Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18814


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Full Text

.-tftltfO LX3i
Ver^a-felra'95 de Doxemiire de 1994
riCSEjiv 993
r

PROPSJSB&BB BE AHOBii flBSIK^ S Vj&SZA & 7U.S08
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 8J000
Por seis mezes adiantados. 15|000'
*
lor uro anno adianlado 301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de das anteriores.
16|50O
33*000
1200
i
AVISO
Aquelles dos nossos assigmntes que
descjarrm abonar suas assignalura dos
anno vindouro, oflerecemos um volume
de cada um dos romances abaixo indi-
cados, podendo ter livre escollia.
Setentas de que procuramos o me-
llior possive servir aos nossos bons c
sinceros assignantes, proporcionamos
mais uina vez o ensejode dar-Ibes urna
prova de nossa gratidao.
Eis a lisia dos livros que olferece-
mos a escollia:
Julio C. Machado=Conlos ao Loar.
Camillo C. Branco.=Ving.tnca.
Gamillo C. Branco.=Estrel!as Pro-
picias.
Camillo C.
Dr. Negro.
Camillo C.
do
Arcediago.
Camillo
Montanha.
Camillo
C.
Branqo.=A Fillia
Braneo.=\ Filha do
Bianco.=0 Sanio da
C. Braneo.=Scenas Con-
temporneas.
S. Power =Poesias.
Casimir DeIavigne.=Don Juand'Au-
triche.
Casimir Delavignc.=Abel.
Alpbonse Karr =Clolilde
Bibliolheca Universal. = Joanna
d'Arc
Bibliotbeca Universal =Iracema.
Octavio Feuillel = Honra de Artista
Magalhes Lima. = Pela Patria -e
pela Repblica.
Telegpammas

:.:::: :::::::: so::::,::
Rio de Janeiro, 22 de Dezembro, s
IO horas e 35 minutos da noite, pelo Cabo
Submarino. (Entregue s 8 horas e 30
minutos da manha de 23).
O governo do Uraguay reconheceu a
existencia do cholera na Repblica Ar-
g:ntina, e estabeleceu quarentena de 5
lias para as procedencias dos respectivos
porto:-.
Pars, 22 de Dezembro.
Scienuas, fui escolllo por esta ajgremiac&o
para ir a Tobolsk, na Sibaria, observar a passa-
gam iie Venus 6 deJunln de I7 Paitan-
do Paria pelos ftus de Junlio do 176), ebegou
se n grandes trabalhos a 3. Petersburgo, mas a
viuKein da capital la Russia para Tobolsk loi
be u laboriosa e cortada de incidentes.
Jurante dozo das, o astrnomo tero te an-
dar inaj de trez mil kilmetros ciu treno, em
meio da ditttculdade de todo o genero O tratia-
porta dos apparol 03 e instrumentos que levava
comsigo, cmara Iho mil embarazos e recejos
constantes. Gracas a sua energa e actividad,
cliogou em lempo proprio ao local onde tinha
de lazar as suas obser vacoes. No din 5 d"e Ju-
olio, o sol esleve conslanlemente encoberlo p r
um ajnesso veo te novena, e a noiie apresen-
t'iu-s-lambero ennevoada cn> estirara o da.
O abb.de happ: eslava n'um estado de ioquie-
laca) mortal
* Este phenomeno. diz ellj, espralo havia
mais de um secui >, era o alfa o object> dos vo-
tos e attengoes le todos os astrnomos...
Voltar para Ktanca sem ler realisado o fim
da viagera : ser assim privado do resultado de
todos os perigis que linlia resist lo s pelo de-
sejo e esperanza do suceesso ; ser privado da
reMisa^ao de todo o ineu empmiio, pirque una
nuvem m'o vedava, precisauunle no momento
em qiie eu la alcancal-o. sao situaces que nao
podem exprknir-se, mas s exp runfiarse. >
Com o detpootar da as nuvens dissiparam-
se i bappe apenas deixou de observar o pri
meiro contacte, mas observou (odas as outras
phass Jo phenomeno.
Durante a viagem, o astrnomo na) tinha s
cuidado de observar 01 astros. Seis annos de-
pois de ler vollado a Franca, publicou a narra-
tira das suas aventuras, que completou com cu
nosaa r^velaces acerca da ltu IViiou d > dominio de todos oque a eraud Ca-
ihanna oceultava ao mundo, mostrand > todo o
odioso de um governo brbaro, e defendi-nJo
coca eloquencia a causa das p>pulac;s oppri-
midas. A. iaiperatriz da Russia, que tinha pro-
tegido o autor, seatio-e profundamente aten-
dida, e quiz vingar se. tornando se tambein
autora- A .-nniramis do norte maoiou imprimir,
em Amatcrdara. uma obra em francs, a que deu
o mulo de: Antidoto ou exame do man livro
soberbamente impresso, intitula io : Viagem a
S.beria cm 1704, por Chappe d'AuUroche.
Hasta este titulo para m isirar com que intuito
aquelle hvro fra es:npio por uina inulher w-
coutesiavelinerile d'uin grande talento, .mas que
umitas ratea se doi.\..va obcecar pela'lisonja.
iCinltnaj
correte, as seguintes reaoluces do Coa-
greeeo Nacionol :
Apprevando os credito8 suppletneasa-
ies :
Di l,421-0."J883t, aborto Dlo decreto
n. 1,852, de 22 de Outubro de 1894, a
Estado-maior de l." class Jeronymo dos
S ntos Paiva
Uoncedeu-se :
Ao tenante corone' do Corpo de Esta-
do-maior de 1/ c!a98e Joaquin de Salles
Torres-Homem, adpensa quj pedio do
verba t Caixa de Ainortiaacio pan cargo de Director do Arsenal de Guerra
occorrer as despezas, ati ao fim do cor-, do Estado de Peinamduco.
rente exercicio, com as encomroendaa
aasignatur a d< notas ;
Da 15 ':003S, aberto pelo decreto u
J.858, de 27 deOntubro de 1894, ver-
ba Exercicios fiados para regulari-
zar a despeza j& efectuada a solver oq-
tras que nao fu rain reclamadas ou satis-
feitaa opportunaaaente;
Autorisando o Governo a abrir o crdi-
to extraorc;nario de 80J:000/5, para ac
correr as despezas com teatrjoa e rece-
pcio da c tnmisso de oficiaes orientaes
Foram declarados sem effeito oa
decrjt'ja de 13 de Fevereiro ultimo que
reforraram os guardas da Aifandeg* do
Estado de Pernambuco Jas Mananno de
Barros Cavalcante, Herculano Garci do
Araaral e Francisco Ferreira de Alcnta-
ra Barros, visto no se acharera elle
comprehaaJidos em nenhuma das dispo-
scoj do art. 72 da Nova Congolidacio
das Lea das Altandegaa e Mesas de Ren-
das.
Va-
?ABTE OFFICIAL
.'Hinisterin it: Justica e nc^.icioa
Interiores
Foi removido, a pedido, o bacharel
Joio Fraocisco |Poggi de Figueiredo do
lugar de juiz seccional do Estado do Ama-
zonas para igual cargo no Eslado do Ra
Graada do Sul,
Foi declarado 8em effeito o decreto
do 5 de N'ovetnbro ultimo oa parte em
que nomeou teuente-coronel Manoel Go-
mes de B.itos e ilva e Jos Felippe d(
commandaate superior e teneate-coroael
com mandante do 5'J" batalho da i afn-
taiia da Guarda Nacional da com rea de
Gf.melleira, no Esta o de Pernambuco.
"? Foi apoaentado com todos oa venoi-
\^ o r- ^ meintos, por contar mais ae trinta annos
Esta agomsantc o Sr. Ega ae Queiroz, de ixercicio> 0 deaembargador em disp-,-
'itteYato portuguez.
ll\>TRUCgAO POPULA K
dsasi:bbsdasbj2cia
POR
I
i'issandier
CAPITULO I
Servindo de 'Introduc(So
Energa e Perseveran^a
nibilidade Cipriano de Almeida Cibrao.
Foi nomead > o late substituto da
3* aec^ao da Faculdade de Direito do Re-
cite, r, Man'el Netto Carneiro Cana-
pello par* o lugar de lente cathadratico
da cadeira da 2* serie da raesma Fa-
culdade, de accordo com art. 5o da lei
n. 330 de 7 do correte.
Foram expedid a em da*a de 11 do
co::rente os seguin es aviso..:
De accordo com o que propuzestes
en. otficio datado de 10 dete mez, reaol-
vea o governo:
Io Que -sajara considerados infeccio-
nados da cholera-morbus os portos do Ro-
sario a de Santa F, e suspeito da mes-
Minitterio da Induatria
co e Obras Publica
Reqniaitou-se infozraajo da Inspaito-
ria Geral das Terraa e Coloniaacio tor-
c de quaes as quotas quj a Companhia
Trras e Viacio deixou de .depositar;
commantcanda-se ao me* 110 te.npo a
inesma inspectora que o contrato Nova
Era Rural do R.azil, nlo 83 aclia actual-
mente em vigor, visto que a respectiva
coaceas&o foi declarada caduca por p r-
taria de '9 de atubro ultimo
Chamou-se a comparecer na Dir-
dtoria Geral de ViHfo a Companhia Ga-
ral de Melhoramentos do Maranliio, ces-
aionaria da F.. de Ferra du Caxiaa e S.
Jos de Cajazeia*
Ao Inspector Geral de E tradas de
Ferro dirigie-e o se do a vossa attenco para a circular n 91
de 18 de Agosto de 1835, reitero a com*
rounicacSo deemittirdes opinio so'r: as
Iicencaa qae orera re{ueridai pelos ana-
pregados deas inspectora, cujos reqae-
rimentos houverem de ser aubmettdos
a despacho oeste Miniatsrio
- Remetteu-se ao chefe da commisso
Soiu Late para oa pastos de coron! *f*eonpratr na Europa urna relacXo daa
companhias de estradas" de ferro, com
garantas de juros, que eatao diipensadas
de contribuirn com quotaa para despe
zas de fiscalisaco.
Foi concedido a C..rstov3> Williara
Anles, Norte-Americano, industrial, mo-
rador uesta Capital, titulo de garanta
provisoria, por anuos, para um baaco-
carteira para collegioa, denominado Sys-
tema Cbriatov&o *.
Foi exonerado, a pedido, Luiz Ma-
noel pe Souz Frlh, do cargo de agente
do corroa da cidade de Uruguay.."*, no
Estado do Rio Grande do Sul.
Foram comeados :
Para esse logar u ajudante respectivo,
Alberto da Silveira Peixoto ; para o lu-
gar de ajudante do mesmo agente, Victo-
rino Carneiro Monteiro.
Foram no meados :
O bacharel AurelnFrauoitco Tavares,
para o cargo de secretario da inspectora
do 2.- d stricto doa Portos Martimos,
PUNI O ANTIGOIIASSEQUISTFELIS-
BEKTO COMMERSONVCTOR JACQUE-
MOXT----CHAPPE D'AUTEROCHERICH-
MANKHERV FULTONRIQUET.
(Cutilinuico) '
Por mais de urna vez Jaequemont tem sido
acausado de nao ter felo bailante oin favor da
scienc a, mas nao pete sobre a sua mimoria
i'io injusta aecu^aca. Durante aquelle tempo,
Jaequemont tinha tratado de accumular raale-
riaes, e, segundo elle propno di/.ia em carta di-
rigida a seu pae, ta trazer com que trabalhar.
O destino n&o quiz que elle recol esse os fruclos
de seus penosos esforeos: duraote mais de dois
annos lu:tou com nina doenga cruel, que aflnal
o tombou a sepultura. (I)
Foi em Boinbaim que se exlinguiu aquella
bella organisaco, ao cabo de sotfrimcntos in-
comportaveis, e que devem causar-nos admira-
co pilo stoicismo co;n que Jaequemont soube
dominar as torturas por qae passou. Mesmo
nos ltimos momentos da vida nlo o abandonou
a tirmeza, e leve forjas pira escrever ainda
urna vez a seu querido irmo... O meu flm,
se tnl qual eu o sioto avisinhar se, suave e
tranquillo, dizia elie na sua ultima carta. Se tu
aqu estivesses, a beira do meu leito, com oosso
pae e Frederico, sentira enlio despeaagar-se-
ice a alma, e nao poderia ver com tanta resig-
nando e serenidade aproximar-ge a morte. Re-
signa- le e anima nosso pae animai-vos mutua-
mente, rneus amigos- Sinto-me alquabrado
pelo esforco que fiz eicrevenlo. E' preciso di-
zer vos adeus Adeus Oh! quanto sois ama-
dos e qu ;rMos pelo vosso pobre Victor 1 Adeui
pela uliinn vez
A morte poz termo as angustias de Jacque-
.aionl; os olhos d'este intrpido viajante, que
bcw poda appeidar a prido, nao levaram rnuilo tempo a cerrar-se
para setnpre.
Para irmos buscar a outras sciencias exem-
plos de sacrificio, citiremos tambera a vida tao
aciiva, tSo completa e lo fatalmente terminada,
do astrnomo Chapps d'Auleroche.
O abbade Joo t hapne d'Auleroche, natural
de Matiriac (Auvergoe), ante oasceu em 4721,
e um dos socios mais fnov>s da Academia das
(I) O Dr. Jourdanet reuni*sabr egleassump-
to docomenlos completos e d'ura granate inte
jessr, na sua bella ib-a : A pr^fto do ar, 4875
ma molestia oa daraaie portos da Repu- peruebendo os veniimentoa que Ihe cona-
blca Argentina ; I petirem;
2o (ue as embarcacSes prccaaentesl Carteiros rurses da admiaiatraco dos
daqaelles portos, direcUmente ou por es- \ correioa do Estado do Rio Grande do Sul,
cala, s serio recebiaas oos da Republi Saluatitao do Amaral Avila, D.scartes de
do submettidas Abreu, Joo H^iriqu
ca depois que tiverem ai
ao aecessario tratameato sanitario ao la-
zare'o da liba Grande, ao qnal deverao
primeiramante dirigir*ae,
Estas resoluyes applicam-se aos na-
vios que sah rem do ii- aario e de Santa
F do dia 23 de Novembro em diante e
dos outros portos argentinos a cont r de
6 io ce-rente mez
O que vos deel.ro para os fins couve-
nientes.
Saude e fraternidade.Gorifa/ves Fer
reir Sr. inapector geral de saude dos
portos-
Dau-se conaecimento ao Ministerio daa
Reiacoea Exteriores ao da Guerra e,
por telegratnma, aos governos doa Esta-
dos e ao ministro brazileiro em Buenos
Ayres
A'.vista do que propuzestes em ollicio
de 7 do corrente mez, reaolveu o go-
verno :
1*-Que sajara considerados limpos os
portos kollandezes da Europa ;
2Qae, depois de rigorosa visita sa-
nitaria, sejam recebidos em livre pratica
no:i da Repblica oa navios sabidos da-
qudlles portos a contar da data cima
citada.
O qua vos declaro para os devidos ef-
fai toa.
Saude e fraternidade. Gonfaves Fer-
reira. Sr. inspector geral da saude doa
portosDeu-seconhecimento ao Ministeri >
das Relaces Exteriores e ao da Guerra,
e, por telegramma a governo dos Esta-
do* e ao cnsul geral do Brazil em Rot
teidam.
t3 Larangeira S.dirtt
e Jos Carlos da Fonseca Arau:o.
Ministerio da Fazenda
Faram sanecionadas pelo Sr. Presiden-
ta da Repblica, com a data de 18 do
Ministerio da Marinha
Foi nomeado Clcto Correa Braga, para
exercer o lugar de fiel de 2.a clasae do
corpo ^e fazenda, pertencendo respecti-
va brigada.
Foi nomeado Paulo P^nto Gomes,
para exercer o iugar de aspirante a com-
missario do corpo de fazeada da armada.
Foi exontrado, a seu pedid d) lu-
gar ds 2. continuo da secretaria da n-
specjio do Arsenal de Marinha da Baha
Jos Carlos L >pes Iiibeiro *
Foi nomeado para o lugar de 2*.
continuo da secretaria do Arsenal do Ma-
rinha da B hia, Olympio Lac -rda de
Aguiar.
Ministerio da (auerra
Foram expedidas as seguintee ordens :
A' Reparticao do Ajudanti-General :
Determinando que se expeca ordem
para que, com urgencia, prosiga o con-
selho a que esta raspoodendo, a seu pe-
dido, o tenente do 4. regiment de ca-
vallaria Alen aatro Caroeiro da Fontou-
ra, para se justificar da capitulado de S.
Joo Baptista do Quarahy, n > Estado
do Rio Grande do Sul,onde como tenente-
coroDel em commisso, commaadava a
forca da guarnglo, devendj o dito con-
aelho ter lugar na diviaao a que parten-
cia o referido official.
Approvaodo as contas das administra-
55ea das caixas das msicas do 19 e 33
bitalhoes de iafantar a, relativas ao 1.
emestre do corrate anno.
Por decretos de 15 do corrate, fo-
ram comeados :
Director do Arsanal de Guerra de Per-
nambuco a tenente-aoronel do Corpo de
- Foi nomeado dire:tor do Arsenal de
Guerra do E tado de Pernamb co, o te
nente-coro el do corpo de esUdo-maior de
1.* classe Jeronymo dos Santoo Par/a.
Foi nomeado o general de diviso,
Francisco An'onio de Moura comman-
d^nfe do 6.* districto militar e de codas
ae forcaa em operajao no Estado d Rio
Grande do Sul.
Foi nomeado o capilao reformado do
exej-cito Carlos Delphim de Carvalh),
e8cfipturario da reparticao de Aj .dante
General.
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
PUBLICA
Espreienle do dia i4 de Dezembro de 1891
Manuel Puc eco Gui, pedindo proro^jS)
de pra/.o paara mudar o s.u eslaoulo da iua
Sale de S.ltfiibro.-In 1 fendo.
Comp 11 ia de Eclisa pedindo para examinar
caf -AoSr.r. ajudante do raspelos para
providenciar.
O secretario,
Hacharel Aptllinario A. M-im Henriques.
DIRECTORA GERAL DA SECRETARIA DE
FAZENDA
Despachol do dia 21 de Dezembro de 1894
Joaquin Ignacio Uoncalves Lima.Just.ti-
co.
Ramos Geppert &, G. -Ao Sr. Dr. director ge-
ral com urgencia.
Joao Francisco dosPassos Guimares.-Infor-
me o Sr. Dr. director geral.
Servindo de protoeolisla,
Francisco MilUino Ferreira.
Qnestura Policial
SecQo S N. 280.S;cretara da Qu-slura
Peticial do Estado de Pjrnambuco, em 24 de
Dezembro de 1894.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
Secretario de Eslado dos Negocios da Juslica e
Negocios Interiores.
l'arlicipo-vo que foram recolhidos Casa de
Detengan os seguintes individuos:
No dia 22;
A' orletn do subdelegado do Recife, Jos
amero da 1 un a, con ecMo por Jos^ Gover,
como desordeiro; Alfredo Iiibeiro dos Sanios,
por oflfensas moral publica ; e Joao Pereira
do Nascimento, como gatuno.
A' ordem do subdelegado do I." dislricto de
S. Jos, Jos Maitins Pereira, como desordei-
ro; Jos Alves ( orroia da Silva, por embiia-
ii.
No dia 23
A' minha ordem, Nicolao Miguel Niveliao, Jo-
s Spioelli e Nic ino Nana, para averlguaces
policiaes ; Aniooio Simao da Silva, alienado,
com destino ao Asylo da Tamarineira ; Rodol-
p o Manoel Gomes, vindo de Gamelleira, como
sentenciad} : e Jos Martins de Oliveira, vinde
tarabem de Gamelleira, como desertor do 33.*
batal So do lio a.
A' ordem do subdelegado do Recife, Florea-
da R.-gina dos Santos a Constanca Mara da
'onceigo, por olfensas moral publica; Jero-
nymo dos Santos Leal, Manoel Len e Jos Ra-
drigues da Silva, por disturbios.
A' ordem do subdelgalo de Santo Amooifl
Rosa Mara do Espirito Santo, por embriaguez;
e Jos Guedes Alcoforado. por disturbios.
A' orden do subdelegado do i.* districto de
S. Jos. Amaro JoSo Damasceno, por crime de
defloramen o, minha disposcao.
A' ordem do subdelegado do ." districte fe
Boa-Vista, Miguel Rulino de 1 arval o, cone
gatuno ; Francisco Leile, por disturbios e crime
de f;rimen o.
Pelo subdelegado di Torre foram remet-
tidas a es a reparticao 9 facas de pona, 3 con>
passo?, I e-toque, t caivete e l naval as, ap-
preiendidas em poder de diversos deEordeiroa,
naquelle districto.
Entraran) era
toridades iioliciaes:
No dia 2:! deste mez o cidadao Jos Bernar-
do da Silva, do cargo de delegado da Lagoa da.
Galos, na qualidade de 2.' suppleote.
No dia 20, o cidadao Manoel Severino dex
canlos. do :argo de subdelegado do !. dis-
tricto de Lagoa de. Gatos, na qualidade de i*.
supplente.
Saude e l'rateraidade.
O Questor interino,
Jos ia Cunha Ltralt de Matlot
exercicio as s guinles aa>
Palacio tloGoveruo do Estado de Peratani-
biifo, SO de .ovenabra de 1S1
(Continuaco) \
TITULO .0
Da directora geral
CAPITULO V
Art. 17. O dirjet >r goral o sub-chefe a quom
cabj dirigir, 30b a immediata inspeocao do secre-
tario, todas as repartieres fis^aes e especialmente
o Thesouro.
Art. 18. Ao director geral como sub-chefe da
" secretaria da fazenda incumbe :
1. Fazor parte do tribunal do Thesouro.
2.* Abrir e dar direceo a toda correspon-
dencia official, levando immediatamonte ao conhe-
cimento do secretario aquella que por sua impor-
tancia tenha de ser por este apreciada.
3s Redigir e ter sob sua guarda a corres-
pondencia reservada de que o incumbir o secre-
tario.
4. Assignar todo o expediente relativo ao
rjceuitneiit dos papis.
5. Corresponder-se directamente, de ordem
do secretario, con quaesquer autoridades do Es-
tado, com excepeo dos secretarios de Estado, su-
perior tribunal de justica, secretaria das duasca- .
finaras legislativas e prefeitos municipaes, sobre
assumpto de simples expediente ou-pedidos de in-
formacOes e documentos para instrueco e dacisao
dos negocios da secrataria.
6." Distribuir os trabalhos pelos diversos de-
partamentos, dirigil-os, inspeccional-os e manter
a sua regufaridade, de accordo com as pres^rip-
ces, regulamentos e indicages do secretario.
7.' Reoebor das sub-directorias todos os tra-
b.ilhos executados e apresental-os ao secretario,
depois de revistos e corrigdos, bem como aquel-
les que sao ac m pan hados de informaces, confor-
mando-so 00ni ellas ou additando o sou parecer.
8. Resolver as duvdas suscitadas pelas sub-
directorias em assumptos de detalhe de servico.
y.' Assignar 03 annuncios officiaes e au-
thenticar os papis que se expedirem pelo secre-
tario e exjajtrem esta formalidade.
10. Despachar petices eni que seja neces-
saria o preeuchiinonto de requisitos e formalida-
des legaes para seren presentes ao secretario de
Estado.
11. Dar posse e recebar compromisso de* to-
dos os em pregados nomeados por si ou pelo secre-
tario de Estado.
12 Proferir despachos sobre pedido^de cer-
tidOes, que devem ser authenticadaspelasub-direc-
toria que as tiver passado.
13. Rubricar : o l.vro do poto dos emprega-
d)s do gabinete da secretaria e do Thesouro, o do
posse, o compromisso dos empregados de nomea-
cao sua ou do secretario.
Os livros destinados escripturacao especial
do Thesouro e do gaoinele do secretario.
Os conheciraentos para quitacao que tiver do
dar o thesjureiro do Thesouro.
Todos os documentos pertoncentes s contas
que forem prestadas.
As folhas ce pagamento.
O livro de cjnfra correte e os seus auxiliares.
11. Ordenar que se abra assentamento aos
empregados cujos ttulos tiverem sido registrados
na secretaria competente e annotados na secre-
taria de fazenda.
15. Providenciar sobre acquisicao de objec-
tos para o expediento da. reparticao e crear os li-
vros que julgar indispensaveis.
16. Verificar os saldos mensaos e o estado
dos cofres da thesouraria.
17. Verificar o estado dos cofres de qual-
quer das reparlicoes subordinadas a secretaria de
fazenda, quando para isso fr autorisado pelo se-
cretario.
18. Transmittir as ordens e resolucoes toma-
das pelo secretario e verificar si as mesmas tive-
ram a devida execucjlo.
19. Proporao secretario, para execuco com-
plementar do presente decreto, todas as medidas
que julgar convenientes direccao, distribuicAo e
economa do servico.
80. Officiar, em norrie do secretario, aos
agentes das estac5es fiscaes.
21. Representar ao secretario sobre a falta
de comprimeuto de contractos em vista da commu-
nicacao feita pelo sub-director da contabilidade
quando competir a esse departamento a respec-
tiva apreciacao, e sobre a falta do crdito ou insuf-
ficiencia dos consignados na lei orcamentaria pata,
as despezas invariaveis e permanentes e para aso
de natureza eventual ou extraordinaria, devendo
acompanhar o pedido de crdito supplementar das
infrmameles necessarias e da demonstracao espe-
cificada da despeza realizada, da presumivel a ef-
fectuar se at o fim do exercicio, tendo em at-
tenco aquella que j so acha devidamente liqui-
dada e o crdito votado.
22. Ordenar os pagamentos :
De todas as despezas decretadas logo que para
ellas haja crdito e nao exista duvida ou con-
testacAo.
De qualquer despeza decretada e para a qual
haja crdito logo que assim o tenha deliberado o
secretario.
De despezas extraordinarias ou provenientes
de obras publioas ou de vencimentos de forcas que
nao forem do corpo de polica, quando assim e
tenha ordenado o secretario.
O3 adiantamentos de dinheiro destinado por
ordemJdo secretario em virtude de autorisacao le-
gal, cndilos de contractos ou urgente neces-
sidade publica."
23. Dar o despacho de mero expediente e os
interlocutorios, ou tendentes a exigir informales
e instruir os negocios qu3 devem ser submettidos
decisao do secretario.
24. Tomar as medidas que failitem e escla-
re<;am os negocios que tiverem de sor deliberados
pelo Tribunal.
25. Informar ao secretario, em vista do es-
tado dos cofres e attendendo cobranca provavel
da renda arrjcadavel, sobre a possibilidade de se
adiantar dinheiro e seren le tas despezas extra-
ordinarias.
26. Dar verbalmonto ou por escripto todas
as informaces e esclarecimentos exigidos pelo
secretario e os que forem precisos para melhor
deliberacao do Tribunal.
27. Executar e fazer executar a quem cum-
prir:
As decisoes e resolucoes depois de api ovadas
pelo secretario, e aquellas que dependerem d'esta
approvacao.
As deliberaces e ordens emanadas do secre-
tario.
28. Proceder immediatamente de accordo
com o disposto no .14 do art. 15, de conformi-
dade com a decisao 00 Tr.bunal sobre samelhante
medida.
29. Communicar .0 Tribunal o dolo, a fal-
sidade, a cjncussSo, o peculato, ou outro qual-
quer crime, que cormnetierem os empregados da
fazenda ou qualquer enearregado da cobranca e
dispendio de dinheiros o valores do Estado, no
exercicio de suas funcg3es, suspendendo desde
logo o referido empregado.
30. Suspender, levando ao conhesimento do
secretario para definitiva resolucao, os emprega-
dos da fazenda.
31 Remetter ao secretario os balancetes de
que trata o ludo art. 2. e at um mez antes da
abertura do congresso o orcamento de receita e.
despeza estadual do exercicio prximo futuro, o
balanco definitivo explicativo do exercicio j en-
cerrado ou resumido dos dous ltimos mezes do
exercicio em liquidacao, c quadro demonstractivo
da divida activa liquidada, o da divida activa ain-
da em juizo/o das arrematacOes effectuadas no
exercicio anterior, e no fim do primeiro mez da
so?so do congresso estac;ual o quadro da divida
passiva.
32. Propor ao secretario os modslos e nor-
mas pelos quaes devem ser organisados os
balmjos e orcamentos, como tambera o systema
de escripturacao e contabilidade que mais conve-
nha seguir as estacos o repartieres de fa-
zenda quando nao estiver determinado pelo pre-
sente regulamento.
33. Redigir e submetter a approvacao do
tribunal por intermedio do secretario as'instruc-
ces que julgar necessarias, nao s para execuco
das operac'Js de receita a despeza, da escriptura-
cao e .expediente do thesouro, como das repartices
que lhe sao subordinadas, previamente ouvidos os
respectivos chefes.
31 Assignar :
As portaras de
reiro lavradas pela
dade.
As quitaces passadas; em Virtude da resl-
co do tribunal depois de subscriptas pelo sub-
director da contabilidade.
Os termos do contracto, os de approvacao de
contas, os de balancos, os de flanea, os de abertu-
ra e encerramenfo dos livros destinados escri-
pturacao das diversas secces do thesouro, e de
juramento e posse dos empregados.
* 3. Redigir por si cu ordenar ao chefe da
tseccIoda secretaria que r9dija: de accordo com as
formalidades proscriptas, os oncios, ordens ou re-
sV)lucc<53s concernontes aos negocios da compe-
* tQiicia do thesouro o expedil-os com sua assigna-
tura.
debito e crdito do thesou-
sub-directoria da contabili-

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30. Nomear o tiemittir, quando o exigir o
ervi^o publie^ o continuos, corsios e serventes.
3?. Iroogar em casos urgentes ou accumii-
lacOas da surw^o, i>- expediente po:* mais urna hora
por dia durarife o tem-po preciso.
38. Deferi^juraraento edarpossea todos os
empregados de fezenda da sua.competencia.
39. Abonar e justificar as faltas dosempre-
gados ats>8 das.
40sroVidenciar pra que so publique pelo
jornal cora a necessaria precedencia os editaos e
annuncios que se fizerom precisos, e remettor as
copias para os lugares em que devem ser afil-
iados.
41. O direitb de advertir'ou reprehender m
Earticular.ou em publico, qualquer empregado su-
alterno do thesouro.
De advortirou reprehender em particular ver-
balmentedu por escrtpto official.'TJs chefesdas re-
partieres subordinadas secretaria da fazenda e
dos departamentos d'esta, e quando nao for sufi-
trenle-para os chimar ao oumprimento de seus
deveres semelhante medida, reprehendel-os-ha
em publico nao sondo elles membros do tribunal.
De promover, quarrdo o caso exigir, que parta
da secretaria a reprbhonsao publica otficial contra
i 0 raembro do tribunal.
Do promover que os chefos das- reportices su-
bordinadas ao thesouro advirtam ou reprehendam,
particularmente ou em publico, os empregados
Piarte de Pernarobuco Terqa-feira JS de l^/Miihro d! 1 Stf4
respectivos ; quando por motivos que caiam em
seu dominio assim o merecerem.
De suspender definitivamente at oito dias os
empregados de fazenda quando nao se houverem
corrigido cora penalidades inferiores, ou assim exigir a gravidado da culpa commettida como
funccionario publico no exercicio do suasfuncc5es,
nao estando comprehendidos n'esta attribuicao os
membros do tribunal.
De levaraoconhecimento do secretario, para
diliberar definitivamente, sobre as faltas dos em-
pregados da fazenda que nao fizerem parte do
tribunal e que por seu proCedimento se rrrostrarem
incorrigiveis corn punidas inferiores.
De, no ciso de desobedionoia formal e desaca-
tamento sua pessoa no exercicio de suas i'uncoes
por offensa, calumnia ou iufamia, mandar autoar
pelo empregado mais graduado do deparlamento
em que se der o facto da insubordinacao e remet-
ter os autos ao secretario para proceder como jul-
gar conveniente.
42. Manter e fazer manter em todas as re-
partieses de azenda as lea e regulamentos em
vigor.
Art. 19, O director geral ser substituido
em sua falta ou impedimento pelo sub-director-da
contabilidado o em sua falta ou impedimento polo
sub-dire^tor do contencioso ou pelo chofo de sec-
eso mais antigo.
(Contina)
pirtaocla, o tino o o patriitismo do Dr. Garlos Ave,-es a primeira palavra do chrislia-
de (Jarvalno allantaran mates trlnta dial a O- ni fro, e a'pedra angular do nosso templo.
locad honrosa oe qu sles ciue ; eclam gravsi-
ma*. Esperemos qoe S. Bxc. lera saiiaNgo
ie collaborar com o meanu espiri o c Hallador
e aoerialo, no restabekci o.oto das relages di
plomaticas eom Portaba1, <|ue os acontecjenlos
cor aram com profunda mugoa doa doas potos,
lo mtimaoDU'.o ligados, que oes cm oem oo-
'.ro ple cooaiderr esse conflicto sena como
divergencia em familia.
t Nao tera riiooSr. Dr. Gongalvea Ferr ra
na pasta-do Justina e do Iaierior lo graves qms-
IGea a resolver, pola os pequeos incidentes ha-
vldoa em servlgos qoe Ibe pao dependemos, fo-
ram wompiameate atindaos e resolvido. Sor
glo, porm, a queeta sanitaria p^ia manifeta
cao de moie-tia saperia do cholera-morbus en
maltas localidades do valle do Psrabyba diaria-
mente em contacto com eita cidade uela E. P.
Central, e o oovj Mioistro do fate.-ior ten de
demonstrar nesU emergencia o sea ze'o e a ana
apudao administrativa. As providencias qoe
(em sutonsa lo vo merecen 'o o applauso al
de i*ec-s adversarios. Estas sao os iri l> -oj a
aporovar as medidas do i onrado Miotro ea
Nes'.e simpes termo encerra 3a lodo o poema
-do paci divino.-
O inysiicismo anligo nao produzio lenda
mais linda.
A Virger mais potica que a maga Doag'.o
dai Babyl^na e a ayraplta Liaincgmupeal das
tradicgea orientaos; era o cont da luz do
relmpago quo fecundou -a primeira na visa>
nocturna, nern o da tior d'ogua, cujo perfume
gerou o Deas T no sonrio virginal da segunda,
poss'uam a simplicidad mystica da saudago
anglica da legenda christ
Abi o verbo enearua-se pela palavra. e o gran-
de mysterio 3e consumrai come o do fructoseni
coosciencia da flor.
A festa do Natal remonta quasi ao n-rjo da
nossa igreja, a foi Instituida pelo Papa T-
lesplioro, que morreu no anno 183 ; foi porm,
o Papa Julio I quem a afflxou nj dia f-5 de D>
zembro. |
D todas as festividades rellosas a que
mais captiva a devocao das raoc*s.
A ra/.) simples; traa e do um menino;
e aos deseseis annos, ou quan lo apenas a au-
reola da neiva cinge a iovem espoza -nessa
jaeiiricar as apprebensoes que as insp raram.
Ob igar por fa:los e apoio de adversarlos urna Iquadra em que as azs da'exisncia'qua aioda
CDOsarac4o- de mrito qae deve satisfaxer ao nada carregaram da vi la, nao conliecera o peso
ESTADOS DA 13IIA0

SL
Datas at 13 de Novea*bro.
As tenas coaaaemorativfs do 5." aoniver-
garia da Repirbl'ca corraran aoitaadlesicoas-
0 povo se incamnio de faisl a e dlr\gil-j, o
qoe pela primeira vea smcadeo. Njs aoaos an
teries, o da 15 de Hjvembn so naj pa;sava
despercebido ao elemeoto ofliMal, conslstiodo a
Boa^maolfesiacao de jobtlo por eas'x dala era lo-
ques de mn-ica a porta dta quartaia e lluun a-
cao dos edificios poML-os a nonte.
O p'ORramm das festa, ortunisaio e hel-
minto etecotado pela comaisso p puur, oo
dia 15, foi este anno om ooo:o mais vanado,
pois *oue alvorada, wwti*e, oarcb civij a
larde com carro illegongj a nonte om gran-
de baile. ,
Sobre as nme/a encootramoa no ergao
cfficial a segain'.e natlcla :
LiqoilaV definiliViaMale o erercicio de
1693, fji p8la tfirectori d flnaocas o.-gaeisii-
da a sjBJpse
trabimoa as segointea infermacoas:
Vovimento da rsceita e despoia :
Rendas:
ruinara:
Bsportaco
Interior
Bitraordioaria
Renda nao dasaiticada
Total
Despeas;
Directora do interior,-e*.0
Dlrecio'ia das oancas
Directona de DituccA, etc
Tctit
Excssso da despea sobre re
ceita
Para fater face a eite iefcit
mao dos seg Btes recursos :
ExeedeTrte din deposites sobre
respectiva despesa
EmpresUmo* de diverso* i
Auxilio d L'aic
Saldo d 1832
Total
113.067*^7
21800314
16.64WS31
H.8ia777
371 S5t*liJ
361.W87I
133 06U730
S8 1093
59.53i9i.
i20 10!*96:-
goverao laucot
10.I94.!
105-OJOaOuo
35 000*000
139 9-8*i?
Mecos o soporimeoo qoe o exer-
cicio de 1893 fea ao de 189
290. tofKfl
is.oMoco
27-5.13"*6i7
Dedoiida
ca de
dficit na
pos deslicemos ^o iungo
lio; at o Rio Negro.
Importan-
20.10I49I.5
Beata dos recorsos
55.0336
' Oae flonstitne o saldo do exarciciO de 1893,
qoe foi' transporta O para o de 1891. Se cooe-
pararmttt a receita e t espeaa com a le de otga-
mento do exere co comeremos o seguales r EOludM:
O total da reala arreedada exceden de 12
*/* da que foi coojeciorada na le de j-jaiiec
to, baVendo verbas de receU em que boov
considewtwl dwireacimenn, ootras porm em
que o augnento foi consideravel. Assim qoe
bouve dimicoigao na renda ce expor ac3, no
Heilo, oo imposto sobre inddtrlas e p-otlsfOs,
ao impgst) territorial, na cobraaca da divida
activa,1 receila eveaiial e pateniea da Gaird*
Nacional. ... r. .
A ditareasa no imp eto lerntoml- tul a--
81 / e no impasto de patente da Guarda Ni
ciooal' de 88 V convindo notar-se qua^to ao
i ao* coaiec*va epaoas a aer. exeeutauo, t
quanio ao 1 que a Umao deixoo de entregar
sua imaartaneia do exercicio de 1893 m daQte
as ootras verbas foi menor a diSerenca-
Em coiupensacao o aogm"nk obtid ao atreea
dacao das eatraa rend* ;begooa altlner por-
centagem- eoperior a 16 /. os impostoa tranemissao de propriedade'. enson'randc-86 aii
nal. om accretcioio liqsido de 12 '/ entre o
total arrecatado e o oreado.
Relativamente a desoeta exeedeo ella o qu
foi flxadona iel de meioaem-32:02l/i69. cas
egoi..ue rot>fis; admlaistracao do atado
tuiici* da atrecadsgao, apos;ntadca, exert
cos ando, ob-as publicas e diversas-deep
aae, tetado sido abertes offcreditjs eupplemen-
tars wcEasarws.'
Hoase po-m as ootras v^as -de despsxa
noia enonomra de 68:i9392i; de modo q i,
eaa resoltado final a fleipetafji inferior em./.
36 *72*53 6, 8xada na tai aa orcamenlj cor-.
repomiendo a diflireoca a quasi 6 /
Rio erando de al
Datas atlS > e Deiemoro :
O coronel Jos Faenado da Silva Tvares e
maior Felisberto Jos Pereira de Barcelle, que
se s-bam presos na capital por mo'.ifoa poli 1
coa, fojam pelo eacrivio do jnixr, das execu-
cOes criminaes intimados de bavareu Bido ro-
nnnciados noa procesaos que se Ibes mataorou.
__Otaneote-aoronel Facundo Tavare recor-
ren paca o Superior TnbuDal do E'ado. lo
despacne m que o Dr. FauSie Neves de Souaa
o proauricton c,mo rncorsooo art. 115 4 co
Mllao penal da RapuWice.
0 negociante Sr. Ernesto A. Haag, qne ele'
<)rdem o D.vcefe de policja (Ora recoloilo a
oaleia, por fiaver desobedecido s ordena de-
Cermlutifaa de nao se venderem mani0es, oo-
i;eve da mesma tutoridade aeua a llura.
. A subscripjao promovida em Palotes para
i acauts-cao do remedio db D'.Roux cont-a a
lfpbte-Ia, elevava-ie i 8:049/520, e no Rio
Grande*' abrlo-se lambem aabscripcae para o
:nesmo flm. j
o Cooielbo Municipal da cidade do no
Grande resolveti relevar do pagamento da deci*
ma urbana e todas os impostoa conce-nentes a
'dificacOes de predios qne forem construidos
naqnella cidade dorante os annos de 1893 e
1896.
Esta medida ten par flm dar incentivo edi-
dcaciopredial, multo ponco desenvolvida allL.
O Combalo, de Santa Mana, de 31 ilo
:: aseado, descreve a inaugurato da estrada de
'ararer ca primeiro trem cegoo cidade da
Croa Alta no dia 24.
O Sr. coronel Claudio Savaget, qne no da
II isaumio o coaimaodo da bridada de proteccsio
i estrada de forro do Rio Grande a Baga, pu-
blicoD'aeaetfatiitaa ordena do da :
Em cunp'lmenwo 4 ordem do Sr. genera)
commaudante do dlstrlcto, contida em sea tele-
gr imma n. 2,549 de 24 de Novembre flodo, do-
claro orgaolaadi a brigada Incumbida de velar
aoljre a-aeguaoca e livre trafago da Estrada de
Forro Soutarn e assumo aesia data o respeciivj
imando.
[Picar4 constituida dea batalhOes 17v29- e
e dos direnoa coatingantea doa oatroa cor-
Apoiado na leal coadjuvacSo dos meos cama-
radas, no seo zelo pelo serv-co e no se aery-o-
lado amor- Rapoblica, (eouo ce-teaa de nao
encontrar diffiuldades na nova coamiss&o que
me loi cenBadt. Claudio do Ainaral Savaget,
coronel comaain Jante.
ReeommenJu aoa Sra. offl:iies coamao
dantas de aestasameotos qne leobam o aiaio-
escropulo na acqnisicao de rex-s para o foroe-
cimeoto dos meamoa. as qoaes deverao aer oo o
pradu a sena leg.tiojos do es e pelos precos
correales aas pragas de Pelotas e de dag, ati o
de evitar fa'uras reclamacOes.Claadio do Ama-
ra! Savaget, coronel commaodaoto.
A Alfandega do Rio Gande reod'U :
No mea de Novemb-o Hado 725 iMfW
Bm isoal poca co anno aoter.or syy.oui 52o
Maia sm 94 ------------
326:J73*4'i3
Dentro de nm breve pndente ao pescoco
de Mme. Ample Boocbamps, fallecida em Pon*
Alegre, com 101 aooo* de idade, eoeontrett-ae
urna certa autograpba' que Ine dirigi NipJeao
I e escripia em 1812 da qual se v qee o impr-
radnr tivera relacfres amoratas com aquella it-
nbora.
E''a car'a foi transcripta pela Folba Nova*.
EUva- ja subiprtptapara o offrrecimer.eue om paUr-io
ao.Dr. Julio de Cisliitfua.
U Sope-ior Triauoai do Estado pelos votos
des desembargadar^a Paoliao Cbavea e Vieira
da Cu 0', jalgou-'s3 incompetente para apreciar
criares ptalos.
a en libardade o Wenceslao Escobar e requerila
pile jais aecceail a pnsao preven'.iva ao coro*
uel FaCa-odo Tava'rea e-Felisoertq Barcelloa.
- Fui sDsolvido pelo eouselbo de guerra c
-apilio do exerci o Ha-colino Antonio- Saa.cs
Jamo/, acensa lo de baver faltado ao dever mi
mar na oetaina de r-bandany, em Halo dei893.
Telegramaaa oQj I da legagio em Monte-
video, commomcou qde a 14 a xpjdicAo de ior-
Cas do general llyppjlito, aon o mrado do un
jjr Rpjro lia-o-, biteii em 'ty, f oateira de
Qiaraby, um piiaete federalista qae coodaxia
700 rea, consesuindo tomar tropa, rea ar U
inilviduoe, inclusive o ebefe e dooa ofH -tae,
tom*ndo t6 cabellos "eosilbadoa e armameattx
S. Panto -
Datas-at 15 d J>*sembro : -
As folbis de S. P uto t-ai-m minuciosas noti-
cias aas pnvidencias das auiondadea sanita-
rias.
No o de Novembro 'ora r v aliadas pelos
ijio-.c.oj->-s de lijKi'-.ee uia s oe fl.lMi casaa. -
En toda t-s'.a qul tena ser 'naogorado o tra-
fago da E:F jeTatobj a Itaptiililnga.-
Acoava-.-e efer.Lo u Dr. Valdr de Castro, len-
te do Corso Aunexo da Facoldade ae Direie.
i Refere a Cidaie, de M ty das Crozas : -
No da 28 do paesaio foi o ar. Lacio Ferrei
ra oe M;rdes ferUopor um tiro de espingarda,
na capellece 1 aquaqaecjinoa.
Foi bu cffenadr o Lidoao Jos Macbado, es
cr.vo a agente de correio oa mesma ioealtdede,
o'qual em seguida evadi te.
Btli
Datas ale 20 de Deseuaoro :
Hegaio p cional Olala, o general Santos Das.
. Aelaico para senador, na, vaga ddix'da
oeio Or. S.on Victorino, raaltzar-ee ba oo da
3 d Hirga oo ao jo vtndouro. "
Um aotaado de poiicu asaissinou oatro, a
(atadas.
Aiaxoaat .,.
. Datas al 20 de uetemoro.
Nada r^ferem as fainas de nota-vel.''
a estrada desde Pira- For nossa pane peumo? em aome dus gran-
ldes lotereases oaciooaes qoe, diplomticamente

CAPITAL FEDERAL
LV-e oo 'Jorail do Coxmercto, de 15 : -
eaido-maior do Sr. Presi'tenre daRepnbti-
ca dcou, rteotam; aaslm eonstitondo':1''
Cicle, coronel Ueea:eaheiroa Lola Mendos de
l .raes; a ijoqIo, captUo de mr e guerra*Lnix
eJ-o Tivares ; amlante de ordeoa : !? lenea-
te da armada, Antonio Barbosa de Magstbaea
Casino; cap iee : Gustavo Ramaibo Borba, J.o
daptista de Figaeifedo Neiva o 2 lente de
ariilaarii atauoet da Qunna Mo;aas.
Sjcrerano do Presidente, Dr. Rodrigo Ocla-
lia* L;anird de Heneaea.
= Ollic ai de gaJinete, Feliciaao Jos Neves
tijozagj.
Sib o titaloA'revolecao.oj Sul eacre-
veo o Jo nal de Noticias, de 14 :
Os leli-grammas (fui temos recebiao, o inte
ress-j qae temos tomioo pela ttrjiinacfrj da re-
vuiu ao tto Grande o So', de modo 4 pacificar
q Brasil, ludo isso tem agitado po; tal forma a
opmio que resolvemos coabeer o-oslo- de
pealar do Sr. Presidente da Rspoblics.
Qaem coabeee a severldade de cestnass, a
iateireaa de carcter e a modest pes.-oal do
Dr. Prudente de-Moraes, bem pode compreben-
der qoe n.-.s sena qaai itoposaivel provocar urna
uta; vicw eom S. Ex:.
Mis, a 036ta de mullos esforcos, eonsegut-
moa obter o modo de pensar do illoitre braailel-'
rb eque nos fci tansmi-.tida por pessoa qoe tem
a boora de prvr com o Sr. Presidente da Re-
polica.-
Assim podexoa aasegorar i-
1 qae'jSr. Dr.Prnlente de Moraes estacn-,
vencido de que no estado a qu chegou o io
lironda de Sor, nao ba possibilidade ae acco'do
com os actuaos iavasores, |ois qae :
2 ]4 se teade retirado da lata os republica-
nos, os invasores fio simplesmeote os rebeldes
cap.lineados por Sadaaba da Gama, Uellj, Ale ;
xaqdrino e out'ros ; e assim :
< 3 nao ae traa mais de revalla losad, com!
proposito de revelar e substituir a coastaijao
do Rio G'and e o gorern de. Caatilbia, mas;
Dura a simetesmeote a goerrilba de
ou por qo-aleter oufo meiu, acabe so cjm esta
la a ioglorla e depauoeraote.
=- Sob o lnuloUm m9-e8creveo o Jornal
do Coaaje.'er, de 15 :
If bem corte este periodo na vida bomana,
qaast impercep.ivel 31 vida dos povos a qae
commocAda sociaea uto d o as na jJangis brus
cas das cnsea graves. Passaun por esaat com
mocOis que prseipitam os acjntecimentos e aloo
gamos orazae ordinarios do tempo en seas
effdltos, mas entremos f--iiijien e na) condicOes
oormaea do losso regimeo poltico para encelar
a organ.sajao jasti, bbnesta e legal do que este
regimea nave ser a bem do povo e para grande-
xa da patria. Potemos jnlgar, com a se'enida
de da opinlie libertada, do novo governo da .e-
ponlica uestia ir uta dias decorridoa.
8b observamos a impaciencia de alguns nao
vemos a d^aesperaca de oingaem. o goveroo
do Honrado Si. ru lente de Moraes marca boje
o primeiro mes da data anspic osa do sen adven
10 e |i pedemes notar (a deneamecios da ana
patritica, no'sl'sadora e fecunda poltica.
< Seat serpreza dos qne rachtciim as pro
meeaai de aaa vila pobilea e com a conflaog
sympatbica de todos os brasileiros qoe au-
ciavam pela ardem, na pratira da ju-tici e peta
pas, no uxp-im-nlo da lei, foi ba um m-i o
Presideote da Repblica aclamado cerno o pri-
meiro xe^-tor leal da Coiistituicao que nos de-
ram em ie>:io de aova aliiatici e que devia ter
sido sempre aegetdo e respeii.d 1 pelos poderes
que nVl tabiram.
Es'a cootiaoca foi merecida, a anc:edale do
pavo esta sen-'o salisfelta.
Sa doa orimeiros actos de qoa'qaer Gover-
oo ae pode dep-ehender o peosamento pn nj--
dial d sua poltica, lemoi a eoaviego de qoe o
Presdeme da R-pubiica est4 realisando o pr.-
gmmtaa do Dr. Prudente e Moras?. Volveaca
CiniMaicao e a criieno da lei nos actos da
goveroscao da Repblica.
Xa 1 precipitamos coocekos optimistas, mas
enunciamos a apreciajo de que t m-se feno no
periodo decorido.
A jiiug'o da nossa querida patria era ir
menda expiacAo dos aas con Je-una veis erres
e pareca a lodoa qoe o fulurd nos podia dar
aovas dOres e desordena raaio-es. Nao devem
ser bdje laes as apprebensOes do povo bra
illelro.
Com a cooflinca na lei, a ordem malerul
vai-3e restabelecendo na Repblica e ningeem
mais con'a com a impunidade para praticar no
vos del icios.
A Iatgrid2de do primeiro magistrado, a
energa do eeu civt-mo a tateireza do seu ca-
rcter sao a enuracca da nac4oque quer que
aotoridade venba da lei e nao a lei da vontade
vnavel da autor,da 1 .
1 Se asa-t sao as impresses do espirito justo
io povo eoore os prlmelroa actoa do mesmo Gj
vema, nao esquecemos nOs, qae por prjasBo
os acompanbamos dia por dia, da discreta e pre
vidte applioacao qne tm tido e vio leodo pe:oa
auxiliares que o Presidente escolbeu.
' A revolta do rlio Grande do Snl e a revolta
que ce Ibe superpoz de 6 de Setembro tiraram
ao paz as anas aoligaa e sempre gosadas lber
dades, abalando .profundamente as absentada
deate regimeo, e fasendo esqoecer a lei para so
fazer do-iiiuar o arbitrio da forca pela forca.
O Presidente bem comprebendeo o peso des
sa heraoca quando aliadlo 4 respoasabllidadc
iram-rtsa qoe aszomia com o exercicio do man
dlo aaciou-il.
Nsste ascalabro precipitararx-se a f .zeoda
publica, a almin'-s'.rasao civil e militar, princ
palmate a marinba, autora e victima da revolta,
e partido o'freio da le, toda as normas g ver-
nativas s viclaram em prejuizo dos servicos
pblicos e deseonbeimento dos direltos dos m
daaos.
< Ja eacobtramos, porm, oaadaiioistracaoda
fazenda a certeza de que a desordem seri repa
da, a fo-tnna da twio ser acautelada e-de qae,
des oontnbuiniw e se pedirlo os sacrificios
qae s circunstancias do Tnesooro tirnam im-
preacinliveis, e de qne os imposlos ero a
aprllcagao marcada em lei.
O Sr. Rodrigues Alves, ministro da fazenda,
a quem coube a pasta mais srdua da administra-
Cao, urna ujissaa quasi creadora na massa cabo-
tica das oossas Inancas, experleote, ledo ai-
tendido ao dever immedlato do. expediente
atrazado do eu ministerio, e procu-ando conbe-
cer par al mesmo e pelos avisos dos praticos da
sttoacao commerciaJ e ecomica da nossa praa e
do pa;z, prepara 03 actos que devem proporcio-
nas ae Taeson-o a coatianca necessaria pa*a
medidas mais compita e mais perdura veis.
Nao se c-rrigem, porm, em poucas sema-
nas esban'ameiis e prodigalidades aVenturosa^
de tantrs anne?. Feliz eebeocoado sera o Sr.
ministro ra fazenda se-conseguir restablecer o
ac8so crdito com a cooQaaca na gestas bouesia
da faicodz publica, e conseguir que a ae des-
penda aqutu.i qae o paiz pode despender em
servigos inadiaveis,
O ministerio da marieba fo1 e qemtls sof
fren eom a revclta, e o honrado almirante Elisa
rio encontroa e armada desorgaolsada com o seo
material flactuante em mis condi(Oes on im-
prestavel para os fias a qde visa una marluna
de gut-ra. O Sr. ministro da marinba a se tem
pre c ujji) da reorgaolsacao desse material e
da doipessoal, tendo de fuocoioaar breve a .Es-
cola Navel no seu anligo local.
< Depois da daeta da fazenda a da ledastria
e viscAo a qae mala loteressa d prosperldade dj
pata peine inmensos servlcos qae della deper,
oem e atceteos o deaeavelvimeoto ecur "anco do
Brazii. Aoi a desordem dsixida pelas latas civis
naj nanoa sen-vel.
Entre todas avalla a criea de transporte ras
nos-as p-lnclpaes vias-ferreas, com a aooma la
de qae, quanio mais se gasia coa o aeu costeio,
qaaato auis ae augmenta o seu peaaoal e o en
revaoebe.; material, palor aervico fazem. A Estrada .e
Ferro Central por sua mi e caprichosa adml-
.
illustre peraambacano.
Bis o primeiro mez de trabaibo do novo
Giveroo, sao estas as p imei'as conOrmacOea
da cntianca qae nelle depoailava a nago b-a-
zilelra ; por este Iniciar podemos augar 1 bem
do f u'O.
Os povos muitas vezss iliudMoj sao scepti-
coa em p -linca, e nos, brazileros por puntante
exoeriericla du um passada de soffr.memos, de-
velos ser mais do que ootros, laatelosos em
applaullr programma'. Nao ba neabum qae uao
revista as cOes mais fagaeiras ds rlsonna per
apectiva, e qoasi todas ae esvaem luz da reali-
dale. O mal sempre sa alorooa com as vestes
do o -m e a byuocrlxia tem sido o preito presta-
do i virtude pelo vicio
O optimismo cortezanismo ioteressado e o
pessimismo despeito apaixonado.
Nao cortejamos o poier de que nada espe
ramos, nem nos magoim injnsucas de mallo
gradas pretengOes. Procuramos a verdada na
prjiio-ac que seguimos para poder euuncial-a
como orgao de opiolSo ao publico que nos forta-
lece 'on o seo apoio.
Ricordjodo os pnmeiros actos do novo pre
"idate, liabamo3, para nos, o maior resultado
delles : o da iiberdade do pensamer.io de que a
impreosa livie o inatrumeuto e a defeza.
Assim compreneadendo o novo presidente
a impreosa como coope a.iora de om boo Gj-
verno. us deu a-rtias da lealdade com qae
cumpre o -eu uanoato e do sen ardente desejo
le acertar, -onhecea lo a opioiao dos seos conci
daaios. Jolgamos qoe a qua aqni enuuCiamos,
a de todos elles tembem.
BELIG1I0

Na bypotbese.
4* ao poder execulivo cabe promover aioda I nlsra^Sj, l;m eifo a n'gagao d sea in iljigao.
qae com tolo o emprego de foxga a pacili-agao; Em vez de servir ao deaenvolviineato -a pro-
daqunile Estado, qae ja nao tem alvo local, an-, daccao dos feriis Estados de S. Paulo, Mi
tea o tem geral, e, como o disemos bontem as e Rio de Janeiro, em vez de ser om lnstro-
inexplicavel. I ment preoio-o para o coramercio e para aa io
O Sr. Pre=i lente da Repblica, por conse 1 daatriaa desta praga, em ves de continuar a ser
qaen ;ia, emende qne tendo o Sr. general Moura ama propriedade valiosa para a UqSo, torooa-
Bido o director, embora nominal da resistencia, se om embarazo .ao commercio, um Jestorv,
quem t^aa as melbores presump^es de ven
cer os oc 'es invasores.
Sabe loa que S. Etc. receben carta impor-
tante dos-revoltosos, subscripta pelo Dr. Manuel
Lavrador, declarando a S. Bxc que conto elles
com 12 009 (11 borneas, ce quaee deporiam as
armas a um.alaves aceno de S.^Bx*:.
O Sr. Df. Prudente de Iforaea jalgon coave>
nlentemen'.e ifao/aspeajder ; e,desde entao o sen
principal trabalno tan si le promover rpida-
mente iodo quanio pqjter para, oo pacificar enm
bomb-id.de o Estado do* Rio Grande, ou abafar
peta forca a toexpticevel insistencia.
At aqui a iatefvitw.
Nio taremos commeatarios. Os politices
que os faena. .
para o agr.caUor, um valor negativo para o Es-
tado. I-almenie foi um dos prlmelroa actos
do Sr. Dr. Oiyatho prover na admlnistrac&o da-
qjella eatrada om aot go e enemer'.to servidor
do Estado, an engenbeiro de competencia pro-
vada em longas e difficeia commissSea, e o novo
director seas cogilacOss extraobaa ao aervico qae
loe esti confiado, attende as justas exigencias da
D038> p-aca.
NjfJMiniaterio da Geerra, o Sr. general Tas-
ques 'eata entre camarados e irmSos ae arme
qae o viram em aceo e nSo podem senao con-
lar 00 aeu espirito de joalioa para o reconbecl
ment dos direltos de cada um.
c as relagOea exteriores a qne o periodo re
volacjonirios troaxe compilsacOes do certa im-
\ndtlici de Jesuat
A igreja anta reveste-Be boje de gilas para
commemorar o uugu.1'0 myteru do nascimen-
lo ile Jess, o unignito de Ueus.
Nasceu no da de hoja em Bulin de Jud o
.Musas, o vaticinado dos prophMas, o soberano
Rei dos mundos, o esperado aas nacOeSv
No da de hoja cumprio-se a palavra de Mi-
cheas, que du : Nem fit, Beltn, s a menor
entre as cidades principaes de Jud, porqua
da ti ha, de sabir o capuo quo govarnar o
meu povOjde Israel.
Ji muilos seculos antes linham os prophetas
vaticinado esse augusto e solemne mysteno de
um Deus se fazer homoin, nascendo humilde,
pobre, lendo por ia't urna virgem de Nazareen
e sendo o seu nasciraenio n'uma mangedeura
excepcional.
Os pastores que afaslados cstavam do lugar
to miraculos oascimento do menino Jess,
loram avisados por um anjoqedizia-lhes huver
nascido o Messias, e erTaelivainente loram ao
lugar indicado a viram-n'o reclinaup em po-
bres palbiohas.
Jamis tao extraordinaria maravilna se ola-
recera aos pios olbos da hutnanidade soifre-
dora !
geiiiil menino qu: entre choros repoisa
n'uma inangadoura em pobnssima cama e o
Filiio de Deus Eterno, o Verbo encarnado.
Deus de Deus, Luz de Luj, Verdadeiro Deas
Je Deas o Eterno consubstancial ao Pai I
Vem trazer-nos a Paz, a concordia e o amor,
vam encher nos de doce paz, educar a lodos
os pov^s avassallados pelas torrentes da des-
cordia e do peccado.
Inson lava mysterio do um Daus, qua por
amor da, humanidad vem coparticipar das do-
res a aflicgOas no nosso ser e abrir com a 9ua
sublime doulrina as portas do Reino Celestial
para dar ingresso quelles qua se alistarera
como firmes e verdadeir->9 soldados na sua mi-
licia sacrosanta. .
Aps essa venlu oso acontociraento baixam
dos Cos trra' mullidio enorme da anjos
tque vem entoar ategres e festivos cnticos de
louyor a esse prodigio di imperscrulavel omni-
potencia divina.
E' o rederaptor, esperado anciosamante. qu
nasceu noje, Jess, o filho da Virgem de Naza-
reth quo nos vem trazer um nova era de paz
e de amor ; e como luz brilhsnlissima vam i-
luminar lodo o orbe.
Nao seri preciso miis Josu suspender o sol
em sua carreira nem Joas pregar e conver-
ter aos habitantes de Nnve, Tobas pre ti car a
sua csridade, o valente David matar o incircun-
ciso olias, n-.m Moysspracnsinar e guiar
ao novo, porque surgi entre a humanidade o
maior de todos os prophetas:
Elle vem governar o seu povo a azer confie-
ce r a3 verdades infalliveis da sua grandeva a
inriniU misericordia ; vem dissipar as trevas
do er o e da supersligao e gravar em todos os
coracOas, qual enviado arauto, novas cencas e
guiar nos ao bain e a felicidad com num.
Chegou, analmente, com lodos os caractere*
sanios o airaejado dia do nascimento do glo-
rioso con.qui3U.dor de to o o Israel, o libertador
eterno de todas a3 almas creadas e increadas.
Nasceu aomente para enainar a sua moral que
tem a fecunda necessidade de prodnzir na Ier-
ra Paz, Cordura o Affeso profunda e irreis
tivel da cousas santas.
Vera roinar ax larra para debellar toda a es-
pacie da erras, supplantar as synagogas e
planlar urna igreja torta, indestructivel que
atravessar todos os seculos, soffrendo dos ho
mens insensatos aa mais terrtvels lactis para
rennssaodos seus tilhos obedientes.
Vinde, pois, a loravel Jess, acudir aos tristes
mortaes que afflictos choram por um reparador
dos seus males para apagar a mancha da cul-
pa e fazer a- rir as port s do Ccu.
Vinde, finalmente, unir pelos lacos indissolu-
veis do sacramento dj matrimonio a mulher
cretite, a portauto "emente a v3.
9ni nobrezi e sam dlgnidade, desprezan-lo
03 prazeres, o orgulho e a vaidade, toi assim que
Jess, o annunciado do an.o Gabriel quizvir ao
mundo para formar um s povo a urna a fami-
lia, dando elle ja o exempb da bumildada pa-a
sr tinita.lo por tod03.
Mais taWe esse mesmo redemptor eniina a
soasa doulrina, tornase obediente a_ todos,
ppga o bem pelo mal, perdoa todas as injurias
qua ariram-ltK face, e s peda que amem a
Deus sobre todas as cousas.
Jess o axeraplo vivo da candura, o humil-
de l'lho de Deu, feito hornera, que nasceu
n'uma triste estribara, aquacido pelo bafajo da
aua santa mai, a gloriosissima Virgem Mana.
Salve, oh Jess, fonte de todo o nosso bem I
Rocifa, Dezarabro-189.
F. de A'ssis E. R- Pinto.
.

LinERATuS
-
Deus.
A nolte d natal
[Leonel de Alentar)
A legenda da noije de Natal encerra em
seu suave recato o mysterio capital da nossa
religiao. '
Na doce scena do presepio, simples como a
do niriho a da florescencia, a f encontra a
cranca sublima da divindade dr>Cbr8to.
A faula facunda, descida ao seio da Virgem
na saudacao do-sujo, iriou-se na Ierra neasa r, ,miw.0m, ~-p->-*~ -_-_.,-
noito sacra, e a rosa 'mystica Rorou o .Menino nma pessoa ao lado, abandonada no fundo desta
peso
dos cuidados maternos, acna sa tanta grifa era
uraa-cnanga, um raWoo fatla tanto ao curasao
da inullier.
O Menino Jess, pois, no pola doinr de
ser para ellas a iruagam mais tocante do Salva-
dor ; e embora a divindade entre ul-nosnesse
santimento, duque o instincto da maternidade
que se annudciu desde 03 priraeiros annos no
coracao feraino, a adoragSo de todo o s.-u
ser, e o culto do fundo d'alma. Cupido mas
rao, o outro menino desmaia a 3eu3 olhos ao
lado do pezialio descaigo e da caraizinha de
renda do M nio Je3us.
Foi out'ora verdaderraoiente popular a fasta
de Natal, mas j vo longe esses b los lempos,
e Gora elles as ct*i;is succulenlas Lucullo, sjue
nos esperavam depois da missa do gallo, e das
romarias pelos presepios.
N'essa noile muita velba que -avia deila lo a
sua gallinha prela no dia de Santa Barbara, ie
ospreitar no ouvo pridoslinado o primeiro pipi
lar do fuluro gallo msico ; e multa moga
vislida de branco e em orago, escutava delraz
da porta o nomo do noivo que a sorte Iha d :s
linaria
Essas crencas inaoeentos j nao existem, se
nao talvez era algnm recamo da rog.i; as ci-
dades, as mocas como as verbas d: hoje, par
deram a -impiicidada priailiva qua caractensa-
va a vida patriarchal. ,
Em compensagao, a supersticao nao lev tula
mais aquello esquadro de feticeiros que per
corriara 03 povoados nos dias do fesla para di
zer a buena dicha.
A. esse respeito, occorre-me ontar aqui um
facto passado entre nos, e que lerabra a hislo
ria.Edipo-esse drama horrivcl do parricidio
voluntario.
Antonio Mjgalhes e sua mulher Margari la
cultiyavam urna pequea rogaras urnidiagOjs
do Pilar le Taipa, margem do rio Parahvba.
S-u til o nico, Melctiior, mogo de 18 annos e
excedente sujeito, ajudava-os nocullivo de suas
trras. A pequea familia era feliz, ftfelchior
leve a fraqueza era utna noile de Natal da con
"sultar velha mulata qu: dizia a boa aventura,
e a fraqueza anda maior Je acreditar na sinis
tra predicco : -Matars leu pai a la mai, lie
disse a feitiie.ra. 1
Melchior adorava seu3 pais, desde esse mo
ment o seu nnico ponsamenlo, foi parlir, nao
tornar mai3 a vel os, pOr o ocano entre elles e
elle.e avilar a todo custo o crira* cuja s lda
lhe fazia horror-
Sem sciencia da seus pais erabarcou, e
ausentou-se do Brazil; ras na> tendo silo fe
liz us suas emprezas, voltou passados seis an
nos, e sempre dominado pelas palavras da fei-
ticeira loi fizar se longe aa casa paterna, na
Passagem, parto de S. Joo d'El-rei.
Alud -u de nome e toroou se administrador
do uina fazenda. Sua nctividade, intelliuencia,
e a experiencia que tiulia dos trabalnos asrnco
las, chamaram iminediatamente a altengo do
fazendeiro. Era este viuvo e tinha urna lilba
que se namorou do rap iz. Malchior pedio a, e
casou-se.
Durante dousannos ludo foi bem. Melcnor
naj tuiha esqu:cido seus pas, mas treraia de
tornar a vel-os, e g^ardou o segredo inviolavel
la pred'icgao.
Este peosamonto, e um ciume sem funda-
mento de sua mulher, fil o talvez nicamente
da superabundancia de seu amor por ella, da-
vam-tbe um ar sombro, qua nao impadio com
tudo de ser um bom mando.
No entretanto, o velho Magalhes e sua mu-
lher, depois de mu esforgos perdidas e iuuitis
passadas inuteis, o acaso os punha nos rastos
do filtio por inforraagOes de um preto que o co
meca desde menino.
Osdou3 velhos emprehenderam logo via-
gem e chegaram a Passagem sera prevenir a
ninguem. Contavam.sorprender, o filho, mas
Melchior nao se achava em casa; tinha ido ven-
der uns -animaes aalgumas leguas d'ahi.
M galhacs e Margarida so lizeram reco-
nhecer do sua ora co ilarara-lhe o desespero e
a dor que hatia causado a desapparigao de seu
filho. A moga os recebeu cora a mais affecluo-
sa hojpitalidade. Vendo-os congados, lhe?
offereceu seu proprio quarto e cama, emanan
Ibas preparava um comraodo especial. Como
Mel:hior s devia cnegar tarJ da noite reli-
rou-se a um pequeo aposento no interior da
casa.
Melc'ilorvollava alegra tima feito um ex-
excellente neocio. Enira, dirige-se ao quarto
de dormir, onda pansava encontrar sua mulher
como de costura nessas occasiOes. Cr" que
ella est deilada e dorme. Estende a mao, re
conhece duas pessoas. Nenhuma duvida mais,
julga s trahido. Puxou o punhazl e fez duas
victimas.
Apenas tima connsumoiado o crime, ouviu
dentro a voz da mulher que, santindo 03 seus
passos, vinha lhe ao encontr cora urna vela.
Ella acha-o iraraovel, plida, os ol os des
vairado. A Inz exclareceu a scena.
Melchior em nm lance de olhos compre-
liendeu talo : tin a comiueltido um duplo par-
ridio : a prediego da femeeira eslava cumpri-
da-
O abalo moral foi tao forte que a sua razo
nao pls supportal-o. Enlouquecon no acto.
O leitor tirar por si a inoratidada do facto :
se u 1 fossa o crdito que raaruceu a predio
gao, direi eu apenas, seraelbanle desgraga nao
teria succedido- Melchior livre do pesadello
que o obsecava, nunca se teria affastado da ca-
sa paterna; nem o espirito despreoecupado
gerara o ciume pnico que lhe armou o braco,
b'oi a prediego quera preparoi loda a aeco, e
lo toruou sombro e inclinado desconfianza.
A AHVaHE DQITATAI*
CONT RSSO
(Petkion de Villar)
Estamos n'uma grande cidade, na vespera de
Natal : faz um fro terrivel.
Urna creanga, bem pequea ainda, seis annos
talvez, acaba de acordar n'uma especie de adega
humana e escura como a bocea de urna pega.
Uos farrapos, que parece terera Sido em al-
gum lempo camisola, mal cobrera-lhe os hom-
bro8S. Tirita.
Faz tanto fri que a respirago sahe em forma
de vapor hranco.
A coitadinha est assentada em um banco
dcsconjuntado ; para distrahir-se sopra com for-
ga nos dedos gelados. Tem rauito fome. Desde
de manna que tenta por diverea3 vezes appro-
xiraar-sa do catre, coberto de palhas, onde est
ifeitada sua rnae, gravemente doente, com a ca-
bega apoiada n'uma trouxa de roupa, como
n'um travesseiro.
Como foi ella parar neate logar? Sem duvida
veio do estrangeiro, e ah cabio enferma de fa-
tigada de fome.
O dono da espelunca foi ha dias mettido na
cadeia. E* noite de festa, ninguem est em casa.
No entanto um dos inquilioos jaz alli, bebado,
ba vinte e quatro horas, espichado no ch5o, como
morto.
N'um outro capto regougam as queixas e os
ais de urna velha de oitenta annos, rbeumatica
e moribunda.
Esta desgragada foi em outro tempo urna gua-
pa rapariga ; e agora deflnba e agonisa, sera
adega como urna cadella leprosa.
Chama, genie, grita, ro3na, soluga.
A misera creanga sent a fome crescer e por
mais que procure ainda no conseguio adiar
urna uugallia. Chama a chorar e sacode a sua
mima jue nao'a ouve. J lo tarda, e nao se
accenlef igo, nao se accende luz I Ella tem tan-
to raed) alli naquelii escuri lo, a pequerrucha.
Tachando nos sombras e.-pessas, araia.o resto
da mama ; mas quo espanto ella nao se move,
est fria como parada Ueija a, sacude-lhe a ca-
bega oiun a as maosiahas. Faz tanto fri as-
sim ? pens-i a creauga. Fica algn tempo per-
plexa, :om 03 brigos enlagados no pescogo nu-
do calaver, depois, pOe-si; a soprar oulra vez
nos dedos e lopando no catre seu bonesinho,
procura alcangar a porta.
Sahe da adega. Teria ha mais tempo sabido
se nao fosse o cachorro do visinho que la em
cima da escada la-Ira va o da inteiro.
Mas como elle n"i> e-lava mais ah, sobe os
degroii e icha-se na ra. Meu Deus que cida-
de L embuxo da adega de onde sahra fazia
rauito nais escoro do quo -qui. L na esquina
bruxotia um lampe; embaccado. Casas de
iHao aspecto bordara a eatreifa ra ; esi to-
das faciiad.is, jan Mas c portas. Cada ura tran-
ca se por dentro cora aquella fri.
Naa cagalas nem ura vulto da gente, ludo
sol lian), lulo escuro ; apenas caes a correr la-
tera, airara, furiosos, farrando era baixo das por-
tas. El.es (ambara t-ni fome. L ni torra fazia
calor e tinha o que se comer. E aqui ? Como seria
bom cerait agora alguina cousa. Dabrara a es-
quina: estova n'uma roa cheia da moviraento.
Qua barulho Qua trovoada de gente Quinta
luz, qu ratos cavados, quintas carruagans I E o
filo, o 'rio qun nao pa'sa A.3 ancas das caval-
I03 canga los td.n fumiga, a fumag sie das suas
ve ;ias ardentes ; as erraduras trincara na pe-
dra, la cando o sillo. Como tolo o raun lo se
impurral HaqsDeus! euienh) rauta foraa !
eu teoho fri i Um p idacioho de qualquer cou-
sa Mas ninguem me ouvu elles os'.So cora
rauila pres-a fiin Maus dedus esto duros
de fri Nao posto fechar mais a rao.
Um oI la lo de polica esbarra na eraanga e
volt a cabeg para nao vel-a.
0!\ ootra vez nma ra 1 Corao larga, como
bonita, que casas alias, parecem egrejasl
Todo o rnunlo falla e grila ao mesmo tempo.
Oh: Cora caneza e3inagara-ma !
A carruagaus rolam, rodam Quanta luz! O
que islo all parto i... Urna vidraga grande !
Airaz da vidraga' un quarto e no quarto urna
arvore.-i que sobe at ao tecto. Urna arvore de
Natal, urna arvore de Xilil!
Quautas vi lias nos r irnos 1 vallas de todas as
cures o todas accasas! Papel do ouro, papel de
pasta, papel verde i quantus brmquedo*'. Caval-
iinho-., bonecos, carrinhos! Quanta cou>a boni-
ta! Una porgo de raonims cora > eu, todos
lirapos e visti nlios, cercara a arvore. Esto
rindo i comen Jo doces de c bem Uao seioque... Tocara msica, ougo a
bem por defraz dos vidroj. ua menina uanga
com uia men:no. Cono bonito liu lambem
quan langar. Eu tambera quero comer doces
da cores.
E a pobresin'ia on ad.-nirala e r, n alegre-
menta. Os seus da.ijsinhos esto vermehos
como c rosto das creangas l dentro. Mas n5o
pode fecnal-os, doem-lb omito. 0< joelbos tre-
raem-lii'', principia a chorar. E torna a cami-
nhar pa ra 15a. Ouira vez uina vidraga illu-
min 1 la, ura nutro quarto, e ain la outras arvores
cheias de vellinhas accesos, doces de cores e
brinquados. NaqUetla sala esto quatro mogas
nn io-t.e inui'.o, entrara in >C08 muilo bem vesti-
dos qua beijam lhe amaos. Cada ura receba um
presente... Eu tambera quero entrar,eslas rao-
gas bolitas rae daro q le comer.
E a pequerrucha emburra a porta e irroraps
na sala. Oh foi um barulho foi uina chuva de
exclamages qu indo virara a creanga : Que agi-
tago! No mesmo instante urna moga levantou-
se pa-lhe na mao umKipeck e ah indo, ligei-
ra a p irla, empurra a para a ra. Que modo que
a pobrosinha teve Que m:do...
O liyeck ealiio-lhe da rao e rolou pela esca-
da a baivo. Nao podia segurar a moeda, a rao
gelada nose fechaia. eixa-a. Corre depressa,
depressa, e acba-se em oulra ra. Caminha
la. T?m vontade da chorar multo; raa-> tem
muilo medo, nao pode. Corre, corre-, soprando
as raaos. E nma tristeza funda, urna tristeza
pezada, imniensa, enche-lh a garganta. Sante-
s lo Boaintia. to assombradal... Mas que
vera a ser isto alli, meu Deus ? Urna porgo de
gente est para la e olha... N'uma especie de
janellas tres bonecos vestidos de vermelho e
amarello bolera cora a cabega e cora os bracos,
como 3e esl'.vesaem vivos.
To engragados, to engragados.
E aquelle velhinbo que toca rabeca Ha tam-
bara cuiros bonecos, que tocam e bolera coa a
cabeg. O.liara uns para 03 outros. Suas boceas
boleir. tambera ; coni certeza qua esto fallando.
Mas porque que os nao ouga ?
E a pequerruchacheia de admirago,intrigada,
pausa que esto vivos e depois convencida do
contrario pOfi-se a rir.
Nunca vira seraolhaute bonecos.
Como que elles botiam assim ?
Nao asbia que havia bonecos destes... Tinha
tanta vontade de chorar, tanta : Mas os bonecos
que erara to engragado3, to engragados aquel-
es benecos qne boliam com a cabega e com os
bragoil Esquecia-se da fome, equecia se do
fri...

De repente ajirram-n'a pela camisola, qne
esfanapa-se de todo. E' ura rapazola de ra ca-
ra que a empolga. D-lhe ura socco na cabega,
levan .a a no ar corao se fosse um bicho, arran-
ca Hit: o bonesinho e atira o ao ^ho^ cora nm
pona pe. **
A creanga atordoada, de io ao comprido no
gelo, procura levantarse. Ouve gritos, gargalha-
das.'assovios ; ca um momento hiita de medo,
depois subitamenta de um pulo, pOe se a correr,
a correr pela ra em fra, nada mais vendo, na-
da mais ouvindo. Enfla a toda carreira pela pri-
meir. porta que encontra aberta ; a porta da
urna astnbaria, sconde-se tremendo por detraz
de uro monto de lenha...
Agora sira. Aqui ninguem vira oais bater- I
me. Vpt bem escuro, bem escuro !
Acocora-se, encolne-se, como um animal. Tem
tanto medo que apenas pode respirar; quer
chorar, chorar muito, mas nao pode.
De repente, a pobresinha sent um momo
bera estar, aa mosinhas roxas de fri j nao
doem lhe mais como ha pouco. Seu corpinbo
n siu pobre corpinho magro, revive. Como
qu um bom calor de fogo espalhase pelo ar.
Trema de alegra.
agora sim, vou dormir; estou bem aqu.
Durrro ura bocalinho, depois vou ver oulra ves
os bonecos E na-se pensando nislo. Os
bonetes tao engragados, que parecem vivos e
bolera cora a cabega e com 03 brago3. Ah '..,
Ma3 eisqu ouve a cantiga da mame. a ca-
tina com que ella coslumava adormccel-a.
. Sira mam! euj vou dormir, sim, eu ja
vou cormir Corao estou bera aqui.
Vem commigo, vem para minba casa, mi-
nha flltia, vem ver a arvore de Natal, vem l
diz-lli ao ouvido urna voz doce e carmhosa.
Ao onvir estas palavras a creanga pensou que
era sua mam que a chamava, mas nao, nao era
ella, na era. .,..
Quam seria enlo ? Esta tudo escuro, to es-
curo corao na adega. Mas alguem debruga-se
sobre ella, envolve-a com um manto, da-he a
Oh i quanta luz 1 Que bello, que linda, qua
esplendida arvore de Natal Qual t As da
ra lo eram to bonitas como esta 1
Ooie estar ella agora, a pobresinha ? Mas
urna sala dourada, toda cheia de flores, toda
cheia de luzes I Tudo sorri, tudo brilha, Indo
perfuma E quantos bonecos, ao redor da ar-
vore carregada de vellinhas acceisas 1 Nao,
nao sao bonecos, sao creangas como ella, tam-
bera. Como esto contentes Tem todas azas
uos terabros, azas cor de rosa, azas de borbo-
letas t
Olliam na, riera se, cercara-na todas, correm
em volta, abragam-na,-beiiara-na, carregaa-na.
suspandem na nos ares, ella tambem tem azas,
va, va, soba!..
Vt! a mam acordada que a fita sorrrado.
Mm 1 mam 1 Como bom, como 6 quen-
te airni t *,. .
E de novo beija as companheiras, abraca-as,
chati a-as... Desejaria cdhlar Ibes a historia
dos bonecos, to angTagados que boliam com a
cabe^ e om 03 bracos... Mas quem serao
eatet meninos?^Onde estare eu t Oftde ?
Q Em cesa Jo rtsus. E' ajrvoro de Natal ^
'1*.



1
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1
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Dirii *
I'-
11

i
Jess, di/.em-le. E que em casa de Jesus,
n,38le (lia, t.a serapre urna Ar?ore de Natal pira
os meninos pobres, que nao tem arvores em
tasa >lu seus pap. E soube tambera que to-
das a-suas companneiras de a^as de brlkle-
las, eradtcomo ella urnas, moras de fro, abnn
onadas as ras de S Petersbu-iro, outru*,
monas de fouie nos isbas sombros (loa
Tsnouknas, estas, de seda pendura la< 'los
L 1

neo Terga-feira 95 le Deiembro de 1&94
3
0 zagal langou os olrros. desvairados pelo3
espatos brancos, baiiou-os trra rutila, mas
do fundo da clioga, Junio das palhaa era que
Jess dormia, a voz d'i velrio repatio: Ida,xa
gil Ida a correr levar a boa nova a Israel
para que cesse de ser ura sonho a.Esperanga..
Dizei que reto ao mundo b Kedempt.or dos no-
mens.
E o zal allucinado deitiu a correr pelos
ajos seceos das servas russas, durante a lamina, campos gnt indo as eiras dos canea e junto
aquellas, envenena as pela infocg&o putr;ila soleira das enojas para dispertar os pastores:
dos vagues da 'erceira classe... A b)a nova! acordis ouvi a hu nova :
Todas estas rengas estao a i, todas, coma/as o Messms baixou dos c os terral Israel, re-
de birbolekn,'tortas em casa de Jess e Ella alisou-se a projn-'ssa dos proplielis nasci-
Mesmo no meio d-llas be ij ande a?, ab-n-
coando-as ... Um poueo afasia las veso larn
bem as me< d'nstas cn-angas, estirando pira
ellas os bragos, c erando e rindo ao mesino
temp>. To las recon ecem seus ni .os e todos
elles voando pura ellas beijam-nas carimosa
mente, enxusanio-lhes as tongas lagrimas cora
as miosin as, as lonjas lagrimas que h es es-
correm pelo rosio, pedindo-l es que nao c m-
rem.que nao c orem, porque e?lao all muilo
bem era casa de Jess, coi redor da Arvore de
Natal...
Pela manha encontrara o cadver da crean-
cinha, refugiada na estribara, to la Befada, to-
da encol Ida por deiraz do montan da len a
Na adega acharara oulro cadver, o da mama.
As almas de arabas ja tin (ara se encontrado
em casa de Jess ...
Pelhionde Villar.
COXIO DO XATAL
FRAGMENTO
Ni estabulo
CojI o Netlo
Do innoco dourado e morno vinha bai-
xando a noiie sania da propbecia aroinalisa-
da pela mura los valles e pelos rosaes dos da
dos. Appareciam ao loajg*, lloaras e nevorn-
tas, as escarpadas moiitanlias de Samara para
onde voavam, retalliando os ares, us liistes ca
gonbas que abalavam das margena do Tiberio-
de.
Mogas, vestidas cora a simplicidaie com que
a moabita apparecea no trigal de Booz, pansa
?am levando rabega cabazes cheios n >s ol-
vaes ; um rebanho de oveltias vinha chocalan
do, a passo, toca lo por um menino, que trazia
pendente- da cmlura a funda de couro, ternvel
contra as aguias rapuces das monlanlias, e do
cemente, tristemente, cora o eajado ao hombro,
olliava o horisonie adusto onde o sol dallara
um raslro respandecente, que ainda allumiva.
De longo em longe urna cabana de pgtor,
toda cercada de loureiros verde?, e marftem
do cauniiho seeco e. spero, seni lierva, a ruma
de um estabulo, onde le vez era vez o pega-
re i ro recolhia cora o seu ga o para passar a nci
te, oinando as estrellas rutilante do ci mys-
tieodaJuda. Duas abas de colmo, rodas
.pelo sol e pelos aguaeciros abrigavam o humil
de togurio lomado, Bessa tarde, por um vellio
za al do Nazarelh, que accendera um fogo de
azevmlio ; de ccoras, ap rlando os joellios en-
fre os bragos enlajados, olliava disllraludo o bu-
falo pacico que ruminavu tranquilamente, es
lirado entre as ovelhas, ao lado da jumenta, o
fundo do runcho sobre um monte de palpas de
arroz.
gypacto cruzsva os ares soltando gritos que
repercutan e da vez em vezo passo prenipjta-
do de um mal iri, qu passava a galope pela
areia trrida, altrahia a attengo do zagal e alte
olhuva eos seus animaes oloavam loogamaate,
seguindo a sumbra que fugia, n'uraa nuvem de
poejra fina.
Tristemente, suavemanle, o luar foi-se annun
Ciandoo co a-se tornando alvadio como se
o ve asse de lave urna 'enuissima HMRSelina,
iam morrendo os vivos tons sanguneos d i ere
pusculo e j os cimos'dos montes refulgan!
com una luz branca que descia pelas fruid,is
argenlando as arveres e os penbuscos lenta e
doce e chela ae niela' eolia ; os gritos tnl ivam
na lierva secca dos campos e es chacaes sor
rateiros vinham de rastros, com as pupillas
phosphorejanies, farejar os alallios, gao indo,
ilropeliando-se. tmidos e covardes -urnagran-
de claridad; alaslrou por toda a pasagem taci-
turna e cima do Curmello, a la immaculada
surgiu
O zagal, junto ao fogo que crepitara relem-
brando um canto. sngrado des emonias, sau-
(Ivii a n'uraa Inicua barbara, eniquanto os p un
bes lortunnavam aninhando-se no colmo. Mi-
vinliam vozes pelo cammtio e passos precipita
dos.
O oufulo ergueu-3e bruscamente e muga ; as
ovelhas balaram.
O zagal poz-se de p firmando-se ao eajado,
impassiveel.
O Deus de Abrahao seja eomvoseo, pastor!
exclamou ura ancio de longas barbas claras, a
cabeca enrolada em um (urbana vestido a mo-
da syria, com um albornoz de listas purpurea?
passado em duas voltas peles hombros, vinha
a-rimado a ura bacuio de peregrino.
S ilve l e quera quer que sejais entrai, por-
que anda ha um resto do mel no' coviiii ;ie o
leite fresco a ordenar.
Mal pronunciara taes palavras, viu o zagal
apparecer urna formosa moga de Israel, morena,
de ol os profundo*ent:rrrecidos e toda ella
resplandecendo, porque ura torno dos seus ca
bellos negros orna aureola reverberara, grande
como o plenilunio do c o e claro como elle.
Miriam a precursora dos hebreus no xodo
Miriam, que tanga os cyoibalos abrindp amar
. cua para Cha au ;i, a suave e consoladora irm.'i
do propheta Libertador, nao era mais formosa,
de eerto, nem linha os olhos lao doces.
Fical e deixai que fique o vosso rebanho,
porque nao hospedis senao irmaos Esta que
aqu vedes rnaria de Jada, miaba esposa
Deixai vos ficar, deixai que fique em paz o
tos so gado.
O zagal entretanto nao se podia ter, de pas-
. dio, seus olhos andavam de ura para oulro
rosto, admirando a singular phisionoiaia pa-
tnarchal do vclho e a formosura sympatbica da
moga.
Eos Ires recolberam-sc ao raesmo lelo por
cujas trinchas podia-se olhar o co semeado de
estrellas e a brisa da noite penetrava.
Ja no havia rumores e o zagal exhausto cahi-
ra entre as ovelhas adormecido ; o fogo de aze-
vlnho expirara n'ura brazeiro quasi extincto,
que o vento, de vez em vez, reaccendia.
Fez-se um silencio propicio, soroente a ara-
geni trescalaote tirava murmurios das folhas, e
as hortas o susurro d'ngua constante das re-
gas que escorria para os ayades carados entre
os laranjaes.
Sbito, porm, um rumor eslranho desperlou
o zagal. Abri os. olhos e te ve a tmpresso
fulgurante de ver um dia alvinitente, illumina-
do a nev, como se os astros fossem feilos com
os residuos das invernias guardados as cavas
do monte Lbano. Fechou as pupillas atloni-
tas e vio todo o seu gado em circu'o, bafejando
a. pilha loura do arroz e o patriarcha e Mafia,
de _o?lhos, ambos cercados de halos luminosos,
as naos juntas, n'ura extase ineifavel.
Levantou por accaso os olhos para o co, mas
/oi lal a fascinigao da luz irradiante, que rolou
por trra como ceg, torcendo-se convulsiva
menteo plenilunio convergir lodos os seus
raios sobre o estabulo dos rebinbos e lulas a
estrellas pareciam que fitavara o humilde pju
so. Havia oma harmona aerea que se appro-
ximava como um choral de hosannas que bai-
xasse do eco pela mysterosa noite e um res
cendente aroma de flores evolava-se da trra
Lento e tmido o zagal encarainhou-se para o
circulo de adoragSoe vio, adormecido na pajtia,
dentro de urna rutilante aureola, um recemnas-
Cido n que o bfalo bafejava. O velho, sen un
do o zagal, ergueu a cabega e disse com uai
orculo de Klohin :
Ide, ide iizer a Israel que dorme, que <5
nascido o Mefsias...
O zagal teve um eslremeciraenlo e cabio
de joelhos junto das palhas 1 mras, contem-
plando o infantee o velho continuou cobrindo
2 crianga com o seu albornoz de listas :
Ide, ide... que antes de raar o sol Israel
saiba que o redernptor baixou dos cos a trra.
lie l que a nova do Nuscmento de Deus prece-
da o sol 1
Trmulo, tmido, o zagal ergueu-se e re uan-
do, a balbuciarversitulqs,de psalmos, ganhou o
cauinho claro.
Os gallos cantavSm rfela herdades e o co
iauadado em luz bril afa como se fosse lodo
intero um astro e a harmona estava, no ar, ca
tefra, as aguas jera a natureja i que cantara o
glorioso epitbalamio dos sjponsaw de Deus
com a creagao. $.
V
do o Messias Redcmptir dos homens.
E cruzando os ares lmpidos na direccao dos
pontos cardeaes quatro arenamos translcidos
espalhavatn pelo mundo a Boa Nova Mstyica.
-------------- ?
\ te de Vinal
Oh I noite bella I O co sereno
Te i. o azula lo manto pleno
De estrellas. Noite Iriumphal!
Recorta o azul a ineiga la
Gndola branca |0fl flucta
No el ereo ocano sideral!
E' meia no le. Tangem sinos
Em tolos templos cantara ayranos,
l'orla- abcrlas par a par...
A vacca muge ; a oveiha barra;
Ha luz no co; flores na trra ;
Galos comegara a cantar!
Nasceu Jess! -ludo proclama
Des te o palacio al a choupana
lm jubilosa adorago!
Nasceo Jesuao Deus-menico,
E a Uumanidade exulta em hymno,
Saudando a luz da redempgao !
E pelos campos os pastores
V,1o pressurosos buscar llores.
Para enfeitar com mil bauq^tit
O pobre berga pequenino
Em aue nasevu o Deusmenino,
Na abegopria, em N'jzaretl
Oh noite bella : O co sereno
Tem o azulado manto pleno
De estrellas. Noite Iriumphal!
Recorta o azul a raeiga la
- Gon lola branca que flucta
No etaeo ocano sideral t
Os Sis. Lolti, Cerrutti muilo bons.
A companhia lera um conjnncto muito igual
e digna de toda a proiecgao do noso pu-
blico^____________________. ___________
CHRONOLOiGA"
COLECCIONADAS POR
l\Iolchisedccli de Alkuquerquo
Liima
.)/. f. Cep'oi.
nusirjAiNA
COMPANHIA MODENA
Dous excellentes espectculos deu-nos a
Companhia -Modena; Mara Aotoniatta e
H 'sirc de Forjas.
O drama da Giacomelt, pertenc: a velha
=classe los drainallies, que at corlo ponto j
uo oranorta a iloss si aacSo mental 9 moral.
Alm do que. esa prolucgo offer.ee no3 o
mximo deleito de apresenlar nos a grande
crise por urna de suas facas qu\ histricamen-
te considerada, a menos idealisavel.
Explorando a piedade publica pala conlem-
nago *le Luiz XVI e da Maria Anlonietta, faz
desapparecar a rerolla que dsveria inspirar a
monarchia j retrogada sob os eff-ilos das la-
crimas de uraa mulhr infeliz, deixando as
treras da ignominia o mais expontaneo e o
nata grandioso -acnlicio de urna nac.o pelos
seus destinos historeos.
Nao pensamos de reunir aqu os pontos ca-
pilaes desse vasto acontecimento, que apezar
de muito debatido inda nao clareou em todos
os espintos a luz de urna rerdadeira pluloso-
phia da historia, o tanto assim qua anda nao
fui pocUaado em nenlium daquelles typos qn9
raelhor concretilicirara aqnella phase ncom-
paraval da evolug&o humana.
E' misier firmar esta verdade inconcassa : os
Res nao cahiram nuuca pelo crime do3 povos.
A.realeza, emquanto foi compativel com os
impulsos so iaes, o povo adorou a; quando po-
rm a partir da oegunda matade do reinado de
Lau XIV, ella agarrou-se aos deslrogos de um
barco que naufragara, e capitaneando o desas-
tra sacrificara assun aos seus caprichos e
inepcia urna nagao Inteira, a anarclia su'gio
x-pontanea ; e f n enlo, nesse abalroaraento
duma.dissolugSo qua arangara, e urna orga-
n^aco que se delinaara apenas era .alguns es-
pirnos mus atilados, como Turgot, que o empi-
rismo genial de anton associado a uraa in-
comparavel energa, e assistido da ndole pa-
tritica e iramaculila do interes3anle Camilla
Ueiuaulin que surgi a Repblica, epheinera
ento, mas bastante forte para acenar aos fulu-
ro3 destinos da Franga.
O drama de Giacomelt feito assim para ex-
plorar lagrimas e compaxes, foi urna dessas
pegas, como a sua -Morle Civil, escripias para
a extubigao do talento de grandes artistas.
A Sig. Fiozzo esrolheu com acerjo como rea-
ctivo seguro de seu genio artstico, como pi-
ce de haladle.. E da (acfo. a xhibigao tere
lances rerdadeirameoie arrebatadores.
Quanto aos primeiros actos, convino confes-
sar que a iltusSo foi nulla. O typo aristocrti-
co e orgulhoso da SI a de Mana Thereza, Ion-
ge esleve de transparecer nos traaos da Sig.
t'iozzo.
Os effeilos arrebatadores do sau taleBlo sur-
gem no momento em que se nos desenrola a
raulher.
O acto em que Luiz XVI d-lha a moya da
senlenga de morte e qae Ine confirmada- pela
presenga lo confessor, i brilhaote.
O conflicto que nessa angustia se debate na
alma da rae e da esposa, chocando se cora o
orgulho da rainha, umjogode paixes que
que ora se araortecem, ora se ateam com lodo
horror de ura immenso cataclysma !
Toda essa scena deveras grandiosa!
D'a i em dianle, os effeilos do drama sao
tao bera reflectidos o engrandecidos pelo ta-
lento da S^g. Fiozzo, que o publico canga, idea-
tificando-se com as torturas porque passou a
rainha de Franga, e parodiando o dito do Rei
dizendo: A paciencia de ura publico nao
pode dar mais.
Felicitamos o ig. Lotti cuio physico e bella
exhibigo d unos um Luiz XVI tanto quanto
pode dar o ilratro de natural; desde a bono
raa do hornera al as fraquezas do Rei e a re-
signaglo de ura crenle.
Quanto aoLifayette nos eximimos de quaj-
quer commenlaro concernenle ao brillante in-
terprete lo Haralel.
O Mestre da Forja3, se bera que dilTerente
quanto ao fundo e quanlo a forma, nao passa
tambem de dramalhao.
eorges Ohoet explora, atrarez de um ro-
o.' lisrao velho e gasto, o connubio de urna
ar, 'cracia decadente, pobre, com urna bur-
gue'-iu abastada.
Derblay, que reprsenla esta classe, como
chefe industrial, cusa com nma aristcrata, in-
feliz na priraeira paixo qoe tivera.
Os lnteresses de familia de ura lado, e o des-
peito de oulro, gerara esse casamento.
A mu er, ateados os ressenliraenlos da pai-
xo que nutrir, intenta repallir o marido, em
urna siluago difflcil de comprehender; na
mesrna noule do casamento.
E' urna rerdadeira Ficelle.
A scena da alcova, que o clon di pega,
lum trocho de exhibigio, en que a Sig. Fiozzo
explana a commodo o seu vibrante e apaixona
do talento.
D'aln em diaote, desenrolam se scenas de
variada exprassao em que Clara Bolina apai-
xona-se pelo mando, o qual mantm com ener-
ga cavalheresca o capricho de um coraem hon-
rado e amante.
Toda essa situagao resolve se cm ura sacri-
ficio da mulhar, que era um extremo apaixona-
do, e solicita pela vida de quera ama, vem
aparar com a raao a bala de um revolver.
O talento da Sig. Fiozzo esta cima da pro-
duego de Ohnct.
Qnanto ao Sig. Cuneo, forgoso confessar,
no o acharaos muit > a gosto debaixo dessa ca-
saca de burguez rico, apaixonado e gellado,
e que Ihe peza mais que a armadura do Mou-
ro de Veneza.
Entretanto, o Sig. Cuneo, cima desses pa-
pis, deixa ver serapre que o talentoso nter
pretc do Esse.re o non essere, ecco il gran
problema.
As Sig. Micheli, serapre inlercasante em
seus papis, agugr.-nos o paladar na expectali
va de una encantadora Ophelia.
A Sig.-Collazzi, correla o quanto pode ser
artislaj
Da 25
599 O pernambucano Jeronymo de Albu-
querque langa os primeiros alicerces da ci iade
de Natal, boje capital do Estado do Rio Grande
do Norte.
1C53 -Reune-se um conselho no Arrayal e
delibera que o almirante Pedro Jacques de Ma-
galh;s bloqueasse o po to do Recifo a o exor-
cito se apoderasso das forliflcagihs exteriores
da praga.
1798 -D. JosJoaquim da Cunha Azercdo
Coutinho loma posse da diocese de Olinda.
18S3 -Comega a se- publicado no Recife o
jornal Typhi Pernambucano, redigido por Fr.
Joaqum do Amor Divino Caneca.
1848 Toma posse da adminislragao de
Pernambuco o desembarga ior Manoel Vieira
Tosta, depois barao e marquez de Muritiba.
1899 Sendo insulliciente, e acliando-se
arruinado, o edificio que servia de asylo aos
mendigos, langa se ueste dia a pedra fundamen
tal do novo edificio para um Asylo de Mendici-
dade no bairro da Doa-Visla.
Da SG
1631 Tresentos hollmdezes sao derrota-
dos, por uraa farga nossa, na Varzea, perdendo
50 homens.
Enlrc os nos.-os forii!o3 achava-se o capitao
Henrique Dias.
KEVISTA DIARIA
Bas testas -V lodcs os asignantes de-
le Diario, i todos os seas leitores, e i todos os
empregilos di enpreza, enriamos d'aqai os
nossos mais respetosos comprmeolos, dasejn
do-Ibes M;:is-inis 'e.ias da Natal, acompanha-
las Je robasta e rigo'osi sanie e de todos os
Imaglaaveis bens.
Qie taos votos Bejiavoovllos e homologados
pela Redernptor da hmaollade, cajo nasciaiea-
ti comm^mora ho]e a 'jnstanlide e que todos
p;ssanos repetir taes compriaieatos durante
Higos anuos, ao os nossos mais paros intuitos,
o mais cordiies anhe'os.
Bis festas.
Sabr choleraPela teleg'aami do nos
so lorrfspoadr.n'e, datado da li do correte, e
b je publicado na competente secgao, verao os
oo-s:3 1 itores qae o eoreroo da Repblica do
Uroxoay, re'OQTeceDlo estar infeccinala de
cbalera morbus a R-pabiica Argeada?, acab de
d cretar ama qaareateaa de 5 das para os na-
vi as proieleales dis portos dessi rapsblica.
Assim, Claro qae o U-agQjy dea razao ao
B azil na decretagao de idntica providencia ; e
li .afora de duvas qaa o goverao b'azileiro,
aglado por aquella for ni, nao se deixoa i*ages-
tionar por oatros motivos qas na? os de iateres-
se maior da bjgieae piiblisa lnteraacional.
Cabero, portaato, derruidos pe 1 prcpna ioa-
nid>de, una tantos casiellos qaa al levlanos andavam a erigir centra o governo na-
cional, a proposito 4 ^oa-erjlena pira p.ice'
deneljs a-geminas, diodo como perturbadas as
d r do Estado ; do D". Coperiino Cintra ao D .
Gaogalo Lagos; deele ao meamo Dr. e ao Dr.
Miguel 'eroamboco ; deste a tod. s os ieoa boas
amigos e carentes e sois Exmas. familia* ; do
Dr. Cssslaoo Lipes ao Dr, Liberato a Mat'o,
qaestor loteri 10 do Estado e digno socceesor da
Dr. Jado de Mello.
0 ohmio brinde foi levantado pe'o Eira, eo-
reroaiir do Estado Exoaa. e.'posi do Dr. Mi*
gnel Pernambuco.
Depois do jantar, dorante o qaal tocaram as
bandas de ma-ica dos corpos poliche, liveram
comeco as daosir, qce se prjloagaram at alta
noite.
Fot, pols, como se v, urna brilbante testa a
receigo dos daos llluitres depotados por este
E lado, aoi qu es reiteriuios os oossos cumpri-
mentos 1 niao Commercial Essa asioclagio
commemora a 31 So coi rente mes o 2* anoirer
sario da soa installagai, dan 1o um sirio dan-
sanie pira o qaal esta se p-tparaa Jo de mo :o
to nar essa festi expandida.
So nos gratos i fjuezi do convite qae nos foi
dirigido.
Companhia de Drogas e Produc-
tos ChinaieosO s.-. Praaclsco Maaocl da
Silva, oigno e nooraso giren a desea Gompa
ntiia, teve a amabilidade i'e dirigir nos do car-
iao de camprimentos de tis festas acomp
ntiando-o de 3 exemplares do nelltssimo chrono
ro itendo o almauaik d desfolnar para 1895 o
qual mandoa expresiamente i p-1 uir pa mi-
mo ao- fregares da mssina Cumpaobta.
E' eole uai dos mala liados de osamos teos
re: bido Representa o enroo oma acrosata
endo o pavilhao nacional r/oma das raaos e eso
equilibrio o'utna corda bimba, todo bem dse
oaado coll :ri to Hoamente.
Asradecendo a lemb-aoga, relrlbalmos os com
prlruenios.
A Estaco Pelo piqoele nacional Brazil
recejemos u o. ti, de 15 do correal le-si ex
cellen'e revis'.a de molas, da qaal ato a'xateA
oriaclpae na Capital Federal, os Srs. II. Lira
serts & C.
Alm da parte Iliteraria, nleress-mte e 0H1,
tr.iz especim ns de Kurinoi e deseiilns para
diva-s^s irabilbaa de agu ha.
.Iurisprudenf a Di M celo ti vemos os
m. 19 e 20, de iNj.bm.-j e 16 do correle, des-
se semanario, cojo lummario 6 este :
N. 191 incompetencia da pirt tff'Oiila
para iuterpor qoalqoer tecorao no processo cri-
me por deaoocia do promotor; incompetencia
do promotor qaao io em caso viceversa o p-o-
cesso por qaeixa da parte, artigo, pag. 147;
1Iden quaolj a pnmeira parte, aceordao,
pag 148; 3aegao de indemnisagao em vuta-
de de res i'li do cont'acto de arrendamento
por otidade publica ; locos ees antes e dam-
ao emergente a perdaa e eateresias; o 10 po-
qae ce compotao; desaecess.dade da liquida-
la', entenga e a^cj.-daa, pa?. 149; 4 Nao deve
o jui'. aomir no p osegaimento de oma aeco
qoindo o rea compaecendo em joizo coafessa
e faz entrega da cansa pedida, seatenga, pa<.
151; 5 Qiaodo o jul^m-rato na nullo pi-
nao tero jaiz coaiiltado Jis parla* sobre sea
am.uea'.o, uceo.nao, pa< 152; 6Proseas] de
oppi.-igo de impeJimento do casamjnt) civil,
pag. 131 ; 7-L-gisiagao Estadoal, pig 154.
N. 20-1 Necea idade da reforma de oosso
reiment] de cusas, artigo, p^g. lo ; 2 ac-
gia de ln1em:>isjgao entre bersos coatiaaCtes
ao proprietarto e nao aoi-seos lavradores cora
pete promover a aegao, condigSes Itgaes para o
deaforgo pessoal. aj comprado' da cooea cotn
a clausula de respei'ar o arrendamento asiste
o direito de usar dos meioi legaes em defeza
da po'-e, repoo8abilidad.e penal e cm", a'i-
teaga e aecordio, pag. 156;aegao n.lid.tle
le codicili; a omissac da formlaboin, firme
e t>lioso pode s r substituida por vauvrai
eqaipoleatea, acujo ostros cuja eai sao ni
em qoe lio nabres floi pred3mlnam, reaiison,
no da 22 do correla, as 7 horas da noite, os
examea ce 1 grao.de algons alumnos de soa
aula noc urna, confiada os codadas do Sr.
pro'essor Flix Jj qoim F-rreira de Cirvalh.
O acto foi presidido pe j nosso colleja Manoel
A'ao, socio honorario do Montepo, seol.xa o
amioadores oomeados' o profeasor da cadeira e
o profesior Joao Baptlsta do Espirito San'o.
O julgamento da provas den o segoiote re-
sultado :
MauoH liooteiro de Sooza. Sev<>rioo Correia
de Araojo e Jjaqaim rellppe T-.ixelra, adan'j'
do.
A sede da Montepo achare, quer Interna
qaer > tiernamente profusamente ilamiaada e
uecorada.
Passa ment -Parecen boaiem o enge
nbelro civil Dr. Prancisco de Sooza Reis, per-
nambucano de nasclmeoto, e habi issimo na bqi
prorlseao, a qae boorava pela sua inteligencia.
Ejercen diversos cargos as estradas ae ferro
SoleCeotrsI de Peroamboco, e oJnmameole o
de ajudaote do ebefe do distncto de portos ma-
rtimos.
Tioba ce ci de 40 annoa de Idade.
Paz soa alma, e aceite soa familia nossas
condo'pncias.
Revista ModernaTemos sobre a mesa
de traoaibo o n. 5. noo 1, desai bem trabalha-
da Rviati cojo aammarl dimoi e sezutda :
Olympio GiivSoDe Abg-eistr-n fpoesia).
Perr la JonorScona tri'te
A- de Carralbo AranbaP'imaros (oneios).
Uanoel A-ao-No lago (phautasia).
Jo&o CavalcaiteR linas (soneto)
P. A Pereira da Coila PilhjAigomas notas
acerca do roe bolo Brasil.
P. MiroiilCalembour.
O'v'noio (a:vSa=Da Peraacba;> a Se-glpe.
" I-'allcciiuento-No monleipio do Bonito
Vlieceo oo da 9 do correte, no engenbo Be
Um de Mar'a, D. tfarla de As.os Coolia, ree-
peliav I g-nn jm, esmsa do noastada agricultor
coroael Antonio Fraoeiaco de \asis Fereira
Afinada era ama senhora d stlc'a pelas qaa-
lidades ,qoe enoalteciam o seo carcter.
P'tam"* a sua firnili'.
Estndantede Medicina -No paquete
Hras'l en oo ante-n^ n'e.u da Bibia, onde
eta torsando o Facoldade de Medicina, o nosso
conterrneo Sr. ftt da Silva N ve3 Mauta.
Agradecemos-lhe a >laltl que 003 fez e com
n'imeotaml-o. bam como a aeo digno pal Sr.
Jovi nano d Silva Manta.
Pedro do AssiEse d siincto roos'co.
noaau ooterraneo, acaba de prestar exanse com
ptimo resoltado no conserva orio de mus!ci da
Capital Federal
J f xiraio flautista, como vileneleu-se o p
ven cooterraeeo qoanio aqoi e'teve f-endo
nartc da orcheatra da cotnpauhia Souza Bastos,
agora a C03ta dos seos esforgos acaba de ter
mis oma confirmado de saas babilitagSes.
D' qoi Ihe enviamos, poi. o nossos pa'abens.
Com a bocea navbotijaHontem o Sr.
afees aia, soodelegado do Kecife p-f n leu na
o:calao em qos fnrtava oma caiga, o iadlvidoo
Jos Marcello de Olivel-a qoe se arha reeolbido
a Casa deD'tengao.
O objecto fuado foi entregue ao compe:eote
onn.
Inimisos da ordem-A mesma aotori-
dad.i fez a-ender ambem os indivlioos Jarony
mo dos Santos Leal, Maooel Len e Jof Rodri
enes da Silva par dls'arbios eembriaguez Cons-
tancia Ma-ta da Conceiga\ Piorenna Regina das
Santos e Francisco AnsUde* de Mello por em-
brlaga^z e cffensa* a moral publica.
Leslo de Soccorros Mutuos dos
Ollii-iaes da Guarda Niacional -teta
aanctacao fuocciooou na lerga-feira alnma em
asa m lea ge al, sob a presidencia do Sr. M jo-
Lonidas Loorelro.
Detxoo de ser ilda a acta aaterlor por achar-se
constitoe nolli late, seoteoga e accordao, pag. lente o Sr Secretarlo e nao a ler eovlado i
f9 7/4 739,-32 J0.5 7&
12 28,M 759.-31 20,70 74
3 t. 28,c'7 757,-76 20,39 71
6 270,7 758,-OS 10,01 73
f'roperatura minima 26,00 The/mometro
desabrigado ao meio da-
Temperatura mxima 29,75 Ennegrecido
61,'5-Prateado: 41,4. "
Evaporago em 24 horas ao sol 7,-8 M som-
bra 4-i.
Chuva nulla.
Direcgo do vento : ESE com interrupges
de 12 e SE durante todo o dia.
Velocidade media do vento 6-70 por se-
gundo.
INebulosidade media 0,5.
Boletim do Porto
Prea-marou Dias Horas Altura
biixa-mar
S. M. 22 de Dezembro 7 h. 35 m. dam, 0. 70'
P. M. de i h. 43 ra da t. a, -05
Casa de Detenew Moviraent dos
presos da Casa de DetengSo do Recife, Estado
de ,Jernambuco, em 23 de Dezembro de t*94 :
Existiam....... 452
Enlrarara....... 21
Sahiram....... M
Existem....... 462
A saber:
Nacin aes. ..... 414
Mulheres....... 9
Estranaeiros...... 28
Mulher........ i
Talal....... 462
Arragoados...... 415
Bons....... M
Ooentes....... i6
Louco........ t
Louca........ 1
Total...... "15
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Jercnymo Jos dos Sanios.
Francisco Ferrcira Cavalcanle.
Tiveram alia :
Mmoel Jacinlo Ribeiro.
Eduirdo Candido da Silva, conhacido p.r Al-
fa ale.
Manoel Francisco dos Prazeres, vulgo eco da
ipotinga.
Foram visitados os presos diste estabeleci-
raen 1 por 18o pessoas sendo.62 homens, e 123
mulheres.
SPORT
reagoe3 entre os dous
palzea. r^lagS-s que,
telegrama)!, sao optl-
como nos lofarmon ou'.ro
ma*.
T a toda imaor'ancia esaas noticias telegra-
paicas, e pode-sj diier qoe conslituem om bom
pre lente de (estas.
Autoridades Polieiaes-0 Sr; Dr.
Secretario da Justiga, Negocios loteriores e In-
stroogao Publica, por acto de 23 do corrate, e
de accordo com as prooostas do Dr. Qaestor
Policial io termo, oomeou aa segu otes autori-
dades :
Aotooio Perreira da Costa, 3. soppleate d-
sabdelegado do 1. dlatricto de Aogados ; sendo
exonerado o a:taal.
Francisco de Paola Sonta RiQgel, para o cargo
de subdelegado do districto da Tjrre.
Jos de Mallo AlDuque-que, para o de i. sup
pente.
Jo N colo FerrelraG)m-s, para o 1e sable-
legado do 3. dlatricto da G ac; sendo exone-
rado, a pedido, O actual-
Teneoie Maooel Waldoaldo Soares para o de
2. snpplente da sooielegado do i. diatrlcte de
S. Jos. ,
Luiz Crrela de Araojo Mello, para o de 3.
euppleote.
A do no Garaldo de Lima Minie', para o de
subdelegado do 2. districto da Grac.
Celso Mi.beuj Fecrelra, para o de I. sop-
plent.
Prurii^accs de prazo -O Sr. Dr.
Sicretirio da Joatiga, iegoeiua lateriorns e la-
straegao Publica, pr porua de li do correte,
prorogou par oito dias o. praao marcado ao Jais
de Direito do Maaicipio de Salgueiro Bacbarel
Taoinaz Loriaoo de Sooza, para eotrar n > goso
da ncenga qae Ibi foi concedida por acto de 3
de Ntemb-o ultimo.
Deputados ao Con^resso Federal
Efficiirameute cnegiram ame nuatera di C<
pital Feleral, no paqoete nacional irasil.
acompaobados por saas Exmas. Pamili*. o
? o-sjr amigos Drs. Miguel Jol de Almeida Per-
nambu;oeJoi de Conertiao Caaltso Ctotra, ti-
los res depatados o Cmgresso Nacional por
eile Estade.
Ao desembarque de ambos, qae se effe^taao
no Arsenal de Mari..ha, compareceram g-aode
nu Lero de amigo e membros das resptcivas
rimilias, qae os compaaharam at
deacias.
Eitre mvitas oessoaa gradas qoe foram re*
cebel-oa nolamo* : o Ex.m. Sr. D-. governador
do E>tido e seos t es secretarios, o Dr. qaestor,
o :o3peclor di A'fandeg, o prefeiti do munici-
pio do B elle, desembarga lores, jotaes de direi-
to, cheles de reparflgoes publicas fe<*eraei e es-
tadoaes, etc., etc.
No Arsenal eslavam pos'adaa nuas bandas de
msica d.s corpas policiaca.
Os recem ebegadoa .0 mullos, amigjs foram
em bonds especiaea at o p lacia do governo,
onde se eocontraram com .ou'ros amigos e p-
renles.
All foi servido om esplendido almoga, em
que loram trocados moos brindes. Ballet, tando-
ee es aeguiatea : do Dr.-goreroador do Estado
aoi illus rea eeem-viodot m D.-. Miguel Per-
dambaco ao Dr. governaipr como salvador da
autonoma do Estado e sosteo'accl 1 da Repoblr
ci Federativa do Dr. Jolio ds Mallo aos illas*
tres candidatos do Partido RepuDli:auo Fe le-ai
ao Congresso do Estado, all pre entes, do D'.
Biaoor de Mideiroa ao Dra. goveroador, Ju'io
de Mello. Caper.lao Cintra e Miguel Pernambo-
co ; do D*. Cope tlop Cintra a todos os boas
pemambocaco, qoe se achavam ao lado do dig-
no gnerna'ior do Estada, na defeza a cosa da
feieragao; do Dr. Alfonso Cosa ao Eim. go'
ernador do Estado
Depois doalmigo foram todos em -b)nd->
espe:laes acompanbar o D.*. Miguel Pe-nambuco
e soa Ezma. familia at a casa de residencia do
seu digno filho o Dr. Pedro Pernambuco.
A's 6 horas da urde (el all servido opparo
158 4-a'grava da seoteng:a qae juiga mpro-
ceden'es os embargos cop-uin ao a-rt.to i -
regala-ida'e, 1ci qoe regala o arrecio civei.
sua prova lateral, aecordio, pag. 161 ; 5A
(uta de contra-t nao nullirici a segunda c;-
iigj qiao.o o citado recuou a em p imeira,
seoteaga e accordo, pag. 161; 6 Imoosto du
tran.-mi-sao de proprledade .pag. 161; 7 Ls
j|-ijcno KstadU'l, pag. 162.
Fabrica de chapeos de sol -Pela
seguiuie carta commoni oa-noso S*. Joe F-
r brica de chapeos da sol, i roa Birao da Vi
'-ra, ter transferido don. to para o o. 17.
tai tdianeiecimea o. cuja .prapo gOes e apro-
ri8lonmeQto foram augmenta 1 js e coaslaera-
velmeo'a meloradoa, acnando-ie agora em
condlgoes de satisfazer com a mesan bren iade
todas ae encommeadaa.
Acompaobandp a citada carta rea, como
mimo da festas, oma elegante cartera de couro
da Russla, floeza qoe agradecemos, retriboiodo
oa comprimentoa do Hoal da mesara carta, que
deste- tbeor:
Recife. 15 de Dezembro de 1894
> Itlm. S-. redado' do Diario-de Pernambuco
Amigo e S. Teono o pr qae echo transferido a adoba casa de neg i e
laDricx e cnaoeos de sol qae mala d- 30
aonos era eatabelecida oa roa do Bario da Vic-
toria 0. 15 cara o n. 17.
Passando igr-ra por grandes melhorameotos
(\H9 se faitam oecessarios para satisfazer com
rap da execocao aa anas moito estimadas or-
dena; acabo de montar ama tabrici com pe
soal haoilitadisaimo.oara qae poasa com promo-
tldio executar com moita nressa as soas esti-
madas ordena, coa*, aa qoaes desde ja moito
Ihe agradega, garaaiiodo-lae qae nao pooparel
esforgos para Ibe aiaegorar qae sero aempre
oem servidos em pregos s-rieaae e pe-'eigi.i.
Aopro'eitaa lo esta o^ca.ilo para Ibe desejar
fehze festas e boas entradas, da aaot e a S.
Sama, familia*
Sabscreveado-me com moito respeito, aoa de
V*. 8. amigo, atienta e cruadoJos Ferreira.
Unio ry-pos-rapliica Eaviaram-nos
a regu'ute Caria deasa aoaeiilo e qoe publi-
camos :
8rg. redactoresAssoaialo a presiieo'ia
da Jiao Typograpbica Peroambucaoa, ao dia
Il do corren e, em sabatitatgao ao vice-pre.si-
deote. pege-vos qae tornis publico por vossa
canceituana lolha, qae a mesma sociei de, este
aun j, deixa de, po- motivos superiores, faser a
ommemoragao oulcial e solemne do seo 2.
aaoiveriario de existencia.
Emretauto appresaa me em declarar vos qae
tai deilDeragao longe de sigoilicar um< quiia
social, oa falta de meioa apropriado, apeoae o
resueno qoellc motivos da qae cima fallo. {
Ni mus, illamraaremi* a fachada do edifi-
cio em qae faaccimamas basteando tambem o
estandarte.
AgNdecendo a publicacao deatas linha*.
Seo de Vv. S', ele Jare Antonio Cataican'e
i. secretarlo em exe'dcio de presidenta.
Companhia ModenaCom a represen
lU resi-3tagao do afamado dramaMaria Antonietaet-
e-treoo no sabbado ultimo, 00 tbeatro Santa
Isabel, essa comoaubm.
O desempeabo da pega em geral poae-se sffir-
mar qua foi moito boa. agradando geraiments
a platea, qua no regateju api;aaos aos ar.is-
las.
A S-a. Tiozo, 00 papel de protogoniata, Ma-
ria Antonieta, fol-se po d.veras corregi verdadeirameote admiravel, qoerqoan
do revela-se, interpretando os saatimento* do
persoaogem. a mulher altiva e ladotnavelmente
orgolhosa, quer qoaado deixava-su apater nos
irauses sup-emo3 da soa dr, esoecialmeote Do
mom-oto em qoe o saateiro-Simon a ira--e ao-
ore ella para roobar-lbo o rimo3 Sra. Tiozza
acune em tolos esaes ranses, com pe'spicacia, comprehender. e interpretar o aeo
diffi il papel.
O S-. i Mi lanbem merflcelor dos meamos
elogios oa papel de Li z XVI qoe Ibe c uba.
A'tita, incon'estarelmenle de multo mrito,
revelo se como tal no tea

passigeos verdaleiramen'.e commoved)-a e a
qoe o dlgpo ar.ista lao psrfeita Inierpretagai
soute dar. Entre atae citaremo? o mom-a b em
qie Lili XVI depide se de ana e*paBa-a;ena
chela de no extraordtoa-io vig >re p-ra cojo
caoal desempeabo coacur.-e am tolos oa artlsics
qoe oella tomiram parte.
Entre os ar.isus.qae rcpre'eota'am papis
secoadarioa, al qne cooorreu por veies para destruir o effe'to
de algomas aceaa?. Toiavia, antea de Ursina
esta rexenba di esir'.'ta^entaremas alodao >-
lisia qoe rep'eseotoo ,0 eajateiro Simn, qoe
compenetroo se lotdrameri'e e soube der bem
juntar, neudo ao desseru levaatidos, eotre oa- regalar deaempenho ao sn oaoel
tros, os aegain'.ea brindes: do deoniddo federal Montepo dos 0peraros Cigrarrei*
pelo Ceira Dr, Gongalo Lagos ao Bxm. governa- ros de Pernambuco -Bita astoclagid,
*

>* '.
sessSo.
Occopoa a cadeira de Secretario o Sr. cap
io Magalhe?.
P.-esenUs os Srs. coronel Bario de Nasarelh
e alferea Bernardino de Soma Ribeiro, Bzeram
oa ioiciagao seodo, pelo orgo da casa, felici-
tado .
Usaado da palavra o Sr. coronel Barao de Na-
zarrtlijagra'e>n essa destinegao que ibe ira
fetta, terminando p 'r ollerecer oa aeoe amigos
a Legio; em seguida o 3r. Presidente coogra-
tolaado-se fez entrega dos -especiiioa diplona.-
aos Iniciados.
Apreaemalo o balausta sem^i'ral demon
straalo am sald 1 satislactorio foi oaiaimym nt
apirovado. A em do ^aldo conhecido hi mais
de 600/1000 reolnidos a dixa Ecaoomici, per-
tencente ao Monte-po di Lsgiio.
Tratando se do tim especial da aesao, f \
apresentada e discutida a emenda qaa da direito
ao so io simples discotlr e apresenlar qaalqjier
Ideia, emenda oa rerogagao qaa eoten ia, oio
poiendo, porm, votar; direito este qae aomente
astisie aos membrss do cooselbo. App:ovada.
Em seguida foi inauguradj o quad-o repre-
sentando as pbo cadores da S-ciedaie: tenantes Prancieeo da
Nativliade Saldanba, Paultoo da Silveira Plato
Joao Salasnaao Lopes Barros Ribeiro Gaimarae
e al-rdo Leandro Jos Honorio da Sampaio.
Depois de'iraiar-aado 00 ir os assomptos (01 en
carrada a sasao, aialtima deste aoao e desigaado
o da 15 de Janeiro de 1891 para a pnmeira do
anno viodooro.
A commiaaao Iniciadora, entao, coovldou os
prstales para tomarem um copo de cerveja,
sen 10 eo'So trrcidoa di.e-sos brindes.
Exanea primarias -Roaiiuraao ?e, no
dia 15 ao corrate, oa examea da *sccl. parti-
cular do povo ido de Cortea do municipio de
Amaragy, rogida pelo ex-orofeaaor dudi*o mu
nicipal Maooel Corrala de Qieiroi Barroa.
0 acto foi prendido peio promotor publico
Dr. Joao Capistraoa de Soasa Ribeiro, serviado
de delegado Iliterario e examinadores o profea-
sor Jote Baierrade Oliveir'a e o da cadeira.
Depois de jalgadu aa pravas escripia* e oraes
dea o segaiote reauhado :
l" grao B;roirdiuo de Seoaa Moora Barba,
mnitc adiantado.
2* grao Joa Graciiaoo Mnteiro, Joaqoim
Oodou a* Moora Borba e Maooel Severiaoo de
Moura Boraa, moito adiaotados.
Na da 17 de eorrente, parante a commia-
aao examioaiora cotnposti do delegado latera
rio, capitao Ju.eaeio Aorellaoo da Cooba Casar,
do examinador prolessor Prancisco Marqoes da
T-indade e da respe Uva profistora D. Francisca
P. C. L'ma.. procdderam-seaos examea da escola
particular do seo fe moi00 da freg* ia de 5.
Jos, cajo resoltado foi o seguate :
1 graoMaria Jote Diolx e Thereza Cuma
raes, pie .menle.
3 graoMaria Amelia de Oliveira Gaimaraes,
plaoamente.
Sob a presidencia do profaasor poblico
municipal da fregoezu de Santo Aatonie, F1111
c seo Msrqaes da Triodade, procede-am-se no
dia SO do correte aos exames da escola mixta
particular da freguezia da S Jos, regida pela
professora D. Joaooa M. da Silva.
Foram examinadores a profe>aora da cadeira
o o profes.or em dpioibiladu M-iooei Joa
Mirtios, cojo resaltado foi o aegumta :
I K- o'lenta Clara da Silva Brillo e Jallo
Manoel Pransi-ci de L'ma, disunciai.
Casemira doa P-ssoa Lima, Jos Estevao Gj-
mes dos Saotds, Jorge Oliodiao Bette.icuart e
Miaoel a irte de Caatro. plenamente.
No d a 31 do crreme reazaram-se oe
exames da escola particular da f ejuezia de S.
J -s, regida pelo profeasor Joao .Cbrysostomo
Cabral.
O acto foi presidido pelo cap ao Javencio
Aurellano da Cao"* Cesar, delgalo IMerario
e aerviram de examinadores o profesaor ua ca-
deira e o profescor Fraoeiaco Mirqaea da Trie
dade.
O reaaltado foi o seguate :
.,! graoAotcnlo da Silva Ramos, Manoel Pau-
l de Mello Moateiro e Sevenoo C^etdeo F. Chi-
v8s,-di8tincgao.
Jj Victorino dos Sanios, Manoel Jcaqaii
Pereira NettO, Alfredo da Silva Qiei oa e Liaa-
oio de Oliveira J. P/imo, olenamente.
3* graoHenrique da Silva Santos e Jos Eli-
sio de Alooquerq e Qaeiroi, di8t.ln.g5j. *
Josa Eugsoh 1\ beiro, Elgard iu~ro o de
Mello Reg, Wberlo Birrello de Melle Re
los Ayres.Piqto Monteiro. pluiament".
3* graoFraocjico ae Lima HoMbo, plma
mme.
Inspectora do ^istrioto niarl
timoRecife, 21 de ssembro de 1894
Boletim matefeoloeco
Heros. Tert* centi- Barmetro Tento do aumi-
orado (a 9) vapor dade-
6.m. 6,'6 758,-iO 0,0l
'
llljaporlromo lo Campo C!raudo
23.* corrida
Cero, essa corrida electuida no domingo ul-
timo fechou o Hippodromo as festas hippieas
no cadente anno.
Reniou aordem desejavel.
Com regular concurrencia teve animagao bas-
tante o movimento das apostas
BaiUtidas 5.i:i9 poules, apurou a importancia
le '".i93000 nos paraos que realisaram, poia
uo correa o 6." por alguns (orfaits ios animaes
inscriptos.
Fot este o resultado da3 carreiras :
1. pareo1.001 metros. Premio 250*000.
Foi vencedor era 75 i/" Conquistador, jockey
Manuel Miranda. Poulw 1.' 2)#30l', e i.- 100.
Dasti yer em 2 26/100.
*. pareo -.lOn metros. Premio >50000.
Foi vence lor em 82" Galelte jockey J. Marce-
lino. Paule l. 7#t00 e J." 7*00j. Vingador
em i. 9*700
3." preo1300 metros. Handcip. Premio
300i}00. Foi vancedur em 8." Triumpho, jo-
ckey K Queiroi. Poule.1." 89*100 e i.* 29*600.
Piramon em i. 5000."
V pareo1.200 metros. Premio 300*000.
Foi vencedor era 89" Balhory, jockej Luiz de
Franga. Poule 1. 22*800 e i 13*100. Cingo
em i. 9*500i
5. pareo-1.8r,0 melros. Handi'cap.' Premio
500* (.0. Foi vencedor em 139" I la, jockey A.
de Fn.oca. Poule i." 22*W0 o 2. I2*u0i. Ma-
laio em 2." i2io00.
7. pareo -800 metros. Premio 250*001 Foi
vencedor em 57'' Palhago, jockey J. Marcelino.
Poule i. 9*300 e 2. 6*200 Conquistador om
2.' b*90O
8." pareo.i.OOO metros. Premio 2S0I000. Foi
vencedor era 73" GaJetla, jockev J. Marcelino,
fouk 7*100 e.i. 6100. Mascotte em 2. 9*000.
Prado I'.'iMiini'iuciiui
Para a paja grande corrida anniversaria do dia
6 de Janeiro prximo cncerra-aa a inscripgao no
dia 2D do eorrente.
O prnjecto de inscripgao acba-se inserto em
oulra secg&o deste Diario.
i'lliUiUlh I PBPIDO
Partido Republicaao Federal
O partido republicano federal or-
fanisou,:a seguate listado seus can-
idatos '.prxima eleir;5o de deputa-
dos e snadores deste Estado, que
deve realisar-se no dia 10 de Janeiro
prximo.
Na or^anisacO'd-ssa lista foram
quanto possivei attendidos os serv
qos e o merecimeno dos candidatos.
a homogeneidade e cohesao de vis
tas e interesses polticos do partido,
no intuito de se constituir um con-
gresso que desempenhe a magna t-
rela que Ihe incumbe de completar a
organisaco poltica e administrativa
do nosso Estado.
Certos de vossa. ic.l'-^v'i aosprin-
cipics do partido que se resumem no
patritico empenho de firmar a Re-
Sublica Federativa as bases da or-
em e do respoio*ios interesses con-
servadores das instituices, confiam
os] abaixo assignados que daris a
esses candidatus o valioso apoio da
voss o suffragio e esforco na extenso
da influencia de que dispozerdes n'es-
se municipio.
PARA SENADORES
Dr. Francisco Tefxeira de S.
De. Eduardo Augusto de 01 veira.
Dr. Antonio Jos de Almeida Per-
nambuco.
Dr. Constancio dos Santos Puntual..
Dr. Herculano Bandeira de Mello.
Albino Jos da Silva.
Dr. Luiz Salazar Moscoso da Veiga
Possoa.
NA VAGA DO DR. GOMES DE MATTOS
Coronel Silvino Guilhprme de Br rros
(Baro de Nazareth).
NA VAGA DO VISCONDE DE TABATINGA
Dr. Joo Baptista Regueira Costa.
PARA DEPUTADOS
Dr. Jos Marcelino da Rosa e Silva.
Dr. Joaquim Peroira da Silva Guima
Dr. Jos da Cunha Rabollo.
Dr.Elianor de Medeiros.
Dr. Lourenco Cavalcante de Albu-
querque.
Dr. Elpidio de Abreu Lima Figui-
reflo.
Dr. LeopoldoMarinho de Paula Lins,
Dr. Antonio Augusto Ppreira da Sil-
va.
Dr. Affonso deJBarros Cavalcante de
Albuquerque.
Dr. Celso Florentino Hennques <}e
Soalza.

i





"
___l -W JJU
S??
Piarlo di Foroambnco Terca^feira tes < Dr. Justino da Motta Silveira.
f>r. AffonsDGongalvesFerreira Costa
Dr. Antonio Vicente Pereira de An-
drade Jnior.
Dr. Godofredo Moscoso daVeigaPes-
soa.
Dr. Estacio Coimbra.
Dr Julio Antero de Medeiros Furta- araam a pama.
Faz .T a repblica no coracao do p-ivo, isto ,
trnala amada do povo, fazen.lollie sentir
era scu
hoje se
do cerehro da revolocao como Minerva do ce-
rebro de Jpiter.
E' preciso anda que, quil a veons mylholo-
gica ella surja das onlas do ocano da vonla-
de.popular, como liilia legitima da democracia
e t:\ snpremo de libeidade, de justica, de
paz e de frolernidade
E' esta a grande obra qui est por rabaUar
e que bein -neroce todas as solicitudes dos que
do.
Di. Francisco de Carvalho Goncalves
da Rocha.
Manoel Rodrigues Parto.
Coronel Jos Francisco Pinheiro lia-
mos. _
Coronel Francisco de Assis Pereira
Francisco Tiburcio Paulino de Mello
e Silva. ,.
Manoel Antonio de Azevedo Jardim.
Antonio Bertholdo Galvao.
Gaspar Cavalcante Peres Compeli.
Tenent-coronel Francisco de Arau-
jo Lima-
Em 11 de Dezembro de 1894.
Dr. Joaquim Correia de Araujo.
JoaquinaJos de Almeida Pernam-
buco. j-,.,
Dr. Francisco de Assis Rosa e Silva.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Jos de Cupertino Coelho Cintra.
Dr. Antonio A Pereira de Lyra.
Luiz de Andrade.
Jos de Medeiros e Albuquorque.
Francisco Cornelio da Fonseca Lima.
Dr. Marcionillo Lins.
Francisco Teixeira de S.
Eduardo Augusto de Oliveira.
Felippe de FigueirAa Faria.
Partido Republicano
Recife, ti de Dezembro de 189*.
Cidado e correligionario.
O directorio do partido republicano, conscio
de bem interpretar os sentimentos desse par-
hdoresolveu pleitear a eleigao do depotados e
senadores ao Congrego do Estado, que se ten,
de realis" no dia 10 Id. prximo me. vlodouro
de Janeiro. .,
Os partidos polticos, qualquer qu
soa siU-aeao, nada tem a gautiar
^"partido republicano nao pode, pois, ficar
mcK qu. nao se trata da escolha "aquel a
jas mos vao ser entregues o. mais vitaes
"Lmar"Haeo^e-pela berdade, pelo bem
J?S em suma, sera desfallec.mentos, sem
urivewacO.-*. sem cobardas, e an ea com
dendo, com lirmeza e at cora ...mismo, uri
deve ser agora e sempre a nossa paiavra de
"omais graiet e transcedenles problemas
Uoiao. nao o e menos a dos legisladores aos
*repblica, se est feta as oossas leis es-
criptas, na9 est completamente eementada no
coracao do nosso poto. .,m.Ha
Sao bisa que elta tenha nasudo armada
se;a a
com a inac-
r.GJlMEM!0
tifa Coi
i I le rumia-
icrclsl
fcaco
OTACOKS OFMCU 10NT1 DOS ^""""
iraca 4o fieafe, IV dt Beumkr, it .
Jiobouvecotaclo^^^^
Algor- Pinta de L*ane.
O lecretariu
aaianio ueonarde Rodrgaos.
213:072 frascos doPei
toral de Cambar em
dous anuos
Durante o anno de 1892 a fabrica do
Peitoral de Cambar expeda para os
Estados do Brazil 8 379 duzias ou ..;
100:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias
ou 112:524 frascos, como o provam docu-
mentos officiaes em nosso poder, que
pomos disposicao do publico, afim de
que possa verificar a exetido destes
algarismos.
Esta a melhor prova da emeacia do
Peitoral de Cambar, pois que, se as
suas virtudes se nao evidenciassem nos
arena dos comicios eieiloraes e balen- ca os em que applicado, nao teria ta-
marilla e to crescente acceitacao publi-
ca.
O agente Comban/lia de Drogas e Pro-
ducios Chimicos
todos os beneficios que ella encerra
seio fecundo, a graude missao que
impe a toJos os bon* republicanos.
E aos legisladores, quer da Uni. qu:r dos
Estados, quer dos municipios, cabe o maior
quinbao nessa tao patritica quanto espinhosa
Qiis*ao.
K' aos legisladores certamente, que rumpre
moldar as leis e fater fructificar na vida na-
cional fraternidade em vei do 0MI1 ; a paz
eiu vez da guerra ; a tranquillidade e:n vez da
desorden] ; a justica em vez da inlquidade ; a
moralidade era vez da corrupcao ; a livre ma
nilestacao da vontado popular em res de sua
mysliflcacao ; a liberdade em vez do despotis-
mo : o bem estar do lo las as classes coi vez
do engrandecimento de algumas c da miseria
de todas as ouiras ; eintiin o respetto a lodos
osdireitos e a responsabilidade effectiva de
de todos os inlicis mandatarios do povo.
O partido republicano, vido de esperanzas
de um melhor futuro para a roa palria e confes-
sando no meio dos psrigos a sua f inabalavcl
na repblica com a raesina coragem, com que
os primeiros chrisios confessatam o sea Eeus
no meio dos mais atro/.e? supplicios, quer ira-
ter o seu controle de esforcos, de sacrificios
e al de s.ingue, para a grande obra da con?o-
lid.icao das inslituices republicanas, concor
rendo arena dos comii
do-se pela victoria de todos os principios de rao
craticos.
oji'endo em vista a eleirao a que se vai proce-
der no dia IU do prximo mez de Janeiro, o
directorio do partido republicano chamou aos
postos de combate deotre os seus correligiona-
rios aquellos, que, alm de se rcconimendarem,
como tantos outros, pelos seus nervicos a causa
do partido, tlnham ainda a seu favor condicOes
que Ihes erara peculiares no actual momento
poltico.
Eis a ch-ipa que foi organtsada e para a qual
pedimos os vossos suffragios e os de todos os
nossos correligionarios:

Para depuladis
Vigario Anin o Graciano de Araujo Goarita.
Dr. Francisco Leopoldo Gomes de Araujo.
Dr. Luiz Caldas Lins.
Capitao Manoel Jos da Cmara.
1 apilao Pedro Alexandrino de Souza e Silva.
Dr. Jos Antonio deOliveira Mendonga.
Dr. Joaquim da Costa Ribeiro Filho.
Dr. Joaquim Pedro Cavalcante de Albuquerque.
P ofessor Manoel Ruberto ie Carvalho Guima
raes.
Dr. I'horaaz Lins raldas Filho.
Dr. Victono do Nascimento Acciolj Lins,
Dr. Malaquias de Queiroz Barros.
Dr. Joaquim Laurenlino de Andrade.
Dr. Herculano d^ Oliveira Torres Gallindo.
Dr. Laurenlino Antonio Moreira de Azevedo.
Coronel Luiz Augusto Coelho Cintra.
Dr. Jul:o Cesar Parlado de Mendong
Dr. Manoel Machado Teixeira Cavalcanle.
Dr. Francisco Silverio de Faria.
Dr. Jos de Souto Lima.
Dr. Thoraaz Caldas Lins.
Dr. Olvmpio Freir de Carvalho.
Dr. Ansberto Rodrigues do Passo.
Professor Jos A Ivs de Souza Bandeira.
Fernando Barroca.
Para leadores
Dr. Malaquias Ant.nio Go calves.
Dr. Cosnu da Sa Pereira.
Dr. Francisco do Reg Barros de L.icerda.
Desembargador Hermag-nes Sacralea Tavares
de Vasconcellos
Dr. Jos Vicente Maira de Vasconcellos.
Dr. J0S0 Coimbra.
Ni vaga do Dr. Manoel Gomes d Mallos, viga-
rio Joao da Cosa Dazerra de Carvalho.
Na vasa do Visconde de Tabatinga., coronel
Francisco Vid I Aranha Montenegro.
A commisto execuliva
Ambrosio Machado da Cunta i'avalcanti
J. V. Meira de Vasconcellos.
Mam el da T. Pcretti,
Jos Antonio de Uliveira Mendonca.
Srbas tao Minoel do R. Barros.
de asiocar matcitaio e 2,500 daos com lO 000
ditos de dito branco.
IVossa Senhora do Huale
Provinimos aos devotos de Nossa
Senhora do Monto, que no dia 31 do
corrento ter lugar a respectiva festa
em sua ermida, em Olinda, com
inissa solemne pela manha e Tq-
Deum a noite, o contamos com o
concurso dos liis devotos para maior
brilhantismo do acto.
Mosteiro de S. Bento de Olinda 21
de Dozembro de 1894.
Frei Jos de S. JuliafBjtelho.
Dom Abbade.
----------------..---------------
0 Dr. Geminiano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambara
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que sofFrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano os da Costa. [ Belm do
Para ]
Extraccoes iuransferiveis
Importantsimos planos
Loteras do Minas-Geraes C* serio da 8.' 15:000f000
das Alagns 6.1- lotera 15:000000o
do Maranho 7.a lotera li*:00OS00O
de Minas-Geraes 13.* serie da 6.a 25:000*000
das Alagas 7.a lotera 15:000S'KX)
do Minas-Goraes 3.a serio da 10.a 40:0008000
> do Maranho 8.a lotera 12:00n$o:i0
das Alagas 8.a lotera 15:0'J030i)0
w^^ -
pur $800 22 de Dezembro
> 2SIO0 l'I
SbOO 25
4.S0C0 2G
240 27
41000 28
8^00 29
251)0 31
Bilhetes
m
CAS4SSOTSHO DE ORO
PRACA DA INDEPENDENCIA NS. 3 E 5
RE DA \ 'RTUNA
Ra I. de Mareo n. 11
Feriaba e uianaioc, ki o..
Graxa seb i. kilo
S. Gdima'2e.4 4 C 10 pipa* com i 7C0 litros GeoeDra, lu-o...............'......
Caatblo
Prc do RiCte
O Bdcci abrirn com a wia de 10 Ifl ao-
SKT. \8* USfo a -i
jeto Looooo Ri'er Pl te
O movimeolo bavido
en nosso mercado foi
tapaPd partiflal.rjlo conitoo negocio.
t labea de geoero
>ra ana**
lomear
lamas por 15 kiii-
g,r>ii.rtn por 15 kiloi .
llnrDco, Weo dem. .
toaeooi, dem. Idea -
IlaKavado, dem, idem.
lroto seceos dem idem
Unto melado, idem, dem
fltame, dem. idm .
54300
54000
44700
.3*700
5*700
1*700
1*700
1*300 a
5*800
*100
5*800
4*000
ZM0
5*300
1*800
1*500
Aleada*
Colamos nominal a 9*830 por 1S kilo.
leool
por pipa de 488 litroi 70* Bda.
For pipa de 480 Uires 160* enda.
fleceos salgadas aa bise de 11 kilos 850 rls
Verdea a 408 ris, osslsul-
Carnauba
Coiaie de S* a *000 por 15 Uto.
el
Por 115*000 nominal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
8CAR E ALOODaO
Mez de Dezembro ^^^^^
Barcacas.....
favores .....
axiimae .
ifttlrada de Perro Central.
livm de S. Francisca.
ld,im do Llmoelro.
Bomma.
1 a
s
s
a
a
i
a asa- AlgO
car dio
K Haceos Sacca-
12 135(09 164S
1! 1833
11 7(01 689
11 134-6 740
li 104965 M
19 85S7I 6974
349343 11968
Eiporiaco
Recife, 14 de Detembro de 1894
Para o exterior
para Sooibamptoa,
para o
par*
a= Ho vapor logles Nile
earregoa :
A. Q. Jardim, 500 abacaxls.
No vapor fraacez Pra.agoa*.
av;e, carregaram :
B. Bntoer*, 400 cooros terdos.
iernel & C, 5 oarricas coia aiacaxli.
No fapor iogle Willlam Aonig.
iReTT-Yotk, car reg ram : .tnnni
P. Carnelro & C, J.000 asccos com 110,000
kilos ae ucear mascasao. w*o. Vu.
P. Pas Brrelo. 1000 saccoa com 75.00J k.lor
lie assacarmasc atado. _...... ,
A. Xavier, WOO saceos com 75,030 kiloJ d>
tasDcar mascavuoo.
U. Briga, 150 saceos com 11,150 kilos dt
auocar miscatido.
Vara lotariar
No Tapor Ingles Couotj A*, para aoioi
iEarrett p. Carnero & C. 1003 saceos com 60,000
iUtos d itn ar braoco edOO ditos con 30.
lites de dito mascarada.
I*yo & P.lbo, 10^0 saceos com 0,000. k o
de aleo.I o 100 0r ia tom 17 400 di.os de
agoarderte.
B. G. HeiirSo t I-mio. 1500 saceos cjm.. ..
90,' 00 kilos de assocar bu neo.
P. de Oliveira Maia, 100 barril cjm 8,800
litros de aguarden:*.
No Tapor nacin I \{,osnr-re, pars Rio
de Janeiro, carreiram :
J. K. da Cosa, 50 pipas com 13,100 (it os de
sgnardeote-
Coxpaobla de Estiva, 60 pipis com 13,750
litros ae agoirdeo.e.
G. aaile, 44 aaecos cono 1 (40 kilos de ss'o
car branco e 56 ditos coji 3.360 ditos dedil)
msscsvsdo.
Comoanbia d M-lhjr.men'os, 817 talcos com
49 07U kilos de atsocr branco e 176 ailoa coa
10560 moa de dito masca*ado.
no tapor adema* Catao*. pa*a R o de
Janeiro, carrigaraoa :
L. J. di Sla Goimaries, 500 ea.eo com
30.000 kilo* de estacar Draoco
P. Carnelro 4 C, 1,100 sacras com 88 895
kilos M. P. Ltile de C. 400 saceos com 6,000 kilos
de aiSDCar braoco e 400 ditos com 14,000 ditos
de dito rnaacavado.
B. HIDaiio, 150 saceos com 15,000 kilos de
assocar braoco e 7t0 ditos com 45.000 ditos de
dito maecitado.
E. C. Heitrio & Irmlo. tuo saceos com 11,0 0
kilos de assocar rnaacavado.
A. Cosu Pioss, 1000 saceos com 60.000
kilos de aassjrar braoco-
A A. Jaeome, 461 saceos com 17,780kilos
de assocar Draoco.
P. de Barres 4 Filtro, 750 kilos de doce e
60(0 maogaa toa *0.
P. Pinto c C, 51 pipas com 1448 litros de
agoar dente.
No tapor Ingles K ff^r Prine*. parto
Para, earrenaram :
A L-mios C, 30 pipas com 11693 litros de
alcool, 110 litas com 54176 duoi de agoardeote
e 170 barricas com 11857 kilos desatacar b-anco
Borle de C, 100 oarricas tom 11331 knos de
assocar braoco-
P. Piolo A C, 13 lipis con 14150 li'ros de
agaardeou> e lu dit^s com 10700 dos de alcool.
J. M. de Abre*. 100 barr cas com 13*60 kilos
de assocar braoco.
B. C Bel.rio A (rolo. 300 barricas com .-.
lJ,4fio kllj< doasaorsr branco.
QJ. Biiur A C. 100 barritas CJm 85C0 kilos de
ssoc r blanco.
P. Alves A C 700 barricas com 47,689 kilos
de aasaear braoco.
G. Cjrreia C. 1 0 barricas com 6150 kilos
de assursr retloado.
P. de OifHra Mala, 5 pipas con 1,060 litros
de agosrdeote.
S. Per rao, 80 ca'xas com 150 litros de Ti-
nao medicinal.
No ptactiD nacional Brari, para Rio de
Janeiro, carregoo :
Coarpaobii dj Estiva, 850 aac o com ftrioba
de em odio;.
Jaboraodv itolna). dem..........
Helos de sola, Talor oominal......
aiel de tanqoe oo meUg i, litro......
Milno kiiogr......................
PbUes de caDra eu c Dello, valor
do ce o'o ...... ..
Uem de caraeiro em cabello, valor do
cenlo..........................
151
615
360
800
7*000
156
115
180*
90*
Pttndlmento* pblicos
Mes de Dezembro de 1894
Alfandtga
Renda eeral
Do -na 1 a 11
Idea re 14
1,318 11U719
!5:09J>1!8
na d Bs ado
Di da 1 a 11
dem de 14
341.-091*104
10 865474
PAUTA DA ALPANDEOA
YALOBBS DAB MKBCADOaiAS NAC10WABS SUKITA8
DIBK1TOS DB XOBTACAO
Stwtana e U a]19 de Dezembro de 1894
........
4goaraaoie cacoita.ilfu..
Diia de canoa, litro........
Dita destilada oo alcool....
Algodlo em rama,k iog ..
Aj-roscom casca,' im.....
SEucar branec.' Dito maaeaTado ilem.............
Dito leQoado. idem...............
Bagos de msmooa, dem-. ........
Borracha de leile maogabeira, idem.
Cacto, idem.....................
Caf bom, dem...................
Dito escolha oo restolbo, idem......
Dito moido, idem.................
Olio ordinario, Idem...............
Sement de ca;naba, 0 kilo.......
Sabao, kilo......................
S-bo em rama, kilo ........
Tataiooa madetra, kilo ..........
Tahoas de amarillo, do da.........
Ora em velas.kilo.................
Dito Tegetal em broto, kilo........
I ^arocoa oa semeies deaigodae.idem
| Carrapateira (sement;......t.....
Garnaoba, idm4.....9...........
CarTJo ae pe ira, tooejsila. ........
Cooros saceos es pie hados, kilog....
Ditos ditos salgados. dem..........
unos verde!, idea.t............
Coorlnbo om........1............
-jocos em casca, ceiyo...........
380
400
510
586
110
310
140
360
130
1*400
900
1*600
1*100
1*400
1*400
47
360
666
110
1601000
1*000
1*000
15
120
906
30/. 000
635
585
360
1*570
9*000
1,3 3:1.4*917
331:547*678
1,693:161*615
Segonis teccaoda Ai'andega fe Peroami eco
14 de Dexemoro re 189*.
O ebef da eccio
L. F. Codecera.
O tnesooreira
L. M. Rodrtgoes Valeoca.
Ao cauanmercio
PROTESTO
Miguel Antonio de Figueiredo e
Joo Alvos Ferroira, metnbros, que
foram componentes da firma Fer-
reira & C, ostabolecida ra da
Poeira (ou Larga ca matriz do Poco
da Panella n. 2) declaram que nada,
absolutamente nada de commum
teem coin a firma quo usava o Sr.
Tiburcio Tavares no referido esta-
baleci ment.
Os abaixo assignados retiraram-
se do dito estabelecimento, logo que
deste fizeram venda ao Sr. Tiburcio
Tavares, e responsabilidado alguma
teem na firma de Fcrreir & C, que
usava aquello senhor.
Fica assim protestada, a parte do
annuncio que no Diario de hoje fez
publicar o Sr. Avelino Pinto dos
^^g^^^
4 cargas com galliob a 600 rs. l*roo
3 cassoaes com gallitmas a 300 ra. *90t'
4 cargas com batatal a 300 rs. 1*200
3 cargas com macacheiras a 300 rs. *900
l carga com cebohobo a 300 rs. *300
1 carga com gertmno* a 300 1 carga com canoas a 300 ra. *300
1 cargas com bananas a 300 ra. *6001
5 cargas com Uranias a 300 rs. 1*S00
6 cargas com melaocia a 300 n. 1*800
5 cargas com lonca a 30 ra. 1*50<>
7 cargas com di Tersas a 300 ra. 1*100
30 cargas com hrinna a 200 Ii. 6*000
10 cargas com milho secco a ICO ra. 1*001
6 cargas com fejio a 100 ra. 1*200
69 logares a KM rs. 13J800
37 Sainos a MO rs. 7*400
11 comp. com oineiros a 1*000 11*000
9 comp. com sala Ka '00.rs. 6*300
11 comp. com fresaara* '') -s. 6*600
34 comp. com comidas a 70o rs. 13*800
56 comp. com toteadas a 600 ra. 33*600
50 comp. com verdura* a 300 rs. 15*000
71 comp. com tortont a i/10 rs. 28*800
53 comp. um tainos a 1*000 106*000
Santos, e silvagu.r ladjs os nossos
interesses.
liecife, 2{ do Lezembro 91.
Joao A /ves Per reir
Miguel Antonio de Figueiredo.
t
F
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p
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I. WMM ItSlItlI
-ai
j
j
DE
tinudadrs
depositam sobre o sa-
cophalo
DE
hZLUL IWim IL COSTA J
f 5IUABSS %
a&, Os si us cunhados J%
JP il'inoet LydiodeO.Gnimarei.
C AnlJtiio Mi ,ii' Id- O.Guimares.
*s FrancUro Hvrgt* te Olittira.
fT* Anua Coutmhode O. Guimares.
Soturna >otal
RdDdlmeato dos dlss 1 s 11
3*:o)
. 146*000
RECEBKDORU DO ESTADO
Do dis 1 a 11 64-516*675
Idea dt 14 7.390*391
Tilal 71:937 067
REGIFB DAIN\GS
Do da 1 a 11 4:979*388
Idea de la 737*300
Tolal 5:717*188
Precoa do da:
Carne verde de 100 a 900 ra. o kilo.
Sainos de 900 s 1* dem.
Ca-neiro de 1*000 a 1*100 idem.
Pancha de 700 al* ra. a cois.
Milbo de 608 a 700 rs. a cada.
Feiiao ce 1*500 a 1*0(0 a coii.
6 451*100
MovlMieaio do porlo
Ifavius < olrados oo 01a 13
Rio de Jireiro e mrrIU6 dias, vapor nacional
Brasil, oe 1999 loneladat. eqopagem 60,
commaudaite A. F. da Silva, carga Tartos va-
tios gneros ; a Peiein Carnelro o C.
Orri'fTII oas, Oarct oorogense Rollo, de
579 toneladas, capli*o H. J vao de pedras; a Wilsoo Sooa k C.
Macio 4 da*, barca nacional Victoria>, de
85J tooliias, eqopagem 13 capitao J M. Ro-
drigues, em .adro, IJ'to de Aqaloo Fon-
teca.
Navios ssbJdcs no rnoemo dia
Ntw-Y ik Brea ca-.ional Eljia*, capilo H.
Pdddf.n, carga varloa gneros.
lima ca-Birca noroegaeose tAtslaate, espi lo
J. Ponoesen em lastro.
Navios eotrtdot 00 dia 14
Baitnro K48 Jus, logar iodlrt Lhda Pa k.
de' 84 tooelarias tooeladaa eqonagem 10,
comrjuodaole Sklmmer, carca larloba de tri-
go; a Pereira Carneiro & C.
Fime e escala39 diaa vapor toslrlae Det
ck de 1383 toneladas equipagem 30. ron-
maudante P Lo k, carga vgen ros ; o Hinry
F .rstei o C
R o S-snde do Sol e eccalas1) das, vapor na
rijoal Itanema. de 553 tonelada, eqiiipsgem
38, comaaodaBie J. Mach carga, varios ge-
nerot a I. Goedes Ptreir.
Sanios e escalas11 das. Tapor OiClooal < La
Pac de 883 tooeladi, Pqnipagea 31, com-
mandante Verl'i.mo da Costa, carga varios
generes, a Compaohia Proambacaoa
Navios gatillos 00 mesmo dia
Manjs e escalaVapor aaclonai Brasil,* com*
man 'ante A F.da Srlva, carga varios genero.
Sat.s e escala Vanor a Umlo Catooi,
coTnmandaQte H. M .tato, rarea varios ceooros
Santos e csralaVapor frjncei Paraosgol.*
coaimaodante F. Cooem, carga vanoa teneros.
Pira3irca oorngncnse -Ariic, csiptao M.
Momdseo, carga sai ios gneros.
sjcreaafo Mlaolelpol alo Joat
0 moTimento deste mercado 00 da 11 da Dj-
sembr (0:0 scgoinle.
Entr.-rim :
48 bois pesando 7691. kilos
5S5 kilos de peixe t 10 ra.
7 compart. coa marlscoss 100 >f.
3 ditos eom eamarOes 100 i.
31 1/1 columnas a 600 ra. a
14*700
*700
*300
avio e* perados
Do Rio de Jtneiro
Barca nic b< 1 Rio Ama tonas.
DePelolat
Escooa noruega Rostlie.
Logar noiaegoeaae Htos.
Logar ooraegoenre Aidentran.
Patacho portogoet Marinholl.
Paa.bo a Itrxao Redilpb.
PalacOo allemao Uariiunl.
P.iacno dinimarqoea ). P. Latsem.
Lagar ingles CiTtlier.
Lngar inglet Aoron.
Pancho llemio Aolje.
Patacho soeco Helmao.
Pai.coo belga Emilie.
LogarportuKoet M. EjprgQtira.
Paia.'bo allemao Villa.
Locar noruegoeose Cbaoce.
Lagarin.l-t Art'iu-.
Patacho oa '.ion i Tneret.
Barca no negoeose Han.
Lagar lagltt CaTalier.
Logar portogaet Mtrlnbo Vil.
Patacho allemio Harold.
Lagar Ingles Aurora.
De Cardlff
Barca noruega F/aoii.k?.
Birea oorafgi Aeolos.
Barca nornega India.
Barca oeroega Haano.
Bifca togleta James Livcrsey.
Barca allema Polle; Slot.
Lagar no.-uegoeose Alrana.
De Haoiborgo
Ba'ca aliena Eima Baia.
Patacho dioamarqces Ruhl.
Lagar alltinio Sbwea.
eTerruNova
Locar ioglet Jada.
Logar ioglet Trunty.
Lugar lale! Gold-.nbiag.
Logar Ioglet Emoltior.
Locar ioglet Bella Rosa.
Logar Ingles Tyree.
Barca logleta Hellena Isabel,
Logar ioglet Baile ol ibe Ba.-.
Tapares a entrar
Me* de D sao abro
Braedemborg., do nort?, a 25.
Si, do sol, a 15.
Laplace*. do sil, a 15.
Nio-d, do bdI, s 15.
La* Palmas, da E iropt, e 15.
'e*. do tai, s 16.
"roamo co>, do nort / a 16.
lyle, ia Bu-ora a (6.
I -nao Prioc>. de Meilite'rneo, *8.
Hirrox, de Liverpool, a 19.
Taeres a sabir
Mea de Ouiembro
Santrs Shiftetdury. 15, s 1 horas.
Sol, L-.s Palmas. S5, ti 1 oras.
Europi. iNile, 16, as 1 ijorss.
Sol, Pernamboco, 16, a 4 bous.
Major Fernand Luo
Cara do Peldoral do Cambar
Fernando Jos da Gama Lobo d'Efa,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
G ijfBac B azile ro
Opinio da Imprensa Pernambucana
Da Diario de Pernainbueo
Do Ci'iiiiuor.'io de Pernatn'tuco
. O ftdoiliesim) p'.a- -ceoti-
ci> S MaMioiano Ver s, pro-
p le'aro i- lujpurtan f Pbar-
aea Amerlca, pnvwo-nos
amo'i-a doCigoac B--:ile,ro
O' t l< |)r. pi a-i com o al-
if>oi a c^nra ota 1 fwtado
DJ"- !!. pro fB-io s-o.
0 C lu: Br..z-, o reaoe
c- r'ao sabor no melhor
G 1 firangHiro .. pe'fe>
i'i a i'Oreta otiiiOSi.O s n ciraa 4
E' nm ptoperido rt or mei-
ra or.fin e qoe rre-i-ce ser
reroTiiruda-oao iiblicc.
Q l0
q i-r pon'c
P'-t-c <;oe
i' K a o. 9
'a aoUil
vino p'
oo < qi al
a'X
ir le r-ije.ler 25* 0) oj U-
r-r.pH a. .prn m-i dsp-n liorna,
(12 ralas) 10 Cocnac Draatki'8.
f>^
pn g is
liuxia. ..
G r-ila..
(Ni faorica
S.*C01
'*500
Fniontra-i- em tolos o* Bota, Cafs, etc.
-b* va aV exi'&ys <-a/b-
3 S a o o
m .
2 o;
-8-

5^ 'O
E 5 3 c
a
09 i

03
O Sr. pbar.naceotico A: to-
oio MarlioiiOO Vert, enaoeii-
ldo a roa Doque de Cixdb n.
67, mlmejeoo-oos <*um orna
garrafa de C.gi.ac B axileiro,
obtido por 9. s. do aicooi a*
canos, por om procesto de roa
ime icio,devidamf ole desinfec-
tado.
Apparenca e gostoii os
mesmos do Cognac estraoci-
ro impo-iaio : mas o de fabi-
cacio de Sr. Ver s Ibes leva t
grande Tantagem de ser at
preparado simples, bem fc.
nhec d 1 e ioociiO, ao p 8*oqae
0 que importad-, saoe Deis
qneing edieoteseuiram no seo
preparo.
Nao neti'amoj, pois, em acoi
selhar aos que fis^m oso de
tal oprima que prtU am o Ca*
goae Bratileiro da Sr. Vtris i
(ojosos impirlados.
Ao Sr. Veras agrtdecemos o
aJtBf.
C/TgdVB '
- r\ s-rm o> .*.
f W iUU yj
PJUV JUI < Cl IISIUUIUS, SU, SI
18*6001 Sol. C'Tde., 16. 11 bon.
iDo Jornal do Recife
O Sr. aqiooo Matnianc
Veras, proprietario d< pdar-
m*oU Americana, i roa Doioe
de Cxias^'BVrfceo-nos hootem
om gtrrafa do Cognac Branlei
fo, ptr elle preparado con: o al
cool da canas ddslafecudo e
poiam procdsso especial i
qtelte pdrm ecu ko.
Este Coaia-e urarren'e
tKoai om arpela e goito ao
que vnportamos do esrang- i-o
i Dse,poraia, merecer todo
o spreco, e^pecislmeaie por
ser am p-tdjcio nacional.
B o c o m m e o d a a o -9 to*
apreciadores t ao S*. Veras
agradecemos o offerecinm to.
Da A Proviacia
Tem sido muito apreciado
e Tal tdqorlido a ms-s aospl-
cio>.a faoia o Ccgoac Bratilelro,
prep.rado pelo Sr. Msrlioiaoo
Ver8, ibarmaceitico e p-o-
prletario da Pa.-aacia Acueri
caos.
ProTaodo o hontem, gr>c?s
i finita II la pa a cnmnosc
pe 1 fabricante, que nos offe
recen ama carr fa do s u pro
da t3, acnamo'-oexiellente.
Rivailsa em appa'e:en ia e
gosto (031 os Cognacs ealrao-
geiror, 6 mais barato do qa
estes e librtalo de elementos
BOClTOS t Slftle.
Por todo loto jaitifi a se >
procera qoe tem tuo e qu>
certamrqte ba ugmenur
Um cont de ris
D-se um cont de ris em moeda
crrante a quem provar a nao authen-
ticidde do testado abaixo :
Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 ainos de idade, sujeitei-a a rigoroso
trata ment medico, porm, sem resul-
tado
Vendo que o mal marchaya para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
tamente. Joao Antonio Pereira San-
tiago ( Socio da firma Santiago, Irmo
& C do Rio deJaneiro-]
O agente Companhia de "Drogas e Pro-
ductos Cimicos.
Lunch-Raorta Internacional
Lou8 Defra'ica avisa ao rpspeitavel
corpo corarnercial, e aos seus amigos e
freguezes, que no dia 1 do corrate dis-
Bolvf u a sociedade que tinha com Mr.
Paul Anclnenx, no Lunch-Bom roa do
Com tercio u. 24, e fabrica de biscoitos
ra de Paulino Cmara n. 9, e que
gyrara seb a firma social De/ranee &
And.'ieux,ficandooSr. Andrieux ex-
clusivo dono da fabrica de biscoitos cota
todo o activo e passivo da mesma fabrica,
e Del'rance nico proprietario do Lunch-
Itooni, com todo o activo, rasponaavel
pelo oassivo desde a formado da socieda-
de, ora dissolvidi..
Espera merecer a confianca com que
tem i,t a presente data sido honrado pelo
coTinercio, amigos e clientes.
A comecar do 1 de Janeiro de 1895 o
Lunch-Roora passara a ser denominado
Resttiurant Defranee.
Ke;ife, 16 de Dsaembro de 1894.
Olympio de Oliveira
Cura do Peitoral Je Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, seado
atacado de forte cpntipafo com tosse
pesejperadora, so conseguiu restabele-
cer-S3 tomando*-). Peitoral de Cambar,
de Souza Soart.
O igente o*.panhia df Drogas e Prt>-
'. duelos tkimjcos* #
iiin
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Diario tfe Pernamliueo Ter lotera nacional
IB xt racgdes diarias intransf eriveis
LISTAS NOS 53ESMOSDlAb
PREMIOS INTEGRAES
F 23.
R 9.*
P 8.'
M16.1
H 19.'
E26.
NAO HA
Lotera



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SERIES -
20:0008000
20:000*000
21:0005000
20:0008000
30:0008000
15:0000000
por
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c


c
18600
1S500
3S000
S800
2S400
8800
SS00
hoje
amanha
a 27 de
28
29
31
10



de
Dezembro
a

c
Janeiro'
11. Grande Lotera lOO:0CO5OO3
f'humamns a atienes! para csscs novos importantissimoa
plano da
BILHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a promptido
NA
CASA DA FORTUNA
23--ltna 1. de Mar^o--%3
Martins Fiuza & C.
Caixa do Correio1 55
TelegrammaF1Z.\
KD1TAES
Edital
Al ii I de carnirn c lrhlhado
re ra o crwlrb Isa rmoc*o do
11 e varredara wmmm.
Fax se publico a qoem iil-res-ar qoe em qo.-l-
tjinr da un1 it o tim do co-reote o.e sinata-s*
na repa tico da Supr nntendeocla d Hygiene
Mosicipal o ai rvci de remitan do hxo d. var
reooras das roa da cidade em carrrcaa pocba-
dn por cavatlo oo bono, bem cerno u de taba
(adores que se eocarregiem alariamente da
umpea das nresm&3 roa.
Prelatura Municipal flo Recite, 3 de Deiembro
Ae i 94
0 Secretario.
Joaquim Jos Ferretra da Ro ha.__
Conselho Econmico da Be-
pariicAo de Marinha
De ordem do Sr. capito de fr gata
Jos Pereira Guirnaries, inspector deste
Arsenal, faco publico que recebe-ee pro-
pastas em cartas fachadas no dia 29 do
corrente rnez, s 11 horas da manha, err
uma das salas d Secretaria da Iospec-
clo, para o fornecimonto de madeiras e
entras materi s a este estabeleciment,
auis dependencias e aos navios da arma-
da nacional, estacionados no porto deste
Estado, durante o futuro exercicio de
1895, ohservadas as disposicoes dos arts.
176 e 1.8 e reus parsgraphos do Regu-
laioento que baixou com o decreto n 745
da 12 de Outubro de 1890, os quaes vao
aVbaixo transcriptos :
H Art. 176. Sao deveres dos proponen-
te :
1/ Encher com presos por extenso
e em algarismo a r-roposta impressa que
lh ser fornecida pelo secretar o do Ar-
aenal, a qual datar e assignara para ser
presentada ao Conselho Econmico.
2. Entregar pessoalmeate ou por
Beu legitimo representante, devidamente
o Consdlf o Econmico no lugar, dia e
hora nnunciados as respectivas pro poe-
ta.
3 Exibir alm da certido do res-
pectivo coutracto social, quando nio for
firma individual, os documentos que pro-
?em ser negociante matriculado e haver
pago es impostos da casa commercial
relativos ao ultimo semestre.
. 4 S3o dispensados de apresentacao
da matricula na Junta Commercial as fa-
bricas e os estabilecimentos industriaes do examti do lingua portuguesa e aritb-
da Repblica, e terao estes e aquellos a meti, folha Wanda, oettda> da idade,
priferencia sobie os outros concurrentes tteatado medico do eapacidada pbysie* e
em igualdade de condicoes, e circums- icutroa documentos exigidos polo art. 210
tencias devidamente pro'vadas. seas p*rarsphos do rutado doc n.
A*t. 178. Paragrapho nico. Alm 9420, todos em original Rodeado, entre
do prazo estipulado os fornecedores con- tanto na idad#, a t Ita do certidS> de bsp-
tinnarao a supprir por mais 60 dias as tierno aer provada j.or ootre sualquer
meemaa ondicoes, se assim fr julgado meio legal.
necessario, e sern que uto conatitua direi-, E para que chegae ao oonheoimento d
to para a prorogacao ao contracto- 'todos manden passar esto edital, que ser
Os proponentes deverlo apresentar os affixado no logar oo costa ue o do qual ie
documentos de habilitacao at a vespera extrabir copia para sor remettida ao g<-
do Conselho, afim de se verificar se as Tornado do Estado, para ser reptoicaide
formalidades exigidas for m satisfeitas. pela improna.
Secretaria da Inspeccao do Arsenal de Dado a .aseado test Villa do AU|d
Marinha do Estado de* Pernambuco, 19,do Baixo aos 12 do besembro de 189,
Secretaria da Jastica, Negocios Interio-
res elostraocSo Pablioa do Es'ado de
Pernambnc- Directora da Justicp,
1.'seceo-En 20 de Desembro de
1894.
EDITAL
Do ordem do Sr. Dr. Secretario da
Justicn, Negocios Iotericres o InstruccVi
Publica, o em observancia ao dispoato no
art.. 157 ao Regolamento anoexo ao Dea.
o. 9420 de 23 de A >ril de 1885, fago pu
blioo o edital abaix) trao c-ripto, pood-i conoorso com o praso de 30 diaa os < ffi ios
do 1.- Ubell ao do publico, judicial t
notas, esoriva de orphlos o aonexo, e
de 2. tabellilo, escrivao do nivel o exe-
cacSes oiris, jary a exe ugoea criminees
do municipio de Alag* de B-ixo.
O Direotir.
Affinso V. de Medairci.
EDITAL
O Dr. Augusto Frederici de Siqnei-a
Caralcan'e, Jais de D.rti o do ma i-
oipio de Al goa de Baixo, estad) de
Pernambuco, ota v.rtade da lei, etc.
Fas ssber a qoem interessar p>asa q'.e
tendo sido aonullado o core rao dos offi
eios de juatiga deate roooioipi) p' lo Dr
apore'a-io de jastica, ntigocioa interiores e
listraccS> Pabl-ca do E tado, se acbam
de novo em oeooniso oa meados tffijioa de
1.- tabel ifio do poblico, judicial o notas,
enema de orpbS aiduoa; de 2 tabellil > o esinvlo do oi-
vel e exeoucSes civir, o do esonvlo pri-
vativo do Jary o exeoacoes criminaos
deato mooicipir>, oreados [alo deoreto de
30 de Janeiro de i 34, e pota lei o. 261,
de 3 de Desembro do 1841, aque le
que aioda nlo fot prvido viulioiaaseote
por r2> haver qoem o pretendease no 1.
conoursr, e este que ss soba vago pela
rehonc a feita pelo O'dadlo que foi pra
ello nomeado, pe'o qoe, na firma do d<-
creto o. 9420 de 2-i de Abril de 188 >,
da lei o. 3322 do 14 do Jaltao de 18S7 -
do Rogolameoto do 23 de Janeiro de
1893,'oeste Estado, convido 101 pie en
dentas a serventa vitalicia de taes ofi-
cios a arresentarem dentro do praic de
30 dias, a contar dvsta dat, seas rtque-
nmentos datados e awgnados po si, oa
por leg.timoa proooradorer, soompacba
dos de exsme de aufficiooci o ceri.fisidca
e
de Dez mbro de 1894.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo
Arreadamente do sitio Pei-
xinho
Faz-se publico a quem interessar
qne, de ordem do Dr. Sub-Prefeito em
6.* ( Republice-
Eu, J.i B.rboaa da Caoba Moreira,
escrivao interino dojwy o eacrevi.vn
gasto Frederioo de Siqaeira Cavaioante.
E rada aaia se con iohaem dito edital,
aqu ainceute copiado, ao qual me re-
porto, don l.
Eu, Jos Barb z\ da Canha Mor oir,
27 do esorivlo interino do Ja^y, o escrt vi.
arren- { Certifico qoe affixei na porta do Paco
exercicio, ir em prafa, no dia
corrente s*2 horas da tarde, o
damento, por 3 annos do sitio Peixi-' Municipal hoj*, o edital, pondo em oon
nho, sobre a base de 560S000 ( com carao covamente os oficios de jastica
abate da 5.* parte ) prefo do ultimo| deste Municipio, don fe.Alagoa do Bai-
arrendamento, devendo cada preten-'Xo, 12 de Desembro de 1894.O portei-
dinte apresentar nesta secretaria, r0| Pedro MartimVr. ana.
hora indicada, sua proposta em carta]
fechada devidamente estampilhada,
corpo
Com indicafo de seu fiador, que ser FomecimeotO 305
responsavel como principal pagador at octaflnapa
O fim do arrendamento e declarafo csmunaco
S se obrigar a realizar os concertos O conselh Pf o furnecimtaio de gneros
_ j_._ j~ o ?..:,,.._____-a lmeni eios para o raocbo das praess dos cor
precisos dentro rio i. trimestre, para pog e6tatloae8% f0,ra!eose oatros nlgos, con-
Sir preferido o que maiores vantagens trecta com qoen meln< res vaniageos fT r-rer
oTerecer. los genera abaixo especlHcados rara o 1* semes-
Secretaria da Prefeitura Municipal 'r D0 noero, devendo as praoostss se-
Ar. sA<-;r iR Ap rpiprihrn Hp iR^a nm fetla em C8rl" 'ecDadaB. devldimenle sel
do Recite, 18 de Dezembro de 1894. llti e ,pret(n a1ag a0 meia0 cooseinoqon se
O secretario, Innaira no qaartel do.J.'corpc, aomeio -da, em
Joaquim Jos Ferreira da Roclia. 16 do corrente, declarando os proponerles tica
------------------------------------------------------run soKtiius a malta 5 s^bie o valor do
Dt ordea do D suo-p.'ieiio us se poou- fjraecimeDto, se do raso de ier e a qoem int rpsxar possa qce, so meio lia de're.p,e ,?iH pr0oo8 as, nao se apreeniarem ro
X do cerr le, irlo a praca, na pnrt da ras
de eidadSo Henriaue lo* Pedro da G-sga, a ro*
ale I'r. Jjaqaion Nabuco o 49. com sstis'eocta
de r gp- ciivo fiscal e para psmenlo das mol-
ai e de p'es de deposita e pn gao, seie porcos
iit qoips om loi apprebeodido oa roa e seis
jwrlfDr'pro ao cidaiao Aoie.vo Marta ae M.rand
fleve qoe, com ofraccao do aM. 1* nt. II cap. i*
di .'i n. 1 tioba os ero seu qotaiai.
Diics aLna's reas er.treitaes qaem mais
dt*. al at* a hra dt ^i/matacao ofto se aprt>-
ssetirar, seas dono* para p dCm as referida?
alia bn> xas.
Sesreuria da Prefeitart ^1 joiclpsl do R?cif?,
V: 'i Din abro de 189. ,
C ficretarir,
Jan joim zs*J?e relia ds Racha.
ogir in 1 cad no prazo ue 3 dias, a coniar da
quella ca'.j, nara asa goarem o coairscio.
Os coni-actaL tj3 ficaro anda sotenos as se
ku ut'S .laoaolas qoe tem de ser estsbelectias
m cjotr.cio a tlgorar.
i.*
Os coitractaotes s:raj o^r'^s'oa a foroeee
ur.aictu'.e e con a oecessa.'li promptidSo. a
di*e>rss mercadonas qoe Ibes Curen devidamcn-
e toneladas para o raocbo da* pr-gis dos cor-
pos es'aloses e forragens t caulbaua.
As mercaderas serio de prlmetra qoalid-i-i-
edeveoctr eoirepu^s nos respectivos qait-n
ios cjrp s onae qoer qoe elles aejam, coaiaoii
quj se acbeto deut.o do permetro da cld.de dr
Retlfe.
3.'
O forneclmentD sera eito pelos cootradacte-
p>r iu>ro eiio dj agente do raocbo em vis'a d
p 'idos p ir este a s goado e muricado pelo
asea! do corpo.
4.'
Q lindo qoaiqaer mercadoria repn'ala >
roa qo.l daue Se>a devolvida au cooiraciante,
qm a sobatit.iar l-nmediatameole sob aena
matj de 55 / Jo va'or da aitsma mercado i>
que pelj colrn sera comprada or cania do con
tracisnte, pelo precj qoe fjr encontrado do
njf 'i a 10.
Bm IgMl mol:a io:orreia) re contrae!aqtes
pela dimo-a da mirega <&* mercadoria .
S*
Ni typo bese do roat da I ca te di clau.-uii
so'f e.cLic o cout'acun e flus oobado ae p -
gamento Oa mt-riaouria com:>ri< fjj a; ie-m ala a ritpici acota, (orpeen-
temite vitada po comrxandaute do corpo tob
pDa tic ine >rr i/esrnniad* >u 1 imco-ianca coa'
o aotmniij de 10 no p metro pagauen a
1ue tiver ue Ib? ter iff" toroo.
6*
Ai con i.- s d- forneriojeiiio cara i- raa iie.os cjli.aciaui- s x rabilas em d> plicaia -
..pfe^. ntdfuH meosalmenie ai o dia 3 00 cm-
cnassrc'.le 10 co'po qoe tu mana cagar den
t'o dan dei p Imt-ros das de rada mu, re (i,
de dtvi'iaa.efite cunrVri as palo Hscal, ticaodc
aos contrariares salvo o dire.io '% tospeoder o
(onecim-n o, orna vez liado tste pasu 8tn>
que teon;.m embolsado a importancia da rout.
da me auierior e de r ueM I o cont-acto se o
prgaxi n i le o r se i'or mas dj 30 dias.
7"
Os coolactdote* Biam obrigaos a forotcer
peloa meso-ion -p.-f jes oas une dorias contrar-
lauaa aos liurs cis corpjs, rxe.iaaie p:g
mentj a vis cui em 'irlo I- s de vales per *-!le-
assignados md ranos ppIo Beca, paa>eis
te o ato 3 uu.ii eu' efqoenip, mediana cuu
t espera! para 8*
Prlto irifrsC(0's das cuooIs dete contracto,
cojas pe. as i.o actiem .-pe-'i-lmenie neter-
mioada o' '"rtricactes ri-m sujeius a moc
ti de U)i a !')/, qte ir.- s-: i impostai pelis
ccmn-aii iaoti-s cus coro9.
9'
Ficam obriga-ios es un raciaoles a faier as
meanias ruu 11(0-8 o (-.rae. tuieuto de 'a s mer
cadena que fo* jilgado n* e.-ta-io para o rao
ventora possa ser creada endo oeste caso, fe-
la a eotrega dos gene.os no respectivo qoartel,
tu*
i's cortra tatt-s 1 j terao dlreito a Itdemni.
sagau alguma por ez eiso de p->c> das merca-
corlas qiaerqaer que. fe;am as condi(0es do
mercado; o qoe lambfm nao poder allegar para
xim e do campniDeo o do contracto qno vi-
gorara pelo tornpo de seis meies a cootsr de i"
de Jdoei'o a 30 de Jaibu do aujo viodou'o.
II
Se ob rontractanles lecosartm-se, dentro do
praao esupolado na claurula tO< a faxer O far-
neclmento a qoe ao obrlial pagarao a nul
ta oe I0J a EOl. cooforrxe f r aroitrada pe-
conr-eiho qoe iera em au-rr,ao o valor do co-
t.acio, caado e te ip?o fscle resc ndido.
I*
Para garant a da mola a qoe se refere a da-
ada tniiredeote.os contracta o tes recolbe'io p*e
viaxeoie aaa cofres do Tuesoo'O do F.siauo a
ijiporlaona :eu..I iqiella qoe fui ni pelada a
qo I *6 polea ser dtil levantada eeonis de
terminado o praso do contracto e de I q'iwsa-
todi.8 as cooias i. elle re uvas.
13
0< contraclan ea renonciarSo lodoa oa casos
foroitos, ordinarios oa dem et-r p-i visos, e l dos 01 rasos solitos 00
inslito cogna ios 00 nao cogitados e II aro em
tolos e em caa um delles, sempre empregados,
sem qoe nossam o*, lies valer se, nern allegal-os
em tempo aleoro, para algum tlleiio, qoal
qoer qoe elle seja ; bem como qoief quer perdas,
prejoizos 00 taita de meioa, saivo ae forero ue-
casionados por incendio casual, dcstroieia ror
cooveoieocia pobra, inoodc&o oo reoelliao
rioi em qoe devera ser tena a competente pro
va peraoic o cooselbo.
Tabella dos gneros
Arrot pilado, k lo.
Ifite dore, licrn.
Caf em grao, kil\
Csrne sec-a, )deO>,
faribha de Frac as. rsc^es.
PtMjao. litro.
Leuna, ktic.
8n. libo.
Toorinbo. kilo.
Viu.gr lurr.
Vedaras e tempo'OB, ta.Oes.
G n* d-* "jorco, kio.
Oo e d- naba, lem.
Vlobo figoeira. Iit o.
Anearoeoie, idem
Sec-et la do 1* Cirpo E-nadoal de Peraaro-
boco, 15 dr D le 1 bru ce 1891.
Joto Alfreoo FigoeirOa,
Tenente secretario.
Sade do Porto
Joo Alvares Pereira de Lyra Filho
bacharel em sciencias jurdicas e so-
ciaes pela Faculdade de Direito do
Recife, major honorario do exercito,
secretario da Inspectora de Sade do
Porto de Pernambuco, em virtude da
lei, etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem, que de ordem do Dr. inspector
de Sade do Porto deste Estado, rece-
bem-se propostas nesta inspectora no
prazo de 30 dias a contar da data do
presente edital para o fornecimento de
objectos necessarios ao expediente e
material desta ReparticSo.
As alludidas propostas serao feitas
em cartas selladas e fechadas e aber-
tas em presenca dos Srs. concurren-
tes.
Expediente
Caetas de madeira, duzia.
Caivetes finos com 4 folhas, um.
Cestas de vime, uma.
Cadarzo de algodo, mafo.
Enveloppes para cartas, cento.
Ditos Timbrados para officios, idem.
Ditos ditos para carta, idem.
Furadores de ac, um.
Fio pardo ou de cor, novello.
Gomma arbica liquida, frasco.
Impressos diversos segundos os mode-
los apresentados, milheiro.
Lapes preto Faber ns. 1 e 2, duzia.
Ditos de 3 cores Faber, idem.
Ditos de borracha Faber, idem.
Livros em branco com 200, 150, 100 e
50 folhas de papel almasso fiume pau-
tado,' um.
Livros impressos com 200, 150, e 100
folhas de papel Jes pautado com en-
cadernaco, de panno e couro, idem.
Ditos ditos com 150 e 100 folhas de pa-
pel Carr ou Raisen, encadernado de
panno e couro, idem.
Limpadores de pennas, idem.
Mata-borro branco ou rosado (carto),
folha.
Presilhas de metal branco ou amarello
de n. 1 a 4, caixa.
Papel Jes pautado, caderno.
Dido Carr dito, idem.
Dito Ecc dito, idem.
Dito Raisen dito, idem.
Dito Caronne dito, idem.
Dito almasso fiume pautado, resma.
Dito Ministro, caixa.
Dito branco ou rosado timbrado para
officio, resma.
Dito Ministro timbrado para carta,
caixa.
ec;
Estrada de Ferro Tim-
baba a Nova Cruz
De ordem do Sr. Dr. engenheiro chefe
se faz publico que, at< o dia 23 de De-
zembro prximo, recebem-se nesta secre-
taria propostas em carta fechada e devi-
damente selladas para o fornecimento de
objectos de escripto io para o primeiro
Bernestre de 1895, sob as seguintes condi-
c5es:
1.'
A relacao dos objectos estar disposi-
r;5o dos proponentes na secretaria da Es-
trada todos os dias uteis das 10 s 3 1/2
horas da tarde.
2.'
Os objectos serao fornecidos de accordo
coro as amostras que acoinpanharao as
propostas.
3.
Os proponentes iaro ]um deposito d
POSOOO na thesouraria da Estrada para
garantia d?s respectivas propostas.
Pastas de oleado formato Raisen ou
Carr, uma.
Pennas de Perry n. 150 caixa de IOO
ditas, caixa.
Ditas Maliat de ns. 12a 16, idem.
Ditas americanas, idem.
Pesos de vidro ou de metal para segu-
rar papel, um.
Protocollos de papel almasso pautado
com 200, 150, 100 e 5,0 folhas, idem.
Regoas chatas de bano, com frisos de
metal, uma.
Raspadeiras com cabo de madeira ou
osso, idem.
Tinteiros de vidro com um ou dous va-
sos, um.
Dita dita carmim idem, frasco.
Dita carmim bella-rosa, idem.
Para escaleres.
Azeite doce, litro.
Dito descoco, idem.
Azul ultramar, kilo.
Algodo da Baha, metro.
Algodosinho, peca.
Alvaiade de zinco, kilo.
Dito de chumbo, idem.
Amarelo francez, idem.
Argeneis de ferro poldo ou galvansa-
do, um.
Brinzao, dem.
Baria de louca p<5 de pedra, uma.
Dita de Agath, idem.
Barro, tina.
Bandeira nacional de 2 e 3 pannos,
uma.
Baldes de zinco, um.
Ditos de madeira, idem.
Buhas de barro, urna.
Cabo de linho, idem.
Dito manilha, idem.
Dito Cairo, idem.
Croques de ferro polido ou galvanisa-
do, um.
Cera amarella, kilo.
Colla da Bahia, idem.
Copos de vidro ordinario, um.
dem idem finos, idem.
Chicaras e pires de louca p de pe-
dra, casal.
Cocos de ferro estanhado, um.
Cadernaes, um.
Dobradicas de ferro, par.
dem de lato, idem.
Espanadores de palha, um.
Estopa de algodo, kilo.
Escarradeiras de louca po de pedra,
uma.
dem de ferro esmaltado, idem.
Porquetas de ferro polido ou de lato,
uma.
Fio de algodo, kilo.
dem de vela, idem.
Fechaduras de ferro ou de lato de
uma e duas voltas, uma.
Gomma lacea, kilo.
Giz, kilo.
Jarras de barro com e sem torneira,
uma.
Linha de barca, kilo.
Lixa esmeril, folha.
dem papel, idem.
Lona Imperial, metro.
Moites, um.
Mangueira de borracha, uma.
Ocre,'vkilo.
Oleo de linhaca, litro.
Pos preto, kilo.
Pixe, litro.
Pinceis para pintor de quaiqner nu-
mero, um.
dem para caiar, idem..
Pregos francezes, maco.
dem ripaes, idem.
Pregos caibraes, cento.
dem de cobre, kilo.
dem d ferro galvanizado, idem.
Phosphoros, maco.
Quiris de qualquer tamanho e gros-
sura, um.
Roxo trra, kilo.
Remos de faia, p
Sebo em bexigas, kilo.
Sabo, idem.
Sabonetes finos, um.
Seccante branco, kilo.
dem de cor, idem.
Signaes para escajer, um.
Sapatilhos de ferro galvanisado ou de
latas, idem.
Tinta ingleza Stephens blue black, li-
tro.
Ti jlo francez, idem.
Tapete, um.
Tinta branca em massa, kilo.
dem verde idem, idem.
Taxas de ferro, maco.
dem de cobre, idem.
Toalhas felpudas para mo, uma.
Varo de cobre, kilo.
dem de ferro, idem
dem de dito galvanisado, idem.
Verniz copal, litro.
Verrumas sortidas, duzia.
Vassouras de piassav.i chapeadas, uma.
dem de timb idem, idem.
Verde francez, kilo.
dem enromo, idem.
Zarco, kilo.
Inspectora de Saiide do Porto de
Pernambuco em 26 de Novembro de
1894.
J. A. Pereira de Lyra Fillw
Secretario
4
O proponente cuja proposta for aceita
perder em bem da Estrada o deposito ds
que trata o artigo anterior, caso nSo as-
signe o respectivo contracto.
5.
Os depsitos das propostas nSo aceitas
serao restituidos aos proponentes.
6.'
O contractante depositar alm da cau-
co do art. 3o maio a quantia de 400-JOOO
para garantia de seu contracto.
7.
O contractante ficar eujeito a multa
de 50rJ(;00 a 100S000 pela infraccio do
contracto, e ficar esta nullo logo qne o
valor deesas multas attingir a 50080U0.
8.'
As propostas serao abertas na presenca
dos interessados a 1 hora da tarde do dia
21 do referido mez de Dezembro.
Parahyba, 27 de Novembro de 1894.
O secretario,
Jos Maria Nogueira.
EDITAL
De ordem do Sr. Cironel Dr. Administrador
e na form-. d regra i." do art. *96 Jo R'gnl.-
meiio Co Cirreos da Repblica, qoe ba.xoo
com o Decreto o 1693 de 10 de Aoril do cor-
rente aooo. faco publico qoe devn lo iffe tuar-
se b'esta Almmlsiracao, em 13 e JaOiiM ao
prximo anuo de 1895, concurro p*ra prr-ben-
cblmento dt qoatro lugares ce c rteuo de 1.*
classe da mesma A imioiatracao. cojas provss
versarao sobre le lura e etciiuta correctas da
Hogar, nacional e as quairo (pi;rec-,s fonda-
mea e' da AniD'i t-h a, acha-se dVsue ja aberla
b'esta reparucao a ion,; ip.ao dos respe ti vos
indi raioi. qoe Crver) 1 r.var. na forma do
i du *ot><'-referido ari go, te- nH de SI <-
temos de 3 xcepto se ja ti
/errin exercicio 00 crrelo ; gorar boa -audee
ser vacemadns e ter ton p-cceimeotc.
AsioeciicO'* suao feitas at a-3 boras do
ia me'ur a di cocearse, e a ciatsilicec
/--'- obt da se taima dn aote seis meses.
1.* -esso da Admn s racau d>" Crrelos do
Estado de Pernaabu o, 13 de D-iemrn de
1894.
o ;. uiH'iM.
Joaguim Spenccr Lopes Netto.
TEDIT A L_
Aforamento de terreno de ma-
rinha em Santo Amaro
De ordem do Illm. Sr Dr. inspector
desta Alfandega faco publico que, tendo
requerido Carlos dos Santos Viilaca o
aforamento de um terreno de marinha
alagado, sito e itre a ra de Lniz do Re
ge, em Santo Amaro, da freguezia da
Boa-Vista, desta cidade, e o rio Beberi
be, medindo de frente setenta e cinco
metros sobre trezentos e dezeseis metros
de fundo, ficam intimados os foreiros con-
finantes e outros interessados para perante
o mesmo Sr. Dr. inspector, provarem no
prazo de 3) dias, o direito de preferencia
que por ventura tiverem com relayab ao
aforamento do mesmo terreno.
3* seceo da Alfaddega de Pernambu-
21 de Dezembro de 1894.
O chefe,
Clito Valtertiw Pereira.
co,
Edital
eerelarla do Thesoura lo aiad
le reraanilinci.tm IS ale Deseas
re d 1894
D e o'dem da li-m. Sr. Dr. director geral des-
ta secretaria, convida o os Sr.--. coocessiooar os
das niloaa infrs mencionadas a irem recolbe-,
at o dis 31 do corrate, r ao t os jaros cor-
respondentes ao semestre qoe se Onda oaqotlle
dia, com relacSa s prestarles recebidas, como
tambera a importancia dos meemos j-ros, refe-
rente a semestres anteriorea e de qne sao de vi do-
res os coaces!ioo.ari08 dss mermas asmas; -
caodo cerlos ds qoe nSo sal stazeodo o reco-
Inimeito 00 praso soppra lodicado, Qrarao ta'-
gettos aos joros da mora, i raato del V ao
mes nes termos dos decretos de 15 de Oaiabro
de 1890 e 31 de Janeiro de 1891
Usinas
Ce bo.Jolbo de 1893 i Jonbo 1891 13:7811)00
C reia ds Silva, Jaaelro de 1893 s Juntos de
189i, 13:7661661
0 ebefe d sereo.
Jfariaimo A de Medeiros
De ordem do 8r. Dr. o rector geral drt
Obras Publicas e Visca do Estado, se fas rabil
co, qae lo di 31 do correo>e a I hora da tarde
se recfber oeeta recarlicao em caria fechis,
propoaias devidamente reliadas par> o foroeci-
u emo de materiaes de constmeedo e oojectos de
fxpenirn e, necessarios ao primeiro semestre do
anno vlodoarc.
Para ser admitlido a coocatrcn'ia, depositar
ata proponeate oa tbeaoorana deeta-repartlcab
a qoantia ae cem mil ris (tOOlOOj qoe p-rde-s
re convdalo para atelgnar o coolrdct. Dio o
tiier dent o de praso de lito dias. contados da
da a do avieo qie Ibe fr expedido para tal tim
Os materiaes e aritgss de escriploiio serio
todos de primeira qaaldsde, div ..do, 00 acto
da coocor; eocla ser apreieotadas as amostras
dsqoelles qoe di6JO forem soscepiivr.is.
Os pregos das propostas serio deaenptos po-
ex eoso, sem raaors, emendas oo vicio ae qoat
qoer especie.
Paragarao'la da toa execocio do contracto,
o coo'ractan'e recolbera no cofre desta reiar-
ticii ama caijao em dioblro apolice da divida
ponli' a Pederal oa esladosl, ro caderceta da Cai-
xa Bcooomlca, cuja imporiaocia Ibe seri oppoMo
meme arbit ada pelo uirecior, tm vista do va
lor provavtl do ccatiasio.
A direcuna nio sera ob igada a recoobeccr
no caso de (ailecimeoto do con.raciaole direito a
reversao do coolra:to A b rdtioi.
Tedas as i.forma{0es precisas serio prestadas
oa secretaria desta reparucSo, onde ae en:ooira-
ra tambern a re lacio de todos os art'g a a for-
necer.
Secetaria da Reparucao das Obras Publlcss, 7
de DeaemD.u ae 1834.
O FfcrelaHo.
Miguel isuoes Vianns
De ordem do Sr. Dr. director geral do
Thesouro do Estado convido es Srs. con-
cessionarios das Uzinas, infra menciona-
das, a virem recolher aos cofres da
mesmo Thesouro, at o dia 31 do corren-
te mez nao s os juros correspondentes
ao semestre que se finda n'aquelle dia,
relativamente s prestacoes recolhidas,
como tambern a importancia dos mesmos
juros, referente a semestres anteriores,
ficando certos de que se nSo^effectuarem
o recolhimento no supracitado prazo, fi-
caro sujeitoa ao3 juros da mora, raz&o
de 1 0/q ao mez nos termos dos decretos
de 15 de Outubro de 1890 e 31 de Ja-
neiro de 1891.
Uzinas;
Trapicbe, de Julho a Dezembro de 1894,
6":650i00>.
Carp-ass, de Julho a Dazembro de
1894, 6:650*000.
Bamburral, de Julho a Dezembro de 1894,
6:3008000.
Coelho, de Junho de 1893 a 30 de Dezens-
bro de 1894. 2i:856*$30O.
Bandeira, de Julho a Dezembro de 1894,
6:5508000- ....
Salgado, de Julho a Dezembro de 189i,
5:2508030.,
Cachoeira Liza, de J\b.o a Dezembro de
1894, 87:50#000e *
Maria das Merc), deulho a Dezembro
de 1894, 7:852^00,

j lu
Gaern, de 18 de Marco de 1894 ag de
Dezembro de 1891, 29;556683.
Lustona. de Janeiro de 1893 a De:embro
de i 894, 16:7708833.
Corris da S Iva, de Janeiro de 1893 a
Dezembro de 1894, 19:016866?
Secretaria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, em 19 de Dezembro de
1894.
O chefe de seccao.
"Maria/iao A. de Mede'iros.
BEGLA&v0ES
Banco de Crdito Real de
Pernambuco
18 sorteio
No di< *6 i correle, e 10 iora da manta,
Oa eeoe roa lo Boai Jecui 0. 26,
poedei-te-ba ao 18* eo.'telo eas letras fcypo-
tbecansii qaa tetm de fer reepatnria-1, co reB-
P0! dentea as serles l'. 1', 3", ,. 8', 7*, 8' e
9'. 'el t vas aos ancos de 188i i I83i
Serao premiadas, como Le ceteme, 0 deetas
letras.
O local frarqceado a qoa'oi er acci nieta.
R Clfe ti de Derembr de 1894.
Cs aiimini.t a ores
Hanoi-1 Jai de Aiuonm.
Lois Dopra'.
Dr. A'istarcro Xivier Lopes.
Companhia explorado-
ra de productos caica
reos
Assembla geral extraordinaria
Pelo presente sao convidados os Srs
accionistas a reunirem-se em astembla
g6ral extraordinaria so m io dia de 23
do crrante mez, no escriptorio da Com-
panhia ao Caes do Apollo n. 73 afim de
pela mesma assembla ser autorisada a
integra,isacao das ac;des de primeira e
segunda serie do capital, e de outro
raeios de obter-e recursos immedii,>
Recifs, 12 de Dezembro de 1894.
Rodrigo Carval/io
Secretario.
Santa Casa de Misericordia
Jo Recie
Fo'DecImento de pi e bolacha
A [lima, joma da Santa Uasa e 1 rserlcordia,
sm sessio de 26 do cor-eote, recebe propostas
para fornecimento ue [i> ebolacha ac dlvenos
esiabelecimsotos de candade a tea caigo utsia
cidade. llorante o trimestre ce Janeiro a Marco
de 1898.
As pnpcsiaa deverio ser apreseotadas em
carias leonadas, devidamen e selladas, decla-
rando ou proponentes qee se eojeita a orna
malta de 5 0/o sobre o valor do fornecimento se
00 praso de tres das nio compareceris a teta
se retarla rara aesignar os respectos con-
tratos.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 19 de Desembro de i89i.
O escrivio
Jote Honorio B. e Menetes.
Coupanhia de Tecidos
de Malha
A directora desra ociparbia convida am
Srs. ar-aonisias par reoolrem se im afsembiea
geral ordinaria, 00 dia 28 do crrente mez. so
rre'o dia, no 1* aodar ao sobrado n it. sito i
roa do Commercio (entrada pela roa do Terrea)
Gm de tratar-ge da prestado de coalas e da
leici 1 do novo conEe'bo fiscal. Em roo inua-
cio coostitoir se ba a mesma bfsio em assem-
bla geni e Iraordloarla. a6m de refirmarse
os estatutos eele er se a rova di-ectona.
R Clf*. 10 de Pef rr>hro de 't94
CLMPANU1A DK
Trilhos Urbanos do Recife
a Oiinda e Beberibe
embl. em con ir u'-cSo
Eji CDotn-oaii a asfemb'ea extraordlDaria,
qoe leve logar a 1? do drreote, cs Srs. accio-
nistas lie convidados a reun em-se no dia 3
re Janeiro prximo, ao meto dia, nosa'ioda
Associsi;io Commercial BeoeDceoie, afim da
deliberarem so r 03 assomploa da eonvoesrb,
qoesio: 'proposti de quiugao da varios Srs.
acciooittcs em favor do ex lb-sooriro ; propos-
ta da ei-ec'o-ia pra ama em?aaj de deben
tires.
Recito, 21 de Dezembr) de 1891
Beoto MagsibvS
Gereme.
THEATRO
Grande companLia drama-
tica italiana
0. MODENA
Q: arta^feira, 26
2.a recita de assigoatura
FDOB'i
A's 8 horas em ponto.
Trem para Oiinda, Apipucos e Caxang e
bonds para todas as partes.
Coiii[anli!u Pernanibncana de
.\ave;aeao
Da ordem da director.a convido acs Srs. ac-
cionistas, para a*si lirem so torteio qno se (em
de f>s-T a 28 do corrente, jo mel da, os sede
da Comosnbia, para resgate de obr gacfies i re-
feren, i es.
Recife, 22 de Dezeab-o de 1S94.
A. l'lyssee de Carvalbe,
Gereate.
Estrada de Ferro Central
de Pernambuco
TR^NS PARA FESTAS
De ordem da Directora, fago publico
que nos dias 24 e 25 (vespera e dia de
natal) esta Estrada de ferro expedir alm
dos trtms da tabella os seguintes :
Dia 24do Recife para Jaboatab, um
s 7 horas da noite, outro as 9 1/2 horas
da noite, de Jaboatao para esta estacSo
s 8,2 da "noite.
Dia 25 -de Jaboatao para o Recife s
8,20 d noite, regressando para aquella
estacc s 9,20.
Secretaria, 22 de Dezembro de 1894.
Jos/ de Amorim
Secretario


Piarlo de Pernambnco Tcroa-IVira JtS de Bezemliro de 15fM


-


m
-

f-

PRADO
PERN AMBICANO
\7.
ajstsscx V3S3B.S j5oaxa
GRANDES PREMIOS
Projecto de inscrip^o
Para a 9/ corrida a realizar-se no domingo
6 de Janeiro de 1895
I\ PAR'JJO Pr-9 PerallMic*-'-'-090 metros. H-ndcap. Animaos
de qualquer p\ s Premios: 1.000JO0O ao prmeiro, 200 gando e 100)$ ao terceiro.
Fesoype, 60 kilos ; Doro'.hea, 58 kilos; Apollo o Guayanas, 52 kilos cada
uro, Petropoiis, 50 kilos; Radams, 45kioi; Doaradilho, 40kilos; e
os domis o mnimo me ccosegoirem.
2e PAREO --'Visconile Cionfaires Pinte1.800 metros. Handcap. Ani-
maei de Pemambnao. Premios : 500)5000 ao primeiro, 100^000 ao
segando e 505000 ao terceiro.
Pesos=Nib*bo, 58 kilos ; Aventareiro, 56 kilos ; Bismark e Camors, 54 ki-
los ca 'a nm ; Feniaoo 50 k los ; Triumpho, PlatSo e Piramoo 48 kilos
cada uro, Pynlampo, Tado Maurity. Torco 2.', Ida, 44 kilos cada
um e os domis o m-oimo no peso que conseguirem.
3* PAREO__Iterbv Clnb 1.600 metros.HandcapAnimaos de Pernambuco
Premios: 5000000 ao prmeiro, 100,5000 ao segando o 501000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.* Nababo, Aventareiro, Bismarck e Camors.
PetOS__Feniaoo, 56 kilos ; Triamphr, 52 kilos; Piramon o PlatSo, 50 kilos
cada do ; Tado- e Pynlampo, 48 kilos cada um ; Maury, Turco 2.*
Ida, Fumaca 2.a, Hirondelle, 4o kilos cada ao; e os demais o mni-
mo peso que cooseguirem.
4 PAREO__Fredcr'O Laup 1.500 metrosAnimaos de Pernambaco. pre-
mios : 40C$00 ao prmeiro, 800000 ao segando e 40000 ao ter
ceiro.
^rt ij_.__Os do careo Derby Club o mais Feniano, Triumpho, Piramon, Plutro,
Tudo-, Fyrilampo, Manrity, Turco 2. Ida, Fumasa2.* e HionS
delle.
5, PAREO__111Vpodroino de Campa ftraade 1.400 metros. Animaos
de Pernaombuoo. premios : 300)5000 ao prmeiro, 60)5000 ao se-
' gando e 30000 ao terceiro.
Ar{_ 5.__Os do pareo Frederico Loop e mais Pygmea, Mascotte, Malaio, a-
blio, Berlitr, Aily Stopper, Faoso, Patbohoaly, Oarimpeiro, Teimoso,
Ybo, Pirata e Qallet.
6' PAREO -Dr. Arroda Bclro1.200 metros. Anirntes de Pernambaco.
prEMiS : 30000 ao primeiro, 600 ao segando e 305 ao terceiro.
A-f. 5.*__Os do pareo Hipdromo Campo Grande e mais, Malanga, Petropoiis
2.*, Tupy 2.', Bethovy, MeoJigo, Saos Soaoi, Hugienotte, Ciogo,
Viogador, Palbaco, Beija-Fldr 2.a, Vivas, Phanseo, Caraon, Em,
Frontn e Baralho.
7" PAREOEsVpreasa Peraanbncaaa1.000 metros. Animaos de Per-
nambaoo. premios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segando e 300
ao terceiro.
Art, 5..__us do pareo Dr. Arroda BeltrSo e mvs, Dictador, Gatuno, Mouro,
Limeir, Tirooneiic, Tiberio, Conquistador, Momisco, Regente, Soepti-
cismo, Tenor 2., Narciso, Talicer e Boceado 2.*
Observa^oes
Nechum dos pareos contar victoria.
O proprietario que nscrever animaos ter direito a nm bilhete numerado
por animal que iosorever, qae dar direito ao brinde.
Nenhom dos pareos ser considerado realisado sem qeo oorram e se inscre-
varo polo menes 5 animaos de 3 propietarios difierentes.
Tocando a pesagem os animaes devero estar jacto da respectiva casa para
serem immediatamente ensilbados e Seguirem para o barraoSo no centro da raa onde
so poderlo estar os ockeys e os tratadores ou criados, e os juinas do mesmo barracBo,
osq'iaas nao psderBo ter commuaicagao oom pessoa alguma antes da realisar.se a
florridii.
A internelo encerrar-se-ba SABBADO 29 DO CBRENTE, s 6 Ij2 ho-
ras da tarde na Sae etar do Prado, roa Ha Imo-.-tns n. 26, 1. andar.
ATTENAO
D-se como brinde aos Sis. freqoem>do.e, um liado Carro francos de 4
rodas, oom nm lindo escalio, completamente arreiado.
Os iogressos para esta corrida torio 2 nmeros.
As gen'.is Senhoras qoo forero, fe.it a anniversaria do Prado Pernambooano
rece ae: Jo na entrada dos port reito a lindos objectos de pbantasi, qae aebam-so em exposicto no Binar da Boa
Vista.
Os i jgreiBOS acham-se venda nos segmotes logares :
Secretaria do Prado, raa da Imperatris n. 26, 1.' andar.
Bazar da Boa Vista, roa da Imperatris n. 88.
Livraria Francesa, roa Primeiro de Margo o. 9.
Centro dos Famautes, ra Primeiro de Margo n. 3.
Secretaria do Prade Pernambacano, 18 de Dssembro do 1834.
O secretario,
Jtt. Lemos.
Companhia Florestal Agr-
cola
Assembla geral extraordinaria
Si o convidados os Srs. accionistas! para te
rennirem em assembla geral exirooriinana em
iO de Joooiro prosr.no vindoaro, to meto ola,
no escriptorio raa lo Marques de OMada o. 19,
am de deliberaren) sobre assucoptos hoaoceiros
da ompaobia, devendo os Srs. a.-cioo sus d>po-
stairm 6nas acjes no cofre da companh a cin-
co das antes. accordo com o art. 17 dos es
tato .os.
-Recife, 21 de Desembro de (89i. .
J;s Gaccalves Pinto,
Director presdeme.
Compaahia Industrial
Pernambucana
jutembl* geral raimarlo
A aiminisirac3 desta Companbia convida
os genitores sc:ioo-8ta8 a rennir m se no siiao
da aa'oci'QioCooitnercial Ba^ettceat a I ora
da tirce do dia 7 le enetro proxiao, para oo-
tirem a leitora do rola lorio e do parecer Bacal,
deliberarem sobre o balango e coolaa ep'oce-
derum em eegoia a eleicio do oncelbo bacal.
Ruclfe, al de Daiexbro de 18S4.
Corapanhia Industrial
Pernambucana*
AsesBbla eral extraordinarias
& adminlBtracao desta Compaobia convida *o>
8rs accionlsus a rennirem-se no eslo da Aa-
aociscilo Commercial BeneBceote as boras da
tarde do da 7 do Janeiro prximo, para delibe-
rarem sobre ss novaa tnt sdas de conformidad
coa o artigo 6.* dos estatutos.
Eecife, Si de Desembro de 1891. t
SJC1EDADE
Refinaria e Destila^o
Pernambucana
Teado de srocelar-sessorteiodas detentares
deita socledaQP, relattVo ao V exeat'e deit"
.ando, ato convidados os Srs. accionisirs pars
asistirem ao mesmo sorte'o, l seo esc istorio
* nu o Commercto n. 3i, no dti 18 do corret-
ie. i '. hora da tarde.
eclfe, at de Desembro de 89*.
I. Goncalves Pinto
Prndenle.
Companhia
Exploradora de prodactos
Calcreos
Si3 convidados os Srs. accitnistas a realisi-
rem dentro de 30 das, a contar de boje, a sel
ms presiacao de 10 0/j do capital sobscripio<
oo I00C0 por sccao, em mSo do Sr. tbeeoorel-
ro, uo escriptor.o da compaobia, no caes do
apollo n. 73, dss 10 s 1 horas ds tarde.
Pede-se sos meemos Srs aceionlsias de apo-
sentaren no icto do psgamenlo os recibos pro
visorios para serem sobelttoidos peUs cautela
lefioitivas.
Recife, 26 de Novembro de 189.
Rodrico Carvalbo
Secretario.
k/?.it:(Ccs
Eojai Mail sieam hebt mimy
O paquete
Clyde
Ccmmandante A. E. Bell
E s pe r a se da
Europa at o dia
te do correte,
isegoindo depot
'da lndispensavtl
demora para
Bahia, Rio de Janeirp, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
.'N. B.Previne-se aos Srs. recebedores de
mercadoriss, qae a Companhia Mala Real ingle-
sa, contrtetoo com aGencat Steam NavegMioc
Goropaovnm servico da vapores se manaes qua
partindo de Bordeaos e Cognac, vem ebegar a
Sootbmpton a lempo de baldeiarem as cargae
destinadas a America do Sol. para os vapores
desta compaobia.
A Real Mala acceita por precos rseoavels pat-
iageiros para Valparaso via Baenosj-Ajres,
estrada dod Andea/# *
Tamben) actffeita paissgelros para New York,
va Sontbsmptoe, por especial arranjo feito com
a Compaobia AllemandJ4o;dpodendo demora-
rem-se na Bnropa cas)^ desejarem.
Rednoclo nos praoos das pastagens
id* rswsto
A Lisboa 1* cIsjm s ao |Mr
A'Soatbajiiptoni'ClWSa; *K $
Camarotes reservados para os passagstros da
Pernambaco.
Para carga, passagens, eocommendas e di-
nbeiro a (rete, trata.-* com os
AGENTES
Amorim Irrao* & C.
N. 3Raa do Boro JainsN 3.
Para o Rio de Janeiro
PATACHO NACIONAL
Brazil
Este navio, qce ja tem engajado urna gran-
de parle de sen carregamento, segoe por estes
dia* para o porto acma, poden lo ainda receber
alguma :arga.
A tratar com a
C0NSI9NATARIA
CoanpanhJn Industrial e Com
merclo de Estiva
Raa do Amorim u. 58
Cipafloia Mmwm mi Na-
fp^ao
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maceo, Mo*or, Ara-
cctfy e Cear
O paquete Una
Commandante Carvalbo
Seguir para
es portos cima
Indicados no dia
SS do corren le
_____ as 4 boras da
tarde.
Recebe carga, eocommendas, paseagens e di
nheiroa a (rete ateas 11 boras da maaa do dia
da partida.
Cbama-ee a a'tencSo dos Sra. carreeado'es
pars a claa9ula 10* dos coobecimentos qoe aqni
publicamos:
>o caso de baver algema rec'amacSo con-
tra a Compaobia, por avaria ou pe-da, deve ser
(eita poreacripto ao azente respectivo do porto
de descarga, dentro de tres das depois a ea-
gointe:
Nao precedenlo esta formaliiade, a Compa-
obia fica lienta de tola a respoosabililaae.
ES3RIPT0R1O
Ao Caes da Compaobia Pernambucana
1. 12
.CUKIDIS EUSiS
Compaoliia Fraaceza
DE
XaTegi?o a Tapor
Linba regular entr o Havre, Lisboa.
Pernambaco, Babia, Rio de Janeiro
e Santos.
O VAPOR
Colombia
COMMANDAME V1EL
E'esperado da
Enopa al o da
9 de Janeiro, e
segura depois da
Becessaria deme-
ra para a
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
Rttga-ee aos Sra. importadores de carza pelos
vapores desta liona, qoeiram aoresentar den
tro de 6 das, a contar do da descarga das al-
vareoeas qnalqoer reclamacao coocernente a vo
lomes qoe por ventara tenbam seeoido para os
porios do sol. a Jm de se poderam dar a lempo
as providencias necessariaa.
Expirado o referido praso acompala nao se
rssp asa bi lisa por extravos.
R cebe carga a tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Comsoeroio>9
Companhia Ptrnambocana de
Navegado
^y\ PORTOS DO SUL
lacei, Pened, Aracajo' e Babia
^^^. Paquete
S. Francisco
Commandante Pinto

Segoe codia S do do corren
te ds 4 boras da tsrde.
Recebe carga, encommedas, passagens e di-
nheiros a frete at as 11 boras di maub do dis
da partida.
ESCRIPTORIO
o Caes ds Companhia Pernamboosna
n. 12
Vapor inglez
Brandembnrg
Este vapor de 1.* classe
esperado brevemente dos
portes do norte, segoindo
fepcis de peqnena deno a
directamf ole para o
Rio de Janeiro
Para cargs, passagens e disboTO a^ete, tra-
ta-se coui os
Consignatarios
Companhia Industrial e Coin
merelo de i:(lva
5S-RUA DO AMORIM-68_______
Llovd Brazileiro
O VAPOR
Pemambuco
Comraaudanto Macedo
E'esperado dos
portos do norte
a! o da 5. se-
guindo no du im-
m edlato ao da
ebegada para
Macei, Bahia, Victoria, Rio
de Janeiro
As eocommendas serao recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
CaeB da Compaobia Pernambncanan. V
Aos Srs, carregadores pedimos a sna alinelo
p>ra a claosola 10* dos coobecimeotoj qoe s
enlata:
No caso de baver algoma reclamao conlrs s
compaobia por avarles oo perda, deve ser felfa
por escrlpto so agen e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de- Bnsll-
sada.
Nio precedendo esta fermallda-fe, a compa
n*a nos teenta de tods a ri.sp-nsabilifsde.
As passsgeos sao tiradas a mesmo escripto-
rio, at is a l/l boras da urde do dia ds siblds
do Tspor.
Para uarga, passagens, eocommendas e valo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & C
6RA DO COMMERCIO-6
Coapanlijy Peraambncana de
\aga<;o
PORTOS !:0 NORTE
Fernando de Noronha e Ruceas
O paquete Beberibe
Commandante 1* terente Fabio Rio
Seguir para o-
portos cima In
dlcadisoo tic*
do correle t
4 boras da tarde.
Recebe carga, encomiendas, paESigens e di-
nbetro frete at a- 11 Qoraa da maub du dia
ds partida. .
ESCRIPTORIO
Ao caes da Uv ipanbia Pernambucana
n. 12
Hamburg Suedamerlkanis-
che Dan pf jchiffahrts-Ge-
ssllschaft.
O vapor Santos
E' esderado da
Europa i, te o dia
9 de Janeiro prc-
x i m e seguir
depo da d more neceesaria para
Cahia, Rio de Janeiro e San-
tos
Este vapor illumicado Ion elctrica
e offerece ptimas tccommcdajSea aos
3ra. passageires.
Qnaerqner reclamafiOes f serSo sltendilss 4g
boras depois da oltima aescarga do vapor u<
Alfandega.
Entrar no porto
Para passagens, ca/ga, f ele e ele trtta-se
cocaos
Consignatarios
Borstelmann 4r C.
Rus. do Commercio n. 18
I- andar
Boya! Hungrian Sea INavigalion
Gompany Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Dak
E' esperado de
Trieste al o da
95 de cor rente
pegoindo depoia
da indispensavel
demora pa-a os
pertos da
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
Para carga, passagens eocommendas e dinbel-
ro a frete, trata se com os
AGENTES
Henry For&ter & C.
Roa do Cjmmercio n. 8
1* andar
LEILOES
Qoiola-feira 37, de/e ler logar o des bons
movis, crvstaes e mais objertos da casa de re-
sidencia do D\ Silva Perreira.
As 1 boras, daas vaccaa toorioas e a tar-
rotas.
Leilo
De uxa vid ra qnasl nova com arreios para
dons cavados e orna parelba de i avalles casta
nbos, propria para o mesmo carro
Quinta-feir, 27 do corrente
A'S Z HORAS DA TARDE
Em frente a casa da rna do Pires n. 27, por
occasiSo do leilo dos movis da casa em qae
residi o Dr. Silva Perreirs.
Leilo
De doas vsccas com crias e daas garrotas
Quinta-feira 27 do corrente
A's 2 hora da tarde
Em frente s casa da roa do Pires o. 37, onie
baver leilo de bons movis loncas.vidros e mais
perlencesda casa em qne mora o Dr. Silva Per-
reirs.
LEILO
De movis, c-ya ae.8, porcelanas, espelbos. qua-
dros, jarros e vasca para flores, objeto* de
electro-platr, lindos objeC.cs de pbaolasia e
muitos arilgos rfe casa de familia
Quinta-feira, 27 do corrente
Na casa da roa Gervasio Pires n. 37
A8ABEB:
Urna mob.lia com dockerqnes, 1 piano forte,
1 espelbo dborsd<, 1 lustre de cryatal, lindos
qoadros a o eo, e oleograpbia, aparadores, eia-
geres para toteas, 1 linda mesa de centro, 1 di-
vn e 3 cadelras poltronas, odeiras de coaro,
ditas de talaoco e de abrir, mBas donradas, t-
peles, eecarradeiras e esleir para forro de sala.
Q artos
Urna mallia de toilette de m deira toda igual,
1 Dedo 'guarda vestido com porta de espelbo,
toilette, lavatorio com pedra, camas de ferro com
(astro de rame, ma-qaeiOes, guarda vestidos,
guarda r.opa, cadeiras de janeo, cot modas,
antoarii', 1 eepelbo grande sob columnas, 1
cama para merino e motos on ros movis.
Sala de jantar
Uoa orobilia de sala de jsniar tola de madei-
ra de carva bo com 1 gnarda lou.a, 1 buffet, 1
aparador e 13 cadeiras de goarmeao, cadeiras
de balaceo, ditas de abrir ditas deguarnico, de
jonco, 1 reljgio, 1 aparador, 1 armarlo, Iones,-
vidror, copos, clices, garrafas, compotelras,
frocieira', macbna oara caf, galbetelros, lico-
reros, mtsas de cosiDba e de engommar, irem
de cosicta?, flandri's, poles e jarras pira agaa.
Oojecios avolsoB
Banco de jardirr, 1 maogoeira de borrac&a, 1
espingarda, 1 revolver, 1 eecaaa e moitos oatros
objectos de casa oe ramills.
Quinta-feira, 27 do corrente
Na casa da toa Gervasio P>res n. 37
O Dr. Silva Perreira tendo de faser urna va
gen?, fas ItilSo por jnerrn;8o do sgedte Pl lo,
dos movis e mais otjectos cima mencionados,
existentes o* casa da raa do Pires n. 37.
A's 10 e 35 partir o bond qoe dar pessa-
gem gratis sos concurrentes.
0 leilo principiar s 11 boras.
importante
LEILO
De b?o smoveis r b'onie, c cotdrres-
pelho, Bgtras de | ~ fios cyj'aes, por-
celanas, eleciro-p prata
Sexta-feira, 28 Jo co/rente
A's H horas
N csa rna do Hsspiclo n. 41
CONSTANDO:
Sala ce visita
De nma linda mobllla preta com encost de
r>alha com 1 cadniras de gaarni^ao, 3 das de
bracos. 1 sof e 3 consolos com pedra. I impor
ante piano comr.letaTenie- novo do fabricarte
D rvi & Sons, 1 c>deira p?ra o mesmo, 1 cana e
estrado para piano 3 Importsntp erantes ana-
dros rep'eentanlo a cdle dei Henrlqne IV e P-an-
clst'O I, 1 esrH io oval, colomnas grandes com 3
impor'antes figuras de brooze, 3 "olomn'S me-
nores com jarres. 3 jardir.eiraa, J rica ecar-
radeirs de porcelai diverso1 laceres dnora
rtos, lindas cestas donra^ns com flores lira', 6
ricos irrrs grandes e pequero*, i, cadeiras de
lona, 3 anefa. 3 cortinados, 1 mobilia de lina
estofada romoletamente nova compoita de 3 ca-
deira', i fofi p 1 mesi. 3 cadeiras ''e ph nt'v.ia
t< rada de v llut?", 3 canlonelrai cira epe'h^,
3 qoadros de pbaoiaf>ia e 1 peleeo para sofs.
Uiiredor
Um sef e 4 csdl'as dpr>*o car.ga 3 qoadros.
Sala de ]antar
l!m gnarda Innc snepe fo com tarom de p
i'r, 3 lindos opara 'ores enm ppdra, 1 coarda
comida 1 mr8a f las ic cora & 'abo?. 13 r*te'-m
raa de inoro, 1 cad'i'a alta n?ra crianca. 1 ban-
ca com pedra e reefriadei-a, 1 sp^a-plho ** onro
ce'an rara pintora cMneja ora jantar. i dit-
de porcelana dourada para almrcn. copos, cala
i-es, garrtfas, comontelras, fra'teirj. port
qr;ljT de finos cry*t8P9 brando e de r6-es. ga
Ibeteiro, licoreiro, "bandeijas de electro-pla'e, i
importante lerno de bandeij is Bnae, 3 frn"tpirap
de alabastro, 3 porta fatas de electro pial, I
frqaeiro de electro-rhle, 1 dito enm cabo dp
ma'flm 1 dito Ce prala, colberes avu'caa da praia
para (Apa e caf, I vaso de electro-plata para
planta.
Costana
M'?a>, 4 vasrs de folba para plantas, t-em de
cceiaba, jarras, depsitos, bacas, ele.
Andar superior
Uia mobilia de jaca'and, 1 Imprtanle es-
tante para 1 vras, 1 mesa com panno, i rica mesa
para jogo, 3 cadeiras de jonco com balsngo, 1
mesa redonda com peJra, 3 cnsolrs, 1 estante
de ferro, 1 macblna de co&tu_i, 1 tapete de pe-
ineta 1 rica cama toda entbala r.a-a casal, com
eolebio e corticado, 1 guarda vestido. 1 toilette
de Jacaranda, 1 baaca cate-eira da rama com
pedra, t commoda, 1 cama fraocez?, 3 cabides
de coturnos. 1 linda cama para eiauc*, cabides
de paredp, camas de looa, c- sisa para roopas, 3
cortinados para cama, 1 caixa de madeira e
moitos ontros ufjecios de ca a de familia.
O agente Gosmao, aatonsado pelo lllm. Sr. Dr.
Simplicio Haviguier, qae relira se pira fera do
Es ado com sna Exma. familia, tara lellao dos
movis cima meociooadee.
<~+
AVISOS DIVERSOS
Venie-se ama boa casa na roa Aogu-ta n.
184 ; a tratar na meema.
Preciea-8' de orna eogommadelra ; na roa
d?e florea n. 85, tii.ioraria.
Precisa se de om criado pta teao servico,
oo heneo da Lngoea a. 1, botel.
Vende se a taberna sita i roa Imperial u.
99 ; a t-ataf com Amaral & .rmso, a rna do
Raogcl n. 46, e o motivo da venda ss dir ao
pretndeme.
Marcineiros e torneiroa
Na fabrica de movis de MI va Peroandcs & C,
contracia-se rustas qoa sejam peritoa.
Roa de S. Joao o. 48.
Roa Baruda Victoria n. 49
Vende-se
Urna laverna berta afregae2ada, muilo prspria
para p-incipiaDie, com sc:ommod c'es para U
milla, a es'.rada nova deCtxaDgic 83, proxjm
estsc do Co deir i ; a tratar na meme
Criado
Preciwa.se de un criado, a
tratar a raa da Paysand
As sezoef, febres intermi-
tentes, palustresf renitentes
clores de cabeca, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infallivelmente com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
BOTICA FRANOBZA
H. Rouquajrol
22 Ba da Craz 22
Fundico Ge
ral
Alian Paterson 8f C. avi-
sam aos seas freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado tortimento de
arados os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, 1 !
Cubanos ns. 1 e 2 !
Papis de casamentos
Jos Fiaocs-o da Cmara Santiago, eocarre-
gs-se de preparar com promptluJio e prego ra
sosvel,.papis de casamentoscivil eeceleslas-
tico ; po 'endo ser p.ocorado a qoalqner ora,
os casa e soa regencia, a ro de S. Miguel
0 75 P, Alocados.
Soires
0Dr. Moja, prestlduliador, qce possoe nm
escoIbiJo repertorio ce jopos prepnos p sra
sallo, cfferece-se para dar soirees em catas de
familias e ceot'cs sociaes.
0 meemo artista di8(0e de dhersos aprare-
Ibcs de prestidigitado e nma r oulaeima col-
pccSo de vistas pa;a Lanteroa Mgica, qoe
vender nnl'o barato.
Para tf se Om poder! ser procurado na rna
Bella n. 37, segundo andar, com antecedencia ae
m a don s das.
Cajurubeba
Esto enrgico a prodigioso medioemsn-
to, que oomecoa a ser vnlgarisado om
1883, o qoe tSo proficuos resaltados tem
prodnsio na cura do renmathiemo, mo-
estiaa d9 pello, eacorrbeas, asthma, dos
i'jffriraertos occasionaios pela imparesano
lis, este\epor algum tempo parelisa do por
circnmstansias imperiosa*; o hoja, porm,
reappareca com todo sea vigor; e da
esperar que continu a merecerdo Ilus-
trado pnalico a me*ma aoceitacSo da qne
sempra goso o
Approvado pela respeitavel Junta Cen-
tral da f [y -iene, por Decretos de 2 de
Janbo do 888 3 e 18 da Abril da 1885. ,
V m pos! cao
DK
Firnino ^andido de Figueiredo
PROPAGADORES
Baptista & Figueiredo
A venda em qa-lqner Pharmacia.
A Nova Esperanza
3 Rna Duque de Co vias 32
Cbamtt aB am.veis loito-as a pott s afim
de munirem se do qae mais precizarem e
lembrarxes ara> bcorosa viaita para admi-
raren] o variado sortimento do fim do
anno. Alm de outros lembram's a'gjns
artigos. Bonitos eat j com diversos
objec'os da prata para preseotc-s. Ele-
gantes estojes com res eacov^s. Bjai-
tas toteas para adornes de salaa e quartos.
Finas crJoarss do porcelanas c?m bmitos
desecho, Bonit-s gaarnic;8as Teto a tete
p-ra 2 e 4-pcscOis para presentes. Um
'oiito rxuuaal para misse. e confisaSo. Es-
tojos psj'a barba e vagens. VariadisB-
mo sort'roento e boneca* < calangas, pia-
nos, mobiiias, apparelhos de Iones, fallie-
res de fino metal. Reas joiaa rio ouro
romano oom podras finas, o qae h de me-
lhor garantidos por 10 Sanes Finos cor-
tinados para janellas e camss, braceos o
de c es o que ha de gosto.
PARA HOMENS
Finos rele?io?, carteira, cimiscs, ool-
Isrinbos, pnnbos, aberturas bordadas e
lizas, moiss de a-sda, esoessia a algodSo,
completo sortimento. Lancua de seda,
ltnho a tilgodo o qae ha da m:lbor as
meibore:) bengalaa e rcait a outr.s arti-
gos.
PARA CREANCAS
Carros de lti> para pvsseio, cadeiras
vime e de jan?o para juntar e moitos ar-
tigos diversos que mecsalmcnta receberam
a bem conhe:ra k-j i Nova Esc-.-ranjado
PEDRO ANTUE8 & O.
6;l Raa Duque de Caxias t3
mtVllil
RRA.NUS E DE I ORES
bEnilIKSH'
Rodolplio Antnnes
i
9
&c.
Galoes e Guarni^oes
Oom vidrilho e sem vidrilho acaba da
recebar lindo sortimento o
GONGRBSSQ DAS PAMAS
Para a* festas do Natal
Anno Bom e Res
Receberam CONRADO ANTUNES ft
~., proprietarios da loja denomiuada A
BRIZA sita Praca da Iadepeddencta
as. 4, o 8 e 10 os artigos abaizo mencio-
nados para os qaaes chamam a attenoio
dos Be tu innameros e amaveis fregueses.
MANUAES para missas, de madreperolft,
tartaruga, mar fim o bano.
BINCULOS do madroporoU, tartamgs,
marfio e bano oom frisos donrados o
prafe idos.
HIQUHSIMAS onstareiras com e sem
mnsitia.
LINDAS arvores do. Natal para serem
colloijudas as salas.
MARAVILHSA3 lanteraaa mgicas,
oom varias cc.llec(,o's de vistss.
LINDISSIIVJAS chicaras e riqusimos
TETE A TFTE r-e poroallana fina.
BONITOS estojas para barba.
BELLAS bolsas piopr.as para renhoras*
JAR DIN EIRAS para enfeita de sala.
BIJOUTTERIAS com e sem pedra, sor*
timentovariadissimo^omc S'ja em gram-
r,os,broches,pulsMrap, ch tthinas, tran-
celn ', aneis e relogios.
RIQUISSIUAS bengalas com cast So
onro, alta novidade no mero&do.
PERFUMARAS des mehores a mais
sfamados fabritartcs de Pars, Londres,
Berli:n e N w-York.
AttTIQOS DIVERSOS
R upas brancas, espiabas bo rdadas a
aeda para mooiohas, gravatsp, Is jees, es-
pirtilhcs, pnnhos e collarinbos, peitilfaos,
camisas b rdadas, Lsas o de fliaellr, xt-
dades, |al8es e etc.
A" BRISA
ERACA DA INDEPENDENCIA
Ns. 4, 6, 8 e 10
Conrado Antunes t C-
FANTAZA8 "
' lindo o sortimento de teoidos send
impossirel de se deeorevttr a grande va
riedsde de teoidos de fantasa, sedas
lis, nansook, oambrsias branoas e de oo
rea ; pede-se ao publico em geral e princ
plmenla as Ezmaa. jnviiiaB de visitaren
Congrego das Damas
CarvQlho'*& AJmeida
BA DOCABUGa' 8 a 10
Tl)phpmel96


A.
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A
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1


Diario de Pcraambaco Ter?afelra $5 de Dezembro de >

i
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AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPBDE A CABIDA DO
CABELLO
PERFUMA
0
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D. Mari* FMofiw Le i te Brgo
Antonio A olplio L-in- do ffe-flo u Mas irtra^
summa&enie igranejidos a todas ai pea oae
que se dignaram acompaobar para o cem terio
pablico o corpo de soa ; rezadissiota mi, D.
Mina Franc te- L-Ke Reg, p*ueoj loes a car
da**? de ouirero ,! alma va Ufana, as n>isae
qoe roancam celebrar do conveoto deS. Fran-
cisco, qo da 26 do correte, ai 8 boras da
Hitaba.
r
Dr. laaae! do Xaiciawiiti Ju-
chado Purlella rluulvr
Mara trementina Mo eira PoritdU e roas fl-
lliar- (ausentes', Jo e Joajoim Moreira. soa n u-
loerGi'ol'Da Auge la Moreira, soa fl ha, seu*
giiD'Od p netos o'ivi i?m seos parela* e amigos
e aos do en presad" oonca etqoecido esposo
pal, nea'o coobado e (lo o D-. Man n-l o as-
Cimento Machado fjriella iaoior. tallecido no
da 20 do correte oa Capital Federull p.-a
aJitisM't-x a mi s; s qie pelo reaooso eterno do
mesno Sna o mandara celebrar oa icatrlt da Boa
Vista, as 8 boras di manr.a de 56 do cerrente,
Sfitirxo da es. o iafanrto pigremente, pelo que
so conf*fsam aninn "ariamente agradeces.
t
Aniceto insuM* ata aitiv
Rita E z-. fereira da Suv*, seos Blocs, pai,
ti?, irruios e enojado, convldam a iodos oe
seos pareles e pesaoas de i-uaa amliades, para
aitsisii em as m rss qu> maodaoi celebrar por
a'ma de seo prait-ado eaposo, pal, genro, so-
b'irb e entinado, Aoicet) Au.aato da 8ilva, do
da 27 fo carrete, na mairl do Corpo Santo, as
8 horas da manba, aotecipendo desda ja os feos
aersdecimentos a qo m se diguar bonrar este
acto de c-riade e reliwiao.
Elira Teseira le fruiu
Oa no, tus e pa i'i'.hD da indi osa Ehi-a
Teixeira de Preltas, fallecida do Betadi do Es-
pirito Sanio, coov.dam o-" pareles e coohecidos
da mesua para assitirem a mista, que pelo
eterno descaoco da toa alma maodam celeor r
na igrrja do Mooieiro, as 7 e mea boras do da
2( do torrante, trigsimo do seo pastamento.
polo qce (he* tirar So muiio agradocidos
f
Jjcqain Correia de Oliveira Aodrde, pos
nolner Felippa aranho Correia de Olivara,
leu-, connadoa Jos de Alooqorq Maraohj e
Ltiii de A' uqti ju-- Msranbao, seos Bdjs e
ge oros coevuam seos prenles e amtgo3 pira
assifitir m as mismas qoe se km de rezar pelo
eterno de canso de reo prelado soro, pai e ivo
coronel Laix de Albbqoerqae Maraobao, oa
igreja ie S. Francisco, em Otlcda, as 7 I/I Do-
ras da rraQha do mero aomveraari) do passamento do Ooado,
t
(O Dr. Jto Jos Pinto Jonior manda celebrar
m. matriz a Boa Vista, as 8 boras da maobl de
36 di corrate, nma m timado s ;brinbo e amigo, Dr Uaaoei do Natci-
ment M-icnad i Portella Jooior, eco-vida aos
seos p'rentes e amigos e aos do illost:e tinado
asiaiirem a esse acto, contassande se desde
ja reconbecido qaelles que se dignaren) ae ao
ceder ao p-eseole convite.
Iir. Jos dacintho Borgaa ainiz
Triaeslino da
A viova, Olbop, irojfra e ogro do
Dr. Jcs Jacmtho Borg-B Dinii, convl-
dam a todos os saos prenles e amigos
para aseistiretb a'ouata qo por aima
oo seo pran'eado esp o, pal, irmao e
maodam r-zar oa matriz da Boa Vista, as
8 boras da aanha do da M do correte, pelo
que desde j agradscem.
IIBMIBFBI i i i
t
genio.
t
D, Amalla Voaare de Gaimo
Aya-e*
r O Dr. Antonia Cesario Cardoto Afre?. soa
niolber e limes agradewm do intimo d'alma s
pfBoas qna agrupa baam o enervo de snn
p:e:adis-ima mal, sogra e av, D. Amalia Hobre
de Goetr&o Ayer, no da 90, e convidam aos
saos amigrs e prenles para assistlrem as mis-
eas do stimo da qce tnandaoi celebrar por feo
descanso eterno, s 8 boras da mancS de 27 de
oriente, Da Igreja matriz de Santo Antonio.
t
Dr.
Franeiiico Gomes de Andrade
Lima
fl* annireano 31 de Dezembro
A vinva e fi h j.s do tinado Dr. Andrade Lima,
convidam a todos os prenles e amigos do tinado
para a eisii em as d.isss qoe pJo sea deacunec
eterno mandam c Ubrar oaa oatriaes de Santo
Antonio e Boa Vis'a desta citado, s8borap
no convento de S. Franei-c de Ollnda s 7 1/2
boras, as capellas dos eneennoa Ooabiraba de
Limoei'o e Ciran' de Igaarasa*, e oa rxatriz de
lazare b ; aniecipando os sibjb leradecimeotoe
B todos qoe comparecerem a etle acto de el;-
giSo e carldade.
I: t
Jos Antonio Pinto *rior e -aroh
Moreira Pin'o raandan. rezar ama mis <
eextafeira 28 do correte, pa Igreja da
villa de Agoa Preta, por alma de sen
pr:mo, lo e amigo, r. Manoel do N-s
Cimenta Macbado for'ella Jnntor, e convidara oa
t'.nn amigo3 e aos qoe foram do fallecido, para
Bi'slstirem esae acto de religio, cam o qoe coo
(cssam-ee desde ji agradecidas,
BBBBBBlaBBMaHaaBBBIBBBBMBIaaaBaB^BJB
Elvira Yrixeira d rrelta
' Barbota
Dr. LoorenfO de Freitag Barbosa (aoieote).
D. Anta E lio Moraes Freitas. Dr.laao M. de freitas (ao^
Blle), D. Virg D.a de*. lore:o. Dr. 8-rgio Lr-
ruto, D. Telina de Freltae, convidan aos paren-
tes a amigos para assisilrem a aaltsa qne man-
diai rezar na matriz da Boa Vista, le 7 boras da
Bianbi do na IB do rorrene, pela alma daqaellu
cst.emeclds Botd, 3^l* da o no piisamento.
6, Ru de Mirtngo
6 em todaa u
PharmadudoBraril.
SNDALO BRETONNEAU
CONTRA :
ILERHRRHASIA
e todas aa
lOLESTIASdilEXICl
DoenQas do Estmago, Falta efe JFWoa,
Anemia, Fehres, etc.
^W****
**zr
O MESMO
u iiitomu
FERBOGfHOSO T.......
Chlorosis. Pobreza do Sangue,
de HyeTlne *e
Debilidade, ato.
'\^r.,a
Lymphaiismo, Escrfula, Amoecimento dos Ossos, tc.
Paria, U et 19, Bu Dnaet Fhumurias
I O MESMO
-------IPnOSPHiT.ufl
S^IHHAS-GJiX
Para fazer Boa Cosinha
preciso Boa Manteicfa
MANTEiG PUREXTR^fSIGNr
de BRETEL Frres
em VALOG-NES (Fz-anga)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta do Acido Brico, Margar/na,
tzeite e que.lquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO Exposigao Univeral de Parir, 18S9.
mmm
Preoifa-ae llaxlas o. 91.
Criado
nm criado ; oa roa Doqee de
*'a-S9 em cada lata
Marca de fabrica abaixo
-1
KABQUEDE FABRIQUE
OPOZEE
^^^.v^v^a:
' T.Tf
A-V^A
' V XA.
WBEtSBBemm
Sitio
Arreodas.' cm bom sitio combiacasade
viveeda sem ou coa mobilia. Inclusive piano
erm .xcellenle' baixas de captm para o ioverjo
e verao, petto da esiaco do Chapeo de Sol -Ar-
ada,, du linba de Beberibe a da de Tamarineira,
Hnba do Arralal; para informacdea em Tama-
rtcetra. taberna do Arcj Verde, oo no escrito-
rio do Dr. Andrade, i roa Estrella do Rosario
o 1 1- eodar.
Grageas Demazire
A.pproTadaa s>ola Inspectora
CASCARA SAGRADA
Vriladrtr Mer-rdi coalra
VENTRE
MG& %mrmnt\K.mlo m
OE
HABiriiAL
Bapoilto garr : PHARMACIA O. DEMAZltRt, 71. nnrna de VIH
Km er-etmbi/M; St BBM1S k nHV^Sfc CHIM1C0S.
de Hyjieno do Brazll
IOOURETO de FE RROe CASCARA
ContraANEMIAeCHLORQSE
Movis austracos
P'd-se a lodos os fregneies qoe deram tn-
:cmmend.s desei movis, o obsequio de vlrem
oi-r.r co.T.a dos meamos, oue se acb.m soa
tispo*'v>, aseim como acba se ozposto venda
granre e variado sortimeoto deste fcenero, em
(DODiiiaa completas oo pe('as a valsas, com gran-
JieJoccao de precos para liquido* : na roa
Mrquez de Olinda n Si.
Caixeiro
Precisa se de om caixeiro de 12 a Id aanos de
idaie. com pratica de molbados : na ra* do
Bemca n. 35 < Uagrialeea).
"1i.a
CAPSULAS AZYMAS E. GORUN
OBREIAS
TIHTA3 PRBTA
a D3 coaaa
CdU UftmmatFrit
PBBVm&IADO S. O. T3. Gt*
tai aa*atar as i( awaatttaaa BdleaawstM mMm> rljaiaa,
tac wm: Ola* a Flgt.4* a Bocaiaa*. Olee B ci n,
alaamo de Capan*. Otiatra Atcatrio, ate.
TODOS oa afiLDCAMBWTOS EZf PO
HOSTIA..
JfttVi layase
pan Pkvmtcmi
HOBTIAB
Hnl
a. cotizra a ra, u, mu Tnait, te jmh*. -
1atniiria aaaim eaieeafae
I *a-n6os
rataar-BB. a inva a.
^$$$s^^wmmm\mwr///////////w^^
mmpfffli|!'fffl
WWf^
SAINT-RAPHAEL
'/,/.
.-v.x "-.,-..
w*
^m/////////M/m/mmm
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo metbodo Pasteur.
Receitado as Molestia' do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescenci?.,; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
K-mmmPtrnunbJeo: V ti Cragartal i Pro4ta> UuUoai; FaB S0B&II801 Ce au ariiuifiue fharmaat**-
PAPIER AMBR
Para CIGARROS com PONTA IMPERMEAVEL
nao podendo adherir aos labios
pars, Gastn d'AEGY & C \ pars
*-.c-;,-ti vnico* Fabricante, Fo'neceJom t/a$ Fabrica do Estado Privilegiada
d. g. Uan dtaoti+ada am Franca no Estran^eiro.
SENTENCAS OBTIOAS CONTRA A CONTRAFACO i
Fran9a : Paria, Tribunal Correccional, ^3 de ovemb'ro do 1882,
8,000 francos. Confirmada pelo Tribunal e AppelUt;So em 2 de Maio de
1883, e pelo Tribunal da RelacSo 15 de Maio de 1W4. Taris, Tribunal
Correctiooal em 21 de Abril do 1S88, 9209 francos.
Blgica : Bruzella, Tribunal do A>pullaciio, 1* de Afronto de 1883.
MARCAS I>A IVXErlVrA. CASA :
PAPIER FRANCOIS. capa de Pergaminho ; PAPIER JEAN, capa da Xadrez coai a Borda gommada ;
LE MTAOPOLITAIN, con a Borda gommada; LE ~*fcCHECR, papel riacado rverge baocndcnoo pci feitamfnte.
___\'t*/t ~ IriMiHOW oa 8ren. timportadorem que o PAPEL ALAaBF.EADO emta faimijlcaUo e
MajMalaato atoa porte* de Antuerpia, Trente, etc., rena* PAPEL FRANCEZ
AVI
Nova lajnWDca contra um taltulicador i Paria. Tribunal Oomcctomal, 28 da Janeiro da 1893.
Pern 9 damnoi a pehora Confirmado palo Tribunal de AppatlacMo do ti d Halo da 1893.
Casa
Alnga-se a da traresca do Marcis n. 6, em
Paroameirtm : tratar na roa da Imoeratriz n.
14, toja._______
P-edea-eft de orna ama para casa de ponca
fair-ilia ; na roa de, Brom o. 84, 1- a-dar.
Funileiro8
Pr.clg=-ge ua fabrica de vicho r"e cajo', de
Joe de Macedo, a roa da Aorora n. 111, de boo>
fnnile roa.
Paula Mafra, armador
tem ra Duque de Caxias n. 25 (an-
tiga das Cruzes) ricos atades e o
mais necessario para funeraes.
Ama para crianza
Premisa-s ; na roa Velha n. 28, andar.
Oosinheira
Prpcii-se de orna qoe salba bem coiinhar
roa da Concordia n. 10.
Q
Pinho de Riga
Se vende na ra do Barao
do Fiiumpho n. 8.
- Ama
Na CarJ00a. ro das Creo>las n. t5 A, pre
claa-8e de orna mnbe: ds mpiii idan para roa>
panbia de orna familia ; alem do t atatceato,
paga-re bem
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 28 e
30, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio.
Quem os pretender poder ir velas ;
e para negocio deixe carta no escripto-
rio deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Criado
Preeisa-se do um-criada de
12 a IX annos, oa ra Duque
de Caxias 11. 42. 3.* andar.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porces applica-se ventosas seccas e
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Ourives oceu-
lista
Tbeodvro JoeB!>mai de SellC
Elaoeleciau cuto utlicna 1 oonvea raa da.-
Larangeiras n. 1 avia.- aos se a fregueses e ac
reapeiatel poblico, que mantera ofrhiaes hab-
litadissioios para ezeca^So de qui ioer t'abalbo
concernente soa arte, espe^laim me crava-
cOi b para brilbantea, ucnlos, pe acinei, moneo
los, etc.
Donra-se, pratela-se qoalqoer metal, ocer-
to em leqoes de madriperola oa ontra qoa uer
espece, garanliodo prejos rmdicos.
Ra las Laraugeira? n. 1
AttenQo
Vende se om sito na Agoashba (Beberibe),
com 850 palmos de ente e 800 de fm :o, plan
tado de cap m,r .rea easa; para trabalbador.
13 pea de coineiras e algomas fructeiras ; a
ratar oa roa do u-ral-a, detronte do eoarado
graad, toiciaesT. F. P.
BwlBiiio ieral
llessureielo do Cabello e
morir da caspa pelo
TOnCO 1IA347LS0S0
.ata prep.rarj.o teco ama aocio restau-
rad do ama efficsca extraerdinaria para s
cooiiervacSo do oaiiellQ, auperior a qoar
quer ou tro tnico.
\'end<-s6 oa
MARAVLHA roa Duque de Caxiao n-
67.
NOVAEJPERlTgA, roa DaqaedeCa-
zias o. 63.
BRIZA Praca da Iadependeacia ne. 4, o*.
8 e 10.
aR.N-VI 4. ruada Imperatriz o. 53
AMA
Precisa-se de uma boa co-
s i n he ira a tratar na ra Mr-
quez 1 Calinda n. <.'! arsnazem
de baealhau
Alvarenga
Veode-ae orna de 45 tonelladas, fondo cbato e
forrada fe cobre, em perfeito petado: vende-se
ca'ticolarmfnte oo em leilSo no da 22, pelas II
boras, na Liogseta : a tratar com Bellrao &
Costa, largo do Corpo Santo o. 21, toja de mas-
sames.______________________________
Ao commercio
Pelo presente declaro que comprei ao Sr.
Oiiveira Camocs o seo es'abelecimeo'o de mo-
Inados sito a ra Rea! da Torre o. 25 B livre e
desembaragado de qoalqoer onos qoem se jal-
gar credor 'aprest-ote-se no praso de 3 dias.
Joaqoim Ta?ates. Bibeiro.
ESPECIALIDADES
T. JONES
KRFUaWllA IN6LESI
CXTRA-FIWA
VICTORIA CSSENCE
perfume mala delicioso do mundo.
ama gTande colieccio de exiraetoa para o lenco
da mesma qualidade.
LA JUVENIL.!
mistura chlmica alguma, para* nato,
e UiTislvel.
CR4AJ1 IATIP
Comaiiau en. tqKs os climas; om i*Jo
daamonajtnri soa spvlorldsde sobre oa oulros
Coid-Crem
AOVA dW TOUOAOOR
fanlea rtfieaaanU ti?*&'a**
SSoadnras da Infectos
BXIXm f>ATA BAMOMTI
Daaumcao aaUaepUco tnico. Braaqoea oa
imtm ******* ***}**-_ .....
**l awaa^awwBaTaa v ^^Bfl aaaBBBaaaPi m*9
PARI
.-rampa at
Regulador da Marinha
C!oncerta-8e relogios de algibeint, pn-
dulas de torre de igreja chronometroa de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, ocolos de
alcance, joiaa e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechamca.
9fiua Larga do Rosario9
Cal IB ra uc a e Vir-
g;em de Jag^aa-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramem
seu armazemdo caes do
Apollo n, 73.
e Grageas de Gibort
AFFECCES 8YPHILITICA8
VICIOS DO 8ANQIK:
Verdadeiros productos fcilmente tolerados
pelo ntomago e OS lntestloo*.
tH0r at *aiaa o
iC GIBERT a a OOUTIONY, Phimaantfcol
Sectiadoi pelas celebrtdadei mtiicaet.
Diad*rruR-u_OAa_lxiTAcOEa,
An<,a!TDWw. Mno!ii-I.*rrrpra. Piara.
!!! Chegou !!!
A soluci&o anti-caccrosa.
Maravilhosa descoberta dos pharmaceu-
ticos Joao Facundo de Castro Menezes
& C, prop -ietarios da formula Alexan-
dre dos Santos Selva e approvado pela
Exma. Inspectora deHygiene do Estado.
Nao ba mais cancros, applicando esse
heroico remedio, que em poucos dias
acaba com os canens mais rebeldes e
antigs ivridas, ulceras syphiliticas, nao
resistem a este poderoso remedio.
Deposito em grosso-
Pharmacia Minerva de Alexandre dos
Santos Selva, ra Vidal de Negreiros
a. 12 (antigo Pateo do Torga ) e Droga-
ra dos Srs Guima Ses Braga & C, ra
do Mrquez de Olinda n 60.
Vende-se em todas as boas pharmacias
e drogaras deste Estado, do Sul e do
Norte.
Prego de um vidro 280^0.
Prego de uma auzia 2O0OCO.
Deca raao
0 absixo assignade, iaa qjjlqoer efjelto po-
blico oo pa-ticoi-r, dr-clrav4)ne, de"ta data em
di ote, ass'gnar ee-ba com o nom<- de Argemro
F.i].
Vi a d^ N ssa Seniora do 0'de Ipojoca, 21
de D-atrobro de 1894.
A admiro Francisco da Costa Feij.
Pinho riga
Vende sena Serrarla Peroambocana.
Tele^ramma do Sul
Seluco anll-canrrosa
?5o ba mais cancros, applicando esse heroico
remed o, qoe em poneos das acaba com os
caocrrs mala rebeldes e antlgos, ferldas, ulee
ras syphiliticas, nao resistero, a esse poderoso
remedio.
Vende se em tedas as pbarmaclas
Deposito eeral Pnarmacia Mioarva. pa teo d
Tergj o. II, de Alexandre Sanios Selva
Freg de om vidro=2V)00
1NUMA POMPILO
Cirurgiao dentista
Contina com o sea consultorio ra
Baro da Victoria n. 54.
Consultas e operagSes das 8 horas da
manha as 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo
em os aperfeigoados.
Vende-se
Varcss, novilhas e garrotes mestlgas e toori-
nas prenbes, oo becco das Almas, oo Pomoa
Q. 1.
Casa para passar a ffsta
Aloga-se, a roa do Lasserre, na Torre, n. 2,
cem commodos regulares, morada, com poitao
te fsrro, prego commodo ; a tratar a roa Mar
qoea deOliooa o. 54.
Os preieodemes encootrarSo a cbave na easa
S, ouao dr-sta.
Ao publico e ao commercio
Beaint Lisboa tendo acabado om seo esta-
belecimeo o na cidade de Timbaob?, denomina-
do H il Parisiense, participa ao poblico em
gerai e especialmente ao commercio nada deve
e entretanto, qoem se jolgar seu credor poder
p a*ecer i roa Duqne de Caxias o 18 1 an-
dar das 10 uorss da maobS ls 3 horas da tarde
dentro do pras de 15 dias ; bem como chama
os eos devedores de Timbaoba a saldarem >uns
oontas, e especialmente ao Sr. Albino Jos Man-
des.
Jartfieniro
Precisa-se de om jrdinelro, preferindo-se es-
ra"geiro; na'os do Commercio.n 4*.
Servico deenterramento
Completo, a capricho e promptido.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 25
Direcfto do
PAULA MAFRA
Cachorro bravo
C v pra-se om de Terra Roa on Rio Grande
do Sal, tajando se bem se for mo tj bravo na
roa Duque de Caxias D. 83.
Ao publico e ao commercio
av-Iiqo Piolo dos Sanios, tendo comprado so
Sr. Tiborrli Tararea o sei estabeleclsento de
no'bad s sito roa da Poeira o. 2, oo largo da
matrii ao P> c da Paoella, qoeglrava sob a fir
ma FerreiraA C lvre e desembaragido de lodo
s qulcu-T nos ax sciente ao poblico e espe-
cialmente ao commercio, qoe qoem se jolgar
orejodicado dever apresentar bous red macBes
no praso de aels dias, a contar desta data em
liante, i.ndo este praso nao ser aceita recla-
mac&o alguna.
Poco da P--nella, 50 de Dezembro de 1894.
ngommadeira
Precisa-pe de orna ; na roa Velha n. 28,
meiro andar.
prl-
AMA
G'ompr.i-se
borro bom para tijollos e or-
namentos, em quatlquer por-
offo. oolrata-so forneeimen-
to. Qoem d3sejar peca Infor-
macSe em carta fechada para
o escrp torio de te folha eom
aa inlciaea ... Y Y Y
PrecNa-.sic de urna, preferin-
do-se de meia idade e que de
baa referencias de ana con-
ducta para cuidar d'uma erlan-
ea ; a tratar na ra do Pay-
aandn n. 19
Eng"eDho GoagaQary
Vende-se o engenho Ganerotry, cito ra co-
rr.rca de Igoarasso', e al-tante da cidade d-
Glinda qoatro legoas, deportelras fechadas, com
cafra no campo para 2.000 pS'S, tend excelleo-
tea terrenos de plaota(6es e capacldde para
safrejar 3.000 pies ; movido vapor e por nma
caldeira nova doto forca de 16cavallos, bea ca-a
de vivenda, capella, etc., sendo todas as obras
de aivensria, com Irilbos asseoiades para o por-
to de embarque de assocar e para um partido ;
i ons fitios p-ra lavradores, excel'en'e destila-
gao, venden o-se toda agurdente na porta.
Este engenho torna-se recommeodavel por ter
renas pedreras calcreas, tao importantes qoe
ba tres annos da-se a podra gratnltamente a
qoem quei-a fabricar cal : tem tambem muitas
roattas qoe foroecem lenba para o seo fabrico,
tornes, etc.
Esta propriedade tem doas safras, orna de
caonas qne podem ser moldas oo vendidas
Uxlna Timb, e ootra de el ; a tratar na praga
da Concordia ns. 13 e 15.
Fabrica de arelo
Aguas e limonadas gasosas de
tod s as qaalidades
Seda water, ginger, ale, limSo, laraoja,
enrag", abaoazis, granadina, grosellas
fraoboisas, baanilha, hortelS pimenta etc
etc.
12A=CAES DO CAPIBARIBE 12A
A LA ORAN-VJA
U A-Hua da imperatriz 58-A
Othon Silva 4* C.
Acabara de receber da Eurepa pelo I-
timo paqiiete um esplendido sorimento de.
fazendas Como sejam :
Sedas pretas e de cores, de diveifas:
qualidades e de maior novidade nesto ge-^
ero.
Chiffunetes, padroes lindissimos.
Cambraias brancas e de cores, o aer
ha de melhor e variado.
Organdys, linons, perc^lnes, cretooes,
grande e variado sortimento.
Kiquisimos cortes de vestidos de ca-
chemira, bordados em alto relevo.
Crtssde vestido de cambraia, bordados,,
o melhor sortimento que se pode enooa-
trar.
kpartilhos de todos os nmeros.
Loques de todas as qualidades e grana***-
sortimento.
Meias de 13, cruas, escossia e de sada
para senboras, homens e criangas.
Ct.misas de algodo, linho e seda laas
e bordadas para homens, grande vatiev
dade.
Collarnhos, punhos e peitilhos, lenajos
de linho eseda, casemras, gravataa para
homsns.
Costumes a manijo para criangas, al-
tima novidade neste genero.
Casemras pretas e de cores para costa-
mes e calcas, sortimento esplendido.
Peirfumaria8 de vodos os fabricante^ se
o novo Tnico Maravilhoso, granuda
descoberta contra a calvice e a caspa,
ALFAIATARIA
Tomos uma officina dirigida por ru
hbil e intelligente mestre.
Sendo esplendido o nosso sortimetxta
convidamos as Exmas. familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitara
nosso estabeleciment p.ra verifica o
sortimento que temos, certos de que aa*
contrario agrado, sinceridade e modftida-
eem precos.
La Gran Via
58 A Ra da Imperatriz n. 58 A
OTTON SILVA ck C
Uima questo de gosto
Funeraes de V dia, anniversarios,
etc. na cidade e no interior: encanre-
ga-so o armador.
PAULA MAFRA
"vinhoCLARETE ESPECIAlT
DE
Stuve Bocha fLeffo f: C.
Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO:
NICO VINHO QUE SE DEVl|
UZAR AS REFEICES para s<
pbter uma digesto sadia e nutriente.
Encontra-se ns principaes mei-
cea ras.
NICOS RECEBEDORES
Gl IMAIt.l.S & VALEXTE
9 LARGO DO CORP" a NT.0 N. 6
-iap>
A pesroa qoe acboo om llvro de anonta-
menlos da contraria de S Beneiicto do Recite,
qoereodo entrgalo ooescriptorio do Diario, qu 3era recompn-
salo.
Precisa-&e de om sillo morado, cem orna
peqoeoa casa e portan, na primelra seccao do
'rem oo boods : a tratar na roa da Madre de
Dos o. 10.___________________________
Cosioheiro
Precisase de om bom cocinheiro on cosiabel-
ra; a tratar na estrada de JoSo de Barros n. 2i.
Ptga-se bem.
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch
lorose, oa cores plidas, opilagio frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio ma.'s efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Olma' Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Precos de uma caixa 1)5500
Meia duzia > 81OOC
Uma duzia 15100o
DEPOSYIO
BOTICA FRAfCBZA
H. ROldAYftOL
22 Ra da Cruz n. 22
1/ qaes de Gaze e Peonas
UltiniHS novidadea de Paria receben a
Congresso das Damas
-: iia roa Toias Brrelo n. 28, precisa-sede
o na ssonora para fazer companhia a om cala
sem Hho preferiodo Mosa._____________
Licor depurativo vegetal iodado do ale)?*1
dico Quintella
Este ootabilissimo depurante que ven
precedido de lo grande fama, iufallivel
oa cura de todas as doeocas syphiliticaa,
escrofulosas, rheumaticas e de pe6, c>
roo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenorragias
gudas e chronicas, cancro s syphiliticos,
inflaDimacdes viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples ou diathericas,
assin. como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as ceceas determinadas por sa-
turaco mercurial*
Do-fe gratis folhetos onde se encoo-
tram cumerosas experiencias feitas coa
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos atlestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
1ARIA SOBRINHO & C.
Rita do Mrquez de Olinda n. 1
as
lllllflillag
p
i_-
LUZ
DIAMANTE,!
LOKGMaN & MARTIHI2, S
NEW YORK.
Livre de Explosao, Fumaja Mo Chftro
A venda em tod^s os
armazems de seceos e mo
^Jiiiiniiuiui






MUTILADO
ILE6VEL


OIrti> 4*0 f'^amhnfo Ter$a-f $5 i-









MMA.ILHA CURATIV*
DO CKUCnS
Dr. Humpireys de Nova Yom
A Ve.dadeira r/aravilha do Seo" v
Af FBOVADA LICENCIADA
)*tn laMKWta-ta Jrral de Hygleao a.
Iipc>: d Brrod*.
, Mn>*vilbC'in-RtWu medio nn>n,ju
aura al Waailunis, ktachuraduras, cnutuauo, f*p
lectura*. Cortaderas, ou Laoerc\. AIUvL-.a tanca o i*ugu i, riu para." a fi.ttainma-;flo. re j*
i. lchnc^o, tirar, ilesconacnto, e (azsarar a fe 'ili
come ,x)r eucar. o.
A IVlnmvHk-R CaratlT alllvlo nrorn|n*v
cttra lai-.'da para V"-i'ua-l( ra?. K-vulnaaun!-'!. i
Oulmauura ilu SoUa superior a quulv*" oua
rt Medio.
A IWurall,a nnTiv* e im^ogv! p-
COUC^as H01..01 V ijtfiJi*, aoja lio Nariz liu* (x-nivt 1
4os Pium.**. do Ef iomago. ou-o H,mrrrtwl*''>k
linorrclma . wSfla>i\ia Bvii'ftiiBjja
ki^kktt ua& Juutua ou P^r
A Mftir viiliai CnmllT* S Lt. .Efuintnt'ii.:. .'n,n v.iyudlaeIr-chadaao,
nammaciaaa-mp- aegum acmpre em A Mnntvlll: rurr.tlT*. < multo viJ
So rara o i>.'.omsTk Lcacorrhva oo
w,o outroB coriioieutos aeoltactau
A Mur.irlllia Ctrailva lir.-iir:a-rel pat
. iccrusCbapwnniiaa. ytrniaa Pana
ir.lrar Joyeleseiurooroa
A Murnvilha Ci-nllva*remereo>jr'
ra Diarrea sirople*, o re Dlarroca rjirouKa.
A Sl>rnMlhn Onrutlva "J''? *
*>trcb:1f e ravallarh;a. pam ror-edoraa, IX**.
Picadura:.;, lifoladura. Contn ai, lMata\3H>.
Ssper:a:.ades do Dr. Hampflrtyv.
Hin-r'.- Buactficoa>
Cna7l0B*a IiIariivU>s>,
cacedles t*ypi.lltttotM.
Kftilw VcMirtBWTtci.
1 Man al co Dr. Hmapluw *** P*?" *"*
i2w>&'' *,oOoa-k>ooa
UMPHSEYS aU(CIHS oo^
"iw-rttrfti. HBSV TORIl
PARA
uzzm s nunos
Guima&es c Valente, continuam
a ter as mercadorias abaixo descri-
minadas propnas para Uzinas e En.
ginhos que vendem garantidas e
procos sem competencia.
Ce.1 nova de Lisboa.
Omento Portland.
Oleo de Moco16. ,.,
leos americanos para lubnricacao
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
P xe em latas.
Potassa da Russia em barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para extincV
da formiga sauva.
1%'. FUNDADO EM 1824
CASA ESPECIALISTA EM GNEROS ALIMENTICIOS

Dentes
Termina a horrivel dor de dentes asan*
do oexcelleute preparado de Manoel
Ci.uobo Jnior.
As cartas qae lhe tem sido dirigida
pelos jornaea de maior circulacao, atteav
tita a eficacia.
Deposito
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
ra fe C, ra do Marques de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duqce de
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita go
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra ao
B-. rao da Victoria n. 14.
1 harmacia Virgilio Lopes, ra Larga
R sirio u. 31.
O pel Armazem do Litu?, convicto de sempre ter correspondido espectatva dos seus distinctos
Ireguezes e do publico d8esla Capital, participa que recebeu do que de mais chic e bello em objectos d'arte e
phantasia.se fabrica as principa es casas de especialidade em Pars, ferlim e Vienna, f xpressamente em
BIJOUCADEAUX
para as familiares le&tas do MATAL sendo admiravel a &ua requintada escolha, a saber:
Ricos saceos de setim, Sobreiros, Kiosques suisso?, Figuras, Bolos de Res, Mimosas caixas, .Kgos
diTerentes, Garteiras, Almofadas, Bebs, Chapeos, chics Azafates, Castanholas, Machinas de costura, CWrinhos,
Fauteils, Cofre?, Jornaes, Taboadas, Telephone?, Relo^'os, Navios, Charutos, Gajrafa?, Tambores, Marmitas,
Despertadores, Escriptorio?, Phovphoros, Tulipes, Maulin rou^e, Barmetro-, Sinos, cestas com Champagne,
etc., etc., tudo mimosamente guarnecido dos mais apetitosos Confeito e Ameiidoa^.
Aluga-se
O grande sobrado
Proprlo prs collegio oo casa da piDEo, sito
i ma'Bem do Cspibanbe, ao lado uo Pradj d
Esiancla.com lodas as depeDdeocias. agoaeo
canada etc., A tratar aa roa Duque de Cxias ub.
B6 e 58.
0 abain atsuoado, participa ao commerclo e
a tioem iotere?sar posea, qoe oesta data dissol-
e a ociedade qoe liooa no ?s'abflec'tDPnto
de faieodase roop a leitas i ra lar^a do Ro-
sario o. 18, er>l> a llrma Campes *. Ma.i, reiir.O'
do-s^ o sicio Joaqoim Ferreira Campj* pago *
salislelto re sea capital e lacro-, tirando o acti-
vo e pastifo a cargo do meimo aLaixo assi-
goao
Recite. 20 de D iemh"> de 489.
Silt UaU & C.
Cautellellas do Monte Scc
corro
Obras de uro, brilbantea. o
octras podras preciosas, aoltas ou clava-
das, compra-se pelo maior preco, sendo
de boa qaalidade ou em obras aproveita-
vis. Na ra Estreita do Rosario n* 1.
qFFICJ*A.DE relojoeirq
FOLHETM
1
0 REM0P80 DE M
ANJO
POR
ADOLPHO D'KNNERY
XVII
^ConticuacSt)
Elle tambem 'comegoa a estimar Bran-
ca, nao s por sua grafa e sua dojura,
iras principalmente pelo bem que a pre-
s(inca~della causa va a sua esposa.
Efectivamente elle nunca ousaria espe-
mr para & desgra5ada mai seraelhante
consolagao.
Com certeza soffrra cruelmente a perda
de cua filha. Mas a actividade, hs obri
g893es da vida exterior que se impo\>m
quasi sempre a um horaem, crearam-lhe
forcosamente numerosas dvers3es que
araortecerant o reu pezar.
Ora, este \m ar despertou-se nelle.
qua.ndo voltoo p. raa casa onde nRo havia
criincas, onde'-ernpre encontrava esta
rrai inconaolavel, cuja lagrimas nao poda
eiituncar, nao e atrevendo nem sequer a
c'.icrar como ella, com receio de aviva
sua dr, nem diatrahil-a de seas tristes
{nsamentos, com medo de parecer-lhe
sqiecidO de sua irreparavel perda.
Ghegava a receiar as conversas, era
que a imagem do ausente se ergua entro
elles como um espectro fnebre.
Colossal e variado sortimentoem Bolachinha*, Doces crvstalisados, Marmelada em adrilhes, Figos
turcos e portuguezes, Rainha Claudia, Peras feccas,Lindas caixas com passas sur choix, Taimaras do Egypto,
Peras e pecegos crysUusados, Ameixas, Cetras com figos, Bonitas latas com biscuits, Sortido variado de confeitos
Inglezes, Tafigerine,*Amiseed, Caraway, Finest Caramel?, Kiffe BallsSwiss, Birds Eggs Conit, e os excellentes
CARES
Especialistas em VioAudios da Madeira, Jerez, Por!o, Bucellas, Moscatel, Arinto, Manzanilla,
Barolo, Pajarette, Bordeaux, Carcavellos. Sauterne, Chambertin, Bourgogne, Malaga, Barbera, Alimentar,
Malvasia, Pasto, Genuino Collares, Puro Aleonaba, Verde Genuino, e o afamado
DOUROCLARETTE
Novidades em licores e aperitivos sobresahindo-se o Punclt e o Qaassiamarakiiia.
Variedades em queijos, conservas allemes, manteigs, fiambres chocolate Succhard e Mnir, Cham-
pagne, e em cervej^s nllemes especialisando-sc a celebre e clamada
FRANCISCANA
Em todos os demais gneros enorme o sortido, por istiO 1 i mita m o-nos a chamar attenc,o do estimavcl
publico e dos nossos distintissimos freguezes para tudo que acabamos de narrar, afianzando a sua boa quadade
e precos excessivamenle insignificantes.
i Ra Baro da Victoria 3
JOS FERNANDES LIMA & C.
TELEPHONE 323
E eis que de repente um raio de sol
illuminou esto lar gelado, trazla-lhe a
alegra, animando-Ibes os coracoes.
J4 agora o duque nao deixnva de ir.
para casa e quando se ausentava, tinha
pressa de voltar e de assistir ao espacta-
culo commovente daquelles dous ser3 que
renasciam para a vida, por assim dizer,
um pelo outro, gracas tro: do urna
affeicao mutua.
Physicamente Branca ofFerecia todas as
apparoncias da saude e recobrara todos os
encantos de sua idade.
Desde o comeco a Sra. de Malepr
mandou fazer-lhe vestidos de urna elegan-
te simplicidade, que lhe rloavam maravi
Ibosamente bem e faziam realcar as suas
qualidades nativas.
Por iaso, aos olho das pessoas da visi-
nhanca, Branca passava perfeitamente
por ama parenta de sua bemfeitora e esta
deixava voluntariamente que dssem cur-
so a eote erro ; porque n%o era mulher
para se gabar de um acto de generosida-
de, cuja recompensa alias encontrava em
satisfacSes mais delicadas e mais preciosas
que todos os elogios do mundo. Apenas
alguns ntimos conbeciam a causa da es
tada de Branca em casa dos Malepr. O
doutor apenas prescrevGra um rgimen :
muto exercicio e vida ao ar livre o mais
possivel.
Apenan se levantava, a moca descia
para o jardim vasto e rustico. La en
contrava sempre Tribly, grande ci de
caca escossez que comecava a pular em
torno della, emquanto ella corra livre-
mente pelas aleas, com os caballos ao
vento, ligeig cemo as borbole^a, que se
diverta em perseguir, nao ?ara apanhal-
as, reas para admirar" mail de perto suas
azas variegadas.
Tribly nl era se Onico camarada.
Havia co fundo flopjardim um pedaco
de relva em qae pastava urna bonita vacca
o nome de
ia ordnhar
normanda, baptisada com
Je&nnett que a jardineira
todas as raanhSs.
Branca tomara-ihe amizade : com a cu-
sadia das crian9as que n&o tem a no^o
do perigo, dava-lhe pancadinhas as an-
cas e no focinbo ; o excellente animal,
sem se aborrecer, prestava-se a estas ca-
ndas, sacudmdo a cabaca e fazendo tinir
a campainlia qu mais longe que ella ouvisse a moca cha-
mal-a, voltava para o lado della seus
grandes olhos vagos e corra attrahda
pelo bocado de pao que ia comer mesmo
m mSo della.
Alm disso as faculdades affectiva3 de
Branca applicavam-se a tudo quanto a
cercara ; aos cavallos que ia ver as es-
tribaras, aos passaros que cantavam nos
ramos, aos insectos, s propnas plantas.
Todos esses seres, com os quaes se as-
sociava habitual menta e que observava
cim cuidado meticuloso, davam-lhe occa-
si&e de ir desenvolvendo sua linguagam
nascente, aiuda impeifeita e incoherente.
Um dia em que se julgava s, a Sra.
de Malepr foi sorprehendel-a em atti-
tude de come9ar um monologo diante de
u ma cesta de goivos.
3 Que fazes tu, Martha, perguntou-
l a ella.
Fallava s flores, responden inge-
nuamente a moca, muto seria.
E o que dizias s flores ?
Tudo quanto sei.
Dize-me algama destas coosas em
que fallavas.
Eu Ibes dizia ; maraai muto boa,
adoro mauii...
Estas poucas palavras, to simples, ti-
nham soado aos ouvidos da duqueza como
a mais doce das msicas.
Minha querida, minhn qtieridinha,
amo-te muto tambera xclamou ella, |
beijando a moga.
Oh 1 sim, ellas se amavam... Comtu-
do, se a reciprocidade de sua viva affeigo
era completa, as causas primitivas n&o o
eram para ambas.
A pretendida voz do sangue, j o dis-
semos, em nada influa para a irresistivel
sympathia que leva va a Sra. de Malepr
abandonada.
Inconscientemente, tinha sido attrahda
desde o comeco, por urna semelhanfa com
seu marido e com sua m&i.
Sob a influencia des'a sympathia espon-
tanea, consagra va moja todo o amor
materno que conaervava no fundo de seu
coracSo, desde o roubo de sua til lia.
Mas as alegras deste amor materno
ella as tinba conhecido, tornava em sum-
ma a encontrar o que havia perdido, ao
passo que sua filha adoptiva se inicia va
em santimentos novos, e fazia, assim se
pode dizer, a aprendizagem do amor fi-
lial.
^Branca, com effeUo, nunca poderiaamar
aquella a quem julgava sua mai. Era
esta precisamente a causa de seu remorso
e a origem de suas de9gracas.
Exprobrava a si mesma, oomo urna
monstruosa ingratid&o, como um crime, o
que nao era mais do que a consecuencia
natural da attitude da Sra. Courtenay a
eu respeto.
Entre eata e a Sra. de Malepr, o es-
quecimento total dos tactos paseados an-
tes do seu accidente, n&o permitta que
se pudesse estabelecer urna comparado
razoavel ; mas depois de ter reconhec.ido
que a mascara mentirosa, a fingida sub-
sistente, e olhar duro e a paiavra secca
de urna mostrava-se sensivel sincera
ternura, s delicadas attences e aos amo-
raveis carinaos da outra.
Muitns vezes, tardinha, davam pas-
seos pela floresta. A carruagem endu-
z a oduqueza e saa incomparavel com-
panheira aos principaes pontos transita-
veis.
Ah aentiam-sfl perfeitamente vontade
pisando a relva, sob a copa das rvores.
Foi portento ao contacto da naUreza
que Branca ratomou poueo a pouco pose
de si mesma.
As ideas simples, evocadas nella pela
vista das flores, das arvores, das paiza-
gens ora ridentes, ora selvagens, eram,
para coraecar, mais accessiveis sua in-
telligenca.
Este modo de educaco preduzia bons
resultados.
Branca, e era em que suas aptidoas se
conformavan com sua idade verdadeira,
levava muto manos tempo que urna
crianca para apanhar e conservar as
nocoes que sua bemfeitora lhe dava dia a
dia.
No fim do terceiio mez, sera difficil
descobrir nella indicios de inferoridade
mental.
Tudo quanto vira, ouvira e sentir des-
de sua entrada/in casado duque de Mail
lipr fixara-se fielmente em sua memo-
ria ; mas quanto aos factos anteriores, a
lacuna subsista inteira.
A novidade, a frescura de sua3 impres-
s5es accrescentaram a suas gragas natu
raes um encanto particular.
Muitas veaes a moga, sentada como
ama crianca aos ps da'Sra de Mailiepr,
lia em voz alta um livro que esta c nser-
vava aberto sobre os jcelhcs, e nada er.
ma3 commovente do que estas licoea em
que a discipula, quando commettia urna
falta, recebia, em vez de una repTehen-
83o, ama caricia animadora.
A leitura, alm disso, denunciava os
rpidos progressos e o desenvolviaunto
da intelligencia.
Sra. dnqaeza, dizia un a: o dou-
tor, dou-lhe os meus parabens. A senho-
ra fez prodigios,
Appliquei o seu methodo.
Sm ; mas empregou muito do seu,
porque os resultados sao verdadeiramenta
admiraveis ; nao suppunha que fossem
t3o completos em um prazo tao pequen.
Minha filha t&o dcil.
O que certo que est agora mais
ou monos curada.
Que quer dizer, doutor? perguntaex
ancinuamente a Sra. de Mailiepr; ha
po.ss'lidade de que ella recobre a me-
moria ? Poder-se-hia interrogal-a sobre
seu passado ?
Nao creio, minha senhora. Limit-
me a affirmar que, gragas aos seus cuida-
dos, torno, dentro de algnns mezes, quasi
ao nivel normr de sua idade ; mas in-
tellectualmente sua existencia s comee
do momento em que ella voltou a si, de-
baixo de seu tecto hespitaleiro. Ante-
riormente a esta data, tudo sao trevaa a
tudo ficar em trovas para ella, como
para nos.
Sempre?
Quem sabe ?
Por vezes a Sra. de Malepr punha-ae
a imaginar que esta moca de urna nature-
za tac fina, recolhidu cm trajes de cam-
ponez, nSo era de origem pleba.
Seu desejo de desvendar o mysterio, de
que ella estava cercada, provinlia menos
de urna va curiosidade Jo que do interet-
se que ella lhe inspirav.
Mai a generosa senhora nao demorara
por muito tempa o seu espirito sobre este
assurapto que lhe era penoso.
.* (dontima).
Typ. do Dario,f. Duque Je Caxiaa^ 4J&
J MUTlLaDi }
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11


Full Text
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