Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18868


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Full Text
I III M

I
ANNOLXVIII

*m

DOMINGO 30 DE OTBBO DE 1892
NUMERO 247

DIARIO DE PERNAMBUCO
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGJEIROA DE FARA FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES "ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por Ires mezes adiantados. 6$000
Por Ues ditos vencidos 7 $000
Por un anno aiiaotado .... 24#000
dem idem vencido...... 28$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLIOACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
O Sr Amede, Prince & C, residentes em Paria34 rae de
Provena?
PARA OS LOGARES OND SE PAGA PORTE
Por seis mezes adianta.'os. 13$500
Por seis ditos vencidos. 5J500
Por um anno adiantado. 27$000
dem idem vencido. 311000
nm;:da::::: wsm ::::
(Via Tenei-iffe)
MADRID, 23 de Outubro.
As melhoraa dj rei accentuam-se e con-
tinu m no mo "ment de resta beecimento.
No Concelho do Municipio da Cor-
te deu-se hoje um desagrad.vel incidente
entre doua coacelbeiros, por haver um del-
les denunciado abasos no ramo da instruc
cao di Expoaicao Americana.
Eita ser abe ti ao publco]no domingo
prozimo.
A baixa que tiveram boje na Bolsa
os ttulos, attribue-se impresso'es pessi-
mistas no tocante ao tratado franco-hespa-
ahol.
Grande preoccupacSo t<>m causado
na E iropa as reformaa militares da Alie-
manha, com as quaes coincide a linguagem
bellicosa do ministro italiano.
Est resolvido que a abertura da Ex-
posicao Histrica ao publico tenha logar
no don.i:go prximo, e a inaugurado offi
eial quando es'i ve re tu presentes em Ma-
drid os reia de H^spanha e Portugal.
PARS, 28 de Outubro.
Nos departamentos ao Norte em cabido
nev em grande abundancia.
VILNNA, 23 de Outubro-
A Casa de CjrreccSo de Follersbort,
por causa do um incendio, foi quasi des-
truida toda.
Ex-stiam nessa prisSo 5q0 presos, e
dostei fugiram algucs e morreram 9 qiei-
mados.
LONDRES, 28 de Outubro.
Noticia o Standard de 25, que um na-
vio despachado da esquadra do Mediter
raneo, degerrra nesta manha para Ce-
phr.la na ponta do golpho de Vol, d'onde
fra rebocado sem apparente damno.
parte ornciAi
bia estar aubmettida apreciado deste
ministerio, e para solucao da qual se lbe
ordenou que exiatisae e remetteaae os ne
ceceaaaros esclarecimentos. Serzedello
Qoreia.
Ministerio da Hartaba
Foram promovidos no corpo de enge-
nbeiroa navaes :
A contra almirante, o contra-almirante
graduado Manoel Jos Al vea Barbosa.
A contraalmirante graduado, o capitSo
de mar e guerra JoSo Oandido Brasil;
A epitao e^ mar e guerra, o cap.ta j de
m.r e guerra graduado Antonio Cirios
Freir de Carvalbo e os capitSea de fra-
gata Rodrigo Nevea da Coata e Innccen-
co Marques de L :mos Bastos ;
A capitao de fragata graduado, Carlos
Jacintho de Araujo Pnheiro os capitSes
tenantes Joa da (Junba Ribeiro Espindola
J t Lopes da Silva Li na Jnior e ar-
thur Henrique Freir de Carvalho ;
A capitBes-tenentes, os 1." tenentes
Joaquim Ribeiro da Costa, Carlos Accioli,
Joa Machado Portella e Severino Antonio
de Castilho;
A 2.' tenentes os guardas marinha An-
tonio Tavares Jardim, Emilio Julio Hesse,
Carlos Alberto Tinoco, Antonio D niz de
Faro Dantas e JoSo Manuel San Juan.
Ministerio da Fazenda
Ministerio dos Negocios da Fazenda.
Rio de Janeiro, 11 de Outubro de 1892.
Tenho presentes os officios na 79 e 82
de 22 e 25 de Agosto prximo passado,
do Sr inspector da Thesouraria de Fa-
lenda do Estado das Alagoas, transmiti-
do com o primeiro, em cumprimento do
telegramma deste ministerio de 10, a in-
forme caojpr estada pelo da Alfandega da
cid?.de do Penedo em officio o. 197 e 13
desee mez, relativamente a seu acto obri-
gando o commercio da inesma cidade a
depositar ou recolher a seus armas-
ens as mercadorias nscionacs e as
estrangeiras navegadas por cabotagem que
te ham pago direitos da c:naumo, as
qur.es, por esae motivo, lio .m sujsitas a
tasas de armazenagem e capatasias; e
dan o conta da deliberado tomada pela
Theiouraria, sobre reclamado do dito
tommercio, de recommendar ao referido
napector que deixasse de exigir, por con-
trario a disposicSo do art. 7o, 2* parte do
CoEBtituicSo Federal, o deposito ou reco-
Ibimento da Alfandega das mercadorias de
que se trata, sem todava car inhibido de
exercer a aua fiscalisa^So a bordo, quando
fr posBival, nos trapiches ou na praia,
apoiando o sua decisao as resolucSes
sonatantes da portara {dirigida em 23 de
Setembte de 1890 Thesouraria de Fa
senda do Estado de Sergipe, e da decisSo
d. 68 de 17 de Junho de 1887, que julga
ter suspendido os effeitos do artigo 590
da ConselidacSo das leis daa Alfandegaa e
Mesas d Rendas, e em nSo poder a Al-
fandega obrigar, em taes casos, os impor-
tadores ao pagamento do direitos a que
nSo estao aujeitoa por lei.
Em reapoata, declaio-lhe, que deve ser
annullada a deliberacao tomada pela The-
souraria e communicada ao inspector da-
Juella Alfandega oo portara n. 94 de 20
o Agosto ultimo, visto ter sido regalar o
acto deste, atientas as rasSes presenta-
das na sua representaos o annexa
ao officio da Thesouraria n. 86 de
31 do suppraoitado mes, as quaes en-
contrara apoio nos arta. 417, nico,
609 2a, e no art. 590 da mencionada
CnnsolidacSo, em nada contrariando aquel-
lo acto o art. 7o n. 2, da Constituicao,
ama vei que nSo sa trata de cobranca de
direitos de entrada o sabida, mas de taxas
de armasenagem e capatazias que consti-
tuem remunerado de servicos prestados
pela Alfandega ao bom acondicionamento
guarda das mercadorias.
Outro sim, observo ao Sr. inepector
eue nSo foi regular seu procedimento pro
ferindo despacho final em queatao que sa-
GoTerno do Estado de Pernam
buco
EXPEDIENTE DO DA 18 DE AGOSTO 189!
Aclcs :
O goveroador do Estado, alteado ao que re-
queren Frederico Augusto A'-'iva Jnior, Archi-
vista do Tbesouro do Estado e teod) em vista
os attestados mdicos por elle exhibido, resolve
rooceder-lbe 90 das de liceoca com vencimen
toe na forma da lei, afim de tratar de sua eaade
onde lbe caovier.
O Goveroador do Estado resolve remover a
professora Rita de CasMa Oliveira Lobo, da 1-*
c&deira de eneino primario do sexo femioioo de
Santo Amaro do Rerife. para a do aiesmo eosi-
no da ra do Baroda Vicioria, fregnezia de San
to Amonio.
Fiaeram-se as necessarias communicagOes.
O Goveroador do Estado resolve adiar para 30
de Setembro viodouro a eleicao que devia ter
logar a 51 do corrente para Prefeito e Seb-pre-
feito e membros do Conceibo municipal de cor-
reles.
Communicou-se ao Presidente da Intendencia.
O G .veroador do Estado altendendo ao que
reqnereu Mara Candida Tavares de Mello, pro-
fessora publica da cadeira de ensino primario da
Praia da Pledade e tendo em vista o parecer da
junta medica resolve prorogar por quareuia dias,
com ordenado, na forma da lai, a licenca ultima
mente co cedida a peticionario para tra'ar de
sui ssude onde lbe convier.
O Goveroador do Estado, de accordo com a
propoita do Dr. Qaestor Policial, em officio n.
1.061, debontem datado, resolve exonerara pe-
dido Sergio Dias de Mdura Mattos Jnior do car-
go de subdelegado do 4." dislricto de Amaragy.
Cocimumcou-se ao Dr. Qaestor Policial.
O Goveroador do Estado resolve reintegrar no
posto de commissario da Guarda Local do mu-
nicipio de Palmares o cidadao Joto Ribeiro Pes-
soa de Licerda, sem que tenba direito a percep
cao do vencimentes desde o dia qne decorrer de
sua exoaeregao at o em que aseumir o exerci-
cio, licand sem effeito a transferencia do com-
missario Jos Nicolao. Ferreira Gimes do muni-
cipio de Gravat para o de Palmares.
Ambos deverao assumir o exercicio no prazo
de 15 dias.
O goveroador do Estado attendendo ao que
reqnereu o juiz de direito do municipio de Gayan-
na bacbeiel Jos Francisco de Ges Cavalcante,
e tendo em vista o attestado medico exbibido, re-
solve conceder lbe um mez de licenga, com os
veocimeotofi a que liver direito na forma da lei,
para tratar de sua sade, devendo o peticionario
entrar no goso da mesma licenca no prazo de 15
di as.
O governador do Estado resolve nomear o
bacbarel Mancel Mayrink Monteiro de Andrade
pan exercer o cargo de promotor publico do
municipio de Leopoldina em sobstituicao do ba
charel Fortunato Rapbael Alves de Carvalbo que
nao assomio o exercicio oo prazo legal.
0 referido baciarel Manoel Mayrink Monteiro
de Andrade dever assumir o exercicio no prazo
de 60 das.Communicoo-se ao juiz de direito
do municipio de Leopoldina.
Offi ios:
Ao inspector da Tbesouraria de Fazeoda.
Transmiti vos copia do officio n. 115 de 30 de
Jnlbo Undo, do director Interino do presidio de
Femando de Noronba, com relac&o ao exercicio
interino de empreados d'aqaelle presidio.
Ao mesmo.Pego que informis sobre o
requerimento junto do Dr. Emygdio Montenegro
ex inspector de bygieee.
Ao inspector do Thesouro do Estado.Para
os devidos effeitos commnnico'vos que o Dr.
Augusto L pes d'Assumpco Pessoa assumio bon-
tem, interinamente, o cargo de inspector de by-
gieoe, segundo me participon em officio n. 125
da mesma data.
Ao me8mo.Nos termos de vossa informa-
gSo n. 798 de faentem datada, mandai pagar ao
Dr. Francisco de Assis Pereira Rocba, Juiz de di-
reito do municip de Tacarat a quaotia de
300 para a despeza de sen primeiro estabeleci-
mento, conforme precea o art. 3.* da lei n. 57
de 8 d'e&te mez.
Ao commissario geral das guardas locaes.
Em vista da vossa informacao n. 850 de 22 de
de Julbo nltimo, providencial aflm de ser retira-
da do Tbesouro, e remettida guarda local do
municipio de Floresta os ?eucimento) qne lbe
competem relativos a 2 qoiozena do mez de
Abril do correte anno. -Officiou-se ao inspector
do Tbesouro du Estado.
Ao juiz de direito do 2* districto criminal.
Transmiti vo- a inclusa carta precatoria que
acompanbou o officio do governador do Estado
do Par, n. 1,529 de 13 de Julbo findo, para o
flm de serera postos em iiberdade os sentencia-
des da comarca de Santarem aaquelle Estado,
de nomes Francisco Jos Tbiago e Gervasio Ray-
mnndo Jos do? Santos.
i or oflHo de boje exped ordem ao director
do presidio de Fernando de Noronbi, afim de
faier remetter aquelles dous sentenciados para
a Casa de Detencio.
Ao director do presidio de Fernando de
Noronha.Remettei para a tosa de Detenco,
afim de eerem postos em llberdade, os senten-
ciados da comarca de Santarem do Estado do
Para, Francisco Jos Tbiago e Gervasio Raymun-
do Jos dos Santos.
Ao director das obras publicas.Confor-
me reqoisitaes em officio n. 118 de 11 do cor-
rete, au.oriso-vos a mandardes assoalbar a se-
cretaria dessa repartico em sobstituicao do la-
drilbo de marmore ora existente, correndo a
despeza pelo crdito concedido para o edificio
do palacio do governj.Communicou-se ao ln
spector do Tbesouro do Estado.
Ao director interino do presidio de Fernn-, A' oriem do subdelegado da freguesia
de Santo Actouio, Jos Maiaquiaa S ja-
res, por crime de ferimentos.
A' ordem do subdelegado do districto
de Apipocs, Antonio Galdino e Manoel
Jeronymo- pelo crime previsto no art.
387 do Cdigo Penal.
Tendo o Dr. jaiz do direito do mu-
nicipio de Jabjatao me expedido o tele-
gramma aeguinte : Acabo de ser infor-
mado pelo subdelegado supplente d'aqui
quo no aunicipio de Muribeca est inmi-
nente nm conflicto entre o tenente-coro-
nel Thomaz de Carvalbo Soares Brandao
e seu cunhado o delegado Joaquim Elias
de Moura, de urna parte, e de outra o
coronel Manoel Cjrneiro LeSo, por ques*
tSea de trra ou de plantees.
Est com muita gente, armada. Aqui
nac ha forja. Convm que tomis medi-
das preventivas.O juiz de direito, JoSo
Alvares Pereira de Lyra ; dirigi-me par
telegramma ao delegado do referido mu-
nicipio de Muribeca, pedindo com urgens
ca informales e delle recebi em reepos
ta o officio que passo a transcrever e pelo
qual veris o que alli occorreu.
Cabe-me dizer-vos que ao mesmo dele-
gado recommendei que tomasBe as mais
enrgicas providencias contra qaem quer
que ponha em perigo a ordem publica
naquelle municipio e por ser o delegado
cunhado de ama das partes contendoras,
determinei-lbe que passasse o exercicio a
um de seus supplentea, afim de que nao
seja acensado de parcialidaie nesse ne
gocio.
Eis o officio a que cima me
Delegada de polica do
do de Norooba.Approvo o acto pelo qual a di
rectora de.se presidio, na conformidade do
25 do art. 9 do decreto 9,356 de 10 de Janeito
de 1885, con:edeu ao respectivo s&sniario ba-
cbirel Alfredo de G mao Coelbo, 30 dlaVde li-
cenca.
Assim Dea respondido o officio dessa directo
na, n. 110, de 30 de Jnlbo findo.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Ao gerente da Companbia Pernambucana.
Di ordem dx Sr. governsdor do Estado fajis
transferir para o dia 20 do corrente a sabida do
vapor Jaboatao ao presidio de Fernando de No-
ronba, por conveniencia do servico publico.
Ao mesmo.De ordem do governador do
Estado e em additamento ao officio de boje, de-
claro-vos qne merece reparo a irregularidade da
cammDDicaco da partida do vapor para Fernan-
do datada de 16 do corrente e so agora entregue
nesta Secretaria, dando isso lugar a atropello da
correspondencia official com aquelia estaco pu-
blica.
Po. tartas:
O Sr. gerente da Companbia Pernambucana d
passagem gratuita de proa at Aracaju no 1 va-
por que seguir para os portoa do sol a David
Henrique Soares, branco, cabellos pretos corri
doB, olbos castanbos, estatura alta, corpo regu
lar.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recfe ao S. Francisco d passagem por con-
ta do Estado, em carro de 1* classe, da estacao
de Cinco Ponas a de Una. com direito a baga-
gem, ao sub-commissario da guarda local do mu-
nicipio de Oaricury e providencie quinto ao
transporte, em carro de 2* classe, a daas pracas
que o acompanbam, conforme solicita o Dr cues-
tor policial em offi i o desta data sob n. 1075
Mu'.atiB mutandis de Palmares a Gara-
nbuns.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recite ao Limoeiro d passagem de ida evol-
ta, por contado Estado,da eslaciodo Bru-n a de
Nazaretb em carro de 2' classe a praga do cor-
po policial Manoel Flix Rodrigues de Carvalbo,
conforme requisita o Dr. qaestor policial em of
ficio n. 1052 de boje oatado.
0 Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao Limoeiro d passagem de ida e
volta, por conta do Estado, em carro de 2a clas-
se da estacao do firum a de Tiobauba a praca
do corpo policial Henrique Jas Monteiro, con-
forme solicita o Dr. qaestor policial em officio
n. 1068 de bontem datado.
Afo-
DESPACHOS DO DIA 23 DI OTBRO
DE 1892
Abaixo assignados moradores em
gados.Completen) o sello.
Abaixo assignados chelea da familia
domiciliados no engenho Ctmaragibe.
Informe a intendencia municipal de Sao
Lourenco da Matta.
Antonio Joa Leonardo, preso pobre
Aguarde opportunidade.
Angelo Viera Sampaio, professor pa
blico, pedindo para ser considerado no
numero dos pro.'esaores a que se refere o
art. 12, n. 2 das disposicSes transitorias
da Const tuicSo do Estado.A' vista do
que dispSe a lei n. 8, de 14 de Outubro
de 1891, n3o tem logar o que requer o
peticionario.
Catharina Leopoldina de Castro Araujo
Barros pedindo gratificado de mrito.
Em vista das infrmaseos, indeferido.
Coriolano de Pava e Me'lo, collector
do municipio de Canhotinho.Informe* o
inspector do Thesouro do Estado.
Francisca Martiniana Luaia Carneiro
pedindo entrega de documentos.Sim,
mediante recibo.
Henrique Florentino da Silva Santiago.
Deferido com officio desta data ao The-
souro do Estado.
Jos de Sousa Mel'o pedindo a elimi-
nacSo panhia Recife Drainage existentes no
predio n. 4, a ra i de Margo.Informe
o fiscal do Recife Drainage.
Jacintha Avelina da Cruz, professora
publica, pedindo permuta.Concedo nos
termos da informacao do inepector geral
da InstruccSo Publica.
JoSo Augusto da S.-uza.Informe o
procurador geral do Estado.
Bacharel Jos Marianno Carneiro Be-
cerra Cavalcanti, juiz de direito de Grloria
de Groit, pedindo 3 meses de licenga.
Como requer.
Jos Paschoal Spinelli.Informe o Dr.
procurador geral do Estado.
Major JoSo Faustiuo Marinho FalcSo
pedindo entrega de documentos.Entre-
guis-se oe documentos somonte, mediante
recibo.
Bacharel JoSo Francisco Teixeira, 2o
procurador dos Feitos da Fazenda do
Estodo, pedindo aposentadora. Informe
com urgen ia o inspector do Thesouro.
Bacharel Manoel Arthur de S Pereira,
promotor pablico de Aguas Bellas, pedin-
do 2 mezes de licenca.Como requer.
Manoel Goncalves Agr pedindo paga-
mento da quantia de 190000. Informe o
commandante do corpo de polica re-
gional.
Manoel Gomes de Lima e Luiz SoareB
de Alencar.Informe o Dr. Qaestor Po
licial,
Dr. Thomaz Ferreira de Carvalbo So*
brinho e pharmaceutieo Jos de Azevedo
Maia e Silva Janior.Informe o inspector
do Tbesoaro.
Secretaria do Qoverrio do Estado de
Pernambuco, 29 de Outubro de 1892.
f O porteiro,
Hemeterio Maciel da Silva.
Ques tora policial
SeccSo 2. -N. 248 Secretoria da
Questura policial do Estado de Pernam-
buco, 29 de Outubro de 1892.
Cidadao. Partieipo-vos que foram
hontem recolados Caa de Detenco os
seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da fregnezia
do Recife, Alfredo Caroliao da Silva,
corro gatuno.
refiro :
municipio
de Muribeca, em 2 de Outubro de 1892.
c CidadaoSatistazendo o vos so tele-
gramma de 27 do corre-te, creio poder
afirmar que presentemente nSo ha re
ceios de que seja alterada a ordem publi-
ca neste districto policial.
c E' cert j que para taes receios, hoave
motivos serios no dia 25, mas parece que
taes motivos cessaram em vista do hiato
rico que passarei a tazer de quanto euc-
cedeu :
c O tenento coronel Manoel Carneiro
LeSo, auxiliado pelo seu visinho o tenente
coronel Francisco de Hollanda Cavalcanti
de Albtquerque e por gente armada diri-
gi se ao lote da Colonia Suassuna, per-
tencente a Vicente Alves Barretto e abi,
cntr. a contado -deste e com manifest
abuso corte;i nos dias 21 e 22 do corrente
todas As cacnas pertencentes ao mesmo
Barretto e conduzio-as para o seu engenho
Recreio, afim de moe'-as para si.
c A victima de tao descomrauual vio-
lencia, depoia de qneixar se ao digno
inspector da Colonia, veio procurar-me no
dia 21 e, nSo me encontrando, voltou no
dia 22 afim de obter de mm auxilio da
forca publica para impedir a continuac&o
do esba.ho que estava soffrendo.
c Podendo apenas dispor de seis pra-
cas, nao julguei prudente a minha inter-
vengo, tratando se de um homem arbi-
trario, violento e provocador como o
coronel Otrneiro, e respond ao Sr. Vi-
cente Alves Barrete que nSo se tendo elle
garantido judicialmente, nSo me caba
provocar um conflicto sangrento, desde
que na soa propriedade nSo se estavam
praticando ferimentos, nem assassinat >s.
c Depois de concluida aquella revoltan-
te violencia, foram disparados diversos
tiros de baoamartea em honra da ousadia
de quem a praticou !
Nesse mesmo dia, a tarde, recebeu o
tenente-coronel Thomaz de Carvalho Soa
res BrandSo noticia de que igual violencia
ia ser pratcada, nos terrenoe da propriea
d de S. Severino, onde plantara o mesmo
tenente coronel Soeres BrandSo em vir
tude de os ter arrendado em hasta pu-
blica e recebendo dos mesmos terrenos
posse judicial.
c As p3Bsoas insuspeitas que o avisa
raro, anda <:onseguiram :- o mesmo tenen-
te-coronel, de quem tornara se inimigo
gratuito o tenente coronel Carneiro, que
a violencia assentada nao teve lugar no
mesmo dia 22 (sabbado) por ter acabado
tarde a que foi pratioada contra Vicente
Alvs Barretto ; mas que no dia 24 (se
gunda-feira) com certeza o tenente coro
nel Carneiro ira cortar as cannas do mee-
mo tenente-coronel soares BrandSo plan-
tadas em S. Severino
Tendo eu noticia desta ameaca fui ao
Recife entender me oom V. S. mas infe-
lizmente nSo houve tempo para tanto pela
milita occupacSo vossa no dia 24.
Eu sabia que o tenente-ceronel Soares
BrandSo a-se preparar para repellir vio-
lencia por violencia, nSo podendo de
prompto obter auxilio judicial ou policial e
o meu procedimento fui para com ella
igual ao que tive com o Sr. Vicente Alvea
Barretto.
Motivos superiores minba vontade
me detiveram no Recife at o dia 26, e
quando oltei fui informado de que o te-
nente-coronel Carneiro, avisado de que o
seu contendor estava disposto a repellir
o esbulho, no terreno legal, desista fe-
lizmente do seu criminoso intento .^
c Neihuma ooourrnoia mais verificou-
se digna de mensSo, e me parece que o
conflicto que pareca inevitavel no dia 25,
nao se verificar mais, a menos que o te
nente-ooronel Carneiro nao queira assumii
toda a responsabilidade das oonsequencias
funestas que posta ter o esbulho em subas
tituivSo do emprego dos meios judieiario-
regulares,
t Saude e fraterndade.Ao Dr. Julio
de Mello Filho, muito digno Questor Po-
licial.Joaquim Elias de Carvalho Moura,
delegado, i *b%
Communica o administrador da Casa
de DetencSo que estando ho tem assenta-
do na segunda guarita da muralha a praca
de nome izidio de Sousa Lima> perten
cente ao Corpo de Pocia Regional, acac
teceu a mesma perder o equilibrio e ca-
no jardim do estabelecimento. "<4fjtv
Dita praga foi trattda na enfermara
daquelle estabelecimento e depois recolhi-
da preaa ao respectivo quartel.
Nesta data reommendo ao subdele-
gado do 1 distrito de S. Jos para eolio
car duaa pragas na praia de Santa Rita,
afim de garantir as familias que alli vSo
tomar banhos de mar.
Ao mesmo snbdelogado recommendo
que coutinue a mandar para a estacao da
Jinco Pontas as 4 pragas que para alli
continuavam ir.
Hontem, s 5 horas da tarde, ao
passar o bond da Companhia Ferro Carril
pela ra do Visconde de Gcyaana, e pre
tandendo o menor Jos Alves Ferreira
Monteiro galgar a plataforma do mesmo
bond, quando esta anda se achava em
movimento, acontecen cahir e fracturar um
braco, que foi amputado.
O facto segundo informa o subdelegado
do 1* distrito da Boa-Vista, foi devido uni
camente a imprudencia do referido me.
or.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
mui digno governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filho.
Thesouro do Estado de Per>
nambuco
DESPACHOS DO DIA 29 DE OTUBBO
DE 1892
Antonio da Costa Teixeira, Aftonso
Augusto de Brtto Taborda, Antonio Pe-
reira de Oliveira Caalho, Companhia Great
W. of Brazil, Enedino Gjacalve3 Ferrei
ra da Luz, Fielden Brothers, Siveriano
de Paula Franco, Benvenuto Ribeiro de
Salles, Francisco Ferreira doa S .atoa,
Mara Carlota de Albuquerque Paea Bar-
retto, JoSo Cezar.o de MelloInforme o
Sr. Dr. contador.
Bacharel Francisco Bothelbo de Andra-
de e Coriolano de Paiva MelloAo Sr
Dr. contador para os devidos fias.
JoSo Antonio de tfedeirosHa ja vista
o Sr. Dr. procurador fiscal.
Diogo Baptis.a FernandasCertifiqe-
se.
JoSo Luiz da Costa Ribeiro A secgSo
do contencioso para cumprir o despacho
da Junta.
Luiz Autonio da SiqueiraInforma o
Sr. Dr. administrador da Reoebedoria.
Manoel Henriques da Silva ao Sr. Dr.
administraior da Recebedoria para cum
prir o despacho da Junta.
Bacharel Jos Mximo Carneiro Beeer-
ra Cavalcante, Jos Nabuco de Araujo Ve-
ras e Emiliano Britto de Araujo ferai
Regstrese, e, fagam-se as notas.
Recebedoria do Estado de
Pernambuco
DESPACHOS DO DIA 29 DE ODTDBEO DE
1892
Miranda Sousa e Antonio Pinto da Sil-
va e oomp. Informa a l.* secgSo.
Igaacio Nascimento Gongalves Luz e
Julia Pereira dos Santos JniorDeferido
em vista da informagSo.
Gertsudea Mara ConceigSo LeitSu
Em vista das informagSaf, est provado
que a casa n. 249 a estrada do Gequi
em JaboatSo,pertence a Fr. ncisco Pereira
R malho e nao a supplicante, e portento
indeferido.
JoSo Victorino da SilvaEm v|ata das
informabas nSo ha qna deferir por quan
to a casa do supplicante foi isenta de de-
cima por despacho de 26 de Junho de
1885.
O porteiro,
Jos L. Macedo C. Filho.
In.struc?3o Publica do Estado
de Pernambuco
DESPACHOS DO DIA 25 DE ODTBBO DE
1892
Liobina de Barros Lins e Silva.Cum-
pra-ae e regiatre-se.
Mara Theodolina de Macado.A 3a
aeccSo, relator o Dr. Regueira Coata.
29
Autriberto Pereira da Coata.Cumpra-
ae e registre-se.
INTERIOR
NORTE DO BRAZIL
Pelo paquete >Pernambaco, hontem antrado
desse lado da llopuhhca, tivemos as noticias que
passamos a dar ao conhecimonto dos nossos lei-
(ores.
Estado do imaiona
Datas at 16 do correle.
Coutinuon fuoccioaando o Congresso do Es-
tado.
Tinha regressado a Mantos o vapor Gaa-
rany da Atnazcu Coinpaoy de volta 4. soa via-
gem ao rio Juru, e coja tripolagao e agente das
machinas rcvoltara-se contra o respectivo com-
mandante em recusa de Continuar a viagem.
Aquella commandante expoe o facto ao agente
da companhia oestes termos :
Commuoico vos qse este vapor acaba de
regref sar a este porto e qne infelizmente a via-
gem foi interromp'. ia por actos bastante arimi-
uososipraticad03 pela tripoUcSo deste navio.
No da 10 do c.rrente pela. 9 horas da manha
que se deram fa-to var^onbosos, tendo algn?
foguistas in-ultado a passagei-as e passageiros,
ameacanr'o at aos maridos com faejs e queren-
do desgracal os, tomando eu entio as provldeu
cas, mandei com boas modos que se compor-
tassem bem.aioda assim continuaran! ua mes-
ma desordein. -tr^*-
A's i horas da larde os mariniaeiros por su
ves tambem tizeram o mesmo que os foguistas,
provocando desordeas com as passageiras e pas-
sabsiros. -
A's S horas da tarde, quando nos acbavamos
todos jamando, desconel que alguma tentativa
queriam praticar, levantei-me da mesa e eacoa-
trel o escaler arriado, em segredo, com a tripo-
lag&o em marco a de foga; foi entto com um re
volver, apontei c< iotimei os a que se recolbes-
sem para bordo, sendo somente pela terceira
vez que elles me ob deceram.
Foi alli entto que descobri os doas cabecas de
motim encitando o resto da. tripolacto, para
amotinar, assasinar-me, a minba officialidade
e passageiros, aBm de^aqoearem o naTi*.- -
Conbecendo lato, mandei prndelos pela mi-
nba otficialidade, convidando tambem os passa-
geiros, porm todos se negaram a effectuar a
pristo por se acbar a tripolacto armada com fa-
cas para subirem a coberta e assassinarem.
Em vista disto puz senlinellas armadas para
depor ao primeiro ataque consultando a meus of-
ti:iaes e passageiros a melbor forma que devia
proceder para salvar o navio e vida dos passa-
geiros, todos foram de commom accordo vista
ser elle o nico que melbor s jccom de promp-
to potera prestar, que se arribasse para este
porto, pelo que lavrei a fcorJo o meu competen-
te protesto ass'gnado por todos os officiaes e
passageiros.
Estado do Para
Datas at i l do corrente.
N dia 17. aniversario natalicio do governa-
dor do Estado, foi elle comprimentado e felici-
tado pelos smigos sendo procarado por estes
na povoacao do Pinbeiro, onde reside S. Eze.
Para solemnisacto do dia 16 de Novembro
prximo preparam um festival patritico, ha-
vendo urna grande festa.
E' urna commemo*ac3o da adhesto c'o Para ae
rgimen republicano.
Foi brilhaotemenle festejado o 4 centn-
uario do descobrimenlo da America, na capita
do Estado.
0 Sr. Alfredo Napoleo da Rocba Pereira
organismo nma collecgo de maderas das utas
do TocantiDS. que nm mimo e represintacto
da flora paraease em sua opulencia variada.
Ebi colleccto destinada a figurar na expo-
sic&o do Chicago, onde por certo producir
grandioso effeito.
Estado do fiauij-
Datas at 8 do corrente.
A intenlencia da capital acaba de ser, mimo-
seada pelo coronel Firmino Pires Ferreira coa
um exemplar da Coostituicto Federal, ricamea-
te encadernado em chagrn.
Levados pelo patritico desejo de promover
e acelerar o puiantamento ebem-estar do Estado
algans;dos commerciaotes e capitalistas da pra-
ga de Therezina projectim levantar urna empre-
sa de flacto e tecelagem de algodto para o fa-
brico das fazeodas, commummeote chamadas
morim, madapolto ou madrasto, de que teda
a populagaj faz grande e geral consumo.
A empresa deve pertencer a urna sociedade
anooyma, ler de capital cerca de 500 a 600 cou-
los de ris, levantado em aegoes de valor nomi-
nal de cem mil ris, comecindo a fuocciooar
com o numero de teares que as suas torgas com-
porUrem, attentas as despezas com a compra de
terreno, construecto do edificio, acquisigo e
transporte dos machinismop, montagem e reom-
neragio do pessoal tecbnico.
Ja se acham tomadas 3,600 aegoes.
No dia 5 foi inaugurado o ramal telegra-
phico da Pa-nabyba, Ualto e Livramento.
Fallecen o Dr. F.ancisco de Souza Martina,
juiz de direito do municipio de Colonia.
Estado do Haranbo
Datas at 22 do corrate.
Tioha-se encerrado a sesSo legislativa do Coa
gresso Estadoal.
Teve logar o assentamento da primeira pe-
dra uo edificio da fabrica de Fiacao e Tecidos S.
Luiz.
0 acto esteve bastante coocorrido, sendo a
bencto angada pelo Sr. canego Luzitaao, e la-
vraaa a competente acta.
Estado do Cear
Dalas al 25 do correte.
O engenheiro Dr. Lassance, director da estra-
da de ferro de Baturit, dirigi a Repblica a
seguiute noticia referente ao prolongamento da-
quella estrada:
Cibe me a satisfagao de communicar-vos
que sexta-feira, 21 do corrente, seguir a secgto
de explor gto que tem de plantir a primeira es-
taca no Crato, comegando assim a realisar-Be a
grande aspiragto do povo cearense.
Esta secgto divide-se em quitro turmas, duas
das quaes partem daquella cidade e duas de Ha-
majta. tendo para ponto de convergencia o la-
guaribe.
Ainda ha a explorar 260 kilmetros, assim
distribuidos : 130 de Humayt ao Jaguarlbe e 130
deste ao Crato, onde a estrada attinge a 550 ki-
lmetros.
Com a celeridade com qne tm marchado o
trabalhos da estrada, devemos chtgar ao Crato
dentro de cinco annos, bastando para isso que o
poder legislativo me auxilie com o crdito de
mil contos de ris annuaes na media.
A explorago desse longo trecho, inclusive o
trabalbos de escriptorio e projec o, estar con-
cluida, o mais tardar, no meiado de Abril proxi
mo futuro
O corpo commercial da praga fez nma re-
uoiao e nella aesentou nomear urna commissto
para entender-se com o presidente do Estado,
sobre os diversos pontos concernentes s verbas
de receita, e solicitar dos poderes competenter
attenuagao do orgamento compativel com as fon-
tes econmicas do Estado e a franca llberdada
de acgSo do commercio e da agricultura, sendo
por igual autorisada ampame nte a mesma com-
missto, a proceder como lhe parecer mais acer-
tado em nome do mesmo commercio.
A commissto comnosta dos Sre. Jos Albano
Filho, Thom Mo ta, Jos Bruno Menescal, Joa-
qu m Dias da Ro ba, Antonio Papi Jnior, Alfre-
do Salgado e Joao Joaquim SimOes, foi recebida
por S. Exe., a quem apresentando um trabalb
comparativo entre as cifras do orgameno vigen-
te e o projecto do que tem de vigorar, acompa-
nbado tambem de um exame feito na proceden-
cia ou nto de alguos dos novos impostes, pedio
i S. Exc. a sua intervengan no sentido de aerem
mantida8 certas verbas de receitas, como nicas
pcsaiveis e de car completo e absolutamente
desafogado o queno commercio e industrias em
perspectiva de serem aniquilados ao peso de gran-
de somma de impostos, no dizer da commiesao-
O presidente dectarou commisso que man-
tioha-se neste mesmo empenbo e nesto sentido
trabaibava ao lado da illastre commisso de or-
gamento, que j bavia resolvido modificar o pro-
jecto apresentado, mudando de plano para at-
tender, nto j aos interesses dos menos favore-
cidos e aos do Estado, hoje estreitameate aper-
tado no circulo feito pela exiguidade de suas
fontes de receita, j caogadissimas, e pela re-
stricta esphera de argto que aos Estados deixou
a Constituigo da Uaiao, como para evitar aiu-
constltucional'dade da taxa de 6 / sobre a im-
portagto.
Estado do Rio trande do Norte
Datas at 25 do corrente:
No dia 23 inslallou se a Associago Commer-
cial da praga do Natal.
A directora eleita foi empossada no mesma
dia.
I

V
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l
i
I
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i^ZafAl*.



Diario de Pernambuco
Domingo 30 de Ouubro de 1892
MtoAM
* -
Da as at 17 :
Depois de tiaver parado loicas procedida
m 7 de Setembro fiado p na .asee* o a oa as fe-
udo, a Assembla Legisiatiss avaatdaaao M-
to Dr. Alvaro Lopes Machado pata mpsoaar as;
o qae teve logar ao da 22 com as olanaidaiM
doesty'o.
intfiihiasn ilnairtsn lia*;irtiialt Sama
Amencaa Cable Company L miied eatre a c-
daae 4o fcacite, a liba de Fernando de Norooba
e A. Asm as Seasaai. a* cNto acoAiaatal da
REVISTA llalli
sem elTelto-Foi coD31erada sem tffeito a
aomeaco do capilo Jos Joaquim de Aguiar
para o cargo de iastractor do .Corpo de Polica
regional.
Igualmente considerou se sem tffeito a porta-
a pela qual foi nomeado Saluatiaoo Sergio da
Porciuocula para o cargo de delegado do da-
trico Iliterario de Marayal, e determioon se qae
eontinuasse ao exercicio do referido cargo Do-
mingos Marques de Freita?.
Aetos offlciaesPor acto de 19 do cor-
reate o goveraador do Estado resulveu nomear
Joao Beato da Silva Valeoga para o posto e al
Jeras da i.* regio do corno de polica regioaal.
Por afilo ae 24 do correle nomeou para o
posto de alferes da 1.* compaabia do corpo po-
licial o cidadao Jos Evaristo Moateiro, qae as
unir o exercicio no prazo de oito das.
Por acto de 26 lo corrate, considerando
indispeasavel instruir as p-acas do corpo de po-
lica regioaal, de modo a Acarea ellas perfeita -
mate aptas para a vida militar, resolveo in-
eombir ao capilo ajadaate do 2.* batalbo de
infantaria Jos Joaquina de Aguiar da lnstrnc-
jo do referido corpo, percebeudo por esae ser-
vijo a rratificaco de 1004000 mensaes.
Por acto de 24 do corrate demittio, a
bem da ordem, disciplina e do servigo poblico
o alfares do corpo policial Joaquina Francisco
Xavier de Freitas.
Por acto de 18 do correte resolveo cousi
aerar sem tffeito a portara ,de Si do mesnio
mez, pela qual foi exonerado Angosto Antonio
de Moraes e Silva do posto de alferes da 5.*
compaabia do corpo policial.
.4 patentad orlaPor ac de 28 desteme',
foi aposentado Jos Raymundo Perreira de Aran-
jo Saldaoba no cargo de 1* oili.ial da 3* s.cgio
da Secretaria do Goverao, com a penso a qae
tiver direi o, visto coatar mais de dez aaaos de
servigo e a-bar se impissib'litado de continuar
no mprego, segando o parecer da junta medi-
ca, constan.e de officio de 26 do correte mez.
retarla do Dovema-Por actos de
29 do corrate :
Foi promovido o cidadao Francisco Augusto
Paes Birreto ao cargo de 1 official da 3* secgo
da Secretaria do Governo.
Foi removido, a pedido, o cidadio Jos Gilira-
na do logar de 2* official do archivo da Secre'a-
a do Goverao, para igual cargo na 4 seceo
da mesma Secretaria.
Foi promovido o 3" official cidadao Adolpho
ie-soci de Almeida o cargo de 2" do archivo
da mesar* Secretaria.
Foi nomeado 3" official d- seccio do archivo o
eidade Rodolpho Honorio de Serpa Braodo.
Prorogaco de Hce eaProrogou-se
por dojs metes a Iiceo;a concedida professora
Sutiaa Demetria de Souza.
Prorcgoo-se igualmente por 45 das a li
renca concedida professora Austrlberta Perei-
ra da Cost.
cirmca -Ciucedea se 39 das de licenca a
profefBora" Mara Francisca de Barros.
Deles-actas luteranasForam oomea
des delegados luierarios Fraacisco Teixeira de
Macedo e Felino Das ano Fereira Coelho, o i.*
do districto de B om Conseibo e o 2.- do da Mag-
dalena.
Para publicar-Da Secretaria do Gover-
ao reai iterara nos :
Repa-tigo Gital d:s Telegrapaos.
. R Ao governador do Estado.Tendo sido de-
clralos limos potos Estados Uaidos Amer ca
Nirte, emba-ge< sabida? coatar boje tero
iivrt praci Brazil. Jfmtro d Interior.
Coagratnlacae-Ao Exm. Sr. Governa
jer do Estado foi dirigida a seguate :
Jaboalao 29.
A Intendencia de Jaboato sada a V. Exc.
pelos actos de energa e patriotismo nos aconte
cimentes de 2o do correte.
Povo vos applaude em saa maiona e protesta
completa sabesas ao vosso justo e u.o alisado
*Gveroo, pirji-ens a PeroarubucoMaaoel Xa-
vier Carne.ro de Albuque-qae, preside ite da la-
tendencia.
Basar d* (ara do Cctfaedsmo -fls
predi o. 37 rta d, Vis on e do Rio Branco,
.-ouiina boje e amanta esse basar.
Hoje ter logar das 6 U 9 horas da n;ie, e
amanb das 10 do dia s 3 horas da larde.
Os possuidores de bilbetes devem procurar
3oas prendas, pois o bazar encerra-se definitiva
mente nos das aludi los.
a EsposaA' Agencia Litteraria Iaterna-
j jal chegaram os faciculos de 17 a 20 desse
f O unce de Emilio Rchebourg.
Ao Sr. Leopoldo Augusto da Silveira. proprle
ttf da referida agencia agradecemos a ollera
dO sesmos fascculo?.
i'nio Commerclal -Tem boje logar a
|iia'a;o solemae dessa sociedade com om
beil> sira j promoTido por sua directora.
Agradaveis horas tero os que a elle compare-
cereoi.
Recreativa Amptalonea-Haver boje
nos -aloe? desta distincta sociedade, om recreio
doplo offerecido pelos directores de;te mez, o
Sr Alaioo Lima e a Exma. Sra. D. Malina da
Suva.
Este recreio deve ser muito aprazivel pelos
eJorcos empregad^s pelos directores para che-
gar aestebm.
Tbeatro da Capunga Hoje realisa-se
neste tbeatro, um espectculo promovido por
diverses mocos, em beneficio da coasjruccao de
m eiificio apropriado.
Sobe scena o dramaO roubo ou os falsos
im:gose nmacanconeta pela actriz Mara Julia.
Jalao rypograpnlca Pernambuca
na -Esia benemrita associacio reoae-se boje,
30 de Oatabro, as 10 hars di da, em saa sede
a ra Mirciiio Dias n. 88 1.* andar, em sesso
de assembla ger<>l extraordioaria, para tratar de
argentis3imos assum tos qae tanto dizem res-
peito a sociedade como a classe em geral.
Em vista de naj ter comparecido inmero le-
gal no domingo passado, esta sessao deliberar
eom qaalquer inmero qae comparecer.
ipuRioiado positivistaPede oos o
nosso estudioso amigo Sr. Alfredo FalcSo, aoti-
ciemos qae na solemne festa em homena-
gem ao grande navegante ChristovSo Colora-
ba celebrada a 6 da Descartes de 104 pelo
Apostolado Positivista do Brawl, este operoso
centro director emitliu o voto, que d'ora em dian
te, por om commam accordo de todas as soto-
ridades politices e espiriiuaes do Occid-cte, o
nosso continente fosse constantemente designa-
do pelo de Colombia, reparando se assim ama
::;justa usurpajo, pela qual nao cabe alias ne-
nboma colpa a Americo Vespucio.
Beneficio que nao benenctoa A'
Sra. D. Aua Ramos de Abren noticiamos, que
temos mais -ua dispesigio a quautia de 54000,
que Ibe foi offertada pelo estimavel Sr. Dr. Pe-
dro Celso Ucba Cavalcante.
Capilao artlns-Ete nosso amigo e
diatiocto commandante da Companhia de Bom-
beiros d'este Estado guarda o leita desde ante-
hontem por ter sida accommettido de ama con
gestao cerebral.
O seo estado grave e inspira serios rtceios
aos illastres facultativos a cojos cuidados se
acba.
Apreciadores das bellas qaalidades do 9$
Mar ti as, consignamos penalisados este fa! :c
cesso, almejando Ibe o seo prompto restabele-
cimento.
compaabia de Bombe ros Acba-se
commandando iaterinameole esta Compaabia o
tenente coajavante Joo Lopes Braga, no impedi-
mento do respectivo commandaute, qae se acba
gravemente enfermo.
Mequetrefe Visitou-noe o n. 554 deate
espirituoso peridico illustrado que vae em sea
18.* anno de < preciavel pubcidade.
losas de anadeoNa igreja Concedo
dos Militares celebram se missaa no dia i de
Novembro pelas 8 horas da manh.
a Esta ao-Cbegcu o n. 19, edicSo de 15
do corrente, desse jornal de modas.
Agredeceaos o exemplar qae no foi envia-
do.
aentb American rabia Contpanr
A Gaxeta de Noticias* pblicos a seguate:
Foi boatetn inaugurado olcialmente o novo
jaicacio teiagraaaicu
lo Mjawaa, aao-
ttrija-BiiiB-BfiiM as
A
aqBat
daossta.
alim de iniciar a
pata u presidio as
va liaba vam tscait
coaMuuicace.es aaegnsicaa satanacissaes,
!ioaae, asado ie 6 a 7 Jranoas a tas par pa-
avra adastada pela ca-aaanhia ara os oeatroa
maistaanrtantes s Marapa, es'.a regute^i a
raio de 400 ris por tranco, o qae importa coa-
sideravel redaccao Das laxas qae at boje tere
vigorado, .-to <: o casto de cada palavra 4o
Recite aos referidos centros ser de 34400 a
2J8O0, sendo qae os teig-ammas da impreosa
gosarao da reduccao de 50 por cent o.
Com orna c rta relago com o fiaal da noticia
sapra, dirigic-aos a carta abaixo o digno Sr.
Dr. Vilhsoa:
Gabinete do eogeohelro cuete do 5' districto
telegraphico.Recite. 28 de Oataaro de 1892.
Sr. Redactor do Diwio de Peraambuco.
CoTiqaan o a Saoia American Sabmanae Cible
Compaay tenba dado pablicidade as tarifas para
os telegrammas em traasito pelo sea cabo, as
quaes foram pronsorianeote approvadas pelo
Governo Federal, resta, comtado, conmuaicar
vos qae flcju tarabem estabelecilo qae os le'e-
grammas da impreasa escriptos em.liogaagem
vulgar e destinados a serem publicados exacta-
mentem como forem t'ansmittidos tero o des
cont de 50 */< sobre as tarifas proprias da Com-
paabia. eqoi ralete a ama relacao de 14300 por
palavra.
Comseqaentemente, os telegrammas n'aquellas
coodiges com destino ou procedencia de Fer-
nanaado de Noroaba, ser] tragados na rato de
125 ris por palavra.
Re erando os meas protestos de coaside
raco subscrevo meAtiento criado e obrigado.
Alvaro de Mello Coatinbo de Viiheaa.
Vesta de Nossa Senbara do Terco
Hoja tera lugar a festa de NosBa Secbora do Ter-
co, na igreja dessa iavoca^ao.
A festlvdade constar de mssa resida pela
madrugada, e solemae s 11 horas do dia, com
assi3teBcia de S. Exea. Revma. o Sr. bispo dio-
cesano, se-do a missa de Mariano Rasso Marse-
ne, e a ouver'ura de Cboi.pim, bem coxo execa
tara o solo llanta o professor Candido Filba,
;ubiodo a tribuna sagrada o pidre Dr. Jos de
Oliveira Lopes.
A's 5 boras da tarde ser arriada a b;n l.ira
e e 7 da noite tera logar o Te Deum denomina
doNossa Senhora do Livrameoto, pregando o
Revm. Frei Augusto da Iuimacalada Coaceo
Al ves.
A orchestra s,b a regeocia do professor Rozas,
desempeobar os priacipaes solos execotados
pelos mais conbecidos professores, tocando em
todos os actos a banda marcial dos menores do
Arsenal de Guerra.
O t mplo acba-se caprichosamente ornado pelo
artista Beroardino, com lluminasj em toda a
so a fachada.
Casamento civilForam apregoados ao
dia 28 os segoiateb proclamas de c smenlos nos
2.- e 3.a districtos :
Segundos prc clamas
De Laureoso Jos os Aojos com D. Cecilia
Mara da S iva, solteiros, residentes nesta cidade
freguezia de S. Jos.
De Jos Graciliano de Miranda com D Taoma
sa Aprigia u'Araujo, solteiros, residentes fre
gnezia de Afogado?.
No dia 29
Primeiros proclamas
Ds Maaoel Caelano Vieira com Mara Tertolia-
na das Neves, sjlteiros.elle residente freguesia
de i. Jos e ella a de Sa to Antonio.
De J js de Vascoaceltos Paes Per eir com D'
Mariauua Rosa de Medei.-os, elle solteiro, ella
viuva, residentes freguesia de Afogados.
Vacelnacaoanimal directa AmanbS,
das 11 boras ao meio dia. baver no Iostiioto
Vaccinieo Municipal vaccinacio publica, sendo a
lympha extrabida .directamente do vaccinifero
animal para inoculago as pessoas que o quei
ram.
Os vaccinados devem apreseotar-se ao lusiiiu-
to entre o 6.- e o 8.- dia, afim de sarem verifiea-
das as vaccioas e dado o attestado do resallado
d'ella, na falta i acorrer o na malta de 54000.
rmandade do eObor Bona lesas
dos ArrlelosA nova adminiatraco dessa
irmandade, erecta na igreja de S. Jos di Riba
mar, toma posse boje as 11 boras da manb.
Essa admioiatrago compoe se dos Sra. :
Provedor, Manoel Joaquim Baptista.
Escrivo, Joanaim Juliano de Soasa Gaedes.
Taescareiro, Joo Baptista da Silva Lima.
Procurador geral, Joo Pedro dos Santos Cruz
Procuradores, Joaquina Alfredo R. dos Santos
f. Joo da Matta Beltro.
Definidores, Victorino de A. Ebla, padre Jos
de Oliveira Lopes, Miguel Costa Jnior, Jos de
Almeida Dotra, Aoisio Telles de Sonsa, Antonio
Gregorio Chaves, Maaoel da Costa Feroiodes,
Joo da Silva Santos Jonior, Luiz de Sooza Ri-
beiro, Maaoel ^elbo da Silva Filho, Maaoel Pa-
checo Raposo e Julio Ca volcar, te Lima.
Drovedora, D. ubelina Roza de Oliveira.
Escriva. D. Rita Mara da Silva.
Brmlia da PledadeAmanb ter la-
gar a coa.laao do Mez do R sario que se tem
celebrado nessa E-mida.
A's 7 boras da manb haver a missa com
caticos, seguida d*. coromnnho geral, e coa
elainde se com s Ladaiaba de Nossa Senbora
offerecida pelo Revm. celebrante.
A ermda ocr aberta durante o dia roma-
na dos Seis.
Carao AnnexoAmanb (31) sero cha
ruados para fax.r exame de geograpbia em ban-
ca especial qae se reunir as 9 boras da xanh,
os estudantes Jas Mara da Silva Oliveira e Ar-
hndo da Costa Corren Leite.
Pratlcagem da Barra Por determi-
narlo o Sr. director da Associaco de Pratica-
gem, foram aberlos os exames para preencnii
ment das vagas ds um 1* pratico, e um plati-
cante do porto e barras deste Estado.
Os concuos sero fetos na sede da pratica-
gem s 11 horas do dii 8 de Novembro proxi-
mo.
Benro de sino-Na igreja da Santa
C-uz ser saerado hoje um sino pelas 5 horas
da Urde com toda pompa e apparato possi-
vel.
Oficiar no acto o Sr. vigario daquella fre-
guezia, Revdm. padre Augusto FratikJm Monra
da Silva, com assistencia da respeitavel Confra-
ria da Via sacra e loe paranyupbos.
Por occasiio da Deucio ter losar urna salva
real, ao som de diversas pegrs execatadas pela
banda de msica da guarda local.
LadalnbaSer cantada ama ladaiaba na
igreja do Divino Espirito Santo em louvor ao
Santo Cbristo, na qutata f-ira prxima.
A orchestra regida pelo professor Ly lio
Purpurarlo de Oliveira.
Capellas mortuarlaa Importante e
magnifico o sortimeoto de capellas mortuariaa
qae r- ceben oBasar da Boa-Vista ra da Im-
peratris n. 88.
A quem precisar de tal artigo, urna visita
aquelle eslabelecimeoto nao ser em vo.
Hospital Portugus -Entrou de semana
O mordomo Alfredo Lopes Fernandas.
servleo militar-Hoje ronda a su a rn icio
oSr. alferes do 2 batalbo Campos.
Inferior do dia ao quartel general o Sr. cadete,
do 14' batalbo Tfleonil o Res.
O 14* batalbo de infantaria dar as guardas
(os edBcios federaos.
uniforme n. 3.
AmanhS ronda a guarnico o Sr. alferes
do 14 batalbo Praseres.
Inferior do da ao quartel general o Sr. cadete
R ymaodo Neves do 14- batalbo.
O 2- batalbo de infantera dar as gaardas
dos edificios federaes.
Uaiforme z. 7 e capa.
ervlco poiielalFar boje a ronda Je
visita c Sr. alteres Mariano.
O corpo de polica dar as g, ardas de Pala-
cio, Deteoco e Tnesouro do Estado.
Uniforme n. 3.
Amanb far a ronda de visita o Sr. alte-
res Mor eir.
O corpo de polica dar as guardas de Pala
ci, Deteoco e Tbesoaro do Estado;
Uniforme s. 6.
Operaeoes>irnrgleasFaram d-tica-
das no hospital Pedro II, no dia 29 de Oatabro,
as segnintes:
Pelo Dr. Vieira da Caoba:
Desarticulaco do iodicador, medio e annnllar
da m&o direila, reclamada por esmagameoto
com fractura comminaliva das phalanges.
jraae-
AjapoUcao t asi direiu,
noflbrona.
Pelo Dr. Aroobio Marqast:
Pesarticulaeo, reclaaada por eanragsmeoto,
do*asios aaaalla- e meato da mo easaerd*.
Estsacc. < luats seroso da aaobo ee-
qataas-
-aasagelroo -CoegadvS o norte no vapor
aaosoal S. Fraacisco :
aVImirs Fraaciseo de Soasa, 2 filos, Jos
MatealMis. Joi Alses Feraioaes, Miuoel Pe
atea do Aoa-l, Aooa Fraaaaoa de Sooza 1
enada, Jato Henriqun Marques de Olivtira, Pe
tt Celesiini de Araujo, Alfredo Perelra Elvira
Poteira. 1 fllho, Joo Alfredo de Lyra, Joaoaa tfe
Souza Miranda, i criada, Maaoel Heve, Roseado
Ferreira, Francisca Rosa do Sacrameo, 3 pra-
gis de polica, 1 desertor, 1 praca de llnba.
Cbegados do norte oo vapor nacional Per
au, buco :
Maaoel Jos da Costa. Augusto da Costa Car-
doto, arla da C Ua Car >ozo, Caetaao Campos'
Joaquim Costa, Gong.lo de Lagos, F. Bastos Ja
aior, Olivia da S.lvelr.., Jos Antonio de M. Gui-
mares, saa familia, 3 criadas, Jos Raymondo
da Silva, Joseph Sathan, Philip Leiohard, S.
TOompson, Joo Soa-e-, Ao Ir Severino Bezer-
ra, Jos M PeJade, Jos Sales Domingos Perei-
Jos Prisa. Manoel Joaquim de S. Lsmos, Jacia-
tbo Pedro de Mello, Joaaaa Barbosa Cordeiro,
Daniel esta, saa seabora e Margarida.
I Amanb :
Pelo age ; te Pestaa, s 12 horas, travesea do
Corpo Santo a. 27, de orna casa com sitio.
Pelo agente Gusmo, 1 bira, roa Marcr
de Olinda o. 27, de esleirs para forro de bu,
obras chinesas de diversos prestimos, etc.
Ulaaas fnebresserat colabradas :
Arnaab :
A's 8 boras, na capella do cemiterio do eoge-
dha Una de Flores em Gamelleira, pela alma de
D. Mara Antonia de Siqaeira Cavalcante ; d 8
horas, oas matrizes de Santo Antonio e Boa Vis-
ta, oo convento da Peoha e -^a capella do enge-
obo F.epeiras, s 8 oras, na igreja do Espiri-
to Santo, pela alma de Manoel Joaquim doa fas-
sos Gaimares.
Inspectora do districto mar-
timoRecite, 28 de Outui-o de 1892.
Boletim meteorolgico
lloros Tcrm. centt- Barmetro Tetuao do
6 m.
9
12
1 t.
6
grado
23/6
27/0
7,3
27/5
27,1
(o O)
7S9-.04
vapor
16,10
1750
17,04
16,89
16,73
fissu
dade
75
66
64
64
64
760-65
759-,6}
757-.61
758-,39
Temperatura mnima 22*,0?.
Temperatura mxima 28,00.
Evaporaco em 24 boras ao sol 8,-3, i som
3. l 4,0)4
Chova nulla.
Direcco do vento ENE com interrupc5es de
E e NE de meia noite at 2 b. e 18 m. da ma-
nb ; N at 9 b. e 06 m. ; E ate 10 h. e 01; ENN
at 10 h. e 45 m. ; E at 0 h. e 10 m. da tarde ;
ESE e E alternados at 4 b. e 28 m. ; ESE com
ioterrapc6.'S de SE at meia noite.
Velocidade media do vento 3-,30 por segundo.
Nebulosidade media 0,27.
Boletim do porto
Cria mar ou Duu Borat Alturt.
baixamar
P M. 28 as Outobro 9-55 da m. 1-60
B. M. 28 de 405 da t 0-95
Casado Betencao Movimeoto des pre-
sos da Casa de Deteoco do Recite, em 28 le
Ootubro de 1892.
Existiam 380, enran>m 4, sahiram 4,exis-
lem 380.
A saber:
Nacionaes 36a, mulheres 4, estraogeirrs 11.
Total 380.
Arracoados 331.
Bons 319
Doentes 8.
Louccs 4.
Lcuca 0.
Total 331.
Movimenlo do enferman i
Ti vera ra baixa :
Jis Antonio d' Lyn.
Gaspar de Carvalbo.
Jta- Baptista go Nascimeato.
Lotera do Estado do rao Para -
Por lelegramma recebido pela Casa do Ouro, de
Joo Joaquim da Costa Leite, cabemos serom es-
tes os nmeros premiados na 3* serie da 56* lo-
tera, ext'abida oo dia 29 de Outobro de 1892
5112 240:000*000
9063 10:0004000
8144 6:0004000
H122 2:00)4000
4365 2:0004000
9255 2:0004006
814 1-0QO4O00
3375 l:0Oi 4000
4178 10004000
4128 1:0004000
4526 1:0004000
4550 I:0000n0 1:0004000
7032
9675 1:0004000
i IPPR0X1MAC0BS
5111 1:2004000
5113 1:2004000
9062 8004000
9C64 8004000
8143 4004000
8145 4004000
Esto premiados com 3004000 os segnintes
aumeros :
5111 5113 5114 5115 5116 5117
5118 5119 5120
Esto premiados com 2004000 os segnintes
aumeros:
9061 9062 9064 9055 9066 9067
9068 9069 9070
Esto premiados com 1004000 os segnintes
nmeros :
8141 842 8143 8145 8146 8147
8148 8149 8150
Todos os nmeros terminados em 2 esto
premiados com 1004000.
Todos os nmeros terminados em 3 esto
premiados com 1004000.
A segrate lotera corre no dia 5 de Novem-
bro de 1892 com o plano de 120.0004000.
Hospital Podro II O movimento desse
eslabelecimeoto de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recite, do dia 28 de
Oatabro, foi o seguate:
Existiam 693
Entraram 19
-----712
da Costa Leite, rea Bario da Victoria.
40.
cemlterto p-aUco-ObUasrio do da 28
de Outasrs ae MBS.
MilviaaBesRaite Meneses, Pam osaaco. 35
aaaos, enada, Graca; luberaslot almona-
rea.
Jos Mara tailands, Portugal, 68 aanos, ca-
Bado, Boa Vida; ecyrrhose da medalla.
Sabino Jos Leu das Neves, Pernambuco, 38
anoos, casado, G-ac; tabcalos pstsflaans.
Um feto, Peraambaco, Boa-Vista; uaseea
morto.
Miaerviaa Mara da Caucelco, Peraambaco,
13 aaaos, soltelra, Boa Vista; sypbties.
Leocadia Mara da Cjoceigo, Peraambaco, 50
aouos, viuva, Graca; leeo cardaca.
Joaoaa Maria da Cooceicu, Peraambaco, 70
anais, Boa Vista ; uiarrba.
PERNAMBUCO
Relatorio
Sahiram 16
Fallecern) 1
Existem 695
712
Foram vijitadas as enfermarlas pelos seguin-
tcsDrs. :
Barros Sobrinbo entrn s 7 1/4 da manb e
sabio sjbio s 8 1/4.
Malaauias eniroa s 8 3/4 da manb e sabio s
9 joras.
Simos Barbosa entrou s 10 1/2 da manbS e
sabio s 11 1/4.
Berardo entrou s 111/2 da manb e sabio s
12 boras.
Aroobio Saa- ues entronas 9 3/4 da man ha"
esabio s 11 1/2
Lopes Pessoa entrou s 8 1/2 horas da man ha
e sabio s 10.
Vkira da Caoba entrou 43101/4 da manh e
sabio it 111/4.
Aodrade Lima entrou s 9 l/2]da manh e sa-
nio s 11 1/4.
Carlos Gouveia eotrou s 10 horas da manb
e.sahio s 11 1/4.
O pbarmaceutico ent.ou s 8 1/2 da manh e
sahio s 3 da tarde.
O ajodante do pbarmaceutico entrn As 6
boras da manb e sabio s 5 i/4 horas da larde.
Lotera dBao lado do Ceara A4*
etpria n estado do Cear, com o premio
grah.de de 50:0004000, ser ex.trahi.1a quan-
botera do Estado de Minas Qe-
raesA 4* parte da 11* lotera, deate estado
com o maior premio de 36:000a000, ser extra-
bida impreteriveimente, no dia 3 de Novembro
tercia feira.
Lotera dO Estado do MaranHao-
A 5 serie da 8* lotera deste estadu, sendo o
premio grande de 600:0004000, ser impreterl-
velmente extrbida no da 3 de.Novembro (qaar-
ta-feira).
Lotera do Botado do rao Para
A 5.* sene da 56.a lotera, deste Estado cajo
premio grauae de 120:0004000, ser extrahldi
no da5 de Novembro (sabbado).
Todos os bilbetes destas loteras acham-se
venda na Casa do Ouro, pertencente Joo Jsa-
DA
Companhia Iodustrlal Pernam
Imiiua
Srt. Accionistas. -0 presente relate rio, qae
o prim.-iro qae temos occasio de vos apreaea-
tar, compreheade o periodo decorrido desde a
organisacao da Companhia. a 31 de Janeiro de
,891, ate 30 de Junno de 1892.
Pelos Estatatos o aoreo ana > social coatado
de 1 de Julbo a 30 de Juoho. A 30 de Junho do
auno prximo pastado eslava apenas iniciado o
nosso primeiro anno e, alm disto, sobre as oc-
curreacioe dos primeiros ciaco meses de exis
tencia so bavla algama causa a diser com rela-
co Usina de Goyanna, nico trabalho orgni
salo e ea andamento. Esta, porm, t'nha pas
sado para a nova Companhia com a saa safra de
9091 liquidada, tomando os accionistas de eo-
lio conbecimento de to ios os seas aegocios al
aquella data. Pareceu-oos, pois, que oo havia
motivo para vos dar con tas o'aquella data, re-
servando-nos a obrigaco de incluir indo em am
anteo periodo n'esta occasio.
A Compaabia Industria! Pernambacans foi or-
ganisada a 31 de Janeiro de 1891 por traasfor
maco da primitiva Companhia Usina Joo Al-
fredo.
Tenlo resolvldo esta augmenta; as saaa ex
p.orac&es, nao s para desenvolver o qae forma-
va sea objecto aaico, a industria assacareira,
como para empreheader ou'ras, tendo para is'o
de faser graade reforma nos seus Estatutos, ca
pital, etc., e sendo at o sea aome circamscripto
ao anligo ojeelo, e portaato improprio Dar ex
primir os seas noves das, resolveu effectaar a
transformaco radical.
Esta deliberacAo foi tomada em assemb'a ge-
ral de 20 de Janeiro de 1891. Para obedecer as
prescripcOes da le das sociedades anonymas,
foi oomea Ja urna commiseo para avaliacAo a o
seo ac.ivo e oulra para a reforma dos Esta
latea.
Os ira balboa das duas commiss6d8 foram apre
catados aos accionistas em assembla geral de
26 do mesmo mes. O activo avaliado em r#.
1333:1684565.
Sendo o sea passivo apenas de rs......
1,076:3764401 foi rrsolvido qae a differenca
foese aproveitada para dar aos accionistas de
ento ama boooificaco sobre o valor de soas
ac(5es, boaairicaco qae foi arbitrada em 50|0
oo rs. 150:0004000. elevando o capital a rs...
450.0004000.
A provada mais a proposta de urna porcenta-
gem do e corporago para os dois membros da
aotiga directora e para o accionista Carlos Al
berto de Meoezes, aos quaes se devia odo o tra
balho de orgaoisaco da nova Cimpaohia, foi
esta Gxada em 30,. sobre o capital da i.* Brie
de 3,000:0004000. A difierenca qae anda h va
para o valor do activo foi destinada a diminuir a
conta itPropritdades.
Asstu o balanco com que se passou todo o
activo da exmela Compaabia Usina Joo Alfre-
do para a Compaobia In Justrlai Pernambucana
foi de rs. 1 321:1P4953, como coasta do anae
xo A.
Approvados os Estatutos, comeada a actual
directora e cuoselbo fiscal; subscripto todo o
capital da i.' serie, recolhida a i. entrada de
30*|, e preenchidas todas si outras formalida-
des legaes, flcoa orgaaisaaa esta compaobia,
que comecou a fuaccioaar no dia 1 de Fevereiro
de 1891.
Como sabem os Sra. accionirlas, o nosso pro
gramma de organlsaco foi muito vaBto. D'elle,
porm, flcoa assentado dar andamento desde
logo:
1.-Aj proaeguimento da explorago Ja Usiaa
de Goyanna, desenvol vendo o p en smenlo ini-
ciado pela primitiva Companhia de adquirir tr-
ras para a cultura directa da canoa, libertando o
da dependencia dos foroecedores, em que per
maneciam tadaa as outras usinas, peosameoto
que 'Ora clara e proficientemente desenvolvida
no ultimo relatorio qae ella llana apresentado ;
2.-Ao estabelecimento de ama fabrica de te
cidos de algodo no terreno queja possaia no
engeobo Camaragibe;
3.*A installaco, como aaxl como industria aooexa depois, de ama faorica
aperfeicoada de tijollos aos mesmos terrenos de
Camaragibe.
Do andamento qae tiveram estas tres partes
do nosso programma iaiciai que se o ocupar
este relatorio, no qual teremos occasio de
vos ministrar minuciosa e lealmente todas as
informacOes sobre o estado e operacOes desta
Com lauhia. Antes, porm, trataremos do que
diz respeito ao movimeoto geral da Companhia,
respeitaodo assim o mermo plano adoptado em
aossa escripturaco, em que todas as fabricas e
e ettabelecimeotos figurara coma seccas da
companhia geral, tendo d> privativo apenas o
que Ibes inteiramente peculiar.
COMPANHIA INDUSTRUL PERNAMBUCANA
Apenas iostallada a Companhia, como prl-
meira execogo da parte do nosso programma
qae aos prohibi trabalbar sob qualqaer reg
mea de privilegios, subvencOes ou gatantias de
toros dos Poderes Pblicos, aceitando apenas os
avj es gerae que sao communs a todas as em-
presas similares, tratou a Direc oria de resgatar
o emprestimo do Estado de Peraambaco, que
aiada se elevava nessa occasio a Rs 180:0004,
liquidando os juros devidos e bem assim a pe-
quea divida consolidada de Rs. 150:0004000 em
obrigaaes preferenciaes, e a divida Hacinante
malor, de forma a termos a nossa C jmpanbia
compl tamente desembaracada de qaalquer ouas
desse geaero.
Urgindo providenciar com presteza sobre o
estabelecimento da fabrica de tecidos de Cama-
ragibe, parecen nos que para reunir rpidamen-
te a* iaformaedes de que necessttavamos para
guiar aosoo plano qae deviamos adoptar, era de
grande vaotagem faser eguir o Director Geren-
te para o Rio de Janeiro, onde a industria de
liacao e tecelagem do algodo se acba mais de
senvolvida e com urna lico de experiencia mais
esclarecida. Partlndo mmeiiaiamente, demo-
rn ae elle cerca de dous meses visitando as fa
bricas mais importantes daquella capital e seas
arredores colhendo n'esse vasto campo grande
somma de ioformaces sobre o p em que de-
viamos montar a nossa fabrica, suas condiedes,
. eneros de productos de maior aceitaco e coa-
samo ao paz, difculdades priacipaes a evitar
oa remover, etc.
Aproveitando essa viagem e porque a nossa
idea de fabrica de tijollos era para servir de au-
xiliar prcipio para constroc(lo da de tecidos,
havia grande vantagem em apressar saa instal-
laco de f arma a pdennos tela completamente
prompta e corrente multo antes de haver neces-
sidade de material para as obras. Nessas ideas
succedeu que o Director Gerente encontrn se
no Rio de Janeiro com o distincto engeobeiro
Carlos Hargreaves, que justamente chegava de
ama viagem Europa teita expressameote para
comprar material para varias empresas, eatre
as quaes duas fabricas de tijollos. Esse enge-
obeiro, cuja competencia ao precisamos de-
monstrar, tisera tal compra depois de cuidadoso
estado comparativo do que melhor se fazia oa
Europa. O nosso collega entendeu deve- apro-
veltar to favoravel enaejo e encarregou imme-
diatamente o mesmo engenheiro da especiHca-
cio e eocommeoda do material para a aossa Ota-
rla, juntando assim a outras a vantagem da
maior promptido possivel.
Infelizmente, como vos diremos adiante, essa
promptido foi annullada pela morosidade da
preparaco da encommenda por parte dos fa-
bricantes, o que nao pooco nos tem embsra-
ctdo.
De rereeto de sea viagem, spreseotou oo
elle um minucioso relatorio oo qual bebemos -
ideas pue adoptamo- deflaitivameote para o pro-
jecto da nossa fabrica de tecidos.
Visadas essas, pareoeu-uoa aiada de grande
vantagem faser seguir o mesmo nosso collega
para a Europa aflm de orgaaisar o projecto di
lioivo sob as vistas e mediante consulta das
autoridades mais competeotes na especialidade
i eMtc'aar toda a encommenda de macbioismos
e matc-iaes necessarios.
8ogeiiando-se elle faser a viagem sem aug-
mento de Eeua honorarios com como director e
ten io apenas as despezas pessoaes que lizesse
oo de.-empeoho official e exclusivo de saa com
missc, pareceu-oos que a peqoeaa despea qae
fariamos, que effectivameate se elevan apenas a
Ri. 3.7414890 seria sobejameate compensada
pelas vantagens qae aafer.riamcs.
Com effeito. estamos- convencidos de qae o
escclbo qae tem feito sossobrar tantas empresas
alias excelentes e prometiedoras de grande fa
taro tem sido a insofficien ia de estados, seno
mesmo erros de projecto e de installaco. Assim
tem sido e ser nosso proposito nanea potfpar
de pezas cecessarias n'esse sentido; proceden-
do desta forma poderemos errar, mas com a con
viccio tranquilizadora de termos empregido lo-
dosos meios passiveis p.ra evitar erros que
custam sempro muitas centenas de vezes mais
do que a peqaena despezi qae se qa Pela coarjaaga que nos inspira o nosso calle
ga podemos asseverar qae o projecto da nossa
fabrica foi organieado com o mximo cuidado e
co apetencia; que toda a encommen 'a do mate-
rial lol collocada as melhorer candieles de
ecooomia rea iva, i-to ,economa que nao con-
sisti em despender pouco, porm despender o
menos possivel, asseguradaa saperioridade ab-
soluta do material e tomadas todas as precaa
ces para o sen maior xito.
Em dias do mez de Desembro achava-se elle
de vol la a esta'cidade. Dorante sua ausen
cia, usando da facaldade qae nos con: de o
| noico do art. 22 dos nossos Estatutos nao o fi-
zemos substituir na Directora. Todo o trabalho
foi teiio pelos ontros doos membros, efcas e
proflcientemente auxiliados pelo digno accionis
ta engenheiro Lais Correia de Britto, chefe da
ooss) secgo assucareira, mas que accumaloa
n'esse periodo a i'irecco de todos trabahos te
chnicos da Companhia, de modo que nos grato
assignalar aqoi-
8egaindo ainda o programma com qae nof
estalecemos, di pnmaira sene de caoital emitli-
dc s usemos 40 /. de chamadas, 30 /. no acio
da subscripeo e 10 / epois. Eva importaucia
foi quasi toda despeodida com a Usina de Goyan
na no resgate de 3uas dividas, como ja vos dis-
semos. Hsveodo nece?sidade de -ecursos laoea-
mos em 31 de Agosto do anuo P'oximr. pa'iadn
am primeiro emprejtimo-de Rs. 500.000400)
que foi todo promptameute tomado n'esta praca
a 95 /. com o juro de 6 */0 e amorisa;3 annaal
de i 'la- Nao sendo elle suflirieaie, porm, para
a D'oiectada Fabrica de Tecidos. laucamos ulti
mmente om secundo de Rs 1 500 0004000 ao
par e ju'os de 7 "/. cora a mestna amorti;ago.
que tambem foi tomado sem nenessitar-noi si-
qaer abertura de subcripeo puolica.
Do segundo emprestimo, cinforme opiooa a
commisso fiscal, em reunic para isso c-avosa
da, s passamos Rs. I 00J 000*000 por nao ha
ver de prompto necessidade de maior quantia,
reservando a passagem ios restantas Rs.......
500 OOOJOOO para mais tarde, si n'essa occasio
oSo fr preier vel rebeber mal3 10 "/. do capital,
completando assim 50 ,..
Os Srs Accionistas Babem qoe depois da orga
nisaco da Companhia o cambio que se acbava
cima de 19 tem descido a menos de 10^
Esso facto, reatmoate grave pola graade diffe
renca que representa uo casto 3 material im
portado, oos impressionou vivamente, gitndo
se "ntre nos por mais de urna vez a qu-tsto da
conveniencia de adiar a execico da nossa fa-
brica. Calma e madura reflexo, porm, aos con-
vencern! do contrario.
A industria de 3yo e tecelagem do algodo
f-.i sempre grandemente remaaeradora, anda
as epochas em que a altura do cimbio permiuia
aos pr rulos estraegriros fazerem Ber.a 'on
correncia aos nacinie-. Qua a doscida so cam
bio ana concurrencia tornou-se mpossivu, ar
que nao tendo sabido em igaal proporco os^a-
larios e o pre$o da materia prima, as fabricas
nacionaes Bcaram senboras do campo, e, o OSfi'
mais, i-oderam elevar seas preces de cerca de
80 /, realisaado um bentlieio que excede a tudo
qaato se pedera espsrar.
Por oatro iado, a prodaeco Qae j* ** i"'9-
rior ao consum?, quando este se almeotava oas
duas footes, a nacioual e a estraogeira, tornou-
se absolutamente in;apaz de bastar ao paiz. Esta
sitnacSo animoa a organisaco de numerosas em-
presas que se propuzeram a explorar a mesma
industria.
Si todas ellas Uves em viogado certo qae o
equilibrio eatre a produccio e o consumo tende
ia a se estabelecer. Iofelizmente, oorm, assim
nao Boccedeu ; os desastres qoe se seguiram a
febre dos primeiros tempos da Repblica flzeram
baquear a maior parte d'ellas, afastando por
muito terapo a epocha do estabelecimenio de tal
equilibrio.
A conseqaencia qae actualmente, e por muito
lempo ainda, as fabricas nacijnaes conlinuarSo
seohoraa do mercado, porque oo tero a recelar
a coocurrencia estraogeira, visto como o cambio
oo ebegar n'este scalo a altura de tornal a
possel.
Assim, pois, se os macbioismos vo costar
daas e mais vezes o casto normal, s rao para
fornec6r productos que acharo sem esforco pre-
eos doplos dos ordiaarios.
Accresce anda que estas consideraces perfei-
tamente applicaveis ao Rio de Janeiro e ao Sul
da Repblica, tem valor muito maior para Per
nambuco e o Norte, onde o algodo costa cerca
de 15 / menos e onde os salarios regulara
30 */o :ambem meaos. De forma qae si as fabri
cas do Sal podem prosperar e snstentar a lucta
com vantage i. as do Norte podero fasel-o em
memores condicSes ainda.
Foram estas as considerases que noi decid-
ram a proseguir.
No momento actual, ao futuro que se apresen
ta ao Brasil por muitos anuos ainda, a questo
poder resistir as difculdades qae cercam por
todos 03 la ios os industriaos, ua certeza de que,
qaem vencer, ser para tirar da propria dep.o-
rabili ;ade da sltaaco vautageos eaormes.
Por occasio de saa reorganisago a extincta
Companh a Uzlaa Joao Alfredo, com o terreuo
qae adquirir em Camarairibe para a fabrica de
lecidos, tioba comprado tambem am oatro na
comarca da Escada em trras do engenbo Piloes
adqairiado juntamente a conhecida cachoeira do
Urub, para aproveitar como motor hydraulico
de outra fabrica. A actual directora depo a de
acurado e3tudo, resolveu adiar este projecto.
Ibe parecendo de prudencia nao empreheader
duas fabricas ao mes o tempo. O pequeo ca-
pital empatado pie bem esperar e asegunda
fabrica, se for realisada, ter tuds a lacrar com
experiencia da primeira.
No orcamento da fabrica de Camaragibi cal
culamos o costo dos macbinisraos e material im
portado ao cambio medio de 12. As pnmeiras
remessas foram feitas a muito mais; para acu-
dir a compromissos qae appareciam livemos de
faser algumas a pouco meos. Aproveitauoo.
porm, a alta qae se dea, temos feito passagens
qne nos do motivo para esperar qae a media
effectiva flear cima, aiada mesmo qae nao se
repita outra sabida, o que seria demasiado pes-
simismo nao esperar.
Dalas estas informaces geraes temos para
terminar esta parte de chamar a vossa attenc^o
para os annexos B, C e D dos balancos do acii
vo e passivo e da conta de lucros e perdas da
Companhia Industrial, seguido immediatamenle,
embora um pouco deslocado, do balanco da
mesmi conta da utaa Gtyanna, para habiiuar-
vos a conbecer a procedencia do saldo qoe teve
de ser dividido.
Pelo orimeiro veris que o activo eleva se a
3.917:3624655, no qual, como adiante jnstifica-
remos, entre a usina de Goyanna, por.........
1.351:3304922 e a fabrica de Camaragibe por
560:0874575 alm da quantia de 124:8154370
representando 11.789-39 de adiantauentos
por inlermed'o dos nossos corresponde tes em
Londres, Raggio Carneiro 4 C, aos fabricaotes.
Das outras verbas s merece meojo a de
17:5554500, importancia de 3 barcacaa qoe pos
soimos, principalmente para o transporte dos
dossos assucares de Goyaoni para o Recite.
Esta conta que apresen ta va om saldo de.....
13:0004000 por occasio da organisaco da com-
paabia (annexo A) teve o seguate movimeoto :
Saldo em 31 de Janeiro de 1891
Valor de ama barcaca comprada
Total
Aoarado em urna qae foi sub-
stituida pela nova comprada
Saldo actual
13:0004000
6:0524500
"O524500
.1
1:5004000
17:5624500
As barcacas nao repreeenlam para nos ama
fonte de lucros directos, porm um iostrn leuto
de trabalho, que muito oos ajuda, aao s asse-
garando prompto transporte dos nossos asaca-
res, sem dependencia de ou roe, como tran por-
te a precJJ mais commodos e lisos. M san
assim ellas deixaram um pequeo lacro de....
7784180 qae Bgara oo aaaexo C.
A3 outras vebas do activo sao lo ioBigniD-
cantes qae se explicara por si mesmas.
Pelo passivo veris que alm do capital temo3
inscripto o primeiro emprestimo de 500:0004,
nao teadj en'rado ainda o segando por oceaslio
do fecnamecto do balauco a 30 de Jaobo. Pira
acudir as rJeapssaa que nessa usta ji nos p98a-
vam o oosso collega director tfiesoareiro oos ti-
nha adian;ado a quana de 282 938*676
Alm de algumas pequeas verbas que por
Ba natureza, dispens^m explicago, Sgaram co
passivo outras que melhor sero explicadas pela
exame da deoioustraco da con'.a lucros e perdas
(annexo C).
Nsasa so ver que o lucro a dividir f i de Rs.
151.1224027, represeuian Jo pelo producto liqui-
ao da 8arra de 189191 na Uzina de Goyaana e
Hs. 7784180 saldo das barrac .
A saa applicacio se acba claramente deta-
loada.
A importancia de Rs. 46:7494930 representa
os honorarios da directora e rommispo fiscal
durante is 17 mrzss decorridos de 1 de Feverei-
ro de 1891 a 30 de Jando de 1891.
A ve roa de Rs. 12:475436 i de despezas geraes
corresponde a salarios de todo o pe3?oal Je es-
criptorio, telegramas e outras despezas cong-
neres. As outras por saa insigmficaiicia dis-
pensara explicago. Sommam todas essas a
quantia de Rs. 61:3784854 deixando ainda um
saldo de R'. 89:7434173 do qual, Signado os
estatutos (Art. lOj devam ser retirada as uno-
las ae del -rioraco do material e fundo de reser-
va, e a porceatagem da directora.
Esta ludo exaciamenli feilo, notando se ape-
nas que i po-ceatagem da directora nao foi ti-
rada desse saldo total, porera sim, do de Rs.. .
43:1084910 dep:is de deduzida a importancia
correspondente differencas de tasas de enisso
e juros de debeatares, que levamos a conta da
Fabrica de Camaragibe, por Ibe corresponder,
para ser amortisada com es lucros fdtuis della
(anu xo E).
Representando essa quantia urna despeza a
pagar entendemos qae sobre eila oo deviamos
contar nesta porceatagem.
Finalmente as ultimas verbas regrese:tira a
importancia do l* dividendo a raz o de 6 O/o
sobre o capital realizado e a pequea quota de
Rs. 4:1054433 que deixamos em lucros suspen-
sos.
Segundo anda os estlalos, o saldo da conta
fuado de reserva foi applicado na compra de
lettras bypo'hecanas do Banco de Crdito Real.
0 annexo Dea deraonstrago da con'a de lu-
cros e perlas da Uzina de Goyanna.
Veris que o saldo W de Rs 167.70:4482 re-
presentado por era pequeo saldo da safra de
9.91 que Acara era hqaidago por occasio da
transa raacSo da Companhia Uzina Joo Alfredo
na actual, saldo que representa ora exce-so so-
bre m avoliago emo feita ; pelo prodneto da
renda obiida em uo-sas propriedades, mo
adan e demoostraremjs; e pelo producto liqui-
do da safra de 91-92 que adiante tambem se
ver (annexo L).
A applic>co desse saldo foi: importancia de
juros e descoatos em transaces qae se referan
a essa uzina ; porcentagem do chefe da seceo
assucareira, como parte do sen ordenado, segun-
do o contracto com elle feito, e o salda de Rs.
150-3434847 de qae j oos oceupamo?.
Destas verbas explicaremos aseganta por-
centagem do che'e da seceo assucare'.ra, princi-
palmente por ter ella sido cbjecto de reparo por
parte de am dos membros da commisso fiscal,
o Sr. Carlos de Morae3 Games Ferreir?, qae, em
divergencia com seus collegas, assigj ;u o voto
em separado que vai junto a este rehtori .
A explicago simples : quando a directora
adquiri o referido engenheiro, uraado das attri-
buiges qae Ibe coacede o art. 28 dos estatatos.
estabelecea-lbe como honorarios, em contracto,
ama parte tixa (12:0001000 ananaes) e ama par-
te varia vel, de 5 O/o sobre os lacros lquidos da
secgo que elle la dirigir. O ordenado foi pago
mensalmente e a porcentagem ao liquidar as
contas do anno correspondente.
O 3cal divergente enx ,rgou ois;o duas gran-
des irregularidades: urna de infrargo do art.
10 dos estatatos, por Ibe parecer qne urna vez
qie era porcentagem deixava de ser ordenado,
isto deipeza.eentrava na catbegoria de la ros
a dividir; e urna exorbitancia o que re paga-
va ao referido engenaeiro, em com.i.'.rrgo com
j qae pagara outras companbias c seus erapre-
gados.
Qaanda a primeira nos julg.mealos quasi dis-
pensados de responder: o art. 28 esta'ue que
directora compete flxar os orden 'dos dos era-
pregados ; a directora os fixa como entende :
oa dando urna qnantia certa ; ou nraa quantia
certa e am lnteresse sbreos lucros apurados ;
ou nada de certo e sement ora interesse sobre
os lucros; oa ama quantia em dicheiro e o res-
to em casa, comida, c-iados, etc. ; emfim tem
lnteira libeidade de fazer qn .lquer ajuste cem o
referido empregado.
Alem de absolutamente liquido este ponto,
accresce qae ha nisto (al vantagem qoe quem
quizesse zelar realmente os nteres-es da Com-
paobia, acbaado nos estatutos tai anoxulla, de-
vera propor qae se reformasse esse ponto.
Qaanto a segunda res posta nao mais cfficil:
qaem sabe o que um grande servigo, e re-
prehende a importancia qae nelle pode ter urna
boa direcco: quem comprebende as scrarcas
eaormes que pode despender um director inep-
to ou slmplesmente menos competent, t- ndo de
procurar am proSssional a qaem vai coafisr
enormes intereses, s pode fazer o qu r:j fi-
zemos. Antes mesmo de organisarmos a Compa-
obia, a actual directora, que tambem foi a sua
encorporadora, tratou de se assegorar o concur-
so de am auxiliar inteiramente de nnmeira or-
dem e fez me-mo depender disso a aceitago de
to difficil missao. O engenheiro em qaesto es-
lava occopando am lagar importante em outra
Companhia. A directora oo hesitoa Ungir mo
at de empeuhos para que tal companhia o ce-
desse e de por em contnauico relages de ve-
loa amisade para ganhal o. Ob.eve e elle teve a
nobreza de nao exigir mais do que tioba no oa-
tro lugar Nesse terapo era impossivel obt?r por
menos pretissional competente, si que oo
ainda boje Eis a raso do nosso procedimento.
Perante os Srs. accionistas a directora a ni-
ca responsavel pelo xito das operages da Com-
panhia, nao podend: se desculpar com econo-
mas dessa ordem para justificar os erros qae
commetter. Ootros podem ter bom e mais bara-
jo : s temos qoe Ihes dar os p3rabeos.
USINA DE GOYANNA
Como j tivemos occasio de dizer, por occa-
sio da iransforraago da antiga Compaobia Usi-
na Joo Alfredo oa actual, achaodo-se quasi com-
pletamente concluidos os trabalbos da safra de
90 91, foi resalvido qae essa safra passasse li-
quidada para a nova compaobia, por meio de
ama avaliacoque se fez da quantia necessaria
a terminar dita liqaidaco, a qual eutroo uo va-
lor dado ao activo nessa occasio, de accordo
com a iei. Os primitivos accionis as abriram mo
do dividendo a que tinbam direlto tendo como
compensaco a bonificaco de 50 |. dada a suas
acgeB.
Da llqnidago resultoa um saldo de rs......
2:3784 -81 que fot levado a crdito da U3in (an-
nexo D).
O preseDte relatorio n5o tem, pois, a se osen-
par seno da safra de 91-92, o qae paesareraos a
fazer depois de vo? expor a sltaaco e as priaci-
paes oceurrencias" dessa importa "te seceo da
'.ompanhia.
Pelo annexo E que o balango do otiTO e
passivo desta secgo, verais que aquelle" se ele-
von a quaatia de rs. l.357:0824')12destribaHa
eatre diversas verbas que pasiamosa analysar.
Fabrica -Por occasio da organisaco da Coma
paohia, o saldo desta coala era de rs.........
396:395/225 Na avaliago do ative foi-lhe dada
ama depre-.iagan de 5 |. ou rs. 49.8014738 que
reduzo o valor cora qne passou a nova Compa-
abia a rs. 376:4934487, seriamente interior a
realidade porqne, alm de barata, ella tioha sido
'






s

- ___I____'____.._
.....'-..


Diario de Pernambaco Bomfago 30 de Outttbro e 1892
3
**
sido ciustrolda ao cambio de 23 e a'aquella oc-
casiio este ja se achava a mano de 10.
Da 31 <*e Jaaeiro de 1891 a 30 de Joobo ultimo
o movimeolo desta con' foi de ra. 30:956*123,
elevando o sea saldo a ia. 407:449*910, que,
com a dedcelo da po'centagem de deteriora-
cao, na parte que las c -be dos S i. dos lacros
lquidosou ra. 3:233'.l0 :ou redazido aasal-
do qa* ara ao batanen de ra. 404:191*803.
Bsse augmento foi devido a varios meihora-
meDtos que a Usina raclamava e caja execuco
nao qnizemos adiar, ceasistiado em :
1- Compra de urna aova bomba de alimenta-
co para o deposito d'agaa, por aao ser sufi ieo-
/ temeate forte a qoe estava e fot aproveitada em
. ootro servigo.
( 2 ModtQcacao das fornalhas, com construegao
d-; i boceas de limpeza dos tobos das caldeiras
- tem partas de ferro ; abanara de am caaalpara
ventilaeAo das mesmas.
3- Aagmeato ao dobro do armaiem de aasacar.
4 Augmento e traasformicao das offi;iaas de
reparaco.
5- Ccnslrucco de am novo abrigo para loco
motivas e carro;, caja nuuero tivemos de au,'
mentar.
> Comeco de construcca.>, em edificio separa-
do, rie una nova casa de fermentago e deposito
de alcool.
7 ConslroccSo de casas para operarios dafi
brica qoe eativam muito mal aloja ios em caae-
br insalubres e sem aenhum conforto.
Todas as construcgOes da fabrica eao de lijlo,
com cobert de ferro e telbas de forro galvaoiaa.
do, para respeitar oes'.ylo daaout asedincacoes-
Ferro Caril Agriaola. Na avaliaco do acti-
vo di exlincta Companhia f.i d da a sata conta
capsulo era de Ra. 156:881*934 umi depre-
caco del\>- 9:437*361, sob'eo qae se appli-
ca u mesma considerar i que Btemoa a propooi-
to da Fabrica.
O sbu mevimento de 31 de J^nro de 1891 a
30 ieJanho foid^Rs. 6:347*196, olevaado o
seaaaldjaHs. 153:701*757, qu>-, com a po -
centauro de deterioraca qaa lbe coabs de
Rs. 1:229*040. li ou reluzidc a Rj. 152:472*709
Ele augm-.nio foi devido :
l. A cjosiracgao do um ranal da Hab do
E:g"nho Jacar pira as phntaciVs do Eogenho
Boai-Gist de nossa prooriedade, liana que lim
bem se oestiaaa a ir at o Porlo de Paa Domia
goa, o qu n3o sa paule effistaar como diaata
explicaremos.
2. \ sabstita'cio u via* da ponte do Ji-
cara, qne ac abavain estragadas pelo cupim. '
3 A CO strueeio do ramal pa-a o Eng.-nba
Mirepes, qse adquirimos, cora 800 metros ie
comprimento
4 A suoalalc'.o da tras desvos da Uona
amiga, de trilhes d? 10 fci'os. para mala fortes,
correspondentes sos nosso-i aovos trilboa Je 15
k 'os.'
No ulmo relatorio da Campnula (Ulna Joao
Alfredo sa falliva de um projecto de prolonga
ment das i iba3 at ira porto, rieoominida do
Pao Domingo >, co'lo;a o em '.erras da Comoa-
ch i, aobre o rio Gapibariba. Pda sua profau
dilafe, bascante para embarcacOaa ie toaio- ca
ladn, pe'a independencia do canal de Goyanna
e p-!a diminuta despea la R. 13 00J*'K)J que
demanda a, esa porto offarecii todas as vama-
geni para ser aproveraio o 03 tribilboa foram
iniciado1. Por urna anomala, d'essis d'ffieis
de admittir, ess; prcjecio, ta qual a C>mpaabia
Oxavada um direito accatestavel, porque s
tratav.i iie urna obra fetta em sai3 torra-- i |ra
legitimo tal r.'jse, sascitoa una enorme ceieumt
na Cidade de Giy ina.
0 c : ib .'oarioi da ama ea'rada que oro
tea.: iga a Cidade anaoatra porto do rio,
en?b g ram no facto um a (catado contrac
mnaiclplo, ap"i*.r do co iproji-j qa? eslava-
mo? promptas a tsmir de s' u*.iiiz.;r o referido
porto p.ra o movimento px'.losiva daCompa
Btaia. D ir m se tactos amito ieiagrala?elBfeiD
couaeauon-ia os q'iae?. tivemo3 di saipender
os trabadlos e adiar a Ii para naeflioraa tesa
PC 3
O e ale das noasas liobea o5o ompleta-
npuv a'i8letorio norquo o tre-bo qae receb'-u
triaos de 10 k i j3ta v ite o mata ra
c, se te ai ussiDiido, ro eos teodO ai lo anda
po-ivd sjbs'.iiuir por trl,;i..s oail fortes qoe
po -umos. Alea disto, a3 pontea, (sitas de
maleira. tem sido atacadas de cupim, qui aso
la aqae'lea lugares biixos o humido que co-
nbecij. Vimos tratar da sabstiloica') por vi-
gas de forro, que ja adquirimos o li/uam ao
csio Almcxarifado.
PropreiadesO saldo 'desta conta no balaa-
co da orwniSdCo da Compintaia e-a d-i R.
4j!:36o6 pira aa propriei dss deG-ynr.a.
De 31 d Janeiro de 1891 a 30 de Junho eliino
el e se elevea a Ra. 544:804*0:6 con am au,'-
m.-nio de R?. 92:167*960.
A deroonstrago destes salios, com o va.or
reapectivode cada proprieiade, primitivamente
e no baUofioa'.taal, cona'a do aanexo F ao qual
nos reportamos.
Destas propnedades perleacem integralnante
a Compaabia Pao Ama ello, Merepej, Pae Jao
e Qu-'b-nonas, Tibyra, Ola'ia. Eajenbo-Njvo,
Jac, Bon Gosto e Palha do Coura.
NiEogenbo Doia Rioa no qaal possuaimo3
apena 2:000* adquirimos partea no 'raior de
14:515*879, sem e3tarmos ainda aeabore3 da
propriedade qual alias estamos de po3se. Slu
pouca3 as partes que restam a adquirir, pertea
centes a diversos coasenhores, algan3 dos qa-ies
moradores no vi3inbo Est>do da Parahyb?, o
que t-m tornado difficil a negociagao. E' ama
propriedade esta, coja acquisico foi iniciada
pela exocta C)rcpanbia Uaina Jao Alfredo por
ana que3tSo de limites. Nao tem valor di-ecto
para U'ina, porque rica muito affastada para lbe
brnecer canna. Presta-se entretanto a muitos
ontros misteres, notavelmeate a pastagem do
gado e nos de grande recurso como meio de
refa'imeato do que j possnimos. No Eigeabo
Ba-Visa tem a GoDpauhia ama pequea pvte,
que nao pretelemoa augmentar.
N)3 Eageabo3 Jaca e Pedregulbo, possaimos
partes mais importantes, das qaeas oa actuaes
posseiros nos pas-ira renda. Na primeiro, sen-
do possuidores de metade. somos tambem cre-
dorea bypotbeca.ioa da entra metade. O deve-
dor r.iifstem d'a de pagamentos dos joros
vencidos e das anotas de amortisacSio e-tabtle-
cida3 ua respectiva e3cripiura. Tentamos pro-
ceder contri elle: cm atienco, porm, a qne,
deade o sea tallecido pai, tem sido um dos mais
(caes e fiis fornecedores de capna, e a promeaaa
formal qu9 nos fjz de quero* apenas tentar
urna safra, para liquidar todo o seo debito oo
entregar a prop-iedale, reeolvemos condescen-
der, aguar lind i os acontecimentcs. Tanto este
eng'nboc.) o Pedregulbo sao bi? p.-opria-
dades as qoaes reputamos perfeitameate garao-
tido3 03 caitaes que temos empatad js
Entr3 outras liga-a o En;enno Jic, adquirido
depois da organisacao da Gompannia actual, qae
una propriedade regalar, confinando cem o
Eogenao Pao Amarello e qoe voi cem-fiar a eos
" furnece- canoas.
O Eagenbo Tabyru uxa propriedade tam-
ben regalar, aue aao no3 foroece canna pela
posic^i en q 'e est. Tenol-a arrendada, com
a iaionco e nos desfazer d'ella na prinei'a
oppor onidade de urna venda var.'ajoaa, alias
pe-ftuneota posaivel pelo baixo preso porqa-
ella sos estt.
Olaria 6 un pequQaa propriedadn comprad-
para paagern do cosai Ferr C:rri!, ida qnal
aiquirinos a ultima parte qu;> nao no3 pi-tencia
per s.:r encravada em oossaa trras.
Engeiibo Njvo e bom Go^'.o oo Ilh-), j pos-
sai!': desdfl muito tempo. A pcqac-a dimi
nuga bavlda no valor da primeiri foi devida
a venda que fizemos de parte do antigo material
de mo-igem do eagenbo, que para nada mais
003 servia.
M.p-.-pea e Pa Amarello nos qu^e- a Coia-
panbia ps'uia pa'tea desde n t?rapo de sua aa
tecesaon, pisairnm para aa noasas mSos tiinarjia !. Todos s8o magnficos e jostamente
repatados d03 melbores do m ni :ipi i ie G ^yai
na. En Merepe, po.- occasiai de aua oraaisa
gao 6 foltava a Companaia adquirir urna peque-
a p rte, mas o sea possaHor esta7a de po3ee
doeag?nho onde po3ao!a tambem varias bflkfoi-
to-ias. Depoia de urna luta de moitos mez s
em que escotamos todos oa recursos legaes,
vendo qae a qoesto se prolongara ainda mn.to,
po.- toos os expelientes conhecidos de qaem
eiDe o que sao queatOes judiciaeg de ierras em
nosso fraiz, resalvmjS entrar em accordo coj
o posaeiro mediante a qaaotia de 55:000*00)
entregando nos elle o eogeuho com tuda quanto
possuia, safra a colber, safra fondada e sxas.
Deduind : ella^ parte que noa parecen cor-
responder ao valor das cauoas 23:000*000. le-
vamos o excedente, ou 32:000*000 com as des-
pesas, ao valor da propriedade qae assim flcou
em 85:054*320.
Em Pao Amarello e Qiebra-Uibas as quea
toes qae livemos de aasteatar foram maiores e
mais desagradaveis ainda. Serii intilmente
longo enumerar todas as pnases de sai lata em
qua os recorsos legaes, todos a noaao favor, ti
veram da ceder at a violencias, s qaaes "iva
moa de resist r maemo nao armada, recorren-
do ama vez a torcas do Governo, qae prompta-
mete se preston a gara-tir o noaao direito-
A parte jodicial da questao era mais compli
cada e liaba sido hbilmente explorada por am
competente advocado, deforma a prometter pro-
longar se lodefloidanen'e.
Aaal por obaequiosa mediagSo de um stiac-
to cavalheiro, conseguimos entrar em un accor-
do, feito como o anterior no intuito de comprar,
con o qae bavia de vendavel, a paz e a liberda-
de de trabalbar em am terreno fertiliss-.mo e qae
represeatava para nos um capital empatado e
ama foate perenne de despejas judlciaes e even-
tnaes, que avultavam muito, como podis ver
dos oossos balareis de Receita e De peza.
(Annexo L).
O ac:ordo foi feito pela qaantia de rs........
50.000*000 sendo rs. 47:500*000 em dinbeiro
e rs. 2:500*000 valor de un motor e utensilios
lo aatigo eogeuho. Dalla separamos a parte
que poda corresponder a safrars. 22 500*000
levando o reato, com leapesas. ao valor da pro
pnedaJe, que elevou se a rs. 97:251*300.
Nao hesitamos em voa affirnar que conaide
ramos os valores destas ultimas propnedades
sope-iores aos pregos pelos quaes as possuimos.
Em Merepes,' alqoirida em 1891, colbamos a
safra, e vamo3 colber ago a -s fccas ; em P4o
Amarello, Pal Joo -o Qaebra Uabas, adquiridos
Ditimamenie, temos a safra a co'bar. Em am
boi, porn, fundamos este anno enormea plan
tac -a, das quaes esperamos notavel beneticio.
SOo mus a* propriadades qoe as e3'.o forae
cendo canna, nao ainda oa proporgo da sua
opacidade, porm na medida do qae temos po
dido fjzor em miteria de pl3ntasoes.
Coaveacidos coma estamos de qae nos ocha-
mos no ver ladeiro caminbo, caninbo qne fomo3
os pireiro3 a triloar, veado-no* com desvane
cimeat), seguido i po" nuitas ou'ras emprezas
ideticas, uao estn s meao3 convencidos de
que cao muito g-anles as diflin didesa vence-
para tirar o m;io: p.ovcito de aemelbaats
placo.
A agricultura ao Brasil tea sido feitaa' rs>
ra do moda o m.ia gro33eiro e primitivo ; os bj
tig03 senhores de engeario. poado em contribui-
C'io o Dac sc-avo por na1 o lempo e depois o
n.-ago livre, porm tao ignorantemente oaa--ej i-
do como o ootro, d n.;iam sai: exabragOssagr-
colas como saban, ten-do apenas urna grande
vantagen, ; da direcsao e fiscai'sasao pe-sol e
ded: :ada, sanio esse e a fertilidaae esp n'.osa
da trra 03 aois e ement03 a qua deveran a
fo-'.unas qj' 3dquiriram. Na tranaformaciane
ceaasria qae emp-i-headenos temos alutar com
tod ia 03 elemea'oi contrarias antlgos, sem a
vactagem compenaadra, parque 6 certo qoe,
por mais dedicad53 que sejam o 003303 aimi
a.s:rado-e3 nao poli'So se equiparar ao p^o-
p.-:e*.r.rio, fiscal de si mesno a de seos inte-es
sea Imme.liatos.
A so'ucSa nos pi ees adaptar o system d)
traoat&o iatere3sado, por meio da pequeaoa li-
vralores, qae conaervando iotei'a deo;adeac a
da Conpinhla Irabalhem por sua conta, nos ven
dendo as caana e tadas os oatos prodae. s de
sois avauras. E' o qua temos inciado, porm
nn que nao paemos avaagar senao maito lenti
noea'-e Em primeiro luga^ nj tacil arrania-
bons lavradore3; em sexuado nao posslvel
cjI'.i r :,raade numero repentinaaeate, po-que
a Collocago re;'ana lo^p ciaa3, e depois de-
ni caga j dos terrenos oceupados por cada
aio etc.
Eso traoilno ca'.a miis adianlido no En^?
aba Novo, onde ji teos grande aara la:a
lijadjs, com C133S aovas oa reparada*, de fjr-
iia a proporeioaar Ibes e3ae con'orto di que
tbu'.o carece o operario.
Em ccmrj-n'acao esiamos convencidos de QU
es-a traa-fjrmas) t:*.o diAcH vae p-oduir dd
vcrdsd?ira ravoloo oa ag'lcaltura do piiz.
prome'.'.ea lo la roa ena"rne3 a qaem soaber fi
zel a. Os aa'.'.gos agriul'.orea nao comprehen-
an a vactazen, nen tiabim recursos pira
empreheader a serie de melho'anento3 qao es-
taa sen lo redan idos p?!o nosso primitivo e ro
lineira syuema da cuitara : na escolha e pre
paro das :er:as, no malo de beaeiciai-a, de re-
parar Iba as perdas, de tranaformal a seguaio
a< necassidades da cuitara : nos instrumentos
agrcolas, desie o arado e cultivador minuaes,
at o arado a vapor revo'.veado a trra at as
entrauhas para proco-ar o que a saoerficie nao
posane miis; aa escolha e app opriasao das se
mentes, ao cruzamea'o da especies, na tran3-
formicao do m^amo individuo vegetal em outro
completamente difl-rente.
Una componhia cono a na si pade e deve
fazer fso. 6 j qae dj eamj.a p-cen ando con
seguir. U n eata'oelecinento como o qae pos
euimos em Goyicoa um cam~o enorme de ex-
pioras&o que est a reclamar quem o saiba
aproveilar.
Assin estamos convencidos de ue a direc
gao all tudo, foate de enormes vanlagens,
causa de grandes p-ejaizos ou, si for simpteB-
meate vulgar, mo.ivo para delxir desaproveita
das, o que tambem perder riquesas conside-
raveis.
Agora os Srs. accioniataa poderao compre-
hender ainda melbora razio pela qual nao ba-
mos a despeza para fazer acquisigao de um ebe
fe da maior coaflaoca e babililagao para dirigir
a rossi secgao de Goyanna. Haa o bastava
pagar bem, nico meio alias qne nos recoobe*
cemos de ter pessoal superior; nao bastava pro
corar, como procuramos, qaem podesse ser all
o ns.runeito capaz de obter taes resoltados;
era preciso intaressal-o de am modo directo, de
forma que nao fosse Fomente oara fazer jus a
um ordenado, mas para lucrar e lucrar tanto
mais quanto mais fitesse, qae elle trabalhasse.
Easa serA o nosso systema de adminislrago em-
quanto estivermos oeste posto. Alias um
axioma taa comesinho de adnmis'.rago que pa-
rece ocioso estar a repetil o.
Aa tres contas seguintes :
nsteio de propriedades 69:733*106
AJiantumentos a lavradores 2:O07220
Emprestimoa a phntadores 50:601*995
142:352*321
reoresentam as quantias empregadas aa fnsda-
co da safra que se vai colber agora, limpas di;
canoas e despezas j fe lis com a f andago da
fatura at 30 e J.uio ultimo.
A p..neira refere--'e aos trabalboa da p'anta
gO's feitas por admiaistraco as propriedades
oode aiula n5a podemos eot'ezar esae sarvigo 3
lavradores; a diversos melhoramen:o3 exa uta
do, cono abertura de vallas para esgoto oa dis-
secago de terrenos, reconstruego ou reparagio
de casas de lavradores, cacbairas, etc-, etc.
A segunda representa diabeiros foraesidos
para o mesan tim aos lavradores ; e a terceira
a masma couaa com referencia aos forneeedores
de canna por contracto, qae denominamos plan-
tadores.
A03 n03303 lavradores 03 adan'.:meatos sao
feito3 sen jaros e aos plantadores mediante o
jaro de 6 0/0 20 anno
Gomo os Srs. ac.ioaiatas verlo, anda mol
to grande a perte de servigo por admioi3tra:&o
qaemanlemos. Como j disaemos, porm,
o Eogenbo Novo temos coa^eguiJo rollocar
grande numera de lavradores; em Me'eoe3,
onde havin pou:as casas, taos muito qua f.;zer
pera collocal os. prestando eaiis 1 oy a rao-
radias; em Pao Amarello estimos da posse de-
embiiagada desde poneos mezes apaas, sendo
ao contrario magnilizieata propriedade para a
localiaago ie lavradores.
Tiremos, pois de plantar por conta propria, e,
aproveitando a excellente estagaa, 'zemos em
jmbas exteas s planta.Oes.
As coilas segiotes difp^nsam explicagj,
dizendo penas que sob a rnb'icaAloioxanfa-
dotemos toa o material em ser, balanceado a
30 de Jinho. conprehendoada carvo, lenba,
material lixo para o Farro Carril, incluave vigas
de f rro para 3 p otes, materiaes de constm-gao
e arligos de sobresalente e consamo da U itna ;
qae a contaDireit03 e Segaros-represouta o
premio de segaro em apolices qae abrimos e fal-
la preeneber.
Safra de 18911852 -Esta saf a foi a menor
das (res qoe tem sido liradas na asina de Goym
na, cono peqoeua foi em todo o Estado em coa-
seqoencia da forte aec;a que matou aa planta-
co s e pouso deixan aproveltar das segundas
folhas
Com effttto, o total de cannas esmaeadas foi
de 15.450.156 k.os contra 19.486.218 da aa'e
rior e 16.942.422 da qae precedea a esta.
Oa annexos GeH do todo o foroecimeoto de
caaaas por propriedades e por cada am dos me-
ses de moagem.
Os annexos I e J do todos os detalhea da fa-
brica do assucar.
Coma por elles se ver nao filemos 3* jac'.o
porque t o fabricamos assucar branco, em vista
do prega relativamente mala vantajoso de mas-
cavioba. E' esta tambem a ruzko pela qual o
re idimento foi muito maior, attragindo a |0,080
por cento quaodo tinha sido de 7.370 e 8.973
por canto as safras anteriores
A quantidade de assucar fabricado foi de....
1.555.750 kilogrammaa, contra 1 717.935 na
safra passada e 1.241.269 aa atrasada.
En compaosago, como era natural, a quan-
tldada de m resultante foi menor, 314,418 li-
tres, contra 402.000 e 471000 nos anteriores.
U'ahi a quaatidade tambem menor de alcool ob-
tido, 75,469 litros, contra 93.480 e 84 320 as
outras dnas aafraa. E nao hoave para Isto outra
couaa, porque o raodimaoto do alcool sobre o
mal foi igual ao da safra passada, 24 /., e maior
lo qae o da p.-imaira qne fra ap-nas de 20 /
Esies dados constam do annexo K, no qual
alias eacoatrareis lodos os catres dados rela-
tivos a fabricago do alcool.
O aanexo L am resoma gesal da receita e
deapeza da safra.
Antes de entrarmos no exame d'ella devemos
o servar que, em coaseqaeacla de ter comee ido
a aova Ccmpanhia a fanecionar em 1* de Fave-
re.ro de 1891, recebaodo de sua antecessora a
safra antecedente liquidada, as verbas qae se
referem a despezas mensaes corridas, como
Trafego e Conservaco do Ferro Carril, orde-
nados, conservagu da fabrica etc., ditas despe-
zas co respoodem na safra actual a 17, em vez
de 12 mazes, que tantas decorreram daqaella
data a 30 de Jaaco ultimo. Es: .a dlffaraogas
sobrecarregaram seu3ivdlmentea despeza e con
sequentemeata o saldo da safra actual. Alen
disto encontrareis no referido qnadro daas ver-
basDespezas JadiciaescomRs. 11:241*636
3Daapazas eveatu?escom Rs. 3:308*590
que alada contribuirn para desfalcar o saldo.
Foram alias dividas a3 qnestocs a qae j nos
refejiuios, sustentadas a proposita das propre
dides Pa Amarello, Pae Joo, Q eaa Unbis e
Mereues. Pieriamu3 ter levado taea daspazas
i coat da cipital; eatendemo3, porm, que
lado qu.s'.o posan alliviar o capitbl embora dimi
u:ado om ponco a receita, deve ser f.i'.o, por-
ua si os Srs. Accionistas >n am anno dividan Jo
um pouco inferior ao que poderia ser, lacran em
compensago a vanta^em de ama sitU3o muito
mais solida.
Eras conaidaragSs exp'icam a razo de ter
sido o sal o un p. :j menor, aitinglndo apenas
aRi. 155:3J997l. Faitit ai dedagOes corres
pond-utes aos accraacimos cima, teriamoa tido
na -s izi Hu diminuigao de cerca de Rs.
26:000*000.
Por on ro lado, se os prego; dos assncares fo-
ram maito boas na. safra que eatodamos, nao oa
foi dad 1 aproveita* 03 menores, como alias
a:ontaeen a outras uzinas do Estado, porqu a
mai ir alta se dea depois de terminada a no.1-a
c.iineiti, qas f j uo3 primeiros dias de Janeiro.
A simples iuap&cgSo do Annexo M, comparado
com 03 qnadros iieotlcos apresentadoa nos re-
la orios de outras ozinss, evidencia a jusieza
desta observago, e os Srs. Accionistas saben
quanto influe ama differenga, [ainda pequea, de
prego 00 total de ama v.a I- de mais de 21 000
saecoa.
Para completaras iaformigi5e3 da q'io pade-
r=ia care;-r para o e3'odo oa nossi re:eita e
despeza, direnos qua n s verbasFretes e ca
nal, saceos e cascos, d.relias e seguros -hoave
ani dininaijo seosi7el: ai l* e 3 em con3e-
qaencia de termoi vendido qaasi todos oa nos-
aos us^u:a-es aqu, ensacados, coaira o habito
oas safras aotenoraa de exporlal os ; na 2 por-
qu-, te ido feito aquisicSo de pipas de ferro
para transporte do alccol, a de peza com os cas-
cas dim nuio naito, como coa imuri pequea
os safras segoiates.
FABRICAS DE CAMAR.4GI32
as terreos qaa po3.uino3 emCimaragibe
es'.i en caastrueco, cono 03 Sr3. ACfiioalatai
aibe-2, dais faorijas: umi da tij illas, talbas e
outros rticos similares e a graaio fabrica de
lecidos de algodo.
Quiito a pr:mei-a excusamo3 repetir o qaa
disaemos na primaira parta deste relator.o, com
relacao a saa coacepgo, a orgaaisago do pro
jecto e encommanda por intermedio do enge
ohairo Ca-los Hargreuves.
Apezar da encommendada3 no mes de Feve
reiro do anao passado os macbinismos a ebe
gir.m aqai en Outub-o do mesmo, acompanba-
dos de nn mestre contracta.o para monial-os e
pol-os en marcha.
GompOam sa elles dos machinlamos con pa'.>s
de systema semi-secco do fabricante Thornaz
Faw;ett & C, de Laeds, de nmi pequea ma-
cbina de am^ssar e modelar do systema plstico
des me8mos fabricantes para te.has, ladrilbos,
tij olios de pbaotasia eu. e da loas prensas, orna
para telbas francezas dos fabricantes Boule
& C, de Pariz, e oa ra para oa ladrilbos etc., do
f&bricaate das outras machinas. Sao todas mo
vidas par om motor de 25 cavalljs de forga, do
fabricante Robey & C.
Para a queioia de todos 03 productos cermi-
cos construimos um frno continuo do systema
Hoffman, de 10 compartimentos para 18,00011-
jotlus cada un, com a competente cbamln, ain
da n 5 concluida, de 28 metros de altara.
O systema serai-necco, pela primeira vem en
pregado no Brazil, consiste em trabalhar sobre
barro completamente secco, qne apenas recebe
urna pequea bnmidade ao pasaar 00 ultimo
pulverisador antes de entrar as macunas de
moldar e prensar. Tem sobre o ystema plsti-
co aa daas grandes ivaaiagens: de tornar muito
mais simples o trabalho de preparag&o do barro e
de poder pasear directamente da moldagen pira
o forno, dispensando a longa e dispendiosa ope-
ragao da secca sob coberta, operago tanto mais
cara e penosa quinto maior a produn.g9o dia-
ria dos lijollos. Oa productos que temo obtido,
emboa ainda maito inferiores ao qoe devero
ser, por nao termos podido ainda qrelmal-os no
forna por demora da constrnegio da cbamin, e
ser conbecido qae, para tal processo, o pystema
de cozimento tem nma importancia muito maior
do qoe para todos os ontros ; os productos ob-
tidos. dizamos, sao incomparavelmente melbores
10 qne tndo quanto de semelbaote se conbece
aaste Estado, etn provado bem as experien-
cias a qne temos procedido
Elles teem sido empregados em todas as ecos
straeges qne j temos feito no lugar, dando as
alveoanas um excellente aspecto. Para telba-
e ladrilbos s teos fetojat agora experiencias,
nao s porgue estamos espera de nm oleiro
para melbor encetar tal t-abalho, como porqua
xigindo ellas, ainda mai3, excellantes condi-
g6 s de cozimento, temos esperado a complete
cnclnao da cn.mia para dar a tal fabricago
regalar andameato.
as macbiaas de tij olios produzam em media
16 aitlbe.roa por da, estando calculadas para
urna produego de 18 O cozimanto oo forno
coatiooo de H ffman perniltir, pois, carregar e
descarregar diariamente easa qaantidade. A3
machinas d) systeni plstico fazem em mdi-
lOmlhairos por da trabalhaado simul'.anei
mente.
Corno j vos dissames, a demora d03 machi-
niemos maito nasembaragoa, porque era da to-
da a conveniencia e, para isto fizemos o possi-
vel, ter a olaria completanente prompta o cor-
rente antes de comegar a constrnego da fabrica
de tcidos. Nao lendo sido possivel, acontece,
ao s que temos sido obrlgados a alteoder si-
raaltaneanentea duas couaa. como que nS> temos
tido o trauco torne amento que era pira deseja ,
de f ma a podermos dar a todas as obras o
miior andamen'o. Por ootro lado a constrnc-
qSj do forno foi moito moresa; tratava se de
um t-abalho diffi^l en qualqnar parte, porem
moito mais Jifli:il em um paiz onde elle era
intelramentedesconhasido e por nm pessoal ope-
rano Ha inferlar como o qee aqai existe.
En poacoa Mas espanmos ter todo comple-
iam ate pronpto.
Pelo annexo N, qaa balango do activo e pas-
sivo de Gamaragiba, veris qae a dita fabrica
nos tem castada at 30 de Juiho :
Uachiaismos 54:441*268
GonstrncsSo 19:09! *52o
Total
78:634*793
Sobre a rubrica Explorando da fabrica de
Vj tilosliga-a a somma de Rs. 6.563*885 que
representa a despeza feta com a fabricago das
muitas centenas de milheiros qoe temos consu-
m.lo na coastra'.go da fabrica, torno e cbami-
n, de casas de operarios, Installagoes proviso-
rias e ontros trabalbos da fabrica de tecldos.
A fabrica da tecldoa est em andamento, nao
toadiaotado como descaramos, porm maito
maior do qaa poderi parecer a primeira vista,
para quem nao tem habito de ver trabalbos densa
ordem e nao tem competencia para avaliar da
importancia real do qne nio maito appareote.
Os trabalbos foram encelados no oses de No-
vembro prximo passado. A preparsco da es-
planada consumi muito tempo, nao s por ser
grande o volme de ierras, como porque 180
nos coovinha adquirir grande material para esse
ser viso, porque, sem appllcagao a ontros traba-
lbos, elle representara um capital qae nao seria
pago pelo uprov itamento a tirar. Terminada
ella, o espaco da tempo qae tivemos sem can-
vas apenas nos permittio dar come&o aos alicer
cea, nos qaaes proseguimos durante todo o in
verno, rigo-oso e longo como foi, tendo conse-
guido amntalos maito, embora vagarosamente
e por entre mil difncuUa es.
Encelamos tamb m e temos quaai concluido
o grande agsde qoe fas parte da nosso systema
de aDaat.-cimeoto.d'jgua. T,vemos grande em-
penho em adlantal-o antes do vera, de forma a
licarmos provilos d'agua por toao o periodo de
secca, visto sabermas que nao teriamos conclui-
do o encanameoto do rio Gam iragibe. Alm dis-
to ontru mos 20 casas de 1 perarios, alm das
installases de serviso e andamento das obras
Assim, pois teos vencidas as difficuldades
maiores de alicerce para todo edificio, faltando
ag trabalho que temos eucetad;. Aproveitando o
tempo secco esperamos ter o edificio em estado
de com-sir areceb r as machinas no mez de
Dazembro tendo pa-a i to dado todas as ordens
aos ratrican!e8 na Inglaterra.
Seria muito diflic.il dar-vos aqui urna ideia
c.mpleta do plano queaioptamos para a nossa
fabricas que foi confec-ioaalo na Europa sob
as vistas e dir.sao dos espe iali. tas os mais
compatentes. A resumida descrlpso feta pDlo
no3so eagenbeiro, que vai no fim deste, nos
parece ser o mala qua po.eria comportar esta
rclatorio,
Gomo por ella veris, projactamos a fabrica
para 400 teares, addicionando Iba, porm, urna
serg&o completa de tinturara, branqueameato e
r-reparago de teiidos. Tivemo con isto a
i lea de babilitar aossa fabrica a libertar se da
pr vJucgo exclusiva do tecidoi crs, por dois
motivos:
I. Porque estamos convencidos de que dentro
de alguns aanos, 5 prodaega ^e taes tecidoa
sera sunarabuaiante ni paiz. Nc sul da Rep-
blica g-randa numero de fabricas j faaccionam
para tal prodccgo e o numero das que se es
labeleco i-i crescendo naturalmente pelas
grandes vantagens qne offerece es'.a indu-tria.
No Nort, fechado por muitoa anuos pelo de
aa'jimo e falta de iniciativa em varios Estados,
e por um privilegio exclusivo em Pernambuco,
se opara um grande movimento n'esle sentido,
movinen.o que creacer tanto mais qoanto a
reg-o na'Bral para aa industrias texlis di al-
go lia o Norte, nai sendo senio artificialmente
qae el a se tein de3eivo!vIdo da Sol. Em Per
nambuco, 00331 primeira ideia segutram se
mis e projectam se nutras, todas para a mesma
so te de tedies c;- e nao b.metidaloa. A
conseqaencia ser, aeno um excesso, o que nlo
eremos n'estes tempoj proxixos, urna concur-
rencia forte, na qual tero a vantagem aquel
lea que eativerem preparados para dar aos seus
productos roodgas de superioridade Boare os
ouros. Es'^iscandic's aam jus'amente as que
tiraremos da nossa secgao de tinturara, braoqua
amento e prepirago.
E nam se diga que em tal occasi:, os ontros
fan-ha itea se prevern tambem de taes appare-
Ih os, porqa?: em primeiro logar, no projecto de
urna grande fabrica, lulo qaanta nao foi previsto
con^titue depois um enxerto, nn appendice, im-
propriamente colloca lo e difficil de ser bom ; em
seguaao logar, em taai operages maito mais
do qaa em todas as outras, a parte de mo d'o-
bra, que aa macninas oo do por si, de tul
importrsela qua nao ser sem muito tempo que
se conseguir obtel a. Comegando desde j nos
lereaioa para nos preparar o bom periodo, qae
&e ral seguir, en qae tudo quanto se prodozir
encontrar fcil e 00a sbila, e no momento dif
Bcil estaremos promptos para fazer o que os ou-
troa iro comecar.
2a Porque o accrescimo de valor .que resulla
para os tenidos de qua qner preparago, como as
qua as dai&a a saego em qoesto, to grande
para a despeza que exige, que mais valer tela
do que prodozir 00 dobro, sem aiis ter empre
ga'o igual capital.
Pelo aon^xo N veris toda a discriminago das
despezas taitas at agora com esta fabrica Para
nao vos cansar ain la mais a atteocSo nos demo
raremoa apenas no exame das verbas mais im-
portantes que n'elle fignram, deixando de lado
aa\jaa, por a^s'm dizer,. e explicam por si mas-
mas, como communs a todos os trabados d'essa
ordem.
A primeira, Propntiades, represeata o valor
pelo qual foi adquerido o grande terreno de L'a-
mara.;iDe, com direito ao goso exclusivo das
aguas do riacho do mesmo nome.
Sob a rubrica Differencas de laxa de tmissao e
juros dos debentures largamos as despezas com
o servigo da nossa divida em empreatimos,
para serem amortisados mais tarde com os la
c-os da fabrica.
Ferramenta e utensilios representa todo o ma-
terial de ccnstrucgi, como trilhos e wgo
nattes do systema Dacauville, ferramentas, te-
lbas de zinco, bombas, carrosas, carros, etc.
etc.
Sob o titulo Exploracao da fabrica de tecidos
esto langadas todas as despezas feitas at hoje,
como preparatorias para a mesma obra, taes
como.levantamento inicial de plantas do terreno,
mediges das aguas dos riachos, aqnisigSo da
propriedade, viagens para es'.udos ao Rio de Ja
neiro e a Europa, conservago e guarda da pro-
priedade at comegarmos as obras, planos e es-
Indos para a tabrica, etc. etc.
Materiaesd e construccao e Maeriaes da Europa
de construccao corresponden! a madeira, cal,
cimento, area, etc., do paiz, e todo o mate-
rial de ferro para o ed.ficto qae nos tem vindo
da Europa.
Machnismos da fabrica de tecidos so os qne
j nos ebegaram e as prestagdes que tivemos de
pagar adiantadaaaente por ontros que esto a
ebegar.
Abastecitnento i'Agua a despeza feila com
a parte d'este trabalno qoe j est concluida.
Segando os contractos faites oa Europa para
tolo o material qae temos de importar a qaantia
a despender ser em libras :
Macbinismos de (iago e tec la-
g' m, aecgo de tinturara, bran-
queameato e preparago de teci-
dos, moto.*, traosmisses, caldei-
ras,econoniaaior da vap;r, tubos
de vapor, guindaste lio. 43,406 4 i
Edificio e dependencias, com
prebendendo columnas, toda a co-
berta, vilros, virtilaicres, canos
de esgoto, goteiras, janehaa de
ferro, escadas, lavetarios, latri-
as, lorneiras, bebedoaros, para-
raios, lalas, etc. Ib. 11,130 18-8
Odiemos comp'etas, com cal-
deira e motor especial, encana
ment d'agua Ib. 3.511 9
bridade do pessoal, como se poder exigir delle
o mximo de trabalho, era cm clima que enlan-
guece e abate quanto se trabaiba dentro <*e na
redes fechadas; a de ilevago do p direito, a
quasi o dobro do qae se asa na Europa para o
mesmo fim;
as de ordem e hyjrjenoe moral, dispoodo ss
diversas secges de forma a poder o pessoal me-
ver-ee de amas sem atraveasar as oniras e nao
deixar em perigosa promiscoidade os dois sexos,
a que conatltne em toda a parte (So copiosa
foate de inmoralidades e desordens:
a de facis entrada e sabida dos materiaes
pela proximidade de daas estradas, nma de far-
ro e outra de rodagem;
a de immanidade ao perigo dos inceodioa, fa-
zendo toda a constrnego da ferro e nao de fer
ro em certas partes e de madeiras em outras, o
que importarla despe.der mais sem evitar o
mal, porque se deixon ao togo ainda am ali
ment.
A estas condlges qoe se re'erem propMamen
e a fabrica temos juntado todas as outras re
clamadas por um estabelecimeoto desta ordem
assim estamos preparando para os oper tos ha-
bitarles commolaa, hygienicas e confortaveia
isoladas, com terreno bastite qne Ibes permuta
o gozo de todas as vantagens qoe nao poden,
offerecer casas aperladas umis as outras, nesse
estylo lo conbscido de cortigos. que sao verda
eiros sepulcbros de gente viva. Projectamos
assegurar aa nosso pessoal todas as autras van-
tagens, com escolas para 03 sens filhoa, insti-
tuiges econmicas beoeticeatea e cooperativas.
Q 1 remos proporcionar lbe o alimento moral da
religio, esse elemento to poderoso de morali
dade, de ordem, de economa, de dedieaca > e
de cerdideira felicidade para os borneas.
Temas tudo isto ealulado com o possivel cui-
dado.
Nao ser obra para poneos o isa. seno qaa
muito teremos que trabalbar para ebegar a tel-a
compl U.
Hi muita seII < gui lo geralmente da parte dos
Srs. ac:ioai8tas que sabscrevem para urna em
preza. Easa Sffre^aido explicavel, sem en-
tretanto deixar de ser multo certo qae nao se
elevam grandes emprez a em um dia. Para nos
a preoccapago seria, qae nos consom todo o
tempo eesforco, nao tanto de vos agradar mu
to deide j, porem de agradar completamente
no fim.
Se conseeuirmo3 iaso teremos realisado o nos*
so gran e empenbo, e vos aseegnramoa, tere-
mos, e s eno, provado que desempecbamos a
mios qoe aos confiastes melbor do qaa poda-
reis pensar ago-a.
Rec fe., 15 de Oatabro de 1892.
J^aqoim Correa de Araojo,
Pereira Cirneiro 4 C.
Carlos Alberto de sfenezes.
nt-rripri> da fabrica de tecldo m de
Camuragibe
A fabrica de tecidos de ,'amaragibe
comprehendendo fiago, tecalagem, brn-
qaeamato, tiuturar:a e preparago dos
tecidos, est pnjactada para prodozir, em
nmeros groasos e medios, tecidos de al
god2o cra, branijueados, da corea, uni-
dos e trancados t outros.
edificio da fabrica, cobri.-ido umi aa-
perfioie de 10,000 metros quadrados, ser
de um e pavimento, com telhado de
rampas designaos, geralmente denominado
em dentes de serr-i, a men< r das qaaeB
feita de vidro, em dois tercos de sua cz-
tsnsao, com aberturas movis. Ser todo
oonstrnido de pedia, tijollos e farro, de
forma a evitar os incendios.
A forga m.triz ser f.mecida por 3
Cildeiras Galloway alimentando urna ma-
china a vapor 550 cavallos., dos fabrican
tea Backley & Taylor. As cildeiraa con-
sumirao 2 a 4 libras de carva > por cavailo
vapor e por hora sobre o qual um economi-
sador de vapor permittir ainda fazer
urna economa de 7 a 10 |0
A trznamissSo do movimento ser feita
por meio de cabos collocados dentro da
urna galera central isolada, de onde par-
tirSo as transmissoes para aa diversas ma-
cb as. Esta gal.ra divido a fsbriea em
dnas partes : de nm lado o armazera de
recepc&o, fiacjto, oa armazena de expe-
diento e o almoxarifado ; de outro lado os
teares, engommacSo e toda a aeccao de
tintutaria, branqueamonto e preparacSo de
tecidos.
As diversas salas se communicam entre
si segundo nm plano tal qae, na manipn
lag&o dos productos, as entradas e sabi-
das do pessoal, na divisilo de trabalbos
entre homens e mnlhees, nao baver nem
trajecto intil, nem atropellamento, nem
confnaSo de sexos. Facilita considera
velman.e o cousegnimento dessa condijao
to importante ama galera latera', cober
ta, qae circula o edificio em 3 faces.
No centro da face principal eatSo os
compartimentos destinados administracSo
em corpo mais elevado e de nm andar.
As machinas de fiac3o, comprehendendo
abririor de fardos, misturador, batedores
com cmara de p e chamic espe*
pecial para o mes o, cardas, em numero
de 21 para os nmeros groasos (14) e 16
para os nmeros medios (30), com os res-
pectivos amoladores de cylindros ; estira
dores, bancos de fiacSo : fiadeiras com
ceros da 12,000 tusos, podendo produzir
cerca de 27,679 libras de fio por semana
de 60 horas; urna fiadeira especial com
Total Ib. 38.048 12 5
Com os fretes, seguros, comiisses, iespec-
So previa do3 materiaes antes da ajeitsco, esta
imporlancia subir a cerca de Ib. 70 000 0 0.
Como j tivemos oceasio de dizer, estamos
conveocidos de que o nosso projecto foi feito
com todo o cuidado e competencia. Com effei-
to, a todas as qoestes mais importantes aos pa
rece ter dado ama atteoso correspondente.
Esto neste caso:
a da agua, nao s abundante om todas as es-
tases, como abundante mesmo em o^easies de
secca por oicio de um grande reservatorio qae
cooitminns, parmitundo s noasas machinas de
conlensaso trabalbarem as melbores condi-
jO s. o que representa nma grande economa do
combastivel, to caro no Brasil:
a de agaa pora para a tinturara e branquea-
meato, sem a qnal nanea se consegairia produc-
tos regalares:
a do combastivel pela ..dovelo do ecooomisa-
dor de vapor qne representa urna differeoga l&o
consideravel no consumo;
a da C0II0C8S&0 da fabrica em luear aftastado
do mar, condis&o to recommendada pelos mes-
tre ; em um valle, cercado de raontanbas, onde
o ar, nao dessecado pelos ventos dos descampa-
dos, permitir obter aqaelle grao de humidad
3oe a tiaeo exige, to essencialmente qae qaan
o nao ba preciso fazel a artificialmente;
as de bjgiene, diodo so edificio grande nu-
mero de abenturas, nao s para garantir a sala-
304 fusos para o fio de orell \ prensa
para meadas de fio.
as maehinas de tecelugem comprehen-
dendo : enchedeiras, urdidairas, engom
madeiras, teares
100 para tecidos brancos.
100 c crs.
204 c de cores,
ao todo 404 ; dos quaes 200 para os teci-
dos cri e unidos, nmeros gro-eos (!4)
podendo fazer cada um cerca de 280 jar
das por semana ; 153 para branaos, mi-
dapoes, brins simples etc., nmeros m
dios (30) podando fazer cerca de 250 jar-
das por semana cada um ; 48 para os te>
ciios variados e de phantasia, podendo
produzir cerca de 190 jardas ; todas sSo
fe-mecidas pelos fabricantes P att B.\ th.-ra
& C. de Oldbam.
As m-chinas do branqueamonto, com
caldeiras, tinqnet, etc taoto para 03 te-
cidos como para o fio ; as de prepr.i-ac.Vo
e acabamento, permittindo fazer tudo
quauto da melbor comportarlo as qual. la
des que fabricaremos; as de tinturara
para fio ; sao todas fornecidaB pe!- s fabri*
cantea Mather & P-at*, de Manchester.
Aa offiainas de reparaylo e cosa das
machinas e das caldeiras aao em edificios
separados.
A. agaa para todos os motores ser for-
necida pelo riacho Camaragibe e nos me-
ses seceos, qaando o rendimento destu
desee abaiso da qaantidade necessaria por
dia (cerca da 2.300.090 litros), por um
acude, feito no riaoho Una, con urna ca-
paoidade de mais de 400 000 00 J litros,
como complementar.
Ella are cocdaaida a fabrica por dois
enoalamentos de ferro, de 21 e 15 po -
legadas de dimetro, com pressSo auffi-
ciente para eleval.a at a maior altura do
edificio em caso de incendio.
A gande cha min exagonal tem 38
metros de altura.
A Villa operara eollaeada em una pU-
nalto elevado o salabro, com casas bola-
das em grepos de 2 e 4, eeroada* de- tar-
ro no vasto para j riim e osos domsticos,
ser abastecida d'agua por derivacoss do
encanameoto do Camaragibe qoe Iha passa
ao lado. Ella est calceJada para ama
popal .cao de cerca de 1.400 pessoas, a
qoanto poder corresponder, com seas fa-
milias, o pessoal da carca de 700 pessoas
que teremos a empregar.
Todo o servigo de transporte ser feito
pe1 a Estrada de Ferro do Limoeiro, em
ramal especial qae pass no funda serrn-
do directamente a casa das machinas, ar-
masem de aLodo, armazem de panno,
com um ramal para a fabrica de tijollos.
Eis o que podemos diser resumidamen-
te para dar ama idea, simpleamente ap-
proximada, da nossa fabrica.
Pierre Qollier,
Engecheiro.
Parecer da commlsso flseal
Srs. accionistas.
De conformidade com o disposto no
art, 34 des estatutos desta companhia exa-
minamos minuciosamente os Livros e
Balsnoo 1 qne nos foram apresentadoa
pela directora, os quaes achamos regu-
larmente esenptorados, conterindo 03 di*
Aeraos lanc>mentos com os documentos
que, os erigir am, pelo qoe somos de pare-
cer que deven ser approvados.
Do exame procedido na conta de c Lu-
cros e Perdas verificamos qoe a dire-
ctora tendo o direito que lhe c.nfere o
art. 29 dos st-.tutes de dedoiir a remu-
neracao de 10 i0 si 89:7i3#173 a quanto
montn o lucro liquido apurado, e o fez
sobre 46:6340260 por ter aquella verba
sido diminuida em 43:1080910, gastos
com o difiVenc na taxa da emisaSo de
Deboetures e juros dos mesmoa, quantia
eata que ser amortisada annualmente por
orna parte dea lucres lquidos da empre
za. Concordamos com a deliberadlo to-
mada pela directora, e sernos da parecer
que a proporgao que for amortisando a
importancia despendido, na diff;renga da
Ct.xa da emissao de Debentures e juros
v deduziedo a pore^tugem a que tem
direito.
De accedo com o g 3 do art. 1 dos
estatutos quo rn,\ndaadoptar o ayatema
de planta,2o directa j cinna, e no
iouvavel ibtuito de extinguir a fonte de
desagradaveis qua;to.s. que se snscita.-am,
e deram lugar a eoi.ll.js, cujas conse-
quencias pod.am ser de graves resaludes,
res lveu a directora compras es partes
qua lhe faltavam as propriedades* Me-
repes, Pao Amarello e Que ora-Una s
Achamos hcertada esta r&solusao, pelos
motivos que a determinaram e porque
ons p.-.reco ser do grande va tagera para
Empreza a posse total nestas proprieda-
de, o que permittir dar nuior e maia re-
gular dsjenvolvimento plantagSo directa
de canoas.
Rcite, 21 de Setembro de 1892.
Jos Mara de Andrade.
Corbiniano de Aquino Fonsica
Memore-a da c mmiaso flaca!.
Voto em separado
Vencido quauto a gratificaoSo dada ao
gerente da Usina Joao Alfredo.
Entendo qao a disposigao do art. 28
dos Estr.t-tos na parte referente a attri-
buiclo da directora do tfixar os ordena-
dos exaluo a bonificagao de porcentagam
a empregados.
Assim, considaro menos regular os 5 r.
dados ao gerente da Usina Joao Alfredo
sobre os lucros da mesma Usina, urna vez
que esse gerente percebe o ordenado fixo
ie 12:000#000, que j excessivo e su-
perior ao que percebem os gerentes das
Fabricas da Compmbia Agrcola e Mer-
cantil que de 6:0000000.
r se hia, verdade, que em substan-
cia nma cousn equivale a entra ; mas en-
tendo que o penssmeato da lei orgnica
da Companhia foi dar somente porcenta*
gem a di ectoria (art. 29) e nSo a empre-
gados da empreza.
Se o gerente pre.tou servicos de ordem
tal, qae a juizo da directora nao ficavam
auffiaientemente renumerados com a orde-
nado que foi rasado, parece que seria mais
correcto, a mesma directora pedir auto-
risacSo a assaubla geral para dar lhe urna
gratificagao extra.
Entretanto, a assembla geral o os Srs.
accionistas cumpre julgar esse acto da
directora pratcado, segando reoonhego,
com boa f, fizando a verdadeira nter
pretacao daquelle art. 28, isto se alem
do ordenado poder ser dada porcentagens
sobres lucres a qaalquor empregado da
Empreza.
Recife, 21 de Setem ro de 1892.
Carlos de Morae Gomss Ferreira.
Lista dos accionistas da Compa
nhla ladustrlal Pernambaea-
na em SO de Junho da tS
A
IHS Aolonio da Costa Correa Leite.
863 Antonio Muniz II to.
700 Antonio Peruandes Ribeiro.
250 Augusto Octaviaao de Soaza.
150 Antonio Ta vares Gomes d'Araojo.
100 Aad.ade Lopes & C.
30 Antonio da Costa Moreira.
53 Antonio Braz da Cunha.
50 Antonio Luiz dos Santos.
25 Albino Arcorim & t.
15 Antonio da Costa Lima.
5 Antonio Set'.e Jnior.
5 Alfredo Silva.
B
750 Biro de Rodrigues Meodes.
750Baro de Ca Forte.
50 B-onlo de Asis B.-ito.
C
551 Cloudio S. de Vucenzi.
WO Carlos Alberto de Menezes.
250 Carlos de Moraes Gomes Perreira
250 Corbiniano de Aooo F-.naeca.
243 Camillo S. Carneiro.
220 Dr. Jyo'iano P.nel.n Gaedes Alcoforado
Filho.
50 Carlos da Paula L f.es.
50 Cactaio Pinboiro da Fonseca.
E
243 E-nesto Pereira Carneiro.
65 Elnardo Lemos.
50 Ernesto Arcelino de Barros Franco.
23 Eueoio Cardoso Ayres.
1C Ene lino Sette. 1 ..
W
250 Francisco Ribeiro Pioto Gaimaiaes.
50 Feppe d'Araojo Sampaio.
25 Ferreira Rodri^aes & C.
iO Feliciana Paes arreto, menor.
5 D. Fraacisca GaimarSes.

100 Giodino Ernesto de Medeiros.
35 George Gates.

25 Hnrique da Silva Tavares.
:
/
T*"
i ..,- ,-, .
- ... ^ ^ .. -------------
-------K-
-*-4
r~
-~X------r-r-

*- -----------*-


""1

J
H
Diario de Pernamboco Domiogo SO de Ootubro de 1898
80 Isidoro Bastos d'Oliveira.
100 Dr. Joaqun Coiri d'Artejo.
200 Julio Cesar Paes Brrelo.
180 Joi dos Santos Coala Moreira
115 Joao Antonio da Coala Moreira.
100 Joaqoim 'Agostinbo & C. "
100 Dr. Jos Bernardo Gahao Alcoforado.
100 D. Joanna Boxwell.
60 JosepbKraase.
60 Jos Joaqnim Das Fernandes.
> 50 Dr. Joao d'Oliveira.
| 50 Joaqnim Moreira Res.
Hf Jos Ferreira Lapes.
L 15 Joio Laii dos Santos.
15 Joaqnim Olinto Bastos.
I 10 Julia Paes Barreto, menor.
ti
750 Loii Antonio Siqueira.
150 Luiz Correa de Bnto.
50 Lonreiro Maia & C.
^ 10 Laura Paes Barreto, menor.
500 Manoel Ignacio Pessoa de Mello.
154 0. Martina Carneiro.
;" SOO Manoel Marlins Finta.___________
100 Dr. Manoel Gomes de Mallos.
.00 Dr. Malaqaiaa Aatooio Goncalves.
100 Manoel Nanea da Fonseca.
50 Manoel Dias da Silva Guimaraes.
50 Manoel Martina Fiuta Filbo.
10 D. Maria da Silva Paes Barreto.
10 Dr. Manoel Joaqnim de Andrade Lona.
O
50 Osear Falkeiseo.
r
1637 Pereira Carneiro & C.

60 Ricardo H. Conolly.
x
100 Tnomai Com-er.
v
75 Vctor Neesen.
50^V sconde de Campo Alegre.
z
100 Zenba Ramos & C.
W
65 W. H. Bilton.
50 W. M. Webster.
15000 acedes.
Transferencias de acffles de Fevereiro de 4891 a Jucho de 1802
Xutteros Acgoes Entradas
*.
1756 a 1775 150 30/.3
'fes**.-----------
Preco Agio
3516al3525.:^l0
1701 a 1725 25
3581 a 3680 100
30Jno
30J>,0
33i;a6380
Pft
H354 a 12403
1901,a 2925
50.
aqpa*
50 40 %
25 40 <\0
6731 a 6740 10 40 ,,
13116 a 13215 100 40
231 a 6330 100 40 (

U16 a 4125 10 30
M
3426 a 3475 50 30 %
3476 a 3515 40 40 ,,
1031 a 4080 50 40 o,
4126 a 4130
40
1951 a 2000 50 40 %
1926 a 3025 100 40 %
5781 a 5830 50 30 ,
M91 a 4:00 10 40 %
14651 a 14684 34 40 ,
14685 a 14717 33 40 ;0
14718 a 14750 33 40 ,
1016 a 2875 50 30 ,,
W81 8T4090 10 43 oi(
/^ 1045
-; Antonio Agostinbo dos Sontos para Clau-
dio S. de Vencenzi. Em 17 de Feve-
reiro de 1891
Arlbur Gomes de Mattos Sobriobo, Ene-
. C-. dio Setle. Em 17 de Abril de 1891
Antonio Jos Fernandes. Eduardo L moa.
$ Em 20 de Maio de 1891
^.Antonio Leonardo Rodrigues, Manoel No-
nes da Foseca. Em 11 de Maio de
1891
1 Alberto Dias Fernandes, Antonio Tavares
Gomes de Araujo. Em 22 de Juibo de
1891
*_ Antonio Fernandes Ribeiro, Joaqnim Mo-
reira Res. Em 4 de Marco de 1892
^Antonio Carlos da Veiga Jnior, Dr. Anto-
nio Brai da Caoba. Em 13 de Abril
de 1892
B
Bellarmino Goncalves de Albuqnerque,
D. Martina Carneiro. Em 18 de Abril
ce.1692
m
Carlos Alberto de Menczes, Dr. Luiz Cr-
rela de Brito. Em 1 de Maio de
1891
D
Domingos Cruz A C, para Antonio Tava-
res Gomes de Araujo. Em 22 de Julbo
de 1891
P
Francisco Joao de Barros, Dr. Manoel Joa-
qun) de Andrade Luna. Em 2 de Aril
de 1891
Francisco Antonio Gomes de Mattos, Dr.
Joo de Oliveira. Em 27 de Abril de
191
Francisco Antonio Gomes de Mattos, E-
doardo Lemos. Em 20 de Mato de
1891
Francisco Pimo Teixeira Chaves, Jos
Ferreira Lopes. Em 17 de Juilio de
1891
Faancisco Joao de Barros, Antonio Sette
Jonior. Em 16 de Dezembro de 1891
Farncisco de Paula Crrela de Araujo, Er-
nesto Arcelfno de Barros Franco. Em
14 de Margo de 1891
G
Gustavo Adolpbo Scbmidt, Dr. Cypriano
Fenelon Gnedes Alcoforado Filbo. Em
16 de Ootobro de 1891
J
Jos Clementino Bezerra de Mllo, Dr.
Luiz Cor rea de Britto. Em 11 de Maio
de 1891
L
Luduvloa C. Marques Das para Dr.
Cfpriano Fenelon Gnedes Airof.rado
Filbo. Em 1 de ontnbro de 1891
Luiz Atrensto (fe MagalbSes, D. Marina.
Em 18 de Abril de 1891
Lniz Angosto de MagalbSes. Camilo S.
Carneiro. Em 18 de Abril de 1892
Luiz Angosto de MagalbSes, Ernesto Pe-
reira Carneiro. Em 18 de Abril de
1892
R
Rodrigo Carvalbo da Cnnba, Visconde de
Campo Alegre. Em 19 de Margo de
1891
Rapbael B. Marques Dias, Dr. Cypriano
Fenelon Gnedes Alcoforado Filho. Em
1 de Ontnbro de 1891
70*CC0 16 1/6 75*000 25
V
95*000 18 3,4
75/COO 25
I i0
o.o
95*C0O 18 3,4 .o
95*000 18 3,4 .o
80*000 Ao par
80*0C0
80*000
95*000 18 3,4 ,o
80*000 33 1(3 n.o
75*000 25 .o
95*000 18 3j4 ,0
95*000 18 3,4
V
80*000 Ao par
95*000 18 3i4 o,o
90*000 12 1|2 o,0
90*000 16 li6
90*000 12 1|2
80*000 Ao par
80*000
80*C00
75*000 25
90*000 12 1,2 oi0
ANNEXO A
Campnula Industrial Pernambu
cana, em 81 de Janeiro de 1891
Activo
Joao Yieira da Cunba 1:552*000
Fabrica 376:493*487
- Ferro Carril Agrcola 147:354*561
Projectada Usina Joao Joaqnim 5:000*001
Caixa dos Thesoureiros 359*880
Gracie Ferreira Ferreira & C. 33:638*849
Otero Gomes & C. 4:611*705
Banco de Pernambuco 194*340
Animaes de servico 4:309*000
Utensilics de campo 500*000
Lavradcres do Engenho Novo 3 961*740
Barcacas 13:000*000
Almoxarifado H:000*(00
utensilios de escriptorio 30*000
Caixa em Goyanoa l:71f*411
Emprestimo a plantadores :
J.o Vieira da Cunha 9.077*948
Leodegario Crrela de Oliveira 2:621*118
Honorato da Cunba Reg Barros 6:80* 166
D. Anna Joaquina e Eduardo da
Caoba R. go Barros 1:191*193
Viriato de Gooveia Cunba Barreto 3:757*360
Herdeiros do Engenbo Paoga 9:000*000
PlanUfiOes 11:240*^60
Devedores bypothecarios 27:738*950
Cnsteio geral do Engenbo Novo 3:85i*980
. Antonio Gnedes C. Gondim 1:700*000
Antonio de Lima Ribeiro 5:350*000
Dr. Joao Agostinbo 2:000*000
Augusto O.taviano de Scnza 1:931*850
Safra a liquidar 93,651*698
Bens de raz :
Una 39:000*000
Faina 15.-600* 00
Merepes 52:000*000
Pi Amarello 65:000*000
Engenho Novo 165:627*736
Acar 30.000*000
Boa Yisla 3:000*000
Djs Ros 2:OjO*000
Pedregulbo 18.000*uO
Otaria 1:500*000
Camaragibe 65:600*000
Piloes e Urub 16:307*000
Tabira 8:908*320
Quebra Unbas e Pai Joao 52:0(0*000
1.321:184*953
Passivo
Imprestlmo do Estado 181:575*00O
Menees Lima 4 C. 35.400*000
Banco do Brasil 54:413*600
Francisco Jos de Oliveira Rodri-
gues 2:982*01'
Santa Casa d Misericordia de Goy-
anna 350*000
Pereira Carneiro & C 416:464* 139
Debentures 150:000*000
letras a pagar 30:000*000
apila! 450:000*000
1.321:184*933
P. M. Liansn,
Guarda-livros.
Annexo B
** laanatrlal Per na
a, em o de Juabo de 19*.
.... Activo
MaSlTnlhft 800:000*000
Piloes e Urub 17-101*500
Fabrica de lecidos de Cmara- I/,*WU
,be 50.-O87*575
R^geio Carneiro A C..........
7 189.39
Jos Vieira Ferraz
L'sina de Goyanna
Barcacas
Projectada Usina Joao Joaqnim
Companbla Central do Brasil
L. J. Franca de Ol ?eir
Utensilios de agrimensura
Movis e utensilios
Banco de Pernambnco
A\0e3 caucionadas
Ca xa
Pasnvo
Capital
Debentures
Pereira Carneiro & C.
Letras = pagar
Ordeos a pagar
Otero Gomes & C
Antonio Maria da Silva
Ramiro Costa & C.
Dr. Joaquim Correia de Aranjo
D Carlos Alberto de Meneses
Canelo da Directora
Imposto de dividendo
Fundo de reserva
Dividendos
Lucros sospensos
114:815*370
700*000
1.351:350*912
17:552*500
4:064*190
1:450*664
1:000*000
1:295*400
1:203*600
2:319*290
33:000*000
310*644
3916:362*655
3.000:000000
5O0:0O>)*CO0
282:988*676
10:000:003
3:500*000
242*450
1:357*370
104*000
1:165*856
2:331*712
33:000*000
1:08O500O
4:487*15$
72:000*000
4:105*133
3.916:362*655
P. U- Liausu,
Guarda livros.
Annexo C
Companbla Industrial Pernam-
kncana
Demonstrado da coota de lucros e perdas Em
30 de Jooho de!892
Debito
Directora, saldo desta coota 46:794*950
Despeas evenluaes, idem. idem 78:000*000
Despezas geraes, dem, idem 12:475*364
Daspezs de installacSo, idem,
dem 995*540
Imposto de dividendo, 1 i/2'/B/
Rs. 71:000/000
Usina de Goyanna, 5 % por
deteriorac&o de material
Fondo de reserva, C / */
h3. 89:743:173
Dr. Carlos Alberto de Menezes,
director-gerente 5 /. s/
Rs. 43:108*910
Dr Joaquim Crrela de Aranjo,
director, 1 1/* "/. a/ Rs......
43108*910
Pereira Carneiro & C, directo-
res, 11/1 V* s/ Rs. 43:108*910
1:080*000
4:487*158
4:487158
1:331*711
1:165*856
1:165*855
Dividendos: 6 */B/ s entrada
realizada de 1.100:000*000
Lucros suspensos : saldo liqui-
do realisado
Grafito
Usina de Goyanna : Importe do
lucro liquido na safra de 1891
-91
Barcacas : Saldo das recoltas
dMtai
75:016*594
72:000*000
4:105*433
151:111*017
150:343*847
778*180
151:111*027
P. M. Luusu,
Guarda livros.

i
GO
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o.
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Animaes de servi-
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Almoxarifado
M o v e i a e utensi-
lios
Direitos e seguros
Honorato C do Re-
g Barros
Baro de Timban-
ba
Joao Vieiralda Ca-
nba
Dr. Elpidio de Fi-
gueiredo
Caixa
Passtvo
Companbla Industrial Penambn-
cana
Dr. Luiz Correia de Brilo
Dr. Agostinbo Nato
1420*420
6:
64
1:
1.
1:
1:
4:
1
137*059
812*282
772*470
637*280
600*000
200*000
152*000
550*000
: 402*505
1.357:082*812
:350*922
: 731*890
: 000*000
1.357:082*811
P. M. Liottu.
Guarda livros.
Annexo F
Compaahia Industrial Per-
nambucana
Relcelo das propriedades agrcolas existen-
tentes em Goyanna com os seus respectivos
valores primitivos e actuaes
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i3. Ai. Liausu,
Guarda livros.
ANNEXO 11
Companbla Indaatrlal Pernam-
bueana
UZIN.\DEGuYANNA
Moagem
Sal a dei8^1-1892
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Annexo G
C'onpanhJa Industrial Pera
bucaaa
UZINA DE GCTAUNA
Fornecimento de canina
Safra de 18911892
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.iflosm/to Netto,
Gereote.
Annexo K
Coinjiatiiia Industrial Pernambu-
cana
USINA DE GOYANNA
MAPPA GERAL DA FABEICAlJO DE ALCOOL
Safra de 1891-92
ST o 52
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Annexo D
fflbu
Companbla industrial Perna
cana
Usina de G;yanna.Demonstraccao da coola de
lucros e perdas.Em 30 de Junbo de 1891.
Debito
Jaros de descoatos -saldo desta
coota
Dr. Luiz Correia de Brito5 "/j
subre 145:264*565
Compaubia Industrial PerDam-
bocana -lucro resalanle da
safra de 1891 a 1892
10:095*405
7:263*130
Crdito
Safra em Iiqaidacaosaldo des
ta coala
Propriedades (rendas) i dem
idem
Assacar e alcooiproducto li-
quido da safra de 1891 a
1892
150:343*847
"l67~702*i80
2.378*281
9:954*230
155:369*974
167:701:481
P. M. Liausu.
Guarda-livros.
Annexo E
Companbla "Indaatrlal Pernambu
Usioa Goyanna.Em 30 de Jonho de 1891
Activo
404:191*800
Fabrica
Ferro Carril Agrico-
Propriedades
Cnsteio das proprie-
dades
Adiantamento a la-
vradores
Emprestimo a plan-
tadores
Devedores bypotbe-
carios
151:471*709
544:804*016 1.101:468*515
69:733*106
2:O06*22O
50:601*995
17:738*950
Agostinko Netto,
Gerente.
Annexo I
ompanhla industrial Permam
bacana
ZISTA DE GOYANNA
Fabricacao de assucar
Safra de 18911892
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7.920 (.
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Agostinho Netto,
Gerente.
Agotlinho Netto,
Gerente.
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ANISEXO N
Ctif^Ua liiislrial IVnmu-
erra
Jalt> ila i'i'luif. de T^ridoa de
Ob' rtf i-- ^n. Ji> ?e cfualto de
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A'.vo
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i ivtis e u'e
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16:8- '3000
9 -00
1100
ll-
itaa -
910
t&atan 8:ij*330
Grtat Westt-rn ol Brasil Ral'.w^j i 0..550
Fe-ramentas e o".nlias 22:869*007
Drevo 0:117*935
lastallagoes provisorias 4:593*07S
Almoxarifado 29:063*959
D.-speas geraes 6:354*010
Hacbinismos da Fabrica de T jlos 59:541*286
Coustrucgao da Fabrica de Tibios 19.091*525
Exploraco da Fabrica de TijoIob 6:563*885
Exploracao da Fabrica le Tecidos 13:305*620
Materiaes de consuacc&o 19:630*910
Hateriaes da Europa de constrac-
ao 108:590*936
Micbiniamos da Fabrica de Tecidos 100:790*110
Abastecimento d'Agua 7:911*947
Construccao da Fabrica de Tecidos 15:615*713
Beroardioo Paiva 2:030*073
Casas de operarios 3:284*730
Caixa 308*630
Ris
Paseivo
Compaobia Industrial Pernambu-
cara
60:087*575
R!s
560:087*575
5SO:087*57o
SPORT
ulppilromo do Campo
Grande
GRANDE PREMIOS JAB0AT0 E IGUARASSD'
Ero sea c:rrida de boje realisa e33e prado
es: es dous grandes premios.
A corrida ; cm a disputa o'esses premies Do
pode deix-r de ter encantos, que convidam a
concurrencia.e desenvolver a nimacSo im seu
movitoeato.
De fado, o grande premio no turf 6 ferrare
003 successo ; e o successa qoe sempre atra-
ctivo, ea belle-ar a festa do Hippdrcmo, st'.n
bindo ao seu recinto e arcbbaucudas esplendi-
da assisencia.
0 facto, pois, o comprevara.
SE1ANA SPORTIVA
O collega da Semana bonroo nos com a r>
tripssa de sea n. 142.
Obrigados.
PBIICACOES 4 PEDIDO
m
caso nteressante ce re-
sania Poltica (*)
No sceoarlo da poltica estadal est avultan .'
principalmente o papel tragi-comico do Sr. Co-
ronel Serra Martina, fazendo Intimar orden: da
rrieo, por intermedio de estraabo olficir, c#
illustre Sr. Gov.>raador do Estado, sob o cavilo-
so pretexto de injurias resoiea.
Sob qualquer ponto de vista que ee enfrente a
attitode aseomida pelo Coronel Serra Martina
apparece a sna extica pessi acs olboi d
observador calmo, criterioso e imparcial, envol-
ta em orna densa atbmo3phra de ridiculo-
Com iffeiio, S. S. nao fo senao o proiogonis-
ta de ama comedia, que bem poderia transfor-
marse em tragedia.
Qaem liver simplesmente nm poseo de bom
senso commnm nao pode atinar com o fonda-
ment d'esse singular plano poltico, em cojo
fondo se destacarlo em alto relevo a trafego es-
pirito da indisciplina militar e a mais pasmosa
insensatos.
(*) Reproduimos este ar.igo por ter sabida
com ioBopportavei erros typographicos.

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1


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Diario de Peroambaco Eomingo 30 do Oulubro de 1892


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E e insigicante gropo poliiico, tomo qual
esia identificado o Coronel Senador e caja fei-
& caracterstica a maig deploravel inepcia,
giodo boje covardemente responsabilidade
e acceitar francamente inteira soliaaaedade
cota c sea tresloacado corr hgionario ; pratican
Be assioa um acto le flagrante deelealdade poii
tica, abandonando na dora da derr'.a aquel : de
tor m con'ava azer o seu ponto de apoio para
a acatada do poder, do tem ontra mira presen
lesete 8f nao denegrir, em s-o dccomposto vo-
cabulario, o carcter do Exc. Sr. Goveroador do
Estado e do lntemerato pernambucaoo, Jos Ma
tiaoo, coja rara coragem cvica faz iembrar
aquelle espirito inquebraolavel, que pairava
oberbo, na ardeote athmospnra liberal de
Ma
K^ses aventoreiros polico.^, qne temario a
ai a impairilica empreitada de amotinar o cen
1ro do Estado, a que, 3eno lora a eua impor
tancia nSo vaccilano em derramar em borbo-
tees, o singue fratricida, aqu na cidade ngem
sao eomprebender que, em um momento so-
lemalssimo da politica pernambacana, qaando
recebiao pungente insulto os bros d'este povo,
qee rirmou na historia patria o nials alevantado
raceito de indomavelaltivez, podesse Jos Ma
rlanoencarnpgao viva do sestimeoto popular
tanspor urna frgil barrei-a cimentada apenas
pelas dissencSes i oliticas, para aflitmar por um
icio e'.evadissino de patriotismo a sua adtieso
a admtni8ro digna e boueBta, ultrajada pela
Jaufcrronia de am nevro piha.
M.s, e3ses pequennos mimiz^s da patria per
saxbncaoa, justificara sem duvda como u i a
raaue virtude cvica que o Sr. Ambrosio Ma
ebato tenba fcilmente saltado sobre um cbarco
de sangue.desse sangue derramado na t iste
fte-anmbe da Victoria,para nbracar se ptliti-
cate cooj a tiy^arebia leoniua, e que o Sr.
O Martina Jnior, e. sotado le palacio n.i noite
de 15 do Novemnro do i889 pelo Sr. U yases
Yianaa, como emissario de um peder revolucio
ario, promova hoje encarnic/ida lufa contra os
a B-. 1-aes cmiROs da aivt.rsidaae, ejj favor do
oler artufo da poli lea pernarabucana ?
Qaano ao Sr. o- "d.r.jnrjo, scoj para elle a
tora sohmoe de ser reparada urna grande iojas
%i, que pair-va sobre eua cabeca.
J3 3'us adversar.os pol ticos i-vaotavam cen
a o Ilustre peraamasaio a tremenda uccosa
Sao de que o sei prestigio popular asseutava na
anirnajao, que elle dav* ao espirito de anar;bia
de desorden, qu3 ilcava audazmente o eolio
asa V mas buco.
Pois bem: boje a liccSo eloquentissima dos
fectes, a fra realidi.de dos acontecim. ntcs tiea?
Betacnstrado cooscie ca publica quem sao os
de-'fc.-Jeiros e es ana'cbistas :se os covardes.
joe agora mesmo esto ira ando, no interior do
E.IaO, o brago dos bandidos contra a ordem e
2 seranea publica, levando o le ror ao seio da
pop j, icj e a desolacao ao seio das familia?; se
m?, diremos, cs3.s vi 5 s que. prevaleciam se
ritas a jot-;m da temeraria loucura de um mili
Sar svairado para planeiarem urna horrores-:
ser.:, de san?ue, afim de ternoi'.arem as altu
m co poder;ou o poltico, ebeio de nobre
de-in'.sresse e abnegarlo, c llocouse corajoa
cenia ao 1 do da adunitraco publica, em ne-
ne ik-s gloriosas traiiges do povo do iiecife, no
asmenlo angustioso, =m qae perigava a autono
ma. a patria pernambucana.
Civis.
Recordar oes de meus paes
B je caneado e perturbado
Venbo lastimoso : que cu'r'ora fallae,
Em dizer aos astros que vivo
.Seste mundo sem mae, sem pae.
Que faturiso assim. Desastrado
Qierer amar e nao ter ninguem
Para aa menos contemplar o dia
Como os amores a seos bens.
'trisle viver as3im tai cLcto,
Mis se desatereco de toda
Enlenuo que pouco tempo tenbo
9u morro logo ou Gco cgo ou modo.
^sen tem o:n pro rr ^omo este
Nio vive egre e stirf ilo.
O que hei de wer ee z rte eata
Teubo tudo par: n im cm iieji*-Ho.
Parabeas
Entre as mala signicaiivas manifeB'.aOes de
ami^ade e aprecc de parto das pessoas que a ad
miram, completa aaaaba mais um aono de exis-
tencia a Exma. Sra D Lucilla de Oliveira An
drade. virtuosa esposa de nosso distincto amigo.
Jos Mazumbo de Oiveira Andrade. Futuro
prospeo e assaz prolongado o qae sincera
iente Ihe desejam aquellos que, como eu, sa
bem apreciar devidameaie as vlnudese estimas,
predicados que ornam a sua ilustre pessoa.
Recite, 30 de Oulubro de 1891.
S.C.
Parabeit5
Completa boje mais urna risonha
primavera no jardim de sua existen-
cia, a Exma. Sra. D. Maria Avelina
d'Albuquerque.
Desejo-a, pois que, alm das 18
primaveras completadas boje, possa
ainda cheia de felicidade, contar lon-
gos annos em to preciosissima exis-
tencia.
Felicito-a pois, e curvo me reve-
rente, em ante tao respeitavel se-
nhora.
Sertozinho, 30 de Outubro de 1892.
J.A.
Gollegij de N. S. da
Penha
?IQ;K1BA E UTO.
Augusta Carneiro communica aos paes
de suaaalumnas, as suas amigas e ao pu-
blio em geral que ruud >u sua residen.ia
d rtu 7 de Sotembro n. 8, para a da
Imperatr n, 2, 2'. andar, onde continu*-
M ordens <.a pesBoas de sua am sade
l-.:;'. somente para os ministeres de sua
pcofi-.sSo, Como para qudlquer o a tro em
partcula".
Racife, 20 da Outubro de 1892.
--------- ?^-------------
ao commerco e ao pu-
blico
Declaramos a todos os dossos fregue-
ses, ao commercio e ao publico em geral
que desta data em diante deixa de ser
nosso empregado e cobrador o Sr. Anto-
nio Pereira Lopes, e iato por irregularida
des commettidas pelo mesmo Sr. no ejer-
cicio de taes cargos ; pelo que >ho retira-
mos os poderes qae lhe frram conferido
ca procurado, mesmo baviamos passado.
Recife, 27 de Agosto de 1892.
Botelho & C.
Minlia Esperai^a
Felicito meu especial amigo Antonio
Francisco da Crnz, pola ptima acceita$So
de sena bona ci?ferros, denominados
Miha Esperanza, bem acceitos e procu-
rados at em Londres, d'once tem viudo
e^commendas por seus apreciadores.
Mea especial amigo deve estar satisfei
tissimo com o resoltado dos seus esforcos
em acreditar seus djcs cigarros e tornar
assim conbecido no estr&ngeiro um pro-
ducto da ees?a patria.
^arabens pelo resaltado ibtido.
Moooel Futincisoo de Barros kego.
ED1TAES
Ad>Ip?. i5-otSt-g esLm
O U F-

?.,f.
30 AJtBO Oorreia de Arau
1" iri-bios, do municipio do
ti 'o de Per..?mbuci .em vir'
as 'Oja po elle
pntiaari uoi act*. de etridade.

-
i 3iia fax
COHMERCIG
StalM Comaerclal de Peraaat
buco
aTAQSaB 0FFICUK8 DA JUNTA DOS COK
BETORES
Prnfa do Recife, 29 de Outubro de 1892.
35o bou-ecolagao.
O presidente,
Eduardo Dubeux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PRACA DO RRCIFS
O bancos abriram com a taxa de 13 3/4 sobre
Londres a 90 dias d/v dando oLondon algomas
tjsantias a 13 7/8, de tarde os bancos retiraran:
a taxa e o mercado fecbou frouso.
Em papel particular honveram regulares trans-
3(tes a 14.
PRACA DO RIO DS JANEIRO
Os banco3 adoptaram a laxa de 13 7/S d. e 13
*4 d a 90 dias d/v.
Cotaee* de genere*
Para o agricultor
aSSU.' r
v:v'n!sa;o .
. : por 18 kilos.
Banco idgtn iJem .
iD3. idem idem.
3-:irado idem dem
i i idem idem. .
-c';o celado .
fti.ineiaemidem .
I a 4600
4800 a 5*300
490D a 5f0.
3900 a 4*100
30O0 a 3100
3*500 a 26J0
2*300 a 2*V0
1*600 a 1*800
-m d' V
> ua^d| ir
tieor segointa :
a qw
rnt*
c presente sditel
ti 'erem, qu peic
< ;>r r ic '! e.i c^miatisr
Joi irigid a ptnigao do
'Igodo
::.:i 33 nominal de 8*200 a 8;-300.
Jklsool
T pifa e 60 U..3 SSOiCO-.
Agaardeale
%t pira d 4sj UtKtt a IB9J000 nominal.
Me!
*: p;pa i 4301tro3 (00*000 nominal.
Conros
Sexr.i 23gados na base t!e 11 kilos a500 res
5 nina!.
*f.3-aea a 385 ris nomina!.
Borracha
Cota.?e a 15*000 por 15 kilos.
IfiSZ-LA DAS ENTRADAS Dii AS8DCAS B AL
qodIo
Mex de Outubro
Entradas
dueacaa .
Valone. ....
amases .....
Afeada de Ferro Central
Ifn de 3. Francisco
9MB de Lmoeiro. .
dOQKBS ....
Dias
1 a 28
1 a 28
l a 39
1 a 28
1 a 17
1 i 27
Assu-
car
Saceos
26172
2817
854
M377
44830
104050
Algo-
dao
Saccas
1372
1797
1092
562
(87
6353
11363
Carnauba
"ota-se de 5*500 a 10*000 por 15 kil03 nomi-
al
Impor(ac5o
Vapor nacional Vera Luwndes, en-
trado dos portos do Sul em 23 e consi-
gnado a Pereira Carneiro e comp.
Caf 905 saceos a Companbia d s Esti-
va, 412 a Joaquim Ferreira de Car val ho
e comp., 74 a Fraga Racha e comp., 40
a Lopes Alheiro e comp., 66 a Ferreira
Rodrigues e comp.
Fumo 3 caizas a Gocgalves & Barros,
3 a Ferreira Rodrigues e comp.
Mercaderas 44 volumes a Figueiredo
Costa e comp. C
Xarqae 500 fardos a Amorim Irmaos e
comp 200 a Joaquim do Silva Carneiro
e comp
KiprfflC&o
BKCIS, 28 DB OUTUBRO CB iSJS
rara o exesrior
Nao houve exnortacao.
Vara o interior'
So vapor nacioil Pernambuco. para Baha
oar.egaram :
P. Alves & C, 120 taceos cara 9 000 kilos de
as3ucar branco e 70 barricas com 4.2C0 diics p
dito 'illaado
Para Rio de Jaocir?, carregaram :
Companhia de Eiva, 20 pipa3 com 9.4C0 li
tros de agurdente.
P. Carueiro 4 C 255 '.zetas com 15,300 kilos
do assDcar branco, 700 altos rom 42 COj ditos
de milho e 2 917 ditos com 175,010 kilos de
aggrjcar mascavado.
P.-ra Paranagu, carregou :
Compaobia de Estiva, iOO saceos com 6.000
kilos de assacar branco.
No vapor nacional Vera Lown'es, pa_a o
Para, carregaram :
P. Alves & C, ICO LvrrLas com 4,385 kos
de assocar refinado e 300 dits com 20,286 ditos
de dito branco.
E. Kintbacb. 50 barricas com 2.530 kilos de
assucar branco.
V- da Bilveira, 20) volurxes com 13.920 kilos
de assucar branco.
P. Carniiro & C, 300 bairiC23 com 20,480
kilos de assucar braico.
No vapor nacional Goyanna, para Santos,
carregaram :
/. Baltar & C ICO pipas com 6,000 kilos do
leijao.
Companbia de Est va, 20 pipas com 9,400 li
tros de alcool, 400 saceos com 24,000 kilos de
assuacar branco e 500 ditos com 30,000 ditos de
milbo
S. Guimares & C, 300 saceos com 18.CO0
kilos de miiho, 800 ditos com 48,000 ditos de
assucar branco e 700 ditos com 42,000 ditos de
dito mascavado.
P. de Olivelra alais, 15 pipas com 7,050 lil.-oc
de alcool.
No vapor nacional Guanabara, para Rio de
Jeneiro. carreeou :
Companhia de Estiva, 40 pipas com 18.800
litros de alcool.
No biate ta-lonal Deberibe, para Penedo,
carregaram :
M. A. de Sena & C, 20 barricas com 1,200
kilos de assacar refinado.
No biate nacional Dtus te Gn, para Moi-
soro, carregaram
Iilm. e Exm. Sr. Dr. jaii de orphloa
Paulo Jobo de Oliveira, in rentaran te
da propriedade em commum Apipucos, qne
tendo de proseguir-se nos termos do inventa
rio da referida propriedade, ha mnito tompo
parausada, reaqer a V. Exe. que se digne
de orden.-r nova publicagSo de editaos
por eapaoo de 90 das, notificando a todos
os interesaados na referida propriedade,
para por si ou por seus procuradores tuto-
res e curadores, a virem dar no respeti-
vo cartorio, escrivSo Dr. Pontea, os seus
oomes para ssrem desoriptos no inventa-
rio, e bem assim exbibirem os ttulos que
com pro ve m os seus direitos a seren con
liderados como berdeiros ou consenhores
da mesina propriedade.
Espera receber merc.Recife, 9 d
Agosto de 1892.O advogado Dr. Ado!
pbo Cirne.
Esta va sellado.
Nado mais se continba em dita pesa,
aa qual profeii o despacho seguinte
as autos, como requer. Reeife, 0 de
Agosto de 1892.Altino de Araojo.
En virtude deste meu despacho o es
crivSo passon o presente, em virtude do
3U&1 cito a todos es interesaades na pro
priedade em commum Apipucos, para
no referido prazo de 90 dias, virem por
si ou por seus procuradares, dar seus no
acms no respectivo carljrio (escrivSo Dr.
Pontes), para serem descriptos no inven
lario. bem assim exbibirem os titules que
comprovem os bous direitos a serem con-
siderados como berdeiros ou conscnhore
da mesma propriedade.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente edital,
}ue ser efflxado no lugar do costme e
publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
ios 10 de Agosto de 1892.
Eu, Manoel do Nascimeato Pontes, es-
jriv2o o subscrevi.
Francisco Altino Qorreia de Araujo
Secretaria da Inatrucco Publica do Es-
tado de Pernal buco, 28 de Outubro de
1892.
Edital n. 54
Praao de 60 dias marcaio aos professoreB
pblicos Jos Alves de Souza Ba&deira
e Angelo Vieira de Sampaio.
De ordem do Dr. inspector geral da Iastruc-
cao Publica, fago saber aos profesores pblicos,
Jos Alves de Soma Bandeira, removido da ca-
deira de enano primario do s:xo masculino de
Cabrobo, para a de igual sexo da villa da Boa
Vista, e Angelo Vieira de Sampaio, desta pa.a a
de CabroD. por acto do Exm. Sr. goveroador do
Estado, de 25 do corren'.e, que Ihes Sea marcado
o prazo de 60 dias, para apostillarem seus litu
los e assumirem o exercicio das novas cadeiras.
O secretario,
Pergentino Sar.tiva de Araujo Qtalvao.
do
de
em
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, em 28 de Outubro de 1892.
De otdem do Governador do Estado,
fago publico, para os devidos effeitos, que
ee acha vago o cfficio de 2." tabelliZo do
publico, judicial e notas e escrivo
crime e exectrcSes civeis do municipio
Palmares, conforme consta do edital
seguida transcripto.
O secretario,
JoSj Augusto Ferreira Lima.
O Dr. Jos Jacintho Borges Diniz, juiz
de diro to deste municipio e Palmares,
em virtude da le etc.
Fa aaoer aos que o presente edital vi-
rem e delle noticia tiverem e aos que in
teressar possa, qno .chao de-: e vr-go o
aartoria $~ 2o tabs \f> do papujo juai-
eaerivAu do orino i execu-
eul e Beta
Val civo'-
cteado ti;
Jaueiro dt>
debte BTBD1 'pi
v'rtnie u -ici\
ib4, uuja vaga
faHecimento do respectivo
d-.* '-atarea
'-. .. I 3m
8a oeu por
serventuario
J. Salgoeiral & G., 2 barricas com 200 kilos
de assucar mascavado e 6 ditas com 360 ditos
de dito refinado, e 6 ditas com 312 ditos de dito
branct.
No hiate nacional Correio de Natal, para
o Natal, carregaram:
A. D. Simes & C, 5 barra com 2T0 kilos de
vinagre, 12 garra5es e 12 caixas com 288 litros
de genebra.
P. Arves 4 C., 2 barricas com 182 kilos de
assucar branco e 7 ditas com 445 ditos de dito
refinado.
Para Macahyba, carregaram '
P. Alves & C, 10 saceos rom 750 kilos de
assucar branco e 10 ditos com 600 ditos de dito
refinado.
J. Salgueiral Se C, 3 barricas com 220 kilos
de assacar branco e 5 ditas com 300 ditos de
dito refinado.
Na barcafii Flor de iaria, para Maman-
guape, carregaram:
S. do Aguiar Campillo, 50 caixas com 1,059
kilos de :aoao.
Joo Francisco Leite, 10 saceos com 220 kilos
de fio de vela.
Pacta da Alfaadesa
ssma'.'a db 31 ds octbro a 5 de novemboo
db 1892
Alccol (litro)....... 540
Utfod&a em rama tkilo) .... 486
4r/os cok casca :-o) ... 90
ssncar refinado liic) 430
issucar aisnoo (kilo) .... 320
3sncar maiicavado XWc) ... SO
ja^os de mamonas (kiioj ... <)
Sorracba da leite.tbangab.
.'achaca ...... 270
louros seceos..
J.oaroa aeocoa sal I 430
.'curca verdes flua)..... 0
Gonrin'aa3 (uos)...... I #8/0
Uarogcs de algodSo filio) ... ffl
Orrapatelra "(.'io)..... W
Jacao (kilo)....... 403
3af bom (!o)...... U200
;af reatolho (kilo-)..... U000
.'af moido (kilo)...... t40b
Jaraata (silo)...... 600
Cera em velas (fcilo)..... 640
Cera vegetal (kilo)..... 630
Cera em brete ou proparada (kilo) 008
Jenna (li:ro) ....... 313
'^l (litro)........ 10
Carvao da GardT (Ion.) .... 23*000
?arinba de mandioca (lii?> r *0
eneara (litro) ...... 400
i-raxa (sebo) ... ... 633
aborandj (em fan) klo loo
Leite de maugaboira (kilo) 14466
Mel (litro)....... 165
tffco (kilo....... 75
^hospbato da cal da lina Raa (tone-
lada) ......... 114000
Pelle de cabra (cento)..... 1874000
Pelle de carneiro (cento) .... 1454000
Sement de caraaba (kil 3) ... 4>
sola (meio)....... 4J400
Sement de carrapateira (kilo) 100
Sebo (kilo)........ 600
Stearina em velas (kilo) 14000
Sement a. aigodao (kilo) 040
Tataiuba (kilo)...... 40
rabeas de amarello empranchCs
(dula)........ 1004
Utadlaacntoa pabileca
MU DB OOTUBTO DB 1892
Aijanatga
Renda geral
Augusto Berenguer de Almeida Alooford-
do, convido aos pretendentes ac reapecti-
voa oficios a apreaentarem seu a reqaeri-
mentos dentro do praso de 30 diaa a con-
tar da data do presente edital, e, de con-
1 ormidade com os decretos de 30 de Agos-
to de 1851, n. 817 e 9,944 de 16 de
Dezembro de 1884.
Outro sim fas mais saber tambem aos
pretendentes que sena requerimentos de
vem vir instruidos com o ezame de suf-
ficiencia, como diapSe o decreto 8,276 de
15 de Outubro de 1881.
E para que chegue ao conhecimento de
todoB, mandei pasaar o presente que ser
anisado no lugar mais pnblico e do eos-
turne, e delle se extrahir copia para ser
remetti4a a j Exm. Oovernador do Esta
do, para o fim indicado no art. 157 do
decreto n. 9,420 de 28 de Abril de 1885,
com a declaracSo do dia da affiBacjto e
publicacSo do presente edital, que ser
certificado pelo porteiro dos ..auditorios,
como determina o art. 153 do citado de-
creto 9420.
Dado e pasBado nesta cidade de Palma-
res, aos 22 do Outubro de 1892.
Eu, Ui'sino Teixeira de Barres, eseri-
vSo, eBcrevi.Jos Jacintho B.r.ea Di-
nia.
E nada mais se continba em dito edi
tal cima copiado do proprio original, ao
qual me reporto e dou le.
Escrevo e asaigno. Eu, Ursino Teixei-
ra de Barros, escrivSo o escrevi.
Certifico que pelo porteiro dos audito-
rios me foi entregue a certidSo da tffisa-
cao do edital retro, a qual do theor se-
guinte :
Joaquim Manoel de Fnas, porteiro
dos auditorios de Palmares, em virtude
da lei etc.
Certifico que affixei hoje na porta da
Inteadencia Municipal desta cidade, o
edital convidando os pretendentes aos offi
cios de justiga vag) por falle cimento do
respectivo serventuario Augusto Berenguer
de Oliveira Alcoforado ; o referido ver-
dade, dou f.
Palmares, 22 de Outubro de 1892. O
porteiro dos auditorios, Joaquim M.nuel
de Farias.
E nada mais se continha da dita certi
dSo cima copiada do proprio original que
me reporto e dou f. Escrevo e assigco.
En, Ursino Teixeira de Barros, escrivSo
o escrevi.
Edital
Arsenal de larinha
De ordem do Sr. entra almirante JoSo
Ooncalvos Duarto, inspector deste arse-
nal e capitSo do porto deste estado, faco
constar a quem interessar poasa que na
secretaria dosta inupaceSo contracta-ae li-
madores, torneiros, caldereiroa de cobre,
caldereiros de ferro, modeladores, fundi-
dores, ferreiros, calafatea, gravadores,
carpinteiros, carapinas, torneires e opera-
rios de apparelhoa e vellaa.
Secretaria da :inspec$3o do Arsenal de
Marinha em Pernambuco, 24 de Outubro
de 1892.
O secref"rio.
Antonio Jai S. Azeoedo.
E
lita*
De orJtai Soflr. goverd ordo
do, faco constar toa Hra. i ncisc
!ei j Costa v'aacon.silos. Mainel
fe'ilao, toaeate Jos Vi tatiaaos .e
co.icedoB Peceii \. Igoaeio Vieira de
Es'.a
Bi-
8-ve
V*aa-
rm. -o
>, Joi J
le j.-,ri
qt [h o
\ v t' o i. -,ri-... -,?.9
djriey que devem sellar os doeBBM0t conforme ae determicoa por despachos de
Oo dia 1 a 28
dem de 29
1,122-440*985
62:399*851
1,184:8404236
Reada do Estado :
Do dia 1 a 28 180:853415S
dem de 29 6:908466
Somma total
187:7614824
1,372.6024050
Segunda seccio da Al'andega de Pernambuco
29 de Oatobo de 1892.
O chele da seccad,
Manoel Antonino de C. Araaba.
O tbesooreiro,
Florencio Domingucs da Silva.
RECEBEDO.UA DO ESTADO
Do dia 1 a 28 72:4904355
dem de 29 2:2i54774
Do dia 1 a 28
dem de 29
t.ECIFE DRA1NAGE
74:7064129
8:8744o9
Ci993i
8.9744390
Vaporea a sahJc
Mez de Outubro
Baropa...... Brttania...........30 u 10 h.
SSuaelpaJ de ::
0 i.i'.'---r:-:.z'.o deste mercado to
Ooiabrooi o seguinte : Entraran?.
41 i-ais pesande 4,677 Kiio.-'.
1038 Mos de peiTe a O ris
i i dilas com camarSes a 100 re.
K compart. com maris.cs a 103 ra.
46 lugares a 2C0 rs.
7 suinoa a 200 rs.
25 cargas de brinha a 2C0 re.
5 cargas de milho i eco a 200 ra.
3 ditas com ftijj n'.'OO rs.
li dita de batata a bOJ rs.
i ditas cem (rudas inversa; t 300
ditas cora lenca a 300 rs.
2 ditas com gerimi a 300 rs.
1 ditps de caona a 300 rs.
ditas com milbo verde a 300 rs.
di as ae melancia a 300 rs.
47 ditos com verduras a 300 rs
1 cassuas com gallnbas a 20 ra.
dits de laranjas a 300 rs.
78 ditos com'arinha a 4 io
6 cargan eom galnhaa a- 50) ra.
32 columnas a 600 rs.
. 7 compartimentos com resar.'S
a 60) rs-
46 ditos com faiendas etc. GOO rs.
27 ditos de comidas a 700 rr,
11 ditos de suineiros a 14
8 ditos a 7 0 rs.
42 tainos a 24000
?o
l 28 de
2760
i;-:i()(
4500
94200
14i00
54COO
140:0
4G00
3600
4300
4
4600
4300
4
4
144100
4300
4
3I400
30O0
194500
rs.
44200
2746.0
18*900
114000
54600
844000
hontem datados, com qae instruiram suas
petigr3es requerendo provimento na ser-
venta vitalicia do cfficio de 1. eicrivSo
do crime desta capital.
Para esae fina fica-lb.es marcado o praso
de quinse dias, fiado o qual o -mesmo Sr.
governador nSo tomar conhecimento do
objecto daa referidas peticSes, si nSo fo-
rera estas reaolhidaa Secretaria do Go-
verno. depoia de preenchida aquella for-
malidade legal.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 27 da Outubro de 1892.
2 O aeoretario.
Joao Augusto Vtrreira Lima.
DECLARARES
THE Al RO
Santa Isabel
Companhia lyrca ital'aaa
Empresa Sansone & C.
Amanha, segunda felra SI
R 3cita extraordinaria
Trena e bonds para todas as liabas.
' A'a 8 li2.
THEATRO
Hoje, domingo 30
ALTA NOVIDADE !
Grande divertimentoMimo Danzenti 1
Ser dancado o bailado cmico em 3 act ,s, do
maestro cboreograpbico Eraesto Linati:
0 medico borlado
terminando com o sempre moo applaodido
. PASSOADUB
Guarda roupa a cnanos novos 1
Iasugurac&o do novopanno de bocea,ra
balho de am hbil artista itali.no.
A's 7 horas.
O espectculo terminer antes da ultima par-
tida dos trens e bonds.
Prccos dos bilbetea
Camarotes 104000
Cadeiras e galeras 24000
Plateas 14C0O
Libretos do bailado a venda na porta do thea-
tro.
Rendimeoto do dia 1 e 27
2644360
69974500
7.2614860
Preces do da:
Carne verde de 240 a 640 ri 0 kilo.
Sainos do 640 a 800 ris idem.
Carneiro de 800 a 4 ris idem.
Farinha de 400 a 430 ris dem.
Milho de 380 a 440 ris idem.
FeUad de 800 a 14400 dem
ComL anhia
Industrial e Commecio de
Estiva
No escripio'o Ce3ta companhia, a ma do
Amoiim n. 58, paga se o pnroelro dividendo
raxo fe 34 oor accSo, ou spjam 10 O/o na pro
norc/io do valor realisado.
" Recife-18 de OP'Qhro de 1891 ________
HocJcdade Wccreillra 4a
ventue
SesaSo uneb.-e em 1 de Novembro
A 38880 lonebrt em ccmmei>oraao ao falle
etffle: to oo consocio distincto Joaqu'm Dias de
Aodrade, princii iar s 7 borts da nou e.
-' franquead ne^tt resfao i aooiedaJe a
. l m p esao era dis'.in :c5o de cerque i
prtrjn'.ar om '^i'et le uccer o coro o acto
\ ead sao re u a rea -o
liecie, 7 ue oalobn tdM.
Albico F. Neves.
___ Secretario da c mmisso.
novlmento do Porto
Navios entrado no Lia 28
Gear e escala7 dias, vapor nacional S. Fran-
cisco, de 382 toneladas, eqnipagem 30, com-
maodante J. J. Esleves Jnior, carga vano.
gneros; & Companhia Pernambacana.
Manos e escala12 dias, vapor nacional Per-
nambuco, de 1,999 tonelada* l^quipagem 60,
commandante Roberto Rlpptr, carga varios
gneros ; a Pereira Carn- iro & C.
Pelotas47 dias, patacho nacional Annita, de
162 tontladas, eqtlpige.n 6 cap ao C. N.
Meadsen, carga xnque, a H. Landgren.
Observacao
Fandeoo no Lamarao nma barca nnraeguense
qae nao communicou com a trra.
Navios sahidos no mesmo dxa
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional Per-
nambuco, commandaote Roberto Ripper; carga
varios gneros.
Para e escalaVapor nacin. 1 Vera Lc/wades,
commandante Joao Gualberto da Costa ; carga
varios seeros.
UacoH ate nacional Barroso, capito Antonio
Alves da Silva ; carga varios gneros.
Tamandar e Rio FormseVapor nacional S.
Francisco, comandante I. Joaquim Esteves
Jnaior; em lastro.
vapores a e^ra?
Mes de Ou'abro
Sul.......... Aguamar......... 33
Su.......... aboatao.......... 30
Sul.......... Britania.......... 30
Sul.......... Curityba........... 30
Sal.......... Espirito Santo..... 31
Norte........ Mercuro........... 31
Mez de Novembro
Norte........ S. Salvador.....
Sul.......... Vigilancia.....-..
Sul.......... Lisbonenses.....
Europa....... Thames.r.......
Europa....... Congo.........
Sul.......... Magdalena......
Sul.......... Actor..........
Sul.......... Concordia......
Sul.......... Equateur.......
Sul.......... Ulinda ........
Norte........ Una...........
Norte....... Seguranza......
Norte....... Alagos___
Sul.......... R o de Janeiro...
Europa....... Malange........
Sol.......... Maraado.......
or :e........ Braz.........
Sul.......... Pernambuco ....
Norte........ Espirito Santo ..
Sol.......... S. Salvador.....
1
3
3
3
3
5
6
6
6
8
9
11
12
12
13
16
20
24
28
30
Indemnisadora
Companhia de Segiros
MARTIMOS E TERRESTRES
EBtabelerldae.Tt 18S5
atado Qnanceiro em SI de Da
zembro del8*V
Capital 1,000:0001001
Fondo de reserva H0:37600C
Sinistros pagos 1,776:683^000
SESGEOS
AIlTUeS CONTRA FOCO
eBBpantda Pkeatfx Per*
naaabueana
A DO COMMFRCIN 0- 64
IRHAXDADE
Bal
Almas erecta na matriz dn
SS. Sacramento da Boa
Vista
Mesa geral
De ordem da mesa regedora desta irtnandade,
convido a lodos os nossos irmaos para compa
recerem em nosso consistorio da mesma matria,
no dia 1 de Novembro, pehs 10 boras da manha,
aflm de reunimos em numero legal de mesa ge-
ral, e proceder-se a eleicSo da nova mesa re-ge-
dora que tem de reger a mesma irmandade na
anno compromissal de 1892 1893, como termi-
na os arts. 31 46 do compromisso qae not
rege.
Consistorio da irmandade das Almas, erecta
na matrii do SS. Sacramento da Boa Vista, 28
de Outubro de 1892.
Manoel Damingues da Silva,
_________________ Ex juiz escrivao.______
Conselho Econmico
da fteparticao da
Marinha.
De ordem do Sr. otitra-almirante JoSq
Gonyalres Duarte, inapector deste arse-
nal e capitlo do porto deste Estado, fago
publico, que no da 31 do corren te mez,
as 11 horas da manh, em urna das salas
da inspeegSo, recebe se proposas em car-
tas fechadas para o fornecimento de car-
vao de podra, Cardiff, Nsw Caslh, Cohe
e proprio pura forja, a este estabeleci-
mento e aos navios da Armada Nacional,
estacionados no porto desta cidade, du-
rante o futuro exerc.'clo de 1893.
Sito deveres dos proponentes :
1" Encher com pr^gos por extenso e
am algarismo a proposta.
23 Entregar pessoalraente ou p:r sea
legitimo representante, directamente ao
conseibo econmico, co logar, dia e hora
annunciados.
3 Exhibir co ac da entrega da pro-
posta a em da certidSo do respectivo con-
tracto social, quando nSo for firma indi-
daal, os documentos que provem ser ne-
gociante matriculado e ha ver pago imposto
de casa commeroial, relativo ao ultimo
semestre.
4} SSo dispensados da apresentagSo da
matricula da Junta Commercial aa fabricas
e estabelecimentos industriaos da repu-
blica, e terSo estes e aquellos a preferen-
cia sobre os outros concurrentes em igual-
dade de condeces e circumstancias, de vi-
damente provadas.
5 Oa fornecedores ccntinnarSo a sup-
prir por maia 60 dias as mesmas condi-
gSes, se assim for julgado necessario e
sem que isto constitua direito para proro-
gac3o.
InBpesgSo do Arsenal de Marinha de
Pernambuco 27 de Outubro de 1892.
O secretario,
Antonio da Silva Az.vedo
Companhia Fabrica de Es-
topa
Os,accionistas sa" convidados a fazerem at o
ii: 15 de Novembro a '>' entraba na raz de 10
*i0 sobre o cajit..l ou 204CC0 nor ac^ao t-j Beu-
'jo de Pernambuco.
Recife, 15 de Outubro de 1892.
ThoniazC. 3riL"irs.
Director Becretiti.
Dt^nHbrf de Pro-
le

oos iicarets
Os Srs a?cicn- qni-ita pmrac ti- carita! aa es '<
' 0/'o -'. 'i i i i.o
,- i .- ..!;
sii- 30e,.?. cta. ts ui-- i uaw.
Recie, 20 de Oaluaro ie 1892.
J. CartioM A;
servinoo de secretario.
Companhia
Serrara Pernambucana
Sao convidados os senhores accionistas a rea-
liearem a qaarta entrada, a razo de 10 0,0 oa
IQtQO por cada acc&o. at o dia 15 de Novem-
bro. ma do Vigario n. 7.
Recife, 29 de Outubro de 1892.
Alvaro Pinto Alves,
Director secretario.
O intendente Flix Pereira e Souza, com-
mi38ario de cemiterios, manda facer publico a
quem possa interessar, que no dia de finados
permiltida a ornamentacSo das sepultaras no
cemiterio pui.1 o de Santo Amaro, com Unto
qae nellas nao se face estrago e se conserve
limpo o local utilisado, para o que serio imme-
diatamente retiradas as vasilbas de conduelo,
as quaej s se poderlo abi decorar em quanto
oao foram desoecupadas.
Outrosim, avisa que a nioguem ser permiti-
do usar dentro do cemiterio de comidas ou be-
bidas, como ] Be tem feito, e para evitar qual-
quer desgosto ou privadlo por causa desea pro-
hibidlo, desde ja clara que permute no largq
externo do mesmo cemiterio a collocaco de pe-
queas barracas, usuaes em pateos por occaiSo
ae festas, mediante a respectiva licenci rsnni-
cipal. Ei 29 de Outubro de 1892.
Flix Pereira e Soua,
Comroissario.
JjaqJm Jos Ferreira da Rociu,
Secretario.
De ordem do presidente do conseiba, a ad/
miaistrscSo dadevcelJ de S. Joao Baptista, con-
vido a todo os nossos amados irmaos o rm
para reuuir se < ra sua sede roa Augusta n.
190, pela: 5 boras da tarie, afimdeverem cossa
e;ie que sa acar em exposico.
Eu secretarlo, eBcrevi.
BeliarmieoE. Silva.
Companhia Refinadora Mer-
cantil Assucareira
Quinta chamada
De accordo com o qae dispo; o art. 5 dos es-
atutoa desta companhia, sao convidados os se-
abores accionistas a reailisarem a sexta entrada
sobre o capital, razo de 10 O/o, ou 10* por
acci, at o dia 15 do prximo Novenbro, das'
10 boras da manb. e 3 a tarde, no caes plbaribe, casas ns. 54 e 56.
Recife, 11 de Oumbro de 1892.
Francisco Faustino de Brito,
_________________Presidente.________
Veneravel coofraria do Se
nhor Bom Jess da Va-
saca da igreja da Santa
Cruz
A mesa legedora desta confraria tem no dia
dominio 30 do correte, pelas 4 1/2borlsda
tarde de proceder em sua igreja a solemnidade
do acto da benejh do sen novo Bino grande, e
para aesistir o mesmo acto, convida aos Illms.
Srs. paranvmphos e os nossos carissimos irmsos
para se dignarem comparecer ao mesmo acto,
afim de que o mesmo se ja celebrado com toda
decencia e esplendor.
Consistorio da confaria do Senbor Bom Jeui
da Viasacra, 27 de Ontario de 1892.
Adalberto Jos de Paira.
Ex-provedpr e escrivo.
.
A -^
-.s
.

<^
,.u-l-
_^~
---------V-r------------- n..





Diario de Perna^boco Domingo 30 de Outubro de 1893
HIPPODROMO
X30
CAMPO MANDE
m

Si
il DI i
QUE SE REALIZARA' NO
Dia 30 de Outubro de 1892
Hornea 9 B B 4 Pellos Natura lid. 0 M 3

Cor da vert-
menta
Proprietarios
^.^ pareoBeclfe800 metrosAnimaes de Pernambnco qae nao teham ganno primeiros e se-
gundos premios nos prados do Recife. Premios : 2O0JOO0 ao i., 40*000 ao 1
e 20*000 ao 3..
1
*
3
4
5
6
7
8
9
10
11
13
13
Mouriscaoo...
Regedor......
Libe'dade....
B.nbi-ta.....
Cumberland..
Scguranca..
Granadeiro...
America.....
Shotcver.....
T.->ompho___
Blaekstone....
Cr.efe........
Batioga......
ToMilno .
Castanho.
Tordilbo..
Castanbo.
Zaino
Alazao...
Castanho
Mellado..
Rodado..
Cardo .
Pernamb.
51
31
51
51
51
51
51
51
51
51
51
51
51
Azul e ouro.........
uro e preto.. ....
Listrado............
Encarnado e preto.
Braaco r azul.......
Ouro e oreto.......
Azul, vilela e ouro.
Encara, e preto.....
Preto,ene. eouro...
Verde e encarnado..
Azul e preto........
J. C. Coelbo.
J. Fonseca.
S. Barros.
Azevedo G.
Dr. Bazilio de Luna.
F. D. C. Pesaoa.
B. C.
Coud. Perdigao.
F. C. Campos.
Coud. Arraya!.
J. F. M.
0?car.
J'i'd. Nacional.
1* pareoCJoyanna-830 metros Caballos de Pernambuco que nao teoham ganbo em dia
tanc'a superior a 1050 motros nos pra (os do Recife. Premios : 203*000 ao 1, 40*
ao 2. e 20000 ao 3.'
1 Tapir...
2 Talicier.
3 Berlim..
4!G3llet...
5 iRusso......
5 Baio....-----
5 jCaxito.......
5 [Rodado......
Pernamb.. 51
* 51
53
55
Encarnado e azul..
Amarello e roxo..
Roxo e ouro........
Verde eencarnado.
Cond. Tapir.
J. N. da Silva.
P. J.
Coud. Pombal.
3. P3reoTlmbnba1.000 metrosAnimaos do Pernambnco
40* ao 2.* e 20*000 ao 3."
Premios-. 200*000 ao !.
Sans-Souci.
Marauguape.
Tahspber. ...
Ida..........
Baio
Alazo..
Rodado.
Pernamb.. I
31
57
55
55
Ouro e branco......
Preto. ene. e ouro.-..
Ene. e auarelio......
Escarate e onro......
D A. L. de Matto.
Dr.B. B. F. Filbo.
G. Oliveira.
Load. IdaeVolta.
4.* Pareo- Ollnda-l.?50 metro?. Animaes nscionaes. Premios: 300*000 ao i, 60*000 ao
2.- e 30*000 ao terceiro.
Dspota II... 0 Castanho Pernamb. 54
D. AffoBfO.. 5 3. Paulo... 54
Petropolis-.. 3 A'.azao...... Pernamb.. 50
Redames.... 2 Preto...... 45
Azul e amarello.....
Geoat e ouro........
Verle e amarello
Verde ouro bonet. br.
A. H. C. V.
Cond. Pelotense.
Uaalbaes 4 C.
Coud. Brazileira.
5. pareo aatooato-GRANDE PREMIO-1.150 metrosAnimaes de Pernambuco que nao
tenbam ganbo em distancia superior a 830 metros em 1892. Premios: 3CD*000 ao 1.*,
ri\snriA i., o 'jninnn u
60*000 ao 2." e 30*000 ao 3.
Halange....
Frontn......
Colosso.....
Hgoot
Pooiable
Yambo.....
Scepcif mo
Pbarizeu
(Rodado..
Rosso
Rodado..
Prc'o___
Castanbo.
Pernamb.. 50
50
c 50
50
50
50
* 50
50
Preto e encarnado...
Roxo e onro.........
Azul e onro.........
Amarello e roxo.....
Azul e amar, em listrf
Eaaroadoe bonet pr.
Azul e encarnado___
Ene. e azul.........
Coud. 2i de Maio.
P. G.
Coud. Cruzeiro.
J. N. da Silva.
M. L. M. Jnior.
Coud. i" de Junbo.
A. Almeida.
R. C.
6. Pareo Cabo 1 700 metros. Animaes nacionae* e eguas estrangeiras que nao tenbam
ganbo. Premios : 400*000 ao !., 80*009 ao 2." e 40*000 ao 3..
Seabrease.
Atlante
Napo'itano.
Sciroco
Zaina..
Alazao.
Castanho
Inglaterra 57
Pernamb.. 51
S. Paulo- 54
Rio de Jan 56
Escarate e onro......
Verde e amarello
Aznl e eucarnado
Ouro e aznl..........
F. Allood.
Osear.
C. Rez?n1e.
Coud. Internacional
7.' Pareoia-uara-GRANDE PREMIO-1.300 metro*. Cavallos de Pernambuco que nao
tenbam ganbo em distancia snpericr a 1.050 metros nos prados do Recife e eguas do
Estado. Premios : 300*000 ao 1, 60*000 ao 2. e 30*000 ao 3.*.
Dublin......
Regente
Talicier.....
Ida.........
Pigmeo.....
Viva.......
Tapir.......
Tudo-......
Rodado.....
Alazo......
Baio.......
Rodada .....
Zaino.......
Castanho....
Russo.......
Baio........
Pernamb.
50
50
50
48
SU
50
50
50
Rouxo e amarello.
Amarello e euc......
Amarello e roxo.....
Escarate e onro.....
Encarnado e prele...
Aznl eencamado.
Verde e amarello
Azevedo e C.
Alves & C,
J. N. da Silva
Coud. Ida e Volla.
Cond. Perdigao.
Dr. J. C do R. Barros.
Cood. Tapir.
J. Moraes.
Obswva?os
s 9
Os cartSet de criado e darSo ingresso pelo porto do enailhamento.
Os jockeys s terSo iogreaao pelo portao do enailhamento.
O horario aera restrictamente observado.
Os aaimaes inscriptos no primeiro pareo deverSo achar se no enailhamento,
1[2 horas da manhS.
A Directora chama a attencSo dos Srs. proprietarios e jockeys para o ar-
tigo 21 e seu8 i| c o artigo 46 qae serio restrictamente observados.
Os forfaits serio recebidos at sabbado 29 do correte s 3 horas da t arde
na Secretaria do Hippodromo.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 27 de Outubro de 1892.
secretario,
iiuto Silva.
Aug
Faculdads e Direito
De ordem do Dr. Director e de confor-
midade com o aviso n. 1,049, de 28 de
Setembro ultimo, do Sr. ministro da ins
truccSo publica correios e telegraphosj
fago publico que fica marcado o praso de
seis mtzea, contados da data deste, para
a inscripc&o des que pretenderen! concor
rer ao lugar de lente cathedratico da 2a
cadeira da 2a serie do curso de eciencas
aociaes (economa poltica) desta faoulda-
de, que ee acha vago pela demissao do
Dr. Jos Joaquim Seabra, constante do
decreto de 12 de Abril do auno corrente.
Oa pretendentes ao referido lugar poda-
ra; apreaentar-26 desde j nesta secreta-
ria pira assig av sena comes no livro
competente, o qDe lhes permittido fa*
ser por procurador, ae eativerem a mais
de vmte leguas desta cidade cu tiverem
justo impedimento.
Devem outro sim apresentar documen-
tos que mostrem sua qualidade de t
brasileiro, que estao uo goso de aeua direi-
to civis e politicos, isto : certidSo de bBp-
tiamo, rolda corr da n > lugar de seus domi-
cilios e mais diplomado doutor oubacharel
por urna da Faculdadea da Repo Wica ou pu
blica forma, justificando a impossibilidade
sa apresetta^aj do original, e na resma
occasilo poderlo entregar quaeaquer do-
cumentos que julgarem convenientes, ou
como titulo de habilitaco ou como prova
de servicos prestados ao Estado, buma-
nidade e aciencia, dos quaes se lhes
pastar recibo.
O processo d'esse concurso ser o regu-
lado pelos decretos es. 1286 el568 de 28
- q Aril de 1854 e de 21 de Fevereiro de
1855, cerno tambe m foi ordenado di-
rectora desta Faculdad-j no supra men-
cionado aviso, ezcepcSo feita do que da
respeito exhil igao das p'ovaa que ver-
sarlo Bomente sobre a materia da referida
cadeira.
Quaeaquer outras inrormacSes de que
porventura caregaro os candidatos lhes
poderlo ser ministradas neeta secretara
para que chegue ao conhecimento de
todos mandn o mesmo Sr. Dr. director
affixar o presente que ser publicado nos
jornaes desta cidade e nos da capital fede-
ral.
Secretara da Facaldade de Direito do
Recife, de Outabro de 1892.
O secretario.
B. Ara gao Farii Rocha.
Compaahia Industrial Per
nambucana
Ataembla (eral
Sao convidados es seobores accionistas a reu-
oirem-seem asetmbla geral ordinaria, no dia
i de Novembro, t bora da tarde, no sallo de
Associacao Commercial Beoefcenie, ana de to-
maren) coobecimeato do relatorio, parecer da
ccmmisso iscal a balance fechado em 30 da
Junbo prximo passado, e bem assim elegerem
a nova commiseao riscal, de accordo com o arti-
go 17 do8 estatutos.
Recife, 18 de Outobro de 1891.
Presidente
Dr. Joaquim Corroa ie Araujo.
PRADO
PERMMBICANO
E'T'.'M
QUE SE REALISA V NO'^,^
Dia 1: de Novembro de 1892
Em beneficio da Devocjio de Nossa Se-
nhora da Coneeijao a cargo dos Artistas,
erecta no Convento de Nossa Sen hora do
Carmo do Recife.
Jais de PessgemAdolpho A. Fcrreira Tacques-
Juiz de EnailhamentoJoSo Vctor da Crns Alfarra.
Jais de PartidaArthur Silva.
Juis de Confirmac^oPaulino Silva.
Juises de ChegadaHanoel Medeiros, CapitSo He-mino E. de Figueiredo,
Francisco Correia Resendo Reg e Carlos F. de Abren.
Juis de Distanciado=Dr. Francisco Sousa Reis.
JuiseB de ArchibancsdaBarSo de Nasareth, BarSo de Calar, Dr. Jos Gon
calves Pinto, Dr. Witruvio P. B. A. Vasconcellos. Dr. Jos Mariano Carneiro da
Cunha, Jos Joaquim da Costa Maya, Jos Ferroira Marques e Albino Fernandes
de Azevedo.
Juises de Ri<> MontadosFrancisco A. BrandSo Cavalcante, Dr. Jos da Ca
nha L. de Mattos, Joa Nogueira da Silva, Rufino Cardoso, Joaquim Domingoa da
Cunha Braga e Antonio Joaquim Meras-,
Nomei
Pello*
Vaura
lide
Cor da vcill-
menta
Proprletarloa
1.' pareo -i. de !*iovenil*ro800 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenhan
ganbo premioa nos prados do Recife. Premios: 200*000 ao !. 40*000 ao 2.' e
20*000 a o terceiro.
Milapan.....
Biarks one..
T,iumpho-
America.....
1) uscomtigc
T jo........
Gatuno.....
S!;otovcr.....
Dinamarca. -
Pediez......
Rodado .....
Mellado......
Alazo......
Rodado......
Pedrez......
Rosho......
Castanho
Rodado......
Pernamb.. Si
> Si
Si
54
Si
< 54
54
54
54
Encarnado..........
Preto encarnado e onro
Preto e encarnado
Preto e onro........
Branco encar........
Prtto, branco, ene...
Preto e ouro........
Azul, violeta e ouro..
Azul e branco.......
J. Pereira.
1. F. Maciel.
oud. Arrayal.
Coud. Perdigao.
Costa & Irmao.
Coud. Portuenae.
H. Lemos.
T. S. do Campo.
S. Mendes.
2.' PareoDevoo-800 metros Animaes de Pernambuco que nSo tenbam ganho pre-
mios em maior distancia de 850 metrop no.= prados do Recife em 1892. Premios:
200*000 do 1. 40*000 ao 2.- e 20*000 ao 3.-
Pleiade.....
Sep'.ecismo.
Arcbivou ..
Dublin......
Pirata......
Yambo
Rodado..
Ca.-tanho
Rodado...
Prtto....
Castanho
Pernamb.
54
54
54
54
54
54
Encar. preto e ouro.
Azul e amarello.....
Rxo e pardo.......
Roxo e amarello....
Ene. e bonet preto ..
Encarnado...........
CouJ. Palmarense.
A. M. Almeida.
Manoel Pereira.
Azevedo & C
J. G. C. d'Albuq.
Coud. de Junbo.
3.* PareoDertoy Cinto 1.100 metros. Animaes de Pernambuco que nao tenbam ga-
nbo premios em distancia superior a 1.050 metros. Premios: 200*000 ao 1.*,
40*000 u e 2O*O0C ao 3
Torco 2. -.
Talissier....
Berlim......
Pigmea.....
Tudo-.....
Regente.....
Alazao...
Baio.....
Cachito...
Zaino
Baio.....
Alazao...
Pernamb.
52
62
52
52
52
Roxo e pardo.....
Roxo e amarello...
Ouro e rxo.....
Preto encamado..
Verde e amarelk).
Euc. e amarello.
J. E. Ferreira.
J. N. da Silva.
P. Gnlmaraes.
F. M. S. Mendes.
J. Moraes.
A1V63 &C.
4." PareoHippodromo do Campo Grande850 metros.Animaes de Pernam-
buco que nao teobam ganho preioio e u distancio de 900 metros. Premios : 200*000
ao i* 40*000 ao 2* e 20*000 ao terceiro.
Gallet.......
Mouro.......
Tapr......
Scepci s m o
Collosso......
Rodado.....
Alasao......
Rodado.....
Castanbo. ..
Rodado......
Pernamb.
54 Verde e amarello...
54
54
54
54
Azul e amarello....
Ouroe azul.
Coud. Pombal.
Mond. Mouriscana.
Cond. Tapir.
A. M. Almeida-
Coud. Cruzeiro-
5. PareoPrado Pernamnnrano-1609 metrosHANDC&P animaes pnngas e pello-
dos. Premios : 300*000 ao !. 60*000 ao 2 e 30*000 ao terceiro.
Allante.....
Veloz.......
Galletea.;...
D. ABonao...
Alazao...
Castanbo
Alazo...-
Castanho
Pernamb..
Rio Janeiro
S. Panlo..
56 Verde e amarello-
52 Azul e preto.....
50 Pret) e onro.....
50 Great e ouro....
Osear.
Cond. Nacional.
Coud. Fra' ernidade.
Coud. Pelotense.
6.* Pareointendencia1300 metrosAnimaes de Pernambnco.
!. 40*000 ao i.* e 20*000 ao terceiro.
Premios: 20t*000 ao
Sans-soncl.
Pvrilampo ..
Maraoguipe.
Taliafer.....
Baio------
Tordilho.
Alazo..
Rudado.
Pernamb.. 52
52
52
o
Ouro e branco........D. A. L. de Mattos.
Rxo e pardo........|J. E. Ferreira.
Eocar. preto e ouro.lB. B. F. LeaL
Encarn. e amarello. .Coud. Oveira.
7.* PareoBellflao- 800 metrosAnimaes 'de Pernambnco qne nao tenbam ganbo premio
salvo a corrida de 10 de Abril de 1892. Premios: 200*000 ao 1- 40*009 ao 2
e 20*000 ao terciro.
Pirata ..
Pontable.
Pleiac'e..
Hungnot.
Cljd...
Preto.......
Castanbo ...
Redado. ..
Preto.......
Rudado. ...
Pernamb.. 54
54
54
m 54
a 54
Encar. bonet preto.
Aznl amar, e listrad.
Preto, onro e ene.....
Amarello e rxo
Verde e amarello....
A. G. C Albuquerqoe.
M. S. Machado Jnior.
Coud. Palmronse.
J. N. Silva.
Cood. Salgado.
Os animaes inscriptos para o 1." pareo deverSo achar-se no enilhamnto s
y 1[2 horas da manhS.
Os forfaits serSo recebidos at Segunda-feira 31 de Outubro s 3 horas da
tarde na secretaria do prado.
Os jockeys que nao se apresentarem conveniente-
mente trajades com as cores adoptadas do programma
por seus patroes, nao serao admittidos pesagem e se-
rao multados de accordo com o art. 51 do cdigo de
corridas.
Previno-se aos senhores accionistas de procuraren! os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz n. 26 l. andar.
A venda de poules ser annunciada ao publico
por urna sineta eletrica collocada na casa das apostas,
logo que tenham sido pesados os jockeys, um signal pro-
longado avisar que se vai principiar a venda de pou-
les.
Cinco minutos*, antes do encerramento da mesma
venda um signal menos prolongado ser dado.
O terceiro signal, prolongado como o primeiro,
indicar o encerramento da mesma venia, que ser ir-
revogavel qualquer que sejo as reclamacoes.
O horario que for marcado na pedra ser rigoro-
samente cumprido.
Secretaria do Prado 28 de Outubro
de 1892.
Pelo secretario,
Jos Gomos Ganchos.
PRADO
PERMMBUCAM)
2/
3.'
4.c
5.c
8.'
tKOJECTO DE mSMPCO
Para a 7a corrida a realizar se domiego 6
de Norembro de 1892
{.' PAREO CoBSolafo 800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenham ganho premios, premios : 200)5000 ao primeiro, 40f$OC0
ao segundo e 205000 ao terceiro.
PAREOCompensar* llOD metros. Animaes de Pernambuco e pan-
gas, premios: 2500000 ao primeiro, 50$000 ao segundo o 255000
ao terceiro.
PAREOVelocJdade 850 metros. Animaes de Pernambuco que nflo
tenham ganho em maior distancia nestes 8 mezes. premios : 3005COO
ao primeiro, 605000 ao segundo e 305000ao terceiro.
PAREOProgresso 1500 metros. Animaes pungas e pelludcs. pre-
mios : 3005000 ao primeiro, 605000 ao segundo e 305000 ao ter-
ceiro.
PAREO Ferro Carril 1609 metros. Animaes nacionaes e eguas estran-
geiras qne nSo tenham ga; ho premios, premios : 4005000 ao pri-
meiro, 805C00 ao segundo e 405000 ao terceiro.
PAREOImprensa 1100 metros. Animaes de Pernambuco. premios :
2505000 ao primeiro, 505000 ao segundo e 255000 ao terceiro.
PAREOOrden 950 metros. Animaes de Pernambuco qu; n3o te-
nham ganho premios em maior distancia de 1050 metros, premios :
2006000 ao primeiro, 405000 so segundo e 205000 ao terceiro.
PAREO Experiencia 850 metros. Animaes de Peroambuco que nSo
tenham ganho em distancia superior a 800 metroB em 1892.
premios : 2005000 ao primeiro, 405000 ao segundo e 205000 ao
terceiro.
Observacoes
De sccordo com o art. 5." do cdigo de corridas n2o poderSo ser
inscriptos no pareo Compensacao os animaes Atlante, Petropos, Despota 2o e Bo-
nina no Progresso os animaos Atlante e Veloz no pareo Imprensa o animal Piramon,
no pareo Ordem o animal Maranguape, no pareo Esperienc'a os snimaca Talicier,
G llet, Dublin e Maranguape.
A inscripcSo encerrar-se-ha quarta-feira 2 de Novembro as fi horas da tard
oa secretaria do Prado Pernambucarjo, a ra da Ir.peratriz n. 26, Io andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 27 de Outubro de 1892.
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes Gauches,
X3CXDPDPOX3DB.aiVXa
CAMPO GRANDE
4/ aniiiyersario
PSOJEdTO DE NSCFIPQO .
Para o pareo grande premio
Hippodromo do Hmtpo Grafito
Que se realisar na corrida que ter logar
no dia 4 de Dezembro de 1892
2500 metrosHandcap Animaes de qualquer paiz
Premios SqQQfQOO ao Io, 1:000#000 ao 2o
e 300#000& a 3o
nscripcao 240$000
Observacoes
S se realisar este pareo inscrevendo-se e eorrerdo pelo meco; cinco ani-
maes ce tres proprietarios diferentes.
A inscripcSo encerrar se ha na terca feira 22 de Novembro de 1892 as 6 horas
da tarde.
Secretara do Hippodromo do Campo Grande, 19 de Jolho de 1892.
O SECRETARIO,
Augusto Silva.
Obras Publicas
De ordem do cidadSo engenheiro di-
rector e em virtude da autorisacSo do
Dr. Ga remador do Estado, contida em
officio de 17 do corrente faco publico que
" dia 3 de Novembro prozimo vmdouro
nesta directora recebem-se propostas, em
cartas fechadas, devidamente estampilla-
das, para a exeeucSo das obras de reparos
e pintura das pontea de Nasareth, Taby
ba, S. JoSo e a da estrada da Escada de
cooformidade cootto orcamento no valor
de 1:6285220.
As propostas deverSo ser asignadas
pelos licitantes com as firmas recooheci-
das e deverSo declarar o preco pelo qual
se obrigam a ezecutar a obra, como o lo-
cal de sua residencia e habitacoes que
possnem para dirigir os trabalbos ; as
quaes serSo abertas ao meio dia, em pre-
senta dos proponentes.
Havendo duas oa mais propostas em
completa igualdade de condicSes, serSo
chamados os proponentes para declararem
quaes as modificares que fazem, afim de
celebrar-se o contracto com aquello que
maiores vantagens offerecer.
NSo serSo acceitas as p- opostas nos ses
guintes casos:
Art. 1. Que exoederem dos presos do
orcamento.
2.* As que t.So forem organisadas de
accordo com o presente edital.
3 As que nSo offerecem as garantas
exigidas
4" As que se baaearem aobre os pro-
cos das propostas dos outros concurren-
tes.
5." As que torera spreBentadas po* pes-
eoas qne tenham deizado de cumprir con-
tractos celebrados pela reparticSo.
Orcamento e mais condicSes do con-
tracto acbam-se nesta secretaria, onde po
dem ser examinados pelos pretendentes.
Para concorrer praja cima deverSo
os licitantes depos;tar nest.- rearti$So
iap-eterivelmente ca vespera do dia da
arremtelo das 9 horas t'a manhS s 3
da tarde, a quantia de 815411, equiva-
lente a 5 [0 do respectivo orcamento con
forme determina o art. 42 do reglamen-
to em vigor.
O licitante, cuja proposta for acceita e
depois de approvada palo governo, nSo
ser admittido a assignar o contrato das
obras sem que prove ter feito no Theiou-
ro deste Estado urna cauoSo em dinheiro
ou titulo da divida publica, equivalente
a 10 "\0 do valor do contracto e sem que
tenha pago os competentes emolumentos.
O proponente qu deizar de cumprir o
disposto na clausula anterior, dentro do
Eip
j de 15 das, nSo poder assignar o
contracto da obra assim como perder o
direito ou valor da cancSo prestada.
Secretaria da directora geral das obras
publicas, em 18 de Outubro do 1892.
O secretario,
Jos de Amorim.
is'co de Pernambuco prepa-
ratoria de Chicago
Aproximando-se o dia da exposico, que ser
i 10 do mez prox'mo a commiseao executiva
vem scientificar aos Srs lodUBtrhes, agricultores
artistas e mais pessoas que tem de concorrerem
expcsi(io, qne poderlo desde ji remetter os
seus productos ao Lyceu de Artes e rnelos, du-
rante o da on mesmo a noite ou mandar duer
para serem transportados.
O objectos devem coiter nma nota explicativa
do valor, a' plicacao. materia prima do fabrico, e
outras quaesquer ^formacOes de ntilidade com-
mercial.
A camxissao scieatiBca qne os objectos qne
rierem do interior pelos ocaminbos de ferro se
rao gratoitamente t'ansprtados, em virtude da
aotornacao expreses do Exmo. Sr. governador
do Esta io, alisando os remetientes commiseao
para es mandar condozi'.
A commissao confia de qne o patritico con-
curso de todos qne ,e interessam pelo progresso
e Rrandesade Estaco darao realce a sna e; post-
ean no Recife, e a sua representocao do grande
ocncnrso universal de Chicago.
Recife, 15 de Outubro de 1892.
Presidente
Or. Ermirio C. Continbo.
Vice presidente
Joo Jos de Amorim.
Secretario
Francisco Augusto Pereira da Go3ta.
Tdesooreiro
Antonio Gomes de Miranda Lea!.
Dr. Jo-qnim Co-reia de Araujo.
Major Jallo Fernandes de Almeida.
Fraoci-co Apoligorio Leal.
ilompanhia Industrial
e Commer io de
Estiva
A direegao desta companbia faz publ.co, de
accordo cem a lei que regula as sociedades ano-
nymas, qne a copia dos .alan^os e lista nomi-
nal os tenhores cccicnistas, se acbam a diepo-
aico destes, no s rjm n. 38.
Recife, 18 de Outubro de 180?.____________*_
Banco de Pernambuco
Tendo se extraviado as caut lias ns. 34 e 35
Jeste Banco referentes a primeira a 85 acQes
pertencentes ao Sr. A J. de Souza Dilton, e a
segunda a 5 pertencentes ao Sr. A. J. de Souia
Dilton Jnior, ambas com 20 */ realizados, faz-
je a presente decaraco para os effeitos legaes,
inclusive par? sua substituido, se deoois de 30
dias a contar deeU data nao bou ver reclamaste
alloma dirigida a este Banco.
Recife, 16 de Ootubro de 1892
T. Comber.Presidente

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Diario de Pernambuco Donago 80 de Outabro de !89>
Estrada de Ferro Central de
Pernambuco
HORARIO DE TUENS
dia 1 e Novembro de
A vigorar do
1892 em diante.
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21
21
11
54
62
Trens da Victoria
SOJIElTE NOS DAS UTEIS
TARDE
Estat-Bes
M. 2.
Recife...
Areias .
Tigipi *
Jaboat .
Morenos.
Tapera.
Victoria
!3 CS
o TS
co
0.- rt
O.
Horas
4
4.11
4.3o
5 06
5 36
6.11
MANHAA
Vstagoes
Horas
3 45
M. 1.
Victori a.
4.03Tapera..
4.15|Morenos*
4.40 Jaboato
3.10
o 40
Tigipi
Areia*..
Recife..
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a
3
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SJ

Horas
6*52
7.24
753
8.20
8.28
8.46
es
es

Horas
6.?0
6.57
7.29
8.00
8.23
8.30
20
109
17
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S.E. 1.
Recife ..
Areias..
Tigipi
Jaboato
2.34
2.41
3.03
2.20
2.36
2 41
S. E. 2.
Jaboato
Tigipi .
Arelas. .
Recife .
3.48
3.16
4.12
3.30
3.51
3-58
Trens de carga
SO' NOS DAS TEIS
IDA VLTA
di -o es "O m a * C0 o
Estagoes ha s Estagoes O) a> 3 u
J t a 9 s
G. i. Poras Horas C. 2. Horas Horas
Secife... 6.05 RassioiJc 11.17
Areia> * 6.3 6 25 f. Glic li.ii 11.45
Tigipi . 6.31 6.33 Victoria. 12.2 12.36
Jaboato. 6.53 6 68 Tapera.. 114 1.22
Moreno. 7. 7.38 Moren . 1.52 2.80
Tapen.. 8.U 8.18 Jaboat . 2.30 2.38
Victoria 8.5* 9.14 Tigipi.. 2.38 3.00
F. Glic. 9.50 9.5oAreias.. ....
Russinha 10 20 .....iReCife. . 3.24
Obervafioea
Nos das de festa, naaoaalAegular o horario
dos dias nteU. as "tercas, quistas e aabbados o
trem de carga ir Enatne at Victoria.
Os atenscos idicam os rrmamensos.
Recife, 15 de Outobro de 1892.
Theophilo de Vasconcellis,
Inspector do trafego.
Estrada de Ferro Sul
de Pernambuco
Tendo Ei lo extraviadas do poder de pagador
da constru cSo festa estrada as folbas do paga
ment do pessoal titulado e jornaleiro, emprega-
do na 2 s- co dorante o mez timo, a 1" aa importancia de 4:875*833, a 2' r?a
p 1 3891000 ea de gratiBcagao trimensal de
pM-^l ti u'ado da mesma seccSo relativa ao
tr:. estre de Julbo Setembro, na importancia
d 3334333. com o pagamento autorizado, na
o: m m que vio numeradas, a 18, 8e 17 do
co cesta i, ez, determino que sejam organisadas
re -a o.ms, licando as extravidas de nenhum
eff :'o, caso venham a apparecer, e que seja este
acto publicado nos prnaes de maior "ireulaco
netteEatado.
*. imare?, 26 de Outub'o de 1892.
ignido Joe Joaquiro Rodrigues Saldanba
Iuu.or, director engenbeiro em ebefe.
ConformeVictaliano P. Ribeiro de Souza,
Secretario,
Hecebedoria do Es-
tado
Relacao des co tribaintes sageitos ao
pagamento dos impostos relativos i o 2.
semeatre do ezercicio correte, compre-
hendidur) em d Eferentes classes da lei or-
canentaria, taza fiza e 30 0[Q sobre o
valor locativo do predios da fregoeaia da
Coa Vista, pelo laceador Alezaodre de
Figueiredo Reis e Silva:
Roa d Imperatria
2 Sabino Hoora & C, Io aodar, de-
posito de bebidas alcoolicaa....
45*1-00.
48 Francisco Joaqoim Ribeiro de Brit-
to, agenci de leiles 54)JOO0.
31 Damonr Alberto, officina de cha-
peos 30*000.
35 Compacli.. Serrara Peroambacaoa
pela veno, de madeira de pro-
cedencia estrangeira 300*000.
A mesma, loja de movis 27*000.
Ante ci Seraj bim da Silva, offici-
na de enriveia 3T000.
67 Antonio Joaquim de Sant'Anna,
cfficinas de outives 90*000.
Praca Maciel Pinheiro ,
Agostintim Florentina Alves, bar-
beara 14*400.
Rogaciaoo da Coata Cabral, depo-
sito de gengibirra 9*000.
Miguel Archadjo & ., claue n.
30, 350076.
Os meamos, agurdente 181000.
Os meamos, classe n. 8 33*898.
Raa da ConceicSo
Heoriqueta Saldnha, eavalbarlya
15*C00.
Oiiveira Imto & C, dspeaita de
carvao vegetal 22*500.
Ba Viscjade de Albuquerque
Fero*odes Joarar & C, classe
a. 36 47,743.
JoSo Pereira de S, dapoiilo de
carvao 18*000.
Ponte da Be* Vista
Jacintbo Arco-Iris Correia, kios-
que, agurdente 18*000.
Praca de Santa Croa
Ferreira ft C, depos'to de secco
22*500.
Roa do Vipconde do Rio Brinco
A Sfadaira fe C, deposito de maesas
de tomates 60*000
Roa da CumarSo
CarloiJoa Pioto, deposito de
versas meroadonas 304000.
Raa do rervasio Pires
Bernardina Mrcalina C. de Cl-
veira, assistente 600.
Raa da Santa Croa
Mara Alves de Oiiveira, deposito
de seceos 15*000.
5 Sergio Luis Pereira de Aadrade,
depos.to de carvao 9*000.
Roa da Soledade
48 B Manoel Joaqoim dos Santos depo-
sito do carvSo 7*200.
Estrada Luis do Reg
54 C Goncalves Martins & 0., ciaste
n. 3J 35*076.
54 C Os meamos, egoardente 23*800.
54 0 Os nesmcs, classe o. 8 33*898.
Estrada Velba de Santo Amaro
JoSo Izidoro Teizeira de Farias,
classe n. 30, 26307.
O mesmo, agurdente 1 *800.
O mesmo, classe n. 8, 338598.
Estrada de Santo Amaro
4 B Felubeila Maria Cavalcanti da
Aaevedo, deposito de seceos...
10*800.
Btcco de Santo Amaro
4 A Francisco Jos de .Salles, classe
n. 30, 17*538.
4 O mesmo, agurdente, 7*500.
Os estabelecimentos cima ficam tam-
bem collectados para pagamento do im-
posto de 1 0(Q soore o valor locativo com
applica^So ao servico da eztinccSo de in-
cendios.
1.a SeccSo da Recebe doria do Estado
de Pernambuco em 24 de Ootobro de
1892.
O che fe.
Horado Peregrino.
Este paquete Iluminado loa elc-
trica e tem ptimas accommodacSes para
paasageiros de primeira de classe e es-
colente passadio.
Para passageiros, carga, neommecess e va
ores trata-se com os
AGENTES
Amorim Irmaos fy C.
Ra do Bom Jess n. 3
20
36
c6
36
Pernambuco Powder
Factory
Coamada de capital
De ordem da directora, convido os senbores
accionistas desta companbia a fazerem at o dia
15 de Novembro prximo, roa do Commercio
n. 4, a qoartaentrada de capital, na raz&o de 20
0/0 oo 40* por acc&o. Meando assim completos
es'75 0/0 a que se referem os nosaos estatutos.
Recife, 20 de Outabro de 1892.
A. J. Barbosa Viaona,
Secretario.
MARTIMOS
Lloyd Brasileire
SeeeSo de navegaco
DA
MPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O paquete
Espirito-Santo
Commandante Florindo F. Dias
E' esperado dos
portos do sul at
dia 81 de Ontu-
,bro .-euindo de-
depois da demo
ra necessrria para
Parahyba, Natal, Cear, AmarracSo, Ma
ranhio, Para, Obidos, e Manaes
As encommendas serao recebidas at 1 hon
to tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
10 Urgo do Corpo Santo o. 11.
Para passageos, carga, encommendas e va-
lores trata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O poqoete
S. Salvador
Commandante Joao Maria PesBoa
E' esperado dos portos do
nortate o dia 1 de No-
vembro segaindo depois da
indispensavel demora para
Hacei/Babia, Espirito-Santo t Rio de Ja-
neiro
Becebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Santos, Canana, Ignape, Paraoagu, Anto
Bina, S. Francisco, Itajaby. Santa Catharina, Rio
Grande Jo Sal, Pelotea e Porto-Alegre.
As racommenda8 serio recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
ao largo do Corpo Santo n. 11.
Aob Srs. carregadores pedimos a soa atten>:
ara u clausula 10 dos conhecimentos, que :
No caso de haver alguma reclamaco contri
companbia, por a varia ou perda, dave ser felt>
por escripto ao agente respectivo do porto o
leicarga, rtettro de tres das depois da final)
\*z.
Nao procedendo esta formalidade a companbii
ica isenta de toda a responsabnidade.
'.-'ara passageos, fretes a encommendas tr;
a-e com os ____
AGENTES
Pereira Garneiro& C.
6Ra do Commsrcio6
lo andar
Companhia de Paquetes
Braz Oriental e Diques
Fluctuantes.
O vapor Curitiba
E' esperado dos portes do
sol at o dia SO de Ooto-
bro seguindo depois da de-
mora indispensavel para o
Rio de Janeiro. Rio Grande do Sul, Pelo-
tee e Porto Alegre
jara onde recebe carga
Companhia Frigorfica Pastoril
Brasileira
O vapor nacional
Mercurio
E" esperado do norte at o
dia SI e Oututro seguinde
pols da demora do costa*c
oara
hia e Rio de Janeiro
Os vapores desta companhia t. em ez
callentes accommodaSes para passageiros
e sSo Iluminados las elctrica.
Para carga, psssagens, encommendas e di
nbeiro a frete trata se com a
CONSIGNATARIA
Cowpanhia Industrial e Commercio de E
Uva
68-RUA DO AMORIM-58
Recebe carga, encommendas passageiros,
para ea c**ei tem encllenles accommodacOes
i tratar com o
AGENTE
Aug-uste Labille
9RA DO COMMERCIO-8
t
The United States and Bra-
z M. S. S. C.
O vapor Vigilancia
E* esperado dos portos do Sul
ateo dia 3 deNoembro seguin-
do dtpete da demora indispeD3a
_________' para
Para, Barbadas, S Thoma e New-York
Para carga, passagens, encommendsa a di
nbti'o a frete: tratarse com os
AGENTES
Henry Korster 3k C.
8Ruado Commercio8
Io aodar
Companhia Pernambneana de Na-
vegado
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Babia
O paquete Beberibe
Commandante
tenente Fabio Rio
Seguir para os
portos cima in-
cados no dia Si
de Outubro s
4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas, pasragens e dia
nbeires a frete at s 2 horas da terde do d-
31 deGutnbro
ESCRIPTORIO
Ao cae da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia Nacional de Salinas de
M ssor-Assn'
O vapor nacional
Ypanema
E' esperado do Rio de Ja
neiro at o dia 8 deNovem
b-o seguindo depois da de-
mora nec. ssaria para
Rio de Janeiro ou Santos
Para carga e encommendas trata-se com o
AGENTE
foao liarla de Albuquerque
Oiiveira
Ra do Commercio n. 14
1 andar
Oo com o corrector
A. B. Dallas
Na mesma roa o. 8
llail


O vapor Thames
E'esperado da Europa no da
3 de Novembro segaindo depois
^ Ida indispensavel demora para a
Kio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Para carga, encommendas, e passagens a di-
:heiro a frete trata-se com os AGENTES
O VAPOR
Magdalena
E' esperado dos portos do sal
at o dia s da Novembro se-
gaindo depois da necessaria
demora para
9. Vicente, Lisboa, vlgo e Son-
t.iama'oa
M S\S
Redcelo de paeeagene
Ida lia ol
A'Lisboa 1 classe 4 20 1 30
A' Soatbampton 1* clase* 1 28 1 U
Camarotes reservados para o passageiros dt
Pernambuco.
Para passagens, fretes. encommendas, trata-s
:obi o?
AGENTES
4morimIrmo & C.
H. 3Raa do Bon JeaosS. 3
STRArrSOFMAGELLAN LIUE
O paquete Britania
E' esperado dos
portos do sul at o
dia SO de Outu-
Lro segaindo depois da indispensavel demora
nara Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaos e Plymonlb
Para carga, passageiros, encommendas e d*
n neiro a frete trata-se com os
AGENTES
Wiison, Sons 4 C, Limited
10-RA DO COMMERCIO10
CHARGERS REUNS
Companbia Francesa
DK
Navecaeio vapor
Ldnna qoinaenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro t
Santos.
O vapor Concordia
Commandante The bal t
E' esperado da liba Grande at
o dia de Novembro segaindo
.depois da demora necessaria
.para a
Bahia, ~Rio de Janeiro e Santoo
islff a
estes vapores entrarao no
PORTO
Roga-se aoB Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linba. queiram apresenter dentre
le 6 das, a contar do da descarga das airaren-
iras qualquer reclamacao conceroente a volomes
rae porventara tenkam seguido para os portos
io sal, afim de se poderem dar a tempo as pro-
videncias necessanas.
Expirado o referido praio a companbia nlo
m responsabilisa por extravios.
iEILOES
Agente Pestaa
Leilo
Da casa terrea de pedra c cal com um si-
tio bem arborisado, j dando firacto, boa
cacimba com ezcellente agua puta ve I,
sita na travessa do arraial n. 4, per ten-
cente ao inventario de Francisco de
Paula e Silva, a reqaerimeoto do in-
veatariante e per mandado e assistencia
do illostre Dr. uia competente.
Segnnda-feira, 31 do torrente
A's 9 he ras esa ponto
No armasem a Iravessa do Corpo Santo
n. 27
0 agente Pestaa vender a casa e filio cima
mencionado?, cm os comandos gsegnintes : 3
jan.-lk's de frente, 2 portas no oiio, 2 salas. 3
quario?, cosinoa, cacimba e dnersas arvores
da.,do frteto, qoese' vendidaquem o'.aia der,
lo dia e hora cima mencionada.
arta Amella de Iquelra Ca-
val ca le
O capab Antonio Belcb'or Rolri-
gues de Abren, tenente coronel Jlo de
Siqueira Barbosa Arcoverde, Suilberto
de Siqeeira Barbota Arcoverde e Ma-
noel de Siqueira Barbosa, esposo e ir-
. ??,, Maria *mella de Siqueira Cavalcan-
te, fallecida no dia 25 do correte, convidam
pelo presente a todos os seos prenles e amigos
para assistirem a missa do stimo dia de seo
passamento, que para repooso eterno de soa
alma mandam celebrar nacapella o cemiterlo
do engei o liba de Flores, da comarca de Ga-
melleira, s 8 horas da maob do dia 31 deste
mez, por cojo acto de caridade se confossam
desde ] eternamente agradecidos._______
iolpho de Almflda (iaedci
AlcoforaUo
Terceire anoiversario
Flora de Mcraes Goedea Alcoforado,
seos fi'bos e irmSs, Francisca Guedes
de Oiiveira, Jos de Uoraee Guedes Al
coforado, soa molber e filbos (ausentes)
convidam acs seas prenles e amigos a
asiiotirem a missa que pelo descanco eterno de
seo marido, pal, irmao, cannado e to, Adolpbo
de Almetda Goedes Alcofo.-ado, mandam rezar
no dia 3 de Novamb' prximo fo.uro, 3 anoi
versiho de sen fallecimeoio, s 8 1/2 borra da
m^nb. na igreja dos .'ffl ctos, pelo qoe desde
j se co.fp8?am frtTiamenie gra os
t
Casa na Torre
Alaga se por tres meses ama casa com i sa-
las, 2 qoarlos, co ioba, cacimba com boa aga e
diversas arvores fructferas ; a tratar na roa do
Rio, no mesmo povoado da Torre, com o Sr. Jos
Luis Goncalves(taveroa).
Aviso
Antonio Mello & C. participam a seas amigos
e fregoeies que madaram o sen estabelecimento
de molbados denominado- Torre Eiffellda roa
Marques de Olinda n. 27, para a mesma roa n.
30, onde esperam conliuoar a merecer etei
respeitaveis ordens, as qutes serio flelmtan
execuiadas.
t
Feliciana Lyfcla de sena Calvo
D. Joaquioa Francisca de Salles Sena
Severino de Bri:o GalvSo, bacb'r-1 Ser-
gio Hygino Dias dos Santos, D. Illominata
Melanea de Sene Santos, capio J.s Hor-
mino Pontual e D. loaquioa Parisia da Silva
Pootual convidam os seus parentes e amigos
para assistirem as missas que serao retadas na
capella do engenho Fre^beires na Escada, na
nutrs da Boa-Vista, igreja da Penba e matriz
de Santo Antonio, no dia 31 Ao corrente, s 8
boras da manba, eelimo dia da morte de Felicia-
naLybia de Sena Galvjtc.
Irniij ndade do Diviuo
rito Santo
spi
Ledo
De rolos de esteiras brancas e de cores para
forro de salla, transparente de lambo cbinezes,
armaduras e langas chin'zas, balaioe- para rcu-
pa, velecipedes, biombos cbinezes, ampboras,
su bonetes, jarros grandes e pequeos, cbinezes,
tmpanos, enfei es para toillet cbinezes, jarros
de bronse de dito, 33 caixas com pacoies de ale-
tra, talbarim e macarrao, caixas com cha verde,
garrafas com a agua Rubinat e diversos movis
que ser&o vendidos ao
CORRER DO MARTELLO
Segu da-fei ra 31 do corrente
A's 11 hora
No amasem a roa do Mrquez de Olinda
n. 27
______ POR INTERVENQO DO
Agente Burlamaqui
Leilo
Quinta-fcira 3 de Nevembro
A's 11 horas
A raa do Cimeaercio n. 28 e deposito a
ra do Torrea n. 8
Maasa fallida de Ce ti & Fernandes
O agente cima autorizado pelos Srs. Syadicos
provisorics da referida massae liceoca dol'lm.
Sr. Dr. juiz substituto do commercio, vender
en leilo em om lote ou a retalbo as seguintes
mercadorias; vinro cerveja, vermoutb, cognac,
ginebra, gelea, golabada, moringas de barro, ba-
tatos, navio jangadas pequeas, aves e animaes
embalsamados, escovas, ocelos de alcance, ala-
la e Teo, eellina ingleses, sacos de estopa, urna
armagao e ruaos outros objectos qoe esta, o a
vista dos Srs. preleaden'es, e para InformagOes
no esenpt rio do referido Agente a ra do Impe
rador n, 41.
Agente Burlamaqui
Leilo
Sexta-feira, 4 de Novembro
A's 11 horas
Na officina de fonilaria a raa do Bom Je-
ss n. 10 e bem assim de om terreno na
cidade de Jaboato
Espolio do finado Marcolino Bento Jos
de Souza
0 agente cima, por mandado e assistencia do
Illm. Sr. Dr. joiz substituto da provedoria, vende-
r em leilo em um ou mais lotes os objectoe fa-
bricados na cesma cfficina, machinas, diversas
ferramentas completas e moitos outros objectos
e um terreno com 60 palmos de frente e 90 de
fundo em Jaboato do lado da estrada de ferro.
Garante-re as chaves a quem comprar osnten
cilios da eflicica.
AS 8 HORAS
A mesa rege ;ora dcBta irmandade, gra
ta 4 memoria de sen irxo sx procurador
Maooel Jo&ralm dos Passos Guioures,
manda rezar urna missa em soa igreja, no
dia 31 do corrente, trigsimo do seu fallecimeo
to, e espera qoe os parentes e amigos do finado
comparecam a este acto de reiigio e caridade
pelo qoa sera grata.__________________
t
Prevenco
Os senbores legistas nao devem comprar pa-
pel de embrulbo, liso e de cores sem vhiiar a
Papel?ra Americana
DE
llago ________7i>Rna do Imperador79
eclaracao
Tendo-se desencaminhado a apolice da divida
ublica gob o o. 181666 do valor nominal de
1:0004 de juros de 5 O/o, emiltida em 1869, fago
a presente declarago de confurmidade com o
artigo 108 do regulamento ta caixa de amorti-
sagao, para que pela epartico competente me
feja enviada nova apolice.
Recife, 1 de Outubro de 1892.Francisco Oc-
taviano de Arroda Cmara.
Aluga-se
Ama
na roa da Auro'a n. 111, precisase de duaa
amas, urna para ccsir.har e outra para engom
mar.
Amas
Precisa-se de doas auias, urna para engemmar
e ontra para cosinbar ; na raa Nova n. 7, segn
do andar,____________________________
AMA
Precisa se de urna ama para andar com ama
criabea e servigos domsticos; a tratar na ra
da Uoio b. 5.
Ama
Precisa se de urna ama para cosinbar; na ra
Mrquez de Olinda o. 56. loja de ferragens.
Amas
Precisase de duas amas, urna para tratar de
enancas e outra para cosinbar, prefere-sede
meia idade, paga-se bem ; a tratar na ra do
Livramento n 1, forrado.
Ama
Precisa te de urna ama pra lavar e engom-
mar ; na ra de Pedro Affon?o n. 53, segundo
andar.
Aliad
Precisa se de orna ama que caiba bem cosi
nbar; na ra da Intendencia n. 19 (antiga ra
do Alalbo).
Ama de cosinba
Precisa- se de urna que cosinbe bem e nao saia
a ra, para casa de familia na Casa Forte ; s
tratar na ra do Cabug n. 14, de meio dia at
2 hora*.
Ama
Precisa-se de orna ama
10, 1 andar.
ca rna da Cadeia n.
Anta
Precisa-se de urna ama qoe saiba cosinbar e
comprar ; ua roa da Imperalrii n. 83. segando
andar.
Aviso
AVISOS DIVERSOS
Ama de leitePrecisa-se de ama que seja
sadia, prefera o-bp sem filbo ; a tratar na roa
Baro do Triumpbo n. 62, 3- andar.
CAIXEIRO. Precisa se de um que teoha
pratica de molbados oo sem ella, de 12 1 an
nos, prefere-se do mato ; na ra da Guia n. t.
Recife.____________________________________
AMA. Precisa-se de orna boa cosinheirao
a tratar no pateo do Gorpo Santo n. 17, terceire
andar.
Vende-se om bom sitio na Imberibeira com
alguna coqueires, mangoeiras, larangeiras, etc.
Ira a se no
Escriptorio Commercial
Roa Dnqne de Caxias n. 72________
VENDE SE a verdadeira cal virgem de
Cotomguba para fabrico de assncar; no arma
em da rna Duque de Caxias n. 6. _______
Aluga-se o 2- andar do sobrado da roa de
BemBca u. 7, com agua, baobo no pavimento
terreo, e limpo, proprio para pequea familia ou
mocos solteiros, que desejam residir neste ame-
no arrabalde ; a tratar defronte n. 6._________
AMA Preaiaa-se de duas, para connnbarl
ontra para mangas; ra Direila n. 78._______
Aluga se orna casa em Jaboato ra 6 de
Margo (outr'ora Imperador) n. 13, prxima a es
tago e do rio : a tratar na ra Augusta nume-
ro 292._________
Precisa se de
numero 53.
urna ama ; na raa do Rangel
Vende se ama casa na fregoezia de S.
Jos ;a tratar no largo do Mercado u. 11.
Vende *e perpetuas relas para capellas
obtnaria8 ; roa da Santa Cruz n. 52.
M.me Villa
Ex-prmire de aris
Vestidos para senhoras e cranos pelos
ltimos figorinoa.
Garante elegancia de corte, perfeicBo e
modicidade de precos.
Ba Baro da Victoria n. 18,
2o andar
Borstelmann &C\, agen-
tes da Hamburg Sud-ame-
r kanisehen Dampfschifffa-
hrts G sellschafs participam
aos recebedores da carga que
de Hamburgo conduzia para
este por o, o vapor Uruguay
o qual por ordem superior
teve de seguir para a Ilha
Grande a fazer quarentena,
que de accordo com instruc-
coes recebidas daquella com
panhia procederao a cobran-
za de 50 *to sobre o frete
mencionado nos conheci
mentos para fazer face as
despezas da quarentena, em
conformidade com as clau-
sulas dos mesmos conheci-
mectop.
Guimares
gneros :
Milbo.
Compram
& Valente compram os seguintes
l ojt r
0.
Feijo mulat
Ditc preto.
Caroco de algodo.
Sement de mamona.
4 e 6Largo do Corpo Santo-4e6.
Attenijo
O tenente H. Carneiro de Almeida pede a pes-
poi qoe achou dooa requerlmentos e as copias
do Monte Po Militar, que faca favor de entre
gal-os no Arsenal de Guerra.
Botijo
Compra-ee botijes de genebra Fokink : na
abrica de vinagre de J080 Ferreira da Costr.,
rna da Madre de Deas d. 10, a 800 rs. cada
ama. B
Urna casa em Apipueos, propria para
rata se no pateo do Paraizo o. 18.
familia
Patacoes
Compra-se de todas as nages; na roa do Ca-
bag n. 9, loja de Augusto do Reg.__________
Hanteira pvn
queris ter em vossa mesa manteiga in
suspeita de scdo brico ou de margarina,
nsai nicamente da manteiga Bretel Fro-
res, lates encarnades oo verdes, qne pela
sua superior qualidade conta om soccesao
de 16 anuos, e qoe sendo a preferida em
todos os mercados, s no Rio de Janeiro
o consumo d'esta acreditada manteiga at-
tinge annoalmente a dois milhSes treten-
tos mil kilos.
Vende-so em todos armazena de estival
e casas de retalho, desde 1876.
AVISO
Henrv, Forster & C. agentes da U. S. & B. M.
S. S C. participam aos recebedores da carga que
de N w York conduztr para este porto o vapor
americano Vigilancia o qual por ordem supe-
rior teve de seguir para a liba Grande a fazer
quarentena, que de accordo com iostrueges re-
cebidas daquella companbia procederao a co-
branga de sO /. sobre o frete mencionado nos
conhecimentos para fazer face as despezas da
quarantena, em conformidade com as clausulas
des mfsmos conbecimentoF.
Para acabar
Merino preto fino largo t, 2j$000 o co-
vado.
dem, dem a 1$500 o covado.
Cheviot preto e azul a 3S600 o co-
vado.
Camisas de ctmbraia para senbora a
4 000 orna.
Ozfords asul&o cor fina para eenhora a
440 reis o covado.
Zephiros de core doas larguras a 400
e 500 res o covado.
Brins de cores para homem a 700 reis
o covado.
Cambraia suissa a 350CO a peca.
Setins de cores para forro a 240 res
o covado.
Casemiraa de cores para homem a
16000 o costme.
Casemiras preta para homem a 30800
o covado.
Lana de qoadroa a 500 reis o covado.
Como tambera vende perfumaras do
melhor fabricante Lubio ,
I LOJA DO POVO
IIRa I', de Marco-II
At p Sflll!
obras
Recebemos grande sortimento de
de vimes, como sejam :
Oestes de diversos tamanhes propria
para campras.
ROPEIROS.
PAPELEIROS.
LINDAS CADEIRAS.
Rna Estreita do Fosarlo n. 9
Pe jas Me lides & C.
Vinho Maduro
Proprio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos orna im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor qoe tem vindo
a este mercado.
S neste estabelecimento se encontr.
M Bstreta do Rosario 19
Pocas Hiendes cfeC
oBlEDTl OTAS
Hortalic^ s e Flores
Boa Es'reita do Rosario n.
Pocas Mendes k C.
9
E1
PelieB brancas de beaerro, 1 B qualidade
d-.-. i a 605000.
Bolsas a tiracol para viajantes, ou con
uctores, tima 16000.
"-'spac dores chineaos de cabello muito
bona e elegantes, om IdOOO.
NA
Nova n. 13
Ra
4
tira t vll
_jn ripas e barrotes, pre-
^03 sem competencia ven-
de-se na ra Duque de Ca-
xias n. 68


~
!-
-,.- ,, .....,-,..--------------~
~
-----1,
--U
fM
-r


8


Diarlo jej^rambaco Domingo 30 de Oatnbro d 1892
AOS FUMANTES
Desejas nao ter azia quaado fcmaes?
Kf Krf*lgaiSt7,S0 ^aPIreJciav8.cgrro8 denominados MINHA ESPERABA, quer picados, qner desfiados.
saborosofamo desfiado mt.talado Hygtmco Naemal e os cigarros do mesmoftiino.
Uepois disso dir-vos-hei se foi orj nao uil o conselho.
Compre notarqae o&Bvgienicoi sSo fraquinhos e os ESPERANgAS sao fortes.
MINHA ESPERANZA toada na raa Larga do Rosario n. 21 A.
Usa tambera o aromas?
A fabrica
Precisa-se
De ama ciada de boa ccoducta pvra andar
com orna macen e mais servico de casa de fa-
milia ; a tratar cr. roa da Auroru p. 109 B.
Sitio venda
Veade te um sitio bcio regular com casa de
lijlo, algunas fructeiras t cacimba com agu
potave!, jUBto a eatato do Arroda, em Age:
Fra do Bebtribe ; a tratar no Escriptono Com
merciai, rna Duque do Caxias n. 7.
Fetor
Prccisa-se de um feilcr para sitio ; na ra
Impeirial n. i7._________________________
Emprestimo3
Levantase emprestimos de qoalquer quantia
sob Couy: o de curo, prata e pedras preciosas, e
tarxberu compra se camellas do Monte de Soccor
ro ; ca roa Ba-o da Victoria d. 53, relojoaria.
Aluga-se
O 2- andar do preiio o. 56 rna Duque de
Caxias ; a trata: m luja das Estrellas.
Corles de l bordados aseda
Vende-se
25*000, 30, CCO, 35^000 cada um, no
CoDgresso das Damas
8 e 10-Rna do Cabug-8 e 10
Aluga-se
A excellente c:sa com agua e gaz, perto des
banb:8, em Olisda, na ra Sete de Setembro,
oitao de S. Pedro Novo n 4, acabada agora
mesmo de reconstruir se, de novo pintada,
rrorop'a para pasear a festa ; quem pretender,
aplrijase- tratar na ra do Commercio n. 26.
Coetumes para cranlas
De todas as idades encontra-ge grande
ortimento no
Louvre
^bjectos de gosto para
presentes
H& neste artigo grande escolha no
LOUVRE
Chapeos c capotas
Ultima novidades de Paiis receben c
Louvre
Capas, jersey s e visitas
Gostos inteiramente noves acaba de re-
ber
x^axj'VTaoe
Esteiras da India
Branca e de fantasia de novos desenhos
para forros de soalho, completo sortimento
qo LOUVRE
Francisco fiorgel k Irmio
Raa 1 de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
Olinda
Aluga-se nos Milagree orna ptima casa para
quem precisa de banhos salgados por terminar
o quintal para o mar; a tratar na ladelra do
Varadouro o. ?.
Pranches de ama-
relio
Compra-se na ra do Bom Jess n. 42, pri
meiro andar, pranchOes deamarello de boa qua
lidade.
Liquida Qao
Santa F
Finas perfumaras, meias, tnicos e outros
artigos, objectos para presentes, para liquidar.
Rodolpho Aniunes C, roa Duque de Caxias n.
67, Maravilba.
Armaco
Vende-fe urna armaco envidragada, propria
para miudezas ou fabrica de cigarros; ba ra
da Imperatriz n. 78, toja.
Mant.iga ingleza de primei-
ra qualidade
DEPOSITO
Armazem Central
RA DO CABUGA' 11
Joaquim Christovao & 3.
Congresso das Damas
8 e 10 Ra do Cabag8 e 10
CARVALHO A ALMEIDA
Modas e confecces
THej)h0!tc-496
TECIDOSUEPHAN-
TASIA
Sendo mpossivel de Be dea ere ver a
jracie vanedade de tecidos de diversas
cualidades proprioa para a estagao actual,
oga-se ao publico em geral e principal -
tente s Ezmaa. familias a finesa de vi-
litarem o
LOUVRE
Ra l.# de Marco n. 20 A
Francisco Gnrgel Irmo
TELEPHONE N. 158
Sedas brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande escolha,
sendo despachadas uestes ltimos dias.
LOUVRE
cortes de l,linho, seda
e algodo
Ricamente en fe liados, tem recebid j ni
llmente e
______LOUVRE______
Grinaldas, lepes e chapeos
de sol
De phantasias scabam de chegar para i
LOUVRE
Fabrica de gelo
tgnas e limonadas garosas
todas as qaalidades
GRANDE
1
Guimares
IMPORTADORES E EXPORTADORES
DE
D.ogas, productos chimicos, e especialidades pbarmacf nticas
Agentes de todos os preparados estran-
geiros e nacionaes.
Machinas eletricas, ditas para agua g--
zozs, tintas, leos, Ternizes artigos para
photographia, etc, etc
YEMAS EM GftOSSO E A YAREJO
BU Um DO ROSARIO l34
TELEPHONE K 50
Endwco telegraphico BM^^
PERNAMB'UCO
Um apreciador.
Livros do
mn ir
Historia Universal de
Lacerda a 1#000.
Grammatica franceza de
Halbout.
Thesourodj Christao.
Livraria Escola do
Povo, ra do Impe-
rador n. 81.
x
<
0
H
00
H
ACTIVA8
PILTJLAS
DE BEISTOL
VEGETAES
ASSUCARADAS
fr\ SEGURAS
M
O
>
Com urgencia
No b eco dos Ferreiros n. 6, precisa se de
cjsturein s habilitadas em costuras desenbora.
i
Sabo russo
Aprovado pela Ezma. junta de hygiene
publica da Capital Federal
MOSQUITOS -Exitar sar mordido friccionan
do antes de deitar se.
PAR i CASPA e ontras molestias de cabeca.
PARA BANHOS-ma fricfiao geral antes di
entrar na banbeira, ou a qoarta parte de um vi-
dro dentro do banbo, refrigerante que tonifica
o eyetema nervoso e conforta como por incauto.
Encontrs se venda na pbarmacia 6. Martin
& C, ra Duque de Caxias n. 88.
Moedas brasileiras
Compra-se de 600 rs., 1*000, 1*000 no centre
da moeda na ra do Cabug n. 9, loja de Ao
gusto do Reg.
Soda water, ginger, ale, limao, laranja, cu. ,
ao, abacaxis, granadina, grcsell ranbet.
nnilba, borteu-pimenta etc., etc
SI-ACAES DO CPIBAR'PE2*
Santa F
Para o da de Finados
CREP PRETO para enfeites de
catacumbas
Venda-se a 400 rea o covado
NA LOJA
Das Listras Azues
Roa Duque de Caxias n 31
Grande Novidade
Nao ha mais chapeos velhos.
^ Para o que ide na officioa de ch-a
pos a prafa da Independencia n. 27 e
29 de Manoel Alves & G levai cha-
pos velhos de hornera on de Sr\, que
por pouco dinheiro tem um chapeo
novo e da moda, seja qual for o modelo
e tambera lera chapeos novos para ven-1
der o mais barato que em oulra qual-
quer parle.
Garante-se o bom trabalho e econo-
mia familiar de chapeos de pello e de"
todas as qualidades.
Pr ra da Independencia n. 27
________e_29________
Farinha barata
Vende se no largo do mercado n. ij, a 400
rs. a cuia, em saenos brancos a 8/200 com 42
kilos.
Vendem
Guimaraes & Valente teem para vender em
pequea ou grande quantidade :
Cimento Portlaca.
Alfafa Sor.
Farello.
Farinba de mandioca.
Feijao mulatinho.
Milbo.
Arroz de c i- ca.
4 e 6Largo do Corpo Santo4 e 6
Babador bordados
Molbados do vapor Santa F, estreitos e
muito largos
Vende-se
a 200, 300, 400 e 600 rs. a peca na loja da.'
Listras Azues, ra Duque ds Caxias n. 61.
Mercearia
Vende-se a bem localizada mercearia da ru
do Riacbuello, esquina doSocego n. 70, tem agua
e grandes commodos para familia ; a tratar na
BMW.
Para a cura tfflcau e prompta das
Molestias provenientes de im
* pureza do Sangue.
E' urna loncura andar a fazer 'expe-
riencias cor: misturas Inferiores cotl-
postas do ilr< ordinarias ou d
indgenas caja cificacia nao eon;mad-^
pela sciencia, cmqiianto luc a moiestfc.
cada ver. vai anhando terreno.
Lanccm miio, sem demora, de um re-
medio garantido cuja efllcacia seja factr
assigr.alado e inquestionavel 1
O Extracto Co.\irosTO CoxcNTK*rr
de Salsataiuuliia db Ayeb conhec .!
recommendado pelo mdicos mair is-
telligentes dos paizes adiantados w.
urante 40 annos,
Centenas de militares Ue doeste
tm Colhido beneficios do sea emprego :
sao outras tantas testemunhas da su.
eficacia positiva e iucomparaveL
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, 31ass., Kst.-Unideo .
Capellas mor-
tuarias
Ninguem deve cemprar capellas, 11 m
e outros artigos proprios paia ornamenta t
tmulos, sem ver o delicado sortimento retiraste
boje da Alfandega pelo bazar da Boa-Vista, i
ra da Imperatriz n. 88, AlfreJj Lopes & C.
____________Telepbone-214_____________
Imprssor lifhographo
Precisa-se de um ; na litbograpbia de i. E.
Purcell, ra Mrquez de Olinda n. 8.
Prevencao
FOLHETM
i
JLip MARY
AMOEl odo
PRIMEIRA PARTE
cabera, porm bom coraco
Os senhores logistas nao devem comprar ^ape
de smbrulbo, liso e de cores, sem visitar a
PAPEL ARIA AMERCANA
Onde encontrarlo um completo sortimento de
papis e enveloppes commerctaes.
Precos baratissimos
Ra do Imperador n. 79
Ultima expresso da
moda
Sedas, eetins, las, voiles, linons, nansoufe,
percalinas, fiebus e meias, eo-ontrarSo um com-
pleto sortlmen'o no
CONGRESSO DAS DAMAS
8 e 10 Ra do Cabug- 8 e 10
TriuDiplio em revouco
Luiz M. Ribeiro GaimarSes, suocesaor
de Alheiro, Fernandea & G convida aoe
eeus amigos e fregueaes visitarem o
sen armazem de molbados, o qual acaba
de pasaar por urna completa reforma e
acba-se sortido dos melbores gneros de
primeira qualidade, tanto nacionaes como
eetrangeiros.
Ji Vende sem competencia :
C*Vnhes de Pasto, Porto, Figueira, Col
lares, MoncSo etc.
^Licores, cognac e cervejas das mais
acreditadas marcas.
Conservas, manteigas, queijos e outros
artigos do sea commercio.
E' tambem especialista em cha.
Ra da Imperatriz n. 42
IV
O AMOR MAIS FORTE DO QUE A
MORTE
(Continuaqcto)
Elle arranca os ltimos botSes, na pres-
ta de ver o ferimento.
em breve respira alliviado.
S um arranhSo na pelle. O sangue,
porm, corre com abundancia.
la chamar o criado e s en to percebe
2ue este correr ao estampido do tiro e
cara petrificado, sem atrever-se a tallar
OU moverse.
Agua ToalhaB !
O entro sahe e volta logo. Um gesto
de Loarengo afasta-o. O conde e Hara
Rosa de novo se acbam sos. Entre elles
em umi palavra. Um medo estranho
cerrasrbe os labios.
Elle desvelase. Lava a ferida con
tao delicada. Rasga as toalbas em tiras
e cara aquello hombro alvo e mimoso.
E em seguida, quando acaba, com os
ervos distendido, chora.
~~ ***" Mara, porque veio aqu ?
Eu o y na ra Vintimille e aca-
kava de tudo saber.
Ah 1 Mara nSo me censure antes!
4 ter me onvido !... Foi por ana causa,'
Mara, para salvar o irmSo de sen pai que
quii pela ultima vez tentar o ocaso...
deizei-me arrastar... Tendo perdido,
quit recuperar, perqne se eu aahisse d'a-
quelle inferno com dividas, sabia que n2o
poderia pagaKas. Era preciso todo tran-
se ganhar. Era queatSo de vida ou de
merte...
EntSo tudo verdade...
Tudo!
Mas sbo era urna loucura generosa 1
Nao tinha o dreito de attentar contra
Oeus ETera attentar contra elle expr
se desse modo...
_ Ea a vi chorando... Son fraoo |
diante de suas lagrimas.
Papis para forrar
Salas, quartos e corredores, francezes, lngle-
zes e nacionaes, a p'ecos sem competeoria
GRANDE DEPOSITO
Livraria Contempornea, real-de Marco
_______________numero 1____________
Visitas, leques e rendas
Guarnieses de vidrllho?, gales alamares de
sedu e com vidrilbos, ultimas novidades,
Reeebru o
CONGRESSO DAS DAMAS
8 e 10,-Roa do Cabug8 e 10 -
Inexgotavel e sorprehendente
Ccniecco decaaibraias brancas e de corea n
CONGRESSO D^S DAMAS
8 e 10Roa do Cabug8 e 10
Grande liquiiacao
De miudezas e perfumaras dos salvados de
Santa F. Pedro Adtunes Caxias n. 63,___________^^_
Libras sterlinas
Vende-se na loja de jolas de August fiscc
na ra do Cabug n. 8. ^
E agora ? Oh! mea Loorengo
que ser de si ?
Mara levantra-se. Sentra-ae num
canap. O seo ferimento apenas caos ava-
lu ligeira dr.
EUe conservra-se ajoelhado bem junto
d'ella. Mas nSo su atreva nem mesmo a
segurar-lhe as maos.
E disaa com a maior calma :
Ainda ha pouco, dBseram-me em
Nogent, em casa de mea irmSo: c A
morte resgata a vida. > Quero morrer.
J o teria feito se nSo fosse a senhora,
Mara.
NSo morrer, prohibo-lhe.
Morrerei, retorquio elle simplee-
mente.
E ella arrartou-se pelo canap para fcar
mais perto delle e com o braco cinguio-
lhe docemente a cabeca como se qoizesse
protegel-o contra elle proprio.
A morte nao resgata a vida. Quem
disse isso engaroa-te. Soa filha de um
militar, de nm official, e son t8o enten-
dida em qaestSes de honra como o senhor
e todos de sua familia. A sua vida de
amanhl que resgatar o passado. A
morte nada apagara. Quero qje viva 1
Morrerei.
Ella calou-oe. Adivinhava sua reso-l
lucao inapalavel. Todas as razos esbar-
rariam em v5o nesse projeoto fatal. E
todava era verdade o que ella dizia-lhe,
essa morte se parecera com urna fuga.
Reparar as faltas commettidase talvez
come dissera o marquez Miguel, praticar
alguma accao grandiosaseria mai nobre
e valeroso.
Mas a moca comprehendea que os seos
raciocinios nSo o convenceran!. Ella era
mulher, bella e amorosa, por conseguinte
poderosa sobre esse homem que adora-
va-a. O que nSo obteria a razio calma,
tente u obter pelo cora yac. As suas ter-
nuras talvez derretessem aquello gelo,
amolgasaem aquella bronze, fizessem-n'o
ter saudades da vida.
Elle chamava Mara Rosa sea talis-
mn .. Mais ama vez a esse talismn
competa fazer floresoer de novo naquelle
pobre coracSo transviado a flor eximia da
Esperanza.
NSo, nSo morreras, pois ordeno-te
que vivas, mea Loorengo, disse ella em
voz baixa, tratande-o por tu pela prmeira
vea. O que seria de mim se mais nSo
existisses ? Se tivesse de morrer, estaras
morto. En nao teria chegado a tempo de
desviar o tea brago. Deas n2o o consen-
tira. Amo-te, Lourango, e por mia
preciso qua vivas. Nao quero ficar com
a davida de que te faltn ooragem. Pois
o que pensara, entendes 1 E tambem
que pouco me amavaa desde que repellie-
tes a prmeira supplioa que te fiz.
Chamoa a si a cabega do mogo e de-
posito u-!he na testa nm beijo materno.
Todj o sen ser estremecen.
NSo me tontas, Maris. Deixa-me
cumprir o que ea considero mea dever.
Eu morto, nSo pvders furtar te a amar-
me da mesma forma ; nSo me digas o
contrario ; alo te acreditara...
Ella sacudi a linda cabega. Eatava
banhada em lagrimas.
Responde-me ? O que ser de mim ?
S vivo em ti desde que te conheco. Vi
ver s nSo poderia. Se qaeres morrer,
Ed Kamitez
O verdadeiro papel almago dessa importante
abnca austraca, vende se por preco mdico na
PAPELARIA y.MERIGANA
Ra do Impeador n. 79
Cosinheira
Precisa se de urna cosinbeira ; na roa ;srgi
do Roearlo b. 30.________________________
Exames de preparatorios
Aritbmetica de Trajano. livros e grammaca
de Joao Ribeiro, grammatica allemS, fraiceca,
etc., en contra se na
PAPELARIA AMERICANA
Que tem nm completo sortimento de livrvs de
tnstrucco primaria e secundaria, livros tm
branco para significados, notas, etc.
Ra do Imperador n.79
Aluga-se
A casa n. (6, com sota, na ra Capito Liostc
a tratar na ra Marquez de Olinda n. 8, thagra-
pbia.
Taverna
Vende-se a taverna sita Prac^ Maciel Piahd-
ro n. 6 ; a tratar na metma.
Medi^oes de trra
O engenbeiro C. G. Carlinl contiaa a eacar-
regar-se de melices de trra, levantameoXo da
plantas topocranhicas. nlvelamentos, provectas
de parques, jardins, chalet, etc.; na ra da Ata-
laja, na cidade da Eecada.
Criado
Precisa se de vm criado que tenba bea coc-
docta ; a tratir no Cajueiro n. 4.
Todos os artigos para ho
mens e meninos
Eacontram se no
CONGRESSO DAS DAMAS
_______ 10-Roa do Cabug8 e 10
Para buhares
Pannos novos por prego baratissimo: SI,
do Amarim, Io andar.
lvame tambem. NSo tenhas a crueldade
de deixar-me solada. Mtame primeiro
e depois vem juntar-te a mim.
Elle tomou a nos bragos apaxonada-
mente.
Ests douda ea matarle, Mara ?
Onde ira buscar forjas-?
Seria feliz em morrer. Se me amas
n2o recuses 1...
Nunca, Mara 1... Amedrontras-
me 1... Volta a ti, pego-te...
Ella pareca sonhar, com effeito, com a
cabega apoiada no hombro do mogo.
Calaram-se. Elle embalava-a, toda ln-
guida, num requebr perigoso. O cora-
c2o d'elles entamescia-se de palavras mui-
to meigas que nSo pronunoiavam, mas
que seus olhares traduziam.
Elle procuroti-Ihe os labios que ella nSo
teve forja de retirar.
Sim, Loorengo, a morte oomtgo...
mas a vida sem ti, nanea...
Elle oontinuava a embalaka e ia pos-
suindo>se de certo enlevo. E Mara Rosa
tambem commovda, nao pensava em mais
nada. Abandona va-se temara do seu
amigo ; e at quasi pareca lhe que j nao
viva e que era transportada muito alto,
muito longe, em ama ideal e divina re-
giSo onde nSo se coffreria mais, onde os
tormentos terrestres nSo existiran], onde a
vida se paseara eternamente a amar e ser
amado...
Mara, amte !...
Lourengo, amo-te !...
E feohava os olhns para melhor prose-
guir no seu sonho.
Entretanto, apavarou-se quando onvio
ama voz adorada dizer lhe baxinho, tre
mola.
Mara, amo-te. Se ricas junto a
mim nSo terei coragem de morrer. Vai-te,
pois, e deixa me.
Ella senta enfraquecer se a sua rosla-
gao. Assim desojara. Triumphava. NSo
responden e enoostrou-se a elle anda mais
ternemente.
Casa em OJinda
Aluga se a de n. 29 ra de Boofim, com
bone commodos para grande familia; a tratar na
mesma, ou na rna do Apollo n. 8,1 andar.
Mas tremolo anda, elle dizia :
Mara, vai-te I... N8o abasa con
tra mim do teu amor I...
Amo-te I
_ Oa ent3o se ticas, se queres que ea
viva, se me amas como dizes, sojas mi-
nha, Maria, minha toda inteira... E nSo
morrerei... serei tei escravo... Orde
oars, ea obedecerei... Minha vida, mi-
nha honro, todo porei as tuas mos.
Amo-te !
Amo te !
Ella nSo tem forga de escapar se, de
afastar-se d'elle. Sent perfeitamente que
est vencida, perdida, se elle insiste. E
nessa sensagSo ha n'ella ama grande dor
ao mesmo tempo que um grande conten
t ame uto. Sim, traca e est desarmada.
Mas, no enlevo do sen amor, volta-lhe
entretanto um pouco o raoiocinio. A sua
fraqueza perdia>a. Vai servir se da sua
fraqueza para proteger-se...
Sim, Lourengo, amo fe. Rem o sa
bes. Estoa s comtgo. Nada poaso fa-
zer para escapar-te. De resto, olha; amo-
te o sorrio-te Para que vivas, serei toa
se quizares...
Elle estreitou a com frenes, mas a mo-
ga continuou :
Ouve, nao disse todo. Desde que
vSs que soa fraca e qne j n&o me de-
ferido, a ti, Lourengo, que supplico que
me protejas. Defeade-me contra ti mes-
mo, Loorengo. Se tea amor tal como
dizes e tSo verdadeiro, se realmente pen-
sastese disso tenho certezaque um
da asara tea nome e esminhara feliz e
orgulhosa pelo tea brago, protege-me,
Loorengo, defende toa mulber. Nao me
obriga a oorar. Nlo abusa do tea amor
e de mea coragSo. Vive junto de mim
como outr'ora e nSo fase pagar-me tua
vida pela minha honra Lourengo, soa ta*
mulher, tua mulher que supplica-te 1
E as doces palavras dissiparam o sea
enlevo; seu raciocinio tamBem desperta
va; que o mimoso talismn reinava no
Criado
Precisa se de um criado ; na ra Dnroe de
Caxias n. 91. _____________________
Capellas para finados
Acaba dereceber um grande sortimento capellas para finados o estabelecimento fanefcre
de Agr, as quaes serao vendidas por preco* a-
zoaveis; os senhores pretendentes podero di-
rigir se roa 15 de Novembro de. 9 e 11.
sea coragSo como soberano; sim, eiia
teria sido d'elle, se assim elle quizesso...
Mas comprehendia confusamente que dea*
truiria a sua felicidade ; que nao aaia
existira a conhanga reciproca; que a vida
de Maria Rosa seria desde entSo urna ago-
na perpetua...
Anda ha pouco os seus beijos rdante,
repetidos, nao deixavam os labios de Ma-
na. ..
Afastou-se d'ella...
Amo-te tanto, disse elle, que, tenho
medo que nSo saibas quauto te amo!
Oh 1 Lourengo Meo amor, me*
tudo 1 Viveras ?
Desde que ordenas.
Reparars esse passado maldito ?
Auxiliar-me-has, Maria...
Creamente 1
E se soasobrarmos ?
EntSo, ter chegado a hora da mor-
te... E ser ainda ama ventura. Pois
desta vez nSo me recasars e partiremos
juntos.
E demoradamente, sem trocar masjM-
lavras, receiando destruir com urna phraw
o encanto inflado que os adormece, olham-,
se transmittindo se o pensamento pela pros- '
sao lenta dos dedos de um entrelagadoi*
nos do outro.
Ella arrancou^se a essa ternura.
E' preciso qua ea parta,' Loareog*..
Nao, Mara, fique, fiqdo ainda!!
Lembre ae, Lourengo, que aqu vina
aem participar a Martinha. O qtio .pen-
sar ella ? Como deve estar inqietal
NSo me demore. Adeus!...
E estreitaram-se aioda...
Repentinamente acudi mente de lia'
ra a lembranga de Jeooy. Jennv
amorosa e tSo digna tambem de ser amada.
Amar me-has sempra ?
Sempre.
fQMflsM
|T vp da Dwrto ra Duque de Caxias n.' U

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*
V
I -


4

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