Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18803

Full Text

.
I
t.woixx


n^rla-foira 1$ ie S5czoraro de 1994

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE N SE PAGA PORTE
Por tresTnezes adiaotados. 8J000
Por seis mezes adiantados. 15J000 \
I or om anno adiantado .... 301000
PBOPEI1BABB BB XASOS!. ggC.BSS&eA BE PABIA & FILH0S
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUGAGOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre G &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
" Numero avulso de dis anteriores.
165500
33^000
1200
Telegrammas
s::-:;: pautlas jo habi,
.i
Rio de Janeiro, u de Dezembro.s
lo horas c "8 minutos Ja manha (recebido
na estacao s 12 heras e 30 minutos da
tarde e entregue s 12 horas e 40 minu-
tos).
O Senado aoprovou a lei determinan-
do que continuem em disponibldade os
desembargadores e juizes de dircito, que
nao foram aproveitados as diversas or-
ganisaces da "magistratura-
Foi nomeado i." secretario da Lega-
cao do Brazil em Londres,, o Dr. Reg
Barros-. -
Chegaram do Sul, e ffkluli recebi-
dos.pela colonia riograndeilie o Geqeral
Moura e o Dr. Fernando Aoott.
Fartio para o Paraguay, onde vae
assumir a direegao da legarlo, o Dr.
Henrique Lisboa.
Foi sanccionadD o decreto legislati-
vo que consigna o crdito Je 2": 500:000,51
para renovar o material da armada e do
exercito.
Aqui o estado sanitario ptimo.;
No interior a epidemia est quasi esta-
cionaria.
Parece que devido reclamaccs dos
governos de Minas Gcraes e S. Paulo,
recemecou hontem o trafego da Estrada
de Ferro Central, sendo porm feito s-
mento at ^achoeira, nao havendo ne-
nhum trem para os dous Estados.
Entretanto, as populaces de Minas Ge-
raes pedem o restabeleciment completo
do'trafego, allegando que ha 15 dias os
mercados d'alli nao sao abastecidos, terem
escasseiadoos gneros de primeira neces-
sidade, e Ihes faltarem suas correspon-
dencia-,
Osrovoltosos invadiram o Rio Gran"
de dj Sul pela Cochilla NegLa. Foram,
porm derrotados no Arroyo Grande.
Art. 3.a Na eleigo de deputados, cada eleitor
>otar em vinte e cinco nomes; na de senado-
res, para renovagao da melado do numero total
respectivo, cada eleilor votar em 7 noraes.
g nico. Para 3ubsiituigo das vagas de sena-
doras existentes no Secado, por falleeiraento e.
renuncia, cada eleilor volar em tantos nomes'
quintas Ibrem as vagas eui lista especial, com
a declarago de que se referem a substituido.
Os senadores assun elelos apenas compleiarao
o teinpo que faltava para a terrainago do man-
dato daquelles a quem hajam de substituir.
Arr. 6 As eleices far-eeho por secgOes
de municipios, as quaes nao devero conter
mais de duento e cincuenta cleitores cada
urna, e que serao em cada municipio as mesmas
da eleigo federal do 1* de Margo ultimo, bem
coxo os edilicios que serviram para as referi-
das eleii.es, salvo impossibilidade absoluta,
cso em que o prefeilo municipal designar no-
vo edificio, de preferencia publico, declarando
em edital, reproduzdo pela unpren9a Onde a
houver, o motivo da mudanca
nico. A divisao do municipio em secces
eleiloraes e a destgoago dos edificios, anida
que renovadas, serao annuncia las por edital
affixado em 4ugar publico e reproduzdo lela
imprensa onde a houver, pelo menos cinco dias
antes do da eleigo.
lias mesas titilarais
Art 7." Haver urna mesa eleitor-1 para re-
cebimento o apurarao aos votos doseleilores de
cada secgo, demais trabalno eleitoraes.
fcArt. 8.- Pelo menos cinco das antes doil.
eleigo, reunidos os membios do concel o mu-
nicipal e seus siippleules, pr-iceder-se-ba por
voto uninominal esculla dus eleilores que de-
vam constituir as mesas (eleitoraes, Hkuos os
respectivos presi lentes c secretan s.
Arte 9.a t^ada mesa eleiloral comp ir-se-ha de
cinco membros, sendo ires eleitus pela turma
indicada nu artigo antecedente.
Art O. Mo da da esculla a que se refere o
art. 8, o prefeilo municipal noraear os dous
eleitores que teiiham de, em cada mesa, servir
respectivamente de presidentes e de secreta
Bucnos-Avrcs, n de Dezembro.
Nuca lojulidad* d*_pr ,\ i;: jia F deram-se 8,casos suspeitos de-chaiera.
Rio d Janeiro, 11 de Dezembro, s
ft
6 hora e 50 minutos da tarde (recebido
najestacao s 9 horas e *> minutos da"noi-
te e entregue as 9 horas e 3 > minutos].
A Cmara dos Deputadsos nao luncio-
nou hoje por falta de numero.
. A Noticia de hoje diz ter sido
lancado em Pariz. pelo Banco de Paris e
Paizes Baixos, um emprestimo de Ls...
7 1:000 para o Estado do Espirito-Santo,
sendo o seu typj de .S3.
Os fundos brazileiros subiram cm
Pariz a 70,20.
Foram declarados suspeitos de cho-
lera os portos da Repblica Argentina.
Foram declarados limpos os portos
holandezes.
Sobre a epidemia sbese que recru-
desce em Rezende.
No Cruzeirv no'tem havido mais ca-
sos.
OMarechal Floriano Peixotoseguio
esta noute para urna lzenda do munici-
pio de Mar de Hespan'ia, por enfermo.
Foi exonerado o actual administra-
dor dos correios de Pernambuco, sendo
ncmeado parasubstituil-o Manoel Duarte
l ere ra
Ha noticias tranquilisadoras a res-
peito Jo Rio Grande do Sul.
O mercado de cambios fechou hoje
com a taxa de lo e 3[4 d. por i/jfOOO.
VARTE OFFICIAL
Palacio do Governo do Estad de
Pernambuco, era 11 de Agosto
de 1S! I.
O (icvernadi-r do Estado, usando da atlribui-
go que llie-confere o art. o7 g 2o da Consttui-
go e de conformidade com o art. 3" do De-
creto de 30 de Junho do correle anno. resolve
expedir as mslrucges que com este baixam
para as; eleires, a que ,se tera de proceder, de
Deputados e Senadores ao Congresso Legislati-
vo do Estado.
O Dr. Julio de Mello Filho, Secretario da Jus-
tira, Negocios Interiores e Instrucgo Publica
faca executar o prsenle Decreto, expedindoas
ordens e coaimunicac5:s necessarias.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Julio de Mello Filho.
Dj* titilara t tlegictis
Art. Io Tero voto as e'eices para deputa-
dos e senadores ao Congresso Legislativo do
Estado os cidadaos brazileiros devidamenle
alistados como eleitores ao lempo da ultima
eleigo havida no Estado.
nico Para as prximas eleigeji nao te-
r vigor o alislamento a que se|est prcedendo
de accordo cem a Lei Federal n. 35 de 26 de
Janeiro de l^Q.
Art. 2. Sao elegiris para os referidos car-
gos os cidadaos como taes considerados pela
Constituido do Estaco, observadas as mcora-
patibil dades all egjabelelecidas.
g nico. As incoiBpilibrdades de que trata
0 art. zi da ConstiiuicSo do Estado entendem-
8e em relacao aos funcionarios prvidos nos
caraos alli enumeradoi e que nao tiverem sido
exonerados pelo meoo9 um mzanles da elei-
cao
Das tlekes em qfral.
Art. 3o O voto sen dado em eleigodirecta
e por escrutinio secreto.
Art. i." Estado formar urna nica cir^ura-
scripcio eleitoral, quer para as eleices de de-
pulados, qaer para as de senadorns, adoptado
a sjstema de escrutinio de lista e garantida a
reprenentscuo das minoras. ,
nos, compleando assim o nuineru de cinco m-
sanos a que se refere o art 9.-
nico. Nos casos de recusa ou impedimen
to dos presidentes e secretarios noiiuados, o
P-eleitu prover as SubsOluirOes, fazeado, um
lempo, novas designaces.
Art. I*. Logo.1 pus design.igo do presiden-
te da mesa eleiloral, este, por o.Iicios irigidos
aos msanos el jilos pelu concsllio avisal os-
afim de que couipiregam, na vespera uo lia da
eleigo, nos edificios anleriurineiile designados
para que sejam insulladas as respectivas tu*
sas eliiioraes ale s i oras da larde.
Art t. Si algura ou alguns dos mesarios.
deixarem de comparec:r, quer na vspero,
quer no da da eleig&o, ou solicitarem escusa
do encargo depois de constituida a mesa, o
p-esidente desta nomear oulros msanos que
substituam os impedidos, comanlo que sejam
eleitores da seogo.
j nico Si as mesmis condiges Miar o
p-esidente Humeado, os msanos que tiverem
comparecido, depois de esuerarein pelo menos
meia llora, elegero dentre si o presidente da
mesa, completando esta pela forma indicada
as presente* inslrucges-
Art. 13. .Nao sendo possivel insta!la--se a
mesa eleiloral na vespe.ra do da marcado par.
a eleigo, conforme o dual lo art. 11, pooera
rerifiCkC-se a nslallacflo al s .10 horas da
maulla do propno dia da eleicao.
Art t4. Qa instad 'cao da mesa eleitoral ser
lavrada a acta pelo secretario nomeado, sendo
asignada por todos os membros da mesa.
g i. Esta acia fer transcaipla em livro
proprii) aberto, nmnerdo, rubricado e encer-
rado pelo Prefeito Municipal.
Na mesma acta serao mencionados os
nomes dos mi sanos e todas as ocenrrenda*
que se derem por oceusiao da installago da
mesa.
Art. 5. No caso, de haver subslitugao de
membros das mesas eleitoraes, depois de in-
staliadis estas, lar-se- um aditivo a acta) de
que tiata o artigo antecedente.
Art 16. Hecusan lo se aljum dos mesarios a
assignar a acta da iustallagaj da mesa, deca
rar-se- na mesma o motivo que liver apresen-
lado para a escusa.
Do proetsso tleitorl
Art. 17. %> dia e fura, e nos edificios de
signados para a eleigo, reunidas as mesas
eleitoraes in?lalluda* na vsperos ou no mesmo
dia da eleigo, co caso do art. 3, comegaro os
tranallios eleitoraea.
O lugar onde funecionar a mesa eleitoral
sera, por qu.ilguer fonni. sepralo do recinto
destinado reunio dos eleitore, mas ao al-
cance da vista desles de modo que se facilite a
inspecgo e fiscalisagao dos irabalhos.
Art 8. A eleigo comegar s t horas da
munli e terminar no mesmo da.
g nico. Wroceder-se- eleigo desde que
eslejain reunidos hora pre tlxada, tres mem-
bros dos que compem a mesa.
Art. '9. O presidente designar d'entre os
mesarios um para fazer a chamada dos eleito-
res.
Art. 20. A chamada ner feita vista de co
pia parcial da lista dos eleitores do municipio,
relativa respectiva secgo eleitoral. c qus ti
ver sido furneci la pelo prefeito ou pelo presi-
dente do Concelho Municipal quando aquelle
do tenha fornerido.
Art. Si. Haver urna s chamada dos eleito
res, a quil far se segundo a ordera em que
seus nomes se acharem langados as listas, por
secgOes-
g '." O eleitor nao ser admittido a votar
sera aprsenla' seu ti ulo, nao podendo, em
caso algom, exhibido este, ser-lhe recusado o
voto, comanlo que o diploma refira se a elei
tor da secgo respectiva e o nome deste conste
da lista de chamada.
S 9. Cada eleitor depositar na urna tres ce-
dulas : urna de i nomes para depuladns, outra
de 7 nomes para senadores, e a tarceira de 1
nomes para subsiituigao das vagas de senador
existentes, de que traa o nico do art. 5.
t0. Lavrado o termo de encerramenlo 00
livro de presenga, passar-se ha apuragao pelo
modo seguinte : abcrla a urna pelo presidente,
contar este as cdulas recebidas, e depois de
annunciar o "numero delas, as emmassara de
accordo com os rtulos, recolhendo-us, logo
aps, dita urna.
Era seguida, o escrutador, que assentar-se 4
d reita do presidente, tirar da urna o masso
das cdulas para depuiados e comegar a des-
dobral-as una por urna, lando-a e pass'ando-a
ao presidente que, depois da ll-a, passar ao
outro escrutador sua esquerda, o qual a lera
em voz alta, sendo pelos oulros mesarios, como
secretarios, tomada a apuragao, fazendo en VO'
alta a addigo dos votos que tocarem aos no-
raes que se torera lendo.
O mesmo proceaso adoptar-se-ha com relago
ao masso das cdulas para senadores, era geral,
e para os que lenhara de preencher as vagas
existente uo Sanado, da que trata o nico do
art. 5.
U." Embora nao se aclie fechada por todos
os lados alguma cdula, ser, nao obstante,
purada.
I. Serte apuradas era separado as cdulas
que contivereiu alterago por falta, augmento
ou suppresso de sobrenorae ou appeilido do
cidado volado, anda que se refira visivelmen
te a indiv.dun determinado.
II. Nao sero apuradas as cdulas:
ai quando conuverem norae riscado ou sub
slituiuo, declarago conlraria do ro (iiundtj nao houver indicago no involucro;
b) quanuo se encontrar mais de urna dentro
de um s involucro, quer sejam escripias em
papis separados, quer urna dellas no proprio
involucro.
% 23. O Pref-ito fornecer toiDs os livros ne^
cessarios para as eleigOes, correndo rcpirlida-
raente por conta do Estado e das. raunicipalida
des as despegas que com elles e raais aprestos
se fuerera.
g 2i. As mesas eleitoraes toera competencia
para lavrar auto de flagrante delicio contra o
cidado que vutar, ou tentar faiel-a. com titulo
que nao Ihe perteng, e para apprehender o ti-
tulo suspeito; davendo livrar-se sollo, indepen-
dentemenle de Minga, o ddinquente, logo que
e.stiver lavrado o auto, que ser reraeltido, com
as provas do crime, a autoridade competente.
Art. 2. Vinie dias depois de Anda a eleigo,
renmr-se-ha urna junta apuradora presidida
pelo Presidente do Superior Tribunal di Jusli-
ga ou p >r um dos seus substitutos legtimos e
No dia 9 do mez de Novembro lindo,
denominado Chatmha do municipio de
compoila dos seis juiz.es do mesmo Tribunal e, gaes.
lugar
municipio de Seri-
nhem, foi assassinado, com um tiro desfecha
do de emboscada, o individuo de nome Jos
Theodoro.
Ha serias desconflangasde ter sido autor des-
se crime. segundo un informa ojmzdedis
trido respectivo, o menor Brazilino do Nasci-
mento, que foi preso.
A tal respeito procede-se 3 diligencias le-
gaes.
No dia 27 do mesmo mez, no lugar Caiahy,
do referido municipio de Sernhem, o indivi-
duo de nome Joaquim Caetano assassinou cora
um tiro de pistola a Joo Soares, logrando em
seguida evauir se.
Foram fetas a tal respeito as diligencias le
na falta desles, dos juizes de direilo da Capital
e successivamente dus municipios mais prxi-
mos. *
1.a A junta apura lora funecionar na seda
do Suoerior l'ribuual de Justiga do Estado.
g 2." Iniciar pelo municipio da Capital, se-
guindo-se os raais prximos, os irabalhos da
apuragao geral dos votos constantes das actas
das serges eleitoraes.
g 3." Se o dia da apuragao coincidir cora o da
sesso ordinaria di Superior Tribunal .te Jus
tica, o coraogo dos irabalhos t;r lugar no dia
til antecedente
j 4." O da, logar e hora para a apuragao se-
rio pelo dito presidente annunciados pela ira--
prensa e por edital affixado na porta to edificio
i Superior Tribunal.com antecedencia, de
trezdia-, pdo menos, sendo convilados todos
os que devam lomar parte nesle trabalho, que
sera publico.
g tr A apuragao deven terminar dentro de
'5 dias da data do conaogo dos irabalhos, e se
far pelas auihenticas recebidas.
Livrar-se-ha, diariamente, urna acta, era que
se far a exp isigo resumida do trabalho do
As cdulas e involucro a que se referem os, dia designndose o total da voUgo de cada
ns. I e II deste paragrapho, devidamenle mon-
eados pela mesa, sero roraeltidos com as res-
pectivas acias a junta apuradora e por esta as
cmaras verificauoras de poderes.
g 11 Termina la a apuragao das cdalas, o
presidente fara escrever, em resumo, o resulta-
do da eleigo, designan lo se os nouua dos ci-
dadaos vulados e o numero de votos, em tanlis
exeinplares quantos forera os misarios e os tls
caes, os quaes exemplares sero rubricados
cidado.
g 6.a Installada a junta, o presidente far
abriros olcios recebidos, e, mu Han lo cootar
as auihenticas, far o secretario do Superior
Tribunal proceder Ititura, e dividir por le-
tra os nomes dos cidadaos volados, para que,
cora to la a regularidade, ge proceda s apura-
gOes, que sero leitaa em voz iltn.
Para auxiliar os Irabalhos dajonta apuradora
o seu presidente requisitat do Govermdordo
pelos raesraos msanos e fiscaes, entrega-ido se j Estado os funecionarios pblicos que forera pre-
U.na uxenipiar cada um. cisos.
g 3. (Tpresidente, em seguida, proclamar o g 7." A" junta apuradora cabe somente som-
resullado da eleigo pela lisia de apuragao, pn- maros votos constantes dis authenticas, deven-
ced>-iido a qualquer verificagao, se alguma re-1 do, todava, mencionar na acta qualquer duvila
clamago lr upresenlada pir m.-sano, liscal que lenha sobre a organisaco de aigunu mesa
ou eleitor, e lar lavrar a acta no livro proprio,1 ue secgo eleiloral, bem cmo, expiessamente,
a qual ser assignada pelos mesarios, flseaes e os vitos obtidos pelos candidato nessa secgo.
eleitores que quuerem. Outrosim, devero ser declarados na acta,
14. Sempre que um gupo de cinco eleito- alem de todas as occurrencias, os motivos pe-
res, pelo menos, da secgo indicar a mes 1, era los quaes a jnnta for levada a apurar as votos
documento assignndo, o nom; de qualquer elei- lomados em separados pelas mssas seccionaes
tor para liscal da eleigo, devora este ser admit- g 8.a S sero apuradas as actas de eleigOes
tido ou mesa. ellecluadas nos edificios previamenie designa-
As mesas nao podero re .usar, sob qualquer dos e perante mesas organisadas de conformi-
pr*iexlo, os scaes numeadus na forra 1 d'este dadi com as presentes instruegoes.
parag.apho, at ao nniuero de cinco, podando 9.a Turrara ida a aparac 10, sero publicados
essa tiomeago ser feita al a hora euiqurco- os noraes dos cidadaos volados, na ordera nu
megar u projesso ta anuracao. raerir.a ios voins recebidos, e lavrada a acta,
Si exceder do cinco o numero dos indijados em oue so mencionar, em resumo, lodo o (ra-
para fiscaes, a mesa preWiri o9>qas1*oj't:ui baliro das aparacdua, as i-epresuiages, recla-
apresentados por raaior nnraero de eleitores, inagOes cu proteslos que forem apresentados
oo podendo nenhutn eleitor fazer m 113 de urna perante a junta ou perante as mesas seccionaes,
indicage. 1 com declarago dos motivos em que se funda-
g 13 Na acta da eleigi devero ser tran-! retn.
scnpt3 os nomes dos cidadaos votados, cora o] tO. Da acta geral da apuragao das eleigOes
numero.de, votos que obtiver ada um, sendo serao exlralndas as copias necessarias, as quaes,
esenptos eetea era urdera numrica. j depois le assignadas pela junta apuradora, se-
Da mesma acta constara : | rao remanidas ao Governadur do Estado, a Ca--
a) o dia da eleigo, e a hora em que teve co- mar dos Deputudos, ao Senado e a cada ura
mego ; do3 eleitos, depuia lo ou senador, para servir-
bj o numero doj eleitores que nao tiverem llies de diploma,
comparecido; Kssas copias podero ser impressas, devendo,
c) o nutniro de cdulas recebidas e apuradas | todava, ser concertadas e assignadas pelos
para cala eteigto; membros da Jnnta.
d) o numero das recebidas e apuradas era Diiposices Geraes
separado, com declarago iros motivos, os no- Art. 23. Os requeritientos o documentos para
mes dos votados e os dos e'eitores que d'ellas' fins eleitoraes sao isentos de sello e de quaes
forera portadores ; |quer direitos, urna vez que n'tlles se declare o
e) os noraes dos mesarios que nao assigna- intuito a que se destinara, e seri gratuito o re-
rem a acia, declarando se o motivo; conhecimento das firmas.
I) >s n imes dos cidadaos que'asslgnarera no
livro de presenca pelos eleitores que o nao po
O delegado do municipio de Jaboato, por
officio de i do correte, mraistrou me as infor-
mages nbaixo sobre o facto noticiado na Gaze
tilhada Jornal do Recife de 24 do raez fiado Sob
a epigraphe Acgo reprovavel :
Diz a referida autoridade que "o pharmacru-
tico Romao Veras, estabelecid n'aquella eida-
de e que e hom:m raodigerado, tendo acerca de
tres mezes comprado um hotel, collocra como
socio ou eerente a hespanhola Pascioaia Marti-
ni.que anteriormente resida nesla capital
ra de Paulino Caranra.
Tendo, porm. Veras procedido ltimamente
balanfo no holei e verificado que estava sendo
prejudicado em seus interesses, resolveu despe
dir Paschoala, o que effectivaraente fez de ac-
cordo com esta, que recebeu a quantia de SOS
para seu transporte esta capital.
Passados dias.voltou Paschoala ao estabele-
cimento de Veras sob o pretexto de ir buscar
ues objectos que all deixara e sendo-lhes en-
tregues retirara-se para ura outro hotel frontei-
ro ao de Veras, onde se hospedara Ahi, ini-
misando se Hascboala, que mulher de vida
publica, com urna criada do hotel de Veras,
pedio este a urna praga municipal que nao con-
sentirse desacatos era seu estabelecimento.
Satisfeito o pedido de Veras, collocou se a
praga, era observago, nis .proximidades do
hotel, onde se conservou por algura tempo, sera
que nada de notavel tivesse occorrido. Mais
tarde, porra, vollando a praga ao hotel e alii
encontrando Pascnoala a injuriar a criada de
Veras, convenceu-a de que devia relirar-se e
segurando-a atleociosamenle em um braco acora
paulieu-a at a pona da ra.
Em lugar de retirar se, Paschoala, que, se-
gundo assevera aquelle. autoridade, mulher
irracivel, senlou-se na cagala e d'aln coraegou
a proferir palavras obscenas contra Veras, que
alias se achava ausenle, dando isso lugar a que
o cidado T eophilo de Souza Brillo a adreoes-
tassp, conseguindo que fosse para estago,
onde esteve al a partida do trem, nada mais
occorrendo
Comraunicou-me o agente aa polica raa-
ritiraa que no da 4 dn corrente, s 5 horas da
manh, lalleceu bordo do vapor inglez Mari-
nhense, victima de congesto heptica, o sub-
dito inglez Pete Kaye, de 65 annos de idade,
casado e de profisso martima.
O cadver, depois de vistoriado pelo Dr. ins-
pector da saude do porto, foi transportado para
o Cemite.no roces e ahi inhumado.
Entraran exercicio as segrales atondadas
policiaes :
Dr. Manoel Bernardino Vieira Cavalcante Fi
Inn. delegado do 2 distrieto dr. capital.
Pacificu Paulino, subdelegado do distncto de
S Joo dos Pombos do municipio da Victoria.
Sade e fraternidade.
OQuestor interino,
Jas da Cunta Liotrato de Mattos.
OiRSS ONOBN<:I4
l. No da da eleigo, si nenhura dos mesa
nos honver anda recebido a copia do alista-
menlo, a eieigao se realisar, fazendo-se a
chamada por qualquer copia, que ser rubrica-
da pelos msanos e fiscaes.
S 3.* As urnas se conservaro fechadas
chave, eniquanto durar a votago.
4.a As cdulas que tiverem nomes era nu-
mero inferior ao que devera conter, sero, nao
obstante, apuradas.
Das que cootiverera numero superior, sero
despreitados os nomes excedentes, guardada a
ordera era que os mesmos esliverem colloca-
dos.
5.a Antes da chamada, as urnas sero aber-
tas e mostradas ao eleitorado, para que verifi-
que estarem vasias.
6.a O eleitor. logo que tenha depositado na
urna as clulas manusenptas ou impressas, era
involucros dtstinctos, para deputados e para se-
nadores, assignar o livro de presenga aberto,
numerado, rubricado e encerrado pelo prefeito,
e quando este nao o tenha (feito, pelo presiden-
te do concelho municipal.
|HQg 7.a Terminada a chamada, o presidente far
lavrar ura termo de encerramento, em seguida
assignatura do ultimo eleitor, no qual ser de-
clarado o numero dos que bouverem votado.
8. O eleitor que Cimparecer depois de ter-
minada a chamada e autes de comegar-se
a lavrar o termo de encerramento no li-
vro de presenga, ser admittido a votar. Nes-
sa occasio votar) os mesarios que nao ti-
verem seus nomes incluidos na lista da chama-
da, por acharem se alistados em outra secgn. ,
derem fazer,
H) os nomes dos fiscaes ;
h) tolas as occurrencias que se derem no
processo da eleigo.
16. Qualquer dos mesarios poder assignar
sevencidona acia, dando os motivos; no
caso de nao querer a maior|a da me.-.a assignal-
a, devero fazel-oos demais mesarios e os fis-
caes, que convidaro para isso os eleitores que
quizerera.
17. Cada fiscal lera o direito de tirar copia
da acta, subscreven lo-a o presidente e os me-
sarlos.
Fui la 11 eleigo lavrada a acta, ser esta
immediatamfnle transcripta no livro de notas
do tabellio on outro qualquer serventuario de i Negocios Interiores.
jusiiga ou asenv o ad noc nomeado pelaj Participovos que foram hontem recolhidos
mesa, o qual dar carlido a quem a pedir. | a Casa de Delengo os segrales individuos :
o) a transcripgo da acta por esenvo ad No da 8 :
hoc ser feita em livro especial, aberto pelo I A-ordem do subdelegado da freguezla de
presidente da mesa e rubricado por loioi 01 Santo Antonio, Julio Eloy de Meae/.es, por cri-
me d-i furto; Mara Luita Aires da Silva, por
Art. 24. Nenhum eleitor poder ser prezo um
ms antes e durante quinze dias depois da elei-
go, salvo caso de flagrante delicio de crime
inatfiangavel.
Arl. 25. O trabalho eleitoral prpfere a qual-
quer servigo publico, sendo considerado feriado
o da das eleiges.
Ari. 26. Revo^am-se as disposigOes em-con-
trario.
Julio de MeWi Filho.
Qaestura Policial
Secgo 2.* N. 266.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, era 10 de
Dezembro de 1894-
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
Secretario de Istado dos Negocios da Jusiiga e
demais mesarios.
6) a traiiscrip i da acia de*r ser assigna-
da pelos Miembros da mesa, fiscaes e eleitores
presentes que o quizerera.
18 Qualquer eleitor da seceo e bem as-
sim os fiscaes podero offerecer "protestos por
escriplo, relativamente ao processo da *leigo,
pa'sando-se recibo ao protestante.
Estes protestos sero rubricados pela mesa
^ue, contra-proiestando ou n|o, appensalos-ha
copia da acia, que ser remedida a respec-
tiva junta apur dora.
19 A mesa far extrahr copias da acta e
das assimiaturas dos eleitores no livro de pre-
senga, as quaes, depois de assignadas pelos
mesarios e concertadas por tabellio ou qual
quer serventuario de jus'iga ou ercrivo ad
hoc, ser 1 enviadas, registradas pelo correio,
ao Governador do Estado, ao presidente do Su-
perior Tribunal de Jusiiga, ao Senado e & C-
mara dos Deputados.
20. A mesa funecionar sob a direegao do
presidente, a quem cumpre, de accordo coro os
mesarlos, resolver as queslOes que se suscita-
ren ; regulara polica no recinto da asserabla,
fazendo retirar os que perturbarem a ordem,
prender os que comraetterem crime, lavrar o
respectivo auto, remetiendo immediataroente
com o mesmo auto o definquente autoridade
competente
Nao sero perraittiJas aos mesarios discussO.-s
prolongadas.
g 21. A eleigo e apuragao nao devero ser
interromp'das sob qualquer pretexto.
g 22 E' expressaraente prohibida a presenga
de forga publica dentro do edificio era que se
proceder eleigo-e em suas iramediages, sob
qualquer fndamelo, anda mesmo reauisi-
go da mesa parinnanter a ordem.
g 23. Si a mesa nao acceitar os protestos de
que trata o S 18, podero estes ser lavrados no
livro de notas do tabellio, dentro de 24 horas
aps a eleigo.
g 24. Os livros e mais papis concernentes
eleigo devem ser remeltidos, no prazo de dez
das, ao Prefeito, afim de serem recolhidos ao
archivo da raunicipalidade.
embriaguez e disturbios ; Manoel Lourengo dos
Santos, por disturbios ; e Irina Mana da Con-
eeigo, por disturbios e offensas moral pu-
blica,
A' ordem do subdelegado do 2 districto de
S. Jos, Silviio Bispo la Lu% alienado, com
destino ao asylo da Tamarineiif.
A' ordem do subdelegado do districto da
Torre, Felippe Jjs Coelho, como desordeiro.
No dia 9 :
A'ordera do subdelegado dp freguezia do
Recife, Honorato Jos Runo, como desordeiro,
minha disposigo.
A' ordem do subdelegado do 1. districto de
S. Jos, Paulo Ferreira e Julio da Costa Bra-
zil, como gatunos.
A' ordera do subdelegad > do 2.a districlo de
S. Jos. Jos Evaristo do Nascimsnto, por crirae
de ferimeutos Idalina Mara da Conceigo, por
offensas moral publici.
A'ordem do subdelegado do,districto da
Magdalena, Hermenegildo Luiz da Sllva como
criminoso no municipio de Vicencia, minha
disposigo; Rufino Santiago da Paixo, como
gatuno; Francisco Manoel Simpaio e Joo Go-
mes da Silva, como desordeiros ; Julia Mana
i'.a Conceigo, por embriaguez e offensas mo-
ral publica.
A'ordem do subdelegado do 2a districto da
Boa Vista, Arlhur Flavio da Silva, por crime
de rapto.
Honlem, s 3 horas da tarde, na ra O-
tenia e Nova, o individuo de norae Jo3 Eva-
risto do Nasciraento ferio cora urna faca a pra-
ga do i" corpo policial Alfredo Gregorio do
Rosario.
O offendido foi transportado jara o hospital
Pedro II, onde se aeha em Iratameoto ; e con-
tra o offensor, que foi preso e recolhido Casa
de Deteogo, procede-se nos ulteriores termos
da le.
Pelo subdelegado do districto de Beberi-
be foram appFehenddog era nfto de diversos
desordeiros e remullidas a esta repartigo, 6
facas de ponta, 1 baiooela, i drago e i esto-
que.
Do Diario ile Pernambuco
Ro de Janeiro, 5 de Novembro de
i89i :
A coraraisso uruguaya anda e3l, creio eu,
em nossas plagas. Nunca a ribotnbante chapa:
victimas do dever coube raelhor a alguera
do que a esses dignos mogos- Que suppli-
cios I
Calculem. em primero lugar, que o governo
tranzado, cutnulando-os de Testas e presentes,
enchen lo por causa d'eiles as ras Testa ci-
dades de i orAos farapinta los, galhardees e
bambm jilas, o que pretenda nao era por forma
aleuma obsequta-los- Havia ahi uraa mano-
bra. Quera dar se as fesias de ta de Novem-
bro um carcter accentu idamente peculiar, ti-
ran io-lhe a significago cvica de regusijo po-
pular pela mudar.ga de governo.
Mas Q povinlio nu entendeu o sophsma do
plano e o que toda a gente leu e entendeu foi
urna simples cousa : festa pela chegada do
Dr. Prudente do Moraes !
Assim, os visitantes u ug iayosf foram pega
mu.to poucj importante eiu ldaosla barulnei-
ra festiva O governopassado quera arvora
los em paus de cabeMeira, mas era para isso
serviratii.
Em compensagonobres victimas do dever;
foram abarrotados de lunchs, almogos e
jamares, todos regados, a champagne e todos
ubngados brindes. Calculem que tormento!
Era 15 dias, s a aceitar a estatistica dos jor-
naes, o general Leite de Castro proferra 37 dis
cursas e o presdeme da coraraisso uruguaya
42 E' raedonho Certo, possivel que o
louro vinno a que Mot & Chandon, Clicquot e
oulros ligarara o seu norae despert a ven
brradativa ; nn< urna tal exhuberancia, um
tal erelhisrao saudativo nao pode ser levado a
termo sem grande perda de forgas para o mais
sadio dos organismos. E, depois, imaginera o
fica para diser, depois do quarto ou quinto
brinde : creio bem que nada mais. O que res-
ta apenas, ou variar o que se disse as pri-
tneras vezes, ou ter a coragetn heroica de re-
E ao passo que praticavam os maiores absur-
dos, iam desde logo insinuando que o goveruo
futuro seria de reaego contra os actos do
poder que sania. A intriga germinou- E ha-
va to justos motivos de apprehenses, que O
mais impressionado cora ella, o que mais a to-
raou a seno foi o proprio governo D'abi, urna
certa hesitago n'estes priraeiros actos. O pre-
sidente e seus ministros sentem-se a rontragos-
to para fazer o menor movimento. E', porm,
uraa siluago penosa de que nao podera deixar
de sanir, vendo principalmente que era torno
d'eiles ergue-se espontanea urna tal forga de
contianga geral, que s os pode animar muito-
Os receios, os sustos infundados que certos
boatos malvolos haviam semeado, sao j agora
unpossives ; ludo se dissipou.
Perante a cmara, no momento actual, deba-
tera-se dois grandes problemas constttucionaes,
ambos expressaraente creados para erabaraga-
garem a marcha do novo governo : ura o ve-
to le d fixago de forgas ; ouiro o caso
de Sergipe.
O Poder Ejecutivo pedio Cmara que fixas-
se o effectivo ao exercito em 28.000 nomens; a
Cmara sO concedeu 20 000-d'ahi o veto. Ve-
lada, porem, a le, p-ide ella ser renovada na
raesina sesio1? A onstituigo o prohibe no
seu art. 40 Como resolver o caso? Si por um
I? lo nao se pode renovar e si por outro neces-
saria a lei-que fazer ? Os constituciooalistas
esgarivatararn a cousa e vieram dizer : o art.
34 que ordena imprescriptivelmenie a decreta-
gao de leis annuaes nao se coaduna com o art.
iO entendido a ledra; ora, como as leis nao se
polera interpretar pelo absurdo, ca o quj o
art. 40, quando estabelece a prohibigo, nao
abrange as leis annuaes. Esta foi a primeira
solugo ; a outra, a que vai predominar, trouxe-
a o Dr. Eduardo Ramos, dr quem raais para
diante se fallar aqui muito mal e muito bera.
O Ilustre deputado bahiano nao consultou
Story, era Cooley. nem Alcorta : foi ao Au-
lete, abrio-lhe o diccionario e fez com isso a in-
terpretago geilosa que convinha ao caso, dis-
tinguido enire renovar com a accepeo de re-
peir e reiiopar com a accepgo de melhorar.
Garanti que o art 40 o que prohioia, fallando
em renovaedo, era, de facto, a repetico, nao a
melilota.
Como veem, a distinegao i ada pel03 cabel-
los. >e lessera o parecer ou ouvissera o orador,
veriam, por n, que lirada cora lanto geilo,
que faz gosio ver a pericia do operador. Mas
falsa, falsa, falsa.. com o qu possa haver de
mais falso O ongresso, porra, na doce la-
de-mel em que esl com o presidente, disp5e-se
a ludo para fazer calar os maledicente.-., des-
truinrfo lados os obstculos que'.elles tem crea-
do.Nao merece, porra, a pena discu p esse
ponto consttucionai. O que convera fazer
sentir o que vale essa qnesto de 28.'.'00 ou___
20.000 nomens. Nao vale nada !
De facto, o exercito lera 16 a 18 000 solJads.
'"om o alislamento voluntario, sera sorteio, ira-
possivel augmentar esse numero. Creados, po-
rm, certos batalhOes novos, para que os qua-
dros fiquem certos no papel, necessario o nu-
mero exacto de i8-l90-do contrario, a despro-
porgo ser iminensa entre o numero de offi-
ctaes e o de soldados. E tanto a qoesto s
de soldados de papel, que a comaj'sso da t'a-
mara, lendo feito srilho los diabos pela reduc-
go dos 28-tM) iO.OJO, deixou pissar s;ra o
mnimo pretesto o Orgamenlo do Ministerio da
Guerra, onde s se cjo:i^nava verba para es-
ses 2.OO0-certissi;na alias, de que era a isso
se altingir E ora aqui esl, como por causa
de uraa amrmago puramente theorica, sem o
menor valor prstico, se faz tamanho barulho...
O caso de Sergipe rads serio : duplcala de
governadores, duplcala de asserablas. Feliz
ooo, ao qual nao falta quera o queira dirigir !
Diante d'islo, pergunta-se : caso de interven-
gan federal ? Laso seja, quera compete ?
Que caso de ratervengo, ninguem hesita.
E' certo que ha quem diga hesitar, mas quando
se sabe que o allirmadi r mais convido d'essa
ideia o Sr. Franga -.'arvalho (que tera a vanta-
gem de nao ter convieces de especie alguma)
lica-se sabendo o que vale a sua opraio E'o
desejo de manter forca o Sr. Vallado, garan-
tindo o slatu-quo, cer'tissimo como eslo todos
quantos conhecera o caso que desda que haja
iniervenco, seja qual fr o poder que tenha de
decidir a pendencia, ella se resolver contra o
llegal detentor do governo de Sergipe.
Firmada, porra, a preliminar da interven-
go, a que-n compete ella? Ao judicial ? ao
legislativo ? eu ao executivo ?-Por este ultimo,
ninguem se pronuncia. Resiam os dois outros. '
Foi ainda o Dr. Eduardo Ramos quem enter-
veio no debate, decidindose pelo poder judi-
cial, ao passo que o Dr. Cincmnlo Braga, cora
um apparellio de lgica, realmente superior,
deraonstrou evidencia que s ao legislativo
pode caber. E' essa, de facto, sem a raais leve
sombra de hesitago, ajurisprulencia consti-
tucional seguida serapre nos Eslalos-Unidos,
de cuja coust.luigo a nossa nesle poni co-
pia fiel.
A' hora em que 6 escripia esta carta, nao
possivel prever qual ser a opino vencedora.
Si o Dr. Sincinoato Braga um argumenta-
dor de inddstruclivel lgica, o Dr. Eduardo
Ramos a tolos os respeitos, um seductor,
pela sua peregrina eloquencia.
No-creiam, porra, que se trate de uin dis-
cursatlor gongnco e co. B m pelo contra-
rio e ahi que est o perigo. Quando elle
tomou assento na Cmara,' com o seu vulto ro-
mantico.'de cabelleira a Castro Alves e pince-
nez azul, bouve urna desconfianga geral Di- ~
/.ia-se lelle que fallava bera- e, quera o nao
cotlh-cia. sus >eitava que alli .mdava muita rbe-
tonca florida e condoreira, fazendo um des- ,
perdicio enorme de melaplio.-as arr ijadas. Que
erro: Nem o lyrismo descabellado da velta
oratoria, nem a inconsistencia dos discursos
sem ervo, sem vigor. Pelo contrario : ima
boa e vistissiina erudigo jurdica, erudigo
seinpre esclarec la pela raais larga orapre
henso do assumpto e, qurato a eoquencia, a
eloquencia na sua mais alta expresso, saben-
do SRdazir pelo appello ao corago e razo,
tendo lodos os recurs s que a uraa nalavra for-
raosa pone aihar urna intelligencia to forrao-
sa como ella. Mas. a p-jr disso, ou antes, por
isso mesmo, parec que ha nelle esse dilettan-
tisino de hornera superior que faz-se forte de
vencer as uiitns inteligencias mais fracas,
submeiteti lu as incondicionalraenle ao seu ju-
go. Ao ouvir S'us discurso-, pouco ihe impor-
tar que haja quera nao fique persuadido ; o
esencial que ninuem ouse duer que nao
fieou convencido, i-io que ningu;m tentia ar-
gumentos para oapr/ie E isio, forga di-
zer qoe o cutis 'gue. Mas, dos seus pareceres
e ilos sus iMcurso, cujas opinjOas levam ho-
ie a Ca.u-ira de vencida, resta saber o que sa-
hir^.. As douinnas a que Cmara vae pres-
tan lo o se>a ap >io parecera ser perigosas. O
futuro o dna
Esta va i p< lo Thamts.
P o l'lmtia Ihe dare noticia do conchavo,
ou jqne n-Hiir norae lenha, que consta haver
, sido fallo p i id nuiado Jos Mariano cora ura
ceno i-ori n > que cetcava o governo dac.ihido,
no pnuosito de perturbar a ordem publica
nHSSe E-tado.
Tajnb iu"d^rei noticia seus leitores de urna
pet r ipsus verbis. li' intil dizer-lnes que
nao foi este segundo partido que tomou o ge-
neral Lene de Castro ; mas nao foi por urca
razio curiosa.
O general nao era muito forte no conheci-
menlo do hespanhol, era Montevideo procurou
lauiilianar se ura tanto. Cnegou, sabendo
ura poucoclnlo. Resolveu, porra, completar
sua educago, de brinde em brinde. E fez
Dem Aos priraeiros ninguem entenda nada :
os uruguayos cuidaram que elle eslava fallando
< brazileirOj e os brazileiros, convictos de
que era aquillo o mais puro caslelh no, gabii-
vuui-lliBO sotaque. Pouco a pouco, com a evo-
lugu normal das cousas, houve ura momento'
era que todos besitaram : era a pilase decisiva
da Iransforraaco Atina! do 20a brinde em
dianle viu-se bem qoe era espanhol,hespanhol
rauito.'avariado ao principio mas logo apoz, a
partir do 30*. foi puro Castellar !
lira vista d'este resultado, a pedagoga nacio-
nal vae dar ura passo gigantesco no esludo das
linguas vivas O curso do ex collegio de Pe
dro II, hoje Gymtiasto Nacional, rae adoptar o
sysiheraa t'rograrama para o esludo pelo me-
mo lo Leite de Castro : refeigss, obnadas a
champagne e brindes. Caro, mas rpido !
Deixando, por.n, os uruguayos, forga con-
vir que muito seria a situago do governo
ac.ual para que elle esteja disposto a recreoa e
fastas. De facto, a tarefa do-qu; cercaramo prsposla que 1'ahi foi feita ao Baro de Luce-
Marechal Floriano nos seus uliiincs das foi "''e,' qual n 10 par-.ce ser estranho esse mas-
unicamente crear obstculos ao seu successor. 'mo *"* Jos Marianno.
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2
Diario de Peritambuco Quarta-feira AS de Dezembro de B*t>f
i

Parece, entretanto, nos bem informados que
semilbaote proposta teve a mais formal re-
pulsa.
Decididamente como ah dizem, os deleterios
delirain!
Tem razSo : Tanta esperanga perdida, lan-
os arranjus burlados, o nem mais urna crrela-
gen pelo deposito dos saldos do tbesouro no
/toado ndito universal!!
(Do correspondente).
Ittolelini
(GATk DE NOTICIAS )
Da 2" de NVbtaoro
? AeesfSo da cmara fot hooiem excusivamen
te consagrada a segunda discosso do~\oroj-co
o. 169, ledataodo le competencia do Supremo
Tribunal Federal decidir a* donlicataa de gver-
nadores e de assemblae co* K-Uo.m.
^Alii disto, apenas 8r. Limoumer expliraa
aae a.o lem com arecido r-or molestia, e o 8r.
Vespaetaao de Albcqierqae, eleiio pe j Kn
Grande do Sal ion u a-s-nto, deDois de baver
prestado o compromisso regmental.
Sabe-ee qoe o projocto o. 189 priaclpalmen
te destinado a reoler o caso especial de Serg
pe. oo- e nm governo ilecal e ouiro legitimo se
dtspatam a pusxe do peder.
idicuti o debite n Sr Fratga Crsalho, pre-i-
dente da commisfAo de cousiitulgo e jostica,
qne assigoara vencida o resDecttvo parecer e
Tioba dar a ca na-a es razbes desse vol diver-
gente, qoe taioDem fu i o da cufos eos colle-
gae.coost talado a minora da commissao.
Preclsava dizer qoe a maioria a eoumlisao
nao andava acertadamente entregando ao SaDre-
do TnDuaai Pecera! a solugo do caso de Ser-
g pe -
O Supremo Tribunal jolga de crime i politicor,
nao tem competencia para lntervir dos negocios
domes .ices do Estados, e nioguem de boa t
poder dizer qoe se esta commetteodo nm crime
poltica qoe e indispensavel pool'-
A ;oter conseguira arredar ao poder um dos gover
cadores de Sergipe; o oatro, po m, dei-
xa-ia de er ponido. Elle deve esiar na pre-
sumpgo de qoe foi legtimamente elouo.
O Sr. Fraoca Carvalho eslava convencido de
qoe nem ao poder judiciario nem ao execativo,
nem ao Coogresao, compe'e lntervir em Ser-
gipe. A toterveogo de qaalqoer desses ro-
deres se poJer dar depois de orna reviso
constitucional.
Dessa optmo disrardoa o Sr. Menexes Prado.
S. Kxc comecou por fazr o histrico do molo
por que o Sr coronel Valladao se apossoa do
governo em Ser ipe. Acbava qoe oio era de
ais relemnrar esaa enorme serie de violencias
eooameitidas pela torga federal.
Qoanio a interveocAo en Ssrgipe, entenda
qce ella de apetencia do Congress \ Trs-
ta-se de om caso especial, de coja solacio de-
pende a verdade do regimeo representativo.
S. Bxc. promeitia a cmara apreseotar om
aabatnouvo ao projecio, na terceira Sieeusso.
e oesee substitutivo determioaria o modo da ln-
terteagao, tal como a entende a maioria da re-
prese! taco sergipana.
O S\ Francisco Trdentioo tambem condemooo
aiotervengo d poder judiciario par resolver
o assnmpto. Seguio-ae-loe com a palavra o S-.
Cincfato B-aj.
8-Exc. va qu8a qcesto nao eslava enllocada
nos teas veraaSei-os termos. A mervengo
redamada pelos aotores do projecto e pola re-
preseotaco de Sergipe tina naiaraloeote po
fia maoaieogo do rgimen representativo.
Ora. 6 a iotervengo compete ao pode' poltico
da Diao, por disposigo expresas di Constitui-
rlo federal.
Jiiigoem poderla dizer qoe a tora republica-
na federativa tosse essa de que Sergipe nes di
orna amostra, com os seos oos governadores e
as cas assemblas estadoaes. laso todo o
ge aa de mal. contrario ao systema. Ligo,
era o caso de lntervir o poder legislativo fe-
deral. .
Oppor-ae-hi> a esse argumento a raiao de qoe
a iotervengo no Estados e se de dar a re
qoisigfto do respectivo governo. no sentido de
esmeibaote lnterven;ao. poro engao. A re-
sal .rao foi tena pelo S-. Calazaos. no-< clumos
das do s minad esse gov"-no S. Exc. pasoo o poder ao
we-ipresidei-te. coja eleicio repuUva leg.uma e
leca I <
Vot ria portanto. D'la lotervencio do Con-
gresno, onira razoavel, onica consiltnciooa
antea qoe poderii resolver a qoeatAo.
A discosso licoD adiada pela bora.
No senado:
Gneis ao orcanenio de ministerio damarinna
paa o p'>xin o exercicio ouvimos boitem o Sr.
Costa Axevedo, baiio do Ldano, e, se a ducus
sao cles-e orcaraenio nevemos esse prazer, nao
meaos devemosao S'. naldioo do Amaral que,
comfcateodo orna emenda daqoelle illostre sena-
dor arrastoo-o a om ponto qoelle p-r ceno
no'qoeria io:ar, como confessoo. mas qoe por
aer marinbeiro velbo eniroo sem soodagem e.
qoe mais, maravilnaado a lodos qaanlcs o
OQvtram.
Foiooobre senador pelo EUado do Amszo-
cas cioem primeiro tomoo a paiavra para, defen-
cer urna emenda do S-. Saldanba Ma-inbo mar-
dando resabelecer a verba de xW) cobios para
pagamento ds cootadoria de marmba, de accor.
do om a lei j tm rigor desde 1890, e que man-
dos equiparar essa repartic&o com a da coct-ido-
ra de fatenda.
S- E*c. declaron que o parecer qoe elaborou
dtfficieote e carece de esdarefimentos. qoe
aAo poda dar sem estados mais deudos.
O Sr. Uoaldino do Amaral comecon por d!zr
qoe 'ealmenie o parecer defficienie. nio se po
deodo meamo discndlr com vaoUgem as diver-
sas verbas pedidas na proposta no emtanto,
d'aqtj.lloque a razio basta para notar, nao acba
{osto que se quelram cortar os veoelmentos do
saleo membro do cooseibo naval paisano;
qoando tolos os ottros membros lm 5:600
6:00)A e mais, de g-aiifl :kco, alm do sold
tjae recenem o officiaes genenes, tinba o joiz
togado apenas 5 IUO.
A cmara, attendeniln a qae esse joiz acca-
mola as 'uicces de secretario do < onselbo, c.r
g atiSs ext neto, mandou dar 7.100*, o qoe
anda ooa o. relativamente ao trabiibo deas*
faacciona-io, a qnem recabe maior irabaibo pela
saa priii-o mesmo D'este modo entende qae
se deve rugmentar o seo veocimanto de mais
Ft'na tambem do3 membros do cooseibo, ol'i-
maaient* creados, do corpo de engeooe;ros oa
rat?, advogan olbes a igaaldade de gratifica
eSo, e ne>se secti >o manda orna emenda.
Combateodo a o Sr. Coi a Azevedo mostra
oio ser verdade qoe o merxbro logado do coo-
se'bo naval 'enba mais trabalbo que seas com-
Baotie.ro e, te reccubece a oeceasidade de om
bonem frmalo em direito entre os membros
da conseibo naval, daodc com os seos eoobeci
memos iaridicos oe esclarecimeotoa qae para
juizo'rarecafp, tambem 6 cerlo qae nesse conse-
ao :oa qaem os dlsoense por seas esclarecida
estados.
Falla em regra, porquanto o governo iem o
dev'ir de procurar dent e os officiaes da arma
da aqaelles de real merecimento para tao sonido
eargo, nao argementa cum abasos.
Emende qce se deve dizer a verdade, cha-
mando a orden, n governo quando elle cao s be
conprir com o sea dever.
Em oatros lempos, a grstiocaco para os
membros do cooseibo naval era apenas de4:00O
e a asta gra Vcacao sajeiiararo.se borneas da
eeUtora ne Zictaiiase Ges e Vascoucelloi,
Bio Branco e ooros.
Nao se deve argumentar com os sidos uoa
generaes ; este Itm elles sem preeisar fazer ira- ^
bati algum. ,_, .
QHfeilodo-Be anda a emenda dn Sr. Saldanba
Hanubo, mandando reetabelecer a verba para a
cooudorta de marinba. diz qoe, se a advoga, 6
por qoerer o respeiO a lel^tao infielnente loter-
pre!ada pelo governo oesea parte. Nao vota nm
so leal para augmeito de despeas, mas, s esta
esta na le, compra-se, e se os cofres da Uaiao
oao oodem com tal despeza, revogoe.se a aiapo-
sti3 da le ; o coDijresso tem ccmpeieucia para
tazel-o.
Julga qoe a occaUao para sacrificios e nao
esb'comoa maoa cbelas vao-se augmentando
vencinen'os a tutti qoanti, e, o qae mais
al aagmentando-ss aoldo I
Bepete : preciso qae cada om seja bastante
patriota e respeltadir ds le, para sosten1 aculo
da Repblica.
Nao com lommarias e cortesas qoe a Be.
poblira se impoe.
Pallando de saa reforma, declara qoe o fot o
mais violeDtameute possivel, e oao baveodo da-
posicao na lei para r>fo-rnal o, lnvcnioo.se a
pecna perigoso para a Repblica -, com que
o 1 incaram no rol dos loimlgos da patria.
Nao occalao para trata' deste assompio, o
qo>- fara oppononamente, ma^ quer lembrar qae
nAo se pode uxar de perigoso .um bomem como
elle, que foi sempre o repeitador da le.
A pello para us Srs. Qainuno, Saldanba Ma-
rmlio e O toni, e qoe digau re cao verdade
qoe, em 1870, quando se tratava de dar ao paz
o manifest repoDlicaeo, elle nio compareceo a
reonio, e, aps as discussoes bavidas, se nao
declaroo qae nao poda dar o sea vote sos pro-
p gandisias da revoloco, porque ealeudia que
a Rapoblica oio poderia er ama realidade, n'a.
qae le lempo, sem o apoio "desleal d forca ar.
mada. Dcs.e modo, ll.;, como soldado, nao po.
da dar o s-u apoio o'a mais lardo esse ro ico-so fosse lodispen^avel,
elle desoi'U a ana farda e na revoluc&o loma,
ra o irinteiro Ipgar. j
O Sv U laldno do Amaral registra o compro,
misso do Sr. Co*ia Azevedo, que declarara oko
votar po augmento algum as aespezas dos di.
versosorcameotos e reiiraa saa emenda.
Nao baveudo numer.. para votagao, Oca ada.
da esta, levantan lo. s-* en se u.da a gnaaio, aar
nao hver numero oo reclata para fu.-ccio.iar *
senado.
Da 30
A ^amara resolvea bootem sobre o caso do
pr.je'.io de flxagio das fo cas de ierra ; fel-o em
voacao nominal, a reqoenmento do Sr. Frede-
rico Borges, eci Un lo, por 95 votns contra 26,
que os proj'tctos de .xigao oe forjas, que nao
forem a reor^ouL-gaa aa dnpesigao rejeltada oo
nao saocciooada pelo pote exooiivo, paderio
ser renovado) na mesma sessao legislativa do
Congresso ISacion I.
Por ess< votscao ficoo, portanto, declarado
qae o ar. iO da Coustuui-ao, vedando a renova-
gao dos projelos ^ejeiados oa nAo szacclona-
do, nio se appica a os p-ojecios de Oxagao das
(oreas de ierra e mar, obriajteru.pelj ari. 34, 17 do pacto fandamea-
tal a repowica.
O debJio que a proposito se instillo versoo
excloaivameote soOre a mterpretagao dessea ar-
tigos, oto em face do ootro.
O Sr. Frederico Borges, discordando do pare-
cer em denate, cajas conciosOes foram d'abi a
pooco acceiias pela cmara, afiirmoa a inconsti
tacooalidade da renovagao so projecto. Pare
ca Ibe que o parecer sopbismava urna ispusi-
go expressa da ConsutuicAo Federal.
A commissao. no sea entenaer, tizera obra
mais de accordo com as c^rcumsta Lias do mo-
mejto do qae com o oobso direiio coastiiociojal.
Voia'ia co.tra o parear, conclu o S. Exc.
O Sr Francisco Glicerio respondeo-ine fazen
do notar como se rjpeil am os dous artigos ds
Constuuigio applicaveis ao caso. A soa inter-
preia;ao iitiarai reduodava n'om aosordo ; ella
collocana o congrrsaon mpossibilidade de u <
resolver agora sobre a tixagao de forgaa sem
ferir a CoosiunicAo. Roovaado o projecto. o
congresso violara o art. 40 ; nao o renovando
arcara o 17 do art. 34.
O Sr. Eaoarda Ramos fez a deiesa completa
do ofrecer de que, alias, relator.
O Sr. Ovidio branles, em segaida, requeren
o eocerramento da discasso.
Approvado esse reqoeritoento e o do Sr. Fre-
derico Borges. para qae o parecer foese nomi-
nalmente votado, proceden se a cbamada e co
megou a voiagao.
Ke8pooderam slm, approvando o parecer, o
Srs. : Lima Bacorj, Flelo Pires. Gaoriel alga
do, Bncio Filno V.teiros, Laz Domiogues, Ujs-
ta Rodrigues, Castavo Veras, Nogueira Paran-
gat, Gongalo de Lagos, TQomaz Gavaicaole, H-
defon^o Lima, Joio Lopes, Jos Bavilaqus. Au-
gasio 8evsro. Tavares e Lyra. Jonqaora Ayres,
Tnodaoe, i.oelbo Lisboa, Coelbo Cinira, Loiz de
Ajrade, Migoei Pernamnaeo, Cirios Jorg-,
lememioo do Monte, Rocba Cavaicaote, Oci.-
viaoo Loortiro, Olympto ds Campos, yenezes
Prado, Zana, Santos Pereira, Aagastooe Frriias
Neiva, Miitoo, Sodr, Tosa, Manoel Cae ano,
Edn-rdo Ramos, Paulo Goim ries. Ve Aoreo, Joaqun Ignacio, Rodrigues Lima, To
leolioo dos Santos, Artnur Ros. Marcolioo Mu
ra, Prannos Montenegro, A.nuyde Jonior. Gai-
di io L re, Ant. oio de Slqueira. Farqom Wer-
neck, Franca Carvalhn, Lop-s Trovio. A co o
Goanaba'a, Tbomaz De.tino Am-rico de Mattos,
Ll a ne Vasconcello, Alberto Torres, Fonseca
Por e la, Cesta Azevedo, Silva C.s.ro, Agostinbo
Vidal, K-rsio BrasHio, Framisco Saotiago,
Barros Franco Jnoior. Uroado narcoodes, Pauli-
no de Sooza l'ii Doarte, Joio Luiz, Vaz ae
Melle, Montelrode Bar. os, Joaa Peoido. Ferra
Joaior, Fortes Jooqoeira, Francisco Veiga, La-
mounier, Aribur Torres, Paris. CavMcinie,
Ca los oa8 Cbagas C.smro Rocba, Alm ida No-
gueira, Cos.a Jonior, Gostavo Godoy, Adolpbo
Gordo, ercalaoo de F eitas, MoracS Barros.
Paulino arlos, Cincinato Braga, Francisco Gn-
ce'io, Ovidio A.raotev, Urbano de Gjuvea, La z
Adolpno. Lauro Miller. Francisco Toleuiioo,
Emilio Blam, Fons-ca Goimaraes, Rivadavia
Corre e Vespssiano de Albnqaerque (93.
Responderam nAo, rejeitando o, os Srs. Eneas
Martios, Augusto Mooleoegro, Carlos de Novae ,
Halla oda de Lima, Ejoaruo ae Berredo, Consu-
no Cruz, Any.-io de Abreo, Prederico Borges,
Pedro Borges, Praocieco Benvolo. AnhU' Or
laodo. Tole"tino de Carvalho Medeiros e Alba-
qaerqae, Gemiaiaoo Brasil. Goovea Lima. Leo
vigiiau Fiigoeiraa, Fiavio de Araojo, Seoas'lao
Laodolpbo, Jusp Canos, Osrar Gjdoy, Erico Coe-
ibj, Ferreira Pires, Cooer.ioo de Siqu ira.Toeo-
tooio de Magalues, Pinto da Fonsesa e Paula
tamos (16;.
EsUta approvado o parecer. O Sr. Ovidio
Abran es pedio eotAo urgencia qoe loe foi imme-
dlatamente concedida, e man oo mesa o aovo
nrojecto de tixacAa das torcas de Ierra, elaborado
pela commisao de roarinna e goerra. Ainda a
reqnerimento de S. Ex., esse projecto foi la
cluido na orden do da de boje.
Foram ofpois approvadosem 3 discosso os
sete. p'ojecios seguiotesreorgaoisando os es-
tados maiores do presdeme da Repanlica, mi-
nistro da goerra, ajadante general e qaariet-mee-
tre general do exercito; aDriodo am crdito i
robr ca 3* do art. 2o da lei de 30 oe setembro de
1893; approvando o crdito para eocommeodas
e assigoa oras de ootas pela Caixa de Anortisa-
ti>; aoctonsaudo crdito para Qscalisacio a-
oargos agrcolas e medifao e dlaci-imiaac&o de
trras ; approvando o creaito para de pesaa pela
veroaEse cunos flodcse abrindo crexiios
para salvamento de casco da fragua Amazonas
e para recoostruccAo dos paies de poivora da
ilb do Boqoeirao.
Tambem foi approvada a emendado sealo ao
projecto de tixagao da fo'ga naval, creando o
corpo de marinoeiros naciooaes. As outras
emendas offerecidas ao mesmo projecto foram
todas rejeitada .
Ficoo encerrada sem debate a 2* dircassao do
proiecio aoctorlsaod) o governo a abrir o crdi-
to extraordinario de 25.500:OOOA para o'.correr
as despezas do mloisieio da goerra ai a ter-
mioago do acturi exer icio. Esse projecto en-
tra boje em 3* diacuss&o, a requerimerjto do Sr.
Joo Lopes.
O Sr. Jnnqael'a Ayres inicioa a 3. discosso
do orgameoto da industria. A estreitesa do teo
po qoe anda resiava s ma'.enar. da ordem do
dia nao Ibe permittia mais do qae fazer a ligeira
critica do parecer da commissao com referencia
S soa emenda para a constrorcAo de acodes no
Cear, Piauby. Parabyba e R;o Grande do Norl*.
Ficoo com a palavra para cootinoar na sesso
o clarea, rio expediente o Sr. Urbano de Gou
vs pedio a oomeaco d3 om membro para a
commi sao encarrega a e elaborar o plano de
viagao geral na vaga do Sr. Antonio Olyntho, e
o Sr. Angosto Seve*o aliadla & noticia de greve
oa estrada de f-rro Central, publicada por roldas
da tarde, ifliiocando a cua inexactdSo e decla-
rando qae o pessoal a'aqoella via frrea est,
como sempre, prompto e disposto para o ser
vico.
SESSO NOCTURNA
A's 8 4|2 bo'as foi aberta a ses-5o com a pre-
senta de 65 Srs. depgtados e approvada a acta
antecedente.
Discotio-se o parecer sobre as emendas apo-
sentadas em 3. discosso do ornamento da re-
ceitz, e o:ct.param a tribuna o Sr. Augusto Mon-
tenegro, relator, salieoiando as difficaldades
com qoa te bouve a commissao de orcameoto
para elaborar o projecto de reeeita. Disco.ven
sobre o imposto de fumo e o imposto sobre aa
loteras, os qoaea trar&o grande augmento para
a recelta publica; o Sr. Vergne de Abren, com-
ba codo o imposta sobre o famo por ilie-gal e iq.
coost tnoibnal; o Sr. Nem, refriodo-ae as
emendas offerecidas as projecto e principalmente
a do Sr. Loiz Adolpbo soore a conbigem de ni-
ckels que jolga mu comrxa'-io dos Balados; o Sr. Frederico Bor-
ger, tratando da elevaco do lmpoaio do caiga
do, e o Sr. Farras Jnior declarndose contra o
imposto sobre o famo, e foi encerrado o debate.
Na senado:
A sest&o de bootem (ol ama sesso de emen
daa e observtcOes, qoe deram em resudado am
trabaloo fra ao comnum, alm de ama votacAo
looga.
No comego, tndo se lido o parecer da com-
missao de floaocae a respeito do.credito pendo
pelo governo para as testas a commissao uru-
guaya, o Sr. Oiticica discorda deile por mon-
dar nao ser caso ds dar crdito, mas 8 proval-o, depois de o goveroo dizer quauto gas-
toa. Os festejos jl foram felos, o diobeirn ja
foi gasta, e resta agora saber quanto e appro-
var-se, evitan o-se talvez mus tarde alguroa
verba nova, julga ponanio mais acertado ada*.
se a discosso desse projecio, oo que concorda
o sead"."
A requer ment da Sr. Gil Gaul.rt encerra-
da a discussAo de redargo do projecto de or-
gameoto do interior e em seguida approvada.
Segae depais a ordem do du :
Vjiagao en 3.a discosso das proposigGes d:
cmara dos depaiados :
S. 46 fe 1884. aaiornando o polar ezecoti-
vo a crear e regular, sem anca para os cotes
pblicos, orna caixa beoelkeme aa brigada po-
licial desta capital.
N. 51 de 1894, autorisaodo o governn a man
dar prolongar a liaba le g-aprnca peto int
rior dn Estado do Marannao at a cidade de
Palma no Estado de Goyiz.
N. 52 de 1894, aatoroado o poder execoti-
'0 a conceder ao i olli :.a! da admlnlstracA
dos crrelos do disincio federal, Garios Alear-
lo do Espirito Santo. 3 mezes de Uceoga com
ordenado para tratar de saa gande.
Voiagao em 2 iiscaa-o da proposigac da
cmara dos uepaiados. n. 23 de 1894, regulan-
do us venclmenios do funcclonario aposema-
do segundo o decreta legislativo u. 50 la 13 de
Jaoo de 1891.
Votago em diteasso oolca da prnnosiga da
cmara dos depuuaos o. 64 ae 1894. proro-
gao o a actual seasAa legislativa ai o da 10
oe Desembro prximo 'utaro.
Vatagj em 3.a discosso da proposigao da
mesma cmara, n. 38 de 1894, tizando a des-
peza do ministerio aa mariuba para o exercicio
de 1895.
2.* uiscussSo da proposigo da mesma cma-
ra, o. 5 de 18J4 autor-.sando o governo a des-
pender at qaaotia de 1.090.00 f com os tra-
baincs para a manateago e desenvolvimen o
dos nticieos colooiaes da margen direita do
A-agaary. no Esiado do Pr.
3.a diacussAa d proposigo da mesma cma-
ra, a. 47 de 1894 auiansanao o goveroo a re-
vur o rfgdiameote approvado pelo decreto a.
1692 A oe 10 de Abril uitln > para pxecugQ da
le o. 194 de 11 de Oolab.-o de 1S93, Sobre ba-
ses que estaDelece.
2.* di-cusao na proposigo da misma cma-
ra, n. 4l de 189a, auior.s.nio o g.-veroo a
maodar pagar ao Dr. Jos Bo-aes H.b-iro da
Cjrta e ao pnarmaceotica Aagosto Cetar Diogo,
preparadores do laooralorio da lacoldade de
medicina do R o de Janeiro, exonerado! des-
ses cargos e nelies reintegrados, em virtade oa
le n. 42 de2deJobha de 1892, o ord nado
qae deixararo de porceoar oo iulervallo da exo-
nerace a reiniegrago.
SAo approva ios todos os projeolos postos em
vjtago, meos o orgameoto da marioba qoe a
requerimeato do Sr. Costa Azevedo volita a
commissao ae Uaaagis.
As df mais proposiges foram encerrabas, osas
s votada a de a. SO.
A proposigo da cmara o. 47 leve emendas
sappressivas amas e restabeleciaas ootraa com-
oieuodo-se deste modo o regalar servigo dos
correios.
E cada mais boave, levanUado se a sesso
s 2 1/2 Dora da tarde.
ESTADOS A LJMAO
SUL
aiio truaxo
Datas at 6 de Novembro :
.N j da 14 do passado regressou capital o
presidente do Estado deoois de ter visitado Co-
ranb, M rao :a, a nova povoacAo Aqo.daona'
N o-C e S. Loiz de Ca 'es.
Foi publicado o segalote decreto:
* Considerando qu o art. 33 da le o. 54 de
21 de Julbo de 1893 determina qae o sallo que
se verificar no eocerramento do exercicio po;
ella regido ser applicado ao resgale da divida
coosoitdada ;
Considerando que de tal divida deven ser de
preferencia amortizados os ttulos que acrretan
raaior onos fazeoda estadoal, quaes as apoil-
cee de 8 / ao anao;
ConderanrJo que, conforme a demonstragao
organizada pdo Tbeeooro do Estado e eoustaute
do oQicio do respectivo inspector n. 95 de 25
no correte mes, do saldo do exercicio anterior,
se acbava at eato recomido ao cofre daqaells
repart gio a quantia de 154:176>f327 ;
Ctnsiderando que a indicada qoaotia f- snffi-
cieote para o resgale de todas as apolices esta
doaes dejaros de 8% v.sto sea oamero nao
exceder actualmente ae 302 de valor n.tamal de
500 r ida umi, e a somma total importar em
151 000 ; acnaado se ella igualmente ao par.
Decreta: Art. l. 0 Tnesoaro do Estado res
gaiara pelo valor nominal as restantes apolices
de joros de 8a ao anao, aa importancia de...
ittMftfQOOi
Art. 2 Para tal flm o dito Tfieseoro o-gaoi-
sarA al 10 de Novemb'o prximo fotaro ama
relago daqaellas apolices cuoteado os respe
ti vos nameros e os nomes dos possaidores, com
a declarago de qoe vo el as ser resgaiadaa nos
termos do reseme decreto.
Art. 3. A relago de qae trata o art. antece-
dente ser poolicada, nao s na folna offi'ial do
Estado, como tambem na .mpiensa da Capital
Federal; por qoairo veses saccessivas.
Art. 5.* De 1.* de Janeiro prximo vindoaro
at o rin de Frvere.ro sabseqoeoie, os possauo
res daa apolices sojeitas ao resgale, au seo le
gitimos reo, esenian.es as apreseniario ao Toe-
soaro do E se auerem sai pagos do capital e jaros oesta
cidade oa oa Capital Federal, no Banco Rin e
Matto Grosso, mediante saque do referido Toe-
sooro.
A't. 6* A inportancia das apolices res jai
das. qoe nao for reclamada, ficarA em deposito
sen vencer, jaros.
Art. 7.* Os malos resgatados sero golpeados
e conservados no Tbesouro do Estado at orde-
aar-se sua queima.
Art. 8.* Rsvogam-3t as disposicOss em con-
trario.
Palien da Presidencia do Estado, em Coyab.
29 de Outob.-o de 1894,6..da Repblica. -Manoel
Jos Moni bu.
< No intuito de ntilisar cooveoieutemenie o
crdito de 109:0004 concedido a esie Estado na
vigeale le do orgameoto da Repblica para o
elcoramento do 'io Coyab, de modo a remo
ver ,qna to possivel os embaragos qae actual
mente ae oSerecem A sua navegago; emnden-
se o Sr. Dr. Presidente do Estado por carta qae
loe dirigi em Agesto prximo passado, com o
eogenbelro civil Joo Feiix Pelxoto de Azevedo
coovioando-0, atientas as eoai babllitagOcs es
peciaes, a vlr tomar a direccAo dos i.abalhos a
se faserem.
Asaim, pois, agoarda S Exc. salegan do seo
indicado convite, para resolver sobre o aisnm-
,,to como jolgar conveolen e. j
Sobra a aova povoacAo Aqoldaaaoa, visitada
pelo Presidente, diz o Estado de Matto-Grosso*:
E tre as foturosas e 11 irescentes localidades
do sul do Estado, coma se mais orna, a nova po-
voago do A^oidaaana, margem ao rio do mes-
mo oome.
Esta aova povoago. qne acaba de re:eber a
visita oficial o Exm Sr. Presidente do Estado,
est fadada a ser um dos pjiocipaes porios de
Matto-Grosso, i.mldos mais importan lea escoa-
dour a de todo o commercio do sol do Estado.
Muito bem s.toada a prospera localidade tem
orna posigo lopograpbica e climatolgica de
primeina ordem, nAo se fallando da nberdade de
aa solo, quer quinto pastagem dos campos,
quer quanto a fertijidade das grandes matas de
lavoura. qoe multo embellesam ai margeos do
rl Aquidaoaoa e a serra do Amambib?.
E' tioalineote ama magolfia e salobre regio,
e que con josto motivo esta sec io olumameo e
multo procurada p^'os lavradoret ej-riadores nao
fomente de Matto-G-osso mas moda de cairos
Eaiaaos da Ujio.
O Ezm. S'. 0-. Mano 1 Mtirtior.o, liloftre
presidente do Es ado, leve oo-asio de observMr
de viso tudo-qoanio flij mos, e investigadd
das necessidades das localidaiespor ond pa-
son, estaos ce-tos qne tamo-ru beoedeio do Aiaidarjao co'lsbora'do d*if
modo para o 'onnle'o neseovolvimento.daqqe I
bella reifio m^tio-grosseose a ba piuco oe lo-
dos descoobe'ida e e qoe est aomnada no eo
tretaoto, a ser em futuro prox mu u o dos mai
notaveis empo-iis da riqooz i-.on i.erciai e om
dos roaia imrnormoies pontos da nuianga agrico
la do no-so E'ledo.
Bio iirnmle do Sal
Ditas ata;8 i- Niv^uibro :
O p'el leme do E-ta io, em mnoaaeem iirig1
da a aasemnli^a doo repr-sentantes, peno oa'
qae eja. oo ogamento. o gove-no autonaado a
pagar mel nido s vio vas i u tiihoa ios olli e-
da urgid militar mirtos- em combate oa em
consequenc'a Je fenm*0'os. sem x"lo3ao do?
coros d* reaerva da rfe-ida ti"g ida
A tnneaicla voiou unanmeiue o pedido du
presidente.
P } votado, pela assemola, o ogmeHa
de 20 | ios venci,omos do uofeaoradj pu-
blico.
GHKONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
lUelcliiMCdccli de Albuquerquc
Lima
Dia 11
1SS8 -O presidente da provincia celebra
com Bsnto Jos Fernamies dp Barros. Francisco
Sergio da Mallos e Manoel Coelho Cintra, um
contracto para o fornecimento d'agui cidade
do Recite.
1850 -O conselho supremo militar de jus-
tig confirma a sentnga'do Pedro Ivo, que foi
a seguinte :
Vendse nesta corte e cidade do Rio de Ja-
neiro o processo verbal do reo, o capilo de ar
lilh'iria a p Pedro Uo Velloso da Silveira, auto
do corpo de delicio, testemunhas sobre elle per
guillada* e interrogatorio teilo ao mesmo reo,
decidiu-se uniformemente que os crines de de-
sergao e molim, segundo a phrase militar, o que
corresponde ao de rebelho, se icham proviuios,
e elle dalles convencido; e porlanlo o declara o
conselho incurso, quanto ao primeiro crime, no
artigo primeiro combinado cora o paragrapbo
primeiro do decreto de vinte e seis de Maio de
rail oitocontos e trinta cinco, cojas disposiges
sao as segrales:
Art. 1." Os officiaes de patente e do exercito
e da rmala (excepto os reformados deserapre-
gados. qu sera ordem se ausentaren) do seu
quartel, corpo ou guarnigo por lempo de um
raez, ou excederem a licenca por lempo de dous
raezes, ou que estando ooia licenca nao se reco-
llierem della quando assim Ihcs for ordenado,
serio punidos pela maneira segrate :
i.0 Os que coinraetterem a descrgo simples
sero expulsos do servigo.
Quanto ao segundo enrre, que o de motira
ou de traigo, o declara o conselho incurso no
art. 15 dos de guerra de infatitaria, sendo sua
disposigo a que se segu : \
Todo aquelle que fdr cabega de raotim ou de
traigio, ou tiver parle ou concorrer para esles
delictos, ou souber que se urdem, e nao delatar
a lempo os aggressores, serinfallivelraente en-
forcado.
Venlo-se, pelo que se observa nos autos e
estar provado, que o reo cominetieu o crime de
desergo de que acensado, porque, vislo e
examinado o lempo de licenca que llie tora con-
cedido em 26 de Julho de t848, por espago de
tres raezes, e concluido, por consequencta, em
26 de Outubro do mesmo anno, e logo depois
chamado, era 6 de Novembro desse mesmo anno,
por nao se ter apreseniado depois de fiada a
dila liceaga, nio se deixando quo elle se apro-
veitasse dos dous mezes de espera que pelo ar-
tigo primeiro do referido decreto se concede em
geral ou depois de ssu exeesso; no que se ob-
servou a disnosigo do artigo terceiro do rassrao
decreto, fra de duvida que o reo qualiflcra
a sua desergo era tarapo cm que ainda nao se
linbam manifestado as hostilidades entre as tor-
gas rebeldes cora as da legalidade, haveudo
apenas preparativos de urna e de outra parte,
pois que aquelles realmente appareceram do dia
1 de Fevereiro em diante. E coraquanto elle
nao se apresentnsse, era par isso a sua falta
consume una disergo aggravada, por isso que
era a commelteu em terapo d3 guerra, como se
ha dito, nem tambera se ae ava em servigo; por
isso que eslava com liceuga ; era consequencia
do que e dos mais termos dos autos julga o con-
selho o reo, pela unaniraidade de suas teugOes
in:urso no artigo primeiro, paragraoho primeiro
do decreto citado, como culpado de disergo
simples, e o condemnara em virtude do mesmo
artigo, a ser expulso do servigo.
Por outro lado, passando o concelho 4 a alyse
dos autos, na parte em que o reo tambera ac-
cusado do crirae de rebelh&o, e, militarmente
fallando, do de cabega de raotim ou de tra.go,
ou lendo parle, por qualquer farma,nesse levan-
lamento, por alies se convenes o mesmo conse
Iho, em vista dos interrogatorios constantes dos
tratados a folhas 64, 74, 84 e 87, dos depoimen-
tos a folhas 266, i69, 272 verso, 275 verso, 277 a
278 do raesrao tratado, e 281 verso, 284 verso,
286 e 288, dos depoiraentos oo presente conseibo
a folhas... dos documentos do traslado a folhas
18, :<3,15", 204. 2i4, 2'5e 134; das cartas ori
ginaes do proorio reo a folhas 362 e 364, e de
copia a folhts 367 em seu conselho de iovesli-
gaso ; e.finalmente pelas evasivas a que recor-
reu o reo para no responder ao seu interroga-
torio, que elle era um dos cabegas da revolla
que teve lugar na provincia de Pernambuco,
pois que, na qual-.dade de chefe de urna das co-
lumnas rebeldes, erapunhara. as armas, e por
meio deltas e munido da torga que commandava
atacou por varias vezas as f -reas da legalidade
em difiranles pontos, como no dia l de Feve-
reiro, na cidade e era outros lugares, com o hm
de contestar ao presidente da provincia, digo,
ao presidente daquella provincia, o direito de
noraear e de deraittir livreinente as autoridades
que lhe estavam subordinadas, e com o intuito
de alterar a forma de governo, sustentando por
esse meio todas as ideas anarchicas all espa-
ciadas pelos peridicos, e njste poni se con-
servou por algura tempo, rucusando todos os
avores que pelo goveruo imperial lhe foram ot-
ferecidos: portanto, e por tuio o mais que dos
autos consta, julga o conselho, pela uniforraida-
de de suas tenges, que o reo, o capito Pedro
lvo Velloso da Silveira se acha incurso no :\rt.
15 dos de guerra, de infantaria, e o condemnam
por isso, como cabega de raotim, a ser enforca-
do, em conforraidade do que clispe o mesmo ar-
t go. E porque, segundo o art. 6i do cdigo pe-
nal, o reo nSo possa incorrer era nenhuma outra
pena, visto a gravidade da que so lhe a-aba de
impr, julga o conseibo de nenhum effeilo a que
lhe applicon pelo crime de deserco, visto a sua
ineficacia ; manda, portanto, que esta sua deci-
so se execute do.sobredito ru.
Entretanto, porem como o conselho esreja
convencido, pelos assentaraentos de praga do
reo. de que ello, na provincia de Pernambuco,
digo, na provincia do Para muito se distingu'a
pelos seus actos de bravura, pois que at ncara
feriiio no atanne do rio Casu, alm de cutros
servigos por elle prestados as dillerentes com-
missOas de que era encarregado; e, reconhecen-
do atm .'.isso, o mesmo consel o o quanto a
clemeucia imperial j tem por varias vez s se
pronunciado s> s-U favor a respeito dos enmes de
que pressjPraente aecusado, imp
peitosamenl* mesma clemencia im.
quer gragn que mino-e e modifique de al
sorte o vigor da pena qui se ibe a imposto.
Sala das sessOes do conseibo de guerra em o
ornarle! general do Campo da Acclamago, em
16 de Novembro 4o 1850 (Assignados.j-Joa
Baptista Lisboa, aT#dalor.-Joaquim Mendes mares, majo graduado, -'.aelano Manoel de
Paria e Albuqurjlrae, major graduado. -Banto
Jos LeiledoPana, major vogal.-Manoel Al ves
ran.1, ngal. Jo.e ,1. Cosa B.rr P.rr.ira, "^iXi Df A*I ne'p.lbo
Instrue^ Publica Pi- n-raHa de 1
cor"-ui3 iwi. lei i-*.. iTdd.> Fenelj'i A'ico
arao i- porteiro da R'Pi^^o la la-
t-or-c 9ot*i\ -a
Approvac o Po
tica.
Confirmara a senienga eraojuaoto julgno pro-
vados os enmes de que foi o reo uqcusado, e por f '
elles o condemnam no perdimento do posto e em ,...,.'
dez annos de pristi em urna fortaleza ou praga
de goerra. Rio, de Dezerabro de 1486. (As-
signados) Lima e Silva. Moreira. -BrTfio. Soa-
res de Andrea. Alvina Barretto. Pardal.
Brnea Macnado Nurtes. -Ma8car,enhas, vencido
votou pela absolvigo.
ifEVHTA DIARIA
Go.
cor
de
Aposentadnria -0 Etin. Sr Dr
vrnador do Esiado por Decreto de 7 do
rente, irado era vista a acta de inspecgo
saudo a qu-; se subraetlou o-Juiz do Sapenor
Tribunal de-Justiga, Dr. Francisco Teixeira
de Si, da qual varitica se estar o mesmo Juiz
piiysicaraenie irnpossibilitado de continuar a
prestar os servigos inherentes aquella funego,
de conforraidade com osarla i 0 e 127 la
;onsliluigo do Estado, aposentou o refer io
magistrado com os vencitneotos a que tiver
direilo.
Lieenca O Sr. Dr Secretario da Justi
ga. Negocios Interiores e Instrucgo Publica,
por portara de do corrente conoedeu trinta
das de licenga ao promotor publico lo muni
cipio da Pedra, bmarel -*odro Estellita Car-
neiro Lins, pra tralar de sua saule onde he
coiivier, devendo entrar no ^oso da referida li-
ceng dentro do praso de trinta dias.
l'eriuut:i= i Sk ii. s-. ur Governalo-do
it ,.,). t> .ieod6do correte caar**t*w
jue, og oa-bar>is Sebi-s o I defonso do R g
rt.rros, 1U'* d> di'eiio no umnicipio d> Buiqoe f
Joao Carlos ae Meqdoiga Vaacojcel'oi. jo:z de
urelii d > de B nuo. ne'tnuussem o reoe ti-
vos ct'goa deven lo anoas assamir o exercicio
,^n n o SO di
Concellio Municipal de Taquare
tingra=t cui.u .,lh lo :
Pa.u d.i Coaceiba Maru:ipl de Taqaaretm
a em sesj ordiuaila de 3 de Deicuioro de
1894.
Exm. S'. D-. Giveroador.
Eite C^ncelbo por si e como raterpreie de ceas
o'aaitiipos vem respetosamente coOir io:ar a V
Bxc p-a pos*do enema ciaado Dr. Hrode-:-
le Jos de Morae< Barros no alto carao de pr-
i lente da repuoiica. oara o qual foi eleito acia
snflragio direao da N^co e pa' qoasi uaaoi m-
,ude oe vol*, em i" d Mar o uitim,. E-te
i cto, de uiuma importancia, n> ooied-ixa-
le eo.:ber ae veroaaeiro jubilo a toio o cidado
ioa ,ie de 8ua patria.
Eite Co .c-lno, portanto, felicia ao novo pre-
loeute da ripuoiiea (nja adiuirusirago aria
s io oovida icota-i* pens to* n-incipios da
o.ral e da jatig<) na pessoa de V. xc, que
eiu siloo verdadeiro snsteQiacalo da inamoi-
g .emocralicas qoe nos rege.ii, n-s'e Estado.
1 fa* volos para qu-< contioueis oa adni iisi'agau
saoia qoe tanto lem cool iooido i -i* o engro-
e.-inenio desie imporuute quiobio da Patria
oraziuura. _, __ _
. Sanie e frat Alea.i.ire JO< Ba DOSa L na, moi o digna go
vernadord) Estado de Perua oto
O srmideott do con :elbo. -M "JOel Joaqom
da Silva Cu-vello ; Amonio Manoei de Carvainu
J.*i Miiioei da S'lva Ten ira, Viceme Correli
de Qo-iroz. J>- Mbini. d^ '!< IV'
ai.hre malas do Correzo-Da Inspec-
tora de Hygteilfl nos foi reraetndo para publi-
car o segrate oficio, que foi dirigido pelo che-
fe dessa reparligao ao Sr Dr. becratano de
Estado dos N-gocio* do Estado de quera oble
ve ore'speclivo signatario a necessana permia
sao para tornal-o poblico :
N 159-Inspectora de Hygiene Publica do
Estado de Pernambuco. -Recite, 10 de Dezam-
brode 894. |M-,
Curapro o dever de informar-vos em relago
aootliciodo Sr Dr. Administrador dos Cor
reos deste Estado, de noje datado, que, na
vespera da cheg da do vapor Congo., proce-
dente dos parios do sul, fui at aocorreio on-
de se achara o Sr. Dr. Administrador, sendo a
elle apresentado por um seu nllio qua la esla-
va e fuzendo-lhe sentir que por telegramrna sa
bia-se que comegava a assolar o cholera no
Rio de Janeiro e S. Paulo e que urna da me-
didas prop-.ilaclicas aconselbadas pela hygie-
ne, para evitar a propagago desta molestia,
ra a rigorosa deslnfecgo a pedir as. <. a
precisa autorisago para faxel a era toda a cor-
respondencia postal viada naquelle paquete.
Para isso as malas devenara ser conduzdas
era carrogas at o Desinfectorio do Estado, o
qual esta montado com os apparelhos mais
perfaitos, como Estufa a vapor, Pulverisador de
Ceneste e Hescher e local apropriado para fu
Ceneste e Hescher e local apropnaoo paia .u- LoUi LoUl Ja tem a 8Ua jusia
rigagoes de acido sulphurosoe outras substan- artista ,ijslmcio firmada entre nos.
..^. ***'-*-- ii...h.n i i-. p rtrvQa'i un Pill'if
mu res-
il-
cias parasiticidas.
Fiz ver ao Sr. Dr. Administrador qua essas
malas depois de soffrerem urna priraeira
desinfecgo no mar pelo Dr Pilanga eer.am
conduzdas ao Arenl de Marrana e dah em
carrocas at o Desinfectorio, acompanhadas por
emprega.ios de conlianga do mesmo Sr. Dr.
Administrador, para assislir a todas as opera-
Com effeito, S. S. depois de ouvir-medeca
rou que eslava prorapto para auxiliarme as
le servigo, dizendo-rae tambera que dara im
ra atamente suas or Jens ueste aentido
No dia seguinte, como linhamos combinado,
mandou-se quatro carrogas lechadas liarioAr.
seal de Mar.nha de ond--foram """*""
malas na presenga do raeu ajudante Dr. Arihur
Cavalcante, seadoeltas acompanhados por .tres
empregados do corre.o. que era cumpr.mento
da ordem. do seu chefe, ass.s iram todas as
operages d desiqfecgo que terminaram as 6
""Ouanlo'chegou o vapor Tharaas. segundo
acombinago havida entre nira e o. s.r Dr.
Administrador, raandei as carrogas buscar as
raalas para a desinfecgo. ,.,rMm
Mais tarde soube que as raalas nao virlam
porqne os empregados do l^'0rdl"e|^?|.g..e
Unhara recebido ordem do sr. Dr Adraraistra-
Jor para nao acompanhal as a esta Inspectora
de Hygiete.
Era vista desta extranha contra ordem..sem
que houvesse nenhum aviso previo a esta Ins-
pectora, raandei o raeu secretario entender-st
com o -r. Dr. Administrador ou passoa que o
substituase, visto achar-se o rae-no br. era
Olinda, atlra de razo porque nao vinham as
raalas para o desinfeciorio. O met secretario
allou con o Sr. Dr. Thomaz Coelho de (jus-
ra o, chefe de secgo, que disse ter o Dr. Ad
ministrador dado ordens para que os empre
jados nao acompanhassem as malas, mas, que
soh sua responsabilidade mandava um empre-
ado do correio acorapanhal-as at o Desintec-
torio, 0 que effecvamenta sedeu.
Admrame, pois. que o Sr. Dr. Administra-
dor, no oficio dirigido ao Exm. Sr. Dr Gover-
aador do Estado, diga que as malas forain to
madas pela Iaspectori de Hygiene, quando o
meu secretario l estava no Arsenal de Marraha
assistindo a arrumago das malas com o empre-
ado do correio e outras pessoas que presen-
ciaram.
Devo dlzer-vos que a verdade s o que cima
flea narrado. .
Eis o qua cumpre-rae iuforraar-vo3 sobre o
assumpto que vos dignaste pedir-me nforma-
gOes ; pedindo-vos autonsago para publ
' Siude e fraternidade Ao illnstre cidado
D-. Rodolpho Galvo. D. Secretario de Estado
dos Negocios da Industria.Dr. Eusebi Mar-
tins Costa, inspector geral interino.
OOce dente-Para a Agencia Litteran
do Sr. Leopoldo A. da Silveim, ra Primeiro
de Margo n. lO.-chegou o n. 573, de 2t de No
vtmbro ultimo, dessa revista llustrada de Lis-
boa. .. ....
Na forma do costurae, esta intere3sante.
Visarlo da Boa VistaRegressou da
Europa, com escala pelo Rra de Janeiro, o
" Ldm. Sr. padre Augusto F anklm Moreira da
la.diToo vigario da parochia da Boa Vista,
io que nos consta veio r'-stabelecido dos en-
eommodosque o levaram ao velho continente.
Compnraentamos a S. Rvdm. com particular
estima.
Faenldade de Direito -H >je comegam
I, I osso
lino do
do GaiSj, approvado ;le
Siaza Juoijr
telegramas p ti ular
qoe ui 3 lol moS.ra lo. SaDemoa >er jrO-
vado pieiiarxei.ie no Io amo i ftdl, ni Facol-
dade de M"l cia da Baiia, o hann
c -et.daoo J.rnA da S lvn N-ives UiW:
S\ J viniano Man a.
f) qu ibe enviamoiTpanrens qne sSo x'.'nsi-
vos 4 < f Curso annrxit Faeul.lade de
Direito do Recite -S.s 9 re*0' >--o uoa
Xi.un le o- ua e
Portuyuez
F-'aando 3.>elhj Se,us. tm lesas t-
A')dia< Giteoioo-K Jaaiiaiaoa 8 ti i lem..
Adolpno Pedra 0 m na suvd, i lea.
D-ioerio MartlQho da '' >s a, id -ra.
Joo Ribpiro dn oontf Leo-, ldp*B.
aooel Cetar Casaoo L u a ioem.
Migoei Hanl do Sa-o'iminta Feoza, dem'1
' ossy do Reg F'elrp, dem.
R-raovaioi, 4-
Ar/'iHicica
Pedra lamilla Cali
oaneotf. *-^
Jo Jalio Regueira Pinta de
tem-
viatneus Aaguto de Oliei-1, iien.
Manot-i Villares du Ara "jo Ferr', mea.
An o'iio Jore d Helio, Siioolesmeme.
J s Emnaooe! Burle. oem-
Viceote Aodr Ganes, dem.
H--nriqae Sar 17a de Mello, id ra.
Elias Mara G-'ugaives de Castro Masc<.re-
nba. dem.
jFa'ta-am a prova *-*\ 3 .
France:
Alberto Aogaa'o de a :n -i la. digtincgo.
H-ned;cto d" Aorea e L na, plenamente.
Migael Bernrd Vleira oe Anorim, dem.
Fr^uciaco Aogu-ra dn .-a'les Ma'aea, dem.
Jos Alve.8 Ferreira Maule'0. nem.
J ,f. i Vumaa de Sou, sinplesmeote.
Fraocuco dn Asan Tar-es Biodeip, ilem.
Tli-ao'rl8o Ferreira Kranozo Sia, dem
Joio Xivier Bodrigces Esieves Joa o-, dem.
Reprafados 2.
Fal'oo a crova O'al i.
Hoje nr'.ooioiaroosnxame* deGJograpbia
e HisiOi'u do B-azd ; estes 8 10 horas da ma-
rina e aqoelles as ti no'as do na.
Na nrox'na anima fera, as !0 horas do dia
rtv" o princtoir oh exarres rt h'im.
i Vu xiliadora diz Agricultura ena
t?eruanaliueo No 1 andar do predio n. IV
da ra do Vigarid, fuoccionu hoje era asserabla
g;ral do respectivo conselho a'ociedade Auxi-
iadora da Agriculiura em Pernambuco.
Vhsu Senhora da Smledadc da
Boa-VistaA's 7 lioms da tarde d; hoje, no
respectivo consistorio, rene se hoje essa con-
traria em asserabla geral, para o tira de eleger
a sui nova adramisirago.
Coinpanliia de caiiiflcacao-Hoje,
ao meio da, to i" andr da predio ti. 16 da ra
Harquez de linda, reunem-se era asserabla
geral os accionistas da Corapanhia Recifense de
Panicago, para o duplo tira de tratar da re-
forma dos respectivos estatutos e da integrali-
sago das a:ges.
Companliia Italiana ModcaaLC-
se no Diario de Solidas, da Baha, de 23 de No-
vembro ultimo:
o A Dama das Came'ias, commovedora pagina
intima do notavel romancista fraccez Alexao-
dre Dumas Filho, foi brilhantemente exhibida
honlem no Polylheana pelos artistas da Compa-
nbia Modena.
O papel de Margirida Cauth'ier coube Sra.
/.aira Tiozzo, fazcodo o Sr. Eurico Cuneo o Ar-
m-uid Dacul.
Todas as scenas desse magoado drama fo-
ram jogadas cora a raSxraa naturalidadc, eneia
de urna e\presso to viva e to penetrante, ao
ponto de arrancar lagrimas dos olhos dos espe-
ctadores.
A dolorosa entrevista da Margarida com o .
p'ai de Armand Ducal, L itti, e as scenas finaes
do 4 e 5o actos produzram nos espectadores
urna comtnogo in lefinivel.
O irabaino artstico de Zaira Tiozzo e de
Eurico Cuneo foi corado por bravos e prolon-
gadas palmas da anternecida platea.
Sao dous artistas de talento superior que
nao precisam de elogios porque o seu proprio
merecimeo.o os irapOe as ovages de qualquer
publico por raais in elligente e illqstrado.
Os oatros artistas que foroaaram o narmo-
nioso conjuncto do dranja foram se como sem-
pre, raoreeendo os applausos que Ihes foram
dispensados.
Lotti. Lotti ja tem a sua justa reputagao de
tu
- Paraben3. por uossa vez, enviamos aos ar-
stas Drica Cuneo e Zaira Tiozzo, cojas toilet-
tss eram magnificas, terminando o espectculo
cora a interessante coramedia em Utn actoia
numero fatal .
Gatuno -Honlem, cerca de 2 horas da tar
j., aii .oo do <-.0'po municipal preodea em
tligranie a Joe Das dos Sontos, Lem conbeci-
1o gataoo, na o:cajiSo em qoe fartava do D.O80
le n ua aeobora 18*000,
O diobeiro foi logo restituido dona ; e o
atooo levado a presenga do Br, tenante Jos
tniooio Marques, sobieiegada da parocoia ae
Sano Aaiodo. oade oe dea o facto, o'am carro
la Cimpachia Ferro Ca Til.
sa aoiondade, maadaodo correr o gataoo,
verificoa estarem arada em poder d'elle om
oort-monaic com 16#00) e orna tautella n.
3042 do Maote de Soccorro, datado de bontem
ueano.
E-a** altimosobjectos esto em poder da mes-
na antondadn, qae os entregar qaem provar
er sec dono.
O galano foi recolbiio Casa de Ditengio, 8
gora oa oe pagr as suas espenezas.
OS-, te oeote Mirqoes digno de lonvor pela
lerjia 4ne *ae deseovolveado na represso da
-Telesrapizo Nacional. Da estago
eoia c.a.'ie oo foi coaamaoicaoo ter se ioaa-
arado hontem a estago de Saigueiro, da liona
do Estado de Pernambura. sendo a laxa por paj
vra ae despacho, a partir ao Recite, de 140
.Vavios rolantes -Ocontra-almirante Ca-
lambeaud pubiicou um eztudo detalbado sobre
o avio ro.ant expreSso Bazin,,o navio do fu-
turo, segundo se diz e. isto porque tera urna ve-
locidade at agora desconhecida.
Este navio cirape-se es3encialmente de urna
plataforma em forma de proa muito fina, tendo
de cada lado duas enormes rodas ocas, os flu-
ctuadores que a supporjara, a sustentam de 6 a
" metros tcima do mar e cuja parte emergida
determina o deslocamento. Os eixos de cent-
metro em ago, que transmittem o movimento
de rotago aos rolantes passam em cima e atra-
vez da plataforma sustentadas por enormes
mancaos em numero de 20.
Sobre esta plataforma estAo as cmaras das
machinas, as cadeiras, os camarotes de passa-
geiros. assim como os salOes e s .las de juntar.
Um lenae especial, leme hydraulico, sempre em
movimento, foi inventado por Bazin.como com-
plemento de um navio volante de grandes di-
raenses. CampOe-se de um columna vertical,
collocada e mergulhada atraz do navio; desta
columna raovel e manobrada pelo timoneiro,
escapa-se poderoso jacto d'agua, que, pela reac-
go sobre um mero incompressivel, utilisa juo
cavalios vapor para a direcgo e de tal sorte
que nada se perJe, pois que a energa desen-
volvida dase sempre no sentido era que se quer
andar, quando o leme ordinario nao irabatba,
qaando goveroa, seno pela resistencia.
Com o leme o navio rolante pode-virar no lu-
gar, mesmo no ancoradouro : pode chegar ao
caes cora urna velocidade de3l nos, para as
machinas dos rolantes e do3 propulsores e che-
gar ao ponto do ancoradouro com urna velocida-
du de 1|2 a i\i de n, e se for preciso com
este leme que impede e que dirige.
Os rolantes em experiencia deram como mar-
cha til para diante 60 por 100 de aua circnm-
ferencia desenvolvida K-asda
.Nos ensaio^ esse grande modelo de^5 ,za aa
comprimeuto l|2 de um paquete de 5.0 ladas ande u exacta aproporcionalmenta jz nos

-
i -.
'
i
le Direito -H -je comegam laaasauutu exacidpiuiiun,iuu..j.----
sexsmesescr.n .* ... 3* sene oo rarso suclal. nesta vebcidads, a marcha iguala va a iw por
da *>"erle do ourae lan-tco e do 5 aono do ao- tOO da ciroumferencia jesenvorvida dos roan-
tigor-gimen is horas j annanciada?; e ama- ts.
ILEGJVH !


*
i
I
_: 'i:--
Diarlo de Pernambaco Quarta-feira 19 de Dezembro de 1994
^""
3
''Por ultima, l'or fetasexperienaaaj* m uro
pequeo navio >. no lago do boHUe de
VT?enaes bus Parcha igual de 60 por 100
da circumfcrenqia desenvolvida.
Ba/iu iul"a iua lal?ei 8e P09?1 cn*8ar a 70
por 100, mas qje esse ser o limite mximo
que se pode ovter- TI
Os rolaotes/para o servio do Havre e Nova
York serio 9* metros de dimetro, inmergidos
de 7- 33 dreseovolverSo oa sua circunferencia
extrema 69T.08 Por uma revolucio.
O contrafalm'rante Colombeaud pensa que os
navios rolJn,e bera construidos serao catarais
e governafao bem. Experiencias vio ser feitas
com umJ**'0 de 25 metros de comprmanlo e
11*,80^ largura, munido de quatro rolantes de
& m'etrc?3 Para atravessar o canal da Mancha.
Inpectoiria de Hjfricnr-Eis o bole-
tn! da* morialidde de 16 a 3U de Novembro da
cidadje ''o Rec;le>
Tubrculos
Impaludismo
ConvulsSes
ascidos morios
Gastro-enterite
Ttano dos rece nascidos
/ Bror. chite
i Influenza
/ troncho pneumona
Hepal'te
Diarrhea
Lesao cardiaca
Syphilis
Entente
Epilheliorxa
Oastrile
Congeslo cerebral
Diversos accidentes da denlieio
Anemia
Uremia
Erisipela
Vanla
Hemorrha.;ia urabellical
Syncope cardiaca
>
Esraajfjme:;to
Pneumona
Occlusao intestinal
Fraqueza congt-nlla
Ttano traumtico
Mama aguda
Paralysia
Enlero-colite
Carcinoma
Neph ile
Asphixia por submerso
Apoplexin cerebral
Ulcera gangrenosa
Elephantiase dos gregos
Inviabilidade
Congestto pulmonar
Meningo encephalite
Beriberi
Epilepsia
Amoeciroralo cerebral
Muningite uberculosa
Phleugmc da perna
Hvpoemia intertropical
Peritonite
Febre typhoide .
Febre puerperal
Ttano espontaneo
Angina
Sarcoma
Morios por causas no declaradas
3'
19
15
14
12
10
9
9
8
7
7
5
4
4
4
3
3
3
3
2
J
2
3
2
2
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2
2
2
2
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1
1
1
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1
1
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1
1
1
1
i
i
l
1
1
1
11
"A Aos cogumelos.
8 -Porque ?
Porque como os cogumelos se propagam
por meio da esporos.
9 O que sfio os esporos ?
Sio o que representa as sementes na oa-
tras plantas.
M-Quantas modas de desinfecto se adoptam
boje?
Quatro:
.'Desinfeccio por meio do vapor acquiso.
2. Por meio da combustao. *
3." Cora o esfregainento com o pao a o acido
carblico.
4. Com o leite de cal.
(1) Diremos com maior exactido : pori/ue
ellei se nutrem e geram; os dous caracteres ea-
senciaea de todo ser vivo.
companhia Fernanbacana Pow
der faetones No evcip.uriu la rea Uimoser io a 6 est seuio pago aos arelo islas
dees* Compaob'a'o terceiro tivMeoCo das re
specllva* ac;-s a razio d 10 e 1|? *.. ao
cno.
Vejara os iate'i>g'io* o eotfcnelec'e s.rieo,
nRBKio na npci'io Declaroces rieste Diario.
Hospital fortu^uez Entrn man* c^sse o Ad' no ilp niipjra Mi'
Sania Casa de Misericordia do
Reeife Bis o pessoal que no aiez de Novetn-
bro ultimo oceupou os eslabolectuieulos a cargo
d'essa Da institun-ao :
Hospital Pedro II 760
Hospital dos Lazaros 39
Hospital dos Variolosos 15
Colleyio das Orphas 2U0
Asylo de Men licidade 218
Hospital dos Alienados 279
Casa doi Expostoi
"' E"m poder das amas 101
No estabelectoiento 217
3.* graoOlivia Unes Soares Gnitnaraes, Ma-b-ra Demetrio R'avmmdo da Costa Leite, rao
Tolal 230
Dr. Firmo A'uner.-Demographisla.
Santa L.uia-Amanha ola aVssa ma-
groa* cania iLanu.i um sea develo, ceieorar oaja
mi'sa Dla 4 Horas da machi na igreja de Nj.--
ea Seobora do Koaario.
U- pos da celenracao to acto a imigem aera
eipoaia a venerago A referida ma* "se a ci lebrada pelo Revm.
Sr. con no Manuel M lin-.
Carece providencias -Em rar'.a qo>-
noa e.-cte.e'u ae litubraar pedem-nos que re-
claioeains provmeocias coatra uos ludiviioos
que aem o menor reapeito as familias coa omim
Daobir-pe dorante o oa defronte da FaDrua ii>
Fia(io e T-c doade aoliaia, logar h-iu oovoado
t pur ooae coastaniem^nte iratafan .-entiu'jH.
O fado merece provioeocii-s qoe de crer
fejrri da^as i>*la polica local.
Aggrcsso- No da 4 do rorrete, do muni-
cipio ue Bjdj Culi elbo, oa io 'ividuo* de nomex
MaRoel JjroD e Francisco G em aoa nropria c*ca. co logar S-rrote, ao cid.-
dio Loogero Jos dos Santos, feriado o grave
raen'e
Verificoo-se ier sido o roubJ o movel do cr:-
n.
Oa rfplioao'Ptes l<-a"rro evadir .
Collesio 9 de Janeiro-No dia 7 do
crreme m^z, nesse estabelecimento, tu erara
logar oa exames primarios sob a presidencia do
Sr. desembargador Joo Cavalcante e sendo
examinadores os Srs. Drs. Felicio do Reg Bar-
ros Araujo e Bernardo J. da Gama Lins, dando
o seguinte resultado.
Ia serie Manoel A. Correia de Oliveira, Jos
B. Gomes de Alraeida e Antonio G. da Oliveira
Silva, adiantados.
2* serie-Oacar da C. R. Monteiro e Francisco
F. Leal Jnior, muito adiantados: Jos da F.
Galvao.Hercilio Guiraaries, Pedro M. dos Santos
e Arthor Penlev Con, adiantados.
3* serieJos Marlins de Miranda Juoior, Al-
cides Meira de Vasconcellos e Henrique B. Bar-
bosa Vianna, maito adiantados ; Mario de C.
ascimanto, adiantados ; Elyseu S. Laio e Fran-
cisco P. de Santa Rosa, pouco adiantados.
4* sarieManoel A. de C. Aranba, Antonio da
Silva Guimaraes, Ovidio Guimaries e Carlos A
Duarte Pereira, distinegao: Joio C. K Roma,
Manoel O. Guedes Noguera, Albirto Gentil da
C. Albuquarque e Manoel Tobas L. de Albu-
qnerque, plenamente ; Ral G. Torres e Alber-
tmo Cardoso, siraplesmente.
Aps os exames seguio-se a destribuic&o dos
premios pelo niesino presidente da banca aos
alumnos que mais se desiinguiram durante o
mno pela conducta e applicac,o.
Imiui^os da ordena9 activo ioode
legado ao Recite, *tfere Sooia Mila prenden
ame-bODtfm os aegolotes iodlvidooj :
Lu Goncalvej da Mello e Manoel Rodrigoes
da Silva, por du'arbtoa; Jo Fidelia e Robar-
U Gomea Cilhoir por offaosaa a moral poblica.
Porta abertaAnte bootems 11 horas
da "ooie a moma aoiori sde en:oolnu aner
la orna das po-ia< da Associaco Commereial,
oode fez p s'ar algamas pra(as al qae mais
tarue appareiea o respectivo porteiro qa-j te
lcate alo de f c'ial a.
Iiim teodoom bom bo^cade o? rolgos do aiheio si oo Ibes corlaaae as entra
das a vlgilame antorHnde.
Lanterna llagica Temos sobre i me*a
de t'. naino o n. 446, anuo XIII dease periodi
co. er'tmo bonsorlstico.
Fallecimento Em ua resilenria
em Ponte de UcbOa.falleceu nont^tn ao meio da
victima de padecimentoa anlgos, o aDasado
(iroorietario Luii de Morae Gomes Ferreira.
Era o finado maijr de 60 aonos de irtad-'
geralmeola estlm ido peto eo carcter Ir-ano e
affavel. Era hornea latelligeote, maito viajaio,
e qoe poasoia uma certa cottora e maito er p
ru.
O sea enterra ento effectoar se ba boje is 10
boras do dis.
Paz i ona alma, e aceiie soa digna viova e
esttmaveis filaos e georm as oossas cooaoleo
cias.
Director da Itihlioiheca P,i- actt
de 7 jo correo t: jo Dr. Secretario da Jaslica.
Negocies In'e'iores e Iaslroccio Pobuca fo
exonerado, a nedido do caigo de director da B -
Mlotbeca Publica do E-ndoo bacbaral Loo reo-
jo ''avalcanie de Aiboqaerqne.
Cntlieeismit de desinfecco-l O
que a desinfeegio ?
A destruifito dos germens que produzem
doenca- infectivtis.
20 que ura germen morbigeno ?
E' um ser microscpico vvente que nio S3
pode ver com a vista desarmada.
3Como se poden ver estes germens?
Cora um microscopio e pelo o metbodo da
cultura.
4De que dedozimos nos que estes germens
vivem ?
Porque elles crescem. (1)
4-Qual a consequencia desse crescimen-
**?
imadaenia da pesBoaiafeccionedapor
5 Taes germens.podam cietter m toda a
parte ?
Nao; jementeem aosto^oprepriado.
6A qual reino natural prlencem essea ger-
M?
Ao vegetal ?*
Total 189
Matidnuro Publico -Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 88 rezes
para o consumo publico de hoja.
1.vames primariosNo dia 6 do cor
rente tiveram logar os exames da 1* cadeira
publica municipal do sexo fi minino da fregu
zia da Boa-Vista, regida pela prof-'Ssora Maria
das Merc< Garca Chaves.
0 acto ro presidido pelo delegado Literario
Geminiano Joaquim du Miranda, servindo de
examinadores o professor Mam da Justiniano
dos Res e a professora da cadeira.
O resultado foi o segrate :
1. grao -Mara Leocadia Lopes da Silva, Ma-
ra Annunciada da Costa, Eulalia Peregrina
Justino dos Iteis. Anua Elisa da Silva Camjs,
Isaura Esmeraldina dos Sanios, Alice dos San
tos, Mara da Gloria Cosa, Mara Magdalena de
Almeida, Alice de sooza Borges, consideradas
muito adanladas.
Adalgiza de Caldas Brito, AdMia Henrigues
ia Cunha, Jacinllia do Reg Villar, Isabel Ade-
laide da Cunha Serra, Maria Augusta de Que-
roz, Mara do Patrocinio Ramos Ua Cunha e Al-
bertina de Barros Nascimento, consideradas
a Lanudas.
2. graoMaria P-epdigna Urbano da Silva,
Mara uliudina de Fanas, Maria Brgida Menc-
zesAlves e Laura Emilia d: Barros Falcao, con-
sideradas muito admntndas.
Elvira Henriques da Cunha e Francisca Avila
de Mendo.ngi. couaideradas adanladas.
3." grao Leonor Aires Cordetro, Adosinia
Magdalena Novucira, Marianna Eusebia Pereira
d'Andrde e Laura Briles Temporal, approvadas
cora dial necio.
No da 5 do corrente, depois de preenchi-
das as formalidades exigidas, perante a com
missfio examinadora romposia do delegado lu-
terano Jos* tMartiniano de Souza, do examina-
dor nomeado Benjamn Ernesto da Silva e da
professora da cadeira I). Mana da Punlicaijio
Silvetra, procederara-se os exames da 4* cadei-
ra mixta municipal da freguezia de Sinto An
i mo. obtendo as alumnas o resultado se-
guinte :
1.* grao-Eulhala Elisa da Conceigo, Julia
Francisca de Souza. Alice Velloso da Silveira
Lopes, Maria do Carino Guedes, consideradas
muito adanladas e Emilia Clemencia dos Ao-
jos, adiautada.
2. graoErmiria Miria dos Prazeres Barbo
sa; Isabel Narctsa da Macedo, consideradas
muito adanladas e Mana do Carrao da Silva
Borges, adianlada.
3." grao -Olivia Carolina Medeiros dos dan-
tos e Ananisia Vieira da Paz, approvadas com
distinegao.
Effecluaram-se no da 7 do correle, na
sala da escola publica municipal do Barro de
Afogados, regida pelo professor Joaquim Rufo
Beda, os exames, sob a presidencia do delega-
do Iliterario Joaquim Manoel d'Oliveira e Silva,
servindo de examinador Francisco de Paula
Pinto, alumno raestre da Escola Normal, e o
professor da oideira.
0 resultado foi o seguinte :
1 graoJoio Bapttsta de Souza Rangel,
muito adiantado.
Ignacio d'Almeida Sanno e Antonio de Pau-
a Meira Lima, adjuntados.
2. graoCarlos Nicomedes da Costa, Arihur
Jos do Carmo, Augusto Corbiniano d'Almeida,
Gervasio Correia Maia, Amaro da rtilva Barros,
Cjrillo Florencio da Gama, Arthor Fernandes
da Silva e Luiz Jos de Pranga.
3* grao Virginio Honorato de Paula Pinto
e Mauricio Cicero de Menezes Guerra, approva-
dns com distinego.
No dia 7 do correte tiveram lo-jar os
exames da 3a cadeira do sexo feminmo da fre-
guezia de Afogados, na Magdalena, regida pela
professora Rosa Amelia de Castro Muniz.
0 acto foi presidido pelo delegado litterario
professor do Gymnasto Ernesto da Silva Miran-
da, servindo de examinadores o professor Mi-
guel Archanjo da Silva Braga, pelo raesmo de-
legado nomeado, e a professora da cadeira, dan-
do o segrate resultado :
I.* graoJosepha Pereira de Mello. Beatriz
Gentil Loureiro. Amelia Augusta Coalho, Ade-
lia Guimaraes Teixeira, Mara das Neres Lou
remo, Marta Emilia Coelbo, Maria Jos Ferreira
e Christina Triphonia de Carvalho, approvadas
com distinecio.
Perante a comroisaSo examiaadora, com-
porta do 4eleea>io literario Dr. St-bastiao de
Vascoocelloa Cilvo, do examloaoor nomeado,
profesaor Aotooio Vieira -ie Barros e da prafea
aora da caartra D. Anua Icab'l de Oliveira, ti
veram logar, oo on 4 da co'reote, os exames
di 8* cadeira do sexo feminiao da Bca Vista,
cojo resultado fo o aegainte :
1 graoJuo Fe-rei -a de Alcaotara Barros,
rpp'pvaj couj oisuo-r3.
tilber Aogaata de Ol'weira, approvada plena-
mente.
EteUloa Tertoliana Vieira da Caoba, approva-
da com oiatint&o.
2 grao He'Culano Estenio de O iveira, ap-
p'ovad) com itstinccio.
No dia 3 do correte tiveram lagar os exa
mes dus alomos da escola oaolica uiixta ma-
aicipal da Entrada Nova de Beberioe.
A cotnmirsao examinddora compoz-se do de
levado Iliterario C ironel Jos Joaqoim ADtdoes,
do profesaor Antonio N. de Bfros Crrela < di
professora da cideira Maria Oltudioa Pire Fdr-1
ria Magdalena da Silva e Msrculiua dos Santos
M'etra, distiO''cio.
No dia 4 do co'reo'e eff'ctaaram-se os
exames das alamoas da 1 cadeira momcipal
do sexo fenitiino de S Jos, regida pela pro-
fessora D. Beatriz Guilnerana ue Miranda Oli-
veira.
O acto foi presidido pelo doleza-ta Iliterario
do dlstr cto Or. F.aoeifco do Reo Bt.>tuta,ser-
vtodo de examinadores o profrasor Franci-co
Mirqaes ua Trindade ea p-ofeuora da ca^eirk.
O resaltado foi o segalote :
1.* raoBppbaoia A. da Silva Bastos, Jo-
Mita Gomes de Soczi Lao, Elvira Carlota de
Mjjra Gondim, rcoi:a ad'antadas.
Joanna C M:ria Marques e Galbermina Mi-
na Luizi de Jesu?, adtamadas.
2 rioAdalgiza de L'm* P'res, L clliles Revoreio Moara. Ouvia Xn'ie- de Lima e
Angelina 0!t i Um da Coala, muito a flanudo*.
Zjlmira Rita de As-tredo C. u.inbje Aurelio
Biuiano da Silva, adiantados.
59 dia 5 da corrate, procedea-se aos
exames da escola paoiifa mixta mamcipa! do
Monteiro.. fregueiia do Por;t ua Paieili, regida
pela professora Rafina O.idia Freir de A ba-
qoerque.
O aelo foi preaHIdo pelo f1elra1j Iliterario
Rvm. Angosto Adolpho Soares Kiseov 'tpr, e
erviram de examinadores o 0niet*ot Mano 1
Jos dos Santos Teixeira e a oa cadeira.
Eis o resultado :
i.* graoFiavto de Lona Cavalcante, Maria
Jos' de Lima e Mana da Conceig) C&rolloa ce
Soasa, poojo adiantados.
Jgoet Pedro doa Stutos. adiantada.
2." grio ircelina Cmara Campos, moito
amaniata.
3." rioOj jlia da Coacig} Baodelra e Mi-
na aas Dores CarvalDo Miranla, apprjvadas
com tstincco.
Soo a preaileocia do de'egadd liitera/*
D'. Francisco de Pa-ros Lina, tive*acn logar, no
da 4. na examea do aiamoos da l.*caieira
maalcipal do Poco da Paaelia, rgida pelo pro-
fesstr publico Mnoal Jos dos Sintos Teixeira
aervindo de examinador o protosaar Codjallo
4. da Rocba Pereira. Foi eate o resaltado :
P'imeiroer o
Ral de Farla Vactudo, distinti; Loii Ezy-
dio dos Santos Teixeira, Joarjoim Franc seo N-s-
ma, Ulyasas Alv s Ujrreta. H-rraino Jo-e da Sil
va, Hjrmes Oas Fernar.dea, Cypriaoo Eageoio
da Silva e Joo Gomes de Araojo Lope', pleoa
mele.
Segoolo grao ,
E-loardo Ve OUveira L)bo, dii'.incgio.
Vctor Jos dos Santos, plenamente.
Terceifogro
Jo J Frederico de Hjllaad Cavalcante, dis-
Uacjao.
Oeixaram de comparecer doas llamos do
primeiro grao.
No da 7 realixaram-se os exames da es-
Sola publica de T.gipi, reglia pslo professor
Joaquim Es'eves Aives.
P.-esilio o acto o Dr. Olymsio Freir de C:-
va'no s n:o eximioalo'es o teueote Lraerato
da Franca Lint, e o cidadio Arihur Angosto
do Ama'-il.
O retal ado foi o seguate :
Primero grio
Aatonio de Mrara S Iva, J.s de Lima Carva-
lho e Vi.ilio faes, mui'.o adiautal a.
Jos Bv.erra MincUi Falcio, Jos Mi-inho
Gomes, hitic Kodrigaes de Oliven1. .Tniago Jos
e Soasa e Silva, adtaota^O'.
Se Francisco Louraofo Sautiago, maito adiao-
tado.
Terceiro grao
Adelirjo de Carv^lbo Paea de Aodrade, apprc-
va'o com aisiinccio.
Nj da 30 oo mez Bodo Jprocedeu-se ao
exame das alomoaa dadas como nablluadas pela
professora da Ia cadeira OO sexo femioiao de
Affogados, U. Marta da Co icjig) Braoaio Ca
valcan, seo lo eate o rea litado :
1." Grao
Mallo adiaota las : Kemviuda J. de San1.'1 o
na, MUrla Prsa ca da Silva Mrelo .illa F ar,-
c sea da Silva, Mara Eagra:u Komeiro Caval-
cante e DiOCieCiano Fraga.
Adiamaias : A Maria e Sioi'Aoua ua Suva Miranda, Mana N.
da Silva, Cianea A- Pinoeiro, Roca Baodeira,
Torreio, Elvira Gaucalves de Melio, ("ata nllima
lomna oa pofessora parucalar D. Hiartqatti
Coa.rabo )
Pouco a-untada : Maria da C. de Mones.
2. Grao
Maito adiantada : Mana Vieira da Cincelis,
Anista de Gaimlo CavalCdntl, Mina Unoeliua
Bezerra Cavalcanu e Mada Santlaa da Paisio.
Adamadas ; Poilomeaa da Siiv Lite, Ama
li. M na do Espirito" Saalo e L-JCiada J. de
Saa/ADca.
3.' Grao
Aoprovados com diatmgio: Bleltrades R
de M>raes Piabeiro, Ameha Antonia Ferrem,
F-iou lia Ji-epna Hamos, Mi ia das Dores de
Mosquita Waoder'ey.
Approvaoa plenamente: Zjlmira de C. Bre-
derodes Cootinno
O acto foi presidido p*l" respectivo delegado
Literario Dr. Antonia J jstno de Soasi, sen io
examioador o profa.-sor Cyillo Aagosto da Sil-
va Santiago e a elle aasiauram divaraas peaaoaa.
No da 6 do corrente, tiveram logar oa
exames da 5* caleira publica maofclpaf, do se-
xo femloiao da fr gaeaia da oa-V>ata, regida
pela professora D. Aooa Pomaosa da Cruz.
O acto foi presido pelo delegado Iliterario Dr.
Alfonso d Sarros Cavalcanti de Alouqu rque.
servindo da exaioadores o profea or Minoel
Jos doa Santos Teixeira e a profesioca a ca-
deira.
O resoltado dos exames fai o seguale :
i.* Grao
Maria da Glorias, da Aievado, mulo adian-
taoa.
Ru:Q Mariobo Reg, ideo.
Mirla das Doras de Carvaiho, dem.
Angelina Jaita Botlno, adliotada.
Virgioa Alvim de M deiros. dem.
Joaiua Margarida de Barios, dem
Mirla Joaqaioa de Paula, ideo.
Liara Cassimira Mranea, dem.
Adelaida L?opoidma de Barro., dem.
2.- Grao
to adiantados.
2. grioFraoclsco Firrelra da Costa, adiao-
taio.
No ta 7, os da 6 cadeira, regida pela oro
fersora D. Carolina Sido de Ba ros Falcio, seo-
>io examioador o professor Mi;oel Argemiro
Peitosa Breckenfeld, danto o resaltado se-
Kuin- :
1. grioToemlstocleg Sido de Barros Fil-
cao. moito adiantado t Alice Cecilia da Coala
R)ingaep, aiiantad".
2 grioAntonia Eni'ia RodrUofs Dorval
Sido -ie Uarros Falcio, S lvir.a Aoguita da Co-
ta e Elvira Martraha da Rocha, maito adiaD-
tadaa.
Vio cnranirecen. por do-'iija, a ala ana do 1
-io Uan Junta Mirqtl's.
No da 8, as alamiae da 7* radefa da en-
ano mixn, re i la pla profesora p. A nlu Car
ui-dina d- Soq7.< Aloequ t i ie, sendo "non -
dor o professor Praocinuo Marques da T;ioaa .
Jan lo o resoltado seguate :
i.- grao gatialia M'Ma Brsgi. Emil a N--
ptunea u'jliaeira. Mara Tner-za d'OUv-i a. M<
fia do Carmo doa Santos Franca, Marcolioa L*o-
od'iioa uos S ntoa C.sla, Lueta G^rtradrs dos
P-saoB e Jnenha Rapti&ela Nery da F. oaeca,
mi'io aliantadas.
Inspectora do distrleto niari
tinaoUecife. 10 de U;zembro de 189i
Boletim mutereologico
Horas. Term centi- Barmetro Tensao do
grado
6 m. *,M
9 . 27/4
12 27/9
3 t. 28/4
6 27,8
Himi-
a-adf-
67
M
7i
67
99
(a 0l vapor
759.-2 17,33
7-0.-00 18,11
759,-19 19,39
7:7,-7i 19,08
759,-0' 18,22
fenperatura rainima 25,73. Thermometro
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 59,50 Ennegrecido
63,'6-('rateado: 41,'8.
Evaporacio em 24 horas ao sol 7,"7 som-
bra 4,-3.
Chuva nuil a.
Direcgio do vento": E e ENE alternado? de
roelanoits at ioh.it) da manlt; E e : E
alternados at meia noite.
Velocidade media co vento 4,-16 por se-
gundo.
Nebulosidade inedia C,44.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
bai xa-mar
B. M. 10 de Dezembro 8 h. 30 m.da m, 0.-50
P. M. de 2 h. 40 m. da t. 2,-10
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cas do Arsenal de Guerra, etc., etc., i grosso
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G. Carie La vita del diritto nei suoi rao-
porii colla vila sociale, 1 grosso vol. ene. 5J.
Cli. Larouzc-Le regime municipal en
Bretagne, (890i 1 vol. ene. 8iooo.
E. BootsnyEludes de droit constitulion-
nel, l vol. een. Sdooo.
Langrlois et de Varisny-Elemenls
de physiologie, avec 153 ligures uans le texte
(18931, 1 vol. ene H-Jouo.
ftilaasConsol ula^o das leis do processo
civil, 2 vols. ene. (escolado).
T. de Freitas ConsolidaQo das leis ci-
vis, 1 grosso vol. ene. (cagla lo;.
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77-RUA lo DE NOVEMBRO-77
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*cipeiior Tribunal de lastima
SBSSAO ORDINARIA EM II DE DEZEMBRO
DE 1694
PRE8IDEHCIA DO 8B. DB. FBAKCiaGO 1X12
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's boras do coatume, presentes os Srs. jnzes
'.m numero legal e o Dr. substrato to prcara-
dor eral do Estado, foi abena a sessao, depois
de i da e apo'ovada a acta da antecedente.
Diairlboidos e pasidos oa feitoa, deram-se
o eegaioles
Existiara
Entrarara.
Sahiratn
Existera .
A saber:
Naclonaes.
Mulheres .
Eslraiit-iios
M'ulher. .
Total.....
Arrayoadea .
Kons......
oentes.....
Louco ......
Loucas......
Total .
Movimento da nferraaria
Tiveram b-iixa :
I'rancisco de Paula Alvos.
Justino Candido da Silva.
Tiveram alta :
Jos Rodrigues da Cosa.
Henrique de Araujo.
431
10
8
433
403
6
SI
0
431
41)2
382
17
4"2
CALEPINO
reir.
O tesoitado foi e seorate :
3 g-soS-iepnaaia P Co-deiro. distiorcao.
2. graoMarietta IL Pe'iaoa, disiiocglo.
Ulindina V. da Cosa Gimes, :dem.
Praoclaca M. Go .c l?es, pienaxeote.
Alcides J. Marttot Cor.i u-o, i iem.
. traeH HDD M. Carioxi-, pieoamente.
Jo;cF. B- .. U. 6a, idi-m.
Jos M. Aives Fuo, impletmente.
Nj da 7 do correte tiveram ingar os exa-
aes aa cadeira di roa de S. Joao di fregneita
le S. Jo? 'Pg'da ola nrnreasora publica en
disfODiDllidade Toernxa Emilia de Sobra Gomes.
Ao acto, foi presideat" o delegado liltarano
lo 2.* jls'*""to Jo^qnro-Saotrao Figneiredo e
sertirarx. oe exauaoorts a itrofesaors da en-
de, ra e o profesar Benjimn CoosUnt de Co-
nb* Sillea. /
Es o retoltado :
1 raoMa/ia da Peina de Sooia. Prxedes
Brederodea da Costa, Joio Vieira Fiino, pieu
mente.
PaciBco Loes de Siojaejra, Siiiestre Goml
da Araojo, di-iiaec*o.
>. grao Eaixa Moraei da -Silva, Elias Fer-
aaB4esUo. vieoaouote.
Satajibioa M-rlado Eipirilo Sant Kteivina
Roarlaoea da Silva, llaiia. ca Coila Pasaos e
RoxeDa MiMa da CDtgts Mtmra, distiocfiia.
Candida de Amorim P. Ribello, multo ali-n-
taaa.
Batnexab th Mariobo Reg, dem.
Estoe- da Fouseca Barros, dem.
Robe -to M ra do Carmo, Idam.
V .'deviud Victonna de L ma, adiantada.
3.- Graa
Btelvloa Alvea da Silva Sant'ligo, diitioc-
gfca.
Lia Mirtnbo Reg. dem.
L iciuda F.-.nco da Ca raa, dem.
Mana do Cermo Ferrnr-, dem.
Mana Joe Ferreira dos Santo*, dem.
Francisca Cavalcanti de Araaquerqoe, dem.
Laora Isabel de Carvalho, pleoamente.
No corrente mex tiveram logar os esa -.es
primarios doa alamoos babilitadoa nos 3. graos
pelos pro'cssores raooiclpaes do 2.* d atricto da
Graca, s,d a presidencia do respectivo delegado
luterano, teaeote coronel Joa^aim Franc.seo de
Moraes, conforuje abaixo se declara :
..No da 1, os alumnos da 6* cadri-e, regida
pelo profesaor, Joa Feicio da Caona, saudo
Antonio doa
examinador o profesaor Gaspar
Res, dando o resaltado segrate :
i.-
Jas Placido da Cunba Braga Eaclides Ernes-
to de Cimpos e Jolito Mi-joel da Sil.a, adian-
tado.
= No dia 2, as da 5* cadeira do aexo fenioo,
regida pela nrofesao a, D. Mina do Patrocinio
Cavalcaot L':boa. se .jo examiaadora a prole?
sora, D. Amella Ca-ruelina de Sonta Aiboqoer-
qae, daodo o resaltado segatate :
1.- Grao
Drnsilia de FgneireJo Nacre, mmta adian-
tada.
Q2. grioDamiana Franclsr>,i da Silva, moito
adiaoiada.
3.* graoAngelina OUIlia da Caoba, app-o-
vda com disiiocc&o.
N3 dia 3, oa da 7* .cadeira, regida pelo
profeaaor Gaspar Aotoaio dos Rea, sendo exami-
nador o projgMor Jos Felicio da CHlhi, daudo
o reaojajaawgarate : m
fcaa^PraoJoo 'ereira Datra. adiatlado.
r 37. grao(Aa'ooto OUv.rl 'AlOoquerqae P*
dross, aapravadofpteaameale. t
do oa 6, os da 6' cadeira, regida pej pro-
fesaor Feltppe Benicio Corran ae Fivaairado,
seodo ex-imioador o prefeaJav- Gaspar Aotoam
dos Reii, dando o resallado atffciaie :
1.* gr 'joEajgdlo Tivarajfje Lyn Miaga
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artista. Justica. Amor e honra. Afl'ronta por
afTronla. Fausto. Arihur ou depois de 16 an-
uos. O Nobre e o Pleb*u. Gonxaga ou a re-
volusao de Minas. O Conlemnalo. As rau
Iheres de raamore. Joao Branilito o rauta-
criancas. Os Lazanstas. 0 reinorso vivo. Vam-
pirios"sociaes. A estatua de carne. O medie
das crianzas. A cabana de Pat Thomaz. Os
seis degraos do crime. Andr, o fabricante.
Pedro. Luiz. Cora filtia de Agar. PnoicSo.
Jos do lelhado. Os pupillos ao escravo 0
crime do Padre Amaro. Manoel Beckman.
Presos : 1 ion a S jdiioi
Comedias: Franca JniorComo se fazia
um depuiado. A lotajio dos bonds. Entrei
para o club Jacome. Meia hora de cynisrao.
Dous proveilos em um sacco. Typoa da actua-
lidade. Typo brazileiro. Amor com amor se
paga. O defeito de familia. Direit > por li has
tortas.
Diversos autores A honra de ura ta-
verneuo. 0 v'aaques em "machambomba. O
novigo. Miguel, o lorneiro. Dj noite lodos os
gatoa sao pardos. Urna chicara de cha. Em-
brujadas de amor. Por causa de ura algaris-
mo. Um par de mortes ou a vida de um par.
O bravo de Veneza. A familia e a festa da
roca. As duas bengalas. Nono : nio desejar a
raulher do prximo. Uma mulber por duas ho-
ras. Uma experiencia, A espadellada. Os
pupillos do escravo. Os irmaos das almas. Por
um oculo. Oa rates di poca. Aschir.eLas
de uma cantora. O ana i e o corcundo ;Farca(
A coslureira. Dominus tecuin. Os dous ou o
ioglez raachimsta. Oa dous mineiros na orle.
A alunada do Bario. Casar ou metter freir
Nao tem titulo Os dOM candidatos. Corai o
meu amigo. O judas en sabbado de alleluia.
Bernardo na la (farca). O Dr. gramola. Por
um tnx quasi que ae pegim. (AUribulagOe-i de
ura esiudante, disparate cmico e uma actriz no
prego -mayonesc). Os liomens que riem.
compadre Suzano. As tres gracas.
mendado de Lisboa. A expiagao.
Soo ris a {Soo.
cenas cmicas-O grande pedinchao
para a cera do Santissirao. Ora o Lopes I ( Co-
gueira ou bebedeira (parodia a cerragao no
mar). ElTeitos do vinho novo. Na pnmeira
qualquer cai. O empreaa io ambulante. Proe-
9as de nbo'quira. Ura concert de rabeca. Ura
leSo de casaca. Tchangtching bung. O filho
exilado e os effeitos de vinho velho. Lamenta-
coes do pai Manoel. As delicias do fadio-o. O
grande nariz da exposigo O raeu amigo ba-
nana. O actor. Coelho Furtado. Um contra-
regra era apertos, O soldado n. 43. O arli-
Iheiro. En nao me importo com a vida alheia !!
Os naraorados da Julia. Rocarabole no Rio de
Janeiro. O lim do anno. O Joaquim sachris-
tao. O diabo no Rio de Janeiro, c tabaco
compadre. Ura dos taes. Olhai!... Olhai !.?.
As visitas (monologocoraieo). vou casar (poesa
cmica). Axira... Axini I O Sr. Bento dos
pontinnos. Legalidade e dictadura. Meu bem
estou cortado ah ? (monologo) e grande collec-
c&o de fargas, exquisices cmicas etc., etc.
Pregos : Soo ris e lioo>.
Todas estas pegas, sao de fcil represeotagao
e oceupara poucas damas.
BoM
e hitaos
Cataloso geral
JDLQAIIXNTOb
Resorsos crimes :
De Timoao'-aRecor-ente ojoizo, recorri-
dos ao ooio Francisco Catiaou e ouuo. Relator
j juiz Aioeaa. N'ou-seprovmento, onanr
jQfinente.
D-Tnubau'oaR-ro r?nte o joizo'recorrido
Fran :iaco Mur^es Ngon-se p-ovim^nto. unanimerneute.
Aggravo de petigao :
Du otrada Aggravaote Jos Thomaa de
Aguia', aggravados F.-anciaco PeJro Daoliireao
e ouro. Relator o |uiz Canoi Vaz. Aajoolceoa
loiz-a Almeida e Coata Ribeiro.Negoa se pro-
vimento, ananimemente.
Aiip^lUgo crime :
%Pe OcdaAppeliante Cbrietovao Ferreira da
Suva, apellada a jostiga. R-laiur o joix Carlos
Vaz. Muooa e a novo jarz, ouaumemeate
Provuao de solicitador :
Ricardo H-n ique da silva. Cooaedeo se a
reuovagao de soa p*ovio-
i>a8aAGKN8
9' Ja Co8la Kibeiro ao jais Teixeira de
app'II'cSo crime:
De Timuau'oaippellante Franrsco. Manoel
de-Ai-si Goncalve, appeilada a juaiigi.
Appellagao commereial:
Do Hio FormosoAppellaote Mano 1
goei ue Mendcnca, appelladoa a viuva
de Jio Antonio Aires da Silva.
D ioi* Cahm Brrelo ao juii Almeida :
Appellages crime":
De tirzt-rroAppellaote Manoel Bernardo de
Vascon- ellos, appeilada a jnstiga.
Do Recite Appellant.; u promotor publico,
ippedano Kedro J .-. Moateaegro.
Appellagao civel.
Dea. LooreugjAppelianti Abil'O
Pedir ua Silva, appnlada D. Racnel
da Silvi-
Do juz Almeida ao jaizCa-los Vas:
Appellagesjna&ea :
Do Bom Co 8rlhoAppellan.te ojnia, appel*
do Jof Mendea.
Do ReeifeAppellante Joao Francisco da Bo-
'ha. appeilada a justign.
DISTBJBOI^UES
R=ro'8os raoninpae :
Ac joix Carlos Vaz : :
Du AlunocRcorrive Aaotarto Teixeira
de Carvalho, ri.ornoo oCanc-iira Municipal.
Aj ju;x GiIvSo : '
Do Cbo-R-correo-e W.jla Uood.atperioten-
dentr da estrada de torrt, ae S- Francisco, re*
cn-'Hh i '.onrpin-i Mani-Jio 1.
Appell s'iocivel :
au jou Galvo:
o LimoeiroAppellantes D. Exilia R sa a
Almeida. Lima e sea Dltio, appeilado Joa P|a*el*
ra C*sar-
Enei-roase asassii a 1 hora da tarde.
Angosto
Pereira
0 recora-
Precos:
DA
Livrina Internacional
Centro da Litloratura lio-
torna
77las 13 d IMiivambo 77
ADVERTENCIA
Alm das obras annunciadas no presente ca-
talogo, temos completo sortimento de livros
porluguezea, amigos e modernos, de todos os
autores e edictoreaRecebemos, apenas pu-
blicadas, todas as novidades Iliterarias das
principaes casa edictoras, de Lisboa, Porto, Pa-
rs. Rio de Janeiro, e norte e sul do Braxil.
Enviamos com a maior proraplidao para qual-
quer Estado da Uniao Brazileira os livros que
aos requ*itarem, mediante a reraessa anlecina-
da da importancia das obras pedidas e mais o
segrate, que appruxiinadamente a despeza
do porte do correio ;
5 |0, sendo para qualquer do municipio do
Estado de Pernamouco, 10 Ora Cear, Rio
Grande Norte, Parabyba e Alagoas e 3 0|0
para os demais Estados da Uniao Brazileira.
Bibliotheca do Povo e das Es-
colas -^
Est&o publicados 1S7 volumes a 300 res ; o
comprador de 10 volumes tem direito a i i \)\q.
Bibliotheca Uiversal
ANl'IGA E MOOERNA '
Sob a dirceco de Fernandes Costa
(Socio da Academia Real das Sciencias)
Cada volutne brochado 1-tOOO
Volumes de 128 paginas, ntidamente ira-
pressos. era ptimo papel cora taa leilura
como os volumes de 250 paginas de formato
francez.
80-VOLUMUS PUBLICADOS-80
SPORT
Oerby Club de fcruaaahiico
Eace'rroo-ee nontem a ios ripgao p.ra a 17
orrila do Derby Clan de P--ri .mooca^ a reafi-
'ar eo ei 46 do correte, 6* aoniversario 4
P a.1 > da Betancia, sendo este o reca ado, a sa-
be: :
pareo5.090 netroa Tnampho, Bisoar-
< k II, Feoiar.no, Famaga II. Camors e Nabal.
*
2. pareo I 609 nx-trng Hy-oaiell?, Pal-
cbuaiy, Mal.io, Teuor II e I la.
3. pareo I.SCO mtros Mendigo. SaM,
Petropoles 1, Batnorv, Tenor li e Gaieoleto.
4.* pareoI.OOO metrosMaUrige. Rio Gran-
de, Biralbo, Roy-Blas, Sana-soocl e Puarisea.
5. pareo900 metros Goodmoroing. Spjb-
cior. Atymo,- Tiroooero,.Lim*"ra, i.aoopo-Aav
te, Flio Gr-aode, RnyBla, Z t Ztg, Saos-eoot,
Conquistador, Maarity II e Hagoote.
6- pareo 800 'roe roeCampraony. Tarjes,
Borboteta, Boliaa, jPapib, M teoro, Trocader
" Brxilei.-o.
7.* pa'eo80 metrosNilo, Piaoc6, Tjogo,
Borooieta, LDimbute. Baliaa, Peoay, Meteoros
Oestroyer. t
io conimercio
DIVERSOS LIVROS RKCEMCHEGADOS
spiritualisme dans l'art,
annotado
ir Arar'-poConsolidaQao do pro-
nal, i vol. ene. lucfooo.
C. l.eosuue-Lc
1 vol. ene. 3JS o.
Freitas Jnior Formulario
do processo civil, 1 vol. ene. Sdouu.
Carlos de Menezes-Juizos divisorios
pralica dos inventarios, partilhos e contos, 1
vol. ene. locJooo.
Atenea
cesso crimina.,
Freitas jnior Assessor commereial
(formulario), I vol. ene. lojooo.
Tito \abuco de Araujo-Manual pra-
tico do advogado, ." PC'S'e aeces riveis, 1"
poste accoes summarias, vols. ene. 1KJ.
Tito Nataueo de Airaujo-Asse.-,sor fo-
ren-e criiriioal, 1 vol. ene. lojrooo.
Hittersaajer Tratado da prova em ma-
keria criminal, i vol. ene. .
I.eviado Lapes Reforma judiciana, "2
hvols. eoc. tSdooo
onte HaMO-Noiae foreaees. conteni
Viagens Maravilhosas de Verne
Edicgao Copular, papel superior, Hls rada com
duas gravuras da e lic'io franceza
S^OOO preco em moeda fraca
dos volumes publicados
Da trra la, 1 volume, 3.* ediyo.
A roda da la, vol.
AVENTURAS DO CaPITAO HATIRAS : 1*
parte. Os raglezes no polo norte, i vol.
2.* parte, O deaerto de gelo, I vol.
Cinco semanas em balo, i vol. -
Aventuras de tres russos e tres inglezes, 1
vol. -
Viagera ao centro da trra, I vol.
OS FILHO- DO CAPITAO -GRANT : parte,
America do sul, 1 vol.
2" parte, Austral a Meridional*! vol.
3* parte, Ocenano Pacifico, 1 vol
V1ETE MIL LEGUAS SUBMARINAS : i
arte. O hornera daa aguas, 1 vol.
2' parte-, O fundo do mar, 1 vol.
A ILH \ MYSi'ERlUSA : porte, 03 nufra-
gos do ar, 1 vol. .
2* parte, 0 abandonado, 1 vol.
3* parle, O segredo da ilha, i vol.
^Continua).
Organisnoffo judieinria do
Estado
COtrtrREHEHDEFpo :
t le n. 5 de d3 Nevacabro de 1891.
tReg-d**M-de Janeiro de 83, gande
principios, mximas, regras e qaoloeafpralict- paHe da legislagao anterior, que continua em
de direito> 1 vol. eoc. ttTo'ooo..
vigor, moilos avs e julgadoraa quo podem fir
Os abaixo assignados aviso aos
seus amigos .6 ao respeitavel corpo
commereial, qu .abriram um granda
arm,a;cem, para recolher diversas mer
cadorias, no Caes do Ramos ns. 9 a
11, com a frente para ra Nova de
Santa. Rita, confronte aoi Mercado Pu-
blico, com a denominar;o de Tra-
piche Fiuza > sob a firma de Oliveira
&C.
Esie armazem tem proporcoes para
recolher cerca de quarenta mil volu-
mes, 5 torno-se facis as entradas e
sabidas odos mesmos por ter um gran-
de guindaste, collocado sob a coberta.
que corre toda a extensao do arma-
zem, para arrumaco das mercado*
ras.
As descargas e cargas as alvaren-
gas, podem-se dar a qualquer hora,
por ter o armazem um pontlo para
este lim preparado, sem ser mister
esperar por enchente de mar.
Est na administrago do armazem
o Sr. Affonso Fiuza de Oliveira, admi-
nistrador outr'ora do ex-Trapiche Fiuza,
situado no Caes -da .Companhia Per-
nambticana, pessoa j bem conhecida
nesta praca, e pottanto esperam os
abaixos assignados, que o commercia
os coadjuvem, garantindo-se a maior





j mutiuuo 1
llECtHl J
i




\

4
Diario de Pornambnco ftnarta-feira 1^ de Deicmbro de 1*M
sinceridade para com os seus commit-
tentes.
Reeife, 4 de Dezembro de 1895.
Joo Marta deAlbuquerque Olivara
Affonso Fiuza de Oliveira.
Mudanca
O advogado Dr. Joo Vieira de
Araujo mudou seu escriptorio para a
ra 15 deNovembro (outr'ora do Impe-
rador) n. 48.
---------*------------:
Ao commercio
Manoel Alves, proprietario do Hotel
Republicano nesta cidade, declara ao
coramercio e a todos em geral, que nao
se responsabilisa por debito algum, tan-
to em sua firma individual como em
nome de Manoel Alves & Companhia
cuja firma usa em sua casa, de negocio,
venda e padaria na cidade de Gara-
nhuns, pois tanto para 0 hotel como
para estas suas casas s compra a di-
nheiro a vista e quem quer que se jal-
ear prejudicado com esta declaracao
aprsente sua conta que ser pago em
continente.
Reeife, 3 de Dezembro de 1894
Manoel Alves
lo Sr. .linio Chrisostomo, de
Frecheiras de Palmares e
.Inln Alves de lrfeira, de
Agua Preta
Pede-se a estes illustrescavalhei-
ros o favor de aparecorem no caes da
Companhia Pernatnbucana 11. 1 para
liquidaren! o negocio que disse em
sua cartinha de 1 de utubro p. p.
visto j ser tempo bastante decorrido
para o fazer. Damos o prazo do 10
dias sob pena de sermos (mais exten-
sos .
Reeife, 6 de Dezembro de 1894.
Commendador I.u.a de Moraes
4. OflK'H l't'l-l'l'il'll
'"A familia do Commendador Lu'zjde
Moraes Gomes Ferreira convida a todos
os seus parentcs e amigos para assis-
tirem amanha s IO horas na Capella
do Cemiterio Publico de Santo Amaro
o enterro do mesmo.
Carros a disposico dos convidados
ra do Imperador.
jor Fernando Lobo
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
li
Boira Couiuierrlrl de Pernai-
bnco
COTAQOES OFFICIAES D JUNTA DOS COHHKTORKS
iraja do Hecile, 11 de Dezembrj de :S94.
Naonouve cotifiLo*
O presideo'e
Aigcr" Pioto de Lmos.
O secretar!
4310B10 tonariio Rodrigas*.
CJamblo
Prac do R.'Cife
Os Banco abriram cuna lazi de 10 5'8 sr.bre
Londres a 90 das. peU uas bor 8 o Daunj de
Pernamruco sacrn a 10 3 i e ao fechar o Loo
dun River Piale offerecia 10 7,8
O monmento oeste aereado foi pequeo.
En pap^l particular e baneario repasdo.
effciaaram-se trantarcOes a 10 7|8 e 10 15(16.
Cotaces de gneros
"ara o agncuUor
Aa: uc.tr
Sainas por 15 kilos. .
CniUlisado por 15 kilos .
Branco, idei, dem. .
Someocs, dem. dem .
Mascavaao, dem, i-lea. .
Bruto se.ci'08 dem i len; .
Brolo melado, icem, dem
Relaire, ideta, dem -
5*300 a
5*!00 a
4*700 a
3*700 a
2700 a
2*000 a
1#700 a
t*300 a
5*600
*r00
;>*U.)
40i0
3*000
2 #300
1*900
1*500
Algttdao
Cota-se a 9500 por 15 kilos.
Jrool
Por pipa de 480 litros 260* venda.
A as relale
Por pipa 4e 480 litros 170* venda.
Cauro*
Seceos saldados na base de kilos 670 ris
venia.
Verdes a 4.00 ri?, nominal*
Carnauba
Cota,-se a 20* por 15 Kilos. ^
el
Por 400*000 nominal.
TABELLA. DAS ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALGODaO
Mez de Dezembro
Ba'cacas.....4
Vapores ..... J
oimaes \
Estrada de Ferro Central, i
dem de S. FranciBcs. .14
Ilem do Limoeiro. .'-
Somma. .
A88a- A:0
car dfio
Das SareoR Sacras
a 10 3834,5 73n
a 10, 20i
a 10: 2150 14S
a 10 V.74 127
a 6 26511
C 8 23370 i 462
1 9917 450
faixportaeo
Recite, 11 de Dezembro de 1894
Para o exterior
So vapor ioRlez Williams Annig, para
NewYork, carregsraai :
Julio & C, 500 saceos com 37,500 kilos de
asuesar mat avado.
Na vapor ingles EehTa, para New .o k
carregaram : _.
N. Caan *C, 51 fardos erm 7252 connajios
A. Braga,, 214 aaccoa com 16050 kilos de
assncar mageavado.
Para Estados oldoe. carregaram :
Poblman & C, 3630 caceos com 72,250 kilos
de assocar masca vado.
R. Seixas, 327 saceos com 24.525 kilos de
assocar mancavado.
iffiTo interior
Na vapir nacional Aguamare, para Rio
de Janeiro, cirregarim ;
MANIFEST
*
l uto mo&ium ao fusuco
Facto de recentissima emergencia, patente em
sua producjSo e j apreciado em todas as rela-
gOes que pode elle sferantfsr, o occorndo as
otficinas da Gazela da Tarde pela manha do da
29 de Novembro ultimo, colloca a Unio Typo-
graphica Pernambucana n'uma posico, que, por
excepcionalmente ingrata, faz Ihe o dever de
orna mamf-sincao publica de seus sentimcnlos,
como associaco e centro do garanta dos nte-
resses collectivos da classe que representa.
Nao 6 esse passo urna intervenco no fado,
tomando partido por estes ou acuelles que
d'elle foram protoonislas; mas,'reflezo do
qui! foi debatido e deliberado fnamerite, parte
paixoes.excluiuas animosidades pessoaes, 6 elle
a expressao do pensamento collectivo que livre-
menle se externou no seio da associac&o e tor-
nou-se, peia cordura dos conceiios que Ihe ser-
vem de nedestal, a norma da conduca na situa-
qo sobrevinda.
A Untao Typographici Pernambucana teve CO-
rac4o para sentir o successo e seus effeitos. A.
rellexo, porm, fez-lhe comprehender que ah
no tioba lugar o seu aoparecimento, nein llie
era dever no caso una solidariedade absoluta ;
e para melhor demnstralo, importa recorrer a
algumas r^meraorases histricas de um pas-
sado linda prximo.
N,1o vai muito lempo, por nao sotfrer-lhe
o animo as aberraces de linguagem, senao
mesmo a licenca descaliindo para a pornogra-
phla, nao raro observadas no jornalismo desta
11 u-'irada capital, a/u-oj Typographica Pernam-
bucana convocou urna sesso extraordinaria, e
enlendeu ser-lhe dever convidar a assistencia
do lodos 03 illusirados redactores dos jonaes e
dignos nropneanos de lypugraphias, no pro-
posito de assentar era ineins de eliminar da im-
prenta pernambucana esse virus. qu nella se
ifiii insinuado em rn hora, ein delurpacao da
sua magoiiude intrnseca e com prostiluic&o do
seu aposiolado.
Us conviles foram expedidos e a sesso leve
lugar; mas os lluslres convidados, cuja cumbi-
nacftO procurava a Unido Tjpographicj Pernam-
bucana, nao se dignaran) de cumparece> sen&o
em mnima represenUco. e a sesso falhou em
seus lins, alias bem meritorios. Todava, nao se
deu ella por vencida; n> abanionou o seu
commetimenlo, nem quedou se aute esse pr
meiro insuccesso.
Por intermedio de coramissio de seu seio fez
etwsar iroprensa urna circular expondo os
seus intuitos e insislindo pela necessidade de
por termo aos excessos de hn>!Uigeii). que se
nao coaJunam com a mani fes tacto du peora-
ment, nem sao a liberdade philosoptiica e legal
da iuiprensa, lindo ailenca a que a opinio pu
blica em s-u ve- apreciativo liaca juslainenle at-
lenlados, como esse p >rque pafloo a Gazeta da
Tarde, aquel les excessos, que ein regra e com
\'rdade so mal produzem causa que servein
A Unido Typojraphica Pernambucana, porem,
ainda teve urna deailiDSaO a resjilirar ud seu
empeiilio, ao qual acquiescerim expressamenle
na imprensa p^rnainhucina os dlusirados orgos
Cvinmerao de Pernambucu c Era Sova.
Os demais representantes ua mesma impren-
?a, ou nao ligaram imporlancia quelle enipe-
nho, ou tcitamente a elle adherirain, reservan-
do todava, como obvio do que se reala, a sua
lib.-rdade de BCC&Q incondicional, sem outra
restricc&o que nao a propna anreciacQo.
Estes precedentes, pois, illuminam aattiiude
que no momento guardada,e nem ella se aluea
do inleresse da classe, nem desloa da liberdade
de imprensa, que quer e por ella trabalha a
Unido Typaijraphica Pernammcam.
Dessa disposicao, no que concerne lih-r
dade da impiensa, 6 prova a condu'ia qm leve
por occasoo du suspeuso anterior d publica
cao da mencionada Gazeta da Tarde, reunindo-1
se extraordinariamente e delibermao promover
J. G Vleaie, C saccis com 3tOjO kilos de
a-'ocar br.n o.
P. Valriiie a C, 100 saccas com 9,109 kilos
de aieouao.
No v.po'ioglex BI1ov para Rio de Ji
oeiro, carretaram :
E. C. B-luSo ^i Irrtao, COO sacecs core 30J0U
de issoci-r bra'-co.
A. Cosa Fioza, 1090 sacCDS corn 60,000
kilos de assncar b.'anro.
Coaipa Oa de Estiva. 95 pipas com 13 500
Oros de uajdeute a ls mas cjtn 13500 inos
de aU'ooi.
S. Gnlmaies & "., 27 pipas com 178.1 illrrs
de agua deoie e 13 ditas cuan 6890 diios d-
alcool.
= No vapor allemao Sorveoto, paa R;ode
Jae.ro, carresoo .
Compannia Exportadora de Alcool, 30 pipas
com 14000 litros d aguardeoie.
No vapir eglez Saater8norj, para San-
tos, carreg raca :
P. AlveaiC, 1813 saccof> com 410,400 kilo-
je a-s.'.'ar branco.
PtDlmao & C. 1000 ea:cos com 60.000 kilo-
do assoca- mascavado.
Nj vapor nacional Aligoas, para o Para.
Cirregoa :
J. M. de Abren, 200 harnea; com 14,250 kOos
de a-u:ar braoco.
Paa Haoaos, rarrei;ar;m :
J. M. Mjreira, 15 barricas cem 900 kilos de
assocar retinado.
S. Res & RoJdgnes, 30 barricas com 2550
k;l .s de assncar branco.
- J. B l'ar & C. 20 --a'xas com 260 de
saoo, 10 barril con 900 litros o> a^oirdeoie, I
ii'o '031 9J ditjs d aicool e 53 vulnmes com
i Zi'i Mos de .--ocar b'a'no.
Na biaie Deus l Gaarde*. a-a Aracj y
sarregarara :
J. S. Afi: r.l C, 20 garrafO's com 320 li-
tros de petieDra.
G. Pinto & C, 107 volomea com 1376 litros
de gmebra, 2 pipas e 2l barns cim 1890 rtiios
de vioagre. 4 aixas o (8 ui os de cofcnac e 4
ditas com 3! di.os de capile.
na biatu D. Aiiioqu, para Maso, car-
reear C. Piolo 4 C, 2 birria com 180 litrcs de
vinagra.
Na barcada Paragoasso'*, para Parabba,
car'euaram :
C. Pinto & C, 18 carris com 450 litros de
ioagre.
j. de Macedo, 22 barris com 990 litros de
viubo de frnflag.
J. d A. Fonseca, 60 caxas com 1380 kilo3 de
sabo. -
Na barcaca Linda Roaa. para Micei,
carreoo :
J. D. F.intes, 53 molbos de palba de carnaooa
p-sando 200kilos. 1 guo com aDactxis e 1 (arco
de esteiras de camaooa.
Na barcaca Itajaby, pan Parabiba, cai-
reearam :
Fj ir to & C, 100 caxas com 2300 kilos de
sanso.
PAUTA DA ALFANDEGA
YAi.OBSS DAH HBKCADOBIAt NACIONABI StUElTAS
DISBITOS Di BXrOBtAClO
Semana de 10 o 15 de Dezembro de 1894
Agnardente cachica.litro...-....... 320
Dita de canoa, litro................ 400
Dita destilada oo alcool............ 510
AlgodSo em rama,!, cg.......... 553
Arrcz com casca, < im.............
Aa8ucar branco.' em............. 320
Dito maacavade i:em............. 146
Do retinado dem................ 360
Bagos de mamona, dem........... 130
Borracba de leite mangabeira, dem. 1*400
CacSo, dem...................... 900
Caf bom, dem................... 4#400
Dito escsina on restolbo, dem...... 4*200
Dito mado, dem................. 2*.00
Serosnte de carnauba, o kilo....... 47
Sabao.kilo....................... 360
Sebo em rama, kilo....... .. 666
TatajaDa madera, kilo........... 420
Taboas de amarello, du-............ 160<000
Ora em velas,kilo................. 4*000
Dita vegetal em bruto, kilo......... 4*000
Carosos oo sement* dealgodao.ldein 25
Carrapaleira (semeTatej............ 120
Carnauba. dem................... 906
Carvaocepedra, tonelada.......... 30J00O
Coo-08 seceos espicados, klog.... 635
1 Ditos ditoi saigadoi. dem......... 583
. a cessacao daquelle acto, conseguida sob pro-1 faz diffundir as ideas sao molculas que coope-
*raessa de raoderacao na forma da enunciagao rain na vida do espirito, e n.'io podem isolar-so
do pensamento. t' ainia preva, no que refere-
se.a classe, o seu procedimenlo, na conjeciura
dalonga suspensao da publicacao a'A Provincia,
vindo pressurosa em auxilio da mesma classe a
ponto de collocar, na constancia dos effVitos
daquelle acto, as diversas orfleinas lypogra-
plucas dosla cidade aquelles que perteiiciam ao
corpo tjpographico d A Provincia e de impro-
viso se achavam sem traballio e por consenuinte
sera pQo, tarefa alias nao inuilo fcil, porque to-
das as otficinas liliam enlao o seu pessoal em
numero completo.
No entretanto, quando cessaram os motivos da
suspensao e levo de reapparecer aqnelle jor-
nal, par cia consequente que o seu pessoal as-
8im disseinina lo f >sse reposto em seus logares
anteriores, que nio haviin sido abandonados,
e ao contrario os seus serventuarios foram ar-
rastados na crise. Vio-se porm, o fado sngu
lar de serem renegados esses companheiros de
todos os tempos, iiegiiiido-se-ihi's as collocacoei
que tiiiliaiK, sem lundamenlo de juslica e por
ventura s su^gesies 15o smenle ile algum
despeilo para com a Lindo Typogradhica Per-
nambucana.
Ora, tiulia se aflinriado aoies a esla. que do-
mlnavam resentimintos, mas de que ? b quo
este impulso nao seriam rea liniuidos aquelles
que por seus esforcos e dever social linlr un por
einquanlo sido collocados em Outra* olli'inas.
Assim abno-se Ihe nova va de amargura, pois
leve de entender se por vanas retes cu:n os
tonradis propietarios d',4 Provincia e com os
seus dignos redactores sobre a readmiss >
daquelles relegados; leve de procurar interfe-
rencia;, niercssando mesmo nessoas estranhas
de amist isas ralacoss comamos, e al um M
ligo companheiio de classe, e lulo foi em va > !
No iiin de lodo esse caminho, s proinessas
vas.
A razo emraudeceu para s ouvir-se a vaz
do capricho.
A Unido Typographica Pernambucana, cum-
prindo o seu dever, para com squ-lles que se
virnm enlo como profug s d'.l Provincia, na
lucia pela vida, mal pensara que faiia victimas
innocentes ; e si no terreno do ju-io e do ho-
nesto concorreu como cau^a para (al phenoine-
iio,o que lena a esperar do desvio dessa senda,
lomando parle no que llie nao inieressa, asgo
ciando-se a, fados que s enien.tem com o corpo
de redaccao do jornaiismo, fazendo sua una
respoixabilidade esn mha ?
Eiq face de tudo quanlo lem exposto, a Unido
Tij;>og gada chamad i que soou:-no era a do seu
regiment.
A liberdade de imprensa ir.anifeslou coino a
auer; o inleresse de ca se promove-o com)
deve ser.
Fra d'ahi deplora o que venln, mis n5o se
associa aos etTeitos da aeco nem da reaeco,
No facto da Gazeta da Tarde, destacando o
acontecido com o administrador da ntesma fo-
Iha pessoalmente e Irazendo mesa le sua
apreciacao esMacto selvalco.a Umi Ti/pogra-
phica Pernambucana, da qual elle disidido
memoro, nao tem palavras basiante enrgicas
para condemnar o attenlado de que foi,victima
0 Sr. Antocio Bernardo Borges, extranh > io en-
tretanto de todo no fado de que se tirara a vin-
iici.i, ao passo que fji aftroniado e ptiy-iea-
iiieiiie vioieiii.uio n'aqu Me (direnesin da paixu
servida pelo abuso da loica.
Mas que mpprta, si o lado sobra de brutali-
dade para sua cond .mna^ao e perpelu.ico des
la na op'iii.'io pul) ba ?
A l^ao foi rude, e ao seu ensinaments sem
duvida se volver melhor coinprehe:io, e
por ventura chegar-se-ha ao Din ccinmum de li-
gacao da imprensa em lodos os seos luemhros.
A unilicaco de todos os seus elemento a
Cundlcaoda furca moral de que carece, para agir
regalarmeote'e comer violencia ; < s a iii 11
Typigraphia Ptrnambacana senio-se fraca fal-
la do presdgio qm se Ihe nega na- reyi -s -u-
p.;riures da imprensa, for^a que d'ulu de^a
iiielhor orienlarao.
Na imprensa a Cabecaque produ/. e a raao que
e assim que at'iiwj Typographica Pernambu-
cana aspira essa compeoeiracao, e a ella con-
cita no inleresse da dignidade da imorensn, na
oscasio em que lauca este seu manifest sobre
a situaco decorrenle'do estado de cousas ac
lual.
Rjcife, 11 de Dezemaro de 1894.
A DIRECTORA.
iios verues, dem.............. 3-iO
< ..70
h,;h i
F-rinha e unn ,iii.:.i, Kilo.......... 176
Graxa sebi. kdog......... 6)5
Georora, lii'o..................... 36!)
800
Meios oe solt, voor nominal...... 7*0UU
15
Milno kio^r...................... 115
Pciles oe CdOra eo Cabello, valor
l'fi
|1em decarueiro em cabello, valor d
9i
Ktudlmcnios pabllitoa
Mez de Dezembro de 1894
Klfandega
Reada eerl
Do 4 a 10
dem ce U
418 834*949
102:144 817
ft. nda d Es ado
U:, u: I a 10
dem de 11
91:399*2:0
12.973*165
Somma iota!
540:979*763
105:372*385
646 3525I
Segnn "a teico da A'^ndega ce fernamna>-o
.i.e Dezembro e 189i.
O chef aj seccSo
L. F. Codecera.
O (nesocreiro
L. M Rodrlgne-i Valenca.
RECEBEDOHU DO ESTA' O
Do i 1 a 10 dem da 11 1 18 7l*Iii .910i.93
T)'al 22:6-3 016
RECIPE D?,AINAG2 Oo da 1 al 0 dem ce 11 1:057*729 *
Total 4:057*729
HfuvlmenCo do porto
Nav, 8 f .-a los no da 41
S0fl''milon e es u 48 dias, vupa- inccz
T ect. ce 4,733 nneiai"a<. eonmandan I.
K. E-chan. eqnip g-m 77. carga varios geie
ros a Amnrm I mos C.
N w Y rk45 das, vapor iuglez A'ghan Prlr-
ce. de 2 110 toneladas, commandante W.
Maw, eqmpagem 37, carga varios genc-r. s; a
J av-a Paie' & C
N:W-Y 'k e esc.i 25 dias, rrpor a'l-mo
Surren'C, de 1.V55 toneladas, comrran.iante
i. Pinett, eijoinaem 29, carg varios gneros ;
a Tereira Ca neiro A C.
Navios sanjios no mesmo da
Sint'8 e escalaVapor oglez Trenl, coni-
mandaote I. K. Eicbao ; carga varios gene-
ros. ------
africado anlelpsii de m. jpi
O movlmentodeste mercado no dia 10 de No-
vembro tolo eegointe.
Eotrrim :
4 bois pesando 6.111 kilos
375 kilos de peixe a 20 rs. 7*500
2 compart. coa manscoBa 100 -s. *20U
4 ditos com camarOes 400 rs. *I00
24 4/2 columnas a 600 rs. 18*300
4 cargas com gallinhas a 500 rs. 2*000
2 cas.maes com gallinhas a 300 rs. *600
4 carga com macacfteirae 8 306 rs. 1*200
8 cargas com gerimons a 300 rs. 2*400
1 cargas com bananas a 300 rs. *300
1 cargas com cebollnbo a 300 rs. *300
3 cargas com batatas a 300 rs. *900
4 carga com laranjas a 300 rs. 1*200
4 cargas com milbo verde a 300 rs. *300
2 carga com melancia a 300 rs. *600
5 cargas com loocas a 30 rs. 4*50)
9 cargas com di versea a 300 rs. 2*700
34 cargas com fartnbs a 200 rs. 6*800
8 cargas com milho secoo a 100 rs. 4*600
6 cargas com fejao a 200 rs. 4*200
75 logares a 200 ra. 45*000
41 Snicos a 200 rs. 2*200
il oomp. com tniaelros 11*000
C>gnac li azilero
Opini&o da Imprensa Pernambucana
Do Diarlo de Pernamlmco
O 9. pba roiceotlco Ar.ti
nio Marcni mu Veras, i-h aoe ?-
tmo ii ra Duque de Caxus n.
57, o in.Ofou-n.js c mi ama
? ar-ala de i.iig ,a ]B azileiro,
obtiao por 3. S. Oo alCooi H-
c-iiit a, per um p'Od-8'O depua
inteji;ao, eviai.mcnie desmltt-
aoo.
Apparenca e gesto t os
mu., i- oo Co.o.c esirauij'i:
ro nupo iaio ; mas o de laD 1-
racao ao Sr. Ver s Ibes levi a
grni' vantaKein de a,-r nm
prepaido snple, t'"0 cc-
BBrCtia e inocuo, ao pasioque
o qne imi-orlado, na .e Deas
qoenigredieLteneuiram uoneo
^repa>o.
N3o bri.aroos. pois. em acoi
eeina sos uue laz-ra oso de
tul behiriH que prtti-ain n Co-
gnac Brazileuo d,. sr. Veras i
iojok os i p iriado?.
Ao tr. Verse agrydecenios o
O-HOO.
Do iloriml do Reeife
Si. A*-oiu l.rtnaoii
Vera!., piojjrieano da pna'-
iita Ax.eMca,ia, a roe Du io-
ieC-xus,<.ff-ert-u-nos ho' leu
ii'i t ir'.ifa uo Coioac Hraziiei
itr, an eite pr^{rado con: o ai
co, tw onoua d i'iiec a j
pr,roca oro.eeo eapeeikl da
9,'jeit pa- rm cea ko.
Saie togo*c ;.u-anene
tKnu oca MfMfCtO. e gjslo a
qsir- i'.ap.or'.U20i co es raag-io
iMfi*. por a.it, merecer iodo
o -prtco, e^peclalaleole por
i*v um p odelo nacional.
B"Commeudaao-" ao-
ap e oies t< a'i S'. fem
agraacieaios o oiTereoime. t
...............
Da A P roviaola
Tea -ii" moi'o apreciado
e val adquir i'.o a rxais ao.-p -
ca, a laud o Coguac B aziie r ,
P ep-ra lo p-:o S MiruniaOj
Vera-, pbumace: ti'co e p
p lauri'j ta lJujruacia Anieri
Presar do o bon em, urcas
'.. rin.zi un paa cornoo^t
p.h l.r.ruRte. que 10 oa-
receu uaii taTaa 3j BWtPru
Co ti, a rai)-\- irx:e!le0ie.
Itivalisa Tin appae:encii, e
g sio (o j os '.u.acd eslrac-
gei'u-, mili barato do qt)'
> es el ber a le de elementes
ujiovos a SU le.
Pj: u io isD.jo-titi a ;e a
pruco'a qo8 te.m no e qoe
ceriatn/.ntrt ba s -uguieuiar.
Do Cinii.ueri-i'. de Pemaialiueo
'O IkoiIi.'S uio (i'.a -i e.'.
co S M.i'tiiauo Veras, p.-o
mama Apierca a, enviop-oo \''^nJv ,* <*" iv^US-J'* d)1*
amoni.-a doCgoac B.-asiieiro ] ^
(Or elle preparado coro O ni- ir
c.ool "a canta des ofectado
medame pro i-sso sen.
0 Cugo-ic B'nzilei'0 renne
Cor e ao at>r do rnelno
G V.-V- esTdiigeiro h p^ fel-
cao e porea oo fabrico, tiwr-
ee iomi08i,6'S uocias a
ote
K ata preparado de v m -i
ra o-oeru e qne me-ece ser
recommea Jj-o ao publico.
Qaslqoer nfS'oa que Oa .m ilil oo o q^a
quer ponto do K- ido, s-rvido i" r raBUniu de
ferro oo ms'iiimn, reuelrr 25*'0) -'* t-
bneao.e. iebe wn m.is ii-apsn algiina
nsa caixj (12 gairal>-l do Coxoac nra>iir;-.
PhTcis
Dnia..... 2.1*00 i
Garrafa... tiSUQ
(Ni fanrica
Eoconl-a se m iodos n-> H t'i, Ci's, eic.
213:072 frascos de Pei
toral de Camba em
fe

%
V
fo
r?
APEAISOSHEJ^
38-Rua do J3ARo da
Victoria r;n ^
- ', ?
Empec hdades era SLja? brar,- |
cas, pretas e da cres za8 ]a. tTK
vradas e bordadas, ^nde'va- ^
riedade **
2SITA3 S LWs
QAwRILLE'
Grande sortimento era
com seda de pranta^ia
ULTIMAS NOV1DAD
Sor+Diento em tecidos de\a].
godo ALTA PHANTASIA
VHUtines- Iin-.)ns a dssa da I
DI.V
AHMOJASIiS
ricam nte bordadas am alto re-
levo a OURO E A VELLUDO.
CORTINADOS
lans e
lc-
finissimos para cama anol-
la, desenlio* inteiraine te no-
vos, o* maior sortimento que
tem vindo a esla APITAL.
Telei'HO*e 59
ous annos
Durante o anno de 1892 a fabrica do)
Peitoral de Cambar expeda para os!
Estados do Brazil 8 379 duzias ou .. I
100:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias |
I ou 112:524 frascos, como o provam docu-1
mentos officiaes em nosso poder, queL
pomos a disposicao do publico, anm de } S*y-isA; >-<-- ****' i->ahn^-''.af.-j
que possa verificara exetidio destes ^lirilll
algarisinos. ,
Esta a mcllior prova da efficacia do
Peitoral de Cambar, pois que, se a
suas virtudes se nao evidencia nos casos
em que applicada, nao teria tamanha
e tao crescente acceitacao publica-
O agento Cjmpanhia de Drogas'e Pro-
ductos Chimicjs
--------------->---------------

9 comp. com c: 'o 7(0 rs.
11 coujp. com fres80rao ? .
si comp. com comioas a Tim rs.
56 comp. con. fateodas a 600 rs.
50 como, com verdoras a 3"0 rs
81 iump. com fartctia a i'Kl rg.
51 comp. f.oiu lainoi a 2*000
Kenuirnento do da 1 a 9
6*30(1
6460
:i*80U
33*6 0
i*oco
3'*a0<>
102*010
231*60'
65H*0i'
S
5Z?
4'Iinicn nielico-i*ii*iir!i>;icia

Mi-hu o 11 ber i) '-1ri>. da D'
-gt cun pl't merte cji-'Ii. d.i tenivej
(Bo|i>(ta Bu BBOrphs '!U9 iffreu aun
ii tr -nni'8 m-1 c Wall e r-mediot
uriC' m-dioan-Oito q>\- lie den a re k.
qtratitnQSVi d >->i'.H^ e f-! ii--.f dinmct
. Jai- oa.
P dem "r o s< -ido oontrier.
Parugibii
ANTONIO OO.TLART DE SOL'ZA.
A '" "'" Perue-mb qc ;A O iDpnbu:j
de Di'iT'S
Ku Marques de 0;i da 4?
Medico, parteiro c operador
i)r.M:u,oeicaiiosieG...v,,| O Dr. Gemiiiiano Cost
i,
s* do voiia de sua viagein, previ uo*
soua
sen
choiit s que resi .0 o
c msultorn aberto
PARECER SOBRE O PEITORAL DI
-. CAMBAR^
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
i^irs, de Pelotas, tirei sempre muito
C D consultas do las 3 horas^ ;b'"1 resultado, quer na enfermara de'
J, tem
C-rua Barao da Victoria 11 61, l-^j
jj-auar.
Acceita chamados a qualquer
^hora para, dentrj c pira fra da
S cidade.
9
o;
Um cont de ris
cuar, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que sorTrem de bronchi-
te, principalmente astlimatica Dr.
Gcmiiiiauo ios da Costa. [ Belcm .do
Para ]
2.850*800
Precos do da:
Carne vetde de 200 a 900 rs. o kilo.
Suhi.- de 9UO a I* dem.
Ca-neiro de l000 t. i*2o0 dem.
Pancba de 709 9di' rs. a cnia.
Miiro de 600 700 n. coia
Feiao 1 e 1*500 a 2*01 0 a cu'.a.
Mcrjo fssperadoa*
De Pelotai*
E Logar ooru'gce^se H-nf.
L'jlm' ooroegoeiirt Alde^aran.
Pai-.crio poriugoez Ua'innull.
' a a bo a li ti'.ao Hu 1- I "i.
Pa oCno a-ten;m Aimn:.
Paiai no allemao Hirig n1.
P.tacno dmamirquez.1. P. L;ssjm.
Luear ngiet Cavalie'.
Ltik'ar nulez A'irora.
frique bollaonez ste^deo.
Piiicno lie, 5'i Anije.
Paiai'lio fneco Helmao.
Paucio belga Emil
Lugar no'iooei M. Enpregoeira.
Paiacbo allemao Ville.
Logar ooruegnenfe Cnance.
Lagar ic Jez Artnu'.
Patacbo nacional Tnerea.
Barca no oeguense Hana.
Lojjar in.ltz Gaalier.
Logar portogop Ma'iribo VII.
PattcbO alli-mo Harold.
Lugar mglez Aurora.
De Cardirl
Barca noruega lidia.
Barca ooraega lljar.o.
Birca ingiera iames Liversey.
Barca 00 oega Poiley Moti.
Lagar noraegoeose Airaaa.
De HamDorpa
Logar allemao S:.w n
ue Terrp Nova
Lugar ingles Belleol (Ae Etc.
Vapore a vosrar
Mea de Dezembro
aTagn?. do pul. a 12.
tfoaioirr, do sil. a 12.
Kabiraa.dosol, a 12.
P raiyoa, da Eorop?, a 12.
Sk (.eso.u'y*. do Sol, a 12.
afj:n a. uoN-Tie, i 13.
aMagdaleoa, da Europa, a 13.
Galilea, do sal, a :
Colandgax. t'e Ne^' York, 15.
Co'rienle, da Earopa. a 16.
Imperial Princea, de NfW Yuilt, a 46.
Crdoba, da Earopa a 17
Mi'ies Brotzo, ao so a Io.
Catan a, de Ha nbjr^u, a 19.
Sil, do sal, a 20.
D Kdogne. da Earopa, a 20.
Nile, du ral, a 21.
Lae Palmas, da E.iropa, e 25.
Vapores a saiaSs?
Hei de Des^mbro v
Norte Aisgoas, 12, i horas.
Sal. Itibira, 12, as 4, ora.',
nio de Janeiro, ftelleca. 12, s 2 horas.
Sol. Magdalena, 13 s 3 bora*.
sfw York, Galilea, 44, as 2 1i,ras.
Su', Parabyba. li, i 4 oras.
Sol, Olmda, li, ?a 4, no-as.
Sil, Golendge, 15, a* 4 beras.
Sul, Afgban Pnnce 16, as 2 horas.
Sol, 1 n:-imo, 46, aii 4 bor,
Sal, pjrreoto. 17. s 2 h >ra
Genova e esc, Sat'to Brasso, 1
Sol, lnperial Prince, 19, as 2 hor.e.
Sul, Corrientes, 49, hs 4 borss.
Sil. D-rdogne. 20, is 3 horas.
Sol CordoDa, 20, as 3 horas.
Europa, Nile, 21, as 2 horas.
Sal, CatsniB, 22,881, tores.
Dr. Bastua de OliveirsiMedico
parteiro; consultorio rua do Mrquez de
()lma, antpra daCadeia do Recito n. 18
1." andar. De vnlta de sua viagrem da
Europa onde visitn os principaes hospi-
taea a Pars, aviso seus clientes ami-
ZT~ oa que contina dar consultas de 1 s
lendo sido accommetida de tubcr- 5 ,~ ,-, j 1
lloras da tarue. Recebe chamados a
qualquer hora em sua residencia na ra
fio Hospicio n. 46. Telephone n. 305.,
Da-se um cont de rc'is em moeda
corrente a quem provar a nao autlien-
ticidade do attestado abaixo
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de ida Je, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, portim sem resul-
tado -
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por consclho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de a.lguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
tamente. iodo Antonio Pcrcira San-
tiago ( Socio da firma Santiago, Irmo
& C. do Rio de Janeiro ]
O agente Companhia de Drogas c Pro-
ductos Clnicos.
uaso deferas
Dezembro a. Feverciro
Geographia e Historia
TELO BACHAREL
lulio Pirca Forrcirtt
RLIA 13 DE NOVEMBRO N. 42
, fl.* anilicr
---------------->---------------
O Dr.. Lopes Pcssda
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
calo n. 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisso ;
[^bem como na Phamacia Francesa ] a
ra do Uaro da Victoria e Companhia
leBouibeiros do Reeife ; que ser en-
ontrado.
Dr. \unrs CoiiubraClnica-Me
ateo Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda 11. 56, onde d consultas
tas U as 2 boras da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e enancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
goledade n. 84, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio |
I>r. Itarrcto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
l.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
df. Wecker, de volta de sua viag-em
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setrabro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 2Q. Telephone
n. 287.
41 *C00 Sal, fcrdi Pilona., 23, U l horii.
Clin ica mcdico-ciruroico"
Dr. A rthttrCavalcanti tem Seu con-"
sultorio rua Duque de Casias n. 74
1." andar onde ser encontrado nos dias
uleis de 1 s 3 horas di tarde.
ReidenciaRua da inperatrizjn, II,
2.. andarTe'.esohone n. 430.
--------------------- 8 ------------------------
Olynpio de Oliveira
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipaco com tosse
pesesperadqra, s conseguiu restabele-
cer-se tomando t Peitoral de Cambar,
de Souza Soare .
O agente Coi-panliia de Drogas c Pro-
ductos (y/iimicos ,
MOAL
Extracgdds diarias infransieriveis
LISTAS NOS 3SBSMOSDlAh
NAO
Loteria
c
<

f

HA SEJHESPREMIOS IINTEGRAES
R 7.'
P S.
M 15.a
H is.'
E 84/
F 7.*
Grande Loteria
rhamamna a
20:0005000
24-OQGgOOO
20:0005000
30:0005000
15:(Xt00O0
20:00^1000
500:000,; 000
15O0
35000
800
;!>n0
SS00
1S00
1GS00
attonefio para csses novos impbriant<"iini*a
plano da
por

<
S

a



hojo
ainarili
14 de Dezembro



15
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Paiamento dos premios com toda a prosiptido
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CASA DA FORTUNA
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3.
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loteria
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serie da
loteria
loteria
serie da
loteria
loteria
serie da
loteria
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loteria
serie da
loteria
loteria
G.a
9.n
6.a
6.a
10.a
12:0005000
25:000S0D
15:000,000
12:0008000
30:0008000
15:0008000
12:0008000
20:0008000
15:0008000
12:0008000
15:0008000
15:0008000
12:0001000
25:0008000
15:0008000
40:0008000
12:0008000
13:0008000
S800
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2840 l
8800
2S400
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8800
28100
8800
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31
de Dezernbro










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venda
CASAS SOINHO DE 0UR0
PRACA DA INDEPENDENCIA NS. 3 E 5
RE DA i'ORTUNA
IIna 3." do Marco n. 11
12 de Uexeniltro
Symbolisa .r. azul dt espaco vito a
aurora festival de mais um anuo de exis-
tencia do hornera ingente de 13 de Maio
o benemrito da h:iminidade, o preclaro
consellieiro Joo Alfredo orreia de Oli-
veira.
E eu, que Dio asquee-j aquellas duas
grandes datas, o felicito pelo sea ani-
versario natal.ci de hoja, felicitando
tambera os seus dignos tlhos os Drs.
Alfredo Correia. Pedro Correia e Joo
Iiaptista, por to magesto.-o dia.
Parido de Valladares.
lo Eufe'ttr. Hr. |awty ao
8p. IIp. adniiiistrador do Cr-
relo.
O abaixo "asignado vem por meio da
iuiprensa, pedir ao I!jra. 8f. Dr. (nes-
tur e ao Sr. Dr administrador do Jor-
reio, para o ino paocedimento para um
Sr empregado de nome Pan.philo Julio
da Costa Cima, que ajilando-se embria-
gado veio em minha residencia no lugar
Saut'Anna, a-gredir-me, a nao achando-
rne presente oi bastante para que o re-
ferido desordeiro wjurias&f com pala-
vras obcenas minha mulher e toda mi-
nha famili que achava-se prsenle
como provo com todas as pessoas que es-
tavam presentes na occasio.
Chegando eu em nr.nha casa as 5 ho-
ras e 29 minutos da tarde ainda encou-
trei o dito desordeiro que tratou de inju-
riar-me anda peior do que tinha injuria-
do a minha mulher e a toda minha fa-
milia.
s Jeste nao nem o priraeiro nem o se-
gundo que tem se dado uo referido lu-
fc'ar- ,
Adraira-rae como e oue urca reparticao
ermo o Correio do nosso Estado, teui
um empregado que s vive da embria-
gues a promover desordens, e a injuriar
s familias honestas como acaba de ser
a minha, per nte todo povo que achava-
se presente.
Por isso vanho pedir ao Exra, 8r Dr.
(uestor e ao Sr. Dr. administrador do
Correio providencia para punir o celebre
desordeiro, para que taes factos no se-
jam. repetidos.
Providenc a a beru da humauidae sof-
iedora, desses turbulentos.
Racife, 12 de DezemL>ro de 1891.
Jos de A. Carvalho.
.---------------.*.---------------
Copia da copia
Coinmendo do 30" batalhao de infante-
ra.Acampamento no Cacequy 23 de
Outubro de 1804 Ordem do dia n. 2
Para couliecimento deste batalhao e
devida execuco, publico a seguate
Victoria liipubl.cana -Hontem a Rep-
blica registrou tima gloria.Os bandidos
ini miaros da patria em numero superior
a 400 homens tiveram a louca pret-nco
de ap derar se da villa o Rosario guar-
necida por pequea forja republicana que
brilh-ntem;ne offereceu tenaz resistencia,
e apis duas horas de nutrido fogo. re-
chachou os vndalos que soYreram gran-
de prejuizo, ficando no campo da lucta,
entre outros o tenente-coronel que o?
commandava e ura irsjor.Este bata
lho foi naquelle feito d'armas brilhante-
njente representado palo contingeate que
na referida villa se achava ao maedo do
bravo e intelligente capito Juo Erny-
gdio RamaLo, que portou-se com muita
bravura, pois foi devido a esta pequea
forca do batallo que o inimigo nao se
apoderou aquella parte.-'-Este comman-
do or^ulhoso e eatisfeito cora aquella
procedlraanto que mais urna vez relem-
bra as gloriuzas tradieces e feitos d'ar-
mas piaticidos na presente revolugo,
pelo batalhao que tenho a honra de com-
mandar, coigratnia-se com o Governo da
Repblica louva ao cidado capito
Emygdio Ramalho pela bravura, tino'
militar, calma e itftelligencia com qus se
portou e conduzio combate, commandaclos : bem assim, louva o c'da-
dao alfares ero commisso Jo5o Malfado
de Oliveira Prxedes, Io sargento F.*an
cisco Camacbo de AragSo e 2* dito Julio
Cwar ue C.ialro ilai'aos, poli, b..vara,
sangue fro e lliraitada coragem cora que
se distinguir ni no citado como consta
da pj rte enviada por aquelle capito,
etc -Antonio lupy Ferreira, tenente-co-
ronel.
Ao l!\[i. Hr. Ii-. (aovernador
do Estado ()
Acabo de tornar-me urna victima do
arbitric do juiz do 5 districto municipsl
de GoyannaFrancisco Raposa da Cu-
nha Reg, o qual, atrevidamente, trans-
gredindo a le, Casou-me violentamente
consentir que eu nem minha familia con-
tinuemos a ser victimados pelo juiz dis-
trictal de Catuama.
Recle, 3 de Dezernbro de 1894.
y os Horacio de Medeiros. *
cordo com o acto e nstrucfoes de 12
de Agosto do mesrno anno.
O director,
Affonso V. de Medeiros.
Conselho Econmico da II.-
particao di.' Marinha
De ordem do -r. capitSo de fragata
Jos Pereira Guimaraes, inspector deste
Arsenal, taco publico que recebe-se pro-
pesta em cartas fechadas no dia 15 do
corrente mez, as 11 horas da manhJS, era
um* das salas da Sectaria da lnspaccEo
para o fornecimento de madeiras e outros
materiaes a este estabelec ment, suas
dependencias e aos navios da armada na-
cional estacionados 110 porto deste Esta-
do, durante o futuro exercicio do 1895,
observadas as dispos.coes dos artigos ,176
e 178, e seusparagrsphos oregulamento
que baixou Com o decreto n. 745 de 12
da Setembro de 1890 os quaes vo abai-
xo transcriptos :
Art. 176. Sao deveres d.s proponen
tes
l* Encher com precos por extenso e
em algarismos a proposta impressa, que
Iba ser fornecida pelo secretario ao Ar-
senal a qual datar 6 assigrnar, para ser
apresentada -ao Consulto Econmico.
2o Entregar pessoalmente ou por seu
legitimo representante devidamente ao
Conselho Econmico no lugar, dia a' lio-
ra annunciados, as respectivas propostas.
3 Exibir aim da certido do respe-
ctivo contrate a cial, quando nao fr fir-
ma individual, os documentos que pro
vem ser negociante matriculado a haver
ago os impostos de casa commercial re-
ativos ao ultimo semestre.
8 4o S.lo" dispensado de apresentacio
de matricula na Junta Corrmercial as fa-
bricas a os estabelecimentos induotriaes
da Repblica, a terao estes e aquellas a
preferencia sobre os outros concurrentes,
era igualdade de conccas e circunstan-
cias d^vidamente provadas.
Art. 178. paragrapho nico. Alm do
prazo estipulado os fornecedores conti-
nuariio a suprir por mais 50 dias as mes-
mas condicoes, ae asfira for julgado ne-
cessario, e sem que iflto esnstitua direito
para a prorogacSo do contracto.
Os proponentes de\ero apresentar o
documentos de hablitaco at a vesperi
do Conselho, afim t se verificar se as
formalidades exigidas turara satisfeitas.
Secretaria da lnspecco do Arsenal de
Marinha de Fernarabuco, 7 do Dezambro
de 1894.
O secretario,
Antonio da Suva Asevedo
UD1TAES
Alfandega
Cont s qut de xarnm d? str arreridida relativas
ao exei nno de 1893
com Josephiiia de Oliveira Maciel, mu-
lher viuva com quatro filhos, e raaior da
30 annos, tendo eu apenas 18 annos de
idade.
Esse casamento, clandestino e indecen-
te, nullo e criminoso, teve lugar n
praia de Catuama, em casa do bacharel
Joilo Gencalves, aos 3') das do mez de
Novembro passado, estando presentes os Con a do uuocipo P^l-
soldados que me escoltavam, Pedro Fian- naelei o tn d^Saiemora
ciaco de Araujo a Antonio Candido do Co0,a do mu"' ",!JI,,I Pa|-
.T .^ _i j \m r* j r raart-r di mi-i le Ootooro
Nascimeuto, ambos do 1 Corpo de Po- CoDla ao ir.Q(Uiuio *< Pe
licia. iLarea nonn-zaefiveiiiDro
Feito o casamento, com coaceo e con-'
tra a vontade de raeus pais, fui conser- Cuita do o.u icioio de Qit
Devedsre U E. P. Kui de Pernam-
buco
Db or qoe flea macead > o craso le rito das aoa deve-
Ucres la Eatraia d Perrj Sol deaie Eslado.
ao^ixo derl .radoc, pira solverem seos dfbitoe,
firo o qoal proceder se Da a cubrao;a execa-
tl3.
onia do rooniripiu de Pal-
mares do mi-z de Julbo
Coma '-o mun'cii i 1 a Pal.
nitres do wt deAf; *t
124780
8I60
21C0
7<060
4*800
--------- 67900
papa iio ui>i a.' Janeiro
) preso, ate que o juiz recebeu, do Con A do ,, unldpl0 ne qu1.
do mez d'- Fevei o
o tr.umcip'O de Qii-
Nfi do mea de Marc
C'jni.i (l j uunicinJ a" Qoi-
papa do ooez de A'ci
C>nU dj moucipio de Q.i-
pap no mez de Maio
Con 11 do mi n ripio de Oji-
p*na d > m-z oe Juotio
Con a lo momcp'ii fle Qm-
pai no m z a Setembro
r.o-it-i do UjuOltip'o de Qn-
P ; "O id z de Oa Obro
Coma do municipio ie Qui
p^pa no mez d- Noven.nro
Cj a do tjddic po de Q:i-
p-ipi do mez de Deztmb'o
reverendo vigario de S. L.uren'> de Ta- p-p
jucurapo, urna carta, eclar; ndo que uo Cent
viria fazer o casamento religiaso.
Santa lieco!
E, ai'da meamo assim, fjide novo pre-
so s 10 hora da coite do m*smo dia 3J,
sendo solt no inmediato s 7 horas da
manh, dizendo-me ento o raesmo juiz
que sabia ir

eu para a cidade de
Goyanna tratar da nullidade do casa-
mento ; das, se assim succedesse, f.iria
nao sraente a minha, como tambera
a
Ah
desgraca de minha familia.
se os cargos de justica fossem
distribuidos entre os homens da con-
sciencia e illutrados, por certo que taes
anomalas nao se daara.
O juiz de Catuama a que me refiro,
nao est na altura do cargo que exerce,
24860
164700
124800
264660
194:80
S4520
144500
40
6C0
34160
de Pioellas no
Estrnd \ de F^rro Tim-
baiba a Nova Cruz
De ordem do Sr. Dr. engenhero chefe
se taz publico que, at o da 23 de De-
zernbro prximo, recebemse nsta secre-
taria propostas em carta fechada a devi-
dnraente selladas para o fornecimento de
objec'cos de escrpto io para o primeiro
semestre de 1895, sob as seguintes condi-
c5es:
1."
A relaco dos objectos estar disposi-
',o dos proponent-'s na secretaria d,a Es-
trada todos os das uteis das 10 s 3 l/''-
horas da tarde.
2.*
Os objectos serio fomecidos de accordo
cora as amostras que acompanharo as
propostas.
3.
Os proponentes tarao um deposito de
100S00Q na thesouraria da Estrada para
garanta das respectivas propostas.
4.a
O proponente cuja proposta for aceia
perder era bem da Estrada o deposito de
que trata o artigo anterior, caso nao as-
uigne o respectivo contracto.
Os depsitos das propostas ^nao aceitas;
sero restituidos aos proponen es.
6.'
O contractante depositar alm dacau-
;o do art. 3o raai a quantia de 400*5000
para garanta de seu contracto
7.a
O contractante ficar sujeto a multa
de 50-5 00 a 100$000 pela infraeco do
contracto, e ficar esta millo logo que o
valor dessas multas attnigir a oOOSOO'O,
s.
As propostas sero abertas na presenta
dos interessados a 1 hora da tarde do dia
21 do referido mez de Dezambro.
Parahybo, 27 de Novambro de 1894.
O secretario,
Josi Maria Nogueira.
Con'a do roonicipio
mez de Marco
Coala do moDioipiode Cicbolinbo no
mez e Julbo
Coma d Artor Harmogeoio Dntra
no mez ne Julnu
^ ,. .. 1111 uc "r silln
quer por nao dispor dos raquisitos essen- Co ;U de Be.ll caes, quer por ser manifestamente arbi
trario, violanto e bilioso.
u roex .ie S^ieorhro
Coila do Dr. Joo Zi'erina
Lyra
Pires de
Eis a farca, Exra. Sr. Dr. G'.vernador,
da qual fui eu a victima a continuarei a
ser ; embora osteja no exercicio do direi-
to de min::a defe/a.
Amanh, j nao direi commigo, mi-
iiba familia ser alvo das iniquidades
desse juiz, que nem ao menos conhece a
lei.
O casamento celabrou-se as 5 1[2 ho-
ras da maah', e as circumstancias pre-
drtcessoras delle foram as seguintes :
A 26 de Novembro fui nesta cidade
preso palo Dr. (uestor, a 2i remettido
para Goyanna com officio para ser en-
tregue ao delegado, que ento se achava 'Ibidoreg qje se enca-regnem
ausente. Inrp-za das memai -oa.
Succedendo, entretanto, que meu tio
Simplicio Bezerra de Figueiredo se en-
contrasse nessedia 23 com o Dr. juiz de
direito da Goyanna, e 0 conversassa a
respsito da minha priso, esta respondeu :
requeira Iiabeas-corpus que farei Jus-
tina, ou ento mandarei um carto ao Dr.
Joao Gongalves para nao demorar a v 1-
ta do preso; porm, s 9 horas da noite,
do raesmo dia, ordenava o
direito aos soldados que meconduzissem,
s 2 horas da madrugad para Catuama,
no qus foi attendido.
epois de minha partida o Dr. juiz
negouse a dar o cartao para o bacharel
1024500
74700
34000
1494692
114500
834440
4)04732
T>reir Seccaj da Alfaodeija, 6 de Dezernbro
de i89i.
O fhffe -"P seccS,
Clito Valterino Pereira.
4IUSU-1 dt- currara* c mlt'lhadu-
re* pxara o icrdro la remotio do
. i X varreiiura da rDM.
F-s sj. puollco a uuein u.t--res qner (i i-i ou1 al o tim ao crente rtez ?j fta-se
na renatco da Sopiruneodencia de Hyiiene
Manirlpal .>aervic> de remecao do lixo d.B var
reJoras das runa da Cldale em carr. ci* psicna
das por cavado oo Da:o. bem cerno u de l aCa-
)res qje se eDca-iegnem alariamente da
p-z3 das memai poa=.
P-f- (ura Municipal ao itecife, A de Dezernbro
de (894
O Saretario,
Joaqvim Jos Ferrnra di Ro'ha.
ccreturia da Justina, nego-
cios Interiores e IoNtruccSo
Publica 1I0 Estado de l*er-
nambucs
Directora da iustica. iSSecco
Dr juiz s1 Em 4 de Dezernbro de 1894
Edital
O cidado Dr. secretario da Justina,
Negocios Interiores e Instruc^o Pu-
blica, manda fazer publico, para os
Joo Goncalves, allegando que este tinha idevidos effeito.s, e em observancia ao
o raaior-interesse na causa, isto o ca- art- 2S do Regulamento expedido em
samento. 23 de Janeiro do anno passado, para
Referido bacharel rico e poderoso, je-xecugo da lei, n. 15, de 14 de No-
Eis em linguagem simples, porm, vembro de 1881, que se acha vago o
verdadaira, a historia do cas,ment, do cargo de Juiz de direito do munici-
qual vou promover a annullafo ; como.P'o de Palmares, em consequencia do
da circumstancias quo o preederam. fallecimento do magistrado que o oceu-
O facti certo qu3, contra mim, nSo'pava, Dr. Jos Jacintho Borges Diniz.
ha crme algum, e sra nte por maio de- Aj**? d? 9ue. se..trata Wri preen-
um casamento hybrido poderiam triam-
pliar meus perseguidoras. '
Aguardo que o Exm. Sr. Dr. Governa
dor, to justo e humanitario como n5o
^'C) Repetese por ter sabido com incor-
D^ orueui ao Sr. D director Reral das 0>ra?
Pblicos e Vlagao dj Eaido, -e faz pool Co, io^
00 .i 3i ao corre la 1 dora da ia;d s.-^ r^-
cebera nesta ret>arlic3'> em carta feciuda, po-
pos'as devidamediH selhi iaa pa-a o fo ne mien-
to de rraierlaes de cdoairuc^o e oojectjs de
expediente, oei'.esaarioB ao ji.rue.ru rex s:re
do anno vinduarr.
S serSo acceitag as propostas firma'as po-
oeeociaoles malriculado.
Para eer i amttir'o a concurrrcia, d*-poaiia-
r4 cida propooenie na ine-on-an de-u 'ep.r-
ii pe de se. convidioo pai'j ***\nu*' o ceotrMtu
nao o zer dentro do pr<^i- oh o>to das, cotila-
ios ii da-a do aiao qoe ili- lr expedido p, a
Os maieriaes e ar'ieos de eaciptorio sero 1-1
tolos de primeira qu li ia:e. devendo, no acio
da coicnrreocia ser p.p'es-madas as amjsiras
daqaelles que disso torem ea-cei fve?.
(is prejos das p'opisia- serio descriptoa por
t-\l'Lso. a "n razara, eui-'tnia- ou vicio da qoal
qoi-r esptcie..
Para garanta da boa e o contractaote recolnera no cotre desia repar
t>cao t'.na r:iino em dintieiro, apolire da di
na pnOlira Federal oa e.-t.idoal. oa cderoei
da Caixa Scjnomica, caa imoortaocia Iba sera
oppo'iunamei.tj arbitrada p: > director, em
Vlsia d 1 va o- provavel do CntraclO. S
A directora nao ee-a obrigada a reconbecer
Di caso de a lecijjen o do coolr.icaule direiiu
a reserso do roatrecto i hetdei'oa.
ludas as infori- ages preewU 3er5o ores'a'a
oa 6ecrtiann desta repa ligio, onde ss encoo-
Tara lacitetn a relagio de lodus os artigos a
fornecer.
Secretaiia da Rpm'ticlio da Ob:as Publicas,
7 de Dezernbro de 1894.
O pecreario,
Miguel Nanes J'ianna.
E. F. C. P.
Fornecimcuto de Janeiro a
J un lio
De ordem da Directora d'esta Es-
trada, se faz publico que no dia 14 do
corrente, ate 1 hora da tarde, recebem
se propostas na Secretaria d'esta mes-
ma Estrada, para o fornecimento por
contracto, no semestre de Janeiro a
Junho de 1895, dos artigos constantes
da relacao que ser facultada ao exame
dos interessados na mesma Secreta-
ria.
Os proponentcs deverao apresenar-
se n'esta Reparticao a hora cima indi-
cada, trazendo suas propostas devida-
mente selladas, datadas e assignadas,
corh os precos escriptos por extenso e
sem emendas, razuras ou cousa que
duvida faca, a companhando-as as res-
Livros em branco com 200, 150, IOO <3
5<) folhas de papel almasso fiume pau-
tado, um.
Livros impressos com 200, I SO, e IOO
folhas de papel Jes pautado com en-
cidernaco, de panno e couro, idem.
Ditos ditos com 150 e IOO folhas de pa-
pel Carr ou Raisen, encadernado de
panno e couro, idem.
Limpadores de pennas, idem.
Mata-borro branco-ou rosado (carto),
folha.
Presilhas de metal branco ou amarello
de n. 1 a 4, caixa.
Papel Jes pautado, caderno.
Dido Carr dito, idem.
Dito Ecc dito, idem.
Dito Raisen dito, idem.
Dito Caronne dito, idem.
Ditc almasso fiume pautado, resma.
Dito Ministro, caixa.
Dito branco ou rosado timbrado para
officio, resma.
Dito Ministro timbrado para carta,
caixa.
Pastas de oleado formato Raisen
Carr, urna. {
Pennas de Prry n. 150 caixa de IOO
ditas, caixa.
Ditas Maliat de ns. 12 a 16, idem.
Ditas americanas, idem.
Pesos de vidro ou de metal para segu-
rar papel, um.
Protocollos de papel almasso pautado
com 200, 150, 100 e 50 folhas, idem.
RegDas chatas de bano, com frisos de
metal, urna.
Raspadeiras com cabo de madeira ou
osso, idem.
Tinteiros de vidro com um ou dous va-
sos, un.
Dita dita carmim idem, frasco.
Dita carmim bella-rosa, idem.
Para escaleres-
Azeite doce, litro.
Dito de coco, idem.
Azul ultramar, kilo.
Algodao da Baha, metro.
Algodosinho, peca.
Alvaiade de znco, kilo.
Dito de chumbo, idem.
Anu.relo francez, idem.
Argeoeis de ferro polido ou galvanisa-
do, um.
Rrinzao, idem.
Baca de louca p de pedra, urna.
Dita de Agath, idem.
Barro, tina.
Bandeira nacional de 2 e 3 pannos,
Per-
ferro,
a pelo Juiz de direito mais antigo
dentre os que requererem remoco no
praso de 60 dias, contar da.data da
publicaco do presente edital; si nen-
hum a requerer, o provimento ser
feito pela forma determinada" no art
'24 do citado R^gulamnto, e de ac-
Ifctrada de Ferro Nuil
n :111c buco
EDITAL
Fornecimento de impressos, livros,
ferragens, leos, tintas etc. etc. no /.'
semestre do anno de l8g-.
De ordem -o Sr. Dr. director engenhei-
ro chefe, se faz publico que at as 2 horas
da tarde de 14 do corrente, recebetn-se
propostas na secretaria desta Estrada,
para*o fornecimento por cortracto, no se-
mestre de Janeiro a Junho do anno de
1895, dis artigos constantes da relaco
que ser facultada ao exame dos iutjres-
sados na agencia d'esta mesma estrada
em Cinco Pontas e na adminisiraco Cen-
tral em Una.
Os proponentes deverSo apresentar-se
nesta reparticao a Lora cima in iicada
trazando suas propostas em cartas fecha-
das, devidaraente selladas, datadas e as-
signadas, com ospregos por extenso e
sem emendas, razuras ou outro qualquer
indicio qus demonstra duvida acompa-
nhando as tanto quanto possivel das res-
pectivas amostras principalmente dos ar-
tigos cuja qualidady nao esteja expressa
na rela;o cima rdeda.
Para se* admittido a concurrencia,cada
proponente far na Thesouraria da Es-
trada um deposito da auantia de 2005,
perdendo o direito de levantal-a, aquelle
que,, preferido para, o fornecimento de
qualquer artigo recusa?-se a ass'gnar o
contracto dantro do prazo de 8 dias con-
tados da data em que houver recibido T>
aviso que para tal fin Iba for expedido.
Na-agencia desta estrada em Cinco
Pontas e na aminisU-ago Central em
Una encontrarlo os^roponentes os rrode-
los dos impressos^ livros etc.. a se pres
tarao as inforraacoes necessaras.
Para garanta da boa execuco do res-
pectivo contracto, depositaro os oncra-
ctantes no cofre da estrada, urna quantia
fixada pelo director engenbeira chefe de
accordo com a importancia do forneci-
mento contractado.
Secretan % da Estrada de Ferro Stri de
Pernambuco em 5 d> Dezernbro de 1394.
- O secretario.
3csc Austrcvesilo Rodrigues Lima.
Para ser admittido a concurrencia,
cada proponente depositar na The-
sonraria da Estrada a quantia de.....
200S000, perdendo o direito a esta
caucao o proponente que preferido
para o fornecimento de qualquer arti-
go,.recusar-se a assignar o contracto
dentro do prazo de oito dias, contados
da data em que houver recebido o avi-
so que para tal fin lhe for expedido.
Para garanta da boa execuco do
contracto, depositaro os contactan-
tes no cofre da Estrada urna quantia
fixada pelo Director, de accordo com a
importancia do fornecimento contra-
ctado.
Secretaria, 5 de Dezernbro de 1894.
Jos de Amorim,
Secretario.
Directora (eral do Thesouro
do Estado
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Director Geral
d'esta Reparticao, faco pubEco que, na
quinta-feira. 20 do corrente,-ir a praca
em sessao do Tribunal do Thezouro, o
fornecemento de racoes e dictas para
os prezos pobres da Casa de Detencao
d'esta cidade, correspondente ao tri-
mestre de Janeiro a Margo do anno
vindouro, servindo de base o preco de
470 por cada raco ou dieta. Os Srs.
concurrentes deverao habilitar-se pre-
viamente na forma das disposices em
vigo.
Secretaria do Thesouro do Estado
de Pernambuco, 10 de Dezernbro de
1894.
O.chefe eje seccao
Mar anno A. Medeiros. i
Sade do Porto
Joo Alvares' Pereira de Lyra Filho
bacharel em sciencias jurdicas e so-
ciaes pela Faculdade de Direito jdo
Recife, major honorario do exercito,
secretario da Inspectora de Sade do
Porto de Pernambuco, em virtude d
lei, etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem, que de ordem do Dr. inspector
de Sade do Porto deste Estado, recc-
bem-se propostas nesta inspectora no
prazo de 30 dias a contar da data do
presente edital para o fornecimento de
objectos necessarios ao expediente e
material desta Reparticao.
As alludidas propostas ^ero feitas
em cartas selladas e fechadas e aber-
tas em presenca dos Srs. concurren-
tes.
Expediente
Caetas de madeira, duzia.
Caivetes finos com 4 folhas, um.
Cestas de vime, urna.
Cadarco de algodo, maco. '
Enveloppes para cartas, cento.
Ditos Timbrados para fficios, idem.
Ditos ditos para carta, idem.
Furadores de ac, um.
Fio pardo 011 de Cor, novello.
Gomma arbica liquida, frasco.
Impressos diversas segundos os mode-
los apresentados, milheiro. <
Lapes preto Faber-ns. 1 e 2, duzia. \
Ditos de.3 cores Faber, idem. ;
Ditos d3 borracha Faber, idem.
urna.
Baldes de zinco, um.
Ditos de madeira, idem.
Bilhas de barro, urna.
Cabo de linh, idem. m
Dito manilha, idem.
Dito Cairo, idem.
Croques de ferro polido ou galvaniza-
do, m.
Cer3 amarella, kilo.
Colla da Bahia, idem.
Copos de vidro ordinario, um.
dem idem finos, idem.
Chicaras e pires de louca p de pe-
dra, casal.
Cocos de ferro estanhado, um.
Cadernaes, um.
Dobradicas de ferro, par.
dem de lato, idem. .
Espanadores de palha, um.
Estopa de algodo, kilo.
Escarradciras de louca po de pedra,
una.
dem de ferro esmaltado, idem.
Porquetas de ferro polido ou de lato,
una. '
Fio de algodo, kilo. ,
dem de vela, idem.
Fechaduras de ferro ou de lato de
' urna e duas voltas, urna.
Gomma lacea, kilo.
Giz, kilo.
Jarras de barro com e sem torneira,
urna.
Linha de barca, kilo.
Lixa esmeril, folha.
dem papel, idem.
Lona Imperial, metro.
Moitoes, um.
Manguera de borracha, urna.
Ocre, kilo.
Oleo de linhaca, litro.
Pos preto, kilo.
Pixe, litro
Pinceis para pintor de qualqner nu-
mero, um.
dem para calar, idem.
Presos francezes, maco.
dem ripacs, idem.
Pregos fcibraes, cento.
dem de cobre, kilo.
dem de Ierro galvanisado, idem.
Phosphoros, maco.
Guiris de qualquer tamanho e gros-
sura, um. /
Roxo tena, kilo.
Remos de faia, p.
Sebo em bexigas, kilo.
Sabo, idem.
Sabonetes finos, um.
Seccante branco, kilo,
dem de cor, idem.
Sigriaes para escaier,- um.
Sapatlbos de ferro galvanisado ou de
latas, idem.
Tinta ingleza Stephens blue black, li-
tro.
Tijolo francez*; idem.
Tapete, um. "
Tsatabranca em massa, kilo,
dem verde idem, idem.
Taxas de ferro, maco.
Iderv de cobre, idem.
Toalhas felpudas para mo, urna.
Varo de cobre, kilo,
dem de ferro, idem t
dem de dito galvanisado, dem.
Veriiz copal, litro.
Ven-urnas sortidas, duzia.
Va'ssouras de piassava chapeadas, urna.
Idcrn de timb idem, idem.
Verde francez, kilo,
dem, chromo, idem.
Zarco, kilo. ~
. Inspectora de Saude do Porto
Pernambuco em 26 de Novembro
y. A. Pereira de Lyra Futo
Secretario






de
de
Estrada de Ferro Sal de Per-
natfbuco
EDITAL
Servico de carga e descarga
Ea ordam do Sr. director engenhero


"chufe faco publico que at s 2 horas da
tarde do dia 2J 10 corrate, recebem-se
asecretaria desta estrada, propostas em
c*fta fechada para o servico da carga e
descarga de mercadorias ca estacSo de
Una at 31 de Dezetnbro do anuo pr-
xima vindouro.
Para ser admitzido concurrencia de-
positar cada proponente no cofre da
Estrada, a quantia de 500S, perdendo o
direito de levantal-o aquelle que, prefe-
rido para a execucio do servico, n&o as-
signar o contracto, dentro do prazo que
lhe fr fixado no aviso que. para esse
fim:, lhe fr expedid .
O servico de carga e descarga estn
de se s mercaduras de importaco erex-
portado conforme as condiciJes geraes
que sero facultadas aos iatereseados nes-
ta secretaria.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul de
Pernambuco, 10 de Uezembro de 1894,
os Austregesillo R. Lima,
Secretario.
-*------------------------------------71----------------------
irada de Ferro Sul de Per-
nanibuco
EDITAL
FORNECIMENTO DE DORMENTES
Durante o anuo de i8qy
" De ordem do Sr. Dr. director enge-
nheiro chefe se faz publico que at o
dia 20 do corrente s 2 horas da tarde
n'esta secretaria, recebem-se propostas
em carta fechada e devidamente sella-
das para o fornecimento de 45 000
dormentes, conforme as condifes ge-
raes abaixo publicadas.
As propostas sero para fornecimen-
to total ou parcial; nao se recebendo,
porm, propostas para fornecimentos
inferiores de 10,000 dormentes.
dos 30 dias que se seguirem, o forne- mente fechadas e selladas ate o dia 17
do corrente juntando amostras de cada
mercadoria a fornecer e fazendo os res-
pectivos precos.
Secretaria da Faculdade de Direito
do Recife, 10 de Dezembro de 1894.
* O Secretario
lodo Jelesplioro da Silva Fragoso. .'
cedor nao apresentar a marca?3o os
dormentes necessarios para completar
.1 quantidade do prazo anterior, ser
imposta a multa de 2uS por centena ou
fracfo e por mez de atraso, a comegar
a contagem do tempo, do dia em que
terminou o prazo.
As multas sero descontadas no pri-
meiro pagamento que se fizer, depois
do praso cujo fornecimento esteja su-
jeito a multa.
Ar. 8.'Rescisao
Quando os dormentes que deveriam
ser entregues em um prazo, nao o te-
nham sido no limite do prazo fixado
para o fornecimento immdiato, a ad-
ministrado da Estrada poder rescin-
dir o contracto perdeddo o fordecedor
na parte da cauco correspondente ao
valor dos dormentes com que deveria
entrar, restituindo-se o excedente sem
que tenha direito a reclamafo alguma.
Ar. grCaufao
BJPara garantir o cumprimento do con-
tracto, o fornecedor depositar nos co-
fres da Estrada urna caucSo correspon-
dente a dez por cento (10 0/0) da im-
portancia total do fornecimento, to-
mando-se para base do calculo o preco
medio das 3 classes.
Palmares, 10 de Dezembro de 1894.
M. Agaiar Moreira.
Director engenneiro chefe.
de
Estrada de Ferro Norte
Alagos
De ordem do Sr. director engenheiro
Cada proposta vira acompanhada do
um conhecimento de deposito da quan-
tia de 500$, feito na Thesouraria desta. *"+* **!**>% que at s 12: horas
Estrada.
Si preferida a proposta por quem a
tiver apresentado, a caufao aqu exi-
gida reverter para os cofres da Es-
trada.
A administradlo da Estrada reserva
o direito de rejeitar as propostas apre-
sentadas, caso entenda nao serem van-
tajosas as condifes .propostas pelos
concurrentes.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul
de Pernambuco, 10 de Dezembro de
1894,
Jos Austregesillo R. Lima.
Secretario.
'C^NDICES GERAES PARA O FORNECI-
MENTO DE DORMENTES
^Ari. /.* Aladeiras e sua classificacao
As madeiras dos dormentes sero
classificadas em tres classes :
1." Classe
Aroeira.
Amarello vinhatico.
J3arauna.
2.1 Classe
Balsamo.
Jacaranda.
Pau ferro.
Pau d'arco roxo.
Pau d'arco amarello.
Sapucaia.
; da manh do dia 17 do corrente, rocebem-
f se propostas na secretaria d'esta estrada
para Lrneeimento, por contracto, no se-
mestre de Janeiro a Junho do, acno vin-
douro dos artigos constantes da relaco
que ser facultada ao exame dos interes-
sadrs no escriptorio da Estrada Sal de
Pernambuco, em Cinco-Pontas
Inspectora Geral de lly-
giene 1
De ordem do Dr. Inspector Gera
interino para cumprimento dos arts. 41
e 46 do regulamento vigente, sao con-
vidados os Sr. Pharmaceuticos Dro-
guistas, proprietarios e consignatarios
de medicamentos de formulas secretas,
nacionaes e estrangeiras, a requererem
o registro das licengas que lhes tiverem
sido concedidas por autoridade sanita-
ria da Repblica dentso do praso de
30 dias para os Srs. Pharmaceuticos,
e de 90 para os ltimos, findo o qual
s ser permittida a venda dos medica-
mentos cujas licenfas forem registradas
n'esta Inspectora, publicadas pela im-
prensa nao podendo ser os outros seno
depois de examinados e approvados.
Para o mesmo fim sao. convidados os
donos ou directores das fabricas de
vinhos, licores, aguas mineraes etc. etc.
marcando-se-lhes o prazo de 30 dias.
Secretaria da Inspectora Geral de
Hygiene do. Estado de Pernambuco em
26 de Novembro de 1894
O secretario
Bacilar el Apollinario A. M. Henriques.
Inspectora Geral de Hi-
giene
De ordem do Sr. Dr. Inspector Geral
interino, scientifica-sfc novamente aos
Sr. proprietarios de casas novas ou re-
paradas e as de aluguel que vagarem
para cumprimento do art. 39 e seus
paragraphos do regulamento que baixou
com o Decreto de 23 de Outubro ultimo
que as ditas casas devero ser exami-
nadas pela autoridade sanitaria dentro
do praso de 3 das, contados da desoc-
cupaco; incorrendo aquelle quedexarr
de cumprir a disposifo regulamentar
na multa comminada no art. 59 do
mesmo regulamento.
Secretaria da Inspectora Geral de
Os propouentes devero apresentar-se
n'esta reparticao a hora cima indicada,
trazenao suas propostas em carta iecna- ,, n c ,*" __ ___
, ., v \. lia Hygiene do listado de rernambuco, em
da devidamente selladas, datadas e as- ,/^n.,^^^,^
signadas com os precos por extenso e sem
emendas, razuras ou cousa que duvida
faca, acompanhando-as tanto quanto pos-
sivel, "das respectivas amostras, principal-
mente dos artigos cuja qualidade nao
enteja expressa nn relaco cima referida.
Para ser admittido a concurrencia cada
proponante far na Thesouraria da Es-
trada at o dia 16 do corrente um depo-
sito da qua tia ae 20($, perdendo o di-
reito de !evantal-a, aquelle que preferido
para o fornecimento de qualquer artigo
11 de Dezembro de 1894.
O secretario
Bacilar el Apollinario A. M. Henriques.
Secretaria da Ju tica, nego-
cios Interiores e InstrucciEo
Publica do Estado de Per-
nambuco
Directora da Instrucfo Publica, em
11 de Dezembro de 1894.
EDITAL
Nao tencTo comparecido no dia por
recuzar-se a assignar o centrado dentro mim designado, os membros apuradores
do prazo do 8 dias, contados da data em
que para tal fim lhe for pedido. Na
Sapucaia-rana.
Sucupira.
3." Classe
Angelim.
Buranhem.
Bom Nome.
Carne de vacca.
Camacary.
Corafo de negro.
Cumar.
Gororoba.
Guarab.
lxnberiba preta.
Jatob.
Louro cheiroso.
Merindiba.
Oiticica.
Pequi.
Query.
Tatajuba.
^jLrt. 2-, Estado, Forma e Dimensoes
dos dormentes
Os dormentes sero perfeitamente
saos, de quinas vivas e isentos de) bran-
co, fendas, brocas, brosios, nos caria-
dos ou outros defeitos.
Sero rectos, de secfo rectangular,
e com os topos em superficie relativa-
mente plana e cortados em esquadro.
As faces sero serradas ou perfeita-
mente lavradas a machado, a que rece-
be o trilho ser exactamente plana.
Os dormentes tero :
i,85 de comprimento.
O"',20 de largura.
O", 13 de espessura.
Art. 3. Tolerancia
Ser tolerado :
I.* quaes faces verticaes (anterior u
posterior) dos dormentes tenham urna
curvatura, comtanto que a flexa, no
centre do dormente, nao exceda a
(O", 10) dez centmetros.
2.0 que a secgo transversal seja tra-
pesoidal, urna vez que a face menor das
duas parallelas tenha largura nunca
inferior a vinto centmetros (om,20).
Art. 4%.Logares do fornecimento empt-
Ihamento
Os dormentes sero fornecidos e de-
positados margem da linha, nos lu-
gares designados pelo chefe da linha,
e empilhados separadamente segundo
as classes.
Art. 5. Reje>to
Os dormentes rejeitados sero reti-
rados do recinto da Estrada pelo for-
r.ece'dor, dentro do prazo mximo de
t m mez, a contar da data da marca?o
para que tenham sido apresentados.
Excedido esse prazo a Estrada cobra-
-r por esse material a armazenagem
respectiva ou poder lanzar mo d'elle
* julgar conveniente, quer para em-
j>regal-o ou para ndemnizar-se da ar-
.mazenagem correspondente.
Art. 6.' Pessoal para o exame
A descarg.i dos dormentes, assim
como o auxilio durante a marcaco e
empilhamento immediato, sero feifios
por pessoal da Estrada.
mrt. 7.Ptasos para os fornecimentos
Os dormentes serSo fornecidos dez
por cento ctaranUros 3 primeiros meaes
Janeiro, Fevecdiro e Marco, lo 0/0 n
agencia d'esta Estrada em Cinco-Pontas
encontrarlo os proponentes os modelos
dos impreesos, lvros, etc e se prestaro
as informacoes necessarias. Para garan
tia da execu9o do respectivo contracto,
depositario os cont actantes no cofre da
I Estrada urna quaniia fixada pelo director
engenheiro chefe, de accordo com a im-
portancia do fornecimento contractado.
Secretaria da Estrada de Ferro Norte
de Alagas, M*cei<5 5 de Dezembro de
1894.
O secretario.
Alfredo de Albuquerque Gama.
para a eleico de um professor que no
Conselho Litterario represente a classe
convido-os novamente para comparece-
rem no dia 18 do vindouro, afim de na
sala em que funeciona aquelle Concelho,
proceder-se a apurco da referida elei-
co.
O Director,
Fclippe de Figueiroa Faria Sobrinlw
cada um do mezas restantes ; consti-
tmvAo aestna 10 prazns.
Tendo o prazo estipulado e si deatro
O capit&o Domingos Ferreira de Macedo,
juiz do l.- districto do municipio de
Quipap, em exerc'cio pleno da vara
de direito etc.
Faco saber a quem o presente edital vir
e d'elle noticia tiver ea quem interessar
possa que, por parte do teen te Agosti-
nho Leocadio Vieira por sen advngado
Dr. Vicente Saraiva de Carvaiho Neiva,
me foi reqaer do, na acc&o de demarca-
cao do terreno Brejinbo pertencente ao
mes:: o sapplicante com a propriedade
Areia Serra-Bode, conhecida por Brejin-o
do Amolar, que fesse adm tido a justifi-
car a incerteza da residencia da orpha
pubere Margarida, filha do fallecido
Joaquim de Couto, coiidomina da dita
propriedade e a ignorancia de quem o
seu tutor e tambera a existencia de outros
confrontantes descenhecidos, e sendo ad-
l-nittido justifica^So 83 citasse por edi-
tal a mesiiia orph, seu tutor e todos os
confrontantes do dito terreno Brejinho e
qne desconhecios sao do reo.uerente.
Tendo justificado o allegado pelo pre-
sente edital com o praso de'90 das, cito
e chamo a dita orph e seu tutor e aos
emais confrontantes e i
conhecidos para na 1.a audiencia desse
juizo, depois de feitas todas as citacSes.
e expirado o praso do presente edital, nos
termos do art. 16 do Regulamento appro
vado pelo decreto n. 720 de 5 de Setem-
bro de 1890, virem-se loavar em dita au-
diencia, que dada ms tercas-feiras de
cada semana na sala do Concelho Muni-
cipal desta Villa, ao meio dia, em agri-
mensor e arbitradores que procedam a
demarcado requerida, virera nesse mesmo
acto aesignar-lhes o praso da lei para a
contestacSo da acc&o ficando logo citados
para todos os termos da causa at final
sentenca o sua execucao.
E para que cegue ao conbecimeto de
todos, mandei passar o presente que sera
publicado e affixado no lu ar do rostume
e tambem publicado no diario official da
capital desse Estado.
Dado e paseado nesta Villa de Qnipa
p, em 9 de Outubro de 1894.
O escrivao do civel Miguel Joaquim
do Pego Bairos, que o subscreveu.
domingos Ferreira de Macedo.
( Pagou o sello e o emolumento do
juiz ).
Faculdade de Direito do Recife
De ordem do Sr. Dr. Director e de
accordo com as instrueces do Sr.
Ministro da Justica e Negocios Inte-
riores e officio circular de 31 de Maflco
de 1892, feco publico que se achaaber-
ta nesta Secretaria a concurrencia para
o fornecimento dos, objectos necessarios
ao expediente das diversas accedes
desta Factldade durante o primeiro se-
mestre do exercho de 18.95.
Os senhores concurrentes devero
apresentar as suas propestas devida-
Estrada de Ferro Sul
de Pernambuco
EDITAL
Fornecimento de carvao
De ordem do Sr. Dr. director engenhei-
ro chefe faco publico que at as duas ho-
ras da tarde do dia 20 do corrente, rece-
bam-se na secretaria desta Estrada oro-
postas para o fornecimento, por contracto,
do carvao de Cardiff, necesaario ao ser-
vico da mesma Estrada no 1 semestre do
anno de 1895.
Os propouentes sao obrigados a apre-
sentar suas propostas m carta fechada,
devidamente selladas e acompanhando
onheciment da deposito da caucho pro-
visoria de 5OO80O, que faro na thesou-
raria da Estrada.
O carvao ser de primeira qualidade,
tres vezes penetrado e posto pelo contra-
ctante em Cinco-Pontas, dentro dos carros
da Estrada de Ferro do Recife ao Sao
Francisco, correndo por sua conta todas
as despezas at aquelle ponto.
Os fornecimentos sero feitos por pedi-
dos assignados pelo almoxarife, rubricados
pelo director engenheiro chefe e dentro
s des-ldo P20 nximo de dez dias, sobpena de
multa a juizo do director engenneiro
chefe.
O contraGtante ficar sujeito a presta-
cao dd urna fianca que, para garanta do
contracto, sera Sxada pelo director enge-
nheiro chefe.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul de
Pernambuco, 10 de Dezembro de 1894.
Sos Austregesillo R. Lima,
Secretario.
DERBY CLUB
IDOS
PERNAMBUCO
GfiANDE FESTA
Solemnisago ao 6. anniversario
DO
Prado da Estancia
DOMINGO 16 de Dezembro de 1894
ULTIMA COMIDA DBSTE ANNO
Os Ingressos dao direito aos seguinles premios para a festa do Natal:
i. Urna linda e importante salva de prata de lei, .com 50 libras
berlinas.
2. Um riquissimo estojo forrado de setim azul claro, contendo um
portante servido de alto valor para cha, com 6 pecas.
3. Um finissiino lbum para retratos com caixa de lindas pecas de
msicas.
A dislribuifao dos premios ser feita pelas machinas DERBY CLUB depois do
ultimo pareo.
os mum :a(-32 nm v.i szkisiss lomees
Na Secretaria do DERBY CLUB, ra Duque de Caxias n; 20, l.
andar.;
Na Livraria Frnceza, ra 1. de Marco n. 9, e outros. lugares que
serao annunciados.
0 resto dos blhetes no dia da corrida nos portoes do Prado.
Os premios em exposifao na vitrine da casa de joias dos Srs. Joscph
Krausc & C, ra 1. de Marco n. 6.
Nesta corrida haver o recurso dos Sportmans em substituifao das
poules em raleios.
9ECURAGES
Prado Pernanibueano
Em reunio desta directora, "resol-
veu multar o jockey Pedro de Figuei-
redo eui iooS por irregularidade no ;.
pareo.
Pelo juiz de partidas os seguintes jo
ckeis por partidas falsas :
Pedro Figueiredo, Manoel "Pereira,
Balbino Moreira, | Jo-c Marcelino, Ma-
noel Miranda, Nstor, Manoel Cana-
varro, Luiz de Franca, Pedrosa e Kel-
ler multados em 50S cada um.
J3Na corrida de 9do corrente sahi-
ram premiados os seguintes nmeros :
i. Brinde 2490.
2.*. Brinde n 34.
3." Brinde 5060.
Secretaria,do Prado Pernambucano,
11 de Dezembro de 1894.
O secretario.
[Henrique Lemos.
Companhia
Exploradora de productos
Calcreos ,
Sai convidados os Srs. aecunistaa a reallsa-
rem dentro de 30 dias, a contar a uuj-\ a &
ma P'PBtacS de 10 0/j do capital sobscHp'O
od JOOCO por accao, em mio do Sr. tberoore)-
ro, uo escripior.o da compaabia, 00 caes do
Apollo a. 73, das 10 as 1 horas na tarde.
Pdde-se aoa rocemos Sr accionistas de apre-
aeoiarfm fo rto do pasamento os recibo pro
visorios para aerem eotifiiioidos pel?s csniela
dpBnitivas.
Becife, 26 de Novembro de 1894.
* Rodrlco Lar.albo
Secretario.
Veneravel
Coartarla de N. 8 ti soledad* da
Be Vienta
Asserab a geral
Nao teodo comparecido numero legal de ir-
masa asaemb.a geral, convocada em S do
correte para a eleica da nova mesa regadora
desta veoerar*! coofraria, de ordem do iruio
jais torno a convidar a tolos os caros irmc*
a serem presentes t qne se reallsa em 11 de
mesmo, as 7 horas da tarde, e qoe s ra> formada
com ooa.qoer onmero de traaos que comparecer
como etiaioe o dos> compromlaad.
CoosUtorio da veneravel contra*ia de N. B. da
Soleaade, aoa 6 de Dezembro de 1894.
M. Hartios
Bacrivao.
wn_____________
COMPANHIA
Pernambuco Power
Factory
DIVIDENDO
No escrloto'io de ta companbia. praca do
-omiofno 6, pasa se o 3* dtvideodo corres-
pondente ao aooo odo, oa r to de 10 i/ O/o
*o aooo, 00 e)*in rs. 11:110) por aceto lotegra-
lieada e rs. 15:750 por accao a integralisar
Os portadores de .ccOes interali;adas qoe<-
ram apreaenlal-as para ser notado cas mesmas
o pagamento dn etvldeado.
necife, 6 de Deaeonbro de 4894.
A. J. B-rbora Vlanoa
Secretarlo.
Companhia
RecifeBse de PaoificaQao
A88emGla ce al extraordinaria
Sao convidados os Sr. cctonisias para se
reumrem em aasembla eeral extrairdinarla
para se tratar oa reform dos est3io'03 c inte
grallsacao das accOea, do lia 12 de D.-iembro
prcxiiLO, ao meio da, no 1* anaar aa roa Mar
qji de Olmda n. 1*.
Becife, K de Novembro tle 894.
0 preaioeote,
Joaqotoi Oliotu Battos.
Gompanhia
DE
Trilhos Urbanos do Recife a
Olmda e Beberibe
Cs Srs. accionistas desta companhia fio con-
vidados a se reonirem em assembla geral ex-
traordinaria, no d:a 17 o corrente, ao malo da
00 aalao da A;so aco Commerrin BeneGcente.
para deliberares) sobre orna pr.ioo:a de qnita-
oao ero favor do ex-tbesooreiro da mesma com-
panbla, e tambem sobre ama ontra da directo
na. em reUc*e a orna emiaeao de debentu s.
Racife, 1 de Dezembro ae 1894.
Ben'o Magalbaes
Ger-nte.
CoBpanhia de Tecidos
de Malha*
A directora de**a oripaob^a convida ao3
Srs. a'cionistaa par^ reuiirem se em assembla
geral ordinaria, no da 28 do crrente mez, ao
roe'o dia, no 1* andar do sobrado o. 44. ano
ma do Commercio (entrada prla rea ao Terrea)
-.tiT) de t'Hiar-se da pre-ta(j de costas e ca
eleiga > do novo conge'.ho Oacal. m coDltroa-
(3o conatitoir se-ha a mestea ees;3o em assem-
nla geral extraordinaria, afim de refjrmar--
os estatutos eeie er se a nova directora.
Recife. 10 de Deiembro de 894.___________
ompanhia DistiUaciEo de 8.
los Carrciros)
Convido os Srs. acccioniscas a realisar
a 3." entrada de 20 0jq ao valor de suas
accoes ate o dia 15 do corrente em mSo
do'Sr. director thesoureiro no seu enge-
nho Tentugal.
Barreiro*, 1 de Dezembro de 1894.
Francisco da R Hollanda Cava Icanti S#-
brinlw.
Director-presideite.
uO
faNnia
DE
Tecidos Pau lista
Coamada de capital eoclal
Sao convidados oa Srs. sobscrip-.oresdearcSea
para o augmento to capital semai a rt-aitvareui
al o dta Xt) de DrifDib-o prximo viodooro, 00
ei rlptnrin n'orirno a tata coroo^iibis i roa D.iiB i-'^tfc o.l, .a...i o ....,, fc^a.ri
oltisa prestacao i^s a:(0>s sob de t0 0/o on 40f000 nnr <-ada ceftn.
Recite, 24 de Novtmbro de 1894.
. A &' J-!"'or,
Director s*crptarlo.
Costuras do Avm
de Guerra
De ordem do cldadao caplt o director Interino
oeste arsenal. coovida-ie a todas as coatoretras
matrlcoladus no mesmo arsenal, para reforaoa-
|imui ate) odia 31 do carrete, a- eape.iivas
cartas de banca, afim de serem tocMUdas oa>
nova matrrcola
ecfflw oe ewiaras E*t**o de PeroasBUoeo, n 1 eDematbroae
JI4,
'icio T>arcio R Ib-Ir o
Alfares eMungido. ,
^
A
Alheen Insie. Pernambaono
Scientiflcamis aos Srs. 'ocio?, que raans-ss
e-t.i sociedade f m aaarmb ea geral no eabbat3
15 do correte, s 7 boran da noite, aim de
ieter a nova oirectora qne t*'ii ce dirigir csi
oestiaos sociaes no anno ae 895.
Oatrosim, gc;eQtlfli-airo9, qae acbam-ae em
Inteiro vigor OS UuiOS eststotne.
Becife, 13 de Dezembro de 1H84.
Felioto Elysio
1 sm---taro.
Unio Benecente dos
Professores
Eja Sajl m Pacroi laiur
O paquete
Magdalena
E* esperad* da
Boropa at o dia
S de Desembro
aeguiodo depoia
da lodispensave
demora para
Baha, Rio de Janeiro Mon-
tevideo e Buenos Ayres
fl. B.Prevjoe-se aoa Srs. reeebedores de
mercadonas, qae a Companhia Mala Real iogls-
sa, cootnctoa rom aGeccat Staam Navegauon
Com pan vom servico de vapores semanaes qne
pa-tmao de Bordeaos e cognac, em ebegar a
SootbmptoD a lempo de baldeiarem as cargas
destinadas a America do Sal. para os vapores
desta companhia.
A Real Mala acceita por p-ecos raioaveis pat-
sageiros para Valparaso va Enenosj-Avres,
estrada dos Andes.
Tambem acceita passageiros para New York,
via Soct&too, por especial arraojo feito coa.
a Companhia Allemand Lloyd, podendo demora-
rem-3e na Ecropa casi o desejarem.
Redcelo nos precos das jmaaa^ena
lia ita* voUo
k Lisboa 1* classa 10 i 30
A'SoB.ampton 1* claasa 58 t 42
Camarote a reservados para ot passamuros dt
Pernamcnco.
Par3 carga,, passsgeus, encommendaa e di*
nheiro a lete, tfHi x"Wii f8
AGENTES
Amorim lrnio & C.
V. 3Roa do Hora Jaane N
Llnvd Braieiro
PORTOS DO SUL
O paquete O linda
C0MM AND ANTE I. M. PBSS0A
E' esperado dos porto* do
norte at oda 13 do cor
rente, Begoindo depois da
demora do restme para
Macei, Babia, Victoria, Rio
de Janeiro
As encommeodas sero recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, do trapiche Barbosa
ra ooovoCacao, conv.do de oovo aos srs. socios Caes da Companhia Peroamtmcaaa n. 4.
a con> arceerem orara 13 do1 cnente,-as II
horas do dia. oa *cola dj C'labooco, iiflm del Aos Srs, carregadores pedimos a sea attencao
disentir a rforma dos es^tatos, aevendo fanc- para a daasnla 10* das coaheclineotos qae a
jienar desta ves a as^eat lea ga/al com o na
mero de so: qao compirecer, de coufcrrjjida-
de com as rt:ipolcO-s gecreiaria da UatAo, osa i de Deasmfiro de
1884.O secretario oiermo
ADtoolo BdtbyiDio Vlinli
egtiinie:
o eaie de baver alf obji recia sacio coairi a
compaobia por avenas 00 perda, de aar felu
por escripio ao agon'.e reapsctlvo do Harte da
descarga, deatro de tres dias dspois de flnall-
Nlo prscedPQdo esia forisalidade, a rtmf*-
oh As panu>gen s8o tiradas ca mesmo eieripto
rio, at au 21/1 horas da t.rde do da da sabida
do vapor
Para carga, passagen3, encomniCBda e wlt
res iratase cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6BA DO COMMERCIO- 6
CHAGIJSS EPilST-
Companhia Frnceza
DE
PaTOga?5o a rapar
Linha rogol&r entre o Havre,
Pernamboco, Baha, Bio de
e SantOB.
O VAPOR
\
ZMoa,
Janeiro
Parahjba
C0MMANDAN1E
ra para
Bakls
LUCE
E' esperad* a
Boropa al' odia
S do ce repte
fegntra o eseis da
Oece 1 uti um
Rio de Janeiro e M*a>
toa
O vapor
Crdoba
Commandante Tbomas
E'esperadodi
Enropa ale o dia
19 oe DtifDbio
fe^t.noc cepcis
da dtBiGTa ucees
siria pan
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
Entrar 00 norte
Roga-se aos Sra. importadores de cacea pelos
vapores desta linha, qoeiram spreseslar den-
tro de 6 cas, a contar do da descarga dae at-
varengas qualqoer reciamaco concercesle a vo-
lomeg que or ventora tenham atenido para o
portos do sol. a.im de se poderem dar a tempo
aa provideccias necessarias.
Bkpiraro o referido prazo a compan&ia ci se
:sep'Dsacil:ea por extravos.
Recebe carga
a tratar com o
AGENTE
Aug-uste Labille
9Roa do Commeroio9
'.
Barca allem Alba-
troz
Para
Seguir brevemente com destino ao
Rara a barca allem Albatroz> para
onde recebe carga ; a tratar com o con*
signatario JoO de Aquino Fonsec,
Ra do B. do Triumpho n. 20
Prflce Line of Sleaisers
James Kuott, Newca.tJ3-
ou-Tyne
Linha regalar entr* os Eaia-
dos-Ualdos eo Krazil.e lo da
Prata.
E' erperado do
R'n de Jaceiioaal
is> de Des, bro
e t oir depois da
demora necessaria para u
Para e Nova-York
O vapor inglea
Kaffir t^rince
Para cargas e encommeodas tras se caen I
consif na tarto
Jobnstcn Pater $f O.
" Baa do Commeroio n. 15
O vapor naeional
Aguamar
Este vapor esperado netes poneos diis dod
portos do sol, segoiodo depois de ptaaeDa da
mora direoamecle para o
Rio de Janeiro
Para cargarencommendas e ditb.3 r> a freafl
trata-se com a
Conlgoatarta
GOmPA S1IIA INDUSTRIAL E C0MMBK1O DB
ESTIVA
58-Rua do Amorim- 58
Knotts i-rince- Line of Stea-*
mers
LESHA REGULAR ENTRE OS
Estadofi-lnidos, Brzil e E 4l
Prata
O vapor ingle2
Imperial Prince
P'eRperado do oorto de TXeW
York at o dia IO de Deiemsne
aeguiodo depois da necesaria,
demo'a para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carga encommendas irata-se cstsaoj
Ccnsignatarioa
Johnston Pater e Gomp.
Ra do Commercio n. 15

-ii
Coipanuial.ob.3!. SIojijbs Liw
O VAPOR
Sorrento
E' pspprado dt
N.w-Vot aoMsjg
poneos oiast so*
goiudo. 4 p> o 1
e Santos
etc.
para
Rio de Janeiro
Pars
eom oe
passagens, esrga^ Ireto
AGENTBS
tamnm it.
Baa Q Basasatrnia-o. O
1. andar
7


i I
i <

y
~
I
I
Iimgn Mantiis
"Vapor Dordogne
Ccjidie andante Fournier
Has entrara do porto.
XB' esperado
o da
da Europa at
* de Dezembro de fl 84
asestado depiis ta demora necessaria para
Rio de Janeiro. Santo, Montevideo
e Bnenos-Ayres
08 AGENTES
Burle & C.
42-RA DO TORRES42
! andar
H.
LE1L0ES
O uan fera, t, deve ter logar o leilao da
19ci,.s terreas narjaade do capo, Bem cono
a ofiniaa de ferrero, goiodastes, moendas, cal-
deir*. wneis, broozes, corrente* e maiioa oatros
objecos pertencerte ao espolio do sobdito iq-
gkx Ttiaias Dockray.
A'i8e 15 minles partir o trena qoe dar
pasaaeem aos cooco'rentes.
Quinta feira, 13. deve ter logar o leilao de
faimuas limo e variadas no armazem da roa
do Bmn i?-a* n. 43. bem como 1 pianj fo.-te e
oa roa me?eis.
Saooado. <>, ama casa em Giqo:, estrada
de JaOutlo o. 96.
Ao meto da. na Praga alacie! Plnbeiro, orna
lint* arroaco dcti
Doia moRHIs de pilluda completa, (pn.ntmu
e novidade i liada jirdioeira com guaro icao de
faiance, i lavatorio, diversas cama de ferro no-
vas para casado e toltetro. mezas de pbantazta,
cabldes, oatros -maito* tro eij e obieetos de
arto
Sexta-feira, 14 do corrate
A' 11 hora
Na roa do Hospicio, casa de zuiejo n. 14
O agen e Martlos 'ara leilao dos rlcose impor-
tantes movis de aparado gosto. exisleotts em
dita caa, a ra do Hosplco o. 14.
Leilao
De amamor-iia de Jacaranda, 1 dita ptiaota
zia, espelbo oval, qaadros, neos etageres, jarros,
encarradetras, cortinado e langas para os mes'
mea, camas pasa casal, toilette, guarda vestidos.
marquez-'S, kui'oico, porcelana pira lavatorio,
toa-da icua. anaradorea, cadeiras, cabldes
porcelana* para jantar e almoco, loecas, copos,
K = rraas, talberes, calix, diversos ubjectos de
elect'o-plate e mottos outros cbjectoa de casa
de familia
Sexta-feira, 14 doco/rente
A's Choras
O a.ente Gasmao. aotorisado i elo Sr. JosRa-
bello, aue madoa de residencia, fra leilao dos
movis e mais objectos existentes no 1* andar
do sobrado a roa da Imp atriz o. 42.
Leilao
Leilao
No Cabo
Qaatta-feira, 12 do corrente
O trem qoe d'1 paa>agetn aos concurrentes do
le lo oo Cabo, pa-te as 8 oras e 15 minutos da
Eaiac&o Jas Cinco Portas.
A'ai dos objectos men iooados vender-se ba
lambeta ama carroga para coodoxir caldeiras,
trillUM, mapas de fe"o 1 machina a vapor, i
grasad pedra de amelar temos, grelbas para
vaporee, macacos, 1 <. Ideira, 1 moeada, caixas
coca fe-ramentas, paralaros, polkas, cravus e
preigoe, cooiiOes de ferro e corree- s, vlvulas
nalar^jd, praocbt 8, taboas, caos, pollas, 1
gu:a-n-;e. 1 moen > varas de ferro, bombas,
movis e roan nova.
Agente Siiveira
Leilao
Qua-ta-feira, 12 do corrente
A13 U HORAS
S< armazem roa 15 de So
Ttabr* d 4 i
AISTIG-. DO IMPERADOR
O aevr.tf giiveir', por maodado e com assis-
teacaa 4o Bxm. Sr. Di. jolx de aozeotes, i re-
a meato do Dr. carador de auze ites, levara a
iiau osa bino com roopas e oatros objectos.
caa de Aotooio Galdino Ksteves anspecada
ato Mr* bataibao de lofaotaria.
Leilao
r Da pes de oxford americano, avariado d'agoa
do anr, par-e da oixa marca Nftf&C, o. 60, vic-
da dNtw York, no vapor inglez Leiboitr, ea
traioae-ie porto no da 30 de Oatapro do cor-
lento nao e em conliouacao oatras fazeodas
avarudas
Da casa O. 96 estrada do G qai a Ja'ioatao,
com 3 jaoellas e frente, portas no oiao com -
salas, 1 gabinete, 5 qaartos, cesieba (ri cbao*
propnui, perteaceaie a Jos Vielra de Scoza, e
-era vendid? por execucao da fazeoda e por
mandado do Il'm. Sr. Dr. jaiz dos faltos da la-
xen da
Sabbado, 15 do torrente
A'S II HORAS
Ageie Pinlo
RA DO BOM JESS N. 45
Leilao
Da ama Hada a*macSo envldrscsda e envero!-
xa>ia, almofadada toda de tecb, faia e Jacaranda,
balcao com lampo de pedra marmore, om repar-
timenio grande para escrloturio', garsntiodo-se a
cbave da casa qoe tem accommoda(Oes, qoiotal.
co.-iuba, fogio de ferro, agaa encanada, tanque
c apparelno
Sabbado, iS do correte
Praga Msclel Pinbeiro o. 13
'IJiBa-feraf l do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
BA DO BOM JESS N 45
Leilao
He toatfeae, cc'tobes, lencos, (retoces, col-
ebaf, caeemiras meias, algoJiosiobos e oatras
taa>*adtae de leilao
Quinta-feira 13 do corrente
A'$ 11 Aora*
Agenle Pinto
BfJA DO BOaf JESS NUMERO 45
Par ccasiao do lulo de f zendas avansdas.
LEILAO
Pa cidade do Cabo
Das 18 casas terreas, urna
ditaem a qual est montada
tima offciiia de ferreiro e
m^nsios.
Tres moendas, 1 caldeira
(foiija Je 10 cavallos), um
guindaste montado em um
Tragn.
Urna machina de 'ornear,
Eobresalentes, bronzes, cor-
reales de differente8 tama-
blios e grossuras e muitos
oatros objectos pe? tencentes
n olftcina do fallecido Tho-
az Do Kray
Na cidade do Cabo
, EM WFFERENTE- LOTES
<}narta-reirj*, .2 do corrente
4VS 11 HORAS EM PONTO
>t> agente Piuto anart a leilao oo dia e bora
adtaa mencionado, por aotorisaclo do Sr. con-
WaaS. M. Britnica, em pieseoca do seo de
'.gxia e por coota e risco de qoem pertencer,
eaeae, offic:oa de ferreiro, e a ais objectos
rtoocenie ao espolio do snbdiio Inglez Tbo
H Do K'ay, existentes na cidade uo Cabo,
lie eerfto vendidas com a ebegada do trem qoe
rte d* Reclfe as 8 horas e 15 minutos da ma-
I. de qoarta-felra, 12 de Dexembro.
Agente Pestaa
Leilao
, loucas e vidros
4exCafeJra, 14 do correle
1 A.'$ 11 hora
%ato a Estadio da Casa Ama relia, no Arravl
i (aote Pe-lana ve> dera oo da e hora cima,
movis segoiatef : li eadei-as de amarello, 1
irejaeca de dito, :i bancas de dito, 1 cama tran-
za de dito, \ m-.cboa de cosiara, lolas, vi-
r trem de cosloba.
ILeilo
tC esplendidos o ricos mojis de pbactaila,
retando de pma mebilia de pnaotaxla com 1
r,S dookerqoes (poria-bibelotj.e cadeiras ae
gtr.trofao. i ditas ^e bracos, f mesa de centro.
lia daokerqoe indiano, A cadeiras e 1 toilette.
Ha aot'ga de arte.
IJbm mobilia de carvalbo pira (ala de jantar,
osta de 1 goarda looca. 2 lindos aparadores'
pedra, 1 misa elstica 12 cadeiras de
lelo.
Engenko Penderama
LEILAO
Do importante engenho
Penderama, com todas as
suas trras e servidoes, ani-
maes vaceum e cavaJlar. car-
ros, movis e mais perten-
ces do dito engenho
Sabbado, 15 do corrente
Ao ieio da
O leiiio tera ogar
So armazem o. 3 da roa 15
de Xovembro
AMIGA DO IMPERADOR
O agente Martina levara
a leilao a requerimento do
Dr. Joao A postn fio Carneiro
Bezerra Ca val cante, inven-
taante dos bens deixdos
pela finada D. Mari a Cat ha-
rina Leonor de Seixas Fer-
rao. e por mandado do 11 lm.
Sr. Dr. juiz de direito do ci-
vel, em sua presenca, o en-
genho Penderama, com to-
das as suas trras e servi-
does, com oslimites edtniar-
caeoes actuaes, animaes vac-
eum e cavallar com todas
assuas dependencias e uten-
cilios.
Agente Oliveira
Leilao
Da importante propnedade denominada Praxe-
res, sita do Eaiado da Parabyba, comprebeoden
do ob sitios denominados Pedra Branca demar-
cado. Patrimonio aooexo ao primelro demar-
cado.
llmi casa de vivenda de tijollos e telbas. \
Urna dita de taipa cuterta de telbas annexa a
primeira.
Um telhetto de faxer farinba.
Subbao, iS de Dezembro
\o armazem a. roa 15 de So-
Tembro o. 39
Ageite Oliveira
Por mandado do Exm. Sr. Dr. joit de direito
do civel do moaielpio ae Ollnds, a reqoerimeoto
do inventarame do espolio do finado conego
Dr. Joaquina Graciano de Araojo, levara a leilao
em seo escrlptorfo cima dito a propnedade de-
nominada P'asesps si'-oada na Parabyba, perteo-
ceotrt ao dito eolio.r
Os Srs. preteodentes desde ji podero exami-
nar a referida prop'iedade.
Avisamos aos nos-
sos assignantes que o
Sr. Manoel Ferreira
Pinto, desde o dia 24
de Noyembro ultimo
deixou de ser cobra-
dor de assi^naturas
do Diario de Pernam-
buco.
Reeife, 6 de Dezem-
bro de 1894.
Os propriet arios.
Precisa-se de um
liomem habilitado a
fazer cobranzas, e que
d fiador a contento,
para cobrador de as-
signaturas deste Dia-
rio. Dirija-se ao es-
criptorio das 9 s 4
horas da tarde.
Alaga-se om grande sitij peno a estacao
de Tigipi e a margem do rio, com casa de vi-
venda de tijolo, e casa de aviameoto para fazer
farinna, com espaco^a varzea para plantago de
canoa e caoim, e bastante arborisado ; a tratar
oa ra do Lwrameoto o. 37, pbarmacia, das ti
boras ao meio dia.
AMA Precisante oe urna para coil:.ha'
em casa de familia : oa roa do v*igarlo d. l(j,
se20Bdo andar. _
Y--ie-se om r.ij Cvim <;aa e trucieir.s.
con 100 palmos de freo e. fondo at o rio, no
Ambol moilo perto da e.-t cao, fresco e s^dio ;
tratase no Reeife, roa do Livrameato n 33, 2"
aodar oo em OUnda, sitio delroote da igrtja do
Goartelo pe.____________________ *________
Venoe-se tima op>t a casa caiaoa t pinta-
da de novo, com om peqoeno sitio srb irisado e
todo cercado, oo Arruaa oode pira o trem ; a
tratar jooto aestsc&o.
Um terreno a roa Coooe da Boa Vista, com
46 palmos de frente e 700 de fand com a frente
as postaras da cmara e paredes ioteroai, e
material para om bom pr dio, com jardim e
sitio, alem de diversos predios e sitios, boas
residencias para foglr do contacto do cholera
que nos bate porta, e oto deixar para a nl-lma
bora, e terreos ; na roa do Rosario n. 41, se-
gando miar.
Cosinheira
Precisa-se de orna perita cosinbeira qoe darma
em casa dos patres, daodo loformacdes de soa
conducta ; a tratar na roa da Aurora c. 67, 1-
andar
Ven de-se
AVISOS DIVERSOS
Urna 'averna bem afregoezada e em om dos
pontos memores desta cidade a tratar on es-
enptorio desta redaecdo.
Cosinheira
Preclsa-se de ama boa cosinheira para a Var
tea : a tratar oa roa do O*" 19, loja.
Servente
Pre isa-se de om servente ; na refinacSo da
roa Dlreita o. 10.
Cosinheira
Prerisa-se de orna ama para cosinbar e com
prar, para casa de pequea familia ; na roa da
.mperatrls n. 5, V andar. '
Ama
Na r a Vidall de Hegreiros o 40, precisa-.i
de orna ama oa^a cosinbar rara doas pessoas
Demarcado de trras
Pelo eogeotieiro C C. Carlioi. Residencia na
cidade da Escada. rna do Rio o. H.
Caixeiro
Precisa-se de om caixeiro de 1S a 15 aore,
com ortica de moldados na roa do Bomiim
n 35 (Magdalena).
Copeira
Precisa-sede orna copeira a roa Daqoe de Ca-
xias o. 86, loja.
Santa Luzia dos Pobres
Na tgreja do Ra arlo de Santo Antonio, am
devoto desta veoeravel virgem manda celebraj
ama mi ta as 4 boras da maoba do da li oo
correte.
'Venderse
Dm pono com duas
roa da Roda o, 31.
columnas : a tratar na
Gosioheiio oa cosinheira
QPrecisa.se na roa do Commercio ?. 44, dando
se bom ordenado.
Funileiros
Precisase na fabrica de vlobo ce caja', de
Jos de Macelo, i roa da Aurora o. 111, de boos
fomle ros.
Sitio
Precisabas de orna eogommadelra ; na roa
das Flores n. 15, tiLlararla._________________
Um moco de coi.naoa, aolteiro, com bas-
taote pratica do eommerco e daodo garantas
de soa pessoa, offerece-se para dirigir qo Iq er
estebelecimen'o commercial nes a cidade oo
rra della, mediante io'.eresse nos lacros oa
contrato: qoem prete der deixe carta fechada
na redac^ao desta folba com a Inciaes M F
Precisa se de orna ama para aonar com
ama cria, ca, 4 tratar a roa da Ca'ea n. 35.
No armazem ae matenaes ae Agostiobo
Pedro, roa da Concordia o. 55, vende- e taboa-
do de loar j, proprio para soalbo e travejameotj
de todas as qoalidades. P.-eco sem competencia.
Aloga-8A orna boa casa com commodos
para familia, calada e pintada, na roa do Capltao
sello, em Beberlbe, para tratar com o coronel
Mello-___________________________________
Vndese om sitio em Bonito, com om
qoarto de legoa de frente e meta legoa de fondo,
todo regado po* diversas najeeotes d'agoa, e de
toda pro loca o, ptimo para se levantar am
engeobo d'agoa pir ser facilimo am cade, em
virtade de serem as Ierras todas acideotadas,
dala daestajio do Corte meos de doas le-
go ; a tratar oa na da Palma n 49.
> Precisa se alagar um sitio morado e qoe tenba
' algom pasto oa uaplm, e orna peqoeoa casa per-
to de linca de bonds oo 1* seceso de tren ; a
tata- na roa da Madre de Deas a. 10.
Servico deenterramento
Completo, a capricho e promptidao.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 26
Direcfio do
PAULA MAFRA
Carteira perdida
Na estacao da roa do Sol. bontem a tarde, ao
tomar o trem para o Arraial. perdeo se orna
carteira, cont ido de I6J a SOJuOO em sedlas
miadas, om bilbete inteiro da graoae lotera do
Rio e alguna papis sem importancia.
O bilheie se previoira em lempo para nao ser
pago, caso tenba algum premio : qoem a tiver
senado e qoxer entregar a seo doou recebe-a o
dtobeiro que m> ma centiuba e mais 204000
de graticacao, alem de ee agr decer a eotea
der-se a roa d Viscoode de itaparlca n. 2 es
ciiptono de Carcoso & Irmao.
SAUDE PARA TODOS.
UNCUENTCkHOLLOWAY
0e de pemas e do peito ; tambem para as feridaa
. :*mo e para todas as enfennidades de peito nao
O Ungento de Holloway c m remedio infalli ve\ py. ,
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota eoi.
ee recqne..
Para os males de garganta, bronc* .s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e toe as as molestias da pellc nao teem semelhame e para os membros cont/ahido
juncturas recias, obra como por encanto.
Essas medicinas so preparadas smente ao Estabelocimento do Profcssor Holloway,
78, NEW OXFORD STBEET (a:it 533, Oxford dtreet), LONDRES,
vendemse em todas as pharmacias do universo.
s3T O compradores sao convidados respe:tesamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se dio tecm u dnecQaov
533 Oxford Stret, sao falsificaroes.

FERRO MAIimL^ODINBtnujjo.
Costo agrada-rcl torna a dar_com rapidez ao tanque sua rl |uoa e forr;a. Tfo di
prisao de ventro nao ennegrece oa dente. nac irrita o estomago.
MUS, 50, roa Bnlliii. Deposito em Portutinbueo : C*> da DaG6*S k PBODLCTOS CH1HIC0S.
t
Mij r Jone FJeueira de Paria
O un mors ua sucie-iaoe roen" erionca o mujor Jos Fuueira de Fna, man-
am soffragar ibe a alma oo trigsimo dia do
srs Infausto raesameoto, quarta-feira 12 do cor-
ele, na n-atru de Santo Antoolo. as 7 Ift ho-
ras oa manb. Coovidam os pareles e amigos
do illustre Oi:ado para assistirem a esse acto
e ieios .
t
*iMlV****WV* PREVINAM-SE
COM AS IMITACOES 'V*.A^*^VM*>''%
ESS-ORIZA
Perfumes Suaves e Concentrados
Si
SURTIDOS EM QUAESQUER CHEIROS
FUMARIA ORIZA
de L. LEG3A2TD
Inventor do Producto VERDADEIRO eaccredtado ORIZA-OIL
1 *i place de la Madeloine, Paria
ACHA-SE EM TODAS A CASAS DE CONFIANCA
****************** ********^-"^^^^^^^''i-virnrifinflftnfin
4oi Lntz da Silva taimaran
la. i-. de Gu mau Ly Gj naraes, E-io rdo
C da Silva Guimare*, Henriqne <\ Gismi) L.
GiuxarS'-s, Samoel de Gusui L Guimaraes.
I -ai>-' Gos ao i G. D ate, Aona i" Gusm&o
L. Gui.d 'ie Leopoldina A Alves Gaimaraes,
-11.' Hj.v.'inj Joaqoim T Rodovalbo, Ma-
na A. de Gasa o Ly-a e Anna de Gasmao M-
L'-i a, grade 'em ou intimo a'alma todas as
i" sscati que acomoanbarim os restos mortaes da
-eo espeto, pai. rogro, rrto e ucnado. a se
poltura ; e de novo as coovidam para assistirem
as ruusis de 7' dia qoe mandam rezar oa or-
dem 3* te S F-ancisco em Oinda, no dia qoarta
e ra 12 do ror i
^L
**&.
Licenciado pe Inspectora geni do Hygiene do Imperio do Brai
YAROPE-7ED
* X. (Codeiaa,, Tol oto.) BSBsssal En ba#
Mejor Jos rigunlra de I aria*
0 pariido repubimo de Ol'oda, em Qomsna-
gern memoria de seo pretado membro, mjaor
Jos Piguelra de FarUs, m^n a 'exar orna mieaa
no trigsimo dia do seo fallecime-no. a 12 do
correte, as 8 boras do dia no convento de 8.
Francisco em Olioda, para a qual convida seos
areotes, amigos e correligionarios.
A icpo da Codeintt pura
Agua de liouro eersja,
(? Pasta Zed i, o peitor.l ir.iit enargtco tm fooo os casos da ;
aaof-tTE. Toa .ra &BaraiAiisarroa. vafEDasoanaa,
u aoAa oompiai.di com as do Tol i di
qua fatam *- XAROPE do D- ZED
INJECTION CADET
Cura certa em 3 das sem octro medicamento
JP llilS 7, Boulevard tctuiiit, 7 PARS
Oetiositos em to OIGESTOES
OIPFICEIS
Dyspapta
Ptnta
\da AppetB
DOENCASdoSTOMAGO
ELIXIR GREZ
I ADOFTADO EM TODOS OS HOSPTARS ._
I PAJHISOOIJS C". roo i
GASTRALGIA
ANEMIA
Vomitas
Dtorrha
chronlea
m
Oaro DtahHnmm de
, 40, o as u Ftoaucfes
t
Alfredo a i ve* Martina
H a de Sooaa Ledo Hamos, soa m5,
i ruaos e cnobadas, sogro e conbaaos
(aasentes) e Aoilio Alves biartins mandam
celebrar missas n ir alma de seo omito
amado e rraoteaao ttarldo, georo, connado,
io e irmo. Altreio Atves Martins, na igreja
d e|S. Francisco, seiia-feira 14 do cor.ente, s
8 boras da maob. Agcadecem aos prenles o
amigos qoe se digi.arem en parecer
rraiedrs lanurenrlu Cogajl
Bo'a Ratnei dt Alno-iorrqae Pog?i t- sena fi-
mos, D\ Afiooso de A Hei'o seas flibos, georo,
nc r< e netos, Victorino L. Iaaoc oc o Poggt, sene
nios, rn'.s e coohados, fentfes do mais dolo-
roso golpe pela mone de seo inioss esposo,
pal, georo, irmio, lio e conbado, Prxedes Inoo-
cencio Poggl, coovidam a lodos os seus parea
tes e amigos as'istirem as mi-sas qoe mandam
rezar as 8 boras da manb de quinta eir 13 do
corrente, oa matriz da Boa Vista, 7- dia de seo
fallecimeo'o, pelo qoe desde j se confeasaui
sommamente agradecidos por esta prova Se
cansideracS" e amnde
Palmares
D. fiarla Vie
Gaspar Francisco V; e O. Emilia Vie, espato
e dina -:a indltosa D. alaria Vi, profundamente
agradecidos aos b-hitantes desta cidade e do
povoado atenae, que se nignaram acompacbar
ao ultimo jssigo a soa referida e nanea esqoeci-
da esposa e mai, convidam aos pareotes e pes-
sojs d amlzade da da Goada, para oo dia de -
sexia-feira li do corrente, e colimo do seo pajf-
sa-Denlo, s 8 horas da manba, assistirem a mia-
sa qoe mandam rezar na matriz desta cidade,
pel^repoaso de soa alma, pe o-qoe desde jase
coofessum eternamente gratos por mala esse
acto deotlda fe e religiao.
VAHA ClUAR ^
a. ANEMIA O RACHITtSMO
a LEUCORRHKA as ESCROPHULAS
o RHEUMATISMO .^^ sbbW a TSICA, etc.
O
viHHO VIVIE.N
. de
JSXTRA.CTO de F^IChADO de BA.CALH.A.O
mais effioi aiadi do que o oleo cr. de figada de- bacalliao
GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRADAVEL que as
mesmas crianzas tomam-no com prazer.
Kam principa** ph,irritada*. PARS. Ru Lafayetn-. 136 .
ATKINSON'S
HITE ROSE
[ encanta pela soa dolara saart e delicada.
Bmpregar so a tle ATKivsoy que original
a onlca esseucia Terdadeixa,
ATKINSON'S
OPOPAMAX I HELIOTROPE
WOOD VIOLET I TBEVOL
e ontraa perfumes celobres si Kupeiiorns
MM mais pela sua for.t e ar.rca natural
Vtudem-se em toda a parte.
J. 4- E. ATZINE.Oir,
34, Od Bond Street, Londre
L AVISO! Legitunss tmenle com o rotulo-
escudo acal e amarello e a marea de
fanca urna "Rosa branca" com
o completo eodereco.
Li'1' *ive de Huraea Pimeotel
Matniloe ae Moroei Pimeotel convida a
todos os pareotes e amigos da finada para
assistirem urra missa do stimo da de
seo pasi-amento e por alma de sua esti-
mada toai, Luiza A. de >,o aes Pimen el qoa
lera lazar no da (4, as 7 i/I horas da maouS,
na mafiz de Sao'o Aotoulo. fleando desde ja
eieroameoiegrat;|
Ao commercio
Os abaixo assign^dos f sem ptJbilco que cesta
dsa e oecommom accordo, i solvere m a socle-
nade que girava oesta praca so a rma de
CosU *: Salgado, retirando-se o socj Jos Joa-
qoim Silgado paco e saiisfeito de seo capital e
lacros, caorio o socio Firmioo Gomes da costa
de posre do acilvo e responsavel pelo passivo-
ftecile, 30 de Kovembro de 1894.
Firmioo Gomes da Costa.
Jos Jcaquim Salgado.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 28 ees
30, na ra Real da Torre, com tun
terreno que as separa, chao proprio.
Quem os pretender poder ir velas;
e para negocio deixe carta no escripto-
rio deste Diario com as iniciaes X. Y- Z-
28
** Be-***
iCHABLE
pAR/S
2U0,UUU Doentes
CURADOS DE
Impigens, Borbulhas
Virus, Ulceras
POMADA Rso*?A TANNINO
Pin turnar 1 dario caoell] branc. a sin COH PRIMITIVA
POMADA DE ALCATRO
Mt^A8THMA
Opprrss&o, Cutarra, 00BI C
IC> GLRT. o
Obtere as mais afra* mi iiiiiuiiB =
Deposito em todas as PirnTaaBC'.
*o.JVA v\s
Precisa-se de ama ama de boos cosime e
que fiaBca de soa conducta, para andar com
ama enanca e algom servico ir/.e no cecaea de
familia : a tratar oa roa o Cabn i n. 14. pri
roeiro andar, do meio dia a' S fo-as.
Tare r na
QUINA contra aa PELLICL LAS
SEGUNDO A FORMULA DO DOUTOR NVSTEN
PARS, FH.LIOI,. rus Lsfsrette, 53.
tttmUt HMtlTCn: C" ii Droais & Proaictos chltIros
Ama
na ra
Criado ou copeiro
A' roa do Commercio o. 4.4, precisa-ge de n o
dndole bom ordenado.
Yende se omatavema em bom lr>g r, com
commodoo para lamilla e boa armac* ; para
loformacOes a roa B-ri-j da Victoria n. 48 loja.
ma deleite
Precisa-se de orna ama do leite
ra da Santa c-oi n 36.
a tratar na
JUu
Precisa-se de noca ama qoe compre e cosinbe,
e dorma em rasa dos patrOas : na roa da Con-
cordia o. 32, i- aodar. ________
Ama
Precisa-se de urna ama pura lavar e enjm-
mar, para cas. d pequea familia, prfferf-t
lolteira e qoe nao aaia a roa
Livramento o. 6, S. a odar
a tratar aa roa do
Precisa-se de orna ama para cosinbar
do Kngel n. 63, averna.
Preclsa.se de orna ama ; no pateo do Terco
o. 86 taberna.
tj VatAMtAaw~*Vf
Prerisa-se de orna ama para casa de u*^a
pessoa : a tratar na roa do Livramento n. 34,
loja. '____________________^__________
Vndese
Aceite de pelxe. /
Dito de coco \ /
DiioNie d/nd
Tambas do Rl~ Grande do Sol. N/
Baa do Rarjg^l o. 53 Q
Typographia
Vnode-se otra peqoena lypograpbia em per-
feto estado ; a tratar no Ataiier de artes gra
pbiss n 51. ma no Imperador.
Cosinheiro
Precisa-se de y ni bem ea
isaheiro oa cosaheira para
casa de pequea-familia, a
tratar na ra de Paysandu
n- i.
ilnyo wsl
Rcs^ureic-ao do Cabelle em
morte da caspa pelo
ton:.. a3:.Ls..a
Eats preparacSo tem ama aooio restau-
radora aobra o tecido ceuUr sabcutaneo
de urna tfficecia extraordinaria pan a
couaervagSo do cabello, superior a qual-
quer outro tnico.
Venir-ae rjB
MARAVILH rna Duque de Casias n_
67.
NOVA ESPERANZA, roa Dnqae deCa-
xias n. 63.
BRIZA Praca da Independencia na. 4. (L
8 o 10.
GRAN-VI A ra da Impera tris n.
Attenco
Aos se^hores relojoeirfrg
Fartaram do abalxo rsjignad, oo aia 8 do
correle, em um dos wagons do trem de Caxaa-
ga no iraject das offi mas i estacSo do Cami-
nbo Novo om relogio de oaro de le Jembranca
de familia) construido ha cerca de cento e cln-
coenta ;i nos passados, cjm caixa dopla, tea o
pendente (pescoco) maito comprido, efeapamen-
to palbeta, d-scoberto, com o vldro maito oval:
roga-se aos Srs. reloioeiros oo a qoem for ofe-
recldo de apprebendel o, qne sera genarosames-
te gratiBcado, participando 1 roa llaraoes je,
Oiinda D, X.
_____________________H. G. Stepple.
Criado
Precisa-se de um criada T/
1* a 14 annos, na rna Uni|ac1
de Casias n. 4*. 3.* andar.
Marciaeiros e toroeiros
Na fabrica de movis de silva Femantes m C-
contracii-se artistas que sejam peritos.
Roa deS. Joao n.48.
Roa Earuda Victoria o. 49.

-L
MUTILADO
lUtltO
T

-





V

-4

s
S5*ario fi!"a ^ Attenc&o
Beirao & Almeida, ppdpm
aos seus fregueze* que se
acham em atraso, quer n sta
dade quer fora della qa '
/eriham ou mandem saldar
seus dbitos at o fim do
correte auno, sob peoa
de serem chamados "nomi-
nalmente pelas fulhas desta
capital, de Janeiro em dian-
te.
2411 94.
y^uiidi^o Ge
ral
Alian Paterson 8f C. avi-
Ram aos seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
aradcs os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, 1
Cubanos ns. le 2 !
Ourives occu-
lisia
Teodoro 4te B dio de MelIC-
Eitabelecido cum oflkina >- oonves roa da>
Laratigelras d*1 aiK> aos se s tragoeses e ao
respeave poblico, qce mioteui offieiaes babi-
litadissicuos para execoo de qua out trabalbo
coacemeoie soa s.rte, especia im oie crava-
(668 para brilbaotea, jcolos, pencioez, moooco
los, ce.
Doura-ee. pratPta-pe qoalqoer metil, ncpr-
(08 em leqaes de madriperola oo ootra qaa oe>
espece, garanliodo pregos mdicos.
Ra las Larau^ira? n. 1
vinhoCLARETE ESPECIAL
DE
Stuve Rocha l.oiio A C.
Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEICES para se
obter urna digesto sadia e nutriente.
Encontra-se as principaes mar-
cearas.
NICOS RECEBEDORES
GUIAIAR.aES & VALEXTE
9 LARGO DO CORP" *' *TQ X. 6
A Companhia Serraran Per-
nambncana
jo e 32 rita Jo Dr. ]os Marianno
30 e 37.
( Antigo Caes do Capibaribe )
TEM PARA VENDER:
Marmore branco de mperior qualidade.
Marmore de cores dem idem.
Espelhos de diversos tamanbos para
oilUtes guarda vestidos etc,
Portai, caixilhos, grades, portees, es-
cadas etc.
Bancos de ferro e madeira para jardim.
Palba de superior qualidade para mo-
vis.
Contracta toda o qualque obra de car-
pina por menos do que em outra qua.-
quer parte, nara o que tem um pessoal
escolhido e habilitado para esse fim.
Os Srs. proprietario8 e mestres de
obras encontrarlo sempre um completo
sortimento de madeiras, taboas, travs,
enxims, caibros etc. por presos modi-
cos _________
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometroo de
marinha, caixa do msica, apparelbos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objectos
tendente a arte mechamca.
9_BUb Larga do Rosario9
Casa de commisses e repr* -
sentacoes
EXPOSICAO
' CATALOGSE
I33SSI>3rX3COS
de innmeras tahueas de todos os pizes da Europa e
das dua* America*, io!aes acie de me rea dorias, de
caachinas e de materia prima.
Deporto do afamado cCREOLlM omelhordes-
ofectante cou Decido.
Deposito da bem co-hecidi ODONTINA do
Dr. H. Riru-il.
LOJA DO fOVO
19 Ra I/ de Marco 19
Este ac editado estabelecimento continua a liquidar
muitas de suas niercauorias por presos que admira.
Cociendo:
Zephiros roaito Urgoa com listas e undr n pira vestidos e roupa de orean
9s f.zenda de 400 rs por 40 r. o covado par acbar.
Chita* americanoa e taotuika hnus a 320 o oovdo.
Caint
Cachemiras enm ama largor, para ?stH<., 400 r*>ie o oovado
Mdpol5o amr-ncano com 24 |arriaa a 105 126 a peca.
Bramante de liaho 4 iargurs a 300D o metro.
Cortea de csaemira finaa a 80X) Km
CoIaoVs franceses para cama a 153C00.
Mosquiteros unenceDos a 15C0.
Merir prto e I ao e lardo muiti fino h 1600 o covaio.
Sarja prt-t- pra roofa de bomrm a "26000 o novado.
Capellas com a-o para univo r. 125000.
Efpariilhoa do oo. r(>> 80000 e 1< $000 am.
Velludo ru3o padrSea mederoos a >-00 rea n oovado.
Cortinados d crochet par enm e irella a 120000 o par.
Ditos de cnmbrai para c-tra s jarfl' a 100 o par.
AtoalbaHo bardado para wb* c 3^000 o metro.
Ookrti^Ses de crochet ara *j f o cadein>s a 100000.
Brim oraran de liob a 2$ a vara.
Aveotara para mfiointa e moess a 10 e IJoCO am
Setim c r dn rosa a 10 o covado.
Se'ii.etts de toda* as cores z 6! 0 rs. o c.vtdo.
miitoa ou'ri 8 artigas ouc f vpndo.
-3B.XTA r DooexwxADaga
Telephone 61
19
FOLHETIM
0 REMOBSO BE UM
ANJO
POR
> ADOLPHO DKNNERY
XIII
(CcntinuacEo)
__Vat tu musmo ver ; sabel-o-has !
respondeu cvnica.nente a megera, afastan-
do-se para eixal-o passar.
Lambard atirou-se... galgou os de-
p-r,08, empurrou a porta e deteve-se brus-
camente.
Branca, semi-r.ua, com os cabellos em
deaalinbo, com a cabe9a para traz, deba-
tale nos bracos de JoSo, que a apertava
pelos bombros, articulando palavras aem
nexo e esforcando-se por tranqulL.sal-a.
Os gritos que Branca soltava eram gri-
tos de terror, mas nao de soffnmento
0 horrivel corrosivo nem sequer tocara
sen rosto.
-. Eis o que se bavia passado :
Jlo adormecer, na vespera, preoecu-
$10 com a attitu.de estranna de sua mfti,
e, em seo somne, esta vaga preoecupajo
toaiou nova consistencia.
Trnava a ver a Vbora, dissimulando
cuidado a garrafa que tinbs, na mi.
: MEdQMET mssssm
^P------
^rragg^^rt^airrgs'ptfifcTpaeTTflTsy^t?r"
I oa'sffle-'m i ud e;as!eTr od^hrmac'a *
'.O
EMULSO he SCOTT
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
To agradavel ao paladar como o hite.
Approvada pela Junta Central de Hy*
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brazll.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA,. DE-
BILIDAD^ EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as crian cas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez corno a Emulso de Scott
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNES
A venda as principaes boticas e drogaras*
SCOTT A BOWNE, i*- -' CHI MICOS. NOVA YORK.
A(
Utimv
< AIIIN A llf I V E ALFxAI ATARA
Ib Ru* do Visconle de Inhaii na15
( Antiga do ra do Rangel )
Este novo estabelecimento acba.se sob a direco de Alvaro Jos P^reira,
antigo e conhecido camiseiro n'estacidade por isso scientifica ao resoeitavel pu-
blico pernarubucano, e a todos os seus l'reguezes tanto da praga, como do matto que
alm de um bom sortimento de finas casemras, brins, bramantes, flanellas, ptimos
madapolSes, esguioes, entretella, cretones e etc., tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas. Esta casa tanibem s encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas da* qualidades e precos seguintes :
80OOO
900000
728000
780-X)O
6'5000
6640T-0.
488000
5400.0
423 00
483000
\m
Tornava a ver tambera, e mais accen-
tuada desta vea, a expressao de crueldair
e de odio de eu rosto no momento em jne
52 sabia do qaarto de Branca, e todo um
drama se desenrolava em seu espirito.
Muito cedo, Jolo se ergnra sem baru-
lho, para ir pesca. No momento de
sua sahida deteve-se inacbiualmente dian-
te do armario em que sua mi encerrara a
garrafa.
Tomou-a e vi.- com sorpreza que estava
vasia.
Curioso de saber o que. ella nba tido,
derramou as ultimas gottas no concavo da
mo. i
Um grito de dr escapou-se de seus la-
bios.
__ Vitriolo E' vitriolo diza elle.
E o drama de seu sonho voltou-ihe s-
bitamente ao espirito.
Neste inoraeuto ouvio, como acabava
de ouvir sua mai, Branca j de p fazen-
do preparativos de toilette.
yitriolo Vitriolo repeta elle
presentindo o raedonho perigo que amea-
De um salto chou-se no quarto de
Branca e tomou-a pelos hombros, exacta-
mente no momento em que ella se incli-
nava para banhar o rosto no vitrjolo.
Foi neste momento que chegou Lom-
bard.
No desconfiava de cous* alguma, do
tenebroso plano de Magdalena, e, enga-
ado pelas appareuciaa, n> hesitou em
Saccusar o moco de um outro genero de
attentado.
Louco de raiva e de ciume, ntirou-se
sobre aquelle a uuem considera va seu ri-
val, empolgou-o vigorosamente e-atirou o
para traz.
Sorprehend:do pelo imprevisto do ata-
que, Jo&o vacillou ,,'mss ci>cseguio, por
um movimentn -ruaco, fazer com que
Jacques perde.-sno^^uiiibno, por sua vez,
e que rolassem junto-' at escada da ca-
ainhola ; emquanto, com os" cabellos so-
seos, em urna
supplicante e
Luizinha refugiava se
xttitude so mesmo ternpo
defensiva, a desgracada
no fundo do cub-
culo.
A Vbora a principio experimentara
urna spera sat'sfaco com o pensamento
de que sua viuganca estava consummada ;
e para tornal-a mais completa ainda, por
um requinte de crueldade, digno della,
quizera deixar oue LouAiard fosse o pri-
meiro a ver n terrivel espectculo que lhe
devia offerecer a.victima de sua infernal
machinago.
Quando attrahida pelo ruido da luta,
decidio-se finalmente a intivir, os dous
homens torcam-se por trra, como ani-
maos ferozes que procorassem se devorar
mutuamente. Procurou separal-os.
EutCl... que isso!... Nao vale
a pena. .. nao querem de certo se matar
por causa de urna mulher perdida !.....
Deixe que ag ira j ella Dio far nirjguem
car ciumento.
Ali! sim. estou acabado 1...
Sbito, porta da casinhola appareceu
urna figura pallida, de nina palidez inyr-
tal, mas de urna virginal pureza.
Luizinha viva Luizinha to intacta
como um marm'-re inmaculado.
A Vbora fiou petrificada, com os
olhos dilatado, a boca aborta como
vista de um espectro que a fascinasse.
D**sgraca exclamou ella com voz
rouca ; o golpe talhou.
Voltando a si de seu espanto, Magdale-
na quiz atirar-se sobra a moga.
H-ta, por sua vez, procurava fugir
Urna e outra encontravam um obstculo :
era preciso passar por sobre os corpos dos
dous homens que obstruiam a entrada en-
tre o quarto do filho de Magdalena e a
p -ca principal.
Ora, nenhum dos adversarios pareca
disposto a atjand nar a luta : pelo con-
Duzia de 1.* ciarse com pnnbo ou sem punho
Duzia de 2.a classe com collarinhos
Duzia de 2a classe cem punh^ e sem punbo
Duzia de 2.* classe com collarinhos
Duzia de 3." B com punho ou sem punho
Duzia de 3 a B com collarinhos
Duzia de 3.1 classe com pnnho ou sem punho
Duzia de 3.* classe com collarinhos
Duzia de 4.* classe com punho e sem punho
Duzia de 4 com collarinho
10 ni duzas fazena-se bons desconts
Linda xpos5o de gravatas. lencos, punhos, collarinhos, meias de 12 e
algodao, para homens, senhoras e meninos; o qus ha de mais fino em aberturas de
camisas, lizas e bordadas
A' frente da officina de alfaiaaria acha se i|m perito e hbil artista.
~A FAVORTTA^
Grande Liquidabas
O pnpretano d'este estabelecimento re-
solveu liquidar todas as mercadorias existentes,
com grande abatimento dos precos communs
entre estas mercadorias encontram as Exmas.
familias e o publico, umaLagniico sortimento de
objectos para presentes, perfumaras, mezas e
estantes para adorno desalas, leques, meias de
algodao e fio d'* scossia, fitas, enxovaes para ba-
phsado, capellas para noivas, bicos, galoes de
seda e de vidrilh collarinhos punhos, peitilhos
e finalmente todos os
loja de miudezas.
MARAVILHA CURATIVA
DO CELfcXHE
Di. Hmphreys (le Nova Ygs.
' Ve.dade'.ra Varavilha do Sec 'i
iPPEOVADA UCEHCIADA
?eli-, Inspi-cro-ia liaral le Hya*eno d
i-.:n-i -i, do Bruzif.
*'^.-vllia ;p: ai.va remedio pmim*
jera at Pisaduras. Muchui-aduras, v"ontusoe,lw.
x-dui-as. Con.iauras. ou LaceragO-as. All|vl:-.a dol,
joca p "i.nguK, rw para.- a !ullarnma i. lucaC'.-ao, nraodttscorazienui.erazeAazaeilda
*odk jmt eneran o.
A HarriTilLa l'HraiivR 4 miitiopmmptov
':i-v rut-'-ia jwira c,ui luiaJ'jraS. Kicaldaduras, *
^u.-iiiiaouru do bol. e i superior a qual<.\j-r o3ata
renodlo.
A Miiraviha i_ur i:i-.a # impKav?i pyii
f*la-aser..orrlialnH, s-'JadoNi'iiz. .laaGengivc,
lmorreimascura wmpn- d nunca falla.
Sl;'Me<*Wrtf
A IHornvHa Onuliaf.M
t im'iwi iiai.i DAm rheoma
(tC-lilcz as J untas ou Pemaa.
A Mailia Carativa*ognuide nano
,i,- r, Fjsiinlnrncia. Anp-ina, A:,i>'Kdfla8lrchadaoa
'nnammadasempr" srguro. sempre i-meas
A Mnrnvllhn Corrllva ,ie multo riSt
ji..i:.,!ntetrao parao Cntarrc%a Leacorrlwa nu *
?luri9 Iiraacas-e outro corrimentos ebllltantaa.
* Hnravilli* Corarlva e lir.jiacavc! pal
:i~nv 1.1-rus. cliagaaao'lKas. Apiuti-tuas. ^auasi
o. Callo, PrHlra Jo"r.ctes c 1 umores
A Muravllbn CnriilIvaurpiceiQoproiDi
^ara Dlurrhv.- s.mples v de Dlarrhta ehronlca
A !W^mvilh t^nrutlTa iserOenig na
r^rwartav e CavaDariCjU. iw*ra tor-edia-as, Dorea,
PIj^ i araac i-:..?olad uras. f-tmt u- 609. Laoeracoea. xb.
Espsadades do Dr^BaaitrcTS.
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O*pero azul aru bo.
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esellas fraoczas e loglezae.
Balsas da tpele.
Ditas de cottro ioelezas e francezas.
Liado sonimento de bebs.
Bonitos rbailes de caihHDa.
Colrbae brDcas e de cores,
i^obertorea ?mericaoos ^rand.i a 2J60G.
Colchas a 3*000.
Capac -mpreBiea'fls para eeaboras e bemens.
Sobretu o, ooas vistaa.
Ssplendtd-i fortimenio de roopinnas para meni
ou e meninas.
Vestuarios para baptisaoo.
Pannos de rocbet para f ota e cadeiras.
Topetes para sota, cama e poMas.
Graode soi-ticneDto de espartilbes.
E plendldo fortimento de brjoienas.
Lmdo sornoieoio de eorgorinas pretas e de cores.
Cortinados da crochet e rambraia.
Mar-t ibas pretas e de corep, oe algodao e de
tltp.
G'i-nde t-0' timento de roopas fe tas, pretas a de
tOre*.
Roopas para barbo.
Cambas bordadas de liaba para homem.
omisas para do'tuir.
Camisas de 11 mella com li-ta de ceda
Aamabihdsde ea siuceridade c mos para cota todos os treno*zea e mais anda
alien-fendo a 'ennrcao dos prtgos qoe tem s
feto em ledas as fdzeudas, coovida a um passeio
a e^te bem montedj estabeleciaieDto.
Estrellas ^'America
29
Rna 1 de Marco18
Anea do Cresro
MARQUE & LliLA
Dei
artigos tendentes a urna
A FAVORITA
Hua Io. de Marco n. 25
toa. aterriza, -*bs rcus ciuz*la sobre os trario engalfiuliavaiu-3e c&da vez mais ao
contacto, cada vez mais estreito de seus
msculos.
Salve-se, menina Luiza gritava
Jo2o, debatendorse entre os bracos de ferro
de Jacques.
No antes que eu lbe tenha dado a
sua conta I rugia a Vbora com o rosto
convulsionado e espuma nos labios.
Era urna scena horrivel.
Joao, caja superexcitajito nervosa decu-
plicava as forjas, acabou por levar vanta-
gem e agarrou Lombard pela garganta.
Com as faces violceas, as veas do pes-
clo entumescidas, Jacques resfolegava,
meio estrangulado.
Magdalena nao hesitou em intervir de
urna vez, e Luizinha aproveitou-se deste
curto instante para fugir rpidamente.
No mesmo instante Joao, abandonando
a presa e levantndose, lancou-se no en-
calca da moga.
Vencida, a Vbora escarrou-lhe urna ul-
tima injuria e ficou s, ajoelhada ao p de
Lombard que, aniquilado, ameagado de
urna congestao, reclamava seus cuidados.
XIV
O drama de que a cabana de Lombard
fora theatro, passara-se com urna rapidez
s comparavel de urna tempestado ron-
cando de sbito e destruindo tudo em al-
guns minutos.
Correndo na direco que Branca to
mar, Joao espera va encontrar a fugitiva.
Por diversos motivos tinha interesse em
nSo deixal-a partir sem tornar a vel-a.
Ella nao podia ir aind.i mtrito longe ;
vio-a no momento em que ella chegava &
beira do rio, do lado do Gennevilliew.
Em um momento galgou a distancia que
os separava.
Ao ruido de seus passos, a mo5a 8en-
tindo se perseguida voltara a cabeca, e
vista do filho de Magdalena, em sua per-
seguigSo, causou-lhe um terror que n3o se
des rev.
Quando elle chegou junto della, e quan-
do comprehendeu a imp^ssibilidade de lhe
escapar, deteve-se paralysada, trmula,
como ama caca cercada pelos c2es, e co'm
um olhar cheio de agonia, implorou com-
paixio
Menina Luizinha! menina Luizi-
nha repeta o moco, nao tenha me-
do... n3o lhe quirc mal!...
Esforjava-se intilmente para tranquil-
lisal-a; a mora, ainda sob o peso das ter-
riveis emojies que acabava de experi-
mentar, permaneca presa de um alheia-
mento desvairado. *
Jo5o multiplicaTa os protestos, procu-
rava para convencel-a palavras que fos-
sem bastante claras sem serem muito
brutaes, porque quera respeitar o pudor
da moca.
Olhe bem para mim, dizia-lhe elle,
tenho assim cara de to mo rapaz?...
Nao sou seu iimigo, nao..> sinte-me
feliz por lhe ter evitado urna grande des-
grasa.
Sjmente a esta palavra Branca deci-
dio-se a erguer os olhos para Joao. Leu
sinceridade era seu resto e tranquillisou-se
um pouco, coratudo nestas meias phrases
cortadas'da reticencias, ainda nao divisa-
va bem a verdade.
- Urna grande desgrasa ? interrogou
ella.
Sim... preferira n5o dizer-lhe cousa.
alguma... mas sou forcado, j que s te-
nho este meio de lh<* provar que se enga-
nou meu respeito. Que os outros pen-
sem de mim o que quizerem ; isso me
indiffrente ; mas a senhora... o caso
muda de figura 1...
Hesitou um momento, depois tomando
urna resolucao, explicou:
. Pois bem I menina Luizinha, se eu
ntes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do oexcelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attaa-
tam a eficacia. '
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va &c C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
P> annacia Martins, ra Duqne da
axias n. 8S.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & ra do
i ao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario u. 31.
nh, nao tena agora este sea rosto to
cheo de bondade e de dosura ; seus olhos
estariam consumidos, extinctos, cheios. de
angue.. em poucas palavras, a agua
que acabava de deitar para banhar o ros-
to e onde ia talvez mergulhar a cabeca...
era agua que queima... vitriolo Com.-
prehendu agora ?
A moca deixou escapar um grito aba-
fado, levando instinctivamente as mos a
rosto, como que para se preservar da hor-
rivel queimadnra.
Oh 1 meu Deus, horrivel isso!..
Est bem certo do que diz ?...
Certissimo, infelizmente.
E este vitriolo... quem o derra-
mou?
Nao me faga mais perguntas, respon-
deu o filho de Magdalena, envergonzado
e bailando a cabesa.
Ao mesmo tempo, urna ruga profunda,''
cavtfndose entre suas sobrancelhaa, indi*
cava sulficientemente o seu proposito da
guardar silencio sobre este ponto.
Alm disso a denuncia.que lhe custava
formular tornava-se intil ; fazia-se a lux *
para Branca. Quem, a nao ser a Vbora^
teria podido conceber um tSo monstruoso^
designio.
Nao hesitou, e, estendendo a mo &
Joao, diese :
Obrigada, obrigada de todo o meu
coraco perde-me. Tinha-me engaa-
do... a sorpreza... o susto. Como po
deria eu suspeitar da verdade ? &f
Est tudo perdoado, menina; desde-
o momento que cenfiou em mim, estoo.
satisfeitoi
Mbg... o Sr. Lombard ?
(Contina), .
'

n&o tivesse entrado em sea quarto esta ma-
1T
4 Atars r* Oaqae de Caxias. 42,.

I