Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18917


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Full Text
lO fnPKRIf)
10X
,i
os Srs. Amede Prin-
ee & % de Pars, sao
os aossos agentes ex
elusiys de animados
epubcacoes na Fran-
ca e Inarlaterr a.
os porto-
do multas quaara. c
r&s.hepanidj
Romero, conslffs:. u origioaes," in^
eldase oo paUfret qaadras milita
coime las, era HespannVnio pas?
samos a dar ulgtflH^HHbs.. : -s

Ha tres dias que naOk30Tho,_(t;
Ua qaatro que olio almoco
por talla e leus
quero comer mas
ion* e
Dicen que los ce I
yo digo que no s v.
.pu3 si los celos mata
jome hubiera muer ya.
> i eljqwer bien se pagai
cuanto rae (fieras debie
pero como ho se paga
ui me debes ni te debo.
Tienes anos ojos nina .'
y,unas niQ.s de ojos,
qua esos ojos y esas nina
son las ninas de raja ojos.
- natura^ ede-.bygierk-.
oanti! e do <-'<"ua\^KL
^poltica e admin;
^K) ferainino, as nia-
ttgo antecedente serao sub-
nooOes de economa 4a-

I
'Sr.
noraea! i
nn Vaticano.
SITAS
utnbro.%
-^*. **.
Duque de Baena acaba de ser
embajador da llespanha. junto
PARS, 20 de Outubro.
O S&^Carlos Pellegrini parti para Ca*"
dix.
Agencia Hars, filial em Pernambuco,
29 de Outubro de 1889.
INSTRCCAO POPULAR
tenno
dasaiuli

A LZTT&SATSA SSA3ZUZM
NOS
TKMPQS COJiflNIAES
POR
ltJt-r;tira Brasilcira do eculo
XVI ao tornero do XIX
ESBOZO HISTRICO
IU
(Continuado)
Deste modo iam se transformando insensivel
ente es cantor populares portugueses, acorta
DileraajaCcir:.'- ..;jtaa
domes rtaoxnatam mi;
pois se ciumes matassera
estavfa morto de paix&o.
Se o quajrer tcni se pagasse
repito idc ejstavas deveao ;
cora difine:rb nao me pagas
o bem que te estou querendo.
O! 1 que olbos de menina,
'-fique meninas de olbos !
estes tens olbos, menina,
sao a menina dos meos olhos.
Depois de morto tres dias,
debaixo d duro chao,
acharas ten nome escripto
ho mea temo coracao.
Dormindo eslava sonbando
comtigo, minba belleza,
acordei, achei-me em claro,
em sonhos nao ha firmen.
I 'I 11 u
^^ada*
eterno fr
Ci-
vc-
ac las auciasmias.
ore que tu me quenas. .
mira 1a si era sonar.
Quem o altor d'estas quadras,
quaes encernrnm poema de amor,
ou de ajpfggarjftmas impregnadas
nxnto gante qse caractensa 03 pOV
naes "
COAttna)
Sylv
,'
Versao liespanfiola
He llamaban a coa
y la mesa me 1
de pensar en tu qdi
las ganas se me quitaban.
Dentro de mi pecho tengo
il* escaleras de vidrio,
por una sube mi amor
por otra baja tu olvido.

- -1

(i 1 Sylvio Romero-aCtfno. populares do Bnizi!,
lomo I, pag. 189 e 199, II. pag. SU,
(2 Tomo II, ptg. 64,.91e Mi.
Em um doajens olhetins do'Ur&zit, peridi-
co polico daljual^ redactor, rWere of r. Flix
ferreira que viajando pelo^intej-ior fot nanitas
Jezesaurprehendido por quadriahas populare,
caotadaoVBelas trooeiros, dignas de umpoa
de primelra plana ;.e como cxemplo cita as it-
guintes pie sao tao betas pelo fnndo como pela
lorma :
Minba forraos menina
levanta too awgro vn ;
deixa Ter neses teas olhos
daas estrellas do co.
i'ediste-fte o meu retrato
vi' como andava engaad !.
suppawha que ja o nhas .-
. dentro do peito gravado.
Iliem a c as^estrtllas';
""MP vigas no mar,
.'as mnguem sabe rir tanto,
como a luz do leu oiuar.
PARTE OFFICIAL
W

*


\
Coverno da Pn>vincia '* '^ y
So* wrcio.-Palacio da Prenidenrin de Pernam-
' buco, em 5 de ouinbro de l9
O Conselbeirc Presidente da Provincia afim de melhor acan-
telar os pagamentos que devem ierleitos pelo Tnesouro Pdve-
eiai resol ve que se curopmm ai segu ates '^oja*
I.NSTr.lW>KS ^(of^
!. Todas as entrega* reeebioBWtas de dinfeires entre o
tbesoureiro e o pagador, se effecluarao por raeio de livros auxi-
liares ao caixa a cargo dos respectivos escrivaes, e por meio de
cheques exirahidos de talOes, segundo os modelos approvados pela
junta de fazenda do Thesouro Provincial de Peraambuao.
i." Os pedidos do pagador assignados pelo meaiDo, sero or-
ganisades pelo seu escrivao, que immediatamen/e es transcrever
niJ auxiliar a seu cargo. Taes pedido cora o despacho do inspector
do Thesouro, .auierisando a entrega da quantia que se referir,
serao entregues ao thesourciro que os visar e.passara ao seu
escrivao afim de os escripturar no auxiliar seu cargo, e extrahir
um cheque ue valor correspondente.
3. Passando recibe uo auxiliar cargo do escriva da receita.
o pagador recebera deste o cheque respectivo e o levara ao the-
sourciro, em cuja presenca o examinar e rubricar afim de poder
receber do niesrao ihesoureiro a quantia declarada no despacho
do inspector.
4. Quaudo no tim de cada dia o pagador houver de recoluer
qualquer saldo ou quaiittas nao applicadas, o processo sera idn-
tico. O escrivao da Pagadoria (aneara no auxiliar seu cargo a
declaracao da quantia recolher em algansmo e por exten-o.
Desta declarado extrabir fielmente urna copia que,assignadapor
elle, e pelo pagador, servir de guia de recolhimento, a qual com o
despacho do Inspector, ser entregue ao escrivao da receita, alim
de completar a escripturaco diaria do auxiliar a seu cargo em
relaco ao pagador.
"5 Recebeudo do seu escrivao a guia de recolnimento, o
tbesoureiro a confrontar rara o laucamente do auxiliAa cargo
do escrivao da Pagadoria, e acbando exacta a quantiaT33ar
della recibo "no mesmo livro auxiliar, e recebeodo um cheque
equivalente, o rubricar ua presenca do pagador, afim de receber
desic a sna importancia, que ser mmediatamente recolhida aos
cofres confiadns sua guarda.
6. Xo lim de cana mes, apresentadas as demoustraces da
Pagadoria, a Contaloria organisar as necesarias portarlas no
sentido da conveniente e regular escripturaco do Thesouro Pro-
vincial. R. depuis de examinados cuidadosamente as mesmas
demonstrares, se a Contadoria netlas descobrir algum erro ou
engao, os corrigirt por meio de novas portarias que restabe-
lejaiu a mais escrupulosa verdade da escripturaco do Thesouro.
7." Os pagatueutos ordinarios cargo da Pagadoria, termi-
naro invanavclmecle, o mais tardar s 2 horas, aSm de se po-
derem liquidar diariamente todas as cunta? entre o pagador e o
tbesourviro de accordo com as presentes instrueces.
8." O expediente da Pagadoria constar de dous livros diaria-
mente escriplmados um pelo pagador e outro pelo sen escrivao.
Xo priraeiro dem.imnao livro do pagaJor, serao escriplurados em
cada dia todas as quantias recubidas do tbesoureiro, a numerario
e valor de todos os cheques pagos, as quantias effectivamente
pagas em virtude dos mesmos "cheques, depois de deduzidos
quaesque descont, contribuieOcs, ou novos e velhos direitos, e
linaliueole a importancia de quaesquer saldos ou sobras reci Ibidos
Tbesouraria ua forma dos arts. 4 e S.
9." O segundo Uvro de que trata o artigo antecedente, e que
ser auxiliar do caixi. i Delle, coactar todo's rs jedidos orgaaisados pele mestno esenvao
por ordem do pagador, q total liquido dos cheques pagos segn lo
a somma do livro do pagador, e as guias dos recolbimentos diarios
com o recibo do tbesoureiro. -
,10. O escrivao da Pagadoria em caso algum poder extrahir
a guia de recebimento de que trata o art. i., sem verificar a
exactid; o entre o total pago uddicionado do total recolher e o
total do pedido ou pedidos, diarios.
II Qualquer differenca ser notada pelo mesmo eacovo no
livro a .seu cargo, e mencionado na guia de recjlhimento,*de
modo a dispertar" a attencao do inspector para semelbante irre- -
gularidade, afim de providenciarse como r conveniente.
i. O expediente diario da Tbesouraria e da Pagadoria, ter-
minar pela liquidaco das contas ao pagador e recolbimento dos
saldos diarios. "
43. Todos os pagamentos cargo da Pagadoria. se eTectua-
rao por meio de cheques xtrahidos pelo respectivo escrivao de
inteiro accerdo com as notas da Conuloria. Janeadas as folhas
de pagamento e fiel observabeia das leis, regulamentos e itistruc-
coes em vigor. E a aao ser por meio de um cheque notado 00
seu livro, o pagador nao poder d,lrahir sob pretexto algum a
menor pan-elja das quantoas por elle diariamente 'recebidas do
tbesoureiro.
14. O pagador ebrgado*como i 1 liquidar diariamente as
anas contas com o thesourciro, n&o poder uardar em aeu poder
porco alguma do? linheiros pblicos de um da para outro, salvo
O caso extraordinario de receber do inspector ordem para pro-
longar os pagamentos alem das duas heras da tarde, ou de tor-
narle iropossivel por justo motivo a observancia do art. 1. Em
taes hypotbeses a abservancia deste ajjgo citado, ter iugar ua
primeira hora de expediente !o dia seatrinte.
13. Em caso algum o thcsourei/o poder entregar qaalquir
alia ao pagador, antes que este leoha liquidado ascuas coutas
' 'i anterior pelo e&"e:tiv recolhimento do3 aaldos.
1 receber algu o intpeclor antori-
quantia ao jagador antes que crte
3 tbf-onreiro nao
'Ihe data cnJwimento, sem levar priraeiro, ao 'conbefimento do
inspectora anbsao do pagador-afim de providencar-s comofor
4 conveniente.
17. O pagador nat> potW exereer as funeces do seu 'cargo,
sem estar de contas justas com o lliesoereiro, e em taes impedi-
mentos ser substituido pelo empregade que o inspector
designar.
18. Em taes condicoes. o pagador nap poder figurar no livro
do ponto, e taes faltas sero njusticaveis mesmo quando nao se
a;lie suspotaso.potporuna do mspeotor em virtude de aaa (al a.
** f HV aajBowTpeqtanas luereoca encontradas no ajustidas
contas dianas do pagador, serlo omcialmcnte levadas ao conheci-
mento do inspertor felo theaoo'wfo, e se -v&i exccdBwaa a Un-
portancia de um mez de vencimentos do mesmo pagador, nao
da,-ao lugar applica^o da penas de que tratatn os arts.
17 e 18.
20 Nos casos do artigo antecedente, o inspector ordenar que
pela Contadoria se facaof as notas de taes dbitos na respectiva
folba afim de serem descontados dos ven amentos do pagador no
principio do mez seguinte caso reconheca a involuntariedade de
semclnactcs taitas.
l. No caso de serem conbecidamente voluntarias aquellas
faltas, o inspector ver lalraente far sentir ao pagador a inconve-
niencia e irregularidade do seu procediraeoto na reincidencia o
reprehender por portaria, e no caso de J reincidencia levar o
occorrido ao connecimento do presidente da provincia afim de
providenciar como jalgar acertado.
ti. As presentes instrueces em nada modificara o expedien-
te da prestarr. das contas raensaes, quema Pa ,'adoria quer da
Tbesouraria na forma dos regulamentos, teatruc^Oes e ordens
em vigor.
B. Os :heqoes extrahidos pelos escrivaes foa Pagadoria e da
Tbesouraria. co podero ser entregues aos proprios credores da
provincia on aos seus legtimos procuradores que immediatamen-
x os apresentarSo ao pagador cu ao thesoureiro alim de Ihes se-
rem pagos.
24. O escrivao da Pagadoria nao poder extrahir chiques sem
que o pagador o autorise, e regular o seu procedimento de modo
que todos os cheques extrahidos possam ser pagOB at as duas
horas da tarde.
25. Os engaos, descuidos e erros dos escrivaes da Pagado-
ria e da receita, por occasio da extraeco de cheques, correro
por contados vencimentos e responsabilidade dril e criminal dos
mesmos escrivaes.
26. Ficaua revegadas as disposic&es em contrario.
J Alte de Araujo.
nios qoe tiverem recebado a
;ao este requisito por certido de exame", bu nao
eio de exame prestado perante o professor da rere-
B complementar ser dado de accordo com o
que ymerno expedir.
mor do cprso complementar compete, sob a
do inspector escolar e do inspecta geral, distribuir as
ias teis da semana, reservando para cada urna o
recer oecessark, comtanto qae os exercicios du-
en3 quatro horas por dia, alem dalntervallos para
As escolas do c 2' grao Jevera>,8er providas de
ppas e de raais material techico indispensavel para o
co e intuitivo
O ensiao primario completo (elementare cdmplameo
sencursos para cargos administrativos e do exame
ara a matricula na- Escola.Normal.
iqpencia das escolas publicas de instruccao pri-
ra as cidad<- para as criancas de um oa outro
fcjmeco do stimo uano dnidade. at trese arraos
Cues de ecoiomia rural (para os uieuiaot 1 tqBeria facu
escolavurbanas. Nc-tOes de economa domstica (pai
ninas).
He sulaiaento da Ins! iico Publlm
(ContinuagSo)
CAPITULO UI
DOaRSlNPRMARIO
Art. .77. O ensU primario dividido em elementar e com-
plementar. O casino elementar compiebende as seguintes ma-
nas :
I. Instruccio moral e cvica essencialraenle pratica por mel
de exemplos, narraces e leituras explicadas.
II. Liogua verncula 1 leitura, rejitaco, exercicios de redac-
co, elocuefto noebes grammaticaes).
III. GJhgraphia e desenbo.
JV. l^Hjealos de anthmpiica (operacet funamentaes e theo-
ria cleaaenaar das fraccoes, systcma legal de pesos e medidas).
V. Esludos de fOrnias geomtricas por meios intuitivos e pra-
r lieos. *
V NoeC s elementares de sciencias natnraes (ensino oral e
pratieo pela observaco immediata dos objectoa-oa de figuras qae
os representem. e mediante experiencias rudimentaes), nogOes de
hyglene.
VII. Naces de geograpbia e historia do B
j VIH. Canto
IX. Gjronastica.
X. Trabalhcs de agullia (para as meninas).
XI. foces de agricultura, borUculiura^ai'bricuItura: no-
"icultativa as
(para as me-
Ar4v' "8. O ensino elementar suhdivid;do em tres graos, nao
passando o alumno de um grao para oitro sem ter sido approvado
as materias do raaaectivo programini.
ArL 79. O protpamma do ensino elementar qu o presidente i
da provincia expemti de accor^com os argos antecedentes,-
sera observado no a;:no lectivo de 1891" e depois desposto em pra-f
tica, podero ser sdnente dispensabas as malaria, cojo ensinqfe'-
no estiver orgmanjdo na Escola rformul^c ser modificado a*
rcspeito do canto cas escolas, cujos professores nio tiverem a
necessaria aptido.
S nico. O professrr que quizer frequentar o curso normal
duraute o anno de intervallo que Ihe deixadi" para preparar-se,
poder ser licenciado sea perda do ordenado
Art. 80. O eri-ino complementar destinado a continuatf e
desenvolver a instruccao recebida as e colas do 1-grao. Cob-
prebetidc:
I. Lingua verncula (leitura expret ai vi, e.-tudos de modtJM
preceitos Iliterarios, grammalica).
II. Nocoes de anthiuftica (mefies solra as igualdades e cqna-
cOes. ext-aecao de raz quad;ada e cubiatfflp
III. Elementos c> gcohraphia (manK^ica, physica
Xccoes djas grandes epoafcga.Ha^aaaMa aor
moderna.
V. Nocoes de
VI. DeVnoo tMioc
aaaH
1 os eTeitos deste artigo o permetro das cidades e
na.
presidente da provincia poder fazerextensiva esta
jpnlacao escolar das villas que designar,.filando a
e comc aro a ter applicco as disposicoes d'es'e
elativas ao casino obrigatorio.
A responsabiiidade peia observancia do rfever eico-
mbe
Mores ou protectores co relaco s criangas
1 auloridade ou guarda
nefarios ou administradores de estabeleci-
lustriaes ou aricolas com relaco s
tsau servico, qoando nao Ibes fr deixado
frequeotarrii as escolas.
r ea&dar cotaeca desde que acriancaem idade
\fho receoseamnto de que trata o urt. 92.
i-tta obrigaro de frequentar a qscQia pu-
em logar ajueliste nai de kilmetros da
isproxima.
raade pnysici ou* mental, certificada por facul-
0 3 pelo parocho. "
A absolola- indigencia, salvo sendo lorneiidosafficial-
meoj s eriancaindigentes vestuario, livros e mais objectos in-
disjfeesaveis ao estado.
*.0 A instrwco recebida era caaa ou em aalas partiea-
V^^asoMbaisoii pessoas que os substitu declara-So
T"- -Y^tri tigm'i r"1" 1al seu* bUboa, tu toados ou pi
ld* aW^slroiddaaV-
S."^ factode j lerrecebid a crianca etffWadc elcclar in-
jlruci o rflrrespondente ao isl no prima rio elementar.
sta ultima isenco se prova por exame prestado na ecola
pQblica. si o delegado Iliterario nao julgar sufhcientes os attesta-
dos que os responsaveis exhibirem. Da deciso do delegado lit-
lerario em taes casos, cabe recurso para o inspector ;seolar.
A. 'J. Anau)lmente, no mez de Novoaabro, as coinmissoes
esoatares, auxiliadas pelos inspectores escolares, procederacao
repenseamento daa riancas de um e outro sexo era idade de-fre-
qientar a es jola, designando a respeito de cada urna dellas a
idade. bem como os nomes e residencia dos pas ou de mais res-
ponsaveis, e a distancia que medeia entre o lugar de residencia e
'afese0'3 publica (fcais prxima.
O recer.seamooto ser laucado em Uvro proprio.
Art. 93. No dia 15 de Dezembro a commisso escolar extra-
hir do rea'nseameoto e far publicar pela imprensa (bavendo no
municipio) ou smente por edital allixado no lugar mais publico,
a lista dos pas e demais pessoas. sujeitas observancia do uever
escolar, convidando os a que matriculen: seus filhos, tutelados ou
protegidos, as escolas publica, ou justifiqu^m no prazo de lo
dias, ptranle os delegados littrarios, as isencjs declaradas no
* art 91, sob as penas do regulaiueotq. que no mesmo edital sero
transcriptas.
jf I." essa lista a commisso rtpaetter copias ao delega 1*
u'tterari e ao parocho da fregueziaSque perteucer o districio.
-:' Ao parocho incumbe o ver de lr a referida lista na
missa parocl.tal, oas do natal e anno bom, admoestando os seus
parochianos a que cuiupram espontneamente a obrigaco do en-
sino.
Art. 9i. No-.coneco-do mez de Marco do anno seguate, o de-
, legoii ilterario', corjfrootando a lista de que trata o artigo ante-
$ cedente com os raappas raensaes a que se refere o art. 93, e as
* deelaraces que teohain feito os responsaveis, formar a lista
f daquelles que infrin;irem a obrigago do ensino, e publical a ha
intunando-os a que no praio de 13 dias matriculem seus filhos,
f tul-lados ou protegidos, as escolas publicas, ou justifiquem as
isences que tiveren sob pena de 20000 de multa.
Os responsaveis cujos nomes figurarem nessa lista, sero indi-
vidualmente intimados pelos olficiaes de jutica do juizo de paz,
aue passaro certidoes da iatimaco.
ArL 95 Terminado o prazo de 15 dias, a contar da data da
intimacao, o delegado litterario far a relaco dos respoqsaveis
que incorrero na pena comminada, publical-a-ha, e 10 dias de-
pois da pnblicaco, nao haveodo recurso do interessado, mandar
copia com as certidGes Jos olliciaes de jastica Cmara Munici-
pal, p|fa que cobre as multas como dividas liscaes.
if\. 9. as reincidencias verificadas no comeco da mez de
I
e dpjovembro, a-malta ser elevada a .30/000, deyendo
r ser publicada a lista dos reincideDteH que forem nnilta^^H
Art. 97. Quando os alumno?, fallarem ao terco dasheoes esa
^^^Kz, os responsaveie remettero ao respeti'.'o professor ama
dsclaraco escripta poj eljo assignada, ou,Qo sabendo escrever,
por ou^era a sourogo, indicando-as causas justificativas da.au-
aencia. Essas declarages sero remettidas pelos professores aos
delegados littrarios, con os aappas mensaes de que trata o
art. 98.
10 cau^s juslificativas: detenga do alumno, taoles-
'contagiosa em^ pessoa da casa onde residir, nojo por falleci-
mento de memoro a familia, intefpupco ou dlficuldadc de com-
rannicaeio. ral quaesquer crcumstaocias graves e inde-
^peo Jemes da vootade dos aluiEa&s"bu dos responsaveis, que ob-
stetn frequhcia da escola. %t ,3
Art. 98. O delegado Iliterario verificar no coraego ele cada
as de t'^cMBCia relativos ao mez decorri.lo, quaes
Lfaltaraai a mu s sem causa juslifi-
eaposaveis para que no prazo de
eonaparejendu o poasuvolno prazo de signa-
o ou nao sondo procdeirte a causa qae anegar, incorrer na
inulta de 54000, a qual ser elevada a 104000 as reincidencias. ,
Os nomes dos multad serao publicados.
art. 99. Das mu(ta3 imposlas nos termos das arts. 94, 96 e
98, cabe recurso para o inspector escolar, o qual ser nterposto
no prazo de 10 dias, da-data da puilieaco das mesmas mullas.
O inspector escolar decidir o recurso de plano em presenca da
informago do delegadp litterario e das allegasoes e provas do re-
currente, communicando sem demora aouelle funecionario a'ana
deciso.
Art. 100. Os professores particulares ou directores de estabe-
lecimentos particulares ole instruccao primaria, mantero um re-
gistro de matricula do3 seus alumnos com declaracao dos nomes
e lugar de residencia dos* individuos qe.os matrcularam e data
da matricula, c bem assim um registro de frequencia, do qual
constar dia por dia o comparecimento ou ausencia do alumno, si
as faltas foram justificadas, e quaes as causas justificativas.-
5 1." Os mappas raensaes de frecuencia serio remettidos nos
tres primeiros das de cada mez ao delegada IWerario, e no mu-
nicipio do Recife commisso escolar da freguezia onde o profes-
sor residir, ou for situada a sua escola.
% 2. Os professores pblicos remettero os mappas mensaes
de frequencia dos alomaos de suas escolas s mesmas autoridades
e no iesrao prazo.
Art. 101 Os professores pblicos ou particulares que nao
tiverem os registres que os regulamentos da iristruccSo publica
exigem, ou forem inflis 011 omissoa na escripturaco delles e dos
mappas mensaes de frequenrio, ou nao remetieren! os-ditos map-
pas no prazo legal, incorrero na multa de 5d000, e do dobro as
reincidencias, verificados mensalmente. Estas*multas sero im-
postas pelo delegado litterario ou pelo inspector escolar, e no mu-
nicipio do Recife pelas coairaisses escolares.
ArL 102 .Os delegados littrarios, as commissOes escolares e
os parochos que nao observarem as disposicOes deste reglamen-
to relativas obrigaco do ensino, incorrero na multa de SOiOOO
a iOOOOO, imposta pelo inspector escolar.
No municipio do Recife as commissOes escolares sero multa- "
das neste caso pela Caraira Municipal ou pelo inspector geral.
Art. 103 Os Inspectores de quarieiro e os olliciaes de justica
do juizo de paz qae nao camprirem os deveres que por este re-
gulameoto Ibes iucumbem. incorrero na multa de IOS a 5W0O0,
imposta pelas commiss's escolares on pelos delegados Ittterarios.
Art. 104 As multas de que tratara os artigos antecedentes &-
rao parte da receita municipal.
Art, 105 O fornec.mento de vestuario, livros e mais obiectos
s creausas indigeolea para qu-; possam frequentar a escola,
encargo municipal.
As despezas com taes objectos correro pelos cofres provin-
ciaes, emquanto nao for coasignada a verba respectiva nos orca-
mentos auqicipaes.
* CAHTU v v
Das coitfercicias -pvlagcgicm
Art: 05 los drictoj deinpCQQescoliir, alravessado.S4)Or,
estradas de ferro,TBver conferencias pedaggicas por trimestnf,
si o districto se compuzer de 4 comarcas, ou de 4 em 4 meces, si
se compuzerera de tres.
Art. 107 Toraaro parte na conferencia os professores de ca-
deiras situadas na mesma comarca.*
Art. 108 Q inspector escolar do districto os convocar com
antece lenciaTde um mez, remettendo-lhes o programraa da con-
ferencia, e designando o dia e escola em que se reuniro.
Art. 109 Os programmas das conferencias que devem effec-
tuar se no correr do anno sero organisados e rpmeitidos pelo
conselho litterario no mez de Janeiro ao inspector geral. Este
funccionario so rcmelter opportunamente aos inspectores esco-
lares, designando a comarca em que ter logar a conferencia.
Art. 110 1) programma da conferencia cons.ste na indicaco
de um ponto de uvhodologia e pedagoga para servir de assump-
to a mna succinta dissertaco escripia, e le tres materias relati-
vamente a cada g'ro do ensino primario elementar, para exerci-
cios di lcticos.
Art. II l K.mnidos os professores no dia e local aprasados
S3b a preiideacia do hspector escolar, e presentes os alueanos
primarios, sero sorteadas as materias dos exercicios didcticos,
sendo u'ua para cada grao do ensino, e bem assim os professores
que lera de dar as ligues.
S 1. O xerciclo didctico consiste em urna licio, que deve
ser correcta oa forma e no methodo, explicada pi-lo professor aos
alumnos la sitla
% i. Terminados os exercicios didcticos e retirados os alum-
nos primarios, os professores faro a critica da< lices dadas, no-
tande-lhes o inerecimento e os defeitos, fallando cada um por.sua
vez depois de haver oblido a palavra. Em seguida os professo-
res ju houverera escripto sobre o ponto de methodologia, lero
os seus trabadlos e os submeltero apreciago de se-us iollegas,
'S Cada una dos professores que coinparecerein confe-
rencia redigira era casa a acta mfiuciosa do que oceorrer, e das
apreciatfs que forem feitas, e remettel a ha, 110 prazo de la dias
ao inspector.djcolar.
4. A oBSttrtaeo escripta voluntaria.
Art. Hafeaiiiderado prova de zelo e de assiduidade, para
todpe os efTetds legaes. o conpareciraeiito do professor confe-
rencia pedaggica. O no.comparecimeato sera causa justifica-.'
da falta disciplinar.
Art. 113 O inspector escolar, no relatorio de que trata o art.
43, informar sobre as conferencias havidas durante o anno no
seu districto, e enviar ao inspector geral, como annxos, os tra-
balbos escriptos e as actas que se refere o art, III.
(Continua)

rk


f



XrlDlESTE DO DIA 11 DE SETBMDRO DB 1889
Actos: ?
couselhuro presidente da provincia, de con-
4dade coava proposta do Dr. chifle de poli-
em. oficio de biju datado ti. 1107, resol ve,
|bnveniencia do serrico publico, restaurar o
Urtcto de Santa' F#do termo de l'etrolma.
i*oaifflu:ii-ou-se ao U.v chefe de policia.
- o roistfllieiro presidente da provincia, at
^o ao que requereu o juiz municipal e de
orpliaos lo te'-rao de Flores, bacharel Manoel
Joaquim Miohado Jnior, resolve conceder-lhe
zes lie licenca, coiff os vencimentos a que
tive direito.jpara "tratar d<' sua saude, devendo
opeaicionario eawar no goso da referida licenga
no prazo i\<- 40 d
O consa^gpo presidente da provincia re-
solve exonera^HroiiNdo Coelho Daraasceno do
logar Je ddeBp.do districto iliterario de Sitios
se ao inspector geral da
iasraK.d) publica
"_*^B r,lr!-e.hei,-i) pfcsideute da provincia re
as Jiys le Souza para o lugar
daJelcge.Jj do. astricto litterario de Slioa Novos
Ku*Y : jiuIo sera rjTcito a plrtaria que
* i Oiirfoju'y. -Com-
hta in#*adfio pu-
Pe d.i provincia r-
Ptdro da "Silva
trelo Iliterario
; rector gc-
ia provincia de
e 10 d* Setem
eotanio 1j=6 da
.1 coin*Jhannia
; la nacional.da
o. eisuisiiioica3 de Jaiioel
l'.illi'ceu. orna
idaiile superior,
iuoia, at
los de
i: para i^uil carj
ao 'c
ral di
AnJrae, resolve exoneral-o do cargo de escri-
vao da collectoai provincial do municipio da
Boa-Vista.-Communicou-se ao Thesouro Pro
v.ncial.
conselheiro presidente da provincia, de
conformidade com a proposta do administrador
dos correios,.em oflicio de hontera, sob n. Iti,
resolve, nos termos da le n. 79i de 20 de Ou-
tubro de 1877, nomear para exereer o cargo de
gente do correio de Afogados de Iagazetra Ado-
no Rodrigue*Franca Leite e reintegrar em igual
cargo em Ingazeira Francisco Miguel de Caldas.
Hcaado exonerados os aetuaes servenluanos
Coraraunicou-se- ao administrador dos crrelos.
Ollicios :
Ap commandantc das armas interi
riso V. S. a conceder baixa do serv
cito aq soldado do i." batalho de in
su de Andrade Bemfica, aceitando par
servir o lempo complementar de sua pr;
vez que esteja as condicoes da lei, o su
que for apresentado.
Ao mesmo. Autoriso V. S. a conceder
baixa do servieo do exereito a Jos Candido do
Lama, soldado do 14." batalho de infantarta, de
accordo cpm a sua inforraago de 10 do correle
sob n. lobo,, ubaa vez que o substituto' apresen
tuJo esteja nos condiges da lei.
Ao inspector da Theburaria de Fazaoda.
Communico a V. 9., para os fias coateuieates,
que Antonio Dias deOliveira no dio 2'de Agos-
to lindo, assuraio o exercicio do ca
motor publico interino da comarca de iAizeia.
noineado pelo respectivo juiz de direj^K
Ao raesflao Commanfco aj". S., para os
tins convenientes, que o promotorix^^BkaBaaa
marca de <:aruar(i, bacharel Ri
Faria deixou no duflt do corre
tivo de molestia, o exercicio de
Ao direclordo Arsenal d
forraidade com o que solicil
daute das armaa
sob nv 1870, m
mas U^H
pharmacia da enfermara militar nove fechada-
ras e quatorze ferrolhos. Cominunicou-se at
comuiandante dae armas.
Ao inspector do ThesouroJ'rovrncial.Re-
meti a Vrac. o incluso quadro do debit > desse
Thesouro para en a es r.i la i :. rro do Re:ife
ao S. Francisco, alim de que seja verificada a
contf, segundo os documentos existentes devor-.
veado o inesrao quadro com a sua informaco,
Ao inspector do Arsenal de MarinhaCoa
referencia ao resultado da concurreucia para o
snppriinenlo de sobresaleutes e raadeiras a esse
Arsenlke aos navios de guerra, durante o Acor-
rente semestre, declarou o Exaa. Sr. ministro
la marinha era ajso n. 1004 de 3^de Agosto
flfido que ficam approvados os con tractos cele-
brados cora os negociantes preferidos pelo coa-
selno de compras ; fazendo se pprm as altera-
ees indicadas pela coutadoria de Marinha em a
nota jnnia por copia e adquirindo-se no mer a-
do, pruporco das necessidades, os artigos
mencionados na relaciio inclusa tambera por co-
pia, jue tivcrara um s proponente.Olliciou-se
uo iiiesrao sentido ao inspector da Thesouraria
de-Fizenda.
Ao-Dr. juiz de direilo da comarca de \
Jardira. -a'.ouviu que Vmc. oevolva inlSJi
o requerimento ^ueem o de Fevereiro ultimo fa
rea -itidc a esse uizo. e no qual Manoel
tinento Reg recorreu da ojeciso do junta
sora de qdalilicacu de jurados do termo de t
Janlun, in mJando excluil-o da lisia dos mesmos
jurauo.-.
Ao presidente da Cmara Municipal de. (a-
raeileira.Declaro i Vmc, era respoata
olhcio de 5 do ..orrente, que podena ser proced
das as rreraitages dos iihpqslos que tem de
i exercicio linanceiro municipal
.ido se o trimestre de Ounn.
ote anno, se a
en le da Cmara Mu;



ts
Da.. ilarla> c reiaBibaco<
aeaexo a___
_
ii io ot>npc* (> C AsTBAR* > 2 da OatuSro
J algn aaJSBanio casa asente .^ ---- .
* C"a' ,*inla ^,i*r3fedore< da libele datjtenei ene di
ans 4 mar Meeteipar oaawm ** la *--
0 es atein*rad..e dos
eemiterios alii existea*as .KOBiuterfaae
^K eertido do efMvae de paa, eeeaxti
jearlciain p*oktrs^ueirto
r 74 do- eatmdo eB3aaB*mto.
Offictou se 'Camara Municipa'-de Iguaras..
Cmara Municipal da Victoria. Declatp
uara Municipal da Vidorra que fiea appro
vada a deliberacao conataote de sea ajfi
45 df 5 do corrate mez, relativa Oeoranga
admutfStrativeaes imposto* ale 11 e Desembro
tinanro. por e8Ur de accordo coa a disposi-
So do rt. 5 da-lei o. 1791 de 27 de Jumo de
1883
PortaHas: .
Sf. gerente da '".orapanhia Peroanibucaoa
mtfde dar pissssein gratuita de r para o Re
Shiode lo Norte na prime ira opporturtidade a
D Quitea Pacheco Menees e sua tilo*. D. Anna.
O8r. **erenteda Companhia PernambueaBt
mande da" passagera gratuita de proa para Fer
nando d Soranrfa, qum lo para isso se apresen-
lar, Antonia Rosa 4a Conceicao. mulaer do sen-
asociado Sinphronio Antonio da Silva e a tres
filhos menores. ... -*-. _..
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente, com nassagem
de prda, para Femando de Noroohar Antonia
Bernardina da Coneeigo, oaulher do sentenciado
Joao Gomes da Silva, quando para isso se apre
sentar. ,
O Sr, superiolendento da estrada de ierro
do Recife ao S. Francisco di aasesgem at Pal-
mares, por coota da provincia. 4a pravas de po
licia Saturnino Perrera Das c Antonio GerSIdo
4os Santos, que vao destacar em Garnalrjba, pro-
videnciando qaaato ao transporte e bagaren da
familia da ultima praea.
O Sr. encarregado da estacao de Palmares
d passagera al Caahotinho, por eonta da pro
Tincia, s pregas de polica Saturnino Ferreira
Dias e Antonio Geraldo dos Sanias, que vao des
tacar era Carnahyba, providenciando quanlo ao
transporte e bagagem da familia aa ultima
praca.
BXPEDIKRTB DO DB. S8CRBTABK)
'"Quicios :
Ao rammaneante das armas. -O Exm. Sr.
eonselbeifo presidente da provincia, tendo sub-
mettilo deliberacao do Ministerio da Guerra o
pedido adhexo ao oficio 'ase commando, de
12 de Agosto lindo, sob n 170T, relativo ao for-
Becimeoto de artigos para salva da fortaleaa lo
Brera, visto nio existir crdito para a compra
dos mesmos artigos, segando leclara a Thesou-
raria de Fazenda era offleio n. 312, de 2 do cor-
rente; assim o mana declara' a V. Ese. para
aeo conbeeitnento e em resela ao citado officio.
Ao inspector do Toesoaro Provincial. O
Exm Sr. conaeiheirc prsdeote da proviacia
manda communicar a V. S. que a nomeacao de
Antonio Valeriano Bezerra Cavalcairte para o
cargo de collector provincia do municipio de
Cimbres, de que Irata seu officio n. 326 de 9 do
correte, teve lugar a 31 de Julho ultimo, coa-
forme foi communicado a esse Thesouro em igual
data.
. Ao mesmo.O Exm. Sr. conselheiro pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S.,
paia os preciaos effeitos, que, na petico de
Francisco Antonio Branda Cavalcante, ex-aja
dante do administrador da Casa deDeteogae, so
bre pagamentos de venciraentos, exarou em 9
d'este mex o as^ruinte despacho : Liquidada
a contado uppjicante, faga-se pagamento dos
sonora Vis vencido.-.
Ao Dr. juiz de direito presidente da junta
revisora do aliatamento militar da enmarca de
Panellas.De ord>ia da Exm. Sr. conselheiro
presidente da provinoi'transmitto a V. S con-
forme solicita em officio de 2 do eorrente, o in
luso livro para o servico da junta revisora do
alistamento militar d'essa comarca.
Ao Banco Internacional do Brasil.De or-
dem'do Bxm. Sr. conselheiro presidente da pro-
vincia acci|iD o recebimento do oIBeia de V.-S.
de 9 do eorrente, ao quai veio annexo o balan-
aete das operacSes eff-ctuadas por cssa caixa fi-
lial ateo mez ae Agosto lindo.
ao Bancj de Crdito Real.De ord-m do
Exm. Sr. conselheiro pnsidenteda provincia ac-
enso o recebimeato do officio de V. S., de 5 do
eorrente, em que veio annexo o balancete das
aperaces eflectuadas po<" essa caixa filial du-
rante o mex de Agosto ultimo.
ndtajC)
-Jfifc.
_.;iacatiea4li.aa>lleis, qat eattwenm*.
^^e ser (waajbslo la petor geut do corpo
e polica, eommaiidado, pelo sarf ento^ra-
irilii que, alen da desmoralrsado, nao
mm ih I >r nm" pitruiha a muito meos
icimcmo d iu cidaaaaecuno Caruar.
* ^rranie me/, mdo elle cidade
t onde dastseara antes de ser man-
dado paran, deriifo i gentilezas qu alU pra
ucra. Tai asperaaieate surrado nor daas pratas
.lo lesucaiuealo iaqaella. cidade, e condmido
lreso para a capital, eotno melhor poder duer
acoinarandanl do corpo de polica ; e, nao >v8poracSo
bsuuie este faflto. veio ello coaunaudar o des- /, K,'
lacameoto deslindad* I te '
Se o destacamento hom, as autoridades an-
da sao melhores.' Ex%*sivainente ignoranfcs,
oarauettem inda a^ool>! de aDsurdPs-
No da 17 do cornil, o 3* supplente do de
legado. Este vao de Qiieiros, sen mandado do

Entro arfo-4
d'L '* ofcB
u aiegaaX nilsst *i Rica
u Ba* ""aja <*aa usa
do Bjesmo -C'O.t *t. rt-Msassajr
de Mendonf i de ai innwaAl'iTm nieta,
da qual extrahimos os S4gU'nte8 dad.i-
oom o de-
Yolviaaen ir* de v
O fructo caps ilar da. p
mentas aymsihsf o*
bixina, materia, c
cellulaa do tegumento externa
A polpa das se/nentes, su:
proceaso de fermeatsco e sai
abandona dita w
trma de msaa, que ven
cado com a denominacSo de ur
Toro o uruc diversa* applicags^H
E' substancia pufgativa, usada c
urna fr-
tente, asi peque-
tem aSo quasi impercepti-
mas que existem e deixam que n'el-
iseancem os elementos orgnicos.
aa axempto licar sswtsatf deaaom
o mr&i^n um aiajo, q pre, Unto na T^rilia oam
pAfaiolo^ico de indiisisto, esa yer-
mo, sem o quai
rid
P
sana,
o

do emdias' do mez passado. A victima do det
bragado delegado requereu urna ordem de km-
teni corpun e a oblevt. Entretanto o alvo da
prepotenci policial, altm do joasirangiment
illegal que soffreu, foi "ictima da rapinagem do
destacaaento, que furt m da cas? de Evaristo
roupa, calcados e dtam'iro.
loo Francisco oV Oiifetra foi tambem vicM
nm de ontro supplente de delegado, Joao Floren-
cio; a porque um supplente pratica urna genli
lesa, e o outro nao lhe i|ner car inferior, Oli
veira fbi-espancado e ferido na noite de 17,
quando eslava em stia cas,; dentro detta cidade.
Requerendo hontem nina vlstoria, a polica,
para evitar que elle fosse vtoriado, o prendeu
e raetteu na cadeia. Se ido requerida ordem d-
h'ibeiu-corpus em seu favur, o facasUrado detega
do, sabendo da providencia reqwida depois
Heneia noite pos Oliveira em liberdadet
No vltinlio as cousas ainda vo de peior mo
do. D'srespeila-Jrordensdc/i'ifcMi corpas, n^
se prendem os prenunciados porque ato solda-
dos de polica, que eMo transformados de
agentes da segur nca publica em agentes do
trro- e da rapiuagem.
Oque admira queo Sr. presidente da provin-
cia, que em ra hora vei< jovern ir-nos, aciente
estes faltos officislmente, nao d a monor pra -
videncia. I i
l
DESPACHOS DA PBE8IDBNCIA DO DA 28 DK
ODTBBl> DB 1889
Augusto Jos Mauricio Wanderley-lforme o
Er. inspector doTlie>onro Provincial.
Dioraedes Braynei Lias. Informe o Sr. di-
rector da Colonia raibe!.
Joao Thotna Torres Gallindo. Informe o Sr.
director do presidio de Fernando de Noronha
I/Cinio Fereira Brando.Informe o Sr. di-
rector das obras publicas.
Bacharel Manoel Gomes Viejns.Informe com
argencia o Sr. nfpecto* do Thesouro Provin-
aial.
.0 mesmo.dem.
* Conego Manoel Jos Martins Alves de Carva-
Mjo. -Informe o Sr. inspector da Tbesourana de
iasenda.
Manoel Antonio Ferreira Braga. Informe o
Sr. insnector geral da instrueco publica.
Vicente Brreira de Albnquerque Jiascimento.
Informe os Srs. metnbios da comraisso en-
aarregada de administrar as obras do uo*o edi-
icio da Faculdadc d^ Direito.
Vicente Ferreira de Araujo Lima. Coracre-
aaJr.
Alipio Candido de Andrade. Indeferido, por
ser convenirote que continu seu iratameiito ua
nferraaria militar.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
Pra a adjadicacao de 9:00 contos de
bilhetea do Tnesouro de Portugal forain
apresentadaa 41 propostas, no valor total
de res 9.254:000$00U, sendo todas aceitas,
com a nica moditicacAo de seren toma-
dos apenas 74U coutos das prop 4 1[2 OjO feitas pelos bancos Lisboa &
Acrese Commercial.
O juro mais baiso offerecido foi de 3.20
e o mais alto do 4,5 (>[0, sendo o encargo
annual para a totaltdide da emissAo de
3,92 0|U.
A colloca^io destes bilhetes do Thesou-
ro foi distribuida pelos seguintea prazos .
A tre aaezes 8:673 contos'
A seis 211
A nove fc 116
O xito qe teve est opsyracao ofFerece
ajusta nsTiisidi pwr onde se pode julgar e
avaliaa o estado das disponibilidades que
actualmente imperain sjbre o mercado por-
tugus, aguardando opportuna occasiao
para serem coUocadas, o que at certo
ponto justifica o terem sido tomados 96 0/0
da emissao aa prazo de 3 mezes.
As disponibilidades que se apreaentam;
sao ainda provenientes das ultimas conver-
sos, por isso que muitos reodistas em
lugar de aceitarem as conversos, enten-
dern! por mais conveniente aguardar para
melhor occasiao o emprego de sena, capi-
taes.
Para dvaliar a importancia destas dis-
ponibilidades e das economas que estSo
esperando opportunidade para serem col-
locadas, basta s confrontar o enorme aug-
meato de depsitos em todos os bancos da
capital, principalmente no Montepo eral.

Em data de 10 do eorrente, foi dirigi-
do ao Sr. ministro da fazenda o seguinte
I telegramma pelos nossos agentes fnancei-
ros em Londres:
Temos muito prazer em informar a
V. Exc. de que a conrersao teve o melhor
xito e pedimos prmissao para congra-
tularmo-nos com /'. Exc. e o governo bra-
zileiro parale altamente satisfactorio re-
tar o rsgate dos
coja importancia
ampia provisao as assigna-
fizerao a diuheiro. Roths-
qmnnadoaot djseM([riis n juz competente, deu busca na casa residen- cam ella pmtam os ''araibas o corp L
ca -de Evaristo de Moura, o prenden e o metia i porornaljp, j para evitar as moral
na cadeia por sapposto crime de nmho pratMsV^g,, insedo. Serve para Ungir
teiga, o chocolate o a cera, consistindd,
porm, o seu maior v*4or na appl 1 cacito,
tinta raria;
Uoahecido na Encopa com o norae Or
4*m uwmotto, tinge a (a, a seda
godao, sem auxilios .le mordeadas, teado
ido ltimamente usado para produai o
chamis d'OrUatu na praparacio do fondo
para o ponaos, nos tucidos de algodao, e
o amar ello d'Orleans para, as sedas.
Da revista alloma Farbw--Mu^r-2ei
tu*g colheu o Dr. Bonrguy de Jemonca
a noticia de que o emprego do tfrae to
ma sctualmente forto incremento na Eu-
ropa, seado all muito procurada asta ex
cellente materia corante o alcancaoda pre
eos elevados.
A referida, revista mostr adnuraySo
pelo faci de nao ser cultivada em maior
cala planta tilo nadoaa cura consamo
teode s augmentar. *
O uracuxeiro d se perfeitamaote em
quasi todo o Brazil, o a sua fcil cultura
seria, por tanto, re muner adora.

Consta que sobo titulo Oempanhia Gua
rany, acha-se organisada na corte, ama
companhia com o capital de 1,000:000
dividido em cinco mil accSes de 200 ca
da urna, pe-a o fabrico de goiabada, mar-
mellada, massa do tomate privilegiada,
fructas do paia de todas asr-qualidades,
camarSes em conserva, sardinhas em bar-
ra, em latas e em salmoura e pelo ays-
terna da fabricacae' estrangeira, conservas
em vidros, geleia de fructas, e muitos
outroe artigoaj eoncernenss* a fabricarlo
de conservas.
Um dos encorporadorea o flr. Manoel
Dias Oampos, proprietarioda antiga fajri-
ca Guaran y, bem conhecido no ramo da
industria cuja expSoracao constrie o fim
da empreza, que far seria concurrencia
aos productos similares de Bordeaux, |b-
>Hterni a Eatado*-Unidos e que rarfpr .
tamos.
Tinha-se por definitivo, que comecana
em S. Paulo por estes das a snbscripcSo
de accSes da nova empresa paulist, que
tem por fito o desenvolvimento da indas-
tria.
O capital da empreza de vinte mil
contos.
A nova empreza denoininar-se- Compa-
nhia Promotora de Industria Paulistana .
^Bassieei; e, apezar d'isse,
(egar qB em tambem sea 4eecaafl& a
Mel se ieatiia de sesswU a setensa ve-
ces p;)r mBrato, entre ooatraoclo e delata-
O ttesmo se d com oa pulm3s e
gualmente cum as glndulas.
tlm vist^ de tudo Lsto, nao parecer
ditfieil comprohonder que os elementos ou
[*alss* MWttuiras d svstosM nerveso,
a cujo tuneciosajaento physiologico se de-
vein as manifestac^es da actividade phy
'sica, necessitenr, como o coracao, os pul-
, dos seus mtervailos, do des
Completo; pois n'isto dljaiste "o
,-b asaim que o cansco das cel
lias do aarebro se revela imperiosamente
pela necessidade de dormir.
Partindo, pois, d'isto, e tendo em coota
intrincado do funecionamento da activi-
dade humana no estado de vigilia, in-
di spenaavel dar a esses elementos, que to-
iam parte activa no exercicio, um des-
canco tranquillo e que seja capaz de repa
rar as forjas e a actividade perdidas ; e>
para qucJVejto descanco aaena "*a condr-
c3es enunciadas, precis' pre-
ceitos que a hygie*e ndica, preceitos qne
se referem ao modo de dormir e duca-
f3o do somno em relajao com os tempe
ramentoe, oomfas idades, etc.
Emquanto ao que se refere ao modo
de dormir, deve se ter em attencao- a
posijio, o local, o fatos, a cama, e o pe-
riode que doVft escolher-se para e somno.
A melhor posicS* que se deve adoptar
para dormir a horisoataL e, entre
varias atttades que nesta apostelo e
tem, a lateral *a, melh >r. Doatoir eom
a bocea paaa ciase too prejudicial como
dormir ooia^ela pira baiso ; no 'priraei-
ro aabo, a compressao*dos nervoa loqiba:
res e o caler exaggerado, a q;e se sub-
mettem as reg des do dorso do corpo, ohe-
gam a pradazir ama exchacio nervosa
que provoca sonaos lascivos e outras al-
tcrajei' maiores; dormindo de bocea
par* baixo, entorpecena-ae extraordinaria-
mente as Tanoc3e8 respiratorias e aa vice-
ras e entranhas abdominaes mudam de
EosiciW. Portento, a poaicaa melhor a
iteral; o mais hjsrienioo dattaroao nos
sobre o lado direito,. por isao que Amen-
do o sobre o lequerdo, ha o inconvenien-
te de comprimir o oorafo, que deve es-
tar livre, e fazer com que o gado gra
vite sobre o estomago.
. A casa em que se dormir deve ser um
compartimento onde reine urna tempera-
tora constante de 18 a.2# gros,**previa-
mente bem ventilado, e em que nao exis
ta u correntes de ar; alm d"isso, deve ter
Ricardo Pereira de Faaias, para
marea.
Formo concedidos ao director 5 Fernando de NoroaJ, dous m^^ eaca,
em os veneiiut'iwes aexe ti ver dire.to, parat ra
Mr de sua sanee, deando eearar no gose da
referida hcenja Viraae-i"
anee ele *> usase* roo Aoanti
eaajo dia.devwe reunir-?-, na Asso uqft laerciai Benef!eata. os'aarinnwas do nmoa la
Vrnajnbuco afiej -aelea ({ral. das
cattrim o projeomdeea intoaee msjtqutf-r
epncernente caastitwfta desee staeamidse-
^e-de crdito.
Canal Uorasraa Dera-n-nos adencia do
seguinte telegraumi, que. para jtilgatuento do
publico estampamos ue.-tas columnas :
Goftnm. 28 da Outubro.
Os Srs. Azevedo e Jucumbido nao consenti-
ram que ilesembareasseui osajeneros remettidos
de Beoie ao $c. Manaol tgaacio.
Este releer imaa ao juiz de di-
reito;-
O pfficial ds justica, iandad em diligen-
cia pofaquclte juiz, foi abarrado e violentado,
^eade-lhi! tuiaado*o miniado de que era porta-
Jofce o juiz insultado.
wca proviflenciaer
Este telegramma. que cont^m asuniDio para
mais de urna amarga reftexo, p5e em eviden-
cia que a Empreza do Canal de.Goyanna est ou
jalea se superior as luis.
E' quasi UMOrediUVel o quetec ltimamente
pralicalo essa empreza em relacao e raercado-
nas que sahem de Goyanna ou para ella eutram
por va martima
Todo ocufftinercio dessacidade sent seamea-
ado ; e no emtanto, por mais que tenliam sido
reclamadas providencias, nenhuma ainda foi
dada no intuito de por termo s arbitrariedades
e violencias da alludtda empseza.
Cremos, pois. trabaluo -baldado insistir em
solicitar providencias. O que rt-sta aos inters
sades *ou terem paciencia e pVocurartcn oatro*
uieio3 de transporte qne nao os asentimos, ou
opoorem armlrariedade arbitrriedade, vio
lencia violencia, usando assim de renresalias,
que talvez tenham a viriude de chamar a me-
mores termos as primeiras autoridades da pro-
vincia.
sjeiua Sania fioniin Pomos mimo
sea los pelos Srs. Souza Piuheiro & C, estabe-
lecidos com casa de commisses no Largo do
ar;iiean. 1, cen urna amostra do assucar de
j| prmeira qualidad-, fabricado pelo activo e la
L. borioso agricultor o r. Mioel Antonio^ dos
Santos Dias em sua usina Sania Filonilla stua-
da na comarca da E-c ida.
Pela amostra que nos foi enviada v-se que o
assucar fabricado na alludida usina de excel
I "'lite qualida le, ir 1 > pudendo desejar melhor.
ji fwlasua altura, ja pelo goo que deixa ao
patatar.
Agradecemos o mimo.
Ferre-iia do atibo i ro ao Bonito -
Moje, hora da tarde, devem reunir-se em as-
seiiibla.fe-'il os auciueistas da ferro-via do Ri
bero ao Bonito oara o lim de tralarem do aug
mentn do re?pectivo Capial.
Eapectaculo Amanlia tem tugar no Ihea-
tro Je Santa Isabel, ajsjjspfCticulo em grande
gala, em beneicio lo^^Xeandro Ribeiro. sob
patrocinio da o:li.:iali r^Fiia guarda nacional,
sendo o Honra e Gloria o drama que sobe
scena.
A com missio promotora do espectculo tudo
tem envidado fiara corresponder ao oncursn,aue
foi solicitado pej beneliciaslo, tendo sido convi
dada a issuteaca elle, lo mundo official. civil
e militar.
Consta nos que depoia do espectculo haver
tsampara as Irnnas de Dunda e Beberibe e Api
pasas, bem como boads pan os seas diversos
pontos terminal---
Vynsnaslo Pemambacano Hontem
s 9 lio ".ts da manha, ao terminar a aula de geo-
ammmtn-i
nacional 1
ur. vejBJBJBJBJBJBJBJBJSja So
Pinho. Pmlip8on, The
ria, Benvennto Carlos, Antn. .e's da
Silva Pinheiro, Jos P. Neves Baia, Joe Au-
gostO'd i Souza Ramo* Leonardo A. de" Souza
Ramos. Leondro B. Bio, Manoel Taf in Barreiros,
Bernarda Saunardi, Ge pe, Domingos Adflfl
Thome, Rtiocisco Vieira, Jos Pereira AB
Manoel Wceote Feweira-, Joae Francisco QbnbI
Porterlra.atageso, los Pet-uzzo, Jos An-
gusMesKeeiredo, Getuho Rodolpho, 2 pracaa e I
prese.
aMejeaseeata smm ubsm ** romera
r-m>ek. mmrvm *> iaMram.aBa>ca-Hec|.
m 91 de 9utatro de IS89.
Boletun meteorolgico
doras
0
o a o
Barmetro a
S m. J4--1
9 29 8
.1 30-l
3 t. 29 2
6 7 9
Tensao
do vapor
739-00
760-23J
739'7|
738-171
8-37!
1
B
17,34
19.61 i
19 47:
18 79
181*2
79
61
61
61
61

temperatura mxima-30,23.
Dita mnima 23,75
fc.aporafao em 24 horasao Bol : 9"\9; a som-
ra: 4* 8
Chuvanulla
Direccao do vento : EN$ de meia noite s 8
horas d mauha; SE, ESE e E alternados at f
horas e Hi minutos da tarde; ENE com pequeas
mterrupges de E at meia noite.
Velocidade media ao v Nebnlosidade media: 0.34
Roletim qo porto
11 i-a*. ""' Dias Horas 1 18 da tarde 7-le 144 da maiin Altara
-. M M-i M. 28 de Outubro 29 de Outubro 0-41 2-2 0-,4
t a o<* iiFirucuoMovuneuio aos pre-
>os da Cu3a de DetencSo do dia 28 de Outubra
e 188
Existan 458 ;entraramlO; sahiram 19; exia-
te:u 449.
A saoers
Nacionaes 391; morheres 27 ; eetrangelres 31,
-Total 449.
rracpadoe 406.
8ons 387.
Doente* .
Louco 1. i'di**-.--
Loucj 1. Total 406.
Movimenio aa enfermara
Teve alta : ^
Fraocisco Bernardo da Sirva.
HeapiHi Hedro aa ti movinieuto deste
stabelecimento de caridade, no dia de 27 utn-
iro foi o seguinte :
Entraram 8
Sahiram 6
Feleceram 1
Existem 468
Foram visitadas aa respectivas enfermarlas
lelos Drs.:
Moscoso s 8, Barros So Jrioflo s 6 3(4, Poa-
tual s 10 horas.
NSo comparecern! os Drs.:

.

Hraaiia res se estableciinento litterario da pro-
acapacidade suffiefente para as aeeeasM vlocia, foi b respectivo late Dr. Joao Feliciano
**%
os
o
29 de Outubro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
Stcpartico da Palela
2." ee^Io-N. 1.348Secretaria de Po-
Eoia de Pernambaoo, 29 de Outubro de
1889. IUm. e Exm. Sr.Participo a V
Exc. que toram hontem recolhidos Casa
de De tensao, os seguintes individuos:
A' ordem do snbdelegado do 1." distric-
to da Boa-Vista, Manoel Jos Alves da
Silva, por embriaguez e disturbios ; Jas
Francisco do Nascimento, Sebastiana Ser-
r Mara da Conceicao, Thootonia Leopol-
dina das Mercs, Luiz.-i Msria da Co^c.^i
,eSo, Severina Mara, da i.onceicj Livra-
mento, Francisca Maria de Paula, Feli-
ciana Maria da Conceicao, Maria da Hora
Tavares e Candida Maria Alves da Silva,
por offensas moral publica.
Deus guarde a V. Exc. IHm. e Exm.
Sr. conselheiro Manoel Alves de Araujo,
mni digno presidente d'esta provincia.
O chefe de poboia, Oeroncio Dias de Ar
TudaFalcao.
Kecebedoria Provincial
IOS DO DIA 28 Dkt ODTDBBO DE
1889
ira Livraiaeoto ,e outro
tro Keis.Informe a l*
id oara os oevi-
,SV.
saltadk.
Ti
ttulos alo
diminuta e
tnras que se
chd.,
O tutulos da divida externa rencer2o
d'ora em diante 4 0j de juro annual ete-
r2o amortizacao do 1 0{. Sopor effeito da
amortizacao a divida estar resgatada em
56 aonos.
O governo, porm, poder augmentar a
taxa da amortizacao ou solver toda a di-
vida ao cabo de 20 auno'? por sorteio ao
par, ou por compra abaixo do par.
A economa annual desde j realiaada
de 437,985 on ao cambio de 27 d., .. .
3,893:27J30.'K).
a.a importante operacao e a seu, exit
inda levo o crdito do Brazil no em-
porio monetario earopeo.
A no'
cu ltr
governo,
te, assim tm
*
issau de obriga^oes do Ban-
o de Portug A garantidas pelo
realizar se muito brevemen-
a emissao <*q reis 360rOOO)5
cin o'orig.icoeme 4 11 )/>) da Companhia
PnsniV q'-ie fii tomada nr;!!-1
O novo Banco de S. Paule, > cujo ca-
pital de 10,000.-0003, tem por directo-
res os Srs. Conde do Pinhai, Dr. Luis
Berrini, Carlos Teixeira de Carvalho, Ba-
rio de Tatuhy, e conselheiro Antonio Mo-
reira de Barros. J foi concedida pelo go-
verno imperial a esse Banco a faculdade
de emittir aolffs pagaveis ao portador e
vista, em ourfck
Na praca alRio de Janeiro alo os Srs.
Araujo, Maia & Ir mo os actuaos corres-
pondentes do referido estabelecimento de
credi to.
dades da respiracao da pessoa qse nella
tiver de dormir, isto de 80 aaetroscu-
bicos de ar por hora; e tamben na, de ve
haver nella objeetos ou flores que exha
lem cheirod, que, cm vez de serem fa.vo-
rivels para pnriAcar o ar das habitacSes,
slo, pelo contrario, altamente prejudiciae?.
As roupas, que se devem applicar su
perficie do corpo para dormir, constituem
tambem uin importante assumpto de hy-
giene ; eooforme as estacJes e os climas,
assim variarlo igualmente as roupas que
se teem de usar Mas, em nenhum caso,
se deve dormir completamente n, sobre-
tudo nos climas mais quemes e dp verle ;
este tempo, devem se usar ronpas as de
Irnho, e no invern, de algodao ; e, tanta
n'um caso como no outro, devem ser di-
versas das qne se tragam de dia.
Os objeetos e pecas que constituem
urna cama sao conheeidoe de toda a gente,
e intil dizer qualquer cousa a seu res-
peito. A hygiene exige una esmerado as-
aeiOe a renovaclo ameudada das roupas
brancas das camas, e, emquanto aos col-
chos, devem-se usar nicamente dous,
cheios de 11 no invern e de crina cosida
e convenientemente preparada no verlo.
A noite o periodo mais apropriado
para o somno, pelo silencio que entlo
TR4MRIP0ES
reina e porque, salvo algumas excepsSes,- "f*133 ">*e< le como
icos o banqueiros de
! Papel do
por um grupo de bancos
Liaboa e Porto.
Consta-nos que a emissao das obrig'acoes
de 4 <>[o do Banco de Portugal teve com
pleto xito, como nlo p>dia deixar de
acontecer.
""Estamos eoave cdna .1 [ua as obriga
yi)cs do Banco de Portugal lio de ser o pa-
pel, predilecto das pessoa > que costumam
oihar em primeiro lugar >ara a absoluta
segurunca do emprego dos <,eus capitaes, e
julgajnos at que o novo papel, urna vea
i.Vii .ctuu.o
iaaaoa, porque nSc e de preenmir
Myeienc do soaoo
(Do Commercio de Portugal)
Uma^dajs questdes mais importantes em j
assumptos de hygiene, e em que se deve
cuidar com a maior attenclo, a que se
refere ao somno; por isso, nlo ser de
mais que digamos quatro palavras sobre
elle, sm de dar a conhecer as condicSes
precisas de que o organismo humano care-
ce no descaneo completo das suas func-
coes, para que o somno seja reparador do
trabalho e que se verifique com todas as
exigencias de cada um dos elementos com-
ponentes do nobso organismo.
Apesar d'este assumpto parecer vulgar;
nlo o por forma alguraa se se attender a
grande remlo que se deve guardar entre
a vigilia e o somno. O corpo humano pode
ser considerad- como urna comp'icaa'smo
iiuub(ua, que funeciona, nlo s pe.o 1
bnativel com que se alimenta, representa-
do n'este caso pelas funcedes de nutricio
e pelas oxidac5es orgnicas, mas qne tam-
bem necessita de urna forca de ajHividade
muito completa em cada um dos seos ele-
mentos ou pecas organices, para qoe se
verifique a intrincada engrenagem de urnas
com outras, e por esta frma/pOBsa func-
cionar nonnlinente P >i> Ua, esta forra
de actividade dos elementos orgnicos ad-
quire-se com aquellc combustivel e com o
descangar completo e peridico dos mes-
mos : todo orglo, que tem fonceionado por
um espago de tempo maior ou menor,
cessita de um periodo de deac i;o c, I)()ie.
., q te e*lrja em retaos rjwua-ia
com o que esteve em exen
E' esta lei constante e imitrescmdtvel
pelo que se refere machina humana ; e
tanto assim, que at as proprias fu
cSes, que teem imperiosamente necess
bora este alo
o dia aproveita-se para o trabalho,
sabido. -
Dormir a sesta anti-hygiemco no in-1
verfo, e pode tolerar-se, h >ra e mata ou
duse horas apenas, nos mezes dV ve-
rlo.
O geral, dos se te aos onze annos deve-|
se dormir dez horas; dos onze aos pi1n-s
ze, sito horas; dos quinze em diante,
seis e sete boeas de somno sao bastan-
tes.'
Al pessoas fracas podem dormir mais
do ne as limphatica* ou sanguineas.
3 estes preceitos, que a hygiene
lha, ainda que, primeira vista,
puroeam escusados, por isso que, quando
o organismo se sent fatigado dorme e
desfiulca de qualquer modo, devem, toda-
va, ser-se muito em v sta e seguirem
risca, porque com el es se conseguir re-
facer, durate o somno em boaa condi-
$3ea, todas as torcas peadidas na vigilia,
ie urna forma omdetaia capaz de fazer
que o organismo volto '4, funecionar com
a mesma actividade o harmona anterior
ala Multa e Aibuquerqne. alvo das manifeslacoes
sjmpathicas dos seus discpulos, que oflereceram-
lue una caeta e uin lapis de ouro.
Por occasiao da entrejja, servia a> orgSo de
eos coiidisciaaloso estudante Fonseca Jnior.
0 Sr Dr. Moda e Albuquerque. respondeu com-
movidissimo, ettncluii'io por aogurarOm bellolj
futuro Sos esiudiiotes de j Pernanbucano no auno de 1489.
fuNticaw de pas0 nosso illustrado com-
provinciano Dr. Jos Xavier le Carvalho Men
doea, aeluul jan sobsututo da comarca de Silo-
Ios em S. Paulo, acab t >le dar estampa, em um*
voiume de cerca de-600 paginas, um aen traba
uto soo 1.1 uilo de Tratado theorico e prntico das jas-
ticas de paz.
0 trabalbo do Sr. Ur. Carvalho Mondonga re
su i lado de estudo, atias bem penoso pela natureza
do mesmo trabalho, pela, disseminagao dos seus
elementos, que era preciso excavar, por assim di-
zer, atim de coordeaal-os e snbmettei-os a um
-y-.iena, a que obedece o referido Tratado theo
rico e pitico das justicas de paz; o qual vem sa-
tisfazer a urna real necessidade, sentida princi-
palmente depois da reforma judiciaria, que arn-
pliou a aegao d'essas justicas no paiz.
Com effeito, iustitaigao qne nao regalada, na
phrase do mesmo autor, por urna l'gislago com-
pleta e satisfactoria;, instituic 10 caja lei orgnica
tem s; lo retalhada por leis posteriores e por va
iaa. reformas que lem n'a demolido e arruinado
as bases, comprehende-se quanlo deve sera im-
portancia de um trabalho que lhe diga respeito;
de um trabalbo que doutrina junta a le edhe
associa a forma, de um trabalho qoe poiysua
preciso e pela comprebenso da materlainte-
ressa a todos os cidados como um preceitor da
ao somno.
REVISTA DIARIA
Acia* SHeiaeei' >i uci >- da presidencia
da provincia de 28 do correte :
ibiixo de-
'
Villa de Floresta, Flor* ,.
belm de Cabrob, t,>a momid 1 J ise da Silva.
Orphaos (seso lemiaiob), Isabel

^^^B) (mixta), Antonia Gomes de S.
Gapanga (sexo fearioino), Amelia Jacobina Ro-
magocra
1 A.uelia PruJeuCid
jdeira de onsino primario de
le Carnahyba.'
ado o mestredas ollicioas de con-

do Arsenal de Marinti
iredo, para ex
das mesan
i>rMa a ca
^^^^^^^^De< 1 ro
seo Go-
aiueote'o'
"Coaipc-se. este de quitro partes : Consi iera-
gee geraes sobre as jusiigas de paz.Attribui-
goes dos juizes de paz. Escrivaes de paz e o fu-
ces de jnstigas. Formulas geraes para uso dos
juizes de paz e seus escrivaes; e em cada urna
d'eUas o assamato lem o preciso desenvolvi-
mento pira qualquer bem dirigir se na judicatura
de paz ou iii sustenlaco de seus diieitos n'esse
uizo.
E' um escripto, pois, que a aingaem licito
deixar de possuil-o, merecendo o sen autor justo
elogio pela publicacao de urna obra, que vem
augmentar as de jurisprudencia patria com pro-
veito geral.
Pamldade ele direito Hoje comega a
seguuua e ultima uhamadd para a prova escripia
do 2* anno, bem como principia a oral do 3a na
Facnldadede MjBito d'esta cid.de.
Eoiudoa spMtleir<-e -Foram publicados
esses escriutos do Sr. Jos Verissime. tendo re-
ceido dinerentesexem piares a Liyraria Ccatem-
poranea, a roa 1* de Margo n. 2.
Sao carecemos de recommendar tal publica-
gao, porque o seu assumpto e o nome do res-
pectivo autor se impde acceitagao publica,
daervleo militarEntra hoje de superior
vo dia o Sr. capito Pedro. Vellio e de ronda de
isila um offlcid de cavaRaria.
- 0 S." batalhao du- as guardas da Detengo
e Tbesouraria de Fazenda, o 14u as do Brum,
Alfaodega, Enfermara e Thesouro Provincial e o
destacamento de cavallaria a de Palacio.
No da 31 io correte se apresentar a de-
legaca do cirurgiao-mor do exercilo, ah'm de ser
inspeccionado de sade, 9 alferes addido ao des
tacamento de cavallaria Joao Pi da Fonseca.
Existem na Enfermara em trstamento 24
pracaa dos coros da guara iyo.
CeliaeeEftec*aar-se-ho os segmntee:
Hoie :
Pelo egeote Bocha.s 11 1/4 horas no Peres,
de 50 duzias de rogos e 100 baldes.
Araanba:
Pelo agente Stepple, 1/2 horas na cmara
municipal de Olnda. de tres casas urna em Be-
beribe e duas em Olinda, um grande lerreno
tambera em Olinda e diversos movis.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ra do Im-
perador n. 31, de lustras de crysta e cannos dp
chumbo.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Bom
Jess 11. 4j, de moveteyuanos, jai'ros. etc.
Pelo agente MoJesMWaptista, s 11 horas,
ruadas Trinchciras n 17, de movis dediverso9
usos, vidros, lougas, etc.
' aiiMMa riBinirwSerao celebradas :
Ainanh :
-reja da Penba, peta, aun
^vel Joao Quiatiliano de Azevedo
Cysneipo.
Berardo.
ataairias.
. Esteva Cavalcanle.
Simoes Barbosa.
.> ciruraaao dentista Numa Pompilio oo com-
parecea.
O ptiu-maceuiico enrron s 8 1|2 da manila e
aiio s 5 1|2 da tarde.
0 ajndante do pharmacentico entrn s 7 114
a manh e sabio a i bora da tarde.
Loarla do fimnt-rari-A < parte da
33* otena dessa provincia, cujo premio grande
de lzO:00'i|000, ser extrahida no da 6 de No-
vembro prximo.
A 4* pane da 32a lotera, dessa provincia,
cujo premio grande 60:00Qf000, ser extraa-
da no dia .. de Noven .ro.
A 5 parte, da 31' lotera, cujo premie
grande de 250:000 ser extrahida no dia ..
de ovembro.
IiOterla da corle-A 1" parte an 247* lote-
ra, cujo premio maior de 10:0005000 ser ex-
trahida 00 dia .. de ovembro.
Ctrande lotera do tlaraabao A 10,
erir da r* lotera, dessa provincia, cujo premio
grande 300:o00JUHN) ser extrahida no dia 29
de ovembro.


MPOCODE TUDO
O principe Jos Sulkowski, que se evadir da
hospital de aliena los de Vienna onde fora en-
cerrado, e capturado pouco depois na Suissa,
acaba de ser declarado sao de espirito pelos m-
dicos encarregados de o examinarem.
Por eslr facto o tribunal de Bonn, onde o prin-
cipe tioba sido internadlo de aovo, mandn re-
stituir-lbe a liberdade.
A familia do principe sustentou sempre qut
este se encontrava no seu perfeito juio; po-
rm, a mnlber d'elle, urna antiga actria, conse-
guir que fosse dado por demente, afim de ex-
polial-o da admlnistragao dos seus beas de for-
tuna.

0 Sr. D. chega do interior no trem expresso.
Um amigo que o foi esperar na estacao do ; ampe
da Acclamago exclama ao vel-o :
Como ests paludo
E' sempre assim quando viajo de costas ae
trem. Fico muito incoraraodado!...
Mas oorque nao pediste a alguui passageire
que trocasse comtigo o lugar ?
Pedir 1 Mas a quem, se eu era o unice
passageiro de meu wagn.

F^

como se tem dade
Medico e doente.
Ento, o meu araigo
com os banhos ?
Acho-me um pouco melhor, doutor. 0 que
sinto muita coinicho e tenho o corpo pega-
nhento. Ser talvez do assucar..
Do assucar? !...
Ento f O doutor nao me disse qne to-
massetianlios d'agua doce ?

Refere o Truth que a baroneza Vetsera. qne
pnblicou ltimamente em Leipzig a hisloria das
relagoes amorosas entre a sua Ulna e o arebidu.
que Rodolpho de Austria, lencionava mandar
traduzir para o inglez o seu livro, para o que
j tinha entrado em negociagdes com al^umaa
li.ranas de Loadres. Mas o principe de Galles, .
receando o escndalo que semelhante publica
cao poda occasionar, ioterveiu. A barooeza da
vetsera, cedendo ento aos seus conselbos re-
nuoclou ao seu p-ojecto.
Accrescenta o Trvtk que a venda do livro da
barooeza foi prohibid ana Allemanha, Austria a
Russia.
*
Entre dous amigos :
Nada lia lo providencial como as. molestias
de corago, acre lita ?
Porque?
% Porque foi a uaica que deu com minha so-
gra no cemiterio.
^ Ao passo que na Repblica Argeptina, diz 1
Sociedaek Central delmmigracao, se contam as
entrads menoapi d inmigrantes, sempre aci*
ma de 20,000, havendo urna differenga f.
mais, em relago ao anno passado de 93,4;
ropeus, aqui se arrastam os mezes cora urna m- '
da de 2,000, quando muito i
Allegam prohibigo do governo itaHane
por causa la febre aniarella. Mas |
j se no nomeoo orna




89

i
5/
I

I
a


muita coas
rudamente.
", borneas do
go-
SPORT
^"p"
la dir ctoria do
li ; imposta aos
III I- SUSD' Il-l" fltte p
II |) i'.lr.viiiu flTIlHUlllHC
O k v J a i Cirios < ->se Marcelino, a que al
mil'a pecuniari
d iQOi<)00 queld .
041X10 .i rs-e
A do Hipdromo Nacional -Jo
Rio iti Jni-'in. tem liado randa impulso
cae le -uas nb'as. nu quaes traoalham
otr-a d. K) i'-- .m, arhan I > se ja na alfand"
. gada.co.te grande parte de n:alerial encom-
alendado na Europa com destino s archiban
cadas.
De Marx;i at Abril do futuro auno conta a
(rectoria estar prompto esse prado e preparado
jara effectoar a sua corrida inaugural.
*
Salvatus8 annos por Salvalor e Orpheline
quera nao o coohece ?
Tuda a gente que frecuenta as corridas, dii L.
Jaman, coonece de vista o velho corredor, rival
4a Pnryna : sao dous nomes populare? que
a beip aos ouvidos mesmo Je quem nuocs
ps^u nos prafllk J
Foram as enancas que forneceram aos joveos
litlratos a expresso na pouta, to em voga
aoje, cabendo a essa herona do prado brasilei-
po, a loria de ler provocado a exclamacio ;
phkthb. na po.nta ) tantas veze- a viratn-oesse
posto !..
asi qee Salvatus ebeguu a liater a Phry-
aa. mmenle tundo por ella, e au-
are^BBse algum lempo ora iua, era outro
a pona, sao segredos do recinto do ensilna
siento c da peagem, onde nao costumo pene-
trar.
Sulvatusvial) a sangue fro, por quem nao
jaiba, que o animal que tem de examinar
Sal/atas, o hroe de tantas victorias, dir cal
mmenle : urna mediocridade, que nenhum
trapo caracterstico de rti-iincyo recommenda ,
sablea osii] la. tonga eslreita, olhar morto, pes-
coco curto, pouca iuclinaco no omoplaia, meoi-
kos rttanteiros mal apriiinados, tombo exessi
rameute comprimo : por u ica perfeico -essa,
porm. tio completa que auxiliou os resultado?
CODheej/io^ a _'jrupa possaute, com magnificas
pernas razeiras, perfeiu nenie aprontadas por
todos os lados.
Mas, como succedeu que Salvatus tornou-s-
hroe?
Sao anda segredos do, stpico do chicote do
Lourenco Alcoba; porque Salvatus nao eso o
cavado, como tamo -ra a i-reato do Lnurecco.
Eutenda-se : fui o Lnureuco o protector da
qnejla mediocridad? ; foi elle quem o elevou
altura de nm here t ,
Ah I E' o que d-se tarahem ca pelo mundo
real; quem nao aclia o seu Loar neo, tica no
cante, para caima valla coiaraum.
E' I3SO.
Tive occasio de r.virainar o Salvatus treinado
para correr, e ainda ltimamente na vesnera do
Grande Premio em dinheiro frano zoffereceu-
se-me ensejo de observal-o em repouso, na es-
tribara.
Quanlo mais o vistonava, mais se robusteca
a mntia trenca de que Lourenco, que conheci
em 1870, simples jockey, mal apreciado por todos
os seu palres, ten.i.j alin.il encontrado quem o
comprehendesse, munido do capital suffi:ieote.
6 ento revelara o sen talento como treinador
pratico,
* #
Na Inglaterra venieu-se para Buenos-Ayres
o animal Humewood, vencedor em 1887 de Ce-
sarewitrh.
desen*ar
gauaa^^H
DoSr.WB
mme
i juio.
appel

C, embor-
res Ferreira ao Sr.
ade :
chines
e o juio, appellado
D Tacaraa
Fraor
Da quii Francisco de
Salto*, ai'pelljd
Do Sr. (tesemoargador Pires floaealves ao 8r.
desembargador Del lino CavaJcante:
Appellacao lommercial
Do Rccife -Appcllaote o Bario de Mattosinhos,
appellado Vicente Ferreira da Costa.
ao Sr. desembargador Alves Hibeiro :
Appellacao crame
De Nazareth -Appellanie Francisco Ignacio da
Cruz, appellado Isidro da Cunta Cavalcante.
0 Sr. desembargador Pires Goncalveaeomo
Smomotor da justica deu parecer uos seguales
eitos :
Appellacao carne
Da Victoria Appemotoiw Feliciano dos
Santos, appellada a jUica.
AppaBfccao civel
Da Parahjba Appellanie o jn\zo, appellado
Pedro Baptista dos Santos
Do Si. dese:nbargador Tavares los ao Sr. desembarailor Oliveira Andrade :
Appellacao civel
Do Pilar Anpellante Francisco Ignacio Car-
doso. appellatto Francisco Ignacio Cardoso Ja
nlor.
Do Sr. desembargadnr Oliveira Andradc ao
Sr. des mbaiajador elno C|valcante :
Appellacao cwel
De Ohnda Ai>pell Rocha Leal, apprljados A Aboso Ferreira da Ro-
cha Leal e outros. '
DILIGENCIA
1 om vista ao Sr. desembargador promotor da
lustica:
Processo de responsabilidade do bacharel foao
Baptista de Guimares, juiz de direito de'Porto
Calvo.
DI STRIBOI C3ES
Recursos crimes
nseifieiro rortetia oo.
gr. Eaeriptorio ra do Imperado
a 65. Residencia, ca n. 11 da rea
Visconde de Albuquerque (outr'ora re* d
Slatri di %5a-Visto). Telephooo n. 8*2.
' Urogarla
Faria Sobtinho <& (.'., droguirta por ata T
jado, roa do Mrquez de-(Miada n. 41.
Francisco Afanad da Silva efe C, depon;
arios de todas aa especialidades phafov.
jeuticaa, tiataa, dragas, productos china.
su e medicamentos homeopticos, ra d
Vlarquez da Olindu a. 2'.
Ti ala de esereyer
A melhor a tinta Victoria, vende-se &
OO re. meia garrafa e a 800 re. urna gar-
rafa inteira na Livraria Comtemporane
de Ramiro M. Costa, ra 1. de Marco n.
2, loja de terrageas de Albino da Silr
d> C, ra da cadeia n. 42; loja de ferra-
geus de Brandao & C, ra Duque de Oa*
sits n. 46.

rrrrrmm
muais nmm
O bacharel Luis alasar da Velua
Peino, ex Jiiia municipal do Ca-
no, ao puUeo.
lia oa praoesaos constantes dd Hoc
>do este processo o juu a aua nao se tea
caneado de repetir no caso de flagrante, s a
unca apreseatada-mais de cinc das de
pelo mesmo juiz que tem julJ p'ois da prisao,oproceso nodo Ed apresen
to-lbe varios processos por elle julgadosrfuia-
denuncia foi a presentada
do pr
O praio, dJ
conta-
do meado Agosto ultimo, quaodo era eu ainda
juiz municipal do Cabo, o juiz de direito d'aquel-
la comarca, bacharel Francisco Teixeira de S
instauroD contra mim om engracadiaaimo pro
oesso de responsabilidade pelo grave delicio de
haver me recasado a cumprir o mais citrava
gante e estlido despacho que imaginar se pode.
Foi o asa que, teodo eu decretado a improce-
dencia de um 8ummario crime por nullidade ra-
dical e manifesta nos autos e recorrido deste
despacho para aquelle juiz. deixou elle de tomar
conbecimento do recurso, edepois de 28 das de
maduro exame e a'ccurada reYxao, sabio se Qom
a cincada de mandar que os autos voltassem-me
conclusos para que eu em pnua breve e $ob
pena de retpfmsabidade pronunciaste ou dapro-
nunciaue o reo I
Devolv os autos ao bacharel Teijera de S,
Ao Sr. desembargador Monleiro de Andrade : fazendolhe ver que nao a mim, mas ao juiz su
-1 perior (ra quem #u havia recorrido, na forma
da le, cun|iria reformar
laneros piocessos em que a
apreseaiada mais de cinco
e perianto fra do qfte elle
- I!
ou o juiz a que era om
va validas aquellas denan-
. julgando de maneira di-
to de in f.
-a devidaraente avallar o
uroc.-de o juiz a quo<* a since-
digne se altender ao
pronuncia diz aqueile
aojammaiiado nao me faz
^Ks a que se referem as
s precesaos foram por de-
is fra dos 5 das da priso
Em nenhum d'elles consttva
ivere tido cunhe:imento do
biiuento dos Inqueritos, ao
se trata havia o anto de fla-
especial requerido 6 das
Poi bem, do documento
itor no proceso de que
inquerito no da 26 de Fe-
n'este dia soube do crime;
liligencias para amxilit'de
sua denuncia; recebeu este
re o mesmo crime no dia 10 de
a denuncia no dia 11 do mes-
s depois de saber do delicio. As-
Acham-se a venda na Coudelaria Nacional, da
corte iluas excell- nt -s eguas para criacao.
Sao eHas a cgua Zingara, por Sans-Parell e
LanlTi- irma do Vivaz, do Monitor e de outros
excellcs.'es parelhciros, que fazeia a gloria do
tarf fluminense; e a ejjua Flamarande, ex Pe
troleum por Peter e Liris que na Europa'frz
excelleules carreira". ^anhando al^um-is.
ter igu dos me h glatrra c o seus productos sao omito afa-
madas.
E'urna ^excellenle occasiao para os Srs. cria
4ores obterera esplendidas reproductoras.

CBItNICA JDICIAR1A
Tribiiaal da Kelai^o
SESSO 0111.NAH1A EM 19 DK OUTBHn
DE 1889
TBESIDENCLA DO EXM. SE. CONSELHElRt
QINTISO DE MIRANDA
Secretario, Or. Virgilio Coelho
Aa horas do costuine, presentes os Srs. oes-
embargadores em numero legal, foi aberta a
sesso depois de lida e approvada a acta da an-
tecedente.
Distribuidos e uassados os feitos deram-se
os seguales
Jl'L (AMENTOS
Habeas-corpus
Paciente :
Flix de Moraes Bandeira.Concedeu-se a or
Jem de babeas corpus preventiva, unnime-
mente.
Recurso eleitoral
De Villa Bella Kecorrenie Isaac Barbosa No-
gueira de Barros, recorrido Jos Cavalcante de
Lacerda. Relator e Sr. desembargador Montei-
ro de Andrade. Deu-se provlmento, unnime-
mente.
Aggravo de peticao
Do Recife Ag^rav?nte Leviz Hermano, ag-
gravados Luiz Gcncalves da Silva r Pinlo. Re-
lator s Sr. desembargador Pires Ferreira. Ad-
juntos os Srs. desembargadores Silva Reg e
DelQoo Cavalcante. Negou se provimento, un-
nimemente.
Prorogaco de inventario
Inventariante D. Manoela da Cuoha Wander-
ley Loyo.Em diligencia.
Appelagdes crimes
De Nazareth Appellanie Joaquim Lopes de
Souza Frazao, appellada a jusuca. Relator o
Sr. desembargador Orver udrwd.-Mandou?
te a novo jury, ^innimemente.
De Iiamh Appellanie o juizo, appellado
Jos Francisco Pereira. Relalor o Sr. desimbar
gador Pires Ferreira. Mandou-se'a novo jury,
nanimemente.
Appellages civeis
De BarreirosAppelan;e Dr. Manoel Octavia
O Guedes Nopueira, appellala D. Adriana Ac
cioli ras. Relator o Sr. desembargador Delfino
Cavalcante. Revisores os Srs. desembargadores
Pires Ferreira e Xouteiro de Andrade. Refor
mou-se a sentenca. unnimemente.
De Onda Appellanie D. Francisca Xavier
de Moraes. appellados Prente Vianna A C- Re-
lator o Sr. desembareador Silva Hego. Reviso
isembargadares Delno ''.avaji:ante
e Pires Ferreira.-Confirmou sea sentenca, una-
aimemenie.
Do Reetfe-Appellanles Manoel Luiz dos San-
tos, MarpJino Goocalves de Azevedo e outro
appellados os mesmos. Relator o Sr. desembar-
gador Dellino Cavalcante. Revisores os Srs. des
embargadores Pires Ferreira e Monleiro dt
drade. Reformou se a entenca em parie, UDa-
imemente. *
Do ReciEe AppcJlan'e Jos Cec'lio Carneiro
Monleiro, appellado Presciliano Pri*-o Paes Bar
lator o Sr. desembargador Delfino Ca-
lateante. Revisores os Srs. desembargadores
^^^kreira e Monleiro de Andrade. Foram
^^Hado* os cnibargos, unaoimeoKnte.
Appellages commerciaes
J3scada Appellanie D. Mara Anglica de
'lados Domingos Sajnarco A
gador Sva Reg. Re
I^^KaBMiucooiitci-,
o RecifeRecorrente Austerliano Gomes, re
corrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Tavares de V.tscon-
cellos:
De Nazareth Recorrente o juizo, recorrida
Mara Ignacia da Conceicao.
Ao Sr. desembargador Monleiro de Andrade:
De Nazareth Recrreme o juizo, recorrido
Floriano Francisco Mendes.
Ao Sr. desembargader Silva Reg :
De Bezerros Recorrente o juizo. recorrido
Antenio Soares de Oliveira.
Aggravo de instrumento
Ao Sr. desembargador Tavares de Vascon-
ccllos :
Do Rio Formoso Aggravanto Francisco de
Barros Lins, aggravado o juizo.
Appellacoes crimes
AoSr. desembargador Oliveira Andrade:
Da Gloria de G jitaAppellanie o juizo, appel-
lado Antonio Tolentin j de Souza.
Ao Sr. deaetnbargador Silva Reg :
De Nazarelh Appedaote o juizo, appellado
Silvestre 'Mximo de Alboq/ierque.
Ao Sr. desembargad, r Dellino Cavalcante :
De Paulo AlfonsoAppellanie o juizo, appel-
lado Francisco Pandeiro.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Caruar Appedanie o promotor publico,
appellado Joa Sacerdote*!.? Carvalho.
Ao Sr desembargador Monteiro de Andrade :
De Guarabira Appellanie Olinto Jos da Sil-
va, appellada a justica.
Ao Sr. desemaargador Tava* de Vascon-
cellos :
De ''ampina Grande Appellante o juizo, ap-
pellado liuzeodu de Amida amara e outros.
AppeUaco civel
Ao Sr. desembargldor Pires Ferreira :
Di Palmis dos tedios Appellante D. Rosa
de Araujo IVssoa, appellada D. '.Iluminala Bola-
da de Je-us.
blmvrioa se a sesso As 2 horas di tarde.
i.NDICACES BTEIS
Medico*
thr iua.r<> Je*\ix medico e operador.
'ratiea a lavagem do ulero quando e. co
uu e .-.i-nii:--ili,rt. Consultas dis 11 A
I -toiD Jess (antiga da ra) n. 23, l.1
tildar. Telephoae u. o-i'.'
O Dr. Mar/mu Via, medico, tem o set
;scriptorio a ra do Bario da Victoria
n. 51, 1. andar, onde d consultas d
neio-dia a hora da tar.it. Reside i
ra de Gervasio Pires n 27. Bncarrega
le do tratamento das indiestras de olhas.
Telephono n. iffl.
Dr. Barretto iampaio d consultas dt
neio-dia a 3 horas no 1.* andar da casi
ra do tiaro da Victoria, n. 51. Res:
iencia A ra Sete de Satembro n. 54, en
"rada pela ra da Saudade n. 25.
r. ibeiro de Bntto da consultas de
neio dia as 3 horas da tarde, no poden
lar a ra Duque de axias n. 4$, 1. aa
lo ser procurado para chamados na si
-esidencia ra do Hospicio n. 81. Te
ephone n. ?*03.
Dr. Joaquim Lwieiro medico e partei
-o, consultorio ra do Cabuga u. 14,
l. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
10 Monteiro.
Dr. Cerqueira Lcite, tnm o seu escripto-
rio na ra Nova n. 32, do meio dia a 2
horas e desta hora em diante ra Baro
de S. Borja, n. 22. Especialidades^
molestias de enanca senhoras e parto
Felephone n. 326, da. casa de residencia.
Dr. Alvares Guimarcli, ebegado dt
Srta, dedica-se medicina em geral,
jom especialidade s molestias do cora-
;5n, pulmSos, figado, estomago e intesti-
nos e tambem s Sscqtes das enancas
Reside d ra de Fernandt s Vieira n. 23 &
-.em consultorio na ra do Bom-Jesiu
antiga da Cruz;, n. 45, onde d cnsul
tas do meio-dia s 3 horas. Te'.ephont-
a. 381.
O Dr. Simplicio Mavignier.Clnica m e
iico cirurgica. Especialidades : raolestiat
pulmonares e partos. Ra do Mrquez de
Onda n. 27, 1." andar. Consultas das 11
s 2 horas e na Gasa Forte (Poco da Pa-
aella) das 6 s 9 horas da m*aHt e
tarde. Telesdone n. 392
Oeeallsta -
Dr. Ferreira. com prslica nos princ
paes hospitaes e clnica ce Pars- e Lon
dres, consulta todos es dias das 9
borasdao meio-dis,. Consultorio e resi-
dencia ra Larg^ do Rosario d. 20-
O bacharel Bonifacio de AragU^FarU
Bocha contina! a adyogar. Egjjptorio
roa do Imperador n. 46., 1. *^^H
O bacharel Witmvio Pinto Bander*.
pode ser procaradr roa do Imperado
Hiintn
dt
n.
son fea-
ii
cumpria reformar o uieu despacho :
vista disto fui responsamlisado e mais Urde pro-
nunciado como toado demorado a aministracao
da justica e dado lugar a qe o processo fosse
reformado I
Pils bem para que a reparaco tnha>a mes-
ma publicidad^ que affronta se incumbiram
de dar aquelle joiz e os seus cumpiiees moraes,
publico abaixo as miabas razoes de recorso e
o accordao unnime que me despronuncioo.
Sirva Isto de liccao aquelle juiz que tanto se
tem distinguido em por a aotoridade de qut se
acha invesdo ao servco de vingancas, impro
prias de um magistrado, contra collegas e pes-
soas que nao se submettem aos seos capricijos.
Recife, 29 de Oulubro de 1889.
Lutz Solazarda Veiga Peseta.
9
SenhorV. M. I. soffrer de c^rlo dolorosa
impresso ao tomar conheciinlnto deste origina
li-'smo proeesao ao verificar de visa que a ma-
gistratura brasileira ainda offerece desles tristes
exemplosfrucios sazonados ao calor da igno
rancia infamada ou da m f insidiosa.
Sira, V. M. I. roconhecer que neste tempo e
nesle paiz anda ha juizes, um pelo menos jue
abusa do poder, que Ihe foi conferido*, para fe-
rir un outro magistrado, e assim procede, nao
por amor |Sstica. que elle desconhece, nao
por amor** le que elle sophisma, mas pelo mo
vel ujconfessavel d'uma vmganca mesquioha.
-'^etpr ( Outro fosse o juiz de direito desta
comalia e o presente processo nao se ha vena
instaurado nem ed.', se, tivesse estes escrpulos
commur.s aos borneas que primara pela delica
deza de seanieiitos, nao o leria julgado. 0 pre-
sente procesaa nao m tena instaurado porque
fuiidssimos sao of motivos que se invoca ai em
seu favor, porque" causa indignaco ver o modo
como se procura erigir em enme o que 6 cor-
recto e legal.
E o juiz de iliroit que flguxo nao o terta jul
gado, porque a mi uade e a sde de vinganct
nuil :a foram liis conselheiros aa justica, nunca
impulsionaram, nem mesmo apparentemente,
em suas decises o magistrado recto e crile-
rioso. .
O juiz a quo, meu inimigo rencoroso, como
notorio nesta comarca, tiuhi um pezar na sua
vida era ver que a inqui-iioiial luvestigacao
oor elle xercida em meus actos nada d- scobri-
ra que pudesse servir de ponto "e aecusago
contra luim du ante oilo aaaos de judicatura ;
cu esta va prestes a sabir leso de to rule e
longa provacao, cdk verdaueiro pasmo de todos
|Ue UHiheieiu o juis de direito do Cabo, em
qu-m saocommuns ests actos de tresloucada
arbiiranedaile, de pereeguicao, de vindicta, sym-
piomas pulholovicos d'uma eofermidade cruel.
E o juiz a juo nj poda couf irmar-se com isto :
iaveYtou um crime e responsabilisou me.
Eis a causa nica que determinou esto proces-
so.
Dirigindo me a um tribunal em que vejo a
persoilicaco da le e da justica nao como as
comprehende o juiz a que ao sabor de uas pai-
x-'s mas a le lacional e inlelligente, a josfa
imparcial, e recta, cu ue sinto desobrigado de
entratBkfrgos deseavolvimeolos para mostrar
que* que se considera como causa .deste
proqHPPIbiperfeilam< nte correcto.
Mas minlias raze* de 1-, 13 e seguialea, para
as quaes invoco "Jlli'nco de V. M. I., demons-
tre! clara e cxultfHpfemeatc :
1 que o praza^p a denuncia nao se conta
malerulmente da data da priso, cotao entenda
a qumJM
2 qua, quqifra assim fosse, essa disposigo
nao inlia appac&o ao caso vertente, perquau-
lo o reo nao nao fra preso por crime de resisten-
cia, tanto que nao se lavrou o auto essencial
ueste.caso, mas por crime de ferimeatosgraves,
e portaolo em reiaco aquelle o promotor nao
era obrigado a dar a denuncia naquelle prazo :
3a que o ciaje de resistencia nao era notorio
antes do dia 23, data da denuncia, e prtanlo o
promotor nao devia nem mesmo poda denun-
cial o antes daquella data ;
4* que, portamo, a denuncia nao foi apresen-
tada lora do prazo lega), como levado por odio
ao promotor, seu inimtgo. eotendeu o juiza^wo.
sem se importar coiu o ter jnlgado antes dentro
do prazo denuncia- em idateos ctreunutanciat,
como depois coniiuoou a faser;
5 que, quando mesmo a denuncia estivease
fra do prazo, o juiz do direito nao poda rjfcr
esse fundamento annullar o processo e mandari
instaural o ex officio;
sira o cfHtfnh notorio ao promotor (mesmo ad-
miltiidb-se a netoriedade individual) desdo* dia
26 de Feterein, poi s d'elle teve conbecimento pelo
inquJ^H'e^bido ; no da 27, nao 6. mas 18 dias
antes da d^^K requereu segundo inqueato
nao obstaotp j coanacer o fado, e s veio
irnii
6o que eslava uas abolas att.ibair^s juigar
improced-nle por nullidade manifesta e radical
o tiovo processo, reeoreudo para o juiz de di-
7" linalmente, que eu nao poda nem devia
cumprir o singularsimo despacho de fls. que
manda va reformado que eu havia proferido a
n.. rafeciua que calda ao Juiz superior
Eslava, paranlo, eliminad i a Aiuba I"
salnlidade e explicada |tlein nenie a loiuua coo-
duila.
i como a isto respimdeu < juiz a quo f
''.o a obscura seiiteca de fl-., lao contusa^
Uo contradictoria, tao vaciante e ou'ca de sea-;
lido que s por si basta para mostrar que qi
a escreveu nao o fez com cinvucu) e o espi
de justica que devem animar e inspirar o ve
deiro juiz.
Ah aflinna-vj anda : Io que 4 ienunea foi
apresenjada fra do prazo I >'a, ponjd
de flagrante de .'.rmenlos, ou i ;
te se falla na, faci 1n.1t ,.
lavrado no dia 14 e aquoda s foi dada
19.
Ja doixamos patente que j
'denuncia no dia 17 de Marco! E
note-se que, contaado-se o praso rnsnio do rece-
bimento s>ii]iimas provas (W de Marco) ainda
assim a deoiocia dada (17 de Marco) eslava fra
do praso, polg foi offerecida 7 dias depois.
E o jnii AlfMo nao annullou esse processo 111
Dir elle ijgora que nao havia jualogia\
A denuoca fra do praso (quando a de que se
trata podess ser assim otnsiderada) nao consli-
tue nullidade, d logar apenas a imposicao da
multa ao promotor e deve ser mesmo recebida si
apresentad antes de iniciado o procedimento ex-
officio, qua um procedimento excepcional, s
permittido na aasencta abaoluta da denuncia do
ministerio pub'ico.
Esta a vsrdadeira doutrina, contida no espi-
rito da lei eadiQittida sem discrepancia em todos
os toros, comodeixei provado as razes defls.
Entre os protegaos a que se refere o documen-
to n-----, cojas denuncias, segundo a actual dou-
trina do juiz a fio foram ofterecidas fra do pra-
so, alguns subtram ao alto conhecimento de V.
M I, e nenhun foi felminado com a pena de
nullidade, pena iniqua, contraria boa razo.
prejudicial aos inleresses da justica e aos direitoa
do reo, como,foi a conminada pelo juiz a quo.
O ser a denuncia apresentada fra do praso
nao coostjtue nullidade insanavel, V. M. I. o
sabe.
Este julfamento nico nos annaes dos nossos
tribunaes, original, extravagante, lidio de urna
chicana qe se estriba as pernas de pao do odio
e do capricho, esta descoberta s por si bastante
para fazeila ridicula ceiebndade de um bomem,
eslava reservada a perspicacia e sabedoria do juiz
a quo.
As rait com que elle fundamenta to esto
pafnrdio tsserto sao despropositadas e improce-
dentes.
A prinKira 6 a ter a lei da Reforma Ju licia
ria usad da expreasao imperativaproceder
ex.-omciu-ooariigo lo S 5.
Por ler a lei mandado qne a autoridade for-
madora da culpa procedesse ex-ofBcio, cops o ni-
co intuito de nao deixar o crime impune emen-
de o juiz gao que ella teve tambem envista
considerar ando o processo em que denuncia
fosse dad} fra do prazo 1
A lei ssppOe que o promotor nao quiz dar a
denuncia c por sso nao pode prever {ue ella
seja apretentada posteriormente ao praso para
ordenar xpressamente que ella seja admittida;
e taniu ella soppe soorente o caso em que o
promotor nao 7111; denunciar* que, no caso em
que o protnotor nao pode fazel-o, esla admtlte o
a justificar se como se v" no final domesmfe pa-
ragrapho.
Ore, cao tendo o promotor querido apresentar
a denuncia, a lei pene e ordena o procedimento
ex-ofhcio para que o delicio nao hque impune;
mis outro o seu espirito quando o promotor
nao pode offerecer a denuncia no prazo, pois en-
to aitendendo a essa impossibilidade ella exime
o da multa e nao poda deixar de preferir o
proceduKnto ordinario da denuncia, ao proce-
diuiento-xcepcional exoflicio.
Nj caso em quest, dado que o prazo, como
emende o joiz a quo deyesse terminar no dia 19
aquella impoisibilidade se verilicava pela razio
obvia de que anda naqueila data o promotor
nao tin.'ia conhecimento de que se dera o crime
de resistencia e portante o prazo nao poda es-
tar correndo. Isto na bypotbese que por con-
cesso figuramos de ter sido a denuncia apre-
sentada fra do prazo. E considere V. M. I.
este |ionio : a despeito de to fallada disposico
iuiperaliva da lei, eu deixei de instaurar o pro-
cedimento ex-ollicio e o juiz a quo, to zeloso
agora pela observancia daquede precedo nao
rae re^wnsabilisou por ter deixado de cumprir
exactamente a le. (artigo lb'4 do cdigo).
E' quugiesle tempo o odio nao linna attingido
o estado de alTecco que uliunamente attingio.
A segunda razao do juiz a quo que as leis
do processo criminal, sendo de ordera publica,
devem ser rigorosamente observadas.
Mas nao mostra em que aqu ellas deixaram
de o ser, em que a forma por ellas prescrpla
foi violada, quando pelo contrario se seguio a
marcha processual por ellas estabelecida como
reara de preferencia excepcao que de mais a
mais era incabivel na especie.
A lerceira a reprodueco desta pelas pala-
vras de P. Buer.o.
A quarla que o pro:edimento ex officio tem
lugar tamoera quando a denuncia apresentada
deufes do prazo. Porque ?
Nao diz (e entretanto o ponto em questo) e
elle o wlmigo declarado da interpretado analo
gia qne leva o seu zelo ao ponto de negar que
circurastan:ia aggravante do 5 artigo 16 se
applique laaibera a mulher, porque nao ha ana-
logia uo ponto de visia do respailo, entre a ve-
Ihlce d'ura homem e a d'uma mulhercita era
;cu apoio urna theoria sobre inlerpretaco ana-
lgica sem applicaco ao caso, pois o que.se pro
co& saii8r justamente se naqueila hypothese a
vontade certa do legislador adrailtlr o procedi-
mento ex-oflkio.
A quinta razao, linalmente que este procedi-
mento nao um facto anormal, quatido o coa-
'.rariaest ua loi que o coademiiou, o pro3creveu
s ajtmittindo o em casos raros, e.xcepcionaes.
1$impossibiiidade de refutar as nimbas ra
zes o juiz a quo resmeos, dividiodo as em
ijua.ro partes e fazendo Ibes apenas algumas ob-
servaces descabidas.
Er assim que ao aflirmar eu que a denuncia
fra do prato nao 6 motivo de nullidade, sahe
se elle cora a coarctada incabivel de quea de-
nuncia ofljcial nao precisa ser instruida I
ingueni afiinnou o contrario: o promotor
nao requereu as diligencias sobre resistencia
para justificar, provar ou instruir o facto de-
nunciado, roa nicamente para elle mesmo sa-
le facto tlnha havido um crhne e portanto
na de nlervir como agente da juetiga, ou
tinha se dado um /lacio nao iucnmioa
!l.
extranha o juiz aguo que eu nao ex-
como se tonta o praso na hypothese do
notorio nem como em caso de flagrante
xar de haver notoriedadp. Quanlo ao
ppnto cu dou a lieco observndo que
se coala do dia em que o crime se di-
e tinha curiosidade de sab8rc*mo o juiz
coota o prazo no caso de sua notoriedade
res, em que a denuncia toi apresemaq* mam de
anco dias depois da priso em flagrante*, e o in
coherente sabe-se dizendo que nao ba analoga
entre un9 outro I t!
porque nao ha analoga 7
Porque d'elles nao eon.-tava que o promotai
tivesse coahecimento do crime antea do recebr
meato dos inqueritos !
'Ento o praso*o su cooia ra priso, como
di, e sira de quando o promotor recese o inqoe-
rito, eumo innmeras wee temos affirmado.
E si conta-se assim. e por outro lado si nao
bouve priso pete resistencia, si o promotor s
veio a saber d'este rime pelo inquerito recebido
no dia t, si, finalmente, apresentou a denuncia
neste mesmo dia 25, claro que aprsenlo* a ao
praso legal!
V. M. I. atienda a esta acillago, a este estado
de hesilaco e de duvida era qu* se a coa o juiz
a quo.
Incoherente e contradictorio, dia que o prazo
se conta da priso e nao do ioquerito; e quando
se mostra que elle j julgou de modo diverso,
diz que o prazo se coota do inquerito e nao da
priso!
AinJa nao pudendo fugir s palpaseis con-
tradiccoes em que cahe a cada passo, soccor
re-se mais de urna vez ao bordo da falta de
analoga. ,
V. S. I. aprecie : Na sua portera de flsdjaf-
firraa aquelle juiz com ar de autoridade que uo
juiz formador da culpa cabe s e exclusivamente
coofiecer da procedencia e improcedencia d'esta.
u ndiaa-lbe. nodoc. n. procojos em quo como
juiz tomador da culpa.deixei de conhecer da
procedencia do summano, processos, entretanto,
de que elle totnou conhecimento em grao de re
curso; e assim pegado em flagrante de incohe-
rencia, evita o argumento com o estribilbow-nfto
ha analoga I
Mais adiante apon to-1 he um processo em qne
elle como juiz formador da culpa nao tomou co-
nhecimento d'esta.-e elle ainda respondeoso
ha analoga E depois sahe-se com esta engra-
gadissfcia tiradasi o tribunal superior tivesse
de reformar o meu despacho (n'este processo),
teria me ordenado o jffgamentu de merilis! Mas
o que en quiz most*ar foi justamente que o tri-
bunal superior nao admitie aquella singular dou-
trina de que ao juiz formador da culpa s com
pete jnlgar da procedencia e improcedencia do
sura nano, tanto que nao ordenod o julgamento
de ments; tomou conhecimento do recurso que,
segundo a tal doutrina do juiz a quo nao era ca-
bivel, e contirmou o.
Senhor! Ve" V. M. L, pela succinta analyse
que acabo de fazer da sentenca de fls. que o juiz
a quo, sem refutar urna s das razes adduzidas
a lis., ngio-se convencido de urna doutrina ex-
travagante e, em con t radcea o manifesta com os
seus proprios julgados, sem ter o mnimo escru
pulo de julgar-me, a mim de quem inimigo,
como publico e notorio nesta comarca, desco-
nheceu systemaiicamente o meu direito plena-
mente justificado com as razoes de fls., para as
quaes anda urna vez. peco a attencao de V. M. 1,
e pronunciou-me nos arts. 159 e 162 (este sem a
mais leve sombra de appltcabilidade) do Cod.
Crira.
Victima de tamanba violencia, com tanta a:i
tecedencia divulgado por pregociros coafidentes,
eu recorro jara V. M. I. que estou certo me
far
Justica.
Cabo, 27 de Setembro de 1889.
Luiz Solazar da Veiga Pessoa.
ACCOHDAO EU RELACAO
Que vistos, sorteados os juizes, re atados e
discutidos estes autos-de recurso de pronuncia
do juiz municipal do Cabo, sendo recorrente o
juiz pr inundado e recorrido o juiz de direito da
referida comarca, do provimento ao recurso
para despronunciar o juiz municipal por se ve-
rificar que BS7B NAO INFRINGI A LKI COM SFllKO
CEDOINTO B AO tONTRABIO PROCEDKU DK ACCfcttBu
com A lbi RiMi.v.vL, e eonderan un a municipati-
dade as cusas.
Recife, 25 de Outubro de 1889.QUnttno de
Jlirandi, presidente.Silva Reg -Delphino Ca
valranti.Oliveira Andrade.
-^aoo
.*
Palmares
.4 o publico
com a le e^^^T
gado essenc
tor pe
/acto
V.M.I

porque se essa notoriedade part
o os papis remedidos ao pru-
lcar materialmente
Hfcdo crime, ento n&o
ri falla a ultima
' que o
Todos ir-n viste o modo descommunal. porque
o bacharel Fiel Vieira Torres Grangeiro me tem
aggredido, j em publicaces anonymas no Jor-
nal do Recife, j firmadas pelo seu proprio pu
nho em mais de um numero da Epocha, onde,
por ultimo, atira-me um repto insolente, que
desprezo, ou antes que perdo.
Nao devera lalvez responder a quem s tem
por objectivo, insultando me, defender-se dos
aseados da propria coosejencia ; quem, ator-
doando se, procura justillcar-se do procedimen-
to que. em hora aziaga, teve.
Tendo sido em algum tempo. amigo do ba-
charel Grangeiro, experimento um certo des-
prazer com a di icosso a que me impelle ; mas.
devendo aos meus amigos particulares e polti-
cos explicaco de meus actos, a minha dignida-
de nao tolera que alguem os adultere, de forma
a produzirem -desfavonvel impresso.
Comecarei refutando as asserces do bacharel
Grangeiro, pu cadas 00 n. 50 da Epoclia, a
3uem. em parenthesis, agradecendo a gentileza
o ouerecimeoto de suas columnas, me cabe ia*
querir quaes foram as aecusacoe malvola*, a
que refe.-io-se, que espritus pequeninos fismomao
bacharel Grangeiroi
Onde, q'jando, por quem fufcafe ateusada Ir
Dir se hia, o que nao de sluhar, queail-
lustre redaejo daquede jornal,"nao tem lido o
que se ba punlicado com reiaco ao incidente ;
o que me obriga a rememoral-o.
No Oiario de Pernambuco de 9 do correte,
um amigo, que ainda boje ignoro quem seja,
lembrou-se de tecer-me incomios pelo modo co-
herente, porque procurei haver-me no pleito
eleitoral do dia 31 de-Agoso, e teve a malfada-
Ja'lembranca de concluir o eu artigo com as
seguintes palavras : coto tal procedimento o
commendador Joao Flix Pereira collocousena
siluacao de legitimo chefe do partido conserva-
dor desta localidade.
Nao tendo sido declinado, urna s vez, o nome
do bacharel Grangeiro, fcil de ver-se, que
foram estas ultimas palavras, que o raaguarara,
e de que prorieram os seus artigos, que lendem
a subir um diapazo, a que, com certeza, nunca
chegarei. Assim, lojp como resposta ao alludi
do amigo, apparece nm anonyrao no Jornal do
Recife de 13, urna verrina, to notavel pela for-
ma, quanto pelos aleives. que me assaca.
E serei responsavcl, ascaso, se todos que a
lerara, a altribuiram desde logo ao i-acharel
Grangeiro? Ainda mesmo depois de sua solem-
ne declaraco de nao perlhar aquelle anonymo,
como dever um lidio querido, qaantos naj Id*
afirmam a paternidade ? I
Disera, nesle rauadb ha tanta malcrol
que atravz das alluses do bacharel G
no seu prtmeiro artigo, transparece o anprao
em toda a inteira nudez I As vezes tatot nao
emendar se um sonlo. 1
Era todo caso, para fechar a di-gresio, per-
gunto : onde encontrou a Epocha aecusaedes ma
levlas fetas a3 bacharel Oraogeiro, ao tempo
era (ue se dignou fazer a sua declaraco ne
csearia quando ao contrario, s eu era o ag-
gredido ?
Conservador, que nunoa fui demovido por in-
teres8e de qualquer ordem, e que sempre tenho
prestado o meu voto'e os raeus humildes esfor
os em prol da poltica a que pertengo, julgava-
ras com direito a nao ser confundido com Untos
ootros,que na luta pela vida sabem adaptarse
s coodio&es- mesologicas atravez dos
sinto extremara
sa ordetn entre
Agora, ao
raVfrte. Nao; q*er d Sr. Gra'an> aa*e
fez nao affastar, mas fngir de si 7
taa o meior constrangimento dif-e^ftei
0 procedimento desleal, para neo eaprega ex-
pressOes mais enrgicas, qu tene para comau-
go. anda no lempo que, segundo coafer
irirtinhumos rtlaees amistosas.
Comprova suOicientemente o que venho de d
zer a senuiote carta, ootavel ate pela sua redac-
co, escripta a um aoigo muitisslmo respeita-
vel, que se acWava ento na corte, e que s de
001 s de minhas maiores instancias autorisou-me
a entregal-a publicidade :
IHm e Exra. Sr.Se o Maia lhe escreveu j
deve saber do que ha por c e nao convo qu
nadalhe diga sobre censas queja V. previa.
Se poder conseguir a nomeaco dos olliciats da
suarda nacional nao poltico ser o Joao Flix
tanente-coronel em vista' da condecoraco, e
Icho bom que a cousa se divida pelos potros
amigos. Neste caso se lhe for possiver oBtex
duas oomeacoes de tenentes-coroneis, lembro"
lhe os nomes de Jos Rcgoberto de Barros e
Uoo Climaco de Pauia e Silva, e se s urna, dc^
veri eci Jos Rogoberto de Barros. A multa for-
cou mesmo algvma a um a di tm resultado hn
suberbecello e acarretar nuiles para o futusv.
A nomeaco de Joao Flix por demais in-
conveniente.
, Ha outros amigos que reclamara o lugar, e
por taoto eu espero que elle nao ser o nonseado.
Quanla fideUdade para com osco-religionpos f
a muita forca d em resultado ensoberbecer os
amigospalavras textuaes.
Que grande perigo para a inlegridade do par-
tido seria a minha nomeaco!espero que tte
naaser o nomeado. Catilina bate as portes de
Roma.
A diverudade de sentimentos entre mim e o
bacharel Grangeiro, as suas mximas disparata-
das, e combinabais influilas, inspirada na falsa
ideia a que se consagrou, estabeleceu ama Hnha
de separacao ea o nosso proceder.
A torea do cnefe inseparavel da ie&ldade e
da convfccao, qne saiba incutir; d'ella nasce a
obediencia fcil e livre
Cwnsta-rae que o Sr. Grangeiro praoala que
escrevera aquella carta, tendo-me ouvido acerca
do seu assumpto; pelo que faase misier, para
resiabelecer a verdade, que eu affirme, sob a
minha palavra, que tal cousatja mais se deu. E
de primeira uitengo que, se assim tora, essa
circumstancia seria nem salienlada na propria
caria.
V o publico a quem me dirijo, se tive, ou
nao, razes para fugir do bacharel Grangeiro.
Disse elle, no seu alludido artigo, que toreado
( por quem ?) a tomar parte no pleito que se
ferio no H.districte,o commendador Joao Flix
que dias antes de minha partida me animava
para apressal a, afim de que nao aoffressent os
inleresses do amigo, que procura va acauelar
(acanielar o amigo ? I) dias antes de men re-
gresso censurava com acrimonia o mea proce-
dimento
Nao deixa de ser admiravel a influeneiapoli-
tica do bacharel Grangeiro^ ella nao se circuns-
creve a este distncto ; nao; ella se estende (pelo
modo porque falla) a todos dk provincia !
E' certo que animei em conversa, o bacbarel
Grangeiro a tomar parte na eleico do 11., mas
filo quando snppunhn que o candidato era o da
chapa do meu partido, e logo que soube qne o
bacharel Grangeiro se esforcava para dar ganbo
de causa ao adversario, nao pude deixar de des-
approvar o seu iotento.
Sei que, em boa f, nao difflcil corngii se
um erro; mas o erro poltico de bem costosa
emenda ; elle, de algum modo, contamina todo o
partido. 1
Affirmou o mesmo bacharel que, em certa oc-
casiao eu lhe dissera que tomasse a direceo
do partido ou elle se dissolveria, porque de modo
altura eu tomara esse encargo.
Afinal. sempre me fez urna justica, que loa
deveria coovencer de que nunca tive o proposi-
to oe contraralo, e entretanto escreveu a cele-
bre carta em data de lide Maio 00 corrente
aiino.
Disse o mesmo bacbarel qne muitos dqs
nossos amigos ignorara qual a causa que raoli-
vou a separacao do commendador Joo Flix..
NSo pecca por falta de originalidaue esse s
modo de ver as consns. Senapre, cpmo-beje^
militei as flleiras da grande pontica/conserva-
dora, e o bacharel Grangeiro que em grande
ufana em proclamar urb et orbe que votonos-
tensivamenie no Exro. Sr. Dr. Arislarcho Xa-
vier Lopes, conclue que eu me separelde si 1
Quem se separou nao: quem desertoo ?eu
que. conservo-nae no posto, ou aquelle que se
passou com armas e bagagens, e que tanto se
ra. :ra incommodado por me ver bear na esta-
cada?
A dissemelhanca dos caracteres da nature-
za hutian, a qual, nao contente en mostrar a
exuberancia de sua grandeza na variedade das
manifestaces physicas, lem. parece, urna certa
avidez em demonstrar o seu poder na diverai-'
dade dos seres moraes.
O que ao bacharel GraDgeiro se augura como
digno de elogio, mim parece merecedor de
acerba censura.
Continua elle obindo o partido liberal ao .
poder, apressei-me em significar ao commenda-
dor Joo Flix que a nossa altitude deveria ser
a daabstenco. Ha nesse periodo um verdadei-
ro equivoco; nunca o Sr. Grangeiro Lllou-me
em abstenco.
Teria mesmo, em algum tempo, esse proposi-
to ? quero suppor que nao, em vista da eloquen-
cia esmagadora dos fados.
Direi mais, nunca o Sr. Grangeiro teve a fran-
queza de expor me qual a disposico, em que se
achava quanto eleico ultima.
E nao ser um erro grave e mperdoavel o
chefe agir, sem consultar a vontade geral, sem
estar seguro de ter a pluraridade dos suffragios
que compe a opinio do partido ? Parece me
que sim. Esse erro por si sufliciente para
alienar o espirito e o coraco dos correligio-
Srios, e al para fazer nelles nascer a descon-
nca, seoo a averso.
Com a exposico feita, acredito t r justificarte
todo o meu procedimento para com o bacharel
Fiel Grangeiro.
Oulubro-291889.
Joao Flix Pereira.
1
de. Goit
Gloria
Retira-se na prxima quarta feira, em deman-
da do exilio a que foi votado pelo tocto de nao
ter sufragado com o seu voto o candidato official,
o nosso estimare! amigo Manoel Figueira do Nas-
cimento, diguo professor de Cha da Alegra,
deste termo.
O digno e honrado funcionario em todo o de-
curso do lempo que all exerceu as nobres func-
ces de mesire, soube impr-se estima de tedas
as familias pelo seu procedimento .sempre cor-
recto e pelo zelo e dedicaco com que procuran
correspondeo* crtolianca nelle posta.
Foi urna revollante injustiga a remoco desse
Ilustre professor: e, de certo, tempo vira em
qaeseja reparado esse feroz acto do mais desbra-
gjpfo parlidarismo.
No eu tanto, receba o digno professor Manoel F-
eueira do Nasciment os agradecimentos de to-
dos os bons cidados deste temo, que sempre
apreciaram os seus mritos, pelo cabal de^sempe-
oho que aqu deu sua misso de instruir a in-
fanciave seja feliz no logar parafcnde o banio a
prepotencia de um governo inconsciente e cor-
ruptor.
Gloria de Goit. 28 de Oulubro de 189.
MhIos paes de fmula.
Que seja feliz
Seguro hontem para a poroaco da Vjcencia1 e
illustreci.iadaoBeojaminde Paula Cavalcante,
que aUi vai procurar adivio s aderacoes de sea
estada, de saude.
O felississimo periodo de j anoos, em que com
mioha familia, entretive relagoes intimas com o
iraa familia, ai
palavras, sem des
manifest
luraeras l


y




'I
o
so-AHAl<
OTW
r d.i coaali
bs.
da illmire
do trabalho,
nque
liv de ioclui* no cdigo actual.
Por flm a illustre eoairaiasao discute a prefe
reacia da recisao do codifto sobre a nova edicco.
S. Exc. o Sr. ministro da justica no dia em
que fez publicar aquelle donto parecer acceilou
o alvitre saggerido pela illustre commissao e
nomeouum do < seus dignos membros, o illus-
trado Dr. Joao Baptista Pereira para organisar o
trabalbo da recisao.
Delxando, porem, esta questo de parte *ara
epois,porque olla excntrica no exanj^do
aate projecto, vamos occupar-nos da critica da
illustre commissiqaobre a colocacSo das dispo-
3oes avulsas no'proprio carpo do cdigo actual
gente.
A cttssificagao das leis penaes nao menos
difcil do que a das civis e muito concorre para
coSiderar esse problema insoluvel os hbitos de
educacao metapbysica dos juristas que quemn
faxer symetrico o que asimtrico e pensam
que toaos os planos preconcebidos sao exequi
Teis, correspondendo as abstrac<;5e3 que sao pro-
cessos meiitaes as leis naturaes qae ee objecti-
ramca realidade da vida social.
tfretauto illustre coinroissio recoobeeen-
(0 ai difficnldades com que devia ter lutado o
fraco autor do aute-projecto para accorampdar
aosjstemado cdigo as novas dispostces dia :
A maior difculdade em intercalar em um
codizo dispqfcoes esparsas accoaraiodal-as
ao puno adopSdo, respeitaodo quanto poasivel
a economa desse codig. Com essa difficul-
dade luto o Ilustrado- professor ; mas, como
poderia Yencel-a, se cmgto sems-regrat d$\cl*ssi-
fcaoio adoptada que tonbecidauente, defei-
tuoea?
Como subordinar mesma epigraphe crimes
de najUreza e ndoles diversas e tao desigual-
mente punidos ?
Como reuni- em um mesmo grupo figuras
de typos tilo variados e dissemelbantes sem ne-
BQama relacao de analoga que os aproxime?
Antes de passar adiante preciso somente re
plicar que eu nao devia e nem podia abandonar
o sistema da divisad e ctassificacao das mate-
as do cdigo, desde que nao me propuz orga-
nisar um novo projecto, nem mesmo de reviso,
fazendo taboa raza das nossas leis criminaos,
algumas recentes, e alterando talvez at mesmo
as leis processuaes, tarefa que se nao pode abso-
lutamente levar a efleito. como vulgarmente se
diz, assim do p para a nao.
Isto explicado para que lique bem claro que o
defeito supposto. se ha, nao meo, mas da rodi-
kcacao mais perfeita ou menos defeituosa que
possimos, pois que em assumpto de legislaco
Bs temos retrogradado de l'-50 para ca, ouca-
mos a illustre commissao que diz em seguida :
Para obviar a esse grate inconveniente
dous alvitres se antolhavam : ou abrir novos
captulos e classilicar nelles os novos crimes,
segundo as suas aiinidades com as da epigra-
pbe do titulo a que fosscm accommodados ou
incorporal os no mesmo capitulo com os crimes
congneres ou da mesma ndole.
Por excepcao, o Ilustrado professor adoptou
aquelle methodo em relagao a certas figuras in-
ter^alidas no an'.iprojectoos crimes de dtm.no,
iclruieo, incendio e outros da le o. 3311 de
1886, para estes abri um capitulo novo no titu-
lo 4* que tem por epigraphedos crimes contra a
pestoa e contra a propriedade, ente ideado qae
aqu'.'iles crimes sendo um atteutado contra a pea
soa e a proprieda le, sao, como o roubo tari
269), crimes d! psrigo commum ; para awiir.
proceder allendeuadaas condujees: ndole
das especies e a igaahla le das penas .
Sem p^oaeguir na citar., dero logo advertir
que so per excepcSo abr especialmenie um ca
iiulo para as oovas especies da lei n. 3311 de
885 pela sua grande importancia, oooccnrren-
do tao imperiosa uecessidade para outras espe-
cies novas que sem grave prejuizo da classilica-
cjio podiam ser collocadas dad divis&es ja exis-
tentes do cdigo.
Sou forjado tarabem antes de r adianto a re-
parar um equivoco que nao moa, mas ila illus-
tre Commissao, que entretanto parece attribuir-
m'o em seu douu Parecer.
Eu absolutamente nao abr um novo cipitu o
para os crimes da le n. 3311 de 1886 enten
dando que aquellos crimes sendo um attentado
coatra a pessoa e a propneJude, sio, cono o
roubo (art. 269} de. peiigo commum .
Eu nflo podia dizer isio, porque as aiinidades
entre elles e as varias figuras de roubo 6 que
podem ser dirigidos geralmeuU con.ra a ptssoa
e contra a propriedade ao mesmo tonino, por is
se que se a respeito do roubo nao se pOe em
duvida o principio e elle esta adoptado no cdi-
go, a applicacSo delle por aim aos outros cri-
mes da citada lei era do ri^'ifr, porque ^endo es-
tes de perigo amnu'm nostas expresas est
incluida pes%obje:!odo p-rigo gcral, c nao
fomente a oropriedade inditidn I.
Asslm, se pode dizer que aquellos crimes sao
contra a pessoa e a proprie lado, porquejiao de
perigo commum: mas a Inversa falsa, porque
o roubo, sendo, por via de regra, um crirae con-
tra a pessoa e contra a propriedade, nao 6 entre
tanto um crime de pengo commum,. perigo ge-
ni-
Nem um criminalista digno dcsle nome dir o
contrario.
do!
lo ID deste tolo deTcoSigoflawo -porque
vista da nova lei n. 3311 a sua materia cabe no
titulo 4, por tratar de factot contra a pesaba
e a propriedide, islo de crimes de perigo
commum.
Assim o l tolo 4" corapreaendera em vez de
um doas cap lulos, acrescendo qu
faz applicaca.' das penas de roubo, sobM cujo
crime se deve suppor que o projecto ja esta'.uio
em disposic-'S anteriores .
VUI
Has, contit la a illustre Commissao ; i
Resultou do proses80 que seguio, subordi
nado, viciom cUssilicacao de enmes pblicos e
particulares, adoptada pelo cdigo, que muitas
das disposicOs ficaram mal collocadas.
o preciso insistir que nao me propuz a r-
fazer o codig: e se alterasse a classificacSo des-
te subvertena talvez lodo o nosso processo cri-
minal.
Quanto ir collocago notada, acrescentaa
illustre comm.ssao:
r Exemolifi quemoa :
Ao lado os crimes de destruido oh damnt
/cacao decon-itruccoes, monumentos o btmpitoltcos
(arl. 178) collocou o crime de tonspurcacao de
aguas Jeitinailat a abastecunento da populacao,
por nao encoc !rar urna rubrica propna nos cri
des policiaes: mas sendo este crime da orden
dos que comprouiettem a saude e a alimentado
publua, pa**( e que o lugar mais proprio seria
rfnles jotto ao crime de entenenanvuUo das fontes
e agua potacel destinada a sunsumo de peuoa cer-
ta'ou tncerta {art. 10 da lei n. 3311 de 1886) :
j mars poderi.i ease crime ser comprehendido
entre ospolcizM, houvesse ou nio abi urna ru
bnca propria .
A censura j de todo ponto injustfcf eu dis-
penso qualqui'r attenoante, po'que almlocacalo
criticada nao foi arbitraria, mas maduramente
meditada.
No art. 184 do Ante Projecto colioque abaixo
sob n. 2 a seguate nota :
< O art. do texto nao pode ser collocado nos
crimes policio,* lugar talvez mais proprio. por
falta de bave.- ali urna rubrica que o podesse
comprehender.
Urna vez collocado entre os partiadares no
capitulo do damno, faria uascer a duviJI sobre a
competencia da aeco publica desde que alian-
cavel. e o indiciado nao tivesse sido preso em
fiagrante, nao bavendo parte que o aecusasse.
Sote-se de isssagera que a epigraphe do capi-
tulo, onde foi collocada a nova especie bastante
comprehensUi, referi do se a bens pblicos, taoto
que cao considerei necessario altrala am-
pliando-a.
Acrescentarei que a especie prevista no art.
26 da lei 3396 de 1888 6 constituida pelo facto de
laucar substancias nucios saude publica as
aguas destinadas ao abaslecimento das povoa-
roes ou de qoriquer modo torna! as immundas.
E' muito difireme da figura, sem razo Uj
aproximada pela illustre Commissao, do envene-
nameido de fonus etc... prevista nj) art 10 da
cit le n. 3311 de 1886 e trasladada para o art.
295 do Ante Projecto, cuja penalidade de 6 a
12 annos de pris&o. c no caso de raorte, de gales
perpetuas no mximo, Picando aquellas outras
penas para o medio e minino.
Entretanto i especie do art. 184 do Ante Pro-
jecto corresponde a pena de prisao com trabalho
de 1 a 3 anuos.
Pela, penalidade o titulo de crimes policiaes
no seria improprio, porque ali liguram formas
de criminalidade, punidas com penas equiva-
lentes ou inulto mais graves, do que sao exeni-
plos os arU. 294 ult parte, 300 e 302 do cdigo.
Prescindindo da questo de penalidade, amitos
cdigos, consagrando captulos on seccOes espe-
ciaes para os crimes chamados de perigo com-
mum ou contra a incolumidaiepublica, na parase
do novo cdigo italiano, tnenc.onam factos con-
generes, mas de menos gravidade no titulo das
contravencOes ou trausgresso;.-* de polica, po-
dendo servir de exemplos o citado que estar
em vigor em 1890, o fraoctz, o allemo, o bol-
landez, o de iluricb e outros.
E' visto pos, que alem de ser forjado a fazer
a col loca cao- da especie uotada no lugar ioli-
cario tenuo a meu favor contra qoalquer critica
de collocaco impropria a legislaco prtcessual
vigente e o exemplo das codilicacOes modernaa
inclusiva o do coaio europeo que tem servido
de fontes aos outros.
Cantinuarei.
F.ecife, 27 de Oulubro de I889.
Dr. Joao Vieira de Araujo.
COMERCIO
Revista do Mercado
RKCIF2. 29 DB OUTCr.EO DK 1889.
Houve pooco movimento.
O mercado de cambio esteve ^ouco activo e no
de algodSo constou vendas do 2: jass lotes do de
rimbaba.
Cambio
Os bancos manti\eram aimla no b^lcio a tasa
i-: ti 3/8 d., dispondose alguns sanear 27 3/4
para dinheiro prompto
Nao bouve raovimeoto c:n papel particular.
9 mercado no Rio nao so.Treu alterarlo.
TABELLAS AFFIXADA8
Gana! de Govanna
AO &p. I'BESIDENTE DA PROVINCIA
Desculpe-nos o Sr. Alves de Araujo si,' anda
urna vez, chamamos sua attenro para qualquei
cousa seria; si, oas vesueras de sua punida
para a corte, intcrromperaos as manifesiasc-s
de snas pungentes saudades pelos contescotes.
que se tcam, lembrando a S. Exc, qae a posi-
cao. em m hora confiada ao seu criterio, torpOe
deveres a que nio licito faltar, mesmo qnaudo
se delegado deum gabinete sem escrpulos
como o do 7 de Junlio.
Dcixe o Sr. Alves de Araujo em paz por al-
guns instantes os perits e as cangicas, ade por
momentos quaesquer conve^oles, que he tenliam
orgaoisado, lance sua3 visias para o que se pas-
su no canal de Goyjnna c providencie de moilo
Bolsa


5
P"
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e.
&.
g.
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i.
B
TT1
1
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&.


I
0 c

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a.
OOTA^'OES OFFICIAES DA J4TSTA DOS COE-
EECTOBE3
Reeife, 29 de Oittubro de 1889
..'ambio sobre o Rio de Janeiro, 10 d/v. com 1/3
.trde descoll,.
mbio sobrot Londres, vista 27 1/2 d. por
U000, dopoco.
O oresidente,
Candido C. G Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Alsodo
Foram vendidos alguns lotes do de Timbaba
a 6*050.
A exportacuo, feita pela alfanaesa nr-ste mez,
at o da 25. altingio a 1 227.275 kilos sendo...
681.613 para o exterior, 545.r>52 para o interior.
As entrada verificadas ate a data de hojC so-
Oem a 11.163 saccas, sendo por:
3arcacas. 952 Saccss
Vapores ...... 9*6
4nimaes..... 3 67U
Via-ferreadeCnruar. 437
Via-ferrea de S. Franciscfl'. 452
Via-fer?ea deLimoeiro 4.86o
rtados
;seu pro
rcebe
_ !da nada
;o pela forca
genero
is prejudica-
e esta,
polica
arladas
que o
sembar-
Recife;
o fano,
munici-
0 man
ndado,
o Dr.
Oo'tros
perda,
viucia
pertur-
lo pa-
anoos exerceu
todos que Ih
dade e os arreg
]ue se pa-
n qualific
por onde os geo
para esta cidade e daqi
penlioradps e depos
prietario, nao pode,
as, como aesta
el, cil o a 1
1, que as pea*
Ine paguem os fretel
E oo ha meio do
dos recorrer | au
cumpriado oi i
corre em apoio de Azeved|
todas as providencias I
Ainda liontem Azevedo a
honrado negocianie Manocl
cosse 03 gneros que Ihe
como era natural redamou
levando o ao conhecimento!
pal. S. S. cumprio o seu di
dado para que tiressem
ros em questo; mas a st
.tada, o ofOcial de Justina,
lentao e preso, sendo-Ihe t
e, como si tudo-isto nao b
juiz municipal foi cruelmen
Esses factos suj m
que temos denunciado j,
porque as priineiras aulorli
vio fazo-ido oucidos de mer,
Que importa a ellas que a
se continum a vner a
adas e regabores ?
Pois se esse Sr. Alves de Arauja Wte-um ho-
tnem que se compenetrasseda npobaabilidale
desencargo io o Miado eu,
a cidade de ia com o
juiz dedireito res pee r para sua
comarej. urna vez que j tomou; posso do car
go?
Pois si o Sr. Geroncio de Arrudk, ao assentar
se na cadeira da chefalura de po'a, nao hou-
vesse soffndo completa modillcacia de carcter,
nao teria j exonerado as autoridadjBjs de Goyan-
aa, que s. S conhece perfeitamule bem, e
sabe, melhor do que nos. que, era, vez de poli-
ciarcn, deviam ser policiadast
Em todo caso, embor 1 sciS esoeraugas de
conseguir dispertar os Srs. Alves de Araujo e
Geroucio da protunda indiftyrenca com que
olbara para ludo quaoto s reir aos ne jocios
pblicos, ahi tica uossa redauulco coh^b o que
seest fazendo em Govanna, para que jamis
possara fugir responsabilidad; de tudo quan
lo vier occo.-rer all aossas autcriades relapsas,
que collocam cima do cutuprimenlo dodever.
cima de quanto ha d^justo e honesto as con-
veniencias indecentes de urna polticagem im-
posjivel I
Lembre se o Sr. Alves de Araujo de que est
para aeixar esta provincia e que, ge continuar
110 feito em que vil, o seu nome ser serap'e
execrado pelo povo pernumbucano, a qnem S-
Exc fez muito mu.', sem prestar Ih sequer um
beneficio.
O que da administrajo de S. Exc ba de -
car na historia sao o# seus dpspacbss ridiculos,
03* desfrutes dados os convescoles e a submis-
so com que cumpria tolas as orijeus que Ihe
davam os patives, por mais escanualesas que
fossem I
E' urde para S. Exc. rerair 03 wus peca-
dos; m;n pode attenual os de als'Uir modo, si
se despozer, nestes ltimos dias, acumprir o
seu dever, a fazer respeitar a lei e o di.eito,
cousas de que S. Exc. tao divorciado anda I
Anida lempo... mas quera lera naje a inge-
nuidadede acreditar que o Sr. Al ve de Arau
jo seja capaz de u'ai a:to d energa ou donj-
nilidadn ?
Recie, 23 de Otf.ubro de 1889.
Dr. Albacra.
lo %r<*. pr.isltlcale da .provin-
cia c Bar. chele de polica
Alem do desacato sofrid pele honr.utu juiz
municipal deste leruw AvGloria da 14 do corrate, prat.cado palo sobdelegado
do 1* disirieto, Francisco A. Teuorio e Manocl P.
de Luna Freir f suppl-ute do delegado, de que
o publico ji leve coiihi'cimento. hem como o
Sr. conseuViro presidente da provincia, a qaem
o mesmo Dr. juiz municipal communicou laica-
mente a oceurrencia, pedindo providencias, sem
que estas f'j."-_'.n 'Ia*, o.oiitiuuam a* inesmas
autorida tos a c immcttcrcm todas as sones de
violencias, dizeado-se qoe esto gara, lidas pelas
duas autoridades que servem de epigraphe a esta,
o que parece incrivejiDas que infeliziiieuto e
para vergonha dosta iufeiz provincia, 6 a ex-
presso da verdade.
E se uta verdade oque elles dizem, o que
significa o pouco ou nenliuui apreco que dao
essas duas autoridades s coraraaiiicac&es que
Ins tem sido feitas 1
Em um desses dias piscados, um grupo de ea
pangas era udmero de oio, en ir-; os quites Jos
Vieira Brazil, Joaquin Barbosa Fillu, Jos Pe-
reira de Aquioo, o soldado d polica Cuueguii
dpsde tal, tendo frente delles as referidas auto-
ridades tentarain asfaltar a rasado D-. juiz mu-
nicipal, com o fia de arrombarem a Miela do
nel
Cota-se a 500U0 por pipa de 480 litros.
andava passeiando
para sua c sua cadeira
, esperando talvez que a polica do Sr.
io Ihe roobasse a existencia* para depois
conseguir o seu tlm Que miseria !
At oade quer o Sr. Dr Geroncio, o integro
magistrado ue Goyaona, Jevar o desatino que
reina nesta localidade entregue a uns criancolas
que esto no caso de serem policiados, e nao de
seren autoridades policiaes. que osagenles
do Sr. Geroncio sao iguaes a si.
Basta, que estaraos clamando uo deserto, mas
temos a certeza de que u:u dia o Sr. Geroncio
a sos com os seus infortunios ha de chorar
amargamente por nao ter ouvido ou querer ouvir
as justas queixas dos infelizes opprimidos.
A justica.
Cha do Carpira
Kespondondo a publicacao do Diario de
Pernambuco de 17 do corrente, tenho por
fim mostrar ao respeitavel publico que sou
victima de um desalmado auonyrno, sobre
o qual nenhuma responsabilidad^ peaa.
As accusaySes que me emprestou o meu
algoz, sao iaverosimeis e contra producen-
tes.
Sou natural da comarca de Nazareth, e
Ua mais do um anno acho me einpregado
nosta estacSo de Garpina, onde s cont
com a desafeieao desee que me caluniou.
Nao sou a fra com as cores com que
no dcaenhou o hbil e artis.tico calumnia-
dor.
Nflo sou criminoao, e nenhuma accaii cri-
minal nunca pesou sobro ravm, nesta e nem
em outras comarcas.
Marco o praso de 15 dias ao meu denun-
ciante anonymo p*ra, correndo os carto-
rios de Nazareth ou do qualqucr parte,
declarar pelo3 ornafes o artigo do cod.
crrn. em que me acho ncurw ou o grio
da pena ein que astou condamnadi.
Chanio-mc Manoel Jos dos Santos eo-
nhecido pele meu detractor com o alcu-
nho de Manoei Grande, e assim assigna-
rei o prebente.
27 de Octubre do 1889.
Manoel Grande.
Rosario'de Tracenhaem.
A veneravel inmandade de Nossa Se-
nhora do Rosario desta povoajao por mo-
tivo justo transferio a festa de sua pdroei-
ra do din 24 de Novembro fjatnro para 29
de Oezembro, sendo a baijftira asteada
a 21.
10. disi-icto
Lombraaios ao directorio liberal a in-
cluslo na chapa para deputados provia-
ciaes do distincto e honrado correligiona
rrio, couego Antonio Fabricio de Araujo
Pereira, xilho deste districto, onde gran-
demente sympathisado e disp3e de muitas
adhezdes.
A v0tac3o obtida por esse digno cicla-
dlo em diversos pontos do districto por
ccasiao da ultima ele52o provincial, as-
segura dosta ez sua victoria'e com esta
o trinmpho do partido liberal, cu os di-
rectores nSo podem^em grave injustica,
preterir na escolh de seus candidatos o
respeitavel conego Fabricio, a quem qual-
quer que ?eja a attitude do directorio,
suffragaremoa com empunho na eleieao de
12 de Dezembro.
Miiiios- eleitores.
Despedida
Segnindo para a < Corte e n2om poden-
do despedir pessoalraoote de todos os arni-
goa o farro por meio dste j.irnal oFe'recen-
do os meas servidos naquella localidade, e
agradoeendo a bondade dos que me dis-
perissram favores, promettendo voltar logo
que cessem os trabalhos legislativos.
Dr. Pitonga.
SUCM
--------------jg.q'gaec-'
Palmares
A o pnblieo
Lendo em urnas das Epochas do jorren-
te mea em que o Sr. Dr. Fiel Grangeiro
diz, que 6 sen amigo Ant nio Bezcrra Ihe
asseverou que eu Ihe havia dito ser meu
filho, o commendador Jilo Fel'xo autor
de nm ommunicado anonymo incerto no
Diario de Pernambiuovenho desde j
protestar contra semelhante nverdade,
pois que o facto se p issou diversamente.
Dizendo-me o Sf. Bczerraque vinha no
Jornal do Reeife, um artigo mordaz, contra
dito meu filho, disse-lhe eu e nao vom
ahi aresposta delle ? Responden me que
nioc'raaan houve: Fiz essa obser-
va^ilo ; porque conhecendtf meu filho e sa-
bendo, que naturalmente so dsfendera
d6 arguico ;s calumniosas uesso^aajmu
nicante, era de esperar, que dofl r. res-
posta; e d'istose no pode depreSfcder
que esse outro communicado que foi mui-
to posterior aquelle fosse o&Bjjjtalle
Fueo' o presente soicentJl^iT-at'nciio
ao publico.
21 de Ontubro de 1880.
Antonio Flix Pereira.

Despedida
Joaquia Nabuco, partindo para o Rio a temar
parte nos Irabalhos lejfislaiivos, pede desculpa
aos amigos a quem nao pode reiribuir a visita
cora que o nturaram a bordo do Maran.'iao ou na
sua residencia e offerere-lhes os seus servicos uo
Rio de Janeiro.
Recife, 2S de Setembro de ISiO.
*erinil;ir-ML'-ii!i-:i;i expeilJer tima
palavra sabr no enfermldadoi
dos pulmO^M e da gar^antn.
Quaudo os pulmees se cto^ama onferrar, po
de-se dizer que o doente se a- lia < borJas -ie
urna enferraidade 111 :ur,ivel, e o primeiro passo
dado em lao periirosa itoacao a toss-.-.
Tornase, pois, da dU|0r importancia o atalliar-
32 a mesma iiiim.dianiah-nte.
Se por aoaso prguolanles le que maneira isso
se podo conseguir, promptameate responderemos
com o Peitoral ile-Aoa>tabuita. cujo excelienic
xarop preparad o composto com o maravi
lhoso c balsmico suco de urna arvoro do Mxi-
co, coohe&da desde muitos semlos pelos abari-
genes. como remeJio excelso para as enierini-
dade.s pulmonares.
Esta magnifica preparado cuiar 1 tosse em
poucas liaras ; alliviar a astlima, curar a irri-
tada membraiM da traihea e impedir fioalnK'u-
le o desenvolvimentj da tsica.
Ao contrario de todos edsea peitnraes e xa'o-
pes feitos da fruclas c outras substancias acres
e de uoia naturoza duvidosa, ella nSo encerra
em si uenhum acidj prussico. u como igualmen-
te nao conieui nenhuma mistura de antimouio,
Ingrediente esie que ahuiutanteniente se eucon
tra as preparaces daquellea^por conseguinte
o sen gosio nao produz naaeas e suave e
agradavc-l d^Bar-se.
Como girn|M contra aafalsificac's, obse.r-
ve-se bem qMKnoinesdHfcuKiar> & Kemp ve
'iImui e-tarnoaalo! em letraaJwnspaivnics no
papV do livnnho que servvi^HaXiltorio a cada
garrafa.
Actia-se venqjcm towHllipii ji e lejas de
droeaa<
^ -
II
Leonor
do
L.arga
ti
Porto
Rosario na-

ANDAD
os mais difficcis
Londres, Pariz,
=!
Somma.
Astiicar
Os precos pagos ao agneultor,
gando a Associc,So Commercial
guiates:
Sonamos.....
Mascajado purgado .
Bmtowpecial
Bruto Bom -
Broto baixo ...
rteame.....
11 163 Saccas
por 15 Kilos, se-
Agrcola, foram
Coaros
Conros salgados. 345 ris, e os verdes a 210
ris. ------
Patata da .llfaadcsa
.-LMi.NA El 28 DB OLTCBRO A S DE VVVliJIEUO
DBltJW
Vide o Diario de 7 de Outubro
Xavfos a descarga
Barca nacional Mara Angelina, xarque.
liana norueguense Hosten, carvao.
Barca noruegueuse Bore. raadeira.
Barca noruegueuse Bravo, carvio.
Bares noruegueose Hovdmg, carvSo.
K'igueportuguez Adelina, varios gneros.
Bnguc allomao Imd, gorduras.
Brguein;;!ez Jane, Carello.
Lugar nacional layo, y.arque.
Lugar nacional Zequmha. varios genero*.
Lugar allcm&o Harold, v.irios gefteros.
LOgar nglea Beile of tkeEx, bacalbo.
U'gar norueguensc F>eugang. carvao.
Lugar inglez Borning Star, xarque.
Lagar americano Mathew Baird, asiocar.
Lugar inglez Mary Cory, ba alho.
Logar inglez Sitnbeam uacalhao.
Haiacho americano Teneriffe, farinha dej^^^l
Patacho diaamarquez Hansine ifarie. xar
Patacho dnamarquez Mete Katanne, TanSHB
eros. ,
PatCho n aniegense Aalong. xarque.
Auxilios ia,voura
Perciatarueiro & C. continum, autorisados
pelo Banco do Brasil, i conceder emprstanos
i lavonra das provincias de Alagoas, Parahyba
" Rio Grande do Norte, mediante as condiefles
le qae as ifiteressados serio informados 110 es-
criptuiio ra do Gom.nerci 1 n. 6 das 11 boras
da matias S da tarde.
No lirigue portuguez Adelina, carregaram:
Para o Porto. M. Lima & C. 42 aspeas com
2',l"7 kilos de algo lo.
Vara o nter-nr
No vapor (ranees Ville de Montevideo, car
regaram :
Para s Paulo, F. A. di jfci.vcdo S00 sicr.os
enm IS.OO kilos de assacrranco e 200 ditos
com 13 0O*J ditos de dio ina-ra>ado.
Para Santos, A. V. de Barros 1,300 saceos rom
90.000 kilos de asaucar mascavaff ; II. Bnrle S
r 1,000 saceos com 60,000 Kilos de assucar mas
cavado.
Para Rio de Janeiro, II Burle & C. 1,000sac-
eos com GO.O'K) kilos de ass&ear inascuvado ; )
J. Fernandfs 10 pipas Cum i.HJO litros dealcoo!;
M. Amonm Sjiipas com 13,i4l|Mlro3 de aguar
denle.
No vapor inglez Cometa, carregaram :
Para Pelotas, P."Carneiro 4 C. 78 secos com
'4,fiS0 kilos de assucar brauco e 124 ditos com
9,300 ditos de dito mascavado.
Para P.i j Grande do Sul, B. Torreo Jnior 400 Reuda gtral
13 com 30.000 kilos de ascear braco e lOt) .> dia I a 28
3/700
3*800
3*000
2*200
1*600
1*400
1*200
*800
a 4^000
a 4*200
a 3*200
a S*400
a l*/00
a 1*500
.1 1,-WOO
a 1*000
A exportacSo, felta pela alfandega neste mez at
odia26.subi a6.758.9-38kilos, sendo6 649.138
para o exterior e 10S.780 par o interior.
As entradas veritic idas at a data de boj? so-
bein a 138.581 saceos, sendo por:
Barcacas..... )8d 8accos
?.
luanas.
1 de Coma 1.489 .
261
Importaco
Lugar ingler. May Gory,. entrado d^^H
Nova, em igual data e consignada a
Needtiam 4 C., manifestou
B.oalhau 1.890 barricas e 1.5'iO 1/2 it^^M
consignatarios.
r allemo Catania, entrad
York, e;n igual data e coasignadn aJ.
ma:iifc.;tou :
Ruina 2o0 barrfs ordem.
Farinha de trigo i.OiiO barricas a ordo
Perfumaras 1 aixa a T. Just.
Relogio i cnixas ordem, 4 a A*. Pin
Silva & G.. 3 a D. Gomes Ribdro.
Vaseline i caixa a T. Just.
Exportarlo
ditos com 7,500 ditos de dito m sea vado ; l\ A.
lde Azevedi 150 saceos com 11,250 kilos de assu
car brauco e 150 ditos com 11,250 ditos de dito
lascavado.
Para P< rto-Alegre, F. A. de Azevedo l'i"! sne-
eos com 11,430 kilos de assucar braoco o 150
ditos cora ll.SoOdttos de dito mascavado.
Para B10 de Janeiro. M. Meuezes &0 saceos
. om 6,0 No vapor nacional Para, carregaram:
Pi ra aunaos, M. F. Martina 50 saceos com
3.750 kilos do assucar branop ; E. G Beltrao &
Irmio 13 barricas com 1.748 kilos de assucar
;co ; P. A vos & C. 15 barricas com 1,406
kilos de cssucar brauco, 20 barns e 1 pipa com
2,400 li ros de agurdente.
Par. Para, H. G. Fernandes iOO barricas com
24,132 kilos de assucar braoco ; P. Alves & C,
60 barricas com 2, sucar branco,
[30 barris o 2 pipas cora 3,8u) litros de agur-
dente; Al. A. Scnoa & C. 6 barricas com 506 Kilos
I de assucar retinado ; F. M. da Silra 4 G. 1 pipa
48o litros deaguardente ; E. C. BeltraoA
llrmao'O com 2,710 kilos deassuctr
co.
Coar, P. Garnci oAC. 30 s
branco ; F. M. da Silva *
88 litro- de agoard
regaram :
< Vo saceos com
Ulla
\ mero
' SEGUNDO
i Contina a executar
: (iguri.ios recebidos de
) Lisboa c Rio de Janeiro,
1 Prima em perfeicSo de costuras, em
I >em brevidade, moicidade em precos e
! fino gosto.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
dad* de molestias de aenhoras e creaner.8.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratrii n. 18, 1* andar.
Consultas de 8 as 10 da manh3.
Chamados (por escripto) a qualquer hora.
telkphsk 226
Para Parahyba, J. P. Lapa 25 caixos com 200
litros alcool.
Na toreara Geriquitg, carregaram :
Para Naial, P. AI es .. 35 barricas com
1,900kilus de assaor rcHaado.
* Na baicaca Thrrtsinka, carregarira : *
Para Natal, "A. L mos 20 saceos com I.^O
kilos d tnlho ; Fernandes & Irmo 20 saceos
com 1,200 kilos de mi i lio.
Ulaheiro
EXPEDIDO
Pelo vapor nscioirl Para,' para :
rar 0.060*000.
Muranho 2.00-*O:)O
Natal 3.000a0
Parahyba. 7.00000
RcttdimcBtos pablicos
MSZ DE oincar.o
Alfandega
dem dc-aa
792:855*619
48 766*51'
A vinvae herdeir
de Eslevo Jos Pa
Barre f o previo em qv
0 Sr. Cauderjcio R(t-
drimes da Cruz ne-
nhuma transaecao po-
de ft zer com a casa que
teja em trras da,pror
priedadePaiva, por
e^tar sujeilo ao que de-
ve como rendeiro, que
foi, da mesma proprie-
dade,
Kecife, ^8 de Oato-
brode 1889.
Bi.TA\rAMSDgM8LL0S
Medico formado pela **
k Faculdadedo Rio de Ja-
% neiro, temjo se dedicado
com especialidade the-
^ rapeutica moderna das
P molestias de pelle e sy-
| philis, na Policiinica ge-
^ ral da corte, a cargo do
i Dr. Silva Araujo, onde
1 servio flflnio seu ajudan- |
;g te; d consultas de meio- j
dia s 3 horas, no l.an- j
I dar da casa n. 15 do lar- jg
go do Corpo Santo, e re- \
cebe chamados a qual-
quer hora em sua resi-
dencia, ra do Viscon-
% de de Govanna n. 185.
* *-:-
MEDICO HOMEPATA
ir. Caii^; da Silveira
Especialidadefebres, molestias
das crianzas, dos orgos respirato-
rios e das senhoras.
Preata-se a qaalquijchamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharnacia do Dr. Sabino,
ra do BarSo da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia^
Cirurgio Dentista
DR. ROBEHT P. RAWLINSON, or-
aado pela Umversidade do Maryland nos
Estados-Unidos^ tea aberto o sen consa!-
torio, na ra BarSodo Victoria 18, l_an-
dar.
Consultas da 10 s 4 boras da tarde.

Tosse convalsa! coqueluche
NSo dc3 crianca sen2o o Peitoral de
Cambar.
25 columnas a 600 re*
1 escriptorio a 300 ris
27 com partimentos de farinaa a 500
ris
22 ditos de comidas a 500 rets
95 ditos de legarnos e tazcp.da a
400 ris
16 ditos de sainos a 700 ris
9 citos de fressuras a 600 ris
41 tullios a 2
15*000
13*! ll#00l
38*0
11SX
5i0t-
sa*oof?
1O32-,

Rendimento do da 1 a 27 do cor-
rente^
Foi arrecadado liquido at hoie
Precos do dia:
Carne verde do 20!) a 400 ris o kij.
Carneiro de720 a li ruis iaem.
Suinos de 560 a 640 ris idem.
farinha de 400 a 480 ris a cnia.
Mrtho le 400 a )0 ris idem.
KeSo de 800 a U200 idem
..714W3I
i.9094?^
P.elida provincial
Do dia 1 u 2S
dem de 29
10:*:859.59!tf
5:33t(55
naladouro publico
t feste esmoelecimoto foram abatidas para
8il:623iU29 : consume de boje 78 rezes pertcncentes a frej
sos marchantes.
109:196*149
Somma Dial 930.818*478
Sogunda fco du Alfaadoga.de Pernambuco,
29 de Ouiubru de 1889.
O tiiesoureiroFlorencio Domin^nes.
O cuete d* seccoCicero b. do MeUo.
Rceebcdoria
Do dia I a 28 71:294*900
Idem de 29 1-.27UJW3
eral
72:5fto689
TIecebclorla provlacial
Do dia 1 a S8 27:731*057
Mem de 29 3:1363092
30:8871S!J .
Reelfc Dralaagc
Do dia I a 28 I5:088i48
2*0



Mnnieti>al de I. Ju<
Vapores a entrar
MEZ DE OCTBEO
Sal..-........ Trent.............
Liverpool..... Euclidei..........
MBZ VE KOVEMBKO
Sul........... Equatcw..........
Europa....... Desterro...........
Mil........... Parto Alegre ......
X Europa....... Nerlhe.........
Euroru...... Ville de Pernambuco.
Sul........ Brania ....
Sul............ Manos.....
Europa....... La Plata.....
Europa....... Portuense.......
Vapores a sabir
MEZ DE OrTCBBO
Soulliampton. Trent.....
Hovlmcato do porto
w
Fame


am-
t% nciH
IDKDCf


de
(miado na Expsito)


Continuamos a prevenir,o*pubeo que o ver-
dadeiro elixir cabera de negro o da frmala
do Dr. Santa Rosa, que como garanta
sen favor 03 attestados
tinelos mdicos, desta e domis provincias aoi
imperio, por pharmaqeutieo irgadores,
advogados, engenl umerciaotes, eropre-
sados pblicos, lentes da Faculdade, artistas,
etc.
Vique, portanto, o publico sabendo que o el
xir fabricado na ra da Cadea, ptiarmacia def
llenaos Souza Pereira, Successorcs, ama imita-
, 5S0 do nosso.
Deposito do verdadciro rru do Bom Jess n.
DespachoComo requer. O escrivo designe
da. Recifs, id de Outubro de 1889.Monte
ro.
Oculista
Dr. Barreto Sanpaio. medico,
oculista, ex-choe de clnica do
Dr. de Wecker, d cnsul las de
meio dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
Bario da Victoria, excepto nos
domingof e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
andado n. 25.
BroofhKr aguda on chronica
O Poitoral de Cambar o melhor re
medio.
&S&'
~^.


83. mm HMTME&E3 *
MEDICO E OPERADOR
E8PECIALIDADES
Febres, affeccOes nervosas, car-
diacas, pulmonares, hepticas,
syphilieas e molestias de
criancas
CONSULTORIO
18-EA MRQUEZ DE OLIKDA-18
&**
jnais sa nao conttnba em dita pslico, des-
amo e lii-tribuco aqui milito hem e delinete
uda, depois do que via-se o tormo de pro-
testo que do theor segu me:
Aos 16 de Outubro de 1889, em tneu ;ar:orioJ
perante mim, comparecfram os supplicanle por
seu procorudor Joaa,nira Jos de Abreu, e por
este foi dito que reduzia a termo o protesto
constante la peticu retro, que olTerecu como
parte d'eati em que depois de lido assigna. Eu
Ernesto Micbado Freiie Pereira da Silva.Joa-
quin Jos le Abreu.Argemiro Alves Aroxa
Jjvino Roiiolpho de Oliveira.
E mais se nao continua em dito termo de pro-
testo aqui lelmmte copiado e transcripto.
tendo os jostificantes produzido suus teste
munhas que depozeram coaveiiientemente justi-
ficando a auzencia dosjustilicados, o res-
escrvfto faet-ndo sellar e preparar os autos m'os
fex conclusos nos quaes profer a eentenca do
theor soguinte:
Visto Julgo paced en te a jostilicccio e mando
que s; faca a intnhacao pedida por edftne
o Drazo p 30 dias. Castas ex-causa.
19' de OBuhro de 1889. -Thomaz Garcez Pra-
nnos Moniene-rr?.
E mais te oto cnntiuha cm dita seo renca aqui
fielmente copiada em vil lude da qual o respec
livo escrivo fez pas.-ar o presente ediinl pelo
qual -eu Ibvorchimo, cito e hei por intimados
oj juMilicados ausculta Baplistn iie Mello & C,
para compare garen! o que tlvercun a bem de scur direitos.
"E par t\ws i-beguo ao conheetmento de lodos,
mandei passar o prseme, que sera publicado
a imprenaa/ft entro de igual theor afiliado no
star do coswme.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos SI
de Outdbro de 1889.
Subscrevo e assignoErnesto Machado Freir
Pereira da Silva.
Thomaz Garrcz Paranhos Montenegro.
oflic
^.^-^^ff
ADVOGADO
Celso W. Hekkiques de Souza
Escriptorio Ra Larra do Rosario
n. 10 1. andar. ResidenciaRa da Im-
pera triz u. 81).
Dr. Mello Gomes
h Medico operador parteiro
46Ra do Bario da Victoria46
(DEKRONTE DA PHARMACIA PINHO)
Onde tera consultorio e real-
rienria i podendo ser encontrado e
recebendo chamados a qualqaor hora
do dia e da noile.
Especialidades: partos, febres, moles
id
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recaes
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados "para
ora, a qualquer distaucia.
394
5." SeccSo Secretaria da presidencia de Per-
trambuco Em 3 de Setembro de 1889.
Por esta secretaria se fas publico que flea
aberto o praso de SO dias, a contar desta data,
para o recebimento de propostas em carta fecha-
da dos concurrentes construeco de urna es-
trada de Ierro de que trata a lei provincial iofra
n. 2.033 de 8 de Agosto prximo lindo.
O secretario
Francisco L. Marinho de Souza.
LEI N. 2.056
Manoel AIvcs de Araujo, to conselho de Sua
Magestadc o Imperador, hachare! formado em
sciencias sociaes e jurdicas pela Faculdade de
S. Paulo commendador da Imperial Ordem da
Rosa e presidente da provincia de Pernambuco
Faco saber a todos os seus habitantes que a
Assemblea Legislativa Provincial decretou e eu
sanecionei a resoluco seguinte:
Artigo 1. Fica concedido o engenheiro New
ton Cesar liurlamaqui ou a quem melhores van-
tagens offerecer privilegio por 60 annos para a
coostruejo, nsn c goso de urna estrada de ferro
de bitola estreita, que partindo da Serra Dous
Irraos, na extrema desta provincia cora a do
Piauby, va terminar na villa de Pctrolioa, pon-
to marginal do Rio S. Francisco
I 1 A zona privilegiada tera 10 leguas para
fcada lado do eixo da linha, sem que soja sso,
em tempo algum empecilho a que a qualquer
outra estrada de ferro, parallela ou nao a de que
cogita a presente concessio, possa a provincia
aser couces.-ao de zona privilegiada. No caso
de futuras toncessot, se a zona privilegiada da
fei for invadida
conce-
espaco
as duas estradas mediar divi-
do una motado dj^u como
i es-
de trra que
ao meifl
4e cada urna das.
Telepho


^5
O Dr. Ermrio Continuo, d
volta de sua viagem Europa, onde
se dedicou especialmente ao esta-
do das molestias do systema ner-
voso, tem seo consultorio Praca
do Corpo Santo n. 5, defronte do Te-
legra pno Nacional
Consultas de urna as tres horas da
tarde.
.m
Estreitamentx) da urethra
Ao lllra. Sr. Dr. Cario* Briienrourl
Eu abaixo assigoado, sofTrendo borrivelmcnte
ha amitos aonos. de um ostreiiamento da ure
tira, o qual me imposibilita va de exercera mi-
Rha profissao, caneado de procurar recursos na
seiencia medica, ba do de esperanzas, procurei
e Dr, R-jltencourt, distinctissimo operador e fui
por elle operado pela electrolyse, sem dor, Bcan-
} radicaHnente curado em pouco tempo.
Eustaquio Pupe da Rocha.
Advogado
Dr. Clodoaldo Lopes ^
V
ESCRIPTORIO
Ufa Estrella do Rosara n. 4
Tsiherculosc pnlmonar
Cura garantida pelo Peitoral de jam-
bar.
A dvog-ado
M%uel Jos de Almeid Pernambuco tem oseo
escriptorio de advocada ra do Imperador u.
81, onde ser encontrado todos os dias nteis, das
ferjeas da 9 maoh as 4 da tarde.
ED1TAES
i} Dr. Thomaz Garcez Paranhos Monte-
negro, commendador da imperial ordem
da Rosa e uiz de direito especial do
commercio desta cidade do Recite, ca-
pital da provincia do Pernambuco por
Sna Magestadc Imperial e Constitucio-
- nal o Sr. D. Pedro II, a quem Dens
guarde, etc. etc.
taco saber aos que o presente edita! vrete oa
le noticia tiverem. que por parte de Goncal-
n ii mi & C. rae foi dirigida a petielo qne
lo theor segninte:
Illm. Exm. Sr. ftr. joft do commercio.Gon-
caives Irmo & C. em liqidacA. credores de
iilista de Mellio & C. pela quantia 3:200>00u,
1 da conU inclusa, [echada a 30 de Maio do
> prximo o* snpplican
; actual m JS- queera 1o-
ompeteote nrrtesto pra Interromper a
aralci ucar o direito da hav'erem
dora a m-
privile.
as
I t* Em igoaldade de condisies o concessio
nario tera preferencia para eonstrucco,
goso de futuros ramaes convergentes..
J 3.a Ficam isentor de direitqs e
viuciaes e municipacs os edificios, as raacm-1
as e raateriaes necessarios para a eonstrucco I '
e dos ramaes qu
na cidade da Para!
Seteabro de 1889, s 7 1/2 tror
seesao publica, e perante a igreja e
presbyterlana n'esla cidade, foi or
Williara Calvin Porter, merabro c
igreja presbyteriana nofiecife, ao ofli
Ministerio do Evangelbo de Jess Christo,
. nes sobre sua exnerienca da grac,
ro ao ministerio da palavra, theologia, h:
eclesistica, etc., julgados sufncientes e
laciorios pelo presbyierio em sessoes pr
pelo voto unnime do mesmo, com oracl
posiQo das mos do presliyterio, tudo segut
constitoieao da igreja piesbvteriana no Bruxt).
O dito Sr. William CaU'n l'orter, perianto,
tem o direito de ser receido e reconhecido em
toda a parte como ministro do Santo Evang^H
de Nosso Senlior Salvador Jesu Christo
mente ordenado, e de excrcer odas as funC^H
do Santo Ministerio.
Em f do que, e por ordem do dito presbytetlj
passamos esta carta.
Eslava sellada cora duas estarapilba9 no
de 30*J res cada uina e innutilisadas da f(
seguinte:
Parahyba do Norte, 30 de Setembro de 1889.
Belmiro d Arauji Cesar, moderador.Jos Fran-
cisco Primenioda Silva, secretario.
Reconheco ver Jad>-iras as Urinas retro por.
d'ellas plenos conliecimento. Dju f.Parsi^^B
SU de Setembro de 1889.
Km fde verdade signal publico). -,0 labeHl
publico, Jor-e Cavalcaotu de Albuquerque^^B
ves.
O ministro constante la presen!^ caria m^M
no ConsuUdo erovimial, a nu-nrrl i
como consta da guia respectiva que I
1 n't#uu roparticao.
Secreun do Governo da Paraliyba, 1" de Ou-
tubro de 1889.-Dr. Artbur reenialg, secre-
tario.
Fica registrada a folba 187 v, do lino de pro
visees ecclesiasticas d'esta reparticao.
Ia secgao da Secretaria do Governo da Para-
hyba, em 1 de Outubro de 1889.-Na ausencia"di
ebefe, Francisco Pedrosa.
Pagou 60O4, de emolumentos e addicional de
10 el /.
Secretarla da Presidencia de Pernambuco, 18
de Outubro de 1889.Chacn.
Visto.Designo o 2 official interino da 4'Sec-
cao, Jos Gitirana, para registrar.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, 19
de Outubro de 1889.Marinho de Souza.
Registrada a folha 164 do livro 7o de prcvisOss
do ministerio do imperio.
4 seceo da Secretaria da Presidencia de Per-
nambuco, 18 de Outubro de 1889.
O 2*official interino,.
Jote Gitirana.
SecreUfia-da Presidencia de Pernambuco,
em 23 de Setembro de 1889.-5.'seccap.-Por
esta Secretaria se faz publico, de ordem doiExm.
Sr. consellieiro presidente da provincia e de ac-
cordo com a lei provincial o. 1974 de 26 de Mar-
So ultimo, que, a requerime-nto de Eduardo de
loraes Gomes Ferrcira, acba se aberta a concur-
rencia, com o praza de 'i dias, a contar de boje
para apresentacao de propostas em carta fechada,
fundacao de um moinho, nesta provincia, des-
tinado a moer o grao de trigo e preparar a fari
nha de conformidade com a lei iofra transcripta
0 secretario,
Froncisco L. Marinho de Souza.
LEI N. 1974
Innocencio Marques de Araujo Goe, bacharel
em sciencias jurdicas e sociaes pela Faculdade
do Recife, depntado Assemblea Geral pela
provincia da Baha e presidente da de Per
nambuco:
Faco saber a todos os seus habitantes que a
Assemblea Legislativa Provincial decretou e eu
sanecionei a reolucao seguinte :
Artigo i. Fica o presidente da provincia au-
torisado a contrastar com Eduardo de Moraes
Gomes Ferreira, ou com quera melbores vanta-
geus offerecer, a fudaco e creado de um moi-
nho a vapor ou qualquer outro motor, destinado
a moer grao de trigo e preparar a farinhac, om
a capacidade de moer diariamente, pelo menos,
7.500 kilogrammas.
f 1.* Para a expleracao c uso da industria de
buco'
I da le das sociedades anonymas e
sao convidados os accionistas a
mais cinco por cento para com
i por cento necessaros a inslallaco.
i sero recebidas 00 Banco Nacional
cesta praca, at o da 24 de Outubro
lias
Sr. inspector da
!< ^ *i-|po?nnt!te art'g0' C0Ceder:8'
^4 2. Dentro de dous'annos o contraetacle
obrigado a montar os estabelecimentos precisos
exploradlo da linha principal
forem construidoe.
S 4. O concessiooario ser obrigado a cons-
ruir linba telegrapbica para uso publico e par-
ticular da referida estrada e ramaes, gosando de
igual isencao de direitos impostos.
5.% Fica concedida a garanta de juros de
6 7. sobre o capital que for empregado effecti-
vamente as obras, calculado o prego mximo
do kilmetro, em 25.0U0 e pelo praso da dura-
co do privilegio, Ando o qual reverter para a
provincia a estrada com todas as suas obras;
machiuismos, raateriaes c linbas telegraphicas.
e bem assim cada um dos ramaes que tenham
sido construidos, logo que tenham sido oxplora-
dos por igual tempo,
6.' A garanta de juros so se tornar effe,c
Uva no caso de ser levada a effeito -aBacesso
da estrada de ferro de Amarante na pAmucia do
Piauny a -erra Dous IrmSos, qual se prende a
presonte concessio, perdtndoo concessionario o
direito referida garanta se obtiver o governo
geral, subvengan kilomtrica, quantia de juros
ou qualquer outro favor equivalente.
7.# A provincia ter o direito de embarcar
gratuitamente, a sua forca publica, autoridades e
respectivas cargas.
8. O concessionario poder transferir em-
presa ou companhia, qoe organisar o presente
privilegio com todos as seus favores e obrga
ces.
9.* Dentro de 5 annos da data do contracto
devero ser apresentados os respectivos estados
definitivos e os respectivos orcamentos detalha-
dos e ter comeco de execuco as obras, cadu-
cando a concessao, se dendro desse praso no
forem ditas obras comecadas, salvo caso de for
ca raaior, devidamente provado.
Art. 2." Ficam revogadas as disposicoes em
contraro.
Mando, portanto, a todas as autoridades a
quem o coohecimento e execuco da presente
resoluco pertenoer, que a cumpram e facam
cumpnr tao inteira."3ente como nella se com-
tm.
O secretario da presidencia da provincia a faca
imprimir, publicar e correr.
Palacio da presidencia d Pernanbuco. 8 de
Agosto de 1889, 68* da Independencia e do Im-
perio.
L. 8. M. Alces de Araujo.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta
secretaria da presidencia de l'eraambuco, aos 8
de Agosto de 1889.
O secretario
Francisco L. Marinho de Souza.
Pelo presente edita! se fax publico, que em
virtude de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
Erovncia, comida era officio de 26 de Ago&o
odo, e de accordo com o disposto no art 26 dos
Estatutos do Lyceu Parahybano, se ada em con-
curso a cadeira de geographia do mesmo Lyceu,
vaga em consequencia de terse jubilado o res-
pectivo professor commendador Thomaz de Aqu
no Mindello, devendo os concurrentes se haoi-
litarem dentro do praso de noventa das, a con-
tar da presente data, e exhibirera ns forma do
art. 27 dos mesmos Estatutosos documentos se-
guinte? : 1." Cerlido de alistamento cleiloral,
ou documento, qoe prove tero candidato as con-
dirOes exigidas para ser eleitor; *.* Folba cor-
rida; 3. Attestacloale moralidade. pausada pelas
abtorida les ecclesiastica e policial do logar de
residencia; 4.' Alicatado medico de nao ler mo
lesta On dcfeito physico, qne o inhiba para as
fnnegoes do magisterio.
ReitorKi do Lyceu Parahybano, 12 de Setembro
de 1889.
O relior do Lyceu Parahybano.
Mafnkm Ignacio de Lima e Moura.
4raet?.--eer'tarlada Preal-
dctifir. 4e Pernaaabaco. ei
z pablico.de confMi
so do ministerio do impenc de
e a dar principio aos trabalhos da fabriea. em
cujo servico ser obrigado a admitr al 15 or-
pbos, para Ibes ministrar o cnsino da industria
alimentando os, e dous aonos depois dando-lhes
salario equivalente ao qne trabalharem.
Art. 2.* Ficam revogadas as disposicOes cm
contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a
quem o conheciraento e execuco da prsenle
resoluco pertenter, que a cumpram e facam
cumpnr to inteirameote como nella se contm.
O secretario da Presidencia desta Provincia a
Caca imprimir, publicar e correr.
Palacio da Ppresidencia de Pernambuco, em
ifi de Marco de 1889, 68.* da Independencia e-do
Imperio.
L. S. Innocencio Masos di Araujo Gos.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, aos
26 de Marco de 1889.
0 secretario interino,
Manoel Joaquim SUveira__
1.' Seceo^Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 24 de Outubro de 1889.
De ordem do Exm. Sr. conselneiro presidente
da provincia faco publico, para os devidos effci-
tos o edita! abaixo transcripto, pondo em con-
curso o provimenlo dos oflicios de contador e
partidor e destribuidor e partidor do termo de
Agua-Preta.
O secretario,
Franciico Leopoldo Marinho de Saiza.
ED1TAL
O Dr. Francisco da Costa Maia, ktix municipal
e de orphos dos termos reunidos de Palma-
res e Agua-Preta, por 6ua Magestade o Ira-
perauor, a quem Deus Guarde, etc.
Faco saber aos qoe o presente edital virem e
delle noticia tiverem, e a quem in eressar possa,
que de conformidad* com o art. 1. do Decreto
n. 3.322 de 14 de Jolho de 1887, em virtude de
officio de 7 do convnte do Exm. Sr. conselheiro
presidente da-provincia, fica marcado o praso
de 30 dias, a contar de fr.je para novo concurso
do provimenlo dos oflicios de contador c parti-
dor e destribuidor e partidor do termo de Agua-
PreU, creados pela Lei provincial n. 1,10o de
12 de Maio de 1879, e vago o por ter falleci-
do o serventuario 'Joaquim Marques da Porciun-
cula e o 2." pela desistencia que o mesmo fez,
o respectivo serventuario Manoel Firmioo de
Albuquerque.
Asim pois recommendo a quem pretender que
aprsente se no praso cima indicado, e que
instrua sua petico com exame de *offic'e"f'"Jr
mais documentos exigidos pelo decreto n. ,420
de 28 de Abril de 1885 e mai legislagao em
vigor.
E para que ebegue ao conn^omento de todos,
mandei passar o presente que ser aflixado na
porta da cmara municipal desU villa e delle se
extrahir copia para ser remetlido ao Exm. Sr.
presideute da provincia para 0 fjm indicado no
art. 157 do decreto citado, comcertidao do dia
em que foi aflixado pelo parteiro dos auditq
rios.
Dado e passado nesta vifl* de Agua-Preta,
comarca de Palmares, em 19 de Outubro de
1889.
Eu, Pedro Severo da Costa Leile. escrvo de
ornhos, o escreviFrancisco da Costa Maia.
Certifico que ffixei boje l"*)3 do da na
porta da casa da rimara "a o Mal
chamando concorrentes oscOici- de contador
e partidor e destriouidor e jartidor deste ler-
mt\ fin
de 1889.-0 por-
Fraao de 15
!em do Illm. e Exm.
a e pelo presente edita) intimarse Ma
on, passageira do vapor inglez Joha
ntrailo nesie porto em 20 do corren le
M, a comparecer nesta reparticao dejjMro do
raso de lo dias, sob pena de revelia. para as-
tir vi'rilicaco de ua bagegem, que foi ap-
tafeoendida no acto da respectiva conferencia,
isto que desde o_lia 22 o continuo desta Alfan-
a Samuel Joajfcun de Lima, leudo a procura
[para intima'a nos lugares que Ine informa-
~\ que ella se achava, nao poude encontrar
esta dala,
seceo da AJfandega de Pernambuco, 26 de
rod 1869.
O chefe.
Domingos Joaquim da Fonseca.
Recebedoria de rendas inter-
nas ge raes
ImpuHtu predial
E O administrador da Recerwdoria faz publico,
qne no da 31 d( correite mez termina o praso
par a cobra tica vre de multa do imposto pru
iial, a qne esto sojeitos os precios pertencentes
a corporales de mSo morta, companhias^le so-
ndes anonymas e a qual .uer sociedade pa,
benerJ3ei:te ou religiosa, relativa ao 2.e semestre
do exercicio torrente. depois do qoe ser cobra-
do com a multa de < 0,1).
Recebedoria, 28 de Outubro de 1889.
Alexaodre de Souza P. do Carino
lui 70 dos f el oh da fazenda na-
cional
Escrvo Rgo Barros
Perante o Sr. Dr. uiz substituto dos fetos da
fazenda Liodolpho Hisbello Corroa de Araujo no
dia 31 do crrante mez, peles 11 horas da ma-
nbS depois da auliencia se vender empraca
publica os bens seguintes :
A casa terrea de tijollo c cal n. 121 A. no In
gar denominado Iputioga, freguena da Varzca,
edili'jadc em terreno, cuja nalureza se ignora se
proprio, foreiro ou arrendado, avaliada por
300, pertencente a Leoncio Pereira de Souza.
A casa terrea com rancho ao lado, sita no ln-
gar denominado Iputioga, freguezia da Varzea,
tudo editicado de tijollo ecal e coberto de tclba,
ignora-se se o terreno em que est edificado se
proprio, forreiro ou arrendado, avallado cm
90, pertencente a Antonio Francisco dos Praze-
res.
Urna mei'agua de tijollo e cal em chao proprio,
sita na estrada de Joao de Barros, freguezia da
Boa Vista, avaliada em 1504, pertencente a Joo
Chrysostorao das Chagas.
A casa terrea de tijollo e cal, sita na roa dos
Copiares ou becco do Lobato o. i, freguezia
de Sao Jos, avaliada em 7(0*, pertencente a
Jos Alfredo de Carvalho; cujos bens foram pe-
nborados para pagamento da fazenda nacional c
cusas.
Becife, 22 do Outubro de 1883.
O solicitador.
Luiz Machado Bolclho.
Empresa da Estrada de Ferro de
Ribeiro a Bonito ni) Recife
ASSEMBLEA GERAL EXTRAORDINARIA
Nao tendo na Ia. nem na 2 reanio convocada
para assemblea geral extraordinaria, compare-
cido numero sufficienje dos Srs. acfijpnistas desta
empieza, alim de nos termos exprseos nos arl.
39, 40 e 65 do decreto n. 8,821 de 30 de Dezem-
bro de 1882, deliberarea\ sobre o augmento do
c? pita I subscripto para a continuaco das obras
da ferro-via, aim do 22. kilmetro j aberto
ao trafego publico, sao novameDte convcalos
pela 3. vez, os Srs. acciooistas a se reunirem no
dia 30 do correle mez, ao meio dia, no escrip-
torio da empreza n. 74, ra Duque de Caxias,
ticando desde ja inteirados os mesmos Srs. acci-
onistasq ue na lettra do citano decreto, assemblea
que se reunir deliberar qualquer que seja a
somma do capital representado pelos que estive-
rem presentes.
Itecjfc, 23 de Outubro de 1889.
O secretario,
Joao Sdvetra Carnetro da CunAa.
mo ; dou f.
Agua-Preta.
19 de Ou
teiro, Joaquim Jeronymo
Conforme o escriv
Lei'.e.
IboJ
o daCosta
DECL
B
ICO
Sec-relariK da inslrurru publica,
de Outubro tfe !*
Prazo de 30 e 60 dias
N. 127.-De ordem doSr. Dr. inspector geral,
faco saber aos professoies removidos por acto
de 21 do correte, Sebastiao Brandao, por ac-
cesso para a cadeira do Cabo, e Ernesto da Silva
Mirand para a deGamcli tira, que Ins fica mar-
cado o praso de 30 dias a contar da data da
parlara, para assumirem o exercicio de suas
novas cadeiras; e bem assim aos que foram no
meados por acto de 25 deste mez, Januria Go-
mes de Carvalho, para a cadeira da villa de Ta-
carat. Antonia Rosa de Caivalbo. para a de
Lages e n Tacaratn, e Jotnna Valeria de Lima,
para a de Duas Pelras, ero Limoeiro, que Ibes
tica a arcado o praso de 60 diat, a contar da
data da nomeaco, para assumirem o exercicio
de suas -especivas cadeiras.
O secretario,
Pergentino S. do s. Galvo.
Irmandade
DAS
Almas, erecta na matriz do
SS. Sacramento da Boa-
Vista
Mena geral de eleico
A mesa regedira tiesta irmanda'e, cumpnn-
do o art. 30 j 11 do seu compromisso, convida a
lodt s os seus irmaos Rara comparecerem no con-
sistorio da mesraa matriz, no dia 1 de Novem-
bro pelas 10 horas da manh, alim de reunidas
em numero legal, como determina o art. 14 do
mesmo compromisso, para mesa geral, proce
der se eleico da nova mesa regedora para o
aono compromissal de 1889 a 1890, que ser
eleita como manda os arts. 31a 49. do mesmo
compromisso.
Consistorio da irmandade das Almas, erecta
na matriz do .-S. Sacramento da Boa-Vista, 28
de Outubro de 1889.
Servindo de escrivio,
Manoel D. da Silva.
mPPODR
no
Arsenal de Guerra
0 conseilu econmico deste arsenal recebe
aropostas en cartas fechadas no dia 30 do cr-
reme at as 11 horas da manha, para a compra
ios artigos seguintes :
Ugodotinho morim, metros
3nm esdoro trancado, idem
Algodo mesdado cor de granada, dem
Lencos da chita
leas (pares)
Sravatas de couro envernisado
donis de formatura
Nao sero tomadas em coosideracao as pro-
postas que nao forem fei tas de accordo com o
irt. 6i do regu'amento de 19 de Outubro de
1873, em duplcala, com referencia a um so ar-
tigo, mencionando o nome do proponente, a in-
licaco da casa commercial, o preco de cada
o numero e marca das amostras, deca-
>ssb de sujeitar-se mulla de 5 0/0,
cusar-se ai signar o contracto, bem
i os arts. 87 e 88 do
ue forem concedidos
220
200
400
100
8
100

o
(B1N1
mm nutra
Principiar s 10 horas* em ponto
PROGRAMMA DA 5.a CORRIDA;
Que se realizar no dia 1 de Novimbro de 1889
1 ParcoDr. Pereira ftinaee800 metros. Animaes da provincia que nSo tenham ganho
oestes ltimos trez mezes nos prados do Recife. Premios : 2000u0 ao i", 40*000 ao
e 204000 ao 3.
Tyranno.....
Boa-Vista...
>'o Bra/.il...
Potos.....
Cndor......
Gato, ex-Gui
n........
Cajurubeba .
Cyclone.....
Craberland,
ex-Villa ..
Mouro.......
Roldo. ...
Salva Vida ex
Biscoutinho
Alazao......
Baio........
Rosilho......
Castanho
IBaio........
Russo-pedrez
I Castanho ...
Rodado .....
Castanho ...
Alazao......
Baio........
Mellado......
Peraamb.

33
53
33
53
33
5o
55
55
55
57
53
Azul e encarnado..
Azul e branco.......
Preto e branco.......
Azul e encarnado
Azul e branco.......
Grenat
Azul e branco
Encarnado e our
Branco e encarnado..
Manoel Silva.
Jos J dos S. Joiior.
Candido H. Ribera
Luiz P.
R. Cardoso.
A. P.
Coud. Depurativa.
Coudelana Fragoso.
Coudelana Pombal.
J. Ferreira.
D. Torres.
J. Mara B. Cavaicaiitt.
2o Pareo-Dr. Joao de sa1600 metros.Anirnaes de menos de meio-sangue. Premios
3005000 ao Io, 60000 ao 2- e 300C0 ao 3
Cometa......
Aymor
Recife.......
Baccho......
Vulcano.....
Alazao...
Castanho.
Alazao.
54
54
54
Paran 54
S.Paulo... 54
Azul e ouro..........
Verde eamarello. ...
Azul e onro.........
A. C. A.
Nemo.
S. P.
Coudelaria Nacional
Pareo Dr. Jos Dial*1200 metros.Animaes da provincia que nao tenham gaotto em
distancia superior a 1609 metros nos prados do Recife. Premios: 200^000 ao Io, 0#X*
ao 2o e 20*000 ao 3o.
Florete..
Cupido.....
Pombo-Preto.
Piramon.....
Vlage.....
Good -mor-
ning.......
Mouro......
Castanho
Russo .......
Cachito.....
Castanho-----
Mellado......
Rodado .....
Alazao......
Pernamb.

54
54
54
54
54
58
56.
Encarnado e branco.
Azul e branco.......
Ouro, preto e lyrio
Ouro e preto.......
Azul e branco.....
Encarnadoe ouro...
Francisco Freir.
SalvadV Nigro.
Coudelaria victoria.
Coud. Bella-Visla.
Jos Joaqnim Dias.
R. Cardoso.
J. Ferreira.

4* Pareo Basto* Helio1400 metros.Animaes nacionaes at "meio-sangue. Premios
3503000 ao 1, 70*000 ao 2 e 35*000 ao 3
Torpedo. -
Minerva ..
Danubio.
Mandarim.
Chiron-----
Cura.....
Castanho-
Alazao...
CasHnhi.
Rosilho .
Castanho.
S.Paulo... 54-
49
Rio de Jan 54
S.Paulo. . 54
Rio de Jan 51
S. Paulo... 52
Azul e onro.........
Azul, branco e ene.
Verde e sai nulo-----f,
Encarnado e branco.
Azul e ouro i..
Branco e ouro.......
G. H,x&. -"~
Coudelaria Crizeiro
M. N. Postes
Coudelaria Cmzeirc.
Coudelaria S. Jorge
Coudelaria Temerarie
5- PareoHiapodromo do eumpo Grande-2000 metrosAnimaes de qualquer paiz.
Premios: 1:0005000 ao Io, 300*000 ao 2- e 100*000 ao 3
Apollo.....'-
Brazil.......
Africana.....
Vesper......
Venus,.....
ero, ex-As-
modeu .
Gladiador....
Vampa......
Alazao......
Zaina......
Alaz......
Castanha
Castanho
Alazao.....
Castanho ...
R. da Prata
Inglaterra.
Rio de Jan
Inglaterra.
Franca
Inglaterra -
54
51
55
52
52
57
51
51
Verde e salmo......
Encarnado e ouro
Branco e preto.......
Ouro e preto.........
Azul e ouro.........
G renal.
Branco
Dr. Joo de S.
Coud. Independencia.
Coudelaria Pauiista.
Coudelaria EmulacSo
Coudelaria Nacional-
A. Marques.
e ouro......Coudelaria Temern;
6
ParcoDr. Jaeoblaa830 metrosAnimaes da proviicia que nao tenham ganho em maior
distancia n'estes ltimos 4 mezes nos prados do Recife. Premios : 200*000 ao 1, 40*000
ao 2 e 20*000 ao 3.
Berlim...... 5
Humilde 10
Tupy........ 7
Pintasllgo...- 3
Roldo..... 6
Cachito......Pemamb.
Russo-pedrez
Baio........
Russo......
Baio.......
55
55
57
55
55
Rosa,roxo e cinza....
Grenat...............
Branco c encarnado...
J. Cavalcante.
M. N.F.
F. C. Rezende
Jos M. B. Calvican-
'D. Torres.
7o PareoLula de Paula Lopes-1200 metros Animaes da provincia.
Io, 50* ao 2- e 20* ao 3*
Premios: 2,00* ai:
IiDirouche.
2 Templar...
.VArumary-.
4.Guarau\...
5'Cabrion...
->
o
8
5
I
Mellado.
Rodado.
Alazao.
Rodado.
Foveiro.
Pernamb.. 54
54
56
54
54
Branco e azul.
Azul e creme.......
Azul e branco......
Encarnado e branco.
Antonio Torres
C. 4 P.
F. Siqueira &
J. Mello.
J. Mello.
PareoDr. Crrela de Araujo800 metrosAnimaes da provincia que nao tenham
ano no prados do Recife. Premios 200* ao Io, 40* ao 2, e 20* ao 3.
Vivaz .....
Tu-Y.......
Kiss-me____
Gerfaut.....
Eclypse.
Castanho
Baio ....
Russo
Zallo ...
Preto.....
Pernamb.. 55
. m 55
55
c 53
1 55
Grenat.............
Marrn e encarnado..
Azul e encarnado.....
Errcarnado.........
F. R. Ramos.
Coudelaria Pombal:
Coud. Dous Irmos.
L. Pereira.
J. M.
OBSERVA^OES
Nenhum pareo se realieor sem que corram pelo monos cinco animaes de tres,-i
pToprietario8 dilferentes.
Pede-se aos Srs. proprietaritw o obsequio de terem seus animaes s 9 hora;
manha no easilhamcnto, visto como, improterivelmente, ser cumplido o horanc.
O Io pareo se realisar com os animaes que se acharem no ensilhamento,
horas em ponto, quando comecar a peeagem.
Os animaes inscripto pu-a os outros pareos devem achar-se no ensilhan
hora antes da determinada para o pareo em que tm de correr.
Os iockeya que nao estiverem matriculados%a secretaria do Hippodromo
poderlo correr, cumprindo-lhea apresentar as respectivas cadernetas na occfisi
pesagem.
Os forfaits serio recebidos na forma do artigo 62 do Cdigo de Corridas.
PBBCDS DE BILHETKM
Geraes. ........... 1*000
Entrada e archibancada........
EntfAe ensilhamento.........
Entrada, archibancada e ensilhamento ....
Cartqes de familia at 5 pessoas.....-
Differenca para ensilhamento.......
HMARIO JH
CorrUu
1. pareo........ H horas
2" 11 e 50
3*o 12 o 4q
4" ^ l eS
^t> ... 2 e 20
(JO ..... j
7. .....


iili.ii; ir i
iir:i

. os i.ccirTiisUs da
filial, O razo de cluas a>
u#>a d>s ja po.- suidas
i no act" da subscri|pfcp
do 40|jpw.de premio gajo.
>rv* e ^UlM*11' o-tresajtfr
, do valor da nova accao.
Obras Publicas
De ordein do Illm. Sr. engenheiro di-
reat'ir eral, e era virgulo da autorisaclo
e 8. Exc. o Sr. conafliair<> presidente da
provincia, de 10 do cenante, faco publico
Me no dia 14 de Nowembro,prximo vio-
ooro, nesta directocia* rt cehem se pro-
pojtas em cartas fe hadas o mpetenteroen-
te selladas para execueao dos reparo* da
paute sobre o rio Sibir, em trras, do en-
genta Aojo, oreados em 8:6784590 rs.
O nrcamento e mais condiedes do con-
tracto auham-ae nesta aegr^^apft onde po-
ten ser examinados pelo pratendenes.
Para concorrer a pra$a aoima devero
9B licitantes depositar no TifesouroProiin-
oial a quaaaa de. 4334&K) ra- equiusamte
5,l" ao valor do o rearme nto.
Secretaria da disectoria geral de Obrae
Publicas, em 24 de Ojtubro de 1839.
O ogenheiro aecreUrio,
uijs Antonio GaaalcanU de AUniquerque.
Prolonga ment
a, ealiada le ferro de Pernambuca
eatrad* de ferro do Keclfe Ca
irdem do|ilm. Sr. Br. i engenheiro, ser-.
nado de director, taco publico, para coDheci
< de qot m in^afesar possa que pelo mes
m. atabas.To eapulado o pres de olo
[ a coate: da ifneate data, para recoloer a
turara destas estradas de ferro a quana de
1:853*070 o ex-thesoureiro destai estradas, Sr.
capttao Numeriano Barbosa da Silva, pela. quaJ
f o acamo senbor considerado respoosavel
para com o Thesoor Nacional, confuasa pre-
eefta, o aio n. 1A do Ministerio da Agricultu-
ra#Mamarcio e-Obaa Publicas, datado de 24 de
faaeiro do corrente auno.
Secretoria do urotongamento da estrada, de
Jetro de Peraamb9co. e estrada de fenro do Ite-
Cift Caruara, 2i de Outobro de 1889.
O secretario,
'_______ 4- THEATRO

efci
Vives
ana -I. 9
ESTRS
Diupannii
.nuil.' If w
X. Rus do Hom
SEGUROS MAI
esta praea que. u
io d pagauteuii
.uno, o que equival
ai de t luir nrfiin .-iii *.>
toval iiiHitrann1 (ynparix
dt* Lvt|m)ii
HPIIII, t *.< MS.IXM
&HKHTIH
K. DE DKIJSINA 4 13Ra Mrqiuy ite linda13
Quinta-feira, 31 do corrente
EM BENEFICIO DO ACTOE
ue mw>- mysm.
salo mesoio dedicada e ofleiecida. briosa offi-
aalidade da guarda nacional de Pernambuco,
coma assijeacia de Ss. Exs. s S>-s. Cuns*,
roeiro presidente da provincia, coiiuuamlaot
das arms, Dr chele de polica, inspector di>
Arsenal de Marinha, director du Arsenal de
Guerra e a dignas oficialidades dos cornos
do, ejercito, do corno de polica, guarda cvi-
ca, e guarda nacional.
^ A'j Sjtopaa.-depois que a orebestra ti ver eje-
cutado urna der>oas uelliores e psQ.lhiila ou
verturas. sub o paono e em s. en.i aU-rU, quel
aflbar, se lia cqtnjiLtaniente. djcpra.i, teqJv a'u
cftr a angosta e$gie d ,
n i. mm
ceUocada q'u'u tropaeo d'anu.,.- < .namecida
fel (ropa formada'; as baml i- 'I- nu dos'
carpos da Kiiarni^ao, convenienteiiieni" rollo. <
das, i-v" o'aca u 4
fflMjro ja i~i: l
Foii' i qu,ii -e>coir-e-ba a repivseiiuco d(p
SOtilante e apparatoso drama i-ni i actos, ile
times militares, original punuguez do dis
tideto esrnpor, Jo Ramos
MAtmxos w\ fm
CoHpaala FkeBl er
a^tbaean
HUA Mi GoMMKKOfO N. 38
IWDEMWISA L> ORA
Cttwpflhia de Seboros
MARTIMOS E TERRESTRES
KniaferleciaaeM 1*65
CAPITAL 1>OOO.UOO#000
SUJSiROS Mfl6
M 31 e Dezeabr de 1884
Vlaritimos.. 1,110: (XX)^lOO(
Terrestres. 316: ()00|OO()
____44-jRu doOmerio,-44
Companljia fce $>e%wcos
cnTdU rese
NORTHERN
de Load rea e Aberdaea
?osifo finanwira. f'Oewiubro Capital subscripto 3.060,000
Fundos aecumubulos 3.421,000
Recelta ^rMTtiryl :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De juros 143,000
U,AU84ilHt,
John H. iioxindl.
London & BrasiIian Bank
Limied
Ra do Cainfiercio n. 32
Sacca por todos oa vapores sobre as ca;
taa do meamo banco em Portugal sende
m Liaboarua dos Capellistan n. 75. Ni
Porto, ra dos Ingleses.
CONT&A FOSfr
! he Liverpool k London k Globf
HTSUHAITCE S0MPAKT
Ra do Commercio n. 3
lo val VI^J Srrtin Packei
('otnpariv
O vapor ba Plata
Couiiuaiidiiiite A. M.'liyke
Mt
29
0
HONRA E GLOMA
qstribijXo
- S9 QuarteJeiru da 8f e c-
mara Ja de Jorge....... Sr. Luiz de Franca.
iorge de Vasconcellos. ca-
pite da compaohia.. O beneficiado.
Placido, sargento instruc-
tor.................T. Lisboa.
Escopeta, raocheiro...... J. Rocha.
Batalodo. rec/uta........ Lyra.
eres instructor....... S. Teixeira.
Stcara, sargento da V. i. Teixeira.
Saeral............... Bibiano-
Coronel de cacadpres..... J. "Uto.
Ajudante de caajpo...... S. Teixeira.
Kgen^o da 8*....... Eduardo.
paisano....... '. Barros.
r grilbeta............. Nascimento.
soldado ............ N. N.
, mulber de 29 e
^adcira do batalliao.. D. Angelito.
lilha dv 29........ O. Apolonia.
iaes, sargentos, cabos e soldados de ca-
Scdo regiment 16, recrutas, fachinas,
M, coroeteiros, tambores e paisanos.
aecae passa-se no Caslello de S. Jorge, e o
acto em Campo de Otirque, em Lisboa.
1855 a 857.
ultimo acto o general e sen estado-maior
1 sua entrada, montados em sobrbos ca-
iro acbar-se-ha brillantemente dec-
bandas d' msica dos corpos da gnarni-
policia. Arsenal de Guerra e de
^Hks. qc- graciosamente se pre-
l abnihanlar esta lesta exetotaro as rae-
pertorio. nao sjkas 8 as
jBbemnos inte rv al los.
ro de bilh:'': qup existe,pode
. 0cnpk.rio !. theatroemmao
espectculo.
Aviso
^^k ApipucD?. Olinda p Beberi-
.; is para todas as lionas, no
.
Espera-se d gurupa al o du fl.fl
*" vptnbro, semilunio le.oisda.demi-
du itosinuie iwra
naeeiw. Baha. Rio de laaelro.
MaaloM. Mou|eideo e BfienoK-
Ayrea.
Para ua.ssa*reus, (retese ":nmni.endas.trata
3 cqm os \i.fiyiTES.
O
Eli
vapor Bine
Co ni ma n dan te Arm trong
K' -sm-rado di> -ui no da lOde No
vembro, seguuido depoiu dademor<
necessaria para
Liaboa,
Imperial
itra Fog*o
vjgo, ^outaniptoa
Antuerpia
Reducto d* poMMt^mn
Ida da e volt.
A' Lisboa 1 classe < 20 4 30
A' Southamptoa 1- classe -.28 X
Gamaretes reservados para os d ssageirs d-
Parnambuao.
Para paiuageas frates, eacoamen. 'as, trala-se
cjmos
AGENTES
imorim Irt^^os $% N. 3Ra do Rtua Jesuett. 3
Pacific Sieam Naviaaton
Companj
STRAITSOFMAGELLAN LDE
O paquete Bailan i a
Espera-se do sol at o di:
4 do Nnembro e seguir
tepois da demora docostu-
me para Liverpool por
IJaooa. BoYdeapj. c Pl.vaaoufh
Para carga, passageiros, eiwomuKadas e di
ineiro a Ae^e: trata-se com os
GENTFS
Wilson, Sons k C, Limita
14RDA DO OOMMEK(O14
tahia, Rio d J'1
Lembra-se aos Sra. pasa
asses que ha lugares Hiervados
enca, que podem tomar em qua
Previue-se aos Srs. recehciinrcs
as que so se attendera a reclaoiacdeg
w, nos volumes, que forem reconheii
ixasiao da descarga, asfim como '^|
o de fcx horas a contar do dia da d__
varengas, fazerem qualquer reclamacao
ementes a volumes que porv entura tenban
uido para os porto?' do sul, atim de PQj^^B
ar a tempo as providenoias necesgarias.
sea aa^uetea e#d llIiuHla
Imb electrtc.
i.ina-ferr, jjo do corrate
,OfUO
pal de Olinda
Dar. os movis per
patrimonio df. Nowa Senbora das
2 -- Alaga 1
fundos de S
la Imperatriz n
pintadas nos
tratar na ra
a
theiroa frete
passagens, encommendas
trata-se com o
AGENTE
Augisie Labille
? Rva do Comamo 9.
eai-
- Alag. ,rado n. i? a ruadas Trjin-1
cietras, e a casa terrea n. II a ra do Galabou-
fio i ua rga das Trincheiras n. 17. loja.
. -- Alnaa se por 204 a casa o. 1* da ra d8.
1 (ara jantar, cadeiru.de brago ooutrasque| Joo, coui comoudos. est lirapa : a tratar ui
at^iain muito estra Lelo Prcisa-se de um criado aclivo 1
6el na ra de Fernandos Viwra, n. 2^
do (Jommm-cio
lro.RloTc.rj
Ro de faaieiro, Rio brande
Sal, Pelotas e Porto-Alegre
O vapor ioglez Cometa
Seguir para a
portos cima in-
dicados depoiede
.pequea demora,
carga, encommendas e passagma)
.rata-se com os
CoBaignataria*
Pereira Cajwapifo &.C.
6 RDA DO COMMERCIO6
Io
4ulnla-felPi Si do correte
A's 11 horas
Na ra dat Trincheiras n. 17
De i mobilia de junco preto 1 cama de casal,
Jt maiquiioes, i mesa de jantar. 12 cideiras de
"amarello 2 camas para menino, cabides 2 ca
Vi de bulanco de junco e 2 ditas d ama-
relio, 4 ditas de junco, qoadrus. espelhos can-
djeiros, jarros. 1 tcete araud, loijca, vidros,
Srem de cosinba e outros objectos de casa de fa-
milia
0 agente Modesto Boptista, auiorisado pela
8ra D. Pelisbina da Puricacao Gomes que se
ret rou para o sul do imperio, fara leilao do que
a. una se declara ao correr do martello, sendo a
LI" iga no mesmo dia.
Com4a,ahia tJrasileira de
, Navciia^ao Vapor
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Coramandante arlos Antonio Gomes
^^ E' espenuin .ios portos do norte at
xJfaVV o din 3 de Nosrtnbrae depois da de
agHKelmora indispensavel seguir, para o-
^portos do sul
As encuuimondas s^riio recebidas.no trapicb'
arbosa ate i bvr da larri*-.dodja,dasaiid'.
es rata-ae com os ^QfflitfiS.
PORTOS DO HORJ
O vapor Viciaos
Cona mandan te o Io tenente #uiLherme
Waddington
T*n v esperado do portos do sui ate .
TLfts. dia 7 di Novt;q)bjoesejBndo depc,
E^JlESlda deiuora mdispeasayel para
a^BOB portos do nyrle at Maops.
is encomniendas so se.-o recebidas na age>
a at 1 har da. tarde dpdia da sabida
Para ca/ga, pa^sagens, encwrnmendas e valt
Para carga, enroinmendas. passagens e val
trata-se. com
Leilao
Pereira CM!***!50 & C.
'* mda *
BtJi
COMPI\HI*
CANA
PRRVtM
OH
%aregaeo eostelra por Vapor
Para Fernando do \orooha
O
vapor
CommandAnte
t*rapaHpti
Cftvalho
oaaa
Segu no dia 4 de Ncvembro s 12
horas da manb.
dia 2
Passagens at s 10 horas do. dia
ESCRIPTORIO
Ao ar* rnanbucino
n. 12
i^cebe carsa at
da sabida
comoi,hV roo^ooLcaiva
DK
JaraJm/ba, NaUd, MafO Montar, Araca
t# idear
Deraobihas. pianos, mesas, caderas, quadros,
^bos."jarros pura flores, canriieiros a gaz, pa-
fetoveloppes, albuns, instrumentos e objectos
de agatha.
QJhtafeira, 31 do correnU
Agente Pinto .
Ra do Bom Jess n. 45
Agente SteppJte
Leflb
De urna casa terrea n. 29-4 ra <$r> Gua,-
rarapes, frqguesja de S. jjrei Pedro J.'
Goncalves do Recife, em solo proprto.
Quiota-felra, 8rl doeorreo|e
A's 11- horas
No armazem ra do Imperador n. 31
0 agente Steppie levar a leiio a importante
casa terrea n. 29 a ra dos Guararapes. com 2
portas de frente, soto, i salas, 1 quurto, cosi-
nba. quintal murado e cacimba, cuja caja vnde-
se para pagamento de imposto Pazenda.
os Srs. prcteodentes desde j podiero ir exa-
miflar a dita casa.
Na ra velhj de Santa Rita n. 88, precisa-
se de orna ama para comprar, cosiuhar e faier o
mais servig., riu-niBaasa de pequea familia.
Aos scnliores proprielari.. qe aniuiaeg de
cowidas alfafa 8AO0O o tardo ( 160 rs. o kilos
aa ra do Commercio 0. 2t. fte^ife.
0 Sr. Luiz da Veiga Bnsaoa, eslrevendo,
mandou dizsr que no.di 20 rajeodna respos-
ta, boje 25 do mez, tvaiada ama se quer pode
ser encontrado.
Por mdico preco alugam se cariabas
quaranbos no sitio do Chora-menino n. 12 ; a
tratar no sobrado janto a capella No mesmo
vndese urna r-arroga para cavallo.
0 Sr, Luiz%erreira dTcruz, inao da flr-
(ma M Fereira da Cruz* C, nao quer pagar a
sua tetra, allegando que nada tem, e o que po*
sue nao est sujeito a compromiaso, veja o pu
blico como assam se procede com urna pbr i se-
ntiora; i do ha um anno.
Joaquim Henriques de ~Sa Barreo 3* officia
do Correio. A senbora anda est a esperaco-
mo mandou dizer da saa restituico. .
Francisco Jos datostaFerreira praticaote do
Correio. Venha restiiuir a nota pobre senbo-
racome promette todos os das e nunca appa-
rece.
0 Sr. Francisco Raposo FalcSo, 3o officia do
Correio. dz->-que n reatitue os movis, era
paga porque tem alta proteceo e prente de
m grande.
Caixeiro
Precisa,-se de um caixeiro de 14 a 14 ann*.s de
ideJe. com pratica de molaados, dando fiador
sua conducta, preferindo se portqguez ; a tratar
na ra das Cajeadas n. 2.
Os celebres canario da
AI lerna ha
CARLOS BRANDMl'LLER
l-O HABZ
Vendem-se ra do Imperador n. 30.
i aixeiro
Precisa se de um caixeir 1 com algnma praLca
de averna : ia m..!.- p'avsap.i n 33 C.
Hppodromo do Cam-
po Grande
A directora do Hippo.ironio'esolveu rommul-
tar as penas dos locheys Jos Marctlino para
IQOi e Joao Carlos" para 50*.
Urgente
Preciafl-se de perfeitas costureiras, na
atelier de madame Fanny, ra do BaraO
da Victoria n. 15, 1.- andar.
Olinda
Afinador de plano
.Pode ser procurado ra. do Amparo 0. SS
ou ra do Sol n. 14 ; e tambem para qualawT
cidadedo.ceutro. h-^t
W
Precisa-se de nma ama para engommar, ene
ootra para cosiuhar ; a tratar na ra da Uniia
nnmero 13.
Ama
Leilao
Be lualwff de cristal, qanos dp, chumbo e mais
utensilios, pertencos encaoaliBcao de gaz e
Qpmtarjfeira, 34 do corrente
A's 11 hora
No armazem da cua do Imperador n. 31
ageote Siepple. por mandado e assistetjcia
do Ezm. Sr. Dr. jon de direito de orpnos e au-
sente* levar a leilao o que cima declara, per-
tencente ao espolio de AuoIpho Alves Guhnaraes,
em um s lote.
Garante -se a bave da casa e o balanco em po-
der do mesmo agente, para ser examinado pelos
Srs. oompradores.
Apalazador
Precisase de um apalazador: tratar no pa-
teo da Paz n. 80, nos Afogados.
Aluga-se
urna excellente casa, sita na campia da Casa
Forte, toado bastantes commodos para, urna
grande familia, jardim na frente, agua e gas en-
canados ; a tratar ua raa l. de Marco n. M,
leja.
Alaga-
se
O yapor Una
-tk
Commandante Monteiro
Segu no dia 5 de Novembro s S
horas da tarde. Recebe carga at o
Encommendas, passagens e (Jinneir afrete,
t s 3 horas da tarde do dia &
ESCRIPTORIO
10 Cae da Coiapanbia Pernctmbuca/w
n.12
"BH9HM1
Agente Steppie
Leilao
1
Companhie de Messageries
LINHA MNSAL
0 paquete Equateur
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul no dia 1 de Novembro
seguindo depoi'i dademo
ra d# eos1 ume para Bor-
deaux, tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
;lasses que ha lagares reservados, para lesta
igeucia, que podem tomar em qualqc :r tempo
Faz-sc batimento de 13 0(0 em favar das fa
compostas de 4 pessoas ao minos e que
m 4 passagens inteiras.
os criados
arla fqlra. %p do correte
a 1 hora em ponto
. No edificio da Cmara Municipal de Olinda
0 afrente Steppie por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. Juiz de direito'da provedora de
capellas e residuos, a requerimento do promotor
de capellas, lev.iri a loilflo a rasa terrea n. 12
roa 27 de Janeiro outr'ora ra de -S. Bento, a
casa terrea n. 37 roa do 1 r. Autouio Correia
de Araujo outr'ora Amparo, perteacenes ao pa-
trimonio de Nossa Senbora do Guadalupe de
Olinda; os Srs. pretenden tes desde Ja podero ir
examinar as referidas cas
Agente B^ito
Leilao
Be movis, roupas e joias
0 a^pnite cima, a raandado do Illm. Exm. Sr.
Or. juiz de direito do commercio e a requer-
ment de Ernesto* Leonojdo, levar, aleilo
o W'gutOte :
Urna mobilia de junco, urna cama franceza,
dou.H ma/quez6e8, urna comraoda, ama mesa
HtastiCi., dous aparadores, um berco, urna mar-
quesa, urna banca, um lavatorio, um cabide de
columna, urna mesa secretaria, duas cadeiras
e.-preguicadeiras, urna bengala, dous guarda
sol urna chapelaria de couro, ama malla, dous
c, atoajes de casemira novos, um crois novo,
quatro calcas de casemira, dous colleies. quatro
Bravatas, tres lencos de seda, 22 lencos bran-
0*, camisas branca*, dito camisas de meia,
quiuz? -pares le punbps, cinco e meio covados
ie foulard de se la, urna macea, um par de bo
to> de ponhos de prata e ouro, urna cadeia
0111 i'iicoleta de ou'o. mu relogio de ouro,
uuia pujgeira. com brilhantes, um par de brin
.os com rubios e parolas, ious adencos com
Orilhuntes grandes, um par de rosetas com bri
Ihautea', um par de ditasde camafen e oo bri-
lbnntp?, um annel com' trps brilhantes grandes,
uui dito rom quatorae brilhan'es e urna saphy
ra, um par de rojeUPfcom 22 brilhantes, um re
logio chron medico, louca para almoco ejanlar, vidros, ba-
cas e outros objertus.
luinla telra, 31 |e Ouluforo
A's 10 1{2 horas
Pateo do Paraizo n. 30, Io andar
O agente Rocha, au-
torisadx) pela commissao en-
carregadH da passeiate do
Peres, fara Jeilao de 50 du-
ziaft de fogos e JOObaloes,
r.o dia 30 do cor-rente s
Ll e ]>[d>hosas do dia, no^eu
ex-pakicete do Peres.'
o 1- andar do obrado ra do Rangcl n. 44 : a
tratarIna ra Direita n. 3, 3- andar.
AJuga-se barato
O 1. andar do predio n. 21, ra do Baroda
Victoria ; s tratar na ra do Vigario n. 31. 1.*
andar.
Aluga-se
a casa n. 278 ra Coranel Suassuqa ; n tratar
na casa Pralle ou no alio Cbora-menmc n. 12
Alngnel barato
0 2." andar da ra Visconde de Itaparica n. 43.
Roa Visconde de Pelotas n. 5.
Ra de Santo Amaro n. 14,'
Rna da. Roda ns. 58 e 60. -
Ra esconde de Itaparica. %, Bpaiazeai.
Precisa-se de urna ama que cosinbe e lare.
para casa de pequea familia, a tratar na estra-
da de JoO de Barros n. 33. detonte da estaca
do Priacipe. ^
Ama
Precisa se de urna ama para comprar e cssi-
nhar bem ; a tratar ua ra Duque d Caxias n.
51, 2- andar.
Ama
Pa
'lia
Pr ;cisa se de urna ama para lavar e engoai-
mar em casa de pooca famMia; a tratar na ra
Duque de Caxias n. 51, 2- andar.
Ama
Precisa-se de ama ama para comprar e cos'
nhar; cm Fernandes Vieira n. 60.
Ama
Precisa se de ama ama para cosinhar e con-
prar ; naja doCabug n. 3, 2- andar.

Ama deleite

Precisa se de urna ama de leite que n5o lenlia
nlhos ; a tratar na ra Mrquez do HervaJ Da-
mero 203.*
Casa em Olinda

Largo do Mercado leja n. 17.'
Becco do Camoallp u. 1, 1*. a_^.
Visconde de Goyanna n. 167, com agua e gaz
""do sobrado do becco do Calabouco n. 4,
do Nogueira n. 13.
Mide de Gvyanaa n. 163 com agua e gaz-
A tratar ra de Coinjuwcio n. 5,1- aou^-
cnptor'o de Silva (.uimare--. A C.
Por 400 rs. o.covado
Merino de cores, lisos, l pura a 400 rs. o &>
vado, fuzeuda de U200 ; na ra do Ciesw
uumero21.


Agente Steppie
Leilao
De urna casa terrea no povoado de Bdbe-
ribe, onde acha-se estabeecido o Sr.
Joao Augusto.
Qnarta-felra. 30 do corrate
A'$ 121/2 horas em ponto
No edificio da Cmara Municipal de Olinda
0 agente cima, por maudaJo e assistoncia do
Exm. Sr. Dr. juiz da pr'avedori de capellas e
residuos a requerimento do promotor d capel-
las, levar a leilao a casa n. 18. no povoado de
Beberibe, para pa^atac'DtPS de impostas fazeb-
da, qual casa part riruooode
Nossa Senbora da Cooceigo de Beberibe.
Os Srs. pretendentes desoe j podero exsmj
aar a referida ca
Agente Steppie
Leilao
Cerca de 2.000 .palmos de.muito bons turada
em Olinda, roa do Sol, noie ra do
Joaquim Cavaloente de Albuqucrque, i
estes que vSo perto do Pfean de Ic
alado.
"if ritfj.tntri ggy, namwtr
Agente Britto
Ultinjo leilao
Licor depurativo vegetal ioaddo
do Medico Jjuiotelia
Este notabilissimo depurante que vea.
precedido do tao grande fama infallivel na,
cura de todas as doencas syphiliticas, es
crolulosa, rhenmaticas e de pelle, com
tumores, ulceras, dores rhenmaticas, os
fteocopaae nevralgicas, blenorragias agu-
das e ^ftaicas, cancros syphiliticos, in-
flamacHimceraes, d'olbos, ouvidos, gar-
gantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, s-mplea on diathericas,
assim/ como na alopecia ou queda do ca-
bello, e naa doencas determinadas por sa-
turaco mercurial.
Dlo-se gratis fottetos onde se encon-
trara numerosas experiencias feitas com'
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos attestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO & C.
Ra Uarquez de Olinda o. 4-1.
l^es predloa e tpenos da Boa
0 agente, cima, a, mandado do Illm. Exm. Sr.
Dr. juiz de'dir. proveaoria, na sua pre-
senta i- a JWBjpkviO Jo Illm. Sr. Dr. pro-
motor de aj^BBBBSar a leilao o seguate:
Dezoilo CBSt^BDS. S, 7. 6 13,15, 17. 49,
21,23,25.27. ^ 8 e 10, serviodo
de base as offeria do ul:imo leao ; e 56 te-.re- '^
nos. tambem serrioio de base as ultimas offtr-
Segunda-ftr* 4 de Novembro
A'S 11 HORAS
Ra do Imperador n. 16
sonancia Edita Blvar talvo
Artbur lvar, Antonio Bivar, Americo Bivar,
Alvaro Blvar e Maria, Bivar, irmos de Hortencia
Eilith Bivar Galvo, fallecida no dia 25 deste
mes, na provincia de Alagoas, feridos do mais
doloroso p sar,' convidara aos seas prenles e
amigos para assistirera a missa que pela aima
da mesma i abdam rezar na matriz de Sauto
Antonio, na quinla feira 31 do corrente, s 7 1/2
horas da ii.nh, Mmio da de seu fallecimento,
e por rsie acto de rtlitio, confessam-se etarna-
mente penhurados.
Leilao
I
luarla parteadas Ierras denominadas Gal-
linho rily, na comarca de
L727i2() e do direito que
wuda denuaiin.
Perla de 004.1 ohara
Terea-"
No armazem
0 ag>
novembro
naa
Olinda n, 43
io o
afal
Rarhare Joo Ouiutlliauo de
*i'i'ilu e Mjlta
Elias dos Sanios de e Silta, Tito do
Azevedo c ilv... Joaquim Suriano de Aaevedo e
Sil*, Ma.mu i II. Ui'Vi-.iu i- Sdvu, Pdrd Soriano
de Ayeved^ bjlva, Elias Ag icio ue Ra!;
a e Silva Jnior,
je aconpa
Traspassa-se a chave de urna casa sita na
praia do Carmo, muito perto los biabo*
mar. Para infbrraacoes, dirija-se a ra n. 9,1-andar.
vompra-se quajquer quaqti-
dad de Cacao, e paga-
se bom prego, jjonto a es-
ta^ao da Estrada de Fer-
ro de (axang
A'iH.z m 11 narela
Modo de preparar-ar os grao
de caew pana v< nd< r->e
Abrem-se os cocos e deiti-m-se tis grao
em tina de madeira com furos no funda*
para a sabida da agua e humidade c- m e-
ressuarxenti e a>brem->e cim prn os de
foroia que os gr^-s fiqaem bem agasaiba-
dos tendo o cuidado de os mexnr eom
objecto de madeira, urna ou duas t*-zo>
por dia, para que n3o esquece de umi o>
evitar de arder, conservande sempre co-
berto durante o fermento por espaco do
quatro dias. *
Feito &o botam-se os gritos j fermen-
tados em taboleiros de madeira do tama-
nh mais ou menos de 1 lf2 metro de
comprido e coilocam-se em posicSo a sec-
car somonte de dia, onde apache sol &
horas q bor* sombra e vasto, isto at
seccar por alguns dias. JSo deve apa-
nhar, neuhnma humidade e nem calor de-
masiado porque lhe far derreter a mu-
teiga que contm; e para saber-se quan-
do est secco basta aportar um grSo, coa
a mSo, junto do ouvido, que estando sec-
co, estala a casca.
Todo o cacao bom sendo fermentad-
com cuidado. A differenga que se nota
nos gritos mais gordos do terreno qua o
produzio, ser fresco, e os mrenos de ter-
renos seceos e magros; sendo melhor-
aquelle de que partmdo-se o grSo rox
violeta, sem nenbum moo, coasideroaV
nos marcados de primeira sorte.
Pens n3o haver cultura nenhuma mais
rendosa, de o pouco trabalbo, como o'
cacueiro, ent na.
Recife, 29 de Outuoro de 1889.
Joao Fermndes Lopes.


VENDAS
| do. i "baao ii*
H ivauu-nti
que n ,d da u
craairnto i- na iji-jh da i
- 31 du corrate.
pas.-amtu'o. pt-l.i qua n ,.m *^gf
Sil-
u Sa-
.s da
Mercear a

t
Vende-se uira merecaria cm urna das princi-
pis ras da cidade. 0 iiuno daOeeda sedir*
ao e.roprador: a tratar na ru; ou RangeLn. US.
Mobilis au^traeas
Aca^a de chegar ao armazem importador
ra Marqu crande surtiroeto
de movis aostriacos de to-ias as qualidadae e
cores, desde o maii< bao ec nais'alto preco
tinto fij. o eai par..
ortimenio de camas
s de rame de todas as qua
.io apropriads f.ara
oc procos
I u.
Olinda, n, 54, armaz
Bento eirrlanij
U Mara Joii'j
coa
soav
que
para
na ra Mar mez da



r\u \
DO CABUGA-1 A
lav
bem.
se d
m
Mi
OFFICINA DE COSTURAS
Pars, oflerece
a>-
. Koblet, de vol
Exilias. Sras. ao respeitavel puMico o explendid^sortimento
sendas le altanovidade. Vestidos feitosde todos os presos, cortes]
de la, linho e^da, chapeos de 9i>l e cnapelinas da moda e apurado
gosto, veos, meias de fio d'Escossia e seda, luvas Pean Suede e seda,
gravatas, fichs, mantilhas, leqes e outros artigos de bom gosto.
nho Collares
g-enino
Em ancortas
superior, remettido -para consona
r, por preco sea ewapeleneta. Vende
ne no trapiche da otntanhia, largo do Corp
Santo n. 19-
Cosinbeiro
ifcisa se de um cop'obeiro ; a tratar na mi
%ysand o. 19, Passagem da Magdalena.
Criado .
Precisa-se de um : tratar ra do Paysandt
n. ft, Passagero da Magdalena.

*
Pereir & Magalhtes
Recebedores directos ds mercados estrangeirs
59-~Rua Duque de axias9
Uaoldam os seguales artigo coa drsraatos de f 4 O/O
?cadas ra grassa
Superiores percales par veatutos a 200 e 240 rs. o corado.
Crotones anisaos, finos, qoasi 1 metro de largo, a 280 rs. o dito.
Baptists de cores e lisas a 100 e 120 rs. o dito.
Brim pardo trancado uperior a 260 rs. o dito.
Flanella de cores para camisas a 280 rs. o dito.
Renda hespanhola a 25800 o metro.
Bramante francce a 800 rs. o dito, 4 larguras,
dem de puro hnfao a 1600 e 2*000 o dito.
Ptos de coree para mesa a lOOft e 1*400 o covadr-.
3$f).s-<-acaBrst*, us lurgmnw. jw^t?.', a *.
Casemira diagonal, dem a 16400, 1&00 e 2*000 o u.vtx
^Cheviot prei'i e aeul, idew, a itfOl e 3*00(1 dito.
"Tapetes avelladados 14MW0.
Cortinados bordados, ultimo goate, a 0*000 o WOQ o par.
Lencos de linhos a 2*500 a Juz... .' o. utas caixinhas.
!UeMSj r. 4ves e ukvn f" !*!mmi ai aiiper>-*000 s JfiaW" ueia.
Toalhas grandes para ruaro 4*006 a. dita. ,
Madapolao americano com 4 yaadae a 5*500 e 6*080.
< ambraia Victoria t tnurjamats a 2*00 e 3*000.
Ideiu bordada branca e tie carca a 4*000, 12 ja>das.
3orte de seda para oollete a 4*009.
Jarre de meia casaera [jara caifa a 1*500 e 1*800. t
Jdeui de crotones, itovidade, cara igurino, a 80000.
Colchas de c-ochets a 7*000.
dem da fnsto de cores a 2*090 o 35000.
loburtts* de ganga, fornidas para casal a 2*500.
Lences de bramante idem a 1*800.
Cobertores de II, superiores, a 5*000 um.
Chales de la a 1*500, casemira 3*000.
Fichas e mantilhas a 1*000, 1*500 e 2*000.
Fustoes bordados de cores e brancos a 280 e 360 rs. o covado.
Linn branco para noivas a 500 rs. o dito.
Setms de todas as cores a 8c0 rs. o dito.
Sargelins de cores, diagonal, a 200 rs. o dito.
Sortimento completo de merinos pretos e brins para lutos, casemiras pretal,
ijarllf azues e muitoe artigos verdadeiras pechinchaa.
59Ra Duque de Caxias

PUBMAO SE F
k

BRONZE
DE
CAHHOZfl If IRMAO
Hua de Bardo do Trumpho os. 100, 102 e
Deposito rua do Apollo ns. 2 e 2 B
Tria para vender o seguate:
VAPORES de diversos abr
m
LOJA H CiBKLO
Antigo estabelecimento de ferragens
FERREftA GMARAES.& G.
86Roa Baque de Caxias86
(Snratte sortimento itetenageiu, axtelaxms,
e mutto* oxxs rticos a saber:
Cobre em folha.
Ferro sortido.
Cimento Portlant
e outros marcas.
Bombas de ferro e bronze
Ganos de ferro e chumbo para
encanamentos de alta pressc
Machinas e vapores
para algodao.
Gndieiros elctricos.
Foges econmicos.
Esle estabelecimento fundado em 1851, tem na sus
onga existencia a garanta mais segura dar os que pro
urar em honral-o com a sna confianca.
PKBOOS SEM COMPETENCIA
Descontosdo costume
FNOICAO DE SINOS P.R
DE
LUIZ 04 CRUZ MESQIT
fifiitrn do Baro do Triumpho9ti
Vem para vender o seguinte:
Machinas de cobre para fazer espirito de destallar e restiltar.
Alambiqnes de cobre do antigo e novo systema com esqner
Merpeatlaas de cobre e de estanho.
Car aplicas de cobre.
Tallas, taixoa e caldeiras de cobre.
Boaibas de todas as qualidades e reputaos, aspirantes' e cott&ttc
Torne!ras de bronze e madeira do toaos os tamanhos. ~
Canas de cobre, de chambo e de ferro.
RcpartldcSras, passadeiras e escumadeiras de cobre e de ferro estashao
Cobre em lencol e rmelas.
Sola ingleza esdo Rio.
Cadlnhos patente e de lapis.
Nios de 1 libra at 110 arrobas.
E muitos oatros objectes
ENCARREGAM-SE de qaalquer concert e obras' de eneommenda, gara
i'^lDE a praso ou dinheiro com descont.
JUNTO 10 HU!
20Rua 1. de Marco20
cantos para fogo directpar i o ou fbge de aaseD
tf>.
MOENDAS de todos os tamanfaoa.
RODAS d'agua.
BODAS de espora e angulares.
. CRIVACES de drfferentos tamanhos.
TAIXAS de ferro batido e fundido.
LOOMOVEIS de 2, 2 1/2, 3 e 4 cavallos. _
ARADOS americanos.
BOMBAS de todas as qualidades com o respectivo enesnamento e finaimenti
as ferragens precisas para a agricultura desta provincia.
ENCARREGAM SE de qualquer concert e mandam bascar por encommen
da, medante ajuste previo ou urna mdica comnaissao qualquer machinismo.
MACHINAS de descarocar alfodSo.
VARAN DAS de ferro fundido e batido.
CONTRACTAM fornecimento de apparelhos para atinas, garantmdo s bi
naKdade e bom trabaiho dos mesmos, o que podem provar cem o bom resultad(
Mido com as duas USINAS montadas ltimamente a saber:
Santa Filonilla e Joao Alfredo
Veadem a praso ou a dinheiro cem descont.
EMMaM
39-RA DQEBEC
Este antigo estabelecimento, hoje completamente refaraada com machinai
asls aperfei(oadas e movidas a vapor, acha-se em condiedet de exeoutar qualquei
trabaiho em
1
tenda hespanhola, todas as cores a 2*000.
lachessiras lisa, duas largaras, a 1*000
o covado.
achemira de listras, duas largaras, a
a 1*009 o dito.
fichs de 12 bordada a 1*000 um.
^ambraia Victoria a 2*800 a peca.
Jambraia com salpicos a 3*800 a peca,
"aixas com lencoa, para presentes, a
3*000.
^uvas de seda a 2*000 e 2*500.
fianellas de cores para camisas a 280 rs.
o covado.
Jolohas de c^res a 2*000 e 2*500 urna.
Sspartilho curaca "a 4*000 e 5*000 um.
Janisas brancas a 2*000 urna. I
dadapollo americano a 6*000.
ias para banho a 1*500 urna.
sas de flanella a 3*500, 4* e 5*000.
to Rita Saagsi a 2*000 um. '
3ito Port-Veiae a 1*500 um.
/elbutina preta a 700 rs. o covado.
ilpaca branca a 400 rs. o dito.
Dito preta a 300, 500 e 700 rs. o dito,
taino da Costa para mesa,
ktoalhado bordado a 1*000 o metro.
3aaes arrendada a 400 e 440 rs. o covado.
[enoes de bramante a 1*800 e 2*000 um
Cobertores escuros de 1S a 1*700 um.
Tcamas para rosto a 3*5(0 a duzia.
yertos de seda para ooUete a 5*000 um.
Cortes de fostao para collete a 2*500 um.
iaptista de cores a 130 rs. o covado.
derins de cores a 440 rs., mu larguras.
Examine lisa a 500 rs. o ovado.
Sargelins, todas as cSres a 200 rs. o
covado.
Leos brancos a 1*200 e 1*800 a duzia.
Ditos de seda com a Torre Eiffel.
Tapetes grandes a 13*000 um.
Guarnilo de crochet a 7*000 urna,
ferino preto a 800, 1*000 1*200, 1*400
1*800 ocovado.
Leques transparentes a 2*500 um.
Cortinado bordado a 6*500 o par.
FustSo de edr para roupa, a 800 [ rs. o
cssrado,
Bicos brancos e de crea a 1*800 e 2*500
Colchas de fustZo a 4*000 urna.
Oretonea a Derby Club a 240 e 280 rs.
o covado.
Fusta* branco a 860 e 600 rs. o dito.
(Jrinalda para noiva a 7*000 urna.
Collarinhos e paaeas de celtuloid.
Setins, todas aa corea a 800 rs. o covado.
Las amasonas a 400 rs o covado.
Palito de seda palfaa a 8*000 um.
Palitots de alpaca preta a 4*500 um.
Pautte de toile pardo a 4*500 um.
PalitotB de alpaca de cor a 4*500.
Ceroulas de bramante a 15*000 a duzia
Pecas de esguilo de algodlo a 3*500.
Guardanapos de linho a 2*200 a duzia.
Chambres para homem a 5*000 e 6*000
Meias fio da Escocia a 1*500 o par.
Brim pardo a 280, 320,400 e 500 rs. o cov. J
Oaebemica de quadro a 280 rs. o dito,
Bramante de hnho e de algodao.
REMEDIO 00 OR. AYER
COSTEA
AS SEZOES ou maleitas.
O Rkmeoio do Db. Ayer, descobertfi
vegetal que nio contm a quina nem o
arsnico, nem toponco ontro ingrediente
nocivo, um remedio irirallirel e prompto
para toda a qualldade de febre intermit-
tentet on maleitas. 8eus effeitos sao per-
manentes e certos e nenhnm mal abso-
lutamente pode advir do sen empresto.
Da mesma forma tornarse o melhor
remedio possivel para todas aquellas
docncas que proTm dos effeitos dos
miasmas, que se desenvolvera nos logares
pantanosos e infectados, e qnc geralmente
caracterisio^e pelas affeccSes do
ngado e do baco.
O Remedio de Ayer curara sempre,
mesmo nos casos peiores, toda a Tez qne
for empregado convenientemente e se-
gando as direcces.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYiiR & CA,
Lowell, Haas.. Est.-Unidos-
I
Para banhos salgados
Jostume para senbora a 10*000. I Costumes pasa meninos a 5*000.
Ditos paia bomens 8*000. | Boleas de palha para o mesmo fim.
ESPECIALIDADES
Trnardap para aeshora 10*000. JGuarda-po para horneas 6*000.
c cortes de casemira para caigas. (Lindos cortos de casemira paia costvmeB
Estratos, meias, entro-meioa bordados, baieas, aspas, sabonetos,'oollarinhos
jinhos, regatas, principe de Galle, cretones para cobertaa e outros muitos artigos
D-se amostras sem penhor e rnaada-se levar' qoaasquer amostras em casi
las Exmag. familias
U1 LiTilili
Cartas, inemoracduns, recibos, circulares, memoriaes, despachos, cartoes dt
indieagoea, mappas, precos corren tes, acc&es, bilhetes dalotei-ias e rotul 's de toda!
as >-'.;alidadcs om preb, ouro ou efires.
rep
dBrochuraj, cartonados, encaderna98es, livros em branwi para o commercio <
HjJes, tendo para este fim ama excellente laachiaa de aaaitar.
fiABTOES BE VISITAS
iado sortimento em eartSes para visitas, partieipaeilos s oaaAes de oaaa
. menus, telicitacoes, .ete., sa
- d recibos de aloguel de casa, papel de impronto, tintaa, verniaes
phla e IHkograaMa.
/ / rfp %\
CASA BE CONFIANZA
DE
AMARAL
C
ALLANPATSnSNSC,
44--RUA I4H46 DO T81LHFH0-44
.Vfdchina^ a vapor.
Moendas.
Rodas d'a
Sement de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantida
des e pelo it aior prego possivel : no arroazen
de merceara de Gome? A Ivs & C, rua .Vida
de Negreiro n. 86, antigo pateo do Terco, ot
na fabrica de leos vegetaes rua da uron
numero itJ3.
Para formaturas e
casamento s
TELEPHOE N. 93
O administrador da cochura n. 1 da rua d(
Santo Amaro (casa amaretla), tendo-o a feito pas
sar por una completa traasformacao, acha-s<
habilitado a servir 4a melhor forma o mais exi
gente fregu*.
Um magnifico landau, um lindo coap, ber
lindas forradas de seda branca, victorias, cale
ches, fardas novas e de vanados gostos, bonitot
arreios, excellentes cavallos, todo se encontn
na roa de Santo Amaro n. i, coebeira amaretla
confronte estagao.
Precos sem competencia.
Pede-se aos Srs. noivos e acadmicos, um pas
seio at l. .
M alllll
DE-
Murray (tana
0 MAIS EXQUEeTO
Perfumes do Toafiador.
Perfuma o Corpo -
Vivifica a Ment
NO BANHO.
Sunrti-.r a Agua de Coio-
* j.ca -.iL-euess de sfltt
aroma c a durabilidade A*
sen perfume
Fabrica Apollo
0 agente Gasrajo avisa a todos os comprado-
res para irem rereber sens lotes comprados, hsje
de 9 horas em diante.____________ '
Nao duvidem!!!
Dos maravilhosos effeitos do legitiaM
SABAO RSSO. Em resumo ningseM
mais se deve 4 lastimar que soffre: da
rheumatismo, dCres se esbeca e onvrdos,
inflamacoes de olhos. ulceras, impingena,
darthros, ervsipetos : a humanidade. nao
se deve queizar da taita de um medias-
meato qne cure de sbito: as contustes,
as queimaduras, as mordeduras pe rasca
tos venenosos. Para o toucador de pri-
meira necessidade o uso 'eate medica-
mento porque quem d'elte sar lo teal
sardas, espinhss e ontraa erupcSee da.
pelle. Para limpar metaes especiar'.
Na arte veterinaria 6 especial para as
contusoVs das crazas.
Vide o prospecto que acompaaha ala
frasco. '_
nico deposito na cohecida caSa d per>
fumarias e modas.
NOVA ESPERAN
Pedro Antunes V i
63-Rua Duque de C*rias63

Jaboato
Aluga se a sa da rua Duque de Caxias a
15, raiada e pintada, com commodos para fami
lia, perto do rio e por prego raioavel; a trata'
no Recife, caes do Apollo n. 45. escriptorio.
Oosmorama
Vende se um cosmorama com seis vidros e
alguna pertences ; a tratar na rua veiha de San-
ta Rita n 21.
As maes de familias
QCEEEIS VOS30S F1LHOS SEMPRE SADIOS'
Admintitrat-lhzs o xarope ou tu
Fillas Vermipurplivas
DO DR. CALASAltS
ptimas preparacSes de mastruz
e rhuibarbo, para a expulsao completa, sen
dores nem incommodo, dos vermes
intestinos ou lombrigas
(DAS cbeancas e DOS adultos)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO
c Estas excellentes preparacSes nao ne
cessitam de purgativos como auxiliares-
visto seren purgativas por si mesma?.
As pessoas que tm vermes sen/em ca-
ucas, tem constantemente diarrhas, indis
posieSo, sensacao de corpos que se moves
nos intestinos, endurecimento do ventre,
as veses, vmitos. Rangem os dentes, quan
do dormem, algumas e pessoas expellen
vermes com as fezes ou com as material
dos vmitos. As crian cas aprese tam si
pupillas dilatadas e napetencia.
As pilulan levam mpresso o nome oc
DR. CALABAN 8 e sao c de rosa.
1 caixn de pi lulas 1*201
t vidro de varope 1*20C
AS PBDCIPAES DROGARAS E
PHAKMACIAS
Atten Madame Fauqj- Siiva, de regresso da
sua viagero & Pars, convida as Exnas.
fatwitas a visitaren o liado sortiaien
de confec^oes, lecidos dirersos, sedas
das mais modernas, chapeos e capotas
para senbora e meainas, qie reliraa
da Alfandega e mtiUas ouras oovida-
Reabritfo sea ttefter de modas
contina como sempre a conleccienar
todo e qualquer toilette.
NOVOS MODELOS DE PARS
Rua, Baro da Victoria u. i5, sobrado. *
Pao Cent rio
Mello & Biset, tendo reeebido'nova remeses
de farinha centeio avisam aos mus tregueaet
que continuara a fabricar este delicioso Sao cea*
teio todas as trras e sextas feiras; na rsa langa
do Rosario n. 40.
Attenco
Casa na C apungpa
Est para alagar a paa -bridada si-
tUrida ma d' l)r. J<9lquiiii Nbncn n. 29
E' muito fresca, tem agua, gaz e todos os
commodos para familia: a tratar com Gui-
Iherme Pinto, rua do Bom-Jesus n. 62,
1.a andar.
Cozinheira
. rtc
rora u. lid
' na da Au-
Aluga-se urna casa propria para estabeleci-
mento, com armagao, em ubi dos melhores pon-
tos da freguezia de Atpgados, a qual acaba 4c
passar por urna grande rectificacao ; a tratar ao
pateo da Paz n. %. ,
A plice perdida
Joo Goston ti ndo perdido urae apohee sal
n. 258 da 1 emissao provincial, pede a soaa
achou a o favor de eatregal-a a roa Vidal a
Negreiros c. 156, que ser gralificado.
Feitor
Precisa-se de um feitor para tomar costa aa
um sitio na rua4o Vigario o. 13.
----------------,------------------,--------------------------' m
Roubaram
Na noite de no riten) para hoje roubaram e
eogeobo Bom Jisus de Tpiranga, freguezia as
Aftgi'l -. il us p.-l I us com os w* seimia-
tes : um e,i tanho, corrunda rom altuns rwtvlli-
nhos brancos na testa e urna listra arela Baaoca;
o on.T) rodado-talbado, pansudo e pequeo;
amtRsainda nao foram cavalgados e tem poca*,
mais ou meno*, tres annos .' pede se ainoa-
dades ou pessoa que o? apprehendi r, leval-a?
no rtf. i, ogeiiho ou na rua do Orvftj.o n s>
loja de fazenda.
Dia de finados
Coro8 mortuarias, sortimento maeninro ea
oslo? >' ijU. liil.ide-, i_oiii liiolico.-
comprador, e precos sem competan
Caaimlro FrruitMi Sk C-
Loja de cera, rua Duque de Caxias
Instantnea '
Tinta para copia sem premssr pi





n
Tinta pa
co. 1*500.
"auL.'las do Monte de Soc-
corro
V ictoria
or tinta par


ha de
mais


oivas a
z;a
co
i core* e di
em listas oa q
Bnda muito larga a 560 re.
__tes de vestidos de casemira
>e3O0.
ranees bordados para
e 200.
a de linho de quadrinhos com 16 1[2
vado, a 40.
-Vovidades
Mosquiteiros americanos com"arraac<^^M
12$ e 150.
.emetes para sardas a pannos a 500 rs.-
tes fantazia para enfeites a 400 rs. t
i prateados e dcurados a 800rs. 1
000.
Bordados com 4 li2 metros cada peca 15
e 15200.
Crrinaldas com ricos veos para noivas a
70, 105 e 155.
Cortinados bordados para cama ou janel-
. las 55500.
-tinados crochet de cores em peca a 1-5
15500. W^:
Luxasde sed* pretas e de todas as cores
15800 e 25. fc
Colzas de fustao de cores a 25 e 25500.
Bramantes com 4 larguras puro linho s
15600 o metro.
Esparthos inglezes desde o n. 40 at 80
centmetros de grossura.
Bicos e rendas para enfeites de vestidos
todos os presos.
Casacos do Jersey tecido de mciaa 50.
Fazendas Baratas
Chitas claras anas e seguras a 200 rs.
Tecidos de linho lindas coi es a 120 rs.
Cseas de urna s cor a 100 rs. ou 15500
a pega.
Baptistas miudichas cores finas a 120 rs.
Brim pardo para roupas do meninos a 24'J
reis.
Eiguiao pardo infestado para vettidos a
300 e 320 rs.
Horim das Lisias Azuds 29 varas a 65 a
peca.
Kadapolab com 1 metro de largo a 45 a
peca. j ,
Korm lavado pecas eom 10 ou 20 raras
a 35500 ou 75.
Aigodaosinho a 35200 a peca.*
Lencos finos a 15600 a duzia.
Guardanapos superiores a 15800 a duzia.
Atoalhado bordado a 4.5 o-onetro.
Panno da costa para mesas de jantar a
15000.
Toalhas felpudas grandes a 55 a duzia.'
Satas bordadas, e casaco branco a 30.
Cambraia Victoria a 25600 a peca.
""OrinoffBa tie cores a 360 rs.
.Sargelins filosa 160; 180 e200 rs.
Bfcleias turadas a 240 a duzia.
Fitas de sedas de listas differentes largu-
ra e cores a\400 e 600 re.
.eques transparentes liados desenhas a
15500 e i).
Contaa lapidadas tolas as-cores a 500t.
o mago. J '"^^^^IBB
Retratos/e ni tatnaatio %ataral
Qualquer/familia que desejar possuir
ora lindo tetrato em saa safa de vil
ou mesmo para um presente, bastaat
mandar um retrato pequeo, em cartj
dizer a cor dos olhos, e do cabello, para
chegar um lindo retrateJ8
Por 5* cata raold
Para fazer encommenda| < |am-se
A' Loja das Listas Azues
JOS AUGUSTO DAS .
. FOLPSTIM
& kM di mm
SEGUNDA PARTE
NA ISLANMA
( Continuac2o do n. 246 )
demora, a Kyailla
< No fundo do Thingvalla rolavam as
cabecas dos traidores; nao queimarlo Jer-
aora a adivinha...
te, ser calcinado pela d&r !
Faz-te sombra ama flor de amor !
Essa flor est presa ao tea corpete de rel-
iado bordado, tom ara suave perfume >
A velha mendiga rio neste momento
Petras Castellot, que a contemplara com
nina expressao de vida curiosidade.
Jernora den alguna paasos para tras, e,
recitou esta estrophe de Voluspa :
c Os campos cobrem-se de tractos, sera
rae os cultiven., o mal est aniquilado.
i A propbetisa v a sala de Ginsle. to-
coberta de ooro o mais brilhante do
qse o sol.*
4 0> leven morar alli e rirer
eternamente felizes.
estas patarras, sem esperar re-
-,-abunda, obedecendo a al-
Enxorce para baptisados, a C-
5000 e 120COO um.
Gj-rnalda com, to para noira a 85000
un>
Ricas lis com ristras de aeda a 400 rs. o
quadros a 200 e 240 rs. o co-
l.
Ditas"
rado.
Zephir de quadros, modernos, a 120, 140
e 200 rs." o eoriido.
Cortinados bordados para cama a 60OO#
par.
Lindos fichas de retroz, dourados e pra-
teado a 15000 um.
Loras de seda, tocias as oores, para senho-
ra 15000, 15500 e 2*000 o par.
Sajas bordadas pa?a senhora a 35000 ama,
^ara acabar
Bordados e entre- meios a 500, 600, e
800 rs. a peca.
Esparthos para senhora a 45000, 55000
e 65000.um.
Cachenez para homem e senhora a 15500
c 25000 um.
ObstumeB de Jersey para criancaa de 4 a
5 annos a 75000 um.
.'asacos de Jersey para senhora, ultima
moda a 65000 um.
Pannoa de crochet para cadeiras a 500 rs.
um.
Lencol de bramante a 15800 ama.
Cobertas forradas para casal a 25500
. urna.
Colcfias adamasedas, todas as cores a
.25000, 35000, 45000 55000 e 65000
ama.
Cortes de fustao para collete a 500 rs.
um. g.
Ditos de relludo bordado a seda a 25000
um.
Toalhas brancas para crianca a 120 e
160 urna.
Cretones de todas as cores a 200, 240,
280, e 320 rs. o corado.
Cobertores branco* de 12 a 25000 nm.
Madapoln araericf.no com 1 metro de lar-
gura com 24 jarlas a 65000 a peca.
Lencos de linho, a 25000, 35000 e 45000
a duzia.
Ceroulas francezas, a 15000, para acabar.
Lencos para crianca a 15200 a duzia.
Grande sortfmento de casimira para cos-
tumes, precos muito resumidos, assim
como aprompta-se um costume em 24
horas, para isso tem perfeitos ofliciaes.
S oa Revoluto
* -na Duque de CaxJas n. 4 8
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barra!
Os proprietarios do Armazera Central, roa
do Cabug n. 11, avisara aos seos dislinctos re-
guezes e ao respeitavel publico trae receberam
nova remessa deste especial vinho, o qual se
recoinmendapor ser puro da uva, e s se reta*
Iba em sea armazem.
Joaquim Christorab 4b C.
___________Telephone 447___________
Vinho* verde especial
Chegou ama remessa do excel lente Monrisca,
qne se vende em parrafees de tres caadas por
"#000; no armazem da roa do Araorim n. 60 ;
elle.___________________________________
Quebons terrenos!
Vende-se um magnieo terreno na Torre, cora
100 palmos de frente e perto de 800 de fondo,
iroximo do rio, com saborosa agua de beber c
nque, outro Ba estrada da ra qne vai para a
abnca de tecidos, com 150 palmos de frente c
J00 de lando, outro ao lado fla referida fabrica,
Jom 400 palmos de frente e 280 de fundo, a
eco sem competencia, em vista do proprietario
etirar se para a Europa.
A tratar roa Baro da Victoria n. 60.
Cal de
Djta de Jag
leo de nioc
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito* de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas-
Kerosene inexplosivel.
Potassia da Russia em caixaf
clOe 25 kilos,
nto Porttand.
raxa em bexlgas.
Boa do Livramento n. 38
Telephone 316
3]
m
CARDUZO i iBliO
A RA BARAO DO TRIUMPHO
-N. 100 A 104
Tem para vender tri-suiphi-
to de cal, que nao s fax al ve-
jar muito mais o assucar, co-
mo evita o grande gasto de
cal no fabrico do mesmo.

Libras sternas
Vende-se libras steriiBag ; na raa| do Com-
mercio, armazem n.5.
Ultima descoberta!!
O verdadeiro SabSo Russodepo-
sito na bem cnnh%cida casa de perfumars
e modasPedro Antones & C.63 roa
Duque de Caxias.
Attengo
Vende-se nua tivcrna bem afreguezada, em
ama das primeiras roas desta cidaae ; a tratar
na roa nova de Santa Rita O. 63. t- andar, das
6 boras s 10 da manna, ou das 3 as 8 da noite.
Attencao
O grande e importante estabeleamento dt
Pocas Mendes & C, sito ra estreita do Rosa
rio n. 9, roLiisuo a igreja, acaba Je rec eb<
ama grande remessa do acreditado e etpecial
Vinho Maduro
0 nico que, sem a mnima confeceo, u
portado neste mercado, e s se vende no refer.
o cstabelecimento. Este precioso nctar st
irna cada vez mais procurado aqu. Queren
saber porque ? Vjan : o vinho Maduro, send<
-omo, feto nicamente da uva madura, tea
as sanantes vari M que as outras qualidade;
1e vmbo nao MSIfRita sem a menor pertnr
bacad as digestoes do estomago, ainoa mesm(
o mais enfraqueeido, dando-lhe rtaor, pois uutrt
i olhoMtos af eeloas debilitada e da forca
as que a ti ver >hiiiiIiii pelo uso de bebiqai
viciadas.
Recebemos tambera
Requeijao
em latas, de procedencia de enaenhos, enjot
proprutanos
artigo, afirn de
DD'-ros similares
i era
cuja com
jem'trabillar next*
sobr tantoi
cao darldoga.
Ta\
erna
Vende-se a taverna da roa da Conceicu n. 11,
tem commodo8 para familia ; o motivo da renda
c estar o dono doente e precisar retirar-se para
fra.
:ho, nastou-se.
iligencias que
desappareceu
Mas o que disse ella a Herminia ?
perguatou imprudentemente Edith
Patarras soltas e sem nexo, respon-
deu o professor islandez.
Estas palavras tinhara um rythmo mui-
to eensivel: as filbas do doutor tinham-
n'as decorado e repetiram-n'aa.
Zelaus consentio em tradosil-as, sorrin-
da.
Herminia, depois de tor escotado, bai-
xou a cabeca e cahio em profunda melan-
cola.
Adormecen, repetindo os trechos que
mais a haviam impressionado.
c Tu esperas a hora, formosa virgen ;
a hora nao soar nunca !...
f Encontrars o tea amado, mas p teu
coracSo ser calcinado pela dr !f

HI
v
a ralle de Thiagraiia
As ruinas de Skilholt, antiga capital
dos Jaris, a primeira sede episcopal da
blanda, cidade outr'ora to florescente
que com justa razio Ihe chamaram a Athc-
nas do Norte, hoje pobre aldeia, de que o
vasto cemiterio atteata as grandezas des-
cahidas, raereciam ser visitadas pelos via-
jante francezes.
As crteras inauraeras e de aspectos di-
versos, dos vulcoes risinbos, as carernas
que serriram outr'ora de trincheiras a ban-
dos devastadores, os aatros em que foram
celebrados os ltimos sacrificios pagaos,
aqneiles onde reinou a magia depois do
estabeiecimento do Christianismo, ricos
subterrneos, d'onde pendem scintillantas
stalactites, trabalhadas pela natureza, as
nasecntes das ribeiras azues, amarelas ou |
esbranquicadas, que serpeiam atrarez das!
raontanhas, oa lcitos das torrentes cavados i
obre os flanco do roshedos, a maior.
parte cheios de*lara oa de detrictos, |
cheias de grande fendas, sob as quaesi
ferve e resOa a materia ralcanica, os cam-
pos de enxofre oa di) azeviebe, os prados
petrificados, as pontea suspensas por cima!
de abvsmos sem fundo, os lagos tranquil-i
se desenbi a iraasem dos montes
Em ontros artigo como-^ { futet de hortalip
e flores, linguas UBOk do Rto frtnde, objtctoi d,
vme t tamaa do Porto para bbnens e seaao
ras, para isto 15o pouco temot-ompetidor.
aossa casa 6 especialista, e aapessoas que disu
se queirara certificar podem comparecer, con
o qne muito nos bonrarao. Aps nma inni
dade de artigo de primeira ordem, qne acham
se em exposicao, acresce a amenidade do trau
com que timbramos tratar todos os que nof
bonram com a saa preseoca, junto a modicidad*
de prego sem rival.
Boa eatrelta da Boaario a. 9. Jante
a iareja
Poicas Mendes & C.
I aJOQir
'; para cooe:
Pannos de crochet, todos os tamanhos.
Madapol2Io largo aMPOOO.
Flanella azul, muito lisa, a 10200 o-co-
rado.
Fich de phantasia a lkXX).
Loras do seda a 2,5000 e 3*XK) o par.
(hiardanapb a 1(600 a du*ia. *
Sargen de qualquer cor a200 rs. o co-
rado.
Qrinalda para noira, [consa chic e ba-
raja
^Nunzucka, grande aortimento.
Cambraia Victoria e transparente a 2j5800
a peca.
Cortinados bordador a 6&000.
Flanella para camisa a 32U r. o corado.
Setin, qualquer edr, a 800 r.
Senda da China a 200 rs. o corado.
FustSes braDcos a 320, 400 e 500 r.
Vestuarios para Jsaptisadoa, o qne ha de
mai noro.
Camisas franceza, com collarinho, por
2000!
rraude sortimento do etins larrado i
liJOOO o corado.
Crinolines a 400 r. o metro.
2efiro a 160 a 200 rs. o corado.
Merinos, ortimeato grande, a 600 e 800
rs. o corado.
Cambraia suissa, a 7(5000 a peca.
Cambraia com salpico branco e de cores
a 4 Babados e entremeto a 600, 800 e 1(5000
a peca.
Lencos de seda, muito bonitos e baratos.
Cachemira combinacl com listas de seda
a 1(5-100 o corado.
Bramante de quatro largara a 800 rs.
a rara.
Mantillas pretas a 40500.
Atoalhado, lindros padroes a 10 o metro.
spartilhoscom cooraca a 40000, 0000 e
60000.
Colchas brancas e de cores a 20, 35000,
40000, 60000 e 60000.
Grande sortimento de fichas de cies para
todo preco.
Cassa baptista a 120 rs. o corado.
Chitas brancas e escaras a 240 rs., so se
vendo a boa qualidade.
Cretones muito bonita a 320 e 400 rs. o
covado.
Meia para homen, senhora e criancas,
grande sortimento.
Comisas de meias a 10000.
Grande sortimento em merinos pretos.
Cortes fde fustao para coleta, alta norida-
de, a 10000.
Camisa de flanella franceza a 30000 ama.
Brim de linho de cor a 500 e 600 rs. o
covado.
Tapete para cama, sof e porta; barato !
Velbutinas, qualquer cor, a 800 rs.
Cassinetaa, muito bonitas, a 40Q. rv o co-
rado.
Cortes de cachemira, em cartSo, cousa
chic.
Ditos de cretoe muito bonitos a 80000.
Ditos de casemira de cor a 40000, 60000
e80OO' ^
Alm de outras muitas fazendas qne
imposivel menaionsr.
D-se anoa CjP penhor a qualquer
pessa.
h Ra Duque de Caxias &&
Fernandes Azevedo & C.
explosSes subterrneas, aquellas cabidos
dos vrtices dos morros, as cscalas, as
cataratas, as geleiras, os ptainos onde se
esteadem a perder de nata naa colamana
tas que se julgaram tal ha das por mSos de
fgantes, florestas de pedra, pillares de
asalto, uns plantados no solo e de p, so-
bre pedestaes polygonaes, outro inclina-
do como as torres de Pisa, oa deitados
por trra na mais singular desordena
aberturas, pelas quaes se v urnas rezes o
mar, outras as cryptas do Krabla, do Ore-
fa-Yokul, do Tindtal do Hecla, do Leirh-
norr, gargantas apertada e estreitas, em
que o olbar limitado por turbilhoes de
vapore negros e nebulosos e depois, tris-
tes aldeias, que outr'ora eram cidades, e
enseadas d'onde partiam as esquadras dos
louros pirata, o o lagares lllustrado por
alguna grande acontecimento histrico, por
algurna lenda fabulosa, eis o^que o doutor
Zelaus apreentara com extrema oompl
Para os festivaes
A' roa da soledada nv 56, preparam-se,
com limpesa, mestria e commodidade era
firecos: bolo, p2o-de-lt, cangica, arroz de
eite, pirmides de doces d'oros, ratap,
bandeijas para casamentos e baptisados, etc.
Recebem-se a eacommundas quer para a
cidade, quer para fora d'ella.
>18
i Euro
nwdaa
sem eos
aber :
enda e merino.
a preif-, diversas qoalidade.
Etamines, pratos, de 12 e 12 seda.
Damass de seda pora.
Merinos pretas de 800, 10000 e 1020
Gnnoline preta e branca a 400,
Sargeiim, todas as edres, a 200 ra.
Bramante do linho a 10500, com 1'
palmo.
Toalhaa para banho a 10000 e 105X,
Chachemiras com 2 largara a 800 r
Ditas de l e seda 2 largaras a 10OOC
MadapolSo trancado a 90000 a peca.
Dito globo a 70000 a dita
Dito camieiro a 70000. .
Dito Boa-Vista, rerdardeiro, a 60000.
Ficho de 12 e seda 10000.
Brins de linho cies fixe a 600.
Esparthos coaraca a 40000- e 50001
Colcha de fustao a 20000 e 30000.
Capellas para noira com reo bordado
60000.
Toalhas de odres para rosto.
Rendasr comprimento de aaia a 105OC
Renda de 12, preta, para quaresma.
Pao rerde para bilhar.
Tapetes para sof a 130000.
A rerdadeira esteira para forro de sai
a 10000.
Camisas de flanella a 50000.
Cortinados de crochet para cama
100000.
Chitas decores a 200 rs.
Crotones com 2 largura a 400.
Baleia com forro a 390 a duzia,
Dita sem forro.
Seda de cores a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000.
Velbutina de quadro a 800 e 10900.
Guarnir yes, preta, de ridrilhos.
Bicos de seda, braceos.
Caixas com extracto para presente*.
Rendas hespanhola a 40000.
Capachos de coco.
Loras de seda a 20000 o par.
Meia de seda-para homem.
Dita de dita para senhora.
FlaneUas de coren para roopaa.
Panno d Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com Adres.
Crep ingles para enfeite"
Grande sortimento de chapeo de so
Setineta para coberta a 600 re.
Corte de collecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira de odres.
TELEPHONE 200
Royal Blea marea YUDO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o cofpo.
Vende-se a rtala nos melkores arma-
zen de molhadoa.
Pede Royal Blefld marca Tlado,
cajo nome e emblema s2o registrados pan
todo Brasil.
BROWNS A C, agente.
Gasemira para vestido a 280
i s. o colado
Caaemiras da cotes modernas para vestido,
padroes ultima opridade, a 280 rs. o covado :
na ra do < respe n. l-
Vende-se,
portoes de ferro com columnas, ditos sem ellas,
grade de ferro para cima de muro, jardim e ter-
rajo, gallinheiro de ferro, bandeiras de ferro
com laucas,. dobradice de chumbar, bocea de
forno, carrinho de mo e roda para o mesmo
no I rgo do forte das Cinco Pontas o. 4.
0 MAIS,_____________
^i** *LERY
Ye.iie-58 em toda a arto
placcucia aos olhos de Edith, de Herminia exemplo, acompanharam-n'a rindo.
1 loa, onde
e de Petras Castellot.
O interesse da riura era excitado ao
mais elerado grao.
'Semprc prompta a subir as escarpa, a
franquear aadaciosameute as passagens
dimeeis, a cminhar na frente como um
explorador descoberta de um mundo Bo-
ro, Edith cansara a admiracSo do ens
companbeiros de vir.gem pela sua temeri-
dade.
Os filhos do doutor, rnaravilhade^^H
eoa intrpida alegra, imitavam-n'-!. <
satisracao ; muitas vezes o cebos
le roohedos abrupto repetan
gargalhadas.
3e o terreno se torna va ul
zona parta a calope; elles s
com enthasiasmo, repetindo os canj
sua muito amada patria :
>.r kinn besta land t
ffleinnar upp/l !
< A Ialandia o mais bello
Ilumina o sol !
Concarnet, quo Jimba pedido
lbe explicassem o adagio na
dea energicamei.
se importaram.
O se dando o rm.
E Coucarnct reconhecia de moito boa
vontade que, se o paii era um inferno,
eram bons diabos os seus habitantes.
Cbegou at, posto que fosse muito pou-
co galanteador, a fazer um elogio extre-
mamente pittoresco belleza de Eleonora
e de suas irmas.
Edith, arrestando aquelles que a acom-
panhavam por montes e ralles, anmava-
se^unia a sua voz dos cantores.
Joao Bredette, Belraas, os uso de bor-
do e o do mundo pariziense, estaram a
mil leguas do sen pensamento.
Pensara em Kerror ?
Nao duridara do sea talento, tinha no
corac2o grandes theseuros de esperanca,
habituada como estava a ver se feliz.
O seu espinto rlexivel dobrava-se ron-
tade dos seu caprichos e desejos, como
urna or baloucada sobre a baste por em-
balsamada brisa.
As filhas do Zelaus, seguindo o jorial
Herminia, a prigeipo, esforcara-se por
toranr parte em todos os brlnquedos
e divertimento8 ; pode ver-se que, digna
discipla de Edith, nao lhe era inferior
em audacia, mas fatigou-se logo com esta
ficticia distracc2o.
Voltara aos seus pensamentos com invo-
luntaria tendencia, nao quiz distrahir-se
mais.
Comprazia-se com os tristes sonhos com
que se harmon gens, desenroladas perante os seas olhos.
Petras approximou-se della.
Eetava satisf^ita ha pouco, disse o
moco sabio, por ver que se havia reuido
aquello grupo de intrpidas amazonas.
Iguala va-as em ousadia, excedia-as algu-
mas rezes, era superior a todas as suas
lanheiras em graca e belleaa.
Meu amigo, nterrompeu Herminia
com meiguice, para que me falla assim ?
aos outroa o cuidado de me dirigir
i montos. inutei. Sabe perfeita-
o que raeafilige; tem partilhado a
treguas aos seas tormento. Vejo com pe-
zar que repelle os mais innocentes direrti-
mentos.
E lamento ter fingido um s momen-
to alegra que n2o senta.
E' demasiadamente severa para com-
sigo. :-'",-.
Nao, tornou Herminia, se me per-
mittida ainda a esperanca, aoa semelhante
noiva que ora cabeceira do leito do
sea desposado moribundo e n2o consente
qne a obriguem a nao ter receios.
v N2o falle assim, Herminia, murmu-
rou Petras, a esperanca e as consolares
sao sempre legitimas.
Quando chega a desgra9a, respondeu
Herminia, a alma que sobrevive aceita a
consolacSes, ou foge para ir reunir-se
outra alma qua^pcasuia o seu amor ; eu
estou na agona ; preciso quo viva, por-
que nao desespero ainda. Mas a reoncs com que embalara a loura desposada
daclo das minbas maguas pSo dere abai
donar-me nunca. Sinto remoraos quando
me entrego a qualquer divertimento. Gu-
tavo soffre, agonisa, expira talvez, brada-
me urna voz interior. Nao me julgava su-
persticiosa, e no emtanto, as sinistras pa-
lavras de Jernora reedam ainda nos meus
ouvidos.
Afaste ao menos esse terrores in-
sensatos, disse Petras Castellot ; essas
das a frag-
Eindasjr:
casaco.
Grande sortimento de galSes, palni
rozas de vidrilho preto.
Bicos matisados de urna s cSr col
jara, granad, azul, rosa, beije, plha,i
oo, salmn, terracote e muitas outras
Sabonetes perfumados a 500 rs. a
Lindos desenhos para talagarca.
Lenyo de seda a 500 re.
Bicos de seda e de algodao com
vidrilho.
Mantilhas de seda e de algodSo.
Franjas de seda com e sem ridrilho.
Renda hespanhola.
Collarinhos para homem a 30000 e 4Jk
a duzia.
Bordadqa;de cambraia tapada a 4001
600 e800re.|a peca.
dem com 3 e Ij2 metros, de qoali
argura a 10200.
Lenco de linho em caixinhas a 30
dita.
Meias para homem, duzia a 40000.
dem para senhora, duzia a 40000.
Finas pulseiras americanas a 40, 60 *
80000 o par.
Cortinados todos de crochet para cana
120000, 170000 e 190000 o par, algo
de core?
Dito para janeilas a 70000.
Pannos de crochet para cadeiras a 800
10000.
Dito para sof a 20000.
Capellas com reo para noiva a 6#|
80000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 100
120000.
Toucas de setim para baptisado a 30
50000.
Grinaldas e ramos de seda,, o que ha
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos. -
Lavas de seda, cano comprido a 20
Ditas de seda para creanga a 10000.
Dita para moca a 10500 o par.
Espartilhos para creanca a 40 e 40500.
Ditos para senhora a 40, 40500, 50QJ
60000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha'de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de plluca de diversas corea.
LivroB de missa a 10500, 20000, 208
30010, e 30000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpico jj
listas, gosto moderno, a 20500 o pan.
Toalhas para banho a 10300.
Toalhas para rosto a 300.
Totlhas para m2o a 160 re.
Babadores com inscricSes e paizagem a
500 re. e 400000 a duzia.
Espeihos grandes com mulduras fina da
cantos re iondos a 40000 e a 60000 ama.
Bengalas flauta. .
Grande sortimento de lavas de seda arren-
dada, cora palmas canno comprido a
lr>500, 20800 &205OO.
Roa Duque de Canias M3
Leite puro
lia estrada de Joao Fernandes Vieira, sitio it
go depois das casas novas da direita, i
todos os das ftite puro de vaccas tourinas as
trra, garante-se a qualidade do leite.
Vinhos puros garantidos
Alcoba^a e G'artaxo
em barris de S e a retalho, pregos sem coaroaT
tencia, vendera em porco e a retalho, Guna-
raes <& Valen te, Corpo Santo n. 6.
-------------
Superior vinho de Al-
cobaya
0 acreditado e antigo armazem do Lima par-
ticipa ao publico e aos seos freguezes que acabar*
de receber orna nova remessa deste especial
vinho, escoibido propriamente' pelo chefe desta
casa, tornando-se recommendado por ser poro
e de boa qualidade. Jos Fernandes Lima 4 C.
roa Baro da Victoria nomero 3, Telephone3S3
mudado o assumpto da conversacao, qoe
era bastante .penirel, aproveitando-se do
primeiro accidente da estrada e da inex-
gotarel complacencia de Herminia, arre-
messou-sc ao campo das sciencia nata-
raes.
gConseguio distrahii-a.
Por meio de urna interessante conversa,
fez com que abandonasse as suas ideas li-
sas e a sua tristeza.
Elle propro, dominado pelos poderosas
attractivos dos seus estudos, sentio menos
cruelmente a amargura do sea discreto
amor, de que se aecusava como de ama
trahicSo,"como que pensava manchar a soa
amizade fraternal.
O combate interior prolongavase.
Amava Herminia, chorava Gustavo de
euil.
Nao se atreva a partilhar as esperanca
m
m

vil

Seu amgo
aspirava a faxer-ae
paz, n&b
itido razoa-
predigoes incohere
mentes dos antig
tem, realmente, nei
vel.
E nao quero acredtal-as, tornou Her-
minia, sorrindo, e comtado preoecupam-
me.
Em rigor, %ssas mesmas estrophes
contem urna idea animadora, promettem-
lhe que encontrar Gustavo...
Siaa Mas encontral-o bei vivo
respondeu Herminia* com calor. Porque
razilo nao soar nunca a hora em'aoe hb
de realisar-so os noasos desejos? Porque
razilo tere o coracao calcinado pela dr
quando tornar a velo ? Fo isto o que di-
afl Hf-i II irtfl rrr
milhi-r '
roto.
ustavo de Orneui
para Herminia e morrer legando-lhes a fcfcj
licidade.
Petrus fallou, pois, e maito detidami
te, das sua observares scientificas, das
suas descobertas. das memorias qae
giria, das colleccoes de mineracs e
boreaes qae devia levar para Franca,
sificar e talvez nomear.
Diremos por esta occasi2o que elle !
Concarnot estavam carregados de
sentantes de todas as especies, de frag-
mentos de lavas, de basaltos, de betames,
agatbas, de saos, de minerios, de petrifi-
cacoes, do musgos, de lichen, sem fallar
em algonB insectos qne tinham sido apa-
nhados pelo naturalista, e as aves que ha-
via murto na passagem.
A' noite, emquanto os demais viajs
reponsavam das suas fadiga, Pet'
cava e preparava.
Concarnet fazia as vezes de
lorio com a melhor vontatj
repre-


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