Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18822


This item is only available as the following downloads:


Full Text
i
\ i
2i)z
5 DE SSMBRO '1)1
I

DIARIO
PERNAMBUG
Propriedade de Manoel Figueira de Faria dks Filhos
PARA A CAPITAL LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meies adan ud os.
Por seis ditos dem. .
Por om mido dem. .
<'>iHa numero avulso, do
mcsmo
dia.
0UUU
12*000
23fKXX)
100
Os Srs. Auiede Prince & C.
de Pars, sao os nossos agentes ex-
clusivos de ann uncios e pubtica-
cpes na Franca e Inglaterra.
PARA DENTRO FORA DO ESTADO
Por seis mezes adiantados. 13(5500
Por nove ditos idem...... 200000
Por um auno idem...... 26)J000
Cada numero valso, de diaa anteriores. 4100
TELEGRAMAS
M6VI.C FAST.CH.J.S 00 SIASIC
VALPARA1ZO, 3 de Setembro.
A actual sm Jo do Conffresso fot proro-
gada at 12 d > correte.
BUENOS-AYRES, 3 d^ Setembro.
O Cngre-si approvou a proposta do go
verno para urna emisso de 8u milhSes de
pesos.
A taza do ouro 237.
Falli a caixa dos descont*. Fo-
rana presos os respectivos directores.
PARS, 3 de Setembro.
A esquadra ingleza entrou boje em Tou-
lon.
Toda a imprensa europea cooimenta mul-
to a decisSo do Rei da Italia em regeitar
o projecto de urna viagem Spezzia.
A esquadra franceza commandada pelo
admirante Duperr, devia saudar o Rei da
Italia n'aquelle porto, no dia 21 de Se-
' tembro
S. PETERSBURGO. 3 de Setembro.
'
Consta que o Imperador nao ir a Co-
penhague, atina de evitar a passagem por
Berlim.
MADRID, 3 de Setembro.
Em diversos logare das provincias de
Alicante, Badajos, Toledo e Valencia de
rm-se hontem b novos casos e 20 falle"
cimentes de cbolera-morbus.
l-ARTE 0FF1CIAL
i

IHSTRDCC10 POPULAR
' msiilBiLiSAis sos asaos
pos
lOSS M-OiRifial-G) 2FfilSTS
CAPITULO XXVII
*
ida4e da TerraDa rae Ao e m da
iu,nlilii-4iir efii Um IntvHitrn
ra liumaninoSm da atando!
10
(Continuacao)
A3 coaquistas realisidas por alguns genios
superiores tus scien.ias, oas artes e na industria
serio oo futuro urna iliuso, que se desvanecer
nc nio ser Je to las as cousas, quinao desappa-
iecer o ineatru em que os seos maravilbosos ef
feitos produzew urna realidade positiva, qjando
o hornera os preseucea f
Sera esta realiuaae completameote estril e
neg uva, mal que o espectador deixe de assistir
a. suas represeulages t
Nao pode.ro lauoeui salvar-se do geral cata-
clismo a Distoria do enero bumaoo, a mesma
bistoria do plaiea em que vive, cuidadosamente
interpretad i pelas suas aelividadee" sciencia ?
A suceesso cnronolo eos, a que conslitue a historia da bumanidade,
intimamente enlajada con a primeira, terao sido
creadas em um hm ulterior determinado ?
Pro lucios separados da materia, immteraes
de si meamos, per-eero com esta, fijaro aoi-
quii Jos para sempre ou aprovetlar se bao do
s:.. ensinamento as humanidades que povoam
outros mundos do espacj ?
Se o nosso pi nma leui passado por todas as
phases e revoluto s dos demus astros creados
antes delle: se nos que nao se formado posterior-
mente a Naiureza se Da esenvolvido, como nos
i-nsisa a ciencia, e faz suppor raciociu.o, sob
as mesmas leis que na Terra, I i. deducir
qce as suas respectivas humanidades pa^siro
pelas mesmas phases ni-toncas que o bomem.
Sob e te poni de ida i o- a nos a cbiono
lo"ia histrica e sci-n ilica nao exclusivamen-
te nos**, ieuj o cuiacte de trasversal c tem de
^er, por onsequeiicia, .orisidera la era abstracto
co no um ente moral que nasce a par do astro,
que cora elle se de-fcnvmve. que passa por diver-
sas granuaces de i t-'ligencia, e que se perde
no ioiinio cuando a materia do glcbj se congela
e inutilisa em si propriaos effciiosoa existencia
universal.
S ra a intelliin;pa bunana, no seu desen-
volv!.euto, o produ to -x lusivo dobomem, ou
do mun lo que este haba? In".linamo-nos a
acreditar a ultima hyiioihese que 6 o mais a que
njs a'revemos porque navegamos por mares
descoiifiecidos. sem rumo certo e ao ica-o. a bus-olaperdiiae perdidos os insiiuneato-ade
nados, que poden.m orientar-nos da nossa si-
tuago.
CAPITULO XXV [II
Ligeru vliw reropecl-a
ConcliiftAo
I
Vamos terminar oestudo que nos propuzemos.
Se fui com i-xiio fez ou rLao nao nos
oompre fazel- > presente sene o leior n.-trui-
do quejulue desapaixoi aJam nte.
A un-fa que lanos por con>-laida oeste cap
lulo, exige, para o seu d se upenho com a lu> i-
ez i remisa, una somma de couhecimento, que
nao dado a (o ios possuir.
Nada, pois, te ia de extraordinaiio, nao sendo
9 autor d'e.-te Ii*w um 'mtm entes privilegia-
dos qu a sna obra ri< asse incmplela e den
cente. Mas.anda neste caso, tena em seu abono
o ment da prioridade, porque em Hespaoba,
at ao presente, nao se U-m publicado sobre o
a-oblema da habitabilidad* dos mandos, ne
nhurn Hvro original Temo-nos contentado com
tradiccesdeebras estrangeiras, que, t-em du
v la, valem mnito, e sao dignas de estudo e de
s^rem conhecioas em lodoso povos cultos, por-
que enMnam e illustram.
Afora wto como o leitor notar, o nosso traba
lho p.>de consfderar-se dividido em iresseccO^s :
iiueira : resumo das principaes tpioiOes an
ticas e modernas sobre o problema da habila-
Hbade dos *tro.
Sejunda : provas snientiHcas, expeimeniaes
epti.luftopb.cas, que attestama verdadedo enun
oadu axioma. *
E terceira : questfies complementares do tbe
na que se atsenvolve no contexto d obra.
(Connosj.
horeruo do lisiado de Peraam
buco
Xpiti>IEHTE 00 DU 21 DE AGOSTO DE 1890.
Aci >s :
O desemoargador Bara > de Lucena, governa-
dor do Bstaiio de Peroambuco :
Visto o decreto n. 5,457, de 6 de Novembro
de 1873, art. 10, que declara extioctas, quaodo
vaarem, as Serventas vitalicias do officio de es-
crivao privativo las causas commerciaes em se
guada instancia;
E oiusideraodo que, declarada vaga a men
ciouada serventa na R lacio do Recife de
e^uidade, em rel.ico aos outros serveutuarios
uo refer do T. bunal, maaier a extioccj deca
rada uo ciudo deCeto, com reserva, porm, do
ufficio dos protestos de letras, que. ao contrario
do que determinou o decreto o. 5,557, de SO de
Fefereiro d*> 1874. art. 3o, coavem separar, cen-
stituindo officio distiocto, conforme dispoe o de-
creto o. 135 Je 1* de Janeiro de 1890, para a Ca-
pital Federal;
Usando das atlribuico s que Ibe cooterem ns
decretos n 7, de 20 e 23 de N'ovembro de 1889,
resol ve publicar o segointe:
Decreto n. 2
Cri o officio privativo de protestos de letras
na capital deste Eslsd >
Art. 1/ Fica creado o lugar de offijiat de pro-
testos de letras de cambio, trra e mais ttulos
que o exigem na capital deste Estado.
Art 2. O escrivao de appellaces commer-
ciaes. cujo officio est extincto. e exercia taes
funecoes, entregar os respectivos livros por n
ventano ao officiai de que trata o artigo antece
dente.
Art. 3.o Ficam revogadas as disposicOes em
contrario.
O secretario do goveruo faca publicar o pre-
sente decreto, expediado as commanicac6es e
ordens necessanas.Remetteu se copia ao con
selh -ro presidente da Relacao e ao Dr. juiz de
direito especial do commercio.
0 desemoargador Bario de Lucena, gover-
nador do Estado, atteodendo ao que requeren
Antonio Ferreira da Silva Lima, apontador do
Arsenal tle Mannba, e tendo em vista o atiesta
do medico exhibido pelo peticionario, resolve,
de accordo com a informaco do respectivo in
gpecior de 19 do correte sob n. 108, conce-
der Ibe tres mezes de lcenca com veocimentos
ca forma da le, para tratar d sua sade.Com*
municou se ao respectivo inspector.
Officios :
a'directora gcral de estatistica.Em resposla
vossa circular de 2 do correte, scientifleo-vos
que ueste Estado apenas existe um oficial do re-
gistro eescriv&o privativo dojuiz de casameotos,
que o desla capital.
Qjauto vossa circular de 19 de Julbo lindo,
em adiitamento de 16 do mesmo mez, peco
ves a remessa de tima segunda via desta ultima,
que nao toi reccQida por este governo. afim de
ser satisferoo vosso pedido.
Ao inspector da Toesouraria de Fazenda.
Declaro, para vosso coonec cucSo. que segundo o aviso circular do Ministe-
rio da Fuzeoda. de 8 do correte, e de couforioi-
>ade com a circular a. 48, da mesma data, fot
revocada a ae n. 30 de 2 de Setemoro ds 1889,
que manda eschpturar sobre o tituloDepos to
de diversas ntm a quaotia proveniente ue
venda ae trras puolicas, cuja produeco f a ce
dida s provincias, boje Estado-, para ser ap
pilcada ao desenvolvim nto da colonisaco, pelo
art. 4* da tei n. 3,396, de* 24 Je Noveuibro de
1888; assim como o servico da arrecidacao das
dividas, pissa a ser inspeccionado pelos tbesou
ros dos anos Estados.
Mutatis mutmdts ao Thesouro e ao inspe
clor de ierras.
Ao inspector da Tbesouraria de Fazenda. -
Communico-vos que o esemba-gador Jos An-
tonio Cor eia da Mlva as-umio o exercicio de
seu cargo na Relacao do Recife, no Io de Julbo
uta
Ao inspector do Arsenal de Marinha.-Em
telegramma de nontem datado, determinou o
Ministerio da Mannba que se recolha immedla-
tamente a Capital Federal o cruzador Lxberdade
Para polica da quareuleoa bastar o cruzador
Centauro, conforme declara o mesmo tele
gnmioa. O que vos communico para os devi
dos Sos e execuco.
Ao inspector de hyaieoe.De accordo cor
o que ponderis em othcio n. 251 de 18 uo com
reate mez, declaro vos em resposta, que flea de
neobuiu tff-iio a ordem relativa ao fornecimento
de urna carteira uomeopatica ao cidadio Job Pe
reir Bastos.
Ao inspector de trras e colooisacio.Pare
resolver o pagamento sobre que informasles em
oficio de 19 do corrate, curapre que me remet
tais copia do respectivo contracto, declarando
se f i approvado pelo governo.
Ao Sr. Jos Xivier da Cucha Alvarenga. 1
secretorio do Club Republicano da villa de Qui
papo
Accuso o recebimento de vosso officio de 18
do correrte, participando que por esse Club me
foi coufena o titulo de socio benemrito.
Agradeceiido esta prova de consideraco, pe
co vos que recebis e transmitis aos metnbros
-.10 mesmo Club os meus protestos de estima.
Ao fiscal da Compaubia Recife Drainage. -
Declaro vos que indeferi boje a pelico de E ni
lia Herculana do Reg e outros propnetanos da
casa n. 232 ra do coronel Suassuna, pedin
do seucao do imposto de annuidades dessa coin-
panhid de que trata a vossa nformago e:n olli
co de 10 de Abril ultimo, -Commu-ucou-se ao
luspectir do Thesouro
Portaras :
O cidado gerente da Companhia Pernambu-
cana man le dar pas.-agcm de r at a BaQia no
va jor J.cuhive, que segu para o sui a 2J Jo
correte, a M xiuiuno Flix Babia e a &ua se
nliora, por c. ota das gratuitas a que o governo
tem direito.
dem dem idem de ida e volla entre os
porlos destaciJadee o la PortaleiJ, na 2" via-
gem desle mes p^ra Os parios do norte a Carlos
Aslluff, tr.izendo lia volla SCJ pal, JUaildj para
uso se af sentar.
lie .i dem ai 0 EsUdo das Alagoas, por
conta do mioist. no da guerra, ao ex sida lo do
f Dalaluao le Lila llana, Jo30 Soiiij Vieira,
que foi exclu lo do servigo do exercilo co u bal
xa por conciusao de tempo. segaudo cou-u de
oficio do comojandante das a mas de=ta cidade
sou/i 12o. -Coujmdnicou-se ao comma ite das
armas. .
dem idem mandando lransporar ao Esta-
do do R o linde do Norte, na priineira oppor
tunidade 42 vulum*-s conteni fardamento e
medcalo- moa.Coiumuaicou-se ao director ao
Arsenal de uerra.
Id-.n id-ui id-m um caixo ao Estado do
eara, meJindo 596 decmetros, conteudo arltgos
de fardamento para o 11 oatalhao de in antaria
all estaciouado.
I leui dem i lem ao Estado da Parabyba om
caixo medilo 764decmetros cobicos, conten
do armamento de.-unado au 17 balaiiio de n-
faot. pesando 777 uilograminas,, colendo mauUs e
capotes para o deposito de artigos bellicos do
mesmo Estado.Commonicou se ao director do
Arsenal de Guerra. .
OS', superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d, por conta do Esta
1 do, da eslacio de unco PooUs A de Una as pas
sagens que o Dr cnefe de polica solicita no offi
co desta da a n. 1052, junto por copia.
O encarregado da estacio de Palmares >i,
por cont> ao E-Udo, as pissagens que o Dr.
cliefe de poliia solicita uo oficio desta data, n
1652, junto por copia.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passattem por con
ta do Estado, com direito a bagagem, da esta-
cao de Cinco Ponas a de Gimelleira aj cano de
polica Clemeotino Jos Mara da Siiv-in, que
destaca para Seriahem e providencie, outro
sim, quanto ao transporte da mulber do mesmo
cabo.
dem idem de i Ja e volla, da estacao de
Cinco Pontas a de Agua Preta, a duaa pracas de
polica, e proveen, le quanto ao transporte de
um criminoso que. ellas lem de conduzr daIIi
para a Casa de Detedco.
dem, i lem, de ida da estaca) de Cinco
Pontas a d? V ia a dui placas de pili ia e p o
videncie quanto ao transporte do far Jr mea o que
ellas cooduzem para o d stacamento de Panellas
Mutatis ntutandts ao encarregado da estacao
de Palmares para dar passagem at Q upap e
provideucie quanto ao transporte de farda
meato.
O Sr. superintendente da entrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem, por con
ta do Esta lo, da estacao de Lna a ae Lineo Pon
tas a um preso, e providencie quanto ao trans
oo te das duas pracas que o tem de conduzr ds
Garanauas.
Mutatis mutandis ao erjearregado da estacao
de Palmares quanto ao transporte de Gara
nhuns.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem por con
la du Estado, da estacao de Una a de Cinco Pon
tas, a dous presos e providencie quanto ao trans-
porte das quatro pracas que os teem de condu-
zr de Qnipap para esta capital.
Mutatis mutandis ao encarregado da es ac .o
de Palmares quanio ao transporte de Q jipap.
O Sr. superintendente da estrada de ierro
do R- cife ao Limoeiro d passagem por conta do
Estado com direito a bagagem a dua- pracas de
polica e a mulber de urna dellas, que seguem
para aquella cidade.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Oficios :
Ao inspector da IostruccSo Publica.De
ordem do desembargador Baro de Lucena, go
vernador do Estado, remeti vos dous tubos com
lympba vacciniea conforme solicitastes em offi*
oto de lio o tem, sob n. 437.
Ao Dr. Alvaro Barbalho Ucboa Cavalcaote
juiz de direito uomeadn para a comarca de Ala
goa de Baxo O desembargador Bario de La-
cena, go vernador do Estado, manda cora mu ni-
car-vos que desiguou o da lO de Setembro pro
ximj para installardes a comarca de Alagoa de
Baixo.
Ao eogenbeiro Chrockatt de S.De or-
dem do desembargador Baro de Lucena, go
vernador do Estado, communico-vos que por
portara de 18 do correte, foram nomeados pa-
ra a estrada de ferro Sul de Pernambuco os se
guintes funcionarios '
Tbesoureiro pagador Jos Silverio Barbosa,
actual tbesoureiro pagador da commissio de es
tu dos da hgacao das estradas de ferro do norte,
com os vencimeatos qae actualmente percebe.
Contador ten-ute coronel tomo Cosario da
Silva Brasileiro com o ordenado annu^l de....
3:600/.
Guarda-livros Manoel Pereira de Simas com o
ordenado anoual de 3:600A.
Se Ttano Julio Cesir Barjona da Silva com
o ordenado aonual de 3:600/.
Almoxarif Antonio Al ves Barbosa comoor
denado aonual a que tiver direito.
Ao juiz de paz do 1- di-tneto da parochia
de Itamb.O desembargador Bario de Lacena,
governador do Estado recommenda-vos que de-
ciareis ao escrivao de paz de .se juizo. na boIu
cao do oficio junto por copia, qae em vista do
disposto no art. 12 das instrucOes expedidas
pelo decreto n. 233, de 27 le Fevereiro do cor
rente anno, uio pOJe uqueile fuaccioaano ser
dispensado deonus de sellar a sui costa o livro
destinado ao registro dos editaes dos proclamas
de casameotos.
Entretanto se a deficiencia de seus recursos
for ta> que nio Ibe pe-milta observar desde j
essa formalidade, lie i o mesmo escrivao auto i
sado a fazer os registros em cadernos abertos,
aumer-dos, rubricados e encerrados pelo juiz
Je direito da comarca ae Itamb, com a obn. a
cao de tran-crevel os no livro proprio no praso
improrot;avel d dous mezes. Remetteu se co
pa'ao juiz de direito da comarca.
Aos Srs. representantes do Lloyi Brasilei-
ro.O desembargador Bario de Lucena, gover
nador Jo Estado, ticou inteirado pelo vosso of
(icio de baver chegado boje, s 6 horas da ma
ha, nos porlos do norte o vapor EpirUo-Sono.
que seguir amanbi s 4 da tarde para os do
sul. u>mmunicou se ao director do com
mercio.
ohaoiim, com ofibio desta data ao
inspector ao Thesouro do E-tado.
Manoel Polycarp Moreira ae Aaevedo.
tnf.Wine > cidado inspector do Thesou
ro do Estado.
Manoel Agostinho Pon tes. Ind'-feriio.
Severiano Kodrigue* oelho de Macedo.
Iaforme o inspector do Thesouro do
Estado.
Sebastilo Jos da Costa Figueiredo.
Ind'ferido.
Secretara do Estado de Pernambuco,
4 de ^etembro de 1890.
v daBdMa# ^ porteiro,
H. M. da Silva.
Repartalo da Polfna
2. aovo.N. 200SecretaoTia de Po-
lica do Estado de Pernambuco, 4 de
Setembro de 1890.
Cidado governador.Participo vos que
foram hontem recolhidos Casa de De-
tecao os individuos de nomes Manoel Xavier do
Nascimento, Antonio Jos di>s Saotos ou Autooio
Cal. Paulina Ferreira de Souzi, Ooristi no de
Souza Leal. H urique J-- dos Santos. Joaquim
J is de Saot'Anna, Paschoal Ribeiro da Luz,
Qairino Jos das Neves Gregorio Jos dos San-
tos, Joo Paulino Jos Ribeiro, Fraocisco Maooel
Pereira do Carmo e Severiao G unes Pereira.
O delegado do termo de Paellas eTeciuon w>
dia 3*) do mez hado a captura do reo Joao Ansel
ido, oronuociad i por en e de furto na comarca
de Garohuns
No da 31 do mez lia lo e bo termo de Qaipa-
p, o Individuo de nome c'aetauo Velloso, ferio
gravemente, com u a golpe de faci, a Mara
Tnereza das Montanbas.
Cvnlra o deltnqueute, que foi preso em fli
graute, precedeu-se na frma da le.
Pelo snbdelegaio do 2 datncto do termo da
Gloria de Goit foi captura lo no dia 30 do mez
ultimo o criminoso Joaquim de tal. tilbo de An
tomo Cabelludo, oqual est pronunciado em
crime de morte na comarca da Victoria.
No da 31 do mez (iodo, o individuo de nome
Mano-1 Ferreira de Lucena, conhecido por Manoel
Amaro e morador no disiricto de Marayal do
termo de Calende, ferio gravemente, com um
lio de pistola, a Manuel Ferreira a Silva, que
foi transportado para o hospital Pedro II, onde
se 'di i em trtame nto.
O subdelegado respectivo abri inquerito con
ira o delnqueme, que evadise
Sade e trat -ruidadeAo cidadio des
embarcador Bario de Lucena, muito digno
governador do Estado de Pernambuco.
O oh ;e de policie, Antonio de O!inda
A'meida Cavalcante.
de

DESPACHOS
OO DIA 3
. dk 1890
DK SETEMBBO
Abaixo assigna-os em S. Joao de Ga-
ran'iuns.' Informe com urgencia a laten
deiicia Municipal de (iaranbuns.
Andr Mara Pinheiro e Caetano Al-
berto de C. Nasc me,nt > Encaminhe se
ao Sr. ministro da agricultura.
Augusto Alves Portella Filho. IaTor-
me o engenheiro da estrada de ferro een
iral.
Antonia Mria da ConceicSo.Inform>
o cJUbelhe.ro provedor da Santa Casa de
Misericordia.
Companhia Industrial Assucareira.la
tur me o Sr. inspector do Taesouro do
Estado.
Cdsimiro A ves de Souea.Informe o
inspector do Thesouro do Estado.
riacbare! Francisco Alcedo da Silva
Marrocos. Informe, o director da secreta-
ria da extincta Assem -lea Provincial.
Felicidade Alves Barbosa.Escriptu-
re-se.
Flix Joaqoiiu Ferreira de C!arvlho.
Nada ha n iet-rir em vista do despacho
de 19 de Agosto ultimo.
Hyppolito Pereira da Silva. -Informe
o inspector geral da inatruucSo puclica.
Irineu Oorgonio Paes Barreto.Inlor
me a Intendencia Municipal de Agua
Preta
Jos Chrispiano da Silva. Aguarde o
peticionario a deoisao do Governo Provi
son o sobre a materia.
Jos Pereira de Queiro Fonzeca.la-
deferido
Joaqaim de Almeida Valenga Indc-
lerido.
Manoel da Hora do Nascimento.In
forme o inspector do Taesouro.
Manoel Tbomaz de Albuquerque Mar*
Thesouro do Estado
-> l*eraaailiaeo
DESPACHOS DO DI \ 4 DE SETEMBBO DE
1*90
Madeiros & C, Jos Leopoldo Bourgard, Alves
Maia & C. Amelia Chagas do Espirito-Santo.
Rayrnundo Bernardo L isserre, Galdioo Ferreira
ua Silva, Antn o Das Alves da Silva e Fielden
Brothers.Intonsa oDr. contador.
Antonio Augusto Ferreira Lima.Hija vista o
Dr. procurador fiscal.
Francelma Joanna da Rosa AraujO 8 Joaquim
do Reg Barreito.A' seccSo do Oonteacios j.
l'l
ia
ou dua* cmaras legista
i ivas f
A diviso em dous ramos do orgo legislativo
um artificio, puramente emprico, som funda-
mento e sem vinude.
Eiu sua or gem explicava-se como a represen
taco de elemeo os dissimiles. Na alta cmara
reptmpava se a aristocracia refastelava se o po
der senbonal; na baixa tora.iva asiento ess'oatra
parto da aago sera privilegios, sem grandezas, o
povo por seus representantes.
H >je i 5 o ba (e em rigor entre nos ja nao existia)
esse discrimen, divisorio das du s cmaras, ca
racleriUico da representaciq especial de cada
urna d'ellas. A igualdade de direilos, a suppre
sao do privilegio, a exlioicao da fidalguia ope
raram esse resultado. Nao precisamos de c-
maras distioctas porque nao ba uteresses dis
tinelos a fazer n'ellas representarem se.
Poder se-ha porm justificar a diviso pela
necessidade de moderar e corrigir a legislatura ?
Si oexemplo h;,siasse, achanamos anda assim
duvMas o incertezas, desde que o exemplo nao
uniforme. Ha certamente grande numero de
naces que. leu duas cmaras, mas nao menos
exacto que tarabem existem outros governos
com urna .-. ()
E si quizessemos seguir o exemplo do maior
numero, s por ser autor numero, era lgico
voitarmos monarchia para estarmos lamoem
como maior numero dasnac-s.. Eis, pois
un argumento que pode a pnmeira vista sedu-
zir. inai qu nao colbe.
Mis a segn ia cmara refrea e corrige a pn-
meira ? ,
Por uina especie le eonvencae tacita Oelxoo-
^e vingar essa crtnga; mas o exa;ue dos factos
o estudo do como eileo-se. proJuzem tira le lodo
o pre-ligio
Ambas as cmaras eleitas pelo mcsmo povo.
escolnidoi entre os raes nos eidadaos, sao domi-
nadas do mesuio e.i.i ifo, re-e it' m--e da mesma
origem, represeutam por igual .s mesmas vmu
des e os mesraos vicios e os mesmas preconcei-
lus e as ra- Sinas paixOes.
Ojo m-dn na pode aiguraa d'ellas ostentar so-
o e a ou ra ? S por estarem constituidos em
d .us corpus 8epaiarij3 os representantes de urna
o.iclo, a.:iiara-sd alteradas as condi0;s olriii
0e:ca?. a ndole e essen ia da repr sentaco f
a dviso nii te o o poder minli o de alterar as
tendencias, a oneut.co, os vezo- dos e eilos.
ua i !" uioJili: i a naiureza uem Ibes dotmu->
as paix Ce.-. *
p.rasa se acaso que por constituir a segunda
mamara por l'orm i inversa da outra. crea se reci
uraco correctivo ? Ess diversiiaJe >(> pode se i
tpparente. Nao caoivel repie-etilaca poljuca
vitalicia, o pois sto nao vira mais para diffeieu
cir um de oulra "amara. Sj vemor que possa
vir para discrimen a inade.
Porqu'?, t^m em, ao ceoso nao preciso mai-
f .11 ir). Mas o-m a cmara dos depuiado3 ha de
Uiii.i corporagao s de mogos, amitos velhos
u'eila lem entrada ; nem os mocos q ib ella coa
lera sao tira mogos que fagam graude diflVretiCa
ios vjlhos; neui fin-lrneute as cans sao erapre
a prova du cordura e placidez d'aiiirao. E' faCO
qu- na velhos mais ardentes e le paixes mus
tempe^iuo n= que muilos mucos. O gelo ea
1*1 V. gr. Luxemburgo, Berne, Appcozel, Ce-
nebra, Finlandia, Outario, Grecia, sao governos
organisados comam u s cmara legislativa.
ueve muita yyz accumulam se oo cima do mon-
lachas iguiuomas.
N j l openo o senado devia ter quareata annos;
mas essa uiesau dade era a media da repre
seuuigao temporaria, porque ordinariamente en
treos depuudos nao eran muitos os de menos
tdade.
Agora, consideremos o funecionar das duas
cmaras, como era n'ouiros lempos. Pode se
uizer que era ua casa dos veihos que exclusiva
iiieule esuvain morando a reflexo, a calma, a
loleraucia e a prottciencia-? Os annaes do par-
lamento que res.aondam.
Comorazo iriumpnante.se diz que no senado
uavia os mais provectos e os mais notareis dos
nossos e.iadi.-ias. Mas c rao nao seroelles
depuriaos e seu numero naiuralmeoie se ter
ae au^raeniar Ron que afortuna (Mtica nao
mais um cunda i regio, om presente da mages
lade. cabe Ibes muito Dora lugar na cmara dos
Uepuiudos, oude a luflueucia de seus talentos e
prestigio lem larga esphera de aeco.
Si, portauto, para moderar a pnmeira cama
ra que se exige a segunda, a exigencia e escu-
saua; basta nao p omoir naquella os taes ve
Ibos, provectos e nolaveis. O povo ir buscal os
se Ibes achar memo. B a preponderancia da
experiencia e do saber ba de se dar no seio da
ca uara, retreando as demasas dos menos idosos
meuos provectos, e mais exaltados.
E ha muitos meios de moderar a cmara un
ca.
o primeiro um rgimen eleitoral que impega
a repr seutaco unnime. Ha diversos modos
de orgaoisal o com o lira de abir as portas op-
posigao, ii-;al o mais proprio e nata, al da pro
pna cmara e do governo.
O eguudo um r gimento tutelar dessa op
posteo e conteudo presenpees qu Jobiiguem ao
estudo e pausado < xame dos negocies e evitem
Uelioerac^s precjpuaas.
0 terueiro a ustituico da deputiraoperma-
nente, com o traalno de preparar a aiscusso
uos uegocios que exigem mais demora, invesii
gago aecurada, exarae de rentas, planos, etc.
.Sa ausencia do parlameuio com t uo o vagar.
Jispoudo ae todos os elementos para bem intei-
rar-se dos negocios, esiudal os a fundo, redigir
pareceres e projectos, essa deputagao prepara
cmara farto suosidio para suas deliberages c
aprsenla Ibes as questes e propostas madura
mente reflectidas.
Por ease modo diminue se o tiabalho dos de
putados restringe se a tagarelice parlamentar e
esaminam-se os negocios como em duas cama-
ras,uo seio da depuiago, com toda a pausa e
na arena das ducusses publicas, consistinde
o trabalbo da cmara antes em emendar que em
orgioisar projectos e redigir leis. E este expe-
u leu te acoaseinado pela exp Tienda, a adverte ^ue para a elahorago das leis urna cor
poraco numerosa e .ada a verbiagem nao a
mais propria.
O quarto a pubiicdade das dicuss5es e a ac-
go da imprensa livre.
0 quinta a aooligao da inoiolabidade dos
ueputados.
Enes dev-m responder perante os tribunaes
por lodos os seus actos, como todos os funccio-
narijs da repablica.
Assim se evium as recriminages e retaliagOes
que tanto tempo roubau ducasso seria djs
negnos pblicos e se poupatn speciaculos ver
go'nh j-o- de que. as cmaras tantas vezes teen
sido theairo.
Bem constituida a magistratura, bem orgarli-
sado o ministerio publico, a responsaoilidadedos
uacciouanos passa ra a ser effectiva e nao pu a
mente nominal, como al agora. E o de. uiado
que injuriar e calumuiar sera castigado, morali-
saudo se d'esl'arte as discuses parlamentares
e ficaudo mais e-p igo e mais calma para o es-
tado dos projectes
O quinto, se mus do que fici dito su exige,
pode ser o referendum popolar. Certas leis pre
cisam da san gao geral, as que t>azem onus e
ravaj -s. Affl gil as pouulagescom sourecara
de imposto, c ui.iro ueiier o .-.reduo publico cora
empresiimos, fazer rest-icges s garanas pes
soaes, fcil a urna asseraOia, s vezes al Dera
uienco.iada ; mas preciso que falle o proprio
dono ua fazeoua, o qual tem direito a se oppo
a esse cortar largo.
O processo do referendum pode ser muito s pies. Supponba se dada a sanego nopular si,
escuado ceno praso finado por lei, nenhuma re-
clamago na fo'iua de-laapparecer. A reclama-
go ou opposigo se verificara par meio de re
preseatago da maraa das municipalidades, ou
por declaragSo d s i-leitores, por elles assignada
em livro p oprio aa secretaria das cmaras e em
numero superior meta e do eleitorado.
Assim como na vida civil a tos ha que s valem
seudo pessoalmente fetos ou ratificados, assim
na vida poltica tarabea) deve ser para o de
granJe magiutude e importancia.
E eis aqu mais um freio, um correctivo se-
guro.
Estes meios e o veto, crilenosamente exercido,
do chefe do poder rxecotivo, sem duvila bastara
contra os oe-ra .nios da Cmara.
Si oo bastara, nao ser na segunda cmara
que se ba de encontrar o remedio, porque esta
tambera precisara ue urna tercetra que a corrija!
O municipio que, guardadas as devidas pro
porges, tem as me.-mas funcgOes polticas que
o Estado, lem prescindido bem da segunda ca
mar. Si eUa no Eiiado indispensavel, porque
urna s se iie.-uiaiua, lora preciso applicar o
mesmo processo as municipalidadescmara
lia e cmara baixa nos municipios. Mis mn
guem se lerabra disco
Parece, portanto. que muilo bom poieremos
orgaaisar o nosso E lado sem esse luxo de se
oa'lo
D.scutindo a con-iituicaoh'spanhola o rande
oraiior que cura sua p^lavra fulgurante en. bta
d.- luz o parlamento de sua naeao.Caslelar, dizia
m IHii'.l :
Y gu dice la ciencia? D. e que U socie.
dad tieoe sus l.-is propias, sus leu- orgnicas, y
o uecessiu, p r consigu eut-, de combiuacio
ues aroitranas, como la comsiaaeion de las dos
cmaras
Juntemos este argu nenio, de autondade e de.
lazo, aoi que fi/ain cima .xposlos e Couclua
m-' q i" de tolo o ponto exacto o que deixa
mos affl-ra .do ao co negar : que, a diviso em
dous ramos do orgo legislativo um andi io
purameale emprico sera fuoiaraeoto e sem vir
lude.
J6hc
de servir de combuslivei; e, anda mais, o va-
lor desse combustivel digno de nota ; pro-
vavel que o seu coefficieote calo ifleo (pela du-
pla pressao) seja cornprehendido enire l/$ e i/4
em relacao ao do carvo de pedra tomado como
uoidade.
Concebe-se sem custo que se nao tenha podi-
do estabelecer.de urna maneira positiva, o va-
lor absoluto do'quc se tinha at agora conside-
rado como urna perda intil da fabricago.
0 que se pode, porm, affirmar, desde j,
que o valor desse bagago como combustivel
superior despeza feita com o seu preparo (ex-
presso).
Apezar da pouca experiencia do pessoal pouco
familiarisado com esse novo combustivel, o ser-
vico dos fornos Godlot nao aprsenla mullas
Irregularidades.
A experiencia adquirida dia a dia permitlira
evitar as quedas ou subidas bruscas de presso
nos geradores.
Esta esosiderago tem sua importancia para
aquelles que sabem dar valor marcha regular
de urna fabrica.
Quanto operaco da diffaso propiamente
dita, nio se pode ser laxado de exagerado affir-
maodo que a extraego industrial approxima se
rauuo da extraego tbeonca. As perdas em as-
sucar no bagago ou as aguas de esgoto sao In-
feriores s medas referidas oas diversas obras
que traiam da diffuso.
D: urna media tomada sobre 15 analyses, re-
aulla a prova de um esgotamento nao deixando
mais que o kilo 240 por kilogrammas de canna
trabalhadas.
Semelhaite resultado foi oblido da extraego
de 114 liiros de caldo por 100 kilos de canoas.
Admitlindose que a quantidade total de caldo
comido nos 100 kilos de cannas seja 83 litros (o
que corresponde a 88 kilos de caldo normal por
100 kilos), ve-se fcilmente que a dilmco do
caldo normal nao excede de 114 -8331 litros.
A densiaade media do caldo da diffuso a 35
c. sendo de 1.049, a quantidade d'agua addicio
nada por % kilos de canoas pode ser da la em
31
peso por------= 29 k. 500.
1.049
Esta fraca quautidade addiciooada permute
retirar da canna todo o assucar que ella contera,
menos a quantidade que acensada pela analyse
do bagago.
De repetidas analyses resulta que a proporco
de assucar deixada no bagago
(cossettes epuises) nao excede de
187
10.000
hiilNlKlAi AH ES
Industria aisnearel a
E' iraporun --una a s>-gul e eoui nooicago.
,iub ica'ia ao Coarrter de L't Gutdelupe, de 15
de Abril do corr. n-o :
A DlFFOSAO EM DUQDERRV
Nao temos a miei gao ue uar. ne3te artiso.
uraa descrip.i completa das i DeragOfiS da aif
lU'o em Daquerry Proporao njs uuicam-nie
i z r co.iii'-ccr aquelles. a quera a questo pode
niieressar, os resultados obiidos por este uv-o
lli -uo de exiracgo.
Nao ab irdareraos a questo da purificago, a
qual at luje nao apreseotou difliuld..de que. se
uo eiiconire nos irabalbos Ue purificago do
ca.do, provenientes de rao-^ndas.
Primeiramente, urna irapo untissima questo
que oo tere solugo satisfactoria o anno pass
do, acha se resuiviua : o bagago da diffu;ao po
=00187 do peso do assucar contido na3 cannas
tratadas pela diffuso.
Djus exemplos pralicos faro sobresabir de
um modo mais tang vel as vantagens do novo
processo de extraego :
Pela presso simples das moeodas extrae se
no mximo 65 kilos do caldo normal. Pela dif-
fu-aj introduz-se no diffusor com a canoa oa 88
k os de caldo normal que ella conlem.
Ora, pelo caldo diluido na bateria extrahe-se
a toialidade do assucar contido na canoa, me-
nos os 0,k240r por 100 kilos de cannas de que
cima tratamos.
Se adrai.tinaos, para nao entrar em clcalos
muito complexos, urna riqueza media das esn
nas12 -'/, os 0,k242*< perdidos representan!
urna quantidade de caldo normal dado pela sim-
ples proporgo seguate:
88X0,24
seriam coudos em -------------= l,l76.
12.
Assim, pois. pela diffaso extrahe se o equi
valenie de 88-l,76=-86k24 de caldo normal.
Nao se perde, de ficto, seno lk,76 de caldo.
A extraego por moendas acarreta urna perda
de 88 -6o=23 kilos de caldo normal.
Se corapararmos as duas extraeges podere
mos constatar no quadro seguate as differen-
gas resultantes da adopgo de um cu de outro
sylema:
?-. ;; -- -~j i
Riqueza aaecbarina da
caona (em peso)
O**" UM
O
SI 3
OIOOOOO
CC OCJO>00->
>^J J 9l|t
^1 -O M *
o B
CO o
3 a ra
a a oj R
oS.3
-i *s O
7 o -"
OJK-MI*'"
O
v m *
ce
ce
te
: ^- t*
O ^4 ^1 ^4 ^1 M
B
o.
o
a oua o

UUUWKK
^icau>*X9i
?- 14 -- O --
-^ c; -j *
t
Differengas
Se se compara extraego mais completa a
que se possa at'.ingir p>r poderosa? moendas
preced las de ara desflbrador Faure, permitlin-
do exirahir 75 k los de caldo por 100 de cannas.
rnega-se ao resultado constante do quadro se
cumie : __
em
O I*** wn
Riqueza da canna
peso
I
o ea 6 M

X
I c-.
-II
*s ie tito 2* m
S ip- .* ffl *" M
00
M

E B
o 0,0
o 9-3>~o
o B>

co
OiXiP- W t

s
s
S 8
3 I
0C 4 U b6 ^ O
Os ^j ^J X O '* ** CT> CO
0 = C 3=
l --
* asi cu a
<0
o
8
?
o
a

o
o
It
Dille engas
UoUs
novo
^uauro per-
nodo de ex-
A simples inspecco dos
mine avahar rpidamente o
Como sao os caldos de diffuso ? Ao contra-
rio da opiuio ge-airaeate adoptada, o aano pas-
sano oas experiencias de Duquerry os caldos da
diffoso .-o mais puros que o caldo natural. Os
quocieat s de pureza que urna sene de analyses
nos permittio calcular sao sempre representa-
dos por nmeros mais e evados para os caldos
de diffuso que para os de moeodas.
--'




6

*-rr
*
]


2
Diario de Pernambuco--Sexta-f eir 5 de Setembro de 1890
1
;
i
1
Por este facto coostaote se levado a c ocluir
ue nos diffusores se prodos urna verdadera
Jefecagao, desembaracando o caldo sacenarino
de ama parte de iu,psrexa& que sis constar
Na bita de qualqusr calilo a era^pli da
flttragao dos dois autos poe o faOo-sm talen -
cia.
Nao quere:do fattflar o leitor eos a exposi-
cio dos resaltados do laboratorio, rsservo par
ibais ta de os deUihea camasatseiitaMe sobra este
assuuipto.
E' provavel que ama boa-parte #as materia*
albuiniuoides d. canoa alo. Ora, como da< talhadas oo apparelbo rea
lisa as tuinge de um filtro natural, neo admira
u.e essa porgao de materias orgnicas fique re
tirada uu bagago.
Apos taes consUtagoea certo que o exame
4o m di de tratamento do caldo, asss nteres
same, nao leth correlago intima com o modo de
xi.aecao.
Com a Jiffu-o. a puri8a{ao dos caldos nao
offerece mais diffi~uldade do que com mocada.*.
8m todo caso, esta parte da fabncagao exige
maita atiengao; deve se, entreunto nour que os
cald de diffu-Jto tm a sea favor seren em par
ta despojados de certa quaotidade de materias
orgnicas.
Affirmou-se aue um dos grandes obstculos a
adopco da ditljsio, nos panes productores
de cannas, praviana da diffiValdade. oa antes,
do custo das liquidages hebdomadarias.
Esta assergao em parte errnea : toda para
da nao implici forzosamente urna liquidago.
Em cooseqaencia de tireumstancias accideotaes
l liarot, admitiktrador de Duquerry, vio se for
cado a ioterromper o traDalbo da usina durante
13 horas.
Gragas a alumas precauges que Ihe foram
snggeridas pela experiencia ou pelo perfeito co
oaeeimento adquirido do trabalbo que se opera
aa balera, a parada nao leve consequeocia
alguraa aeb o ponto de vista da pureza do
caldo.
Ao recomcgar se o trabalho venncou se que
q cal lo nao tinha soffrido a menor alteracao ;
O a su a riqueza saccharina navia augmen-
tado um pouco mais que no correr do trabalho
aormai.
O conjuncto d'estes resoltados me parece sor
fltente pura encorajar aos que porventura le-
meesem qu fomente a iodusiria assueareira da
saetropole podesse se utilizar com vantagem do
processo da extracgao por dilTu-o.
Produiir inuila canoa por hectare, colhel a
em sua matundade, extrahir-lbe o caldo por dif
fwi ou por moeodas aperfeigoadas, tal o
i*4U*-aim a realisar para os que se acbam no
ca#o de fazer prosperar a industria assucareira
4a colonia.
A experiencia de Duquerry nao faz senao con
roiar o que pretendemos esiabelecer em am es
todo precedeote.
Toaiaiu 's por base os resultados das expe
riendas da diffuso em AlmCria (na Hespa-
ahai
Alegramo-nos por poder coostatar que as ex
aenencias de Duquerry sao muito mais conclu-
deates em favor la dinV-So do que tudo quanto
lem-se al boje experimentado nos paizes pro
doctores de cannas.
O espirito de indepeolencia que nos levou
a protestar contra as predilecgoes irreflectidas
por uro syitema uao experimentado, nos levou
a publicar com a mesma iseagio de .nirao os
resultados obtidos de um modo inconteslavel.
Petil Bourg, 11 de Abril de 1890.F. C.
VARIEDADES
A docura do moiro
Pelo mundo inteiro no lempo em que os ca-
alleiroSj faziara timbre em vencer monstros de
xas e dragOes vomitan-o ogo correaa fama
que, n'um antro prximo do mr. haitava um
ser raysterioso mais ternvel q'ie as leras.
Que esvecij era a sua ninguna o pod;ria dzer
OU que toaos aquelies que tinham ousado entrar
as sua morada de la nao li i va a saiii o.
A fallar a verdade, niuzuem, ao observar a
eatrada Ja gruta, ssspeitrii o que havia ao
transpor o limtar ; porqae da rocha pendura ar
bustos amare floridos, cobijados por pissaros
fcnlhantes e abelhas zumbidoras.
E do interior sahiaro, nao odores sangu.narios,
ruidos de mandbulas que se chocam, garras que
eortam a p--dra. mas, em brisa3 p raimadas, os
sous de musici deliciosa que se ouve longe e qoe
se assemelba voz de-maravnoso passaro.
Infeliz, porm, do viajante imprudente que en
cantado pela illusao das Odres e do canto, tenta-
ra a ventora de affrontar o descoiiheci lo mons
tro J
Ospois do silencij quebrado por ternas quei-
xas, a siente, que pissava, ouvia terriveis gritos.
gritos de pessoa a quem o tigre depedacae de
ora.
E, de facto, quem li mtrava nfo tornava a
er a tus cla-a e azulada do da ; sera duvida, o
solo do aotro, como Hqn*lle de m-fdonhj depo
sito de carnes eslava juucadj de ossadas.
Ora, nesse lempo. hvia tres turneas igual-
mente famosos, DO'' diversas razocs, entre todos
os numano- : eram o imperador de Sirinagor
(reioava sobre vinte povos, e tal era as suas
testes de. ouro e purpura, a u-i pjmpasa ma
e-iai- w*: fi-onie dos mais altivos polen la-
dos se curvava diarrtc delle. cheioa de respeito e
de temor); o mercador Sebahim.credor de todos
os res da t rra (seus nal navios, que sunca
aufragavam, traiuporlavarB de estado a estado
as preciosas mercaderas, objeelo de seu neg.j
co, e passuia em varios p izes minas de ooro e
ped'ras pseciusa, onde trabalhavam noite e da
operarios mais mimioso; que s forangas da?
estradas); o cavalleiro Alfan jr, com a sua ar
madura, retumbante ella sd. como o choque d,
dous exercitos (quando moutava a cavallo era
tSo grande que poda tocar o cinto das mais alias
moatanaas, e para bbertar piincezas eoeanexta*
tinba, sobre os desir.icos de torres Jenubada-,
amanado enire os seu* fcraeo cem g'gauW
fortes e potentes como loaros).
gsses tres turneas, quando ouviram fallar o)
monttro que liabilava e.n un aotro pertj do
m ar, tremeram eiu sua soberna.
Besolveram, p>s. vencer a) fo-tm-uwi aai-nil
des ronbecido e so-m-te-BJ dia criegara.c. enoruv
muitidao os se^u nio, 'liante di entrada furida
onde os pj3jaros esvouCvam por entre as zum
bidos das abelhas.
Depois de Ifetsrefli a s.rt'? a qual Jos trs eab
ria a lionra de ser o primeiro $ le.itar a avrnia-
ra, o imperador, a queaa a loriuua u-s.gaa a.
avancou para a grua raiga i mate.
Urna voz, grao demente tu IjJiosa. sliia da
obscura profaadida le.
Elle encolbeu os hombros e disse :
E' iootil o ardil! Tu 6s terrivel. mas allron
tote. Que fo:ci e qae orgullu se na) inclina
riam, cheios de. reape.io, duinie de mmha subl
SBe maeesud. ?
E eniroo, ergu^aJo o -ceptro.
Instantes depois oavio se torrivel clarmr, i
clamor deam d.'us que mor ra I
O moostro tinha concluido a sua obra de eos
tome ; e ola a multidao, tfemulo* 03 jo<*llu-,
tesia eadmirava o ser que lao pouca veueracio
aiostrava para com os iu-perad res.
O mercador Sebabim cafli'.nboa cnto para o
iimiar do antro e mais doce aiudase JDuiou a
traidora voz quj, vinlia daaiystenosa somaia.
Elle encolbeu os hombro. e disse :
- ?o estratagema E' feroz, jn>s desali-
se. Qaal a violncia e a colera que se nao cur-
viriam, trasarormadas ea h'jmil Je e vida sup
phca, autea* minbas nqoez^s ruliLntes.
E eatrcu, levando entse as. uios, abcrlo, um
cofre luminoso de brilbantes e saphiras.
Poucos minutos mais tarde ouvia se o appel
lo desesperado de um bomem que sueeumbe !
Mais urna vez o moostro inumphra.
O terror da multidaocada vet mais augraan
lava ; qoem teria, pois, aquelle que fazia tiu
rada acotoimento as pelras preciosas ?
Chegava a vez do ca val tetro AJjauor.
Nada pode'ia dar idea aa ernora eom que o
smava a voz, de longe, das trevas.
Elle encolbeu os ooiEDros c ex'Iamou :
Mediocre ciiada E's formidavel, nas-te
arooco. Apertei Ues contra o meo peito c
lies cessarauj de respirar. Pass*ei por cine
laaveres de fara estraaga'adas por mtnbw
asios! Qaem oaria affroaUr o ma wlor r e
as garras ,qu,, loss^iu ellas as do diubo.
aasmaiado a veaser oiarclnnjos, nao se fue
mrsrism de encontr a miaba armadura'
E entrn, de lanca em risle.
Em menos tenpo aioda do que Ibe fra pre
oso para desfazer-e do iei e do mercador, o
ssoosiro se desfez do cavalleiro Alfaoor.
E quando onvio, D'oma queda de armas son
ras, o grito do guerretro exoJrsfUf, a mnltidad1,
leaca de asdo, deas cosas dmiou a corrar,
em desordem lumaltaeaa, na ageroiio em der-
rota.
Hatioe, eatretaato, toltaram sobre
:ps3so9,.aasss>9ouvssm ibjasan ajan os
diiendo :
Paso qae espera ; aquellas que entraram
so antro nao wbiam como doawr o moostro e
en quero tentar a prava.
Por .uno spsvorados qae estives^em os que
tiabam voltado nao poderao deixar de sorrir.
Quem quena combater o vencedor dos t'e3
homens mais famosos da trra era am pastor,
rapaz qoe tinha ares de rapariga qae oao dis-
punba nem ie glorias, nem de riquezas, era de
forca, e qae viva coberto de andrajos.
Com um sopro tei-o-biam derrubado.
E-a umitas vezes encentra >o nos atalhos do
bosqoe. cantan o a meia toa cances siogola
r>-s, chorosas, qae nao comprehendiam, e a co-
Iher flor* 8 que reuna em ramos.
Mais de ama vez o rendeiro a cojo servico es
tava tora forcado a caflig.i-o, porqoe, geralmea-
te, o prtguicc-so, nao cooduzia o rebanbo a lem-
po para casa, tao occopado ficava a Atar o co e
a ver bnlharem as primeiras estrellas.
E conservava sempre nos olbos urna ternura
fonbadora, que o lornava alvo de motejos.
Ah ab I flzeram. olha que tem graca f
Pois ta pretendes vencer, quando os mais ma-
gestosos imperadores, os mais ricos mercado-
res e os mais valeales cavalle ros foram ven-i
dos ?
O pastor nao peplicou, ras dirigio-se para a
gruta, sem sceptro, sem pedras preciosas, sem
armas.
Smente ao trnspr o limiar. por entre o vo
dos passaros e zumbido das abelhas, coiheu urna
rosa.
Tinham cessado de rir e lastimavam no. Po
bre peqoeno, que loucura !
E preparavara-se para ouvir o grito que an
naneiaste a sua morle. O que efies cuviram,
porm, foi a mesma msica, mais dtliciosa ain
da, e que pareca acompanhada de doas voxes.
Passcu-se urna hora e o espanto aug centava de
minuto a minuto, toroaolo se o estupor que se
experimenta ante enorme prodigio.
Affnal o pastor reappareceu por entre as flores
da eatrada, apertando contra o peito andrjj so
orna joven mulher, vestida de sla e sol, lao
bella, que se nao acreditava que sobre a ierra
existisse tao bella princeza.
E a exquisita creatura o titava, humilde e a
corar, com 03 olhos palpitantes de doforas e de
licias.
E a cnanga vencedora disse mullidao exta-
siada :
Aqai est o raonstro que abitava o antro
perto do mar; o mais formidavel dos seros,
com effeito, pois que urna mulher I Mas a mu
Iher atroz e devoradora que se nao curva ma-
gestade, riqueza e forca, fcilmente con-
quistada, anda mesmo por nfimo pastor, quan
o se labe veocel-a, e basta, para con'eguil-o,
fallar lhj do amor de sincero cora;io, oferecen-
do-lhe urna fir.
Catulle Menu.
Iho, e ao coronal Francisca Faustino de Jrito,
as saasdaa prosas de maraJasicap eom flae el
lesflK tm sasirdaaaa daaa aoss* e aspis
cormw.-ao que ubve aesta illustse covaara_
parMramorar a fasts.dav barraqpiohas oo lar-
go ssskb Aaseasl, em commamoraco do ans
versara do heroico asBersttasimo Manuel Deo-
doro ds Ponsees ; e aaeitai s minea dsaiaracao
que oes vos fuco, de.ajpe erao seiaprisas com
oteirs abedieocialas deterrainajisfc que o illas
tre presidente desea IntenoeocM me comnuoi
cou por vosso iu ermodio, em offlcio eob n. 40*.
datado de i do correte.
Snde e fraterniJade.Ao cidadao Dr. Joa-
quirn J >a Ferreira da Ro;ha, digno secretario
da Iuteodencia Municipal do Recife.
(Aseignado).Coronel Francisco Jos TeiMtra
Jnior, director.
Arrecftiiaco de inpoiluit Amanb
termina a cubranca, livre ue molti, que a Rece-
be loria d'esie Estado et procedendo da con
tribotcao devida pelos servigos da Recife Drai
nage Company relativamente ao i. semestre do
exercicio em vigor de 1890.
Clara Bepnbllcano Martina Jutr
Reune-se boje as horas e logar do costutne es
so Club em sessao ordinaria.
vaccina puDltcVacciaaram se bootem
, na inspectora ue Hygi ne 10 pessoas.
BegMlamento Ei*-Itoral Na Livra-
ria do Sr. Iioulitreau ha exempiares dVsse Regu
lamento, dado para a eieicao do primeiro Coa-
gresso .Nacional.
Agradecidos pelo esernplar. que nos foi ollere-
cido.
Entraslas de algodao e asacar
Por trra e mar vieram para o mercado do Recife
em AgOito:
Algodao
Saceos
De 1890 7 116
De 1889 8.817
De 1888 De 187 lLr360 ir*73
De 1886 8.285
Assucar : Saceos
De 1890 8.987
De 1889 7.353
De 1888 4894
De 1887 7.869
De 1*86 5.349
Trabulbo em o portoDo rea
to-io do melhoa ment do porto desta capital,
EngUsh Bank of Rio de Inneir*
(UiuiMli
Capital do Banco em 50.000
acc3es de 20 cada urna 1.000,000
Capital realisado.......... 500,000
Fundo de reserva......... 175,00
BALAN9O DA CAIXA FILIAL EM PEBNAMBCO,
EM 30 DE AGOSTO DE 1890
Activo
Letras descontadas............. 36:187*650
Emprestimos e coatas cauciona
das......................
Letras a receber...............
Garantas e valores depositados.
Mobilia, etc., do banco.........
Diversas conlas...............
Caixa.
Contas correles
simples.......
Depsitos a prazo
nxocom aviso e
por letras.....
Letras a pagar.
694:1235810
293:372*310
239:38JJ030
7:125-380
1.369:138*620
T68:947*390
Potsiro
328:6*5*270
3.408:777*160
2.307:903*140 2.636:258*4)0
............ 2:67*l60
Ttulos ein caugo e deposito.. 239:382*030
Diversas contas............... 530:599*390
3.408 777*19?
?. E. 4 0.
Pernambuco, 4 de Setembro de 1890.
A. /. P. Clarkson, manager.
/. K. Eddowes, accountant.
REVISTA DIARIA
Acto OleiacM Par porlaiia do governa-
dor do Eilaio de 3 do corrale, sob proposui do
Dr. chefe de polica, fo^ exonerado, a pedido, o
cidadio Manjfl Becaarlo das Virgens. do cargo
de Ia supplenle do delegado do teruto de Seri-
nhaem.
Em 3 do corrate, tob proposta do D.1. che-
fe de polica, o goveruidor do E-ilado exonerou
o citadlo Hinrique Pereira de Carvalho do car
-o de sublelegado do districto de Sobrado do
termo de araohuns, e nomeou para substituil-o,
o alteres reiormado Joaqoim Eduardo de Gjdoy
Va.'concellos.
2." uce). Palacio do governo do E$tudo de
Pernambuco, en 3 de Setembro de 1890
O deserabargador Bariio de Luc. ni, gover
uador do Estalo, usando da altribuicao que Ibe
onfere o art. o do ragularaento expedido com
o decreto n. 596 de 9 de Julho do carrate
auno, resclve nomear o cid idao Joaquim Oiiito
Bastos para ;> lagar de presidente da Jnnta Cora-
mercial, c o bichirel Jul-o Auausto da Cimba
Guima.'s, para n-crtUtio.BarfoJ Lucena
O governador do Estado em 3 do correte,
sob proposta do D'. ch fe de polica, exonerou
as gumtes autoridades policiaes do termo do
Bonim:
Capit&o Ma oel Rodrigues da Silva NflfJ, de
3" tuppleale do delegado
Jaaquim do Barros e Silva c Jos Miria Pvuli
no de Mello, de.subJeL-gado e 1 suppleofe 4o
1 districto.
Jo.- Vclloio da S.lveia, de subdelegado do i'
dlstnc'.o (Verde).
Teaen'.e Jj Corroa de Mello, de subdelegado
Jo 4 dia ido (Capoeiruy).
Capio Herminio Quinieiro de Paates, de suo
delegado O t." districio (ijibtllei.a).
Na mesma data o goveroador do Eitailo,
sob propjota do Dr. ebefe de ;>oloia. nomeou
pa a o icraio do Bjuito as se^u.utcs uuiouiaiei
policii.es:
Capitio Antoaio Ribeiro Ribas, 3" soppleo'e
do delgalo.
Aiferes A i'io Aurelio Gamos c'a Silva e Te-
renejo Maciel Moutiro, .'ubdelegado e lstp
pleat; do Io distrido.
Antonio da Silva Sello, subdelegado do 4o dis-
ti-icto ( ai o :iras).
Laurent:no Antonio dos Santos, subdelegado
do 6' districto (Cabelleira).
Karraquiiiin* do largo do Arsenal
de Guerra-D.mos ao connecimento do pu
ttiieo os seguate* aJJicii,j|ue o ruerem a es
sai b.irraquiohas :
N. MiSecretaria da lutendencia Municipal
di cidade do i'.-cife, 2 de Setembro de 189 >. '
CidadaoUe ordemdo presidente da 1 i'.eu
dencia Municipsl do Recife, tenbo a honra de
' o Emumcar-vos, para os devidos ros qu h >oij
emseafa) do conselho da mewna l.iteuden la,
foram iud feridas dversas peticjs para levan
tmenlo de novas bx rscar, bom como um abai
xii a-.-igna-lo pedio 10 proro^acio do prazo at
t.'i ae N).e-n!ro para as barracas j exulten
t;s. I
A l'itendinda, poitanto, so mantera o prez;
con edito, que te.tuioara em 9 do eorreuu-.
Sjc e fraternidade. Cidadao coi:n I
Fraocisco J s5 Teixeira Jomo'-, majto dagnowi
referenre ao aono de 1889. consta, que nesse
periodo foram extrabidas 167,306 toneladas m-
tricas de vasa contra 137.192 em 1888 e 116 599
em 1887, havendo-se empregado o producto da
dragagem em diversas obras de utilidade publi-
ca, entre as qiaes o aterro de terrenos alaga
dicos.
A nspeojao da.s (Otas pa'.enteia que, emquan
to ie 1888 para 1889, houve em alguns pontos
accrescimo de profundidade, em oulros fora'
notadas pequeas differengas para iojs e. para
meos, podendo dizer seque na media a nrofun
didade nlo soffreu alteracio nos dous anuos.
Hoeiedadea anoarma Sob essetjluo.
publicou o Oraras Oficial, de 10 de Agesto m"ti
mo, que o goveruo prorogara al 31 de Dezem
oro vindouru o ^raso de 6 raezes marcado no
pangrapnouni' do art. 33do decreto n. 164 de
17 de Janeiro deste anno.
Esa providencia ass-ntoo 00 facto 'le terjm
se suscitado dovhlas, que ja forera resclvida3.
acerca da inlerpretagodada s disposiges do
2 art. 1 do referido decreto, de sirte qae, na in
certezi do genuino sentido, as sociedades ano-
nymas exi-'e ites no paiz nao se tinhjm munido
aos docnmenlos necessarios para satisfazer as
formalidades exigidas pelo art. 3|4ns la4e
5 do mesmo decreto.
Ti lulo eleltoraea O joiz de paz da
freguezia de S. Jos. :apitao Faustino Jus da
Fonseca, distrihue os ttulos dos eleitores ali.-ta
dos na rawm fregoezia, em sua resideocia
ra de Vi Jal de Negreiro* o. 74.
Ciarstnete de la i tura tosellelrea-
se Em ramsVl Uo da 2 do i-.;rrenie regolveu
essa a.-soc aao adiar para 8 de D-zembro vin
doo'0 a 80leiaoSuC EtallacSo.
E ("o no dia Io deste on-z, o socio benemrito Ma
n el Francia', 1 Caraeiro, cujo passamento nao
podendo ser um faci indiffereole associacao,
as-iin raaoi/estoo ella o seu profundo pezar.
Cow-pox No d a i dtt corrent o incan
savel aireeor do Instituto Vaccnico, Dr. Bastos
de Oliveira, aoompaobado do seu substituto au-
x:liar, Dr. Vteira da Cunta, vac-inon 135 pes-
soas na Fabrica de Fiagao e Teeidos da Magdale-
na, extrahindo a vaccioa directauente de um
bem nutr l.> vitello.
A seren constantes i> nobtes esforgos 6 de
rUfipr o exterminio da fatal peste, qoc ora as
ola asta Estado.
Aasocincao Comnereial Bcat-flcea
te Amanb, ao meio da, reunem se em as
sembli geral 03 merabros desta associago
para lomar conhecimeuto do relatorio da actos)
ir.-ctoi-a e tkger a unta directora.
A Patria ftrlicou se o n. 33 deste peri-
dico poiiuco, critico e noticioso.
Club Eleltoral Bepub icano de
Want AntonioAs tessOes deste tub -ea-
lisr-se-nao todas as sextas-tetras, as 7 horas da
noiie.
Titulo* de eleftoreaDas 2 s 6 horas
da tarde, todos os das, faz se entrega dos tita
los dos eleitores da Graga, e 2o distados, cffl
casa de residencia do juiz de paz Jos Cordeiro
dos Santos, ra dos Afilie tos n. 31.
Paquete Manaes Segundo te egraiuina
reeebioj pela agencia do Lloyd Brasileiro, o
paquete na ioiul Mandos sanio ante hontem s
II oras da noile do porto de S. Salvador da
Babia ; pelo que devo tocar hoja do de Macei,
e amanb 00 do Recife, em viagem para o norte.
Juizo te catamenio Na audiencia
de nonteui do Dr. juiz dos casameuios, furam
fe. ti s os se&uiutes pregues :
PrimeiroDe Maooel do Bomm, morador na
Boa Vista, com D. Francisca lienta de Oliveira.
more dora em Olinda, solteiros.
Segundo De SipjpliciariO de Aquioo Pesma
com D. iouDa Mana oa Coneeiga solteiros,
morado: es ein S. Jos.
Dilo De Jos Tavares Muoiz Frazo com I).
Leonor Correii Lima, viuvos, moradures oa
B; a Visla.
lerti^D militarf boje superior do da
o C'U,.dooapito Clasio, e faz a ronda de vi
siuocuiHda aiferes llego Barros.
O li baUhio dar a guarnigo da cidade,
lusituto larriiiico MunicipalPelos
Drs. director e seu substituto auxiliar vacci-
naram se houiem nesse instituto 172 pessoas.
No mesmo instituto foram distribuidos 36 tu-
bos de lyrapha vacciniea aaniraal-
Obras do aaelborunsento do porto
-Acbase ne-ta cidade o Sr. Dr. Carlos Hargrea
ves, distiuc\i) eogenljeiro, qae segu p.ra a Eu
ropa, alioj ue liscaliiar execugo uas nporua-
les enc^mmeodas teilas pela Empresa de Obras
Publicas no Brazil para o me horameolo do por
lo ilo Recife. .
1,lo ja Hraxilelro0 vapor Alagos, d es-
sa companh'.a, que deve boje saftir do p.uto de
Belm. em seu re^resso para o Sul, tocar no
dusU capital uo uia 13 (Jo corrale.
laalttul 19 de Abril- O Club Lutera-
no Diegues Jumor, fundado entre os alumnos
esie laatiluto, fmiccionou.Uontem, sob a presi-
lien :ii Dr. Carlos Porto Carreiro.
Furapa aiiprovaloa os novos estatutos.
Tociaram psrie em diseussfjes ile theses os
Sr?. Vicente Cavalcante, Benedicto Foranga.
G aciltano Manas. Theooaldo Silva, Ismael
Marjues ViUI Mello, Fernando Vasconcelos e
Francisco Pires.
Fo am so: tea jos clironislas os Ss. Gasto e
Antonio de Mendongi.
Verlosento* -Em 31 de Agosto prximo
liado, no tem j ue Qjijup.o iauivjduo de lime
Cela io Volluso ferio gravemente a liara The
iea das Mo.iaobas, dando-he um golpe de fa
c 1. O delnqaenje foi preso.
No mesmo dia, no districto de Marayal, ler
mo Ue Calende, Mmoel Ferreira de Lacsua, vul
uo Manoel Amaro, ferio gravemente com um tiro
d: pistola a M>"Wel Ferreira da Silva, que fi
ido para 4 hospital Pedro 1.
0 delinquen e evadi se.
Yienna Com esla deno
stlNi-wutttM.de VJeuua Com esta -
snector do Are- nal de Guerra. | '"'".*V g^neriw, o annaxeui do Lima, 4 toa o
(Assignado).-yofl,uij Jos Femu-a da-Rocha, Uaro da Victo 9, a aba de receber
secretario da intendencia.
Directora di Arseual de Guerra de Fcrnam
buco, 4 de 8etemb o de 1890 -N 374
Agredecei por mim a todos os digiif s cida
daos intendentes, e particular nenie aos D ?. Ati-' reme! leu.
tooio de Sooza Pinto. Fraocisco do Reg Barros j loria de olla -Escreveram-003 no
de Lacerda e Jos Nicolao Tolentino de Carva- i do corrente :
grande variedad? de r.iscoutos p^oprios para se-
ren lobados com champagne e forvtes. Sao
muito delicados e muito saboroses,
Airadeceraps o5r. L'ma a amostra, q'ie dos
Realisou se hontem oo sai&o da iolendencia
ial desia cidade e dianle de crescido nu-
le pessoas, o primeiro consorcio vil, de
Fraaatsco Antoaio de Albuquerque com D. Joj
qmn* Magdalena Cavalcanie.
Jrapois de lavrado o respectivo contracto,
m os coDjuges acompaabados de aeus
padrjolios para a ureja malrw dssis cidade, allm
dersseberem as benflos napoiaeX
JMsta occasio o Kevrn. vigario, dttgipdo
aos ciscumsiantes ali Iboo os que remeitassem as leis do governo, se
sojeita8sem ao coatracto civil, porm, rao des
preza8sem as ceremonias religiosas, oBereceodo
ao mesmo lempo aos qae nao dispuiessem de.
recursos, todos os documentos que dependessem
de seu mtuislerio para a legalisagao do respecti-
vo contracto civil, e bem assim, que dispensa
ria, como faz desta vez, aos que nao Ibe podes
sem pagar, os seus emolumentos.
A' Diblioiheca da sociedade lilterarii desta
ciiale foram offereiidos:
Pelo socio bemfciior o Exm. ministro dos
uegocios do interior 150 livros e folbetos.
Pela socia bemfeitura a Exma. Sra. D. Ma-
ra Luna Duarte, 3 volumes de poesas.
Pelo presidente da mesma sociedade pro
fessor Maooe Jos ios Santos Teixeira, nmli-
vro em branco para a esoripluracao das respec-
tivas actas.
r-elo s.ci effectivo Jos Vieira Brasil, 3 vo
lume de versos.
Pelo tocio effectivo Dr. Rodolpho A borlo
Silveira, 3 volumes de versos e discursos.
Pelo socio honorario Joao adellno de Mello
Vergosa, 1 volume de confereo:iaa republica-
nas.
< Pelo orador da mesma sociedade Antao B.
Jnior, o asamento e Morlalba e voume de
versos.
PorEstevo Alves Barbosa o diccioiario de
Fre Domiogos.
llealiaar se-lia no dia 23 do correte. Da
matriz desta cidade, a feeta do martyr S. Sebas-
tio, promovida por urna commissao composta
dos m-s. Sebastiao de Souza Costa, Sjoastiao da
Cos'a Gomes, Vicente Ferreira de AndradeLima.
Francisco -*lves Tenorio e Antao B. Jnior.
A mes-na comraissso, com o valioso concur-
ro do Revio vigario nao tem poopano esforgos
para dar o maior realce festividade do inclylo
martyr, advogado confa as pestes.
Coasta nos que dos qoiohentos e tantos el-1
teres ltimamente qualincados apenas trila e
poucos at esta data teem solicitado os seus li-
tulos, o que nos faz suupor que a ab-tengao ao
futuro pleito sera viral, oquejulgamos um erro.
Na quadra actual, entendemos que todo ci
dadao de ve exercer o seu direilo, escolhendo os
caracteres mais dirlio-tos da familia brasileira
para represeoial a na congresso e sellar a pro
ciamagao do governo republicano.
Ordera e progresso aeve ser a nossa divisa
Consta-nos alada-, qoe nesta cidade fundou-
,-e um partido catholico.
Se elle em eu* Teste nao levar desfraldada
a biudeira da restiuracao, e, se pelo contrario
se propuer lito souieaie a defender os atMttae
da igreja de Jess i.hnsto, n^3 o apoiatemos al
certo p rato.
At ootra vez.
Tribunal ilo Jury do eelfe'inda
bootera ao poude ser installada a 6* sessao or-
dinaria desle Tribunal.
Apenas compareceram 24 juizes de facto, 9ei
do sorteados man os seaulnt-s suppleotes :
Fregueziado Recife
Franii'co Mara >los Santos.
Alfredo de Lemos Araujo.
Modesto CoelDo lo Reg.
Hermtllo Francisco Rodrigues Freir.
Jesuioo Al ve- Feruande3.
FrefHezia de Santo Antonio
Dr. J080 Ferreira da Silva.
Antoaio Cotreia dos Santos.
Freguezta de S. Jos
Anooio R)drigues ile Albuquerque.
Lu z Eloy de. Miranda Durao.
Capilao Pedro Velho de S Brrelo.
Fiaicisco de Paula Albuqnerqu-! Maranho.
Fregvesia da Boa- Vista
Fraocisco Lauro da Silva Costa.
Miguel Arcbanjo Mindello.
Jos Goilherrae da Silva Duarte.
Manoel Jos Gongalves Braga.
Flavio Jos dos Saotos e S'lva.
Dr. Manoel de Sa Brrelo Sampaio.
Dr. Manoel Nicolao Regueira Pinto de Souza.
Fregmetia da Graca
Jos d'Ascumpgao de Oliveira.
Fregueziade Afogados
Hearique da Fonseca C utinlm.
Freguezia do Poco
Claudio Dubeux.
Allredo Gairetl.
Jovino Barral da Fonseca.
Joo Francisco dos Santos Netto.
Foram multados em 10AO00 os seguin'es
jurados nonfieaios, que deixaram de compare-
cer :
Antonio Reinaldo eMirand?.
Th'obaldo Aiipio Martfns Saldanha.
Antonio Juveocio Bodrigues da Silva.
Dr. Albino Gongalves Meirade Vasconcellos.
Vnionio A4olpbo Borges Leal.
Franc.sco Gongalves de Siqueira Jnior.
Jos Antonio do Coulo Viaona.
Demetrio Affonso de Torres Tmpora'.
Dr. Joao Francisco Teixeira.
Joao Emiliano de Lemas Duarte.
JosJ.iaquim de Miranda.
Jos Luiz Macedo Cavalcante.
Joaquim Clementno P. de Brito.
Jo; Basilio de Paria.
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
Jos Joaquim Das do Reg Jnior.
Manoel Antonio Gongalves.
MiLuel dos Santos Cos.. Jnior.
Coronel Luiz Osario do Reg.
Antonio Venancio da Silvei a.
Adolpho de Brito Tavares Cordeiro.
Dr. Joaquim Theotonio Soares d'Avellar.
Jos Faustino Porto.
Dr. Jos de Mita ida Curio.
Manoel Gomes de Figuereido Casra.
Miguel Pereira Geiraides.
Thomaz Garrelt.
Dr. Carlos Eugenio Douarche Mavignier.
Dr. Fnracisco Phaelanteda Cmara Lima.
Florencio Jo.- AzceJo Santos.
Lu igero de Mattos Pereira Dutra.
Manoi 1 Seve Filho
Luiz Epiphsnio Mauriea.
Antonio Jj.- da Silva.
Antooio Geraldo do Reg Barraca.
Antonio Machado Pereira Vianna Jnior.
Dr. Uado Alcebiades Velloso.
Jo&o Qjiniil o de Fon'.es Braga.
Dr. Jos Hygino Duarte Pereira.
L'Jiz d'Oliveira Lima Jun.or.
Thomaz Ferreira de Carvalho.
Agostinho Jos n'Oliveira.
Joo d'Aqumo Fonseca.
Joao irineu da Silva Antunes.
Joo Carneiro Ferreira Bacellar.
Francisco Ferreira Borges.
Bemvenuto de Souza Travassos.
Antoaio Martins de Moura
Dr. Mino.l Netto Carneiro de Souza Bandeira.
Jos Joo da Motta Jnior.
Heliodoro Candido Ferreira Rabello.
Demetrio Acacio de Araujo Bastos
intendencia Muutclpal do JBJj^clfe-
Remlimeolo do dia 3 de Setem-
bro 1-040J337
Saldo do mez de Agosto 30:348*538
31:388*875
11:422*588
Se veri no DUs de Carvalho.
Joaquim Francisco Alves
Jos Theotonio de Campos.
Francisco Tnenorto dos Santos.
< so dos) seruw de Pcraai
a 3 de Setembro de 1890.
Boistus mstsoroIoKico
-Reci
V" 1 -a
Bor>4 H ga>5> Barmetro a Tensan do vapor 73
&*> I
l -1 [ 3
d m. 2i.9 762'59 17.88 91
9 M-.i 763-38 19,04 76
12 37-,2 763*01 19.70 73
1 t. J7-. T62-12 19.7U 73
24 2 762-46 18.27 81
Temperatura mximai7,'50.
Dita mnima21'.50.
Evaporadlo e.m t Ooras : a sombra2",2
Chava z3.
Direiglo.ds.vento : 6 horas Ja manbWSW;
9 horaE ; 42-borasSE ; 3 horas da tarde
ESE ; 6 horasENE.
Voiocidade meuia do valo2*21 por se
gando.
Nebulosidade media0,"66.
Boletim do pono
9 33 E a 0 a B. M. P. M B. M. ._.___j > Utas horas 3 de Setembro 1 -05 da tarde J 7-43 4 d Setembro! 139 da manb Alur< 0\49 2\20 ".55
dia
Despendeu se no dia 3
En poder do procurador
No Banco Su! Americano
19:986i87
2:906*287
17:000*000
19:966*287
Caea de OeteaeaoMovimento dos pre
sos da S*sa de Detengo do Recife, Estado de
Pernambuco, eiu 3 de Setembro de 1890.
4'-'5. entraam 12, sahiram 15,
e.vis-
Existiam
tem 492.
A saber:
Swtt0'*3. laajj:*-^ 40. .tfUfWerO 19.
-lotal 49J
vrrucoailo.- 423
;cQ8 410.
:.es 11.
nucos 2.
-Tota 423.
Movioieato aa tmtejuaaru.
Tese baix'a :
Joaquim Alves de Mello.
Tiveram alta :
PaaeagetroaChegados da Europa no va-
por francs Orenoque :
Anhur de Moura Ribeiro. Orvalh > Mo ta.Fran
cisco Pedir Vidal. Manoel VirUto >occorro, Jos
Augaslo Rassel, Francisco Antonio Teixeira J-
nior, Jos Ferreira Marques, Arlbur Gongalves
Maesas Constancio Januario de Mluiros Lopes
e 6 rilhos, Mano"l de Souza Alraeida, aoicoio da
Silva Campos, Jos Augusio Rosado. Antoaio Pe-
reira Magalhes Baslo, Aotooio Jos Cruzeiro
Seixas, Joo da Silva Moraes, Joaquim Das de
Aodiade e sua teohora, Bernardo Joaquim Mo
reir, Domingos Meodes, David Meo le, Antonio
Joaquim de Oliveira, Z feriuo T.iiago Ferreira,
Jos Rodrigues Aojo, Jos de Azevedo Lopes Ha
raos, Manoel Antonio Estevfs. Salvador Jos Es-
teves, Francisco d<-Souza Silva, isaac Beaarochi,
sua senbora e 1 filho, Giusippe Mardiglia, Giu
seppe Cassella, Fiaucisco l'eUjgririo, Camello
Pelegiino, Mala^lena Peleg.-ino, Lona 1 bam
psau'-, llenrique d. S, Joanne Enke, Jos Gomes
Gan hes, sua senbora e 1 (fino, J. Scheliharus,
M. Be. k, A. Caius Avon, sua senhora, 1 cuuhado
e 4 tilbos, Caraic Ca'.uz, Marie Marlhill e Ma
oo -I Lapes de Sa e sua senhora.
, Sabidos para o sol no mesmo vapor :
J suido Lustosa da Cunta, Alfredo C. de Al-
meida. Amonio de Oliveira Maia, Dr. Lucillo
Martins e Eumeno Cbaline.
lieildea- Eeciuar-se-bo os seguintcs :
Hoje :
Pelo agente Gusrno, s 11 horas, ru3 Mr-
quez de Olinda, de barra com vinbo e gneros
de estiva.
Pelo agente Martins, s 11 horas, ma da Ira
peratriz o. 53, de urna a-iuago eavidragada.
Pelo agente Brito. s 11 bora, ra das
Aguas Verdes n. 22, de movis, lougas e vi-
dros.
AmanhJ:
Pelo geme Pestaa, s 11 horas, travesaa
do Corpo Santo o. 27. de predios e sitio.
Pelo atiente Borlamaqni. as 11 horas, roa
do Hangel n. 29, de annag) e fazendas ahi exis
lentes.
Pelo agnte Brillo, 11 hors, ra do No-
gueira n. 30 de movis e oulros oojecios-
miaa* fnebre*Ser&o celebradas :
Amanb:
A's 8 hor s, oas matrizes da Varzea e Santo
Antonio pela alma de D. Elisa B. da Silva Netto;
as 8 Doras, na matriz da Boa V.sta e na capclla
do engeoho Gurja, pela alma de D. Rita Caodt
da de Souza Leo ; s 7 borss, na igreja de S
Jos Je Riba Mar, pela almas de Sevenaoo Bar-
bosa da Silva e Antonio Jos Barreiros.
Moanital de Santa Asaeds-O movi-
mento deste eslabelecimento (para variolosos)
do dia 3 de Setembro, foi o segainte:
Exisliam 267
Eotraram 21
Sahiram curados 8
Fallecern) 3
Existem 277
lio,, ital Pedro II0 movimento deste
estabelecimenio.de caridade, do dia 2 de Setem-
>ro foi o seguale :
Entraram 14
Saniram 10
Filleceram 1
Existem 489
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs. :
X'ObUiso s 8.
Cysoelro s 9 1|4.
Ferreira Velloso s 9 li2.
Berardo s 10 1|2.
Malaquias s 9 l|2.
Puntual As 9 l|4.
Estevo Cavalcante s 101(2.
Simoea radiosa s 10.
O cirurgio dentista Numa Pompilo s 8 3|4
horas.
O paarraaceutico entrou s 9 1|4 horas da ma
aba e sabu s 3 da tarde.
O 2 dito entrou s 7 da manb c sabio s
6 da lard 1
l,i v rii do Estado de Pernambuco
-A 18 serie da 1* lotera desle Estado, ser ex
trahida impreterivelmenleno dia 9 de Setembro
(terca felra), 1 hora da larde, no consistorio da
igreja de Nossa Senhora da Rosario, de Santo
Antonio.
{.olera do Enfado do tiram-ParA
A 19* serie da 31' lotera, deste Estado, cujo
premio grande de 250:000*. ser extrabida
amanb 6 de Setembro (sabbado).
Lotera do uaroubo A 2' serie
aa 3 lotera deste Estado, cujo premio urande
i de 300:000^000. ser extrabida do dia 10 de
Setemaso fquarta feira).
Cemiterlo publico Obituario do da 3
de Setembro de 1890:
Quintiliana Mara das Neves, Pernambuco, oi
auno?, solteira, Santo Antonio ; nephrite paren-
ihimairo.
Ceciliano Gongalves da Luz, Pernambuco, 23
annos, solteiro, Santa gueda ; varila.
Erneslo, Pernambuco, 7 annos, Santo Anto-
nio ; varilas hemorrjiagicas.
Tiiereza, Pernambuco, 4 mezes, Bebenbe ;
varilas confluentes.
Manoel Bernardo^de Oliveira, Pernara,buco, 18
annos, solieiro, Santa gueda ; varilas con-
fluentes.
LourengaMaria da Cjaceigp.Peraambuco, 30
anaos, solteira. Santa gueda ; ^a^ols.
Anselmo, Pernamjjuco, QO anuos, golteiro,
Santa gueda; varilas.
Joaquina Maria Francisca da Con.ceigo, Per-
nambuco, 23 auno?, solteira, Santa.gueda ; va-
rillas.
Maaoel Tbam da Silva, Parahyba, 23 anuos,
solteiro, Santa gueda ; varilas.
Ma-ia das Dores, Pernambuco, 66 anaos, sol-
teira, Boa Visla ; asclte heptica.
Hoaorm Jos de Oliveira, Alagoas, 26 Grajos,
solteiro, Boa Vi=ta ; alexia p->lastre.
Avelina Mana.deLirna, Pe. narabuco, 24aono3.
solteira, Boa Vista ; dyarrhca infecciosa.
Pedro Ferreira d'Amorim, .Pernambuco, 18
annos, solteiro, Bir- Vista ; aa,emico.
Joao na Emilia Flora. Per. am u:o, 70 aonos,
viuva, Boa Vista : cachexia paju^tre.
Toereza, Pernambuco, o annos, Sapta gueda,
vanlas
Urna enanca, Pernarabucj, G aga ; naicida
mora.
L'OHMBIIlCAIrOS
Alada 1 xpllcaees
.A publicagao do Sr. arlo 4e Arariba obriga'
nos aioda a breves explicagOes.
'I' possivel que S. Ex. e o Sr. Vicente Cys-
nsros livesaem procurado an honrado- B rUo da
Lucena para simples visita, mas o que fadq 6
que apenas se occup&rara de poltica e organisa-
gao de chapa, sendo que o segundo offereceu es
Sr. goveroador urna chapa escripia de sua cora-
binacio, e o primeiro lembrou a candidatura ds
8r. r. lysses Viaona.
Como taes cirenmsta ocias nao foram m enca-
nadas as publicagOes dos dous fionra 'os cava-
Ih^iro-, e parecemos qoe ellas nao sao to ia-
differeotes que eevam ser caladas e esquecidaa,
aqui as deixamos registradas paramelhor intel-
ligencia de fact03 qne esto sendo proposital-
menle baralhados e calcoladameate explorados.
Ahi tica a-sumpto para mais um carta: de
Jornal do Recife.
A absteo^aodos sete Estados
O Jornal do Recife, que merecidaments
conquistou os toros de imprensa seria, nSs
pode desconhecer a missao civilisadora da
imprensa moralisada, e menos pode desco-
nhecer a grande responsabjlidade que lha
assiste na direegao que deve impriinir
opiraiao publica, em rel.r;o aos grandes
interesaes e necesaidades da patria.
Era relacSo agrave emelindrosa questas
da absten ;ao do voto, no presente niumen-
to histrico, ou o Jornal* do Recife, eque-
cendo as nogoes de patria" e de goverrto'so-
cial, desvion-se inteiramente da verdadei-
ra orientagao pditica; ou, cedendo ao im-
pulso de sentimentos poucos generosos,
julgou que lhe era licito antepor impune-
mente ao cumprimento dos seus deverea
patriticos, pequeninas amb cos e desar-
rasoados caprichos que desacruditaram oa
partidos do velho rgimen.
Em ambas as hypotheses, o Jornal, con-
sciente ou inconscientemente, temeu para
si &8 mais triti-s e inglorias responsabili-
dades dos mo-i conselheiros da opiniSs
publicas.
i Dissemoa em ajano ultimo artigo que
entre a abstencio do voto, as acuaes cir-
cumstancias do Brazil e a abstengo do
voto partidario eru paizes social e pd>trefe-
mente constituidos, a distancia er um
abysmo intranspomvelenunciando urna
verd<,de, por si mesma, evidente !
Bastar ver se que nos schacos tc-doa
era face de um problema nicoa re-
c nstrncgo da patria.
Desde que a opmiao pubca a hoje
nao oi lividida por nenhum .lao de solu-
giio desse problema, justificado pelo exame
d'estas ou d'aqueilas grandes v.rdades da
sciencia social e do direito poltico ; nao se
comprehede a creacao de nephum parti-
do nem a formacao de um s grupo de
boas cidadSos para sustentar e defender
conscientemente os grandes interesaes da
cornmunhao nacional braBeira, sem que
Ignem os ameace !
Era taes circumstarcias, desJo que os
pretendidos directores da^ opipi^io nacio-
nal, sem orienl&gao poltica conhecida,.ss
bstiverem de concorrer, com suas ufes,
para a elaboracao do prnjsotp que vr,i ser
submettido ao criteriu do t'ongresso Con-
s ituinte, nem sobre elie quizeram airada
emittir juizo aigum, pelos seus orgos de
publicidudo ;em nome de que principioa
scientilicos, em nome de que verdades pra-
ticas e em nome de que intereases paci-
naes, em perigo, poderao surgir e legiti-
mar-se estes ou aquelies pretendidos par-
tidos, estes ou aquelies agrupamentos do
p .triotas para acooselharem a abstengas
do voto, em qualquer dos sc-te estados a
que allude o Jornal f !
Haver quera ouae comparar rasoave!-
mente taes partidos ou taes agrupamentos
com os legtimos partidos formados, em
paizes j definitivamente constituidos so-
cial e politicamente ? Nao cortamente.
Logo, a &bsteucao do voto, acoriselhada
em qualquer dos estados para a eleiyao ds
Coogresso Constituinte, nao pode deixar
de ser manifestamente anti patritica e
poltica, nao pode deixar de produzir logi-
uaeaie : ou os resultados fataes da volun-
taria nullificajao e aniquilamento poltico
dos abatidos ; ou os resultados funestos das
tr stes responsabilidades do um crime que
nao tem nome!
Deplorando sinceramente a falta de
urna verdadeira orientagao poltica < o
grande erro incooscieate do qual -: vi-
ctimas incautas os laureados e >' netos
cavalheiros qne aconselhara, n >; <.: es-
tados, a abstencao do vo. p f.. roes
de 15 de Setembro; em > 1. : s glo-
riosas tradigoea do estado de a.buco,
saja-nos licito esperar av4a : ;' w-T-pi-
caz e Ilustrada redaegao do Jo/iial mude
de rumo e n3o queira mais arrestar nin-
gueai criminosa falta dos seus deveres
patriticos!
As reproduegoes do erro ou do crime
nunca justificarao aos que se transviam
da verdade e do dever! Se os outros
estados quizerem permanecer no crimi-
noso erro da abstenerlo, qqando se trata
de reconstituir a nagao, nSo isto razas
para que pernambucanos distinctos e il-
lustres, por sua vez, ng'stam em querer
barrar urna pgina da .historia patria.
O honrado e distincto pernambucano
Sr. barao de Lucena, nao tem nem pede
ter a mnima culpa por ter encontrado,
no proprio patriotismo, urna coraprehen-
sao exacti da.situacjo inteiramenfe nova
e excepcional 00 sen paiz e urna perfeita
orientacao da verdadeira poltica capaz
de erguel o s mais culminantes alturas!
Comprehep.de-e perfeltam'ente que oa
-etaratarios e imprevideutes o invejem
e nao o louvem nem o a^plai^dam ; maa
ninguem comprehende que lhe fagam
disto um crime, e que o predjem e o
ma4q^gap..pi nome'da' patra, a quem
elle serve e a quem elle deffende coms
verdadeiro e benemrito pernambucano
que .
Dado de barato que os seus desaFeptos
peasoaes tenham boas razoes para nao
esquecer o passado, e que, arrastadoa
pela mais triste das coherencias e por
urna falsa concepclo da propria dignida-
de e das noedes da bo^ moral social, se
julguem iacompatve8 com aquelies qus
aindi hontem pretendiam excluir da eom-
muuhSo dos patrios; ninguem dir que
cima de tudo isto nao esteja a patria,
quo cima de tudo isto nKo est.-j <. o de-
ver, quo acma de tudo isto nao esteja a
leadade para com 01 proprios amagos,
ibes mostrarem o nico esminho para
o resgate do seu erro poltico, para t
i-'

Ti
v-

-
. -
-
te

*T



de Pernambico-Sxta-eira 5 de Setembro de 1890
adfrmecimentb de preconoeitos que os
kfctrui excessos injus tfica veis, e para
rehaverem o poeto que a honra assignala
a todos os que anda nao se naturalisaram
em paia estrangeiro !
Anda tempo absolutamente i a
dispensavel que, amanhS quando se tratar
particularmente da orgaoisac&o poltica e
administrativa do estado de Pernambuco,
todos ae achem no seu poeto de honra,
todo* estejam promptos cumprir o seu
de ver, para que pissam todos bemme-
recer da Patria !
Nao ha por isto outro caminho senSo
o das tregoas, sinlo o da tolerancia, si-
nlo o do respeito reciproco.
Sao estes os votos de todos os verda-
dadeiros pernambucanos e os mais sin
ceros desejos do patritico e benemrito
Sr barSo de Lucena, que tudo ante-
pe a uni&o de todos os pernambucanos e
a felicidade da sua patria.
A reflezSo, a ealma, a previdencia e o
tempo p >derlo fazer o resto.
3 de Setembro de 1890.
Ignotas c vis.
IHDICACES TEIS
UM POUCO DE TUDO

-..;

Palla se constantemente de progresso : pois
bem o progresso n> e o avaneo insuflaMente de
quanto as nossas dissipacoes, as nossas violen-
eias* as nossas discordias nos permiiiem ecc-
noinisar sobrero producto do penoso trabaltio de
cada di i, o exaudent; da producco iacesaante
da vida ?
Que seria o mundo com ref rencia riqueza e
ao desenvolvimento intellectual; com referencia
. a moralidade privada e publica e aos sentimen
tos e as affeicoes de familia ; com referencia ein
fim, lberJaue civil e a libcrdade poltica, se
ite doloroso succeder se de geraces fosse me
n>s agitado, se todas as forjas, todos os recur
sos, todas as energas, edigamol-o tambero,
porque necessario ser jus>o com todos, mesmo
com quelles que nos combatemse lodos os
' talentos e todas .s virtudes empreadas quotidia
.; mente em derramar em torno de nos os mal
i les artiliciaes e os soflVimentos voluntarios se
coosagrassem a combater os males naturaes, a
purificar o ar, a domar os elementos e a fecun-
dar este solo, que nos obstinamos em tornar es
teril e a envenenar com as nossas disputas ?
Na realidade a este respeito nao ha quem dis-
corde.
Bem que todos nao o declaren), todava todos
considerara a guerra como um flagello, todos
suspiram pela paz que a segu; e, excepcao feita
de algum homem de rapia, que no intimo esli-
mara achar por outro caminbo a grandeza e a
gloria promettidas s soas potentes faculdades,
pode dizer-se que a opioio unnime, e que
se em todos os paizes se fizesse um appello ao
suffragio universal, jamis plebiscito algum te-
a resultado to imponente como este grande
plebiscito internacional.
Mas infelizmente pouecs sao os que sabem
como depende delles o fazer, mediante a aeco
collectiva, subir al as regies, onde pe decidem
os sio destinos, o cbo das suas aspiracOes.
Bem pouros, maidizende a guerra e suspiran
do p. a paz, cunhecem quanta razo ha nisso.
Bem poucos aiuda tem urna noco, mesmo
longinqua e inexacta, do que a guerra e a pos
sibilidadeda guerra custam, e do que ellas im-
pede... ; de quanto a paz traz e de quanto pode
r trazer I
Muts capilaes creem fazer a guerra e nao
fazem seno a pilhagem.
O despre.so do triumpho mais glorioso que o
' proprio iriumpbo.
Os grandes pendem sexpre para a guerra e
os povos para a paz.
Quando se trata de fazer a cuerra e matar
tantos milbares de nomens, o juizo est reser-
vado a um homem, e este interessado !
gTralem per si os povos dos seus negocios, as
cousas andaro rnelbor no mundo.

O livre commercio!
Eis a verdadeira conquista; ella mais segu-
ra do que a das armas.
Lemos em urna folba norte americana a noti-
cia de que um dos (iibos do famoso Bnnghaoi-
Young acaba de ser pr movido a coronel do ex-
ercito dos Estados-Cuidos.
Brragham-Young deixou cincoenta e seis fi-
laos que esto todos vivos e de perfeita sau le e
urna boa fortuna.
' urna raja de atbletas essa familia, diz nes
o collega norte americano.
Os horneas sao to inielligentes como robus
tos e as mulberes sao formosissimas.
QEutre os tillios do fallecido ebefe dos mor
mons ha advogados, mdicos, eogenbeiros, ban
queir s, industriaes e militares.
Entre as filhas contase a Sra.Susa Young
Gates que artisu distincta e pretende dar con
certJS u. s capilaes europeas.
fc E sectaria da doutnna dos mormons e nao
teui ciumes de vir a ser a decima quinta esposa
de um marido querido.

Em algumas partes da Europa, lizeram-se ex-
periencias no sentido do emprego da agua dos
exgostos para fecundar as hortas e os campos;
e taes experiencias deram excellentes resul
tados.
Em Danzica, onde ha 14 annos se pratica a
irrigaco com as aguas dos canos de despejo, os
terrenos que antes se arrendavam a um franco
por *jorna la., medida de superlicie, boje se ar
rendam a 10 francos ; e nesses campos prospe-
ra a industria do leite, e nos prados e as hor
tas floresce a industria do hortelo e do agri-
cultor.
Em Berlim succedeu a'mesma cousa, trausfor
mandse para sempre as dunas arenosas, com
as aguas cloccaes, em terrenos cultivados e riso-
nbos, onde o mnnicipio tem edificado um hos-
picio de convalescectes, o governo um coilegio
de cadetes e moitos senhores as suas quintas de
recreio e delicias.
Em Geunevil.iers, prximo de Pars, a super-
ficie irrigada cresce sempre em extenso. A po
pulaco nestes ltimos annos augmentou em
34 ,o; o valor de locacio que era de 90 fran
eos, subi a 480 ; e o preco venal do terreno que
regolava de 10 a 12 mil francos, tlevou se a 20
e 22 por heciar, sendo que a aalobridade desses
lugares afhrma se por urna diminuicao na por
centagem de mortalidade, senao qoasi por urna
immunidade electiva para multas doencaszyrno-
ticas ; pois em Danzisica, por exemplo, de 4.89
/ desceu a 3,52 /
A" suspeita dos primelros dias substituio a
con ii anca ; os terrenos que nao achavam arren-
datarios, boje sao insufficientes eatisfaco dos
pedidos ; e a saude e o bem estar se esteudem
com a cultivaco, segando expoe Billi.
Este diz : Ha ja multo tempo, que, combaten-
do o fanatismo pseudo higinico dos crematorios,
demonstrei- como a trra era potente depuradora
mas hoje, depois dos ltimos estudos bacteroio-
gicos, acho rae mais ebeio de razo do ine antes
nessa aflirmaco.
O illustre director do Observatorio de Mont
sooris, a quem a hygiene e a microbiologa de-
vem tanto, analysando as aguas immundas das
cloacas parisienses, a.hoa, em 1888, urna media
de 11.1:90,000 baleros por centmetro cubico,
ao passo que, as aguas recolhidas do esgoto
profundo dos campos irrigados deGennevilliers,
verifuou que ellas continbam somente 2 875 em
Argenteul e 580 em Asnieres.
A eficacia puriflcadora do solo deve manifes-
tarse anda mais maravilbosa pela comparaclo
de taes cifras com aquellas obudas pela aoalyse
das agoas da fonte, distribuidas em Pars, e es-
pecialmente as do Dbuis, que lm fama ae ser
as memores apezar de cooterem 1,719 bacterios
por centmetro cubico, e as de Vaone, que no
reservatorio os contera em numero de 739, sen-
do que ao chegarem e distribu re m se em Pars
se tm enriquecido com mais de 3,160 organis-
mos.
esle*
O Dr. Lobo Moocoto d consalta em
sua casa roa da Gloria n. 39, da 10
horas da manhZ 1 da tarde. Achando-
se fra do aervico publico offerece ae para
acudir a qoalquer chamado com prompti-
dio para fora da cidade. Eapecialidade :
operaeoes, partos e molestias de senhoras
e de meninos.
Dr. Matheus Voz, medico. Jonsulto
rio: roa do Imperador n 42, 1. andar.
Consultas daa 12 a 2 horas da tarde.
Residencia, ra do Pires n. 27. Encar-
rega-se do tratamento daa molestias de
olhos.
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto-
rio ra Nova n 32, onde pode aer en
contrado do meio dia a 2 horas e fon
destas horas ra do BarSo de 8. Borjc
o 22. Espe ialidadesmolestia de crian
o senhoras e parto. Telephone n. 326
d.i casa de residencia.
Dr. S Pereira, ra da imperatriz n. h
d onsultas medico-cirurgicas todos os das
daa 8 ao meio dia, menos nos domingos e
dias santificados.
Dr. Freitai GruimarSes, medico, tem
seo consultorio na ra Duque de Caxias
n. 57, I. andar; da consultas nos dias utei
das 11 1 horada tarde e reside no Ca-
ueiro n. 4, onda attende a chamados eco
qualquer hora do dia e da noite. Telepho
ae n. 292.
Dr. Joaquim Iouieiro medico e parte
.-o, consultorio ra do Oabug n. 14
L andar de 12 s 2 da tarde; residencie
o Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e operador,
Pratica a lavagem do tero quando e co
. aconselbada. Consultas das 11 e
3 da tarde em sua rsidencia ru& d >
3om Jess (antign da Cruz n. 23, 1.
uidar. Telephone n. 380
Dr. Joao Pendoespecialista en: par
os, molestias de senhoras e de criancas,
com pratica nos hospitass de Pars e de
Vienna d'Austria, d consultas de 1 s 3
horas da tarde, ra do BarSo da Victo
ra n. 6, l. andar, e reside na estrada
dos Aflictos n. 30, junto estacSo do Es
pinheiro. Chamados a qualquer hora. To
lephone n 467, na residencia.
Advogados
O baehard Joaquim Ihiago da Fonseco
:em bou escriptorio de advogado ra do
imperador n. 14, 1." andar.
Occ alista
Dr. Ferreira. com pratica nos priac
>aes hospit&es e clnica de Pars e Loo
lres, consultas todos os dias das i
lorasdao meio-dia. Consultorio e resi
iencia ra Largfc do Rosario n. 20.
Dr. Brrelo tiamjtaio, oceulista, d coe-
mltas de 1 s 4 horas nj 1. andar ;aaa ra BarSo da Victoria n. 51. Kosj
iencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra
da pela ra da Saudade n. 25.
I> rogarla
Faria jokrinho di C,droguista pora!*
sado, ra do Mrquez de Oiinda n. 41.
Franc'MO Manon!, da Silva di C, depos.
arios de todas as especialidad a* >harau
:outicas, tintas, drogas, producto chimi
jas e medicamentos homeoptica ra <
VJarquez de Oiinda n. 23.
A > o i re Mame de Parla
Previne se as Exmas. familias que che
gart m j mu tos artigos de apurado gosto
escolhidos ;,"r Madame Koblet, actualmen-
te em Pars. Exposic&o diaria. Ra do
Cabug n. 1 A.
, antes mesmo do inicio de sua comtituicao so
cial?/ ..
E' que a repblica -a mais genuina personiti
cacao da democraciaignora a religiao tal qual
ella para admittU a apenas como um capricho
de liberdade individual ou loleral a como um fado
e vida puramente em, disse-o com a raaior pre-
ciso um illustre polemista francos.
Ese 4 democracia, alma do governo que pa-
ternalmente dirige-nos, nao comprehendeu atnda e
nem provavelmente comprehender jamis este vm
culo estnilo ee une as cousas divinas e as huma
nos, a relafao existente entre as questes polticas,
as religiosas e os sociaes, e a dependencia em que
estao todos esses problemas relativos ao governo das
nacoes da razao d'aquelle que se referem a Deus
legislador suprem> de todas as sociedades humanas,
nao vemos razo para que nos admiremos d'essa
inslita insistencia que me atorda os ouvidos
com a intil pergunta sobre a necessidade ou
estabilidade d'om partido calbolica em urna nao
nacao catbolica.
Aos que, porem, se nos dirigem de m f,
apontamos-lbes i meditac&o estas desprcteucio-
sas liaras, e quelles que, na ignorancia d'esses
principios ou na persuasao da sinceridade dos
que nos lu j.-m, formalam nos essa consulta ou
parecem abracar o mesmo coaceito que profli-
gamos, diremos : o partido cathotico na presente
situacao do poiz impdese nos como urna necessia
de inadiavd. primara, de todo cidadao brazt'eiio
amante de sua crencas e de todas as Uberdades pa
trias porque, opprtmindo nos os senhores do governo
a pnmeiru e a mais tncontestavel de todas, dao nos
com isto dirato a ene ral os como os prinapaes
violentadores da consaencia nacional, e consequen
teniente como o maior desrespeitador das liberdudes
individan.
E e, como excepcao, so a conscieocia catho
tica deve volver se oo paiz como escrava, ads ri-
ela a um rgimen de iatolerancia e espezinba
ment inacreditaveis, entao retomemos todas as
nossas energas, revis'amo nos de todas essas
coragens que nos acooselba o cdigo santo do
Salvador das aagOes, e digamos aos que nos go
ve mam como aos que nos tuvem : cerremos fi
leiras e entremos em combate por amor da f que
nos nutre, da espernnea que nos embala, e do amor
que nos ha de congregar na amisade reciproca, no
congracamento de todos os affectos para com esta
patria estremecida, que preece aos poucos, ouvinio
soar Ihe instantemente, aos ouvidos. esta conhea-
dissima phrase que, sendo a nota de sua desdita,
o verdadeiro epitaphio de todas suas Uberdades :
verba pratereaque nihil.
Janp.
Recife, 4-9 -1890.
A democracia e o partido
catho] ico
Se por acaso laborassemos anda em dovida
sobre o judicioso cooceilo de um illustre publi
cisla francez, quando escrevla: que toda religiao
que ospirasse vida publica seria tida pela demacra
ca como rival e immiga, cqualella subtrahiria tsdos
os requistt.s que constituem a pratica da berdade
tob pretexto de liberdade de consciencad'essa
iiiu-au tirar nos hiam cu.n certeza os proprios
corypbeos da democracia brazileira no prsenle
de-envolvimento histrico do paiz.
Efectivamente a nossa convieco prefaz se, se
nao augmenta, medida que cresce, avoluma e
se alastra essa onda temerosa de affi macOes, ca-
tbegoricas, tanto mais nsuspeitas quanto mais
comprobantes do veracissimo cenceito que irn-
screvemos
Sabamos orticamente que a democracia, nina
do racionalismo e or elle cuidadosamente edu-
cada i sombra dos principios demolidores de 89,
adherir franca e lealmente a deschristianisaco
do mundo por amor divinisac&o da humanida
de; sabamos perfeilamenle que luz d'esses
principios reputadosos nicos salvadores da
sociedade modernaacabara ella de operar no
paiz essa crui e radical subversao de todg
quelles principios inslituciooaes que por mais
de meio seclo presidiram a nossa vida social
poltica, mas. que fosse ella quem, em nome
d'essa to apregoada liberdade ue consciencia e
de cultos, nos viesse declarar pelo3 seas mais
auctorisados orculos pelos seus mais insuspei-
tos propugnauores, que essa liberdade era um
engodo que essa ampia manifestacao de lber
dade de pensamento era urna burto, que tsse
alargamenlo de todas as franquas individuaos
era urna iilusao, 6 o que de laclo verdadeira
mente assombra nos !...
Ergaem desmedidamente todas as uberdades
altura de um principio sao, forte, presumido o
nico dirigente das instituicoes sociaes, com a
mais formal asseveracao de que d'esse mesmo
principio decorrrero ao3 governantes o princi
pal factor da respeclm souerania, o exclusivo
id'*al, o objectivd nico da propria au'.oridade, e
coDJuuclameate proclamara, de voz em grita, a
mais completa carencia a (oda essa autonoma,
a mais franca opposico a todos esses principios
a mais decidida negco a todos esses previle
gios, o que, sera contestaco possivel. conititae
ao nosso ver, o faci mais anormal, mais re-
quintado absurdo que dado ao observador im
parcial jutgar n'este ultimo quartei do seculo I
Se antes de 15 de Novembro foi concedido
democracia brazileira ver, com essa perspicacia
e pericia de que tanto jacta-se, que o movimento
insurreccional que ja alentava a, era a resultante
legitima da sonegacao deprimente de todas as
uberdades individuaes por parte do poder ; si
assenboreando se d'elle por um golpe prfido e
em couaa alguma nobilitanle, vsou, nao obstante
a uniBcaco e pacifkageo do paiz na senda de
seu engrandecimen.o moral e futuro prospero,
sombra dos seus mais vitaes ioteresses, i erque
nao se preoecupoa desde entao do respe .. que
devia assislir-lbe para com a crenca d'esse; nove
decimos da populaco brazileira, no dizer ntil
de C. de Laet, que uao Ihe sollicitaram com ce eza
e nem Ibe supplicaram sem duvida que t.'os
libertasse do jugo suave da religiao em que sas-
ceram e to espontneamente abracaram ? I
E se essa suppliea nao lbe fora dirigida, e
essa aspiracao nao Ihe fora apontada, como veri
flear-se a necessidade d'aquella infamante dero-
ga(io do art. 5 da extinca conslituico,-quan-
do D'elle nao se traduiia a imposico de um
preceito, mas o reconhecimento explcito de urna
das mais sagradas Uberdades individuaes, a sa-
trelo de um direito inconcusso que pertencia
communhao brazileira no rgimen colonial,
Bencao de imagens em
Oiinda
A mesa regedora da irmandade de Nossa Sc-
nhora do Bom Parto de Oiinda, tendo de man-
dar proceder a bencao das imagens. de S. Sebas
Uao, Nossa Senbora do Bom Parto e Nossa 8e-
n..o:a do Rosario no da 8 do correte mez, s
4 horas da tarde, na Igreja de S. Sebastiao desia
cidade, por se acharem ltimamente encarnadas
ditas imagens, re-olveu nomear os paranymphos
abaixo declarados; pelo que, pede o compare
cimento de todos para maior explendor do refe
rido acto.
Da mizem de S. Sebastiao
Coronel Jos Joaquim Aitunes.
Coronel Manoel Dionisio Gomes do Reg.
Tenente coronel eorique Guibson.
Tenente coronel Hercuiano Cavalcantc de Albu-
que-q -e.
Teuente coronel Jos Maooel Cjrreia de Barros.
Major J is Figueira de Faras.
M ijor Francisco Seraphico Gomes do Reg.
Major Jos Geraldo de Lima.
Ca .nao Jos Elias de Vasconcellos.
Capilo Fortunato Jos de Sampaio.
Capito Vital Marques da Silva.
Capito Francisco Marques da Silva Meodes.
Capito Amonio Pires de Carvalho.
Capito Antonio Martins Pereira.
Capito Francisco Antonio Teixeira de Faras.
Cipito Manoel Joaquim Botelbo.
Capito Theodoro Hermino dos Santos Costa.
Capito silvino Nunes de Mello.
Capito Joo Fraucisco de Lyra Jnior.
Capilao Jos Mana da Lapa.
Capito Luciano Eugenio de Mello.
Capito Joo Augusto de Me.lo.
Capilao Candido Guedes Atcotor&do.
Capito Calisio Jos de Mello.
Capi? Miguel Francisco do Reg.
Capito Miguel Carlos de Farias.
Capilao Marcolino Lopes Cito.
Capite Liberato de Miranda Rocha Pilta.
Tenen'.o Liberato Prisco Ribeiro.
Tenente Albino Francisco das Chagas.
Tenente Maaoel Nunes Vianni.
Tenente Geatil Correii de Gusmo,
Tente Francisco A. da Silva.
Tenente Astolpbo A. de Paiva Vianna.
Tenente Manoel Izidio Gomes do Nascimento.
Teneute Manoel Lustaquio de Mello.
Tenente Manoel Frocopio da Silva.
Tenente Loarenco Jus'.ioiano.
Tenente Jos Marcelino da Fonseca Manguinho.
Tenente Joo Biptista da Silva Manginho.
Tenente dpiulino Figueira do Farias.
Tenente Salusliano Lopes do Reg Barros.
Tente Jos Salomo Nunes Vianna.
Tenente Manoel Liberato Femandes Soares.
T oente Joaquim Francisco Figueira de Faria.
Ai fe res Custodio Jos da Silva Pessoi.
.Vieres Miguel Hilario Pereira de Azevedo.
Alferes Manoel Monteiro de Lima Botelbo.
Alferes Jas Jerooymo Pereira da Silva.
Alferes Beilarmio Figueira de Faras.
Alfere3 Jos Antonia da Silva
Alferes Jos Gongalves de Oli /eir Filho.
Dr. Antonio Pereira Sim.'S.
Negociante Joaquim Fet reir da Silva.
Claudino Coelho Lsal.
Salvador Nigro.
Antonio Albaoez.
Josa Antonio de Matt03.
Antonio de Mallos Peixoto.
Jos Joaquim de Souza Motta.
Francisco Caelano Chaves.
Augusto Pereira Ramos.
Adriano Silverio Campos.
Rufino de P. Mesqulta Cardoso.
Da Nossa Seohora do Bom Parto
Saroneza de Caiar.
D. Mara Emilia Civalcante de Albuquerque.
D. Mana Emilia Ferreira deMatios.
D. Urcicina de Mello Alcoforado.
d. Mara Erm:iiiJi de Audrade Carneiro.
D. Nympha de Assumpco.
D. Aira, esposa do negociante Luiz de Paula Lo-
pes
D. Carlota, esposa do desembargador Al ves Ri-
beiro.
D. Tbereza, esposa do pbarmaceutico Alphru
Soares laposo.
D. Josepha, e posa do Dr. Antonio Estevo de
Oliveira.
D. Nazaria, esposa do Dr. Jos Jooquim Alves
de Albuquerque.
D Mana Ermeliada FernaDdes Cardoso.
De Nossa Senbora do Rosario
Baroneza de Tacaruna.
D. Jul.eta de Mello.
D. Amelia Vilella.
D. Amelia Torres.
D. Mana da Conceico Cavalcaote de Albuquer-
que.
D. Herminia, esposa do capito Felippe Duarte
Pereira.
D. Mara, esposa do major Claudino de 0. Cruz,
D. Joanna, esposa do Dr. B^rnardino de Senna
Dias.
Secretaria da Irmandade de Nossa Senbora do
Bom Parto da cidade de Otinda, 2 de Setembro
de 1890.
0 secretario,
Emilio Antonio Soares.
Manual Mercantil
Acaba de aahir luz a undcima edicao
do-MANUAL MERJANTIL-de.Vere-
diano Carvalho, consignando todas as alte-
rares dadas as leis e usos commerciaes
do Brazil at 1890.
Este livro, o mais em voga no commer-
cio brasilero, como prova o numero de
edic3es esgotadas, vende se em todas as
livrarias da Capital Federal e dos estados
do Brasil. Brochura. 50000,
Ao eleltorado de PcrnaMhaeo
Teado tomado alguma parle nos formidaveis
aconiecimenlos que, ltimamente, se lm dado
em nossa patria, e occupanJo, de ha muito, um
poslo Da impreusa fluminense, nao pensava, to
davia, em elevar as minhas vistas at i repre
sentago nacional, quando aps a abolico e a
repblica, alguos amigos comeciraai a instar
commigo, nesle sentido.
Nao t nha, porin, sabido da attitude res;rva
da e m que sempre me mantive, sustentando
com enthusiasmo e sacrilicio as boas cau.as e
dando me por feliz com vel as triumphantes,
quando em fina de Junho re:ebi convite formal
do meu amigo .e ebefe republicano Dr. Martius
Jnior, para entrar na chapa que o partido orga
nisava em pernambuco, sendo obrigado a lomar
urna reeologo sobre o assumpto.
Mostrando a carta do illustre moco a diversos
amigos, alguns dos quaes altamente collocados.
loram todos accordes em qce nao s devia acei
far o honroso convite, como fazjr commanca.
cao inmediata dessa resolugao.
A 3 de Julbo, pois, enviei ao Dr. MartinsJu
oior o seguinte telegrama .
c Respondo a vossa carta de 24 : pernam
bacano que se orgulha da sua trra natal, de
looga data tenbo procurado servir {todas as boas
causas do paiz e do nosso estado. Terei como
sabida honra fazer parte da chapa goveroista, e,
senio eleito, approvar a Conslituico, volar no
Marechal Deodoro para presideote da repblica
e envidar os esforcos ao meu alcance pelos me-
Ihoramentos moraes e materiaes de que carece
Pernambuco. O mea progrmala ser : Tu Jo
pela Repblica, tudo par Pernambuco. Agrade
co a lembraoca do meu nome e tico vossa dis
posico e dos nossos conterrneos.
No dia seguinte recebi lelegramma do Dr.
Martius Jnior, seguiotes termos :
Felicito-vos por vossa declarago, aceitando
candidatura.
Sobrevindo aeste acontecimentos a raudan-
ca politici qau lodo, c mliecein, ao governo do
novo Estado, abslive-me de dar passo algum em
r-laco a este assumpto, quando a 11 de Agosto
recebi do meu amigo Dr. Joo Barbalho, com-
municaco de baver sido o meu nome incluido
pelo illustre goveroador na chapa do Esiadi, e
pediodo me resposla sobre a ininhi acquiescen
cia.
Sabia eu que os D s. Martins Jnior e Ambro
zio Machado, convidados para fazerem parte da
futura representaco, nao tinbam concordado
nisso por moiiv.s que respeito, mas que deseja
va ver affastados na presente opportunidadd e,
nao desesperando da conciliago, entend me
com o meu amigo e colleja Beilarmino Carneiro
o resolvemos fazer um appello aos dous illas-
tres republicanos, para que accedessem a en
trar na cbapa, forlalecendo a representaco do
nosso Estado.
Expedimos-lhes, pois, o seguinte lelegramma]:
Sendo nosso mximo empenbo auxiliar a
marcha do patritico governo provisorio, vimos
solicitar-vos, instantemente, que accedaes ao
pedido de occapardes na cbapa eleitoral os la-
gares a nos destinados, concorreado aesim para
que se sanem completamente as diflkuldades
que embaracam a marcha do governo e podem
perturbar o progresso e engrandecimenlo do
nosso Estalo.
Flcaremos desvanecidos de concorrer por
cssemodo para a forca e prestigio das iastuicOes
e vos prestareis assignalado servico patria,
trabado o concurso dos vosso3 nomes causa da
consolidaco- da repblica. Beilarmino Carnet
ro.Luii de Andrade.
No dia segniote ti vemos res posta dos dous il-
ustre) republicanos, declarando-nos nao n^de
rem acceitaro nosso alvitre, pelas razOes que ex
puubam, accresceataado Martins Jnior que li
caria salisfeito de nao recusarmos nos os luga
res que nos haviam sido conferidos, ficando as
sim resolvida a questo.
Pelo que expuz, vn os meus Ilustres con
lerraneos, que, de accordo com o meu passado.
pro.-urei dar o concurso de que dispunba causa
da uaio dos pernambucanos e da consolida-
cao da Repblica, sem nquerir se as consequen-
oias me seriam, pessoalmeate, favoraveis ou i re
jucliciaes.
N'esse mesmo empenbo continuarei sempre.
A' vis .a, pois, das declaracOes que cima fi
cam, creio nao ter mais nada a dizer aos meus
comprovincianos, seno que commigo podem
cootar, incondiciouaimente, para tudo quanto
seja o eograndecimento da Repblica Brazileira
e a gloria do florescente Estado de Pernam
buco.
Taes sao as minhas ideas e a ellas me conser
varei fiel garanlindo ao eleitorado de Pernam
buco, que receberei com o maior acata ment as
suas resoluces sobre o assumpto, sejam ellas
quaes forem e protestando, anda urna vez, o
meu devotado amor trra bemdita em que vi
a luz e que desejo attinja as maiores prosperi
dades, sob o rgimen republicano, guiada pelo
patriotismo e pelo talento dos seus fllbos mais
illuatres.
Capital Federal, 28 de Agosto de 1890
Lwz de Andrade.
Aos meus conterrneos
AO ELEITORADO DE PERNAMBUCO
Retirado de Pernambuco, desde minha
juventude, ha 33 aunos nao tive a ventu-
ra de um ensejo para prestar tradicio-
nal trra do meu berco os servias locaes
que de coracao Ihe dedicara, si residase
em sea maternal reg.50, coma tenbo
prestado longe della em prol da commu-
nhao brasileira, guiando me sempre pelas
record ic3es gloriosas da trra dos meus
maiores.
Assim, pois, recolhido minha obscu-
ridade nesta capital, no espinhoso servgo
da profisso que abracei, fui agradavel-
mente surprehendido pelos jornaes do
meu Recie vendo-me apresentado aos
eletorea da trra natal, pela bondosa es
pontaneidade dos meus irmtos de armas
do Club Militar dessa capital para me
ser conferido mandato dos meus patricios
do Congresso Nacional.
Sem a velleidade de merecer a honra de
que fui alvo, faltara ao dever de cava-
Iheiro e pernambjeano, si nlo confeasasse
o muito que me galardoou o conceito a
meu respeito dos illustres membroa do
Club Militar, ede Juttue que os precede u
no Diario de Pernambuco de 20 de Julho
ultimo.
E Unto mais sinto me lisongeade por
essa fineza, quando certo a ninguem ter
pedido, por nao ser menos verdico que
pedir confianca oonfisslo de n&o me-
recel a.
Longe d'elhibir programma ao eleito-
rado de Pernambuco, com procedem os
que aupplc!D, proponbo me tflo somante
a synthetisar o,que son e pens, no in
tuito de todos procederom conscieaciosa
mente no attinente proposta dos meu*
irmSos de armas, em vista do inabalavel
que em mim reside.
Na crenca de. que o rgimen decahido
poda fazer a felicidade da minha Patria,
fui monarchista at 1886, quando o ga-
binete de 20 da Agosto creou a Queatio
Militar, que termiaou com a inocuo do
senado em 18 de Marco de 1887...
Nessa oceasio, desliguei me, sem res
tricjSes, em espirito do rgimen decihi-
do. E po que o modus vivendi de fami-
lia nito me permittsse abandonar a vida
publica, soffri em persegui^Ses o que
outrem nSo desejo, ao ponto de, com Bar
casmo, burlar se-me o direito perfeito e
escripto promo9~o, fzendo-se-me pre
terir pelo systema do nepotismo.
Na maior efervescencia das iniquida-
des do governo contra minha classe, di-
rigi-me algumas vezes a um nosso grande
conterrneo, esse incorruptivel cidado a
quem venero pr seu carcter, para der
ramar lha no caracao os amargores que
me transbordavam em-prol da causa de-
mocrtica.
E urna das vezas, com o recato que
me devia presidir em face de um estadista
de nobre e frrea tempera, perguntei ao
illustre patricio: t V. Exc. nSo acha que,
as condicSes de nossa Patria, tendo o
exercito descansado armas, a Repblica
est porta ? >
Ao que respoudeu me o librrimo con
terraneo eu, Sr. Pimentel, sem de
longe ser capaz de atraicoar o mea lugar
no Imperio, nutro vivas sympathias pela
Repblica; mas n&o espere sua apparicSo
porque somos oriundos de portuguezes
cojo iemma -morrer pela lei, pola grei
e pelo rei.
Nessa resposta do illustre filho dos h-
roes dos Gruararapes, etc., fallando a um
patricio que, entretanto, era soldado, pr 3
valeceu o estadista em sua lealdade, 03
cuitando externar todo o seu pensa
ment, pois, nao ha duvidar, o [eminente
ministro bem conhecia que atrophia
realista dos nossos nclitos avs lusitanos
oppunham se o abrasado sangue e o es-
pirito livre do ludio do Brazil em nos,
felizmente, preponderantes. E eu, que
j assim pensava, dando a Repblica
porta, tive a felicidade de ver a queda
dos governos pouco mas de dous annos
passados apen s.
Eis, pois, como e porque son republi
cano convisto, sem a pretencjlo de ser
histrico comouns, ou ante-historicos como
outros parece apregoarem se.
Do exposto se deduz que sou ligado
aos chefes da revolucSo por mo Jo insus-
peito, visto tel os acompanhado enr todos
os terrenos, cono notorio.
Entendo que nos trabalhos da Consti-
tuinte deve se ter todo o cuidado para
consorciar a mxima autonoma dos esta-
dos indisselubilidade da Federaco, visto
como sou unionista intransigente.
iSeste intuito, entre outros po tos, pens
que a magistratura deve ser federal e nao
regional; ella o cerebro, guarda dos di
reitos e deveres da communhao concre-
tisaios as leis do Congresso, como o
exercito e a armada nacionaes s5o o pode-
roso braco do nosso querido collosso re-
nascente daa ruinas em que o abysmaram.
NSo fcil que o braziieiro, paseando
de um estado a outro, soffra accSes diffe-
reates da lei sem que sinta enfraquecer-se
a imprescindivel cohesao fraternal.
E, nao ha duvidar, ou o Brazil se diri
gira ao seu grandioso destino integrado,
ou ficar reduzido a miseras Republique-
tas, mais precarias do que algumas do
Pacifico.
Pens que da unida^e* legal s, deve
exceptuar se as ampias prerogativaa dos
municipios, como equilibradores democr-
ticos, e mais anda para serem centros de
resistencia a tyrannetes, que possim appa-
recer de futuro.
E' conviccSo minha tambera que, urna
vez approvada a OonstituicSo e consoli
dada a Repblica, cumpre ao Congresso
cogitar da sorte das classes trabalhadoraa;
essa honrada gente, d'onde procedo, que
tantas dores soffre em si encio, pelo egos-
mo dos mais esperto, e que nem sempre
sao os mais dignos entre nos.
E a summa, parece-me urgente a con
fecc3o do cdigo penal para o exersito e
a armada, por ser, o que poBSuimos, dos
tempos coloniaes, urna velharia indigesta,
contradictoria e esparsa em um ocano de
avisos insensatos dos ministros do antigo
rgimen.
No conjuncto do exposto tenbo-me este-
reotyp ido aos olhos dos meus conterrneos
que nSo me conheciam porventura.
Si as condicSes immuta veis do iieal
que, em sun puresa, concentro no espirito,
merecer eu o mandato do honrado eleito-
rado pernambucano, terei nisso a maior
honra ; e, por meu turno, procurarei moa-
trar-me na altura da credencial que me
f6r conferida pelo glorioso Estado, onde vi
a luz, quaesquer que sejam os sacrificios
de mim exigidos pelo dever oivico.
De outro modo, porem, fico satisfeito
com a simples gentilesa dos meus dignos
companheiros do Club Militar, o que,
alias, nSo pouco ao mea reconhecimento.
Curityba, Agosto 12 de 1890.
Coronel Antonio Qomes Pimentel.
Programma
Da testa de Nossa Senhora do Bom Parto
no dia 8 de Setembro na igreja de S.
Jos de Riba-Mar, ueste Estado.
No sabbado, 6, s 5 horas da larde ser bastea-
da a baodeira da nossa padroeira acompanhada
por grande numero de virgens, tocando oeste
acto a banda dos menores do Arsenal de Guerra,
No dia 7, ao meio dia, subir ao ar urna salva
de 21 tiros, e diversas girndolas de fogo.
A's 7 horas da noite ser cantada urna ladainba
de vespera.
A's 4 e 1/2 da madrugada lera lugar urna mis
sa rezada em tenco dos devotos que contribu
ram com o seu bolo para o esplendor da festa.
A's 5 horas da manh ama salva de 21 tiros
annunciar aos devotos que chegado o dia da
virgem.
A's 11 e 1/2 hars ter principio a missa so
lemne.
A orchestra acha se confiada ao nosso irmo
o professor Lydio de Oliveira, que far executar
pela primeira vei o grande Gloria denominado
Nossa Senbora do Bom Parlo, composico do
maestro A. L. Mir, sob a regencia do professor
Martins Vianna.
Orar noEvaogeffi) o conego arcediago da
S.
Aotes no sermJo ser executada a grande Qs>
vertara Rainha Saot*habel composico do nues-
tro Coles.
0 credo ser o do maestro*GiovaniPassiniqo*
tambem pela primeira vez execauao.
A's i e l/j horas da tarde, ter lagar ama pe-
quea razoura acompanbada por grande nomer
de virgens j mencionado.
AO ecolber da rasoura ser arreada a bandea-
ra da doss padroeira, para ser entregue a nossa
irm juiza D. Mara Valentina de Oliveira Lopes.
A'd 7 horas ter lugar o Te Deunt denomiow*
Eialtaco de Sant'Anna, compusico de maette
.-azileiro Francisco Maooel da Silva, oraod
na tribuna sagrada o nosso irmo frei Augusta
da Immaculada Conceico Alves.
O templo acha-se decorado pelo uosso Irmfc
Bernardino Lopes dos Sintos, sorcessor do nasas
irmo Bartholomeu Valerano da Silva.
A ra acha-se caprichosamente embandeiradav
e illuminada a giorno
8obiro ao ar liversos balOes, tocando em'tv
dos os actos a banda marcial do 2 batalho do
infantari3. t. .
No dia 9 pela3 7 horas da manhi ser celebra-
da urna misia en tenco dos newsos irmSos lal-
lecidos.
Consistorio da irmandade de nossa Senbora ae
Bom Parto, em 4 de Setembro de 1890.
0 secretario.
Manoel Leo de Mello.
Para deputados a Consti-
' tuinte.
1.
2.
3
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10,
11.
1.
13,
14
15,
16.
17.
Dr. Annibal Falco.
Desembargador Manoel Olementin
Carneiro da Cunha.
Dr. Fehppe de Figaeroa Faria
Dr. Jos Mara Ramos G.ujao.
Dr. JoSo Juvenci Ferreira de
Aguiar.
Bario de Caiar.
De. Joao Franeizco Teixeira,
Dr. Ambrosio Machado da Cunb
Cavaleante.
Conselheiro Joaquim Correa de
Araujo.
Dr. Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Jos Mariano Carneiro da Cu-
nha.
Dr. Gaspar de Drammond.
Alfredo Falco.
Dr. Joaquim Jos de Almeida Peri
nambuco.
Coronel Elias Qomes de Souza.
Dr. Joaquim Tavare3 de Mello Bar-
reto.
Dr. JoJo Augusto do Reg Bar-
ros.
Emboscada
Previne se ao feitor do engenho -Pao d'Ole
para nao ser victima da faca e pistola de dous
individuos, que, bem armados, o esto emboe-
cando.
Sabemos que S. S. nao !em desaffectos, a ns>
ser um Manoel de tal, vulgoNco -filho do se-
nhor de um engenho da comarca de Gamelleira,
com quem leve altercaco 00 referido engenho
Pao d'Oiej e no povoado de Calende, no mea de
Julho ultimo.
Aspessoas que tm tido oceasio de encontrar
esses dous bravos cm Ierras do engento, s*
acreditam, que ellcs andam preparados para a
pratica de um crime ; e assim parece, porque,
um delles acabando de tomar caf em um mes
queiroque ha no povoado de Catende, tirn de
bolso um maco de cdulas e pronuociou se por
esta forma : Quero pagar logo este caf, porqae,
pode ser, que de hoje para amanb eu saia da-
qui na carreira.
E nao todo ; elles perpuntarara a alguem se
o feitor de Pao d'Oleo andava s ou acompe-
nhado.
Sabemos, que esses enviados j estiveram al
gans dias no povoado e nelle nao dormiram
Se enmprirem a misso de que loram encarre-
ados, o nico responsavel ser o Sr. Nco, do
quem cima nos oceupamos.
Luiz de Andrade
NSo exacta a noticia maliciosamente
dada no Diario de Pernambuco destes l-
timos dias e assignada por muitos eleito-
res de que o nosso illustre compiovinciano,
o Sr. Luiz de Andrade, resusou fazer par-
te da chapa organisada pelos seus amigos
de accordo com o Ilustre goveroador ueste
Estado, o Exm. BarSo de Lucena.
Os telegrammas maliciosamente publica
dos sao anteriores organisacao da cha-
pa, logo que ella foi publicada o n.sse
comprovinciano, reconhecendo qufl come
bom republicano nSo poda nem devia re-
cusar os seus servicos patria e a sua pro-
vincia natal, telegraphou ao Exm. BarSe
de Lucena, declarando que, agradecido, ae-
ceitava o lugar de deputado, e o mesmo
fez a diversos amigos e parentes, come
se ver do telegramma abaixo publicado.
S a vontade de tudo perturbar para se
pescar cm aguas turva3 o intento do sig-
natario de tal noticia, porm engaa se
perde o seu trabalho.
0 Exm. Sr. BarSo de Lucena sabe com
quem vive, e de sua lealdade e na de sea
amigo o nosso comprovinciano tudo confia
para evitar urna deslealdad--. Estamos,
pois, certos que o eleitorado deste Estado
o eleger, como um dos seus dignos filhoa.
Um pernambucano,
Rio, 13 de Agosto.
NSo exacta recusa, tudo de accordo,
eommunica parentes, amigos.
Luiz de Andrade.
Achando-se bastante doente e quasi em
estado desesperado o meu amigo Franco,
estabelecido com casa de cigarreiro 4
ra do Lomas Valentinas, e o sea
estado de sade privando-o de estar i
testa do seu estabelecimento, o qual
acha-se em quasi estado de abandono, e
abaixo asignado procurou o subdelegado
do 1. districto de S Jos para o scien-
tificar disto, mas qaal nao foi o seu des-
apontamento, quando pelo referido subde-
legado foi nSo s desatteudido como mal-
tratado, a ponto di o expellir de sua casa.
O abaixo assignado vem pela imprenaa
nao s fazer publico o procedimento do
mesmo subdelegado, como tambem pro-
testar pela falta de providencia, para
salvar a propriedade d'aquelle meu amigo,
que pelo seu estado de sade, nao pode
delle cuidar.
Recife, 4 de Setembro de 1890.
Pedro Pegado.
A abaixo assignada pelo presente cassa todo
os poderes conferidos em duas procurares pas-
sadas, urna a 22 de Fevereiro e Oulra a 15 de
Marco' dsie anno, nos cartorios dos Srs. tabel-
lles Mergolbo e Carneiro da Cunha sendo que
a primeira foi paseado 00 livro n 130 11. 36, o
a segunda no livro 111 i fi. 41, ao D.. Gaspar de
Druminoiid. ou qoalquer oulro procurador que
aellas figurera.
Hecife, 4 de Setembro de 1890.
Flora da Costa Setra*.
I*

'"



Diario de PrnamhweoSexta-feira 5 de Setembro de 1890
k
9
i
1

i
Irmandade
Do Divino Espirito Santo
do Recife
FESTA DO CENAGULO
Segunda feira, 8 do corrente, celebrar-
e ha em nossa igreja a festa de Nossa
Senhora do Cenculo, em honra e louvor
ia natividade de Mara Sautissima e para
ommemorar o 35." anniversario da re
oncilacSo da mencionada igreja, constan-
do de urna missa rezada pela< 4 1|2 horas
ia madrugada, em intencao dos nossos
irmlos vivos e fallecidos ; de missa so-
lemne s 11 horas d > dia, pregando ao
Ivangelho o nossa irmSo Revm. Fre
Augusto da Immacalada OonceicSo Alves
de ladainha s 7 horas da noite.
Pelo presento convido a todos os nossos
arissimos irmSos a virem assistir aos
meamos actos.
Consistorio, 4 de Setembro de 1890.
Antonio Magalhe da Silva,
Ex j u i z escr i vSo.

Ao cidado Antonio
Luiz de Barros Piim
Tendo no cartorio do tabelliS.- da co
marca de S. Lourenco Joao Benigno
Pereira do Lago assignado urna escriptu
ra de distracto da compra das partes que
possuo no eagenho Utioga, em favor do
cidadSo Antonio Luiz de Barros Paim,
representado por seu bastante procurador
o coronel Manoel Francisco de Souza
LeSo, e como estas partes as houve por
compra que fiz aos herdeiros do finado
Joaquina Ribeiro de Aguiar Montarroyos,
e nao ao referido cidadSo Paim, pelo pre
sent protesto faier annullar dita escri
ptura em juico competente, visto me ter
sido ebtorquida por meios Ilusorios.
t Ro.iie, 30 de Agosto de 1890.
Jos' Carneiro da Cv.nha Souza
Ap-essa-ap em agradecer piedosa soperiora
do collegio de S. Jos, as 10 lindas preudas que
Bedignoo offerecer; ao cidadio corone) Tel-
xeira Jnior a boa vontade dispnsala em favor
do Basar; aas compaobelros de Irabslho Alfredo
Ferreira Pinto e Jas Dias Callaco a promp'.i a
com que ob'ive'am um variado soriitnento d
objectos para o Bazar; e agradece Ipualmenle a
todas aquellas pessoas das freguezias de S. F Pedro Goncalves e de Santo Antonio, que ia
espontneamente deram objectos para o refer
do Bazar. .
Recife, 3 de Setembro de 1890.
F.. Ptnto.
Dr. Bastos de Ol.iveira
Medico operador e parteiro, teiu o seu
consultorio ra do Marques de Oiinda
n. 1, 1* andar, onde pode ser procurado
todos os dias uteis, das 12 s 3 horas da
tarde.
Chamados a qualquer hora em sua re
sideccia, ra do Hospicio n. 46.
Telephone n. 365.
Aos agricultores
O juiz de direito Jo3o Baptista Qitirana
Costa, tando contrahido divers.s empres
timos com o Banco do Brasil para agri-
cultores deste Estado, da Parahyba e Rio
Grande do Norte, contina a encarregar-
se desse trabalho, adiantando as despezas
necessarias, mediante mdica retribuieao.
sgPde ser procurado nesta cidade, ra
do BarSo de S. Borja (antiga do Sebo)
n. 48.
Recife, 3 deJulhode 189 X
lo publico
Tendo eu aciencia de que algumas pes-
soas aproveitam as garrafas vasias com
etiquetas de vinhos de micha caaa, para
venderem outros vinhos a titnlo do Bosa
Palhete e Bom Collares que rece-
bo directamente e bem assim outras qua
hdades, chamo a attencXo do publico e es-
pecialmente dos apreciadores de meus vi-
nhos, para que no se deixem Iludir e
aviso os de que so devem considerar como
verdadeiros os que comprarem em meo
proprio estabelecimento ; a muito que nSo
vendo a casas retalhadoras e por isso ia
sisto para que os senhorts compradores
notem o que deixo dito.
Recife, 16 de agosto de 1890.
Paulino de Oliveira Maia.
Bazar de prendas
Em favor das viuvas neccssitadas e do hos
pital de "anta gueda
O abano assignado. cncarregado de promover
um bazar de prendas em favor das viuvas ne
cessitadas e do hosp tal de Santa .gueda, pede
as pessoas que lai prometido prenuas para o
Bazar, se digaem man Jal as at o dia 6 do cor
rente para a casa de residencia do direc or do
Arsenal de Gnerra.
COMMERCIO
Revista do Mercado
RkCIF, 4 > SLTIiirBr.O DK U.Q.
0 mcvimeulo na fuyr iimitiu se a Irantac-
edes no mercado de cautio?.
Bolsa
30TAOK8 GKFICIAIS DA JUNTA DOS COR-
BBTOHM
Recife. 4 (U Setembro ile 800
Apolices geraes. juros de 5 0 0, valor de 1:000*
a 980i cada urna.
AccOes da fabrica de liacio c tecidos de Pern m
buco, valor de 100*, ao par.
Aecoes da companhia dos Trilitos Urbanos do
Recife a Oiinda e Bebente, do valor de 200
ao par.
Na Bolsa venderam-se
6 apolices geraes de 1.000*000.
90 acedes da fabrica de liaclo e tecidos de
Pernambuco.
23 acedes da rompanhia dos Trullos Urbanos
4o Recite a Oiinda c Bebcnbe.
J oiestdeate,
Antonio Leona 'do Rodrigues.
O secretan o
Eduardo Dubeux.
Cambio
PRACA DO BECIFE
Os bancos abriram a 22 i i. cff recendo mais
:arde o Pernambuco cacear a 22 3 8.
Em papel particular nao bonve negocio.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Q mercado abri li-rae a 22 14 bancario, e fe
bou sem alleracao de tax porra, menos iirme.
Algodo
Nao houve vendas ; o ulereado continua frouxo
vajendo o ie 1' sorte do se: u de 7 5700 a :33CU
por 18 kilos.
A exportacao feila peta alfa Jcga Reat mez aM
o dia 2, consteu de 2 988 kilos, para o ulerior.
As entradas vcnnc-idas t m Agosto lia Jo, subi-
ramja 7.116 sacc.8, eendo por
3aretcas
Vapores ....
Animaes....
7i4-ferrea de Caruarn.
fia-ferrea de S. Francisro.
Vla-ferrea do Limoeiro
S(.n;n;a-
Bm igual mez de 188)
Menos em 1890. .
MMKOT
gando a Associaro Commereial Agrcola, forau
jsseuii:i*-.-.:
3ranco ... 32O0 a 38'8
iomenc:. 2*700 a 2boo
Haacavado purgado 1*600 a U7U0
Srotoa..... \ifM > ii'.'-o
Helame..... /"^JO a liitiv
Circular do Directorio do Par-
tido Cathollco ao eleltorado
Amigo e Senhor
O Directorio Catholico de Pernambuco
correspondendo aos ictuitos do partido tSo
auspiciosamente organisado n'este Estado
para defeza dos seus interesses religiosos,
tem a honra de apresentar-vos os nomes
que devem constituir a chapa catholica
as prximas eleicojs, para o primeiro
Congresso da Repblica.
Compenetrados devidamente da gravi
dade da situacS > actual do paiz, e da
importancia da causa que defendemos, a
escolha eos fui difficil para nao deixal-a
recahir sobre quem nSo i eunisse as altas
qualidades que justamente deveij exigir
d'aquclles a quem ides confiar a melin
dr js i tarefa de vos representar no Con-
gresso.
O Directorio ett convencido de que
precedeu com o maior escrpulo e tacto
poiitico; os nomes que vos aprsenla, se
nao e3o todos de cidadSos pe se tcnbam
.c8gna'ado por servidos importantes nebte
.^stido, silo de pernambuc-cos distinutos
de cojo concurso o partido precisava aase
gurarse, to importante e precioso o
considera para a causa catholica.
Proposita!mente deixou-se incompletas
as chapas para os dois ramos da -repre
sentacKo nacional.
No momento actual, o Directorio en
tende que todos os esforcoa do partido
devem conve gir i>ara obter do Congresso
a elisinacSo de todas as disposicSes iiost-s
Igreja, introducidas no prqjecto consti
tucioual publicaao pelo Goveroo, como
st-jara: prohibicao eui principio para os
estados confederados de qualquer rea; o,
protecc&o ou auxilio Igreja, inelegibi-
lidade dos religiosos seculares e regula
res; ensino sem Oeus ; privacao do di
ri-ito de voto para os membros de qua>*s
quer ordena, companhias, congreg-i^Ses e
communid-des; 1-is de escepySo para
pro^riedade indevidninente chamada de
mao morta; casamento ivil obr/^ toro e
pncedendoa ceremonia reig osa; prohibi-
lo do estabelecimento 'le novas ord^ns
monsticas; servico militar obrigatorio
para todos os cidodSos, s?m ezcepcA > do
clero, cujo carcter e mieslo slo incom-
pativeis com elle e finalmente a odienta e
ingrata exclusSo Sendo assim sua opiniSo que todos os
Candidatos que tornar era Solemne e publ'-
camecte o compromisso de r disposit^o s, fazendo com que a futura
eonstituicSo con^a^re o rgimen da mais
ampia e inteira liberdi.de para a Igreja,
devem merecer os nossos suffragioa. A
chapa poder ser completada e por ioter
medio do orgSo oiBcial do partido c di
do Pe toral de cambar o seguinte attes-
tado :
c E-a abaixo assignado, major reforja-
do do exercito, attesto que sofFrendo de
urna toase aathmatica, de muitoa annos,
Mcho-me boje reatabelecido com o uso do
Pe toral de Camb r, do Sr. J. Alvares
de Sonsa Suares, de Prlotas.
Fernando Jos da Oam a Lobo.*
(Afirm a est reconhecida.)
ntrete remos,
ir indicando
tere
est.es
m
jouroa
i?
.ota-be
Coi ro
algkdoa 3"0 res, e os verdes a 245
tftutirdrar
9ti,JU>M uor npa Oh 4W.' litros.
b"i7 Snccj-
2 03 t
1 4.2 f
i8v w
M 0
2.788
7 116 S eras
8.817
1.6I
tlrool
Oota-se a 106(000 por pipa Si
otase a 55*000 por Dlca ic iSO litros.
*avio.* \ descarga
Harca nacin .1 Hara Angelina, xarque.
narca noruegease Leciatkan, carvao.
bi ca loglea Seltna' carvao
Barca oorueguense Gtd, carvao.
Barca iogleza Gloamin, carvao.
Barca noraeg icnse I oronae carvao.
Barca noruegumse P. S. lunch, carvao.
Barca noaeguease Suez, car 'ao.
Br;guc allemao Edilh JUarv, carvao.
Brigue inglez Endymion, carvao.
Estuna a;lema Jo/kihi xarque.
Escuaa nacional Pelotas, xarque.
Galera ingleza Argonene, trigo em grao.
Latear nacional Lnjo, xarque.
Lar fUCO Cari xirque.
Lii^sr bgtes Bell uf tlu Ext, bicalbao.
Faticoo norueguense Rabbi, xarquo
Patacho sueco Siii, xarque.
Patacho hollandez Aliene, xarque.
Patacho noruezuense Henrk Wergeland, xarque.
Patacho d:namirqez RM, varios gcoeros.
Panta da 4lfandesa
IMAVJ SU I a 0 DE SETEMBaJ de 1890
laancar relinado (kilo) .... 260
Assucar branco (kilo) .... 220
anear mascavado (kilo) im>
gurdente ....... 18'J
Alcool (litro)....... 400
moz com casca (kil.oi ... 80
lgodo (kilo) ....... 480
Bagas de mamonas (ko) ... 120
Borracha (kilo)...... 13100
Crneos de algodo..... 15
Couros seceos espichados (kilo) 3'JO
Courjs seceos salgados (kilo) 398
ouros verdes (kilo)..... 200
cacao (kilo)....... 400
Cef bom (kilo)...... 800
Cale restolho (kilo; ..... G00
Carnauba (kilo ... 400
arocos de algodo (kilo) ... 220
arvao de pedra de CardilT (ton.) 16000
Farinna de mandioca (litroj ... 60
t'olhas de jaiorandy (kilo ... 300
Genebra (litro; ...... 200
Crasa......... ;80
Jaborartdy........ 2'0
ilel (litro) ........ 8i>
Milho (kilo....... 63
Pao Brasil (kilo)..... 35
Phospnato de cal (valor di nela \t) lO.'OOO
soia (meios)....... I500
Sement de carnauba (arroba) 15
i u.' potaco
correspondencia que
mos occasiao de vos
nomes.
O Directorio est convencido de que
nao poupareis estorbos nem sacrificios
para fazer triumphar a sua chapa, que se
eompor dos seguintes nomes :
Para senadores
Dr. Ambrosio Machado da Canoa Ca
valcante.
'onselheiro Mtnoel do Nasciment Ma-
chado Portella.
Para deputados
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
Conseiheiro Jeito Capistrano Bandeira de
Mello.
Dr. Antonio Luiz de Me'lo Vieira.
Dr. Francisco de Carvalho Figueira de
Mello/
Bario de Granito.
Dr. Ermiro Cesar Coutinho.
Dr. Ma-oel da Trindade Peret i.
Dr. Albino Goncalves Meira de Vascon
cellos.
Dr. Silvino 3avalcanti de Albuquerque.
Coronel Elias Gomes de Siuza.
Vo?soj amigos e co religonarios,
Conseiheiro Dr. Joaquim Correia de
Aran jo.
Vigario JoSo Rodrigues da Costa.
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
Vigario Augusto Frsnklin Moreira d
Silva.
Tenente Flippc d-3 Araujo Sampaio.
Tosse asthinatica
De Jaguar&o foi enviado ao desoobridor
Vapor allemo
Lugre ingles Bell Aexportacio fcita pela alfandega oeste mez at
c dia 2, do Ctmslou dt-288.271 kilos sendo 12 para
o exterior e 268.272 para o interior.
As entradas verificadas em Agosto Ua Jo, su i
-eta a 8.957 snc:o, sendo por:
Barcacas..... 5 510 Sacco-
/apores
-Ammaes..... 3i6
/ia-ferrea de Caruarn. i
/la-terrea de S.l-iauwKc. 2.03
/ia-ferrea de Limoeiro i8
viojua
Em igual mez de 188;
Mate em 1890 .
8.57 Sa..o,
7.333
do Terra Nova em 1 do
sign&do a II. J. Pcrman.
Bacalho 281 barricas
ditas crcin.
andante c on
e 1450 va iaa
l.COi
Vapor DP.oioaal Sergipe entrado dns
postos do sal em 2 e oousignado a Pedro
Osorio de Cerqueira.
Bigas de mamona 11 saceos a Giiima
raes & Valcnte.
Pe lea de cabra US fardos a Rossb^ik
Broiers Je U. Piuhb 93 prancbiJcs r
dcin.
Tm-ni3_6 fardos a M. Goryalv.s
Ro:l. J
Buc* ruasa Jupan, entrada de Memel
em l e consignida a Borstelrraun A C.
Maicira de pinho 15416 pranchdss
ordem.
Campia, en ir id p de
liara burgo e Lisboa, em 31 dopassadw t
consignado a Borstelmann & C
Carga de Hamburgo
Amostras 14 volumes a diversos. Ap-
parelhos elctricos 1 caixa i ordem Ar
tigo para chapeos da sol 3 caixas a Leit-
Basto & C. Al-aatrao 1 caixa a Francito.-
Manod da Silva & C. Arroz 20 saccoi a E
M. de Barres.
Cervt-ja 30 caixas a Joaquim Felippe
& Aguiar.
Bot5es 1 caixa a Prente Viann &
C. Biscoutos 3 caix3e3 ordem Ca
jados 4 caixSea a T. de Curvalho & C
Chpoa 4 caixSes a Adolphi & Ferrt,
1 a Christiani & C, 3 a Riph el Dias &
0,, 1 a A. Fernandes 4C, la A. Fer-
Dandes & C., la Prente Vnu.ia & C.
CartSjs 1 caixa a F. II. Caris. Couros 2
caixSes a C. Wachsmann. Camilas 1 cai-
xa a Browns & C-
Drogas 5 volumes a Francesco Manoel
da Silva A C.
EsUuho 2 volumes ordem Estop9
f.irdos a Ferreira OuimarSes 4 r
Fitas 1 caixa a Raphael Dias & C. Fer-
ragens 3 volume a C. Wachsmann, 4 a
Manoel Co'.laco Oliveira, 4 a Antonio Pinto da Slva A C,
a W. Halhd-ay A C, 11 a Fe re ir.1 Gui.
maraes C., 4 a Oliveira JJisto & C-, 2 a
Netto Campos A C., 4b a Albino Suva A
C-, 4 ordem, 1 iliraada & Sjum, u
G- d*? Mattos IrmSos, 6 a Nunca Fonseca
&C.
Lona 1 fardo a Parcnta Vianna & C-
Louca 13 barritas a Joaquim Ferreira de
Carvallio C
Mercadoi'aa diversss 8 volumes a C.
Wachsmann, 22 a Manoel Collaco i C, 1
a Oiiveira Basto 4 C-, 1 ordem, 1 a A.
Fernandes A C, 3 a Maia Sobrinho & C,
3 a R. miro il. da Costa C 1 a A. Lo-
pes 4 (., 1 a Manoel da Cunha Lobo> 1 a
Nett" Campos A C, 2 a Guimaiaes Car-
doeo 4C.,5a Prente Vianna A C, 3 a
AS VICTIMAS DAS FBBE8S
O Bllxir Mnn febril Curoao. appru
vado em 21 iIh Maco le-if diinn pfia Inspectora
iinr*l de Hygienc do Rio de Janeiro, vem hojt
ipreseotar-y-e a buimmda u" soffredor do mun
10 inieiro como lanoa de saivaco que ao infn
uz nnufraKo Ine miviadi P'i' ma > omnipatenlel
O Klmr antl t bril Cardoto, appli
'aao eiu muiiiscuuu cat-os de feores, teuj, como
-or milnsi-e. levantado do leito da dor a comple
op moribundos.
E-te remedio, composto smente de vegetae?
h tnteirameiite inotfeusivo, anda mesmo na mai-
munosa e tenra enanca.
As senhoras, no estado de paridas, ou 00 pe
i odo de incommodos uaturaes, podem usat 1
sin receio algum.
Meposltos
D"oana d m Sr< K 10 -.) Mmoel da Sil*
i C, ra Mrquez de Olind n. 23.
Pharmacia Martina, ra Duque de Cax a-
1 88.
Ptiarmacia Oriental, ra Estrena do Rosarii
a. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, a ra do Barao d;
Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, a ra da ImpeiMtriz
a 49.
Para qualquer expli>*acao podem dirigir se ai
autor Manoel Cardoso Jnior, a ra Estrein di
rtosario n. 17.
Atiettados
Scientiticamo8 ao respeitavel publico que atm
dos alleetados a que damos publicidade hoje,
foram corados 400 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
os tratados pelo Elixir aoti febril.
Dos innmeros atiestados que temos, damo-
m seguida principio a aua poblicacao; e isti
oasiar para que sejam coohecidas as virtude-
do Elixir anli febril Cardoso.
N.~71
Recife, 10 de Agosto de 1890.
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.
No intuito de Ihe agradecer o obsequio
que me prestou, fornecendo me gratui.a
mente o Elixir Anti febril Cardoso, pro-
ducto de sua manipulacAo, p ra applical-v
:.' tratamento de um mei amigo, venho
expor ihe com verdade o resultado e feliz
xito, que com ad airacao tirci na appii-
9S0 do mesmo elixir.
Tendo o meu viziuh e amigo Luiz de
Franca Barros Pimentel, de 40 annos de
idade e morador a ra da Detencao n. 33
H, a 31 de Julho prximo passado, sido
accommettido-por urna febre violent.ssima
acompanhada de grandes vmitos succes
sivos. d6r de cataba e por todo o eorpe,
que o levaram a um extraordinario estado
de prostraco e delirios, a ponto de cau
sar grandes reccios a sua tamilia ; e como
nada tivesse feito ceder o es ade cm que
=e achava, e nem inos'rasse elle menor
signal no carpo que determinasse s rein
varilas, e por j se p-asarem 6 du-s i.es
se grande estado receei que fosse urna fe
be de mo caractor, e por isso aconse
Ibei e appliquei o remedio que V. S. tao
genorosamente me forneceu.
Jardira & C ., 6 a Jlonhard Iluber Tin
tas 50 barricas e 20 caixas a Francisco
Manoel da Silva & O., 1 a Ma Sobrinh
& .,1a Lopes & C, 1 a Juio W. de
Medeiros.
Vidros 2 caixas e 4 birric:s a J. Dias
Moreira, 2 a Maia Sobriub/ O C, la
Guimarite3 Cardozo & *-., 1 a G. de Mat-
tos Inuaos.
Carga de Lsboa
Azeite 3 caixis a Domingos Ferreira
d* Silva & C.
Conservas 2 caixas a Domingos Fer
1 eir da Silva & C.
Gr5o de bic l sacco a GuimarSes &
Valcnte.
Macas IB caixas a Esnatv
& C.
Procu'oi fazer a applicacao do medica-
mento na altura do mal, e por isso dei
logo na primeira dse 3 J gotas do elixir
em urna colherada d'agua, e preparei d
ses na razSo de 15 gotas para serena da-
das de 1 em 1 hora, resultando que 3
horas depois. as varilas eram manifestaa
pois o meu amigo prineipiou a ficar cober-
to deltas; e logo em seguida declmou a
f'-bre, desapparece"8m os vmitos e del
nos, e diminuto o seu estado de prostra
clu.
Aconteceu, porm, que, tendo elle con-
tinuando a tom r as dos s na pre*cnpcAo
cima, no fm de dous das d-sc mtiou p<>r
ver qne as b-xiga- nao crcsciarn uem em
numero nem m tHmaoho, e por isso man
don chamar o Sr. Paula, tratador hooiot -
p.thico, que o examiuando declarou ha
verem bexigas deprimidas e quo e.aia
irs, pelo quo apphcou remedio para que
estas sahissem.
D'isso que acabo de dizer ti ve scienci
e tiquei satisfeito porque eu via, que o
meu amigo ji estava n'uma grande e
avantajadu meihora, comparado o se.n an-
terior estado, e mesmo por nao ser eu en-
tendido em curativos, pois ficava elle en
trege aos cuidados de pessoa habilitada
para o seu tratatueoto.
Mas, qual nSo foi o meu espanto e ao
mesmo tempo alagria, logo no d a ssguin
te ao da mudaooa do remedio, quande m
procurou um dos filhos do meu amigo
doente, de uome Mauacl de Barros Pi
mentel empri-gid> na casa de cabellerei
ro do Sr. Jeronci > a ra 'o 1 'abuga,
para me dizer q c o romodio ltimamente
applicado nda tinha conseguido, p is s
varilas estavam secjand >, e o pai nao
senta o menor incommodo quo se podes
e desconfiar de-sa seeca repentina.
Fui ver o doente, e tiquei de veras sor-
prendido a vista da realidade, nao me
restando, entretanto, 111 -or duvida que o
phenomeno era o resultado do seu prepa-
rado Anti febril. E como nSo se tizesse
precuo para e completo restabelecimeoto
mais que de um depurativo, aconselhei d
arsnico, ej nes'a data em que don
a V. este tcstemunho publico, isto ,
1 das de todo o curao da terrvvcl moies
tia, o ceu amigo s acha de p e se pre-
parando para sua vi a de trab-llio.
Todo o exposto a pura verdade e de
muito fcil syndic i> cia, e pego aqu l
cenca para Ihe d zer con toda a franquezo,
que nSo um reclams que eu procu
ro ft>Zer em favor do seu preparado,
mas Eiiu, em be da lumanidade s Fie
dora, qie muito deve entristecer di >nte d<>
egosmo mal comprehendido; as- im dos
incrdulos, po tere a at hoie despresado
o benficos effeitos do remedio que cora
oeftoak, visco os numerosos exemplos, te
ria evitado a propagajSo da peste, na alta
escola cm que o vemos, c o grande nume
ro de victimas que os jornaes annunciam
tO'03 03 das.
Agora rc3ta-ue agradecer Ihe a gentile-
za de me baver fornecido gratuita-
mente o remedio com o q'ia! pade salvar
um amig?, o pdir que continu a facilitar
aos aecessitidos, como at hoj; tem feito,
a,rim de que-esses ao abngo da protec^ao
Oj ta I 1 3
l.iem A > 4
Ctecif" r:*iu;ige
13 IS.U'J.X)
3:593*950
16:783*8-50
Rodrigues
Vapor allemao Valparaizo entrado do
Rio de Jan'iro e escala em 2 e onsigna
do a Borstelmam & C., maniiestou :
Ca-ga do Rio de Janeiro
Panno a'aigod2o 50 fardos a Onto
Jardim C., 40 a Rodrigues Lima & C.
Carg da Babi 1
Panno d'algodSo 40 fardos a Ferreira
& Irmaoi, 18 a Albino Amoritn & C.
Vapor inglez Tamtr, entrado dos por
tos do sul em 2 do andante e consignado
a Amorim IrmSos & Cv manifestou :
Xarque 1008 fardoi a Pereira Carne i ro
<& C 1400 a Maia & R-jzenda.
ttiBhefro
KXHKI1IHO
Pelo vapor ina'cz -T.iicar. para :
Part t 120
Dof1suu5 do porto
.Vacio entrado no iia 4 de Setembro
N w \- cas, de 620 lonelada.i, capiao '-'raocisco Gon
calves ue Mallos, equipagem 14, carga varios
gneros ; a Panacea iruios A C.
NrW Pon40 d***, barca uoruegunnfe Captain
D:n. de 464 toncada, capitao Olio J. Wi-k.
equip:-gem II, carga carvao de pedra a Wil
son S)ns C.
favios sahidcs no mesmo dia
Bel'ze Barca noruezuense Grtd, capito J. S.
Wellii'-em; em lastro.
Macu Patacho dtnamarquez Rohl, capito P.
Xo'l y; em lastro.
Hircado Muuiclpal de S. Jos
O movimento deste mercado no dia 3 de Setem-
bro foi o seguinte :
Entraram:
45 bois pesando 4,909 kilos.
587 kilos de peixe a 20 res 1U74Q
i cargas com farinha a 200 rs. 400
18 ditas de fructas d. versas a 300 rs. 344U0
31 columnas a 600 rs. I8600
80 labieiros a 200 rs. 16*000
5 suinos a 200 rs. lOUO
i escriplorio a 300 rs. 30"
de V. S. escap m a icyao do inimigo que
com certeza os leva a uaort^.
Nada mais do qu d V S.
Vener 1,,: brg do e amigo,
Joo Quintell'i de Fontes Bragm.,
N 72
Afogados, 8 de Agosto de 1890.
Ao uidadao M Tendo sido no da 8 de Agosto atacado
de varilas o meu fih de' no e Miguel
Brasilia o dos Santos, com 5 annos de
idade, e me aehmd falta de r- cursos, e
sabeodo que o Si*. Ant >m Francia o das
hag. s d-i-a o milagroso j ixir Anti-
Febril ; fui ua sua caa, roguei loe >ue
tiata-.s- por Carid-id o mu ti hi ilio to
mou logo em cn^deraco u tratamento
jue acna se resta jetenlo da 'ernvel mo-
lestia, rogo vos aos Sra. para offerecer! este
altes tado.
Mor ..dora no tuquia, dita ca a de palha.
ua humilde criada.
A rogo de anilina Joaquina Mara da
Jooceiyo.
Joo Leitao do Santo.
N~73
Afogados, 7 de Agoato de 1890.
CidadSo Manoel Ca: Joso Jnior.
Tendo no dia 11 de Julho .-.do ataca-
do- de varilas os meus fi nos de nomea
Bernardina Caet.na Lina, cofi 15 annos
de idade, Lenidas Francisco de Dt-up,
com 12 annos e J-So Francsco de Ai-
i.eida, com 8 anuos, vendo me bastante
con8trug da sem saber o qne tizesse, eis
quando mviado pelo Creanor appareceu-
me em minhi casa o Sr Antoni Francis-
co das Chavas, acoaseiho me que tizesse
aso de seu Elixir Anti-Fenril, ap^licando
elle proprio repetidas dozes d; seu tao
na avi hoso remedio, que em menos de
um mez se aeham todos re-table;idos.
Ufferecendo Ihe cato i-fim do Sr Ma-
noel Cardoso fbrr-lbe o uso que Ihe con-
vier, declaro i^ue moro na ra de S Mi-
giel n. 9 e approveito a occasiSo para
.issignar-me de Vmc.
S ia humilde criada e obrigada
A rogo de Joanna Francisca Caetana
Lina.
Joao Francisco Regia L,

J,
^
'
Torre
N. 74
1 de Setembro.

Sr. Manuel Cardoso Jnior.
Supponho prest.r nm i-ervico aos cr-
ditos, alias j bem firmados, do seu Elixir
e sobre tudo ao publico, noticiando que
foi elle por mira applicado a urna varilos,
pobre mulher minha visinha, reputada j
mor.buuda.
A vario'a foi confluente. A acelo o
remedio, quando mais enrgica se tornou
f i no periodo de Bnporacao das pstulas
acompanhada da delino, impolBpilidade
de tomar alimentado, extremidades frias
e iaercia e resfriamento d* p >rte inferior
do corpo.
Convindo, pode uti'.iaar se deste como
entender.
Accreceuto que a doe te boje .quem
trata di outros variolosos da familia.
Seu venerador e amigo
Jtronymo M. Pereira de (,'arvalho.
SS 75
Ao cidadSo Manoel Cardoso Jnior.
Tendo sido acommettida de varilas
minha rilha Elisa, de 10 mezes de idade,
que a conslho de um amigo fizapplicacSo
do 8 n Elixir, donde tirci um esplendido
resultado, tanto que as varilas urnas ec-
cherara e outrss porporcSo que iam
sahindo iam quebrando, seccando, portanto
s tenho a agradecer ao Sr. Cardoso o
prompto tratamento do su E ixir.
Pode o Sr. Cardoso fazer deste meu
at'.estado o uso que Ihe convier.
Ra de Sinta The reza, n 9.
Recife, 18 de Agosto de 1890.
Ruy mundo Mar a Moreira.
EstSo sellados e recoahecidos.
'...

v


63 compartimentos com farinha a 500 51*300
A. Stohcmback, 2 a Adolpho 4 FerrSo, 1
a Antonio Duartc Carneiro Vi-una, 2 a
Eugenio Gonyalvee Caa.'So, 5 a Ferreira
Gu mariea 4 c-
Msicas e outros artigo3 4 caixas a
Prealle & C Movis 7 caixoes a ordem.
Machinas ds co-tura 14 ca;xis a ordem^
9 a A. D. do Lima.
Papel 2 caixas a F. II. Caris, 2 a C.
Waoh8mam, 1 a Manoel Collaco & C,
5 a Ramiro M. da Cosa 4 dem, 1 a Medeiros & C, 4 a JoSo W.
de Medeiros, 25 fardos a Costa Lima &
C, dito de embrolho 1012 pacotes a Do-
mingos Cruz & C 29 J a ordem. Pape
13o 1 caixa a Raphael Dias & C. Phos
phoros G ci'xoas a Ediardo M. de Barros,
2 a Parentes Vianna St C.
Rotim 2 fardas a oriem.
Stearina 10 caixas a Fi.iucitco Joe
dos Passos GuimarSes & U.
Tecidos diversos 1 volume a J Fcr
.reir, 1 a Cramer Frcy & C, 3 a A.
Vieia & C, 1 a R. de Carvall.o & C 1
a N. Maia & C, 8 a Al ve de Britto i
O., 3 a A. Lope & C 15 a ordem, 1 a
Albino Cru* & C 1 a Albino Amorim
6 C, 12 a Bernet & C, 1 a F. do Azo-
vedo C, 5 a Joaquim Goncalves &
O., 8 a Rodrigue Lima A C-, 21 a Olioto
lAtioriacao
Biciri. 3 de sETEMS.10 d> 1830
rara o exterior
Nao houve exoortacao.
-ira v inrenor
No vapor franoez Cordoca, p-ra Rio de Ja
apiro carregou :
J. H. Boxwell, 60 pipas com 39,200 litros de
agurdente.
No vapor nacional zetope, para Macei,
carrpgaram :
E. C. belIrSo & lrc o, 10 barricas com 618
kilos de assucar retinado.
Para bahia, carregaram :
P. Pialo 4 C. 5 caixas com 180 kilos de doce
Para Macei. jcarregon :
J. A. Cont Vianna, t barril com 96 litro? de
alcool, 2 rolo3 com 100 kilos de espiras do car
oaba e 20 molh03 rom 250 ditos de palha.
No biate Bom Jess, para o Natal, carreaa
ram:
E. C. Bltro 4 IrraSo, 20 barricas com 1,200
kilos de assacar refinado.
Itendimeato publico
UBI DB SkT.V8K0
Alfandega
lleuda creral :
Oo uu 1 a 3 101:370 800
dem de 4 51:377(010
18 ditos de comidas a iOO rs.
93 ditos de legumes e fazcudas a
400 rs.
14 ditos de sumos a 700 rs.
9 dit03 de fres su ras a 600 rs.
14 ditos de camares a 200 rs.
15 tsrbofi a -
/
Rendimento de I e 2
1000
37*200
980:i
314'
28 0
900IXI
_>',':l'ii
498/C60
742J800
Precos do dia:
Carne verde de 200 a 480 res o kil ?
Suinos de 560 a 64') ris idem
Carneiro de 640 a 800 dem,
farinha de 500 a 56J ris a cola.
Milho le 30J a 360 roa idcui
Feijao de 60') a 700 idero.
Vapores a entrar
UE7. UE SETEMBRO
Su).......... Piando.......
Sul........... Mandos.
Europa
Sul......
Sul.......
Sal........
Europa
Norte......
Sul......
Sul........
Norte......
Europa-
i'ordobi
Finance____
Renda do E^Udo de Pernamboco
"o dia 1 a 3 11 -.130*570
dem de 4 *
152.747,1843
Somma total *
Secunda seccao da Alfandega de Pernambuco,
de Setembro de 1890
irttiRsoureiro Florencio nominjrues.
O chele da seccaoD. J. da Fonseca.
Heeebedorla do Estado de
Per nasa buco
Oo dia I a 3 30:00U224
dem de 4 4:818*042
34:839*266
Pnranagu........ 10
Aconcagua...... <0
Magda'ena....... H
Alltanca.......... II
Clje............. 13
Pernambuco....... Id
'laooas........... 16
Ville de Cear..... 17
Mil ."......... Espitto Santo..... 2o
Norte........ Maraado......... 26
Europa....... La Plata......... 27
f-ul......... Trent.........----- 29
Vapores a sabir
HEZ DE SETEMBRO
,. Sergipe.......... 3 as
Jaboato.......... 6 as
Mandos............ 6 as
Crdoba.......... 7 as
Una.......... 9 as
Finance........... 10 as
A eoncwua........ 10 as
----- II as
.... 12 as
Babia eeac .
Cear o esc..
Norte......
Sautos e esc
Sul.........
New-Vork...
Lvcrpool....
Buenos Ayrcs. Magdalena
"antos e esc.. Alltanca
Soulhamotoa C/yde............. 13 as
Sul...........Uagoas.......... 16 as
Norte........Pernambuco....... 17 as
Sul..........Uaranhao ........ 26 as
Norte........ Espirito Santo......27 as
Buenos-Ayres. La Plata..........27 as
Suotuampton Trent.............29 as
ih.
3 h
5 h.
2 h
5 h
3 b
11 b
.2 b.
3 h
2 b.
h.
5 h.
3 h.
5 h.
2b
3 h
Lde com atten^o
Sr. Redactor.Durante dez annos viv
sempre acabrunhado por tenaz enfermi-
dade pulmonar, que nos ltimos tempos
tornou se agudissima, privando me at do
allivio que o somno proporciona.
J estava desanimado de restabelecer-
me,*po?8 que tinha eosaiado innmeras
classes de medicaruentos; sam cuiiier re-
sultado satisfactorio.
Em hora feliz, porem, ii em seu con-
ceituado jornal as virtudes quj eram attri-
buidas ao Peitoral de Cambar, do Sr.
Joe Alvares de Souza Soares, de Pelo-
tas, e deliberei experimental-o, confesso
que Bem a menor espsranca, tal era q de-
sanimo de que me achava possuido.
Desde que prinuipiei a usar esse bene>
tico medicamento, experimentei melhores
sensiveis : os escarros sanguneos desappa-
receram e a dolorosa tosse que nao me
deixava um s momento de allivio, prin-
cipalmente noite, foi cedendo gradual-
mente, do forma que boje, aps ter te-
mado cerca de 15 frascos do alludiuo
peitoral, veje-me completamente curado
de urna entermidade que tinha resistido a
dez anuos de nao interrompido trata-
mento !
Rogo-Ihe, pois a publicarlo destas li-
ndas para, em forma de attestado, mais
robustecer o merecido crdito de que gos
csse excellente medcimento.
De V. S. attento amigo obrigado.
Vasco Jos Pereira d'Anilla
(Exr. i'O Povo, de Santo Victoria do
Palmar, Rio Grando do Sul.)
.
EDITAES
2. seccao. Secretaria do Governo do E-tado
de Pernambuco, em 2 de Setembro de 1890.
Dd ordem do deswnbargador Bario de Lucena,
govemador do Enfado, e cm observancia ao dis-
posto no art. 3 do decreto n. 8i66 de 8 de Ootu-
bro de 1881, notilico ao juiz de direito Liberato
Villar Barreto Cootir.ho de sna remocao, por
decreto de 9deAg8ito lindo, da comarca d?
Agua? Helias Deste Estado, para a de Parintins,
no do Amazonas, lbe seudo atareado o praso de
sete mezes para assomir o exercicio de soas
fanceoea.
0 secrelano,
Sophronio E. da Paz Portella.
J
U


Ttftfiniimnin
3S53
HOi
Diario de Pernambuco--Sexla-feira 5 de Setembro de 1890
i
>
i
i
.i

i
SECLARACOES
l!ll
DE
PRENSAS
Eii |Mul il;^ \iuvas ueceN-
s la as e do kspilal
de S:Dia Alfera
as la d>nuiles d-s d 7 $ 8 de Setembro
fta barraca espe-
cialmeni.e construida
para cal firn e denomi-
nada
USID.IDE
no largo do A seal de
Guerra, em frente da
casa de residencia do
director do mesmo Ar-
senal.
Toca rao snccessi va-
mente ditas bandas de
MSCA
as tardes e noi-
tes dos dis 7 e 8 do
corre te de ve ter lu-
gar a entrega dos pre-
mios correspondentes
ao numero dos bilhe-
tesip passados j>or dis-
tinctas sen hora eca-
valheiros em Favor das
T uvas necessitadas e
do hospital de Santa
gueda; sendo a par-
te pertenecile aos va
riolsos entregue a
sua E\c. o governador
do Estado pnra dar seu
destino e a parte das
viuvas ao Exni. Sr. go-
vernador do bispado,
consfand'> que este
mandar distribuir por
intermedio da bene-
mrita s(edade de
S. Vicente de Pau'a.
HIPPODROMO
roa
GAHFI6RAKDE
PROGRAMMA DA 1/ CORRIDA
m QUE SK REALIZARA'
Domingo, 7 de Setembro
>ome
e
fl
eUoi
Malura-
lid.
s

i
Cor da vesti-
menta
Proprietarlo
l* PareoExtra1 000 metros. Animaes de lVroambnco que nao tenham ganho nos prados do
Recife. uodendo entrar eguas nao inscriptas. -Premios: 150*000 ao 1, 30*000 ao 2 e
13/000 ao 3.
llAlly-Sloper .
2 Fantina.....
3 L- Loop .. .
4 Fythajora3...
Mirante.
Monarchista..
Despique___
Rodado .
Caslanh i
coito
Castanho-

Russo-pedrez
Castanho ...
Peraamb.
53
35
53
55
Si
33
Branco..........
Ene,, braoco e ouro.
Azul e branco.......
Ouroe preto ........
Encarnado e ouro-.
Ene, preto e ouro...
Wrde c ouro .......
H. J. Perniann.
M. P. AlDuquerque.
Francisco Machado.
J.Oliveira Goimaraes.
Good Mouriscana.
Coudelaria Arraial.
Manoel Lima.
2" Parco-Eprnnc-l.000 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenbam ganho premios
coi 1890 no llippodrcmo do Campo Grande.Premios : 200*000 ao 1, 40*000 ao 2o e
20*0tf) ao 3o.
Florete......
Lucifer.....
Mouro......
Good m o r -
ning .. .
Transclavc ..
Hercules___
Xicional.
Caslanho
Rodada..
AlazSo...
Rodadi
* S3 53 53
57
< 55 N
Encarnado e branco .
V.ul eDraoco.......
Encarnado e ouro
Grcnat'e ouro.......
loro e verde........
Verde e encamado.. -
Rosae branco.......
Francisco Freir.
A. Ucha.
.oud. Mouriscana.
Coudelaria Mondego.
Jos Nogoeira da Silva
J C. Pinto.
F. R Soare3.
3 Pareo Werbv Club 1 -200 metro. Animaes nacionaes at m 'io-saogue.Premios : 250*000
ao 80*000 ao 2 e 25*000 ao 3
Theresopolis.
Gal! leu.....
Granada.....
Pnryna.....
Atilla.......
Castanho ...
Alazao.....
Riiiip-l......
Castanha
Tord. negro.
S. Paulo...
49
54
52
46
51
Azul e encarnado
Preto e ouro.........
Azul, branco e ene...
Azul, br. e ficha ene.
Alfredo Marques.
Coud. Fraieroidade.
c
Penna Jnior.
Coud. Venturosa.
te
PareoPrada Pcruambueano-I 100 metros.Aiiimaes de Pernambuco que nao
nham ganho o'esta d *tane*a em Agosto d 1890, no Hippodroran do Cimpo Grande.Pre
mios : 200*000 ao 1, 40*000 ao 2o e 20000 ao 3o
11 Florete
Maranguape..
CoIoso .....
Caubv ......
Village.....'
Piramon......I
CastanliD___
Alazn.......
Modado.....
Castaar)___
Baio.......
Castanho....
Pernamb .
57
55
57
53
55
55
Encarnado e branco..
Preto, cucarn> ouro
Preto e booet verm...
i'reto e ouro........
(reto, ene. e ouro-
Francisco Freir.
Beato B. F. Filbo.
Coud. Republicana.
Alfredo Marques.
A. F. C.
Amarello e branco... Coud. Bella-Vista.
PareoVeloedade1000metros Cavallosde Pernanbuco qne nao tenham ganho em dis-
tancia superior a 80J metros no Hipdromo do Campo Grande. Premios : 200*000 ao
i", 40* ao 2 e 20*000 ao 3o.
Aos offtciaes da
cional
guarda
ni-
:1 ir;c O 1
provisoria sio convi-
da guarda nacional a
De orlem d
dados tj I j< os ol: -
compareciTi-m ti i di i 21 do <* irreale, DO edilicio
da Mteaiencii Municipal, oli-n de reunidos or-
ganisarc.ii urna s>,-i.- !a le.
Olinda, j de Selemr.r.) d i 1890
Ten ale Francisco Jote Silra,
Secretario.
Sociedadc
DOS
Artistas Mechanicos e Li-
be raes
De ordem do direcier, uso convidado
s socios qu
todos
lina n i r* para coropareccrein na elc social ter^i fena, 9
do corre:'' t: ti I 'i ior is da tarde, par.
ter
ga" a sessi> Je a fembi g-ral do mez, de-
vendo elTeciu : se oai o nameo que compa
recer.
Secretaria d:: Soedaoa Jos Artistas Mt-cbini-
cos e Liocra-s de Pernambuco. 5 de Setembro
4e 1890.O secretario,
i/i z dos Prszeres.
Tinten de acia da J5s-
eada -
O coaaelho dalntemlt-ncii Ja BfQada, tus ter-
mos do decreto o. 1672 do 2) de Outunro de
1873 e art 8- g 3 da lei n 3348 de 2 de Ootubro
de 1887, convida a i^los os posseiros de terre
nos rorses e nrbaaoa do eiiincto aldeiamnito
da Escada, a virem, dentro do uraio de 60 da?,
fjne Ibes flea de novo marcado, tecalis r os seoe
ttulos deacc -'.i com a difpost s em vhor,
para o e-T.j;: i r cobra-lo o respectivo foro ;
gendoqu^i" t'a qae dititro de ejnJparcc-r i.i rao fojeitoi as penas estaba
lecidM nos isrf nos der.-eio
Cooseliio 4a lofendioctt da Eicadj, 0 de
Acost de f"0.
Ci ii-i n> f \f.;r ->.
f'rffidtlite.
A:,:ti.ic Enaujinuii;.- d W. CorMa.
Ar,u!;OJ Gomet I'or 1.
V. !f d.; P. (',
Gliih v-arlos Gomes
11. atmiversar o
Sao convida J u os seahores socios a procurar
eos iogres-o ;a-- u -oTcrto em soleunisaco
ao 14'iOBfc." ano de^e clob, Secretara do Club Carlos Gomos, 2 de Se-
tembro de 1890.O secretario,
And; Costa.
IID.'spota.....
Sjlli.........
:j ly Boy...."..
4 Plu'ao.....
5G- faut.....
6lllercules.....
Rodado...... Pernamb.. 33
53
Castanho 55
Rodado...... 53
Zaino....... c 53
c 53
Bran. c bonet verm.-
\zul e enc.rnado. ...
Sreoat e ro Telo, br.nco e ene...
Azul i: encarnado
Verde e jocarnado..
H. Perman.
Coud. S. Jorge.
Coud. Provinciana.
Coud. Nerundio.
Coud. Aurora.
J. C. Pinto.
6 ParcoHlppodronao da Campa brande -1200 metrosAnimaes de qualquer paiz.
Premios : 400*000 ao I, 100* ao 2 e 405 ao 3"
liBrazil.....
2Vesper.....
3 Granada. ..
4 Gladslon....
5 Rapid.....
Alazo___

Pampa ..
Castanho.
Zaino.....
Franca ... 56
Inglaterra 59
S. Paulo... 52
Inglaterra. 53
56
Verde e amarello.....C. Independencia.
Ouro e bronco.......Coud. t mulacao.
Azul, ene. e branco....Coud. Fraternidade.
Ouro c preto........1
palha e eucarnado... 'A. Marques.
ParcoAaloiador1000 metrosCavallos de Pernambuco que aiuda nao ganbarara premios
no Hipdromo do Campo Grande, pjdenlo entrar egui3. Premios: 200* ao Io, 40*000
ao 2 e 20*000 ao 3-,
Despota .... 5
Ida.......... 5
Despique ... 6
Cyclone..... 5
Vivaz....... 5
Cupido ... S
Transclavc-.. 5
R.odOaro... 5
Diu......... 5
Mirante..... 3
Rodad
Castanho ..
Rodado... -
Castanho
Ku-'si.......
Rodado.....
Russo......
Rosi'ho,.-----
CastanlD ...
Pernamb.. 53
55
55
53
55
* 55
* 53
53
* ao
55
Branco e bonet ve-m. |H. J. Permann.
Azul e encarnado Coudelaria S. Jorge.
Verle e ouro........Manoel Lima.
Coud. Fragoso.
Grenat c ro3a........
tTeto c encarnado
Ouro e verde........
Azul e encarnad 3
Eo;arnado e azul-
Encarnado e ouro.. -
ou-i. Mondego.
S. NiRro.
Jos N. da Silva.
Oliveira BirDoia.
Coud. Aurora.
Joud. Mouriscaoa.
Ka arcretarla da Manta C.mbp Sil
aerlcordla alusam e a* esdlniea
caaan i
Ras :
Sete de Set mbn> n. 54 40*030
Restaurarlo n. 25 13*00ti
Dita D. 27 15*000
Aiuorim 1* andar n. 23 15*000
Dita 2o andar n. 23 !5*uOU
Dita armazea. n 64 30*Oli0
Vigano Tenorio Io andar n. 25 25*000
i'ia 2 andar n 25 20UO i
Dita lijan. 27 15*0Ut(
Domingos Jor6 Marlins, terrea d. 16 Joai-On
Dita n 118 16*666
Dita 1' andar n. 132 lo ihio
Di a 2* andar n. 132 l5*UOt)
x>mpanbia l'eruaiubocana loja n. 30 15#Oini
Borgos. terrea n. 21 14*0(io
Lapa n 2 14/OtH)
bei eo do Abreu f andar n. 2 8iUtO
nador da Detenco n 4_________________6MI0
Miohleno da Ma iiilia
Reparti^o dephares
Aviso aos naTi'gstDtes
SUBSTITU CAO DE LUZ
Pbarol de Minio Antonio da Barra
(Latido da lia a,
Repblica doj E-lados Unidos do Brasil
Com referencia lo avi,-o aos navegantes, ja
publicado, annuncinido a prxima ioaugorac&o
da nova luz do pliatul de Samo Amonio da Bar
ra, avisa se que se' ella euVctivameute inau
gurada no da 20 do correLte.
R>*part 5I0 de pbarfles, Rio de Janeiro. 4 de
Agosto ue 1>90. O capito e mar e guerra
director ge ral.
J'dio Benjamn de Cerqueira Lima.
Conforme.O secretario,
Mario F. de Caslro Chaves.
Salara itglm
ARGOMENE
O capitao A. Me. Austand da galera
inglesa Argomene, entrada neste porto por
arribada Lrcada em sua viagem de Sao
Francisco (California) para Qneenstown
precisando descarregar parte do seu car
regamento (de trigo) cerca de 1,000 tone
laclas, recebe propostas para este fim em
cartas fechadas, no Consulado Britnico,
at meio da do da 5 do corrente.
Os proponentes devem declarar as
suas propostas o preco por tone ada tirada
de bordo a sua custa, ; rmazenando em
trra e ree-obarcand" para b^rdo do mes
mo navio ou outro, nao ticando o capitao
obrigado a acceitar a proposta raais barat
ou qualquer das que lhe forera apresen-
tadas.
AVISO
Os elrilores que entregaram seus ttulos
commisso municipal revi-ora do alistamento
elei'-tral do municipio do Recife, podem vir rece
bel os nesia secretaria em qualquer dia til das
10 horas da manoa as 4 da tarde.
Secretaria da Intendencia Municipal do Recite,
em 26 de Agosto de 1690.
O secretario,
Joaqaim Jos Ferrejra da Rocha.
t PareoSnpplenjentar-1000 melros-Animaes de Pernambuco que nao tenham ganho em
distanuia superior a 850 metros nos prados do Recife. Premios : 203* ao Io, 40* ao 2
e 20* ao 3.
Telegrammi.1
ancha.....\
Talispher___|
Trigueiro'
Dio......
Rodado
Zaina..
Rosilho...
i'er.iamb.
55
55
5j
53
55
Verde.............
Branco e eucarnado.
Ou--o e verde........
)uro e preto........
Verde e rosa......
A. J. Una.
;. Nova Djscoberta.
los N. da Silva,
losu & C.
: OBSERVACOES
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo dever o aehar-se no ensilharoento
a 0 1(2 horas da manha.
Os forfaits serSo recebidos at sabbado-, 6 do corrente, s 3 horas da tarde, na
Secretaria do Hippidromc.
Os jockeys que nSo se apresentarem convenientemente trajados com as cores
adoptadas no programraa por Beus patries, n5o serSo admittidos pesagem, e serSo
multados de accordo com o art. 51 do Cdigo do Corridas.
Recife, 4 de Setembro de 1890.
O secretario,
Augusto Moraes da Mesquita Pimenlel.
Gabinete deLeitura Instxuc- Asscciacao Cornmercial Be-
liva e Recreativa Gamel- neficente de Pernambuco
NSo leudo comparecido numero suffi
cieote de associados para so constituir em
assembla geral p ra o qual j forana con-
vidados, de novo se convida os mesmo?
Srs., de coniormidade com os estatutos, a
comparec?rem no edificio da AssociacSo s
12 horas da manhS do dia C do corrente,
pata ouvirem a le tura do relatorio da
actual administracSo, e ser eleita a nova
directora.
Recite, 3 de Setembro de 1890.
Luie de Paula Lope,
Secretario.
leirense
Da ordem do cidado presidente desta so;ie
dade c de accordo com o resolvido em ses.-ao
extraordinaria, scientilico a todoi os socio* ef-
fectivos, honorarios ebansmeritoi, |Oe tica ada
da para o dia 8 de Dezembro vindouro, a festa
acniversaria deste Gubloele, sendo essa resolu-
cio motlrada pelo sentido p.issameato do socio
fundadjr Manoel Francisco Caroeiro.
Secretaria do Gabinete de L itera Instructiva
e Recreativa Gameileireose, 3 de Setembro de
1860.-0 1 eecretario.
Loarenco do 0' Pereira.
Obras de niel hora ment do
porto
No cscriptorio 4a empresa de obras publicas
no Brasil, i roa du Comtcercio n. 13, recebe se
do dia la do correte rm diante. proi>ostas para
o foraecimento de qualquer quantidade de visas
d Hudeira de le de Om, 10 x Om, 20 0 n, 15 X
0 n. 23 e Om, 30 x Om, 3') de esjaadria e de di
versos comprimamos al lCm.
Os proponentes deve lo declarar o preco por
metro corrento em reiaco a cada esquadna,
indicando a' que comprment refere se cada
preco.
So seio acceitas vigas da iebetiba prela,
massarandooa e sapucaia, qa- sejam bem linbei
ras e de quina viva.
Recife, 1 de Setembro de 1890.
A. Braz da Cunha,
Representante da empresa.
Prli .ecretaria da Intendencia Municipal
il j Httift t>e fai publico, de ordem do presideute
da mesma mienJencia, que dol- al o dia 14
le Setembro, no pavimento terreo do Pco Mu-
nicipal, das 10 horas da mauhi as 4 da larde,
em iodos os das uteis,* o secretario eutrcgira
aos proprios cidadaos alistados tleitores ou aos
eus procuradores especiaes o seu titulo de elei-
tor d> districto de paz da freguezia de Sanio
Antonio somentc, devendo i s dos outros distnc
ios do monicipio ir recebel os do 1 juiz de paz
do seu reepectivo districto, cor firme resolveu
em 9 to corrente o ministro c sccretarb de es-
tado dos negocios do interior.
Secre'aria da Intendencia Municipal do Recife,
30 de Agosto de 1890.
O secretario,
Joaqaim Jos Ferreira da Rocha.
LaEcriptorio da empresa da
estrada de ferro de Ribei-
rao a Bonito, no Recite
A directora desta empresa resolveu em ses-
soiIhGO do A20-to prximo Ando, que a im
portancia de 179:584*900, proveniente de lucros
aoferidos at aquella data, fosse reduzida a ca-
pital, ali jj de ser distribuido com os actuaes
senhores accionistas, em accOes reunidas da
mesma empresa.
Outrosim, convida subscripioes para a im
portaneja de 700:010*000 precisos, alim de ele-
var o ca )iial da empresa a 1,200 OOOOOO, con
forme a refolucao da assembl geral de 18 de
Marco deste anoo, certos de que a ins :ripcao
referida ser encerrada no praso ce tres dias,
cont dos ni'sta de ti
Recife, 2 de Setembro de 1893
Manoel de Hollanda Cavalcante,
Director tecrtUrio.
Alfandega
KITIL M. J
(Prazo de 20 das)
I.* praca
Pela inspectora desta Alfandega se uz
publico que, s 11 horas do dia 24 do cor*
rente mez, serao arrematadas porta
desta reparticSo, na forma do art. 280 | 3o
da consolidado das leis d s alfandegas
! mesas de rendas, as mercadorias abaixo
declaradas :
Armazem 7
Marca A. M. V. Urna caixi, n. 7,
contendo 26 kilos de capsulas inedici-
racs.
Marca Leao Urna, dits, sem numero,
contendo 32 centos de chnrutos.
Marca O. P. em cima F. L. cm baixo
Urna dita, n. 49, contendo 6 k03 de
bandejas di f-rro pintadas.
Marca B.Urna dita. n. 14, cintendo"
62 kilos de fructas em conserva.
Vinte e quatro volumes com differentes
marcas, c intendo cartaz ;s de cores.
Marca S. B. A -Urna caix \, sem nume
ro, contendo 8 kilos de eaveloppe3 carim
badoa de urna cor.
Marca V R. PUrna dita, sem numero,
contendo 38 kilos de cigarros.
Marca H. S. P. & C. Urna caixa, n
29, contendo 38 kilos, peso liquido legal,
de verniz, nao especificado.
Marca diamante com F. R. no centr
e C em baix > Urna dita, se
contendo 9 kilos de farinha de
Marca A. & O. Urna dita,
contendo 30 kilos, de papel pauta
oscrever.
LetreroUrna ditj, contendo 1
do cabos para rerramcatas (serrotes)
Marca P. S.-Um encapado, n. i,
tendo 24 kilos de sola.
Marca S. R Urna caixa, n. 59, con-
tendo 24 kilos ds cartazra de cores.
Marca diamaute J. de uin lado L do
outro e P. uo centro Urna dita, sem nu
mero, contendo 12 quadros glandes (aa-
nui ci.)
Marca diamaate P. e uta lado V. do
outro e B no centro Urna dita, sem
numero, contendo 6 kilos de caruzes de
cCiet.
Marea C. A.Urna caixa, tem numero,
contendo amostras.
Tieso caixa vasi.s, tendo diversas
marcas.
Sem morjaUrna ancoreta vatia-
Marca T. F. d C Urna caixa, com
um queijo.
Marca II. S. P.-Uma dita, n. 13 a 31,
contendo amostras de papel e enveloppes.
Sem marca Urna barrica, contendo
pesos de ferro, pesando liquida ISgal 32
kilos.
11 barricas eora as marcas II S. P. & C
e Hrme, na. 16, 19, 6910| 913 e cinco
sem uumcr. contendo 198 kilos de al-
vaiade, 413 kilo* de carbonato de soda
em crystaes e 270 de seuoante branc >.
Sem marea Urna caixa, contendo 11
klogrammas de farinba de milho.
Marra diamonte A. M. V. e C. do lado
Duas barricas ns. 7 e 16, contendo 112
kogrammau de ocre amarello.
Sem marcaUrna lata, contendo 50
klogrammas de seceante branco.
Marca diamante NI de um lado B do
outro e S n-j centroUrna Caixa, contendo
60 klogrammas de verniz, nao eapecifi
cado.
Marca A. S O. Urna barrica n 8,
con'endo 67 klogrammas de frascos de
vidro branca.
M rea diamante J. R. n'cntro, T. O.
L.Urna dita n. 321, conten o 57 kilo
grammas de s-cc inte bra>> -o
Marca M (J. & O Urna caixa conten
do 7 klogrammas de linha. 4 i-hapns de
palba eofeitvdoa, 6 ditou a pelies de le
bre, 11 ditos de sol, coberta de 13 e
amostras.
Marca A. F. C.Urna dita n. 4, con
teqdo 1 kilogramma de inscoutos.
Sem marco. Urna barrica com fructa-.
PernambucoUrna caixa contendo 5
Jk.il grammas de garrafas vasias.
Marca G. L. O. Urna dita n. 26, con-
tendo 7 kilogrammaa de raostarda em
conservas e 4 klogrammas e azeit>uas
M.rca diamante no centro, contra
marca "'. L. ;. Urna dita n. 1, contendo
70 klogrammas de obras improssas.
em marca. Urna barrica n: 1,934
cont- do sementes.
G T. O Duas grades contendo 133
kilogr- inmas de garrafas vazias.
Sem marca. Urna dita contendo "70
klogrammas de pao campeche. -
Marca diamante B no centro, contra
marca B.Urna barrica n. 1[35, conten
do 4 klogrammas de louca n. 2, e 5 ki
logrammaa de louca n. 1
U. S P. Quinze barricas ns. 4, 8 >
10, 11 a 17, 19, 20, l, e 25, contend
450 kilogramii.as de roxo tetra, e 1,20.'
klogrammas de alvaiade.
Marca L. A. ti.Quatro barricas, sem
nnmero, e urna caixa n. 5, contendo 34o
klogrammas de cera de abelhas.
Sem marca.Urna lata, sem numer>
contendo 50 kilegrammas de oleo de
peixe.
Sem marca.Dous saceos, sem nume
ro, contendo sag.
Segunda seccao da Alfandega de Per-
nambuco, 4 de Setembro de 1899.
O chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
CHARGERS REUNS
Compaafela
DE
ufaba quinzenal entre
Pernambuco, Baha,
Santos
mw-tia
a rapor
o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro e
O vapor Crdoba
Command nte Duret
E' esperado da Enropa at o dia
6 dfSetenibro seguindo depois
1a irdispensavel demora para
Bahi-i, fin d^ Janeiro e Santos
mos Srs. importadores de carga pelas
idoreseatar dentro
e 0 das a contar do da etiuarga das al varengas
orventnra tenham seguido para os portos o
ui aoi i se j*det 'dnr a lempo as previ-
leucias uecessaria8.
expirado o reierido prazo a companbia nao
sponsabilisa por extravos.
.^ara carga, passagens, encommendas e di-
'Mro a frete: tr?'a-se com o
AGENTE
Augiisle Labile
9RA DO OOMMEROIO9
g-4B*tSft)
Estrada de ferro de
Pernambuco do Re-
cife ao S. Francisco
Proposta para o foraecimento de 3,600
toneladas de carvSo de pedra
Esta companbia recebe proposias para o for-
necimento de 3,600 toneladas de carvao de pe
dra por tempo de um anno, mediante s seguin
tes condigOes :
i.' 0 carvao dever ser de algoma das espe-
cies conhecidas por Cory Aberdaie Mertbyr,
Penrikiber. Nixons Navigatioi. Ocean Mertyr
on Iosles Mertliyr Smokelcss Steam Coal pri
meira qoadade e double screened provena
com certificado da mina, o qual para cada carga
de nivio dever ser apresentado ao seperinten
dente d\ companhia.
J. A despesa de descarregar o carvSo do na-
vio c todas as outras da alfandega, etc. sero
por conta do coniractanlc at a entrega no caes
da companbia. onde o carvao ser tirado ua-
alvareiigas pela companhia e pesado no trapi
che em Cinco Pontas, facilitando se ao cootrac-
tante todos os meioj de, oor siou pessoa de tua
confianca, inspeccionar e conferir o peso, o qual
ser -jeito como definitivo por ambas as par-
tes, nao sendo desos aitendida pela companbia
reciamaco algoma.
3.' 3 0 toneladas de carvao, pelo menos, sero
mensalmente nt egues em Cinco Pontas ; mas
se por conveniencia prop-ia quuer o contractan
te entregar maior quantidade, aco.panhia su
jeita-se a recebel-a, contanto que : ao seja apre
sentada para pagamento urna con'.i mensal de
m-is de 300 toneladas, durante o tempo do con-
tracto.
4. 0 contractante diver obrigar-se ao paga
ment de urna multa de 1:0003 por todo e qual
quer mez cm que deixar de lornecer a qunti-
dada estipulada de 300 tonela las. assini como
se or reco-hecido que o carrosamente ou parte
delle n?o 6ae alguma d.is quadadcs menciona-
das na piimeira destas coudi^oe?.
5.* As proposta jara este contracto levero
es'ipular o prego da tonelada do carvao em di-
nheiro sterlioo, o qual para realUar-se o paga-
mento de cada coma mensal ser reduzido a 11
ao cambio da cotago das iraosacgCes do Banco
ao tempo da part la do ultimo pa mete da Real
Mala, que passar para o Inglaterra n-j mesmo
mez da conta
6.' 0 contracto entrzr em vigor no 1- de
Novembro prximo vindouro e o primeiro sup-
primento dever ser feto para o referido mez.
7. Ser lavrado um termo de cnutraoto basea
do as condieOes cima estipuladai, o qual ser
assignado por ambas as partes.
8.' As |irop03las deverSo r ''.
meilidas ao soperintendent- da roiffa.
Cabo, antes do dia 30 de Sc-iembro, \
de ser ellasabertus no c i;'aa*.-'
A cjmwrifnadf!- .
Companhia Estradas de Fer-
ro e Navegado do Norte
do Brasil.
O vapor Planeta
Rio de Janeiro cora escala por Macei e
Baha
E' esperado at
o dia S do corren-
te a este porto e
depois da demo-
ra iudispi nsavel seguir para os porto3 cima.
ir ao porto do Santn e
carga snfllcientr.
honver
Para carga, valores c passageiros: Irata se
om os
AGENTES
Amorim & C.
Ra do Visconde de Itaparica Cantiga
Apollo) n. 26______________
Pacific Steam Navigation
Companv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O paquete Aconcagua
Espera-se do portos do su<
ate o dia 10 de Setemb'0
seguir depois da demor.
do costume para Liverpo i
com escala por
Lisboa, Bordean* e Plymonlb
Para carga, passageiros, encommeadas e di-
neiro a freie: trata-se cora os
AGENTES
Wilson, S-ibs k IL, Limited
14RA DO COMMERCIO14
COmWATiOlA. rBWHAMWD!AJU.
D5
Vaveeaco cosieira por vapor
PORTOS DO NORTE
?irdhyba, Natal, Maco, Mossor, Araca-
ty e Cea i
O vapor Jaboatao
Comrasndante JoSo da Silva Pereira
k Segu no dia 6 de Setembro as K
jSk horas da tarde. Recebe carga, en-
ommendas, passagens, e dinbeiro a
frete ate s 12 boras da manha do
da da partida.
ESCRIPTORIO
Cae* da Companhia Pernamoueana
n.12
Royal Mail Steam Packet
Company
O vapor Magdalena
Espera-se da Europa ate o dia ii d
Selem bro, seguinoo depois da de-
im ra indispensavel para
ahla, Rio de Jaaeiro, lloote
video e Buenos-Arres
Para carga, passagens, e ucommendas e vale-
tes trata-se com os AGENTES
Ovapc rCrjde
E'esperado do saino da 13 de Se-
tembro segando depois da demora
necessaria para
S. viceaf e. Lisboa, vigo, e
thampton
Lisboa, Vigo e S
HedmqSo
V Lisboa i r...
i'Sontham:
Cani4J"cfe--
.Je;camfcncc
K 3 M
MuQrlm-lrias & C
S .' R-&. a Boa JeBnsN3.
a

coa
Mossor
Segu com toda brevidadc o hiato D Julia,
njcebe carga ; a tratar na ra da Madre de reus
numero 8._________________________________
Aracaty
Segne oestes dias para o |jo to a'iiua, recebe
carga ; a tratar na ra da Madre '." D.'C* n. 8
Ltoyd Brasiidro
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Oommandante o Io tenente Guillierme
Waddington
E' esperado dos portos do su
at o dia 8 de S femhro e 85-
gnindo d^foit da demora indis
ipensavcl para v> portos do or-
ale Mauaus.
as encommendas sero rc,c!.ii;i.= at I hor.
d t rde do da da satida, no trapiche Babosa-
no lar. o do Corpo Sant) n. lt. -
Pira carga, encomineocas, iaMneeis e val-
es mta-se com os I
AGENTES
Pereira Carne i ro s. C.
6-~Rua do Commercfo^S
lo andar
t f.
COHIPA^Mn PEBNAKJCAA
DE
MiregaeSo ecsteira por vapor
PORTOS DO SUL
ftacei, Penedo, Aracaja e
vapor Una
Commandante Monteiro
Segu no dia 9 de Sete.i
S horas da tarde. R
gs, encommendas, pi
dinneiros afrete, at
ras da manb do diada penida.
itf as 12 horas da manha do dia da partida.
ESCRIPTORIO
i o Caei da Companhia PernambiMina
n. 12
nifea atares and Brazil
M. S. S. C
O vapor Finalice
E' esperado dos portos do
sul at o dia 9 le Setem-
bro o qual depois da de-
mora nicessana seguir*
para o
Para, Barbados, Hartloioae,
Thomaz e New- Verm
N. B Recebe carga para Manos bal
' asando no Para.
i?ara jassagen3 carga, encommendMib di-
^eiro a frete:. trata-se cornos AGENTES-
f
HMn


*J

B
ario de PernambucoSexta-feir 5 de Setembro de J890
*/?
O vapor ?lliancm
K'esperado de NearYori-
atodia II de Setembro
o qoal depoia da de-
mora necessaria seguiri
______________pan a
lia le JMelr* Manto*
Para carga, passagens, eocommendas
aheiroafretertratgs^comos
Henry Forster & C.
8Ba do CommeciarS
1 anclar
e di
LEILOES
Leiio
AVISOS DIVERSOS
Alagan se casas calado e proradus too a
nos fnds de S. Gonctlo, a M ; tratar na ras a
mperatriz n. 76. ______________________
F. s se liquidadla de plantas no jardia da
roa da Palma n. 43. por sea dona ter de mudar
se para ootio lugar : roseiras, crotons, palaei
ra, figueira, parreira, romeira, sapoii, craveiros
e bigorrbas ; vetde-se por preco commoJo.
Precfoa se de orna ama para lodo servico:
no t anear do largo do Car mo n. 16.
Alaga se o I* andar da roa do Padre F o-
riano o. 69: Iraiar na roa do Apollo n. 11.


I
.1
_

-f

-4e0 barns com vinno Alcobaca, 60 canastros
com alhos, diversos presuntos de fiambre, caixas
com cerveja ingleza em ii2 garrafas.
Sexta-felra, 6 do corrate
A's 11 he ras
POR INTERVENCO DO AGENTE
Cusmao
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
em lotes vontade dos compradores
Agente Atertins
2/ Leiio
de urna arniacjto de amarello envernisada
e envidra5ada que se presta para qual-
quer negocio, orna importante vitrina de
amarello e mais outros objectos.
Sexta feir, 5 do cotr A's 11 horas
Na toja da roa da impertirla
n. ."iS
Em continuacaio
0 mesmo agente tendera em leilao, por auto-
risacao dos credores do Club Carnavalesco lm-
peratrii, prancbes de plnbo de Riga, traites,
taboas de piDho de Riga, columnas, postes mais
pertences que serviam nos festejos carr- -lescos
da roa da Imperatriz.
A luga-se barato
o 1- andar n. 126 e3- andar n. 124 roa de
Domiogos Jos Mart os, tem muitos commcdos :
a IraUr na pbarmacia CooeeicJb, roa Mrquez
de Olinda.
Attenco
Jos Pinto lavares Arante, fas sciente ao pu-
blico que. do dia 13 do cor ente mez d" Agosto
por dianie, tera diligencias para pasA^eiros, a
crtir da cidade de Goyaooa paa a eatacao de
Iraona, as 9 horas da masiba dos das croarla e
quiata, sendo o ponto de portida roa do Ma-
recba Deodoro (antiga Direita) da mesma cida
de. na pharrnacia do Sr. Francelino Ferreira
Crespo, oBde tendero se as passagens a prego de
84001) ida e volia, devendo ser a volia de Brau-
na para Goyanna as II boras e 20 micu'os da
manh nos das de sabbado e domingo.
Os Srs. passageiros da cidade do Recife en-
contrarlo passagens venda em casa do Sr.
Antonio Augusto dos Santos Porto, na praca da
Independencia n. 37.
Outrosim, tem na mesma eatacao de Brauna,
a qualqoer hora; carros avnlsos disposieto de
quem queira alugar por conla propria unto para
Goyanna com para Itamb e Pilar da Parabyba,
mediante ajuste ; e tem tambem diligencias de
passagens de ida e volta para Goyanninha a
preco de 44000.
Goyanna, 7 de Agosto de 1890.
Brito
Leiio
Agente
de moveiB, loucss e vidros.
ma mobilia de junco, 1 cama francesa de Ja-
caranda, 1 toilette, 1 uaraa vestido, 2 lvalo-
os, 1 mesa elasca, 1 aparador, 1 t b e a r. 2
marquezoes, I guarda-comida, 2 cabides, l har-
mnico, 1 violo, diversas roupas para senboras,
chapeos de sol. 1 cesla grande, pannos de cro-
chet jarros, quadros, louca para jantar e almoco,
jardtneiras e cooslos com pedra, 1 serpentina e
ouiros mnitos objectos.
O agente cima, autorisado por urna senhora
que retira-se para o Para, vender os objectos
cima.
Ao correr do martello
Sexta-feira. do corrate
Ra das Aguas Verdes n. 22, 2. andar
A's 11 horas
Relojoaria David
Ra do Cabug n. 14
Este novo estabelecimento de relojoaria
acaba de receber um grande sortiraento de
relogios de.ouro, prata e nikel, da impor-
tante fabrica americanoWalthan Masa, ver-
dadeira especialidade em perfeiclo e re-
gulamentoinfallivel, e se vendem por precos
mdicos. Assimcomo relogios de parede e
de cima de mesa, com despertador o que
ha de mais elegante.
Convidam-se as pessoaa que qaizerem
um relogio de confanos a virem a este
estabelecimento que capricha em vender
relogios dos melhores fabricantes, com o
fim de bem servir os seos amigo* e fre-
gueses.
Ra do Cabug n. 14

O FUMO
Higyenico Nacional
E' isento de qualquer composiclo
iumica e nociva.
E' escolhido das melhores qualidades do
Um pacote de 50 grammas casta 200 rs.
Fabrica Minha Esperanza
Ra largado Rosario 21
elephone !!
~8
!
Lympha vacciniea pura
VENDE SE NA PHARMACIA HOMEOPA
THICA DO
OU. SABINO
43 RA BARO DA VICTORIA
K
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soc-
corro de qualquer joia, brilhantea e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug a
a. 14. Loja de relojoeiro.
t
o
Ellas Barbo da Sila .\etio
Pedro Barbosa da Silva Netto, seus fi-
lhos, Hisbello Barbosa da Silva, Pedro
Barbosa da Silva, Wenceslao Barbosa da
Silva, Minervina Barbosa da Silva e Anna
Barbosa da Silva agradecem do intimo
d'alma a todos aquellos qae comparece-
rara ao enterra ment de sua esposa, mai
e irmS, e de n vo convidam aos parentea
e i migos para assistirem as miasaa que
mandara rezar por sua alma, na matriz de
Santo Antonio e na matriz da Vanea, s
8 horas da manhS do dia 6 de Setembro,
sptimo dia do seu infausto passamento ;
pelo que se tomarao eternamente gratos.
Agente Pestaa
Leilao definitivo
de predios pertencentes ac patrimonio da
Irmandade das Almas da freguezia de
S. Frei Pedro Goncalves do Recife.
Sabbado, 6 do crvente
A's 1L horas
No irntiem Iravessa do Corpo
Manto n. S9
O agen? Peftana. autorisado pela mesa rege-
dora e detiaeractq da mesa geral aulorisada por
despacho dp Exm. Sr. Dj. juiz de capcllas, far
leilao dos predios abaixo declarados, para paga-
mento de decimas em atraso :
Urna ca?a terrea sita ra de Domingos Jos
Martins n. 20, rendendo men-aes 20*000, servin-
do de base a offerta de 1:215*500.
m sobrado sito travessa do antigo Porto
outr'ora bceo dos Portos n. 6, rendendo men-
saes 25*000, servindo de base a offerta de-----
610*000. .
m dito sito rna dos Mscales n. 1, entrada
defronte da venda do Abrantes, rendendo men-
saes 16*000, servindo de hase a offerta de...
515*000.
E' para liquidar
Vende se urna vacca e nma linda garro
prf nhes, pura raga tourina : a tratar na ra op
Piresn. 31, defronte da antiga caia d'agoa.
TYP0G1UPHI4
4P0LL0
Montada com todos
os utensilios proprios
para a execucao de
qualquer obra typo-
grapnica, desde a mais
fcil mais difficil.
:; prva D4 (o\corh- :;
Junto Companhia
de Bombeiros
Taverna
Vende se a taverna da ra do Padre Fioriano
n. 41, e o metivo da venda se dir ao com-
prador____________________________________
Arithmetica
de Joao Guilherrue de Kottinger, compra-se e
d-se 5*000 ; a tratar na lypographia do Diario
de Pernambuco.
Superior yinho de Al-
cobaya
0 acreditado e autigo armazem do Lim par
ticipa ao publico e aos seus fregueses que acab>
de receber urna nova remessa deste especia-
vinho, escolhido propiamente pelo chefe desu
casa, tornando se recoromendado por ser puro *
de boa qualidade.
Jos Fernandes Lima & C, ra Barao da Vic
toria n. 9
Telepbone 323
>. Bita Ca-dlda de iiasa Leio
Francisco Antonio de Souza Leo e suas ir-
mas, penhorados, agradecem aquellas pessoas
que compareceram ao enterramento de sua pre
zada mai, D. Rita Candida de Souza Leao, e as
convidam de novo, assim como aos demais pa -
rentes e amigos a assistirem as missas que
manaui celebrar pelorepuuso eterno da mesma,
na matriz da Boa Vista e no engenbo Gurja de
Baixo. no da 6 do correte, s 8 boras da ma-
nha,, timo do seu passamento, pelo que confes-
sam-se ainda agradecidos.
Pl LULAS
Para o trataminto e pr*mpta ara dal '
Molestias do estomaga e des
intestinos, molestias do flgado,
dispepsia, indigestCes, clicas,
nauseas, diarrbea, prisSo do
ventre, falta de appetite, incom-
modos depois da comida, enxa-
quecas e dores de cabeca chroni-
cas, rheumatismo e nerralgias,
molestias da pelle, molestias pe-
ridicas das senhoras, e, alm
destas, multas outras enfermidades que se
elassifleo debaixo de urna iuflnidade de
nomes, todas porm, oriundas da mesma
causa, a saber;
Desaira-jos dos orgOos de di-
gestfio e assimIlacSo,
donde provm a impureza e o nfraqueci-
mento do sangue, com a debllidade e con-
gestao de todos os orgos vitaes do sys-
tema.
T^twh r*pm_s*
AS PILLAS CATHARTKAS DE AYER,
PREPARADAS PEXO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
Dssspoarro Qmm,

J K
vaun

Agente Pestaa
JLeilo
Da casa e sitio no lugar denominado Bai-
xa Verder, freguezia da Grasa, n. 15,
solo proprio, pertencente ao espolio de
Francisco Goncalves Seixas
Sabbado, 6 do corrente
A's 11 horas em ponto
A' travesea do Corpo Santo n. 27
O agente Pestaa, autorisado Dcr mandado e
com assistenciado Exm. Sr. Dr. juiz de orpbaos,
vender a quem mais der a casa e sitio cima
mencionados, bsm arborisada, com diversos co-
queiros, sapotiseiros e oulras arvores fructife-
ras.__________________________
Agente Burlamaqui
Leilao
Sabbau, 6 do corrente
A't 11 )ara
ra do Rangel n. 9
Da maBsa fallida de Antonio Fernandes & C.
O agente cima, por mandado e com asistencia
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio, ven
der em leilao a requenmento do curador da re-
ferida massa, a armaco, utensilios e fazendas
existentes na casa cima, garantindo-se as cha-
ves a quem Gcar com a armacio.
Agente Brito
Leilao
O agente cima, autorisado por urna familia
fue mudou-se para fora, far leilao do se-
guinte :
Urna mobilia de pao carga, 1 pete sof, 1
espreguicadeira, 1 cama franceza, i commoda, 1
cabiae columna, 1 bidet, i cama para crianca, 1
toilette, 1 marqueza, cadeiras de junco e ama-
rello. i gnarda louca, i mesa elstica, 1 carteira,
i quartiabeira, 1 meta de amarello, 2 banqui-
nbas, 8 quadros, 1 relogio para u esa, 1 cadeira
pequea, 2 marquezoes, 1 lavatorio e bacia, 1
escada 1 espelho, 1 taxo cobre, louca para almo-
co e jantar, bacas, bandejas, pilao, 1 banco,
cabiues parede, candieiros kerosene, S lanter-
nas, 3 calungas, jarros, 7 estampas, 1 mesa para
cosinia e minos outros objectos que serao ven-
didos ao correr do martello.
Sabbado, 6 de Setembro
:A's 11 horas
Ra do Nogneira n. 30___________
Casa
Aluga se urna casa emAfogados, entrada para
a estrada dos Remedios n 72, prego muito bara-
to, com 5 qutnos, 2 salas, :osir>ba fora, grande
; quintal murado, caciuba, jardira na frente, etc.,
a chave esta na loja de fazeodas dos Srs. Cam-
pos A David ; a tratar com elles ou na roa larga
do Rosario n. 14. _______
Sitio
Vende se um bom sitio de roqueires, no lugar
jang, em Pao Amateilo, aa sul da fortaleza : a
tratar na praca Maciel Pinbtiro (antiga Conde
d'Eu) n. 19.____________________________
Simples carto
Luduvina Conrado mudou-se ca ra do Pires
para a de 1- de Margo, onde contina a preparar
bouquets para casamentas, capellas moituarias
e mais arligos concernentes a sua profissao de
florista.______________ _______________.
Compram-se
Diarios, Jorcaes e Provincias (papei) em bom
estado, grandes e pequea quantidades ; em
casa de Franco & C, pateo da Peoha o. 8._____
Agent Pestaa
^JLeilao
De uma caa%farrea sita roa de JoSo
Fernandes Vieira n. 50, raadendo men-
saes 200000.
fchasj, do rre-te
A't 11 horm
Na trareasa do Corpo Santo n. 27
O agente Pestaa, autorisato, vender a quem
maior lance oQerecer a casa terrea cima men-
cionada, edificada em terreno proprio, com os
com moa os seguiotes : Duas salas, 2 quarto?,
cosini fora, qmntal murado e cacimba.
Criado
Precisa se de um criado matriculado
da Guia n. 5, paga se bem.
na ra
Centro Sportivo
A'ruado Commercio n. 28
_r_
Aveia branca, sacco de 80 kilos 144000.
Ferro ioglez, fardo de 10U kilos 10*000.
Alfaf em fardos pequeos a 60 ris o kilo.
Pilulas, depurativas, fortifiVntivas e aperitivas
de Mere o mais afamado veterinario do mundo a
14000.
Chicotes de baleia a 64000.
Embrocation (black mixture) e lirument Ge-
naud a 24000.
Selins inglezes, peso 500 grammas, proprios
para grandes premios.
Vendem
Costa & Fernandes
Proprieiades Peres e Giqi
Allenvo
Os consenhores actuaes d'cstas duas pro-
priedades, tendo noticia de que a Exma.
vinva do coronel Manoel Joaqnim do Reg
Albuquerque contina a pretender rece-
ver dos rendeiros das mencionadas pro-
priedadess as rendas respectivas, usan-
do para isso at de meios judiciaes, pre
vinem aos ditos rendeiros que tmente os
actuaes consenhores ou seus procuradores
sao os competentes para receber as ren
das de cada um dos ditos rendeiros das
dnas mencionadas propriedades.
. Portante se qualqner d'esses rendeiros
abusivamente fizer pagamento Exma.
viuva fcar nao obstante su jeito repet-
eSo de pagamento.
ttendite et vi-
dete!
Jos Samuel Bolelho avisa ae respeitavel pu
buco que ainda eontinoa a fabricar bouquets
para casamentos ou outros quaesquer actos,
assim como porla bouquets de papel e seda : a
ratar na sua residencia, ra da I onceljao n. 3,
ena ra da Cadeia do Recife n. 43, loja de se
airo" ___
Attenco
Os propietarios do antigo e acreditado arma
em do Lima, sito ra Rarao da Vi toria n. 3,
participam ao respeitavel puhlico e aos seus
iistinctos freguezes, que trs nsferiram tmpora-
-iamente seu armazem para a mesma ra n. 9,
continuando da mesma forma a receberem suas
ordens para Ibes servir com o costumado e ha
Mtual desempenho.
Jos Fernandes Lima & C,
Roa Baro da Victoria n.
Telephone323
Amelia Co-Biandna
Morelra
Joo Climaco Pinto Moreira e Augusto Pinto
Moreira, mullo siacermente agridecem a todas
as pessoas que se dignaram acompaobar at o
cemilerio os restos mortaes de sua prezadissima
esposa e mi, e novamete as coavidam e a lo-
dos os seus parentes e amigos e aos do finado,
para assistirem a missa que pelo repouso eterno
de sua alma mandam celebrar no dia 6 do cor-
rente (sabbado) s 7 1/2 horas da manh, na
igreja do Divioo Espirito Santo, pelo que desde
ja se confeseam eternamente gratos.
TJM
KSlBDie
MLLIYE
cm lodo o cuso de
RHEUMATISMO
impurezas do Sanne, Erupfioes, Escr-
fulas, Ulceras, Sipiilis
e toda afieccao de natureatt
eruptiva ou venrea
SALSAFAHHILflA
DE BRIST0L
0 Remedio fie Familia por eicelleocii 1
Ama
t
Pedro Barbosa da Silva Netto, seus fi-
Ihos e seus confiados agradecem immensa
mente Sociedade Monte Pi Popular Per-
nambucano, por Ee ter eito representar no
acompanhamento ao Cemitero, dos restos
mortaes de sua idolatrada esposa, mSi e
irmi, e convida a para assistir s missas
que mandam celebrar "a matriz de Santo
Antonio em 6 de Setembro s 8 horas da
manhS, sptimo dia de seu trespat-ao.
Elixir M. Morato
PROPAGADO POR D. CARLOS
De poisde 6 annos de atroz soffrimento
de rheumatismo, estando verdaderamente
descoronado, sarei completamente usando
o=Elixir M. Morato=que declaro ser o
melhor e nico anti-rheumatico at hoje
S. Paulo, 2 de Novembro de 1889.
'Cesario Rodrigue Alvim.
TfTMMlii
20Ra 1 .* de Marr6o20
PARA PRESENTES
Acaba de receber o que ha de mais
lindo em caixas de perfumaras, as novi-
dades mais recentes de Pars, as caixas
sao todas forradas de setim.
E' um rico presente que se pode offe
recer a qualquer pesada, sem risco de ha-
ver cousas mais bonitas.
PRECOS RESUMIDOS
Amaral efe G.
Arrendamento do en-
genho Peres
Os consenhores do engenho PERES, que
acha-se corrente e moente, tratam de ar-
rendar o mesmo engenho; quem pre-
tender aprsente suas propostas escripias
ou verbaes, at o dia 4 de Setembro, ou
mesmo posteriormente no escriptorio do
1. andar n. 16 ra Primeiro de Marco
das 10 da manhS 1 da tarde.__________
Comarca do Bom Conselho
Vende se uma parte do sitio denominado Ser
ra Grande, bavido pelo inventario do finado Pe-
dro Ovaloante de Albuqneique, no valor t
650* ; a tratar na ra da Florentina h. 20, Nova
Rynbnrgo._________________________________
Attenco
Domingos Jos da Silva Nogueira, na
qualidade ie procurador de Antonio Jos
Lisboa deOliveira, faz sciente aocommer
ci desta praca que, desde o dia 31 de
AgoBto ultimo, deixou de ser gerente do
estabelecimento do alludido Lisboa de
Oliveira < Sr. Jos Martina de Almada.
Recife, 3 de Setembro de 1890.
Domingos Jos da Silva Nogueira.
Obras de vimes
Recebemos oeste ultimo vapor grande e com
pleto sortimento. come sejam :
Cestas para compras, tamanbes diversos.
Balaios para roupa engommada.
Balaios para roupa suja.
Costnreiro.
Acafates.
Bonitos bercose lindas cadeiras.
POCAS MENDES C.
Ra estreita do Rosario n. 9
Junto a igreja'
t
Injeccao
Se nao roorri desesperado, soffrendt
muito tempo uma molestia chronica quo
ninguem poda curar; foi por encontrar o
santo remedioInjecjSo M Moratoque
instantneamente poz termo ao meu hor
rivel soffrimento.
Taubat.
Aagusto Cintra Magalnas.
Agentes depositarios em Pernambnueo
Francisco M. da Silva & C, ra Marqco,
de Olinda n. 23.
Romances francezes
A 500 rs. o voiume, ven-
de-sem no escriptorio deste
Diario. >
Pao centeio
Mello & Bi*et tendo recebido nova remessa t
farinha centeio, avisa aos sena freguezes quf
continuam a fabricar este delicioso pao centeic
todas as tercas e sexlss-feiras: na ra arga dt
Rosario u. ^_____________________________
Libras esterlinas
Vendem-se na ra do Com-
mercio n. 26, 1. andar.
Amelia C. \ latina Moreira
Adelaide Vianna Bastos convida as'pessoas de
sua amizade para assistirem as missas que man-
da n>zar por alma de sua irma A. C. V. M., na
aiatiizil Boa Vista, sema (lia de seu fallec
minio, segunda-feira 8 de Setembro de 1890, e
desde ja agradece s pessoas que assistirem a
6teacto^^^^______________________

D. Bita Candida de Soma Leao
O Bario de Caiar e sua molber convidam aos
seus parentes e amigos para assistirem a missa
que mandam rezar s 7 horas do dia 6 do cor-
rente, no Mosteiro de S. I'ento de Olinda, por
alma de sua prezada irm e cuobada, D. Rita
Candida de Souza Leo, anticipando desde j os
si-us a^radecimenios ao- qu>- comparecerem.
O iiUiuii.-iraUL'- e mais operarios ua doka dos
Srs. Livramento, por dever humanitario, man
dam celebrar duas missas po.' alma dos dous
operarios Severiano Barbosa da Silva e Antonio
Jos de Barreiros, stimo dia dos seus fallec-
mentos, o 1- carpioleiro eoJ' machinista ; ap
pedamos para as muito oignas sociedades Libe-
ral Uniao Beneficente, Liga Operara e niao
Beneficente de Machinlas, que para este acto
de dever humanitario se dignein apresentar-se
por mel de suas ccmmissOes, no dia 6, s 7
horas da manh, na igreja de S. Jos de Ri
ha-Mar.
Hoje por elles!!!!!
Amaoh por nos.______________
Aliento
Vende se uma bem acreditada mercearia em
uma das melbores mas da Boa-Vi-la, por sen
dono ter de retirar se para fra ; para informa-
coes ra do Amorm, Costa a Medeiros.
Llor depurativo vegetal lodad
de medieo Quiotella
Este notabilissimo depurante que ven
precedido de tSo grande fama infallivel ru
cura de todas as doencas svphiliticas, es
crofulosas, rheumaticas e de pelle, com<
tumores, ulceras, dores rheumaticas, os
teocopas e nevralgicas, blenorragias agu
das e chronicas, cancros svphiliticos, in
flamaySes viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantas, intestinos, etc., e em todas w
molestias de pelle, simples on diathericaa
assim como na alopecia ou queda do ca
bello, e as doencas determinadas por sa
turac&o mercurial.
DSo-se gratis folhetos onde se encon
tram numerosas experiencias feitas con
este especifico nos hospitaes pblicos
muitos attestados de mdicos e documen
tos particulares.
Faz-se descont em casa d ,
FARIA SOBRINHO C.
R_a __urq_c de Oll_da a.
Barracas e mercaros
Vinbo fino do Porto a CJ0O0 a duzia ; vnde-
se no armazem da ra da Madre de Deus ou
mero i6.__________________________ ""
Luja
ra Duque de Caxias u 16 (antiga das Cruzes)
propria para marceara, deposito de carros, ele ;
a iraiar na ra do Imperador n. 73. ^^^
Ao commercio
Os abaiso assignados, tendo de vender o seu
estabelecimento de molhados, sito ra do Pa-
dre Fliriaaon. 4i, e juntando nada deverem
praca, declaram que se sigo m sejulgarseu
credor, aprsente as suas contas no praso de
oito das, a contartiesta data, no mesmo estabe-
lecimentj, que ser pago.
Recife, 4 de Setembro de 1890.
Alfredo Augueto Ferreira da Molla.
Manoel Jos da Molla.____________
Bor emprego de capital
Jeronymo de Hollanda Cavalcaote de Albnquer
que seus nlhos e georos vendem o seu sitio na
Estrada Nova, estajao do Cordeiro, com 75 bra-
cas de frente e 600 de fundos, casa de vivenda,
de pedra e cal, com bastantes commodos, estri-
bara, telheiro para vaccas, coqueiros, manguei-
ras cajueiros e oulras arvores fructferas; a tra-
ta 'com o dito Hollanda. que resideule no mes
mo lugar.
Precisa-se de uma ama para cosinhar em casa
de familia ; a tratar na ra do Cotovelio nume-
ro^_____________________________________
Ama para meninos
Precisase de uma, de bons ctstumes, para
tomar conta de dous meninos ; a tratar na ra
do Cabug n. 14, de meio dia at 2 horas.______
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar ; a tra-
tar na ra Duque de Coxias n. 63, que entenda
da arte.___________________________________
'Ama
Precisa se de uma ama para eosinhar e com-
prar, e de um menino de 12 annos para manda-
dos ; na ra de Pedro Affonso n. 16.
Precisa se de uma
que de Caxias n 83.
Ama
ama copeira
na ra Du-
Ama
Precisa se de uma ama para cosinhar e mais
ser vico domestico de casa de familia ; na ra i -
de Marco n. 2. ____
Ama
Precisa se de uma ama para cosinhar ; a tra-
tar na roa Duque rte Caxias n. 56, loja das es-
trellas.
Ama
Vende-se burato
Precisa-se de duas amas
rio da Victoria n. 34.
a tratar ua ra Ba-
Ama
Precisase de uma ama para cosii hur; na
travessa do Pires n. 5 (Giriquity).
Precisa se de uma que saiba cozinhar com per-
feico; ra dj Livramento n. :4, loja._____
Ama
Farello, saceos coro 4? kilos,
Milbo novo, cnia, rs.
Dito velho a 280 rs e
Largo do Mercado
1*800
320
240
n. 12
Cosinheiro
Precisase de um cosinheiro ; na ra de Pay
nadft n.19._______________________
MAIS DI 10:000 CURAS
TIHTDBt DIVISA
i:m so muiiATZS-G
DORES DE DENTES
PREPARADO NICAMENTE
POB CALASANS & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuma-
tismos, inchacSes, dores sciaticas, nevral-
ras, dormencia, etc., empregando-se em
fomentacoes sobre os lugares affectados,
Cura o beri-beri, as paralysias e as dfiree
de dentes.
Todos os frascos levara direccSes p&rs
aso d'este medicamento admiravel.
Pre50 1(5200. Descont de uma d_i&
em diante.
DEPOSITO NO RECD7E
Francisco Maffocl da Silva & C na
Mrquez de Olinda n. 23
A's almas caridosas
Mara Candida Wanderley Autran, viuva do
empregado publico Candido Autran da Malta Al-
buquerqne, moradora na travessa da Piedade n.
5, tendo em sua corepanbia tres mocas solteiras,
de quem nico arrimo, adiando se gravemente!
doente dos olhos. sem enchergar mais, vem im-
plorar das aletas caridosas um soccorro pelo
amor de Deus, para poder maoler se.
Precisa se de uma ama para cosinhar e es-
gomraar ; a tratar na ra larga do Rosario nu-
mero 9, relojoaria.__________________________
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar; a tra-
tar na ra da Florentina n. 20.
attenco
Alugam-se Ire3 ca>as novas na ra da Casa
Forte os. 40 A, 40 B e 44, tendo uma 5 quartos,
agua encanada, cosinha, banbeiro e quin al mu-
rado todas ellas ; a tratar no largo dos Acougues,
padaria n. 46.______________________________
Precisa-se
de uma ama para cosinhar e comprar, para duas
pessoas ; na ra ao Caldeireiro n. 7 A.________
Cera
Alague! barato
Visconde de Goyanna n. 159.
Ba do Bom Jess n. 47, 2". andar
Ra de Lombas Valentina o. &
Pedro Affonso, armazem n. 46.
Ra Aguazinbas em Beberibe n. 7
Ra Itaparica n 43 1 andar.
Travessa do armo, i' ;i n. 10.
Largo do Mercado n- 17, loja.
Ra do Calabouco n. 4, dem.
A ratar rea de C mercio n. 5.1
corteiro c'a Silva Guimaiaes & C.
Farelo superior
no largo do Mercado ; 1*800 n 12.
Vende-se
a taverna bem afregueznda, no becco do Lobato
n. 14, a o motivo se dir ao comprador.
Mercearia
Vende-se a muilo alreguezada mercearia da
ra da Concordia n. 165 : a tratar na mesma.
CXD T_Ofi
MUITA ATTENCO
Os melhores cigarros, que ha hoje
tanto de fumo picado como desnado sSe
osMINHA ESPERANQA.
Olhai com attencSo para o envolucro dos
cigarros onde se l a paLvra ESPE-
RANZA.
Ha muito quem venda gato por lebre !
as grandes merciarias, as casas de
refsicSes, as tabacrias, nos salSes de
cabelleireiros, vende-se os nosaos ci-
garros.
Deposito central.
Fabrica Minha Esperanca
Ra larga do Rosario n. 21 A
Teolphone 191.______________________
Muita attenco
No becco dos Ferreiros n. 6, pregueia-se ba
bados e recorta-sa de todas as larguras
Vende-se na ra do Cabug n. 2. segunde a
qualidade, de 1*000 a 1/500 a libra, e sendo de
arroba para cima faz-se na de 2.* o descont de
30 0/0 e na de !. de 20 0/0. Pedimos, portante,
a todas as pessoas que precisarem deste genero
a virem verificar a qualidade, pois dessa forma
que poderao avaliar qual a melhor. No meBmo
estabelecimento tem um completo sorlimento de
fazendas que se vendem por precos sem compe-
tencia, para liquidar.
Copeiro
Precisa-se de um menino para o eervico de
copeiro ; a tratar na casa n. 5 da estrada de
Fernandes Vieira.__________________
Tintaran)
Precisa-se de um bom lintureiro para diver-
sas cores ; a tratar na ra da Cruz n. 43.
Olinda
Vende-se a acreditada e bem localisada taver-
na conhecida (taverna da estrella) na antiga ra
do Sol, hoje Coronel Joaquim Cavalcaote, arma-
gao boa, a qual nao se vende, aluc;a se com a
casa; a tratar na mesma.
Alagase barato na Passage_
O 2. andar e solo a ma do Bemhca n. 5,
lendo agua, banho, grnade quintal e porto de
Reembarque no undo, alm de muilos ccmme-
des ; a tratar na Pbarmacia Conceigo, a ra
Mrquez de Olinda.
Biscoutos de Vienna
Esplendido e variado sortimento, em latinbas
e pacones, o que ba de mais novidade neste ge-
nero, acaba de receber o
Armazem do Lima
9 Ra BarSe da Victoria 9
TelepboneS9S
fi. B DKOSINA & G.
Ra Mrquez de Olinda n. 11
Armazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
deposito da afamada cer-
veja Phcenix de Dortmund
e do chocolate Ph. Suchard
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Dannemana
& C, S. Flix (Baha).
Os"productos destas ulti-
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha de
Ouro na Exposicao Univer-
sal de Pariz, em 1889.
..-
i
-
--
-
*
i
-,
.
r
'

*
"
-

np. pptrjiiwrrfffiiiwirpi^iiii
*!
.._..-.


Diario de Peroambueo-Sexla-feira 5 de Setembro de 89

4



H

\

CHEGARA
Petoral de Cambar [rabeas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto d Franca. franflo de Therapeutica
O esupiego U1 medicina As Vevdadeiras Grageas de Perro Rabuteau sao recommendadas no casos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Commentos,Debilidade, Esgotamento, Convalecencia, I
Fraqueza dos crianzas, Depauperamento e Alteracao do sanguc em consequencia de
fatigas vigiliias e excessoc 5.3 toda a natureza. Tomar 4 a 6 grageas dor dia.
Nem Constipacao nem Diarrhea, Attimacao completa.
Pli-gjr de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engui
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente pare as criancas.
lili Urna exolicacao detalhada acomoanha cada frasco.
1 Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & O, de PARS, que se
^^ encontr em cosa dos Droguista* e Pharmaceutico*.
ODONTINE
SABIO DENTiFBJCIO
Remedio soberano pata as molestias dos orgaos respiratorios
approvauio peia Exma. Junta de Hygieue Publica, autorisado peto go-
Terno central, premiado com duas madalhsi de euro e rodeado de
muitos e valiosos atteatados mdicos que garantem a sua eficacia.
O Peitoral de Cambar preparado em Pelotas, em larga esca-
la, pelo seu descubridor, o Sr. J. A. de Souza Soares, no connecido
estabelecimento Agrcola-Industrial do Parque Pelotense. expresBamente
creado para esse effeito.
E' urna preparacao pereita, de corpo volumosn, transparente e
de um gosto agradabilissimo ao paladar.
O melhor attejtado boje da superioridade deste precioso medi
camento est n seu consumo grande e progressivo por toda a Ame-
rica do Sul.
Acra se venda as principaes pharmacias e drogirias desta
capital, aos procos do 25' 0 o frasco, 13 dar.
SSo nicos agentes e depositarios no Estado de Pemambuco .
FRANCISCO MANOEL DA SUVA & C.
23-RUA MRQUEZ DE OLINDA23
1
Os mosquiteros americanos
Com armac&o e carritel conforme a estampa
Preces : l2$ooo, l4$ooo e I6#oo de cores -
Fazenndas baratas j Miudezas
SUtas claras finas, % 200 e 240 rs. Veale-e Mala) barato
Cassas de palmichas de cores a 120 rs. eJBicos e rendas, brancas e de todas as co-
cones com 9 metros a 1<5600.
Linhcs ce quadrinios a 100 rs.
Zafiros largos a 200 rs.
Voiles phantasia a 200 e 240 rs.
retoes franceses a 320 rs.
Lans de quadrinhos a 100 e 200 rs.
Madapolao americano, 20 varas a 6:000.
Morim lavado a 0500 a peca com 10
varas.
Madapolao, com 1 metro de largo, 20 va
ras 6,5000.
Algodaozinho muito bom a 40000, 40500
e 50000.
Bramante com 4 larguras a 700, 800 e
10000 o me.ro.
res a 20000 a peca.
Babdo3 bordados a 500 rs. a peca.
ntremelos bordados desde 500 rs. a peca
com 3 metros.
Luyas de seda branca?, pretas e todas as
cores de 2, 3 e 4 botSes, a 23000.
Luvas de pelica blanca a 20OOO.
Capellas com veos de blonde de seda des-
de 60000.
Meias airretdadas brancas pira senhora a
8 0 rs
Meias crua d cores lisas e brancas com
palmas a todo preco.
Fichus pratod a pequeos a 500 rs., e
grao des l.-)0> 0.
Bramante de linho, 10 palmos de largura,' Lencos brancos abainhado a 10200, 10600
a 10600. 20000 a duzia.
Atoalbado bardado, 8 palmos de largo, a'Lencos de cores a Ii500 a duzia.
(JO. Baleias a 200 rs. a duzia.
Panno da Costa para toalha de mesa a Arcos a 100 rs. o rostro.
10000 e 10200 o covado. Fitas, phantasia e chamalotadas desde
Cortinados de crochet para portas e ja- 400 rs. o metro, todas as cores e pretas,
nellas a 7 Cortinados bordados para caa ou janella Macos com 12 pecas de fita branca chi-
a 60000 o par. | neza a 320 rs.
Cortinados de coree, novidade, a 10600 o Extractos finos americanos desde 10000.
metro. I Sabonetes finos para pannos e sardas a
Guardanapos fios a 1(5800 e 25030. 800 rs.
Oleado para meza grande oa pequea a i Thesouras finas com mola que dobra a
40500 cada quadro. 10500.
Brim pardo a 280 rs. o covado. I Lapiseiros de ouro fino a 10500.
Brim de cores a 240 rs. p-ra meninos. iPentes phantasia para cabello por 400 rs.
Camisas para senhora a 30500. j Pegadores de tranca.
Casacos ou penteadores a 26500. | Flores para cabellos, chapeos e vestidos a
Collarinhos de linho e algodao a 50000 a i 10000, 1.0500 a ramo.
duzia. I Crochets para c&deiras e sof guarnicao
Tampos de trotinas grasdes e pequeaas a! a 70000.
10500 o par. Toalhas felpuldas a 40000. 50000 e 60000
Babados com 4 1/2 metros de tamanho a a duzia ; para banho a 10500.
lj200 a peca.
Redes para dormir a 30300.
Boleas de tapetes grandes a
40500.
Camisas brancas finas para meninos
300000 a duzia.
Camisa de meia desde 900 rs.
Tarlatana branca, verde, azul, rosa e es
i cir.ada a 700 rs.
40000 e Fil de linho liso, salpico, palmas borda-
i das.
Lequcs pra meninos a 500 rs. e fiaos a
30000.
Leques ce gazes a 10, 10500 c 20000,
Camisas de Banella de cores desde 10800. Espartilhos a 40000, 50000 e 6001.0, to-
Coletes de flanella brancos con manga e dos os t&iaanhos.
sem ella. Meias cruas e de cores para meninos a
Lencos francezes de lsbyrintho a 10-00 e 30000.
CAm bordad 500 rs. Lig*s, phaatasia a 10000 o par.
Ouaida-p americano de todos os tama- Sajgelim de todas as coras a 200.
nbos a 40000. Crinolina branca, pret., cor de chumbo e
Collarinhos, paitos e punhos de celluiloid, de cat a 400 rs
nanita til aos viajantes; prego mais ba Cambraia de forro, preta e branca a 200
rato. res e cum duas lrguras a 400 rs.
E muitos artigos que se fferecem ao Magos de conta da cores, qualquer
comprador por qualquer prego. se deseje a 500 rs.
Loja das Listras Uues
61-RA DUQUE DE CAXIAS-61
que
CURA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
Medalha de Prat* na Exposico Universal de Barcelona em 1888
Madama de Ouro, Par, 1885. Diploma de Honra; Paris, 1886
e Injeccao de
KAVA KAVA
DO DOUTOR FOURMIER
BLENNORRHAQIAS
SPERMATORRHAS, CYSTITES
URTHRITES, COF5RIMENTOS
Estas enferraidades, recentes ou antigs, curain-se radicalmente em alguns das,
era segreiio, sem rgimen nem tisanas, e sexo cjnrar neo peAturbar.oft orgos digestivos.
Exj*-B9 sobra cada pj'iu/a. sobr* ca$a caixa. sobre cada rotto,
a asaigoatura Kajri,"szujuue*,
22, Pr^a U Madeleiae, ?2, PAEIS
no
ESTADO E PEHNAMHUCO
EM BENEFICIO DA
unta Cu 4 Hisuriwrdia do Ittfe
CURA CERTA
d.. MOLESTIAS NERVOSAS .i.
IXAROPE HENRY MURE;
Bom exto verificado por 15 anuos de experiencias nos Hospitaes de Pars
PtLA CURA DK
Epilepsia-Hyuteria S CoiivitlttOes, Vertigen*
Chorea M 'finen nervanan
HifHteru-Jh'.pilvpnia Exaqtiecan, Tonteira
Molestias do Cerebro Congeat8es cerebraee
e do Espinhaeo Insmnia
IHabete annuearadu fjj Spermatorrha
Un Folheto multo Importante dirigid* gntuiUminte a qualquer pessa que o pedir
I HENRY HUBE, em Pont-Saint-Esprit (Franca)!
t t ? t.t t t. <-a.t..-?.t..t.4.t.t.*.t.*.f,f.
DO
DB. RIEDEL
A melhor prepara^ao hygieuica para clarear e conservar
Approvada peia junta de hygiene do Rio da Janeiro, com a marca registrada
sra todo os Estados Unidos do Brasil.
YBNDE-SE AS SKGUWTKS CASAS:
TKtU>a>SS 8li TODAS AS PRINCIPAES PHAHMACIAS B DROGARAS.
wm co m m
PF.ENEC 1^.10?.
250:000^000
L0TEKI\ O GRAO PARA'
Premio maior 20:000$00
Lotera do Grao Para
Premio maior t>0:00$000
Extracta/ alternadamente todos os sab-
bados. Bilhetes a venda as casas do eos-
turne.
Maia Sobrinbo & C.
Castro Medeiros & C.
Duarte A O.
Pedro Antuaes & C.
JoBo ;e*erra A C.
Netto Campos & C.
Macoel Joaquina Ribeiro & C.
Mala e Silva A C.
Barbosa & Santos.
Barros & *3.
Numa Fompilio.
Nunes Fonseca & C.
Manoel Vieira Neves.
Maooel Cardoso Jnior.
Manoel Collaco & C
Popo ala & Bastos.
Ribeiro & Almeida.
Antonio D. de Lima & C.
Sabino Pinho & Q.
Joo Ramos.
Deposito por atacado
HEO. JUST
Lar^o do Corpo Santo
CAPSULAS THEVENOT
Holectiaa do* Inteatinoa
Cascara Sagrada (Laxativo).
Oleo ae iCinO-POdOpfiyllln (purgantes.)
FBO maChO (Lombriga).
Contra as Affecodes do ligado e dos rins,
Etherolo ae Essencia de TereHenm.
Es se acia de Tere/jenthinapura.TerpiMH\
Digital piiloeriSada molestias do coractoi.
Depositarios am PERNAJBUCO : nUS> M. da uva a d.
TNICO
ANALPTICO
RECNST1TUINTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Mulheres, a* Criancas dbis
e as Pessoas
tracas de Constituico.
DE
>UII
COM OUINA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOaCAL
p| Co tu posto
com Substancias necessrias
e indispensaveis na
formaco e no desenvolvlmento
da Carne
muscular dos Systemas
nervosos e ossosos.
O VIMHO DE VIAL a Assoclcao feliz dos Medicamentos mais activos, para combater a Anemia,
a Cklorose, a Tsica, a Dyspepsla, as Gastralgias ou Gastritas, a Diarrhea atnica, a Idade critica, a
Frouxidao ceral, as longas Convalosccncias. etc. Eni uma palavra, todos quelles estados de Lan-
eiidez, de Einiaaerccimcnlo, Je Eagolamento nervoso, aos quaes os temperamentos talmente preosiiostos. Em l.yon, Phiruim-iti J. VtA. ra de Hout-hon, 14.!
hmilMM JPerisambuso : FRAN M. DA SILVA fe C* e en tadis u Phamaeiu i
LOJA DO POVO
11 itua de Mareo 11
GRANDE NOVIDADE
i
INTEGRIS
A 18.apa^rte da 1.a lotera deaie Estado ser
oxtrahjda iqapreterivelm nte ter< -lera 9
de Setemferck
Todos os petUdos de bilhtis desta lotera
deyem ser dirigidos 4 thesouraria a ru arga
d o Rosarion. 9 1. andar.
PELOS CONTRACTANTKS
Bernardino Lopes Alheiro.
Esta nova loja contina a ter m grande sortimento o seno pire paciiineba, en
presos ninguem Ihe pode exceder, capricha na exactidao da quadade e naa rredidas
de suas azenda, que podem $r compradas por qualquer enanca. Muitas de suar
fazendaa sao recebida* irecamente da Birop.
Descont de 10 [ em compra da 2CtfO00 pan cima.
Grande sartimento de fazendas de phantasia para S. Joao a S. Pedro.
Voile de l e algodo, lindos deseados, a 240 ra.
Las iiaita^fo de evefeem-a a 240 rs.
ChiMs de 200, 220 240 rs. o covado.
Setinetas d c6r*, desenhos lioos a 300 rs. o covado.
Zephyrus odoa a 120, 160 e 200 rs. o covado.
Cortes de casemira de '&bOO e 6)5000.
Idea de eos turnes e de casemira de cor a 12i.C0.
dem dem dem preta fina, a 140000.
Bjcos casacos de Jersey, bordados, a 60OCO.
Toile de seda de lt$60u o covado a 650 rs.
Granadine de seda, de 1)5800 o covado a 600 rs.
Merino preW a 500, 700, 10000 a 10200 o covado.
Dito de cor, liso, a 400 rs. o aovado.
PABA CRIANCAS
Redes de cores, pecbincba! a 35000.
Vestuarios de Jersey, a 60000 e 70000.
Capinbas e jaque tas de malba para crianca, a 10OOJ, 10500 e 20000.
Brins de cores, covado <00 rs.
Merinos lavrados, lindos desenhos, toaioas efpn ;-ji.<,a vom peqaefii
defeito para todos os precoa, grande sortimento de lenjos de seda a 400, 800 e 10000
lencos de algodao com barra grande a duzia a 10600, bramante de linho e algodac
toafhadoB, cortinados, colchas, fichus chales, sedas, setins brancos e de cores *
oiles, lindos desenhosNovidados !
wmxk cratiya
DO CKLKBBB
Or. Husnphreys de Nova York.
A Vs'daei.-a Maraviiha do Seculo.
APPEO'vADA E LICENCIADA
pela Icspcctoria Gercl de Hyeicne do
Imporio do Brazil.
A Muwllkt CusaWiTa lemedto Dtomota
p::; ..; i' l>:. luru-H. riacriucauuias, coniiL-oea, Tcr-
clura, Cortnilun::*, ou Lac^roo^tf. AlUvla a dor,
escauca o : ukkuc, loa parar a lurtammac&o. reduz
a lncdacao, tli-ao dcscorameato, c fazsarai a ferlda
como por cucanto.
A iaravillia Curativa alllvlo promptoe
cara rpida para ViueiUiadwas, Kcak!adras. e
Quclwauura do HuU e superior a qualquer outro
reBMAfh
A Mnrnvilha 'urativn lmpepavel para
todas as HcmorDai!la.s seja do Xarlz, das Gengivas,
<1r*i Pulpioc*. do Lstoraa^o, ou a*- HcBjorrholda: ou
Aliuoireioiacun. .'aipre e nunca Um.
A Maruvillin <*iiratiTaumalllv)oprompto
para COr de l^entcb, de Ouvidoa, da Face, fnchacao
ca Fane o lion-alga.
A Elarnvhn Curativa f orecurso prompto
o {-recluso ix.a LV'roB riveui:i:i.icas, Aleijuo, lAire
Klidcz na* Jiuittis ou remas.
A Haravilh Cnrmtin o aarie ramadto
pnra Kr;'jiuencia, Arcliin, Aioyadalas Inchadaaou
r.riamm'adasaeinpce seguro, sempre afflcar
A JinraviH Caratlva 6 de multo vak
'orno ln u-cc&o para o Catarro, a Leucnrrhea ou aa
l-'lores Eranets, e outms corrlmentos debilitantes.
A Maraviiha Carativa lmpagarel para
curar ulceras. Chagas antigs. Apostemas. Panarl-
cios. Callos, Frtelras, Joauetes e Tumores.
A Maraviiha Carativa 6 remedio prompto
t^ira OiarrLea simples, e de Diarrhea chronlca.
A Maraviiha Carativa execUentenas
itreb:ir
riwdiii i
ERttvtKu-ta* e Cav.illarlcss, para Torceduras. DOres,
ur..ae isoladuras, Cou:us3es, l^coraoocs, &c
especialidades do Dr. Evucphreys.
tXcmcdios r.spcc;coB,
.'iS'-'-falo Mara%iIfcoso,
Keiaedios rXyohUttiro.,
ICemudioa Vctcrioarioe.
O Manual do Dr. Hawphrcys Ut posmas sobre as
Enfcrmldades e modo de cundas se di gratis, pde-
se ao seu boticario ou a
HMPHKEY6' KEIJICINB CO.,
109 Fnltou Street, NEW YORK.
UNI'OS AGENTES
Para veiidas em gro?o em
PERNAMBUCO
Fai'u! Sol Jubo (3.
So l-qJWBK
Dr. Hiiphreys awa wl
A Verdadeira Maraviiha do Seculo.
APPEOVAEA E LICENCIADA
pela, Inspectora Coral 4s Hrgicuc '.a
ii. Virio > Brasil.
A Maifrilbn Carativa i remedio prompto
para as PMsdaraE ;iac^ucadiras, Coclusoes, Tm*-
ceaaras, Cortad''^:.', ou LaceracC^s, A'llva a dOr,
^ianca wvisue, v< parar a ludan.-..".-.o. rena
alnchac&o.oi>uc!. jcrr.weutc,cfe-na:- afciida
como por encante.
A Marr.v:lh-i Curativa 6 aul'ie proraptoo
cura rpida t ath t>ucljnaduras, (x!uad'jras. e
(uenaiua ao >U,e superior a Ai- .-..vha Carativs f lrcpagavt! para
todas .^- jiemorrbaKlas, soja do .'arz, das Ucv z: v > s.
os trumes, do Estoma&o, ouasHeuV'rrLoUc.-: -
Aluiorrelc;?"ciu-asenii-rec nunca falla.
A Karavilbat u.C'vanrcf-lvloprouic'c
para Dor de Deale:, de Ouviuu-, ''*' Face. iucfca<;ao
da Face e Hevralgl-..
A MarnvilUa Carativa 0 orecursopromplo
c precioso liara Dores rheunicileas, Aieijo, Doro
lucidez uas Juuulsou 1'ir.ias.
A Maraviiha Cnrotiva ei grande remedio
pura Esqulacacia, Aiii.a, Ani.VH'dala?. indiadas ou
fcnlarBMJilmi iriiipT aeguro, sempre efllcaz.
A Maraviiha Carativc de multo valor
como lnjeccao para o Cntarro, a Lcucorrtica oa as
Flores Brancas, e outros corrnento3 debilitantes.
A Maraviiha CnratlTO e lmpagave! para
curar ulceras. Chagas antigs, Apostenua, Fauari-
cio.s Callos, Frlelras, Joues e Tumones.
/ Mar vil ba Curativa I remed'jprornpto
para Diarrhea simples, e de Diarroea cnroulca.
A Maraviiha Carativa exccilente osa
F-strc'iarlas e Cavo Maricas, rara Torceo'aras. Dores,
Pieadurase Esoladuras. Coutusoes, Laceragoe,*c.
DftOGARIA
-
A' Ra Mrquez de Olinda n. 41
ALCATR0.GY0T
Ucor concentrado, que foi e^erimentado com
Bar xito extraordinario em sete grandes
Hospitaes de Pars, contra as eonstipacoet,
as oronehite*, a atthma, os catarrho* do*
Wonchos e da bexiga, as a/feecSes da j>H e
a eczema. ^^
Por suacomposiQ&o, o Alcatro da Guyot
participa das propriedades da Aguade Vichy,
ando no en tanto mais tnico. E' a fazao por-
que de uma notavel efflcacia contra aa
fswHin do estomago. Durante os fortes
calores e quando grassa tualquer epidemia,
Alcatro de Guyot uma bebida preserva-
Uva e hygienica que refresca e purifica o
ie.
de esperar fus seta pre-parofo teja, em
i, aHM*wrsainMt> adoptada
Professor Baxin,
HMIeo do Hospital s. Luu.
O verdadeiro alcatro Gtryot preparado
4rtla*ob.ni8.emPari*.
k MAIS OONHECDA
NO
Mundo enteiro
PARA CURAR
mm nenhunt antro medicamento e sem temer ammidetUeo.
PARS 7, Bonlevard Denaia, 7 PARS
Depsitos sm Pernambueo i FBAN M. da 8H.VA & C'\ e as prlnolpaes Pharmacias.
m
LiHMEMTO SMi
Para .-a CAVAlLOf
do roso
e aa
QUELA
1 ii PELLO
t:*ac
r-ficCA
S9SStIT3i
o FOGO
$M
Mu as tiis
i A.-UC1(GS
Espedalidades c Dr. Iim^reys.
Remedios Essecifleos,
Viigocuto Mar vi! lioso,
BsusaUca rjyphilitlcos,
Remedios Veterinarios.
O Mansa! do Tr. Humphreys IU paginas sobre as
Enfermidades e modo de cural-assc da gratis, peca-
se ao seu boticario ou &
HUMPHREYS' MEDIC1>E CO.,
1 SO Faltan Street, 5BW YORK.
nico deposito para vendas em
grosso na imperial drogara de F.
Manoel da Silva & C.
^^m^mmMos
Administrando diariamente um isjeceto
sekcutanea esm o eonteudo da tsm* seringa ]
ds Prniz (modele Le Bmn) chela de
EUCALYPTiNA LE BRUN
ou tomando cada d/a 6 capsulas de
EUCALYPTNA ti BRUN
curase a Tsica,as lironchitea
t os Catlwrvos pulmonares
A EncaJTptina le Brun ai* tales Mrpklia.
LE BRUN, Phirmareulico-Chimico
PARS. SO, Faubourg-Morimartre, PARS. |
Em frtil- ni ir ti ii: F. Ti da aiXV.i A C".
' A (ira f,iz-se com < un em 3 tlntttoa,
atm dor e sei cv r, nei raspar o pello.
rPharm'GNB.*IT, 75,R St Eacr.PARIS |
st KM TCOAI -.-1 ^RMACIAt.
" Neamae i Ouro m Sxposicoes U nirersaer <
j. VJL.TJ 5
BRDEOS (WANC*)
Ifrwmtftmmmtr
Ra J. de Martjo d.
E8PECIALIDADE EM
Extractos.
leos
Tnicos.
Sabonetes.
Pasta para dente.
Vasos para p de airn
Agua de cologne.
Agua Florida.
Regatas de cores.
Suspensorios.
Bicos de c9res. -1\
Luvas de seda.
P de arroz.
Botoadurss sfreriesna.
Cneos de seds.
Espertilhos.
Fitaa de (6res.
Baleias.
Empermiaveis.
Fichus prateados.
Aiiiarril & C.
20
pwWt! jp**. _


VENDAS
...



-

__Vende se a (averna da roa do Progresa' t
SO, propria para pnoiipi ni"; a tratar com c
dono na ra do Faysano D. 20, ou na Brsua.
u Vende 8 a laveroa tila ayua da Paluja d
a tratar na nieema_____
"Veo Se se o importante (-.tabeb-cimeEto da
rpa Visconde de Aibuquerque n 54; a razao
por que se vende ce una ao luprauor : a ira
tar na ra da Imperatriz n. 88, cu Da Capo m,
ra dad Pemau bu* .-tiu n 38.
- Viuet uuja oru.. w ,r in ara uu*\
quer negocio ; a tratar ua ra V.scsude de lo
Sama n. li.
FerragtM uada para rag-aiho
V ni 3t-fcuiutes pecas :
i laiai tundida, 9 t/i p&'mos cem 91.848 Ib,
4 ui a dita. 6 i/i palmo* 835 ib.
1 dita banda. t> i p. mos 704 ib.
1 par. 1 je cobre com 12 6 e S p .Irnos.
Todo i*io por roetaoe do teo valor ; a tratar
na ra nova de Sania Rita o. 53.
Vende-se
' urna boa ma bina de numerar, um repartiroento
mareiio P'T.i rscriptorio e um importme
iCfit- (/iuvi ai fugu, e qw foi oas-aiiga ibpmu
i rana "as loteras ; a tratar oa ra Marques de
'oiinlan I, primeiro andar.
Kil ID
Di>
DR. CARLOS BETTENCOURT
SUSIN

i
mu
.
.i
GRANDE DKPDRATIYQ DO SANGUK
Elixir anti-ineumtico, anti evph.liti '. e empn-j !'-\ gen, .., l____t oa carbancul s, cancos
venreos, t'eridas cancro-as, ulceras, gonorrh-*s chronn a-, bonbas, buboes, escrfu-
las e todas aB doencws que dependen) da impureza do sangue.
Este remed-' < Fii.>eri<>r e i dos of uniros &<> sen gnnero, o que est provado
pela preferencia e a -eeitslfeao que 'be d o publico.
Um Irasco i)Oo urna duzia 3n#000.
osa u ^mm, mk i imws
TUMi O FEBRFUGO E DESBSTKUENTE
Empregado na debilidade geral, doenyas do estomago, convalescencaa depois
io parto, febres paluatres, molestias do ligado e buyo, falta de appetite, anemia, chlo
rose, cSres paludas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E' um r Um fraseo 3$, urna duzia 300IHI
INJECCAII BETTENCOURT
AHTI~BLEHOBBHGICA
Gura radical em seis dias
Empregada com ptimo resultado n< s corrimentos agudos ou chronicos da
arethra ou vagina, leucorha ou flores brancas. Este medicamento de ama g-ande
eflicacia,
Um frasco 1#500, urna duzia 15#000.
VINHO TNICO
Com lacto-phoxphato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinaclo destes heroicos
medicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, ane
mas, menstruales difficeis, debilidade geral, corea paludas e todas as vezee que se
quer fortificar o organismo e dar deseo volvmento ao systema osseo e muscular
Convm a pessoas ou senboras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus
tecer as enancas. E te remedio superior a todos os tnicos estrangeiros que se
aanunciam por ahi.
Um frasco 3#000, urna duzia 30#000
Xarop
8 de jaramacaru composto
(tK\NDI8 PtilTORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluxo,
toases simples e convalsas, coqueluche, constipares, asthma, bronchite, catarrho
chronico e tsica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro peitoral que se conhece at hoje na medicina.
Um frasco 25500, urna duzia '4#000
CARGEI2TA
SAN3UE
O emor^go da CAROBINA deve dirigir as a com ater as seguimes moleslias:
as diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, aoffrimentos do tero,
affecfoes cancerosas, beri heri, escrfulas, tumores branfos. "'ceras chronicas, ? flFec-
c,6es venreas rebeldes, paralysias, molestias do coraco, da garganta, rheumatismo
chronico e gottoBO, molestias de pelle, aasim como todas as enfermidades derivadas
da impureza do sangue.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#000
nicos exportadores
OOMPANHIA DE PRODUCTOS MBDICINAE8
31--RA DOS 0UHIVJKS--31
RIO DE JtMIIK
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.

i
FOLHETIM
.
&m mmm
|POB
PAULO I AK.IIinOM
TERCE1RA PARTE
A filha adoptiva
(Continuavao do n. 201)
VI
ANGUSTIAS
A menina d'Argellea ezercia sobre elle
uma fncinacSo quasi irresistivel e ao mes
mo tempo fazia Ibe experimentar uma es-
pecio de repnlsSo, de temor tntip-ithicu,
fo"' d. ,ue 'i >i fit.a vi,i,ude.
Longe del'a, adorava-a, nao ae lembran-
do senAo da sua blleea, qnn turb^va Ihe
os sentidos; de le.tu, a> coutrario, os
seus defeitos, os seus capriebos, os modos
da mai e da filha, tao contrarios aos seus
principios e ao quadro urdmano da sua
vida, advertiam n'o de que se achavadian
te de supremo p rigo.
Aasim eosa dupla impressao causava em
Mauricio uma desconfi*nca e reserva ex-
tremas para com a filha de Diana. *
Cousa alguma de-t- n,indo podi a tal
ponto converter em paix&o verdafieira o
capricho daquella chanca cheia de vonta-
des, habituada a ver tudo dobrarae diante
dclla, e que pela primeira vez na su vida
, encontrava alguem que lhe resista, que
at a d aafiava tace a face.
Chegou rpidamente o fim do anno.
Ao passo que Luis d'Asterac nao fiaera
grandes progressoa em casa dos Vallauris,
e nao com re henda absolutamen:e a gran-
de frieza daquella que julgava irmS ver
dadeira do amigo, Igoer. violentamente
apa i xo nada por Mauricio, declarava a Dia
na que nao sahiria de Pariz naquelle ve
rao.
l'or que ?
Nao dignon-se de explicar.
O grande palacete da ra da Cbaise
agrad va lhe com as snas arvores magnifi-
cas e os seiis aposentos grac diosos j nfto
quera abandonal o nem para ir habitar
uma cboupana bfira mar, nem a sua ve-
lha mansarda dos Pyreneus.
Entenda atsim.
Era urna razo suffi iente.
E Diana, tao esperta, tao astuta, tSo ha
bil em tudo qm-nto dizia respeito ao amor,
nao vio, nao adiv.nhou o sentimento novo
que enchia o cora cao da filha.
Appareceram na jornal official as pro-
mo'0'8 de Saint- yr
Luiz dAsterac era mandado para o leste
e Muri 10 Vallauris, ao coutrario, era
destacarlo eftftOBJk.
LtMt- I .1 [i ricou mais desesperado
p i > que ir para tao longe.
AqueOe u o lh agradava, pelo menos
Itaaie quauro o individuo que o ueava.
Porque, po a n milegre de habilidade,
!o primo da id r^itza lograra conquistara
i amiaade iuteira de Vallauris ; e isso de
'encontr ant'pathia muito real e mal
disimulada de Laurx, que pela primeira
vez na sua vida nao pudera fazer o mari
do partilhar o seu mudo de ver.
Tu te engaas. Laurinha, responda
elle B todas suas ob^ervacoes, um
i bom rapaz asseguro te. E depois, com
[prebende bem o alcance disto, um duque
' em nossa casa .'...
' Assim, era digno da ver se o empeuho
Vinho Maduro
Pp'o oi'ioo vapor recebemos urna imporiani<
emeF.-d do dtli icso vmbo maduro, aQlysad<
ueU jnniM de hji-'iene da' apilal Federal
VINHO MADUKO, puro da uva. omelho
que ti'in viudo ao mercado, >6 neste estabeleci
ment se enci'ii ra
SEMKNTES NOVAS de flores c hcrtsl-^as co
oda> H 'jii.-iliii. ilei<
aZEIi'E puro de oliveira em latinbas de meii
(jom litro.
Em iebua^ linas, romo sejam : cbampagnt
ciara, vinbos Bordeaux. Porto. Di uro, Ohambei
tim. licores de diverias qualidades, nao tem i
rival.
Qneijo.4 de tedas as qualidadea e o apreciad'
< qneijao em latas.
Eirhm. comileto wirtin lio de gneros d
primeira qnalidade para una boa despensa e <
pn eos sem en pelencia
Ra estreita do Rosario numero 9
Poyas Mendes & .
Telrpbune- 94*
A Florida
Acaba de receber pelo ultimo vapor
que de ma or novidade tem a populosa
gr i.de cidade de Paria, os mais importar
t*-a ^retactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, propn
para cartas.
' romea de seda e de oleographia.
('aixas de msica com manivella para l
26 e 3/MJ> 0.
Caixas de msica, com corda, fechada.
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 -
124, proprias para presentes.
Ricos enxovaes para baptisado a 7, 80
95, I0d e lJ0rrt
dem muito finos \.<..& 16& a 20|Jum.
Timaosinhog com sombra com fitas e bicot
de o mbrait transparente s3e 3b0
Um grande sortimento de porta-traue
para CMH), l e 10500.
Gi ampos dourados e cum perolas a 200
500 rs. um.
dem de celuloide e dourados a 200 i
300 rs. um
Estojo para desenho de talagarca a 35000.
Bandeiras de IS dos Estados Unidos d<
Brasil a ltO 30000 e 40OJO, confor
me o tamanho.
Grande sortimento de bolsas de pellica *
de chagrn pra 2, 3, 4 e 50000, pau
senhora e meninaa.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 50000 r
10500 e 20000
Grande sortimento de bicos de algodao c
de seda, braucos e de corea.
Livroa de aortes a 300 ra.
Albuns de pellucia e de chagrn, gosu
moderno, imitando um leque.
dem para cromos, poesas e rnaataas.
Espadinhaa para criaoca.
Boleas de couro para cobran9a.
Navalhas de Roger AmSo americanas ele
ctricas e de 2 laminas, e afiadores con
a msssa propria para affiar.
Ramos de flores para baile e casamento
de 10oOO a 40000 um.
O (Jabelleira engenbeiro invento a 500
res.
HalSes e bordados de odres.
Bordados de cambraia de 6O0 a -10500 a
peca.
Saboneies para tirar nodoas de caaemiraa,
sedas, las e outras fazendaa finas de
800 res.
OcuIob e pince-nez finos, douradoa, bu-
falo e nickel.
Tinteiroa para viajantes.
Espartilhos para 4, 5, 6 e 70000.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a 500 ria.
Boleas para menino de eschola a 20COO
Sabonetes para banho com desinfectaste
a 40 res.
Pulseiras americana para 3, 4, 5, 6, 7
80000.
Anneis e brincos com podra imitando bri
Ihante.
RA DUQUE DE CAXIAS N- 103
Carrinho.s para crianzas.
Molduras para quadros
Msicas e instrumentos.
Na roa Nova n. 13
Barraca Coronel Tei-
xeira Jnior
Hoje, grandes premios.
Reservado para familias
Largo do Arsenal de -Shierra
com que fazia o comprometter-se a nao es"
quecel os qaando obtivesse as suaa licen
fas.
udceio ser indiscreto, insnuou d As
terac, laucando do lado de Henriqaeta um
olbar incendiario.
A rapariga nao se altern absoluta-
mente.
Como de costume, Roselin apressou-se
a responder por ella.
Nao acredita de certo, Sr. duque,
que poderia ser indiscreto em nossa casa.
Vai, ao contrario, fazernos grande tal
ta!.. Vai fazer nos grande falta, sim.
com a breca I...
Nem todos pensam assim, Sr. Val-
lauris.
Mais baixo, diante da attitude cada vez
mais glacial da Sonriquette, accrescentou :
Desgranada mente para mim...
E, voltando-se para Laura continuou :
Um de meus grandes pezares aodei
xal a, minba senbora, o de nSo querer
entrar na intimidade de minha prima, a
marqueza d'Argell-s, que entretanto o de
sejava mu vivamente...
O acaso n3o nos favoreceu, respon-
den Laura evasivamente.
Oh 1 se a sean a quizessa ajudal-o. .
A verdade era que Diana, ardente ente
solicitada pela filha e por Luiz, tinha se
apresentado urna vez na ra Dente, t
Nao f6ra recebida.
Muito tempo depois, Laura lhe pagara
a risita, arranjando as cousas de modo a
nao cncontral a em casa por seu turno
A instancias muito vivas de Ignez, mai
e filha voltaram casa dos Vallauris.
Um dia, finalmente, o conheciment
travou se, e as quatro senhoras encontra-
ram-se.
A Sra. Vallauris e Henriqueta antpa-
thisaram o mais possivel oom as d'Ar-
gelles.
Essas creaturas nao sao do nosso
meio, minha filha, dase Laura quando
Oiana retirtu se. Nos cortaremos as cousas
S Revoluto
4Rtw Dn%ae de CaxJaa48
O proprietario deate tabelecimento conti
nuando a liqudalo, est vendendo por
menos 50 / tanto tazenda de le como
de moda.A SABER :
odas
Cortes de etamine de 140000 por 80000.
Surah de linho muito largo a 320 re. o ca-
vado.
Voile de la matisado, ultima me da, a
80 rs. c en vado.
Dito de algodao a 200 ra. o covado.
Etaroines de cdreB a 28>', 300 e 320 rs.
o covado.
Merinos lavrado a 500 ra. o covado.
ephiros de cores a 12U e 16o ra. o co-
vado.
Lis de edrs a 200 e 240 rs. covado.
Cachemira de quadros com listras de seda
a 10000 o covado.
Cortes de metim par vestidos a 60001
um.
Ditoa brancos bordados a 120000, 140000
e 15001*1 um.
Luvas de seda a 10, 10500 e *0O 0 o par
Cortes ae cachemiras bordados a 250000.
C pas ricamente bordadas a vidrilho por
2o0WO
Cortinados de crochet a 100000 o par.
Le
MadapolSo americano com 24 jardas a
50000 a peca
Bramante de linh > a 20000 o metro
fannos de crochet para cadeiras a 50b
rs. um.
Sargelm de todas as cdres a 200 rs. o
o c vado.
Cortes de casimira para caiga a 40001'
um.
Colchas de cdres a 20100, 30000, 40000 e
50000 uma.
Toilettes para baptisados a 60000 um.
Fichs de retroz, todas as cores a 10000
um.
Cortes de cambraia branca de quadros a
106OO um.
Cortnados bordados a 60000 e 70000 o
par. I
Atoalhado de linho com defeito a 20400 o
metro.
Camisas finas de meias a 10000 uma
Cobertaa forradas para casal a 205O
uma.
Batistas de cores a 120 e 160 o covado.
Toalhas para enanca lOO rs. urna
Ceroulaa tranoexas, a 10000 uma.
Atoalhado de algodao a 10200 o metro.
Algodao trancado para toalha a 10000 <
metro.
Bramante de algodao com 4 larguras a
800 e 10000.
Lencos de algodao a 10200 e 20000 a
duzia.
Ditos de esquiSo a 20500 e 30000 a duzia
Collarinhos e punhos de esquito, precos
sem competencia.
Cretonea escuras e claros a 200 e 240 ra
o covado.
Brim pardo traneado a 240 rs. o covado
Panno da Costa para mesa a 10200,
10400 e 10600 o o. vado.
Camisas de linho para homem a 20000.
30000 e 40000 uma
Vestidos de Gersey para creanca a 60000
um.
Costumes de cachemira para homem a
140OOC o 150000 um
Cortes de fustao para col le te a 600 rs. um
liuardanapos c m franja a 20000 a duzia.
Espartilhos oouraja 40000 um.
Granadinas pbantasia a 360 o covado.
E muitas nutras fazendas que s com
a v Bta, assim como em sua officina de al-
faiate aprompta-se em 24 horas qualquer
costume, garantindo-ae toda perfeigao em
trabalho e prego resumido
So na Revolucao
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
M
Lopes & Aran jo
Para eugenbos
Continan] a ter em seu estabelecimenta gran
de deposito das raer adorias abaixo declaradas,
onde os Illms. senbores de tngenbos poderao
se supprir para a nova safra, a precos sem com
pttencia.
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguanbe.
Oleo de moclo.
Azeite de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.
Pxe em laias.
Graxa ero bexigas.
GaxOta delinbo.
Potassa da Kussia.
Ra do Lvramento n. 38
pela raiz, se quizeres, nao tornando a casx
deltas.
Ob isso exactamente o que eu
quero responder espontneamente a ra
pariga
A si propria, tendo sabido das visitas
que lhes fazia seu irmao. ella perguntara :
Mas por que Mauricio vai tao tre-
quentemente, e sem nos dizer nada, ao pa-
lacete de Cndales ?...
Profudo sulco cavara se na fronte pura
da Souriquette.
Procurava os motivos de tal assiduida
de.
E, felizmente para ella, a sua simplici
dade de sen timen tos nao lh'os deixava en-
contrar.
De facto, como poderia um rapaz iutel
ligente, grave e serio, como Mauricio
agradar-Sd daquella bonequinha naigniti
cante e frivola, nicamente preoecupada
eom a sua pesso ., as suaa toilettes e os
seus enfeites. sem um tomo de coracSo,
de convereayo ou d- espirito ?
Coa grande suspiro de allivio, ella
disse a Laura.
Nao, n2o tornaremoa cas de Can
dales; izes-me grande favor resolvendo
isso, m mai. Mas em todo o caso fiquei
satisftlta por ver a menina d'Argelles e
sua mli !...
Laura fixou sobre a filha o olbar lim-
p do.
Por que ficaste satsfeita, minha que-
rida V pergunto-lhe com o. coracSo a ba
ter fortemente ; tanto andava ella es-
preit.i de tudo. quanto lhe podesse ser um
indicio dos sentimentos ntimos daquelie
corago de tao peregrino pudor, que nada
do que elle senta transparecia naiica no
exterior.
Mfs Henriqaeta nao era dessas que fal-
lara.
Abaixou as longas palpebras de cilios
sedosos, e, corando profundamente, res
pondeu:
Tinha ouvido fallar tonto e tontas
Vendem-stt os segxtf)-
tes livror
Lourecco, romance histrico por 9.
Tavota i vol. ene. IfOOO
0 Cavalbeiros do Amor, romance em
4 vol8. enes. 12J000
Ei hos de liorna, pelo padre Guiiher-
me Das, 1 vol ene. ziSOO
D ccionario Biograptiico, por P. A. P
Costa, 1 grosso volume ene. 10*000
Voos Icaros, verses por M. Brrelo, 1
vol ene. 3*000
Plores Pluctoantes, versos, 1 vol. ene 3000
V-js c quedas, versos, 1 vol ene 2*000
Guimaraes, poema, i vol. en 3 Sous que passam, versos por Tb. Ri-
beiro, 1 vol. ene 3*000
'. Iberto Pinjentel. Cantales, versos, 1
vol. ene 3*000
Julio de Castllho -Livrana Classica,
Estudos biograpbiuos e luteranos,
3 vols. enes., fluos 15*000
Castiioto Lusitano, Historia entre o
Brasil e a Hollanda, 1 voi. ene.
fino 5*0of>
Bibliotbeca do Povo, 1J vols. enes. 25*000
Morte de D. Joao, romance. 1 vol.
ene. 3*000
t>ntos de Pedro Ivo, romance, 1 vol.
ene. 3*000
0 abandonado por Julio Verne, 1 vol.
ene. 5*000
Processo Lerouge. romance hist-
rico, 1 vol. ene. 3*u00
Gabriel Malagnda romance, 1 vol.
ene. 3*000
Neto do Aceitado, romance histrico,
1 vol. ene. 3*000
Viagem no dorso de ama baleia, 1
vol. eoc. 3*000
Cbiquiobo, Encvciepedia da Infancia,
por G. Bruno, i vol. ene. 3*000
Caricaturas em prosa, por Luiz An-
drade, 1 vol. ene. 3*000
0 Pastor e a ovelba, obr. rara e es-
gotada pelo finado bi-po D. Joao, 1
v. ene. 1J*000
0 birajara, lenda, 1 vol. ene. 3*000
Arnaldo Gama- Um motim ba cem an-
nos 1 vol. ene, obra rara 5*000
0 Dia de S. Nuoca, romance, 1 vol.
ene. z*000
P. de kockJoo, 2 vol. ene. 4*000
As mil e tuna malberes, 4 vols. enes. 6*000
A caca de um barooato,l vol. ene. 1*300
Arnaldo Gama0 filho do Baldai, 1
vol. ene. 4*000
Os berdeiros de Caramuru, romance
histrico, 2 vols. ene, finos 6*000
A igreja e o Estado, por Ganganelli,
4 vols. ene 10*000
Serpa PinUjComo atravessei a fri-
ca, 2 vols. enes, finos, com grava-
ras 12*000
Eca de Queiroz0 enme do padre
Amaro 2*000
Castello de Grasville, romanee raro,
2 vol, ene. 3*000
Leonor, D'Amboise, 1 vol, ene. 1*000
As obras de Julio Vern, 42 vols,
enes. 30*000
Tres Poemas em proza, e verso por
Gomes Jnior, 1 vol, ene. 3*000
Typos de cara dura, 1 vol, brocb. 1*000
As viagens de Galiver, obra critica
e jocosa (rara,) 1 vol, brocb. 3*000
Voz-8 da historia pelo Padre Gui-
lberme Dias, 1 vol, brocb. 2*500
0 matadouro, historia da Lavadei-
ra Gervasia o 1. vol s. 1*500
Podsod do Terrail A heranca mygte-
rioza o 2*. vol so ene. 2*000
Carta sobre a Com panfila de Jezus
1 vnl, brocb. 2*000
Miscelania Religiosa por Pinto de Cam-
pos (obra rara) 1 v. broc. 3*000
Ao cidado Amcete, versos do Cigano
ao Dr Cbinez (raro) 1 v. broc 1 *500
Oracao fnebre do bispo D. Vital, 1 v.
broc. 2*000
Propaganda religiosa Consto e Papa em
prosa e verse 1 v. broc. (raro) 2*000
Deseseis de Maio, puemeto, 1 v. broc
(raro). 1*500
Fados da Historia de Pernambuco,
i vol ene. 2*000
Bibliotbeca do povo, 31 caderninhos
broc. 4*000
Um misterio de familia, por F. Tavora.
1 vol. broc. 2*500
Um casamento no arrabalde, 1 vol.
broc, mesmiautor. 2*500
No es riptono desta folba se dir quem vende
estas obras fazeodo se abatimento vantajoso a
quera comprar todas.
Agua maravilllosa
Com a applicacao desta agua, quem soffrer dt
-sDinhas, pannos, sardas e vermelhidao do ros
'o fu-ar perfeitamente carado, reconbeceodo-a
desse modo, cotro nico especifico efficaz Alrn
lesees eftVitos, tem ella a propriedade de, tor-
oando a cutis limpa, dar Ibe a cor natural. A
cada vidro que cusa 1*000. acompacba a respe-
ctiva indicjo de uso.
nico deposito
Drogara de Fara Sobrinho rS C, ra
Mrquez de 01 inda n. 41
Cavallo, bois, carrosa e
carro
No gasmetro, em Olila, vende-se um bom
cavallo, baixeir, rnsso, arreiado ; dous bois de
carreja ou carro; uma carroca e um carro ja
usados, tendo um cambSo para um ou odou
bois'; a tratar no mesmo gasmetro com ad-
ministrador.
Os Barateiros! !
E' s neste estabelecimento que pda-
se encontrar fazendas finas de gustos la-
dissimoa or procos razoaveis, como a*?
jam:
Voiles d 13, padroes inteiramunte ma-
vos, merinos dem, idem, cachimiras la-
vradas, o que pode haver de mais linda
em gosto".
ambraias da China, idem catitas, dem
; com salpicos c lisas, Victoria e transpa-
1 rentes, grande sortimento de crotones
(padrSes de voile) de goatos attrahentes-
repe da Cbiua, inteira novidade.
Etamines de cores, lisos e rendados.
Fast&es b -ancos. Linns cem narra, o
que ba de m-s rico paca vestidos, chitas
idem, idem e muitos outros tecidos a phan-
tasia.
LSs de quadros a 200 rs.
Merinos idem, azmda de 800 rs., por
240.
VoileB de a e algodao a 240 rs. o co
vado
Zepnyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de uma argura a 2sO ra. o co-
vado
Barjtista republicana a 200 ra. o co-
vedo
MadapolSo americano a 50000 a peca.
Vanado sortimento de setinetas e cre-
tooe, para chambres.
Grande e variado sortimento de chitas
claras, de cores e escuras. dem chama-
lot. padrSes exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente novos. (asacos de Jer-
sey para s-nhoras, vestuarios idem, para
enancas. Toaihaa felpudas para rosto e
banho, brancas e de corea. Orando sor-
timento de aventaos, idem, idem de ba*
beiros, pa a enancas.
Para ho-xiens
Grande sortimento de camisas de fia-
nel'a, oho e algodao.
dem de collarinhos de linho e cellu-
loide de cachemiras pretas e de cores, en-
tre ellas de8tacam se as de 70000 o corte,
para costumes.
Alm das mercadorias que cima dicta-
mos, temos uro esplendido sortimeoto da
cestas de palha e chagrn e muitos ou-
tros artigos que seria enfadonho mencio-
nar.
E' so nos barateiros!!
A' RA Io DE MARCO N. 1
Bernardino Campos C.
Vende-se
Kerozene.
Dito inexplosivel (luz dia-
mante).
Phsphoros.
Breu.
Velas He stearina.
Alcatrao da Suecia.
Cimento em 1\2 barricas e
inteiras.
Soda caustica com 70 graos.
Sebo e graxa do Ro Grande
do Sul, em pipas e bar-
ricas.
i Ha do Encantamento o. 9 e
Caes do Apollo n (7
I
:

./*.
%



vezes nessas senhoras, nestes ltimos tem-
pos... Um pouco de curiosidade... Nada
mais I...
Laura nSo insisti.
Como sua filha, porm, ella estova sa-
tisteita.
Luiz d'Asterac longe, Mauricio na Bre-
tanba... era a existencia dos dous rapa
zes separada, a sua intimidada rota ; por
conseguinte, j nSo existndo tudo quanto
os ha va unido e approximado, poda se
esperar que elles tornar se hiam pouco a
pouco mutuamente estranhos.
Mauricio foi installar se na sua guarni-
lo, muito contente com a sua sorte, pois
adorava a carreira Na ocoasiao da partida, pareceu nao ob-
stante a Henriqueta que havia uma ponta
de tristeza no seu coracSo, tristeza que
elle tentava em nao combaten
E' uma grande tohee, disse elle para
expli ar essa melancola, que aentia per-
fritamente adiviuh. da pela perspicacia da
i ma, mas esta Pariz est nos presa n'al
ma mais do que jalgamos... Quando a
deixamos, sempre a mesma cousa.
coracSo sangra-nos !...
Quem te obriga a te ires embora ?
replicou Laura, sempre refractara car
reir militar. Podes perfeitameute dar a
tua demssfio. se quizeres. Ha lugar para
a tua pessoa em nossa casa. E asaim ar
mojaramos a vida que qu'aesses, e da
maneira que melhor te aprouvesse.
Bem sei, e v< c-t tem para mm to
das* as bondades. Mas sou chauvinista,
nao o ignoras. Adoro a minha patria aci
ma de tudo. Outr'ora polia-se servil a de
t .das as formas. Hoje de exercito que
ella paecisa sobretodo; por isso que
quiz ser soldado, com um nico pezar, o
de nSo haver podido eogajar-me para con
sagrar-me anda melhor, stm proventos
nem glorias, o apenas por amor da Fran-
ca, na du'a, mas to til e bella carreira
dos hmmildss officiaes inferiores, dando as-
ioyal Bleti marca VO
Este exceilente Whisky Escoces pro-
tervel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho dos meliiores arma
sens de molhados.
Pede Roy al Blend marca Va
cujo nome e emblema aSo registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
MliSIIMTl
0SI4S.____
^^ *3LRV eede-se >n iodi i nr
i V'--
aim a todos o exemplo do dever e da dis -
ciplina.
Os olhos de Henriqneta brilbavam o mo
estrellas.
Lembra te de nos, disse ella. Tu le'
vas as nossas vidas.
Mas as torturas que havia sofirdo a ra-
pariga, durante todo aquello verSo, qaando
Mauricio nao apparecia quasi nunca t a ra
Danfert, e mostrava se anda to preoecu-
pado, tao distrahido, tao indifferente a
tudo quanto o cercava, quando l ia; a
energa que lhe tora uecessaria para re-
calcar no fundo d'alma as suas impressoes
dissimulai-as aos olhos c anvidentes de
Laura, tudo isso, reunido ao desgoato de
ver partii aquelle irmao adorado em se-
gredo como um n >ivo, fel cahir n'uma .
et pecie de torpor que nlo tardn a inquie-
tar primeiro l^aura, e depois Roselin.
Iria chir seriamente doente a adorada
Souriquette ?...
Laura, louca de desassocego, coosultou
os primeiros mdicos de Panz.
Sua filha precisa de ar puro, de ina.-
de distragSes igualmente, responderam-
ihe. Leve a para a trra do sol, e el a se
re8tabelecer como por encanto. Entre-
tanto, nao hesite. Nao cousa grave, mas
o seu peito delicado.
E com voz quasi i n difieren te, o princi-
pe da soicncia accresc.-oton:
Nunca houve tysicos na sua familia,
nlo verdade ?
Laura, ssinha no gabinete de consulta,
sentio as pernas fraquearem-.he.
Esboyou um gesto negativo com a ca-
beca; mas murmurou com os olhos fixoa
e os dentes cerrados :
Minha filha est perdida 1..,
Aquella d6r concentrada, porm, terri-
vel, commovea o medico.


(Continua.)
--- ------------------ i ..... ......
Typ. Diario, Ru- "iqie de Camas u. 41


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4CTN0XCR_78A52I INGEST_TIME 2014-05-19T20:42:35Z PACKAGE AA00011611_18822
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES