Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18923


This item is only available as the following downloads:


Full Text
o Lin
N D M fi B [
1

'
I
f
>
i
Si
,1
I
i
PABA. A CAPITAL E LIJO ARES 0\DE WAO E PAGA PORTE
Por tres mezea adiantadoi............... 6J0G0
Por sa ditos dem................. 12*000
Por um anuo dem................. 23fj>000
Cada numero a valso, do mesmo da.........- 0100
DIARIO DE
blA-rlJA b Di! JLH DB 18S8
rr i ^
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por teia meses adiantadoi.......... .
Por nove ditoa dem.................
Por um anno dem........' .......
Cada numero avulso, de diaa anteriores. *. .
18|500
801000
27|000
#100
RNAMBCO
proprietato ht Mmod JiQntkh ht aria JHljo*
O 8rsBAniede Prince A C,
Je Paria. sSo os nossos agentes
exclusivos de annunelos e pu-
blicaba e*j m Franca e Ingla-
terra
as
TELEGRAMAS
ICO PARTCULA DO DIARIO
RIO DE JANEIRO, 5 de Jolho, s 3
Loras a. 45' minutos da tarde (pela liaba
terrestre).
Foram no meados :
vQrS-dignitario da imperial Ordera da
Rosa, o Visconde de Mattosinhos.
Offiiacs da mesma Ordam o De. Fer-
nando Mandes de Almeida e 11 nriqu -. Cha-
ves.
I orara oomeados :
Juiz de direito da comarca de Grajaba,
na provincia do MaranbSo, o bacbarel Rai-
mundo Maia.
2. Juiz substituto de capital da mesma
provincia, o bacbarel Manoel Barradas.
Juiz municipal e de orpbaos do termo
de Assembla, na provincia de Alagis, o
bacharel Luiz do Almeida Ribeiro.
Foi removido o juiz de direito, bacharel
Francisco Ferreira Das Duarte, da comar-
ca de Mar da Hespanba, na provincia de
Minas Geraes, de 1.a entran31 a, para a do
Alto Mearim, de 2.' entrais, na provin-
cia do Maranbao.
Foi nomeado inspector effectiv o do Ar-
senal de Marinha da Pernarnbo, o capi-
t-o de fragata Manoel Araujo Cortez.
A Cmara approvou em 3.a discussao o
ornamento do Ministerio da Marinha e trata
em 2.a discussao do oreamanto do Minis-
terio da Jas tija.
RIO DE JANEIRO, 5 do Julho,
horas e 35 minutos da noite.
a 7
Foi nomeado juiz municipal e de or-
orpbuos do termo de Santa Viotoria de Pal-
mar, na provincia do Rio Grande do Sul,
o bacharel Jos de S Cavalcante de Al-
buquerque.
MIGO DA AGENCIA HAVAS
BERLDI, 4 de Julho, Urde.
Corre o baato de que Sua Magestade o
Imperador Guilherme partir de Riel no
dia 13 do oorrenta para ir visitar Sua
M.gestade o I aperad jr da Russia.
Agencia flavas, filial em Pirnambu o,
5 de Julho de 1888.
I8TB0G(jA PPOLAfi
SAB3SALIDADS. IWM l
LIIIESA1SA
candilo indispensavel de orna autonoma propria ?
Nao estragara j o goeto 1 tterario suff jcand j-lbe
a libcrdad de que ell) carece pira apurar-se, o
terrivel tribunal da inquisico, que tudo e a todoi
fasia estremecer ; a inepcia dos governos portu-
gueses desde D. Joo III ; a pessima dircec
dada aoi estudos, ustrucco, 4 edacacioda mi-
cidade, que os jesutas haviam empreg ido cam
geitn, manba e astucia, as escolas qu costeavam
na naiversidade de Coimbra, que tinham avassal-
lado, e na sus particular de E vas, expeUiodo por
fin os ltimos professores indep^ndentes, com os
estatutos reformados por Felippa II, apenas ca*
gira a cor i este soberano estrangeiro ?
Si dorante os reinados de D. Joo III O. Sebas-
tiao e D. Henriqae bavia a literatura perdido quasi
a originalidade e inspiraed s philosophicas, faltan
do-lhe o espaco e o ar, qua elevam o espirito e a
alma, porque os moros sAj escravido e os campos
liberdade, como se desenvolvera sib o logo es-
trangeiro ? A sua inferioridade nao pode deixar
de ser vis>v<1. posto que apparaceram anda es-
criptores primorosos, que oceupam lagar distineto
e importante na historia da littera'ura nacional.
(Continoa)
PARTE OFVICIAL
Ministerio da Guerra
Conoederam-sa as honras do posto de roa
j >r ao capitulo reformado do ezercito Ama-
ro Franoisco de Moara.
Foi reformado a sea pedido e por ter
sido j-ligado incapaz do servido da armada
o primeiro maohinista Florencio de- Al-
meida.
Foi aposentado, a sea pedido, no carga
de pagador, o tenente-coronel honorario o
capitSo reformado do ezercito Manoel Gon-
calveB Coelbo, e nomeado para substitu-
lo o capitao-tenente reformado Antonio Pe-
dro Carneiro Pereira da Cunha.
Foi transferido do 11 batalbao de in-
fantaria para o 6o da mesma arma o coro-
Artel Joao Nepomuoeno da Silva e deste
para aquella b*talhao o coronel Feliz ardo
Antonio Cabral.
Hulslerlo da Agricultura
Foram declaradas sem effeito, visto nSo
terem sido aceitos os respectivos lagares,
as nomea;5as do 3o official da directora
geral dos correios Antonio Tbeodurete da
Silva Costa para chefe de scelo de admi
nistrajao do cerreio de S. Paulo e a d
bacharel Vicente Liberaliao de Albuqaar-
que para o Io offijial da directora geral.
Foram nomeados para preeneber as va-
gas existentes e para o servico do oorreio
ambulante : Io offices os 2o JoSo Xa-
vier Dutra, JoSo Nuaes Martins e o 3o
Antonio Tueodoro da Silva Costa.
2s ffi i es: os 3o' M-rcos Antonio de
Almeida, Jos Rirualho Pereira da Silva,
Pedro Rodrigues Ferreira, JoSo Luiz Ro
drigues Pinheiro e Cassiano de Arruda
Cmara.
305 orS iaes os praticantes de 1* classe
Alexandra Ferreira da Costa, Carlos de
Almeida Gjrjzaga, Jos Peixoto Guima-
raes Guarany, Theotonio Jos da Costa e
Almeiia, Jos Joaquim Pereira da Silva e
JoB Francisco Rodrigues, e os de 2* clas-
se : Manoel da Silva Coitinho, Francisco
Antonio da Veiga Cabral, enganheiro For-
tunato Augusto de Paula Toledo, Francis-
co Xavier Poes de Mallo Barreto, Pedro
Celestino de Oliveira e Jos Augusto de
Castro Leal.
. Hiui.s te rio do Isiperlo
Foram agraciados com o iirato arUT^
rao de Piumby o coronal JoSo Marciano
e Faria Pereira o ooa o de Btrfto da
Varginha o major Joaquim Eloy Mandes.
Foram agraciados com a com monda da
ordem da Rosa JoSo Tavares Guerra e
Jjao Luiz Tavares Guerra, com o habito
da mesma ordem Frederico Stoll e Manoel
de Azavado Barroso Bastos.
Foi agraciado com titulo de barao de
Manos o Dr. Clementino Jos Pereira
GuimarSes.
Por cartas imperiaes de 27 de passado
toram apresantados os padres Candido Jos
Correia e Jos de Camargo Barros as
igrejas parochiaes, este na de Nosaa Se-
nbora da Conceicao de Santa Epbigenia,
e aquello na de Nossa Senhora do Destar-
ro da cidade de Jundiaby, ambos na dio-
cese e provincia de S. Paulo.
Ministerio da Fazenda
Por decreto de 27 do passado foi decla-
do sem effeito, em conformidale da impe-
rial resolucao de 20 do dito mez sobre con-
sulta da se^gao de fazenda do conselho de
Estado, o decreto de 24 de Abril de
1886, que aposeotou o barfto de Paran
piacaba no lugar de director geral do con-
tencioso do Tbesouro Nacional.
Foi concedida a aposentadoria que pe-
dio o chefe da offi ioa de laminarlo e cu-
nhagem da Casa da Moeia, JoSo Luiz da
Costa.
DF
Ci ve rao da **-rovlncia
OKSPACnS DA PKKSIDESOIA DO DIA 4
JLHO DR 1888
Professor Antonio Claudio de Oliveira.
Cjnoedo.
Directores e accionitas da Companhia
Brazilian Street Railw^y Limited.Infor-
mo o Sr. engenheiro fiscal da estrada de
ferro do R^cife a Caxang.
Jos Gomes de Oliveira Piedade.Iade-
ferido.
Reis & Santos. Sim
Bacharel Manoel de Al anear GuimarSes.
Sim.
O mesmo.Sim, sem ordenado.
Secretaria da Presidencia de Pernaro-
buco, 5 de Julho de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
DB
roivrim E BtUZIL
PELO
Coflselheiro JoSo Manoel Pereira da Silva
IX
(Continu ac o)
Demais para os incitar a preferir o hespanhol ao
portugus bastsva a ouaideraco de ae ter tema-
do 0 casttlbano lingo-i qoasi ooiverssl pela infloen-
ia de Carlos V, e soas grandes conquistas e victo-
ias, de ser entAo applicada s relacoee das Cortes
at estranbas e s relco;s diplomticas. NSo
cooperara tambem per sua parte o desanimo dos
portugueses em recuperar sua liberdade e inde-
pendencia, conaecando j a repntar-se bespanboes?
Jorge de Mootemr, poeta mimoso e agradavel,
pablictra soas obras em betpanfeol, e tornoo-sr
elassicu da lingua ; Manoel de Faria e Soui e-
erevia na mrams lingoa seos estados crticos e ln-
veetigaQoes histricas ; Jacintbo Freir de Andra-
de aio emprrgara ao principio ootra lingoa para
tvas compoaivds; e D. Francisco Manoel de Mel-
lo, alm de poesas, comedias, "opnsculoi, libellos
polticos, anaiysi-s litterriss, em faespanbul escre-
en a sua admiravel historia dos tno.nltos da Ga-
talnnba, que anda os litteratos bespanboes de
nosios das repotam como digna contiouacao de
Salloitio, pela belUaa da phrase, formosora e pu
resa de es'T'O, ordem e dist.ibnicio do assnmpio.
O exeojpto deates eseriptores mais Ilustres era
seguido per omrus d- talentos mais apobcedos e
Modestos, eomo O. Bernarda de Lecerda, appel-
lidada lisoogeiramente por Lope de la Vega de
ima Musa ; Botelno dr Moraes, ancor do poema
?Soaso ; Miguel da Silva, do Macbabeo. Felis-
aoente qne ootros engenhos se nao prestaram a
glorias maia utranbas qoe nacionaes. e perseve-
raran) em coltivar eaerever a lingoa portuguesa.
PergootO-Vus, porm, pord> r-se-ia tsptrar vos
altivos na litttratora portuguea, qnando pareca
Mpoltada a nacionalidade, e lhe faiUva sssitn a
Ministerio da fnstlea
Por decretos de 27 do passado :
Foi exouerado a pedido, o bacharel
JoSo Corre de Moraes, no lugar do juiz
municipal e de orpbaos dos termos reuni-
dos de Bsgagem e Brejo Alegre, em Minas
Geraes.
Foram removidos, a pedido, o bacharel
Jos Maria Lirgacha Jnior do juiz mu-
nicipal e de orpbaos do termo da Penha
do Kio do Peixe, em S. Paulo, para o de
juiz substituto da comarca de Braganga,
na mesma provincia, e o bacbarel Joa
Maria Boarroul deste para aquello cargo.
Foi reoenduzido o bacbarel Jos Manoel
de Araujo no logar de juiz municipal e de
orpb&oa do termo do Rio Preto, em Minaa
Geraes.
Foram nomeados :
O bacbarel Fumino Antonio da Silva
Whitaik-r Filbo para o lugar de juiz mu-
nicipal de Mogymirim, em S. Paulo.
O bacharel Joaquim Pedro de Alcntara
Lemos para os termos reunidos da Baga-
gem e Brejo Alegre, em Minaa-Goraea.
O bacharel Antonio tuatorgio de Qijvei-
ra e Silva para o de Arrayas, em Goya.
Foi nomeado o bacbarel Vioente Saraiva
de Carvalbo Neiva, juia municipal e de
orpbaos do termo da Serra, na provinoia
do Espirito Santo.
Por portara de 20 de Junho declarou
se sem effeito o decreto de 21 de Julho de
1887 que nsmeou o bacharel Jlo Carlos
da Silva Guimoraot para o lugar de juiz
municipal e de orpbaos dos termos reunidos
de Macap e Mazagao, na provincia do
Para, visto nao ter entrado em exercicio
do praao legal.
Repartivo da Folela
2a seccSo.-N. 632 Seoretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 5 de Julho de
1888.-Illm. e Exm. Sr.-Participo a V-
Exc, que foram hontem recolbidos Casa
de Deteugao os seguintes individuos :
Vicente Ferreira da Silva, conhecido por
Bagaoeiro e Paulina Maria da Conceic&o,
vindos de Serinhaem, esta como conderr-
nada e aquelle como pronunciado as pe-
nas dos artigos 201, 193 e 166 do cdigo
criminal, e estar soffrendo em suas facul
dades mantaes.
A' ordem do Dr. delegado do 1.' districto
da capital, Antonio Gomes da.ConceicSo,
por crime de furto, Manoel da Costa Ra-
mos, Jjs Vicente Pereira, Eduardo Pe-
reira de Aranjo, Luiz Alves de Macedo
Moreno ~vrdvm mra Eugenia da ^SonueljSo
por embriaguez, disturbios e offensas a mo-
ral pabliaa.
A' ordem do subdelegado- da freguezia
do Reaife, Jos Francisco do Nascimento,
como vagabundo.
A' ordem do do l." districto da freguezia
de S. Jos, Jos Eduardo da Silva e An-
tonio Franai seo da Silva ou JoSo Antonio
de Almeida, por disturbios.
A' ordem do do 1.' districto da fregue-
zia da Boa Vista, Francisco Grego, por
disturbios.
Em addita ment a micha parte do dia
27 do mez passado declaro a V. Exc. qoe
pelo Dr. delegado do 1. districto desta
capital foi na mesma data remettido ao
Dr. juiz do direito do 2.a districto criminal
o inquerito, procedido ex-ofncio contra Jos
Francisco Soares e outros por crime de
roubo que aoffreram es negooiantes Luiz
Laek Correia.
O subdelegado do 2.' districto da Boa
Vista, trouxe ao meu conhecimento que
boj-, por volta de 2 horas da madrugada,
na estrada do Maduro, suiciden se enfor-
cando se com urna corda, o individuo de
nome Jesuino Lopes de Oliveira, brazileiro,
branco, casado, de 40 onnos de idade.
Os mdicos da polica que vistoriaram o
cadver, declararais qoe a causa da mor-
te, fdra aspbixia Sor estrangulamento.
Das diligencias procedidas pela mesma
autoridade, verifcou-se que Jesuino, dava
se ae vicio de embriaguez.
Proceden-se a respeito nos termos da lei.
Deas guarde a V. Exc-Illm e Exm.
Sr. deaembargador Joaquim Joaa de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia. O chefe de polica, Francis-
co Domingues Ribeiro Vianna.
Joventino Gomes de Albuquoiquc Informe o
Sr. eollector de Nki ireth.
Jos Joaquim dos Stntos e JoSo Anacleto & Ir-
maos.Eatreguese pela porta.
Francisca das Cbagas Ribeiro de Oliveira, Ho-
racio Alves Feitosa e Moraes & Marques.Certi-
fique se.
Cantas da procuradura dos feitus.- Approvadaa.
Oficio do Dr. procurador dua feitos.Ioforme
o Sr. Dr. administrador da Becebedoria Pro-
vincial.
Mana H irmina dos Pasaos L:ma, Gercina Ma
ria de Barros Correia, Anna Etelvina de Sonsa e
S, padre Francisco Ferreira de Asevedo Ramos
e Francisco Alves de Aievedo.Regtre-se e fa-
cam-se os aseentamentos.
Contas das Obras Pablicaa.zaminem-se.
Jos Paulo Bjtelho.A' Becebedoria Provincial
para attender.
Becebedoria rrovlnelal
DESPACHOS DO DIA 5 DE JULHO
DE 1888
Leoncio Quintino de Castro LeSo, Antooio Mo-
reir Reis, tenente Francisco de Paula Mafra, B.
A. Burle. Antonio Augusto de L'-m >s, Joa Wal-
fred-< de Medeiros, Laorentino Antones Me-ides,
Thomas de Aqoino Pereira e Jos Ferreira da
Costa.Informe a 1> eeceo.
Veneravel Irmanlade do Sintissimo Sacra-
mento da matriz de Santo Antonio e Manoel Gj
mes Ferreira da Silva Jnior. Certifique-se o
qoe coustar.
Manoel dos Santos Senolvo, Jo quim Goncalves
Fraga & C., Z ferino Jos da Costa Maia e Al-
meida Castro i O.A' 1' secoo para os devidos
fios.
D. Maria J aquina da Silva Santos, Jos Alves
Das e Jos Joaquim Simo s do Amara!.Com-
pra-se
Guerra Fernanles & CSellados os conheci-
mentos, ter despacho.
Asevedo & CDeferido de accordo com as in-
formscSes.
Inspectora eral da ms truc cao
Publica
DESPACHOS DO DA 30 DE JUNHO DE
1888
Antonio de Menezes Cysneiro Bandeira de Mel-
lo, professor publico.Justifico.
Flora da Silva Antun.8, profeseora publica. -
Eoeaminha-se.
Candida Hermogenfs de Mello Mascarenhas,
prof. seora publica.Justifico.
3 de Julbo
Benjamn C-nstant da Conba Salles, professor
publico.A' 3* seccSo do conseibo litterario, re-
lator o Dr. Jos Diniz.Barreto.
4
D. Maris Eulalia do Bego Barros.Sim.
Antonio de Menezes Cysneiro Bandeira de Mel-
lo, professor publico.Jostfico.
Secretaria da Inspectora Geral da In-
struecSo Publica, 5 de Julho de 1888.
O porteiro,
J. Augusto de Mello
MARIO DE PERNAMBUCO
DE
Tbesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 5 DB JULHO
1888
Leonor Pinto de Siqueira.Deferido qoanto ao
ezercicio correte, deveado requerer separada-
mente com referencia ao encerrado.
Dr Eduardo Rodrigues Tavares de Mello.
Deferido, faiendo-se a transferencia da apolce,
qoe ser exhibida para isso Contadoria.
Maria Amaucia Cesar de Siuza Satisfaca a
exigencia da Contadoria.
Dr. Antonio Francisco Pereira de Carvalbo.
lodefendo, visto qoe daa informacSes consta nao
astar desocenpada a casa n. 8, roa Matbias de
Albuquerqoe.
Francisco Gibson e Emiliana de Millo Castello-
Branco.Deferido, tomando-se por termo a fiauca
offerecida nos termos do parecer fiscal.
Kufiua Ovaba Frene de Albuquerqoe, Jo Fe-
licio da Cnnba e Mioervina Feitosa Brandio.
Liquidada, escriptorese a divida.
Uaspar Cavalcante Perea Campello.Deferido,
nos tersaos da informacio do Sr. l3r. contador.
Manoel Joaquim da Costa Carvalbo.Bestitua-
se nos termos do parecer fiscal.
Francisco Goncalves Torrea.Deferido, escrip
turando-te a divida.
Joo Jos Ribeiro de Moraes, Manoel Joaquim
da Costa Carvalbo, Maria Paulina da Silva, Al-
meida Machado & C. e Genoveva Bosa da Silva
Cordeiro Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Eelmiro Aiex.ndrino & CDeferido, ficandoir-
respousaveis os sopplicantes pelo debito anterior
de estab lecimento a. 48, roa Visconde de Pe-
lotas, visto nao succederem no mesnio.eatabeieci-
mento.
Simio Jos da EncarnscSo, oficios do Dr. pro-
carador dos feitos e Visconde de Itaqoi do Harte.
kiforsae o Sr. coatador.
KECIPE, 6 DE JOLHO DE 1888
Motlclas do sul do Imperio
O paquete norte americano Finance, entrado
bentem, fui portador das segoiutes noticias do sol,
alm das officiaes que publicamos na secca com-
petente e das coastantes da carta do nosso cor-
respondente da corte e qoe vai publicada sob a
rubrica Interior :
Blo da i'rata
Datas de Boenos-Ayres e Montevideo at 24 de
Junho.
Foram apresentados ao congresso argentino 32
pedidos de coneessSo de novas vias-frreas, im-
portando um total de despesas de 422,000 000 de
pesos e cuja garanta de 5 % importara......
21,000,000 de pesos annuaes.
Foi demittido o 2- secretario da legaclo argn
tina em Paris, por faltas commettidas no servico.
A aasociacSo da imprensa argentina, qoal es-
pontneamente reoniram-se os representantes de
15 diarios, peridicos e revistas, preparava recep-
cSo fidalga commisso da imprensa fliminense,
que vai assiBtit aos festejos commemorativos do
unniversario da emaocipac&o politica da repblica
argentina.
O presidente da repblica Oriental resolvea o
chama o conflicto esaolar, aceitando as renuncias
do ministro da justica, coito e instiuccSo publica
e do director da iostroccao primaria, Dr. Dovi-
mioro Terra e Jacobo A. Vareila, e nomeoo o Dr
Martin Berinduague para substituir.o primeiro.
As f. Ibas da corte publicara os seguintes tele-
grama>as :
Boenos-Ayres, 27 de Junho
Procedeu-se hoje na bolsa desta capital a urna
grande liquidacac, cojos principaes valores eram
representados por accoes do Banco Constructor.
Urna sociedade ingleaa offereceu ao governo a
quantia de 30 milho.s de pesos em ouro pela ac
qoisioSo dos terrenos para as obras do porto Ma-
Annnncia-se terse sentido no Rosarlo um forte
tremor de trra qoe durou cerca de 12 segonds.
Montevideo, 37 de Jonho
O Sr. Pedro Mello toi nomeado consol do Uru-
guay na cidade da Parahyba, sendo tambem en-
carroado de igual cargo em Santos o Sr. Z feri
no Barbosa.
Buenos Ayres, 27 de Jonho
O presidente da repnblica, Dr. Jurez Celman,
oflereceu um banquete aos senadores e aos directo
res dos bsneos.
Foram pronunciados diversos discursos.
A Aesuciacao da Imprensa Argentina vai con-
ferir o titulo de socio honorario aos membros da
ctmmissio da imprensa fluminense qoe vm assis-
tir s testas de 9 de Julho.
Prepara-se um grande concert em honra da-
qnella commissio.
Seutiram-se, na fronteira do Rosario, alguna
tremores de trra, sendo, porm, insignificantes os
estragos. .
^ O governo fixou em 248 pesos a ndemnisacao
para substituto militar.
Mooteviao, 27 de Jonho
No Banco Nacional deo-se orna explosao elc-
trica, qoe caosou grande susto, sendo porm, di-
minutos os estragos.
Buenos-Ayres, 28 de Junho
E.tevr moito agitada a bolsa desta capital pelo
tacto de tr havidu urna grande baixa naa accoes
ao Banco Constructor. Ha receios de qoe em bre-
ve apparecaiB multas fallencias.
Dis-se que o banco da provincia de Boenos-Ay-
res augmentar a ana emiss&o de 15 mnhoes.
Montevideo, 28 de Jonho
A bolsa esteve mmto agitada. Apoderousetie
todos grande pnico devido a granito baixa qoe
soffreram as acedes do Banco Nacttal. Ha al
receiot de urna banca rota. provavel qoe baja
orna reooiao de alguos negoeutnies e diversos
cambistas para resolver a qoestao do modo mais
raaoavel qoe lr possivel.
Disem qoe o ministro argentino nesta cidade
prepara grandes festejos para o dia 9 de Julho.
O Dr. Reos foi eleito presidente da cmara eom-
mercial hespanbola, por auaniodade de votos.
Bnenos-Ayres, 29 de Junho [
Reina grande pnico aqu por cansa da baixa de
'acedes do Banco Constructor.
E' provavel qoe baja liquiJacoes desastrosas.
Apesar de dia santificado, as poocas horas em
qoe se cooservoo aberto, e edificio da Bolaa este-
ve replecto de correctores e negociantes.
Hontem, no senado, o Sr. Delvalle interpeliou o
governo a respeito do contrato Alem.
Respondeu-lhe o Sr. Wilde, miaistro do interior
declarando que aquella empresa pagara alfan-
dega os direitos de importacao.
Monteviio, 29 de Junho
Por causa da baixa das accoes do Banco Nacio-
nal reina grande pnico. Muitos correctores esto
arruinados e um de I les fngn.
O deputado Car ve interpelar amanhS o gover-
no a respeito do emprego de fundos para o servi-
oo de colonisacSo.
Blo O -ande do Sal
Um telegramma da capital de 27 do passado pa-
ra a corte dia que o inspector da thesouraria fra
aaqoelle dia aggredido na ra por empregados da
repartico quo pretendem ter delle motivos de
queixa.
Paran
Um telegramma da capital, tambem para a cor-
te e datado do 29 do paasada diz o teguinte :
Esto terminados os trabalhos do ncleo colo-
nial Joa i Alfredo, segundj djtermin u o Dr. Mi-
randa Bibeiro, presidente da prsvincia. O ncleo
constituido por mais de 70 familias austracas
que vieram espontneamente.
Consta que o Dr. Miranda Bibeiro passar a
admimstracaj da proviocia ao commendador I -
defonso Correia.
A cmmissio incumbida dos estudos da estrada
estratgica parte amanb para o interior.
S. Paulo
Datas at 29 de Juuho :
A assembla geral desta companhia, reunida em
Campings, deliberou augmentar de 3,000:0004000
o capital social para acquisico do ramal terreo do
Rio Pardo e prolongatnento do mesmo ramal at
as divisas da provincia de Minas Geraes.
O capital da empresa ficar assim elevado a
26,000:0004000.
O Sr. Dutra Rodrigues, que deixou ha das,
na qualidade de vico-presidente, a administraco
da proviuc'a de S. Pau.o, recebeu propjstas de''
Lindr^s e de outras pracas para o emprestimo de
7,OOJ:Ou04000, que aquella provincia ter de
realisar para occorrer s necessidades da immi-
gracao. A operacj ticoo a bum caminho de
prompta deciso.
O lgAapentt narra o segointe :
Na povoaco do Port j da Ribeira, na embo-
cadura do canal que commonica esta com o Mar
Pequeo, no da 10 do c rreote foram sobmersas
tres importantes propriedad;a perteucentes : duas
ao corouel Francisco Manoel doa Pasaos e urna ao
uidado Bernardino da Rocha CarvalUo.
Na (z do referido canal junto a esta cidade
tambem as aguas sobmergiran una muros da an-
tiga chcara de D. Justina Umbeliina Ferreira, e
mais duas pequeas casas pertencentes ao espolio
do finado Jos Antonio Pereira da bilva.
Alm desses estragos hoove muitos desmorona-
meu toa n< margem do canal do lado da cidade.
Em Campias, na vespera de S. Joo, acha-
vam-su muitas pessoas reunidas no terreiro da
cssa do Sr. Antonio Das de Oliveira Rapiso, no
Fundo, dansando o tamba.
O Sr. Joaquim Atnerieo, eapregado as offici
as da Comoanhia l'aoliata, qoe tambem acba
va-se no terreira, tinba na ma j urna davina, com
a qoal se diverta em dar salvas. Repentiua-
meate parta um tiro, indo aeualmente 09 pro-
jectis empregar-se na barriga do preto Benedicto,
que estava tocando bombo, prodoiio-lhe to me-
donba p rfuracio que por ella sahiram-lbe os in
testioos.
O infelis fallcceu horas depoia,
Refere o Arano Districto, da Franca :
Na Mata dos Mooteiros, um menor de 3 an-
uos, filho do Sr. Francisco Guerrieri, que resida
em companhia da av<5, sogra d'aqoelle cidado
italiano, cahio desastradamente dentro de orna
caldeira de melado ferv-nte, sendo desesperador o
seo estado.
Deu-se no Hibeirao Preto um conflicto entre
a prac* de polica erafim e Foao Lino, resal-
tando a morte deste.
Travando-se de razoas, das palavras passaram
ac tiros Lino, com doos tiros de garrocha, ferio
levemente a Serafim, que por sus vea pnxando de
orna arma da mesma especie, com o primeiro tiro
mat-.u o adversario.
Fallecen em Espirito Santo do Pinhal, o ca-
pi tio Dmaso da Motta P es.
A relaco reformou a sen tenca do juia de
direitJ de Campias, que absolveu o fasendeiro
Carlos Oiympio Leite fenteado do crime de ter
retido em ca c re privado o portugus Jos Joa-
quim da Silveira, condeoinou o rj no grao mximo
do art. 189 do cdigo criminal (tres meses de de-
tencao) e mandn que fosse sobmettido a processo
o administrador da fasenda de Penteado, qoe ajo
don a praticar o crime.
No dia 25, na serrara do Dt. Fernando de
Barros, ra Duque de Caxias, urna enanca de 7
a 8 annoa de idade, filba do foguista Esequiel
Das Ladtira, brincava sobre urna pilba de ma
deira o cahio to desastradamente, que foi esma-
gada pelos p __ Em f indamonnagaba tractarou um brago o
8r. Cbrispin, empregado da estrada de ferro, na
occasio em que fasia gyrar sobre os triihos um
dos troiys a liuha.
Na eatacsVo do Jaguary tem apparecido
grande qaaotidade de moedaa de nickel falsas.
Por causa de urna bosca-p deo-se, em
S. Carlos do f iubal, f .rte coutenda entre Jesuino
Lopes de Moraes e Antonio Carlos de Negreiros,
eBultando M r&ts receber doos tiros e ficaudo
Megreiros tamUem fendo.
A Qateta di Tarde, de It, no seu numero
de 26, pnbiics o s-guiute :
Hontem lodo algens meninos, entre os quac-s
Joo Bueno e Vicente Leite, cortar capim no sitio
do Sr. Bario de lianym, huveram-se de raso s,
do que resultou Viente desfechar um tiro em
Joo, pros rando o morto cum orna carga ae
chumbo aobr>* o esumago.
Como vase um dos companbeiros fagir em
direccao a cidade, pedio que nio relataBSe o que
presenciara, iff-reuendo-lhe 600 ris.
Na villa do ttio N^vu a epidemia do sarampo
tem victimado alguioas enancas.
LS ae no Cerreio Ampreme:
Na noite de 74 para 2o uo corrate, um grapo
de individuos asaaitua a casa de negocio do Sr.
Artbor de Aasis Carvalbo, estabelecido no bairro
de Ai i Branca, ua qoal d.rmiam os empregados
da mesma casa. *
c Oa assaitantes arrombaram a porta, e urna
ves dentro de casa, quehraram copos, garrafas e
outros artigos sem que os amedrontasse a presenc*
dos empregados, que tiveram de fugir deixando a
casa entregue aoa aaqoeadures.
Os aaaaluntes, depoia de destrairem o qoe
Ibes estava mo, retiraram-se Itvando comBigo
varias taseodas, orna gaveta oade ha va quinbm-
tos e tantos mil ris em dioneiro e a propria folba
da porta que tinham arrombado para entrar, a
Falleseram: em Jundiaby, Joaquim Aun
broai", Eu> Campias Jos Jaciutbo de Sooa, que'
lora ba das eapancado no bairro Terra Preta, e
nao pode diaer o nome de seu aggressor por ter
perdiao a falla.
salo de Janeiro
Datas at 30-de Junho.
No dia 27, no senado, dtpois de approvsda
a redaccio da emenda do senado propoaicio da
da cmara doa depatadjs sobre aposentadoria de
Avelino Severo de Carvalbo e Gama, dr. Lima
Duarte pedio so Sr. presidente qoe de govtrao
obtivesse a ceaaacSo da interinidade da presisssa-
cia de Minas Geraes ; ao qoe o Sr. prtsidea'e
responden que nao poda intervir senio como re-
presentante desea provincia.
Continuando a discosso do rrquerimento do 8c.
Silveira da Motta sobre a resoiocao do eoawsasas
de Estado pleno relativo intervenco do gover-
no na verincacio de poderes das aasesableaa pre-
vi nciaes, orou o Sr. Dantas e foi spprevado o re
qu rimtnto.
O Sr. Silveira da Motta justificou ma reqaeri-
mento, pedindo informscSes sobre as provideaesae
tomadas pelo governo para a substitniesjo da pa-
pel-moeda de 500 rs. a 24 por moedaa de pate.
Este reqoerimeoto ficou sobre a mesa para ser
opportunamente apoiado.
Na 1* parte da ordem do dia, eontiario a >
discosso do art. 1 do projeeto de baaeoe.de
emisso, foram apresentadas tres entrada a 4o 8c.
Silveira da Motta. Nao se achando presente e Se.
ministro da fazenda, o Sr. Silveira Mirtina rrqae-
reu e obteve o adiamento da discussao por 48
horas, afim de que possa comparecer o Sr. saa-
nistro.
Na 2> parte da ordem do dis, considersado-N
prejudicado o reqnenmento de adiamento do Sr.
Lima Doarte, prosegoio o debate do projeeto de
fixaco de torcas de trra. Oren o 8r. Avisa e a
discussao ficou adiada pela hora.
Na cmara, lida a acta, qoe foi approvaa de-
pois de algomas observscSes do Sr. Bexamat, pasv
s.u-se ao expediente.
Foram lidos e ficaram adiados os seguintes ra-
que/ iments : do Sr. S b.stiao Mascarenhas so-
bre violencias praticadas em Pirapetioga, provia-
cia de Minas, contra o cdadio Theopbilo Nato
de S.uza Ccutinbo; do Sr. Affonso Pinna pedia
do a reluci do pessoal empregado na acere i aria
da agricultura, gabinete do respectivo miaistro e
inspectora de trras e coloniasco, deacrimiasadb-
se ob addidos; do Sr. Custodio Martins, pedindo
copia de todas as piropalas apresentadas para a
conatrueco do caes de Santos, e do Sr. Aff oso
Celso Jnior inquerindo du motivo da deasisso de
curador geral de crpboB da comsrea de 8. Pide-
lis, e qual o destino do recurso por elle ateipos-
to contra a sua dem'ssio.
O Sr. Carlos Peixoto preenebeu a hora tratando
de negocios da provincia da Minaa-Gi raea.
Ficaram sobre a mesa, para srrem lidos boje,
dous requerimentos do Sr. Buihojs Carvalbo so-
bre os me ios de qne o governo pretende lajear
mo para acudir crise da lavoora e o destino
que pretrnde dar ao imposto addieional de 5 )..
Na Ia parte da ordem do da, a.resjaeris
do Sr. Passts Miranda, foi eneerrada a> da
ao do projeeto concedendo um crdito snppte
tar ao ministerio do imperio, e appcovando o
mo projeeto para pasear 3a disenasio.
Foi tambem encerrada a 3" disenaso do prtjee-
to sobre aposentadorias de magistrados depoia de
orar o Sr. Mac Dow II
Bejeitada a emenda apretentada pelo 8r. Aa-
drade Figneira foi o projeeto adoptado.
Continuou a 2a discuaso do projeeto sa. _A
concedendo auxilio aoa expositores brasileiroe qoe
desejarem concorrer exposicio universal (Je Pa-
rs em 1889.
Oraiam oa Srs. Lourenco de A!bnqoerqoe, Ro-
drigo Silva, Matta Machado e Aff.nso Peaaa.
A diacosBo ficou adiada.
Na 2* parte da ordem do da. continnoo a >
discosso do orcamento da ntarmba, orando a Sea.
Can to, Vieira da Silva e Mae D w.-il.
A discnsaSj ficou adiada pela hora.
No da 28 j hoove seo no senado.
Ni cmara dos deputades depoia de Hda e ap-
provada a acta da sesso antecedente, paseoe ae
leitora do expediente.
Foram lidos e ficaram adiados oa segaiatca re-
qoerimentos : do Sr. Beltro pedindo copia du
instrucco s dadas aos Srs. Barj de Teff e bri-
gadeiro Moraes Ancora, em commiaso na Earo-
pa ; e do Sr. Afionso Celso Jnior sobre oc
cas bavidas ca cidade do Grao Mogol.
O Sr. Mac-Di.well fundamentou nm reqa
to sobre a execuco de diversas leia prov
reqoerimeoto que toi approvado.
O Sr. Rodrigues Jnior fnndanseatoa asa re-
qoerimento sobre os factos occerridos aa a>
bla provincial do Cear e o S Elpidio de Mea-
quita um sobre o contracto da navegado do Rae
das Velbas.
Foram rejeitadeg os dons requerimentos a presea-
tados hontem pelo -. Bulhea Carvalbo.
Na ordem do dia, toi encerrada a 2a dissaas&o
do orcamento da marinha, qne foi approvado.
CcntinubU a 2* discussao do proj< eto qae coa-
cede um crdito para auxilio aos expositores bea-
aileiros que qoiserem cincorrer a Exposicio Uni-
versal de Faria de 1889.
Oraram os Srs. Rodrigo Silva, J aqniso Na
Audrade Figneira, Mattoao, Pedro Le e
Celso Jnior.
A discussao ficou encerrada e a votacio
por falta de numero,
Um telegramma de Reaende, de 37 aotta*
que a cmara momcipal voton unnimemente sana
propesta par qoe se represente ao parlasseata
reclamando a convocaco da Constituate e a ia-
demnisaco aos ex-pruprietawioa de etciavoa ees
terrenos devolotos.
O Jornal do Ccmmercio de 30 d aa segaia-
tes noticias :
88. A A a Princesa Imperial Regeate, tea
augusto esposo e filhes, ao vuitaresa a saiasa, aa
freguezia da Gavea, visitaram o Jardlsa BoCa-
uico.
S. A. o Sr. Conde d'Eu e sens filaos pereecre-
ram as grandea al; m< das do Jardim, viveiro e
outras dipeud. ocias, moatrando a.UstaeS' pete
asseio que ae nota, e pelos trabalhos Oe atticaso-
seamento j realis-.de a.
c O presid- nte do Imperial Instituto e o direc-
tor do j rdim acempanharam Soas Aliezaa esa.sea
pasai-io.
e Esteve sel mne a miasa qne a direetena
corpo scenico da Gavea maodaram celebrar bost-
tem, s 11 horas, em necio de gracas pelea SsO-
Iboras de S. M. o Imperador.
A's 10 1(2 horas chegaram igreja ntatria da
Gavea cS. AA Imperiaes com seos aagaatos f-
Ibos, acompauhados pe* a Sras. Baronesas m Me-
nt ba e do L reto e pelos Srs. Marques da Para-
nagua e Visconde de Miranda Rria.
Soaa Alteaas foram recebidoa pelos Srs. eea-
selheiro prtaidenie da soc.edade, director, carpa
scenico, provedor da irmandadr Dr. D se Fi 11 aira
e irmoi> de mesa. Ao entr.r m ao teaapl < e eav
gustos principes foram cobrrtbS de fl res, atiraJee
pelas senhoras qu em graude uomeru auapass
o coro e tribunas, e i a cantores e caatora* iiatea
ram orna pTre^, comp sta pelo Dr. Castro lspea
e pusta ean masica pelo Se. Abdon Milaaea.
A misa foi celebrada pelo vigario geral ssea
seubor Hritu, acilytado ptloa 6rs. general
ral e Caia> a Rodrigues.
Dorante a ceremouia religiosa toi
a miasa de Polemao e ama Ave Alaria
pela Sra. D Laarinda Rubapergher.
t Fasia a guarda de honra eaaa torea de '
bitaihao de lufantaria.
3a>k a
Datas at 30 de Jjnh >:
Trabaibava a Aaw-mbi> L^c-alativ Proviaeial.
S.b o ti'o'o Urna tfrtja incendiad*, k^ee ae
Jornal de Noticias da uluvta dato '""sMHMJA
< A popalaco desta cidade foi dOaperlasV* esta
manh pe>oa t< qoes repetidos de me
manitestoo n rico e magesioao ttrapaO Jek-
tial Ordem Trrceira da Sanseissa Tria se da,
qoal t sta va sendo reformado.
Aqoi ba tempoe dea se bsb caao de iaetaraieas
se templo, incendio qae apenas se dea ae erenrta.
I




de feraambcoSe d

i
i
latllli S*M tfMDMUp
rede*.
O deploravel aeoatacimento patenteou-ae cerca
de 8 boraa da madrugada, tendo sido visto de
bordo de un paiaeao nacional, que ae acha fon-
deada juato ao signada registro da alfandega.
Nlo est perfectamente averiguada a origem do
incendio. Todas ai presunpooee, poraj, bvtn a
crer que mi) criminosa lancoa logo na casa do
S sanar.
Ha fundamento para, isto diser-se*pasaenco :
O inoendio mauifestaa-ae,. qaa ao mema tem-
pj, como se obsdeceaea ordem deam comanda,
no* qastro cantos do bonito teaaplo I
lato contrista, realosente, porquauto s o re-
quinte da maldt.de, da parveraaiada a mato brutal,
aeria capas de, aacrilagamoata, destruir feto fogo
um dos nossos melhorea templos; de transformar
o altar onde ae realisa o eaplendido o eacratissimo
sacrificio da missa u'um moatio de ruinas I
(jasado boje pela manha fomoa ver o templo, as
columnas de fumo se evolavam ainda para o es
Por mais que procuremos nm adjectivo com que
falniuenos o autor on autores de to aacrilego
crime, oao encontramos !
A esta hora talves ella on. ellas aatajam remord -
dos pela conseencu, que necessariameate Ibes
bradari bem fundo, como um castigo supremo.
Logo que averieaoo-ae o loaal doiieaadio, cosa-
pszeeeran o Sr. desembargador Aurelio Espinbei-
ra, morador prozimo, o Sr. subdelegado do Pilar,
que fea se aconpinhar do destacan?ato de burro
coamercial Dr. Palmeira, delegado do 2* dis-
trieto.
Comparecern depois os Srs. alteres Talles, ca-
pitlo Braga, subdelegado da Conceioao da Prais,
doas piquetes, nm de polica e outro do 16 bata-
lhi), commaodados por inferiores, forja de nari-
nheiros da oan'wneira hanega e as oombia das
companhias Alliauoa, Iateresee publico e a do ar-
senal de mirinha, dirigida palo Sr. capitlo Veiga.
Ovando as bombas chegaram, pouco depiia da
4 horas da manbi, o incendio tinna derorado-
tudo.
Ae obras de raforma do templo importaran at
28 do mes qua hoje fiada en 29:0)3 'i)J.
OeHaa se havia enearregado o ostimavel e in-
telligenta engeaheiro Sr Dr. Fausto dallo, digno
enaenhsiro fiscal da Lmha Circular, o qual per-
dea roupas de trabalho e instrumentos.
Asalfaiase as imagens, felizmente, nao esta-
vam no templo.
Oavimos diser qaa o" Sr. Dr. Fausto (Jallo at-
tribuira com jascas razoas a cansa do iaceaii a
mesquinho desforco de inimigos sens, porqnauto
ja en ilbos incendiaram a igreja da. Victoria, de
cajas obras elle se encarregara.
Teri S. 3. faadamento para affirmar semeihan-
te Jacto? e __
A esta interrogativa, parece-nos, nao ser im -
possivel a pilicia responder.
Seja con) fr, p irm : o faeto to reprovavel
tio criminoso, tio brutal, que todos deven empe-
nu&rse em procurar a verda-le.
Nao ae deve impunemente iaeaudiar j n templo
em que a imagam do granla Deua qua ae saerifi-
cou pela bom anidada, se impoe cheia da amar e
de perdo.
O miseravel on os miseraveis que praticaram
to sacrilego crime deven cahir sob o poder da
juatica.
Confiemos na polica.
At a hora em que eserevemoa, dos accaasorios
de madeira, que ornam os sinos, sahiam ainda
chammas.
O templo estiva eom as obras quasi completa-
mente eoueiuidae; faltavam apaoas os douramea-
tos-iatern>8 e o afomoaeanseto e reeoastruejio
do alguna trechos do jardn.
Pellamente, nlo ten-se qne lamentar oatroa de-
sastres. 4 M
A familia i> aeladbr, qaa morava em dependen-
cia da igreja, nudaru-se em vista das obras
guea e Ibiapaba-Pompo formaram doas masas,
nomeando cada orna cosam is*5as veneadores.
As fraecoas pareeem irraconeiliaveis e o espiri-
to publico praoceupa-se eom o resaltado do adia-
manto, qaa sera funesto naa condiooes anormaes
da provincia.
Nao se reprolusiram deata vea, felizmente, as
sceaas de via de facto e da aasaadas que em ou-
tras occasioes anlogas ae tfim dado.
A presdeosla da provincia tem muito coacorri-
do pelo eeu prligio, cordura e reconheeida im-
parcialidad para tonar manos viva a Iota.
88 de nano
Daas meaaa provisorias do aaseatbla reunirn-
se do aovo hoja, procedeado 4 verificaos de p ida-
res. A traeoao Rodiiguea, alliada a do BarSo de
Aquiras, recrahecen 32 denotados, daoo aos ad-
versarios 14.' A pareialidade do Bario de loiapa-
ba reeonneoeu.13 dspatadoa e nenaam adversaria,
adiando a verifieaoio para amanta!. Tudo corroa
em paa.
Nao se sabe qual a solacio : ae adiamanto ou
qoalquer outra.
Fortaleza, 29 de Jonho.
Ficou concluida a veriScacio de poderes a que
procedaram s masas organiadas pelas fraseos
Ibiapaba-Pompdo e Aquiras- Rodrigues.
Pela mesa Ibiapaba-Pompeo foram reconbecidoa
16 conservadores e 1S liberaes, e pela mesa Aqui-
ras-Bodrigaes 17 conservadores e 15 liberaes.
Tudo corren em perfeita paa e tranqnillidade,
mediante intorveneio pessoal do Dr. Caio Prado,
presidente da provincia, a bam da manutenerlo da
ordem ameagada por alguna partidarios exalta-
dos.
Ambas as mesas pedirn desi jna;io da dia e
hora para instatl&cSo da Assembla.
Ha contestadlo oerea de cinoo diplomas, um
dos quaes o do presidente da mesa interina das
fraecoas colligadas Aqairas-Rodrigues. A masa
Ibiapaba-Pompi est unnimemente reconhe-
cida.
Manifeata-se grande anciedade pea solucio da
qual dependen providencia) legislativas d* que
caraos a pruvioeia, e eatre ellas o orosoMnCo,
atravessando alias a provincia quadra calami-
tosa.
Continua va a emigraclo por causa da s ja.
As denais noticias carecen de interesse.
Bic raadle do Sirle
Datas at 3 de Julho.
Por acta de 20 do passado foi aomaado o 1* ea-
cripturario da Thesonraria de Faaenda Alipio Fer-
nandas Barros para ezercer interinamente o eargo
de thesonreiro da mesma repartidlo.
Perante a ju ita da faaenda verifioou ello a exis-
tencia dos saldos abano que passaram sua rea-
ponsabilidade; a saber :
Ca xa geral da moeda de 1836
1887 46:483*i00
Dito idem de 1688 47:189*132
Dito de monte-pio 20/OX)
Dito econmico; #,200
Dito moeda de bronze \6:203500
Dito estampilhae do sello adhe-
sivo
Dito depsitos publieos, objectos
ouro e prata
Dito diversos valores (notas para
padrlo e joias estragadas)
Dito deposito e cau^oas (apoli-
ees)
109:895782
41:589*000
1:834*789
1:953*609
5:000*000
160:273*162
reconbecendo
lo ciclas do norte do Imperio
O paquete Pennitiar, chegado bonten do nor-
te, foi portalor das saguintos noticias:
Amazona*
Datas at 22 da Juaho.
NI) recabnos jornaes dassa proviacia ; de una
folb de Par i, transcrevenos o segainte :
As folhas da M mi o, recebidas honten, t rasen
noticia de un facto horroroso.
Beaadicta Eloy Smenlo e sea marido Vicente
Eloy Sarmonto nstlo pratieaudo no districto poli-
cial do Parapur, successivos atteatados, barbaros
crimas, para os quaes cumpre chaar ji e j
com todas as forjas a atteacao das autoridades
policiaes.
Vive escravisada en conpanbia daqarlla par
dotado de seotiaantos selvatios, una rapariga de
c6r preta, da ama Naaareth, que ha poueo ,tempo
deu a luz a urna crianca.
Banedicta, que ae aprazia em torturar Nasareth,
notendeu que a crianza recennascida era filha de
Vicante Eloy e asssassinou-a brbaramente !
Houve quem vase a criancinha esmsgada entre
o chlo da cozintia da casa de Eloy Sarment e
urna larga taboa sobre a qual f6ra posto nm grosso
toro de pao pesado.
Bstava na capital quem presencion espeitacalo
to repugnante e horroroso.
O Dr. chafe do polica receben eommanicacoas
circunstanciadas a reapeito do caso. Transmiti-
os ao suodelegado de Parapara, que nlo poude
effectaar a prislo dos or mi o osas, em virtade da
rasistencia armada que alies I be oppozeram.
Accresce ainda qua ha pouco Vicente Eloy deu
una facada ne individuo Honorato Joaqun Lobo
O ainda nlo est na cadeia.
Escrevamos esta local, dizia o collego que nos
tornece esta noticia, quando veio procurar-aos em
00880 escriptono, ondo se acbava a pessoa que
vira a crianca esmagado, o Sr. delegado slaoeel
Brigido.
Oavida a dita testemnnha palo Sr. delegado,
este declaroa que immediatamente faria seguir
para o tbeatro doa acontecimientos urna diligenoia,
sm de providenciar do modo que fossem presos
os criminosos.
Parta
Datas at 27 de Junho.
Sio de interesse local as noticias de que tratam
os jornaes dessa provincia.
Haranbu
Datas at 29 de Janho.
O presidente da provincia fizera urna excarsao
pelo interior da provincia at Caxias.
__Para o cargo de promotor publico da comar-
ca de Barrerinhas toi no.neado o 4 anaista de di-
reito Vicente Epaminondas Pires dos Res.
Do lugar de promotor publico da comarca do
Qrajabu foi exonerado o bacharel Salvador Rosa,
sendo oomeado para substitu! o o 4* annista de
direito Antonio Rodrigues Bayma de Sonsa.
Foi exonerado, o pedido, do cargo de promotor
publico da comarca do Rosario o bacharel Eduar-
do Olympio Ferreir8, sendo nomeado para sabsti
tuilo o 6* annista de direito Arthar Qaadros Col-
lares Moreira.
Sob a epigrapheFo/untariorpublican o Paw
O segainte:
Na roa do Passeo, casa n. 38 (quinto do Dr.
Saulnier) tem pessoa habilitada e autorisada pela
presidencia do Amazonas a contraetar voluntarios
para o corpo policial daquella provincia sob as se-
guintes condicas:
Terlo praca no corpo policial, os cidadios bra-
ileiroo que tivorom boa coadueta, robustos necas-
sario para o servico provada em inspeccao de sa-
de e a idade de 18 a 40 annos.
0~tS3tfi/fo servico ser de tres anuos.
A toda iaMividuo, que se alistar no corpo po-
licial, se abonar o premio de 200*000, que lno
ser pago integralmente, quando concluir o teoapo
de servico a que se obrgar.
Raceber 2*63J diarios.
Recebar mais, annualmente, um banet, unta
blusa de panno, urna dita de brim pardo, urna cal-
ca de panno, tres ditas de brim braoeo, ama dita
da brim pardo, tres camisas de algodo, ama gra-
vata de ooaro, qnatro pares da sapatos e urna
tanta de II.
No acto de se alistar, receber: um bonet, ama
blusa de panno, ama dita de brim braoeo, urna
dita de brim pardo, ama camisa da algodlo, urna
gravota de eouro, un par do s patos e ama man-
ta de 11.
As pracM do corpo polieial serlo tratadas no
hospital da Santa Casa de Misericordia, concor-
rendo apenas com seas vencateatos diarios. *
Cesara
a* atol de Julho.
jeito do que se pastou na verificajlo de
^^Bbs oaeaabros da Assembla Provincial
. provocii, foram expididos imprensa da
edrte os sogoiotoa telegramaas, que dio noticia
sobre esse aosumpto :
Fortaleza, V da Junho
i reo a io preparatoria da Assembla
riiinaoisl sa fracodes colligadas Aiuiru-Rodri-
A mesma janta, segando consta,
o slo e a probidade do ex-thesoareiro, capitlo
Raymundo Antnnes de Olveira, resolveu qua na
respectiva acta fosse consigoado um voto de lou-
vor aquella iuaccionario, que vai occopar igual
cargo na repartilo da Alfandega d'esta oidade.
. No lugar denominadoMeniesdo termo de
S. Jos da Mipib, os individuos Francisco Ricar-
do, Luis Severmo, Joaquim Preto e Pedro Preto,
feriram gravemente, na noite do dia 25 deata mes,
a Ftancisco Ferreira Feitosa, e puseran-se em
fuga.
O respectivo delegado da polica a respeito do
facto proceden na forna da le.
No sitio Unilo do termo do Asa fallocau a
9 do passado, com 31 annos de idade, Pedro Alves
Girlo Pessoa.
Parabyba
Datas at 4 da Julbo.
Ht-dias os gatuaos, que encestan esta cidade,
deran um assalto casa do nosso amigo Dr. An-
tonio da Crus Cordeiro, e, depois de estragaren
alguna movis, levaran o seguinte :
30 libras sterlinas ; 300*000 em notas do Tbe-
souro Nacional ; o algamas moedas de prata.
. Na comarca d'Ari, d'esta proviacia, falle-
ce u o nosso preatilioso amigo, coronel Luz Vicen-
te da Mallo Medeiros, um dos cbafes do partido
liberal n'aquella conirca, Era o finado un ho
mero de printfpios'-arnq 9-e%raetw aaisf^ pslo
que gosava de muito prestigio entra os seos ami-
gos .
Tinbam tambem fallecido na capital: no da 21
do passado os septu iganarioa agricultor Fraaciseo
Aranha da Fonaeca e D. Anna Jofaina Bandeira
de Mello.
INTERIOR
Corre*poadeacIa do Diario de
Peraatstbac
RIO DE JANEIRO. Corte, 23 ie Junho
de 1888
Sumhario :Sd-ovimento republicano.Crise eco-
nmica.Exploslo do despaito.Prxi-
mas eleicoas geraes em alias e no Rio.
A indemnUaclo. Saoado e imprensa.
Opinilo do governo. Projectos do
goveroo.Bepreasle da vagabundagen.
Auxilios lavoara.Duas ioterpella-
coas. | Discursos dos Srs. presideote do
cooselho, Cesaro Alvm o J. Nabuco.
At ti tu de do Sr. J. Nabuco.O Sr An-
drade Figueira.Exposiclo da 1889.
Discussoas no Senado e na Cmara.
Banquete olerecido ao presidente do
cooselho. Modificaolo ministerial.
Chegada do Sr. A. Prado.Reuoilo dos
la vi adorea. Coogresso Medico.O Ios-
titato dos Alvogados.Iutprensa flumi-
nense. Repblica Argeotioa. Carta
do Sr. Conde d'Eu.
A calmara dos ltimos das parece que sa vai
transformando em agitaclo. Quer no seio do par-
lamento, quer tora delle, os acontecimeotos vio
se desdobrando de modo a dar que pensar aos me-
nos perspieazes, aos mais indiferentes ou apathi-
cos. E' preciso ser cgo ou cerrar os ouridos as
voses contusas e discordantes que da todos os la
dos se levaotam para desconhecer que o pas atra-
vessa urna poca ditficH de sua exiateaoia poli-.iea
e social. A abolieao feita, esta criso era inevi-
tavel porque nlo era possivel transformar o rgi-
men do trabalho, passar do estado da eaeravidlo
para o de liberdada sem sentir os aataraes sobre-
saltos de ama tal.madanca. A crise, o mo estar
actual era esperado, era inevitavel, qaalquer que
fosse a solacio do problema servil.
Nlo havia processo ou expediente por mais mo-
derado oa meaos radical qua fo?se qaa podesse
impedir as difficuldades deata pica de transilo,
deste perodo em que o paia ensaia um novo mo-
do de vidas econmico social. Demais os germana
de perturbadlo j existiam latentes no seio da nos
sa propria organiaaplo a a abllelo toi quando
muito causa occasional qae os tornou mais paten-
tantes qne os fez vir tona dos acontecimeotos
com mais forja e vehemencia.
A lavoara nlo de agora que se qaaxa, vem
de longa as suas reelamaedes, os seas protestos, o
sea mo estartudo isto era resultado lgico e
necesasrio do proprio rgimen da eaeravidlo.
Qaerar attribuil-os agora ao facto da extinecio
do elemento servil negar a verdade dos factos
comprovados pela experiencia, cahir no iliogiano
mperdoavel de attribair effiitos a ama causa que
os nlo comporta naturalmente, iforfar a nido para
sobrecarregar con as mais feias cores o quadro
da abolicio do Brasil.
As necessidadas daclissa agrcola nlo datam
de boje e apenas ao tornaran mais aansivais ago-
ra pelo facto da uro linea no rgimen econmico
do trabalho. Q lalqaer que fosse a soluclo que se
dsae ao problema os resultados serian quaai oa
meamos, mais oa menos, porque aqaales que mais
se queixam, que mais se irritan, s una uoiea so-
luclo serviao stxcu quo, a oonservacio da eaera-
vidlo. Ora um tal estado de ousaa era maaifes-
tamaate inpossivel de ser coa.ervalo a assim oa>
Ihor foi qae se dessa golpe radical na nefanda
iostituiclo do'qua se prateodessa extirpal-a com
ialhativos e meias metidas qua a ninguam satis-
ana nem aas adiantados aem aos reaccionarios.
A este dtfaoateataaiento da ciarse agrcola pren-
de-ae Jo desusado 'increnento que Jrai toado na*
provincias do Rio, Minas o 8. Panto, a,
publcaos. Nosta ragua o movimeota
no vai-se acentuando de modo admiravol. Eloi-
toradoo Ineiros, antigs chefas de amboaoapactsV
das maaarehiaoa, vethas influencias coasorvado-
ras o liberaes, representantes das classes abasta-
tadas, grandes proprietarios do solo, alistanse
aas fileiras republicanas. Movidos pelo despeito
que alo pode ser boa feote do inspiradlo, os novoa
republicanos atiram-se contra a monarehia, aban-
donam os arcaiaea doa partidos oonstitacionaes.
Facto carioso esta que vai proseociaodo o nos-
so paiz Nasta lata en que parece se vio daba-
sr os dous principios, as doas formas de governo,
a monarehia est de melhor partido porque est
com a libardado. E* pala liberdade de ama raca,
asi respeito ao grande principio da peraooaii-
dada humana qae a monarehia brasiieira tem per-
dido os seos- amigos adeptos. Sa a monarehia no
Brasil e poda subsistir firmada na eaeravidlo,
melhor ser que desappareoa, a continuar em ta
bybrido consorcio. Poresie facto, pela c usa deter-
minaate do novo proselitisno, se pode bem afferir
o valor moral e poltico dos chitUio nonos da igre-
ja republicana, o mrito de saas conviceoaa polti-
cas
Este neo-repablicanismo ten ido aggrapar-se
em volts do antigo nuileo republicano j existente
e nlo Ihe podemos fasorpor isso inerepaeoss. Ea-
^lo no sea direito os velhos republicanos agrra-
pando estes novos conversos da ultima hora e
nam se comprehenden qne o nlo uzeasen. Seria
oonfessar que alo slo un partido de acolo e pro-
paganda e apenas una aonhadores platnicos e
io)ffeaaivos do ideal poltico e social que offagam.
Devido a este pronunciamento republicano, cor-
re com ilgu n fundamento en alguna circuios po-
lticos, que as prximas eieicoas geraes que se
vio proceder no 9o e 12 districtos da provincia do
Rio de Janeiro e no 9* da provincia de Minas-
Gleraes, torio cono resaltado trasar ao seio do
parlamento nacional tres republicanos.
Na provinoia do Bio, o ehefe conservador, o
conselheiro Paulino do Soasa, na earta-manifesto,
a que me refer ns minha ultima carta, daclarou
positiviment9 abster-se de apreseatar candidato.
Este proceiimento do illastra chafa contrasta sin-
galarmante com o sea procedinanto antarior, con
a ana antiga norna de procederpoia como aabi-
do, diacipliaado como o partido coaaorvador t i-
minensa, nunca deixou de ouvir neatas occasioss
a vos respailada do sea chefe.
O projecto de indemoisaolo apresentado no se-
nado palo honrado Bario de Oo.egip?, foi por elle
antecedido de una longa serie de considerandos e
largamente justificado en discurso solemne de
apresentaolo. O governo pelo orglo autorisado
do Ilustre Sr. presidente do cooselho daclaroa for-
nalnente que nlo o acaitava confirmado so as-
sim a anterior leeiaracodo Sr. ministro da guer-
ra de que a idea de ind'.mnisagio era urna affrori-
ta aos pjderes pblicos nacionaes. No sena lo foi
o projacto no da 1) Joaho apoiado segn 11 a
formula reginental a a requerimao.to do aeu autor
remanido s connisaea de fasen la a legislaclo.
Neata occaailo pedio o Sr. Dantas s conniasoes
que dessem o parecer con a possivel brevidade
para qae o parltnento pedease pronunciar ae cla-
ra e terminantemente sobre a materia do projecfo
que era da tal natureza qua nlo poda ficar sem
a .duelo.
A improosa, como alias j aspara va o author do
projacto, conforme declarou no discurso em que o
apreseatou, tem criticado vivamente a idea da iu-
demnisa^lo, principal nente a Giselas de Noticias
em varioaartgoa ediotoriaes.
O governo j coneooa a deseapanhar-aa do so-
lemne compronisso que tinha .tomado parante o
pas, no discurso da corda.
No dia 20 da Jonho o Sr. ministro da justioa,
no sea carcter de diputado, apreseatou cmara
um projecto sobre reprsalo da vagabandagem e
rceaeao de colonias ojr.ecciouaes.
Este projecto foi bem recsbido pala oamara e en-
viado a comnisslo do coustitaiolo o legislaclo
para sobre olla dar o sau parecer.
Esta uiwisals parlaaeutar, qua urna das
maia impirtautas, j aareuaio e coneooa a discu-
tir o pareeer qua tem do sai' offaracido a cmara.
Nos escasa >s limites da que disponbo nlo me
dado aoalysar o projecto Ferreira Vianna, qua
devo ter sido ahi pablicado in extenso, mas nem
por isao deixarei de diser crue ella nos parece mais
praticavel e uais completo do qaa o projecto do
Sr. Rodrigues Peixoto, que visav* o mesmo resal-
tado.
No dia 26 apreseatou o honrado presidente do
co iselhj una proposta do poder executivo cince-
dendo auxilios lavoara, por neio de bancos r -
gionaes, garantindo o governo 5 por canto at o
capital de trinta mil contos.
Lida a proposta no malo do mais profundo si-
lencio foi, a requarimanto do Sr. Cirloa Peixots,
nomeada una coo.niaalo eapaoial. conpoata ioa
Srs. AuIrada Figueira, Rodrigos- Alvos, Bario
de Guahy, Soares e Loureoc da Albuquerque
para dar parecer sobra a proposta.
Esta coin nrsslo apressou-se, cono era natural,
en dar o seuparecer e effactivanente apresen-
tou-o na sessi) do dia 27.
Esta parecer depoia breves conaidaraados, coa-
clue pela aceitadlo da propesto que ficou assim
convertida em projecto de le.
Na exposiclo de motivos qua procede a propos-
ta do governo acbam-aa consubstauciados os ele-
vados motivos de ordem social a oconomica que
motivam a sua apresentaolo.
A medida proposta-cono meio de auxiliar a la-
voura nacional que passa agora pela difficil tran-
silo de mudanca no rgimen do trabalho, e ga-
ranta de juros aos bancos regionaes que se crea-
rem de acord con ai clausulas lgaos, ha de pro-
ducir necessarianante os benficos resultados que
dalla se esperan.
Se cono tudo induz a crer os bancos regionaes
do que trata a proposta, forem acompanhados dos
bancos de emisilo cujo projecto pende da diacua-
alo do senado, parece qae se pode affirmar qae
vai abrir se ana uova era para a clasae agrcola.
Firnando o crdito agrcola e territorial, dando
o valor ao solo, facilitando-se as transaecas en
tra lavradores e capitalistas, augmentan lo o meio
circulante e produsindi outras vaatagena qua ni)
nos dado agora enumerar, estas duas creacoes
bancarias virio prestar lavoara grande e ines-
timavel auxilio.
Nlo sooente ella qae tem a lacrar, o oommer-
cioeaadenaia classes ano-xas, todos mais on
menos interesaadoa na qaestlo do trabalho naci -
nal, hlo de naturalnente reaainir-se e entrar an
ana nova phase de vigor e prosperidade.
De um financeiro autorisado, honen pratico e
esnhocedordo mechanisno de taes instituicos ou-
vimis que as duas crea$oas bancos de emisslo e
bancos regionaes, completam-se, suppren se e
una nlo pode prescindir de outra.
Alen da aproaeotacl) destea dona projeetos de
origen governamental, tivemoa nestea ltimos dias
duas interpollacoes urna dirigida pelo Sr. Alfonso
Peona ao Sr. ministro da agricultura e outra do
Cosario Alvm ao. Sr. presidente do cooselho.
No dia 22 apresentou o Sr. Alfonso Peona um
requenmento pedindo iaforaacoas.
Tendo sido este adiado, na forma do regiment
por terem sobre elle padido a plavra, o depatado
mioeiro converteu-o en nota de ioterpellaclo nos
segniates termos:
Que motivos teve o governo pira supprimir a
repartilo do prolongamento da estrada de ferro
de D. Podro II ?
Qae motivos teve o governo para crear unta
repreaeataclo especial para o prolongamento da
estrada de ferro de Btante ?
Como explica estes actos to contradictorios ?
Porque alo foi ainda preaachido o lugar de di-
rector da es'rada de ferro do Rscifa a S. Francis-
co a da de Caraar ?
Aononciada a intarpellaeo o Sr. ministro da
agricultura que ao achava presaate deolaroa quo
se acbava haoiiitado para respondel-a inmediata-
sao ota e abri-s o debate en qae tonaran parte
apeaas o interpellante e o iaterpatlado.
A resposta do Sr. Rodrigo Silva os tres pria-
cipaes quesitoa da interpoladlo foi prompta, oonsi-
isa a satisfactoria.
*^ S. Exc. explicou perfaitanante os factos de que
era argido e fel o de modo a eagotar o aaaanp-
N
' A interpellaclo do Sr. Cesarlo Alvin ao Sr. pre-
sidente do cooselho, anteriormente anaoneiada,
foi disaatida no dia 26.
Tres foram os seas quesit03 ; doas referentes as
medidas formlalas pasa remover os enbaraoos
econmicos con qae lata a Lvoura e o outro ao
nivinento raauoiicano qua se ten operado ultima-
manto aas praviacas do Minas, Rio e S. Paulo
No dooate qua se travea oooaparam a tribuna
daas vezas o Sr. Cosario Alvm, doas o Sr. presi-
dente do oonselho o ana o Sr. Joaquim Nabuco,
O Ilustre depatado minairo daseuvolveu sua in-
terpeilaolo oom habilidade, saos aorimoaia e este-
ce oorreoto no sea a .pal de opposioionista.
A coiooidencia da ioterpoUaoio oon a apresen-
taolo da proposta do poder exeoativo en qae se
eoBslgnan auxilioi lavoara fas diminuir o inte-
rsasa ss disoussao.
Nlo obstante o d-bata foi de grande utilidada
i porque-o Ilustre presidenta do conselho teve ain-
da. ana ves ocoasilo de revolar se parfeito esta-
dista, encarando jos aeonteeimeatoa eom calma o
sohrancaria, apreaentando com franqueas suas
ideas de governo e ntostrando-se preparado para o
deaenopenho da grave misslo de que ae acha in-
cumbido.
Principalmsate no segando discurso qae proferto
naqaeUe dia o hnralo chafe do gabinete 10 de
Marco, foi de rara felicidads na replica pela jas-
tesa a propriedada de auaa obsarvaooas.
O Sr. Joaquim Nabucs, qae at aqni hivia pres-
tado franca adheslo poltica do ahineta acaba
de afastar-se delle no projecto do auxioa lavou-
ra manifestando-se em fraaia opposiaio.
Qner na discuaalo da ioterpellaclo do Sr. Ca-
rio Alvm, quar por occaailo de diseotir-sa o pro-
jecto sobra auxilios aos industriaos brasileiros que
conoorrerem Exposiclo Uuiversal de 1389, o Sr.
Joaquim Nabuco combatea con vehemencia a pro-
posta do governo sobre auxilios Iavoura. /
No mesmo sentido manifeatou -se em artigo pu-
blicado na nova fleclo do Paiz intitulada Campo
Neutro.
Franeamante o diseos, nlo podenvs bem com-
prehender esta noca posifio sor qae acaban de col-
locar-se o grande agitador e propagandista.
Pretende o Ilustre deputado pernambucano que
sa deixe a lavoura entregue aos seus proproa re -
cursos e combate a proposta do governo con tal
exagero que chega ao ponto de julgar prefervel a
propria indemuiaacao.
Una vea feita a aboliclo a sendo innegavel a
crise que presentemente atormenta a claase agr-
cola nlo se comprahende que oa poderes pblicos
crusem oa braooa e conserven se em criminosa
nactividade.
Ni seria aeoarjuato nem patritico.
Nlo vemos, poia, razio na attituda quo assumio
o Ilustre depntado palo 1 districto densa provia-
cia. -1
Discutindo o projacto so ore auxilios pira expo-
siclo universal, contra o qual manifeetou-aa o Sr.
Andrade Figueirs,, incidentemente produzo urna
brilhante defesa da proposta di governo sobre an
xilios lavoura e responden com vaatagem ao Sr.
Joaqun Nabaoo.
Este discurso do Sr. Andrade Figueirafoi nota-
vel, prodasio ptima inpraaaio no sato da Caara
e pena que o seu ilustre autor nao o publique
iotegralmente.
Divergimos da oainiio do Ilustrado coaaelheiro,
qaanto s saas ideas relativas prxima exposi-
clo universal, maa insano neste ponto digno de
ler-se o sea discurso proferido no di i 23 por occa-
ailo da 2* discaaslo do projecto de lei o. 7 A de
1888.
A sorte deste projecto i \ conhecida.
Apresnntado pelo Sr. Alfonso Celso Jnior elle
conta con a adheslo do governo que quer assin
ir em auxilio doa expositores bravileiros que coa-
corren ao grande certamen industrial que se ha
de eft-ictuar en Pars on 1839, e neatas con heoos
fcil comprehender qua elle ser convertido em
le.
Nestea ltimos dias forain discutidos, encerra-
dos e votados na Cmara os projectos de lei do
oreaineuto das despesas do Miuist.ro do Imperio,
do orcanento dos eatrangeiros, da torcas de inir e
de crdito ao Ministerio do Imperio, pela verba
aocorroa pblicos.
Nestas discnsses tomaran parte oa Srs. Alfre-
do Chaves, Alfonso Penna, Podro Lnis, Junqualra
Ayres, Elpidio de Meaquita, que fez a sua catres
parlamentar, e outros deputsdos.
Ao encetar-se a discuaalo do orcanento de ea-
trangeiros o Sr. Maciel, leader da minora liberal,
declarou en nome desta que deixava de tonar
parte no debate por haver nisto deavantagen para
a cauaa publica e conviden o governo para apre-
sentar os projectoa que constan do aeu progranna.
O Sanado tem discutido o projecto sobre bancos
de emisslo e a lei de forjas de trra.
Na d6cassao daquella projecto teem-se empe-
nhado varios ora lores entre os qua is teem-se tor-
nado notaveis oa Srs. Viaconie de Ouro-Preto e
Lifayette.
Este ultinoproferio no dia 26 un discurso ver-
da ieir anate magistral. E' obra da junscoaautto,
digna do mestro da direito que o proferio.
Na diaeuealo da lei defircaa de trra o Sr. H;n-
riqua d' A vil i, qua como ae dj ten teito sua es-
pecialidade neatas aaaumptoa, proferio no dia 21
un discurso iinportant; e envin amasa nma serie
de emaadas qua bem se podem considerar cono
um projecto de reorganissolo militar.
Rasp ondeado no dia 22 o Sr. ministro da guerra
julgoa aceita veis algamas das em indas offerecidas
peio Ilustra aanariir rio-fradense.
Effactaou-ae no dia 24 o banquete qua a m*o<
ria doa Baadores e deputadoa offsrecau ao Sr. con-
selbeiro Jlo Alfredo, coja deacrippao j o Diario
ter dado.
Una pequea modifica? ao acaba do operar-se
no seio do ministerio.
Sr. coaaelheiro Antonio Prado foi onomeado,
por deoreto de '28, ministro da agricultura pas-
eando o Sr. Rodrigo Silva para o de estran-
geiro.
Depois da grave enfernidade de qaa foi accon-
mettido e j felizmente restaOeleeido obegon a
esta corte ao dia 27 o Sr. conselheiro Antonio
Prado. Teve nma recepcio digna do sen grande
mrito. Eis como o Paiz do dia 28 a descraveu :
Dave estar asss penhorado o Sr. con3e!hero
Antonio Prado con aa nsuifeataooaa qua foraat-
ine dirigidas ma chegada honten a esta edrte.
O benemarito estadiata pola ver da parto a, jua-
tiei com que a sociedade fluminense sagren oa
notaveis esforcos que da seu lado partirn na in-
gente propaganda para a complata libertacio do
caotiveiro no Brasil. **%
tava brilhantemente Iluminada e no jardia toca va
a banda da nutaica do arsenal da guerra.
Um bonito fugo de artificio foi queimado ponco
depois da ana chegada casa.
No sallo da ana residencia, onde o aguardara
ereacido nuaters de aeahoras e cavalheiros, ora-
ran os Srs. Dr. (-retalio das Noves, pela osela po-
lytechnica ; Dr. Frontn, pelo Derby Club, era
neme do qual offareceu ao Sr. conselheiro Antonio
Prado um bonito ramo de Sores artificiaos ; pela
imprecisa alliada 4 Confederadlo Abolicionista, o
Sr. Jas do Patrocinio.
No dia 21 reabsou-ae nma reuna dos lavra-
dores convocada pela Cantara Municipal da cer-
ta, no intuito do conhecer as neeesaidsdes da
lavoura do municipio neutro. Este congresso
reuni se em um dos saines do paco municipal sob
a presidencia do Sr. coaaelheiro Ferreira Vian-
na, represen tanta do aaaicipa na Cmara doa
Deputadoa.
O Sr. ministro da jastica expondo os fina- da-
quella reuniio, a qae comparecen conalderavel nu-
mero de agricultores, proferio um eloqueute dis-
curso que foi vivamente applandido.
Fallaram tambem os Srs. Ora. Nobre, presilen-
ta da muoicipalidade, Eunes da Soasa, Ilustrado
lente da Esccla Polytechaica, e os Srs. Soasa Bo-
tafogo, Candido do Amoral e padre Ricardo.
Gracas a iniciativa'da Ilustre Sociedade de Me-
dicina e Cirargia do Rio da Janeiro foi convocado
para o dia 9 de Setembro o primeiro Congresso Me-
dico Brazileiro. Para os trabalhos escriptos que
devem ser remattidos a commissio executiva do
Congresso Medico foran approvadas vanas theses
pela Sociedade de Medicina e Cirargia.
Os autores de monograpbias sobre as theses ap-
provadas devem remetter com as mesmas o resu-
mo ou conclusio de seus trabalhos para serem im-
presaos e distribuidos aoa memores do Congroaao.
Sio 28 aa theses approvadas.
Anda a proposito da lei de 13 de Maio temos
que registrar a seguinte moeio unnimemente vo-
tada pelo Instituto dos Alvogados Brazileiros.
O Instituto -los Adrogados Srasileiroa, tendo
no merecido applauso a promulgacio da 1 :i n.
3,353 de 13 de Maio de 1888, e o
dictou, delibera que aa acta se faja expresao este
voto, e passa ordem do dia.
A imprt-naa fluminense resolveu fazer-se repre-
sentarse as f 'atas qaa deven sor celebradas em
Buenos Ayres no dia 9 de Julho, annversario da
constituiclo da Repblica Argentina, quo consi
derado por aquella naci un grande dia de feata.
A eate reaputo lenoa na Gjx$ta de NMcias :
Beunidoa hoaten os namoris da Commissio
Central da I aprensa Fluminense e representantes
dos jornaes qae adherirn a idea de conparacar a
imprensa da corte as fastas do dia 9 Ja Julho, em
Buenos-Ayres, (A resol vido : Io, que a imprema
se fizesse representar por urna conm.aalo da crea
nfmbro8. redactores de foranas da corte ; 2, que
ae realiaaaae a escolba por votaclo doa presentas
em tres empresas jornalisticia que desiguariam o
seus redactores.
Em conseqaencia foram eleitos para repre-
sentar a imprensa flumiuenae, cm Buen is-Ayres,
es empresas do Jornal do Gontmereio, Gazea de
Noticias t Diario de Noticias.
Os jornalistas escolhidos palas respectivas
empresas foram os Srs. :
Dr. Pcderneiras, pelo Jornal do Commcrcio
< Dr. Dermeval da Fonsecs, pela Gateta de
NMcias.
Dr. Fernando Mandes, pelo Otario de Noti-
cias.
Efectivamente partirn no dia 29 os tres re
presentantes da impranaa o n ettM foran tam-
bem outros juiialiataa, eatre oa quae3 o Sr. Joa
do Patrocinio.
Para o da 9 de Julbo projeota-se aqui una si-
gnificativa denonstracio da apreco o anisado ao
Sr. ministro argentino o Dr. Eariqne Moreno.
Consiste na offerta de un retrato feita por aab-
saripeio popu.ar ao alanos de todas as tortaoas.
O retrato que j se acha concluido urna obra
d'arte e ten estado exposto na roa do Ouvidor
Casa Farani.
Eis. como o deacreve o Paiz :
i O retrato ana bella photogrsphia an plaoa
oval de porcelana, estylo Pompaano, enmolduraio
en prata, artsticamente trabalhada em relevo.
Sob as armas naeioaaes da repblica e do imperio,
na parte superior do quadro, ha un loco qae as
prende, a na fita a seguinte dedicatoria : 13 de
Maio 838=0a brazileiros a B. Enrique Moreno
9 de Julho de 1888.
Na basa da moldnra ha un bello monogram-
ma en lettras de ouro.
c Suarda o retrato riquiaaima caixa da velado
con fechos da prata, ena parte interna esegninte
dstico : 9 di Julho. Aos argentinos, na pessoa
da seji digna represe ataa Dr. D Enrique Moreno
grata e fraternal Umbranca dos braaileiros.
1888.
A euixa forrad* da Mtioa *er rM
Foi r cadeia d cahyba,
o ermiooeo Csaditfo Biapo, pnmanciado ao art.
205 do ood. crim.
No dia 25 do pasando, parante o delegado de
policia da Maeabybo, entregaa ae a prislo a reo
Luis Feroandes Campos Baeta, tambem limalla
ciado no art. 205 do cod. orn.
O navio italiano Duc Fratelli, qne segando
noticiamos, naufragou ao norte do cabo de S. Bo-
que, com carregameoto de vmbo fasasas, Seca
totalmente perdido, salvando- aa aascas o capitlo
e tnpolaoae que foram condasidus por ama baa-
os que oa encontrara nos botes do ansio, ao porto
de Moasoro.
Os agentes fiscaes qoe se fiaerasa seguir d'aqai,
nada encontraram para arreaadar, e nos uilisla
qne resrres8m por torra, para esta stdada.
(iracas a actividad a seio do honrado saa-
giatrado qua dirige actunhnaace a policia da pro-
vincia, o Dr. Tita Liso Vieira Do rus, pasas ram-
as os dias festivos da S. Antao. 8. Jlo t S. Po-
dro, sem que tivessenios a lamentar, o asis iasri-
gnificanta disturbio, qae costme haver sen pro
neatea dias da animaclo e featas.
E' um facto eata baatante sigoiicatvo e qaa
muito abona o seio do diatincto funeeiooario.
FINABAS
O illastre psaliata chegou eataclo central da
eatrada de farro D. Pedro II, s 6 horas e 40 mi-
nutos da tarde, ea um carro sallo, que fra re-
ce bel-a na Cacboeira e no qual transportara-se ao
seu encontr o Sr. Dr. Evbanck da Caara.
Entio, a platatorna e dependencias da estacio
central, bem como a frente dasse edificio estavam
ji repletas de povo, destacando-se da mullidlo as
classes maia elevadaa da sociedade.
Entre aquello povo que ae acotovelava, cada
qual se disputando a primasia das boas vindas ao
recero chegado, consegnimos notar os Srs. conse-
Iheiroa Jlo Alfredo, Toomas Coelbo e Rodrigo
Silva ; Dr. Enrique Moren), ministro argentino ;
bario de Jaceguay; desenbargador Espinla,
chefe de polica da corte; coronel Neiva, con-
mandante do corpo de bombeiros ; vereadores Jar-
dn, Patrocinio, Sonto Carvalho o Alexandre Fon-
tea ; Dr. Soares, director interino do correioa ; a
Confedaraolo Abolicionista, representada pelos
Srs. Clapp, Seixas, Luiz de Andrade e Deolingar ;
o corpo docente e alumnos da escola polyteehniea,
directora do Darby Club, muitos senadores e de-
putadoa garaes, membroa da imprenaa diaria, ete.
Ao saltar do vagn o Sr. conselheiro Antonio
Prado, a eataclo central reveatio-se de dealum-
brante aspecto pelo grande numero de fogos de
Bengala, que a illumiuaram de aubito.
A banda de msica do 1 regiment de c a val-
lara saudou ao benemarito ministro coa o byofho
nacional, emquanto que as sociedades e inslituoea
all representadas desfraldaram os seus estan-
dartes.
O povo, ao avistar o vulto do ministro abolicio-
nista, prorompeu em vivas enthusiasticos e acalo-
radas saudaces.
Un carro, tirado a quatro cavalloa e all posto
sua disposiclo pela eaoola polyteehniea, condu -
sio o Sr. conselhairo Prado casa de sua residen-
cia, ra da Payaand, acompanhanlo-o nessa
vehculo os Srs. Dra. Frontn e Joa Avelino e o
presidente da Confadsraoo Abolicioaiata o Sr.
Jlo Clapp.
, Cerca de 30 carros aonpuzeran o prestito, que
aconpanhou o estimado pauliata, en un dos quaes
iam os Srs. ministro argentino e Dr. Beooucis.
Fugos cambiantas foran qaeimaios dos nesnos
vehculos durante todo o trajeoto, dando assim
procissao cvica un aspecto ferico.
En frente no quartel-general do exercito, for-
mn a banda de maaioa do 1* oatalhao de infan-
tera, que toeou paiaagara por all do Sr. minis-
tro de eatrangeiros.
Do palacete municipal, dscuraou o noaso colle-
ga da Cidade do Bio, Sr. Patrocinio, que em
phraae alevaotada rememoran oa aervicoa presta-
dos pelo Sr. coaaelheiro Prado soluco da causa
de qua tanto se orgulha o Brasil.
O prestito desfiloo pato campo da Aoclamaols,
roa Visaonda do Rio Braoeo, praca da Constitu-
alo, ra Sata de Satenbro, Groocalves Das, Ouar-
da Velha, Sanador Dantas, Passeo, Lapa, Ca'.te-
te, Marquez do Abraates e Paysaad.
A estacio da estrada de farro, quartel-general,
caara municipal e varios predios por onde traas-
rou o rocen -chegado iilamioaraa as suaa facha-
das.
A oasa ie residencia do Sr. Antonio Prado es
oa lados do qaairo alo de velad i azul, formando
com a moldara aa corea argentinaa.
rios, o trabalho de oaro o prata dos Srs. Vaien-
tim, Farani e Luiz de Razenie nos de veluio do Sr. Aatoaio de Castro Leite. -
O Instituto Hiatorico teve a idt de erigir urna
estatua a S. A. a princesa regente. A eate pro-
posito dirigi S. A. o Sr. Conde d'Eu ao presideo-
te daquella corporaelo, a segainte carta qae ro-
gistramoa aem connentarioa :
Pago de S. Chriatovio, 21 da Junho de 1883.
A p.-mceza tendo conhecinento das propostas,
de que se occapoa o Instituto Histrico na aua ul-
tima seasio, encarregou-me de coanunicar-lhe
que (pelas raades qua sio obvias e das quaes a
pnneira o exenplo de S. M. o imperador) ella
nii pode annoir a qae, por qualquer notivo, se
Ihe erija una estatua, e eapara, portanto, qae iui-
sa parte nioseja aceito pelo Instituto o projecto
apresentado com o ju3to intuito de connenorar a
lei qua extingui a escravidlo.
Rogo-lhe, pois, que na occasiio opportaaa
connuniqus a seos collegas do lastituto eate de-
aejo da priacesa regente.Gastdo de Orleans.
Elementos que facilitam oestcdo
solucao do xosso problema monetario
e da questao de bancos.
(Continamelo do n. 146)
IV
Xa> basta, para sermoe attendidoa que,
depois; de convencidos, convenamos ao go-
verno da necessidade de nm grande
augmento de meio circulante,
intuito que ji O governo n3io saberia fazer cousa al-
gnma (ue preatawoc ; porque a asa oriea-
tagSo a.luiinistrativa inspirando-lhe a cen-
tralisacito do meio circtdantu collocouro
em um beeco sem sabida; e hoje os seas
preconceitos o impedem de aconselhar-se
com as scieneias econmica e manceira
aliin de atinar com o meio pratico de cozr-
rigir o seu erro. Devemos evitar e repel-
lir o augmento do meio circulante centra-
boaejo ipie s serveria para aggravar ain-
da mis resultados calamitosos da noeea
centralisayao administrativa, deixando in-
tacta a causa das causas; e, portanto,
cumpre que nos habilitemos combateros
prec mceitos do governo e a formular um
pedulo racional e justo eoncebido em ter-
mos claros e precisos.
Como veremos a descentraliaacao do
meio circulante, importa implcitamente
urna descentra!;-mi;}') administrativa, mui-
to mais benfica e fecunda do que toda*
as confederaySes de provincias sem a des-
centnOtsacSo do meio circulante, por meio
Je um neghnen monetario raciocinal e ac-
comraoclado ao Brasil;- porque ella nao en-
fraquece a aejao governamental em pre-
nizo da paz, da ordem publica, da garan-
ta dos direitos indrviduaes e da unidade
da nossa patria. A descentralisacSo do
meio circulante atiende a todas as necea-
sidades do momento, concilla o g.iverno
com os governados, e eminentemente
digna do gabinete que acaba de extinguir
a escravidio, com os maiores appausos da
afio inte ira.
O modo pratico de satisfazer-sc smec-
lhante pedido envolve, porm, qnes-
toes importantissimas que s a sciencia fi- -
nanceira esclarece e que nos nlo podemos
deixar de examinar cuidadosamente, anua
de esclarecer-nos tambem e de habilitar-
nos a exigir dos nossos mandatarios e re-
presentantes que cumpram o seu dever.
Tanto a sciencia econmica, como a ft-
nanceira estudam a moeda; mas sob as-
pdetos differentes.
_ t'i.nnitlai.1 m-mtmrln icbnAO to pontt
de vista do seu valor ou da riqueza qoe
ella possa representar, ella pertence ao
exclusivo dominio da sciencia econmica e
RIO
GRANDE DO NORrE natal, 3
de Julho de 1888
Somente para nlo deixar de cumprir con o nos -
so derer, vanos daraspoucaa noticias que tem
occorrido neates ltimos diaa.
Foram ltimamente convidados concurrentes
a arramatacoaa doa dizimos de lavoura e miuu-
caa da provincia, qae deixaran de ser arrenatados
em viare), por falta de licitantes.
Ainda desta ves, os arrematantes desanimados
com a inconstancia do averno deste anno, nlo
chegaram s bases estabeleoidas sanio por poucas
freguesias, ficando a maior parte sem licitantes e
ha vendo apenas algunas offertas por preoos infe-
riores s bases, que o seloao administrador resol-
veu nlo aceitar por considerar desventajosas aoa
interessea da provincia, e vio ser arrecadadas pe-
las respectivas collectonas.
Sob pr >poata do inspector da Thesouraria de
Fasenda, foi nomeado thesonreiro interino d'aquei-
la repartilo, o eseripturario Allipio Fernandes
Barros, qne a 21 do passado, receben o respectiv >
saldo em cofre, procedendo-se perante a junta de
fasenda, o bataneo que den o segainte resultado
Caixa geral de moeda de 188687
Dito de 1888
Dito do monte-pio
Dito econmico
Dito de moeda de bronze Q
Total
46:483li00
47:1881182
20*000
#200
16:2031500
Sello adhesivo 1
Depsitos pnblicos
Diversos valores _
Depsitos e caucoes
Total
:39b
109:895/782
41:589/0 JO
1:834/780
1:953/600
5:0 JO/000
160:273/162
A junta de fasenda reconbecendo o seio e probi-
dade do ex-thesoareiro capitlo Raymundo Auto
asa de Olveira, que foi removido para igual car-
go na alfandega desta cidade, resolveu que fosse
consignado na respectiva acta, un voto de louvor
aquello fuaccionano, qoe efectivamente digno
d'aqueila distineclo.
Fallecen a 30 do paasado, a virtuosa consor-
te de capitlo Hermenegildo Tertuliano Braulio de
Moli.
A inditosa moca que fallecen em conieqaenoia
de um parto, deixa 5 inoocentee .lhinbos, seaio
qae o ultimo apenas com 2 ou 3 dias da idade 1
Sen inonaolavel esposo, qae um osvalhoiro
eatimavel, ejerce e cargo de chefe d seclo da
secretaria da presidencia.
No lugar Meodes, do tormo de S. Jos de
Mipib, os individuos Franeiaeo Ricardo, Lnis
Severmo, Joaquim e Pedro Pretos, feriram grave-
menta a Franeiaeo Ferreira Feitosa, oonsegaindo
evadirse depois da perpetradlo do crime.
O respectivo delegado de policia, proceden na
forma da lei.
com ella nada tem a sciencia tnanecira.
Considerada a moeda debaixo do ponto
de vista das suas funejoes, no seio tas so-
ciedades humanas, ella do exclusivo do-
minio da sciencia rinanceira e com ella
nada tem absolutamente a sciencia econ-
mica.
E' to smente debaixo do ponto de
vista financeiro ou das suas funcciJes de
meio circulante que, presentemente no
convnl estudal-a.
Todos conhecem praticamente as mne-
c5es econmicas e tinanceiras inherentes
ao meio circulante qualquer que elle seja;
e fcil, de ver-se que, a differenca da
natureza das suas funecoes s resulta da
entrada que tem a moeda nos dominios
daquellas duas scieneias, ao mesmo tempe.
E' assim que no exercicio das suas func-
c3es econmicas, ella fomenta e desenvol-
v- todas as fontes da produceao nacin
incita a actividade social e desenvolve
a iniciativa individual, remove pratica-
mente todos os obstculos que impe-
dem a justa remuneraco do esforeo hu-
mano, resol ve a questh) pi tica de todos
os melhoramentos mteriaes indispensaveis
aos gozos do homem, proporciona o bem
estar social, e alm do mais constitae o
melhor multiplicador de todas as riquezas
particulares.%E no exercicio das suas fune-
coes tinanceiras. ella facilita todas as tro-
cas, resolve todos os contractos, accelera
o commercio, serve de criterium e medi-
da para todos os outros valores e riquezas
mteriaes, facilita todas as relacSes de in-
teresse publico e particular e, alm do
mais, paga todos os valores e todas aa
obrigajoes garantidas pelo crdito econ-
mico.
A moeda, nao entra portanto com os
mesmos ttulos e com as mesmas creden-
ciaes nos dominios de cada urna daquellas
duas scieneias. E, assim acontece porque
todos nos temos plena liberdade de consi-
derar exclusivamente : ou como simples ri-
queza apta a ser enthesoura e a servir
como qualquer mercadoria para o objecto
de um commercio especialchamado cam-
bio ;ou exohxsivamente como meio circu-
lante destinada) a correr de mi em mi,
no desempenho de todas aquellas fniasylas
que Ihe sio inherentes.
Os nossos velhos progenitores, por urna
intu cao errnea, pcafiriam a moeda pelos
ttulos e credenciaes oom que ella penetra
nos dominios da sciencia econmica,
d'ahi o seu odio e prevencoes contra a
moeda fiduciaria, e consequentemente a
mania de achal-a sempre superabundante.
Mas, os americanos do norte, por urna in-
tuico diversa, a preferiam pelos ttulos e
credenciaes oom que ella penetra nos do-
minios da sciencia linanceira, o d'ahi o des-
envolvimento da moeda fidueiarid entre
les, e consequentemente o facto singular
de acharem-na sempre insufficiente para
o desenvolrimento do progresso naci

i
I
-


le
'MIWU69- leirai o ae uc loo

/
>
;
/
.1

-' t
'
y"
Aferentes
inoos, eui quanto
tm banco emisaor, que
actnahnnt
iiaes e 4,500 1
tad
entre t
o do Brasil!
Esta obervc8o suficiente para ee-
clarecer-nos eni relacSo ao fim para que
deveremos dse jar e pedir ao governo um
augmento de meio circulante, nlo para
entheeomar ou cambiar, mas para correr
de mao em mo. Quanto s proporcilt-b
illimitadas; porque s deveremos ter em
vista o inulto que temos fazerneste vas-
to territorio tao frtil quanto rico; e nao
essa tolice da economa poltica tendente
a estabelecer um mximo ou um mnimo
do meio circulante necessario a qualquer
paiz, em face da estatistica comparada.
Entre as conveniencias econmica e as
conveniencias financeiras .de cada paiz
nao ia relaco possivel; e a quantida-
de do meio circulante deve subordinar-
se s incalculaveis e imperiosas conve-
niencias econmicas de cada paiz e nunca
s conveniencias puramente financeiras
das pracas commerciaes, que tendem sem-
pre a substituir o meio circulante pelo
crdito particular, como se pode observar
em Londres ou* em New-York, e como
ensina o simples senso pratico.
A expresso meio circulante pode ser
einpregada em sentido lato, ou res-
tricto.
No 1- caso aquella expressao, visando
tao somente algumas das funcgSes financei-
ras da moeda, abrange nao s a moeda
legal, mas tambem quaesquer meios equi-
valentes para substituil-a no desempenho
de tacs funccdes, em differentes relaces
financeiras quer puramente nacionaes,
PERJAIBDCO
Ls>ndon l
Capital
1A
c
Fundo
Brazlllan Bank
mited
do Banco 1.250:000
Pago 625:000
de reserva 325:000
BAIANCO DA CAIXA FILIAL EM PEBNAHBCCO,
EM 30 DE JUNHO DE 1838
Activo
Letra descontadas 165:1754520
Letra a receber 1,039:692*030
Emprestimos, contas correntes e
outras
Garantas por contas correntes e
diversos valores
Caixa em moeda corrate
2,595:4464240
554:5754450
695:0894410
Pastivo
-Depsitos :
Em conta eorrente 536:6454670
Fixo e por aviso 1,581:4724440 2,118:1184110
Garantas por contas correntes e
diversos valores
Diversas contas
Letras a pagar
1,652:9054510
1,374:901*310
4 :053*70
5,049:9784650
8. E. & O.
Pernambuco, 5 de Jalho de 1888.
A. W. Saunders, acting manager.
Rob'. G. King, acting accoutaut.
os
che-
legitimamente
quer internacionaes Exemplos :
ques de banco e as letras de cambio.
No 2' oaao, porm, ella s devr alnan-
ger exclsivamente a moeda legal de qual-
quer natmeza que seja; tpu-r soja ella
creaua pelo governo nacional em virtude
de seu direito soberano de emittir moeda;
quer seja ella airtonsada
pilos govemos provinciaes.
E' tao somente neste sentido restricto
que a enipi egamos, considerando-a syno-
nyma de moeda legal.
Aproveitando a occasiao, nos permitti-
remos a libefdade de observar, de passa-
gem, que o Sr. Maileod quem admira-
mos pela clarividencia do seu espirito, er-
rou crassamente considerando a moeda
como titulo de divida. Elle mesmo con-
fessa que assim procedeu porque de (Mi-
tro m<>do nao encontrava solucao para as
niais intrincadas qucstSes do papel moeda.
Nao ha tal. Si elle houvesse atinado com
as verdadeiras nocSes de moeda e de cr-
dito nacional, certamente elle teria \
que todas as qucstSes relativas ae papel
moeda sao de una simplicidade extrema
e para reaolvel-as cabalmente, ee nao se
achariana necessidade de abandonar os do-
minios da verdade dos factor pelos domi-
nios da pura pliantasia, em prejuizo do
desenvolvimento da ciencia financeira.
Presentemente a materia do valor mer-
cantil, de que servem-sc os differenjes go-
verno:; para crear um typo ou medida pa-
ra todos os outros valores niateriac. 0
que constitue a moeda sob o ponto de vis-
ta da sciencia econmica. E a fixacao
loga! Lase valor, como garanta de cer-
para todos, de que a moeda legal le-
va em si mesma o pagamento do' sen pro-
ulln VrtJor, <(iie ..ii.-liiu.- u '"'% fiflfl
o ponto de vista da sciencia puramente
financeira. Dat evidentemente o predi-
cadado que ella tem de desempenbar to-
das aquellas funceoes de que j fallamos,
no seio de cada paiz. Eis a razao porque
a moeda, considerada tao somente como
valor ou riquesa, nao pode deixar de per-
manecer nos dominios da Bciencia econ-
mica, que estada o desenvolvimento pra-
tico da actividade humana no sentido
da multiplieacSo das riquesas particulares:
, considerada como pagamento do valor
que ella conten em si mesma, destaca-se
dos dominios da sciencia econmica para
constituir o ponto de partida de urna ou-
tra sciencia especial e omito differente,
como a sciencia financeira, que apenas
estada a eft'ectividade do pagamento de
todos os valores < obrigacoes, as diffe-
rentes relacoef. interindividuaes e interna-
eionaes.
NSo entra em nossos intuitos doutrinar;
mas sim illucidar um problema pratico e,
portante, nao abusaremos da paciencia do
leitor, entrando em minudencias scientifi-
cas. Limitar-nos-hemos dizer o indis-
pensavel para que todos se habilitem con-
venientemente julgar, por si mesmo, da
procedencia ou improcedencia dos nossas
conclusoes ulteriores relativas ao assumpto
de que nos oceupamos.
Debaixo do ponto de vista tnanceiro 6
absolutamente indispensavel que o paga-
mento do volar da moeda saja indiscuti-
vel. E", na veracidade desse pagamento
que dever ser sempre completo e indis-
cutivel pela sua evidencia que encontra-
remos o grande fim da sciencia financeira.
Isto nSo impede que o pagamento do
valor da moeda se realise incontinente ou
niais tarde, desde que seja infallivel a ef-
fectividade desse pagamento no momento
convendonado. D'ahi o tacto de poder-
se constituir a moeda legal: ou, com o
sen valor e pagamento contidos em si
mesma, como vemos na moeda metlica;
ou com o seu valor e pagamento cabal-
mente garantidos, como deve mostrar a
moeda fiduciaria.
Si o pagamento do volor da moeda fi-
duciaria ternar-se descutivel jx>r ficar su-
jeito quaesquer eventuabdadfcdes ou con-
tingencias, da sua garantia ; claro que
a simples perspectiva de possiveis prejui-
zos e detengas de liquidacSo bastar para
impossibilital-a de desempenbar cabal e
satisfactoriamente no seio do paiz todas as
mecoes da moeda de valor e pagamea-
to contidos em si mesmo.
Logo : si a garantia de pagamente do
valor da moeda fiduciaria nao for indiscu-
tivel e inquebrantavel ficar fakeda essa
moeda que poder equivaler a um simples
titulo de divida tujeito liquidacSo pos-
terior, mas nfio equivater nunca moeda
metlica, embora o governo abusivamente
a imponba como meio circulante.
CngUsh Bank of Rio de Janeiro
(Limited)
Capital do Banco em 50,000
aeces de 20 cada urna 1.000,000
Capital realisado...... 500,000
Fundo de reserva...... 140,000
BALANCO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
EM 30 DE JUNHO DE 1888
Activo
Letras descontadas...... 320:1900230
Emprestimos e contas caucio-
nadas.............. 653:198,5180
Letras a receber......... 575:9540670
Garantas e valores depositados 333:009^930
Mobilia, etc. do banco..... 3:6750490
...... 747:8943150
...... 533:90990
Diversas contas
Caixa......
Contas correntes
simples ....
Depsitos a prazo
fixo com aviso
e por letras .
Ra. 3,168:4314940
Passivo
335:3984350
1,841:8454680
_--------------2,177:244,5030
Letras a pagar
Ttulos em caugao e deposito .
1:7515500
333:0090930
Diversas contas......... 656:4260480
Rs. 3,168:4310910
8. E. & O.
Psruambuco, 5 de Jalho de 1888.
Henry K. Gregory, manager.
J. L. dos Santos, pra-cjunta nt.
(Continua)
o\Amynta$ de Carvaiho^Mwra.
REVISTA DIARIA
Diatricto policialPor acto da presiden-
cia da provincia de 25 do mes lindo, e de aecrdo
com a prcposta do Dr. ebefe de polica, fui sup-
, i,mido o ditrictu policial de Tres Riachos no
tilmo de Baique e creado outro eob a denomina
cao de Mundo Nnvo, que se litnittr com o termo
da Pedra desde u lage de Barrocos, onde limita
com o do Bnique, at encontrar a estrada que vai
M Garaobuns villa de Buiqup, d'onde seguir
al a trada da Serra no lugar da residencia do
uiividuo de neme Feliz CapitSo e d'ahi- em di-
reccao norte pela fruida da Serra encont.'ar o
riacho BcqueirSo que servir de limite at san
ribrcenca e deste p- nto referida lage.
Aniorldade policiaca^Por portirias
n presidencia de 25 de Junho fiado toram uomca-
J-s :
Antonio Monteiro Cnvalccnte, Antonio de Al-
in. idh Cavalcantc, t-'iverlauo Beirra d Mampato
e Andr Celestino d Siqopira, para os cargos de
auhdelagvdo, 1. 2 e suDpleutes do distncto de
Mundo Novo, do trros de Buique.
O alteres do corpo de polica, Deocleciano Pii-
xoto de Alencar para o lugar de delegado do termo
de Pao d'Albo.
Na mesma data furam demitti os Manoel Jos
Carneiro da Motts, Fex Jos de Scnsa e Augusto
Correia de Figueiredo Mello, estes ltimos pe-
dido, dos cargos de 1, 2 e 3o supplentes dj eub
delegado do 3 datricto do termo de Pao d'Albo
Suarda nacionalPermittio se que o te-
nte Claudino Vieira de Mello Franco, ncmeado
por portara de 19 de Janeiro findo para o 6" com
p:.bla do 55* batalbo da comarca de Pao d'Albo,
solicite a respectiva patento.
Delegado Iliterario Foi demittido do
c rgo de delegado litterario do termo de Belmonte
Jus Pereira de Aguiar e nomeado para eubsti-
tuil-o Joe Avclino Pereira da Silva.
Urie Foram concedidos tres meses de
li; enea com os vencimentos a que tiver direito ao
promotor publica da comarca de Cabrob, bacha-
rel Helvecio de Carvalho Gomes GaimarSes.
Trlbnnal do Jury do HeclfeA's 11
boraa da manb do hontem, presentes na sala das
sttoes os Srs. Drs. Oliveira Andrade, presidente
do tribunal e Oliveira Escorel, 2.* promotor publico,
fes o escrivSo Miranda Franco a chamada geral
dos jurados, depois de verificadas aa cdulas pelo
Dr. jais de direito.
Acbando se presentes 37 jurados foi aberta a
stsao, sendo submettido a julgamento o reo Bene-
dicto Antonio Goncalvea de Oliveira, aecueado de
baver no dia 28 de Junho do anno pateado, tirado
para si um queijo flamengo contra a vontade de
sena donos Alheiro, Oliveira & C, eatabelecides
a ra da Imperatrs.
O jory de sentenca compos-ae doa aeguintes
juises de facto :
Dr. Manoel Sebastio de Araojo Pedroia.
Jos Tavares de Silva.
Julio Cesar Paes Barretto.
Elias da Cruz Ribeiro.
Agostinho Jos doa Santos.
Manoel Ignacio de Torrea Bandeira.
Manoel Roberto de Carvalho Calmarles.
Antonio da Crns Ribeiro.
Encdino Rodrigues Nogueira Lima.
Francisco Epipbanio de Soasa.
Herculano da Silveira Besaone.
Antonio de Borba Ccntioho.
Interrogado o reo e eita pelo eacrivSo a leitura
do proceeso, foi dada a palavra ao Dr. promotor
que pedio a condcmnac&o do aecusado no grao me-
dio do art. 257 do cdigo criminal.
Em seguida o patrono do reo, Dr. Luiz Drum-
mond, dedusio a deles. Negca a aotoria do de-
licio.
Nao houve r:plica.
Em vista daa decitoes do jury, que negou por
oito votos a aotoria do criase, foi o rea abaolvido
e coademnada a manicipalidade naa costas.
Tambera foi jolgado o reo Pedro Josa de Alcao-
tara, acensado de baver no dia 9 de Jalho do anno
paseado, fortado um par de eapatos do estabeleci-
mento commercial de Cypriano 4 Baptiata.
Occupcu a cadeira de defeca o acadmico Jo&o
Baptiata de Medeiros, funecionando o mesmo con-
aelbo que de novo preatoo o juramento legal.
Foi interrogado o reo e feita a leitara o pro-
ceeso, depoie do que, o Dr. promotor, obtendo a
palavra prodasio a accasacSo e pedio a condemna
cao do acensado no grao mximo do art. 257 do
cdigo criminal, por ter concorrido na pratica do
crime a circunstancia sggravante da noite.
Succetsivamente foi dada a palavra ao defensor
que dedusio a defesa, negando ter o sea consti-
tuate praticado o crime.
Nao houve replica.
Tendo o jory cenfirmado a antora coma cir-
comiUDcia attenoante prevista no 10 do art.
18 do cod. crim., de aer o reo menor de 21 annos,
negando a sggravante do 1' do art 16, articu-
lada no libello, foi o mesmo reo condemnado a 2
meses e 10 das de prwio r a multa de 6 por cen-
to do valor fortado, grio mnimo do art. 267 com-
binado com o art. 49 do dito cdigo.
Acbando ae etgotadot os 1S diai da lei a Dr.
juis da direito declares achar-sa encerrada a
letaao.
Callaco cannica Huntem, 5, na ca-
pilla do palacio da Soledade, pela 1 hora da tardo,
o Revm. Br. Dr. Jeronrmo Thom da Silva, ter-
ceiro govemador do bispade em exercieio, proce-
den a collaeo caaoniea do oonego Antonio Fabri-
cio de Araojo Pereira, na cadeira de prebenda io-
teira da cathedral de Ol oda, vaga pelo fallec-
ment do conego Jos Dionisio Qoroea do Bogo, e
em que h.via sido apreaentado o raaamo oonego
Antonio Fabricio por carta imperial de S de Ju-
nho fiado.
Do acto da oollaeSo foram testemanhas os
Revms. conega Dr. Ansaiaa Correia de Amaral e
vigario Julio Mara do Reg Barras.
ervlca da araarnlcao Entram boje de
superior de dia praca o Sr capitSa Ernesto Al-
ves Pacheco e oficial de randa de visita o Sr. al-
fares Pedro Alexandrino Beckman.
A guarnico da cidade ser dada pelo 14 ba-
talho de infantaria.
Comm andan te do 14* nalalbo de
InfantariaChegoo hantem no paquete naci-
5,049:9784650 nal Pernambuco da provincia do Cear o Sr. te-
nente-coronel Feliciano Csliope Monteiro de Mel-
lo ltimamente nomeado commndaate dj 14 ba-
talbo de iofintaria.
Hontem mesmo fes S". S. sua apresen cJo ao
quartel general e entrn no exercieio de soas func-
cdes, recebendi o commindo do r. major Bstevo
Perras a quem S. Cxc. o Sr. general oommandan-
te das armas mandn louvar pelo moda porque
sempre portoo-se.
Volantarlo* Verificaram hontem praca
voluntariamente 2 paiaanos.
Para o anlDeve seguir hoje para a corte
do imperio no paquete nacional Pernambuco o Sr.
capito Joaquim Pedro do Reg Barros.
Tenente coronel CallopeA officiali-
dade do 14 batalbo de infantaria ofl re cea hon-
tem ao eommandante do mesmo batalbo am lauto
e variado almoco dorante o qual trocaram-se mu:
tos brindes.
ir. Henrlqae Hoscoso E'8 nosso
distincto comprovinciano e amigo devia embarcar
hoje para a corte no paquete nacional Pernambuco,
mas am vista da molestia de seo Ilustro pai, o Dr.
Libo Moacosa, que alias vai mslhor tr-tnsferio a
sua viagem.
Depniado geralChegoo hontem da cor-
te, no paquete amerieano .Finance, o Exm. Sr. Ba-
ra de Arayigy, deputado pelo 8 districto desta
provincia.
Comprimentamol-o.
Exposlcao l nlverxal de ParlaA'
casa da Moeda, Imprenaa Nacional e alfandega
do Rio de Janeiro recommendoa o minsterio da
faseada que concorram, na proporco do sea tra
balbo e furcia, para a ezposico universal de Pa
ris, ficando nteiradas as sobreditas repurticoea de
que em Novembro prozimo baver nesta corte ama
Ezposico Nacional afirn de que de entre os objec-
toa ezpjstoa sejam escolhidos os qae merecerem
ser exhibidos naquella festa uoiveraal do trabalho
e do progresso.
Foi expedida esta recommeu Jacio a pedido da
Comnisso Ceutral Brasileira, qae tomoa a si a
realisaco d'aqaelle patritico commettimeuto.
Sob a presidencia do Visconde de Cavalcante,
r unio-se a 26 do eorrente a Commisso Central
Brasileira para a Ezposico Universal em 1889 em
Pars.
S. Czc. apres-ntou ato officio da presidencia de
Santa-Uatharina, declarando qae, para melhor cor-
responder aos intuitos manifestados pela commisso
no officio a que responde, resolver promover na
pr..\icia ama ezposico, que ser aberta a 30 de
setembro prozimo futuro, e encerrada a 15 de Oa-
tubro, aSm de se escolberem os objectos qae devera
ser enviados Ezp.sico Preparatoria desta corte.
O c mmendador Oliveira Castro participoo ter-se
dirigido, ni qoslidade de presidente da Associacao
Commercial do ii i de Janeiro, aos presidente das
Aesociscdes Commerciaes das provincias, solici-
tando o seu concurso Ezposico Preparatoria da
Corte, de conformidade com o que se resolveu na
reumo anterior.
Continuando a cummissia central em seus traba'
Ihos fharo, por emqnando orgaaisados a commis-
so de catalogo e tres grupos das commissdes con-
sultivas, do seguinte modo :
Commisso de catalogoSrs. Dr. Domingos Jacy
Monteiro, Jcs Pinto Cerqueira, Drs. Augusto Al
vares de Aztvedo, Carlos Mara da Motta Ribeiro
de Rezende e Leopoldo da Rocha Barros.
1. grupo Obras de arte : 1. claese, pintura a
oleo; 2.a classe, pinturas diversas o desenhos ; 3.*
classe : esculpturas e gravaras de medalbas ; 4*
claSBe : desenboi e modelos de architectara e 5.*
classe : gravaras e lithographias : 6ta. commen-
dadores Joo Mazimiano Mafra e Francisco Joa-
quim Bethenconrt da Silva, Pinto Carneiro e Paulo
Robn.
2j> jrnflF.nainn p *>riiiPftQaq -fi a p|qg9 cacj di infancia, ensino primario, ensino de adul-
tos : 7.a clase* : organisaco e material do ensino
eccundiiri ; 8.a claase : organisaco, methidos u
material do ensino superior; 9.* classe : impreseao
e. livraria ; 10.* classe : papelaria, eneadernac?,
material das artes de pintura e desenlio; 11 clas-
se : Appcaco usual das artes de deseobo e da
plStica ; 12. classe : provase apparelhos de ph-
tographias ; 13.a classe : iustrunientos de msica ;
14.a classe: medicina e cirurgia, medicina vete-
rinaria e comparada; 15.* classe : instromentos
de piesisc ; 16.a classe : cartas e apparelhos de
geographia e cosmograpbia, topographia. Srs. Drs.
J. J. Uenesea Vieira, Francisco Antonio Pesaos
de Barros e conselheiro Joo Capistraoo Bandeira
de Mello, Henrique Lambierta, Arthar Sauer,
Conrado Jacob Niemeyer, commendador J. F. Gui-
msres, Joo dos Santos Cmceiro, Drs. Jos Perei-
ra Guimares e Joo Baptiata de Lacerda, conse-
lheiro Dr. Epipbanio Candido dos santos Pilanga,
Dr. Francisco de Assis Mascarenhas u commen-
dador Joa Hermida Pazos.
3. grupo Mubiliaa e accessorioa : 17.* claase :
movis baratos e de laxo ; 18. classe : tapecaria
e decoraco ; 19.a classe : cryotaes e obras da vi-
dro; 20.a claase: cermica; 21.a classe: pie-se
incluir na 18.a : 22.a classe : papis pintados ; 23.a
classe : entallara ; 24 classe : oarivesaria deco-
rativa ; 25.* classe: brouzes artsticos etc.; 26.a
classe : relojoaria; 27.a classe : appaxelhjg e pro-
cesaos de aquecimento ; 28.a classe : perfumara ;
29.a classe : marroqains, cestos, escovas emarche-
taria. Srs. Bernardo Pereira de Carvalho, Joo
Martina, Josqoim Vieira Jaeomo, Alipio Das Ma-
chado, Joo Marques Saldanha, Augusto Lecoufl,
Bernardo Ribeiro da Can ha e Antonio Carneiro da
Rocha.
(.iisrda nacionalO Jornal do Commer-
ci da cor.e de 29 do paesado d a seguinte no-
ticia:
Consta-nos que foi dividido o commaodo superior
da guarda nacional das comarcas de Ohnda e de
Iguaras, na provincia de Pernambuco, e que fo-
ram Borneados os respectivos commandantes.j
Foi reformado no mesmo posto o coronel
eommandante das ditas comarcas Manoel do Naa-
cimeato Vieirn da Cunba. \
Amasen Steam rVavIgatlou A altera-
co feita nos estatutos da Amazon team Naviga-
tion Company Limited, e appravais pelo decreiu n.
9.971 de 20 do paasado, houve por fim redosir o
capital de 1.000.000, dividido em 50.000 accoes
de 120, para S, 625.000, dividido em 50.000 accoes
de 12.10.0.
Das reteridaa accoes do novo type fiearamemit
tidss e pendentes 40.419, representando o capital
realisado de 505.237,10 0, e sendo cancellado o
excedente tambem realieado e que se reconhecea
perdido oa nao representado por activo til. Para
eate effeito houve-se como aatisfeita a differonca
entre o antigo e o actual valor das sobreditas ac-
coes.
Subsiitem todas as clsnsnlaa e obrigacoes da
companhia para com o governo imperial.
Proiongamenlo da estrada de Ba-
turitDo ministerio da fasenda soliciton o da
agricultura, par aviso de hontem, a ezpedica da
ordem necessaria para que s competente thesoq-'
rsria do Cear seja habilitada com o crdito de
400:0004, destinado a desperas do prolongamento
da ferro-via de Baturt.
Beceita dos telegraptaos-Por trans
misso de telegrammas particulares arrecadaram
aa estacoes telegtapbicas do Imperio, no mes de
Abril, a qnantla de 66:4454820, importando em
30:3634900 o transito de telegrammas offieiaes.
MiniaterloPor decreto de 27 do paaaado
foram exonerados : do cargo de ministro e secre-
tario de estado dos negocios estrangeiros o cont
Iheiro Antonio da Silva Prado, e do de ministro e
secretario de estado dos negocios da agricultura,
commercio e obras publicas o conselheiro Rodrigo
Augusto da Silva.
Por decretos da mesma data foram nomeados :
para o primeiro d'aquetles cji o conselheiro Ro-
drigo Angosto da Silva e para o segundo o conse-
lheiro Antonio da Sirva Prado.
VaporesProcedente do norte chegoo hon-
tem o paquete nacional Pernambuco e do ni o
paquete americano Finance.
Este seguio hontem para oa Estados Unidos e
aquella aahir hoje i tarde para o sal.
taiietneea da seeledade Ilitera-
ria Joacal vea Mas Esta bibliothees a
oargo do socio Fonaeca Jnior e franqueada aos
Srs. socios, desdo o dia 8 de Junho aeha-ae aber-
ta todos os diaa atis das 4 as 6 horas da tarde,
na sede da sociedad* na de Marcilio Diaa n. 3
2* andar.
Dorante o mea de Junho foi ella visitada por 4
bocios que consultaran! 4 obras Iliterarias em 5
valoros.
Foram offerecidas n'aquelle mes as segaintes
obras :
Pelo socio Tito de Mondonga :
Motta Coqueiro ou a pena de mor te, 1 volunte.
A liba de Fernando de Noronba, 1 volme.
Eclcticas. Poesas de Mariano A., 1 volme.
Historia de Andr Dun. Traducco, 1 volame.
Cantos Tropicaes. Versos por Honorio M., 1
volume.
Pontos de algebra por Gil Moreira, 1 volume
Engonaoa centraes. Relatorio, 1 volume.
Pelo sacio Edmundo de Mendonoa :
Novo methodo para o ensino da lingua francesa,
1 volume.
Novo methodo de leitara e traducco inglesa
por Jacob Benaabat, 1 volnme.
Pelo socio Fonseca Jnior :
Cathecisino Brasileiro por Crnaco Santos, 1
volume.
Historia de Sima d Nantna por Jussien, 1
volame.
Diccionario fraocez nortugues e pirtuguez-fran
ees por Constancio, 2 tomoa n'um volme.
Pelo socio Ananias Celestino :
Caramnr. Poema pica por Frei Jos de Santo
Rita Daro, l volame.
Discurso do Dr. Manoel Portella, 1 folheto.
Pelo socio Paulo Fragoso :
Tacitus. Vita Agrcola, 1 volame.
Tragos de critica por Luiz Simoes, 1 volame.
Novo methodo de grammatica latina pelo padre
Antonio Pereira, 1 volme.
Pelo socio ptato Carajaro :
Virgirfi Marcis- Opera, 3 volamos.
Qaincti Hirucii Flaca, 2 volumes.
Poilosophia fundamental por D. Jayme Salmee,
4 volnmes.
A coroa e o tmulo por J. Monteiro, 1 folheto.
Candidatura de Joaquim Nabuco por Caesiano
Lapes, 1 volnme.
Pelo socio Ephrem Embiraae :
Manuel du Droit Public por M. Dupin, 1 vo-
lame.
La tala el Rene par el Visconde de Chateau-
briand, 1 volame.
Estii sur i'homtn-: par Eiu-ird Allets, 2 volu -
m a.
Pelo socio Joo Paulo :
Hiatoire de Charles XII, 1 volume.
era de Ceyriac par Lucia Ages, 1 volume.
Paradiee Loat by John Milton, 1 volme.
Pba Iri Fabularum, 1 volame.
Fablaa de La Fontaine, 1 volame.
Leudas e supersticSes do norte do Brasil pelo
bacharel Joo Freitas, 1 volume.
Premiers Elementa des Sciences Uruelts par M.
Gastn, 3 volumes.
Traducco portuguesa do Paraso Perdido de
Miltoi, l voluaie.
Pela soeio Araojo Filho :
Moraico potico. Callecoio de poesas, 1 vo-
lum '.
Pelo eocio Francisco de Mello :
Euvres completes de Montesqoiea, 2 volnmes.
Discursos do Dr. Joaqaim Nabuco, 2 folhetoB.
Discurso do Dr. Manoel Portella, 1 folheto.
Pele socio Barbosa dos Res :
Philoaopbie du Droit, par W. Relime, 1 volame.
Collecco de leis provinciaes sanecionadas e
publicadas no anno de 1879.
Eziste. na bibiiotheca 82 obras em 92 volumes.
SuicidioHontem, por volta de duas horas
da madrugada e na estrada do Maduro, auicidou-
se caloreindo-se com urna corda Jeaaina Lopes de
Oliveira, brasileiro, branco, casado e de 40 annoa
de idade.
Das diligencias a que proceder o respectivo
aublelegado veiificau-je que o infeliz dava-s-: ao
vicio da embriagues.
Vi mdicos da polica que vistoriaram o cadver
declararam que a causa da morte, fdra devida a
aspbyzia par estrangulameata.
PassamentoFallecen ante-hontem na ci-
dade de Olinda, onde resida, de urna leso car-
diaca, o artista Manoel Reneeio da Silva, na idade
de 42 annos.
Paz sua alma.
Tbesouraria de Fasenda Te/mina
hoje nesta repartica o praso de tres diaa que foi
marcado aos negociantes, que contractaram o for-
necimento dn gneros e artigos necesearioe ao
presidio de Faraaado de Noronba, dnrante o 2-
semestro do corrate anno, para irem assignar, na
ue-ecao do Contencioso da mesma reparlioo, os
termos dos respectivo i contractos, que foram ap-
provados pela presidencia da provincia.
O Barao de Penedo e a sua misso
a BomaFomos bontem obsequiados com a
offerta de nm exemplar do livro, sab o titulo ci-
ma, qae acaba de publicar ao Rio de Janeiro o
Ezm. e Revm. Sr. D. Antonio de Macedo Costa,
bispo do Para.
E' ama reapaata completa ao opsculo O bispo
do Para e'a sua misso a oma, publicada pelo
Sr. Baro do Penedo, nosaa ministro em Londres.
Ha expostos venda na Livraria Industrial do
Sr. M. J. G Victoria n. 7, alguna ezemplares da obra de que
boje damos noticia e cuja leitura interessante.
O Testamento Vermelho Ueste bel-
lieeimo romance, que estamos a. publicar em fo-
Ihetins e que tem agradado bastante, acabamos
de receber da livraria Quintas, ra 1 de Mar -
go n. 4, o 1 fasciculo, dado los em Lisboa pela
casa editora David Corazzi.
Comparse ha este romance de cinco ou seis vo-
lumes e ser alustrado com 15 chromo-lithogra-
pbias aquarelladas pela Sr. Manoel de Macedo. A
traducco do Sr. A. M. Caaha e S.
Na aupracitada livraria Quintas recebem-se as-
signaturaa.
Entradas de algodao e assncar
Vieram por mar e trra para o mercado do Recife
no mez de Junho :
Algodao
De 1888
> 1887
. 1886
. 1885
* 1884
Attvcar
De 1888
1887
. 1886
1885
Insprensa Da corte recebemos hontem as
seguintes publicacoes:
Revista do Observatorio, n. 6 do 3 anno, pn-
blicnciio menfaldo Imperial Observatorio do Rio
de Janeiro.
A Estagao, jornal de modaa parisienses da casa
H. Lampearte & C, n. 12 e que est no seu 17
anno de existencia. Tras alm de muitas grava-
ras um figurino colorido e urna estampa de mol-
des e bordados.
Sercseo de carldade O pessoal dos en-
fermos e educandos existente nos diversos eatabele-
cimentos cargo da Santa Casa de Misericordia
do Recife, no mes de Junho findo, foi o seguinte :
Hospital Pedro II 557
Dito dos Lasarse 34
Dito de Santa gueda 4
Asylo de Mendicidade 183
Hospicio de Alienados 228
Collegio das orphs 200
Casa dos Expostos :
Em creaco 132) ,
Em educago 203) ao
Al rasade
da Alfandega
anno de 1887.
sr
________
Pernambuco, durante o mes de Junho de 1888, compara isas Igual SSM do
dmominaqIo das aovonus
Importagao
Direitos de consumo .
%
1888
Addiccionaes de 50
Augmento de 60 %
Expediente de 5%.
Armazenagem .....
Capatazia.......
Imposto de 40 /. sobre fumo.
Despachos martimos
Imposto de pharoes. .
Dito de deas.....
JSeporaciSo
Direitos de 9o/0.
dem de 7 e/0. .
Idemde5*/0. .
Interior
Sello por verbas.....
Dito adhesivo ... .
Imposto de transmiaso de 5 /0
Extraordinaria
Multas.......
Fundo de emancipaco. .

Depsitos
Depsitos de diversas origens.
Contribuico de caridade .
Somma.
831:2264541
1234600
244720
18:9684281
11:704376
2:4284323
2544960
3:1404000
6164800
1:6614131
542501
17:8984992
1887
397:9094623
198:9044780
39:7804949
1:4394460
7:7014645
2:4134828
694600
1:9404000
7064540
nwausss*
4:2354503
*
49:4374848
9914907
42:7634246
1:1464057
2:0534741
935:0244515
74760
4
1104750
4684571
32:5714996
1:7394480
1:9364554
741:3744777
Para mait
433:3164918
4
4
17:5284881
4:0014231
144495
1854360
1:2004000
4
4
64250
4
4
4
4
5234426
10:1914250
4
1174187
Parai
*
198:7014180
467:0834948
4
4
4
*
88*74
2:5744372
4
31:5384868
7476
4
924750
4
4
5834373
4

273:4344310
RECAPITLAgO
DESOMINAC/Io DAS BEODAS Importacao....... Despachos martimos .... Interior........ 846:7 94301 3:756*800 19:5654373 18*000 43:7554 43 3:1994798 648:2194825 2:6464540 53:6734351 1184510, 33.-0404567 3:6754984 216:5094476 1:1104260 4 4 10:7144676 4 =-----B_------s-t -.T.-a 4 4 34:1074978 1004510 4 4764186
935:0244515 741:3744777 228:3344412 31:6844674
2a seeco da Alfandega de Pernambuco, 2 de Julho de 1888.O chefe, Cicero B. de Mello
O eacriptnrario, Odilon Coelho daSilva.
16.289 saccas.
15.908 >
4.303 >
4.090
4.419
37.448 saceos.
48.895 >
13.476 *
18.478
14.461
Total 1.543
Club Dramtico Familiar Esta so-
ciedade, procedendo a eieico da nova directora,
qae deve regel-a no aemeatre de Jnlho a De sem-
br do conente anno, deu o resultado segainte :
DirectorAugusto Wanderley.
Vice-directorAntonio M. Veras.
1' secretarioJos C. F. Medeiros.
2 ditoTbeodomiro de Asevedo-
OraderDr. Alfonso Olindense (reeleito).
AdjuntoBodolpho Lima (reeleito).
TheeoureiroJos Castor (reeleito).
Commisso d* tontat .
Theobaldo Saldanha (relator), Adolpho Caval-
cante (reeleito), Eutichio Medeiros.
Corpo cerneo
DirectorJoaquim Magalhes.
SecretarioTheobaldo Saldanha.
Quartafelra, 11 do eorrente, a 7 horas da noi-
te, tara lugar na ade social a poste da nova di-
rectora.
Arsenal de AaerraE' n je o ultimo dia
em que as cosiureiras deste Arsenal, possuidoris
das guias de os. 1 a 50, devem ir procurar, na
aeceo competente, coaturas, que esto senio dis-
tribuidas.
Auxilios a laiuura coi no dia 28 do
paseado mesa da cmara das deputados, nao
sendo lido em raao da hora, o seguate parecer :
1888N. 42.A commisso especial, encar-
road a de examinar a praposta do poder executi-
vo sobre auxilios lavoura, apressa-se em emittir
seu parecer, conforme pede a urgencia das provi
denciaa a adoptar. ,
A commisso louva e applaude a solicitude do
poder ezeeutiva em acudir cam as medidas que o
contm em sua proposta as necessidades geralmen-
te reconhecidas, com que desde Ingo lempo luta a
lavoura do paiz, e que cada ves ruaij ee tem ag-
gravado at recente extineco do elemento de
trabalho, que representava ao mesmo tempo pa-
pel de capital no pbenomeno da prodaeco na
zonal.
As medidas propoatas pelo governo teem o
mrito inconteetavtl de nao conterem innovaedes
na legislago do paiz, antes de consagraren! pro-
videncias j adoptadas, como foseem a da lei de 6
de Novembro de 1875, que autorisou a garanta de
jaros de letras hypotbecarias eraittidas por am
banco de crdito real, que operasse sobre capitaes
levanta los as pracas da Europa, e as da lei de
24 de Setembro de 1864, que laucou as bases do
crdito real e prescreveu as regras para a for-
mafo de bancos que sobre elles tivessem de ope-
rar.
Se j en tao orgiam aa necessidades da lavon-
ra, que aconselbavam a adopcao de taes providen-
cias, por maioria de raso as medidas anlogas
propostas pelo governo imp5;m-se hoje que aquel-
la quaei ezclusiva industria do paiz lata com dif-
ficuldades aggravadas pela necessidade de trans-
formago do trabalho.
A proposta tende a desenvolver o crdito real,
dando ezpanso letra hypothecaria, qae a garau-
tia do Estado noe termes e com os recursos pro-
postos nao poder deixar de elevar ao sufficiente
grao de crdito oa confian}* publica.
A mesma propoeta nao deixa de consagrar as
cautelas destinadas a resguardar a responsabih-
dade do Estado, empeobada na garantia das letras
bypatheearias.
Assim que, a questo imprtante que a com-
misso teve de considerar foi antes o principio
dessa garantia, que o governo teve o patriotismo
de iniciar na sua proposta.
Com excepeo do voto de um de eeus mem-
bros, conselheiro Lourenco de Albuquerquo, qae
se assigaa veocido, a commisso nao hesiton em
opinar que se empenbe o creaito da naco em as-
sumpto que intereesa a salvaco da mesma naco.
A commisso julga dever prescindir de dar
maior desenvolvimento a eate seu parecer, em vis-
ta de expoeico de motivos que procede propos-
ta do poder executivo. Na discuseo, porm, nao
se eximir da obngaco que lbe corre de sustentar
aa diversas disposicOes da propoata com as emen-
das que o debate soggerir.
Em concluso, a commisso de parecer que
a proposta entre em discnsso e se adopte o se-
guinte projecto de lei: (Repete a proposta).
< Sala das commiseoes, 27 de Junho de 1888.
Andrade Pigueira.Uodrigues Alvei.Qvahy.
Soares.Lourenco de Albuqueraue, vencido.
Lelldes Eflectuar-se-hao :..-
Hoje:
Pelo agente Martina, s 11 horas, roa de Pe-
dro Affonao n. 34, da armaco, gneros e mais
peitences da taverna ah sita.
Pelo agente Gosmio, s 11 horas, ra do Mar-
ques de Olinda n. 48, deam sobrade.
Pelo agente Stepple, s 10 1/2 horas, na cida-
de de Olinda, de livroa importantes.
Pelo agente Pinto, a 11 horas, ra do Mr-
quez de Olinda, n. 52, de faaendas a variadas.
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, rus Mar-
ques de Olinda n. 48, de rolhoes e leite conden-
sado.
Pelo agente Britto, a 11 horas, de vinhos,
Amanh:
Pelo agente Martina, s 11 horas, ra do Im-
perador n. 16, de um predio, um terreno e mada-
polSes avariados.
jlssas fnebresSero celebraras :
Hoje:
A's 7 1/2 horas, na matriz da Boa-Vista, pela
alma de D. Carmelia Carolina de Souza Tsvares.
A's 6 horas, no convento do Carao, pela alma
de Joe Caetano Farges.
Amanh:
A's 7 horas, na eapella do Cemiterio, pela alma
do padre Drogo de Barros Araojo.
Segunda-feira :
A's 8 horas, na matriz do Corpo Santo, pela al-
ma de D. Asna Soares.
PassacelrosChegidos do norte no vapor
brasileiro Pernambuco :
Antonio Francisca de Sonsa, Domingos Jos Ri-
beiro. Martiniano Vicente Ferreira, Leonel Hage-
nares, Carloa 8eaaale, Maria Ante. Romo Gon-
oalvee Moreira, Elias de Soasa Martina, tenente-
coronel Feliciano Caliope M. de Mello, Joo Jes
Soares, Delfina Maria da Conceico, Pedro Ma
noel Mendes, Eloy da Silva Reg, Baldoino Ro-
gerio doa Santos, Isabel Maria da Conceigo, Pao-
taleo 8alnstisno Pinheiro, Manoel Joagniui, Te-
rencio Gabriel, Genoveva Mara da Coneeioio,
soldado Raymqodo Rufino, Dr. Carloa Adour, Ma-
ra A. Hoims, Franciaca M., Adolpho Eugenio
Soares, Francisco Xavier Monteiro, Paulo, Dr.
Lauro Soares de Pinso, Francisco, Feiippe Holms,
Deodato Pereira Borgos, Fraaeisco da Silva Oli-
veira, Francisco Altin, Maris E. do Rogo Barros,
Afra do Rogo Barros, Fraaciw do Ram Brrosi
Vicente Caceiroli, Anglica Croa, Jos Dabreo
Felinto e Amaro.
Chegadoa dosnl no vi.por americsao Fiaanee:
Baro do Aracagy e 1 criado. A- O. Atbiadta,
Francisco C. de Aeeie e Angosto Al ve a PorteUa
Filho.
eunides soclaesHaver doatiago so
seguintes :
Do Instituto Litterario Olindense, a 11 horas
da manb, na sede ;oc;al, em aseembl* geral,
para proceder-se eieico.
Do Monte-Po dos Typographos de Prrrsaaha
co, s 11 horas do da, na sed social, em sssssjo
ordinaria,
Operaco clrurglcaFoi pratiesda so
boipital Pedro II, no dia 5 do eorrente, a se-
guinte :
Pelo Dr. Puntual:
Extirpseo de epiteliomaa do ngulo ataras as
olbo direito e outro no braco eequrrdo. /
Directora das obras ae conserv-
roslo dos por tos de Per nam bacaRe-
cife 4 de Julho de 1888.
Boletim meteorolgica
Horas tu Barmetro a O do vapor 1
6 m. 20-9 766*4fJs 17,21 93
9 239 765*i73 19,35 87
19 258 765-29 18,11 78
3 t. 26a-0 761-80 18,11 78
6 25-l 76486 18,12 88
r
Temperatura mxima26a,50.
Dita mnima20*,75.
Evaporaco em 24 heraa so sol: 3,3 ; A soaa-
bra: lm,4
Chuva2,0.
Direcco do vento : SSE de meia noite at 2
horas e 30 minutos da manb; SE e ESE varis-
veis at 3 horas ; SSE at 9 horas e 20 nietas;
SE com interrnpces de ESE at 10 e 8 i
da tarde ; variavtl de SSE i E at <
Velocidade media do vento: 3,37 per i
Nebnlosidade media: 0,53.
Boletim do porto
Dia
4 de
5 d
Julho
Julho
Horas
1-35
750
230
8-19
da tarde
>
dai
a
Altara
8,-18
0,-86
ty-08
sanio st 4
7 Irs
Hospital Pedro II O'.movaento do dia
4 de Jnlho, deste eatabelecim ente, foi o segara-
te:
Entraram SI
Sabiram
Fallecern) 2
Existem 666
Foram visitadas aa respectivas enferraariae fa-
los Ora.:'
Ferreira Velloso s 10, Cysneiro s 10, Jnr-
ros Sobrinho s 8 1|4, Pontnal s 8 3|4,
vo Cavalcante s 10 1|2.
Cirurgio dentista ama Pompilio, s 8
ras.
Pharmaceutico entrn s 8 1(8 e
horas.
.Ajudante do pharmaceutico entras s
sahio s 2 horas.
Eioterla do rae-ParAEis os
da 3a serie da 19a lotera do Grao-Para,
em 4 de Jnlho de 1888 :
6017 60*00*000
625 6:000*000
7213 3:000*000
2954 1:300*000
1315 1:200*000
Approximaeoes
6016 600*000
6018 600*000
624 300*000
626 300*000
7212 180*000
7214 180*000
Esto premiados com 600*000 os segantes
moros:
1610 1748 8667 3296
Esto premiados com 300*000
meros :
80 1224 8638 7650 7815
Esto premiados com 120*000 os
meros:
6011 6012 6013 6014 6016
6018 6019 6020
Esto premiados com 60*000 os
meros :
621 622 623 624 698
628 629 630
Esto premiados com 80*000
meros:
7211 7212 7214 7215 7216
7218 7219 7220
terminados em 17 esto ara-
_
6016
627
7217
Todos os nmeros
miados com 60*000.
Todos os nmeros terminados esa 26
miados com 60*000. .
Todos os numeres terminados ssa 13
miados com 30*000.
Todos oa nmeros terminados esa 7
miados com 30*000, excepto os



I
ata
y
,, Todoa 01 naaaernt termiuadoi am 5 estao pre-
miados aom 30/000, exc- pto oa terminado* em.25.
A saguiate lotera orre no di 9 de Jalho ora
o plano da 60:000/000.
Lotera da VictoriaAoham-se i venda
o* bilbetea da acrediuda lotera daoidade da Vio
tona, da provincia de Espirito-Santo, cojo plano
batiente animador, conforma ae v do annuncio
eaoatra seclo deete Diario. .
batera ala rar-A 4 parte da 19 lote-
a, pelo novo plano, oajo premio grande de....
60:003*000, ser extrshida, seganda-feirs, 9 de
Man.
Casa ale DeteaeoMovimento dos prr-
aoe da Caaa de Detencio do Becife no dia a de
Jalho de 1888:
Exisaui 307 ; entraram 13 ; aahiram 8 ; exis-
ten 81.
A saber:
Nacionaee 293 ; mulberea 10 ; :strangeiros 9 ;
Total312.
' Arracoadoa 270.
Baa 257.
Ooentea 13.
Foram viiitadoi os presos pobres datte eatabe-
lecimento pelo sea respectivo advogado.
Ceanilerlo PublicoObituario do dia 4
de'Jnlho:
Clara Maria da Coueeicao, Pernambuco, 60 an-
enos, viova, Recifa ; gastro entente.
Manoel do Rosario de Britto, Pernambuco, 60
annos, vinvo, Santo Antonio; scyrrboae heptica.
Manoel, Pernambuco, 4 anooi, Boa-Vista ; aa-
racapo.
Maria, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista; ente-
rite.
Paulina Roa Francisca, Pernambuco, 17 so-
nos, solteirs, Boa Vista; tubrculos pulmonares.
Manoel Francisca Barbosa, Pernambuco, 33 an
nos, selteiro, B a-Vista ; bronebite.
Lourenea, Pernambuco, 1 anno, Santo Antonio ;
fraquesa congenits.
Manoel Vicente de Paula Ramos, Pernambuea,
19 annos, solteiro. Boa Vista ; tubrculos palmo -
nares.
Antonio, Pernambaeo, 2 1/2 anuos, Boa-Vista ;
febre typhica.
Joaqaim CardoBO Ayres, Pernambaeo, 71 annosj
casado, Recife; arterio-scyrrbosa.
Damasceno, Pernambaeo, Balm.
Maria Cristalina da Almsida, Pernambaeo, 33
sanos, casada, Santo Antonio; iaauffieien?ia ar-
tica.
Que o Sr. Botelho procarou no Catholico
a proposito da sua referida pablioaoao nlo
roysterio em Olinda.
lato posto, vejamos ao que reduz se esta
Iprova monumental coro que o Sr. Botelbo
veio anxliar o seu socio gerente.
Comeos S. S. mostrando a neoessidade
de varrer a sua testada; entretanto, ja
boje a conaoiencia deve diaer lbe, que dei-
xoua no mesmo estado.
Pretenden provar o Sr. Botelbo :
Que jamis diffamou sua namorada ; ^
Que amou-a com o fim de casar-se ;
Que nlo offendea-a em sea pudor e
honra ; S
Qae o deflorador foi o conego Lua ;
Que a dita sua namorada, O. Maria
Amelia, foi tirada de casa de sua mai, a 4
de Satembro do anno prxima paseado,
pelo conego Lua para sua oasa, onde es-
tove at flus de Janeiro do corrente anno ;
e, oomo irrecuaaveis documentos, juntou
quatro cartas, firmados por dous tios e urna
prima de D. Maria Amelia, e urna da pra>-
pria D. Amelia I
Tees cartas, porm, nem sis urna novi-
dade, nem prevam nada ; nlo alo novida-
de, porque, referindo-se os trea suspeitos
informantes ao dito de D. Maria Amelia,
nSo fazam mais do que repetir o qaa todo
mundo j sabe, isto que a mesua O.
Maria attribuio ao bou prente o un qne
outro lbe fez ; nlo provam nada, por sao
mesmo que nlo trazem um testemanho
novo, firmado com conhecimento proprio,
os sigia-
PDILlfilCtH 4 PEDIDO
Novan crime
(DEFE3A)
VI
"iSe apprsuve a Deus, em ssus imprea-
orutive8 desigooa, que o canegj Luis Fran-
cisco de Araujo, na declinar de su i exis-
tencia fasse victima da mi infame e tene-
brosa uriiiitra, na resta a su Rvm. sanio
resigaar se, proanraoio entretanto des;n ia-
carar aos sacia rausorosos detraotores.
O artig> te boj) era destinado narra-
dlo dos faotos qaa si pranie.n ao casatnin-
to de O. Maria Amalia, urna vez qaa, tea-
do nos feito un appilla da banra ao Ct-
tholici para qaa ratarisae esaas futen, 3.
Rvma. esquivan, se a ess9 daver, e atirou
sobra sua victima acansaientes iastruneri-
tos dos saus plan >s inoonfa3savais.
Mas, tanda o Diario de hontem publi-
cado urna ridicula baboseira do Sr. capilla
Manoal Joaqaim Botalho, qua o masmo
vitiV) a qia.n ta an tantas vazis alluliio,
o hsre qaa assaaiou-sa aa Catholico, des-
paitaio porqia o conaga Liiz obatau qua
ella rjsassa com O. Mtria Andia, somas
obrigados a aduar para an.n'ia aquella
arracla, emquanto mastranos qua a nova
dentada nlo fsre, vista que 03 taes impor-
tantes doounantos ala mantirosas e nada
adiantam para a eluoidaolo do faato que
se disoute.
SJAutas qua passemas a analyaa de cada
urna das importantes peca* do Sr. Botelbo,
cumpre obaarvar, qae nlo foi S. S e si n
o autor das artigas contra o oonego Ljiz,
quem eaoravou o seu artiga e as cartas e
respostas que o rneBmo Sr. Batelho fez
publicar, naturalmente anda par ooota do
Catholico, o qae prora o oonluio e a re
ciprooidade entre as duas entidadesBote-
lbo & Catholico.
qua alunde tivessem adquir io
tarios das cartas.
O Catholico errou na apreaiaclo do ef-
fe to que de va produzir essa sea invento-
Sendo, como slo, todas as cartas, excep,
to a da propria moca, de paratas d'ella-
olo se vg que slo os seua signatarios sas-
peitos, pas que elles, identidaados con o
Catholico, nlo a isso, parm muto mais
viriam afBrmar, talvez mesmo sob jura-
mento ?
Pois nlo sabido em Olinda, qua o Ca
tholico p61-as ao sau servijo, para o fim
que alvejou, qual o da complot ruina do
ex-araigo e ex-canfi lente ?
Nlo exacto, tanto como qua o Catholico
existe, qua esses parantes de D. Maria
Amelia, aoeitanio sam m >U exame os boa-
tos contra o conego Laiz, blatararam can
tra elle, ambara nunca dantes se impor-
tassem com a sua parenta, salvo o primo,
que tambem pretandeu casar com ella, e
o por sso causou ciumes ao Sr. Botelho ?
Maraliseraos, piren, as cartas do Sr.
Batelho por um outro lado.
Nega o_Sr. Batelho qua tivesse render-
vous cam a sua namorada debaixo da man
guaira; nega, mas na pro va o contrario
da nossa nffirmaclo nesse sentido; e en-
tretanto, na duvidamos qua tire o malhar
partido, urna vez que D. Maria Amelia
alo se presta sanio a firmar as suaa e nlo
as nossas proposites.
Assm, p>r:n, nlo su ceder em rea-
{lo ao ponto en que o Sr. Bttelho nega
qua enlregassa c reebas36 cartas de D.
Mara Amelia pala cerja do quintal ; nlo
s parqua a tia de D Maria Amelia nlo
nos deixar mentir, como porque o proprio
serlo expostos na typographia, para que
os oUndanses rooonhecata a letra.
E' certo, e niagoem nelhor que D. Ma-
na Amelia aabe, qae o Sr. Botelho a diffa-
mura, quando, desapuntado pela certesa
de que nlo casara com ella, exprimia-se
a seu respeito por modo, que dava a per
oeber o desastre daquslla infelii moga.
Hoja D. Maria, cajas tfflicgSes somos
o primeiro a respeitar, emquanto o Catho-
lico procur > augmental-as, tado negar;
mas ella dsse perante o Sr. conego Gra-
ciano, que o Sr. Botelho espalda va a sen
respeito taes e taes esusas.
Nlo serio o item da oarta do Sr. Bo-
telho, em qae S. S. pergunta, sa a sua
intenclo, namorando com O. Maria Ame-
lia, era casar-se com ella.
Primeiramente nunca ihe contestamos
essa intenclo ; depos, quem j vio tirar
attestado de intensas ?
Qae o Sr. Botelbo perguntasse por f*c-
tos reveladores de. auas intensas, admitte-
se ; porm, indagar at do seu ex rival (o
primo de O. Maria Amalia) quaes eram as
suaa iotencoVs, nlo urna oousa sera, Sr.
Botelho.
Nesse ponto, anda qaa muto parspicaa,
o Catholico dormtou.
Basa tom de B'garanca cota que S. S.
pergunta qaam f.i c offansor de D. Ma-
ra Amelia qae o caraaterisa.
A' boje a qaestlo, a grande qaestlo,
eaber qaem foi o autor do d flar.a-nento.
O Sr. Batelho lem vista con que dam-
nado esforgo o Catholico pro jura, em loa
guissimos artigas, atirar a autora do fas
to ao con'go "Laz ; ^entretanto," S. S-,
com ingenudada admiravel, pergunta por
essa autora, como se as passoas a quem se
dirig'ta tivessem a verdade liquidada n'algi-
baira.
N"asa casa, Sr. Batelho, S. S. devia
ter feito esa t pargunta a mil pessaas, par
que aa respostas palian ser as mesmas,
salvo talvez, a radauclo; e o grande nume-
ro mais fcilmente confua liria aas simplo
rios .
Parque, oon effiita, o qaa dzam os res-
pondentes ?
Qua o autar do ficto o conego Luiz
segundo disse D. Maria Amelia
Ora, qua O Mara Amelia, dissara (a
desd8sera) esa a falsidade, tolos os laitoras
do Diario o sabom. L>g>, Sr. Batelho, 8.
S. nesse paato, nlo trauxe nenbuma luz
para a qusstlo : p -r lea o sea tampo e o
san latm
Ag)ra, o quiqaalqiar outra pass i di-
ra, sa filUsa; aom a pr;oisa imparaialida-
nOMEBlin
Balaa oom neroli*!
{j aranosa okfcis.hs da josta dos cor-
SBCTOSB3
Reate, 5 de Julho de 1888
AccSes da companhia do Beberibe, da valor de
lOOf a 1601003 cada ama.
Lettras hypotheaarias a 95/1500 cada ama.
Cambio sobre o forto, 90 d|v. 108 0/0 de premio,
particular.
Cambio sobre Londres, 90 d(V. 25 1[1 d. por lf.
do banca
Ma hora da bolsa
Vendcram-se :
30 accoes da Companhia da Beberibe.
10 ditaa dem dem.
12 ditas idem dem.
20 letras hypothecarias.
10 ditas idem.
7 ditas idem.
7 ditas idem.
10 ditas idem.
48 ditas idem.
90dtssidem.
j residtnte,
Angosto Pinta de Lemot.
O aeoretario,
Pvtdra Jos Pinto.
lavinaeato baoari*
aiva, 5 o> julho na 1838
PRAQA DO RECIFE
Os bancos abriram a 25 1/8 e 4 1 hora da tarde
elevaram a taza a 25 1/4, appareceram poneos ti-
madores.
Em -papel particular constoa. transaccoss a 25
3/8.
O marcado fechou firme.
PRagA i RIU DE JANEIRO
Papel banesrio, 25 1/4.
As tabellas expostas aqoi foram estas :
Oo Loaooa Bass :
Sr. Botelho noa fornece a raelbor pro va,
es ara ven lo o s?guinto post scriptum no
enveloppe de urna de suaa carimbas sua
namorada :
f Oeram ogora para nos espreitar. As-
sm qaando f>r poasivel V. me dar as
cartas na cerca, porque dou a resposta.
Esta carta, cuja integra publicarecos
depois, (bam como a de outraa) cont n
mais no envelopa os seguales dizares :
Ftlha do Maroolino com o Manoel, coin-
cidencia. > Offsre^o Iba ata cravo, do
noivo que ef;ctuou o casamento hoja na
matriz. <0 mesmo.
Essa carta e o seu curioso envelope, lo-
go qae sejam transcriptos nesta Diario,
'3capou dos boatos ; e
CatacSa de alinear
in 6 db ju'fciio db 1883
4 Auociago CommercxaL Ayrico.a, registrju o
pr o ja *baiio, pagos ao agricultor^ por 15 kilos :
Irsnco 3.' superior
3.a boa .
< 3.* regalar
lmanos .
tfasesvado pnrgado
c brota.
Ltame .
21200
21000
i 1600
11500
U10J
110J
*800
2140J
21200
119O0
11600
11500
11200
11000
NoraNao ba ectacio para os assucares baizos
a hmidos.
NSo tem apparecido no mercado os assucares
de turbina.
Coiacito de i
U 5 DI JULHO
NSo constoa venias.
A cotsoSo do de Ia serte
(nominal X *em vendedores.
ilgodtlo
db 1888
do sertio 6^300
e algodtlo
uondres .
Pars. .
Italia. .
oamborgo.
Portugal
ew-York
SO djv vii'a
251/4
376
467
210
379
379
47(i
21-1
2J000
To IsmaHAOioiLax:
ondres .......
Pfcris........
Italia........
Sasabnrgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes oidadea de Portu-
gal........
iew-York......
90 Un vista
' 25 1/4 'b
376

467
210
379
379
470
212
217
21OC0
^solish Baaut:
-adres.......
Paria.......
Italia........
3aa.bargo.....
isboa e Porto .....
-Tincipaei eidades de Porta-
^5:.......
iba dos Acores ....
loa da Madeira ....
:ew .
ao dio <
251/4
376
467
ilO
vista
25
379
379
470
212
217
220
217
24000
Hatradaa de assuear
EEZ DE JtNHiJ
A8SUCAB
Entradas
.Ssrcncas.....
Animaea.....
Via -frrea de Garuar.
Via-ferrea de S. Franciseo
Via-errea do Limoeiro .
Soiama 37.448
Em igual mez de 1887.....48.8',-
de, que S. S. nao
postas as cousas em stus devidos termos,
cessando ama tal ou j ni preveng&o, que o
CafUolico conseguio levantar contra sua vis-
tima, S. ora mais passivel da susp-ita
do qua o conega Luiz.
Per mas S. S.j namorado apiatonadissino, co-
mo suas cartas pravrtm, anda mogo, tendo
suas facilidedes, era mais para smpeitar
que tivesse dada un passo em falso, do
qua na sacerdote de quem jamis se f.llou,
o g;r Imente respeitado pelo seu rigoroso
prooeder.
Aon !e, par u,o Sr. Batelho e o Cat-
lico m is somma da perveraidade rvela-
ram f i no ultimo dos qassitos de suis car-
tas : aqualle que se refere tirada de D.
Maria Amelia pelo conego, para sua casa
(delle )
Quem Ier esse tpico das cartas <1 > Sr.
Boielha. liar renlo, que o con'gi Luiz
rc.ptou D. Mari A neti, para tiua libidi-
nosos. Entretanto, oao a para esse im,
como para nenhum outro, o conego Lui
tirn de cava pira i, a inditosa moca.
E' certo que D. Maria Amelia este ve
;m casa di conego Luiz com a familia des-
te ; nlo de alambro a Janeiro (outra *al-
si't'i'), como diz o Sr. Botelho ; mas de
Setembro a Novembro, voltaado em Janei-
ro, por alguns dios.
Sabe, porm, o Sr. B.telho, ou o pu-
blioo, que afna! a quem nos dirigimos,
oomo e porque foi D. Maria para a oasa do
oooego Laia? A pedido da ml da mesma D.
Maria e do seu to, vigaro de Gamellera; e
depois de ter ponderado o oonego Laia, que
era melhor que a moca fesse para aquella
villa, visto que ella sabia de oasa justamen-
te para evitar a insistencia do Sr. Bote
lho, cuja namoro j se tornava escanda-
loso.
O vigario e a ml de D. Maria Amelia,
qae declaren, se foi, ou nlo, isso qne se
passoa.
Teremos tai vea oooksilo de obter respos
ta de um e de outro, par meio de cartas,
qae publicaremos.
Em todo caso o Catholico, qae verifique
se nos engaamos ou faltamos e verdada.
Entretanto, o Sr. Botelho e o sea socio
iam-se esgueirando com a sua falsidade de
eftato, como tem procedido em outros pon
tos da sua aecusaelo.
Responda-nos agora o Sr, Botelho, se a
sua baboseira tem nenLum valor contra o
conego, ou a favor de 8. S.
E, em quanto nao nos satisfaz, perguo
tamos-lhe :
E' ou nao verdade que 3. S. fez decla-
racSaa de vingancas contra o oanego Luiz,
porque embaracoa o sea casamento ?
E' ou nlo exacto, qae anda nos vesperas
do casamento de D. Mana Amelia com o
sobriuho do Sr. conego Grra'aiano, S. S
desejava casar com D. Maria Amelia 9
E' cu nlo axacto, que D. Maria Amelia
disse na veBpara do casamento, ao Sr. oa-
nego Grana.io, que S- S. (a Sr. Botelho)
tioha tanta iufliencia sobre ella, qua poda
fazer della oque quizesse ?
Eotlo, Sr. Batelho?!..
Pois sa)ba anda mais S. S., e saiba o
publico, para tirar su..s illaySas, que D.
Maria Amelia, depas do esa manto, d'cli-
rou, que, sa soubassa que sa dara o desa-
graiavel deafecho, tafia csalo com o viu-
vo, o ch'gou ap^rgaotar a a'guem, sa era
possivel desmanchar o oasameato, p ir^.
effectual-o com o mesmo vuvo !....
Eolio, Sr. Batelho ? I
Ao Cutholio pedimos que apreaie a re-
doslo da carta de D. Mara Amalia, em
respoata ao tr. Botelho.
Dd Catholico fez grande esoara da relacjla
da carta de D. Mara A nelia a o conego
Luiz,auhaodo, que essa mo-; nao aa lea
br.ria jamis de previnir no final, que o
conega poda fizar dx sua resposta o uso
Voltando, porim, a oarta de D. Maa
Amelia, de que ora nos ocupamos, cum-
pre desde logo previnir ao publico de qae
o tnysterio qae ella envolve nlo a ultima
palavra sobre a sorte da victima do Catho-
Meo.
Ao sea tempo, tado ser explieado.
Nlo temos liberdade para fazel-o des-
ee j.
O publico v notando, que anda nlo
faltamos aos nrssos compromssos.
Recife, 5 de Julho de 1888
Ootbo Catholico.
aovara crimen
VIII
Oas
1 30
1 30
1 i 30
1 30
1 30
'Saceos
7.563
309
1.554
27.94
80
Differonca para menos em 1883. 11.446
ALQODAO
Entradas Das Saccas
Barcacas......1 30 1.419
Vapores......1 30 3.197
Animaea .*.... 1 30 7 534
Via-ferree de Caruar 1 30 255
Via-ferrea de S. Francisco 1 30 1.882
Via-ferrea do Limoeiro. 1 i 30 1.92
Somma 16.289
Em igual mes de 1887.....15.903
Difirenos para mais em 1888 386
Vapor despachada
Vap. anst. Jtkaya, para :
Babia : 100 barricas com assuear braoeo e i
saceos com cera de carnauba.
Rio de Janeiro : 500 saccas com algodio, 1.550
Bascos com miibo, 125 pipas com agurdente e 80
saceos com cocos (fructa).
Santos : 2.651 saceos com assuear branco, 4.735
ditos com dito masca vado, 70 pipas e '.00 barris
de 5 cem agurdente.
Carreg. diversos.
Pauta da Alfaodega
* saxasu Da 2 a 7 db julho o 1888
Vide o D'.ario de 1 de Julho
.%av os a descarga
Barca ingieta Enchantert, carvao.
Baica fraucz i FeneUn, carvo.
Escuna allemi Johanna, x irqua.
Lugar nacional Loyo, xarque.
Lugar sueco Bi/rgji, fariaha de msndioca.
Patacho nacional Pelotense, xarque.
Patacho noragjjuense Cere>, xarque.
Patacho dlaamarqnea Thor, xarque.
Patacho nacional Social, xarque.
Patacho nacional Andalusa, xarqae.
Patacho inglex John T. Ires, fena e farello.
Patacho allemao Auna, xarque.
Patacho nacional Franaolin, farinba de mandioca.
Psihabote naciooal Pinto I, fariaha ie mandioca.
Patacho hollandes Atiene, xarqae.
Patauha nacional Positivo, x.i-qjs.
Patacho hespinbol Encarnacin, xarque.
Patacho ingles May, b.calbio.
Vapor inglex Chasiuarlh. Cirvio.
I ni por taca o
Logar nacional Ztqainhi, entrado da Figneira
esa 4 do corrente e consignado a Jos di Silva
Loyo & Filbo, mauf-atou :
Vinbo 144 pipas, 170/5 e 110/10 a Paiva Va-
lente & O., 109,125/5 e 60/10 a Soasa Basto Amo
rim C.,52, 50/5 e 20/10 a Praocisco Kibeiro Piato
utuimar^s ie C.
que bem lhe conviesse ; entretanto, temos
agora ama carta da mesma aeuhora, como
nlo riiigiria melhor um doutor, tanto pela
artograpbia, como pelo pnsanaento.
O qua diz a sao o Catholico ?
Provavelmente nlo dir uaia; porque
S. S. tem o grande valor de guardar
o maior silencio sobre o que tilo lhe con
vm.
Fzamos-lhe um appallo de honra p ira
que referisse os antecedente do casamcu
to de D. Mara, e S. S. ualou-ae 1
Pedimos ihe. quo explicasae coma pro-
mbveu e celebrou o casamento, apea r de
lho ter dito o Dr. P. S. que a moca nlo
estava em parfeito estada de pureza, e S.
S. Oblou-se !
Eatretanto, qualpuer desses pontos tem
a maior importancia.
O Catholico, que, com terrivel desab.i
ment, atira-se ao conego Luiz, iu-ulcan-
da3 riogador d torl e d 'gr6)*i nlo
devia consentir que pairasse a mais leve
suspeita sobre suas inteoySs ein to io esse
negocio.
Mas, nlo : o Catholico ci, que csac
aaundo de tolos, e vai o sen camnho,
como quem se rvpota impacavel e sobran-
ceiro a t navios a carga
noraegaease Broirent, para
Rio de Ja-
Barca
neiro.
Lgr portngae Bento de Freilas, Para o Porto.
Patacho oorueguente Sverdrup, para Rio Grande
do Sal.
^por ingle Suppicich, para Liverpool.
Vapor ingles Portuense, para New-Yoik.
Vapor nacional Camilla, para Rio Grande do So).
Vapor ingles Jfonfcindean, para Liverpool.
Vapor americano Tinance, entrado do Rio de
Janeiro e escala em 5 do corrente e consignado a
Heurjr Porster & U, manifest i :
Amisti-HS 16 Volnmes a di verso .
Caf 314 saceos a D ming03 Cruz & C, 80 a
Praga R jeha C 50 a Joaqaim Ferreira de
Carvalho A C, 50 a Ferreirm Rodrigues & C, 27
a Asevedo C., 2.0 a Manoel dos Santos Aran-
jo, 290 a Paiva Valente & C, 100 a Soasa basto
Amoritn it C, 110 a Gomes 4 Pereira 70 Soa-
res do Amara! Irmaos, 35 a Joaqaim Doarte Si-
m5es & (J., 60 a Aranjp Cialro C, 20 a Jos
Joaquiin 0a Uosta Pialo, 75 a Agosto Figueiredo
& Companhia.
Cognac 25 caixas a Jo: Joaqaim Alves & G.
Feno 50 tardos a Maia & Riendo.
Fumo 21 volumea a Almeida Machado & C, 154
ordeno, 2 a Silva Marques & C.
Mercadorias diversas 1 veame a Mar'.ins Fiuxa
4C, 10 a Maia & R.xende, 2 4 ordem.
Pipas vasiaa 35 a Pinto Ferreira & C, 35 a
Pereira Pinto & G
Puuo de algudo 5 fardos a Rodrigues Lima &
C. ,23 a Luis Antonio Siqueira, 25 a Maia & Re-
xende, 50 a Machado & Pereira, 20 a Ferreira *
Irmao, 6 a Oiinto Jardim St C, 5 a Cont Santos
t C, 10 a Gomes de Mateos Irmaos.
Viubo 50 caixas a Baltar Oliveira & C.
Xarqae 10 fardos aos mesmos.
Patacho ingles May, entrado de Terra Nova em
igual data e consignado a Guimares 6c Perman,
manifestou :
Bacaiho 2,340 barricas e 500 meias ditas aos
consignatarios.
por nacional Pernambuco, entrado dos portes
do norte na mesma data e consignado ao Viacon-
de da ltsqai do Norte, maoifestou :
Arroz 70 saceos a Amorim Irmaos oc G.
Gomma 23 encapados a Moma Borgei A C.
Pipas vasias 87 a Amorim Irmaos & C.
Expertaeaa
cira, 4 na julho d 1888
fara o exterior
' No vapor ingles Sculpt.r, earregaraos :
Para Liverpool, J. Pater oc C. 3,000 saceos oom
220,000 kilos de assuctr mascavaia ; G. de Mat-
tos Iimiis 199 saccas com 17,385 kilos de al-
godio.
No v.ipor americano Finanes, carrearan) :
Para New-Yoik, Abe, Stem & C. 39,730 pel-
les de cabra.
Na lugar portugus B de Freitai, carrega-
ram :
Para o Porto, A. C. da Silva 61 ouros espicha-
dos com 480 kilas ; n. Oliveira A C. 68 coaros
espichados com 476 kilos ; Soaia Brito Amarina &
C. 200 sancas com 18,141 kilos de algado.
f'ora o interior
So patacho nacional Pelotense, carregoa :
Pnra Pelotas, J. M. Das 50 pipas em 24,000
litros de agurdente.
No v .por nacional Cantillo, carr:garam ;
Par* Porto Alegre, P. Caraeiro c C. 200 bar-
ricas com 20,410 kilos de assucir branco c 20J
ditas com 20,810 ditos de dito miicavado.
Para Santos, P. Carneiro < ii. 700 saceos com
42,000 kilos de assuear branco.
No vapor tranc z Fi!e de Montevideo, car-
regou :
Para Rio de Janeiro, J. Fonte 1 s 25 pipas com
12,000 litros-de agurdente.
-No vap >r naciooal Pernambuco, carregaram :
Para Rio de Janeiro, J. L. de B irros 12.000
cocos, fracta ; Beata V/ieira 13,000 cojos, fructa ;
M. Amorim 50 pipas com 24,000 litros d; agur-
dente.
Para BihiH, F. A. de azevtdo 100 sacos cam
7,500 kilos de assuear maseavado.
No vapar americaao Financt, carregaram: _
Pura Par, A. C. Moreira Das 15 pipas e 75
barra com 13,950 litros de aguardeote ; F. A. de
Asevedo 100 barricas com 6, 05 kilos de aesucar
branco ; T. de Asevedo Souza 300 barricas com
21,8JO kilos de assuear -branco'; tt de Barros 300
saceos com farinba de mandioca ; M. A. Senna i
C. 40 barricas com 3,450 kilos de assuear retinado.
No biatn nacional Deus te Guie, carregoa :
Para Aracaty, A. Carneiro 10 aacco3 com 600
kilos de milbo.
No biate nacional F. Jardim, canegou :
Para Maco, M. J. Pessoa 180 saceos com fari
aba de mandioca.
No biate nacional.iurora, orregoa ;
Para Mossoi, J. Penirs 2 barricas com 132
kilos de aisacar branco.
Na barcaca F de Maria, carregoa :
Para Mamangaape. A. da Silva Carvalho 6
saceos cora 150 kilos de fio de algodio.
Kespdiiticatos publicas
m db JULHO
lfandtya
Vamos faser urna onfisslo, em qae esporamos
ser acredtalos por todos aquellas, qae nos tem li-
do desde o principio e qae portanto devem estar
convencidos dos nossos loavaveis intuitos nesla
questlo.
Essa confisslo a segainte :
A manelrs, porque o Revm. Sr. coaego Dr.
Laia Francisco de Aranjo est se defendendo da
gravissima aocnsaoio, de que alvo, sob a assi
gnatara de m outro catholico tem nos cansado
protunda decepcio >.
S. Revota, sabio ao palpito da S para defender-
se do crime que lho imputado e o fez de modo a
indignar todo o sea auditorio o a conv>*ncel-o de
sua calpabilidade; depois disto appireceu na im-
prenta sob sea preprij nome, anda p-a defen-
der-Be, e com tal desaso se boa ve qae e coase-
gaio comorometter seem vez de innocentarse.
Agora S. Ravma. surgo do novo na imprensa,
nio sob aea proorio noma, maa representado por
Um outro catholico, no intuito anda de defender
se e nio tem teito mais do que afondar se de tolo
no terreno em qae c llocou se, guiza de quem
cabio em um atoleiro, no qul mais se enterra,
quanto mais forceja par sahir delle.
Parodiando a Uuda do Judtu errante, podemos
dizer qae o Revm. Sr. governador do bispa l >, ca-
minhandi para a justa puniedo do sea crime 3
sentinJo se j impotente para abifar a roz desa
coascleacia defandendo so a si mesmo, etacou
diante de algum sapateiro e pedio-lha qua o aja-
dasse a defenderse.
Esse novo sapateir, que nao eslava flalo pa-
ra Ashaverus e qua nio tinba diante de si Un
Justo, mas um maifeitor, pn.-mptamvnte acceda
ao pedido e eil o... a bter sola.
En quanto couro lhe en'raa o Revm. Sr. go-
vernador do bispa io, ell". arrima o martcl'o sem
d, crate de qn assim atotdrn lo a opioia>, con
segair arraoaar o miif>it.r ao BKrseidj. ca;-
tigo.
Triste iilujio !
Com o desgrapada niufrap, qae, venlose
orest-s a 8?r^arv:o;o pela vorajem da ocano en-
furecido, ajarra-soa tud) yi) se lhe da,i2;-a cim
esperenoa de silvar-sc, asin o R;vm. Sr. g.,ver-
nad.r do bispada est tim'a^m segarando-rc em
qianta teia Je ar.nhi lhe t-;vea imiginacao para
ver se do tragad > polas ondas encapelada3 do
oee*n) da opiniio po x\ es qaa nautragau
S. Kiv.m. ni i sihe a qae sa ateuha oo sea pla-
no de defaza; ora asina* qaa a sai prsa.aicia
fji orignala p'h desosita dop.-iniin protn len-
te mi d D. Ylarii A avila, disao oiuvo sobre
qaem 8. Rev.nt. ojo prctenli f .z=r rocahir o
I- fl .r.arne.-itj dalla ; ora asicvera, com o fes em
soa homila na S, qui a cilumiii do qae vic-
tima parti de seua proprioo ir.n-i-s de h ib 1' >,
Ir-vados ana pelo seatimjnro p'quenino e baixo
t de vinganca pirti-.-ul ir, e outros domiaados de
inv- ja por ver.'m n'o li frente di administra;io
da do:eie na aoseaaisj de sea amivel prela-
do; ora Snilment atira toda a perversi-
dade do infernal des'gaio de o inutili-arem
para o gjverno do hspalo a um seu calinga, vm
quem elle jolga ver o Catholico o que por awtfdes
muito transparentes insina ser o Revm. Sr. co-
nego Dr. Joaqaim Graciano de Arauj).
' isto o qua faz a moldara do qusdro da de-
ft's do Revm. ^jr. governador do bispado. O
fundo dcase qua Ir o, est sabido, descomp stura
e mais descompostura, emo ji ama vez diisemos.
Nio cessaremos de repetir. Ni nio queremos
mal a pessoa do Ri'vm. Sr. governador di bisp-.d-o,
aem isto se ple Inferir da talo quinto temos es-
cripto.
A prineipn, impress^oaados pela seria aecasr>ct>
que pesa va sobre a cabeci de S. Ravma exhorta-
mol-i a def.n 1er se e convidamos a attencio do
principe da ieroj Ulindenss para essa accosacio,
em que desde o seu comee o te n tava algum i
causa, de rxtcaotdianri.i.
Depois disto, porm, convancendo nos de que
8. Rvma, era culpad), o que temas feito cumprir
um dever, d. T<"r p-no90, ass aa'utsr rmnt-f, p9
diodo a Eua panicio, mas des jando sempre qae
S. herma, chegasse a provar a sua innocencia e
qne n;s tivessem -a engaado em nosso jaizo.
E' nessas cndilo ;s que o R-vai. Sr. govrna-
ir do bispado tem a sem cerimoaia (podiamis
qualificar de outro modo mais expressivo) de dizer
eeebedorla proviucisi
Do dia 2 a 4 38:3904407
Idflm 5 11:116/000
tterlfe
')e dia 2 a 4
dem dt 5
Oralnate
815/648
160;473
49:506/407
1:006/123
Dlnhclro
KECEBIDO
Pelo vap. nac. Pernambuco, do norte, para
Engl eh Bauk o Rio de Janeiro 9 600/000
Pereira 'Janeiro & C. 8.798/690
London & drazliaa Bank 1.603/000
Mendcs Lima e C. 063/240
Diogo A. dos Res 251/500
Pelo vap. amer. Financt, do sol para :
Jos Candido de Moraes 8400/(00
Martina Fiuza i C. 1 UO'/OOO
Loodon Sl Brazilian Bauk 251/500
9. fos
dia 4 ce Ju-
Hercado Muuiclpal de
O movimento deste Mercado uo
ohofoi o segainte :
Encr/iram :
29 bois pasando 3,973 ki.es sendo de Olivei-
ra Caairo 4 ti, 21 de 1>, e 8 de parti-
calares.
357 kilos do peixe a 20 ria
67 cargas de feriaba a 200 res
46 ditas ile fructas diversas a
30 rs.
20 taboleires a 200 ria
16 sainos a 200 reta.
20 matutes cem letames a 200
ria
Foram oecupados :
28 columnas a 600 ria
1 escriptorio
27 compartimentcs de farinba a
500 ris.
29 ditos de comida a 500 ris
92 ditos de legamos a 400 ris
IS ditos de sainos a 700 ris
10 ditos de iressuras a 600 ria
10 tainos a 2/
1 dito a 1/
A Oliveira Castro 4 C :
54 talhoa a 1/
7/UO
13/4'JO
13/800
4/000
3/200
4/000
16-SJO
3)0
13/500
14 500
36/800
12/600
6/000
20/000
1/000
51/000
qae a ana sansa a victima de um infame ca-
vi I losas, dictadas pelo desespero palo odio, e qae
o Catholioo a encamaedo de toda at ruta*
paixSes e de orna perveraidade sen me.
E' at onde pode chegar o ebsecamento 4* mina
dadas oom a audacia.
Ao ventos o Revmo. Sr. gov< mador do bispado,
isa-----
na pessoa de D. Mara Aoaelia coas todas
circumstanciaa aggravantes, que dio a sea i__
as feicSes da orna moastiuotidade moral, grita?
que e nnooen'e e atirar sobre outrem a r'ipnnsn
bilidade da sea oqaalificavel pr.c- di ment, as*
lembrsmos do estratagema deste ladrsV, qoe apsv
nhado com o forto os mi e sendo perseguido pelo
clamor publico poa-se a correr giitaado tawbaa
pega o ladrUo, oom o qae conseguio a prioeipio
desviar de ai as saapeitaa das pessoas qaw ssast
aahiam na frente, sendo afina! completasaeata en-
mascarado e preso.
Antes de todo resalta aos oaos dos qoe tesa
acompanhado esta qaestlo qai a verdade rslo M
ole hsrmonisar com eisas variante* da
Revm. Sr. governador do bispado.
A verdade tima, i- na mentira poia i
variedade.
Din o Revm. Sr. governador do bispado (tar fias-
tro sempre foram os individuos indigitados soasa
ancores do defloramento de ana prima qne iCa-
tholico, desDr-sando oa tres, am porqqe
intime contiendo, cairo porque se Ib*
todos trea porque nio exerciam cargo que lhe i
as vistas, agarrn com unhas e dsnte* (a expres-
eio est digna da dt.fess) o qnarto, qoe o
Sr. governador.
S. Revini, porm, qae assim noa
tanta aem razio, atira-se sobre o-viuvo, gas i
f.i accaaado de ter d- 1 irado *D. Mana Amelia,
procura insinuar que foi elle o autor do d'soirgi-
mmen'o della.
O Revm. Sr. governador lgico : aceuta falo
mesmo modo porque e de/ende.
O certo que toda a opiniia publica acha-M
convencida de qaa S. Revma. foi tfsctivssace e
offensor da D. Maria Amelia, porque ella assim O
declarou e todas aa circamstanciaa snlnorirtiajf.
GuncoimttKuUia e cona^'qatntea ao r asaiaerto alslla
o demnstrala
Ser parventara, seria a inainaacao do lisian
Sr. governador do bitpada em relaeii ao primaste
pretendente mi de D. Maria Amelia ?! Nio
e nia. S a biaoaquea i iludir este derivsPism
do Revm Sr. ooega r. Li>'s Fra iciso de Ana*
E seulo vejases.
D. Mara Amelia de Aranjo antes, maito antes,
do eeu .'.-.an-utj com Paali io da Bnt> Araajo,
inspiroa vehemente pa:xlo a Manoel, qae esta
vinvo de quem des lenhai*mate talla o Rev>a. Sr.
rove nadar rio bispada, e por su* v. s seatiopoar
'l o grando iaclina^io, qao ni) tr loa em trasss
Lrmar-ae em amor.
Manoel fez couhecidaa a D. Maria Amelia aa
suas intencaos, que eram casar secn ella, eosa-
ba'ara se em srus soubos de futaia f disidida,
porque quem ama, quaiquer qae ja a aaa eoodi-
cio, t- m sempre desses aaabos, qaando o Rovaa.
Sr. g:y-i-r i- i r da bispado, teodj Obejimeaio
dessas pretrncosa de Manoel tratan da taser-laM
opposicio abo faadamento de qae essa caaaosaa-
to nio traria vantagens a sos prima.
Para me bor assegarar-so da resaltada da na-
paoba, qae emprebend.n, S. Revmav. trouxe pura
aaa casa D. Maria Amelia, qae fiaoa assim sab a
eua vigilancia e a de aaa familia.
-Vendo que aio coasega'i arrancar pela rail o
oraclo de saa prjma o amor qoe nelle germinara
e que em piuco tempo all crescera coca asta asea-
ma exuberancia, com que mace e ae desonv lvs
na fonil eIo da America urna deasas magsstosaa
arvorea, que aasambram o viejar e sombam da fe-
ria das vendavaes, o Retm, Sr. governador do bis-
pa lo chiman em sea auxilio o Revm. Sr. conega
Dr. Joaqaim Graciano de Araujo, orno sea pa-
rate e particular amigo e tambem parete da
moca, e com bem ajusta ias razoes intereasoa o sa
tarefa em que ae achava empenbado.
Depois de maito trabshar conseguirn! oa doas
o qae am s nio tinha podido conseguir.
Foi vencida D. Maria Amelia. '
V se do exposto qaa bavia en're Manoel e O.
Maria Amelia verdadeira pixo.
Um aentimeoto nobre presidia a essa piixii e
uobilitava a o proposito de casamento.
Nia a Manoel exprimi case propasito a O. Ma-
ria Am lia, corno tambem o reconbaceram sa
Revma. Srs. govarnadar do hispido e conega Dr.
Joaqaim Graciano de Araujo.
O proprio Sr. governador da bispado anda ha
penco,em 12 do prximo pa;sada mes de Jaubo,
escreveu a esto respeito o seguate : Para pro-
va diaao devo dizer qae esta m c ji de ha mai-
to pretenda casar se com urna outra pestoa-
' rnss como esse casamento nio lbe offerecta rma-
tagens para a vida social, como prente tivs
de oppor-me seriamente. Inde ira
Esaa outra pessoa de qaem falla S. Revma.
justamente esse viuvo, Manoel, a qaem alale Um
oulr-i Catholico.
Ora, provado como eati, qao existia amor eatre
Sal........... PiUedePernamoueo. 10
Norte......... Allianca........... IS
Norte......... Manos........... 13
Hamburgo..... Corriente*......... 15
8ul........... Soraia........... IS
Sal........... Alaqoas.......... IS
Europa...... Vtlede Marankdo 17
8ul.......... Porfayui.......... 17
Europa....... Tagus............. (1
Sul........... TVeiz...^........ 2S
Norte......... Espirito Santo..... 43
Sal........... Pernambuco....... 26
Halas expedirse hale
PARA NEW-YORK
A do vapor americano Finance, qae sfgae para
N w-Yorb, com escala por Tbomas, fecha ao
Correio aa 9 horas da manbi.
PARA LIVEPOOL
A do vapor ingles Portuense, para Liverpool,
com escala por Ceara, fecha as 9 horas da asa-
nha.
PR1A O SUL
A da *apor nacional rernamoueo, para oa por-
tes do sal, aa 4 boraa da tai do.
Renda ral
Do dia 2 a 4
dem de 5
Ronda proviuaial
Do dia 2 a 4
dem de 5
142:190/213
48 051/258
22:399 S975
4:123,1893
190:241/471
26.523*868
Somma total
seccio da Alfandega,
216:765/339
5 de Jnlho
Segunda
de 1888.
O theaoureiroFlorencio Dominque*.
O ohefe da seccio Cicero B. de Mello.
Reeebedorla (eral
Do dia 2 a 4 4:125/432
dem de 5 979/814
------- fl!05/246
221/040
622/960
611/000
Rendimento das dias 1 a 3 do Bor-
rante
Foi arreeadado liquido at noje
Precos do dia :
Carne verde de 280 a 400 ria o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ria idem.
Sainos d 560 a 640 ria idem.
Fannha de 201 a 320 ris a cuia.
Milho de 320 a 40J ris idem
Teijio de 560 a 1/603 ris idem.
Matad uro Publico
Foram abatidas no alatudouro da Cabanga 72
roses para o consumo do dia do boje.
Sendo: 47 reses pertenoentves a Oliveira Castro
oc C, e 25 a diversos.
Vapores a eatrar
MEZ DE JULHO
Europa....... La Plata.......... hoja
Europa....... Ville de Montevideo amanhi
Sol........... MarunhSo.........amanhi
Sul......... Tamar............. 8
Vaporea sabir
HEZ Dt JLXHO
Buenoa-Ayret La Plata.......... 6 1 fe.
Oeareesc. Jaguaribe......... 7 a 5 b.
Santos e eac. Ville de Montevideo 8 es 2 fe.
Norte....... Maranho......... 8 is 5 k.
8outhampton. Tamar............ 8 it 11 fe.
Havree eac.. Ville di Vcrnambmeo 11 a* 3 a.
Santoa e eac. AlKanca.......... 13 as 9 fe.
Sul......... Manan*.......----- 14 as 5 b.
Noite....... Alaqoas........... 17 as 5 fe.
Santos e eac. Ville de Maranho, 18 is 8 fe.
Bordeaos ... Portugal......... 17 as 2 fe.
Buenos Ayres Tagus........,... 21 as 12 fe.
3 uthamptoo. Trent............. 22 is 12 k.
Sal........ Espirito Sanio..... 24 is 5 fe.
Norte....... Ptrnambueo....... 27 is 5 fe.
\avios a entrar
Bertha............ Cardiff.
Cypher........... Swansea.
Fid.............. Cardff.
Fairy............. Swansea.
Mimosa........... Rio Grande do Sol.
Ckonoo .a........ Hamburgo.
Respit............ Cardjff.
Valkyrien...... .. Swansea.
u o vi me ato da parta
Navios entrados no d
Manos e escala11 dias, vapor naeicnsJ Per-
nambaeo, de 1,999 toneladas, c^mmsnlaatt
Francisco Antonio d'Almcida, equipagem
carga varioa generoa ; ao V'sconde de Itaqai
do Norte.
Santoa eCala9 dias, vapor americano Fi-
nance, de 1,919 toneladaa, commaniante E;
C. Backer, equipage n 62, carga varios generas,
a Henry Forater & C.
Terra-Nova 38 ds, patacho ingles < May, > dos
156 toneladas, capitio M. Colima, equipamos 8,
carga bacalhio ; a Blackburn Nedbam C.
Sahido no mesmo dia
AracatyHiate nacional Deua ta Guia, rx
tre Vioeute Ferseira da Costa; earam va:
gneros.
/.
/
1
f
\
"V.
i
{^
1



era
^jvAia--iir u ue tiuiuif



s
Manad D. liara Aorielia, temos que, M D. Mu-
ra Amelia ji se achasxe offendidapor Manoel am
boa elies teriam recorrido a este meio para tras
trara opposicio, qae e>-a teita ao sea des'Jo de
uaireai se em casamento.
Em titea cond.coeu esse desenlace era iafallivcl
Quem aio eomorehende qu D. Miria .\mslia,
echando se ojfeniiia pir Manoel e de mais mais
apaixonada por elle, que Iba retribua os sffectos,
aao tena deixado de revelar o tea estafo ao Revm.
8r. govern*dor do bispado e ai Revm. 3r. eonego
Dr. Joaqiim Graciaoj de Araujo, nj duplj intui-
to ni? t de inotilisar aoppojico feita ao sea ca-
samento, como tambera de evitar ama desgracs
anda maior do qae a de um casamento desvanta-
joso no conoeito de seos prenles (aio no dells,
pois a igualdaie am dogma fuadameuUl da re-
ligiio do amar), qual era a de fie ir sem reparsco
O aggravo feite a sa-i boara ? !
D. Mara Amelia, poio.a, nunca se qucixou de
qae Manoel a houvease prejudicido em sua vir-
gindade ; nem tamb;m ilanoel auaca se accasoa
desse crime, qaando na entretanto estav isto no
interesse de ambos.
D. Mara Amelia, deoois de dissualida di idea
de casar-se com Manoel escreveu a este (pessoa
fidedigna, disto nos iatormoo) ama carta dizenio-
lhe qae estava disposta a nao insistir mais na
idea qne tiaba de casar-Be com elle, porque sua
familia oppanba-sa com todas as forea3 a esse ca-
samento e ella tinba cbegado a convencer se de
qne saa familia assim proceda no sea proprio in-
teresse, pelo qae pedia lhe quo nao lhe escr^vees"
mais, devendo em todo o case ficar certo de que s1
o fizesse perdera sea tempo.
Esta nao nao pode ser a lingangem da mu-
lher, qae por ventura tem deixado a saa coroi de
virgein de envolta*com o seu esquecido am.r entre
os despojos do amante repudiado.
E' preciso ua > c.nheeer o coracio da moib r ;
nao tjr mergulbado nunca at as profndelas des-
se grande ocano de sentimeatos para uelle sur-
prebender essas indefectivels leis de sus orgaoi-
gaci) moral, do mes ni mido qae aquella singular
peroonagem de Julio Verne o capito Nem}
sondou o fundo de todas os mares para estadar as
maravilbas que a prodiga naturesa all derramou
a maos largas ; preciso deaconbecer o que val o
estado dessa anatoma moral, cuj o conbecimento
produzij ess i admiraval obra d" liaro de Feach- I n
terlebea A. bygieue da alma > para preten 1er j 7
dada
a sentenca
,nu;li-
foram offereeidos DE POIS
appeliada !
, Niogem dir, pas, qae isto nao prodas a
dado argida.
Concedido, poim, o mandado de fli 7 e, ttot
termos pedidos, realisando o rmbarg i da nova obra
doa app*"aates, oi elle acensa !o na primeira do
juico, ffiT" sem que fjsaem onVeeidos os respec-
tivos arugos nnnciativos ; cfeiB nada importando
o nao ter Divido ainda a compcente conciliacao
qae, na forma da le', poda dar-se posteriormente.
Depois veio a appeliada com saa peticio a fl, 10
pedindo ratificacio (isto rectificacio) do erro
commetido na peticio inicial di fli, 2, (consegua -
temente erro no embargo a fl. 7) allegando nao
estar lide contestada /.'...
Ora ninguem ignora qu-*, dada urna rectificacio
17 das d'pois do acto primitivo este Sea caduco e
nullo, ejtmiis poder surtir cffeitoi jurdicos ;
rasio parque determina a Ord L v. 3." Tit l.s 7.s
qae IJgS* baja nova, citaclo u mediante previo
pagamento das castas.
No caso em questio, piioa, devia a appeliada
perder as do embargo feito e pnceder-sa novo
embargo em termos regulares, visto nilo estar a
lide contestada; e nao teadj o feito, ni indos isto
a nallidade argida?
Certo qae sim.
Anda mais : o erro eommettido na peticio deflj.
2, e consecuente mandado de fl. 7, deu lagar
erro mais grave e prejudicial aos appellaotes qne
tiveram de soflrer mjusto e violento embargo na
obra que fasiam que nada tinba que ver com a
meia-agua da appeliada, a quem falta direito e
aceito pira fatal-o. tsie erro tem sua p.-ova pri-
vada no auto fl. 7 v, ibi : deparamos com a
casa n 4 da lai goda Santa Crai CUJOS FUM-
DOS CONFUAM coma propriedada da embar-
gante? (1)
Ni i ba tal ::sia propriedade, com a qual,
pelos fundos, canfina a casa n. 4, no pate da Santa
Cruz, pertence a Santa Casa, orna evidente
da escriptura & fl- 82 v. tem o n. 53 ; e sobre esta
neoham dominio e posss tinba a appeliada.
Mas, iuda bem qua foi ella a primeira a reco-
nbecer o erro do pedido a fli. 2 e declarou-o na
peticio* a fli. 10, e rectificacio de coaciliaco
u 1261!...
Ora, estando a obra por acabar, (a embargada)
recebendo a mideira para a cobarta auto da fl.
v, ibi: pois estava o os frechaes etc., e, dada
gaintemente aio poda e digna jais a quo jalgar
provado o presumido attentado, na ausencia ab-
soluta de prava; e at, conforme remanecen o
Calendo Tribani.1 no venenado Accordio 4 fl.
144, prejulgiado a nunciaco qne n'esles antes fui
tratada tumultuaria e inegularmente de envolta
com a questio de attentado, e aomente depois da
sentenoa qae a prejulg*a qae foram offerecidoi
os respectivos artigas 11..
Semelbanto fasto, s par si, bastara para de-
cretal-se a nallidade de pleno direito de todo o
proci'ssado !...
.0 Finalmente, folla de 1* cilaedo e consequente
coneiUaoSo.Ord. Liv. 3.', TU. 1' 17, Disp.
rov., Art. 17.
ato nio soffre cooteetaoio, em face da prova
prvida dos autos, porqunto, pela peticio de fl.
iO, v-so que a appeliada confessou o erro com-
mettido na peticio de fl. 2, tomando coma sua a
casa n. 58, de nccjrdo com a qual fea ana conci-
liacio, nio realitada, de fl 26 a 27; assim, dada
a rectificacio pedidr, a fl 10, tal conclincao oe-
uhuma e nio pode produsir efieitos jurdicos : e,
tanto reconbeceu iht: a appeliada que, tratou de
iaaer com f z depois de contestada a lide, nova
conciliafio, peticio a fl. 126, a ndo esta de aecor-
do com sen diverso pedido de fl. 10.
Mas. ondo alei ou Praxista qae isto autorise
ou ensine ? I! !
Nio conhecemos...
O corpa medido de Pars aeonwlboa be-
nvolamente o vinin de extracto de fgado
de bacalbo, a saa ad..ninistracio fscil col-
locou-o entre as mSos de todas as mies;
a saa aoc&o prompta e poderosa tornoa-o
precioso para os anmicos e para os in-
dividuos cojo sangue se acha viciado pela
tuberculoso, escrfula e raohitismo : a saa
dosagem perfeita aaseguroa lhe am logar
dos mais honrosos na classe dos agentes the-
rapeaticos, cuja effioacia indiscutivel satis-
faz ao mesmo mesmo tempo experiencia
ao raciocinio.
(Revue Medcale)
, ^.-- ., .-... P.. ... .
qae o procedimento e a lin:;uagum de O. alaria I deelaraco do erro fl 10, entanderam os sppel
^ueella foi amada com j Jantes uiar de sea ;pireito
Amelia nio dem->ntram qu
pureza por Mano'l e que tendo-lbe dada o seu
corsfio nio Ibe entregou todava o tbesouro de
sua virgindade.
Essas insinuaces de conversas e entrevistas de
D. Mara Am?lia com Mano-l n> fund* d> qumt-.l
e debaixo de urna maneeira, do mesmo mil) que
a historia dos quatro indigitados d'floradores, sio
pura crenc/Ij do .t. goveroador do bispado, que
nio contente com o tir feito a desgrana da sua
pobre prima, na desespero de defeoder-se, ainda
a calumnia com essa mesma ferocid^da c m que
am abutre dilacera as entranhas da sua victima.
Dado que fjase verdade o que d.z o Revm. Sr.
governador, isto que O. Mara Amelia namora
ra escindalosamente com Minoel e tinba toas
elle entrevista* no tunlo do quintal e debaixo de
ama mangueird, a que ti.'im reduzidas essas as
severacoes de 8. Bevma. ao II i. Sr. conego l)r.
Joaqatin Gracia-.o, a Paulimo de Britto e ao pai
deste, de que a mesan D. Mara Amelia era pura
e nem sequer devia ter euspeitada de estar pre-
jadicada em saa bonra ?
' verosmil, por outro lado, que Manoel tenha
tido o mgico e sobrenatural p-der, de com urna
simples calumnia convencer ama popu'acao intei-
ra, inclusive pessoas Ilustradas, de criterio e in-
saspeitas para o pr. prio Sr. governador do bispa-
do, de qae S. Revma. realmente criminoso ?
De to prodigioso cffoito t a verdade capas
Si a m -mira tivesse tamanha torca, S. Revma.
que tem par si de mais a mais o prestigio da po-
tifio, teria de corto conseguido, com a sua de/esa
que ama peci in'eirici da inexac'.idoes firmar a
aua pretendida innocencia.
Foi-assim qae o tmv. Sr. governador do bispado,
de propriedade, garan-
tido pelo art. 179 22 da Canst. qae naa estabe-
lece outro limites qae o da maral ou direitos
alh os; e, assim, mandaram coucluir essa parte
da nova obr, CONFNATE PELOS FUNDS
com o predio n. 5o quo pertence Santa Casa.
Seguindo, assim, o principio estabelecido por La-
bia, acc. siin. 293, que dis > Qui continuat non
attentat.
2." Inverso da ordem do juito
Du-ss inversio da ordem do juixo, porque,
quundo os appellaotes com seu proceder supra de-
clarad1, bouveesem commettilo attentado, (nio
prorado do veutre dos antoe), nio era isto motivo
legal e justo para a appilJa deixar de cffarecer
em tempo os sens artigos nnnciativos ; embara
n'esaa occaaio fossem acompanhados dos de atten-
tado, que sustariam sua marcha regular, caso
tossa dado, at final disenssio a decisio dest?s
tal a doutrina e praxe easinada par todos os
praxistas ; e qua, entretanto, foi desconhecida ou
menospresada na presente pleito. Ramalha, Prax.
Brasil, 278, Per. eSouxa, por T. de Freitas, nota
953 e outros. (2)
3.'Sentencndadi sobfalii causa, ou sem causa
E' isto ama verdade rrecasaval; impossivel de
ser contestada; par ter sua prova pr.vada do
ventre das autos ; mas, quando fosse esta "duvi-
dosa, ainda assim nada se pule mandar deosolir,
como innovado, seganlo ensiaao citado Labio em
o 301 e nota. Entretanto, foi o contrario det r-
minado pela aeoteuc i de fl. 121 v., que maodou
tarnar tudo ao estado em que se ach.va ANTES
do embargo ; prejulgaado a causa quando certo
que : Attentare non dicitur is, qui facit actum con
Pelo que vimos de demonstrar, em face da le e
autos, est suficientemente provado que a senten-
ca appeliada fes violencia ao direito, praxe esta
belocida e inconcussos direitos dos appellantes,
caja poss3 clara e incontestavel.
Asdim, nio podendo proseguir am feito radical-
mente nullo, deve a sentenca appeliada ser refor-
mada, para o fm de decretar se a nallidade de
todo o processado, declarando-se a A. appeliada
carecedora de direico e acoio, e sendo condemna-
da as castas : com o qae se mostrara este Oolen-
dissimo Tribunal coherente comsigo, atienta o
accordia proferido a fl. 144 e verso.
quese proclama um hamcm de bem e um sacerdote tinuatimm hoc at qui continuat actum antecedan-
conceituado e de i.libada rapatacio, desempenhou
se daquelle legado de amisade, em que psrcceu
concentrar-se teda a alma do pi de D. Maria
Amelia nos eeus ltimos momentos.
Marcolino Das de Araujo era um hornea, qae
tanto tinba de pobre, quanto de bom pai de fa-
milia.
Sendo o Revm. Sr. censgo Dr. Lat Francisco
de Araujo seu prente e seu amigo e j se achan-
do bem collocado, o mesmo Marcolino, qaando
sentio que se abeirava do-tamulo, pedio-lhe qae
tomasBe Eua familia a.b sua valiosa proteccia e
obtendo de S. Revma. urna solemne promesBa nes-
Se sentido, declaren que morria tranquillo.
O Revm. Sr. governador do bispado, verdade,
dispenaou familia do s. u infolis parante a ami-
go o amparo a protdcci', que prometiera, porm
a troco da honra de urna de suas Albas.
Pois bem, este hometn que assim procede, diz
qae am homem virtuoso e ania cincoenta vexes
a penna por artigo que escreve para chamar-nos
de vingativo, odenlo, perverso e tuti quanti lhe cae
do bica d de verse ao servico de sua defesa.
Habeut la ata Hbelli.
(Contina.)
Recite, 2 de Julho de 1888.
Um Catholico.
Caso virgen, nos animes forenses
EM APPELLAQAO
W posssivel oa admissivel em direito dar-se
n um pleito doas co/iciiiafes ; ama em rectificacio
da anteriormente procedida para
cansa? !
f
o inicio da
Certo qne nio, porque, se bouve en-
gao ou erro no pedido da conciliacio, tal falta
nio susceptivel da ser rectificada e indas nalli-
dade inssnavel para os actas qua se he segairsm :
isto, porque a mareht das procesaos de direito
publica, que ni-i dado as partes littigaates, nem
mesm) aoi jujz:s, delU afasUram-se.
Recorrenda-se a Peraira e Sousa, por T. de
Freitas, vamos qu? eite diz ea o 83 o seguate :
- A questio, expasta na requerimaato recoaeilia-
toro, deve ser precisamente idntica da ulterior
aegao; sem que validamente sa passa accionar, nem
por outr-a ecuss, nem por msior quantidsde, nem
por outra causa de pedir: o mesmo ensinam M.
Carv. Praxe For. 174, Ramalh), Praxe Brasil
72 e oatros. O contrario disto, pareos, tivemis
(ocessiio de vr oeste faro, em umi questia de
obra nova bavida entre partes. Appellantes, Luis
de Paula Lip.s e sua mulher e appeliada, D
Clsra Argemira de Castro Reg, e, por conside-
rarmos tal feito urna manstruasidada jurdica,
entendemos dever publicar as razoes da appella-
cao interposta e chamar sobre ellas a opiniio dos
dontos, pedindo seu parecer.
D. E.
R.V20E DE APPELLAfAO
Merece e deve ter provimento a presente sp-
pellacao. a'.tenta a mtniesta procedencia de suas
ratSes. f
E' csrrutt em direito que, nullo todo o pro-
Ces3o tumultuario, ou em que deu se ieversia da
ordem da jais ; visto nio ministrar garanta da
manifesttcio da verdade, Mel. Freir. Liv. 4 Tit.
7.' 14 : neste caso est o presente pleito, em que
taes principios foram men.isp.ejados oa esqaecidos
at pelofigno julgador, que sobre elle proterio ten-
tenca precipitada, o a .extempornea, firmada em
falsacaa*a oa sem causa. P. Baeno, Nal1, do Proe.
Civ. psgs 82, 99 e seg.
Desde j se conhece a diversidada dos motivos
da appeliacia interposta, cada um dos quaes mais
proceden-,, e s por si auficien'e para autorisar
a d"cretaco da nolldade de todo o processado:
mas, p*ra nio tornarmoi langas e entadonhas
as presentes razoes, trataremos aescrieainadamente
de cada am del les nes termos mais breves possi-
veis, sem faltar a clareza e precisio devidas em
traba'hos de semelbante natureza, tendo sempre
em vista os principios de direito applicaves es
pecio e merecimento dos antoe.
1 Ser tumultuario o processado
E' isto ama verdade irrecasavel e provsda do
ventre dos*autos : seoio vejamos :
Considerndose a appeliada prrjudicada, sem
razia alguma, com a nova obra que fasim os ap-
pellantes no predio n. 2 do pateo da Santa Croa
(sobrado) rajaeraa.e obteve fl.2,-que se lhe con-
cedessa mandado de embarg; pretextando erra-
damente ter a nova obra/eita em urna meia-agua
dependencia de um outro predio ten (esse predio
porf m, e de n. 68, e pertence Santa Casa) qae
se arruinarla por nao ter paredes dobrada; e qae,
dita obra, trasia-lhe o devaat-amento de todo o
quintal e parte inferior de sea predio (o tal, coja
meia-sgoa dependencia) em virtude de occolos ou
aberturas feitaa ; e obri gando-se desde lo ferecer seas artigos naociativos na primeira do
jtriso; os quaes, por falsas causas oa protextos, s
tem ; quia lis non debet quamquam sua poisesstone
privare, eque tenetur quis dimitiere jus suum, vel
desisten a continuatione juris sui, aut pissession
propter litem superveniente.
Dis o citado Labio 301 que para dar-se at-
teutado aao substanciaos os seguintes requisitos :
l.o O estado da lide ao tempa em que bouve
a innovacio :
2.O estado da cousa innovada antes da inno-
vacio ;
3.a -O que e o quanto depais se alterou e in-
novou ;
4."Por quem se fea a aaovae&o. ______
Mas onde, ainda mesmo que fosse a appeliada
parte competente para requerer o embargo do auto
a fls. 7, rncjatra-se ao presente* autos a prova
do cada am d'aqaelles requisitos, que possa mi-
nistrar alguma garanta da manifestacio da ver-
dade ?
Nio a vemos.
Ao 1 o que coasta qae o estado da lide era
nenbum : atiento o erro argido, a falta de pri-
meira citaco, e ausencia dos competentes artigos
nunciativos.
Ao 2.* que descnhecido o estado da nova
obra, nio obstante ter-se additado a auto do em
barga de fli. 7, com um acertscimo afis. 8.
Ao 3. o qae, e o quanto depois se altern e in-
novon, tambem nio se provoa pala vistora de fl).
58 a 64, qua se occapou principalmente de pontos
tendentes a nanciacio (s:m estarem (.fferecidos os
competentes artigos) e, multo meaos, pelas depoi-
mentos das testemunbas de fli. 70 a 75, que, alias.
contrarias ao auto de fli. 7, nio dio cabal scieneia
da nova obra embargada e do presumido atten-
tado. Pereira e Souza citado, uota 512. (3)
Ao 4.o tambem nio est provado quem fizera o
attentado, e se a obrs a terminar era exclusiva-
mente de carpina (e. llocscia de madeiras, como
do auto a fli. 7) aquella nio foi intimado, teate-
muoha a fli.
Entretanto foi dada a sentenoa a fli. 121 e 122
sob falsa causa oa sem causa.
Sem causa por que, ainda mesmo que nio se
houvesse dado erro no embargo, e este versaase
sobre a parede qua divide a casa da appeliada cem
a de n. 4 das appellantes como alias consegua
faser crer na instancia inferier emendando o erro
do pedido com a declaracia de fl 10 e rectificacio
de canciliacao i fl. 126mesmo assim, pelos t-
tulos de fli. 33, 48 e 82. visteria de fli. 58 a 64,
depaimentoa de fli. 77 a 79, est uuflicientemente
provado qae a parede divisoria entre a meia-agua
da appeliada e o quintal da casa n. 4 dos appel-
lantes commum, nem a appeliada exhiba ltalo
aem provou o dominio exclusivo e posss ; e por
isso, fallecendo appeliada direito e accio para o
embargo, nenbum attentado poda dar-se ; conse-
O adjudicatario nao eata Djelto a
pena de prlao
Sob a epigrapne cima publicou-se ha dias nes-
te Diario urna consulta seguida das respostas de
notabilsimos personagens, tudo transcripto do
Jemal do Commercio de 17, 18 e 19 de Agesto de
1871.
Pede-se respetosamente aos honrados Srs. des-
embargadores, que attendam bem para o ponto da
consulta e para os fandamsatos das respostas.
O ponto da consalta foi : se um credor a quem
foram adjudicados bena de valor superior ao da
divida, cde ser compellido sob pena de piisio a
consignar em juico o excesso.
Entre os motivos justificativos das respostas fi-
gurara estes:
1. A negacio da carta de adjudicacia o meio
coactivo para obrigar o credor adjudicatario a en-
trar com aquelle excesso.
(Este motivo est em todas as respostas).
2.o O credr.r adjudicatario forcado a receber
os bens, a arrematante compra-os espontneamen-
te. (Respoata do desembargador Pacheco).
3.a Dar ee-hia a inqualificavel niquidade de
tratar o credor com dureza, de que foi dispensado
o devedor. (Respoata do Dr. Per reir Vianna).
O caso de que tratou o Jornal do Commercio ba
18 annos, coma se \, bem distincto a'aquelle
sobre que o Venerando Tribunal tem de pronun-
ciar-se em ua aggravo interpasto de despacho do
Ilustrado jais de direito do Cabo.
No aggravo trata-se, nio de credor adjudicata-
rio, mas de adquirente de immovel bvpotbecado a
tercero.
Deste certameute nio sa ple dizer, nem que
credor em relacio a esse tercero, nem que for-
cado a receber o immovel, nem que ha, para cons-
trangel-o a consignar em juizo o preca do imma-
vel, o meio coactivo da prohibicio de extrahir a
carta de adjudicacio.
Nio credor ; e de feito na expropriacio, isto
, na exeeueo feita no' immovel bypotbeeadj e
vendido sem sciancia do erador bypothecario, este
e s este o credor ; o outro no processo rea,
devedor, responsavel, ou como se queira diser, e
respoosavel que a le considera de m f, porque
comprou um bem hypothecado a outro e nio o re-
mio dentro do prazo que a le marca.
Nio foi nem forcado a receber o immovel,
porque elle o adquiri por acto espontaneo ; o que
a le faz constrangel o a pagar duas veaes o
preco, quer tenha ou oia, real e t(lectivamente
pago o primeiro, e isso em pena de haver eompra-
do o qne est hypothecado a outrem. O adquirente
do immovel nao passa a ser poisaidor delle, for-
cado e desda o momento em que o immovel le
vado por forja da expropriacio a praca nio encon-
trn laoyd-T ;-eiiw jir-vr*- puosa i do r do immovel
por acto proprio e espontaneo ; o que a le prohi-
be que deixe de >el o, a le nio se contenta com
o abrir elle mi do immovel, n&s admitte -netma
que o faca.
E pelo qne fica exposto, tai. bem nio ha em re-
lacio ao adquirente o meio coactivo de nio poder
tirar a carta de adj .dicacao, pois elle contina a
ser senbor e possuidor do immovel pelo titulo de
acquisicie que fes, nio tem que tar carta alguma
de adjudicacio.
O caso pois, inteiramente diverso ; e embora
o Reg. n. 3,453 de 26 de Abril de 1865, art. 312,
empregae a palavra adjudicado, nio se segu qae
o adquirente seja credor adjudicatario en esteja
no caso deste. Basta assgnalar cita differenca ;
credor adjudicatario em toda a execucio o qae a
promove, o exeqaente,o adquirente do immovel
hypothecado o execatado.
Confronte-se o qae aqai fica dito com os pro-
prios termos da consulta e das respostas.
N.
Eterno serio
_ Que causa mais be la ha qae o verio com saa
riquesa de flores, o canto de seas passaros e o res-
{.lendor do sol ?
E quio triste pensar qae dentro de una pon-
eos meses os passaros se ha verio ido a trras onde
o sol mais quente e as fiares jaserio sob ama
carnada de nev.
Porm, ba ama trra onde eternamente brilba o
sol e exhalaai as flores saa fragancia, e onde sio
discouhecidas a nevo eogili. Esta a trra das
fiares, ou a Florida.
Por um processo tio delicado como saa propria
fragancia, conservada esta na exquisita prepara-
cao conhecida sob o nome de Agna Florida de
Murray & Lanman, qae refresca no verio como as
flores que lhe dio a vida e recorda no invern suas
emmurchecidas folbas.
B-LARACoES
Comi gnral
Malas a expedirse HOJE
Pi.l8 vapores Finance e Porluense, este para os
portos do Cear e Liverpool, e aqaalle para o Para,
Barbados, S. Taornaa e New-York, recbese im-
pressoa e objectos a registrar at 8 borss da ma-
nbi e cartas ordinarias at 9 horas ou 9 1|2 com
porte duplo.
Pelo vapor Pemambuco, esta administracio ex-
pede malas para os portos do sal, recebendo im-
pressos e objectos a registrar at 3 boraa da tarde
e cartas ordinarias at 4 horas oa 4 1(2 com porte
daplo.
Administracio dos correios de Pernambn :o, 6
de Julho de 1888.O administrador,
^^^ ________Alfonso do Reg Barres.
CIRCO CHILENO
No largo do Arsenal de Guerra
GRANDE COHPlKaiA
eqaestre, gys-nastlca, acrobtica, eoreograpklea, zs>l*>gica,
equilibrista, fu na mb a lesea, f actica e -alaalea
EMPBEZJ E OIBECCO
DE
D. HONORIO PALACIOS
Hiaiiha Sabbado 7 do corrate
Imponente Testa artstica em benefllcio da eximia contorcwnisti
FRANLINA ESTRELLA DO BRAZIL
A nica ARTISTA BRASILEIRA que tem a companbia
Este espectculo offerecido pela beneficiada a todos os seas patricio* aa
publico em geral.
Trabalnoa no vos Programla deslua_braate !
Ultima semana! Ultima!
TOMAM PARTE AS CELEBRES:
Estrella do Norte!
Estrella doBrazil!
A familia Palacios e
Camarotes com 5
Cadeiras .
Geraes -.
o Sr. D .niel Castro
PREQOS:
entradas .
Estrella do Sul
Estrella do Mar
exhibirlo brilhantes ezeroicies.
lCfiOOO
. ... 2000
..... 1*000
Principiar a funccSo s 8 1/2 horas.
O SECREARIO, r.O%iLVE
(1) ESeclivamente o embarg] t pdia ter lagar
nos tundo da quintal da casa n. 4, e nio sobre o
Indo qae di para o tanda da meia agua da appel-
iada, porque este lado j estava edificado antes do
embargo, como reconh-c-u a appeliada, tanto que,
a fl. 166 dis ella : Os appelliotcs, antes da
compra da casa a. 4 (onde dea-se o embarga) ji
hsvum atirado urna a tea sobre c quintal della,
para commadidade de predi? n. 2. >
Ora, a compra da casa o. 4 foi em Janeiro de
1887 (escriptura nos autos a fl. 33 e 48.) Logo a
tal aoii atirada sobre aqaelle qaintal antes da
compra, nio podia estar comprebeodida no embar-
go dos autos, piis este te ve lagar posteriormente
em Abril.
Qaem passar na roa do Rosario, ver que a re-
ferida gotea s poda ter sido atirada levantndo-
se a altara do s. brado a parede do fondo da meia
agua da appeliada.
Assim : nio houve engao dos offieiaes disendo
qae a obra embargada era no fundo do predio n. 4.
O engao oa erro delles, foi diserem qae a casa,
que confina com aquella, da appeliada, qaando
pelo titulo fl 82, v-se qae outro o dono, e
esta casa tem o n. 58..
Dando a appeliada pelo engao pretenden agei-
tar o embargo no ponto que 'be convinha, e nease
intenta requeren, i fl. 10, o modo c^mo o embargo
devia ser entendido; visto nio estar a lide contes-
tada, e assim fea saa nova coo.-nicio, mas recct'.
ficando a primeira........
Ora, quem rectifica coofessa o erro.....
Temos, pois, conciliacio corrigida por estar em
erro I 1 1
(2) Desde qne a appeliada declarou o modo pelo
qual se devia entender o embargo, e respeito fes
r. ctificacio de conciliacio, nio podia o appellante
ni comoetcido attentado, pois nio se provoa se
este fra praticado antes ou depois da rectificacio
do embargo........
(3) As testemnohas da appeliada juraram qae
vimm a parede da sota (! !) ir subindo, subin-
do.....depois do embargo, quando este dis qae a
obrs do randa da quintal da casa n. 4, eslava com
freebaes reoeoeado a coberta 1...... >
Onda est a verdade ?...-..
Asseutbla geral
Convido todos os senbores socios a renoirem-se
na respectiva sede roa do Imperador n. 31, pri-
meiro andar, domingo 8 do orrente, pelas 6 horas
da tarde, para se proceder a eleicio determinada
no 1 do art. 35 dos estatutos, o que foi-me or-
denado pelo Sr. presidente.
Secretaria da Associacio dos Empregados do
Commercio em Pernambuco, 4 de Julha de 1888.
O 1" secrfrii,
__________ ________Franoisoo Conoelro
Prado pernambucano
De ordem da directora, eanvio aos senhares
proprietarios de animaes destinados s corridas
do bypodromo desta sociedade para inscrevel-os
em livro especial na secretaria deste prado roa
do Imperador n. 83. Outrosim, previno sos Jockys
que t poderao c-rrer no mesmo bypodromo de-
pois de matriculados, de accordo com as instrac-
cops qae se acham nesta secretaria. Recite. 5 de
Julho de 1888.
Francisco de Soasa Reis,
Secretario.
M... Aug... Caz...
Garantidas (*)
Ao Exin. r. presidente da pro-
vincia
Pede-se S. Ezo. que provid de ter fim um processo em que autora a justica
publica e reo o capito Pedro do Reg Chaves
Peixoto, no qual j deposeram as testemunbas ha
mais de tres aDnos. Que juises e promotor temos
nos, Bkou Sr. V. Exc collocado na alta admi-
nistracio, e fasendo parte do Superior Tribunal da
Rtlicao, certo nio demorar a providencia que
pedimos.
s
Coint-tiss pernambucana para
representaco da prorlnela na
Exposic s Universal de Pars,
em is
Sao convidados todos os membros da
commissSo para a reuniao qae ter logar
boje s 3 1/2 horas da tarde, ra do
Imperador n. 34, 1. andar.
Sendo motivo de grande importancia e
urgencia pede-se que nenhurn falte.
Reeifa, 6 de Julho de 1888.
Viscmde da Silva Loyo,
Presidente.
iludanca de escrlpiorlo
Os advogados Jiio Barbalbc, Joe Dinis e Pe-
dro Ratis, mudaram o seu escriptorio para a rna
do Imperador n. 55.
i iiaia_i
Ao poyo pernambucano
O abaixo assignado, tendo aesbado de publicar
ama obra, intituladaAmor a Caridadeo&ereci-
da e consagrada a Serenissima Princesa D. Isa-
bel, berdeira presumptiva da tbrono, pede ao povo
pernambucano e especialmente a briosa mocid de
acadmica do Recite, que se digaem aceitar um
volme pelo diminuto pr^co de 14000, visto o
producto ser applicado a am estabelecimeato be-
neficente de enancas cgas, ingenuos e libertas,
por saa iniciativa propria.
Eata obra contm em si,- urna carta a Princesa
Imperial, ama parte luterana sobre o assampto
da neerssidade argente de am estabelecimento
beneficente para enancas cgas e desvalidas, in-
genuos e libertos, e numerosas poesas, todas offe-
recidas a pessoas Ilustradas desta capital.
Espera, p.is, qae o sea sppello nio seja intil,
parante urna sociedade tio conspicua e tio Ilus-
trada como a nossa, pelo que antecipa desde ji a
saa leal gratidio, a aquelles qae se dignaren)
attender a este seo pedido, orno verdadeiros per-
nambucanos que protegem a seas compatriotas, e
nio ao estrangeiro.
Est a venda em casa de sua residencia, ra
Velha d. 36Collegio Emalscio-lJOOO am exem-
piar.
Jallo Sbsres de Asevedo.
(*) Per ter sabido no meio dos annancios, re-
produsimos boje a presente pabhcaoio.
A R-D-CCU,
De ordem d... Exxm. Sr.. Ven... Mest... e
em comprimento a deliberaoio de Sup... Cons...
d... Most... Reserv... d... Ori... Melit.-.
P... P... d... Esp... Rit... Brais... Cor...
Liv.. '.Pop... conv... a tod... os Irs... d... quadr... a
comparecerem em noss... Cas... no dia 6 do eor-
rente is 6 1|2 boras da tarde, para rrunidos em as*
sembla geral proceder-se a eleicio da nova Reg...
como determina os arts 65 e 66 d,.. Canst...
Secret... d.. Nob... Aug.. Cas... Mac... 3 de Ju-
lho de 1888 E... U...
O secr...
______________N. 1,513Gr... Symb... 18...
Banco de crdito real
de Pernambnco
Letra* ii^potbecarlas aorteadaa
Nio tendo sido ainda resgatadaa as letras hy-
pothecarlas abaixo mencionadas, as quaes foram
sorteadas em 22 de Junho e 26 de Desembro de
1887, pede se a qaem as possuir queira apresen-
tal-as na sede deste banco, raa do Commercio n.
34, onde seiio pagus pelo sea valor nominal de
100^000 cada ama.
Ns. 658, 1297, 1299, 2069, 4299, 6613, 7249,
8541 e 9334, sendo a 4 e as doas ultimas, do 3.
sorteio e as demais do 4.*
Recite, 5 de Julho de 1888.
O gerente,
Joio Prrnandes Lopes.
Companbia de Edifica-
gao
Assembla geral extraordinaria
Tendo-se na Assembla Geral extraor-
dinaria qae realisou se do dia 22, depois
de vencido e approvaao o augmento do ca-
pitel social, e quando discutiram-se os meios
de effeotuar tal augmento, aventado a ideia
de que nSo seria cobarta a emissao de no
vas actu38 vista da depreciarlo capital da companbia resultante dos pre-
juizos produzidos pelas obras que ella eze-
cutou o pela natural depreciacSo do mate-
rial em conseqaeneia do rabalho que ba
annos desempenba, e bavendo a mesma
Assembla Geral extraordinaria resolvdo
que de novo 6 extraordinariamente se re-
na a companbia com o fim especial de dis
cutir e ae approvnr, votar a acqisiySo do
actual capital social au seu justo e real va-
lor, afim de tornar possive a acquisicSo de
novo capital Bem o qual nao pode a compa-
ubia proseguir na sua misado, coavoco, de
ordem da directora, para o dia 9 de Ju-
lho prximo futuro, as 11 boras da manha,
ao es:riptorio da Companbia de Edificado,
Pr9a Pedro II n. 77, 1.- andar, a rea
niSo da companbia, em Assembla Geral
e extraordinaria, para discutir convm ou
nao rduzir o actual capital social, e, no
caso affirmativo, qual a reduccao, devendo
esta assembla constar de numero de ac-
cionistas que represente pelo menos, dona
tercos do capital, de accordo aom o dispos-
lo no parsgrapbb 4.* do art. 15 da lei n.
3,150 de 4 de Novombro de 1882 a qual
rege as sociedades aoonymas.
Recife, 23 de Junho de 1888.
Ricardo de Menezet.
gerente.
""-"fc-ssa-a
Prado pernambucano
De ordem da directora, aviso ao publieo qae
neoham cartio de convite para as corridas deste
prado ter valor de boje em diante sem ser assig-
nado pelo secretario, de confur nidada com os es-
tatutos. Rtcife, & de Julho de 1888.
Faaocisco de Bonra Reis,
Secretario.,
PROJECTO DE INSfiRIPQAO
Para a 1.a corrida qne de ver ter lugar no
dia 15 do crreme
1. pareo; Coosolagao800 metros. Animsea da provincia qae ainda alt
tenham ganbo. Premios : 200^000 ao primeiro, 505000 ao segando e o tereeiro
livra a entrada.
2. pareoRecife -1.450 metros. Animaes eatrangeiros at meio aaogoe.
Premios: 400^000 ao primeiro, 100#000 ao segando e o tercero livra a entrada.
3." pareo 1. de Julho 1.200 metros. Animaes nacionaei de menos 4a
meio sangue. Premios: 3000000 ao primeiro, 75$0O0 ao segando e o tereeiro livr
a entrada.
4." pareoImprensa Pernambucana.1.000 metros. Animaes da provincia.
Premios : 2500000 ao primeiro, 600000 ao segando e o tereeiro livra a entrada.
5." pareoPrado'Pernambocano1.609 metros. Animaes de qualquer pas.
Premios 5000000 ao primeiro, 1250000 ao segundo e o tercero livra a entrada.
6. pareoProgresso.1.450 metros. Animaes nacionaes at meio sangue.
Premios : 3000000 ao primeiro, 750000 ao segundo e tercero livra a entrada.
7.* pareo AnimacSo850 metros. Animaes da provincia. Premios 2000000
ao primeiro, 500000 ao segundo e o tereeiro livra a entrada.
OBSERVAgES
Nenhum pareo se realizar sem que se ioscrevam animaes de tres propieta-
rios diferentes.
A inacripijao encerrar-ae-ba na terca fera 10 do corrente, s 6 horas da Urda
na secretaria do Prado Pernambucano na ra do Imperador n. 83, 1.* andar.
Recife, 5 do Jolho de 1888.
O SECRETARIO,
Franelseo de Houzm Hela.
Banco de Crdito Rea! de Per-
nambnco
No sortoio a que ge precedeu neste banco em
data de bontem 22, para o resgate de 230 letras
bypothecarias das qae eristem em circalacio (1 *
2.* e 3.* series), designou a sorte as dos nmeros
seguintes, as quaes serio pagas pelo banco a con
tar do primeiro dia til do mes de Julho prximo
futuro, e, quer sejam oa nio apresentadas, nao
veocerio mais jaros depois de 30 do corrate.
Estas lettras serio 'pagas ao portador pelo sea
valor nominal de IOO4OOO cada urna, bem como os
jaros, e com os premios as abaixo mencionadas.
Tambem serio pagos a contar do din 1 > lho prximo futuro, os juros das lettras >.u,ittidas
nos annos de 1886 e 1887.
Recife, 23 de Junho de 1888.
O gerente,
Joio Fernanda Lopes.
PRIME 1IU SERIE
maOBoe
82 1.016 3.156 5.234 6.962
89 1.041 3.173 5.270 7.019
98 1.077 3.434 5.324 7.130
132 1.196 3.465 5.327 7.151
166 1.236 3.611 5.390 7.178
179 1.306 3.638 5.420 7.258
181 1.359 3.706 5.500 7.318
199 1.458 3.721 5 528 7.347
370 1.655 3.791 5.557 7.363
371 1.658 3.841 5.619 7.407
403 1.754 3.859 5.715 7.430
432 1.755 3.881 5.816 7452
447 1.879 3.904 5.922 7.672
453 2.005 3-926 5.923 7.817
701 2.233 3.974 5 94 7 831
721 2.238 3.982 6.063 7.894
737 2.302 4.100 6.132 8.008
757 2.314 4.166 6.134 8.016
300 2.326 4.192 6.191 8.111
804 2.451 4.551 6 231 8.113
815 2.662 4 598 6.253 8.151
848 2.713 4.638 6.312 8.159
871 2.759 4.713 6.552 8.171
880 2.845 4.778 6 554 8.228
927 2.8S5 4.999 6.761 8.251
968 2.901 5 005 6 762 8 326
983 2.986 5.025 6.763 8.437
3.002 5.164 6.915
3 120 5.218 6 924
SEGUNDA SERIE
NMEROS
9.443 11.014 12.681
9 461 11.045 12.803
9.653 11.087 12.883
9.667 11-168 12.917
9.768 11.333 J3.1U
9.823 11.354 13.121
9.826 11.364 13.195
9.839 11.533 13.541
9.844 11 567 13 726
9.962 11.579 14 003
10.054 11.691 14 008
10 411 11.913 14.147
10.637 11.916 14.166
10.855 11.990 14.181
10.897 12.112 14.187
10.907 12.192 14.285
10.963 11.488 14.600
TERCEIRA SERIE
NMEROS
17.204 17.821 18.671
17.734 18.554 18.671
Thesonraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, convi-
do os Srs. negociantes abaixo mencionado!
para, do praso de tres das qae Ibes fica
marcado a contar de boje, virem assgnar
na seccao do contencioso desta thesooraria,
os termos dos contractos, feitos de accor-
do com as respectivas propostas approva-
das pela presidencia da provincia, para o
fornecimento de gneros e artigos para o
presidio de Fernando de Noronha no 3.'
semestre do corrente anno.
Antonio de Oliveira Mais.
Fraga Rocha & C.
Joao Walfredo de Medeiros.
Beltro & Costa.
Jos Rufino Climaco da Silva.
Rodrigo Carvalho & C-
Maia e Silva A C.
Manoel Paulo de Albuquerque.
Joaquim Alves da Silva Santos.
Manoel Joaquim Alves da Costa-
Moura Borges & C.
Em4 dejalbe de 1888.
O secretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
TiIs Manos 1

8.515
8.618
8.680
8.949
9.016
9.058
9 100
9.149
9.170
9.252
9.311
9.330
9 335
9.337
9.371
17.182
14.733
14.819
14.839
14.910
15.253
15.289
15.415
15.491
15.918
15.953
16.119
16.142
16.407
16.584
16.682
20 344
19.600
As lettras premiadas foram as segaintes :
PRIMEIRA HfifilE
NMEROS
6.134 com................. 100*0(0
8-312 com................. 50*000
5.025 com -rr%............. 30*000
5.5*8 com................. 104000
5.924 com................. 10*000
7.817 com................. 10*000
SEGUVDA SERIE
NUMKROS
14.147 com............... 10*000
14.285 com............... 10*000
14.819 com..........: .. MWOOO
(l>ivideado)
Por ordem da directora communico aos Srs. ac-
cionistas que de 3 a 10 do corrente mes, no3 dias
uteis, ser encontrado o Sr. thesoureiro, no escrip-
torio da compaohia, das 10 horas ao meio- dia, para
fazer o psgam-oto do 27" divideodo, razio da
8"/,. E que depois desse ultimo dia serio os paga-
mentos efectuados as tercas-leiras e sabbados s
megmss horas. P r essa mesma occasiio pagar-
se hio os juros das acedes preferenciaes e das de-
bentures que para tal fim deverio ser apresen-
tadas.
Escriptorio do gerente, 2 de Julho de 1888.
A. Pereira Simoes.
Imperial Sociedade des Artistas
lecnanicos e Liberaes
De ordem do frmio 1.a adjuoto em exercicio,
canvido aos irmius que se sebam do goso de seas
direitoe, a reur.irem se em nossa sede quiuta-feira
5 do carrete, pelas 6 1|2 boraa da tarde, afim de
ter lugar a sessio de assembla geral, deveudo
esta ser feita com o numero que comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicoa e Liberaes de Pernambuco, em 4 de
Julho de 1S88. O 1 secretario,
Francisco da Costa Ramos.
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, previne-
setas costareiraa deste arsenal, que possnem guias
de ns. 1 50, que nos dias 4, 5 e 6 do corrente
mea, serio distribuidas costuras, devendo as pro-
prias coetareiras vir receber as mencknsdas cos-
turas.
Seccio das costaras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 4 de Jolho de 1888.
Flix Antonio de Alcntara
Aifeies adjunto.
!*

i


/
1
l>raloacam
de Per
de Recite a CMUrfl
> a estrada de ferro
e eaSradis de flagra I
CUIGEIISH
Aviso
De ordem do il!m. 8r. director eogaoheiro chefe,
faco publico que a conoorreaeia que devia ter ru-
gir no dia & do correte, para o fornecimento de
snaterises e rgos diversos a esta rppsrticio, no
semestre de Julbo a Dezembro de 1888, fioa trana-
* para o dia 9, no edicio da ettacao central
aa estrada do.'Carusr. Outrowa, declaro aos
senhores intereasados que para essa concurrencia,
. fica de neuhum effeito a clausula expressa no
edital da serem os concurrentes negociantes ma
tricnlados. Becife, 4 de Julbo de 1888.
O secretario,
Manoel Juveocio de Saboya.
Companhia de Beben be
NSo 88 tendo realiaado a Asaembla Ga-
ra! ordinaria desta companhia no dia 2 do
corrento mez, por n&o se ter reunido ac-
cionistas qae representasseai o capital fi-
zado pela les, aSo de novo convidados para
reunido qae se realisar no dia JO des-
te mea, ao meie dia, com qualquer qae
seja o numero dos Srs accionistas pre-
sentes, como dispoe o art. 24 de nosaos
estatutos.
A Asaembla Geral tem or fim tomar
conta da gestSo dos i egocios sociaes du-
rante o anno findo, para o que Ihe ser
Aproaentado o parecer da commiaaSo fiscal
e o relatorio da directora.
Ka mesma occasiao se proceder a elei-
$2o da nova comrnsSo e presidente e se-
cretario da Asaembla Geral.
O local da reoniSo ser o do costume, a
ra do Imperador n. 71 1.a andar.
Recife, 4 de Jnlbo de 1888.
Ceciano Mamede A. Ferreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio F. Jacobina.
Director secretorio.
Thealro de Olinda
c
Espectculo em beneficio do monumento
oommemorativo da abohyao do elemento
servil, cedido graciosamente pela socieda-
de Melpomene Olindensa com o concurso
dos artistas dramticos D. Rosa Manhonga
e Sr. Mar.1b.on5a.
SABBADO 7 DE JLHO
Honrado com a presenga de S. Ex:, o
Sr. deeembargador presidente da provin-
cia, Cmara Municipal e primeiras autori-
dades da comarca.
Programma
Urna banda marcial executar o hymnu
da aboligao desde que t. Exc. compare-
cer no camarote que Ihe est destinado ;
seguindo-se urna linda overtura pela or-
ebestra a cargo do insigne maestro Rosas.
D-r cornejo ao espectculo a recitacjto
em acea aberta de urna poesia patritica
expressamente cscripta :
13 de Maio!
snrgindo aos ltimos versos urna tpotheo-
se a
Liberdade
Em seguida ser representado o magni-
fico drama setnpre applhudido pelas plateas
illustradas:
Terminando o
comedia ornada
fabrica de risos.
espectculo
di' couplets,
a chistosa
verdadeira
lima experiencia!
Nos iotarvallos tocar a banda marcial.
A comroissSo do espectculo no intuito
de melhorar as cunui^o -s co tbeatro, obte-
vo da municipalidad'*, em cajo predio func-
ciona, Butorisayao para abrir um ventila-
dor por sobre o lustre e se esforzar par
offerecer toda a somma de commodidadeB
a peasoas que sa dignarem aceitar bilbe-
tea.
A eataa pede ella para devolverem os bi-
lbetes que nao aceitaren) em vez de trans-
fenl-OB a outrem ; assim como que na noi-
te do espectculo levem as suas esportulas
para aerem entregues na porta do tbeatro
respectiva commisBao.
Estando distribuidos desde domingo os
bilbetes de camarotes, cadeiras de 1* clas-
se o galeras, e serBo aoeitos os que forem
devolvidos at o dia 5 ao meio dia. res-
to dos bilbetes de cadeiras de 2a classe
acha-se venda na eatacSo do Varadouro,
e no dia do espectculo no escriptorio do
tbeatro.
Comecar a 8 1(2 da noite.
Haver trem para o Recife e Beberibe.
MARTIMOS
PAWH1E DES HBHSAbE
RE* J1AKITIHES
LINHA MENSAL
O paquete
rilTEIU
Commandante ftrou
E' esperado dos portos do aul
no dia 17 do corrente, aeguindo
rdepoia da demora do costume,
bpara Bordeauz, tocando em
"Fakar e Lisboa
Fas-se abaumento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao mohos e que pa-
gacem 4 passagens nteiras.
jembra-se aos senhores passageiro* de toda*
as classea que ha lugares reservados para esta
crencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Por excepcao os criados de familias que torna-
rem bilbetes de proa, gosam Uunbem d'este a bati-
mento.
Os vales postaos n se di at e dia 15 pagos
de contado.
Pai a carga, passagens, eneoraraen das ednh,ir
a frete : tracta-se c;tco
AGENTE
Labille
TOJA DO GOMMEROI-S
Itod Stetes k Brasil 181 C.
0 nw Allianoa
Jfispera-se de New-Port-News,
at o d>a 12 <-. Julho o qual
pguir* aepo b demore ne-
uariii paia a
i de Janeiro e Santos
ira carga, passagens, e en con unen das traer-
Heary Forster C. -
- RA DO COMMEBOIO N. 8
i.- ardor
Mawega
Augusle
Linha regukr "anre Havre, Lisboa, Per-
nambuco, Babia, Rio -le <"meiro e San-
'fw Ti le Fointin
Com mandante Sebire
Espara-se dos portos do sul
no dia 10 de Julho seguindo
depois de indispensavel demo-
ra para o HAVRE, tocando em
LISBOA.
NTRARA' DENTRO DO
PORTO
Condur medioo a bordo, de marcha lapida s
offere excedentes commodos e ptimo passa
dio.
Aspassagens podero ser tomadas de ante-
mo.
Recebe carga, encomraondas epassage iros para
os quaes tem excellrntes aceommodaco -s.
rara carga, passagens, encommendas dinheiro
a frete traU-se ota o
AGENTE
0 nw Filie i Montevideo
Commandante Viel
Espera-se da Europa no dia
7 de Julbo e seguindo de-
poia da demora necessaria
para
Babia, Rio de Janeiro Santos
Boga-so aos Srs. importadores de carga pelos
vapores' desta linbs, queiram apresentar se dentro
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamaclo concerneute a volumes, que
porveotura tenbam seguido para os portos do sul
afm de se poderem dar tempo as providencias,
necessarias.
Expirado o referida prazo a companhia nao se
responsab;li&a por extravos.
Para carga, pai sagena, encommendas e dinheirc
a frete : trata ae com o
AGENTE
Angoste Labille
9-RA DO COMMERCIq -9
R0Y4L M4IL STEAM FACUT
COIPAB
Vapor La Plata
Espera-se da Europa at o
dia 6 de Julho, seguindo
depois da demorado icostuni
para
Bahi?, Rio de Janeiro, Monte-
video e Buenos-Ayres
O paquete Tamar
E' esperado dos por-
tes do sul at o dia 8
de Julho e segui-
r d pois da demoia
necesaria para
. rcente, Lisboa, vigo. An-
tuerpia e Mouthampton
Heduccao de patsagens
Ida Ida e volla
A Southaupton 1* classe 4 28 42
A' Lisboa 1* classe t 20 30
Camarotes reservados para os paemgoiros d
Pernambnt.
Para paasagens, fretes, etc., tracta-se O o*
AGENTES
Amorim Irmos &C,
S. 3 RA DO BOM JESS N 3.
ara metra de ?*-
PORT03 DO SUL
0 vapor Manos
Commandante ente QuiVietme
Waidington
E' esperado dos portos do nor-
te at o da 13 de Julbo e e-
rpis da demora indispensavel,
[seguir para os portos do sul.
a? ifi? IB
||
*| t
afS-I
| 3
3 *
1?
o 00
ET g- (o
O
a-
r
f
o
S
o
f
B
a L
5 I
I 1
a
a
I
4 t.
B s-

3
I
SP
a
s
B
a
o
E3
g
D
S5
I'a.
sis
992
a S-t
5S
liS
o cr x
f O M
Si
s su
4 O

11
ja -
l

'I
li
I
Direet mente
para Euro-
pa o fiio
- B- o.
o o a
t f f
o o o'
fe. fe f
I i i
o> te B
>
o*
da Prata.
Q. a.
i
s O O kS
o. o. o Q. S O. a a a o. s
c e E s m S 9 e? ? r?
cr c o O o o 2.
O O
S" s?
b a
cr cr
c o
S
s
kO f
fr 8-
8-
SE ss ?
t. s. sr
9 O.
B o.;
Oq j-tS
- p,?
o B
B.5 >
*3^
c y
III
o" S
m a.
m
.$"1
"
t
Becebem tambem carga para Santos, Santa Ca
tbarina, Pelotas, Porto-Alegre e Rio Grande do
Bul, frete uodico.
As encommendas s serio recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valores
trata-ae na agencia.
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
PORTOS DO NORTE
0 vapor Maranho
Commandante o capitao de fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
E' esperado dos portos do aul at
o dia 7 de Julho, e seguir
depois da demora indispensavel.
para os porte* do norte at Ma-
nos.
As encommendas sao recebidas na agencia at
l hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens ssieswanwdss e valores
'racta-ae na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
ii;
LELUES
Sixte-feira, 6 do correnU, t&Mtua o agente Pin-
to, o leilao de faaendas averiadas, descarregadas
de bordo dos vapores Tamar e acholar, em seu
armasem a rsa Marques de Olinda n' 52.
Leilao
De miudecas, perfumaras, jarros de louca, vi-
dro e bronse, candieiros de louca, vidro e brome,
pequeos, grandes e de snspensao, lamparines,
chap para seobora, quadrjs, albuns e outroo
muitos artigos da loja de mindesas.
Qutola feirn, sexta felra e abbado.
5, 6 e ) du crrenle mes
A's 10 1/2 horas
Na ru-i Dupue de Caxias n. 87
O agente Modesto Baptiata, autorisado compe-
tentemente fura leilao das mercadorias existentes
na loja de miudesas cima declarada, para liqui-
daco da mesma, em lotea a vontade dos compra-
dores.__________________________________________
Agente Stepple
Sexta feira G de Julho
A' 10 1/2 hora da tarde
O leil&o ser efectuado na cmara da cida-
de de Olinda
O agente cima a mandado do Exm. Sr. Dr.
juia de direito da provederia de residuos da co-
marca de Oliuda, a requenmento do Dr. Bernar
dio de Sena Das, uventariante dos bens que
coustitue o espolio do conego Joaqum Ferreira
doa Santc8 levar a leilao, a grande livraria com
diversas obras importantes.
Os Sr?. pre'endeutes desde j poderlo enten-
derle Cbm o agente cima
No araiazem ra do I nperador n. 16
i eilao
De
viahos verdes genainos em decimos e
quintos
Ao vieio dia
Agente Pinto
No armazem da ra Marque de Olinda
h.52
Por occasiSo pa de uso, cbapos, flanellas de cores, algodoes e
madapo!5es ^variados
isein como
300 caixinb>s de iigoa a 200 res cada urna.
4. e ultimo leilao
Do sobrado de 3 andares e soto, tendo o oitao
do norte livre, sito ra do Bom Jeaua n. 20, an-
tiga ra da Cruz, em chao proprio aerviudo de
base a cfferta do 6:200*0JO.
Sexta felra, do corrate
As 11 horas
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
En. seguida
Da casa terrea sita rna de S. Jorge n. fre-
guezia de S Frei Pedro Goncalves do Becife, est
alagada.
De um terreno sito ra do Padre Nobrega,
treguezia de S. Jos, com 30 palmos de frente e
fondos at ra Marques do Herval.
O agente Gusmo autorisado far leilao dos
predios cima meneionades pelas efiertss obtidas
no ultimo leilao.
So.
B "
n
st
, es
i-5

{po
h
Leilao
Pacific Sleaa. SavigatoHiompany
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Sorata
Espera-se des portos
do sul at o dia 16 de
Julho se guindo
para a Europa depois
'da demora do costume,
'tocando em
Lisboa, Bordeaux, Plymouth e
Liverpool
Para carga, passtgeiroa, encommendas e inhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wllaon Sons & U., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO-N. 14
COWPtMIIt PEBKAMaiCAXi
DE
Saregaco eosteira por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdu, Mossor, Arcca-
ty e Qear
0 vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 7 de
Julho s 6 horas da
tarde.
Kecebe cargaste c
dia 6
Encommendas, passagens e dinheiros a frete
at as 3 horas da taide do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Osee da Compaahia Feraasiu
eajM i
Da armario gneros e pertences e de uro
cofre inglea prova de fogo do fabricante
Muera.
SEXTA FEIRA 6 DO CORRENTE
A's 11 horas
Na ra de Pedro Affonso n. 34, antiga da
Prsia
O agente Martins, competentemente autorisado
far leilao da armacao, g; ceroe, pertences e um co-
fre ingles da taverna da ra, de Pedro Aftonso
n. 34, em um ou mais letes a vontade dos com-
pradores, para liquidar definitivamente.
A taverna muito afregutiada e tem grande
aortimento da louca.
Leilao
de fazendas averiadas, descarregadas de
bordo dos vapores Tamar e Scholar
Sexta felra. O de JuiUo
A's 11 boraa -
O agente Pinto levar a leilSo, per conta e ris-
co de quem perteneer, de diferentes faaendas ava-
dadas, parte dj diversos volumes desearregados
dos vaporea Tamar e Scholar.
BEM COMO
algodoes nacionaes, camisas, gravatas, chapeos
para horneas e eenhoras.
Ba Mrquez de Olinda n. 52
Leilao
Reme-
De 11 garrafSes com cevadinbs, 1 sacco
com rolhSes e 1 caixa enm 46 latas com
leite condensado.
Sexta felra, do correle
A's ti horas
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Guarni, autorisado por despacho do
Exm. 8r. Dr. juis de ireito do commercio far
leilSo dos generas cima mencionados p itencentes
a nana fallida de Joio Moreira & V
Leilao
De madapolSes avariados
O agente Martins far leilSo por conta e risco
de quem perteneer dos madapoloes avariados.
Sabbado, t do corrate
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Imperador n, 19^-
Da casa terrea sita travessa doa
dios n. 27
O agenta Martins far leilao, por mandado do
Illas. Sr. Dr. Jais substituto dos Fe-tos da Pa-
seada, da casa terrea cima, com P salas, 2 ovar-
tos, cosinha lora, quintal murado, a qual foi pe-
nhorada a Joanna Mara da Fouseca pela Fa-
senda Provincial.
Sabbado, t do correte
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 16
Grande e variado
Leilao
De sellas, sellins, silboes, redeas, chicotes, re-
benques, cabecadas, chicote para carro, ferragens,
marroquins, papel ac, espingardas para eaea, sa-
bonetes, cartuchos, espoletas, espoletas pan re-
volver, capsulas para revolver, botoes, vidros, ca-
deiras e muitas ontras quinqnilbariaa e objectos
que sero vendidos para feichamento de comas.
Ao correr do oiartelio
Sabbado, 9 do correte
A's 11 horas
No armaeem ra do Marques de Olinda
n. 48
PORINTERVENCAu DO AGENTE
Gusmo
Leilao
De um terreno proprij com casa de taipa
no lugar Coqaeiras, no Arraial, junto
ao Pedro Aln, tendo o terreno 100 pal-
mos de- frente e 500 de fundo.
Sabbado 9 de Jaloo
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 16
Agente Stepple
Leilao
De cerca de 2,600 taboaa de louro e amarello,
120 Harnea de sicupira e vtltas proprios para cabe-
cas de barcuC;** e tutros mi.-ttrts, paos de janga-
da de 3 e 6 palmos, comprimento de 40 a 45 pal-
mos, 20 portas de l.uro e amarello e diversas ro-
tulas de amarello.
Na prega do Mercado de S. J:e, noa
fundos do deposito do carv3o vegetal n. 19
Terca felra, 1 i de Julho
A's 11 horas
O agente Stepple levar a leilao cerca de 2,600
taboaa de louro e amarello, 120 liames de sicupira
propria para cabecaa de barcoca, paos de jangada,
portas de amarello e louro e diversas rotulas de
amarello, tudo vai a leili para liquidaco e por
conta e risco de. quem perteneer e sem reserva
de preco ; ap.oreitem esta boa occaaio, os Srs.
proprietarios e outros.
Ultimo Leilao
De caeaa terreas e um sobrado
Quinta felra, 19 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 16
O agente cima por mandado da inventariante
do espolio do finado sen marido detembargador
Francisco de Aa;i9 Oliveira Maciel, e cem o alva-
r de liceuca do Exm. Sr. Dr. juis de direito da
provedona de capillas e residuos, levar a leilao os
bens teguiuUs :
Urna casa terrea n. 72, roa Nova de Santa
Bita.
Urna .dita dita n. 66, com bastantes commodos
ra Nova de Santa Rita.
Urna dita dita n. 17, ra dos Pescadores, com
bastantes commodos e com sabida para o banho do
mar.
Urna dita dita n. 9, ra Vidal do Negrei-
roo. tibo aun chifla.
Urna dita dita eeb n. 11, no beco do Pci
nbo.
Duas ditas ditas.a. 19 e 21, travesea de 8.
Jos.
Duas ditas ditas ne. 19 e 21, no tceo do Car-
vao, boje ra Nova da Cadeia.
Urna dita dita n. 54, na Forte.
Duas ditas ditas ns. 4 e 6, uo lco do Falc&o.
Um sobrado de 3 andares n. 11, ra do Amo-
rim.
Us Srs. pretendentes, desde j podem examinar
es citoa predios.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se duas casas no Chora-meaino, sen-
do urna terrea e cutra sobrsdo, com commodos
para grande familia, as. qutes teem agua e gas ;
a tratar na ra do Pires n. 83.
x Aloga-se a asa terrea n. 129 da ra das
Cinco Fontas, com 3 quartos e grande quintal : a
tratar aa ra do Pilar n. 56, at as 11 horas da
manh ou depois das 4 da tarde.
Aluga-se a grande casa da ra da Aurora
n. 119, com bons commodos, agua e gas encana-
dos, por mdico preco, acha se limpa ; a tratar
na mesma ra n. 12i.
Aluga-se casas a 8f U! no neceo dos Coe
nos, junto de ti. Goneullo : a tratar na rsa di
mperatris n. 76.________- ________________
Aluga-se o soto da casa n. 103 ra da
Aurore, eom mobilia ou sem ella, e-coa agua para
banho e bantaeiro : a tratar na mesma casa.
Precisa-se de urna cosinheira e de urna en
gommadeira, para cata de familia ; quem se acbar
habilitada, dando fiaaca de seu bom comportamen
to, dirija se ra de Cabug n. 16, loja. Paga-
se bem.
Precisa-ae de urna cosinheira que entenda
bem de sua arte e durma em ousa ; a tratar na
roa do Biaohuello, antigo Corredor do Bapo n.
57, porto de ferro.
Precisa-se ra da Aurora n. 81, 2o nadar, de
um criado de 12 a 13 annos, pa-a servico de pe-
quena familia. Exige-ae certificado de boa con-
ducta^____________________
Precisa-se de urna perita cosinheira para
casa de familia ; a tratar na ra Barao da Victo
ra n. 46, loja.__________________________________
Precisa-se de urna cosinheira que durma
em casa ; a tratar na ra Bario da Victoria n.
39, segundo andar. ____________ .. .
Precisa se de um homem para tratar de um
sitio ; na estacao da Jaqueija, sitio do Dr. V-
lenos^________________________________________
Precisa-se de urna mulber velba para ser
vico domestico ; na rus da Peaha n. 19, segundo
andar.
Amas: Preciaa-se de urna para cosinhar e com-
prar para tres pessoas e outra para lavar, engom-
mar e mais serviecs; a traetar na ra do Bemfica
n. 5, segundo sobrado ao passar a grande ponte
de Magdalena. ____
Offerece se um-homem e sua muiher para
seguir com qualquer familia estrangeira para tora
da capital : quem deaejar deixe carta nesta tvpo-
grapha eom ss inician J. M. A.
Manoel Pereira da Crus, tendo de retirarse
da ftesnesia do Poco, tem nesta data eacarrega-
do de anas casas o Sr. JoSo Baptista da Bessar-
roicao, eom quem os pretendentes se poero en-
tender. Poco da Panel la, 8 de- Jalho de 1868.
- Ma ra Real da Torre n. 31, vende-se urna
maehina a vapor, formas para astucar galvanisa-
das, todas de ferro batido e fundido, crivo de
boeea de fjrnalha, rodas de ferro de diferentes
tamanbes, apparelbos de guindaste, urna bomba de
cobre de novo aystema, um alambique de cobre e
differentes objectos preprios agricultura, taes
cerno arado americano, carrocat, etc., etc., rudo
em perfeito estado.
As Pilnlas Catharticas
Do Dr. Ayer.
A experiencia do tempo, appUeado as Pilulaa do
Dr. Ayer, tem dado approvacSo com os rusultados
obtidos com aa raesniQS. Ha mala de quarenla aunoe
que estas Pllula* obtiveram urna popalaridad* uni-
versal, que nenhuma outra nedecina purgatlra-ttm
podido rivalisar.
As Pilulas do Db. Ayer, purgan completa-
mente o ventre com suavidade, e esximulam e or-
tificam os orgos digestivos e aBsimlUtiroe.
As Pilulas do Dr. Ayer
curam indigestao e impedimento, e evftam multas
serias e a miado fataes, cufermidades, motivadas
por aquellas desordena.
Para as doencas do Estomago, Figado e Rins,
cujos symptomass&o as Eu.'errr.idade* da Pelle,
Ardor e Poso no Kstomafro, Nausea, Males,
l>res de Oabeca, Hlito Ftido, Febre llillosa
$ Clica. Dores do estomago costas e espaduas,
Inchacot'ri Hidrpicas, etc.. nada as allivia
eom segnrancaepromptidao como as Pill*i*as do
Dft. AvEft; as quaes sao de grande utilidade no
curativo MI Hemorrhoidas.
Como remedio domestico nao tem egual.
PBEPARADAS PELO
DR. J. C. AYER k CA.,
Lowell, Mass., E. TJ. A.
I A' venda nas principara pharmacias e .Irogarias.
4o commercio
Nos abano assignadis prevenimos a: commercio
que tendo apparecid > bilbetes falsos pedindo ge-
neres em nossa firma, prevenimos que nao se deixe
levar por actos desta ordem, que nao nos respon
sabiliesmoa. Recife, 5 de Julho de 1888.
Goncilvs Lourenco de C.
CuNiarelrst Preesa-se de urna ; a
tratar na ra da Saudade n. 16.
Criado
Preciea-se de um criado ; na ra Duqui
Caxias n. 63.
ie de
M
m
' '"::
Jonqulm los Feraandes
Mara Rusa Feoandes, Francisca Luisa Fer
nandes (ausentes), Luisa Sabina Pernandrs, An-
tonio Jos Fernandes, Manoel Jos Fernandes,
agradecen! a todas as pesedas que se dignaram
acompanhar os restos mortaes de seu presido filho,
psi e irmo, e de novo convidam a todos 09 amigos
e parentes, para assistirem s missas do 7 da, na
matriz de Santo AnUnio, no dia 7 do corrente, s 8
horas da manhS, pe.) que autecipam desde j os
seus aineeios agradecimentos.
sasssasaMsailHHBsskVssa
Padre Dios; de Barrea Araojo
Francisco Floro de "Barros Araojo, Jos Ti rea-
cio de Barros Araujo, Joaqum Dicnisio de Bar-
ros Araujo, Mara Magdalena Cabral de Amujo,
Maria Jos de A aujo, Maris Ig&bbl de Barros
Araujo, Maria II giua de Bsnoa Aranjo, Maiia
Jos de Barros Araujo, Olivia Al ves de Araujo,
Targino Cabral de Mello e Francisco Gomis Tu-
vareo da Silva, convidam a tedos os parentes e
amigos do fallecido padre Diogo de Barros Arau-
jo, para assistirem a missa do sotmo dia, na cu-
pella do cemiterio publico, pelas 7 horas da ma-
nh1 do dia 7 do corrente, e dagde )4 ae contessaio
'eternamente njtradpcidoi.
(armella Carolina de Soasa
Travassos
Jos Quintno de Souza Travassos convida aos
parentes e pessoas de sua amisade assistirem
aa missas que manda resar na matriz da Boa-
Vnta, pelas 7 1|2 horas da manh do dia 6 do
corrente mez, por alm-i de sua presada muiher
Carmelia Carolina de isouzi Travassos, 1.a ani-
versario de seu passt.mento, pelo que antecipa
seus agrad* cimentas.
iluga-se barato
Ra Visconde de lUparica n. 43, 2." andar.
Baixa Verde n. i B.
Raa do Visconde Pelotas n. 5.
Ra do Marques de Olinda n. 48, 3 andar.
Ra do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar.
Kua Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Baixa Verde n. IB
Ra Visconde de Pelotas n. 5.
rrata-se na roa do Commercio n. 5, 1* andar
es Tiptorio de Silva GuimarSes & C._______^^^
Aluga
se
ou vende-se no Parnameirim ou Crus das Almas
n. 10A urna grande e excellente casa com agua e
gas, tendo um b..m sitio, a qual confronta com a
casa dj fallecido Dr. Leal ; a tratar na roa do
Apollo n. 30, 1- andar, ou em Fernandes Vieira
numero 11.
Aluga-se
ou vende-se a casa sita Crus das Almas ou Par-
nameirim n. 10-B, com commodos para urna pe-
quea fimilia, tendo um' bom sitio, e acha-se
limpa ; a tratar na ra do Apollo n. 30, 1 andar,
ou em Fernandes Vieira n.'ll.
Alnga-se
A casa n. 10 na roa da Fundico, Santo-Amaro
das Salinas ; tratar na lytographia de J. E.
Pureell, ra do Marquea de Olinda n. 8.
Ama
Ainda se precisa de urna ama que entenda de
cosinha, lave alguma roupa e engomme, obrigan-
do-se a dormir em casa ; na ra de Santa Theresa
numero 20.
Ama
Precisa se de urna ama pora cosinhar ; na rna
de Pedro Affonso n. 70.
Ama
Precisase de urna ?ma para servico domestico
ns ua Bsro da Victoria n. 69, 2- andar.
Ama
de menino e costureira : precisa-se na ra Nova
n. 15, loja de chpeos de sol.
Ama
Precisa-se de urna ama para ccsinbsr ; na na
d* 8. Francisco n. 10.
Ama
Precisa 8" de urna ama para andar eom urna
cranos ; a tratar ns ra Formosa n. 37.
Ama
Precisa-se de duas urnas, sendo urna para lav.r
eeogommar, e outra para cosinhar amado Ren-
gel n. 9, psdaria.
Precisa-se de nma ama para andar com cnan-
D, Asna loares Carnelro da
Rocha
Dous smiges sffeicoados do Exm. Sr. conselhei-
ro ebefe de diviso Manoel Carneiro da Rocha,
mandam no dia 9 do corrente mes, s 8 horas da
manh, na matriz do Corpo Santo, resar urna
missa por alma de-sua prenda mi >. Anna Sea-
res Carneiro da Roeba, trigsimo dia de seu pas-
aamento, epara este acto de religio e caridade
convidam aos parentes e amigos do mesmo Exm.
senbor. ^,
Jo<-
Lanillm
Eduardo de Sonsa
1 anni versar io
Joaquina das Menea Ferreira Landim e seus
filhos convidam aos parentes e amigos de seu fi-
nado marido e pai, Jos Eduardo de Sonsa Lan-
dim, para assistirem as missas que pelo repouso
de saa alma mandam celebrar na igreja da -Glo-
ria, pelas 7 1|2 horas da manh do dia 10 do coi-
rente, que desde j hgradpcm.________^__^^_
Iberesa de Jeaua Pereira
Jotquim Jos Pinto, Joaqum Ferreira da Cos-
ta Jnior e sua mulber Francisca Carolina de Fi-
Sueiredo Costa, primos da fallecida, Thereza de
esus Pereirs, convidam seus parentes e amigos
para assistir as missas que por alma da mesma
finada mandam reiar na igreja do Tercjo, sexta-
feira 6 do corrente, stimo dia do seu fallecimen-
to, pelo qae se confessam eternamente gratos.
doa lauanu zYarsreu
Joaqum Caetano Farges, Anna Tranquilina da
Silva Fargfs, Maria Luisa de Franca Farges,
Etelvina da Silva Farges, Maria Theodora da
Silva Farges, Jos Caetano Farges Jnior (au-
sente), Julia Clara da Silva Farges (ausente),
Manoel Diss da Crus (ausente), Anna Joaquina
Soares da Silva (ausente)* Anna Clara Farges de
Lima, Jco Caetano -Farges, Candida Augusta do
Reg Barros, maoifestam aeus agradecimentos a
todas as pessoas que se dignaram acompanhar os
reatos stortaes do seu presado esposo, pai, sogro
av ; e de novo convidam a seus parentes e
amigos para assistirem ss missas do stimo dia,
que mandam rasar sexta-feira 6 do crrante, s 6
lr2 huras da manh, na igreja de N. S. do Carmo
e no Terco, r eb que antoipsm seu eterno re
conbecimento.
'
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; a tra-
tar na ros BirSi da Victoria n. 54, na nova agen-
cia de movis.
' % # %
Precisa se de orna ama de mea idale, que seja
boa cosicbfcirs ; na ra Vidal de Negreiros nurce-
ro 13L_____________________________________
AMA
Precsa-se de nma para en-
gommar e lavar roupas de crian-
fas no 3a andar da typoraphia
do "Diario." ________
Amas
Na da roa Conquista n. 21 precisa-se urna ama
para cosinhar e ontrs para engommar e mais ser-
vicos de casa de familia, que durma em casa.
Tendo sido entre-
gue aos credores o es-
tabelecimenlo dos Srs.
Joaquim Costa & C,
sito rna Duque de
Caxias, sob a denomi-
nado de Loja das
Flores previne-se
aosdevedores do mes-
mo, que os nicos com-
petentes para receber
as dividas por conta
dos mesmos credores
sao os Srs, Cramer
Frej & C, ra do
Bom Jesns n. 62.
Para quem qyiser
Aluga-se as seguintes asas : a de o. 20 & la-
deira do Veradouro da eidade do Olinda, cora
bons commodos, quintal murado e srboi uado,
cacimba de boa agua e porto para o heces da
Poeira ; a de n. 30 a ra d Amisade na Ca- unga,
eom quintal e cacimba, e a de n. 4 A rravcssa da
fundilo em Fre de Portas ; a tratar na ra
Direiu n. 45, a qualquer hora do dia.
?*

n

}


xta-
liu

PEITORAL DE CAMBARA M S. SOARES
Este importante e acreditado medicamento, contra a tsica pulmonar, asthma, bronchite. irrita$o e
inflammaco do laringe, coqueluche, tosse, rouquido e perda de voz, yende-se em casa ds agentes e depo-
sitarios geraes nesla provincia ,
FRANCISCO MANOEL DA SILYA & C.
ra do Mrquez de Olinda, n. 23; a 2#500 o frasco, 13^000 \\2 duna e 24$000 a ctazia.
Vende-se lambem em muitas pharmecias e drogaras desta provincia
Cuidado com as falsificages Cuidado com as imitaf oes !
Pro Fos so ra i
Uma sen hora competentemente habilitad*) com
pratiea de 10 aonoi de prnAssia, afferece-se pan
leecionar por eaiaa particulares e oollegioa db ci-
dada oo ge tu arrabelde, segwntes materias :
portagaea, francea, italiano, geographia, piano e
trabalho de gulha, mediante eatipulacao rasos-
ve! ; a tratar na roa Viaconde de (Joyaena n. 69,
on roa do Livrantto a. 6, loja da borboleta.
Tintura indiana
Para tineir instantneamente a barba e o ca-
belles brancoa e grisalhos da maia bella efir preta
castanbo : vende-ae na botica francesa de
Rouquayrol Freres
Rna da Crag=
Guerra Fernandes & C. partioipam aos sens
amigos e fregneaea que mudaram o sea armaiem
de fasendaa para a mesa rna Duqne de Oaxias
n. 47. Vendas em grosio e-a retalbo, preoos sea*
competencia.
6 FERRO
BOTIS
Aa peasas anmicas en-
traque idas por un empobre-
c memo do sangue. a qnmm o
medico aconselba o vmprego
do trro, aupportSo sem caa-
safoagomi! G0TTAS CONCENTRADAS
de FERRO BRAVAIS, de
preferencia a qumemquer ou-
troa preparado* ierrugmosoa.
0 FERRO
BRAVAIS
nMo produm natmhraa, nema
nmnaa.QOnosMtomapo,ncm rhea, nem conatipacMo. Nao
tem sabor algum. nem chairo,
nMo communica ebeiro nem-
ham a agaa, nam ao vinno.nem
m qualquer liquido oom que
pode aer tomado, NUNCA.
ENNKOREOXot DENTE 8.
0 FERRO
BRAVAIS
Am Ceras palmas, atreiqto
tmo oommun entra
anto da tormacMo, a Ane-
te, t Chlaroaia, annunoia-
doraa ate mor parta daa aftei-
qbea ohrnicae.eaocombatiAmm
oom a malor etucacia palo
9m^OOregnlar do FERRO
'AIS.
0 FERRO
BRAVAIS
Keatitue O0 sangue
coloracam que perdeu
pela molestia.
NUMIROSAS IMITAOOM
Exigir a firma
XC. BRAVAIS
Imprimida vermelha
DapoiiU i mit itrt tai la1.
{
55
|
I
, 0a. %%* pobmmo no raraioo dos ^Af**
a^pfJ Sllixir, Pe e Pasta dentifrieios
RR. PP. BENEDICTINOS
da Abbadia de SOTJLAC (Gironde)
D0M MAGUELONNE, Prior
2 MED-A.I-.II-A.S UB} OTJEO
Iruiellai 1IH Londres 1181
A ninis elevadas reeotiipensas,
INVENTADO f MBJ 0*a Pelo Prior
o asi 1*3 #OPlTeBOURSATJD
O uso quotidiano do Ullxtr
Denti'ricio dos KB. PP. Be-
nedictinos, com dose de alga-
mas gottas rom agua, psvem
e cura a carie dos .entes, em-
branaueceos.fortalecendoe lor-l
nando as genglvas perfeita-l
mente sadlas. I
Prestamos um verdadelro
servioo,asslgnalando aos nossos
leltors esto antlgo e utlllssmo
preparado, o naelhor cura-
tivo e o unieo premervative contra
Affecces dentarias, t
Casada lundada em 1107 ___
Agente Os?!*^ 11 Wat 3- RDE HD6DEBIE,3
Geral: 9 LU Ull BORDE AUX
Aeha-se em roe/asas boai Perfumeras, Pharmacias
e Drogarit.
nun
-
.i
i
PARS N'AMERICA
16-fiua Baro da Victoria--16
(ANTIGA NOVA)
AZEVERMO KA0 & C,
Pr( iparn ?b Exicas. farcilias que tcem aiu v.rudissitno scriimento de fazen-
aaa e vcucli a p r presos sem competencia
J9l. SABER
Cn\> s de seda, et. tuiutj e merino de 25O a 'DUQ.
Enx>c:eri pir. cns: rotuto, preQ>8 seru riv.J.
Pen t adores tocos bordados de 7fJ000. 10^1000.
Vesii lea de Laiubrtia branca bordado de lb(J000 a 23500Q.
Liod s cor*t>s dem iiletn idern de 70000 a 10)5000.
Coit* de cambr.i" branca arrendada, novidade, a 60000.
Bico preto de se la cora um metro de largura, a 60000, o metro.
D t' brf-nco e crema idem idem, a 50000, o dito.
Boi>''-s crctonea claros, cSres firmes, a 240 ra., o cavado.
Z"p'yroa de divcMM qualidades, 160 c 200 ra o covido
Lia Ue quadros de agradaveis padres, 320 rs., o nrwmiin
Ditas finas de duas largurrs, a 10000, o covado.
Cortinados de cao-.br..a bordada de 70000 a 100000.
Ditos de crochet de 250000 a 350000.
diversos artigos cujos precos admiram.
elcplionc n. 2v^.
Alcatro G-uyot
Pliarmaceutico, 19, ra Jacob, IPariz
--------------^3il^--------------
O GC^iDRON CUYO?serve para pre-
parar agua il i alcatr] aval.
O GOUDOK
>Vs CAPSU ..S CYOT contom alca*
trao do Noreaea ]>iuo. As doses aao de duas
K c 0 expe_ aq-tatmoapiulaa no monurnto das r. rimentado com grand xito nos lospitaes A As CAPSULAS SU YOT recommendao-
de Franca e Hespanh?. na.ionl'rmidadas dos ^ se as enformidados aejuinte* :
PBLFV?0ES e 0A GANTA 4 TS?AS TEWAZE8
nosCATARRHOS da 3EXI8A |. TSICAS, BR0NGKITA8, ASTHMA
DISPEPSIA | I.E2FRIAMENT08
O GOUDRON GUYOT constitue naf As CAPSULAS GUYOT sao branca*
pocha dos calo- nipos de epidemias e cada urna leva impresaa em preto a firma :
a bebida a maia hygiei.ica.
S absolutamente indispensavel
exigir a Firma
BSCRIPTA EM TRES CORES
Fabrica : Gasa L. FRERE, 19, ra Jacob,'PARIZ
DE
xxa:3e^assoDPox>xs
FRUCTAsIbM CALDA
, DE
BI060 JOS BA SILYA .
liseos Agentes em Pernambuco
JOS' JQAQUIffl ALVES 8f C.
69-EA BMO D 7ICT0RIA-69
acha-se venda nos principacs estabelocimentos de molhados desta capital
9A saber Paulo Jos Alves & C, Albeiro Ooeira C, Paulino de Oliveira M i
Oliveira Silva dC, AaovG o Mia 4C, Z^ferioo Valetite & U., Albina Fernn dea & C,
brante & C. Ouimaraea & Valente, Lopes MagalbSes & C, Vasconcelloa
Sobrnbo A C, Antonio de Soasa Duarte Ferreira, Arthur Gonoalves Macfies,
Bernardino de Souza Duarte de O, Manoel Joaquim Alves Ribeir d C, Manoel Go-
mes da Cunha & C, Ramos Ferreira & C,
Ver para crer
' inoonleetavelatente de saperior qualidade, podendo competir oom vantagem
oom mercadura idntica vinla do estraogejro, e os precoa sSo resumidos.
O tamaaho daa latas de snarmcllada 1, 1/2 e 1/4 de kilo e as qualidades do
em calda e2o as seguintes:
Abacaxy Laranja
Marmello Caj
Pecgo PSr^
Goiaba Banana
Ha, C6co
iMtWa
(JffllIO 10 LODYBI)
GAZES arreidadas cor de creme (imita\;5o de seda) a 600 e 700 rs., o covado'
FUSTaO branco, desenhos, padrSe nevos, a 440, 500 e 600 rs., o covado
SARGELIM J cores, qualidade- rujJlior, a 24') rs. o cova (o.
ESGUIAO pardo para vestido, duaB largaras, a 360 e 400 rs., o covado.
PERCALES dars padrSca miudinbas, a 200 e 240 rs., o covado.
SETINETA do JapSo fasenda de listra, a 240 o 240 re, o covado.
CAMBRAIAS bordadas, brancas e da cores, a 50000 e 60000, a peca,
NANSOK muito finas, e 160, 200 e 280 rs. o covado.
GUARNICaO de crochet, para sof e caJciras, a 70000, ama.
PANNO da Costa de listra, a 10000 e de qua ro a 10200, o covado.
BRAMANTE de algodSo de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
BRAMANTE de linbo de quat c largaras, a 10800, o metro.
ATOALHADO branco, desenhos novos, a 10200, 1503 e 20000, o metro.
TOALBAS felpudas, a 30500, 40500 e 50OCC, a duaia.
LENCOS do algodSo e de nbof desde 10200 a 70000, a duzia.
MADAPOLAO americano com 24 jardas, o 60500, a pega.
BALEIAS para vestidos, a 300* rs., a duzia.
SEROULAS de bramante, a 150000, 180( 00 e 220000, a duzia.
CHEVIOTH preto o azul, a 30000 e 40000 e 40500, o covado.
BRIM pardo para roapa de crianza, a 300, o covado.
LENCGES de bramante, a 10800, 20200 e 20500, um.
ZEPHYRES da quadro, lindos padrSes, 200, 240, 300 e 400 ra., o covado.
COLCHAS de cores, adamascadas, a 20000, 30000 o 40000, ama.
CAMISAS allemSs, linbo e algodSo, a 380000, a duzia; bnrato.
CORTINADOS bordados, a 60500, 70500 e 80000, o par.
MEIAS cruas par* homem de 30500 at 100000, a duzia.
NA UA 1. DE MARCO N. 20
*. C\ ^> a4*^j
DE
AMARAL&C
a^ NAO HA ^'f ^GNANCi4
Tem a honra de comrrunicar ao rcspfitavel publico, especialmente aos seas"
amigos e antigos fregueses, que tem aberto a sua importante alfaitari, onde oom
satafacao egaarda as Bas ordena.
IfiBia da Imperatrix16
Barreiros
O Sr. Antonio ti jllanda Cavu'oante (T) qneira
mandar entre^nr m proprietirio a Meta di fianc.
que receben pelos a uguc:s da caca de que toi pro-
carador, aob peste do ao respcaaahili^ado por
sena alu^uci:
mmnn
MOHAIS.
, msmmmamsssm asm i mssssssm saasaasssm ssssssssm esssssssm
PO CLERY vend-Mwtoiaipsrte
Na roa Formosa n. 8, precsale de uma SB-
gommadeira e de um criado.
alagar
idas.
Pantilhns L>. POIS^OX com Chocolate
Esta* Pasthas, de sabor agradavel, estfio rigorosamente de
Cada Pastilha oontim 25 centigrammas da Sal (uma colherada).
Deposito ebtsI : L. POISSOI, Pu", 26, Ayeoue de CourteTOie, em Asnires, perto 8 Par.
VKKDr.-SB EM TODAS AS PRJNCIPAES PHARMACIAS
Casa para
Aluga-ie a easa n. 2 ra Prineeaa Isab.l
aendo a melhor da meema ra pelas condicoea es-
peciaea, muito fresca e de grandes commodos in
temos e ezteraoa ; a tratar na rna da Aurora n.
85, onde se achara as chaves, ou ra do Impe-
rador n. 28.
Bronchites das crianps
Eu sbaixo aeMgnai o attesto que, scffrtn
do deis tilhos ireus, do bronchite rebelde,
ficaram coroplet^rueiite carados com o co-
nhecido Pcitoial H mee psthieo da Camba-
r, desc'b -rt-t e preparayao do Sr. J s
Alvares da ouaa Soares, de Pelotas
Cidade de Jaguarao, 30 de Novembro
de 1877. Je s Domingos ele Jess Braz.
(Negociante )
Caixeiro
Precisa-se de um menino com pratica de nj.
Ihadc-s ; aa rna de Hortas n. 17.
Qoem quiur alagar o 2- andar do sobrado n.
43 ra da Aurara, proenra eatender-M eom os
8rs._ Negreiros, i ra do Imperador.
Eiigomntadeira
Precies se de uma, que eagomn-.- hem e enaa-
boe algara roo pa para casa de pequea familia,
oae dnrm* cm casa ; na rna do Cande da Boa-
V.&U n. 24.
AlleDfo
Precisa se de ama mulher de meia idade que
entenda de todo trabalho de eaaa, que tenas mui-
to bom comportamento^ e nao t6nha vicios, afim
de tomar conta da caea de am homem aolteiro.
A tratar na roa Vidal de Negreiros, antiga do
Tere?, n. 96, das 3 horas s 4 da tarde, e das 7 ai
9 da noitc
Timbaba
Antonio Emigdio Barbosa Gomes declara aos
aeus fregueses e so respeitavel pnbco, que no dia
9 de Maio de 1888 mndoa so para a ciia la de
Timbala, e all se aeba com fazendas, mindesas,
chapeos, calcadcB, molhados e ferragens, vende
bareto, despacha com promptido, agrado e sin-
ceridade a todos geraimente que frequentar o sea
estabelecimento.
5 PATEO DA FEIRA 5
ngenlio
Quem pretender am grande sitio para lavrador,
com boa casa de vivenda, cereado, e pomar, em
bem engenho de Jab.'atao, uma legua distante da
estaso ; venba tratar no eses 22 de Novembro n.
77, taverna de Azc vedo Maia.
DE
WOLFF& C.
1.4EA DO GWA'-i4
Grande xito ha mais de 30 anuos
>:iiiiiijaia:ifi.:i
9 LieeDciado pela Inspectora de Hjpne do Imperio do Braal O
Este Medicamento, de sabor agradavel,
adoptado pelos melhores Mdicos de Pars
OONTRA:
DEFLUXQS, GRIPPEJOSSE, DORES DE GARGANTA
CATARRO PULMONAR
IRRITARES do PEITO, as VAS URINARIAS
e da BEXIGA
PARS Pharmacia BLAYN, 8, Avenue VictoriaPARS
Depsitos em todas as principas* Pharmacias.
Veste muit> csmhoelde estabeleclmeii-
to eacaT.r o respeitavel publico o omis
variad* e eostipleta sortiutento de JOIAS
decebidas seeupre direetumeate do atelbo-
res fabrieantem da Europa, e qua prinaam
pelo aputudo goato do snivndo elefante.
Hc* ndereeM eplrtt, linda* puloel-
ras, alflcetea, voltad de onro era vejada* eom
brilhantes, ou perolas, anaeis, cacoietaa,
botdeo e outroa muitoa artigo* proprio
late generes.
Esa reloglo de euro, prata e nlekeladoa,
para horneas, senharae e meninos des asis
aere litados fabrieanto da Enrona e Am-
rica.
Para todas os rticos deata eaaa garas*
te-se a boa qualidade, asslm como a modici-
3ade nos precos que sao sem competencia.
IV'esta casa tamben concerta-se qual-
quer obra de euro ou prata e tambe m rel-
gias de qualquer qualidade que seja.
4-Rua do Cabug4
ESPE lAUDA;
W&**#
MI -frMTfiTrTq
. FIQAOO FRESCO de BACALHO, A TUNAL 9 MEDICIHAL
Proscripto dosde M umos, am Franca, Inglaterra. Hespanha, Portagal, Brizll,
Sinimnss mil..... Iilmim palos prlmairoa aeOlaoa da manda, ooaOa as
tataottaa do *>atsa. Taaa, Orlan*** firaaataaa, Xamorea, Trrsmaiaa da rana,
aiaa zraaaa, Tf braaaaa, ele. O Otea de Baemlho* de MOGO e o mala
OS mrtmtlplaa activos. VsndIDO SlttNTl KM FRASCOS TRIANO
Msifm star, Btlqoat* SELLO AZUL *a Eilaio Frasees.
i hansas i SBOOO* a, rat OastiaUom, PARS, s tttmm
A MELHOR PERFUMARA INGLEZA
PREMIADA COM OITO MEDALHAS.
Os Perfumes The Crown" sao sommamente concentrados.,
Tanglowood, Mathlola, Rosa branca, Opopanaco, I
Hellotroplo branco, Essencta Bouquot, Flores de
Macolra Silvestre, novo perfume, extra concentrado.
Estes sao os melhores perfumes que existem, e vendem-se em
frascos, tapados com rolhas privilegiadas.
Agua de Colonia iagleza flwiMm. Agrua de Florida. P<5 Opalino para
o toucador. Dentin-icio em pasta de cereja. Saboneta transparente
nelez da melhor qualidade. Sabonete Opalino. Sabonetas ing-lezM
sortidos da melhor qualidade. Sabonete de Alcatrao e Sabonete
Carblico. Iscovas The Orown" para M^entM.
Premiada com 2 Medalhas de primeira ordem na Expoalcao
de Adelaide em 1887.
O catalogo Ilustrado envia-se gratis a quem o pedir. Aa ordens recebidas
por intermedio de cazas commerciaes de Londres serio promptaments
executadas pela
THE CROWN PEKFUMERY CO.,
177, Wew Bond Street, 177LONDRES.
Uoico Agante am .feruaiauu ;> : The. Just.
ADMKlSTRAgAO :
PARIZ, 8, Bonlevard Montmartre, PARIZ
pastilhas digestivas fabricadas em I
Vioby com os Saes exirakidos das Pontes. Sao
de costo agradavel o a sua aeco certa con-
tra a Azta e as DigestSes ixIficis.'
AES DE tICHV PARA BANH03. Um rolo para um banho, para as pessoas que nao podem Ir a Vicny. |
Para evitar as imiacoes exigir em todos os productos a
MARCA HA OOMP. E VICHV
Em Pernam>l*co < Productos acims achlo-se em uui de SULZER a KOZCHLIN,
85. ra ds Croi-, Auo. laulle.
czigTja
l Gotta, Rheumatismo, Dores
Solqo do Doutor Clin
Latinado da Faculdada da Medicina da Pars. Premio Hontyon.
A Verdadeira Solu$6o CLIN ao Salicylato do Soda emprega-se para cr
As AfiecQoes Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que necessarlo calmar os
soflrimentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira SolucSo CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
Ilfj Vmi sxplicacio detalhada acompanha oada frasco.
Exigir a yardadeira SolucSo de CLIN & Cie, de PARS, qu* se encontr un
^ cosa dos Droguistas e Pkarmaceuticos.
n
- iuksiii i^nVii


mano ae reri
ieira
.ra
ecopca
n
ia do IapeiMor f
Livro* de jurisprudencia, direito, litteratura,
ciencia e religilo, lvro* para inotruccao primaria
e secundaria, livroe em braneo para escriptata-
cic commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas corea, artigo* para escritorio e diver-
so* objectoa de go*to e pbanlaaia, pipis pintados
para forro de sala*, quartos, restaurants, etc.
Encadcrna-se com prestes* e segurases, marca-
se com nitidei eartdea de visita e imprime-se com
perfeico qnalquer '.rabal bo typographico.
Precos mdicos
Bna da Imperador a. 99______
Sementes de carrapalo
Compra ae em grande* e pequeas quantidade*;
k drogara de Francisco M. da Silva & C, rus
d) Mrquez de Olinda n. 23.
Fabrico- de asacar
acblnianio d* alrlasito Banca
lewari ar C. de VlasKOW
onstrueel j da mais moderna e aperfeicoada e
de grande dorac&o.
Hoenda com pressSo bydraulica de Stewart que
da a melbor ezpress&o cjnbecida at hoje.
Caldeires com economisador, eapecialidade
tes fabricantes.
Fornalhas para quemiar o bagado verde em di-
reitora da moend*.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo sao de syBte-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Ornamentos e msis informacSes cm casa de
Browns & C.
Ba do Commercio n. 5, andar
a
Registro para gaz
* Compra e nm n. 3 ; a tratar aa loja de ierra
geni ru Duque de Casias n. 49-
53
P5
O
VENDAS
= Vende se urna mobilia de Jacaranda em per-
feito estado, constando de 1 sota, 2 cadeirss de
braco, 8 ditss de palanca e 15 de guarnilo, 'i
consol* e 1 jardineira com lampo de pedra mar-
more ; na roa da Imperatris n. 89, loja.
Vacca de leite
vEm Sant'Anna de Dentro, no obrado gran de,
en de-se ama recentemente parida.
Atteneo
Vende-se cadeira* austriacao 'junco) do acre-
ditado fabricante Tbonet, a 6tfOJO a dusia ; no
armatem da ra do Bem Jess n. 49.
Lhraria econmica
Acha-se venda nesta livraria para as escolas
de instroccao primaria, as pautas obliquss do Sr.
professor Eleutberio Roberto T. do Espirito San-
to. O constante uso destas pautas far o alrmno
adquirir a verda ieira obliquidade das e tirar.
Tambem acha-se venda a 8.a ediccio Via noc5es
geogrsphicBS do mesmo autor.
Liquidaeao
atkinson
Perfumara ingleza
filmada h mais t nm socolo; excede todas
*U outras pelo md perame delicado e exquisito
TRK2 MKDALHAS DE OUl\0
PAR1Z 1878, CALCUTTA 1884
pela extra-fin* excelencia de sua qaalidad*.
GOLD HEDAL BOQUET
ESS. BOliQGET I WD VIOLET
TRETOL | C5YPRE
4) outros mallos perfutoes coohocidos pela sost
qualidade e odor deleita--1 e exquisito.
KM DE TilUTT DE LONDICS CE /.UII.S0*
incompararel par refrescar e suavizar a pella
e pela ioexcedtTel escolbs de Perfumes
para o lenco- Artigos doto* preparados pe*
Inrentores exclasirsrsente.
beiiUi-s? ei Cali it Mu XeneaiUi t libriost*
J. A E ATKINSON
24, Od Bond Street, Londres.
, Marca dt FabricaUrna Rosa branca"
obre ama Lyra de Ooro. "
Boa cozinheira
Precisase de um, preferin^o-se idosa,
a ra da Uniao n. 55 por traz do Gymna-
sic Pemarobucano. ____________ _
Cautelas Soccorro
Comprase cautelas de qualquer joia ou brillan-
tes, paga-se bem ; na praea da Independencia n.
28, loja de relojoeiro._____________________
fSiicliograpiiia mw
FABRICA
De llvroa de earrlptnrac&o
Premiaaa na* ezposifSes de 1882 e 1885
Manuel J. de Miranda
JSncadernaco, paotacao e especialidades
em carioi'8 de visita.
39EUA DUQUE DE CAXIAS39
Telephone194
Estuque e pintura
Evaristo Rodrigues Visnna, ebegado a esta ca
pital de volta de sua viagem, fas sciente aos se
nbor*s donos de obra, que se acna exercendo sua
profisaSo tendente a ea arte.
Pode aer procurado a ra do Bom-Jess a. 41
ou em casa do Sr. Francisco Hanoel da Silva, i
roa da Cadeia. _____________
j* ebea-oa nrfonda reme da
agua* alcalina mineraea de ou-
darls em Ponsewedra. na Heapa-
ESPECIALIDADES
para molestias do estomago, taes como : diipep
sia gastralgia, catbarro ebroniej do estomago,
ulceras simples-
Molestias dos intestinos, tacs como : enfarta-
mento do figado, ictericia, clculos buhares, diar-
rba ohronica, etc., etc.
Molestias das vias urinarias, taes como : dias-
teses ricas, catharro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, chlorosis, psoriasis, pruniges e
dore* artrticas e outraa omitas molestias.
As aguas alcalinas de Mondaria naacem de ro-
chas grantica* na temperatura de 180 centigra-
des, sio claras, incoloros de cheiro parecido um
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalioo, produ-
indo um ligeiro sabor picante na occasiflo de to-
mar-se. Elle* 3j classificadas no numero das
alcalinas a bi-carbonatadas de soda.
Estas aguas acham-se vonda no e*tabeleci-
mento do Sr. Antonio Alfonso Simos, sito ra
Visconde de (loyanna n. 1 (quatro cantos), em
Boa-Vista.
Vende-se duss casas novas e modernas ra
dos Guararapes ns. 55 e 49 A, exist'ndo em urna
dellas taverna muito bem montada e felis, que
tambem se vende, visto o dono embarcar para a
Europa com a familia ; a tratar na ursina.
Ei.gei.lio
Pao tenteio
Mello & Bise avisam ao respeitavel publico
que todas as terv bcroso p2j ; ra larga do Rosario n. 40.______
>o$ooo
Aiuga-sc a cssa n. 16-E da ra do Riaehuello,
antiga do Destino, na Boa-Vista ; a de n. 4 da
travessa da Preitas em S. Jos ; a de n. 6 por
14*000 ; a de n. 8 por 16* : a de n. 16 ra da
Via-ferrea, com 2 salas, 2 quartos, cesinba, quin
tal, 1 sotio e cacimba ; o sobrado n. 63 ra do
Apollo por 20* ; o 2- andar 4 ra da Guia n. 62 ;
todas limpus: as chaves, os bilhetes indieam que
estao jnnto, e trata-se na ra da Guia n. 62.
Baixa de apira
Ha pira alugar urna baixa dj capim, tendo te-
lheiro para animaea e casa para residencia ; a
tratar na ra do Vigano n. 1, l* andar.______
Vende-ae ou arreo la-se nm engenbo a vapor
na freguesia da Vanea, motnte e correte, com
forca pai a safrejar at 1,2 0 pSca ; a tratar na
ra do Vigario n. 81, 1* andar.
Segunda e ultima liquidado
roa Direila n. S6
Ficbus pretos e de cores a 1*600 e 210(0
Jerstys com vidrilho a 5*'00
Lencos de 100 rs. a *200
Pentes travessa a *200
LeuQoes de algodao a 1*500
Cortes de caaemira de 3* e 4*''00
Dito* de cassinetai de 1* e 1*'200
Ccbrtas grande* a 24500
Chitas prfctas com pin ros brancos a *200
Ditas e cretooe* de urna cor a 200 rs. e *240
Camisas brancas para menino a 2*00q
Ditas de cretooe a 1*200 e 1*500
Chales de menino a 1*000
E outras fasendas que se liquidan), bem como
vende-se a armacSo.
21
Oliveira Campos k G.
PECHINCHA EM FAZENDAS
L's de quadros, pndiS?s modernos e cores
lindas, a 820 e 3G0 rs., o covado.
FustBes brancos, superrores, de 400, 500
e 640 rs., o covado.
Mosolina branca de listra e adamascada
para casseos, a 500 rs., o covado-
Cretones modernos com ferraduras e an
coras, a 400 rs., o covado.
Criado
Precisa se de um criado ;
numerj 109.
na roa da Aurora
ASA
Compra-se urna casa terrta na freijueaia da
Boa-Vista em perfeito estade e que teoha tres a
quatro quartos, duss salas, as seguintes ras :
Aragfto, Conceicio, Gervasio Pires, Hospicio, ra
Velha e Matris, e que nao exceda de 3:000*000 o
mximo ; quem tiver oestas condicSes, dirija se
roa da Imperatris n. 78, loja.
FOLHETIM
TESTAMENTO VE8MELH0
POB
Ao eommereio cao pu-
blico
Osabaixo assignados, participam geralmeote
ao commercio e ao publico, que o Hr. Joao ae
Paiva Alcoforado. deixou de ser nosso empregado
desde o dia 25 de Juobo prximo passado e nao
nos responBabilisamos por qualquer transaecao
feita pelo mesmo senhor, em qualquer condicao.
Recite, 2 ae Juiho de 1888.
A. M.da Rosa & C.
FustSes de cores, padroe3 lindos e cores
claras, a 500 rs., o covado.
Gorgorinas de cores, padrSss lindissimos
Setinetaa branca, preta e de cores de to-
dos os procos.
Batistes de ;c5res, a 200 e 300 rs., o co-
vado.
Fechus, sortimentd completo, de 2^000 a
64OOO, um.
Cambraia branca tapada e transparente, de
30000 a 60000, a pega.
Bramanta de linho e algodSo.
MadspolSo e algod&O, sortimento completo,
a prego baratssimo.
1 Hna Jh Crespo 4
OLIVEIRA CAMr-OS & O .
Bom negocio
Vende se a casa de negocio sita roa da De-
tenfao n. 9, com pouco capital, propria para prin -
cipiante, e o motivo se dir ao comprador ; tra-
ta-se na mesma. Ao mesmo tempo admitte-se um
socio com o capital de 500* a 600*.
21
Oliveire Campos k C.
NOVIDADES E PHANTASIAS
Capaa e pellerinas pretas e enfeitadis, de
cachemira, gorgorSo e merino.
Veos e espolias para noiva.
Setim e seda branca para casamento.
Cortinados de crochet para cama o ja-
nella.
Colchas de seda para noivos.
GorgorSo preto, diversas qtmlidades e pre-
sos.
Sedas e satina de adres, lisas, listras e de
qusdros.
Merino de quadro, fazenda nova.
Capas bespanholag para theatro a prego
de 20000 ama.
Sortimento de meias branoss e de edres
para senhoras e crianzas.
Espartilhos, sortimento completo.
Tapetes para janella e sof, sortimento.
Grandes acaltifas e esleirs para forro de
sala.
Alm de amitos outros artigas que nos
impossivel mencionar.
'IIIua do Crespo-91
OLIVEIRA CAMPOS & C.
VENDE-SE MAIS BABATO
INa Loja das Listras lum
A.' ra Duqoe de Caxlaa n. SI
TELEPHONE 211
O proprietario deste muito acreditado estabe-
lecimento, previne a todas as Exmas. familias e
a todos os seus fregueses, que as suas pechincbas
que costoma a dar,nao sao e nem nunca foram
divididas de o>t a casacomo alguem annuncia
para iludir e vender fasendas ordinarias por
tflis, costme que a Leja das Listras Asues nao
tem; as fasendas vendidas nesta casa sao de
qualidade superior, e mais barata* ; d descont
a qualquer fregus que compre de 20* para cima,
e para que o respeitavel publico eonhe^a o qaanto
sao baratas nossas fasendas, daremos aqu os
presos resumidos de algu&s artigos aos quaes nin-
guem padera faz XovJdadis
lleuda d'Auttrla fazenda arrendada em
listas e quadros, com cores creme, rosa asul o
braceo, a 500 rs., muito lindas para baile.
Tecldos de linhs abertos com quadros lar-
gos ou listras, fasenda muito larga, e de todas
as cores a 600 e 7l)0 rs. ultimo tecido da moda.
HirlnN infestados preto e de todas as cores,
500, 700 e 1*000.
Nanssac de lindas cores seguras, desenhos
novos a 280 rs.
Iilaon bordado, de todas as cores, imitacSo
cachemira, a 24U rs
Setlm de Maco, bmneo, preto e de todas as
cores, a 809, 900 e 1*000.
aigudaosunno a om 4 palmos de largura
5*00U a pees.
cuitas finas, percales cores seguras, a 200 e
240 rs.
Bramante com 3 e 4 larguras *>ira lencas
de 700 at 1*200.
Cortinado! bordados, e de crochet desde
6* at 12*.
Arillos diversos
Belogios despertadores americanos, luvas de
seda e fi) do Escossis, meias para hornero, senho-
ra e meninos, leques de setim brancas e transpa-
rentes, de lindas coree, baleias, espartilhos para
senhora e meninas, lencos brancos desde 1*200 a
duzia bordados tapados o transparentes desde
200 rs. a peca, brim pardo para vestidos e roupa
de meninos desde 30J rs., enxovaes para baptisa-
dos, desde 6*500 completos, grinaldas com ricos
veus de Blond seda, e outros omites artigos que
tudo se encontra por qualquer preso e acceitamo*
a fazenda vendida se por qualquer Circumstancia
nSo fr de agrado da pesaos por quem f r com -
prad8.
Aviso aos nossos fregoezes
Para evitar engaos, as nossas fassndas sao
embrulhadas eos ppei riaoado de asul com em-
blema da
Venda de sitio
Vende-se ou permuta *e por predio nesta cidadi
nm bosa sitio eoa boa casa, muita* fracteinu
excellente banho de rio, boa sgua de cacimba,
estalo de terreno para baixa de eapioa, todi
murad ona frente, com porfo e gradeamento, ooo
caminbo de ferro e estaoSo junto ao dito sitio, m
Porto da Hadeira, conhecido pelo sitio da JoSi
8el!eiro, junto ao Dt- Ernesto de Aqqino Fonse
ea; quem pretender dirija-se i praoa da lnde
pendencia n- 40, das 11 hora* as 4 da tarda.
Sui gneris
Detestamos os artigos bombsticos eom
que diariamente se enebem os jornaea desta
capital, annanoiando como eapecialidade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nao engaar aos qae nos dispensam a aua
amizade e auxilio.
Acabamos de receber nova remnsaa do
j afamado e especial vinho
Maduro
O consumo extraordinario qae este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
qae fica substituindo esees outros qae por
ahi denominaraBairrada, Figueira, Car-
carelios, etc., etc. Duas sammidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seas
amigns o aso qaotidiano d'este vinbo, como
mais salutar economa humana por nao
ter as oomposi^Sas da tantos QUtrOS, qqa
arruinara a sade da humanidade, trazernTo
como conseqaencias os horrores a urna po-
pulacho que se definha a olhos vistos.
Recebemos tambem o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenbos cajos
proprietarios capricham em bem trabalbar
neate artigo, afirn de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
cio duvidosa.
Em outros artigos como .
SEMENTES DE HORTaLICA
E FLORES, LINGUAS SECCAS DO
RIO GRAlfDE E
OBJECTOS DE VIME
para isto t2o pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto jbb queirau certificar pdem compa-
recer, com o que muito nos bonrarSo.
A par de ama infinidade de artigos de
primeira ordem, qae se achara em ezposi-
cSo, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to'os os qae nos hon-
rara com sua presenta, junto a modicidade
de precos sem rival.
na Estrella do Rosarlo a. O,
junto Igreja
Poas Heniles & C.
Fin maniera ing.eza
Vende-se a 00 rs. a libra em casa de Artbur
Masaos, ra da Aurora n. 85, e Antonio Dua te
ra da Uaiao n. 54, armasem do Ethoayne, con-
ronte a estafao, latas de diversos tamachjs.
A' FLORIM
Um saldo da 600 pecaa de bordados d
muito boa qoalidade, cambraia Victoria
proprios para casacos de senhora, vestidos
de meninas, calcas e saias, com 4 e 5 de-
dos de largara, a 10400, a peca.
dem com 4 e 5 dedos de largara, e ana
chave, a 10500, a pec> ; todos com 3 1/2
metros garantidos.
Grande sortimento de rendas
Biorbranoo, de linho, a 10500. 20000,
20500 e 30000, a peca.
dem de cSres, a 20, 20500 e 30000,
a peca com 10 varas cada ama.
Paloeiras, guarnicSsa, aneis, brincos a
alfinetes para gravata, todo de plaque ame-
ricano, garante o doun do.
J ebegarao os espelhoscara dar
Esplendido sortimento de fl iree finas com peta*
las de seda, folbaslaveladadas e asteas de borracha
para enfeite de oei'o, cabeca, chapeos e cbapelins,
ramo a 1*000 e 1J5U0:
Enfeite para chapeo, gorros e capotas, (aigreta)
com passarinhos de seda a 20O0 um.
Lindo sortimento de jarros pura enfeite de sala,
toialet e santuario o par 1/000, 2*000, 3*060,
4*000 5*000 e 6*000, todos emn lindos desenhos
de perulas em alto relevo.
Livros de sortea para S. Jlo e S.
Pedro.
Espartilhos a 30000 qae se vende a
50000.
Iovisiveis prateados a 209 ris.
dem dourados a 400 ris.
Plics brincos a 400 ris o metro.
dem idem com fr.>co de seda azul, en-
carnado e cor de rosa a 600 ris o metro.
Contas para enfeitar vestido de todas
as cores.
dem pretas a 600 ris o mago.
Missaogas de todas as cores para bor-
dar e para voltas a 500 e 800 ris o
mago.
Vidrilhos pretos e de diversas cores, pa-
ra enfeitar vestidos e para voltas.
Cclarinho3 e panhos de borracha;
Fexues com meada e liso a 20 000
Porta-embrulho americano.
Gal5e, bi-os, palmas e rugs de viln- '
lhos a 20500 e 20OOC o^iWtro.
Franja preta e galas a 500 e 1$800 o
metro.
Luvas de seda para meninas e. mocas a
20000. *
dem de Escocia a 10000 o par.
Xa
Ra DUQUE DE CAXIAS N. 103
ililllO
XAVIKR de montepin
MBCil'XD.t PARTE
l CACAD. D1S MDIUMS
(Continuago do n. 150}
XXIII
O governo devia ao menos dar-lhe
ferias 1... NSo se pode levar o anno in-
teiro em tal motu-continuo.. .
_ Ah 1 sim, ferias 1... Elle nao pode
dispor nem de quarenta e oito. horas, o po-
bre amo 1.. Nem sei como desoansou
t*-1**0' '*' a 'n
Entretanto, obteve alguns das de li-
cengs, conforme elle proprio nos disse...
E pode ser qae elle volte 4 noite...
E' at provavel... -
Julgas realmente isso, Magdalena T
Hornera, s se o roandaram nao sei
onde inspeccionar as.. como que se dia
isso ? ab lembro-me agora... as bi-
bliothecas.. '": t5
A velba criada nao perdia a oabega.
Comprebendia perfeitamente que era pre-
ciso atalhar as dmiracfos de Paulo, reba-
ter as suas nasoentes suspeitas e oonforma-
va religioaameote as suas respostaa com
as instruccSes de Fromental.
__ Pela qae vejo elle visita aa biblio-
- theess desde o Io de Janeiro at e dia de
S. Silvestre...
Mas de certo !... Ha Untas, segun-
do parece 1...
Ea desejava extraordinariamente
au'ompsnhsl-o deata vea...
Comprebendo, meu menino.
__Por que rsiio cao accedeu elle ao
meu pedido ?
__E' que sem duvida elle reflaotio qae
baveria demasiada fadiga para vo< e qae
visgem que vai faaer nao poderia diver-
liAo.
A cooTersaeSo termioou abi. t
Paulo esteva agitado, inquieto, mal con-
vencido.
Magdalena poz o almogo na mesa.
O mogo mal teve animo de tocar na cos-
telleta appetitosa que lhe foi servida.
__ EntSo, mea menino o qae isto ?
ezclamoa a boa mulher, que, com as maos
as ilhargas, conservava-se de p em fren-
te delle, na sala de jantar. EntSo vai
mergulhar-se novamente as suas ideas ne-
gras ?... Esta manbS parecia estar de tSo
bom humor... Lembre-se que o sea ami-
go Fabio vem abi e que preciso nSo en-
tristcelo com esses ares de enterro 1 ...
__ Sim... cen veses sim, tens razao...
sinto-o perfeitamente. Mas que queros,
minba boa Magdalena, nao minba a cul-
pa I... Nem camprebendo o que sinto...
Parece-me s vezes que perd a raz&o...
Esta manha eu va o futuro cor de rosa...
acreditava na felicidade.... Urna palavra
de meu pai bastou para despertar-me, por
que eu estava sonhando... bellos sonhos...
com os olhos abertos... A partida de meu
pai acabrunba me 1...
E' entSo essa partida que o desgosta
desta maneira 1... Nao raaoavel... ella
nada tem de inquietadora
Afigura-se-me que ella vai ser porta-
dora de alguma desgraga pars todos nos.
__ Ora, mea menino, nao toque assim
a manivella que ezecuta sempre a mesna
aria I... O meu querido amo disse lhe,
isso enancada I O que signifisa estar vo-
t a martellar a cabega por cousa to na-
tural ?... O sea papai est quasi sempre
viajando... E' o seu emprego que exige
isso I... Vamos, sorria para a sua Mag-
dalena, abrace-a, e nao fallaremos mais em
t.l 1
Paulo nSo pode impedir-se de sorn/, e
abragou a fiel criada.
Ab I eil-o consolado 1 tornou esta
muito conten*.'
metteu me para
zada, e boa...
Tens raaSo, Magdalena
car.
ze mordia de modo a prometter-lhe urna
triamphante pescada para o jantar.
De sbito o fiuotuante de sua linha des-
appsrecen na agua.
O mogo ezultoa.
Acabava, eomo se diz na gyria dos pes-
dores, de ferrar um grande peize, tSo
grande e tSo vigoroso que a sua forga de
resistencia fez vergar at partir o flezivel
cannigo.
Paulo tinba evidentemente segura urna
pega de resistencia, e manobrou de modo
a nSo deizar escapar a sua presa.
Muito vivo e de natureza inteiramente
especial silo as emojoas da pesca, emogSes
apreciadas por nSo poneos bomens cele-
bres, entre os quaes podemos citar lord
Byron, Walter Scott, Jacques LifEte e B-
ranger.
O pescador pode perf itamente deizar
o a u penaamento errar a venturosamente,
emquanto se entrega ao seu passatempa
favorito ; mas quando o peize, atacando a
isca, abala o seu fiuctuante, elle esqueoe
tudo quanto o preeocupava um segundo
antes, e nao pensa mais senSo na capturo
que est prestes a realisar.
Paulo, naquelle momento, nlo pensava
mais nem no sea amor nem no sea tor-
mento.
As suas tristes ideas desvaneceram-se.
Acbava-se inteiramente entregue s sen-
sagSos violentas, mescladas de alegra, de
esperanga e de anqaietagao, que causava-
lhe a magnifica presa a debater-se no seu
anzol.
Com pouoa pratica para lutar pela asta-
da com o peize, que, apezar do que di-
zem, um animal maliguo quando trata-se
de salvar a propria pelle, Paulo deiza?a
mergulbar a linha arrastada pela presa, e
abanaonava-a, em vez de oppor urna resis
7"#" A^ra lembre-se que pro *encia elstica, continua, mas sem violen-
,r olantar de boje urna pei- cia, cujo effeito fatigar o animal J ven-
cel-o aam custo.
Comegava at a perder a esperanga de
arrebatar d'agua o seu invisivel prisionei-
ro, que de om segando para outro poderla
reconquistar a liberdade partindo a linha,
quanao de repente, nao looge delle, urna
voz melliflua fea-se ou ir.
Devagarinbo I... devagarinho !....
Sr. Paulo diaia essa voz ; dobre o brago,
erguendo o oannigo at o hombro, e levan
te-se de modo a fzer sabir do fundo do
rio o peiae que est preBO... Da maneira
por que elle puza, julgo que deve ser urna
oarpa... C eatoo eu, segure a bicha. ...
O filbo de Baymundo Fromental, sem
olbar qara qaem lbe falla va, e sem mesmo
reconhecer a vos, entretanto muito oonhe-
vou p:s-
Ora ainda bem I
Se o Sr. de Cbateluz chegar dorante
a roinha ausenoia, diga lbe qae v ter oom-
migo...
V descansado.
Um pouco tranquillisado, menos mergu-
Ihado oas saas negras ioas, o mancebo sa-
bio de casa e enoaminhou-se para o Mar-
no, manido dos seas apetreohos de pesca.
XXIV
Alguns minutos mais tar va-se no sea bote, aotivo na pisca, e o pai-
Loja das Listras Azues
Cimento portland
Vendcm em barricas de 150 e 1&0 kilos Guima-
rSes & Vslente
6 *m Corp d Santo 6
^gjjj^iMMaMgssssssssssssssssssssssssssgssssssssssss
cida, seguia macbinalmente os bons conse
lhos que chegavam-lbe aos ouvidos.
Esses bons conselbos partiam de am ve
Ibo Atte qae descia o Mamo.
O peize ceda pouco a pouco.
J as suas escamas doaradas scintilla-
vam flor d'agua.
Urna rede de cabo comprido appareceu
e toi collooada por baizo do peize, que foi
suspenso tona d'agua.
A linba partio-se, mas a carpaera urna
carpa do peso de seis libras-pulava no
fundo do bote do conselheiro.
Paulo olbou entSo para a pessoa qae
viera em seu auxilio t3o a proposito.
Julio Boulenois I ezclamou elle.
Ou por outrao Fuinha, sim, Sr.
Paulo... replicn o recem-chegade. Estou
satisfeitissimo por ter lhe prestado auzilio
na caga desta bicha, que pode chamar-se
uma^eca... ama verdadeira pega... Po-
rm mais contente ainia estou por encon-
tral-o, porqae tenbo qae dizer-lhe ama
cousa que vai encher-lhe o coraoSo de ale-
gra...
Urna cousa que vai encher-me o co-
ragao de alegra?... repeli Paulo muito
sorprendido.
__ Oh I quanto a isso, nSo ha a menor
duvida '
Mas u que T
D-me tempo Dar abordar e para
por a carpa no btliche do seu bote.. .Oh I
com a breca, que pega I depois contarei o
que tenbo a dizer-lbe.
O Fuinha esoostou o seu bote ao de
Paulo, metteu o soberbo peize no reserva-
torio guarnecido de ferro, lavou os dedos,
enzugon-o as caigas e apertoa a mSo do
filbo de Fromental.
- Como passa, Sr. Paulo? pergantou
em seguida.
__^Bem,< mea amigo.. muito bem..
_ Ora I...
Admira-lhe isso ?...
. Um pouco, de certo I.... Dar-se-ha
caso que o ooragaj, qae estava Uo doen-
te, nao ba ainda rouio tempo, esteja com
pletamente carado ?
Paulo respiroa.
NSo 1 oh 1 nao 1 responden elle me-
neando a cabega.
Pois bem, tanto melhor I.. ezcla-
moa o Fuinha. Sim, tanto melhor, porque
soo eu quem vai cural-ol... Palavra de
honra, trago lhe um remedio que valer
mais do que todas as drogas reunidas dos
mais famosas mdicos da Franga e da Al-
geria... Iotriga-lhe isso, n&o ? Pacien-
cia /... Sento-me a seu lado, enrolo am
cigarr, e vamos dar dous dedos de con-
Vende-se milho de boa qualidade, em psrcao e a
retalho, no trapiche da companhia ao largo do
Corpj Santo n. 19. __________^^^^^^^
Sabo transparente
DE
Cleaver
MEDALHAS 1851, 1833, 1855, 1862, 1867,
|875.
De prata, Paris, 1878.
< De ouro, Londres, 1884.
Vende-se nss priocipaes lojas de miudesss.
Guimaraes & Perman
_______Agentes.
Biehas de Ilamburgo
Vende-se em pequeas e grandes porcoes ; na
ra da Madre de Deus n. 36 A.
Rojal Blend marca VIADO
Este ezcellente Whisky Escocea- pro-
ferivel ao cognac ou agurdente de oannaa
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Hoya I Blend marca Viada),
cujo rjome e smblema sao registrados par*
todo Brazil. ,
BROWNS 4C, agentes.
Nao tem competidor!
Mauteiga pura dinamarquesa (Copenhague),
sem conft'ccs de magarina, c.n geralmeotecon-
tm as manteigas de vzportacSo para este impe-
rio, e que to n icivo para a saJe
A 800 rs. a libra a retalho.
(Acceita-se devolvida, nao agradando.
Corpo Santo numero 6 Guimaraes & Valente.
Machina a vapor
Vende-se urna machina a vapor, de for$a da
seis cavarlos, borisontal, fiza, quasi nova, psrpre-
co bml | a tratar o* escriptorio da companhia
do Beberibe.
WNDE-Sa
a importante taverna da ra
tratar com o proprietario.
da Gloria n. 54 : a
Vende-se
versa, qae ha de sgradar-lhe, afiango-
lhel...
Naturalmente Paulo nSo podia adivi-
nhar, nem mesmo suspeitar do qae lhe ia
fallar o Fuinha, o que nao impedia que es-
perasse as suas ezplieagSes com impacien-
ta coriosidade.
O joveu pescador installara se na proa
do bote.
Enrcloa rpidamente am cigarro, acen-
deu-o, e, Iangando ao ar ama boforada de
fumo azulado, comegoa :
Faz justamente cinco das que nSo
nos vemos, nao verdade, Sr. Pa alo ? /
E' verdade, cinco dias.
Beoorda-se do aue nos oocapava a
ambos a ultima vez que nos encontra-
mos ?...
_ Como poderia esquecer ?
Nao quero impaciental-o, e nao me
alongarei no meu ezordio. Nao dar-se-bia
por teliz, Sr. Paulo, se lbe diasessem on-
de para a moga que encontrn aqai e que
morava no Pequeo Castello ?
Oh 1 dara a vida para sabel-o 1 ez-
clamou Paulo.
O Fuinha poz-se a rir.
Nao lhe cuatera tSo caro assim 1 re-
darguio elle ; basta o prego de urna pas-
sagem de trem de Saint-Maur a Pariz, e,
urna vez l ebegado, duas horas e meia de
um fiacre a um franco por hora. Eis ahi
toda a despea* a fazer...
O rosto de Paulo animara-se. Os seas
olhos brilbavam.
Voc sabe onde est Martha ? par-
guntou elle com a voz trmula de emo-
co.
Sei.
Est certo de nSo baver se engaa-
do ?
Estou.
Vie-a ?
Vi-a, sim... sim .. sim... Mas nSo
se apoquente D. Martha est em Pa-
rs 1...
a armacao, cofre e utensilios da loja ra Duque
de Caziaa n. 43 ; a tratar na nrsma.
Paulo febrilmente. Voc f.nz-ma morrer
de impaciencia.
Boulenois prosigui :
Vi n'uma grande carruagem, poza-
da por urna vistosa parelha, a bella moga,
em companhia da outra.... a gorda, nao
muito moga, porm bem conservada, que
compron-me um dia urna pescada... Bom I
disse en commigo, l est o objecto qae
transtorna a cabega do Sr. Paulo e qae
elle julga presentemente no fim do man-
do 1 E' preciso saber quem ella e onde
mora ao certo 1... Trepo immediatameata
n un fiacre, dou instrucgSes ao cocheiro
para acompanhar a carruagem... la tudo
muito bem 1 caminhavamoa... Mas, de re-
pente a musioal... Um regiment qae des-
oa oom tambores, grandes caizas e toda a
demaia pancadaria... Um cavallo d'um
bond espantase com o barulho.... Des-
carrilamento... Choque... A carruagem
furada... Dia Do I cont lhe a cousa como
ella se foi passado... As duas damas as-
suatam-se e aoltam gritos diablicos...
Martha... ferida... balbuciea Pau-
lo, ficando pallido como um morto.
Nao... nao.... tranqaillise-se....
Ferdos nao bou ve senao a carruagem....
As damas reabre o os olhos... o seu co-
cheiro fustiga os animaos, que pSem-se em
caminbo, e eu contino a acompanhar a
equipagem.... e nao paramos mais senao
em casa das pessoas em quesillo.
E essa casa... perguntoa o filho de
Ray mundo offegants.
_ E' um palacete luzuoso 1 n'am bair-
ro chic I ra Miromesnil...
Sabi quem a moga ?
Ora esta I pois ento ea ha va de dei-
zsar de infirmarme ?
Ah I meu bom Fuinba, ezclamoa
Paulo, aportando a mSo do joven pesca-
dor, nunca poderei agradecer-lhe isto 1
que bem me faz 1...
Devoras, hein ? replicn Boulentis
rindo, oomo am copo de vinho france-
za, bem assacarado, oom canda e limSo :
Em Paria ? Em qae sitio de Pariz ? &* b8m Pw ^nde P"8
Espere um pouco... Para que est
o senhor a ferver como ama sopa de leite,
se ea lhe digo qae en'coatrei-a e qae- alo
isto deve algralo aoffrivelmente...
Eooontrou-a .. Como ?
Vou contar-lhe a historia. Tinha ido
experimentar se arrajava ama boa pesca-
ra no baizo Sena, para os lados de Su-
rnsne e de Puteaaz... ama lembranga mi-
uba... Voltando deasa ezcursao, atraves-
sava, como era natural, o Bosque de Bo-
lonha... e o qae vejo ? Adivinhe...
- Acabe 1 acabe, Fuinha I ezclamoa
qae
Ddpressa !... depressa!..
soube ot ?
Que D. Martha assim urna especie
perderemos mais?.. Pareoe-me que" "de pupilla... filha adoptiva do proprieta-
aa a aaa Ja nalllln(A SI SV VY* Slinn RntuilP T J *"\
rio do palacete, um medioo estraogeiro.
um doutor americano, muito rico e muits
famoso, que acaba de fizar residencia era
Paria...
Um medico americano... ra de Mi-
romesnil... balbuoiou Paulo com crescen-
te agitacao. Como se chama ease medi-
oo ? (Continuar-uha).
Typ. dt Diario na Daqae de Caxias n. 42.
*-
i
*
\
M
I
-i
/ V

'
-1
rV
*-*<.
I
i
-'

a**W
r


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EMM32AHYD_Q6I0AA INGEST_TIME 2014-05-19T18:13:09Z PACKAGE AA00011611_18923
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES