Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18857


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Full Text
ANN XVIII
TERCA-F1RA DE
HO DE 1!
^
NUMERO 236


p
rs<

:>
DIARIO DE
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA | FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 61000
Por bes ditos vencidos..... 7J000
Por orn anno aiiantado ." 24$000
dem idem vencido...... 28|000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLJCACOES NA PRAN-
gA E INGLATERitA
O Srs Amede, Prince & C, residentes em Paris34 rae Je
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA TORTE
Por seis mezes adianto os. *3500
Por seis ditos vencidos.
^or om anno adiantado .
dem idem vencido.
TELEGRAMAS
15*500
^71000
311000
szs::;:i sonia aziebzsan casls
(Via Tenerife)
MADRID, 15 de Outubro.

O Papa est duvidoso aa deve oo nao
declarar a san titeado de Colcmbo.
A Rainba Reg nta aoeitou o coevite
pna ser tredrinha da ultima fi ha do Im
p:rador da A'lemanha, e enviar para isso
ama represeatagao aos centros officiaes.
-- L' distitaida de fundamento a noti-
cia de ae adiar o Re ligeiramente indis-
posto.
ITALIA, 15 de Outubro.
0 governo italiano ordenoa a deainfec-
cao dos navios procedentes dos portos fran-
ceses do mediterrneo.
Se os navios tiverem casos de cholera
a berdo irSo para o Lasareto.
PARS, .15 de Oatubro. -
\t tropas francesas obtiveram urna nova
victo: ia no Dahomey.
CDIZ, 15 de Outubro.
Hoje pela macha zarparam a esqaadra
italiana e o cruzador austro-huugaro Kaiter
Franz Joseph (Rei Francisco Jos).
AmanhS sahir o cruzador francez Bar-
tholomeu Diat, ficando apenas os navios
argentinos e o norte-americi no.
MADRID, 15 de Outubro.
Consta aaui que a Inglaterra nSo con-
ceder a estradicao do anarchista francez,
ltimamente preso em Londres.
1 AMBURGO, 16 ie Oatubro,
Em Hamburgo nota-se um ligedro recru-
desciment do cholera, tando havido hon-
tem 27 casos novos, e 18 fats.es.
PARS, 16 de Outubre-
Em Marselha reina alarme por ter oc-
corrido um novo caso de cholera.
A impreca corneja a manifestar re-
ceios a respeito do facto de ser a regente
de Hespanha madrinha da fi h dos Impe-
radores da Allemanba.
MADRID, 15 de Outubro.
Segundo as noticias officiaes o Rei ae
Hespanha melhora.
Foi areiado o pateo do Alczar para
evitar o :uiio das carruagens.
__ Ignora-se o da em que a c3rte se-
guir pira Granada.
Em Barc^'o a se celebrou um meeting
para eslr^Umeat. das relagBes commer-
ciaes entre a Hesitaba e as Repblicas
American s.
A esse meeting assistiram todos os con-
soles americanos, pronunciando-se discur-
sos om que Be salienUva a neceaBdadc da
celebracSo de tratados com a America,
5m de eatreitar-so os laye a commercues.
Foi graade a concurrencia.
VICTORIA, 14 de Outubro.
Dessarrilhoa o treno da licha farrea do
Norte a 7 kilmetros de Victoria.
Houve muitas victimas.
O machinista ficou morto.
>12.COI dormentes de pinho, importados
dos Estados Unidos da America do Norte,
e Bubmettidos a despacho livre de direitos
pala nota n. 1. 07 de 27 de Janeiro do
correute anno.
Circular n. 11 Ministerio dos Negocios
da FazendaR-.o'de Janeiro, 7 de Outubro
de 1892 :
Declaro aos Sr. chefes das reparti-
os competentes de. te Ministerio, para
os devidos cffeitos :
Io que pretenee a renda da UniSo o
imposto de transmissSo de propriedade
causa mo ti e nter vivos de apolices da
divida publica ;
2-que deve escripturar se sob o titulo
Interiorna rubricaImposto de tran-
a issao de propriedad do art. 1' da lei
o. 25 du 33 de Dez?mbrj de 1891, nao
s as qoantias detta proveniencia, como
tambem as que forem cobradas pela com
pra e venda de embarca (Zea. Serzede/lo
Correia.
Governo do Estado de Pe mam,
buco
DESPACHOS DO DA 15 DI OUTUBRO
DE 1892
Christi no da Gama Lobo Filho pe din
do reintregajaoAo Admicistrador da
Recebsdoria do Estado para i i formar.
Dr. Jos Joiquim de SouzaInforme
o Inspector do Thesouro do Estado.
Tenente Coronel Joaquim Cavalcante de
Albuquerque -Ao Inspector do TheBouro
para informar.
danoel Mendes da Silva-Iaforma o
commandante do corpo policial.
Bacharel Nilo Rodrgaos de Miranda,
pedindo ajuda de custoInforme o Ins-
pector do Thesouro do Estado.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 15 de Outubro da 1892.
O porteiro,
Hemeterio Maciel da Silva
i~*mm
Ministerio da Fazenda
Foi comeada a seguinte commiss2o
para presidir ao concurso rara os lugares
de guarda-mres e respectivos ajadantea
das alfandegas da Repblica :
Dr. Didimo Agapito da Veiga, director
reral do Contencioso; Adolpho Hasseh-
mann, ajudante do inspector da Alfande-
gs do Bio de Janeiro; e Dr. Francisco Jo-
s da Rocha, Bubdirectir das Rendas Pu-
blicas.
Por titulo de 8 do corrente foi oomeado
Jacictho Pacifico Ribeiro da Silva para o
lugar de praticante da Alfandega do Es-
tado do MaranhSo.
Communicou-se :
A' thesouraria de fazenda do Estado do
Maranhao que o Tribunal do Taeaonro
Nacional resolveu indeferir o recurso ic-
terposto pela Companhia Ferr Carril di
Maranhao, da deciso da mesma thesoa-
rarin. confirmatoria do despacho da Alfan-
dega do dito Estado, que classificou no
art. 407 da tarifa em vigor, para pagarem
direitos ad valoran, com o abatimento de
25 -[., de que trata o art. 2- do deoreto
n. 1.338 de 5 de Fevereiro de 1891,
Commando das Armas
Quartel general do Commando do 2o dia-
ticto militar em Pernambuco, 17 de Oa-
tubro de 1892.
Ordem do da n. 48
A vista do termo de inspeccao a que
foi submsttido em 13 do corrente, conce-
do de accordo com o parecer da junta me-
dica, 60 dias de hcecca ao soldado parti-
cular do 14 batalbXo de infantera Jos
Maia da Silva Coelho, qua, como pede
poder gozal a no Estado a Parahy'oa
correndo as despezas de ida e volta por
sua conta.
Concedo tambem, 60 dias de licenca ao
aaBpengida do 14 batalhlo Aureliano
Eloy de Almeida para tratamento de
sade a contar de 13 deste mez, data em
que foi inspeccionado, devendo ter alta
do hospital militar.
Apresentou-se hoje viedo da capital
Federal o Sr. capitSo do 14 batalhao de
infantera Valentn da Guia.
Transfiro, de accordo com as dispusi-
eres em vigor e a bem da disciplina, do
14 para o 34 batalfato de infantera o Sr.
2- cadete 2- sargento Mmoel Francisco
de Vasconcelos que dever seguir para o
Rio Grande do Norte na primeira oppor-
tunidade.
(AsBi'gnado) Roberto Ferreira, general
de brigada commandante do 2- districto
militar.
Est conforme.GuBtavo GalvSo de
Cavendisch, alferes ajudante de ordena
encarregado do detalhe.
Qaestnra policial
Sec$So 2*.N. 237 Secretaria da
Questura policial do Estado de Pernam-
seguinbuco, 17 de Oatubro de 1892.
Cidado. Participo-vos que foram
recolbidos Caa de Detenco os seguin-
tes individuos :
No dia 15:
A' minha ordem, Diogenes Jos de
Carvalho, vindo do municipio de Goyanna,
como alienado afim de ter destino para o
asylo da Tamarineira.
A' ordem do subdelegado da f go 'ia
do Recife, Artbur Jos de Lima, por cri-
me de fermentos; e Vicente Herminio de
Figueiredo, como gatuno.
A' ordem do subdelegado da freguesia
de ;anto Antonio, Augusto Zacaras de
Ges Tellese Vsente Ponci, por crime
de introduyan de moeda falsa.
A' ordem do subdelegado do 1* distri-
cto de S Jos, Joviniano Jos dos San
tos e Manoel dos Pasaos, como gatunos;
Luiz Franc seo de Oliveira, como desor-
deiro.
A' ordem do su delegado do districto
da Torre, Jos Balbino de Sonsa,* por
disturbios e offenaaa moral publico.
No dia 16 :
A' ordem do subdelegado da freguesia
do Recife, Avelino Joa Maria de Albu-
querque, EstevSo aa Silva, Manoel Mar-
tina e Jos Bento de Oliveira, como ga-
tunos ; JuSo Jus da Silva e Ceciliano
Cremenco Pavo, por crime de furto.
A' ordem do subdelegado do 1' distri-
cto de S. Jos, Pedro Calcidio, por em-
briaguez.
Communica o delegado do r unicpio de
Flores, que no dia 3 do correnta, por
occasio da feira, alteroaram os individuos
Mrnoel Ferreira da Sil7a e Ciernentino de
tal, e intervindo Amaro Ferreira, foilhe
atirado por Manoel Perreira urna facada
em urna das pernas, o qual ficou grave-
mente ferido.
Contra o delinquen te, que foi preso,
procede a autoridade nos termos da lei.
Communica o delegado do munici-
pio da Victoria, que hontem, s 8 horas
I da noite, no lugar Alagca Comprida, o in
dividuo Jos Carneiro de Queiroz assas-
sinou facadas a AntSo de tal, de quem
rocebera um tiro que o ferio levemente.
Foram feitas as diligencias da lei con
tra o delinquente, que foi preso.
A's 5 1|2 horas da tarde de hontem,
no becco do Pit, pertencente ao 2* dia
trieso de S Jos, travaram Iccta os me-
nores Feliz de tal e Jos Vieira de Arau-
jo, resultando sabir este ultimo com um
ferimento.
O delinquente logrn evadir se e contra
elle procede ie na irm da lei.
No dia 14 do corrente assumio o
exercicio do cargo de subdelegado do dis
ricto de Beberibe, na qualidade de 1*
aupplente, o cidadSo Flix Ferreira da
Silva
Tambem no dia 28 do mez paseado o
cidado JoSo Geral lo de Cafvalho Sobri-
nho assumio o exercicio do cargo de de-
legado do municipio do Ex.
Nesta data recammendo ao delega-
do do municipio de Bom Jardim, que pro-
videncie! no sentido de garantir as pes-
8oas dos mascates portugueses Francisco
Fernandes Ribero e Pedro de tal, conhes
cido por Pedro Matiaheiro, os quaes fo-
ram aggredidos no dia 1* do corrente
pelo nnjor Manoel Antonio GaySo e tres
moradores do bou engenho, ao passarem
em trras do mesmo engenho, e se acham
amoscados em suaa vidas, conforme de
clarou me o primeiro dos referidos mas-
cates.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
muito digno govsrnador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filho.
Thesouro do Estado de Per
nambnco
DESPACHOS DO DIA 17 DE OUTUBRO DE
' 1892
Francisco Mauricio de Abren, Marga-
rida da Gasm3o Santiago, bacharel Jos
Marianno Carneiro Becerra Cavalcante,
bacharel Petronillo de Santa Croa Olivei-
ra, Solidono Tnenorio de Moraes, bacha-
rel Thomaz Soriano de Souza.Informe
0 Sr. Dr. contador.
Companhia de Servaos Martimos (2)
Haja vista o Sr. Dr procarador fiscal.
Francisco Antonio Lopes, Bento Luiz
de Carvalho e Lzaro Sereno da Silva.
Regstrese e facam se as notas.
---------------------a
aecebedari* do Sitado de Pernam
buco
DESPACHOS DO DIA 15 DE OUTCBBO
DE 1892
Jos Vieira Araojo.Comprase.
Ro-ia Anglica Castro Amaral.-Iotorme a 1
aceto.
Ribeirc & Oliva.A' l* scelo para 03 devi
dos effeitos.
Inspectora eral da lnlmccao Pn
foi lea do Kn tado de Pernambuco.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO DIA
13 DK OUTUBRO DE 1892
Errre'ioa Collecta de Suza Ribeiro.Enca-
minhe-se.
14 -
Clara Jovita Vclle Pessoa JostiBco.
- 17 -
Anna de Sonsa Alnnqnerqae Pessoa.Com-
pra se e registre-se.
Maria Candida Cavalcante BarreteCumpra-
se e regiatre-se.
Circnmcisa Fonell Calomby.Compra se e re-
gistre-8e, lie .ndo asaignado a professora o pra
zo de 15 dias para entrar no gozo da licenca.
Maria Francisca de Birros.Eocaminhe se.
Rufina Demetria de Souza. Eacaminhe-sa.
EXTERIOR
AMERICA DO SOL
Chlli
O governo t ve commanicacao de que foi co-
berta na praca de Londres a Fbseripgo para
om novo emprestimo cbileno de 10 milQ6es et
terlioos.
A operac&o foi tffectoada ao Uypo de 94. com
5 % de amorlisaco.
O congresso aatorisoo o governo a esuca-
lecer legacOes em Gaayaquil e Santa F de Bo-
got, as Repaolicas do Ecuador e dos Estados-
Unidos da Colombia.
Aononcia-se a descoberla de orna jazida
de ouro na pare chilena das ilbas da Terra do
Fogo.
Urna coaimiasaj de eagenneiroa parti para
descobrlr outras jazidas que se sappoe existirem
all.
Namerosas caravanas tambem se preparam
para partir para a explor-cao dessas minas de
onro.
Pelos entbmla8ticos preparativos que se
fazi m em Santiago, de presumir que serio
pomposas as festaa d.> 4 centenario da deseo-
berta da America.
Repblica Argentina
A opposico trabalba attm de promover nma
manifetagao publica de bostilidade ao Dr. Luiz
Sf'T17 PfDS
Ao que est as-en'ado, a maoifestacSo leallear-
83 ba quarla feira 12 do correte, na praca da
Victoria, por occasio da cerimooia do juramen-
to presidencial perante o congresso.
As autoridades, providenciam para qae a or-
dem publica nSo sej a alterada, pois circulava o
boa.o de que podero dar-se serias desordena
naquelle dia.
- Nio obstante todas as providen.ias pira evi-
tal-as, a popolacao mostra-se inquieta.
Effjciuoc-ie com todas as ceremonias do
es'.ylo a abertura do Congresso Argentino.
O governo mandn ffectmr naEurapaa
compra de ciQCoenla mil espingardas Mananli-
eber e cinco mil fusis Mirgat, systema redu-
cido.
Na cidade do Rosario, assim como em ou-
tras da Repblica Argenlioa, mmifesta se o te-
mor de prximas desordena de carcter serio,
as quaes dar-se-bo naturalmente a 12 dj cr-
reme.
Parece certo que o Dr. Etarislo Zaballo
continuar a gerir a pasta dj exterior no minis-
terio que organisar o Dr. Sae.iz Pe na.
U D. Cross foi nomeado ministro do gover-
no da provincia de Santiago del Esterro.
Em vista dos numerosos protestos levanta-
dos todos pela imprensa argentina e pela publico
em gera., contra as declaragoes nellicosas do Dr.
Manoel Pixarro, governador da provincia deCor-
dov, elle resolveu retirar as palavras que pro-
nancira em um discurso referente s probabili-
dades de ama guerra entre a Repblica Argen-
tina e o Chile.
O orador rectificou o sen disenrs-, declarando
que eoas rtllexOes eram puramente pessoaes e
nao tinham nenbnm carcter oficial.
C9ntiouam com a maior actividade os pre
pa ativos para as les'as do 4" centenario da des-
coberta da Ameiica.
Os d' ertlmentos p' polares que vo realisar-
se pror^ettem ser brilhantoe.
Oa pimeiros ensaios deviam ter comecado no
dia 9. Jk
NWia'8 ao pasaar urna proc s--ao, voou
pelos ar -3 a casa do ctaefe do partido liberal di-
vido explosao de orna bo-i ba.
Felizmente nao bouve deegracas pessoaes, sen
do collossaes os prejaisos
Arompanbia dogai deBoeooa Ayres cortn
a communicaco com a cat>a Rose (palacio do
gov--.it.) por falta de pagamento.
Por motivos particulares, foi assassinado
na cidade de Mendoza o Sr. Waldo Rodrguez
prtimoso ebefe politico.
Os operarios da estrada de ferro le Buenos-
Ayres ao Pacifico, em greve na cordilnelra, tem
effd: uado lodo a sorte de desatinos.
Ao que se sabe, grande trecbo da liaba, varias
pontea e pontilbOes foram por e'les destruidos.
Continuam os passageiros do vapor ingles
Tamar, da Royal Uail Packet Company, no laza-
reto da liba Martin Garca de quareatena de urna
sema;.a que Ihes foi imposta pelo Conseibo de
Hygiene no porto de Buenos Ayres.
Por cooseguinte s Ibes sera excedida livre
ortica depois de parlysada compl:lam<>nte a
quareatena, isto na qutnta-feira 13 do corren
te.
Nida ba, pois, a accrescentar sobre o facto do
Tamar, cujo estado sanitario 6 o mais favo-aval,
alientan c-se profuadamente alevimdade da
iefundada noticia transmitida a algans jornaes
do Rio de Janeiro, pela rima.
Houve um caso de trolestia snspeita no ar-
rabal de denominado Belgraoo.
As autoridades ten lo averiguado a autbenti-
cidade da moiestia attestaram publicamente, pe-
lo rigoroso exame a que foi submettido odoente,
niu e.-tar o mesmo atacado de ntnhuma molestia
epidmica, nao bavendo motivo portanto para
que haja, por parte da popolac&o qaalquer re-
ceio.
No Cabo do Horn descobriram-se ricas minas
da Ouro.
Em contrario ao qne era esperado, a toi-
quia de IS parece dar resultado bastante satisfac
torio este anno.
Depois de prolongada e penosa secca que re-
nava em toda a regiao platina, trazendo d des-
espero aos agricultores que viao suas plantacCes
perdldis, cboveu boj-> copiosamente.
A temperatura cadeu do grao elevado em que
estacionava, descendo seosivelroenle.
Naofragou, prximamente liba de Martin
Garcia, a barca franceza George Vernor, nao
tendo bavido de^graca pessoal algoma.
A municip<>iidade de Buenos Ayres acaba de
de descebnr qne os empregados ao cemiterio
Recoleta arrojram aos depsitos subterrneos
300 cadveres, dos quaes tiraram as roup s que
vendern, assim como os respectivos caixoes.
Fc-iam lodos suspensos.
Bf pubiic.\ Oriental
Foram adoptadas precaucOessaniarias so
bre a casa em que fallecen um individuo que sup-
p5em ter sido victima do cholera.
A fronteira brazileira gosa de tranquilida
de.
AMERICA DO NORTE
Eatadoa Unldoa
Como ja ti vemos occasio de anounciar, o pre-
sdeme arrisou j publicou a sua carta de ac
ceiaco da candidatura presidencia dos Esta-
dos-Unidos no novo periodo que se vai abrir na
grande repblica norte americana.
Dfepois de urna revista geral do estado dos
oeocios nac, caes, o general Harrisen dedica
urna seicSo ao (ommercio estr ogeiro.
Advoga fortemente o augmento do numero de
grandes navios mercantes velozes americanos,
construidos de molo a poder prestar servico ao
governo em caso de guerra ou de ou'.ra emer-
gencia.
O presidente refere-se eniao ao xito da sua
poltica de re.'iprocidade, e diz :
A proca n ais convincente da tremenda for-
C'i commercial da nossa posicao actual se acba
no fac o de baver a G-a-li-eta ha e a Hespaoba
julgado cecessano encelar re'acfos commeciaes
reciprocas connosco para as suas colonias as
Indias Occidentaes, e de baver a Allemanba e a
Austria nos felo importantes crnces?6es em
troca da cootinuaco da imporlac.ao livre de sen
assu:ar de beterraba.
Timando em considerado todos os piizes
com os quaes se Hzeram ajustes semelhaotes, o
nos o commercio al 30 de Janbo do 1892 aug-
meotou de 23,78 0/0.
D -pois de se referir ao augmento de exporta
cao de producios da Allemanba e de carvao de
Cuba, diz o Sr. Harrisoo :
Como j moit'ei, as nossas rivaes commer-
ciaes da Europa nao considerara esta poltica de
reepro juade como cousa de pouca monta, mas
f im como ameaca seria supremaca commer
ciai de que ba tanto lempo teem gesado.
Rgosijar se biam com a notuia de que os Es-
tado i Unidos aoandooavam o seu systema de
protecgo e de reciprocidade.
Veem bem claramente que a isao s-> segulriam
urna reslricco da produccAo e commercio ame
ricano o augmento correspondente na produeco
e commerc'o europen, e eu nao creio que o que
to cUro para ellea possa ser desconbecido do
noaEo proprio povo.
O Sr. Harrison critica severamente a tabella
de tarifas da plataforma democrtica.
O partido democrtico diz elle : j deelarou
praticamente que, se alcancar o poder, decretar
urna lei de tarifas sem coosiderac&o alguma ao
seu i ffeito sobre os salarios ou o capital embre-
gado as noa?as grandes industrias. *
O presi ente critica a poltica de urna tarifa
visando s a renda como aoti-americana, e con-
traria aos ensinamenios dos grandes chefes de
teocrticos cono Jeffereon^e Jackson.
A carta de um distincto demcrata, diz el>,
descreve justamente este Lovimeato como um
desafio s industrias protegidas a urna guerra
de exterminio, e o outm demcrata distincto
expoz a lgica da siiua^o quando iaterpretoo
a plataforma de Chicago como um convite a to-
dos os demcratas qu3 allmentam ideas protec-
cionistas, anda s mais moderadas, a se pissa
rem para o partido republicano.
Cita'deioiso presidente alguns tpicos do re-
laorio da commissio do S-nado, composta des
homens mais eminentes dos dous partidos, para
demonstrar os Dona resultados da lei da Tarifa.
Este relatjrio, diz elle mostra que o custo dos
ariigos usados por pessoas que ganbam menos
do mil dallars por anno, diminoio, e ue os pro-
ductos agrcolas augmentaram de prego, devido
a baver augmento na procura eslrangeira. Aferi
dos pela faculdade de comprar ariigos de pri-
meira necessedade. os salarios da nossa classe
operara nunca foram lo elevados como agora.
Houve um progresso medio nos salarios de
3/4 a 1 */o. um augmento no preco de todos os
producios da pequea cul ura de 18.67 "/ e
no preco de todos os lereaei de 33.09 -/..A'
vista disto, claro que esta le de tarifas nao
impoz onus, mas antis trouxe beneficios ao pe-
queo agricultor e aos operarios.
Fatlando de alguos dos resultados especiase
da tarifa, diz o Sr Harrison: .
Aiodo3tria do estado estabeleceu se defini-
tivamente nos Estados Unidos, a despeino de to-
da a opposico estrangeira, e mallograr se ba a
allianca dos productores gallezes e do (anido
democrtico para a sua destrimcjao.
A manufactura de botOes de madreperla
mencionada como Industria que deva a sua ex
istencla lei da tarifa.
Referindo se s recentes pertnrbacOes entre o
capital e o trabalbo diz a cana:
Nenbum advogado intelligente de urna tari
fa protectora preteode que ella possa sopor si
manter nma proporco uniforme de salarios sem
tomar-se em consideracio as fiuctuaedes na pro
duccao e na procura pelos productos do traba-
dlo, mas, pretende-se centradamente que direi-
tos protectores tendem fortemente a elevar os
salarios e sao as nicas barreiras contra a sua
redueco escala europea.
No capitulo sobre a prata, diz o presidente
Harrison :
A resoluco da Convenci em favor do bi-
metalismo declara, peof-o eu, as condiefies ver-
daderas e necessarias de um movimentoque
tem naquelles moldes, a minha cordial adheren-
cia e manutenco.
Estou plenamente convencido que a livre cu-
nhagem da prata em urna tal proporcio para com
o ouro que venba a man er, nos seas uso? com-
merciaes, igualdade dos dous como moedas cu-
abadas, contribuira para a prosperidade de to
das as grandes nac6es productoras do mundo.
A unic roudico essencal que o dollar teoha
e conserve a memi aceitagao e valor em todas
as transacc6e8 commerciaes. Senara do s-
ment um rzeio de permuta, mas tambem medi-
das de valor, e quando duas medidas sao dio
minadas pela le com o mesmo come, o commer
co sent se vacillan'e e embarazado, e os in
cautos e os ignorantes sao ludribiados. Dollars
de valor commercial desigual goo podem circu-
lar conjuntamente. O dollar melbor sabe da
circn'aga e transformase .em mercadorla.
O interesse real de tolo o nosso povo, e espe-
cialmente dos agricultores e das classes libe-
riosas que nao podem estodar bem o mrcalo
de dinbeiro, que todo o dollar, em papel oo
em moeda eniittida ou autonsada p lo governo,
em todo e qualqu-r tempo, e em todos os seus
pesos, o equivalente exacto, uo rente no
seu valar como moeda de pagamento, mas tam
bem como moeda de compra, de todoomto dol
lar qualquer. Tenbo certeza que se agora lo-
marmos qualquer resologo independentemente
das outras nagOes, iremos promover grandemen-
te os inters es deltas e prejudicar os nossos.
As cond'ges monetarias nos ltimos dous an-
uos ten le.dido multo, affigura se me, para
crear adhesOes ao uso malor da prata e apraz
me dizer, que, animados pela cordialidade, prcm-
ptldo e unsnimidace com que foi aceito porto
das as potencias o nosso convite para a Confe-
rencia Monetaria Internacional, poderemos espe-
rar resultados altamente benficos desta confe-
rencia, que ee ba de brevemente reunir.*
Com relago poltica estrangeira, dit o Sr.
Harrison :
Tem sido sempre o intuito do governo fazer
da sua poltica externa, nao materia de poltica
partidaria, mas de patriotismo e de honra nacio-
nal, e tenbo a maior satisfago em peder d->cl--
rar que os membroe democrtico! da commisso
de relagoes estraogeiras, bouveram-se com ver-
dadeiro espirito americano.
NSo tomaram a insistencia paciente, porm,
Qrme em favor dos direitos americanos e da im
munidade ao insulto ou ao mo trato, para os
noseos cidados e mariobeiros nos portos estran
geiro>, como urna poltica de irrltago e le fan-
farronada.
Nio creio que urna submisso passiva ao in
aaito e a ultrajes recebidos de outrem, possa ja-
mis constituir base de amisad? dur.doura, Fal-
tarla o necessario elemento de respeito. as
mssas relagOes com as grandes potencias euro-
peas, os direitos dos Estados Unidos e de nos
808 ciJada s fo'am sempre maatidos com lirme-
za. A forga da co;sa causa, e nao a forga dos
nossos adversarios, tem dalo o tom s cor
respondencias trocadas, e nunca antes, lecho
certeza, foram a bonra e a influencia, tanto na
cional como commercial dos Estados-Unidos ti-
das em mais elvala estima Do3 dous hemispbe-
.-108.
Em concluso, diz o general Ha-riton :
< Ao p-s-o que urna rendanga co pessoal de
urna admiostrago de imponencia comparali-
vamente pequea, mudanga as leis e na polti-
ca administrativa sao de grande monta.
O partido democrtico apresenta om program-
aba de demoligo poltica proteccionista, po-
ltica de reciprocidade e nova maiinba raer-
cante; ao d.-bso que, palo contrario, a poltica
do partido -republicano distinctsme t nma
poltica de progresso seguro, e do desenvolvi-
mento de novas fabricas, de novos mercados e
de navios ni'vos, nao sujeilando es negocios a
mudaogas perigosas. mas (.fferecaado, em logar
di880, muitas occas 5s de expansDo.
A viuva do eminente astronouio o contra-
ai mirau'x M ueh z, a quem o B-az 1 deve tantos
servigos. dirigi, em dala de 12 de Setembro, ao
Dr. Saoi'Anna Nery a seguate carta :
Apezar do meu longo silencio, nao creia que
me esqueci de tolas as sympathiaa que me deu
em seu oome e em nome dos seas patricios.
A sua presenga a triste ceremonia de Cbatou
a formosa grinalda que depoz sobre o seo tumu
lo, as cartas particulares que me transmittio,
ludo veio me demonstrar que o almirante tinba
razo ds querer tanto o seu bello pal*.
Elle all passou annos felizes da sua vida e
vejo qse all deixou recordagOes bem profun la?,
j que resistiram ao lempo e moro.
Constata, pois, que o encarregue de transmit
tir todos os meas agradecimentos aquelles que
nao se esqueceram do almirante, e, como me-
moria do querido fioalo, queira aceitar um
exemplar dos discursos proferidos junto da sua
tumba e um retrato delle.
Abi s achara urna p irte da sua vida to car
ta : os seos patricios connecem a melbor parte
dessa sua exfsteocia de trabalbo e dedicacSo.
Ro;o, etc.C Moucltez.
Refere a Revue des sciences nalurelles oppli
ques, as experiencias da criagSo artificial do
bacalbo, tentadas ha 5 annos, as cestas de
Massachuselts. pela corami3sSo de pes:a dos Es-
tados Uoido', deram resoltados muito siiisfa-
ctoriOB.
Em 1859 oa pescadores viram graode numero
de peqaenos bacalhos sobre bancos, perto de
Nmto k-tt, e em 1890 apanbaram se crea de 4
imlhO's de libras de peixes, que deram a quan-
lia de 114,000 dollars.
Neste numero esto contados lenSoosaoi
maes que tensara a'cangido o (amanan exigido
no commercio.
E' esta urna demcnslragSo irref'-avel em fa
vor da criagc artificial do baca bao.
INTERIOR
SL DO BRAZIL
Pelo paqae'e nacioo-l < \lagdas recebemos aa
seguales noticias:
Satad do alo tiran de do
A situago d'esse Estado anormal e nos o-
rlsontes paira om grande ponto de laterro
go.
Os espiritos permanec m so'peosoe e alravez
das malhas com que se tem pretendido nciiutr
a situago real d'esse Estado todos recoabetca
a in: t ibilldade de qualquer governo fas alo ftor
suffragado p?ia verdadeira forga:a opimao pa-
blica.
O cnsul italiano, conde de BricbasteM,
visitando o presidente do Estado, eoasiaaieoa
que em N jvembro p-oximo devem embarcar para
este Estado 3.00) familias de mmigraates ita-
lianos.
Foi nomeado chefe da commisso eocarre-
gada da desobstruego do? baixoi o engeaheiro
Coarado Panafiel.
Urna commisso de cidados italianos pedio
ao presidente do Estado permisso para collocar
em local publico, em 12 do corrente, ama lapide
commemoritivg do descobrimeoto da America.
O bispo D. Claudio tiogoe amanoi a per-
correr diversas localidades do interior.
Os industrialistas d'esta praga dirigiram
deputago rio grandense ura telegrama pedindo
para interessar-se par qae seja eliminado o aug-
mento do imposto de expediente, j approvado
em primeira discnsso, quantn aos artigo) ivres
do direito de consumo.
O general commandante do districto militar
visiten a officialidade da caobooeira Camocim,
que salvou aquella alta patente, respoodendo a
bateria do arsenal de guerrs.
Em Pelotas, falleceram duas pessoas enve-
nenadas por pillas de sirycboioa, que a phar-
macia inglesa Industrial avi.o por eogaoo.
Um empregado da casa affirmon positivamente
que se nao eogaoava c afira de o provar iogerio
urna pilla. Os symptomas de iotoxigo sobe-
vieram logo e a morte entre horriveis tortoras
nao se demorn.
Este calxeiro cbama se Gabriel de Paula.
No dia 10 devia ebegar a Porto Alegre ao
vapor Me'.eodoro o D Barros Cassal, estando
preparada condigna manifestago para o seu des-
embarque.
A imprensa, em eua qoasi unanimidade,
applaude a nomeago do Sr. Alfredo de Azevedo
para intendente municipal; apenas a Reforma*
julgou irregular a nomeagio, por ser o oomeado
gerente da companhia Uydraulica Gaabybeose.
Sobre esse assumpto foi escripia extensa carta i
redaeco, em que o Sr. Azevedo defende se da
accosago que Ibe foi feita, assegurando j ter
deixado de exercer as fuocgdes de gerente d'a-
quella companhia.
O presidente do Estado retribulo a visita
qce lbe foi feita pela officialidade da canhoneira
Camocim sendo reecbido com as salvas do es-
tylo.
Appareceu a Folha Nova. Sao seus re-
dactores 03 Drs. Alberto Varella e Pinto Guima-
res.
As lojas magonicas, estabelecidas n'este
Estado, vo celebrar urna sesso fnebre, em
cnmmemorago do passamento do marecbal Deo-
doro
Regressou capital o 13." batalbo de in-
fantera, de que commandante o coronel Tho-
maz Flores.
O Club dos Atiradore8 AUemSe? preparam
grande festa para solemnsar a descoberta da
America.
Estado de a. Paulo
O capito Dr. O. Connell Jersey pedio de-
misso do cargo de coronel commandante do cor-
po de bomDeiros, noque a actual organizago
das forgas estadoaes subordinara aqoelle com-
mando ao inspector geral da forga policial, car-
go este exercido palo capito Partir Lisboa
mais moderno que o Dr. Jersey.
A forga policial do Estado foi tixada em
3:933 pragas e a despeza orgada em.........
5.593:101 5 500.
Capital Federal
Datas at 10 de Outubro.
Eis o oficio que no d.a 5 do corrente envin
ao Sr. ministro da fazenda a commisso nomea-
da p?l08 exportado es de caf para redigir o pa-
recer sobre o projecto do mesmo ministro, rela-
tivamente cobraoga de direiloa de exportago
em cambiaes, de aecrdo com o que ficou re-ol-
vido na reuoiao t (licuada na casa dos Srs.
Pbipps & Irmo.
Os exportadores de caf eslabelecidoa nesta
praga, tomando na alta 'onsideregao que Ibes
merece a consulta que V. Exc. se dignoa fazer-
Ihes sobre a cobranga dos direitos de exportagSo
do cafe em cambiaes, e desejosos de prestar todo
o concurso que estiver ao alcance de suas for-
gas para auxiliar a V. Exc. na gloriosa, mas dif-
flcil tarefa de rehabilitar as Hnangas deste paiz,
vm mui respeitosaueote declarar que depois de
detido exame do projecto de V. Exc, nao encon-
trara d ficuldade em ser elle posto em pratica,
apenas cem a modifiego que pedem venia para
apresentar, e que beja supprimida a parte re-
lativa s lelr?B particulares dos proprios expor-
tador, s para as quaes o go erno poleria exigir
tianga.
Exclaiodo se taes letras deanecessario se 'or-
na a fixago do cambio ao mesmo tempo qae a
da pauta semanal e evita se o vexame que. em
aluos casos, poder csusar a exigencia da tian-
ga que sempre dar lugar tambem perda do
tempo.
Ass-m simplificado acar o projecto reduzido
ao seguinte :
O imposto de exportago do rafe ser pago
-as Alfaodegas antes do embarque do caf e i
vista do deepacbo, sendo o valor do producto cal-
culado sobre a pauta semanal que ser tixada s
quarlas feiras.
O pagamento do impos'o ser realizado por
um recibo oa vale de mu dos bancos escolhidos
pelo governo, no qual ser declarada a impor-
tancia em ris e seu equivalente em dinbeiro es-
terliuo, ao cambio do dia para saquea a 90 dias
de vista.
Os vales ou recibos emittidos pelos bancos
e dalos Alfandega em pagam.nto dos direitos
de expsrtago, sero trocados pelos respectivos
bancos por letras de cambio sobre banqueiroa
em Londres, a 90 dias de vista, como fr da con-
veniencia do T escoro Nacional.
Os despachos de quautidades inferiores a
10 saceos de caf ae.o pagos em moeda cor-
rate.
Certos de que 03 banco3 desta praga se presta-
rao de bom grado a dar os recibos ou vales para
taes operagdes, snbmettem estas ideas esclare-
cida apreciago de V. Exc. e se subscre em com
o maior acatameoto.
De V. Etc.Mo. altos, veos, e criados.Ler
coq, Oliveira & C Pbipps Irmos & C, Hard
Raod & C, Kan Valais 4 C, Max Nolhman & C,
Norton Meaw ft C, Eiwi d Jolnston & C Rich
Riemer 4 C, Joha Moore 4 C John Bradsbaw 4
C, W. F. N Longbelrlc 4 C, J. W. Doaoes 4*
C, Jemes Mbttheir 4 C, P S. Nicolson 4 Z., Ar-
buckle drotbers 4 C, C. W. Gross, Gustavo
Tnocks 4 C-, Andnw Muir 4 C. Augusto Leu-
ba & ;., Faria Cunha & C, o. Co.nm da Silva,
Z;aha Ramis & C, Wille Scbmilinsky C.
C. Carris Jard.m Botnico
Com a assisleoclado Sr. vice-pres dente da re-
publica e seu e.-tado maior, o ministro da mari-
nhi, intendentes Silveira Lobo, Abdon Milaze?,
Siqueira, Medeiros e Franga Lite, deputados
geras, representantes de diversas c'asses so-
ciaes e da impre. sa, realisou se no dia 8 do
corrente a in tugara:o da irsc;la elctrica na
1* aeceo da companhia qae c.mpre'hende a li-
aba de Flamengo.

:


,
=c

1


Diario de Pernambuco Terca-feira 18 de Oulubro de 1898
.

*


Poaco depo*da ama hora sahtram tres bem
thealro lyrico e dose minutos depois
as oficinas da coorpaasua a atn Doaa
zemoro.
Depois de exammadsts* oaeina*e elsstti
cidade que se acham ostssiaassnte rcnuilasaa,
iercorreram os visitantes t. das as omcioa de
erreiro,.correeiro, pintor, carphteiros e maia
dependencias da ooaapsonia, qui occnpam a xj
tensa rea de sete mil metros quadiados, no
tando-se em todo o malor asseio, oriem e rag
taridade, o que amito abona o anual .gerente
3ne tem lnctado MMHfllaa difficoidades, sea-
o a meor a de fWade pessoal idneo para as
applicages dos diversos misteres.
De (acto ootam se all muitos melboramentoa
e grande augmento no numero de carros, pola
qnandooDr. Cintra tomn conta da gerencia
encontrn no servigo 76 carros, t>103 america-
nos, sendo a extensa* da liana de 38 kilmetros
ao eataito ba boje 130 ca ros confortable, to
dos (eitos as oficinas da cqmpanbla, sendo a
extenso das liabas de 38 kilmetros.
A extensa j dos fios conductores de 14emeio
kilmetros, sendo esse trecho o mais accidenta-
do da lioba.
ReumSo
No da8 reuoiram-se ao pataceie de Ita -
maraty, sob a presdeacia dj Sr. Tice presiden-
te da repblica, es membros da mesa de Senado
e da Cmara dos Diputados e os das commis-
sO.'s de orgameoto e flnangis.
O Sr ministro da faxenla expoz o sen plano
financeiro e falln aioda sobre as bases que fo-
ram publicadas no Jornal do Commercio,* com
relago fuso dos Bancos do Brasil e da Repu
bliea.
O Srs. Aristides Lobje Dr. Rimiro Barcelios
Sediram diversas ioformages sobre o assnmpto
canso para nma prxima reuaio a coatiouagao
da diacusso.
A;reuniao terminon s 10 1/2 da noite.
Balado do Espirito Santo
Datas at ti.
Lemos no Estado do Espirito-Santo, do dia
5 do corrate:
Daii.os em seguida ligeira discripgo das hu-
mantes festas realisadas antebontem, por occa
siao da volta a esta cap tal do Ilustrado presi-
dente do Estado Dr. Moniz Freir.
As roa per onde transiton a grande massa
popular que acompaahava o Sr. Dr. Mumz,
achavam se lindamente adornadas, sobreeahio o
o tante casa comme.'cial de Manoel Pino Njtto 4
Fiihos at em frente ao mercado e largo do Im-
perador.
Cuco arcos Iiodissimo3 foram collocados em
diversos pontos, tendo cada um delles insclp-
ges de datas e decretos que sao verdaderas
glorias para o seu Ilustre autor.
Ao 3igaal p-ocora a barrafeita pe} tele
grapbo martimo, largaram do caes do ja dim
mu .icipal as lanchas vapor Santa Cruz e Car-
los Alberto, ambas litic-ramente cbea de ctda-
daos le todas as lasses, levando a primeira
sea bordo a banda de msica do corpo de poli
cia.
Ao chegar o paquete S. Silvador em frente
ao F rte S. Joo, de bordo das lanchas que con-
duziam oa manifestantes pa: tKm ir (iranes sso
dages ao digno manifestado, que ja bavia sido
saudado por salva de dyrwraite e girand las de
logeles tocadas em Beato Ferreira, Pedra d'A
gua e Forte 8. Joao.
Ao fundar o paqae'.e em nosso ancoradouro a
Liberdade d-u ama salva de SI tiros, saudan-
do o digno presidente do Estado, e de Ierra ele
varam-se a> a- innmeras girndolas de fogue
tes.
No jardim municipal, onde, conform eslava
annnnciado, s e devia realizar o desembarque
aaoardavam o digno cidado grande massa po-
pular, multas Exmas. Sras. e as 17 gentis me-
ninas conduzindo lindos estandartes de seda ver-
de com o nome, em letras douradas, das comar-
cas em que se divide o Estado.
Ao por p em trra o digno moco, que com
tanto brilbo preside aos destinos de eeu Estado
natal, fol adisc iplivel o eatbusiasmo que se
apoderoo do povo, que anciosamente o espera-
va ; innmeros vivas foram erguidos S. Exc.,
c .i lolas de fugeles sabiram ao ar e as ban-
das de msica Caramur e do 32 tocaram ex
cellentes pegas de seus bellos repertorios.
Do jardim mnoi ipal parti o enorme prestito
acompaobando o d:sticto cidado, sempre victo
riado durante todo o trajete.
Aochega' a ei#r< pap ar de p.r.r para uafir a inspirada poeaia
qu' de urna das janellas da nossa sala de redac
jao. recilou, iliid de en ihus i mo, a jo .'en A
merina de Oliveia, digna tima do nosao amigo
D Ernesto Meado.
Anda no caes do Imperador foi o Dr. Muiiz
sorpreheodido por modesta mas sincera maoi-
festago de apreco: os empregados fas nossas
oficinas, encorporados, entregaram ao illusire
Cidado, nm dos fundadores d'O Estado, um
numero do nosso jornal do da, impresso em
letras de ouro que o aprendiz Pbilomeno trazia
em linda salva de prata, coberto de ptalas de
rosas. Nesta oceusio fallaram, cumprimentan
do a 3. Exc. em nome do corpo typograpbico, o
gerente Jos Dionisio e o administrador das offi
cias Cieio J. da Victoria.
la o prestito subindo as escadaria, de pa
lacio, qnando de un grupo de senhoras que
se achava no terrago do aotigo collegio da
Ptnha, deatacou se a Exma Sra. D. Octavia Mo
Me, que ergueu enthuslasticos vivas calorosa-
mente correspondidos.
Em frente ao novo edificio do Congresso, es-
tafa reservada ama sorpreza S. Exc : foguetes
subi-am ao ar, sendo descerradas as cortinas
que occollavam as armas da Bepublica, em re-
levo, collocadaa no frontal do edificio
Ao chegar ao seu palacete, acompanbado sem-
pre pela grande massa popular que un cessou
de victorial-o dorante todo o trajecto, assomon
a j.oella o Exm. Sr. Dr. Moniz, e em breve e
brilbaate improviso, agradecen a manifeatago
que Ibe faziam, terminando por convidar o povo
subir.
Muios vivas foram erguidos S. Exc. nessa
occasio.
No dia immediato effectaou-se a entrega de
ricos brindes, nao s ao Dr. Muniz Freir, como
aos Drs. Galdino Loreto e Graciano das Neves.
A ailudi .a folba no cia 9 escrevea :
Den-se ante bontem grave conflicto entre
pregas do 32 batalbo de infamarla e praga- do
corpo de polica deste Estado, do qual resnltou
aerem feridos diversos soldados de ambos os
corpos e morto um soldado do 32 baalhao.
Com a insuspeigo que deve presidir noti-
cias deata ordem, procuraremos informar os
D08B03 leitores de todo o occorrido, de accordo
com informagOes que lomos buscar em fontes
diversas e todas d'gnas de f.
A lucta travada entre pragas das forgaa fede-
ral e e-tadoal, den se no largo da Conceigo
pouco distante do quartel da polica e as m
medi-.erj-s de um cbafariz que tem naquelle
largj.
Para nos a causa desse conflicto, como de to
dos os outros qne aqni e em quasi toda a parte
se do constaotemecte, reside na m vontade
qne se votam soldados pociaes edo exerclto;
entretanto cansas immediatas determinaram o
conflicto de ante bontem e sobre ellas consta-
nos o seguale :
A's 7 horas da noite, mais on menos, estando
a paisana o tenente de polica Arthur Correia
em frente ao seu quartel, passou por elle nm
mu3ico do 32 e deu-loe nm eocontro, sendo
repellido por um soldado de polica que Ibe per-
gnu ton se nao conhecia o tenente Arthur para
esbarral o daqnelle modo.
O msico provocador responden desrespeito
smente, nao tendo-se dado nem nm inciaente
desagradavel, devido iotervengo prudente do
referide tenente Correia.
Pouco tempo depois, estando algnmas pr 13
de polica no largo da Conceigo, em f <" e
casa do cidado Nogueira Lopes, comen can-
gica, que urna mulner tem o costnme de all
vender, ebegaram algnmas pragas do 32 e diri
giram provoc gfies aos pociaes, das qoaes re
sulton nm conflicto, de qne sabio ferida nma
praga, qne nao sabemos a qual dos corpos per
tence.
Pouco maia on menos, meia hora depois, den
se eniao o conflicto mais grave, do qual resalla-
ram, aiem da morte de nm soldado do 32, diver-
sos ferimeotos em pragas de ambos os corpos.
Iieia Virgilio Cabra!, .que, tendo ido i casa do oiberta da liagaa
epio Tenorio bascar a farda e a espada deste'
entrtvam capillo, na volta Ora aggredido por nma praga
#eT>e- do n e faisto gMSLisssste pos..uma na vainada,
dasvts *uMw asistido tiradas a-Jtsda e a estaos
destue sssspoiawtor e fmlliiiwiwro coata
aeoaggasaon.
A p aea faa ferio oaMa4o Virgilio foi reco-
nhecida e aa*A presa no ftvtel do 3
Mado d Bat 1 a
Datas -at 13 te Ou labra:
Por Iniciativa Jdos Srs nonselhei'o Garoeiro
da Bocha, coaimendaao MsdobI Francisco G01
caites, negociaatea EUsiano da Silveira AoJia
de e Justino Antonio Sosres, directores do Bao
co Popular das Classes, commeadador Aagnsto
Silvestre de Faria, presidente da Junta C.m
mercial, Baro de S. Francisco, presidente do
Ins'itnto Agrcola, commendador Aristides Novis
e Dr. Pacheco Pereira, abastados faseideiros,
val ser fundado nm banco destinado especial-
mente a facilitar u'e.-se Estado e nos visinbos a
int'o lucgSo de trabaloadores asiticos.
O no ro banco consta otilisar se do3 favores
conferidos pelos gove-no3 federal e estadual.
Segando nos informa pessoa aatorisado, (da-
se o Diario de Noticias) os incorpordores tem
encontrado accettagSo e applansos de todos
qaantos saa sabedores de seas intuitos e espe
ram ser auxiliados por todos os faieodeiros
d'esle Estado, que veem na introdaego de taes
trabalhadorea a salvagio da lavonra.
Os favores promettidos pelos poderes publi:os
sao : p 'lo governo federal garanta de jaros de
S */o sobre o capital da empresa, que se encar '
regar do servige ; e pelo estadual o imposto ad-
dicional sobre todos os producios tagncolas do
Estado, coja venda est calculada 00 projeclo,
que pende de deliberago do congresso, em. ...
1400.000*000.
Os dignos organisadores do banco, que se de
nominar Cjloiisador e Agrcola, pretendem,
ama vez concedidos todos aqaelles favores qne,
o mesmo banco leona nma secgo de empresti
mos lavonra juro nunca superior a 1 %. pre-
feridos porm para esses emprestimos os agri
cultores, qne receberem em snas fazeodaa os
trabajadores importados pelo banco.
Kitado dan Alagoaa
Datas ai-1 16 de Ontnbro :
O partido demcrata apre?euton cbap 1 para
as eleigOes do Congresso do Esta o.
A eleio realiaar-se ba ao dia 1.* de Noven
bro.
Toda imprensa publi"oo artlgos comme-
morativos do i centenario da descobtrta da
America.
usad:
a attenclo
o da to-
o nosso
que
fai
primitivamente
n'essa parte do Biaoil.
Charaamoa portanto
dos qaantw deaejm
paia, (y o importante roame
objecto-da praaente noticia.
A$ Notas sob-e a Parahyba acbam-se
venda na c Livraria Jootemp iraoaa 1, de
Ram'ro Costa A O., ra 1- de Margo
n. *.
PHIL0S0?H14
Doatrlaa contra doutrlna
(APPELL) A
BIBLI0GR4PHIA
Votas sobre a Parahyba, por I.
folly. Rio de .Janeiro
189.
Das acreditadas ofhinas do Jornal do
Commercio acaba de sabir luz da publi-
cidade um imprtante voluae, que por si
s bastarla para recommendar o nome do
seu aucter, se este j nao foBse auffizien
temente oonheoido em o nosso meio litte
rano.
Terminado esse ultimo conflicto, guando i se
achavam no largo da Conceigo o Dr. chele de
polica, major fiscal do 32, commandaate da po-
lica e outros officiaes.ouvram-. e gritos aflicti
vos. partidos do lado do Regu.nbo, e acndindo a
esses gritos o tenente-coronel Olvmpio e mais
Espirito superior, possuindo urna aguda
tendencia para a obserragSo da natureza,
o Dr. J.ffily prestou um grande servigo
nao s sua trra natal, tao pouco cc-
nhecida, como ao Brasil em gertJ.
AaNotas aobre a Parahybaconsti-
tuye m, portanto, urna preciosidade, um va-
lioso recueil de informacSes consoienciosas
e verdudeiras sobre o estado, riqnexa,
situagSo, clima e^historia do vismbo
Estado.
No Brasil, as Lattras tendem a sabir
do circulo acanhado em que tinham vivido
para gyrarem em ama espbera mais am-
pia e mais proveitoaa.
J nao o verso, j nao a prosa ligei-
ra e pbantasiata, o objecto da preocopagao
geral, mas ama tendencia francamente
aoblytica a invadir todos os ramos de sa-
ber hamano.
O Direito.sob auas diversas moralidades,
'em constituido assumpto de livros e ar-
tlgos de revista, onde se accenta um
grande cabedal de conhecimentos por
parte dos seas auctores.
Depois de Tobas Barretto, cajo nome
soa sempre aos nossoa ouvidos como o
clangor de ama taba a arregimentar com*
batentes em torno da moderna intuigSo
jurdica, vemos scintillarem os vultos de
Jos Hygino, Joao Vieira, Clovis Bevila-
qua, Martina Jnior, Adelino Filho, Ar-
tbur Orlando, e outros, que tem demon
strado haver no Brasil ama brilhante
cohorte de aince ros cultivadores do Di
reito.
Na Historia, aa Critica philosophioa,
aas Scieacias abstrae'as e Pbysicos sur-
gem de qaando em qnando nomes.gloriosos
que vem assim enriquecendo o nosso ca-
bedal litterario.
Ag-ra a (Jeographia tende a occapar
saliente papel, couslituindo materia de es
tudos criteriosos e profundos.
Nao ha maltes meses tivemos occasio
de noticiar o apparecimento de um vol-
me contendo a Geographia de Estado do
MaranhSo, por Viveiros de Castro, qne
do modo mais brilhante sahio-se da hon-
rosa empresa que tomn sobre seus hom-
bros.
Ao Estado do MaranhSo (que tal o ti
talo do volume a qne nos_ referimos) sa-
gue-se agora as Notas sobre a Para-
hyba d e Joffely.
O volme se compSe de 207 capitulos
em oa quaea sam perfeitamente estadados
o Httora!, limites, serras flores, fauna,
agricultura, industria, commercio, usos e
costumes da Parahyba.
Tem aloi d'isso o livro a historia de
modo porque foi conquistado o sertSo
a cansa das seccas que tanto dificultara
o progresso do visinho Estado, a resenha
dos elementos ethnicos, a divisSo ja dicia-
ra, administrativa e ecclesiastiaa e ama
larga'synthese sobre as cidades e villas
do Estado.
Devemos, porm, salientar, pela impor-
DEMOCRACIA BRAZILEIRA)
A coocepgo funiameatal do posi ivismo, co 10
poltica e como religio, da di?s jlugo do do
gma cathoiico e da occessidade de subatituil-o
por o'itro, nao como vimos, urna obra origi-
n I. Nao orlginil na indicago principal da
indispen8abilidade de um novo dogma ; porque
apenas a repetigao de um velho pensamento
de Lessing, procurado, realisar consciente
mente ou n8o, por La Reveillere Lepeaux,
Saint Marti3 e ieus sectarios, annanciado como
um signal dos tempos Jos de Ma ai.e, e reto
mado co i amplituda por Saia:_Simon. o.u o
passou aos seas discpulos.
Foi urca molestia climatrica, propna de --
poca de byerophantas, de suppostos propheias
e pretensos reformadores, que, em desaccordo
radical s leis de evologo dos pbeaomenos,
biatorlcos, partilbavam a ingenua creoga e ma-
niaca pretengo de desmontar e refaztf a socie-
dade, como se pratica com as casas iVlbas, on
as pa-eies arruinadas. E a raolesi .alastrou
pela vid 1 espiritual franceza afora, ei- culmen-
te nos primeiros deceaoios do secuto com os
Fonrler, Buchez, Leroux, Reymaud, Enfantin
e outros.
Nao original na tendencia que mostra de
reonir a correte liberal do scalo passado ;
nomeadamente na concepgo geral do progresso
e da historia, culminada em um Cndorce;,
correte tbeocratca da idade media, corponli
cada em Boaald e De Mais'.re; porquinto
essa mesma caracterstica situag&o espiritual j
Saint Simn a mpresentava qnando anda au
guato Comte tinba apenas 10 anuos de idade.
Nj original particularmente na iudicago
da poca a que remonta a chamada crise moder
aa, no sec .lo XIV e aos caracteres fundamen-
taos dessa crise ; porque j os ctalos Bosald,
De Vaistre e EksUio o haviam feto.
Nao original nos dyihirambos cantados i
idade m'-dia ; po'qu-3 lato j tinba sido cant.do
a duas voz-a e em duas .laves pelos reciona
rios e absolutistas de dl lado e pelos romanti
coa e sonhadores de outro...
Nao original na critica supercialisaima que
humanas, a lei do deaenvolvimento; s existe
urna que sabio toda feita, prompta, acab- da da
caSeea de seu autor e sao ode erallevada nem
em ama vi-gol pelos sectaria?: a religio in-
spirada por Clotilde de Vauxl...
Evidente sigaal de nao pasear ella da nma de-
sasada caricatura.
zaoste eraos, porm, o case do catolicismo,
r reliMo de S. Panio, como engracadameote a
appellMam os positiviilas.
E11 opporio a o:casio, sej di'o entre paren
theais, bavemos de examinar com essa anaego
do paonismo, que velha idea protestante,
passou inconscientemente ao positivismo, t&o fe
rosinimigo da Igreja reformada!... E' pheno-
meoocurloeo.
Vejamos, como cima foi ponderado, o caso do
catholielsmo, que de trauscedeote valor ne3te
debate.
Desenvolvido no mel da calima grejo-latiaa,
que nunca esteve de posse de urna dontnoa ge-
ral, por ier si ;o tbeatro em que se agitaram to-
dos os systemas possives de pnilosopbja, o chri-
sliaoismo gastou mais de seis seculoa para cons-
tituir a soa dogmtica, e aioda mor espago de
tempo para eatabelecer toa organisago disci
aliar e ren governo hyerarchico.
Nao este o lugar mais proprio, nm vem
mesmo a proposito, para aqorir da critica re-
ligiosa, que possue t.-abaihos capitaes neate as-
sumpto, qnaes as Iotas e debates da historia ao
christianismo, no pMmeiro e segando scalos,
assistindo formag'o lo caaon do Novo Testa-
mento ; para ac^mpanbar a nova doctrina no
mundo do helienismo, vendo o que ella assi
milou dos gregos e dos alexandrinos; para se-
guir com ella al Italia, al Roma e assistir ah
qo trabilno da lei da evolugo e iranaformagao,
ane tndo rege sobre a (erra.
Bstanos appellar para os aconlecimeotos mais
Ja nao fallando no facto de que o Cristianis-
mo, apeza- de sua aspirago proselitistica catbo-
lisante, nunca estendea-se toda a ha -aaidade.
cuja converao ainda boje plelteia a adversarios,
com o obrabomaoismo, o baddbismo, a creoga
islmica, a doctrino de Jonfocio, de Sin-
ibo e algnmas duzias de oulras creagas, j nao
fazendo referencia a esse faci, qne entretanto,
muito grave e innegavel; j nao fallando tam-
bem de qne em plena idade media a dout-ioa
chrisIS dividise em dous grandes credos, o
romano e o grego, e que mais tarde dea se
nova B38&0 00 seio do grapo romnico, do qual
ae deataearam os protestantes, que abrangem
quasi todas as gentes do norte da Europa, o que
lambem coostitae pheoomeno inilludivel; bsta-
nos recordar qne no decareo dos ureos tem pos
da christandade, sempre e sempre o dogma se
vio a bragos com heresiaa de lodo o genero, com
desergss de toda a cast3.
Antes do seclo XIV, que marca o declinio do
rgimen catbolico, a doutrina chrisi teve a latar
com am sem numero de seitas que Ibe brotavam
do proprio seio com nma fertilidade espantosa.
Nao existe um seculo s que nSo techa sido
o iheatro de lulas d'esse g ero.
Ehiooitas, Eks itas, Minichos, Montaistas,
Abanos, Pelag nos, Semi-pelagiancs, S-cmia
nos. Nes:orianos, I).'rutistas, Priscilliaolstas, Mo-
inferior
e a do co-
no sabbado paseado, embora
2* repreaenUelo da Gioconda
nheoedissimo Trovador.
O primsiro a segundo actos corrern
alguma oousa fros, e si nio houvesse o
interesse e desojo d formar-se jaiao sobre
a Sra Fernanda Bapsardi qa estreou no
papel de Elvira e que sahio-se regalar
mente, tal ves que o somoo...
' digao tsmbem de censara o pMco
cato que o Sr. regente fas da boa direccSo
que possa ter a msica.
Parece capriobar em nSo dar as entra-
das convenientes s voses, principalmente
to coro, exceden do se por outro lado,
adiantando-ae como bontem snocedeu com
o barytono.
Facemos ptimo juizo dos merecimen-
tos artsticos do Sr. Sulli Firauz porem
sao tantas as soas drstracgSes que sent
mo nos muito saadosos do escrupuloso e
attonto Ricc.
A 3n. Rapsardi satisfes a espeoti7
pub'ica.
Vos fraca, tmida tova comtado mo-
mentos feliz es principalmente qu ni) ti-
nha de dar os agudos.
Nao se pode comparar a sua vos com
a da Sulli, nem os seas gestos dramticos
c.m os e Corina Cescatti.
Villalte, o prelilesto do publico, o riso-
nho e dalicado tenor agradon como sem-
pre no papel de Ernani.
Dase com milita energa e sentin.ento o
Vecchio, che mai faceste
Nostro rivali egli
Lama...
Perfeitamente interpreto 1 a scena do
jar ment :
Ecco peguo; nel momento
In che Ernani vorrai spento
Se uno squilo intmder
Tost Ernani morir
Pe padre mi lo giuro.
O Sr. Retoli,
porm ao dizer :
commum satisez-nos,
A Signora Cern exceden a etpectativa
publica.
Sua vos melodiosa, fresca, doce, chea,
sem talbas coou pelo sallo do theatr e
nos tocn a hna.
O 3* acto foi o mais completo possivel.
As Sras. Cern e Snlli excederam o
bom xito, estiveram sobarbas e felinos.
,*t-u u v 'cto' ,oen ent" Bollion
(Villalta) Adalgiaa (Cern) e Norma (Sul-
li) foram magnificas de expressSo a ener-
gia e em toda a opera nao sabemos a
qnem dar a palma do triampho, ai Snl-
li on Cerni, devendo-se notar que bon-
tem para esta foi estra.
De nm todo sympathico, de nma vos
plena de meloda deliciou o publico, que
nSo Ibe regateoa merecedissimoB spplau-
S08.
Emfim o Villalta bem, e nao menos o
Ritoli, coroado a boa ex.cagSo com as
voses da Cerni e Sulli, que melhor f vi-
sao d i floresta gaulesa, da religiao myste-
riosa e da placida noute em que a luz a
resvalar no firmamento chove sobre a tr-
ra nos seus raios glidos a severidade e
a paz. >
J. P. F.
faz ao systema representativo, revelaad. pas ;
mosa ignorancia da um a sumpto em que hoje oepbysitas, Monolbelitas, Adptanos, Alb.ogeo
prohibido pelo simples bom senao, tocar, qaan
do se tem a reopeito apenas o panba o de me*-
quinhas e falbas nogfies bebidas em Mootes-
quieu ; porque, em tal caso, o adversario ape
oas repele as banalidades e friolelras dos reac
cionanos, que dizem, como De Maistre, que o
governo representativo une particularil in
sulaire en lerment indigne d'tre imite, ou
como Bonald, quec'eat principalement aux
dfauts de ce gouveroemeot que ls Anclis
doivent d'tre le plus arric parmi les peuples
civiliss...
Qu-ru se nio Isoibra de ter lido cousas deat-s
em Aagnsto Comie?
Nao igia il oas abjurgatorias que atira
contra a democracia moderna, querendo esgri-
mir contra um facto inevitavel, repe'.indo ainda
e semp: e a bagaceira dos declamadores da reac
gao.
Tudo islo, porm, seria nada, se a apregoada
solicSo do positivismo, com ser imitada empao
t is varios, fosse boa, fosse opportuna, fesae ver-
dadelra.
R'ju 'amante o que ella tem menos : exac-
ta.ii.. .i.- o seo maior defeito : a falta de vera o 1
dade e ae accordo com os factos.
A idj, que affoitamente se d com nm aro
ma, da ex.siencia, pelo menos as f pocas que
Saint Simn cbamava normaes e constructoras
por oppoaigo s criticas e dissolvenles, de
orna creega, de um de gma, de urna doutrina es
pintual, oralmente partllhada pela bamanida
de, um groasei'isaimo sopbjsma, que est em
luta berta com tudo quaoto a sabe da evolu
gao histrica da humaoidade.
A pretengo positivista de formul .r nova :io
tbeae, novo dogma, nova doatriaa, novo
culto, novo poder espiritual, novo clero,
qne devatu guiar a bumanidade, e como a ma
ravllha suprema, trazer-lhe a paz geral e abso-
luta, por ser a synthese e o degmr- e a doutrina
e o poder espiritual e o clero aeffinitivos e fi-
naea, tal pretecgo nio tem o menor fundamen-
to histrico e psychologico.
De facto, nunca bouve poca alguma aa bu
manidade em qne tal pbenomeoo se tivesae
dado ; e esta nossa assergo pode ser provada
em lodosos terrenes e em todos oa sentidos.
Primelremeote, a simples considerago pbilo
sophica de que a lei geral da evolugo rege tam
bem a historia, mostra nos que ama affirma
g:o fatua, para nao dizer estlida, a determina-
go de nm estado bnmano final e ditinitiv...
Esta evolugo parada nm contraseoso,
orna conlradtlio in adjecto, um disparate.
Depois, se a evolugio evidentemente a pas
sagem de nm estado a outro, diferenciado este
por ama maior neterogeneidade e definigo, e
sendo urna verdadstanbem evidente qae as di-
versas divls6es da bumanidade nanea, em tempo
algum, boje como hootem, estiveram no mesmo
esta lo, no mesmo grao, na mesma sitoagio in-
tellectu 1 e mora', claro qne a evolugo tem
sempre maotido e mantera sempre nma con .-la ri-
te desigualdad espiritual entre os dive-sos
povos e ragas lato se pode affirmar priori,
e comprovado posteriori pelos factos.
Em qualqaer ponto em qae nos colloqaemos,
Interpelando qu?lquer das ramificagOas do psn
smenlo, (eremos a conflrmago procurada.
Se interpellarmos a etbncgrapbia, esta eos
mostrar sempre, lesde os mais remotos lempos
aa prehistoria, a humaoidade dividida em rasas
diversas, em diversos graos da cultura.
Se appellarmos para a lingistica, a difieren-
ciago, sempre e por toda a parte, a differencia-
go das lioguas indicadora da differenciago es-
piritual, ser a regra perenne.
Se indagarmos da historia das artes, o rel&li
vismo constante dos ideaes humanos, conforme
as pocas e os meios, nos dar igual resposta.
Se laogarmos as vistas para a mythologia
comparada e para as religiea comparadas,
anda mais completa ser a comprovago de
ooaso a3serlo.
Comquanto os mythologos e crticos de reli-
giao tenham, desde o primeiro decennio deste
seculo. mostrado qne, de nm modo geral, a evo-
lugo religiosa se fez de naturalismo feticbico,
para nm monotheismo, passsndo pelo poly-
tbeismo antbroposorphico, degros estes que
coostituem o estado theologico]deSaiut Simn,
parodiado e repetido dez annos^mais tarde por
Comte, como com os textos bavemos de provar
em occasio opportuna, com qoantc, diziamos,
seja isto verdade, em nm sentido geral, abso-
lutamente certo qne jamis, em tempo algum,
humaoidade esteve inteira de posee de um sO
deasea crde. Sempre e sempre a differenciago
e a muttiplicidade, que coaslitnem a norma n-
fallivel da lucta pela vida no terreno das ideas e
dos sentimentos.
E essa verdade lao real na civilisago anliga
e moderna, qnanto na oriental e occidental.
Nem o buddbismo, nem o brahmaniseno
nem o mosaismo, nem o nabometiamo, nem
o chriatiaaismo, foram jamis doat ioas feitas
de um s jacto, de ama s pega, nem se estn-
deram em qualqaer poca sobre a bumanidade
inteira.
Queremos dizer que, alm de nao terem sido
jamis doctrinas universaes, nio tiveram ellas
proprias, cada ama de per si, sempre e sempre,
nm e e determinado aspecto.
Cada nma destas religiea obdecen tambem
ledo desenvolvimeoto, passando por phases di-
i versas at ebegar A constitnig&o definitiva de
sea e algumas daas mais de seitas pollulam por
toda a parte.
S do seculo XIV ce soot tate e3; :e de se-
cii-5: Albigeois, Bgards, Pdto-ins Adamites,
que sais je encor?... diz um escriptor per-
(e'.tamenie informado.
S tudo isto a grande beresia, a heresia pu-
blica, qu; exhbele francamente luz. no Ierre
no las diacuss-'a e controversias.
Imagine se agora a dlssidencia, por assim di
zer, latente, oceulta, qae se ao manifesta ruido
smenle e tj positiva e real, se nao mais, do
que a primeira.
Queremos referir-nos aquella multido de es-
pintos geralmente dados, em todos 03 tempes,
como catholicos e que absolutamente o nao erara,
que no fondo eram almas de posse de outras
crengaa, de outros ideaea.
Onde, pois,o posiiivism ) descobrioa sua pban-
tasia da acceitago geral, da unanimidade da
creoga no dogma catbolico 1 E nem a igreja pode
agradecer ao aea implacavel adversario, que
cousidera o ida> cbiisto como ra clmenla
antipaibico ao trabalbo, fraternidade, poesia
cscieocial. .nem a Igr ja, dizemos, pode
agradecer aqnelle elogio, contrario veracidade
histrica, da parte de tao implacavel adversario,
que amesquioha nos pontos capitaes de sua dou
trina.
A catholicidade do christianismo nao passou
j '-mais, na mente dos mus eminentes portadores
da f, de nm ideal, de urna aspirago, de um de
sideratam, qae Ibes alealava a coragem e insti-
ga va propaganda.
Nacca deu-se por am facto 'objecvo, real, ea-
taiistico, que se desdnz da argnmentago positi
tista, no claro intuito de preparar as premissas
para a icslouago de sua propria doutrina,e im-
pingir sor la a necessidade da nova dogma-
tica.
Nao ? isto : se um facto inquestlonavel a
inexistencia em todas aa phases da evolugo bu
maua de um credo geral, unnime, nico, se-
gu se, oevitavelmente, que jamis bouve a pre-
coniaada subordinago dos seotimeatos, ideas e
actos ao referido credo director, universal, in-
qoestionado.
Segu se, ainda mais, qae a tao esconjorada e
achincalbada joarebia mental, nao jiassa de
am espanlalbo, de um palavro para effeito, de,
permita ae nos a palavra, de urna especie de
tu'. pbilosophico para metter medo aos incau
tos.
Nao exis'e tal anarebia : existe apenas a dif-
ferenciago dontrinaria indispensavel ao progres-
so moral e mental da humanidade.
Ao contrario, nun a bouve urna epocha em
que os nomeos estivessem de posse de mais
principios, ideas e senllmeotos em commum do
que nos modernos te-rapos, mxime nos das ho-
diernos.
Cnmpre-oos, portanto, mostrar como e qoando
ee originon a idea da snbordloacSo de toda acti
vidade espiritual, poltica, artstica, social, ao
dogma religioso ; como e por que essa idea in-
exequivel cabio, por nao passar de urna preten
gao desasada, sem base na paychologia humana,
sem ap.ua nos factos histricos.
Mas isto nm pouco longo e s em outro ar-
tigo.
Sylvio Romero.
No, no ; ci mai non a ;
Deh, ser, inmezzo aWanima
Non mi voler /erb-
io l'amo.......
e no ultimo acto : implacavel e feroz.
O Sr. Verdini foi de urna grande teli
cidade no 3*
l.s M-gno :
acto, na invooacSo a Car
CHR0MC4 THE.4TUAL
De noite
Nada devemos dizer sobre a importancia
e valor do Ernani, qne j foi represea
tado em Venesa em 1844.
Sobre elle j os crticos concordaiam
que opera do maior compositor da escola
moderna, daqnelle genio qne snbstituio a
msica amorosa e brilhante de Belline a
Roasini por outra chea de eoergia e gran-
tanoia das considerares emittidas, as pars sens respectivos dogmas.
E tudo isto importa em orna certa variabilida-
de incompativel com a tal unldade doutrina
tes referentes ao povoamento do interior
desde a metade do seculo X vil, e aos
algnmas pessoas, verifleoo-je set a praga de po-1 beoneiroos, onjo astado nos eondas dea-
ra, proclamada ineptamente pelo positivismo.
S existe ama sopposta religiao que sabio f
ra de todas as condigoes de todas as creagoes
Si em 1855 havia quem dissesse qne
ao grande Verdi faltava imaginagSo, flexi-
bilidade e graga e qae elle nao poasuia
esta arte suprema de desenvolver ama
idea e de enriqneoel-as de imagens acces-
sorias; si ba qnem diga francamente,
hoje, qae na escoiha moderna nao se pode
deixar de incluir o maestro Verdi, esse
enorme telento, embora o julgne respi-
gador glorioso que apanhou e janton num
esplendido feixe as espigas douradas qae
Bellin, Rossini, Oonizetti e Meyjerbeer
am deixando cahir depois da ce.fa; as
fasetaa msicas de hoje e todos os crticos
affirmam :
Non ti ha nome Verdi impunemente... 0
non si pu fartaeere gueli' .ammirazione e
quetta reverenza ajfec.uosa ehe Italia e il
mondo tutto hanno verso l'lustre artista,
oomo diz Giulio Ricordi.
E em toda a opera o qne mais nos com-
moven ioram a grandeza e a solemnidade
qne tem aqaelle final atroador, scena qne
melhor quadra va com a do c Juizo final on
a do Valle de Josaphat.
O Ernani, opera grandemente cantante
para o barytono teve regalar nterpretaglo
Oh somno Cario, piu del tuo nome
Le tue virtude aver vogl'to
Sara, lo giuro a te ed a Dio
Delle tua gesta emulator
e quando depois de alguma pausa, com
um gesto largo, fronte erguida, cabega
descoberta, enrgico e gigante como elle
sabe ser, diz :
Perdono a tutti.
O Sr. Verdini, psanos disel o, mere-
ceu as mais acres e severas cansaras.
Fo digno da maior reprovacSo o facto
de nSo ter elle vindo a scena qaando ins-
tantemente chamado pelos espectado-
res.
Ignorar, por ocaso, o Sr. Verdino,
que obrigado a satisfazer aos pedidos do
publico, mesmo quando este quer -ar
demonatracgSes de seu desagrado ou des-
contentsmento ?
Factos, como eate rarissimos em nossa
vida theatral, cres^em de importancia,
attendendo se a que o publico quera sig-
nificar Ihe a satisfacSo que lhe tinha cau-
sado o modo correcto qne o Sr. Verdini
tivera na invocaglo a Carlos Magno ; es-
tes factos augmentam de valor qaando
estamos certos que nSo havia motivo plaa-
sivel para negar-se aqaelle artista a satis-
fazer am pedido justo e honrosissimodo
publico.
Peaaimas conseqaencias team e tiveram
hontem, indelicadezas como esta.
A platea rompen em assobios e pateadas
ao comegar o 4* acto, pateadas mereci-
das e que a casto poderam ser contidaa.
Alm disto, correa sem applansos e
importancia o ultimo acto, sahindo os es-
pectadores contrariadiaaimoa por aquello
procedimento que nao o primeiro qne o
Sr. Verdini tem para com o publico
pernambucano.
Um orgnlho mal oontido, on ama pre-
vengan irraaoavsl nSo se devem evolamar
num artista que tem merecido tantas ova
gSes e a quem a imprensa de Pernambu-
co tem sido prodiga em elogios.
Ao Sr. Sansone compete dar ama sa-
tis fagSo ao publico pernambucano.
A noite de domingo foi cheia de en-
cantos.
Representon-ae a Norma, a velha Nor-
ma que nao soube guardar o fogo sa-
grado.
Sentimo-nos transportado a ama ontra
epocha longiqaa e qaando abrio-se hon-
tem o panno, depois de ama symphonia
encantadora, parce :u-nos qae em revoa-
da, bandos de canarios e roaxines abram
os biquinhos e soltavam as auas mais
melodiosas cangSes.
Mas isto j vai longe ; nSo mais esta
meloda qae hoje deve agradar.
A escola moderna exige qaa a rabeca
gema e raja qae os instrumentos de me
tal gritem. ... j passou o tempo da
Norma.
Escatando a Norma, da am escriptor e
vendo como o pablico estiva dominado
por aqaelles meios tSo
ea o que am maestro
Wagner, por exemplo,
cavat.. a da Casta Diva, e
scenographos.
A orcheatra havia de desencadear-se
n'oma torrente de sons. ,
Os instrumentos endoidados representa-
ran! o terror sagrado de ama floresta
druidica, os violinos diriam as qneixas
dos regatos, os rabecSes a vos dos antros
cncavos, e oboe gemeria os mermorios
do echo e os olariuetos imitariam o vaga
pipilar dos pasaarnhos adormecidos e so-
nbando e o bombo trovejara imitando o
sopro do vento nos altos carvalhos.
E qae melhor interpretaclo da Casto
Diva podamos ter, superior a de hontem,
pela Sra. Sulli ?
E qae melhor Adalgisa do qae na bella
e sympathioa Cern ?
simples, pensava
moderno, o que
b.-sia da famosa
exigira dos
Delegada de polica do Triampho, 14 de Se-
ternero de 1891. Illm. Sr.De posse de vosso
oflicio de boje datado, em o qual me pede infor-
mabas acerca dos factos articulados em urna
representado do corpo commercial desta cidade
contra o vigario desta freguezia padre Lanrindo
Justiniaao Ferreira Douettes, depois de ter pra-
ticado aa diligencias que julguei necesarias,
passo a informar-vos o seguinte:
Ha cerca de seis mezes que em qualqaer reu-
aio, oa igreja -u fra della, em que se acbe o
referido vigario, sen assnmpto fo-gado a eleigo
que se vai proceder a 30 do corrente declarando
que pretende ganhal a em nome de Nossa Se-
ohora das Dores, ainda mesmo que seja preciso
muito derramamento de sangne.
Passacdo a sega da parte da represetago sei
q .e vindo 1o termo da Conceigo do Piaoc o ci-
daao Manoel Beoriqoe Vieira. disse a diversas
pessoas desta cidade que tiuba visto em poder de
Bazilio Qai ate de Sonza Perraz,alli morador, e
bamem j affei.o a crimes urna carta assignada
pelo referido vigario e a elle dirigida, em qae
pedia Ibe qne viesse auxilial-o na eleigo, certo
de que devia trazer muitos bomens aos qnaes
poda garantir que voltariam satisfeitos, porque
justamente com nm grande numero de bomens
qae j tinha, asaaltariam os estabelecimentos
commercises e os saquearan a seu praxer, para
o que eatavam tomadas as providencias e esta-
blecidos os planos.
Ioformam mais, que porta voz da noticia do
saque, e consta tomar o commando da quadri-
Iha nesta cidade, o indiviluo de nome Man sel
Fernandos dos Santos Lima, coohecido por Ma-
noel Reodeiro.
E" o que passo a informar-vos.
SEde e fraternidude.
Illm. Sr. Dr. Eutorpio Gongalves .'de Albo-
querque e Silva, moito digno juiz de direito
da comarca de Triumpbo. Mauoel Monteiro,
delegado de polica.
Publica forma.Cidado Dr. jais de direito.
Os abaixo assignados, negociantes estabeleci-
dos praga do Commercio desta cidade, veem
pnate vos, representar contra o vigario desta
fregnesia padre Lanrindo Jnstiniano .Ferreira
Dooeites, pelo facto qne passam a expor.
\
\
ftEYSTA DIARIA
Triumpbo Telegramraa dirigido aS. Exc.
o Sr. Dr. Governador pelo Dr. julx de direito de
Jatob de Tacarat, noticia que no dia 11 do
corrente .entrn na cidade de Triumpbo o Coro-
nel Carvalno, depois de haver vigorosamente
esmagado os insurgentas ao mando de celebre
criminoso Basilio Quidute e do tenente-ccroi?(
Correia da Cruz.
Na lucta saccambiram doze dos insurgente!.
Na forga do governo nenbnma morte bouve.
Felizmente eremos est reMabelecida a ordem
naquella comarca; e por conseguinte est todo
o Estado em completa pas.
Eram portanto falsos lotos 03 boalatos espa-
lbados.
Aciow offlclaea-Por acio de 29 de Setem-
bro rindo o governador do Estado removeu o
promo'or publico bacbarel Arthur Barbaibo
L'.boa Cevalcante, do muricipio de logazeira
para o de Caruar onde aasumir o exercicio no
praso de 30 das.
Por actos de 15 do crtente removeu o pro-
motor pubiico do municipio de Timbib, ba-
cbarel Faalo Caeano de Albuquerque para o
municipio de luazi'.i, devendo assumir o ex-
er.'icio no prazo de 40 dias e nomeou para su-
bstitail o o bacoarel Domingos de Ab en e Va:-
concellos, que a.-sumir o exercicio 00 praso de
(5 das.
Na mesma dala transferio o ten>nte do corpo
de polica regional Francisco Geros Filho. da
3.* para a 3regio e bem assim o tenente Joa*
quim Alves Barbosa Filho da 3.a para a i.' re-
gio do mesmo corpo.
Exoneraco-Por acto de 14 do corrente,
foi exonerada, a pedido, a profeaaora Leonor
Augustia Belmonte Mifra da 1* cadeira mista
da Torre e removida para asta a de Rio Formo-
ao Justina Auna da Silva Figueiri.
Delegados IititerarloaForam ncmea-
dos, po- acto de 14 uo corrate. Luiz da Veiga
Pessoa, e Severino Rodrigues de Azevedo e Sil-
va delegados Iliterarios, o 1 do distncto de
Itamb e o 2' do de Limoeiro.
Foi igualmente nomeado em data de 15 Fran-
cisco Xivier de Moraes Vasconcellos, delegado
do districto litterario de Cruaogy, em Bubstitni-
go do actual que foi exonerado.
LieeneaConcedeu-ee por acio de 14 do
correte2 mezes de li>enga, com ordenado, a D.
Amelia Franrelina de Aguiar Xavier, profeasora
publica de Malba da Pedra.
Iutendencia Muclclpae* Em data
de 14 deste mes foi nomeado Pedro Bernardo da
Rocha, membro da Intendencia Municipal de S.
Jos do Egyto, em substituigo de Manoel dos
Aojos Pereira, qae nao acceilou a incumbencia.
Em data de 15 foi tambem nom ado Joaquim
Targino de Azevedo, membro da Intendencia
Municipal de Giranhans, em substituig?o de
Jos Tclles Furtado que foi euonerado.
nepuiado Ematiuai -Por portara de 14
do crreme foi designado o dia 17 do Dezembro
para proceder-se a eleigo de um d pu.ado em
substitoigo do bacbarel Joo de Oveira, que
reouncioo o mandato.
Commanlcacdet offlciac* -Continua-
gao da que temos publicado:
Juizo de direito do Triompho em 15 de Setem-
bro de 1891. Illm e Exm. Sr. Levo ao co-
nheci ento de V. Exc. a represente gao junta,
por copia, ftita a mim pelo corpo commercial
-esta cidade.
Sao por demais assombresos os boatos que
correm com relago aos factos quefazem objeclo
da representagio, conforme ver V- Exc. da
ioformago que a este juizo foi ministrada pela
de!egacia de polica.
E'mormassimo o estado da comarca, ba
urna tal exaltagSo de nimos, que, bem jura v
que tenbamos a lamentar desgragas que se po-
dem realisar.
Sao portanto bem cabidas as providencias que
os commerciantes desta cidade solicitara deste
juizo, aara ga antia de seos haveres e familias
e para a manntengo da ordem j _un pouco al
(erada nesta comarca.
No intuito de melhor dirigir-me as providen-
cias qne possa tomar no sentido de evitar o sa-
que anonadado pego a V. Exc. diene-3e ins-
truir me autorisando me ao mesan tempo a to-
mal-as.
Sade e fraternidade.
Illm. eExm. Sr. desemhargador Jos A 0-
nio Correira da Silva, digoo governador do Es-
tado de Pernambuco.O jais de direito, Eutro-
pio Goncalves Albuquerque Silva.
I-


..,

T- *-' !."-*
I




Diario de Pernambueo Terga-frira 1S Je Outubro de 1892
3

I
1
Approximindo-se o pleito eleiioral. que lem
de fenr se a 30 deste correte mes, maoifestou
o referido padre Laorindo, formal iotenclo de op
por-se ao legal procedimento dos agentes do ato-
vero residentes nesta localldado, pondo em jogo
toda sorte de manejos pouco serios, acobertados
com o nome do Caiholicismo.
D'abi grandes massas de doto, punco expe-
lientes, a se agglomerarem em torno do dito sa-
cerdote, acreditando ser a causa de Dos (se-
gando a expressao do vigario) que se propoem
a defender.
Bm vista da prudencia e meio? snasonos de
que usaram as autoridades desia comarca para
acalmar o povo que se agropava, cada ves mais
se exaltaram Oo nimos dos inimigos do gover-
no, agolados pelo vi.ario Laonodo de modo que
as ameacas de derramamento de sangue de que
abena e escandalosamente usa esse povo infre-
ne, sao as mais aterradoras que se podem dar.
Ate este pooto, illustre cidadao, nada tinba
qne ver a corporacSo commercial desta cidade,
que debaixo deste nome a torna um corpo col
lectivo, se nao fossem novos planos manejados,
urd dos e calculadamente preparados po: esse
{ladre e seos ageutes contra o romme;clo desta
ocalidade.
Eis o ciso :
Para mais solidificar a sua onda perigosa, o
meociooado vicario tem se dirigido, por cartas a
dlvers s protectores de criminosos e gente usei-
ra em commetter desatinos, convidndoos para
comparecerem em ajnstadu, a um e tempo, nao
so para a fdrea d'armas, atacarem as mesas elei-
toraes como para saqueirem o commercio desta
cidade.
O que levamos dito porm, nao sao meras pre
sumpcOes, sao affirmativas de pessoas de ente
rio qne, das partes do Navio e Pianc, teem vin
do a esta cidaie, as qoaes ssegoram terem vis-
to cartas desta natureza, dirigidas pelo sobredi-
to vigario ao- individuos : Angelo Umbuzeirodo
Navio Basilio Qaidote de Sooza Ferraz, mora-
dor em uooceigao do Plane, os quaes Dar mais
inQjenciarem na acquis*cao de maior numero
de individuos cipnzese affeilos a semelbantes
brilbateras e correras, atseguram a taes mal
feitores a grande vantagem do saque, aprpsen
tando como garantia as cartas do audido pa-
dre.
Essas noticias pois, alias exactas, acbam-se
no dominio do publico desta e das comarcas vi
sinh-s e corroboradas por moitos cidados que
teem razio de saber o que nesse sentido promo
ve o vigario Lanrindo; e tanto mais certo, pao
tao bem fondadas essas tenebrosas noticias, que
j alguos negociantes desta cidade esto p-onso-
vendo suas retinadas para o comarc de Flores
ta. levando coresigo todo quamo possuem. an-
tes que fe avisinbe o funesto dia.
Nsti.s emergencias, o corpo commercial des-
ta loca lade resolveu vir iTperar de vossa au-
tor* ade, as povidencias que to grave estado
de cousas exige, aflm de que se restao'e a pai
interroispida por essa grave alteracao na ordem
publica.
Os; baixo aesis;nartes. porm, pedem permis-
sSo p-.ra lembrar vos. qie seria boa medida a
req)-sic3o de torga dos destacamentos visinbos,
list qu! desia citfaie. que se comn> somea-
te le 12 p-acas, o-'nbumi garanta offerecem aos
direitos individuM dos cidados em to imrni-
nenio per.go; bem como outras providencia',
que os vdssos sibio3 coa eciaentos, sod melbor
juizo possam cogitar.
Consejo o corpo commercial, de qoe o seu re
clamo achara e bo em vo3sos patriticos senti-
menlos, desae ja loura e bem diz aotecipida
mente o modo purqae haveis de promover a ga-
noria p-e isa para amparar essa caus:, alias
tSo sagraba e jusia.
Saude e fraternidade. ao illustre cidado Dr.
EutroiiG Gungalves de Albuquerque Silvamuito
digno jaiz de direi o de ta comarca o Trium
pbo
CiJade ;!u Tr umpbo em 13 ae Se'embro de
189!. (AssigDados) Joaqun) Duarte Pinto eSil-
va, Manoel Antonio de Sooza Dlniz, Antonio Xv
vie- Bezorra, Isaia* Gongalves Lima. Francisco
Sires da Silva Mafra Juoior, Luis Alves t'eGoes
Samu I X-vi'-r Nuoe?, B-nedicto Lope' de Bar-
ros. Joao 'uN^cimento Lopes Barros, Jo Luiz
da S Iva. Jos* Gomes da Cocha, Antonio Francis-
co Xavier, Manuel de Souza Montero, Fausto Ri-
beirj Vianna, Manoel Paulino doNascimento e
Jos Barbosa da Silva.
Est conformi ao original por mim conferido;
don f
Cid3de !o Trumptio do Esado de Pernambu-
eo 4 de Sel mbro de 1891
Em lesiamanto da venade do 2 tabeliSo pu-
blico Arcenio AHonso Pereira Borges.
Joizo municipal do termo do Triumpbo, li de
Outubro de 1890.
Iilmo. e Exoio. Sr. Governadur. Tenbo represen
lar a V. Esc. contra o procedimento do RvJmu.
vig rio desta paroebia padre Laurino Jostlnia-
no Prreira D.->uttes. o qual aproveitando se da
tnb-Lii sagrad- .cooselba ao pevo a insurgir se
couraas institulcoes e autoridades constituidas.
Nao obstante ter sido intimado de ordem do
Dr. chefe de polica para conter-se, continua no
reprovado procedimento que venbo referir.
E' assim que para illudir a vigilancia da auc-
toridade policial, recorren ao txped ente de in-
ternar se por sua freguesia de casa em casa,
aconselbando a masea ignara a revohar-se con-
tra o governo, nao cessando de fazer predicas
inconvenientes e alarmantes, abosando desta ar-
te, da credulidade e espirito fantico da popula-
gao, e iocutindo-lhes no animo a idea sinlstrade
que o governo da repblica 6 contrario a Deus e
a Religiio de Christo.
Em aes condigoei, fcil comprehender as
consequencias a que poderemos chegar, alten
dendo-se que trata-se de individuos ignorantes e
supinamente fanticos; sendo certo que 6 bem
possivel qoe a ordem publica veuba alterar-se,
como iisnccedendo por occasiao das eleigoes
o que por felicidade malogrou se.
Accresce mats que o Rvdmo, vicario .vira pre
parar-se para as futuras eleigOes como protesta,
nao te ido escrpulo de ameagar a todos quj nao
o acompaobam com sceaas de sangue.
E levando ao f-onnecimento de V. Exc. taes oo-
currencias, tendo em vista provoar as pro vi
dencias qoe V. Exc. julgar mais accertadas em
sua sabedoria-
Saude e fraternidade. Ao Illmo. Exmo. Sr. des
embargador Barao de Luceua, multo digno go
vernador do Estado de Paroambuco.3 juiz mu-
nicipal Manoel Jos Rodrigues Piubelro.
Exposlcfto de ChicagoO Dr. Fran-
cisco Augusto Pereira da Costa, secretario da
commissSo promotora da Exposic&o de Pernam-
bueo prepartttoiia a de Cbicago enviou nos as li-
nbas que se seguem e que de algum modo refor-
gam a opiniao que externamos a respeito do
poucoque temos feito para que Pernambueo seja
condignamente represntalo em Cbicago.
Publicando a carta, devemos simplesmente no
tar que tm nosso rrtigo sobre o as.-ompto nao
increpamos a commissao, mas salientamos o
*acto iodiscutivel de estarmo3 quai em vesperas
da finalisago do prazo sem que nada at boje
tenha recebilo com o cffirma o proprio Dr.
Costa.
Compre me, pois, ctuo retManio da cjmmis-
miss&o, b um *eu nome, BCieDtitkar-vos que o
s? tem feito no sentido de ermoa Honrosa e
condigna representigo no grande coocorso
universal de Coicag.
A commissaj alem de solicitar doExn. Sr.
Sovernador do Es aJo o o u concurso para ob-
tenga j de t.-abaUos e p-odnUos dos eslabeln
ciraectos poblico3, engo de direitos, livre
transito em lodosos camlndos de ferro para os
obje.aos a stinados a expos'go, e ootras pro-
viden as sobre o absump'o, cujoj reclamos tem
sido sempre bem accoibiuos por S. Exc. DO
meou commissOes parochiaes 8s qaaes .-edri
gio oo'r carta de JO d Auosto, enviando a cada
um dos seas membros 10 exe.mplarea do p*o
gramoa ou clissi agao da-exposigao Pois
bem, di todos elles, 3 escosarao-se, nomearau
outras para prebeneber as vagas, mas, a ex-
e>pgio de trej ou quatro 03 demais nada tize-
ro at hoje, e nem mesmo responlero cjusa
alguma couiisso t
Dos alludidos programnas foram remeurfos
150 x^pmplares ao Sr. Goveroador do Estado
com destino as Ioiendeociaa e autoridades, cojo
rsnltado tem sido ioteiramente negativo, e at
hoje nada |se tem recebido.
^A commissao aoounciou convidando os ex-
positores a t scolberem o local para exbiblrem os
seos productos, e a receberem no lyceo as
iastrncgOes, programmasinpressos e outras i"
esquer iuformagoes dse qne neeeulUraai, e Dio
apparece o um e.
Em data de 31 de Selembro distribu-se com
profissao urnas circulares dirigidas aos agricul-
tores, artistas, industriaos e ootras pesadas pe
dlndo a todos o seo coocorso i exposlcAo.
Tem um agente incumbido da obtengao de
productos, tanto na cap al como do interior
com passagem pooca em todos os comiusos de
ferro concedida pelo Sr Goveroador, e tem feito
por consequencia, indo que possivel para des
pertar o incensitivo, dirigindo-se official, par-
ticularmente a diversas pesss, e agora mesmo
acaba de mandar publicar novo convite encare
ceodo as vantagens e a importancia da nossa
representagao em Cbicago.
Neatas condiges, presume a commissao que
tem cumprldo o sen dever, traba liando assidua
e didicadamente ; mas nao pode repoosar as cou-
sas que sao ge ramente conbecidas, do desa-
nimo e indiffereutismo que se notao
Em todo o caso, se a represeotagao de Per
nambuco em Cbicago, nao ha de ser na altnra
da sua importancia poltica e material, da sua
riqueza e recorsos, nao ser, porm, mmto
aqueni de todo isso.
A commissao eonfla anda moito ne patriotis-
mo de seos conterrneos, e espera que elle se
despertar com enthosiasmo em prol de t) no-
bre quio generoso commeltimeoto.
Recife, 17 do Ootnbro de 1891 F. A. Pereira
da C)sta.
Em transito-A bordo do Alsgoas* velo
em transito com destino ao Maraobo o Sr. Julio
Cesar L?al, receotemente oomeado inspector da
Tbesouraria de Fazenda, daquelle Estado.
O disacto fonecionario e notavel escrptor,
como velbo amigo, fez nos a floasa de vir abra-
gar-nos; e reciprocamenle tivemos esse momen-
to de saii8fagdo.
)e, contina a sua vlagem. acompanbado
de sua respeiiavel con orte e tilbos ; a todos os
quaes renovamos es nosso: comprimen tos e ami-
gaes saodages.
ilustracin Eapanola y Amrica,
nabegou o n 3i -'o correte anno a Agencia
Litt rana Internacional a ra 1* de Margo d. 8.
A' mesma geoda ebegaram lambem 03 fasc-
culos i d 6 d j r.manceaAlcova doCardeal, de
\ae ja tivemos occasiao de noticiar o appareci
manto com determinago de sua importancia lu-
terana.
Os sssigeantes podem mandar procursl os na
referida agencia.
ncleo Artstico instructivoA' hora
e no lugar do cosime reuoe se amanha essa so
c.edade Iliteraria em sesso de assembla ge:_l.
para tratar de assumptos de interesse collejtivo.
Dr. xlmlano lii-rte O distingo
juiz de diento do municipio de Alagj de Baixo,
cujo nome titula esta lo".I servio se de enviar
nos o seu carto de despedidas, visto retirarse
para aquelle mooicipio, aflm de ast umir o exer-
cicio do seu cargo.
Agradecemos a deferencia do digno magistra-
do, desejando Ihe bfli viagem, e que entre aquel
le com os quaes vai conviver seja apreciado
como o merece.
Matriz da Boa vistaAntebontem as 7
horas da noite realisou se nessaig-ejao Te Deum
em aegao de gragas e solemoisago di 4*anni
ver-ano da descoberta da America por Cbristovo
Coiombo.
Occupou a tribuna sagrada o Revtn. Sr. viga
rio Angust Frdfklin Moreira da Silva que n'um
bi'm elaborado discu-so palenteou as grandes
virtudes daquelle eminente vulto di histo-ia.
Ao rafe-ido av.to compartan S. Exc. Revm. o
Sr. bispo D. Joo Esberard queconcedeu 40 das
di Indulgencia plenana a todos 03 fiis que
compareeeram ao refenio acto.
Foi esta orna toca ite e signiflcali7i festa.
Sello estadoal -Sobre esse assumpto o
Sr. Dr. Jos Austreeesillo dirigi nos as segoin
tes liDbas :
Srs. ReJactores do Diario de Pernambueo
Pego Ibes o favor de reclamar pelo seo co*i
ci iua Jo jornal p-ovidencia contra o atropello
com que est sendo feito o servigo do sello do
Estado, especialmente para os papes forenses.
Alera da demora, s vezes exces?iva, despa
chur as parles, vista Ja immensa concorrencia
ielles, btonlfce qoaei t dos os riia^. que os ic-
teressados nao pi:enri ftr despach dos no mes
mo da por Mta dt. trjeo, porque a commissao
do sello oao o da, e o2o faci1 eocontral o em
outra parte.
Esse emba-ago lem trazido o resultado de
rerJerem se di.igeocias, que nao admltlem de
mora.
Tod03 os apanbados inconvenientes podem
ser obvalos com a providencia de mandarse
que possam ser despac hados e juntos ros actos
requjrimentc8 e dr>ciimentos ndependente de
sello, para ser pago logo que os aulos tenbam de
subir 3 coocluso do juiz para qualquer tim,at
que lenbamos sello albesivo do Estelo.
D'est'art, (t melhora esse servigo sem o mni-
mo prejuiso da arreca .'agao.
Si entend.rem qoe rasoavel em reclamago,
espero que se digoaro prestar seu valioso con-
corso a esse ramo de utilidade publica.
De Vs. Ss. Attencioso criado.Jos Austre-
gesillo.
curiada-A bordo do paquete Atagoas
veio hontem da Capital Federal no goso de li
cenga o Dr. Ant uio Augusto Ferreira Lima J-
nior, juix substituto da comarca de Tiradentes.
S. S. veio a sua ierra natal visitar asna
Exma. Familia, pretendendo demorar-se pouco
tempo.
Comprimentamol-o.
Bscrlvno de casamientos -O dos 4* e
5* oistrlcto8 temo seo cartono no predio n. 39,
Ia andar, na roa do Imperador, entrada pelo
dredio n. 41.
NaufragioVindodeMontevida para Bar-
bados fundeou no lamarSo o lugar americana
Nellis Smitb que tras a bordo 12 nufragos da
barca aorueguense Irene encontradas no da
12 do correte em 1S"33 lat. S 33'38 long. W. O
capit&o da Ireae declarou que desde o dia 4
comecara a fazer agua, sendo improfleoos os
seos esforgos e assim foraobridado a obandonal
a com a tnpologo e a familia que trasia. A Ire-
ne ia tambem para Barbados.
Joo Cnagas Eis o artigo publicado pelo
valeote republicano jornalista Joto Cbagas 00
jornal A Portugueza, no dia em que foi preso
no Porto.
Es'.5 artigo foi escrpto qaando Joao Cbagas
recooheceu que a casa em que habitava era ob-
jecto da atleago dos agentes da polica do Porto.
Sao duas da madrugada.
Calculo que e l para as cinco elles devem
estar a cootas commgo.
Aproveitemos o tempo.
O te* vodo a Portugal, trra banida para as
solas das minbas botas, nao significa a aventura
de um espirito romanesco, em busca de sensa-
to js inditas no perigo.
E' possivel qoe eu seja ligeramente romntico
como lodos os Albos dos burquezes de 1830,
que nos meus pensamentos, como nos meus actos,
ponba esse previsto delicioso qus sttrabe todas
as natorezas sensitivas para as commogOes da
vida.
Nesle passo. porm, a minba "ventado desem-
penboo um papel muito superior, para que a il
ucinago e o capricho podeSMem ter intervindo.
Vim a Portugal para flear.
At quando ?
Nao o previ. 1
N 1 entanto previ todo e, para nio soffrer de
cpgOes, previ lambem o que succedeo. Eneor-
iro-me, porlanto, dentro de urna situag 1 (\a-
no me sorpreheorte,
Eslava multo longe -esa frica!
Approximeimt. e assirc loi qoe, durante oito
mezes, a Frang me dtu a sti bella bopttali
dade.
Mas de Paria n5o se ouve la!eja* o pequenine
corugao le PortusaJ. A Frang hz e^qoecerqo-
exisie orna pairia, e t exilio entra os eeplendo
res da civilizageo como urna eixaqaeca n'um
baile.
Estava anda moito longe approximeMne
mais.
Assim ouvirla merhor. Assim sentira mais.
S se porluguez em Portugal ; e, pa-a que
eu proseguisse sem fraquazas a obra piadosa qu
eocetamos a 11 de Janeiro de 1890, era me ais-
ter reconstituirme no eepectacolj do meo pais,
sen indo o a meo lado, reoonbecendo ase dentro
a'elle, tal como elle e nao como ji o suppuoha,
desorientado pela viso de outos povos e de oo-
tras civilisages.
O exilio nao inspira bem. Cootm, como om
veneno, orna vaga nostalgia qoe entorpece o
corpo e orna perenne amargara qoe ennubla o
espirito.
A -obra do exilado raramente orna obra de
effjlto na cooscieocia publica, jo mente porque
se rosete d'esse mal estar pbisico e d'esse como
qoe faccioslsmo moral.
Ora, en, nos, todo* nos os qoe alguma consa
temos sofirldo, devemol o esqoecer para conti-
nuar esta afanosa empreitada de re urgimento
nacional, sem queixnmes ou recrimiaagOes, imprl
miodo s orneas palaras e aos nossos actos esse
caractei' de nquebrantabilidade que distingue os
homens varoos dos horneas libios e dos pusilla
oimes.
O meo acto 6, portaoto, todo pessoal e nao en-
voive ootra responsabilidade que nao seja a mi-
nba, s a mioba.
A intervengo inopportnoa dos agentes da ao
tondade nao altern por forma algoma o meo
plano. Eston em Portugal, entre portugue-
ses.
Seja qual for o meo destino, nao supponbc
qoe o exilio me espere novafneute. lsto me
basta.
Entretanto saberei esperar, como o sabem os
qne nao Cn qne esperar muito, aatisfeito com
migo proprio e mais felis do que os qne me con
demnam.Joao Cnaga. Porto, 13 de Setembro
de 1892.
outraA bordo do paquete nacional Ala-
goas ebegoo bootem da Capital Pederal o tenen-
te Dr. Domingos A'ves Leite, nomeado fiscal dos
eogenbos centraes deste Estado.
Issas fnebresAmanh pelas 7 horas
do dia manda a familia do condecido professor
de msica Francisco de Paula Gorne i Ferraz, re-
zar algomas mi asas por sua alma, na matriz de
S. Jos.
Falle el mentHontem nou-se, victima
de orna leso cardiaca, na Casa Forte, onde se
acbava por seos incommodos ha tempo?. o pri-
meiro pratico da barra Manoel Mendes Guima-
raes.
Nalnral do Estado Cear, contava 52 annos de
idade, dos qoaes cerca de 23 empregados na pra
licagem u'este porto, orno pratico ; e por soas
qualidades g< sava an sympat'ias de ssus com-
paobeiros e dos que se lne pproximavam.
Era casado, deixando viuva e 5 li'hcs, dos
quaes dous eeguiram a profissao.
Seu enterramento ter logar hoje s 10 horas
do dia, sendo o sahimento da propria residen-
cia.
Club Musical BeclfeuseSuspenden
esse club os trabalbos pir 3 das, em sentimen
to de pesar pelo falleclmeoto ao socio honorario
Manoel Mendes da Cruz GoimarSes.
AsaassinaloA' noite de domingo ultimo,
00 legar Alagoa ^omprida. do municipio da Vi
c.oria, foi mono Anlo de tal a ficadas por Jos
Carneiro de Qneiroz, que d'aqoelle recebera um
tiro, de que ti con ferido levemente.
Quairoz foi preso.
VacadaFoi gravemente feriio em urna das
penas com nma facada que Ibe vibrou Manoel
Ferreira da Silva, o individuo de nome Amaro
Ferreira, que foi intrometter se em altercago
do sen offeosor com Clementiuo de tal, na /eira
je Flores no dia 3 do correte.
O delmquente foi preso.
Fimos de MinervaRem-tem nos a
seguin'e noticia:
Reali8on 00 domingo ultimo esta sosiedade
o seu primeiro espectculo, levando scena o
drama de EsDoca : Voluntarios da Irnra, a
chistosa comedia de Ribeiro da Silva: -Qaem
a albeio veste---- e a scena cmica : -Joa
qoim Sacbristo.
Todo espectculo co-reu satisfactoriamenio,
sendo moito appaudidos 01 socios que o desem
penbaram, sobregahmdo, porm a comedin, que
arrancci da platea innmeros applausos, seudo
victoriado o autor.
Ao terminar o espectculo, e a pedido do cor
po scenico, o acadmico Ribeiro da Silva, em
urna breve aliocugo a .radeceu aos convidados
valioso coacureo de suas presengas, incentivo
poderoso para os mogos da Filhos de Minerva,
p.-osjKUirem na sua diflicilima empreza.
Foi urna noite agradavel que proporcionaran
as socios da Filhos de Minerva, ticando nss cou-
cidados a mai' satisfactoria impresso.
Exportadora de aleoolTeve lngar
bonlem no predio da roa do Maruquez deOlioda
n. 24 a installage da Companhia Exportadora
de Alciol e Agurdente.
Foram escolhidos directores da mesma com
paobia, sendo Jos Joaquim da Costa Mal*, An
ionio do Carmo Almeida e Cornello Augusto
Serrano de Gouveia.
Casamento civil Foram lidos no dia 12
os seguales proclamas de casamento no 3* dis-
trito :
Primeiro
D Joaquim Eugenio Codeceiro com Emilia
Corte Real Pyrrbo, solteiros, residentes a fre
guezia de S Jos,
De SeveriDo Borges dt Nascimento com Emi-
lia de Oliveiro Leite, solteiros, residentes a fre
guezia de S. Jos.
Igualmente foi affixado no 5 districto edi-
tal de proclama dos seguintes contrabeolos :
Segundos
Tbeophilo Ildefonso de Mello com Flora Ha
ciel Lioller, moradores na freguezia do Pogo d a
Panella.
Servlco militar-Hoje ronda a guarnigo
o Sr. alteres do 14' batalbo Prazeres.
Inferior do dia ao qnartel general oSr. cadete
do 2' batalbo Romero.
Q 14* batalho de infamara dar as guardas
los edificios federaes.
Uniforme a. 6.
OperacSes clruraleasForam pratica
das do hospital Pedro II, no dia 17 do co-rente,
as Beguintes:
Pelo Dr. Silva Leal:
Tres Tarsorrbapblas com transplantago dos
bordos, reclamadas por entropion.
Pelo Dr. Malaquias:
Postootomia a caivete e oretbrotomia Interna,
reclamada por phimosis e estreitamento da
nrelhra.
Inc'so o Bcrctum e penis, abertura do peri
neo e da nretbra, reclamada por infiltrago nn-
nosa.
laspeetorla do *,' districto mar!
timoRecife, 16 deOutuoro de 1892.
Boleiim meteorolgico
Horas Ten, centx- Barmetro Tento do
5 m.
9
12
3 t.
6
(o O)
758-,8l
759-69
759-,57
758-,il
758-.10
vapor
16,92
16.73
17.19
17,65
17,35
Humt
dadt
69
64
63
65
67
grado
.5/6
26,'6
17,7
27/5
26,6
Temperatora mnima 25*,00.
Tempralos mxima 29,00.
IiVaporago em 24 horas ao sol 6,-0, som
ora 4,a6
Chova nnlla.
Direcgao do vento ESE com inierrupgOes de SE
e E durante lodo o dia.
Velocidade media do vento 4-,81 por segundo.
Nebulosidade media 0,7.
Boletim Pramaroti Dtat Horas Mura
baixa mar
B M. 16 ae Ou ubro 720 da m. 0-50
P. M. 16 de 130 da t. 2=00
paasaselroa -Cbegados do sul 00 vapor
nacional Alsgois :
- Hooirio J. Gu'gel do Ariiaral e sua senhora,
alteres Antonio A. de Atibavde, Auoa de hsus
Damaceno, Dr. Domingos Alves Leite, Mana L.
L-lte, Antonio de Souza Duarle, Baroneza de
Amar;>gy. Anionio E. B. Cor reta Filho, Antonio
P. Mtsquit, los CaDi lo Da.-, F;aacisco It. de
Cirvalbo, Dr, Antonio A. Ferreira Lima, Rodri-
gues Passo--. Joaquim M. Lobo d'AiiU, Aoloa Fianclsco dos Smics, Arthur Maracoj. Irineo
Ga ., Horacio .. valho, Jos Calazaos, Antonio
S. Pinto, capitio Valentim Gola e 1 criado, Oz.
Urial Gomes de S, Francisco Branco, Cypriano-
C. Ribeiro, Carolina Maria da Conceigao, Odilya
e Mana, Carlos Jos Costa, Abzspim Jos Costa,
Dr. Joe do Reg Barros, Ludge o P. Molta, sua
enhora e 2 filhos, Anoio Macitl de Barros,
Jss Silva Rsardo e sua eenbora, Joaquim S. Pe-
reira Pinto,CletoMar.elnoGjTie?, Augeh, Elias
Simi-o, De. Loiz Alberto, Mant-j; Nuoes da Fon-
seca, eoa senfaoca, 2 fUhos, Man,el Francisco Ca-
vaiqninho, Antonto Nones, Benedicto Nones, Dr.
Mf^ue; Felicip da Silv, Aleioa de uendonga.
JUelldea Sn*eiuar-88-bao m se asentes ;
Hoje:
Pelo agente Oasma, s 10 barag, ia Alfande-
ga, de dmrsoe volumes com bzeaisas avaiiidas.
Amanb :
Pelo ag nte Silveira, s 11 horas, roa do Im-
perador n. 39, de dividas.
Mlssas roaekreSerc e .'lebradas :
Boje :
A's 8 e 1/2 horas, na Conceigao dos Militares,
pela alma do teneote Amonio Accio Santiago
Ramos; s 8 horas, na matris da Ssnto Antonio,
pola alma do major Jote do Reg Maciel; s 7^
1/2 horas, na igreja da Congregagao, pela alma
de Lenidas Jos Peres; s 8 oras, na matris
de Santo Antonio, pela alma do desembargador
Joaquim Tavares da Costa Miranda ; s 8 hjraa,
na matriz de S. Looreogo da Malta, pela alma de
D. Maria Juslioiana de Almeida.
AmaabS :
A's 7 horas, na Ordem Terceir do Carmo,
pela alma de Joo Ferreira Looreiro; s 7 horas,
na igreja da Madre de Dos, pela alma de Auto
010 da Silva Carvalbo ; as 8 horas, as malrites
de Po d'Alho e Afosados, pela alma de D. Fran
Celina I. ae Albuquerque Maranho ; s 7 horas,
na matris de Santo Antonio, pela alma de Jos
Rotioo Bezerrs Cavalcaote; s 8 horas Da igreja
da CoDceigo dos Militares, pela alma do capitn
Jos Carneiro Maciel da Silva ; s 7 horas, na
capella de Joo de Barros, pela alma de Sebas-
tio Jos Peixoto.
IiOterla do listad do rao Para
Por telegramma recebido pela Casa do Ooro, de
Joo Joaquim da Cosa Leite, sabemos serem es-
tes 03 nmeros premiados na 4' serie da 55* lo-
tera, extrahida no dia 15 de Ootobro de 1892.
2995 120:000*000
10857 12:000*000
1353 6:000*000
4293 1:500*000
13946 1:500*000
13802 1 500*000
aatao premiados com 600*000 os seguintes
nmeros:
4554 11457 13418 18069 18434 19312
EstSo premiados com 300*000 os seguintes
aumeros:
1065 6277 '0475 13377 15411
1574 10183 10649 14345 17301
APPB0XIMAQOKS
2994 1:500*000
2996 1:500*000
600*000
600*000
151*000
150*000
esto premiados
16856
16858
1352
1354
Os nmeros de 2991 a 3000
com lo0*000 inclusive o da sorte grande.
Os nmeros de 16851 a 16860 esto premiados
com 90* inclusive o da sorte de 12 conto3.
Os nmeros de 2901 a 3000 eslo premiados
com 60*.
Os nmeros de 6801 a 16900 esto premiados
com 60*.
Os nmeros terminados em 5 esto premia-
dos com 30*.
Todos os nmeros terminados em 7 esto
premiados com 30*.
A seguinte lotera corre no da 22 de Outubro
de 1892 com o plano le 240.000*000
Casa de DetencfioMovmento des pre-
sos da Casa de Deteogo do Recife, em 16 de
Outubpo de 1892.
Existiam 379, en'.rar.^m 7, sabiram 8,exis-
tem 378.
A saber:
Nicjnse; 360 mulberes 6, estrangeires 12.
-Tita 378.
Arragoados 324
Bons 313
Doentes 7.
Loncos 2.
Local 2.
Movimea'o do enfermarii
Teve alta:
Jos Luiz de Franga.
Foram visitados es presos de6te estabsleci-
tnento por 188 pessoas, sendo homens 67 e mu-
lberes 121.
Hospital Pdro II -O movimento desee
estab.leclmenlo de caridade cargo da Santa
Casa d Misericordia do Recife, do dia 16 de
Outubro, foi o seguinte:
Existiam 658
Eotraram 10
-----668
Sabiram 6
Fallecern; 3
Existem 650
-----669
Foram visitadas as enfermaras pelos seguln
tes D'S. :
Barros Sobrlnho entrn as 7 1/4 da manbS e
sahic sabio s 8. i
Malaquias enrou s 91/2 da manbe Dio s
10 horas.
Arnobio Ma ues entronas 9 14 da man ha
s sainos.- 10
Lopes Pessoa entrn s 9 horas da manha
1 sabio ce 9 3/4
Vii ira da Cunta entrona: 10 1/2 da manh e
sab.ot 11 1/4.
O ajudanie do pharmaceutico entrn s 6 i/2
horas da maub e sabio s 4 1/2 horas da tarde.
Lotera do Estado de Mlaas Oe-
raesA 2' parte da 11* lotera, deste estado
com o maior premio de 36:000*000, ser extra-
bida impreterivelmente, no dia 18 de Ootobro
ergta feira.
Lotera do Estado do3tSrao-Para
A 3.* sene da 56.a lotera, deste Estado cuje
premio granae de 240:000*000, ser extrahids
no dia 22 de Outubro (sabbado).
Tj ios os bilbetes destas loteras arham se
venda Da Casa do Ooro, pertencente Jjo Joa
qolm da Cos'.a Leite, rna Baro da Victoria
n. 40.
Ijoterla dO Estado do nT.aran.bao
A 3* serie da 8* lotera deste estadu, sendo o
premio grande de 600:000*000, ser impreterl
velmeote extrada do da 19 de Outubro (quar
ta-feira).
cemiterio pnbllco-Obituario dodia 15
de Outubro de 1892.
Thereza, Pernambueo, 5 annos, Boa-Vista;
catbarro suffocante.
Antonio Joo da Crut, Pernambnco, 44 annos,
solteiro, S. Jos; tubrculos pulmooares.
Mara Pdmasbuco, 9 meses, Boa-Vista ; en-
tente.
Severioo, Peroambuco, 6 auoos, Boa-Vista ;
larngite.
Joanna, Pernambueo, 9 dias, Graga; eclam-
psia.
Justina Maris da Conceigao, Peraamboco, 22 an-
nos, casadi'. Boa-Vista ; leso cardiaca.
Guilberme da Costa. Minas Geraes, 76 annos,
solteiro, Boa Vista ; senilidade.
Josepha, Pernambueo. Boa-Vista; inviabili-
dade.
- 16-
Marla, Pernambueo, Graga; frequeza conge-
nita.
tm feto do sexo masculino, Pernambueo, Bdi
Vista ; uapcn.eato.
Sergio, Pernambueo, 2 annos, Boa Vista;
bronebite aguda.
Baltbazar Jos dos Reis, Pernambueo, 42 an
nos, casado, Bo 1 Vista ; tsica pulmonar.
Maria jArcbaoja Savalcanie de Albuquerque,
Peraambuco. 84 annos, viuva, Boa Vista ; ao-
gena pectoris.
Antonio Cecilio, Pernambueo, 12 annos. Boa
Vista; feb-e palustre.
Raymuuda Mina da Cc-nceigSo, Pernambueo,
21 annos, solteira, B6a-Vista ; tubrculos pul-
monares.
Jaonna Mara da Annnunciago, pernambueo,
50 annos, viuva, Boa-Vista ; anemia.
Maria do Rosario, Pernambueo, annos, B01
Vista ; bypetronuio.
Prado Perosabucano
6a COBRIDA
Den 84 no domingo ultimo no prado do
Lieca e ta corrida.
Nella nSo ter-se-hia a notar senSo ion
do conamim, si 0S0 fra o resultado do
primeiro pareo, cu] chegada a oollocagSo
dos animaos escandanson geralmente.
Era opiniSo oom raros oontrad'ctores,
qne aviotoia fra de Pontable, no obs
taote a aoffreadora qne qnasi em cima do
vencedor Ibe imprimi ostensivamente o
jockey ana o monta va. Do p vil bao da
chegada, porm sabio o vefedictum que
deerio a violara Campnos, quo se os-
teatava na podra dos nmeros como o
dtstinao insdlivel a alia.
Si assim era, nfto admirava qaa lhe tos-
so dado a consagraglo ; mas n&o foi este
o pensar do povo, qoe fea o seo pronon
ciamento ruidoso, manifestante de indi-
goacSo e por ventara exoessivo na forma
de externar esse seu sentimento e apre
oiaolo do noto.
Oonaeqoenoias dos actos predeMinadoi,
qoe levam os devotos daa mesms a ao
enterrarem oom 14 palmos naa profunde
aaa das poules, infliiram ellas aeniivel-
mente no resaltado geral da oorrida pelo
retrahimento em seo movimento de apos
tas.
Este devera, pela concurrencia moito
regalar qoe se obaervava no prado, apre
sentar nm resoltado moito cima do rea-
lisado. Mas, em vea d'iaao, apenas foi
aasignalado o qoe mais abaixo mencionare
moa; por ter resfriado a animagSo ao gelo
daa animosidades e dos despeitos objecti
vados no prosegaimento da oorrida em
abstencSo oo rareaoSo de interesse as
evolocSes da mesma corrida.
O qne est feito, porm, est feito;
passa o terminio do historia do tnrf, qne
infelizmente esta mesma e nao outra
soa feioSo caracterstica.
B' cas, pos, do parce sepultis, pois do
defunto raro ae dio qoe foi feio.
Eis o resoltado das correiraa dos pa
reos :

Primeiro pareo. 8 00 metros.Ani-
maes de Pernambnco que nSo tenbam ga-
nho premios. Premios : 230(J ao p-imei-
ro, 404 ao segundo o 205 ao terceiro.
Campones, montado por Lnia
Pereira, 54 k los Io
Pontable, idem poi Jos Marce-
lino, 54 kilos 2o
Pirata, idem por P. Alexandri
bo, 54 kiloa 3*
Tempo 58".
Rateio das poules : Camponeo em pri
meiro 7)5800 o em segundo 60900; Pon-
table em segundo lio 00.
Movimento das poules: circularam 531,
em primeiro 317 o em segundo 214, na
somma de 2.6bb&000.

Segando pareo800 metrosAnimaea
de Pernambueo que nao tanham ganho
n'esta distancia e maior de .000 metros.
Premios: 2000000 ao primeiro 400000 so
segando e 200000 ao terceiro.
Regente, montado por Jos Mr
colino, 54 k'l 8 1.
Vingador, idem por Pedro Ale-
xandrino, 54 kilos 2.
Flautista, idom por Canavarro,
54 kilos 3.
Tempo: 57"
Rateio das poules : R igente em primei-
ro 80000 o em segundo 60000, Vingador
em pegando 90700.
Movimento das poalea : Circularam 348,
em primeiro 217 e em segundo 31, na
somma do 1.7400000.
*
Terceiro pareo Estimulo .000 mi
trros.
Animaes de Pernambueo que n2o te
oham ganho em maior distancia de .050
metros. Premios: 2000000 ao primeiro,
400 ao segundo e 200 an terceiro.
Pygmeu, montado por Kelly, 56
kilos 1."
Tapir, idem por P. Alexandrino,
54 kilos 2.
Tudo-, nem por J. C&mpos, 5S
kilos 3.
Tempo : 73 lj2"
Rateio das poules: Pygmeu em primei-
ro 24000 e em segundo 118800, Tapir
em segundo 90000.
Movimento daB pooles: Oiroularam 404,
em primeiro 226 e em segundo 178, Da
somma de 2.0200000

Quarto pareoProgres30 1.550 me-
tros. Animaes pungas e pelludos. Pre-
mios : 3CO0 ao primeiro 600 ao segundo
e 300 ao terceiro.
D. ffonso, montado, por Gus-
tavo, 56 kiloB 1*
Grallileo, iaem por Pedro de
Soma, 56 kilos 2.
Favorita, idem por A. de Frei-
tas, 51 kilos 3.a
Tempo : 109"
Rateio das poules : D. Affonso em pri*
meiro 140300 e om segando 80200, Gal i i
leu em s gnndo 15 -800.
Movimento das poules: Circularam
854, em primeiro 578 e em segando 276,
na Bommade 4.2700000.
l.
3/
pri-
Ma-
Quinto pareoPernambnco1.100 me-
trosAnimaes de Pernambnco. Premios :
3000 ao primeiro 600 ao segundo e 300
ao terceiro.
Talispher,montadopor Jos Mar-
celino, 54 kilos
Maranguape, idem por Luiz de
Franga, 52 kilos
Sana Souci, idem por Cecihano,
54 kil-.s
Tempo: 80 1|2"
Rateio das poules : Taliapher em
meiro 90400 e em segundo 50700,
rangnape em segundo 70200.
Movimento das poules : Circularam 668,
em primeiro 446 o em segundo 226, na
somma de 3.34O0OCO.
*
Sexto pareoDerby Club600 me-
trosAnimaes nacionaes. Premios :....
5'0< ao 1. 1005 ao 2. a 501 ao toroei-
ro.
Siroco, montad o por Jos Marce-
lino, 54 kilos
Atbnti, idem por J0S0 Campos,
54 kiloa
Veloz, idem por Nicolao, 54 ki-
los
Tempo : 111"
Rate o daa poules : Siroco em prime ro
61000 e em egnndo 50200, Atlante em
segando 5(5600.
Movimento das poules : Circnlaram
340, em primeiro 282 1 em segundo 58,
na somma do 1.7000000.

Stimo pareo Harmona. .300 metros
Animaes de Pernambueo e pungaa qne
nSo te bam ganho premios salva a corri-
da de 25 de Agosto de 1891. Premios:
250 i ao primeiro 500 ao segundo e 250
ao teroeiro.
Pirantn, montado pur Jas Mac
colino, 52 kilos
Tenorino II, idem por Gustavo,
56 kilos
Redames, idem por Pedro de
Souza, 48 kilos
Tempo : 95"
I Rateio- das poules : PiramoD em primei-
ro 60500 e em segundo 50400, Tenorino
II om segundo 60100.
Movimento das povlea : Circularam
V
3.1
447, em primeiro 322 e em segando 125,
na somma de 2.3550600.

Oitavo Dareo Liberdade900 metro*.
Animaes da Pernambaoo qoe nio tenham
ganho neata distancia. Premios : 20.'0
ao primeiro 490 ao segando e 290000 ao
terceiro.
Pygmeu, montado por Kelly, 54
kilos 1.*
Tapir, idem por Pedro Alexan-
drino, 54 kilos 2.
Regente, idem por Jos Hercu-
lano, 54 kilos 3.*
Tempe : 64"
Rateio das poules : Pygmeu em primei-
ro 37KX)0 e em segando 140300, T.pir
em segando 220200.
Movimento das pooles: Circularam 602
em primeiro 453 e em segundo 149 na
somma da 3.0100000.
a
O movimento geral da casa das spostas
foi de 4,19j poules emittidas, cujo pro-
ducto deu a qaantia de 20 9700000.
PELA RAA
Do estudo da situacSo ntima dos pa-
reos e das condicSes em que se deram as
earreiras de cada nm, qne deixon de ver :
Que no primeiro nao tocaram para
diante Pirata e Hugaenote, nmeros si-
gnificativos na ar trame tica do pareo, mas
no entretanto se annullaram e fiseram o
papel de zeros posto esquerda de qual-
quer algarismo, pe is que Hugaenote veio
visivelmente comprimido por soffreamento
e sem collocacSo, e Pirata em tempo pre-
paron se para terceiro, em cuja ph.se pa-
rece ter agora entrado.
Que no segnhdo houve um aborto, em
rasSo da queda do primeiro, e nao vingon
um certo arranjo, que seria alias bem
bom.
Que no teresiro todos fizeram por si,
sendo ajudado o Pygmeu, cor que est
escripto os pequeos seriam exaltados.
Que no quartu a Favorita, como tal,
depenoou os patos mssmo de primeira
grandeza, para entregarse ao gaiteiro do
L). Affonsj, em quantd o Gallileu procu-
rava provar por argumentos sem peso que
a trra qne se move ou roia sem con-
venesr ao mesmo D. Affonso, que fez
rodar aos psrs de sua caprichosa favo-
rita.
Que no quinto bouve coua feita.
Talicier absorveu-se na co>itemplbSo
dos 1,100 metros, e esticou na preaenca
dessa pyramide ; Maranguape estravaacu,
Sana douc lim u como alheio t do
squillo que se passava, e o predestinado
emergi na gloria.
Que no exto e stimo Siroco e Pira-
ntn ganhando, exclue o facto toda sus-
peic&o.
Que do oitavo s TVicier, anda absor-
sorvido na contemplacSo dos 1,100, es^ue-
ceu es 930 metros creando iaizea na raa
e fazeodo brilhante carreira para traz,
apezar de dizer-se que ia p\ri diante,
quanio o felia destinado esse fim era o
Regente, em homenngem ao seu nomo e
proveito da rohestr .
._,,E esta por fim desafinou com o d do
peito, que foi pela segunda vez vocalisado
perfeitamente pelo Pygmeu.
E, castigo merecido! si Talicier foi
urna lucta, cambera burlado foi elle... e
na ponta o Py m.u, esse here de occa-
aiSo, urna perfeita m&ngaco quando Kel-
ly o quer ou melhor Ib'o ordenam, por
que entao ahi surge o Marzepa, e por
montes e valles tnephistophelicamente vin-
ga o espaco, nao olba a competidores, e
no vencedor vai esperar a estes, assim a
guisa de nm esoarneo satnico atirado a
face asquerosa do tribofe.
#
Berby Club de Peraambuco
Encerrase hoje a inscripto para a cor-
rida de Domingo prximo no prado da Es-
tancia .
O projecto compSs se de 8 pareos.
l.
S.
PLBL1CAC0ES A PEDIDO
Notas do sentimento
VIVA A REPBLICA !
D Xa E LIBKKDADE I
O inslito poeta do Jornal do tecife
O Jornal tem um gerente. Por ventura este
taz publicar tudo qaanto lbe mandam e pagam 1
E dessa mesma poesa que elle publica, a maior
parte das vezes atoleimado, quando nio immo-
ral e abjecto, nao recusa o da?
Nao 6 possivel; do contrario o Jornal seria
om poste de loocuras, Insolencias e asneiras.
Pouco importa que um peralvilho, nm estulto,
um louco, qne nao tem, nam pretende ter fami-
lia, para quem o praser todo e o da lascivia
super omnia, por que nao se lembra que, sim-
ples mora!, lbe ha de chegar a bora da dnr;
pouco importa que um louco lembre-se de encar-
necer aff-oulando o sentimento de um povo intei-
ro, o que ba oesse sentimento de mais grandio-
so, mais sublime, santo, adoravel, adorado em
sua religi&o; para um miseravel de tal ordem
nada vale a moral, sentime ;to algum, todo o
respeiio qoe mant"m a ordem oa liberdade; o
Jornal que, de certo nSo de gnta desta misera
qual'dade, nao devia publicar esta, a maior af-
fronta que se podera laucar face de um povo
inteiro, aos seas sentimeatos, s suas santas,
venerandas crencas, ao quo ha de mais santo e
puro nellas, em que todo este povo asseota a ul-
tima, ou antes a s jntbese de todas as suas espe-
ranca.i, da vi a dos seclos sem nm.
Se nm m'seravel deste tivesse um jornal sen,
se advertira ao pualico que o nao olbasse, a to-
dos os borneas que nao dexassem suas familias
vsi-o, e se pedera polica que o remettesse
para o bo picio dos alienados por um lao ir sen
sato a ostentoso ataque I moral publi a.
Esla oa^ao oo 'fui religio; mas lem r 'a eate
povo inteiro, a chri3t.; e caibolica. E que nao o
fosse do povo inteiro, mas de fraec&o qualquer,
todos tem direito ao respeito de suas crencas.
Esta que a tolerancia ". mais que i;o, a li-
berdade religiosa, que to lo mundo da senso e
do menor grao de moralidade respez no s 'na
ment de todos, o que a primeira osdiccio
moral da barmooia so.ial.
Porque os iis-.olos e os lascivos sai. a; :gos
de i.hrsio? Pr que Ch-isto lo van too o hornern
di abjeegao de escravo esmagnndo o paganismo
e tm nome de seo eterno p 'i. prool..mando ledos
imao9 e igaaes; p qoe levantou a mulber da
degraJacio de um traste, cos ootras ao servlco
de "m hornera, um senbor. Disto vea e o odio
a Cnristo, o qu-1 ;om o sc alto precwto regene-
rador da homanidadeurna s mulber a sada
hornero,-embaracou os diseolos, os lascivos, na
pratica da desenvoltura de seus tnsaeiaveis aps-
t'FS
Abl Se Jess Chisto fallasse em seu nome,
como simples Homero, 00 se, como Mabonet pro--
mettesse 72 sirii. sempre belas, sempre virperj^
no ceu, cada bemaventorado, os dissolos oto
teriam I Cbristo esse odio; por 900 nm anej*
a sua moral, a nao ser a da p-epri htfeivta de
Mabomet, que e?peranca teria a UoUftWftde de
recompensa vlrtode da tontlnencia, pelo nacri-
flcio em todas as virtudes ?
Nao paseara Cbristo de um sonbador, como



#*
Diario de Peruambaco Terga-feira 18 de Outubro de 1892
'.i
I
qualquer Cont, do dever pelo dever, do sacrifi-
cio pelo sacrificio.
Entao nao merecera dos dscolos, dos lascivos
nem o riso do despreso. Mas em Deas, sea
pae que o enva ao sacrificio do resgate da hu-
manidad, que elle asenla toda a eeperanca do
hornero pelo curo primelo da immeoumente
pora doatrioa moral.
Ata! por isto o odio dos dscolos a Coristo ;
porque elles seo tem se lao rencorosos, como mi-
aeravelmente impotentes para combater a eua
doutrina.
Porque nao odeiam elles esta dootnna dos
Contes, a da materia ?
Porque ella, nao tendo sua sanca no co, nem
B parte algnma, nao ihavendo Dem que lea
nos cracoes e que seja a tudo presente no uni-
verso inieiro, toda a moral, torta a don trina todo
o previsto rediculo. Se ha o fing nenio do de-
ver pelo dever, sem baver um s de seus eren-
tes, que nelles crea. NSo ha um s que o prati-
q'i, senao as aesoes habiluaes, sem o menor
sacrificio, a nao ser impulsionado por entre sea
tmenlo que implique o interseo, o capricho, u
sasfaco ao amor proprio.
lias a doutrina de Christo tem o sen assento
no co, e os discolcs, os inimigos da moral, da
liberdade e da ordem social, impotentes, arden-
tes em furia, por nao podel-a combater, furiosos
fela bacbaoal lascivia de qne salvon elle a mu-
oer, pela esperaoca no co, pela adoracSo a vlr
gem,08 dscolos, os lascivos impotentes parata
zel-a franca, fazemlbe a guerra de emboscada,
e de todos os gneros de traico, levautam prc*
posices as mais infames e as vo fazendo mais
acintosas de vez *m vez para ir acostumando os
ouvidos pies de da em da, at poderem rea-
char os sentimeotos e tornar torpes es costu
mes.
E' assim que um es'.ulto, um bandido poeta
insu ta, ataca um povo inieiro, todo o orbechris-
to, insinuando em Christo, cost mes e praticas
dissolu'as, em Coristo o pnro, o santo, em quem
nunca inimigo algum de tantos milhes que elle
os tem, nunca algum pode levantar contra elle,
defeito, falta ou erro.
Vern bandido ; vem dizer a falta de Cbriste, o
sen erro, vicio de su i doutrina. As torpes infa-
mes insinuafioes em distarse de torpe poesa
nao desfargam como s um infame lascivo, ini-
migo de ChrisK porque elle levantou a mulher
da degradadlo, da lascivia a que era votada e o
bomem da escrav.dao de todos os senboree.
Miseravel, nm bomem de bro, nm cidado
por pouco prestante que seja respeita as crencas
de um povo. E' ser infame feril-o no que de
mais santo e puro elle ci em sna religiSo. Se
estem erro, se carece dar um paseo na sen
da do p-ogresso, levanta a propaganda franca
mente, traze a tal verdade que e achou abrigo
oeste misero Brazil educado por Pedro 11. pela
n:cessidade de sua dyoastia, o que prodozio es-
ta desgranada Repblica da luta da anarchia pe-
lo poder, para fazera fortuna dos notaveis a cus-
a da miseria e 'o desgranado povo.
Na Europa nao pode fazer fortuna e.-ta seita
da laa ivia e fugo para aqu.tangido pelo ridicu-
lo e pelo gargalbadcr; aqu foi onde ella veio
fazer fortuna e tornar seus sectarios os msis es-
pertas, eeobores de milit, s arrancados da mi-
seria do pobre e da fortuna trabalbada do rico.
Mas, bandido, ensina primeiro ao povo a dou-
trina do dever pelo dever e en'ao, qoandoelle
sonber pratical a, combatei a doutrina de Cbns
lo ; nem o preciso, porque entao, quando o po-
vo s por amor do dever, sem freio do temor e
do amor de Deus, o souber praticar, entao ja
passado o mister de Dens e do padre, ser o
mando todo um paraso, o povo todo de aojos.
Has dizer agora, quando todo o clero, em la
constante contra os desregramentos, immorali-
dades, contra o furto, a violencia, o ronbo o as-
sassinato a por pouco dinbeiro, os roubos
nacSo, aos estados, a lascivia toda* as torpezas,
dizendo, ensinandoo evang> lh -, alcanzando pe-
las predicas e pelas confissoes, tantas conversa
SOes e restituientes, dizer nesta epocba do muo
o (como nos passades) dizer qne o padre am
apostlo do vacuo) nao e ser mnitoruim on
muito reg, ser muito besta, nuito pedante,
para se faier maito sabio.
Viude bandidos, vrode pedantes, se queris
agora mesmo atacar a Cbristo, Irasei o seo li-
bello.
Mas vos sois nos cobardes ; esta coragemnSo
a tendee, porque e "sabis asar de prfidas e
infames insinuaces, como o ci qne morde a
furto.
NSo ba moral sem Deas, nao ba Deus sem
culto, nem culto sem religiSo, nem religiSo sen
pad- s seas ministros.
Se bi. ensinai primeiro o povo a praticar
a moni sem Deus, para entao ser o padre,
apostlo do vacuo, combatido e perseguido,
ctfmo que eris que o Sr. Barbosa o faga. Se
elle acba que o credo que abragou a mais per-
feita das ryotbeses elaboradas ateo advento do
positivismo, conhece que esta 5 y.i'hese anda ci
praticavel (como todos os povos da Europa e
da America asseguram que este son! o nunca e
ser) e por isso o Sr. Barbosa Lima nao dos
vulgares e ferozes materialistas que fazem da
irregularidadc um dogma e da perseguido do
padre ama preoccupacAo continua por isto
elle esteve na cmara dos deputados sempre a
combater taes exceesoe, eempre que idela ou
pr ojelo se aprsenla va tendentes a peree.oir
oe ministros de Jess Christo, a amesquinbar a
religio catbolica, como lembra ao Sr. Meira.
Bubosa Lima sim, verdadeiro repub'icano,
patriota, qoe o vejo agora na iota, arcando con-
tra a anarchia qae se levanta em favor da sem-
pre odiosa oligarcbia qne qaer im^r o sen pre-
dominio, o Sr. Barbosa Lima abraou, tem o sen
credo, o qual conhecendo est moiio longe de
ser praticado, sabe, oo e tolerar, como defen-
der as crencas e ministros que por muitos seclos
(e para o mondo chrislo, sempre) o mais for-
te dos freios contra o crine e a immoralidade,
o mus (forte sustentculo da moral publica e
privada.
VV, nao, bandidos e pedantes, VV. qne insul-
tara a Cbristo, o puro, o que nunca se va a con
vertida Magdalena, a santa, primeiro froclo da
sublime doutrina de Christo, desse amor, dessa
a dora cao exttica,lico sublima posteridad e,
VV* sao nos perversos infames, sem bro as
faces, que insultara assim um povo o mundo n-
teiro- VV. ou ros do projecto do vacuo, autes
de ensillar e praticar a nova doutrina, a moral
nova, sois nos grandiesimos pedantes, grand-
simos tolos, impostores tactivos, devassos.
Todos estes ioimigos da religiSo e dop>dre
so devem receber de uos o maior d-spresc, de
outros o voto de toda a compaixo.
Mas os insultos s crencas santis de nm povo
nao podem ser por muito lempo eoffndos impa
nemente ; se este povo nao est de todo des-
briado.
Tangidos s gargalbadas de todos pases do
mundo, s achastes guarida a ponto de poderes
dar le Repblica, fazendo do cidado vosso
e=cravo, neste, o mais abatido e degradado de
todos os povos ebristos.
Levaole-se este povo de to grande objecgo e
queira tomar parte e r primeira nos negocios
da Repblica
Nao deixe impacivel que os dscolos, 03 infa-
mes insulten) impunemente o que ba de mais
santo, de mais puro ero. suas crelas, base da
moral, da liberdade e do direit.
Recife, 13 de Ouiuoro de 1892.
ALLaso de Albuqusrque Mello.
Sr. Luz Alves dos
Santos Filho
Recite, 15 de Outubro de 1892 -Ra
de S. Joao n. 31.
Para bor.ra e estimulo de vossa applicaso devo
dizer que as duas nemas artificiaos que por mi
nha encommenda fabricases, julgo pela expe
rieocia a que tenho feito, sortio-me bom resol-
tado, emoora anda tenba algomas difficuldades
em andar, visto o lempo que levei sem fazer este
exercicio, comtudo, na-s iu menos posso dizer
alguma cousa, visto as experiencias que tenho
feito ; pois o systema que empregastes, o me
Ibor possivel.
Com o disconto que se deve dar pela falta de
auxiliares, rar aprimorar trabalhos desse ge-
nero, o que tueste para mim satisfez a mlnba
fxpectatlva.
Son com toda attenca o vosso patricio venerador
e criado muito obrigado.I.uiz Affonso Fer-
reir.
hon-
que,
Sitembro
COMMERCIO
Iguaras
No Diario de Pernambuco de
tem, o Sr. J0S0 da Silva Gueiros,
ao tempo da eleicSo de 30 de
ultimo, exercia o cargo de commissario de
polica, deste municipio, diz o aegainte :
< Oonstanio pelos jomaes qua o Sr.
BarSo de Itapissama tem dito ou manda
do dizer que na ilba de Itamarac nao
houve eleicSo, porquo a torga publica sob
mea commando interveio em taes eleicSes,
corre-me o dever de contestar essa in-
verdade.
Espalhandoisa o oato de que a op-
pocicSo em Itamarrc pretenda anarci
sar as eleiySes o digno delegado e poli
cia Dr. Oampello, ordenou-me na vespera
de taes eleie,3es, qoe segaisse para ali e
empregaaso todos os me:os raodos, pira
restabelecer a ordem,se essa fosee per-
turbada.
Passando pela povoacao de S. Paulo,
onde de vi a fnnecionar urna mesa plei toral,
entendi-me com o presideote deata, e este
me disse que nao receiava a menor per-
tarbaeSo, pelo qae encamiohei-me para
a povoacSo do Pilar, onde reside o distin-
ctosabdelegado tenente-coronel Alexandri
no de Alcntara Miranda qne all muito
estimado, pelos bomena bons a respeitado
pelos desordeiroB.
Apreaentei-me a elle, qne me mandou
para o quartel, onde eatavam, como de
costme, destacadas tres pragas para o
aeryieo da polica.
o da aegainte, que era o da elei
cSo, eatava en no quartel, que nSo pun-
co diatante do edificio em que funeciona-
Isa Commerclal de Pernam-
buco
qotaqOks officiaks da junta dos con
RETOBES
Proco, do Recife, 17 de Outubro de 1892.
Nao hoovecotaco.
O presidente,
Eduardo Dubeox.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PKAQA DO KKCIFE
Os bincos abriram com a taxa de li 3.8 da
90 das sobre Londres, baixando deptls para 14
d e ao fechar mostraram mais vuntzde de saca
rem, e cjm olleras firmes, davam melhor taxa
constando negocio at 111/4 d.
Em papel particular fizeram-ae negocios do
rante o dia de 14 3/4 d a 14 1/4.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
A taxa bancaria foi de 14 1/2 d 90 das d/v
robre Londres.
Cotace* de gneros
Para o agricultor
ASSCAR
usinas por 15 kilos. 5J500 a 54800
tranco dem idem .... 4*800 a 5*30>
Cristalisado......* a 4*500
lmenos, idemdem. 3*700 4*000
Mascavado idem idem 3*000 a 3*100
3ruto idem idem.....3*400 a t*6D0
Bruto melado......3*100 a 3*200
Rtame idem idem .... 1*500 a 1*600
Algedo
Fisera-se negocios a 8*200 de diversas pro-
sedenrias, fechando o mercado frouxo, em vista
da posicio qne collocoo se o cambio.
Aleool
Por pipa de 480 litros 365*000.
Agurdente
?oi pipa de 480 litros a 160* M nominal.
tabella das entradas dr a88ocab al-
oodXo
Met de Outubro
Entradas
B;rcaca8 .
Vaupres......
A^ima6s.....
Entrada de Ferro Central
ilem de S. Francisco ,
: iem do Lmoeiro. ,
3omma
Asen-
car
Das Saceos
1 a 15 10788
1 a 15
1 a 15 931
1 a 15 19i
1 a 14 104*6
i a 13 15956
38348
Algo-
do
Saccas
464
369
55
3242
4435
Couros
Saceos a ai gados na base de 12 kilos a 480 ris
venda.
ardes a 320 ris.
Borracha
Ota se a 15*000 por 15 kilos.
Carnauba
lo'.-,se de 5*500 a 10*000 por 15 kilos nomi-
Hel
Por pipa de 480litros 100*000 nominal.
Imporlaeo
Escuna allem tAntina, entrada do Rio Grao-
de do Snl em 14 e consignada a Amorim IrmSos
Xa:que 8860 arrobas ordem.
Lugar inglez Jontaill, entrado do Rio Grande
do Sul em 14 e consignado a M. Maia & C-; ma-
nifestou :
Farello 499 saceos.
Xirque 16841 arrobas ordem.
Patacho nacional Jundiaby, entrado do Rio
Grande do Sol em 14 e consignado a M. Maia
& C. ; manifestou :
Farello 200 saceos.
Xarque 12883 arrobas ordem.
Vapor nacional Alagdas, entrado dos portes
do sul em 16 e consignado a Pereira Carneiro.
Carga do ftio de Janeiro
ArmariDfaos 2 caixas ordem.
Batatas 290 caixas a Jjaquim Lopes de Barros.
Chapeos 1 caixo a Adolpho & Ferro, 1 a Ma-
noel Joaquina Fernandes.
Calcados 1 cahao a Arthar Cruz.
Caf 50 saceos a Victorino Suva C, 70 a Al
fonso TaDorda & C.
Cama 1 caixa a F. A- F. Vianna.
Canbamaco 15 fardos a Julio & lrmao.
Marroquim 2 caixas a Guiman-es Bastos.
Meias 1 caixa a Mancel Joaquim Pessoa. '
Mercaduras 4 volumes a diversos.
Panno de aigodu 3 fardos a Fredericc & C
40 a Alves de Brillo & C, 25 a Rodrigues Lima
& C, 20 a Gongilves Cunta & C.
Tan.has 55 barris a M. Maia.
Vellas 5 caixas a Fernando de Barros <5 C.
Viubo 16 barris a Domingos Amorim & C
Xarque 150 fardos a Jos Baltar & C.
Carga da Baria
Apollinaris 11 caixas ordem.
Charutos 13 caixas a diversos.
Chapeos 10 caixOs'a diversos.
Fio 84 saceos a diverso?.
Panno de algodo 2,0 fardos a diversos.
Pena 1 caixa i ordem.
Vapor americano Finance, entrado dos por-
ros do Sol em 14 e consgnalo a H. Porster
4 C.; manifestou :
Carga do Rio de Janeiro
Caf 25 saceos a Figueiredo Costa & C-, 50 a
Rosas A C, 50 a Manoel L Estopa 25 fardos a Mallos Camioba & C IB a
Rodrigues Lima & C, 15 a Machado & Pereira,
15 a Albino Amorim & C.
va a mesa, quando o meu ordenanza qae
tinha ido a ama taveroa comprar certos
objectoa, voltju diaendo-me, que bavia
grande celeuma na ra em quo a mesa
trabalbava, e logo depoia recebi um reca-
do do subdelegado chamando-me com as
p-acu, que eatavam no quartel.
t Iooontinente apresentei me ao aab-
delegado que me mandou desarmar um
grupo qae eetava inaaltando o ameayando
a mesa, grupo, qae apenas me vio de-
bandou se !
Conclae o tal Sr. Gueiros, diaendo,
que, e oo votou quem nao qoit, e que
a oppobicSo allava na depoei$8o do Sr.
Qovernador do Estado etc. etc. 1 !
' urna confissSo de um dos reos que
commetteram os attentados contra a li-
berdade de notas de eleitor- na ilha d t
Itamarac.
R 'zalt da publicagSo do refeido com
miasario de Iguarase, que elle, effectiva
mente foi na vespera da eleioBo, mandado
pelo delegada de polica, Joaquim Cam-
pello, para Itameras, com urna forfa ;
que l toi para o quartel onde j haviam
prayas, que no dia da elcicSo, sob pre
texto de que queriam anarchiear a eleiolo
o subdelegado o mandn chamar, e qne
elle compareeeu para desarmar um grupo,
qae ao vel o debandou ae ; que s nSo
votou q em n'o quia, e qne o quartel era
i;a > dist : ti da casa onde devia se frzer
a eleicSo.
Tudo quanto diz o Sr. commissario,
ver lade, m-inos que, desarmon grupos,
pois s na pbantasa de 8. Me. bavia taes
grupoB ; meos que a casa do quartel era
nao pouco distante, da em qne se devia
dar a eleigo, porque a casa que oceupou
esse Ferrabraz, era a mesma em que se
devia dar a oleicSo.
Fica, pois, claro que o Sr. delegado de
p.hcia, mandou forja para Itamarac. onde
j bavia um de-tacamento, que o Sr. sub-
delegado, a pretexto de grupo armado,
mandn despernar os eleitorea pelo Sr.
com.misst.rio e forjas de aeu commando.
O mais que diz o Sr. Gueiros nao me
rece importancia sSo elogios ao Sr. Ama-
ral e sea Fi!bo ; sSo comprimentos ao Sr.
A exandrim, subdelegado de Iumarac,
seus co-rjs nos crimea praticados em
Itamarac.
Or Amar al esqueceu-se, na sua ul
tima correspondencia, quando acooselhou
ao Sr, governador, que para resolver,
sobro eleigSo de Iguarass, ouvbbb a In-
tendencia e as mesas eleitoraes, incluir,
tambem, para informar, o noma desse
valente commissario, e j que nao se
lembrou entao, corrija eBse esquecimento,
provocando essa expontanea manifestac&o,
do tal Sr. Gueirss, quo j tem a pro va
do que valem instrumentos inconscientes
e criminosos vulgares.
Esse Sr. j nao mais commissario de
polica.
Na novo organisacjto da policia, o Sr.
governador, bem avisado, nSo o appro-
veitou.
A concluso de tudo que, o S \ Ama-
ral mettej-se em Ul labjrintUo qae della
nao se pode sahir cada vea ataca ee mais
no lamac .1 qne o cerca.
Abi tem o Sr. governador maia urna
prova das proezas e crimes qae se deram
em Iguaraass a confissfio de nm o
roa.
IgusrasE, 15 10 S2.
Ignaras s
loo Francisco do Ama ir a I ao
respe lave! publico
Comprefaendem bem 03 bomens paros, aquel-
es que nao vi?em mergulhados no lodacal do
rnme e da deshoora, que en descea da alta
po8ic&o em qne seube sempre, merc de Deus,
collocar-me pe'o mea honesto proceder, e des
merecera assim da estima publica, se v.esse
imprensa apachar um paohio de lama, que m*
jokou um pobre Lzaro no Jornal do R-cife,*
je 14 do correte mez, para alrar-lbe cara.
A minea educarlo nao permi tte entreter po-
lmicas de cerl ordem, aquellas qne nascem
das sensatas e vio morrer nos prostbulos ; e,
portanto, sinto-me bem compen sedo, maia que
Fumo 4 volumes a Ferreira Rodrigues & C, 23
ordem, 7 a AlaoeWa Machado & C.
Faricba de trigo3 barricas aos consignatarios,
300 a Machado & C.
Graxa 15 pipas ordem.
Mercidorias 2 volnmes a Manoel Collago & C.
Panno de algodo 10 fardos ordem.
Sebo 240 barricas ordem.
Xarque 600 fardos a Pereira Carneiro & G.
Carga da Babia
Vellas 250 caixas a Coopanhia da Estiva.
Patacho inglez Einma S. Sbaw.., entrado de
New York em 13 e consignado a Fonseca Ir-
mSos & C.
Kerosene 7213 caixas ordem.
5lacbmismos oara escriptorlo 1 gigo ordem.
Madeira de pinho 5220 pecas a ordem.
Exportacao
BECIFB, lo DE OUTUBRO D 1832
fara o exterior
No vapor allemo Lissabon, para Hambur-
go, carregaram :
R. de Doucina & & C, 5 ssacco; com 330
kilos de cacao.
S. Nogueira & C 353 kilos de borracha de
mangabeira.
J-M- da Costa. 5 barricas com abacax-a no
valor de 30*.
Para Libboa, carregon :
M. J. dos Santos, 1 caixa com linguas seccas
no valor de 35*, 1/4 de barrica com 47 kilos de
assocar branco e 1/4 de dita com 50 kilos de fa-
nriha de mandioca.
No vapor inglez Lisbonense, para New York,
carregaram :
J.Peter&C, 1.7C0 sacc:3 com iOi.000 kilos
de sement de mamona.
?ara o interior
No vapor nacional Alagoas, para o Para,
cu-regaram :
J. B. Fortado, 319 barricas com 37,839 kilos
de assucar branco
V- da Silveira & C 110 barricas com 8,330
kilo- de assocar branco.
J. Sooza, 3,300 caixas eom 41,600 kilos de
sabio.
C Guimares Jnior, 400 barricas com 26,252
kilos de assocar branco.
E. C BeltrSo & Irmo, 50 borricas com 3.0C0
kilos de assncar branco.
P ra Masaos, carregaram :
M. F. Mart na, 35 bacricas com 2,6.9 kilos de
assucar branco.
A. Nopoleo Daarte, 80 barricas com 4,850
kilos de assocar branco.
B. Kinthach, 7barris cjm 630 litros de aguar-
den, e. i
H. Borle & C 16 barris corr 960 lftros de
agurdente e 35 barricas com 2.200 kiles de
assncar branco.
E. C. Beltr&o & Irmo, 60 barrioas com 8 310
kilos de assuaar branao
<_ No vapor Acional Stmeta, para Rio de Ja-
neiro, carregaram :
L. A. da Costa, 17,000 cosos frecta.
B. Williams C., 100 saccas com 7,530 kilos
de aljodo.
No vapor nacional Jaboato, para Pene Jo,
carregon :
J. Soasa, 130 caixas com 3,990 kilos de sabao.
satisfelto, pedindo ao publico moralisado que
lela e relea a^peca a que venba de Iludir, por-
que estou bem certo de qae asila encontrar,
com ama seme'hanca admiravel o retrato do seu
amor.
Felizmente, at hoje, as michas nicas armas
teern silo a palavra decente e a peona aparada;
outros sabem manejar a (ac, o caceta e, at
mesma certa maten i que tal vez st j t igual ao
sangue qae Ihe* corre as veas.
Fra dahi elles s conhecem a linguagem das
rameiras.
Nada mais.
I^uarass. 16 de Ootabro de 1892.
JooFraocisc do a mar al.
Clu'} Carlos Gomes
Pela 2.a vea appareceu as columnas do
Diario de Pernambuco de 16 do andante
um artigo no qual tratando-se do Club
Carlos Gomes, o aeu autor deixp. clara-
mente estampado o odio quo nutria e an-
da nutre por alguns membros da directo-
ra cojo mandato odou se em 15 do cor-
rente .
Nao eiramos afirmando quo o sea au-
tor o Senhor rodrigues poi3 em seu co-
rayXo pequeo e enfermo t pode medrar
o odio a inveia e o despeito, cualidades
estas que o obrigam a esmolar de outrem
o favor de earcever para oa jornaes toda
serte de asneiras e mentiras porquanto
i seja dito de pa sagena (phrase predi-
lecta do Sr. idomineoque pelonome nSo
perca) o senhor .odrigues nSo tem ca-
pacidade bastante de escrever certas duas
palavras.
Falla o idomineo em urna linguagem
que parece existir da parte do Sr. rodri-
gues certo amor pelo mesmo club (sic I) Be
at sim nao fosse nao teriamos artigos como
o seu, porquanto ellea a pessoa alguma
aproveita e o nico qne afaal vem per-
der o Clob Carlos Gomes.
Pedimos encareciJam ate a este Senhor
rodrigues o favor de acabar com seu ar
tigoe tambem o obsequio (ped -o de ami-
go) de da primeara opportuuidade tomar
forte vomitorio afm do d aprender de seu
organismo j bastaste gasto pelo odio eata
enorme quantidade de billis quo o ator-
menta.
Alguns i- staUadores.
Regresso
A' bordo do paquete Alegle, vlndo bontem
do sul. ebegeu o nosso digno amigo e collegi
de classe Francisco Raycaundo de Carvalbo, di-
plomado pela Escola Naval. O nosso diaiiuao
collega omijma ac'-aaianate o paquete Jac-
hype da C mpanbia Pernambu 'ana, a qual feli-
citamos na pessa do Ilustre cidado coronel Se
basliao L'.pes Guimares, por contar no numero
dos conmandantes de seus paquetes, to dutin
c'.o proQssioaal.
Ao nosso bom amigo e collegi comprimen'.a
mos ex corde.
i71092.
R
E.
Assoclaco Portngacza de
Beneficencia
Sendo necessario preencher nma vaga
existente na commiasSo nomeada n ul-
tima assembla geral, por haver fallecido
um de seas membros, bem como tratar de
outres aaeumptcB orgentissimos, convido
aos Srs. associad.? a r-.unirem-se em as-
sembla geral extraordinaria, ua cecreta
ri do Gabinete Portoguez de Leitara,
19 do corrente, q arta feira s 7 horas
da noite.
J.A Barbosa Vianna.
Presidente das Aesemblas geraes,
Aviso
Dr. Silva Ferreira participa aos seus
clientes e amigos qne restablecido de
seus encomooa contina as suas ordena
no exercicio de sua profissSo.
Pergnntas importanilsslmas
para os Enfermos.Se por acaso
visseis qae um perigo eminente vos acer
cava, esperarieis voluntariamente qae o
seu contacto inevitavel vos privasse da
vida ? Se ama grande e calamitosa innun
da^So vos ameajasse; por ventara iiea-
rieis quedos e tranquillos at que a mesma
Para Babia, carregaram :
J. A. Cont Vianna, 33 saceoacom 3,136 kilos
de cera vegetal.
Na barcaca Amelia, para Villa da Pecha,
carregon :
J. Soares de Seixas, 35 caixas com 770 k los
de fabao.
No nacional Deus te Guarde, para Mossoro,
carregaram :
J. Salgaeiral & C, 3 barricas com 313 kilos de
assucar branco e 3 ditas com 270 ditos de dito
retinado.
Paula da Alfa ndeca
SEMAMA DI 15 A 22 DI OD TBRO DI 1892
Atcool (Utrc)....... 540
Algodo em rama (kilo) .... 470
Arroz com casca kilo) ... 90
Assucar retinado (kilo J .... 450
Assncar branco (kilo) .... 330
Assncar mascavado (kilo) j 150
3agos de mamonas (ko) ... 100
Borracha de leite:mangab.(kilo) 11300
Cachaca......... 370
Coaros seceos espichados (kilo) 480
Couros seceos salgados (kilo) 430
Joaros verdes (kilo)..... 230
Conrinhos (nm)....... 14870
-.arocos de algodSo (kilo) ... 32
Carrapateira (kilo)..... 120
aco (kilo)....... 400
Jaf bom (kilo) ... '.4300
Jaf restolho (kilo)..... U000
Jaf moido (kilo)...... U400
.".arnanba (kilo) ..... 600
Cera em velas (kilo)..... 640
Cera vegetal (kilo)..... 700
Cera em broto oa preparada (kilo) oos
Janna (litro)....... 343
Cal (litro)........ 10
Carvo de Cardiff (ton.) .... 251G0O
arinha de mandioca (lito) t 50
Senebra (litro)...... 400
Graxa (sebo) ... ... 633
Jaborandy (em folha) ko ... 300
Leite de mangabeira (kilo) 14466
Mel (litro)....... 155
tfilho (kilo...... 75
Phospnato de cal da lina P,au (tone*
lada)......... 114000
Pelle de cabra (cenlo)..... 1874000
Pelle de carneiro (cento) .... 1454060
Sement de carnauba kilo; ... 45
sola (meio)....... 4030
Sement de carrapateira (kilo) 100
Sebo (kilo)........ 600
Stearina em velas (kilo) .... 14000
Senrente de algedo (kilo* 40
ratainba (ko)...... 40
Tahuas de amarelis em pranahOss
(duzK) ....... 1004
Rendlmontos prnblle^
un na octubto ro 1893
Aljawuga
Renda geral
1 a 15 586:9134481
le 17 45:5441928
----------------632:4tjri409
?oa viesse arrebatar ?Por certo qae nSo.
Sabis, pois, que se nSo tazeis caso d'u-
ma tese, d'um catarrbo, ou d'uma dpr
d,e garganta, isso poder se-ha tornar Uto
fatal como um incendio oa urna innundsfSo.
Cada um accesso oa paroxyamo violento
de toase, um golpe que debilita e pros-
tra vossa vida. Sede pois prudentes e
precavidos contra o perigo, manindo-vos
immediatamente do maravilheso Eeitoral
de Anacahuita. Em suas quididades cal-
mantea e salutferas se encontra a verda
deia seguranja e a propr.a vida. Nem
a toes?, nem as inflammacSes da garganta,
nem aa constipares e catarrhos, nem a
asthma, nem a irritacio dos polmSes ; fi
nalmente nenhama entermidade pulmonar,
percorsora da tieici confirmada, podem
resistir sua poderosa influencia curativa,
o seu poder immenso, o seu valor im-
pagavel.
como garant i contra as falsificares,
observe-se bem que os normes de Lanman
& Kemp venharn estampados em letras tran
sparentes no papel do livrioho que serve
de envoltorio a cada parr&fa.
Achi-se de ve oda em todas as botica
e drogaras.
Yacciaa Animal
O Dr. Bastos de Oliveira recebe chama
dos para vaccinaySo com lympha animal
em casas particulares.
Consultorio, ra Mrquez de Olinda n.
18, l.c andar.
Residencia, ra do Dr. Joaquim Na-
bu o n. 2 A, (Capunga).
Telephone n. 365
----------------------------^-------------------------
Ao commercio e ao pu-
blico
Declaramos a todos os nossos fregue-
zeu, ao commercio e ao publico em geral
que deatb data em diante deixa do ser
nosso empregado e cobrador o Sr. Anto-
nio Pereira Lepes, e isto per irregularida
des commettidss f elo mesmo Sr. no exor-
cicio da taes cargos ; pelo que .he retira-
mos os poderes que lhe foram conferido
na procurac/So, mesmo haviamos passado.
Recife, 27 de Agosto de 1892.
Botdho & C.
ioeasBci. ------
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
Approvsdo em 21 de Margo de 1890 pela in.- ctoria geral da digna junta de bygiene do Rr
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre-
parado segundo as regras pharmaceoticas, acn
lelhadas pelos autores modernos e de recouhe-
cida capacidade scientifica tanto no paiz come
ao estrangeiro.
Este Elixir o producto nao s do grande es
:ado das accOes physiologicas das substancias
orno tambem pathologicas.como tambem o re
ioluido das '.mmt'Qsas applicagjes nos diversos
casos de tebres de fuado palustre.
A apolicc.io dcste Elixir oa grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais nma vez de-
monstran a sua eficacia ; pois no principio dof
ortmeiros sjmptomas a bexiga aborta, e om ca
sos mais adiantadoe a bexiga paesa a ser am*
toenca febril vulgar apre?entand i pequeas to-
.nelaifles que com a continoaco do Elixir de
-apparecem sem todava apresentar recelos de
oerlgo.
Oa muito ^(testados publicados no Diario dt
fernamboco e Gazeta da Tarde* provam o qne
iizemos.
1 Nos caso., de febre amarella o efleito admi
ra vel, apresentando pbenomenoa tao ma.-avilhc
sos qne nesta cidade do Recife do Rio dt
/oneiro psneo receio cansa a febre amarella.
mesmo estando o doente com vomito preto (
langulneonestes ltimos periodos ento ne
!o "ario a applicaco em alta dose, des
i tabella aneexa.
Este Elixir j conhecido do put.^-o e de nm
grande numero de dignos mdicos* ., "asenta
do para combater os differentes iucommou. to-
dos elles de carcter febril.
Por muito tempo ti vemos occasiSo de fazer i
ipplicaco as febres erysipellosas e com tao
oom resollado qne licamos admirados de to al-
oe effeilos.
Pela pratica che Ramos a conhecer qae noi
itaqoes ae febre erysipellosa os :rye!pella come
valgamente ae diz e necessarip o uso de 10 das
do Elixir.
Do dia i a 15
dem de 17
81:0094266
8:1094927
----------------89:1194193
Somma total
721.5764601
I o dia T a 15
dem de 17
Segnnda secgo da Alandega de Pernambuco
17 de Ontobo de 1892.
O thesoureiro,
Florencio Domingaes,
O chefe da seccSo,
M. Antonino de C. Araujo.
RECEfiEDO.UA DO ESTADO
Do dia i a 15 29.4.24425
dem de 17 5:7114441
Do dia 1 a 15
dem de 17
RECIPE DRAlNAGEj
35:153486*
6:8374815
224234
6.86040.9
Ren.la do EeUdo:
Movlmento do Porto
Navio entrado no dia 16
Rio Grande do Norte1 dia, vapor in-
gles cMariner* de 860 tcneiadas, equ-
pagem 26 ps, commandante R. Buddie
carga varios gneros a Blackburne
Needham & C.
Navios sahidos no m-smo dia
Hambnrgo e escalavapor allemo L s-
sabom, commandante P. C. Holm, car-
ga varios gneros.
Barbadoslugar americano Jos Olivar-
ryt em lastro.
Navios entradbs no da 17
Rio da Janeiro e escala7 dias, vapor
nacional ^A'agoas de 1999 toneladas,
eqnipagem 60 ps commandante Anto-
nio Ferreira da Silva, carga varios ge
eros a Pereira Cirueiro & C.
Santos47 dias, barca austraca cMie
Figlie de 771 toneladas, equipagem
14 ps, capitSo J. Paicavich, em las-
tro a ordem.
Santes27 dias, barca americana Vir-
ginia de 715 t neladaB, equipagem
10 ps, eapitao O. Pettegren em las
tro a Henry JForster d C.
Victoria 20 dias, barca noruegaecse
Sao Ruration dp 233 touedadaa,
equipagem 2 p, -espita G. C. Ja-
hamnessem > m Lastro a rdem.
Montevideo 28 ares, lugar americano
cNeclie Smlth de 567 toneladas, equi-
pagem 9 ps, capitlo G. S. Lowys,
em lastro a ordem.
Talcuhianu Coila30 dias, vapor inglez
frica de 1098 toneladas, equipagem
27 pi, commandante John C ace, car-
ga trigo a Wilaon Sons & C.
Nos grandes incommodosdas senhoras, mens-
troacao, gravidez e dos casos de parto com fe -
bre de nm resoltado moto certo e seguro e
a sua conpoeico lao simples qoe nao offerece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em doses
auperiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos meaicos qoe deseia-
rem fazer uso deste Elixir em sua clnica nio se
ojeitarem A rossa prescripcSo, mas sim fazer a
pplicacao em barmooia com os casos qpe dse
/arem combater, cerloa de qne o medicamento
de compoeis&o innocente para o organismo por
mais frgil que seja.
Modo de asar
A's criaocas at nm anno 10 gotas de 3 em 3
loras em urna colher das de sopa cheia d'aea
'ria.
De um anno a tres 15 gottaa.
Da 3 a 10 anuos em diante, 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser appiiradas em
igua fra.
Depsitos
Companbia de Drogas e Productos Chimiccj
Recire, rea do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, roa Larga do Rosario
a. 35.
Fbaimacia Oriental, ica Esfc-r.a do Reear
i. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario dt
/ictoria n. 14.
Pharmacia Marlias, raa Daqce de Caxias c
8.
Para qoalqoer informaco ser encontrado o
autor na raa do Rosario Estrtita o. 17.
Os nosios frascos sao quadr'ados e conta go-
tas. N'um lado teem grvaloElixir ante febril
e no oulroMsnoel Cardoso -Pernambuco, e to-
dos os pruspectos sao assigoados por Manee!
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forem
assignados.
N. 159
Amigo Sr. Manoel Cardoso.
Recife, 7 de Agosto de 1891.
Estimo a sua prezada saie.
Faltara cem um dos maiores deveres se nao
viesse por meio desla carta agradecer Ibe o be-
neficio que acaua de fazer me livrando di.s
garras da raorte o meo filbo Fiorismondo, de 12
aonos ae idade, o qual acbaudo-se prostr do no
leilo da cama, con: orna grande febre que d'elle
nao se. separava ba mais de quatro das, j lendo
esgotado o que poda fazer em remedios, tudo
me era bldalo, aguardunuo nnicamente a hora
prxima da motte ; mio Itmbrei m" do cea
conceitu'do anti febril, que kem salvado iosn-
me;as pessoas, e immediatamecte Ibe escrevi
pediudo que t: e mandaase urna dse, a qual
v. i i, e tratei de applicar conforme marca o eeu
receHoario. Na segunda de elle j nao va-
riava, na qaarta a febre j diminuir, e a cor
com que elle se a nava, quasi Oxa.spresentava-
e como indo para orna clara Na sexta dse
desappareceo, ap:esenando-e nesse mesmo dia
s 8 boras ; ende-se i:dado o remedio mande
nc va-nenie buscar e contiou.-i a applicar-lhe, e
boje acba-sb -u libo restabelecido, devido
nicamente ao seu '- nefico elixir.
Pejo Ibe que aceitt ;'.e mim e d03 meas liibo3
03 meus sinceros protestos de estima e cooside-
rago, pelo beni-ficio qoe araba de fazer me com
o eeu elixir, salvando o dito meu filho.
No mais sou
De Vmc. amigo e criado,
Joaquim Juvencio de Almeida.
Idallna Barros da Cmara
Odorico da Cmara, Padilla Barros do Are;..
ral, Dr. Jos Ignacio Fernandes Barros, Dr. Ma-
niel Victor Fernandes Barres, Miguel Fernandes
Barros. Joo Fernandes Barros. Dr Jos Julia
Fernandes Barros, Asna Machado Fernandes
Barros, Mara Galvao Fernandes Barros, Anna
Varella Fernandes Berros, Francisca da Cmara.
Beliodoro Fernandes Barros e Aielaide Fernan-
des Bairos. marido, irmo, cunhadas e sobrt-
nbos de Idalina Barros da Cmara, eslremamen-
te peoborados a to os os amigos que lizeram o
obsequio e a caridad? d- conduzil-a a sua ulti-
ma mo'ada, rogam aos mesmos de a==!jtirem s
mis3as que mandam rezar pelo descanso eterno
de sua alma na igreja .da Ordem Terceira de S.
Francisco, s 8 horas do aia 20 do corrente mez,
7.* de sen fallecimento, e desde ]i se conf saam
oovamente ag-adecidos.
Advogado
Bacharel Joaquim Thiago da Fonseca
A tratar no escriptorio da redaccao
deste Diario.
Rendimeato do dia 1 e 14
268,8180
3 6 0*980
3.119*160
Presos do dia:
Carca verde de 320 a 040 ra o kilo.
Sainos de 640 a 800 ris idem.
Carneiro de 800 a 1 ris i dem.
Farinha de 40J a 480 rft idem
Mi!rio de 400 a 440 ris dem.
faSffl de 800 a 1*00 idem
Taporas n cofear
Mee de Outubro
Snl.......... Venus .*...'???..... 19
Sul.......... Comentes......... 30
Norte, r-...... Maranhao.......... 26
Europa... Altee.- .. ....... 20
Sul.......... Braz............. 33
Europa....... Trent............. 23
8ul.....T___ Tamar...*......... S4
Snl.......... Roielanetro...... 35
Europa..... Actor............. -3$
Taporas a sal! 2
Mez de Outubro
Vorte... ... Alagoas............ 18 s 3 ta.

*
i
V.

!
Rio Grande do Sul10 das, vapor in-
glez (Com de 1361 toneladas, equi-
pagem 24 ps, commandante R J.
Smtb, em lastro a ordem.
Observacdo
NSo houve sabida.
Mercado Man'elpal de m, So
0 mov:mtnto deste mercado no rj.'a 15 de
Outnbrofoi osegointe : Entraram.
41 boia pesando 6,193 kilos.
569 kilos de peine a 20 ris 1U380
3 ditas com camarOes a 100 rs. 430o
3 compart. com mariscos a 103 rs. 300
44 lagares a 300 rs. 88C#
18 sumos a 200 re. 3*600
50 cargas de farioha a 2C0 rs. OJOOO
5 cargae de milho seco a 200 rs. 1*000
3 ditas com feijao a200 rs. '00
20 dita de batata a 300 rs. 6*000
dita de cebolinbos a 300 rs. *
10 ditas com milho verde a 300 rs. 2*O0S
267*720
dita de macacheira a 300 rs. *
ditas com loosa a 300 rs. *
ditas com gen mu a 300 rs. *
49 ditos com verduras a 300 rs 14*706
2 cassnas com gallinhas a 30'i rs. *600
3 ditf s de canna a 300 re. *6d0
3 litas com fructas diversa 300 rs. *9Cf
ditas de banana a 300 rs. *
1 ditas de laranjas a 300 rs. *309
67 ditos com farinha s 4)0 26*800
8 carga.1 com gallinhas a 500 rs. .4*000
31 columnas a 600 rs. 18*900
7 compartimentos com ressams
a 60^ rs. 4*300
48 ditos com fazer:i?.s etc. t 600 rs. 38/8.0
39 ditos de comidas a 700 rs. 20*300
11 ditos de snmeiros a 1* 11*000
7 ditos a 7 0 rs. 4*900
42 talhosa2*000 84*000
\
--1-

.


Diario de Pernamboco Tirga-fetra 18 de Outobro de 1892
EDITAES

i

i
O Dr. Firmino Antonio de Soasa Vianna,
juis substituto do cvel, neste municipio
da S. Lourenco da Matta em virtude da
lei etc.
Fago saber a qnem interessar possa
que no dia 19 de Ojtubro vindouro de-
pois da audiencia deste juizo as 11 horas
da maha, na sala das audiencias, a re-
querimento do commendador Francisco
Gonjalves Ndtto ; oonsenhor do engenho
Q -auga neste municipio, te ha de arre-
matar em praca publica o arrendamento
do mesmo eoge ho por tempo de 6 annjs,
servindo de base para a arrematado o
prego da avaliacSo de 4:U00 000 de reis
aanual, devendo o arrematante depositar
a quantia coi responden te a renda doB 6
aunoa, nSo derrubar aa mattas, nSo vea-
madeiraa e somonte tiral-j para o
*9o do mesmo engenho.
para que chegue ao conhecimento de
mandei passar o presente ed tal que
ffixado na porta da Intendenta mu
Dtsipal d'fta villa e outro de igual theor
par- e r publicado pela imprensa-
c passado nesta villa de S. Lou-
. Matta aos 28 dias da mez de
da 1892.
En Jk3o B3aigno Pereira do Lago, ob-
i scrovi.
io Antonio de Souza Vianna.
1* Seccao.Secretaria do^gpyerno do
Lutado de Pernambuco, 15 de Outubro
de 1892.
Pelo presente edital figo publico que
Be acha nesta secretaria a portara pela
aual o Sr. ministro dos Negooioa da Jus-
tina concedeu, em 26 de Setembro ultimo
dispensa do lapso de tempo occorrido para
solicitar a respec iva patente ao tenente
coronel commandante do 24 bataiho de
infi-ctaria da gnarda nacional da comarca
de Caruar Manoel Rodrigues Porto.
O secretario,
JoSo Augusto Ferreira Lima. _____
O cidadSo coronel Luiz de Paula Lopes,
presidente da Intendencia Municipal da
cidade do Olinda em virtud'; da lei etc.
P!o presente convida os membros desta
Iattndencia a reunirem-se no dia 20 de
corrente pelas 10 horas da manhS na sala
das a> 8s3as afim de proceder-se de confor-
midi.de com o art 6o. daB instrucc,5e8 de
3 de Setembro do cerrante anno, a apura-
glo geral dos votos reo., idos para pre-
reito, sub prefeitj e membros do conce'ho
municipal desta e'-dade, as eleicSes ulti
mmente precedidas neste municipio. Do
que para consar mandou passar o presente
edital para affixar na porta do edificio
onde fuecciona esta intendencia e publi
calo pela aprensa.
Sala das aesESes da Intendencia Muni-
cipal de Olinda, 15 de Outubro de 1892.
u Jos Marcelino da Fonseca Man
guinho, secretario o escrevi.
(Assigrtado), Luiz de Paula Lope.
O Dr. Francisco Al tino Correia de Arau-
jo, jais de orphSos, do municipio do
Reeife, Estado de Pernembuco .em vir|
tude da !ei.
Fa?o saber aos que o presente edital
virem ou delte noticia tiverem, que peio
inventanante da propriedade em commum
Apipacos, me loi dirigida a peticSo .do
theor seguinte :
Iilm. e Exm. Sr. Dr. jai de orphSos
Paulo Jos de Oliveira, inventariaote
da propriedade em commum Appucos, que
lendo de proseguir-se nos termoB do inventa
rio da referida propriedade, hamuitotempo
psralisada, reaqer a V. Exc. que se digne
de crden, r nova publicacSo de editaes
por espago de 90 das, notificando a todos
os interessadoB na referida propriedade,
para por si ou por sena procaradores tuto-
res curadores, a virem dar no respeti-
vo cu-torio, eacrivao Dr. Pontea, o seas
nomes para ssrem descriptos no inventa-
rio, e bem aaaim exhibirem ob ttulos que
comprovem os seus direitoa a serena con-
siderados como herdeiros oa consenhores
da mesma propriedade.
Espera receber merc.Reoife, 9 de
Agosto de 18920 advogado Dr. Adol
pho Cirne.
Estova sellado.
Nado mais se continua [em dita peca,
na qual profeii o despacho seguinte :
as autos, como requer. Reeife, 9 de
Agosto de 1892.Altino de Aranjo.
En virtude deste meu despacho o es-1
crivSo passou o presente, em virtude do |
qual cito a todos es interesBados na
priedade em commum Apipucos,
no referido praso de 90 dias, virem por
si ou por seus procuradarea, dar seus no
nomes no respectivo cartorio (escrivo Dr.
Pontea), para serem descriptos no inven
tario bem assim exhibirem os tituloB que
comprovem os sous direitoa a Berem con-
siderados como herdeiros ou consenhore
da mesma propriedade.
E para que chegue ao conhecimento de
todB, mandei passar o presente edital,
que ser afiliado no lugar do costme e
publicado pela imprensa.
Dado e passado neeta cidade do Recite,
ac 10 de Agosto de 1892.
En, Manoel di Nascimento PonteB, es-
criv.v biibicrevi.
Francisco Altino Correia de Araujo.
2.a Scelo -Secretaria do governo do
Estado de Pernambuco, 8 de Outubro de
1892. -
EDITAL
O Sr. governador do Estado manda
faser publico que por acto de 4 do oor
rente e de conformidade com e de 26 da
Setembro findo nomeou para os munici-
pios do Estado, oa juizes de direito
constantes da lista abaixo.
O secretario,
Tocto Augusto Ferreira Lima.
Aguas Bellas
Becbarel Silvio Pellico Pereira Ferras.
Agua Preta
Bacharel Manoel Florentino de Albo-
querque Montenegro.
Alaga de Baixo
Bacharel Jos de Castro S Barret \
Barreos
Bacharel Auaterliano Correia de Crasto.
Beserros
Bacharel Jos Pedro de Almeida Per-
nambuco.
Bom Conseiho
Bacharel Francisco Xavier Paes Bar-
reto.
Bom Jardim
Bacharel Manoel Tobas do Reg Albu
querque.
Bonito
Bacharel JoSo Carlos da Mendoea
Vtsconcecs.
Brejo
Bacharel Tobas Cesar de Andrade.
Buique com jurisdccSo extensiva ao mu
nicipio da Pedra
Ba:harel SebastiSo Ildefonso 'do Reg
Barros.
Cabo
Bacharel Jos Mara da Rocha Car-
valho.
CabroL
Bacharel Pedro Jorge de Sousa.
Caohotinho
Bacharel Petronilo da Santa Cruz Oli-
veira.
Caruar com jurisdccSo extensiva
ao municipio do Altinho
Bacharel Antonio Pedro da Silva Mar-
ques.
Cimbres
Bacharel Entropio Goncalves de Albu-
querque Silva.
Escada com jurisdicSo extensiva no
municipio de Arcaragy.
Bacharel Pedro Wa'.derley Jacques.
Flores
Bacharel Livino Vieira de Macedo Lima.
Floresta
Bacharel Joaquim Monteiro Dinis
Gacrelleira
Bacharel Aquilino Gomes Porto.
Gtaranhuns com jnrisdicSo extensiva ao
municipio de Correntes
Bacharel Nilo Rodrigues de Miranda.
Gloria de Goyt
Bacharel Jos Mariano Carneiro Bezerra
Cavaloante.
Granito com jurisdccSo extensiva
ao municipio de Ex
Bachaj! Antonio Cssario lardoso Ay
res.
Gravat
Bichar i Abdias de Oliveira.
Goyanna
BaoharsJ Jos BrandSo da Rocha.
IgOarass
Bacharel Primitivo c e Mirnda Souza
Gomes.
[ngaseira com [jariadiccio extensiva ao
manioipio de S Jo. do Egypto
Bacharel Francisco Botelho de An
drade.
Ipcjuca
Badharel Jos Cavalcante de Albuquer-
\ue Uchda.
Itamb
Bacharel Lourenco Becerra Vieira de
Mallo.
JaboatSo, com jurisdiccSo extensiva ao
municipio de Muribeca
Bacharel JoSo Al ves P e reir de Lyra.
Leopoldina
Bacharel Thomaz Soriano de Souza.
Limoeiro
Bacharel Jeronymo Materno Pereira de
C.rvalho.
Nasa-eth
Bacharel Carlos Augusto Vai de Oli-
veira.
Olinda
Bacharel Antonio Henrique de Al-
meida.
Ouricury
Bacharel Alfredo de Oliveira Fonseca.
Palmares
Bacharel Jos Jacintbo Borges Diniz.
Aos juies dos municipios "do Barrei
ros, Bom Conaelho, Bom-Jardim, Bonito,
Brejo, Caruar, Gravat, Gloria do Goit
Itamb, R.o-Formoso, S. Bento e Taqaa-
retinga. *
De quarenta dias :
Aos juizes dos municipios de Aguas
Bellas, Alagoa de Baixo, Cimbres, Be
zerros, Cabrobo, flores, Floresta, Gra
nito, Iogaseira, Leopoldina, Ouricury
Petrolina, Salguero Triumpho e Villa
Bella.
DECLARARES
Recebedorla do Estado de l'er-
nambneo
Edital n. 14
O administrador da Recebeioria faz
publico pf>ra conhecimento dos respectivos
contribuintes, que, dentro de triota dias
uteis improragaveis contados desta data,
ser efLctuada a bocea do cofre a cobran-
za do imposto de ciasse s;b n. 13 relativo
aos armazens de iazendae, ferragens e
mudezas em groeao, conforme a relaeao
abaixo, e correspondente ao 1. semestre
do exeroioio em vigor de 1892.
Recebedoria do Estado de Pernambuco
14 de Outobro de 1892.
J. Ferreira de Almeida GuimarSes.
Relacao a que se refere o
edital
Classe n. 13-26:0004000
COMPANHIA
Exportadora de aicool e agurdente
CAPITAL 2OO:000#0OO
DIVID El 2000 ACCOES DB 1001000 CADA DIA
FINS DA WMPANfflA
Compra venda (Talcoal e agurdente em alta escala
Estando ja subscripto particularmente todo capital, os Estatu-
tos assignados por todos os subscriptores erealisada a primeira en-
trada de 10 [o do capital, o abaixo assignado notifica aos senhores
accionista?, que a installaf o da companhia ter lugar no dia 17 do
corrate mez no predio n. 24 1. andar, ra do Mrquez de
Olinda, 1 hora da tarde,
O INCORPORADO!*.
Francisco M. S. Gouveia.
ao
Secretaria da ln>trac?ao Publi-
ca do Estado de Pernambuco,
14 de Outobro de 1892.
EditJ d. 49
Praso de 30 dias marcado s professo-
ras publicas, Mara Candida Cavalcante
Barretto e Aoa 'Sousa de AHmperjie
Pessoa. a.
De ordemdo Dr. Inspector Geral faco
saber aa professoraB pubUe&B Mara Can-
da Cavalcante Barretto, da radeira de
nsino primario'da fregaezia de S. Fre
Pedro Goncalves do Reeife, e A jna Son-
ca de Albnquerque Poseoa da oadeira de
nsir.o mixto em S. Jos do MaoguiDbo,
na tregueta da Gra^ft, (fue tendo o Sr.
Gvirnailor do Estado m dato de hon-
,em concedido a permuta que requereram
fica-lbes marcado o praao de 30 dias para
apostillaren! seus titulos o^ assumirem o
xercico das novas cadeirs.
O secretario,
Pergentoo Saraiva de Araujo Gako.
Pr0 Panellas, com jurisdiccSo extensiva
Para municipio de Quipapi
Bacharel Luis Barbalho Uchda Caval-
cante.
Pao d'Albo
Bacharel JoSo Baptista Correia de Oli-
veira.
Petrolioa
Bacharel Manoel Antonio da Fonseca
Mello.
Rio Formoso, com jurisdccSo extensiva
ao municipio de Serinhlcm
Bachare! Luis da Silva Gusmao.
Salgueiro
Bacharel Bernardino MaranhSo.
S. Bento
Bachare! Manoel Estollita Cvalo inte
Pessoa.
S. Lourenco
Bacharel Luis Silasar da Veiga Pea
soa.
Taquaretinga
Bacharel Arthur da Silva Reg.
Timbaba
Bacharel Joaquim Alcibiades TavareB
de Holtanda.
Triumpho
Bacharel Eduardo Correia da Silva.
Victoria
Bagare! Mai*el Mara Uavarea da-
Silva.
ViBa Bella, oom jurisdicsSo extensiva ao
municipio de Belmonte
Bacharel Jos Faenis) Rbeko Pes
apa.
Aos nemeadas fienm mareados os se
gaintas praaos para aBsnmirem os rea
pevtivos ejercicios :
De oito das :
Aos juises dos municipios de Agua-
Preto, Cabo, Canhotinho, Eacada, Gamel-
lelra, Garanhuns, Goyanna, Ibiarasau,
Ipojuca, JaboatSe, Limoeiro, Naiareth,
Olinda, Pao d'Albo, Palma-es, PaneHas,
S. Lourea da Mat'a, Timbaba e Vi-
ctoria.
De quinte dias : _., .
Sousa Nogueira & C, Ia KWooo
Duque de Caxiafl n. 99 Ma-
noel Joaquim Rbeiro &
C, idem lOO^OCO
Marques de Olinda, n. 53 L.
A. Salasar Jnior 3a, 2000000
Dita n. 46 Vi uva Eugenio
Goncalves Cascfio, idem 200|$OO0
Dita n. 36 Pinto & Silva,
ilem 2O0OOO
Dita n. 32 Rodrigues de
Sousa & IrmSo idem 200,5000
Dita n. 5 D. F. Wiid. idem 2OO0COO
Travessa do Corpo Santo, n.
25 Ferreira & IrmSos,
idem 2ODiJ0O0
Bom Jess n. 62 Theod Just,
idem 2000000
Dita A. Martina & C, idem 2006100
Dita Vianna Castro & C,
idem 200)9000
Dita Martina, Rodrigues &C,
idem 2005000
Dito JoSo Feraandes da S.l-
va Pinto, idem 200#C0
Dita Antonio Pinto da Silva
& C 200IOCO
Marques de Olinda n. 40
GuimarSes Cardoso & G,
4 300,90000
Dito n. 21 Ramos Geppert
& C, idem 300,5000
Dita Albino Silva & O, idem 30QS000
Dita Manoel Cqllaco & C,
iaem 300^000
Dito Nunes Fonseca & C,
idem 30000O
Mrquez de Olinda n. 64
Miranda & Sousa, dem 3000000
Dita Guerra Fernandos & C,
dem 3008000
Dita Andrade Maia A C,
dem 3OO0COO
Dita Albino Amorim & C.
Marqnes de Olinda n. 52
Conrad Waschosman, idem 3000000
Dita S.lveira & C, idem 3000000
Ferreira GuimarSes & C,
dem 3000000
Dita Pere'ra & MagalhSes,
5 4000000
Joaquim Goncalves & C, dem 4000000
Dita Rodrigues Carvalho &
C, idem 4CO0CO
Dita Manoel Dias da Silva
GuimarSes, idem 4000000
Marques de Olinda n. 39
Francisco Lauria, 6a 500$000
Dita 31 Francisca Asevedo
& C, idem 5000000
Dita Alvea de Britto & C,
7 6000000
Dita Loureiro Maia & C,
dem 6000000
Dita Narciso Maia di C. idem 6000000
Mrquez de Olinda n. 44
Mattos Camnha C, 8a 7000000
Dita n. 14 Willam Hallyday
& C, dem 7000000
15 de Novembio n. 63
Agostinho Sontos di C,
dem 7000000
Livramento n. 20 Joaquim
Agostinho & C, idem 7000000
Marques de Olinda n. 31 A
Moller & C, 9a, 8000000
Dita n. 57i59 Prente Van-
xa & C. idem 80C5JOO
Dita n. 17 Oliveira Bastos
& C, idem SOOCOOO
Dita n. 25 Gomes de Mattos
& IrmSos, 10a &OO0( 00
Dita n. 54 A. D. Carneiro
VUnna. idem 9000000
Dita n. 6 A. Vieira & C,
dem 9OO0COO
Dita n. 16 Olinto Jardim &
C, idem 9OC0OOO
Dita n. 62 Goncalves Lunha
& C, dem 9TO0OOO
Dita Andrade Lepes & C,
idem S000000
Dita n. 20 RcdrgueB Lima
&C, 13' 1:2000030
Dita Machado & Pe eir,
dem 1:2000000
Dita n. 7i9 Cramer Frei &
C, kem 1.2000000
Dita n. 50 Bernet d C,
dem 1:2000000
DERBY CLUB
DE
PE nambuco
Paia
FR0JECT0 DE IN8CRIPCA0
15a corrida a realizar-se em 23 de
Outubro de 1892
1. PAREO -ConsoIafSo 800 metros. Animaos de Pernambuco que nSo
tenham ganho premios, premios : 2000000 ao primeiro, 4O0C(?^ io
segundo e 200000 ao terceiro.
2.' PAREOPrado Peruambucauo 1250 metros. Animaos naciontwa e
estrangeiros que nSo tenham ganho premios, pbemios : 4000000 ao
primeiro, 800000 ao segundo e 400000 ao terceiro.
3. PAREOImprensa 1200 metros. Animaes de Pernambuco qm nao
tenham ganho em distancia superior a 800 metros nos prados da Re-
eife em 1892. premios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo
e 300000 ao terceiro.
4. PAREOProgresso 800 metros. Animaes de Pernambuco que nSe
tenham ganho nesta distancia no Derby. premios : 2000000 ao pri-
meiro, 400000 ao segundo e 20/KX) ao terceiro.
5. PAREO Iflpporiromo do Campo Grande 1310 metros. Ani-
maes nacionaes. premios : 3500000 ao primeiro, 700000 ao segundo
e 850000 ao terceiro.
6<> PAREOLlherdad* 1205 caetros. Animaes de Pernambuco. premios:
2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao terceiro.
7.a PAREOCompensoslo 1205 metros. Animaes pungas e de Pernam-
buco. pasmos: 2500009 ao primeiro, 5OS0O0 ao segundo e 250000
ao terceiro.
8. PAREO -Ja.nJ.maea 3 850 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenham ganho em distancia superior a 1050 metros nos prados do
Reeife. premios : 2000000 ae primeiro, 400000 so segundo e
200000 ao terceiro.
Observacoes
De accordo com o ait. 5. do cdigo de corridas, nSo poderSo se inscrever'
nos pareos : ConaulagSo os animaes Hugnote e Pleade, Imprensa Tal i ci r, Progres o
Tudo Pyrilampo,Vivas e Pigmeo HippodromoAtlante Siroco, Napolitano, Niniche
e Velos Liberdade Piramon, Maurity e P-ylampo Compensado Atlante e Petro*
polea.
O pareo Imprensa e te realisara inscrevendo se e correndo 5 animaes de 4
proprietarios differentes e nSo conjar victoria
A inscripcSo encerrar-se-ha terca-feira 18 de corrate, as 6 horas da tarde
na secretaria do Derby.
Nenhuma proposta ser acceita sem o valor d inscripcSo
Secretaria do Derby-Club 13 de Outubro de 7892.
O SECRETARIO,
Reg Medeiros.
contracto social, quando nSo for firma in-
dividual, os documentos que provem ser
negociante matriculado e haver pago im-
posto de casa ccmmercial, relativo ao ul-
' timo semestre.
4a. Slo dispensado] da apresentacSo
da matricula da Junta Ccmmercial as fa-
bricas e estabelecimentos industriaos da
Repblica e terSo estes o aquelles a pre-
ferencia sobre oa outrs concurrente! em
igualdade de coodicSss e circunstancias
devidamente provadas.
5 Os fornecedores continuarSo a
supprir por mais 60 dias as mesmas
condicSas se assim for jnlgado necessario
e sem que isso coutitua direito para pro-
rogacSo do contracto.
InepeccSo do Arsenal de Marinha de
Pernambuco, 17 de Outubro de 1892.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Inspectora de Hygiene Publica
do Estado de Pernamboco
(Concurrencia)
De ordem do cidadSo Dr. inspector in-
terino desta reparticSo, sao convidados os
cidadSos proprietarios de carros d e alu-
guel ou particulares a apresentarem em
bus secretaria ato s 2 horas da tarde de
terca-feira 18 do correntona suas propostas
para a venda ou aluguel mensal de om
carro de passeio completamente fechado
e ja usado, mas que sirva para a con-
duccSo dos doentes que tenham de aer
transferidos para o hospital de Santa
gueda.
Secretaria da Inspectora da Hygiene
Publica de Estado de Pernambuco em 14
de Outubro de 1892.
O secretario,
Quilherme Duarte.
Hippodromo do Cam-
po Grande
ARRENDAMENTO DOS BOTEQl'IKS
A4irec(orla recete propostas para o ar enda-
medro per om anno dos boteqains, nos das de.
corridas, os qnaes sero abert03 no dia 10 do
frrente ao meio dia.
Na Secretaria est disposicip dos Srs. pre-
ter dentes as clausulas exigidas para esae arr^h-
damtnto. p qual ser feilo ecm qux-m oielbor
vamagem offerecer.
Secretaria do Hippodrome do Campo Grande,
U de Outubro de 1891.
O secretado,
Angosto Silva.
THE Al RO
Santa Isabel
Companhia Ijnca italiana
Empresa Sansone&C.
HJE
Terfa-feira 18
No iotervallo do 2
bailado.
acto haver
Quinta feir 20
mmm_ mm
Trena e bonds para todas as linhas.
A's 8 Ij2.
Conselho Econmico
da reparticao do Ar-
senal de Marinka
De ordem do Sr. contraalmirante JoSo
Gon',l?e8 Duarte, inspector deste Arsa-
nal e capitao do porto deste estado, fago
publico que no dra 27 do corrente mes
as 11 horas da manhS em urna as salas
da Secretara da Inspeccao, recebe.-se
propostas em artas fechadas para o for-
necimento de carv3o de pedra Cardiff,
New Castle, "ck e proprio para forja a
ee|e estabelecimento e apa navios da ar-
mada nacional, estacioi.'dos no porto des-
ta cidade, durante o futura eaeroicio
de \%<&
Slo devores dos propouentea :
1-. Eaoher o.na presos por extenso e
em algaYisinos a proposta.
2-. Entregar pessoalmente ou por sen
legitimo represen: nte directomente ao
conselho econmico no logar dia e hora
annunoionados.
3\ Exhibir no acto da entrega da pro-
posta alm da certdSo do respectivo
Edital n. 50
Praso de 30 dias marcada a profes3ora
Justina Anna da Silva Figueirda. -
De ordem do Dr. inspector geral fago
saber a profesaora publica J.iatina Anna
da Silva Figaeira, removida, por acto
do Sr. geveroador do estado, de 14 do
crrante, da cadeira do Rio Formoso para
a 1 a do ensino mixto da Torre, que Ihe
fica' marcado o pras^ de trinta dias para
apostillar seu titulo e asssmir o exercicio
da nova cadeira.
Sjcretaria da InsruccSo Publica do Es-
tado de Pernambuco, 17 de Outubro de
1892.
O secretario.
Pergenfino Sar.iiva de Araujo Qratvo.
Banco de Pernambuco
Tendo se extraviado as cautellas ns. 34 e 35
deste Banco referentes a primeira a 25 accCea
pertencentes ao Sr. A J. de Souza Oilton, e a
segunda a 5 pertencentes ao Sr. A. I. de Sonza
Dion Jnior, ambas com SO */ realizados, faz-
se a presente declararlo para oa efleitos legaes,
inclusive para sna substitufcao, se depois de 30
dias a contar desta data nao bpover reclamacao
algoma dirigida a este Banco.
Reeife, 16 de Outubro de 1891
T. Comber.Presidente.
Companhia
Serrara Pernambucana
Assembla geral
Convido os senhores accionistas a reunirem-
se em assembli'a geral ordinaria no dia 18 do
crrente, is 11 boras, i raa da Imperatrc n. 37,
no escriptorio da companbia, am de assislirem
a leitora do relatori, parecer fiscal e a presta-
do de contss, e preceder ee a eleicao da com-
missao fiscal.
Recite, 1 de Oatnbro de 18M.
Alvaro Pinto Alvares,
__________________Director secretario.
Faculdade de Direito
De ordem do Dr. Director e de confor-
midade oom o aviso n. 1,049, de 28 de
Setembro ultimo, do Sr. ministro da ins-
truccSo publica correios e telegrsphos,
faco publico que fica marcado o praso de
seis meses, contados da data deste, para
a inscripcSo des que pretenderem concor-
rer ao lugar de lente oathedratioo da 21
cadeira da 2* serie do curso de sciencias
sooiaes (economa poltica) desta faculda-
de, que se acha vago pela demissSo do
Dr. Jos Joaquim Seabra, constante do
decreto de 12 de Abril do anno corrente.
Os pretendentes ao referido lugar pode*
rSo apresentar-se desde j nesta secreta-
ria para assig ar seus nomes no livro
competente, o qne lhes permittido fa-
ser por procurador, se eativerem a mais
de vinte leguas desta cidade ou tiverem
justo impedimento.
Devem outro sim apresentar documen-
tos que mostrem sua qualidade de cidadSo
brssileiro, que estSo no goso de seus direi-
toa civis e polticos, isto : certidSo de bap-
tismo, folda corr da no lugar de seus domi-
cilios e mais diploma de doutor ou bacharel
por urna da Faculdades da Repblica ou pu'
blica forma, justificando a impossibilidade
sa apresenta;8) do criginal, e na mesma
occasiSo poderSo entregar quaesquer do-
cumentos que julgarem convenientes, on
como titulo de babilitacSo ou como prova
de servias prestados ao Estado, huma-
nidade e sciencia, dos quaes se lhes
pasear recibo.
O processo d'esse concurso "ser o rega-
lado pelos decretos ns. 1286 el568 de 28
de Abril de 1851 e de 21 de Fevereiro de
1855, como tambem fo ordenado di-
rectora desta Faculdado no supra men-
cionado aviso, excepcSo leita do que ds
respeito exhibcSo das p^ovas que ver-
sarao somonte sobre a materia da referida
cadeira.
Quaesquer outras informales de que
porventura carecam os candidatos lhes
poderSo ser ministradas nesta secretaria.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandou o mesmo Sr. Dr. director
affixar o presente que ser publicado nos
jornaes desta cidade e nos da capital fede-
ral.
Secretaria da Faculdade de Direito do
Reeife, de Outobro de 1862.
O secretario.
fi. Ara gao Farii Rocha.
Oorreio geral
Malas a expedir-se hoje
Pelo vapor brasileiro Alagos, esta administra
o expede malas para os portos u> oorte,
recebendo impressos e objectos a registrar at
a 1 bora da tarde, cartas ordinarias at as 3, oo
at a entrega das malas com porte duplo.
admioislracao lio? Correios do Estado de Per-
-lambuco, 18 de Outubro de 189S.
O ebefe de seor;o.
Epiphanio de Lana Freir.
do giverno do Es"
17 de Outubro de
1.' eccSo.Secretaria
tado de Pernambuco, em
1892
De ordem do Sr. governador do Estado,
poblico que ao provimento da serveutia vitalicia
do < ffi ;io de i esenvao do crine do municipio
dea capital cencorreram Francisco Riburo
Co'taVasconceiljs, Jofo GosIod, nacbarel Leo-
poldo Pires Ferreira. Maaoel Seve Filno, teoeoie
Jos Victoriano de Va.coqcellos Pereira, Ignacio
Vieira de Mello, Germaco Moita, Jos do Patro-
cinio Carmo Ribeiro, Jos Joaquim Dias do Reg
Jamor, Jos de Barros L'ns Wtnderley e Pedro
Pereira da Silva.
O secretario,
J. Augusto Ferreira Lio.





I
I
Diario de Berna-^bnco Terga-feira 18 de Outubro de 1892
b teem
nos seas
Ounpaohia de Trilitos Crbanos
do lecifo Oliata e '
rlfce.
AVISO AO PUBLICO
fc ,0a bilhetes desta oompanhia
para ella valor coco passagens
trena, a vigorando aaaim como troco, sem
aua reaponaabilidade, dentro doa meamos
trena e estafes.
as bilbeteriaa ha ordem ezpreasa para
nao seren destrocados senao fraccBas de 10
ria, iato a ae receberSo por dinheiro
os trooos em bilhetes que tenham aido ne-
cesaarioa paaaar dentro dos wagons para
facilidade da cobranca.
Escriptorio do gerente, 17 de Oatabro
de 1892.
A. PerArx SimZes .
Aviso
Os abaixo assienados, agentes da compaohia
Lamport A Holt, de accordo com instruccoes re-
cebidas da mesma r apannia, participam aos
recebedores ce cu^a pelo vapor inglez Us-
ell* esperad) da liba Grande, que tendo o dito
vapor seguido para aqoelle lasareto em conse-
onencia da intimaco que receben por occasiao
de sua chegada neste porto, em 7 do correte,
procedern a cobranca de mais 50 O/o sobra o
f-ete exarado nos respectivos conheciicentoa,
afim de occorrer as despesas de qnarentena, de
accordo com as clausulas dos coobecimentos.
Recite, 13 de Outobro de 1892.
Blackburn Needbam & C.
Eipes
Junta Commercial
Pela Secretaria da Junta Commercial do Reci-
te se faz constar que, no periodo de 1 & 45 do
correte, fcram devidamente arcblvados os con-
tractos e distractos segointes :
Contractos:
De Manoel Ferreira Bartbolo e Manoel Ferrei-
ra Bartbolo Jun or, o i* socio capitalista e o 2a
de industria, para recebimento de assucar da
agricultores e commissao de vendas nao s deete
como de qualqner ootro genero de commercio
nesta cidade a rna do Bom Jess n. 4, com capi-
tel de 100:000*000 e tob a firma de Manoel Fer
reir Bartbolo & C.
De Jos Moreira e Jos Joaquim de Mello pera
recebimento de assucar e outros productos do
pais e qnaesquer outras negociares que conve-
nbam, na cidade de Macei, Estado das Magdas,
com o capital de 8.0004000 e sob a firma de
Mello & Moreira.
Distraaos :
Foram d'fsolvidas as seguintes sociedades :
Jos Rodrigues &C, desta cidada ; e Couto &
Aurelio da cidade do G y.inna de.-te Estado.
Secretaria da Jnnta Commercial do Recife, 17
de Outubro de 1892.
O secretario,
Joaquim TbcOtonio Soares d'Avellar.
Cao de Pernaiubnco prepa-
ratoria de Chicago
Aproximando se o da da 6xposco, que ser
a 10 do mez prximo a commissao executiva
vem scientilicar aos Srs adusiriaes, agricultores
artistas e mus pessoas que tem de concorrerem
a expesico, que podero desde ji remetter os
sen* productos ao Lyceu de Artes e Officlos, du
raate o da ou mesmo a cciie ou mandar dizer
para serem transportados.
Os objectos devem co iter urna nota explicativa
do valor, a> plicaco, materia prima do fabrico, e
outras quaesqu' r inforpiasOes de utilidade com-
mercial.
A cammiss&o ecienlifica que os objectos qne
Tierem do interior pelos camneos ae ferro se-
rio gratuitamente transportados, em virtude da
aotorisacao expressa do Exmo. Sr. governador
do Estado, avisando os remetientes commissao
para es mandar ron-iuzir.
A commissao cenba de que o patritico con
curso de todos que e ioteressam pelo progresso
e grandesa de Estado da-o r,alce a sua exposi-
cSo no Recife, e a sua representado do grande
concurso oniversal de Cbicago
Recife, 15 de Outubro de 1892.
Presidente
Dr. Ermirio C. Coutinho.
Vice presidente
Joo Jos de Amorim.
Secretario
Francisco Augusto Pereira da Costa.
Tbesonreiro
Antonio Gomes de Miranda Leal.
Dr. Jor-quim Correia de Ara ajo.
Major Julio Fernandes de Almeida.
Francisco Apoligorio Leal.
Oompanhia Refinadora Mer
cantil ^.ssucareira
Quinta chamada
De accordo com o qne dispOe o art. 5 dos es-
tatutos desta companbia, sao convidados os se-
nbores accionistas a realisarem a eexta entrada
sobre o capital, razo de 10 0,'p ou 104 por
aeco, al o dia 15 do prximo Novembro, das
10 boras da mantu. s 3 a tarde, no caes pibaribe, casas ns. o e 56.
Recife, II de Outubro de 1892.
Francisco Faustino de Brito,
_______^_______Presidente.
OOMPANHIA
Tecidos de inalha
De ordem da directora, convido aos senbores
accionistas desta companbia a realisa em a se-
gunda entrada de 10 0/q ou 204 por accao, at o
dia 20 de Outubro prximo vindooro, no escrip
torio do tbesoureiro dd mesma, ra Primeiro
de Margo (antiga Crespo) n. 7
Recif 20 de Setembro de 1892.
Alfredo A. P. Fragoso,
Director sesreiaric.
MARTIMOS
OHARGERS REUNS
Coi
DE
Navegar rapor
Liona quinzenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro o
Santos.
O vapor Corrientes
Commandante Lainey
E' esperarlo da liba Grande al
o di? o correle seguindo
depcis a demora mcessaria
para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santo
Este vapor entrar no porto
Roga-seaos Srs. importadores de carga pelos
raporee desta liona, queiraai {presentar dentrs
de 6 das, a contar do da Descarga da? alvareo-
gas qualquer reclamacao conceroente a volumes
Jue^por ven tura tenbam seguido para os portos
o Jul, afim de se poderem dar a tejapo as pro-
iHencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companbia nto'
le responsabiliaa por extravos.
Recebe carga, encommendas paesageiroi,
oara os quae tem recellentes accoramodaces
a tratar com o
AGENTE
Augnsle Lbil Je
9RA DO COMMERCIO8
Companhia Brazil Oriental
e Biqnes Fluctuantes
O paquete Guanabara
E' esperado dos portos do
sulato dia t de Outu-
bro seguindouepois da in-
dispensavel demora para a
Ato de Janpiro. Rio Gt nie doSul, Pelo-
tas s Porto Alegre
paia ende recebe carga
Este paquete Iluminado las elc-
trica.
Para passageiros, carga, encommendas e va
lores trata-se com os
AGENTES
Amorim Irmaos Sf C.
Ra do Bom Jess n. 3
Miia Psraluis lio Ma-
neicso
PORTOS DO NORTE
Cear, Camossim e Para
O paquete
Rio-Formoso
Commandante D.*vid
Seguir para os
portos cima in
cados no dia *o
de Outubro s
4 boras da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nbeiros a frete at s 2 boras da tarde do da
20 de Catabro.
Nao recebe carga para o Par.
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Companbia frigorfica Pastoril
Brazileira
Vapor nacional Venus
E' esperado dos
portos do sul at
dia 18 de Outu
bro reguindo de-
depois da demo
ra necessrria para
Cear, Haranho e Para
Para carga, passagens, encommendas e di
nbeiro a frete trata se com a
CONSIGNATARIA
Cowpanhia Industrial e Commercio de Es
Uva
58RA DO AMORIM-58
lloyd Brasileiro
SeccSo de naregaeSo
DA
SMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO NORTE
O paquete Maranho
Commandante Guilherme de Castro
E' esperado dos
portos do norte
no dia SO do Ou
tubro, seguindo
depols da demo-
ra Decessaria para
ttacei. Bahia, Espirito-SLto e Rio de
Janeiro
Recebe carga a Da Idear no Rio de Janeiro
:ara Santos, Canana, [guape, Paranagaa, An
o iina, S. Francisco, Itajahy, Santa Camarina
\k Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serSo recebidas at 1 bora
la tarde do da da sahida, no trapiche Barbos
no largo do Corpo Santo n 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attencao
;a-a a clausula 10* dos conbecimentos, qne :
No caso de haver algnma reclamago contra
mp anhia, por a varia ou perda, de ve ser feit.
e scripto ao agente respectivo do porto di
carga, dentro de tres das depois de fin ai i
da.
Nao procedendo esta /ormalidade a compannia
lea isenta de toda a responsabilidade.
Para passagens, fretes e encommendas tri-
a-sa com os
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
6Ra do Comwurctof?
1 andar
LEILOES
Ultimo leilo
De diversos volumes com mercadorias ara-
riadas e desoarregadas do incendio do
do vapor francs Sinta F.
Ter$a-feira, 18 do corren te
A' 10 boras
No armasem n. 5 da A'fandega
CONSTANEX)
De caixas com tecidos, baralbos de carta, con-
servas, papel, drogas, velas, ervilbas, grampos,
pregos, ilboies, linias, miudesas e muitas ou-
tras mercadoriase
O agente GosmSo antorisado pelos Srs. H. Bur-
le &C. agentes das comits dos sagurr dores do
Havre e de Paria e por conta e risco de quem
pertencer e com licenca do Exm. Sr. D'. inspec-
tor da Alfandega em presenta de um empregado
para esse im Lomeado, e ct m autborisago do
Sr. cnsul de Franca far lellao das merdorias
cima mencionadas.__________________
Agente Silveira
Leilo
De dividas na importancia de 5 754$520
Quaita-feira, 19 do correrte
A's 11 horas
Mo armasem da ra do Imperador n. 39
O agente Silveira por mandado e com assisten-
Vivas e Progresso, Maurity, e Pirilsmpo,
ca do Exm. Sr. Dr. joiz sunst ato daprovedoria
procurador dos Feitos da Faxeoda levar a lei-
lo as referidas dividas, espolio de Jos Costa da
Silva Haia.
Agente Burlamqui
Leilc
Qninta-feira, 20 do correte
A's 11 horas
da Victoria n. 44 1 a-
pelo becco do Caj, de
antorisado porD- Joanna
far leilo dos movis se-
CompaniaPaniamlmcaua mu-
Femando de Noionha
O paquete Beberibe
Commandante Io tenante Fabio Rio
Segu no la o de Ou-
tubro li 4 horas datar-
de.
Recebe carga, encom-
mendas, passagens e di-
nbeiros frete. at s 2 boras da tarde do
dia da partida.
ESCRDPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Boyal Hiil Si! M M-
m
O vapor Trent
E' esperado da Europa co da
S de Outubro seguindo depoip
^'ta indispensavel demora para a
ia, Kio de Janeiro, Santos, Montevi-
deo e Buenos Ayres
Para carga, encommendas, i passagens a di-
aheiro afrete trata s com os AGENTES
O yapor Tamar
E' esperado dos portos do sol
at o dia *4 d;- Outubro se-
,tuindo depois da Decessaria
^demora para
.8 filmas, Lisboa, Vigo e Santhaiap.
ton <
Reducc.no da pomogens
1*1 Ititn.
1'Lisboa 1* class;; tf io
a.'SoQtbamptoni'ctep* 38 r. 41
Camarotes reservados para os paBeageiros da
Pernambnco.
Para passagens, fretes. encemmendas, trata-o*
MB 03
AGENTES
Amorim Irmo** & C.
A' rna do BarSo
dar, entrada
bous movis.
0 agente cima,
Baptista das Neves,
guates:
Urna mobilia de junco, bonita, nova e comple
ta, 1 pianno forte, jarros, tapetes, 1 espelho
oval, figuras, lanteroas. guarda-vestidos e guar-
da-louca, aparadores, me.-a elstica, camas fran-
cexas emarquezOeB. toilete, lavatorios com lam-
pos de pedra, relogio. e macnina para sapatei-
ro, cadeiras de janeo, i carteira, cadeiras de
vime, cabldes, 1 bomba, objectos de cesinba, 1
carro para creanca; quadros, tapetes e mnitos
outro3 objectes que estaro vista d.s Benbores
licitantes._____________________________
Leilo
De bons movis, espelhos, jarros, serpen-
tinas, tapetes porcelanas e cristaes
A SABER :
Sala de visita
Um piano forte e novo i mobilia com 1 sof.
2 consolos, 2 cadeiras de braco e 12 de cuarni-
cSo, 2 cadeiras de balaoco, 1 mesa ov-1, 2 dun
ckerques 8 jarros para flores, 2 serpentinas, 4
casugaes e aiangis, 2 eacarradeirae, 1 tapete de
sof e 6 de porta.
Gabinete
Urna linda mobilia anstriaca.
Alc.'va
Um gaarda roupa com porta de espelho bi-
zaot. 1 rico toilet, 1 lavatorio igual com pedra
e eepelbo, 1 goarnico de cristaes da Bueona.
porta joias e objetos de electro plata, 1 cama
franceza de Jacaranda moderna, 1 dispertador, 2
figuras trra cota, 1 transparente. .
Sala de jantar
Urna mesa elstica, 1 guarda I coca envidra
gado, a lio 'os spparadores, 2 guardas comidas,
1 sof, 1 quartinbeira, 1 ettager, 4 porta-f.'uctas,
1 bandeja, 1 lindo apparelbo dejporcelana para
jantar, 1 dito para cha. 1 porta-licor, garrafas,
compotelras, globos, 24 cadeiras de junco.
Saleta
1 sof de junco, 2 espregoicadeiras, i lavato-
rio de ferro grande, 1 guarnico, 1 sexta para
roupa, 1 jarra com tornara e muitos outros
objectos da casa de familia existente no
2 andar do sobrado do caes da Restaurado
n. 30, entrada caes 22 ce Novembro
Agente Pinto
Quinta-feira, 20 do corrente
O leilSo principiar as 11 horas
AVISOS DIVERSOS
Feitor ou criado, precisa-se de um ; na ra
Nova n. 15.______^___________^^_^
Precisa-se de um feitor ; a tratar na ra
ds Cadela n. 38.________________________
AMA. Precisa-se de orna boa cosioheira :
a tratar no pateo do Corpo Santo n. 17, terceiro
and*r._______
Vende-e omDom sitio na Imberibeiratom
alguna coqueires, mangneiras, larangeiras, etc,
traa-se no
Escriptorio Commercial
Roa Duque de Caxias o. 72
VENDE SE a verdadeira cal virgem de
Cotomguba para fabrico de assucar; no arma-
zem da ra Duque de Caxias n. 6. __________
Aluga se urna sala para escriptorio ra
Duque de Caxias ; trata-se no escriptorio Com-
mercial, na meama roa n. 72. _______
.Na na de Santa Isabel n. 13, engomma-se
roupa de homem e mulbe-, sendo lavada.
Offerece-se orna se inora para uingir e fazer
alguna servicos domesti;o3 de casa de urna s
pessea ; a tratar na ra Nova de Santa Rita nu-
mero 7, taverna.
Precixa-se de orna ama para cosinbar, casa
de pequea faxilia i tractar roa Vidal de Ne
greiros n. 86 1* andar, esquina da ra S. Joo.
Criado rapa inbo
Jorge n. *39, taberna.
tratase Da ra de S.
Prfciaa s roa de Jo qoim Naboco o. 9 (Capoga)
na
Armaeo avena
Popria para molbarfbs, toda de iouro e enea-
xiibada, com balco de vulta propria para quem
prelf-nder se eslabtlecer, peleado riglr-se a
ra Mrquez do Herval n. 33, afim de vel a e fa-
xer quaiqoer negoc o.
E' admiravei!
O liodo sortiaento qae recebeu oChapio Ele
gante, de capotas, cbspAo.-. flires, aigretes, plu
mas, passaros, etambem obapos de feltro io-
glrx. s e bambrguez. s para homem. Esperamos
des bons admiradles orna visita ao nesso esta
belecimento
(2 Roa Rarao ria Vis oria 12
Carvalho Irroao & C.
Yende-se
Urna armaeo bem loe. l ada ebem afrpgue
zada, com pouco capital ; a tratar na ra do Pa-
dre Nobrega n. 66.
Prevcncao
i
Os senbores logistas nao aevem comprar i tu
de smbrulho, liso e de cores, sem visitar &
PAPEL ARIA AMERICANA
Onde encontraro um completo aortimento de
papis e enveloppes commercaes.
Precos baratissinos
Papis para forrar
Salas, quartos e corredores, franceses. Ingie-
res e naconaes, a precos sem competenria
GRANDE DEPOSITO
Liv.-ara Contempornea, roa 1- de Marco
numero 2.
Koze ras, crotot>s
para vender no becco dos
e outras plan.as ba
Ferreiros n. 8.
Cortes de la bordados a seda
Veude-se
25O00. 30;0GO, 35^000 cada um, no
Coneresso das Damas
8 e 10-Rna do Cabug8 e 10
Assucar refina lo
Etn face da poaicao do assucar em rama fica
organisaio os segaintes precos para o genero
retinado, do dia 15 em dianie :
Especial, 6*600 por 15 kiles, e 480 o kilo.
1* sorte, 6*000 por 15 kilos, e 440 o kilo.
2* sorte, 44800 por 15 kilos, e 360 o kilo.
3 sorte, 3*800 por 13 kilos, e 280 o kilo.
Cosioheira
Precisa-se de urna coeinbeira para ir para f-a
da cidade cosinbar para dous estrangeiros ; a
tratar na roa do Commercio n. 4.
Precisa se de urna
da Victoria o. 34.
Cosinheira^
cosinbeira ;
na ra Bar&o
Ultima expresso da
moda
Sedas, setins, ISs, voiles, linons, nansook,
percalinas, flebus e meia?, en ontraro um com-
pleto sortlmeo'onc
CONGRESSO DA3 DAMAS
8 e 10 Ra do Cabug 8 e 10
Mer
ceana
Vende-se a bem localisada mercearia da ra
do Riacbuello, esqtrioa doSocego n. 70, tem agua
e grandes commodos para familia ; a tratar na
mesma.
C aixeiro
Precisa se de um menino ;
ooe s n. 43.
na roa d03 Pesca-
CriadG
Precisa-se de um criado que d conbecimento
de sua conducta ] a tratar na ra do Apollo n.
51, mercearia.
Todos
os artigos para
mens e meninos
Escontram-se no
CONGRESSO DAS DAMAS
10-Roa do Cabug-8 e 10
ho-
tluga-se
Urna casa ero Apipucos, propria para
rata-se no pateo do Paraizo o. 18.
familia
Criado
Precisa-se de um criado, tratar na loja das
Estrellas, ra Duque de Caxias n. 56.
Declaracao
Tendo-se desencaminbado a apolice da divida
r.uhlica sob o n. 181666 oo valor nominal de
1:000/ de joros de o 0/q. eroittida em 1869, fajo
a presente declaracao de conformid,de com o
artigo 108 do regulamento dd caixa de amorti-
jaco, para que pela eparticc competente me
?eja enviada nova apolice.
Recife, 1 de Cu tubro de 189.Francisco Oc-
taviano de Arroda Cmara.
Plvora ingleza verdadeira
Vendem sem competencia Prente Vianna &
Companhia. __________
Armaeo
Vende se urna armago envidracada, propria
para miudexas ou farrica de cigarros ; ba roa
da Imperatriz n. 78, loja.
31000
Camisas mancas linas de primeira qualidade.
Camisaria Nacional
DE
Joaquim Arthur & lrmao
_________Rna da Impc-atr.z n. 52_________
Santa F
Qoem qoer, qae se acaba
Casemiras, chales, cobertores escaros, mada-
poioes, algo.-iaozi- bo, oleo de orixa, fianellas.
casacos de Jers, las rmatas, rJcbus, sepbiras,
bramantes chitas escuras, setinetas brancas e
collarinhos :
Ao Torrador
43 Roa Duque de Caxias 43
Lima Cootiobo & C.
Grande Novidade
Nao ha mais chapeos velhos.
Para o qoe ide na officina de ch-a
pos a praca da Independencia n. 27 e
29 de Manoel Alves & C levai cha-
peos velhos de Ijcmem cu de Sr\, que
por pouco dinheiro tem um chapeo
novo e da moda, seja qual for o modelo
e tambem tem chapeos novos para ven-
der o mais barato que em outra qual-
quer parle.
Garante-se o bom Irabalho e econo-
ma familiar de chapeos de pello e de
todas as qualidades.
Pr f a da Independencia o. 27
e 29
Ama
Na ra da Anro:a n. 111,
amas, orna para cosinbar
mar.
precisa se de duas
e outra para engem-
Ama
Ko becco dos Ferreiros o. 6, precisa-se de
urna cosinbeira erm urgencia.
Ama
Precisa se de urna ama
n. 34. loja.
oa rna doLivramen-
Amas
Joao Ferreira Lonrelro
Leobina rapiia-a L- ur.iro, Lo:da8 Tilo Lon-
reiro e sos mnih r. Eufn s na Loureiro Ferreira
esensfllbo^ g'idpce-D i-ordealrr ente a todos
ob prenles e piM, a *t amieadr-, que se digna-
ram acompanha- ao Ceir.iierio Publico o cadver
de seo pres;d idioo esporo, trman, cunbdo e
tio, Joo Perrera Loureiro ; e aioau Ibes pedem
o csridoso obsequio de aFsistir as missog que,
pelo repouso eleroo do mesmo Qu^no, s. rao re-
sadas na Ordem 3* de nossa Seobora do Carmo,
s 7 bons e meia, de quarta-feira 19 do crten-
te; pelo que desde j se confessam eternamente
agradecidos.
Precisa te de doas pinas, urna para engemmar
a outra para cccinbur ; na ra Nova o. 7, segn
do andar.
Ama
Precisa se de urna ama para cosinbar e faxer
mais alguns servigos a tratar no pateo do Li
vramento o. 2.
AMA
Precisa-sa de urna ama para andar com urna
criahQa e servtgos domsticos ; a tratar na ra
da Unio o. 5.
Ama
f
ANTONIO DA SILVA CARVALHO
Almeida Macbaao di C. agradecem dr intimo
d'aima a todas as pessoas que sedignaram .i om-
panbar a eoa ultima morada, os restos mortaes
de sen amigo e empregaio Antonio da Silva
Carvalho. e de novo convidam aos prenles e
fmi. fio finado, para aseisti rm as nussa* do
7* U do seu passamentu. p las 7 hras o< ira-
ob do dia 19, qoarta feira. na igreja da M'.dre
de Dens.
Na praca ia lodepeocia d. 27, c-ffieina de i ha
pos,, prt'c si se de urna ama i ar.i ir para Ai i-
pucos, para pouco ir^Oalbo e ".-tar com urna s
nbora s6. querse qoe seja de idide.
Farioha barata
Vende se no largo
rs. a cula, em sacros
kilos.
do mercado n. 12, a
brancos a 5*200 coij
'.00
42
Libras sterlina
Vende-se na loja de jolas ae Augusto
i ra do Cabug d. 9.
Visita', leques e renda-*
GuarnlcOes de vidrilboi, gatOi-s alamares de
seda e com vidrilhos, ultimas novidades,
Rceebeu o
CONGRESSO DAS DAMAS
8 e 10 Roa do Cabug--8 e 10
Liquida (ao
Santa F
Finas |-i.-fumarias, meias, Inicos e outros
artigos. objectos para presentes, pr.ra liquidar.
Rodolpbo Antones & C, ra Duque de Caxias n.
67, Maravilha.______________________________
Sitio venda
Vende e um sitio bem regular com casa de
tijolo, algnmas (ructeiras t cacimba com agua
potavel, juoto a estafio do Arroda, em Agua
Fria dj Bebtribe ; a trUr no Escriptorio Com
mercial, ra Duque do Caxias n. 72.
t
D. Prancellna I. de Albuquerqae
- Maranho
UanoelT.de Albuquerque Maractio, us i-
Ibjs. Albas, genros, ncra c n tos. conviiam os
sena prenles e mais ,> eso.>s de suas an.isades,
oara assistirem as rriseas que macdm (elebrar
por alma da sua nunca eequecida mul.'er, mi
st-gra e a\, D Fraocelioa I. de Alruinei que Ma-
ranho, na matriz de Pao d'Alho, a: 8 oras da
raanbu do dia 19 deste, anniver-i.r:o deseo
paseamento.
A lodos que compar'cerero es i; t'.e. rr ara-
decimemo.
1 pratico
Hende* da Cruz Gszlnaa.
Congrenso das Damas
8 e 10 Ra do Cabug-8 e 10
CARVALHO & ALMEIDA
Modas e confeegoes
Ttlephone-M
Exames de preparatorios
Aritbmetica de Trajano. livros e grammatice
de Joo Ribriro. grammatica allem, franceza
etc., encontra se na
PAPELARIA AMERICANA
Que tem um completo sortimento de livros de
mstruccSo primaria e ?eeondaria, livros em
sranco para significados, notas, etc.
Ra do Impeador n. 79
Grande liquilacao
De miudezas e perfumaras dos salvados de
Santa F. Pedro Autunes & C, ra Duque de
Caxias n. 6?. ____________^^
Ed Kamitez
O vtrJadeiro papel almaco dessa importante
abrica austraca, vnde se por preco mdico na
PAPELARIA .-.MERICANA
Ra do Impeador n. 79
t
anoel
rfiea
A associago da praticageci d .s br.rras
e porto desta cidofle, C3mpur(;ida pelo
passamento de seu tssociado, t- p'etico
Maccel Meodes, convida acs parentes e
amigos do tinado para acu.pannar-in os restos
monaes ao cej^iteno publico, agrac! etndo a to-
dos qoe comparecerem.
Carros roa 15 de Novembro, s 8orf3
Re ire, 17 de Ootub o de 1892.
O escriv,
JoSo B Esteves di- Snuza.
t
tiebatio Jos Pefxoro
Jos di- Azevedo Soozi e feos fllbo convidam
aos seus parentes e :Ligos para a3;istirem a
mi^sa qne por alma de seu cachado e tio, Se-
bastin Jj Peixo'o, mandara celebrar na capel-
la de Joo de Barros, no da 19 do rorrente,
pelas 7 hjr,s da mavb, stimo din o t.eu pas-
samento, coofessando-se desde j eternamente
gratos.
arla Harcla de Mello Hego
Walfrido Brrelo de Mello Hego agra-
dece cordialment-1 a todos oa prenles e
pessoas da asiiade qne sa 'igr-i'-am
acomjanb.r uoiemi-cno panhcooca-
t'avor de sua p: xadifslma esposa, Ma-
ra Marcia Ce Mello Reg, e linda Ihes pele o
caridofo obsequio de assistirem. as miesdS qae,
pelo reoouso et-'roo ia mesma fi-.a^a, serfiO te-
zadas oa matriz de SjdIo A;;l.nio, is 8 boras da
manha de quiota fera 20 do corrente, pelo que
desde j se confessa f-ternanrn'e a D.
ipeu
l'ninif linn I. U.- Albuquerque
Bar iitio
Jotioo Teixeira de Moura e sua rau-
lber Amalia Maranho de Moura, con-
vidam a todos os seus p ireotes e ami-
gos para oovirem a missa que mandam
rezar por alma de sua sempre lembrada
mi e sopra. Franceliaa I. de Al' oqu rqu: Ma-
ranrSo, s 7 1/2 horas da mnnba So u 19, na
matriz de Afogados. I* anoiversario do seu fal-
-| lecimento, anlecipando desde j o seu agradec-
ment.
t
Aluga-se
A excellenle caga com agua e paz, perto dos
baobesem Oliada, na roa Sete de Setembro nu-
mero 4, acabada agora mesmo de reconstruir-se
e pintada, prompla para passar a testa ; qoem
pretende" dirija-se a tratar na ra do Commer-
ci n. 26 A, Recife._______________________
Pedido
Os abaixo assignados pede o aos seus
amigos e frequezes para qae com a ma
zima brevidade se dignem de mandar sal*
dar as suas montas em atraso.
Recife, 15 de Outubro de 1892.
Thomas de Carvalho & O.
Criado
Precisa-se de nm criado de boa conducta ; na
ra de S. Joo n. 17, fabrica.
anoel Joaqun Ferreira la
Silva
30 dia du seu failecimento
Manoel Goncalves Estella lendo de
mandar celebrar missas ne igreja da Ma-
dre de Deop, s 7 i/2 horas da manbi do
dia 20 do corrale, por alma de seu amigo
Manoel Joaquim Ferreira da Silva, convida seus
p trentes e amigos e os do finado para aesistirem
as mesmas, confessaoic-se desde j agrade-
cido.
t
Botijo
Comprase botijOes de genebra Fockink ; na
fabrica de vinagre de Eugeoe Freres & C, ra
do Amorim o. 44, a 640 rs. cada urna.
Babador bordados
vapor Santa F, estreitos e
f
Marganda de (iusooao Santiago Hamos
" seus filbos convidam aos seus parentes
e amigos para assistirem a missa qae por
aima de seu idolatrado esposo e pai, o
ter.nte Antonio Acciolv Santiago Ramos, man-
dam i ezar na Conceico dos Militares, s 8 1/2
boras da manb do dia 18 do corrente, trigsimo
de seu passamento, pelo que se confessam agra-
decido" pnr e te afio de religio e carjdadp.
Leonid* Joc Perca
Joo Perrira de Meodonca convida aos
parantes e amigos ao fallecido Lenidas
Jos Peres, para assistirem a missa qoe
manda rezar por sua alma oa igreja da
L'oBgreaco, a 7 1/2 boras da manb do uia 18
do corren e, stimo do seu passamento. Ko* este
acto de religio e caridade antecipadamente
agradece. ____
t
Molbados do
muito largos
Vende-se
a 200, 300, 400 e 800 r?. a pega na loja
Llstras A2ues, roa Duque de Cuxias n. 61.
A' Boa F
RA DA IMPEKATRIZ N. 78 A
Botinas para seniioras a 2J300 o par.
das
N.3SaadoBon JessH. 3 I Ra do Impe-ador TI. 79
C< mpanhia Fi.brica de s-
opa
Os accionistas sS: convidados a fazerem al o
lia 15 de Novembro a 6" entraba na raao de 10
0|fj sebre o capital ou 2P0C0 poraejo do Bo
cu de Pernambuco.
Recife. 15 de Outubro de 1892.
TborrazC. Griffi'h,
__________________Director secretario.
Boa moradia
Um Ia, 2 andar e soto na ra do Livramen-
lo o. 34, tem bons commodos e agua ; tratar
na loja do mesmo predio._________
Ao Santa F
a como vende t
Por todo prego '
Cortes de casemira para caiga, anegados bon
t'm no vapor cima.
Como tambem am completo sortimento de
sapatinbo'1 para enancas : se encontrara 4 rm
larga do Rosario n. BO.
Inexgotavel e sorprehendente
Co.iecco de cambraias brancas e de coras oo
CONGRESSO DAS DAMAS
8 e 10Ba do Cabog-8 e 10
Aluga
se
O 1* andar da ra da Penha n. 23, com agua e
gsi, com commodos para familia, tractar na
ra Duqae de Caxias n. 45.
t
JOS RUFINO BEZERRA CAVAL'.'AHTE
Os hachareis Jo.- Rubno Bezerra Cavalcante,
Manoel de Barros Bezerra Cavalcante, Julio de
Barres Carneiro da Cucha, e o Dr. Jos Berardo
Carneiro da Cuoba, convidam os seus parentes e
amigos para assistira missa que mandam resar
na matriz de Sioto Amonio no dia 19 do corren-
te, por alma de sen sempre lembrado pai e so-
gro, Jos Rufino Bezerra Cavalcante, 1" anniver-
Bano de seu passamento. D-sde ji se confes-
sam gratos.
Ca a em OJinda
Aluga se a de n. 29 10a de Boxfim, com
bon- commodc; pa^a prando familia; a tratar r
jjema,ou na roa do Apollo n. 8,1 andar
AVISO"
Aiga-:T (uem Interracar possa que Manoel
Firnlno fi"t. ro nao .6-e < nder o hotel sito
roa da AseoiripcSo o. i, per nao Ibe pe'teocer. e
ao ter litnlo de coa pra, o qoe ttvixo assi?
nado provor oppo;tnoamtn!e.
Recife, 13 de Ouiob/o de 1892.
Do/nirin de Arroda Cmara.
* Noticia
Urna f mia c'e seis picoas preaia aleg-r a
ooira um sotSo de serventa indepeederjie, que
seja na fregneaia do Recifa, eOe preferencia as
ras de Apollo oo Cruz ; ao raes de Capibarir.e
o. 8, offieirje. se normar.
Caixeiro
Precisa se de um csixeiro de 12 15 annes :
na ra do Vigario n. 12.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro com ortica de mo-
Ihados; a tratar na travesea do Pocinbo n. 31.
aplto J lt'nrneiro Maciel da
Silva
1 ANNIVEKSARIO
Viova, mi. irmos, ccnbsdos, filbos.
genro e pobrinhos do Ansio capr.oJot
Carneiro Maciel da Silva, em comme-
moraco ao 1' annivers rio de seu la-
meniavel passamento, n ndnm celebrar
a s?i i v ; em?no i elo sm -
du qnsru-iei a 19 co crrente, p
mnr, r.a-'greja de Ncssa Sei i
c9u dos Militares, e convidam p
ios prenles, amigos e coaipai
pando soa eterna gratido a todo:
to carid080 ob^eQGio.
aVnVaVnIHaVMaVSBHBnV '
t
}
ra i
a as
ei'os
quo p
roo no
Coacei-
:s!irem,
; nnieoi-
staiem
Sitio na Torre
Alu^a-se o sitio ite Dr. Materoc ; iO m.cotos
das linbas de boacs na T ra eaio'a da linba (mea de Apiu^o.-, Km dt8
casas, auna potavel com enranan rnto para am-
bas as casas, banbeiro cafa e laoqoe p-.ra lave-
gem de roupa, apaarelfa* no sy-i ma Dri ir. -ge,
viveiro de peixe, multas ar on fruo ife-as e
ardan ; a tratar na ra 9 Bopicio n. 3>. Av
chaves no mesmo sitio. *
A ..uem competir
Osuo-adores da ra de Pedro Affonso pedem
para chamar a atiengo de qaec- competir pra
o deposito de lixo e aoimaes nit ros, que cons-
tantemente depositado, na segunda travesea da
mesma ra, que se (orna prejudicial saAde
publica.
.

J-
~.
.-TT,
i i ;i. i i ii


_

*%*


Piario de Pemambace Terga-feira 18 de Outubro de 1893
f:
****Jtlfcfc
Agua u Meta Carmelitas
>
cloo Succeaaor dos CarmeUtaa
14, Ba de l'Abbaye, 14
CONTRA:
Apoplexia Flatos
Cholera Clicas
Enjo do mar | Indigestos
Febre ama.ella, etc.
'TRANSFERE
14
RUEoe L'ABBAYE^
PARS
Ler o prospecto no qusl ra envolvido
cada ridn.
Deve-se exigir o letreiro branco
preto, em todos os vidroe,
seja qual fr o tamanho.
DSPOSITOS EM TODAS AS PHABS1ACIAS
do Universo
Desconfiar
jalaifirarnra
e exigir a Assignafira
de
J jqptqPRPPf^PPRF^f
co
J as -V-Zy: ^"
Doencas^f F'-^r V ['k #estomago
a DYSPEPSIA ATNICA, as PEBRES IHTERMITTENTES,
as CACHEXIAS de origcm PALUSTRE
C CONSECUTIVAS A UM LONOA ESTAC \ CM PAIZES QUENTE6
Prescreve-se nc-F Hospitaea em PARIZ e em VICHY o
61
ou EL.IXI& de BOL.DO-VEFINE
Inulta' W fa" i iKOit (t leildii i GRENOBLE rr:ci t ou priDfisis ohirnaciu le Frinji t do litruf uro.
En PERNAMBOCO : O' d. DROGAS <* PRODUCTOS CHOSICOS.
IPILULAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA
de ^
|pRarmocu A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso i
I digestivo, que se conheca, visto como tem a propnedade de digerir el
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, masl
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, oul
I ausencia de sueco gstrico, inflammacao. ou ulceracSes do estomago, oul
ido intestino, 3 a 5 plalas de Pancreatina de Defresne depois da co-i
[mida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescrptasl
I pelos mdicos contra as segu n tes affeccCes:
I Falta de appetite
iMs digeatces.
Vmitos.
Flatulencia estomaoal.
Gastralgias,
loeracoes cancerosas.
Enermidades do ligado.
Emmagreclmento.
;"
Anemia.
Diarrhea.
Dyaenteria.
. Oastritea.
Somnolencia depois it comer, e vmitos qai aoompanham a gravidez
PANCREATINA DEFRESNE em fraKrainhos com a dose de 3 a 4 coito
raaazinhas depois da comida.
m casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, a o todas u PbiimaQu
Chloros, Anemia Catharro pulmonar, Bronchite chronica,
Catharro da Bex'.eca, Phtisica, Tosse convulsa, Oyspepsia, Palidez,
Perdas seminaes, Catharros antigos e complicados, etc.
Boulerxsd Jenatr, 7: ero PABIZ, o na* prlucpaes Parmacian.

* gasta
Tossss
Defluxos,Bron hites
INFLUENZA
APF-ROV AQO DA ACADEMIA O^ MEDICINA DI PARS
Contra as AFFEICES dos BOFES e dos BRONCHIOS, acalma a TOSSE
e supprime a INSOMNIA. ^w............
F. COMAB FILHO, 38, Ras Ssint-Claue, PARS. EM TODAS AS PHARMACIAS.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os male i de pernas e do peito; tambem para as feridas
antigs chagas e ulceras. E famoso para a <;ota e o rheumalisnio e para todas as enermidades de peito nao
se reconhecc egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahidos e
juncturas recias, obra romo por encanto.
Essas medicinas sao preparadas smenle no Eslabelecimenlo do Professor Holloway,
T8, NEW OXFORD STEEET (antes 53S, Oxford Street), LONDEES,
E vendemse em lodas as pharmacias do universa
3T Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os raiuiQf de cada caixa e Pote se nao teem a direccao,
.33, Oxford Street, sAo l'alsihcasoe*.
P i.'is brancas de beserro, 1 quelidade
duia 6 '000.
Bo!s i tiracol para riaj-ntes, ou con-
uuctore=, urna lt$000.
Espantadores chiuezes de cabello muito
bons e llegar.tes, um ljiCOO
NA
lua l\ovi n. 13
*!?**???*???*?>*???*

VT Villa
Ex-premier c de aris
Vest los para senhorss e creso^aB pelos
-'timos fi ;urinos.
G r?:ijtd elegnn ia de corte, perfeiclo e
aodicidade de ceos.
Ba Beiraotla Victor-an. 18,
2o andar

Popu.'ar i
MES SHIH.
onde seo au:...... Jun:. .
i osstltui -'.-/
pan sa ti..i.;- >>, por prev>j ^j. .
so rurar om punop t. mi i
E--' m ipWamonte |
-: -. ".: -c-i-us vi
|M | II '
mu .. i.:g ijjito o Uupedo
a.- re. iindas.
!
vi
OSSI AS
Belleza do Carao
CnfJHSffi
Esta delicada pro; a-
rao5o, que nio o:v-
rere perigo airara, con-
serva a tuocidade c a
belle/a.
Duas appllcncSes dia-
rlas conservao a pelle
o seu aveludado e fres-
cura.
Cura completa c rpidamente
Citrox.ltatlina 11 mu, Hanltix,
lmpigen, Eupinhas, Biguaes
de Urariilex, etc.
Oeocsito geral: Phirmu Inglesa de Ch. OELACRE
Brutollas (BlgicaJ.
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Deoosi'o em Peruambttru : ._
COMPANBIA da DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOB.
^"ASTHMA
Opprrnao, Catam, com 0
Oblen as mais altas recompensas.
Deposito em todas as Pbarmsrlsjs,
TINTURA POMADA
NICA TNICA
nrsTAVTJ
a Barba.Baata om s I
Ex""fr*,aj,"B",yn"0 Dar dar aoe
^la^exnrePM^0 |SLJsWSB*
Ha HIXIOL, rJ UfayatM, M, P>
ri\ 4 CR^S. (tOKUlOS SC .''indo aldade, cor- I
w vftn es eclalnuin'e as Molestias I
ii/: OtuatetMa
Extracto cci;et iitr.ido dos cierne- i
dic liquido podend'> sal* tull-oa,l
;r.i :: Ht i .'i- ]
ccancla para os i nr anti U iirtd
TOM11WVI
6ii" inf.i'.iivris contra ; Aattbma,\
CtatmrrUo, Ut TmiiorrH, t'leeritH, Perita at>t>etitr.FeOres, Cunyentes, Jio- )?
liniiiiiv.ii. 4x
tetilla* l< i-.iietfii't
igaito,
i. .WeissiUHuaa oi

qua! u. r pioliKloque nao titr o en Icrsea Ja
Ph" COTTIN, qdaro do sai. Le iUy
Kiia do Seine, 5f. PARS
m:i-o.-rro em todas as fhabuacias
&&
????????^^?????Sg
ATKINSON'S
WHITE ROSE
De aroma tao delicado como a proprla
lusa, O sen perfume encantador nmpat
fresco e suare e nunca ^^"7*
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
superior s ontraa outcm pela fineza do
sea aroma, for^a e qoalidades extrema-
mente refreacantea.
A. marcAj.TKiNBOK r. melhor.
Vendem-ae em toda a parte.
J. av ATriJTBOK,
24. Od Bond Street, Londres.
lAVISO I LetritiiTiu tmente com o rotalo-
~ escudo azul e amarillo e s marca de
fabrica nmt Rom branca" com
o completo enderaco.
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Portateis e fix*e)
Lavadores
Despolpadores
Descascadoree
Ventiladores
Rodas d'agua
Turbinas
Engenbo de Serra
Moendas de Canns
Moinhos de Fub
Debulhadores
Alambiques *l^b^P^,^*-^^ f^ Separadores
Bruidores, Conductores, Catadores, Evaporadores a vapor, Defecadores
de triple effeito, Vacu os, e todos os machiniBmos pertenoentes ao fabrico de assucar
Caldeira Multitubular tpars queimar bagaco ou casca de caf. Prensas Hydranlicas e
Bombas de todna na amanbos, Carneiros Hydraulicos para levantar agua, Arados de
plantar miiho, etc. etc. Engonho completo de fabricar farinha e engenbo complete
para beneficiar arroz.
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machinas, Perteocea ou pegas avulsas para as machinas.
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Drogas, producios ch micos, e especialidades pharmacf ulicas
Agentes de todos os preparados estran-
geiros e nacionaes.
Machinas eletricas, ditas para agua g-a-
zozs, tintas, leos, vernizes artgos para
photographia, etc, etc
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Bengaline, Llard.
Voile preto para luto, de cores, lindos desenhos.
Gase de seda e fil para vestidos de baile.
Cortes de cachemira brdalos.
Ditos de cambraia e de algodao bordados.
Manteletes de se-ia e vidrilho de renda.
GalSes e mnitos enfeites de passemenherie e jais o ue ha de mais moderno.
Espartilhos de todos os tamanhoa.
LequcB e ventarolas de gas, de plumas e rendas.
Grande sortimento de vestidos para enancas.
Meias de seda pretas e de cores.
Chapeos de castor e de palba enfeitados e muitos catros artigos de phantc-
sie de bom gosto.
G*t\JSJi. OE
Madame KOBLET
1 A RA DO CABUGA' 1 A
CARD0S0 IBMAOS
Kua Baraodo rriumpho ns. 100 a 104 e ru*
doVisconde de Itaparica ns. 2
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Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes.
CALDEIBAS multitubulares para 4, 5, 6 e H cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferr Htido cravadas caldeadas, fundido de todos os tannos
BODAS D'AGUA para cubos de maaeua e t^ 'as de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhoa.
CRIVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sern sola, vlvula de bronse.
CHUMAOEIRAS parafusos e o mais que se opsa desojar para ongenhos, stra
as de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de machinismo Unto de f er
andido como batido-
EN ARREGAM SE de mandar vir da Europa por enoommenda, mediato um<-
ximmisaflo rasoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Ust
oas, para fabricar de 100 a 300 sacos de assuoar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos mesmos e responsabilisam*se pelo bom trabalh
C que ton um hbil engenheiro ingles muito pratici, alm de dos um dos socio.
oh bemnheiro.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientilicas
e pbysiologricas para o lim de
beneiciar os cabellos, restaurar
a cor, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
niento.
Esta aparada e excellente preparaco,
Sem duvida o melhor remedio at hoje
conbecido para os diferentes defeitos da
.abolladura, merece a intima attencio de
todas as pessoas qne tm tido a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o seu emprego intelligente tem-sc
conseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm aaa
sempre, a propria calvicie tem sido carao
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
dos cabellos; emquanto que para opentea-
ao das sennoras, o objecto mais ut c
mais agradavel qne se pode empregar.
PREPABADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
I.owell, Mass., K.st.-Unidos.
A' venda as lejas de armarinho e per
ftmarias.
DKPOSITO GERA7
Licor depurativo vegetal loda
do du medico <,uiotella
Este Dotabilissimo depurativo que vem
precedido de tSo grande fama infallive
na cura de todas as doeDcas syphiliticaa,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle,
como tumores, ulceras, dores rheumaticas,
esteocopas e nevralgcas, blenorragias
agudas e chronicas, cancros syphilitioos,
inflammacSee veceraes, d'olhos, ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas aa
molestias de* pelle, simples diatbeitcas,
assim como na alopecia ou queda do
cabello, e as doencas [determinadas por
satoraoSo mercurial.
Dao-se gratis folhetos udde se enooc
tram numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes. pblicos, e
muitos atteatados de mdicos e docume
tos particulares,
Fas-se descont em casa de
FAB1A SOBRINHO & 0
na Mrquez de Ollnda a. 91
MARAVILHA CURATIVA
DO CELEKRS
Dr. Humphreys de Nova Yort
A Ve.dadeira Maravilha do Seculc
APPR0VADA E LICENCIADA
seln Iuspectorfa Geral de Hyglene de
Imperio do Brazi.'.
A Ma*vilhi Cniai.rA 8 remediopromptti
^ara as Pisaduras, Macbucadaras, contasoes, Tor
yoduras. Corta eatonca o mangue, faz parar a UiflammacSo. redm
u lncoac&o. t Ira o descoramenio, e faz sarar a ertd
como por eacan o.
A lnrn v i I un Curativa aUlvlo promptos
cura rp.plda para Queliiiadi,ras, liscaldaduras,
uelmaduru do bol, e superior a qualquer outrx
remedio.
A lUaravilhR. Curntlvn e tmpagavel PSA
odasas Her..'irrhoglas, seja do Karts, das Geugivas,
do6 Puimdes>. du Kf roniago, ou as Hrmorrhotaasoa
aimon-elmcscura setupreo nunca faina.
A Maravilha rnrrla*unialllTlopromptr
para r de Dentes, de Otrrkt.s, da Face o NevraJda.
A Maravilla Curativa 6orecurec prompte
e precioso para Dores rheuma'.icas, Abjijao, LKri
R%ldez as Juntas ou Pernas.
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bflammadasropr? seguro, sempre emeaz.
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romo Inlf.^-no para o Catarro, a T^ucon-hea ou es
Flores Branca e outros eorrtmentos deljllltantes.
A Mnravilha Carativa npagavel pa
itn-ur Ulceras. Chagas artigas. Apostemas, Panal!
^'os. Callos. Frielrac Jo"netes e Tumores.
A Maravilha Cnvativa 6 remedio prompn
iara Diarrhea simples, e de Diarrhea rnronlca.
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Pecas Mendes & C.
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Pierio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos urna im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que tem vindo
a este mercado.
S ueste estabelecimento se eccontra.
Baa Estreita fio Bosario d. 9
Pocas Tendes cfoC
SIENTES NOViS
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Hortali^fc s e Flores
Roa Es'reila do Rosario n. 9
Po^as Mendes C.
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sos sem competencia ven-
de-se na ra Duque de Ca
xias n. 68 "
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H > < '< t 0 <\ O GRANDE PURIFICADOR H % L^ H <

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Dicionario francez-
portuguez e portu-
guez francez por Wal-
dez- o mais completo^ o
mais moderno, o mais adop-
tado, o mais oarato e o
nico que traz a verdadeira
pronuncia figurada 2 gros-
sos vo.un.es em quarto,
bem encaderna los por me-
tade do preep.
Livraria Escola do
Povo, ra do Impe-
rador n. 81.
Noticia
f-.L'hegou grande remessa das importantes aguas
das Pedras salgadasPcrtogala mais medici-
nal de todas as aguas conbecidas, multo agr-
avel do paladar e propria para ser osada em
qaalqoer occasiao, simples on com outra qual-
qoel bebida, especialmente cem vinho.
Devem ser preferidas a ostras de qne actual-
mente fazem isso e que em geral sao falsificadas
e prejudiciaes saude.
Estas verdadeiras e maravilbosas agnas acom-
panbam livros das analiees medicas e completa
explIcacSo de suas ricas propriedades e podan
ser pedidos gratuitamente as casas que vendem
ditas agnas e que sao as segointes:
Recite
Dias Fernandes & CTravesea da Madre d
Dens.
Antonio Mello Clas do Marqaos do Olin-
da.
Pestaa dos Saotos & CRa da BjO) Jess jun*
to ao C. 6.
Santo Antonio
Adriano aia & Rodrigos.Ra do Imperador
O.0.
Casa de Befe:;as.Raa Larga do Rosarlo.
Jos Fernandes Lima & C Ra do Baro da
Victoria.
Lopes MagsluQe8.Ra da Penba n. 8.
Boa Vista
Vasconcellos Sobrlnbo & CJunto a estaco da
Olinds.
Livros do
Wf\ '
Fazendas avariadas
Merino preto e azul escuro de pura
1S a 500, 600, 800 e 15000 o covado,
Bao muito largos.
Brins de linho de cores a 15000 o cor-
te, por covado a ?20, 00, 500 e 600
ris.
LOJA DO POVO
II.....Roa I-, de larfoII
Fabrica de Cama-
rabifa
Trabalhadores
Precisa-se de trabaja-
dores nesta fabrica, pagan-
do-se o salario mnimo
1#300.
TA tratar qo escrip'orio
das obras da fabrica perto
do engenho Camaragibe.
Cento por cento
Cau ellas do Monte de
Soccono compra-se co~?
100 "i cima da avaliacao
ua relojoaria Vernet.
Ra do Barao da Victoria
n. 53.
Kerosene luexplosi/el
Ycndem
Fons*ca Irmio
Cal nova de Lisboa
Vende-se no armatem de molbadoa de Fran-
cisco Braga, i rus de Pedro Affonso o. 433
antiga roa da Praia.
*


it-




8
Diario de Perambuco Terga-feira i 8 de Oulubro de 1892
i


I
V,
AOS FUMANTES
Uesejaes nao ter azia qiiaodo fcmaes?
Usae por algamtempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, quer desfidos.
sboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Nacional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois disso dir-vos-hei se foi oa nao ntil o conselho.
Cumpre notar A fabrica MINHA ESPERAN QA situada na ra Larga do Rosario n. 2 i A.
Um apreciador.
Us3 tambero o aromatice
Costumes para creaDcas
De todas as idades encontra-se grande
lortimento do
Louvre
Objectos de gosto par?
presentes
Ha oeste artigo grande escolha no
LOUVRE
Chapeos e capotas
Ultimas novidadea de Paiis recebes t
Louvre
SARAO CURATIVO DE REUTE
Gapas, jerse) s e visitas .
Ck-stos inteiramente novos acaba de re
eber
JSsteiras da India
Branca e de fantasa de novos desenhos
para forros de soalho, completo sortimento
no LOUVRE
Francisco Gurgel Irinio
Boa 1 de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
TECIDOS DB PHAN-
TASIA
Sendo 'mpossivel de se des ere ver
rrar-u vanedade de tecidos de diversai
cualidades proprios para a estajSo actaal,
rogase ao publico em geral e principal
tiente s Exmas. familias a finesa de vi-
litarem o
LOVKE
Ra 1/ de Marco n. 20 A
Francisco Gnrgel i lrmo
TELEPHONE N. 158
Secas brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande escolha,
sendo despachadas oestes ltimos das
LOUVRE
cortes de la,linho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebid al
ament e
LOUVRE
Grinaldas, leqoes e chapeos
de sel
De phantasias acabam de chegar para <
LOUYRK____
Faifas baratee
Na ra do Crespo n. 21
Sortimento completo de todas as fazen-
as para liquidar na ra do Cree}o 21
LOJA DO CAMPOS
Fabrica de gelo
igaas e limonadas gasosas i
tedas as qnalidsdes
Soda -water, ginger, ale, limao. !anr,;s, .-
ao.abacaxis, granadina, (fossll fraabOsa
cnilba bortel-pimema3etc .--
Jl-A-CAIiS DO (..PIBAR E-.;
Tumores, cravo. pelle vermelha, spera e oleosa impldido on carado
por o mais grande de todos os aformose dores da pelle, o SabSo Curativo de
Reuter. Prodaza a pelle formosa, branca e clara e maos brandas; absoluta-
mente paro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabSo para a p^lle bem como do toncador, do banho e do qnar todas criancas.
CAiTeti- Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay & Co, New-York.
EDIOV4L
TCILSTS
XAROPE DE REUTER If. 2
Como remedio daEslacao Calmosa, Puificador dosangoe, diurtico,
3 aperiente, nenbam oairo appellidado depurativo ou saisaparrilha se appro-
eima seqner aoXarope de Renter o. 2. Combina quatro grandes proprierio-
xes em um s remedio, operando a um lempo sobre 03 orgaos digestivos, o
dangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neotralisa xpolsa pelos cunaos intestinaes, rins e
poros da pelle, os gerrxens nocivos, u'J<- flutuam nc eangue, na urina e na
transpiracao
O MELHOB
PUBIFICADOB
PASA O
PEQUERAS PILUL4S BE REUTER
Figadu entorpecido cura-re popitivnmente coro estas pillas. Ellas
aSo um remedio purgativo fivre de pr rige para o hemero mais fraco, tao br-m
como bastante activo para o hornera mais forte, e nao constipa n depois; pela
dego geral agrada a todos que as c?am. 8So as "jilula? estandarte da pro
fjssao medica dos Estados-Unidos. Sao as menores e mais face;3 a tomar.
Quarentaem a
PARA
HtiADO
TRI* OFERO DE BARRY
Urna preparaco elegante, extremamente perfumada, remove todas as im
purezas do crneo, preservativo contra calvicie e cabello cinzento; faz o cabel-
lo crescer espesso, brando e bernoso Infellivel para curar erupjes, doencas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rpidamente cortadoras, qaeimaduras,
feridas, terceduras, etc.
CACTEliA.NSo c [genuino sem cada frasco ter a marca registrada
se Barclay & C. New -York.
PARA O
CBELO
A PELLE
DEPOSITARIOS DK8TK8 PBODDCT08.A companhia ae Drogas ductos chimicos
Ba Marques de Olinda n. 23
FOLHJTIM
A DOMADORA DI HOHM
POR -
JULIO DE GASTINE
(Contlnuaeo do n. 235)
SEGUNDA PARTE
Seguil-os-hei para onde forem... Nao
abandonare! mea filho.
O homem tinha no semblante urna tal
expressSo de ddr, que os agentes nSo pu-
nham mais em duvida o sea desespero.
Com quo entSo isto nSo plano?
E' mesmo teu flbo ?
Sim.
E porque o ftriete ?
NSo sabia...
Nao sabias ?
Joro-o.
Esta agora !
ees um transente
descobreB que elle tea fi ho !
S depois toi que o reconheci.
Nanja Abi ha cousa. Alguma he-
ranja que recebeu... E elle sabe que
foste t ?
Sm.
Bonita scena de dramaj
Emquanto conversavam, os dous homens
torxaram o ferido er tro os bracos e o car-
regaram.
Boberto seguio-os de cabeja baiza, do
cilmente.
Na pharmacia, cuja porta se entreabri,
eatava um mogo de botica, com os olhos
cebados de somno, envolvida a cabeja
em um grande cachenez, soprando dos
dedos para os aquecer. Quando o grupo
ohegoa ao alcance da voz, elle exclamou
soprando ainda mais forte os dedos : .
Que tempo safado.
Depois perguntou :
O que ha ?
Um crime.
Um crime I
Um calafrio passou pelo aeu corpo.
Examinou o homem com interesan, con
vado.
h na ra do Creso n. 21
LOJA DO CAMPOS
Fazendas baratisaimas, isto para acabar
Sargelim de cores tambem preto e branco a 320 o covado.
Pecas de Mosxuline da India com 12 jardas por 8.-50OO a pega.
Brim pardo liso para casacos e vestidos de 400, 500 e 600 o covado.
Planellas de cores lisas, listas e flores de 5C0 e 600 o covado.
Voiles de algodSo com ramagem a 280 o covado.
Chitas americanas petipu 400 rs. o covado
Etamines de cores cem ramagens a 500 o covado.
Bramante de algodSo 4 larguras 1200 o metro.
Dito dito com 4 palmos de largara a 1600 o metro.
Sortimento completo em chitas brancas, cores e escuras 320 400
MadapilSo americano lavado de 10$ e 11$ a pega com 24 jardas.
Chitas finas meio lucto a 300 o covado.
Organd de cores a 320 o covado.
Linn liso todas as cores a 500 o covado.
Setineta lisa preta branca e de cores a 600 o covado.
Merinos de cores por metade do seu prego.
Tudo isto para acabar
NA
Loja do Campos
i. m jm m mmm i. m
NOVO ESTABELECIMENTO
Recebeu um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas de cores e pretas para sentaras.
de rendas e de palca para senhoraB e meninas.
sonsos
de p a de seda para cr angas.
IIAPEOS DE FELIfiO
par homens rapases, dos sabricantes FRANCEZE, 1N i*Litfc S E ALLEMAES.
CHAPEOS
para homens. >
FORMAS
de palha para chapes de sunhoraa e meninas.
K3srG33. Ajaos
GRAVATAS DE SEDA
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flore.
Plumas, Aigrette* eGrampos
para chapeos e antros artigos de faatasia.
do Baro da Victoria d, 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
l^Au Paradis des Dames
Novos cr'es de vestidos de seda, 15, cam-
braias bo dadas, tecidos de algodSo, cam
braias de pbantasia.
Espariiloos de sotiaa e de brim. lequfs de
pinrras, aze, v^Dlarolas, biros de feria de
c.-es, andaluzes de seda.
TWtiim SBR
UANPAT1RS0
44RA BAUO CO TRmMPHO-
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Faixas batidas sem cravacao
Arados.
THEO. JUST.
Gasa de commisses e repre-
sentaQes
EXPOSigAO
DB UIG01FLGT0 BOBTIHENTO DE
OKS3S3NrX3CaS
de innmeras fabricas de todos os pnizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercadorias, :
machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor des-
infectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA de
Dr. H. Rirdet.
62Ro? 4o Bom JESS82
Sobreiudos irapermeavei?, peilos com pre
gas, camisas, ponbos. colarinbos e perfuma
ras dos melnoie? fabrkaGt.3, meias de se-
da, rio da escossia e algedo.
E.-ieira da India, brancas e de core?, ta
petes em prcas, guarDi6es de tpeles de
carneira, almofadas ricamente bordadas de
ouro.
88SA 2ABA0 JA VICI0IA-S8^J
Telephone59
Pichincha
A. 8s000 a pe^a
Peyas de cbita chinesa padtSes lindos
com 12, 14 e 15 jardas por 8000 a
peQa.
NA LOJA DO CAMPOS
Ra do C respo n. 21
Azeite puro de Oliveira
Em latas de i, 2 e 4 litros.
Recr.boram
GUIMARaES AVALENTE
e Praca do Corpo Sar.to 4 e 6
Temos romance Atra-
para roopar, e depois
solado em nao ter sido incommodado por
pouca cousa.
Dentro da pharmacia, Raphael foi es
tendido sobre urna grande poltrona forra-
da de couro verde, e o boticario o tratava,
emquanto os dous agentes conservavam-se
I de p em volta, ndifferentea e immoveis.
nem mesmo procurando vigiar Roberto, o
qual de tacto nSo pareca pensar em faga.
O mi ser a ve 1, encolbido a um canto da
botica, olhos fizos sobre a face pallida do
ferido, seguia todos os movimentos do
pharmaceutico, parecando querer 1er suas
impressoes no seu semblante.
Quando este, depois de ter auscultado
Roberto, tomando o pulso, examinado a
ferida, deisou escapar esta phrase :
Elle nSo esi mortoum profundo
suspiro sahio do seu peito opprimido. En-
tretanto, nSo ousou pedir alguma informa
{So complementar, porque nenhum som
podia sahir da sua bocs* serrada pela an-
gustia, sem saliva.
O boticario accrescentou :
NSo est morto, mas deram>lhe com
vontade 1 NSo sabem quera foi o autor
da brincadeira ?
Os sgentes designaram com o clha Ro-
berto Vandanme, cuja face se tornoa ril-
vida.
O pharmaceutico estremeceu e urna ez-
clamacSo involuntaria lhe essapoa dos las
bios.
Ah I patife !
Depois, disse mcia voz aos agentes :
E o deizam assim em liberdade ?
NSo receiam que d s de villa Diogo ?
Elle nSo pensa em tal.
Porque ?
Parece que o mojo seu filbo.
Sea filbo 1
Sim.
E quiz mataKo ?
Sem o reoonhecer. S o soube de
pois.
Quein lhe disse isto ?
Elle proprio.
Esta agora singular !
Em juento fallava, o boticario prepara va
fios e proenrava frascos para pensar a fes
rida.
Ud- dos agentes inclinou se para Ra
ph:ei.
Acredita que elle escapar ?
Acredito, mas preciso levaNo ao
hospital ?
Ou para a sua casa.. parece pess
6o abastada...
No hospital seria melhor... Emfim,
resolveremos isto qaando elle recuperar
os sentidos.
E collocoa ao nariz ferido um pouco de
algodSo embebido em ether.
Ao fim de um instante, Raphael fea um
ligeiro movimento, depois suas palpebras
se mexeram, e o branco dos olhos appa-
receu.
Eil-o que volta a si.
Os agentes seguiram cariosamente as
phases da operacSo.
Robe.-to era todo olhos e ouvidos.
Raphael agitousse.
Seas olhos abriramsae de todo e pass
seiou em volta olhares estupefactos...
NSo sabia em que lugar se achava e o
que tinha acontecido.
Seas labios murmararam ama palavra
coja significacao nSj foi oomprehendida
por nunhum doa assistentes.
Era o nome de Oarmen.
Agora, disse o bot;cario, vamos penv
saNo depressa, creio que tudo ir bem.
Ljval-o-hemos para o hospital, disse
o agante, e depois trataremos de tranca-
fiar o asaassino.
Preveniram o coinmissario ?
Ainda nSo. Estavamos sos.
Gomo o homem ainda respira va, trata-
mos do que era mais urgente.
Fizeram bem.
E foi ama felicidade qua o assassino
nSo tentasse fugir, porque, se o fizesse,
teriamos de correr no seu encalco e quem
sabe se elle nSo morreria por falta de soc-
corro immediato ?
Durante este oolloqaio, Raphael reca-
perou de todo os sentidos.
Acabava de ver o sangue que manchava
as suas roupas.
Senta no peito um ardor lancinante.
Reconheceu os be caes e os accessorios
de ama offioica de pharmacia.
Vio os agentes, e lembrou-.se de todo.
Um longo calofri lhe percorrea o cor-
po...
Roberto estava ocsulto da sua vista pelos
Raphael perguntou :
Onde est o homem que me ferio ?
Os agentes afastaram-se, e a cabeca
horrivel de Roberto Vandanme, beBtislisa-
do pelas privag5eB e pela vida errante
que levava, apparecea no re canto...
Os olhares do pai e do filho ae cruza-
ra m.
Kaphael, pe-rplezo, perguntou :
Que homem aquello ?
O assassino.
O doente sacudi a cabeca.
NSo... Foi ella que me aoccorreu.
Roberto dea om passo para frente, com-
movido pela grandera d'alma de seo filbo.
E disse :
E' intil procurar salvar-me... Con-
fessei tudo. Merejo a morta... que ves
nba ella. A'm disso, estou cansado da
vida. T a joven, rico talvez, amado,
fioars bom e poders ainda ser feliz. Para
mim tudo se acabou. Fia soffrer e chorar
um arjo, a tua mSi. Foi o peso das suas
lagrimas que me cahio sobre a cabeca. O
fardo muito pesado, mais vale a merte.
Adeus 1
Dizendo estas palavras, Roberto levou
aos labios um pequeo frasco que havia
subtrahido do armario, emquanto nao lhe
prestavam attencSo.
Beben de um trago o contedo ecahio
de costas como ama masaa, fulminado,
Houve um movimento de estupor, quasi
de terror.
O boticario ezclamoa :
Foi acido prussico Est perdido !
Com effeito, Roberto Vandanme cao se
erguea mais...
Raphael, violentamente mpreesionado
com esta dramtica peripecia, foi trans-
portado para a sua casa, sendo recebido
por Carmen, lacrimosa, que o cobrio de
caricias e beijos para o chamar vida.
Caricias e beijes foram efficases, porque
Raphael se restabeleceu depresia e pode
ao fim de om mes deizar Paris, em oom-
panhia da sua amante.
O corpo de Roberto Vandanme foi
transportado para o cemiterio.
Riphael o fez sepultar no cemiterio em
que repoasava Marianna, a primeira t-
c'ima do miseravel...
FIM
JULIO MARY
AMOK E 0M0
PRIMEIRA PARTE
Si cabera, porm bom corado
NO PELOURINHO
O palacio Bertignolles, na avenida Frie-
dland, cortamente um dos mais sum-
ptnosos de Paris. Construido no gosto do
de.-imo sexto seculo, tem a sua fachada
monumental aberta por urna immensa ja-
nelia com saccada saliente, e na sobre
loja, por dous enormes buracos, dos quaes
um por cima do portSo. Um corredor
leva ao pateo onde estSo, ao fundo, os
quartos dos criados ; as cavallaricas, cajas
portas entreabertas deizam ver seis ca-
vallos : tres cobs e tres russos ; as cc-
cheiras, onde estacionam co'jertas de sarja
verde cinoo carroagens : urna calece, duas
victorias e dous ooaps.
All bs occalta a vida paririense lzaos
sa, com as suas mil superfluidades, os
seas ezoessos de contortavel elegancia
mais requintada.
O vestbulo calcado de mosaico confina
com ama escadaria de madeira com obra
de taina, volteando entra quatro paredes
Iluminadas por antigs vidracas flamen-
gas, sob as quaes desdobram se tapecarias
de um preyo nestimavel. No primeiro
andar, urna sala de jantar estvlo gothico
onde se agglomeram estantos gravados
mais preciosos do que a prata lavrada,
lonjas raras, ama piofusSo de esqusitices
entulhando arcas de todas as procedencias.
Em seguida o parlatorio, sala quadranguv
lar, de enormes dimensSss, com o tecto
avivado de azul e ouro. No interior desta
sala, na altara de tres metros, corre ama
sacada circular italiana. Tapecarias es-
curas e mobilia severa. A's paredes,
quadros de mestres antigos e modernos.
Sucoedem se tres sal3ta. Os dous pri-
mearos sSo verdadeiros mseos, onde ex-
hibem-se em armarios envidracados os
objectos mais raros, descobertos em todos
Triuiplio em revoiifo
Luiz M. Ribeiro QuimarSes, successor
de Alheiro, Fernandos & C convid-t aos
seas amigos e freguezes visitarem o
seu armazem de molhados, o qual acaba
de passar por urna completa reforma e
acha-se sortido dos melbores gneros de
primeira qualidade, tanto nacionaes como
estrangeiros.
Vende sem competencia :
Vinhcs de Pusto, Porto, Figacba, Col-
lares, MoncSo etc.
Licores, cognac e cervejes d;s mais
acreditadas marcas.
Conaet-vao, manteigt, queijos o outros
artigos do seu commercio.
E' tambem especialista em cha.
Ruada Imperatriz n. 42
Santa F
Ricas saias bordadas, lovas de seda p-ca, va-
selina preta e amarella, do fabricante Saurel,
propria para tlDgtr e conservar couros, cacado,
trreios, etc. ; vende-se na ra do Crespo o. 17,
loja do Guimares.
Taverna
Vende orna taverna em bi localidade e mnito
afrexuezada, com poneos fundos, propria para
principiante. 0 motivo da venda se dir ao
comprador: tratar na roa da Conceico n. 6.
os pontos do globo, ourivesaria, miniatu
ras, crystaes, armas, marfins, esmaltes e
joias antigs.
O terceiro talSo urna maravilba de
gosto e originalidad!;. Esta parte onde
I desabrocham os mais bellos exemplares da
flora tropical, occapada ao centro por
urna palmeira gigante e dividida, por um
feliz arranjo de arbustos, em retn s de
um frescor delicieso, que formam urna de-
zena de pequeos salSes no grande salSo
e ende podem refugiarse em grupos
aquelles que as relagSes intimas ou affiai-
dades de gostos e carcter conjracam. E
prolongando se a esse salas, um jardim de
invern, onde a luz jorra de um tecto en-
vidracado, smente attenuada pur um ve-
lum de seda da ludia. Pintores de no-
meada deixaram as paredes paronamas de
Saint Germain, Chatou, Bougival, que
compSem assim urna serie de paizagens,
dando a illusSo do campo no proprio seio
de Paris.
Por toda parte a pbantasia, o go=to Na
mobilia, nSo havia nada da solemnidade
fastidiosa de out 'era. Os estofos reas
zem, variando os estylca e aa cures. Nem
um movel se assemelha: um muntao de
cousas cm desordem, pacientemente pro-
curado, estadado por mSo de mulher, pois
foi rnao fominina que presidio a esse ar-
ranjoum sem numero de reposteiros de
setim, azul claro ciee, vicil-or, damascos
de seda verde, pelucia vermelha, reliado
preto, velludo de Genova, bordados e ren-
das. O olhar extasia-se deslumhrado e
encantado.
O Sr. Bertignolles um antigo criader
de gado na Australia, cincoenta vezes mi-
llonario. E' viuvo e pai de ama filba,
Jnny, de vinte annos, morena alambrea-
da, que traz lo sangue um pouco da vo-
luptuosidt.de indolente das filbas de rajas
mes tijas, pois sua mSi, encontrada por
Bertignolles no correr das suas exped-
j8es aventurosas em busca da fortuna,
era urna indgena de Taiti, meiga creatu-
ra que legara filha sen corajSo temo, a
belleza delicada, a irreprohensivel puresa
de formas.
Bertignolles era de origem francesa,
mas s habitava a Franja havia dous ou
tres annos.
(Contina}
Typ. do Daro ra Daqae de Gaxias n. 41.




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