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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text

4
V.
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I
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PARA
.4
Propriedade de Maaoel Flgaeir
A CAPITAL E LUGARES OND
8
MA
Por tres mezes adiantados.
JrVreets ditos idem......
Por nm aune idem. .
Cada numero avulso, do mesmo dia.
SE PAGA PORTE
65000
12^000
23<000
5100
Os Srs. Amedce P
de Paris, sao ps nossos a
elusivas de annuncios.
Qoes ha IJrnQae
TELEGRAMAS i INSTRDCgiO POPULAR
RI) DE JANEIRO, 0
3 9 horas e 5 mmttos -da
bido s 7 horas da manhl de 11).
O Dr. Aristides Lobo pedio demissSo do
argo de ministro do interior. '
Por ndcacSo sua,- fui chamado para
aquella pasta o Dr. Cesario Alvim, actual
gorernalor de Me'0craeb.
a
UH^ATuAAS&AZ2L&m.
Ha
de Fevereiro, ,
sble. (Recr-'
f
RIO D3 JANEIRO, 11 de Fevereiro,
s 11 horas da manhS.
Ha completa traquidade aqui.
O forano provisorio, inspirando-se no'
b'*m publico, sent se ppoado pela opinio
raciona].
A retifteft^0 Dr. Aristides Lobo do mi-
nisterio n3o infla2 na poltica do governo.
0 programma deste contina a ser o mes-
mode oriem e progresso.
RIO de JANEIRO, 11 de Fevereiro, s
3 horas e 45 minutos da tarde.
O Dr. Ruy Barbosa, ministro da fazen-
da, parti honteo para Santos em servico
do governo.
Durante sua ausencia fica o Barao do,
Rosaio encarregado de assigaar o expe-
diente urgente.
Castilho recusou; indicou marechal
F.ota.
E' esperado boje de Minas Geraes,
o Dr. Cesario Alvim.
SS&VZSC DA AS-SKIA SAVAS
MADRID, 10 de Fevereiro.
AnnuQcia-se que o Duque de Sevilha
o*ba de .ser perdoado da pena de exili0
ue lhe tinha sido infligida como autor de
ama conspirado contra o governo.
Pensa-se que o Duque volar para a
Mespanha.
PARS, 11 de Fevereiro.
Consta que o Duque d'Orleans ser con-
demnado pelo Tribunal de Polica Corree"
onal, mas logo em seguida ser perdoado
reconduzido at a fronteira.
Agencia Havas, filial em Pernambnco,
11 de Fevereiro de 1890.
TSPOS COLONIAS^
POB
* Llllrralurn Braxf letra do wcuiu-
XVI ao comeco.-do X.IX
XBBOCO H18TQBJCO
VI
(CoBtinuaclo)
l'mas na arles ievaro a palma
De ac < marinar, s Ja ilHPHllnrenm atea
Giras irn beber sua nobresa
Nos tratos raercantis. Tal que se presa
De ver as suas scenas e tribunas
Maior brazo, mais nclitas columnas,
Aquella? doeTimantes o extremoso
Pincel com estro imitar fogoso.
Muitas serao mais destras no compasso,
Qje as linbas mede do celeste espaco.
Mas cuidar de seu re, ser sua corte,
Dar as outras a lei ; eis desta a sortj.
#
Gravaram do rigor de impostos novos
Os dynastas crueis a terra,ft"os povos
Eyp'cos, por alear- massaJklranlias,
Que tu, trans,Qj}ndo o 1 ito^nOT banhaS,
Posse superstico ou s vaidade
Da fama dilatar por longa ldade :*
E' certo que sentio o povo santo
Que tanto all gemeu por tempo tanto.*
Hoje busca o viajor o inmenso lago.
De Meris, e s topa um ca.upo vago.
E se restam taes obras peregrinas,
Sao sobrjo do tempo e s ruinas.
Aqai pelo contrario por tritura
Por brazes da primeira arebitectura.
Volnmes colossies, corpos enormes,
Cylindros de granitos desconformes,
Massas, que nao ergucram nunca hmanos.
Mil bracos a gastar, gastar mil aunos.
Por urna, e outra parte ao ceu subindo
Vao mil rochas, e picos, que existindo
Desde o berco do mundo, e de enio vendo
Os ssc'los renascer, e irem morrendo ;
Por tanta duraco, tanta firmeza
Deuses parecem ser da natureza.
Ossos da grande mai, que ao ar sabiram
Na voz da creacao ; e mal que ouviram
Que deviam parar, logo pararam.
as formas e extenses, em que 3e acharara.
Que afligurum exercitos cerrados.
De mil negros Tipheus petrificados.
a de.Faria les ex
ublic
PARA DES$RO E FORA DO ESTADO
Por acia meases ad.'anUdos. 130500
Por nve sditos idem. v -W, 200000
Por nm nno idem....... 26Q00
Cada numero avulso, de das anteriores, #100
V.
r,
;d/>, inclusive a freguezia de
inhJte-ii, Rio Forrfioso, Pal-
der a regiao do aul, a partir do largo da Paz, ein
Muribeca e os municipios do Cabo, Ipojuca, Escada/
mares, Bonito e Barrirs; o tercoiro ou o do oeste corojrehender a estrada da Victo-
ria, desde o largo da Paz,, em Afogados, at Gravat a n estrada a partir ds ponte de
Caxang, a Limoeiro e Nazareth ; o q'iarto ou o do ttorte compregendera a reg
do norte, a partir da punte do Varadouro at oKfcitc d'esta Provincia com a"
Par..nyba.
Na mesma data desfgfaei eseim os eiigenheiros fco districtos.
- Rara o 1. districl o engenheiro Antonio Rogo liento, que servir de ajudante;
fflBra o 2. districto o engenheira, Luiz AntenkCavalcante de Albuquerque;
m o 3 o engenheiro Manoel P. Brando Jl>i
Albuquerque Mello. N
Jo5o Jos Fernandes da
encjtrregatido-se drt 1.
Mte sido o >cgurt o
l por dous mean w>
dja Ja Victoria, a an" i
Ao resto sobresae* co'a frente erguida
Dos orpos a montanha, abastecida
De grossas mattis, de sonoras fontes,
Que despenhando se de alpestres montes,
Vm engrossar o lago d'agua amara.
Do grao Nic.heroy, do Guanabara.
Tal a fubula diz, de Alfeo que o rio
Faz por baixo do mar longo desvio.
Te Ortygia, em demanda de Aretbusa.
Que abracar-se com elle nao recosa.
Vedes na oz aquelle que apparece
Poni'agudo e Mcarpodo ?-Pois parece,
Que deu-lbe a providente nslureza.
(Alem das obras d'arte) por defeza
Na derrocada penba tranformado
Nobigena membrudo, sempre armado
De face negra e torva ; e mais se a c'ra
Nev, e troves e raios, com que atroa ;
Que co'a fronte no co, no mar os rastros.
Atrevido ameaca o pego, e os astros,
Se os delirios da v mylhologia
Na trra inda vagassem, dir-se ia
Que era um desses Alcidas, um gigante
Que intentou escalar o co brilbante ;
Que das densas do Olympo.namorado,
Foi no mar por audaz precipatado.
E as deusas por acuite l da altura
Lbe enxovaibam de leve a catadura.
Do seio pois das nuvens, onde a fronte
Esconde, vendo o mar't o borisonte,
Mal que espreita surgir lenho inimigo
Prompto avisa, e previne-se o perigo.
' (.Coritma)

Para o 4. o engenheiro Francelind Americo
Por pdrtaria de igual data exonerei o enge
Cunha por ficar a provincia dividida ei
o engenheiro ajudante.
No periodo decorrido de 18 de
i
Estro
A 20 de Junho conced urna pp>rogi$K> de pi
ctante das obras dos reparos do empedrarneuto d eu
qnando teiminou o prazo do contracto.
Estrada da colonia de Soccorro, e de Agua-Preta a Jacuhype
Em 6 de Agos o mandei executar os reparos precisos na estrada de rodagem
da colonia Soccorro e de Agua^Preta a Jacul ype, despendendo-se com a primeira at
a quantia dev2:C00(5O00 e com a segunda at l:00OJ0 X) por conta da verba"propria.
Estrada de rodagem de 8. Lmiren^ da Matta
Em 9 de Agostomandei, em virtude de requisij^o da Cmara Municipal do
Recife, reparar oe pontos intransitaveis d'essa estrada.
Estrada do engenho Queimada ao sitio Camardo, -na estrada da Victoria
Em 8 de Outubro mandei orear as despezas com^construccao d'essi.estrada,
autorisado pela lei n. 2",O09, e em 24 mandei entregar'paa estudos, ao enganheiro
director da ReparticSo, a quantia de 15''(J000.
Estradas ao lado dos ponthoes prximos a cidade do Rio Formoso
Em 10 autorisei o contracto de reparos d'essas estradas por pepenas empre-
talas ou arrematasBes.
EDIFICIOS
Oymnasio Pernambucano
A 10 de Agosto mandei fazer os reparos preciaos na coberta do edificio do
Gymnasio Pernambucano, de modo a evitap-se desabarriento, a vista do que repre-
sentou o respectivo regedor. Em 30 do mesmo mez approvei, nSo s a avaliacao
feita pela Reparti5o das Obras Publicas, na importancia de 3:061(5.200, como a prd*
videncia de serem feitas administrativamente, attento a urgencia
Escln Modelo
Em 14 de Setembro mandei proceder pintura-e caladura d'esse edificio, em
que funecona o Instituto Archeologico Geographico Pernambucano, e fazer os lepa-
ros precisos nos parapeitos, despendendo-se a quantia de 682)5000, em que foi- oreado
esse servjo, que foi recebido provisoriamente em 30 de Ontubro. .
Casa de etencSo
Em 29 de Outubro mandei que o engenheiro fiscal da Companhia Recife
Dranage, de accordo com o administrador d'esse estabelecimento, providenciasse sobre
a substituifto das latrinas alli existentes, por tantos apparelhos da dita companhia
quantos orem necessarios.
A 12 do corrente mandei qne o engenheiro fiscal da Companhia Recife Drai-
nagem faca construir um encanamento de esgoto das materias fecies d'esse edificio,
de modo que convirjam para os canos da dita Companhia as Cinco Pontas, mediante
a despeza de 3:600(5000, cessando assim o lanQamento d'essas materias no rio Capi-
baribe em frente ao dito edificio.
Escola publica de Bar reros
A 11 do corrente autorisei os reparos precisoa^no proprio provincial que serve
jde escola publica h 3ula de Barreiros, da conforindstdo com a avaliacSo de......
1:500(000 que me enviou a Cmara Municipal' respectiva e encarreguei da exe
cucSo d'elle* a mesma Cmara, o delegado de policia e o juiz direito da comarca
PARTE OFFICIAL
G3verno da Provincia
BELITORIO com que o Kim. (ir. eonselheiro Haaoel Al ves
de Aranjo cnlregou a adminlstraoo da provincia
ao EM. Sr. Dr. WigUmimdo Antonio oncalves
em 14 de \ovcmbro do 1889.
(Continuaqao)
t 10.aO levantamento da fianca, findo o contracto, fica dependente do b om
estado de conservado do edificio a juieo da Cmara, do qual haver recurso para um
juizo arbitral, com poeto de um louvado por parte da Cmara, e de cutro por parte
o contractante; decidindo um terceiro nomeado pelo presidente do Tribunal da Re-
l*cao por qualquer dos laudos, no caso de desaccordo.
n.aNo caso de ser dado provimento ao recurso Oliveira Castro & C,
referente a seu contracto de carnes verdes, ser obrigado o contractante a fornecor-
Ihes ostalhos a que tenham direito.
e 12 a-NSo ter o contractante direito reclan; agao de qualquer especie, nem
peder pedir qualquer compensaclo se durante o tempo do contracto fr construido
Des e municipio algum outro mercado publico, e disso resulte ficarem diminuidos os
rendimentos do mercado de S. Jos.
( 13.Fica o contractante obrigado a obedecer ao actual regulamento do
aiercado na parte que se refere sua policia e fiscalisagao ; cabendo-lhe o direito de
recorrer para a Cmara de qualquer decisfto que ju'gue contraria ao mesmo regulo-
vento.
14 Ao contractante serlo descontados ao prazo de 7 annos tantos mezes
quantos tenham sido as respectivas prestajBes reeolhidas ^>ela Cmara ao Banco do
Brazil, depois do accordo celebrado com o mesmo contractante.
SECRETARIA DA PRESIDENCIA
Contina no exercicio d> cargo de secretario da provincia o bacharel Fran-
#isco Leopoldo Marinho de Souza.
Attendendo ao que me requereu o 2. official Antonio Fernandes da Silveira
Carvalho, prorogaei por tres mezes, com o respectivo ordenado, a licenca que lhe foi
oncedida, prfra tratar de sua sade onde lhe convier.
REPARTICAO DAS OBRAS PBLI- AS PR^VINCIAES
Em 18 de Junho nomeei Joqguim dos Santos Teixeira da Motta para o lugar
je 2." amanuense d'essa Reparticao, por nSo ter acceitado a nomeago Enedino Ra-
joe Ferreira.
Em 3 de Outubro prorguei por tres mezes a licenca concedida ao engenheiro
d'eesa repartilo JoSo Jos Fernandes da Cunha, a contar do da em que terminou a
que lhe loi concedida em 7 de Junho.
A 20 expedi novo regulamento reorganisando a mesma reparticao, de confor-
aiidade com a autorisacao do 3. do art. I." da lei n. 2,031 de 29 de Junho.
Por proposta do engenheiro director e de conformidad-, com o art 9.' do re-
fulamento, divid, por portarla" de 4 do corrente, peU uiouo egu.ute os nutricios de
bras publicas: o l.9 dis jicto ou da capital comprehene a parte do municipio do
Recife, limitada ao norte pela ponte do Varadouro, ao sul pelo largo da Paz, em
Afogados e ao oeste pela ponte de Caxang. As estradas suburbanas de Apipucos,
Aflicta* e Beberibe fazem parte d'este districto: o segundo ou o do sul comprehen-
.
(Continua.)
Governo do Estado
Resposta da commissSo nomea-
da em 94 de Dezembro lti-
mo, para dlzer tobre o* que-
sitos constantes da portarla
da mesma data, e do despacho
de Z de Janeiro findt, e rea
tivos reclamaco da mpre-
za de lllnmlnaco a gaz desta
eldade contra o modn porque
foi feita a avallacSo do mate-
rial e obras da mesma Empre-
za.
A commissao nomeada pelo cidadao Governa-
dor do Estado de Pernarabuco para dar parecer
sobre os quesitos constantes de sua portara de
i de Dezembro ultimo, vem satisfazer esta in-
cumbencia. *
E' opportuno e conveniente comecar por urna
succinla exposicao dos Tactos, a que se referen)
os mesmos quesitos
Em iO de Maio de 1887, a Empresa de illimi
na^o a gaz desta cidade fez urna ppticSo ao
Presidente da Provincia, reclamando e protestan-
do contra diversas disposices do projecto de
lei, que o aotorisava a contractar, com qoem
melhores vantagens offeiecesse, a illuminasao
publica do Recife e seas suburbios.
Foram estas as disposicOes qne metivaram o
protesto :
1* A de ser feita por petsoas momeadas pelo
Presidente da Provincia a avaliacao das obras da
actual Empreza; que a isto oppoz as clausulas
13.' e 25- do contraclo celebrado'em 26 de Abril
de 1856.
2.' A que mandava eflectuar a avaliacao den
tro de seis mezes, e nSo depoisxle find o contrac-
to, como entenda a reclamarte, citando a clau-
sula 13.a.
3.a A de que a actual Empreza s teria prefe
rencia a qualquer outro proponente, te offere
cesse inelbores vaujagens ; o que ella disse va
gameute estar em opnosicao clausula 14.'
4.* A de que o nov contractante pagana
Empresa, de aceordo com a clausula 13.; a in-
deuinisaco, que a Provincia est sojeita por
forca da mesma. clausula ; onde se permitie o
pagamento em pfesiaces annuaes com juros de
5.* A de ficarem nypolhe.:ado3 Provincia o
material e obras da Empreza, at que estivesse
tealisada a indemnjsaco ou depositada a ra/
pecliva importancia.'
Sanc:ionada a le i.m l*^de-Jullio-d 1*87, o
Presidente o das depois,-nuaieou umacommis
-o de tres pessoas.^nclusiw .o iTireclor- Geral
das 0bra3 Publicas, para ^rocedet a avaliu.
gao. ,** i
De Cnformltratle edm as irrtn*cc*s que rece-
beu, offi<:iou aquelleJhfec'or ao Gorertda Em-
poza, em 5 de Agosto, participaudo'4er e'ido
nomeada a commi?so. cujo lajidu opp'-rtana
u,euie seria.%{ia/es--B'ado n elle G^rcie, para
qu-: po -u.i vez proieJi.-or 'l>j i^ual modo, afl o
oe ; reduzr^ ccordo o arnitramerlo do valor
da.indediii a cap, %'
Respondeu a Bulp'i-z.i, em 8 .le Ag)8to, qur
nao HJdia conferar se com a deliberaco jJo
l'resiiletite. e perauffio mesmo ia reclamar, pc
ser eiaonVnsiv. do ue fui estipulado no con
trac. cm face do a^cl (sccrcsceniava) e.'a ava
llac! o p d ter lujar i|p.>is d' (indo o
w m io confomi clavsula 13.*, por arbi
tro- por arabas as partes, na confor
midade da clausula 15 -
Com efleito, em 12 de Agosto, a Empreza re
quereu, insistindo as allegacOes que ja tinha
apresentado.
Ou 'ido sobre esse Tequerimento o Director
das Obras Publicas, deu sua informaco que as-
sim termina:
TendoV. Exc aomeado tres profissionaes
para, por parte da Provincia, procederem ava-
liacao em qoestao, me parece conveniente que a
Empreza eeja convidada a con :orrer na mesma
occasiao com o sen perito, aura de, conjuncli-
mente com aquelles, fazerem um trabalbo den
nitivo, de commum accordo, no que for possi
vel, e, no caso contrario, sujeilar as contesta
coas decisao de nm desempatados no3 termos
da clausula 25. do contracto.*
Por despacho de 13 de Outubro, determinou o
Presidente, que a Empreza offerecesse o seu lau
do, para o que ja tinba sido convidada ; e de-
clarou ser inacceitavel (pelas raz5es que addu
ziu no despacho) a prelengo de se adiar, para
depois de lindo o contracto, a avaliacao das
obras.
0 Director das Obras Publicas, em 18 daqnelle
mez, offii ju a Empreza, convidando-a concor-
rer com os seus peritos, para, juntamente com
03 i nomeados pea Presidencia se proceder a
avaliacao.
Responden ella, dous das depois, nao acceitar
o convite, allegando me este dd portara abrir
mo dos direitos que tinha a oppor se avalia
cao antes de findar se o prazo de seu contracto
e a que fosse feita por modo diverso do que nel-
le eslava determinado.
A' vista dessa recusa de tomar parte no arbi-
truniento-,' como se expfessou o Presidente, or-
denou este, por officio de 20 de Outubro, que a
commisfo nomeada izesse por si a avaiiafo.
Em 25 de Maio do anuo seguirte (1888), a
Empreza repetiu suas reclamaces.
A commissao nomeada pelo Presidente remet-
teu lhe em 27 de Agosto a avaliacao por ella
feita.
Estimulada por um trecbo do relatono lia a
Assembla-Provincial pelo Presidente de Per-
namouco, a Empreza, em li de Setembro, of
ciou a este, mostrando se resolvida a coacor-
rer para desde logo se pro:eder avaliacao.
Ha nesse officio os trechos seguintes, que muito
importara aq esclarecimento do assump ( e nos
quaes sublinnnos algurcas palavras, como era
outras ci'acOesi.
Outro-itn, que a avaliaijo seja o resoltado
de urna commissao mixta de amliadores nomea
dos pelo Governo e pila Empreza, sendo decidida
qualquer differenca de valor por dous arbitros
nomeados por ambas a3 partes sem mais direito
de recurso.
Nesles termos previstos pela lettra do contra
cto em vigor, nao se opporo os emprezanos a
que seja dado o valor detioitivo Empreza, e
pela quantia que for arbitrada nesse valor, oftri
gata a transferir a sua propriedade a outrem, de
pois de immediata e totalmente paga.
.. Assim. pois, oseraprez ros nomearao
um ou mais perito avaltadoes c a presentarn o
laudo que poder**er discutido pela commissao
le amliadores dj Governo Provincial, e neste
caso depolf de llnalisados os trabamos em com-
uibsao mixta, caso no haja desaccordo ntreos
ataliadores de ambas 3 partes, ser esse traba
ho, o lami a cujas obrigac6?s ficara compro-
(i,cuidos os emprezarios e a Adrainistraco da
Provincia aso baja desacord entre estes
.ral:!'!"-es de arabas as partes recorrero ao ar
iiitrnmento prevulo pelo art. 25 do contracto em
fleor.
. N'Sles termos os empzanos accu'am rece
hida a copi-i da avaliao a que procedern! os
u'.aliadores nomeados era 19 de Julo de 1887,
craira o voto do Dr. Ly- urgo Jos de Mello, que
parece nao ter -oacorda lo com a maneira de
proCeder-se avaiiafio, cujo traballm nenhuraa
importancia tem para os emprezarioi, pelas ra-
z6es acini exaradas, a no ser o de um simples
trabalbo preliminar, que podar ser considerado
o ponto de partirla para a avaliacao do valor da
empreza. .-
as Ob3ervages sobre o trabalbo da cora
misso do Govern >, annexas a esse. offici-i de.lt'
de Sitembri, vem esta advertencia.:
(- A Empreza limou as suas^observagOes.
afrufirdando-se para demonstrar o*;ralor de sua
propriedade, guando-fur convidada para apresen
tar o .teu luido; occasiao essa, em que se propOe
entrar em maiores detalhes e esclarecimentos.
Conv dada pela Presidencia para apresentar o
seu laudo, r;?pondeu a Empreza em 2 de Outu
bro :
Fielden Rroth*r3, eraprezarios da Empreza
do gaz, tendo recebido era 8 do corrente o con-
vite que lhe foi dirigido po'r'V. Exc, em dati de
6 de Outubro de 1888 atim de aprsenla: dentro
d-i 13 d\i9, acortar dessa data, o laudo do valor
I, representado pela Empreza, re3olveram ?
' leamos.emprezarios convid.ir para spu arbitro o
"Jiro. ". Dr Antonio de Sampaio Pires Ferreira,
uito digno eiifehbeiro cHe.'e cdirectnt^jS
.;rada de Ferroda,R|ifia9ii ? Francisco, Ion
indo se 03 emprezarios Pt7lJen b*oiberi qo
auda de avaliacao arbitrado pelos Exm/Srs."
ngenbeiros Drs. Antonio de Sampaio Pires Fer
j$ra. Jorge Mirndola e Samuel Jones.
Fiellen Brotliers aprtsentam a V. Exc. o
laudo do valor actual da Empreza,protestando
acceilar o llxudo apresentado pela Cpmrmssao do
Governo, contra o vot^ do Ex n. Sr.iir. bfcargo
Jo3 de Mello, caso entenda V. Exc, que o laudo
da commJ38i>, tal qual foi.apiesentaao, feuasir
sujeilo desde j ao otVnrmento que tem dfi decidir
sobre os dous valores dados a Emprtz-i fratim de
Qxar a somma. pela qual ser transferida a ter-
ceiro a dita propriedade. caso nao seja ftnovado
o contracto; :onforme estipula a clausul3 das
disposices em vigor, e lenba V. Excifre abrir
concurrencia nos termos da lei n. 1901 de 4 de
Junho de 1887.
Junto a. Empreza a esse officio a avaliacao
feita pelos tres avaliadorea de sua escolha; e
notando o presidente a grande differenca das
duas avalia6es, resolveu, em 22 de Outubro.-
que se procedesse ao arbitramento, nos termos
da* clausula 23."; nomeou arbitro do Governo
o Dr. Gervasio Rodrigues Campello e mandou que
o Diiecior das Obras Publicas convidasse a Em
pieza pira apresentar outro, no prazo de 10 das,
de modo que dentro de 15 podessem comecar as
diligencias e conferencias para o arbitramento.
Nesse despacho de 22 de Outubro declarou o
Preudente que a avaliacito anteriormente rrali-
sada por peritos nomeados pela Administraco
ao se podia considerar definitiva ; que nao po-
diater sido irtenrao lo legislador (na lei n.
901) irapor Empreza o resultado aaquelie acto,
era tal fra a intedao do anterior Presidente.
Adoptado aalvi.re de submetter-se desde logo
a arbitrara -n'o as atSiages divergentes, a Em
preza nomeou seu aTbitro ao D;\ Theophilo Be-
nedicto de Vasioncellos, e comecaram as confe-
rencias.
Em 18 de Jineiro de 1889, apresenton o ar
bitro do Governo a avahacj que flzera, e mos-
trou Ciimo o arbitro da. Empreza, depois de ha-
verem trabnlhado juntbs durante algum tempo,
tonara inevitavel apresentar cada um del I es
avaliacao em separado. No dia seguirte offi
ciou o arbitro da Empreza, remetiendo o seu tra-
balbo. muito divergente.
- Reunidos 03 dous arbitros em 9 de Fevereiro,
oomearamdesempatadoro majorde engenheiros
Di, Gregor o Thaumaturgb de Azevedo ; do que
se lavrcu urna declarac&o, escripia pelo arbitro
da Empreza e assignada pelos dous arbitroe ; os
quaes, em officio* da mesma data commuoica-
ram ao Presidente essa escolha.
0 desempatador, em 18 de Margo, apresentou
o desempate contra o qual prolestou a Empre-
za, em 2 de Abril, acoimando-o de nullo por
estes motivos :
1. Nao terem sido jhrameUdos os arbitros,
inclusive o d*sempatador.
2. Ter sido es"te nomeado pelos arbitros e
nao pelas parte coatractantes.'
3 Nao lv.iver o desemplador aceitado o va
lor total dado i or algum dos arbitros.
E depois de vari, s considerares, tendentes
a mostrar que. a avaliacao era lesiva, disse a
Empreza : ^__<
Sempre reclameu a suppcarte contra a
avaliago previa por e3tas e outras rasdes. sem
ser atteodida, sendo (oreada a accettal a tompro
testo, que abrangia igualmente o modo e foi mi
da mesma avaliago. como consta das petigOes di
rgidas a Presidencia da Provincia em data de
10 de Maio, 12 de Agosto de 1887 e 25 de Maio
de 1888, alera do offkio de 20 de Outubro de 1887
ao Fiscal da Empreza.
A Empreza reclaraou at 23 de Maio de 1888 ;
nao 6 cario porm que tenha reclamado sempre,
era que acceitasse a avaliacao previa com pro
testo .
As allegagOes de 2 de Abril de 1889 foram re
novadas em petico de 20 de D,z"tnbro.
Passamos a responder aos quesitos-
Seria absurdo mandar o legislador qui se i-
zesse aavaliaco (definitiva) sem intervengas
da Emprezi. nos termos da clausula 13.",
que manda fazer por arbitros. Elle exigi que
Uvessem ceos reqjhitos as psssoas nomeada
pelo Presidente da Provincia (e que a avaliacao
fisse defamada, ttc.) e nao que ellas, e por si,
fixassem definitivamente o valor da indemolsa-
5S0.
4. e5"
A Emprez nomeou urna commissao de ava-
liadores, cujo trabalho remetteu ao Governo, e
depois um irbitro, que officiou ao mesmo.-apre-
8eotando o seu laudo.
A exprcssd a empreaj, da clausnii 13.
rande se precaitua que sej'pago o valor da em
j^za^c3 ninjeja renovadi o confaeto) sj-
..orsOu desW'r* ofet**.** empreza, que se l
i art. i." | i. material e obras, que vem na segunda jJarte
do mesmo paragrapho.
Como explicou em seu officio de i8 de Agosto
de 1888 a commissSo de avaliadores nomeada
pelo Governo, A expressd obras da empreza
do gaz nao foi nem pode ser considerada como
s'ippem 03 propietarios pela simples significa--
gao da palavra, prra comprehende o complexo
de bens possuidos pelos emprezarios para exer-
citar a industria do gaz, quer rerira-se a obras
propriameote ditas, quer a macnirasmos, appa-
relhoj, ferramentas, etc.,en summa tudo o que
empregado para aquelle Om ; sob este ponto
de vista collocou-se a commissao.
Fizeram a mesma cousa o arbitro do Governo
e o deserapatador..
7. e -8.
A' visti da clausula 23, a riomeagd *d des-
erapatador foi regularmente feita pelos arbitros.
Examinamos-na secretaria do Governo o livro
era que foram langados o texto original do con-
tracto celebrado em 26 de Abnl de 1856, trans-
ferido por ordem da Presidencia a Rostron Ro-
oktir 4C.,eo termo de transferencia a Fielden
Brother^em 12 de Maio de 1858. L-se na clau-
sula 25, em ambos os termos :
Todas as.queslOes suscitadas acerca do pre-
sente contracto sero decididas sem recurso al-
gum por duus arbitros nomeados pelas partes
os quaes no caso de discordancia nomearao um
deserapatador. e s?^nao con viere m nesse des-
empatador, ser elle nomeado pelo presidente
do Tribunal do Commercio.
As palavras os quaes esto escripias no3
dous termos do modo mais'claro e indubitavel,
nao havendo ao menos pretexto para alguma
sombra de duvida.
9.'
L
A avaliago do material e obras da Empreza,
procedida em 1888, ex-vi da lei n. 1901, de 4 de
Junho de 1887, leve logar sem violaco da clau
sula 13. do contracto celebrado em 26 de Abril
de 1888?
0 facto de ter o Presidente nomeado urna cora
misso le avaliadore; 6 e objecto dos quesitos
2. e 3 ; o primeiro que3ito motivado pela
reclamaco daEmpreza contra a avaliago pre-
via.
Respondemos negativamente.
LC se ua clusula 13." :
O presente cotracto durar por espago de
30 annos.. e findo-tte prazo o governo provin
cial, caso nao seja renovado o contracto, pagara
aos empreza rio3 o valor da-em preza conforme a
avaliago feita por arbitros.
Estipulou-se que o pagamento, nao a avalia-
cao, teria lugar depois de findo o prazo do con
tracto.
A avaliago prgia nao exclua a hypo'be:e
da renovago, e era necessana para que o Go-
verno deliberaase sobre a conveniencia desta ou
a realisaco de outro contracto, ante3 que os
emprezarios livessem a faculdade de interrom
per o srvigo.
Accrasce que os emprezarios, abrinio mo de
reclaniages anteriores, concordaram em qne s?
realisasse a avaliago antes ds lindo o con-
tracto .
2.-e3.
O art. i.' i da lei n. 1901, mandanio qu;
o Governo noraea3se pessoas idneas para pro-
cede avaliago do material e obras da Empfe
za, nao offendeu a clausula 25., do modo como
foi entenlida e executada pelo Presidente da
Provincia aquella disposipo legislativa.
Igualmente os emprezarios nao offenieran o
contracto quando nomearam, por sua vez, urna
commissao de avaliadores.
A lei assim dispunha :
Dentro de seis mezes, a coatar da data desta
lei, far-se ha aavaliaco da ind-mnisag"io d:s
obras da actuaj empreza do gaz, nos teimos da
clausul 113. do contracto de '6 de Abril de 18-~>G
nomeando o Presider.le da Provinc.a, para esse
fim, pessojs que eslejam as condig&rs de co
nhecer nao s o prego do material empregado,
como tambera da mo de obra de trabalhos se-
melhantes.
c A avaliago ser detalhada e especifica-
da..
O desempatador, preferindo, em relacao a cada
um dos pontos ou artigos do arbitramento, o
voto mais razoavel, observou as regras de Di-
reito Deu elle mesmo, do seguirte modo, as
razes do seu procedimiento :
A importancia liquida verificada, da qual
apenas se deduzir o que a provincia j pagon i
Empreza, como se v em seu todo, differente
da qne foi determinada pelo arbitro da Provin-
cia e da do arbitro da Empresa.
Parecer* primeira vista que nouve infrac-
go da Ord- liv- 3 tit. 17 2 que manda o des-
empatador accordar-se com um dos Louvados.
De accordo, porem, com a doctrina corrente
entre os escriptoras e com a legislago dos po-
vos cultos, entend que o precedo da citada Or-
denagSo, alias de incontestavel necessidade, nao
pode ser entendido de modo a acceitar erros de
calculo, o que .accedera se elle fosse applica-
vl a casos, como o de que se trata, em que di-
versos sao os pontos de discordancia entre os
arbitras.
Quando a avaliago versa sobre um unict
ponto ou artigo, certa mente o desempatador nao
pode extravagancia^ dando nm novo valor, dif
fereote do de cada um dos dous Louvados, pois
que assim imposivel seria muitas vezes chegar-
se ao resultado desejado e previsto pela lei.
Quindo, porn, como no caso vertente, a
avaliago versa sobre objectos e pontos muitt
diversos ne so licito con obligatorio, a*
desempatader, preferir sobre o ponto n. 1 o
laudo do arbitro A, e sobre o ponto n. 3 o laude
ao arbi'ro B, etc., pois que assim procedends
satisfaz plenamente o preceito legal, desde que
entre os dous laudos prefere um. que exacta-
mi-nte o que prescreve dito preceito, nada im-
portando que a somma total, operacSo arithme-
tica que nao pie estar sujeiu a estimativas ea
opinies, seja diversa da que resnltou d03 laudo3
de cada um dos arbitros.
Do mesmo modo pensam os escriptores
francezes, comraeotadores do art. 1,018 do Cod.
do proc, 03 quaes seguem o brocardo tot capita,
tot seatentim e assim tem decidido o tribunal ds
Cassago.
0 no -so Decreto o. 3,900 de 26 de Janho de
1867, que regula o j razo arbitral no commercio,
respeitou o mesmo principio, dispondo no art.
55 :
0 terceiro arbitro ser sempre obrigado a
conformar se com a opinio de um dos arbitros;
podendo, todava, se a decis&o versar sobre
questOes diversas, adoptar em parte a opinio
de um ou oatro sobre cada um dos pontos diver-
gentes.
Entendemos que, supprimida a segunda parte
deste artigo e sujeitando-se a primeira- urna
rigorosa interpreiagao grammatical, a soluco
ser a mesma. O terceiro arbitro obrigado a
conformarse com a opinoo de um dos outros e
nao com todas as opintoes de um dalles ; sendo
qu", versando o arbitramento sobre diversos
uoetos de Direito c de facto ao. mesme. tempo,
ou soliente de Direito, ou sement de facto, tem
cada um dos priraeiros arbitros diversas opinwcs
:o que signijapluralidide e nao incoherencia).
Sirva de exemplo, quanto a pontos de doutrhia,
a minuciosa e justa decisao do desempatador
sobre a exigencia de juros do capital empregado
na constru gao ; verba que foi excluida pelo
arbitro di provincia e calculada pelo da Empreza
em 101:839^500. Nio se contesta que tenha
bando empate de capital durante caustruego,
em que os emprezarios dispenderam tre3 anoo3;
nao se questiona sobre o reodimento, que dara,
appliteb a outra cousa, durante 03 tres annos,
o capital empregado na construego ; o que se
decidi que a provincia nao tinha obrigaees
de inderanisar esse empate, nem outros prejuizos
que fossem inherentes exploragodo contracto
ou resultantes de casos fortuitos ; assim como
nao tem o direito de exigir da Empreza 03 lucros
volamo-03 que esta auferiu no espaco de 30
ann is
Eis ah urna questSo do Direito, em que #
dsruipatiilor devia preterir a opinio mais
acetiada, fosse de quem fosae, indtpendentemen-
te aos oiitns.
Vejamos agora outra questo de Direito, em
que o deserapatador segua a opinio do arbitro
da Empreza :
...Considerando, porem, que o arbitro da
Provincia ni poda d'ixar de consignar verba
para o j nmeros 73. 74, 75 e 76. nao obstante te
referirn a material destinado a servico particu-
lar, os. sao oojectos de propriedade da Em-
preza e como tal devem ser pagos ; e atten-




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l I !K5i'rjs ?:>ir ii
Diario -de PeniambiieoQuarla-f^ira 12 dt* Fevereiro He 1*90
deodo ao Hreiio queassis e 4 raeama E apresa
ie "X'ir valore* pira ease material, de.
perianto ser aildieiooada a avaliago da Provio
ciaa respectiva i nporujpia. m ludo o arnnro
ia Stnp eta co -signa-Si somina de :3 <3iU00
na ua avaliacu or ella roe pivaancio con
signando laaibeio 6:1854"00.
Deoaixo de qu.lqur p ut.i de vala, o lalo
ipre-cni lo p.'lo Jeseinpalador obsrvala as re-
gns de Direito.
~10>
Km 1888 publi*ou a Eerasa ni Typograplii
to Commercio distribuiu nesta cilade. uro
ooa-caio .le 17 patfioas. int lutado : Empreza
Ogaz -Contracto de i6 le Abril de 1836
Protesto e recia i tcio dos em traanos Field n
IrotbersMemoria!, conteudo o n-smo c n-
Jraeto, a lei o. 1901 e diversas peUce-s e o(B
ews. A' p guia U I *- opus:ao eat in
aressa a clausula *5\ i'i'lo euc leitras maius-
eul-n aa palavras OS QAES
A' pagina 16 do mearon oooscu'o l se a pe-
$4j le 10 de Mjio d 1887 e Bella o trech i
jeguinte :
Aceresee que aa clausula S5* estipnla-se.
que aa questes su-citadas acerca do coa rtelo
lejam deci lidas sero recarao, por doua arbitrja
oomeados pelas partea J qwies oocaso de di-
ordancia nomearao uro oe-eupatador, o se nai
euovierem uesse deieuipatador, aera elle na
meido pelo Presidente do Tnbuaal do C >m-
tjercio."
Nj requerimeato de 12 de Agosto de 1887 a
Broosxa t-i anda es'a ref reacia ;
D-tarroinind a tu-ui-t 2J' lo entrado
que todas as quettfc* suscitadas aerea do pr/seae
soittr do serio decididas man recurso ulgum por
iousarbtros Humeados pelas parles, os qaans no
cato de discordancia.* j>
V n lo E mire: i que no 10' quesito da por
tana de 24 de D -zerobro ultiroo se dava co no
eerto oSo ter ella reclaro ido contra a uoraeacio
V deaeinpador. requeren no dia 26, contestan
io aquella condiccao e exhibi jo quatro docu
av.n tos.
O .nmeiro cooia da petic&o, qu ella de
tiara ter opresentado ero original ao Presidente
a roviacia e cuja existencia ao cousta di
lecceUria.
O euo lo nm exeraplar do Jornal do He-.
/>,edicao de 6 de F<-vereiro de 188J, onde ae
I : .. .lanceo -nao de urna ceriido falsa do
contracto que teve a coracero de ap-esentar ao
Sr. Aranjo Gea, e pela qual pretende, pro
Tar qu" a deaigoacad lo deaeropat dor. ero lo
rar de caber aoa arbiiros perteucia a ella e
Fr-Mdenida !
O terceiro um exeroplr.r do Diario de Per
ambuco edipao de 7 de Fevereiro, onde estao
iawir-*ai8jreapo8ta da Eropresa a-artigo dt
Jornal do Recife p a cerli lao por ella obiida.
O qutrto ama publica forma deaaa cer-
HJHt
Cumpre-oos demonatrar que a peticao conatan
te da copia nSo fui subme ti O que disae o Jornal do R a fe. antea de no
mead -o deaem,'ataior. ,ue por parte da
finares* ti ibain apresenlado ao Dr Araojo Gea
roa eertidao falaa. A E upr sa pablicou a cer
Hdao, p<-ecedeodo a de uro pequeo artigo ; no
nal nao tez a mnima aMuzo a uro requer
tata quaique-. Dizeado o aeguiale, *t0 i
ti tend r que nada nuha requerido Iklao :
A reapeito deste incidente, aasun como do
ue conaidera a Empreza. conveaieote- allegar
sobre oa seua direitos. o far pelos meios Je-
gars. e perante o poder competen! .
a pelicao de 2 de Abril de 1889 a Eropreza
jft-riu sexprearam ntea rl>-10de M-iio, 12 de
Afosto de 8S7 e 23 de Maio d.-^ 1888, e sena
Botavel que deixasae t m eaqu-'cmeoio a que
aosvesse enderagado ao Presidente da Prorin
ca un 24 de Janeiro daquelle luesmo anoo de
1889, e aa qual, segundo a copia, baveria uro
Uve no a que a E upreza :n 2 de Abril daa
ota imp -rtancia : protesto levantado, antesde
fmdo o arbitrmmenlo, contra a appliccao da
clausula 23* a av.diacao das obras.
A" i la ro a. Na tenda le 2/le Abrilse apon-
Ion como segundo motivo de nullidade:
- Ter sido o mesmo deaerapatador nomeado
jeliis arbitros, quaodo devia ser pelaa partea
eDoiractantes. acndo a intelligeacia dada neati
parle a :laasola 23.a Ho contracto devida a erro
ic. irop-eiisa ou de opia, e contra o qos nao re-
iantou lofj por nao ter tido deaae acto, proco
Ji'io a revelia da Eropreza, coobecimeoto offi-
ca. >
Ma teve a Empresa conhciroento officml da
omeaco de desempaiador fella pedo s-u arh'-
Iro o o do 6o''eroo e por isso na > red -mou logo.
Procurara a Eropreza ero 2 de Abril, depos de
sontiecdoo lando do desemputador, de-cuipir-
p de-te modo, se bouvesse reclamado c com an
kcedencia ero vi de Janeiro ?
Taintiera seria notave que a Eropreza, para
prov r que na clau-u a 23.a catava esenpto aa
naea e nfio oa quaea pedase urna certi-
o do <-ontra:to e deaaa certidao lizeaae extra
fcir ama-publica frni. e jnutasaeao snu rejue
rimenio ao Presidente es?a publica forma, esst
ci'ia de copln. Ao seu :eqaenmento d^26 de
Bez"mbro ultimo jontou a Eropreza uroa publi-
ca forma extraa la do orignal no dia 24, loo
le te que a ceitido oiiiuouem seu poder
Ponderamos anda q>ie a Eropreza respondeo
do nn Diario de Pernanbuco a artigo do Jornal
tu Ricife uS> eontestou o erro da ceitido ; e
eu arbitro, dona das depoia, reconh-tceu se
eoiapet nte para a noroeacai do dpsempatador
Me eeem' reparo estas palavraa do mimcioaado
irrigo :
. limito mea declarar queacertidao a que
je rpfrre c mesmo Jornal 'o requerida eobtida
telas autos legaes, c .-o ba nella falaidadc, nao
Li commeitida pela Em ir.-za, sendo por outro
Mdo us eoipi adna do Tbesouro iacapazes de
tassiir eenidOot falsas.
C>rocluiraosqoe a Eropreza na reclara u coa
tra u nomeac&o do desempalador, conformou se
K>m ella.
NSo se trata de avallado judicial a que seja Forao igualmente recoiliidus .oa enraioosos
Ptilicav.;! a Ord liv. 3, tu. 17 i 1., que a Ero. Antonio Jouquim Pereira deJIoiaet, Mare.ohoo
reta invocou depoia de terminado o arbitra
menlo.
Note ae diuTereaca.entre arbiiros e arbitrado
Oo primetros ae oceupa a ord. no ttt. 16 e
oa a gun I o, uo til. 17'do citado U?ro.
)a ar0iir*lorc-. que ^o*;r diz-r tanto como
vatiadoroa ou estiroadorea, segundo o tit. 17
p- podan ser eleitos pelos olciaea das cidadea
e vill. para g -rtiin nte fazerero arbitramentos ;
e nao poliaro oa luigmtea excluil-os, seno em
ca*o de snapeicaj, reeonbecida pelos juizes (tit
17 S ")
S i os arbitradorea disuordarero em seu arbi
trmenlo, oa juizea que o raa i laram fazer. esi;o
inero out o terceiro awpraziroento das partes;
e se estas sa nio quizereinlou^ ir no terceiro, os
juizes o eacolliera ex cfficio (g 2o).
Se oa d ms arDtradurea dzerem algum i esti
oacao ou arbitraroeuto em que ambos sejam con
arries, a parte que se sentir preju iicada, pie ae
socorrer an jnises qae o man laaam fazer ; e
ellea. sem embargo io dito arbitramento assi fe lo
(i-to n io ob-i.rote o accordo do? aritra podem raodirtual-o i seu arbitrio e bom juizo, ac-
crescent-nd i ou di mnuindo r|g 3 e 5).
Esaes arbritadores, que ft-tje ae charo tm com
mu mrote acolladores ou peritos, funcciouaru pe-
raule os juisea que is eacotaera a aprazimento
das partea ou ex officto, e que jresidem p.'ssoal
mente a avaluc&i ou a deterrouiain por ;ueio de
um miniado.
Os aval a lo re* ou peritos ezercem unw funeco
tab-iltnni : osnri tros sao juizes auroeados pelas
partea. Sao juizes, anda quanJo, pela natoreza
oa co'toverstae pelas circuiros anclas occarrea
tes. -e lunitaro a conbecer de qajst!S de facto.
- (l-jjizes arbttroa (diz a ord. no cit 17 p~.)
nao aoroente :onhecem das cauaas e rusoca, que
cn.isiat--m ero f i'o, mas anda da que estao em
gor deDieito... Os arbitradorea cooheero
-O nt; das causas, que consiatem em feito ; e
q lando perante eiles for allegaua alguma cou- a,
emqoe :aiin duvid di Dii-jtto. .-eroe.ttel t-ho
ai>8 juizes'.a terrs...
A Eropresa. nao en entran lo no tit. 17 r da-
tivo m ar uros, o qu* servisse sua.reclama
Qko Mtbte a fau* de jurameolo, reeoreu O lit.
16, mde eile JUgt Jo.dos arbitradoret.
Ella reconhuceu a lifferenca entre avaliadorts
e arbrus, qm i lo esereven no officio de 21 Ue
Seteurbro do 1888
.. Outro -tro t* Je a avaliacao s 'ja o re-ul
tado de tima curoroissao mixta de acolladores co-
meados pelo Gov*no e pela impresa, sendo de
adida qutjlqoer irfferenja de valor por dona ar
bit ros Horneados po.- ambas as partes...
E ta adiante *
... caso aoja desiccordo entra estes malta
dores d^ ambas as p irte a rnsjrrero ..o arbitra
meito previsto pelo art 23 do contracto em jf
r.
Aperlo lue a mao com o co-ac4o traspassado
peJaaic.
Mendcn dofl dantos, Manuel Ttwroaf.de Mello e Su muitoaffeicoado. Humberto. >
Luis.Viclnr. de Medeiros. rame lidos pelo Dr. Vaticino mandou desmentir qutf o Qiipali-
juiz mnnicipal do termo de Carur. ves.se enviado a brocao upostolica ao 4u jue roo-
N'cstadaia expedt aoa delegados i'eale Ei- ribundof.
:ada a tsgoiiiie enrular: A abaoUico fui dada directamente pelo car-
SsKtaria de polica do Estado de Pernaiu deal Alhnanda. arcebispo de Turim.
ouco, 11 de Fevereiro de 1990. A 'ledo xill anda nao recebeu nouticaco offi
Em ad litaroenroacir ular qu vos diri.'i cial da m irte do duqnede Aosia.
em21 domesnassaiiB'/recomme'do vos que com Em ainsequencia da mofte de seu pai, o prio
aa autoridades sob v.-aa jurisiliccio teabaes em cipe Eiumaouel, tilho mais velho lo duque
consideraco o segoii**: a on 6 titulo ue duque de Aosta cjrn o consent'
.Acba se sujeito as penas., de prisao com ira- meato do ret.
balbo de 8 a 24 das quaiqnef peasoa que nao
tomar urna oampacaj booeaia e til de que posea
aubiistir depoia de advert lo pelo juiz de pas,
(otf anluriale policial! nio lando renda suifi-
ctente (eod. eriro. art. 293).
Por ordem do rei Humberto foraro celebrados
nodiao, em todas as igrejas ecipellaa drts
propried4des di co*a oBcius fnebres sufTra
grando a alma do jrincipe Ainadeu.
Em Roma a epidemia esta no aeu periodo de
Sao considerados vagatand- s (re.'ulaiuanto j maior deseavolvimenlo.
n. 120 de 31 de Janeiro 184S art. 300) os in- Todos os hospi'aes esto ebeios de doentes. .
divijjios ina nao lendo 4ou ictlio corto, nao loro Os mioistros Finali e>Mic4i tuero melborado
haDitualmente prohaso, nemoflscio, iiem renda,; nm pouco; em compensagan, ocontra-alinirante
nem meio conhecido de sufisistcncla. cnsul e Morin, subsecretario de estado da mannna,
raadasc sera domicilio berto?%aque nao mos-
trarem flxado em algu oa parte do estado a sua
habihta;ao orditrta e p 'rnuneaje e nao cstive
rero assalariados ou aggregadoavalguroa pessoa
ou familia.
Conforme dispOe o col. dotnroc. crim. art.
12 || v e 3o. Compele as autoridades policiaes-
oorigarem a asssign r termo de bom viver aos
vadioa, mendigos, llenados por bdto, prostitutas
que poasaro perturbare ^ocego pn'dico aos iur-
liuleulos que por palavras ou logn, offendam guarnigao militar.
acba-se at cado.
A peregrinagio italiana, que devia ter lugar
nos primeiros das de Fevereiro foi transferida
por causa da influecefa. par urna data ulterior.
Vanos cardeaes estao tegeaina.
Ero Brescii mais de na terco da populaco
esta atacada.
Em Civita Vcccbia. o numero dos doentes su
perior a mtade da populagS
Hi tamoem um grani numero de casoa na
aos bona'cosiuines, a Iraaquillidadee paz uas
familias, podendo coraminar-Hies multa at
30, priso a. 30 diaa e tres meses de casa de
corro x > ou ufQcuiaa eublicaa. -
Tudas as autoridades, as qofls constar qu'
existir em seu diairicio individuos as condices
acuna men-iona laa, os mandar a apa prsenos
comas lustemuitias que s roberenj> ficto ; se
a pacte requerer praso para datMPesi, conce-
der se-lhe-ba nm improrogavel, e^roalQ man-
dara ao mesmo individuo qoe assigne termo de
bom viver, ero o qual sefara^,JV2?itPres,'uS*
oreadas provas apreaeiMW,,P":?,*^0Q,ra' '""I
modo d.toem viver presel e ^ Pen' co,a' |
uiiiada quando nao otv,erve l00^- <*J oro,:- art- i
121).
Qaabrand > o termo, a lutond ide p ir nm
proeessu conforme o q'ie lica aciiu i diaposto,
impor ao reo a peni comminada que ser lan j
la- vezeswepetida quanlas fortn as reuciden
cas. (''.ou. do Proc. art. 122 (
Nj processj de infraejao se observara o |
Julgmos preju Meados os outros qu'sitos da
porunale 24 de P-semoroe o Io do-officio que
em 2 d'estemes uos dirig.- o cididao Governa-
dor. Resta o 2o, assim formulada :
A disposicao da clausula 23" devera ter ao-
pc Cao. coroo ieve, a'aliaftil do material e
bras da E apresa, apezar de nao naver mais
presdeme d" Tribunal do Co nroer 'io ?
Sim. A davida que psdosM baver no caso d--
nao concordarem os dou3 arbitros na escolha do
deseropatador, nao era m tivo par que eiles na
concordassem. pira que uio es*colbessem.
No caso de desa ;cordo q jauto a a >ine ico do
terceiro, qu > imporlava saber sb devia ser ch i
roado o presidente do Tribunal la Rdaco, oo
julgar se devolvida s partes ajuella facullal-
de que os doua arbitroa nao teriam fetto uso.
Nao temos necessidale de resOiver ess: d
vi la ; ceno, ealratanro, que na :iiusula 23* -e
quiz designar o presidente do Tribunal asju
competa o jiilgaroen'o uas causas cororoerciie*
ero 2* in-unca. A pr fe renda era casala p li
latureza das aunbuicd'.a jurisdiciouaes, quanio
ao Tribunal, e p-la cathxora e respeitabui I ule
nberente ao cargo, quanli ao presidente. Ex
unci o j ii' se ciji.ii T'-i )uni do Commer
n, e bavendo pascado para a Kel-ijo o ju
gamento, em 2' instancia, daa cauaas commer
cia's, ella tico i sendo, e n substancia, Tribunal
do Commercio, do civel e do en me.
Nao terminaremos s ro observar, que a En
presa fazia bero qJanlo pedia a appiicacao la
clau-ula i'' i oomeacao los arbitros, que tinham
de julgar as divergencias sobre o valar-a in-leni
nisar. Expressaado-se no Contras.o aquellas pro
video -las p ira q e o- arbitramentos ch- gas-e u
a temo, io fo exceptuado, nem bavia ra >nv .
para exceptuar, um d'elles, o maia provavel e
naturalmente, o mais iroportanic.
Temos concluido o neso parecer, a que pro
cedeu mmueiosoestudo dos numerosos documen
tos concernentes ao a-sumpto.
Recife, 7 de Fevereiro de 1893.
Jos Joaquim de Ok'eia Fonsrca.
Dr. Jj Hogiw uarU t-ereira.
los Sicnlo Tulentino de Carvalko.
Dr. Albino G. Metra de Vasconcelos.
disoosio uos arta. 206 e aeguinus do Cdigo do
Propaso.
Recomme.iidando-vos a observancia das dis
po-iyoes ex,iosus. tenbo a dizer v s que. de*c
cardo coro a miutaa reten la -circolar proenrai
Coro que sejam as roesroas di-posi-oes fielmente
C impndas, deveoilo, aeaae inmito: lod >S as au
t irida les ero seu respectivo disfino^, de > lofor
ro ladecon > 1 do art. 12 do CSdigo do Pro
c-sao uiroarero conn n muelas pessias que
de novo vieren ani habita S'udo d-sconheci
das ou suspeita- e proedendo urnira ellas nos
termos o art. 116 o citado silico mandar
jue se retirem jara f ira do sen disvicio no pra
no que Ibes fr assigoado. sdb pefe de serero
expulaia debaixo le irtsao, -alvo ae provareni
q ie nj : n eriro i ou se derem lilor conheci
do e uo pro lidade^ue se obnga-m ape.-etltar
p -saporte deutro de ceno prizo, sujeilaido-se
a urna muMa.
Salidv e fraternidado Ao marecbal
los .Simeao de Oliveira, mui digno go-
amador provisorio do Estado de Per
ambuco^-0 Chela do polica, Antonio
Intunes Riba.
--------------saopB-i
Em Frigolo, de 3.000 nabilanles, estao actual
m.n!e 2.500 projlrados pela massaaora epide-
mia.
O general U ero entrou no dia 22 um Aduali
seiMo bem acolbido pela populaco.
0 general regresar cmara logo que tenha
cumprido a sua inis-ao.
Iiujlnterra
O Sr. Glalst ne pronunciou no dia 23 um dis-
curso em Cbester. m^^^ *
Ti'aiau to dp conflicto anglo portuguez, dissi
que, sero examinar e,:n:i'e.a e desapa>ioiMd.i
menie uaiaapto do .|Uj|anindH de-^emhe'
cidas algunas das priases, se abster por m
; quimio, de discutir o procedimirto de lord Sa
! Iir>- y.
I-to. porin, nao o'ist a que elisiamente que
I a Inglaterra tenha suscitado urna que.-to com
| um.desses pequeos estados, cuia protecjfto nev
i consumir para a Gr-Bretanha funi-gao especial
j imp-ir'aiue.
O Standard orgao.de lord Salisbury. dit que
O parlamento allemo voioa o proj -co de
le relativo o estubelecimento de um ervicro de
iiivegaco or bafiios de vapor entre a Alleina
aba e a frica Oriental. Merecen) ao entauto.
mencio especial, da npimoes manifestadas peloa
diversos grupos p> litios no decurso d s-a lis-
io Assim o S. "Gral, depuUdo por Col-
n ir, fez notar que. em conae jueucia da pjttca
idoaneira do imperio, aa exp > ti.cea h|iem1e<-,
rujo val .r em 1860 exceda 2 600
marcos, atiing rom no ultimo 3 tOO
8 por cento aobre
oa demais gneros expor-
tado
6o 3 per1'cento deex-
De ent sobre oa gneros
de ij- alque qu .lidnde de
pmceduiicis brasileira ou
milhes de peruana do Javary
mihO.
40:000,>OO
Se e quer proeurar lacros para o^ trabalha-
dores, preciao favorecer a exportadlo, e esse ,
leve er o fim principal da poltica colonial. b mais os-seguate sob
oue urn tambero a vantagem de contribuir para da coro applieaco especial
l,464:OtX).500t
o tituloRen-
o progreso da civili-aco soure o contin role
africano.
0 Barth, prog reas isla, r spon leniln a este
deputado, diz que a qopslo das suDvt-ncd-s. que
ae querem conceder as hnbas de roave#aco, se
prende iaiei menle -politi a protecciomst.. 0
Sr Grad. dis elle, deixa-s- lomiuar pelas re
cordagoes da poltica. Maf o exeiupio deste paz
devia bastar para con vences de que uo e por
meio destas subvengues, que se coosegue o des
envolviujcnto da mariuba mercante A colonia.
alterna oa frica oriental cusar muito mais do
que ao ritjajtjt eioBagin ro O- f aueeses gas
19." lj por cento addi-
conaea s >br<* toaos os ge
eros export dos, excepto o
caca, ;c do para auxilio
daa subveovSes comua-
nhia do AiAason Steaui Na
gation Oompaoy Limit-d a q n a nt ia .le i2:'X) 5
e o excedente or-
,Vd i para amoni-

divida
Rccebedoria da Botado de Per-
aomhuco
DESPACHO.0. O DA 8 DE FKTEBEIBO DK
1890
Manoel Joaquim (Jafalcante e Gurgel
& Mattos.A' 1* scceSo para os fina de-
vidos.
Mirandolina do Nascimento eS Iva, Jos
RuttaoT>rrea e The odor a Maria da Sil-
reir.Informe &..1' aecclo.
' 10
Alfonso d'Albuquerque.Informe a Ia
seccJU). f
O mesmo. Informe o c.idadao cacrivad
la receita
Leopoldina do Carnltf-'J ue '.os e outros.
A' 1* aeccio para cimprir o despacho
da 1 lina jiuiti do TneaoUrO.
Hedeiros de Egydio Carneiro Rodri-
gues Caupello.Deferido.


I
i
I
i
4
Na pa lico de 10 de Maio de 1887 citou a Ero
traza a clausula 2o.' para mostrar que o Presi
ente nao podia rpor si mandar fazer a ava
acao. nor pessoas sem rumero limitado.
N i ffieio de 8 de Agosto do mesmo anno ao
.rt-i tr Geral das Obras Puhlicas a Eropreza,
lendo aviso de que o Presidente nomera urna
( mmissao para avallaras obras, deca rou nao
ion'O'mar-se eomessa deliherafo por ser ella
hSusiva do que foi estipulad no contracto em
tare-do qual dizia) logar depoia de findo o praso do contracto, con
te'me a clausula 13*, por peritos nomeadoa por
ambas as partes, na eonformtdade da clausula
53'...
Entenda e susten'ava, que a escolha dos ar
niuva pora a avalutcao devia- regalar se pela
siuaau'a 25 *; entretanto na petico de de Abril
a< 1889 llegon : que a referida cau-ula
JvlMo traba applicajo ao esso occorrente
e bd a cUnsnla 13., devendo seguir-se o direi-
lo eimitcum quanto a nomeaco do desempata
or ..
12.
A avaluico contemplou o valor do gazomelro.J
ae eslava em coostruccao quando ella come
oa.
Era a rteciso do desempnlador qnanto ao Ga
onnrtro novo .
... O aTbitro da Empreza orcen o em...
(20 0""i oda provincia era 9":l>*)i ; diffe-
renca 25:0004.
onsioeraodo que este gasmetro foi ltima-
mente roiir tru do com todas as nrecancoes e
ttna obm que se recommenda pela solidez e
ao o njnotrouamenlo : pronuucio me pela ava-
seao erta pelo arbitro da Empresi, isto co-
mo val-udo 120:000*.
Sobre pase gasmetro havia eseripto a com
miaso di. Covernoem seu officto de 18 de Ago;-
10 >. 1888:
Ha oro gazometro em conslrncco, achanoo-
ie ja aqu a ferragem, pelo que a commi-so fez
a respectiva avaKacode accorlo com os dse-,
bus appmva tos por essa Presidencia.
9<>8 trabuibos das duas comroiaac--8 de avt-
Aadores e dos arbitroa, inclusive o deaerapata-
dor, bi-in como das recia tagoes da Empresa
ao consta que houvesse outraa bras em anda
ment.
i3*U.'
rasa juramenUda nem era necessarto que pres-
Itssem JBranwnto.
DESPACHOS DA SKCBBTABIA DO GOVLN
IH K8TADO DE PKttNAMBCO, 10 lia PE
, VESEIBil DE 189(1
ADjixo aasignadis, rae.nbros saladores da ca
pella de S. Miguel de Afogados. Itiuciram
ao Ministerio da Fazenda
Bichartl Antonio Mari i de Faria Nev. -In-
forme i o inspector do Tbesouro do Estado.
Antonio do Reg Barros.Remedido junta
medica do Esia lo a quero o suppltcanle se apre
sentara para ser inspeccionado.
Antonio J..s Bruno.i gundoaa informices
o peticionario abriga* a azer na casa de que
ae traa, os reparos que a toraassem appropna-
da ao servigo a qae se lestiaara, eaccresce que.
nao foram apreseutados oa attestados de ocrupa
o da mesraa cusa pelo destacamento. Nao
tem lugar, prtanlo, o que r quer.
Augua o A. da Siha. -O empregalo a quera
o supplicante se refere nao foi exonerado.
Carlos de Anuda & CIideferi lo, vista do
diposto nos arta 75 76 Jo cegulamcnto n. 935 i
de 10 ile Janeiro de 1885.
Camilo deSouza Carvalho.A' pretenco do
suppiicinte foi r sol la por deapacbo' de boje.
traga Rocha A C.R-ine'.f.do ao nsp.-ct ir da
Alfuideg para atienden
Julia Francisca de Souza. -Infor ue o insp.".-
tor da Tiiesnurari a de Psenla.
Vlarquea Sohnnho & U Nao e ada na s
crelaria do governo a relaco a que alludem oa
supplicntes.
EM AD.UTAMKN'TO Xt DESP vQaXOS DO DIA
0 DO COMETE
Baebarel Antonio Augusto-de Araujo Jorge.
Sim, com recibo.
Joaquim Pereira Barges -Informe o cidado
oir, tar da repartirn en can egada da censor
vaeo dos portes
Juv roco Mirques d Cunlia. Recorra ao in
speetoi geral da Iastruceo i'ubtlca.
Joaquim Francisco da Silsa. Informe o in-
spector geral da lustrueco Publica,
o.- da Silva Guunarea Nao ha lugar va
go -
M ra Carneiro de Cezar outinho.Informe a
Intendencia Municipal de Pao d'Aiho.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernaalbuco, 11 de Feve eiro de 1890.
' porteiro,
li. Morid da Si/va.
liparllro la Poliei
2.* sec^&o.N. 32.Secretaria de Po
ieia do Kstado de Peruambuco, 11 de Fe-
ve iro de 184*0.
i.iadoParticipo vos qoe foram boniem re
colhidoa a Gtsa de Dvieniio os individuos de
ri' ines Joaquim Stares Ca\aleante Jao de tal,
conbecido por /e Boias. Martinbo Ferreira dos
Santos. Adelino Jos Salvador. Jos Pedro Goo
Calves, Jos Jaiiuiirio Alvea, Maonel Mariis- l'e-
r-ira da Silva, Jos I.naci do Monte, Antonio
jn--'-ereira, Anantas fneir. Antonio Joaqaun
de San 'Auna. Antonio Joaquim Diaa, Juvencio
Jos da Si Ka, V.ciorino Aotonio anas aeio, Fer
naodea da Sirva, Maooel di> Nascimeato, Antonio
Martinbo, Caeteuo Ral e Maoel Clemente Bar
bota.
- Deerdem do D juis dedireite de t' dia-
tricto criminal, foi tarabem recolbido, por se
actiar pionunciadn.no art. i93 do cdigo crimi-
nal,.o reo Joo los Nunee.
Inspectora geral da lastruccio
publica do mistado'do Peruana
bico.
DESPACHOS DO DIA 8 DO COBHENTE
Mana Leopoldina Pires Ferreira .umpra-se
e ejisire-se.
M-ina Augusia daSilveira Curopra se e re
^istre-se. e marco o prazo de lo das para den
tro d'elles entrar no goso da liceuca.
11
Cloiloaldo Arisiheu da Rocha Pereira.-Cum-
p rase e ifgislre se.
Hermilla Lya AlcoforOdo.Lima. Cumpra
se e registre se.
Ciarinda Guimares Ribeiro Macludo.Cum
pra se e rejaatre fe.
Antonio daa Cbagas Rodrigue* Machado.
C impra-se e registre-se.
a a: tito e du actual gabinete de Li -bou >o cor
rec a que a IogUte ra faria mal em se preoecu-
par -on a agu-.cj dos seatimentos populare.*
em Lisboa e no Porto.
Acere-oralu o StandarS, que lord Salsbury pro
curara aiteujuar tanto iqante Ihe for pos-ivi 1 o
golpe que as et -cum-taflcia: o ibsptn 4 da no
orgulho e na susceptibiltdade dopovo lu-otano :
letne comiedo que o incidente fosee pnjudieai
ao commer-.io ingl-z enrPortugiL
la linifuagero Jos jornaes iugi>zes-'Vai
dendovdpprehender que a Inglaterra v ja que n
p le airosamente ocenpar as posara -o -s orron
taes de Portugal, por falla de pretexto* que ilh
deero, perante o inunda, aa apparenctaa "erazo,
coro que ella pretende sem are encubrir a batlali
la le ios sena najees-m ,
D'-siaTk di-so talves. mi- j que te de de
siatir disao, ao menos ue se salve o commercio
E' uTnffaclocinio perlei lamen te britannlco, por
que sironlnsmente utiliano.
Em Londres insine se no boato de que lord
Salsoury allegando a pretexta da sua doenca.
dei\ar a pasta dos negocios es'rangeiros, con
serindola-presidencia do iMiiselhi.
E' indicado o marquez de llarimgton para mi
nistro dos negocios esirangeiros.
A Ligado Arbitramento Internad nal com 130
menibros, d parlamento protestar contra aac
cao governameataldeLordSalshury, leelaroandij,
que seja suhraeit da a arbitros a questo com
TrrtSjl
. Ja regressou a Porlhsmoutb. por ordem do o.
vcnio inglez, o viso Eochantress. que fura ;.
Vo pm resultado do incidente iraglo-portuunez
Segundo uro lelegraroroa enviado de Loadres-
para o Fgaro, lera havido grande agilaco nos
circuios diploma ticos (aquella eidade, em, coo
sr-quencia do conflicto un Portugal.
Os represent intes officacs da AlL-manha, Rua-
sia, Austria e Turjuia teem lidftfrequentes con
ferencias com lord -alwbury.
Na opinio do correspondente du folha f-anee
za, a rainha Victoria mostra se muito inclinada
ao projectode reunio ae urna conferencia in'cr
nacional para resolver a 1 ndencia -t do Stanley Ibe "propoz a
Sei de fonte certa, e afnrmo-o sem recer de >f Tili.-ar que elle era victii
ser des.npnt do. ajuma o -correspondente.
laram 3.7591Mnes i.i"lgeriaaesemjyeuliad sacio da
utH. i do Estado
.O- proj"Cio foi afina) approvado ero- seguida j
leitura Votaram contra : os liberaos, i raaior ,. t-
parte do centro, e ns socialistas. *
. Nao verdade que o imperador va i assistir grainma de
as grlt;des manooras ru-isas. Al agora uao ful, tada para
convidado officialmenle. .. rmniehH a
- Aitrmava-S' em B'iliro que a chancelariar
uneoi val propor < poteticiaa uroa roanifesta na
ao collectiva a propsito do governo brasileiro 2L 2 por cento aobre
noiifomrusaiido todos os estraageiros que hab- subsidios e quavsquer sub-
tera no Mrasil.
- Aiieaar d is^ eleigas para o R'ichstug se
r alisaren] a 20'de Fevereiro a All-erana ai ni
-e era plena a^liacao eleito al. Em beo fiero dis pagamento
num niidudes temporarias quu a licrdade da
d s usso goza oeste roo'ii.'iitj tu imperio, o Sr
S'.Oger. que foi expulso de rterii n p le all eu-
tr*ra presid a dtn reuniRo e mais de 3 0 0
los seus amigos. O aeu dis urso foi uro libido
lgico r. ce aa lo contra o actual regiroeo.
i-se que a maiorl servia ape las para op
priu.ir.os fipSrea em favor dos neos para sup
i.-jmirtodas"!s lib rd.ues para'eleva os di-
ren*s adunenos por foruii a tornar mais caras
as subsistencia* dos Operarios
Se>:u ido-se collig dnnj- rnaes alleroes, os
socialistas contaiu coro urna gran le victjria ua
283:000,}
-------_ 4iK):O00^00t
ventees
c .uto de
r s por ki-
borracha expor-
co-itii.uaQao do
para recebedo-
aupen- ri-, desloados uo
la divida
iO-OOOSOOi
10:'--20OOf
- ?>r acfce de 29-lui dada nova orga-
5 o Sjeretari do Groven-o, sendo
sup.vi'iiidii a 4a 8eccao e dispensados dt-
nis
EXTERIOR
EUROPA
Italia
Consta que o governo- italiano envin or-
dem ao general Urera, commandante da expe-
lite de 'Massuah, gara> avaacar com as suas
tropatr* oombiuar a ac^o com os generaes to
re Menel;k, os quaes pareceui coroteraporisar
demasiado.
uppe-. Tngr, por querer espenr al saber em que con-
- sttm as ad|t|a8 ao tratado feito em Roma,
dor-.ntOa estada all do aeu enviad iMannwra.
Secundo afir.iirri6u, de Roma, a marcha
das torcas italianas'8obi e Adu ib nao implica a
intenv'o de oceuparem nov >s territorios, mas lem
por uoico lim soccorrer os lugar leneotcs do rei
Menelik ua Aliyasunia.
Bere8SjMein de Turira para Roma, o rei Hura-
herioartTOlia Margan la e o principe real Vit-
lor tfppaouei. que liuham ido assistir ao.- ulti
raOOTOcmeoios e aos funeraes do duque de
Aisla.
0 ex re da ispanba, Araadeu de Sboya.
morreu depoia le ter recebidaJtoilO os soccorros
da reiigio e de ter t>eijadtjpm fervor um cru-
citixu que havia levado de Ueepanb.i.
E' geral a con-tern .cao publica >.m Italia pela
morte do cvalo-dna. o principe.
Eiu todas aa ierras importantes honre raani-
festaces de pesar ; l'ecliaram os tfiealtos e as
escolas, e todos oa part ios, sem dlstinccao de
bodeira, lameniam a morte prematura do prin-
cipe Amadeu.
A cmara muni ipal de Roma resol ve u erigir-
Ibe um monumento no Cap tolio.
A icsar das disposicoes do finado para que se
ihe tizt-sae nm funeral molesto, foram .Ihe pres-
tadas pomposa- li inraa funenres.
O cadver foi depositado na Saperga.onde re-
pou-avara todos os principes da caga de Saboya.
O rei Humberto qu>2 ticar n> cavara morlua
ra, afiu de dirigir pca.-oalmuate os" preparativos
du funeral.
Foi elle quem, ajudado por dois Olhoa do tina-
do, denos o corpo no uU.it.le depois e o ter abra-
cado pela ultima vez.
E' do theor seguinte o deipacbo em que o re
Humberto participo ao .-r. Crisp a morte do
principe Amadeu.
O meu querido irmo expirua s 6 horas e
43 minutos e conaagron as suas ultimas palavras
ao nata e ao exererto. di sendo que os amara, com
ajuma o co'-resnonaeiiie. que a
gente que prica com o prncipe de G / reproca o
proce lmenlo de lord Salisourg cujas munetrus
bruscas mais de urna cez Um descontentado a corle.
Oulr telegramraa de L-udre para o mes
mo jornal, allu lindo ao conflicto com a Ioalater
ra, dizque o governo poHHgoez r.em sequei- contn
com o upjio do oppisiqao giadstoneana. E acres
cenia :
G'adstonearrisca se a perder a ana pop la
ndarie, se tomar rd^feza de ortugal no parla
menta britnico. Segundo pareee, ser'proposto
um vol) de a^radecun.'iilo ao governo actual
approvando-o acamara p>r unammidale. Tal
exactaroent'- a situ.icu de Londres.*
O Sr. Gi snlien, ministro da fasenda.do ga
lmete in.-lez, fallando aos seua eleitores em
Lo ,-dres, exprimi o pezar do governo pela pen
dencia com Portugal ; mas dase que o proceder
do gabinete inglez se tioba tornado inevitavel
pelaa -usurpa.'Oes dos agentes portuguezes em
territorios onde nao lera so obras de direitos;
urna questo que diz respeito a toda a frica ;
mas apoiado pela conlianca dos sens comp.i
trilas o governo britauaico levar o assumpioa
bom termo.
O Times e o St-itufcird coiittouam'a eropregar
urna I uguagem ameacadora para com Portugal.
O Standard de lara qu a Inglaterra estara de
rfd'da a proceder summariamente, se Portugal
buscasse iiludir os seua compiomi sos.
Per iniciativa da Aasuciaco Liberal reali
soc se e i: Maiichesler um grande comicio.
O Sr. Askion de Ja rou que nao se poda aflir
mar preeisameiie e a poltica seguida foi incor
recta on eerreeta, eicqu mo nao se tivesse vis-
ta o Litro Azul; mas nao pedia deixar de ex
primir urna certas luvidaa pelo modo como fo-
ram repentinamente concluidas as negociactes
cora Portugal.
vuaodotelivcmoaenvolv;do3 em difficnltosa
que-tocom a llemanha. na frica dase e ora
dor, tratamos aquella nacaocomo diwamos, com
grandes atlencoes p conveniente respeito : o
mesmo lizemos a .a nossas quesiO '8 ; u a Fran
ca, e nao deviamos mostrar que nos aproveita
raos da pequenez e da fraqueza de Portugal,
para u-ar coro elle me.,idas ue ameaca que nao
uos atrevemos a usar cora potencias mais fortes.
. enromamos, a -creaerntou o orador, grandes
responaabili les no sysu-ma que usamos com
Portugcl. Nao so creamos muita mioitsade
naquelle paismas provocamos all urna cuse mi
nisterial E-tas resposabilidade- nao as devia
mos tomar, sem as mais fortes razOes ; e parece
que, se nao bouvessemos sido aggressivos a
que-tao poda l-r sido encamiohada como de
va sel-o -. omquanio cora o pulso firme, em todo
o caso aem a t>ulha, que bouve as nossaa ame
cas contra Portugal.
Muiias casas de commercio de Mancbester
-e de L rodres. que baviam recebido ordens para
compras, de Portugal acabara Ue receber cartas
ou leli'gramnias, annuiluado essas encommea
das. Ha a li grande irntoco.
Allemaalia
A So de Janeiro o parlnmento do imperio da
Alleininha rejeitou em 3* Jeitura o projecto de
lei contra os soci usas por 169 votos contra 98.
Os conservadores votaram j^rotra o projecto, qc
considerara ioefficaz sem ooara^rapho que dava
no g veroo direito de expulao. 0 Dr. RmiU-
clier leu depois-Ti decreto de.encerrameBti* da
sesso legislativa. "0 primlpe de Bismaik nao
assistio setso. *
O imperador Gulherme. no sea discurso
encerrando o parlamento, feleral, agradece,
nacao a sua fidelid,ade ; diz qae o parlamento
ajudando o a augmentar o imperio, ba dlitou a
Alien anua a conservar noconselho das nacoes
a influencia que ibe devida, e que empregur
sempie na.inieresse da pas "e da civilisacfio e
cun-Iue expressaido-aiua^im solicitnde pea
melhona da condico daa classes operaras, as
quaea espera que a sabero apreciar.
, Berlira val-ter um porto, de mar.
i 0 engenheiro Scaeck 'i autorisado a faser
todos os estados ^trabamos preparatorios para
urna. -
P.iivi'i-iiaixos
0 proee'SO ij 1 1,' ira i o-IloMaild'Z. com
respeito fion;: jj> da Guyami. esia ja as roaos
io caar ; mas .^Qil -.: nao sabe se o czar aceita
0 encarga do arbitram mo
Tem pijiorad ulum mente o re da ilol-
1 roda.-
CMir> UuiiKria
Oizero de Vieiuia-a i St-ind-f-l iqos lia ne-.'o
lacea euiabnla.jds paa *u o trocado*** con
u-r lo aoslrii-iuxo:
E' grjivissiuiro tfalo do conde Andrassy
Piram amad-vpara junto U itflJ^SO seos
dous filhos
A cunan dos depaddos luugama !elegen
; u ,vi.-.e presidente o conde Th'oda! utrs
-y (?) e eeidio uninunid i.te naSsiv i di:
i.8 ao das brtigus do oryaui'Q'o dos culi i.'.-
OconleUe t"-ky mnisuj di hstu co pu-
blica, e dos culms. aeclarou que, far esto auno
.s uece.ssarias diligencias para se couseguir a
auto lo.nia dos caro li ir*. Applausos.
Binumorca
K di-a -am-se. a 31 : i Ja aeiro as e|ei(6es* gf
raes para o folkeHng. Fo. .un reeleitos tres dos
uiuistros. A direiu perdeu quatro representan
te-.'
Os resultados conheci los das eleices do
eiioa 5"inroiateriaea. 57 candid loa da ci
luerda uko.leraja,- 17, intransigentes e 3 socia-
listas.
XrtKaria
0 governo bulga.o lecidio forslcir a frn
terrado TI.nokvein consequencia darectjaa da
Servta-e celebrar ura tratado de commercio.
,e.i Gregorio doa
muito b ,a e Aon-
AFRICA
Ka:*
Infirmara do Cairo que o estado
tolo o eibusiaamueque eniia morrer taomoco -
nnicamente por nln poder servil-o8, como era o a constmccSo d um canal que. ligue Berlim com
seanwior desejo.
I
' o mar Bltico, por Steltin.
do Eroro Pa-
cha comeca a inspirar* serios cuidados. Accrea-
centa se que ae teme utua gran le perlurbaco
laa suas faculdades metttaea.
A- conlradicces em que incorreu Erain, quan
retir da pareciam ]
que elle era victim- ie urna perniciosa
influencia do clima do St4do sobre os europeus
Isio junto ratast.-ophe que Ihe aconteceu em
8a,amoyo, ahinuo d'um janella ra, depois
d'um lano janiare copiosas libactes, causou Ihe
o r insumo daa faculdades mentaea, que. se-
gundo opinio dos mdicos, se comeca agora
a acrentuar.
0 Daily News diz que nao se pode pensaj
agora ero evacuar o Egypto, nem mesan em
xar a dat i da evacuaco espera porm. que a
continuaco da poltica linanceira de sir Eveiyn
Bo-ring apressar-o momento desejavel era que
a Inglaterra ufa a da saa obra consnmauda po
der deixar o Egypto aoa psypeios.
Manida
Est publicado o tratado de Samda, declarando
serem aquellas ilhas territorio neul al, reconhe
cendo a sua independencia com o rei Melietoa
Laupepa, e eslabelecendo a ignaldade le direitos
pira os subditos das potencias sigoiiaria* do
tratado.
AMERICA DO NOKTE
GlHllOS-I niilui
Do dia 4 de Julho prximo, em diante. a ban-
deira dos Esiados Huidos paasa'a ter 42 estrel
tas, col'ocadas em seis lionas honsontaes, .con
lendo cada urna sele estrell s.
Esta moditicago motivada por terem sido
leclarados Estados da Ume os amigos- termo
ros de Dakota do norte e do sul.. Montana e
l* ashing'oT, qne sero represeniadoeroelas no
vas estrellas que se -juntaram bandeira na-
cional.
Parece que j se nao realiza em 189* a exoosi-
cao universal norte-americana, porque a eleicio
de presidente da repblica a que tem de proce-
der .aera'esse anno, prejudicana deveras o grao
de emnrehendimento omraercial e ndu-trial
Ha. cois, todas as probabilidades de qne o cer
taraen sejaadiado para 1894 Pelo menos assim
o dizcm telegrammas expedidos, ba pouco, de
Washington para o ealraneeiro.
Tem cabido, ltimamente, nos Estados
Unidos randes avalancbes de nev. -
E'Jaconhecido o parecer da commissodos
negocios estrangeiros do senado norte-ameri
cano, sobre a proposi do senador pela Florida,-
laII, pedindo que os Estados Unidos comprem a
ilha d2 Cuba para proclamar n'ella a indepen-
dencia.
0 parecer da commisso desfavoravel pro
pos a ae M. Cali.
INTERIOR
Xorle do Brazll
O paquete nacional Alagaos, bontem che-
gado do norte, trouxe as seguintea noti-
cias :
(Mudo do Amaionaa
Datan at 3i de Jaueiro :
i'or decreto n. 26, de 27 de Janeiro,
foi oread a receita e fizada a deapeza do
listado, sendo em ambos os caaos no valor
de ,243:vi70dO .
Sob rubricaEzportac3o estao lan-
cados estes impoatos: *
l. 10 por cento sobre
a borracha ezportada pa
ra os Estados Unidos do
Braail 1,200:000*000
5 2 6 por cento sobre
a borracha exportada di-
rectamente para tora da
Unan 170:000*000
3." 5 por cento aobre
o peize Becco exporta o 9:(JL0KXX
$ 4. 4 por cento o gua-
ran, o cacao e a casta-
a O-OOCJOOO
?crsos era oregadoJ.
A rotn enca municipal da capital
approvo i um novo orcsaiueuto p ra o cor-
rete anuo.
' Segn io elle a.receitu orea la em....
lil:20 e adeopza em 12 :917-500.
For lecrto.de 2o loi aboliao na.; en-
cola de Katitd o ennino religioso.
Fui deportado pira a tiitjgppa, Ces-
rio ."^hi es y F.-rnauiVz, qiie, aeua titule
lega ex^rcia a inedicna.
L-se n i <'ominerci'o do Amazonas,
de 8:
. a M noel Tendido de Br to, Izid-ro Ma-
noel d-. Suit'Aii'a e Mu
Santos,, oije p.ir ~ re
radas pessoas v erara dep .-lados para este
Esudo, pe ehefe de polica da Babia,
vao-ser r^ca biados nn p metro vapor,
por uo termos nee-ss.dade de seus va-
liosos pr. sumos.
Boa viajera
Ante hondera noite foi traicoeira-
meote teridocoiu una tacada, o subiio por-
tug jes. AutooiO Ignacio Prelado, por saa
amante de nome Januaria.
t Motivo de ciumes djo cauna a este
incideute. (J fendo foi recolbido Santa
Casa de Misericordia, anude se acha em
perigo de vida. Januana foi mandada para
a cadera pulilic.H.
Ealad do Para
Nada rei'erem as folhas que mere? inen-
^So.
Rendeu em Janeiro a alfandega....
616:(^9A217. i
A Recebedma 171:390*553.
Eatado do Maraabo
Da as at 6 ds Fevereiio :
Deixra a redaccilo da Pacotha o Sr.
Vict r Lobato.
A esse respeito ecreveu o Diario de
Mraihao : I
Deixou a propriedade e redaccSo da
Pa ot'dha o n< aso collega Sr. Vctor Loba-
to, ue em 1881 fondea essa folba, a pri-
meira que nesta eidade vendeu avulsa dia-
nam nte.
i Jomo declara o coega, o seu funda-
dor retira-te da capital, a qae c forcade
por interease d saude de pessoa de aun
familia, circumstanci esta que o faz dei-
xar o logar honroso que oceupou m. m-
pre sa maraohense e no qual prestoo. o
melhores servigos em beneficio d* sua ter
ra natal.
L-se na Pacotdha de 4 do corrente :
i A tarifa movel estabelecida peo Dec.
n. 10,170 de 26 de Janeiro de;l89 diz
no art. Io que alfandega cobrar a taxa
addicional de 6 /0, quando o cambio esti-
ver de 22 1/2 25 d por b), a de 15 por
cento, quando estiver de ma s de 25 a 27
o li2 e a de 20por cento quando for de mais
de 27 1[2.
. Com o cambioauperior a 25, c:imo
esteve at ha pouco tempo, o commercio
p-gava o imposto a razilo e 15 por cento
add., agora, que est infe ior a 25 d., de ve
ser pago o imposto a 6 por cento.
i Ist > obvio. Entretanto a nossa al-
fandega 'insiste era querer cobrar a taxa
de 15 por cento para faaer a cducean
Ipara 6 por cento, inforim se nos que exige
ordem do governo federal.
< Nao nos parece ter cabimento urna
tal exigencia, em face da lettranxpreesn.
do citado decret <:
Levado o f-eto ao conh cimento de
Dr. Tboraaz da Porciuncula, disse o cida-
do gover-jador q .e Ihe apresentaseein aot
r dar a questSo. *
Kenderam em Janeiro:
A Alfandega W-te686*9l4
O Thesouro do Estaco 67:108*839
l>Udo o o Piunbjr
j Ditas at 23 a Janeiro::
As noticias des. e Estado const*ra da
carta do nosso correspondente, pubHcaO
na rubrica competente
V.h ado do Cearav
D.tas at 8 ue Fevereiro:
Sao desti uidas de interese as noticias
deaae Eatado.
Eatado do Blo Grande do Ns-te .
Datas at 9 de Fevereiro :
As.-umio o cargo de governador, por ter
dexaio o respectivo exercicio oDr. Adol*
pho Gordo, i. ebefe de polica Dr. Jeroajr*
mo Ameri -o Rapse da Cmara.
*Foi nomeado chefe de pohcia interi-
no i- Dr. Ant nio de Amorim Garca.
O Dr.. Adolpho Gordo embarcara ne
vapor Una para, na Parabyba, tomar e
paquete Alagfas.
O seu embarque foi muito concorridetr
BataOo da Pm-ahyba
Datas at^ 10 L-se no Jornal da Parthglw de 6 ;
- De 15 das para c tm-cabido copio*
saa ebuv. s em toda a regio dovltc*Befu
tao, alm do- Piranhas J "enohmat
acodes*,- e riachos e ros tem tido graadnn
enchwntes. Assim nos diaem'carias r*
das d'alli, e datadas ha oito dias. >

(fl
-^%r.,
m


-JBfc^^

ss
n
.*
-
ti
i
por decreto do memo goveAdor, de- ^fn,, ,
incito dos seus
mniuire
>to*a
(Jfcia.
Sao es contribaintes e os cidadaos que ama h
10RRESft,ME\UAS
----------------------------------------------------------.......... ---------------------1
De> Diario de Peraamfcaeo
PIAUETYTherf.sina, 22 de Janeiro de
180
Ligeramente, mu caro Sr. redactor, vnu dar-
lbo ooiici.s d.is ultimas o'curre.icius que aqui se
dera.
Trata o nosso governador de contrahir um era
prestin i ioterno para o Estado, poriu, apezar
dos louvaveis esforgo< que ha emprega 'o, ane
as teiu c inseguido o da quaotia de 32 50000t,
dcima parte da de que prensa para suiver os
coinpromissos que pe.-am sobre o tb-souco.
A referida quantia, turnada a juo- de 8 /, ao
anuo, teiu -ido exclusivaraen e applieada ua II-
quida4ao dos ordenados dos tonca -nanos do Es
taio, omegan lo se >elos qu-i erffcj mais airas i
dos, pi< intentos que, conforme determinuu o
mesnio gobernador, tera sido feito com v abali
ment de S "...
Veja. pois. meu caro seobor, a que sor* Bata
reduzido j fuuccionalismo publico do Piauhy !
Alm de m.il pai como, sem alteuder se qu- ja paga rain 5 o/., con
forme de lea, i i; pos lo que esta boje elevado a
13 o i<> mez !
Falla se muito suniina que o governo cea
tral, visia os instantes rosos do nosso gover-,
aador poz disposigio d'elle a quaotia de WO
contos -ie res pira o resuate da divida, que ios
lc.,'0u o govenio nioaarchico.
A realizar s. isto nao p dia sur maior 0 ser
re i pivsi.id i a e-te E-tado Ma L)r. rtaumi-
tu-go ; -ealizando ac d'esta forma aquillo que
acerca Hj menino disse ein uiaa d*e miabas
mas m ssivaa.
Ac 11 ni
10 do correte, de ser dis^offidas as .cmaras
mu ii 'pios iio Estada, siib-titumdo-as por con-
telhos ae inte ideucia niHiie a'.
Sendo o deireto mais importante que ha espe-
dido o nosso governador, peco Ihe que o trans-
ere va io sea conceiiuado jornal. E' o soguinte :
DECRETO N 9"
Gregorio Tnaumalurgo de Asevedo, bacharel
em mitnsm-iticas e seiancias pbysicas, eage
nheiio militar, major do eorpo de eng-nheiros,
bach arel ein sciencias socia-s e jurdicas pela
Faculdade de Direito do Recife, cbmraendador
das ord- ns da Rosa e de Christo, cavalleiro da
de S. Beato de Aviz, condecorado com a med
la i de i classa do Busto Libertador Sima i Bu
livar, e governador do E-lado do Piauhy. por-
nomeago dos Estajos Unidos do Bmzit.
Considerando que as cara aras muoicipaes des-
te Est ido nao teem podido satisfazer a elevada
mi-.-'io a que se destina o poder municipal que-.
utr'ora exerceu uma influencia tao salular so-
bra a evolugi da nossa mriinalidade ;
ious lerando que se acham todas em deca-
dencia por causa de sua defeituosa'organisacao
e dos meios itnpruucuis deaegao qae Thes con
oederam as leu e os decretos- que as crearan e
sobre ellas dispozerain ; e de accordo com a re
solugo do Gove no Provis .rio de lo do curren
le, decreta : _^
Art. i Fi.am dissolvidas as Camaratflluoi
oipaes do Es'ado do Plautiy ;
Art. 2 Al que 3 rom, Juicio definitiva djs
Estados Unidos do Brazil e a deste Estado resol-
vam o contrario, o poder municipal no Piauhy
aera exercilo em cad. municipio por um conse
lho de intendencia municipal, composto de 6
memliro- na capital e 4 as cidades e villas, sob
a pre-ideneia de um d'elles, t todos uomeados
pelo governador.
Art. 3 Aos conselho de inteodeicia com .
pete :
8 i Rever a diviso civil domibniciplD ff
sen termo, a fixaro dos limites de rada paro
cha e suas divisla em districtos e crear poros,
conforme o numero de habitantes.
i 1 Orear a rec-dta e despeza pu Micas do
unicipio em cada anoo civil.
4.' Ordenar a despeza, receber e faser ar-
recalar as reodas.
j4' Determinare regular o servico economice
municipio, creando e supptirajndo empregrts,
guando o servico os reclame, reduzin lo ou ele-
vando ordenados, marcando vencimentos e por-
centagens, e esiali -le -endo o melhor modo le
escripturaco e de arrecadac) das rendas por
meio de seus erapregadoi que sao : o secreta-
rio, o procurador, po.'teiro, o pregoeiro, os fis
caes e < guardas.
g o- Ordenar e fazer executar as obras rauni
cipaes, 'nrfiante projectos e orcaraenios previa
mente approvados e prover sobre tudo quanto
diz respeito a polica administraava e economa
do municipn. us-un como a tranquillidade. com-
odidade e liy.'iene de todos os seus municipes.
| 6' Subvencionar asylos de mendicidade e de
meninos desvalidos e crear escolas publicas noc
tamas para adulto*, nonvando os profesores e
arcando Ibes gratificares.
] 7- Concorrer com 'O,,'* da receita annual do
municipio para auxiliar as despezas com a forca
ubvenc onada pelo Estado.
8" Crear posturas muoicipaes, nasquaes po-
der commmar pen^s at 8 dias de prisao e
2O4000 de muit-i. queserao aggravadas. as rein-
cidencias, at 30 dias de prisao e 50*000 de mul-
ta.
9 Revogar e alteraras postaras actuaes que
forera julgadas inco r.pativeis com o novp rgi-
men que adoptou a N cao.
g 10 Cm-.Huirse era coramisso salvadora
do municipio sempre que houver guerra, peste
u fome.
i 11. Indicar ao governador, e promover des-
de logo, os meios mais efneazes para res abele
cer a paz, debellar a peste e soccorrer aos indi-
gentes.
| 12 Iocumbir-se da distribuicao dos soccor
ros publico* apphcando os em retriouic&o aos
serv ;os que forem prestados pelos soccorridos.
| 13. Noraear cidadaos patriotas para auxilia
rem o Conseibo as providencias que tiver de to
mar em bem da causa puoiica.
i 14 Promover de acord com as autoridades
locaes por meio de commissOes parochiaes o re-
eenseamento geral do municipio.
Art. 4 Compete tambera aos consolaos de In-
tendencia municipal :
| 1." O julgineuto das contraveoces de suas
posturas.
f 2." Logo que for preso o cont-aventor, o tis-
aml ou inspector de luarteirao da respectiva pa-
roebia formar o auto da contravenco com ret-
tida e qualiticacao do infractor, o qual ser as
igualo por este, pelo detentar e duas testemu-
abas, sendo intimado para apres- ntar se ao praso
de oito das no Conselho de Intendencia, atim
de ver se proiessar, sob pena de revelia, e logo
posto em liberdade, salvo se for vagabundo ou
sem domicilio certo.
| 3 0 p ocess drf contravenco ser verbal.
Himmarissimo, lavrando ae soinente um auto, e
orrer peraute o presidente teodeucia, de cuja sentenya havera recurso, que
era interpelo no praso ue tres dias para o dito
conselho.
| 4." No juramento em recurso nao votar o
residente do .Conselho, sendo tomada n deciso
por maiona absoljta de votos, assim como nao
ter o o deliberativo.
j 5. Ser>ir na juota de reviso dos iurados e
de sorteio do jury e taubem de suppfeotes de
ies muoicipaes pela ordem da nomeac&o, na
Ita no- titulados.
Art. 5 O C'tnselbo d Intendencia Municipal
proceder a exatue e SjOlicancia de todos os ac
tos da c mar., ai-i-olvid-., dos coorra-.-tos exi-ten
tes proud- :h iaielo no> t- rmo- das les viyeute,-.
ratifiraiido ou aunullanito quaesquer d'ell s. .'in-
da que e-trjuui i-ui ejteouc o. se forem contrarios
tos interes.-e- rom oos do mu n'ipio.
Ari. 6." O governador res"' va-se o ilireiio di
restrinKir. ampliar >>u aappriiuir quaesquer dat.
attribu (.'sque pelo presente decreto san confia
das ao i'.u-lhos iie Intenden ia Ifuncipal.
quando assim cunvenlia ao h. m publico do mu-
icipio ; bein como o de ? ib-lituir, en lodoou
parle ao impediineiitoue ura de seus rae ,ibr s
Ari. 7 Ftcam revi-nadas a I-i de 1. de Oolu
brodc 1828.jaderr-.gada pelo oveniopiovi-orio.
oais iiispo-icOes em cotitruno.
1 etenr-ino peta, a i das as autoridadi-a a quera
o coniieciiLcnto e ex eucao die decreto perlen
eer, que, o -umpram e fayam cuuipnl o ri* -
ente.
O secretario do governo o mande imprimir
publicar e correr.
Palacio do overno do Estado do Piauhy. Tb
tesina, 20 de Janeiro de 1890.
Gregorio Thaumatubgo dz Azbvbdo.
I)ian.
Pernamhnr.oQnarta-leii
F
evereiro do '890
3
Publicado c presente decret u'esta Secveiarra
lo Governo do Piauhy, aos 20 le Jsnart) Tle
1890 t;
O secretario^
Clov De^appareceu o jornal Ttlphotu. que foi sub-
stitudo pelo Estado do Piauky. que at 30 d
Abl ser publicado, tres veaes por semana e
l'abi era diante diariamente. E'oruo officia'.
Devemos raais este mclh^raraento ao joverna
dor que nao lera p .upado esfo eos no sentido le
do>ar sua trra natal cura todos os- melhurdme-
tos de que se torna digna.
Fallecu o coronel Jos Joaquim Aelnins, the-
-f ureiro da Tiesouraria de Fazende Vicente da
Costa M;irtins. y
At o correio segrate.
NAZARETH, d Fevere ro do 1890.
Os assujppm-s quactullTien'c mas preoec
p un a altengao dosti-itninuies desta comarca san :
a Barca Minerva e o Gyos.-ihi de Iotandencia
Municipal.
A tal Bdrca Jfyurv disperta ra eaperancag de
fabulosi* lucros entre a< cla4Mwnen'n favorec
il,.s ia fortuna ada n.siruc,-iP^P|oe embariar;io
n'ella as suasJflpxenas economia-.
A Intend'-n'dja'poda tafnbem gosar d'estua fa
vores na opitiao. se a su frente nao estfrsssr
occupand.i a dignidade de presi-lenie o c(dado
tfasael Oioisio Pereira, o mesmo qu exer^ o
caran de presidente da Cajnara MuafCipaJ. oi-
ral i.ente rec-ia-soj^ue esse :-,iliT4o qug. a >
o la monarcliia, era tao bOm p lilied^ cuie
!' zia d.ajaavtfa dunicipai uma espet* "
mMmmmmaammmmwmmmjmm
via-'.-m Jle Vieoua
a Pars, do aud'acios
Hermano Zeitun^ pareceu.to inverosmil-que
-^olamos a ella para affinnar que a mesraa
uxoria inteiramete verdica.
O inventor Hermano Zcitung atravessou a
A*stri, a Buviera. o Wui t.-raberg, o Grao Dj
cado de Ba le, a Al-acia e a Franca encerrado
entre -uas quatro taboas, a-pirradn o ar alravz
das joaias Je ua dogal ir haoiacJ, n s# lenilo
cemo p ovises de bocea um pao e as garrafas
de que fallamos r
cgsaVatx;
dentro Pareceodo DW sati>,ici0ria a PXp-rScta.
manha de tererfera foi pro'urarura commissa
rio e rae - H ije depos de meio dia, v buscar mi-
ah casa umaeftm. Ro. estarei ausento, mas
alli estar.'uflKjdjHheic d- carro, que n Sr. f.ra
e'i-hcr na esiapa.
cu depoismtnucio.-.is indir.ico-s afim deque
;o volume fosse no trem de grande velocidade
pira ser pa,'o no porto do seu
passir uma noile inteira
pe ae ha ia predljiposlo^
sa do oIBialil/aiate.
O -et'l Journal d>>n
Journal dea a chave do myslerio.
c i e^a< di
riiuiretu uma nov.i direc
affs servigos a cargo
a-
ira
hopesta e i--c i
da me'smxlutcn
Quera siie
Tjlve o s-u conformador, ron-
ozostr i de.-agrado o to If ruido de ago e-ctf ha-tes no Jem move-.se
rem noticia da oomeatodo cidadao Maooel Dio- *">diversos sentidos para poder obter Mas as
nisio para o alludido cargo.
Nao sab---mos o rautivo/por que dexou-se d-
pref.rir ujn oui-o cidadao para nomear e o ca-
oito Manoel Dionisio, ex pruaideaie da Cann- a
Municipal, Dir igual cargoda hiteolencia.
Consta-nos que^se cidab vae penr"Sua de
nisso, visto como o constrau?e a f% de adh-
sao e de apoio publico to necensarios para o
num de-empenho da incumbencia de que se acha
invest.lo.-.
Nao damos crdito a esta verso, por isso que
estamos na persuas&o de que o ca dto Manoel
Dionisio tem uma tempera rij i e forte e encara
ixm sobranceria estas tempestades qua^-mpre
>urg>*m ira vida dos grandes hv.neQ* e, a ex"in
plu dfcjrUismarck, .- deixario pojlerquindo fal
tar-lhTa conliaoc-i do hoafado goiernador Jo
Eslat.
O certo que o nobre presidente da Intenden
cia ja teve de, por forca das circunstancias, dar
o aeu voto para demissao dfl^procurador da Ca
ufara extiocta, que eu pyfcnte prximo.
.Louvaraos este est >i isi^bconfi-mos que ron
tinuari a votar cora os ddns raeratijos d""
'enca por providencias qjw, como essa.
reclamada- pelos interessxs municipae-
Para o fogar de proctfradnr da Inieudmete (<$
n meado muro acertadam^te oci't*l(-lMJiaM
Pacbeso de Albuquerque ^rranntoEQ
dade e reclido de carcter tod^jfre
proclaman.
Essa nomeaco ha de mdstrar que a receit
do municipio e. r^nsuioapawi^s xercicioajanie
riores, de uma ftm ura pouco mystica, ptjr'qu
apusiamos.em enrab noSia do corrate exercicio.
satisfeflBau servicos lndii-ados na le do
Felizmente pa"a esse ousado viajante, rora te- ^.e fosse exped
mala a precauc'io de colloeal o n'um W.igo cer- 'destino.
r do, pelo que uo foi elle desacommodado de | Tendo assim multiplicado a3 recoaim^ Vienna a Pars. emais, demoran lo se pouco o prometteu ao mmlssario tres flori, que Ihe
expresso do Oriente, Heruiann Zer.ung uoucos entregara i Asta do recibo da expelicSo.
abalos soffivu. IuMgiuese as sacudideilas que N auralm -n^ quindo o coramjssari%voltou
. lie sottieria selivesse de ser dea ou quinze ve da eslaco. qirtMem enootrnu. nem no dia se-
les mudado de wago, removido de urna para guite aclioiMhng.
ouira- peqtienas nubas I j Foi entao Mi sua declaracn polica, que
Penosa realidade o infoiiz inventor acha se fez constar pjgjornaes a djapirlco mysterio
lesde hvinlefQ itodaposito da prefeitura de po
licia.
- A Companbia af E'ste (estas companhias sao
impiedosas) deo queixa contra elle, e reclama
do noraera-vouine a qnantia de 49 francose 80
ceritimtwpnisto da expedlfio-oo do hornera,
uas dd*lumf, que -pesava 92 kilos, inclusive
transporte de carreta, de Vienaa a Pars.
E' na vi rdade mujto rigoroso ; e bem mal se
recoafiece a-sim a audacia e a perseveranca
des*" pobre Hermana.
Quando ba seis mezes apena* eran^ applau
dolos os excntricos vijantes que vtnham du
e"irangeiro PariR. cavallo, |> era VUoci- j
pede, eem c-arrinhog, p-irqne razio arrasiar aos
nbjuaes Her. ana Zeitung, que, partrado de
Vienna 6 mezes dejois, te ve tanto espirito e
c m.-taeia ? _
de xammir
trl>MB
que o Vt"-
farto ates 'lu-
lamente ile ncur-jfce.que caslellarauan!fortu-
na nr -xima ba^riii.JKr seu inven o
deral iSointeiramente desti
dainrato os bjato que teem sido
cidade a re-peito da Capital
fgrmaa. se ache na proxi na primavera ena todas
asoficiuas de costureiras, e d a sea mveotor
considerarasHueros.
Emfim, esse polaco esfido de austraco u u
hom diabo. "eve 49 bfraocos e 80 cntimos, o
qu urna miseri para aCimpaonia. Mis, em
surama. deve essa quan'ia, como volunte entre-
gavel i o ponto do deatino.
.E^ois. corao a 'iOfpanhia de E'ste. declara-
se proroptaa retira)'aijuexa contra o p isiunei-
ro, uma vez qu i este pa-.'ue o iwc de su.i via
gem heroi cmica, o etit Jourmil pe disposi
gaoikkjompuiihia de E'ste os 49 francos e 80
eoiiaros, que o poare Hermaun nao po-le pagar.
Depositaremos hp|e mesmo a referida so ama.
qu.ndo aiJWOSeja, para agradecer cora e^se
s-rvic-i aaBpteo ao hornera que. ba iS horas.
faz nr a Fra~'l$a m.eira por ini-Tmedto do Petit
f-Journal, e. que se chamanota vi coincidencia
-r*Np-na lo seu nom alleroo ZeUung.
Cap
tUidos d
espalhadodjaesta
Federal.
Rema alii completa ordem e paz, e o governo
continua a inspirar se no bem publico, vendo se
a aparado anotado pela opini) naional.
E' i-io B) que con-ta do tel-;ri-nmBjae va,
jsendo M^ n i lugar competente deste Diario,
* com o que elle nos refere esto ioteiraineo te
aicorde^-iVti -las efficiaea receoidas pelo dig-
no e honra lo-governador deste estado.
TtfoquilMsem se, pois. os sinceros amigos da
ordem e das institaicSes do paz : nao ha mol
vos para .Jipar perturbags de nenbuina or
deta ; sao falfos bsooato^ espalhados.-
Juk manirpnt o de orpztfio -Pir
acto ne hon era do cidadao go e na tado foi recopduidoo bachar.-l Hjoorio Herraet
to orreia de Brito no Carao de juiz municipal e
Lie orphao- 'to termo de Goy-rana.
Q
A 8QLT144 DO HOMEM VOtOME;
rtt Jminiil.if 19)
incoinp^Jtelui/nii) mais f.icil reti
j^cao 4ju;p>eciio du E'ste o pe
Trju- de Vienna. na terca-
je. di que. retirar-H-rma'on Z-itung
ma-on le^M^^^^Eiro, como disse
s^a inculpacaoff Jpiacaria e vagabun-
ra; "
antas viagens e peregrin^cOes alravz dos
iit.torios e dos an lares da Compauhia de
E'-te. >to Pa acio de Justifa e da Prefeitura de
Po icia I
E no- eolanto, em toda parte; o enviajo do
?'$'tL,Pe't Journal erae^perado com os 49 francos e
m^V_d^..8^J_'r?nic!588,dosa'loemtdvofl |i cntimos, prego do rgate d pns.oneiro
das cofres munftipaes.
Podemos arfirujar que essa Desa"' lm?uage,u
nao agradar a rh certe grupo, raj^s. for. rn as
condesceudenc is e uraas cerls ,6Tovi"n^crtl
que estragavam os caracteres e as rngrii^gOes ju-
radas ; pouco nos importa eeae desagado desde
que entendemos que o bem publico leye ante
po- se aos interesses pesioues.fleqtlpm.titfer que
eja.
No di
sao do
ua unc
jinstallou seaseg
cierna lrWrdina
presos que d -peodi.im rtfl'JWgtf
que no mez de Marpo-seja convocada a pnmeira
sessao ordinaria.
Falla-se na fundago de um Centro Republica-
no que tome o encargo de dar direc;o aos inte
resses polticos do municipio de accordo cora a
opiniSoda maioriados cid i daos da comarca, sen
do convocados para isso todcs os que perteociam
aos dous partidosliberal e conservador.
Nos applau limos essa idea e desejamos que se
reali8e quauto antes porque nao possivel que
uma comarca importaute como est.. se mostr
indifferente aD movimento nobilissimo da recons
trueco da patria.
JU-gUe -e :
(H-Peftt Iwirnat conta aqui detalhadamente
tudo qu .uto o.'.correu'na estag i frrea, no de
psito e na prefeitura de poliem. Para abreviar,
ion)--mnlhe apenas a coocuso).
Ni Pi-efeura de Policio.
A'? 5 horas, cDJpgou o nosso enviado ao gabi-
nete do chefe do escritorio dos estrangeiros,
ndo raais uma vez apreseotado-:
^- J}>to Sr. ve u da parte aW>W Jourtutl...
r_ \h h -ihir! Wfaei--'-'s*)-hawaM ala ua 1 Va-
mos lar-loe o seu protegido. Elle Ihe dever
urna i da tocha.
O chefe d escnplorio faz soar ura tiuipano, e o
hnmumculi ainla, urna res rairoduzdo. O gi-
MOteaOo guarda rain cipal nao s j acha mais pre-
sente. D-stafeiaHermnn Zcitung a-ha-se livre.
Varaos partir, quando u.u criado do eacr pto
rio vera a lvertir nos de que diversas pessoas
esperaos no corredor a sabida do vfcjaftte excen
iric i para propor Ihe couduzil-o, raetel o ga
lii.fa, etc.
sahida
VARIEDADES
le viean;i Pars 'tima caixa
VERSO DO Diario de Pernambuco
feetit Journal i7 de Janeiro .
Na estago de Este, em Pars, deu-se botem
um dos raais curiosos incidentes.
A's 5 horas da raanh os empregados dessa
e-taco descarregarain do expres-o do Oriente,
entre outros voluues. uma caixa que media um
metro e ciucoetita centmetros de altura, cuja
nota de despacho dizia : Figura de madeira ;
90 kilog. ; frgil.
Aos lados traba essa caixa duas argplas ; e na
parte da frente se acbavam escripias em allemau
as seguales iodicages : Frgil. Evitar os
abalos. Nao inverter. Ano e ba xo.
Os empregados transportaram com todo cm
dado esse frgil \olume para arraazera adua-
neiro ; e abi foi elle deixado at que se i pro
pheiario fosse reclamal o.
Cerca de 9 iioras: ura empregado que varia o
arinazem, ue repente gntou para aeus compa-
tiheiros :
Um volume que se mxe I Venbam ver I
E te-ios cerreram para a caixa Ue Vieana. da
qual surgi bruscamente um pequeo individuo,
de cerca de U u metro e 40 ceutimetros de altura,
rochuoehudo. de bigode louro, e com a roupa
coberta de palba.
Imaiflne-se a sorpreza do pessoal da estagao I
O singular viajante fo. jrcado, questionado e
levado ao escriptono da alfandega. Elle nao
oppoz a menor resistencia, e pareca multo atur-
dido com a admirago de tod.i aquella t-ente.
Interrogado pelo comuii-s..no e-pucial da
estago, o homnculo nao respondeu prin
Cipi i. por que nao conbecia o fr-iiicez. Fal-
lando se Ihe, porem, em nllemo, declarou en
io chamar-se Hermann Zeilung, e que as-
cera era Varsoia.
E continuou a sua historia, dizendo que traba
28 anuos d* Hade era ce iD-tario, e a f .late de
seahoras em Vienna ; e accrescentou que, iudo
mal no seu negocio, concebeu O projecto de vir
Pars para apreseniar ura invento de que era
autor : uma especie de conformador mechanico
para tomar medidas as sennoras.
E como quer que nao possuisse um sold de
seu teve a idea de fabricar por si mesura a allu
dida caixa de viagera. que Ihe permittia vir de
Vieoua Pari- por barato -pr ge.
Organisou os papis n cessarios expedigao
lovoluraee prev mu o chefe da estagao de
Vieuaa para mandar buscar em sua ca.-a una
caixa eexpedil a pira Pars, inclus ve o traos
porte do lomictlio a e-lagao
S.ii:-feitod.i sua id-a, vultou casa, encerrou
se na caixa, que encuera d-- ualba, e muaira se
de um pao e Ue tres garrafas, duas cuelas de
aua e vinho. e a tercena vasia i para servir
u ua nece^sidade tao imperiosa como o comer e
o i> be-.
Hermano Z-ituog parti de Vienna terga
fe ,i a uoite ; e, pois, esteve na cana perto de
60 hora-.
E-e singular viajante, accusido de Um genero
iie ve.habana pouco oauai, foi reraeitido para o
lejiot-lio
Eniieunto promettera ao chefe da siagao de
- pag r o pr. go.de sua viajera cora o dnit.ei-
qu i* g.iuhdr en Fiuucrt. A companbia do
E-ie porera, nao tuve confianza nos inventos de
H llUdUII ZellUUg.
8EGIMENTO DAS AVKHTUIUS DO HOMEM
VOLMB
(Petit Journal, de 18)
A historia que uouiem referimos da extrava-
Terrrna
te hoot-
colaiaacito Por acto den
raesmogivjrnador, folnonfiado
Alfredo Fernn1e3 Dias para exer
nte o cargo de auxiliar da insp s
1 do trras e colonisago, de un
a portara do Ministerio da Agri-
er-no e Obras Puolicas, de 18 de
"om eflVito. sahida do escriptorio somos
asfaltados por v!nte curioso'! que laogam se so-
bre Hermano Z;ituag; mas o ano malicioso
chega-se no-, e >s o mettemoa n'um carro.
No Petit Joui nal
Hmiiem a tirde. unhamos receido visitas de
muit.iS pessoas que se interessavam pela sorte
de Hermana Z-'iluug: uia restaurador off-rece-
ra se para dar-lne casa e comida durante um
n z ; outras ioas almas se io -urabiram de pro
curar Ibe trabalho e de estudar o seu invento.
Pelo telephone cada instante nos 1izia :
Alto I Alto I Est no seuefcriptorio o bomem
volme ?
Hermann Z itung era o Deus do dia.
Por isso mesmo quao lo elle peneirou na re-
da- gao do Petit lournal, teve o joven polaco
uma nella recepgao.
Foi-lhe offereeida uma poltrona e elle nos fez
o histrico de sua vida e de sua viagera.
Co nt j dis8emo8, foi a falta de recurso? que
fel-o decidirse a vir a Pars.
Tendo vendido .a um habitante de Munich o
seu invento por 500 m .reos devia partilhar os
lucros come=se hornera. Mas, tendo sid) aban-
donado pelo seu socio, achou-se dentro em pou
co na maior miseria. Resolveu ento vir a Pars,
e constru > sua engenhosa iJixa.
Teve o cuidado de fazel a de forma pyraraidal,
alim de evitar que, as plataformas das eslages
e oos carros da linha frrea o pozessem com os
ps para cima e a cabega para baixo.
Zjiiuog ujs contou flxaodo nos com seu olhar
malicioso, as suas angustias na caixa quando os
empregados das estagOes o sacudtam um tanto
brutalmente.
M >is de uma vez receiou que Ihe faltasse a
respirago, e Ibe fot mister collar a ooca as
pequ o is aberturas da caixa para aspirar um
pouco de ar.
Confessou aos que, se a sua viagem se tivesse
prolongado por mais algumas horas, tera mor
rtd.. entre as paredes da caixa. Chegara a Pa
ris estafado, extena lo, qua i morto
E iilia:, depois de ter ouvido a sua historia,
entregamos o homnculo ura de seus corapa-
tr.ots as i lo como elle era Varso ia, o Sr.Sil-
ver.i-hapelleiro.ua ra do Templo n. 78, o
qual toraou o seu cargo poi algom terapo.
Assira acabou a hisiorra do horaera-volurae,
ju nos produzio o effeito de ura garoto que
no- '-'U maligno, e que se acha em caminbo de
sahir de difficuldades, gragas ao ruido causado
pela sua aventura.
Elle vosdne-iiu bastante, esta, i verdade.
i'ois oem : o Peta Journal tirou-o da priao, e
langa-o no mundo.
Eis-ojs quites.
Em Vienna
(Despacho do nosso correspondente)
Vossa histo-ia da aventura de Z itung foi te
legraphada para todcjios jornaes, e produzio aqui
g ande effetio
F-i hoje ver o pairan desse curioso garoto, o
qu-,1 me referi que Zutung um rapaz traba
Iba lor e muito engenli .-o.
Tinha realisado Um Hvento que teve grande
suC-iesso entre os Ifaiates .neunenses, mas do
qual ne tirou nenhum prrafo, porque tendo
tomado um socio, este explorou
Entregando se ao seu invento Zeitung per
d-u o erapn go que tinha. Fellemente. porm,
coiisea-uiu aptedar seu patro, que o conservou
e o alimetou me4ante ceno- servigos.
Dliiraaraente, o offlcial alfaiate referi seu
patrao que descubrir um novo meio de tomar
medidas para roups; e acrescentou :
Desta feila, porra. nao m deixarei illa
dir: deroais pretendo ir explorar o meu invento
em Pars. .
Ao ouvir is80o atrio ro-se com incredmi-
dade.
Zeituag comegou, entretanto, as aguas torta-
das oooe habilava coohcciooar ama caixa,
semndo se de velhas taboas, Depois ensaiou
cer ii
c torta
fonnidjj
culturjJ
l)e7e>o|^^^l
I 11 aipdJWti profeNHore* primarios
Na repantj) di Iis:ru:;ao Publica, forim
lionl-m rjWWi'ad.is a porta- ias, pela- quaes o
cidaJSo goflirnaJor do Estado, conce leu p o
fessora publica da cadeira mixta da Luz, Her
milla Ly.lia llcoforado de Lima, dous mezes de
liceoca; trala das ao professor da cadeira de
T iquarellfiga. Clodoaldo Aru'.h-U da Rocha i'e
reiri; quareela.ao professor da cadeira do sexo
masculino, de S Ca-lao da Raposa, Antonio dos
i hagas Redrigues Maeuado; e, quarenta e cioco,
Hoalraente,4 prof-ssora da -.adeira do sexo fe
menino da besma locattaade, Clarinda Guima
raes Rdieira Machado.
Cooaaawiao ex-iminadoraPor por
tari., ili'flhai nomeuu o i>r. inspector geral na
> u-ii uoej^-fiuPiica uma coramisso compota dos
profe-sfi ^pajuno Alipi-i Temporal de Meodon
ga, Joaqi Elotonio de astro Loureiro e Ga
iiriei Heo-Jiqne de Arauj>, para examinar em
Geogruphtk Histo.ia do Brazil e Aritnmetica, o
mecdr IJMaz Aqui no du Preitas.
O roBriio exame dveri ter lugar na secreta
ra d'Sfciepartigaj, s 10 horas do dia 13 Jo
correnf!p5
Brasil decadente Recebemos e agra-
decemos a/.* forma dessa obra, que acaba de
vira luz.
O Sr. coiiool da ItaliaEsse distincto
eavalheiro, o Sr. Conde de Bnchantean, leve a
bonlade. de procurar nos hontem a proposito da
noticia dada sobre o folbeto que recabemos da
oragft. fftjteb/e, por occa-io das exequias do
Jk^JDrt'LlvSfde'-'onugal oesta edade.
i'ui essa necajii(i declar.rtioTOS" S.
n'aquella oragowotendo se msiauagOis ofen-
sivas ao tinado rei da Italia Vi ;tor Manoel, file
haia na occasiao de seren pr-nunciadas,
contra ellas feito o seu protesto retirando se
tn coninenti da igreja onde celebravam se as
referidas exequias, contrariado pela inconve-
niencia das prjpoMgOes e desvirtuamento dos
factos e o um momento solemne, quando me os
esperava que a oragao fnebre ebegasse a tal
ponto.
S. Exc. teve anda a gentileza de proporcio
nar-nos o offi-io que abaixo damos, no qual o
Sr. coisul de Portugal, na qualidade de prest
d-rate /da commissio da colonia-portoueza, de
plora o incidmle e Ihe aprsenla a sua oiiraifes
tagao de pesar par tal oceurrencia, para si t itn-
bem imprevista e nao esperada.
N. 202.Consulado de Portugal em Pernam
buco 18 de Dezembro de 1889.
Illra. e fixm. Sj.Meu presado collega.
Como presidente di coramisso nomeada
pala colonia portuguesa para celebrar nesta ci
dade exequias solemnes em honra de S. M. El
rei o Sr. D Luis I e como collega de V. Exc. a
quem muito estimo, compro o dever de paten
tear a V.. Exc. o meu .rotando desgosto pelo
desagradavel incidente que mottvou a retirada
de Y. Exc da igreja de Nossa Sennora da P< nba,
antes de coocluida a ceremonia fnebre. -
A coramisso lamenta e deplora esse ficto
absolutamente imprevisto, porque ninguem po-
da susp itar que o Revdra. sacerdote encarre
gado do panegy ico, se referisse daquella forma
ao Ilustre soPeran. que e a ao mesmo terapo o
rei de uma napo amiga, e o sogro do moo reba
em honra de quera se celebravam aquellas exe-
quias. .
Dirigilo este offlcio a V- Exc como mam-
festago do meu pesar pela oejurrencia qu de-
ploro aproveito zjopportunida le para apresen
tar a V. Exc os meus protestos de elevada es
tuna e distiocta conatderago.
Deus guarde a V : Exc. -Illm. e Exc. Sr.
Conde de Brichaoteau. cnsul de -. M. o re da
Italia em Pernambuco \.iiCastro Fey'd, coa
sol.
cmame* earncdlaicoa -Uta al alaia
na Anselmo, a ra D iqe de Caxias n. 25, acha-
se abena um? exposigo nolavel e completa de
Costumea. carnavalescos para homens, senhoias
e meninos.
Os aj^iixonados do carnaval podero ah fazer
acjmistgo por compra ou aluguel lo.que Ihes
possa agradar; pot9 ha onde bjrgarante esco-
iher ao sab >r da phau'asia.
A. Patria -Foi distribuido o a- 6 desse
peridico.
ciui SC de Jnlno-Faz sessao Boje esse
club, em sua sede a ra d- Mar-ilio Dias a. 32.
EnlrudoijAjiproxiraa se o carnaval e cora
elle a perspeonva do entrudo, ao paso que este
brinquedo por meio de agua ou ouira tjlalquer
substancia de qualquer raaueira empatiada e
vdala pelo art. 70 das posturas raunicipaes com
a comara igj de ISoOO de multa e 8 diaa de
prisao.
Pela liefatur de polica foi recomraendada a
observancia desse disposto; e bom saner-se
que com todo rigor e vtgilnncia sero empregados
os oecessarios meios para que sejam respenadas
as poaturas, e assim nao t.nnamo- nos tre.s das
erigilo o dominio da'cominuuada agua, cal, fa
! rinha de tfigo, maizeua, sarcao, vermelho e
.outros pos setnelhaates, que conslituem a Selva
geria raais formal.
A pr- psito juntamos aa segu otes linhas que
nos re aetteram com referencia a esie assumpto :
Fehstnente vamos ter um carnaval sera o
sel van brinuuedo de po e agua, gragas aos
e-forgds- empregados pelo cidadao chefe de po
lleta: e pan que todos nos cooperemos para a
realisagao de io bem tica medida, fas ae mister
3ue a uopulago concorra com o seu contingente
e esforc.
r., por isso, lembramos e pedirn que cada
um de per si idoroe suas casas tus tres das de
carnaval com bandeiras, colchas e lluminaces.
Smente desta forma poderemos extirpar
to selvag -ra brinquedo de po e agua e restabe
lever o imperio das mascaras.
Barda de azucena -Em consequencia de
sm me seguir hoje para o sul o vapor Magoat,
tara bem boje que parte o Se. Bario de Lacena
para a capital federal.
Reiteramos Ibes os nossoa desejos de boa Via
gem.
Tribunal da efaedo Em se-sao de
hoiteio do Tribunal da Relago do Recif,-, pres-
lou juramento e eutrou cm-exercifiio do caruo
de desembarga ior, para o qua foTuftimauente
nomeado o Vis-onde d- Jaguarioe.
Fo- tejo* do carca val -Ioforruam nos
que a ra Oa Palma tomar parle oos fe-tejos do
carnaval, reves'.indn-sfi de galas. Para esse ef
feito, foi nomea-la uraa co .imissao -.oraposta dos
S s cap tao-ieoeote Guilherme Serrano, capitn
Miel. D.-s Frota e Vascoocellos e Thiago da
Finseea, e Joaquira B-mlzeo, J. Botiefond, Joa
quim Carvalho e lente V langa.
Obra* de du lo Verac Mais um livro
da uran le collecgo do festejado autor Julio Ver-
do, acaba de ser editado pea ompantiia naeia
nal edicto:a de Lisboa : n primiiro volme da
importante obra-rMi'hias Sandorf, c cujo volu
me qu-- acabamos -e recebar offercido pela li-
vraria Quimas, muito agradecemos.
CniK..dor lallaerdadev-Este cruzador
da ^rmada nacional, que nnha sahido em com
inis-o para a iina de FeHaodo de Noronha, ne
ha 6 -lo corren'e, regressou bontera s II boras
da raanh a este pono.
MedieoChegou Itoalem no vapor Aligos,
o Dr. Saturnino de Car -alio, 2 cirurgio da
lojimaia. que foi noraeado para servir no cruza
dor Liberdade.
Poc H >je tomar posstido coramando do
cruzador Liberdade, o cidadao capilao tenante
Frencisco Marques*Pereira e Souza qu-- fra no
meado para esse cargo e eheg >u a este porto a-
7 do-correot no vapor Pernambuco. procedente
da Ca ital Federal.
Este official clieg.iu ao Rio de Janeiro oo dia
31 do m;z de Dse abro ultimo, deregressode
urna viagera de instruego de guardas raarinhis,
no cruzad ir Guaii'ibar i, no qnal fqi instructor
de praiiea de navegag) e astrouonia.
aervlco miliiar H je superior do dia
o cidadao cauto P-d o Veiho. e fas a ronda de
visita um subalieroo de cavailana.
0 2" bat.-lno dar a guaingao e o commaa-
lante da guarda de polica, que ser dada pelo
de-ta amento de artilheria.
Ordenou se que, em vista da ordem d Mmis-
terio da Guerra em lelegramm;-. de hontem. en-
teja prorapto para embarcar hoje para a Capital
Federal, o pharraaceutico conffactauo Bernardo
Floriano Correia de Bruto.
Foi mandado adiir aojdesiacaineotode cavalla
ria e considerado doente no quartel o cidadao al
feres do 2o reijimento dd*memi arma A fredo
Pretxtalo tciel, o qual em viagera do E-tado
do Oear para a Capital Federal desembarcou
por doente, conforme consta dp attesiado que
exibio.
Alistaram se 5 individuos como voluntarios.
Escola normal Eis o resultado dosexa
me.- exiraordinanos procedidos no da 10 do
coi rente :
3 anno i cadeira. Simplicio da Cruz Ri
beiro Junioi,Apprva lo.
3' cadeira. Bellarmino Octaviano Regueira
Dua te.dem.
Da 11 :
2o a rao 4* cadeira.D. Maria Joanna Wan
ilertey de Arujo. Plenamente.
. Mana Rosa da Couceigo.Approvada.
Manoel Gongalves Vasconcellos Guerra
llera.
1 reprovada.
6* cadeira. 3 reprovados uj escripto e 2 na
cial.
Impoato de Induatria eprofl s
No iu lo crrenle raez lerraraa, na ReceOe
dona de Rendas Internas Geraes, a cobraoga
sem malia desse imposto, relativo ao 1." remes
tre do corrateexercicio de 1890.
Fiado este prazo, os retardatarios incorrem
na multa de 10 por cento.
Soeledade Becreatlva Commercial
No da 16 jo correle da essa sociedade um
recreio duplo, ao qual nao fa laro o brilho, qu i
soe acorapaahar aos seus recreios, e a araabili-
dade da respectiva directora.
Agradecemos ao gsucioso convite.
Tribunal do jury do BeelfeFcuc
conou humera este tribunal soo a presidencia
do Dr. Joaquim da Costa Uibjiro. juiz de direiio
do Io disincio. no julgaraento do reo oo Felip
pe de -muza, conbecido porJoao do Sacco -
pronunciado no art. 193 do .odigo Crimioal,
por despacho do dito juiz. e aecusado pela jus
tica publica de na^uA^a U l Abril de 18-(8
presidio.4e Perneado 'to Norouha, oude cura-
hMMiabr juteciatA!.t)au
ile Olivetra Soares, Cfffli'H'l'r por-auVvets- -
A's 11 Horas da manila, achando-se prentBa""
38juizes de facto, foi abena a sesso, oceupan
do a cadeira di accu gusto de Albuquerque Milet Io promotor pu
alico.
O jury de sentenga corapoz se dos seguintes ju
rados, aos quaes foi delendo o juramento legal :
Joaquim AlPino de Cusma j.
Genuino Augusto Peixolo.
Autoum Jos Duarte.
Ernesto Ascelioo de Barros Franco.
Telemaco i.avalcante de Me.lo.
Jos Francisco 1o Regff.Mello.
Christovo de Barros Gora.es Polo.
Manoel Ma'ia de Araujo.
Joao Po da Silva Valeuga.
Francisco Placido Boielbo.
Maooel Rooerto de Carvalho Guimares.
Antonio Caroeiro Rodrigues Cainpello
Interrogado o reo, disse que era natural deste
Estado, de 40 anuos de idade, sentenciado a ga-
les perpetuas e morador no presidio de Fernan-
do, jornale ro e aualphabeto ;
Que adiando se na prisao denominada Aldei ,
Aulonio Soares Ihe fez ura i pergunti insultuo
sa, a que respondeu eutregrade ao dito Soares
uma faca de punta e dizeaJo nao ser elle ho
meni para bngar; .
Que indo Soires queixar se a polica do pre
si-lio voltou de novo aldeia, e nessa occa
sio elle acema Jo. com outra faca que traba, fez
ura lerimento em Soares, que morrra mmen-
los depois, nao teado morndo outros sentencia-
dos por haverera corr o;
Que Hualraente nada tinha a dizer contra a3
lestemuuhas do processo e nao attribuia a accu
sago a motivo parucular.
Em seguida ao interrogatorio fez o e3cnvaO
do tribunal, capitaO Florencio Ro Iribes de Mi-
randa Franco a leitura do pro-esso da forma-
gao da culpa.
O Dr. promotor publico, baseaado a aecusa-
gao as pro as dos autos, pedio a coademnago
do a-.coiado oas patfts do grao mximo do art.
193 do Cdigo Criminal.
Occupou atrio na d i defeza o advogado d -8
pre os pobres Dr. .Jeronjrao Materno Pereira de
Carvalho. ^
Houve raplica e treplica. .
De coaformidade com as decises do jury, foi
o reo condemnado a pena de gais perpetuas,
grao mximo d6 art. 193 do Cdigo Criminal.
O presidente do jurj apoelloa ex officio pata
o Superior Tribunal da Reiago". -
O reo protestou por aovo juig ment.
Foi levantada a sesso as 4 horas da tarde e
adiada para boje s 10 horas.
Cidade do Cabo Dessa lo-alidade es
creveara-nos em data de 9 do crrente :
Proveniente1 da cidade da Esada aqui che.
gou no da 5 a toma. Sra. D. Mana Amelia de
Qunroz, que foi recebida na estago pelo Dr.
Adolpbo Julio de Mello, promotor da comarca,
companhado de diversos civalheiros.
Divulgadas cele-emenle a noticia da chega
da dessa propagandista republicana, todos raa
nifestarura logo o deaejo de ouvil a, sabenian
de se o Dr. promotor que tudo envidou para que
a Ilustre excursionista aahisse d'aqui pen -
mente sati.-feit-i.
Acceden to vontade m-raifesta, a Ex-na.
Sra. D. Amelia de Queiroz poz a sua palavra
di8po8iga> d-. comraisso que, composta do ci
tado republicano, do Sr. Clarindo Lins e do
subdelegado, esc.lb.u para local da confereu
ca as jaoellas do hale do Sr. Agrieto Lins,
que a oavelmente satisfez o peJido dos raesraos
seohores.
A1 7 horas da Doite dp referido da 6. ape-
lar do pouco lapso de lempo decorrido da che
gad- da lotelltgente cidad, o largo da Mal- ii
estava cheiu de ama multido numerosissiraa e
anciosa. .
Appareceu entao as jaaella do referido
edicio o Dr. Adolpho Julio, que, n'um bn
loante improviso, oud? a delicadeza de estylo
corre-pondia a oobreza dos sentimentos, sa-
lieotou de um modo condigno, os raernos
d'aquella que tanto se havla devotaoo ao serv
go do seu pas e agradeceu-1 ie a acquiescencia
dada aoa desejos dos caboenses.
Tomou era seguida a palavra a intrpida
republicana, que, por mais de 40 minutos trou
xe arrebatados todos os espiritos.
e A sua palavra fcil, to ranead a e retumban
le echoaodo em todos os coragOes, convenca
quelles que arada uo'unnam filado da perto
os fulgores da nova aurora que despoutou no
15 de Novembro, da nece-sidade palpitante de
prestaren) o seu apoto ao governo anu de en
aminhar o pas ua trilh> luminosa da liberda
de e da d'mocracia.
> Ao terminar foi caudada com umi estrepi-
tosa e unnime salva de pilmas e ao estourar
dos fouueteg.
A' confer- ncia concor.eu grande numero
de familias.
No dia seguate segua pira essa cidade do
Recife a Ilustre senbora, deixaudo gravado em
lodos os peilos i seu norae, tendo sido raaite
ob equi da durante a sua passagem por esta
cidade.
iMrccioria da* onras de camerva-
ew poriuade PernambacoReei-
e, 10 de Fevereir'o de 18C0
rt.iietira meteorolgico
6 ra. 23-.0 75^-13 17.42 85
9 25 ,9 758 76 1842; n
12 29,7 75K-27 18,63; . fif
n 30.0 56 93 18.32 - 57
8 28" 4 757-44 19,08, 87
Temyeraiura mxima30,50.
Dita tuinirna -23. DO.
Evaporago era 24 horas: ao sol9,"7 ;
sumara--3.'6
InuvaV- aulla.
Direcgo ito vento : SE ie neia ooite it
oras e 50 minutos, S at 10 horas e 20 mitiutoi
la manfla ; -iE al neia aoile.
Velocidade media do vento i "*62.'-par se
gando.
Wbulosidade media0,"45.
Boletim do porto
3? Das 7 i-7 Horas Alten
. M B. M P. M. d. .',: 10 11 de Fever. I de Fever. 30 da manha -10 da tarde 56 47 da manda 1 ' 2-17 0-.73 2-,2i 0-.73
.
Le'lo Effecluar-se bao os segumte3 :
H .je:
Pelo agente Bu lamarqui s 11 horas, '"3
Santo Amaro das Salinas u. 33, de mov'is, l .j-
gas. vidrus, livros, etc.
Pelo agente Pestaa, s 11 hors, na Iraves-
sado Corpo Santo, a. 27, de movis Mivldas.
Amaona
Pelo agente Gusmao 11 hor.s, ra da
Mrquez de Ounda a 48, de grande quantidade
de mercadorias-
uintaN fnebresSero celebradas :
Araanha :
A's 7 1/2 horas, na capella de Apipucoa, por '
alma de D Maria da Couceigo Furias, s 8 o
ras, na matriz da Boa Vista, por alma do Dr.
Bento Ceciliaoo dos Santos Ramos.
Pa*ageiro Chegados do Norle ao vapor
nacional Alugas:
. Jos Jorge de Oliveira Paes, Joaquim Gongal-
ves L to. Joaquim Gomes de Albuquerque Silva,
Arihur Tn. dos Santos Porto, JooB. Ferreira
de Souza, Dr. Saturnino de Carvalho, major Ho
norio Clemtntino Martins, 4 filhos e 1 criado,
Joo da Cruz Sildaoha, Dr. Thomaz Pompeo,
sua senhora e 1 Qlbo, Nicolu Luci) los Saatos,
Jos H. Pediosa, Dr. Lauro de Pinho, Pedro C-
da Silva, Jos di Cal; zans Pereira Soares, Sym-
phrooio M da Sil .eir. Octavio A Borges, Dr.
Adolpho Gordo, sai seohora. 2 filhos c 1 criada
Getulio Gomes, Jofinn os de Lemos, Juven-
cio A da Cunba Jis Autoaio da Foaseea, Joa
Luiz Gomes, Vctor Jos de Oliveira, Francisct
Fernandes, Joo Bibam, J"- La Rocha, Fraacis
co Saragoga, Tnom.z Sir.igoga, Antonio Pires,
Aurelianu Telles Pessoa.
Chegados ao Norte no vapor nacional Una:
Riymutlu Valente e sua senhora, Antonia
Juagara Vianna, Sil rano Silveira Viaana, Ma-
4W"S;fgalflerAntonio dadiva edeiros,
Francisco Cna'gas, rTitufragos do navto Zeut,
Odilon Riheiro, Jjs Mauricio Sant'Anaa, sua
s ahora e 1 lilho Antoaio Firmino Cajueiro, J.
M iran e sua senhora, 91 oragas do exercito, 28
raulberes e fiihos das mesmas
Chufados do Norte no hiato nacional Ge-
riquity :
Mraoel Augusto Carnelro Mooteiro, Casimir*
Vaidevmo de Castro, Cacildio Pedro Ferreira da
Silva, Jos dos Santis Ferreira do Nascimento,
Belmira vlana d .Conceigo, Luiza Maria da Cou-
ceigo e aosepha Lucas da Costa._
Operaeaea cirurgie roram pratica-
das no hospital Pedro 11, as seguales :
Pelo Dr. Malaquias :
Ampuiagao do penis indicada por epithellioma
da grande.
i-asa de Delenc iMovimento dos pre-
8)3 da Casa de Detnco do Recife, estad*
le Pernambuco, em 10 deFevereiio ds 1890.
Exi8iiara 491; entrarara 26; satoram 6;
ein 511.
A Baber:
Nacionaes 466
-Total 491
-.rragoado- 437
ons 411
Doenies 21
Loucos 3
Loucas 2
-Total 437.
Movimento aa enfermara
Tiveram baixa :
Jos Bernardo da Silva.
Honorio Rodrigues Beserra.
Francisco Duna da Silva.
Manoel D imetrio da Paixo.
Tiveram alta :
Manoel Jos de. Santa Auna (menor).
Mara Amelia da Silva Braga.
Mana Amelia Pereira da Silva.
doepitai Pedro li U movimento de
jtabelecimento decaridade, uo dia lOdeF
ijiro foi o seguinte
Entra ram
Sabrram
Existem
r'orao) visitadas
-los Drs
Cysueiro s 10 1/2.
Barros So >i uioa? 1/2.
B*r*rdo s 10 1/1.
Ferreira Velloso as 10
alaquia-, 9 1/2.
Pontea s 9
imoes UdiDosa s lO 1/2
i ;\ra~' receu s 9 1/4.
i ou i^- .i i vinco eutrou as-8 \\K da maana
dio as 2 1/2 la tarde.
o ijudauu- to pnarraaceutico eutrou 3 7
2/4es no s6 .or da'. Ii .tterla extraordinaria da capital
federal-A 3* par. esl. 'ande lotera, cuj*
son t-raii le c de 100:000*000, ter detiaitava-
mente extrahida no da t do corrente.
...i^ria du *4ram-Par-A3 parto, da
33* lotera, cujo premio grande de IOOOW,
era extranida no dia -. b Feverelro.
c.-miierto Publico Obituano do dia
de Fevereiro. _.
Antonio Francisco da Costo Pinto. Pernambu-
co 80 anuos, casado. Gr-iga ; cachexia
Mana, Pernamnu-'o, 1 anno, S. Jos* ;
ses.
Jo epha, frica. HOaanos, viuva
Clffitoeraina Candida de Barros, PernSmbuce,
18 aiinos, esa li S J >> ; febre typhoide.
Sihina B: boa* ios autos, Pernambuco,
annos .asda.S Jos ; amygdolite aguda.
Briolauda Aleliua de Mi edo Rangel. Pernai-
buc.i 60 anno. vmva. Boa Visto; estnagaBeato.
Manoel da R .chi So-res. Pernambuco, 8 an-
nos, viuvo S. Jos caoftexia senil.
Joo, Pernambuco, 14 'ias, S. Jos ; fraques*
cogenita .
Manetta, Pernaraouco, 6 meses, S. Jos : reur*
gstrica. ,a
Porcina Maria do Carmo, ernambuco, 18
nos, sokeira, Boa Vista -bre pernicioaa
P.rabno, Pernarabucu, 1 anno?,
gastro enterite. *




>



saturara 0; exa-
malheres 18; estrangeiros 7 ;
-
i
i:
10
17
411
as respectivas enfermar!;.*

v-
l
-
i'ompilio
cooapa-
senil.
conTul-
Recife : d*-
3
aa-
Boa-Viite
i-
f



I
Diario de perhambueo-Quara-feira 12 de Fevereiro de 890
Dia 9
Joaquim Pedro dos Sanios Bezerra, Pernambuco,
71 annos, \iovo, Boa-Vista; cancro do estomago.
Leonor Leopoldina de Mello Durao, Pernam-
baco, 38 annos, solteira, Pogo ; toberculose.
Estacio, Pernambuco, 5 mezes, Recit ; ente
rite.
Antonio Bernardino de Senoa Pernambuco,
16 annos, soltsiro, G-aci, ly nphitite,
Joanna, Pernambuco, 7 mzes, Recife ; catar-
rbo intestino.
Um feto, Pernambuco, S. Ja= ; asphixia.
Mara Luiza. Pernambuco, SO annos, solteira,
Boa Vista ; tuberculose pulmonar.
Agostinho Bezerra da Silva. Pernaaibuco, 60
aunas, viuvo, Boa-Visia ; cachexia.
Miguel Alves Jo Olivt ira, i crnambuco, S8 an
nos, solteiro, Santo Autoni o ; tsica.
Urna creanga, Pernambuco, Graca ; asphixia.
*Dia 10
Bertholina da Costa Seixas, Pcrcambcca, 9
annos, Varzca ; febre perniciosa.
Maria Guilhermina da Conceigo, Pernambnco,
22 annos, solteira, S. Jos ; congeitao pulmonar
Emilia, Pernambuco, 2 anac*. Recife; deotigo
difficil.
m feto do sexo feminino, Pernambuco, b.
Jos. m ,
Francisco, Pernambuco, i mezes, S. Jos ; en-
tente.
Augusto, Pcrnambuco, 2 mezo?, Graca; den
licito.
Cecilia, Pernambuco, 3 raeies, Santo Antonio ;
gastro entente.
Ricardo, Pemanibuco, 2 anno?, Boa Vista ,
broncbite agu Ja.
Manoel Jos de cant'Anna, Pernambuco, 3o,
*anno solteiro. Boa Vista ; varilas.
Jos. Pernambu;o, 4 mezes, Boa Vista ; con-
vulses.
CHROHICA JDDICIARIA
Tribunal da Relami
SESSO ORDLNARIA EM II DE FEVEREI-
RO DE 1890
PRESIDENCIA DO CIDADAO DESEMBARGADO!*
QDjTINO DE MIRANDA
Secretario, o cidadao Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume. presentes os cidados
desembargadores em numero legal, foi aberta a
sesso depois de lida e approvada a acta da an-
Em seguida prsenle o Sr. Visconde de Jagua-
ribe, nomeado lesembargador para este tribu-
nal, tendo prestado juramento, cnlrou em exer-
cicio.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
os seguintes
JOLOAMENTOS
Habeas corpus
Pacientes:
Jos Francisco Damasceno. Uandou se ouvir
o juiz de direito de Palmares e o Dr. chefe de
polica, votando os de.-embargedores Alves Ri
beiro e Pires Ferreira. pela oltura do paciente
e responsabilidade Fex de Moraes Baodcira. Mandou-se ouvir
o juiz de direito interino de Macei, contra os
votos dos desembargadores Tavares de Vascon-
cellos e Alves Ribeiro.
Recursos crimes
De Villa Bella Recrreme o juizo recorrido
Antonio Francisco Barbosa. Relator o desem
bargador Dellino Cavalcanle. Negou-se provi-
mento, unnimemente.
De reiaRecrreme o juizo. recorridos Jos
Fernandes da Costa e outms. Relator o desem-
barga dor Monteiro de Andrade.Negou se pro
vimento, unnimemente
Aggravo de instrumento
Da Escada Aggravante Manoel 0:yropio de
Barros Costa, aggrava-lo o R nao de Utinga. Re-
lator o desembargador D-ltino Cavalcanle. Ad-
juntos os desembargadores Oveira Andrade e
Monteiro de Andrade. Nio se tomou couheci-
ment, uaanimemenle.
Aggravo de petigo
De Ohnda Aggravuule M noel Antonio Mj-
reira Leal, ageravado Antonio Joaquim CascSo
Relator o desembargud-jr AlmeMa Santos. Ad-
juntos os desembargadores Alves Ribeiro e la-
vares de Vasconcellos. Deu-se provimeoto,
unnimemente.
Prorogacj de "mvenlario
Inventariante Ladi.-lio Gomes do Reg.Con-
cedeu-se o praso p ido.
AppellacOes crimes
De TacaratAppclanle n promdnr publico,
appelldo Jovino Pereira de S. Relator o des-
embargador Pires Ferreira. Haodou se a novo
jury, unnimemente.
De Jaboatao Appellinle Honorio Heliodoro
de Sant'Anna, appellada ;: justica. Relator o
desembargador Pires Ferreira.Conflrmou-se a
seotenga, unnimemente.
De Mamanguape -Appellantes Loureogo Fran-
cisco Pereira e outro, jppeilada a justica. Re-
lator o desembargador Silva Rogo. Mandou-se
a novo jury, unnimemente.
De Goyanna Appellante Ii>ao Pires Silverio,
appellada a justica. Relato- o desembargador
Alves Ribeiro. CcnlirxoD-e a sentenga, una
nimemente.
DeBom ConseiboAapellante Francelino Jos
Joaquim, appellada a jtistiga." Relator o desem-
Revista do Mercado
RsCIEF, 11 IU FEV..REIRO DK 180
O movimento foi ain la pequeo constando
apenas IransaccO s i-m pequea escala em cam
bios e algumas vendan Ce algosao.
Alisa
SOTACSeS OFFICIAES DA JUNTA DOS COR
BETORKS
Recife, 11 ile Permito Cambio sobre Londres. 9j d/v. 2i 1/2 d. per
1JC00, particular.
i> nnsrdente,
Antonio Leona i Rodrigues.
o feerewm,
Eduardo Dubeux.
C'U i.-5: JO
PRACA DO irlX'IFE
Os bancos abriraui a 2't : % s:ic.:ando o Lob
don a 24 3/8 at meio is. quaodo relirou-se
para a laxa nominal.
Em papel particular oo r.;uve negocio.
O mercado fechou froaxo.
PRACA DO RIO >E J NED10
Os bancos abriram ;. 2i 3/< nominal, retirando
do merczdo as 3 aoras da ta.de, fi cuando todos
sem laxa.
AlgtMS.'iO
Cota-se o de 1* sorte ;. : 00.
A exportago feta pi;la itiraadega ueste mez at
o dia 8. constou de 989AJO kilos para o exterior.
Aa entradas verifica-.:; at a data de bjje so
bem a 10.220 saccas, sen '.o ;or :
Bircajaa..... 2.062 Saccas
Vapores..... 7? *
Aalmaes..... 4.211
Via-ferrca de Caruar. 520
V.a-erreade S.Franu.:r?. 1 478
Via-ferrea deLimoeiro t.833
Sorama. .0.280 Saccas
Apencar
Os precoa pagos so &
undoa Associasao Coi.nt.ri'.
Mseguintea:
'Junas.....
3ranco .....
Somenos.....
Mascavado purgado .
3rolos.....
Rtame.....
Aexpomcao feila r,! '-'& neste mez
i.lo dia8coostou de 5 ;07.47 ktlca para o inte-
rior.
, por 15 kilos, se-
: Agrcola, foram
4tt80 a 4*500
34700 a 44300
600 a 2*800
i 600 a 1*700
!J00 a 1*600
liOOO a 1*100
gggg^BBgBg
bargador Alves Ribeiro. Conrmou-e a sen
tenca, contra os votos dos desembargadores Re-
lator, OUveira Andrade e Monteiro de Andrade.
Do Trinopbo Appellante o juixo, appelldo
Manoel Vicente da Cruz. Relator o desembar
gador Pires Ferreira. Mandou-se a novo jury,
unnimemente.
AppellacOes commerciaes
Do Recife Appellante Tbomax Jos de Gus-
m5o, appellados Ernesto A Leopoldo. Relator o
desembargador Dellino Cavalcante. Revisores
os desembargadores Pires Ferreira e Monteiro
de Andrade.Foram recebidos os embargos em
parte, unnimemente.
Do Recife Appellantes Cramer Frey A C, ap-
pelldo Manoel da Silva Guimares. Relator o
desembargador Pires Goncalves. Revisores os
desembargadores Alves Ribeiro e Tavres de
Vasconcellos. Foram recebidos os embargos
coatra o voto do relator.
. PAS8AGENS
Do desembargador Pires Ferreira ao desem-
bargador Monteiro de Andrade : '
Appellaco civel
Do Pombal Appellante Manoel Joaquim Pe-
reira, appellados FigueireOo Castello Branco A
Companbia.
O desembargador Pires Goncalves, como pro-
motor da justica e procurador da fazenda deu
parecer nos seguintes feitos:
Appellagbes crimes
Do lireio Appellante o juizo, appelldo Bel-
larmino da Silva Vasconcellos.
De CajazeirasAppellante o juizo, appelldo
Antonio lleorique da Silva.
Da Victoria Appellante o juizo, appelldo
Jos Peres Cam pe lo.
Do RecifeAppellante Agnello da Cunba Sou-
to Maior, appellada a justica.
Appellaco commercial
Do Recife Appellantes a viuva e herdeiros
de Francisco Manoel de Souza Oliveira. appella-
dos lavares de Mello Genro C.
Do desembargador Alves Ribeiro ao desem-
bargador Tavares de Vasconcellos :
Appellaco crime
Do lna Appellante Jos Alexandre da Silva,
appellada a justica.
Do desembargador Oliveira Andrade ao des-
embargador Silva Reg :
Appellac De Jaboatao Appellante Jos Toco, liberto,
appellada a justica.
Do desemba gador Silva Reg ao desembarga-
dor Almeida Santos:
Appellac&o crime
De Jaboatlo Appellante Jos Toco, liberto,
appellada a justica.
Do desembargador^kneida Santos ao desem-
bargador Visconde de Jaguaribe :
AppellacOes crimes
De S. Bento Appellante o juizo, appelldo
Isidoro Antonio Teixeira.
Do CaboAppellante o juizo, appellaJo Ma-
noel Serid.
DISTBIBIC5E8
Recurso crime
Ao desembargador Alves Ribeiro :
De CamaragibeRecrreme o juizo, recorrido
Manoel Jos Barbosa.
AppellagOes crimes
Ao desembargador Monteiro de Andrade :
De Bom GonseihoAppellante o juizo, appel-
ldo Laurentino Pereira de Sobral.
Ao desembargador Alves Ribeiro :
De Bom ConselhoAppellante o juizo, apyel-
lado Seralira Leopol lo de Barros.
Encerrou-se a sessSo s 2 horas da tarde.
1HDICAC0ES DTEIS
lledlcos
Dr. Cerqueira Lei'e, tem o seu escripto-
rio ra ora n 32, onde pode 6er en
dontrao do meio dia s 2 horas c fora
aestas horas i ra do Bar&o de S. Borja
n. 22. Espe calidadesmolestia de crian-
cas, senhoras e parto. Telephone n. 326
da casa de residencia.
Dr. S Pereira, ra da imperatriz n. 8,
d consultas medico-cirurgicas todos os das
das 8 ao meio dia, menos nos domingos e
dias santificados.
Dr. Cuatro Jess medico e operador
Pratica a laragem do tero quando e co
iio aconselhada. Consultas das 11 >
i da tarde em sua risidencia na d<
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1-'
indar. Telepaone n. 389
Dr. Joaquim Louieiro medico e parte;
o, consultorio ra do Oabug u. 14.
L* andar de 12 a 2 da tarde; residencia
o Monteiro.
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julmonares e partos. RuadoMarqi'~- d
blinda n. 27, 1.* andar. Consultas uaa 13
s 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa
la) das 6 As 9 horas da manhS e
arde. Telesone n. 392
As entradas veriticulas at a data de hoje so-
boa a 53.40.1 ?aceos sendo por:
aarcacas .... 21.768 Saceos
Vapores......
Vnimaes. 2.47
Via-ferrea de CaruarO. 3154 t
'/ia-ferrea de S. Francisru. 24 032
via-ferrea do Limoeiro 1.977
Somma.
33.403 Saccufi
Couros
Couros salgados 383 ris, e es verdes a i20
res.
Agurdente
Cota-se a 100*000, por pipa de 480 litros.
Alcool
CoU-se a 190*000 por pipe de 480 litros.
Hel
Cota-se a 56*000 por piDa de 480 litros.
Pauta da lfandexa
St4J4A DB 19 A 15 D FnVenEiBO DI 1890
Vide o Diario do 9 de Fevereiro
navios descarga
Barca aliem Schuam, varios gcaeros.
Barca norueguense Dronning Louise, carvao.
Barca sueca Balder carvao.
Lugar inglez Comande, bacalbo.
Patacho mcional Mormho 2 varios gneros.
Patacho inglez Muttetoe, bacalbo.
Patacho nacional D. knna, farello.
Importaco
Vapor nacional Camillo entrado dos por-
tos do sul e consignado a Pereira Carnei-
ro & O., manifestou :
Bacalbo 1,1G6 barricas a Johnston Hi-
tar & C.
Charutos 4 caizas ordem.
Couros 1 caizSo a Braz Januario Fer-
nandes. l^-
Fazendas 3 caizas a Narciso MaL &C,
4 a 'ramer Frey & C.
Fumo 21 volumes e 14 rolos a Azeve-
do & C.
Milho 900 saceos ordem.
Peixe 24 Larris aos consignatarios.
Pannos de algodao 78 fardos a Macha-
do A Pereira, 20 a Ferreira Innos.
Solo 1 rolo a Braz Januario Fernau-
des.
X'.rque 705 fardos a Maia & Rezende,
234 a Baltar Oliveira C, 240 a Jo
quim da Silva Carnero, 1,483 a Amo-im
IrmSs & C, 347 aos oonsignatarios.
Vapor nacional Jacuhype, entrado dos
portos do sul em 9 e consignado Compa-
nhia Pernambucana, manifestou ;
Dr. Ribeiro de Bruto di coaurtas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1." an
dar a ra Duque de Casias n. 46, poden
do ser procurado para chamados, na sua
residencia, a ra do Hospicio n. 81. To-
lephone n. 303.
Dr. Alves Ghiimar3es, .dedcase me-
dicina em geral, e com especialidade s
molestias do coracao, puimSea, ligado, es
t 'mago e intestinos e tambem s affeccoes
de criancas. Reside ra de Fernandes
Vieira n. 23, e tem consultorio na ra do
Bom-Jesus (antiga da Cruz)? n. 45, onde
d oansul'as do meio-dia s 3 horas. Te-
ephonc n. 381.
IdFOgados
O advogado Jos Antonio de Magalhaes
Bastos raudon o seu escriptorio para a ni i
1. de Marco n. 18, 1. andar.
O baeharel Joaquim Ihiago da Fonseca
tem seu escriptorio de advogado ra do
Imperador n. 14, 1." andar.
O baeharel Bonifacio de Aragao Faria
Rocha contina a advogar. > fiscriptork
ua do Imperador n. 46., 1. andar.
O baeharel Petronilho de Santa Cruz Oli-
veira, cncarrega se de levantar empvesti-
mos perante o Banco do Brazil para auxi-
io da lavoura. Escriptorio ra do Impe
rador n. 69, 1. andar. Residencia s;tio
na Jaqueira, prximo estajSo.
Occulista
Dr. Ferreira. com pratica rroe prisc-
jaes hospitaes c clinica de *y* e Lorr
ares, consultas todos os das das '
'aorasdao meio-dia. Consultorio e resi
lenca i ra Larga do Rosario a. 20
Dr. Barreta Sampaio, occulista, c con-
ialtas de 1 s 4 horas no 1. andar da
aasa.rua Baro da Victoria n. 51. Resi-
dencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra-
da pela ra da Saudade n. 2.
Drogara
Faria Sobrnho di C, droguista por ata
:ado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, dcpoai
"Arios de todas as especialidades pharma
jeuticas, tintas, drogas, productos chimi
jas e medicamentos homeopticos, ra d<
Vlarquez de Olinda n. 23. .
Tinta de escrever
A melhor a tinta Victoria, vende-sc
iOO re. meia garrafa e a 800 re; u.na gur
rafa inteira na Livrria Comtemporauet
de Ramiro M. Costa, ra Io. de Marco n.
2, loja de ferragens de Albino da Sy
i C, ra da cadeia n. 42; loja de ferra
.jens de Brandao & C, ra Duque da Cs
lias n. 46.
PUBLICARES A PEDIDO
Coinpauhla Manta Thcrcza
FEBffkS EU BEBEBIIIE (1)
111
Illra8. Srs Drs.Havendo ojorn?l A Provinci"
cem insistencia atlr.buido ao lurvatneuto das
a^ois do rio Beberibe por substancia? ar^itosas
ta. 'la, batiuga), levantadas das margeBS e do
fundo em consequencia da mu tunca de rep'm-'ii
estabelscido pelas novas obra3 da lomada tPaguii
da Companbia Sania Thereza, o apparecinienlo
de felires lypbicas, typhodess e palustres na
quelle povoaoo e no Porto dakfadeira, vendo |er
ante Vv. Ss. pedir opinio a r->speito, peruun-
tando si aguas em taes com: Oes, anda s.;ulo
ingeridas sem depositar, podetn eoncorrtr oo
directamente occasiouar tae febres? ,
Igualmente peco-lhes que me in&fnrfin' ,se_ o<>
clinica da ;idadt do Becife e ?us arredores b4o
tem tido Vv. Ss. casos sementantes por ear u
molestia na nossa actual couslu'cao medica.
Agradecendo desde ja a res posta que me dereui
peco-lhes liccnca para deila fazer u;o em ufaba
e em def.'za da Ccmpanhia.
Becife, 8 de Fevereiro de 1890.
De Vv. Ss. criado e amigo obrigido,
Anfo'.io Vertir Sauces.
Gerente da Companbia S-nta 1 lienza.
Illra. fr. Dr. A. Pereira Simea,Responden
do aos quesitos formulados na carta :up;a, cuiu-
pre-rae dizer :
I. Que as aguas do rio Beberibe, turvadas por
substancias argilosas (greda, j.tm;-i) levanta-
das das margeus e do fundo do mesmo rio iu
c nseqoencia da mu Janea de rgimen cslabelu
cido pelas novas obras da lojiada d'agoa il..
Couipanhia Santa Thereza anda quando infer
das sem terem sido anteriormente depositadas,
(1) Veja-se o noticiario d'A FroM'n&a de i9
do mez paseado e 5 e 7 do correte.
Mil J^MKMOOH I .-.
AlgodSo 70 saceos a Joaquim da Silva
Carnero.
Bagagens 24 volu nes crdem.
Couros seceos salgados 75 a Joaquim da
Silva Carnero, 40 a Borsbaek Bro'.hers &
0., 279 a Abe Stem & C.
Pipas 97 rdem.
Panno d'algodo 100 fardos or b
40 a Silveira & C, 25 a Ferreira & lr-
oaos.
PhoBphoros 3 caizas Costa Ligia & '''.
1'elles de cabra 94 atados a Birsbatk
Brothers & ., 71 a Abe Stein & C.
Saceos 40 fardos a Poblmann & C.
Tinta 1 volume aos meamos.
Vapor, naci nal U-a, entrado djs portes do
Norte em (1 e consignado a Companbia Perna
bueana, manifesjou :
Algodo 100 sacecs a Gomes de Mallos fr-
ailas .
" Caf 1 aeco a Manoel Carlos Lobo.
Couros 39 a Souza Bastos Amorim C
Cera 21 saceos a Souza Nogueira k G. V
Carne 2 caiga* a II. Lundgren A C.
Esteiras 10 volumes a Gomes de Mat os Ir
mfios. r
MatetisM para telegranlio 2 caixts a ordem
I'elleg de cabra 21 fardos a Hereira Car-i>'iro A
C. 56 a Abs Stein 4 C, 43 a Tne Kcen 4 C, i9
a Ros baek Brothers A C.
Rezioa l caixa a Francisco Manoel da Silva
4C.
Vellas 20 caixas a Joaquim Felippe i Agniar,
10 a J 5o Vctor Alves Matbeus.
'apor nacional Alagoas, entrado do portos
do norte na mesma dita e. consignad; a !'er. ira
Carnero A C, manifestou :
Bacalbau 93 linas a Miguel Jos Alvarez.
imarao 7 encapados a Guimares a Val'-nte.
Fumo 10 encapados a Pinto Alves A C.
Farinha de mandioca 1.8-0 saceos ordem
200 a Moura Borges & C. "
Gomma de maadioca 10 encapados a Costa
Lima C 10 a Pereira de Faria & C, 10 3
Joaquim Felippe & Aguiar,
n5o poderao jamis produzir febres typbicas,
typhoideas e palustres, pois que estas molestias
reconhecem causas certas e determinadas, qun
sao a 'deeomposisSo e putrefaccJ animal ou ve-
getal e desde que nao se verifique a referida de-
composico ou ptrfacfao animal ou vngeial
jamis se poderia attnbuir s obras da Compa
nbia Santa Thereza o desenvolvimiento de febres
observadas em lleberibe e Porto da Madeira.
As aguas misturadas com substancias argo
sas, que naluraltnnte se depositan polo sira
^Ifs.repouso, s podem produzir perturbages
gstricas, quando ingeridas nestas condicoes e
nunca febres typhoides ou palustres.
II. Apezar de exercer particu armen:e a clini-
ca cirurgica, uo obstante, tenho tido em minlia
clnica unos casos de febres lyphias, lyphoi-
deas e palustres, como geralmente se cbservam
nesta estacao quer na cidade, que.* nos seus ar
redores, o que nfto deve causar Kdairaeo aos
clnicos, que conhecem quanto o calor influc na
pathogenia de seraelhanies fcbres.
Pode fazer de?ta minha resposta o nzo que Ihe
convier. *
Recife, 8 de Fevereiro de 1690.
Creado e amigo obrigado,
Dr. alaquias A. Goitcalces.
Subscrevo o parecer cima dado pelo mea il-
lustrado ct llega Dr. Mulaquias. e declaro que de
Novembro prximo passado at esta data tenho
tratado diversos doentes de febre palustre e al
guns de febre palustre de forma typhica e ape
ras un desses doentes babitava o Porto da Ma-
deira.
Recife, 10 de Fevereiro de 1890.
Dr. Constando PoiUuo.1.
Illm. Sr. Dr. Antonio Pereira SimOes. Em res-
posia a carta que leve a gentileza de me dirigir
no dia 8 do correle mez, cumpre-me dizcr-lli
o seguinte :
As febres plustrfs, ns febr?s typhoi lea,'ea'S"
febres typho malricas t n a sua eiiopathogenia
mais oa menos estu Jadas, o eis a doutrina que
corre na actualidade: as priraeiras depen tem da
presenca de microbios (orillara mala ia de La
vern) que sao gerados en virtude da m.ici n-
go e ulterior decomposigao de detritus vegeties,
actuando grandemente em eemelhaotes circum
fancias a humidade e o calor: as segundas re
conhecem por. cousa a presenca n> sango-i de
proto organismos (bacilus typhosus) que ten
por origem a alteracao de principios animaes,
aqu e all exposlos, soffrando tambem a in
fluencia da humidade e resultara do concubinato, se assim me vosso
exprimir, dos dyus proto-organismos, atajando
o raesmo nJividuo, facto que alils negado
por muitos pyretologistas. no que 'raucamente
nao Ihes acbo razio, em virtude de vira clnica
em apoio d'a-uelles qus pensam pod^r copysti!-
um e outro facto actu-udo sobre o mesido" indi-
viduo.
Como quer que seja, o facto ": que febre
desla ou daqaella rmlureza tem como yeratora.^
causas conhecidas e s') estas que acaba d"
apuntar a V S. ; ora, argilas so cjml>;n..3.'-
em pioporgOes variaveis. de. silica, clufHo e
agua quando puras, e impnras se acbam de en-
volta com o carbonato de cal, de magnesia, se-
licatos "laquella base e oxydo de ferro : d'onde
se cooclue que irgilas sao carpos mineraes.
Como substancias desta ordem podem gerar o
impaludismo, os lyphos, e o typho malrico-?
Em relaf&o ao segundo ponto da caria d\ V
S. ainda me rumpre cxirnar o que seseilo :
As febres de Beberibe sSo de ongem antiga e
por demais conhecidas dos diversos clnicos
desta capital ; desde o. anno de, 1872 em qOe
comecou omeu tirocinio medico n.'sti provincia.
que as conheco, e posso alangar aV- S que de
ordinario se revesiem de gravidad* excepcio
nal, sao febres de toda orden : palustres, as
zonas deste norae (e Bibaribe o depois das
chuvas iovernaes abundantes s quaes.-e s^suern
o calor e a hami.iade : sao lyphoides quando
sob a influencia destes mesraos priuci|>:os sede
compOem as ni Heras animaes; e sao de fuiilo
typho malrico quando do raesmo individuo
coneorrem os doas proto organismos.
Ja";iCtuaidadp, ntretanlo. o qae tenb o!i-er
vado nao .-o na clnica civil, como na do H >-
pital Pedro II sao febres typhoides : n vi ne
nhuraa causa que v:esse de Beberibe,
S5o febres typhoides em que o empreo dos
,aes de quinina euj iises massiga3 nao prodiv
zem o menor resultado, e n*m o mais -ligero
beneficio : sao t"bres de ma-elia CjcBea, qiif
eedem antes a uuia expec'ago arm ida do que
a uiedicini tumultuaria outr'ora empregada e
seguida de tao desastrosos effeitos.
. de V. S. fazer uso desla resposta :omo en
tender cenveniente.
'Recife, 10 de Fevereiro de 1890.
Patricio amigo,
Dr. C jsaetro de klbuqiurq ie.
pardacontos sanbasss, como que partici-
pando da mesma alegra, que li nos diarios
a vossa gostosa descripgSo sobre, a tao fal-
lida enterradora guarda-negra, que tanto
assjmbrou a popalagilo dessa cidade por
ura par de annos. Mas confesso vos, co-
mo mu to bo a cit'aolico que sou, e bom
republicano que fui, sem todava deisar de
crer que de um juiz se uzease um oppres
sor, ou mearan um carrasco e ainda um
instrumento ceg as maos de seus ami-
gos de outr'ora"', que fique um tanto turro
pit'gaitado, quando a terminar a leiturn da
vossa interessauto laiurga, nao encontrei,
como esperava, os nomes de certos typos
aqu residentes, a cuja' perspicacia nao vos
devia escapar, os quaes a ciando ou nao
do chefe commum, que agora mesmo anda
cerno eu todo itropitigaado e mcambuso,
aqu assentaram sua tenda.
Conh cedor, pom, de todo o rancho,
como tambem de todos os seus planos te-
nebrosos e 4jb- s.ias iriiquas machn,icoes
dos quaes nao eseapou ningnem, venho
sem mais aquella, no intuito da prestar-
vos una insignificante servico para o vosso
conhecimeuto histrico sobre a guarda ne-
gra^ denuncial os, in lependente de q'ial
quer recompensa que por ventuHame pos-
sais dar. como boua republicano quo sois
-ptimo Orleanista que fuste.
' Assim, digo vos, sem que o Dr. Bellico
e seu raucho saibara, qfe tem cousa que
duvida faga, encontrase no ineu livro do
notas, heranga cue t ve do defacto meu
avo, quando morreu, o nomo dos ditos
supra citados, enjos referidos abaizo men-
cionados :1. A:-. xii'.driun marafoneiro,
nauor-do sem Ventara, subdelegado de o:-
tiva, senhor absoluto do tro co, chefe d>
calotina e advogado d:i guarda-negra, pa-
go pelo cofre in clielistico, o mesmo que era
1880 foi encontrado fgido as matas do
Soccorro,- desta i Lia e capturado pel-j ca-
pitao de mato e trasudo para a villa do Pi
lar onde, sera licenca do r. Bellico, foi
a sua vdinca cantada era prosa" e ver.-.o
ao som da viola o ao raiafar do pandeiro.
2. Florencio -oorretor de qwatgs$, te
nente da guarda nilo sois nada pela viga-
versa e capitaz de o.tiva e seu ifen.'ho.
i.0 Mauoe^ dos bois ou dos ochIoj._ 4."
.Manoel R^H'.amSole da V. V., profossr de
oitiva e irifl leucia politice pela vi^a versa,
p.nte pernicioso s icicdad^ do lugar. ^.'
Quincao, e*p lo da guarda negra. 6. o-
pn2o macota, sublolegado do ortiva. 7.
Dr. Bell/'ca, juiz raedraneiro e director da
guarda negra, fiel servidor dos bambs, por
graa da uabee lidado-do povo unauime
ooDsentimerrto do overno.
ItaiiaracA. 9 de Fevereiro do 1S90.
Sdle e "raternidade ao cidadao A.
Af ,uso Leal.
ei|>or(a^o
RECira, 10 DKFEVBBKIBO bE 181-0
Para o exterior
No vapor francez VMe de Montevideo, r-ara o
Havre, carregou :
Dr. B. da SamaiLobo, 1 caixa com raizes me-
dcinaes
No lugar nacional Loyo, para Artigas, car-
regaram :
Amorim Irm5os & C, 20 pipas com 9,600 li-
tros de ag lrdente.
Para o interior
No lfigar nacional Loyo,' para Rio Grande
do Sul, carregaram :
Amorim IrmSos d C, 37 pipas com 17,760 li
tros de agurdente.
No lugar nacional Zequmha, para Santos,
carregaram : L_
Amorim IrmSos AJ, 100 saceos com 6,00 Jo.-epb Krause &C.
kilos de assucar masTado. ) Banco Sal Americano
Itamarac
Ao cidadao majar A. Ajfonso Leal
Foi com rauito prazer que d'aqui desta
trra de Maciel Monteiro, o figurino da
pocha, e do padre Tenorio, o raartyr de
17, a*.- suave e somnoleuto balango da re
de sombra de um mangueral em con
traste com o canto sonoro dos temos e
No vapor aust iaco Matlekov-.ts, para Santos
carregaram : .* "- .
Maia i Rezende, 1,800 saceos com 96 00)
kilos de assucar branco e 1,400 ditos com 84/. oo
ditos de dito mascavado.
U Burle & C, 700 saceos com 41.000 kilos
de assucar branco e 800 ditos com 48,000 ditos
de dito mascavado.
S. Guimares & C, 1,20) saceos com 72,000
kilos de assucar mascavado.
Para Rio deJaneiro, carregaram :
H. Lundgren & C, 700 saceos com 42,000
kilo: de feijo.
No vapor nacional llagos, para Rio de Ja-
neiro, carregaram :
Maia Reiende, 700 saceos com 42.000 kilos
de assucar branco e 600 ditos com 36,0jo ditos
de dito mascavMo.
M. Amorim, 350 ss ecos com 21,000 kilos de
assucar branco e 300 ditos com 18,000 ditos de
ui-o mascavado.
Artbur de Lemos, 1,000 saceos com 60 000
kilos de assucar mascavado.
M. F. iartins, 1,000 saceos com 60,000 kilos
de assucar mascavado.
F. 11. da Silva Guimaiaes, 160 saceos com
10,740 kilos de sementes de mamona.
No vapor francez Entre titos, para Rio de
Janeiro, carregaram :
Costa & Fernande?, 10,000 cocos, frucla.
No vapor iuglez Lisbonense, para Para, car-
regaram :
Amorim Irmo3 A C, 20 pipas com 9.600 li-
tros de aguardeate e 10 pipas com 4,800 litros
de alcool.
No hiate nacional Adelina, para Natal, car
F. J. de Barros Jnior, 1,000 saceos com fari
una de mandioca.
No hiate nacional Crrelo de Natol, para o
Natal, carregou :
F. i. de Barros Jnior, 1,000 saceos com fari-
nha de mandioca.
Para Parahyba, carregou :
F. J. de Barros Jnior, 1.030 saceos com fa-
rinha de mandioca.
No cter Geriquit<, para Cear, carregou :
F. J. de Barros Jnior, 1,000 saceos com tari-
aba de mandioca.
No cater iaguarary, par.-. Maco, carregou :
F. J. de Barros Jnior, 1,000 jaccos com fari-
nha de mandioca.
Na barcaga Sania Catarina, para Parahy
ba, carregaram : *
P. Valente & C, 500 saceos com 3,500 kilos
de milho.
Na barcaga Pedro Amenco, para Natal, car-
recaram : '
P. Alves & C, 56 barricas com 3,330 kilos de
assucar refinado.
-.m
J. Vatollu.
Acrstico
o |0PO iruia) de Osorio, hroe tlente,
P3 ;reglo lillu dos pampjas majestosos,
ss "lo illuetre tl'-s gi'Kucas valorosos,
nneo ocudo da patria do Cruzeiro,
gbomeiro do progresso e Lrbe'dadu,
> ti uullos presta esta eidad-,
r*ej que renega o cupliveiro.
?a |em na f orito imraarcesciveis louros,
o norae seu j orna a mssa Historia.
cua carreira marcial legua Ihe a ama,
P na paz vem ganlur maior vreloria.
sereno na guerra, impvido L",
nvencivel fez da patria o pavj bao.
Siliando dos banhados no pal.. -
tflil-o hoje entre, nos. r.-udei Ihe preito,
>periae, Leo da Norte, ao vosso peito
o vleme tilho do Le&o do Su'.
-;e38em-me o estro possuir de Homero,
P3 do autor da Eneida a portentosa musa,
ou o plectro do cantor da glo"ia luza,
iiiiiiiiares do mundoque venero."
milal-os me dessemqual anceioquero,
ferias com que fu rea cnlo cantara,
M 03 {raudes feitos leus eu rubliuiara I
npun Jo slleBcio a autiga fama,
siseara dos Luzudog o Gama,
> tua fama, em vez da sua, all gravara.
Goyanna -1890.
Um gerundino.
Keudimeato pblicos
MEZ D* PBVBBKIBO
Alfandcga
Renda gem :
Do dia 1 a 10 270:1 i 9 602
dem du 11 24 0834294
' 29i:20i896
Renda do Estado de Pernambuco :
Do dia i a 10 4 9 50I7'
Idem de 11 7:726699
'"
72:tSU716
Somma total 365:8534612
Segunda seccab da Alfandega de Pernambuco,
11 de Fevereiro de 1890.
O tbesoureiroFlorencio Domngues.
O chefe da secgoCicero B. de Mello.
fleeehedoria geral
Oo dia 1 a 10 11 930499
dem de 11
2:0074182
13:9374681
Recebedorla do Estado de
Peraambuco
Do dia 1 a 10 7:9o64327
dem de 11 354 473
Ilccife Drainage
Do dia 1 a 10 1:454 269
dem de II 1054317 .
8:3104800
Oinheiro
KECEBIDO
Pelo vapor nacional Alagoas, do norte, para^
Seixas A Irmaos
Souza Noogueira A C.
Machado Lopes A C.
Fernandes A Irmos
Niemeyer 4 C.
k
10.000*000
2.8434000
2iO.'*000
1.185400o
8004000
8004000
706*30
l:59586
Mercado luaicipal de S. Jos
o movimento deste mercado no dia 10 de
Fevereiro foi o segoinle :
Entraram :
30 bois pesando 1,428 kilos.
559 kilos de peixe a 20 ris II 180
10 carga com farinha a 300 rs. 24000
9 d itas de fructas d i versas a 300 rs. 24 700
33 columoas a 600 rs. 19 62 tabo!ei-os a 200 rs, 124400
8 suinos a 200 rs. 15600
1 escriptorio a 300 rs. 300
60 compartimentos com farinha a 500
rs. 3>40o0
28 ditos de comidas a 500 rs. 144000
100 ditos de legumes e fazendas a
400 rs. 40/000
17 ditos de suino3 a 700 rs. 114900
9 ditos de fressuras a 600 rs. 54400
8 ditos de camarOesa 200 rs. i 4600
34 talhos a 24 085000
RendimentO de 1 e 9 do Crrente
220880
2:0104500
Pregos do dia :
Carne verde de 240 a 480 ris o kilo.
Sainos de 500 a 560 ris idem.
Carnero da 640 a 800 idem
r arinha de 480 a 560 ri a cola.
Milho de 480 a o 10 ris idem.
Feiio de 900 a 14200 idem.
2:2315380
Convite cousa especialidade
Tendo embarcado da capital federal com des-
tino a este Estado, o conselheiro JoSo Alfredo,
pego a guarda negra qu.; e-teja a postos
Rames, Nume.Fontes, Brag, Gamba, Phaelan-
te, Paula, Subrinlio, Fonseca, Bekman, JoSo Fes-
teiro, Anselmo, Macario, Elpidio, M.randa Gordo,
Guilliermino Pinto, Genuino (fecal, Milet, Altino,
Alfredo del padara, Pereira Jnior, Villela, Cus-
si, Torres, Coliago, Lopci Netto e outros, todos
vestidos de branco, facha verde e capella de
raangafico pucharlo o prestito formado pelo de-
functo tlub,do Cupim cantando o celebre nymne.
Est feta a aboUgo
Pelo partido liberal.
Viva viva o Conde d'Eu
E a princeza imperial.
No Io de Djzembro
Como dizen corto ...
Foram malar ZS Murianno
Qaem morreu fui seu Bode.
O constructor naval, Ver;ss;mo, offerece a sua
Minerva, desmanchada em 3 pedagos.
Um ir carregado de meJallias e baodeiri-
nhas.
Outro conduziri a barcaga do Rames.
Nj ultimo cam.iarecer o rancho modesto qua
tem acauhaoienio de mostrar em publico duas
c.r-s.
Segu se o povo de vfga-versa.
Nate se que a gente seria ir receber o conse-
Ineiro Juo Alfrelo ern um rebocador.
O D.\ U. Vranna talvez comparega desfargado
em iuglt-z, fallando o porlugu>-z atravessado.
Que nao filte ninguem.
Su e o profesur _Antonio Pinheiro de Castro
:omuaau Jaremos aguarda-negra.
M'jjor A. A. Leal.
P. S.Agora se o aomem destorcer a talica, a
culpa nao miiilia.
Brevemente llavera nova manifestigo ao con-
sclheiro Portella.
-
Nata importante.Njluvcru facaJas, porque
os branoa estao na eiifbira.
Que penna I
Wkt a petty.
Cmara de Olinda
Li o escriplo do Sr. Dr. Jo4i de S Cavalcante
de Albuquer-me, n de offerecer u-na ligeira rectilicacSo ao tpico
. m que S. S. diz baver eu posto ^ua dispo-
srgo doiis voos, o >!c um mu sobriohoe o do
eapitao Res, caso 'ui.tes>e se- de novo eleio
presidente da Cmara .
Ha um simples equivoco da parte da S. S. O
iu' eu disse a proposito de elelgao do presiden-
re da Cmara, ero conversa amistosa com o Sr.
Dr. Juo de Sa. fui que eu >jo duvi.laria de tra-
ballvir cora os meus amigos vereadores, para
aju lar sua reeleico de presidente, no ultimo
anno do quatriennio; e que, se Unhi concorrido
para"' a eleigfto de nutro- vereador, c Gzera
pira qu-1 nao parecesse qae. smente/o Sr. Dr.
Joto dei era o nnico habtUtaJo para exercer
a presidencia da Cmara.
Ai-so purera, respondeu-me S- S que nao
sepropuaha oais aquelle cargo.
'Ludiao Eugenio de Mello.
U.U OlVO
c:foM3;ta(l minlia
prima (tila Sl.iri a valoantc, eapOMit qiu rol de aiioel
Uariu de II. C nu 9' dia do eu
fallec meato.
Qual pende e mu relia u'haste a flor mino?a
Ao sopro do tuf lo aDrjzador,
Assira linou se ella crua dor
Da iruplacavel Parca portentosa.
Me exemplar, e-posa carinhosa,
Quan (o da vila anda no vigor,
Minou lh>a existencia e cora rig.;r
O mal fatal a que ceJeu saulosa.
Saudosa s m I... Porque tenras creangas,
U'iia das quaes ao lesbocJiar da vida,
Rodeavam-lhe o leito com esp'raugas
De Ihes servir ainJa a me querida !
Lnplorava o esposo aos cos bouangas...
Cono foi-se aqueL'alma dolorida!
Victoria, 13 de revereiro de 1830.
Luiz C. Filko.
Cirurgfio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for-
-aado pela Universidade de Marvland nos
Sstados-unidos, tora aborto o seu consul-
torio, na ra BarSo do Victoria 18, 1* afi-
lar.
Consultas dan 10 s 4 horas da tarde.
9a

Vapores a entrar
MKZ DE FEVBKEIBO
Sol-.......... Ville de Montevideo.- 12
Europa....... Don.............. 13
sul.......... Atrato............ 13
Sul........... Mrquez de Cuxias.. 13
Europa....... Ville de Rosario..... 14
Europa....... llamburg.......... 16
Liverpool..... Actor.......... .. 16
Sul.......... Para.............. 17
Vapores a sabir
MEZ 1 Fernando___ Jacuhype.......... 12 as 12 h.
Sul.......... logos........... 12 as 5 h.
Havre e esc IViV? de Montevideo. 12 as 4 h.
Monlevido Don.............. 13 as 11 h.
southarapton. Atrato............ 14 as 11 h.
Santos e esc Vdle de Rosario-.. 13 as 4 h-
antos e esc.. Hamburg.......... 16 as 3 b.
Norte........ Para.......~......18 as 5 h.
BATO SIL-AMERICIO
Capital 20,000:000|000
i<8Ra do Commercio38
Desconta letras e contas assignadas.
Adianta dinheiro sobre caugo de ttulos e
mercaderas e abre cocta3 correntes com garan-
ta dos mesmos effeitos.
Recebe em Deposito ttulos e valores.
Faz movimento de modos de praga a praga e
concede cartas de crdito, abono e tianga.
Paga cm conta corrente de movimento 3 % ao
anno.
Ricebe inheiro a prazo fixo oa por aviso.a
juro convencionado.
E faz outras operagOes baacarias.
Hoyiuienito do porto
Navios entrados no dia 11
Manos e escala, 10 diasvapor nacional Aia-
goas de 1999 teneladas, coramandante Joa
Maria t'essoa, equioagera 60. carga varios
gneros, a Pereira Carneiro A C.
Cear e escala, 6 diasvapor nacional Uno.,
de 268 toneladas, commandunte Atf.edo Mon-
teiro, equipagera 30, carga varios gneros,
Compaunia Pernambucana.
Fernande de Noronlia, 33 horas catihcneira na-
cional Ltberdade, commandante 1 tenente
Monteiro de Barros, carga munigOes de
guerra.
Rio G-ande do Norte, 3 das ayate nacional
Geriqmt'i 2, de 45 toneladas, mestre J:aquim
Honorio aa SUveira, equipagem 4, carga bar-
ricas vasias, a Manoel Joaquim ?essoa.
Santos, 6 diasva par allemo Proci'do, de 1667
toneladas, coramandante J. Faust, equipagem
29, cm. lastro, a pohlmas A C.
Navios salados no mesmo da
New York e escala Vapor inglez Lisbonense,
commandante John Kia, carga varios g-
neros.
Pagoguala (E. Unidos)Barca noruega Drov-
mng Loaue, capitao Albert Alberlaea, em
lastro
Santos- Ligar nacional Zeqmnha, capitao capi-
tao Antonio Duarte Ralha, carga a;sucar.
i
'^


i
.

\

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1___I wLWB


Diario de Pernambuco-Quarta-feira -12 de Fevereiro de 1890
i
%
i
.*
.1

-
Tinibaba
Consta que ;e tr^ta da uomeacao da inten-
dencia des.e municipioE' de urgente necessi-1
daje.
# !
Que. a I l.iia. muiiicipil nao se jnlgando em
bonslencues pro.wa una intendencia da familia,
para pulgar a familia.
Que masa !
*
Que, para conseguir seus /las, onmeou advoga-
do para solicitar a txcluo doatvx liberaos
Vasccoeellibias e conservudoresr-Agora se nao
-excite ?

Que o integro cidado G >wrr.ador tem se
canudo, neta que.luo, na altura do DM ver
dadeira auiodadc pru lente e z'.!osa do bem
publico.
E' di-ao de louvor.

Qac, o Dr. procurador no vai se dando bem
coui a repblica, que nao consente ca olygar
chas.
Oa bolas. *
Qae, em breve saberse ha
tendidas exclusoes.
A to 1 !
a razao das pre-
Zons'.ans.
c
Foro da Escada
AKKESTO REQUERIDO CONTRA JESCIXO
MOTTA
A;t. :m t\o re^ulameato n. 737 de 23 de No-
tembro ite lfcO.
Fica sem cffeito ti o embargante dentro tm
15 dtis nao popuzer a competente accao.
I'ergunta .<: Sendo imerposlo agxravo de
"pelicio em 20 ae Dezembro ultimo, minutado
em 2! do rne^mo mez. coutrauinuiado em 15 de
Janeiro te 'JO (!), sendo dado provimento ao
inesmo rg^ravo, p?lo juizo competente, ere 23
de Jineiro do mesum bnno, ateusaudo se em
audiencia de 29 do nusmo mez o alludido em-
bargo : (fe qcando devi-i ser contado o prazo
do ;.rt. 331 citado, tendo luvldo tal interru>co
pela incrposico do mesmo aggravo ? ?
Pede liccao ao jurista J. M.
O leigo,
E S.
Em 1 de Ftvoreiro de 189>.
Alten cao!!!
Segunda feira, 10 do correte, estar aberla a
grande exposic&o de vestuarios pata mascaras,
sita oa Duque de Caxiaa n. 25. esta do bem
conliccido Aaselmo ; ah se encontrai vestua
nos a (aracter, nao t para homens como para
senhoras e meninos, mascaras, luvas. cabellei-
ras e calcas de meias. Era quanto aos precos
dos aleguis, nao tem competidor porque o pro-
prietario est disposto a nao dcixar sihir ei m
alujar uu comprar pelos preces que Iheforem of
ferido. Convida, pois. aus araanies do Carnaval
que no deixetn de fazer u:ua visita aoseu esta-
belccimenlo.
Recite, 9 de Fevereiro de 1890.
caselo mnm
Estrada de Joao de Barros, n. 27
Esto csUbelecimcnto pa. ticular de educado e ensino tero operado grandes re-
formas em seu prr-g-amma da ensiuo e em sua economa, collocando ae na altura de
coUegios particulares dae prinoipaes eidades da Europa. E' assira que, al m da in
bti uc',-20 iutelbctaol. pby-ica e domestica, raethodica, perfeita c completa, ministrada
por mu orpo docente llustrado, e pelo director o sua fami ia, o ollegio Prytano
forn.ee aos scus educandos internos, mais u ^eguntea vantagens, desconhecdas e
nao eflorecidas em nealmm dos c.egios da Repblica, quer pblicos quer partcula
rea: lodosos objectos de escripturacao.tratamtnto medico em qualquer doenca UM ENXO
VAL COMPLETO D ROPa DIRIA, i E CAMA E DE BANHO, CALCADO, etc. J B tudo pe*
inesma p-nso de 600,5000 annuaea, p:.ga pelo contribuinte em qualquer oufo uter-
cato do Paiz.
O Collegio Prya.o recebe alumnos interno, se uii-internos e externo sta
localisado em um dos mais saadaveis e aprziveia arrabaldes da capital, em a m gran
do predio de vast s e sadias acoma odacSes, com um espacio e Dem arbonsado po-
mar para recreos: agua encanada, e Iluminada lampadas de gaz carbnico de sys-
thema mui recente. EsU^situxdo na Estrada de Jo3o de Barros, n. 27, muito pro-
x>mo da estacSo drt Principa, da via-fer.-ca do Recie a Onda ; fica porto da linha de
6onde Fernandes Vieir- c tem na vaiauda para maior saliencias urna grande ta
boleta em o dstico do (cll'tjio. .
Ha no es'abelecimcnt) Estatutos impressos, que esclarecer c nao ceixam on
vidis. Abro suas aulas no dia l de Janeiro prximo de 1890.
Pod m dar iaforma^Sa e exricacoea detidas sobro o ollegio Pryaneo, 03 ci-
th '-s : Des. Ad-.lpho T l. *irne, Augusto C- Vaz o Eduardo ilveira; o os neg
<- ntes Joaquim Mddeiros, Alipia Botado, da lirma Guerra & Fe.;uandes, Od.Um u
krte & Irmli) c xAwtfl Bodrku tt Souza & Em mau desses cavulbeiros en-
coatrarae hl<> ewtatttm iaiprwiot do Collegio.
Recife, 28 de Dezembro de 1889.
O director,
Tranquilino G. de AL Leitao.________________
# _____**'-***\ Auxilios lavoura
Urna das maiores maravilhas da scien-; fereira arneiro & C. conttnuam, ^tomados
... ., o oelo Banco do Brasil, conceder emprestinios
ca .medica e a rapidez com que a balsa- Iavoura da8 provincias de Peroambuco, Ala-
parrilha de Bri-.tol reBtitus as forcas per-', goas.Parabyba e Rio Grande do Norte, mediante
didas aos doentes S a experiencia podo as condices de qne os ioteressados sarao infor-
permittir aos enfermos o rlisraA *\***a *?*WtoitS2?Md*'B't
.eos effeit, s nos casos de debilidade ge das M hora, da manna as 2 da tarde,
ral. Pouco importa o estado de prostra-'
5S0 physica que o doente se v"eja redu
Villa do Ex, 23 de Janeiro
de 1890
Fr ncisco Ayres de Alenear Araripe
faz s !>er a todo os seus amigos que de
boie em diaute assigna se com o nome aci
Bia rneneionado, o r ao Francisco Ayres
de Alencar, como aiEignava-se e com o
mesmo bavia anteriormente sido Hornea-
do para o iugar de tenente do estado
maior, do batalhao 21 i& guarda nacional
doste municipio do Ex.
Francisco Ayres de ltncar Araripe.
Dr. Silva Leal
C1.1XICA JlEDICO CD2RGICA
Cosifullorio e rcidentia rna do Livramento
(1.6 Io andar. Consu las das 11 as 3 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora, por Crcripto
Ks&ao-
La Rosa Alemn
E' o 11 o me de urna qualidade de c.rveja
ranea que, pla priroeira Tez vem a esta
Ettado.
A cerveja La Rosa Alemana lo con
tem acido ou producto chimico.
A preparacSo da cerreja La Roa Ale-
mam chf-gou ao mais alto grao de perfei
;ao. E' SUBLIME, muitissimo tgrada-
ve' ao paladar, finalmente urna combi-
nacSo de substancias poderosas para a boa
alimeut&gao. As mais afamadas cervejas
n3o trazem o nome do fabricante. Entre-
tanto o proprietano da cerveja La Rosa
Alemana tendo conquistado o segredo da
sua saudavel cerveja registrn a marca
cora a sa firma no rotulo.
E como teve a honra de requestar a
sympatbia publica e para que a cerveja
La Uosi Alemana contiue a goz. r de
ouc.ito o respeitavel publico, amiudadas
vezes manda examinar a sua cerveja pelas
celebridades cbimicaa.
Diversos attestaios de cbimicos e dou-
tores em medicina justificara que a cerveja
La Rosa Alemana muito saudavcl e um
soberano alimento, cojos documentos ti
cam disposicSo do respeitavel publico
Diz o Dr. Vernier: Tenbo por muitas
vezes examinado no laboratorio publico a
cerveja La Rosa Alemana e nlo encontr
materia chimica e sim urna gigantesca pie-
paragJi de substancias que representam
umu valiosa riqueza para a alimentacSo.
A cervej* La Roa Alemana goza de
graude concert na Europa e um Ilustre
cavalleiro dcsta pr-^a, ba pouco chegado
do estrangeiro, animou o fabricante a cx-
psrtal-a convencido de ter grande acceita
92o aqu!
% Teem venda em grj680 e a rctalho:
Machado & U., ra do Vigario n. 19
Albino Fernandes & C, roa do Mrquez
de '.lindan. 2; Jos da t.'osta Caseiro
. & C ra da Cruz n. 13; Lopes & Arau-
jo, ra do Livramento n. 38 ; Vasconcel-
os Bobricho & O., ra da Aurora n. 81 ;
R. Ferreir & C, ra Mrquez de O!inda
n. 50; foja Mendes & C, ra Estreita
do Rosario; Manoel Jcaquim Alves Ki
beiro, traveasa das Cruzes; Pereira Fer-
reira & ('., ra do Imperador ; Joaquim
Chritovao & C, ra do Cabug, Jos
Feruandcs Lima & C, ra Nova ; Salga-
do C, ra das Cruzei no 20 ; Antonio
Almei a Rabello, ra da Uni2o a. 2, An-
tonio touza Duarte Ferreira, roa da
Uniilo ; Antonio Jos Martina, praca Con-
de a'Eu n. 2; Luiz Jos Salgado, praga
do C'-nde diEu ; Marcelino Martins Ges
teira, rea do "Vigario n. 6; Azevedo Maia
& C, ra da Imperatriz; Manoel de Ol-:
votra Menor, ma do Viscondc de Goyan-
na ; hotel da Magdalena; Ivo Sobrinho &
C., Goyanna ; Francisco Nune Monteiro,
Goyanua; Custodio Figueiredo d C, Pa-
rahyba; Fonseca Irmius & C Parahyba
nvenuto & C, Parahyba. :
zido, pois a Salsaparrilha do Bristol lhe
tornara restituir. Alguns medicas teem
suggerido a injecco de Bngue puro as
veias dos enfermos, porm este poderoso
restaurativo converte cad 1 urna gota do
sungue no corpo do doente era 11ra t ni o
efficaz capaz de prestar novas forcas aos
msculos, aos ervos, ao estomago a
todo o machininmo animal. Que nenhuma
peasoa por mais fraca e dbil que seja
perca a esperanja, porque n'osta prepa-!
rajo existe um p incipio vital que resta-
belece as forcas -os muis debis como por
encanto.
Vende-se por toda a parte do mundo:
civilisado, as princ:pacs boticas e lojas de
drogu.

Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com espeeiali
Jado de molestias de senhoraa e creangas
Consultorio e residencia rna da impo
-atriz n. 18, 1* aadar.
Consultas de 8 a 10 da manh.
Chamados (por escripto) qualquer ho:-a
TELfiPENK N. 226

?
I
Advogado
:. l CLSSOALSQ :s ::::a
Mudou o seu escriptorio para a ra do
fmprrador n. 32 pr.meiro andar, onde
pode ser procurado de 10 da manh as
i da tarde.
Residencia Roa Imperial n. 148
i ^ Telepioae n. 102. *J
&&-------r---------------
beilteo
Medico formado pela
Faculdade do Rio de
Janeiro, tendo-se dedi-
cado com especialidade
therapeutica moderna
das molestias de pelk
e syphilis, na Policlni-
ca geral da corte, cargo
do Dr. Silva Araujo,
onde servio como seu
ajudante ; d consultas
de meio dia s 3 horas,
no 1. andar da casan.
15 do largo do Corpo
Santo, e recebe chama-
dos a qualqueF hora em
sua residencia, ra do
Vis conde de Coyanna
n. 185.
da comarca do mesmo nome, aos 28 de Janeiro
de -890.
8 mais Dio continba em dito edita!, aqui flet
mente copiado doproprio original ao qual me
reporte.
Eu Joao de Souza Co8ta escrivo interino o es
crevi e assigao.Joao de Souzi Costa.
Certifico que aflixei o edital ao que dou f.
Eu porteiro dos auditorios desta vil a de Igua-
raps interino o escrevi e assigno.
Villa de Isruarass 28 de Jauei-o de 1890.
Joaquim XiVierDias de Albuquerquo.
0 cidad'io Dr. cliefe de polica manda pu-
blicar, para que sejam estrictamente observados
em toda sua plenitude, os arligos 70 e 71 das
potnras manicipaes, que prohib^m o cntruuo
com quaesqner substarcias que podem damni-
licar a sade, como sejam : agua, ca, farioua
do reino, maizena, zarcao, verraelhao e oulros
pos semelhantes :
Art. 70. Fica prohibido neste municipio o
bripquedo de entrudo com agua ou outra qual-
qutr substancia, de qualquer raaneira que se
empregue : os infractores pagar3o a multa de
tXK e solTrerao oito das de prisao.
'Art. 71. Fina prohibida a venda de limas
de ilbeiro : os infractores, alora de as perde
ron>, pagar) 4*000 de multa. .
Manda, ootrosira, declarar o mesmo cidado
Dr. chefe de polica, que dos habitantes dste
municipio espera que se cohib ro da pratica de
ifto nicivo brinquedo. tornando todava certo
que, com todo o rigor e vigilancia, serao em-
pregados os necessanos meios paa que sejam
geralmente reepeitadas as disposicOes cima ci-
tadas.
Secretaria de Polica do estado de Pernambu
co, i de Fevereiro de 1890.
0 secretario,
Antonio Jos da Costa Rtbeiro Jnior.
DECLRALES
Edital n. 13
Praso de 30 das
^^;
^88
0 Dr. Ermirlo Coulinhu,
de Tolta de sua vageni a Europa, on-
de te dedicou especialmente ao es-
tudo das molestias do systema ner-
voso, fizou sua residencia e consul-
torio 4 ra da Aurorc n. 85.
Consultas de meio dia s S horas.
TELEFHNE N. 367
&
Ing-lez e Francez
Cursos ra da Aurora, n. 37, 2.' an-
dar.
Frederico Chaves Jnior <
IHomoepatha
39RA RARO DA VICTORIA 39/ '
Primelre aadar f I
>=
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, eculisia,
ex-chefe de clinica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa^ d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no 1
andar da casa n. 51 ra do
Baro da Victoria, excepto nos
demingos e dias santificados.
Telephone 285.
Reeidencia ra Scte de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.
Professora
Urna senhora pereitamente habilitada e
com bast-ntc pratica de ensino propSe-se
a leccionar em collegios e casas particu-
lares as seguintes materias: portoguez,
francez, msica e piano, a tratar na ra do
Visconde de Albuquerque (antiga da Ma-
triz da Boa-Vista) n. 20.
rosse convulsa! coqueluche
Nao deis enanca senSo o Pcitoral de
Cambar. "
1/
MEDICO HOMEPATA.
Dr. Balthuui: da Silveira
Especialidadefebres, molestiat
das criancas, dos orgaos respirato-
rios e das senhoras. ^
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do Barao da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.^
Tuberculoso pulmonar
Cura garantida pelo Peitoral de Cam
bar.
EDITAES
2* Secco.Secretaria do governo do Estado
de Pernambuco, em 4 de Fevereiro de 1890.
De ordem do marechal govemador do Estado
fago publico para os devides efTcitoa, o edital
abaixo transcripto, pondo em concurso o oflicio
de escrivo de orpho? ausentes e de Io tabelio
do termo de Iguarass.
O secretario
Antenio Iguacio de Mesquita Neves.
{} Leonor Porto
j iRua Larga do Rosarlo nu-j \ \
i ( mero 9U )
l ) CPPITVn/l AVILAD
ero 941
I
Contia a executar os mais difficeis (
SEGUNDO ANDAR
Jfiguriaos recebidos de Londres, Panz,< >
j Lisboa e Rio de Janeiro. (
Prima em perfeicao de costaras, em i
em brevidade, modicidade em prejos e<
i (fino gosto.
Bronehie aguda ou chroulca
0 Peitoral de Cambar o melhor rr-
sodio.
0 Dr. Hisbello Florentino Concia de Mello, juiz
de direito desta comarca, especial de Iguaras-
s do Estado de Pernambuco, em virtude da
lei etc. ,
Faco saber pelo presente edital queacha-seeto
concurso eom o prazo de 30 das, cantados da
data do presente edital de accordo com o art. i
do decreto n. 3322 de 14 de Julho de 867, o of
; Qcio de escrivo de orph&os, ausentes e de 1*
! labelliao de notas deste termo e comarca de
Iguarass, creado pelo decreto de 0 de Janeiro
'. de 1834 e lei provinciano. 1.137 de 18 de Juoo
[ de 1873, vago pelo laMicimento io respeclivo
' ) serventuario MaximianoJ''.'anciscoDuarteiunior.
1111 j Os pretendentes a serventa vitalicia do mes-
- J mo oflicio devem apreaentar-se devidamctiie hu-
bilitados no praso referido obsrvenlo em tud '
Ttj! as disposicOes do decreto n. 9.420 de 28 de Abril
w de 1885.
E para que ebegue nhecimeoto de todos
mandei passar o proj P> que ser .ffixado no
logar do costume em picado pela imrjfensa-
Dado e pausado rfWa villa de Iguarase sede
Pela inspectora d'esta Alfandega se faz pu
blico que s 11 horas do da-11 do mez de Margo
prximo vindouro serao arrematadas, porta
d'esta reparticao as mercadorias cornijas nos vo-
lumes abaixo mencionados nos termos do titula
5" cap. 5 daConsoiidaco das leis das AI an-
degas e mesas de rendas,si seus donos ou con-
signatarios nao as despacharen) e as retirarem
dentro do praso de 30 edital, sob pena de, fiado o mesmo praso, serem
vendidas por sua conla sem que Ihcs fique di-
ruto a allegar contra os efleitos d'esta venda:
Armazem n. 1
Marca tria jgulo A no centro e M C em cima,
um pacole n. 8, viudo de Hamburgo no vapor al-
lenao Campias, entrado em 20 de Janeiro de
1888, consignado ordem, eontendo amostras,
sera valor.
Marca G J 4 C um dito sem numero. dem no
vapouMenao Uruguay em 16 dj Abril idem, a
Oliveira Basto & C, sem valor.
Marca S G 4 C, urna caixa. sem numero, idem
do Havre no vapor francez ViUe de Baha, em 29
deMaiode 1889, dQo consta do manifest, amos-
tras sem valor.
Armazem n.^5
Francisco Lauria, urna caixa sem numero, de
Liverpool no vapor inglez Besel em 8 iden de
1888, eontendo amostras.
Marca diamante 16664 no centro, um pacot: u.
120/199, idem idem, a ordem, conten-Jo amos-
tras sem valor.
Armazem n. 6
Marca H M C A. um i caixa n. 4422, do sul no
vapor nacional Para em 29 de Abril de 1889, aos
herdeiros de Manoel Cardoso Ayres, eontendo 82
kilogrammas de envcloppes sem impressao.
Um dita n. 4423, idem idem, nao coasta do
manifiesto, ponteado 102 kiiogrammas de enve-
loppes sem impressao.
I'ma dita-n. 4411, idem.Llem,. aos herdeiros
de Manoel Cardoso Ayres, eontendo 134 kiio-
grammas de papel paraescrever, sem irapressio.
Marca II M C A, um fardo n. 4417. idem iiem,
nao consta do manifest, eontendo 224 kiiogram-
mas de papel proprio para embrulho.
Marca M &. C, urna caixa n. 5006, idem idem,
a Medeiros < C eontendo 132 kiiogrammas de
papel cartao em folhas.
Orna dita n. 5007, idem idem, aos mesmo?,con-
ten to 142 kiiogrammas de papel sem douradura
para escrever.
Urna dita a. 5012, idem idem, aos mesmos, eon-
tendo 90 kiiogrammas de douradura para escre-
ver e 25 kiiogrammas de envcloppes de papel
simples.
Urna dita n. 5013, idem idem, aos mesmos, cen
tendo 140 kilogranmas de papel tarjado para
escrever.
Marca S K e contra-marca C S, urna dita, sem
numero, de Bordeaux no vapor francez Gironde
em 4 de Junho de 1887, nao consta do manifest,
eontendo carto annuncio impresso em mais de
urna cor, peso liquido 26 kiiogrammas.
Luiz G. da Silva Pinto, ama dita sem numero,
de Southaraptou no vapor inglez Elbe em 12 de
Uaio de 1888. eontendo livros para escripturacao,
peso liquido 80 kiiogrammas.
Marca S C C e contra marca P, urna dita n.
1, idem no vapor inglez La Vlati em 4 de Abril
idem. a ordem, eontendo cartas em baralbo para
jogo, peso liquido legal 207 kiiogrammas.
Marca H S P & C, urna dita n. 115 do Havre no
vapor francez Villede Pernambuco em 10 de Ju
nho de 1887, a Hermes de Souza Pereira 4 C,
eontendo chocolate commum, pesando nos en
vollorios 40 kiiogrammas.
Marca diamante 637 no centro, duis ditas n
10/11, de Southampton, no vapor inglez Tagus
em 25 de Fevereiro dem, ordem, conteudo
carbonato de magn.sia alva, peso nos envoltorios
50 kiiogrammas.
Urna dita n. 2, idem idem, ordem, eontendo
esponjas ordinarias peso liquido 10 kiiogram-
mas.
Urna dita n. 1, idem idem, ordem, eontendo:
pos para matar insectos, peso bruto nos envol
torio:; 2 kiiogrammas; pos de scidlitz nao es
Secificado. em vidros, pesando liquido legal 5
logrammas; perfumara, peso bruto no3 en
vollorios 1 1/2 kiiogrammas ; saes nao especifi-
cados em vi iros, pesando liquido legal 17 kilo
grammas.
US* dita n. 12, idem idem, ordem, eonten-
do : ungentos medicinaes e:n potes de barro
peso liquido legal 3 kiiogrammas ; pilulas me
dicinae em caixinhas de madeira, peso liquido
leial 1 1/2 kiiogrammas ; sal amargo peto bruto
nos envoltorios 25 kiiogrammas; emplastros
estendidos vesicatorios peso liquido 2 kiiogram-
mas.
Urna dita n. 3, idem idem, ordem eontendo
carbonato de amoniaco e;n latas, peso liquido le-
gal 104 kiiogrammas.
Urna dita n. 13, idet idem, ordem, eontendo
magnesia calcinada erdinaria, peso liquido le
gal 44 kilogranmas.
Armazem n. 7
Marca S K, urna caixa u. 76, de Bordeaux no
vapor francez Congo, em 1 do Junho de 1888, a
Sulzer Kiuffjiann, eontendo impressos de mais
de urna cor, pesando liquido 10 kiiogrammas
Marca P J A. urna dita n. 104, do Havre no
vapor francez Viile de Rosario, em H idem, a
Paulo Jof Alves 4 C, eontendo queij?, peso li
quido 3 kiiogrammas.
Marca A O 4 C, urna uta sem numero, de Li
verpool no vapor inglez Orator em 15 dem, a
Alfonso Oliveira 4 C.. eontendo annuncios im
Jiressos em mai3 de urna cor, peso liquido 28 ki
ogrammaB.
Marca diamante B no centro e P J A em cima,
urna dita sem numero, dem idem, a Paulo Jos
Alves 4 C eontendo cartSo-annuncio impresso
em mais de urna cor, peso liquido 28 kiiogram-
mas.
Marca diamante 19 no centro, B S em cima e
C C tm baixo, cincuenta latas de ferro sem nu-
mero, i Jera em 23 idem, ordem, com Unta a
oleo para pintura, peso liquido legal 660 kilo
grammas.
Marca 3 F 4 C, tres grades n. 1/2, do Rio de
Janeiro no vapor nacional Espirito Santo em 28
idem, a P. Iohrostc, eontendo 40 pedras marmo
res em taboas serradas, medindo todas em di
versas iiimeno?s 44 1/2 rnetrea (4).
3 secco da Alfaodegu de Pernambuco, 11 de
Fevereiro de 1890.
9 chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
AVISO
Com o flm de melhor regulariar o
wervico Interno e de accordo com a
pratica admlltida e eguldaem to
dan a* praca* commrclaea tendo
Ido ou iilo o dign preuldente da
AsMoclaeao Coatmerclal Beneflcente
reaolverani o* Banco* e*tabelccldo
nema praca, abaixo mencionados,
fechar o expediente dos Beceblmen-
tos e Pagamento* as 3 boras da
tarde, a cometar do da 3 de Feve-
reiro prximo fu i uro. do que sclen-
tlflcam ao lllustre corpo do com-
merclo e a todas as pessoas que
msntee m rea eo e s commcrclaes
com os mesmos Bancos,
Recife. t9 de Janeiro de SOO.
(Assignados) i
Pelo London dt Braslllan Bank,
lilmlted, Willlam D. b ton, gerente.
Pelo Engllsb Bank of Rio de Ja-
neiro, Iiimlted, A. d. P. Clarkson,
gerente.
Pelo Banco de Pernambuco, Wil-
llam si. Web*ter: gerente.
Pelo Banco Sul .Inierienno. F. A.
Pacheco, gerente,
Instituto Archeologico e Geogra-
phieo Pernambucano
Com o praso de tre3 dias, a contar da presente
data, recebem-se propostas por escripto nesta
secretaria para a impressao (brochura) cm oita
vo francez, de mil exemplares da revista tri -
mensal deste instituto.
As propostas devero mencionar nao s a im-
portancia de cada folh i de Impressao como as
condiges do respectivo pagamento.
Secretaria do Instituto, 10 de Fevereiro de
1890.
Baptista Regueira.
1- secretario.
Banco de Pernambuco
De ordem da directora convido os Srs. accio-
nistas, para que se dignem comparecer no edifi-
cio da Associacao Commercial Breticente, sexta-
feira, 14 do correte mez, ao meio dia, atim de
se constituirem em assembla geral extraordi-
naria, para deliberaren! acerca de negocio rela-
tivo a interesses do mesmo Banco.
Recife, 8 de Fevereiro de 1890.
Jos A. Rodrigues Lima,
Secretario.
Commando das Armas
A ex praca Antonio Florentino Leite chama
da ao quartel general, atim de reverter* s fllei
ras do exeteito por ter deseit; do o seu substi
tato o soldado do 14. batalno de infantaria
Jos Paulino Evangelista, conforme o termo de
responsabilidade que assiennu nesta secretaria.
Secretaria do Commando das Armas no Esta-
do de Pernambuco 5 de Fevereiro de 1890.
O Tenente, Jos C. Maciel da Silva
Secretario.
C. C. F<
Club Commercial Euterpe
Sarao em 22 do crreme
Est designada a noite de 22 do corrente para
ter lugar um sarao dan-ante, pira o que re pede
a todos os socios que quizerem tomar parte no
mesmo, o obsequio de se enteoderem cem o
thesoureiro, depois do que enviarac suas notas
de convites para a sede do club todos os dias
das 7 s 9 boras da noite. Pede-se a simplici-
dade na3 toilettes.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, 10
de Fevereiro de 1890. 0 1 secretario,
Antonio Soares.
Indemnisadora
Comprindo a disposico do art. 16 do decreto
de 17 de Janeiro deste anno, que reformou a lei
n. 3150, de 4 de Novembro de 1882, declara se
aos interessados que o balanco, a lista dos ac-
cionistas e a nota das transferencias das acedes
j se acham organisadas.
Recife. 12 de Fevereiro de 1850.
Os directores
Jcaquim Alves da Fonseca.
Jos Ferreira Marques.
Instituto Archeologico e G.
Pernambu cano
Quinta-feira 15 do corrente, hora do costume,
llavera sessSo extraordinaria.
Secretaria do Instituto, 11 de Fevereiro de
189o.O 1." secretario,
Baptista Regueira.
Correio geral
Malas a expedir-se hoje
Pelo vapor hrasileiro Alagos, esta adminis-
tracSo expede malas para os portos do snl,
recebendo impressos e objectos a registrar at
2 horas da tard;. e cartas ordinarias at 3, ou
at 3 entrega das malas com porte duplo.
^dmin8tracSo dos Correios de Pernambuco,
12 de Fevereiro de 1890.
O administrador
Alfonso do Reg Barros.
Thesouro. do Estado
de Pernambuco
De ordem do cidadfio Dr. i spector desta
epartico, faco publico que no dia 12 do cor
rente mez oaga-se a classe de professores de
1." entrancia, relativamente aos leus vencimen-
tos do mez de Janeiro iroximo lindo.
Pagadoria do Thesouro do Estado, 11 de Feve-
reiro ..e 1890.0 escrivo,
______.Alfredo Gibson._______
imposto de industrias e pro-
fissoes
Pea Recebedoria de Rendas internas Geraes
se e.-t procedendo, sem multa, at o flm do cor-
rente mez. a cebranca do imposto da industria e
profiiso relativo ao Io semestre do exercicio de
1890.
Os collectados que, no referido praso, nao sa-
tisflzerem os seus dbitos, licaiosuieitosa mu
tade 10'/..
Recebedoria de Pernambuco, H de Fevereiro
de 1890.
O administrador,
Alexandre de Souza P.reira do Carmo
Faculdade de Direito
De ordem do cidadi Dr. director se declara
que s sero chamados na presente epocha a
exames de preparatorio.- os estudantes que o re-
quererem at o dia 20 do corrente mez.
Secretaria da Faculdade de direito de Recife,
10 de Fevereiro de 1890.
O secretario,
Bonifacio de Arago Faria Rocha.
Arrematac,ao
No dia 7 de Fevereiro ser arrematado o enge-
nho Jaguaribe, sito no termo da Es:ada, avaliado
por 20.000*000; quem quier fazer acquisico de
urna boa propriedade, chngada a occasiSo.
Muito commodo por disiar da cidade meia le-
gua, terreno muito frtil a contiguo ao engenho
central de Firmeza.
A praca ser na casa das audiencias pelas 9
horas da mnhft, do indicado dia cima.
Fica transferida essa praca para o da 12 do
rente, or impedimento do juiz substituto que
ccionou no feito.
G. P. F.
Gremio do:> Professores Primarios
ELEICO
De ordem do cida-io presidente desla socie-
dade, convido todos os sucios a compareerem
na sede social, quinta feira 13 do corrente. ao
meio dia, aflm de, em assembla geral, proce-
der se eleico dr novo conselho, que deve di-
rigil-a no presente amo.
Secretaria do Gremio dos Profesores F nma-
rios do Estado de Pernambuco 10 de Fevereiro
de 180.O secretario ad-boc,
_________' Angosto Wandetley.
Companhia Alagoana
de Fia$o e Tecidos
Convidamos aos senhores subscriptores desta
companhia para, de ac rdo com os arts. 9 e 10
dos estatutos, realisaren at o dia 28 de Feve-
reiro a nona entrada na razo de 10 0/0 do valor
de suas aeces, no Banco de Pernambuco.
Macei, 6 de Fevereiro de 1890.
Os directores,
Jos Teix ira Machado.
Jo.- Januario P. de Carvalho.
Propicio Pedroso Barreto.
Club 22 le Julho
Sao convidados todos os associados para reu-
nircm-se na quarta feira 11 do corrente, ra
Direita n. 32, atim de tratarse de negocio* re-
ferentes ao mesmo club.
Faculdade de direito
Kdlal
De ordem do cidado Dr. director e de con-
f rraldade cem os avisos de 3 de Janeiro e 16
de Julho de 1880 e 20 de Novembro prximo fin-
do. faco publico que no dia 20 do corrente, at 12
de Marco prximo, improrogavel, estar aberta
nesta secretaria a inscnpgo para os que preten-
deren) fa;erexaraes extraordinarios das materias
3uec onstituem aigum dos 5 anoo3 desta Facul-
ade, como dispSe o art. 20 Io do decreto de
19 de Abril de 1879, que dos exames devero
ser feitos de a icordo com os estatutos vigentes
sob as seguiut.es condices :
1* Apresenturo das certidSes de exames das
materias exigidas 'orno preparatorios para s ma-
tricula da Faculdade ou das que ao:ecedem
dos examc3 requeridos na ordem do curso e
certidSo de idade.
2* Prova de identidade de pessoa.
3 Pagamento da importancia da matricula de
abertura e encerramento.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recil'-
10 de Fe .ereiro de 1890.
(Assignado) o secretario,
Bonifacio de Arago Faria Rocha.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Por esta secretaria convidam-se as mis ou
prenles das menores abaixo declaradas, que
por ordem da junta administrativa lGf de ser
admittidas no collegio das orphSs, pra que vo
alli apresental-as at o dia 20 do corrente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
ftecie, 8 de Fevereiro de 1890.
0 escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
2 Maria Brasilina, filha de Antonia Philomena
sria da Conceico.
3 Cosma. ftlha de Rozenda Galdina da Concei-
co Mendes.
4 Uui'iclina. filha de Basilia da Conceico Tei-
xeira.
5 Antonia, filha de Jo-rana Maria Nnnes
Valle.
6 Isabel, filha de Genoveva Maria da Conceico-
7 Joanna, filfta de Amelia BezCrra Xavier.
8 loventina, filha de Hara do Carmo Portella.
Companhia
DE
Fiagao e tecidos de Pernam-
buco
A directora desta companhia scientifica aos
senhores .colonistas, que deeta data a 10 de
marco prximo, fica a disposico dos mesmos
senhores. no escriptorio da companhia ra do
Bora Jesu3 n. 42, copia do balanco, copia da re-
aco nominal dos accionistas e copia da lista
das trai sf -rendas de aeces.
Recife, 9 de Fevereiro de 1890.
Jos Joo de Amorim.


.
Michel Foh.
"'

YOGAL B INSTRUMENTAL
PROMOVIDO POR
tnloulo nartlns launa
Na noite de quinta feira, 13 do corren-
te, no salZo do Theatro Santa Isabel, em
regosijo pela justa promocao concedida ao
bravo General Jos Sime3o de Oliveira,
digno grovernador deste Estado e honrado
com sua preaenca.
1.a PASTE
1. Fantazia de clannet-
to sobre motivo da ope-
ra Safo, por Antonio
Martins G. Salieri.
2. Gioconda, aria pela
Sra. Laura Caraciolo.
3. Variares sobre o
Carnaval de aples,
para flauta, pe'o joven
Pedro de Assis
4. Romanza da opera
Un bollo in maschera
Eritu' che machiavi
pelo Sr. Comoleti.
5." Grande Fantazia, de
clarineto, sobre moti-
vo da opera Beatrice
de Tenda, por Antonio
Martins A. Parra.
6.5 Do da Favorita, ba-
rytono e meio sopra-
no, pelo Sr. Comoleti
e Laura Caraciolo Donizetti.
2.a PARTB
7. YariacSes de flauta
sobre um tbema origi-
nal pelo Sr. Pedro de
Assis.
8. La Malta Tbsti,
"Pens sema, pela Sra.
Caraciolo.
9. Serenata de Eost, pe-
lo Sr. Comoleti C. Gomes.
10. Grand Do Comer-
tant, para piano e cla-
rinetto, por Antonio
Martins e o Sr. Ama-
ro Barretto
11. Les d'amanU de la
couronne, fantazia pa-
ra flauta, pelo Sr. Pe-
dro de Assis
12. Carmen, habanera,
pela Sra. Caraciolo.
13. D. Sebastiano, pelo
Sr. Comoleti.
Todos os scompanhamentos serao Jeitos
a [ piano pelos insignes maestros Amaro
Barretto, Elias Pompilio e A. BarOilos.
Principiar s 8 \2.

"







Ch. M. de Weo*.
Tulon op. 00.
Mam
I I c_j J


"


Diario de PenmHihuriiQuarla-feira 12 de Fevereiro de 8iM)
-Saata Casa de Mixericordia
, doRecife
Ni secretaria da Suata tasa rec+bem-se pro
X)8tas pa arreuiiaineoto do predio n. 33, A ra
Mrquez de Olioda. com aru azem proprio p; rs
jualquer estabelecimento commercial. com
fraude reduccio oo preco da eoda.
As prupotas serio apreciadas pela jnnta eai
^aasesso prxima.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
ecife, 36 de Outubro de 1889
O escnvo,
Pedro Rodrigues de Souza
~ SANTA CASA"
CAMAN PARA \IA i. \l%
tem da Guia n. 25, idem 16*000
dem dem a. 3, loja 14* O
(em do Bom Jesns n. 29, loja I8*0U0
dem idem idem. 1. andar ?2*2
lem do Araoriin n. 23, dem 2*2?,
dem idem idem, 2* andar ** **'
dem Imperial a 151, caa terrea gfJK
Ra da Mocda n. 45, arraazem lrj*oo<)
Idera idem n. 47, 20OU
dem do Vigario n 25,1. andar JWUU
dem idem Q. 27. loja 16 66.'
Roa da Goia n. 27, 1*00
lemdaM'.eda i.. 49. 20 000
Hem da Aleona n. 46. 30i"00
dem do Encantamento n. H, 2." andar 16*666
dem da Companhia Pernambucana n.
luja 15*000
Id* m do Amorim n. 60 20*000
dem da Madre de Deus ti 2, 12*500
Sladro da Detentan d. 5, 6*000
eui idem n. 2, .____________________8*000
Compaa fce Seguro?
costea ::::
NORTHERN
le Londres Aberdaen
Josifao tiriHocetra fUezembro de 1887
Capital subscripto 3.000,000
Fundos aecumulados 3.421,00''
Serelia annnal :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De uros 143,000
O AGKNVK,
Johii H. Boxinell.
SUM) i Royal Insurance Comparn
de Liverpool
CAPITAL 1.000:000
AGENTES
R. DE DRUSNA&C.
13Ra Mrquez de Olinda13
INDEMISADOR
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
KKiabi'liridaem I >."."
CAPITAL I ,O0O:O0O#00(j
SINISTROS PAGOS
At 31 deDezenbrodelH4
Martimos.. 1,110:000#0(X
Terrestres. 316:000#000
44Ra do Commercio44
CONTRA POG
Tb'e Liverpool & Lonrion & ftobi
EKTSUHlirai X. IPANY
ELACHEra. H!E2X Si c.
Ra do Commercio n. 3
Companhia de Segaros
fidiia* it ptHa
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. Ra do Bom J--W
SEGUBOS MARTIMOS E TERRESTRES
uestes ltimos seguios a nica companhn
ieeta praca que concede aos Srs. segurados semp
^U) de pagamento de premio em cada setrn
mno, o qne equivale ao descont annual de cer
"A de 15 por cento em favor dos segurados
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
(omp:inhla PhenJi Per
uambiu-ana
RA DO COMMERCIO N. 46
MUS VMM
E IFICIOS E MERCADURAS
TAXAS BAIXA8
Prompto pagamento f/e prrjuimos
SEM DESCONT
A (OMPtMIH
IMPERIAL
ni: L9NMB8
E>T: 1803
CAP RS. I .000:000*000
AENTES BhOWXSkC.
N. 5-RUA DO COMMER IO-N.
London & Brasilia Bank
Limited
Rua do Commercio n. 32
Sacos por todos os vapores sobre as ca
iM do mesmo banco em Portugal sendi
mb Lisboa ra dos Capellistas n. 75. N<
?orto, ra dos Ingleaes.
"."""ARiTWS
CHARGEURS REUNS
Cumpanbla Praorria
DE
Navegar* a vapor
Lilha quinzenal entre o Havre, Lisboa
?ernambuco, Babia, Rio de Janeiro
dantos
O VAOR
Ville de Montevideo
Commandante Viel
Espera-se dos portos do sol ate
o da i de Fevereiro, seguindo
depois da indispeiisavel demore
para o Hatrr em direitura
Futrar no porto
Condui medico a bordo, de marcha rpida
i oerece excellentes commodos e ptimo pan-
jadi.
As passagens poderao ser tomadas de ant-
alo.
Becebe carga, encommendas e passageiro.
pra os quaes tenv excellenteg accommodaces
Para carga, passagens, encommendas e di
akairo a frete : tra'a-ae com o GENTE.
O vapor
Ville de K osario
Commandante Detiene
E' esperado da Europa at o da
i5 de Fevereiro seguindo depois
la ndispensavel demora para a

Bahu^rlio de Janeiro e Santos
toga-se aos Srs. unportadores de carga pelo
va >ores destt linha, queiram apresentar dentr
le 6 das a conur do da descarga das al varenga?
inalquer reclamando conteniente a volumes qo<
orventura teaham seguido para os portos di
ul fim de se podei dar a tempo as prov
Inicias necessanas.
'.xpirado o reierido praio a companhia nao se
-es9onsanilisa por extravos.
ara carga, passagens, encommendas e di-
ih 'iro a frete: trata-se com c
AGENTE
\egvte Labille
** RA-Dt OOMMERCTTO *
CoHijmnhia Brasileirade
- Navega^o Vapor
PORTOS DO SL
O vapor Alago as
Commandante Joao Maria Pessoa
E' esperado dos portos do or
te au o di* 13 de Fevereiro e de-
pois da dunora indispensavel
. tmir para n- portos do sul
.....T^Taas sero rebebidas no tramen.
B i-bosa at I hora da larde do dia da sahid-
Para carga, passagens, e ncoinmendas e valo-
res rata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do sui
ate. da 17 de Fevereiroe se-
tiindo iyOto da demora indis-
p.-nsavel para o portos do nor-
vs encommendas so serio recebidas na agen
i ate 1 hora da tarde do dia da sahida.
'ara carga, encommendas, passagens e va">
es "rata-se com o-
AGENTES
Pereira Carueiro & C.
H=Rua do Commrc0=:6
lo nndar
ompanhia Bahiana de Na-
vega^ao Vapor
Macei, Vilia-Nova, Penedo, Araca
i, Estancia e Baha
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Bernardes
E' esperado dos portos cima
at o dia 13 de Fevereiro, e de
pois da demora do costume re-
leressar para os mesmos
.. passagens, encommendas e dinhei
o a frete trata-se com o
AGENTE
edro Osorio de Cerqueira
17 Ra d Vigario 17
Loyal Mail Steam Packet
Companj
O vapor Don
Espera-se da Europa at e dia 13 d >
Fevereiro, seguindo depois da demo
ra do costume para
;i;hla. Kio ile Janeiro, llontevl
leo e Buenoa-Ajvea
Para passagens, fretes e encommendas trata
se com os AGENTES.
O vapor A-trato
E' esperado do sul no da 13 de Fe
vereiro, seguindo depois da demori
necessaria para

S. Vicente, Lisboa, Vigo, e Southamptoc
Reduccdo de paagent
Ida Ida e votti
K Lisboa 1 classe i 20 l 30
K Soathampton 1* classe 28 12
amaretes reservados para 03 passageiros fi'
^e nambuco.
'ara passagens fretes, encommendas. MMi
naos
AGENTES
\morim lnnos & C.
N Ra do Bon JessN. 3
COHPt\HI4 PKR.V4MBI CAV4
DE
avegacio eostelra por Vapor
Para Feriando de Noronha
O vapor Jacuhjpe
Commandante Esteves
.^Ott^ Se^ue no dia 12 de E,'vpreiro ^ ll
j^H^lhoras da manb. Kecebe carga at o
"dia 11
Passagens at as 10 horas do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Ao eaet da Companhia Pemamhueana
n. Vi
Par Rio de Janeiro
Segu nestea'dias a baria nacional Betlp. j
.em parte ca ca ga, e para o resto que faiU,
traa se aa na Mrquez de 01 inda n. 2.
LEILOES
Agente Burlaraaqui
Leilo
luarl,i f elr:. 1 do corrate
A'S 11 HORAS
A' ra de Santo Am ro da Salinas n. 33
Bond para o Asylo
O apele cima teadeft ao correr do martello
por conta e rinro de quem perteoe^, urna mu
bilia guarda roiipa. estante, -ecretana, livros.
nu sai-, abili, cam.i louca, vid ros e muitos
out'os artit.'U8 e*isli-n es na r. fenda casa n. 33
ra le Santo Amaro, quasi confronte a casa
qut- foi do Dr. R;ios._______________
Agente Pestaa
ULTIMO
Leilao
Da* dividas da massa fnida de Jodo Fe-
lisberto da Cruz Br'ig* & C, na im-
jortrncla de 8:729*293, sendo......
5:83 666 em Uros.
Quarta fera 12 do correute, s 11 horas
t em ponto, no armaaem
travesea do C< rpo Santo n. 27
O aiienle Pestaa (<& ledo, per mandado e
om as isiencia do Exm Sr. Or. juiz do com-
meirio, das dividas cima mencionadas, que se-
rio entregues pelo maior preco que fr achado
Agente Pestaa
Leilo
De 1 piano, 1 espelho oval decrystal. urna lino'i
cama de Jacaranda, 1 repartiuienlu de ama
rtllo para escriptorio, cujea pbjectos aertu
vendidos para paiameniu d.. exe.ucao que
move Amonio da Silva Bd>tos, coutra Amonio
Hennque Pes^so.
Quarta-feira, T2 do corrente
A's 11 horas em ponto, o rmatela -tra-
vesta do orpo Santo n. 27 \
L^ilo
De grande quaotidade de merrsdorias para fe
chmente de cuntas
Constando :
De 60 fardos com pedacos de estopa 800 c
eos para corocos de aljiodao. 3 barris coia azeite
iipa com vinho D unc, duziaa de camvetes e
echaduras finas, meias brancas e de corea pira
homem e fenhora, zolUrinbo de hnho, grvalas
fioas para homem, liaba [Tela em carmel, flus
de velludo, bidOes de diversa* qualtd; deg, cognac
licoret!. farinha lacia, cerveja, agua mineral
rhum, leite fresco em lata, dilo condensad), -er
muih fino, vinbo xeivz. hiaj, ca-emiras em
peca e em cortes, grande auan-idade de movis
austracos novos, mobilias usadas, 1 fogao de
ferro, candieiros, jarroi, 2 repost- iros )oponezes
e muitos ootros objectos existentes no annazem
n. 48 da rua-Mirjuez de Olinda.
tuiata-felra, 13 do corrate
A's 11 horas
Por intervencao do agente
Gusmao
Ag-ente Stepple
Leilao
De urna casa terrea OT n. 6, no povoado
do (,'axang, em frente d igreja de S.
Francisco de Paula, e com os fundos pa
ra o rio Ca:>ibaribe, com excel ente ba
nho e casa com bastantes con modos, em
terreno foreiro.
Seiia-feira, 14 do corrate
As' 12 horas em ponto
No armazem ra do Imperador n. 39
O agente Stepple, competentemente autori
sado, levar a leilao a casa cima referida
O* Srs. pretendentes desde ja poderao ir exa
minal a.__________________________________
Agente Pestaa
Leilao
De urna casa terrea sita na ra de S.
Frinciaco, freguezia de Santo Antonio,
n. 25.
Qulnta-feira, 18 do corrate
A's 11 horas em ponto, no armazem
travessa do Cono Santo n. 27
O agente Pestaa far leilao, por mandado e
com assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz da prove,
doria de''residuos e capellas, da casa cima
mencionada com urna po ta e j me 11 a de frente
2 quartos, urna sala, cozmha fo-a. quintal mura-
do com portao para o becco tapado, cacimba
meieira.

AVISOS DIVERSOS
Precisa-te de um felor ; na ra do Pay
aand n. 15K_______________________________
Precisase de urna ama para cosinhar ; na
ra da > al'ia n. 61. _________
Prensa se de urna ama to someote para
engomniar ; no Paco da Patria n. 5._____
Preci8a-se le urna boa cosinheira ; na ra
do Vigario n. 5 armazem.
Precisa se de amas para cosinhar, engom-
mar e arrumar casa ; na rna dos Pires n. 30
Precisa-se de urna ama que saiba bem cosi
nhar e comprar para duas pessoas; a tratar no
becco do Campello n. 4, venda.
Precisase de urna boa cozmheira matri-
culada ; a tratar na roa da SoleJaden. 82.
Precisa se de um criado para sitio, a tratar
na estacan da Jaqueira.
Muga se o sobrado da ra da Ponte Velba
o. 75. com commodos para familia, em agua e
gaz encanada; as chaves para correr achuru sena
taverna junto, e a tratar na ra de santo Ama
ro n 8. A de n. 28 a ra ao Baro de S. Borja.
com bastante commodos para numerosa familia,
com agua e uaz en aada ; est limpa ; e tam
bem a de n. 18 da mesma ra : as cnaves para
correr acham se na taverna junio : tratar na
lo de Santo Amaro n. 8._________________
Aluga t e o 1 andar n. 278 ra Coronel
Suas8una ; a tratar na casa Preaile C, ra
Baro oa Victoria n. 69, ou no Chora menino n.
12, sobrado junto a cape la.__________________
logam se duas s?las com commodos, sen
do orna com frente para a ra Duque de Casias,
e a outra pra o largo de Pedro 2." ; a tratar na
loja ra Oqque de Caxias n 79._____________
lu^a ij e duus casas novas ra da Casa
Forte, tendo cada urna Squarto], 2 gran es sa
las, oosinh i fra quintal murado, agua encana-
da e banbeiro c m cbovisco ; a tratar na ra
Dugue de Caxias n 30. padaria d Beiro e Al
meida. _________________
lugam se casas catadas e pintadas nos
jndos de S Goncalo. a 8*000; a tratar na ra
ta Imperatriz n. 76.___________^_ __
Alugam se o 1 e 2- aodaresdacaea n. 43t
ra Visconde de Inhama, com agua e com-
modos para familia ; a,- chaves no andar terreo.
Alug- m se as casas sitas travessa do
Carmo n 9 a casa para grande familia e3tra
da real da Torre n. 6 : a tratar na travessa do
Corpo Santo n. io. ^
Aluga-se o 1- ai dar do sbralo n. 3 ^roa
das Flores, com agua : a 'rat r na ra do Cretp"
n. 12,1 andar.
Pergunta se ao Sr. Manoel T rquat de
Araujo Sald. ntia se nao v m dar urna explica
cao do -en procedimento, na nadara do pateo
do Terco t Hoje j sao 6 oo mez _______
w cT5r. T., morador na Boa Vista todo o
dia prometle que apparece, e ainda nao chegou
este da. ____ _______
H 15 das que o Sr. Mano-1 Torquato de
Arauj i Saldanha e um seu amigo vierain ao meu
estabelecimento e disseram me que no dia fe
guite volianam ; se ne-tes dous das nao appa
recereiu contan ao publico o que lizeram com
migo.__________________________'
I abel J, G. Vilella, viuva lilla, expe um pequeo quadroznho qne n
pela belleza nem rique.a d'arle que ha de
agradar, pois que p ibrissimo e n. da tem '
belliza s sim comele a lenliranca e -, Uro par
que destinado orno no bilhetinho e-crjpt'
pediodo a.-. aesmo n mno as senhrus deste Es
tado que a quizerera ajodar nessa flor osa mise?!',
pagaiiieiii oa divida externa dt alli eolio uren
pa>a qualquer objecto que jumis lie far hit
Mim como todas as din-cUnas iie oillign-
pblicos e particulares de all mandarem qu I
que1- trabaio de snas alumnas ou borlado*,
pintura que possaiu ser vendidos em lei^o ci producto ser entregue ao distinetn Governad
do EiiaOu. ati i de dar Ihc o winvetiieat^Mes
lino; pede tambem s ph. log'aphias desle. E^
tado alguns retratos do Gem ral Jor Semeo i
Obveira em qua Iros e S'ui (-1 lea para n mj
rim dando se a publicaco divida aos nonies do
offe'lllle?.
N Jitvra'M Frnmeza do cidado loo Wal
fiedo de Vli'iieirjs.
Deseja se alugaruma casa terrea co o ba
lantes acouiiuj BgO's. tendj agua e gaz, pre-
ferindo pe os seemn es : na Boa Vista,
Soledide. Fernandos Vieira, Carainho Novo.
Manguinho, Mondego, %lc.; a tratar na rna da
Conceico o. 43.
Parn a cura tfflcan e prompto da*
Molestias provenientes de im-
1 pnreza do Sangme.
E' urna loucura andar a fazer expe-
riencias com misturas Inferiores com-
postas de drogas ordinarias ou de plantas
indgenas cuja efflcacla nao confirmada
pela scioncia, emquanto que a molestia
cada vez val ganhando terreno.
Lancera mao, sem demora, de um re-
medio garantido cuja cfflcacia soja Ateto
ossigualado c inqestionavel)
O Extracto Composto Concentrado
de Salsatarrilha de A vkk 6 couhecldo
e rccommcudado pelos mdicos mois in-
telllgentcs dos paizes adiantados, j
durante 40 anuos.
Centenas de milhares de doentes
tira colindo beneficios do seu emprego e
sao outras tantas testenuinhas da sua
ellcacia positiva e incomparaveL
preparado pfxo
DR. J. C. AYER & CA.,
T.owell, Mass., l-:st.-Unidos.
DEPOSITO OKKAJ.
Precisa se de urna co- nheira em casa de
pequea a tilia, e'de urna menina de 12 a 14
aunos para anJar cour meninos, dase Ihes i r
rienado ou toma se conm dando i que precisar :
trata-se no caes da Companhia Pernambucana n-
4, armazem.
Am
Precisa-s- de urna bom p-ra cosinhar e ou-
tros Bervens di.me.-tieos de rasa de urna pequea
familia ; na ra do Imperador n. 40
A m a
Precrsa-se de urna ama para cuidar de crian-
cas ; na ra 1 le M' reo u. 2 _________
A na
Preiiea-se de urna ama para crianca ; em
Fernandes Vieira n. W __________
. Ama
Na ra do Brum n. 82, i andar, precisase
de urna ama p ra -os nti ir pan casa de peque
na familia, preferindo se. que dnrma em rasa.
Ama
Precisa se de nma ama para cosinhar. para
las pessoas na ra do aldeireiro n 4, so-
brado.
A rna
Precisa-se de urna ama para cosi har ; na ru>
do Mrquez de Olinda n 64. z- andar.
Ama
Precisase de urna ama que cofishe e engom
me cora perfeie.au, para dsas pessoas ; na labn
ca ra da Florentina n. :)>.
Ama de leite
Precisase de urna ama de leite ; a tratar na
rta da Uoi2o u. 5. .
Ama de lei/^
Precisa Fe de urna ama de l< ite que tenha bom
abundante leite que seja limpa e Isadia, que
geja vre e desemiiedida e n tenhb lilhos ;
qu Hospicio n. 6 para tratar
Aluga-se
por barato preco o 1-e 2 andares do gnbrani-
no caes de Apollo n. 75 ; o 1- e 3- andares di
sobrado ra uo Brum n. 84 todo i < m graDde
acrommodacoes ; a tratar na botl "a ra largu
do Rosario n. 34, das 9 d anh s 5 da Uroe
Aliiam se
as duas pequeas casas a travessa da rna Bello
ns 14 e 16, estio pintabas e :aia (as de novo ; a
tratar na ra larga d i Rosaiio n. 34, botica.
lu^a-se
ra das Barreiras ou de M ciel Martina, a casa
n. 9, com boa vista ; est caiad e piolada e tem
bons commodos e quintal grande a tratar na
botica ra do Ro ario n. 34, das 9 horas da
manh s 5 da tarde.
Alucie? barato
Roa da Roda na. 58 e 60.
Largo do Mercado loja n. 17.
Becco do Campello o 1,1*. andar
Loja do sobrado do becco do C.alaboucn n
Rna do Nogueira n 13.
Visconde Goyanna n. 163 com agna e gaz.
Travessa do armo, loja n. 10.
Becco do Taifibi n-ti.
A tratar rea de Commercio a. 5. i am;*
scriptono de Silva Gmmaraes C
Alngam se a casas u. 8 a ra da Un fio e .
4 4 ra Conde da B Srs. Negreiro8, pr .ca da Indep. n lem-iu___
Viva o can i va I
Oh!!!
O actor Mangonea parnc, a ao- seus amibos
e a bello rapasen do bo n costo, residente
oeste Estaio (eooS'Utros -e ipuzer m vira
paudega) que tem berio na c sa de sua res
denca i ua de S Francisco n 70 sobrado nma
grande exposicao de reettii i B de phantasia
para o carnaval de 1890 para todas as apeeas,
tudo de gost i e na -ua maior lo'alidade novos,
de seda, ,-etim e velludo, para h 'm' ns e senho
ras, maseara*, ba'bas. eaoeileirua tc, etc.
Prec
a sem competencia
dez vezes, oito vezas
fse dissipam as enxaquecas e ne-
vralgias em alguns minutos com
emprego das Parolas de terebinthina do
D*rClertan. "
Tras ou quatro d'estas perolaa produtea
B alivio quasi instantneo, de modo tal qu
M a primeira dse nao flzer eflito quia
(tu repitil-a.
Cada (rasco contm 30 parolas, toma-a
pois insignificante o preco do curativo da
ama nevralgia ou enxaqueca.
Como a essencia de tejebintbina deve sar
fSjGflcada com a maiorvcuidado, mistar
desconfiar daa imitactas e exigir como
garanta de ongem que em cada vidro se aobt
Arma la Paria, casa L. Frore, roa Jacob, 18
O OLEO puao
-DE-
FIGADO de MGALHO
LAMAU & KBMP
produz effeito3 anlogos a os da
Emiilsao coni Hypophosphites
dos mesmos senhores, no caso de
sor preferido o traetamonto nesta
forma para o curativo dos incom-
modos
do Peito, a Garganta e os PuinOes
Cosinheira
Precisa se de urna cosiohelra ; na ra Veiha
numero 137
Rua Mrquez de Olinda
Sr. Luiz Ferreira da Crnz j est disposto a
pagar sua letra? J faz anno e meio.________
Pataco es
Comprase pataroes e ontras moedas de ouro
ta ; no arn azem rua do Commercio n. 4.
Admtnistncto : PARIZ. 6, Boukiin) Montmtrtre.
GRANDE GBFLtE. Affxce Ivmph tic-38. Poen-
ca^aasvi,.* IiiesUTa-.Obstriic;^-'1 libido dolalo,
Oli^lrar^d. s v-**fne*. Confre^oo. c .1 ido* da bit'-.
HOPITAL. AB'CV'5 das ras lii-siTas. In.- ilos a.) esloma)fo 0 e^'o d llici!, In n jietencia.
Gastralgias, lly ptpsu.
CIESTINS. AIT n s do* rim. da beii.-a, Areia,
Coni r. roes ia nornusl6ota, 0...U-t s, \lb miDuria.
HAUTER VE. AObr',-iVsdii . Concrecoes ilasoa-'i s.Got.i DmIicu- Aliiianinaria.
EXIJA-SE O liO"! a FUTE Da CATSJJLA
Em Perrtmbuco, s Agnas <) Fon tes de Vichj,
i' im. nnin-iiHis, ;irhio-e ej rasas de
SLZFnAKOECHLlN.V re:i laVu*; Aug LABILLE.
Cosinheiro
Precisa se de uic i osinhuro ou cosinheira
rua no Hioaresso n. 1. ____ _______
Cosinheira
Precisa se de tima ama para cozinhar;
no 3. andar do predio n. 42 da rua Du
que de Caxias, por cima da typographia
do Diario.
i aixeiro
Precisa-se de um menino de 10 a 12 anuos de
idade, com pralica de molhadns ou sem ella ;
tratar na rua da DetencSo n. 33.
Para o carnaval
Grande i sdrtimento de luvaa de pellica de
3*500 para cifra.
*ieias de seda prela e de cores, ditas de fio de
Escocia.
Sedas e velludo de cores, fitas e rendas pre-
las e de cores, t muitos outros artigos prop ios
para carnaval.
A Notre Dame de Paris
1 A-RUA DO OABUGa'1 A
A Igreja e o Estado
Vende-se a obra completa de Ganga
nelli sub o titulo cima, encadernada, por
2501-00, e diversos velumes ; no escripto
no des e Diario se dir quem vende.
Mara daConc-ieao Farlaa
Antonio Jos >ie M^ira e Silva e soa mulher
Digna Amella Je Farias e Silva, Antonio Gon
calves fla Cosa e sua mulher Mana de Sampaio
Costa, agrandeceui cordialmeote a todas as pes-
soas que acompanharam ultima morada as
restos mortaes de sua sempre leuibrada sogra,
mal e av. Maria da Conceico Farias, e de novo
convidam as mermas pessoas desnaamizade
para assistirem s missas que mandam celebrar
as 7 1/J horas da manh do dia 13 do correte,
O* dii- do seu pasSamenio. na capella de Api
pucos, coofes8ando-8e des le ja gratos por esse
acm ie leligio.
lello
m\\
Leonor Leopoldina de
lluruo
Antonia Leopoldina ue Mello cosvida a seos
irmos, prenles e amigas para assistirem a
inissa, que pela alma de ua prezada irma Leo-
nor Leopoid na de Mello Dura, manda celebrar
na igreja de N S do Terco, s 8 ores do da
14 do corrente. stimo do seu f llecimemo.
?-
i
.
m amigo do fallecido Antonio Lins Caldas,
manda rezar urna missa por alma daquelle fina
do no dia 13 do corrente. trigsimo de seu
passameoto, na capelU do cemiterio publico, s
7 horas da manh, e convida aos prenles e
amigos do finado a assistirem, confessando se
por esse acto de caridade >uinroamente grajo.
f
riado
Precisa -ade um c ido"4
d li dor d-fea ct>n ucta
numero 14.
1 11 i;. man, qne
, rua de S. Jurge
Ubaldina Olympia dos Sanios Ramos, ainda
sob o peso da mais acerba dr pelo falleci-
ujento de seu charo e sempre chralo esposo o
Dr. Bento Ce lliano dos Santos Ramos, convida
as pessoas de soa. anizade e aos amigos do seu
marido para assistirem as missas que por alma
do mesmo manda resar na igreja atriz da Boa
Vista, as 8 horas da manh do da 13 do crreme
i mez. __^________^__
toa D ds Cjrui iro ue Aiouqumque, su i mu-
her'e filhos. Anna lemvinda onea de Barro-
e Mana Digna de Morae agradecem profunda
mente as pessaaa que se dignaram^ levar u!ti
.a morada os res os mortaes de Julo Digno Car-
ueiro de Motaes, seu sempre chorado filho,
i mo, genro e e ooso ; e de m.vo convidan aos
! -us prenles e amigos para assistirem a missa
i do stimo di do seu fallecimento, que sera ce-
j lebrada na matriz de 5*. Lonrenco da Malla,
I .-..bbad.i 15 do corre te, s 10 horas, pelo que
-mfessam se eternamente agrade idos.
D. AntonlavFrancisca Cadavni
Pinto
Os ,,etos da finada cima, pedem aos paren-
tes e amigos para assistirem as missas que pelo
descanco eterno da mesma, mandam celebrar na
-exu-feira 14 do corrente s 7 1/a horas da
manhS, na matriz da Boa-Vista; a todos se con-
fesam agradecidos.
Sitio
Aiuua-se ou vende se um sitio no Poco da
i'.n ella, jni lo a ca> do -r Loure ro, todo nra-
-< Jo e com bastan e (ru driras da do fru<^>,
i> i casa com coa modos cara prende lamilm,
(Hartos indepeedentes par criados, coeneift,
'oa ag a, pe todos b^nhi* ; qotm pretend,
inja-se o caes da Companhia Peruambuc8na
4, arn azem.
ataces velhos
Compra-e na rua do Cabug n. 14, reiojos
ii;i Dnvuh_________________
A's maes de familias
M'KKEIS VO8SO8 fILHOS SEMPRE SADIOf^
Adminstrae-l.ke* o xarope ou as
Pillas Vermipur^alivas
DR. CALAS AH
ptimas preparac5e8 de mastruz
rhuibarbo, para a expulsao completa, 86
dores nem incommodo, dos vermes
intestinos ou lombrigas
(DAS CRANLAS E DOS ADULTOS)
8EIS ANN08 DE SUCCESSO
Estas excellentes preparares nao ne
essitam de purgativos como aiixiliare
'isto seren purgativas por si mesmas. >
As pessoas que tm vermes sentem 00-
t;is, tem constantemente diarrlias, indis
uosicSo, sensaao de. corpos que se moren
ios intestinos, endurecimento do ventre,
ts vezes, vmitos. Rangem os den tes, quan-
/ermes com as fezes ou com as material
los vmitos. As criancas apresetam ai
pupillas dilatadas e napetencia.
As pilulas levam impresso o nome do
DR. CALASANS e sao c6 de rosa.
I caixa de pilulas 1320C
I vidro de varope 1520C
AS PRINCIPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
Lafayette Rodrigues Pereira
Direitos de F. rhilia, nova elico. acaba de
receber a livraria Contempor. nea de Ramiro M-
osla 4 C, rua 1- de M.^rgo n. 2.
Para cobran gas
-Urna pe.-soa habilitada e que d garantas. N
nfiVrece para fazer courancas de alugueis e 0*>
Iras quae.sq er; quem pretender procure
escriptiri do Dvirio. que se dirl qm m .
Compra se urna casa de 3 a S quartos, dentr*
da cid;.de. ou arr. baldes ; a tratar na rua liara
da Victoria n. 15 leja.
Azuleje s
<~om lindtssimas cores e desenhos variadsi-
mos, encontra-se para vender um grande sorli-
mento desse artigo, proprio? para frente de oa-
sas. corredores, cosinhas e banheiros; por pro-
cos em competencia na roa do Visconde de
Goyanna n. 45. __________^_
Cozmheira
Precisa se de nma boa cosinheira para fam!'
lia que est temporariamenie em Caxang; *
trata' no esc iptorio.da companhia de nonas
Criada
Para lavar e engnmrnar. sendo boa e afianza-
da, paga se a' 2 na rua Victoria n 1, por
detr>z da detenc .
I ZVI
EDAT^HA X>S OTJRO
DA ACADBMIA NACIONAL
DO D0UT0R
1
VIVlEN
com EXTRACTO de
FIGADO de BACALHaS
Hall efflear anda do que o oleo eteuro. De tabor
multo agrada re/. Sem del xa- lerceber omeaormc goito.
receitado pur todos os mdicos prra o
kschitlsmo, Escrophulas, Anemia, Tsica,
Catarrho Pulmonar Constipa.;es.Cfc'orono,
Molestias do Peito, etc
Em todas as Phavtnaciaa
PARS, Boulevard de Strasbourg, BO
Engenho
Qnem desejar arrendar on comprar nm enge-
nho d'agua com um agude para moer al qnalrt
mil pes, urna legua distante da estaco de S.
Lourenco, e pouco mais da de Jaboato, com to-
das as obras, enteoda se com o Ulm. Sr. Sebas-
tio Manoel do Reg Barros, rua do Impera-
mr n. 81, onde achara a descripeo a mais mi-
nuciosa e necessaria para quem pretender o
pouber do negocio que e de grande vantagea.
O proprietario prefere vender a arrendar.
C aixeiro
Precisa se de um menino com pratica de ta-
verna ; a tratar na rua de Santa Tbereta nu-
mero 30.
Gopeiro
Precisase de um copeiro de conducta afin-
cada, paga se bem ; a entender se na rna ea-
treits o Rosario n. 9, jqnto > igreja. ^^^_^
Caixeiro
Precisa se de un. caixeiro com pratica ; na
rua da nio n 54.____________________
Attenco
a
Para cobranea de alu-'ueis de predios e ho-
norarios demedeos offencese nm homem bas-
tantemente cunbecido nesta pi ac, e ue tr.m-
bem presta fianca em predios para garanta das
cobiangus que fizer. Nesta typographia se dir
quem_:____________ _____
Boa acquisicuo
gAluga se a c'a rua do Rangel n. 63 e ven-
de se 1 arinago nell.i esteale, propria para
taverna ; a tratar no largo da Alfaudrga nume-
ro i A "
\
I-
--
i

Ao commercic
A
tem
abaixo a^signada declara a commercio croo
_ contratado com o Sr. Jo^- Travs de
nezes a (averna sita rua das Areas n. 44
(Praca do Capim) livre e desem aracada dt
qualquer d> bio ; quem se julgar com aireilo a
m -sm, presente suas comas no pri::i de tres
das par;i serem pagas. Re. ife, 12 de Fevereiro
de 1890.
Idalina Cordeii ';: Silva.
iNe Eq-uidacio
v Boa to Ilorla u, 1.,
Vende-se superior azeite de coco a 600 rs. a
garrafa e i a lata de cinco goles ; a-sisa
como nma importante pedra manuore, medindo
2 metros e 30 cen'imrtros por 52 de-largura ba-
ilada e prompla.
I


_- i t'J' i


inario fie Perintriirtni-iQuarta-fcira 12 Hp Fevereiro Hp 800




*'*

I


CARNAVAL
(JUiMqAOLGUvRK)
Veludi lio con. flores a 5 o rs. o covado.
Sttineta dourada a 4oo rs. lito.
Velbuiina preta a 5;o rs. o dito.
Gan dito,
Meias dt: core a4oo rs. o par.
Se ti os de cafes a 8o o rs. o covado.
Catheiniratiii-arnadiijisaedelistras, a l#ooo
o djlo.
Ve I .Mitin: s, tod s as cores, a 8oo rs. o dito.
Guarda-jos par homens a (>$ooo.
Ditos p ra se ribo ras a looo.
Loja das Tres Portas
20Ra ]. de Marco20
240 rs. o ccv*do
Crotones lisos, francezes cores fixas, pichincha! por 240 rs. o corado.
r'arubraia de c6r, flirzinhas e ramagen-, a 24 rs. o dito.
Canibraias coro iin-nos larguras a 6 ) rs o covado.
Lutines de cor, padroes linios c m um me ro i!e largura, a 320 rs. o dito.
Cachemiras lisas e achanialotada* par* vistido a 2 0 rs. o dito.
Variedude de artigos que se vendem por tod" preco.
21- RIJA DO CK .Sl'O 21
OLVKIRA CA\1P0.S & 0.
I
J.
ALA C.
OS MDICOS SUBSTITOEM COM XITO
o OLZOde FIGADO de BACALHO assim como o VINHOdeQUINA
ELIXIR DCHAftlP
COI EXTRACTO DE FIGADO OE BACALHO COM QUINA E CACAO
Eete CHE MU de CACAO utn poderoeo DepurmHvo
e incum tarare I Corroborante.
. -GA PM ATACADO .- DCHAMP, 16, RU DE POITOU, PArtlS
Oeyoiurlo om M nuv aix. v a a c*
"TT^IAIS DORES de Oeiy>*.
a BV^aP "^ pr>* B0 (.ai) ">< m Fft .
ftl* Elixir, P e Pasta dentaricios ^l |
DOB
RR. PP. BENEDICTINOS
SO. 800 e ISOO o covado
21RA DO CRfiSPO21
Merino preto transido duas I .rguras, la pura, de 500, 8 0 e 1000 o covado-
Dito lavrado, preto. com ramagem, padrSes de voi'e a 1(52()U o dito; fa-
zenda de 24 0.
Cachemira preta para casacos, duas larguras de 24000 e 25500 o dito.
Na KUA Di) CRESPO N. 21
Oliveira Camp s & C
COMPANHIA
INI Di 11.
L0JAD0P0V0
Grande nsvidade
Toile de pura sedalinda phantasia, em cores e
desenhos, fazenda de 1$600 a.850 rs. o covado ; fica um
vestido (le seda pormenor da metade.
Sao 3.000 covados que e preciso veuder em
8 DAS
HBa do CrespoH
da ABBADIA DOM MAGUELONNE, Prior
9 Medalha de Ouro: BrwHet 1880~Londm 1884 j
AS MAI8 ELEVADAS RECOMPENSAS
INVENTADO
NO AKNO
I OTO Pelo Prior
lO/O Fierre BOUMADD
a 0 uso quotidiaiio do Elixir Dentifricio
dos RR. PP. Benedictinos, com doso da
.ligninas putta- com agua, provem h cora a caria
Boa rifinte*, mlira uqu ow, fui Utieculid 0 tor-^
raudo as gengiyas pcrfeitamentc adas.
PresJamoa um verdadeiro sorvico, asBipua-l
lando nos nossos 1< itorj* este anti|f o ntilis-'
sii.io preparado, o melhor curativo o o nico
reservativo contra as AitocoSea den-
trias. >
Aoente geral: SEGUIN BORDEAUX
Acba-ee em todas as Perfumar i-.;,, Phannaciar* i Drogaras <<. nmn.In ini. ru. !
LOJA DO POVO
11Ra do ( respo11
Com este titulo acaba de abrir urna loja de faze-da a ra do Crespo n. 11 e
sen propnetario convida o publico d'esta edade e de f a a apreciar o seu BELLO
sortimento. Muitas de iu^s 'azend* a sao recebidas dirt-ct-mente.
GRANDE IVuVID IDE
Desonto- 10 /0 paia >8 compras a rttalho de 20000 para cima.
Chitas de 180. 200 e 220 rs. o evado.
Las s.8, imithy. o f,e cachemira. '00 rs.
Ditas lavr das, idero id-m a 240 rs.
Zephir com 75 centmetros de largura de 800 rs. por 320 rs.
Ditos com 7() idi m dem de 200 ra.
Ditos com 60 dem dem de 160 rs
Corte de casemira inglesa de 3)9500 66000.
dem d>* casiuca de cor de llOO a 1)5400
dem de fusto para collete a 2/>40..
Caeas batistas a 120, 150 e 180 rs.
Casemiras pretas diagonal e piqu a $1600, 3*080 3^500 e 40(0 rs.
Setinetas de quadros e flores cores ludas, a 20 is. << covado.
Um completo sortime- to de febs, ctales, i apas p ira senhoras, espartilhos,
meias e casemira, cheviot, diagonal, preti s e de cores, brins braceo ede cores, cami
a, ceroulas^ toahas, bramante, atoii hado do linho, panno da Costa, camisas de
flanclla e manos outros artigos que enradonho menci GULHEKHt CARNE)R0 J)k CUMA
. 4-RUA THROPHfOO'iTiiNI-4
(Rio de Janeiro)
Capital...... I.000;000$000
Esta companhia acba se estabelecida ra Theophilo Ottoni n. 4, 1.* andar
tem os seus trapiches de deposito ra da Sade n. 52, 54 o 94, sendo sea objeete:
Comprar, vender e receber commisslo, com preco fixado ou sujeito s -
difSes do mercado, qualquer partida de agurdente, alcool, laranginha e mol;
Adantar dinbeiro pobre safras de agurdente e a|pool a lavradores e engento
contraes ou aos seus oommittentes, a juro razoavel ; aquel!es mediante contrat >
per.hor mercantil ou abono e a esaes sobro o valor dos gneros que consignaje,
computado pelo estado do mercado e depositados nos trapiches da companhia, %m
preco marcado, at que o mercado permuta collocal os, segundo as ordena dos cln-
mittenteB.
Alagar ou vender, mediante convencSo, qualquer partida de cascos vasias para
conduccSo de gneros ;
Arn azenar agurdente e alcool, de sonta alheia ou o que, com preco estabaia-
cido esperar melhor colloca^ao no mercado mediante o prego de ltKX) at oito de estada oa passagem em seus trapiches, e 2S500 por mez ou fraccao, cada pipa,
durante o primeiro mez e 1*0-0 do segundo mez em diante ; com garanta effectm
de seguro ep-quecos concertos, para evitar vasammtos; por conta da Companhia
Dar sabida a qualquer partida de pipas para embarque em transito pelos :*l
trapiches mediante. 50 rs por pipa cheia e 2 O rs. por pipa.vasia.desde que nSo
demore a expf dic&o alm de horas.
Comprar, vender e receber commissao todo e qualqur artigo que lhe c-
venha, mediante autorisagao do conselho fiacal
A Companhia rcmette preces correntes impressos e informales exactas
estado domerexdo de agurdente, gratuitamente a quem pedir.
2.'- Riia de hillii s d'Albuquerquc, unli.^u ni das Flores2a
Tinge e limpa com a maior prteiySo toda a quabd. de de estofo e azendas ja
pegas ou em obras, chapeos de le)tros ou de palha, tira o mofo de fazendas; tod#
trabalho feito por meio de machinismo aperfeic iado, at hoje conhecido
Tintura preta naa te eas e sextas feira tinta de cores e lavagem todos os (Kas.
DONTIE
8ABA0 DENTFIIICO
DO
DR. RIEDEL
A melhor prepara^ao hjgienica para clarear e conservar
Approvada pela junta de hygiene do Rio de Janeiro, com a marca registrad
para todos os Est dos Unidos do Brazil.
YHME-SK NASSEGINTKS USAS:
ali tusscterU se Itum* 4* laftn* kiai.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debiiidade
Qura das Febres ____
vifigsTT^Dscssia^ heiry
ieu ie atta* Mitclma #u aT-iI ten lio, iiosti- ropa ado do dinu tomc-wanf etcWloncH. a H"^*^
e.o rsr^ ;. swaMikne um precios,. iii.-II'.mui.'iii -onlra a Htlrtm, vv
il/.'.;.t. .tur.'ii*. Ftnrem hinnrn-t, '' PART", a.-.N -2 F URN1E., 43, rna d'Amsterdain.
limiHI r : l~i Hlllliltaii Mr-11 -SILVA CK
i 11111 II
4 MI! tt 10 TUii HHM4
^
^-k;.
scuwaa*^a vapor
HoAm d'aatu*
Vit\ih htdidas e r-aruia:-.
T-tvjs hatitias ^em era va^ <
Aradof*
i H.
(Aviso aos ffiegaezes
Os PEODTJCTGS'ta
I
&
vR yaiaJifc as
iOy, tur Ze Si-iHcrnor, PAHIS
mm rnnrtft.T**"' is\ i KA-Jtwi^ifcaijiaai
ORIIA-VEirT, C8HATt5eA, CllttlK ?ASA0'ORIZA
betei o m mm >xt7-e jh :.fiMoo pavor oo fusuco i
1* Ao ou-dado pareito com ya.- esio sendo f.brcados;
Ur A'suo qua.idsuie inalt-rcvet e A swaviUade do sen perfume.
s, mxo ttPFai K)Br-;;g^5*7ES productos oriza
com inttfiro He ;vr-3.Bi a r. fa di tuna is que gozam,
pomos da sobreavis os freguezes no im que se nSo
deixera eajanar.
M ERDDl(IOS PRODUCTOS se tnoem em l*!ai as tiim caris (3 ferfomiril t BroBrl.
MANDA-SK DB PARS O CATALO0O ll.LUSTHAIK) PRiNCO OS PORTE

NEVRALGIAS
Pilulas do Docteur Moussette
a Verdadeiras Pilulas Moussette acaimao e carao a
JfmrmteUu -ma rebeWes, Ji Enwoqutda, a Gastralgia, a Sciatica, as Affecfto
rhmmatitmat agudas e ilolorosas que resistirao a qualquer outro remedio
r Aa Verdadeiras Pilulas Moussette devem ser tomadas as
reCeicoes. No primeiro da tomar-se-ha tres piluas; pela manba, ao almoco e ^o
jaalajv Si nao ae tier experimenudo Wlivio tome-setiutro pilulas no segundo
da, duas peU maona, urna no almoco e sotra BOjantafJ*' predst nao toiaar mate'
(le i|Balro pillas Movsstna pu iHa.
Ewi*** cm Trdadelns : ilmlmm MouMtU m frd A rofrU* phmrmmdnt.
UNM<> DE SINUH g. B'&ONZO
DE
LUIZ DA CHUZ V.ESQL1T,
66ruado Baro do Triiinipho66
Tem para vender o seguirte:
Machinas d;Clbrc para tazer espirito de deetillar e rastillar.
AlamhiqucH de cobre do ant go e novo systema com esquento garapa.
>? rpmlnah de cobre e de estanho.
CarapHCfiM de cobre.
1 )&i. taixoB caldcirss de cobre
Bombas de todas aa qualidades de repuebos, aspirantes e contnoaa.
Tornetras de bronze e madeira det'^ts os tamanhos.
C'doh de cobre, do chumbo e He ferro.
Re jartldelrss.passadeirafl e escumdeiras de cobre e de ferro estanbado
Cobre em luncol e rmelas
Mola ingleza e do Rio.
Cadlnbos patente e do lapie.
Sinos de 1 libra at 110 arrob^B
E muitos outros ob;ectos.
ENCAKREOAM-SE le qualquer concert e obras de eucommenda, garan-
t d prstera, periei^Ro e precos mdicos, pra e que tem neasoal habilitado.
VEHDE a oraso ou diuheiro oom desenulo
Maia Sobrinbo A .
Castro Medeiroa & C.
Duarte & C,
Pedro Antunes & C.
Joao Bezerra & O.
Netto ampos & '.
Manoel Joaquim Rbeiro & C.
Maia e Silva & C,
Barbosa & Sanios
Barros & C.
Numa Pompilio.
Nunea Fonaeca & C.
Mane! Vieira Neves.
Manoel Cardoso Jnior.
Manoel I olaco & C.
Papnnla & Bastos.
Ribeiro & Almeida.
Antonio D. de Lima & C.
Sabino Pinho & C.
JoSo Ramos.
Deposito por atacado:
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Largo do Corpa Santo
CAPSULAS THEVENOT
Tratamento das doenoaa do peito
a todos os degroB.
I Alcatro.
Alcatro Creosotado e To.
lOOformtO (Ether iodoiormado).
Creosota iodoformada.
Creosota de rata.
Oteo de fgado de bacalhu creosotado.
Balsmicos creosotaaos.
L
HiuSHiln. em PERKAMBUCO : FH4 M.
m, CU.

V
t,



.

.-i
; I

MARAVILHA CURATIVA
DO Ttr,Blt
Dr. Humphreys de No York.
A Verdadeira Maravilha do Seculo.
APPKCV ADA LICENCIADA
pela Inspector!. Gerl de Hyeleue do
Imperio d. Brazil.
A Mavarilha Cnrativa remedio prompto
uara as Pteaduras, Machacadoras, Contuso, Tor
ceduna. Cortaduras, ou LoeracOa. aiuti a de,
enanca o saiujue, tax parar a mammaedo. icdui
a lnch&cAo. tira o deecoramento, e tai sarar a lenda
como por encanto.
A Maravilka Cnrati allivlo promptoe
cura rpida para (uelmaduras, tacaldaduras. e
yuelmauura do Sol, e superior a qualquer outro
remedio.
A Maravilha Cnrativa JmpaaaTel par.
todas as Bemorrnaguw, sjadoNar;.uasGengvaB,
dos PulmSea. do Estomago, ou at Heraorrtioldas ou
Almorrelmascura sempre e nunca faina.
A Maravilha Onratlvaumallivloprornpto
Sa Mr de Dentes, de Ouvldos, da 1 ace. menaco
Pnce e Ne\rralgla.
A Maravilha Curativaorecurso.prompto
e n>eclo Dar Dores rheumatlcas, Aleljo. Doro
lUgldex as Juntas oo Penias.
Maravilha Cnrativa o_grande remedio
para USSencU Angina. Amygda^ tachadas ou
Eflamroadas-sempre aeguro, sempre efflcoi.
A Maravilha Coratlva, t de multo vatoi
conWlnjlparao <***S*!?gSf<.'*
flor. Brancas, eoutrns coiTlmentos debilitantes.
a Maravilha Curativa lmpaga^fl para
cuaroKriS'hags antlgaa, .Apostemas, Panarl-
clos, Callos. Frlelras, Joanetes e Tumores. ___
A Maravilha Car ativae remedio promete
pa?,MarrbX simple*, a .le Dlarrhea chronlca.
A Maravilha Cnrativa eice"' 5?
FsOToarUisr r.-1-.-rU.-.rlcas. paraToreedurs*.peres.
lsndurSe Esoladm-asVcontusoes, LaceracBos, c.
ESPECFICOS
DO CIXEBHE
Or. Humphreys de Novp York.
Em neo mals de 30 annos, sloijilrg, seguros, cffi-
caaeri e barotos. A venda nao Drosarfas o rnar-
'aeas irincip&es e mats garantidas do !ur. Ko. CUBA
1 Pebre, Consesto, Inflamma^fles.... ^.....
A' VAPOR
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FBRIC DE LIVROS DE ESCRPTURA?rO
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ANOEL J. DE CQlRANDA
SA H- DUQUE DE C AXI AS hih 30
NUMERO TELEPHONICO 194
Si?]^ki/eo
Especialidades do Dr. Humphreys.
Bemedi*. Especiflcos.
I'nvJi'Uto Maravllhoeo,
Demedio. Syphilitl<-os,
Remedio. Veterinarios.
O anual do Dr. Oampnreys M4 pajinas.sobre.as
Enfermldades e mododecaral-assedaifratJs, pede-
ee ao seu boticario ou
HCMPOBEYS' MEDICINE CO-
JOS Fnltoa 8tre*t, SEW YOKIi.
nico deposito para vendas em
Soaao na imperial drogara de F.
anoel da Silva & C. ra Mar
ques de Olind n. 23. |
Cautelas, do MonLe corro
Cempra-se Cautelas do Monte de Soc-
corro de qualquer joia, brilhartes e elo-
gios, paga-se bem ua roa do Cabug n.
^4. n. Loja de relojoeirc.
t HTS"?eriRe, 5^S^r^cab.^
a Dorde Dcutese tic Cara, e Nevratela.......
9. Dor de Cabcca, Enchaooc-'e,} erijem.....
10. dispepsia, Indlgesto, Pr!o de Venrro^
11. Mpresado da^egra. Kscassaon Demo-
12. I.eurorrheai riores Brancas. f^P^F"'*^?
ia. rroap,To<.r!oiica. DKBcnWodedel&iplrar
14. Herpe.. Enipc0ea,r:ryBlDe!a....; ...........
& Rhenmtlamo,. Dfires rfcnv. leas..........
16. (!, Mnlelto. Fchre Intermitiente .....
17. licinorrhoidav, Almorrelmas, Internas ca
externas, simples ou sauueata.... ;
JS. Ophthnlmia. olos traeos ou^nBammados.
19. Cnt arro, ndo n-.i ohronico peDuzo........
Co 81. Asma,- DlraciodUBeultosa^............
22. r*upparhv.odo3 O, !osj>urne ...........
23. EmitoIuiis, Incuscdcs e CJeeras.............

Z3. fcNcroiuii^j uKa..w, v j-~..~--
24. Ifcbilldadearranon (hy^ca
25. HydropeM!-* mulaciesfluida!.........
. F.njoo de Mar,..-ausea. Vmitos "
27. Molestiaaionriaaria, Clculos ou Podra
28. IraMtTOcfa^'^iUade'nervi^i>eminal..
29. ('hairainhaa na Bocea, ou Apn .......
W. Incontinencia efe Ourina. OartaaMO na
81. Menetrnacio dolorosa. Prurito-
O Mannol do Dr. numphreys, 111 pajdnp biv
es Enfennlda:!e8 e o modo d <> cralas, se da gran*,
pede-se ao seu boticario ou a
HCMPHRETS' MEDICINE CO*,
109 ffnlten Street. NEW YORK.
nico deposit o para vendas em.
grosso na imperial droga ria de F.
Manoel da Silva & C, ra Mr-
quez de Onda n. 23
Casu emOlinda
Cede se a quero precisar de banboa sal,
nma casa na praia de S. Francisco, per1
mar a casa tem c 'mmodos pura jiranlc
Im ; a tratar no escriptom do Diuno. _
2/ andar para alugar
Alnga-se o segond andar do pre
n 4 da rna d> Vigario Thnorio a tra-
clar no pavimento terreo do mesmo,
k



I
r>.
^Kbl M. V
vcrci.ro
tii&p' |
F!t]>lM ra JBll
Approvado psli niMtrsda anU de
Sygianc PaMie-. 'la Corte.
I AuctorisadoporD.-crr.toIm
de 20 de Junho do 1S83.
COMPOSICAO
de
Finnino Caudillo de Figueiredo.

Enipregado com a maior eficacia 20
rhnimatismo de qualqnei; naturezn,
em todas as molestias da t,,e> nas
leucorreas ou flores brancas, nos
-offriroemo occasionados pela impureza
do sat'gue, e finalmente as diferentes
formas da syphilis.
i
l
Dse Nos primeiros seis das mm
>colher das de cha pela manhi e outra
i noite, puramente ou diluida em agua
e em seguida mudar-se-lia para colhe-
.es das de sopa para os adultos e me-
tade'para as enancas.
Rgimen Os doentes devera ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos fros ou
mornos, segundo o estado da molestia.
DEPOSITO CIXT&AL
I Fn.ncitcu Maiju l da silva & C
Drugnlsta
23 Ra Mrquez de Olinda
Pernambuco
xcellente morada
Alafia se barato, ra do Ht-aptl Pedro 2-
no liuar do- C finos, urna esa asobradada
com agua, amitos ommodos. muiro fresca *
juoto 'lo hanho salgad ; a tratar com J aqu
Moreira qual aluga tambero clli casas di' 65, 8 e 10
:-
i
:-
:-
:-
:-
i
VENDAS
Grande kiosque
Vende se o afamado e b-m afreguezr.do -kios
qne confronte a escola modi-1 o, por preco coj-
modo, e o motivo rtirs.'ba ao comprador ; a
tratar com Silva Azevedo & C, a ra Harqvez Jo
Herval n. 73. u no m-smo. ______
Sr* OLER*
Ytnae-t en tolla 1 cirt
Noivos
O Bazar do Recite, ra a-quez de Ono
n. 11. receben grandes e bonitos espelbos par;
ornamentos de salas de noivdos, a pr*co st
competencia no Bazar do Recife de Domingo
M. Martin?"______________________________
Agua maravilhosa
Com a appiicaco de>ta agua, qnem scQrer de
espinhas, pannos sard. s. frmdis e vermelb'do
do rosto, ficari perfeitamenle curado, reconhe
cendo a, desse modo, como nico especifico
eflkiz. Alem desses efleilos, tem ella a pro
ptiedade de, lomando a cutis limpa. dar-loe a
cor natural. A oda vidn quecusta 11, acom-
panha a respecti 'a indic cao do uso.
Abaixo as pomadas
Vendem Farias Sobrnho A C, ra Marqu?z de
Oliod n. 41.
Farello superior, 42 kilos
*.sr:>o o sacc
Vende se no Largo do Mercado n. 18.______
Vende-se um bom quarda-
roupa, novo, de amarello,
obra doBentzen e com duas
gavetas em baixo; assim co-
mo um lavatorio de pedra
com espelho e gaveta; a tra-
tar na ra da lmperatriz n. 7,
loja de piano.
Vende-se
um sitio de coque-iros, mangueira? c planta de
capim, agua de invern a vero. e diversos ar-
voredos, com boa casa e estribarla ; quem pre
tender dirija se ruj de S. Miguel (Afogaos)
n. 125, que tchara com quem tratar.
Attenijo
0 agente Pe lana est autorisado a vender os
cavallos seguintes : Boulanger, Mosca, Monar
chista, Uruc, Tivoly. Capricho e Vareta ; a
tratar na travessa do Corpo Santo n. 27, com o
mesmo.
Para engenhos
Lopes & Araujo, venden:
a precos sem competencia
garantindo a boa qnalidade;
os artigos abaixo mencio-
nados.
Gal de Lisboa.
Dita ce Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite d coco.
Dito de carrapato.
Dito de pefee.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivel.
Potassia da Russia em caixa*
de 10 e 25 kilos.
(]imento Porttend.
Graxa em bexigas.
Hna do Livrafiento n. 38
Tetephone 316
as listras zoes
A Grande Novidade
PARA MODISTA
MASE )i:iXM AMERICANOS
Com molas pera augmentar ou diminuir a
gru8sura do corpo.
Qualquer senhoraitagra ou gorda pdefa-
zer seus vestidos sem necessidade de
provar.
Fccha-se como qualquer chapeo de sol.
Preco 4&OOQ
iiosquiteiros Americanos
Com armac&n de differentes tamaitos.
alO&OOOe l*OOQ
Estan'es para Msica
Para amadores ou profssionaes ; fecha-se e
rica de tamanho de urna flauta ; muito
fcil par* conduccSo.
* _______Preco 5
Cel/uloid
olarinhos Peitos e Punhos
Lindos modelos, muito til aos viajantes
Precos 5*OOQ um terno
Rtlogios Etpertadoret
om movimento, e figuras muito lindas para
mesas ou para presentes a 6KXX), 8)5000,
10(5000_______________________
Oleados para Mesas
Qoadrados ou de qualquer tamanho que
ce deseje.
A '18.100 cada qnadrado
Retrates a Oleo
Com lindas molduras em alto relevo, o que
ha de mais lindo para um presente e
para sala de visitas.
a .lOOO e mal pre roa
Qualquer familia que desejar ter um lin-
do e perfeito retrato bastante mandar
um retrato em cartSo de visita nao im-
porta que seja antigo, basta dizer a cor
dos olhos e do cabello para chegar urr.
retrato desejado.
Para ver, e fazer encommendas
Dirija se Loj das Listas Azues
RIJA DUQUE DE CAXIAS M. 61,
Especialidades
PASTILHAS HYG1ENICAS PARA
AO ENDER 0 FOGQ.lupprimin-
do o immundo kerosene e dan-
do n'ntn instante ura fogo inten-
so, a caixa coro 20 pastimas
OLEOGRAPHIAS : 1. A importan-
te obra prima de Vctor Meirel
le-: A Prin-eira Hissa no Bra-
zil, grande quadro histrico da
descoberta do Brazil, medindo99
X 76 centimfctros de valor real de
15* (poucos exemplarcs)
2 SCENAS DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallos admiravelmente
desenliados e proprios para ta-
las, 26 differentes, um
3 RETRATO DE SADI CARNOT,
presidente da repblica france
za, o melbor ainda publicado
CAMISAS DE FLANELLA para ho-
______________Jr. 9t o f*
100 rs.
61060
FOLHETIM
0D0B11MKE
POR
IW\ TSS5IES
PRI1IEIRA PARTE
HRRMINA
(Continuasio do n. 32}
IX
__Vamos almocar, disse Esmeralda le-
vantando-se e enxugando os olhos.
Petrus levantou-se tambero, mas obser-
vou :
E' que en j almocei, minha queri-
da.
Ah mrmurou a rapariga com um
suspiro de peznr, que tinha urna causa
muito difFerente da que lhe attribuia o ame-
ricauo-
Como passei aqui, viro, dar-te osbons
dias e ao mesmo tempo dizer te que re-
ceberas esta tarde aquelles briicos que
tanto desejavas. Estivo em casa de Mar-
tel, que os b3o tinha ainda promptos ; pro-
meti#,u me, porm, mandar t'os antes da
noite
E's nm anjo exclamou a actrus la-
ando-se ao pescojo do seu protector.
14000
11800
mens. urna de 2# a 6/000
PERFUMARAS, arttgos para presentes. Quadros
e albuns para retratos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e charnteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa
pelara. Lencos de linho a 4*500 a duzia-
Meias. Espurtilhos. Loques. Bonecas e brin
quedos diversos. Fitas. Bordados. Luvas de
seda piiias o de cores e outrosmuilosartlgcs
u'e miuJezas.
Tata burato do que- r-i outra ual-
quer parte
NA .
Rainha das Flores
Ra do Bao da Victoria?). 4 2
Nova remessa de g-
neros italianos
Manleiga de 1.a qualidade.
Q jeijo Reggiano e Parmigiano
Azeite doce em garrafas e lati.
Fernet branco, verdadeiro.
Vermouih, Cora, Mariini e Ro3si. _
Viuhos, Grignolino, Brachetto, Barolo, ebiolo
e Ma! vusa.
Macarrao branco.
Vende se na rna Marqnez de Olinda n. 39.
AtteDcao
Ver de--a a taverna bem localisada ra arga
do Hurao n. I ; o motivo da venda ce dir ao
comprador: a tratar na mesma.
Mercearia Comparativa
Cbegou para ste cstabelecimenlo nma nova
remessa do j muito acreditado e especial
Vinlio Duero
o qua1 se torna recommendado por ser puro de
uva das melhores procedencias do Douro, e s
se retalha neste estabelecimenlo, ra larga do
Rosari 1 n. 20. Marques Sobrinho 4 C.
Crianca... Bem, vou-me embora;
desculpa-mo ter-te incommodado t2o cedo.
Esmeralda, apertando com effusao urna
das maos de Weber, acompnhou-o at a
antecmara.
Olha! disse ella de repente. Per-
deste um dos teus botoes de punhos.
O doutor fingise admirado e olhou :
E' verdade !... disse elle.
Vais j para casa ?
Nao, vou casa do conde de Col-
mar.
Ento nao podes ir assim. Vou-te
emprestar alguns botoes meus. Queres?
Pois sim.
A rapariga correu ao seu quarto de ves-
tir e voltou logo.
Tirou o nnico botSo de Weber e poz-lhe
o que trouxera.
Bem, disse ella, assim estsf me-
lbor.
Obrigado, responden o americano
aFgandoa.
Bem quizera elle levar o botSo, com que
ella ficou, mas n2o ousou pedil-o, receioso
de levantar suspeitas.
* Bem, disse elle comaigo, amanha o
pedirei.
Apenas o doutor sahio, Esmeraldo to-
cn".
A criada acudi logo.
Francisca, disse a actriz, corre de-
pressa ao cafe fla'Qare, onde Henrique
ainda est, naturalmente, e dize-lhe que
venha almfar commigo. O meu director
sahio...
X
Paria compo3to de um certo numero
do grandes aldeias, agrupadas em torno
deue foco sempre incandescente, mas mui-
to cirjumscripto, que 6 verdadeiramnte a
capital a-Franca.
Fra dos faubourgs, addicionados pelo
alargamanto das barreiras, varios bairros
SoyaS Blead marca VIAiO
&8te xcellente WhiBkj Escocez pn?
erivel ao cognac ou agurdente do cana
para fortificar o corpo.
Vecde-se a retalho nos mclhorer armv
zens de molhados.
Pede Roral Blcnd marca Vlado
cuio nome e emblema sSo registrados par
todo Brazil.
___________BROWNS & C, agentes.
Pao centeio
Mello & Bisel tendo recebido nova remessa de
farinha centeio, avisa aos seus freguezes que
continuara a fabricar este delicioso pao centeio
lodas as tercas e sexlas-feiras ; na ra Iirga-to
Rosario n. 40._________^__________
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barra!
Os proprietarios do Arrnazem Central, nifc
do Cahug n. 11, avisam aos sens distinetos fre
guezes e ao respeitavel publico que receberaa
nova remessa deste especial vinho, o qual st
recommenda por ser puro da uva, e s se reta
iba em en armazem.
Joaquim ChristovSo & C.
Telephone 447
Para engenhos
GUIMARES & VA LENTE, partect
pam aoB seus freguezes e Ilfms. Srs. de-
engecho que, como sempre, tm grande'
deposito dos artipos abaixo mencionados,
garantindo tudo de primeira qualidade e
presos sera competencia a saber :
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jaguaribe,
Cimento portland. <
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaes para machinismos-
Azeite de coco,
Dito de carrapato.
Dito depeixe.
Pixe em lata.
(5 gaI3es.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa dn Russia.
(em caixas, barriquinhas, latas grander
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6- -Corpo-Santo6
Gereaes porpre90
commodo
Como Mejam mfllio. Teljao e favos.
Revs Pedrosa A C. teem para vender a reta-
lh.ifc em porgan os arligos teima, roa da Pe
nba n. 33, assim como tambera vendem farello
de 42 kilos a sacca por 2^500 *___________
Taverna,
Vndese urna taverna bem localisada na fre-
guezia de 5anto Antonio, "propria para princi-
piante por ter poneos fundos ; para informaOes,
na ra do Fogo n. 18.
FLORIDA
Livraria Gontempora
nea
Instrumento de mantea
Bomoardao, bombardino, barytono, iromo
trombone, helicn, saxaphone. carrilon, koinb-
caixa. pratos clarinitas. nauta8,rabecas, violSe.
realejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para forro de salas, quartos, gabinetes, corred-
res.
Molduras
dourad s, pretas e douradas para quadros
Malas
para viaeem, diversos formatos,, especiabneni
para roupa de senhora e camarote.
Novidades
para presentes, escriptorio, toncador, etc., etc.
RAMffiO M. COSTA & C.
Ra Prlmelr de Barco n. 9
PUNO
Vende-se um. ptimo pia-
no, quasi novo, do autor Fe-
1 ippe Henrique Herv; a tra-
tar na ra da lmperatriz n.
7, loja de piano.
YIA
o carnaval
Grande e variado sortimento da barbas de
cabello natural a 2*000 reda urna, grande e
novo sortimento de cabelleiras de todas as cores
de cabellos naturaes, pelo diminuto prego de
3*000 urna, t na ra da lmperatriz n. 60, es-
tabelecimento de cabelleireiro de Ollon Duarte
& IrmSo^_________________________
| Cimento
A 5800 a barrica ; vendem Fonseca Irmaos-
No povoado da Torre
JiVfnde se urna boa casa de pedra e cal rna
do Bom Gosto, neste povoado ; a tratar na ra
do Imperador n. 44 loja de babus de Guima-
rSes & Sobrinho, das 10 horas da manha s 4
da tarde.
Taverna
Vende se urna taverna das melhores para re
lalbo, na freguezia de S. J3s. con poucos fun
dos e commodos para familia, na ra dos Pes-
cadores n. 43 : a tratar na mesma.
Fitas lavradas com um palmo de larg-
ra a 2tJ000 o metro.
Papel de arroz de todas as cores.
Chapelinas modernas a 55000.
Rendas hespanholas de todas as oSeU
pret-'ia enm c sem vidrilhos.
Lindas guanicSes de vidrilhos pretos pa: a
casaci).
Grande sortimento de galSes, pahuas e
rozas de vidrilho preto.
Bicos matisados de urna s cor como se-
ara, granad^ azul, rosa, beije, palha, chum-
no, salmn, terracote e muitas ontraa cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du i
Lindos desenhoa para talagarja..
Len'908 de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodSo com e sem
vidrilho.
Mantilhas de seda e de algodSo.
Franjas de seda com e sem vidrilho.
Reuda hespankola.
Collarinhos para homem a 3^000 e 4vO:
a duzia.
Bordados de cambraia tapada a 400 501
600 e800rs.japeca.
dem com 3 e Ij2 metros, de qualquer
argura a 1|?200.
Lengos de buho em caisinhas a 3 dita.
Meias para homem, duzia a 4)9000.
dem para senhora, duzia a 45000.
Finas pulseiras americanas a 4.fr 0 e
81SOOO o par.
(.'ortinado8 todos de crochet para cama a
120000, 17(5000 e 19(5000 opar,algcns
de c6res.
Ditos para janellas a 70000.
Pannos de crochet para cadeira* a 800 e
10000.
Ditos para sof a 20000.
('apellas com veo para noiva a 6)5000 e
80000. I
Lindos enxovaes baptisados a 80 10# e
120000.
Toncas de setim para baptisado a 30, 4^ e
50000.
Gnnaldas e ramos de seda, o que ha de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de sedar, cano comprido a 20 pa;
Ditas de seda para creanca a 10000.
Dita para moca a 10500 o par.
Espartilhos para creanca a 40 e 40500.
Ditos para senhora a 40, 40500, 50000 e
60000. .
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
.Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pellucia de diversas cores.
Livros de missa a 10500, 20000, 205OC
30000, e 30000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e coir
listas, gosto moderno, a 20500 o paz
Toalhas para banho a 10300.
Toalhas para rosto a 300.
To> lhas para mao a 160 ra.
Babadores com inscrijCes e paizagem a
500 rs. e 400000 a dnzia.
Espelhos grandes com mulduras finas de
cantos redondos a 40000 e a 60000 urna
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arree
dada com palmas canno comprido a
10500, 20000 a 20500.
Riia Duque de Carias n. 103
Superior vinho de A.1-
cobaca
O acreditado o antigo armazem do Lima par
ticipa ao publico e aos seus freguezes que acaba
de receber nma nGva remessa deste especial
vinho, escolhido propriamente pelo chefe desta
casa, tornando-se recommendado por ser puro
e de boa qualidade. Jos Feraandes Lima & C.
rna Rarao da Victoria nnmero 3, Telephone323
44
Boa casa
Vendc-se a antiga caixa d'agua, situada na
rna do Pires, esqnina da rna do Atalbo, muito
apropriada para nma boa casa : a tratar no es
criplorio da companbia do Beberibe.
Leite puro
Na estrada de Joo Feraandes Vieira, sitio o
eo depois das casas novas da direita, vende--*-
todos os das leite puro de vaccas tourinas ? e
erra, garante-se a qualidade do leite.________
Attencao
Vende-se farello do Rio da Prata, com 4i ki-
los, a a*400T; na rna Mrquez do Herval n. 73.
de Pariz tm conservado como que urna
especie de autonoma que o progresao mal
tem alterado.
D'entre esses, a 'ha de S. Luiz, cer-
cada pelo Sena, que lhe forma um como
que cinto protector, quasi urna muralha
qne a torna inaccessivel s ideas novas, a
ilha de S. Luiz conserva., mais do que ne-
nhum outro bairro, o cunho do passado.
Nada se nota all da vida turbulenta da
populacSo da margem direita.
N'eiu boulevards concorridos, nem esta-
belecimentos luxuosos, nem cafs cheios
de animacHo e ruido.
Em tudo e por toda a parte a mais ab-
soluta tranquillidade.
.ompridas ras estreitas e sombri.s,
pessimamente calcadas; altas catas de g-
lida apparencia; palacios legendarios com
as paredes musgosas; finalmente, indige-
saa que se movem e gesticulara de manei-
ra que parecem bonecos articulados.
Nem ruido, nem ar, nem sol; o rei-
no da velhice, um fossil andando e fal-
lando.
Ora, ilha de S Luiz que vamos con-
duzir ais leitores, se elles quizerem acom-
panhar nos at all.
No caes d'ADJou, quasi beira do rio,
v-se nm velho e" grande palacio.
Do lado da ra precedido de ura pateo
arcado, no3 ngulos do qual crescem her-
vas rachiticas, grajas ao pouco cuidado da
criad ge m.
A' direita, urna construccao baixa des
tinada a ak jumento do porteiro.
A' esquerda, vastas cavallaricas do ja-
nellas ogivaes, uoalhadas do bellos tijoos
de OreiT
Estao all alguns cavallos corpulentos e
formosts com coberturas adornadas de urna
corra de conde encimada pela inicial C.
Um pouco mais longe, a cocheira, onde
se v um coup, um phaeton e nma gran-
de berlinda.
Setins decores a 400 e 700 rs.
Las e flanellas, todas as cores, a 320 rs.
Tarlatanas, todas as cores, a 500 rs.
Velludilhos e velbutinas 600 rs:
Gaza de seda} prateada, 8- cores, a 10000.
Luvas, todas as"c8res, a 10000;
Luvas trocadas de seda a 200 rs.
Ganga lizas a 200 rs.
Meias, phantasia, a 500 e 700 rs.
Bombaixas de cores, novidade, a 10000.
Leques a 500 rs.
Crotones do urna s cor a 240 rs.
E muitas fazendas que se vende m maiB
barato x
Loja das Listras Azues
61Ra Duque de Caxias61
Finalmente, ao fundo, o palacio, ao qual
se ehega por'urna maravilhosa escada de
dous leos com um corrimao de ferro for-
jado finamente trabalhado. .
Depois um vestbulo, cujas paredes des-
appareciam aob antigs tapecariaa, vendo
aqui e alli* efgalho3 de viados e oabecas
de ammaes erapalhados.
Estamos em presenca de ontra escada.
Subimol-a, .porque nem um criado ve-
mos no vestbulo, e chegamos ao primeiro
andar.
Atravessamos urna bibliotheca com mo
blia de carvalho, estofada d velludo de
Utrecht, de cor verde.
Livros antigos o modernos, cartas geo
graphicas, gravuras, alguns quadros: bons,
provam que o dono da casa homem in-
teligente.
Deparamos com urna pequea porta que
d accesso a nm quarto de dormir, ser-
vindo ao mesmo tempo de gabinete de tra-
balho, a julgar pela mobilia.
E' um vasto aposento, de tecto muito
alto.
O cho est coberto por um espesso ta-
pete.
Ao fundo v se um leito de columnas,
assentando sobre um estrado.
Sobre o fogilo, de marmore preto, um
relogio e candelabros a Lua XIII, bron-
zes artsticos, conchas, buzios, um punhal
malaio e alguns ibjectos de marfim.
No ngulo da nica janella, um buffette
carregado de frascos, apqareihos de phy
ica e cbmica, amostras de metaes outro;
mineraes, plantas seccas e varios animaes
erapalhados.
Ao centro da casa, urna mesa oval com
mu tos livros e jornaes um mappa-mundi,
urna esenvaninha munida de peuBas de
pato, um cdigo aberto, um traUdo de to-
xicogia de Orfila, dous volumes, um em
inglez e outro em hollandez e, sobre nma
bandeja de lacar da China, urna chaven
Engenho venda
Vende se ou permutase o engenhoCumbe de
baixo, um dos melhores da freguezia le Igua-
rass, com matas e boas trras para safrejar
3,000 pues de assucar, tem estrada de rodagem
para o porto de Itapissnma, Resife, moe
com agua de um grande ucude ; a tratar em Ja
boalo, Largol3 de Novembro n. 81_________
Alerta com a Rv^
ra Duque de Caxia* n.
E' BARATISSIMO
Sur de linho a'4 0 rs. o euvado.
Etamines de todas as cores a 3C0 e 400-
rs. o covpdo.
Leonis com listras de seda a 320 e 400'
rs o covado.
Zephir finos a 120, e 160 e 200 o co-
vado.
Merinos de una s cr com duas larguras
a 4C0 o covado.
Casomira com quadros de seda para ves-
tidos a 1$ o covado, fazenda do 20COO.
Ditos com toque de mofo a 8C0.
Merino setim a 10500.
Organdis muito fina a 80 a pe.", fazenda
de 160.
Cortes para vestidos, ultima meda a 70^
um.
Ditos borde dos a 100000 um.
Ditos bordados brancos e creme a 130,14,
e 150 um.
Casacoo de seda franceza a 20 um.
Corteados bordados a 60 o par.
Ditos de crochet a 80 100 o par.
Ficns de retroz de prata a 10 um.
Cortes de brim para ca'ca a 10 um.
Luvas de seda a 10 10500 e 20 o par.
Mi.ntelletes de seda preta a 50 e 60 um.
Colchas de todas as cores a 20, 30, 40 e
50 urna.
Cabertas forradas a 20500 urna.
L -nces de bramante a 10600 um.
Atoalhado de algodo a 10 o metro.
Dito de linho a 20 e 20500 o metro.
Bramante de 4 larguras a 10, trancado e
liso.
Toillets para baptisados a 80OCO, 90000
e 100 um.
Bordados e ntremelos a 700 rs. a peca.
Sargelim de todas as cores a 200 rs.
covado.
Toalhas felpudas a 30, 40, 50 e 60 a du-
zia.
Pannos da Costa para mesa a 10200 o co-
vado.
Madapollo americano a 60 a peca com 24
jardas.
Casemira de todas as co:es para costu-
mes, a escolher, a 20 o covado.
Cortes de casemira de 30500 a 70 um.
Camisas de meia a 10 urna
Ditas de linho e algodao a 20; com colla-
rinho. *
Toalhas para crianca a 120 e 160 urna.
Fustao de cores para costumee a 500 o co-
vado.
Pannqj de crochet para cadeiras a 500 rs.
ftm.
Ceroulas francezas, a 10000 urna.
Atoalhado de linho com toque de mofo a
20400 o metro.
Dito de algodao a 10200.
AlgodSo trancado para toalha a 10OCO c
metro.
Espartilhos couraca a 40000, 50000 e 60.
Lenjos de algodSo brancos com barra a
10200 a duzia.
Lencos de linho a 20500, e 30 a duzia.
Nansuk fina a 120,160, 200 e 240 rs. o
covado.
Chitas brancas e de cores a 200 e 240 o
covado.
Organdis de 800 a 400 rs. o covado.
Setineta lisa de todas as cres a 240 re. o
covado.
Cortes de fustao para collete a 500 r.
um.
Ricos cortes de vestidos de 6Cf por 250 e
300, pretos e de cr?s.
(JoutumoB de Jersey para crian ca a 70
um.
E muitos artigos de moda e phantasia,
que s com a vista, assim como em sua
officina de alfaiate prepara-se qualquer
costume em 24 horas e por preco sem com-
petencia.
m Ma Rewl0o
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
/ '
i
rl
"^J.1

4
r Paulino
Ra do Imperador n. 28, an-
tiga casa de campos
Tem sempre o inportante vinho Palbete ser-
cerveja Paulino Ber e o delicioso vinho Musca-
lel aos copos. Doce sceo de caj, em calda
estrangeiros, licor de canella de ortelS pimenta
e o grande licor de cervejas ; um completo sor-
timento do que ha de mais fino e puro.
com o competente pires, um bule e um as-
sucareiro.
Parece primeira vista que tantas cou-
sas heterogneas deviam fazer suppor
aquella casa urna especie de capharnaum,
quando muito propno a servir de atelier a
Althotas ou a Cagliostro.
Puro engao.
Estavatudo muito limpo ; depois oquar
to era tamanho que nao havia aecumu-
lacSo de objectos. Os movis, os repostei-
ros, tudo da velha poca da Renascenja,
testemunhavam o bom gosto do proprie-
tario.
E este alli estava tambem, n'um
grande fauteuil, com a cabeja encostada a
um travesseiro e os ps estendidos para
o fogo vivo que arda no fog3o.
Era um velho.
Tinha um bonet de pelles na cabeca, e
vestia urna comprida e ampia robe-de-
chambee, que lhe deixava apenas a des-
coberto o rosto magro e de urna pallidez
quasi cadavrica e as mitos amarelentas
e descarnadas.
Tinha um livro sobre os joelhos, mas
nS > lia.
Conservava os olhos fechados, o que
dava tons acobreados ao circulo escuro
que os orlava.
Estava pensativo, e os seos labios del-
gados, comprimiam se, agitavam se, fran-
ziam se, como se nelles se resumisse toda
a vida do individuo,
Havia muito tempo, talvez mais de urna
hora, que o velho n3o abra os olhos nem
iazia um movimento, quando urna sineta
resoou no pateo."
goiizos.
Depois, decorridos alguns minutos de
silencio, alguetn ontrn no quarto sem fa-
zer ruido, e com voz trmula dase sim-
plesmente :
>

- ;
No povoado da Torre
Vende-s urna casa neste povoado, de pedra e
cal. ra do Bom Gosto ; a tratar na ra do Im-
perador n. 45, loja de bahus do Sr. Grama
res.______^^ _________ i
Engenho
Vente-se o engenho Horisonte sito na comar-
ca do RioSForraoso, distante da estacao deGa-
melleira' tres leguas, movido a vapor, est de-
marcado judicialmente, com proporcOes para
safrejar de dous a tres mil pes, visto o sen
estado de conservacao. Tem alem de todas as
obias, que sao de pedra e cal, diversas casas de
lavradores coberlas de talba. Quem desejar
mais esclarecimentos, dirija-se ao procurador
Joao Elias e Moura, morador em Beberibe, ou
no mesmo engenho com o proprietario.

O Sr. conde de Colmar mandn-me
chamar; aqui estou.
O velho ergeeu a cabeca, sem parecer
sorprendido, e abri os olhos, que tinhara
um brilho intenso.
Ah! Weber Ha muito que o se-
nhor devia ter vindo Smto-me mal, muito
mal, doutor !...
O americano approximou urna cadeira
e tomou o pulso ao anciao.
E' verdade, murmurou elle. Tem
hoje o pulso agitado... a pelle secca..*
Deixe ver aliugua... M!... Dormio pou-
co, ou dormio mal?...
Nao pude socegar um instante.
O estado em que hoje se acha urna
pro va de que nSo de ve afastar-se um s
instante das minhas prescripSes.
O Sr. de Colmar recostou-se no fau-
teuil n'uma contorslo de dr, mas com
um sorr80 irnico a brincar lhe nos la-
bios.
Ora vamos, Weber, disse elle, in-
til continuar diante de mino a sua pequen
comedia de todos os dias ; esquece-se,
meu amigo; de que a minha obra, sim,
apenaB a minha obra, e desgracadamente
incompleta!. .
E' severo para commigo, conde...
Chamo o apenas realidade, de que
o seu. orgulho o eBt afastando sem ces-
sar.
Senhor!...
^- Lembre-se do dia em que, pela pri-
meira vez me apresentei em sua casa. O
senhor achava-se n'uma situacjto, segundo
me confessou mais tarde, que a minha vi-
sita foi pra si como o man dos hebreos.
Levei-lhe a vida, porque vinte e quatro
- *;
ioou no pateo d Q aenbor matar.8e-hia.
A pasada porta gyrou ruidosamente nos E,;erdade murmurou 0 americano.
Continuar se-h)
Tyn do Humo rna do Duque de caxias n. U