que o digno presidente da Cmara Muni
cipal mejor Manoel Honorato de Barros,
ou se ntender roelhor o juia de direito da
comarca Dr. Manoel C ildas Barreto infor
me a respeito.
So temos motivos para esperar iustica.
Barreiros, 4 de Julho de 1888.
Algn municipes indignados.
AO ME AMIGO E COLLEGA VICTORIANO
REGDEIRA
S quero o tea amor, (profundo amor) de reato
Em nada paseo e creio. E' cata a mi oh sina.
Dos teua caprichos, flor, todo o mea aeree inclina
Segundo a le tracada no ten gesto I
(Siacedo Papan $a),
Qae m'importa baldo;s, sarcasmo, intriga
De qaem jamas votei aincero aftecto
Se tenho o tea amor, anjo dilecto
8e tu nao me odeiaa doce amiga ?
Emqnanto de teas labios nao fugirem
Estes risos qaa vejo all constantes
Serei o maia felis entre os manes,
Nao m'importa doeatoa me aegairem I
Se tenho o tea amir vivo eequecido
Do teapo qae pauet aombrio nado,
A's vosea da ratSo esqueco todo
Embora sempre triste e succambido !
NSo aonho nesta vida outro fatnro
Q te nSo seja viver sempre a tea lado,
Qoaando tea aorriso mmaculado
Sentiado e o tea arfar bondoso e paro !
Odiareg Mid.nal.
(*) Vi fe artig publcalo no Diario de
4 do crrante pelo Sr. capitSo Botelho.
lOMMERCO
Revista do Mercado
. Recife, 6 DE JOLHO DE 1888.
f O movimaato no mercado foi h>je pequeo.
Eo cambijj ju/j prjid tranatce.'s, aeaio a
poaicaj a masma de boatem.
Na bolsa foram vendidas 143 lettraa hypothaca-
as eom o descont de 4 1/ i >/..
No mercado de algo dio eff ctuou se apenas a
venda de ama partida do de Hoasor.
Eii pjr partea o qa; ecaorrea :
Sslsa
ajorA'^os omouu dajosta dos cor
aa^roRBs
Re te. 6 de Julho de 1888
Lettraa hypjtheiariaa a 95/5'JO cada ama.
Cambio sobre Lmdres, 90 djv. 23 14 d. por 1,
do baao.
Dito sobre dito, vista, 2) d. por 1X00J, do
banco.
Cambio sobre Lisboa, viata 112 0/0 de premio,
dj banco.
Camoio sobre Paria viata 379 rs. o franco, do
banco.
Na hora d* oolaa
Venderam-ae :
143 letras hypothecariae em quatro lotes, de
15, 14, 14 e 100.
i nresidnto.
Aagaat) Piati de Lemos.
0 saeretari).
Pidr> r-a Pinto.
Oa bancos, em geral, contioaaram a aaccar a 25
1/4, achando, porm, ponso dinbeiro.
-O papal particular foi passado a 25 3/8 e 25
7/16.
Mercado firme.
Na pracs do Rio de Janeiro o papal bancario
eateve a 25 1/4 e o particular a 25 3/8.
As tazas ofliiiaes para as diversas precia, ex-
poataa aqui, foram estas:
Barreiros
Ao Ex u. Sr. presidente da provincia
pediuns providencias contra o acto alta-
mente escandaloso, pratioado por quatro
indiviluoa, que se arrogsram o direito de
representaren] C uara Municipal desta
villa, com o fin de presentiarem Usina
Car'ass, dando so lhs a btrrag.m manda-
da construir com o diuheiro dos cofres da
provincia. Cjncesao por muitos tilulos
illegal, e at porqui, versan lo ella sobre
urna obra publica, que foi objec'.o da um
contracto firmado em huta pub!i;i. at
boje, nSo consta achar-so desabrigado dalle
o arrematante; sendo orto que anda nio
sa acha conclu la, por faltar o ultimo o cal-
yamanto de padras.
L'ceaca subrepticiamente dada, por quin-
to, somante S Esi. o Sr. presidente da
provincia teria compatencia para ella (se
em si alo f.jsse abiurda) viato como, ella
piale de um contracto ajustado peranta
aquella pritneira autoridade da provincia.
Escndalo inaudito II... Da agora por
dianta os pobres almocreves, conductores
de assucar terao de voltar antiga pissa
gem palo rio Cariman, arriscando perder
os productos que coadusire n, e, nos tem-
pes de obeis, at a propria existencia,
como sucjedia em tempoi anterioras.
iisucar
Oa prdQos pagos ao agricultor, por Ib kilo*, se
gando a Anociago Commercial Agrcola, foram oa
seguintea :
tna?o 3.' superior 2*200 a 2*403
3. boa 2*000 a 2*200
3. regalar 1*600 a 1*900
..asnos...... 1*500 a 1*600
<*saivadj porgado 1*400 a 1*500
c oruto.... 1*100 a 1*200
tataoe..... *800 a 1*000
NSo ha cotacao para oa asancares baizos e h-
midos.
Oa de turbina nio tem spparecido no mercado.
Ao mili presado primo e mlg Sr.
Huikx-1 Flori'nlhio Carnelro da tu
bSi acadmico da Facnldade de
sYireito do Beclfe.
Amigo; en te anulo, te d sejo mil ventoras,
Que passes neste mando, o que de goso elle olTerece
Sendo o melbur d Que enobrecendo-nos a alma de virtude nos fornece.
Possiiindo em ni ama f robustecida
Da doce e-peranji tao bem acompaahada,
Nossa fadiga ser amenisada
Vencendo nos a maior lata endurecida
En bem eonbec > qu? te domina a impaciencia
De quereres vencer tud ao m -amo trmp;,
Nao aera assim ; Amigo 1 tem pasciencia,
Que sem ella uos assalta e contratempo.
Sendo o campo da acieocia preparado,
8aaa searaa ae na abrem fruocamenti!
.indj-a-is paasagem as3.1t resplandeoente
Seja embra com grand; esforco eooqaistado
S moderno e pensativo no combit^,
Qie sers vencedor na lo'a incaute,
Tendo cm paga ama gloria permanente,
Que no camp da hatalba resgatas t.
Poia o b >:nem por I>us nao foi dotada ?
De espirito intelligencia vontade e faealdade ?
Tu nao diap5 's de tao ampia liberdade ?
Prosegne pora ; Amigo 1 N'este nobre estado.
Com este certo phraaeado nao te enfadea,
Que nao levando polides e nem acato
Torna-se inspido e meamo sem ornato,
Nao pr.cisa qu' te diga, bem o sabes
Eogenbo Estiva, 20 de Junho de 1888.
Adelt'no Beterra Cavalaanle.
Nio posso deixar de vir parante o res
peitavcl publico desta captol, o do
que se psssa a slgumas horas da viagam a
trem condusindo-nos povoaclo da Ang-
lica, comarca de'Naaareth.
Ah chegando, se nos offereoe um pano-
rama lindo, o qual s a imagiaacao arden-
te do poeta pode descrevel o.
Porem, depois de corrermos as pouoas
ras e de convivermos com sens habitan-
tes, salvo hoorosas ex;epco;s, desapparece
essa agradavel impressSo para ceder o la-
gar ao pezar que nos causa as illuioesdes
feitas.
E' este a impressSo qae nos oausou o
procedimento do Sr. Manoel Clemenfino
Bezerra de Menezes.
Este oavalbeiro, dominado por paixSes
menos confossaveis e dotado de um'alma
pouco senaivel as beas sensacSez que aos
ervos produziau as notas harmnicas da
pequea banda musical, que a esforcos do
prestimoso e honesto oidado o Sr. Lin
dolpho Tarquinio de Oli'eira, foi fundada
naquella povotcSo exiusta de recursos e
pauprrima de distraerlas, assasinou a,
deixando a familia e filhos na penosa or
pbandade.
Oassassino indigitado ser condemnado
pela sociedade angeliquense como a verda-
deira antythese d'u:o bom corceo e senti-
mentos nobrea, para o qaal nSo pode ha-
ver absolvicSo nem piedade.
Recife, 6 de Julho de 1888
Um orpha?.
Tributo de cordial regosijo
pelo 81. aniversario natalicio da vene-
randa matrona
D Maria Francisca do Reg Monteiro
A' seus dignes filhos o guarda-1ivr s Sr.
capito Antouio Adolpho do Rcgo Lcite,
D. Hur* L-opoldina do Reg Leita e D,
Candida Juvina do Reg Lcite.
/siav aavii
Dr. Oetac
Este talentoso medico, residente em Pe-
lotas, especialista das molestias de orean-
oes, a respeito do Peitoral de Cambar
pasaou o seguate atiesta lo :
t Atiesto qae o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Suares, tem urna accSo especial sobre a
mucosa das vas respiratorias, curando ou
alliviando muitas molestias destas mesmas
vias, o que pro va cabalmente a sua cres-
oente procura e aceitacSo, qua aioda nSo
teve producto algum official nesta provin-
cia. O referido verdade, o que afirmo
em f do meu grao.
Dr. Octalicio A. Cmara.
Maravilnoeoa
SSo os effeitos produzidos pelo Creme
Simn no uso diario do toncador 1 Nao se
pode encontrar algum mais barato e mais
seguro para a Formosura da Tez. Tem
este producto um xito de mais de vinte
annos em todos os p iiz-s do mundo.
Oesconfie-sa das falsificacSes. Esija-sc a
firma de J. Simn, 36, ra de Provena,
Paria. Vende-se naa perfumaras, pharma-
oias e merceiarias.
a ezportaco, feita pela alfandega neste mes at
o dia 5, foi de 2.512.738 kyl >b, sendo para o exte-
rior 2.133.0JO e p.ra o interior 379.718.
1111 llanca de escrlptorle
Oa advogadta J1S0 Birbalb Jos Dinic e Pe-
dro Ka ti s, inudaram o seu escriptorio para a roa
do Imperador n. 55.
Patacho dinamarqus Thor, zarqu".
Patach i nac', nal Social, zarqae.
Patacho nacional Andalusa, ZirqO".
Patacho inglez John T. Irte, frno e farello.
Par .i-hi allemao Auna, zarque.
Paiacb) nacionirl Francoln, fariaha de mandioca.
PalhaOjte nacional Pinto I, fariaba de mandioca.
Patacho bollaades Atiene, zarqae.
Patacho nacional Potitivo, zarqae.
Patacho hespanbol Encarnacin, zarqae.
Patacho ingles May, bacalho.
Vapor ingles Chatitoorth, c*rv2).
Preito smevro de amisade que laca con v
sagra p\
A. O. de Qusndo Lobo. \\.
2 de Julho de 1888. 5T
Protesto
M-noe| Mana S'ixas Borg^s, vem p'lo
Diario de Pernambuco protestar contra as
hypothecaa que estSo fazendo indevida-
mente com oBinco R:al d*. Pernambuco
o capitSo Antonio Sergb M-.rroquim, Fran
cisco Affon80 Marroquim, 'Ugolioo de P^u
la Cyinciro e Silva e sua m3i D. Auna de
tal e outros, que per acaso queiram conti-
nuar com um tal abuso em terrenos pjr
tenceotes csclusivamentc a propriedade do
protestante e sua mulbr-r qu? est Bub-
mettido a urna accSo de reevndicacilc, e
p>ra aemelhaote fin est promovendo urna
(cjS de demar )ac'>, sendo que p-.ra tal,
te n havido conciliacSes a propositura no
contencioso, o maia formalidades, e porqui
quer aguardar seus dir-.itos, vem pelo im-
oransa publica do paiz, trazr ao conhe-
cimento desta provincia e d-aa mais do Im-
perio e at do estrangairo por onde a dita
folha transitar. g
Recife, 5 de Julho da 1838.
> Manoel Maria Seixas Borges.
L se 00 Progres Medical :
O Vinho de Extracto de Figado de
Bacalbo, de fjhevrior, presta os maiores
aervigos :
* t Aos individuos exhaustos por longas
secrecScs mrbidas.
< Aos antigua rheumaticoa privados.d
appatite.
Aos gotosos iaveterados que na 1 dtge
rain mais.
f As enancas debilitadas pala denticSo.
Aos adolescentes oujo cresermento fa-
tiga .
c Aos adultos cujo Irabalbo ou prazer
axhauata
1 Todos acbam cesto medicamento um
licor agradavel, Juntand i a um pDdcr rege-
nerador iu.iia'Ulivel un gesto ae natureza
i tal, qua satisfaz aos pilad .res uiiis estra-
gados.
Nio seria por deruais recommendr
aos nossos leitores o emprego doata ex:el-
lent: medicamento. >
ialo
sJA!. 'I"
Oecade
Exea. Sr. deteabergador picai I
abrir brevemente aa naa W
38, 2o tndar, na earso gratoit> de iastrt.
maria e secundaria para ingenuos libertos ;
qae desde ja acha-se aberta matricula para ae
segaintea materias :
Primeiraa lettras, portagoe e TntsmsistisaiB,pete
director.
Francs e rhetorica, pelo acad mico Ribeiro da
Silva.
Latim e ingles, pelo aeaasmiro Oiearva
Lima.
Philosophia, pelo acadmico Miguel TiaOse.
Para chegarmoi ao termino da ssaasle esa qae
nos proposemos, o director, impetra a soasa ass-
mentida proteceo do Sr. inapeetor geral da ia-
trnecio publica, dos profeaaorea primario se-
cundarios, das sociedades cientficas e littararias,
e de todos em geral. Aqaelles qae
inscrever em qaalqaer das materias a
podem dirigir se sede do sxteraate das 6 I
da tarde s 8, a eotender-se eom o respetivo di-
rector.
ssoaUat
H. 10
Inaess doral
O prfumedia flirps gralav.1 e compra: at
as pesabas us maia esigantes ; e ua Agua Florida
de Murruy & Llaman, se eocontra esta iraganca
fli.-al cjm toda suafie3:a purosa.
As qualidides bjgionicas da Agua Florida de
Marray & Luiman, s3o um r^sgo notaval d.ste
delic*dj p'ifuaie.
Seu maravilbiS) pjdor dd alvi.r a dor de ia-
be(i nervosa, os djsmaioi, etc., e suas quilidades
deaiufoctun'es e parificidjras, a Ltem particulir
mente adaptavel para o quarto da doentd, o tonca-
dor e o banfao.
Ao poyo pernambncMo
O abaizo auignaio, tendo aeabado de pat
ama cbm, intituladaAmor a Caridad*ZM
da e consagrad a Servnissin Prine-s D.
b-l, herdeira preaamptiva di throno, psd
peraambucano e especialmente a briosa
acadmica do Recife, qae se dignen
volme pelo diminu) pr^co de 10OOO,
prcducti ser applicsdo a am ritihnlsrisssi
n fi-rn'e '.'. crfancas cgas, iageemos I
por saa inieiitiva propria.
E >ta obra contm em si, ama carta a Priaeeaa
Imperial, ama parte Iliteraria sobre o ssssjsspso
da ncessiddda argente de am esUbelsrisssat
beneficenta-para eriancas cgas e desvalidas, ia-
genuos e libertos, e numerosas poesas, tolas safs-
recds a pessoas Ilustrada desta capital.
Espera, p.is, qae a sen sppnllo ola ej sjtil,
parante am* sociedade tio conspicua e tio illaa-
trada como a nossa, pelo qae sotecips desda JA a
sua feal gratido, a aqaelles qaa se i'jasisai
attender a este aaa pedido, como verdadeiros per-
nambucanos que protegen a seos cosspitriotsa,
nao ao eatrangeiro.
Est a venda em casa de saa resideaeia, raa
Vi iba n. 36-Collegio Emulscio -1*000 om tem-
plar.
Julio S.ares de Aaevsde.
l

iieoadr Porto
a|
i lm do iJtperailsr
' Io andar
Contina a ezecntsr os maia dimeeia
fitfuriuos recebidos de Londres, Pairis,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfieo de costaras, esa i
brevidade, modietdade em preeos e fiao
gosto.
Peraambuco
AOS SRS. MBUICOS E A DIGSA CLASsE
PHAUMACEUriCA
Aa velas Berthaud, coatra as molestia i
do appirelbo ginito urinario, tero, reto,
fstulas, hemorrhoiies, etc., alo o medica-
mento mais adoptado actualmente o por
iaso in lidpcnaiv.'ia n s pbaroaioias, hospi-
laea e casas id aaui-'. Nio sSo d > f.ir
muas secretas, ao contrario, pelas sub-
stancias empregauas e d isagem certa, o
facultativo fica desde logo habilitado
julgir do seu valor. O depositarios B r
tboloneu & {.'.., em P. ru.irabjco, ou o
i abaiso assigaado, re me t tem quadros e
prospectos com expJicacSis
E Paido de Freitas.
Depoaito geral no Rio de Janeiro.
ondres.......
Pars.......
Italia........
aamonrgo......
Lisboa e Porto.....
frincipaes eidades de Portu-
gal........
lha dos Acores ....
(Iba da Madeira ....
?faw-*York......
60 dlv d vista
25 1/4 25
376
467
210
379
879
470
312
217
820
217
11000
As entradas efectuadas at hoje so bem a 3.138
accos, aendo por : -tarcavas ...... 1.427 Saetas
Vapores....... Via-ferrea de Cmaro Via-frrea de S. Franciac Via-ferrea de Limoeirj . "t 36 1 617 40 .
Homma . 3.138 Saccas
Algstda*
Nio honve traosacfd -s do de Ia sorte do sertii.
Sob condicco f ji oagociada urna partida do de
Moaaor a 61100 oa 15 kilos.
A ozDortacao, feita pela alfandega ueste mos
at o da 5. foi de 28 J 958 1/2 kilos, sendo pira o
exterior 187.160 e para o interior 93.798 1/2.
As eatrads at boje conhecidas foram apenas
de 476 saccas pelos vehculos seguintea :
. .
Anunae .
Via-lcrrea de Caruara .
Via-ienea de S. Fraocisoo
rea de Limoeiro .
8omma .
231
100
14
8
76
47
Saccas
Cotiras saldados
Nao conato a vendas, aendo aa off artas de 405
ris.
Vapores despachados
Vap. ngS'Portoense, pera :
Liverpool : 4.570 saceos com assucar e 500 sac-
cas eom algo 12o.
Carreg. diversos.
Vap. nac. Pernimbnco, para :
Maeei : 70 fardos de zarqae.
Bahia : 150 barricas e b ditas com assucar
braalaaT, 100 saceos com dito mascavado, 5 saccas
cm c a de carnauba, 2 eaixo s, 2 caizas e 2 bar-
ricas com do:e.
Rio de Janeiro : 320 saccas com algodo, 230
saceos cem cojo (fructal e 50 pipas cm agur-
dente.
Carreg. diversos. <
Vap. amar. Finance, para :
Par : 300 saceos com .nnha de mandioca,
192/2 birncas, 135 3, 36 /4 e 23 giades com as-
sucar, 3.500 caizas com aabo, 1 caiza com esa-
rinhos, 115 pipa, 6?/2 e 161/5 com agasrdente
New-Yoik: 281 fardos do coarinhos.
Carreg. diversos.
Pautas da Alfandega
siuiaaa Da 2 7 ds julho oa 18S8
Vide o Diario de 1 de Julho
.\avias" a carga
Barca norueguense Broirtne, para Rio de Ja
neiro.
Lugar psrtogaes Beato de Freitat, Para o Poito.
Patacho noraeguense Sverdrup, para Rio Grande
do Sal.
Patacho nacional Pelotense, para Ro Grande do
Sal.
Vapor ingles Suppicich para Liverpool.
Vapor nacional lomillo, para Rio Grande do Sol.
Vapor ingles Monteviiean. para Liverpool.
.\'avs>s a dcarga
Barca iogiesa Enchantere, carv&o.
Barca francesa Pendn, car vio.
Escuna allemi Johanna, Zirqae.
Lugar nacional Loyo, zarqae.
Lugar sueco Bifro i, fariaba de mandioca.
Lugar portugus 2 enserario, varios gneros
6 Sac I ^K*T nae'onai Ztquinha, vinhos.
ceas pat^gho norueguoose Ceru, zarqae.
Iniporaco
Lugar portugus Temerario, entrado do
Porto e Figueira em 4 do corrente e con-
signado a Amorim IrmSos & C, manifea-
tou:
Carga do Porto
Azulejos 56 caixa8 a B. Ddarte Campos
& C.
Azeit mas 30 caix .s a Domingos Alves
Matheus.
A9sjfcmincr.1l 12 caizas a Antonio Af
fonso SrmSes.
Botoquea 3 saceos aos consignatarios, 2
a Pinto Perreira & C.
BotSes 1 caiza a J0S0 Fernandas Fer-
reira.
Figuras de barro 2 caizas a Joaquim
Lopes de Barros.
Ferrsgens 13 volumes a Souz Bastos
Amorim & C, 10 a Almeida Machado &
C, 13 a J0S0 Firnandea de Almeida, H a
ordem, 1 Pinto Ferreira <& C, 7 a Olivei-
ra Bastos & C.
Foihas de louro 4 caizas orden;, 7 a
Cirios Alves Barbosa, 3 a Guimares &
Valente. 17 a Fran isco Ribeiro Pinto Gui-
mar3es & C, 4 a Domingos A. Matheus.
Ggos de madeira 4 atados a Jos Soa-
rea Naves.
I npreas-.a 1 caiza a Antonio Alfonso
SimSea. _
L-iuca de barro 8 pegas a Jos Joo de
Amorim. _
Mnrcadorias diversas 2 caiz :s a Manoel
Moreira.
Obras de vime 15 volumea a J0S0 Fer-
"ftiaades Ferreira.
Pregos 33 barria a Domingos Alves Ma-
theus, 60 a J0S0 Fe-nandes de Almeida,
20 ordem, 97 a Almeida Machado & C,
3 a Pinto Ferrreira & O., 23 a Albino
Silva & C 20 a Antonio uarte Caroeira
Tianna, 50 a Ferreira GuimarSes & C,
10 a Costa Lima & C, 10 a Rodrigues de
Faria & C 30 a Soma Basto Amorim &
C, 20aVianna Cstro & C.
Palitos 1 oaizao ordem, 5 a Francis-
co Ribeiro Pinto GuimarSes C, 3 a J
Fernandos Ferreira, 3 a Quedes de Arad
jo & Filho.
R >lhas 23 saceos ordem, 43 a Fran
cisco Ribeiro Pinto GuimarSes & C, 5 a
Rodrigues de Faria & C.
Salpico ;s 7 aaizas a JoSo F. da Cruz
Braga.
Sebo 50 cunhetes a Oliveira Basto Vime 400 liajas sf Baltsr Oliveira A C,
1500 a Amorim IrmSos A C, 500 a Pinto
Ferreira. Dito e rolhas 70 cestos a Reis rf
Santos.
Vnho 20 pip s e 247 birria a Cunha
IrmSos 4 C, t 1|3 e (11|10 a JoSo Fer-
nandos Ferreira, 51 barra a Souza Basto
Amorim & O, 31 a Quedes de Araujo &
Filho, 2 < J s C. Malta Ferreira, 2 a
Luia Pinto Siraiva, 5 a Jo- Mondes de
Freitas, 1 a R. de C.rvalhi C, la
Manoel Joaquim de Anlrade, 24 a Arito
ni> de Souza Duarte Pereira, 21 a A oto
nio da Silva Campos, 6 a Oliveira Basto
& O, 2 a Reis & Santos, 13 ordem, 60
a JoSo F. da Cruz Braga, 1 ao BarSo de
Caja Forte, 95 e 10 caizas a Domingos Al-
ves Malheus, 350 a Souza Basto Amurim
& C ICO a JoSo B'eroandos Ferrara, 25
a Carlos Al Ves Barbosa, 261 ordem,
997 a Cunha IrmSos & C. 950 a Fran-
cisco R. Pioto Guimares & U 130 a J.
F. Ja Cruz Braga, 1U0 a Silva Giimarss
4 0, 110 a Feruandea & IrmSo', 100 a
Augusto Figueiredo & C, 4i0 a Ferreira
Rodr.gnes & C, 18 a Pereira Pinto & G,
Carga da Figueira
Vinho 210 pipas 2 1|2 ditas 328/5 e
117[10 ordem.
JJPara Maranbio, J. -Pontollas 2 pipas Com -o'J
litros de aguardante ; H Oliveira 25 barricas
eom 1,316 kilos de assucar branco.
No vaper nacional Alaaoan, carregoa :
Para Rio de Jaueiro, Rjuquayrol Prerns 1 cai-
za com resina de batatar, valor 304.
Para Baha, J. S. Loyo & Pilh i 50 saceos com
3,750 kilos de assucar branca ; J. L. dos Santos
Pr?ira 33 barricas coi 1,491 kilos d-i assucar
branca ; J. F. da Costa 2 caizas com 150 kilos de
doce.
No hiate nacional Aurora, carregaram ;
Para Mossor, A. da Silva Campos 26 barricas
com 1,770 kilos de assaear branco e 38 ditas com
3.05 ditos de dito branco ; Netco, Campos C. 16
saceos com fariaba de mandioca.
Grande no vida le-Grande noii-
dade
Microscopios de crystal psra algibaira
Objetos moito iut-ressantcs e iadiipeaaaveia
para escolas e casas p.rticulare, bem como para
estados de botnica, toologia, etc.
Sao incontestavelmcute estes microscopios as
crystal.
Au^mentam mais de mil vese cada osjetta a
que fcilmente pode-se verificar.
Com am microscop:o destes obtendo-se a graa-
deza augmentad do objecto examinado v-se
quant-i aarprebsndente, maravilhosn e ntil.
Batta collocar se dentro de eada aa driles qaal-
qaer qusntidade de p de queijo para ver-se o sea
grande resultado, e qa tatos insectos coates eUsa;
cu qaalqoer ontro objecto para tambas ver sa
seu grande e estupendo rfftfito'.
Casta cada am a insignificante quan/ia de mil
reis. faseodo-se am grande abatimento por ata-
cado.
Tambern vende se nos domingos e dias
caaos.
A' venda em casa de U. Philipson
Ba do Imperador n. 1,1.a <
Dinbeiro
EXPEDIDO
Pelo vap nac. Pernambuco, psra :
Maeei
K o de June ro
3150^060
12 700UOO
fcj
I 88
portHri(i
acira, 6 os JULHO Da
fara o exterior
No vapor inglez Sculpt r, carregaram :
Para Liverpool, M. Lum & C. 40j saccas com
32,1^5 kilos de algodo ; J. Pat- r & C. 647 saccas
com 49,091 kilos de algodo.
No vapor ingles tortuense larregaram :
Para Liverpool, J. Pacer & C. 500 saccas com
3.1.337 kilos algodo
No vapor americano Ftnance, carregaram :
Para New-Yoik H. Lundgnn A C. b,iQi pel-
los de cabra.
O ara o interior
lio vapor trances Vilie de Montevid), esr-
regon :
Para Rio de Janeiro, M. S. de Oliveira 50 pipes
com 24,000 litros de agurdente.
No patacho naciocil Pelolente, carregaram :
Para Rio Grande do Sal, Viava de Manoel F.
Marque & Fdho 500 barricas com 48,9. kilo?
de assncar branco.
No v.>por nacional Cantillo, carregaram ;
Para Rio Grande, do Sul, P. Carneiro & C. 200
saccas com 13,400 kilos de algodo.
Para Rio de Janeiro, P. Csrneiro & C. 350
saceas com 23,380 kilos de algodo ; Baltar 50
pipas com 24,0<.'O litros de agurdente.
.no vapor nacional Pernambuco, carregaVam:
Para Rio de Janeiro, Amorim Irmos C 70
saccas com 5,57t 1|2 kilos do algodo ; P. Csr-
neiro & C. 250 saccas com 16,711 kilos de al-
godo.
Psra Babia, F. de Soasa Pitanga 2 caizas eom
250 kilos de doce; P. Moreira da Silva 100 bar-
ricas com 11,787 kilos de assucar branco ; M. L
de S os C. 2 cfizas com 120 kilos de doce ; A.
Oliveira C. 5 saceos com 300 kilos de cera de
carnauba.
No vapor nacional Jaguaribe, carregaram :
Psra Cear, Maia & Resende 61 barricas com
6,720 kilos de asoucar branco e 10 ditas com 600
ditos de dito refinado.
No vapor americano Pionee, carregaram :
Psra Par, J. H. Bozwell 62 pipas e 26 barris
eom 17,376 litros de agurdente ; C. Beltro
m Irmo 210 barricas com 10,059 kilos de assucar
branco, 80 latas com 1,200 ditos de dito refinado
e 60 barra eom 5,760 litros de agurdente ; N.
M. do Eirado 130 barricas com 8,760 kilos de
assaear brsaeo ; J. S. da Costa Moreira 167 vo-
lam>s com 6,840 kiles de assucar branco ; Amorim
Irmirs C. 15 pipas cota 7,200 litros de alcool e
85 ditas com 40,800 ditsa da aguardante.
No vspor nacional" Maranhio, carregaram;!
lierdiraeaios publicas
Cl DB JLLH)
Alfandega
Renda eral
Oo dia 2 a 5
dan de 6
Horda tmvineial
o dia 2 a 5
dem de 6
190:241*471
29.-211*210
26.523 868
4;050657
90 ditos de legames a 400 reis 3SJ000
18 ditos de sumos a 700 rus utoa
10 ditos de tressuras a 600 ris non
10 fainos a 2* 20*000
1 dito a la 1*000
A Oliveira Castro C.:
51 tslh-.s a U % 51*0
197*760
Rendimento dos dias 1 a 4 do cor-
rete 844*000
Foi arrecadado liquido tt aoje
Preeos do dia :
Carne verde de 240 a 400 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris ideas.
Sumos de 660 a 640 ris idean.
fanuba de 20J a 320 ris a euia
Milho de 320 a 400 ris idea
Feijo de 560 a 1*600 ris i
1:041*7C0
219.452j681
30:574 4525
Somma tota!
secoo da Alfandega,
250:027*206
6 de Julho
Segunda
de 1838.
O thesoureiroFlorencio Dom'ingue
O chefe da aeceoCicero B. de Mello
Keeebedoria aeras
c da 2 a 5 f::05*.'4'i
dem de 6 75U086
tteeebedoria provincial
Do dia 2a 5 41:506:123
dem s 6 14:7511639
5:856*332
Vapore entrar
MBZ DE JDLOO
Euro?....... Vdle de Montevideo teje
Sul......... Tomar............. assaaa
Sul........... Maraado.........
Sol........... Ville de Pernambuco. O
Norte......... Allionca........... lf
Norte......... Mandos........... 19
Corrientes......... 15
Sorata........... 16
Alagos........... 16
Vile de Marankao 17
Portugal.......... 17
21
Ham burgo.....
Sul...........
Sul...........
Europa......
Sal..........
Europa....... Tagui
Sul........... ZVen<........
Norte......... Espirito Santo
Sal........... Pernambuco ...
22
*3
26
>e dia 2 a o
Uem 6
Ueelfe
Uraluaze
1:006*123
2457ll
64:257*769
Cear eesc..
Santos e eac.
Soatbampton.
Norte.......
Havre eesc..
Santos e ese.
Sul.........
Bordeaos
Buenos Ayres
Suihamptoo.
Sul.........
Norte.......
1:251*834
Hatadoaro Publico
Foram abatidas no Mutsdcuro da Cabauga 91
rases para o consamo do dia do boje.
Sendo: 64rezes pertenseales* Oliveira Castio
ii C, e 27 a diversos.
Morcado Municipal de 9.
O movimento deste Mercado no dia 5
aho foi o seguate:
Entraram :
33 bois pesando 4,679 kilos aendo de Olivei-
ra Castro C, 24 de li, e 8 de par-
enlares.
168 kilos de peixea 20 ris 3*360
39 cargas de farha a 200 ria 7*800
20 ditas de fructaa diversas a
300 rs. 6*800
15 taboleiroa a 200 ris 3*000
8 sainos a 200 ris 1*600
17 matulos com legames s 200
ris 8*400
Foram oceupados :
28 columnas a 6UU ris 16*800
1 escriptorio 300
24 compartimentos We fariaba a
500 ris. 12*000
29 ditos de comida* 600 reis 14*500
Vaperes t sabir
MBS DE JULHO
Jaguaribe.........hoja 4 5 h.
ViOe de Montevideo. 8 s 2 k.
Turnar............. 8 s 11 a.
Maranhao......... 10 s 5 h.
Villed: Pernambuco 11 s 3 a.
Allianca.......... 13 s 9b.
Manaot........... 14 s 5 m.
Noite....... Alagos........... 17 s 9 b.
Santos e esc. Ville de Marankao. 18 s 3 b.
Portaoui.......... 17 s 9 b.
Tagut............ 21 slS b.
Trent............. 32 s 12 b.
Espirito Santo..... 24 s 5 h.
Pernambuco....... 27 s 9 b.
------
Varan entrar
Bertha............ Cardiff.
Cypher........... Swaasea.
Flid.............. Cassbff.
Fairy............. Swsnsea.
M imosa........... Ra Graaae do Sal.
Okonoo........... Bamborgo.
Movlmeuto do porto
Navios entrados no da 6
Santos6 dias, vspor ingles Qorion Casttt, de
1,320 toneladas, commandante Joba Clarck,
equipagem 26, em lustro; a Borstelssana C.
oathsmpton e escala15 dias, vapor ingles La
Plata, de 2,070 toneladas, commandante A. H.
Deyk, equipagem 101, carga varios generes;
Amcrim Irmos Se C.
Sahidos no memo dia
New-Yoik s escalaVapor americano Finmn,
commandante E. C Back>r; carga varios
ros.
Rio do Janeiro e escalaVapor brasileiro i
buco, commandante Francisco Antonio de Alases-
da; carga vosos gneros.
Liverpool pelo CearVapor ingles
commandante Fredrick Hewor; carga]
gneros.
Buenos Ayres e escalaVapor iagl
commandante A. H. Deyk ; carga vand
ros.

[
S
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mi^'Mfrfr-^w
l KirafiL


Hiri 0
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i.
H
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-J
- L-
I rr
(ommlss pernanbneaaa para
a representado 4a pro vi acia
a exposlco universal de Pa
ns, era 18 99.
A commissao Horneada pelo Exm. Sr.
presidente para promover a representado
desta provincia, na exposigao de 1889 par
tioipa aos seas habitantes que, devidamen
te constituida, inioiou os seus trabalhos e
espera, que todos conoorram, na medida
de suas torcas, para que a provincia tenha
ama representado condigna naquella hon-
roso e pacifico oertunen tai que as nac3i8
devem demonstrar a solidariedade, que as
prende e os progressos da civiaacao mo
derna. .
A commissSo omito coufii nos habitantes
desta provinaia e espera que com o auxilia
delles desempenhar-ae do honrado encar-
go, que Iba foi confiado.
Quaesquer productos agricolas, indus-
triaea e artsticos podem ser desde ja re-
metidos aos IllDs. Srs. Visconde da Silva
L jo, comruenJador Josepb K'ame, oom-
mendador Autonio Gomas de Miraaia Leal
commendador Jj5j Fernandes Lipjs, o co-
ronel Jos Fiuz de Oveira.
A uommissSo ficoa organisada do modo
seguate :
Presidente. Visioudo da Sil^a Liyo.
Vioe-presidente. Ciuimeudador Joio
Fernandos Lopes.
Thesoureiro. Uimraendador Joaeph
Kranse.
1.* secretario. Dr. Jos Eustaquio
Ferreira Jacobina.
2.* secretario. Dr. Vioente Eerrer de
Barros Wanderlay Araujo.
Auxiliares; Drs. Manoel Gomes de Mat-
tos e Lauria o de Moraes Pinheiro.
Ia oommissSo (productos agrcola)Com
meadador Antonio Go.nea de VI. Leal,
commendador Joao Jos Rodrigues Mn-
des, capitlo Fabio Temporal, commenda-
dor Auir Maria Pinheiro, commendador
Jos Fiuzi de Oliveira, Jos Mara de
Andrade, capitao joaquim Aires da Fon
seca.
2* oommissao (industrias e artes). C >-
ronel Corbiniano de Aquino Fonseca, Hn-
rique Burle, tenente-coronel Francisco Bo-
litreau Julio Fuerstenberg, Francisco .flur-
gel do Amaral, baro da Cisa Forte, com-
mendador Francisco Ribeiro Pinto Guiroa-
rles.
Commisao pernambusana para a repre-
sentado da provincia na ezposicao univer-
sal de 1889, 25 da Junbo de 1888
Visconde da S Iva Loyo .
Presidente.
Parecer la Bxma. Jarata de hy
gieae di Ra de Janeiro
O preparados do -Sr. Luis Carloa de Arroda
Mendes s5o similares tantos outros qae sSo ge-
ramente reconhecidos, receitadoi e oo eneerram
principios oocivos que os condemnem na pratica
medica, po1:ndo ser utilisados cu-no aqaelles noi
mesmos casos, mas alo coostitueat novidade algo-
ma a ni o ser, qae na aua preparacii entreo qua-
si exclusivamente plantas do paiz, cajas qualida-
dea elle podo melhor verificar e garantir do que
empregando producto importados do eatrangeiro.
Junta Central da hreriene publica, em 21 de
Maio de 1883.
O presidente interino.Dr. Jos B>nicn de
Abreu. Agentes em Catrgiases, Costa S jbriobo
& C.
Na corte, Silva Gomes t C.
rerHamDuq

aa<
sau
melico-cirargica
DO
Dr. Alfredo Gaspar
EapecialidadePartos, molestias de senhora
e creancaa.
ResidenciaRa da Imperatris n. 18 primeir
andar.
Telepbone n. SS6
4>ma York
New York Life Insurance Company-,
Companhia Mutua de Seguros de Vid e M jq-
te-pio dos Estados -Unidos da America.
Fondada em 184543 annos de prosperidade 1
nica Companhia de Segaros de Vida cstran-
geira aatorisada a faaccionar no Imperio do Bra-
sil.
> Capital cerca de cenio e tetenta e cinco mil contot
aeris
Renda annual cerca de quarenta mil cont de
re.
Deposito na corte no Tbesouro Nacional.
Dtenlos coritos de ris.
Mais de du-.entos mil contde ri pagos a vi-
vaj e orpboa e proprietari de aplleos desde *aa
fuadacSo.
Cerca de eeiscentoi cont de ris pagos no Bra-
sil aherdeiros de segurad jb em cerca de 5 anuos.
- Mediante urna pequea sooima annualmente (o
premie na idade de 35 iiqujs casta cerca de 404
por anno por cada cont de ris segurado) pode cada
nm constituir inmediatamente uin capital para aua
' familia no caso de marte ou para si proprio se che
ga ao prazo escolhido.
Para prospectos e informaoSes com o Sr. Tneo-
doro Chrtiangen correspondente representante da
Companhia em Pernambaco oa com Julio Quima-
rSe agente viagante da Companhia, de passajem
por esta capital, qae pode a ir encontrado no ea -
criptorio d'aqaelle senhor.
ir
MEDICO HOMEOPATHA
I

Dr. Balthazar da Silveira h
\
Especialidadesfebres, molestias das
eriancas, dos orgcs respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
tora da capital.
VESO
Todos os chamadas devem ser dirigi-
dos pnarmacia do Dr. Sabino, roa da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.

Dr. Silva Ferreira
Medico e parteiro, com pratica em varios has
pitaes da Enropa nae especialidades de molestias
de senhoras e da pille, da consultas na roa da
Cadeia n. 53 i." andar, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na ra do Conde da Coa-Vista n. 24 I.
Telepbone n. 412
HOMEOPATHIA
DE
CATELAN FRERE8
GLBULOS, TINTURAS, CABTEIRAS,ETC.
Vende te na botica francesa
22= Bul DA CBDZ=22
Dr. Coellio Leite
Participa a seus clientes e amigos que
tem sen consultorio na na Duque de Ca-
sias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os das e
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portugus n. 14.
Oculista f
9:

)
Dr. Barreto Sampaio. medico oeu-
'itta, cx-ebefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio da s
3 horas da tarde, no 1.' andar da casa
n. 51 roa do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia rus. Bete de Setembro n.
34. Entrada pela ru da Saudade n. 25.
II
(Java soasa ver e ontra 5 coa
ter
A procara, o consum e o cinceitj de todos os
preqarados do pharmaceutico Luis Carlos, e isto
devido a especializado de Cada medicamento
para o fim qae destinado.
Das plalas Sudorficas peitoraes tem havido
muita procara porque caram em pjucos dias oa de-
fluxoa, bronchitea e eonstipaia qae s j sempre
as causas d J3 iucommolos pul n ..nares.
O Aoti-rbeumatico Paalistano est provado ser
o remedio seguro costra toda a especie de rheu-
matiamo, assim o Licjr Aatipsorico com as pos
depurativo ou cooi as plalas feitas dos mesmo3
pi saj os dois depurativos mais efBcasea onra
a srpbilis de qaalquer especie.
Oa pj auti-hemorrhjidarioa tanto ae vendom
que in.-alcu avel os beuefi-ij: qae tem dado
humanidade.
Assim o oleo calmante para as dores de barriga
das eriancas, dores d9 ouvido o nico prompto
allivio.
Grandes depcsitos as casas de Silva Gomes &
C. -Cjrt -. e Francisco Manoel da Silva &. C. em
Pernambaco.
Eduardo Cadatilt
Retratista
Ateller, roa sarao da victo-
ria a. 91. 1 andar
/ sin:
)ra.
Incumbe-se da exeeaco de todos oa
trabalhos concernentes sua arte, as-
sim como locci-ina em desenhos e pinta-
Dr. E iiardo Silveira
nfBlde volta de ana viagem corte contina
no exercicio de ana profisso
ConsultorioRa do Imperador n. 42.
Residencia-Ra da Aurora n. 47.
Telepbone n. 266.
Terrenos magnficos
O corretor geral P. J. f nto est encar-
regado da subdivisao do sitio' da capella,
na Ponte de Uchda, para cujo tim abrirara
se diversas ras, e cstao demarcados os
lotes de terreno.
A locolidade recommenda se pela excel-
lencia do clima, facilidade do transporte, a
[iaha princial da estrada de ferro do Ca-
xaog e o ramal do Arr..i >l, com duas es-
ta$3es prozimas, Jaqu^ira e Tamarineira ;
agua potavel de primeira qualidade ; e
una capella.
O sitio est milito arborisado, o cada
loto de terreno tem algumas arvores dan-
do fructos.
Nao pode baver melbar occasio para
quem quizer oonstiiuir-se proprietario de
um magoifco sitio pequeo.
Fornece se plantas dos armamentos com
indicacZo da damarcacao dos terrenos.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordein do Illm. Sr. inspector, faoo publico
qae no da 14 do correte, pelas 11 horas da oa
nhi, eri vendidos em hasta publica no quartel
da companhia de ca*allaria, 14 cavalija qae fo-
ram julgadis inutilisadoa.
Toesoarsria de Paseada de Pernambaco, 6 de
Julhj de 1888.O secretario,
De. Antonio Jos de Sant'Anoa.
Prado peroambucao
De ordem da directora, eonvido aos senhires
proprietari.'a de anim.i-s d-atinados s corridas
dobvpodiomo dest soci'-d-de para inacrevel-os
em livro espcial na secruuna deste prado roa
do Imperador n. 83 Oauosim, previno bos Jockya
qae s pode.-o c >rrer no mesmo bypodrorao de-
pois de matriculados, de aecordo com as instruc-
cfiiB que se ac.ham nesta secretaria. Recite, 5 de
Julho de 1888.
Francisco de Soasa Res,
Secretario.
Companhia de Edifiea-
Qo
Assembla geral extraordinaria
Tendo-se na Assembli Geral extraor-
dinaria qae realisou se' no da 22, depois
de vencido e approvaao o augmento do ca-
pitel social, e quando discutiram-se os meios
de effectuar tal augmento, aventado a ideia
de que tio seria cob;rta a emissSo de no
vas accSis vista da depreciajao do actual
capital da companhia resaltante dos pre-
juieos produziios pelas obras que ella exe-
cuton e pela natural depreciacSo do mate-
rial em oonsequencia do trabalho que ba
annos desempenba, e bavendo a mesma
Aasembli Geral extraordioaria resolvido
que de novo e extraordinariamente se re-
na a companhia com o fim especial de dis
cutir e se approvar, votar a acquisig&o do
actual capi'al social ao Beu justo e real va-
lor, afim de tornar possivel a acquiaicao de
novo capital sera o qual no*pode a compa-
nhia proseguir na sua inissao, convoco, de
ordem da directora, para o dia 9 de Ju-
lho prximo futuro, as 11 horas da manha,
no es jriptorio da Companhia de EdifcacSoj
Praya Pedro II n. 77, 1." andar, a rea
niao da companhia, em ssembli Geral
e extraordinaria, para discutir convm ou
nSo r-iiuzir o actual capital social, 9, no
caso afirmativo, qual a redcelo, devendo
esta aBsembla constar de numero de ac-
cionistas que represente pelo menos, dous
lergos do capital, de aecordo com o dispos-
to no paragrapho 4.* do art. 15 da lei n.
8,150 de i de Novembro de 1882 a qual
rege as sociedades aoonymas.
Recife, 23 de Junho de 1888.
Ricardo de Metieres.
gerente.
CIRCO CHILENO
1 No largo do Arsenal de Guerra
RINDE COMPANHIA
eqnestre, gimnstica, acrobtica, coreographica, zoloogica,
equilibrista, fananbalesea. factica e mmica
EMPREZA E OIBECCO
BE
D. HONORIO PALACIOS
HOJE Sabbado 7 do corrate
Imponente fesla artstica em beneflicio da eximia contorcionista
FRANKLINA ESTRELLA DO BRAZIL
A unios ARTISTA BRASILEIRA que tem a companhia
Este cxpectaculo offsrecido pela beneficiada a todos os Beus patricios e ao
publico em geral.
Trabalhos novos Programma deslumbrante !!
Ultima semana! Ultima!
TOMAM PARTE AS CELEBRES:
Estrella do Norte Estrella do Sul
Estrella do Brazl! Estrella do Mar
A familia Palacios e o Sr. Daniel Castro exhibirSo brilhantes exercicios.
PREC-OS:
Camarotes com 5 entradas ..... 10)S0(X)
Cadeiras...... 2,5000
Geraes........ 1,J000
Principiar a funcc&o s 8 1/2 horas.
___________O SECREARIO, ftm ALVI^
r ni mi Hiniiiii mu
SEGl^^^ssj
14ITI10S CONTRA POCO
C ompaobia PheaJt Per-
nambncana
RA DO COMMERCIO N. Jo, ANDAR
rtURtt
(Dividendo)
P>.r ordem da directora commuoieo aes I
cionistas que de 3 10 do corrrefe ases, i
uteis, aera eucootrad> o,hr. Ihesoareiro, _
torio da companhia, das 10 boraa ao meio- da, p
faser o pagamento da 37* dividendo, rasi
8 */ que depois desse ultimo da, atrio os]
mentes efectuados as tercas-teiraa e i
mesmas horas. Por rasa mesma uwasj
se bao os juro das acedes preferencias das de-
benture qae para tal fim deveri) ser sptes
todas.
Escriptcrio do gerente, 2 de Jalao 1868.
_____________________A. Perora 8m8m.
Ass i aos oDreiHcn-
n m pgriniti
Assembla geral
Convido todos os senhores socios r.
ns respectiva sede rus do Imperador o. 81,
meiro andar, domingo 8 do carrete, petos 8
da tarde, para se proceder a eleicAo dettftsl
no 1 do art. 35 dos estatutos, o qae fj-sm sr-
denado pelo Sr. presidente.
Secretoria da Associacio dos Empregadas da
Commercio < m Ptrnanbaco. 4 da Jolhj de 1888.
O 1 repr-fari-i,
Frsneisso Coasssra
Para
PROJEGTO DE INSfiRIPGiO
a 1.a corrida que deverter lugar no
dia 15 do corrente
fflARITIlOS-
provincia que ainda nao
ao segundo e o teroeiro
DhLARACOES
VENERAVEL COMPRARA
DO
Senhor Bom jess da Via-Sacra
dagrejada Santa Cruz
MESA GERAL
Nao teado comparecido hontem numero legal de
confrades para ter lagar a mesa geral para a
eleigSo de provedor, pela terceira o ultima ves os
convido por ordem da mesa regedora a compare-
cerera no consistorio desta igrej, pelas 7 horas
da noite do dia 10 do corrente, a ivirtmdj-oa qae
ama hora depois da marctda, trabalbar a mesma
mesa garal com o numero que comparecer.
Consistorio da igreja da Saata Gru, em 6 de
Julho de 1888.
O escrivio,
Julio A. Seca es.
Instituto Beneficente dos Officiaes
da Guarda Nacional
D ordem da directora, convido a todos os se-
nhores officiaes da guarda nacional a camparece-
re-u na ade social sito ra do Padre Mus n.
5, antisro Urgj do Mercado de S. Jos, no dia 8
do corrente mes, afim de assistirem a nossa quer-
a seaao,em a qu*l teem de ser lidos os estatutos
desaa assosiacao.
Seeretaria do Instituto Beneficente dos Officiaes
da Quarda Nacional, 4 de Julbo de 1888.
O 1* secretorio,
Francisco de Assis F. Magalhaes.
Club Internacional de
Regata
Corpo le remadores
Sio convidados todos os socios qae pertencem
ao corpo de remadores, e os que nelle se qauerem
inscrever para a regata do 22 do corrente, a com-
pareceris na sesaS-) do conselho administrativo,
qae serealisar no dia 9 da ecrrente, s 7 horas
da noite.
Secretaria do Club Internacin*! de Regatos,
5 doj Julho de 1888.O 2' secretario,
Alfredo B. da Risa Bordes.
Soc Aiiliata i\ AgncQi-
Conselho ailmini-tirallv.t
-^ SessSo Extraordinaria
Ficam convidados os Iilms. e Exms. membros
do conselho, para urna sessio extraordinaria, que
verificar-se ba no dia sexto-feira 13 do corrente,
em ordem de investigar sa ns meios qas por ven-
tura existam de amparar a lavoura na situadlo
angustiosa eu qae se acha hoje. A reuaio ter*
lagar ao meio dia na sede social ra da Uaiio,
esquina da da Princesa Isab !.
Recife, 6 de Julho de 1883.
H.nrique Augusto Milet,
^__ Gerente.
-m---------;---------------------------_
Praloocamenio da estrada de ferro
de Prrnamburo e entrada de,ferro
de Beeife ca uni
Aviso
De ordem do lllm. Sr. director enienhairo cheie,
faoo publico que a concurrencia qae devia ter la-
gar no dia 5 do correte, para o fornecimento de
materiaes e artigos diversos a esta reptrticio, no
semestre de Julbo a Desembro de 1888, fiea trans-
ferida para o dia 9, no edificio da estocio central
da estrada de Caraar. Oatrosim, declaro aos
senhores ioteressad >s qae para essa oooCUrreocia,
fiea de neohum effeito a clmala expressa no
edital da serem os concurrentes negociantes ma
triculados. Recife, 4 de Julho de 1888.
O secretario,
Manee! J#reacio de Ssboya.
Prado pernambue ano
De ordem da directora, aviso ao publico que
nenhum carto de convite para as corridas deste
prado ter valor de hoje em diante sem ser aasig-
nado pelo secretario, de confornidade com os es-
tatutos. R.cife, 5 de Julbo de 1888.
Faaacisco de Soura Reis,
Secretorio.
Thesouraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, convi-
do os Srs. negociantes abaizo mencionados
para, no praso de tres dias qae Ibes fiea
marcado a contar de hoje, virem aasignar
na seceso do contencioso desta thesouraria,
os termos dos contraotos, feitos de aecor-
do com as respectivas propostas approva
das pela presidencia da provincia, para o
fornecimento de gneros e artigos para o
presidio de Fernando de Noronha no 2.'
semestre do corrente anno.
Antonio de Uliveira Maia.
Fraga Rocha & C.
JoSo Waltredo de Medeiros.
Beltrao & Costa.
Jos Rufino Climaco da Silva,
Rodrigo Carvalho & C-
Maia e Silva & C.
Manoel Paulo de Albuquerque.
Joaquim Alvos da Silva Santos.
Manoel Joaquim Al ves da Costa.
Moura Borges & C.
Em 4 deJulhe de 1888.
O seoretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
Companliia de Beberibe
Nao se tendo realisado a Assembla Ga-
ral ordinaria desta companhia no dia 2 do
corrente mez, por nao Be ter reunido ac-
cionistas que represootassem o capital fi-
zado pela le:, sao de novo convidados para
a renniao que se realisara no dia 10 des-
te mez, ao meio dia, com qualquer que
seja o numero dos Srs accionistas pre-
sentes, como dispSe o art. 24 de nossos
estatutos.
A Assembla Geral tem por fim tomar
conta da gestaj dos negocios sociaes du-
rante o anno findo, para o que Ihe ser
aprosentado o parecer da oommiss fiscal
e o relatorio da directora.
Na mesma occasiSo se proceder a elei-
(3o da nova coaamiesSo o presidente e se-
cretario da Assembla Geral.
O local da rennio ser a do costume, a
ra do Imperador n. 71 1.* andar.
Recife., 4 de Julho de 1888.
Cecicmo Mamede A. Ferreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio F. Jacobina.
Director secretario.
Imperial Sociedade dos Artistas
Mchameos e Lbcraes
De ordem do IrmSo 1.a adjunto em exercicio,
csavido aos irmos qae se acbam no goso de seas
direitos, a reucirem-se em nossa sede qainta-feira
5 do corrente, pelas 6 1)2 horas da tarde, afim de
ter logar a eesso de assembla geral, devendo
esto ser fefta com o numero qae comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mecbanicos e Liberaes do Pernambaco, em 4 de
Julho de 1S88. 01 secretorio,
Francisco da Costa Ramos.
Banco de crdito real
de Pernaiubuco
Letra hypoUiecarlaa norteada*
Nao tendo sido ainda resgatadaa as letras hy-
potbeeartos abaixo mencionadas, as qaaes foram
sorteadas em 22 de Juobo e 26 de Desembro de
1887, pede se a quem as possuir queira apresen
tal-as na sede (este banco, roa do Commercio n.
84, onde ser&o pagis pelo sen valor nominal de
10OJOOO eada orna.
Ns. 658, 1297, 1299. 8069, 4299, 66ia, 7249,
8541 e 9334, sendo a 4 e as duas ultimas, do 3.
sorteio e as demais do 4 *
Beeife, 6 de Julho de 1888.
O gerente,
Jcao F mandes Lo>es.
1. pareoj Consolagao800 metros. Anim^es da
tenham ganho. Premios: 200(JW00 ao primeiro, 50|$000
livra a entrada.
2. pareoRecife 1.450 metros. Animaes estrangeiros at meio sangue.
Premios: 4000000 ao primeiro, 100|jr000 ao segundo e o terceiro livra a entrada.
3. pareo -Io do J-Lj 1.200 metros. Animaes nacionaes de menos de
meio sangue. Premios: 3000000 ao primeiro, 750000 ao segundo e o terceiro livra
a entrada.
4. psreoImprensa Pernarabucana.1.000 ^metros. Animaes da provincia.
Premios : 2500000 ao primeiro, 600003 ao segundo o terceiro livra a entrada.
5. pareo Prado^Pernambucano1.609 metros. Animaes de qualquer paiz.
Premios 5000000 ao primeiro, 1250000 ao segundo e o terceiro livra a entrada.
6. pareoProgresso. 1.450 metros. Animaes nacionaes at meio sangue.
Premios : 2000000 ao primeiro, 750000 ao segundo e teroeiro livra a entrada.
7.* pareo AnimacBo850 metros. Animaes da provincia. Premios 2000000
ao primeiro, 500000 ao segundo e o teroeiro livra a entrada.
OBSERVACES
Nenhum pareo se realizar sem que se ioscrevam animaes de tres proprieta-
rios differentes.
A inscripso encerrar-se-ha na ter$a feira 10 do corrente, s 6 horas da tarde
na secretaria do Prado Pernambucano na ra do Imperador n. 83, 1/ andar.
Recife. 5 de Julho de 1888.
O SECRETARIO,
Francisco de Soaza Reis.
Thealro de Oliuda
Espectculo em beneficio do monumento
jommemorativo da abolicSo do elemento
servil, cedido graciosamente pela socieda-
de Melpomene Olindense com o concurso
dos artistas dramticos D. Rosa Manhonga
e Sr. Manbonca.
SABBADO 7 DE JULHO
Honrado com a presenga de S. Exj. o
Sr. desembargador presidente da provin-
cia, Cmara Municipal e primeiras autori-
dades da comarca. .
Programma
Urna banda marcial executar o hymnu
da abolicSo desde que S. Exc. compare-
cer no camarote que lhe est destinado ;
seguindo-se urna linda overtura pela or-
chestra a cargo do insigne maestro Rosas.
Dar comec.o ao espectculo a recitagSo
em acea berta de urna poesa patritica
expressamente escripia :
13 de Maio I*
surgindo aos ltimos versos urna spotheo-
se a
Liberdade
Em seguida ser representado o magoi-
fco drama sempre applaudido pelas plateas
Ilustradas:
Terminando o
comedia ornada
fabrica de risos.
espectculo
de couplets,
a chistosa
verdadeira
lina experiencia!
Nos iotorvallos tocar a banda marcial.
A commisslo do espectculo no intuito
de melhorar as condicS^s do theatro, obte-
ve da municipalidad?, em cajo predio fua-
ciona, autorisagao para abrir uro ventila-
dor por sobre o lustre e se esforgar psr
iff;recer toda a somma de commolidades
s pessoas que si dignarem aceitar bilhe-
tes.
A estas pede ella para d*volverem 03 bi-
lhetes que nao aceitarem em vez da trans-
fenl os a outrem ; assim como que na noi-
te do espectculo levem as suas esportulas
para serem entregues na porta do theatro
respectiva csmmissSo.
Estando distribuidos desde domingo os
bilbetes de camarotes, cadeiras de Ia cll-
se o galeras, b s^rao aceitas os que forem
devolvidos at o dia 5 ao meio dia. O res-
to dos bilbetes de cadeiras de 2a claase
a.'ha-se venda na estagao do Varadonro,
e no dia do espectculo no esoriptorio do
theatro.
Comegsr s 8 li2 da noite.
Haver trem para o Recife e Beberibe.
DE
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificio mercadonas
Tacas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
R. 1 3.000:000 AOiJC
w* c
N. 5RA DO COMMERCION. 5
COSTEA FD&Q
LireTUDOl & Lili &
HTSUHANGE CDMPAITT
Blackbnrn, Needham & 0,
' Ra do Commercio n. 3
Companhia de Seguros
AGENTE
Miguel Jos Alves
IV. 1-Bns do Bom Je SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes nltimos segaros a aaica companhia nesta
praca que conced- aos Srs. segurados isempco de
pagameuco de premio em cada stimo anno; o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
cento em favor dos segurados.
Cumpanljia he &t$axo*
GDITTRA FaSQ
NORTHERN
de Londres e Aberdeen
Posigao fioanceira (Dezembro de 1885)
London
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacoa por todos os vapores sobre as cai-
ras'do mesmo banoo em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Oapellistas n. 75. No
Porto, ra dos Ingleses.
Capital subscripta 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,348
Recelta annual:
De premios contra fogo 577,330
Da premios sobre vida: i 191,000
Do u'ros . 32,000*
0 AGENTE
JohnH. Boxwell.
?TC*t\m.: DBS B*V%;.E-
RES ARIHIBI
LINHA MENSAL
O paquete
ITDC11
Commandante Groa
E' esperado dos portas do sal
no dia 17 do corrate, segajais
depois da demora iln imlii,
para Bordeaui, tocando ai
Dakar e iJaboa
Fas-se abatimcnto de 15 % ea favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao mekoa e qepa-
garem 4 pastagens nteiras.
Lembra-se aos senhores passageiroa de todas
as classes que ha lagares reservados psr esto
teeacia, que podem tomar em qualqasr teaspo.
Por eicepco os criados de familias que torssa-
rem bilhetes de proa, goeam tambem d'esto a bati-
mento.
Os vales postaes s se dae at dia 15 pagos
de contado.
Paiacaxga, passa^ens, encornaren da* s ilsasai i i
s frete : tracta-se cem o
AOrENTE
Angoste Labiile
>- RA DO COMMERCIO-9
Inuail Siales & Brasil 1- S. S- .
0 nw Allianca
Espera-se de New-Port-News,
at o dia 12 a Julbo o qnal
seguir aepois d desaan ae-
eesaria para a
Baha, Rio de Janeiro e Saatea
Para carga, passagens, e encommenda* tracta-
is com os
Heory Forstcr k .
S8 RA DO COMMERCIO-N. 8
i.- anda
GHARGEVRS REUf
companhia Franceza de Mavega-
eSo a Vapor
Linba regular entre o Havre, Lisboa, Per-
nambuco, Babia, Rio de Janeiro o San-
tos
Owrille riB Pernamnco
Commandante Sebire
Espera-se dos portos do sol
no dia 10 de Julbo segmndo
depois de indispensavel demo-
ra para o HAVRE, toenndo em
LISBOA.
ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Condus medico a bordo, de msreba tapida a
cffereee ezcellentes commodos e ptimo paisa-
dio.
As passagens poderao ser tomadas de ante-
mo.
Recebe csrgs, encoa mendas e passageiros para
os quaes tem ezcellrntes accommodac.'s.
Para carga, passagens,
a frete trata-se com o
AGENTE
encommenda dinbeiro
JXDEMMSADORV
martimos e terrkstres
Eatabeleeida em 188
CAPITAL 1,000:0004
4 8INISTROS PAGOS
i de Dezembr* da f IS4
Naritlnos..... UMrOHOOO
Terrestres..... oi6:000$006
44 Ra do Commercio44
0 iw Mt k MonteFjdo
Commandante Viel
Espera-se da Europa no dia
7 de Julbo e segmndo de-
pois da demora necessar
para
Babia, Rio de Janeiro ti Santos
Eoga-so aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linba, queiram apresentar ae dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualqner rccamacSo concerneute a volomea, que
porveatura tenham seguido para os portos do sal
afim de se poderem dar tempo as providencias,
aecessarias.
Espirado o referido praso a companhia nlo se
responsab'li&a por extravos.
Para arga,-pat sagena, eocommendas e dinhein.
a frete : trata se com o
AGENTE
Angoste Labiile
9 -RA DO COMMERCIO -9
Pacific steam Navigatoniiompany
STRATTS OF MAGELLAN LINE
Paquete Sorata
Espera-se das porto-
do sal at o dia 16 de
Julbo seguindo
para a Europa depois
ida demora do costume,
tocando em
Lisboa, Borde a ux, Plymoath e
Liverpool
Para carga, passageiros, encaminen das e inhdei-
ro a frete, trata-te com os
AGENTES
Wllson Son J., LJmlted
t. 14 -RA DO COMMERCIO-. 14
1



tu ninvcMi
DB
IlTcpelt caatelra iw vapor
POBTOS DO ORTE
, Macu, Memor, Ataca-
ty e Cear
0 vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 7 de
Julho s 6 horas da
tarde.
Recebe cargaste o
Idia 6.
, passagens e dinheiroa a frete
te 4a 8 hora* da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
da Conpaihla PBrmmmhn-
a n.
caes
OVAL M4IL STEAM A( KET
COIPANY
0 paquete Tamar
' esperado dos por-
tee do sal at o dia 8
de Julho e segui-
r d poifl da demoia
necesaria para
. Tlceate, Lisboa. Vlgo, An-
tuerpia e outhamptoB
Reducc&o de passagens
Ida Ida < volta
A Southampton 1* claasc X 28 l 42
A' Lisboa 1* classe t 20 30
Camarotes reservados para os pasasgeiros de
Pernasabocu.
Para passagens, frotes, etc., tracta-e m os
AGENTES
Amorim Irmaos &C.
H. 3 RA DO BOM JESS N 3.
Leilo
De aaadapoloei avariadoa
O agento Martina far leilio por ata e riaco
de que partea dos soariapoloes avariadea.
abado, 9 te tnwite
MS 11 HORAS
No armazn ra do Imperador n. 16
Leilo
Da casa terrea sita travisa dos Reme-
dios d. 27
O agente Hartins far leilo, por mandado do
Illm. r. Dr. jais substituto des Feitos da Fa-
aenda, da casa terrea cima, cem 9 salas, 2 quar-
tos, cosinba lora, quintal morado, a qual foi pe-
nhorada a Joanna Meria da Fonsaea pela Fa-
senda Provincial.
Sabbado, f do correle
A's 11 hora
No armazem ra do Imperador n. 16
Grande e variado

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para Euro-
pa o Rio
da Prata.
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Com-.T.LSa Brasllelra de av'-
gavo Vapor
PORT03 DO SL
0 vapor Manos
Conmandante tenente Quilherme
Waddington
E' esperado dos portos do nor-
te at o dia 13 de Jubo e dt-
rpeis da demora indispensavel,
[seguir para os portos do sal.
Becebem tambera carga para Santos, Santa Ca
tharina, Pelotas, Porto-Alegre e Rio Grande do
Sal, frete n-odico.
As encommbndbB s sero recebidas na agencia
at 1 bora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, cncommendas e valores
tratase na agencia.
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
PORTOS DO NORTE
0 vapor Maranho
Conmandante o eapitcLo de fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
E' esperado dos portos do sul at
O dia 9 de Julbo, e seguir
,depois da demora indispensavel,
..para os portes do norte ata Ma-
znaos.
As encommendas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
De sellas, sellins, silhoas, redeas, chceles, re-
benques, cabecadas, chicote para carro, ferragens,
marroquins, popel, seo, espingardas para-faca, sa-
bonetos, cartuches, espoletas, ccpoltas par re-
volver, capsulas para revolver, botes, vidros, ca-
deiras e multas outraa quinquilbariss e objectos
que eerSo vendidos para feicbamanto de contas.
Ao correr do marlelio
Sabbado, 9 do corrale
A's 11 horas
No armaeem ra do Marques de Olinda
n. 48
POR NTERVENAo DO AGENTE
Gusmo
Leilo
De iim terreno propri > com oaas de taipa
no 'ugar Coqueiros, no Arraial, junto
ao Pedro Aloa, ten^o o terreno 100 pal
mos de frente e 500 de fnndo.
Nabbado 9 de Vulho
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 16
Leilo
De fasendas, miudesas, quinquilharias, 1 cama de
Jacaranda, 1 guarda comida;-1 toiilet. 1 guarda-
vestido, estaDtes, 1 secretaria. 1 sof, 3 eadeiras
de balanco, 6 ditas de guarnico de amarello,
mslie, fieiros, 1 bidet, 1 bilbar com pertences,
grande si rtiment de jarros, copos, facas, eepe-
b s, lanternas, garrafas, caodieiros, bebidas e
cutrus artig s,
Mabbado, 9 do correue
A'S 10 1/2 HORAS
Ra do angel n. 48
Agente Brittp
2o leilo
De buns predios
Urna cata terrea moderna, com urna porta. 2
ji nellas de frente, 2 salas, 4 quartos, cosinha e 1
quarte fra, qaintal grande cem c.cimba, em solo
preprio, leude 35C0O; ra do Pineipe u. 20.
Urna casa terrea com os ve. 55 e 57 rua BarSo
do Triumpbo, tendo a de n. 55, 2 ca'ag, 2 quart. s,
cosinha e 1 alpendre fera, e a de n. 57 tein 3 quar-
tos paracmmodos da de n. 55. rende 344500, solo
foreirc, estas casas estSo em boss condicoes e se
t-ndem livres e doembaracadas, aervindo de basa
as offtrtas do Io leilo.
Segunda-feira 9 do corrente
A's II boras
Roa do Raugel n. 48
XGVA'l"V. PIXTO
No
De 23 ctizas com ceblas
SEGUNDA-FEIRA, 9 DO CORRENTE
A's 11 boras
armazem do Sr. Annes, defroivte
Alfandega
da
Leilao
Ide
dic
mu
LELOEai
Leilo

De miudeas, perfumaras, jarros de louos, vi-
dro e bronse, candieiros de louf a, vidro e bronse,
pequeos, grandes e de suspenso, lamparinas,
chapis para senhora, quadros, albnos e ootrop
muitos artigos da leja de miodeas.
Hiiinl* felra, ae\ia reir e abbado.
K, e e ? alo corrate mei
A's 10 1/2 horas
Na rui Dupue de Caxias n. 87
O agente Modesto Iiaptiita, autonsado compe-
tentemeute far leilo das -mercadoriaa existentes
na loja de miudesas cima declarada, para liqui-
daco da meama, em lotes a vontatle dos compra-
dores. _____________^_^__^^^^___^__
Agente Stepple
Sexta elra de Julho
A' 10 1/2 hora da tarde
O leilao ser efectuado na cmara da cida-
de de Olinda
O agente cima a mandado do Exm. Sr. Dr.
jais de direito da provedoria de residuos da co-
marca de Olinda, a rcqaerimento do Dr. Beraar-
dino de Sena Dias. inventarame dos ber.sjoe
constitae o espolio do conego Joaquim P*4^B
dos Santos lavar a leili, a grande livrariaifiB
diversas obras importantes-
O Srs. pretendentes desde j poderj entcn-
der-se ceas o ageate cima
o armazem ra do Imperadora- 16
de um'piano, movis, espelhos, louga e vi-
dros
A saber:
Sala da trente
Uoi piano com pouco aso e cadeira para o mes-
mo, 1 mobilia preta com 1 sef, 2 censles, 2 ea-
deiras de bataneo e 12 de gnarnico, 1 dita de
I janeo preto com encost de palhs, 1 espelho oval,
encommendas e valores/ 1 dito quairado grande, 1 alcatifa, 1 tapete gran-
de e 6 pequeos, 4 etagers, 2 cantoneiros, 2 qua-
os grandes, 4 ditos pequeos, 5 jarros, 1 porta
msicas, 5 boaqaets de flores de la, 2 figuras de
porcelana, 2 porta-flores, 2 capachos redondas, 17
pannos para eadeiras e sof, 1 lastre para kerose-
ne, 4 srandellss, 2 porta-flores de metal, 2 canto-
neiros grandes, 1 jardineira, 2 eadeiras de bracos,
1 candieiro de crystal, 2 ditos grandes de loucs,
tapetes para jarres c 1 binculo
Qasrtos
Daas camas francesas, stndo 1 de pao carga e
ontra de amarello, 1 toilette. 1 guarda-vestidos, 1
cabide de p, 2 etagers, 1 mesinba, 1 cemmoda, 1
espelho pqueno, 2 qusdrcs, 1 lavatorio, 1 bidet
com pedra, 1 mesa e estente, 1 cadeira de parafa-
so, 1 mesinha de ferro, 1 can* grande, 1 arma-
cao de cama, 2 candieiros e 4 jarros.
Sala de detras
Una mesa elstica de 6 taboas, 1 guinda-leniza,
2 aparadores, 1 sof de amarello, 6 eadeiras de di-
to, 1 mobilia de Jacaranda, gostoaotigo, 1 resfria-
deira, 1 banco para a metma, 1 jarra com tornei-
ra, 1 quartiobeira, 11 quartinbas, 1 qoadro, 12
ditos (pratos), 6 etageis, 6 vasos para fl.res, 4 la-
tas de folaa, 2 porta fl.res, 2 potes, 1 baca, 1 es-
cada, 2 candieiros, louca para jantar e almouco,
vidros, 4 ps de erotons e cutios objectos miados.
lerca-feira 10 do corrente
Xm ruadalmperatrli n. SO I andr
A' 11 horas
O agente Modesto Baptieta autonsado por ama
familia que se retira para fra da proviaeia, far
leilSo do que cima te declara, ao correr do mar-
tello.
Ultimo Leilao
De ase* terreas e un sobrado
Quiata felra, 1* do corrente
A r*B
No armaeem d rtta do Imperador n. 16
O agente cima por mandado da inventariante
do espolio do fiaado seo saarido desembargador
Francisco de Assis Oliveira Maciel, e com o alva-
r de licenca do Exm. 8r. Dr. juia de direito da
provedoria de capellas e residuos, levar a leilo os
bens ceguintes :
Urna casa terrea n. 72, na Nova de Santa
Rita
Urna dita dita n. 66, com bastantes commodos,
roa Nova de Santa Rita.
Urna dita dita n. 17, ra dos Pescadores, com
bastantes commodos e com sabida para o banho do
mar.
Urna dita dita n. 9, isa Vidal de Negrei-
roa. tambern com sabida.
Urna dita dita seb n. 11, no bceo do Pfici
nho.
Daas ditas ditas ns. 19 e 21, travessa de S.
Jos.
Daas ditas ditas ns. 19 e 21, no bceo do Car-
vio, boje roa Nova da Cadeia
Urna dita dita n. 54, na Forte.
Daas ditas ditas ns. 4 e 6, no bceo do Falc&o.
Um sobrado de 3 andares n. 11, 4 ra do Amo-
rim.
Us Srs. pretendentes, desde j poden examinar
os ditos predios.
AVISOS DIVERSO
Aluga-se duas casas no Chora-meaino, sen-
do ama terrea e outra sobrado, com commodos
para grande familia, as quaes tecm agua e gas ;
a tratar na raa do Pires n. 83. _______________
Aluga-se a asa terrea n. 129 da ra das
Cinco Ponas, com 3 quartos e raode quintal r^ a
tratar aa ra do Pitar n. 56, at as 11 horas da
manb ou depois das.4 da tarde.
Ainga-se casas a 8#UU) no becco dos Coe
nos, junto do S. Goncallo : a tratar na roa d>
taperatrix n. 76.
Alaga se o sotSo da casa n. 103 ra da
Anrcrd, com mobilia on sem ella, e com agua para
banho e banbeiro : a tratar na mesma casa.
Precisa-se de urna cosinheira e de ama en-
gommadeira, para casa de familia ; qaem se acbar
habilitada, dando fiaBca de eeu bom comportamen
to, dirija se ra do Cabug n. 16, loja. Paga-
se bem. __________^____________
__ Precies so de urna cosinheira que entenda
bem de sos arte e durma em casa ; a tratar na
roa do Riachuello, aotigo Corredor do Bispo n.
57, por to de ferro.________________
Precisa-se
casa de familia \
ria n. 46, loja.
de ama pirita cosinheira para
a ti.it r na ra Bario da Victo
Precisa-se de ama cosinheira que durma
em casa ; a tratar na raa BarSo da Victoria n.
39, segando andar.
Precisa so de um homem
sitio ; na estaco da Jsqueijs,
iSBkBB,
para tratar de nm
sitio;' do Dr. Va-
Precisa-so de um criado de 10
a tratar na ra Bario da
12 aunes
Victoria n.
de idade
S^joja-J___________________________
Offereee-se urna senhora allemi para casa
de pouca familia, para tomar conta de casa ou me
nio cu c< mo' empregada de 1 ja de qualqner es-
pecie, falla italiano e d flanea de sna conducta ;
a tratar in carta fechada na ru do Brum n. 84
3 andar.
Offerece-se um homcm com ortica de machn ia
mos ou ootro qualquer trabalho tendente a ferro ;
qaem precisar dirija-se ao pateo do Terco n. 23.
Offerece se nm homcm e sua muher para
seguir com qualquer familia eatrangeira pira lora
da capital : quem desejar deixe carta nesta >ypo-
craphia com as iniciis J. M. A.
Para quem fas col eccio di' cousas antigs
vende-se sedrhs de 200J por 40, de 100J por
20/, e de 2< $ por 5# ; ra Primeiro de Marco
n. 1.
Arrenda-se barato terrenos par* faser casa,
nes Afflictos, em porces a vontude de quem quei-
rs, entre quatro estaeoss e o bond, e onde a edi-
ficacio maito econmica
na roa Direita n. 73, loja.
e boa agua ; a tn.tar
Na raa Beal da Turre o. 91, vende-as urna
maehina a vapor, formas para assucar galvanisa-
das, todas de ferro batido o tundido, crivo do
becca de f.rnalba, rodas de ferro de differentes
tamanhis, apparelhos de guindaste, urna bomba de
cobre de novo tystema, um alambique de cobre e
differentes objectos preprios agricultura, taes
cmo arado americano, carrocas, etc., etc., tuda
em perfeito estado.
Coaiarelra Precisa-se de ama ; a
tratar na ra da Saudade o. 16.
Helios do crrelo
de Brasil (usados) compra em qaalquer qoantia
Eran IIn j n
Berlim, Alleroanba, Friedncbst 108 I,__________
Prado Pernambucano
Nos abaixo assignados, propietarios de cavallos
qne correm no Prado Pernambucano, lendo boje
no Diario de Pernambuco o projecto de inscripeo
para a corrida de 15 de Julho, ficemos sorprehen-
didos de ver a proteccao escandalosa para os ca-
vallos de meio e de paro ssngae, e os nossos ape-
nas tres mesqainbas carreiras ; queremos carrei-
ras de 1200, 1600 e at 1800 metros e tambern
1500 metros, porque antes do chegsresh os caval-
los de fra, a ditectoria acbava se cem os nossos
nio despajsea i mores velbos.
Esperamos ser attendidos.
Jalho 688.
Uuito* proprietarioi.
Ao
Leilo
o fazendas averiadas, descarregadas de
bordo dos vapores Tamar eScholar
Wexua-relra, O de Julsao
A's 11 horas
ageate Piato levar a leilo, por canta e ris-
co de soasa aerteneer, de diferentes fasendas va-
riac j diversos volumes descarregados
\ar e Scholar.
BEM COMO
camijfs, grvalas, chspos
asas,
imda n, $2
Agente Stepple
Leilao
De cerca de 2*,600 taboas de looro e amarello,
120 Harnea de sicapira e v> has proprios para cabe-
cas de baroeeaa e cuiros mUteres, paos de janga-
da de 3 e 6 palmas, comprimento de 40 a 45 pal
mos, 20 portas de Puro e amarello e diversas ro-
tlas amare Uo.
Na prega do Mercado de S. Joa, nos
fundos do deposito d>; carvte vegetal n 19
Terca felra, ltdesftilbo
As 11 horaa
O agente Stepple levar a leio crea de 2,600
taboaa de louro e amarello, 120 liames de sionpira
propria para cabecas de bercoos, paos de fiasgada,
portas de amarello e lcoro e diversas rotulas de
amarello, tado vai aieilio para liquidacMe por
conta e riaco de quem pertencer e sem reserva
de preco ; sp.ovecss esta -boa cccaaiio, os 8is.
proprietarioi e outros.
coiiunercio
Os abaixo assignados, tm de commum
aceordo disselvido a aociedade commercial
que gyrava nesta cidade sob a razSo
lezandre Caminba & C, ficando ambos
encarregados daliquida^So do activo, e res-
pODBaveis pela aolncSo do passivo, qne
tm tSo somonte com a casa de A. Cami-
nba & Mattos, do Araoatj.
Ico, 31 de Maio de 1888.
Alzandre Ferreira Caminba.
Jos Bezerra Ucba Campello.
Suso
Vende-se, conpra-se e concerta-ae machinas de
costara de qualquer fabricante, assim como cou-
certa-se armas de fogo, bombas e machinas mo-
vidas a vapor e gaz ; na ra da Penha o. 9-A.
01 reMa
Teude-se o terreno da ra da Palma n. 31, com
easiahas ; a tratar no meimo eom o
|^________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________
JA ebefou m segands remesia dan
agua* alcalina* mineraes de Moa-
darla esa Pontevedra, aa capa-
aba '
ESPECIALIDADES
pari molestias do estomago, taes como i depep
aja gastralgia, eathairo chroaici do estomago,
ulceras simples.
Molestias dos intestinos, taes como : enfarta-
mento do figado, ictericia, clcalos buhares, diar-
rba ohroaica, etc., etc.
Molestias das vias urinarias, taes como : dias-
teees aricas, catharro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, cblorosis, psoriasis, pmnigos e
dore- artrtica^ e ootras umitas muleeti
As aguas alcalinas de Mondaris natcem de ro
cbaa granticas na temperatura de 180 centigra-
des, sio ataras, nectarea de ebeiro parecido um
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalioo, produ-
sindo um ligeiro sabor picante aa occesiflo de to-
mar-se. Ellas sio classificadas no numero das
alcalinas 3 bi carbonatadas de soda.
Estaa aguas acbam-ae venda no estabeleci-
mento do Sr. Antonio Affjnso SimSes, sito roa
Vuconde de (Jjvanna n. 1 (quatro cantos), ero
Boa-Vista.
Alaga-* a Princesa Isabel,
sendo a meiaor da mesma raa petas candajaSes es
peoiaes, muite.fresea e de grandes eom modos in-
ternos e externos ; a tratar na ra da Aurora a.
86, ondeae achara as chaves, ou ra do Impe-
rador a. 88.__________________________
Ao commercio
Nos abaixo assignados preveamos ao commereio
que tendo apparecld i bilbetes falsos pediodo g-
neros em nosss firma, prevenimos que nio se deixe
levar por actos desta ordem, qne nio nos respon-
sabilsimos. Recife, 5 de Julbo de 1888.
Goocalves Lcureoco & C.
Atiendo
Precisa se de urna mulber de meia idade que
eotenda de todo trabalho de easa, que tenha mni-
to bom comportamento e oio tenha vicios, afim
de tomar conta da casa de um homem solteiro.
A tratar na ra Vidal de Negreiros, antiga do
Tcre.<, o. 96, das 3 horas s 4 da tarde, e das 7 s
9 da noite.
********************
ELIXIR DCHAMP
COM EXTRACTO
de Figado de Bacathu l
Quina e Cacu
Tratamento Reconstituirte
MXO
Cada frasco d'esto ',
ELIXIR conten,
Srinoipios depurativos
orneo* do um litro de oleo ,
de figado de bac&lhu
um litro de vinho de Quina. <
Tem sobre o oleo de
figado da bacalhu s van-A
tagem de acoeterar as
funooSas do eatomago
em lugar ds as perturbar,
e de despertar o appetite.
---*-
Este Medicamento, de sabor e gsto
muito agradaveis, obteve o melhor suc-
cesso em Franca para combater :
ANEMIA, CHLOROSE,
AFFECCES dos BRONCHIOS
e PULMES,
e a FRAQUEZA das CRIANCAS
Depsito geral em PARS :
DUCHAMP, 16, raa de Poltou
Em Pernambuco:
STPAMeo M. da SILVA a Ca.
VTTTTrTVVYTTTTTrTTt,
Engenho
Qaem pretender um grande sitio para lavrador,
com boa casa de vivenda, careado, e pemar, em
bom engenho de Jab-at), urna legua distante da
estaco ; venba tratar no caes 22 de Novembro n.
77, taverna de Ascvedo Mata.
AZEITE DOCE
UAOA.Z4.
MLops
XTRAHIW
a
Fri
'EP03IT GE*.4i
E oaa atir.HEL .oaOBS*
WQ, ssns a sjc- (aas.'
Km Ptrnambuco:
A. ULZER & SII/VAilI ft.
3xigir o rotulo
JtlCHEL & LOQUES:
Criado
Precisa se
Caxins n. 63.
de um criado ; na ra Duque de
EXPOSlTION
Viaille d'Or
URI Va 1878
rOroixasCheialier
LES PLUS HUTBS RECOMPENSES
AGUA DIVINA
E.COUDRAY
OITA ASIM 0E UUDf
Preeonissdi para o toncaos,, em auaiarvaass
coostanteasnte a coral ais neeMaas,
a preservando da peste e do cholera morsas.
ARTIGCS RcCOMMENDADOS
PERFUMARA DE LACTEINA
laessu^adid pelis CeletrMtMs laliau
G0AS CONCENTRADAS para' seo.
0LE0C0ME para a belleza dos' ^bellos.
EITE8 ABTI80S ACHAM-S*. NA FABRICA
pars 13, roe d'ltyoiei, 13 pars
sVpotitos ea todas a Perfumaras,

Pharmacias
e StMfer*4-^ da America.
AVISO
Tendo sido entre-
gue aos credores o es-
tabelecimento dos Srs.
Joaquim Costa & C,
sito ra Duque de
Caxias, sob a denomi-
na$o de Loja das
Flores previne-se
aosdevedores do mes-
mo, que os nicos com-
petentes para receber
as dividas por conta
dos mesms credores
Tnico
Ovienial.
Joaquim fof Feraandes
Marta Rosa Feraandes, Francisca Luisa Fer-
nandos (ausentes), Luisa Sabloa Feraandes, An-
tonio Jos Feraandes, Manoel Jos Fernandos,
agradecem a todas as pessdas qne se dignaram
acomp&nhar os restos mortaes de sea presado filho,
pai e irmio, e de novo cmvidsm a todos os amigos
e parentes, pura aasistirem s miasas do 7 die, na
matriz de Santu Antonio, no dia 7 do corrente, s 8
horas da manbi, pelo que antecipam desde j os
seos aineeioa aKradeeimpntos.
Padre Diogo de Barrea Araojo
FraneiscoFluro de Barros Araojo, Jos Teren-
cio de Barros Arauj Joaquim Dionisio de Bar
ros Araoj), Maria MHgdalena Cabral de Araojo,
Mara Jos de A aujo, Mara Isabtl de Barros
Araojo, Mara Regina de Barros Araajo, Maiia
Jos de Barros Araujj, Olivia Alves de Araujo,
Targino Cabral de Mello e Francisco Gomes Ta-
vares da Silva, convidara a todos os parentes e
amigos do fallecido padre Diogo de Barros Arau-
jo, para assistirrm a m'ssa do sotimo dia, na ca-
pella do cemterio publico, petas 7 horas da ma-
nbi do dia 7 do corrente, e desde j se confessain
eternamente agradecido.
Domingos Antonio da Silva
Belrla
Primeiro anniversario
Francisca da Silva Lima Beiriz e fbos con vi
dam seus parentes e amigos de aeu fiando marido
e pai, Diimingb Antonio da Silva Beiriz, para
assistirem as missas sjsm pelo repoaso de sua alma
mandara celebrar na matriz da Boa-Vista, pelas
7 botas da manba do dia 10 do correte, pelo que
se confessam eternamente gratos.
alarla da loria
Carlota Mara da Couceicic, agradece a todas
as pessoas que se dignaram acompanhar ao Cem-
terio Publico os restos mortaes de sna presada
filha Mara da Qloiia, fallecida no dia 3 do cor-
rente e de novo convida para ascistir a missa que-
mando celebrar no dia 9 do corrente, pelaa 7 boras
da maohi, 7 dia do fea fallecimento, caja missa
ter lugar na igreja de Nessa Seahora do Rosario
da Boa-Viata.
loae Camella Pessoa de Slquelra
CavalcAnie
Nstor de Siqueira Civalcante, Artbur de Si-
queira Cavalcante, Mara da Penba Cavalcante e
Clementina Eiysa Pereira de Siqueira, convidam
aos seus parentes e amigos para assistirem as mis-
sas, que por alma de seu prezadi pai Jos Camello
Pessoa de Siqueira Cavalcante, mandam rezar na
matriz da Boa-Vista, s 8 boras da manhi do dia
10 do corrente, 1 atmivertario do seu falleci-
mento, pelo que desde j ficam agradecidos.
O EXTRACTO COMPOSTO DB
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
K' um alfc ffica?. que extirpa completa-
mente do i *'"* H<-rUitrl, e aa
affeccoes q &nidade com aa eufermidadea
contagi'.. ; a aa oecasicaadaa telo merearlo. Ao
mesmf tuiupo vitalisa e enriquece o ssngne eom-
niunioaiido urna aeeSo saaavel ao orgautamo
rejuveneaceudu o systema intelro. EaU grande
Medecina Regeneradora,
composta oom a verdadefrn SalM.parrth da
Ho-ndnras, dos Iodos de PottMcio de ****<>>
ontros ingre rurntivas, cui A formula e geralmente conhecida da profaemo
medica, c os melhores mdicos receitao a SALSA.-
PABBILHA DO DB AYER COHIO UIU
Remedio Absoluto
para as enfermldadcs oocasionadas pelo estado
vicioso do sangue.
Esta concentrado ao grao niais alto prartioarel,
muito mais que qualquer outra preparacSo da sna
classe, que pretende proporcionar iguaes Beltos,
por tanto a medecina mais barata, asslm como a
melhor para purificar o sangue.
PRKPAKAtK) FEXO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda na prlnclpaee p'^armaclaa e drogara*.
ilnga-se barato
Ra Viaconde de lUparica n. 43, 2." andar.
Baiza Verde n. 1 B.
Roa do Visconde Peletes n. 5.
Ra do Marques de Olinda o. 48, 3* andar.
Ra do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar,
ttua Visconde de Itaparica n. 43, armazem
Baiza Verde n. 1 B \
Roa Visconde de Pelotas n. 5.
lYatk-ae na ra do Commercio n. 6, le aa>sar
es riptnrio de Silva Guimaries & C.
Aluga
se
ou vende-se no Parnameirim ou Cruz das Almas
n. 10-A ama grande e ezcellente casa com agua e
gas, tendo um bum sitio, a qual confronta com a
casa do fallecido Dr. Leal ; a tratar na ra do
Apoibn. 30, 1- andar, ou em Feraandes Vieira
numero 11.
Aluga-s
m
ou vende-se a casa aita Cruz das Almas ou Par-
nameirim n. 10-B, com c.-mmedos para urna pe-
qnena familia, tendo um bom sitio, e acha-se
limpa ; a tratar na roa do Apollo n. 30, 1* andar,
ou em Feraandes Vieira n. 11.
Aluga-se
A casa n. 10 na ra da Fundicio, Santo-Amaro
das Salinas; tratar na lytographia de J. .
Purcell, ra do Mrquez de Olinda n. 8.
Ama
Anda se preciaa de urna ama que entenda de
cosinha, lave alguma roupa e engomme, obrigan-
do-se a dormir em casa ; na roa de Santa Tb
numero 30.
Ama
Precisa se de ama > raa para cosinhsr
de Pedro Affjnso n. 70.
na roa
Ama
Precisa se de urna ma para servico domestico :
na ua Bario da Victoria n. 69, 2- andar.
Ama
de menino c costartira : precisa-se
n. 15, loja de chapeos de sel.
na ra Nova
Ama
Na rna de Santa Rifa- o. 83,
de urna ama para eosinh r.
anda se precisa
o, Anaa Soarea Carnelro da
Bocba
Dous amigas affeicoados do Exm. Sr. conselhei-
ro ebefe de divisio Msoorl Carr.eiro da Rocha,
mandam no dia 9 do corrate mes, s 8 horas da
manhi, na matriz do Corpo Santo, rezar urna
missa por alma de sua presada mii Aona Boa-
res Carneiro da Rocha, trigsimo dia de seu pas-
samente, e para este acto de religio e caridade
c nvldam aos parentes e amigos do meemo Exm.
senbnr.
Srs. Cramer
C., ra do
sao os
Frey &
fion Jess n. 62.
Manoel do Boaarlo de Brlto
Vicente Claadino Alves, Adelina de Brito Al-
ves, Joanna Euataqnia de Btito, Joventina Eus-
tsquia de Brito, Claudina Candida Leal, Rosa
Qoocalves de Brito, Auna Qoncalves de Brito,
Constantioa da Costa Chavea, Severiana da Costa
Coeiho, Francisco Joaquim da Cosca Chavas, Pa-
cifico da Costa Chaves, Silvino Menelo da Costa
Chaves e Eetephania Albertina de Brito Alves,
anda feridos do mais doloroso senrimento, agra-
decem snmmamente a todas as pessoas que se dig.
naram acompanhar at a ultima morada os restos
mortaes de seu presado sogro, pai, irmio, padraa-
to e av, Manoel do R ario de Brito. E de novo
as convidam, bem como aos demais parentes e
amigos para assistirem a missa que pelo eterno
repouso do mesmo finado, mandam celebrar na
matriz de Santo Antonio, pelas 8 boras da manbi
de 9 do corrente, stimo da de sea fallecimento.
Antecipam seu eterno reeonhc cimento por mais
este aeto de religiio e caridade.
Ama
Precisa se de daas amas, sendo urna para lavir
eeogommar, e outra para cjsinbar amado Ran-
gel n. 9, padaria.
%* %
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; a tra-
tar na roa Bario da Victoria n. 51, na nova agen-
cia de movis._____________________
%%i %
Precisa-se de urna ama de meia idade, que seja
boa cosinheira ; aa raa Vidal de Negreiros nume-
ro J34^___________________________________
AMA
Precsa-se de orna para en-
goDunar e lavar roupas de crian-
fas, no 5' andar da typoraphia
do "Diario."_________
Ama para menino
Precisa-se de
chapeos de sol.
urna ra Nova n. 15, loja de
Timbaba
Antonio Emigdio Barbosa Gomes declara aos
seas fregueses e ao reapeitavel pnblico, que no dia
9 de Maio de 1888 mudou se para a cidade de
Timba Ja, e all se acha com fasendas, miudesas,
chspos, calcados, molhados e ferragens, vende
barato, despacha com promptidio, agrado e sin-
ceridade a todos geralmente que frecuentar o seu
estabelecimnto.
5 PATEO DA FEIRA 5_______
Para quem qu'zer
Aluga-se aa seguintea casas : u de n. 20 la-
deira do Varadouro da cidade de Olinda, eom
bons commodos, quintal morado e arborisado,
cacimba de boa agae e parti para o beeej da
Poeira ; a de n, 30 raa da Amizad na Capunga,
com quintal e cacimba, e a de n. 4 travessa da
fundicio em Fra de Portas ; a tratar aa ra
DireiU n. 45, a qualquer hora do da.
Boa cozinheira
Precisa-se de urna,
a ra da UniSo n. 55
6c Pernambucano.
preferin'io-se id osa,
por traz do Gymna-
doa
Laadlns
Eduardo de Soasa
1 eooiversario
Jeaquica das Mens Ferreira Landim e seas
filos convidam aos parentes e amigos de seu fi-
nado marido e pai, Jos Eduardo de Soasa Lan-
dim, para assistirem as missas que pelo repouso
de sua alma mandam celebrar na igreja da Glo-
ria, pelaa 7 1(2 horas da manbi do dia 10 do cor
rento, qua dde j irrdecni._____^______
9 0 melhor enttrlco '
Apa de PMliFpe
empregada oom a
Odontalina
PAST DENTARIA, VERDAGE1R0 CARMIsI Da OCCAJ
k PARS: fleraeliii, 24, na d'EngliieD ^

1
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r
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f

i
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o
PEITORAL DE CAMBARA DE S. SOARES
Este importante e acreditado medicamento, contra a tsica pulmonar, asthma, bronchite. irritatjo e
inflammaco do laringe, coqueluche, tosse, rouquido e perda de voz, vende-se em casa dos gentes e depo-
sitarios geraes n esta provincia
FRANCISCO MAJNOEL DA SILVA & C.
ra do Mrquez de Olinda, n. 23; a 25500 frasco, 13$000 1[2 duzia e 24$000 a duzia. .
Vende-se tambera em militas ptiarraacias e drogaras desta provincia
Cuidado com as falsificages Cuidado com as imtages !
ItaaUI d

Urna mkon eonor. '^t^^^^^^^L
pratiea de 10 annoa de prefini, offerav
donar por mu particulares e collegoe m ci-
*e eo eeus arrabaldee, ai tegaintea rs
portngoe, francei, italiano, gaegrapMa,
trabalho de ngnlha, mediante estipolacio ~
re ; a tratar na roa Vifconde de Uoyaeaa n. 69,
ou roa do Lirramento n. 5, loja ds borboteta.
TiRlura inte
Para tinair instantnea anta a barba, e oa ca-
bellos brancoa e griaalhoa da maii bella cor prato
castanbo : vende-se na botica francesa de
Rouqaayrol Freres
18 Ra da Cruz*
Engommadera
Precisa-se de nrca, qne engomaa basa e easav-
boe algnma roapa para casa de pequea faaritfa,
que dorma em eaaa ; na ra do Conde da Boa-
Vate n. 24.
-

P
f
ML
I
P

BARATO E MISTO BARATO
ESO NA LOJA DAS ESTRELLAS
56 -RCA 00 DUQUE DE CAXUS56
O proprietnrio deste mui acreditado estabelecimento previne a todas as
Extnus. familias e fregueses eu g-;ral que, aa muitas peihinchas que costumsm Lzer,
nao sao inaia divididas coma suaex-.:aa dasLISTRAS AZUEa, portanto quem quizar
comprar por menos que e'n outra qualquer parte diaija siA LOJA DAS ESTrtEL-
LASonde encontrarlo am completo e variadiosimo sortimento de fazenia* que Be
Tendem por precos que nao lhe podem fer competensia.
A SABER:
Fazendas de lciadmirem!
Madapolo americano com um metro de largura de 140 por 70000
dem idem muito bons e largos de 80 a 50 e 60000.
Algod2o amerioano T., superior a 50000.
Cretoncs para vestidos a 180, 200 e 248 rs.
Gangas adamascadas para coberta a 240 e 280 rs.
Toaib-a xlcochoadas-para rosto a 20000 a duzia.
""Ditas felpadas para rosto a 30500 idem.
Guardanapos adamascados a ^0000 duzia, que m'travilba -^
Bramante cooa 4 larguras a 660 a 800 rs o metro.
Dito de linho com 10 paraos a 10610 e 10800 idem.
Atochado adamascado lindo deseuho a 10200 dem.
Colob*s de 50000 a 20000 e 20500.
Cobertores de 10500 o 30 a 900 e 20000.
S.rgelim de todas as cotes a 200 e 240 rs.
Cassinetas eseurts a 400 e 440 rs. o covado.
Baeta |iara bandos do rr-r.r a G00, 760 e 800 rs o covado.
Bnas da corea para roupas de menino, imitacao de c;tsemiia a 320 e 400 rs.
o co*do.
Lencos com barra de cor de 20500 a 10200 a duzia.
A's Exmas familias
Offerecemos um lindo sorli^pnto de m-rins com 2 larguras de 10000 a 500
. o covado.
Sctina aravilhas de 500 a 40 rs. no?idade.
FustSee brancos de 500, 600, 800 e 105CO a 240, 400 e 10000.
B-ndas circasaianas brancas e pretas de 10200 e 10500 n 300 e 500 rs.,
baratissiroo.
Linona de cora bordados a 240 rs. o covado.
li odas hespendolts de todas a cores por pr--yos aeoj competencia.
Sities dos Alpes do 500 a 200 rs.
Ta de vieby de 320 a 160 rs.
Velludo P-og. le do 10000 a 400 e 500 rs., qie pechincbas !
Gcs do lindo com um mf.tro de largura de 800 a 300 rs.
Brim pardo com duas larguras para vcEtidos de 600 a 320, 360 e 4C0 ris
aproveitem.
Lint ti a pompadour a 560 e 600 rs.
Cachemiras felpou para vestid, s a 240 rs.
'.x zarinas para vestido escoc ze3 200 rs.
Corlea de gurguro de seda e velludo de 150 a 600 e 700000.
Liddos cortes de cambraia bordada de cores brancas a 40500 e 50000.
Cachemiras circasianas novidade de 800 a 400 rs.
Ditas de 13 escoce zas de 800 e 10 a 400 e 000 rs.
Setins macu de todas as cores de 800, 900 e 10000.
Lindos vestuarios Je fustao e setim para meninos de 4 a 5 annos 150 e 180
por 90 a 100000 rs.
Ditos elsticos Jersey a 89, 100 e 140000.
Cortes de cachemira e etamine ricamente bordados a matiz de seda de 600
e 500 a 200 o 250000.
Mantiletes de velludo de 500 e 600 a 100, 150 e 250000.
los dignos cavalheiros
(Merecemos camisas ingl-.-zas a 300 a duzia, que pechiocha !
Ditas de meia a 90, 120 c 150 6 duzia, sao baratas.
Ditas listadas pura IS de 60 30500 (regatas).
Collarinhos de linho a 40800, 50 e 60500 a duzia.
Meias inglezas Escocia e 11, precos baratsimos.
Brins de linho de cores inalteraveis a 10, 10200 o 10100 c metro.
Ditos brancos de 20 e 20500 a 10200 e 10600.
Ditos pardos para enancas a 240 e 320.
Lindos cortes de collete em fustXo branco e de cor a 20, 30. e 30500.
Ditos de fustao bordado em alto relevo a 10000.
Ditos de seda de 100 a 150 por 40 e 60000.
Lencos brancos e com barra a 10200, 10000 e 20000 a duzia.
Cheviote americano de 30 e 40 a 10200 e 20500.
Completos de cssemira de 300 por 150000.
Cortes de casemira ingleza de 70 por 40000.
Completo sortimento de caaemiraa em cortes e pecas padrSes inteiramente
novos e modernos, que se vendem por precos quo admira. Aproveitando o ensejo
avisamos desde j que temos um babil alfaiate para ezecitar qualquer peca de roupa
com perfeic&o e gosto : todo isto por precos que jamis nioguem nos poder faaer
competencia.
A's Exias. Navas
Os seguintes artigos, que recebidos por um cambio tSo favoravd, prtnitte
aquiaijao de aerem vendidos quaai por metade do aeu valor.
Setin branco macu, liso a 10, 10200 e 19800 o covado. A
Ditos lavrados com listas, de rico effeito a 10600 o covado.
Rendas hespanholas de todas as cores a 30 e 40000,
Ditas hespanholas pretas de seda a 30, 30500 e 40000 '
? Bicos brancoa de linho a 10, 10800, 20 e 20500 a pees.
Ditos de cores, matizados e lisos a 20, 20500, 30 e 40000.
Ditos de seda de todas as cores a 80 e 120000 a peca.
Babados bordados a matiz de 20500 a 800 e 10000.
Ditos brancos a 600, 800 e 10000.
Pannos de crochet para guarnicio de sala por precos baratos.
Anquinhas de pannos, modelos elegantes o 10 a 14500.
. Ditns de rame, svatoma aperfeicondo r 30 o 40000.
Capotas com ricos vus de blonie a 80 e 100000
Meias de seda de lindas cores de 80000 a 40000.
Completo sortimento de meias fio de escocia, fnissimss e '>. rden.as.
Cortes de cambraia suiasa bordada a 300 e 350000.
Riquissimos vestuarios p..ra baptisadoa a 100, 150, 200, 300 e 4O0JOO
Ci mploto sortimento da cortinados bordados a 60500, 70, 80, e 100000.
Lindiaaimoa'cortinados de crochet, desenho de'apurado gosto a 180, 2O0OOO
e 250000.
Finisaimos leques brancos e de corea a 80, 1P0, 150 e 2C0OOO.
Para decoro e forro de sla :
Damascos de todas as cores, reps para cortinados, crep d Cuins. Esteiras
brancas e e cores por 10200, alootifas, tapetes unto em pee* como para guarnicao
de salajde todos os taoun-...
Grande qu".ntidade de retalhos.
TELEPHONE 210
O NOVO THERMOMETRO
MEDICO de LON BLOCH
fo MAIS 8EN8IVEL OE TODOS OS SYSTEMAS CONHECIDOSI
TOSSE CONVULSA
CURADA PELO
Xarope de Mr. Bourgeois
Este zarope o nico composto infallivel para a cura do coqueluche ou tosse
convulsa, como ae evidencia das seguintes considerares feitaa pelo finado Dr. Joaquim
de Aquino Pona ca :
A pertinacia que aprsenla a tosse convulsa n'aquelles que della soffrem
faz que por vezes suocumbam os doentes, sern que os medicamentos applicados cen-
sigam r.'aultados f .voraveis, sendo essa affecgSo tanto mais grave, quanto menor a
idade dosaccommettidos; e por isso novas preparadles silo constantemente anounciadas,
sem qu'1 a applicscSo conforme o que dellaa se diz.
Tendo cu encontrado em um dos peridicas fr. ncezes de mo.iiciua a no.icia de
um xarope preparado por Mr. Bourgeois de Faverdaz, pbarmaoeutio estabeleoido em
Saint Juat (Loire), a pareeendo me fundado o qne se dizia de sua virtude therapeutica
contra a tosae convulsa, em consequen -i* daa substancias que entravam em sua com-
posijlo, paiiao Sr. Bartbolomeu Francisco de Souza que mandaase preparal o, segun-
do a formula que eu lbe cunfiava, afim de que podesse appliial-o a tres dosntea de
| dez mezes a cinco annos de idade, que eu tinba um casa de um amigo; e com effeito
1 tsses doentes nao tardaram em ficar restabeleoidos, e desde entilo este zarope tem
apresentado o mesmo resultado, sendo notavoi o que ltimamente se deu com ama
menina de 14 diuB de idade.
O zarope de Mr. Bourgeois de Faverdaz nao proveitoso smente na tosse
convulsa; tenho-o applicado com satisfatorio resultado as toases intensas, e nSo im-
proficuo a aathtna. Ainda nao tive occasio de arr pender me de havel-o applicado e
seus resultados sao tSo lisongeiros que, depois de seis mezes de experiencia, me animo
a reoommcndal-o aos meus collegas como um meio, de que podem langa mSo com
vantagem, quanto ae acharem as oondicSes em que me bei visto ; devendo accres-
centar que essa preparacSo tem adquirido voga no departamento em que est estaba-
eciio Mr. Bourgeois de Faverdaz, tornando sa t3o popular que, apenas alli appare-
cem meninos com tosse convulsa, que por vezes reina epidmicamente, seus paes
se apressam de cmpralo.
Posao ; ffirmar que o zarope contra tosas convulsa nlo p eparaySo de charla-
tilo, e que no departamento, em que cziste a pharmacia de Mr. Bourgeois de Faver
daz, elle applicado pir todos os mdicos, qu? alli sa aoham estubelecidos e. obtem
ezcellentea rebultados dessa preparado.
10 de Agosta de 1857.
. Dr. Joaqun de J quiu* Fonseca.
NA
PH4RMACIA E DROGARAI
DE
BARTHOLOHE & C. SCCESSO
34BA LaRGA DO ISiBIO- 34
Tem a honra de oommunicar ao respeitavel publico, especialmente aos seus
amigos e antigos freguezes, que tem abert > a sua importante alfaitaria, onde coa
satisfacSo aguarda as suas ordens.
16-MBua da Imperalriz16
OLEO de FIGADO de BACALHAO
DEBILIDADE
BERTH
RACHITISMO
TJnioo approvado pola Academia de medicina de Parla.
Os relatnos apresentados Academia de medicine pelo profes-
aores Trousseau, E>tssy, Bouchardat, etc., demostram a superiordade
do leo de ligado de baealbo de Bertbe.
Este oleo natural jao submitido a tratamento chimico algum.
fln f exigir a asignatura
(VKNDA A KBTALHO NA MAIOP
19, rae Jacob, Paria.
PARTE DAS PHARMACIA8.)
i i
NDICAi
a
quer
4LL4NPATEKS0N
N.44--Ka do Brum--N. 44
'NTG AESTAfAO DOS BONDS
l'em para vender, por prei^o aiodicos, as segu f-s ferragen:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tmannos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro com sorra circular
Gradeamento para jardim '
Verandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portead fornalha.
Vapores de forja de 3, &, b' e cavailoa-
Moendas de 10 a 40 pollegadaa de panaaur.
Rodas d'agua, systeme Leandro.
Encairjgam-se de coni?erto8, e asscntAm-nto de maioinismo e qual-
trba.lho com perfeicao e prstela.
GALERA DCASBLB.
PHOTOGRAPHIA E PINTURA
1. premias e medalha de curo na Expo-
si^o de Berlim de 1886.
Medalha de prata, Exposipao Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Expospo Artstica Indus-
trial, Eio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposipoes.
Fhotographias artsticas em todos os
gneros, o melhor qne se pode produzir, re-
trates a oleo, precos razoaveis.
Grande collecpo de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
&H _____
PECHINCHAS!!
Sao os seguintes artigos por menos de 40 % de seu valor, cujos precos almira,
01 que em seguida appresentamos.
A saber:
Batistas e nfinzuca, de-t^res firmes, a 160 e 200 rs., o covado.
Merinos lisos, urna largura, todas as cSres, a 200 rs a dito.
dem Jera de duas larguras, 13 pura, a 500 rs., o dito.
Setineta8 modernas, padrSss de phantasia, a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Zafiros de quadrinhos, bastante largo, a 200 a 240 rs., o dito.
Brins de cores pura roupa de enanca, e 320 e 360 rs., o dito.
Brim pardo lona, superior, a 320 e 360 rs., o dito,
dem de linbo de cores, padrS.s novos, a 800 rs-, o dito.
Casimiras diagonal, preta, a 1,5800 e 2,5200, o dito.
Cheviots, superior, preto e azul, a 3#000, o dito.
Pinnos de eflres para mesa, a 10400 e 1,5700, o dito. ,.
Atoalbados de algodao, duas larguras, lisos e bordados, a 1^360, o metro. *
Bramante de algodao de quatro larguras, a 800, 1,5000 1,5200 o dito.
dem de linbo puro idem, a 1^800, o dito.
Guardanapos da linho, a 20500, 30500 e 60000, a duzia
Lencos de algodao e linho a 10800, 20000 e 30000, a dita.
Meias inglezas para homens e seuboras, a 30000, 40000 e 50000.
Camisas de crotones finas, francezas, a 240000, a duzia.
dem brencas, inglezas, a 360000, a dita
Seroulaa bordadas, de bramante, a 120000 e 160000, a dita.
Cobcrtas de g?nga, torradas, a 20500 e 30000, u na.
Lenc,es de bramante para cama de casal, a 20000, um.
Tapetes avelludados, grandes;- para quartos o salas, a 80000 e 160000, um.
Cortinados ricamente bordados, a 70500, 80000 e 100000, o par.
Cambraias bordadas para bercos e camas, a 800 rs., o metro.
FusiSo branco bordado, a 320 c 400 rs., o covado.
MadapolSo americano, superior, a 60000, 24 jardas.
Algodao era pare toalhas, a 30000, 30500 e 40000, a p.-ca.
Fichas de 15, modernos, a 20000, 20500 e 30000, um.
Envovaes para casamento
Grinaldas e veos para as Exmas. noivas,a 90000 e 100000. x
Damascs e setins branca, a 900, 10000 e 10200.
Espartilbos, leques e luvas para todos es precos.
Saias bordadas a precos sem competencia.
Toalhas de labyrintho, riquissimas, a 300000.
Deposito de fasendas para os Sra. azendeiros.
As vendas em grosso teem o descont da praca.
5ra Duque de Cavias3>9
Loja de
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES
-
I
'
I

ro
VINHOoEEXTRACTOoEFIGADr BACALHAO
Venderse
ea Mu s |riiei|iM Pbapmaclaa
t Srocarlaa.
Deposito geral
PARIZ
21, Fiubourg Uontmartre, 21 >
O VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado peloSnr. CHEVRIER.Ph-.rmar,-iv.ic.. lr classe>
emPariz, possue ao mesmo tempo os principios activos do Olee de Pigfado de Bftcalliao e as propiedades thorapeuticas dos
preparados alcoolicos. E' precioso para as pessoas cujo estomago nao pode supportar as susbstancias graxas. O seu effeito,
como o do Oleo de Fig-ido de B*calhao, soberano contra. as Escrfulas, Racbitismo, Anemia, phlorose,
Bronchite e todas as Molestias do Peito.
VINHO deEXTRACTO de FIGADO qe BACALHAO CREOSOTADO
Depoeito ge;-
PA.RXSE
21, Faubourg Montmartre, 21
Vend-Be
em tujas as prlBctaaas Ptaarmacl
t Drogar'a.
1 odo 01 meo* Instromento levam
^'"h. a** jnatara :
J>,
PARS, 3, na de l'Entnpt, 2, PARS
SO HfTKASOKIBO, BM TODA* B paWCBPAB* OXtkl.
A CREOSOTE de FAIA. suspende o'trabalho destruidor da Tsica pulmondg porque diminue a expectoragc
desperta o appetite, faz cessar a febre, supprime ob suores. Os seus effeitos combinados com m do Oleo de Pigado de Bacalhae,
fazem do VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio por
excellencia contra a TSICA declarada ou imminente.

d
Dtpotitos as prind
Em Pern
FRAN M. de SIU

m



de
ieo
Liraria, encaeniagao e moni-
mam do Imperador numero 9S
Livroa de jurisprudencia, direita, litteratura,
ciencia e religiio, livros para instruccSo primaria
a aecundaria, livroa m branco par eacriptura-
0*0 commercial, tinta para copiar e para eacrever,
de diveraaa cora, artigoa par escriptorio e diver-
jo objecto de gosto e phantasia, papis pintados
pora forro de tala, qnartoa, restauraota, etc.
Eneaderna-ae com prestes* e seguraaca, marca-
ae oa nltidet cartoes de visita e imprime-se com
perfeieao qnalquer trabalho typographico.
Presos mdicos
Bu do Imperador n. 1
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
a drogara de Francisco M. d Silva & C, ra
d > Marque de Olinda n. 28.
Fabrico de assucar
aelitnimo doa a\brl*s>*o nunca
tiewarl C. de dUsiow
onstrucco da mais moderna e aperfeicoada e
de grande duracao.
Moeoda com prsalo bydraulica de Stewart que
d melhor expresso conheeida at hoje.
Caldeiras com economisador, especialidade
tes fabricantes.
Fornalhaa para queimar o bagaco verde em di-
reitura da moeoda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo sao de ayate
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Orcameotos e mais ioformacSes em casa de
Browns & C.
Ras do Commercio n. 5, 1* andar
VEHDAS
0
Na tub Formosa n. 8, precisase
gommadeira e de um criado.
de orna eo-

fyi'^iaclyltefipiia iw
FABRICA
De livroa ae earrlplura^o
.-. niaoa naB eipoaic5s de 1882 e lltJS
M&noel J. de Miranda
! :)CRderoBcao, pautacAo e especialidad-
ero c8rtPB fie vis'ta.
39-BUA DUQUE DE CAXIAS39
Teltpbone194
Estuque e pintura
Evaristo Rodrigues Viaona, cbegado a esta ca
pital de volta de eua viagem, fas sciente aos se-
nhores donos de obra, que se acba exereendo sua
priifisao tendente a cu* arte.
Pode ser procurado ra do Bom-Jesus n. 41
oo em CHsa do Sr. Francisco Manoel da Silva,
roa da Cadei. ___________________________
Po tcnteto
Mello & Bise, avisam ao respeitavel publico
que todaB as tercas e sextas leiras teem este sa-
boroso pSo ; roa largra do Rosario n. 40.
znom
Attenco
Vende-se eadeiras austriacao jnnco) do acre-
ditado fabricante Thonet, a 66*1000 a dnsia ; no
armasem da roa do Bem Jcsos n. 19.
Liyraria econmica
Acba-se & venda nesta livraria para as escolas
de instroceo primaria, as pintas obliquas do Sr.
profeaacr Eleutberio Roberto T. do Espirito San-
to. O ct nstante oso destas pantas fari o alumno
adquirir a verdal eir obliquidade das ettrat.
Tambern acha-se vtnda a 3.* ediccao das noyes
geograpbicas do meemo autor.
Liquidado
Vende-se duas casas novas e modernas roa
dos Quararapea na. 65 e 49-A, exiatindo em orna
dellas taverna mnito bem montada e felii, que
tambem se vende, visto o dono embarcar para a
Earopa com a familia ; a tratar na mesma.
'Vo
%
%
%>
^
21
Oliveire Campos k C.
NOVIDADES E PHANTASIAS
Capas e peilerinas pretas e enfeitadas, de
cachemira, gorgorSo e merino.
Veos e oapellas para noiva.
Setim e seda branca para casamento.
Cortinados de crochet para cama o ja-
nella.
Colchas de seda para noivos.
GorgorSo preto, diversas qtulidades e pro-
cos.
Sedas e setins de coree, lisas, listras e de
|* qaadros.
Merino de quadro, fazenda nova.
Capas bespanholaa para tbeatro a prego
de 20000 urna.
Sortimente de meias brancss e de cdrcs
para senhoras e criangas.
Espartilbos, sortimento completo.
Tapetes para janella e scf, sortimento.
Grandes aoaltifas e esteiras para forro de
sala.
Alm de moitos outros artigos que nos
impossivel mencionar.
I-Una do Crespo-i
OLIVEIRA CAMPOS & C.
VENDE-SE MAIS BABATO
[\a Loja das Listras Asue*
n. 1
10MB
RIGA SOLITARIA'
CABFCADAI.01IBRI9A MP1LL1DA \
UlTRODllBOkABPIUB
GLOBULA3 SECRETAN
'pHBaCEUTICO, UUREAOO, PREMIADO COM MEDAIH .
I o utii>'o remedio hicScom t InUl.."! I
I ADOPTADO NOS HOSPITAES DE PAR ]
, OBSERVACAO O bem eo to GLOBUA.A5 1
I d SECRETAS lemorii-.n.do vino, mim PJ"^
misier resKUrdar-e a Ue i" *^
Dnosita garal. 51, ri3 D?cimjis. tararli
Pemambuco FRAN^Hd? SILVAeji'
. similares
Caixeiro
Prtciaa-se de ota menino cr-m pratica de mo-
lbados ; aa rna de Hortae n. 17.
Barreiros
O 8r. Antonio Hollanda Cavaleaote (T) queira
mandar entregar ao proprietario a caita de flanea
qoe receben pelos aiugncis da casa de que toi pro-
curador, ob pena de ser reapoosahilisado por
sena alaguis. ______ '

Alugase a ctsa n. 16-E da ru do Riacbuello,
antiga do Destino, na l >a-Vista ; a de n. 4 da
travessa do Pieitas em 8. Jet ; a de n. 6 por
14*000 ; a de n. 8 por 16* : a de n. 16 4 rna da
Via-ferrea, com 2 salas, 2 quartoa, ci sinba, quin
t*l 1 sotSo e cacimba ; o sobrado n. 63 ra do
Apolla por 20* ; o 2- andar 4 rna da Guia n. 6i ;
todus limpas : as chavea, os bilhetea iadieam que
eatSo jnnto, e trata-se na ra da Qoia n. 62.
Baixa de capiu
Ha p>.ra alugar um btiixa d- ca..im, tendo te-
Ibeiro par animacs e casa para reaidenoia ; a
tratar na rna du Vigano n. 1, 1 andar.______
Ao commercio eaopu-
t>lico
Os abaixo assigoados, participam geralmeate
ao commercio e ao publico, que o Sr. Joao de
Paiva Alcoforado. deixcu de ser nnsso eropregado
desde o dia 25 de Junbo prximo paseado e n3o
nos reaponasbilisamis per qnalquer tranaaeclo
feita pelo meemo aenhor, em qnalquer condico.
Recife, 2 ae Juihj do 188.
A. M.da Roea ft C.
CONSTIPGOES, BRONCHITES
IrritacSo do Peito e da Garganta
Contra essas aTcl.Ocs, a pasta peitobal e o
XAROPEdeNAF d OELANGBENIEB de PA3IS
E)Sscm urna emeacia infallivel venneada pelpe
embros da Academia de Medicina de Franca. Nao
contendo opio nem to pouco saes de opio taes
como Uorphma ou Codeina, esses productos mi-
nistro-se com ptimo xito e seguranca as
eriancas solTrendo de Toase ou CoquelucHe,
Depsitos nat Phirmacias do Mundo intelro-
Quem quizer alogar o 2* andar do sobrado n.
43 4 ra da Aurjra, procure entender-se eom os
Srs. Negreiros, i ra do Imperador.____________
Bronchites las crianzas
En abaixo assignado attesto que, aoffren-
do doia filhos treus, de bronebite rebelde,
ficaram completamente carados com o oo-
nhecido Peitoral Hottceopathieo de Camba-
r, deBOoberta e preparagSo do Sr. Jos
Alvares de Sonza Soares, de Pelotas..
Cidade de Jaguaro, 30 de Novembro
de 1877. Jcs Domingos de Jess Braz.
(Negociante )
FOLHETIM
TESTAMEHTO VERMBLHO
POS
XAVIKR DE MONTEPIN
iBUND4 PARTE
A CAGADA DAS UEDALHAS
(ContinuacSe do n. 151)
XXIV
Compra-ee urna casa terrta na fregu ca da
Boa-Vista em perfeito estod" e qne tenha tree a
quatro auartos, duas salas, as seguintea ras :
ArseSo, ConceicSo, Oervaeio Pires, Hoepicio, roa
Velha e Matris, e que nao exceda de 3:000*000 o
mximo-, quem tiver naataai condicoM. dirija-se 4
roa da Imperatris n 18, loja.___________________
Cautelas do Monte de
Soccorro
Comprase cntelas de qnalquer jr.ia ou brilban-
tes, paga-se bem ; na praca da Independencia n.
22, loja de relojoeiro. _____
21
Oliveira Campos & C.
PECHINCHA EM FAZENDAS
Lis de quadroa, padrSes modernos e cores
lindas, a 820 e 360 rs., o corado.
Fusties brancos, superiores, de 400, 500
e 640 rs., o covado.
Mosolina branca de listra e adamascada
para casacos, a 500 rs., o covado.
GretoneB modernos com ferraduras e an
coras, a 400 rs., o covado.
Fust5es de cores, padrSes lindos e cores
claras, a 500 rs., p covado.
GorgorioBS de cSrus, padi5es lindsimos
Setinetaa branca, preta e de cores de to-
dos os precos.
Bstistes de cores, a 200 e 300 rs., o co-
vado.
Fechas, sortimento completo, de 20000 a
6i5000, um.
Cambraia branca tapada e transparente, de
. 30000 a 60000, a pe?-
Bramante de linbo e slgodSo.
MidapolSo e algodo, surtimiento completo,
a preco baratissimo.
81 Roa do Crespo-9 A
OLIVEIRA CAM>OS & O____
Macirna a vapor
Vende-se urna machina a vapor, de forca de
seis cavallos, horisontal, tixa, quasi nova, por pre-
co barato ; a tratar no escriptoiio da companhia
do Beberibe.
lh1mtTsneau
Para OS CAVAllOP
SDPPRESSAO
do FOOO
e aa
QUEDA
do PBLLO4
U-ECA
DI FA8IICA
SBSnTL
o FOCO
m
Mu s au
, IPPUUfOES
A cura fax-se com c meo em 8 itinutoa,
sem dor e sem cortar, MM ratpar o pello.
I PhanniGNEAU, !75,Rna St-Honcrf.PARIS |
K U TODAS > PMARMACIAO
a importante taverna da rna da Gloria n. 54
tratar com o propietario.
A.' ras lamine de raxlat
TELEPHONE 211
O proprietario deste muito acreditado estae-
lecimento, previne a todas as xmas. familias e
a todos os seus fregneses, que as anas peebincbas
que costuma a dar,nSo 3o e nem nanea foram
divididas de ost a casa como algurm annuncia
para iludir e vender fasendas ordinarias por
tSas, costme que a Loja das Listras Asues nao
tem; as fasendas vendidas neata casa sao de
qualidade snpenor, e mais baratas ; d descont
a qnalquer fregus que compre de 2<> para cima,
e para que o respeitavel publico conbeca o qaanto
sao baratas nossas fasendas, daremos aqu os
precos n'sumidos de alguna artigos aos qaaes nin-
gnem pideri fas Movldadi s
Renda d'Aiisjirla fasenda arrendada em
listas e quadros, com cores creine, rosa azul e
branoo, a 600 rs., muitu lindas para baile.
Tt-cidoa de linb i abortos com quadros lar-
gos ou listraa, fasenda muito larga, e de todas
as lores a 600 e 700 rs. ultimo tecido da m d...
Mirlnfl infestados preto e de todas as cores,
500, 700 e 1 000.
Nsniae de lindas cores segura, desenhoa
novos a 280 rs.
Linn bordado, de todas as cores, imitacSo
cachemira, a 240 rs.
Hetlm de Maco, brneo,-preto e de todas as
cores, a tOO, 900 e 1*000. "-- "'
4iKinno a c m 4 palmos de largura
5*000 peen.
Cultas finas, percales cores seguras, a 200 e
240 rs.
Bramante com 3 e 4 larguras para lences
de 700 at 14200.
Certlnatfvs bordados, e de crochet desde
6* al 12.
rticos diversos
Belo^ios despertadores americanos, lavas de
seda e fio de Escosaia, meias para bomem, senho-
ra e meninos, leques de setim brancas e transpa-
rentes, de lindas cores, baleias, espartiihos para
81 nhora e meninas, lencos brancos desde 14200 a
dnsia bordados tapados e transparentes deede
200 rs. a peca, brim pardo para vestidos e roupa
de meninos desde ?03 rs., enxovaes para bapiisa-
doa, desde 6J500 completos, grinaldas com ricos
veus de Blood seda, e cntros muitss artigos que
tudo te encontra por qnalquer preco e acceitamos
a fasenda vendida se por qnalqaer circamstancia
nao fr de agrado da pessoa por quem fr com
orada.
" Aviso aos nossos fregaezes
Para evitar engaos, as nossas fazsndas sao
embrulhadaa em papel risoado de azul com em-
blema da
Loja das Listras Azues
Cimento portland
Vendem em barricas de 150 e 160 kilos Quima
raes & Valente
6 ** Corpo Santo 6
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidadi
um boa* sitio coa boa casa, maitas frncteiraa
excellente banho ds rio, boa agua de cacimba,
extensao de terreno para baixa de capim, todi
morad ona frente, eom porto e gradeamento, 00a
caminho de ferro e estcalo junto ao dito sitio, ai
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio dt JoS>
Selleiro, jnnto ao Dr. Ernesto de Aquino Ponas
ca ; quem pretender dirija-se praca da lnde
pendencia n- 40, daa 11 horas s 4 da tarde.
Sui generis
Detestamos os artigoa bombsticos com
que diariamente se en^hem os jornaes desta
capital, annnnciando como eapecialidade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nSo engaar aos qua nos diapensam a sua
amizade e auxilio.
Acabamoa de receber nova remnssa do
ja afamado e especial vinho
Maduro m
O coBBnmo extraordinario que este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
qoe fca snbstituindo esses outros que por
ahi denominara---Bairrada, Figaeira, Car-
oavellos, etc., etc. Duas sammidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seos
amigos o aso qaotidiano d'este vinho, cerno
mais salutar economia humana por nlo
ter as oomposicSes de tantos outros, qaa
arruinara a sade da humanidad?, trazendo
como conseqaencias os horrores a urna po-
pulujao que se definba a olhos vistos.
Becebemos tambem o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenhos cujos
proprietarios uapricbam em bem trabalbar
neste artigo, afm de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja compoai-
$80 duvidoaa.
Em outros artigos como .
SEMENTES DE HORTaLIQA
E FLORES, LINGUAS SECCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS E VIME
pera isto to pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queiram certificar pdem compa-
recer, com o que muito nos bonrarSo.
A par de urna intinidade de artigos de
primeira ordem, que se acbam em ezposi-
ySo, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar 10*09 os que nos hon-
ra m com sua preaenca, junt a modicidade
de precos sem riv&l.
Sua Estrelta do Rosarlo n. O,
junio igreja
Pofas Mendes j C.
Fin maneiga Ing.eza
Vende-se a 600 rs. a libra em casa de Arthar
Macaes, ra da Aurora n. 85, e Antonio Dua te
ra da Uniao n. 54, armasem do Ethoayne, con-
ronte a eatacao, latas de diversos tamaitos.
A' FLORIDA
Um saldo da 600 pecas de bordado* da
muito boa qualidade, cambraia Victoria
proprios para casacos de senbora, vestidos
de meninas, caigas e aaias, com 4 e 5 de-
dos de largara, a 10400, a peca.
dem com 4 e 5 dedos de largura, s utas
chave, a 10500, a peca ; todos com 3 1/2
metros garantidos.
Grande sortimento de rendas*
Bico branco, de linho, a 1|J500, 20000,
20500 e 80000, a pega.
dem de eflres, a 20, 20500 s 30000,
a peca com 10 varas cada urna.
Pulceirss, guarnicSes, aneis, brinco! e
alfinetes para gravata, tudo de plaque ama*
ricano, garante o dour. do.
J chegarSo os espelhosoara dura
Eaplendido sortimento de fl irea finas eom peta*
las de seda, folhaa|aveludadaa e asteas de borracha
para enfeite de peito, cabeca, chapeos e cbapelinas,
ramo a 1*000 e 1*500:
Enfeite para chapeo, gorros e capotas, (aigreta)
com passBrinhos de seda a 2*000 um.
Lindo sortimento de jarros para enfeite de saja,
toialet e santuario o par 1*000, 2*000, 3*000,
4*000, 5*000 e 6*000, todos com lindos desenos
de perulas em alto relevo.
Livros de sortea para S. J0S0 e S.
Pedro.
Espartilbos a 30000 que se vende a
50000.
Iovisiveis prateados a 200 ris.
dem doarados a 400 ris.
Piics brancos a 400 ris o metro.
dem dem com troco de seda azul, en-
carnado e cor de rosa a 600 ria o metro.
Coritas para enfeitar vestido de todafl
as cores.
dem pretas a 600 ris o maco.
Miss ingas de todas as cores para bor-
dar e para voltas a 500 e 800 ris o
maco.
Vidrilhos pretos e de diversas cores, pa-
ra enfeitar vestidos e para voltas.
Colarinhos e punhos de borracha;
Fexues com msela e liso a 20000
Porta-embrulho amerioano.
Ga'cie*, bi-os, palmas e rugas de vidri-
lhos a 20500 e 20OOC o metro.
Franjas preta e galSo a 500 e 1$600 o
metro.
Luvas de seda para meninas e mojas a
20000.
dem de Escocia a 10000 o par.
Hiliio
Vende-se milho de boa qualidade, em porc2o e a
retalbo, no trapiche da companhia ao largo do
Corpo Santo n. 19.______________^___
Sablo transparente
DE
Cleaver
HEDALHS 1851, 1853, 1855,1862, 1867,
1870. ------
< De prata, Pars, 1878.
a De ouro, Londres, 1884.
Vende-se nss priocipses lojas de miadens.
GuimarSes & Perman
Agentes. ___________ _
___Dr. ThompBon...
Ao ouvir eaae nome, o mancebo
apru-
nou-se, transformado, galvanisado, com os
olhos em cbammas e os labios trmulos.
Dr. Thompson repetio elle com a
voe quasi abafada pela emos&o. E voc
diz que Martha sua filha adoptiva, sua
pupilla ?
Digo o que me dissereram... Pare-
ce que todo o-mundo no bsirro sabe disso.
Paulo poz as oaos.
Martha em Pariz I. exclamouelle.
Martha, pupilla desse medico, que parece
interessar-ae tanto por mim !... Effecti-
vamente recordme... Aquello omem
que 8qu ruesmo vi de longe no parque do
Pequeo Castello, beijando a testa It
thj e enjo rosto nSo pude distingi^^ e-
presentavam o vulto do doutor. Era elle !
Poderei.^rtanto, tornar a ver a minba
adorada Martba !... Poderei, portanto, sa-
ber se ella me ama..
_- Qaanto a seo, Sr. Paulo, cousa
qoe Ibe compete. No que diz reepeito ao
restante, trabalbei o melhor que pude, e,
como t>o-o contente, estou Batisfeito....
___Ab meu bom Fuinba, voc reatitue
me a alegra, a telicidade, a saude l...
voc salva-me a vida! sim, a vida!...
Como poderei teatemunhar Ibe o meu re-
oonbecimento ? QaanU grado Ibe de-
^, NSo me de ve absolutamente senao
duas boras e meia de carro, que paguei
para scompanhar a eqaipagem daa damaa e
mais a gratifiaajao ao cocheiro.... Monta
tudo am seis francos e cincoenta centesi-
mos.
Vou dar-lbe oem.
___Tinha muito que ver !... Isso que
havia de ser bonito Julga entSo, Sr. Pau-
lo, que quero ganbar coms'go? Nunoa !
As boas contas fazem os bons amigos !
Gastei em seu aris* seis francos e cin-
coenta, d-me seis trancos e cincoenta....
Fijaremos quites... E d se por muito
8a ti afeito !
Vou embolsal o... disse Paulo exhi-
bindo urna carteira que servia ao mesmo
tempo de bolsa.
Abrio-a para tirar delta urna moeda de
cinco francos em ouro e outras de prata.
A extrema sobreexcitacio dos seus er-
vos fazia-lhe tremer a mo.
Um retrato, escapando-se r'a carteira en-
treaberta, cchio no fondo do bote.
O Fuinba inclinou-se vivamente para
apanbal o.
___Pode se ver ? perguntou elle.
Por que nSo 1
Boulenois olhou para a photographia, fez
um geato de espanto e exolamou :
Hom'essa I. E' boa 1...
E' boa l NSo comprehendo...
__ Eu tambem nSo oomprehendo... Co-
mo que se d o caso, Sr. Paulo, de tra-
ser cemsigo a careta desee snjoito ?
Ah 1 conhece-o...
Mas de certo que conheco esta care-
ta I... E' a de um secreta !...
Paulo nSo pede comprimir urna gargalba-
da.
__ Se a pessoa que representa este cax^
tSo, o ouvisse, meu bom Fuinba^ voi %0
estara-em bons lences replicn elle.
__ Conbece entilo essa peasoa tambem ?
Como bavia de trazar a sua pboto-
grapbia no bolso, se nao o conhecesse ?
_ E quem na sua opiniSo T
E' meu pai.
Boulenois, completamente perturbado,
mordeu os labios. _
Vot nao olboa bem, continuoa Pau-
lo, veja melhor.
Sim... sim... tem razSo.... mnr-
rouroa o Fainha com embaraco, fiogindo
examinar novament-j e com mais attengao
a photographia. Parece na verdade um
pouco, e at muito, com o individuo t,ue
ieoobeco. Mas no exactamente o mes-
oo,.. ,__ .
Conbece ento um agenta de polica
qae'parece-se com men pai ? tornan o man-
cebo, ce 'inuando a sorrir.
Conheco- >m ,9aer diaer, ce
nheci o aem conhecel-o... Encantrei me
com elle por aoaeo, na oooaaiao de retirar
um atogado.... Parece se alguma cou-
sa nos olhos e no nariz ; mas, examinan-
do se bem, a barba era mais comprida.
E, ao fallar assim, o Fuinha pansa va :
Isto que estou dizendo agora para
fingir 1 E' perfeitamente o hornera do re-
trato aquello que lavrou o auto bo caes do
Deposito 1... E' mesmo seu pai... E' um
secreta.. .
Tome, meu amigo, tornou Paulo,
dando a Boulenois os seis francos e cin-
coenta, que acabava de tirar da carteira ;
aqui tem o que lhe devo... Junto a isto
toda a minha gratidSof porque nao poderei
nunca agrodecer-lhe como quizera a boa
noticia que me trooxe.
Em summa, est contente, Sr. Pau-
lo T
__ Estou mais do que contente I... Sin-
to-me feliz 1...
EntSo beberei hoje tarde urna gar-
rafa sua eaude I^Emquanto espero a ho
ra do juntar, vou aenhor : sgatrar urna bella carps, que irei
vender na casa de pasto da ilha...
E o Fuinha, depois de aportar a m2o de
Paulo, aa!tou para o seu bote, que deixou
dealiaar pela correte do Mamo, para che-
gar ao porto em que desejava pescar.
XXV
Paulo estava completamente transfigura-
do com o qoe ao*bva de saber.
Martha, papilla, filha adoptiva do Dr.
Tbompaon I.. repeta elle com erescen-
te alegra. E' a felicidade que me che
s Como fazia mal em desesperar, e qaan-
to o acaso, quando quer ajudar-nos, com
bina maraviinosamente as cousas I
f Assim, qaando bontem meu pai levou-
me cssa do douter, Martha l eslava per-
tiobo de mim, que trema idea de nao
tornar a vel-a Ah 1 se eu soubesse 1..,
Mas voltarei breve ao palacete da ra Mi-
romesnil... hei de vela... poderei dizer-
Ibe que amo-a.-.. anpplicar-lhe que cor-
responda ao meu amor... Por que nao me
amar ella, urna vez que livre" ?
t Qaando pens que eu recusava assis-
tir ao sarao para o qnal o doutor envin
nos. a meu pai e.a miro, ama carta de
convite Heje tudo eat mudado... irei
de certo, e quero que meu kpai acompa-
nhe-me .. Quero que elle conheca Mar-
tba e que estime aquella a quem amo !...
c Elle sem duvida voltar logo... quasi
prometteu-me aso... Como vai fioar con-
tente ao vdr-me radiante de alegra I....
como fidar sorprendido ao ouvir-me dizer-
lht): NSo procure mais mea pai... enaon-
trei-a I... Sei onde est Martha I... O
bomem de-quem ella depende, interessa-se
pela minha saude, pela minha vida e nao
recusar dar-me a mSo de Martha, visto
que sem ella nao poderei viver I...
O filho de Raymando tinha na verdade o
aspecto de urna pessoa a quem a felicida-
de, urna.felicidade imprevista e fulminante,
acaba de transviar a cabega.
Falla va em voz alta.
Ria. Cantava.
Finalmente, um pouco calmo, aoabava
de entregar-se de novo pesca, quando
chamou o urna voz muito sua conheoida.
Essa voz era a de Magdalena.
A velha criada cbgava margem op-
posta.
L vou. .. respondeu Paulo, pegan-
do nos remos, para atravessar o Mamo.
Fabio ebegou 7 perguntou elle ao
atracar.
NSo,- meu menino.... responden a
fiel criada.
EntSo, porque me chamas ?
Para entregar-lhe um telegramma
que aoabam de trazer.
Um telegramma, de quem ?
Do sea papai. A mim que elle ere
dirigido. Abri-o.
Paulo franzio a testa.
Meu pai nao voltar ? murmurou
elle.
NSo. E' obrigado fszer viagem ho-
je mesmo...
__No momento em que sou feliz I pen-
sou o mancebo. Maldita viagem I
Receben o telegramma e leu-o.
Esta partida contrarame de certo,
disse elle em seguida, e muito, visto que
priva-roe do praz-r de ter meu pai juuto
de mim ; roas para que tomar pelo lado tr-
gico urna cousa que nSo em summa mais
do que ama contrariedade?.. Fabio deve
vir.. preciso que encontr rostos alegres
para recebel-o... conserval-ojiei o maior
eepaco de tempo que for possivel e fioarei
de bom humor, para que o tempo lhe pa-
reja curto l ..
Magdalena olhou para Paulo com ad-
miracSo.
Eatranbava no mancebo aquella rieonha
lphilo80pnia
A mudanga que operara-se ne seu aspe-
cto de modo tSo sbito impresaionou a.
Mas o qu tem voc, mea menino T
perguntou ella. Quando sabio de casa, a
partida de aeu pai incommodava-e bastan-
te. Estava triste como ama coruja,
salvo seja, e no eotanto encontro-o agora
to alegre, tSo aatiateitoj...
E' que tive ama boa noticia...
Aqu ?...
Bichas de Hambnrgo
Vende-se em pequeas e grandes porcoes
ra da Madre de Deus n. 36A.
na
*a
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
Boyal Blend marca YUDO
Este excellente Whisky Escocez pro*
ferivel ao cognac 9a agurdente de osuna,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retamo nos melhoree arma'
zens de molhados. >
Pede Royal Blend marca Viada),
cujo nome e emblema sao registrados para
todo Brazil.
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sem confrecao de msgarina, c mi geralmente coa-
tm as manteigas de expottacSj para este impe-
rio, e que tSo n >civo para a aade
A 800 rs. a libra a retalho.
(Acceita-se devolvida, na) agradando.
Corpo Santo numera 6 Goimaraes & Valente.
Ensenho
Vende-se cu arreo ia-se um engenho a vapor
na freguesf8 da Varsea, moento e correte,- eom
forca pai a safrejar at 1,200 paca ; a tratar na
ra do Vigario n. 31, f andar.
Bom negocio
Aqui, sim.
Estove entSo com alguem ?
Sem duvida...
Pdese saber essa boa noticia ?
De certo; porm mais tarde. Por
agorasjontenta-te em saber que sou muito
feliz... qne daqui a menos de um mez es-
tarei de perfeita saude, e que trsgo-te pa-
ra o jantar do mea amigo Fabio, um peixe
magnifico... urna carpa monstro, como
tal vez nunca viste...
Urna vez que ella tSo bonita, ser.
vil-a-bei assda... rsdarguio Magdalena,
e muito baixinho accrescentou, fallando
comsigo :Mas com quem esteve elle ? O
que Ibe diriam ? Ds que noticia falla
elle? Emfim est alegre... E' o princi-
pal.
Ola, Sr. pescador 1... Ola 1... gri-
tn nesse momento urna voz alehre.
Paulo voltou-ae.
Fabio, a quem o catraieiro da casa de
pasto da ilhn acabava de fszer atravessar
o Mamo, dirigia-se a passo accelerado pa-
ra o ponto em que elle se aohava.
Ola 1 repetio elle lindo.
Um nstante depois os dous amigos aper-
tavam as mSos com effuaSo.
Jacques Lagarde, oa antes o Dr. Thomp-
son, embarcara no sea oarro e sabio Uo
palacete de Cbatelux.
Roa do Cherche-Midi n. 52, disse elle
ao coobeiro.
Em alguna minutos foi vencida a distan-
cia que separava a ra de Tournon da do
Chercbe-MiJi.
A casa que apresentava o n. 52 era am
bello predio, alto, com cinco andares ; ca-
da pavimento era dividido em dous com-
modos espagosos.
Jacques apeou-se do coup, entrn no
portSo e dirigio-se para o gabinete do pot-
teiro.
Urna menina de sete a oito annos ahi ae
achava ssinha, brincando com a sua bo-
neoa.
- O que quer 0 aenhor ? perguntou
ella ao doutor, dando-se uns ares de se-
nhora. jal
A Sra. Labarre.
E' ne segundo andar, na porta da
frente...
Obrigado, minha pequea.
Jacques sabio a eaoada.
Cht-gando ao segundo andar, bateo em
ama porta oom pintura de madeira fin-
gida.
Veio ama eriada abrir.
A 8ra. Labarre ? perguntou elle.
Vende se a casa- de negoeio sita raa da De-
tencao n. 9, com poaeo capital, propria para prin-
cipiante, e o motivo se dir ao comprador ; tra-
ta-se na meama. Ao mesmo tempo admitte-se am
socio com o c-tpital de 5001 a 600.
E' aqui mesmo, senhor. A senbora
est em casa, mas vai sabir...
L^ve-lbe o meu cartSo e diga-lhe qaa
demoral-a hei alguna minutos apenas....
Ella provavelmente me receber...
Entre, senhor.
A criada introduzio o visitante n'uma
ante-camara, recebeu o cartSo e foi leval o
a sua ama.
Reapparecea dahi a um momento.
A senhor* espera-o.... disse ella
abrindo urna portaa do aalSo em que a
Sra. Labarre, toda vestida e enluvada,
com o chapeo na cabecs, esperava o me-
dico.
O senhor, meu caro doutor 1 excla-
mou ella, eatendendo-lhe as mSos. Seja
bem vindo i qne motivo proporciona-me a.
agradabilisBima aorpreza da sua visita 7
Ora, minha querida senbora, o deso-
jo que impoVse a qualquer que tenba es-
tado comsigo urna vez, nSo lhe parece mo-
tivo soffijiente '...
Isso pura galantera !. .. disse a
Sra. Labarre com um tregeito de modes-
tia ; ora, quem diz galantera, diz lisonja,
e quem diz lisonja diz mentira !... Esta-
ra entretanto quasi tentada a acredital-o,
se o jalgasse pur mim .. A sua visita oau-
sa-me tSo intensa alegra, que o aenhor po-
de perfeitamente, afiual, aohar algum pra-
zer em fazar-m'a... Venha, doutor, ve-
nha sentar-se aqui, perto de mim...
E a viuva de meia idade, fazendo mo-
mos mais do que nunoa, e inteiramente
encantada coma saa eloqaencia, conduzio
o reeem chegado at urna conversadeira.
em que fel-o sentar-ac ao aeu lado, tendo O
cuidado da nSo retirar a mSo, que conser-
vaba entre aa delle.
- Agora, tornou ella, conversemos se-
riamente .. O desojo de ver-ae am dos
motivos da saa visita, estou disposto a acre-
dital-o ; mas nao o nico.
Efectivamente ba um outro...
Qaal ?
Conversar comsigo a respeito de sea
filho, e dar-lbe um bom conaelho.... Mas
primeiro permitta-me faser lhe ama confia-
aSo. ..
Urna oonfissSo T A mim ? repetio a
Sra. Labarre, arregalando faoeiramente os
elhos i que confissao ?
Eacontrino-aoa hontem pela primei-
ra vez... Poia bem, deade o primeiro mi-
nuto do nosso encontr (cousa tanto mais
sorprendente quanto, sendo de natoreaa
reservada, 080 me seddo fcilmente; senti-
na attrahido para ai por urna profunda
sympatbia... ((7otiniiar-*e-Aa)


I;

r
1 Typ. d> Diario rna Duque de Caxiaa a. 42,
1


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