Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18791

Full Text
m
ANNO LXVI-NUMERO'45
TBBCA-FSIKA 25 D3B FEVEREffiO PE 1890
DIARIO DE

Propriedade de Manoel Figueira de Faria db Fiihos
<
" PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. .
Por seis ditos dem......
Por um ar.no idem.....
Cada numero avulso, do mesmo dia.
6,5000
125000
230000
10J
Os Srs. Amedcc Plumee & C.
de Pars, sao os nossosjfcites ex-
clusivos de annuncios e publica-
res na Franca e Inglaterra.
i____
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
-
Por seis mezes adiantados. .
Por nove ditos idem......
Por um anno idem. ......
Cada numero avulso, de dias anteriores.
/
13J500
204000
26,5000
5100
TELEGRAMMS





i -
.
-

v

5S7.;2 PAE7ICLA2 SO SIAB2S
NATAL, 24 de Fevereiro, s 10 hora8
e 30 minutos da manha.
Aqui chegjram hoje, procedentes do
norte, o paquete nacional Espirito Santo e
o vapor costeiro Pirapama, os quaefi *e-
guem tard; para o sul.
RIO DE JANEIRO, 24 de Fevereiro,
s 3 horas e 26 minutos da tarde.
.INSTRUCCO POPULAR
. esisaio BiBLic&nAPs:::
DA
LITTER.4TRA BRAZILEIRA
NOS
Ao Dr. Quintino Bocayuva, ministro das
relajea exteriores, etn missao diplomtica
o Rio da Prata, toi concedida liceoga para
demorarse em Buenos-Ayres, attento o
motivo de molestia grave em sua filha.
Para substituil-o interinamente na paita
das relac3es exteriores, foi nomeado o
ontra-almirante Wandenkolk, ministro da
marinha.
Foi nomeado director geral da Se
retara do Ministerio do Interior, Antonio
Augusto da Silva, sendo convertidas as
a"tuaes directoras em secgoes.
Foi exonerado o actual inspector ge-
ral da InstruccSo Publica da Capital Fede-
ral, sendo nomeado para substituil-o o Ba-
rX de Rim:z GalvSo.
Foram publicado decretos dogover-
provisorio.
Revogando as leis que exigem passapor-
tes em tempo di paz.
Revogando todas as leis e disposigSes
relativas contractos de locagao de servi
os agrieolas.
__ O Jornal do Commircio publicou te-
'egramma, de se u servigo particular, e pro-
cedente de Montevideo, dizendo que o go-
verno oriental descobrio que se conspira
ontia o governo provisorio dos Estados-
Vnidoa do Brazil.
SuppSe se que os conspiradores sao emis-
sarios do Visconde de Ouro Preto, osquaes
trabalham de accordo com pareates do ex-
senador Gaspar da Silveira Martins e do
onselheiro Antunes Maciel -
O governo argentino offereceu ao orien-
tal o auxilio de sua policia para descu-
brir os conspiradores.
__ Falleceu o notavel advogado da Ca-
pital Federal Dr, Antonio Joaquim Ribas.
__ O governo provisorio mandou deca
rar peo Diario Oficial que o decreto re-
lativo impreasa nao altera o rgimen de
liberdade da mesma imprensa, vigorando
as leis exteriores elle sob as clausulas
da responsabi&de n'el'as estipuladas.
Accrescentou o mesm governo, pdo
referido orgao, que est i a > seu interesse
amis plena independe i::.i uas manif.sta-
coes da opiniao, e tola liberdaie na dis-
cussao de seus ac*.
(Cootinuacao)
' Com tanto ardor se applicou o joven Aochieta
Laos esiu es que a saude eufcaqueceu e corapro-
miteu se Ihe do-tal modo, que f-ii obrigado a
retirar se MBkU'Doa, onde otrou em seno ira-
uirnt-WhjpBj-*..U^i*-rutado, portal, campleto
i>estaoelciraento, decidi se a experimentar o
clima do Brazil, acompaohaudo em 1553 o go-
v mador geral Duarte da Costa que vinha tomar
conla desse encargo.
Aportando a Babia a 13 de Juibo d'aquelle
mesmo anno, restabeleceu se tao proraptaaente
que se dedicou logo ao uaeisteiio, pira o qual
senta irresistivel peodor, abriodo urna aula de
lalim que foi a pnmnra que houe no Brazil.
Jabe-lne pois a gloria de ser o fundador do en-
8no secundario uesta parte da America.
Encarada por esse lado, a missao da commis- A couiuiftso teve, porm, em nosso cooceito
sao orcamentaria, era das mais arduas, da8 una razao apital para assim ai-ir. Foi ella que
raais difficeis, por que-ou tena a commi.-aao de a taxa uniforme incida implae, velmentc sobre
saoccionar tudoisso, ou teria de indicar remedios todo o ftutfeionasmo indistinctamimte, estabe-
que pozessem termo serie de veraadeiros es-' lecendo desigualdades crueis ; por que a verdade
candlos, que a populago contribuinte tesie-j quei no^ ltimos annos decorridos, alguns
munhara indignada, [funecionari
E a commissao nao po lia, desde que se fez Motivos po!
apello aoeu patriotismo,-opinar pelo primeiro^qq^^ c
alvitre, tanto maia quinto a:hou se diaste da !caract, r
os protegidosqua3i sempre por
tiveram augmento de venc
|nados em leis de excepc&o, de
so, ao passo que maitos, a maioria,
cruel alternativa ou de manter o dficit, que des-, perceDe.os,Tencimentos de ha-dez anuos pas
de loncos anuos tigura nos ornamentos, ou de r % j
pedir novo8 8acrifl:.ios aos contribuintf., jaeoor-. sa 8' # .. _
memente oneralos. e sem ao meaos Ibes poder A Uxa O^rme que. em outra nypolhese,
acenar com a reduccao las de*pes improduc- seria aa|Wkr r a mais qn.teva nao
Mi c menos" ecessarias e urgentes. Podia ser raxoavelmenle adop-.ada, conbec.das as
.... j Icondices cima indicadas. A commissao, por-
Para que se avalle do avolumamento de alga-! ^""'V""
, .____K :,. 'tanto, fez bem em abandnala, para adoptar a
mas das verbas de despeza bastar nos ha citar, "".<-- ___ ___;_.__ j5_j-
em relaco ao ultimo decennio asseguintes: a
verba pessoal itutcUDOjRae, em 1880, era apenas
de 129:62o*00, emW9D est oreada em......
232:3227i0 ou cerca de 190 % superior aquel
la; a verba jwos da dicidj publica, qus, em 1879 j
reduego equipolente aos vencimentos de cada
um des funcionarios, attendendo sua catbe-
goria e serrino prestado, e partindo da base es
tatuila no ornamento vigentj (1!, 6 /.).
Em alguns casos a reduego feita peta." com
a 1880 era de 221:200000. est oreada para 1890 missao em seu projecto loi superior qulfa-iaxa;
na maioria dos casos, porem, M ella iirterior-
Na primeira hypothese estSo apets dompreben-
em 600.000* ou cerca de 270 / soore aquella.
Outras verbas, laes como forca policial, illumi-
nacao pitbhca, iiutruccao primaria etc., avoluma-
ram sj tambem em oroporcao muito onerosa ;
mas por igual cresceram as verbas com o func-
cionalismo activo, j por acrescimos do pessoal,
j por augmentos dos respectivos honorarios.
E releva dizer que, no periodo considerado,
poucas toram as obras emprehendidas, e em to
do caso nao comparaveis s da pofca em que fo
ram enceladas as uossas grandes estradas de
rolagem, o theatro Santa Isabal, a Casa de Da-
tenco e outros melhorameotos pblicos, que
attestam os estmulos patriticos da geraco ida.
N'essi poca que fazemos alluso, a receita
da provincia nSo exceda talvez de 630:000*, a
divida publica fundada era diminuta, nao havia
divida fluctuante, e os orcamentos se cncerra-
vam sem efici. E no eatan'.o empreheaderam-
8e e levaran! se a execuco grandes obras Por
que ?
A resposta obvia : havia mais patriolisao;
nao se malbaratara os dinheiro3 pablico
nao se faziam doajOes nem se davam abales e
remiss5es de dividas ; nao se .'aaiam favorfi tm
summa com o producto dos impostos ; t limita-
va-se a despeza ao orcamento da receita, sem
appellar para o futuro, sem gravar as rendas
com os juros de repetidos emprestimos
E'isto o que dizeta'-s seus primaros biogra-
pnos, todo3 ji-suitasmas ignora-se se com effei
to as cousas se passaram assm, ou se Anchieta
foi seJuzdo pelos padres da companhia para se
fazer mais doente do que realmente se acbava,
e assim poder vir para o Brazil, a pretexto de
mudar de clima, mas na verdade so com o filo
de furtal o autondade paterna e canias da
familia, se por ventura regressasse a Tenerife, e
melhor conjuistal-o para as fileiras da compa-
nhia O exemplo nao era novo Anchieta rev
lou de3de verdes annos intelllgencia vivaz e
aproveitavel e por isso inesiuo que os pais o
enviaram a Coimbra ; muito provavel que hi
chegdo mostrasse taes aplidoes no collegio onde
fora carapleiar os seus preparatorios, que os pa-
dres encantados por to bello talento empregas-
sem aquelle artificio para havel o a seu gremio.
Abriudo aula de latiui e eremos que tambem
de poriuyuez n.o Colegio dos Jesutas, Ancnieta
adoliitio nellas'os lhos dos colones e dos ind-
genas catechisados, o que desde logo Ihe deu
ensejo para comecar a pralicar a Iingua tupy.
Parece que o glorioso filho de Tenerife tinhagran-
de prepens05ara o polyglotismo, pois tornou-
itt logo iso forte em vanos dialectos indgenas,
que compoz urna grammatica da lingua guarany
e verleu para o mesmo idioma algumas oracOes,
comoj -xempliflcamos na primeira parte deste
livro. e o calhecismo de que se servio com gran-
de proveito na catechisaco.
O ~eu ardor pela f e de^ejo de propagal a en-
tre os barbaros rizeram com que os superiores
do Collegio do Brazil o enviassem a capitana de
S. Viceute, hoje cidade de S nto^ da provincia
de S. Paulo, onde j se acbava o padre Manoel
da Noorega que foi tambem um dos mais llus
tres jesutas do scalo XVL e dos que mais ser-
vicos prestaram a causa da civilisaco Drazileira.
Cbegando ah, depois de e capar a um terrivel
naufragio que Ihe sobreviera em viagem, Anchie
ta entregou se denodadamente a catechese, ex-
pondo e barateando vida entre os mais lern
veis aborgenes com urna coragera qe a lodos
causa va assombro ; e ao passo que evava a pa
lavra divina ao recesso das florestas virgens.
que procurava encaminhar as uvelhaB sylve#jres
ao sagrado aprlsco, ensroavaos lajnbt* a ny,-]
ministrava Ibes com a f da rellg!^ a luz do
.....i ^j^-, de. pblicos, slmultamente reduzlr o papelorio das feita a
didos os fuQCcionarios de maiores vencimentos
estabelec dos em leis pessoaes ou que haviam
bruscamente melhorado de condigoes ; na se-
gunda hypothese esto os empregados de cathe
goria inferior03 desprotegidos- e os professo
res pblicos.
Isto, repetimos, parece nos, e sem duvida pa-
recer todos que reflectirem sobre as condi-
goes annanciadas do funecionalismo, mais equi-
tativo do que a taxa lixa de 11,6 % do actual
orcamento.
Em todo caso, nenhum funcionario publico
suffreu rodnccao de 50 / nos seas vencimentos,
como se disse na imprensa, pois que em relaco
ao administrador da Casa de Detengo, nico
apontado como tendo soffrido essa reduccao.
tal se nao d, pois que nao tinha elle someate
2:400*000 de vencimentos.
Com effeito, esse funecionario figura no
aclaal OTcaraento com es=a qnantia ; mas releva
duer que faz 4:000*000 de emolumentos (caree
ragem), e'tem alm disso gratuitamente casa,
gaa, laz, eic ;o que ludo junto eleva-setal
vez 8:000*000. E niuguem dir em boa f i
que, (icaodo o seu ordenado ixo em 1:200*^00.
como propoz a commissao. terina elle soffrido
reduccao de 50 / Tudo bem ponderado a re
E' ento que Anchieta ?e d i
se; autos, de que nos fallam os pVimeiros chr-
nistas do Brazil e os seus biographos ; tambem
ento que elle compOe as suas poesas sagradas
e profanas, esses cantos religiosos que 03 disc-
pulos recitavam ao som dos instrumentos semi-
selvagens, que execotavam msicas populares
ou inspiradas dos rquiem da epocba Eram
esses cantos escriptos como j dissemos e extU-
plilicamos, ora em portuguez ora em guarany
Assim corra em paz, ainda que assas traDa
Ihosa a vida de Anchieta, quanlo em 1562 se
tramou urna conjuragao entre os chefes Tamoyos
com o Bm de expulsar ou antes exterminar os
ponuguezes e avassalar os indgenas catechisa
dos, e que jl convenientemente aldeados, faziam
cau-a comuium com os invasores europeus
Atacando inesperadamente a colonia portugue-
za, es conjurados foram por tal nodo iepellido.-
que se refugiaram em Iperogy, viote e seis le
guas distane da capitana de S. Vicente. Sequio-
sos de tremenda vinganga, vidos e pretas e
sdenlos de sangue, prepara am se os Tamoyos
para um novo ataque em que tirassem memora
vel desforrajquando, Nourega e AncbieU movi-
dos pnrjnobilissinio impulso, selheapresentaram
armados smente com o symbolo da f a 4 de
Maio de 1563, a propor paz e tratados de alijan
ga. E tal era a n agia de Anchieta aos olhos
indgenas, que as suas palavras e 3 do seu com-
panheiro Nobrega, abrandaram se os nimos
mais irritados, a seus gestos humilharam-se,
subcettram se, accederam emBmJas propostas
paciticas dos dous jesutas sub a condigo nica
de Ibes restiluirem os pnsiooeiros que estavam
em poder dos colonos.
(Contma)
::S7I5C SA A&S2TCZA SA7AS
BERLD, 23 de Fevereiro.
Os jornaes allemaes commentam a der-
rota dos partidos favoraveis ao governo as
elei$3es que acabam de realisar se.
Os resultados conhecidos at agora dSo
tomo eleitos: >
Conservadores 54
Liberaes nacionaet 14
Partido cathoco 76
Progress8taB 17
Socialistas 17
Diversos 24
Em cates H6
Assim, em nosso coaceito, ama das causas,: duego foi apenas de 15 /
por ventura a mais notavel, do descalabro finan-, E(Q ^^ aigu^ a reduego. que nos conste,
ceiro do Estado de Pernarabuco, foi o patronato,, exceaen de 25 /., e essa taxa s atliogto aos
posto em pratica, j em relago ao funcclona- funecionarios de maior cathegoria ou que per-
ligino, j em relaco aos favores de toda a ordem (^3^*0^,9 pmg0 n n'.'s. ?rca no na-
eoatureaa concedidos pelas extinctas Aasem- tronalo os petjuf-
blas Provinciaes e sanecionados pelos amigos (recnios^a sorti;i
w*teuiCT a p:uv'ncia. .inaaMkaMkMRM't
Redazir, portanto, o pessoal dos empregados ni ven^fefafc jdgWr1 --m actu.d
repartigoes, para nos servirmos de urna phrase j. Se po> qj^^.e .alia, o,..- .,e c!fuetn con
consagrada, era medida que se impunha. M**8' | tra a' commissao de orgamento, na parte Jo seu
como, na actual epochi de estagnago, seria (traba|ho refereate ^ funcciODalismo, sao impro
truel uemiltir muitos funecioaanos, que llcanam edeates uma8 e ontras.
mingua de recursos, propoza c^mmissio que ^ ^ ^ de
medida que fossem vagando cargos pblicos, ^ ',, h^Z dn ftnvprmdnr
fossem sendo supprimidos.de modo porm nao accudtr ao reclamo patnotico do Gover
perturbar o Bervigo das repartigoes; e, como
medida correlativa, reduzio os vencimentos de
todos os actualmente existentes, gravando os
inactivos com a contribuigo de 15 /
Se a actual lei lo orgamento, reconhecendo as
condigoes precarias as fiuangas do Estado, j
havia reduzido esse9 vencimentos pois que lan-
gou sobre elle9 o imposto de 10 % addicionaes
do Estado no senliio de debellar o dficit, s
tinba um alvitre tomar na altura da situago
precia das (nangas de Pernambuco: redu
zir quanto possivel a despeza, e, se isso nao bas-
tasse, crear novas fontes de receita, estatuindo
sobrevivas imposigOas e augmento das existen-
tes, I
Foique fez a commissao. Reduzio 03 ven
e mais 6 /.. o que importa dizer 11, 6-/.; pof', cimenfcs dos funcionarios activos, taxou os
que se devia eximir a commissao de seguir o 03 inactivos, supprimio verbas de despeza que
alvitre que adoptou, quando a situago do Es imporivam favor, conseguindo reduzir alguma
taao, longe de melhorar, aggravon-se ? cousa Tfio orgamento da despeza. que todavia
Critica-se a commissao orgamentaria pelo facto ,"ana"j, acha elevado 3:400:0001000, inclusi-
am vpt. d aiur.nnniar on cons 1 ves 21:t00*000 para o servigo dos incendise
de, em vez de augmentar ou conservar a laxa
addiciooal de imposto sobre o funecionalismo,
ter innovado, reduzmlo os vencimentos respec
tivos. Em substancia nao ha razao para a cri-
tica, pois de um ou de outro modo a reduego
far se-bia. Pensamos, porm. que a commissao
PARS, 23 de Fevereiro, noite.
f. O Duque d'Orleans, filho do Conde de
Pars, que foi condemnado ltimamente,
ficar provisoriamente em Conciergerie, e
era em stguida traisferido nara a Prisao
entral.
AgerciajBavaa, filial em Pernambuco,
fie Ftfereiro de 1890.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 25 DE FEVEREIRO DE 1S9J
trcameulo do Estado
E' de simples intuigo que nao era misso fa
cil commissao incumbida pelo honrado Gober-
nador do Estado 3e rever o orgjraento vigente,
conseguir o equilibrio orgamentario sem levan-
lar queixas, reclamaces e protestos.
Nos ltimos vinte anaos a despeza da pro-
vincia, boje Estado de Pernambuco, cresceu em
proporgoes multo mais notaveis do que a sua
receita, e especialmente esse laclo anmalo se
observa na ultima decada Se algumas de
. aesdespezas, porem, tea a sua naiural justifi
cativa no incremento da populaco. na necessi-
dade de acomoanhar o pro^resso da ivilisagao
e noe consectarios lgicos da evolugo nocial,
outras nao estio no mesmo caso, e apresentam
te como manobres lo individualismo, sempre
vido e crescente as secieda les degeneradas
Nc prJOfeUQ caso, estao s despez com obras
e meihor^meQtos matenaes, com a egarang.i
ablica, com a instraccao popu'ar e seraelhau
tes. No segundo caso estao 03 abates e remis^es
de dividas, de que estao inga los os orcunentus
flndos ; os emprestimos, nunca pagu* antiga
provincia; os aagmentos de vencimentos e con
cesses de gratifleag;;? extraordiaar as func
clonarlos isolados, 8 pingues aposi ntadorias, le
que da leslemuiiho decretes de excapcao, con-
stantes do nosso archivo legislativo; em suui
ma toda especie de favores, outhorgados pelo
patronato aos mais felizes desta trra.
168:00^000^;omo auxilio Santa Casa de Mi-
sericordia.
Como se v, ainda vultuoso o algarismo da
despeza do Estado na somma de 3:400:000*000.
partindo do principio de extinguir as taxas addi Mas, sem desorganisar os servigos pblicos, nao
cionaes por motivos de ordem econmica e Os-' podia a commissao reduzil o menores propor
cal, andou bem avisada reduundo logo os venci-
mentos, tarefa alias mais difficil, pois intuitivo
ser mais faril e simples taxar em 10, 15. 20 0,'o
taes vendmentos do que estatuir reduego para
cada caso isolado.
enes. Foi, pois, essa quantia, necessana. m
prescindivel, a que teve- a commissao de fazer
*ace no orgamento da receita.
Como tiroo-se ella dessa dificultosa situago,
diremos n*outro artigo.
PARTE OFFICIAL
Governo da Provincia
KEL1TORIO com que o Eim. Hr. selheJro Maooel -Aires
de iranio eniregon a admlnlstracao da provincia
ao sin. Hr. Dr. Sigismundo Amonio Concalvts
cm 1 t de oTenbro do SO
CConclusSo)
MOINHO DE*TRI O #
Em edital de 23 de Setembc. mand-i chamar concurrentes, a requenmerito de
Eduardo de Moraes Gomes Ferreira, c >m o prazo de 50 dias, para a fundac> de um
moinho de trigo c preparo da farinhi d'esse cereal, nos termoa^da le a 1,974 do b
de Marco d'este anno.
Tendo-se findado o prazo a 11- do corrate, o toi apresentada urna proposta
por parte do requerente Eduardo d; Moraea Gome. Fwreini. Em 13 fiz publicar
edital marcando o da 16 para abertura da ailudida pr^p eu \
PUBLIr'AglO DO EXPEDIENTE
Em 19 de Setembro ordenei ao inspector do Thesouro 'rovincial que intimasse
ao contratante do exp diente to g-.verno no Diario da l'ermtm'nico a rcciaSo do cm
trato determinado im 20 de Abril, observando o at>so previo de que tr^ta a clausula
12 e em 7-do corrate, mandoi que se contrt.ssc a po!!; ello do m&*ta dn?
repartijas Juicas provinciaes cora at _adarn;stre3cs dos jornaes A Provincia c o
, mediante as clausulas infra :
re
Jornal do _
BASES DO COSTO COM O JORNAL A PROVINCIA PARA A PCBLICA9AO DO EXPEDIENTE
DAS BEPARTICOE8 Pl BLICAS PROVINCIAES. EXCEPTO O DA MCRETARIA DO OOVEhNO
l.-A empreza do jornal A frovincia ebriga-se a put>licar na folha de sua
propriedade, desde o dia 20 de Margo de 1890 at 31 de Dezembro de 1893, ou
antes, se o presidente da provincia assim o entender, todos 03 annuncios, editaes,
listas de davedores de impostos e quaesquer outras pecas do expediente das re par
ticSes provinciaes. exceptuada a Secretaria da Presidencia, exigencia dos chefes
das di;a3 reparticSes, tanta." vezes quantas forem necessarias, e as listas tres vezes
consecutivas para geral conheci ment d'aquelles a quem possa interessar a materia
das m-smas. Esta publicag3o dever ser feita at dous dias depois da entrega do
autographo typographi.
2.aA empreza fornecer diariamente 1(X) exemplares do jornal A Provincia,
que sero distribuidos peta Secretaria do Governo e repartigoes provinciaes, conforme
a relagSo que Ihe fr apresentada pela mesma Secretaria.
3.aA empreza obriga-se a imprimir todos os trabalhos avulsos das actuaes
repartic3es, que Ihe forem pedidos, foraecendo o numero de exemplares necessario ao
servigo, sendo fixado pela reparticao respectiva no primeiro pedido que fr feito o
nQmero total dos exempl>res ou o presumido.
4.a A empreza nao ser obrigada a fornecer mais de 500 exemplares de cada
relatorio on brochura que tenha ao menos 5 folhas typographicas ou 4 paginas em for-
mato 4.a e 8 em 8.; si maior namero fr exigido, a empreza receber a quantia de
100000 por coda folba typographica do exemplar se o mesmo nSo passar de 500
exemplares, a de 15#000 se attingir a 1.009 e de 170500 sa fr de 1.5 0, de modo
que por um relatorio de 30 folhas typographieas, pagar-se-ha 3005000 pelo excesso
de exemplares at 5 0 e mais 45U0O 0 at mil.
Exceptuam-se para o effeito d'esta clausula as tab illas e mappas.
5.a -As repartigSes provinciaes devento remetter empreza d jornal A Pro-
cincia, no principio de cada semestre, urna riacao das impressoes que se tizerem ne-
cessarias no semestre seguiote, com declaracao do numero de exemplares necessarios.
6.a As impressSes comprehendidas pi'eate contrato serao executadas com
aceio e em bom papel, suj ritmdo se a empnlta a recbelas se nao estiverem de
accordo os modelos fornecinos pela respectivas repartigSes.
7.aO praso para a entrega dos avalaos ser calculado na razSo de tres fo-
lhas typographieas por dia, sendo as segundas provas revistas pela repartigao que
houver enviado o original para a typographia, nao se contando n'este prazo o tempo
consumido pela revisao. O empregado ene irrogado d'esse servigo passar recibo em
um livro, que acompar.har as provas, designauio o dia e a hora da entrega.
8.aA empreza obriga-se a imprimir, brochare fazer entrega dos relatorios das
mebinas repartigSes cora os apndices que eon:iverem, regulamentos e astrusySes,
bem como a imprimir somante os demais trabalhos, que serao especificados e com
declaragao do numero de exemplares no forma proscriptas as clausulas antecedentes.
9.aA empreza fiea jujeita multa do 203000 a 200)5000 pelas infracgSes do
presente contrato, conformo a gravidade de cada ama.
10.aA empreza perceber do Thesouro Provincial pelos trabalhos menciona-
dos as clausulas anteriores a quantia de 10:000)5000 annuaes, pagos em fraegois
correspondentes a cada raez vencido nos primeiros 15 das do segrate mez e devendo-
se em taes pagamentos descontar a importancia das multas, em que tenha racorrido.
11.aQualquer trabalho nao especificado no presente contrato ser pago me-
diante ajuste.
12.aO presente contrato poder aer rescindido pelo presidente da provincia,
em qualquer tsmpo, pagando-se a empreza a quantia de 10:0005 03.
BASES DO CONTRATO COM O JORNAL DO-BBCIFE PARA A PDBLICACAO DO HXPEDDJINNK
DA SECRETARIA DO GOVKRNO
A empreza do Jornal do Recife obriga se a publicar na folha de sua proprie-
dade, desde 20 de Margo de 1890 at 31 d-> Tezembro de 1893, ou antes, se assim
o entender o presidente da provincia, o expediente e actos do governo. Essa publi-
cacSo se far as secg5esExpediente e avisos officiaes, segundo o aBsum^to dos
%Ct03.
2.aA empreza se briga a imprimir em avulsos, formando livros o expediente
publicado no Jornale o mais expediente que, por conveniencia do s-rvigo publico,
nao tenha sido publicado, entregando Secretaria da Presidenica 25 exemplares de
taes avulso; encadernados, at a segunda quinzena do mez de Agosto de cada anno.
3.a -A.empreza obriga-se a publicar job o tituloCommunicado Oflicialos
a:tiros origin-ies ow, em i. fe 1 !? Administraco, Ihe f^rem para tal fim enviados,
:.-.. ijiJ t. ^juIo tolhido o Jornal do Recife, de djatir am ar-
preza ae 6 p^a a .aprfr'Vbrochar 400 exemplares das lis pro
vniciaes, regataraeutoe, m'tnBpSes j relatorios da presidencia (menos os ahnexos),
I oem como imprimir na proprM;?o que fr raxoavelmente necessaria paFa cada anno,
patentes d cianal, ttulos de autoridades policiaes, portaras para navios,
livros de registro para os mesmos, titul >s de legitimagSo de posse e circulares.
5.aAs publicagSes no Jornal serio feitas em prazo nunca superior ao de 48
horas, depois do recebimento dos originaes.
6.aA empr=za obriga se a imprimir dentro do prazo de 40 dias o relatorio
da presidencia e leis provinciaes e no de 15 os regalamentos e os outros trabalhos ja
mencionados, sendo o prazo contado da data da entregados originaes na typographia.
descontados os dias que forem consumidos pela revisao das seguudas provas, que ser
feita por quem fr designado pelo presiden e da provincia e por c >nta d'esta.
7.aA empreza fornecer diariamente 80 exemplares do Jornal do Recife,
que ser3o distribuidos, pela Secretaria da Presidencia e repartigoes provinciaes, con-
forme a relagaj que ihe for enviada pela mesma Secretaria.
8.aOs annexos dos relatorios da presidencia e qualquer outro trabalho, nao
especificado no presente contrato, serao pagos mediante ajuste.
9.* i-0 presidente da provincia poder impor multas de 105000 a 1005000
pelas intraegSes d'esta contrato.
10.aA empreza perceber do Thesouro Provincia! pelos trabalhos mencio-
nados as clausulas auteriores a quantia de 8:0005000 annuaes, paga em fraegao
correspondente a cada mez vencido, devendo-se encontrar em taes pagamentos as
multas em que, por ventufa, incorra a empreza.
11.a O presente contrato poder ser rescindido pelo presidente da provincia,
em qualquer tempo, pagando-se empreza a quantia de 8:0005000 pela rescisao.
CONCLUSO
Tendo de seguir para a capital do imperio afim de oceupar na Cmara dos
Senhores Deputa ios a cadeira que aili conferio-me a provincia do Paran, solicitei a
demissEo de presidente da provincia de Pernambuco, que me foi concedida <;in 26 de
Outubro findo, sendo na mesma data nomendo V. Exc. para substituir me em tao
alta commissao.
Quanto tem a ganhar a provincia de Pernambuco todos o comprahendem, e o
nome de V. Exc. na magistratura, no parlamento e jornalismo garanten! o acurado
estudo dos negocios pblicos e ajusta decisao as deiiberagSes que tomar.
O pleno conh;cimento dos horaens e interesses provinciaes, o empenho qut
sempre demonstren pela prosperidade desta provincia, os elevados attributos moraes
que concorrem pela illustraplo e carcter na pessa de V. Exc. nao constituem uni-
damente o reconhecimento do Governo Imperial na acertada escolha e sim o alto
conceito que goza e o muitn que deve a provincia esperar da nova administragao que
hoje inicia a sua melindrosa tarefa.
Permitta V. Exc. antes de concluir que aqui aprsente a proviucia de Per-
nambuco a minha gratidao pelo muito com que distingua me pelas elevadas provas
de aprego com que honrou os meus esforgos e que fago votos pelo deenvolvimento
de sua lavoura e industria, pelo engrandecimen-o do seu commercio, que se eleve
sempre na senda do progresso, oceupando entre suas irmas o papel saliente e patrio-
tico que j de ba muito registrou a historia patria.
Palacio da presidencia de eraambueo, em 14 de-Novembro de 1889.
Dous guarde a V. Exc.Ulm. Exm. Sr, Dr. Sigismundo Antonio Gongalves,
muiti digno presidente da provincia de Pernambuco.
M. Alves de Araujo.
Cverao do Estado de Peruana
nuco
EXPEDIENTE M DA 6 DE FdV.'iRBlBO DE 1590
Acto :
- O inarectaal governrlor do Estado, tendo
mi vista o oicio ue bontffi datado, da director
Escola Norma!, resolvo. nos termos do art. 45
Enlmenlo > 27 *? Descnbro do 1887, ao-
oieMBa oiuauios K yjio Aman to Gomes de
MellBBicbarei Jos-- Aiifolno G. .-.-i: Kaaqui Gu.iraiia para sery-
reiM,TO ur e^n qu^ estao cioc dos, a commis
sarios nos exames que e tem de proceder no
en .olvimento e da copia da seta da sessio eos
qae procedea-se a liquidado das contas relati-
vas a esse periodo. Communicou se aosmen-
bros da commissao do governo encarregada da
liqaidago das contas.
- Ao inspector da Alfandega.Attendendo
ao que requereram Amonin Inuaas C, auto-
riso-vos a permittir-lbes a re-esportagao de 601
saceos com farinba de mandioca com destino a
Natal, a que se referem os quatro documentos
que vos remello coi o oressnle ollicio.
Ao inspector da liesaurana d< Fazeoda.
Remetto-vos coiia do aviso expedido pelo Mi-
nisterio da Marinha em 7 de J.inero uitimo sob
n. S36, sobre o crdito de 781 998 a verba
Hospitaesdo exercicio de 188}, > lim de que
informis quanto a segunda parta o mencionado
lia 10 do oriente das materias do l.'2. e 3.'
anoos da otean i Sis o -FiferWn se as oeces
barias couiuiutiic i,j ;.
mmmmmsm
Daimbco ultimo, aconpantia Jo do devido de3- Fernando de Noronba com a quantia de........
;r .

--. i
'! .

i
1
-
r
r

N ;

'

Sw
'-
'




Diario de Pemambueo--Terca-feiraj25 de Fevereii/: de 1S90



i
-


--


a

:775*96i, constante do incluso orgamento, aflm
de occorrer ao pagamento, de-deepezas de pes-
soal e material do mesrae-presidio oo mez de
Marco vin Jonro^ComuiurBauu se ao diwetor do
presidio. "
Ao mesme.--- iaa-raanico veaiique o juiz
municipal e-non o rafea* s do termo-de Gtaranna,
bacharel Hoaaria llermito Cor rea de Brile reas-
sumio o exemeio deaen cargo era S6 de Janeiro
Indo. m
Ao mestBe-MondaittIectirar por nseio de
arrematago, omOaBarurgaaeaj o-forneriaiantO;
do pedido de medicamentos emtensis, aqu jun
los, para a pharmacia do presidio de Fernando
de Noronha, de accordo com a inforraaco do
inspector de hjhiene, excluidos, porm. os que
deixem de ser para alli remetiidos pela phar
macia da enferroaria militar, secundo a relacao
ue acompaohou o officio do delegado do cirur
giao mor do exercito, de hontem datado.
Ao mesmo. -Para satisfazer a requesigo do
aommandante do Asylo de-Invlidos da 'alna
providencial para que por easa Tuesour na se ja
femettido a secretaria do governo d este Es-
tado com destino a repartiere do Aldante Ge-
neral a guia de soccorrimeoto do soldado retor^
Blo.d^ffirero=*fto=*w|nmide-:Albuquwque,
que se acha no referido Asylo.
Ao mesmo.Em 'vjrtude de ordem do c:-
- ^adao-miBs:o- e secretario do Estado dos Ne-
.tocios- da Guerra 'jeoostant-;- do aviso de 2* de
Janeiro liado, manda abonar ao guarda da com
nanhia de aprendizes artfices do Arsenal de
Guerra d'este Estado, Benedicto Ferreira Jara
raca a-diana de #000, em remunerago Jo ser-
rico de que se aha .encarregad como p "rito
dos conselbos de compra da mesmo Arsenal.
Communicou-se ao director do Arsenal Je
" luerra. .-.. ~,
m Ao mesmo. -Em awso circular n. ISO-de 2i
de Janeiro Ando, dedarou o cidadio. Mimstero
SecreUrio do Estado dos Negocios da Mar nha
que tendo sido prorogauos os orcaraentos do
exercicio passado, subsiste oeste Estado, duran
te o correle ann<> a mesma distriboigo de ere
itos que eoto vigorava. .
Oque vos commumeopara os nns couviniui
tes
-- Mutatis-naUandis ao Inspector do Arsenal de
- Marinha e ae eomareudante da Escola de Apren
. des .Mario heiros. .
Ao mesmo.Remello-vos, para os dividos
ns, a inclusa quantia de cincoenla mil res
com'o qual o capito Uluminato Soares da Fon-
seca resolveu concorrer para o pagamento da
divida interna, segn lo o officio^de oje datado
qoe me foi dirigido pelo mencionado capito
UluminatoOfliciou se ao capito Uluminato
Soares da Fonceca agradecendo o acto de gene
- fondado prestado a ausa publica.
-r. Ao director do Arsenal de Guerra.Resti-
tuind o incluso requerimento e mais papis de
ermelinda Francisca da Rosa autoriso vos a
mandar admittir na companhia d-i aprendizes
artificesdesse Arsenl.-qaando-houver vaga, o
menor Conntho. soberano da peticionaria, urna
vez que se acha elle as coodigoes do regula
ment de 19deOutubro de 1872 secundo consta
da vossa inforroago de 5 do corrente sob
i. 94.
Ao inspector do Arsenal de Marinha.Com
i aviso n. 33o de 29 de Jaii^ro lindo, o cidado
ministro e secretario de E-Uado dos Neaocios da
Marinha declaro me ticar inteirado da exonera-
-- ^Sqoeeoncedia Candido Carneiro de Albuquer
que Lacerda do lugar de escrevente interino da
directora de construeges navaes desse Arsenal;
eonvndo que seja aonuociado conourso para o
preenchiiteuto dessa vasa.
Oique vos participo para os devidos nns.
-litommuiixcou-se a iTtaBoiM-aria de Fazenda.
Ao mesmo. Em espasia ao vosso ofcio
n, 20 de 5 do correte declaro vos que para O
eoncerto e i-pgulamago do relogio do torreo
desse Arsenal deveis chamar concurrencia para
respectivo contracto de conformidade com a
Ititiia parte do meu oflieio de hontem datado.
ao coramandante da Escola de Aprendizes
Marinheiros.-Segundo consta do aviso do Mi
nisterio dos Negocios da Mariona,- sob n. 304,
de 23 de Janeiro lindo, foi. na mesma dala, no-
aleado Joo Gongalves da Silva para o. lugar da
professor da prime ras letras dessa escola ; o
que vos communico para os devidos fins.Com
municoa-se ao inspector da Thesouraria de Fa
Knda.
Ao inspector da saude da porto.Respon
do ao vosso oflieio de 31 de. Janeiro ultimo, di
sendo que deveis pagar a importancia grammas qut> houvetdesde expedir- em servigo
aa.cominissao a que ides na colonia izahet apo-
sentando opportunamente contapara serindem
isado.
Ao inspector geral da instrocgo publica.
Oeclar^ '" aue flraaai"1Tidii a proposta con
stanle de vosso qJucio.. n. o, ui-js ao oorrent*
me, relativa aos- limites dos dous distnotos lit
leranos da paroclila de Santo Antonio desta ci-
dade.
Ao dirretor geral- de ol>ra Dublicas. au-
toriso vos em addit.iiBWito do meo officio de 1
do corrente, a man lar proceder ki obra> de ca
nalisago de gaz na ponte Buarque de Macedo.
de accordo com o vosso offijio de 20 de Novem-
bro do anno passa lo, sob n. 159, e copia a elle
annexa.Communieou se ao engenheiro cucar
regado das o as geraes e ao inspector da The
sourtria de Fazenda.
. Ao inspector especial de trras e colonisa-
50.-Compre que informis -dcrtc do que se
l no incluso exemplar da Epncha de hontem.
sob a rubrica Urge providenciar, ^quanto aos
subditos hespanhoes que foram mandado* ad
mittir ltimamente na Co onia Suassuna.
Ao juiz de direito presidente di junta re
visorade asiamenlo militar da comarca de i! 1
nilo.Devolvo o incluso ilistnraento qup-aoom-
panbou vosso officio de 29 de Janeiro lindo, uii n
de que seja feito segundo o modelo C aam-xo
ao decreto n. 5,881, de 27 de Fwereiru de 1875.
Ao delgalo de polica..do. termo de fal
mare. Providencial para que o comraaudan'e
do destacamento ani existente siga com urna
forca de dez pracas para Manyal disposicao
do respectivo subdelegado Domingos Marques
.i-jde/ffeitas, queivos entregar sle oJScw,Man j
dou se dar passagens por conta do Estado e
oom direito bagagem, ao subdelegado'flofli-
eial e pracas do corpo de polica, at estago
de-Marayal.
Ao eidado boiharel EspcridiHO -Ferreira
Monteiro.Em tespofta ao voss* oflici de 31
de Janeiro ultimo, declaro vos que podis remet
ter Thesouraria de Fazenda, por intermedio
deste governo, a quantia que fr arrecalada.
Portaras:
O gerente da Co-panhia Pernambucana man-
de dar passagem de r at a Pa*ahyba. a Sergio
Ferreira Maciel Pinoeir>, por conta das de que
Irata o decreto n. 10 208 de 16 de Margo do aa
uMBtfMndO.
O Sr superintenden'e da estrada de ferro
do Recife a S. Francisco mande transportar em
erro de 1* classe ao bacharel Manoel Augusta
Ferreira da Silva, inspector especial de trras e
colonisago deste Estado, sempre que se apre-
sentar em objecto do serveo deo.ue est eaear-
egado, corrend 1 a desp za por conta do Minis-
terio da Agricultura, comraercio e Obras P:ibli
aes.
Igual ao superintendente de Limoeiro e
mutatu muandu ao director engenheiro em che
fe do proloogamento.
O Sr. suoeriutendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d pass.igem, por con-
ta do Estado, a tima forga de polica que destaca
para a villa de Ipojuca.
O Sr. superintendente da Estrada de ferro
do Recife a S. Francisco d passagem por couta
do Estado, da estag'o de Cinco Ponas de Una.
a urna praga de polica, que destaca para Ca-
krob.
Mutatis matandis ao encarregado da "esta-
fan de Palmares at garanbuns.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao Francisco d passagem, por con-
ta do Estado, da estago de Cinco- Ponas de
na, a urna praga de polica que destaca para
tai pap.
Mutaiis mutandis ao cidado encarre gal o
da estago de Palmares.
nPIDnUTB DO MCJIBTABlO
Officios :
Ao Dr. jui* de direito do 2 dUtricto crimioal
da comarca do Recife.O marecbal gobernador
do Estado manda communicar-voa que no- vosso
officio de 31 de Janeiro- Sndo, boje recebhtanes-
repartigo, proferto o seguinte despacho:
Ao director do presidio dfe Fernando de .No |~a0
po de polica em officio de hontem datado, de-
ver apcaaaotarsa.diaciaOMOta- nessa repartigo
uma,ptBcai'^laqiile oorpo-para o ti a indicado
em vosso ofiao, si'qa pondo, de 2 do Ja-
rneiEOiifindo. _^
di oo au ?.frawgmo HMNO
Actos :
.irmaeachal -.coieaMdor do Esta lo tendo
em vista anproposta do aos^obeiro riscal d_a E.n
presa .LoaonootorarPernambucana. em officio de
>6 di-JHarnratarn doianno- passado, e.ooasid'-ran
do que a ditaemprea ha nterrompidoaiirafego'
em todas as suas linbas de viaego, sem previa
autorisaco do governo, resolve, nos termos da
clausula 7* da innovaco do contrajto cele irado
em 20 de Julho de 1882, que seja ella res:indida
e considerada caduca, urna ve? que o respectivo
gerente nenbum recurso iaterpoz at hoje como
Ihe era facultado pela mencionada clausula 7*
infine provando forga maior. Remetteu-se copia
o inspector do Tbesouro e aos engenheiros ebefe
da repartigo das Ooras Publicas e fiscal da em
preza.
O marecbal govemador do Estado usando
da autorisago concedido peto decreto n. 107 de
30 do.Desamoroditluao^sawlva.rfMBtaM ao c-
maras municipaes de Ciruar, Pao d'Atho, Hom
Jardim e Correles, e nomesr um conselho de in
tendencia para cada um dos referidos municipios,
coraposto dos^eguintes cidados :
CaTuar
Commeodador Manoel; Rodrigues Porto, ser-
viodo de presidente, major Aureln Floreado da
Silva Limeira e Juvencio Taciano Mariz.
Pao d'Albo
Coronel Francisco Vidal Aranha Montenegro,
servindo de preeideote, Joo'li'oocio Alves Ca
val cante e Joaquim Correia de Aruujo Vasconcei
los.
Rom-Jardim
CipitSo Jnaquim Gongaves da Costa Lima Fi
lho, serviodo de presidente, Dr. Justino da Motta
Silveira e los Rosa Lima de Aguiar.
Corren tes
Capiio Jos Peregrino de Miranda, servindo de
presidente, tenente Miguel de Goes Barrettoe
Esperidio Pinto Correia.Fizeram se is neces-
sarias communicag6es.
- O marechal govemador doEtado resolve,
de conformidade com a proposta do Dr. chefe de
polica-em officio de-hontem datado, sob n 242
exonerar Francisco Antonio Florencio de Carva-
Iho e Antonio Pereira da Silva, dos cargos de
subdelegado e Io suppleate do districlo de Santa
Cruz do termo do Brejo, por nao residirem no
itis.ri._-t!. o;n;na!ii -..ju se ao Dr. chefe de poli-
ca.
O marechal governa lor do Estado alten
dendo ao que requere 1 Clodoaldo Aristheu da
Rocha Pereira, professor da cadeira de ensino
primario da Torre em Taqoaretinga e a infor-
maco n. 25 do inspector aeral da instruccSo pu-
hik-a, resolve.de aecordocom o parecer da juati
medica, conceder ao p ticionario, a contar de 16
de Janeiro Bndo. 30 diaa delicenga com orde-
nado, para tratar de sua sade onde Ihe con
vier.
O marechal govemador do Estado alten
dendo ao quwrequcreu Aotooio das Chagas Ro
drigues Machado, professor publico eff ctivo d .
cadeira de ensino primario de S. Caetano da Ra-
posa e lendo em vista o parecen da junta-medica
e tnformacao do inspector seral da nstrucgopu
bli a de 21 de Janeiro lindo, sob n. 2i resolvp
conceden M peticionario 40 dias de licengi. com
ordenado para tratar de sua sade, deveodo
lita licenga ser contada d 16 do dito mez de
Janeiro.
O marechal govemador do Estado atten-
dendo ao que nquereu Hermilla Lydia Alcofora-
do Lima, professora publica da cadeira mixta da
povoago da Luz, da comarca de S. Lonrengo da
Matta, e tendo em vista a ioformago pre>tada
pela inspectora geral da instruego publica em
officio n. 58 e o parecer da junta-medica, resolve
conceder peticionaria, dous mezes de licenga
esm ordenado, a contar de 16 de Janeiro ultimo,
para tralar de sua sade onde Ihe eonvier.
O marecia! govemador do Estado alten
dendo a que nquereu Clarinda Guimaraes Ri
beiro-Machado, professora da cadeira de ensilo
primario do sexo femenino de S Caetan da Ra
posa, tenlo-em vista a ioformago n. :3 do inspe
ctor geral da inslrucgao. publica e o parecer da
junta-medica, resolve conceder peticiouasja, a
contar de 16 de Janeiro linde. 45 dias com rde
nado, para tratar de sua sade onde lh- eon-
vier.
- O marechal govemador do listado, alten
dendo ao que requereu Maria Cintra Lima, pro
fessora da cadeira de easino primarb do Brejo.
tendo em vista a informagao n. 30 do inspector
geral da Intrucgo Publica e o parecer da junta
medica, resolve conceder a peticionaria, a con-
tr de 16 dJpfcneirn nada, don* mtz"i -lo uoen-
p? cora or
Ihe con vi
Officios
Ao Dr. chefe de polica.Convra que o de
legado de polica do termo de Panellas informe
sobre o assumpto do officio junto por copia, de
27 de Janeiro rindo, er que a extinota Cmara
Municipal da villa do mesmo Borne reclama pa
conveniencia de transferir-s"1 a sede da respecti-
va comarca para a villa de Quipap.
Ao vic cnsul da H-spanha.Em respos
ta ao officio que dirigic-me hontem o Sr Fran
cisco Alfonso Monteiro. encarregado do ice
consulado da Hespanha neste Estao, solicitan
d passagens para o Esta'o do Para a favor de-
oito cidados hespanhoes, cujos nomes cita e
que haviam sido manda los ad muir na colonia
Suassuna, cabe rae dizer que. a vista dos avisos
do Ministerio da Agricultura, Commercio e Obras
Publicas em 27 de ezerabru de 1888 e 5 de Ou
tubr 1 de 1889, ao dito Ministerio cabe a conces-
so das pass.iicris solicitadas ; alm de que taes
individuos euibora nfto nrovassem ler vindo co-
mo colonos foram alimentados pelo governo e
abandonaram a l;ti colonia.
Renov ao Sr. vice-consul da Hespanha os
meus protestos de subida estima e considerago.
Ao inspector da Taeoorana de Faaeada.
Communico vos que o juiz substituto .da cunar
ca de Jaboato bacharel Beilarmioo Cesar Gon
trun reassumio o exercicio de seu cargo no Io
da do corrente mez.
Ao mesma. Attendeodo ao que requere-
ran os empregados da Alfandega e tendo em
vista o exposto, pelo respectivo inspector em of
icio junto por copia, de 3 do- corrente mez, sob
n. 53. auloriso-vos a mandardes descontar um
da de seus venciuientos am de sero producto
do alludido descont apphcadA ao resgate da di-
vida exlerna.'.ommunicou se ao inspector da
Alfandega recommendando que agradega aos di
tos empreados o acto de patriotismo.
Ao presidente do Trihonal do Jury;Por
conveniencia do servigo publico, rogo vos que
dispensis do servigo da actual sesso do Jury I
o i" official da Secretaria deste governo, Tele-
maco Cavalcante de Mello.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia
d 1 Recife Oedaro-vos que, mediante as con-
diges constantes dos termos annexos, por copia,
ads vossoj offiios ns .130 e'33l de 5 do corre-
te mez, licara approvadea os contractos celebra
dos cjm Joanna Porto Machado e o Rv.l Antonio
Estanislao Onnque de Vaaconcellos para servi-
rem nos .ugares de enferraeira do Hospicio de
Alienados e decapellaode Asylo de Mesdici
dade. ua ordem em qo< vao collocados.
Ao inspector do Thcsouro do Estado. Ten-
do rescindido hoje o co tracto da empreza Lo
m 'tora Pernambucana, devedora a fazenda des-
te Estauo e a Intendencia Municipal das quan-
as resultantes da contribu.co a que se obri
gon por seu contracto, desde o exercicio de 1881
1882, conforme vossa inforraacSo de 30 de Oe-
zembro do anno passado; ao respetivo enge
nlieim fiscal de honorarios vencidos desde Abril
de lo88 ; ao Visioude de Guararapes da de...
463* constantes das contas juntas provenientes
de pedrasque fornecera para reposigo do cal-
camento ordenada em 12 de Agosto e 5 de Se-
tembro do anuo passado ; e a Joo Soares da de
5 provenientes dos transportes das ditas pe-
dras e a Camilio de Souia Can eiro a de 884.1920
pelo trabalho do lerantamento de trilhos e re-
pisigo do calgamento contractado pela reparti-
go das Obras Publicas, recommendo vos que
mandis fazer penhora na emeo de l2MMt em
apolices feita pela dita empreza perante esse
Tbesouro para indemnisseo dos credores ooaio
opinaes nos officios de 28 de Dezembro ultimo e
7 de Janeiro prximo passado sob as. 95 e 10.
Envo-vos tambera as cootas de Camilio de..-ou
zaCarvalbo e Joo Soares- fteawtteu se copia
-ao Dr. procurador dos fetos da tazenda do.Et-
deseja
Antonio Maximino Ramos Valenga, que
naatsinil nwnna E*oU N*rrnai.
Aomesmo diws isi eswtaiseump-'
to de vosso.offi:iai 60id Io darconmate ore!
reeonawadowosiFaiH intiquets anOHdoirnKjue
dev ser.ranferia.parAspomdo doitiordeiro
oiomby.
------A' cmnnissao wanrregad ido-rever O
OBjBaento.HMfteiaena vos si inotasa >petigao de
Lydioi*orpasariridatiagoi-.deiliveiraj porte i ro
a rote ft a dnvepanasijaiasi oasas, pabUcas era
qummqueeBiMregafao de ^enanaatos oitim de
que mu prestis mformaco sobre o que preten
de o peticionario
Ao"irtjcror geral das obras, publicas.A'"|
vista do que consta dos vosso-officios de-14 de
Janeiro e 3 do corrate, sob ns. 9 e 20, arjprovoo
augmento de despeza, na importancia de 9825186
provenidle do engano'que houve na medigo do
laboleiro, asphaito. ladrlho e pintara de ura pas-
seio da ponte da Magdalena nio'roinprebendi
do no orgamento approvado em 16 de Julho do,
anno passado ; licando a dita despeza reduzida a
421 486 e mais 50(. de reduego e 7 (. de be
neticio, visto deduzir-sea>quatia deol "pro*i
Elvira Saraiva de Arroxella QaftrSo.
ttido ao Rcgeor- do jynoaski Per
oaasbucano paraaltender a petioioaari, ha
veado vaga.
'tFeliciana Gomesffiaaaira do Lyea.In
nMnane o InspejtorGmral ida IastruccSo
IbUica.
Felippe de S e Aaaaquen^ue.-Jiifor-
11 a,cidado Inapecsorudj Eaesoaro do
.atado. ^
Idalina Mara da Conceico Lima.Sim,
mediante recibo.
Idalina Maria da Conceico Lima. Sim,
mediante recibo.
Capito Joao Theodomiro da Costa
Monteiro. Jim, mediante recibo.
-Bacharel Jos Antonio de Oliveira
Mendonca. Encaminhe se.
Jos Mirabeau de Mello Mariz.Infor-
meo direc.or da secretaria da extincta
vuniente de maiexiaL velha^eatJom estado,.que. Aanniabln IfuaT-iiicial.
foi raproreitado na obre.*"Gonimuaicou-8e ao
Thesonro do Estado.
Portaras:
Declaro a Cmara Municipal de S. Jos do
Egypto que nao podem ser approvadas as arre
matacoes de inpostos constantes do termoianne-
xo o seo officio de 24 daNovembro do anno as
sado, por nao terem sido procedidas cora a devi-
da regulandade, seguado informages que olhi
arespeito; devendo a arrecadaco dos referidos
impostos ser feita por administrago. de acor-
d com a autorisaco concedida pelo art 32 da
lein. 1,791 de 1883,
Declaro a Cumara-iMuuicipal.de Villa Relia
queJicam aoprovadas as arcematagos constan-
tes de seu officio de 4 de Novetnbro do anno
passado..excepto as dos impostos ailud los pelos
g-28 e 80 do art. 2' da le o. ?,9. por nao es-
taim as respectivas.taxas de aaio/do com a ci-
tada lei.
O cidado gerente da Compannia Pernam-
bucana faga transportar ao presidio de Fernan-
do-de Noronha, por co ita do Ministerio da Guer-
ra ura caixo e urn volurae, medindo isle 53
decmetros cbicos e aquelle 543, os quaes
contera faldamento para as pracas do 14" bata-
lbo de iniintaria alli destacadas.Commum
cou se a Secretaria do coramando das armas.
0 Sr gerefcte da Companhia Pernambucana
raande dar passagem-de r,al a capital do Es
lado das Alaguas, a Sevenano Coutinho Padi-
Iha, por contFdas gratuitas a que o governo tem
direito.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem de proa at-o presidio de
Fernando de Noronha, a Se veri na'Man a da Con
ceigo, mulher do sentenciado Tertuliano Jos
de S. Clara, por conta das -gratuitas a que o go
veroo tora direito.
IJ-jm a Anua Francisca de Seuna.: mniher
do sentenciado Antonio Baptista do Nascment.
Communieou se ao director do presidio.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife a Limoeiro d passagem, de ida e vol-
ta. por conta do Estado, da estago de Nazareth
a do Brura, a duas pragas de polica, providen,
ciando quanto ao transporte de umcriminos, que
dalli tem de vir para esta capital.
0 Sr. superintendente da estrada de ferro do
Rtcife ao S. Francisco d passagens de ida e
volta.por coaia do-estado, de Una Cinco Pon-
tas, a doas pracas de polica, proiaenciundo ao
transporte de-urn prenoique eias devem conda-
zir d.-ilh para esta capital.
Mutatis nuOamli ao cidado encarregado da
Estago le Palmares, dem id jai de Quipap
Palmares.
0 Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco, d passagens de ida
e volle duas pragas de-policia, da estago do Ca
bo a de Cinco Ponas, providenciando, quanto ao
trinsporte de un preso que deve ser reeolhido
^Casa de Detingo.
O 3r. superinft'iidenle da estrada de ferro
do Recife -o S. Francisco d passagem, por con
la do Estado, com direito a bagagem, ao'i fetos
do corpo de policia'Manoel Mende.s da Silva que
vai comraandar o deslaaamento daimllado Bo
nito
Mutatis nfitandis- ao enrarregado de Pal
mares, dah at Calende. dem -dem.
O Sr.rsuperiuteodeute da estrada de ferro-
do Recife ao S Francisco d.passagem, por coa
ta do Estado, da estago de Cinco "Ponas a de
Una, com direito a bagagem, a du \a. pr$as de
polica, que destacara-para Bom Oonselho, con
duziodo urna dcllas sua muler e um ttlho rae
or.
u.itutii inutinduio eoc
o para tratar de sui saude onde d Palma-os datn at^aranAnsidjm dem.
^ ^ O Sr. diipennteO'int OaL^surala da trro
) dtf
paakagoD, por
oinco Ponas
__aba para satisfazer a requisgo
Ao inspector da hygiene.O marechal go-
Ternador do Estado manda comraunicar vos
fas, tegonio partcipou o commaadante do cor-
3 Ao inspector geral da tnsirucyo- publica.
De abordo com o art. 13 n. o do Decr. n......
10,201, de 9 de Margo de 1889, providencial para
qoe seja examinado em arithmetica o menor
do Recife ao S. Francisca
conta do Estado< da estago
de Una, aaiuas awjga de poliCta,.que regressam
para o seu destacamento na villa de Canhotinho.
Matatis mataneis ao encarregado da estago
de Palmares.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S Francisco, d passagem, por con-
ta do Est do. da estago de- Cinco Puntas a de
liimellelra aduas pragas de polica que desta-
cara para a villa de Bezerros.
O Sr. suoenntendente da estrada de ferro
do Reafe ao S. Francisco mande transportar da
astacao de Cuco Ponas a de Agua Preta a duas
pragas de linha que regressam com um desertor,
co rendo essas pngeos por conta do ministe-
rio da guerra.Ofliciou se ao Dr. chefe de poli-
ca.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officios:
0 marechal govemador do Estado manda
declarar vos, em virtude do que representoa o
director da secretaria da extincta apaembla le-
gislativa provincial bachacel Jos Anloaikde Al*
meida Cuuti 1.. que devera ser abonadoa,fanuaI-
raente ao referido bacharel os venennentos de
que trata a nortea de 28 do Ptovembro ultimo,
sendo 1:6J0!.0UU dcordena-Jj .e UOOOU de gra-
ulicago.
Ao inspector da Thesouraria de Fsenda. 0
marechal gevernade r do Estado, manda declarar
vos era respos a ao vosso officio de 29 de Janeiro
rindo, sob n. 79, que a subslituicao dos juizes
de areito e substitutos da comarca da capiul
foi estbele -i Ji na formada lei,-pelas portaras
de 13 e 23 de Novembro ultimo.- publicadas no
Diario de Pemambuco, de 20 e 26 desse mesmo
mez.
Ao secretario do commando das armas.
0 marechal govemador do Estado manda com
municar-vos' que nesta data deferio o requeri-
mento do Dr. Alvaro Gaminha Tavares da Silva
Filho era que pede para ser inspeccionado pela
junta medica militar.
Aos Srs. agentes da companhia brasileira
de navegacSo a vapor.Ue ordem do marechal
goverolnir do Estado aecuso o recebimeoto do
officio em que participis que o vapor Pernam
buco chegju dos portos do sul, boje, ; 6 horas
da manila e seguir para 03 do norte, at Ma-
nos, amurilla as 5 horas da tarde..ommutii-
couse secretaria do commercio.
Ao commandante do corpo'de polica. -De
ordem do marechal govemador do Estado trans
millo vos, em resposta- ao vosro officio de 8 de
Janeiro rindo, sob a. 98, copia do ae 30 dq refe
rrdo mez, do inspector do Tbesouro do Estado.
Ao arente da estrada deierro do Recife a
Olinda e Beberibe.' e ordem do raa*echal go-
vemador do Estado aecuso o recebimento do of-
flcio a i 3 do corrente com o qual ren.ettestes
360 passes gratuitos destinados ao servigo pu-
blic. '
... Joao Vasco (J*bral de Algenez. Infor-
me o. Inspector da Thesouraria de Fa
senda.
Tenente Jos Antonio Pinto.Indefe-
rido, visto nao ter cumprido o-disposto no
art. 45 do decreto, n. 1130, de 12 de
Margo de 1853.
Lourenco Alves Quixaba.Remettido
Intendencia Municipal do Recife para
providenciar.
Maria Joaquina da Conceico Padilha.
Informe o Director., da Colonia.
Maria Brgida da Silva Carvalho.Re-
mettido ao Inspector do Thesouro do
Estado. para attender, de accordo com
sua informagjLn de 12 do corrente; sob
n. 112.
Manoel Alexandri no Czlote 1 de Meira.
Seja inspeccionado.
Padre Manoel Esperidi2o Muniz.In-
forme o Inspector da' Theaouraria de Fa-
zenda.
Pasceal Segreto;Informe o inspector
da Alfandega.
Rutilio Jos de Oliveira e Silva.In-
forme o Inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Secretaria d > governo do Estado de Per
narabuoo,'24-de Fevereiro de 1890.
O porteiro,
H. M.-da Silva.
DESPACHOS DA S3CBBTABIA DO GOVERNO
DO ESTADO DE pBNAHBUCO, 22 DE -)A-
NEIRiiDE 1890
Abaixo assignados residentes no termo
e cidade da Gloria de Goit.Nesta data
nomeio um conselho de intendencia para
gerir os negocios do.municipio.
Alhe.iro-, Fernandes & C. -r- Informe o
Inspector.da Thesouraria de Faaenda.
Adelade Roaaiina Bettencotirt Barbosa.
-Sim.
Podre ChristovSo %do Reg- Bsrros.-r-
Informe o Inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Dominyo FmTSira de aforaos. ^As fi-
naneas do Estado nSo permittem despeza
desta ordem.
Heparii^o da Polica
2.* seccae.N. 43.-^Secretaria de Po-
lica do.Estado dePecaanibuco, 24 de Fe-
vereir.K.de 1890.
Cidado Participo vos que foram ante hon
tem e hontem recolbidos Casi de Detenga) os
individuos de norae* Libjrato Bezerra de Carva
lho. Joaquina Maria doNascimento; Pedro Fran
cisco das Chagas, 4delino Jos de Sant'Anna,
Jos Jovino deOIlveira, AntoniaiMaria da Con-
r.eicfio, Miguel Pereira de Miranda, Agosnho
Eelipie da Espirito Sacio, Antonio Gongalvps
dos Passos, Manoel Antonio Barbosa, Jos Victo-
riano da Silva, Jos Gongalves, Pedro Marciano
dos Sanios, Amaro Lourengo Pereira de Araojo,
Jos Rodrigues da Silva, Joaquim Ferreira, Mar-
cos. RatB dadiva Carsalho, conhecido por Ma-
rinheiro, Marcos Alem Pernambaco, Genuina
Joanna Baptista. Auna Mara da Conceigao, Sil-
vino ijibecuto da Paz, Firrama Mana da oncei
gSo e Gustavo \rtnnr de Lima.
Foi tambera reeolhido o individuo de norato
Antonio Francisco de Lima,-preso pelo subdele1-
gado do l0 districto de Algalos, como nraplice
em crime de.morte.
Com destino ao Asylo da Tamarineira, foram
^goalme^^eTeco^^idas'a* alr.madas Alexandrina
Manad, onceigu e F4ora Espirito Santo
No da 21 .do corrente, s 5-horas da tarde
e na ra do Hio, listricto da Torra, Florenfciou
lia-i>o a da Annunr.iago ferio com urna tacada
a Aaaro Jos Cezario.
O offeodido foi conduzido para o Hospital Pe
dro II e contra o otfensor. que evadio-se. pro-
cede o subdeleiwtono* termos da le.
No dia 22 do corrente, s 7 1-2 horas da
coite, procurando Jovino de tal, carroceiro de
Joaqu m Collarej, tomarotrem da linha do Ar-
raial, no povoado do Monteiro, quando os carros
anda se aohavam era movimento, aconteceu
cahir sobre os trilhos e raorrer quasi lnstanta
neamenle.
Das diligencias a qoe proceden o-stibdelega lo
respectivo, verifica se que Jovino fra victima de
sua propria imprudencia, pois seachavaembria-
gado na occasio em que sedeu o esraagamento,
que nao pode ser evitado pelo machinista que
diriga o trem-
A', eadeia do termo de Trinrapho, foi reeo-
lhido no dia 6 do correte, por terse apresen
lado voluntariamente, o criminoso Manoel Mar-
ques da Costa, pronunciado no art. J& doCod.
Crim.
Mandei hoje deitar ao raa<* depois de inu
Husadas, 613 urnas defesas tomadas a diversos
desordeiros, sendo 390: facas de ponas, 82 cani
veles, 64 puuliaes, 42 oompagos, 39 navalhas, '31
furadores, 3 bayonetas e 2 ebugos.
Pelo delegado do termo da Victoria, foi re-
mettido ao juizo compettente o inquerito policial
a que proc-deu contra Antonio Ignacio dos San-
tos por ha ver. disparado um ti-o de pistola con-
tra Flix liarlos dos Santos.
O cidado-hebJStio' Antonio do-Reg Ca-
val cante assouM no dia .21 do unrrente- o exer-
cicio do cargo -de delegado do termo de Pao
d'Albo.
Foram-'hoje propostos para "cargos poli-
ciaes; os sagainte cidados :
Delegado, 1." supplente do lerrao de Pao
d'Alho, Ildefonso Carneiro Ja Gnnha.Albuquer-
que.
Subdelegado, 1, 2.* e 3.a wpplentes do 1.*
districlo do mesrao termo, Jos Maria de Souza
Delgado, Bel'armino Guedes de Andraoe Lima e
Joaquira Damasceoo Marinho.
Subdelegado, K 2 e3.-sopp!entes do mesmo
termo, Joo- Cancio Cavaloanie de Albuquerque,
Jos Francisco Correia de Vasconcellos e Joo
Ribciro de Lemos Vasconcellos.
1." e 2." supplentes da detegacia do termo da
Gloria de Goit, Manoel Tcha de Barros Cam-
pelio e Antonio Altillano Pessoa de Mello.
Subdelegado, 1.,'2.* e 3. supplentes do i.*
districlo uo mesmo termo, alferes Joaquina Alves
Barbosa, tenente Jos Teixeira Bacellar e Joa-
quira Antonio de Lemos Vasconcellos.
Subelegado, 2.* e 3.* supplentes do districto
do unesmo -termo,-Henrique Jos Honorio de
Freitas, Lourengo Vicira de Barros e Francisco
Correia Lima.
Sade e fraternidade Ao marecbal
Jos Simeo de Oliveira, mui digno go-
vemador provisorio do Estado de Per-
aambucoO Chefe de polica, Antonio
Antunes Ribas.
Souza.Registre-se e facam-se as devi
das notas.
Alejandre.Carlos de Carvalho.Ao Dr.
contadoai4)a.-a os devidos fias, afim de ter
lugar Oiipagaaiento.
Coiafaahia Great Waatern of Brasil'
RaiIvray..X/imited. Ao Drajcoaador.
Officio do Anudante Procuador'do3 JTei
tos da Collectoria da Cunda, .Contasi.da
Coliectoriai^ia Escada, referente ao exer-
cicio de 1886 1887, inclusive o 3 se-
mestre ; officio do Ajndante do Procurador
d 18 Feitos da Collectoria de Olindi, Mar-
colino Pedro de Souza Br.ga, Joaqaim
Cavalcante de Albuquerque.Haj-i vi&ta
o Dr. procurador fiscal.
-Ismael da Cruz Qouveia.Certifique se.
Officio do Dr. Inspector da InstruecSo
Publica, sob n. 27.Ao cidadSo thesou-
reiro para os devidos fins.
LUysses Goiombo Simoes.Velte ao ci-
dado ooJlector de OJinda.
Prescillo Auspicio 'daCruz -Gordeiro.
Em .vista das iabumacoes .Jiada ha que
deferir.
Antonio Geraddo dos Santos. dem.
Recebedoria do Estado de Per-
iitnibiioo
DESPACHOS DO DIA 22 DE
1890
FEVEREIRO DE
Ande Affonso isabel.Certilique-se.
Joo Gongalves Coimera,. Joo Ferreira 4 C
A' i* secsopsraos fins.devidos.
Jos
para
------24
Jos Ganci iio dos SantosCertifique se.
Maria Cljfa Vieira da-Silveira, bacharel
Marcellino da llosa e Silva A' 1* secgo
os fins devidos.
Cesar Ca8.ro 4 C, Lopes Primo 4 C, Manoel
Agostinho Pontes, Guimares v Bastos e Morei-
ra da Cruz 4 CA' 1* secgo para os devi'tos
(ns.
Inspectora jeral da Instrucco
publicado Estado .de tern;iu
tonco.
DESPACHOS DO
DU24.DE FEVEREIRO DE
1890
'.Jodoaldo A. da Rocha Ptreira. Encarar
nhe-se.
Jos Francisco Florencio de Souza.Como
retraer.
Eduardo.Monteiro Moura.Soltada voHeique-
rendo.
Antonio Bullarmino dos Santos Leal.Certi-
fique.
CORRESPONDENCIAS
Do Dlarlo.de' Pernanibnco
PALMEfRA DE GARANHUNS,18 de Fevereiro
de 1890.
Nos summaraeate grato comraorricar Ihes
que conserva se inalteravel a ordem e tranquil-
lidade publica de9te!districto.
Depois da demlsso dada ao ex subdelegado
Paes pe Barros e eu respectivo- Io snpplente
Jos Francisco de Sint'Anoa, que. to mal exer
ciara os c;T?05, lembrou-se o Mostr c distincto
cidado Dr:Martins Jnior deindicar por nfor-
mages de pessoas criteriosas e lirieriiniuis os
cidados tenente Satyro Emygdio de Oliveira e
AHUsto de Moraes para oceuparem aquelles
cargos.
Podemos affirmarque enosso actual inverna-
dor n&o poderia ser mais feliz e proceder com
mais acert, aceitando essa'indicago.
Toda esta localidad, excepce de tres indi
viduos sem importancia, hemdizein das actuaes
autoridades deste districlo e da feliz lerabranga
ane os fez investir oobsos careos.
Constarnos que o lmente'goronel Carvalho,
de-a;c .rio com o ebefe da estago deGaranhuns,
e por instancias do Dr. Jco Augusto, est as
occoltas p^omnvendo-adrede- ura abaixo assigna-
do de po-.ires e ignorantes mktotutos contra as
autoridades daqui, para ver se, por esse meio
podecoose o do cidado Augusto de Moraes;. tanto assim
que, j apontou o Kr. Jo9 Paes,- ha pouco de
intuido p r con-enkmia do servido publico, para
substituir o teiierrte Satyro na'subdelegada.
Dizemelles que o abaixo asignados vai para
corroborar a violenta diatribe que nao ha mnitos
diarmandaram contra o actual 'soadelegado e
seu supplente ao Dr. Martin3 Jnior.
O que nao regular que o inventor do tal
abaixo assignados esleja abusando-' da ignoran
cia de horaens incautos, pedindo assignaturas e
declarando aos cujos que -traa reareseniago
do novo ao govemador para vir um'professor !
Atoutra vez.
ASSOCIA-gES
Assoclaco .llcdico-Phai'iuacen-
tlca Pernanibiican
ACTA DA SE88AO. OBDARIA DE 6 DE FE-
VEREIRO de 1890
Presidencia., do Sr. Dr. Alcebiades Ve'loso
Secretario o Sr. Dr..Miranda Curio
Thesonro do Estado de
Pernambueo
DESPACHOS DO DIA 22 DR FEVEREIRO DK
1890
Izidero de Freitas tamboa.-4-Pague se.
Alfredo Lucio de -Castro-.i-Idem.
Contas de Medeiros & G.dem.
Francisco .Manoel da Silva & C,A
cidado porteiro.
Oommendador. Antonio Jos Machado,
vigario Joaquim da .'nnjia Cavalcante,
officio do director .das obras pubkeas, sob
n. 28, F.'P. Boulitreau,'^fcamseo.X;oi4i:'
ora dos Santos, Manofc-iLopea. Machado
Ramos, Leopoldina ulo ..taraio Guedes,
Maria Magdalena da ConceiaBe.Ao ci-
dadSo Dr. contador.
Apostilla de Claudino Eustorgio de
Aos seis dias do mez de Fevereiro do anno de
mil oitocentos e noventa, preseates os Srs. Drs.
Velloso. Curio S Pereira, nairto Coutinho,
Barros ohrmho, phanmacentico Sabino Pinho e
mais os Srs. Drs. Colbo Le te, Joaquira Loureiro
e Barros.Carneiro, servindo este de 2." secreta
no. o Sr. Or. presidente abri a sesso.
Foi approvada sem debate a acta da sesso an-
tecedente.
0 expediente constou de um oflicio do admi
nisirador do Cemiterio Publico desta c: pita I re
mettendo o mappa dos enterrameotos havdos no
mesmo cemiteiio. durante o trimestre de utu-
bro a Desembro nltirao, e dos ns. 39 a 48 do Bra-
z Medico.
0 Sr. Dr. presidente declara que.-durante as
ferias teve de nomear diversas comraisses, j
para representaren! a Associago em festas para
as quaes fora esta convidada e j cora outros
nns.
Diante da transformago poltica pir que ac
bura de passar a nossa patria, emenden o Sr.
presidente que a Associago Medica devena dar
urna prova de sua adheso ao novo regimeBi e
assim resolveu nomear urna commissao corapos-
ta dos Srs. Drs. Simoes Barbosa, Joo Paulo e
Eduardo da Silveira, um dos quaes foi mais tarde
substituido pelq Sr. Dr. Colbo Leite, com o lim
de ir comprimentar o honrado govemador deste
Estado, offerecendo-lhe uesta occasio os nos-
ees servigos. A comn,isso, porm, at hoje nao
deu cumprimenlo acunandato que Ihe fdra con
liado.
O Sr. Dr. Colbo Le.te diz que foi urna sor-
preza para si ter sido noraeado o seu nome como
fazendo parte da comrais:~o Je que acallara de
tratar o Ilustre Sr. Dr. presidente, pois qoe ne-
nbuma c mmunicago bavia recetado a tal res
allD.
0 Sr. Dr. !. secretario, em aparte, lembra ao
orador nao ter feito communicagao escripia, mas
que a fez verbalraente.
Continuando, o oralor oonfessa qae o sen col-
Lega o Sr. Dr. l.-8ecretario Ihe navia fallado na
Mato -de que se trata va, mas o 'era de
modo que o orador nao.suppozera qe s> iivesse
realisado a sua nomeago, mas que estivess pro-
yectada.
Pensa o orador que a Associago Medico-Pnar
maceutica, por isso que foi creada com um m
exclusivamente scientifico, nao dte de i. o
algum fazer manifeslagoes polticas de qualqoer
ordem quesejam.
Erriretaoto,.em^bBdiencia a ordem, e;queceri*
Lu suas opinies pessoaes para lembrar se que la
presentar orna associago que em sua maioria
m* ipeiisa exactamente o contrario do que pensa a
arador, ca relagoac que se trata.
Couclue4 aproueitaodo a occasio para coinmn-
isiaar queteearesaatou com.outros collegas a As-
souiago as festas promovidas em honra do Pa-
raguay.
<*$r. Drv-Barros eatneiro diz que a AssociagSa
Medico-Pharmaceutica, mandando nma cummis-
?o ao cidado goveruador do Estado, am da
comprimental o e offerecer os nossos servigos,
proceder muito bem e ntni leve em vista a po-
ltica 0 Braiil, sob o rgimen raonarebico, ca-
-minhava de um modo atsombroso para o abysma
que Ihe cavava o dficit sempre crescente, e ago-
ra que levp a felicidade de mudar da forma da
governo monarchico para a republicana, que a
aspirago de todos os povos adiantados, nao era
rasoavel que a Associago Medica se conservasst
indifferenie a isto, stmplssmente porqu? tem ubi
lim esseacialmenle scientilico, e quando certa
que o Brasil Mlico, orgo deuuma associaga
scientica como a nossa, fot um dos primeiros a
saudar o novo'gowfnoirf|uet.veio marcar urna
nova phase na vida brazileira.
O Sr. Dr. Joaquim Loureiro communica que a
coraraisso de que fez parte, nomeada para o Hm
de representar a Associago na fesia promovida
ltimamente pelo Instituto Archeologico e Geo-
graphico Pernambucano, l comparecer, cum-
prindo assim o seu mandato.
0 Sr. Dr. Barros Sobrinho communica que a
vluva do Sr. Dr. Santa Bosa, de saudosa memo-
ria, acabara de entregar o producto da subscrip-
go promovida entre os collegaf da Asociago,
em favor da mesma viuva, a qual se dignara
passar-le um recibo que est em poder do ora-
dor.
0 Sr. Dr. Coiho.Leite pede mesa que faga
no corrente anno publicar sem excepgOes toda
as actas, por isso que atiento o offerecimena
dos priucipaes jornaes diarios, nenbuma despeas
necessario fuzer para esse lim. Demais isla
um meio de obviar que l fra sejam adulterados
os pensamentos que externamos aqu e pelos
quaes devemos tomar a responsabilidade.
0 Sr. Dr. presidente convida-o a apresentar
um requerimento escripto, e o orador enva
mesa o seguinte :
Sendo uos offerecido as columnas das pria-
cipaes folhas desta cidade. ^raciosumenle, para
publicagao dos nossos tralxilhos, requeiio que
publique se no presente anno acadmico as nos-
sas actas. 6-290.Dr. Coelho Leite. >
Era seguida lido e posto em discusso.
Sr. Dr. Sa Pereira acha muilo justo o que st
pede no requerimento em discusso.. Nos al
aqu, diz o orador,, uo conseguimos (andar un
jornal, orgo da Associago, e desde que nue
appaitgam publicados os nossos tobamos, vira
agueui a suppur que ella esta doente, moribun-
da ou mor'.a.
O orador enlende que a Associago deve con-
tractar um dos jornaes que seja mais lido e por
meio de idemnisago obri gal o a fazer a publi-
cagao do resumo das nossas actas com regulari-
da le, que gra unamente, como esl sendo feito,
sujeitamos-nos a irregularidades, a ver preteri-
dos os nossos trabalhos, retardada ermitas vezes
a sua publicago por causa de annu;u-ios, dos
quaes vivem principalmente o nossos jornaes.
A Assoc ago lera necessidade demostrar a*
povo pernambucuiio que trabalha e que vela
pela sua saude.
Acaba de ouvir dizer que as nessas nangai
nao permittum augmento de despezas. 0 na
temos'finuncas, diz o orador, serve de resposta
todas a vezes que se prope urna melhora. Aa
financas nao permittem. respondem os ministros
quando se trata de melhora para o paiz ; en're-
lanto que gasiam superfluameiite em eleiges
sommas enormes. Se as linangas nao permit-
iera, augmeute-sc a importancia de nossas raen-
salidades, com tanto que a sociedade marcha
como deve marchar.
0 Si. Dr. presidente observa- nesia occasia
ao orador que est fra do assumpto.
O orador, continuando, diz que apenas estav*
respondendo ao Sr Dr. presidente que Ihe fal-
lara em linangas, suppoudo todava que o qut
eslava dizen-Jo se prenda ao assumpto da dis-
cusio.
Assim, vota pelo requerimento e pede a mesa
para dirigirse a imprensa e contractar um jor-
nal que mais vantagens offereca. atim de fazer a
publicagao das nossas actas mediante paga.
O Sr. r. curio, Io secretario, diz que poda
a palavra principalmente para responder a ua
aos tpicos do discurso do seu llustre collega a
amigo o Sr. nr. S Pereira: entretanto na
pole deixar de referir s primeiramente ao re-
querimento do Sr. Dr. Coelho Leite.
O requerimento era discusso nao pode mais
do que aquillo mesma que sempre se era feito.
0 signatario do referido requerimento sabe per-
feitumente, romo sabem todos os illustres con-
socios que o orador sempre tem timbrado era
cumpnr os seus deveres na qualidadc de 1*
secretario, intereseando-se pelo pro^reiraenta
desia Associago tanto quanto possivel Os nos-
sos estatutos nao determinara que se faga a pu-
blicaca j dos nossos trabalhos ; entretanto o ora-
dor tem sempre feito inserir de mo:u propria
as columnas dos jornaes principaes deste Es-
tado uda- as actas, taes quaes sao a jii' appro-
vadas. SO duas ou tres Uellas deixarara de ser
publicadas c mais do que ainguera o signataria
do requerimento em discusso sabe o motivo por
que o orador achou conveniente, de accorda
com outros, a nao p 'blicago das mesreas. S ba
perfeitamecleojie aqui discutise urna questo,
na qual tomou parte ocollega a que se refere,
discusso que soazedou. nao conviodo por issa
le'al a l para fra.
O requerirat-nto do seu collega, como disse,
nada mais pede do que o que se tera feito ; en-
trelanto.no o impugna e wola pela sua appro* *
vago.
Kespondendo ao llustre collega o Sr. Dr. S
Pereira, diz o orador que o mesmo sea collega
fez eaor-o*inju?liga s rcdacgOes des jornaes
emque sj publicados os nossos t.-ahalhos.
O orador, na qualidaie de secretario 6 o en-
xarregado de fazer chegar s*redargOi*s es refe-
ridos trabalhos. e por isso pode afirmar qua
todas, sem discrepancia, tora se presta lo da me-
Ihor boa vontude, desinteressadament", a inse-
ril-os, sem deraori, nos seus jornaes. tornndo-
se ipso {adi credoras do nosso reconlucimenta.
A principio as nossas actas eram ;ublicadas
como trabalho de repoilagem ; hoje. porm, os
jornaes publicara-as em columna.- para issa
especialmente creadas. V, pois, o nobre colle-
ga que o preceden na tribuna quanto foi injusto.
Relativamente a proposta para que ditas pa-
blicages sejam feitus mediante, contracto coi
um dos jornaes, acha isto desneces?a_io, era
vista das explicages que acaba de dar, poden-
do allirmar que os jornaes prestar se ho coma
at hoje da meihor boa vonade a publicar at
acias dos nossos .trabalhos iadependeatementt
de qualqoer onus.
Era isso qoe traba a dizer -em- defosa da im-
prensa desta capital, qual devemos ser gratos.
O Sr. Dp. Coeho'Leite; era vista do que acaba
de ouvir do Sr. Io secretario, diz que Abri-
gado a voltar a tribuna para dar algorna- expli-
cages.
Efectivamente, diz o orador, discutio se nessa
casa nina questo sobre as aguas de Ijjbcribt,
na qual tora-- grande erapenho.
Dclla Ihe resta grandes desgostos por que aa
passo que se entregou a serios estudo3 peloa
quaes foi obrigado a abandonar a sua clnica
por ilguns dias, e vinha disonlil-a em sesso ;
era por essa occasio alvo de grandes ataquen
por parte de varios collegas, ataques taes qua
levanam no a lesprezar completamente a dis-
cusso.
0 seu requerimento nao se refere as actas do
annos passados, e sim aos trabalhos do corra-
te anno ; por tanto desapparecem os inconve-
nientes apootados pelo Sr. Dr. Io secretaria
para a publicagao de todas as actas da asso-
ciago.
Encerrada a discusso posto o requerimenta
a votos e approvado-. unnimemente.
0 Sr. Dr. prestdentetdia que tendo appareoi-
doem diversos naizes ama epidemia o'enomina-
-da influenza, e tevaadwituvidasisobre se bavia
algum caso nesta cidade, a mesa eniendeu con-
veniente apresentar, am de ser devidainenta
discutido o poni. aba*xo, que ser a ordem d
dia da sesso seguinte :
A'iotaeniay saa symatBtttaloia, thera-
peutica e se j se.tem dado algum caso uesta ci-
dade.
Nada mais bavendo a tratar, foi levantada a
sesso.
v
1
l<
>i
'
i*
i
X
\


}


\
Diario de Femambuco--Tera-fek*i 2v d Fevereiro de 1890
MEDICINA
v


;

.:
-


1
i .m
>
0,5 decigr.
100 i
900
ensopar lint e
35
956
que sobre as
gram.
' BOS miCSOBIOS O U Asffi-SIftZ. ; SUA -
fiotcia su TzmrzuHCA
DISCURSO PRONUNCIADO PELO DE. COSMB DE S PEREIRA
NA SOCIEDADE MEDICO-PHARMACEUTICA PERNAMBD-
( ANA. APS 8UA RECENTK CHEOADA DA EDROPA.
(Continuaqao do Otario de 21 do corrente)
As solucSes antispticas roais usadas sao as seguintes :
1.a FORMULA
Agua p'.enica ou phenicada commam.
Acido phenico puro cryst. (a 2,5 por 100). 25 gram.
Agua estillada 975
Empregada na desinfeccSo das feridas, das mos do
operador e dos ajudantes. E' a formula Ledister.
2.* FORMULA
Agua phenica forte.
cido phenico puro cryst. (5 por 100) 50 gram.
Agua destillada ..... 950
E' com esta solucao forte que se faz a desinfeccao
do ar por meiod > Spray, ca do pulverisador de Richardson,
das maos, da esponja, dos instrumentos e das partes vi-
sinbas da erida.
1." FORMULA
Agua sublimada commum, (a 0,10 por 100).
Bichlorureto de mercurio 0,1 decigr.
Alcool a 80 graos cent. 100
Agua destiada.....900
Esta solucao pode ser posta sobre as feridas; com
ella se lavam as maos, as esponjas, os tubos para a dray-
nage.
2.a FORMULA
Agua sublimada forte.
Bichlorureto de mercurio
Alcool a 80 graos cent.
Agua destillada ....
Para tratar as feridas mui ftidas e
esponjas.
As solucoes sublimadas nao servem para o Spray,
nem para lavar os instrumentos metallic is, porque os de-
teriora.
1.* FORMULA
Soluco d'acido brico commum.
Acido brico ......
Agua destillada .....
Para lavar as feridas e ensopar o lint
mesmas deve ser collocado.
2.a FORMULA
Solucao d'acido brico forte.
E' a mesma solujao commum, porem concentrada
pela evaporaba >, com a qual se ensopa o lint ordinario.
1.a FORMULA
Solucao de acido sahcylico commum.
Acido salicylico ..... 3 gram.
Agua destillada.....900
Emprega se na lavagem das feridas, e ensopar o al-
godo que as deve cobrir, na lavagem das esponjas, dos
tubos de draynage e para o Spray.
2.a FORMULA
Solucao forte de acido salicylico.
Acido salicylico ..... 1 gram.
A^ua destillada ..... 100
Esta solucao forte geralmente empregada para en-
durecer o apparelho e tornal-o inamovivel quando tem
de ficar muito tempo applicado, protegendo a parte ope-
rada.
Pode se tambem com ella banhar as feridas e enso-
par a gf ze hydrophiia. (16)
Solucao de Chlorureto de zinco a 8 por 100.
Chloreto de zinco ..... 8 gram.
Agua destilLda......92
Para desinfectar as feridas podres.
Todas essas solucoes sao empregadas a maos taigas
no tratamento cirurgico antisptico. Entre ellas as mais
preferidas sao as de acido phenico e as de sublimado; e,
como todes sejam claras como agua e, nao convindo con-
fundil as na occasiao de serem empregadas, d-se lhes
ima coloracSo que as distinga ; de aznl longe (sulfato de
obre) para a solucSo sublimada fraca, e de azul mais
arregado para a solucao forte, e bem assim vermelhc
laro (carmim) para a solucao fraca de acido phenico, e
vermelho mais intenso para a solucSo phenicada forte.
E' assim que o medico deve tel-as em sen escripto-
rio, ou as mesas ambulantes das suas infermarias.
Com essa providencia, nao possivel o engao.
Todo o medico ou cirurgiao tem o direito de mo-
dificar essas formulas como julgar conveniente para o
bom tratamento de se-is doentes ; porm, para os casos
mais communs, as que indiquei sao sufficientes; as Phar-
macias podem tel-as preparadas de antemao; o medico
tica dispensado de formlalas em cada caso que d'ellas
precisar.
Nao sao estes b os nicos antispticos ou antimicro-
bios hoje conhecidos, seu numero augmenta de dia em
dia; e, como o medico nao deve ignora!-os, vou dar-vos
anda alguna esclarecimentos, a este respeito.
O primeiro ensaio para o conhecimento da energa
dos dinerente8 antispticos pertence a Pringle que mistu-
rava substancias putresciveis com diversos agentes chi-
micos com o tira de saber qual o resultado final d estas
misturas; nada obteve de suas experiencias.
Petit, em 1882, teve a ideia de dosar a quantidade
de acido carbnico que sahia d'essas misturas; mas, com
s processoB chimicos necessarios para esta analyse, elle
mais complicara a questo, sem nada adiantal-a em re-
sultados praticos.
Foi somente com os trabamos de Pasteur que esta
questSo p6de ter grande incremento; porquanto, provan-
do este observador que o fermento ou a putrefajcao era
resultado do trabalho de um agente vivo, (o microbio)
pode entao sobre a vida d'esse agente fazer varias expe-
riencias que mostrram poder elle ser interrompido em
en trabalho ou aniquilado. O resultado obtido nao foi
ainda satisfactorio, pois que elle vio que alguna micro-
bios poiiam germinar mesmo em lquidos ant spticos os
mais fortes, como o sublimado.
Miguel, o celebre director do observatorio ce Mont-
souri.: a fez tambem muitas observares ; e, com o fim de
bter um resultado mais uniforme, submetteo os agentes
microbicidos a urna prova invariavel, fundada na quanti-
dade d'esta materia necessaria para impedir a putrefac-
So de um litro de caldo de cultura previamente esterili-
ada.
Com isto, elle consegua fazer urna classiticayao dos
antimicrobios utlisados no homem a qual por emquanto
admittida como podereis ver em Harjem liccSes de the-
rapeutice 1887 pag. 53.
Renault de Alfort e Davine creram outro methodo.
Tomram elles urna mnima quantidade de materia viru-
lenta, e com ella fizeram urna dissolucao dosada, qual
ajuntavam um agente anti-virulento tynbem dosado; e,
ro fim de 15 a 3 minutos, inoculavam essa mistura em
animaes vivos. Se esses animaes nada vinham a soffrer,
eu se soffriam e se restabeleciam, ou se morriam em um
tempo mais ou menos loDgo, elles concluiam dessas cir-
umstancias a energa de forja do agente anti virulento
mpregado.
Todas essas circumstancias que acabo de expor nao
devem ser ignoradas pelos mdicos ; ella nos dio a razio
das cousas, o motivo da escolha de um ou de outro agen-
te antimicrobiotico, e nos ajudarao em novos ensaios.
E' fcil de prever que taes experiencias nao podem
er tentadas no homem ; comtudo o resultado obtido in
mitro et in anima vi lltem j sido bem vantsjoso para a
hygiene.
Agora que j temos pleno conhecimento do que seja
-m material antisptico para o tratamento cirurgico e
medico, e bem assim em que base scientifica elle se fun-
da, podemos- dar um exemplo de como o mesmo trata-
mento deve ser praticado, isto f de sua techinica ; n'este
sentido, nada, mais farei do que copiar a prtica de Lister,
seu inventor, que hoje se acha mais ou menos modificado.

Dada urna ferida, Lister faca funccionar o spray,
com solucao do acido phenico at terminar o curativo, e
proceda do seguate modo : tendo as maos bem desinfec-
tadas, deitava-lhe os tubos de draynage, approximava os
labios da mesma e os satura va, se isto era preciso; de-
pois a cobria com 10 ou 12 pedacos de gaze, em reta-
lhos de differentes arguras e comprimento, humedecidos
na agua phenicada commum. Depois a cobria anda com
oito pedacos da mesma gaze, porm seceos, que deviam
exceder a ferida ,em todos os sentidos Um pedaco de
machintosk mais pequeo que as tiras' da gaze- sesea era
posto sobre ellas; emfim, urna carnada de gaze cobria
ainda o machintosk. Tudo era entao fixado com urna
atadura antisptica de 12 a 15 centmetros de largura e
muitos metros de comprimento. Esse apparelho devia
ficar bem justo ao corpo ; e, se por acaso, alguna pontos
estivessem separados, as enchia com algo.lao salieylado.
Assim da posto o apparelho inventado por Lister,
poda ficar applicado por 6 a 8 das, tenao se dessrran-
java; e, em suas margens, se observa va alguna peque-
a rt ancha de pnz, nlo era preciso s por isso removel-o,
baatava cobrir somante dita mancha com urna carnada de
algodlo salieylado, afim de nao ser ella icffectada pelos
germens atbmosphericos; porem, se a mancha de puz
era grande, cu se muitas manchas appareciam, entao o
apparelho devia ser desfeito e de novo applicado.
Neese segundo apparelho, nao se applica mais a gaze
directamente sobre a ferida, mas sim um pedaco de silk
protector, banhado em agua phenicada, e coberta com
gaze em retalhos.
Esse apparelho era ainda renovado, se a ferida torna-
va-se dolorosa ou se sobrevinha sbitamente febre. Nes-
ses casos, Lister aconselha que se empregue o tratamen-
to seguinte : a ferida dev3 ser lavada com todo o cuida-
do, irrigando-a com agua phenicada forte, ou melhor,
com chlorureto de zinco a 8 % > depois se a deve cobrir
com largo apparelho sem silk protector, e esperarse pelo
resultado.
Se da primeira vez nSo consegua bom resultado,
repeta ainda o mesmo tratamento pela segunda; se ainda
nada consegua, entao embeba um bom pedaco de gaze
em essencia de therebentina, com elle cobria a ferida, e
applicava o mesmo apparelho.
Logo que a ferida estava em bom estado, abandona-
va entao o apparelho descripto, que complicado, e tra-
tava a ferida com ungentos preparados com acido brico,
e algfdao salieylado.
Tal fra o tratamento crnrgico antisptico inventado
por Lister, o qual hoje j se acha modificado, mas a base
em que elle fra fundado, a sua razio de ser, persiste
ainda, e apparece em todas as substituicoes fe tas com o
acido salicylico, inventado por Tiersk, ou com sublimado,
ou com iodoformio, acido brico, algodao de madeira su-
blimado etc.
Nussbaum, nlo obstante o seu enthusiasmo pelo tra-
tamento antisptico e e respeito que consagra a Lister,
prefere o tratamento sublimado ao tratamento phenicado,
e diz elle: a As mais das vezes, eu pratico o tratamento
de Lister puro, tao somente por um culto a esta grande
descoberta. No meu entender, o tratamento pelo subli-
mado tem o mesmo ou mais valor anda (17), e este anti-
sptico hoje o que mais geralmente se emprega.
No Hotel Dieu de Pars, eis como feito hoje o tra-
tamento antisptico. O doente preparado hygienica-
mente de vespera. Na occasiao da operaclo, a parte em
que ve trabalhar o escalpello e as suas visinhancas sao
lavadas a escova e sabio em agua geralmente sublimada,
e se as cobre com gaze em retalhos largos ensopados na
mesma agua, e expremidos depois. Durante a operaclo,
nlo s o operador, como os ajudantes, banham de vez em
quando as mos em lquidos antispticos; os instrumentos
esto em um taboleiro metallico e cobertos d'agua pheni-
cada. Terminada a operaclo, draynada ou saturada a
ferida, se procede do modo seguinte a collocacio do ap-
parelho : 1." applica-se sobre a ferida urna boa carnada de
salol, e se cobre com gaze em retalhos humedecidos e ex
premidos ; 2.* cobre-se ainda com boa carnada de gaze em
retalhos, porun seceos e bem machucados; 3. urna gran-
de carnada de algodlo antiseptico-hydrophilo cobre larga-
mente- a ferida e as partes visinhas; 4." um pedaco largo
de taifet impermeavel cobre este algodlo, mas sem ul-
tra passal-o (menos extenso por tanto que a carnada de al-
godlo) ; 5 urna outra carnada de algodlo asseptien e hy-
drophilo envolve tudo quanto j se acba applicado e mais
ainda toda parte do corpo em que se fez operaclo: se foi
na perna, toda a perna envolvida; se foi no ventre ou
no peito, todo o ventre ou peito tambem envolvido por
esta carnada de algodlo. 6., emfim, tudo mantido bem
apertado por urna atadura de cambraia ordinaria, longa e
larga e de muitos metros de comprimento, ensopada em
liquides antispticos e expremida. Sobre o ventre ou so-
bre o peito, essa atadura substituida s vezes por urna
cinta de rl mella, cujas pon tas ficam seguras por al Ji-
netes.
E' fcil agora dar a explicarlo do motivo pelo qual
se procede do modo que tica exposto.
A atadura ou cinta de rlanella bem apertada tem por
fim manter o apparelh > bem ligado ao corpo de modo que
nenhum ponto fique separado delle, por onde possa entrar
o ar at a forida, a nlo ser filtrado. A immensa carnada
d'algodlo que envolve toda a parte do corpo em que se
fez operaclo produz o effeito de um colchlo bem elstico,
que, ao mesmo tempo que mante.u o apparelho unido ao
corpo, permitte que a circulacao sangunea nlo seja in-
terrompida ; o ar que por ella passa filtrado, a cobertu-
ra de taffet impermeavel que se acha por baixo dessa
immensa carnada de algodao tem por fim impedir que o
sangue ou o puz que escorre da ferida nlo venha por-se
em contacto com o exterior, onde se corrompera fcil-
mente, devendo por tanto ficar retida por baixo delle e
ser absorvida pela carnada de algodlo hydrophilo e anti-
sptico. A carnada de salol applicada sobre os labios da
ferida, mantida pela gaze em retalho, sendo muito antisp-
tica, estenlisa o sangue ou puz, ou a serosidade logo
ao sahr da ferida, e antes que se derramem pelo appa-
relho.
O conjuncto desse apparelho forma, pois, urna bar-
reira antisptica aos microbios do ar, e torna imputresci-
vel os lquidos que correin da ferida: se o repete sempre
que ba febre elevada, ou quando est sujo pela abundan-
cia de sangue, de puz, ou desarranjado por qualquer cir
cumstancia; no caso contrario, se o deixa ficar por 4 ou
mais das.
Logo que as melhoras vio app-.recendo, se o ve
tambem simplificando, e pode entao ser substituido por
apparelhos mais leves e mais brandos, preparados com
acido salicylicos, brico, iodoformio e ungentos an-
tispticos.
As operaedes sobre os orglos genitaes do homem e
da bexiga slo feitas debaixo dos mesmos preceitos; pre-
paro bygienico do doente. lavagens repetidas antispticas
da bexiga, envoltura dos orglos e das partes visinhas em
algodSes antispticos e compressores, contidoa por atadu-
ras largas que envolvem nlo s os orglos genitaes como
toda a baca.
Todososgenicologi8t8 slo hoje de aecrdo que, depois
do parto, a mulher se acha as condico^s de urna opera-
clo cirurgica recente, isto que nella existem feridas em
contacto do ar, cujos germens spticos, ou pyogenicos,
vindos da athmosphera ou de alguma parte do corpo da
parida, podem infeccinala.
Um desses orglos constantemente ferido o tero
no lugar da mserclo da placenta os outros (vulsa e va-
gina) podem nao estar offendidos.
Nes'sas condicSes, a mulher parida deve ser tratada
autiseptieamente como urna operada. Mas, quaes slo os
antispticos que devem ser preferidos visto serem elles
j em grande numero e to differentes.
(16, Nussbaum ob cit. pag. 132.
(17) I. Nussbaum obra cit. pag. 129 e 138.
Continua.
INDUSTRIAS E ARTES
cuja cobranc por inconstitucional foi suspensa
por acto do governo, tem os mesmos effeitos
malencos desie.
Sobre a fabrica de vidreeBsberr#,< fondada- Nao sendo elle sdmitttdo nos^ootres EsuMos
no Rio de Janer, coIbemos-os-segointeB-dado* >*o Brasil, tem coucorwitfo pur mercado
do Paiz
Erf,'oem se os seos edificios bem prximo ao
mar, n'uma vasta rea tle 4- 800 metros quadra-H
dos, & boira da^enseada de S. Cbristovo. Ssr-
vem-nos as linhas de carris di companhia da-
quelle nome, das denominacSe* Alearia e Ponta
do Caj.
A fabrica trabalba noire e dia, em pregando
para isto noventa operarios n daas turinjs e na
ma:oriabraiileiros: A primeira enceta c serrico
s 6 hoias da manha; e substituida ao meie dia.
para recuinecar a faina .- 6 horas da Urde, e as
si ni alternativamente:
Pode se calcular o capital empregado pelo Sr.
E^berard, referindo que s em moldes de lodos
os feilios tem aili o valor de 60:000 frascos.
Um destes moldes, bellissimacompoteira, cus-
too-lhe 700 francos. <
Estes instrumentos sao,*,uns movidos a mao,
outros cor prensa, dos quaes ba urna especial
para a fabricaco das telhas francezas.
Das offiinas onde inicia-seo prreesso da fa-
bricaco do vidro, passa-se sala dos cadinbos,
contigua dos fornos e moldagem.
Os cadinhos sao fetos de argila refractaria da
Blgica, tendo formas irregulares; aproximando
se todava da cvlindroconic.a De seu preparo,
dos cuidados que llies do, depen.le em grande
parte o successo ua fuso.
Um cadiobo que se quebra inutilisa toda urna
grande producco.
Em cada dia transporta-ae d'ahi para a sala
dos fornos oito d'aqilellas verdadeiras panellas
de fuSo. Chelos elles, representando entao
4- quasi sempre a cal e a areia, sao levados para oj
forno central.
E' este o inaia aperfiicoado possivel, idntico
a um que em Bacoarat teve ha bem ponco tempe
urna duraco de cerca de 4 annos. Gasta em 24
tioras quatro toneladas de carvo; sua despeza
mensal de oito contos de ris.
Ao lado deste, para completar a delicadissima
operaco de fundir, ha diversos outros fornos
denominados de caldear.
Para os mesmos effeitos do primeiro, ba ainda
ura forno a gaz, cujo trabalho actualmente des
necessario.
Dentro em pouco tempo o Sr. Esberard pensa
em construir mais um, do ine3mo aystema Si-
mens, da capacidade dupla do que funeciona
presentemente.
Fundidos os eleaentos cbstitutivos do vidrj
e esta operacao faz-se em 24 horas, termo medio,
comeca a intemneo do operario para constituir
os diuerentes artefactos.
Para este fim ha na technica dous methodos
operatorios; e ambos sao empreados all. A
principal Tarramenta do offieial, em todos os ca
sos um tubo ue ferro, de comprimento normal
de 1 20, oco. Chama-se ella a cama. 0 offieial
empunha a e tira, por seu intermedio e do gran-
de torno, urna quantidade suficiente da materia
em fuso.
Feito isto. comega a mover a canna pa>a dian-
tee para traz, sobre urna placa de ferro, denomi-
nada martnore.
Simultneamente com este movimento, o apren
diz, de instante a instante, conforme Ibe ordena
o offieial, sopra no extremo opposto da canna.
Pela aeco do ar e pelo movimento de transa
gao da ferramenta, vai-se formando um- balo,
que ora alonga-se, ora se arredonda em esphera,
at ficar bistantemente dilatada e na conforma
cao desejavelpara o caso as lampadas ie kero
sene.
Attin.'ida a dilata,ao requerida, o offieial sida
urna segunda canna no fundo do balo e desliga
a primeira; e completa-se o processo da mesma
sorte na segunda canna.
O segundo methodo ainda 6 effectuado com a
mesma ferramenta, differindo, porm, em que
quando o offieial produzio um balo sufficiente-
mente grande, alonga-o imprimindo-lhe ao mes-
mo tempo que sopra, um movimento de oscillaco,
tal como o do pndulo, elevando depois a canna
a;ima da cabega e dando-lhe um movimento de
rotaco o mais rgido possivel.
Deste modo consegue fazer um cylindo vacuo,
que depois introduzido no molde, donde sahe
com a forma requerida, s necessitando peque-
nos retoques h'naes
Para a combinaco dos elementos que do o
vidro de todas as cores, ba dosagens especiaes
de mltiplos ingredientes e que formam e se-
gredo do Sr. Esberard.
Al,o das duas salas que j referimos, ba mais
duas para deposito e florestacao e iesbaste ; est
tambem preparada com um forno de fundir, que
actualmente nao trabalba.
0 movimeuto da venda da ca, o anno pas
sado, foi de 120 contos. Isto, para quem s
dispe de seas recursos pessoaes e lem a con
currencia do..genero estrangeiro. que aqu entra
quasi livre de direitos, bastante para notarse
e devoras auspicioso.
REVISTA DIARIA
_ .-peo e a-rro ou e.n..B. T.ndo ^2^5=2
sido publicado por um dos nossos collegas, ape
as na metade, o officio que dirigi ao cidado
governador do Estado a illustre Associaco Com
mercial Beneficente, reclamando contra alguns
impostos, julgamos til, convenientee necessario
publicar nesta seceo a integra do referido offi-
cio, que tem a data de 7 de Dezembro do anno
lindo, e est assignado pelos dignos presidente
e secretario d'aquella corporaco.
Cerno ve rao os leilbres, se a benemrita Asso-
emeo reclamou contra a taxaco dos nossos prin
cipaes productos de exportaco, reclamou tam-
bem contra os impostos de itaportaco, cognomi-
nados de gyro no orcamento vigente.
Ei 8 o officio :
A Associaco Commercial Beneficente |do
Estado de Pernambuco nao pode ser indiffe-
reote aos interesses do commercio desta praca
compromettidos pela lei do orcamento provincial
ltimamente votada pela Assembla Provincial e
sancclonada pela presidencia.
Ao ser votada essa lei, em que o interesse
publico parece ter sido esquecido, creando e
aggravando impostos e augmentando despezas,
absteve se a Associaco Commercial Beneficente
de tentar qualquer reclamajo perante a presi-
dencia da provincia no sentido de nao ser sane-
ciooada por entender que seria trabalho impro-
licu.
< Agora, porm, que com a inauguracao do
novo rgimen a provincia foi elevada a Estado
e na governago d'este acha se o illustre cidado
que por seus actos mostra inspirar-se no bem
publico e desejar que cessem abusos invetera-
dos, anima se a Associago Comaercial Benefi-
cente a pedir-lhe que se digne lancar suas vis-
tas para a mencionada lei, providenciando to
prompta e proveitosamente como acaba de fazer
com reiajo a lei de orcamento municipal, re
fermando-a como Ihe parecer mais acertado e
de modo a conciliar os interesses do fisco com
os do commercio.
Ha na referida lei dous pontos para os quaes
muito especialmente deve convergir a vossa
attengo.
O primeiro o imposto sobre assucar e al
godao, e o segundo o imposto de <;yro.
Quando ptente a crise porque passa a
lavoura em Pernambucd, j por insuficiencia de
bracos e j pela competencia que os seus prin-
cipaes productos (assucar e algodao) encontram
nos mercados para os quaes sao axportados,
crise que levou o governo do passada Iaiperioja
celebrar contractos, alias mantidos pelas deca-
races do governo dos Estados-Unidos do Brasil,
para ser a lavoura auxiliada por emprestimos a
juros mdicos e a longos prazos, nao secompre-
dende como fosse tributada a exportaco desses
dous productos, e ainda menos que o imposto
de exportaso fosse mandadojeobrar desde logo,
como ordenou a portara de 12 do raez passado,
expedida ao inspector da Alfandega.
< Negociantes e agricultores, contando que a
nova le de orcamento s teria de vigorar a da-
tar do Io de Janeiro do anno prximo, foram
surprehendidos com a immediata cobrauca do
imposto de exportaco do assucar e do algodao.
A' sorpreza seguio-se o prejuizopela promp-
ta diininuigo nos precos dos alludidos produc-
tos.
0 imposto do gyro, adoptada em annos an-
teriores em substrtuico ao imposto de coniumo,
do Estado de Peruambuco nao venham como
d'antes os Estados visinhos, coma- Alagoas e
Sergipe, snpprir se de mercaderas vindas do
estrangeiro e busqoem de preferencia' a praca
da B.bia onie nao existt tal imposto.
O imposto de gyro faz encarecer as merca
dorias importada* em Pernambuco, augmenta o
onus do consumidor pernambucano e prejudica
o commer.'io desta praca. privando O do suppri -
ment que nella vinham fazer os Estados visi
nhos'
i Fazer cessar esse mal que tan'oaggrava a
situaQo do commereio- neeessidade,a que urge
at tender.
Espera, pois, a Assooiacao Commercial Be
nelicente que tomareis eraconsideraco o que
lica expendido e providenciareis com o mesmo
acert e patriotismo que tem inspirado a vossa
beoefica govemacio.
Con'rrenrla Realisou anlehontem no
thealro de Santa Izabel, o Ilustrado Dr. Jos
Izidoro Martins Jnior a conferencia, que fora
annunciada, sobre a proclainagao da Repblica
no Brasil e especialmente era Pernambuco, e sua
utillade.
0 illustre conferenciooista discorreu longa-
mente sobre esse assumpto, fallando, como cos-
tuma, com grande correceo e precisio, e re-
venando perfeita orientaco nos negocios poli-
ticos do novo regime.
Causou sensaco o seu eloquente discurso,
agradando geralmente e sendo o orador repe-
tidas vezes applaudido
O theatro esteve replecto de ouviates, entre
os quaes tiguraram pessoas das mais gridas e
muitas senhoras da mais escollada sociedade
Confirmara denomeacao Fcthon-
tem conriraiada pelo inspector geral da Instruc-
go Publica a nomeajao de Amelia Francisca de
Aguiar Xavier, para reger interinamente a ca-
deira de Ingazeira, visto ter fallecido a professo-
ra effectiva.
Coneenti de lir noa Na Secretara
da Instru-cao Publica foi hontem registrada a
portara pela qual o cidado governador' do Es
ta lo c ncedeu tres mezes de lic< tica professo
ra de Campo Verde, Anna Ignez da Silva Ramos.
Club Republicano l*amrltiai el o Be
clfe Era sessao de 21 do corrente, foram ap
provados em 1* discusso as Estatutos do Club
.Republicano Parochial do Recife.
Amaoh ha sesso s horas e no lugar do
cestune.
Xucleu rustico Instructivo -Ama-
nila, as horas e no lugar do costme, funeciona
essa -occiedade em assembla geral.
Club Imperial Marinbelru Esse
club carnavalesco rene-se hoje, em sua sede,
para eleger a nova directora para o anno de
1890 91.
Eicada A proposito de urna noticia que
nos communicaram acerca do envpossamento da
Intendencia desse municipio, o Sr. Dr. Samuel
Pontual dirigi nos a seguinte carta :
Srs. Redactores do Diario de -Pentimbuco.
Tendo lido em vosso Diario, que se havia instal-
lado o conselho municipal da cidade da Escada
com assistencia dos Drs. Antouio de Castro,
Aquilino Porto e eu no dia 13 do corrente, digo a
V.... que foram mal informados; porquanto hu
me tendo sido possivel acceitar a incumbencia
de me dente desse municipio, nao comparec
vez nenhuma reunio de dito conselho na cida-
de da Escada, onde de ha muito nao vou seno
de passagera.
Peco a V___ a publicago destas linhas
para o restabelecimento da verdade.
Sade e fraternidade. Samuel Pontual. 22
de Fevereiro de 1890.
Club Canaca de Couro Acha se com-
pesta a directora desse club para a est ico de
189091 dos seguintes senhores:
Presidente e vice-presideate Manoel Antonio
de Freius Botelho e Augusto W. de Carvalho.
SecretariosIo Francisco Figueiredo de Albu
querque e 2o Albino Ferreira da Cunta.
Orador e vice-orador Joaquira Villela de
Queiroz e Aristides Plinio Etneienciano.
Procuradores Pedro Francelino Carneiro e
Manoel Thotnaz da Silva.
DirectorJoo Baptista da Silva.
Fiscal -Felippe Figueiredo de Albuquerque.
ZeladorCosme de Assis
Thesoureiro e vice-thesoureiro Joo Ignacio
Ferreira e Clementino Claudioo de Oliveira Ac-
cioli.
Commisso de syodicanciaJoo Leopoldo do
Reg Villar Jnior, Joo Marques de Oliveira e
Jos Siqueira.
Commisso de estatutos Joo Caadido Ferrei-
ra da Motta, Joo Baptista Ferreira e Antonio
Carneiro.
i'aii.-< imcnio No sabbado ultimo, no
povoado da Varzea, linn se a esposa do Dr.
Jos Etnygdio Goncalves Lima, Exma. Sra. D.
Amelia Carneiro opcalves Lima, contando ape-
nas 30 anuos de idade.
a distincta finada era urna senhora dotada de
excellenles qualidades, que a recommendavam
estima de todos que a conheciam, e della fa-
ziam a felicidade do seu lar, a ventura do espo-
a providencia dos liliinlios, que em numero
Nossas condolencias ao desolado esposo e
sua familia.
Curso annexo Tero lugar amanh, pe-
las 11 hoias do dia, naFaculdade de Direito, os
exames, na parte escripia e exceptuado o de
anthmetica, dos preparatorios dos esludantes
que requereram os mesmos exames.
otiicio de JuniicaAcha-se aberto con-
curso para provimento' dos oflicios de contador
e partidor do termo de Agua Preta ; e de parti-
dor e distribuidor e contador e partidor da i o
marca de Garanhuns.
Para os lugares dessa comarca est marcado o
praso de 30 dias a contar de 11 do corrente ; e
para os d'aquelle igual praso a correr do dia 12
deste niez.
Sociedade Musical OI inciense 1S
de XoveabroEssa associago reunise em
assembla geral, de coriformidade cim os seus
estatutos, no domingo 23 do corrente, e procedeu
a eleico da nova directora para o anno de 1890
1891, a qual licou assim composte :
Director-Jos Jcaquim de Sanl'Aina Lobo.
Vice directorJoaquim Jos Leito.
1." SecretarioJoo Aleixo da Cunta.
2. DitoPedro Joaquim Vellez Botelho.
ArchivistaManoel Eustaquio de Mello.
ThesoureiroJoo Juvino Palmeira.
ProcuradoresAlberto Ferreira Leal e Jos Go-
mes da Crnz.
Commisso fiscal-Jos Pedro Farias Neves,
Antonio Firmiano Marques dos Santos e Genesio
de Figueira Farias.
Tribunal do Jury do ftecife Func-
cionou houtem este tribunal com a presenta de
36 juizes de faci.
A's 11 horas da manb foi aberta a sesso sob
a presidencia do Dr. Joaquim da Costa Rioeiro,
juiz de direito do Io damelo, oceupaodo a tri-
buna da aecusaco o Dr. Henrique Augusto de
Albuquerque Milet, le promotor publico.
Foi submettido a julgamento o reo Alexandre
Joaquim Honorio, pronunciado no art. 219 do
cdigo criminal por iespacho do Dr. juiz de di-
reito do 3o districto, e aecusado de ha ver deflo-
rado a menor de 17 annos, Presciliana Mara da
ConceicSo.
Sorteado o jury de senteoca e interrogado o
reo, fez o esenvo Miranda Franco a leitura do
processo da forff>aco da culpa.
O Dr. promotor pedio a condemnaco do ac
cusado n-s penas do art. 219 do cdigo crimi-
n I, grao mximo, por ter elle praticado o crime
com abuso de counanga, nos termos do art. 16
10 do dito cdigo.
Deduzio a defeza o advogadq dos presos*po-
bres Dr Jeronymo Materno Pereira de Carvalho.
De conformidade com as decisea do jury que
reconheceu a autora do delicto com a attenuan
te do art. 18 10, e ngon a aggravante articu-
lada no libello, foi condemnado o reo a um anno
de desterro para fra da comarca e a dotar a of
fendida, grao mnimo do art: 219 do cdigo cri-
minal.
Em segundo lugar foi julgado o reo Horacio
Machado Brando, pronunciado no mesmo. art.
219 pelo Dr. juiz de direito do 5o districto, por
haver em 22 de Agosto de 1888, na freguezia do
PlCO da fanella, deflorado a menor Mana da
Cunta Correia de Araujo.
0 Dr. promotor publico, baseando a aecusaco
as provas dos autos, pedio a condemnajjo de
Horacio Brando no grao medio da3 penas esta-
belecidas no art. 219 do cdigo criminal.
Produzio a defeza o Dr. Luiz Drommond, sen-
do o reo absolvido de conformidade com aa de-
cises do jury que Begou por 7 votos a autora
do delicto.
Fuocciooaram em ambos julgamentos os jura-
dos sejuintes :
Francisco Ignacio Pinto. .
Joaquim Pereira da Silva-Guimaraes.
Jovino Cassiano Maia e Silva.
Manoel Torquato Pereira Lobo.
Telemaco Cavalcante de Mello.
Manoel Roberto de Carvalho Guimaraes.
Jos Francisco do Reg Mello.
Manosl Netto Carneiro Campello.
Camillo Lelis Peixoto.
Joo Goncalves Torres.-
Joo Pi da Silva Valenga.
Marianno de F.gueiroa Furia.
Foi levanta :a a sesso s 4 horas da tarde-
adiada para hoje s 10 horas.
PriaoFoi recolhido a Casa de Detencao,
por cuinpliculade em crime de n i rte Antonia
Francisco de Lima, que foi preso em Afogados.
VacadaA ru- do Rio, no povoado da Tor-
re, ferio Florentino Barbosa da Annuociaco. m
tarde de 31 dorrente, a Amaro Jos Cesarlo, qus
foi recolhido ao hospital Pedro II.
O delnqueme evadio-se.
Deaaslre No dia 22 do corrente pelas 7 1|2
horas da neite um carroceiro- de nomi Jovins
mdo a tomar no Monteiro o trem da linba do Ar-
raial, quando ainda o mesmo estava era. movi-
mento, o fez to desastradamente que cabio so-
bre es trilhos, suecumbindo quasi instantnea-
mente.
Das indagaces feitas pela polica local verifi-
cou se, que otinado fra victima da propria im-
prudencia, sem duvida provocada por seu esta-
do de embriaguez quardo a praticou ; e que
esmagameoto nao pode ser evitado pelo macni-
nista as condicesdadasr
!> iso voianiai ia Apresentou-se e foi
reci Ibido no da 6 do corrente cadeia do Tri-
umpho Manoel Marques da Costa pronunciado na
artigo 205 do cdigo criminal.
Pao r Amo -No dia 21 do corrente assu-
mio o exercicio de delegado desse termo o Sr..
Sebastio Antonio do Reg Cavalcante..
Carga ao marFoi a que teve lugar hon-
tem, de ordem da chefatura de polica, com re-
ferencia a 613 traas defezas apprenendidas. i
flor da gente.
Forara todas laucadas ao mar.
Woclrdade Recreativa Commercial
Foi este o resultado da eleico dessa socieda-,
de procedida no dia 23 :
PresidenteHygi io Leitao.
Vice-ditoJ G. d'Azevedo.
Io secretarioFrancisco 1. S. Maia.
2o ditoManoel de Menezes:
ThesoureiroManoel Girio.
Vice-ditoManoel Gomes.da Costa.. _
Bibliotecario -M. J. de Sant'Anna Araujo.
Directores do mez:
Antonio M. Martin3. Francisco Vieira da Sil-
va. Jos Vieira, Jo? N da Silva, Eduardo San-
tiago, Antonio G. Dias, Pedro F. de Mendonga a
M. Euzebio Simes.
Commisso de contas :
Arthunio Vieira, Luiz M. I Guimaraes e Al-
fre lo de Almeida.
Sero empossados no dia 2 de Marco vindouro.
Servico milKarHoje superior do dia
o cidado major Serra Martins e faz a ronda da
visita um subalterno de cavallara.
0 14 batalhao dar a guarnico da cidade e a
2o o offieial.
Mudanca de fardamento Por porta-
ra de 13 do" corrente, o cidado marechal go-
vernador deste Estado autorisou a Companhia da
Bombeiros do Recife a mudar seu uniforme com
relaco aos officiaes igualndoos na forma e
apenas cora a d fferenca de distinctiyos aos
adoptados ltimamente para os officiaes do exer
cito.
uirectorla das obras de eomervs-
eao do* portoi de PernanbacoReci-
fe, 23 de Fevereiro de 1890.
Boletim meteorolgico

'o 3
Horas m 3 Barmetro a 0 Tenso do vapor 3 o 1
6 in. 27,1 757-39! 20,18 78
9 29,3 759-15 22,31 22,20 72
12 30",4 758"98 68
3 t. 29,6 757-711 22,82 74
6 28J,9 757-50 21,23 72
Uita uiinima26,',7o.
Temperatura mxima 31,00.
Evaporaco em 24 horas : ao sol7,-3 ; i
sombra4.-3.
Chuva-0,"i.
Direcco do vento : E de meia noite it t
hora e 20 minutos da manha ; SE com algumas
interrupges de ESE at 9 horas e 55 minutos :
E e ESE alternados at meia ooite.
Velocidade media do vento2,-34 por se-
guedo.
Nebulosidade media0,"43.
Boletim do porto
H isa B. M. P. M. B M. Dias Horas 128 da tarde 7-38. 1-44 da manhS Altura
23 de Fever. 24 de Fever. 0-,62 2-,57 e-,74
Leudes -EfTectuar-se-ho os seguintes:
Hoje:
Pelo agente Stepple, s 11 horas, nua da
Imperador n.39, de casas terreas
Pelo agente Brito, s 101/2 horas, ra Du-
que deCaxias n 89, de urna armago envidra-
cada e fazendas ubi existentes.
Amanh :
Pelo agente Pinto, s 10 e raeia horas, roa
Baro de S. Borja, de movis, pianos, louca e
vidros.
Pelo agente Martins, s 11 horas, ra Ba-
ro da Victoria n. 34. de movis, piano, porce-
lanas c vidros.
Mlssaa fnebresSero celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, na igreja dos Remedios, pela alma
de D. Tnereza de Jess Fonseca.
Amanh :
A's 7 horas, na igreja de S. Sebastio em
Olinda, pela alma de Felippe Mara Bessone ;
s 7 e 1/z horas, na igreja da Penha, pela alma
de D. Mara da Penha Maciel Sobreira ; s 7 a
1/2, na igreja da Soledade, pela alma de D. Can-
dida Gomes de Oliveira Bastos; s 8 horas, na
igreja da Conceico dos Militares, pela auna do
major Miguel dos Anjos Alvares dos Piazeres.
Operaedes clrurglcas Foram prati-
cadas no "hospital Pedro II as seguintes opera
5es:
Pelo Dr. Arnobio:
Posthotoraia a bi-turi indicada por phimosis
inflammatorias.
Pelo Dr. Pontual:
Hydrocele, punga e injeceo com tintura de
iodo.
Casa de KfetencauAimento aos pre-
sjs da Casa de Detencao do Recife, estado
de Pernambuco, em 23 deFeveraiio As (890.
Existiam 455 ; entraraml7; sahiramQ.; exi*-
tem 472.
A saber:
Sacionaes 419 ; muliieres 30; esirangeiros 6 ;
-Total 455
irracuados 426
Bons 376.
Doentes 12.
liOucos 9.
Loucas 9.
-Total 426.
Movimento ua enferman*
Tiveram baixa :
Gregorio Jos dos Santos.
Liberato Bezerra de Carvalho.
Foram visitados os presos deste eslabeleci-
rr.ento por 223 pessoas, sendo Iioraens 141 e mu-
Iheres 177.
Hospital Pedro 11
^stabelecimento de caridade,
aeiro foi o seguinte :
Entraram
.
oiovimeoto deste
no dia 21 de Fe
Sahiram
FaJleceu
Existem
Foram visitadas
lelos Drs.
Moscoso s & 1/4.
12
10
4
413
as respectiva* enfermaras


1






;'. ..."
}

"' "



I
i
1








.^2

Diario de Peroaibuco--Tenja-feira 25 de Fevereiro de 1890
C^sne.'o 8 9 1/4.
HaiT'i So>Monoas7.
MaUqUias as 9.
Pontual s 10 3/4.
Berardo as 11.
Estevao Gavalcantp as 9 1/4.
Simea Barbosa as 10 i/2.
O cirargio dentista Nurna, Pompilio s 8 1/4
horas.
O pharmaceutico enirou s 8 1(2 da aiarraae
.anio s 2 da tarde.
O ajndante do pharmaceutico entrn as 7 1/4
e sanio As 5 horas da tarde.
Lotera da eapital federalA 335a
lote -ia, desta capital cojo premio maior de
30:00*000 ser extrahidaoo da 28 do corrate.
Lotera extraordinaria da capital
federalA 3* parte testa grande Murta, coja
sorte grande de 100:000000, lera deliniliva
mente extrahida no da 17 deMaio prximo
Tindouro.
botera do ram-ParA A 3a parte, da
36' lotera, cajo premio grande de 60:0004,
ser extrahida amaob 26 le Fevereiro (qnarta
feira)
Cemlterlo publicoObituario do da 22
ie Fevereiro :
Osear, Pernsmbnco, 11 mezes, Olinda ; gastro
tente.
Um feto, Pernambuco, Boa Vista; Dascido
morto.
Um feto, Pernambuco, Boa-Vi?ta; nascido
arlo
Um feto, Pernambuco. S. Jos ; Dascido
morto.
Bellarmioo Francisco do Aroaral, Pernambu
co, 30 anuos, solteiro, Boa Vista; cachexia to
berculose.
Elmano, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos ; con
vulsoes.
Hanoel, Pernambuco, Boa Vista : ao oasccr.
23
Amelia Carneiro Goncalves Lima, Pernambu
co, 30 annos, casada, Varzea ; pneumona can
cerosa.
Fortunato Jos Dias de Lima, Portugal, 86 an-
nos, viuvo, Boa-Vista ; hemorrbagia cerebral.
Ignez de Castro Soares, Pernambuco, 23 au
dos, solteira, S. Jos ; ectasia da aorta.
Jos, Pernambuco, 1 mez, boa-Vista; convul
*es.
Juventino, Pernambuco, 10 mezes, S. Jos :
gastro enterite.
Maria, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vista ; diar
rba.
laria, Pernambuco 10 mezes, Graca ; convul
jes.
Maria Francisca da Conceico, Parahyba, 19
annos, solteira. Boa-Vista; varilas confluentes.
LMPOUCODE TUDO
Offerecemos aos Ieitores a lista do que
comem e bebem alguns reis e rainhas.
S. S. o papa Leao XIII o horaem
mais frugal do mundo : almona, depois da
sua missa, urna chavena de caf com lei
te. Janta as tres horas, e o sea men
compoe se de urna sopa, de dous pra-
tos de carne assada ou gallinha, legum- s
cosidos, e de urna fructa com um copo de
vinho de Bordeauz.
Na quaresma Sua Santidade suhsttue
a carne por ovos quentes. pcixe e macar
roni.
Lelo XIII nunca ceia; toma por vezes,
antes de se deitar, um biscouto de Re ras
molhado n'um copo de leite.
O czar de todas as Rus6as, Alexandrc
III, almoca s sete horas cha, ovos, pro-
santo e urna talhada de roastbeef; s 11
horas faz ura lunch de ovos escalfados ba
tidos n'uma chicara de caldo, duai sorte
de legumes, tudo banhado com tres cha
venas de caf preto muito forte. O csar
que adora o peixe de anz'il, se faz ger*I
mente servir de peixe por elle mearon
pescado, tomando s 2 horas ura pouc
de arroz com leite.
A liste do jantar muito simples ;
*ma verdadeira comida la franca te.
A ceia do czar se omp3e invariavoi-
oente de cha e de bolos seceos. (
A rainha de Inglaterra ss nutre pr;n
plmente de viandas cozidas : carnero,
-vcado e cajas domesticas. O general sir
John Oowie, ajitdante di campo di rai
nha, conta que Victoria tera um gosto
milito pronunciado pelas batatas csi as
am forno, e que ella trinca com satisfa-
go urna duza de nozes depois do jan-
tar.
Sua Magestede almocava antigarae^te
coeinhaio escocez ou porridje, mas os
mdicos lhe prescreveram a substitu cao
deesa farinha indigeste por tapioca ; bem
como, em seu regresso d'Aix les-Bans,
os doutores lhe recommendaram qne se
deixaase do cha verde, e antea tomasse o
chocolate.
O pao da rainh (the queens brear))
u a pao escuro todo especial, que aat.e-
melha se ao german vye bread. Victoria
tinha costume de beber dous ou tres c>
pos de champagne ou de Bordeaux, e de
pos de chan
COMMERCIC
Revistado Mercado
RCIFE, 24 DK FEVEREIRO DK 1>>0
0 movimento na praca cobsIou apenas de
transaecas no mercado de cambios.
Solsa
jotacobs^officiaes da jjta dos cuk-
KKTEE8
Recife, 24 ae t'evereiro de 1800
Nao honve cotaco.
u oresidente,
Antonio Leona -do Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Cambio
PRAA DO RECIFE
Os bancos mantiveram a taxa de 2'*, com roo
tade de cederem mais alguma cousa para y 1'
mala.
Nao bouve movimento em papel particular.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Taxa bancaria nominal 24 1/8, mostrando-se
ledos os bancos dispostos a sanear o 24 3/16.
Pape' particular escaso a 24 5/16.
TABELLAS AFFIXADA8
Z
SC > 2?
a. -
3. 3 2.
"_ "_! _

?
| 3.

?
r> r;
I

C0
j[ "a.
i
o
%\*
pois do jantar an cop.1 de toksy. A F
culdade intervindo em oppugiclo a esse
cotume, teve a rainha, depois de ua
sciatica, de abandonar 0 vinho pelo Whis-
key diluido em toda water. Em eu
Journal des HighUmd, Victoria confessa
que gosta loucamente do creme escocez e
o haggis-
QO rei Humberto da Italia um verda
deiro vetariano, isto nutre se, por aa-
aim dizer, de legumes, de antepattos e
de fructas. Os doutores vedaram-lhe o
uso do caf : sua bebida actual se compSe
de vinho de Bordeaux misturado com urna
grande porcao d'agua.
O rei so se a;habem quando come pao,
batatas e laranjas. Sabe-se que Humber-
to, em menos de urna semana, ficou com
todcs os cabellos brancas. Ser por can-
sa dos deBasocegos que lhe causa M.
Crispi-
ConsulUdo pelo imperador da Allema-
nha obre o seu sustento favorito, Hum-
berto, ao partir para Berlim. respondeu :
pecegos. Guilherme II apressou se em
fazer vir de Thomery, perto de Fontei
nebleau por 2,500 francos, pecegos ma-
niacos-
O 'imperador da Allemanha difficil
na escolba da nutricSo. Educado na In-
glaterra, Sua Magestede conserva um gos-
to muito pronunciado pelo presunto com
ovos, liste ne varietur de um almoco bri-
tannico ; e Guilherme II manda vir de
Londrec muftru, ou pequeos pies sem
crosta, que custem 10 cntimos cada
um.
Come-se na corte da Allemanhe os
p2es mais variadosa os mais avariados :
desde o pao de aveia at ao bolo de Cum
min, cuja receita faz parte dos segredos
do Estado. A bebida do imperador
cerveja e champagne.
O principe de Bismark um gloto.
mas s demonstra no jantar. A respeito
esse gosto Mr. PouyerQuertier conta
algum s passagens.
O chanceller de ferro almoca urna cha-
vena de cha preto com dous ovos e urna
fatia de pao torrado. Mas, s 7 horis da
note devora como um odre, qual elle ,
sopas, peixes, en'ret, assados, saladas,
etc.; ano avulso non dficit alter, sendo
que lhe fo necem todos os domingos os
seus admiradores, enormes canastras de
peixes, de carangueijos e de caca.
E bebe duas horas sem dcscanco e can
tardando o velho estribilho francez:
Reraplis ton verre vide,
Vide ton verre plein ;
Ne laisse j mais dans ta main
Ton verre ni plein ni vide,
Ton verre ni vide ni plein.
A imperatriz d'Austria passa por ser a
melhor cosinheira do mundo (le premier
cordnbleu du monde).
E' ella com effeito que se oceupa pes
aclmente das listos ou notas dos maeja
res; e tem sob suas ordens directas todos
os cosinheiros e cosinheiras e todos os bi
chos da caainha do palacio, htvendo at
inventado urna assadeira em que se pode
de urna vez, assar cem gallinhas
Ha na corte de Vienaa 25 cosinheiros e
outras tantas cosinheiras e cerca de 50
moyos de cosinha.
O imperador e a imperatriz d'Austria
comem muito pouco, mas sua mesa a
mesa mais suraptu< smente servida da
Europa c nao se bebe no palacio imperial
sean vinhos de Franca.
Anima"'* naciooaes at meio sangue-Premios :
230* 501 e 254.
i.om uma siiiida escapada de cerca de 50 me
tros de differenca para o segundo animal e de
100 para Galileu, que parti por ultimo, ganhon
a egua Minerv:i metros em 131".
Favorita foi 2- e Cometa 3*.
Poule de Mraerva, dirigida por Nicolao, em Io,
55*900; em 2", 1M800
Poule de Favorita em 2\ 39*600.
Movimento geral, 3 955*.
3 pareoProspericLide 850 metrosAnimaes
de Pernambuco que nao haviam ganho no Derby
em aaior d istancia-Premios: JOOI, 400< e
20i.
Ploto sabio na vanguarda, seguido de Maran-
guape, Despota. olosso e Boaaparte.
Na recta de cheeada Colosso, que serria de
ajudante a Dspota, comeca a entrar e collocan-
do-se na ponta ganha a corrida em 60".
Despota foi 2 e M iraogaape 3.
Poule de Colosso, montado por Jos Marcelino,
em t. 14*200; em 2, 7*500.
Pool 3 de Despota em 2", 8*.
Movimento geral, 3.830*.

4 pareo -Emulacao -800 metros Iguas de
Pernambuco -Premios: i50* 30* e 15*.
Stella, dirigida por Alfredo FVeitas, ganbou a
corrida, de ponta ponta, em 59 1/2".
Ida foi 2* e Coruja 3".
Nao correu Odalisca.
foule de Stella em 1, 20*200 ; em 2, 6*300.
Poule de Ida em 2o, 5*600.
Movimento geral, 895*.

5 pareo Feocia1.200 metrosEguas es-
trangeiras-Premios : 400*. 80* e 40*.
Cviiia puxou a corrida seguida de Africana,
partindo depois, di-ftanciadas. Dondoa e Vesper.
Na recta de chegada Africana, dirigida por
Alexandre, toma a ponta e ganha a corrida em
80".
Cyoira foi 2 e Dondoo 3.
Poule de Africuoa em Io, 19*500; em 2o.
9*100.
Poule de Cynin em 2. 10*300.
Movimento geral, 2.890*.

6o pareo Animicao1.000 metrosAnimaes
de Pernambaco=Premios : 200*, 40* e 2**.
Arreada a band-ra, Cuby tomou a ponta.se
guido de Tupy. Pombro-Preio, Saas-Souci e Mi
ranguape
Na entrada da recta de chegada SMSonsl.
montado por Martins Ferrei ra, emparelhaa Ciu
byeno distanciado adianta-se. r.onspguindo gs-
nnar a corrida, por i-abeca, em 71 1/2".
Cauy foi 2o e Maranguape 3e.
Poule de Sans Souoi em 1", 10*300; em 2',
6*500.
Poule de 3auby em 2. 7*700. ,
Movimento gera, 2.770*.
Nao se reasoa a corrida do T pareo.
SPORT
Derli) i'liil* de Pernamhueo
Com a concurrenc'a do costume, retlisou-se
ante hornera a 4' corrida tr- prado da Estancia.
O divetmenlo correu em boa ordein, e oao
obstante as sorprezas que se derara era quasi to-
dos os pareos, o jogo esleve uiu tanto animado,
arrecadando a casa das apastas 18.110*.
As partidas continuaran a ser pessimas.
Eis o resultado das corridas :

1" pareoConsolacao 800 metrosAnimaes de
Pernambuco que nao haviam ganrio nos prados
do Recife era 1890Premios : 150*, 30* e 15*.
Arriada a bandeira, ahio Pombo Preto na van-
guarda, conservando essa posicao atao listan
ciado, qnando Petit-Mailre, moudo por Felippe,
torca o galope e ganha a corrida era 57".
Pombo Preto foi 2 e Goodmornin foi 3o.
Poule de i'etit-Maitre em 1, 322*300 ; em !,
37*500.
Poule de Pombo Preto em 2o, 10*200.
Movimealo geral, 3 770*.

2 pareoPradu da Estancia -1800 metros
Aljcodao
No honve, sendo a cotaco para o de 1" sorte
do serto 7*100 nominal.
A exnortacao feta pela alfaodega ueste mez at
o da 21 constou de 1.536 4 io kilos, seado.......
1.385.269 para o exterior e 151.186 para o inte-
rior.
va entradas verificadas at a data de b >je so
oc-in a 24.603 sacras, sendo por :
Bwcacas...... 3.145 Saccas
Vipores ... 176
\)imaes..... 9-370
V a-ferrea ae Uaruar. 1.723
V ;:- frrea de S. Francisco. 3262
Vi-ferva r".e Liraoeiro 6.927
Somma.
ft.CCS Saccas
As&ucar
Os P-coa pagos ao agricultor, por 15 tilos, se-
cundo a Associaco Commercial Agrcola, oram
?. sppuintes:
amas..... 40X) a 4*500
iranco..... 3*900 a 45iX>
S .menos. 2*8. a 2*900
iliscavado purgado 1*8JO a 1*^00
irntos..... 1*300 a 1*8)
R-lsme..... ItO^JO a t*2HJ
Aexporiaco frita pela alfandega ne.-te mez at
o dia 21. constou de 10 59d.731 kilos,sendo 5.172
paia ) exterior e 10.55!.559 para o interior.
As entradas verifici-Jus at a data de hoje so-
bem i 126.662 -;'CC03 sendo por:
.larccaa 42.436 Saceos
'apores
itMtxa. ... 3.776
Via-ferrca de Caruari. 7461
/;-frrea de S. Francisco. 62 430
la-frrrw. do Limceiro 8 5
sorn:ua.
116.662 S ccor,
Couros
Couro? salgados 370 res, oes verdes a 220
res.
Agurdente
i ila-se a 100*000, por pipa de 480 litros. ,
AiCOOl
Colase a 200000por pipa de 480 litros.
Slel
Cota-ne .t 55*000 por pipa de 480 litros.
Navfos m descarga
Barca nacional fkly, varios gneros.
PBLICACOES A PEDIDO
Os grandes melhoramentos
ii
O observador por menos perspicaz que se;a.
fazendo um estado comparativo ntreos Estados
do Norte e os do Sul doBrazil, reconbecer sera
grauae eefbrco, a suptriorldade destes sobre
aqoelles.
E' que no sul o povo inle.vem ejn todas as
quystes politices e sociaes e, nao deixando Sj
mente o governo promover os melnoraraentos
materiaes que o bem estar de lodos reclama,
procura por si auxiliar a realisacodelles.
Diaute das trao^lbrraacOes radicaes por que o
nosso pa.z acaba nestes ltimos tempos de pas
sar, os nossos irmaos do ?ul na> se couservaram
inaciivos ; pelo contrario a iniciativa particu ar
tomou admira veis p oporyOes, promovendo se
at a prgan-.eacao d universidades, e oram iber-
ias subsenpeoes para o lvantamenio de edificios
onde ellas possain funecionar.
Ao passo, poi'm, que elle3 vieram pressuro
sos auxiliar o go.erno nascente na grande obra
da re^eneragao social, os Estados do Norte dei
xaram-se flcar u'ora indiffereniismo sobremodo
desaumador.
Essa inactividade por dema3 censuravel tor-
na-se especialmente seusivel para este Esta tu
que longe de continuar a viver do sea glorioso
pissado deve envidar todos os ineios para le
ura fu'.uro raeihor. sangue daquelles valen
us luctadores cuios noines perlencera 4 historia
por lerera se sacrificado pela oossa independen
ca, devt- ser ura incentivo para entrarinos era
novas lules sera as quaes as conquistas s iia
po8eiveis .
A cidade do Recife tem necessidade de reta
zer se nleiramenle e para a cousecocau dense
B:n faz se preciso que todos nos traDalhemoa,
mesmo porque a actividade co povo o anteo
meio de enarcar o governo ao eumprimento d--
seus dev.-res e de corapellil-o a promover o ies-
envolviraento do paiz.
Dividido era bairros ou secces e bancada por
dous nos, cujas aguas podera perfeitamente ser
aproveitadas, ella aprsenla se revestida de lod.s
as bellezas com que a natareza, summaraeule
prodiga, lhe favoreceu
A falta, por i do trabalho, do horaem lera se
tornado de mais a raais sensivel e sem elle essas
riquezas naturaes nao se podem manifestar em
toda a sua plenitude.
Privada inteiraraente de distraerles esta cida
de precisa de obras d'arle, de jardins e de pas
seos onde a sua populacho, consileravelmente
augmentada, possa por algomas horas recrear-se
vendo se assira livre das preoccuputs que sao
, alodio.
Barca americana. Bvsd W. cario*
Barca sueca Italder, earvao.
Barca attaaoft Schtoi, varios gneros.
Bngue loglez Talbol, bacalbao
Patacho nacional Anna, farello.
Pauta da Alfandega
SBtiAlU DE 24 DE FKVIRBIBO A
DE 1890
Assuear retinado (kilo) .
.Assucar branco (kilo)
Assuear mascavado (kiloj -
gurdente.......
Alcool (litro)......
Arroz com casca kil.oi -
lgodo (kilo)......
Bagas de mamonas (kilo) .
Borracha (kilo).....
Carocos de algodao .
Couros seceos espichados (kilo) .
Couns seceos salgados; (kilo) .
i oaroi verdes (kilo) .
Cacao kilo)......
I af bom (kilo) '
Caf restolho (kilo) .
Carnauba (kilo) ..
Carocos de algodSo (kilo) .
arvao de pedra de Cardiff ton.)
Farinha de mandioca (litro) .
Folhas de aborandy (kilo/ .
Genebra (litro).....
Graxa........
Mel (litro).......
Milho(kilo.......
Pao Brasil (kilo).....
Sola (meios)......
1 DE UARgO
I
85
80
406
12o
900
16
39o
335
200
400
600
400
260
20
16*000
70
300
200
250
8P
100
35
2;500
UKportaeo
RECIVE, 22 DK FEVEBtBO DB 18E0
Para o exterior
No vapor allemo Valparaso, para Ham-
burgo, cirregaram :
Poblman & C, 1,595 couros seceos saL-ados
com 19,140 kilos.
Na barca americana Cartn, para Crons-
tartt, carregou :
J. H. Buxwell, 2,000 ard03 com 353,400 kilos
de algodao.
"ara o mterior
No vapor nacional Espirito Santo, para Rio
de Janeiro, cirregarara :
A. S. Couto C, .0 pipas com 2i,000 litros
de agurdente.
P. Carneiro & C 50 pipas com 24,000 litros
de agurdente, 500 saceos cora 30,000 kilos de
feijSo e 135 saceos com 10,035 kilos de assuear
brano e 258 ditos cora 19,330 ditos de dito mas
cavado.
S. Guimares C, 300 saceos com 18,000
i kiloi de assuear mascavado.
No vapor ameriano AUtanca, para Para,
carregaram :
consequeccias da vida lamentosa que arresta-
mos.
A construccao de obras d'essa naturea, satis-
fazend> s ciencias publicas e proporcionando
a todos, sem distraec&o de clastes, iguaes occa
siOes de divertimento, deve tambera merecer de
todos seria atteocao.
Para a introdujo de laes melhoramentos cojas
vantagens estao ao alcance da mais abobada
iotelligeacia, pod cada individuo muito comino
damente concorrer: basta cada um entrar em
urna quantia proporcional a seas naveres. J
dissemos e nao nos caneamos era repetir que
essas quotas anda mesmo ridiculas produzem
sommas suficientes para a realisaco de seme
Ihantes melhoramentos.
Notas de se Qt i me oto
Seas e a Repblica
III
Occupamo-nos dos republicanos dos ltimos
tempos. dos que sendo atheus, uns perversos,
outros tolos, outros por orgulbo ceg, me la-
men ara por ser eu desta, christao e catnoli.-o;
e, para demonstrar seu erro temos visto no pas
gado artigo, como sem urna vonlade inteligente
nao poderia =er organisada a materia, ou consii
tuir os corpos orgnicos, macbinismos tao per
fritos em sua constituic&o, como a do hornera
principalmente.
Notamos como sao feitos os elementos para a
vid dos seres e a construccao dos orgaos com
binada com os principios ou atributos delles,
com o ar. conductor do sora pelo ouvdo. orno
raantem a cbamraa e alimenta o foum por urna
de suas partes componentes, a raesin i qne puri-
tica o sangue, extrabida pelos pulmoes, este
mesmo elemento, que se more peo calor, pelo
desequilibrio que nelle produz, com> levanta os
vapores e por essas correles derrama as chavas
por toda a face da Ierra ; como a luz. sem a
qual intil seria o orgo da vista, nao seriara as
cores, nada seria distincto senao pelo tacto e
aioda este aitributo do organisaio, notamos
agora, o tacto, tu homem mudo mais elevado do
que ere todo* os outros animaes.
Notemos aioda a formacao do animal, corno
do vegetal, de todo ser orhaoisado, do hornera
principalmente, construidos com tanta u pefeita
adaptigao acadalira, de cada parte, constituindo
tantos ldos harmnicos e per eitos para o lira
geral de cada especie ; como nao ser toda esta
coinbinacao o fructo de uraa inteligencia, cujo
grao lio alto lido fra de nosso alcance ?
Como pode ella assira deixar de ser ininita ?
Nio i? por tanto ser ceg dentro e. chcio de
tantas letras reaes, urnas e outras inmiradas,
crer que o hornera eraprega a iniellieniia e a
memoria jara fazer as otiras que a sua voolade
intenta ver quenistas obras eapp oxiraam lauto
raais da perfeigao, quanto mais subidas e eu
cadas estas fatuidades e nao crer que elle w*ji
-bra de inlelligeiicii raaior, raas siui da materia
bruta ?
Como explicar os priraeiros serera orj-anisa lo-
que s se formam desde que ha memoria, pelos
orgaos da eracj ?
Como formal-os para tal destino ou fim, sem
vontade e inteH'geiicia ?
A estupida theoria de transformismo, na > i-
apenas m-ra ao menos ura:: hypothe^-. I09S una
propasigo estulta e arbitraria. Nao ? de
raonstrei o.
Por que nio transforma se jinda a mat-ria,
como dizera, que por seculos de secles ella
iraasformou-se at rhegar o homein at fazjr
ura macho e outra feraea de caia especie, i
assira i ovelna, o rato e o hoi ; o coco, o Iritfo i
o Centoio; o bem-tevi,. a sabia, a gunaia ; a
giliinha, o pato, o capote e o per ; a raposa, o
leao e o li^re ; o jatob, o pioho, o cwlre, o
Jacaranda, o araarello e o louro ?
Por que nao encontramos naJa em formacao
de tantos milhOes de especies de -eres or~'->ui-
gados? por que nao encontramos n^d ein neto
ou va de forraacj ou transforraaco 1
E porque a materia ja proilosto traosfnr'nan-
do-se em t.idos este* railhoes de seres orgai-a-
dos at chegar a producir o macho e a feme.i d
cada especie, e or isto nao precisa rasis de
transformar se ?
Mis i-do apenas dizer sem demonstrar: (
apenas uraa sabida arbitraria sem defflonslryyao
para nigar, que sem a vontade intelllgcnle ni"
pode ser pro-luzidaobra, que era todas -i- as
partes e no seu todo su fritas cora iatelligiracia
e h.r:i; una
A autiria intelligenle e volunta:ia da Se in3tra pela harmouia adaptada aos fins do
effeito. Na) combater esB-i demon-trac" pro
corar outraxausa de tal effeito por una affirma-
cao gratar: i e absarda, mais que ped.,n.i^ra >,
pyrrouismo ; e tanto raais que essa misera ta-
hidk nao responde a arrumentac&o.
Essa transformismo nao pxfena rbega' 48
obras que era seu todo e era cada urna de suas
partes manifrstam a iotelligeacia, sera qu- seja
effeito de uraa vontade intelligenie.
0 pedantismo da sahida chega ao ponto de
mostrar em desenhos os seus autores a se-
melhanca de fetos, porexeraplo, ao macaca, do
orangotanlo e do homem.
Nao se lembram estes pedantes, que torios os
entes, sem carecer de recorrer aos fetos sao
necessariamrate. seraelhantes, distingunidose
cada espacie e at cada in iividuo tao somejie
pela diffarencas. as quaes sao tanto menores,
quanto raais as classes ou os individuos sp ao
proximam, e coufundindo se todos os indi vi
dos e especif s na razo directa do gri de d;f
ferenca do volume e da distancia.
E quem disse a esta senhora materia que as
8im constituirla em urna individualidade era
personaiidade, iBlelligencia. vontade e aceo da
vontade. que ensme que o macho e a ranea de
todas as especies j estao creados desde iiumc-
Anorim lrraos 4 C, 35 pipas com K>.8tO
litros de agurdente e 5 ditas cora 2 400 ditos de
alcool. ____,
B. Torreo Jnior, 500 barricas cora 29 i 90
kilos de assuear branco.
N. M. do Eirado,600 barricas mm 42,022 kilos
de assuear blanco.
No vapor ioglez Comet, para Rio de Ja
neiro, carregaram :
P.'Carneiro 4 C, 26 pipas com 12.4SO litros
de alcool.
No vapor nacional Jacuhype, para Bihia,
carretiaram : .....,
H. Burle & C, 500 voluraes com 49,43.1 kilos
de assucur branco e 100 barricas c,m 11 836
ditos de dito mascavado.
Amjriai Irmao3 4 C, 500 barricas com o7,i03
kilos de assuear branco.
No lugar portuguez B. de Frittat, para
Porto-Alegre, carregaram :
Araoriin limaos 4 C, 3,303 volumes cora...
259,875 kilos de assuear- branco e 1,245 i'.os
com 97,'>SO ditos de dilo masca /ado.
No patacho nacional Rival, para Pelolaf,
carregaram:
Amorim IrmSos 4 C, 20 pipas com 9 600 li-
tros de agurdente, 300 voiumes cem 29.5.0 kilos
de assuear mascavado e 1.200 di os com 115.'300
dios de dito branco.
No lugar inglez CreyAoiutl, para Rio Gran-
te do Su;, carrecou :
M. F. Marques, ;.0; barricas com 48,5-J4 kilos
do assuear oranco.
No lugar norueguense Aur, par Santos,
earreearam :
H. Lundg en 4 C, 2,375 saceos com li2,500
kilos de assuear mascavado.
Na barca nacU>aal i Ity, para U.j de Ja.
neiro, carregaram :
H. Lundgren <* C, 375 saceos cora 2.;0;j ki'os
Je assuear branco.
No cter i'arahybano, para Pa ahyba, car-
regou :
J. P. Lapa, 1 caixa com 50 kilos de doce.
Na barraca .VoznAa, para Maa-angunpe,
carregou :
J. P. Lapa, 10 caixas com 0 litro3 de gene-
bra.
Reudimeutos publico
HEZ DB PEVERBIBO
Alfandega
Renda geral:
Do dia i a 22 624:677^242
dem de 24 22691*194
------------- 647.368;i36
Renda do Estado de Pernambuco :
Do dia 1 a 22 134:118*994
dem de 24 4.912*772
139031*766
Somma total 783:400/202
raoriaes tempos, para no carecer de se trans-
formar anda ?
Entao esta maleria que parou em sua aeco
espontanea deve se tranr-forinar em seres org-
nicos, esta mntena que parou neste trabalbo
porque j produtio o macho e a foraea de todos
os seres organisados. esta materia que assira
operou e assim parou por tal razo. que assira
o'rganisou se cora intelligencia de toda a sua
obra organisada, essa materia que sabe que ella
nao carece mais de transformar se porque j
conseguio o que quera, esta materia tem perso-
dalidade e portanto vontade, e como seu poder
assim tuo gran le, ella Deus.
Mis nenhum ente tera o poder de transfor-
marse, de lazer-se e deslazef-se, de corapor se
e decompor-se por vontade propria. Nenhum
ente tera o poder de fazer de alguma cousa
por vontade propria, para m-ieria terVontadr
de parar na obra de transforraaco, porque che
gou a transformar se oas formas di macho e da
feraea de todas as especies.
Logo zlgun poder que nfio tem acgo sobre
si ha, que o teve e tem sobre a materia (dada
a hypothese de c icxisur cora ella).
Desean tennis aqui para proseguir em outro
artigo que o assurapto de suinraa pooriencao
e uecessidade, ueste tempo era que a necedade
dos presumidos pretende dar i materia o poder
e acjo da intelligencia e vontade, insli'.uiudo
se a religiao do ditver pelo dever, este fructo do
raais alto pedantismo, que contera as propr as
cxpressOes o maior absurdo.
Recife-Fevereiro, 18W).
Affonso de Albuquerque Mello.
P. S.
Estjuriosa a Provincia e ralada de rivej-,
porque o publico tem tanto applaudido um raeu
artigo critico, que sexla feira foi publicado; e
por isto nos passa uraa descompustura de nina
columna inteira ; ao publico porque s liVas
suis sem saborias, tolices e pedanti>mos que
sao as mesmas das tragas -(que moo le coohe-
cer que te compre) cora desliera e fastio, as suas
Dlasteraeai cora uojo e despreso: a mim por
que teoho semp.e o p sobre o pescoca desta
serpete, sempre, como a do Paraizo, inimiga
de Deus.
De ra va de no poder !ivrar-se de mira.e
nem poder ulcancar-ine o calcauhar, morde-se
na propria cauda.
E anda mais furiosa se acha, porque, sentin-
do togir lhe cada oia o seus Ieitores, sent que
cada dia menos se en? naquelle patua de seu
frontespiclo 3^.1 Provincia a folha de
raaior ctrculaco uo nor.e
Morde te pois sempre que eu nunca deixarei
de perseguir te era quanto puder sem cotupai-
xo netn piedade pois s mi inga de Dea3 e Ja
Repblica, impenilenic inconversivei.
A pobe diabo sem sahnr mai< a que atine em
sua raiva, chegou a krabw si de, para fazer
espirito, escrever no lira do tal ariig<>, una lo
lice indecente, nids que isto, obcena
Que se importa perol) cora isto este orgara de
pootici lade. se elle preg;; o alheisrao e devassi
iao ?
Recife, 25 de Fevereiro de 1890.
Affonso de Albuquerque.
Ao eldadSe mu dlsu medico e
parteiro ttr, %:itbaio da Silva
Ferrcira
Veoho do alio da iraprensa agradecer ao dis
tincto clnico c Anio.no da Silva Ferreira, pe
lastnaneiras luanas e cavalliei-osis com qu>-
sempre "rae traiou moali-ladeaeelw que lhe sao
propnas dispeusando-me. pequen isPjultas.
No p nodo 4c ra>m trataioeoto, des^nicaa bs
nliora e dos raeu innocentes tilhiahos. deu sem
pre sobej is prov.is 'le ura perito cliuico e pos
sui!or, al'V das qualidades aciraa mencior-a
das), de uraa esclarecida k acurada intetlienca.
Sracas a Providencia e aos ..Hilados do inni
disuo e illustrado clnico, eu era miaa hutil*
l:oj; vejo o rcsiioelecimento Je verdadeira san
Qaeira ) mesmo aceitar estas poucas lianas
se, com es'.e'mod de diz;c, offoodo sua modes-
tia aalientaudo lhe as bas quilidades.
Fago votos fervorosos ao Todo Poderoso para
qtie lhe conserve a existencia por longos anuos.
E,n se.raila apre-eito-ltie raeus Uracos e dimi-
nutos servigos, o ide a sorl* nueira me destinar.
Iteifi. 22 de Fevereiro de 1890.
.litfoitio rf' '.hngu Rodrigues Machado.
Hippodromo do Cii-
po Grande
Tcndo de realisar-se lioje a inscripyao
para a corr la de domingo prximo, e ha-
vendo diversos pareos para animaes do
Pernambuco, vimos lembrar a digna di-
rectora daquelle Hippodromo, que nao
sendo deate Estado os animaes Cauby,
Sans Sjiic, e fetit Maitre, como ser
fcil provar-se, n5o deverio ellee ser
acceitos por quanto accresce que, alem de
nSo serera do Estado, sao gatos, tendo
um dos tres dcseinbarcido em Alugoas.
Tendo sido e continuando a ser grande
o prejuizo dos proprietarios de animaes
deste Estado, p >r nao poderem estes com-
petir com aquellas, esperamos ser atten-
didos. *
Hercul.es Talispker & C. "
Segunda Receso da Alfaodega de Pernambuco
14 de Fevereiro de 1890.
O thesoureiroFlorencio Domingues.
0 chefe da seceoCicero B. de Mello.
Rceebedorla geral
Do da 1 a 22 45:495*440 .
dem de 24 5:541*375
------------- 5I039815
Reccbcdoria do Estado de
Pe rnambaeo
Doaia 1 a 22 23 194*895
dem de 24 '-.214*329
26:409/224
Recife Uralaage
Do dia 1 a 22 4:l84914
dem de 24 1:775*338
5.9G0252
Horcado Municipal de *. fos
O movimento deste mercado nos dias 22 e 23
de Fevereiro foi o seguate :
Entraram :
61 1/2 bois pesando 9.293 kilos- nM
1166 kilos de peixe a 20 ris 3320
20 cargas cotn farinha a 200 rs. 4*0u0
15 ditas de fructas d versas a 300 r?. 4*500
66 1,2 columnas 600 rs. 39*900
161 taboleiros a 1100 rs, 32*200
35 suinos a 200 rs. 7000
2 e8criptorio a 300 rs. 600
142 compartimentos com farinha a 500
pg^ 7 1 *00
56 ditos de comidas a 500 rs. 28*000
198 ditos de legumes e fazeudas a
400 rs. / 9*200
34 ditos de suinos a 700 rs. 23*80o
18 ditos de fressuras a 600 rs. 10*800
5 ditos de camaroes a 200 rs. 3*000
64 talhos a 2* 128*000
4551320
Rendidlento de I a 21 do Correnie.. 4:735*080
5:190*400
Precos do dia:
Carne verde do 00 a 560 ris o kilo.
Suinos de 520 a 560 ris idem.
Carneiro de 640 a 800 idem
c arinha de 500 a 600 ris a caa,
Milho de 400 a 480 ris idem.
Feijo de 900 a 1*200 idero.
Vaporea a entrar
HEZ DB FEVEHKIEO
Norte......... Espirito Santo.....
Norte........ Ptrapama..... ...
25
23
Ao Dr. Manoel Bastos
de Olireira
Si publicamente n2o viesse expandir a,
profunda gratidSo de que me acho possnido
para com um distincto clnico desta capi-
tal, o sentimento do mais puro e sagrado
dos de veres, teria necessari amento de ex-
probar-m'o.
O Dr. Manoel Bastos de Oh'veira des-
culpar-me-ha atacar a sua bem conbecida
modestia, pois, se o faco porqae nao
posso conservarme tcito ante um senti-
mento que enebe o meu coracSo de pai.
Tendo sido atacado de urna gastro-en-
terite o msu tlhintio Emygdio, de 7 mezes
do idade, enfermidade atroz, que zombava
dos medicamentos, at entilo applicados ;
vendo-o finar se a cada instante, t ve, j
desesperado, um memento de verdadeia
felicdade, confiando-o ao Dr. Oliveira, que
(no principio de sua carreira, cumpro
diaer) cora tanta pericia se houve, que no
fim de S dias apenas, entregou-m'o com-
pletamente restabelecido.
Acceite, pois, o Sr. Dr. Oliveira o meu
sincero e eterno reconhecimento.
Recife, 2-4 de Fevereiro de 1893.
Joaquim Augusto Ferreira Jaiobina.
A publico e aos mdicos
Chumado pam medicar o Sr Vicente "Teixeira
Coiiubra de quem era medico, receitei lhe urna
pocao coraposia de agua, tintara de carniculr,
tintura de ago e xarope de flores de larauja, e
desta formuia eu mesmo ti ve occasio de dar
uina colher para beber ; dias depois (tres pouco
raais ou menot-) um irmao do raeu doente o Sr.
Jos Teixeira Colmbra, para quera appello, pro-
curou-me e pedio roe que re.ceitasse algum desin-
fectante para deitar dos cantos da casa, dndo-
me a razo de seu iedido que achei justiftcavel,
e oeste, imsmo da indo a casa do doente encon-
trei-o melhor e receitei n desinfectante pedido,
o qual compnaai se de 150 rauias de alcool e
23 i-raumas de aitido pheuico, r-icominen lando
que deitasst-m DOS ngulo da sala.
0 remedio que receitei lera a cor rosea c xo
alcool e acido pnenico larab.-iu, nao me passan
do pela mente que tivessera trocado o remedio
liando o ici.to pnenico em logar da pogao, j por
ser esta suastancia muito conbecida, j por nao
ter sido indicada para o ooenie u^ar; por isso
exptiquc o ardor ej a veriuelhidao da lingua
que i. doente qucixava-se por ser elle dyspeptico
e ter feito uso de quiuino.
O facto que o doente foi victima da applica
gao errada que lizerara do acido pnenico e nao
de indicacSo errnea por parte do medico, r.era
da applicacfio interna de uraa substancia em
dose toxica.
Na receita.que passei de acido phenico no
disse se. era pura asa interno ou externo, porque
nao era para o doente usar interna ou externa-
ra eu te b sira para cm uso particular d; familia.
Recite, 24 de Fevereiro de 1890.
Dr. Joaquim Loureiro.
Muitas vezes til associar a creosote
de alcatrSo da f.iia ao oleo de ligado de
bacathdo no trtamonto das affoccJjs do
larynge, dos bronchios, dos pulmoes, e
principalmente na> bonchtes chroaicas e
nos catarrhos. Esta associacio apresenta
gr-ndes vantagens, mesmo na anuencia de
dnenya e quando se faz uso someate no
fim de fortificar um peito fraco cu um
temperamento dbil.
Estes dous medicamentos encontram-se
reunidos as Capsulas de Bertb creoso-
tadas, ondi a creosote d alcatrSo de faia
acha-se em dissolu^ilo n'um oleo de liga-
do de bacalbao parcularmeata recommen-
davel, visto ser ob'.ida por proco^sos que
sao os nicos que tera icerccido a appro-
vaclo da A:adcraia de Medibina de Pariz.
Urna pergunta sem graqa
Porque o cidadd Batalinga que acompanha
sempre ao cidado governador em todos os lu-
gares, nao esteve na conferencia do cldadao
Martins Jnior ?
Sen perqu a conferencia era republicana ?
Sera porque o Balatinga nao republicano 1
Pode ser que sira.
l'de ser que nao.
L fjete.
Dr. Silva Leal
CLNICA MEDICO CIKUBGICA
Consultorio e residencia rna do Livramento
o. 6 1 andar. Consutas das 11 as 3 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora, por escripto.
Europa . i'Ule de Baha .... 2d
Sul........ .. Allianca .. %'---- 26
Sul....... Olinda.....^ ... 26
-ui....... ... Vle de Pernambuco. 2o
Sul........ Mil........ ... Cometa........... 26
... Britania.......... 26
Europa ... Esnot............ 26
Europa ... Szechcnye......... 20
7
17
Vapores a sabir
MEZ VE FEVEREIRO
Baha c esc .. P. do Grao Para... 25 as 5 h.
Sul.......... Espirito Santo...... 25 as 5 h.
Lverpool.....Britania.......... 26 as 11 h.
New-York.... Allunca.......... 26 as 4 h.
Baha e esc .. Jacuhype.......... 26 as 5 h.
Hamburgo -.. Olinda...........27 as 4 b.
Manise esc Esnot...........27 as 4 h.
Sul.......... Ville de Baha.....27 as 4 h.
Norte.......Jandoj.........27 as 5 b.
Santos e esc Advance.......... 28 as 4 b.
BANCO SIIL-AIIHCUO
Capital 20,0OO:OO0|0OO
38 -Ra do Commcrcio -38
Dcsconta letras e contas assignadas.
Adianta dinheiro sobre caucan de ttulos e
mercadorias e abre contas correnles com garan-
ta dos raesmos effeitos.
Recebe era Deposito ttulos e valores.
Faz movimento de Inndos de praca a praca o
concede cartas de crdito, abono e banca. ,
Paga em.conta correte do m ..iraoato 3 % a
anno.
Recebe dinheiro a prau fixi ou por aviso,a
juro convencionado.
E faz outras operacoes barcinas'.
Movimento do jjocco
Navio sahido no dia 23
Kio Grande do Sul-Lgar nacional Lijo, ca-
pio Bernardino da Silva Thora, carga as-
suear. .
Navio entrado no da 24
Macu6 dias. hiate nacional Aurora 2*, de 70
(-.meladas, racstre Jorauim Jos da Silveira,
equipagera4, carga sal a Carlos Antonio de
Araujo.
Navio sahido no mesmo da
Pellas -Patacho hollandez Clara, capilSo B.-J.
Hurding, carga assuear. V
Ob8erva<3o (
Nao houve entradas no dia 23.3*



-
rf.
r"
r

C



II II

ll*-l'J

Diario de Pemajmbuco--Terca feira 25 de Fevereiro de 1890
5
9
'>
*



,- '


1

-.



>


I

*

do
An rnifl*Vn ,je- 'i,ri' ,Hlv0 coocur.-odG pfovinw l> rfjs nf-
AO pu.Ul.ct* lciwdiXKiU'loc pan-i-.r de-la nnarca. ertra
A Empreza Telcphonica Bourgard, toa- do,*>' P'^iuuial u 1,403 de 12 cM,r5r ue
,. r r- 1879, que se acha vaso por faecimento do ser
i feto a oiud*nc> da l.nbae para o novo vwAo*rio juaqaim Marques da Porciuocula.
edificio o prtcibuado mudar grande quan Assim, pois, recominuiido a quein pretender
tidade de linhaa que se acham estragadas,'que se aprsente do praio a:ima indcalo e oue
trabalho este que pela sua natureza d lu- >? 80a Pe?S a me de aaffiaeocia e
.. -\ r I mais documentos exmloi pelo decret3 n. 9.420
gar a multas interrupeoes, pede aos brs. de 28 de Abrii de 1885 e maill iegih|a{ao em vi
assigaantcs desculpa de quhl^aer falta que gor
occorrer durante o trabalao.
E para que. chegocao conheoiroento de todos,
inandei pausar o presente que ser aflixa'to ua
porta da Iniendeoda Municipal desta villa, o
u'elle se extrair copia para ser remettida ao
cidadao governador desie Estado, em virtud* d<-
I Mima leseo berta Extracto Duplo de Avelleira Mgica; em que foi afiliado pelo porleiro dos audite
(Witch Hazel) do Dr. C L\ Bristo!.O, riu_?- ... ,
^" j" iu i; > Dado e passaio nesta v autor deste novo e maravilhoso reme lio, marca Q ^esoio nome, em l2 de Fevereiro de
o Dr. C. C. Bristol, cujo noroe conheci-. 1890.
do em ambos os hemispherios, de um a Eu, Pedro Severo da Co de Intendencia Municipal
de Oliuda, em virtude da
outro extremo do planeta, como autor das
celebre Salsaparrilba e I lulas de Bristol,
s quaes tantos devem a saude e a vid*,
dos climas do globo ; o sabio medico cbi-
mico e naturalista, oceupado sempre em
novas descobertas medico-bota', icas, depois
de inte 11 gentes e repetidos ensaios, veio a
achar se possuidor de urna nova e adrni-
ravel combinaySo curativa, baseada DM
maravilhosas vrtudis da planta americana,
conhecida boje na sciencia sob a classifica-
c3o botnica de Hamamelis Virginica, plan-
ta indgena d'America Septentrional e pri-
mitivamente empregada pelos indios no
curativo de toda molestia de carcter in
fiammatorio, tanto interno como externo.
Estado de S. Paulo
CAMARGO 4ALMEIDA commissanos de caf
e mais gneros do pus, a ra do Boin lletiro n.
41 G, "les jando esteo.ler su.is relag&es cooiiner
ciaes at a praga de Pernambuco, recebein assu-
ar em coininrsso ou de conta propria, bem
tomo qualquer genero que seja sui-ceplivel de
ser exportado e delle haver procura na capital
de S. Paulo, assim como salisfaro a qualquer
pedido dos (eneros dessa procedencia.
Ao commercio
Jo Antonio Pilrao. nico representante da
firma Jos Antonio Pilrao & Irmo. communica
ao resptiiavel corpo do commercio que desde o
1 de aneiro do corren'.e anno admittio para
socios de sua casa rominercial Praca da lude
pendencia ns. 3i. 33.e 35 o Srs. Frnnsco de
Azevtdo Pilrao e Joaquim d'Oliveira Muia, ron
tinuando o negocio tob a aoliga firma, da qual
ficam todos responsaveis.
Reuiti'o 21 de Fevereiro de 1890.
Collegio de Nussa Senhora
da Piedade
Na Ladeira do Vuradouro ein Olinda
n. 31
Directora Margarida Alves
Viaana
Este collegio de educacao paro o sexo
femimno e meninos de tenra Hade, abri
as suai aulas no dia 15 do mez passado
continua a admittir alumnasinternas, meio-
puntionistas e externas, mediante urna
mdica penso.
A casa em que elle funeciona, rene tu
das as coudic5es hygienicas, sendo b->a
a alimentado que se c s jovens educan-
OB.
A par da educacao physica, a moral e a
intellectual estilo cargo da directora e
de um corpo docente habilitado.
Ensinam se primeiras letras, lingual por-
tugus. francesa e inglcza, nrithmetica,
jjeographia, munica, piano e canto, alm de
costura chS, bordados, etc.
Sao professores do collegio os Drs. JoSo
Baptisa Regueira Costa, Cicero Odn Pe-
regrino da Silva, a Ex'aa. D. Angela Gui-
marSes e o maestro Candido Filho
^c

HOTEL REIMO
Porto
DIARIA 90 RES
Echo da Exposi^ao de Paris
em 1889
S imponanle rasa de perfumaria L T. Piver
/ Piris. leui obno o Premio Grande Exposi
; !'n t;;!. a mais alia recjiupensa que foi
. tunicada. y
Tolo n mundd(pBpprovir a marra de distin
ic concedida a esta casa cujas preparacOes
v,\ lina-;, tao apreciadas sao repiftliuas pelo
r.rrfo intiiro, azer.do a rnaior Honra a oossa
industria nacional.
A' Exporico de 1867, o Sr. A. Piver fra fei
o cavalliiro da Legiao de Honra, e ofSc.l da
uiosmo ordem aquella de 1878.
Os mdicos do mundo inteiro recom-
mendam o Crme Simn contra todos as
affaicSes ligeiras da pelle. A sua accao
em effeito maravilhosa contra os ardores
do col, as mordeduras do vento ou as mor-
diduras de mosquitos Desconfiar-se das
falsificacSes. Exigir a marca da fabrica
de J. Simn, ru de Provence, 36 Pariz.
Vende-se ern todas as pharmacias,
ras, perfumaras e mercearias.
dro
o-m
EDTAES
O cidado Dr. chefe de polica man-
da declarar que do dia 15 do mez de
Marc/> proicimo em diante, estar aberta
nesta repartiyito a matricula para os ga-
aaadores'e mo^os de recados, da* 11 h ras
da manha i 2 da tarde, as segundas,
quartas e suxtas-feiras.
Secretaria de pol cia do Estado de Per
nauboco, 13 de Fevereiro de 1890.
O secretario,
Antonio Jo da Costa Ribeiro Jnior.
2 Se.-rte.Secretaria do Governo do Estado
de Pcruaubuco, em 2i de Fevereiro de 1890.
De ordein do marechal governador do Estado fa-
jo publico, para os deudos Helios, o edita!
ibaxo transcripto, pondo em concurso o provi i
.nenio dos cilicios de contador e partidor do ter-
mo de Agua Preta.
0 secretario
Antonio Ignacio de Mesquita Neves.
Edital
orpbos. o escrevi.JosC Brandao da Rocha.
('ert'Qco que afiixei boje, 12 do correte, s
12 horas do dia, na porta da lotenderrcia Muni
cipal. o rdilai para o coocurso dos olinios de
contador r partidor desta comarca, e para cou
star passei o presente.
0 porleiro dos auditorios-Jouqoim Jnronymo
deCarvalho.
Subscrevo e assigno.
Agua Prela. U de Fevereiro d.> 1SC0 -0 es-
crivo de rphas, Pedro Severo da Costa
Leite. _________ _______________
2* sercj.Secreten* do governo do Estado
de Pertiainbuco. ein 2i de Fevereiro de 1890
De ordem do marecli.tl yovi-rnidnr do E-'tado
fayo publico, para os devidus eflVi'os, o edital
ubaixo transcripto, pondo em loucuraon provi
.liento dos (di ios de partidor c distribuidor,
contador e paruJor do termo de Garantiuus.
O Secretario,
Antonio Ignacio de Mesqu ta Neves
O Dr. Silo Rodrigues de Miranda, juiz de direi-
to da comarca de Giranhuos, Estado de Per-
nainbuco na forma da lei. etc.
Fajo saber aos q e o presente edital viren) e
della notic a tigrera, que de conforaiidade cora
o artigo Io do decreto n. 3.3J2, de 14 de Jolho de
1837, em virtude do cfficio do marecb il gover
nador deste Estado, >le 29 de Janeiro (iodo tic:
marcado o praso de 30 dias a contar se do lioje
para o concurso de proviiuento dos cilicios de
partidor e distrilmidor, contador e partidor des
le termo de Garanhiies, creados pela le deste
Estado, n. 50i, de 29 de Maio de 1861. que nun-
ca loram vilaliciameole prvidos, achando seo Io
oceupado pelo cidadao /cente Ferreira Lustoaa
e o 2 'icio cidadao Antonio Lourencu de Mello
Jnior, ambos provisioriaraente,
Assim, pois, recommendo a quem pretender
que aprsente se no praso cima indicado e
queiusirua sua petiyo com exume de suffcien
cia e mais documentos exigidos pelo decreto n.
9,420. de 28 de Abril de 1885 e mais legislacio
em vigor.'
E para queche ue ao coobecimento de todos,
mandei passar o presente, que sera Elixado na
porta da intendencia municipal desta cioade, e
delle se extrahir copia para ser remettida ao
cidadao governador deste Estado para o tim
mencionado no artigo 157 do decreto citado com
certido do dia ern que foi affixa'do pelo porleiro
de auditorios
Cidade de Garauhuns, 11 de Fevereiro de
1890
Eu Izidoro Floreulino de Vasconcellos, ewri-
vao do jury o subscreviNil o Rodrigues de Mi
randa.
Certifico, eu officia! de justica e porleiro d..s
audieicias. abaixo assi^nado, que boje affixe;
na po; ta da intendencia municipal o edital pelo
praso de 0 das, convidando concurrencia para
o concurso dos ollicios de justica de partidor e
distribuidor, contador c partidor deste juizo a
que ludo dou f,
Cid..de de Garaohuns, 11 de Fcereiro de
1890 0 offi-iai e porleiro, Ignacio Pereia da
Gra;a
E mais se nao continha < m dito edital e cerli
dao aqu bem e H el mente copiados dos propiios
orminaes, aos qu^es me reporto e dou fe
Cidade de Garanhuns, 11 de Fevereiro de
1890.
Em fe de verdade. Escrivao do jury, Izidoro
Florentino de V.iscuncellos. Nilo Rodrigues de
Miranda ___________
I.' M'irH. *i-'rriai'!:i do fioicrno
do i:-.irto IViert'liO de !S5M>
Por e;ta secretar.a se faz publico a qnfm in
leressar f-ossa, que, por portara de uoje, do
marechal Governador do Estado. Iji prorogado
por mais tres mezes, para to ios os ofciaes a>
guarda naciunal. n*:auados de 13 de lulbo de
<88t at II de Sivemliro do mesmo anno. a
contar da presente dala, o praso para os referi-
dos ofliciaes solicitaren) as respectivas patentes.
O secretario,
Antonio Ignacio de Mesquita Neves.
Em virtude do que dispOe o art. 66 do re-
gulamento que baixoucom o decreto n. 9.554 de
3 de Fevereiro de 1886 a Inspectora Gcral de
Hygiene fas publico. |m lo prazo Je 8 dias, que o
cidadao Salusiiano B zerra de Ponte3 Ibedirigi
aseguinte petigio, com documentos que satisfa-
zem as exigencias do art. 65 do citado regula
men'o :
Diz Salusiiano Bezerra de Pontes, que, ton
do a necessaria pratna de botica, vem solicitar
de V. Exc. a necessaria liecnca para que possa
abrir um estabelecimento dessa natureza na
villa de Ouricury. do Estado de Pcrnambuco
Como vera \T. Exc. dos documentos junios,
nao s o supplicante se mostra habilitado para
o tim requerido, como pro va a falla de botica
Qaquella localidade, em lugar central, e alias
populoso.
O documento que a respeilo off.-rece. um
attestada .-da respectiva Cmara Municipal. E
assim preenebidas as mais formalidades legaes.
que no caso se requerem, o snpplicanie pede
deferimenm.E. K. M. >alustinnn bezerra de
Pontes.Corte, 20 de Outubro le 18S9 .. Sobre
unri etampilba de 200 rs.
declara que. se nesse prizo. nenhum phar
maceutico formado Ibe cinimunicar ou laspe-
ctoria de Hjgiene do E resoluyo de estabelecer pharmacia na citada
localidade, coii-"eder aopratico a licenca reque-
rida.
Inspectora Geral de Hygiene, 9 de Janeiro de
1890 Dr. Pedro Affonso de Carvalho, secretario.
cidadao Dr. Jos. Emy^'dio Goncalves Lima,
juiz municipal e do civel do termo de Ipoju -a,
comarca do Cabo. Estado de Pcrnambuco, em
Virtude da le, etc.
Faco saber aos que virem o presente edital de
viute dias. que por este juizo !em de ser arre-
matado por qu-in mais der, no na 27 do cor-
rente m '2, depois das audiencias deste juizo.
o engenho Fernandes e seus periquees, muenie
e corrtnte, com todas as suas beruf lionas, e
nove caras para moradores, sitas Ueste lenno,
penhorado a 1 -o Xa-ier de Cerqnoira Krjto e
sua mulhtr, em execuc.1o que contra elfea move
a Fazenda Nacional como Madores (ti ex b-sou
reiro d. Tnesourana de vazenda desie Eslailo,
b/Cbarel Eduardo d- Barron Falcao de Lcenla,
cojo engenho e seus periences foram adjudica-
dos Faztoda Nacional por nao haver licitantes
primara, secunda c l< rceira pracas ; e de
novamente levado a praca a requerimer to do
Dr. procurador lisc-1 e ilos feitos di fazenda
com <> abatimeuto da juarta parle da avaliaco
de 20:000*000. pela quaolia de 15 000*.
E para que cheguc ao wnhecimento de lodos,
mandel passar o prt sent edital.que ser alixado
no lugar o costme e publicado pela imprensa.
Dado e pausado nesta villa de Ipojuca, aos
seis dtas d Peveieiro de 1890.
Eu, Jo. Genuino Ferreira esc vao, escrevi.
JosEmygdio Goncatves Lima.
O consclho
da cidade
lei etc.
Faz constar a quem in*.eressar possa
que estar ern basta publica para ser ar-
rematado por aforamento, nos das 27 do
cor rente, 6 e 13 de Marco prximo vin-
douro, o terreno sito na travessa de S.
Pedro Apostlo, por traz do acougue pu
buco, tendo as seguintes dimensoes: lado
do Nasccnte (frente) 22 metros e 50 cen-
tmetros, fundo 17 metros e 30 centmetros
a encontrar os par. loes do acougue pu-
blico, sob a base de 20 ris o palmo,
sendo o proponente obrigado a trazer dita
travessa em completo asseio.
Oa pretenderes poderSo comparecer nos
referidos dias no Pago da In tenderte a
Municipal deste cidade.
E para que chegue ao conbecimento de
todos mandou publicar o presente edital
pelo Diario e an'xar na porta do edificio.
Pago da Intendencia Municipal de Olin
da, -0 de Fevereiro, de 1890
Dr. Albino Gongalaes M. de Vasconcullos.
Presidente.
Jos Marcolino da Fonsecu Manguinho.
Obras i'ublicas ,
De ordem do cidadao engenheiro director e ero
virtude da ^i'tnrisacao do cidalo marechal go-
vernador dVste Estado, comida em ofliciD de 15
do rorrete, f.co publico que no da 15 de M,arco
titos mo viudouro tecoOom se pror-ustas, em car
las fechadas, competentemente selladas c com as
respectivas linnas reconhecidas, paraaexeiucio
dos eparos do agude do podado de Lagoa do
Carro, na eoon.ra de Nazareth, oreadas em
2.206*703.
As propos'as devero declara"- o prego pelo
qual se obrjgam os licitantes a executar a obra,
como o local de sua resitencia e as habilitacoes
que possuam para dirigir os trahaihos, as quaes
serao^bertas ao meio dia em presenga dos pro
ponentes.
Havendo duas ou mais propostas em completa
iguatdade de condicOes, serao chamados os pro
ponentes para declarar quaes as modilicaces
que fazcm atirn de celebrar se o contracto com
aqoelle que lizer moditit-agOes mais vantajosas
Nao se rao acceitas as propostas nos seguintes
casos :
Io As que excederem dos pregos do orga
ment.
2" As que uao forem orgaaisadis de accordo
com o presente edital.
3" As que nao olTerecerem as garantas exi-
gidas.
4* As que se basearem sobre os precos das
propostas dos cutros concurrentes.
5* As qne forem a presentadas por pessoas que
j tenham deixado de cuuiprir contractos' cele
brados com a repartigao.
O orgatoento relativo a obra, as clausulas ge-
raes e especiaes do contracto e raals condigOes
serao franqueadas n'esta secretaria ao exame dos
con curren les.
Para concorrer a praca aciraa deverio os lici
laiites depositar u'esta reparticao, na ves pera do
dia da arrematagao, das 9 s 3 horas da tarde a
quantia de 110*335, equivalente a 5 % do valor
do respectivo orga ment.
Secretaria da directora de Obras Publicas, em
19 de Fevereiro de 1890.
0 engenhejro njudunte.
.4. Reg Netto.
Companhia Alago ana
de Fia cao e T< cidos
' dividamos aos sensores subscriptores dc.-ta
companhia para, de acc rdo com os arte. 9 e 10
dos estatuios, realisare:a at o da 28 de Feve
reiro a nona entrada na razSo de 10 0,0 do valor
de suas aeces. rio Banco de Pernambuco.
Macei, 6 de Fevereiro de 1890.
s directores,
Jos Teix> ira Machado.
Jo-e Januario P. de Carvalho.
Propicio Petlroso Barreto.
.irreaata^ao
No dia 7 de. Fevereiro ser arrematado o eage'
nho Jaguanbe, sito no termo da Escada, por
20:000* ; quem quizer fazer acquisigfio de nina
boa propriedade, chegada a occasiao Muito
commodo por distar meia legua da cidade, ter-
reno muo frtil e contiguo ao engenho central
de Firmeza.
A praca ser na casa das audiencias pelas 9
horas da manni do indicado da cima.
Fica transferida essa praga para o dia 12 do
corrente, por impedimento do juiz substiluto que
funecionou ao fei.o.
Nao poriendo ler lugar a praga designada para
o dia 12, fot de novo transferida para o da 25
do corrente as mesmas horas.
Indemnisadora
3anco de Crdito Real de
Bernambuco
A administrago deste Bnnco, de con-
formidade com o art. t do decreto de 17
do Janeiro do corrente anno, que refor-
mou a lei n. 3050 de 4 de Novembro de
1882, faz se.ente aos senhores accionistas
que em sua sede, a ra do Commercio
n. 34, se acham a dispos'gao dos mesmos
a copia do balanco, a relagSo nominal dos
accionistas e *, lista das transferencias das
acgSes durante o anno findo.
Recite, 22 de Fevereiro de 1890.
Os administradores,
Manoel J\3o de Amorim.
Luiz Duprat.
Antonio Fcrnsndcs Ribeiro
0 Cinselbo da Intendencia Maoioipai de Olinda
em virtude da lei, ele
Faz constar a todos os possnidores de terre-
nos forelros a esta Intendencia, nao s os que
e acham situados no mvni ipio de Olinda, como
n ,'S out-os uiunicipios, qw ihes fica manado o
preso de 30 dias. para virem a secretaria desta
inesma Intendencia recaUutrem lodos seus d-
bitos (.rovenientes de foros, sob as penas da
lei-
E para qnr* checue ao conhecimento de todos,
mandou ffixar o presente edital, na porta do
etilicio e publicar pelo Diarto.
Pago da Intendencia Municipal de Olinda, 13
de Fevereiro de 1890.
Dr. Albino L. Mcira de Vasconcellos,
Presidente.
Jos Marcolino da Fonsec Manguinho,
___^____________Secretario.
Thesouraria de Fa-
zenda
Dividas de oxercletos flndoa
D ord* m do cidadao inspe rtor, fago pnblico
que esta thesouraria acha se habilitada pela or-
dem da directora de contabtlidade do l.esouro
Nacional de 5 do corrente, para effectuar o pa
gamento das seguintes dividas de exercicios
tin os. abaixo mencionadas :
Joao Vasco Ci bral de Algonez 801000
Manoel Card >so Ayres 13*000
Dr. Sigismundo Antonio Gongalves 3 7808iO
Manoei Alves de Siqueira Caipora loiOOO
Fielden Brother3 15t)*600
Rayroundo Olympio Paes 29*162
Jo> Xavier Faustino-Ramos 365*160
Thesouraria de Fazenda do Estado de Pernam-
buco. 22 de Fevereiro de 18900 secretario,
Dr. Antonio J. de Sant'Anna
Companhia de Segu-
ros Pht nixPcrnam-
bucana
Nos termos oara os effeitos do art. 16; do
decreto de t7 de Janeiro passaio, a administra
gao annuncia estarem disposigao dos associa-
dos, na sede da companhia. as copias do balan-
go, da relagao nominal dos a xionistas e da lista
das transferencias de acgOes.
Recife, 22 de Fevereiro de. 1890.
Os administradores,
Luiz Duprat.
Manoel Gomes de Hattos.
Manoel da i-ilvy Maia.
______ DO
CAMPO GRANDE
PROJEOT DE. NSCRBPCA0
Para a I I corrida a realisar-se Domingo 2 de
Marco de i 890
1. PAREO EMULACAO 800 metros. Eguas de Pernambuco, podendo ,
entrar pequiras at lm, 30 no mximo, pbemios : 150|J000 ao pri-
meiro, 30(5000 ao segundo e 150000 ao terceiro.
* PAREO ESAIO 800 metros. Animaos de Pernambuco que nSo tennam
ganho n'estes 4 mezes no Hippodromo. premios: 2OC(JO0O ao pri-
meiro, 40i5OO0 ao segundo e 20)5000 ao terceiro.
3. PAREO MPRENSA 1.100 metros. Animaes de Pernambnco premios :
200(5oOO ao primeiro, 40i50OO ao segundo e 20)5000 ao terceiro.
sangue. premios : 3005CO0 ao primeiro, 60000 ao segundo e 30)5
ao terceiro.
*. PAREOVELOJIDADE 850 metros. Animaes pungas que nao tenham
ganho em 1890 no Hippodromo. premios : 200)5000 ao primeiro,
40(5000 ao segundo 2O0OOOao terceiro.
O.0 PAREO -HIPPODROMO30 CAMPO GRANDE 1.609 metros. Ani-
maes de qualquer paiz. premios : 5LOi5003 ao primeiro, 100(5000
ao segundo e_ 50)5000 ao terceiro.
9." PAREOANIMICAO 850 metros. Animaes de Pcrnambuco que nao te-
nham ganho em distancia superior a 900 metros nos prados do Recife.
premios: 200)5000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 a*
terceiro.
OtservaQoes
Nenhum pareo se realisar sem que se inscrevam corrram pelo menos cinco
animaes de tres proprietarios differentes.
Nao serao acceitas as propostas que n2o vierem acampanhadas das respectivas
entradas.
A directora reserva o direito de Iterar a collocagao dos pareos.
A inscnpgao encerrar-se-ha terca feira, 25 do" corrente, s 6 horas da tarde
na secretaria o Hippodromo, ra do Imperador n. 55, 1. andar.
Recife, 21 de Fevereiro de 1890.
O SECRETARIO,
Souza Carvalho.
Thesouraria de Fazenda CHARGRS~REUNIS
VENDA DE CaLQADO |
De ordem do Sr. inspector e de conforraidade
com o ofllcio do ci lacla > Governador do Estado, I
de 13 do correrte, sero vendidos em hasta pu i LDh& ^^^^1 entre 0 ?&* UaboA,
blica no da 27 do corrente, s 11 horas da raa- D^_u,. u.i.:. t>:. \.' t....:. 1

Concpaabla Francesa
DE
A'aTega^So a vapor
nha, perante a juata de Fazenda desta Thesou
raria, 12,513 pares de sapalos fabricados no;
presi lio de Fernando Je Noronha os quaes se i
acham deposita'os no Arsenal de Guerra, onlej
poderao ser examinados pelos iDtere3sados.
Thesouraria de Fazenda do Estado de Per-
nrmbuco, 21 de Fevereiro O secretario da junta,
Dr. Antonio Jote de San'Anna.
Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor
Ville de Bahia
Commandante E3nol
E' esperado da Europa at o dia
26 de Fevereiro seguindo depois
da icdispensavel demora para a
't
. -
DECLARARES
Club 22 de Julho
S5o conviJados todos os socios a reunirem se
qnarta feira 26 do corrente, no lugar e horas do
0 Dr. J)s Brando da Rjcha. juiz de direito da costume alim de tratar se, de negocios leuden-
comarca d Agua Preta, Estado de Pernara-! tes ao referida club.
bato, em virtude da lei, etc. oe 0rdem do presiente do Monte Pi Be
Faco saber aos qu i o presente edital virem e, neticante de >. Joao Baplista. convido os socios
d'elle noli-ia tiverem e a quem ioteressar possa a comparecerem no dia 23 do lorrcnte. as 7 ho
que, d onformidade com o art. 1. do decreto jras da noite afirn de tratar-se da eleicao da
n. 3,322 Je li de Ju'.ho de 1887, em virtude aa nova dire:toria 0 f ecretario,
lei, fica marcado o praio de 30 dias, a contar de
Franciso Augusto de Miranda
Achando-se vagas 20 arcOn desta companhia
de ns. 31 33, 261 270, 246 i 290 por ler fal-
lecido o respectivo aecionUta, a directora aos
termos do art. 15 dos estatutos as vender, para
o qce convida a quemas pretender, dirigir snas
propostas por iotermedio de corrrtores geraes
ao esenpto-io di mesma companhia at o meio
dia a* 4 d* Muco vindouro.
Recife, 24 d.; Fevereiro de 1890. .
Os directores,
Joaquiu Alves da Fonseca
Antonio na Cunha Perreira Bal.ir
J- Ferreira Ma'qufs.
Obras publicas
De ordem do cidadao eugenheiro director e em
viriude da autorisacao do cidadao marechal go<
vernador d'este Estado, de 19 do cjrrente, co
publico que no dia 15 de Marco prximo vindou-
ro recebem se propostas em cartas fechadas para
a execuco dos reparos da ponte do Poatal na
ilba de Itamarac, oreados em 4:0656187.
As propostas devem s>r competentemente sel-
ladas, assignadas pelos licitantes com as firmas
recouhecias e deveao declarar o preco pelo
qual se obrigam a executar a obra, como o local
de sua residencia e as habilitaces que possnam
para dirigir os trabalbos, as quaes serao abenas
ao meio dia em presenca dos prooonentes.
Hivendo duasou mais propostas em completa
.'iialdade de condices serao chamados os pro*
ponentes para declarar quaes as moditicacoes
que fazem atirn de celebrar-se o contracto com
aquelle que malares vaniagens offerecer.
Nao serao acceitas as proposias nos seguintes
casos:
l.* As que excederem dos precos do orca-
mento ;
2." As que nao forem organisadas de accordo
com o presente edital;
3" As que nao offc ecercm as garantas exigi-
das ;
4.' As que se basearem sobre os pregos das
proposias dos outros concurrentes;.
5 As que forem apresentadas por pessoas
qu-- j tenham deixado ne cuiupnr contractos
cel brados coa. a repariico.
O orcameoto e mais eoadices do contracto
achamse n'esta ;-e!;retaria, onde pouem ser exa
minado? pelos prelendenles.
Para concorrer praga cima, devero os lici-
tantes d posilar n'esta repartigao, na (espera do
da da arremalago. das 9 s 3 horas da tarde, a
quantia de 2035259, equivalente a 5 "o do valor
do respectivo ornamento.
Secre(aria-da Directora das Obras Publica;
em 21 de Fevereiro de 1890.
O engeubeiro ajudante,
A. Reg Netto.
Indemnisadora
ios termes l o % 1 do art. 23 do? estatutos a
directora convida aos Srs. accionistas a reuni-
rem se em a-iseinbla geral ordi .aria, ao meio
dia de 11 de Margo viudouro, na sede da cornpa
nhia. A.reuaiSo tem por fim deliberar sobre as
contas do anno social lindo em 31 de Dezembro
prximo p. asado.
Recife, 24 de fevereiro d?. 1890.
Os ili eclores
Joaquim Alves da Fonseca.
An onio da C. Ferreira Baltar.
Jos Ferreira Marques.
Empreza da estrada de ferro
de Ribeirao a Bonito, es:
criptorio central no Re-
cife
Baha, Kio de Janeiro e Santos
'Aoga-se aos Srs. importadores de carga peles
lan- i Ta^fes desta linha, queiram apresentar dentro
De accordo com o estatuido no art. 16 do de
creto do governo proisorio de 17 de Janeiro
lindo so declara Que neste escriptorio se acha a
disposig2o dos senhores accionistas, o balango
das cintas da emprer.a do anno prximo passa-
do, a relago ros n'nhores accionistas e a lista
das trausterencias de acgOes vencidas no niesmo
anno. Recife, 10 de Fevereiro de 1890
Jos Beharmino Pereira de Mello,
Gerente.
Recebedoria de rendas in-
ternas geraes
Inpol de lnda(rlat e profluouca
O administrailor da recebedoria faz publico
que at o dia 28 do corrente mez ser celebrado
por esta repariigao. livre :e multa, o imposto
de industrias e profhses, relativo aol- semes
ir do exerticio con ente de 1890, depois do que
ser cobrado com a multa de 10 0/0.
Recebedoria, 24 de Fevereiro de 1890.
AlexandredeS i>reir do Carmo.
Rclacao das casas da tieguezia de S. Jo I
s cujo valor locativo foi augmentado
para o exercicios de 1890 pelo| lan-, de
9ador Affonso Lucio de Albuquerque^ qua!quer reclamago concemente a volumes que
Mello. j aorventnra tenham seguido para os portas do
i sul alim de se poder dar a tempo as provi-
Ruas de : dencias necessarias.
expirado o reierido prazo a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
16o000 Dara carga, passagens, encommendas e di-
, abro a frete: trata-se com o
m*m\ 4uguste Labille
165*000^ v -RA DO COMMERCIO-9
r
R"!acfio da- casas da freguezia de S. Jos, cujo
valor locativo foi augmentado para o exercicio
de 1890, pelo lancador Affonso Lucio de Al-
beqaerque Mello.
Ra dos Pescadores
N. 22. Antonio Joaquim Cascao 213A000
X. 33 Jos Hugo Goocalvee c sua ir-
m 2y000
N. 38. D JOanna Justina de Siqueira
VarejoJ | 249*000
Travessa da Praia do Forte .
N. 8 Joaquim Francisco Lopes 189*0 0
N. 10. O mesmo 144*00-1
N. l A Antonio Joaquim Casco 144000
N. 12 B. O mesmo 14i0()0
N. 14. Antonio Moreira Reis 120/000
Praia do Forte
N. 2. O mesmo 120*000
Largo do Forte
N. 4. Jjft Francisco liento 417*000
fv Travessa do Peixoto
N. 16. fieraardino Pereira Ramos 141*000
N. 2i. O ajesmo 144*000
X. 26. Francisco Jos ta Costa 165*000
N. 28. D. LuSfca Felisarda Rodri-
gues de 41meida 213*000
N. 30. D. Felisarda Mara da Concei
gao
273*000
144*000
144*000
141 tfOO
156*000
156000
156000
N. 82. D. Maria Moreira Ramos
N. 84. A mesma
N. 1. Dr. Auionio Bruno da Silva
Maia
N. 7. 0 mesmo
N. 9. O mesmo
N. 11. O mesmo
N. 17. Affonso Augusto de Brito Ta-
borda 183*000
N. 17 A. Francisco Pires Ferreira 72*000
Ra do Ypiranga
N. 2 A. Luiz Gonzaga Meudes Mu-
niz 270*000
X. 2 C Minoel Joao de Amorim 273*000
X. 4. v.guel Archanio da Cruz Muniz
e outro 1:300*000
X. 5. Jos Joaquim da Costa Pinto 144*000
N. 13. Victorino Domingos Alves
Maia 153*000
^Rua do Muniz
Ns. 2 a 6. Evaristo Meudes da Cunha
Azevedo 860*000
Imperial
N. 2 A. Manoel Paulo de Albuquer-
que 600*000
N. 58. Joaquim de Almeida Gomes 1:080*000
X. 58 A. Filuos de Manoel Francisco
de Oliveira 576*0 0
N. 8i. DiogQ Auzu.-to ito Reis 26i*000
l'Secgoda Recebedoria do Estado de Per
nambuco, 4 de Fevereiro de 1890.
O chefe,
J. H. C. de Bairos Campello.
Faculdade de Direito
De ordem do cidadao Dr. director, fago publico
que no dia 26 do corrente, s 11 horas da ma-
nila, havero exames escripos dos diversos pre
paratorio3, a excepgo de arithme ica, dos es
ldanles que os requereram.
Secretaria da Faculdade de i ireito do Recife,
24 de Fevereiro de 1890.-0 sec etario
Bonifacio de Arag8o F. Rocha.
Antonio Henrique n. 17. Antonio
Cezar Rocha Falco
Dita n. 19. Antonia Jacinlha de
Jess Gongalves
Dita n. 21. Joo Alberto Lo-
pes
Dita n.: 23. Pedro Tertuliano da
Cucha
Dita n. 25. Augusto Cezar dos
Reis Falco
Nogueira n. 2. Antonio do Carmo
Ferreira
Dita n. 6. D. Anna de Jess -Mo-
reira
Dita o. 10 Joaquim Francisco La-
vra
Dita n. 18. Becto de Freitas Gui-
raares. e out ros*
Dita n. 30. Victorino Domingos
Alves Maia
Dita n. 15. Albino da Silva Leal
Dita n. 29. Autonio Marques de
Oliveira
Dita n. 31. Augusto Cezar da Ro-
tha Falco
Dita n. 45. Manoel Fernandes
Velloso
Sania Cecilia n. 4. D. Leopoldina
Cecilia Temporai
Dita n. 9. Mainel Fsrnandes Vel-
loso
Diva n. 21, Antonio Gomes da
Cunba e Silva
Dita n. 27. D. Mana Dantas da
Silva
Da n. 33. Manoel Joaquim Costa
de Carvalho
Santa Rila. 38. Barnardino Anto-
ita Silva Lisboa
Dita n. 44. Padre Ignacio Fran-
cisco dos Santos
Dita n. 56, Aotonio Pereira Men-
des
Dita n. 70, Francisco Fabio do
Monte
Dita n. 76. D. Maria Joaquina
Teixeira Borges de i astro
Dia n. 1. D. Maria Gcmes da
Silva e outros
Dita u. 3. Aotonio Francisco Pra-
ga da Silva
Santa Rila n. 17. Menor Louren-
go de Albuquerque Rosa
Dita n. 33. Joaquim Gongilves
dos Sanios
Dita o. 59. Francisco Quintino
Rodrigues
Dita d. 71. Manoel Joaquim dos
Santos Ferreira
Dita n. 89. Antonio Joaquim Cas-
co
Dita n. 91. 0 mesmo
ita^i. 95. Antonio Jos Rodrigues
de Paula, e outros
i53*ooo Rojal Maii Steam Packet
Company
O paquete Trent
:
-
.7
189*000
126*00 J
240*000
237X000
366*900
Espera-s da Europa ateo dia Id
Margo, seguindo depois da demo-
ra do costme para
Sabia, Rio de Ianeiro, Santos,
273*000 Montevideo e Buenos-Ayres
339*000 1 Para passagens, fretese encommendas trata-
' se com os AGENTES.
343*0001
273*000
273*000 |
249*000 !
183*000
i43*OO01
486*000'
213*000
189*000
213*000
213*000
261*000
213*000
966*000
642*000
297*000
333*000
249*000
189*000
573OO0
393*000
273*000
1 Secgo da Recebedoria do Estado de Per
nambuco, 10 de Fevereiro de 1890.
/. A-
O chefe,
C. de Barros Compeli.
MARTIMOS
ompanhia Bahiana de N a -
vegacao a Vapor
ilacei, V illa-Nova, Penedo, Araca-
i. Estancia e Bahia
0 VAPOR
Principe do Gao-Para
Commandante Lacerda
Seguir para os
portos cima
indicado no dia
|25 do corrente s
'4 horas da tarde
Paracarga, passagens, encommendas c dinbei-
o a frete trata-se com o
AGENTE
*edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario 17
O vapor Tamar
E' esperado do sul no dia 2 de Mar
vereiro, seguindo depois da demora
necessaria para
Lisboa, Vigo, Santhampton e Antuerpia
keducqao de passagens
da Idaevota
A Lisboa < classe t 20 t 30
A Southamptou i' classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pe.-nambuco.
?ara passagens fretes, encommendas, trata-se
con os
AGENTES
'Vmorim Irmo s & C.
N. 3Rna do Bon JessN. 3
Pacific Steam Navigation
Company
STRAITSOPMAGELLAN LDE
O paquete Britania
Espera-se do sul at o dia
26 de Fevereiro e seguir,
depois da demora do cost-
me para Liverpool por
Jsboa, Bordeaux e Plymouth
Para carga, passageiros, encommendas e di-
aheiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wiison, Sos k II, Limited
14RTJA DO COMMERCIO14
United States and Brazil
M. S. S. C.
O vapor Allianca
E' esperado dos portos do
sul at o dia 26 de Feverei-
ro o qual depois da de-
mora necessaria seguir
para o :
Para, Barbados, S.
Thomaz. llarlfniqae e Xex?-
York.
Para passagens carga, encommendas e
heiro a frete. trata-se : com os AGENTES.

.-.
-

: F?
laranho.
di-
Ovapor Advanee
E' esperado ite.NewYork-
at o dia 27 ae Fevereiro
o qual depois da de-
mora necessaria seguir
para a
Bi&la, Rio de Janeiro e Santo
Jara carga, passagens, encommendas e di-
ohelro a frete : trata-se com os
Henry Forster & C.
8Ra do Commeeityr8
l5 andar

.;, pLm-
T*


Diario de Pernambuco-ZTerca-feira 25 de Fevereiro de 1890


1


*

l
i ir TB
Companhia Brasileira de
Navegacao Vapor
poStos do sul
Vapor Espirito-Santo
Commandante Carlos Antonio Gomes
E' esperado dos portos do nor-
te aw o dia 25 de Fevereiro e de-
,!>cis da dimora indispensavel
"'cuuir para o^ portos do ral.
uuicndas serio recebidas no trapiche
Iirbosa ate i hora da larde do dia da sahidn
Para carga, passagens, e ncommendas e valo-
res rafci-si- <:om os AGENTES
FURTOS DO NORTE
O vapor Afanaos
Comman4ante o Io tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos portos do sul
ate i da 27 de Fevereiro e se-
i/uindo depois da demora indis-
ppL-iisave! para os porto do nor-
te ate Mauaua.
As encommeodas so sero receidas na agen
i ate 1 horada tarde do dia da saluda.
Para carga, encommeodas, passagens e vaio
res lrata-se com os
Pereira Carneiro S C.
6=Rua do Commereio=6
! andar
relio, 1 lavatorio com pedra, 1 banca para es-
cripta, i cabide de columna, 4 ditos de parede, 2
caadieiros de guz, i mesa para machina, i quar-
tinbeiro de columna.
Urna mesa elstica pequea de 3 taboas, 1
guarda louga psqneno, 1 apparelho de porcellana
pan cha 1 cfito de dita para jantar, copos, cali
ees, compoteiras, garrafas mesa de cosinha, ba
cas para banho, i pratileira para cosinha, jar
roes, 1 taboa para engommade, i fogao inglez de
ferro e 1 trem de costaba.
Urna mobilia de atnarello com censlos de
pedra, 3 transparentes e diversos globos para
gaz carbonic >.
tiiarta-feJra. do correte
A's 11 hora
No 2.* andar do sobrado n. 43 da ra do
BarSo d Victoria, par cima da botica do
Dr. Sabino, entrada pe.a ra da Flores
n. 24.
O agente Murtins, autorizado por urna familia
qoe se retirou para a Capital Federal far leilao
dos movis e mais objectos existentes no 2. an
dar do referido sobrado, o* quaes se tornara re-
commendaveis pelo pouco uso e ptimo estado
de conservaco.

L CONPlMIIt PKHMlHIH\l
DE
aaTegaeo costeira por vapor
POR.I OS DO SUL
lacei, Penedo, Aracajii' e Baha
O vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu no dia 25 de Fevereiro as
5 horas da tarde. Recebe car-
g- at o dia 24.
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
t as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12_______________
. COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
tfavegaco costeira por vapor
PORTOS DO SL
Tamandar e Rio Formoso
O vapor S.Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 27 do corren
te s 5 horas da manha Re-
cebe carga at o dia ...
Encommendas, passagens e dinheiro frete
as 3 horas da tar.le do da 26.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da CompavJiia Pernambucana
n. 12
AVISOS DIVERSOS
Precisase comprar urna pequea casa em
urna das melbores ras da freguezia, por onde
passem os trilhos urbanos ou perlo delles, com
tanto que esteja em bom estado e nao seja de
preco alto : quem qnizer fazer negocio dirija se
a esta typosraptiia em carta fechada, com as
iniciaes K R para ser procurado. .->
Precisa-se ie ama boa cosinheira ; na roa
do Vigario o. 5 armazem.
Precisa-se de ama boa
tar na ra da Soledade n. 82.
cosinheira ; a tra
Precisa se de urna ama para cuidar de
criancas ; no C3minho Novo, defronte da es-
taco.
Precisa-se boa conducta ; na ra Visconde de Inhama n.
41. amiga do Rangei
Precisa-se de um copeiro
sand n. 19.
oa ra do Pay
Precisa-se de urna ama para comprar e co
zinhar, ra de Pedro Alfonso n. 53, 3. andar
Precisa se de urna ama para todo o ser vico
para urna pequea familia no 2 andar do largo
do Carmo n. 16. __
Aloga-se a casa da ra di Coooeicao da
Torren 2; a chave para ver est na taverna
defronte ; a casa d > largo do Paraizo n. 3 e o 1-
andar da ra do Padre Flonano n. 69 : a tratar
na ra o Apollo n. 11, sobrado.
LEILOES
Agente Slepple
2. leilao definitivo
Be mu to boas casas terreas em boas fre-
guezias de Santo Antonio, e Boa-Vista
Terca-felra 5 do eorrente
A'8 11 horas em ponto
No armazem ra do Imperador n. 39
O agente Stepple por mandado e assisteucia
do Exm. Sr. Dr juiz le direito privativo de or-
baos e austntes, a requenmento do tutor da
menor Maria Isabel de Mon.es Viegas, levar a
leilao :
Duas casas terreas de ns. 24 e 26, ra de
Paulino Cmara, outr'ora Camb6a do Carmo
#om commodos para familia.
Duas casa? terreas de ns. 3 e 41 ra da
ionceico, freguezia da Boa-Vista; todas estas
?ni solo foreiro.
Os Srs. rretendentes desde j podem exami-
mtr as referidas casas.____________________
Agente Britto
Leilao
de i armacao envidracada e fazendas existentes
na loja a
Rus Duque de Caxias n. 89
Em continua^ao
Terca-felra, 5 do corrate
Ao correr do martello
A's 10 1/2 horas
Leilao
De movis, espelhos, mobilias de junco,
candieiros a gaz, piano, louca e vidros
A saber:
Sala (i visita
Urna mobilia Luiz XV com 1 sof, 4 cadei-
ras de bracos e 12 cadeiras de guarnicSo, dan
kerques, 1 piano forte com lanternas e estrado,
1 espelho oval dourado grande e perfeito, 2 can
Aeiro? gaz.
Urna mobilia de junco branco com 1 sof, 2
raslos, 2 cadeiras de bracos, 2 de balanco e
12 de guarnico quasi novas.
Entrada:
m sof, 2 cadeirai. de bracos e 12 cadeiras
e guarnico-de junco.e 1 relogio.
Segunda sala
Cma mobilia de Thonet Luiz XV com 1 so-
l, 2 cadeiras de bracos, 2 de balanco e 12 de
guarnico, 2 candieiros, 2 espelhos, cadeiras
avulsas e 1 relogio.
Sala de jantar
Urna mesa elstica, 2 apparadores, 12 cadei-
ras de junco. 2 de balango, 1 relogio, copos,
arralas, compoteiras, fructeiras, talaeres e co-
leres.
Quartos
Urna cama francezf de Jacaranda, 1 marque-
ao. 1 ama para menino, f lavatorio, cadeiras
avulsas e muitos outros movis.
Quarla-feira do corrate
inte Pinto
Agei
Aluga te o 1- e 2- andares do sobrado
ra de Bemlica n. 7 ; a tratar no mesmo, pavi
ment terreo, ou defronte n. 6. Aluguel com-
modo.
Auga-se a casa n. 83 ra do Hospicio,
em bom estado e commodos para grande fa
milla.
Aluganvse casas caladas e pintadas nos
undos de S Goncalo, a 8*000; a tratar na ra
la Imperatriz n. 76.
Augam-se o 1 e 2- andares da casa n. 43t
ra Visconde de Inhama, com agua e com-
modos para familia'; as chaves no andar terreo.
Faz-se negockTcora a loja da ra doCabu-
g n. 2-C, propria para miudezas, deposito,
joias ou outro qualquer negocio, ptima locali
dade ; a tratar na mesma.
Aos Rvms. sacerdotes
Vende-se por preco razoavel, as aeguin
tes importantes obras religiosas, todas no-
vas, perfectamente novas:
A Biblia Sagrada, em sete grossos vo-
luntes, traduzida em portugus por Anto-
nio Pereira de Figueiredo.
Um Breviario Romano, em quatro vola-
mos, ediccSo de luzo.
Catechismo de Perse veranea, em sete
grossos volumes, pelo padre Gaume.
Diccionario Universal das Heresias, Er-
ros e Schismas, em um grosso volume, tra-
duccSo do padre Antonio iones Pereira.
Theologia Dogmatiea, por Oousset, em
dous volumes.
Theologia Moral, pele mesmo autor, em
dous volumes.
Compendio de Theologia Moral, por P.
Gury, em dous volumes.
Explicacao Litteral e Moral das Epsto-
las e Evaugelhos, pelo padre A. Guillois,
em um volume.
Manual do Sacerdote, por J. Schneider,
em um volume.
Caeremomale Juxta Ritum Romanum,
em um volume.
Sentido dos Ritos e Ceremonias da Mis-
sa. por A. F. Cardoso, em um volume.
Memoria do Clero Pernambucano, em
um volume, pelo padre Monte Carmello.
A' tratar nesta cidade, ra Sete de Se-
embro n. 20.
Ao publico e ao com-
mercio
Os abaixo assigoados participam que muda
ram o seu estabelecimento da ra Baro da
Victoria para a ra da Imperatriz n. 12, e espe-
ram a mesma proteegao de seus amigos e fre-
guezes, que encontrarao novos sortimentos de
ferragens e cutelarias por precos commodos*
Jos Antonio de Souza & C.
VDw
Perfeito e em boa saccaria, vende-se por me-
nos do que em ouira qualquer parte ; no arma-
zem n. 26 da Companhia Pernambucana.
Convento do Carmo
Deixou de ser cobrador dos foros do convento
do Carmo do Recife desde o dia 20 do eorrente
mez o Sr. Manoel Candi o Viegas. Carmo do
Recife. 21 de Fevereiro de 1890.Fr. Alberto de
Santa Augusta Cabral de Vasconcellos,
Vigaiio provincial.______
Protesto
O abaixo ssignado protesta contra a venda
do estabelecimento de molhados sito na estrada
do Espinheiro, perteccente aos Srs. Ferreira
Praca A C., visto que sou tambera credor. Re-
cife, 21 de Fevereiro de 1890.
Antonio Fernandes Ramos.
No corredor do Bispo n. 21, precisa se de
urna ama para andar com urna criancinha.
O. D A. A. A., ha mais de cinco mezes que
manda esperar e ainda se est a espera.
O Sr. Joaquim Henriques de S Brrelo
ficou de app.irecer, hoje j sao 21, e nada; lan
ca se mo deste meio porque nao se pie fallar
oa reparticao e nem se acha em casa.
AttencSo
Compram se algumas acetes da companhia da
estrada de ferro do Recife i Olinda e beberibe ;
na ra Direia n. 81, ;^ dir quem quer.
Diogo Augnsto des Reb participa que o
Sr. Manoel Ferreira Leite deixou de ser seu cai
xeiro desde o dia 22 do eorrente._____________
Peco pessoa que por diversas vezes tem
chamado um Sr. Santos Lima, afim de appare
cer, tenha a bondade de decla-ar se com o
abaixo a?signado que se refere, anal o negocio e
onde habita para ser procurado, e por favor
diga quem 6. Recife, 22 de Fevereiro de 1890
los l-ranciso dos Santos Lima.
Morada excellente
Aluga se barato, na rui de-Hospital Pedro 2-,
no lugar dos Coelhos. urna casa assobradada e
outra terrea com frente de azulejo, com arua,
grande quintal murado, motto fresco, prximo
do banho salgado, e commodos para familias
numerosas ; a tratar das 8 s 10 horas da ma-
nh, com Joaquim Moreira Reis, que alli aluga
tambem casas de 6* 7, 8# e 10*.
Attenco
O agente 5estana est autorisado a vender os
cavallos de corridas seguintes: Boulanger, Mo
narchista, Capricho, osca, Vareta, Tivoly : a
tratar com o mesmo agente na travesea do Cor
po Santo n. 27, armazem. ^^^^ ____
Attenco
Os proprietarios do antigo e acreditado arma-
zem do Lima, sito ra Baro da Victoria a. 5,
partecipam ao respeitavel publico e aos seus dis-
tinctos fregnezes, que transferiram temporaria
mente sea armazem para a mesma ra ao n. 9,
continuando da mesma forma a receberem -ua-
ordens para Ihes servir com o costumado e habi-
tual desempenho.,
Jos Fernandes Lima & G
9BA BAfiiD :: VICTOSs
Telephone n. 323
Eugene Klein
Reparaco de joias e cai xa de relogio ; na
travessa da matriz de Santo Antonio n. 4.
Diarios ejornaes
Compram-se diarios e jor :aes ve'.hos ; na ra
larga do Rosa io o. 27.______________________
Arreio de montara
Vndese um todo guarnecido de prata, obra
fina e de luxo ; a tratar na loja n. 5," ra Ba
rao da Victoria.
Ao commercio
O abaixo assiguado declara que desde o dia
19 do corr-ote deixou de ser seu empregado o
Sr. zidoro Alves Pitlo, pelo que nao se res
ponsa)ilifa por qualquer transa^cao feita pelo
mesmo. Re.-ife, 22 de Fevereiro de 1890.
Manoe Alves Pitlo.___
Ao commercio
Antonio Geraldo Coelho participa ao publico e
com especialidade ao commercio, que desde
esta data deixaram de ser seas empregados os
Srs Rufino Hermogcnes do Reg Freir e Ma-
noel Ferreira dos Santos Pimentel. Limoeiro,
20 de Fevereiro de 1890. _________________
Cosinheira
Precisa se de urna que cosinhe bem, seja ma-
triculada e que durma em casa dos patres, para
casa de familia, na ra Conde da Boa-Vista, n
24 F, portio de ferro. ____"_______________
triado
Precisa se de um criado para sitio ; a tratar
no Monteiro, casa do Sr. Candido Alcoforado, ou
na ra da Imperatriz n. 49, 2- andar, de meio
dia s 3 horas da tarde^_____________________
Canarios
No armazem da ra de Pedro Affonso n. 6, ha
para vender grande porco de importantesca-
narios belfas eallemes, cujas prefos razoaveis
se farc conforme a qualicade aos meamos.
^o commercio
O abaixo assignado declara ao publico
e ao commercio, que nesta data deixou,
por sua expontaaea vontade ie ser em-
pregado na casa dos Srs. Diogo Augusto
dos Reis.
Recife, 24 de Fevereiro de 1890.
Manoel Ferreira Leite.
Ao commercio e ao publico
Antonio Balthazar de Freitas avisa
que, desde o dia 1 de Janeiro do eorrente
anno, assigna se Antonio Balthazar Alves
de Freitas.
Pernambnco, 20 de Fevereiro de 1890.
Antonio Balthazar Alves de Freitas.
Muita attenco
No Becco dos Ferreiros n. 6, pregueia se e re-
cortam se babados de todas as larguras.
Precisa-se
De meninos para vender com taboleiros, a tra-
ar na roa Estreita do Rosario n. 36. venda.
Taverna
Vende se a taverna sita ra da Concordia n.
141, propria para principlante ; o motivo da ven-
da se dir ao comprador; a tratar na mesma.
Na casa de azulejo-da roa do Baro de S. Bor
ja n. 24, em que morou o Exm. Sr. Visconde de
Jaguanbe.____________________
Leilao
e importantes mofis de ju:co e de ama-
relio, louca fina de porcellana, vidros, 1
excellente piano e 1 fogSo ingles de
ferro.
CONSTANDO :
e urna bonita mobilia de junco cor de oogueira,
com 12 cadeiras de guarnico, 2 di as de bracos,
i ditas de balanco, 2 consolos com pedras e 1
sof. 1 excellente piano forte, 1 cadeira para o
esmo e 1 estrado, 4 pares de jarros tinos, 1 par
e lanternas, 1 rico candieiro para gaz kerosene
om 2 mangas, 4 etageres entalbados, 1 tapete
grande novo pan sof, 5 ditos para portas, 1 dito
para cama, 2 cadeiras de balanco d mogno es
tufadas, 1 pequea jardioeira com pedra, 1 boni-
ta cama franceza com cupola, para casal, 1 bom
toilet, l bidet com pedra, 1 excellente guarda-
vestidos de amarello, 1 commoda e 1 mesa com
estante envidracada para livros.
m boaito guarda-louca de amarello, 1 mesa
iasiica de 4 taboas, 4 aparadores de columna, 6
Mdeiras de junco, 6 ditas de amarello, 1 relogio
e parede, 2 etageres, 2 camas francesas de ama-
SllO
Vende se un sitio com prpporces para ama
familia regular, com todas as commodidades de
transpor e, perto da cidade, sartio, bastante ter-
reno e bem arb j-isado, a casa nova; informa
S6es ra da Unio n. 54. ^_/_________
SANTAL CLERTAN
Perola* de Entienda pura
de Santal
Gasa
Aluga se por preco com modo o sobrado de
dous andares n. 155, na roa Imperial, prefere-se
alugar todo a ama 8 pessoa : quem o preten-
der dinja-se ra o Imperador n. 36, escrip-
torio do Dr. Moraes Silva.
Ao commercio
Os abaixo assignados declarara que nesta data
compraram aos Sr. Beltro Ferreira C. o seu
estaLelecimento de molhados, sito ra de S.
Jorge n. 131, livre e desembaracado de todo e
qualquer onns, e quem se iulgar com direito ao
nesmo, aprsente sua reclamaco noprasode
tres dias, depois desta data.
Recife. 25 de Fevereiro de 1890.
Lope3 Primo 4 C.
KOMAIS,________________________
P^ OLERY VMdt-M WD tOti I M*
II
DE
Murray & Lanman.
0 M^IS EXQUESITO
DOS
PerfBmes do Tocaitor.
[' Perfuma o Corpo e
Vivifica a Mente
NO BANHO.
Superior a A.^tia de Cok-
ma pcl.i delicadeza de seu
anana e a chrrabilidoe da
|;&y. perfume
M LESgOL
SHtaita atteityio
No beeo dos Ferreiros n. 6, pregueia-se e
recortase babados de todas as larguras.
Valiosa riqueza
Mnito respeitosamente apresentaons vossa
reconheeida prudencia e profunda sabedoria a
noticia de que a cervejaLa Rosa Almana-
infallivel na cura da enchaqueca e ataques he-
morrboidaes e corrimentos : venda Hachado
& C, em grosso e a retalho em todos os estabe-
lecimentos.
Onro Prata
Arthur & Desiderio com-
pram e pagam bem.
Ra do Cabug3
ATKtNSON
PERFUMARA INGLEZA
A essencia pura de Santal tem sido eiperi>
tentada com o maior successo pelas celebri-
dades da Europa e da America. E? inoffengiva,
mesmo a dose elevada, e nao occasiona nem
diarrheas, nem lores de estomago, nem arotos
eomo produzem frequentomente as preparares
e copah.
A essencia pora de Santal nao exala eheiro re-
velador.
As perolas de 8antal do D* Clertan, prepara-
das com a approvacSo da Academia fe Medi-
cina de Pariz, contm essencia pura, a ras effi-
eaeidade certa nos eorrimentos contagiosos,
esqnentamentos e todas as inflammacSes ou ca-
tarrhos dos orgaes genito-urinariofl.
Podem ser tomadas a todos os perodos da
blenorrhagia. Tomando as perolas de Santal do
I> Ciertan, os doentes sao assegnrados de ter am
producto qne mereja toda confianza. Emgit
firma. '
Veade-M aa m6r parto das phawhl
Para ourives ou cigarreiro
Vende-se nm bal cao com dous fiteiros e duas
taboletas ; a tratar na ra das Trincheiras n. 3.
Attenco
Vendem se partes dos engenhos Tamoat-
meirim e Coqueiros, sitos na comarca da Victo-
ria ; bem como o sobr. do do nm andar n. 57 da
ra Imperial da mesma cidade ; a tratar na ra
larga do Rosario n. 10, 1 andar.
*\
Excede to perfume exouisito.
EA DB TOILETTE DE LOldJRES
DE ATKINSON
Boomparavol para refrescar c oaTizar a
vt\\c e pela iuexccrtivel escolha de
Perftiuii-. para o lei.-o. Artigos noroi
pri'parailiM pe'0 Invi-utorn excluaV
vamrnt'.
Enconlra m Cira de lodot o$ ffeo-
ciantas e fabrleantas
J. E. ATKINSON
34, Od Bond Street, Londre
JCara Fibri T7m a <""
obra ama Ljra de ooro
om endanfo n totaUdada.
Ferrador
Joo Ferreira Gomes, ferrador da coudelaria
Temeraria, ferra cavallos de corrida a 6000. e
nao a 5(5000, dinheiro vista.
a<>ai|iiini Francisco l,eii<-
D. Rosa Soares Leite, Joo Francisco Leite e
sua mulher cordialmente tgradecem a todos os
seus prenles e amigos que se digna ram acom
panhar at o cemiterio publico os restos mor-
tae8 de sen sempre embrado esposo, irmo,
genro ecunhado, Joaquim Francisco Leite ; e de
novos convidam para assistirem as missas do
stimo di, que serio relebradas na matriz da
Boa-VisU, s 7 horas de sexta-eira 28; e por
este acto de caridade e religio se confessam
eternamente gratos.
t
Fellppe Mara lesione
Alfredo Bessone, HorteiiCio Bessone, Arcenia
Bessone Duarte, Guilherme Duarte, Clementina
Bessone de Almeida, Luia Ferreira de Almeida,
Jos Bessone Duarte e Carlos Bessone Duarte,
agradecem cordialmente a todas as pessoas que
flzeram o favor de acompanhar ao cemiterio pu-
blico de Olinda, os restos raortaes de seu extre-
inosissimo pai, sogro, imo, cunhado e av, Fe
lippe Mara Bessone, sua ultima morada ; e de
novo as convidam para assistirem as missas qne
por sua alma se ho de rezar na igreja de S. Se-
basiio em Olinda, s 7 horas da manu do dia
26 do eorrente por cujo acto de caridade se
confessam sommamente gratos.
aria da Peab< Maeiel Sonreir
Silvino Sobreira. Felismina Sobreira e seus
filos, do intimo d'alma a;radeoem a todas as
pessoas que se dignaram acompanhar ao cemi-
terio publico os restos mortaes de sua extremo-
sa filha ( irm, Maria da Penha Maeiel Sobreira,
e de novo convidam as mesmas pessoas e as da
amizade da tallecida, para assistirem a missa
que mandam reiar na igreja da Penha, s 7 1/2
horas no dia 26 (quarta feira), stimo do seu
passamento. A' todos eterno reconhecimento.
t
Candida tBonses de oiivelra
Baslo
1 anniversario-
Domingos Teixeira Ba3to seus filhos, genros
e oras, convidam aos seus prenles e pessoas
amigas p. ra assistirem as missas que mandam
rezar por alma de sua mulher, mi e sogra,
Candida Gomes de Oliveira Basto, na igreja d
Soledade, s 7 1/2 horas do dia 26 do correte,
1 anniversario de sen fellecimento. Confes-
sam se agradecidos._______^__^_^__^_
t
Candida Lourenca de Luna vem agradecer a
todas as pessoas que acorapanharam os restos
mortaes de sua sempre lembrada tia. Joaquina
Oa Conceico Luna, ao cemiterio publico desta
cidade e de novo as convida e a todas as pes-
soas de sua amizade, para a missa do stimo
dia, na iereja de ri. S. do Carmo, do dia terca
feira 25 do eorrente. s 7 boras da manha em
ponto, peh que se ;onf''ssa mieiramente grata
II a jor Miguel dos njos Alvares
dos Prazeres
Miguel dos Anjos Alvares dos Prazeres,
Ernestina Castalio Branco A. dos Praze-
res, Thaciliia Castello Branco' A. dos
Prazeres, Durval Csstello Branco A. dos
Prazeres e Manoel Ferreira, filho ora,
netos e amigo do tinado major Miguel dos
Anjo3 A- dos Prazeres tendo de -mandar
dizer missas por alma do mesmo finado,
pelas 8 horas da manlia de 26 do eorrente,
7. dia de seu passamento, na igreja da
Conceislo doa Militares, pelo presente
convidam a todos os parantes e amigos
para assistirem a esse acto de religio e
caridade, por cujo obsequio desde jhvpo-
thecam sua gratido.
' Vura a cura tffica* t promjda ttat
Molestias provenientes de im-
pureza do Sangrue.
E' nm loucura andar a fazer expe-
riencias com misturas Inferiores com-
postas de drogas ordinarias on de plantas
indgenas caja efflcacia nao confirmada
pela sciencia, emqnanto qne a molestia
cada vez vai ganhando terreno.
Lancem mao, sem demora, de um re-
medio garantido cuja efflcacia sej* facto
assignalado e inquesaonavel 1
O Extracto Composto Concentrado
r. Sai-satarriijia de Atr 6 conhecido
c recommendado pelos mdicos mais in-
telligentcs dos paizes adiantados, j
durante 40 annos,
Centenas de mllhares de doentes
tm colhido beneflcios do seu emprego e
sao ontras tantas testemnnhas da sua
efflcacia positiva e incomparaveL
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est.-Unldos.
DEPOSITO i y RAL
Precisa-se de nma ama para
t> o do Livramento n. 36.
cosinha ; no pa-
Ama
Precisa se de urna cosinheira c que durma em
casa ; na ra dos Guararapes n. 94. _____
Ama
Precisa-se de urna ama que
de Fernandes Vieira n. 23.
cosinhe ; na ra
Ama
Precisa-se de ama ama para servigo de casa
de fmilia, que durma em casa dos patres ; a
tratar na ra Imperial n. 92, 1 andar. '______
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinha, no Pateo
do Livrmento n. 36.__________^______
Ama
Precisase de urna engommadeira e que lave,
para casa de. familia ; a tratar na ra Sete de
Setembro 12, antigo becco dos Ferreiros.
Ama
Precisa-se de urna ama para cuidar de urna
crianca; no largo da Graga, casa caiada de
amarello.
Ama
f recisa se de uwa ama para casa de familia
composta de duas pessoas somente, para cosi-
nhar e sabir roa ; na ra do Caldeireiro n. 4,
sobrado.
?ma
No becco da Lingoetan. 6, precisa-se de urna
ama para casa de pequea familia, para cosi-
nbar.
Ama
Precisa se de urna cosinheira ou cosinheiro
bom, para casa de familia ; a tratar na ra do
Cabug n. ii. de meio dia at 2 horas. _______
Ama
Na ra da Soledade n. 52, precisa se de urna
ama para cosihhar e mais servicos de casa, e de
am menino para criado.
Amas
Na ra Mrquez do Herval n. 61, sobrado,
precsa-se de orna cosinheira e de urna criadi-
tilia para andar com um menino.
ALOJADASLSTRAS
A ra Duque de Caxias n. 01
VENDE MAIS BARArO
K d descont a qoem comprar
de OAwtH para cima
Vende pelos seguintes precos :
Las de quadrinho a 160 e 2U0 ra.
Zepfcyr de quadrinh-i a 100 e 200 rs.
Percales claras e escuras a 200 a 240 n.
Cseas de urna s cSr a 10 rs.
Merino preto com duas larguras a 440 rs.
Cachemiras e merinos enfeitados a 400 n.
Cortes de zephyr da quadrinhos bordados a
40O0.
Fichus de renda e prateados a 500, 800 e
IdOOO.
EsguiSo pardo para vestido a 320 e 360 rs.
Brim pardo lito para roupa de meninos a
240 rs.
Cortes de casineta de cores a lfJOOO para
homem.
Colchas de futao de lindas cores a 1)5300
e 25000.
Cortinados bordados para cama ejanelli a
5i$800 o par.
Toalhas para menino a l->.~>0 a duzia.
Guardanapos a 1800 a dita.
Bramante de 4 largaras a 640 e 1)5000.
Lencos brancos finos a 1)5200 a duzia.
Espartiihos finos a 40000.
Crinolina branca, preta t de cores a 400 rs.
Baleias a 200 rs. a duzia.
Arco de ac i 100 rs. o metro.
Bicos brancos, de cores e matisados, todoa
os precos.
Rendas pretas e com vidrilhos a lOOO.
Mantilhas pretas hespanhola a 4$00O.
Etamines de cor, phantasia, a 4U0 rs.
Tecido de linho muito finos e largos a
400 rs.
Cachemiras pretas arrendadas a 2#000.
Sedas de cores com listras ou ramagens a
15400.
Surah preto e de cores a 1)541)0.
Setins maco de todas as cores a WO rs.
Cortes de vestidos de cachemiras bordado
a 155000 e 205000.
Cortes brancos todos bordados a 153000.
Cambraias bordadas e cem aalpicos, finos,
a 45000-
Cortinados de crochet de cores para janella
cu cama a 1(5400.
Meias de seda para senhora a 33000.
Penteadores bordados a 3^000.
Camisas bordadas para senhora a 55G00.
Vestuarios manijo para mininos a 55000.
Capellas com veos para noivas a 65000 e
85000.
Setins brancos, muitos finos, a 800 rs.
Luvas de seda brancas, pretas e de co-
res a 25000.
Meias arrendadas, brancas, para noiva a
15500.
Noviciades
Mosquiteiros com armacSo a 155000,
Estantes para msica, para amadores, a
5500.
Oleados para mesa de qualquer tamanha
a 45500.
RelogiOfl americanos espertadores a 7(500
8,5000
Sabonetes finos a 500 rs.
Collarioho8 e punhos de cellu'.oide a todo
preyo.
Fitas de seda, todas as cores e tjdas as
desde 320 rs.
Retratos a oleo
Com lindas molduras douradas em alto re-
levo, e muito lindo para um presente om
para sala de visitase
a 25*000 e uia i* precos
Qualquer familia que desejar ter nm lia-
do retrato bastante mandar um carta
de visita n2o importa que seja antigo,
basta dizer a cor dos cabello e cor do*
olhos para chegar um retrato desejado.
Para ver, e fazer encommendas
Dirija se Loja das Listras Azues
61RA DUQUE DE CAXIAS61
Amas
Precisa-se de duas, sendo urna para consinhar
c a outra para sala ; a tratar na ra Duque de
Caxias n. 62 e 64.
Amas
Preci8a-sa de nma para engommar e outros
servigos. e urna outra pan comprar e cosinhar:
oa roa da Unio n 13.______________________
Amas
Precisase de ama cosinheira, e cma outra
para andar com duas criancas ; na ra Conde
da Boa-Vista n. 70, tntigo Caminho Novo.
Ama deleite
Precisa-se de urna tratar na ra de Pedro
Affonso n.- 9________________^_^___
Aluga-se
na raaDlreita n. 45, sobrado, as seguiutes casas:
>. 40, roa de Aguas Verdes, com bom quintal
e cacimba.
N. 4, travessa da fundico em Fora de Portas,
est limpa.
Ns. U e 20, travessa do Corpo Santo, esta tem
soto, est caiada e pintada.
Aluga-se
o 2-andar e paumento terreo do obrado sito
ra do Imperador n. 27 ; a tratar na ra For-
mosa n. 8.
Aluga
-se
o sobrado da ra Servasio Pires n. 18, com
agua e gaz ; a tratar com Temporal Filhos,
ra do Bom Jess n. 57. ^^______
Algam-se
as duas pequeas casas travessa da roa Bella
ns 14 e 16, esto pintadas e catadas de novo ; a
tratar na ra larga di Rosario n. 34, botica.
AJugue. barato
Roa da Roda ns. 58 e 60.
Largo do Mercado loja n. 17.
Becco do CampeUo n 1, Io- andar.
Loja do sobrado do becco do Calabouco n. .
Ra do Nogoeira n. 13.
Visconde Goyanna n. 163 com agua e gaz.
Travessa do t armo, loja n. 10.
Becco do Tambi n. 21.
A tratar ra de Commercio n. 5,1- ana
scriptona de Silva Guimares 4 C.
Para cobranzas
Urna pessoa habilitada e que d garantas. s>
offerece para fazer cobrangas de alaguis e ou
tras quaesquer ; quem pretender procure t nc
e8cnptorio do Diario, que se dir quem .
Attenco
OSr. Francisco Madotl da Silva Gusmo pre-
cisa apparecer ra Duque de Caxias n. 25. _
Pataces velhos
Compra-ce na ra do Cabug n. 14, relojo;
ria David.
larguras
Precisa se
lumero 137.
Cosinheira
de urna cosinheira ;
na ra Velha
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira
de de Goyanna n. 4.
na ra Vscon-
Aviso
Paulino de Oliveira Maia, nico importador
neste estado do importante cognac Phaton,
tendo eni-ontrado em diversas casas retalliadora
as garrafas d'elle com outro cognac ordinarissi-
mo fabricado nesta cidade, vem declarar ao pu-
blico e especialmente aos apreciadores do Pha-
ton, que devem exigir as garrafa, que forera
crcalas por urna rede de fino rame de lata
arrematada no fundo da garrafa com urna pasta
de chumbo e com urna chapa tambem de
chumbo no meio da dita garrafa com a mar-
ca da casa Landau Fils, de Bordeaux, a rolba
marcada a fogo com o mesmo distico, nma
capsula rie chumbo verde e amarello com a
seguinte gravacSo no alto : Landau Fils ta
um passaro no mar) Bordeaux, sendo o rotula
quadrado com igual inscripeo e no gargalta
ma etiqueta verde com duas estrellas.
Yende-se
urna mobilia de jac; randa, composta de 12 ca-
deiras de guarnigo, 2 de bracos, 4 conso'.os coa
tampo de pedra, 1 sof, 2 cadeiras de lona, 1
mesa de amarello elstica, 2 aparadores da me-
ma madeira, 1 sof, 2 espreguicadeiras, 1 guar-
da louca de amarello, 2 commodas de Jacaranda,
1 toilet de junco, 10 cadeiras de junco, 1 cadeira
de amarello, de balsnco, 1 mesa para jogo, 3
marquezes, 10 quadros proprios para sala, 1
mesa de oinho para jantar. 1 lavatorio de Jaca-
randa com pedra. 1 dito de amarello. 1 mesa
para cosinha, 1 dita pequea de amarello, 3 ca-
deiras de amarello,-4 camas de lona, 1 resfria-
deira, 1 guarda-comida, 1 mesa de araarella
para escrever, 2consolos de Jacaranda com lam-
po de pedra ; a tratar na ra da Inperatrii
14,3- andar.
PAPEL RIGOLLOT
MOSTARDA EM F0LHA8 pan SINAPISMOS
INDISPENSAVEL AS FAMILIAS
E AOS VIAJANTES
Usada no mundo inteiro.
\
NADA DE
VERDADEIRA
qu dio leve a
FIRMA
O mais
simples,
o mais
commodo
a
o mais
efflcaz
dos
Revulsivos.
EXIGIR
asta MARCA ;
para evitar
Contra/acedas. I
A* vaiida em todua as Pharmaoias
DEPOSITO SEBAL: VENDE VICTORIA, 36 I
____ PARS

'. f
4
\-

1,-' --

i


v -*' '^J*y'**sWQ
KJI3&

iiaro ile Peniambueo--Tercafera.~25 -de Feveivwo *te 1800
iK
Para corana ri .i<- atosnei* de predios e no
ranos aMiiv- IW-coee.-ua homem bas-
tantemente;oeabecid.j iw-*ngm>f&, e.que tam
thorn nrp.-ta-flanea poi rirt4i p ^arautia das
.ubi.ni, >s|r ti/., r. \enuii i;(.i->> jpbia se dir
! quem e.
E POR QUE ?
Boa acquisicao
Alnp> i <~" a H-n -in Rangel n. 63 e ven
m- n'i". propria para
laverni ; a iraiar no largo da AJfandeea nume
ro 5 A
Azulejos
Com lindisoimaBicres e dunbos variadissi
mos, encontra-oe para vender um grande sort.
ment desse srtigwproprios para frente de es ,,*!?^, ,"^"< M e ravaa>
Neves Pedrosa & C. team para vender a re
sas, corredores cosinhas e haheiros; por prt-
cos 3em competencia aa-rua do Vsconde dt
Goyaunan. 43.
respiratorio i tosse de qualquer especie, con-a,
qualidades que o' tonain

Jorque cura de urna forma rpida e radical aa molestias do apparelho
uquidao, asthma, bronchite, coqueluche, laryngite, tsica pulmonar, etc.
Alm d'isso, o Petoral de Cambar de .uma.apparenaia agradavel e delicioso sabor,
tai remedio preferido para as enancas, senhoras e todas as pessas de palladar delicado,
Est approvado pela Exma. Junta Central de Hygiene Publica, auctorisado^or decreto imperial, premiado aemudaas me.^
.Uhas de ouro de 1* classe, rodeado dos melhores attestados mdicos, de innumerosrnertificados deenras importantes realiadas
a toda parte. -
0 PMTORAL DE CMMBARA*rE BME1I0 GARAM3D0
Por isso, precisa- ha ver todo o candado com as falsificaco'es e imitacoes : o verdadeiro que fabricado no grande esabe-
jcimento agrico-industrial do PARQUE POLOTENSE, expressamente creado para esse effeito, em Pelotas, provitcia de Rio
irande do sol, traz, alm da marca da fabrica, a firma de seu autor e manipuladorti. Alvares de Mouza *oares
Vende-se em todas as pliariuacias e drogaras
frascos 2$500, 1[2 duzia 13#000 e duzia 24#000.
, SAO AGENTES K DEPOSITARIOS 8ERAES
FRANCISCO MANOEL DA SILVA db C.
MCIONAL DROGARA
- Iloa Mrquez de OHnda 4^3
Preco
VENDAS
Vendem se dous cabriolis* de duas rodas
com ar#eios, um de I le todo preparado de me-
tal principe muito fino, um cylindro de padaria
e masseira, e oalros utensilios para a mesma :
trata se em Oiiada, estrada da Floresta, casa
da plvora.
Vendem-se navrua Real d Torre n. 21,
terrenos aos palmos ou em lotes, asim como
pipas, toneis e cabos.
Farello superior, 42 kilos
's.voo o sacco
Vande-se no Largo do Mercado n. 12.
Pao tenteio
Mello & Bisel tendo recebido nova remessa de
farinba centeio, avisa aos seas fregueres qae
continuanra fabricar este delicioso pao centeio
todas as tercas e sextas-feiras ; na ra iarga do
Rosario n. 10.
A Igreja e o Estado
Vende-se a obra completa de Ganga
Ihoou em porgao os artigos cima, ra da ,
nha n. 33, assim como tambem vendem far&V
de 49 kilos a sacen por tfSH
Agua maravilhosa
Com a appficaco desia agua, quem sotTrer 4m
espionas, pannos, sardas, femdas e vermelhidli
do rosto, ficari perfeitamente curado, record*,
cendo a, desse modo, como nico esnecifln
efficaz. Alem desses effeitos, tem ella' a pio-
pnedade de, tornando a cutis limpa, dar-loe 9,
cor natural. A cada vidn quecusta i, aco'rth
panha a respecti 'a indicagao do uso.
Abaixo as pomadas
Vendem Farias Sobrinho A C, ra Mrquez *>
_____________Olipd n. 4i. >
Vapor para engenho
Vende-se urna macbina a vapor de Torca de
quatro cavados, e em bom estado ; a tratar m
loja'iaOb>eira Campos & C, ra 1 de Mareo
Bvmti.
Merceara
Vende-se a da Camba do Carmo n. 2
tar na mesma.
a tra-
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barral
Os proprietaries do Annazem Central, roa
do Cabnga n. 11, avisam aos seus distinctos.ftfr
23




Cinco por cento
Co )iam se alupoeis de tasas com 5 0/0 e di-
vidas nointerior da provincia com 10 0/0, dan
do se garanta a ambas ; na ra da Palma nu
mero 49.
nnli; nli n titnln ..,. j j ^ gnezes e ao respeitavel publico que receberaj
o-i^, V- mt'enCadernada' Pr I nova, remessa oeste especial vinho, o qualj
O01HX), e diversos volumes ; no escripto- reeommenda por ser puro da uva, e s se reo

Rua'Marquez de Olinda
Sr. Luiz Ferreira da Cruz j est dispesto
.pagas sualetra? Jiaz anuo ameio.
rio deste Diario se dir quem vende.
Sitio
Alujra-se ou vndese um sitio no Poco db
Panella, jnnto a casa do >^r Loureiro, todo mu
raJo e com bastantes fru Reirs dando fracto
boa casa com commodos para grande familia
qnartos independentes par-, criados, coebeira
boa agua, perto dos banhos ; quem pretender,
dirija-se ao caes da Companhia Pernambucans
n. 4, arrrazem.
fSnpeFor vinho de AJ-
coba^a
- O acreditado e antigo annazem do Lima pa.-
ticipa ao publico e aos seus freguezes que acaba i
de receber urna nova remessa deste especial
vinlio, escotbido propriamente -pelo chefe desta
casa; tornando-se recommendado por ser pnre
e de boa qualidade. Jos Fernandes Lima & C.
ra Baro da Victoria numero 3, Telepbone323
Deposito da Companhia de
Fiacao e Tecidos de Per-
nambuco
Neste deposito ra do Bom Jess n. 42,
vndese por preces rzoa veis econdiges da
Iba em eu annazem.
Joaquim Christov2o & C.
Telephone 447
Leite puro
Na estrada de Jeo Ftreandes Mieira, sitio lo*
godepois das casas novas da dirrita, vende-M
todos os das leite puro de vaccas tourinas a di
erra, garante-se a qualidade do leite.
Attencao
Vende-se farello do Rio da Prata. com 42 fei*
los, a 2^400;; na ra Mrquez do Herval n. 73.
Livraria Contempor-
nea
Instronentoi de msica
Bomoardao, -bombardino, barytono, trompa
trombone,.fielicon, saxapbone carrilon, bombo,




fian
M-Bua de Halhi s irAlbuqtiei^uc. anliva nri Tinge e limpa com a maior perteico toda a qualidade de estofo e iazendas em
pecas ou em obras, chapeos de feltros ou de palha, tira o mofo de fazendas; todo >
trabalho feito por meio de machinismo aperfeicaado,!.at>Jjoje conhecido.
Tintura preta as terfas e sextas feira, tinta de cores e lavagem todos os dias j
.k HO HA HEPUCIWANCI*
^M PA.i\\' rOMR O B*^
FABRICA DE RfflOS DE ESCRfPTURACAO
INOABUlalo MtTAQAO
GQanoel
DE QlRANDA



>-39
fi



PastUham L. POISSON com Cktn'-9m,te
Estar Pi*tlims, de sabor agradavel, esto rigorosamente dotada*.
Ctd Putilha eonfie K mgnmmu ti, (urna eo/AtrarfaJ.
L. POISSOI. IV. l. iTie de CeHrters*?. tsm, mrte fc ftrts.
VSNDK-SB EM TOL-i 13 PBJKCIPAKS IHiRMACl.-,
240 rs. o ce vado
Cretones lisos, francezes, cores fixas, pechincha! por 240 rs. o covado.
Cambraia de cor, florzinhas e ramageos, a 240 rs. o dito.
Cambraias com menos larguras a 160 rs. o covado.
Lautines de cor, padroes lindos com um metro de largura, a 320 rs. o dito.
Cachemiras lisas e acaamalotadas para vistido a 200 rs. o dito.
Variedade de artigos que se vendem por todo preco.
21RA DO CRESPO 21
OLIVERA CAMPOS & C.__________
5110.800 CS2II0 ornado
21-SRUA BO CRESPO21
Merino preto trancado, duas larguras, 13 pura, de 500, 8C0 e liJOOO o covado-
Dito Uvrado, preto, com ramagem, padrees de voi'e a li5200 o dito; ta-
endade 254 0.
Cachemira preta para casacos^ duas larguras de 24000. e 24500 o dito.
Na *UAI DO *efiESPO. N. 21
RA-* DU(
NUMERC
OTWftiS
E ^DErm- CAXIAS -*- 39
ELEPHONICO 194
praca, brins de alijodo de cores ealgodozinhos j caixa, pratos clarinitas. flautas.rabecas, violoofi.
de divetsat. qualidades, e tambem fio de algodo realejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
em aovellos.
<*
i.jyo .kk'Tu-oo
98
.SQLnOA)) e CAPSUL.AS
de Aittipyie^a do B
' Cein
Jutmrmmdo pela Fstoulao.de d)JXlGdicia: ds iJar:z. l^r-mio yiontyon.
0 MeJhor Rea* ]o contra a Enxaqueca.
A Verdadelra Solucao de l.ntipirina do D01, Clin r*ossue urna poderosa,
aegio para acalma* aa dores de : Umbugoi, TorticQlis,-Xct>rilfti>is, ScLuiica,.Mcru-.
truafo difficil, Clicas violentas ejs Accesaos de Gola e da llhcumtitismo.
c A Antipyrina pode ser conideruda scieatiicameute como o medica-
mento mais poderoso contra ador. > Kni-i'uS:i-"ci < se"~ori'isr-a-,i -_ i.-sr)
DOSE : Tonae-se (jada dia de i collieres da Verdadeira Solucao de
Antipyrina do Dor Clin.
NOTA. As Capsulas de Antiyrina do Dor Clin sao destinadas as pessoas
que nao podem tomar a Solucao.
Casa Clin e G em Pabiz, e ihahmacias.
Na
Oliyeira Ga m p; i s oj& C


CONSTIPAgES e MOLESTIAS do PEITO
owHtoGisTico BRIANT
PARS, Pharmacia BRfANT,i150, .ra de ,Rivol, PARS.
I As celebridades medicas de Pars rrrommeuAa*> ha ma> de 60 asnos o
IXI&aiOPX BRIAMT cuiuo-o modtCHniL'iituipeiloial gou man agradavel e
I de efftcana maU certa contra os 'Bo.-luxos, ;Or)rn>lf4*f. ffathnrroa. etc. .
I EeXe Xaropo nimem fermentar eve-su exigir a Brochura euiuuntlaiguaf,
|com:a aasiifuatura cem iiivel do Inventor:
DBP0S1T0S BU TODAS AS PRINCIPABS PHARMACIAS
LOJA DO POVO
fei l, delarcoH
B-
Oom este titulo acaba da abrir urna lojade fuzeeda xua 1. de-Marco n. 11 e
seu propnetario convida o publico d'esta cidade e- de ra a apreciar o seu BELLO
Mrtrmento. Muitas de suas fazendas. sao recebidas directamente.
*

GRANDE 1\4>VIDADE
Descont10 [para as compras a retalho de^20i50O0 para cima.

-i



Chitas de 160,-200 e.220 rs. o covado.
Las lisas, imitacao- de cauaemira, a 200 n.
Ditas lavradas, idciii id m a 240 rs.
Zcphir com 7 centmetros, de largura de 8uO rs por 320 rs.
Ditos .conr 10 idem- ideio da 200 rs.
Ditos com 60 idem idem. de 16 1 rs.
Corte de casemira inglesa-de ftjSOO e" 6,5000.
dem de casineta de cor de 1*10 a 1|>400.
. -dem deiuato .para collete a 2*400.
Um coropleio Boxtimentor de Bcbs, chales, eapas pera -oenbooas, spartilhos, \
aeiab e casemira, cheviot, iagoaai, pretos e de cono,' tnns braneos e da cresk ca-
misas, ceroulaa, toalhas, bramante, ataaJbadc-de rinho, panno da Casta, .camisas de
1olls e muitos outros artigos que enfandonho mencionar.
-aMlMME-.CAiaa^lO M GTOHA
! (Ao.ao)-.
bkna duaia de lencos faos, em caixa, ir
s-25500.
Uma.peca.de esguiao de algodio bom p-
3*500.
Urna peca de cambraia Victoria regulr
por 2*800.
Urna grinalda e ve para uoiva por 7*0Qt
8*.00 Um ospartilho tino com um toque de mol
de 12*000por 5*000.
Urna duzia de meias finas para homeu|
r.por 5*0 6*tJ0O e 7*000.
Um chambre de cretone, cores fixas
J4#50, 5*000,"6*000 e 70000.
Urna Guarnicao de crochet branco e ma-
tisfado por 7*000.
Um colcha dcicr-por 2*000.
Urna, tbida de baile por 2*000.
Um aovado de. cachemira de listra de 2j9
.por 1*200 (duas larguras).
Urna duzia de ceroulas de bramante de
^lgodSo por 14*000.
Um corte de cambra a bordada por 18*O'J0
( branco).
Um covado de cretone voile por 400 rs.,
barato.
Urna toa ha para banho 1*500.
Um cavado de fusto branco, padroes bo-
nitos, a 36Q e 600 rs.
Urna duzia de toalhas para rosto po'
30500, 40O0 e JOOO.
Um leque transparente por 2*500.
Urna peca de madapolao americano con
24 jardas por 6*500.
Um covado de flaitella branca por 400 rs.
de la.
Urna peca de bico branco, cor lisa, roati
sado e creme por 2|J500 e 3*000.
Urna duzia ne camisas allemSes por 365,
com e sm collarinho.
(AO 20)
Urna peca de cambraia de salpicos bran
eos e de cores por 4*000.
I'm metro de atoalhado de linho pardo
coin matizes braneos a 35000.
Urna duzia de meias de aenbora,. em caixas
de madeira, por 125000.
Um corte de linho bordado com matizes
de cOrwpor 135O0O.
Um corado* de fuato para i roupa de ho-
mem a 800 rs.
Urna duzia de lencos com ..barras por
15300, barato.
Um covado de chevioth prexo 25000.
Urna camisa de flanella, qualidade regular
a 25500.
Um metro de bramante de.linho, quatro
larguras a 1*600.
Jm covado de gaze arrendada de urna s
cor por 5U0 rs.
Ttti covado de 12 amazonas por 400 rs.,
^ bonita.
Ui casaco do Jiersey ricamrnte bordado
por 65000.
Un vestido para menino 45000.
Un ralitot de seda palha 85000.
lm pditot di alpaca preta 45500.
a giurda-p. para homem 65000.
Jm corte de metim em cartoes, [alta no-
vidade a 7*000.
Um metro de beamante de algodSo, qua-
. tro largutas, a 1510C e 15200.
Um covado de brim pardo 280 rs.
Um covado le crep para coberta 600 rs.
Um covado d? crep de la 240 rs.
Um covado da renda hespanhola co u um
metro de largura 25000.
Um covado de panno da Costa 1*''00,
1*200, 1*600 e 15800.
Um metro dis atochado branco lavrado por
l#200.
Um guarda-p pata senhora 105000.
Umj palitot de brinj pardo 45500.
Um cortinato de crochet para janella por
75000.
aNra-sncDOAX)3es
Extractos de diversos abricantes. iFtoo de todas as cores e largnras.
Kalendarios com perlumarias. I Bordados e entremeios.
Caixas com perfumaras. ILuvas de eda.
Roupas. para, bachos salgados. Iaastons d{ cores.
20Ra K dfrMar^20

PIANO
Vende-se um ptimo pia-
no, cuasi novo, do autor Fe*
lippeHenriqueHerv; a tra-
tar na rna-da Iznperatriz n.
14, loja decamisaria.
2. andar para alug-ar
Aluga-se o segundo andar do predi
n. 4 Ja ra do Vicario T lie-no rio a tn
ciar no pavimento terreo do mesmo,
para forro de salas, quartos, gabinetes, corredo-
res.
Molduras
douradES, pretas-edouradas para quadros.
Malas
paca viacerc, diversos formatos, especialmente
para re upa de senhora e camarote.
Novidades
para presentes, escriptorio,- toucador, etc., etc.
RAMIRO COSTA & C.
Ba Prlmetro de liare n. 9
tiosifihera
Precisa se de urna ama para cozinhar
no 3." andar do predio n. 42 da ra Dn
que de Casias, por cima da typograplm
do ife'tmo.
Casa em Olinda
Cede se a urna casa na praia de S. Francisco, perto de
mar a ca^a lein c immodos para grande fami-
iia; a tratar no escriptorn do Diuno.
' Gozinfaeira
Precisa se de urna boa tusiaheira para fau
lia que est tetnporariaintnie em Caxang ; -
trata--oo esc.'iptono da companhia de bonos
Na refinacao do Salguei-
ral, alm do melhor assucar
refinado, encontra-se tam-
bem o afamado assucar das
usinas, Colonia Isabel
Santa Fonilla, Car -
Presos resumido?.
.22^Rua Direita22
W11SKT
Rojal Blend marca V1AD0
vSste excellente Whisky Escocez pre
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma*
zens de molhados.
Pede Roy al Blend marca Vlado,
CUO nome e erablama 3n registrados par
todo Brasil.
BROWNS & C, agentes.
Cautelas do Monte de Soc-
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soe-
corro de qualquer joia, brilbante3 e relo-
gios, paga-Be bem na ra do Cabug o
j4. n. -Loja de relojoeiro.
Venda vantajosa
Vende-se o palacete ao lado da igreja dt
Bomfm, em Olidda, com muitos commodom
fresco, Doa vista, tem um pequeo sitio com
muitas fructeiras e cacimba jom agua abuadaaV
te i-, boa. Tambem se faz negocio com quoM
qut*Ira tazer os reparos que precisa, descontando
no atoguel; quem pretender entenda se com
llm. Sr. Sebastio Manoel do Reg Barros, m
do Imperador n, 8i.
Trompa
Vende se urna Trompa-Sax em bom es>
tado, do fabricante Thibouville, por mefll-
de de seu preco ; a tratar no Pateo
S. Pedro n. 18, das 6 as 9 horas
man ha e a tarde das 4 as 6.
t
Attencao
Venden se duas casas terreas combocs cobo-
modos para familia, i ra do Socego ; a tratar"
na ra da Sauta C-uz n. 36.
INJECTION CADET
Cura certa em 3 das sem ou o medicamento
I'AJtlS 7, JBoulevard Iteiuiin, T PARS
DfiDositos em todas as principaes Pharmaoias e Drogsrias-
SAUDE. PARA TODOS.
WO HOLLOWAY
V
. \OD^ueotod, HcU'w-y i i'n lemediaiofaUivd praosmalesdepiernasedo peito ; ta^besaps>01
l S3 inktaf iatigas chsgai e ulceras. E famoso .para, a gota e #,rhematism3 e para todas as OMMT i
, 4ds-dc peitc n5o ss reconhece egual 4
I Pan oa mzles de ftf&intQ, brenchites resfrJwwtos 6 tops.38.
1 Temores qzz g^didalas c todas .a.-., molestias da pelle nao teem semelhJite o- uu* QOWQOmhnn i
. .footraWa. i.;uiicturas recias, obra como por cucanto.
i Rx 7M(tt;(>M slo prepr?dj(i >m-ie no Esib)r inmolo d> 1'iuMmc Kov^wat.
m*. umuntopv T~^ vMrtcpAyay*><*wotjfioaa^
i. v cut .jB^ian^fcf hiwwwiiil dtmnwcic- j_^ m?
(arj.~, ^!j.c*a*ia. Ti mrritr-iar"*** oaunl.n*r os iwiJo de cada <^^a.%\fflr&ti^H
^*^^ ^ .^^^iOfcrd Street, rio fcdi6c.90____________________
t^fgV/h
i
^"l







8
Diario vAEiMcnYttco-^TerQa-feira 25 de Fevereiro de 1S30

| I m PALACETE ERNESTO AMORIM
FROFRIETARIOS:--E. CHALINA, & C
33-RUA BAKAO DE S.-BOR&-53
PERNAMBCO
e Situado a 15 minutos do Kecife na linha de bonds -da Magdalena
Acaba deabrir-se este estabeiecimento que, eri vista dos sacrificios dos proprietarios
deve ser o primeiro n'este genero no norte dos Estados Unidos do Brazil.
Os proprietarios nao pouparam cousa alguma para que os servicos da Hospedara
eRestaurant approximem-se o mais possivel dos da Europa e dos Estados-Unidos da
America do Norte. Contrataran! para a dikcco technica um especialista, o Sr. Otto
Jvern, ex-inspectr no Hotel Continentalrem PARS, e servico da cozinha confiado a
um chefe de cozinba francez queja exerceu a su a profisso na MA1S01N DOREE e casa Gru-
ber, de Pars.
O Hotel International'tem um salo de 1 atura e correspondencia para os seus hospe-
des, aonde se encontrar alem das olhas diari is do paiz, as publicaces mais lidas da Euro-
pa e America do Norte, os avisos martimos > toda sorte de informaces.
O regulamento do Hotel International \ dos mais severos e garantir toda morali-
dade que deve ser observada n'uma Casa dePenso de primeira ordem.
PRECOS MDICOSBEBIDAS. DE PTIMA Qll \LIDADE
Da penso mensal nicamente aos moradores do Hotel, mas fornece
ALMOCOS, J ANTA RES E CEI AS
.AVU[SOS
A dinheiro de contado a preQO'fixo e a la carte.
O Hotell International encarrega-se de FESTAS E BANQUETES Para para este fim. t ,
Desembarque dos passageiros e exped cao das suas bagagensa direccao organisouum servido que com a pratica nao deixara
nada a desejar. #
Os proprietarios contam ccma proteccjio de todos e esforcar-se ho sempre para manter o seu estabeiecimento na altura desta
bella capital do Estado de Pernan buco.
Kecife, 22 de Fevereiro de 1890.
E. CHALINE & C.
FOLHETIM
ODIOBETKffiE
POR
mu tessie.
SA,l\U\ PARTE
SROR MARA JOSK
(ContinuagSo do n. 44)
II ,
(uiz a fatlidade que o conde estivesse
ausente. J
Quem tecebeu o visitante fo: Baptista
Muin, o antigo criado do Sr. de Croix-
Ifyvon, tornado mordomo do castello.
Van-Linden pedio para fallar condessa,
e o saordomo olhou para elle sorprendido,
coa espanto.
Entu, meu amigo, nao ouviste ?, in-
aistD Van Linden.
Outi, sim, senhor ; mas...
Annuncia-me...
O senhor permitte me que Ihe d um
conalho ?... aventurou tmidamente Bap-
tista.
"Q'afe
Peso humildemente perdSo da minha
ousadia... Mas o senhor bem yconbe-
co# a pesaos que n'outro tempo estavapa
r catar com a menina de Nyvon...
E depois ?...
E depois, se o senhor consagra ainda
algas) afft ;to Sra. de Mor'ac, acbo me-
Ihorqae saia deste castello e nlo mais pro-
tonar a vela.
E por que ? perguntou Henrique j
encole risado.
Porque, at remo ao dizer-lh'o, a
sua visita pode causar muitas E's entao feiticeiro? perguntou des-
denhosamente o crioulo.
Nao, senhor, nao sou feiticeiro ; mas
vejo as cousas claramente e sou muito de-
dicado a Sra. condessa. Por isso, repito-
lhe, como homem honesto e com toda a
forca das minhas convicgSes V se em-
bora, senhor; porque comsigo entrar
nesta casa o desespero e a desgraca.
Henrique hesitou e ia talvez deixar-se
convencer pelo tom prophetico de Baptis-
t', quando o acaso, esse detestavel acaso,
que causa de quasi todos os dramas da
humanidade, fez com que Eliana appare-
cesse.
Ao ver Van Linden, a joven tornou-se
paluda como um cadver, abri a bocea
para soltar um grito, que- nao pode emit-
tir, e cahio fulminada sobre a areia do jar
dim.
O intendente e o crioulo ergueram-n'a
e levaram-n'a para am pequeo caraman-
chao onde a sentaram n'um banco.
U seuhor bem v, murmurou Baptis-
ta Mouhn, comegam j as desgragas que
eu previra.
Eliana voltou a si.
Henrique disse ella.
E. nesse simples nome expandi toda a
sua alma, tod- a sua ternura comprimida.
Van Linden tjoelhou junto della.
O intendente, discreto,. fez um movi
ment para retirar se.
Fica, Baptista, ordenou a Sra. de
Mor!ac; o Sr. Van Linden nada tem para
me dizer que tu nao po'ssas ouvir.
, com effeito, esmagando no coraco
os impulsos amorosos prestes a irromper,
aquelles dous entes que tanto se queriam,
ooroecaram a conversar como dous indif"
breo tas.
Ella deu-!he parte do sea casamento,
do nascimento recento de seu filho, con
tou-lhe a vida tranquilla que levava.
E elle, oavindo'a, notava com angustia
que Eliana estava magra e paluda, que ti-
nha fundas olheiras, e que essa tranquilli-
dade de que ella fallar.i pareoia pezar Ihe
como o eterno silencio do tmulo !
E ambos se olhavam... e os seus olha-
res exprimiam todo um mundo de sauda-
des, de oensuras e de perdoes.
Quando Henrique parti, ella esqaeceu
se de Ihe dizer que voltasse e elle taabem
nao fallou em tal.
E comtudo, ambos tcitamente haviam
protestado tornarse a ver.
Quando o crioulo sahio do caftello,
Baptista, que ficara mmovel e com> que
petrificado sombra do caramanchao, ap-
proximouse da Sra. de Morlac e ajtelhou
diante della.
Oh! minha senhora.' disse e/le com
voz supplicante, em nome do filio que
Deus Ihe deu e do que Ihe dar pm bre-
ve, esqueca o passado, esqueca, qke essas
recordagSes s podem dar-Ihe lagrimas e
remorsos !. \
Eliana contemplou aquelle honlem de
cabellos grisalhos, que chorava ajdplhado
diantc della, e, estendeu-lhea m2o,| mur-
murou tristemente :
Ah Baptista... se soubesses! i...
Sei, sei! replicou mordomo com
tristeza ; vi e adivinhei^ mas a senhota
mulher d'elle e conheceo bem para om-
prehender e partilhar j meu terror.
J me tilo imparto coma vida...
gemeu ella tSo baixoque a criado mal a
ouvio. Henrique voltou !...
Sim, Henrique voltara, e se elle podes-
8c Jer no coracSo de^EIi-na e do mordo-
mo, havia de aterrar-se com a opiniSd que
ambos formavam do Sr. de Morlac.
;Da parte de Baptista, ess* opiniifo os-
cillava ntre o desprezo e o odio rsaisvivo,
segundo um novo desgosto se isnttva
lista j bem longa ou a tranquilIklade de
Eliana desarmdva por um dia a sua legi-
tima colera. .
Quaoto joven, inconsideradamente lan
gad por sua rui nos Ibragos daquelle
homem, vinte e cinco annbamais velho do
que ella, nao tardara a eomprehondr que
aob os exteriores cavalharescos de sea ma-
rido se oceultava o mais espantoso egos-
mo.
A esta primeira desilpsao ucoedeu bre-J
ve o terror, depois o desgosto, quando des-mava agora passear todas as tardes sob a
cobrio que seu marido, depois de ter sido
um debochado capaz de tudo parasatisfa-
zer umdesejo, nem esperou que termi-
nasse a la de mel para voltar sua anti-
ga libertinagem, sem por bso deixar de
ser insultante e injustamente ciumento.
Odiento at ferocidade, vingativo e
apaixonado nos mais simples actos o aban-
dono que elle impunha sua mulher tor-
nou-se em breve urna successSo ininter-
rupta de terrores e de repulso.
Ausentando se frequentemente com fins
de8conhecido3, fizera do seu criado de quar-
to um espi3o que, logo adivinhado as
suas ms qualidades e posto a distancia
por Eliana, se vingou commentando os
mais innocentes passos da pobre senhora.
A volta de Henrique, a quem Baptista
havia propbetisado o perigo das suas visi-
tas, nao podia deixar de fornecer armas
terriveis a essa agente oceulto de quem a
joven, sem o saber, fizera um inimigo.
Jamin, era este o seu nome, n3o soube
logo da chegada do crioulo.
Passeram se mesuro dous mezes sem o
saber e s muito tempo depois que elle
tevs conhecimeoto dos amores de Eliana e
de Henrique, tSo dolorosamente cortados
pelo conde de Morlac.
De reato. Van Linden, calculando agra-
vidade de urna inconsequencia qualquer
que podesse coraprometter a condessa,
era habilisjim na expanso da sua ter-
nura.
Eliana, guiada pela sua cordura e ho-
nestidade, conservaba urna tal reserva que
o proprio mordomo, que por por dedisa
co se tornara seu g tarda vigilante, per
guntava s vezes a si proprio se esses dous
entes a quem elle consagrava tant affecto
pertenciam a;tualmente a este mundo.
E ao velho sorria esperanga de que
um incidente imprevisto supprimissa a
causa do seu terror e viessom ainda diaa
ftlizes para aquellos dous amantes tSo dig-
nos de ventura.
Ptfssou asaim o vero.
Henrique e Eliana viam se frequeute-
meute no parque, onde a condessa costu-
egide do mordomo.
Quando o Sr. de Morlac a passar alguns
dias ao castello, Van-Linden ficava oceul-
to na casinha que alugra. limitando-se a
escrever longas e ardentes cartas que
Baptista se enoarregava de entregar.
Retira va o conde e as entrevistas reco-
megavam.
Chegon o outomno e com elle o mu
tempo, arrancando s arvores a folhagem
protectora e tomando mais difficeis e pe-
rigosas as entrevistas dos dois jovens.
A ad;antada gravidez d'Eliana obriga-
va-a, alm disso, a maiores precaug5es,
medida que o terao se approximava, e
j nSo se viam senao raras vezes.
Foi o que os perdeu.
Jamin, desesperado por nito poder fazer
alguma delagSo, passeiava um da, agi-
tado e raivoso, pelas alamedas do parque,
quando ouviu a poucos passos de distancia
a voz da Sra. de Morlac.
Parou, coateve a respiracSo para no se
trahir, e arrastou-se como urna cobra na
cola da pobre senhora.
Baptista e Eliana dirigiram-se para a
pequea grade que deitava sobre a ri-
oeira.
Obrigado a conservar-se distancia pa-
ra nao ser sorprendido, Jamin pode en
tretanto ver que um homem novo e ele-
gante foi ao encontr da condessa, e, de
pois de um8 longa conversa intima, sepa
raram-se os dous trocando reiterados e
significativos ap-.rtos de mSo.
Encantado pelo que vira, o espi2o vol-
tou toda a pressa para o castello, juran-
do a si prourio estudar aquella pista que
Ihe promettia final meute serios elementos
de aecusago.
Mas nada disse ao Sr. de Morlac, re-
servando se para o aterrar com o golpe
fatal, quando estivesse a ponto de o vi-
brar certeiro.
Passados quinze dias sorprendeu outro
encontr de Eliana e Vaq^llinden.
fiesta vez o crioulo, mais onaado, bei-
jou-a na fronte despedida.
E Jamin esfregou a. mSos de contente.
No dia seguinte poz-se em caajpo -para
saber quem seria aquelle visitante desco-
nhecido.
Perdeu o seu tnbalho.
Henrique partir para Pariz.
Tres semanas depois chegava o conde,
chamado com urgencia pelo seu medico,
e nessa mesma noite Eliana dava luz o
seu segundo filho.
Jamin conservou se na reserva emquan-
to o Sr. de Morlac esteva no castello,
achando ainda de certo muito pueris as
suas armas.
Afinal o conde, tranquillisado pela ai-
tuag3o da sua esposa, tornou a partir, limi-
tando-se a dizer ao seu criado de quarto :
Vigia sempre.
Esteja descangado, senhor, responden
Jamin com um sorriso que envolviam mil
ideas trahidoras e velhacas.
Com effeito, nessa. mesma manhS, o es-
piao notara que Baptista, que nao tinha de
ordinario quem Ihe escrevesse, recebera
urna cirta de Pariz.
Interrogado pelo espilo, o carteiro de-
clarou que er a terceira carta que trazia,
havia um mez, isto precisamente desde
a partida do mancebo, pensou Jamin, que
sem se engaar, traduzira assim a acea
do oeijo da despedida.
Ah Sr. mordomo, disse comsigo o
criado de quarto, serve de intermediario a
esta correspondencia adultera ? Tanto me-
lhur! Isso facilitar a minha tarefa.
A partir desse momento, Jamin esprei-
tava toos os dias a chegada do carteiro,
n^o tinha ainda decorrido urna semana
quando receben, entre outras cartas, mais
orna dirigida a Baptista.
Um quarto de hora depois, fechado no
seu quarto, rasgava o sobrescripto e via
que havia amda outro enveloppe sem en-
derezo.
Abr j-o.
ra nma longa carta comegando pelas
palavras Querida amiga e terminando pela
a8signatuia Henrique.
Continuar 86-h) .
Tyr> Ao marte ruado Duque de Caxias d. 4S
,
f
\M
i
i
r
r-i
i
)

i
fe
>